Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10320


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Full Text

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/
s
AHHO XL. HOMERO 64.
Por tres mezes tdiantados 58000
Por tres mezes cocidos 6$UUU
Porte ao correio \m- tres mezes. 750
DIARIO
SEXTA FEIRA 18 DE MARCO DE 1864.
Por auno adiantado.....19S00O
Porte ao correio por uro anno 3$000
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPTO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima*
Nata!, o Sr. Antonio Marques da Silva; Araratv, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos" de
Oliveira; M.iranhao, o Sr. Jnaqnim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manuel Pinheiro & C: A-
mazoras, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA St'RSCMPCAO NO SUL
Alagas, o Sr. Claudino Falcao Dias; Bahia, o
Sr. Jos Marlins Al ves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Mamas A Gasparino.
PABTIDA DOS ESTAFETAS.
01 inda, Cabo e Escada todos os des.
Igiarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e
sextas-reirs.
Santo Antao, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru',
Aliinho e Garanhuns as tercas feiras.
Pa > d'AIho, Nazaretli, Limoeiro* Brejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella,Tacaratif, Cal-rob,
3oa \isla, Ourieun e Exu' as quartas feiras.
Sennhem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
;'os, Agua Preta e Pimentairas as quintas feiras.
lln de Fernando todas as rotee que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao '/, dia.
EPHEMEB1DES DO MEZ DE MARi'.O.
1 Qnarto ming. as 10 h., 51 m. e 41 s. da m.
8 La nova a 1 h., 39 m. e 20 s. da m.
U Quarto cresc. as 3 h., 47 m. e 32 s. da m.
23 La cheia as 8 h., 27 m. e 3 s. da m.
30 Quarto ming. as 8 h. c 2 s. da t.
PBEAMAR DE HOJE.
Primeira as 11 horas e 42 minutos da manha.
Segunda as 12 horas e 6 minutos da urde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sul at Alagas a 8 e 25; para o norte at
a Granja a 7 e 22 de cada mez; para Fernando nos
das 14 dos mezes dejan, mar?., maio, jul, set.enov.
PARTIDA DOS OMNIBIS.
Para o Recife : do Apipuro* as- ti i.' 7, 7 >/2, 8 e
8 Vs Jaboatao as 6i/2 da m.; do Caxang e Vanea s 7
da m.; de Bemlica s 8 da ra.
Do Recife : para o Apiparos s 3 % 4, 4 >/,, 4 /j,
5, 5 '/,, 5 V, e 6 da tarde; para Olinda s 7 da
manha e 4 '/2 da tarde; para Jabala j ks I da tar-
de ;. para Car nanga e Vanea s 4'/, di larde; para
Bemfica as 4 da tarde.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CA'ITAL.
Tribunal docoramercio: segundas e quiutas.
Relacao: tercas e sabbados j 10 horas.
Fazeuda : quiata s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphos: tercas e seitas 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do eivel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DIA3 DA SEMANA.
14. Segunda. 8. Malhildc r. de Allernanha.
16*. Terca, s. faenaras p.; S. Longirinho soldado.
II. (Juana S-. Cyriace >: Tariano diar. mo.
17. Quinta. S. Patricio b. ap. ila Irlanda.
18. Sexta. S. Gabriel arehanjo : S. Narciso are. m.
19. Sabbado. S. Jote e..po*ode N. Sen hora.
20. Domingo de Ramos; S. Faustino m.
ASSIGNA-3E
ino Recife, em ajivraria da
111 f a I rtftfl rrnrtPi\titnA
, em ajivraria da praj ns. 6 e *, dos proprietarios Manoel Figueiroa d
Faria A Fimo.
PARTE QFFiCIAL.
(.OVEREO DA PROVINCIA.
Eijiedieiur do dia l.'i de marro de 1861.
Circ llar aos Exms. presidentes das provincias
do sul e norte.Passo as mos de Va. Excs. dous
exemftnret do relatorin que apresentou o Exm.
Sr. Dr. Joao Silveira de Souza por occasiao de pas-
sar-mo a administrarlo desta provincia.Tambem
remet m-se um cxemplar a cada urna das reparli-
c5ea publicas desla provincia.
Officio ao brigadeiru coinniandante das armas.
Passo as maos de V. Exc. para lor o conveniente
deslino, copia da relacao das alteracoes oeeorridas
com os militares da guarnicao desta provincia que
se acharo fra della.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de mandar
porem liberdade. dando-lhe baixa sejestivercom
iraca, o recrula Francisco II, que na qualidade de
corneta pertence ao 6 bataihao de infantina da
guarda nacional do municipio do Recife.( ommu-
nicou-te ao respectivo commandante superior.
Dilo ao mesmo,Pode V. Exc. mandar por em
liberdade o reciula Manoel Joao, que foi conside-
rado incapaz do servico em InspeccSo de sadde,
como consta do seu officio n. 503, de 19 do corre-
te a quii respondo. Quanto, porein ao recruta Ro-
gerio, i onvm, que seja alistado em um dos eorpos
em guarnicao nesta provincia, visto ser euravel a
molestia de que soflre, ulcera em urna das maos,
segando V. Exc declarou no citado ofllcio.
Dilo 10 mesmo.Para que eu possa resolver,
acerca do pagamento das etapes abonadas aos re-
crutas Jos Rodrigues de Souza, e Saturnino de
Oliveira Corte, vindos do termo de Flores, como se
v dos inclusos tapis, que me serao devolvidos,
laz-se preciso que V. Exc. me informe, se taes re-
mitas foram aproveiados para o servido do exer-
cito.
Dito ao mesmo.Queira V. Exc. mandar postar
lioje s 4 horas da tarde junto ao raes da ra da
Aurora, una guarda com bandeira u msica para
fazer as honras do estylo ao Exm. presidente no-
meado 1 ara a provincia do Amazonas, Adolpho de
Barros Cavalcanle de Albuquerque.
Dito ao Dr. ebefe de polica.Remello V. S.
para os lins convenientes, copia do ofliro do enge-
nheiro fiscal interino da esirada de ferro, datado
de 14 do crreme, relatando a oceurrencia que se
dora na mesma estrada no dia 13.
Dito ao inspector da Ihesouraria de fazenda.
Em vista do attestado junto em duplcala que me
foi remeitido pelo brigadeiro commandante das ar-
mas, rom ofllcio de 12 do corrente, sob n. 47,
mande V. S. pagar ao soldado do 2' bataihao de in-
famara Jos Marinho de Souza. a graiiiiraro que
Re competente por haver apprehendido o soldado
desertor do mesmo bataihao Luiz Gomes da Silva
Maia.t^ommunicou-se ao brigadeiro commandan-
te das armas.
Dilo ao mesmo.Recommendo V. S. que nao
liavendo inconveniente, mande auar Quinteiro
& Agr, a quamia de 402000 despendida como se
v da conta junta em dupbcata, com o enterro do
tenente do 9* bataihao de infamara Manoel Dio-
nisio de Souza, que fallecen na indigencia, segun-
do consla de ofllcio do brigadeiro couunandante das
armas, datado de 1 do corrente, o sob n. 480.
Comm inicou-se ao mencionado briRadeiro.
Dito ao mesmo. Transmiti a V. S. para os fms
con ver ienies, copia da relacao das pravas de 1* li-
nha, si.'ntencados militares e dojustica, e familias
que vijram do presidio de Fernando no lnate Ser-
gipano como me cornmunicou o respectivo com-
mandante em ofliciy de 8 do corrente.
Dito ao mesmo.Mande V. S. receber do mestre
do Mate Serfi/iono, alimde serem vendidas 10, ar-
robas Je algodao de prodorcSo da Iba de Fernan-
do, que o respectivo commandante remellen para
esta capital, come me participoa em ofllcio de 4 do
correle.
DiK> ao mesmo.Transmiti V. S. para ter o
convenienle destinoaguia dorapilao do 7 bataihao
de infamara Estevao Jos Pas Brrelo, da qual
const ter cessado, a contar do Io do mez corrente
cm diante, a consignacao mensal de 404 que elle
hava deixado de seu sold na provincia da Babia.
Dito ao inspector da Ihesouraria provincial.
Tomando cm considtraco o que expoz o director
das obras publicas no olDcio junio por tapia, nal i-
do de boje e sob n. Cli, recommendo V. S. que
cm vis.a do competente certificado mande pagar ao
empreiteiro da oooservacao da estrada da Victoria
nao s a qtiantia do 450^3 que P'm direito por lia-
ver ejecutado os reparos da 3' milha, eompre-
tiendida entre os marcos di' 14 e 15 mil bracas,
inais 1 imbein a de 9lti6b ris que deixou de re-
ceber orrespondenlc a administrado nos mezes de
Janeiro c fevereiro ullimos.Communicou-se ao
director das obras publicas.
Dilo ao mesmo.Transmiti a V. S, as 2 inclu-
sas constas, na importancia de 2415'iO ris, des-
pend la com o sustento dos presos pobres da eadea
da villa de Flores, desde o 1 de dezembro do anno
prximo passado al 12 de fevereiro ultimo, aiiiu
de trae conforme solicilou o chele de polica em
tiflliio de 12 do corrente sob n. 313, e nao bavendo
inconveniente, mande ereditar o delegado d'aquel-
le termo pela quantia de 2O0000 que para taes
des|iezas llie fui adiantada, por essa Ihe-oiiraria, e
bem a-sim entregar o saldo de 4lfl'i00 ris a Ma-
nuel Ribeiro de Carvalbo.Conmiunicouse ao r.
ebefe de poliria.
Dito ao commandante superior da guarda nacio-
nal do Recife.Expeca V. S. suas ordens para(joe
seja pistada cm fenle da igreja da Santa Crl da
freguczia da Boa-Vista nina guarda de honra de
um do< baialliTies da guarda nacional sob seu coin-
iiiancli superior afm de acompanhar a procissao
do Seiihor Bom Jess dos PassM que tem de sabir
d'aquella igreja no da 18 do crreme i larde.
Dito ao mesmo.Eipcca V. S. as suas ordens
para (ue um dos eorpos da guarda nacional desla
cidade. acompanbc as procissdes de enterro e res-
surreicao que tem de sahir do convenio de Rosca
Seanora do Carmo desta cidade, a Ia no dia 25
tarde o a 2" em 27 de maubaa ludo no mez cor-
rente.
Dilc ao mesmo.D V. S. as convenientes pro-
videncias para que urna guarda de honra lirada de
um dos eorpos da guarda nacional desta cidade,
uompanne a Imagem do Sennor Bom Jess das
Chacal que tem de sahir em procissao da igreja
de No-sa Sinbora do Paraizo no dia 20do correle
:is 3 I uras da larde.
Dilo ao comnianilaiite superior da guarda naci-
clonal de Olinda e Iguarass.D V. S. as eoove-
nienles crdens para o bataihao n.'.' de infantaria
da guiirda nacional sob seo eliminando superior,
preste nma guarda de honra para acompanhar a
imagen) de, Nossa Senhora da Soledade que leni le
sahir ''m proelSfao ila Igreja do Rosarie da cidade
ile Olinda na larde de 16 do corrente.
Dilo ao capilao du porto.Faco apresenlar V.
S. o.- recruias Jos Francisco de Souza, Fiancisco
Alvesde Moura, Francisco Antonio Camello, e An-
tonio liezerra da Silva, afim de Ibes dar o couveni-
, -1 j t -1 estloo depois de ms|.....cionados.
Dito ao director do arsenal de guerra.Mando
V. S. receber e recolher nesse arsenal onze sobre-
easacas e mn sapato do p direito que foram da-
dos em consumo pelo 7 bataihao de infantaria por
ge ael arem e-tragados pelo cupim, conforme soli-
citan o brigadeiro ounnandanledas armas em ofll-
cio de 12 do correle sob n. 481. Cominunicou-se
ao brigadeiro commandante das armas.
Dilo ao mesmo.Mande V. S. fornecer para uso
da escola elementar do 4 bataihao de ariilharia
pe, os objecios eonitaotei do pedido junio.Com-
municou-se ao brigadeiro conimandanle das armas.
[itoae director da wparticao das obras publi-
cas Concedo a autoi isacw que Vine, pedio em
seu ollicio de hontem, sob n. G.>, para lavrar o ter-
mo de recebimeoto definitivo dos reparos dos 2t e
2.'l- leos da estrada da Victoria, que ja se achara
concluidos oV riinfin'inidaile cora o respectivo orea-
| metilo, (cando na mteUigencia de que acabo de re-
commendar ao inspecior da ihesouraria provincial,
1 que a visia do competente certificado, mande pagar
1 aorrematinie de taes reparos, a importancia,
1 que se julga com diretlo.OIBi iou-se neste sentido
l tresonrara provincial.
L'iloao mesmoInleirado pelo seu ofllcio de
I hontem, sob n. 04, de haver Vine, receido provi-
\ sonamenle as obras do lo" e lt' leos de 500 bra-
cas que ja se acbam concluida- na estrada do nor-
' le (empreza Mainede), acabo de rerommendar ao
i ins|.eclor da Ihesouraria provincial, que, em vista
j do competente certificado, mande pagar ao emprei-
teiro de taes obras a importancia, a que tem di-
; reit). O que Ihc communico para seu eonheciinen-
; to e em resposla ao citado ollicio.Communicou-se
ao inspector da ihesouraria provincial.
Dilo ao juu municipal da primeira vara desta
cidadeRemeti a Vine, pan terem o convenien-
. le d 'siuiii, as guias dos sentenciados de juslica men-
cionados na relacao junta, os quaes vieram do pre-
j sidio de Fernando, no lnate Senjiiano, como decla-
rou me o commandante do inesino presidio, emoffl-
ci de do corrente.Communicou-se ao Dr. che-
; le de polica.
! Dito ao juiz municipal do Cabo.Communico
I Yiik. tara seu conhecimento, e afim de que faca
constar ao agraciado, para que solicite em lempo o
respectivo titulo que S. M. o lm|>erador por decre-
to d 27 de fevereiro prximo lindo, houve por bem
fazer merc a Ttiom Jos de Carvalho, da serven-
ta vitalicia dos ollicios de partidor e distribuidor
des.-e termo.Fizeram-se as necessarias coramuui-
| caciies.
Dito ao juiz de paz presidente da junta de quali-
fica o da freguezia de S. Pedro Marlyr de Olinda.
Verificndose da acta que acompanhou a lisia
dos cidados qualifieados volantes nesta freguezia
no corrente anno, junta ao seu officio de 5 deste
mez, a irregularidade de terem o eleitor Febppedo
as imenlo de Faria e supplenle Joao Maxmiano
dos Santos Shakel, nicos que comparecern), no-
meado dous cidadaos e com estes constituido a
juuia revisura, quando seria o pnmeiro delles no-
asir ilous cidadaos que represenlassem a turma
do eleitores, e o segundo oulros dous, que repre-
senlassem a dos supplenles, (cando aquelle eleitor
e supplente excluidos da mesma junta, e esta cons-
tituida com os quairo membros assim nomeados,
nos termos do decreto n. 1,812 de 23 de agosto de
18.M, e aviso do Io de julho de 1863, 3", e nao
podondo subsist para seus devidos efeitos a refe-:
rida qualilieacao, em vista do seinelhanle irreguia- \
rida Je, tenho por nullos todos os seus trabalhos, e I
designo o dia 17 de abril vindouro. para reumo da |
nova junt, para a qual deve Vine, convocar, guar-
dados os prazos e inais foniialidades da le os no-
vos eleiiores deasa parohia, que ^gundo canaln
do r.viso da reparlicao do imperio de 9 de Janeiro
ultimo, j foram approvados pela cmara dos de-.
putados.
Dilo ao juiz de paz presidente da junta de quali-
ficaoao da freguezia de Tacarat. Nao lendo acoin-
pan lado a lisia dos cidadaos qualifieados volantes
nes.ia freguezia no corrente anno, que Vine, me
enviou com o seu officio de 6 de fevereiro ultimo,
js relacdes d que trata o artigo 3" do decreto n.
2Ko', de 21 de dezembro de Itstil, compre que m'as
env e nos termos da segunda parte do citado ar-
tigo.
Pilo aos agenles da conipanbia Brasileira de pa-
quetes a vapor.Podem Vinca, fazer seguir para o
norle o vapor Paran boje a hora indicada em seu.
ollicio de hontem.
roara.Os senhores agenles da companhia
Brasileira de paquetes a vapor mandem transportar
al o Para no vapor Paran em lugar do r desu-
ado a passageiro de estado ao Dr. Luiz Augusto
Crespo, secretario da provincia do Amazonas, eem ;
lugar de proa a um seo criado.
L'it.0 vico-presidente da provincia confor-
maiido-se com a proposla do Dr. chefe de polica
n. 287 do 9 deste mez resolve conceder a Victori-
no .Lopes de Barros, a exoneracao que |>edio do
cargo de 6. supplente do delegado do termo de
Villa Bella detrnur Andeiino IVreira da Silva do
de> supplenle do me-ino delegado, por assim con-
vir ao servido publico, e para tsses cargos e para
os de 1. e 4. supplenles que se achata vagos no-
loea.
Supplenles.
i.' Jos Epaminonda- Nogueira de Barros.
3." Antonio Alves Ha Fonceca Barros.
i 4 Candido Gomes Tavares.
C. Joao Nones Nogueira de Barros.
< oiiiiiiiinicou-soao l)r. ebefe de (tolicia.
I ila.O rice-presidente da provincia altenden-
do i que nao se acba onranisado o batalhio de in-
lan arfa n. 40 da guarda nacional d. comarca do
Cabo, e de i-onfirinidade com o disposto nos avisos
da reparlicao da juslica de 4 de Janeiro de 1835 e '
lo le fevereiro de lHlii) resolve promover a len-
le ca 1.a roinpauhia do mesmo bataihao o cidadao
Fin nio dos Sanios Vicira, que para esse [>oslo foi
ind cado pelo respectivo comuiandantc.Conunu-
nicni-se ao respectivo commandante superior.
DitaO vice-presidente da provincia resolve
pn.ai- do posto d teoenle da l.* companhia do ba-
taihao n. 40 de infamara da guarda nacional da
comarca do Cabo o cidadao Francisco Manoel de
Souza Leao, por eslar coinprelieiidido na disposi-
cao iio i; l' rtico 69 ila Id ir 602 de 1' de tetem-
bre de 1880.Communicott-se ao respectivo com-
mandante superior.
Dita. O vicepresidente da pnvincia confor-
ma mlo-se com a proposla dp Dr. chefe.de polica
n. 387 de 9 deste mez, resolve demitir a Leonel
Coideirode Magalhaes e Manoel l'ereira da Silva
dos cargos de l. e 2." supplenles do subdelegado
do distrieto de Villa Helia por assim cenvir ao ser-
vicj publico ; e por ler fallecido o 3." supplente do
mewto subdelegado Antonio de Souza Magalhaes
e e-iar nomeado supplenle do delegado o 4." sp-
ole ile andido (ornes Tarares, nomea para esses
lugares os cidadaos segnintes.
Mil penle-.
!.. Joao l'ereira de VasconeellOfl.
!J.* Placido de Souza Ramos.
,''i." Pedro Antonio de Andrade.
i,-." Antonio Gomes Tavares.
Coinmuuicouse ao Dr. chefe de polica.
Expediente do secretario do prea,
H. VI. -Ofllcio ao I" secretario da assembla
legislativa provincial.Passo as mos de V. S. de
orcem de S. Exc. o Sr. vice-presidente da provin-
cia, para serem presentes assembla legislativa
provincial, nao s copia da infonn.icao prestada
pe a reparlicao das ulnas publicas, acerca do esta-
do das obras e materiaes do lerceiro raio da casa
de detencao mals tambem do orcaraenlo feito para
a -ua COUCluso, licamlo a-sim salisfeila a delibe-
! racao da mesma assembla, conlida na primeira
parle do ollicio que V. S. me dirigi em 3 do cr-
lenle, sob n. 7.
N 14.Dito ao mesmo.Km additamento ao
meu ofhVid de 3 do corrente, sob n. 19, manda S.
E> c. o Sr. vice-presidente da provincia, Iransmiltir
\. S. para ser presente assembla legislativa
provincial, copia do ofllcio que acaba da recebar
de al-oin- venadores da cmara municipal da
villa de S. Benlo.
Dilo ao Dr. chefe de polica.S. Exc. o Sr. vice
presidente da provincia, manda declarar V. S.
em resposla ao seu ofllcio desta data, sob n. 328'
que deu o conveniente deslino aos remitas Jos
Francisco de Souza, Francisco Alves de Honra,
Francisco Antonio Camejlo, e Antonio Bezerra da
Silva.
Dilo ao inspecior da Ihesouraria de fazenda. -S.
Exc. o Sr. vicepresidente da provincia, manda fia farrea de Reja, na princioaes sao o En
transmillir a V. S. as 2 inclusas ordens '- J-
Col locado no alio de nm monte tvista-ae d'a-
quella ciclado lindo panorama de ferai issimas cam-
pias, raja exien-ao mala vista pode alcancar.
Do alio da grande torre de D. Dini?, v-se Pal-
mella c lodo o territorio al multo alm do Gua-
diana.
Tres ou qualro caudalosos ribeirrs alravessa a
xa ira-
do dia em ma e o de Al vito, que d invern levam sempre
duplcala sob n. 388 e 390 expedidas pela repart- agua, e que apozar da falla de chuvas que tem ha-
vido, ainda nao linham seccado. Sebr; todos estes
iros a locomotiva corre em bellis: imas iwntc;
cao do ajudante-genoral.
?in n J^2 annu,h,!-a* ^ refr"!a :io,exT fluem sabe se taes medidas passaro w se virio *
c t^m .?, '/!l *Z2^E'11*&, lkar Da do-es.weememoT
v^w?JE%X2 creumstanctada Seja como fr, ao menos baja l pfla curie al-
noiicia na mmha ultima caria. gUm Si,,na| d(j via d inieress a favor do valle
A co.nm.ssao do fazenda da cmara dos depota- So Amazonas 'avor uo vane
dos ja concluio e apresentoa o seu parecer sobre a [>a provincia deMe nome ci me tud> marcha-
pwpeot.do governo para ato**do conYa.o do va em'paz at Sttm5&SZ
Por decreto do 1
tanto o fornai do Amusona publicou na resenta
do con ente, publicado na das noticia, dessa provincia, que a presidencia t-
rplhaofhril le 83, lo, encarregado o Sr. J.inuano nha mndalo a Villa-Bella um deslacatnentocom-
^.ns^uTo Sr. Edwardo Price Irala de contra- 'GnW.^^
lar ouira compan.na ingleza a venda do caminho por occasiao da- elJicol-s niSniripaes! Sa^ln^aSu^dadf *"mtt- """"^
P- hm?.*&!* a Evora e Beja pela | Largas discnssfes tem promovido este asn.mpto! O^m^Kalrm^eafiracle como conse-
quencia da opposicao que eslas duas influencias-
l'OMNAKDO DAS ARMAS.
Quarlrl general
nambuco.na cidade dt Recife, i de marfo de Mmmi JE9, lbra::,ef,erlinas-.1
iJK1 5 ; O esclarecido depulado pelo Algarve, o Sr.
n.i a a -,*. Silveira da Molla, acaba de apresenlar em corles
urna proposla para o governo ser autensado a con-
redor do arsenal de guerra desta provincia o Sr. i O projeelo tem a data de 22 do corrente e pre-
lenenie-coronel do corpo de engenbeiros Luiz Jos cedido de um luminoso relalorio em que se de-
Monleiro, e nomear para o substituir no dito lu- monstra nao serem avalladas as despe-as de cons-
gar o Sr inajor do mesmo corpo Sebasliao Jos truccao; porquanto a directora da nha forrea
Jiasiho Pyrrho, sendo o referido Sr. tenenle-coro- pro|K)sla, apenas na serra se torna ariua de rea-
nel Monleiro nomeado por portara da mesma da- lsar, |>orque at ali o terreno perleramente pla-
ta para o emprego de commandante do presidio no, e o mesmo succede, rom raras exiepcoes des-
de\ternando de .Noronha : o que ludo conslou de de t. Bartholomeo de Messines al Faro* Sem es-
ollicio da vice-presidencia de 14 do corrente dala- te prolongamento a lnha do sul j consiruida ser
do, com referencia ao aviso do ministerio da guer- de um interesse secundario.
raAe des,e mez- Vm das provincias que mais deprwada tem si-
2. Que o mesmo governo approvou por aviso do sem duvida a do Algarve, com quanto de mui
de 2 do crreme a nomeacao feila pela presiden- diversa sorle fossem dignas a ferlilidade do sen
ca desla provincia na pessoa do Sr. tenente refor- solo, a abundancia de popularan, e recoohecida
mado do excrcito Francisco de Paula Sa Peixto aclividade e apudao dos seus hbilanlts
para coadjuvar o Sr. coronel recrulador as fre- trevemente parle de Lisboa para o Porto o
guezias dos municipios do liecife c Olinda, em engenheiro Souza Branda), para concliir os estu-
iubstiiuicao ao Sr. lente tambem reformado Ma- dos da via frrea do Porta a Begua.
Freir, que pedio de-; Calcula-se que a despeza das expropriaces nao
as duas casas do parlamento. Chegaram os de-
rfe a .eni'^.r.!' aTV 'f'* ^ 2 ^Sl ***** as l,'ll"as' el&s de "deputados "geraeT
ras e o |iaiz tiveram de lameniar urna oceurrencia provinciaes e ana foram lotalmenir- nerdi.Ws oda
assas desagradavel entre o depotado ministerial presidem'iV touimcn* perdidas pela
Pinio dToulBarri dcpUtd da op',08tao o'ia a que tem corrido a^ui depois da
nn,..i>V.lj a m i legada de.-les dous individuos, que-se dizem per-
Quando este, depois de um discurso em qne oc-; seguidos pela presidencia
upara quairo das, narrando e comprovando com Einfim esta lula est fu
maIt .J?? tatl" :";.'S r*"3 d.mu" mn: Cmo ll,e as elec(5es provinciaes foram
mu o e prudencia habitual pergunlou ao orador definitivamente vencidas pela opposicao, represen-
iwU r'!Sl)on,,'l"latJe *> we allirmava ? tada actualmente pela companhia do Amazonas.
lomo Ihe respondeu o Sr P.nlo de Araujo. a canhoneira Ibkuhy, que hava saludo de
n~~ m d|8lhe 1ue e fa|so, tres vezes falso o, Manos para o rio Japur, enealhou entre os luga-
que amrma. res Coarije e Teff. O seu deslino e servico era
i,7i, ^"dade-tre3 yc,lcs verdade o que deixo continuar es trabalhos da commissao de umiles
uno, me redarguio o orador da opposicao. entre o Brasil e o Per
Acabado este breve dialogo, ainda o discursador j A canhoneira Ignatemu que ia partir para os
opposicionisiaseprolongounaproyocacaoboameiaporlos peruauos, sabendo da noticia, const que
hora; tomaram depois a palavra diversos membros fora soccorrer a encalhada; provavel que com
da cmara, com bastante placidez, e entre outros o semelhante soccorro a Ibicuhy esleja j a nado e
r. Marlins l-errao conira as susjieicoes polticas, salva.
Da a hora, e o presidente levant a sessao. Pa-1 Consta que o governo peruano tinba demit-
lavras nao eram ditas, o Sr. Guilhermino de Bar- tido as autoridades polticas e policiaes de varios
ros queja se n.1o poda conler mais lempo, atira-se deprtamelos do baixo Amazonas, e que era pro-
esenca da nossa canhoneira em Lo-
necessario como at aqu se re-
Conforme.Jos Ignacio de Medeiros Reg
tetro, rapitao encarregado do delalhe.
procos
EXTERIOR.
L.IWROA.
2S de revereiru de I m',1.
Verificou se no dia li a solemne abertura do
caminho de ferro das Vendas Novas para Beja. Foi
inais um dia de regosiju para todo o paiz.
Pelas 8 horas e 37
lato.
minutos da manha parti "" a|S'ncto de Lema, do que e ronces-lonario pn-
da gare. do Barreiro um combovo conduzindo pro- nmivo Jorge Crofl, para que a compi.nlua possa
ximamenlo trezenias pessoas, "convidadas pelo Sr., e;,abel'"cer e> Portugal urna agencia ou delega-
Eduardo Pnce, para assislirem a esla inaugura- aomj.e l)m' em seunome.com as seguinles
cao. |condieoes:
-lado honorarios; muilos pares do remo e depula-' ^ <,ommerc.o, judiciaes e exlrapidici aes.
js j altos fuucciouarios do estado ; alguns verea-. .Qlle os d'rec,ores delegados da companhia,
ares das cmaras municniaes de Lisboa e Belm r1esldenIes em Portugal, assignarao termo pelo qual
arquea)
esta"
dos
dores uas cmaras mumcipaes
u ouiras auiondades administrativas.
0 combovo chegou as Vendas Novas s 9 horas
o Jo minutos.
*'Ali passaram os convidados para as carroagens
da companhia do Leste, cninecando a caininhar a
locomotiva s 10 horas e 7 minutos.
As 10 horas e o4 minutos chegava o combovo
Casa Branca, s 11 horas e 10 miuutos s Alcaco-
vaa, as 11 t 30 a Vianna do Alemtejo, as 11 e'iiO l' ^ue psle ,,erm
minutos Villa Nova da Barona, aos 7 minutos i flous. "[crA's; P**8 as
da tarde, Alviie, aos 35 minulos Cuba e 1 Que tantos os
declarein em nome da companhia, que todas as
qoesldes suscitadas entre a companhia e o governo
ou entre ella e particulares, serao unia e exclusi-
vamente decididas segundo as leis do reino e as
especiaes que regularen) ludo quanto fr relativo
roncesso e exploraco de minas pele s Iribunaes
portnguetes, judieiaes ou administrativos, confor-
me a sua competencia.
3.' Que este termo ser retiticado, ao praso de
ssembla geral da rotnpanhia;
inferiores aos que se pagam pelos barcos.
; Parece que o ministerio das obras publicas ac-
1 ceitra a proposta.
Foi j entregue no ministerio das obras publicas
| o relalorio da commissao inspectora da linna fer-
; rea de Coi rubra ao Porto. A commissaj de pare-
(Ollltisi-OM)IMIVS UO IIA ;"urbl^e esla se'W'k Ja "berta .i circulado
KIO lK PKH.VAnill't'O. Foi permittido a Jorge Frederico Youny. na
qualidade de presidente de urna companhia de
commercio eslabelecida em Londres, o que se de-
nomina companhia de ferro e carvo de Portugal
(Portugal ron and conl amimn\n, ci ju tim ex-
plorar dex minas de ferro, carvao e lignileo, citas
vias de. fclo pelo que se proferio na tribuna,
adeos liberdade de discussao t
Creia, amigo redactor, que sinto bastante ter que
lhe ronlar este episodio, porquo dos cstrangeiros
natural termos ainda mais vergonha ; mas poda
omitti-lo, se toda a imprensa o narrou, commentou,
e lastimou t
E' preciso advertir que no comeco do seu dis-
curso, o Sr. Pinlo de Araujo apresentra e lera
una carta particular do irnio do governador civil
de Villa Beal, a qual fora interceptada. A carta
era escandalosa, pus receitava a mocada, como sm-
prema rntio em direito eleitoral e usava da frisan-
te e mui pitloresca expres-o de que era preciso
talvez Ir e tanto dos adversarios ( sic. )
O eplogo parlamentar foi digno pois do exordio
documental e prestou-se a urna saraivada de epi-
grammas. f
Mas se a carta era escandalosa, nao o foi igual-
mente o fado dola apparecer mpressanos jornaes
e na tribuna como documento, n"um paiz cujo c-
digo fundamental garante a inviolabilidade do se-
gredo das cartas ?? A apparicao d'esta enrgica
mis-iva foi enio explicada pelo orador como ten-
do ido causada pela mediaeio ca-ual de um cao !
oto palomeando a maior alegra. su,r.em Portugal, serao a primeira e especial ga- 0 portador da carta, fugindo do maslim que lhe
A appnxiuacad da locomotiva muilas girndolas ran,ia de responsalnlidade em que, peh s seus actos sa|,ra a estrada deixou cahir aquelle monumento
de fogueles a'uroavam osares, acompanhando s a ""^1 companhia incurra, ou stqa om OS partt- epistolar. Houve quem o apanhasse, lhe rasgasse
ciliares ou seja com o oslado ; 0 sobrescripto e o desse ao publico, e aqui se fun-
retirada aou uma dj^cussao de agigantadas dimenses.
deixe
de existir ou s dissolva, ao'cumpra lielmenle
qualquer das condicoes cima indicada?, uu quan-
do o inleresse publico o exigir; pudendo tambem
nesle ultimo caso ser alteradas as conlicoes desta
regia conecs.-o.
Foi no dia 14 do correle arrendada em bas-
ta publica no lliesouroa fabrica de vidios da Mari-
pelo preco -iiiiiu i! de 2:0lJ5iJ00, sen-
lanlua de lartvj e carvo
xplora dez minas de
ferro, carvo e lignitos, o dislriclo de Leria, e de
que fui conces-ionario primitivo o Sr. Croll.
A arremaiaco foi por irinla aunos A praca es-
teve muito eoncornda.
Em data de 2j" do correle foi dirigida pelo
ministerio das obras publicas ao Sr. cuide de Par-
robo, presidente da commissao do monumento a S.
M. I. oSr. I). Pedro IV, uma portara ordenando
que a commsao faca demolir o pedestal que prin-
pracade D. Pedro (Bocio),
ariislca e
tliva. u? proje.-tos
Findo oaclo relgioso entraram os convidados pa-' c n,a,s documentos constantes da relacao junta a
ra a e.-tiefio, onde Ibes foi servido um delicado mesm* portarla, informe se abjuro do;; planos ela-
desta repblica nao se descuida, po-
aos melhoramentos dos portos
separa- amazomensts, nem de os fortificar e guarnecer
(dos; a guarda militar acudi; das galenas houve convenientemente.
. declamacao por parle dos espectadores; um que Acaba de crear um corpo de marinha, das pra-
alh eslava disse ler sido soldado do libertador, e cas dos seus navios e outras para a guarnicao de
que nao derramara o sangue de suas veas para l.ttoral de Le.reto ; e que perlo de Nauta jseacha
ver taes despantenas ; outro perguntou em altas lugar escolhido para um forle que ser brevemen-
vozes para baixo aos membros do congresso, se a ; te levantado. Consta que em Lima iratava-se de
nacao Ibes pagava para aquellas scenas de pugi- orgamsar uma companhia fluvial para navegar o
| Amazonas al este porto, devendo fazer parte della
productos das min is como as
hora e '/minutos a Beja ""achinas, instrumentos, edificios,capilaes e quaes-
Em todas as eslacoes uma multdao enorme (,uer ou,.r.os **'", e va-rei t,ue a ompanhia pos-
aguardava o comboso ateateando a maior alearla. su,r.em. Portugal, serao a primeira o especial ga-
pliilannonicas das povoacoes inarginacs da ludia,
com seus festivos hyinnos, o enthiisiasmo popular.', 5- Que reB,:i aPI>rova?ao podera ser re
as estacos de Vianna do Aleiniejo e Cuba as ca- L^O'luc. a companhia, por quabjuer nu livo,
maras municipaes destes concebios apresentaram
as suas felicitacoes ao minislro do reino, que S.
Exc. se dignou receber com especial agrado.
A recepeo em Beja foi brilhante. A gare c todo
o vasto campo que a circunda aeaavaa-se litieral-
mente cheio de ikivo, sendo dilllcl dar um pasto.
Como na outras estaces nao se viam ali s os
habitantes da cidade de Beja, viam-se os de muilas Bta (""alul1'. Pel l'Wfo annual
povoacoes distamos, que l.uhaui viudo tomar par- do ,, ar'oin.'lanie a coinpanhis
te naijuella fesla nacieuial. de_ Portugal, companhia que ex
A e.-taco e o campo prximo estavam emban-
deirados.
Em dous crelos locaran a philarmonica da ci-'
dado e a msica do regiment de infantaria n. 17.
Este corpo, eui grande uniforme, eslava tambem
formado om parada junto ei-taco.
O governador civil do distrcto, a cmara muni-
cipal da cidade e todas as autoridades ecclesia-ii-
cas, civs e miliiares, igualmente ali se achavam-
Depois do combovo entrar no gare, o Exm. bis- nl"U a conslriur-se na praca del). Pedro
po de Lamego, D. Antonio da Santissi.ua Trindade, e !>e apreriando com respeho a bellczi ai
procedeu a ceremonia da beuco da locomotiva. a" objeclo que se tem cm Vista, Oos OS |
I alguns cavalleiros lizeram 'J^'dos. merece ser approvado ; deven lo linalmen- gia 0|BVan,|(, a dgnidade de gra-cruz de Chrislo o
lunch, durante o ipia
diversos brindes alheios aquella esperancosa so-
lemndade.
Para que a alegra reinasse cm todos os habi-
tantes da velu-la Pan Julia distribuio-saum abun-
dante bodo a muilOS pobres, lizerain-se OUtras mili-
tas obras meritorias, e noile huuve sarao no club
bejense.
Eram tres horas da tarde quando o svlpho da
locomotiva aimunciou aos llejeiises que a sua l-
nha forrea eslava inaugurada, e que o comboyo
que Ibes levara lo alegre noticia parti para Lis-
boa, i-enovando-se enlo todas as demonstrares de
oiiliiii.-iasino com que o inesino ifra recebide.
i) eomboyo chegu Casa Branca a horas e
lu iniiiuio- da larde o s Vendas Novas as o horas
e 38 minulos. Os passageiros entraram na gare do
Barreiro s 7 horas e l"i muiutos da uote.
Durou (Kirlanto a viagem para Beja 4 horas e
27 minutos o de Beja para o Barreiro i horas e 15
minulos.
Tanto na ida como na volta a viagem fex-se sem
o mais leve accidente, correndo umitas vezes a lo-
comotiva com a maior celeridade.
As tres capilaes de districlo da provincia do
Alemtejo ja esli ligadas pelos caminos de ferro,
nao s com Lisboa, mas com minias das suas prin-
cipacs povoacoes. A prosperidado que deste impor-
tante melhoramenlo ha de resultar a esta provin-
cia nao se far esperar, licando assim plenamente
justificado o contentamenio que seos habitantes Mo-
je, e as anteriores inauguracoes palenlearam.
Beja uma cidade aniqui'-sma e que de villa
foi elevada ao foro que boje tem por el-rei I). Ma-
noel em 1512. trisle. e o aspecto de suas mura-
dlas negrecidas e meio derrocadas com o lempo,
anda mais melanclica a torna. Contrasta singu-
larmente a feico da cidade com o genio de seas
ha i ii la niis. que sao amenos, alegres e muito socia-
veis. Beja de cerlo lia de traiisformar-se com a va
frrea.
te no caso negativo, formular o prog amina que
julgar mais adequado, para ser posto a concurso
novo delineamento para a obra de qie se traa.
K' urna boa resoiucio esta do Sr. Joao Chrisos-
thomo de Abren e Souza, novo ministro daquella
repartieao. Este monumento uma divida nacio-
nal, cuja salisfacao nao deve addiar-se por mais
lempo.
O projeelo que comecou a execular-se, (e que o
vulgo e a imprensa peridica tem feilo coiihce.er
pelo nome de galhelciro) nao corresponde a alt
significarlo a que era destinado, nem rene as
condicoes indispensavoi. em relacao arle. Com-
pre que a memoria dos grandes e gloriosos (ellos
deve ser perpetuada por monumento em que a
arte se ostente na ana mais nonre e llevada ex-
presso.
- Tendo a cmara municipal do rVrto solicita-
do do governo a feilura do moiiuinenl) na praia
do Arnoso de Pampehdo, em que no dia 8 de julho
de 1832 desembarcou S. M. 1. o Sr. D. Pedro de
Braganca, e para o qual se lancou a jrimera po-
dra no 1" de dezembro do 1840, o gov rno niandou
ao director das obras publicas deste Jislriclo, que
lizesse a plant e orcamenlo desla obri. Estes tra-
balhos foram j remetlidos ao raspee ivo ministe-
rio, c segundo consta, a obra foi oreada em cerca
de um cont de ris.
O ministerio das obras publicas, na sessao
parlamentar de 2i do corrente declarou que trata-
va de colheros ltimos osclareeiineutes para pro-
pr a lei da adinisso do- coreaos.
O ministro da (aseada, Sr. Lobo d'\vila, decla-
rou que apresenlaria urna proposta reformando a
orgamsaco da jimia do crdito ptibh ;o.
O Sr. Casal Hibeiro (ex-iuinrslro da fazenda) in>-
pugnou a opporiunidade da reforma p< sto concorde
com ella.
A ultima reumao da maioria com es ministros,
foi mailo concjrrieta. Tratou-se nella da rujces-i-
No dia segninlea cmara resolveu que nao por os vapores Jta-omi e Pastaza.
dia lomar conhecimento d'aquella pendencia, po- I O nosso ministro no Per o Sr. Varhagem j fi-
que fora toda pessoal, visto haver-se j levantado a nha feito a sua apresenla^o official, em audiencia
>* do presidente da repblica.
A doutnna e um tanto duvidosa e o precedente Acaba de chegar este porto a barca ingleza
dos peiores : Se fica eslabelecida que depois do Elisa, conduzindo de Inglaterra, alm de 2 vapores
presidente por o chapeo na cateca .licito passar a desmanchados e os convenientes aprestos para se-
rem armados no nosso arsenal de marinha, varas
machinas, elleitos e objectos pertencenles ao gover-
no peruano, assim como trouxe a seu bordo a dita
barca : I capilao e 56 soldados peruanos: 25 ingle-
zes mecnicos, 12 engenheiro peruanos, 2 ditos
inglezes, 1 e.oulor em medicina inglez, 13 inglezas
mulheres dos mecnicos e 2 franelas, 3 officiaes
de marinha peruana e um inglez commerciante.
Por ludo isto yero os seus eleitores que a rep-
blica do Per nao se descuida um s momento de
promover c animar a prosperidado do seu paiz,
que se acba situado no Amazonas; ao passo que o
nosso governo ltimamente o que tem feito, estabe-
lecer em Talmtinga e Minio duas sessoes de mesas
de rendas para arrecadar direiios que o commer-
cio e navegacao tenham de pagar pela entrada e
saluda dos gneros e mercaduras para consumo,
sem que ha a cuidado em foriicar e defender,
como faiemos peruanos, o nos-o lilioral e limites, e
ao mesmo lampa promover e auxiliar o melhora-
iiieulo dos Bosaos portos, alias muito superiores em
posicio e riqueza uaturaes aos da repblica I
Isto s.o verdades o fados que -e vepa e sobre-
saltan) aos o los, e parece incrirel que um gover-
no como o do Per, tao longe e liio difBcilmente
separado das localidades que uo Amazonas possue,
cure com lamo dispendio e persistencia do seu me-
lhoramenlo, entretanto que o nosso governo cora
oulros recursos e crdito superiores "do do Per,
com portos e fcilmente accessiveis se deslembre
de as aproveitar como devera ser I...
Kuiui. os bomens do geverno l sabem o que
fazem ; por em quanlo isto por aqui ha de ir ao
remanso da mare de quem esta no poder !
Deixeinos, pois, de lano peruunur a nossa cor-
respondencia e vamos s noticias desta capital.
O jury estove abarlo uns quatro ou cinco
das, sob a presidencia do Dr. juiz de direito Bar-
ros e Yasconcellos.
Auenas houvcram uns tres processos, e entre el-
les foi o do 'uriuguez Domingos Martina Nogueira
que ferio gravemente, e mu ti Ion o anno passado
uma preta sua amazia. A condeuinaeo gales
perpetuas foi unnime, c o juiz, em virtude do jul-
gado e da lei, appellwu para a relacao.
Fallase agora n'uma importante questao en-
tre a alfandega e alguns commercianles desta
praca.
O facto ler um individuo, que outr'ora era so-
cio de um agente de leiloes, e que publicamente
apregnava, sem ttulo nem Ijcenca para isso, sido
intimado pela alfandega para o nao fazer.
Entretanto, anexar dessa iniunayao, elle foi apre-
goando leiloes, sob o pretexto de ser caixelro de
varios commercianles, que entendiam poder ven-
der pelo n odo que quizessem a- suas fazendas;
mas a alfandega, na qualidade de conservatoria
do commercio, dando parte do occorrido ao juizo
municipal, ,evou este negocio a um ponto que o
tal individuo, que fazia os leudes ( que j se esta
habilitando para ser agente), tem de ser processa-
do, assim como um negociante e-trangeiro que
insto consisti, e mesmo consta faina alguns lei-
loes seus, apregoandu e empilonando o mariello.
Cont apenas o facto sem commentarios, nao ob-
stante que nisto vo desinlelligencias entre os lei-
loeros desla praca, mas com que nada lera a con-
servatoria da commercio, que nao deve consentir
abusos com at aqu se praticaram. Veremos,
pois, esle negocio em que dar.
Temos tido por aqui os sermes da quares-
ma bastante concorrideis de liis, especalmeiHe os
que sao pregados pelo Exm. hispo diocesano na
igreja de Santa Auna, s sete horas da noite de to-
dos os domingos.
Na igreja de Sanio Alexandre, cargo da
Sania Casa de Misericordia, procedeu-se ceremo-
nia, no ultimo domingo, ila benc'io de uma ma-
geni da Vrgem [inmaculada, viuda e Franca.
O acto f celebrado por S. Exc. Bovina, com a.
devida pompa e concurso de deis.
Falla-se que O aliar vai ser feito de marmore-
arlilieial e que era beneficio desta obra, haver, no.
Cassino Puraense, um concert sacro dado por va-
cio- artistas e dilettantes, en) que se cantar o.
Siabat .Mater de llos-ini.
No dia 2!) de fevereir" ullimo s 5 horas da
larU.-, na capella episcopal, foi baplisado um Chim,
pelo vigario geral, o conego Azeredo, que receben
o nome de Joao Antonio.
Do commercio o que ha de mais notavei foi
o naufragio, queja lhe noticici, da barca fianc/a
Flor do Par..
A barca rou abandonada porque foi absoluta-
mente wnpossivel, salva-la ; a canbuneira Beberi-
be i>v.'Stou innorlantes serviros, salvando grande
A cousa mais para lastimar, que para nr, no
tim de conlas.
No dia 23 chegou a Lisboa o Sr. D. Romual-
do Lafuente, distineto poetae publicista hespanhol.
Ha das tambem se acba em Lisboa um estadista
italiano. Segundo otivi, foi incumbido pelo seu go-
verno de enlabolar rom o nosso as bases para um
tratado de commercio entre Portugal e a Italia.
Esl em Lisboa o Sr. Frederico Youle, que
lana eclebridade louioii na discusso do empres-
limo com a casaSlera-llrolhers do Londres. N'um
dos ltimos nmeros do Jornal do Commercio vem
tuna caria do-te cavalheiro repellindo a insinua-
cao que se lhe fizera de que o seu silencio fura
comprado por duas mil libras, e diz que aceitou o
que lhe pagaram por servicos prestados.
Foram nomeados pares do reino o Sr. Jos
Hernando da Silva Cabral (irmao do conde ue Tbo-
mar) Josterardo Ferrcira Passos ( ministro da
guerra) e duque de Palmella ( Antonio), diz-se que
tambem foi elevada aquella dislincco o Sr. conde
de Brettandos.
Os priineiros dous ja tomaram assenlo ra c-
mara.
Foi publicado no Diario de Lisboa a caria re
Sr. Dr. Antonio Manoel de Mello, ex-mnsiro da
guerra de sua magostado 0 Imperador do Brasil,
com a nota de que idntica foi dirigida ao cx-ini-
nstro da marinha o Sr. Joaquim Raimundo deLa-
mare. Teem a data de 8 de Janeiro. Estas duas
meres foram conferida- como teslemunhn di con-
sideraeau da munificencia d'el-rei por occasiao da
troca das ratilicacoes da convenci consular cele-
brada entre os dous paizes.
(Conttnttar-se-ha.)
INTERIOR.
COURESPONDKXCLV DO DIARIO DE PER-
NAMBICO.
l'AHt.
Ilelin, 9 de arcD de IM1
Estou hoje em m disposicao para escrever a
no-sa correspondencia ; nao me acho OOmpieta-
menle doenie, mas eston sem duvida um ponen
incommodado I E' verdade que desta vez poueo ou
nenhumas sao as iwvidades de-la ierra; antes as-
sim, porque revela islo a boa ndole o a placidez
ueste pavo.
De poltica nada sel; presentemente todos os
odiares se vollam para a corte, onde se acbam os
pas da patria no areopago legislativa
Esperam-se mundos fundos para esta parte do
imperta e veremos -o os clculos do muil: gente
que assim pansa, falla ou so sao realisaveis.
Os proj 'tos assignados pelos depulado- d) Ru
|,edo Amataras para a abertura do grande rio e af-
fiuentes .pie hanliam o-ras duas provinciaSv sao an-
tas lis sejos eprotnessas reaJidade vilo muit distancia.,*


alarlo e Pernambaco Sexta fclrft 1H de Murro de 19114.
quantidado do carga r aprestos d> navio, preda.1pelapreciso do ti acortJas wkn, a; segundo Mis ovemos volar, listo &, da dMrihmcio dos
'. ..___ .- V/A..1- .1. i,..i.:i.,..in,:.! -i i.r,wi>i>i..i:wL !< viini,,.",., ,i..iu< :.n .liiiiw eiun- diiiltoiros nuh icos, da be i ano icaeao di unnoslo
de forra maior.
O Si. Aminthas
Impo visto, c dependente! o Su. Bi
-Ainda assim.
que
inora : Nao ha oronda sobre teso. ,V cr OSa. h..i.n, Lima : ~ entretanto leu-se urna Candido Jos Machado, pardo, sem delaraco do
! emenda do nobre segundo secretario, motivo,
se' O Sr. Huaruue : Appareceu c ssa emenda em
2"MWado rs. 13 30li>. Os habitantes dola prmptidio da 6ttJcijc,ao dolas, c ao digno com- dinbmrw pblicos, da boa applicagifl do Imposte
litoral tambera se condutWan til bem, auxilian- mandante da Beber ibe, nao sement aexaeudao provincial. .
4o os mais prximos ao lugar do sinistro o salva- com que cumpli a honrosa eommissao, de que fot lontem observe que bem pouco cram os casos Quando nosi retoecemos o pongo em
ment do objectos naufragados. encarregado, mediando
Mais alguma cousa ainda poder-lhc-hi;. di- ire as ordens que
ler ; mas acho-me un pouco mais eiieommoc ado porto, como ainda
e or consecrante fecho a presente, dando-lheas ra salvar a carga que
- aos mares os pertences da embarcacao canuta itiustrauo coiiega uepuiaao peio segunao uisinc- nos possam ser perniciosas, una vez que ene qui- o cmauao lom a veruaueira eaucaoao, saoe quai e A'ordem do do Poco Antonio d'A"uiar Albu-
mais dispensando ao capito e aos homens da tri- lo, que se podena dar tambem o caso de innunda- zer interpretrar mal qualquc desuas attrbuieoes, a occasio em que deve manifestar sentimontos de querque Lima brancopor disturbios
polaco os favores de que carecan) extenuados de cao, apesar de que eu entendo que o caso de i- 'especialmente quando quizer abusar das facilidades patriotismo e abnegaco A' ordem do da Varsea Manool Alves Teixeira
! trabalhos o fadigas. nundaco est provisto como extraordinario na que Ihe concede a lei do orcamento, devenios ser o nobre deputado pelo 1 circulo e alguns ou- e Manoel Fraucisco Alves Teixeira brancos por
Honra a to digno oQicial da armada brastle- legislarn geral. Observou-inc era seguida o meu muito cautelosos principalmente a respeiio desla Iros que moran na cidade do Recite fazom real- ferimentos ; Liberato Forreira Franca timbem
, ra que tanta actividade, zelo, inteligencia e veri- nobre amigo, que ello se quena referir as con- le. por que c de sua m exirucao que nascem to-. monte algum sacrificio coneorrenlj a osla casa e br.mco, para averiguaees policiae*
cia desenvolveu em pix)l do commcrcio e da huma- sequencias de innundacao como fossem a des- dos os embaraces para a boa marcha dos negocios demorndose aqu alguraas horas, portii nao tem.
iruco de urna estrada, de urna ponte, etc., etc.,
noticias do niovimeiilo de passagoiros, e navios no
nosso (orto, no mez lindo : .
Estrangeiros entrados e sabidos desta provincia,
no mez de fovereiro prximo lindo
P ortuguezes
Ingleze-
Hespanhoes
Francexes
Peruanos
Marrquinos
Suissos
Italianos
l'i ussianos
Americanos
Allemacs
Knl. Sal.
18 li
t 1
:t 1
2 0
0 3
0 2
1 0
n l
( i
0 1
0 l
Total 37
38
da provincia.
O nobre deputado pelo 3* circulo me pedio que
figurasse um caso de forca maior, um caso urgen-!
te ; felizmente outro mcu nobre collega indirou o
caso do desmoronamento do um edificio publico, e
eu poderia aprescnlar ainda um outro. l'm alilha-
do qiial(|iier. que fr encarregado de urna obra, da
arremataco de urna estrada, por exeraplo, faz o
Navios entrados e sanidos do porto desta provin-
cia, no mez de fevereiro prximo lindo :
Ent
il
8
(Irasilelros
Inglezes
Portuguexes
Americanos
Kraacezes
Sah.
13
4
4
0
0
21
Total 24
Rendimento d alfandega no dito mez rs........
i28:ftH81. .
dem da recebedoria das rendas provincial s rs.
dem de outras reparticoes provinciaes rs......
3:543*338.
Navios a descarga :
Nos temos urna presumpcao em nosso favor,
que somos eleitos legitima e legalmenle, e por con-
sequencia representamos os interesaos da provin-
cia, e viemos aqu pugnar pela sua realisaco.
Om Sn. Deputado : E o desnteresse da pro-
vincia o augmento do subsidio 1
o Su. Son Lima : Emquanto nao houverem
Linda
Alfredo
Julia
La ly Monck
Ernestina
Aune Witliams
Ha :nna
Amazonas
Jsabella
Barca portugueza.
Est
Patacho inglcz.
Brigue
Escuna brasileira.
Brigue inglcz.
Barca inglexa.
poimgueza.
Brigue inglcz.
Navios carga:
Cutid Escuna ingleca.
Ehsa Barca
Aracaty Brigue inglcz
TOr-antinf! Barca frannceza.
Jokannes Escuna banoveriana.
a sabir hoje, para Ncw-York, o patacho
medida que nao se acba ginacao piedisposta para i>so; mas nada mais] o Su. Soito Lima : Einquanto nao houverem
ve por fim prever a um fcil do que figurar um caso urgente, um caso im- factos em contrario, esta presumpgo subsiste, por-
eioque nao. provisto, (|uando se quizer desfalcar os cofres. que ninguem pode julgar mal de outro emquanto
iria razao de que o ere- Um Sr. Deputado : Mas preciso que se d se nao pro va qne elle procede mal.
inglez JvHa, e i 20 a barca portugueza Amicoiws.
para Lisboa e Porto. O Cr:rir de Sal seguir as
10 horas da noite para os nonos do sul dt> im-
feno.
HAHl\HtO.
& Lnii, 12 de arfo de 486L
Hoave na noite de 8, um baile dado na casa do
teneale-coronel Raymundo de Brito aa, pelos compartidarios e amigos do senador Oas
Vieira, por sua assencao ao ministerio. A sjbs-
cripeo lirada para isso montn em doas conks de
ris, aao sei porm quem o encarregado doi ar-
ranjos, mas o certo qne com a metadeessa
<]uatia tenho visto superior festejo. Provivel-
meme incumblram a mais de um, e todos ten-
dern que era oecasioes taes em que senao re-
glela, a conscieneja deve ser de borracha.
O baile esteve pouco concorrido e pessimamenle
servido.
Muitas possoas deixaram de ir a elle per ser
m casa de qnera foi, e pela razo de em alf/uns
conviles recusarem-se un ou outro memoro da
commissao signarem-se.
O baile foi (particular c todo partidario, mas
aao obstante la esteve una guarda de honra, com-
losta de [iracas da corveta Bahiana 1 Este acto
lera sido censurado por alguns jornaes desta (ida-
de e traduaidn por adulaeie; c com effoHo rensu-
ravel a guarda de honra i porta de una casa par-
ticular, e pelo farto de amigos darem al>i um I aile
um amigo particular, como mesmo consta do
convite; mas neste paiz a adolaco tem sua pri-
mazta.
Arthur Napoleao tem dado dous concertos no
theatro, tiavendo em amfeos extraordinaria cor cor-
rencia. As ovacoes sao immensas ; no 2.* tista Duarie Coiibra recitou-lhe de um duS c; ma-
ntel urna poesa, qoeentfcusiasmou a todos o; es-
pectadores.
Hoje da um concert ao eollegio de Nossa Se-
nhora da Gloria, e seus admiradores } teein iim
cont de ris em ouro para mimosearer em um
cofre de prata donrada.'
Na noite de 10 leve lugar o beneficio do Ruarte
Coimbra; como era de esperar a endiente e as
ovaces foram espantosas. Este artista toni |ior
si o mrito da arte e as affeicoes de urna po| nla-
^ao inteira.
Nao precisa,como o Furtado Coelho, de elogiar-
se a si proprio. Este ft^ro* nao tendo queii se
preste a cuidar d*elle na mprensa, encarrefa-se
Sessa tYefa ; de outra forma como poderia appa-
receri
Do Cear para o Para tem dirigido cartas pura o
Diario ifaquella provincia, que causa tedio a sua
leilura; calumniando reputaoies de individuos que
enaoorcupam de sua mediocridade.de artistas que
aguardara e s acreitam o juir.o da opinio p bli-
ca, que nao escrevem elogiando-se, e que em su-
bido aprerc teem a honra ea moral.
Furtado Coelho quanto mais de si se oceupa,
mais desacredita se. Delxemo-to em paz, e-'tor-
cendo-se cem os remoiMS e a tnveja.
No vapor de 2o consta-mc partir para :.bi o
Coimbra. levando comsigo alguns artistas.
A noticia de estar quasi que revivida ao Ger-
manos emprrzn do theatro S. Pedro agradon mul-
to ; cortamente Germano e finarte Coimnra so os
rnelbones emprezarios que tenbo conhecido.
O cholera- morbus das emprezas theatraes
Furtado Coelho, ainda nao perdeu as esperancas
voii duvidando ^lessa prnbabilidade, e se se rea-
lisar sua intenco digo adoos a espectriculos, fisto
como nem um hawr em paz. Nao quero fiear
urdo com pateadas : o homem est aqui odiado.
Aguarde-mas o resultado.
DIARIO DE PERNAMBUCO
termo do comparacao com o que fazom os deputa-
tados que vera de partos longiquas oceupar-se dos
trabalhos legislativos, e expor-se s ms eonse-
quoncias que |M.Io trazor urna viajera neslo lem-
po. E nao est na consciencia de lodos os nobres
deputados quo o5 nao sufflcicnie para decente
subsistencia do um deputado prov ncial, no lugar
em que a vida mais cara ?
Um St. Dei-i tauo : E os deputados geraes
no Rio de Janeiro ?
fringir a nossa primeira lei, a lei do remenlo. muios lancados "no rio para urna |ionle ;aqui O Sr. Soi to Lima : Se a cidade do Recife o
Se me respondeu que por esta forma aulorisamos temos um caso imprevisto, nao mencionado no; lugar onde a vida mais cara, que muito que vo-
a infraccao da lei. contrato, o presidente armad) da (acaldada que se; temos para os nossos successores iez mil ris por
Sr. presidente, nao posso aceitar esta resposta Ihe quer dar, abre un crdito extraordinario e : dia ?
como satisfactoria,' porque nos nao autorizamos a : oslara em son direito I
infraccao da lei desde que em um caso extraor-' Um Su. Deputado :Pois imprevisto o caso de
diarlo, em um caso que ne poude ser provisto urna obra arrematada?
pela propria lei, n admillimos que o presidente O Sr. Aminthas:Dio caso figurado o, e assim
possa lomar urna medida tambem extraordina-' como este podem apparecer nutros multos quo ou
ria. Onde est aqui a infraccao da lei ? Ser in- nao posso figurar agora porque nao tenbo a ima-
fracciio de lei lomar uma medida quo nao se acba ginacao predisposta para hso; mas nadar
nell consignada, eque leve
caso de forca maior ? Crcio
Enlendo que pela propria .
dito extraordinario nao se acba consignado na forra maior. Se um deputado chega a venderse (reclama
lei, o que se d o caso nao previsto, o presidente O Sn. Aminthas :Mas n3 esta casa que ha' cues).
da provincia pode com muito bom fundamento de julgar depois da proceden :ia das razoes do pre- Un Sr. Deputado: E ha depulado que se
laucar mo desse meio, e estou certo que, tooVfc sidente 1 Das duas urna ; ou esta casa ha de ser venda 1
benigna e generosa, e entao sanecionar o acto da o Su. Solt Lima : Nao me retiro casa
presidencia: ou lia de ser rigoroaa e enio isso nem ninguem, urna hypothese.
poder dar lugar a urna sceoa desagradavel entre | Mas, se ebegasse um di-puiado a vender-se, nao
o prosidenle da provincia e a assembla. Para era porque o subsidio fosse maior ou menor, por-
eviiar isso, Sr. presidente, que eu enlendo que que 10$ nao paga o sacrificio que muitas vezes
nao so deve conceder attribu coes de que o presi- se faz.
nobres rollegas, peco qu remetan no'sabusos que dente possa abusar, e mesmo nao vejo a necessi- Um Sr. Deputado : Isso contra o nobredc-
a adrainistraco pode praiiaar toda a voz que lenha dade de taes crditos extraordinarios, uiua vez que, putado.
a faculdade de abrir crditos extraordinarios. as necessidades da provincia se aeliam prevenidas I o Sr. Souto Lima :O liomem que tem honra
Um Sr. Deputado :Sanente em casos extraor- na le do orcamento, e que o presidente pode abrir nao so vende por preco nenhum, e consegrante-
dinarios e do forca maior. crditos supplementares lod: a vez que fr isso monte nao para que os deputados possam ser
O Su. UuAiiyuK: Sei que com abusos se nao : preciso de conformidade eom a lei quo ora discu-; mais indopendenles que eu proponho o augmento
pode argumeutar, mas nos devenios prevenir os timos. do subsidio, porque o deputado que faz o sacri-
abusos tanto quanto estiverem em nossas maos, e I Feilas pois estas explicacoes, declaro casa, que ficio do vir de muito longe para aeidade do Reci-
por isso que eu me manifest contra o artigo. | voto contra a emenda e contra o art. que concede i fe, que abandona sua familia e ^eus commodos,
ao presidente da provincia i faculdade de abrir deve ao menos ter meios de poder manter-se de-
crediios extraordinarios. | cemntenle sem sacrificio de seus inleresses.
(Coitimar-u-ha.) Eu fallo com esta franqueza, porque digo o que
____ sinto, nao engao a minha provincia, o meu paiz.
, O homem pobre que militas vezes nutro bons sen-
Disrurto proferido pelo Sr. deralad* Soulo Lima,, timemos, que tem ideas uteis. vendo que um sub-
na sessao de 7 do corrente. sidio de 54tX ) nao chega para manter-se,
O Sr. Soi to Lima : E' con acanhamento, Sr.
aquellos que representaren! dignamente a sua
provincia, nao tero duvida de conceder-lhe um
bil de iiiiUiiiidailt; se isio for necessario em taes
casos muito especiaos.
Eu insisto,Sr. presidente, as consideracoes que
apresenlei honleni casa, peco a allenco dos rneus
Temosa vista-cartas o jornaes do norle do im-
perio, dos quaes fui portador o vajmr Ctmzeipe do
Sal. com dalas : dw Para al 9, do Maranbao at
11, do Piauhy al 3, do Cear at 13, do Rio tiran-
do at 15 e da Parahyba al lti do corrente.
Amazonas k Para.Alm do quo narra a minu-
ciosa caria de nosso correspondente, que v ti no
lugar competente, apenas encontramos o seg inte,
no Diario do GroPar.
u A barca Floi-do.Pora.Esle navio est intei-
raineute perdido. Foram proinptas as providen-
cias administrativas, o grandes os estoicos que os
seus delegados einpitgaiain para salvar o navio c
a carga ; mas lodos bjldados quanto ao casco do
navio, quo nao pudo safai -se do baixo, mas bom
aproveilados quanto aocarrogainontoe armario do
navio, porque tudo se salvou, exooiiluando soineu
te aluus Darris de pregoa, e os masiros reaos,
que nao puderam sacar-se por estar creafado o
casco.
O -Sr. guarda-rar e o distncto rommamlante
da caulioueira Jieberibe teeeui-se mutuaiiienle.os
mai- poiujiosis elogios; nos sabemos particular-
mente que ambos estos cavalleiros teem raziio de
assim proceder, porque foram quasi aobrebumaoos
os foitos yae corameOeram : atMteribe fuedeoii
cerca do 800 bracas distante da#lmr du Par:
esle navio arriou os cscaleros e coiumunicuii com
a caulioueira, a /jual deseitibarcou paradles a gen-
te que leiM.va.um soccorro 4o navio i^acalbad) : a
mar eslava lo liaixa que os botes ncalhavam
lambem a grande distancia da Fleur do Para, e a
gente teve do sanar nagua edirigir-se para > na-
vio por cima da cora do baixe.
< O u..v,u eslava adornado a bombordo. lirbao
fundo arromb*do, e quando a ar euebis ficava
quasi iiebaixo d'agua.
O Sr. guarda-rar, o comtuandante e oficiaos
da canhoiieira, ulraballiadoresque Jevava, o atri-
polacao do navio, alm do raudo trabaltio y je ti-
veram ua fauna dos salvado*, corrern) emitiente*
riscos, porque o lempo e.-ieo quasi wwpiv lem-
pestauso.
Sao loos dignisslmos dos nossos louvorea, da
toenevoienna do commercio e das attenc&s das
autoridade. almiiiisirativas.
A B"beribe regressou ao fundeadouro pela* 10
lioras da aoita de ti do crrenle.
O vica-cunsul do Franca e o captlo do navio
fram-ez Fkr do Para teoin de manifestar os mais
kineeros sow menlos de gratido ao Exm. Sr. vice-
presidenUj Di. loao Maria de Moraes, ao tt. fliefe
da estai.o naval, ao >r. commandanle da beheribe,
aos seus ofiejaes, Ao ptimeiro destes eavaJleiro
Sr. presidente, provado como tenbo a necassida
de dos crditos supplementares, nao posso por es-
ta mesma razao autorisar os crditos extraordina-
rios.
Us crditos supplementares sao indispensaveis
para a boa marcha dos negocios pblicos, sao exi-
gidos mesiBo pela falibibdade do orcamento, mas
idntica r.aio nao procedo quando se trata dos cr-
ditos txlt ordinarios provinciaes.
primetro lugar
perceber os raembros desta
Nao lendo visto outra impugnaco alm da que : ^,1!!^^^* Jf
H o meu honrado collega depulado pelo segund., Sr. pres.dente que "^ "egislit
stricto, e crendo er do's.ruido. a sua%jecco, eu ^SZLSStS^
fez
dlSll
1 secretario; por que o acto iddicional dispoa que
esta assembla estabeleca no 1" anno da legislatura
antecedente o subsidio que tem de perceber os seus
membros, por consegrante tcmar-sectii um senti-
do muito estrello a disposicao da lei, aprosenlando-
se logo na primeira sessao a questao do subsidio.
Sr. presdeme, quando asea pitaes das provincias
se acbavam em condicocs de designaren! quasi lo-1
nidade
lloara aos Illms. Srs. Mximo Baptista, immc- o neste sentido raandou mesa urna emenda,
dalo da beheribe, o Augusto Cesar de Miranda, Como respeta a tudo isto, senhores, cu deca-
primeiro lenenle, que so abandonaram o navio rei casa que prefera qne o presidente da pro-
naufragado depois de se haver feito quaulo era vieta, quando se apresenlassem casos desta or-
possivel para salvar a vida e proprie.dade de seus dera, felizmente rarissimos entre nos, lomasse a
semelhanles I i medida que julgasse acertada e viesse aqui pedir
O capito da Flor do Para, agradece cordeal-; depois um bil de indemidade, e prefera isto a col-
mente o tralamento que tiveram a bordo da Bebe- ceder urna aulorisaejio to ampia, uma auioi isa- contrato, mas por qualquer vi
tibe, tanto elle capito como os seus companbeiros cao que deixava todas as portas abenas para se in- nharaos, um aguaceiro forte Ihe
de naufragio.
Esle aclo de humanidade loca a toda a tripo-
laco da bebenbe, toda ella acoHteu os seus irmos,
como homens que possueni em subido grao os sen-
timcnlos mais puros da humanidade.
Ao Sr. guarda-mr tambera agradecemos os
estreos que fez em companhia dos offlciaes da
Bebenbe,
fc'. Lmis.T. Jemque.
Maranhao. Nesta provincia, alm do que diz
nosso correspondente, occorreu o s.'guintc :
c Anio-liontem (3), 1 hora da tardo, visitou o
Exm. Sr. vice-presidente da provincia, desembar-
gador Miguel Joaquim Ayres do .Nascimento, a
corveta Dahtanna, que se acba no nosso porto era
viagem de inslruccao.
t Foi ali recebido S. Exc. com as maiores de-
monstracoes do eoasideracao e respeito, prodigali-
sados peloseu dislincto commandanle capito de
maro guerra Jos Seciindino de Goinensoro, im-
mcdialo o Sr. primeiro lenlo Joo Mendes Sal-
gado e a dentis esperanzosa o digna offlcialidade.
K. de|>ois dos cumpriinenlos do eslylo, cuja
etiqueta observou reslrictaraente aquello cavallei-
ro. passoo, com a urbanidade e delicadeza que o
caraclerisam, a mostrar, percorrondo lodo o navio,
nao so a comtitodidade que conlm como o scu es-
quipamento, explicando sob os precoits de rigoro-
sa analyses interrogacoes que. por soii turuo.llio
fazia um ou outro visitante, sobre a applicacao e
conveniencia dos dilferentes objectos que tinha an-
te os olhos.
t Era segaida foi oferecido S. Exc. e a sua
Exnia. familia o aos demais visitantes um copo
d'aguaao que assisliratn recprocos brindes.
Ao regressar foi S. Exc. cumpriinentauo por
toda offioialidade, conduiudo esle cumpnnionto
com as honras militares que Ihe oompetem.
Havia precedido a esta visiu a do digno ins-
pector da tliesourana de fazenda Andr Cursino
llenjamio, que cooscio da importancia da commis-
sao de que est encarregado o Ilustre nauta, nao
quiz deixar de patenlear-lbe o praier patritico que
o dominava, vendo a raocdado brasileira, por amor
a setenla, desprezar os commodos do lar domestico
alfrontando as iras do occeaiui.
Ceusta-nos que a roeepcao desta visita presi-
dio sempre a maior delicadeza, qur da partj do
Sr. coiiiiiiandantc, qur de seus olliciae, por isso
que ao inspector da Ibesouraru tudo. como S.
E.vc. foi apresontado, sem esqueoor ainda o janlar
j pro|iarado da guarnco, cuja qualidade e aceio
recommendam, por si s o zelo e bonestidade dos
coiiiinaiidatilo e inmediato daquelle navio.
Chetos de orgulho patritico mencionamos es-
u visita, nao com o Ora de encomios, por aJfeigoes
particulares, mas com o de mostrar ao publico os
nobres caracteres deque tratamos, tanto a respeito
do commandanle, scu immcdialo c offlcialidade,
como do Exm. vice-presidente da provincia e ins-
pector da Ihesouraria de fazeuda que coma sua
visita inostraram compreltender a consideracao que
merece o destino da corveta Bahtana.
Dos fade bem aos viajantes protegendo sua
inisso e esclareciendo sua inteligencia, para bem
da patria.
Pa un y.Em carta particular dizem-nos de Tbe-
resina :
Est convocada a assembla provincial para o
1 de maio.
t O delegado da Parnahyba alteres Scgisuando
Cicero de Alencar Araripe fez no dia 28 do mez
passado una ini|iortanle prisao e foi a do to do
iiic.-ino termo Manoel Luiz, cujo asseiito existente
no respectivo livro da cadeia o segutnte :
Manoel Luiz, cabra, casado, morador no sitio
Freixeiras prisao e livramenlo pelo juiz de
paz, Ignacio Furtado do Loyoia, |ielo crime de tnor-
le feita a Ludano Pereira deSouza 17 de julbo
de 1837; foi condeinnado gales perpetua em G de
dezembro de 1838, o tendo appellado, foi remettido
para a capital tOeiras) em julbo do mestno anno de
1838.
t O reo depois de preso, sondo interrogado, con-
fessou que em Oeiras respondeu a novo jury pejo
mesmo crime, mas que nao sabe qual foi a dociso
quo leve, e que da cadeia de Oeiras fugio no fim
de seis annos quando andava na ra seryieo,
acompanbado por um soldado. Seu precesso ainda
nao foi adiado.
Durante lodo o anno passado deram-se Desla
provincia 17 assassiiatss Inclusive um parrecida.
Aquelies 17 assassinalos foram commettidos por 3
miilheres e 18 bomons, sendo i dos assassinalos ca-
suaes.
Dos 21 criminosos, s um existe ausente por
se lor evadido depois do preso, do poder de um
iespeetor de quarloiro; todos os mais foram
presos,
i Est convocado e jury de Pedro II para 14 do
mez vindouro e nello v ser julgados divet
reos importantes inclusive o capito Clemente de
Castro Nazarelh, all pronunciado no fim do anno
passado pelo brbaro ass.issinato que com outros
mandn fazer na pessoa do Francisco Mariano de
Albuquerque Cavalcante no anno de 1847, e para
que mtdhor conneca a barbaridade, com que foi
uommeiidii o crime, Iraoscrevo aqui uma parte do
eorpe de delicio feilo em 1847.
Ei-lo:.....acharara os peritos dez feri-
montos do faca do pona, que mostrava ser que
tinha empregado no dito mora, sendo sete faca-
t das das croata at no lim dos lorabos, e as quaes
alguraas atravessaraiii os pellos, e tres facadas
t as eostellas___
Dos queira que o jury do termo de Pedro II,
coniprelieuda desla voz sua alia misso.
O Sr. capito .Nazarelh, estovo soinpro na maior
tranquillidade, nao obstante a barbaridade de seu
acto; ora al delegado de policia em Pedro II al
qne finalmente a polica do Dr. Gervasio acabou
com lao grande escndalo, e foi o Sr. Nazarelh de-
miilido, preso, processado c pronunciado.
Foi grande a colhoila do algodo o anno pas-
sado nesta provincia, e vendido por alto preco.
No termo das Barras foi preso no dia 21 de
mez pa>sado, Jesuino Borges da Silva, all pronun-
ciado por ferimentos levos.
No termo de S. Goncalo, o escravo Diogo de-
Sorou violentamente a menor de nonie Firnuna. O
criminoso j se acha pronunciado no art. 222 do
cdigo penal c a policia conseguio sua prisao.
< (i 1" supplenle do juiz municipal do termo de
Campo-Maior teoenle-coroncl Florencio Alves da
l'unseca Mendes, foi conderanado por sentenea do
juiz de direito por crime de prevarioacao na pena
do 3 annos de suspenso do emprego e mulla cor-
respoKdente a tres mezes, cuja pena esta cum-
prindo.
Cear, Ro Grande i: Parahyba.Nada occor-
reu digno de mencao, aps a sabida do vapor cos-
te! ro.
O chefe da 2.* seceo.
/. G. de Mesquita.
Passageros do vapor nacional Cruzeiro do
Sul. viudo do Para e porlos intermedios;
Commendador Francisco Alves de Souza Car-
mino e 1 criado, Marcelino de Souza Travasso. sua
seabora e 1 criada, Lucio da Silva Antunes. Do-
mingos Soriano de Azevedo, Manoel Joaquim Ri-
beiro, Joao Barroso de Carvalho, Mariano de Sou-
za Falco, Francisco Jos Guiuiares, Joaquim de
Oliveira Maia Jnior, e sua senhora, Joao Manoel
da Silva, Joo Antonio Gouveia, Francisco Sancho
do Amara!, Joao Evangelista da Silva Lopes, con-ul
portugttez Dr. Claudino de Araujo Gumares e X
criados, contra almirante peruana Dr. Ignacio Ma-
zo; ligns e i criado, Feliz Coveor, Eduardo Luiz.
Julio Berbor, Antonio Joaquim Rodrigues, 9 pra-
eas que couduzem 7 presos.
Seguem para o sul.
l. lente Franoisco Jos de Freilas e 1 criado,
lenle Leonardo Luciano de Campos, Joaqun
Ai tonio Nogueira, Valerio Alves de Souza, alteres
Aftonso de Almeida Albuquerque, Fr. Joaquim Jos
do Lima Co>ta e 2 criados, cadete Pedro Ovidio
Al.es Picaneo, Antonio de Macdo Costa, Ambro-
sio Phifo Chao, Mariano Olympio de Carneiro,
Ju.io Mariano de Carvalho, Jos Antonio de Barros
Hai do, Alfonso Grilfemo de Mallos, 7 pracas, 2
reorulas e 19 escravos a entregar.
Passageiros do palhabote nacional Piedadey
sabido |iara o Rio de Janeiro :
Balbitia Nogueira de Moraos, 6 filhos e 2 cscra-
V08, Anlonio da Silveir Maciel Jnior e 1 escravo,
Antonio Cavalcante de Albuquerque Lemos e 30
escravos a entregar.
Movimenlo da casa de delencao do dia 16 de
marco de 1864.
nao se
projioe deputacao, sob pena de cada vez mais
arrttinar-se, nao achando muitas vezes quem Ihe
ca-
esporo que a casa regeito o artigo quarto do pro-
jcclo n. .'10.
O Su. Silva Hamos:Sr. presidente, fallei hon-
loin nesla casa advogando a creacao dos crditos
supplementares, pela conviccao em que estou de
que impossivel aos legisladores da provincia dei-
xar de ailender a essa necessidade administra-
tiva...
Mas, Sr. presidente, ao lr o artigo quarto, em
que vejo passar-se dos crditos supplementares pa-
ra os extraordinarios, eu recelo que qualquor cir-
cumsiancia possa autorisar o abuso, o abuso que
nos ser por demais prejudicial.
Enlre os dous extremos de se negar ao presi-
dente a faculdade de abrir creditosextiaord'uiarios
e o de so Ihe conceder essa faculdade. ha um meio
termo que, julgo deve ser seguido. Eu nao contes-
to a necessidade dos crditos ex raordinarios, nao
neg ao presidente da provincia o direito de recor-
rer ellos porque circuinstancas ha que nao po-
dem sor previstas; o que devom ser com urgencia
remediadas, mas tambera nao posso approvar que
se Ihe d ampia faculdade de usar d'esses crditos
que infrinja a lei do orcamento,.vindo depois pe-
dir um bil de indentidade. Toda a vez que poder-
mos prevenir o abuso, loda a vez quo cstiver em
nossas mos, prevetiirmos as hypothoses que se
possam dar, eu julgo que o devenios faaer.
O Sn. hjaoqoi :Mas se os casos extraordina-
rios sao muitos raros.
Stt. Silva Ramos :Os casos extraordinarios
sao milito raros, mais por mais raros que sejam,
podem dar-se uma vez, e, se nos pdennos legislar
de modo quo o prosidenle possa obrar segundo a
lei, que necessidade temos que elle proceda sem
le nenbuma, viudo depois a esta casa pedir um
bil de indemnidade.
(Ha um aparte.)
O Su. Silva Ramos. Altendendo a estas consi-
deracoes, eu me atrevo a mandar a mesa a scguinle
emenda: o presidente da proviucia > poder abrir
crditos [extraordinarios em casos urgentes o im-
previstos, dependentes de forca maior, como incen-
dio e innunriarao, no que nao estiver prevenido
pelas dispocoes geraes.
Parece-me que deste modo fica o presidente da
provincia habilitado a occorrer as eventualidades
que se possam dar, porque tem a norma que deve
seguir em qualquer dessas circumstaucias extra-
ordinarias. Todava, Sr. presdeme, eu me sujeto
ao que a casa era sua sabedoria julgar mais acer-
tado.
Val mesa e apoia-se a segrale emenda :
O presidente da provincia s poder abrir crdi-
tos extraordinarios em casos urgentes e imprevis-
tos, dependentes de forca maior, como incendio
innundacao, no que nao esliver provenido pelas
disposicoes geraes.Silva liamos.
O Sr. Aminthas :Sr. presidente, Iratando-se de
urna questao importante : tratando-se de conceder
ao presidente da provincia a faculdade de abrir
crditos supplemeutares e extraordinarios, e jul-
gando eu quo |>de
val
el I
6U vnioiiuti 'i'K wuvoimpa --^i munv luh tu.tw uta j wuyft i n s*T 1KT (111**
concessio de sementante faculdade, e como desojo, | mandavam corta-lo.
senlio-
a uni-
: cntenle por individuos que moram nesla capital.
O Sr. Arminio :A actual representacao prova
contra o que o nobre depulado est dizendo.
OSr. Souto Lima :Eu appello smente para
que
sserabla. Bem sei,
unos para nos racs-
prevenio quanto
51 nCli2^ISn^!?-"qUOar depU^n,nf0SfJ entlmentos do nobre deputado cerca da emen-
ls.e" ,n.,eresse ; P"?" 5f: Presidente parece | fa a,>resenteL 0 nobre depotado tiwsmo o
z&T!SL!tti***
primeiro _
cenles para subsidio de um depulado provincial.
O Sr. Arminio :Assim como dez tambem.
(Trocam-se outros apartes.)
O Sr. Souto Lima : O que acontece, Sr. presi-
dente, que quando os interesses dos nobres de-
putados reclamam a sua presenta em outras par-
tes, c nao veem.
Im Sr. Deputado :Al hoje nao tem deixado
dos os membros, que deviam eompr a legislacao .' '
provincial; quando as localidades do centro no|
linham aqu advogados, jior certo que o pequeo |
subsidio, que ainda hoje vigora ora bastante por I
que os deputados achavam-se no seio de suas fa-1
inilias, o pouco Ihes custava vir passar quatro ou
cinco horas do dia nesla casa.
O Sb. Jacobina : A lionra de representar a pro-
vincia muito grande para que se cont o di-
nheiro.
O Sn. Soi to Lima :Quando, Sr. presidente, a
eleieaoera feita entrando tod;i a provincia do con-1
curso elcitoral, a representacao provincial em qua-1
s toda sua totalidade era coriposu de individuos ;
das capitaes, as localidades d( centro, aquellas que i scu.s_ re
eng'andecimenlo da pro-
er casa.
O Sr. Soito Lima jEu declaro muito franca-
mente, que se fosse advogado no Recife no dia em
que me apparecesse nm negocio, ou uma cousa
vantajosa, que reclamasse a minha presenca, c
uo vinha.
O Sr. GErvASto Campei.i.o :Nao acredito.
O Sr. Souto Lima :Eu digo o que pens, quem
quizer censurar-me que me censure.
Quando provincias de outra ordem romo Para-
hyba. Alabeas e tear pagan) oito e dez rail res,
nao soi porque a provincia de Pernambuco, que
est em outras eircamstanrias, l a de pagar aos
A saber
Existiam .
Eutraram. .
Sahirara .
Existen).. .
Nacionaes. .
Estrangeiros
Mulheres. .
Estrangeira
Escravos .
Escravas. .
370 presos 13 8
375
875 30 3 1 61 presos.
0
375
Alimentados costa dos cofres pblicos. io8
Movimento da enfermara do dia 17 de marco-
de 1864.
Nao houve.
mais eoucorrem para o
vincia aonde na lavoura e industria, esiavam com
pletamente esquecdas, porque nao havia uma imi-
ca voz que aqui se levanta) a seu favor, o ape-
nas os inleresses polticos faztam de lempos em
lempo um deputado pedir quo fosse feilo tal ou tal
acude ; o que muitas vezes licava em projecto.
Mas nao somente esta a necessidade que devia
ser tomada em consideracao, outras muilas recla-
mam a nossa solicilude, o nosso cuidado, e por
consegrante preciso que o deputado se ache em
conlacto com oseas necessidades para que possa
vir aqu curar dellas.
UmSr. Deputado :Logo, ileve-se o subsidio
tu.
O Sr. Soito Lima :Nao 10>, preste-me o no-
bre depulado aitencio, nao me inlerrompa com
seus apartes extemporneos, por que fique certo
que cu tenbo a coragem precisa para carregar
com a responsabiltdade dos meus actos.
Nao venho aqu estentar patriotismo em hypo-
tliose; e se eu euiendesse que em lugar de I0.*j
diarios, deviam ser HKl-3, fallara com a mesma
franqueza com que estou fallando.
O Su. Jacobina :Isso muita valenta.
(Trocam-so outros apartes.)
O Sh. Souto Lima : O i obre deputado s inc-
esta fallando era 10fi, e sabei porventura quinto
perco era meus inleresses com estar aqui 1
Um Su. Deputado : E es outros nao penlem
nada i
O Su. Souto Lima :Essas necessidades do cen-
tro que reclamava o nosso cuidado, para engrande-
cimento das diversas localidades, exiga a presenca
de defensores nesta casa; porm tudo isto era des-
prezado, por ipie as inlluencias achaiiilo-se na ca-
pital e dispondo de toda a provincia, desgnavam
Sr. presidente, explicar o meu voto, pedi a pala-
vra.
O nobre deputado que me proceden mandn a
mesa uma emenda julgando sanar as difltenJdades
que se podiam encontrar, aiim de regular a mate-
ria de modo a nao poder o presidente da provin-
cia abusar.
O Sr. Aqiixo :Sempro ser assim.
O Su. Souto Lima :Mas que conhecinienlo po
doria lor osse individuo da i dado, das necessida-
de, lcaos do interior da provincia para vir aqui
delende-las ?
O Sn. Siuva Rarros :Nenhum.
Um Sr. Deputado:Podia ter lano como o no-
bre deputado.
O Sr. Souto Lima :S sendo de ouvir dizor.
le dos circuios, porm, "eio acabar com isto ;
veio trazer para esta casa membros, que possam
com conhecimento pugnar pela salsfacao dessas
necessidades.
O Sr. Aquiso : Veto dar mais forja ao gover-
no para |iode-las fazer.
O Sn. Souto Lima : A le dosrirculos tirando
os deputados do seio daqnefb s que os elogiara, que
se achavam era contacto das necessidades dos lu-
Acho, porm, Sr. presidente, que pela emenda
que foi a mesa, nao ub>laute as boas ntences de
seo aulur apenas so mudaram as palanas, mas a
cousa em sua esseencia licou na mesma.
Um Sn. Deputado : Ficou iutoirainente di-
versa.
O Sr. Aminthas :Vamos ver se chego a de-
monstrar o contrario.
Diz a (monda : (l)
O Su. Ramos : Hasta a palavra s.
ti Su. Aminthas :Perdo, eu mostrarei.
Sr. presidente, quaes sao esses casos urgentes e gares por onde eram eleilos.
imprevistos dependentes de forja maior ? A emen-
da nao os dassiliea. (Nao apoiados.)
Sim; nao dassiliea, exeuiplifica apenas; mostra .
dous i ases em que se podem comp obender a hy- que veio fazer com que as
pothe.sefigurada, mastica ao presidente da provin- fossem aqui representadas,
cia o direito de qualiftcar, de dizortal ou tal ca-
so de forca maior.
O Su Ramos :Faz-me o favor de figurar uma
liypotlie-o r
O Su. Jacobuka .Desmoronamento de mu edi-
ficio publico.
O Sa. A mu tu As :Se com esta emenda se qur
restringir possibilidade de poder o presidente
abusar, emendo que ella seria desuecossaria para
um presidente cousciencioso, que nao desejasse
UM POUCO DE TUDO.
A Correspondencia de Boma, narra o seguinte -
O padre santo, depois de sabir da baslica de S.
Pedro no dia da Candelaria 12 de fevereiro,) vai
para a sala do Ihrono, no Vaticano, e recebe ala-
os cirios que Ihe ofTerecem as deputacoes de todas
as communidades religiosas, collegtos e outros es-
tabelecmentos piedosos.
Este anno teve lugar, na formado costme, a
offerenda dos cirios.
O papa costuma enviar a algum soberano ou
grande personagem o seu proprio cirio, que co-
berto de primorosas miniaturas e adornado no re-
mate com tela de ouro.
Pi IX raspirou-se desta vez da idea de enviar o-
crio, nao a um rei ou a tima rainha, nem a um
em i.iixador ou general, mas sim mi do zuavo*
Guerra.
Um prelado do servico do papa foi ao ultimo aa-
dar de uma modesta casa onde vive a Sr.* Gnerin,.
que uma boa velha, e que com a sua modesta
touca aprsenla um ar de diguidade que nao ftca-
ria mal a uma duqueza.
Quando o prelado Ihe apresentou o presente do-
papa, os seus olhos nao choraran), mas levantan-
do- i- para o cu com uma expressao de f tran-
quilla e serena, repeli por diversas vezes :
Nao sei como manifestar a minha com-
i ocao!
Depois beijou o cirio, e examinando-o attenco-
sanenle, exclatnou :
Eu que, vendo a procissao da Candelaria,
quera comprar um cirio para levar para o meu
paiz, ds que o papa me enva o seu I
Vou enviou, respondeu o prelado, para que
luz delle vejaes nielhor que vosso filho esta no
cu.
Bem o sei, respondeu a Sr." Guerra cm toiu
enrgico.
Eu amava muito Pi IX. porm agora amo-o
muito mais. Agora vou mostrar esle cirio aos
nossos queridos zuavos.
Effeclivameiite, a boa mulher drigio-seao bair-
ro da Pillla, onde os suaves a receberam com vi-
vas Po IX.
tribuna o Sr. G. de Drummond sobre a materia do ____
projecto, c os Srs. Sabino, Ramos, Cunta Teixeira q Jornal do Commercio, de Lisboa, publica o que
e Araujo Barros sobre o requer me ato do aiiamen- ^ue :
lo que ao mesmo projecto apresenlou o Sr. Sa- i () jarce Rustamjee Jamsitje Jejeebhoy mandou
bino. i fabricar sua cusa na cidade de Darao ura odi-
A ordem do da para boje e a conttnuacao da an- rc0 denominado Sala de 1>. Luiz I El-Rei de Por-
terlor. tugal, destinada a usos de inslrucjo publica, o
Hoje pola larde lia procissao em Obnda, do outros de ccmmuii) ulilidade, e den um fundo de
Sonbor Bom Jess dos Passos. I 30,000 nudas em apolices do governo, para ser
Hoje pelas 9 lloras da manhaa, no convento fun.|ada e mantda na mesma cidade uma aula de
de S. Francisco, lanca-se a bencao uma imagen) |n de N. S. das Dores; a qual era seguida ceremo- Eslc honrado cidado de Borabaim nquissimo,
nia,seracollocada com a devida soletnnidade no; tem gasi0 millioes em obras de catidade e benefi-
altar da Conceiciio. i cenca, pelo que a rainha de Inglaterra Ihe confe-
Essa imagem fot mantlada vir da Babia pelo ac-1 r0 0 |j(t||0 de baroneto.
tual guardio.
Montera encerrou-se a 1 sessao judicial a do j o mostr e trpolajo do navio americano Aman-
jury desta cidade. ,,;_ c dous marinlieiros do navio americano Wmged
Tendo transferido sua residencia para Agua Rurel.t chegaram a Batavia procedemos do Estrene
Prela, o capibio agregado Joso Antonio Serapteco do Bala Suma, nos escaleres pertencentes ao se-
de Asis Carvalho, foi tambem all mandado addir igUr,do daiptdlos navios.
a um dos batalhoos desse municipio. Declararan) que o Amanda navegava de ManHlia
Mandon.se lar balxa as pracas do rorpo de |)ara Queensiown e que o Winqed Bacer proceda
polica Gamillo Alvos Fetosa. Cosme Dairaao da uinbcm de Mamlha para Nova-York. O Ah ninfa
Silva e Manoel Cuines dos Sanios. I f0 capturado e destruido pelo Alubama a urnas 120
Para examinaren) n* concurso de S- escrip-1 milhas S. S. W. da ilha de Java.
lurarios da ihesouraria do fazenda, foram nomea-' o Alubama depois seguio para o Estrelo, mas
dos os Drs. Antonio Wilruvio Pinto Bandeirae Ar- sabendo pelo mestre de um navio estrangeire. que
eioli do Vaseoaeeitos, uandido Jos Casado Lima e o vapor dos Estados-Unidos llyornina, se acbava
Cicero Odn Peregrino da Silva e os Srs. Antonio! as proximidades, cruzou naquelladirecco do Es-
Egidio da Silva e Beinardino do Senta da Silva treitoat Sumatra, alcanzando North-Island onde
Sr. presidente, era conciusao eu entendo que o
dinheiro que se paga aos deputados quando ellos
euidarem dos interesses da provincia, nao que
comprometle a renda provincial, e cem mil res
ou mais senara baratos, quando esse patriotismo
fosse una realidade e nao uma hypothese.
Julgo lor feilo as consideracoes r.ocessarias para
justificar a minha emenda.
REVISTA DIARU.
A assembla em sessao de hotilem orcupou-so
rom a 2J discusso do projecto n. 20 dosto anno
que fixa a forca policial da provin -ia oceupando a
ua o Sr. G. de Drummond sol re a materia do
Goinrares.
Ao agente do crrelo em Caroard Manoel Li-
berato Freir de Carvalho foi concedido um mex de
liceoca.
Seguio hontem para os Estados-Cuidos a cor-
veta americana do guerra Mullican.
bordo do vapor Cruzeiro do Sul, vieram
I hontem do norte o Sr. Dr. Candido de Araujo Gui-
j maraes, cnsul portuguez nesta provincia, e o Sr.
contraalmirante peruano D. Ignacio Mariatigtiz.
O Sr. cnsul portuguez por emquanto acha-sc
do residencia era casa do Sr. Euzebio Raphael Ra-
bello, negociante desta praca.
Araanha lera lugar a procissao do Senhor
Bom Jess dos Passos na freguezia da Boa-Vista.
Deve sabir da igreja da Santa Cruz.
A procissao do Senhor Bom Jess das Chacas quedos.
no da 20 do corrente, seguindo o prstilo polas
anearon.
Na tarde do dia 9 de novembro, o Winged Bacer
entronera North-Island, e foi capturado, sendo tam-
bein destruido, s 3 h iras da tarde do dia segua-
te. Ao mestre e tripolaeao do Amanda e do wm-
ged Bacer, deu o coiiimandanto do Alabama os es-
calleros daquelle ultimo navio, para que |K>dcssori>
dirigir-so a Java. Ento o Alubama fez-se ao norte
e rappoe-se que se diriga para Siogapura, alim de
se fornecer de carvao.
0 Alubama |ssou em frenle de Singapura na
noite de 20 de novembro, indo cruzar no Golfo de
! Bengala. O Flor inda tomou o lugar daquelle va-
por na embocadura do Estrelo deSunda c entrada
do Pacfico, de mancira que os navios america-
nos, que eslo na India, ficara completamente blo-
abusar: porm, se legislamos para o caso em que
possa dirigir os destinos desta proviucia ura presi-
PERNAMBUCO
VSSMIR NtVlMUL
SESSAO ORDINARIA EM 9 DE MARCO DE 1864
IT.I.cl.otNUA AO Sil. CONSKI.IIUIIO JUICO DE
I.OUREtRO.
(Conciusao. )
ORBEM DO DIA.
Conlina a .segunda discusso do artigo i' do dente que nao se importa de calcar a lei, digo, quo
projecto u. 30 de J86, sobre crditos supplemen- ella uma burla, porque esse presidente pode con-
tares, siderar de forca uuior qualquer caso que bem Ihe
O Sn. IluABQUU : Sr. presidente, surpreheo- pareca.
deu-meo silencio que tetuguardadoacasaem uma O Su. Ramos :Pois dado ao presidente in-
materia deste ordem. ventar casos de forea maior ?
1'mSii. DEPtjTaao: Jliouvc quem fallasse O Su. Aminthas :Pois nao? Elle dir, nao foi
contra e a flvor do artigo. um caso de forca maior o que se deu, mas foi ur-
0 Sa. Buarque : Eu peeo a alinelo dos no- geote, foi imprevisto,
bres deputados, e principalmente daquelle* que Um Sr. Deputado :E' preciso que seja urgen-
nao me lizeram a honra de ouvir as cons.uVra- te ou imprevisto, ealcmdisso dependenle de terca
edefique apresentei sobre esle artigo na ultima maior.
hora da swso de hontem, peco toda a suaat-l O Sr. Aminthas : O presidente dirabr um
iHiieao para <* termos era que se acba concebido crdito extraordinario, porque a le a isso me au-
o artigo O>. toi isa quando houver uma necessidade urgente,
Ja v a casa que se trata de uma das nossas i imprevista e elle estar em seu direito.
mais sagradas atlribuieoes, d'aquella sobre a qual | 0 Sn, Ramos :Veja ^ue sao precisas as tres cir-
I'm Sr. Deputado : Nem sempre.
OSr. Souto Lima : Tem exeepcao, mas hoje
j ha maior numero do representantes lcaos o I ras da Roda, Santo Amaro: Nova, Plores, Camboa Em Suez conhece-se j
s do Ca nio, pateo do mesmo, roa do lionas, Terco, ment do canal d'agua doce.
Direita, Liviamento. Qneimado, largo de Pedro II, Esto canal, que tem 20 ps de largura.
Assim, por exeraplo, o serto cujas necessidades
eram desconheoidas, j tem boje dignos represen-
tantos para reclamar aqui a sua satlsfaccao; a
agricultura tambem se acha representada, e ou-
tras muitas classes j lem Resta casa quem pugne
pelo seu bem estar ; consequencia natural da elei-
o dos circuios.
Tal vez se queira dizor. Sr. presidente, que o in-
dividuo que procura ser depulado ou que depu-
tado, nao precisado subsidio para a sua manuten-
cao, e eu concordo com isso at corlo ponto po
rm como consequoncia disto, Sr. presidente, nao
so diga que a riqueza um garante para a inde-
pendencia, argumento de que muitos teem usado.
OSu. Buarque : Nos nao podemos prescindir
do subsidio previsto na cnttuieao, se podesse-
mos.
0 Sr. Souto Lima : Nao se diga que a rique-
za o garante da independencia, porque hoje a
tratantlce est na razao directa do ioteresse ;
quanio maior o interesse que o individuo tem,
maior traanle elle .
O Sr. Aquino : Com elleito, a cxpreso
muilo parlamentar!
0 Sr. Souto Lima : Sr. presidente, o patriotis-
mo c a abnegaco nao se im lem.
Quaes foram as razoes apresentadas pelo nobre
segundo secretario para redunr o subsidio a dous
mil ris 1
ruado Imperador, S. Francisco,Cruzes, Queimado tanta profundidade,acha-se agoraeberto de bar-
o Rosario. eos que levara s differenlos estacoes objectos que
Pola delegaciade policia do primeiro dislric- anteriormente s podiam ser transportados em ca-
to do termo desla cidade, fot pronunciado Miguel L. mellos.
de Moraos Passos, como autor do loubo que teve Agora ha agua em abundancia em toda a parte,
lugar na ra do Rangel em a noite de 30 para 31 Suez est sem duvida, encarainhando-se para se
de Janeiro do corrale anuo, sondo a pronuncia as tornar um graude centro, e a iniciativa francesa
penas do arl. 269 do cod. criui. qU esta cidade ser devedora pelo seu desenvoivi-
Na noite de 16 do corrente dous criados de ment, e por acabar todo o receio de haver falla
S. Exc. Rvma. sahiraui para visitar o silio do pa- d'agua no futuro.
lacio, o cuno se sopara-som, um daquelles vio um Pdese azer ideado proveitoque nos deu acom-
vulto, o coiisideraudo-o suspeito desearregou con- punida do Isthmo de Suez, sabendo-e que algumas
Ira o mesmo nina pstela, ferindo-, levemente, sen- casas europeas se gaslava cada mez agua fresca uo
do que o tiro tinha acertado em o companheiro, o valor de 100 francos,
que verificado se conbecoit nao ter havido inten-
cao, e sim dera lugar a isso engao da parte do O sulio decretou, que desde o comeco do cor-
oAansor. rente anno, um certo numero de mancebos, que so
Fez-se vistoria e o mais que em rasos laes se fixa ao presente em 32, escolhidos cada anno entre
costuma, tendo comparecido ao lugar o sulidelega- os das rehgos grega, blgara, armenia e catholis
do do l-dislncto da freguezia da Boa-vista. co armenia, sejam educados custa do govern-
Hoje dever elfectuar-se o leilo da primeira as escolas imperiaes militares de Constantinopla o
e especial machina de serrar madeira do fabrican- Pars, com o fim de Ibes dar patentes no exenue
te Warsem 4 C, a qual se toma rocommendavel turco; oito do reendo numero serao educadoo
por serrar vapor e novo buhas em urna s vez. para o servico civil.
Rbparticao da polica. i A estos esludantes lia de permiltir-se pratiearem
Extracto das parles do da 17 de marco de a sua religio, sem restrccao alguma, do mesmo
8e*- modo que se pratica com os esludantes chrislaos
Foram recollndos a cada de detincao no dia 16 da escola imperial de medicina ; e para impedir,
do correnle: que se exerca sobre ellos qualquer indevida ra-
t
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Diario de PernabNM -- exia felra i fc de Har
Dacncia, da parle dos seus condiscpulos mahome
finos, uruMbe-se-lhes que abracen) o mahometismo
sob pena de serem expulsos.

Conforme o mappa annual da reccita despeza
d<) reino unido no anno que arahou fin 31 de de-
zembro uliimo, a receita total foi de 70.i33.620 li-
bra, 5 shillings e Opcnces ( 316,951:2914150 rs. i
A despeza ordinaria foi de G6.910.98i libras, 11 shil-
lings e l pea v- ( 301,099:444089 rs.); mas des-
ta soflama devem abatcr-sc 900,000 libras........
( 4:05ft:OO0|)OOrs. ) |>ara forlilicacSes, de manei-
ra que o excedente liquido ven a ser Ultras......
2,662,63*, 13 shillings e 11 pences (11,801,8174131
res. )
O saldo no thesouro no dia 31 de dezembro su-
ba a 7,191,813 libras, 3 sbilUngs o 9 pcuccs......
( 33,813:1891346.)
'
i) Ost-dentselicPost, diz que lia pouros dias em-
bira nev quasi preta em Purkersdorf, na Austria.
'I'endo sido examinada por um microscopio,
acliou-se que a nove eslava coberta de uina mulli-
dlo de pequeiios insectos, que Ihe linham dado a
cor negra.
Pedem-nos esta publcaco :
A MI.NHA VISINHA.
Minha loira querida, t s bella,
Como os lyrios orvalhados da manhaa ;
Como a rosa a nascer, meiga sorrindo,
Aos beijos da aurora mais louca.
I. no a dore harmona de urna flauta
as deshoras de urna noite de luar
Como a estrella matutina que relux
Ao nauta tiausviado sabr o atar.
Bella como o quadro mais formoso
Do genio do poeta ou do pintor,
T na trra s a obra mais perfeita.
Qu produzio o poder do Creador !
Es lio bella que a propria natureza
Hiimilha teus pos sua magostada;
F.s i virgen dos sonhos de Jehovah,
Es .un aojo, ou a propria divindade I
O feld-marechal de Wrangcl, commandante era
chele de exercito austro-prussiano, completa 80
aun is a 13 de abril prximo. E' um caso raro na
hist ra da guerra, te se exceptuar o feld-marechal
Radetzki, que ganhou ainda as victorias de Morta-
ra o de Novara quando tinha 81 ou 82 anuo-.
O principo Frederico Carlos da Prossia, lilho
de principe Carlos da Prussia, irmo mais novo do
re i uilherme, o nasceu a 20 de marco de 1828, e
coma por tanto 36 annos.
Era 1818 eraaddido ao general Wrangel na cain-
panlia de Schleswi. e deDuppel.
No anno seguinte, nacampanha de Bade, servia
como major no estado maior de sen tio o rei Gui-
llioi me, cnlo ainda principe.
Foi ferido nimia carga arrojada contra um ba
lalho do 3o regiment de infantaria no combate de
Philippttal.
O seu adiantamento ulterior foi extraordinaria-
mente rpido, mesmo para um principe prussano.
De [><>sto em posto chegou ao de general de oa-
vallaria, e de commandante do 3* corpo de exer-
cito.
Em 1860 publirou urna brochara que nao foi
posta venda, sobre a maneira de combater dos
Francezes.
Esia brochura leve grande voga.
O Commercio do Porto conta o que segne :
Na sesso de 2 de fevereiro crranle, o gran-
conselha de Berna (Suissa) occu|iou-se da queslo
da pena de mor te.
tpois de urna kinga discussao, o gran-conselho
decidi eventualraente por 133 votos contra 29, a
subsiituico da degolaro espada, pela de capita-
na por nieio de guillotina.
Dc-idio tambera eveniualmente que as execu-
ooes nao sejam publicas, mas sim no interior das
prisiies.
A votacao principal, pela maioria de 128 votos
contra i", fot pela conservaeo da pena de inerte.
Tambera na Hollanda se agita a questo da abo-
lirn da pena de morte, e diz a Prette que tudo
indu a crer que ser resol vida no sentido do pro-
gresso social, pois para notar que o raovimento
laof-iino trae all se formn em favor da abolico
nao sahiu nicamente dos r torcos de alguns pu-
Mir hitas, philosophos ou theoricos puros, mas das
socierlades literarias, e em particular da grande
Soricdade de L'tilidade Publica, que tem secrfrrs
filiar em todas as eidades do pa zeda qual parti
a inri'.
Cma alta con*agraeo tio positiva como o pode
ser n'um rgimen rigorosamente constitucional,
"gnrou-lbe ja urna extraordinaria populari-
dade.

A (idade de Berln imilou a de Londres, no
meio de transportes de cartas.
ltimamente realisou-se naquellacidade a eolio
carao de tubos pneumticos entre aestaco central
a teicgrapho, a bolsa, as estacos dos caminhos
de fero, e outros edificios pblicos.
Punrcionam duas machinas de vapor as extre-
midades de cada tubo, urna para condensar, mitra
para rariSear o ar.
o ru sto pro va que cada vez se reconhece
mais a uecessidade de economisai tempo.
CHftQM JUNCIANA
TIllBl \ AL l0 COJIMERCIO.
SSSO ADMINISTRATIVA EM 17 DE
MAW DE 1864.
rilESIDE.NCI.V do'exm. sb. covsslheiro
SOiZA.
s :i0 horas da manhaa, reunidos os Srs. depu-
rados Lemos, Rosa e Alcoforado, o Sr. pre-
sidente deelarou aborta a sesso.
Lida. foi apiirovada a acta da ultima.
Foi designado o deputado Alcoforado para ser-
vir de secretaria
llKSI'AIII
No rcquerimenlo do bacharel Tristo de Alen-
car Aaripe, pedindo por certido o theor do pare-
cer do Sr. desembargador fiscal deste tribunal, da-
do nos autos de moratoria do coramerciante Joa-
4juiin .los Silveira :Pasee.
No de Manoel Joaqnim de Faria, pedindo o re-
gistra do seu contrato de sociedade com Jos Tar-
gino Goncalves Fialho, visto pelo Sr. desembarga-
dor lineal :Regi.-lre-se.
No de Antonio Jos de Souza Guimares e Jos
Cardoso tta Silva Pinto, pedindo o registro do seu
contrato de soMeadc .Seja ouvido oSr. deeem-
Jiai ador liscal.
No le Tliomaz de Aquino Fonseca Jnior, pe-
dindo o registro da eseriptura de hypotlieca que
aprsenla : Regstrese.
No i Manoel Alvcs Ferreira, pedindo tambera
o regs ro de outra eseriptura de hypotheca :O
msate despacho.
No de Jesuino Machado Malheiros Braga, reco-
ii u lo a carta de registro do hiate Camaragibc,
que f.ii vendido em leilao a Bernardo Jos Rodri-
P nneiro, tiesta cdade :Vista ao Sr. desenl-
iar liscal.
\o de Bernardo Jos Rodrigues Pinheiro, pedin-
11 me llie seja entregue a carta de registrado
hiate Cunuiragihr. que comprou em leilao :Seja
ouvido o Sr. deseinbargailor liscal.
No de Campos \ Lima, pedindu o deferimento
ia pelieo apresentada em deMBBbro do anno ,
proxiffl i paseado, pedindo serem rehabilitados :
tanteos autos de rehabililaco.
\ i di Pedro G incalves Cselo, pedindo irae a
trata de earretoeret Ihe atieste o que menciona:
Attesiem o que soiiberem.
\,i de Antonio Botelbo Pinto de Mesquita, cor-
rreior, pedindo prorogarao de liecuya Passe,
MMi OS direitos.
No de Henriqae Jos Vieira da Silva, pedindo
i que a junta de correctores Ihe atieste o
Rada mais hoiive.
SKSSVD JIHC.IARIA E\I 17 DE MARCO
DE 1864.
I'ItKSIDKNCIA DO KX M. 8R. COHSBIBBUM
soi aa.
Secretaria, Julio GuimorSt i.
\ >, horada lare>,e Sr. presidente abri ases-
i ,. esta 'ites o Sr-. dewnitiarfadores
m-tano Santiago Sirva Gnimare* o Loarenco
S.inliag, e os Srs. deptltados Lemos, Rosa, e C. Al-
iv.p.railo.
Lida, foi approvada a acta da sesso antece-
Ni t-nlo comnarecid) o Sr. desembargador
11 h*vee juljj unento.
i>;'..
\pnellana, D Maria Rita JaCrm Heves ap-
is -ii i lores ftseaes da massa fallida de
C. .1. A-ilev ftC
Appellante, Manoel Goncalves da Silva ; appel-
dos, os curadores Bseaes de Amorim, Plagoso, San-
tos "\ C.
Appellantes. Jos Jeronymo Mouleiroe Jos Can-
dido de Barros, na qualidade deeredores da massa
fallida de Nuno Mara de Seixas; appellados, N.
O. Bieher c\ C, ssjBeessores, < outros, romo admi-
nistradores da liquidara i da rasa do fallecido Mar-
colino de Borja Geraldis.
Appellante, Antonio (ionealves da Silva ; appel-
lados, Mello, Lobo de C.
Primeiro dia til.
Nada mais se pode tratar.
Til 1111 VVI, l0 Jl IIV
SESSO EM 12 DE MARCO DE 1864.
l'UESIOKNCIA Do Sil. DB. Joui A.NTO.MO DE AHAI'JO
nBITAS IIKMIIollKS JLIZ DE DIllEITo
DA 2* VAHA CULMINA!..
Prumotor publico o Si: Dr. Francisco Leopoldino de
GiumUit Lobo.
Escrivao Joaquim Francisco de Paula Esteves
Clemente.
Advogado o Sr. Dr. Francisco Jacintho deSampaio.
A's 10 horas da manhaa frita a chamada acharam-
se-presentes 43 senhores jurados.
Foi dispensado deservir o resto da presente ses-
so oSr. Pedro Alexandrlno de Barros C. de "La-
cerda.
Forarn multados era 20000 cada um dos se-
nhores multados nos dias anteriores e que nao
corapareceram boje.
O Sr. juiz de direito deelarou aberla a sesso.
Enlra em julgamento o reo Candido Jos de
Abreu, aecusado por crime de tentativa de homici-
dio perpetrado na pessoa de Manoel da Paz.
Procedendo-se ao sorteio do jury de sentenea, fo-
ram recusados pela defeza os Srs. :
Dr. Antonio Joaquim Ayres do Nascimento.
Carlos Joo de Souza Carvalho.
Candido de Souza Miranda Couto.
Bernardo Carneiro Monteiroaa Silva Sanios.
Dr. Ignacio Nery da Fonseca.
Dr. Cicero Alvares dos Sautos.
Manoel Coelho Cintra.
Dr. Candido Marlius de Almeida.
los dos Santos Neves Jnior.
Pela promotoria foram recusados os senhores se-
!;uinles :
Or. Joaquim Jos de Miranda.
Francisco da Silva Reg.
O jury de sentenea compez-se dos senhores se-
..minies:
.oaquim da Costa Ribeiro.
Dr. Ilermillo Duperron.
Dr. Joo Ferreira da Silva.
Alfonso do llego Barros.
Domingos Aniunes Yillaca.
.*)s Cavalcanti de Albuquerque.
liianoel CardosoAyres.
oaquim Juvenrio da Silva.
Manoel Antonio de Jess Jnior.
Cosme Jos dos Santos Callado.
Antonio Ignacio do Reg Medeiros.
Antonio Luciano de Moraes de Mesquita Pmentcl.
Deferido ao jury de sentenea o juramento dos
Santos Evangellms" foi o reo interrogado e proce-
deu-se a leilura do processo.
O Sr. promotor pedio a condemnaco do reo no
g-o mximo do art. 193 combinado com o art. 34
do cdigo criminal.
0 Sr. advogado deduziudo a defeza, pedio a ab-
solvicao do reo.
Fidos os debates e preenchidas todas as solem-
nidades da le, o Sr. Dr. juiz de direito propoi os
segrales quesitos :
1* O reo Candido Jos de Abreu, no dia lo Je
outubro do anno passado, ferio cora duas punhala-
das ao individuo por nome Manoel da Paz T
2* O referido ferimento produzio no paciente
grave eacommodo de sade 1
3" O dito ferimento produzio no paciente inhabi-
lilaco de servico por mais de um mez ?
4" O reo commeiteu o faeto criminoso cora a
circumstainu de baver tentado contra o paciente
p;ia maulo, isso mani'esudo por actos ulteriores
e principio de exeiuco que nao leve elle te por
ci rcumstaucias dependentes da voulade do mesmo
reo f
5* O reo pratcou o menciouado faeto criminoso,
havendo por sua parte superioridade em armas, de
maneira que o olTendido nao poda se defender
ro n probabilidade de repellir a ofensa f
3* Exislem cireuiusiancias attenuanles favor
do reo ? I
7* O jury reconhece que o reo commetleu o cri-
me por foreja e por raedo irresistivel
9* O reo commetleu o crime em defeza de sua
propria pessoa 1
'J* O reo teve certeza do mal que se propoz evi-
tar !
lt> O reo teve falta absoluta de outro meio me-
nos prejudicial ?
11" O reo assira pratcou, sera baver por sua
parte provocaco ou delicto quo occasionasse o
co iflicto ?
Recolhido o jury de sentenga sala secreta das
conferencias s 2 % horas da tarde voltou as 4 't.
respondendo aos quesitos pela maneira seguinte :
Ao Iosim. por unanimidade.
Ao 2o e 3nao, por 10 volos.
Ao 4"nao. por unanimidade.
Ao o"sim, por 9 votos
Ao 6*sim, por 10 votos.
Ao 7Usim, |>or 7 votos.
Oeixou de responder aos deinais por ficarem
prejud irados.
1 .ida- as respostas pelo presidente do jury de sen-
tenca, o Sr. Dr. Joo Ferreira da (Silva, o Sr. Dr.
jui;. de direito deelarou que appellava da decisao
do jury para o tribunal da relaco, e publicou sua
sentenea, absolvendo o ro e condemnando a tnu-
niripalidade as cusas.
Levantou a sesso, addian Jo-a para o dia 14 s
10 horas da manhaa.
em certa- oecasiV-, iwm como a presente agrade-
cemos cordialmente as maueiras alfa veis e urbanas
cora que olllm. Sr. Dr. Fretas lleoriqoes, juiz de
direilo presidente do tribunal do jury se dignou
tratar-nos nessa 1* sesso do crrante anno fazen-
do assim com que arabassemos os trabalhos da re-
ferida sesso dando parabens a nossa surte. E' de
esperar que o illustrado juiz continu a gosar dos
alectos daqttelles que tivereni a honra de servir
as sesjdes em que fr presidente e a-sm fiqoi
gosandoda mais sincera e acrisolada sympaihia, e
se este o bem que deve alraejar todo o liouiem
sensato e probo que se aeha encarregado dedisiri-
buir a jnstica, Claro que o illustrado juiz lainliem
deve dar parabens a sua sorte.
Tairihrm agradeMOMS ao illu-ire promotor
publico o Sr. Dr. Gusmo Lobo, suas deliradas
maoeiras, para com nosco sempre que exerce suas
fiincroes em que a lei o collocou desempeiilundo
cora toda sabedoria seu ministerio aliui de que o
crime seja punido.
Reeife, 17 de marco de 1864.
Lu'. Antonio Rodrigues de Almeida.
Dr. Jos Joaquim de Campos.
Candido de Souza Miranda Couto.
Amonio Ignacio do llego Medeiros.
Jos dos Santos Neves Jnior.
Francisco da Silva Reg.
Manoel Francisco de Souza.
Antonio Jos de Souza Cusseiro.
Carlos Joo de Souza Pereira.
Joaquim Francisco de Albuquerque, Santiago.
Dr. Cicero Alvares dos Sanios.
H. Huperron.
Florencio Domingos da Silva.
Antonio Rangel de Torres Bandeira.
Candido Martins de Almeida.
Jacintho Pereira do Rogo.
Cosme Jos dos Santos i '.aliado.
Dr. Joo Ferreira da Silva.
Bernsrdno de Sena da Silva Guimares.
Vicente Ferreira da Poreiuncula.
Cariarlo (jiunliuo Galhardo.
Jos AfTonso dos Santos Bastos.
Manoel Joaqnim Ferreira Esleves.
Manoel Cardoso Ayres.
Marcellino Jos Lopes.
Bernardo Carneiro Monteiro da Silva Santos.
Antonio Camello Pessoa de Lacerda.
Jos Conegundes da Silva.
Affonso do llego Barros.
Eduardo Augusto de Oliveira.
Antonio J. Ayres do Nascimento.
Se a distincta provincia de Minas ufanase de
ter em sen seio, e como um de seus representan-
tes, ao benemrito deputado Francisco do Paula
da Silveira Lobo, com maioria de razo deve exal-
tar a Parahiba do Norte, que deu o horco a esse
novo Caio, que faz honra anaro brasileira. Para
que no futuro nao entra em duvida o lugar de seu
nascimento, vos rogamos, Sr. redactor, a publica-
gao destaslnhasnu vosso concetuado Diario.
O Parahbano.
ATTExXQAO.
Xarope alchoolico de veame, preparado pelo
pharmaceutico Jos da Rocha Paranhos, estbate-
cido com botica na ra Direita n. 88 em Peruam-
buco.
Este xarope incontestavclmente superior a to-
dos os xaropes depurativos, de cuja composico
o seu maior elemento a salsa parrilha, pois que se
tem conhecido ser o veame mais enrgico para
a prompta cura das molestias, cuja base essencial
depende da purificaro do sangue : assim pois se
tem verificado por rriuitas pessoas que se aehavam
desengaadas, as quaes aeham-se boje restabeieei-
das com o referido xarope alchoolico de veame ;
entretanto que alguns. tendo usado do xarope de
Curinier, de Larroy, de salsa parrilha, de sapona-
ria, oleo de ligado de baealhao, e outros agentes
desia ordem nada consegniram. elle de fcil di-
geslo, agradavel ao paladar e ao olfato. Algnns
mdicos desta ridade e da de Maeei o teera re-
rommendado para a cura das
Impigens, tinha, escrophulas,
Tumores, ulceras, escorbuto.
(Cancros, sarnadegenerada, lluxoalvo.
Todas estas affei'cocs provin de urna causa in-
terna nao ba pois razo alguma em crer que el-
-as se peden miar eom remedios externos. Tam-
ben! se prescreve o iarope alchoolico de veame
para o tratamento das affeccoes do systema nervo-
so e tibroso.taes como:
Culta, rheumatismo, paralysia.
Dores, impoteaeta, eslerilidade,
Marasmo, bypochoodria. emmagrecimento.
O xarope alchoolico de veame sobreiudo, da
maior utilidade para curar radicalmente, e era pou-
co tempo o rheumatismo.
Adverte-se que o verdadeiro xarope s se vende
nesla cidade na botica cima indicada do abatan
assigaado ; e em outra qualquer parte que se tem
annunciado nao da raesma composico, e nem o
abaixo assignado se responsabilisa.
Jos da Roeha Paranhos.
AnacahuiU peiloral de Kemp.
A celebre anacahuita peiloral de Kemp, e de
cujas virtudes especificas tantos annuncios apparc-
ceram em nossos jornaes, urna composico de
vegetaes peitoraes e nao contm nenhuin adstrin-
gente venenoso ou raortalmente narctico. E pre-
parada em forma de um xarope delicioso e un
poderoso e efieaz remedio para irritaco dos pul-
m5es anginas, catarrho, tosse, resfriamento, ron-
quidao affecgoes catharraes, esearros de sangue
e todas as innumeraveis molestias que affectam os
orgos da respiraeo.
Cuidadosa e srientilicamente preparada por Lan-
man Kemp Nova-York aeha-se venda as lejas
de Caors <& Barbosa, ra da Cruz, e Joo da C. Bra-
vo & C, ra da Madre de Dos.
i cana instrumentos de cirurria, 1 dita viabo e
agurdente ; a ordem.
2 ditas agoa de Vichv a Meuron k C
1 cana roupa a A. 1, Cuerro & C.
2 barris viabo, 2 caixas sedas o objectos de mo-
da e 1 embrulho amostras; a Fe ix Sauvage 4 C.
1 caixa requifes, 4 ditas roupa, ditas amostras;
a Hennque & Azevedo.
1 cana sedas ; a Ferreira & M: rtins.
2 volumes erysues ; a Prenle Viauna& C.
1 caixa eufeites ; a J. A. Moreita Dias.
1 caixa luvas e camisas; a Jos Baptista da Fon-
seca Jnior.
2 caixasTructas seccas; a Jos Alves Guima-
res.
10 ditas cera, 4 dilas doce ; a T lomaz de Aqui-
no l'onseca.
6 caixas peixe em conserva ; a larques Barros.
1 caixa mercadorias c fazendas ; a Wilson.
1 ca xa livros; a Ainaral Juuior.
i dita amostras de cha; a Saunders Brothers
& C
1 caixa amostras; a Paulo Caben.
1 caixa impressos ; a Luiz Antonio de Oliveira
Azevedo 4 C.
1 aixa sedas ; a J. J. da Costa Maia.
1ca'*a '"prassos; ao cnsul portuguez.
lo caas fazendas de la. de seda e de algodo,
roupas, etc., 1 embrulho amostras; a Joo Keller
4 C.
21 caixas ameixas, 2 dilas mercadorias; a Alves
Hamburger & C.
2 barris vinho, 1 caixa xorope, 4 ditas pcnles o
roupas; a Vaz & Leal.
6 barris vinho; a Moohard A C.
19 caixas fazendas, camisas, quinquilharia, cal-
cados e perfumaras; a Linden Wild & C.
I caixa amostras, 4 caixas fazei das de la, de
algodo, modas e bonets ; a Ferreira & Araujo.
1 caixa licores, 1 dita livros, 1 cita conservas ;
a Tisset freres.
5 caixas sedas, fazendas de la e de algedo; a
E. A. Burle & C.
Vapor brasileira Cruzeiro do Si*/, entrado do
noi le. manifestoo o seguinte :
Do Para.
Generes estrangeiros j despacharlos para con-
sumo.
1 caixa diversas fazendas, 1 dita chales de la ;
a ordem.
Gneros importados do Per pela mutua fron-
te! ra dos rios'
3 volumes com 1.153 chapos do Chiii.
Do Maranho.
1 volme com seis grozas de vidros de medica-
mentos ; a Aramio de Almeida Gomes.
1 caixa com 100 libras de tio de algodo ; a Mi-
guel Jos Rodrigues Vieira.
Encommendas.
1 embrulho ; a Saunders Brothers & C.
I caixole; a Joo Pereira do Rugo
1 dito ; a Segismundo Antonio Goncalves.
1 encapado; a Manoel Pinheiro M. Osorio.
1 caixete ; a Joo Pedro Colaras Vieira.
i gaiolla ; a Candido S. M. Couto.
Hiate nacional ftatla rtiii. entrado do Aracaty,
consignado a Tasso Irmos, manifestou o seguinte:
~ libra-), 216
Pixurim, por'* boli ... 1/8
Tapioca, por 112 u,1
Mi, superior.....3/o a 35/0
ordinaria. ,-..., 25/0
L'ruc, por *, Para Iwni 6 d a 7 d
Fatulo e caiabios.
Fundos inclezes.
Baen de Inglaterra (Acces) % 237 a 239
Consolidados .* 3
Rrduzidos .
Fundos Novos.
Belgas. .
Brasileiros .
.... 3
.... 3
Estrangeiros.
4 Vi
91 / a I'/
91 a 91 '/.
91 a 91 "/i
Binamarannaes .
Ilespanltesi .
Diffcriiios
Passivos
Hollandezes. .
Mexicanos .
Portuguczes.
c
t
c
t
<
f
ilussos
Ouro era barra.
52'/^ a.'i:i
43 >/ a 45 Vi
33 Vj i :i3 }U
64 V:a 65
100 '/i a 101 '/j
.41 V a 41 V
47 V. a 47 Va
Vi a Vi Descont
91 a 93
87 a 88
3290
MM
66.60
77/5
77/7
76/0
74/0
5/1 V
4/11 V
no artigo 302 do regillam.mto das alfandegas, seTa.r
arrematadas no da 21 do currante ao mel dia
porta da mesma. as mercadorias abaixo declaradas,
comprehendidas na disposieo do 8 4. do artigo
z!'1 do citado regtilamento.'
, Marca M L Cl'ma caixa n. 32t, vinda do Kam-
! burgo pelo navio dinamarquez Etmira, a ordem
' em 31 de agosto de 1861, contendo :
3 1/2 libras botes de osso, valor da libra
600 res...........................
2 1/4 libras de botoes de massa, valor da
libra 600 reis......................
1 1/4 libra de botoes de madreperola, va-
lor da libra l).56oT> reis..............
1 caixa de mailetra ordinaria valor......
1 carlo amostras de botoes de seda valor.
t duza lancetas pequeas com cabo de
ehifra, valor da duzia................ ijtm
2*100
14350
8*272
100
40O
15*122
1
o 99 a 100
4 Vi 87 a 8H
3
3
3
: :! *
. 3
1H.>:| 3
iaw 3
. 18W :t
. 1859 3
. 18150 3
. 1862 3
. 1863
Serio (Camellas) 3
......5
.......4 /
Banco de Franca (Acedes) trs.
Fondos francezes.'. 4 '/*
. 3
Metaes preciosos.
. .Por onca 77/9
portuguez em moeda
do Brasil.....
Oneas hespanholas
americanas.
Prala em barra t
l'at.ua- luasileiras >
POSOS eoluuinarios hes-
panhos....... 4/H Vi
Carolus........
Ferdinand.....
Ditos das repblicas he:--
tS^StoST* : 4/!!v,2 a l/UV, M"ca triangulo EH-rma caixa n. 3, vinda no
Sro^novoT0*; .. fli.a Sl'&^JSSfir- <*"'* '^"gostode
25 libras de velas brancas stearinas. va-
Marca M SUna caixa n. 7, vinda do Havre, na
galera franceza Bertke. a ordem, em 27 de setem-
, bro de 1861, contendo :
112 botoes de seda enfetados, valor___:. l&jOO
[ Marca B FUrna caixa n. 4270, vinda de Ham-
bii2o jielo navio hambtirguez Enema, a ordem, em
29 de novembro de 1861, contendo :
i 6 libras de phrosphoros cm palitos, valor
da libra 300 res.................... 14800
l|2 libra dephosphoros com maxas de
cera, valor da libra 600 reis.......... 900
24700
Marca S PDuas caixas ns. 111 e 112, viudas
do Havre pelo navio franotz Adele, a ordem, em 5
de dezembro de 1861, contendo :
200 frascos com tintas de cores para es-
crever, pesando 32 libras, valor da li-
bra 200 reis........................ 6440
Marca A \ C -l'in embrulho n. 4776, vindo de
Hamburgo, no navio bamburguez Etama, a ordem,
em 5 de dezembro de 1861. contendo :
1 vcla para arreios de carro, valor..... 300
Cambios.
.OOd.d
Lisboa ....
Porto ....
Rio di' Janeiro i Nominal)60 d.v
Babia e l'crnambuco.
Amsterdan......3 m.d
Hamburgo......
Paris.........
.............3 d.v.
52 a 52",
52 Vi >2
26 Vi d a 26 "/i d
12.0 Vi a 12.1
13.7 Vi a 13.8 '/4
15,75 a 25.80
25.30a 25.40
NAVIOS A CARQA PAHA 0 NOUTE DO BU\SH..
Ceara Falcon27 de fevereiro.
MaranhoSarpedon 29.
Para(S. S.)2 de mareo.
Pernambucollartmton2i de fevereiro
demQueen afilie Plijm Si
dem Zone27.
CORRESPONDENCIAS.
St. redactores. Nao me sendo estranba a be-
ne correal aos seus auspicios, e esta ao conhecimento:
das leis geraes e provinciaes, rogo-lhes Bailo en-
carecidamente rjue por sua benigna bondad'', bajara
de emittir sua opinio esclarecendo-me sobre o,
faci que passo a expor, nao obstante j ter decor-,
rido bastante lempo que leve lugar, porm mui-
lo i atural que quera d nma bordeada se esque-
ea, mas aquelle que a recebe sempre a traz na.
lembranra.
Eis o tacto :
Sendo cu morador na freguezia de Bom-Jardiin,!
e estando auiorisadn para vender urna parle de
trras nos suburbios da villa do Bonito, veio |
minha casa Francisco Antonio de Souza Vianna,
morador naquelle lugar, comprarme a dita parte
de ierras, como de fado comprou por um cont de i
reis ; dsse-lhe eu que fosse villa do Limoeiro ,
pagar a correspondente siza e voliasse cora o re-
cibe do collector para se passar a eseriptura, e <
logo que chegou nos dirigimos casa de um es-;
crivo ; e paseada que foi a eseriptura, o compra-
dor recebeu a copia e o recibo Jo colleclor. e re-
tiro i-se para sen domicilio : logo que o colleclor
do Bonito foi sabedor de sua chegada, se dirigi
elle exigindo a siza, ilizeudo que ihe perlencia ; o
comrador repugnou e apresentou-lne a copia da
eseriptura e o recibo do collector, nao quiz alten-
der. e a decisao foi que nao Ihe querendo pagar ;
por bem Ihe mandava fazer penhora ; o compra-
dor vendo-se em lal aperto e lembrando-se que ira
tinha sido a origem d'elle ter pago a siza era Li-.
moeiro, pedio-lho o prazo de oito ou de dez das
emquanto vinha entender-se comigo, veio, e com-
municou-nie o que levo lito.
Ora o meu consiituintenodevia perder, porque
quem paga a siza o comprador, u esle nao que-!
ria pe der reclamando ter sido eu origem d'elle j
ter pago em Limoeiro, como de laclo, pois me
achava incommodado de molestias que rae priva-
vam de ir a villa do Bonito passar a eseriptura, e ,
eslava persuadido quo como fosse siza que perteu-
ce ao thesoora geral, que nao seria prejuizo pagar
eni l.iinoeiro.
A'vsta de tur'S oceurrencia- o que l'izer 1 re-
signei-WO 0 appellei para o supremo tribunal da
paeii'iii'ii de nmiin ligilMira entreguei sessenta
mil ris ao comprador para ir satisfacer ao codee-
lord) limito, e este Ihe passouo recibo do manoe-
criptn qiir- incluso remeti para Vv. Ss. maudarcm
inserir abaixodesla. A deelaraco de Vv. Ss.servir
de b'issola para mira e outros mais de meu quilate
para nao cahirem em semelhantes forquilhas, e
por nulo Ihe Hcar sendo grate seu constante
icitor
Juo Minoy! de SONM I'iIHH'I.
Ilon-.lardini. 30 de aaaife d'! 18|V
PBLKAC5SS A PEBEDO.
N; abaixo assignados,imssuidos destesentiraen-
to de gratide que se acha gravado no eeracao de
todo liomem e que nao pode deisar de expandir-so
COMMERCIO.
piivo bvm:o ne PERNiUBtca.
O nevo banco de Parnambuco paga o 12 divi-
dendo a razo de 95 por arco.
Alfandega
Rendimento do da 1 a 16........ 407:2303001
dem do dia 17................. 30:3794519
437:6094523
fioviiucud da alfandega
Volumes entrados com fazendas...
c t com gneros...
Volumes saludos com fazendas... 183
t i com gneros... 845
------ 1:028
Descarrrgam no dia 18 de marco.
Barca ingleza-/i/)ri<7 mercadorias.
liare i ingle/.a//ojene^bacalho.
Mgue inglez Jettu Srott carvo de pedra.
Barca franceza Hara Ameliasal.
liuporta^o.
Vapor francez Navarrr, entrado do Bordeaux,
manifestou o seguinte :
1 caixa chocolate ; a Joo da Silva Paria.
I caixa relogios; a A. L. Delouche.
50 caixas queijos a T. T. Bastos.
II caixas uueijos ; a Vicente Ferreira da Costa.
65 caixas queijos : a Tasso Irmos.
15 dilas ditos ; a N. O. B.
11 ditas ditos ; a J. Christiansen.
1 dita calcados ; a J. P. Arantes.
4 ditas conservas ; a L Puech.
1 caixa orgo ; a Miguel Jos Alves.
5 caixas livros e papis; a Barroso.
1 caixa espetos, 1 dita bijouteria; a l.ehmaiin
Irmos.
1 diu livros, papis e instrumentos; a los No-
gueira de Souza.
4 caixas chapeos de palha ; a Christiani Irmos.
1 caixa hivis; a .1. A. Serodo.
I ilila rlitas ; a Mello Lobo ^ C
1 dita chareos ; a Til. Daniniaxer.
1 dita perfumara e eryslaes; avian Lee me.
1 dita modas e mercadorias ; a Baeseard Milio-
cliau.
3 caixas fazendas de seda ; a Carneiro A No-
guerra.
1 caixa fazendas de la e seda ; a SchapheiHtm
& C.
1 caixa marroquins; a Charles Lerlere.
3 caixas porcelanas, 1 dita quinquillera ; a !'.
Dubarry.
2 barris e 3 caixas vinho ; a Schafftcr 0i-
1 caixa a/.r'te doce, 1 dita -irlas-, i Manoel & C.
\ rutas litas de Temido, ronpa bicos,
blendas re ilgodo e dr; sedas ; a Monteir i ',.. pea
& a
1 caixa ronpa ; a Luiz Ani-miode Siquoka.
2 meios barris vinlio. '* tOSM conservs, 2 ditas
queijos, 1 dita rliorolan., I lita camisas, 1 barril
aioite aoeo, i caixa alpicws ; a L Gaaora,
19 saceos algixlo (81 arrobas c 7
meios saceos com 108alqueiresde farinha de man- id-w> diuca.
De Maco.
300 alqueires de sal a 200 molhoi de palha ; a
Joaquim Antonio de Figueiredo.
Recebedorla de rendas Internas
geraes de Pernanilnieo.
Rendimento do dia 1 a 16
dem do da 17.........
Numerario. A melhora no mere ido que
notamos na nossa ultima re.-ultoii cm o ban-
co de Inglaterra, no dia 11 do cerrante reduzir a
taxa de descont de 8 a 7 /; e as cstatisticas
mostrara mais augmento dr' metlico em deposito.
33:9555179 No entanto receia-se que anda mesmo cem a sus-
1:1344135 penso dos crditos e transaeces com a Allema-
nha a taxa soja de novo elevada por crusa das
35:0894314 grandes sommas que sero necessarias para paga-
====== memos da immensa quantidade de algodc em via-
C'onsiilado provincial. *e,n ,;l,Uo do BgyalQ como da india, (dinamos cer-
Rendmenlo do dia 1 a 16. ....... 01:9994368 d,e 600.000 fardos) c para novas emprezas.
dem do da 17.............. 2-2334276 Algodo.Durante esta ultima quinzena tem ha-
vido bastante procura para consumo, e a exporta-
lor da ibra 600 reis................. 13400O
Krabbe Whately A CIra embrulho, 829, de
Southarapton por Magdalena, a Krabbe Wbatelv &
C ^em 29 de Janeiro de 1861.
Mana S S=l'macaixa, 17, do Havre por Solfe-
rino, a ordem, em 29 de jolho de 1861.
Marca W G-Um embrulho, 5813, de Hamburgo
por Elma, a Schafheitlin 4 C., em 28 de agosto
de 1861.
Marca A GUm embrulho, 250, de Hamburgo
por Etmira, erdem, em 28 de agosto de 1861.
Marca IIUm embrulho, 16, de Hamburgo por
Gaselle, ordem, em 6 de setembro de 1861. '
Marca KEA Clira embrulho, 6.19. 6,170.
de Hamburgo por Capibaribe. ordem, em 12 de
novembro de 1861.
Parante Vianna 4 CUm embrulho, s. n., de
Hamburgo por Elisabvth, ordem, em 27 de de-
zembro de 1860.
F. Kalkmaon A C.-l'm embrulho, s. n. de Bor-
deoux por eurn, a Kalkman, em 12 de fevereiro
de 1861.
TotalOito volumes contendo : dous livros com
desenlio de cutilera, um carlo vas e amostras
de fazendas, tudo sera valor.
A arremrtaco ser lvre de drreitos ao arre-
matante.
4.* seceo da alfandega de Pernambuco, 13 de
marco de 1864. O tereciro escripunario, Basilio
B. Furlado.
BOLETIM CMMERCIAI.
Liverpool, 23 de ferereire dr 186.1.
(Pircos livres de direitos para o veadeder).
Algodo, de Pernambuco, por i
DECLARACOES.
27
26
'/ d a 2s ,1
I a 26 '/ d
25 l/, d a 25 Vi
*
26 >/.. d*
25 "/id
25 d
28 V* d
27 V d
26'/i
Bom .
Mediano. .
Ordinario.
Balo/:
Bom. .
Mediano. .
Ordinario .
Maranho :
Alcntara
Itapicur .
Cavias........27d 27 V*d
(Maquina) :
Bom.........27 Vid
Mediano........26 '/. d
Ordinario......
Assucar, do Rio, por 112 ii
Brauco.........28/0 a 31/0
Loan.......... 28/0
Mascavado........24/0 a 27/6
Pernambuco :
Branco.........29/0 a 31/0
Louro..........28/0 a 28/6
Mascavado........24/6 a 28/0
Baha e Maeei :
Branco.........
Louro..........
Mascavado........
Molaeo..........
Agurdente cachaca, por gal :
Balsamo de rapalba, por -tf :
arrecha, por S
Fina ....
Mediana. .
Jtiiz dos fritas da faieoda.
Sabbado 19 do crrente, pelas 10 hora do dia.
em 1863 ; sabiram por exportar.) at boje i em |)resenra do Illm. Sr. Dr. juiz dos feitos da fa-
I) fai .los contra 33.000 em 1863 : e as vendas zeilda> no ,u?ar do cos|ume r5o a prara tK)r ven.
esperulacao sao 37,000 fardos contra 80,UUU j os Dens s,,rruintes :
57 ''344614 cao augmentou, porm para especulaco mu i limi-
'"' tada. Nao temos nenhnma alleraco anotar em
preCOS a exeepeo de Surales ordinario qno de no-
vo baixaram de 1/4 d a 1/2 d por Ib. As vendas
; para consumo desde o 1* de Janeiro at hoe regtt- j
lam por 2i,(lOO fardos por semana contra 15,000
ditos em 1863
48,000
para e
idem dem. s vendas boje sao 4,000.
Assucar.Durante os primeiros dez dias de-
' pois da nossa ultima publicaco as vendas foram __
1 avalladas para consumo com urna subida de I/por Guimerme Guimares.
quiotal porem esles ltimos dias o mercado tor- A casa ^rrca n:irua ,j0 Rosario da Boa-Vista,
nou-se mais frouxo : os precos declinarim 6 d. n. 28 (hoje n. 26) com 60 palmos de fundo sobre
No da 20 do crrante a quantidade em ser do JU de largura, com 2 salas, Sonarlos, quintal o
Brasil era 16,398 toneladas em Liverpool eontra cacimba, em nio estado, avahada por 8004000, pe-
16,000 ditas no mesmo periodo de 1863. As vendas nhorada a Joaqnim Goncalves Bastos.
durante a ultima quinzena montam a 47,750 sac- Dous cavados castannos, carnudos
gui
A fabrica de crysialisar e refinar assucar, sita na
povoaco do Monoiro com lodos os seu perten-
avaliada em 13:3844600, penhorada a Jos
29/0 a 31/0
28/0 a 28/6
21/6 a 27/0
10/0 a 14/0
1/6 a 5/0
1/10 ,'ta i/11
_ o proprios
eos ; 2,313 caixas e 153 barricas aos seguintes para carro, avahados por 504, penhorado a Justi-
precos de 25/6 a 27/6 do Maranho; 27/ a 28/ do no Francisco de Assis.
Cear ; 24/ a 29/ de Pernambuco ; 26/ a 29/ da A armaco da taberna sita na Passagenv n. 29,
Baha ; 25/ a 26/6 da Parahyba : 28/do R o, eW/ &> madeira de iouro, avahada por 11104, penhorada
de Maeei. Tambem se venderam 18,060 saceos,! a jos Gomes de Albergara.
100 toneladas e 3 rarragamentos em viagem a 28/. por arrendamenlo o seguinte :
da Babia ; 29/de Macelo; 27/ a 28/ do Maianhao; a randa annual da otaria sita na ra de S. Mi-
28.' a 28/6 de Pernambuco, e 26/6 a 26|9 da Pa- glu.| os Afogados, a. qual tem 2 grandes telheiros,
rabyba. e 2 fornos, com lodos os seus pertences eom bom
Borracha.No dia 18 do crrante urna grande; estado, avahada em 2004, penhorada a Manoel do
porcofoi eflorecida em leilao porm nenhnma se Amparo Caj.
venden. Desde a nossa ultima as vendas montam ijem da casa terrea em Olinda. na ra do Alju-
a 30 toneladas aos precos de 1)11 pela lina, i|8 a be, com 2 salas. 3 quartos, quintal em ahsrto, em
1|8 i[2 pela mediana e 1|3 pela cabeea de negro. i,om estado, avahada por 60O4OU0, penhorada a D.
Esta ultima continua a ter mais procura e em Fortunata Coelho da Silva por Florinda Coelho da
preporao obtem precos mais subidos. A qnanlid- Suva.
deem scr.de todas as quididades do Para arda por ; iden, da casa terrea nos Arrornbados, n. 23, com
583 toneladas. O mercado tanto aqu como em 30 palmos de frente e 80 de fundo, 4 quaitos, 2 sa-
Londres continua frouxo- Nao tem havid che-; ^ cosiuha fra, avahada por 964, peuliorada a
Ordinaria......
Cabeea de negro .
Sernamby......
Do Ceara, Sernaniby. .
Cacao, por 112 < :
Para, bom.....
Babia, bom ....
Caf, por U2 :
Rio, 1* sorte. .
2" ...
Escolhido ....
Ha I a, l* sorte .
2- .
Kscolhirlo ....
Oar......
Caslanha. por 112 >S :
Do Para nova. .
Sebo do Rio Grande, por
Hora e duro......
Mediano.......
Escuro .......
Cera de carnauba. |ior 112 "S.
Chifles, por 123 :
De vacoa........
i).- boi.........
Conroa, por ^ :
llio. seceos de 30 a :i5 rf. .
20 a 24 i. .
de toaros, 30 V) <. .
Rio Giande. |M>r, salgarlos
de C."> a 70 h.....
Ditos dr- 45 a 50 "8. .
Salgados da vaeca, 40 a 48 %
de cavado seceos, 10 a 13 i
. salgados, 23 a 37 V
16 a 20 tf
IdiMii re Pernambuco, Babia.
Maranho e Para, |>or 'tf :
Seceos saldados. 26 a 30 i
. espichados, 16 a 20
Curtirlos de 7 a 9 ......
Mothadoe salgados, 10 a 46
dem rio Ceara, Parahyba e
Maeei, por :
- ros salgados, :(Oa32:
Mol hados 45 a 50 u! :
Cumaru, por if :
Rom.....Nominal
Ordinario.....
Farinha de mandioca :
Boa, por tli u\> .Nomina! 18*0 a 2i'0
Gonuaa ou bueno de peixe, por u'
. i/4 a 1/6
1/2 Vi 11':!
. II d a 12 d
. i/2 a 1/3
. 55/0 a 56/0
. 42/0 a H/0
, 66/0 a 69/0
. 62/0 a 61/0
. 75/0 a 80/0
. 62/0 a 64/0
. 60/0 a 61/0
, 68/0 a 70/0
. 65/0 a 70/0
. 17/0
112 Ibs. :
, 40/6 a 41/0
. 40/0
. 39/0
Nenhuraa.
lO'O a 13/0
20/0 a 30/0
7 '/ d a d.
7 d a 7 '/, d
7 d a 7 V2 d
5>/2d
4 Vi '1 "> '1
4 V 1 a V
5/0 a 6/0
5/0 a 9/0
5/0 a 6/0
gadas.
Cacao.Nao consta vendas.
Caf Tem tido mais procura e avulladas ven-
j das se efTectuaram do da Jamaica e S. Donvngos a
: precos mais subirlos. As vendas do Brasil nontam
! a 710 saceos do Ro aos precos de 64|0 a 69(6 e
125 ditos do Cear a 66|0 psr 112 Ibs.
Couros. Mercado frouxo porm os presos man-
tem-se firmes.
Cnmar.Nao ba.
Gomma de peixe.Ha pouca e os precos esto
um pouco mais subidos.
Jacaranda.As entradas do do Rio e Babia tem
sido por algum tempo mui limitadas. A de supe-
rior qualidade tem prompta venda e a bons precos,
! porm a de inferior qualidade da Babia mais dif-
fleil de cfTectuar vendas e s se peder obser 7
10| por tonelada.
5 /
6 d a 6 >/,
4 d a 4 Vi
I 5
1/2
Guroiuba I* qualidade
2"

Pescada I"
'
:-
Hrahvba. !

3-
Bagre. .1'
2-
.)
-)
Ipecacuanlia, por 'f .
Jacaranda, por tonelada :
Rio.........
Baha........
Jerzelun, por q.......
Piassava, por 2,240 ^ :
Para.....Nominal
Babia.....
:: .1 a M
1/9 a 3/0
2/6 a :,"'
I li a ',/9
'rila '/5
3/3 a 3'7
2/9 a 2'Ir)
273 a 2'6
1 6 a 2/0
1/9 a 2/0
7/6
9a16
--' S a 18
o na 36/0
ll 10,
Navios nitrados no dia 17.
Para e portes intermedios7 dias e 6 horas, vapor
nacional Cruzeiro do Sal, de 1.100 toneladas,
commandante o capito de mar e guerra G.
Mancebo, equipagem 63.
Pliiladelphia28 das, barca ingleza Imperador.
de 281 toneladas, capito John Power, equipa-
gem 12, carga 3095 barricas com farinha de tri-
go e outros gneros ; a Matheus Auslin A C.
Ass7 dias hiale nacional Santa Hita, de 55 to-
neladas, capito Joaquim Antonio de Figueiredo,
equipagem 7. carga farinha de mandioca, algo-
do e outros gneros ; a Tasso Irmao.
Terra Nova 25 dias, barra ingleza tmogene, de
311 toneladas, capito William Smith. equipa-
gem 15, carga 3081 barricas com bacalhuo ; a
Johnsion Palera C,
Terra Nova 27 dias, barca ingleza Olinda, de 253
toneladas, capito Samuel Provvse, equipagem
14, carga 3739 barricas com bacalbo ; a Euar-
do Fenlon.
Ro-Grande do Sul-26 dias, brigue nacional //-
aerador, de 149 toneladas, capitn los Rodri-
gues Prales, equipagem U, carga 6,500 arrobas
de carne ; a Amorim Irmao.
.Vinos saludos no ntesmo dia.
Lisboa.Corveta vapor portuguez Sagres, cc-ni-
mandante o capito lente Christiano Augusto
da ("osla Seinas.
S. Tliomaz.Corveta vapor americana Xacan,
commandante Glisson.
Rio de Janeiro.Palhabole nacional Piedad ca-
pito Jos Marques Vianna. carga assucar c ou-
iros generas,
l.iv. rp..i-Galera lagleai Hermkme, capito John
Gregory, carga assucar e algodo.
Porto. Barca poriugueza Bestaavurao, raplo
Ciaulino I. Goncalves, carga assucar e algodo.
" Observaran.
Suspenden do hmaro para Bucnos-Ayres a su-
maca hespanhola Marta /.'oreos, capito Gerardo
Marisiony, rom a mesma carga que Irouxe de Bar-
celona.
SBITiES.
PRAGA.
r nleni do Illm. Sr. insper-tor interino desta
fio faz-se publico, qoe era vista do disposto
Joo Tliomaz Pereira pela viuva de Antonio da
Costa Reg Monteiro.
dem da casa terrea sita na ra da Pceira, fre-
guezia do Poco, cora 2 salas, 2 quartos, uosnha e
quintal, avahada por 964, penhorada a Joo da Cu-
nba liis.
dem da casa terrea n. 80, sita na Casa Forte,
eom 23 palmos de frente e 46 de fundo,.*.salas. 1
quarto, tudo em mo estado, avahada por 364, pe-
nhorada a Jos Francisco Carneiro pela massa fal-
lida de Nuno Mana de Seixas
dem da casa terrea na travessa do-Marisco n.
30, com 1 sala. 1 quarto. e cosinha, en> mo esta-
do, avahada por 364, penhorada a Marcelino Jos
Francisco Galvo.
dem da casa terrea em Olinda, na na Boa-Hora
n. 21,com 2 salas, 2 quartos pequeos, quintalera
aberto, em mo estado, avahada por 244, penhora-
da a irman.lade de S. Benedicto.
dem dem n. 17 na ra do CabraL eom 68 pal-
mos de fundo e 18 de largura, 2 quartos, 2 salas,
quintal em aberto. em mo estado, avahada por
214, penhorada ae convento de Nosea Senhora do
Carmo do Reeife.
Reeife. 14 de marco de 1864. -G> solicitador da
fazenda provincial. Joo Firmino Concia de Araujo.
A subdelegacia da Capunga entregar a
quera se jutgar com direito, provando, o menor de
nome Joaquim, forro, cor parda, i|U dias pela
palrulha rondante foi encontrado, na estrada do
Mangutbe, cujo menor diz nao Ur pai e mi, e
seu padrinho de nome Jos Francisco o trouxera
da fregu.zia do Poco da Paaella e o dfeixara em
urna das tabernas que eXHle na referida estrada do
mesmo Mangiiinho s.....mais o procurar,
Suadelegacia do dislricle da Capan, 16 de mar-
co de 1861.
O- sobdvlcgailo.
Francisco Antomi-i ia Sitia Caralrante.
Crrelo, geral.
Pola administraco do eorreio desta rida.le .--i
Ciz publico que as malas que tem re eomliizir o.
vapor Grntetro do Sol para os portos do sul, sero
b liadas hoje (19i as 3 horas ra larde, os seguros
at 2 horas, e os jornaes ao meio dia.
Of Jli'lai.-u das carias seijuras vindas 1I0 norte pe
rayar Cnuro do Sul, para os senhores.abai-
xo declarados :
Dr. Adelino Antonio de Luna Freir.
Dr. Antonio Janseni de Maltos.
Candido Tliomaz Pereira Dutra.
Kleodora de Mi'llo Albuquerque.
Feliciano E. do B->risonte Biasileir*.
Dr. Francisco Domingues da Silva.
Francisco re Paula Albuquerque ilaranho.
Jos Rodrigues re Souza.
Dr. Loa renco Jos de Pigueirede.
Pedro de Alian! ira dos Guimares Peixulo.
Arremaluco.
No dia 18 do crrante baez, ih pois da anuencia
rio Dr. juiz municipal da I' vara, vai a praca por
venda una casa terrea, sita nn pateo de N. S. da
Paz da freguezia ros Afosados n. 13, p.nborada .1
Paulino Rodrigues de Oliveira, nnr ext-cocs
Antonio Alberto do9onaa Agulr, esorivio MeMa.
No dia 18 do oaoreote, as 2 luna- da fcrde,
rli'pois rpie tiver lugar a audiencia do Sr. juiz do
pn rio f ili.-n-icto de Santo Antonio, tem ioaer
arrematailo 11111 cavallo de sella, de Of ra-tanho,
eom os quairo pea calcados, tem urna estrella aa
testa, em boas cines,'anda do haixo a meio, con



iMarlo de jperttambuco Sc-a fclra i 8 de Alargo de i8_.
os competentes arreios e sellim, ludo avallado por
605 ; cuja arreinauco na sala das audiciu-i;--,
e cujo cavallo val a praca pr manode Mame
de Souza Carnelro Pimplo contra Lynllo Autoi io
da Costa.
cousellio de comprasnavaes.
Contrata o conselho do dia 19 .lo correle ra:i,
sob as coudicwcs do eslylo, e a vista e propostas
entregues al as 11 horas da uianhaa, o fornc ci-
mento por tres mezes iludo em junho do corre no
anno, dos seguiutes objectos :
Para a compauhia de aprendizes
artfices.
Benets de uniforme, ditos para o servico, blu ia9
^e algodo azul americano, ditas de brnn branco,
calcas de panno azul, ditas de brim branco, ditas
de algodo azul americano, camisas de algoda> -
ano branco, cobertores de la, colches de linho
cheios de palha, colchas de algodo, fardetts de
panno azul, fronhasde algodaozraho, lencos de se-
da preta para grvalas, lences de algodaosiolK,
sapalos, saceos de guardar roupa e travesseiros de
Itnho cheios de palha.
Para imperiacs mai inheiros e apren-
dizes ditos.
Bonets de panno azut, camisa de brim branco,
calcas de algodao azul americano, dit
ESC IIA VOS
O agente Almoida competentemente autonsado,
rara leilo do um lindo mulatinho de 9annos, una
bonita negrota de lo" annos, um negro de mcia
idade e mais outros escravos.
HJE
Em seu escriptorio ra da Cadeia do Recito n.
48. as 11 horas.___________________
LIQUIDACO
Um
i-Ell.AO
escravo.
O agente Almeida far leilo requerimento
dos administradores i|ue foram da massa fallida
do fallecido Joo Jos de Gouveia, e por despacho
do llhu. Sr. Dr. juiz especial do commercio, de ura
escravo de meia idade.
le HKVuau lien iHvii.i, ... ^^*^ ~^ n .
branco camisas de algodo azul americano, calcas em seu escnpiorio na ra da Cadeia do Recife n.
do panno azul, fardotas de panno azul, lencos de 48, ao meio dia._________________________________
seda preta para grvalas, sapatos e saceos de lona
de niariulia^ein.
Para os fuzileiros navaes.
Bonets de chapa e pala, calcas de brim branco,
ditas de panno azul, camisas de brim branco, lr-
delas de panno azul, fardas de"brim branco, gr-
valas decouro de lustro, polainas de panno preio e
sapatos.
Para os africanos hvres. I
Calcas e camisas de algodao azul americano.
Para as africanas livres.
Camisas de algodozinho e saias de algodao azul
americano. ....
Devein acompanhar as propostas dos objcclos
que nao forem de fardamento as amostras del les,
c dos de fardamento as da fazenda rom que, se-
Sundo as medidas dadas aos contratantes, tenham
e ser facturados. .
Tambem contrata o conselho no referido da, ?oi
igual forma, e dito lempo, a lavagem de roupa aos
estabelecimentos de marinha.
Sala do conselho de compras navaes lo de mar-
co de 1864. .
Alexandre Rodrigues dos Anjos,
Secretario.
Jnim dos fritos da fazcuda.
No dia 19 do correte pelas 10 horas da
m \,m^&h&t w_^m
9-Rua da Iinperatriz-9
Em primeiro lugar convidase as pessoas que tivercm vontade de comprar um bem acreditado
estabelecimento de ter a bondade de o visitar. Muito bem montada romo esta esta loja, com a encl-
lente morada junto, c as condieoes muito razoaveis, ha de por certo animar os prctendentes i
compra-la. _
Igualmente convidase
aos Sr*. logistas, mdicos, dentistas e proprietarios de estabelecimentos artsticos para virem comprar,
por menos do seu valor, as melhores c mais acreditadas ferrameutas que ha no mercado.
O respeitavel publico era geral
encontrar um variado e muito rico sortimento de brmqucdos, cutilena?, armas para caca com seus
pertences, apparelhos para cha, estojos de barba e de inathematica, ferros para corlar e imprimir o-
Ihos e para cortar babados, seringas, chicotes, etc
DF.
100 saceos com arroz da India.
iio.ii:.
O agente Pestaa vender |or eonta e risco de
quem pertencer 100 saceos com arroz da India em
um ou mais lotes a vontade dos compradores :
qumta-feira 17 do correntc pelas 10 horas da ma-
nha no armazem do Sr. Annes defronte da alfan-
dega.
, etc.
AVISOS DIVERSOS.
0 cii'urgiao Leal mudou
a sua residencia da ra do
Queimado para a
Cruzes sobrado n.
nieiro andar, por
ra
das
pa-
cuna
do
CORTES DE CABELLO EFIUSAMENTO k 300 RS.
Madama Lccomte, tema honra de avisar ao respeitavel publico desta cidade e a todos WBf
guezes me acaba de chegar de Paris para sua loja sita na ra da Imperatriz n. 7 un perito offlcial
de cabelleireiro para cortar e frisar cabellos, lavar cabecas, fazer barbas, tingir cabellos e ludo que
for tendente a sua profisso sendo os cortes de cabellos o fnsamentos a 500 rs., prometiendo todo
aceio e promptido possivel.
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Filil llS I
c o 2. S ?? '" 5"=
o O "*
Ha-se inleresse
em una das melhores tabernas nesla cidade. oxi-
ge-se que soja moco solteiro de bons costuines e
pie eMeja pratico do negocio, tanto para a Ierra
a fallar na ra larga do Ro-
i a
r-
as'
o o StSaSiiS
2 Z-S B'2 ^^
B CVO t =
!2ffl
n_ U *' 9
VBSl
u < b are i,*f 3
aJso.jr.
scriptorio de advocac
ra do QHciniado 11. 30, pii-
meiro andar.
0 advogado Cicero Peregrino continua
no e\ercicio dt! sua profisuo na ra do
ra do Queimado n. 30. priineiro andar,
onde pode ser procurado das 11 s 3 ho-
ras da tarde.
Nociedade de seguros mutuos
de vida installarin pelo Banco
i nlo na cidade do Porto.
Os agentes nesta cidade e provincia Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C, escriptorio na ra
da Cruz do Recife n. 1, estao aulorisados desde j
a tomar assignaluras e prcslai todos os esclareri-
mentos que forem necessarios as pessoas que de-
sejarem concorrer para tao til e benfica empre-
zas, egurando um futuro lisongeiro aos a ssociado,
mmm mmmm mm mmwm
6? 5 ->
" a
2 S.
p!
I?
S =
C ZF X
lB
Vi e
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.3 S5
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s.
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o o,o;i=f-
11 la
= = 3.
I" s
_ c 'o
u u
? c
B9
o
1
ce
=
5
o-
o
3
(uno para o malo
ario n. 20.
Deseja-se fallar com a Sr." I). Eue-
naTi!ixeira de Motara, lilha do fallecido
Jos da Ctinha Teixeira, a negocio que diz
respeto a mesma senhora, e por isso roga-
se-lhc. que annuncii; a sua residencia.
K. Weinhardt, vai para a America do
II.
.Norte.
Precisa-se de um forneiro que saiba
sempenhar o seu lugar : a tratar na ra larga do
Rosario n. 16, padaria._______________________
Precisa-se de urna ama
C Oinpanhfa fldelldade de | J uma casa de pequea familia
de o acliarao como seinpre
manha na sala das tudiflociis perante o amiazeiU Pl'OgreSSSta, aOll-
Illm. Sr. r. juiz do feilos da fazenda, se
venderao ein prega publica os escravos se-
guintes, sequestrados pela bieoda nacional nromnto a QUaloiier hOKl pa-
oata nairamento do qu' icou devendo o li- r j
nado maj.1rJoo Francisco do Liv.at.H'iil.!: ra 0 eXCrClClO de SUa pi*0-
ttttu^tt&mto1** dwmad0porescrip^
'Recife, 6 de marca de 1864.O solicita-
dor, Francisco Xavier Pereira de Brito.
A pessoa que deseja fallar com a Sr* D. Eu-
genia Teixeira de Maura, dirija-se ra da Cruz
n. 40, segundo andar.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Xavegacao costelra a vapor.
Paralijba, XaUl, Macao, Aracaty.e Ceari
0 vapor Mtnnanguaiie, comnian-
dante Moura, seguir no dir 26
do correte as 5 horas da tarde
paraos portes cima indicados.
Recebe carga at o dia 21 ao
meio dia. En-eommeudas, passageiros e dinheiro
a trete at o dia da sabida as 3 horas da tarde :
escriptorio no Forte do Maltes n. 1. ______ ___
COMPANHIA PERNAMBUGANA
DE
MavegacSo costelra a vapor.
Macciii e escalas.
O vapor MamiiMjtiape. rom-
mandante Moura, segu no dia
19 do corrente s o horas da
tarde para os pwtOS aiim.i indi-
cados. Recebe carga at o dia
18. Eneommendas, passageiros e dinheiro a (rete
at e dia da sabida s 3 horas da tarde : escrip-
torio no Forte do Mallos n. I. ___
Rio de Janeiro.
O brigue brasileiro Trovador segu com brevi-
dade, recebe carga e escravos a frete: trat t-se
cornos consignatarios Marques, Barros & C, largo
do Corpo Santo n. 6.
Hf\
Aos 5:000^000.
Quarta-feira, 2'.\ do corrente mez, se ex-
trahir a quarta parte da primeira lotera
da matriz de S. Lourenco da Malla, no lu-
gar do costume.
Os bilhetes e meios acham-se venda na
respectiva thesouraria ra do Crespo n. 15
e as casas commissionadas.
Os premios de 5:0005000 at 105000
scrao pagos uma hora depois da extracto
ats 4 horas da tarde, e os outros no dia
seguinte depois da distribuicao das listas.
O thesoureiro,
Antonifl Jos Rodrigues de Souza.
Naques sobre Portugal
Oabaixo assignado, agente do banco
mercantil Portuense nesta cidade, saca ef-
fectivamente por todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
qualquer somma, vista e a prazo, po-
dendo logo os saques a prazo seren des-
contados no mesmo banco, na razao de 4
por cento ao anno aos portadores que as-
sim lhe convier : as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro
seguros maridillo* e ter-
restres estabeleclda no
Rio de lanelro.
AGENTES EM PEPNAMBl'CO
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C,
competentemente autorisados pela direc-
tora da companhia de segaros Fidelida-
de, tomam seguros de navios, mercadu-
ras e predios no seu escriptorio ra da
Cruz n .1.
n. S, junto ao
l quem precisa.
para, o servico de
: na ra das Flores
sobrado do Sr. Gamboa, se dir
Precisa-se alagar um cozinheiro ou cozinhei-
ra, e uma engommadeira, escra\os: na ra da Ca-
deia do Recife n. 52, terreiro andar.
D-se dinheiro a juros :
n. 9. loja.
no pateo do Terco
A padaria do leao do norte, na ra do Coto
vello, precisa de um trabalhador d; masseira.
O conselbeiro Francisco de Paula Baptista e
seu filho o bacharel Grariliano de Paula Baptista,
advogam no seu escriptorio na ra das Trinchei-
nv. primeiro andar do sobrado n. 19, aonde se
aehatn presentes todos os dias uteis, desde as 10
horas da manha at s :t horas da tarde.________
O bacharel Jos Bento da Cunha Fi-
gueiredo Jnior advoga na ra estrato do
Rosario n. 2^_____________________
Compendio de dlreito civil.
Na ra da Saudade n. 9, vende-se o
compendio de direilo civil, approvado pelas
congrecaces dos lentes das faculdades de
a fff^. direitodesto cidade do Recife e da do S.
Para o Itio Grande do Sul segu com muita
brevidadea barca nacional Vnmbmha, que recebe
um resto de carga a frete : a tratar no escritorio
Amorim Irmaos, ra da Cruz n. :i._____________
iio de .Janeiro.
Pretende seguir com muita brevidado o brigue
Almirante, tem parle do sen carregainento promp-
to, para o resto que lhe falta trata-se com os -eus
consignatarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
A C, no seu escriptorio ra da Cruz n. 1.______
O abaixo assignado e forcado
ao annuncio d'um dos Srs. seus credores; que sa- -
hio no Diario do dia 11 do corrente mez, cm res- Paulo para as respectivas aulas de direilo
posta aos seus annuncios. civil patrio.
Diz que aiiul.i est disposlo a entregar (com a
sua conseiencia piirissima) tudo, o pouco que tem,
aos Srs. seus credores : que nao por querer il-1
ludir, e nein escarnecer dus mesmos Srs. erado-
res, que fez Tis annuncios. Que se nao resolveu-
te i mais lempo a isto. foi porque ento tinba es-.
peranea de poder pagar as suas dividas ; porm
que como os seus grandes prt-juizos continuassem,
que sao patentes a lodos, nao lendo mais recur-
sos, e nein ao menos, esperanca de poder mclho-;
rar a sua serte; resolveu-se a fazer os annuncios,
que sahiram nos Diarios.
Desalia a este um dos Srs. seus credores, para;
elle dizer, que se lhe consta, que o abaixo assig-1
nado, tciilia vivido com pompas, e prodigalidades;
assiin como, se nao lhe consta, dos infortunios do
abaixo assignado. Ah nao deseja o abaivo as-
signado pessoa alguma, mesmo aos seus inimi-
Rio de Janeiro.
Segu em poucos dias o brigue escuna Jvrm
ArMmr, tem parle do seu carrej.amento enga'ado,
para o resto que lhe falta e escravos a frete para
os quaestem excellentes commodos trata-se com
os seus consignatarios Antonio I.uiz de Oliveira
Aseveda & C, no seu escriptorio ra da Cruz nn
mero 1.
Gelo,gelo, gelo.
Com a chegada da nova machina nao se expe-
rimenta mais falta de gelo fabricado com agua do
Prala, todos os dias a qualquer hora, para por-
o5es grandes ou encommendas para fra da pro-
vincia dever haver aviso com antecedencia : ra
da Aurora junio a fundico onde tem a bandeira
Xa ra Xova n. 26, se dir quem d algu-
mas quantias a 0|0 ou a 1 1|2 0|0 conforme a
quantia.
Porto.
Segu impreterivehnente para o Porto no da 20
do corrente a barca portugueza Feliz, tem doni
tercos de seu carregamento a bordo : para o resto
que lhe falta, e passageiros, para os quaes tem ex-
cellentes commodos, tratase com os seus consig-
natarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C,
no seu escriptorio ra da Cruz n. 1.____________
Saldr com toda a brevidade o muito veleiro
brigue portuguez Constante II, por ter quasi
prompto todo o seu carregamento, tem excellentes
commodos para passageiros, e para estes e r res-
Unte da caria tratase com Manoel Ignacio de
Oliveira & Filho no largo do Corpo Santo 19n
gos (que suppSc nao os ter) o seu passadio.
Que qoando diz aos seus annuncios, que os mes-
mos Srs. seus credores, podeni dirigirse ao es-
criptorio do Sr. Dr. Fonscca, ou entender-se com
sua sogra, no engeoho Carauna, poriue tanto.a
sua sogra como o Sr. Dr. Foiiseca, esto certos da
sua resolueo, e sentiinentos : o mesmo Sr. Dr.
Fonseca, e'sl encarregado pelo abaixo assignado,
e por sua sogra, deexpr aos insmos Srs. credo-
res, o seu estado e que sendo possivel, fazer
qualquer arranjo, que se podesse convencionar.
O que tem isto d'illuses, e de escrneos? I O Sr.
Dr. Fonseca, nao capaz de dizer, que nao est
encarregado por Ma sogra, de cousa alguma. O
abaixo assignado torna a dizer, que esl disposto
a tudo entregar aos Srs. seus credores; entenden-
do-se e.-tes com o Sr. Dr. Fonseca, c com sua so-
gra, para melbornientc certilicarom se. Para maior
prova, podem igualmente os Srs. seus credores,
dirigirse ao Sr. Dr. Ayres da Gama e Albuquer- i
que, que o seu advogado; sendo o Sr. Dr. Fon-1
seca, o advogado de toa sogra : ao niesnio, Sr. r. i
A) res, o abaixo assignado encarrcgou-lhe, de
apresentar aos Srs. credores, duas relaeoes, uma
de suas dividas, outra dos escravos, que esto em
seu poder; e fazer alguma concordata; isto ha
quatro ou cinco meras : prova evidente, que nao
lia illusoes, e nein escrneos, de sua parle. Pelo
contrario o abaixo assignado
I llanca de eslbclccimento.
afagalbSes 5a Silva Irmaos, fazem sciente aos
seus freguezes que mudaram o seu estabeleci
ment do Brandas da ra das Cruzes para a ra
.Nova n. 40. defronte da ignja de Xossa Senhora
da Conceico.
38 COLLEGIO
Alugam-se o primeiro e jerceiro aares do de
sobrado da ra do Amorim n 37 : a tratar na ra Rossa Scilhora (la l ledaue Cni l.islioa.
da Cadeia n. 62, segundo andar._________, ,,U1A n sexo fkmimni.
Ra Bella da Raiuha ( vulgo ra
da Prata n. 40. 3" andar.
Pmpriclaria e directora
Natravessa de S. Pedro, esquina da ruado .j Itnma Cuoilin 'VUti~nn Fogo n. 10, preparam-se com perfeico bandeijas : U. IHUiUI cCItltt 1 H(),fl(l*.
de bolinhos de diversas arm>cdes e gosto vista Habilitada com titulo de rapacidade passado pelo
Aluga-se o quarto andar do sobrado da ra
Nova n. 19 : a tratar na ra da Cadeia n. 62, se-
gundo andar.____________________
da ncomnienda, para bailes, casamentos, festas de
igrejas, semana santa, ou piocissoes, e tambero
bolinhos de todas as qualidades os mais escomidos,
s em libras a 800 rs., de seis para cima. Assim
como oulras ineommendas de podins, toda a qua-
lidadc de pastis, bolos finos, o po-de-l, com toda
a perfeico do nosso mercado. Na mesma casa se
precisa lugar uma preta ou moleque por mez, que
saiba vender bolinhos na ra, ou mesmo de ven-
dagas, paga-se bem.____________________________
Dase uma quantia de dinheiro que se con-
vencional-, com seguranca em urna casa que o
aluguel seja o juro do dinheiro que se der por mez,
ou compra-se uma casa, sendo as ras de Santa
Hita, S. Jos, Santa Cecilia, Assumpco, Padre Flo-
riano : a tratar na botica do Sr. Chagas.
conselho superior de inxtrurcao publica.
CLASSBS.
MATERIAS DE ESSIN0.
Ama
Na travessa do Pires, sobrado n, 9, precisa-se
o, urna ama de boa conduca, livre ou captiva.
para o servico interno de pooca familia.__________
2/
3.'
Doutrina ehrista, ler es-
crever, contar, coser e
marcar de todas as quali-
dades..................
Grammatica portugueza, an-
thmetica pratica, tapeta-
ras, crochel, bordar de
branco e chorographia...
Analyse grammatical, orto-
grphia pratica, historia
portugueza, geographa.
bordar de matiz, de rr s-
sanga e de ouro, fazer llo-
res, e lingua franceza.....
Os devotos do Senhor Dom Jess dos Passos da
igreja da Santa Cruz tem de expor vista dos liis
no dia 18 do corrente em procissao o mesmo Se-
nhor e a suaSantissima Mi, que tem de pereor-
rer as ras seguintes : ao sabir ras da Santa
Cruz, da Gloria, da Matriz, do Hospicio, Formosa,
da Aurora, da Imperatriz, praca, ra da Concei-
co, do Rosario, do Aragao, travessa do Veras, ra
Vellia, pateo da Santa Cruz, ra do Sebo, travessa
da Trempe, ras do Cotovello, da Santa Cruz re-
col her: os mesmos devotos rogam a todos os mo-
radores das ditas ras para limpar as testadas de
suas casas. ________________________________
NOVO SYSTEM A
DE
FSCIIIITITU id MERCANTIL
POR
l'artidas dobradas.
Jos Antonio Gomes Jnior vai mandar para o
prelo um novosystema de escripturacao mercantil
i por partidas dobradas, de confermidade cora a de-
ciso do tribunal do commercio da capital do im-
perio, em sessao de 27 de Janeiro de 1831, em vis-
la da qual pode o Diario ser esenpturado por ex-
tracto, dos livros auxiliares, sendo as contas ge-
raes (do antigo systema) letras a pagar, e letras a
receber, substituidas por columnas as contas cor-
rentes, demonstrando estas por uma simples som-
ma, em qualquer momento que o commerciante
queira saber o estado de sua casa, quaes as contas
devedoras, e quaes as credoras, as respectivas
columnas.
O balanco geral, formulado segundo este novo
systema, nada deixa a desejar, como se observa em
differenles modelos.
Ainda contm esta obra: 1* uma taboa com n-
meros fixos, pelos quaes conhecido opreco de uma
arroba (seja elle qual for) de qualquer genero, por
uma simples multiplicacao se conhece o importe
de qualquer numero de arroba, libra e oncas 2
o decreto n. 3139 de 13 de agosto de 1863, que
declara e modifica o regulamento do sello n. 2713
de 26 de dezembro de 1860 ; 3 o decreto n. 3217
de 31 de dezembro de 1863 que altera as disposi-
coes do regulamento das alfandegas.
A edico desta obra vai ser feita em beneficio do
Hospital Portuguez, por offerecimento do mesmo-
autor, e nao teudo dito Hospital fundo disponivei,
espera-se que o publico concorra com a respectiva
assignatura, nao s em altenco a utilidade da dita
obra, mas tambem ao lim a que applicado o pro-
ducto.
Subscreve-se na praca de Pedro II, escriptorio
do Ulm.Sr, Dr. Fonseca, e loja de livros dos Illms.
Srs. Guimares & Oliveira ; ra da Imperatriz
(aterro da Boa-Vista) loja da bandeira n. 28, e em
casa do autor, ra do Destino n. 3, das i s 6 ho-
ras da tarde; a 2 cada volume, brochura, pagos
na occasio da entrega._________________________
\U MN\S IN-
TERNAS.
Por mez.
KiOOO
10^000
12-3000
mmm
DENTISTA DE PARS
49Kua Nova-19
Frederico Gautier, cirurgio dentista,
faz todas as operacoes de sua arte, e col-
loca dentes artiiciaes, tudo com superio-
ridade e perfeico, que as pessoas enten-
didas lhe reconhecem.
Tem agua e pos dentificio.
LEILOES.
LEILiO
uma excellente e magnifica ma-
china perpendicular de er-
rar madclra e seus pertences.
un engenho a vapor de fe rea
dr 14 cavallos. uma gramdc
caldeira de forca de O ca-
vallos, urna machina de aplal-
nar madelra, uma serra cir-
cular e seus pertences.
IIO.IE
O agente Pinto far leiln a reqnerimento do
administrador da massa fallida de Hostron Roo-
ker & C, e por mandado do lllm. Sr. Dr. juiz es-
pecial do commercio dos objectos cima declara-
dos, pertencentes mesma massa : o leil i ser
vtl viiiado s 10 horas do dia supradito, no gato-
tetro i fabrica do gaz) onde poilero os preten-
oVntes desde j examinaiem os referidos titjectos
Meado do Sr. William Jirminsis engenheiro de
#az, qualquer informaco a respeito. _____
I, UILAO
DE
Fazcadas, miudezas, ferragens c cu-
tilerias.
iicmi:
Mello Lobo & C. fario leilo pr intervencio do
agente Pestaa, de um tompleto e variado sorti-
inente ile fazendas, artigos de moda de ultimo gos-
to. ferragens linas c grossas, cutilrrtis, uiiudezas
de todas as qualidades, chapinos de sol de. seda e
de algodo, ditos de palha, fellro e de lia mitos
ouiros artigos todos prnprios deste mercado. Por-
lanto pedein aos seus freguezes e amigos qu '.r de
azeudas como de miudezas r ferragens paraom-
parecerem no seu armazen no dia cima indica-
do s 10 horas da manha, eertos de que i uiiii-
uarao :i sor tratados com i franqueza c eiluia
le que su dignos.
niaaHi-iti
C0,\CEHTO E RELO-
(10
Na ra da Cadeia nova n. 36 concei tam-se re-
logios de quaesquer qualidades,e por menos 20 0|0
do que em outra qualquer parle, assim como rea-
jejos codi toda perfeico.
qaem intcrcssar.
Un padre cem todas as habilitacoes precisas
ter resolvido a admiltir em sua casa alguns pen-1
cionistas menores de 16 annos, para dar-lhes a
instrueco precisa, pelo menor preco possivel. Os i
senhore's pais de familias que se quizerem utilisar
de seu preslimo dirijam-se ra da Imperatriz n.
47, primeiro andar, que se dir quem .
S3 Jos Goii(;alves Ferien a Costa, tem ca-
gg sas terreas para alugar na travessa do
| Costa junto a fundiro ao preco de 05 e
KlOiJ, com porto para a niar : a fallar
_ na mesma travessa na taberna do lim da
IS mesma.
Dansa, msica, deseuho e lingua ingleza depen-
de de ajuste particular.
N. 1!. As pagas sao adiautadas e os metes por
inteiro. ____________
IraOGRAltOIA
DA
Procissao do Senhor Bom Jess das
Chana.
O abaixo assignado, como procurador bastan-
te de seu pai o tenente-coronel Eustaquio Jos Vel-
loso da Silveira, faz sciente a quera convier, que
est pelo mesmo autorisado a dar de aforamento
perpetuo os terrenos do extincto engenho Duas
Barras, cem as vantagens de s pagar o foreiro
100 rs. por palmo de trra, com 200 de fundo, de-
pois de 10 annos, contados da data da escriptura
de aforamento, tendoos ditos 10 annos assim con-
tados para gozar gratis do terreno aforado : a
quem pois, convier fazer laes aforameutos, pode
entender-se com o abaixo assignado, no engenho
Bom Despacho, ou cm Duas Barras, casa do enge-
nheiro Frederico de Horna\.
Ant'mio Fernandos Velloso da Silveira.
Aluga-se uma casa muito boa no Cachang,
por preco muito commodo : a tratar na padaria
do Chora-menino.
- Antonio Augusto de Moura Novaes avisa ao
respeitavel cor|K> do commercio que hontem se
A mesa regedora da irmandado'do Senhor Bom despedio da casa do Sr. Sebasto Jos da Silva, e
M. I. Toms
dos-L'nidos.
llliSa
subdito
ing.ez vai para es
KOUHO
Hontem, 15 do corrente, pelas 10 horas do dia
tendo ido um f-reto em companhia do mestre da
Precisa-se de um homem que esteja as circums-
tancias de assentar praca por outro, paga-se bem :
a tratar na ra do Queimado n. 10, loja.
A:. Sa do G.\ A.\ do U.\
A antiga e Sob.-. L.\ Capit.-. de, S. Joao da Es-
coc.-. sob o distinct.-. til.-.Seis de Marco de
1817ao Or.\ de Pernamb.-. reune-se em seu
templo da ra Direita n. 31, no dia domingo 20
do corrente s 11 horas da manha, para o que
sao pelo presente convidados, todos os seus mui
dignos merabros, por ordem do Resp.-. Irm.\
Venar.*.
O Ir.-. Hiram G.\ 30.\
Secret.-.
Jess das Chagas, erecta na igreja de N. S. do l'a
1 raizo e S. Joo de Dos desta cidade, convida a lo-
dos os seus irmaos para que no dia 20 do corres-
' te, as 2 horas da laude, eomparecam competente-
mente paramentados, no coii>istorio daquella tere-
la, afim de aeompanliarem a prociisao de seu divi-
no padroeiro: a roga a todos os habitantes das
ras por onde tem de transitar aquella procissao.
Esta-;que mandem limpar as testadas de suas casas, e
, sao ellas as seguintes: paleo do Paraizo, ras da
------' i Roda, Santo Asuro, Nova, Flores, eamboa do Car-
ino, paleo do mesmo nome, ra de lionas a voltar
pela travessa de S. Joo, ras de X. S. do Terco,
Direita, Livramento, Queimado, largo do Pedro II,
ras do Imperador, S. Francisco, Cruzes, Queima-
do, estreita do Rosario e larga do mesmo nome, a
recolher-M.
Precisase de um eaiieiro : ra Xova nu-
mero 58.
est por tudo o que
os Srs. seus credores quizerem fazer, concernente ,
as suas dividas : s aspirando tao smente, que os ""C* Ama '"' u",' l'arole marC? LJ-T' Com
Srs. credores lhe facam justica. conbecndo as i as sciumUcs fazen.las : 4 peca* de alfiodao para
suas boas intences : e que o Sr. credor, que fez! ?.acct bnm rb"n.co tri,";ld>- *a c" bnra!a
o annuncio nne sabio no Dmrm ,1o ii l rfn enr ,,8a- 'lo ul,m )ardo llsoinfestado, 3 de bnm de
rantoT^bS'mehor hi2 tofiaSo LT^l. I e l* **o cora 10 de.a estara-' P.att Brothers & C. lera para'vender
Outro sim, espera o abaixo assignado, merecer Pada'.'H'^.? 9h,'Kad .l,rt't0 uo. '"''T0 Junt?donas, que sao a
dos Srs. seus credores, alguma beneficencia, nao
Machinas de descarocar
algodo.
Saunders Brothers & C, nicos agentes de
s attendendo s mas circumstancias do abaixo as- i
signado, como tambera da mxima que diz.'
Quando a humanidade soffre o soccorre-la com to-
das as aoaiaa foreas, uma obrigacao; assim co-,
rao a indifferenca um crime.Longe do abaixo
assignado o querer viver a cusa de outrem.
Canzanza, 18 de marco de 1804.
Manoel do liego Barros.
sentou-se ao p, esperando que ebegasse o dito
mestre que llnlia Pirado atraz, passados momentos
apparece um homem pedindo as fazendas para
embarcar, acontece nao ter sido o mestre da dita
barraca, provado est que foi algum esperto que
aproveitando-se da ignorancia do preto o roubou,
por isso pede-se a quem quer que seja olTerecido
alguns dos objectos mencionados os apprehenda e
avise na ra do Queimado n, 52, loja, que deseo-
berlo o roubo sera gratificado.___________________
GABINETE
POKTK.l 17. Di; LMU K4 E.U l'HK-
De ordem do lllm. Sr. presidente convido os se-
nhores merabros do conselho deliberativo para
uma sessao extraordinaria no sabbado 19 do cor-
rente, as 6 1)2 horas da latde, em que especial-
A commissao de beneficencia da Associac-o Tv- nienle se ha de resolver sobre a creacao de um
pographica Pernambucana, de ordem do conselho Jorna! scieniiluo e luterano, sustentado pelo esta-
di rector da mesma, convida a seus associados para i belecimento, ...... ..
ssistlremumamissaque pelo repouso eterno t *cn!taria docnnsellio deliberanvo do Gabinele
do finado socio Teraolcao Amando Mariins, se | Portuguez d. Leitura em Pernainbuco aos Ib de
tera de celebrar no convento dos religiosos fran- mar^o de looi.
cscanos, amanli.i, s 7 horas da manha.
Secretaria da Associaen Typographica Pernam-
bucana 17 de marco de 1864.
Bernardino de Sena Ribeiro.
^^^^ Ji'suino Francisco Regs.________
AVISO 411 PUBLICO
Jos de Paiva Pereira e Silva, em vista de sua
rpida viageui p. i-i a Europa, deixou de se despe-
dir de seus numerosos amigos, aos quaes pede des-
culpa, e Ibes olftrece seus serviros na cidade do
Porto, aonde pretende Hxar sua residencia.
Na praca da Independencia, loja de onrives
n. 33, compram-sc obras de ouro, prata e pedras
preciosas, assim come se faz qualquer obra de en-
i'oiuiui-nda. e todo e qualquer concert, e igual-
mente e dir quem d dinheiro a premio.
Aiuga-se a cocheira da ra Imperial n. 144
com commodus para morada e rancho p&racaval-
es, pelo preco der, dinja-se rua Direita n. 6, a tratar no artoa-
im4o capjtao AutoW. Joaquim de Mello.
F.
I. Tinoco de Souza,
1. secretario.
Veslem-se anjos com muito gosto e perfeico,
por menos preco do que em outra qualquer parte :
no caes do Ramos n. 24, primeiro andar.
Joaquina Umbelina dos Passos, com as habi-
litacoes necessarias, se offerece para ensinar me-
ninas fra da cidade, d fiador a sua conduela, e
reside as Cinco Puntas n. 7o.
a luyase
o sobrado de dous andares com bastantes eommo-
ilos, sito no caes de Apollo n. 17, e liem assim o
terceiro andar do sobrado da ra do Bi um n. 70 :
a tratar na ra larea do Rosario n. 34, botica.
Sahio no domingo a tarde, do sitio do seu
dono i. 9, < orredor do Bispo, um cao de raca in-
gleza, bem grande, cor amaralla, cabellos grossos,
com uma estrella branca na testa, a ponta da cau-
da tambero branca ; quem o achou leve-o ao dito
sitio, que ser bem recompensado.
lanoel Airteoio de Somia subdito portuguez
J retira-w para fora do imperio.
do mundo, e
disto 'prova que na Europa o algodo descaroca-
do por estas machinas obtera toda a preferencia
sobre outro qualquer, accrcscendo tambera a cir-
cumslancia de nao haver machinas que procedam
com mais promptido, e ao mesmo lempo mais
perfeico emseus effeilos : no Corpo Sauto n. 11.
" *mrjmm wmwmm*
Curso de preparatorios
Francs,
Ingles,
Geometra,
Geographa,
Rhetoriea
ra do Queimado n. 30, primeiro andar,
t das 10 s 2 da tarde.
mmmmm-mmmt
Xa ra do Crespo n. 15, se aluga uma
casa e sitio no Monteiro, com frente para o oito
da igreja.
mmmm
Advocada,
O abaixo assignado, lendo do retirar-se para
Europa, dcixaenearregados de seus negocios nesla
praca. em Io lugar seu sobrihho e genro o Sr. An-
tonio de Almeida Gomes, em 2o o Kxm. Iiaro do
Livramento, em 3o o Sr. Jos Antonio deCarvalho,
assim como em Olinda o Sr. Jos Xunes do Paula.
Joaquim Lopes de Almeida.
Precisa-se de uma ama para casa de rapaz
solteiro : na ra do Queimado n. t7._____________
O Sr. Jos Pinto lenha a bondade de ir de-
sempenhar a sua roupa na ra da Cruz n. 11, no
praso de oito dias, a contar da data deste, do con-
trario ser vendida para pagamento de sua divida.
Recife 16 de marco de 1864.
i'iana novo
Vende-se o ultimo piano mandudo fabricar em
Paris, especialmente para este clima, ecoin todo o
cuidado possivel, pelo bem conhecido Joo I mouuierque leve armaran) de pianos na ra da
Imperatriz; e por ser o ultimo, veude-se muito em
conta.s para salvar o dinheiro que se tinha adan-
lado ao fallecido : na ra Xova n. 19, primeiro
andar.____________________________________
Gasa de commissao de escravos na i ua
do Imperador n. 45, terceiro andar
Nesta casa recebem-se escravos por commissao
para seren vendidos por ronta de seus senhores.
11 nao se [upando exforcos para que os mesmos se-
jam vendidos cora promplido afim de seus senho-
| res nao soffrerem empate rom a venda delles. A
casa tem todas as coinmodidades precisas, e segu-
ranca, assim como alianca-se o hora tratamenlo.
Ha sempre para vender escravos de ambos os se-
xos, ve I los e no vos______________________________
P-se a premio, com bypotheca em alguma
! casa terrea, sendo em S. Jos ou Santo Antonio, a
quantia de 1:500,?: a tratar no pateo do Carmo n.
ro<' 7, segundo andar.
\ '*
de
| Aluga-se unta preta para todo servico
I uma casa : na ra de Aguas- Verdes n. 100, pri
Os advogados Manoel Jos Pereira de
Mello e Antonio Rangel de Torres Ban-
deira tem o seu escriptorio na ra es-
treita do Rosario n. 10, primeiro andar,
e ahi podem ser procurados das 10 horas
da manha at s 3 da tarde.
m
Mobilias de aluguel
Aluga-se mobilia ci mpleta, ou qualquer traste
separado, e por precn commodo ; e tambem tem
para alugar um escravo bom cozinheiro: na ra
Nova armazem de mobilia do Pinto.
ATTENQO.
Roga-se a quem adiar una patente de capitao
da guarda nacional de Antonio Pires Ferreira Fi-
lho, o obsequio de entregar nesta typographia, ou
na ra da Imperatriz n. 24, Io andar ; a qual sup-
pe-se perdida desde a ra lo Hospicio at a ra
do Imperador.___________________________________
Aluga-se urna ama de leite : a tratar na ra
Imperial n. 267.
meira andar.
Fallerida de Francisco Go-
mes Castellio.
Os Srs. credores da massa fallida de Francisco
Gomes Castellao, sao convidados a mandar seus
ttulos ao escriptorio dos administradores da mas-
sa, ra da Cadeia n 57, para o fin de satislazer o
que dispoe o art. 839 do cdigo commercial.
Vcncravel confraria de Sania Kiut de
Casis.
A mesa regedora da venerare) confraria de
Santa Hita de CassJa, convida a todos os seus cha-
rissimos irmaos para rnmparecerem no dia 18 do
corrente pelas 2 1|2 horas da tarde, afim de acom-
panharmos a procissao do Senhor dos Passos que
tem de sabir da igreja da Santa Cruz.
Consistorio da veneravel contraria de Santa Hi-
ta do Cassia em 16 de marco de 1864.
0 escrivo,
Angelo Custodio R*lrgues Franca.
Custodio Pinto Braga,
vae ao Rio de Janeiro.
sutidito portuguez,
agradece ao mesmo senhor as in.ineiras obsequio-
sa- eoin que sedignou trtalo por espaco de cinco-
anuos que foi seu caixeiro. ____________________
Nos abaixo asignadas, vendo ara annuncio
de venda de uma taberna nos Apipocos, e Boppon-
do que a taberna de que socio .Manoel J S
Rodrigues, prevenimos ao comprador que nao faca
negocio sem que venha fallar com os abaixo as-
signados, p"is os vendedores sao .avalores.da
quantia de 2925640. Recife 17 de marco de 1864.
Monteiro & Fari.
A pessoa que precisar de uma crioula para
ama de casa de piuca familia, ou hornera solteiro,
preferindo-so estrangeiro, pois tem bastante prati-
ca, de muito boa conducta, e capaz, dirija-se ra
da Moeda n. 23. sobrado de um andar, a qualquer
hora, que achara com quera tratar. Adverte-se ue
a crioula lava, cozinha e engomma bem.__________
Ao publico.
Prevenimos ao corpo do commercio desta praca,
e a de Pernambnco. que assignamos uma letra da
importancia de 228-5. a favor dos Srs. Silva Gui-
mares C, resideutes naquolla praca, cuia foi
aceita por nos, c remettida aos mesmos senhores
pelo correio geral, nao sendo entregue a'os mes-
mos dita letra, vencivel em 6 de abril do corrento
anno. Protestamos contra aquella pessoa que qul-
zer cobrar de nos, sem ser os mesmos senhores
cima. Parabiba 14 de marco de 1804.
Frederico Rcuthenmuller & Fillios.
Precisa-se de 2:0005 a juros, dando-se por
seguranca predio ou escravos : quera tiver an-
nuncie para ser procurado.____________________
~ Antonio Jos Goncalves, subdito portuguez,
retirase para o Rio de Janeiro.____________________
tnsini pnlimlar
Oprofessor de mathemathicas elementares no-
Gymnasio Provincial pretende abrir um curso des-
tas sciencias no dia 28 do corrente : os pretenden-
tes dirijam-se casa de sua residencia na ra Di-
reita n. 74. para se matricularen!.
Perguntasc ao Sr. asente da companhia Per-
nambucana se 0 vapor Mamanguape sahir sem-
pre no dia M f Se daqui at l nao haver nova
resolnco para o dia de sabida e porros aonde te-
nba de tocar f Isto ou nao zorabar com o pu-
plico ?
l'm prejudicado.
per^nU mal cnli'iidi 'i.
Pergunta-sc se para ser inspector de polica sao-
precisas as qualidades sc-imrates : ser analphahe-
10 c jogador eterno ? e nao espan das casas capa-
zas se Uto hora modo de prooaiaff
Precisa-se saber qual o negociante que tem
cartas de ordem de Rodrigues & nidos, da Bahia.
no sentido de fazer supprimento nesta cidade An-
tonio Das Ferreira da Cruz e Jos Ignacio Ferrei-
ra da Cruz Jnnior : na ra da Imperatriz n. 34,
terceiro andar.__________________________________
Aluga-se o primeiro e segundo andares da
casa n. 193 da ra Imperial : na ra da Aurora
numero 36.______________________________________
() abaixo assignado mudo de retirar-se para
a Europa no vapor de lo do corrente, e como os
seus nteres nao lhe do tempo para pessoalmen-
te despedir-se de todos os seos amigos o faz por
este jornal e aproveita a occasio para Ibes iflera-
cer.> sen diminuto prestan por algum tempa-
nas cidades de Lisboa e Porto.
_____________________Flix Pereira da Silva.
Antonio 4os Lopes retira-se para o rio Je
Janeiro
Joaquim Al vea da Cruz
o Rio de Janeiro.
Braudo segu para
GuJomar Lnia subdita portugueza retira-sc
para Portugal.___________________________________
TINTURARA.
Tinge-se com perfeico para qualquer
cor, e o mais barato possivel: na ra do
Rangel n. 38, segundo andar.

\


MpiiWlWWiwi ni mm
Diarlo de l'ernasubuco Sexta fcira I* de .liareo de 184.
"f
Dg
PARTIDAS DOBRADS
OFFEREOIDAS
A A8S0CIACA0 COMHEHCIAL BENEFICENTE
Mt
PERSAMBICO
POR
1>rrciro escriturario da thesooraria
de tau.* de Pcraambuca e eonipctentemfutf an-
turisado para ewreer o pro-
fesMrato particular ie ai illimelu a ua mesma
provincia.
Acha-se esta obra nos prelo da typographu
Caiimercial, d'onde em breve sahir lu da pu-
b ir idade em ntida impressao c sol) o formato di
8" porluguei.
Compoe-se esta obra de um volume, dividido em
urna parte theoriea e outra pralica, (le fcil alcan-
ce as pessoas que se queiram dedicar ao estudo da
eicritaraco.
A respectiva assignatura acha-se aberta em to-
d.is as livrarias desta cidade, ao preco de 500C
por volume.
Acaba de sabir des preles de iio> sa
t llicin i o ilnianak civil, ecclesiattico,
coranierc!, fabril e agrcola, conten-
do todos os empreados, engentaos e
neswiaiites, hcIhsvc as moditicaces
habidas at 31 de dezemtiro ultimo ;
veide-se a 1 $000 uuicamente na li-
brara n. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia.
L1VROS RELIGIOSOS.
Na livraria n (i c 8 da praca da Indepen-
dencia, vende-se as seguales obras, a 1(5000
cada urna.
O Novo Mez de Mara ou mez demaio, con-
sagrado Gloriosa Mi del>eus, por um
sacerdote da dtocese de Bel. m, traduzido
do italiano e adoptado pelos revereodissi-
mos padres eapuchinhos de N. S. da Pe-
nha da cidade do Refe.
Relicario Anglico de Jess Christo e de Ma-
ra Sanlissima, oflerecido a Nosso Senhor
Jess Christo, preso a columna.Novis-
sima edicto com a oraco. mental, novas
devofoes N. S. da ConceicSo da Rocha
e enriquecida com eslampas.
Visita ao SS. SS. e a Mara Sanlissima, para
todos os dias do mez, Actos de prepa-
rado e aceito de grapas para a sagrada
comniuiiho, Modo de reear a cora
das Dores de Nana Senlmra, c Actos
que o christao deve fazer todos os dias.
Novssima ediiro adornadas com diver-
sas eslampas, e augmentada de novas de-
voces N. S. da Conceico da Rocha e
Via Sacra.
O Devoto Christao, instruido no compon
dio da doulrina, nas regias da vida de-
vota, no exame de consciencia e prepa-
racSo para a confissio e commanhfo, no
modo de ouvr iniss.i e meditar o rosa-
rio, e no conbecimento das indulgencias
concedidas aos seos confrados.Novenas
da Assencao do Sonhor, da Conceico o
do Natal, das Almas, a novena e trozena
de Santo Antonio, a Va-Sacra breve, e
nutras militas devocoos, com indulgencias
parochiaes e plenarias.
- Vendem-sc eaixes vastos .
l#4iOO: nesla lypo^i'apliia.
FARINHA FONTANA.
Farinha da milito acre lita a marca
Fontana .'cscmbarca-la boje, vende-se
por preco mais commodo do que em
qualqucr outra parte : na rna da Cruz
u. 4 casa de S. U. Bieber k C. succes-
sores.
oo
MU ESTREITA DO ROSARIO-3
Francisco Pinto Oiorio contina a col-
locar dentes artillciaes tanto por meio de
muas como pela presso do ar, nao re-
cebe paga alguma sem que as obras nao
fiquem a vontade de sens donos, tem pos
e outras preparac5es as mais acreditadas
para conservacao da bocea.
I
A pessoa que annunciou querer comprar um.
cisa em Olinla, se ainda nao fez negocio com al-
guna, dirja-se ao neceo do Ouvidor, loja de cor-
r eiro, que adiar com qnem tratar.
Ao Sr. Joao Bautista Cesar se deseja fallar a
negocio de scu particular interesse : na praca da
I idependencia n. 32, loja de bilhetes.
Quem precisar de urna ama para o servico
a casa, dirija-se ra das Trincheiras n. 36.
O bacharel Jos Holicrto da Cunda Sal-
les continua com o son esmptorio de ad-
vogado ra estreita do Rosario n. 'il,
1. andar, onde pode ser procuradodas 9
horas da manha s 3 da larde : reside
na mesma casa.
Aluga-se um preto de meia idade, proprio
jara copeiro : na ra das Trincheiras n. 2*>.
Offerece-sc um moco hrasileiro com habili"
tiQoes de escripia e leitufa, para capitao-bandeira
de navio : quem precisar, dirija-se ra do Pas-
soio, tabeina, que adiar com quem tratar.
Precisa-se de um feitur que emenda muito de
jlanlacao.de capim e hortalice, e de bom corpor-
tamento, preferiodo-se casado, assim como dedous
moleques ou negros de meia idade, que saibain
a dar com cavallos: em l'arnameirim, estrada de
Sant'Auna, silio que tem um pombal.
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AH.
Precisa-se de duas amas, sendo urna para cozi-
nhar e outra que engomme porfeitamente : na ra
da Impcratriz n. 17, segundo andar.
COMPRAS.
Comprase effeclivamente ouro e prata em
ebras velhas: na praca da Independencia n. 2:!
loa de bilhetes.
(. ompra-se efectiva-
mente
ouro e prata em obras velhas, pagando-se bem
na ra larga dt Rosario n. J't, loja de ourives.
CiarraCes.
Compram-se garrafoes ee todos os tamanhos a
320 rs. : no arrnazem da Aurora Brilhante, largo
da Santa Cruz n. 84._________________________
Paga-se heui.
No largo da Santa Cruz n. 12, compram-se dous
caixoes grandes envidracados, assim como se pre-
cisa de um caineiro bempratica em taberna.
"ciolPHA-SK
urna parelha de cavallos que sejam bonitos, nao
se olhaa prego : na ra da Cruz do Hecife n. 48
Comprasenma escrava da Costa que saiba
vender na ra : quem ti ver para esle negocio pe-
de dirigur-sc a Passagem casa n. 13.
Comprare um alambique de cobre j usado
m mais pertences : quem tiver para vender di
iija-se a taberna da ra do Imperador n. 83.
Compra-s um piano de prec bastante com"
modo, pois para se aprender : quem tiver, fall;
na loja de louca do Pereira, ra larga do Rosaric.
Comprase urna miiatinlia para mucamba,
de 16 18 annos de idade. com habilidades oit
sem ellas, com tanto que seja honesta, e de muito
Lonita figura : na ra do Quetmado, cscriplorio
ii. 13, primeiro andar.
Vende-se ladrilho de pedra marmore, vinho
BoFdeaux em etiaa : no armazem da ra da Cruz
do Recife n. 48.____________________________,_
Vende-se um fai]iiciro de pinta com 1 1|2
duzia, completo de ludo, em bonito laboleiro, o
qual novo, e nunca fui servido, o qual se vende
por seu dono se retirai desla provincia : qbem
pretender, dirija-se a loja de Gaspar Antonio Viei-
ra Guimares, ra do Queimado n. 1.________
Kua da Madre de Heos ns. o r 9.
Vendem-se celolas solas a ."iOO rs. o cento.
Vende-se o terreno da ra da Esperenca n.
43, com nove pequeas casas terreas : a tratar na
rna da Soledade u 72.
Vende-se una mulalinha com idade de l."i
16 annos: a tratar na ra do Qneimado n. 41,
primeiro andar.
Farinha a 4#8mj
Vendem-sc saceos grandes com farinha de man-
dioca a mellior do mercado, |ior barato prego : na
ra da Madre de Dos ns. a e il.
Vende-se um ravallo proprio para vingem :
a tratar na roa do Rangcl n. 46.
i -
Vende-se urna barcada nova de quatro via"
gens, bem construida, le U caixas, boa veleira, a
dinheiro ou mesmn a praso, assim olTereca boas
frmas : a entenderse na ra Direila con o Sr.
Rento de llarros Feij._______________________
W. 9 lina do Rangel1. S
Vende-seo wrdadeiro papel de linlio hespanhol
em porcao e a relalho._______________________
A bordo da barca brasileira bit existe sope-
rior farinha de mandioca, que se vende em por-
gues ou a retalho : a tratar a bordo da mesma, ou
no escriplorio de Amoriui Irmos, ra da Cruz nu-
mero 3.___________________________________
Em casa de Mills Latham A C, ra da Cruz
n. 38, vende-se o seguinte : trelos para cabriole!,
dilos para carrn-, eotootes para os mesmos.
Rape ijrusso,
A loja da Aurora, na rna larga do Rosario n. 38,
recatea rap grotM do Rio de Janeiro, o mais
fresco que tem ehegado a este mercado, assim ro-
mo tamliem tem de mimas mais qualidades, que
tanto se vende era libra runo a relalho.________
XAROPE
deLABELONYE
l'baruicenlica di ptiuera ciasse
lm l'aris.
Este medicamento empregado ha mais de
20 annos, com successos constantes, pelos
me I hores mdicos em toaos os paizes, ton-
ta as molestias do corardo, as kydropi$iat
e as affecees do peito, acaba de receber
umjnovo suffragio por nao ter por ora ap-
parecido otitro igual para curar infallivel-
mente todas as doencas do corago orgni-
cas ou inorgnicas, palpilacoes, hydropisias
geraes ou parciaes. hydrothorax, astlimas
cluonicas, bronchites nervosas, e (laxos
clironicos, aphonia (extinego da voz), etc.
As gazetas medicas fallam calorosamen-te
sobre os effeitos preciosos do Xarope de
Lalwlmtifp, quetem boje adquirido um dos
primeiros lugares no quadro dos medica-
mentos os mais afamados e da therapeulica
universal, como o declaram os celebres m-
dicos francezes : Andral pai e lillio, Bouil-
aud, Cottereau, Desrtielles, Fouquier, Lc-
maire, Marjolin. Pasquier, Rostan, llous-
seau, Delaberge, I'armantier, Puche, Ther-
rim, Vidat (de Poiliers), etc., e outros fa-
cultrteos dos mais celebres.
Vende-se em garrafinhas de vidro verde,
trazendo um rotulo, fundo cor de violeta
clara, jaspeado, no qual sobresahe o nome
Labelonye, o gargalo da garrafa tiaz urna
tira azul jaspeada, com a lirma de Labe-
lonye, e a rolba coberta com urna etpsola
de metal branco com a inscriprao Sirop
de Digilitale de Labelonye, pharmacien,
Pars.
Deposito feral: em Paris, ra Bourbon-
Villeneuve, 19.
Em Pernambuco.nacnsa de Caors & Bar-
boaus a ra da Cruz n. 22*
(lliapcos para setihoras mu iu
baratos.
A 85, 93,103,13 e 123 sendo de pa-
~ Iba de Italia da ultima moda c muito
]jK bem enfeitados : na ra do Crespo n. 1
LOJA DO
BMTEIRO.
YENDAS.
Vendem-se pea de craveiros em vasos, j
com cravos e botija vasii : quem precisar, pode
dingir-se I'avsapem, casa n. lo.
Venda d urna boa quinta em
Portugal
Vende-se em Sobrado de Paiva, nas margeos do
Rio Douro, seis legoas cima da cidade do Porto,
urna boa quinta com militas trras, e um grande
campo com casa nobre, dita para cicheiros, pomar,
vinhas, soute, trras de matto, tonairas, froeteira,
olival, feudo um engenho completo de fabricar
azeile ; juntamente se venderao muilos bons foros
pertencenles a mesma quinta, e uas mesmas Ierras,
quetem de ir praga na cidade do Porto para ser
vendido a quem mais der.
IU Itltt
Vende-se ama nonita burra muito propria para
carro por j lar sido Irabalhada em engenho de
animaes : para ver, na ra do Imperador n. 13; a
tratar na roa de Apollo n. 35, primeiro andar.
BELOGIOS,
Vende-se em casa de Johnslon Pater A
C ra do Vigario, n. 3. um bello sorti-
mento de relogios de ouro patente in-
glez, de um dos mais afamados fabricantes
de Liverpool, e tambem urna variedade de
bonitos trancellins para os mesmos.
Um Dcscobriiik'iilo Espantoso!
0 Humlo McMifico unnuiuiaurntr o approva.
NIA0
MERCANTIL
o
A < oni|iON(;;io Aiiacaliuita
Pehoral de kemp.
Por espago lo incito tempo se ha uzado cr-
tcnsanientc cm Tanipico para a cura de
TSICA pulmonar,
CATARRHO, ASTHMA.
BROHCHTTE, TOSSE CONYULSA,
CRPO O GARROTILHO, e
Inflammaces da Garganta e do Peito,
e isto com un resultado to feliz o verdadei-
ramente assombroso o pao ou madcir.t (Tuina
anure que ohamao Asacauciia, c que s
se encontra no Mtxico.
A Compos9o Anacahuita Peito-
ral d Kemp nm Xmrvpt delicioso, intei-
rametc differente na sua composigao de
tolos os mais Pettoraca c Expectorantes ma-
nufacturados le licites astringentes, casca
c raiaea, Ac, o mesmo nao contcm ncnliiim
Acido Prustico cu outros qiiaesqucr ingre-
dientes venenosos.
Todas as molestias e aflceges da garganta
e los pulmoea dcsappareccm como por um
mgico encanto, mediante a aegao deete in
comparare! c irresistivcl remedio.
RA IIA CADEIA lili 1.IC IFE A. 53.
NOVO E
GSAlfDS RUAZ^U IDE
RA UA (IBKII 1IO MfiCIFE! \. 53.
Francisco Fernandes Juarte acaba de abrir na ra da Cadeia do liecifen. 33, t-m graDde e sortido armazem de molbados de-
nominado Omite Mercantil. jNeste grande armazem encontrar sempre o respeilavel r ublico dm completo sortimento (!(s melhcres
gneros que vem ao mercado, tanto esirangeiros, como nacionaes, os quaes sero vendidos em porgues ou a relalbo per rreges asss
commodos.
Manleiga ingleza especialmente escolhida Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e
de primeira qualidade a 800 rs. a libra, l()200 a caada.
cm barril se faz abamento. Azeite doce retinado em garrafas brancas a
Manteiga franceza a mais superior do mer-! 800 rs.
cado a 5C0 rs. a libra, e 520 rs. em barril Azeite doce de Lisboa a 640 rs. a garrafa e
ou meio. I 4(5800 a caada.
Prezuntos ingleses para fiambre, de superior Geneora de Hollanda a 300 rs. o frasco e
qualidade, ebegados nesle ultimo vapor, a 30800 a frasqueira.
rs. a libra. Caixinhas com ameixas francezas, ornadas
venda nas boticas de Caors & Barboza,
ra da Cruz, e Jo5o da C. Bravo de C, ra
da Madre de Dos.____________________
Vistas venda.
Ra da Imperatriz.
Dita da Cadeia.
Dita do Trapiche.
Casa de detencao.
Ponto de ferro".
Palacio do governo.
Ponte do Recife.
Rio Beberibe.
Prego 3JW0O cada urna : na ra do Imperador,
galera norte-americana.
Mantas pretas.
Vende-se superiores mantas pretas de fil de
seda, italianas, as mlhores que ha neste genero :
na ra do Queimado n. i, loja do Preguica.______
l.iivas de loiivln.
Recebeu-se luvas de Jouvin brancas e pretas
proprias para a quaresma : na ra do Queimado
loja do beija flor n. 63.
Tranciobas de la lisa para cnfcilcs de cauisiulia
de sniliora.
Recebeu-se, trancinhas de diversas cores pe-
ca de 30 varas a 640 rs., e de 120 rs. pequeas :
na ra do Queimado loja do beija flor n. 63.
Kiifcilcs de redhibas com lago ua frente.
Recebeu-se. variado sortimento de enfeites de
diversas cores a I-3WK): na ra do Queimado
loja do beija flor n. 63._______________________
Cal de Lisboa c pofassa da
Rnssla.
Vende-se na ra da Cadeia do Recife n. 26, para
onde se mudou o amigo e acreditado deposito da
mesma ra n. 12, ambos os gneros sao novse
legitimes, e se vendem a prego mais barato do que
utra qualquer parte.
Os precisos fallieres pa-
ra criancas.
4
Chegaram e acham-se venda na ra do Quei-
mado, lojad'aguiabranca n. 8.
I titIVIIt
a 55000 o sacco : no armazem de Joaquim Fran-
cisco de Alem, no Forte do Mallos._____________
Kua da Senzalla n. 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston A C,
sellins e silboes inglezes, candieires e casti-
caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
chicotes para carros e montara, arreios para
carros de um e dous cavallos. e relogios de
ouro patente inglez.___________________
Vende-se urna grande casa de laipa, em
chaos proprios, com muilos commodos, toda ladri-
Ibada de lijlos, coberta de telha, grande quintal
com alguns ps de coqueiros, e material para ca-
cimba, telheiro para estribara, um curral de apa-
nhar peixe m frente da mesma casa, e parte em
dous dilos, silos em frente da Venda Grande, aon-
de tambem se poder examinar a referida casa :
os preleudentes dirijam-se ao mesino lugar da Ven-
da Grande, a fallar com o propietario Virginio Fi-
delles Ramos.
C\L IIEMSIMU
Veudeiu-se barris com cal des-
ta procedencia, em pedra, chega-
da boje, e nnlca nova, que ha no
mercado, na rna do Trapichen.
13, armazem de Manoel Tcixel-
ra Basto.______________________
- Vende-se por 50-3 urna mea que da duas
garrafas de leite, a qual muito moca, e filha do
pasto : a Iralar na na da Imperatriz n. 13, ou
com Fredcrico Chaves.
S para assenhoras.
h iillinlias e puntaos.
Chegaram as riquissimas gollinhas com punhos
de lindos bordados e linho ouro guarnecidos com
bonitos botaozinhos tanto para senhora como para
menina, pois a vista faz fe : s no vigilante i ua do
Crespn. 7. __^___^_^__^^^
Venda deuma hypothtca.
Os liquidatarios da massa fallida de
Jos Antonio Basto vendom : hvpolhe-
c;i que tem nos ciiisenlios Matto (rnsso
e Cajabuss no i crino de Scrinhacni no
valor de 31:8:t$$911 rs.; Iralar nas
casas a ra do Trapiche n. 34.
yenda de predio.
Vende-S4 um grande predio de tres ailares e
sotao, sito na ra do .iinorim, no bairro do Reate,
por precisar de um concert, que seu dono aasea-
te, o nao pode fazer : traase na ra do Vigario
n. 19, primeiro andar.
Queijos flamengos ebegados neste ultimo
vapor a 20800.
Queijo prato muito fresco e novo a 640 rs.
a libra.
Castanbas muito novas a 123 rs. a libra e
e 30000 a arroba.
Cha uxin o melbor que ba neste genero,
mandado vir de conla propria a 2i$800
rs. a libra.
Cha hyson muito superior a 20560 rs. a li-
bra ; cha hyson proprio para negocio a
15500 rs. a libra.
Cha preto muito superior a Sfl a libra.
Biscoutos inglezes em latas cjm differenles
qualidades, como sejam cnknel, victoria,
piquelez, soda, captain, seed, bornez e
outras muitas marcas a I350.
Bolachinha de soda em latas grandes a 20.
Figos em caixinhas hermticamente lacra-
das, muito proprias para mimo a 10500.
Caixinhas de 4 e 8 libras de figos de coma-
dre a IS e 20 cada urna.
Passas muito novas, chegadas neste ultimo
vapor a 50' rs. a libra e 30 um quarto ;
e em caixa se faz abatimento.
Ameixas francezas em latas ie meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior que
tem vindo ao nosso mercado a 180 o gigo,
garante-se a superior qual dade.
Vinho Bordeaux das mlhores qualidades
que se pode desejar de 7500 a 80000 a
caixa e 720 a 800 rs. a garrafa.
Caixas com vinho do Porto superior de 90
a 109a duzia, e 90Oal$; garrafa; deste
genero ha grande porcao o de differentes
marcas acreditadas que j se venderam
por 149 e 150 a caixa, como sejam: Duque
do Porto, Lagrimas do Douro, D. Luiz,
Cames, Madeirasecco, Orcavellos, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
Vinho de pipa: Porto, Fignf ira e Lisboa, a
400,480 e 560 rs. a garrafa, e 30, 30200
e 3500 a caada.
Vinho branco de superior qualidade, vindo
j engarrafado a 640 rs. a garrafa e a 500
rs. de barril.
com ricas estampas na caixa exterior,
muito proprias para mirao,a 1020", 10500
e20.
Frasco de vidro com lampa do misino, con-
tendo meia libra de ameixas fiancezas, a
10200.
Marmelada imperial, dos mlhores conser-
vemos de Lisboa, em latas de I e meia a
2 libras a 600 rs a libra.
Fructas em calda das mlhores qualidades
que ha em Portugal em latas hermtica-
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muito novas a 640 rs. a libra.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Amendoasde casca molle a 400 rs. a libra.
Avelas muito novas a 200 rs a libra.
Amendoas confeiladas de diversas cores a
800 rs. a libra.
Magias e peras chegadas neste ultimo vapor,
muito perfeitas, s vista se faz o preco.
Conservas inglezas em frascos grac des a 750
rs. cada um.
ErviIhas francezas e portuguezas c-m latas de
1 libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate francez, o que ba de mellior neste
genero, a 10200 a libra.
Chocolate hespanhol a 10200 a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a 19.
Cerveja branca e preta das mlhores marcas
qne ha no mercado a 500 rs. a garrafa e
59800 a duzia.
Cognac inglez de superior qualidade a 800
e 10200 a garrafa.
Licores francezes das seguintes qualidades:
Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames
e de outras muitas marcas a 10 a garrafa
e I0 a caixa.
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e
90 a duzia.
Mostarda ingleza em potes j preparada a
400 rs.
Mostarda ingleza em p, em frascos grandes,: Presuntos do reino, vindos de conta propria
a 10 cada um. de ca*a particular, a 400 rs. a libra; intei-
Sal refinado a 500 rs. o pote. ro se faz abatimento.
Sai dianas de Nantes a 340 rs. o quarto e 560
rs. meia lata.
Latas com peixe em posta: savel, corvina,
vezugo, eberne, linguado, lagoslirl.a, a
10300 rs.
Salm5o em latas, preparado pela nova arle
de cozinha, a 800 rs.
Maca de tomates em latas de 1 libra a 600
ris.
Chouricase paios em latas de 8 e meia libra
por 70.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra e
80600 a arroba.
Bolaxinha ingleza a 320 rs a libra e 40 i
barrica.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 200 rs. a libra.
Farinha do Maranho a 120 rs. a libra.
Ararula verdadeira a 320 rs. a libra.
Cevada a 120 rs. a libra e 20 a arroba.
Alpistaa 160 rs. a libra e 408(0a arroba-
Batatas muito novas em gigos cem 40 libras
por 10500. ,
Cebollas a 10 o molbo com mais de 100 ca-
da um.
Caf lavado de primeira qualidade a 300 rs.
a libra e 95 a arroba.
Caf do Cear muito superior a 280 rs. a li-
bra e 80100 a arroba.
Caf do Rio, proprio para negocio, a 80.
Arroz do Maranho a 100 rs. a libra e 800
a arroba.
Arroz de Java a 80 rs. a libra e 25400 a
arroba.
Vellas de spermaceti a 560 rs. a libra e
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
so ij a 90 a arroba.
Doce de goiaba a 640 rs. o caixo.
Macarrao, talharim e alelria a 480 rs. a li-
bra ; em caixa se faz abatimento.
Estrellinha,pevde e arroz demassa para sopa
a 600 rs. a libra e 30 a caixa cr m 6 libras.
Palitos de denle lixados com flor a 200 rs.
omasso, ditos lixados sem flor a ICO rs:
o masso com 20 massinhos.
Gomma de engommar muito fina a 80rs. a.
libra.
Banha de porco refinada a 480 rs. a libra o
400 rs. em barril pequeo.
Charutos dos mlhores fabricantes de S. F-
lix, em caixas inteiras oa em meias, de
10600, 20 e 30.
Os senhores que comprarem de 1000000 para cima, tero o descont de 5 por cento, pelo prompto pagamento.
GOMMEi
mm
RA DO QUEOIUDO W- 43,
Passando o beceo da Congregacao segunda casa.
NOVIDADE.
%
Pereira Rocha & C. acabam de abrir na ra do Queimado n. 45 um armazem de molhados denominado Clarim Commercial,
onde o respeitavel publico encontrar sempre um completo sortimento dos mlhores gneros que vem ao nosso mercado, os quaes
sero vendidos porprecos muito resumidos como o respeitavel publico ver pola tabella abao menciotiaia ; garaote-se o bom peso

a Palitos do gaz a 20200 rs. a grosa.
bra. Passas muito no\as a 480 rs. a libra.
Cevadinha de Franca muito superior a 220 Peras seccas muito novas a 600 rs. a libra.
r?. a libra. Painco a 200 rs. a bra.
Cevada a 80 rs. a libra. Polvo secco muito novo a 400 rs. a libra.
Ervilhas portuguezas a 616 rs. a lata. Presuntos de Lamego em calda de azeite e
dem seccas muito novas a 200 rs. a libra, i muito novo a 040 rs.
com ricas estampas no inierior das caixas^Figos de comadre e do Douro em caixinhas Queijos flamengos do ultimo vapor a 20400
a 120000,10400, IflCOO 20. de oito libras e canastrinhas de 1 arroba a ris.
Amendoas com casca muito .tovas a 280 rs. 10800, 5,0000 e 280 rs. a libra. dem prato a 6i0 rs. a libra,
a libra. Farinha do Maranho a 120 rs. a libra. I Sal refinado em trascas de vidro a f.ti rs.
cada um.
Genebra de Hollanda verdadeira marca VD Sardinhas de Nanle-s a 320 rs.
a 560 rs. o frasco c 60200 rs. a frasquei- Sag muito airo e novo a 260 es. a libra.
ra, Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
dem em garrafoes de 3 e 5 galDes a 55500 Tijolos de limpar facas a r40 rs.
e 70500 cada um com o garrafo. Vellas de carnauba pura a 360 rs. a h-
Gomma do Arcaty a 80 rs. a libra. bra.
Graixa a 100 rs. a lata e 10100 rs. a duzia. dem stearinas muito superiores a 600 re. a
e boa qualidade dos gneros comprados neste armazem.
Arroz do Maranho, da Indi i e Java a 80 e Chouri?as e paios muito novos a 800 r
100 rs. a libra e 20400 a 20800 rs. a ar-
roba.
Ameixas francezas em latas e cm frascos a
10200 e 10600 ecmfrascos grandes a
20500.
Idom em caixinhas elegantemente enfeitadas
Grao de bico a 150 rs. a libra.
Licores muito finos a 700 rs. a garrafa.
dem, qualidade especial e garrafas muito
grandes, a 10800 rs. a garrafa.
dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, garrafa forma de pera e rotea de vi
dro, a 10000 rs., s a garrafa vale o di-
nheiro.
'aunado
Taimado de peroba e ranella de bom lamanlio e
muito boa qualidade. vende-se por preco razoavel:
no trapiche do Cunha no Forlc do Mallos.
Alpista a 160 rs. a bra e a 40600 rs. a ar- Farinha de trigo a 120 rs. i libra.
roba.
Azeite doce francez muito f no em garrafas
grandes a 960 rs. a garrafa,
dem de Lisboa a 640 rs. a garrafa.
Araruta verdadeira de matarana a 320 rs. a
libra.
Avelas muito grandes e novas a 180 rs. a
libra.
Batatas muito novas a 40 rs.
Biscoutos inglezes de diversas marcas a
10300 ris.
Bolachinlias de soda, latas grandes, a 20 rs.
a lata.
Ditas inglezas muito novas a 30000 a barri-
quinha e a 200 rs. a libra.
Banha de porco refinada a 4 40 rs. a libra e
eembarrila 4i0 rs.
CM bvsson, hucliin e perola a 15600, ,
20500, 25800 e 3;>000 a libra.
dem preto muito superior a 25000 rs. a li-
bra.
Cerveja preta e branca, das 'nelhores marcas
que vem ao mercado, a 500 rs. a garrafa
e 55800 a duzia.
Cognac inglez lino a 900 rs. agarrafa.
Conservas a 720 rs. o frasco,
dem, 80 de pepino, a 720 is.
dem, s de azeitonas, a 75C rs.
Charutos dos mlhores fabr cantes da Babia
e especialmente da fabr ca imperial de
Candido Fertvira Jorge d; Costa, a 15800,
20000, 20200, 25500, :!08OO, 30000 e
35500 a caixa.
Caf do Rio muito superior a 260, 280 e
300 rs. a libra c 70500, 0 e 80500 rs. a
arroba.
libra.
Vinho do Porto engarrafado o melhor que
ha neste genero e de varias marcas, como
sejam : Velhc de 1815, Duque do Puito;
Madeira, L>. Pedro, D. Luiz I, Mara Pia,
Bocage, Chamisso o outros a 800, 900 e
15000 a garrafa, e em caixa com urna du-
zia a 90000 e 100000.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, desem- dem em pipa, Porto, Lisboa e Figucira a
barcada de pouco a 800 rs a libra, e de 8 480, 500 e 500 rs. a garrafa e 30, 30
pouco
libras para cima se far urna diflerenca.
dem france/.a muito nova a 560 rs. a libra,
e em barril lera abatimento.
Massa de tomates em barril a 480 rs. a li-
bra.
Ideraem lata aOlOrs.
Marmelada imperial dos mlhores consenti-
ros de Lisboa a 60 rs. a lata.
Marrasquinho de Zara, frascos grandes, a
800 rs.
dem regular a 500 rs.
Massas para sopa : macarrao, talharim e ale-
tria a 480 rs.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Peixe em latas preparado pela primeira arte
de cozinha a 10 rs. a lata.
Palitos de dentes a 160 rs. o masso.
Palitos de dentes a 120 rs.
dem de flor a 200 rs.
e 45 a caada,
dem branco de Lisboa muito fino a 51)0 rs.
a garrafa,
dem de Bordeaux, Medoc c S. Julien a 700
e 800 rs. a garrafa, o "5000 e 70500 re.
a duzia.
IdemMorgaux c Chateauluminide 1855, a 10
a garrafa,
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs, a garrafa e
10200 rs. a caada.
Kirsk garrafas muito glandes a 10800 rs.
Alm dos gneros cima mencionados te-
mos grande porcao de outros que deixaaos
de mencionar, e que tudo ser vendido por
pecas e carnadas, tanto cm porces como
retalho.
Quem comprar da lOO0flOOpara cima to-
ra o abate de 5 por cento.
MI


Diario de Peruaaibuco Htxa felra 18 de Marco Ir 11.
VTTENCAO
AOS
\A%m
DO
PROGRESISTA
RITA II %S CJRUZES W. 36
i
RA DO CRESPO N. 9
Ro balrro de Manto Antonio.
loaquim Jos Gomes de Koiizn tem a honra de participar ao respei-
tavnj publico, que temresolvido vender os seus gneros de primeira qualidade por menos
46 a 20 por cento do que outro qualquer annunciar, como se ve do presente annueio,
aWTOwndo o proprieUrio d'estes armazens a aquellas pessoas que frequentarem estes
es i'.telecimentos, que nunca tero eccasio de reclamar qualquer genero, visto ter-se
a 11 inlo n'estas casas o ptimo systema de s se negociar com gneros especialmente es-
ctlbidos.
CHA
ysson, uxim e perola a 2.400, 2,600 o
2,800 rs. a libra.
CAF
mnito superior, do Rio e do Cear a 8,000
e 8,400 a araoba e 300 rs. a libra.
VINHO
de Lisboa e da Figueira a 3,500 e 4,000 a
a ranada,
do Porto engarrafado do diversas marcas a
1.000 rs. a garrafa.
Bcrdeaux de diversas qualidades a 7,000,
8,000, 9,000 e 10/f a doa,
CHAMPANHE
CONSERVAS
inglezas a 8,500 a duzia e 700 rs. o frasco.
SAL REFINADO
em frascos de vidre com tres libras a 000 rs.
PEIXE
em latas ermeticamente lacradas a i,000
rs. cada urna.
CORVOS
ATTENCAO
9 LARQO DO CAK9IO 9
GRANDE SORTIMENTO
DUARTE & C.
Partioipam aos seus numerosos freguezes e ao publico em geral que acabam da
receber de sua propria encommenda, o mis lindo e completo sortimento de molhados,
os quaes venden por grosso e a retamo por menos 10 por cento do que outro qualquer
Acaba de receber de sua propria encommenda um grande e varia lo sortimento annunciante, como verao pela seguinte tabella que abaixo notamos, garantindo os mes-
de moldados todos primorosamente escolhidos, por isso apressa-se o pi oprietario em naos proprietarios nao s o peso c-jmo a qualidade de seus geaeros.
do Porto muito bem conservados a 500 rs. offerecer aos seus freguezes e ao publico em geral a seguinte tabella dos sus eneros e
resumidos precos, afianzando todo e qualquer genero vendido ueste bem condecido ar-
a libra.
MSTARDA
preparada muito nova a 400 rs. o frasco.
MRMELADA
dos melhores conserveiros a 640 rs. a libra.
ESPERMACETE
a in?lhor que temos neste mercado a 20,000 muit0 superior a 560 rs. a libra, eem caixa
a 550 rs.
rs. o gigo.
CERVEJA
muito superior a 5,000, 5,500 e 6,000 rs. a
duzia. TOUCINllO
GENEBRA muito novo a 9,000 rs. a arroba e 300 rs. a
d8r?Tiktom fraSqUeraS 3 ^ C 50 1bfa' ERVILHAS SECCAS
as mais novas do mercado a 120 rs. a libra.
BOLACHINHA PALITOS PARA MESA
dejoJa em latas grandes a 2.000 rs. cada mul0 bem ^ m r Q ^
mazem.
Pede-se toda atteiicao.
O proprietario pede a todos os senhoivs chefi's de familia e ao publico em geral
que nao deixem passar desapercebida a seguinte tabella :
AVISO.
Neste armazem e no largo do Catino n. 9, armazem l'rogressivo, neebera-se as
libras (pie vulgarmente correm no coimnercio por 85890 a 9), o proprietario em seus
da Babia a 1,600, 2,200, 3,000 e 4,000 rs. armazens da-lbee este valor, sendo em pagamento, e isto para evitar confustes em trocos.
a caixa.
CHARUTOS
inglezas em barricas a 4,000 e 240 rs. a
libra.
B1SC0T0S
em ratas de todas as qualidades, a 1,300 rs.
cada lata.
ARROZ
da India e do Maranhao a 2,600 e 8,000 a
arroba e 100 rs. a libra.
CEVADA
mulo nova a 2,500 a arroba e 100 rs. a
libra.
GOMMA.
muito superior em saceos com quatro arro-
ba-i a 2,000 e 100 rs. a libra.
CASTANHAS
pi adas muito novas a 320 rs. a libra.
PASSAS
as mais novas do mercado a 8,000 a caixa e
e 500 rs. a libra.
AMEIXAS
francezas em latas de 1 e 1(2 libra a 1,000
rs. a libra.
SARDINHAS
d Nantes muito novas a 300 rs. a lata.
VINAGRE
de Lisboa PRR a 240 rs. a garrafa e 1.600
rs. a caada.
AMENDOAS DE CASCA
as mais novas do mercado a 240 rs. a libra.
FARIMIA DE ARARUTA
verdadeira e muito nova a 400 rs. a libra e
Manteiga ingleza perfeitamente flor, a 8oo rs,
e em barril a 78o rs.
dem franceza a 54o rs. a libra, e300rs.
sendo em barril.
Cha uxim a 2,7oo rs. a libra, e de 8 libras
para cima a 2,6oo.
rs. a duzia l,ooo rs. a garrifa, garante-se
que os melhores que temes tido no mer-
cado.
Pastas emcaixasde 1 .arroba'' e '/* a7,5oo,
3,6oo e l,9oo rs. a caixa, e loors. a libra
garante-se serem muito nov is, e graudas.
dem perola a 2,80o rs. e de 8 libras para dem cor'mthias proprias para podiin a 8oo
cima a 2,7oo, I rs. a libra,
dem hysson o mais superior que se pode Marmeladas dos mais afamados fabricautes de
(tosejar a 2,6oo e de 8 libras para cima Lisboa a 6oo rs. a libra
a 2,5oo rs. j Emilias secas muito novas a 1 >o rs. a libra,
dem menos superior a 2,4oo ede 8 libras Grao debico muito novo a 16c rs. a libra.
para cima a 2,3oo rs. I Ervilbas francezas era latas a (oo rs.
dem proprio para negocio a 2,3oo, de 8 li- Potes com sal refinado a 48o rs.
10,000 rs. a arroba.
BRVA DOCE
muito nova a 300 rs. a libra e 9,000 rs. a
arroba.
COMINIIOS
os mais no vos e mais superiores a 400 rs. a
libra.
NOZES
muito novas a 160 a libra e 5,000 rs. a ar-
roba.
SAG
o melhor que pode haver neste genero a
2*0 rs. a libra.
MASSA DE TOMATE
em latinhas de 1 libra por 600 rs. a lata.
SABAO MASSA
neste genero ha sempre i;m grande sorti-
mento variando o preco de 120 a 240 rs.!
por libra.
bras para cima a 2,2oo.
i dem do Rio em latas de 2, 4, 6 e 8 libras
cada urna a 2, 3, 3,5oo e 4,8oo rs. a lata,
dem preto o melhor que se pode desojar
neste genero a 2,8oo rs.
dem menos superior a esse que se vende
por. 2 e 2,4oo, a ,8oo rs. a libra,
dem mais baixo bom para negocio a 1,5oo
rs. a bina.
dem miudinho proprio para negocio a l,5oo
rs. a libra.
Queijos do reino chegados neste ultimo va-
por a 2,5oo.
MAIS ATTKI^O !
5oo rs. a libra, vende-se por este preco
pela pon-fio que temos em ser.
Biscoilos em latas de 2 libras das seguintes
marcas : Osliorne, Crakntd, Mixed, Victo-
ria, Pec-nic, Fauce, Machinee nutras umi-
tas a 1,3oo e 1 4oo rs.
Polvos chegados ltimamente do Porto a 32o
Existe alm d'estes gneros, um explondido sortimento de phosphoros, fumo, al- rs. a libra.
pista, peras em calda e seccas, figos, copos finos para agua, massas para sopa, azeite, ca- dem em latas grandes a 2,ooo rs. a lata.
11 la, pimenta, velas de carnauba, banha de p orco, papel, e outros muitos gneros, de es- Balachinha deCraknelera latas de 5 libras
ti a, que lodo.', serao vendidos por mdicos irecos. bruto a 4,ooo rs.
dem ingle/as em harrias a mais nova do
mercado a 2,5oo rs, a barrica e 24u rs. a
libra.
Caribes com bolas francezas proprios para
Vende o proprietario dos armazens do progressista deliberado nao concorda mimos ou para amos que vao as procis-
ctm a liga da Uniao Commercial, Clarim, Allianca, etc., etc., etc., declara que s con soes a 8o0 rs- c.ada um- .
la em alliai-se aos tus freguezes, fazendo com estes urna liga de nteresses recprocos' Pcrasscc'as as mm novas (, mcrcau,> a o
ten 11 os se is alliados a facoldade de comprarem por precos muito em eonta o bom fiam-:...rs- a '
bre, o loiinidavel queijo e asaborosa bolaciinha de soa, que fazem urna boa allianca *'f08 ,e comadre em litas de 4 e8bbras
com a superior champanhe e o porto fino, micos que sabera imitar a unio destes ar- l>lC
mazens com os seus concurrentes. Vinde, senhores, a >s armazens, aonde podis d'en-
fT3 um muito explendido sortimento desabirosos alimontos, escolherdes os quemis
vos apetecer, cortos de que nunca tereis occasio de arrepender-vos de gastar o vosso
d:nbeiro oestes eslabelecimentos.
I'nio de chapa americano a l,4oo rs. a libra
fizenda especial.
Presunto para Hambre ingleze; a 7oo e 8oo
rs. a libra.
Chouricas e paios mnito novos a 64o a libra.
Ha tatas muito novas em gigos de 34 libra a
l,ooo rs. e6o rs. a iibra.
Massas .para sopa macarro, tlharim aletria
a 4oo rs. a libra.
Cognacverdadeiro ingleza 8,;oo rs. a caixa
e 8oo rs. a garrafa,
dem francez a 7,ooo rs. a dua e 7oo rs. a
garrafa,
dem mais seros viudos por navio a l,7oo.! Charutos em grande quanlidad 3 ede todos os
dem prato es melhores e mais frescos do fabricantes mais a creditadjs a l,5oo,
mercado a 76o rs. a libra. 2,ooo, 2,5oo, 3,ooo e 4,oo) rs. a caixa,
dem londrino ^ (loo rs., e sendo inteiro a os mais bai.xos sao dos que por ahi se ven
AVINO.
Todos os senderes que comararem para negocio ou casa particular de 1000 para
cima terao mais 5 a 10 por cento de abatimento, os proprietarios scientificam mais que
todos es seus gneros sae recebidos de sua propria encommenda, razio esta para pode
vender por muito menos do que outro qualquer estabelecimento.
Manteiga ingleza flor a 8oo rs. a fibra. | Vellas de carnauba e composicao de 32o*
Gastanhas muito novas a 2,ooo rs. a caixa, e 36o rs. a libra e de io.ooo a H,ooo rs. a
a 16o rs. a libra. arroba.
Bolinho francez e era caixiuhas de 7oo a Genebra do Hollanda em botijas de conta a
l,5oo rs. cada urna. 440 rs. a botija, eem duzia ou em barrica
dem franceza a mais nova do mercado a 56o ter abatimento.
rs. a libra, e 54o rs. em barril. Massas para sopa macarrao, talbarim e aletria
dem de porca refinada muito alva 46o rs. a 48o rs. a fibra e em caixa ter abati-
a libra. ment.
Prezunto para fianbre a 8oo rs. a libra. dem estrellinha, rodinba e pevideem caixi-
Ch uxim miudinho vindo de conta propria, nhas-de 8 libras, muito bem enfeitadas de
mmMmmmMwmmmm mmmsmmm
AURORA BRILHAN1E
LARGO DA SANTA CRUZ N. 84.
O proprieUrio do grande armazem do molhados denominado JAurora Brilhante. araba de
ti reduzr o p,-eco dos seus gneros, precos estes que muito bao de agradar aos seuhores coio-
y pradores.
Manteiga ingleza flor a 720 e .
W Dita haniliurguexa muito nova a
ot Dila franoea 5W e 560 r. e em
3 barris a......
SJ? Queijos do reino novos a 2,5500 e .
< l're^untos novos de Latnego, libra a .
>jK Cliouri^nii do reino novas, libra a
"j Esperm icetoimto lino a 720,6i0 e .
(Jri Velas de carnauba arroba lfi e libra
S 3Me .
XlK Cha fiv ->. n muito superior a 25300 e
Mi DiUi perola a
vjg Dito miadiobi a 2so e .
> Dito [ireto muito superior a 1*800, e
Mi Latas rom bolachinha de soda de S
g libras a......
com biscoilos de varias nualida-
Q2 Dea d>> <. naba e banana fino a 400,
rj 560 (eaixo) e -
'lirmelada ,iova dos melhores auto-
fa rc,lbra i 640 e .
' I' "ixesavel, capuxo, fango,
6J fongro. .almontc a outros muitos
b ni prentradot a ...
I Nantat, latan a .
S ii genebra de Hollanda da
i ', a 500 e fras pieiras a
^;< Garra roes com genebra le23garralasa
W', genebra Je laranja a .
'igueirac Lisboa, a 400,
< .........
Pono fino a C^:0, 720 e .
800
800
520
3*000
480
640
600
Dito musealcl c Seinbal a 800 o .
Licores finos a 800, 1*000 e .
Caixiuhas com ameUas muito enfei-
tadas a 1*600 o......
Latinhas eom ditas a 1*300, 2* e
Ditas com fh'os de romadro novos a
l*300e .......
Ditas com ervilbas francezas o portu-
guezas a.......
I430
15280
330
i*7Qo nilas co,n ostras a
11500
Ditas cora massa de tomates ,
Ditas com fructas de Portugal a 560 e
Azeitonas de Elvas era frascos a
PMSSDR coro conservas a 750 e .
Ditos com moaurda franceza a .
Macos com 20 macinhos de palitos de
'entes a...... .
Tijolos de limpar a.....
Aramia verdadeira vinda de encom-
menda, a libra a.....
720'Gomma de engommar a 3*400 a ar-
roba e a libra a 100 e .
Tapioca muito nova, a libra a 140 e
Ervilbas seccas eglio de bico, a libra
Massas para sopa, raacanao, talbarim
e b'tria, a libra.....
Dit s brancas, viudas de Li-boa, a
:t(H)()
2*250
3*(XK)
1*400
640
1*000
no
5*300
i-, \ unios
do
f* Dito bram-o proprio para missa a
as atareas a 500 rs.
(4. garrafieadailaa. .
,V' r rd lmro, a garrafa por.
Xl*i garrafailos no Porto,
arafa tiof 1-J, l*2()i e. .
A
8*000|ivviiie, eslrelinhas e rodiohas .i
bJOOO
Caf ile primeira s rte, a libraa 280o
9kbSo verdadeiro bespanhol, a libra .
566 lito massa a 160, 200, 240 u .
800 Vlpista a 4*800 a arroba e a libra .
640 Paiuro a 53 a arroba e a libra .
Amendoas de p,ici mol,' a 360 e dura
5*850 .Azeite doce refinado, a $ irrah a ftOe
15000iM,.lli,,s en,i inunde JOO ceblas a. .
jCastaiihas novas, a libra .
l'.Voxes.a libra .
33800
2*000
G40
720
600
640
800
800
500
200
140
500
80
160
160 ,
48:) f
320 "
48')
320
400
280,
160 &
200
240
i-vmo
1-31100 a
160 ,-,
200 $
rs. a lata,
dem em caixiuhas de 8 libras a l,8oo, e
24o rs. a libra.
No7.es muito novas a 140 rs. a libra, e 4,ooo
rs. a arroba.
\ Amendoas confeitadas a Doo rs. a libra.
! dem de csea mole a o rs.
Viudos engarrafados no Porto e Lisboa das
seguintes marcas: duque, genuino, velho
secco especial, lagrimas dores, vinho es-
pecial D. Pedro V, nctar superior de
1833, duque do Porto de 1834, vinho do
Porto, velho superior, madeira secca. Por-
to superior 1). Luiz I, e oulras multas
marcas, em caixa de urna duzia a lo.ooo e
9oo rs. a garrafa.
Idein branco de uva pura a 64o rs. a garra-
fa e 4,ooo a caada.
|dem superior a 5oo rs, a garrafa e 3,2oors.
a caada.
dem em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e 5oo rs, a garrafa,
dem de marcas pouco conhechlas a 4oo rs.
a garrafa c 3,ooo rs: a caada.
Especial vinho Lavradio sem a mais pequea
cmposicSo a 560 a garrafa e 4,ooo rs. a
caada.
Pomada a 200 rs. a duzia, sevada muito no-
va a 80 rs. a libra, e 2,5oo a arroba.
Garraiues com i garrafas de vinho supe-
rior a 2,5oo rs. com o garra fao.
dem com i i ditas de venagre a l.ooo rs.o
garrafn.
Vinagre PKH em ancorelas de 9 caadas a
15,ooo rs. com aancoreta
dem empipa puro sem o batisme a 2oo rs.
a garrafa e l,4oo rs. a ranada.
Caixas com 1 duzia da garrafas de vinho Ror-
deaux fazenda muito especial a fi,8oo rs.
a caixa e Too rs. agarrafa.
Licores franceses e porfaiRuexes das seguin-
tes marcas crcme de violetas, gerofles, ro-
sa, absiato vespeiro, amor peneilo, amen-
dua amarga, percicot, de Torio, Botem,
morangos. limao. oaf, laranja, cidra, yin-
ja. canca, crayo, onda pimenta a l.ooo
(lema 2,ooo e,5oo rs.
Caf de premeira qualidade a B,5oo rs. a ar-
roba e 28o rs. a libra,
dem de segunda qualidade a )l,2oo rs. a ar-
roba \) 26o rs. a iibra.
Arroz do Maranhao a loors. a ibra, 3,ooo rs.
a arroba.
Iilem da India muito superior a 2,9oo rs. a
arroba, e loo rs. a libra,
dem mais baixo redondo a 2,Coo rs. a libra,
dem da India comprido a 2,4 jo rs. a arro-
ba, e 8o rs. a libra.
Vellas de carnauba do Araeaty a 9,5oo rs. ar-
roba, e 3r3o rs. a libra,
dem de sebo muito dura (logrado esparmace-
te 36o rs. a libra,
dem de esparmacete a 54o rs a libra, e em
caixa a 52e rs.
Papel o melhor que se pode tosejar para os
Sis. empreados.pblicos a .ooo rs. a res-
ma, ja se vondei por 7.ooo rs.
dem alraaco pautado e liso a 3.i ioo re. a resma,
dem de peso pautada e list a 3,ooo rs. a
resma,
dem a zul de botica ou fuguel iiroa 2,2oo rs.
a resma.
Idemembrulho de l,2oo a 1,4jo rs. a resma.
Ameixas francezas em latas di 1 'i libra a
l,2oo e8oors. a libra,
dem em frascos de 3 libras a '.!,5oo rs., s o
frasco valle l.ooo rs. tambsm temos em
frascos para l,4oo rs.
Conservas inglezas a 7oo rs. o frasco.
Molhos inglezes a 8oo o 1,000 s. o frasco.
Moslarda preparada em potes muito nova a
2oo rs.
Latas com 2a 4 libras de caj secco o mais
bem arranjado possivel a I,8oo e 2,8oo
rs. a lata.
Serveja bou. lente verdadeira a G,8oo rs.
a duzia.
dem de outras marcas preta c branca a 5,5oo
e G.ooo rs. a duzia inteiras.
Vasspuras de piassava com 2 ireos de ferro
vindas do Porto a 32o rs.
Cebollas muito novas a 8oo rs. i molho e 5oo
rs. o cento.
Chocolate porluguez bcspanlit I francez de
8oo a l.ooo rs. a libra.
Genebra de llollonda em frasq eiras a 6,ooo
e 50o rs. o frasco.
dem em botijas a 4o<> rs.
dem em garratoesde I garrafas a 5,2oo rs.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a g oza e 2o rs. a
caixa.
dem de dentes litados em macos grandes
com 2o rs. o macinhos a 12o rs. o masso.
(lominhos muito novos a 32 > rs. a libra e
lo.ooo a arroba.
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a Bo rs. a libra.
Milho alpisla a 14o rs. a libn e 4.5oo rs. a
arroba.
Gomma a 8o rs a libn e 2,4 io a arroba.
Peines em latas a l.oofl rs. a I ita j prompto
a comer-si!
Farcllo de Lisboa rnarcj) N. c Bialo saceos
grandes a 4,ooo rs.
o melhor do mercado a 2,8oo rs.'a libra,
dem hyson de superior qualidade a 2,6oo rs.
a libra,
dem perola o melhor que se pode desejar a
2,7oo rs. a libra,
dem preto muito fino a 2,5oo rs. a libra,
dem mais baixo pouco a 2.000 rs. a libra,
dem mais baixo a l,8oo rs. a libn.
Vinho do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado garante-se a superioridade deste vi-
nho, das seguintes marcas : Duque, Ge-
nuino, velho secco, especial lagrimas do-
ces de 1819, vinho especial D. Pedro V.,
vinho velho, Nctar superior de 1833, Du-
2,5oo a 3,5oo rs. a caixinha e a 600 rs. a
libra.
Boce de goiaba em catxas de diversos taa-
nnos de 600 a l.ooo rs. o caixSo
Sabo massa de 2oo a 24o rs. o melhor, em
caixa ter abatimento.
dem hospanhol a 28o rs. a libra.
Peixe um latas muito novo; savel, pescada,
corvina, salmo e outras militas qualidades
preparada de escabeche 2. a arte de cosi-
nha de l,2oo a l,8oo rs. a lata.
1 Figos em caixas de 1 arroba, V* o 8 libras
a 8,000 4,000 e 2,000 rs. a caixinha.
Barris de vioho branco de quinto, marca B
& Filho a CO.ooo rs. o barril.
qualidade, vinho do Porto superior D. Lu-
iz 1. de 1847, lagrimas do Douro espe-
cial, vinho do Porto de l.oooa l,2oo rs.
a garrafa e de lo.ooo a i4,000 rs. a caixa
com urna duzia.
Bolachinha de soda especial encommenda e a
mais nova que ha no mercado a 2,2oo rs. a
lata.
Biscoilos inglezes das melhores marcas em
latinhas de 2 libras a l,3oo rs. a lata.
dem inglezes craknel era latas de 5 e 7 libras
'de 5,000 a 6.000 rs. a lata, e em libra a
800 rs.
Queijos do reino chegados pelo ultimo vapor
a 2,5oo rs. cada um.
dem prato a 7oo rs. a libra.
Vinho em pipa das mais acreditadas marcas
como sejamBi F., PRR, JAA, outras
omitas marcas. Porto, Lisboa e Figuefra ;
de 48o, 5oo, 56o, 64o e 800, rs., e o do
Porto fino em garrafa, e em caada a
3,ooo, 3,5oo, 4,oeo e 6,5oo rs. o melhor
do Porto.
dem Bordoaux das mais acreditadas marcas
a 7oo rs. a garrafa, c a 8,000 rs. a caixa.
Garrames com 5 garrafas de superior vinho
do Porto a 2,2oo rs. com o garrafao.
dem com 5 garrafa de vinho da Figueira mais
proprio para a nossa estac3o por ser mais
fresco a 2,4oo rs. com o garrafao.
dem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.
com o garrafao.
Vinho branco o mais superior que vem ao
nosso mercado a 860 rs. a garrafa, e a
4,3oo rs. a caada.
Velas de esparmacate as melhores neste ge-
nero de 56o a 64o rs. o maco, e em cai-
xa ter grande abatimento por haver
grande porcSo.
Azeite doce em barril muito fino a 64o rs.
a garrafa e 4,8oo a caada,
dem francez refinado a 800 rs. 1 garrafa.
Ervilhas francezas e purtuguezas a 64o rs. a
lata.
Bocetas eom doces seceos de Lisboa de 3oo
a 3,5oors. cada urna.
Toucinho deLisboa a 3oo rs. a libra, e a
9,ooo js. a arroba.
Nozes muito novas a 16o rs. a libra e 4,800
rs. a arroba.
ros de Lisboa a 64o rs. a latinhade 1 libra,
ha latas de 1 V e 2 libras.
Massa de tomate em latas dou radas de 1 libra
a 64o rs. a lata.
Ameixas francezas em caixinhas elegante-
mente enfeitadas de l,5oo a 3,ooo rs. a
caixinha, tambem ha latas de 1 */ a 6 li-
bras de l,2oo a 4,5oo rs. a lata.
dem em frascos com tampa de rosca a 1,60o
rs. o frasco.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
suisso a l,2oo rs. a.libra.
Conservas inglezas das seguintes marcase
Mixde-Picles e cebollas simples a 75o rs
o frasco.
Ancoretas de vinho colares a 5o,ooo re., e
a 72o re. a garra f
Sardinlias de Nantes a 32o rs. a latinha.
Charutos das mais acreditadas marcas de
2,5eo a 4,000 rs. a caixa.
Champagnhe a melhor do mercado de 12.000
a 24,000 rs. oggo, ede l,2oo a 2,000rs. a
garrafa.
Papel greve pautado ou liso a 3,5oo rs. a res-
ma.
dem de peso pautado ou lizo de 3,5oo a
4,000 rs. a resma.
Gomma muito fina e alva a 80 rs. a libra.
Milho alpista e painso de 16o a 2oo rs. a li-
bra.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a grosa e 2oo rs. a
duzia.
Vasos inglezes de 4 a 16 libras vasios, muito
proprio para deposito de doce manteiga
ou outro qualquer liquido de l,ooo a
3,ooo rs. cada um.
Licores das melhores marcas e mais finos
a l.ooors. a garrafa e em caixa ter abati-
mento.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
e lo,5oo rs. a caixa.
Chouricas as mais frescas do mercado a 800
rs. a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a
l.ooo rs. o frasco.
Serveja das mais acreditadas marcas de
5,5oo a 6,5oo a duzia e de mais a 5oo rs.
a garrafa.
dem em botijas e meias, sendo preta da
muito creditada marca T de 6,5oo a 7,8oo
re. a duzia.
Ceblas em molhos grandes a 800 o molho
640 o cento, e a 6,5oo rs. a caixa
Caf de 1.*, 2. e 3.* qualidade de 26o, 3oo
e 36o rs. alibra, do Cear de 7,8oo, 8,600,l Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
e 9.200 rs. a arroba do melhor. Farinha do Maranhao a 14o rs. a libra.
Arroz da India, Java e Maranhao de 2,8oo a Tijolo para limpar facas a 16o rs. cada um.
3,000 a arroba, e de 80 a loo rs. a libra. Cominho a 4oo re. a libra.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e 5oo Erva doce a libra.
a libra, ha caixas meias e quartos. Canella a l.ooo rs. a libra.
Sevadinha de Franca a 24 rs. a libra. i Batatas a l.ooors. o gigo com 32 libras liqui-
Sag muito novo a 28o re. a libra. I das e 3,ooo re. a caixa de duas arrobas.
v
Se; ""i' Mitras eneros ,jue deixaui dt se mencionar, tudo da melhor finalidad 1 A
.iiitscommouos.
6
mMmmmmm mmm
(lapas pretas.
A' leja do Porto, na esquina da roa da Madre de
Itr-us, Mita de etKfar mi romnteto sorlrrriento do
rica caoiis pretas, e soutamfa vqnM rofaitados
com o 111 'Ibor esto, e |r preco comanda : lain-
hem tem um eonvitatO soriimTilo de reupas feitas
e mirados, bem romo bortr-gains de cores para os
menino- po I : im ir as procisses.
AlgoHao da Baliia
para saceos da assocar e roupa le escravo; tem
para vender Antonio Luiz di Oliv-ira Aievedoir
C, no seu eseriptorio ra da Cruz n. i.
pretas para a q na resma
Superiores moureantiques pretos largos a 2*i00,
25300, 3$, :i,3">oo e i3 o rovado, lions grosduna-
ples pretos largos a l00, lfi600, 1*8C0, 2*000,
2,5"00, 3f e 35300 o covado, ricos vestidos de
javas de pellica.
Chegaram tiara a leja fgala ranea, ra do
Queimado n. 8.
moureatinque preto eom borra, ditos
preto bordados e adamascados eom barra, ornis
moderno que tem vindo a l'ernambuco, e mitras
militas faadas de boa posto, pretas proprios para
vestido, superiores capas de seda preta a 165, 205,
255, ;t05, 335, 40 e 505, manas pretis de liln.
lindos chapis de palha de Italia, oque pode haver
de mais goslo ,1 Canotier : na luja das columnas
na ra do Crespo n. 13, de Amonio Correia de
Vaseoncelios A ('..
Bolas para buhar.
Francisco Garrido tem para vender no sen esta
beleei ment, ra larga do Rosario 11. 37. exceden-
tes bulas para buhar; sendo nm upo de 4 bolas por
505, panno para o mesmo 604, gi, roza 125-
urna duzia 15200, solas para us tacos 25 o cento.
Webolii a 900 rs.
o cento : na ra da Madre de Dos n. 18.
Chapeos de castor preto de superior qualidade a
6 e 75, na ra do Queimado n. 43: qnem precisar
1 de enfeilar a rabeea appareca, antes que se acal,.'.
na ra do Queimado 11. \:\, esquina que volta para
a Congrepae-io.
C U'*IIMs
pti;t es paisde familias.
Tendo-se receliido na loja do Vigilante nma
grande (torcao de pirte;, ou conservadores para
cabello. iaoi i para meninas cuino para nenhonir,
propriamente para asaistiresi os actos religiosos
da semana santa, por preeos de 500 r. cada nm ;
a vista faz fe : s no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
uvas de louvin.
Tambem chfgaram as verdacleiras luvas de Jou-
vin, sortimento seguinte. pretas: brancas c de co-
res, sortidas : s no Vigilante, ra do Crespo n. 7.


litarlo le ftrnnmhuco Sexta, fe Ira 18 de llano de 1844.
r
1
- *
ALLIANCA
dRAIDE ARMAZEM
DE
MOLHADOS
0 nico que mais vantagens offerece ao publico.
57 RA DO IMPERADOR 57
DE
Paulo Ferrelra da silva.
0 proprietario deste grande estafeelecimento de moldados, recebe por todos os
vapores e navios os melhores gneros que vem ao mercado, os quaes vende em scu ar-
m.tzem pelos mais resumidos precos.
Tendo chegado pouco da Europa, aonde deixou pessoas encarregadas para a es-
colha de seus genros, tem a honra de aniuinciar ao respeitavel publico, que ninguem co-
mo elle pode vender to barato e por tac resumidos precos; servindo como costumaaos
seus freginv.es com os melhores gneros 'jue se ptle desejar.
ATTEIPO.
Querendo o proprietario deste to til estabelccimento a concurrencia da boa
freguezia, tan deliberado vender sempr* por menos do que outro qualquer, garantindo
aos seus fregueses todo e qualquer genero sahido de seu acreditado armazem.
.Mauteiga inglcza a mais nova e fina ehegida Velas estearinas a 36o rs. a libra e em caixa
ueste ulti.uo vapor a 800 rs. a libra c de 81 a 54o rs.
libra para cima ter abatimento. j dem de carnauba pura e refinada a 3G0 rs.
dem franceza a meibor e mais superior do- a libra c 10,000 a arroba.
H06$O mercado a 56o rs. a libra e 52o em dem de composico cmmacadas a 32o rs.
barril ou meios. o maco e 9,ooo rs. a arroba.
Bjulia tle parco refinada e muito alva a 44o Massa de tomate em latas a 600 rs. a libra.
rs. a libra, eem Iwrril a 4oo rs. i Doce em calda das mais especiaes frutas da
Cha hysson o melhor neste genero especial! Europa a 600 rs. a lata.
encmmenda do proprietario a 2,7oo rs. a Ostras em latas muito bem preparadas a
libra.
dem idem menos superior e que em outras
I.ooo rs.
Peras seccas muito novas a 5oo rs. a libra.
casas se vende a 2,6oo rs., custa neste .'r- j Massas para sopa estrellinha muito nova em
mazem 2,2oo rs. a libra. I caixas de 8 libras a 3,ooo e 5oo rs. a libra.
Ideal uxim o melhor que pode haver nette dem talharim, macarrao e aletria a 4oo rs.
genero a 2,6oo rs. a libra, garante-seaqua- dem macarrao um pouco mais baixo a 24o
lidade. rs. a libra.
dem preto muito esi>ecal a 2,ooo rs. a li- Sevadinha muito nova de Franca a 2oo rs. a
bra, e mais baixo, porem muito sufrivel a' libra.
l,2oo rs. a libra, vende-se por estes pre- Sag o melhor que possivel a 24o rs. a
eos em rath de uestes ltimos navios ter-, libra.
se reoebklo grande porco deste genen, Farinha do Marnnlio a melhor que presen-
a defereaca de preco he de Gooa 800 rs-; temente tem vindo ao nosso mercado a
a libra do pie se vende en outra qualqu;r: i 4o rs. a libra.
parle. Gomma do Aracaty maitissimo alva a 80 rs.
dem do rio em latas de 1 at C libra a l,4oo a libra.
rs. a libra, neste genero o melhor po;-jFarinha de ararnta verdadeira a 32o rs. a
sivel. 1 libra.
Biscoitos ing ezes em latas com differentes Licores muito finos de Bordeaux e toda as
qualidades como sejo craknel, victoria
pie nic, soda, captaim. secd, borne e ou-
tras muitas marcas a 1,35o rs. a lata.
Bulaxinhade soda em latas grandes a 2.oco
rs. 1-a.la urna.
marcas que ha neste genero a 800, 1,000
e l,2oo rs. a garrafa.
Phosfuros do gaz a 2oo rs. a duzia e 2,2oo
rs. a groza-
I Bolaxinba americana em barrica a 3,ooo rs.,
Figos em cai.siuAias hermiticamente lacrad; s! e em libra a 2oo rs.
e muito |T(ipHs para mimo a i ,60o e Tijolopara limpar facas a 12o rs. cada um.
2,6oo rs. cada urna. Vassouras de piassaba com dous arcos de
Idumuui caixiuhas de 8 libras a 2,ooo rs. c<-I ferro prendendo o cabo a 32o rs. cada
da urna. j urna.
Paseas muito novas a 8,000 rs. a caixa e 48) Escovas de piassaba proprias para esfregar
rs. a libra. | casa a 32o rs.
Ameixa francezas em latas de libra c roeia o Sardinhas de Nantes muito novas a 32o rs.
a lata.
Peixu em lata muito bem preparado savcl,
curviua pescada e outros a 1,000 rs. a
3 libra a 1,2oo 2,ooo e 800 rs. a libra.
Caixiuhas com ricas estampas a l,4oo rs.
cada urna, frascos de vidro com rolla do
mesmo, ronlendo libra e meia le ameixas. i tata.
Champagne da marca mais superior que tem (Ervilhas portuguesas e francezas j prepa-
vindo an nosso mercado a 18.000 rs. o i- radas a (Uo e To rs. a lata.
Caf lavado de primeira sorte a 3oo rs. a
go, e l,8oo rs. a garrafa, garante-se a su-
perior qualidade.
libra, e 8,5oo a arroba.
Vinlio Bordeaux lliores qualidades (]iie dem do Rio muito bom a 28o a libra c
8,000 rs. a arroba.
Arroz do Maralo a loo e 120 rs. a libra.
se pode desejar a 7,000 e 7,500 rs. a ca
xa e 64o rs. a garrafa.
Gaixas cun Vinhodo Porto superioi le 9,ooo i dem de Java a 1ki rs. a libra,
e lo,ooo rs. a duzia, e 9oo e l.ooo rs. 11 Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra.
garrafa, neste genen ha grande poiraoel: I Aveles muito novas I 2oo re. a libra,
differentes marcas.muito acreditadas qua Nozes muito novas a 2oo rs. a libra,
j se venlei'5o jxr 14,mx) l.*>.oooi's. acai- Chouricas e paios a 7x> rs. a libra.
xa como seja, Duque do Porto, lagrimas. Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra ou a
do Douro, I). Luiz, t'.amoes, Madeira sec- 8,5oo rs. a amiba
co Nctar ; Genuino e malvasio fino e ou- Presuntos de lamego de superior qualidade
bou tomo Cberry e Madeira para 12,oooe chegados neste ultimo vapor a 48o rs. a
13,oo<) rs. a caixa.
Yinho de pipa Porto, Lisboa, Figueira, a 4oo,
48o, e 56o rs. a garrafa, 3*000 3,2oo 1
:f,5oo rs. a caada.
I lem hranco o melhor ueste genero vindo dt
encmmenda a 600 rs. a garrafa, e 4,5oc
rs, a caada.
Idea do Port em barril muito especia]
04o rs. a garrafa, e r>,ooo rs. a caada.
Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa
1,4oo rs. a caada.
Mein em garrafues com o garrafa.
Azeite doce ir Lisboa superior pialidade a
Oio rs. a garrafa e i,800 rs. a caada.
Battatas em gigos Je trila a trinla e tantas li-
bra a 800 rs. o gigo e 4o rs. a libra,
(.riiebra de Hollanda a mais superior a 6,00c
re. a frasqueira e 56o rs. o frasco.
dem em garrames com25 garrafas a 8,000
rs.
Seroja las melhores marcas de ?,ooo ti
5,500 a duzia e 5oo rs. a garrafa.
Cognac superior a 800 e 1,000 rs. a garrafa,
e ein caixa ter abatimento.
Marmullada imperial dos melhores e mais
afamados eoricerveiros de Lisboa em latas.
de librac delibra e meia e duas libras f
ou rs.
i oncenas malezas em frascos grandes
76o rs. cada um.
Mein franceza de todas as qualidades de
ligamos e fruto a Boo rs.
Mostarda francezas em potes preparada a
oors.
Palitos para denles 12ors. o maco.
dem lixados muito lino 14o rs.
libra.
Alpista muito novo e limpo a 16o rs. a li-
bra e 4,6oo a arroba.
Pataco muito novo a 18o a libra e 5.ooors.
a arroba.
Sabo maca, amarello e castanho a 22o c
24o rs. a libra.
lilem mais baixo um pouco a 16o, 180e2oo
rs. a libra.
Castanbas pelladas a 24o rs. a libra.
Chocolate francez de primeira qualidade a
1,200 rs. a libra.
dem de Sanie muito superior e medicinal a
l,3oo rs.
Copos lapidailos proprios para agua a 5,00o
rs. a duzia, que em outra qualquer parte
7 c 8,000 rs.
Charutos dos melhores e mais afamados fa-
bricantes de S. Flix e do Rio de Janeiro
de l,5oo a f>,ooo a caixa.
Cebollas novas a 800 rs. os molhos grandes
e 7oo rs. o cento.
Doce de goiaba a 64o rs. o caixo.
Lentilbasexcellente leguihc para sopa cgui-
zado a 24o rs. a libra.
Ervilhas seccas j descascadas a 2oo rs. a
libra.
Pimenta do reino muito nova a 36o rs. a
libra.
Cominbos e crva doce a 32o e 4oo rs. a li-
bra.
Gravo da India a 600 rs. a libra.
Canella muito nova a 1,000 rs. a libra.
Alfazema a 2oo rs. a libra e 6,000 rs. a ar-
roba.
Graixa a loo rs. a lata e l.loo rs.a duzia.
Grande liquidadlo
de fazendas na luja do Pavo, ra da Imperalriz .
CO, ile (jama & Silva.
AcOa-se este estabeteetmeato completamente sor-
tidode fazendas Inglesas, francezas, allcmes e
suissas, proprias tanto para a praca como para o
mato, prometiendo vender-se mais barato do jue
em outra qualquer parte principalmente sendo em
porco e de todas as fazendas do-se as amostras
deixando ficar penhor ou mandam-sc levar em ca-
sa pelos caixeiros da toja do l'avo.
As chitas du Pavo.
Vendem-se nperiores cliias claras c escuras pe-
lo barato preco de 240 e 280 rs. sendo tintas segu-
res, ditas francezas linas a MO, 310, 30, 400 r
500 rs., o covado, ditas prelas largas e estreitas,
riscados escocexei linos a 240 rs. o covado, isto na
loja do l'avo ra da Imperalriz n. 60 de Gama t\
Silva.
As cassas do Pavo a 2 40. 280, 300 e 320 rs.
Vendem-se finissimas cassas persianas cores fi-
xas a 320 rs. o covado, ditas francezas muito linas
a 210 e 280 rs.. ditas ingzezas a 240 c 280 rs. o
covado. Bnissimo organdy matisado com desenhos
miudinhosa 320 rs. o covado, cassas garibaldinas
muito linas a 320 rs., isto na loja do l'avo ra da
Imperalriz n. 60, de Gama & Silva.
As laziubas da ciposiro do Pavo.
Vendem-se as mais modernas lazinhas mossan-
bique chegadas pelo ultimo vapor francez sendo
de urna s cor ou de listas miudinhas com 1 pal-
mos do largura, proprias para vestido de senhora,
roupa jiara meninos e capas, e pelo baralissimo
preco de 500 rs. o covado, ditas anfoUnai trans-
parentes de quadrmlios a 500, 400 e :tt rs. o co-
vado, ditas matisadas muito finas a 300 e 400 rs.,
dilas mais baratas do que ehila lambem mauladas
a 320 rs. o covado, ditas a Mara Pia com palma
de seda e 4 palmos de largura a 800 rs. o covado,
e dilas de urna s cor parda, azul, cor de lyrio e
perola proprias para vestidos, saulem)'jii|ues e
garibaldes a 720 rs. o covado, ditas esroceza a
800 e 400 rs., isto s na loja do Pavo, ra da Im-
peratriz n. 60, de Gama di Silva.
Os chales do l'avo.
Vendem-se finos chales de crepon eslampados
pelo barato preco de 6A. 7, 8J>. ditos de (tonta re-
donda a 7 c 84, dilos pretos ricanunie bordados
a retroz com vidrilho a 12, ditos pretos lisos a
54, ditos de cores a 45300 e o, ditos de merino
estampados a 2-3 e :i. ditos de la a 14280 e ,
dilos de retroz preto paia hito a di, isto na loja
i do Pavo ra da -Imperalriz n. 60, de Gama *
! Silva.
Fazendas prelas para a qnaresma vende o Pavo.
Vande-se prosdenaple preto muito superior a
; 15600, dito a i800, 25. 23500. 2*80' e 35, mo-
reantique preto muito su(ierior a 35 e 25800, sar-
ja prela hespanhola muito encorpada a 25, isto na
loja do l'avo ra da Imperatnz n. 60, de Gama
A Silva.
O Pavo vende para luto.
Vende-se superior setim da China fazenda toda
de la sem lustro lendo 6 palmos de largura pro-
pno para vestidos, paletots, rapas etc., pelo bara-
to preco de 25, 25200, 25500 o covado, cassas
pretas lisas, chitas prelas largas e estreitas, chales
de merino lisos e bordados a vidrilho, manguitos
comgollmhas e outros niuitos artigos que se ven-
dem por precos razoaveis: na loja do Pavo ra
da Imperatnz n. 60, de Gama & Silva.
Os pannos do Pavo.
Vende-se panno preto muito superior pelo barato
preco de 25, 2550i.:i e 3*500. dilos muito Irnos a
45, 55 e 65, cortes de casemira prela entestada a
\ 45, 45500 c 65, casemira preta fina de urna s
j largura muito Una a 15800, 25. 25300 e 35, cor-
: tes de casemira de cor a 55, 55500 e 65, caseini-
ras entestadas de una s cor proprias para calca,
I paletots, coildos, capas para senhora, roupas para
; meninos a 35 e 3*500 o covado, isto na loja do
. Pavo, ra da lm|ieratriz n. 60, de Gama Silva.
A roupa do l'avo.
Vendem-se paletots de panno preto sobrepasa-
ros fazenda muito boa a 125, ditos muito linos a
165. 20?. 235 e .105, calcas de casemira prela boa
fazenda a 45300,55, 65, 75 e 85, paletots saceos
' de panno preto a 75, ditos de casemira de cor a
65 e 75, ditos de alpaca preta. ditos le merino
i preto, ditos de brim de cores, calcas de ca.-emira
de cor a 45, 55.65, 75, ditos de casemira da
, Escossia a 35, ditos de ferina pardo a 25500, ditos
de car a 25 e 25500, ditos brancos muito finos,
sto na loja do Pavo, ra da Imperatnz n. 60, de
Gama & Silva.
Os bordados do Pavo.
Vendem-se camisinhac de cimbrara mnrto finas
com manguitos e golas muito bem bordadas pelo
barato preco de 15280. ditas de fil a 15. ricas
pelerinas 011 romeiras bordadas a 15600 e 25, su-
periores manguitos com polla e .1 balao a 35 e 45,
sendo milito bein bordados e os mais modernos
que ha no mercado, manguitos e camislnhas a 35
e 35500, gollinhas finissimas le cambraia a BOO,
. ditas de fil a 240 e 320 rs.. peen de entremeios
i com 3 varas a 640 rs., liras bordadas a 15, e ou-
, tros muitos artigos neste genero que se vendem
mais barato do que em outra qualquer liarte : s
na loja do l'avao, ra da Imperalriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
As tapas do Pavo.
Vendem-se ricas capas de seda preta ricamente
' enfeitadas. sendo as mais modernas pelo barato
preco de 205, 235. 305 e 405, sautembarques de
seda uria -.lulo ricamente eufeitados a 205, 255
1 e 30a : na loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60,
! de Gama & Silva.
As cambraias do Pavo.
Vendem-se pecas de cambraia muito fina com
salpicos tendo 81|2 varas cada peca a 3*500, ditas
1 a 35 e 35500, ditas adamascadas "muito finas pro-
1 prias para cortinados a 35, ditas a 45, peras de
cambraia bramas lisas fa7enda muito fina com 8
1|2 varas a 35300, 45,45300, 55. ditas de qua-
dros proprias |>ara forro e babados por presos mui-
to razoaveis: na loja do Pavo ra da Imperalriz.
Os cortinados do pavo.
Vendem-se ricos cortinados proprios para janel-
la e camas pelo barato preco de 95 o par, sendo o
melhor que ha no mercado": na ra da Imperatriz
n. ti0.de Gama e\ Silva.
Panno de buho.
Vende-se panno de linho com 4 palmos de lar-
guia proprio para leiu;es, toalhas e eeroiilas Bfllo
barato preco de 640 rs". a vara, bramante de linho
com 10 palmos de largura a 25300, atgodozinho
monstro rom8 palmos de largura a 15. pecas de
llainburgo com 20 varas a 95, 105 8 115, pecas de
niadapolao fino a 75500, 85, 95 e 105, ditas de
algodozinho a 65, 65500 e 75, e outras multas
fazendas brancas que se vendem muito baratas
.iiiiii de apurar dinheiro : na loja do Pavo ra da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva,
As colchas do Pavo.
Vendem-se colchas de linho alcochoadas pro-
prias para cama pelo barato preco de 55 cada urna
na ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva
Corles de cassa a 3,->0il.
Vendem-se cortes de. cambraia com babados a
35500: na loja do Pavo ra la Imperatriz n. 60.
de Gama & Silva.
O Pavao vende lazinhas pretas.
Vendem-se lasinhas pretas a 200 rs. o covado :
na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
A Mara Pia.

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fjo r-t-

2. ->
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3


i
o *

1
O covado.
Contina a vender-se um grande sortimento de
rmihraias francezas a 240 rs. o covado : na ra
do Qncimado n. 13, esijuina que volta para a Gon-
rgcgaco.
Ao d. 29.
Nora loja dos barateiros na ra do Qtietmado.
Ideas saias de fusto a 55, camisas Inglezas para
senhora a 25. 25500, 35 e 45, coberlas de fusto
brancas a 55, chitas rom lustro para coberta com
6 palmos de largura a 640 o covado, cambraia de
cores para vestido a 320 o covado, las para vesti-
do a 480, 560 e 640 o covado.
Ao 11. 29.
Nova loja dos barateiros na ra do Queimado.
Tarlalanas de todas as cores, fazenda muito fina
a 720 a vara, cambraia para cortinado, peca de 22
varas, por 105, chales de la por 35, 45, 5* e 85,
camisas inglezas para hornero a 385,305 e 605.
* b. 29.
Nova loja dos barateiros na roa do Queimado.
Bicos pretos, franjas de todas as qualidades,
trancas de seda, de algodo e de la, manguitos e
ramisinhas bordadas, collarinhos e punhos, follios
bordados, boldes de velludo, de seda e de fusto,
bandos de cabello, meias de seda, Icques; cujas
erligos se vendem por metade do seu valor por ser
para acabar.
Kaa da Senzalla Aova n. 42.
Neste esttbelecimento vendem-se: tachas de
ferro coado libra a i 10 rs., idemdeLow
Moor Hbra a 126 rs.
O Pavao vend?, a 8$
Vendem-se os mais lindos corles de vestidos a
Mara Pia com lindas barras de seda, sendo che-
gados pelo ultimo vapor Irancez pelo barato preco
de 85 cada um : s na loja do Pavo ra da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
As calcinlias do Pavo.
Vendem-se calcinitas de cambraia bordadas pa-
ra meninas pelo barato preco de 500 e 640 rs.,
mlanguitos para senhora e meninas a 500, 640 e
800 rs., camisinhas com manguitos a 15280 : na
oja do Pavo ra da Imperalriz n. 60.
Os baloes do Pavo.
Vendem-se crinolinas ou baloes de 30 arcos lan-
o brancos como de cores sendo americanos que
sao os melhores por se nao quebrarem a 35500 e
de33 arcos a 45. ditos de musselina com bailados
a 45, ditos para menina a 25 e 35 : na loja do
Pavo ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os corpiuhos do Pavo
Vende-se os mais m braia ricamente bordados e enfeitados a 7 e 85 ;
na loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
Os vestidos do Pavo
Vende-se ricos vestidos de grosdenaple preto ri-
camente bordados a vellido pelo barato preco de
405, sendo fazenda que sempre se vendeu a 1005
e l-'Oi ; ditos de cambraia brancos ricamente bor-
dados a croch, sendo proprios para baile e casa-
mento a 10, 15, 20 e 305; dilos de la com lindas
barras a 18 e 155; isto na loja do Pavo ra
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Grande pechiiidia |
coui toque de avaria ua loja e
ai'niaxeui da Arara ra da liu-
perairlz n. 5G de Loureneo P.
vi. Ciulmares.
Veude-se i mu toque le avaria.
Vende-se madapolo ingle; com pequeo to-
que de avaria por 65300 75x85, algodozinho a
45500 e 55, cambraias lisas finas a 35 c 35500 :
na ra da Imperatriz loja da urara n. 5i>.
Vende-se faieudas limpa; liaralissiaias.
Vende-se chitas linas (ores feras a 240 c 280
rs. o covado, dilas francezas inas cores fixas a
320, 360 e 400 rs. o covado. p irguro de linho pa-
ra vestidos de senhora a 280 o covado, riscado
francez para vestido a 280 o ovado : na loja da
Arara ruada Imperalriz d. 50.
Fazendas proprias para sei horas e meninas.
Vende-se gollinhas com boliiozinho para senhora
e meninas a 200 e 320 rs., manguitos de fil e
cambraia enfeitados a 500 rs., manguitos e gotlas
para senhora a 15 8 15280, camisinhas bordadas
para senhora a 25. ditas bordadas no colarinho e
punhos e grvalas muito finas a 45300 e 55 : s
a Arara ra da Imperatnz n. 56.
Principia a Arara veiler as colchas.
Vende-se colchas avelludadfs para cama a 85,
ditas de linho alcochoadas a 5., ditas de fuslo a
55, ditas de damasco a 45, ditas de chita a 25 :
na loja da Arara ra da Impeairiz n. 36.
Arara vende cassas i 210 rs.
Vende-se cassas francezas l.nas a 240 e 280 o
covado, organdys finos a 240. 880 e 220 o covado:
na ra da Imperatriz n. 56 loj. da Arara.
Arara vende cortes de case nira prela a 3$.
Vende-se cortes de casemira preta para calcas a
35, 35500, 45 e 55 : na loja d; Arara n. 56.
Grande sorlimeuto de fazendas prelas para a qua-
resina.
Sedas, grosdenaple, pannos finos e rasemiras.
Vende-se grosdenaple preto para vestidos boa
fazenda a 15400, 15600, 25, 25400. 25600 e 35 o
covado, sarja hespanhola de seta, panno lino preto
; a 15600, 25, 25500, 35 e 45 o covado, muito su-
j perior rasemiras prelas finas a 25 e 25400 o cova-
1 dn. merino fino a 25500 e 35 dito de cordo a
25500 o covado : na ra da Imperatriz n. 56.
Arara vende madapolo francez a i,>.
Vende-se madapolo francez entestado a 45 o
45500, bretanha de linho, hamburgo de linho para
lences e s:roulas a 440, 500 t 640 a vara, bra-
mante de linho de 10 palmos de largura a 25 a
vara, brim pardo de linho a 801 e 15, dito bravico
a 15. 15280 e 15400 a vara : na ra da Impera-
, triz n. 56.
Arara vende lazinhas para vi stido a 210 rs. o
covado.
Vende-se lazinhas para vestidos de senhora a
! 240, 280, 320, 400 e 500 rs. o covado, casemiras
! lisas proprias para capas de s?nhora a 15800 o
covado : na Arara ra da Imperatriz n. 56.
Arara vende fuslo a 500 rs.
Vende-se fuslo de cores para roupa de meninos
calcas e paletots a 500 rs. o co\ ado, gana france-
za escura e clara para calcas e paletots a 440 rs.
o covado: na ra da Imperatriz n. 56,loja da Arara.
Itoupa feita da Arara.
Vende-se paletots de brim de cor a 25500 e 35,
ditos de meia casemira a 3550C, ditos melhores a
45500 e 65, dilos pretos de panno a 5f, 65 e 85,
ditos de casemira tina e riebrun lados a 85 e 105,
dilos pretos de alpaca a 35500 f 45, calcas pretas
de casemira a 45500, 35. 65 e s5. dito.- de meia
casemira, ganga e brim a 25 e -.!5500, ditos finos
a 35500, ditos de brim branco a 35 e 35500, ca-
misas francezas a 25, .25500 e 35, seroulas a
15600, ditas de linho a 25 e 25'iO. cohetes a 25
e 25500 : na ra da Imperatriz a. SO.
Baldes da Arara a 3.
Vende-se baloes crinolinas de 20, 30 e 40 arcos
a 35, :I5500, 45 e 455OO, ditos de madapolo a
3500O, ditos de musselina a 45 : s na Arara ra
da Imperatriz n. 56.
Sedinhas a 500 rs.
Arara vende sedinhas de listrinhas para vestidos
a 500 rs. o covado, ditas finas a 800 rs., la Ma-
ra Pia com 4 palmos de largo e palmas de seda a
SOO rs. o covado : na ra da Inq eratriz n. 56.
Arara vende cambraias de cancinhos a 2>50O.
Vende-se cambraias de carocinhos para vestidos
a 25^00 a peca, cortes de cassa franceza a ?5, r>-
bertores de pellos a 15 e 15600 : na ra da Im-
peratnz n. 56.
Arara vende os corles de riscados francezes a 35-
Veude-se cortes derivados francezes com 14
covados a 35 o corte : na ra da Imperatriz n. 56.
Arara vende os soiilenibarques.
Vende-se soutembarques prcKs muito ricos, ca-
pas compridase manteletes de superior qualidade
a 225 e 255 : s a Arara ra da Imperalriz nu-
mero 56.
j LOJA DO BEIJt FLOR.
Una do Queiniailo numero C3.
Cravalinhas.para senhora.
Vendem-se gravatinhas dediv< rsos goslos mais
moilrnos a 720 e 800 rs. : na r ta do Queimado,
loja do beija-flor n. 63.
Filas para dehrum de vestidos.
Vendem-se fitas para debrum de vestido de linho
com 12 varas a 400 rs. a peca : na ra do Quei-
mado, loja do beija-flor n. 63.
I'cutes Iravessos.
Vendem-se pentes travessos de caracol na
frente de borracha a 500 rs.: na ra do Queima-
do, loja do beija-flor n. 63.
Papel beira dmiraila.
Vende-se papel beira domada a 15200 e 15300,
dito de cor de beira dourada a 15100 : na ra do
Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Anvelopes.
Vendem-se anvelopes de diversas qualidades
branco a 800 rs. e de cor a 640 r;.. para cartas de
visita a 400 rs., preto a 720 rs. : na loja do beija-
flor na ra do Queimado n. 63.
tollas de aljfar.
Tendo recebido voltas de aljfar com ernzes de
pedra imitando a brilhante venle-se a 15 cada
urna : na ra do Queimado loja do beija-flor n. 63.
Camisas de meia*.
Vendem-se camisas de meias muito finas a
15200 e 15300 : na ra do Queimado, loja do bei-
ja-flor n. 63.
Enfeites de fila.
Tendo recebido enfeites de lila prelas e de co-
res mais modernas que se esto usando a 15 cada
um : na ra do Queimado, loja d j beija-flor n. 83.
lila de la preta para debrum.
Vende-se fita de la preta para debrum rom 10
varas a 900 rs. a peca : na loja do beija-flor ra
do Queimado n 63.
Fitas de linho para bordar vestido
Vendem-se fitas de linho para bordar vestido
ou roupinho de meninas com 40 varas a 640 e
800 rs. a peca s luem tem hja do beija-flor
ra do Queimado numero 63.
Botos de uiadrepe ola.
Vendem-se boles de madreperola mais moder-
nos que tem vindo para punhos le senhora a 320
rs. o par : s quera vende por este preco na
ra do Queimado, loja do beija-flor numero 63.
Fila de velludo para bordar vestido.
Vende-se fita de velludo preto com 10 varas a
900 rs. a peca : s quem tem por este preco a
loja do beija-flor da ra do Queimado n. 63.
Fila de velludo bordada.
Vende-se fita de velludo preto bordada de di-
versos gostos e mais modernos proprios para qua-
resma : s quem tem i a loja do beija-flor ra do
Queimado n. 63.
Franja prela.
Vende-se franja preta de diversas larguras para
enfeitar capas ou manteletes os mais lindos gos-
los que se pode encontrar : na loja do beija-flor
ra do Queimado n. 63.
Facas e garfas.
Vendem-se facas e garfos de. halanco de 1 bo-
tao a 55500 a duzia, ditas de 2 I toes a 65400 :
na ra do Queimado, loja do jeija-flor n. 63.
Dminos.
Vendem-se dminos muito finos a 15200 e
15400 : na loja do beija-flor da na do Queimado
n. 63.
Visporas.
Vendem-se visporas muito fina; a 800 rs. : na
ra do Queimado, loja do beija-llor n. 63.
Capas chales e mantelletes.
Vende-se pelos precos mais razoaveis possivel
os objectos cima mencionados, b m como um sor-
Omento completo de moriantique, grosdenaples,
sedas lavradas tudo fazenda prela propria da esta-
co, vindas pelo ultimo vapor da Europa : na ra
do Queimado n. 40.
POK MENOS DE DEZ POR CENTO.
CONSERVATIVO
DE
.IOAOIIH NIJtlAO DOS SAWTO&
23Largo do Terco-23.
O proprielario deste armazem de raolhados vende os seus ja bem conhecidos gneros meira qualidade por meuos de dez por cenlo do que em oulra qualquer parte, garantindo-
or qualidade.
Vinho das melhores mai
Manteiga ingleza flor,
dem franceza.
Banha de porco refinada.
Veltos de spermacetc.
dem de carnauba.
Caf bom do llio.
dem superiwr do Ciar.
Toucinho de Lisboa.
Cha de diversas qualidades.
Queijos novos do vapor.
Milho alpista limpo.
Nao se diz o preco para nao espantar.
S. Sabo de diveisas qualii
, alidades.
Chouricas muito novas.
Arroz de diversos pregos.
Ser^eja das melhores marcas.
Sardinhas de Nantes novas.
Genebra de laranja superior,
dem do Hollanda marca Gallo.
Phosphoros do gaz.
Bolachiiiha ingleza em barricas.
Passas muito novas.
Figos de primeira qualidade.
Biscoutos c bolachinhas de soda.
Charutos de diversas qualidades.
Gomma deenpommar alva. Charutos de diversas qualidades.
Alm dos gneros annunciados existem outros muitos que enfadonho menciona-!os,a d&fiet-
ro contado.
4 AGUIA BRANCA
recebcu:
Sapatinhos de setim branco bordados pata p-
tisados.
Meias de seda branca para o mesmo lim.
Mu bonitas e delicadas louquinhas enfcilsdas
para dito.
Pulseiras c voltas de coalas brancas para BcalH
ras e meninas.
Fita branca e preta de borracha, com divinas
larguras.
Transelins de borracha sonidos em cores.
Trancinha prela de la, e outras trancinl r.s do
la de gosto novo e mu bonitas para enfeites.
Enfeites conservadores para senhoras.
PAPEL IMLEZ
almajo e de peso.
Alem do grande sortimento de papel greve e ou-
tras muitas qualidades, que constantemeie se
aeham na loja d'aguia branca, faz-se notavel | ela
supenoridade de qualidade o papel inglez ai;r.;.-so
e de peso, que acaba de chegar para a dita loja ;
um e outro sao mui encorpados e de un. 1-
do lustroso e maeio, que na verdade a' odos :igra-
dam. As resmas daqnetle tem 480 foiias, e as
deste 500, e custa cada orna 85. Tambera mo da
niesnia qualidade e de tamanho pequeo, eme. i-
xinhas de 100 folhas, tanto liso como beira d. via-
da, distando este 25, e aqnelle 15200 a eafxlflta.
J vem pois os apreciadores do bom papel qoe
dirigindo-se munidos de dinheiro >eio bom li-
dos : na ra do Queimado, loja d'aguia branca
numero 8.
MOVOM PESTES
de concha.
Chegaram novos e bonitos pentes de eonefaa,
sendo de tartaruga, massae dourados; agora, t 's,
dirigirem-se com dinheiro ra do Qoeimsilo,
loja d'agnia branca n. 8, antes que se acabem.
TODA ATTEH.40 AO VIGILANTE.
Costodo Jos" Alves Guimaraes avisa ao respei-
tavel publico e aos seus freguezes, que achando-se
as obras da loja do Vigilante concluidas, e achan-
do-se as ponas abenas a concurrencia do res-
peitavel publico, para assim apreciar o novo gallo
que se acha no espacoso e alegre campo, guarne-
cido das lindas flores e muitos muros objectos de
bom gusto, que tanto saslisfeilo se acha, aprsenla
o novo cauto, chamando pelos seus freguezes que
venham ver para crr, que s assim podero apre-
ciar, e acharo um grande sortimento de fazendas
tendemos miudezas. tanto para pro-so como para
relalho, que lodos scro sonidos a vootade, mesmo
qualquer freguez de fra que nao possa vir a esta .
I praca c queiram dirigir-se a este csiabelecimento
: fazendo seus pedidos por meio de es ras, e pode-:
j r faier do-se fazer precos muito razoaveis, nao so pelas
boas compras feita? nesta praca, como dos que
recebe de toa propria conta, como dos que recebe
de constgnaces.
Fitas.
Fitas lavradas de lindos padres de ns. 7 30
a peca 25000.
Gorros e bonetes para menino de 15500 a 25000.
Touquinhas muito lindas para baptizados 15000.
Manguitos, camisetas 35000 e 45000.
rtilinhas e punhos bordados 15-100 e 25000.
Gravatinhas muito chique de 15000 at 25000.
Flores as mais finas do mercado de lodas as qua-
lidades.
Rntre-meios c tiras bordadas.
Caixinhas de costuras.
Caixinhas para voltaretc.
Caixas de tartaruga, brancas e pretas.
Casearrilhas pretas e de cores.
Franja preta, larga propria para mantelete e
para capa.
Filas de la'e de todas as qualidades para de-
brum.
Meias de seda e de algodo.
Bandejas de lodos os tamanhos e as mais finas
que p le haver ueste mercado.
Vollas e brincos prelas.
Papel amisade de mozinhas c de cutas quali-
dades.
Sabonetas de todas as qualidas.
Perfumaras dos melhores autores.
Espelhos c locadores de todas as qu; lidades.
Transparentes muilo lindos para janellas 65-
Pentes de burracha para desembaracar.
Dilos fingndo caivetes.
Dilos de tres faces.
Ditos de rnarfim e outras qualidades.
Dilos para atar cabello, tanto para senhora como
para menina.
Tesouras muito finas c grossas.
Papel almaco lino, assim como muitos outros
objectos que se tornara enfadonho annunriar.
Enfeites para as senhoras.
At que chegaram os minios desojados enfeites
eom lacinhos de fitas para senhora pele barato pre-
co de 15500.
S no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
*** wmmm *****
rlioja do barateiro
a'rna lo Crespo h. 1.
Fazendas baratas.
Para acabar.
-0 Chitas francezas de cures seguras de 280
. a 4(X) rs. o covado.
Organdys de cores a 240 rs. o covido.
' Camisinhas e manguitos muito eafeta-
tados a 4-3 ludo.
Camisas a mosqueteiros (ou corpinhos)
a 55.
B Las |iara vestidos boa fazenda de 360 a
800 rs. o covado.
m Mimosos vestidos japonezes de oigandys
*J differentes pre;os.
3R Bicos cortes de vestidos brancos bordados
^# -de 125 a 155- ^
Wk Grosdenaple preto bom de 15800 a 25200.
M Musselina de cores fazenda qne tem toda
*^| applieaco a 460 rs. o covado.
JS Esccezes para vestidos com 5 palmos de
ap largo a 700 rs. o covado.
5} Fil de linho liso e bordado a 640 e 800
JS| rs. a vara.
'M Leos de seda de cores perfeitos de
S 15600 a 25- ,
m Bramante de linho com 20 palmos de lar-
m go a 25200.
t*5 Cambraia branca com salpico a 640 rs.
jR Chales de merino fino liso estampados de
45, 35, 65, 75, 85-
c Mimosas cassinhas de cores finas para
Wft vestidos a 400 rs. o covado.
M Baldes de arcos inglezes de 25590, 35
B e 35500.
W Chales muito finos e lindos padroes a 800
Sfej rs. o covado.
S E outras muitas fazendas.
m Muito baratas para acabar.
mmm mmm
AGENCIA
DA
FNDICO DE L0W-M00R.
Ra da Senzalla nova a. 42.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
mociidas para engenbo, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos o
tamanhos para ditos.
Arados americanos e machinas para
lavar ronpa: em casa de S. P. Johnston & C,
ra da Senzalla Nova n. 42.
GAZ GAZ GAZ
Sor proco reduzMo.
-se gaz da melhor qualicude pelo
pre;o de 405 por lata de 5 gales: no ar-
mazem do Caes do Ramos n. 18 e ra do
Trapiche Novo n. 8.
FRASCOS
com gomma arbica dissolvida : vendem-se na
ra do Queimado, loja d'aguia brama n. 8.
Fivelas com pedr asno-
vo sortimento.
A aguia branca receben pof esse ultimo vapor
um novo e bello sortimento das procuradas lillas
com pedras, podendo assim salisfazer a todos que
dellas precisarem, urna vez me appareea dinhei-
ro : na ra do Queimado, loja d'aguia branca nu-
mero 8.
COPOS COM B4-
N1IA.
A aguia branca acaba de receber os hem c::.l.o-
cdos e apreciados copos com banha, os quaes 1S
to sendo distribuidos com aquelles pretenuer.b s
que coniribuirem rom 25500 vista : isso na rea
do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
MIJITO BOAS tElAS
para seuboras e meninas.
A aguia branca receben mui boas meias france-
zas, de fino ice do e fio redoudo, o que as tornara
de immensa duracao, porque muito eonvm, afnMr
mesmo custando 7 e 85, como se estn vndeme a
dinheiro vista, na loja d'aguia branca, ra du
Queimado n. 8. ____ ______________ _
:;**"*
Vende-se a propriedade denominada Mallez, fita
na freguezia de Tracunhera da comarca de Naza*
reth, com uina legoa de frente e meia e fundo, o
proporces para nella se levantar um bom enge-
nbo de fazer assucar, sendo que actualmente rea-
de ella mais de 1:0005 que pagam os inorad
que tem: quem a pretender entenda-se nesta pra-
acom o Sr. Antonio Jos Leal Res, na ra ora
deia do Recife n. 47.
Veude-se alpaca pela a 501) rs. o cavado.
Vende-se alpaca preta para vestidos a 500. i ij%
700 e 800 rs., fina de cordo a 800 rs para pa'e-
lot, princesa prela a 800 e 640 o covado. bom1
na preta fina a 15400 o covado, lazinhas pr ti
para senhora que esto de luto a 720 o covado :
na ra da Imperatriz n. 36- A loja est aborta at
s 9 horas da noite.
ESCRAVOS FGIDOS.
Airiruacii
Fugio no da 13 de marco corren te, o escravo
crioulo de nomo Manoel, de idade 40 annos, esta-
tura regular e gordo, pouca barba, pescoco cuito
e difcil de mover-se, falla fanhoso e anda de al-
Sergatas ganhando na ra : roga-se as nitor! la-
es polieiaes e capitaes de campo a captura dcllt
e entrgalo ra da matriz da Boa-Vista sobrado1
n. 26, por cima da padaria ou a ra do Imperador
n. 45. tercero andar, que se gratificar.
Fugiram do poder de Francisco Jo.- de Sou-
za, morador na freguezia do Bonito, os escravos :
Rufino, pardo, baixo, sem denles na frente, com a
cicatriz de um talho na testa sobre o olho direito,
toca viola, falla descansado, idade 35 anuos, ptwtt
mais ou menos ; Candido, crioulo, de idade 22 sa-
nos, bastante barbado, olhos esbranquieados, sabe)
lere cscrever pouco ; ambos fugiram no da 15 t
fevereiro prximo passade. Consta que Utos es-
cravos andam nesta cidade e seus arrabaldes Ira-
balhando de jornal, e que se dizem livies : r< r 1-
se, portanto, as autoridades polieiaes. capaesde
campo e soldados urbanos a apprehenso dos mes-
raos, e que os enlreguem na ra de Santa Thercza
n. 38, onde se recompensar o respectivo trabaltuj.
/tusentou-se da casa de seu senhor a esrrava
Luiza, no da 5 do correle, do lugar d.> Jang,
adiante do Rio Doce, erioula, idade de 40 annos,
pouco mais ou menos, cor fula, alta, sorra do cor-
po, com urna cicatriz no rosto, de um dente, os ps
grossos, estava em uso de remedios, e anda aduea-
lada, levou vestido de cassa branco e panno fln
preto : roga-se a quem pegar, levo a ra Direir
tan. 69, nadara de Antonio Alves de Miranda GuM
maraes, ou no Jang, a entregar a Jos Martin
Lopes.________________________________,________
- Acha-se fgida a escrava Maria do Rosario,
erioula, idade de 50 annos, pouco mais j u menos,
baixa e gorda, tem o dedo grande da mao esquefj
da de menos por cansa do nm panaricio, f esrra-
va do senhor de engenho Sant'Anna, tem irmof
em Santo Amaro de Jaboatio para onde se Aet
fia que fosse : recommenda-se s autoridades poj
liciaes e capiles de campo; e quem a pegar leve-a
ra da Senzalla Velha n. 94.


Diario de Pernambiico Hexia felr 18 le Mareo de Mftt.
f
A
LITTEHAT.RA.
0 QUE VIE PELO MUNDO.
so. Todava, para abrir os olhos aos mais obceca- Com quanto tenha pouca sympathia por Al.) E' para mim um grande pr.zer veros meus
dos, ordenou-se e comeca-so a verificar a oceupa- monto, devo dizer que elle se conduziu bera n'es. valentes soldados commandados por um chefe t;io
0o das principaes cidades do Holstein pelas tropas tas circumslancas. Anda se alo sabe como Mar- celebre, lio experimentado, e que en Matoco pes-
prussianas, sem aowrisaclo da dieta, e sefli alten- quez, que um dos sustentculos do partido cien-' soalmente. Elles ho de recordar-se das palavra;
der os protestos dos commissarios federaos. Pelo cal, tomou todo este negocio. E verdado que fa_ que Ibes dirig quando parliram e rvalisaram em
Os ltimos acontecimentos do Holstein, relativos m quanl0 uca suspensa ro,rIll execueio deste I chama-lo razo. bravura, perseveranca e dedicacao com os seus
cccupacSo do Aliona, Kiel e Nuiniunster pdas novo act0 de viojencia; mas basta tor-sc coneca-1 t Duas deligenelas que vinham do interior foram nios prussianos; hao de tornnr-se dignos, n'uma
do, para advinhar os projeclos, que bao de reali- assaltadas e timbadas ; nao tomos pois novillajes, nobre fraternidade, e unindo as suas forras, da
A ultima fui o ataque do Soledad pur iOO buinens ; satisfagan o do reconhecimento dos soberanos ami-
alguns soldados quecstavam na deligencia mala- jos. Agradeccndo-vos anticipadamente a vossa
sar-se qualquer da.
Que fazem os estados confederados?
Ser
i.... as piu ncaflo soldado? daSa-
xoni i c do llaiinuver. a de ;p ito dos protestos dos
rus 'deraes, causaram vivo descontenta
menl > na raaisr parte dos estados secundarios di
Ule na.ha, euj .s governos julgam a sua honra, a >IOSs,vel e tadependeucta .- ^ ^. passiva emjwdenca do ostensivo menoscabo dos
U,, tlo arechal Wrangel. s^s d.reitos? Sena o cumulo da dograda5r,o; e
nao deve perder-se um instante em obliterar os
l'.ua queso avalic o antagonismo dominante no. erros do passado, e em garantir a seguranca do
qat M apir- rato associados para mudar as con f.urvr. S- ha um meio de salvar a honra da na-
iticas dos ducados, julgamos a proposito ^ c a $na E imltjl reeordar-thes anda urna vez
transe rever alguns documentos. 03 deveres do patriotismo, da justica, do proprio
Comniando em cliefe do exercito alliado, quar- nteresse. Todus lnes aconselham a mesma cousa.
le general de l'leusburgo. em 9 de fevereiro do j f q povo allemao espera que um txerto federal,
. GomspoBdeado ao doaejo manifestado por asss forte para repellir a iUegatdamt e a violen
V. Ec., lento a honra de participar-llie que, pan. <-;, entre no ducado de Holstein o mais breve possi-
bem da saguranca e daliberdade das operacto fv/. Tela comraisso central, o presidente, S.
reunido da Prussia e da Austria, bario de Wran-
gel, tem a honra de fazer a seguinte communica-
cao ao rommandaute em chefe das tropas dna-
marquezas, no ducado de Sehleswig.
N'uma nota entregue, a 10 de aneiro cor-
rente, pelos enviados da Prussia e di. Austria, de
que o abaixo assignado lein a honra de juntar a
copia, dirigiram os dooi mencionado.- generaes ao
governo dinamarqnez, um convite para renunciar
a constituirn de 18 de novembro illimo, coffl-
niuin ao trino da Dinamarca e a> ducado de
Sehleswig. e |iara estahelucer o siatu quo ante-
ram 3o homens do inimigo ; nos perdemos 12 ho- recelo benvola, sou vosso an^COado.-fVtc*S- /^^ (,..0 (.iinv|e f( ^^ pQr uma noU
niens. a |.rimeira vez que .-e da uma consasc- coJose. j de 18 do mesmo mez, do ministro nos negocios
Militares, e para mim de absoluta necessidade fa-
zer enllocar quatro batalhes dos reforcos do excr-
cito alliado, que teem de atravessar o Holsteiu, un
ni Allo:ia, dous em Kiel e um cm Neumunster.
Ao mesmo tempo, rogo V. Exc. se sirva,
com a solicitudc de que j tem dado tantas pro vas,
por a dispos eio deesas tropas os edificios proprio* rias para 0 Scnleswig n.-l0 uevjam do modo ,|gum
l>ara oseuaqaartelainento.~0 feld marechal II ran- 1)ri,judicar a oceupacao executoria do Holste.in, e a
r 7. -Ao general soxonio de Balee, eommaudanlo administrado federal desse paz, e quo as instruc-
em chefe das tropas da execuco federal. c(ies (H coramissarios feJeraeSi definidas em sessao
Ao feld marechal Wrangel.Aliona, 11 de fe- de 22 de Janeiro e approvadas pelos dous governos,
Muller. .
i Na ultima sessao da dieta de Francfort, o
representante da Saxonia dsse :
Posto que os altos governos da Austria e da
Prussia promettessem. em sua declarado de 19 de
Janeiro passado, que as medidas julgadas necessa-
\eiciro de 1861Em virtude das instruccSes que
M da dieta federal, cumpre-me recusar absolu-
tamente a permissao para o estaciona ment noter-
ri'.crio do Hols'ein das tropas commandadas por V-
Bkc. Os pontos que V. Exc. indica acham-se, ou
i oceupados pelas minbas forjas V. Exc. re-
itbcr um oflicio mais extenso sobre o assumptc
-DeHake.
Lxposirao dos comttti.isariot fedcraes.Mtoni,
13 de fevereiro de 18G4.-A entrada do dous bata-
Uto '.s prussi iuo em Aliona, que leve lugar hontcm
boje, excitou em toda a parte tal impressao. qu
nos julgamos ohrigados a fazer conheccr o verda-
dero estado das cousas. Quando, antes de lion-
lem.o feld marechal baro de Wrangel, annunciou
;m offlcio dirigido ao tenente-general de llake, i
orcupacio das cidades de Aliona, Kiel e Nemun<-
ler, por tropas arussianas. o commandante das for -
i;as de execueio federal, bem como os commissa-
rios federaes, infrascriptos, declararan! mui positi-
vamente, que se oppunham a esse arbitrio. Em
eonsequencia, o feld marechal Wrangel partlcipou
i\ ccrlo, que pedira novas instruc^oes ao seu go-
verno mas persistiu as suas iatencoes, cm qu.u-
,.o nao chegavam essas instrac^Oes.
Deliberacao 13o sorprendente nao pode ser pre-
vmida |>or ulteriores coramunicagoes, porque oni
balalhao prussino s ordons do general de Revea
entrn houtein em Aliona, sendo logo seguido de
outro. Os commissarios federaes nao podiam de -
:iar de reconhecer nesse acto uma violencia, em
tuio contraria is declaracoes anda ha pouco feitas
lelos gabinetes de Vienna e de Berlin, at porqus
i instruccio federal, que recoberam a 22 de Janei-
ro, dizia expressamento que a oceupacao directa
ilos territorios holsteineies ticaria reservada s tre -
pas federaes.
Para nao levar as cousas ao extremo, os corr-
missanos federaes limitaram-se a redigir o protes-
to aunexo, e a !"aze-lo entregar ao general deRaven.
oxhortando a muniripalidado de Aliona a assnmir-
a respeito das tropas prussianas, uma altitude eot-
respondente a sua apparicao n5o justificada, e ao
mesmo lempo endereearam queixa formal alia
dieta federal.
c As decisoes que ella adoptar a semelbante re
pcito sao esperadas, e apenas cheguem, sero logo
publicadas.le Kanneritz.Nicper.
Protesto.S. Exc. o eld-marechal Wrangel,
tendo, a despeno das seguran cas e declaracoes
apresentadas na quinta sessao da dieta federal pe-
los uiuito altos gabinetes de Berlin e Vienna, an-
nunciado, por olicio dirigido S. Exc. o lente
general de Hake, a oceupacao de Aliona, Neumun;
ter c Kiel por tropas prussianas, nao s os com
DMSsarias federaes, como o general commandante
das tropa s de execuco, manifestaran! opposicao
esso proposito O feld marechal Wrangel respon-
de u, cerlo, que faria constar seuielhanle opposi-
Vao ao seu governo, poro que at ebegar deciso
sobre o assuuipto, a sua ordem seria executada.
Nestes termos, achando-se a oceupacao em com-
pleta eontradicco com as instrucedes ex|eddas n
32 de Janeiro passado pela presidencia da dieta fe-
deral, e que diziam, entre oulras cousas, que a oc-
copacao permanente dos territorios holsteinezes II-
cava exclusivamente reservada s tropas federaes,
nao nos resta, animados como estamos doempenho
de evitar quanto possivel graves conflictos entre as
foreas federaes e prussianas, seuo protestar :=o
lemnemenle, como fazemos pelo presente acto, con-
tra a orcuparo de Aliona, etc.. reservando altr.
Aleta federal as dccises ulteriores sobre o assump-
to.E* copia aulhentica. Aliona 12 de fevereiro
de I8G4.De Ka'nnerilz.yieper.
Proclamarlo da commissiw central aos deputa-
dos allemes aos differentes comits t associaroes de
auxilio do Sclilesu-ig-Holstein.Francfort, 14 de
fevereiro de 1864.O annunciado augmento do
exorcito auslro-prussano nos ducados, realisa-se
agora. Como nao necessario contra os dinamar-
queses, o verdadeiro intuito nao pude ser duvido
melliante. lina carta de Copenhague Iranscreve o se-
t De ordinario, a diligencia s era atacada por guile como epia da carta congratulatoria 'diri-
saltoadores, vnte ou trinta quando muilo, cuma gidaao exercito dinamarquez e volada unanime-
pequena escolt a era sufflciente, em quanto que nes- mente pelo rigsduutj (corles.)
ta vez se reunirn para dar este golpe duas guer- Q DanneWerkc fui abandoi ad Esla nolicia
rilhas, a de lamanl.pos e a de Nonata. Quando sori)rtlndeu e a(11jgiu 0 rj daa Co,n|ud a 3(,a
recebeu esta noticia, o general Ne.gra, f, marchar conan(;a |)0 fuluro n0 M ^^ am ^^
a que tem no exercito.
inmediatamente uma columna para S. Joao del Rio,
mas nao certo que possa alcancar os bandidos.
c Segundo as ultimas noticias do interior, com
data de 29 de dezembro, o general em chefe eslava
a unas vinle leguas de Guadalajara. o general Do-
nay, em Zamora, perseguido de Braga, o general
Castagnry em Aguas Calientes ;
oceupa Guanajate, o general
de Potos.
Os membros do tribunal supremo foram no-
meados hontem ; ainda nao posso dizer qual a
impressao que produziu no publico ; hei de faze-lo
prximamente.
A Patrie, a proposito da reunio que devia cf-
estrangeiros de Dinamarca; e como depois nao
fui denegada a consiituico, chegoit por conse-
quencia o caso previsto na dita neta, a as duas po-
tencias allemaas veinse obrigadas a empregar os
molos de que aleuden para eslabeleeer o ttalu
'/o, e para assegorar os direitos convencionaes
do ducado de Sehleswig.
Xostas cireumstaucias, o abaixo as cebeu ordem para oceupar o dueadj de Scliles-
wig com as tropas prussianas e austracas debaixo
do seu cumulando, e de tomar a aJniinisliaeao
provisoria do ducado.
O abaixo assignado, tendo a honra de infor-
mar desle farto o commandante em chefe dina-
As tropas dnamarquezas foram obrigadas a
evacuar o llolsten, sem dar urra aceo, expostas
ao despreso do inimigo c da pnpulaeo. mas a sua
retirada foi elfecluada com digna srenidadee em narquea, pede-lhe que se digne fazer -Ito saber se
nerfeila ordem. tem ordem para evacuar o ducado de Sehleswig,
dnamarquezas as fren-
entes o coronel \Kmard *reito 'eve por seis semanas de soffrer! !!!*/*"*.? af ,roPas '"
. '. o i fro, fadigas e privacoes, mas conservou-se digno ''asaaquuiie ducado,
eral Mejsa esta em S. Luis de s ~ olr,aDdu com avidez para os dias de con- a,,:"v' *ss,n aP,0V
UjCl0S_ |k) esta occasiao para manifest
reservassem s tropas federaes a exclusiva oceu-
pacao do territorio holsteinez; os commissarios fe-
deraes participam nao obstante que a Prussia Ihes
notificou a oceupacao de Aliona, de Kiel o de Neu-
munster, oceupacao verificada apesar dos seus
protestos. Por conseguinte, o representante da Sa-
xonia foi encarregado pelo sou governo de protes-
tar solemnemente, e de reclamar contra essa medi-
da, contraria a premessas solemnes, sem licenga da
dieta, c propoe:
< Que a dieta federal se digne reclamar contra
semelhante oceupacao, de pedir o cumprimento
das promessas cima alludidas, e de tomar todas
as medidas propnas para sal vaguarda da sua
consideraco, o desgnadamenie que chame s
armas as reservas ulteriores, previstas no accor-
do federal de 2 de Janeiro, reservas que s
devero ser composlas de tropas do 7* e8*corpos
do exercito federal.
c Os representantes da Austria e da Prussia
disseram-se autorisados a declarar, em nome dos
respectivos governos, que do offlcio do feldiraare-
chal Wrangel, das participarles do general Hake,
e dos coramissarios federaes, nao consta que hou-
vesse intengao de violar as declaracoes feitas pelas
duas potencias germnicas dieta as sessoes de
19 e 22 Janeiro. S se tratava, em definitiva, de
regularsar o itinerario das marchas em alguns
pontos das principaes lnhas de communicacao do
exercilo.
t Por conseguinte, os representantes leem a
honra de requerer dieta federal, que encarrogue
o tenente general de Hake de enlender-se co m o
commandante em chefo do exercito alliado para
regular a questao.
As duas reclamacoes foram remettidas com-
A guerra prmcipou e nos encontros que t-
veram lugar todos llzeram o se i dever e llcaram
firmes debaixo de fogo.
c O ngsdaag dinamarquez d os seus louvores
ao exercilo diuamarquez. O Dannewcrke est
abandonado, mas o rigsdaag nao ha de perder nun-
ca a coulianca que tem no exercito dinamarquez,
fectuar-se no da 17 do crrenle em Wjrlzburgo nos seus lllhos e irmaos, nos dannewerkes que
faz as seguintes consideracSes : exisiem. Viva o exercito !
n __ l. a- l"Ogo que as circunstancias o permutara, o
Os ministros allemes deven ter coraprehend.. exer^ de marcnar para a fro|11^ rom 0 au.
do que vae passada a poca das deliberaroes, e que x|0 dt Deus, a favor do seu re c da patria. Con-
demora das negociaees de governo para gover- liamos em Deus, no espirito di povo, e o Dosso
' no deve succeder-se urna aeco poltica enrgica-1 exercito, que tem o mesmo espirito.
| A Prussia e a Austria, pela sua intervengo no
j Sehleswig e pelo roinpimeoto inmediato das hosti-
eita ao mesmo ten-
tar aoommandante
nchele dinamarquez a seguranca da sua distitic-
ta consideraco.
Em seguida publicamos a nota a que s re-
fere esta communicacao do marechal Wran-
gel :
Os governos d'Austria e Prussia conceberam
a esperanca de que a constituicao commum Di-
namarca e ao Sehleswig. sanecionada em 18 de
novembro ultimo por S. M. el-rei Ciristiano IX.
e que deveria ser posta era vigor no l" de Janeiro
de 1864, fosse derrogada antes de cregar aquelle
praso. Ma> asta esperanca nao se reabsou.
No I." de Janeiro desle anno a constituir!
entrn legalmente em vigor, e a encorporaeo do
lidades
taro.
sao do duque de Augustembiugo nos ducados da
no-allemes ; e anual, a conservaeo contra os de-
est cubera por duas paites que defendem as
avancadas..
A posico de Frrderiria porassim dizer ana-
loga a de Duppel. All est a cidade bem forti-
ficada que assegura a passagem para a ilha de
Fuhnan
O ultimo baluarte da Dinamarca contra o ini-
migo a cidade de Co.euhague, como poni de
deposito para o exercito, esquadra, e loda a quali-
dade de material de guerra. Pelo lado do mar est
perfeilamente ao abrigo de qualquer alaque, mas
esla mal defendida do lado da trra firme, onde
pava o prejeclo de levantar nina serie de fortes.
Nao esian lo esses fjites anda construidos, Cope-
nhague nao ten mais do que a importancia mili-
lar na sua qualidade de deposito principal para o
exercilo e esquadra. >
A Europa, de Francfort, publica o texto de
uma moeio que foi apresentada a dieta pelos go-
vernos de Weimar, Meiningen e Coburgo-Gotha, a
respeito dasuce^sso ao durado de Lauemburgo.
Os referidos governos propoom .
i I." Nao reconhecer neui Clirisiiano IX da Di-
namarca nem o principe Fredertco de Schleswig-
Sonde^burgo Auguslcmburgo, como duque de
Lauemburgo;
2." Tomar, interinamente, em nome da confe-
deraco germnica, a adminisiracao do ducado de
Lauemburgo; fazendo-se isto immediataraente
com forca armada, at que aquelle governo possa
ser entregue por decisao da constituicao federal
ao principe que livor direito inccesaao i
3." Mauter e proteger em geral os direitos le-
gtimos dos principes allemes a sueceder no du-
cado de Lauemburgo, e nao tolerar por forma al-
guma qualquer violaco daquelles direitos.
t Como se v, a lista das compca;5es e preten-
dentes nesta complicada questao dos ducado?.aiuda
se uo aclia completa.
j lhes deraostraram os perigos da hesi- te dos seus deveres mandando as suas "congratu-i "" cuuiramuu em io.>:, unto para
^ 8 .laodesfraternaesao valoroso exercilo d.uamar- fd|cra9ao ert. anca, como a respe. da, dua
.;, potencias anemias en particular, e provocou urna
mu.tas asquestoes a discutir em Wurt-! (-, Tme ^^ Q B|_, SQbre Q (Speradl} sitoacio que nao poderla considerar se cono> '
zenburgo : e, em primeiro lugar, o direito de con- combate naval no Canal.Recebemos o seguinte
federacao desconhecido no Holstein pelas tropas telegramuia de Plymoulh, datado de quarta-feira
austro-prussianas. Vem depois o direito de succes- (17j s 10 horas da manhaa.
< Esta maulia.! a fragata dinamarquesa flUMS-
Juel acliava-se a seteinilhas de distancia do que-
bra mar. navegaudo a vapore vela, sega indo pa-
tojea dot estados secundarios, ou a annulaco de- ra osul, ha vendo uma brisa fresca do norte. A
Unitiva, pela Prussia e pela Austria do tratado do fragata tinha enebido os seus palees de carvao. O
jjj3j capilao Golleilt, respondeu cora candura a per-
'. ...__, .... cunta que se Ihe fez, e annunciou que lencionava
As ehberacoes da conferencia de \\ urtzburgo; Sapturar os brigues ausiriaco.-. itosf e Budn
poder acaso produzir uma nova crise, e tornar I (que se achara nesle iwrlo) se os podesse apanhar
mais profunda a divisio que aclualmeote existe en-1 ,res nilhas de distancia da coala de Inglaterra.
tre as duas grandes potencias e os estados secun- i Al,n do naDviuS auslrii",os- es''10 neste porto duas
1 barcas de Bremenn e uma barca prussiana. O
darlos 1 E' o que se pensa, o sobretudo em Ber"
fin que isto se reeeia. Consta ellectivameule que o
rei da Prussia enviou a toda a pressa Uresde ao
Sr. de Beust, e d'ali Wurtzburgo, um de seus
ajudantes de campo.
O pretexto d'esla viagem promover a conclu-
sao dura convenio com a Saxonia para a estada
das tropas no Holstein, porm na reahdade o ge-
neral de Manteulfel convidado a acalmar por no-
ves prolestus a irritaco dos ministros dos estados
medios.
< Esta irritaco cresce de ponto em Darmstadt, a
julgar )K>r uma votaco da cmara foi favoravel ao
duque de Augustemburgo, achando-se a assembla
itnpressionada pelo poucu respeito que a Prussia e
ptenle commisso, 'para em tempo opportuno !a Auslria lee,n man,fes'ai10 PeJa dieta, volou que o
apresentar o seu parocor.i governo garantisse os direitos da dieta, mesmo re-
correndo a meios extremos.
De uma correspondencia da Opituon Nato-
nale extrahimos o seguinte :
Dous fados graves acaoam de se passar no
Mxico. A 31 de dezembro, o arcebispo laucou
contra nos urna nova excommunho, mais violenta
ainda do quo a priineira. Sinto nao poder enviar-
Ihe o texto; por isso que foi prohibida a impres-
sao desse documento, que muilo extensa. Ti ve
A Gazeta dos Peaple de Berlin publica, os
seguintes pormenores sobre a resistencia dos dina-
marqueses :
.segundo noticias particulares do Sehleswig, os
dinauarquezes contiuuam a fortificar activamente
aquelle ducado.
era meupoderoorgiual; mas muilo pouco tempo, "!^U ulli,ni T7 ^! ""*'*' "" *'"
para o poder copiar. levantadas sobre tr.edencksberg, mm.nencia si.
Alm disso, o clero trabalhava de ha muito
junto do tribunal supremo de justica, e os mem-
bros deste tribunal maudaram, no da seguinte
tuada s norias da cidade, e que.apezar dasuapou-
ca exleusao, ha de ofierecer uui ponto de resisten-
cia muito solido pelas disposicoes, que em si reu.
aquelle em que appareceu a excoaununno, um ne e 1>elas battrias ^ a defendem" Es,as obras es-
prutesto em quo se recusavam francamente a dar tao Pedos de reparos ede profundos fossos e ilgan-
andatnento aos negocios relativos aos bens do ele- secom F'- ro etc entre aquellos reductos foram demolidas; ha al-
' Estes dous fados sao da mais alta gravidade. 8 Xem* foi cor,ada a es,rada de maneira 1ue
Mr. Badin, que durante a ausencia do general Ba- se P0sa ,nu"Jar l^audo convenha pelo lado de
saine, est encarregado da poltica e das nossas re- ScMei- Tomarara"se au mesmo lempo medidas para
lacees com a regencia, nao hesitou um minuto em co,,r,r a reUrada' Pudo os reducl05 em communi"
fazer uma proetanaoio e um decreto destituindo o! caao com a es,rada m,l'tar, que parte de Frederr
tribuual supreno, tudo revestido com as assigna- cksuerg. dirigindo-se para o norte, atravs de um
luras de Almonle, Salar e do ministro da justica. I bos,lUt- E"^ eslrada estende-se na direcco op-
. Foi um verdadeiro pequen golpe de estado Posta a, Dnnnewcrke.
no Mxico, que independentemente disto est mui- Ein conse1uenc,a estas disposicoes, uma ten-
t tranquillo, por isso que os nossos adversarios ta,,va Para flanluear Dannewerke ielo lado d'Esie
nao sao torneos para levantar francamente a ca- ncn,raria mui **>* didlculdades. Foi de certo
Deca_ lem vista de uma semelhante eventualidade, que o
. Contra o clero nao se tomou nedida alguma ;' f "era' Meza fez fortir"'ar ulli,namen,l! uma ilha
a questao era bastante grave para de.xar de ser su- d Schle'' donde l>oi' bater a eilrada-deEckern
jeila apreciaban do general em chefe. Creio que
se procedeu bem, porque o clersperde-se cora um
FOLHETIM.
VELEICE DE UM LOVELACIO
POR
F. BE GRAMMONT.
II
(Continuaeo.)
Dlabo I o rapaz est feroz I disse o marquez
sonando. Qoem tal terla imaginado? Ests acaso
certo que elle nao tenha querido gracejar comligoT
Desgracadamente estou por demais certo
di fundado, mas serio e violento. Oh nao s;r
fcil aceomoda-lo I
Entao, tneu caro, uma vez que elle esl as-
sim disposto, podes dizcr-lhe que me resigno a
cortar com elle o pesroco...
Como I Consenlenas...
Sem duvida : mas com una condicao, el-
la, do apresentar-me, quando coraigo fallar,
quaes o? motivos, que lem, lao graves, que facera
com que un de. nos seja demais sobre a trra.
Assira busca rnandar-m'o quanlo antes c.
Tens razo, o nico meio. Elle espera-me
a alguns pasaos d'aqui : nao urdar muito. A
questao se querer vir...
E' necessario que venha, faze-lhe ver isso.
De outro modu, sou seu creado descarlo-me fa-
zendo valer minba edade e a sua.
_ Podas fuer isse. Espero com tudo que Ihe
io fallara? com desdem, e que erapregars a
anaior (locura possivel Que mal te faz isso?
Fiea desramado lerei a prudencia da ser-
peute e a mansidao do cordeiro.
Sin, nao verdado ? Seria deplorave___
Pensa primeiro cm seu pac, esse bravo coronel,
que le estima tanto.. .E eu, em que atroz pos eio
BM vere I.. .Nao sabes seriamente, o que poderia
ter assim desesperado esse moco?
pierde n'uma grande extenso. E' pois fra de
duvida, que os dinamarquezes esto preparados e
semelhante procediinenU), emqaanto "que 7e"usa" Ique opf)0em forte resis,tncia as nossas WP.
mos de rigor para com elle, elle apresenlava-se Quand os d,,z mil nomen,' ^ue devcm cl,c8ar aro-
como victima e poderia desle modo reconquistar ra ao s,'nl"sw'B- vin'lo< do no""'e. se acharem ali,
uma influencia que Ihe escapa lodosos dias ; dei- ^ ejerci dinamarquez estara reunido. Nao
xemos que elle mesmo se suicide, temos ludo a P^era de certo resistir por muilo tempo aos esfor
ganhar; aqu o nosso maior inimigo. cos combinados da Austria e da Prussia, mas pode
f Agora reconstitite-se o tribunal supremo, es- causar-lhes muilos males.
pero que se hao de escolher homens pertencentes O imperador da Austria dirigiu a seguinte
ao partido liberal, onde se pode fazer melhor esco- carta ao general Wrangel, em data de 23 de ja-
iba do que no partido reaccionario, que sustenta- neiro :
mos desde que aqu chegamos, e que nem por isso t Meu charo eld-marechal general barao de
gosia mais de nos. i Wrangel.
prucedimentoda fragata lem causado aqu muito
inleresse. l'm piloto de Plymuilh contratou lear
bordo da fragata, por pouco einpo (para nave-
lar entre o Lizard e Portsmoulh.) A iavegacao
gue vae seguindo a fragata, leva-a a urnas 20 uii-
qhas ao sudoeste do Eddystone, onde encontrara
todos os navios mercantes que bem ou deseen o
canal, mas se continuar no mesmo rumo ir a
Brest.onde se acha a fragata prussiana Trthis (an-
tigamente inglezaj encontr a r,ue os oftleiaes di-
namarquezes constantemente so referan, desde
a sua chegada Plymoulh no domingo.
O Times publica tambera o seguinte tele-
gramma. datado de Plymouth, na quinta-feira (18>
s 10 horas da manha.
< A fragata dinaiiianiueza biels-Juel, que sabiu
d'aqui bontem de manha, estovo empregada acti-
vamente todo o da, a uma peipiena distancia desle
porto. Observou-se que deu caca dez ou doze na-
vios, incluindo uma barca americana, iiue ia para
Londres, a qud recebeu depois um piloto do ca-
nal. N'uma occasio a fragata adiava-sc muilo
a leste do porto, na direcco di Skart, emquanio
uma das suas lanchas velejava entre o Eddystone
e o Ramebead ao oeste. Duas lauchas da fragata
achavam-se no mar, cada una deltas com 30 lio
mens bem armados. O vento esteve norte ; urna
pequea brisa. A fragata foi vista da cidadella va-
nas vuze. Esta manha nao tem sido vista >
Conforme as noticias de Duppel, o marechal
Wrangel reconheceu pessoalmente, nos dias lo e
lt, todas as obras de fortificar.7.o n'aquellas visi-
nhancas.
< A artlhara de silio mandada de Berln j ha-
viachegado, e o alaque s lortiOcaojSes esperava-
se que lena lugar sem muita demora. A guarda
prussiana a que deve entrar primeiro era fogo,
por nao ter ainda tomado parte cm aeco alguma.
A esquadra dinamarquesa, conposia de doze na-
vios de guerra, eslava ancorada junto da ilha de
Alsen fora de (Souderburgo.)
t Duas fragatas rouracadas a Absalo e a Wil-
lesnoes, armadas com pecas rajadas de grande al-
cance, e tres canhoneiras, tiveram ordem de tan-
dear a distancia de 200 jardas de Duppel, para fa-
zerein fogo contra as tropas prussianas piando for
necessario.
Xa ilha est organisada uma reserva co m
grandes supprimentos de muni;es, bospitaes, e'c.
Acha-se tainbem eslabelecida una carreira diaria
de vaporea entre Alsen e Copenhague, Os habi-
tantes da villa de Duppel refutiaram-se em Nord-
burgo, na ilha.
t Emquanlo uma parte do exercito prussiano.
diz Constitutionnet, esta prosegutodo assuasope-
racocs de sitio contra os infincheiramenlos de
Duppel, que se achara defendidos por seis baia-
Iboes dinamarquezes, urna forca dinamarqurza a-
cha-se tambem concentrada em Freilericia, porto
furtifieado da Jullandia na entrada septentrional do
Pequeo Bel. Os Alliados, esperando encontrar
grande resistencia em Duppel diz-se que tencio-
nan sitiar tarabem Frederieia.
t As tropas alliadas poden, eonseqoenlenente
verse em marcha, estendendo se do sol para o nor-
te na estrada de Apenrade, ao norte de Sehleswig,
os Austracos avancaado para Hadersleben, Zege-
rup e Marstrop, emqaanto a guarda prussiana se
concentra roda de Christiai seld, para omle o
conmaodante em ctofe iraosferiu e seu quariel
general.
A 30 de Janeiro ultimo mando o feld-mare-
chal baro de Wrangel dous illieiaes do sen es-
tado-maior. ao quarlel-gener; I do commaulante
em chefe do exercito dinamarqus, o lenente-
general Meza, para Ihe fazer tnlrega da seguinte
communicacao :
, O abaixo assignado, f prussiano, e commandante en chefe do exercito
gal debaixo do ponto de vista dos tralados.
As duas mencionadas potencias devom a si,
t confederaco germnica, era eonsequeucia
da parle que lomaran n'aquella negociacao, cujo
resultado, por proposta sua, foi approvado pela
dieta germnica, a obrigacao de nao permitlir o
estado aclual das ososas.
Dirigem pois ainda uma vez ao governo de
Dinamarca, o convite expresando derrogar a cons-
tituicao de 18 de novembro de 1803, que se nao
basea em fundamento algtim jurdico e de resta-
blecer pelo menos o f condicao preliminar iudispensavel para qualquer
negociacao ulterior.
Se o govvrno dinamarquez nao satisfazer a
esto convite, as duas mencionadas patencias ver-
se- Un obrigadas a empregar os meios de que dis-
poera para eslabeleeer o staln quo, c para garan-
tir o durado de Sehleswig contra a sua unio il-
legal ao reino de Dinamarca.
e Os enviados das duas potencias, abaixo as-
signados, que, comquanto nao esiejai i acreditados
em forma, procedem neste caso en virtude de
um mandato especial dos seus governos, recebe-
rara ordem de pedir a derrogaco de 18 de no-
vembro ultimo, e para abandonaren! Copenha-
gue, se nao reeeberetn, at 18 desU mez, a de-
clararlo de que se venlic.ou essa derrogaco.
< Os abaixo assgnados aproveilarr, ele.
Copenhague, 16 de Janeiro de 1864 Bren-
mar,Halan.'
Os olfi.-iars prussianos encarnizados de re-
ceberein a resposta do eomiiiandante em chefe
dinamarquez, reeeberam delle a segiiinlc com-
municacao dirigida ao feld-niarechal Wrangel :
O abaixo assignado, que nao pode reconhe-
cer o direito s tropas prussianas a austracas
para occu,,arem uma parte qualquer da monar-
rhia dinamarquesa, em coosequeaeia do docu-
mento junto communicacao de V. Exc. de 30 de
Janeiro, e que recebeu do seu governo instrucedes
internamente oppostas supposico apresentada
por V. Exc, esl promplo a repellir pelas armas
qualquer acto de violencia.
Sehleswig, 31 de Janeiro de 18.54.Ch. Julio
ae Meza, tenente general.
A Europa publica os seguintes jsclarecimen-
tos, acerca das posicoes de Duppel e de Frederi-
eia :
t Depois de Dannewerke, que actualmente est
em poder das tropas allemes, as posieSes milis
importantes sao urontestavelmente as de Duppel
e de Frederieia. Estas posires sao tlleelivamente
as defeas avaanadas das llias de AIsjii e de Tuli-
nen, que liram pela parta de traz, assim como dos
caniinhos de communicacao entre aquellas ilhas e
a pennsula. Alm disso, podem con-iderar-se co-
mo sabidas para as tropas que asaesossa un ini-
migo avancando para o norte, obrigando-o assim
a dividir as suas foreas. Sao tambera abrigos se-
guros para o exercito dinamarqus, se este se vir
forcado a ceder soporioridade do numero, depois
de um combate infeliz na pennsula.
Estas posicoes asseguram a communicacao
importante com as ricas ilhas d Fuhnrn e de Al-
sen. onde as tropas podem receber (.onstantemen-
te reforcos. provmentos e maleriaes de guerra,
e onde podem transportar os sena enfermos e fer-
elos. Formara de certa maneira grandes cidadel-
las para a posieio de l)mnewerke. a para o exer-
cito que all operar, de maneira que um inimigo
que oceupar a pennsula nao se pode considerar
seguro da posse daqoella ultima, erabora estoja ao-
nhor daquellas posicoes.
< A posico junto de Duppel consiste nos reduc-
ios de DupiKjl e da ilha de Alsen. Entro n estreno
de Apenrade ao norte, e o estreito de Fleiisburgo
sosal, esta situada a pennsula de Sandevll, que
so lea separada da din de Alsen pelo Alseosude,
que l-m de largura 390 a 600 pes. Una cadea
continua de colimas guarnece do ado da Ierra
firme aquella pennsula, e forma a p .sieao propria-
mente dita de Duppel. Seto obras de defeza, inde-
pendentes no eume daquellas alturas, eoustituen
umaavancada forraidavel contra o este, e apoa-
se dos ilous lados pelo mar, que naquella direeca'1
bastante profundo para que os navios de guerra
possam coiiiiibtiir para a dVfesa.
As indicadas obras esto defendidas cora 100
pecas de grosso calibre. As obras liram separadas
do Alseusund 1,500a 2,000 passos, eesta extenso
de terreno conveniente para servir de praea
d'armas a um exercito. A communicacao do exer-
cito cora a ilha de Alsen, que lica do lado de traz.
A Iradiro ronslilneienal en Franca de i789
a 1893.
II
(Cimtinuacao.j
A Franca esperava em 1789, o que tinha queri-
do em 1791, o que desejou anda mais absoluta-
mente na quedado primeiro imperio, e o que ella
espera hoje da estabelidade do segundo. Conse-
quente com sigo mesma na vespera do dia em que
seus votos iam receber um estrondoso desmentido,
ella desejava uma monarchia hereditaria, e eonsli-
tucioual, com eloicoes una imprensa e uma tribu-
na seriamente livres, nam;as perfeilamenle lisca-
lisadas, e sobretudo um poder exercido por minis-
tros responsaveis.
Eu me apresso eouacjando essas enormidades,
em abrgar-mo sombra dos textos, cuja abundan-
cia nao deixa alm disso sono o erabaraco da es-
culla.
A Franca, dizia o tribunado, do seio do qual ha-
via partido a proposicao de elevar o primeiro cn-
sul a. throno, a Franca deve esperar da familia de
Bonaparte mais d) que de qualquer outra, a ma-
nuteneo dos direitos e da liberdade do povy"
a escoltou, e todas as inslituices propras? ga^
ranti-los (I).
Os Francezes conquistaram a liberdade, diiia o
senado, adoptando esta proposicao ; elles querem
conservar sua couquista, querem o repouso depois
da victoria.
Este repouso glorioso o devero ao governo he-
reditario de um s, que. elevado cima de todos,
defenda a liberdade publica, mantena a agualda-
do, e abaixe suas faces ante a vontade soberana do
povo, que o livor proclamado.
E' n governo que a naci franceza queria cons-
tituir nos bellos dias de 89, cuja lembranra ser
para sempre chara aos Albos da patria, c onde a
experiencia dos seculos e a experiencia dos ho-
mens db estalo inspiravam os representantes, que
a nacotinha escolhdo.
E' preciso que a liberdade e a igualdade sejara
sanadas, que o pacto social nao possa ser violado,
que a soberana do povo nunca soja desconhecida.
eque a naco nunca seja forrada acassar seus po-
deres e vingar sua mageslade ultrajada.
O senado desenvolve em urna memoria, que jun-
ta a essa mensagein as disposicoes que Ihe pare-
cem mais proprias a dar s nossas usiituiees
forca necesssaria para garantir naco seus di-
reitos os mais caros, assegurando a independencia
das grandes autoridades, o voto livre e esclarecido
do imposto, a seguranca das propriedades, a liber-
dade individual, a da imprensa, a das eleires, a
responsabihdade dos ministros, e a inviolabilidade
das leis censlitucionacs (i)
A liberdade ante a qual cahiram as trinebeiras
da Bastilha, exclamava nesta discusso um sena-
dor filustre (1) vae depor seus temores. O voto do
povo nunca ser desconhecido. As listas das candi-
datos escolhidus pelos collegios eleitoraes, sendo
multas vesos renovadas, uma das mais bellas por-
eocs da soberana do povo ser frequentemente ex-
ercida.
Os membros do corpo legislativo serio, se pos-
sivel, orgus mais liis da vontade nacional; s
disrussoes, a que elles se bao de entregar, e suas
coinmunicaces mais latas com o tnbuuato escla-
recer.io nada vez mais os objectos subraeltidus
suas deliberaces.
Uma alta curte garante das prerogativas nacio-
naes confiadas s graudes autoridades da seguran-
! ca do estado e da dos cidados, formar um tribu-
nal verdaderamente independente, c augusto con-
sagrado ajusliri e a patria. Ella as>egurara a
respeosabiodade dos funcciunaros, particularmen-
te d'aquelles que uma grande distancia da metro-
pole poderia subtrahi-os a vinganea das leis. Ella
assegurara sobretodo a responsabilidade dos minis-
tros, responsibilalude siin a qw.it a liberdade au
mais do que um phantusma.
O seiuitui consultas presta a mais decidida ho-
meoagem a suberania nacional; determina, que o
|x)vo resolver, elle proprio, sobre a hereditaiieda-
de. faz mais, consagra e f.rtifiea por sabias insli-
itiicoes o governo que a naro franceza quiz nos
mais bellos das da revolocto, quando ella maui-
festou sua vontade cun mais estroudo, forca e
grandeza.
Taes erara os votos da Franca na hora em que
j o imperador aspirava dividir liaba cm feudos
11 seu imperio, e ia a Austerlitz forjar o primeiro
anual do seu fatal destino. Talvez esta poltica
-ensata Ihe viesse tardamente memoria, quando
eslava acampado as sierras da Hesptmha.ou juau-
do, como fugitivo atravessava as aguas geladas do
I le resina.
Elle deveria com effeito, por mais de urna vez
ler era consiueraco as agilacoes de um governo
livre, o impelo da Europa, e desespero da Fran-
ca, e dizer na amargura do seu corneto, que nao
suecumbia tanto sob o peso do universo conjurado
ionio sob o de urna responsabilidade muito onero-
sa para um mortal.
(Continuar-se-ha.)
(1) 3 de maio de 1804.
(2) Mensagein de maio de 1804.
(!) Lacepede.
O Sr. de Montclar ergueu os hombros em sig-
nal de, profunda ignorancia.
Acaso sgale a corte a Sra. d'Ozenay, antes
de se haver ella casado ? tornou o baro.
Espautas-me, toruuu u marquez. Nao sei
dissn.
Por certo, j o disseram. Bem poda ser que
fosse isto que tivesse ebegado aos ouvidos de Mau-
ricio, envenenado pela calumnia I
E' alguma asnera desse quilate, provavel-
mente.. .Mas, meu caro, intil que assim este-
jamos aqu a laborar em supposicde*. Tudo se
arranjara entre mim e Mauricio.
Acceito o augurio, disse o baro, que sahiu
vivamente.
Um quarto d'hora depois, Mauricio entrava em
um pequeo salo do andar terreo, dando sobre o
jardn do palacio, onde o Sr. de Montclar havia
descido para recebe-la, A atlitude do oco era
pouco animadora. Saudou gravemente, e recusou
a cadeii a que Ihe era offereuida.
Sr marquez, ilisse elle, esta entrevista, que
lendes pedido, era escusada; cousenli para nao
vos dar motivo algiiin para a recusa; pois cora-
prebendis, que. nao se trata de conversarmos
Assim, senhor, real quo queris batter-vos
conuco ? (Signal de assenhnento de Mauricio)
Kazeis-nie muita honra. (Novo sgnal de afllriuati-
va, cuja impertinencia o marquez nao niostrou ha-
ver notado) Mas, inda assim, lenho direito a saber
porque razao ea telha me rae sobre a caneca.
Seja Sr. marques. Vou disrreve-lo. Ten-
des surprehendido as affeicoes de uma moca
quera aman com todas as foreas de miulia alma,
e cuja uo eslava autorisado a pedir...
- Perdo, senhor! mas em tem algum me
confiastes vossos senlimentos o esperancas. Qoem
pois essa moca de quem tenho no iuscientemen-
lo rouhado as aOMe/Jes?
E' a joven Sra. de Renel, senhor, j que que-
ris que ponto pontos sobre osil.
A joven Sra. de Benel I Oh I senhor, pois
de veras vos lanbrasles disso? Nao vos disseram
que devo esposar sua raac ?
Enganam-se, Sr. marquez, e vos a enganaes!
Sr. d'Ozenay, preciso que vos faca obser-
var que sois vos quera me insullaes!
Queris ser o offendido, Sr. marquez ?...
Que resultara disso ? Posso muito menos di-
rigir-vus uma provocacao que acceita la de, vossa
parte. Nao sou acaso amigo de vosso pae ?
E' uma pergunta, pelo que parece, Sr. mar-
quez.
Tendes espinto, senhor, mas se vos agrada,
ponhamos de lado os epigra minas, e tornemos a ex-
plicacao. Vus terei, creio. supplantado junto de
qualquer amante, sere talvez obrigado, apesar de
ludo, vos dar uma satisfaco disso. Mas inda
quando o que allegaes fosse exacto, o que nao te-
nho a fatuidade de rrer. o mal que vos tera frito
sena de ininha parte involuntario, a offensa ne-
nhuma, e a nica satisfaco que poderia dar-vos,
seria a expresso de meus pesares.
Sem duvida, senhor, se tv.-sseis lencao ca-
sar com a joven senhora de P.cnel, eu as tera
soflrido; mas nao me tera queixado e sobretodo
nao vos leria pedido me lamentasseis A situa<;o
outra, bera o sabis. Vosso Un, vos occupaido
densa noca, lem sido somonte perturbar sua vida,
compr..melle-la, pcrde-la, se vos f..s?e possivel.
Ultrajar assira urna posaos a quera amei, aquum
deseje dar meu nome, iiltrajar-ine. Tenho di-
reito de vos pedir cantas disso, e era todo caso,
estou resolvido a toma-las.
O que avancaos grave, senhor, c antes de
tudo preciso era dar-ino a prova do que diseis.
Esta prova eu a tenho. Sr. marquez, e to
irrecosavel quanto possivel; live em inmhas
maos tuna carta que vos era dirigida por mada-
moisella de Kenel."
De veras ? o 00080 saber onde a lomasteis?
Nao a tomei, levarani-m'a.
Algum desconhecido, talvez ?
E' veranda.
Neste caso, o necorio est claro. E' justa-
mente o que pensava Como Sr. d'Ozenay, pois
nao descohrisios rom quem Irativ-is ( \a rom-
preheudestes que havia ah um laco da polica ?
Perdoque a polica ande nsso medida,
nao duvido. Mas que importa isto ? Nem por isso
deixa a carta de existir I
E nao vos lembrastes que quem era capas
de a desenraminhar, e divulya-la, tmbeos podiam
fabrica-la ?
Infelizmente, nao |>esso enganar-me a este
respeito. Ueconheci perfeitaniente a lettra, reeo-
nbeci 8 Ululo, que |wr cerlo nao fcil imitar.
Essa boa Nao sabis que hauilidadc lera
esses meus senhores da polica I Sao verdadeiros
genios em materia de iniuedos. Seriara eapatOS
de imitar uma carta do meslo Chateaubriand, a
ponto delle mesmo enganar-se I A que vos deram
para ellos um brinco. Agora v les loda a intri-
ga. Buscarao naluratsaente hatti valer a inBuen-
cia que pareen exercer, e que podefu exagerar.
Allin de arruina la, recorrer) a esse engeuboso
meio de excitar vosso eiume ( nitra mim, de pro-
vocar um rompimento entre nos. Nao foi com ef-
feito mal iiuagioaJo.
Tera feilo nisso um papel odioso. Todas as
antigs calumnias que me assacavam.e de que nao
deixaro de baverem produzido como argumento,
me envolveriam de novo. Ficava puprinido, itn-
potente, suppnnido. Mas, grasas a Deus, pude dar
com o rastrillo, e por o p em cima. Nao somos '
por cerlo lo tolos, como querem que aojamos.
Nao verdado, que nao vos dei (aran essa prodi-
giosa carta, cora que se vos ten inagnotisndo 1
Nao.
E' como digo : nao convinlia que fosse exa-
minada por otaos osunos prevenidos que os vossos.
Vamos, vamos, deveis estar agora convencido I...
Sr. marquez, disse entao Mauricio, possivel
que essa carta tenha sido imitada. Nao lento a pre-
teuco de ser nisso Infallivel. O iiieres.-e que lia-
vena em se vos prejudiear nao duvidoso. Mas
devo dzer-vo.s que antes de haver reeeludo esta
prova que devia othar cuino decisiva. Ja d- scon-
liava por nuitOS indicios que ella s fez confirmar.
Entretanto se queris dar-m! vo-sa palavra de
honra que me lento engaad, .pie nada tem ha-
vido, entao, vos acreditare, h-al, e tuieiramente ;
e sere eu que me retirando, vos pedirei que acei-
tis ininbas escusas.
III
A' proposicao to nobreraente ingenua do joven
d'Ozenay. a plii-ionomia do m irqu -z, xprimiiido
al entao urna graciosa hmiliomia, tomou a expres-
so da altivez ferida e de urna irnica ademira-
Ch'io.
Sr. d'Ozenay, disse, tenho mostrado, creio,
nesta entrevista s maior longaminidade. Mas nao
|H)sso chegar ao|K)iito dedeixarque me iuiponhan
condices. Ah queris denerir-ne un juramento,
e me l'azeis a grara de liear salisfeito I E' com ef
feito umita tondade de nossa parle | Mas nao m
aproveitarei della. Credo o que vos agradar. Quan-
lo bater-moooia voseo, naod isso possivel. Como!
se em tal eonsenti.-se, seria pata SOB faze. sallar
vossa espada das inos, ou para almr ao ar depois
de liaverdes disparado. Sera acaso isso que que-
ris I
Nao, Sr. marquez, peen um combate leal e
SCn piedad.'.
Oh I senhor, este sera vosso primeiro dnello,
e en lento-me batido mais de qnarenia vesos, sem
que em nenhuma dolas tenha sido l'erido ou teuha
iiiorrido.
Sei, senhor, e sei tambera quo vosso primei-
ro duel.n foi o ultimo de um duellista lio perita
como podis se-lo agora. Bu, porm. nao son to
novico as armas como vos Iguraes. Tendes all
pistolas ? E-lao rarrepidis 1
Sim, senhor, o vossa disposicio.
Enlo. uma ves que O per nitlis, vos mostra-
rei que raen primeiro tiro pode nao ser l.io iiisigni-
toanle e.imo peusaes
Mauricio atiri arana, lomm] urna pistola, e
arinoo-a : aorta depois :. porta da sala o indicando
como alvo urna roseira chocada ra extreini lade
de uma resta a uma distancia do vinto emeo pas-
aos, fez fogo. o ciinod'i arbusto dobrou-se sobre a
baste quebrada p. o meio.
Ah muito bem exelam ni c Sr. de Monte-
lar. Tanto mais que sao armas que nao coulio. eis.
Aceilae meus sinceros cumpriuieutu-. Mosiraes ro-
BOlucao. Nao seris com effeito um adversario que
se despreze. Pois bem. senhor, e esla declarar.)
en miaba boca nada teindesuspeita, ha para mim
nina razo peremptoria para nao jugar con vosco
esse jogo. Seria muitu serio. Qualquer que fusse
o resultado, a causa a qual perlencemos muito
com elle perdera. Grandes successos se preparan
para os quaes um hornera de energa, de mais ou
de menos, nao cousa indilferente. Nao temo ap-
pellar agora para todos os vossos sentimentos ca-
valh ire.-cos. O tilho de vosso pae, nao querer
para satisfazer um senlimento privada, arris.-ar-.-e
tornar uma podra delropecopara seu partido. Por
outro lado, romprebendereis que nao podia pres-
Lar-me ao acto oo submisso que de mii.i exigistes.
l'erdera muito a vossos pruprios olhos, e u que
nao quero por cou-a alguma do mundo. Em
sobre tudo isto val a pena relleetir. Eu mesmo vou
oc.upar-ine a tirar a Innpo esta intriga e d'aqui
alguns ibas, estarei lalvez as circumstancias de
vos fornecer a peca probatoria em original, quero
dizer, a pretendida' caria do joven Sr. de K.nel.
Quanlo ao mais, se anda duvidaes das obrigaco.s
que deveis a polica. ..Iba.- em volta de vos quando
daqm sabjrdes ; descubriris fcilmente earissarios
encarregados de vigiar vossos passos e julitar rom
aoMCedencia o successo que delles devera es-
perar.
Mauricio licnualguns instantes cornos otaosbai-
sos, cono indeciso.
Sr. marquez, disse elle logo, consinto que se-
ja espacada nossa pendencia. Se me convencer
que nao ba motivo para ella ou uie-ino quo urna
obrigacao anda mais sagrada me reclama, esque-
eerel todo Mas at entao eseofetdo dizer quo
entre nos pode haver urna tregua e nao urna roco-
riliacao I
Saudou-o o sahiu.
(Cotinuarse~lM.)
PERNAMBUCO. |-YI>. og M A FII.Hrt
?

I


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