Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10319


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Full Text
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AllllO XL. HUMERO 63.
Por tres nezes id iau lulos 5$O00
Por tres nezes cencidos 6SUU
Porte ao correio j r tres mezes. 5750
001HTA FE1RA 17 DE MARCO DE 1864.
Por anuo adiantado.....i9$f)00
Porte ao correio por um anuo 3$Q00
DE PERNAMBUCO.
i'.NCARREGADOS DA SIBSCRIPCO NO NORTE
Parohyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima!
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracatv, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveiia; Mrranhio, o Sr. Jatuoim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C.: A-
mazouas, o Sr. Jeroiiynio da Costa.
KNCARREGAnOS DA SUBSCRIPCAO NO SUL
Alagas, o Sr. CI.ndino Faleo Dias; Bahia o
Sr. Jos Marns Alves; Rio do Janeiro, os Srs. Pe-
re ra Martina <3 Gasjirino.
PAR11LA DOS ESTAFETAS.
01 nda, Cabo e Kscada todos os. dias.
Iguarassu', Goy&nna e Parahyla as segundas e
sextas-eiras.
Santo Anio, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru',
Altinho e Garanhuns as trras feiras.
Pao d'Alho, Nazireth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
^gaieira, Flores, Villa Bella, Tararatu', Cabrobo,
Boa Visla, Ouncury e Exu as quartas eiras.
Serinhaem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ios. Agua PrelaePimenteiras as quintas eiras.
lhi de Fernando todas as vesos que para ali sahir
navio.
Toc'os os estafetas partem ao '/, dia.
EPHEMER1DES DO MEZ DE MAR(,:0.
1 Quarto ming. as 10 h., 51 m. e 44 s. da m.
8 La nova a 1 h., 39 m. e 80 s. da ra.
15 Quarto cresc. as 3 h., 47 m. e 32 s. da m.
23 La chela as 8 h., 27 m. e 3 s. da m.
30 Quarto ming. as 8 n. e J s. da t.
PREAMAR DE HOJE.
Pnmeira as 10 horas e 54 minutos da manhaa.
Segunda as i 1 horas e 18 minutos da Urde.
i PARTIDA D03 VAPORES COSTEIROS.
Para o solI at Alagas a 5 e 28; pira o norte at
a Granja a 7 e 22 de cada mez; para Fernando nos
das 14 dos mezes dejan, mam, maio. inl, set. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recife : do Apipucos s 6 '/s, 7, 7 /,, 8 e
8 Vt da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatao as 6 y, da m.; do Caxang e Varzea s 7
da m.; de Bemlica s 8 da m.
L *, .Rorfe,,: p?ra AP'P>s s 3 '/,, 4, 4 A, 4 %
5, 5 Vjt Vj e 6 da tarde; para Olinda s 7 da
manhaa e 4 /, da tarde; para Jaboatso s 4 da tar-
de ; paraCarhang e Varzea s 4 "/, da tarde: para
IRemficaas4datarde.
AUDIENCIA DOS TRIBUXAES DA CAPITAL.
Tribunal docommercio: segundas e quintas.
Relaco: tercas e sabbado s 10 horas.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Juizo do comiriercio: segundas s 11 horis.
Dito de orpuos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao meio
da.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
das i/a semana.
14. Segunda. S. Malhilde r, de Allemanha.
15. Turca. S. Zarharias p.; S. Lonjiuinho soldado.
16. Quaita. Ss. Cyriaco o Taeiano diar. mm.
17. Quinta. S. Patricio b. ap. da Irlanda.
18. Sexta. S. (abriel archanjo; i. Narciso are. m.
1!. Sabbado. S. Jos e.-poso de N. Senhora.
20. Domingo de Ramos; S. Faustino m.
ASSIGNA-SE
no Recife, em a livraria da praca da Independencia
ns. 6 e 8, dos proprietarios Manoel Figuetroa d
Faria 4 Fimo.
PARTE QFFICIAL.
OYltM DA PROVINCIA.
Csnlirmarae de eieedifilc d<> dia 0 de marco
de Im.
Porturia.O vicepresidente da provincia con-
formando-se cora a proposta do l)r. chefe de poli-
ca u. 374 de 5 dtste mez, resol ve considerar va-
gos os lugares de supplentes do subdelegado do
districlo de Colonia, do termo de Plores, nffr se
acharen os atanos jue os exercara inorando no
tormo de Ingazeira ; e para os preenclier noraa :
Sapotea tes.
1." Vasco Pereira de Montes.
2. Capitao Manoel Barbosa da Silva.
3.* Tenante Zeferino Pereira de Moraes.
4. Marcolino de Queiroz Lima.
>.' iys G-cmealves ie Souza lunior.
6.* Joao Al ves dos Santos.l.ommunicouse ao
Dr. chefe de polica.
Dita.O vice-presidente da provincia confor-
i to ter sido feita jor elle a planta que incluso re-
mello, bem como o respectivo orcainento. Offl-
| ciou-se neste sentido ao inspector da ibesouraria
; de .'azenda.
| Lito ao capitao do porto. Manje V. S. por em
liberdade os reralas Selaslio Rodrigues Coe-
Iho, e Angelo Custodio do Amor Divino, que fo-
ram remedidos coro o mea officio de 27 de feve-
reiri) uiiimo, visto que apneanteraai isenciio do
recrutameulo. Comraunicou-se ao Dr. chefe de
polica.
Dito ao commandante superior da guarda na-
cional do Recife.Expeca V. S. as suas ordens
par, que siguas dos batalhes di guarda nacional
desti cidade preste guardas de honra nao so para
acompanhar a procissao do Senhor aos enfermos
na (reguezia de Santo Antonio, no dia 22 do cor-
rente, oais lamben assisiir aos actos da Semana
Sania na respectiva matriz desde Quinta-feira
Santa al sabbado da Aleluia, providenciando V.
S. a,
Manoel Jos do Azevedo da Silva Santos. At-
ieste querendo.
Si I vera Rita.Pode seguir.
r n*ufBc<'nte para o providencia enrgica, verificado que o officiar-maior
siaueienmento do nflirial-mator, entenda n--"> >-----------
INTERIOR.
(EAHl.
Iisado cidado brasileiro o subdito portuguez Joa- cenca de dous mezes seria
qU- SSniZnm Mercantil ZSSSSXt fin ""1'!','ma")^. "*" n:i & por prompi, nao querpedir a soV ap^ea-
/Ti,. i de licenca, que sao justamente aquellestm que
le Assumpcao alcancam a 20, as de funeciona esta casa, isso importava a licenca por
A Cesar o que de Cesar.
No dia 18 do corrente passou o Exra. Sr. Dr.
Jos Bento da Cunha Figueiredo Jnior a adminis-
tracao da provincia ao 4." vice-presidente o Sr.
coronel Jos Antonio Machado, no mesmo dia em
que lhe chegou a noticia de sua exoneraco.
Agora pois, que S. Exc. j nao pode destribuir
as gracas do poder, agora que passou de gover-
nante a goveroado, agora que as nossas patarra
ser aeompa- nao podem ser alcunhadas de lisongeiras, que
mesmo lempo no seulido de
nhada porum d'aquelles balalhes a prociaso da lhe dirigimos nossos emboras, pagando ti
Ressurreicao da m, sma freguezia. bulo de que se faz credor pelo seu ment admi-
Dito ao commaDdante superior da guarda na- nislrativo.
cional de Olinda e Iguarassu.Expeca V. S. as Digam outros o que quizerem, facanj a apreeia-
mando-se com a proposla do Dr. chefe de polica suas ordens para que tuna uarda de honra tira- cao, que Ihes parecer rasoavel acerca dos actos
i7i de 5 deste mez, resolve exonerar a Joao | da do batalhao n. 9 de infaolaria da guarda na- governativos de S. Exc, para nos na qualidade de
ando superior aeompanhe a orgo da imprensa peridica s nos cabe dizer,"
I imagen} uo Senlior Bom Jess dos Martyrios em que S. Exc. governou o Cear mu asizadamente
procisso na cidade de Oliuda, no dia 20 do cor- e merece de todos os Ceareoscs desapaixonados,'
qur de um, qur de outro partido honra e gra-
nito ao commadante superior da guarda nacional tido.
do Bjnito.Communico V. S. para seu conhe- Em quaiquer dos ramos da administracao
cimento, e a Um de fazer constar ao agraciado Mica S. Exc. se mostrou cauteloso no obrar,
para solicitar era lempo a sua patente que S. M. Este prudente conselho, que toraava na gerencia
o Iiinerador por decreto de 20 de fevereiro ulti- de todos os negocios, fez com que alguns descon-
liudo, houvo por bem nomear Jos lentes, que se levantaran! no comeco e Ora de seu
los da Costa Leao.-Cominunicou-se ao Dr. Joaquim Bezerra de Mello, tenente-coronet com- governo, nao tivessem assumpto notavel
l!uenos-A*res a 29 do pinado e as de Montevideo
a 2 do crrente.
todo o anno.
Quanlo a este
fundamento, Sr. presidente, eu
ao astado Oriental, apezar do receio de que responderei que, tendo o ollicial-maior solliyllado
f>se peraltada a paz ne actd de entregar o Sr. desla casa urna licenca de qtialro mezes, ; consi-
uerro 3 presidencia da repblica ao Sr. Athanasie derando a comraissao que justamente n js dofts
------.........-------- -T----------........ que justamente .i
rt^iurro, presidente do senado, reelizara-se essace- ppmeiros mezes que a secretaria tem um fabalho
remonia no da i' do crrante sem a menor man- mais pesado, emenden me n nnivi n w iwk
festacao de descontentamente publico.
O novo ministerio da repblica ,
dos Srs. Juan Herrera, governo, general
mas, guerra e marinha, Antonio Pere
Octavio Lapldo.^estrangeiros. absolutamente de prestar servico.
i pesado, entendeu
mezes subsequentes em
baldo.
Outro sirn, entende o Ilustre orador que convm
indagar se o estado de desarranjo em que se acha
a secretaria devido ao empregado que no anno
passado sul>stilaio o ofUetal-maior, ou ao Io oflicial,
que boje se pretende nomear para dirigir a repar-
tico, e nesse sentido pede informacoes honrada
commissao de polica.
O Sr. Bi-arque :Eu vou dar as explicacSes pe-
Tue MiSSSbVlraK d,dr?S M ^re Durante o impedimento
Os senadores deputados que haviara regressa-
d Montevideo nos vapores Stttntomje e Paraguay
apenas all chegaram, receberam ordem para no
praso de 12 horas sahirem do paiz, o que fizeram,
seguindo para Buenos-Avres.
compunha-se Iho na secretaria, mas que nao reclama ass uida-! J?t',a"- em?.'" "^'oto .que .se dt
ral Diogo La- de como durante a sesio, o offlc.al-maior... i&%&* ['^n,i
ss. fazenda, e Vm Sr. Dk.ttado : -Que est in.possitilitado S*.g^;.T^M'? ,fctel
absolutamente de nrestar servicv xou eWo <-'" lurobr, poca
que se deu o anno pas-
urnado para substi-
cavalheiro dei-
era que o offl-
0 Sr. BcAitoiE'... bodesie dirisir auuelles ial1'fnaior ellectivo assumio o exercicio. A respei-
trabalhos. g aqueties l0 a responsabilidade de que fallou o nobre deptu
BaptisUi de Atbayde, Jos Francisco de Madeiros jcion.l sb seu command
c Joao Jos de Souza, dos cargos de 3", 4 e 5 imagem do Senlior Bom
supplentes do subdelegado do distncto de Flores; procis T
o 3* e 5* a bem do servico publico, e o 4- por ha- rente.
ver inrompatibilidade na accumulacao desse lu-
gar com o de collector da fazenda, e para os subs-
tituir noraa:
Supplentes.
3. Jos de Queiroz Lima.
4." Joaqnim Rodrigues Florencio. mmente
5. Jos da Costa LeSo.-Communicou-se ao Dr. | Joaqnim Bezerra
para es
cliefede polica. j mandante do batalhao n. t de infatuara da guar- fribarsua opposicao.e as arguicoes,que lhe' faziam,
Dta.--0 vicepresidente da provincia confor- da nicional do municipio do Bonito. nao passavam do papel que os continha oornue
venenoia publica. Conceder ()uatro mezes de li- ^ *Sb!S q a e".a ":i Pe ?far Sbre. p""
cenga sem se saber se o offlcial-maior se poderla ,Tnh,.^KLf,*?Sde ?UC. S6 ,he P?r*a,a.Por
QttaiAoao senador Velasco e deputado Dias, ou uao resUbelecer nos dous primeirwr mez.is era JS!T,!r-objecto ,ml10rlanle i ferTl.5' ,*'lara
que estavim presos no porto, foram pastos em li- onerar, pdr assim dizer, sem grande reflexao, os --|Ue '.sso C0.mPle *> Sr. offlcial-maior effecttvo
berdade por ordem do governo. Lcofre da provincia...
Em tins do mez pascado contrado o Sr. Berro [ Um Stt. Depltaoo :Onerados licam elles eom
umemprcstimo de 243,000 com a casa Mau, afim a medida proposla pela commissao.
de sattsfazer ao pagamento das ultimas despezas de O Sr. Blarque :-Alcm disto, Sr. presidente, eu
sua administracao ; fui informado particularmente de que o offlcial-
ara Buenos-Arres hariam corrido | aciQcanien-, niaior pretenda pedir a sua aposentadoria em
te as eleiydes, calwndo o triumpho aos candidatos breve. Esta raxao tem pouco valor, verdade, es-
pu- do Unhdel PK-blo. j ta razo mesmo eu aprsenlo como mera inl'orma-
OSr. Lopes Gama, nosso encarregado de ne- icoalim de que a casa tenha della conhecimento.
goctos no Paraguay, apresentou suas credenciaes Creio, portante, que em relacao licenca, ;. com-
no da 16. misso de polica aitendeu a todas as conv.raien-
I)o Pacifico pouco ha que referir. cas, nao se dando o facto, que o nobre deputado
Em Coplapo no Chile, houve um tremor de ter- referi, de nao haver trabalho na secretaria du-
ra, que causn muitos prejuizo?.
Circular a lodos os coinmaudantes superiores da nao referiam factos,'erara'mais nominaes do que
guarda nacional d.v provincia, menos o do Recife. reaes.
Para cumprimenlo de aviso expedido pelo mi- O Sr. Jos Bento como presidente do Cear foi
nisterio da justica. em 25 de Janeiro ultimo, apre- como muitos nao tem sido,
sememe \. S. com urgencia mn mappa da torca Collocou-se fra dos partidos, e acplheu a todos
de tolos os corpos, e companhias avulsas do ser- a nenhutu tirou o pao, ou emprego que servissem
vico activo e de reserva da guarda nacional sob antes os reparti com os dos dous credos, confor-
seu cora mando su|>erior, declarando de conformi- me o raererimento dos prelendentes.
dade com o incluso modelo a forea destes corpos O Sr. Dr. Jos Bento foi conservador e progres-
queso acha Cardada, bem como um outro do ar- sista : soube fazer allianca tal, que durante um a-
inamente e corrame deslributdo pelos referidos no, nove mezes e quatorze dias, que adminstrou a
C0P"S- provincia, apenas ura oulro frentico, que dispu-
tlo ao juiz municipal da pnmeira vara desta nha de algum prelo ousou no comeco ou no llm
capu.il.Iransraitloa Vine, paraos flus conve- de sua administrarlo erguer queixas contra elle,
nieni s a certido oaulo de visloria a que se pro- O partido liberal, que ora comeca a gosar da
ceden no sentenciado de juslica desla provin- geslao dos negocios pblicos, o que mais grato
- li ca, Ihristtano Francisco Pereira, que falleceu no se deve mostrar a S. Exc, porque foi no seu go-
,'elheiro presidente do supre- presidio de remando, como me panicipou o res- verno que o chefe dos liberaes nesla provincia
mando-:-e com a proposla do l)r. chefe de polica
n. 274 Je 5 do cerrente, resolve exonerar a Jos
Francisco de Medeiros do cargo da 3* supplente do
delegado do termo de Flores por haver incompa-
tibilidade na accumulacao desse lugar com o de
ollectot da fazenda, e concede a Galdino Pereira
de Mor,es a exoneraciio que pedio do de 4* aop-
l'lcnte d) mesmo delegado, e para esses, assim co-
mo para os de 5* e 6o supplentes que se acham va-
gos noraa:
Suppleutes.
3. Aiferes Antonio Rodrigues Florencio.
4.* Antonio Pinto de Oliveira.
o.* Miguel Pereira dos Reis.
6.* Jdtquim Augusto Leile. Communicou-sc ao
Dr. chefe de polica.
14
Officio ao Exm. coa
e somos obrgados a aceitar essa desculpa como
satisfaioria, por isso que, desde que a secretaria
tem um chefe, os empregados subalternos, apenas
tem que cumprir suas ordens. Parece que na au-
sencia do offlcial-maior ao primeiro oflicial cum-
pna, vellar, assumir toda a responsabilidade dos
empregados da secretaria, mas a excusa nao pode
deixar de ser procedente. Dii elle :o regiment
nao determina que se subslilua o offlcial-maior em
seu impedimento; portanto a responsabilidade ef-
fecliva nao recahe sobre o primeiro oflicial.
O Sr. Cimia Teixeiiia : -(Nao devolveu seu dis-
curso.)
0 Su. Araujo
roo tribunal de justica.Communico V. Exc.
que o ji'.iz de direito da comarca do Rio Formoso,
bacharel Manoel Clemenlino Carneiro da Cunha,
terminen em 8 do corrjnte a licenca de que gosa-
va, e i por doeats de seguir pira a sobredi-
ta comarca.Igual communicarao se fez ao ins-
fiector da Ihesouraria de fazenda.
Dito aoKxm Sr. )r Antonio Das Coelho Mel-
lo, 2" v ce-presidente de Sergipe.Accusando rc-
cebido o officio de 24 de fevereiro ultimo, em que
V. Exc. me communica haver nessa dala assumido
a administracao des-a provincia na qualidade de
mju 2" vice-presidente, tenhoa satisfacao de asse-
1,'urar V. Exc. qffe me encontrar sempre promp-
to a exacatar suas ordens quer relativas ao ser-
vico publico, quer ao particular de V. Exc.
l)iio ao director da Farnldade de Direito desta
cidade.Communico V. Exc. que Sua Magestade
o Imperador i>or decreto de S9 de dezembro ulti-
mo, e de ronformidade com o disposto no art. 2
do decreto n. 2,318 de 22
peclivo cotnmandaute em officio de "8 do cor- pode Mirar na lista triplico t ser "escolhido se-
ren'* .... ndor. Jamis este partido devera boquejar contra
uttoao superintendente interino da estrada de S. Exc.
ferro. -Respond'iuto ao officio de 7 do crrante, Concluiremos o presente artigo agradecendo em
doSr. su|erint.-n.b.iiie interino da estrada de fer- nome da patria o multo que sempre se occupon
ro.em referencia ao que em 30 de Janeiro lhe di- dos seus interesses materiaes, em nome dos Cea-
igiu e-ta presidencia, teulio a,signilicar-lhe, que, renses sensatos a justica e imparcialidade do seu
que se lembrou fazer de governo.
ocicsa a declaraeo
que^ sendo empregado da companhia e nao do
gojdJrno brasileiro, nao pode ser censurado por'
promover os interesses da tnesina companhia ;
por quanto o reparo que allude o mesmo Sr.
superintendente nao se refere ao cumprimenlo de
seus llovers, mais sim a maneira inconveniente
com que se julgou autorisado a estabelecer con-,
dieSes inileclinaves no intuito de obter da presi-
denci i a adopciio de medidas, de que parecem
querer constiluir-se arbitro.
Tendo a presidencia tomado o accordo que lhe
paree :u mais rasoavel, submeltendo decisao do
overio imperial a reclamaeo feila pelo Sr. su
(Do Sol.)
DIARIO DE PERNAMBUCO
O vapor inglez Paran adiantou tres dias do Rio
e dous da Baha, s noticias que recebemos pelo
vapor chegado ante-hontem, alcanzando as priroei-
ras 10 e as segundas a 13 do corrente.
Rio de Janeiro.Foram nomeados:
Chefe de polica de S. Paulo, o juiz de direito
de dezembro de 1858, 0......r----- .^.......>M., .^.._ ,^. .. ^
houve ior bem nomear o Dr. Braz Florentino perintendente, no t|ue de nenhuma maneira pode ulefiar'o llerculano de Aquino e Castro ,
Ueiiriqs de Souza, lente dessa Faculdade para o I ser prejudicada a comiianhia, cujos interesses Juiz muniripale de orphaos do termode S. I'au-
iugar de membro da commissao que tem de exa- tem sempre sido mantidos, e largaineule prote- 'S dt. Munahe, em_ Minas Geraes, o Dr. Francisco
gidos telo mesmo governo imperial; e declarando Marims de Assis Costa ;
o Sr. superintendente respeitar esse accordo, que pilo de Lampos, no Rio de Janeiro, o Dr. Joa-
versa sobre a quesio essencial, claro, que lica au!m -noel de Araujo ;
sem o .jecto tudo o mais de que trata o seu citado Coronel commandante superior da guarda naco-
offico
Dito ao delegado de polica do Limoeiro.Com
a info-macao ministrada pelo inspector da the-
souraria provincial, em 9 do corrente, sob n. 85,
respondo ao seu officio de 10 de fevereiro ultimo,
^ sobre o curativo de presos pobres da cadeia desta
Freir, que pedio villa, ievulveudo-lhe os documeutos que com elle
vieraiu.
Portara.Os Srs. agentes da companhia brasi-
lera de paquetes vapor, mandem dar transpor-
te al o Ceara no vapor Paran, em lugar de r,
destinado passageiro de estado, ao commendador
Joao Daptista de Castro e Silva, inspector da Ihe-
souraria de fazenda desla provincia. laker,
Dit;i O vice presidente da provincia resolve
conceder ao inspector da theseurana de fazenda,
commradador Joo Baptisia de Castro e Silva,
dous mezes de licenca com venciinentos na for-
ma da lei para tratar de sua sade.
DitaO vice presidente da provincia, confor-
ininar o projecto do cdigo civil do imperio orga
irisado p'lo bacharel Augusto Teriatra de Frailas.
Dito a Tendo si lo approrado pelo governo imperial se-
gundo ni: foi declarado em aviso da reparlico da
guerra de 2 do corrente, a nomeacao feita por meu
-anlercsscr do tenenle reformado Francisco de Pau-
la S Pe tolo, iara coadjuvar o coronel recruta-
la, em snlistiiuico do tenente, tambera reforma
do, Mano.-i Caraeiro Machado
seu conlwieimento.Communcou se ao inspector
da thesourana de fazenda.
Dito ai mesmo. Em cumprimenlo do que de-
termina o Exm. Sr. ministro da guerra em aviso
de 5 do corrente, junto por copia, mande V. Exc.
dar baixado servico militar ao individuo que com
0 nome lu Manoel dos Santos tem praca no 7 ba-
talhao d: infamara, visto ser elle o escravo de no-
me Angel), pertencente ao lenente-coronel Ilde-
fonso Murtra Sergio, re-idente na provincia da
Bahia, que como tal 0 reclama e apresentou as ne-
essarias proras, devendo portante o mesmo es-
trave ser entregue ao referido lenente-coronel iu-
dependeiilemenie de quaiquer indemnisaeao a fa-
zenda publica, segundo o disposto na im|>erial re-
solacio de 7 de dezembro de 1860.
Ditoao mesmo. Transmiti V. Exc. o incluso
1 roceMO de conselho de guerra do 2 sargento do
4" batalhao dearlilharia
O supremo tribunal da justica apj rovou hon-
tem (9) a lista geral dos junes d direito do impe-
rio, revista este anno pela respectiva commissao.
Da nwsma lista colhemos o seguinte resul-
tado :
Jtizes matriculados, contando anliguidade.. 2:16
Matriculados, sem anliguidade por ralla de
certiddes de exercicio .................. 15
Nao matriculados, por nao terem apresentado
cartas, Otas com exercicio............... 2
Nomeados sem matricula e sem exercicio... 15
Total....... 268
Baha.fada occorreu, que mereca ineneao.
.NOTICIAS COMMEItCUES E MARTIMAS.
Bnenot-Kyres, 27 de fevereiro.
Pj^o* fortes.Ultimas vendas a dinheiro a
Cambios.Inglaterra, 50 5|8 a 49 1(2 i. por-peso
forte.
Franc-Vr. 5,31 a 5,22 por dilo
Antuerpia, dito dito. '
Genova, fr. 5,22 por dilo.
Rio de Janeiro, 1(850 a 11815 por dito.
Montevideo, 1|8 a 1|4 0|0 de descont.
- .ive;-e^;r^r,de;drumeSdeDte'
nao teria occasio de subir a
sentadoria venha mais tarde -a e'ncarregar seda
direccao da secretaria sem grave prejnizo dD ser-
'OBkjiador celebr.'w um tratado, firmando a da que menosjsw3iEl^portaBtersead^'ps- .tenni^VT'."'^"'''.'' d- ?" ra lrteln,ob
paz com os Estados-Unjdos de Columbio. sivel que o official-maior, se n.io .pedir sua apo- S?a Certamen,e nao tena occasiao de subir a
Deposito a mais plena confianca na nobre coro-
publico, emendo que temos vnugem em nao 2^J&*Jj~>aSS,m Cm dWil^
conceder urna licenca por qnatro mezes, one-ando --"" --H
os cofres com o ordenado de mais, dous alm do
que propoe a commissao.
O nobre deputado fallou a respeilo da gratifica
co do 1* oflicial.
os precedentes desta casa mostram que se tem de
_ na nobre commissao de
policia do anno passado ; por essa razo voto in-
teiramente pelo parecer da commissao que se dis-
cute com a emenda que otTereci consideracao da
casa, visto como sei que o funecionario de que se
trata, embora nao esteja de todo inutilisado, toua-
preferencia chamado individuos de fra para exer
cer esse cargo, desde que se d o impedimento da-
qoelle funecionario. A commissao propoz essa
gratificaco porque considerou o seguinte : o offl-
cial-maior obtendo urna licenca desta casa, perce
por elle pedida casa.
Quando disse que a fscalisacao influa muito na
regularidade do servico da secretaria, apenas quiz
dizer que a nobre commissao de polica, tendo a
seu inleiro cuidado semelhante servico podia con-
seguir mediante as medidas por ella pwoostas, que
o mesmo servico licasse em dia e o archivo da c-
I|8 por mez.
Frutes. Inglaterra, couros seceos 40 e 60 sh.,
ditos salgados 25 a 30 sh..
Antuerpia, couros seceos 40 a 50 sh.. ditos salga-
dos 13 sh.
Estados-Unidos, couros seceos 3|1 ct.
Havre, couros seceos nominal, ditos salgados
Marselha, couros seceos 80 fr. ditos salgados no-
minal.
Brdeos, couros seceos 60 fr.
Genova, ditos, ditos.
Brasil, i. 5 e 6 rls, fts. por quintal de carne.
Montevideo 29 de fevereiro
Cambios :-Inglaterra, 32 lt4 d. por pes) c o
men.
nal do Rio Formoso e Serinhem, emPernarobuco, '**?',r ^ l|^ e 84 por onca.
o lenente-coronel Jos Antonio Lopes ; i J10 de Janeiro, 2950 por onca.
Redactor do Diario Oficial, o Dr. Francisco Ran-! Buws-Ayres, ao par.
gel Pestaa, que ser coadjuvado por Emilio Au- i "scoxtos :O banco Commercial d.i a 9 e lo-
gusto Zaluar ; i ma a l> 0|0; o banco Maua da a 12 e toma a 8 0|0 ; o
Vice-presidentes do Maranhao : 3 Dr. Antonio oan,eo ioK,,,z Reg, 4 Jos Caetano Vaz Jnior, o 6' Antonio fa PraVa> !* a 7|8 0|0 por mez.
Onofre Ribeiro. "btes :Inglaterra, couros salgados 40 sch.,
Foram exonerados : Id,los SMC, !,0 sch.
O capitao de mar o guerra reformado Jos Mo- Antuerpia, couros salgados 40 sch., dito seceos
reir Guerra, de capitao do porto de Sergipe, por 80 *cli.
incapaz de todo o servico ; "avre, couros salgados fr. 32 I|2, ditos suecos
O juiz de direito Joao Gui,h"rmo ** *> w. 100.
Descoxtos.O banco toma era metlico a moe-! 2005 que deixava de ser
da crreme a 6 e d a 9 0|0 por anno. maior...
Na praca metlico 1 a 1 l|4 OpO, moeda corrente | O Su. Costa Ribeiro : -Mas isto nao est no
parecer.
O Sr. Buarqi e :Perde-me ; o parecer propoe
a gratificaco de 2005, essa gratificaco i que
deixa de ser paga ao official-maior.
O Su. Costa Rihkiiio :Mas isso que nao est
dito.
O Su. Bi arte ; O nobre deputado acbou opa-
be taosomente o seu ordenado, deixa degoiarda CT"(7rrnrdVm ,,a.H.^T.r
issao de policia
em queac-
crctaria. Assim
muito infiue
da mesilla
ao^inporta o querer lancar um desar
sobre a commissao daquelle lempo.
Quiz que licasse ben explicado o meu pensa-
roento, e por isso nada mais acrescentarei, decla-
rando que voto pelo parecer da commissao com a
emenda que apresenlti.
Vo mesa e apoiam-se as seguintes emendas :
Emenda ao parecer.
Em vez de dous mezes, diga-se quatro mezes.
Araujo Barros.
Era vez de dous mezes, diga-se trinta dias.Cam-
recerdefectivo, por isso que estou dando a casa .//,
as explicacoes convenientes aos pontos em que nao
saiisfez elle aos nobles deputados. E, Sr. | resi-
dente, eu peco mesmo aos nobres deputados que
sejam indulgentes para com quaiquer Irabalho que
eu tenha de otterecer sua consideracao, por isso
Guilherme de Aguiar Wi-
de chefe de policia de S. Panlo, seu pe-
a pe Francisco Eduardo
Jtenjamn, aliin de que seja execulada a lealeoea 4." Ms.noei Antonio dos Santos Ferreira
proferida no mesmo processo pelo conselho supr'e-! 5." Araeriro Carneiro da Cunha e Albuquerque.
mo mililai de jusliea. 16." Ri.yinundo Nonato Crrela da Luz. Commu
Dilo a > mesmo.Constando de aviso do minis-1 nicou se ao Dr. chefe d; policia.
O Dr Joo das Chagas Lobato, de juiz municipal
do termo da Leopoldina, em Minas-Geraes.
O senado e a cmara dos deputados deixa-
ram de funccionarnodia 9 por falta de numero.
No dia 7 e 8 oceupou-so a primeira com a dis-
mando-se com a proposla do Dr chefe de policia, cussao e approvaco da licenca de um anno ao des-
n. 308, de 11 do corrente, resolve nomear para os embargador Amonio da Coste Pjnto, e da penso
lugares vagos de 3", 4, 5" e 6" supplentes do
subdelegado de polica da freguezia da Luz, ero
Pao d'Alho os cidadios seguintes :
Supplentes.
3. Rufino Correia dos Praeres.
ENtados-Unidos, couros seceos 7|8 ct.
Brasil, carne 3, 4 e 5 rls. fts. por quintal.
Rio de Janeiro, 9 de marco.
Cambios. -Londres, 27 1|8, 27 1(4 'e 27 3|8 d.
E' tambero lido e apoiado o requerimento se-
guinte :
Proponho que seja adiada a discussio do parecer
da commissao de polica por 48 horas, ate que esta
consulte o que deve constar no archivo desta
iiiesoiiomenosilhislradodentrevos(naoapoia- assetoMa relativamente a demisso que foi dada
dos,) e quaiquer irabalho que tenha de apresenur em 18it ao offlcial-iuaior.Aem'iio.
por pane da commissao, eu o sujeito a justa apre- *
eiacao dos nobres deputados, para que o erten- O Sn. Aquino Fonseca :Sr. presidente, apre-
dem, isto o que faco agora. seolaado o requerimento que se acha sobre a me-
FJssa gratificaco que se acha no parecer a que sa, nao tive por lim revolver o passado, nem culpar
dera perceber o oflicial maior ; essa gratificaco pessoa alguma. Recordando-me que em 1846 se
pois, nao vai, por assim dizer, onerar os cofres pa- dsse nesla casa una dtscussao, que leve em re-
Micos. Entendo que o 1" offiVial, que tem de car- (sullado a demisso do, enlao official-maior da se-
regar com urna responsabilidade maior do que a cretaria, desejava que tudo isto fosse consultado,
que sobre elle pesa hoje, que tem de distrahir sua alim de ver se a desordem, que se nota agora na
attencao para trabalhos superiores aos que se: cha- secretaria da assembla data desse lempo, para que
vara seu cargo, tem direito a que se lhe arbitre o esiejam sendo culpados, ouao menos, nao pa-
essa pequeoa gratifieacao, que alias deixa de ser recan taes os actuaes empregados. Foi esta a ra-
percebida pelo empregadoa quem vai suhslitu r. zo porque apresentei o requerimento.
Estas foram as razes que actuaram no animo O Sn. Jacobina:(Nao devolveu seu dis-
. Mana Candida Lumachi da Rocha e outrai
Tiveram merc da serventa vitalicia
Joo Chaysostomo de Araujo Pereira, dos ofHclos
r\ li. I... II. a... .!. ni U.. !.. J! ..I _.____a ________1^7^
!0 d|v.
Paris, 340 e 350 rs a 90 d|V. 350 rs. a
90 d|v.
arselha, 346 rs. a 90 d|v.
AnUerpia, 349 rs. a 90 d|v.
Lisboa, 100 a 103 OO.
ilamburgo titi.'i rs. por M. D.
-4po/i'f. -De 6 0|0. 99 0|0.
terio da i aerra de 3 de coi rente, noa por decreto
datado do dia antecedente fra exonerado do lu-
gar de director do ar-enal de guerra desu provin-
cia 0 teiuuie-roriMiel Luiz Jos Monteiro, e no-
rncado p;.,-a substitut-lo o majorSebaslioJos Ba-
zi ni P>r-lio, e i ue por portara de igual data fra
o mesmo lenente-coronel nomeado commandante
4b i presidio de Fernando: assim o communico
V. Exc. para seu conhecimento.Fizeram-se as
oulras ci llliiliiiraei-.
Dilo ao mesmo.Quoira V. Exc. informar cer-
F.vprilienle 1 secretario do gnvfrno.
de tabellio do publico, judicial e notas e escrivao UtfJtf .Banco do Brasil 585 de prem o.
do civil e aonexos do termo de Angra dos Reis, na "< Cafe superior, 1' boa e pouco regular,
provincia do Rio de Janeiro ; 75350 por arroba.
Manoel Joaqutm Pereira Nelto, dos officios de Assucar masca vado de Campis, 35400
partidor e contador do termo de Garanhuns, na I _. Pr arroba.
provincia de Pernambuco; *" Sahiram para Pernambuco, a 9. o patacho
Alice e o brigue Helampajo.
Agostmho Ferreira da Silva Azevedo, dos ollieios
N. '^.-Officio ao Dr. Manoel Buarque'de Ma- *> *Sjdo' J's'riliu.dor do termo de Garanhuns,
! cedo, 1- secretario da assembla legislativa pro- ua l.rov.nctaido Pernambuco; .__.._
I vincial.-Transmuto a V. S, de ordetn do Exm. >?,''' ". SmK t*"^* 5 SllvJa' doS offl'
Sr. vice presidente da provincia, para seren pre- ^L^"5l2J?b"S*!**! e ""'^ "l"5
lentes i assembla legislativa provincial as in- annexosdo termode (..slro, na prov.ncia do Pa-
formae5cs, exigidas pela mesma a-isombla, e de _-_,_,. ,, ..______, .
que tratara os officior,|ue V. S. ne dirigi em 4 ~ '-n-orlana de 7 foram nomeados:
Joe Caetano de Almetda Jnior e Joaquim Da-
e 5 do corrente, sob ns. 9 e 16.
N. II. Dito ao mesmo.S. Exc, oSr. vice
presi ente da provincia, manda iransmittir ;i V.
cu do re eriuiento qne aqu ajimio, no qual pede ; s par;i ^T presenll. ;l assembla legislativa pro-
ser sollo li recrula Manoel Joo, mandando inspec-
ciona-lo ele sade no caso de anda o nao ter sido.
Dilo ai mesmo.Em cumplimento do aviso da
repartirn da guerra de 29 de fevereiro ullimn,
srvase V. Exc. de emitliro seu parecer acerca do
que no nquerimenlo junto pedu o capitao do cor-
pj de e-t: ilnir: ior de primeira classe Francisco
Itapliael ile Mello Reg.
Hito ac inspector da ihesouraria de fazenda.
P.ulicipaiidoo juiz de direito da comarca de San-
to Anuo em data de 4 Jo corrente, ter nomeado o
bichare! Cirios Ju.-iiniauo Rodrigues, para exer-
cer inler nainenle alli o cargo de promotor publi-
co emqut nlo ti;'o se apresetiiasse o promotor Vir-
ginio Carneiro da Cunta Albuquerque: assim o
uinmuii.oo V. S. par seu conlieciuiento.
Dito ao pasmo.Transmiti V. S. para os
tins convi nientes as inclusas copias das actas do
cinselliu administrativo para forn'cimento do ar-
senal de ;uerr;i datadas do 7e 9 do corrente.
Dilo ao director d;n obras militares.-Otllcian-
do nesli dan ao inspector da ihesouraria de fa-
zonda paia, enlendendose cora V. S., ellectuar a
compra do terreno uecessario a construccao do
paiol e ipiaitel contiguo no lugar denominado
-Torrreautorisada pelo aviso da repartirlo da
guerra de 2f de jane rd passado, constante da co-
pia inclua ; assim o declaro a V. S. para seu co-
nheciinefW : n-commendando-lhe que elleclitada
u nm|ira e de conform dade com o citado aviso
trate V. >. de dir principio a semelhante obra de
<'ii|a liseiJisaeao convem ser incumbida o capi-
lt enfeaMros Domingos Jos Rodrigues, vis-
vincial, copia do relatorio da cmara municipal
de Ol ida, datado de 10 do crranle, a que a-
compa than o bal me > de sua receita e despeza
relativimente ao exercicio municipal prximo
tindo.eos documentos comiirobatorios da despeza e
orcam-nto pira o amo de 1864 1805.
.Y '.2.Dito ao mesmo. S. Exc, o Sr. vice-
presidente da provincia, manda Iransmittir V.
S. para seren presentes assembla legislativa
provincial 40 exemplares do relatorio apresentado
pelo director das obras publicas, relativamente a
sua reparticao.
Dilo ao inspector da thesouraria de fazenda.
S. Exc, o Sr. vice-presidente da provincia, manda
transn itlir V. S. as 3 inclnsas ordens do the-
soitro lacional, sob ns. 26 28.
niel de Moura, o 1" para agente e o 2 paraajudah-
le do correio de Santo Antonio do Monte ; Antonio
Tercio (tabello e Manoel da Piedade Rabello para
agente e ajuianle do correio de Tres Ponas, todos
na provincia de Minas-Geracs.
Foram creadas agencias de correio as villas
de Jaguari|ie. Monte Alegre, Monte Alio e Santo
Antonio da Rarra, na provincia da Rabia.
Km consequencia da molestia do actual mi-
nistro de estrangeiro, foi eucarregalo dessa pasta
o Exm. Sr. minislro da mariulia Dias Vieira.
Por decretos de 5 foram apresentados :
Em diversas grojas parochiaes da provincia da
Babia : o conego Joaquim Ivnygdio Ribeiro, na de
Nossa Senhora da Purtlicaco da cidade de Santo
Amaro ; o padre Saluslianuo Alves Sampaio, na
de Nossa Senhora do Resgate de Umburanas : o
padre Tilo Livto dos Santos, na de S. Pedro de Mu-
riliba: o padre Temotheo Martins Valverde, na de
Sanl'Anna do Cat; e o padre Jos Muniz Cabral
Despachos do dia 11 de marro de 4861. Leal de Munezes na de Nossa Senhora da Concei-
Heqnrrimentos. Icao da Feira ; e
Irmindade do Sr. Bom Jess dos Martyrios,i Em grojas da provincia deS. Paulo : o padre
erecta na igreja de S. Joao, na cidade de Oliuda. : Antonio Guiraares Barroso, na do Sr. tem losas
Dirija-;e ao Sr. commandante superior da guarda do Livramento da cidade de Bananal ; o padre Jo-
nacionxl de Olinda e Iguarassu. s Pereira da Silva (Jarros, na de S. Francisco das
Irmandadedo Satilissimo Sacramento da fre- Chagas da cidade de Taubat ; o padre Antonio
guezia de Santo Antonio desta cidade Dirija-se Manoel de Camargo l.acerda, na de Nossa Senhora
ao Sr. commandante superior da guarda nacional das Dores da cidade da Limcira; e o padre Ano-
do Recife. ota Jos Pinheiro, na de Nossa Senhora do Am-
Joo Fernandes Jacques.Informo o Sr. cap- paro,
tao do porto. Foi aceita e confirmada a renuncia feila pelo
Julio Cesar Pereira da Rocha.Nao ha vaga de conego Jos Joaquim da Fonseea Lima, da frOfue-
emprezo que pona ser admittido o snpplieantc. zia de S. Pedro Velho, da capital e arrebispado da
Joaruim Roberto de Araujo.Informe o Sr. Babia,
juiz di direito da comarca do Bonito. i Por carta imperial da mestm dala foi natura-
Chegou, procedente de Pernambuco, a 7, o
patacho Capuam, com 9 dias.
MAM, 12 de marro
Ca.miiuis.Os saques sobre Londres tem fluctua-
do de 27 3(1 a 27 3| d, por mil ris.
Nao nos consta de saques sobra as outras pracas.
Frutes.Fizeram se que nos conste, 4 (relamen-
tos. Para carregar em Maroim 1, para o Canal,
porto inglez e Continente a 45 ou 47 sh. e 5 0|0 ;
aqu 1 para o Canal, porto inglez e Continente en-
tre o Havre e llamhurgo se para assucar 30 sh., se
para fumo 3H sh. e 9 d., para os mesmos destinos
1 por 40 sh. e 5 0|0, 1 neutral para o Canal, porto
inglez e Continente entre Nantes e Lands por 50
sh. por tonelada e 5 0|0.
Dkscoxtos. O Banco da Bahia descoolou a 8
0| ao anuo.
As caixas, sem emisso, descontaram de 8
12 0|0 ao anno.
Na praca descoma se a 7 e8.
Acoks -As da companhia dos Chairites do
Queimado venderam-se com 70 0|0 de premio.
As do Banco da Bahia venderam-se com 6 O|0 de
premio.
As da ca xa Filial com 255 c 305 de premio.
As da Caixa Cotnmercio com 13 OO de les-
eo n'.o.
ASSEMBLA PROVINCIAL.
SESSA ORDINARIA EM8 DE MARGO DE 4864.
I'llKSIDKNCIA I>0 SR. CONSKI.HKIRO TRICO l+;
UHSSaSBO.
(Concluso. )
O Sn. Cimia Tkixkira :(Nao deveiveuseu dis-
curso.)
O Sn. Buarque :Sr. presiden', o nobre depu-
tado que me precedeu, impugnou o part er pelos
seguintes fundamentos : Io que, julgando que a, li-
da commissao.
Impugnou mais o nobre deputado a parte de pa-
recer relativa gratificaco, dizendo que, o 1' of-
licial devia substituir o official-maior sera remu-
neracao de especie alguma. Se este caso cstivesse
curso.)
Encerrada a discussio approvado o adiamanto
proposte pelo Sr. Aquino.
L-se e approva-se o seguinte requerimento :
Requeiro que pelos cantea competentes se peca
previsto no regiment, se os precedentes da casa ao governo da provincia, informacoes circumsla-
o autorisassera, eu confesso a assembla que seria ciadas relativamente a desobslruccao do rio Goian-
o primeiro a dar o meu p?recer neste sentido. Mas na, declarando as razes pelas quaes se nao teem
o que vejo eu T Que os precedentes da casa pelo leilo sflecttva aquella desobslruico, e desde que
contrario nos mostrara que so tem chamado jara lempo fra ella ordenada. Goncalves da Silva.
substituir o offlcial-inaior individuos inteiramenle Antaso,
estranhos aos negw.ios da secretaria, que o alario, Sao julgados objectos de dehberago e mandados
que se Ihes tem arbitrado muitissimo superior a imprimir os seguiules projeclos :
esto que hoje a commissao propoz, e que o reg- A assembla provincial de Pernambuco, resolve :
ment completamente otnisso nesta parte, como Art. I. Ftca o presidente da provincia autorisado
j disse. O que devia fazer a commissao ueste ca- a crear a inspeceo do algodo.
so 1 Me parece que o mais razoavel era propr que Art. 2.* Esta reparlico se romper de um ins-
o 1 official subsiiiuisse o official-maior, e que a pector, dous escripturarios e do um servente ou
gralilicaeo deste lhe fosse dada em remunerico porleiro.
da enorme responsabilidade que tem de pezar so- Arl. 3. O inspector vencer o ordenado de....
bre elle. Acredito que a casa nao se negar a dar 2:4005 e os escripturarios de 1:0005 cada um
seu voto a este parecer pelas razes que acabo de e q servente de 6005 annualmento.
expender.
(Ja Su. Dki-utado : -Mas a respeilo do collauo-
rador d-se sempre a necessidade 1
O Sr. Buarque :Era disso que ia tratar.
A commissao de policia examinando a secretaria
reconheceu que era mpossivel Irazer o servico em
dia, faltando o official-maior, e sem que houve.-se
um individuo que collaborasse nos trabalhos de
Arl. 4." Ficam revogadas as disposicoes em con-
trario.
Paco da assembla provincial, 5 de marco de
1864.Jos Bonifacio de S Pereira.
A assembla provincial resolve :
Art l. Fica pertencendo a freguezia da Vanea
lodo o terreno quera do riacho do Timbi desde a
sua embocadura no Capibaribe al sua uascente e
esciipiuraco, que podesse ordenar os documentos d'alii pelo ramo do norte at encontrar o rio Ca-
que se acham no archivo, etc.; exigi sobre este inaragibe pelo qual seguir al sua foz no mesmo
ponto as neaossarias informacoes do 1 official, que rio Capibaribe.
igual declaracao nos fez. Ai'em disso, este empre-, Ficam revogadas as disposices em contrario,
gado disse-no's o estado do archivo, fez-nos sentir a Sala das seseoso da assembla, 8 de marro de
necessidade que havia de um empregado quo ao 1864. -Ayres Gama.
menos durante o lempo da sessao, se etnptvgasse
era por em boa ordem o archivo, alim de poder
salisazer todas as exigencias dos nobres deputa-
dos. Com o intuito do fazer dcsapparecer o c;ihos
em que est o archivo, propoz a commissao a no-
meacao de um collaborador pago pelas Aaspeoasdo
expediente, como iiidispensavel para se regulansar
os negocios da secretaria.
O Sn. Cumia Teixeira :(Nao devolveu seu dis-
curso.)
ORDEM DO DIA.
Continuaco da 2a discussio do projecto n. 30 de
1864.
Art. 3." Quando as quantias votadas as ditas
rubricas nao bastarem para as despezas a que s*
destinadas, e hoitver urgente necessidade de salis-
Enlrelanto, se a assembla em sua sabedona faze-las, nao estando reunida a assembla provin-
julgar que esse cargo dispcnsavel, sujeitar-se ha cial, |ioder o presidente da provincia antorisa las
a commissao sua dehberaeo, como cosluma fa- abrindo para esse fim crditos supplementares,
zer e de seu dever. pracedendo BOM demonstrado circuinsianciada,
Vai a mesa e apoia-se a seguinte emenda : -Em tanto da insuliciencia da verba como da BwoessWo-
vez de dous mezes, diga-se quatro.Araujo Barros, de da despeza feila pela junta da thesouraria pro-
0 Sr. Gervasio CaBMLLO observa que conce- vincial.
dendo-se ao ollicial-maior urna licenca por dous O Sr. S Pereira : Na sessao de honlem tive
metes vira ella a terminar depois de encerrados occasio de declarar-me contra o artigo 1" desle
os trabalhos da presente sessao, nao podendo .i ca- protecto, nao obstante foi elle approvado.
sa tomar una deliberaran definitiva, o que de 1'n Sn. Deputado :Mas j passou.
absoluta necessidade, atiento o estado em que diz O Sh. S Peukiha :Assim proced porque len-
a nobre commissao de polica achar-su a secreta.- do lodo o projecto, observeique os artigos estaaos
ria. j de tal forma combinados, prerediam-se uns aos
Ao honrado memoro parece que o aivitre pro-1 outro* de maneira que, entendo cu, o melhor meio
ivwto pela comim.-sao nao o mais a.tiiavel, que de corlar as inconveniencias do projecto era regei-
convira antes- iiuligar se o ofllcial-maipr esta intei- taro.
ramele inuliUsado para o trabalho, e cutio apo.- Sr. presidente, o artigo 3- colloca o presidenie
senta-lo. caso elle o reqiteira^ou tomar urna ontra. m'utna contingencia sobremodo dolorosa, colloca




Mario de Pernacwbnc Quinta felra 1 de vfarvo de f nm t.
a presidencia
P
que dcvc merecer sempre confian- I>or consegrante
supplementar.
(i Su. S.v Pkrhiba :ts*o prova le niais.
O Su. Auamuas :Dii rnuito bemo uobre dipu-
tado.
O Sr. Buaiio.uk :Prova le inais ? Prova em fa-
vor do nobre deputado ? Oh, senhores !
Eu peco a casa lceuca para faier a recapitula-
-Ei 'quanto os tactos uiio cao do que disse.
deve lee toda a nossa coa- 0 nobre deputado disse que a thesouraria pro-
vincial nao era a niais competente para apreciar
i.m Su. DmTaM : -Seare 1
Outro Sr. DbktADO :A ce semper.
0 Su. Sa Pkreiiia .Deve merecer sempre con-
ianca, at que por tactos nos nos convenamos de
que. essa conlianca deve -er retirada.
1 v Su. Deputabo :Logo, nao sempre
O Sr. Sv Pfrkira :
provaresa o contraro,
nanea.
Ligo que o artigo coltoca o presidente n urna
contingencia dolorosa, parque oca una grande
parte dteos actos auto importantes dependendo
da iniciativa de una reparlico que Ihe subal-
terna, isto Ja Ihesourara.
Diz o projecto (14)
a necessidade publica acerca deste ou daquelle ra-'
mo do servico nao fui isto 1
O Sr. S Pbrbira : J nao cstou bem pre-
sente.
o caso de se recorrer ao crdito bem a fura dos apartes, que me dan os nobres de- (Ha um aparte.)
putadoj, que se seniain na bancada oppc*ta. <> Su. Su.w ti\m..- i: ficar o presidente obri-
Demso que a faculdade de abrir crditos sup- gado submeiier-se as nterin toSes dessa reparti-
I plementares muito preciosa, e de grande alean- cao sem entender que a obra ni urgente ?
ce ; que nos, que presamos o systema representa- i (Trocam-se apartes.)
: tivo devenios empregar todos os nossos esforcos: O Sr. Silva Hamos :Emin. senhores, euen-j
para que o oreamento leja nina verdade, e tenha tendo que nada laten) aqu as palavras c houver |
liel exeeueo ; mas por inais pcrfeit.i que seja um urgente necessidade.
oreamento, nao poder elle ser nunca iuieiramentc j O Su. J. do Reg Barros : Se nao fazem bem
prndente. Dosse facto decorro a necessidade dos niio fazem mal.
crditos supplementares, para cuja abertura bom O Sn. Silva Ramos :So os nobres deputados
que se csiabelecam regras de prudencia. i entendem, como cu entendo, que a thesouraria nao
Os nobres deputados desejam que o presidente da I competente para informar sobre a necessidade de
provincia, quaiulo leona de laucar nao de l5o im-. urna despeza que fui determinada pela lei do orea-
portante medida, seja obligado a dar conta a esta : menta quando votou fundos para laes e taes obras,
O Su. BCARQOI :Admira que o nobre deputado assembla, a qual |ior esse modo (cara habilitada j se a thesouraria s compete informar acerca da
venha contestar urna materia desta ordeiu sem es- paraapprovar ou nao esses crditos cono nleiro co- insuflicienria da verba, entendo que as patarras a
lar bem presente do que diz. nliccuneuto de causa; mas essas consideracoes.quc | que me tenbo referido sao inultos, e que o art. 3"
i)anui s v alie,' rassand O artigo 'como se Sr. presidente, o nobre deputado disse
acha redignle. a iniciativa de qoalqoer servico ir- particao lineal nao era a competente para
gente Mea pertenceodo a thesouraria provincial. das necessidades ; eu mostr, que quando
Eu eivio Sr presidente, que a necessidade da de urna questao de oreamento, estando ja p
tmnu niinr-i i.o.ie ser .i.'im lustrada com verda- a necessidade, quando se trata propriamente dos abertura dos crditos supplementares dependente te quando elle, julgando urna obra de necessidade
,1'iiVconhceimento de causa por essa repart- crditos supplementares, o presidente ten. apenas de previa demonstrado da junta da thesouraria
cao ^ de eslender a consignaco votada, o presidente tem provincial sebre a necessidade das despenas, que
'tWguiito cu n'urna obra publica por qoem le- de satisfazer a nuceesidade recoulieeda por esta elles tecm de satisfacer, n.i licara inhibida de lis-
ve ser Mu este exame di la thesouraria ou pelo assembla em sua le de oreamento, mas nao tendo causar o acto do presidente da provincia, de abrir precedam essas informacoes.
eoeenneiro cal T Supponhamos" que s trata da recursos precisos para isso, propoc a abertura do sobre elle os exames, que qurzer, e Ihe parecerem (Trocam-se outros apartes.)
casa de detenco porquera deve ser eito oexa ne, crdito supplementar dando maior extensao a ver- necesarios.
pela thesouraria ou pelo encenheiro llcal ? Cielo baja votada. PorUatoqtial a reparticao|mais cora- Para esse fin poder requerer ,|Uaesquer ln-
qm^OBgelStKarr^ao das obras ou- plente para fazer a demonstraco da insumcen- formacoes, que julgarindispensaveis, e eerta-
lieas.
Por consegrante o projecto d thesouraria au
thesouraria provincial.A' conunissSo de obras
publicas'
Outro da irmandade do Senhor Ilom Jess dos
I'assos, convidando a esta assembla para acem-
panhar a procsso do deposito do Senhor, no dia
10 do correte. Inteirada.
Urna exposieaode F. >1. Duprat, cdemonstrando a
abrir um crdito para a sua conclusao.
Um Sn. Deputado:E' par;, que a casa possa
apreciar do acteda presidencia que se exige que
torisacao para emiUir sa opiniao em materia so- me responder*), que e a reparlico Bacal, a ihe-
bre que ella nao tem conhecimento de causa, e sourana, que demonstra ao presidente quanto se
colloca o presidente na contingencia de ficar su- despondeu para
ca das verbas para a satisfacen das necessidades mente que estas Ihe sero foruecidas sem ditlieul-
consignadas na lei do oreamento creio que toilos dades.
hordinadu a opiniao de urna reparlico, que i.lm
lo Ihe ser subalterna nao tem eonhocimentos pro-
fe-- nes para escarec-lo convenientemente so-
bre este ou aquelle servico de urgente necissi-
dade.
Agora parece-me, Sr. presidente, que o artigo 3"
esta em upposicao com o primeiro.
libertada que o presidente deve ter, e aquella da
attnbuicoes thesouraria provincial que podern ser
ataes a provincia.
O Su. IJt.unjLi : As hypotheses sao muito di-
versa.
O Sn. S Pkreiiia : As hypotheses sao di/er-
sas ; mas um restringe, e restringe muito. j os
outro amplia ao |ionle de sugeitar o presidente da
provincia thesouraria.
Supponhamos que algucm entenda que una des-
peza de urgente necessidade, que appareceni re-
elamacoes neste sentido, a tliesoararla ouvi'la e
d 'i sea parecer lavjravel, entretanto que essas
red iiuaeoes poJem ser infundadas, ou Ulnas da
espeeiilaeao. ahi temos o |iresidente fazendo urna
despeza (lesnecessana, gastando dinheiro qua po-
da sor applicado com mais vantagem a oulrcs ra-
mos do servico publico.
Senhores. aquelli-s que tem conhecimcntos pro-
essionaes muitas vezes errain, e os que nao otem
ernm em maior escala, mus fcilmente poden i ser
illudidos, e de boa fe muitas vezes conrorrem para
esfieculacoes horriveis I
Sr. presidente, passando o artigo nos termos em
que se arda concebido, licamos expostos a 'sie-
iiiconvL'uieules que podemos evitar, e por tssas
consideraedes voto contra elle.
O Sr. Buarque Sr. presidente, anda urna vez
fiquei sorprendido com as razoes que o i I lustrado
deputado qae me precedeu apreseutou casa para
impugnar o art. 3?\
Disse o nobre deputado que o art. 3" torna o pre-
sidente dependente da thesouraria.
Eu respeito muito os conheciraeutos do nobre
de. Hito Jo em materia de finanzas-----
O Sn. S Pereira :Eu nao.
O Sr. Buarque :Mas digo-lhe nesta occ.isiao.
e peco-lhe que me releve esta franqueza, que o no-
bre deputado niio leu com toda a atteucao i art.
3o, nem lancou por luomeoto as suas vistas sobre
o mecanismo da administracao. O nobre deputado
sabe, que collocado o presidente testa da alta
adiotnistracao da provincia, elle tem repartieoes
especiaes das quaes emanam todos 08 esciareci-
menios relativos aos diversos radios do servico pu-
Meo; a thesouraria provincial a reparticiio lis-
cal da provincia, a reparticiio pela qual um de
t* rrer lodos os negocios de crdito, e por conse-
giiiute a mais competente para fazer urna deioons-
iritQo das oecessidades dcste ou daquelle cr-
dito.....
Lisi Sn. Deputado :Da insufnciencia.
O Sr. Buarque :Da necessidade, que alias eom-
prehende i insotBciencia, poique desde que e diz
que ha necessidade deste ou daquelle crdito, est
dito que ha instifliciencia.
Creio que s a reparlico fiscal a complenle
acadzer se tal ou til cielito s^ ejeotoo, para ex-
por as necessidades de abrir crditos suppl men-
tares, nao se se^uiudo d'ahi que o president Done
subordinado thesouraria.
O Sr. S Pbrbira : Fica com relaco neces-
sidade da despeza.
(Trocam-se uutros apartes).
' O Sr. Buarque :Como se pode abstrahir da ne-
ee.-sidade da despeza se nao apreciando a iu.-ulli
ciencia daverb f Logo a thesouraria quu a quem
coinpi'te lser esta demontracao, apenas informa ao
presidente se a despeza ou oo necessarn
Sr. presulenie, sem medo do errar posso diier
que nao ha um s paii civilisado, nao ha admiuis-
Iracia alguma. regularmente orgamsada, qua abra
Crditos tupplemeoiares se nao precedendo urna
demonstrafao da insutBciencia da verba fela pela
ieparlie.au bseal.
Po no--o paiz o governo geral nao abre nin s
crdito supplementar sem que preceda urna de-
ineatsirayao do thesouro, sem que o thesouro mos-
tr a iusuhVrencia tiesta ou daquella verba.
O Sn. S Prreira :A necessidade da ver ba
i' niio da despera.
O Su. Bi arque :A necessidade da verba de-
monstrada pelo poder legislativo | flatdti que opo-
a\er IrgialntiM eensigna urna verba quabauei
^aro tem reconliecido a sua necessidade, Mado
que o presidente alienas pode esteader as laaasig-
nacoes votadas, e nao crear esta ou aquella ver-
lia....
lla um aparte.)
i Sr. Kuaiioi : Nao se trata de crear verba
de despe/a, trata-se de elevar as censigoac/> aa-
tadas, que o caaode crditos supplementures.
pfMso ruao confundir os crditos supplem mares.
com os eredilos extraordinarios ; d-se o credilo
exlraordinari) quando realmente nao ha ve'ba de-
cretada por esta eamrra, mas o crdito supple-
mentar apenas a extensao da consignar ao vo-
tada.
A casa conq>rehende perfeitamenle que ichan-
do-se o presidente a testa da alta adminis xaciw,
nao pode estar par dos negocios de mcr > deta-
lhe, nao podo por si salier da insufnneuriu desta
ou daquella verba. Diz o nobre deputado que a
thesouraria rao rompeteotepara a demonstrado
da O Sn. S Pereir\ :Da necessidade.
O Sn. Bi arque :Aceito : a thesouraria nio
competente para demonstraran da necessidade. Mas
fenhores, dir.endo o art. 3", que o presidente da
provincia deve solicitar da roesooraria una de-
moustrai.o da insulciencia da verba, da ecessi-
dadcdel'a. nde-se dahi concluir que a thesoura-
ria seja a nica reparlico que o presidente deve
ouvir sobre a necessidade publica qae tem de sa-
tirfazrr I
O Sr. Aracjo Barros : Pelo artife .
O Su Buarqi k Nao emenden, permitame
que Ihe diga.
O Su. Ara no Barros :E' que a miuha ialelli-
genria muito curta.
O Sr. Buarque Nao o nobre deputado
at inuiio ill mirado, mas pode dar ao artijo urna
interpretacao diversa daquella que Ihe den o autor
do projecto.
Trata-se pura o simplesmenle de urna questao
de dinheiro, a reparticao competente para tal fim,
a reparticiio fiscal.
Agora ponhamos de parte a questao dt dinhei-
ro, e vamos considerar to smente em si a neces-
sidade da despeza.
a satisfacio deesas necessidades,
quanto preciso descender para a sua completa
satisfacio; eo presidente que deseja cumprii a
lei, que reconhece a necessidade, abre um credilo
supplenientar, isto augmenta a ronsignaeao vo-
tada pela assembla, e traz esse seu acto ao co-
nhecimento desta casa, que approva o crdito para
este coarcta a J que elle seja considerado como fazendo. parte da lei
do oreamento. Portante se pode dizer que a the-
souraria nao competente para apreciar a insu-
ciencia das verbas J
Disse o nobre deputado que este artigo dostroe
a disposicao do art. 1.
Nao vejo, Sr. presidente, sou toreado a dize-lo,
grande paridade entre o -art. 3 e o 1" com relaco
ao objecto de que e traa. O art Io diz lio s-
mente que nao se podero applicar as consigna-
Alm disso, Sr. presidente, os desejos dos no-
bres deputados acham-se satisfeilos com as pres-
cripces dos artigos e 7 do projecto.
Km vistas de-las raides maudarei mesa urna
emenda concebida nos seguintes termos :
t Em vez de precedendo urna domoostracao!
0 Sn. Silva Hamos :A assembla nao inipoe ao
presidente aobrigaeio de abrir crdito supplemen-
tares, d-lbe es-a (acaldado, o presidente podo fa-
ze-loou deixar de faze-lo, por consequencia nao ha
necessidade de dizer-sc hou ttt urgente necessi-
dade. >
Um Sr. Deputado :E' ape ms urna prevencSo.
O Sn. Silva Bamos : Preveneao que de nada
vale, e as palavras supcrfluas servem de obscure-
cer o pensamento.
Por mais que leia o art. 3o, nao posso deixar de
provincial.
L'm Su. Diputado : Ha urna emenda idntica.
O Su. Arai jo Barros Bem; Reste caso aceito
a emenda, a que se refere o nobre depuado, e vo-
tafei para que seja adoptada.
Tenbo concluido.
O Sr. Buarque :Sr. presidente, eu nao posso
dar o rneu voto a emenda apresentada pelo meu
deputado polo segundo circulo, e
ella vai alm das li-
se em negocio puramente
urna ncesaidadej o pode sor applicada a servico Eis aqui o que diz a emenda (!..)
nao consignado na loi do oreamento. Mas ha al- Digo eu, que isto negocio meramente adminis-
guma relaco entre isto cuii o que dispoe o art. trativo, que compele ao presidente mandar ouvir a
3" ? Creio que nao; pelos meus fracos estorbos nao reparlico respectiva sobre qualquer assuinplo,
me foi possivel compreheiider a argumenta cao do mais anda, manda-la ouvir se isso llie parecer con-
e pcssua miseravol que nao poderia perseguir ju-
dicialmente sen ollensor.
Havendo sido julgado improcedente pela autori-
dada processante, o subdelegado da freguezia dos
A togados, fra esse despacho revogado pelo Dr.
juiz municipal da segunda vara que julgou acerta-
do pronunciar ao denunciado como incurso no art.
vantagem da creaeM de mu ongenho modelo.Be- 2l9 do cdigo criminal
eebido com agrado. | Em vista da dec.sao'do jury, o Dr. juiz de dirci-
E hdo e vai a imprimir o projesto de posturas l0 abgffl|wu (, ro da accu{ j0 menuda condein-
da cmara municipal do .Y S. do o de lpojuca. uaildo a IIlunjCIJl4,|jdade D US,.1S.
le-seeva, a imprimir o segu.nte parecer e pro-; Koi advogado do ro, o Dr. Antonio Justino de
Je0l : Souza.
A comm.ssao de fazenda e orcam mto tendo exa-. Uvantou-se a sessao s 3 horas da urde.
minado os crditos supplementares abortos pela Por informacoes que nos do. convm que a
!'rV '^!a da Pr7 Vln.,',a [;',"',lX?rtKr aS. 7de 9i i wli,'ia '"lime a sua coma ornas .numeres do
agosto, 3, 18 19, 2o, 20, 28 e 29 do setembro e 10 siu lodos nrommodados com o procedimento dellas
de outubro, ludo do auno prximo lindo ; e I menos digno
Considerando que semelhantes crditos foram ( Mm t p"a|avradas que aliram e u& vozes
queridos pela satisfacio do necessidades publi-
nur* deputado, porque eu oo vejo que e ari. 3
destraa a doutrina do 1".
O Su. S Pereira :Se estivesse em discusso
todo o projecto, eu Ihe mostrara.
O Sr. Buarque:Pode aguardar-se para a 3"
discusso.
veniente, e nao vejo necessidade alguma de se in-
serir seinelhante dtaposicM na lei.
Ao presidente pertence pedir esta ou aquella in-
forma^e as dilTerentes repartieoes, mas porque
razao baemos de ir alm das Deesas atiribuices,
determinando que indispen^avelmente o presideu-
Sr. presidente, eu voto pelo artigo porque o acho te peca informacoes, informacoes que podem ser
muito beta elaborado, voto porque elle urna ga-; dispensaveis f Deixo de votar pela emenda soinen-
rantu de mais para sanar qualquer descuido, te por esta razo, porque a julgo luleirarneute atheia
qualquer falla involuntaria que possa commetier
a administracio, c portanto urna garantia de mais
para a realidade do ornamento.
Vai mesa e apoia-sc a seguintc emenda :
Em vez do final do artigo diga-sc:Precedendo
una deinonstraeao circunstanciada da uecessiuade
da despeza pela reparlico competente, e outra pela quaudo tenbo de lomar a palavra nesia casa, e es-
junla da thesouraria sobre a necessidade de abrir
um crdito.Gervasio Compeli.
0 Sr. Araujo Barros : Nao sendo eu o mais
competente para entrar nesta discusso, tendo mes-
mo receio de nao saber usar devidarnente da te-
chonologia propria em assumptos da ordem do di-
que se trata (nao apuiados) nao posso cora ludo dei-
xar de dizer alguma cousa em vista do que foi di-
circuinslanciada, lano da insulliciencia da verba j persistir no meu modo de ver, que essas palavras
romo da necessidade da despeza,feila pela junta da sao inuleis, urna vez que o presidente pode abrir
thwsouraria provincialdiga-so somento.:prece- os crditos supidenientares sempre liejrjlgar con-
dendo una demoostracao eircomstaaciada sobre a ; veniente, e por consequencia vol pelo art. 3 coni
insutlii ieneia da verba pela junta da ihc-otiiai ia a snppressao dessas palavras.
I" esta a miuha iraca opiniao.
Vai a mesae apoia-se a segrate emenda :
Supprimam-so as palavras t e houver urgente
necessidade de satisfaze-lirs bem como diga-se no
fim precedendo urna demonstraco da junta da
thesouraria provincial.Silva Ramos.
O Sn. Gervasio Campei.i.o i iz anda observacoes
em -nstenlaco da sua emeni.a.
O Sr. Nabor : (Nao devo veu seu discurso.)
O Sr. Aqimno :Como tenhe muito medo dos
crditos supplementares e devo votar contra o ar-
tigo em discusso, peco com antecedencia que se
deejare na acta o meu voto.
Encerrada a discusso e posto votosoarliiro
approvado rom a emenda do Sr. Gervasio Cam-
pello. Orando as demais prejudicadas.
Art. 4." as mesmas circunstancias e com as
mesmas formalidades, tanto quanto o caso o per-
mitlir, poder o presidente da provincia abrir cr-
ditos extraordinarios para occorrer servicos ur-
gentes e extraordinarios, nao comprehendidos na
lei do oreamento por nao poderem ser previstos
por lei.
O Sr. Buarque : Sr. presidente, tenho susten-
tado at aqui o projecto que se discute, agora le-
vantome para dizer algumas |*lavras em opposicao
ao artigo que acaba de ser lido.
Sr. presidente, os crditos extraordinarios nao
podem ser despresados sempre que se tratar de
servigos geraes, esses crditos, porm, devem ser
excessivamente limitados ti das as vezes que se
tratar de servicos provinciaes. S em casos es-
peciaos, s em urna ou outra circunstancia por
demais imprevista, nos encontramos occasio de
das nossas aiiribuices.
O Sr. Gervasio Campkulo faz algumas observa-
coas em sustentaco da sua emenda.
0 Sn. Nabor : (Nao devolveu seu discurso.)
U Sr. Silva Hamos :Sr. presidente, sempre
grande o acanhaiuento de que me aebo possuido
dem, mrmente quando vejo nella emoenhados
pessas miii habilitadas pela sua illustraco. e pe-
la longa pratica que teem das discusses parlamen-
tares.
Tedavia, Sr. jresidenle, o desejo que tenho de
bem desempenhar o nobre mu nial mu de que me
to nao s pelo obre deputado pelo 2 distncio, se- vjo revestido, me obriga a fazer um esforc su-
no como pelo Sr. i* secretario. As consideraeos. perior, sem pretender illustrar os debates com as
de urna e ouira parle apreseniadas despertaran! 1 iracas reflexcs que tenha de apreseutar, mas pro-
em meu espirito algumas duvidas, para cuja dis- curando apenas animar a discusso, alim de ver
te acanhamento sobe de panto toda a vez que u-
nbo de eulrar na discusso de materias desu or- necessitar'de um crdito extraordinario. O crdi-
to extraordinario as mos < e um administrador
urna arma poderosissima, que convm nao prodi-
gaiaar. O crdito extraord.nario seria por mim
confiado ao actual presidente da provincia, cm
quem deposito toda a conflanca, se porvenlura a
sua administraco fosse permanente, se porvenlu-
sipcao faoo uso da palavra.
0 Sr. Buarque : Nao me occorreu dizer que
actualmente na nossa_thesouraria assim se pro-
cede.
sejpor este modo attingimos a mais perfeita solu-
co.
Apenas vi, Sr, presidente, o projecto em discus-
so assignado polo Sr. Dr. Joaquim Pires Machado
O Sr. Araujo Barros : Estou persuadjdo que Portella" cuja mtelhgencia e nobre carcter muito i achan todos cargo do servico
respeito, (apoiados) eu ponsei immediatamenteque fres geraes que sao effeclivam
tanto o que eu quero se casa com as inteOOSes ma-
uifestadas do honrado niembro, que me distingue
com o seu aparte, que me parece que a nossa dis-
puta nao sera seoodo palavras.
Antes, porm, de expor as uiinhas duvidas, devo
dizer cmara que no meu modo de entender, o
arl. 3" do projecto nao se arha de modo alguin em
conlradieo como o respectivo art. I", segundo pa-
receu ao nobre deputado pelo 2" districlo ; entendo
que a materia desses artigos iuteiramente distioc-
o Sr. Portella teria lido em vista apenas remediar
ama necessidade palpitante, e jamis navegar
este projecto como arma poltica; e assim
me oppuz as reflexoes que se avanfarain nesta ca-
sa, querendo considerar o projecto como arma po-
lilica, e aioda boje continuo a peusar do nesino
modo.
(I projecto, Sr.|iresideute, da maior importancia
traa de regular um servico que entre nos se nao
ta urna da ootra, e que leudo passado o primeiro acha regulado por le, servico da maior transcen-
artigo, a casa pode votar no sentido de pasear o deacia porque se refere a questao dos crditos
terceiro, sem que por esse facto ucorra no deleito supplementares,
de conlradtoria. Eu concordo inlciramenle com a redaeco do Io
eixaiei de demonstrar isso por me parecer a e 2 artigo, mas tenho reflexoes a apresentarquau-
materia muito clara. to ao 3.
Agora passarei a dizer o que me occorre em re- Hj urna relaco intima entre os tres arlaos; no
lacio ao ponto principal da questao, que nos oe- primeiro, pretenden seu autor nao permittir aoure-
cupa. Bidente da provincia fazer ap|ilicico de unas a
Entendo, Sr. presidente, que o nobre deputado entras verbas do oreamento; mas nopodendOO
pelo 2" districlo tem muito razo, quaudo diz que oreamento ter sempre urna certeza inallieuiatiea.o
passando o artigo nos termos, em que se acha con- que mpossivel |K>r falta de dados, deviam dar-se
cebido.se sanecionar o principio de subordina- diiashyjotheses. Primeiro, excoso de verba pa-
i;o da primera autorrdade da provincia nspec- ra cortos servicos:seguudo deficiencia paraoulros.
tiva thesouraria. De eito, se o administrador da No artigo segundo leve em vista o nobre autor
provincia, no caso previsto no artigo cm discusso, do projecto prevenir os casos em que houves.-em
nao poder abrir eredilos supplementares, sem que a sobras, mandando que quando se dessem essas so-
junta da thesouraria provincial leoba previamente bras fossem ellas appbcadas de preferencia as
demonstrado a necessidade da despeza a tazer-se, obras publicas, attendendo que as obras publicas
Acara estabelecido o principio de que elle nao po- sao sem duvna a nossa maior ecessMea Hd
der ordenar a eoounuacao de servico algum de- aaligo terceiro quil elle prevenir o caso em que
cretado em verbas do oreamento j esgoladas. sem bouvesse defieieaeie as verbas consignadas, een-
(|iie a thesouraria d o seu assentimento seme- to manda que o presidente posea abrir creilittis
Ihantc medula.
O Sr. BiAiiyuE :Nao apoiado.
OSii. .iRAijo Barros : Expliquemos o caso
para maior esclarecimenio.
A lei do oreamento cgna verbas para taes e,
taes servicos ; essas verbas se esgotam no seu des-
supplementares, tendo ouvido thesoiiiana pro-
vincial, que de facto a un ira repaitieo compe-
tente para informar ao presidente' acerca da b-
suiliciencia dos crditos.
Diz o art. 3: (L.)
Eu entendo, Sr. presidente, que estando o presi-
tmo ; mas ha urgente necessidade de continuaren) denle aotorisado a abrir crditos supplementares,
as despeas, de que ellas cogitam, e nao aeha-se toda vez que elle entender que ha necessidade ur-
reunida a assembla proviucial : nestas circuios- gente de satisfacer as medidas previstas ou deter-
ancias o art. em discusso autorsa o presidente reinada! na lei do orcamenio, elle nao precisa cun-
da provincia a abrir crditos supplementares; mas sultar thesouraria provincial, abre o crdito pela
se para aberturas desses crditos for iodispett&a- declararen que a thesouraria faz de eslar esgotada
vel, como dii o artigo, e a sustenta o nobre Sr. Io! a verba, e manda proceder a obra ; por consequen-
secreiario, urna demonstraco previa e cireums- Cia emendo que jide ficar o art. 3o como est, li-
tanciada, nao s sobre a insuficiencia das verbas, rando-se-lhe as palavras e houver urgente ne-
cujos servicos devem continuar, ou cujas despexas eessidade de saiisfaze-las. (Nao apoiados.)
devem ser satisfetas, senao como t necessidade \ (Trocam-se apartes.)
das mesmas despezas, a thesouraria ficara sendo o Sr. Silva Hamos :Os nobres deputados pa-
o arbitro da coutinuaco desses servicos (apoiados) Tece (|Ue n,-,0 n,e entendram, e eu vou repetir a
e destruido ficar pelo mesmo facto o principio, minha arsumentaco.
que subordina todos os einpregados provinciaes a Diz o ai ligo: (L.)
primera autordade da provincia. (Apoiados.) pica por este artigo autorisado o presidente a
Supponhaino; que se trata de urna obra publica
MippouliarmM que se acha na le do ornamento
oasign.ida oonstrueeio de taes e taes obras, e
qoe para satisazer a construeco dessas obra*,
a lei do ercanienio votou certas quantias osiifti-
cienies para tal lim; eisaqni os doos cijos, de
un.a parte a neressidade da despeza determinada claracao da insufllciecia
pelo oreamento, e de outro lado a insufliciincia da lei do oreamento.
verba | ara a satisfacio dessa necessidade ; eis o (Ha um aparte.)
presidente obrigado para sallsfaxer a esse servico o Sr. AraujoBarros : Dar-lhe tambem a fa-
publico nronliecido por esta casa, recorrer aos culdade de apreciar a nevessidaile das despezas
ere'hios supplem rilares. Qual o meio, o recurso que se devem satisfaier, antorisar a volacode
que a lei Ihe d ? A necessidade publica i: se acha principios hierarchicos, que devem ser respeita-
n contienda pela ; sscinhla provincial, a quota vo- dos; saneconar a invasco de atiribuices, que
tada foi insiiflieienie. lago o nico recurso para sa- lodos devenios zelar, por amor da ordem na admi-
tisfazer a necessidade recorrer aos cret'itos sup- nistnco publica.
pleineut ires em usa da demonstraco feila pela Urna vez que se concede ao presidente da pravn-
repartieo li-cal. Portanto. ja vedes, que a mees- cia a faculdade de abrir crditos supplemeniares,
sidade i ulili' a, a neee-siilailo OJM o nobre depul.i- deve o uso dessa faculdade ser conferida, se.ni in-
do diz nao poder ser apreciada jiela thesouraria, j versoe anarehia nos principios de direito admi-
to! apreciada pela assembla con-i^iiandi se iini- nistrativo.
ensaas a etreamstaaeiadenaotersidnaqaota (Ha diversos apartes.)
snfflciente para a saiisfac.io dessa necessidade, e 0 Su. Araujo Barros : Comprehendo muito
Estou inteiramenle de accordo com o nobre de- abrir crditos supplementares por consequencia,
putado sobro a necessidade do previa e circums- toda a vez que o presidente entender que ha urna
lanciada demonstraco por parte da thesouraria so-, despeza, que foi prevista por le, mas qite a
bre a insufllciecia das verbas, que decrelarem oreada nao ehegoii para completar o servico,
desoens, que se devera satisfazer ; a thesouraria
certamente a nica estacan competente para saber,
M casas verbas acham-se ou nao esgotadas, se pea
ta eu nao dinheiro para satisfaeo dos servicos de-
cretados ; mas para mim fra deduvida que ella
nao competente para declarar se um servico
qualquer ou nao urgente, se ha ou nao icsflWia
dade de abrir-se crditos supplementares para sa-
tisfaeo de suas respectivas despezas. Essa al-
iribuieo prxpria do administrador da provincia,
a quem nicamente cumpre ordenar a coutinua-
co de servicos, que forem por elle reconhecidos
de uiilidade publica.
Nao a thesouraria quem ha de dar ao presi-
dente da provincia a faculdade de continuar qual-
quer obra, segundo a mesma thesouraria, a adiar
ou nao conveniente.
0 Sr. Buarque :O artigo nao diz isso.
O Sn. Araujo Barros : Mas o que se infere
de sua doutrina, e da idea sustentada pelo nobre
deputado, visto como tanto imperta dizer que o
presidente nao poder abrir crditos supplementa-
res, sem que a junta da thesouraria tenha demons-
trado a necessidade das despezas, que esses crditos
devem satisfazer. (Apoiados.)
A missao da thesouraria as hypotheses verten-
teufes deve limitarse pura e simplesmente de-
dos crditos votados na
ra lesee elle o nico que tivesse de se utilisar desses
ere i i los.
Nao vejo, Sr. presidente, muitos casos era que
o poder administrativo possa presrendir da previa
autorisaco desia casa para satisfazer a esta ou
aquella necessidade do servico publico por meio de
um crdito extraordinario. Os casos de epidemia,
os casos de immdaco e outros semelhantes,
geral; pelos co-
men'* feilas as des-
pezas com servicos desta ordem; que nos resta,
pois, para que lancemos mo dos crditos extraer-
I ii in le n liman os. para o fim de satisfazer as necessidades
publicas / Ser por exemplo, a construeco de
tima estrada, que nao estej consignada na lei do
ornamento, a rroaco do urna repartirao, este ou
aquelle novo melhoramento publico que senao
acbe previsto na lei ? Mas. senhores a construe-
co de tima estrada, a creaj.io de urna reparlico,
este ou aquelle melhoraruenio nao previsto nao po-
der esperar neta reuoio d;sta casa para que at-
tendamos a todas as conveniencias, a tedas as ra-
zoes de ulilidade, alim de que ento com_ mailu-
resa votemos a verba necessaria a salistaco dessa
necessidade! Creio que sm. Entretanto, Sr. pre-
sidente, guantas abusos nao pode o administrador
pouco zeloso ou menos hbil commetter com urna
semelhante arma? Quantos esbanjamenlos nao
eremos de lamentar, desdo que deixarmos essa
ampia autorisaco para que o presidente da pro-
vincia lance mos dos dinheiros pblicos para ap-
plica-los verbas de despeza nao consignadas na
le do o.camentol (Apoiados.)
Eu j disse casa e repito, que o actual presi-
dente da provincia me merece toda a confi-
an ca.
Mas, senhores, legislamos nos para a confianca.
le eis la ni os para aclualidade, ou legislamos para o
futuro, que Dos sabe qual seja .'
Sr. presidente, lembra-nva agora que em caso de
incendio em alguma reparlico provincial pode re-
clamar um crdito extraordinario, pode-se dar
qualquer um facto extraordinario desla especie,
que nao possa caber agora na minha anreciaco,
que reclame a abertura de um crdito extraordi-
nario ; mas o que deve o presidente fazer para
prever a satisfaeo das nee. ssidades publicas que
de semelliante aconte.ciniento possam resultar ?
Examinemos qual possa ser o seu acto, e vejamos
quaes as consequeneas.
Senhores, todas as vezes que e poder executivo
nao est autorisado para abrir crditos extraordi-
narios, todas as vezes que se aprsenla um caso de
incendio, ou um caso por tal forma imprevisto que
reclama um crdito extraordinario, o presidente
da provincia que laucar mo de urna portara para
abrir um crdito, que empregar uraa medida nao
autorisada em le para occorrer a essa necessidade.
eu creio que o poder legislativo de bom grado, de
todo o coraco conceder.i a essa autordade um
bil de indemuidade. Perianto, senhores, eis o re-
medio para os poucos casos que (igurei. O admi-
nistrador zeloso, o admiaislrador que se v bra-
cos com um caso de forja maior, abre effeetrva-
reque
cas ; considerando mais" que vigorando a dispost-
co permanente do artigo 30 da lei n. 473 de 5 de
maiode 1859, bem procedeu a presidencia na de-
cieiaeo de taes crditos.
de parecer que se adopte a segunle reso-
lui;o :
Art. 1. Ficam approvadas e como taes fazendo
parte da lei de oreamento do exercieio lindo de 62
a 1863 os crditos supplementares-.iberios por por-
taras do presidente da provincia d 8, 27 e 30 de
iunho. ;, ;, 21 e 30 de julho, 17 o 21 de agosto,
3, 18, 1 uo passado destinadas a occorrer as despezas com
as verbas especificadas n n seguintes paragraplios:
Io Despezas judciaes........ 1:0005000
s, i" Porcentagem aos emprega-
dos do juizo dos feitos da fazenda. 3:22Sf000
i 3" Reparse eooservacSo de es-
tradas e pontea ,c................ 10:3334666
S i" Aposentados.............. i:2G5'o
S B* Einpregados do consulado.. 4:9i7^21V
g ii" Porcenlagem dos promoto-
res. Dscces, eolleetores ecscrives. 91754W
8 1- Aluguel de casas para bar-
reiras.......................... 72$00
8 8o Aluguel de casas para pri-
ses e quariel da torea policial tora
da capital..................... l:io836l
9" Illuminaco da casa de de-
tenco........................ RwSfiOO
5 10 Bestituco............... 2165730
S 11 Expediente e aceiodoGym-
nasio provincial................. 110.5301
Art. 2u Fica igualmente approvado e fazendo
parte do oreamento vigente o crdito supplementar
aberto por portara do presidente da provincia de
10 de outubro do anno passado na importancia de
3:8105 e destinado a verbarestituicoes.
Ficam revogadas as disposicoes em contrario.
Sala das conimisses, 8 de marco de 186i.
Bitarijtie de Maculo./. Heijo Barros.
L-se c approva-se a redaeco do projecto n. 2
deste anno, que marca o subsidio s ajuda de cus-
to dos deputados provinciaes, de|iois de ligeiras
oliservaees do Sr. Buarque e Ayres Gama.
I>-se um projecto do Sr. Nabor, creando um ban-
co agrcola.
OSn. Jacobina :(pela ordem) pede que o pro-
jecto que acaba de ser lido antes de ser julgado
objecto de deliberacao seja submeltido a commis-
so de constituico'e poderes, por isso que Ihe pa-
rece que o seu objecto alheiodas attribuices da
casa.
O Su. Nabor diz que, como autor do projecto
nao deseja que elle fique sepultado as pastas das
commisses, como licaram outros que sobre idn-
tico objecto se apresemaram, tanto mais que a ma-
teria do projecto de Mnima importancia, de
grande utlidade para o paiz ; qua pos, devora a
casa desde logo manifestar se julga ou nao objecto
de deliberacao, afim de que caso decida pela ne-
gativa, nossa endereear o seu projecto a cmara
dos deputados, aondeum amigo se incumbe da sua
arTesenlaciio.
O nobre orador pensa que o requerimento do
Ilustre senhor 2" secretario s Ur por fim nulli-
ticar o projecto, deixando-o eternamente^ as pas-
tas das cormnissoes, e que, por tenlo, nao dever
ser approvado, manifestando-se desde logo a casa
sobre o projecto qualquer que seja a sorte que o
aguarda.
O Sn. Ami.nthas na qualidade de memoro da
commisso de constituicao e poccres levanta-se
para protestar contra a idea avancada pelo Ilustre
rnembro qne acaba de senlar-se de que o projecto
lera de licar sepultado as pastas da commisso;
por isso que facto ronhum aulors i que assim
pense.
Posto a votos o nequerimento do senhor 2se-
cretarie approvado.
(Conf/iiiKir-sr-aa.)
verba
0 pre-
sidente abre um crdito supplemeBtor, e manda
acabar a obra sem necessidade de consultar the-
souraria.
I'm Sn. Deputado Nos casos urgentes.
O Sr. Silva Hamos : Quera a autordade com-
petente para conbecer desses easos urgentes ?
Um Su. Dkim tapo : O presidente da provincia.
O Sr. Silva Ramos :O presidente a autorda-
de competente para apreciar essas necessidades, e
por consequencia a nica cousa que elle precisa
saber se o crdito foi ou nao sufhriente.
(lia um aparte.)
O Sr. Silva Hamos : Nao ha quem obrigue ao
presidente a attender a urgente necessidade de
concluir tal ou tal obra, stoesl confiado ao zelo e
inteligencia do presidente competentemente infor-
mado ; e quando elle vio que uina verija nao foi
suffleenlo, abrir o crdito suppleinenlar preciso.
e mandar continuar a obra. Por consequencia,
entendo que sao superlluas as palavras e houver
urgente necessidade.
UmSr. DenrrADO :B* que nos nao devenios
despirmos pouco a pouco de nossas aitribuieoes.
(Apoiados)
O Sn. BiAiipuK :As palavras urgente neces-
sidade significam apenas que, se o presidente po-
der esperar que a assembla se abra, deve-o fazer.
O Sil Silva Hamos :Has suhsistndo mesmo as
mente um crdito nao autorisado, mas vm a esta
Casa pedir um bil de indcn.nilade, justificar o seu
acto e todos nos de bom grado o concedemos, en-
tretanto que nao autorisamos crditos que podem
dar lugar fcilmente esbanjamentos dos diofiei-
ros pblicos.
Creio, Sr. presidente, que as muito breves refle-
xoes que tenho apresentado a casa justificara o vo-
to em opposicao que tenho de dar ao artigo que
acaba de ser lido.
Vio a mesa e apoiam-se as seguintes emendas:
Supprima-sc as palavras tanto quanto o caso per-
milte.Compeli.
Depois da palavra extraordinarias dga-se :
provenientes de innundac.o.Compeli.
0 Sn. Gervasio CAMPU.ro justifica a sitas emen-
das.
Tendo dado a hora fica a discusso adiada.
0 Sr. presidente designa a ordem do dia, e le-
vanta a sesso.
SESSAO ORDINARIA EM 9 DE MARCO DE 1861.
PRESTOENCIA DO SR. COSSKI.HE1RO TRIGO DE
LOURK lio.
s i i horas da manha, feila a chamada, c
adiando se presente numero sullicieute de Srs.
deputados, abre-se a sesso.
Lida a acta da anterior approvada.
O Sr. 1* Secretario d conta do segrate :
EXPEDIENTE.
Um ofilcio do secretario do governo, remettendo
sem respeito as familias, accrescem as tocatas que
proinovern era sua casa, do que bem podem resul-
tar consequencias desastradas.
Consta-nos que as igrejas do Corpo-Santo,
malrz desla freguezia de Sanio Antonio, Carino e
S. Francisco se celebraro os actos da semana
santa.
Fizeram exame de latina no Collegio das Ar-
tes no dia 11 de marco 12 estelantes, a saber :
Approvado plenamente.. 1
Idom simplesmente...... 6
Reprovados............. 5
No mesmo dia fizeram exame de inglez 12 es-
tildantes, a saber :
Approvados plenamente.. 4
dem simplesmente...... 8
No dia 13 fizeram exame de latirn 10 estu-
dantes, a saber :
Approvados simplesmente 3
Reprovados............ 7
No mesmo dia fizeram exame de francez 2es-
ludanles, a saber :
Approvado simplesmente. 1
Iteprovado............. 1
No mesmo dia fizeram exame de inglez 12
estudantes. a saber :
Approvados plenamente.. 2
dem simplesmente...... 7
Reprovados............3
Reparticao da policia.
Extracto das partes do dia 16 de marco de 1861.
Foram reeolhidos casa de detenco no dia 13
do correnle.
A ordem do Dr. delegado da capital, os crioulos
Edmundo o Benedicto, escravos, este de um tal Ri-
beiro Branco, u aquelle de Antonio Correa de Vas-
concellos, o primeiro sem declaraco do motivo e
o Ultimo por infraeco de posturas.
A ordem do subdelegado de Santo Antonio, os
pardos Francisco Bezerra da Silva, Rosa Maria de
Lima e Antonio Luiz Monteiro, crioulo, todos para
correceo.
ordem do de Sao Jos, Joo Evangelista de
Mendonca, pardo, por disturbios.
A ordem do do Peres, Felismna Joaquina Bap-
tista da Cooceico, parda, por briga e espauca-
menlo.
A requsico do depositario geral, Damin, prc-
to, escravo de Antonio Grego de Araujo, para ser
conservado em deposito.
O chefe da 2.' scelo.
J. G. de Mesquita.
Mov ment da casa de detenco no dia 13 dfc
margo de 18i.
Existiam . 387 presos
Entraran). . 10 .
Satram . 21
Existem 370
A saber :
Nacionaes. . 269 presos.
Estrangeiros 30
Mulheres . 3
Eslrangeira . 1 >
Escravos . 61
Escraras . 6 >
palavras c houver urgente necessidade de salisTa-; as posturas da cmara n unicipal de Ingazeira.
ze-las supponhamos que a obra nao urgente,
mas que a presidente entende qne o quem o in-
hibe de abrir um crdito supplementar i
0 Sn. Drodoro :Depois de proceder essa infor-
macao.
O Su. Silva Hamos :Com a existencia dessas
palavras. fica o presidente na impossibilidade de
considerar como de urgente necessidade qualquer
obra ? Os nobres dcpulados bao de me responder
pela negativa. Quem ha de dizer ao presidente
que tal e tal obra urgente 1
Va Sn. Dkittaiio:A. nqnrtico competente.
OSn. Silva Ramos :Perdn;'athesouraria nao
competente para dizer ao presidente que neces-
saria tal e tal obra.
A commisso de pasturas.
Urna petico da confrana de S. Ritade Cassa.pe-
duido preferencia na exiracco da lotera que Ihe
foi conce lida e a con ce-sao de mais urna outra
liara aecudir aos reparos da mesma igreja. A'
commisso de petMCS.
Outra de Marcolino Jos dos Santos, pedindo a
esta assembla que so Ihe marque umaRratilicaeao
animal como servente d; mesma. A' commi-sio
de polica.
Outra de Manoel Pere; Campello de Almeda,
arrematante da coacocvaiiic da estrada de Pao do
Albo, pedindo o pagamento das prestacoes de dez
mezes na importancia d- 1:0005, assim como a
quanlia de2:3335'tll que se acha era deposito na
REVISTA DliR'A.
A assembla na sesso de hoiilem ouvio o dis-
curso pronunciado pelo Sr. Benedicto Franca, em
susientaeo de urna indicaco pelo mesmo senhor
apresenlada sollicitando dos poderes geraes do es-
tado, que tenha lugar a prepositura da aceo por
parle do ministeriopublicoem diversos crimes boje
considerados particulares.
Passando ordem do da, appmvou em 3* ds-
cus-ao o projecto n. 30 de 1862, que regula a attri-
buijo de abrir crditos suppleine itares lei do
oreamento; em 1% o de n. 13 deste anno, que man-
ila repartir entre os dous escrves dos feitos da
fazenda provincial, a gralificaco do 3005, boje
concedida a um s dos serventuarios.
Entrando na apreeiaco da l' discusso do pro-
jecto n. 10 deste anuo que isenta do pagamento da
dcima urbana os predios oceupados pelos proprie-
tarios orou o Sr. Buarque, lieando a discusso
adiada at se obturen) certos esclareeimentos do
governo, requerimento do Sr. quino.
Em seguida approvoo em l" discusso o projecto
n. l deste anno que autorsa o noverno a man lar
construir o resto da estrada do oorte, at ciaegar
cidade de Goanna, orando os srs. Demosthenes,
liuncalves da Srlva, Buarque, e Souto Lima.
A ordem do dia para hoje, rompoe-se da materia
nao disentida, i' discusso dos projectos as. 13, 12,
-i.'i, e 26; 2* os de ns. 2 e 3, e c> de o. 7.
Maudou-se por em hberdade os recrutas Ma-
noel Francisco 2', e Manoel Joo, este por ter sido
julgado incapaz do servico era inspeceo de sade,
e aquelle por perteneer na qualidade de corneta,
ao 6" batalho de infamara da guarda nacional do
municipn do Recfe.
Fui privado do posto de teneniedal'eaupanhia
do batalho u. 10 de infamara da suarda nacional
do municipio do Cabo, Franeisc Manoel de Souza
l.eo. por se adiar comprebendido na disposico
do 1" art. O'i da lei n. 602 de 19 di setembro de
1831), e nao estando anda orgaoisado o predi to ba-
talho nomeou-se para aquelle posto o eidado
l'irniino dos Sanios Veira, que para elle foi indica-
do pelo respectivo commandante
Sob proposta do Dr. chefe de |ioliciaconcedeu-sc
Victorino L. de Barros, a exoneraeo que pedio,
do cargo de 6o supplente do delegado do termo de
Villa-Bella; demittio-se Andelino P.da Silva, dode
3* supplente do mesmo delegado, Leonel Cordeirode
Magalhes, o Miguel Pereira da Silva, de 1 e 2o
supplentes do subdelegado daquelle districlo por
assim ronvir ao servico publico, e finalmente con-
siderou-sevagosos cargos de 3 o 4o supplentes do
referido subdelegado por haver fallecido Antonio
de Souza Magalhes. e estar nomeado supplente do
delegado Caudido Comes Tasaros.
Na mesma conformidade, uomeou-se para os
cargos cima indicados e para outros de supplentes
que -o aenam vagos naquelles termo e districlo os
cidados seguintes:
Supplentes do delegado de Villa-Bella.
1." Jos Epamnondas Nogoeira de Barros.
3. Antonio Alves da Ponseoa Barros.
1." Candido Gomes Tavaros.
6." Joo Nunes Nogueira de Barros.
Supplentes do subdelegado do districlo de Villa-Bella
1." Joo Pereira de Vasconcellos.
2." Placido de Souza liamos.
3." Pedro Antonio do Andrade.
I." Antonio Gomes Tavares.
Havendo sido julgado improcedente pelo Dr.
juiz de direito da segunda vara o processo instau-
rado ex-oftlcio pelo Dr. delegado do I" districlo
contra Thomaz Das Soulo, que injuriara no da 3
do mez ultimo ao primeiro conferente da alfandega
Pedro Alexandrmo de Barros Cavalcanti de Lacer-
da em acto de exercieio de suas funrgoes, visto ha-
370
Alimentados a cusa dos cofres provinciaes. 162
Movimento da enfermara no da 16 de marco
de 1864.
Teve I ai xa :
Balthazar dos Santos, escarros de sangue.
Tiveram alta :
Joo Martins Ferreira da Costa.
Manoel Francisco de Santa Anna.
Passageros do vapor nacional Pararni, sabi-
do no dia 13 para os portos do norte ; Padre Luiz-
Nobre Pelinca, Dr. Elias F. de Almeida, c 1 criado,
Silvio P. Pereira Ferraz. e 1 criado, soldado Joa-
qoim P. dus Anjos, Dr. Adolpho de Barros, e i cria-
do, commeudador Joo Baptisla de Castro e Silva,
Jos de Souza Cruz, Antonio Jos Coelho, Joaquim
Pereira Jnior, Joaquim Ignacio Pereira, Francisco
Veira, Zosino Barroso, Manoel de Moura Boln,
Francisco Nunes, Agostinho 'os-J. Moreira, Felip-
pe B. da Fonceca Galvo, e 1 escravo, major Cy-
priano B. Galvo, Joaquim da Fonceca Silva, Dr.
I.uiz Augusto Crespo, e 1 criado, Autonio dos San-
tos Villaca, Joao E. Rodrigues dos Sanios, Antonio
Jos Silva do Brasil, Clemente Jos de Araujo Li-
ma Jnior, e 1 criado do presidente do Amazonas.
Passageros do vapor inglez Paran, entrado
dos portes do sul ; Manoel J. Ribeiro de Faria, Vi-
cente de Souza Queiroz, c i criado, e Raimundo
Udaeta, e 230 para a Europa.
Passageiros do hiale nacional Sanio Anua,
entrado do Aracaty : Custodio Ribeiro Guimaies
Jos Cavalcanti de Albuquerquc, Remjamin Thco-
philo Alves Ribeiro, Bonifacio Fraucsco da Rocha,
e Francisco Rodrigues da Silva.
Passageiros do vapor inglez Paran, sabido
para Southampton e portos intermedios : Joaquim
Lopes de Almeida, Manoel da Silva Nogueira, An-
tonio de Moraes Gomes Ferreira, Joo L'lric Gralf,
George II. Le Lievre, Narciso Jos da Costa Perei-
ra, e seu sobriuho Narciso de Campos Lima, Julio
leers, Adolpho Crapet, Henrique Pinto Alves. Ma-
noel do llego Barros de Souza Leo, Frederieo W'il-
son Arkwrigh, Jos Matheus Ferreira, Jos de Pau-
la Texeira e Silva, Josepha Francisca Ferreira da
Silva, Mana Francisca da Silva, Francisco Fon tan,
Tliomaz Jelferies, Flix Pereira da Silva, Maria Fe-
licia de Araujo e Silva, Auna Bila dos Santos Bar-
bosa, e Jos Thomaz da Costa Jnior.
UM P9UC0 DE TUDO.
A Preste publica o segrate :
M. de Saulcy, senador e membro do Instituto, e
o abbade Mirhon chegarara a Pars de regresso de
urna longa e fructuosa expedico scienlifica na Pa-
lestina e na Arabia transjordaua.
Os resultados da sua vagem sao, ao que parece
magnficos.
Tuderam explorar com plena hberdade o recin-
to interior do templo de Salomo, que antes s fur-
tivamente era visitado por alguns viajantes, e, era-
cas chave, que tantas.portas abre, chamada Hak-
chcl), puderam construir palanques, tirar moldes
c desenliar eem cuidado os preciosos restos da ar-
chiteclura salomomana, escapados ao incendio que
destruio o templo quando Tilo tomou Jerusalem.
O mais importante dos seus Irabalhos foi a cx-
ploraco da vasta necropole chamada o Tiunulo
dos reis.
O monumento expiatorio que o re Herodes man-
diH) levantar sobre estes tmulos, depois de os ter
violado para lrar os tbesouros que continham. foi
encontrado no meio das ruinas queobslruiam a en-
trada principal.
A descoberta mais feliz foi a de um jazigo sepul-
cral anda intacto, tapado com muita arte. > no
qual se acbava o sarcophago de um re de Jeru-
salem.
Urna magnifica inscripeo em caracteres hebrai-
cos da mais remota poca eslava gravada na fren-
te do sarcophago.
O despojo real encerrado n'aquelle ataudo de
marmore fez-se em p logo que o ar exterior pe-
nelrou dentro.
Este monumento, nico no seu genero, ebesjou
ao l.ouvre com as oulras antiguidades descoberlas
na expedico. e que devem formar um museu he-
braico, que ser de um grande interesse.
Alm dos seus irabalhos sobre a arcbeologia
christa, o abbade prepara um, que prximamente
vai publicar, sobre a Vida de Jess, do qual as
partes mais considera veis foram compostas nos
proprios lugares.
Diz o jornal La Prance que muitos dos ofticiacs
verera sido preteridas na formaco do mesmo pro- generaes do exercito dinamarqoez sao alleme
cesso vanas solemnidades imperiosamente exigidas O general Luttichen, que substituto o general
lelo cdigo do processo, mterpoz hontem o Dr. pro- Mesa no comraando em chefe, pertence naciona-
niolor publico e perante a mesma autoridad.: a lidade alleraa, como o seu nome indica,
competente denuncia contra o referido Tliomaz A maior parte dos ofllciaes nao do Sehlesvrig c
Das Soulo. do llolstein, mas sim militares quepertencem a di-
0 ministerio publico havia sido parte appellanie versos pequeos estados da confederacao serma-
para o Dr. juiz de direito, fundando a sua inlenco nica que ha muito foram, segundo o costme alie-
na inobservancia das formulas lgaos, qual foi re-' mo, por a sua espada ao servico da Dinamarca
conliei ido pelo illustrado juiz ad fems. O mesmo caso se deu na guerra-de 1818 e vio-
Bespondeu anle-hoiueni ao jury o pardo Je- se que o juramento militar era mais forte para
sumo Luna dos Pra/eres, que por denuncia do mi- elles que os seus deveres para com a patria alie-
nisteno publico tora precessado como suspeito de mia, lo vaga e indeterminada.
haver dellorado a urna virgem, menor de 17 airaos O commandante de Missunde, M. de Gerlac, que


Diario de PernnmbnoO ... Quinfa vira 1 de Marco le 1 Hh.
\
dLs( i un (is priiaeiroa tiros de pe^a contra os Prus-
ataw-.-. l.iHiboin alemiio.
Di) Coa.mercio do Porto transcrcvemos o se-
fuinte :
O i>rincpo Frederico de Augustemhurg o r-
mao mais novo do principe Christiano Augusto, du-
que Jo Sclik-swig Ilolstein Sonderburgo-Augustem-
tan ii lo ni!) dos exo nidos da amnystia,
dcW'Js de vencida, em 1831, a rovolta do Holstein,
ceden posteriormente ao rei da Dinamarca, me-
diame urna somma do dioheiro, os seus direilos
asare o Ilolstein, os seus bens e o seu castalio de
Augustomburgo na iliia d'AIscn.
0 principe Fredenco, que hoje revindica para si
os d reitos vendidos por sou irmo, nascou eiuCo-
. a i ile agosto de 1800. e reccbeu em
8i2 do rei Chrisliano VIH, que tinha esposado sua
irmSa, o tiuilo de tente general e decommandan-
(e em chelo das tropas do Schleswig Holsioin.
Por oeeasiao da promulgacao da famosa caria
patele de 8 de jullio de 18415, que estabeleeeu o
Srincipio da integridade perpetua da monarchia
inamarqueza, vendo haldada.- as advertencias que
fet ao rei, den a 18 de agosto do mesmo anuo, a
sua dwmissio. Esle passo ereoulho urna grande
popularidad* nos ducados. Foi ministro da guerra
do govorno provisorio formado a 23 de marco do
18*K.
Xa manliaa seguinie frente das tropas de Kiel,
avancou contra a praca forte de Rendsburgo, que
os dinamarqueses entregaram sem resistencia.
r im.indon as tropas do Sohleswig-Holstein at
li de setembro de 1848 na guerra contra a Dina-
marca.
Pr. vado dos seus ttulos e dignidades pelo rei da
Dinamarca, a 4 de ago ie 1848, foi excluido da
anrmstia concedida ao; ducados em 10 de maio de
1831.

De urna estatifica que publica um peridico in-
gle* dos incendios que durante o anno de ISfi.'t bou-
ve as prineipaes cidades ele Inglaterra vo-sc que
em I Andrs foram 1404, em Liverpool 297, em
Mancliester J38. em Glasgow 221, em Dnblin 174.
em Elimburgo 127, em Sltefiield 51 e eml.eeds47,
Da:- averiguaeoes feitas sobre a origen}dos 140*
incendios que houve em Londres veriflcou-sc que
227 foram causados pela chamma de urna vela. 30
por ci ancas que brincavam com lume, 123 por fu-
gas de gaz, 26 por mechas phosplioricas, |3l por
pona: do cigarros. 107 por faiscas de lume e 2G
lelo eicessivo calor das estufas.

Sej indo o censo de 1862, que ltimamente foi
puMiwdo em liorna, a capital do orbe catliolico
conta actualmente 201-161 habitantes.
D't -tes pertencem ao clero 6:499, sendo 1:894
padre?, 2:569 frades c 2:031 freirs.
A proporrao de 1 padre ou fraile para cada 44
liahilanies.
O I airro dos judeus conta 4490 habitantes is-
raelitas que professam a sua religiao e teetn as
suas -Anagogas
30.314052
4i)7:23040ii4
Ujury de senteiiea compM-se dos anotara se- dem do dia lo.
guini.
Caetano Quintino Galhardo.
Candido de Souza Miranda Couto.
Antonio Pires Perreira.
los Alfonso dos Santos Bastos.
Jos dos Santos Nevos Jnior.
Bernardo Carneiro Monteiro da Silva Sanios
Antonio Ignacio do Reg Medeiros.
Manoel Joaqmm Perreira Estoves.
Jffonsodo liego Barros.
tr. Joaquim Jos de Miranda.
Bernardino dcSena da Silva uimaiaes. nescarregam no dia 17 de marco.
Capilao Antonio Jos de Souza Cousseiro. Escuna ingleza Qiieen oftke durl-carvao.
Deferido o juramento dos Santos Evangelhos ao Barca franeeza-Mura Ameliasil
conselho. o Sr. promotor, obtendo a palavra reque- Brigue iuglez Jessie Sco-carvao de pedia,
reu que se procedesse um exame na pessoa do reo,
aiim de se veriQcar se elle tinha commetiido em lxporlaeo.
e.-tado de loucura. O Sr. Dr. juiz de direilo defe-
.Hovlinento da alfaadega
Volumes entrados com fazendas...
1 com gneros...
Volumessahidos com fazendas...
gneros...
com
936
608
DECLARARES.
do
864
Eslabelecimentos de caridade.
Cha preio, libra.
Manleiga franeeza, idem.
Tapioca, idem.
Galera ingleza llnmiim. carreara para Liverpool Cafem grao, idem.
rindo o requerimento da prototoria, nnmeou para pela Parahiba 4200 saceos com 21000 arrobas de Assticar retinado lino, arroba.
peritos os Srs. Drs. Ignacio Nery da Fonscca e assucarmascavado. 1 Dito dito serle, dem.
Gustavo Ilalduino de Moura ('amara, que. depois Dito em torrao, idem.
de prestarem o juramento respectivo foram proco- lecenedorla de rendas Inferna.* Arroz pilado do Maranhao, idem.
der ao exame requerido. | ge rae.* de l*ei-uainl>u<-<. j BcaUao, idem.
Foi o reo interrogado, e procodeu-se a leitura do Rendimeuto do dia i a 15........ 32:11744091 Toucinho de Lisboa, idem.
procesan. dem do da 16................. 1:020488 S*^0- ldem-
(i Sr. promotor pedio a condemnarao do reo no _________| Velas de carnauba, idem.
grao medio do art. 201 do cdigo criminal. 33:9934179 Farinba de mandioca da trra, alque re.
Findosos debtese |ireenchidas as solemnidades ====== Vmlio tinto do Liaboa, caada.
da lei, o Sr. Dr. juiz de direilo propoz os .quesilos, 1 Dito branco de Lisboa, idem.
seguimos : Consulado provincial. i Vinagre de Lisboa, dem.
0 reo preso Victorino da Costa, no dia 3 de ou-, Rendimonto do dia 1 a 15......... 61:7304339 AgittMauta, idem.
tubro ultimo, ferio em resultado do nina pedrada Idem do dia 16................. 3:2694029 Azeite doce, idem.
Dito de carrapato, idem.
Dr. Manoel Roflgam de Arroda Cmara.
Manoel da Silva Mondonga Vianna.
Dr. Raymundo Ferreira de Araujo Lima.
Amonio Corria de Vaseoncellos & C.
Jiiizu dos fcitiisda fazenda.
No dia 19 do coi rente pelas 10 horas da
manlia na sala das audiencias peraule o
e mSSSSMt Vf ofnec? l.''^ S!> '"- Juiz *?*" *">* *
ment dos gneros abano declarado;, que houver un"erao em prara publica OS escravos SO-
do consumir os dilTerenles eslabelecimentos pos guintes, seipu-strados pela azi'uda nacional
futuro31"80 D tri,l,eslre de abril a J'unho prximo para pagamento do que ficou devendo o fi-
nado major Jumi Francisco do Livrameiito :
Ignez, crioula, 18 annos, avaliada por 4'o>.
Jos, ciioulo, 21 anuos, avallado por 1:000,3
aula Casa da Misericordia
Hceffe.
A ittnv junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Reeife manda fazer publico, que
no da 17 do
sala d
ker & C. e por mandado do lilil. Sr. Dr. |uir en-
norial do cominercio dos objoctos cima declara-
dos, pertenceales a rnesma massa : o leilao ser
clle luado as 10 horas do dia supradito, no pazo-
metro (fabrica do gaz) onde pedern os preleav
dentes desde ja uxarmnareni os referidos objeeto<
obtendo do 9r. William Jirminps engenlieiro de
gaz, qualquer informacao a respeito.

Recife, 16 de mano de 1864.O solicita-
dor, Francisco Xavier l'ereira de Brilo.
ao individuo por nomo Manoel Ferreira da Cunta,
como so acia deseripto no corpo de delicio a fl. dos
actos ?
2 Bxistem circunstancias attenuaulos favor
de reo ?
3" O jury reconhoce que oreo soffre de aliena-
cu) mental, e que o crimenao foi pralicado em in-
tei vallo lucido ?
Itecnliii lo o jury ile senten^a sala secreta das
CO if.-ii-mu- as 11 Vi horas da mauhaa. voltou ao
meio dia, rospondeudu aos quesilos pola maneira
setpuinle :
Ao 1sim, por unanimidado.
Ao 2*nao, por unanimidado.
Ao 3sim por 11 votos. j
Lidas as respostas pelo presidente do jury de
MOVIMENTO DO PORTO.
Navio enlrailo no dia 16.
64:9994368 Farello do Lisboa, saeca.
Collegio de orpliaos.
Cha preto, libra.
j Pao, idem.
Bolacha, idem.
I Assucar retinado, libra,
Caf em grao, idem.
Manteiga trncela, idem.
TIIEATRO
DE
S. ISABEL.
Grandes bailes de mascaras, sabbado
d'aleluia, e demin^o de pasebda 2<> e
27 to con cnle.
O agente Almeida competentemente autorisado,
fara leilao de um lindo mulatinho de 9 annos uni
bonita negrota de 10 annos, um negro de'meia
idade e mais outros o>cravos.
Mil
Em seu escritorio ra da Cadoia do Recife n
48, as 11 horas.
Rio de Janeiro e Rabia6 dias, vapor inglez. Para- Arroz pilado do MaraiiTio, idem.
na, de 1/20 toneladas, conimandaule Jellicoe. Baralho, idem.
equipagem H3. Hatalas, idem.
Navioisakdos w mesmu dia. Carne verde, idem.
Aracaty hiate nacional San! Ama, capilao Auto- Peno fresco, idem.
nio Joaquim Al ves, carga fazendas, e outros ge- Toucinho de Lisboa, idem.
eros.
sentenca, o Sr. Dr. Joaquim Jo> do Miranda, o Sr Bahla Pe'a Estanciasumaca nacional Hortenca,
Dr. juz do direilo publicou sua sentenca, absol- capilao Antonio Das de Lima, em lastro.
vendo o reo e eondemnando a municipahdade uas soutliamplon e portos iolermodiosvapor inglez
cusas.
I^evantou a sessio, addianlo-a para o dia seguin-
te s 10 hsras da manhaa.
Paran, commandanto Jellicoe.
bservacao.
F'indearam uo lamarao as barcas inglezas Impe- Alelria, lilira.
Farinba de mandioca da torra, alnueire.
Feij.o, dem.
Azeite doce, garrafa.
Vinagre de Lisboa, idem.
Sal, cuia.
I.enha em achas, cento.
COMMNICADOS.
*.
pin
0 r tunero dos jesuas no fim de 1863, era
todoc mundo de 7:SK, mais 118 que em 1862.
1 >tv dem-se em 19 provincias, sendo 5 em Italia,
Sna Allemanha e na Blgica, 3 em Franca, 2 em
Ibsp nha e 4 na Inglaterra e na America.
O numero de jesutas italianos 6 de 1617, o dos
auslrUrosde 36, o dos belgas 576, o dos hollan-
dezes 236. o dos jlkmaes Hi. o dos franrezes de
2:2fiii o dns hespanbes 868, o dos inglezes270, o
dos inandezes 139, o o dos americanos :!50.
Em Roma ha 344 jesutas, sendo 174 no colle-
gioroinano, 18 no collegioallemao, 10 no collepio
dos nobres, Uno collegio americano do sul e 12
na direccao de Civita Catholica.
Osjesuitas empreados as niisses estrangei
Rcmenslrafao du rrgozijo do partido progrcssi.sU
de Olinna, pela inrliiso de Em. conselhoiro
Paes Brrelo, oa eamaia dos Srs. senadores.
Ao cliegar esta provincia a satisfactoria noti-
cia de ha ver tomado assento na cmara dos Srs.
senadores o Exm. conselheiro Francisco Xavier
rador e Imogene, mais nao liveram communicacao
com a trra.
Os pagamentos serao feitos mensaltnente: os
prelendentes devero comparecer com suas pro
Miguel Candido de Medeiros Pinto, que vista
das grandes despezas que Uvera com os bailes pelo
carnaval, e tendo sido os lucros inuito diminutos,
requeren de novo o theairo, e tendo obtdo ner-
missao de S. Exc. o Sr. presidente da provincia,
para dar mais dous bailes, avisa aos amadores des-
te bello divertimento, que se apromplem, pois que
nio poopar despeza alsuma, para que o thealro
esleja mais bem preparlo do que pelo carnaval.
As 8 horas da noite o ihoalro estar aberlo, as
9 horas em ponto principiar o baile.
Tocar as quadrilhas urna banda de msica mar-
cial das melhores que temos.
Prerii dos cantarales e entrada grral
A primeira e a quarta oidoin serao coa
das galeras para as senhoras que nao dansarem,
sendo o preco l |or cada entrada.
Segunda ordom 85, sendo quatro entradas para
senhoras, e duas para cavalleiros.
Terceira ordem ti&,, sendo ijualro entradas para
senhoras e um cavallero.
Entradas para cavallero 25 e as damas masca-
0G
Um escravo.
O agente Almeda ar lelo requernent->
uos administradores que foram da massa fallida
do 'Mecido Joao Jos.- de Gouvea, e |Kir despacho
do illm. Sr. Dr. juz especial do commcrcio, de mu
escravo do meia idade. '
HOJE.
em seu escripiorio na ra da Cadoia do Recife n.
48, ao meio da.
EDITAES.
postas em cartas fechadas, e prestar l'iador idneo radas gratis. Serao fielmente observados os regu-
que se responsabilise pelo liol cumpriineiito dos! lamentos da polica o llteatro.
contratos, e as propostas devem ser dstincla>. O director dos bailes no theatro, julga desaeees-
Secretaria da Santa Casa de Misericordia da Re-. sario lembrar ao publico, a ordem, e amoralidad.;
cfo 14 de mareo de 1864. j com que se houveram pelos bailes do carnaval a evi-
0 escrivao, darein todos os exforeos a seu alcance, para que
F. A. Cavalcante Coasseiro. contine n'estescom o mesmo procedimento; ippel-
1'secj.io. Secretara da iwllcia de Pernambuco laudo para o testeuiunlio das familias que dos ca-
14 de marco de 1864. marotes assi.-tiram ditos bailes.
Terminar s 2 horas em ponto com a execu-
0 Dr. Trislio deAtenear Ararpe. offlcial da im-
perial ordem da Rosa e juiz de. direilo especial
do commercie desla ridade do Recife e sen ter-
mo, capital da provincia de Pernambuco por
S. M. I. e C. o Scnhor D. Pedro II a quem Deus ', Por determinac/io do Illm. Sr. Dr. c!iefe de pol-
Paes Barrto iimnediatamenlo foi ella transmilti- guarde etc. ,a fajo publico para conli,:ciuiento de quem pos- cao da rea do miserere do trovador, pela banda
da a cidade Je Ulinda onde o partido progressis-' Paco saber pelo presente, que no dia 21 do sa inlores*ar, que pelo delegado de po ca do ter-1 marcial do stimo batalhao de infantaria. sob a di-
Uaesperava cen sofregutdao. A|ienas ali che- mez de marco do corrente anno. se lia de arre- mo doSerinhaein, foi preso e se acha recomido, reccao do maestro Antonio Ignacio Jordao. Vntre
;s muitas girndolas pialar por yenda a quem mais der em praca pu- respectiva cadeia, como su.<|uiio do u r escravo, o outras quadrilhas, polka, walsas e schotsrk, locar-
se-hao as seguintes astro Dannes, La Barca-
rollo, Jeannoto etColn. La Sintinella, Marco Vis
franc zes, 2% hespanbes e 260 italianos.
As misaSes apostlicas da companha de Jess
esto repartidas do modo segnnte :
Na Europa 54, na Aza 218, na frica 190. na
America do Norte 637, na America do Sul 126 e
na Occeania 35.

Fal eceu em Madrid o duque de Sevilhano. dei-
xandr aos seus herdelros urna fortuna de 7 mi-
Ihoes de duros.
Deixou recommendado no seu testamento oue
*.) nao toi-assc no seu corpo sem passarem 48 llo-
ras depois de ter exjiirado, que de 8 em 8 horas
um facultativo o exaininasse, e que s depois de
por e-te meo se verificar que realmente estava
morto 6 que se cuidara do seu enterro.

No dia 8 de dezembro ultimo teve lugar na
cidadt Cant.o ( China), com a maor pompa e
solem ihlade o acto de rollocar a primeira pedra
a greta catholica que se vai construir n'aquella
Iovoa.ao, e que ter 200 ps de comprido por 150
de larijo.
A --tram a esta ceremonia os vce-rei chin,
aeompannado do governador de Cantao, do n-
tui lente, dos generaos trtaro-, d'um coronel do
ejercito chin, c de dous mandarn., ministros de
josties. Por parte dos enropeus concorreram,
al Mii ile lodo o corpo consular, o juiz supremo do
tribunal do Hong-Kong, os misionarios anglo-ame-
rieano, os padres das nnssoes calholicas italiana
e hesjianhola, viole e dous funeconarios franrezes,
e, por ultimo, todos os habitantes mais notaveis da
colonia europea.
(J < nisiil de Franca pronunciou um discurso
allusivo importancia d'aquelle acto, e aos gran-
des b ineficios que rosultaro da creaeao d'ouelle
templo clirstao, sondo muito applaudidas as suas
palavns por todos os concurrentes.

Contase a seguinto anedocta do general Meza.
cheft .lo exercito dinamarquez.
Na respeta do da em que deviam principar as
bo-Mi lades, tres olH'iaes prussianos foram a
Sclilesvig annunear ao general Meza que seria
atacado no dia seguinte, se persistisse em nao
quere abandonar a cidade.
) Schleswig territorio dinamarquez, res-
ponde-o ger eral, e o ultimo dinamarquez perece-
r ant ;s que retroceder. A minha resposta por
confej uinte, um nao formal.
E a ;rescentou:
i) batermo-nos amanhaa nSo razao para
nao a mermos hoje juntos. Sois meus hospede
perin time que vos offereca um lugar minha
meza le soldado.
Oorgado, general, nao po limos aceitar.
tm ? Pois; fa.;o-vos prnoneros, e sob e3te
lituio lore de alimenlar-vos. (la, guardas, disse
o gemral, com um accento traj ico que Taima nao
tera i esappi-ovado.
(is ifliciaes n. linaram-se sor rindo ; os guardas
nao j.ip.irecram; comeu-se alegremente, e ao se
guite dia um dos afhVaes cania pengosamente
ferido oor ama bala dinamarqinaa.

N'u na represenlacao do Don Gioranni, de Mo-
zart i io theatro dos Italiano* Al Paris) havia um
j.iiiotii. que atava censurando, mais alto do que
.mu vi ha, atzumas melodas da opera, incommo-
dnd< como era natural, a ledas os espectadores
Vl-llll )S.
(ni d'ell&'i, depois do Ihe ter otivido muita tolice,
nao pide deixar de exclamar :
jue animal '
i'alia comigo, disse o janota.
Ho, atanor, fallo com Rubini, que me nao
Joixa lurir-vo;
de fogo, annunciando, que se tnham rcalsado as blica deste juizo, depois da audiencia respectiva, croulo Manoel Antonio Joao, de estatura 56 po'le-
esperan^as do partido progressista, oceupando o o escravo de nomo Ignacio, crioulo, devintee gadas. cabellos carapinlms, olhos quasi pretos, bi-
Exm. conselheiro Paes Rarrto, urna cadeira no tantos anuos de idade, achacado de erysipella no gode ligeiro, pouca barba, bocea, olhos e orellios
: a noite, reunido o partida -progressista escroto, e com una cicatriz no qtieixo direilo,! regulares, denles abarloa, (os da parle superior in-
trenle) com marcas as costas
chicote, Em poder do referido
pprchendido um cavallo que se presu-
.. ..ido e que tem os sigoaes seguintes :
locando o reverendo Sr. padre mestre Candido Fer- matacn frita pelo preco da adjndicacao como russo rudado, castrado, denles todos intuiros, tom-
bo comprido. anca curta, rom a cauda cortada,
parece ter 10 anuos e tem tres ferros que repre-
sen tam dousRe o algarismo8.
O secretario,
Eduardo de Rarros Faleao de Lacorda.
Pela contadona da cmara municipal desta
cidade se faz pubiieo que a poca para pagamento
do imposto municipal sobre casas de negocio, in-
da-se no ultimo do marco vindouro, assim come
neessario apn sentar o conheciraento de 20 por
cont pago na rocebedoria das rendas geraes in-
terna.-, o que se publica para conhacimento de
ras sao am numero Je 1:362, entre os quaes 560 reir da Lunba, lindas e vanadas pecas d# msica abatlmento respectivo da lei.
ao piano, recitndose algumas poesas e cantan
do-se alguns versos anlogos ao motivo do fes-
tejo.
A msica do 4 balalho de artilharia, que se
arhava em frente da casa do mesmo Sr. Dr. Quei-
roz intreteve |ior algum lempo aos que a ouviam-
c.iiii diversas e lindas pecas.
A's nove horas da noite seguo o partido pro-
gressiata precoddo pela msica, acompanhado de
grande numera de pessoas, s ras prncipaes da
cidade, dando vivas S. M. o Imperador, ao
E tiara que chegue ao conhecimento de lodos
mandei passar o presente edita! que ser afBxadn
nos lugares do costume, publicad pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife capital
da provincia de Pernambuco, aos 8 de marco
de 1864.
Eu, Manoel de Carvalho Paes de Andrade, es
crivo o subscrevi.
Tnstao de Alencar Aranpe.
O Illm. Sr. inspector da theseuraria de fa-
conli, Marco lepada, Lanceiros, Elizia, Beijo, Es-
trada de Ferro, e Acaj.
.-. ....KW.H..W., .... >ena- -- -- (,in.-, v iud ao uuum ,i iiairt uuui
do, ao governo, e ao distincto pernambucano que z,naa dt ernambuco manda fazer publico que li- todos. Contadoria da cmara municipal do Recife
no dia 27 de frvereiro flndo, havia tomado assen- a "arcado o da 17 de mart-o prximo vindouro 2 to na cmara dos Srs. senadores; subindo de es- Para concurso que em virtude da ordem do the- 0 contador
paco a espaco girndolas ao ar. souw 13 de de Janeiro ultimo, se tem de abrir Joaquim Tasares Rodo'valho
Ao regres>ar i casa do Sr. Dr. Queiroz, foi ser- "esla Ihesouraria para preenchimenlo de ...<..,. tn,.An
vidjum abundante cha todos qnantos se acha- "uas va'as de 3_* escnplurario da thesouraria. Os Ari t.m(ll(l{U().
vam presentes : em seguida servio-se msica da PXamrs versarao sobro as seguintes materias: No dia18 do corrente mez, de|iois da audiencia
nnn mesa de variados doces, que para ella se ")eor'a da escripturacao mercantil ior partidas do Dr. juiz municipal da 1* vara, vai a praca por
acliava destinada. simples e dobradas, e suas appHcacSes ao commer- I venda una casa terrea, sita no pateo de N. S. da
las como patenteou o partido progressista de p'0,e ao thesoure ; traduccao correcta das lingoas ; Paz da freguezia dos Afqgados n. 13, penhorada
Oli ida, coin o maior eulhusiasmo o
pela elevacao rio Exm. conselheiro Paes
cmara dos Srs. senadores.
Recife, 16 de marco de 1864.
servindo.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Pernam-
buco 16 de fevereiro de 1864. Servindo de offl-
cial maior, Manoel Jos Pinto.
CORRESPONDENCIAS.
PRACA.
Por ordem do Illm. Sr. inspector
interino
I a' Ordem) de 8 des- reuar,iCa0 '"-se publico, que em vista do disposlo
almanak de asqoero- S^R ?0 d0 R"'Jnto das alfandegas, serao
ceno, me surprehen- arrp''a'-'d^ no da 21 do corrente ao mo.o da a
desta
lo
io

&r. redactor. Chegando esla cidade. casual-
mente doparei, em um jornal
to mez, rom um aranzel ou alma
sas mentiras, o qual. por certo, me surprem
deu : ao ler-se taes garabulhas, sem ter olhos de "^ ch' nwrcadorias aba.xo declrala
lime, se lobriga a peina mercenaria, que M>aJ^'M>rehrndidaa na disptwicao do | 4. do artigo
biseou. | 29'J do citado regulamento.
I ssa nauseabunda penna, divorcindose da', Marca ,M L r'._,i'n* tai"a n- 3.!' v!n,,a dt """"
verJade, fez athaaea, adulterou os fados, irro-' blirt" l','l nav,,), dl"Jiman'acl *"""". a ordem,
gou injurias, mentio ( esta a arma dos frae.os),! 5" ffg?* 86'- "tendo :
etc. etc.: depois inlentou defender a sucia baca- J \S*? bo,tH,s de osso- valor dallbra
nal de Ponta de Podras, na freguezia de Tijucupa
CHRWICA JtniCIARi
TRIK1WI, 0 JII'HV
SESSAO EM 11 DE MARCO DE 1864.
IIIE.'inETCCIA DO SR. DR. JOAO ANTONIO DK ARAUJO
FRKITAS HKNRIQUiS JUIZ DE DIRKITO
DA 2* VARA CRIMINAL.
Priimctor publico o Sr. Dr. FranrUco I.eopoldino de
(usante IjObn.
vio Joaquim Francisiro de Paula Esteves
Clemente.
Advogado o Sr. Dr Candido Martins de Almeida.
**.-.s II horas da m.nhiia frita : chamada acharam-
m pri -enies M geni ures jurados.
Foi dispensado deservir o resto da presente aes-
m. pmp motivo de molestia o Sr. Dr. Manoel da
Costa lonorato.
Koram multados em 20^000 cada um dos sen-
- multados nos dias anteriores, e tambom os
es :
Dr. Augusto Carnetro Monteiro da Silva Santos.
Dr. Joiquin Jos d' Campos.
Anloq o Luc ano de Moa-- do Mesquita Pimentel.
6 i a em |ulgaiiieii:o o reo Vieioriuo da Costa,
; ; i ame de oflensaa physicas feitas na pea-
sea '.' Manoel Ferreira da Cnnha.
Dr. iuizde direilo nomcou o Sr. Dr. Can-
dido Yartins do Almeida, curador do reo, ornes-
ii! i Sr. trenlos o juramento dos Santal Evangelhos.
Pro* 6 lemlo-se ao -o teio do )ui 5 de semenca fo-
ram pela d.iV/.i o senhre tefulnies:
inegaawles da Silva,
Marcelino fos Lopes.
i listar0 Ralduino de Mouri Cmara.
Pela promotoria foi recusado o Sr. Pedro Ale-
xandrinodc Barros Cavaleanti de Lioerds.
I, attribuindo-nos, o que s proprio de taes
me ros, que viven sempre alTogados na erapnla,
F.m seguida inlentou endeosar ao alteros Domin-
gos de Azeredo Giutinho, esse moco vivia ali, en-
tre a sucia, quasi sempre doente de crpula, mal
qui o prostrava por das, e...
Deixaiuos no tinteiro os espoletas (quatro ou
cin-M) do falladoJos de S, porgue oomear os'
seus nomes dar-Ibes vulto, quo nao merecen) : '
justo quo morra na ciuza, quem nella nasceu.
l'm destes um pobre proletario; porm d'a-
quelles cuja soberba a pieda.le criado, nesta cida-
de, por obra de caridade, ali vegeta; mas tao po-
bre que mendiga roupa para, se apresentar, como
ejeitor em Goianna. Que eleitor i Que bella su-
cia bacanal! Caracteres dislinctos desta cidade
fortim tambem mordidos nesse almanak de menti-
2flRl>
14350
600 res
2 1/4 libras de botos de massa, valor da
libra 600 reis......................
1 1/4 libra de hotoes de madreperola, va-
lor da libra 6$666 reis.............. 8*272
1 caixa de madeira ordinaria valor...... 1J>000
1 carian amostras de botes de seda valor. 400
1 duzia lancetas pequeas cora cabo de
cbire, valor da duzia................ 2fi0O0
135122
31arca M SL'ma cana n. 7, viuda do Havre, na
galera franeeza Berlhe. a ordem, em 27 do setem-
bro de 1861, contendo :
12 botdes de seda enfriados, valor...... 1oOO
Marca B F-4Jma eaixa n. 4270, vinda de Ham-
bugo pelo navio haraburguez Emma, a ordem, em
29 de noverabro de 1861, contendo :
1|2 libra de phosphoros com maxas de
cera, valor da libra 600 reis..........
1*800
900
2*700
ras: pequea e bem pequea vindicta de urna
alna vil I
Itera! Um despreso soberano ser a resposta VfuLAfc'0'03 m Pal,lS> va,or
que estes cavalleiros hao de dar aos uivos hydro- 1
phobicos desse rabiscador, que, com suas garabu-
lhas, veio inquinar a imprensa. Appareca essa
ereatura, tire a mascara, assigne suas garabulhas,
qu* nos Ihe seguiremos a pista, narrando tambem
os titos fritos d'aqi elle que o assalariOH : se con-
turnar fenr-nos'.rom a mascara do ann,S.Lft2AtSr*&lJ& V'a n o despresaremos, reputando^ por um cSo *v"ff ^,Ti ^ "V*** *
qm, nos accessos do sua hydro|ihobifladra a lual i de.dembro de 1 61, contendo
por um jumento que atira couces ao vento. En-
lenile?...
F.ogo-lhe, senhor redaetor, a insergSo destas li-
nhas, com o que muito penhorar a seu constante
leit ir.
l'.ecife, 16 de mareo de 1864.
Antonio do Santos Medeiros Agninr.
200 frascos com tintas de cores para es-
crever, pesando 32 libras, valor da li-
bra 200 reis........................ 6*400
Marca A & C Um embrulho n. 4776, vindo de
Haniburgo, no navio haraburguez Emma, a ordem,
em o de dezembro de 1861, contendo :
1 flvela para arreios de carro, valor..... 300
PUBLICARES A PEDIDO.
vils i|> 111 mi de ilrlstol.
A salsaparrilha do Brisiol exerce suas propie-
dades tiuriflcantes por todo o systema nervoso,
nenlralisando o virus produzido e accumalado
pe is utreras, escrfulas, 1 haran 11 e tumores, o
escorbuto assim como todas as mais molestias das
gla idulas da carne e da pello.
Marea triangulo E II l'ma eaixa n. 3, vinda no
brigue inglez Lima, (arribado) em 14 de agosto de
1861, contendo :
2 libras de velas brancas stearinas, va-
lor fc libra 600 reis................. lo*00
Krabbe Whately & CCm embrulho, 829, de
Southainpton por Magdalena, a Krabbe Whately &
C., em 29 de Janeiro de 1861.
Marca S S=l'ma eaixa, 17, do Havre por Solfe-
rina, a ordem, em 29 de julho do 1861.
Marca W G-m embrulho, 5843, de Hamhurgo
tiseptico vegetal e an-i-escorbu.ico at lde conhe-1 ^TlVA% WamrSpor
eidj e pod_e-sc com toda a certeza amanear que
um remedio especial para a cura do rheumaUsroo
e di todas as affec;5es dos msculos, tendocs e
coijunclura-
i'.nrontra-se venda na botica de Bravo & C.
e f.anrs A. Barbosa.
COMMEBCIO.
NV0 %\m |iK PEU1\U1H1C.
O novo banco de l'arii.inibuco paga o 12" divi-
dendo a razo de l>5 por ace|n,
%li:iill<>fi;a
Reodimento do da 1.1 i-'........ 376:9J8#WU
Marea IIUm emlirullio, li,
Gaselle. ordem, era 6 do setembro de 1861.
Marea K E & CCm embrulho, 6,l9. 6.170,
de llaiubuigo por CapWmibt, ordem, em [i de
nnvemqro de 1861.
l'aieote Vianna & ('..-lu embrulho. s. n., de
llainliiiU'o por Etisubitli, a ordem, em 27 do de-
zemt.ro de 1H60.
F. Kalkmann & C. l'm enibrulho, s. 11. de Uor-
deotix por beurn, a Kalkman, cm 12 de fr
de 1861.
Total Oitovolumes contendo dnts livros rom
de.-enlio de culileria, um cauii va-i 1 o amostras
de faxendas, todo sem valor.
A arreiiniaofio ser livre de direilos ao arro-
ma tanto.
4." soceao da aUandega do Pernambuco, 13 de
ni-.reo .. 1S04. O teroeiro escriplnrano, Basilio
11. Puriado,
paz do 1" dislrioto de Santo Antonio, tem "de ser
arrematado um cavallo de sella, de cor caslanho,
com os quatro pos calcados, tem urna estrella na
tesla, em boas carnes, anda de baixo a meio, com
os competentes arreios o sellim, todo avahado por
605 ; cuja arremataco na sala das audiencias,
e cujo cavallo vai a praca p.r execuc/i.i de Manoel
de Souza Carueiro Pimpao contra Cyrillo Antonio
da Cosa.
Quiula-foira 17 do corrente, dopiis da au-
diencia do Illm. Sr. r.juiz dos fritos da fazenda
rao a praca os bens seguintes :
L'ma casa terrea em pilares, sita na ra do Pro-
gresso n. 6 freguezia da Roa-Vista, em chaos
proprios. avaliada em 1005, penhorad \ por exe-
encao da fazenda provincial cootra Candi Jo de
Albuquerque Maranlio por Antonio Ferreira de
Ohveira.
l'ma casa terrea na Ira vossa do Frotas, n. 28,
freguezia de S. Jos, com 31 palmos de fundo e
30 do largo, 4 salas. 2 qoartos, avahada por 105*.
Oulradita na rnesma navossa n. 11 B, com 30
palmos de frente e 38 de fundo, 2 salas e 1 quar-
lo, arruinada, avaliada por 25*, peni oradas por
execuco da mesraa fazenda contra Thom Joaquim
da Veiga.
Dous ea val los caslanhos, carnudos e proprios
para carro, avahados por 50*, penhsrados a Justi-
no Francisro de Assis.
A armacao da taberna sita na Pass.igem, n. 29,
de madeira de louro, avaliada por 10P*, penhora-
da a Jos Gomes de Albergara.
E por arrendamenlo o seguinte :
A renda animal da otaria sita na rui de S. Mi-
guel nos Afogados.a qual tem 2 grandes telheiros,
e 2 fomos, com todos os seus pertenoes e em bom
estado, avaliada em 200*, penhorada 1 Manoel do
Amparo Caj.
dem da casa terrea em Olinda, na ra do Alju-
be, com 2 salas, 3 quarlos, quintal em aberlo, em
bom estado, avaliada por 600*. penhorada a D.
Fortunata Coelho da Silva por Florndn Coelho da
Silva.
Id.m da casa terrea nos Arrumbado*, n. 23,com
.'11 palmos de frente e 80 de fundo, 4 quartos, 2
salas, cosinha fora, avaliada por %*, penhorada a
Joao Tltomaz Pereira pela viuva de Antonio da
Costa Rogo Monteiro.
Idea da casa terrea sita na ra da Poeira, fre-
guezia do Paco, com 2 salas, quartos, cosinha e
quintal, avaliada por 96*, penhorada a Jiao da
Cunha Reis.
Idem da casa terrea n. 80, sita na Casa Forte,
com 23 palmos de freulc e 46 de fum o, 2 salas
1 quarto, ludo em mo estado, avaliada por 36*'
lienhorada a Jos* Francisco Carneiro pela massa
taluda de Nono Maria de Seixas.
dem da casa terrea na lia vossa do Marisco n.
30, com 1 sala, 1 quarto e cosinha, em mo estadoj
avahada por 36*, penhorada a Marcelino Jos
Francisco Galvo.
Idem da casa lerrea em Olinda, na ra da Boa-
Hora n. 21, com 2salas, 2 quarlos, pequeos, quin-
tal em aborto, em mo estado, avhala por 24*
penhorada a irmandade de S. Benedie o.
dem idem n. 17 na ra do Cabral rom 68 pal-
mos de fundo e 18 do largura, 2 quartos, 2 salas,
quintal em aberlo, em mo oslado, avaliada por
24*. penhorada ao convenio de N. S. 00 Carmo do
II.rile.
Recife, 11 de mareo de 1861.O solicitador da
fazenda provincial, Joao Firmiuo Correia do Araujo
CO'vHr l i;hA'..
Helarn das carias Mauras rindas do sai pelo
vapor iiglez Paran, e das ei;lentes na a.l-
tuinulrarSa ilu trrelo dcsla cidadt para os se-
nhorrs abati declarados :
Amonio Cesar da A?ev.,lo.
Anioino Barrse de Mello(1).
i' ir Antonio da Cunha Pigvieiredo ,2)
Anlonio ilo Souza Bar' -;i.
Couiiiiiindador EhuBapUsta da Silva
Ernesto Dias Monteiro.
Francisco Moreira da Costa.
Joao Paes Brrelo de Mello.
Joao Rulino da Silva Hamos
Jos Antonio Gomes.
Jos Joaquim Alves de Amorlm (t)
"atioel Mximo dos Santos Torres.
Manoel Jos do Nascimento.
AVISOS MARTIMOS.___
COMPANHA BEASUtEIBA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do norte esperado
at o dia 17 do corrente o vapor
Cruzeiro do Sul, commandante o
capilao de mar e guerra Gervasio
Mancebo, o qual depois da demo-
ra do costume seguir para os portos do sul.
Desde ja recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual devera
ser embarcada no dia de sua chegaua: encom
mendas e dinheiro a frote at o dia da sahida s
horas, agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo A- C.
Rio de Janeiro.
O brigue brasileiro Trovador segu com brevi-
dade, recebe carga e escravos a frote : trala-se
com os consignatarios Marques, Barros A C, largo
do Corpo Santo n. 6.
DE
TERR|]\ON
"lo jaculo .Hiraiida.
U supradito agente, compeleiilnnente aulorisado,
I levara a leilao quinta-foira 17, s 10 horas, em
sidera- seurnaz',|n na ra da Cruz 11. 57, dous terrenos
a 1 ambos de 140 iialmos de extenso cada um e am-
bos de dua: frentes : urna da, frentes du primeiro
da para a ra do Alecrlm e a outra para a da Con-
cordia ; das do segundo deita urna para a mesma
ra da Concordia e a outra para a delrnca-
Os prelendentes que quizerem mais mioucioeas
mforraacSes podem dirigir se ao mesmo agente.
LEILAO
DE
100 suecos com airez da Imita.
HOJE.
O agente Pestaa vender por conta e riseo de
quem pertencer 100 saceos com arroz da Imh'a em
um ou mais lotes a volitado dos compradores :
qumta-feira 17 do corrente pelas 10 horas A ma-
nhaa no armazem do Sr. Annes defronte da alfan-
dega. _____________^_
LElULO
DE
Movis e outros muitosob-
jectos.
Quinla-lVira 17 dorcrrrntr
Quiula-feira 17 do torrente
ao meio dia
ao meio dia
No armazem do agente OLYMPIO
No armazem do agente OLYMPIO
Na ra do Inqicrador n. 16
Na ra do Imperador n. 16
Sem limites
Seniliinire.-.
LEILAO
DE
Fazendas, miudezas, ferrageas e co-
tilerfag.
Seita-feira 18 do corrente.
Mello Lol A C faro leilao por intervenco do
agente Pestaa, de um completo e variado sorti-
menlo de fazendas, artigo de moda de ultimo ges-
to, ferragens finas e grossas, cutilerias, miudezas
I de todas as qaalidades, chapeos de sol de seda e
de algodao, ditos de palha, fellro e de la e iimitos
oulros arligos todos proprios deste mercado. Por-
tante pedem aos seus freguezes e amigos quer de
fazendas como de miudezas e ferragens para coui-
parecerem no seu annaze Para o Rio Grande do Sul segu com muita
brevidadea barca nacional onb inha, que recebe u ** 10 horas da inanhaa, certos de que oontt-
uui resto de carga a freto : a tratar no escriptorio
Amoriin Irmaos, ra da Cruz 11. 3.
llio de Janeiro.
Pretende seguir com muita brevidade o brigue
Almirante, tem parte do seu carregamento promp-
to, para o resto que Ihe falta trata-se com os seus
consignatarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
A C. no seu escriptorio na da Cruz n. 1.
COMPANHA l'KRNAMBUCAIN'A
DE
.Xavega^'o costelra a vapor.
Paralaba. .Natal, Maro, Ararat, t Ceara
O vapor Mamungiiape, comman-
dante Moura, seguir no dia 26
do corrente as 5 horas da tarde
para os portes cima indicados.
Recebe carga at o dia 21 ao
meio dia. En-commendas, passageiros e dinheiro
a Irete at o dia da sabida as 3 horas da tarde :
escriptorio no Forte do Mattos n. 1.
nuarao a_ser tratados coma
I de que sao dignos.
franqueza e- estima
COMPANHA PERNAMBUCANA
DK
Navegado costrira a vapor.
liacei f escalas.
O vajwr Mainunguape, com-
mandante .Muiira, segu no dia
19 do corrente s 5 horas da
tarde para os portos cima indi-
cados. Recebe carga at o dia
18. Encomniendas, passageiros e dinheiro a frele
at o dia da sabida s 3 horas da tarde : oscrip-
torio 110 Forte do Mattos n. 1.________________
Rio de Janeiro.
Segu em poneos dias o brigue escuna Jovem
Artlnir, tem parle do seu carregamento engajado,
para o resto que Ihe falta e escravos a freto- para
os quaes tem exeellentes commodos tratase com
os seus consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo A C, no seu escriptorio ra da Cruz nn-
mero 1.___________________________________
Porto.
Segu impreterivelmento para o Porto no dia 20
do corrente a barca portugueza Feliz, lera dous
tercos de seu carregamento a bordo : para o reste
que Ihe falta, e passageiros, para os quaes tem ex-
eellentes commodos, trata-so com os seus consig-
natarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo A '-,
ao seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
tara Msboa.
Sahlr com toda a brevidade o muito veleiro
brigue portnguez Constante 11, por ter quasi
prompto todo o seu carregamento, tem exeellentes
commodos para passageiros, e para estes o o res-
tante da car/a tratase com Manoel Ignacio e
Oliveira A Fillm no largo do Corpo Santo Ifti
l*ara Lisboa
sahe impreterivelmenle no dia 20 do corrente o
lugre portuguez Julio : para passageiros e algu-
mas miudezas, trata-se com o consignatario Tho-
maz de Aquino Fonseca, na rna do Yigario n. 19,
primeiro andar, ou com o capilao na praca.
AVISOS DIVIESOS.
0 cirurgiao Leal mudou
a sua residencia da ra do
Quemado para a ra das
Cruzes sobrado n. 36, pri-
meiro andar, por cima do
armazem Progressista, aon-
de o acharao como sempre
prompto a qualquer hora pa-
ra o exercicio de sua pro-
fissao, chamado por escripia.
S5
Aos 5:000#000.
Quarla-feira, t'.\ do corrente mez, se ex-
trahir a quarta parte da primeira lotera
da matriz de S. Lourenco da Mafia, no liir
gar do costume.
Os bilhetes e meios arbam-se 4 venda na
respectiva thesouraria ra do Crespo n. 15
e as casas commissiouadas.
Os premios de 5:0005O0O at 10#000
sero pagos urna hora depois da extraccao
at s 4 horas da tarde, e. os outros ne dia
seguinte depois da distrihuico das listas.
O thesoureiro,
______ Anlonio Jos Rodrigues de Souza.
Aluga-se urna preta para todo sorvico de
urna casa : na ra de Aguas-Verdes a. 100-, pri-
meira andar.
LEILOES.
LEILAO
DE
iiiui cxccllen^e e magnlflea ma-
china pei'|tcn rar madeira e seus nerdenee*.
un eageaho a vapor de forra
de 14 caVrallos, nina grande
ald.slra de forca de O ea-
vallos. mu i maehina de aplai-
nar madeira. mua serra elr-
enlar e seus perlenecs.
O agcnle Pinto far leilao a requerimento do
administra* da massa fallida de Hosiron lloo-
Fallencia de Francisca Go-
mes Oasteikx
Os Srs. credores da massa fallida de Francisco
6omes Castellao,, sao convidados a mandar seus
ttulos ao escriptorio dos administradores da na.
sa, ra da Cadeia n> 57', para o fim de salisfazer o
que dispde art. 859 do eodim commereal.
\eu!ia>rhi>iifi'aia ile S^ala nii Cms.
A mesa regadora da veneravol contraria do
Santa Rita de Cassia, convida a todos os seus clia-
ris.-iuKVs irniSos para eompareeerem no dia 18 do
corrente pelas 2 l\i horas da tarde, afnii do aeom-
panliarmos a procissie do Senhor dos Passos quo
ten do sahir da itrej* da Sania Ciui.
Consistorio da veneravel eoufraria de Sauta Ri-
ta de Cassia em 1C de mareo de 186'i.
0 esiTJvo,
Angelo Custodio Rodrigues Franca.
A-SC fcUfltSM
em una das melhores lahernas nesta cidade, exi-
ge-se que soja moco solteiro do hus coetumes e
que e-teja pratieo do negocio, tanto para a torra
como para o malo : a fallar na ra larga do Ro-.
sario n. 20. ________________
Deseja-se fallar eom i S" I). Euge-
niaTeixcira de Moura, lillia do falleii.li.
Jos da Cunha Teixeira, a Qftgocio que diz
respeito a meSBM senhora, e por Isao roga-
se-lhe que annuncie a sua residencia.
II. E, Woinliardi. vai para a America do
.Norte.
Custodio Pinto Braga,
vac ao Rio de Janeiro.
subdito portnguez,
itiVMaW*


Diaria c pernambuco -- tisiuta felra 11 tle Marco de i*4.
' tao novo
Vende-sc o ultimo piano mandado fabricar em
Parte, especialmente para este clin, ecora todo o
cuidado possivel, pelo bem conhecido Joao Lait-
monnierque leve armazem de pianos na ra da
Impe atrii; e por ser o ultimo, vende-se muito em
eoBU.so para salvar o dinheiro que se tinha adan-
tado ao fallecido : na ra Nova n. 10, primeiro
andar.
\Of Ol s
DE
PARTIDAS D0BRADA5
orFRBBCtDAS
A ASSOCIACO cmMEKUYL KN0ICE8B
DR
rwuuiivco
I'OB
Terccr rscrilurai io da ihesouraria
de fatenda de l'criiaubuco e cotupeteuteiueo(< au-
iwisado para ciereer o pru-
lesseral particular de arilhmelica namesnia
provincia.
M|PM esta obra nos prelo da typographia
Comraercial, d'onde em breve sahir luz da pu-
blicidade em ntida impressao c sob o frmalo de
8 portuguez.
Compoe-se esta obra de um volumc, dividido em
una parte theorica e outra pratica, de fcil alcan-
ce as pessoas que se queiram dedicar ao esludo da
escriturarn.
A respectiva assignatura acha-se aberta eitj to-,
das as lvrarias desta cidade, ao prego de 5J000 Casa de tOllilHISSaO de CSCiaVOs, na I
.
V
O irmo, fllbos e netos da fallecida Jerony-
maThereza de Jess milito agradecem a
todas as pessoas que acompanbaram o corpo
da fallecida ao ccmiterm. assim como nedem
as mesmas pessoas e mais amigos se dignem
assislira missa do stimo dia,que lera lugar
no dia quinta fea 17 do correte, s C lio-
ras da manhaa na matriz da Boa-Vista.
LIQIMCAQ
^ \>m^*a &* %Wb^
9-Ilua (la Imperatriz-9
Em primeiro lugar convida-se as pessoas que tivercm vonlade de comprar um bem acreditado I
estabelecimento de ler a bondade de o visitar. Muito bem montada como est esto luja, com a excel- |
lente morada junto, < as coiidiges muito razoaveis, ba de por certo animar os prctendeutes a
compra-la.
Igualmente convidase
a0< Srs locistas, mdicos, dentistas e proprietarios de cstabelecimentos artsticos para virem comprar,
por menos do seu valor, as melbores e mais acreditadas ferramentas que ba no mercado.
O rcspeitavel publico em geral
encontrar um variado e muito rico sortimento de brinquedos, cutilerias, arma; para caca com seus
perteoees, apparelhos para cha. estojos de barba e de mathematca, ferros para corlar e imprimir fo-
lhos c para cortar babados, seringas, chicotes, etc., etc.
Joao da Silva Hamos, medico pela L'ui
versidade de Coimbra, d consultas em
sua casa das !l s 11 horas da manhaa, e
das i as Oda tarde. Visita os doenh-s
en suas rasas regularmente as horas
para isso designadas, salvo o casos ur-
gentes, que serio soecorridos cin opal-
quer oecasiao. D consultas aos pobres
que o procuraren) no hospital Pedro II,
aonde encontrado diariamente das 6
s 8 horas da manhaa.
Tcm sua casa de sade regularmente
montada para recetor qualqucr doenle,
ainda mesmo os alienados, para o que
leja commodos apropiados e nella pra-
tica qualqucr operago cirurgica.
Para a casa de sade.
Primeira classe 33000 diarios.
S Terceira dita.... 2*000 >
Este estabelecimento j bem acredi-
tado pelos bons servicos que lem pres-
tado.
O propietario espera que elle conti-
nu a merecer a cenfiauca de que sem-
pre tem gozado.
por volume.
CORTES DE CABELLO E MIS AMENTO A 300 RS.
Madama Lccomtc. tem a honra de avisar ao respeitavel publico desta cidade e a todos seus fre-
saran vendidos por coma deseos senhores, guezes que acaba de chegar de Paris para sua loja sita na ra da Imperatriz n. 7, um perito offlr.al
^J^SmSSXSnmt os mesmos se de cabelleirero para cortar c frisar cabellos, lavar cabecas azer barbas, ting.r cabellos e ludo que
^XmBSSSS^Sm^fmt^- for .endent a sua profisso sendo os cortes de cabellse fnsamentos a oOO ti., prometiendo todo
res nao solhvrem empate com a venda delles. A aceio e promptidao possivel.
casa tem todas as romtnodidades precisas, e sega-
do Imperador n. 45, tereciro andar
Nesta casa rerehem-se escravos por commisso
.uta I ranea, assim como alianca-se o bom tratamento.
Acaba de Sallir des prt'IOS de 110ksa Ha ;elipre para vender escravos de ambos os se-
flicin oalmanak civil. ecclesia>lico,l.\os, veinos e novos
rnmmi>ri
    coraraeru-i,iatrii ea*riwin, """ sea uiho o baeharel Graclliaoo de Paula Btptis
    AMA
    Quem se quizer alugar para ama de dous fimos
    menores, sendo para engommar, coser e lavar, di-,
    libo o baeharel Graclliaoo de Paula Baptista. rija-so a ra de S. Francisco, sobrado n. 8, da re-
    Mocledade de seguros mutuos
    de vida Installarila pelo Rauco disto 'prova que na Europa o algodao desraroga
    Precisa-se alugar urna ama para cozinhar : na
    ra da Cadeia de Recife n, 15.
    Machinas de descarocar
    algodSo.
    Saunders Brothers cv C, nicos agentes de
    I'latt Brothers cv C. tcm para vender estas machi-
    nas, que sao as mais afamadas do mundo, e
    l sen limo o ii.u -ii.ih.-i m manu > ........-..,----, .j.. .-<, .. .....,..-..'
    do todos OS CIII|lieHatlos, eDgeilllO* eiadvogara no seu esenptorio na ruadas Trinchei- sidencia do esenvao Silva Reg.
    negociantes, incide as Jg5^13Jp=S15M 8 "
    hit.vid.-is al. :<1 de dczenibro ultimo,
    vende-se a 1 $000 uuicamente na li-
    vraria n. 6 e 8 da praca da Indepen-
    dencia.
    horas da manh.ia al s :t horas da tarde.
    O hacliarcl
    Francisco Augusto da Costa
    advogado
    IUa do Imi'khadoh n. 69.

    -- o baeharel Jos liento la Canta Fi-1
    gueiredo Jnior advoga na ra estrella do
    Hosario n. 8. _____
    lEscriptorio de advoeaci;
    A' ra do Qucimado n. 30, pri-
    meiro andar.
    O advogado Cicero Peregrino continua
    ao exeicicio de sua profissao na ra do
    ra do Queimado n. ;Kl, primeiro andar,
    onde pode ser procurado das 11 s "
    ras da tarde.
    %
    i nio na cidade do Porto.
    Os agentes nesta cidade 3 provincia Antonio
    Luiz de Oliveira Azevede & C eseriptorio na ra
    da Cruz do Recife n. I, estn autorisades desde j
    a tomar assignaturas e prestar todos os esclareci-
    mentos que forem neeessarii s, as pessoas que de-
    do por estas machinas obtem toda a preferencia
    sobre nutro qualqucr, ai-crescendo tambem a rir-
    cuinstancia de nao haver machinas que procedam
    com mais promptidao. e ao mesmo tempo mais
    perfeigao emseOS elTeitos : no Corpo ^%ito n. 11.
    Precisa-se de urna ama para cozinhar para
    sejarem concorrer para to i til e benfica empre- tres pessoas: na ra das Cruzes n. 21.
    zas, egurando um futuro lisongeiro aos a ssociado,
    3-KlA ESTR8ITA D0 ROSARIO-3
    Francisco Pinto Ozorio contina a ccl-
    locar denles aitOdaes tanto por meio ce
    molas como |iela pressao do ar, nao iy-
    cebe paga alguma sem que as obras ain
    liquein a vonlade de seus donos, tem pos
    e outras preparacScs as mais acreditadas
    para conservaao da bocea.
    Furto
    compendio de dlreito civil.
    Na rtia da Saudade n. 9, vende-se o
    compendio de direilo civil, approvado pelas
    congregares dos Ionio das (acuidades de
    Idireitodesta cidade do Recifee da do S.
    Paulo para as respectivas aulas de direito
    civil patrio.
    Precisa-se de urna ama para comprar e co-
    ' zinhar para orna senhora : na ra do Vigario n.
    16, segundo andar.___________________________
    A pessoa que neste Diario tem annunciado
    precisar de 6C0, dando todos os mezes ioi pelos
    juros, queira declarar o lugar aonde se Ihe ha de
    fallar para e.ie negocio.___________________
    Jos Francisco Brandilo.
    Os curadores fiscaes da massa fallida de
    Jos Francisco Brandao convidara novamentc
    aos ciedores da referida massa paraareuniao
    aim de lar lugar a nomeac36 de depositorio
    no dia 17 do corrente ao meio dia. Recife,
    II de marco de 186i.O procurador da
    masss, Leopoldo Ferreira Mattins Ribeiro.
    Companhia fldelldade de
    seguros marii irnos e ter-
    restres estaheleclda no
    it io de Janeiro.
    AGENTES EMPBI'NAMBUCO
    Antonio Luiz de Olivci a Auvedo k C,
    competentemente autorisados pela direc-
    tora da companhia de seguros Fidelida-
    dc, tomam seguros de navios, mercado-
    rias c predios no seu e>criptorio ra da
    Cruz n .1.
    Precisa-se de urna ama para comprar e co-
    zinhar para urna pessoa : a tratar na ra eslreita
    do Rosario n. ii, primeiro andar.
    LITROS RELIGIOSOS.
    Na livratia n. 6 e 8 da praca da Indepen-
    dencia, vende-se as seguintes obras, a 10000
    cada urna.
    0 Novo Mez de Mara oti mez de maio, con-
    sagrado Gloriosa Mai de Deus, por um
    sacerdote da diooese de Belm, traduzido
    do italiano e adoptado pelos reverendissi-
    mos padres capuehinhos de N. S. da Fe-
    nha da cidade do Recife.
    Relicario Anglico de Jess Gliristo e de Ma-
    ra Sanlissima, offerecido a Nosso Seahor
    Jess Christo, preso columna. Novis-
    sima edicao com a orago mental, novas
    devocoes N. S. da Conceico da Rocha
    e enriquecida com eslampas.
    Visita ao SS. SS. e Maria Sanlissima.para
    todos os dias do mez, Actos de prepa-
    raco e aeco de gracas pai a a sagrada
    comraunlio, Modo de retar a cora
    das Dores de Nossa Senhora, e Actos
    que o chrislo deve fazer todos os dias.
    Novissima edieco adornadas com diver-
    sas eslampas, e augmentada de novas de-
    vocoes N. S. da Conceico da Rocha e
    Via Sacra.
    i O Devoto Christao, instruido no compen
    dio da doutrina, as regras da vida de-
    vota, no examc de consoiencia e prepa-
    rado para a coniss3o e communhao, no
    modo de ouvir missa e meditar o rosa-
    rio, e no coiiheciraento das indulgencias
    concedidas aos seus confrades.Novenas
    da Asstncao do Sen'ior, da CeaceicSo e
    do Natal, das Almas, a novena e trezena
    de Santo Antonio, a Via-Sacra breve, e
    outras militas deviin es, com indulgencias
    parochlaese plenarias.
    Precisa se de um mulhec que
    ama de casa de uiua pequea familia
    Assumpcao n. i.
    sirva para;
    na ra da
    Alugam-se o primeiro e icneiro an ares do
    sobrado da ra do Amorlm n. 37 : a tratar na ra
    da Cadeia n. ta, segundo andar._______________
    Alutfa-se o quarto andar do sobrado da ra
    Nova n. 19 : a tratar na ru i da Cadeia n. 62, se-
    gundo andar.
    Precisa-se de um ainassador
    esquina da ra de Santo Amaro, juntamente um
    forneiro.___________________________________
    - Precisa-se de urna ama de leite ; na ra No-
    va n. 7, primeiro andar.
    Curso de preparatorios
    Franoex,
    Loglex,
    Geometra,
    Geographia,
    Rhetorica
    ra do Queimatlo n. 30, primeiro andar,
    das 10 s 2 da tarde.
    D-s8 a premio, com hypothcca em alguma
    casa terrea, sendo em S. Jos ou Santo Antonio, a
    ! quanta de l:900J : a tratar no pateo do Carmo n.
    1 7, segundo andar.
    Joaqun.) Ferreira Lima,
    retira-se para a Europa.
    subdito portoguez. i
    O capilo Francisco Jos Uamasceno Rosado
    retirase desta provincia para a corte no primeiro
    vapor, nada deve a esta praca : porm se houver
    quem se julgue seu credor, va ra do Socego,em
    sua casa, nestes dous dias. ______
    Furtaram hontem 16 do corrente, ao meo da
    en ponto, um bah, da casa da ra da Cruz n.
    ll,j usado.de 3 palmos de coinprimenlo, ciien-
    do dentro iO-5 em dinheiro, urna pistola de C tiros,
    duas caixas de charutos, e varias peCM de roupa,
    dous guardanapos de pal ha de Angola, un,', bolea
    coa recibos e alguns mais documentos, bem como
    os documentos de Gaspar A. de Magalhaes o algu-
    mas carias do mesmo : roga-se, perianto, a todas
    as pessoas a quem for ofertado, de apprehender
    es objectos, e reconbeeerein o supphcanle, e par
    ticipar na mesma casa que serio rei-ompensadas
    A pessoa que annaneion qaorer comprar urna
    casa em (Miada, se ainda nao fez negocio com al-
    guma, dirija-se ao beceo do Uuvidor, loja de cor-
    rieiro, que achara com quem tratar.____________
    Ao Sr. Joo lti;i!ist:i Cesar se d-sija filiar a
    negocio de sea particular intarene : na praca da
    1 dependencia n. ii, loja de bilhetes.
    Xa ruados Acouguinhos,casa n. 23^ la nma
    uulher que pela toa gran le preciso dispi-se a
    t -atar de ama casa de homem soheiro, faz todas as
    i]iialidades de comidas, o lambem engomma muito
    tem, prefere casa estrangeira e que seja fra des-
    ta prai;a._____________________________ ____
    Qoem precisar de urna ama para o servieo
    e casi, dirija-se ra das Trincheiras n. .16.
    Joaquina l'mbelinados Passos, com as habl-
    litacdes necessarlas, se ollercce para ensinar me-
    ninas fra da ei.lade, d fiador a sua conducta, e
    reside as (inco Ponas n. 7"i. ______
    Maques sobre Portugal.
    Oabaixo assignado, agente do banco
    mercantil Portuense nesta cidade, saca cf-
    fectivamente por todos os paquetes sobre
    o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
    qualqucr somma, vista e a prazo, po-
    dendo logo os saques a prazo sereno des-
    contados no mesmo banco, na razo de 4
    por cento ao anno aos portadores que as-
    sim lhe convier : as ras do Crespo n.
    8 ou do Imperador n. SI.
    Joaquim da Silva Castro.
    Aliuja-se
    - Aluga-se o terceiro andar da casa n. 88 da
    ra da Imperatriz, e o sobrado n. 193 da ra Impe-
    rial : na ra da Aurora n. 36.
    Na travessa de S. Pei.ro, esquinada ruado
    Fogo n. 10, preparam-se cem perfeicao bandeijas
    de bolinhos de diversas armagoes e gosto vista
    da incommenda, para baile
    igrejas, semana santa, ou procissoes
    bolinhos de todas as qualidades os mais escolhidos,
    s em libras a800 rs., de s?is para cima. Assim
    como outras incommendas de podins, toda a qua-
    lidade de pastis, bolos finos, e po-de-l, com toda
    a perfeicao do.nosso mrcalo. Xa mesma casa se
    precisa alugar urna preta ou moleque por mez, que
    saiba vender bolinhos na ta, ou mesmo de ven-
    dagem. paga-se bem. _____________
    m\m
    Xa ra do Crespo n. 15, se aluga urna boa
    casamentas, festas de e silio no Monteiro, com frente para o oi&n
    e tambem da '?reJa-
    Qvocacia.
    Os advogados Manoel Jos Pereira de
    Mello e Antonio Rangel de Torres lian- ^K
    deira tem o seu eseriptorio na ra es- ig
    treita do Rosario n. 10, primeiro andar, P?
    e ah podem ser procurados das 10 horas ^_g
    da manhaa at s 3 da tarde.
    Dse dinheiro a premio em pequeas e gran-
    des quatUias, com seguranca em casaf, mobilias,
    OVO RIVAIi
    LOJlDEMllDUAS
    _________X. l Ra do Qucimado X. I.
    na pallara da l'-^inhas de tranca preta lisa a 120 reis.
    Banitos botoes de punho a 200,400, 600 e 800 reis.
    Bonitos enfeites de rede com contas de cores a
    800 reis.
    ['itos ditos pretos e de cores com continhas pretas
    ou brancas a 15000.
    Ditos ditos com lago a 1400.
    Ditos ditos com lago e bandos a 15800.
    r......la- fivellas com pedrinha para sinto a 2000.
    Varias de bonitas litas de grosdenaples para sinto
    e lago a mais moderna a 15600 e 25000.
    Varas de fita de gorguro para sinto a 15000.
    Romtas pulseiras pretas a 1-5000.
    Bonitas pulseiras de core; a 15000.
    Bonitas golinhas com missanga a 15000.
    Grvalas pretas para homem a 800,15000 e 15280.
    Gravannbas para senhoras pretas e de corres com
    cascarrilha as pontas a 15200 e 15600.
    Bonitas voltas pretas a 15000, 15280 e 15500.
    Ditas muito grande Mara Pa a 25000.
    Ditas brancas de aljofres a 15000 e 15280.
    Ditas de aljofres de cores a 15000.
    Bonitas voltas de coral a 500 reis, 15280 e 2500O.
    Bonitas guarmgoes de pentes balo a 55000.
    Ditas ditas com caxinho de uvas a 65000.
    Bonitas guarniges de pentes pretos a 35000.
    Bonitos pentes de massa com lago a 15600.
    Ditos de massa imitando tartaruga a 15280.
    Bonitos pentes de massa com esmalte a 15000.
    Peales de massa diverso a 500, 600 e 800 reis.
    Pentes de atar cabello a 80,160 e 240 reis.
    Peales de burrachas para regago a 800 reis e 15-
    Dilos ditos dourados a 15280.
    Ditos dourados com pedrinhas a 25000.
    15000.
    Precisa-se d" um caixeiro
    Id pratica de taberna : na ra
    numero 13.
    que tenha bastan-
    do Encantimenlo
    *lOjiarse um prelo de meia nade, proprio
    para copeiro : na ra das Trineheiras n. 25.__
    OITerecc-se um moco hrasileiro com habili-
    ticdes de escripia c leitura, para capitao-bindeira
    de navio : quem precisar, dirija-se ra do Pas-
    seio, taberna, que achara com quem tratar.
    Precisa-se de um feitor que entenda muito de
    plantaciio de capim e hortalice, e de bom corpor-
    tunentb, preferindo-se casado, assim como de dous
    moleques.ou negros de meia idade, que saibam
    andar com cavados : em Parnameirim, estrada de
    Sant'Anna, sitio que tem um pombal.
    o sobrado de dous andares com bastantes commo-
    dos, filo no caes de Apollo ii. 17, e bem assim o
    i.-rc iro andar do sobrado da ra do Brum n. 70 :
    a tratar na ra larga do Hosario n. 34, botica.
    ~Sahio no domingo alarde, do sitio do seu
    dono n. 9, Corredor do Blspo, um cao de raca in-
    gleza, bem grande, cor amaralla, cabellos grossos,
    com urna estrella branca na testa, a pona da cau-
    da lambem branca quem o achou leve-o ao dito
    sitio, que sera bem recoui[iensado._____________
    Precisase de urna ama para o servigo de
    una casa de pequea familia : na ra das Flores
    n. 5, juuto ao .-obrado do Sr. Gamboa, se dir
    quem precisa.________ __________________
    Precisa-se aburar um cozinheiroou cozinhei- ,
    ra, e nma engommadeira, escravos na ra da Ca-
    deia do Recife n. 52. terceira andar.
    D-se dinheiro a juros :
    n. 9, loja. ________
    Gelo, gelo, gelo.
    Com a chegada da nova machina nao se expe- i
    rimenta mais falta de gelo fabricado com agua do
    Prata, todos os dias a qualqucr hora, para por-
    i oes grandes ou encommendas para fra da pro-
    vincia dever haver aviso com antecedencia : ra
    da Aurora junto a fundico onde tem a bandeira
    Xa ra Xova n. 26, se dir quem d algu-
    mas quantias a 2 |0 ou a 1 i|2 0[0 conforme a
    quanta. _________^^^^
    lidaiet de estabelecimento.
    Magalhaes da Silva Irmaos, fazem sciente aos
    seus l'rcguezes que mudaran) o seu estabeleci-
    mento de fazendas da ra das Cruzes para a ra
    Xova n. 40, defronle da igreja de Nos** Senhora
    no pateo do Terco
    A padariado leo do norte, na ra d<> Coto-
    vello, precisa de um trabalhador de masseira.
    4V1S0.
    Precisa-se de um forneiro que saiba bem de-
    sempenhar o seu lugar : a tratar na ra larga do
    Hosario n. 16, padaria. ______
    A | essoa que annuncion dar WO/? di-
    rija-se ra das Trincheiras n. 2(>, das 9
    horas at s M, que se lhe dir quem quer.
    Manuel Antonio de Souza subdito portuguez
    retirase para fora do imperio.
    s
    DENTISTA DE PARS
    19Itua Xova-19
    Frederico Gautier, cirurgio dentista,
    faz todas as operaces de sua arte, e col-
    loca dentes artilici'aes, tudo com superio-
    ridade c perfeicao, que. as pessoas enten-
    didas lhe reconheceui.
    Tem agua e pos dentificio.
    u. F^ hXaiP ?f!f, SIb!o t oum deS qu^^"cm'Veuranfa e'm ea8, "mobilias, SftSSauJS balo
    reo do mesmo^, toi fabricido em Pars es^e re-; MobilMS de LllUQUCl ^tUSSJSm .tSSem senhora a 15-
    lojo fo. conduzdo do Ara. aty pelo Sr. Jos Jo* A, a.se mol)llia .,,,,,.,;,, ou qualqaer traste Luvas brancas de Jouvin frescas chegadas no ul-
    qmm Al yes da Silva para concertar, e all gejrai separad0i e por preCo commodo ; e lambem tem ,mo paquete a 2*300.
    para alugar um escravo bom cozinheiro : na ra Lnvas Sl(,;l l>r,la l'ara I""116"1 e senhora a 15-
    Xova, armazem de mobilia do l'into.___________ Oilavas de retros preto a 140 reis.
    Julio Cesar Pinto de Olivara retira-se para Varas de labyrintho (grade) a 120,160, 200, 240,
    fra do imperio, levando em sua companhia sua 320, 400 e 500 reis.
    quer pessoa que o mesmo seja offerecido, o favor
    de o levar ra de Apollo n. 22 que Ser grati-
    ficado com 1005, c se se achar empenhado pagar-
    se-ha a quanta a que o mi smo estiver sujeilo..
    Dase urna quantia lo dinheiro
    vencionar, cora seguranci. em una
    a
    mulhcr e duas ninas menores; declara que nesta Varas de franja preta de seda a 600 res,
    que se con- nem fra dena naja deve a pessoa alguma, Varas de franja com vidrilho a 800 res.
    a que o tau|0 |elra como tilll|0 a|plim particular ; porm Pacotes de papel amisade a 640 res.
    Ama
    Quem tiver para alugar um prelo de meia
    idade ou mesmo velho, com tanto que carregue .
    agua e faca o mais servco de urna casa, leve-o |
    ra da Praia n. 59, terceiro andar, para ajustar.
    Na travessa do Pires, obrado n, 9, precisa-se
    de urna ama de boa conducta, livre ou captiva,
    para o servigo interno de pouca familia._________
    . quem interessar.
    l'm padre CMD todas as babilitagoes precisas
    tem resolvido a adinittir em sua casa alguns pen-
    donistas menores de 16 annos, para dar-lhes a
    instriicc.io precisa, pelo m mor preco possivel. Os
    senhores pais de familias que se q'uizerem ulilisar
    I de seu presumo dirijain-se ra da Imperatriz n.
    1 47, primeiro andar, que se dir quem .
    iSTiSSl ifi] iSii i7-'i%
    S^JSSSSfiiS i!S!iJ3!832S3 HSiBSi!!
    Jos Congalve^ Kei reia Costa, tem ca- j
    sas terreas para aluf ar na tra"essa do
    Costa junto a fundig ao prego de 95 e |
    105, com porto para a mar : a fallar {
    na mesma travessa u i taberna do fim da
    mesma.
    &S1
    .. iu res.
    - Manoel Francisco de Aguiar vai a Europa, caxIlhas I0() |nas v,.,oria 320 reis.
    dejando por seu pr.me.ro procurador a I.uiz le- c.,rleil.illhas C0| a llias a 80 re8.
    reir Raposo, e segundo Antonio da Co?ta Alme.da. K>(,ova> fm ^ a m reJS; e 15000
    Escovas l'ara cabello a 640 res, 15 Escovas para dentes a DO. 320o 480 reis.
    Sabonetas linos a 120.200, 360 e 480 reis.
    Frascos de oleo de babosa a 500 e 600 reis.
    COMPRAS.
    Comnra-sc etlectivamente ouro e prata em Frascos de oleo philocome a 800 reis e 15000.
    ,, \ .._ _____ j. i_j____j___:. Jo I?.._____I,................ Rnn.. fl4lk 5111 llftl ric .
    obras velhs : na praga da Independencia n. :
    loa de bilhetes.
    ompra-se effecV
    mente
    ra-
    Precisa-se alugar
    S3 !
    una
    Wft
    Pede-se ao Sr. passageiro que veio hoje no |
    va|ior Paran e que em sua bagagem conduzio um anuos, que seu aluguel nao
    - Km a noite do dia 18 do corrente mez, pelas | bah pequeo de flandres, faga o favor de o man- saes, para o servigo interno
    16

    i

    AH.
    Precisa-e de duas amas, sendo nina para coxi-
    har e outra que engomme perfeitamento na ra
    ca imperatriz n. 47, segundo andar.
    eserava de 14
    exceda de 145 men-1
    de urna casa de tres :
    8 horas fugiram da cidade de Olinda da casa da dar entregar na ra da Praia n. 80, ou annnncie pessoas : a tratar na rua do Livramcnto n. 29.
    abaixo assignada dous mulatos escravos de Bornes para ser procurado.__________________________
    Cuilliermee Moyss, o primeiro escuro, pouca, Manoel Atves Santiago vai a Europa, deixan-
    barba, traz pera e bigude, estatura ordinaria, com do sua mulher por primeira procuradora, e segun-
    : idade de 2o 30 annos e secco do corpo, e padece ,j0 Victorino de Almeida Rancho.
    de erysipeila tendo por isso a perna esquerda en-
    chada ; o segundo claro estatura ordinaria, labios
    corados, nariz um penco chato, grosso do corpo,
    sen) barba e representa ter de 18 20 annos, tendo
    na calice.i una marca de cicatriz sem cabello; am-
    bos foram vestidos e calgados com palitos escuros
    e calcas de brim brancas, ou pardas : levaram com
    sigo que roubaram abaixn aesignada, um bahui-
    nho de amarello envernisado contendo um saqui-
    nho com cerca de um cont de reis em pecas de
    ouro novas e velhas, tres doblas porluguezas, um .
    dohro e urna moeda americana grande e urna pe- Esta para alugar-se um sitio na sstrada de
    i|uena porcio de moedas de ouro de cinco mil reis Joio de Barros, com grande casa acabada de novo,
    e dollars; muitos papis de irnimrtancia, algumases
    ouro e prata em obras velhas, pagando-se bem
    na rua larga do Rosario n. 4, loja de ourives.
    Compra-se urna preta de meia idade, sem
    achaque?, que saiba cozinhar : nos Bairros Raixos
    numero 20.___________________
    :irrafcs.
    Compram-se garrafos ee todos os tamanhos a
    320 rs. : no armazem da Aurora Brilhante, largo
    da Santa Cruz n. 84.
    Frascos de extractos finos a 320, 300,800 reis e 15.
    Frascos de hanha francesa a 400,500. 600, 800.900
    reis, 15000, 15280 e 25000.
    Pl aseos de hanha fina transparente a 800 reis.
    Fraseos de agua de Colonia a oOO, 800 reis, 15000
    e !5o00.
    Frascas de pos higyenicos para dentes a 15000.
    Garrafas de agua Florida e de Lavando a 15400.
    Malas cum 12 frascos de extracto tinos a 25*00.
    Canudos de pomada franceza a 120,200, 300, 500
    reis e 15000.
    Fitas de veludo preto desde n. 2, at n. ISO, tudo
    barato, ha livros de amostras de todas as fitas. _
    A bordo da barra brasileira Iris existe supe-
    rior farinha de mandioca, que se vende em por-
    gues ou a retalho : a tratar a bordo da mesma, ou
    o eseriptorio de Amorini limaos, rua da Cruz nu-
    mero 3.
    ITfflMk
    CO.NtiEKTO M HELO-
    Na rua da Cadeia nova n. 36 concertam-se re-
    logios de quaesquer qualidades.e por menos 20 0|0
    do que em outra qualquer parte, assim como rea-
    lejos com toda pcrfeigAo. ____________
    rriptnras publicas de acquisico, papis de com-
    pras de escravos, entre os quas est o do mulato
    Moyss, rerlides de baptismo dos filhos da abaixo
    assignado, conhecimentos de dcima, um reribo do
    banco inglezde 7:1005000, urna letrado 3:0005000
    nt endossada, e duas letras saccadas por Fran-
    cisco Gomes de Oliveira como testamenteiro do fi-
    nado Henry Gvbson, e aceitas una por Marcellino
    & C. da quantia de 1:8385180 ea outra da quantia
    de 2:0155660 reis aceita |ior Antonio Correa de
    Vasconeellos, com endosso em blanco, ambas ven-
    c veis em 30 de margo do corrente anno, enjos acei-
    tantes j se arham prevenidos para as nao paga-
    ren! se nao abaixo assignada : urna corrente de
    i'Kouiun^ii
    DA
    "reciseio 4 Senlior Hom Jcsus das
    Clutjsas.
    A BMa regedora da irmandade do Senhor Bom
    Jess das Chagas. ererta na igreja de N. !l do Pa-
    raiioe S. Joo de De6 desta cidade, con ida a to-
    dos os seus irmos para que no dia 20 do corren-
    te, as 2 horas da taj.le, comparegam competente-
    mente paramentados, no consistorio daquella igre- ouro ingleza para relogio cem sinete, algumas joias
    ja, alim de acompanharem a procissao de seu divi- de ouro e pedras e um pequeo ra.xao de madeira
    no p.idroeiro : e roga a todos os habitantes das de fora, de um palmo em quadi a, poueo mais ou
    nas por onde tem de transitar aquella irocisso, menos, comoitocentosaiiove ceios mil reis.cni pa-
    que mandem limpar as testadas de suas casas, e Ues: suppSe-se que estes escravos seguirn) pela
    o tilas as segumtes: paleo do Paralzo, ras da estrada do Peixmho, ou do norte em direcgaopara
    Roda, Santo Amaro, Nova.Fiores, cambo? do Cir- Pedras de Fogo a abaixo assignada roga encare-
    nw, pateo do mesmo nome, raa de lionas a voltar cidamente as autoridades poliches de os capturar,
    ivla travessa de S. Joo, ras de N. S. do Terco,; empregando os mcios para serem elles descober-
    Direita, Livramento, Queimado, largo do Pedro II. tos ; e aos capitaes de campo adverle que serao ge-
    ma* do Imperador, g. Francisco, Cruzes, Queima-: nerosamento recompensados. Alem dos objectos e
    do, eslreita do Rosario e larga do mesmj nome, a: dinheiro acuna mencionados, levaram ditos escra-
    recohVr-se. vos ( que talvez digam que sao livres ) urna ben-
    ; galla de edoque d>'. cana da India vermelha com
    goniiii eom o (abo prelo de bfalo.
    O abaixo assignada. tendo de retirar-se para
    Europa, deisaencarregados de seos asocios Berta
    praga. em 1 lugar seu sobrinho e Kenro o Sr. An-
    tonio de Almeida Gomes, em 2 o Exm. Sarao do
    pvramenio, em '! o Sr. Jos Antonio de drvalho,
    atsin) como em Olinda o Sr. Jos Kanes de Paula.
    Joaquim Lopes de Al meila.
    ^- Precisa-se de urna ama para casa de rapaz
    ollefl : na rua do Queimado n. 4^___________
    - d Br. Jos Pinto tenha a bondade de ir de-
    semperraar a sua roupa na rua da Cruz r. II. no
    praso de oHo das, a contar da dala deste, do con-
    trari j ser veudida para pagamento de sua divida.
    H#efc i6 de mar^o de 1864.
    riiahlina Amalia de Mello.
    ATTENQAO.
    Roga-se a quem achar unta patente de capilao
    da guarda nacional de Antonio Pires Ferreira Pl-
    Iho, o ol4;quio de entrenar nssla tyiiographia, ou
    na i u i da linparatrii n. i\, 1 andar ; a qual sup-
    pde-se perdida desde a rua do Hospicio at a rua
    jo Imperador.
    - Vestem-se anjoseoen muito gosto e perfeigao,
    por nos preeo do que em outra qualquer parte:
    ao ca; 4:> Raiw n. 24, primeiro andar.
    que serve para duas grandes familias, e com duas
    mei-aguas dentro de mesmo sitio, e cora portao
    para o Porabal; quem pretender, falle na ruadas
    Cruzes, sobrado n. 9. lado direito, quem vai da
    rua do Queimado paia S. Francisco. ______
    UOUBO
    Hontem, 13 do correle, pelas 10 horas do dia
    tendo ido um preto em companhia do mestre da
    barcaca tanfliiit. con) um pacote marca CRT, com
    as seguintes fazendas : 4 pegas de algodao para
    saceos, 1 de brim branco trancado, 6 de cambraia
    lisa, 1 de brim pardo lisoenfestado, 3 de brim de
    cor e lembrulho de enserado com 10 delaa estam-
    pada, e tendo chegado o preto no becco junto do
    trapiche do Pelourinho, botou as fazendas no chao,
    senlou-se ao p, esperando que chegasse o dito
    mestre que linha ficado atraz, passados momentos
    apparece um homem pedindo as fazendas para
    embarcar, acontece nao ter sido o mestre da dita
    barcaca, provado est que foi algum esperto que
    aproveitando-se da ignorancia do preto o roubou.
    por isso pede-se a quem quer que seja offerecido
    alguns dos objectos mencionados os apprehenda e
    avise na rua do Queimado n. 52, loja, que desco-
    berto o roubo ser (ratificado.
    GABINETE
    POKTUGDM lili I.KIll IU tH PER-
    NA ti BUCO.
    De orden) do Illm. Sr. presidente convido os se-
    nhores membros do conselho deliberativo para
    urna sessao extraordinaria no sabbado 19 do cor-
    rete, as 6 l|2 horas da tarde, em que especial-
    iiuiile se ha de resolver sobre a creaeo de um
    jornal scientilico e Iliterario, sustentado pelo esta-
    belecimento,
    Secretaria do conselho deliberativo do Gabinete
    Portuguez de Leitura em Pernainbuco aos 16 de
    mareo de 1K64.
    F. I. Tinoco de Souza,
    1. secretario.
    Paga-se bcni.
    X'o largo da Santa Cruz n. 12, compram-sc dous
    caixoes grandes envidragados, assim como se pre-
    _\ A N f\ f ] Ivl k VI ff^ i \ i f\\ cisa de um caixeiro bem pratica em taberna.
    Fugionodia 13 demaigo corrente, o escravo urna parelha de cavados que sejam bonitos, nao de haver a 200 rs. a libra, a dinheiro. na rua
    crioulo de nome Manoel, de dade 40 annos, esta- se olhaa prego : na rua da Cruz do Recife n. 48. larga do Rosario n. 34._______________________t
    tura regular e gordo, n barba, peseoco curto ; -^Tcompra-ae nma eserava da Costt que saiba V ,-U(a (U UVia hllDOthf.ca.
    SegS tSS S! ftSSS "i BSS! SSSTCTne80Cio ,,'' os li^^trkB da L rni* de
    U^SSmSTR^^ -^-seum^ambiquede cobre ja usado Jos AntOQiO asto >eRdeO I h}jN.lh
    n. 26, por cima da padaria ou a rua do Imperador com mais perleuees quem tiver para vender di- flUe jftm nQS (.njenhOS SlitttO GfnSSO
    n. 45. terceiro andar, que se gratificar. i rija-se a talierna da rua do Imperador n. 83.------ r2ibussi lio termo de Sei'inliacm 110
    1 Comprase um piano de preco bastante com- e WjallUSSn ;*"" ne B^T" "w
    modo, pois para se aprender : quem tiver, falle valor de o1:8odS911 PS. ', 'A U'aiaF D8
    na loja de louga do Pereira, rua larga do Rosario. MMg a r,ia p Trapiche B. 34.
    ~^Panno de algwtfo lecido de Mi-
    nas, fazenda forte e encorp da, apro-
    priada para o servieo da lavonra, qoer
    para fatcos, quer para roupa ilecscra-
    M. I. Toms, subdito inglez vai para es
    dos-Unidos.
    Esta-
    ATTEN40
    Precisa-se de um borne n que esteja as circums-
    tancias de assentar praga por outro, pagase bem :
    a tratar na rua do Queiu ado n. 10, loja.
    YENDAS.
    O abaixo assignada, morador na villa de
    Agua-Preta, faz sciente ai Sr. Jos Teixeira Leite
    que nao lhe pode dar mais dilagao alem das que IR '""
    seu pedido lhe tem concedido para passar-lhe a fn^^.. io
    escrtptnra de venda da morada de casa com solo, iu
    sita no pateo da feira da mesma villa, que bavia
    contraiado comprar-lbe pela quantia de 1:300,
    visto ter o mesmo Sr. Jos Teixeira Leite obriga-
    do-se por um contrato pr vado passar-lhe a respec-
    tiva esrrptura de venda dentro de 60 dias, conta-
    dos da data daqnelle con ralo, que leve lugar em
    3 de abril de 1862. F. porque o abaixo assignado
    na boa f adianteu por cunta do valor da compra a
    quantia de 9003, quer agora, e chama ao mesmo
    Sr. I.cite para que dentro de 30 dias, contados da
    publicago do presente, venha a osla villa rasti-
    tuir-lheos 9003 j recebidos, e tomar posse da sua
    morada de casa, e dispr della como sua que e
    bem assim embolsado tambem do valor dos bene-
    ficios que por seu consentmento e na boa f, fez
    o abaixo assignado na supradila morada.
    Agua-Preta 11 de. marco de 1864.
    Joaquim Murques da Porciuncula.
    Vendem-se calvos vastos
    lC00: nesta typographla.
    - Vende-se ladrilho de pedia mar.nore, vinho VOS! gl'aode dfp.'SltO na praCU I Cur-
    ia rua da Cruz p0 Salllo, CSCI'iplOl'O de UgUSlO FrCde-
    rico'Oii eir.
    L\ G.*. do G:. A/, do U.\
    A antiga e Sob.-. L.\ Capit.-. de S. Joo da Es-
    ene.-, sob o distincl.-. til.-.Seis de Margo de
    1817ao Or.-. de Pernamb.'. reune-se em seu
    templo da rua Direita n. 31, no dia domingo 20
    do corrente s 11 huras la manhaa, para o que
    sao pelo presente convk ados, todos os seus mu
    dignos membros, por ordem do Resp.v Irm.\
    Vener.-.
    O Ir.-. HiramG.. 30.-.
    Secret_:______
    Precisa-se de um laixeiro : rua Nova nu-
    mero 38.
    -- Vende-se um faqueiro de prata com 1 l|2-----------------------------------
    dnzia, completo de tudo, em bonito taliole.ro, o Vende-se urna taberna sita nos Apipucos,
    qual e novo, e nunca M servido, o qual se vende com poucos fundos, proprla para um principiante:
    por sen dono se retirar desta provincia : quem
    pretender, dirija-se a loja de Gaspar Antonio Viei-
    ra Guimares, rua do Queimado n. I.
    a tratar na mesma.
    Kua da Madre de Dos ns. 6 t 9.
    Vendem-se relilas soltas a 300 rs. o cento.
    Vende-se o terreno da rua da F.speranga n.
    43, com nove pequeas casas terreas : a tratar na
    rua da Sotedadc u 72.________________________
    Vende-se urna mnlatnba com idade de 18 a
    16 annos: a tratar na rua do Queimado n. 41,
    primeiro andar.
    Farinha a 48 Vendem-se saceos grandes com farinha de man-
    dioca a melhor do mercado, por barato prego : na
    rua da Madre de Dos ns. 3 e 9._______________
    Vende-se um cavallo proprio para viagem :
    a tratar na rua do Rangel n. 46.______________
    Vende-se urna barcaca nova de quatro via-
    gens, licnt construida, le 43 caixas, boa veleira, a
    dinheiro ou mesmo a praso, assim olTereca boas
    firmas : a entcmler-se na rua Direita com o Sr.
    Rento de Barros Foij. __________________
    ."J. -lina do llangelX.
    Vende-seo verdadeiro papel de iinho hespanhol
    em porco e a retalho.
    GAhliiLET.
    Na cocheira da rua do Hospicio n. 37, de fandi-
    do Rosalino Tavares, vende-se um bom cabiplet
    com os seus competentes arreios.__________^
    Rap grosso,
    A loja da Aurora, na rua larga do-Rosario n.38,
    rece bou rap grosso do Rio de Janeiro, o mais
    fresco que tem chegado a este mercado, assim co-
    mo tambem tem do militas mais quintados, que
    tanto se vende em libra como a retalho.
    Em casa de Mills Latham A C, rua da Croa
    n. 38, vende-sc. o spgninte arreios p3ra cabriolet,
    ditos para carros, chicotes para os mesmos.______
    Venda Vende-sc um grande predio de 0*8* andares e
    solio, sito na rua do .-imorim, no bairro do Recite,
    por precisar de um concert, qoe seu dono ausen-
    te, o nao pode fazer : (rata-te na rua do Vigario
    n. 19, primeiro andar. _________
    Ta bando
    Tabeado de peroba e canda de bom tamanho e
    muito boa qualidade, vende-se por prego razoavcl :
    no trapiche do Cunha no Forte do Maltos.
    6
    t
    -
    -
    f
    *


    Diario de Peraambaco luala fclra 18 de Marco de 18(14.
    '-
    RAMDE ItEVOilJCO
    NO
    ARMAZE1
    DO
    0 hamem do morimeiito nao estaciona.
    AVANTE E SEJIPRE
    GUERRA AOS INIMIGOS
    Nao se idmitte a uoiao comuiercial;
    Nao sequer a (liaba da allianca.
    Nao se teme a furia dos corsarios.
    Este auno ha de ser blssexto.
    Os canhes estio preparados.
    FOGOI BOM FOGO!! MELHOR FOGO!!!
    Abaixo a liga d'agua no vinagre
    Viva a liga do genuino Lheres com o fiambre!
    Viva o conservador das conservas inglezas!!
    Vivam os
    iberaes frcguezc*
    doBVLIZA!
    Vivam todos que lerem este s miando.
    SEN 110 RES E SE MI RAS.
    O proprietaro do grande niuizem io Baliza estabelecido a ra do Livramcnto ns.
    38 e 38 A, defronte da grade da igreja, a<:aba de reduzir os precos de quasi todos os
    gneros do seu magnitico deposito.
    A tarifa abaixo publicada attesta bem esta verdade.
    A guerra aos inimigos, est portante assim declarada.
    As pessoas, aioda asmis exigentes, que se dignaran vir este cstabelecimenlo,
    iicarSo por certa muito satisfeilas, nao s quanlo as cjualidades dos gneros, como com o
    iratamento todo atteocioso que se Ibes dar.
    Alm documprimentodos deveres da boa educacao, haver dora em diante anda
    uaior capricho em satisfazer todos que honrarem esta casa.
    Os gneros pelas qualidades e procos annunciados, sero offerecidos ao exame
    dos Srs. compradores. Noreceieo publico que sepraliqueo contrario, como em oulras
    casis, que at annunciam o que nao tem..... O Baliza nao illude-----
    Amebas francezas emcaxinhas eemfrasco? Licores inglezes e francezesem vaos de di
    de diversos tamanhos a l,2oo, l,6oo, versos tamaitos a l.ooo, l,5oo e 4,8oo
    2,ooo, 2,5oo e2,8oo rs. e a libra a 8oo rs rs. a duzia.
    Amendoas novas a 32o rs. a libra. iManteiga ingleza flor a 8oo rs. a libra e de q]
    /izeite doce refinado a 8oo rs. a garrafa. fibras para cima ser aberto um barril na
    llena de Lisboa a 64o rs. a garrafa e 4,8oo' presenca do comprador.
    rs. a caada. | dem de 2.a e 3.a qnalidade a 7oo, 6oo e 4oo
    Alpiste a 16o rs. a libra, e 4,8oo rs. a arroba rs. a bra.
    Arroz do Maranho, da India, e Java a 8c (: dem franceza a 560 rs. a libra, e em barril
    loo rs. a libra. por menos.
    dem em latas a 25000 e a 1,5500 a lala.
    t Massa de tomate cm barril a 480 rs. a libra,
    dem em lata a 640 rs. a lata.
    Catatas novas em g.gos de 36 a 4o libras por Mostarda ingleza 400 e 600 ris o pote.
    1,000 rs. ea 4o rs. a libra Marmelada imperial dos melhores fabrican-
    i.scoUos inglezes Lunch a 18oo rs. a lata de | tes dt LisboFa a 600 rs a ,ibra
    Marrasquino de zara a 8oo rs. o frasco e a
    85 a duzia.
    e macarrao
    FARINHA FONTANA.
    Farinha da muito acre-Jila a marca
    Fontana reseiubarcuda lioje, vende-se
    por unto mais commodo do que em
    qualqucr nutra parle : na ra da Cruz
    u. 4 casa de N. 0. Bieber & C. succes-
    sores.
    SALSAPARRILHA
    DE BRISTOL.
    As car;;- tnilagroeas de
    use kof trkJbs,
    TJLCEHA.S,
    < ri.iCJAS A.VUCiAS,
    ENFERMIDADES SYPHILITCAS,
    Erysipelas, Rheumatismo,
    Nevralgias, Escorbuto,
    ele., ele, ele,
    e ili'ulo ii alto re-
    NIAO
    CANTIL
    , *<
    RIJA 1>A CADEIA IIO RECIPE I. 5.
    NOVO E
    ORAITDB AEVUZSU DE MOLHADOS
    m RIJA III CADEIA RO KECIFE I. 53.
    nominadnTS rnan,|,!;s Dare acaba de abrir na rua dafdeia do Recifen. 53, nm grande esortido armazem de molhados de-
    Seneros IZ t eS e grande arma'em encon,rara semP,e respeilavel publico m completo sorlimenlo des niel! or <
    Smmod2s raercal0> la,lt0 es.range.ros, como nac.onaes, os quaes sero vendidos em porgues ou a relalbo por preces tas
    Manteiga ingleza especialmente escolhida
    de primeira qualidade i 800 rs. a libra,
    em barril se faz abalimnto.
    Manteiga franceza a mais superior do mer-
    Vinagre de Lisboa a
    15200 a caada.
    200 rs. a garrafa e
    Sardinhas deNantes a 340 rs. oquarloe560
    rs. meia lata.
    800 rs.
    cado a 560 rs. a libra, e 520 rs. em barril Azeite doce de Lisboa a 640 rs. a garrafa e
    ou meto. | 4,5800 a caada.
    Prezuntos inglezes para fianbre.de superior Geneora de Hollanda a 500 rs. o frasco e
    qualidade, chegados nest; ultimo vapor, a 55800 a frasqueira.
    A!n fe reflDad em gamfaS brancas a La,as com peixe em pos,a : savel- corvina-
    vezngo, cherne, linguado, lagosiinha, a
    15300 rs.
    Salmo em latas, preparado pela nova arte
    qnc
    1101)10 :i
    tem eranireado
    Salsaparrilha de Bristol
    por todas partes do universo, sao to
    smente devidas i
    nica Legitima e Original
    SALSAPARRILHA DE BRISTOL,
    PREPARADA EXCLISIVAMRMK l-Olt
    MYW.tS S KE.UI lli: BOTI VORK,
    Mediante a receiia <} De. C. C. BrLstol.
    720 rs. a libra.
    Queijos flamengos chegados neste ultimo
    vapor a 25800.
    Queijoprato muito fresco e novo a 640 rs.
    a libra.
    Castanbas muito novas a 120 rs. a libra e
    e 35000 a arroba.
    Cha uxin o melhor que hi neste genero,
    mandado vir de conta propria a 25800
    rs, a libra.
    Cha hyson muito superior ;i 25560 rs. a li-
    bra ; cha hyson proprio para negocio a
    I 500 rs. a libra.
    ; Cha pelo muito superior a 25 a libra.
    . Biscoutos inglezes em latas com differenles
    qualidades, como sejam craknel, victoria,
    piquelez, soda, captain, seed, bornez e
    1 outras muitas marcas a 15350.
    ! Bolachinha de soda em latas grandes a 25.
    Figos em caixinhas herme.icamente lacra-
    I das, muito proprias para mimo a 15500.
    . Caixinhas de 4 e 8 libras de figos de coma-
    dre a 15 e 25 cada urna.
    Aletria branca e amarella a 4oo rs. a libra
    Aramia verdadeira a 32o rs. a libra.
    5 libras,
    dem de diversas marcas em latas menores I
    n.l.1;30!0 8" j ii i Massas para sopa, taJharim
    dem de Lisboa de qnalidade especial em la- gQ rs a itra.
    tas grandes e pequeas a 3,ooo e l,5oo rs. i,iem r.
    dem finas, cslrelinha e pevide, caixinha
    Eolachinhas americanas, a 3,ooo rs. a barnes | com g |j|)ras a i600.
    Nozes a 16o rs. a libra.
    Peixe preparado de escabeche,
    e 2oo rs. a libra.
    Binhade poreo a 44o rs. a libra, e cm barril
    a 4c o rs.
    Baldes americanos muito proprios para com-
    pras a l.ooo rs.
    Cha huxym, hysson e perola a 3,ooo, 2,8oo,
    2,5oo, 2,ooo e l,6oo rs.
    dem pretoa 2,ooo, l,6oo e l.ooors. alibra.
    Chanpagne a melhor do mercado a 12,oooc
    gigo e a l,2oo rs. a garrafa.
    Chocolate francez primeira qualidade a I ,loo
    rs. a libra,
    dem hespanhol a 1,2oo rs. a libra.
    dem suisso a l,ooo rs. a libra.
    C^rveja branca marca Allsopps a 4,5oors. a
    duzia, e a 4oo rs. a garrafa.
    Cognac inglez a 64ors. agarrafa a 8oo ea
    da melhor
    qualidade que tem vindo ao mercado, a
    15 a lata.
    Presumo de lamego muito superior a 480
    rs. a libra.
    dem para fiambre (inglez) a 640 ris a
    libra,
    dem americano a 400 rs. a libra.
    Papel almaco a 3000 a resma,
    dem de peso a 25 a resma.
    Palitos para dentes a 160 rs. o maco.
    Dito dito de flor a 200 rs.
    Ditos do gaz a 25200 a groza
    Passas novas a 480 rs. a libra e a 15800 a
    caixa.
    Queijos flamengos do ultimo vapor a 25500.
    Dito londrino a !)00 rs. a libra.
    A venda as boticas de Caors 4 Barboza, Passas muito novas, chegadas neste ultimo
    rua da Cruz, e Joao da C. Bravo 4 C, rua i "apor a 50o rs. a libra e 35 um quarto ;
    da Madre de Dos. e em caixa se faz abatimiento.
    Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
    bras a 800 rs.
    Champagne da marca mais superior que
    tem vindo ao nosso mercado a 185 o gigo,
    garante-se a superior qualidade.
    Vinbo Bordeaux das mellnres qualidades
    que se pode desejar de 7,5500 a 85000 a
    caixa e 720 a 800 rs. a grrafa.
    Caixascom vinho do Porto superior de 95
    a 105 a duzia, e 900 a 15 i garrafa; deste
    genero ha grande porciio e de differentes
    marcas acreditadas que se venderam
    por 148 e 155 a caixa, como sejam: Duque
    do Porto, Lagrimas do Douro, D. Luiz,
    Camoes, Madeira secco, Circavellos, Nc-
    tar de 1833, Duque Genuino.
    Vinho de pipa: Porto, Figaoira e Lisboa, a
    400,480 e 560 rs. a garr fa, e 35, 35200
    e 35500 a caada.
    Vinho branco de superior qualidade, vindo
    j engarrafado a 640 rs. a garrafa e a 500
    rs. de barril.
    l.ooo rs.
    Cincervas inglezas em frascos grandes a 75c' Dto pralo a 640 rs. a libra
    rs. o frasco. Sardinhas de Nauta a 320 rs. a lata,
    dem francezas de muitas qualidades a 5oo Dita de Lisboa a 640 rs. em lata grande.
    rs. o frasco e a 5,5oo rs. a duzia. |sag mudo superior a 240 rs. a libra.
    Charutos neste genero temos grande sortiSal refina Jo, em potes de vidro, *a 600 rs.
    o pote.
    Sabao massa a 120, 160, 200 e240rs. a
    libra.
    Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
    Dito de Santos e 300 rs. a libra.
    Tijolo para limpar facas a 140 rs. cada um.
    Vassouras americanas a 64o rs, cada urna.
    dem do Porto a 400 rs, cada urna.
    Aelas de carnauba e composito a 320 rs. a
    libra e a 105 a arroba,
    dem stearias superiores a 560 rs. o
    maco, e em caixa por menos.
    Vinho do Porto, net.te geneno temos o me-
    lhor sortimento possivel, que vendemos
    por precos muito haixos a 15 a garrafa e
    a 10/ e i a duzia.
    IdemCherry, e da Madeira em barris e em
    caixa, a 125 a caixa e o barril conforme o
    tamanho
    dem de Figueira e Lisboa, em ancoras de
    8 a 9 caadas, por 285000.
    Dito em pipa a 35000, 35500 e45ooo a ca-
    ada
    dem do Porto, denomiuado Baliza, a 55 a
    caada.
    dem idem em garrafoes a 25500, com o
    garrafo.
    dem de Bordeaux, das melhores marcas que
    vem ao mercado, a 65 a caixa e a 640 rs.
    a garrafa.
    Vinagre de Lisboa a 15600,158oo e 25000 a
    caada.
    dem idem.em garrafoes com 5 garrafas, por
    15 com o garrafo.
    Este vinho
    ment tanto da Baha como do Bio de Ja-
    neiro a l,6oo, 2,2oo, 2,5oo, 3,ooo e4,ooe>
    rs. a caixa.
    Cafe do Cear muito superior a 28o rs. a libra
    e a 8,ooo rs. a arroba,
    dem do Bio a 3oo e 28o rs. a libra.
    Ceblas a9oo rs. o molho com mais de loe
    ceblas.
    Chouricas e patos a 72o rs. a libra.
    Cevadinha de Franca a 2oo rs. a libra.
    Cevada muito nova a 8o rsra libra.
    Copos lapidados a 5 e 6,ooors. a duzia.
    Doce de goiaba em latas a 4oo rs. a libra,
    dem de caj em latas a 320 rs. a libra.
    Ervilhas francezas e portuguezas a 5oo e 64e>
    rs. a lata.
    dem seccas a 16o rs. a libra.
    Figos de comadre em caixinhas com 8 libras
    por 16oo rs.
    I-'arnha do Maranho a 12o rs. a libra.
    Farinha de trigo muito superior a 12o rs. a
    libra.
    Farelo em saceos grandes a 4,ooo rs. o sacco
    Genebra ingleza marca gato a l.ooo rs. a gar-
    rafa.
    d?m verdadeira de Hollanda em frascos muito
    grandes a 1,2oo rs. o frasco.
    Idjm de Hollanda em frascos pequeos a 5oo
    rs. o frasco.
    Idijm de laranja a l,ooo o frasco.
    Ge-mma do Aracaty a 8o rs. a libra.
    Graxa a loo rs. a lata e l.loo a duzia.
    Liaguas americanas de grande tamanho a( Vinho de caj"a 15 a garrafa,
    l.ooo cada urna. tem dez annos.
    Roa da Senzalla n. 42.
    Vende-se, em casa de S. P. Johnston & C,
    sellins e silhQes inglezes, candieiros e casti-
    Vende-se a propr.edad.j denominada Malte* fita ^es bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
    n:i freguena de Tracunhaem da comarca deNaza-1 :--. ., __. '
    reth, com urna legoa de frente e meia de fundo, e! cti|cotes para carros e montara, arreos para
    AfflIISM
    nroporcoes para Delta se levantar um bom enge-
    nho de fazer assucar, sendo que actualmente ren-
    de ella mais de 1:000$ que pagam os moradores
    que tem : quem a pretender entenda-se nesta pra-
    ca com o Sr. Antonio Jos Leal Reis, na rua da
    Cadeia do Recife n. 47.
    Vend-s alpaca preta a 500 rs. o corado.
    Vende-se alpaca preta para vestidos a 500, 600,
    700 e 800 rs., lina de cordau a 800 rs para pale-
    tol, princeza preta a 800 e 640 o covado. hombazi-
    n.i preta fina a 1,J400 o covado, lazinhas preta
    para senliora que estao de luto a 720 o covado :
    m. ruada Imperatriz n. 56. A loja est aborta at
    f 9 horas da noite.___________________
    H para as senhoras.
    tiollinbas e pilabas.
    Chegaram as riquissimas gollinhas com punhos
    di! lindos bordados e linho puro guarnecidos com
    be litos botiozinhos tanto para senhora como para
    ni ''nina, pois a vista faz f : s no vigilante ni;i do
    Crespo n. 7.
    carros de um e dous cavados, e relogios de
    ouro patente inglez.
    GAZ GAZ GAZ
    por luce rediizfdo.
    Vende-se gaz da melhor qualidade pelo
    pre.o de* 105 por lata de 5 gales : no ar-
    mazem do Caes do Ramos n. 18 e rua do
    Trapiche Novo n. 8.
    Os precisos ta Hieres pa-
    ra enancas,
    m
    Chegaram e acham-se venda na rua do Quei-
    mado, loja d'aguiabranra n. 8.
    I n lia io es.
    Vendem-se inflames por todo o preco para aca-
    bar : na rua do Imperador n. 83.
    TODA ATTi:\(:\0 AO VKilLAME.
    Custodio Jos Alves Guimaraes avisa ao respei-
    tavel publico e aos seus freguezes, que achando-se
    as obras da loja do Vigilante concluidas, e achan-
    do-se as portas abortas a comorrencia do res-
    pcitavel publico, para assim apreciar o novo pallo
    que se acha no esparoso e alegre campo, guarne-
    cido das lindas flores c muilos outros objectos de
    bom gusto, que tanto sastisfeito se acha, aprsenla
    o novo canto, chamando pelos seus freguezes que
    venharn ver para crr, que s assim poderao apre-
    ciar, e acharao um grande sortimento de fazendas
    tendentes miodezas, tanto para grossocomo para
    relalbo, que lodos sero sonidos a vontade, mesmo
    quaiquer freguei de fura que nao possa vir a esta
    praca e queiram dirigir-so a esto estabeleciment
    fazendo seus pedidos por meio de cartas, e pode-
    rao fazer que ser tudo comprido fielmente, poden-
    do-se fazer precos muito razoaveis, nao s pelas
    boas compra feilas nesta praca. como dos que<
    recebe de sua propria conta, como dos que recebe'
    de consigiKici's.
    Fitas.
    Fitas lavradas de lindos padies de n>. 7 30
    a peca 20U0.
    (Jorros e bonetes para menino de 15500 2000.
    Touquinlias muito lindas para baotisados 1000.
    Manguitos, camisetas 3H<)0 a 45000.
    olinhas e punhos bordados I."i00 e OOO.
    Gravatinhas muilo chique de 15000 at 25000.
    Flores as mais finas do mercado de todas as qua-
    lidades.
    Entre-meios e liras bordadas.
    Caixinhas de costuras.
    Caixinhas para voltarete.
    Caixas de tartaruga, brancas e pretas.
    Cascarrilhas preas e de cores.
    Franja preta, larga propria para mantelete e
    para capa.
    Filas de la e de todas as qualidades para de-
    bron.
    Meias de seda c de algodo.
    Bandejas de lodos os tamanhos e as mais finas
    que pie haver neste mercado.
    Voltas e brincos pretas.
    Papel amisade de mozinhas e de outras quali-
    dades.
    Sabonetes de todas as qualidas.
    Perfumarlas dos melhores autores.
    Espelhos e tocadores de todas as qualidades.
    Transparentes muito lindos para janellas 65.
    Penles de borracha para desembarazar.
    Ditos llngindo caivete?.
    Ditos de tres tae> -.
    Ditos de. niarlhn e outras qualidades.
    Ditos para atar cabello, tanto para senhora como
    para menina.
    Tesouras muito finas e grossas.
    Papel almaco fino, assim como muitos outros
    objectos que se tornara enfadonho annunciar.
    Enfeltes para as senhoras.
    At que chegaram os muitos desejados enfeites
    com lacinhos de fitas para senhora pelo barato pre-
    co de 15500.
    S no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
    coi es a
    Caixinhas com ameixas francezas, ornadas
    com ricas estampas na caixa exterior,
    muitopropriasparamimo,a 1520", 15500
    e25.
    Frasco de vidro com tampa do mesmo, cern-
    iendo meia libra de ameixas francezas, a
    15200.
    Marmelada imperial, dos melhores conser-
    veiros de Lisboa, em latas de 1 e meia a
    2 libras a 600 rs a libra.
    Frnctas em calda das melhores qualidades
    que ha em Portugal em latas hermtica-
    mente lacradas a 500 rs.
    Peras seccas muito novas a 640 rs. a libra.
    Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
    Amendoas de casca molle a 400 rs. a libra.
    Avelaas muilo novas a 200 rs a libra.
    Amendoas confeiladas de diversas
    800 rs. a libra.
    Magaas e peras chegadas neste ultimo vapor,
    muito perfeitas, s vista se faz o prego.
    Conservas inglezas em frascos grandes a 750
    rs. cada um.
    Ervilhas francezas e portuguezas em latas de
    1 libra a 640 rs.
    Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
    libra.
    Chocolate francez, o que ha de melhor Deste
    genero, a 15200 a libra.
    Chocolate hespanhol a 15200 a libra.
    Genebra de laranja em frascos grandes a 19.
    Cerveja branca e preta das melhores marcas
    que ha no mercado a 500 rs. a garrafa e
    5*800 a duzia.
    Cognac inglez de superior qualidade a 800
    e 15200 a garrafa.
    Licores francezes das seguintes qualidades:
    Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames
    e de outras muilas marcas a 15 a garrafa
    e 105 a caixa.
    Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e
    95 a duzia.
    Mostarda ingleza em potes j preparada a
    400 rs.
    de cozioha, a 800 rs.
    Maga de tomates em latas de I libra a 600
    rois.
    Chourigase patos em latas de 8 e meia libra
    por 75.
    Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra e
    85000 a arroba.
    Bolaxinha ingleza a 320 rs a libra e 45 a
    brrica.
    Sag muito novo a 240 rs. a libra.
    Cevadinha de Franga a 200 rs. a libra.
    Farinha do Maranho a 120 rs. a libra.
    Araruta verdadeira a 320 rs. a libia.
    Cevada a 120 rs. a libra e 35 a arruba.
    Alpislaa 160 rs. a libra e 45800 a arroba-
    Dalalas muito novas em gigos com 40 libras
    ^ per 15500.
    Cebollas a 15 o molho com mais de lOQbca-
    da um.
    Caf lavado de primeira qualidade a 300 rs.
    a libra e 95 a arroba.
    Caf do Cear muilo superior a 280 rs. a li-
    bra e 85400 a arroba.
    Caf do Rio, proprio para negocio, a 85.
    Arroz do Maranho a 100 rs. a libra e 25800
    a srroba.
    Arroz de Java a 80 rs. a libra e 2*400 a
    arroba.
    Vellas de spermaceti a 560 rs. a libra e
    540 rs. se for em caixa.
    Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
    so e a 95 a arroba.
    Doce de goiaba a 640 rs. o caixo.
    Macarrao, talliarim e alelria a 480 rs. a li-
    bra ; em caixa se faz abatimenlo.
    Eslre llinha, pevide e arroz de massa para sepa
    a 000 rs. a libra e 35 a caixa com 6 libras.
    Palitos de denle lixados com flor a 200 rs.
    o masso, ditos lixados sem Dr a 160 rs.
    omasso com 20 massinbos.
    Gomma de engommar muito lina a 80rs. a.
    libra.
    Banha de porco refinada a 480 rs. a libra e
    400 rs. em barril pequeo.
    Charutos dos melhores fabricantes de S. F-
    lix, em caixas inleiras 00 em meias, de
    15600, 25e35.
    Mostarda ingleza em p, em frascos grandes, 1 Presuntos do reino, vindos de conla propria
    a 15cada um. de- casa particular,a 400 rs. a libra; inlei-
    I Sal refinado a oOO rs. o pote. ro se faz abatimento.
    Os senhores que comprarem de 1005000 para cima, terao o descont de 5 por cento, pelo prompto pagamento.
    COMMEBC
    RUA DO QUE1 n\im Y. 45,
    Passando o becco da Congregacao segunda casa.
    Vis las venda.
    Rua da Im|>eratriz.
    Dita da Cadeia.
    Dita do Trapiche.
    Casa de detengao.
    Ponte de ferro.
    Palacio do governo.
    Ponte do Itecife.
    Itio Beberibe.
    Preco 35000 cada una
    galera norte-americana.
    ommm i i
    NOV1DADE.
    Pereira Rocha d C. acabam de abrir na rua do Queimado n. 45 um armazem de molhados denominado Claritn Commercial,
    onde o respeilavel publico encontrara sempre um completo sortimento dos melhores gneros que vera ao nosso mercado, os qnaes
    sero vendidos porpregos muito resumidos como o respeilavel publico ver pela tabella abaixo mencionada ; garante-se o bom peso
    e boa qualidade dos gneros comprados neste armazem.
    Arroz do Maranho, da India e Java a 80 e
    100 rs. a libra e 25400 a 25800 rs. a ar-
    roba.
    Ameixas francezas em latas e em frascos a
    15200 e 15600 eem fias.-os grandes a
    25500.
    Idom em caixinhas elegantemente enfeitadas
    Chourigas e paios muito novos a 800 rs. a
    libra.
    Cevadinha de Franga muito superior a 220
    rs. a libra.
    Cevada a 80 rs. a libra.
    Ervilhas portuguezas a 646 rs. a lata,
    dem seccas muito novas a 200rs. alibra.
    Palitos do gaz a 25200 rs. a grosa.
    Passas muito novas a 480 rs. a libra.
    Peras seccas muito novas a 600 rs. a ubra.
    Paingo a 200 rs. a libra.
    Polvo secco muito novo a 400 rs. a libi .
    Presuntos de Lamego em calda de azo.t.: e
    muito novo a 640 re.
    a 125000,15400, 15600 e 25.
    Amendoas com casca muilo novas a 280 rs.
    a libra.
    Alpista a 160 rs. a libra e a 45600 rs. a ar-
    roba.
    Azeite doce francez muito lino em garrafas
    grandes a 960 rs. a garrafa,
    dem de Lisboa a 640 rs. a carrafa.
    Araruta verdadeira de matar; na a 320 rs. a
    libra.
    Avelas multo grandes e ncas a 180 rs. a
    libra.
    Balatas muito novas a 40 rs.
    Biscoutos inglezes de diversas marcas a
    15300 ris.
    Bolachinhas de soda, latas gnndes, a 25 rs.
    a lata.
    Ditas inglezas muito novas a 35000 a barri-
    quinha e a 200 rs. a libra.
    Hunlia de porco refinada a 4'iOrs. a libra e
    eem barril a 4tO rs.
    Cha hvsson, huchin e perola a 15600, ,
    25500,25800 e35000 a libra.
    Recebeu-se luvas de Joavin brancas e pretas (Ide'n Prel muit0 sul)erior a 2*000 rs. a li-
    proprias para a quaresma : na rua do Queimado bra.
    loja do beija flor n. 6:t. i Cerveja preta e branca, das ir elhores marcas
    Trancinbas de la lisa para enfeites de camisiuba j que vem ao mercado, a 500 rs. a garrafa
    de senhora. e 55800 a duzia.
    Recebeu-se, trancinhas de diversas cores pe- Cognac inglez lino a 900 rs. agarrafa,
    ca de 30 varas a 040 rs., e de 120 rs. pequeas : 1 r"..a(. 79n ..a ,.-,, B
    na rua do Queimado loja do beija flor n. 63. Knfcitcs de. redinhas rom laro na frente. jItlem- },lc PT'no, a 720 rs.
    ReeebeOHM, variado sortimento de enfeites de i dem, S de azeitonas, a 750 rs.
    diversas cores a 15400: na. rua do Queimado
    loja do beija flor n. 63.
    com ricas estampas no inU or das caixas Figos de comadre e do Douro em caixinhas Queijos flamengos do ultimo vapor a 2M0O
    de oito libras e canastrinhas de 1 arroba a
    15800, 55500 e 280 rs. a libra.
    Farinha do Maranho a 120 rs. a libra.
    Farinha de trigo a 120 rs. a libra.
    Genebra de Hollanda verdadeira marca VD
    a 560 rs. o frasco e 65200 rs. a frasquei-
    ra.
    re
    dem pratoa 640 rs. alibra.
    Sal refinado em frascas de vidro a 600 rs.
    cada um.
    Sardinhas de Nanles a 320 rs.
    Sag muilo alvo e novo a 260 rs. a libra.
    Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
    dem em garrafoes de 3 e 5 galoes a 55800 lijlos de limpar facas a 140 rs.
    na rua do Imperador,
    Mantas pretas.
    Vende-se superiores mantas pretas de fil de
    seda, italianas, as melhores que ha neste genero :
    na ru.t do Queimado n. 2, loja do Preguica.
    e 75500 cada um com o garrafo.
    Gomma do Arcaly a 80 rs. a libra.
    Graixa a 100 rs. a lata e 1510O rs, a duzia.
    Grao de bico a 150 rs. a libra.
    Licores muilo finos a 700 rs. a garrafa,
    dem, qualidade especial c garrafas muit?
    grandes, a 15800 rs. a garrafa,
    dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
    dem, garrafa forma de pera e rolha de vi I
    dro, a 15000 rs., s a garrafa vale o di-,
    nheiro.
    Vellas de carnauba pura a 360 rs. a li-
    bra. '.
    dem steartoas muito superiores a 600 rs. a
    libra.
    Vinho do Porlo engarrafado o melhor que
    ha neste genero e de varias marcas, como
    sejam: Vcllm de 1815, Duque do Poito,
    Madeira, L>. Pedro, D. Luiz I, Mara Pa,
    Bocage, Chamisso e oulros a 800, 900 e
    15000 a garrafa, e em caixa com urna du-
    zia a 95000 e 105000.
    Manteiga ingleza perfeitamente flor, desem-, dem em pipa, Porto, Lisboa c Figueira a
    Cal de Lisboa e potassa da
    Rnssia.
    Vende-se na rua da Cadeia do Recife n. 26, para
    onde se mudou o antigo e acreditado deposito da
    mesma rua n. 12, ambos os gneros sao novos e
    legtimos, e se venden) a prego mais barato do que
    utra qualquerparte.
    Charutos dos melhores fabricintes da Babia
    e especialmente da fabric imperial Je
    Candido Ferrcira Jorge da Costa, a 15800,
    2,?000, 25200, 25500, 2800, 35000 e
    35500 a caixa.
    Caf do Rio muito superior a 260, 280 e
    300 rs. a libra e 75500, 8 e 85500 rs. a
    arroba.
    barcada de pouco a 800 rs. a libra, e de 8
    libras para cima se far urna difforcnca.
    dem franceza muito nova a 560 rs. a libra,
    e em barril lera abatimento.
    Massa de tomates em barril a 480 rs. a li-
    bra.
    dem em lata a 640 rs.
    Marmelada imperial dos melhores conservei-
    ros de Lisboa a 800 rs. a lata.
    Marrasquinho de Zara, frascos grandes, a
    800 rs.
    dem regular a 500 rs.
    Massas para sopa : macarrao, talliarim e ale-
    tria a 480 rs.
    Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
    Peixe em latas preparado pela primeira arte
    de cozinha a 15 rs. a lata.
    Palitos de dentes a 160 rs. o masso.
    Palitos de dentes a 120 rs.
    dem de flor a 200 rs.
    480, 500 e 500 rs. a garrafa o 35, 35500
    e 45 a caada,
    dem branco de Lisboa muito fino a 500 rs.
    a garrafa.
    dem de Bordeaux, Medoc eS. Juliena 700
    e 800 rs. a garrafa, e 75000 e 75500 re.
    a duzia.
    IdemMorgauxeCiateauluminide 1854, a 15
    a garrafa,
    dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
    Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e
    15200 rs. a criada.
    Kirsk garrafas muito grandes ?. 15800 rs.
    Alm dos gneros cima mencionados te-
    mos granilc porciio de outros que dcixarcos
    de mencionar, e que tudo ser vendido por
    pegas e carnadas, tanto em porgues como
    retalho.
    Quem compra; .'. 1005000 para cima te-
    r o abate de 5 por ceulo.


    Diario de lernamfonco pulula felra 1 de Mar pe de 1 !.
    ATTENCAO
    AOS
    DO
    PROGRESSISTA
    Itil HAS (Rl/KS W. 36
    E
    RA DO CRESPO N. 9
    N balrro de Maulo A ti Ion lo.
    Joaquina os (iones de onza tem a honra de participar ao respei-
    tftvel publico, que lera resolvitlo vender os seus gneros de primeira qualidade por menos
    10 a 2o por cento do que outro qualquer annunciar, corao se v do presente annuncio,
    asseveraado o proprietario d'esles armazens a aquellas pasMM que requeiitarem estes
    C8tabl6iin::nUis, que nunca terao eccasio de reclamar qualquer genero, visto ter-se
    adonlado n'estas casas o ptimo systema t'e s se negociar com gneros especialmente es-
    colhidos.
    CHA
    hjsson, uxim e perola a 2.400, 2,600 e
    2,800 rs. a libra.
    CAF
    nuiito superior, do Rio e do Cear a 8,000
    e \kt a araaba e 300 rs. a libra,
    VINHO
    de Lisboa o da Figueira a 3,500 c 4,000 a
    a caada,
    do Porto engarrafado de diversas marca> a
    1.000 rs. a garrafa.
    H> deaux de diversas qualidades a 7,000,
    8,000, 9,000 e 100 a duzia.
    CHAMPANHE
    a melhor que temos neste mercado a 20,000
    rs. o gigo.
    CERVEJA
    muito superior a 5,000, 5,500 e 6,000 r-. a
    duzia.
    GENEBRA
    de Hnllanda em frasqueiras a 5,500 e 530
    r:>. o frasco.
    CONSERVAS
    nglezas a 8,500 a duzia e 760 rs. o frasco.
    SAL REFINADO
    em frascos de vidre com tres libras a 000 rs.
    PEIXE
    em latas emticamente lacradas a 1.000
    rs. cada urna.
    PORVOS
    do Porto muito bem conservados a 500 rs.
    a libra.
    MUSTARDA
    preparada muito nova a 400 rs. o frasco.
    M AMELADA
    dos melbores conserveiros a 640 rs. a libra.
    ESPERMACETE
    muito superior a 560 rs. a libra, e em caixa
    a 550 rs.
    CHARUTOS
    da Baha a 1 ,600. 2,200, 3,000 c 4,600 rs.
    a caixa.
    TOUCINHO
    muito novo a 9,000 rs. a arroba e 300 rs. a
    libra.
    ERVILHAS SECCAS
    as mais novas do mercado a 120 rs. a libra.
    PALITOS PARA MESA
    SATlTE LMEIlfi?
    Bfl^s>a
    [[j^^|^r^
    ATTENCAO
    O liARGO DO i i lino 9
    GRANDE SORTIMENTO
    DE

    PARA A FESTA.
    DUARTE & C.
    Acaha de icceber de sua proprfe encommenda um grande c viado sortimento
    de molliados todos primorosamente escolhidos, por isso apressa-se -> proprietario em
    ollerecer aos seus freguezes e ao publico em geral a seguinte tabella dos seus gneros e
    resumidos precos, aiaiicando todo e qualquer genero vendido neste bem coidiecido ar-
    HMiMbY
    Pede-se toda attencao.
    0 proprietario pede a todos os senhores chefes de familia e ao publico em geral
    que n3o dcixem passar desapewebida a seguinte tabella:
    AVISO.
    Neste armazem a no largo do Carino n. 9, armazem Prograssivo, recebem-se as
    libras |ue. vulgarmente corren no conmienio por 8.0890 n 9S, o proprietario em seus
    armazens da-lheeeste valor, seudoem pagamento, eistopara evitar conl'usoes em treos.
    rs. a duzia l,ooo rs. a garrafa, garante-se
    BOLACfflNHA
    ,! da em latas grandes a 2.000 rs. cala ^^^ m ^ Q ^
    inglezas em barricas a 4,000 e 210 rs. ... VINAGRE
    Ij ira, de Lisboa PRR a 240 rs. a garrafa e 1.600
    B1SC0UT0S rs- a caada.
    em litas de todas as qualidades, a 1,300 rs. < AMENDOAS DE CASCA
    cada lata. as mais novas do mercado a 240 rs. a libra.
    que e os melhores que temos tido no mer-
    cado.
    Passas em caixas de 1 muta'e '/a a 7,5oo,
    3,6oo e l.Uoo rs. a caixa, e 4oors. a libra
    garante-se seren muito novas, o graudas.
    dem rorinlhias proprias para podim a 8oo
    rs. a libra.
    ARROZ
    da India e do Maranhao a 2,600 e 8,000 a
    arroba c 100 rs. a libra.
    CEVADA
    muito nova a 2,500 a arroba e 100 rs. a
    libra.
    GOMIA.
    muito superior era saceos com quatro arro-
    ba a 2,000 e lOOrs. a libra.
    CASTANIIAS
    piladas muito novas a 320 rs. a libra.
    PASSAS
    as mais novas do mercado a 8,000 a caix i e'
    e 500 rs. i libra.
    AMEIXAS
    francezas em latas de 1 e 1|2 libra a 1,000
    rs. a libra.
    SARDINHAS
    e Nanles muito novas a 300 rs. a lata.
    FAIUNI1A DE ARARUTA
    verdadeira e muito nova a 400 rs. a libra e
    10,000 rs. a arroba.
    ERVA DOCE
    muito nova a 300 rs. a libra c 9,000 rs. a
    arroba.
    ( itMIMIOS
    os mais novos e mais superiores a 400 rs. a
    libra.
    NOZES
    muito novas a 160 a libra e 5,000 rs. a ar-
    roba.
    SAG
    o melhor que pode haver neste genero a
    2?Os. a libra.
    MASSA DE TOMATE
    em latinlias de I libra por tOO rs. a lata.
    SAJJO .MASSA
    nesle genero ha sempre tm grande sorti-
    mento variando o prego de 120 a 240 rs.
    por libra.
    UIAIS ATTJBV^AO !
    E&iste almd'estes gneros, um esplendido sortimento de phosphoros,4 fumo, al-
    pista, peras em calda e seccas, figos, copos tinos para agua, mascas para sopa, azeite, ca-
    li I'a, pimenta, velas de carnauba, banlia de pora, papel, e outros mudos gneros, de es-
    1 a, que todos serao vendidos por modiios precos.
    Tende o proprietario dos armazens do progressista deliberado nao concorda
    cora a liga da Unio Commercial, Clarim, Allianca, etc., etc., etc., declara que s con
    ( irda em alliar-se aos seus freguezes, fazendo com estes urna liga de iateresses recprocos'
    tundo os seus alliados a faculdade de comprarem por precos muito em oonta o hom fiam-
    bre, o fmnidavel queijo e a saborosa bolachinha de sola, que fazem urna boa allianca
    eom a superior champanhe e o porto fino, nicos que sabem imitar a uniao destes ar-
    maaaas com os seus concurrentes. Viude, senhores, aos armazens, aonde podis d'en-
    tre um moto esplendido sortimento de saborosos alimentos, escolhcrdes os que mais
    f os apetecer, certos de que nunca tereis oceasio de arrepender-vos de gastar o vosso
    ('. nlieiro nesles estabelecimentos.
    ROUPA FEITA
    NO
    ABXA1II
    DE
    DHkVaTA IDJ) I>raiIIJ)D-*D
    JLETRE (O VERDE.
    Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa fet de
    todas as qualidades, tambem se manda fezer por medida, vontade dos concor-
    ? rentes, para o (rae tem um dos melhores professores, assim corao tambera tem um
    '- grande e variado sortimento de fazenlas de todas as qualidades, para senhora,
    'ISk homens e meninos.
    Casacas de panno preto, 35 e 30000 Ditos de setim preto. 50000!
    l Sobre-asacas dem, 30* e 25*000 Dtos de ditos e seda branco,
    mL Paletos idem e de cores, 250, 6)5 e.......50OOt
    %)#, 155 e...... 10|jM30 Ditos de gorgurao de 9eda
    t* Ditos de casenta, 200, 15)5. pretos e de cores, f>5, 5,5 e 4(50tf
    125, 10* e...... 70000 Cohetes de fusto e brim bran-
    Ditos K alpaca. 50, 45 e 35500 co, 35500, 35 e 25500
    t{ Ditos ditos pretos, 95, 75, Seroulas de brim de linho,
    *. We...... 3300 25ifl0 e......250O0
    >itns de brim e ganga de c6- Ditas'de algodao, 15600 e. 15400
    i res, 45500, 45, 35500 e. 35000 Canosas de peitos de linho,
    ^ Ditos branco de linho, 05,55 e 45000 45, 30 e......25500
    *'- Hki.i de merino preto de cor- Ditas de madapoliio, 25500,
    I din, 10,5, 75 e..... 55000 25 c........ 15600
    & laicas de easeraira preta, 125, Chapeos de massa, pretos fran-
    I5. 85 e...... 7501)0 ceza, 105, 95 e. 85500
    J Ditas de cres, 95, 85 e. 75'0 Ditos flefltro, 55. 45,35500 e 25000 *
    * Ditas de meia casemira de co- Ditos de sol, de seda. 125,
    HlOe..... 45000 115, 75 e......65000
    W* Ditas de princezae merino pro- Collarinhos de linho fino, ulti-
    u, ie cordlo, 45500 e. 40<)0 ma moda....... 640
    # Ditas de brim branco e de co- r* Sortimento completo de grava-
    V- res, ;,5, 45500. 45 e 25."no tas. 5
    riga de core*. 35 e 2#oo Toalhas parroslo, duzia. 115,
    velludo preto (di e........75000
    T > e....... 7:! 000 Chapeos deso, de alpaca, pre-
    P* (utos de casemira prela, 5dkJ 45i)X) tose de cores.....45000 >-
    Wi Ditos de ditas de cores 55 Lences de linho..... 351HK) )^
    i*, 15 e........ 355 X) Cobertas de chita chineza.. 25000 ;^
    .iamt!ms!mpmr>!tr&f\Bf:-.,i'>-*: ygf yJF,SSf 3-' USiS '''' 'a'if>'XyiiS-^W!ftS2
    Manteiga ingleza perfeitamente flOr, a 800 rs,
    e em barril a 78o rs.
    dem franceza a 54o rs. a libra, e 500 rs.
    sendo em barril.
    Cha uxim a 2,7oo rs. a libra, e de 8 libras
    para cima a 2,600.
    dem perola a 2,8oo rs. e de 8 libras para
    cima a 2.7oo,
    dem tarasen o mais superior que se pode Marmeladas dos mais afamados fabricantes de
    desejar a 2,6oo e de 8 libras para cima Lisboa a 600 rs. a libra
    a2,5oo rs. Emilias secas muito novas a 16o rs. a libra,
    dem menos superior a 2.4oo ede 8 libras Grao de bico muito novo a 16o rs. a libra.
    para cima a 2,3oo rs. Ervillias francezas era latas a 600 rs.
    dem proprio para negocio a 2,3oo, de 8 li- Potes com sal relinado a 48o rs.
    bras para cima a 2,2oo. Fumo de chapa americano a l,4oo rs. a libra
    dem do Rio em latas de 2, 4, 6 e 8 libras fazenda especial.
    cada urna a 2, 3, 3,3oo e 4,800 rs. a lata. Presunto para hambre ingluzes a 7oo e 800
    dem preto o melhor que se pode desejar rs. a libra.
    neste genero a 2,8oo rs. Chouricas o paios mnito nevos a 64o a libra,
    dem menos superior aesse que se vende Batatas muito novas emgi.'os de 34 libra a
    por, 2 e 2,4oo, a 4,800 rs. a libra. l.ooo rs. e 60 rs. a iibra.
    dem mais bario bom para negocio a l,5oo Massas para sopa macarro, talharim aletria
    rs. a libra. a 4oo rs. a libra.
    dem minilinho proprio para negocio a l,5oo Cognac verdadeiro inglez a 8,5oo rs. a caixa
    rs. a libra. e 800 rs. a garrafa.
    Queijos do reino chegados neste ultimo va- dem francez a 7,ooo rs. a duzia e 7oo rs. a
    por a 2,5oo. garrafa,
    dem mais seceos vindos por navio a l,7oo. Charutos em grande quantidade e de todos os
    dem prato i-s melhores e mais frescos do' fabricantes mais a credilados a l,5oo,
    mercado a 76o rs. a libra. 2,ooo, 2,5oo, 3,ooo e 4,000 rs. a caixa,
    dem loodrino a 600 rs., e sendo inteiro a os mais baixos s9o dos q h por ahi se ven
    5oo rs. a libra, vende-se por este greco dem a 2,ooo e 2,ooo rs.
    pela porcao que temos em ser. Caf de premeira qualidad.j a 8,5oo rs. a ar-
    Biscoitos era latas de 2 libras das seguintes roba e 28o rs. a libra.
    marcas : Osborne, Crakntl, Ifixed, Victo-; dem de segunda qualidade a 8,2oo rs. a ar-
    ria, Pec-nic, Fance. Machine e oulras mui-! roba e 26o rs. a iibra.
    tas a !,3oo e 1 4oo rs. Arroz do Maranhao a loors. a libra, 3,ooo rs.
    Polvos chegados ltimamente do Porto a 32o
    rs. a libra.
    dem em latas grandes a 2,ooo rs. a lata.
    Ralachinlia de Craknel era latas de 5 libras
    bruto a 4.000 rs.
    dem ingle/as em barricas a mais nova do
    mercado a 2.5oo rs. a barrica e 2io rs. a
    libra.
    Cartoescom bolas francezas proprios para
    mimos ou para anjos que vio as piocis-
    soes a 600 rs. cada um.
    Peras seccas as mais novas do mercado a lea
    rs. a libra.
    Figos de comadre em litas de 4 e 8 libras
    [aeradas hermticamente a l,4oo e 2,2oo
    rs. a lata.
    dem em caixinhas de 8 libras a 1,80o, e
    24o rs. a libra.
    Nozes mnito novas a 140 rs. a libra, e 4,ooo
    rs. a arroba.
    Amendoas confeitadas a 9oo rs. a libra,
    dem ile casca mole a S&D rs.
    Vinhos engarrafados no Porto e Lisboa das
    seguintes marcas : duque, genuino, velho
    secco especial, lagrimas doces, vinho es-
    pecial I). Pedro V, nctar superior de
    1833, duque do Porto de 1834, vinho do
    Porto, velho superior, madeira secca. Por-
    to superior 1). Luiz I, e nutras multas
    marcas, em caixa de urna duzia a lo,ooo e
    9oo rs. a garrafa.
    dem branco de uva pura a 64o rs. a garra-
    fa e 4,000 a caada.
    dem superior a 5oo rs, a garrafa e 3,2oors.
    a caada.
    dem em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
    marcas mais acreditadas a 3,8co a caada
    e 5oo rs. a garrafa.
    dem de marcas pouco conhecidas a 4oo rs.
    a garrafa e 3,000 rs. a caada.
    Especial vinho Lavradio sem ajnais pequea
    composico a 560 a garrafa e 4.000 rs. a
    caada.
    Pomada a 200 rs. a duzia, sevada muito no-
    va a 80 rs. a libra, e 2.5oo a arroba.
    Garrafes com 4 i garrafas de vinho supe-
    rior a 2,5oo rs. com o garraRo.
    j dem com 4 1 ditas de venagre a 1 ,ooo rs. o
    garrafao.
    Vinagre PRR em ancorctas de 9 caadas a
    15,ooo rs. com aancoreta
    Idemempipa puro sem o balisma a 2oo rs.
    a garrafa e I,4oo rs. a caada.
    Caixas cora 1 duzia da garrafas de vinho Bor-
    deaux fazenda muito especial a 6,800 rs.
    a caixa e 7oo rs. a garrafa.
    Licores franceses e portuguezes das seguin-
    tes marcas cierne de violetas, gerofles. ro-
    sa, abarato vespeiro, amor perfeilo, amen-
    dua amarga, pereicot. de Turin, BoteHm,
    moraogos, limo, caf,laranja, cidra, gin-
    j.1, canda, cravo, rlela pimenta a 1,000'
    Capas pretas.
    A' l<>j;i i!o Porto, n;i esquina da na da Maitiv di
    Uciis, acaba de rtiegar um fomptofo mfttflwnto de i
    rica-; capas protas, c Boutamh niiii's MMtados
    com o melhor Rosto, e por prego eominodo ; lani-
    bm tem um completo sortimento de reupai feita
    calcados, bem comi borzcanlm de cores para os
    nieiiiiios poderem ir as procttsSw.
    a arroba,
    dem da India muito superior a 2,9oo rs. a
    arroba, e loo rs. a libra,
    dem mais haixo redondo a 2.600 rs. a libra.
    dem da India comprido a ,4oo rs. a arro-
    ba, e 80 rs. a libra.
    Vellas de carnauba do Aracaly a 9,5oo rs. ar-
    roba, e3to rs. a libra,
    dem de sebo muito dura Intuido esparmace-
    le 36o rs. a libra.
    dem de esparmacete a 54o rs. a libra, e em
    caixa a 5o rs.
    Papel o melhor que se pode desejar para s
    Srs. empregados pblicos a 5,ooo rs. a res-
    ma, j se venden por 7.roo rs.
    dem almaco paulado e liso a 3.ooors. a resma,
    dem de peso paulada e liso a 3,ooo rs. a
    resma,
    dem a rol de botica ou fugueteiroa 2,2oo rs.
    a resma.
    dem embrulho de 1.2oo a l,4oo rs. a resma.
    Ameixas francezas em latas de 1 t libra a
    1,2oo c 800 rs. a libra,
    dem em frascos de 3 libras a 2,5oo rs., s o
    frasco valle l.ooo rs. tambem temos em
    frascos pata l,4oo rs.
    Conservas ingtezas a 7oo rs. o frasco.
    Molhos nglezesa 800 c 1,000 re. o frasco.
    Moslarda preparada em potes muito nova a
    2oo rs.
    Latas com 2 a 4 libras de caj secco o mais
    bem arranjado possivel a 1,800 e 2,8oo
    rs. a lata.
    Serveja Bon. Tenente verdadeira a 6,800 rs.
    a duzia.
    dem de oulras marcas preta e branca a 5,5oo
    o 6,000 rs. a duzia inteiras.
    Vassoiuas de piassava com 2 arcos de ferro
    viudas do Porto a 32o rs.
    Cebollas muito novas a 800 re. o molho e 5oo
    rs. ocento.
    Chocolate portuguez hespanhol e francez de
    800 a 1,000 rs. a libra.
    Genebra de llollonda em frasqueiras a 6,000
    e 56o rs. o frasco.
    dem em botijas a loo rs.
    dem em garrafes de 1 i garrafas a 5,2oo rs.
    Palitos do gaz a 2.2oo rs. a groza e 2o rs. a
    caixa.
    dem de (lentes lixados em macos grandes
    com 2o rs o manhos a 12o rs. o masso.
    Cominos muito novos a 32o rs. a libra e
    10,000 a arroba.
    Sag muito novo a 24o re. a libra.
    Cevadinha de Franca a 18o re. a libra.
    Milho alpista a 14o rs. a libra e 4.*oo rs. a
    arroba.
    Gomma a 80 rs a libra c i,*00 a arroba.
    IVi\i\> em latas al,ooo rs. a Lata j promplo
    a conicr-se.
    Faretto de Lisboa marca V e Diato sacos
    grandes a 4.ooo rs.
    Alodio da Haliia
    para saceos de assiiear e rou>a de escravo; tem
    para vender Antonio Luiz de. iMiveira Azevedo Si
    C, no aeo sscriplorto ra da Crol n. I.
    i.iiv.is de pellica.
    Clieparam para a luja d ajfi.ia branca, ra do
    Queimadu n. 8.
    Parlicipam aos seus numerosos freguezes e ao publico em geral que acabam da
    receber de sua propria encommenda, o ma'is lindo e completo sortimento de molhados,
    os quaes vendem por grosso e a retalho por menos 10 por cento do que outro qualquer
    annunciante, como vero pela seguinte tabella que abaixo notamos, garantindo os mes-
    Daos proprietarios nao s o peso como a qualidade de seus gneros.
    AVISO.
    Todos os senhores que comprarem para negocio ou casa particular de 100d para
    cima tero mais 5 a 10 por cento de ahatimento, os proprietarios scientificam mais que
    todos es seus gneros s3o receidos de sua propria encommenda, raz2o esta para pode
    vender por muito menos do que outro qualquer estabelecimento.
    Manteiga ingleza flor a 800 rs. a /ibra. Vellas de carnauba e composico de 32o a
    Castanhas muito novas a 2,000 rs. a caixa, e 36o rs. a libra e de lo,000 a 11,000 rs. a
    a 16o rs. a libra. arroba.
    Bolinho francez e em caixinhas de 7oo a Genebra de Mollanda em botijas de conta a
    l,5oo rs. cada urna. 440 rs. a botija, e em duzia ou em barrica
    dem france/.a a mais nova do mercado a 56o ter abatimento.
    rs. a libra, e 5 4o rs. em barril. Massas para sopa macarro, talharim e aletria
    dem de porc-j retinada muito alva 46o rs. a 48o rs. a libra e em caixa ter abati-
    a libra. j meato.
    Prezunto para fianbre a 800 rs. a libra. dem estrellinha, rodinha e pevide em caixi-
    Ch uxim un o li ntio viudo de conta propria, nhas de 8 libras, muito bem enfeitadas de
    o melhor do mercado a 2,8oo rs. a libra. 2,5oo a 3,5oo rs. a caixinha e a 600 rs. a
    dem hyson de superior qualidade a 2,6oo rs. libra,
    a libra. Boce de goiaba em caixas de diversos tama-
    Idem perola o melhor que se pode desejar a j nhos de 600 a l.ooo rs. o caixao
    I Sabo massa de 2oo a 24o rs. o melhor, em
    caixa ter abatimento.
    dem hespanhol a 28o rs. a libra.
    Peixe em latas muito novo; savel, pescada,
    corvina, salmo e oulras muitas qualidades
    Vinho do Alto Douro vindo do Porto engar- preparada de escabeche 2.a a arte de cosi-
    rafado garante-se a super.or.dade deste vi- nha de l>ioo a 18oo rs a lata_
    nho, das segrales marcas : Duque, Ge- Figos em caixas de arr0Da. t/| e 81bras
    nomo, ve ho secco, especial lagrimas do- a 8ooo looo e 2ooo rs a aixioh^
    ees de 1819, y.nho especial D. Pedro V., Barris de vinho branco de quint0) marca B
    vinho velho Nctar soperior de 1833, Du- & F|no a 6fJ)000 rs. 0 barril.
    que do Porto de 1834, vinho do Porto ve- Maimelada imperial dos m-lhores conservei-
    2,7oo rs. a libra.
    dem preto muito fino a 2,5oo rs. a libra,
    dem mais baixo pouco a 2,000 rs. a libra.
    dem mais baixo a l,8oo rs. a libra.
    Iho superior, madeira secca de superior
    qualidade, vinho do Porto superior D. Lu-
    iz 1 de 1847, lagrimas do l)ouro espe-
    cial, vinho do Porto de l.oooa l,2oo rs.
    a garrafa e de lo.ooo a 14,000 rs. a caixa
    com urna duzia.
    Bolachinha de soda especial encommenda e a
    mais nova que ha no mercado a 2,2oo rs. a
    lata.
    Biscoitos inglezes das melhores marcas em
    latinhasde 2 libras a l,3oo rs. a lata.
    dem inglezes craknel em latas de 5 e 7 libras
    de 5,ooo a 6.000 rs. a lata, e era libra a
    800 rs.
    Queijos do reino chegados pelo ultimo vapor
    a 2,5oo rs. cada um.
    dem prato a 7oo rs. a libra.
    Vinho em pipa das mais acreditadas marcas
    como sejamBA F., PRR, JAA, oulras
    muitas marcas. Porto, Lisb*a e Figueira ;
    de 48o, 5oo, 56o, 64o e 800, rs., e o da
    Porto fino era garrafa, e em nada a
    3,000, 3,5oo, 4,000 e 6,5oo rs. o melhor
    do Porto.
    dem Bordoaux das mais acreditadas marcas
    a 7oo rs. a garrafa, e a 8,000 rs. a caixa.
    Garrames com 5 garrafas de superior vinho
    do Porto a 2,2oo rs. com o garrafao.
    dem com 5 garrafa de vinho da Figueira mais Milho alpista e pa.nso de 16o a 2oo rs. a h-
    proprio para a nossa estaco por str mais
    ros de Lisboa a 64o rs. a I .tinhade 1 libra,
    ha latas de 1 'i e 2 libras.
    Massa de tomate em latas douradas de 1 libra
    a 64o rs. a lata.
    Ameixas francezas em caixinhas elegante-
    mente enfeitadas de 1,5oo a 3,000 rs. a
    caixinha, tambem ha latas de 1 V* a 6 fi-
    bras de l,2oo a 4,5oo rs. a lata.
    dem em frascos com tampa de rosca a l,6oo
    rs. o frasco.
    Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
    suisso a l,2oo rs. a libra.
    Conservas inglezas das seguintfs marcase
    Mixde-Picles e cebollas simples a 75o rs
    o frasco.
    Ancoretas de vinho colares a 5o,ooo rs., e
    a 72o re. a garra f
    Sardinhas de Nantes a 32o rs. a latinha.
    Charutos das mais acreditadas marcas de
    2,5oo a 4,ooo rs. a caixa.
    Cliampagnhe a melhor do mercado de 12,ooo
    a 24,ooo rs. o gigo, e de l,2oo a 2,000 rs. a
    garrafa.
    Papel greve pautado ou liso a 3,5oo rs. a res-
    ma.
    dem de peso pautado ou lizo de 3,5oo a
    4,000 rs. a resma.
    Gomma muito fina e alva a 80 rs. a libra.
    bra.
    fresco a 2,4oo rs. com o garrafao.
    dem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.
    com o garrafao.
    Vinho branco o mais superior que vem ao
    nosso mercado a 56e rs. a garrafa, e a
    4,3oo rs. a caada.
    Velas de esparmacate as melhores neste ge-
    nero de 56o a 64o rs. o maco, eem cai-
    xa ter grande abatimento por haver
    grande porfo.
    Azeite doce em barril muito fino a 64o re-
    a garrafa e 4,800 a caada,
    dem francez retinado a 800 rs. a garrafa.
    Ervilhas francezas e purluguezas a 64o re. a
    lata.
    Bocetas eom doces seceos de Lisboa de 3oo
    a 3,5oo re. cada urna.
    Palitos do gaz a 2,2oo rs. a grosa e 2oo rs. a
    duzia.
    Vasos inglezes de 4 a 16 libras vasios, muito
    proprio para deposito de doce manteiga
    ou outro qualquer liquido de l.ooo a
    3,ooo rs. cada um.
    Licores das melhores marcas e mais finos
    a 1,00o rs. agarrafa e em caixa ter abati-
    mento.
    Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
    e 1 o,5oo rs. a caixa.
    Chouricas as mais frescas do mercado a 800
    rs a libra.
    Genebra de laranja em frascos grandes a
    l.ooo rs. o frasco.
    Serveja das mais acreditadas marcas de
    5,5oo a 6,5oo a duzia e de mais a 5oo rs.
    a garrafa.
    Toucinho deLisboa a 3oo rs. a libra, e a dem em botijas e meias, sendo preta da
    9,ooo js. a arroba. ) muito creditada marca T de 6,5oo a 7,8oo
    Nozes muito novas a 16o re. a libra e 4,800 rs. a duzia.
    rs. a arroba. Ceblas em molhos grandes a 800 o molho
    Caf de 1 .*, 2.a e 3.a qualidade de 26o, 3oo 640 o cento, e a 6,5oo rs. a caixa
    e 36o rs. alibra, doCear de7,8o, 8,600, Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
    Farinha do Maranhao a 14o rs. a libra.
    Tijolo para limpar facas a 16o rs. cada 11ra.
    e 9.2oo rs. a arroba do melhor.
    Arroz da India, Java eMaranhao de 2,8oo a
    3,000 a arroba, e de 80 a loo rs. a libra.
    Passas muito novas a 8.5oo a caixa e 5oo
    a libra, ha caixas meias e quartos.
    Sevadinha de Franca a 24o rs. a libra.
    Sag muito novo a 28o rs. a libra.
    Cominho a 4oo re. a libra.
    Erva doce a libra.
    Canella a l.ooo rs.a libra.
    Batatas a 1,00o rs. o gigo com 32 libras liqui-
    das e 3,ooo re. a caixa de duas arrobas.
    k\
    prens para a qnnresnta
    Superiores moureantijnes pretos largos a 25200,
    2A;iOO. li, :t00 e 45 o covado, boM grosdena-
    ples pretos largos a iSoOO, 1*600. 1,5800, 2*000,
    2*300, 3* e .t*"iOO o covado, ricos vestidos de
    mourralimpie preto com barra, dilos de corgurao
    preto bordados e adamascados com barra, o mais
    moderno que tem vindo Pcrnambuoo, e oulras
    omitas fawndas de bom goslo.pretas proprios para
    vestido, superiores capas de seda prela a 16*, 20*,
    25*, 30*, 'XM, 40 e 50*, mant.s pretas de lilo,
    lindosbapeM da pallia do Italia, o que pode haver
    de mis Rosto ;i Caaolier na toja das columnas
    na 1 na do Crespo n. 13, de Antonio Concia Ue
    Vasconcelios & C.
    Bolas para buhar.
    Francisco Garrido tem para vender no seu esla-
    belecimento, roa larca do Rosario n. -'t", exceden.
    les Imlas para billar: sendo 11 m jopo de 4 botas por
    50*, panno para o mesmo604, giz. a groza 12*,
    una duzia 1*200, solas para os tacos 2* o cento.
    o cento
    Mebola a lOO rs.
    na roa da Madre de Dos a. 18.
    Ctiapos de castor prelo de superior qualidade a
    6 e 75, na ra do Queimado n. 4a: quem precisar
    de enfeitar a cabeca appareca, antes que se atabe,
    na ra do Queimado 11. 41, esquina que volla para
    a Congregacio.
    Economa
    pata os paisric familias.
    Tendo-sc recebido na toja do Vigilante nina
    grande porfi de pirotez ou conservadores para
    cabello, lano para menina- romo para setteres,
    pmprtamente para assistirera os actos religiosos
    da -imana santa, por precos de 500 rs. cada um ;
    a vista fa/. f : s no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
    I.iivas de *Ioivin.
    Tambem ebegaram as venladeiras luvas de Jou-
    vin, sortimento seguinte. preia>: brancas e de co-
    res, surtidas: s no Vigilante, roa do Crespo n. 7.
    ^


    Diario de Prrcimhnro --- Quinta fclra 19 de Mareo de I a.
    V
    As capas do Paiao.
    Vendem-se ricas capas de seda prela ricamente
    ci [filadas, sendo ai mais modernas pelo barato
    pieco de 205, 255. 365 e 405, sautembarqucs de
    Grande liquidadlo
    de taiendas na luja da Pavao, ra [da Impcrali i i
    SO, de 6nu k Silva.
    AcOa-se
    UdOili' faze
    SU1SS3S, pr<7|/i lar1 lauu |im a |nn^u tvwv |m.i v^
    mato, promettondo vender-se mais barato do que i *8 camnraias uoiavao.
    em ojtra qualquer |rte principalmente endo em Vondemsc pecas de camhraia muito una cora
    porc;,o e de todas as faiendas dao-se as amostras salpicos tendo 8 1|2 varas cada peca a 3*o0, ditas
    a (5 e .'15500, ditas adamascadas mullo linas pro-
    piias para cortinados a 35, ditas a 45, pecas de
    cambraia brancas lisas rateada muito lina com 8
    i|2 varas 35300, 45.45300, 55, ditas de qua-
    ,* pstatiPliM-iniPnin rmunletamentesnr- soa preta sendo ricamente eufeitados a 205, 255
    >S!VtSllSS'"BeTe e:!^: na loiadoPavao.ua da Imperatriz n. 60,
    roprias tanto para a praca como para o <-inania & ni\a.
    tina com
    deixr.ndo ficar penhor ou mandam-se levar em ca-
    sa pelos caixeiros da loja do Pavo.
    As chitas du Pavao.
    res, ditas frana-zas linas a 320, 340, 360, 400 v lo raz.me,s: na lja do Pavao ra da Imperal. u.
    500 rs., o (ovado, ditas prelas largas e estreitas, I cortinados ilo pavao.
    riscalos es.Jocczes finos a 240 rs. o covado, islo na Vendem-se ricos cortinados proprios para janel-
    loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60 de Gama &' la e camas pelo barato preco de 95 o par, sendo o
    Silva. mslhor que ha no mercado; na ra da Imperatriz
    POR HENOS DE EZ POR ChNK!.
    NO
    CONSERVATIVO
    DE
    As cassas do Pavo a 210, 280, 300 e 320 rs.
    Yeudem-se finissimas cassas persianas cores fi-
    las a 320 rs. o covado,ditas francezas muilo finas
    a 240 e 280 rs.. ditas iugzezas a 240 e 280 rs. o
    covado, finissinio organdy matisado com disenhos
    miudinhosa 320 rs. o covado, cassas garibaldiuas
    muito lina.- a 320 rs., islo na loja do Pavao ra da
    Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
    As laaziuuas da e\posirao do Pava*.
    Vendem-se as mais modernas laazinhas mossau-
    biquo cnegadas pelo ultimo vapor francez sendo
    de una so cor ou de listas miudinlias cora 4 pal-
    mos Je largura, proprias para vestido de senhora,
    roupi para meninos e rapas, e pelo baratissimo
    preco de 500 rs. o covado, ditas enfestadas trans-
    parentes de quadrinbos a 500, 400 e 360 rs. o co-
    vado ditas masadas muito linas a 500 e 400 rs.,
    ditas mais baratas do que chita tambera malisadas
    a 320 rs. o covado, ditas a Mara Pia rom palma
    de seda e 4 palmos de largura a 800 rs. o covado,
    e dii.is de una s cor parda, azul, cor de l\rioe
    perol i proprias para vestidos, saulcuibarques e
    garibaldis a 720 rs. o covado, ditas escocezas a
    800 e 400 rs islo s Da loja do Pavao, ra da Im-
    peran iz n. 60, de Gama di Silva.
    Os ctales d Pava.
    Vendem-se finos chales de crepon estampados
    pelo barato proco de 65. 75, 85, ditos de ponta re-
    donda a 75 e 85, ditos pretos ricamente bordados
    a refoz com vidrilho a 125, ditos pretos lisos a
    n. 60, de Gama & Silva.
    Panno de linbo.
    Vende-se panno de linho com 1 palmos de lar-
    gi.ra proprio para lences, toalhas e ceroulas pelo
    barato preco de 640 rs. a vara, bramante de linho
    com 10 palmos de largura a 25500, algodaozinho
    ministro com 8 palmos de largura a 15, pecas de
    JOAQUOI SI JB AO DOS SANTOS
    23-Iargo do Tereo-23.
    O proprietario deste armazem de raolhados vende os seus ja bem conhecldos gneros de pri-
    meira qualidade por menos de dez por cenio do que em outra qualquer parle, garantimlo-se a supe-
    rior qualidade.
    Nao se diz o preco |ia-a du espantar.
    fasendas brancas que se vendem muito baratas
    af m de apurar dinheiro : na loja do Pavao ra da
    Imperatriz n. 60, de Gama & Silva,
    As colchas do Pava*.
    Vendem-se colchas de linho alcoclioadas pro-
    prias para cama pelo baralo preco de 55 cada nina
    n> ra da Imperatriz n. 60, de Gama k Silva
    Corles de cassa a 35500.
    Vendem-se corles de cambraia com babados a
    35500 : na loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60.
    de Gama c* Silva.
    OPavoveode laazinhas pretas.
    Vendem-se laazinhas pretas a 200 rs. o covado :
    ns loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60, de Ga-
    i & Silva.
    A Mara Pia.
    O Pavao vena* a 8$
    Vendem-se os mais lindos cortes de vestidos a
    Miria Pia com lindas barras de seda, sendo che-
    Vinho das melhores marcas.
    Manteiga ingleza Mor.
    dem franceza.
    Ilanha de porco refinada.
    Vellas de spermarete.
    dem de carnauba.
    i '.ale bom do Kio.
    dem superior doCear.
    Toucinho de Lisboa.
    Cha de diversas qualidades.
    Queijos novos do vapor.
    Milho alpina limpo.
    Gomma de engommar alva.
    Sabao de diveisas qualidades.
    Olioui icas muito novas.
    Arroz de diversos presos.
    Ser/eja das melhores marcas.
    Sardiulias de Nantes novas.
    Geaebra de laranja superior,
    dem do Hollanda marca Gallo.
    Phosphoros do gaz.
    Rolachinha ingleza em barricas.
    Passas muilo novas.
    Figos de primeira qualidade.
    llicuutos e bolachinbas de soda.
    Olannos de diversas qualidades.
    Alm dos gneros anuunciados exislem outros muitos que enfadonho menciona los, a dinhei-
    ro contado.
    HM DNAND
    ditos de retroz preto para luto a
    da Pavo ra da t Imperatriz n.
    Silva.
    53, ditos de cores a 45300 e 55, ditos de merino gados pelo ultimo vapor Irancez pelo barato pre^o
    estampados a 25 e 35. ditos de laa a 15280 e 25,! de 85 cada um : s na loja do Pavao ra da Im-
    65. isto na loja. peratriz n. 60. de Gama k Silva.
    60, de Gama k As calcinitas do Pavao.
    _ Vendem-se calcinhas de cambraia bordadas pa-
    rale das pretas para a .oaresma vende o Pavao. I ra meninas pelo barato preco de 500 e 610 rs.,
    Y.irule-se grosdenaple prelo muito superior ai m'anguitos para senhora e meninas a 500, 640e
    1560), dito a 15800, 25, 25500. 250 e 35, mo-18 reanlique pelo multo superior a 35 e 25800, sar-1 0ja de Pavo ra da Imperatriz n. 60.
    japruta hespanhola muilo eneorpada a 25, isto na Qs hales do Pavo.
    leja (o Pavo ra da Imperatriz n. 60, de Gama
    & Silva.
    0 Pavo vende para Inte.
    Ve ide-se superier setim da China fazenda toda
    de la sera lustro tendo 6 palmos de largura pro-
    prio para vestidos, paletols, capas etc., pelo bara-
    to preco de 25, 25200, 25500 o covado, cassas
    preta> lisas, chitas pretas largas e estreitas, chales
    de m Tino lisos e bordados a vidrilho, manguitos
    com goHmhas e outros muitos artigos que_ se ven-
    dem por precos razoaveis : na loja do Pavo ra
    da Imperatriz n. 60, de Gama k Silva.
    Os pannos do Pavo.
    Vende-se panno preto muilo superior pelo barato
    preco de 25, 255O0,35 e 35300. ditos muito finos a
    45/55 e 65, cortes de casemira preta enfestada a
    45, 4-5500 e 65, casemira prela fina de urna s
    lai gura muito fina a 15800, 25. 25500 e 35, cor-
    les de casemira de eor a 55, 55500 e 65, casemi-
    ras entestadas de urna s cor proprias para calca,
    paletols, cohetes, capas para senhora, roupas para
    meninos a 35 e 3*500 o covado, isto na loja do
    Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
    A reupa do Pavo.
    Vendem-se paletols de panno preto sobrerasa-
    cos fazenda muilo boa a 125, ditos muilo finos a
    165, 20s, 255 e 305, raleas de casemira prela boa
    fazenda a 45500,55, 65, 75 e 85, paletols sarcos
    de panno preto a 7, ditos de casemira de cor a
    65 e 75, ditos de alpaca preta, ditos de merino
    preto, ditos de brlm de cores, calcas de .casemira
    de cor a 45, 35,65,75, ditos de caxemira da
    Escosca a -5, ditos de brim pardo a 2-Vio 1. ditos
    de ret a 25 e 25300, ditos brancos muito finos,
    sto na loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de
    Gama 4 Silva.
    Os bordados do Pavo.
    Veiideui-se camisiobae de cambraia muito linas
    eota manguitos e golas muito bem bordadas pelo
    barato preco de 15280, ditas de fil a 15, ricas i
    pelerinas ou romeiras bordadas a 15600 e 25, su-
    periotes manguitos com golla e a balio a 35 e 45,!
    sendo muito bem bordados e os mais modernos
    que h 1 ou creado, manguitos e camisinhas a 35
    e 35308, polJinlias linissimas de cambraia 300, trapiche It 19, escripiorid de Eduardo Fenton.
    ditas ile lil .1 240 e 32(1 rs.. pecas de ntremelos
    com 3 varas a 40 rs., liras bordadas a 15, e 011-
    kros muitos artigos apata (enero que se vendem
    mais barato do que em oulra qualquer parte : s
    na loja do Pavo, rna da ImpenHriz n. 60. de Ga-
    a k Silva.
    www
    Superiore* ttodu ns |.r- parado*! roniit. E fe no seguro e yrompio, srm nauseas, nem clica*, ero iremor. hccU i t*imr m M^f^N ?ein itstiia.
    Injecco curativa e preservativa
    lnfalllTl, cura omn rapihz sai dore* os encorrimentos cont.Tirinsns J- mbsM mida. Flore?, b-ancas. ^Jflrin^eDle e
    Wlsainica *em immltiHi. forlUei Kgsjntoi e os preserva lu Maich-St-litmor.
    Deposito geral em Pernambuco ra da Cmz n. 22 ero casa de Caros Barboza
    Vendem-se crinolinas ou baloes de 30 arcos tan-
    to brancos como de cores sendo americanos que
    sao os melhores por se nao quebrarem a 35500 e
    de 35 arcos a 45, ditos de musselina com babados
    a 45, ditos para menina a 25 e 35 : na loja do
    Pavo ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
    Os corpiuhes do Pavo
    Vende-se os mais modernos corpinhos de cam-
    bria ricamente bordados c enlejiados a 7 e 85;
    na loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Ga-
    ma A; Silva.
    Os vestidos 4* Pavo
    Vende-se ricos vestidos de grosdenaple preto ri-
    camente bordados a veludo pelo barato preco de
    405, sendo fazenda que sempre se vendeu a 1005
    e I 05 ; ditos de cambraia brancos ricamente bor-
    da Jos a croch, sendo nroprios para baile e casa-
    mento a 10. 15, 20 e 30-5; ditos de la com lindas;
    ba-ras a 18 e 155 ; isto na loja do Pavo ra
    da Imperatriz n. 60, de Gama k Silva.
    Vende-se urna grande casa de taipa, em
    chios proprio?, com muilos commodos, toda ladri-
    llada de lijlos, coberta de telba, grande quintal'
    eo n alguns ps de eoquelros, e material para ca-.
    cimba, telheiro para estribara, um curral de apa-
    nhar peixe cm frente da mesnia casa, e parte em
    dons ditos, sitos em frente da Venda Grande, aon-
    de tambem se poder examinar a referida casa :
    os pretendenlesdirijam-se ao mesmo lugar da Ven-
    da Grande, a fallar com o proprietario Virginio Fi-
    del les Ramos.
    ----------
    Capas chales e mautelletes.
    Vende-se pelos preeos mais razoaveis possivel
    os ol'jectos cima mencionados, bem como um sor-
    tiirento completo de moriantiqne, grosdenaples,;
    sedas lavradas ludo fazenda preta propria da esta-
    can, viadas pelo ultimo vapor da Europa : na ra
    do Qucimado n. 40.
    N. 97
    Vende-se a verdadeira graza n. 97: na ra do
    Una da Senzalla Nova n. 42.
    Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
    ferro coado libra a 110 rs., idemdeLow
    Mcor libra a 120 r$.
    Gmude pecliinclia
    com toque de avaria na loja e
    armazem da Arara ra da Im-
    peratriz n. 50 de Lourenco P.
    M. Ciuimares.
    Veide-se com toque de avaria.
    Vende-se madapolo inglez com pequeo to-
    que de avaria por 65500 75 e 85, algodaozinho a
    45500 e 55. cambraias lisas finas a 35 e 35500 :
    na ra da Imperatriz loja da Arara n. 56.
    Vende-se faiendas limpas baratissinias.
    Vende-se chitas finas cores escuras a 240 e 280
    rs. o covado, ditas francezas finas cores flxas a
    320, 380 e 400 rs. o covado, gorguro de linho pa-
    ra vestidos de senhora a 280 o covado, riscado
    francez para vestido a 280 o covado : na loja da
    Arara ra da Imperatriz n. 56.
    Fazendas prpri.\s para senhoras c meninas.
    Vende-se gollirmas com botaozinho para senhora
    e meninas a 200 e 320 rs., manguitos de fil e
    cambraia enfeitados a 500 rs., manguitos e gollas
    para senhora a 15 8 15280. camisinhas bordadas
    para senhora a 25, ditas bordadas no colarinho e
    punlios e grvalas muito Unas a 45500 e 55 : s
    a Arara ra da Imperalnz n. 56.
    Principia a Arara vender as colchas.
    Vende-se colchas avelludadas para cama a 85.
    ditas de linho alcochoadas a 55, ditas de fustn a
    55, ditas de damasco a 45, ditas de chita a 25 '
    na loja da Arara ra da Imperatriz n. 56.
    Arara vende cassas a 210 rs.
    Vende-se cassas francezas finas a 240 e 280 o
    covado, organdys finos a 240. 280 c 220 o covado:
    na ra da Impcratrz n. 56 loja da Arara.
    Arara vende cortes de cascaiira prela a 3.\
    Vende-se cortes de casemira preta para calcas a
    35, 35500, 45 e 55 : na loja da Arara u. 50.
    Grande sortimrnto de fazendas prelas para a qua-
    rrsnia.
    Sedas, grosdenaple, pannos finos e casemira-;.
    Vende-se grosdenaple preto para vestidos boa
    fazenda a 15400, 15600, 25, 25400. 250O0 e 35 o
    covado, sarja hespanhola de seda, panno fino prelo
    a 15600, 25, 25500. ;5 e 45 o covado, muito su-
    perior casemias prelas fina-a 25 e 25400O cova-
    do, merino fino a 25500 e 35, dito de cordao a
    25500 o covado : na ra da Imperatriz n. 56.
    Arara vende madapolo franceza i$.
    Vende-se madapolo francez eufeslado a 45 e
    45500, bretanha de linho. hamburgo de linho para
    lences e seroulas a 440, 500 e 640 a vara, bra-
    mante de linho de 10 palmos de largura a 25 a
    vara, brim pardo de linho a 800 e 15, dito branco
    a 15, 15280 e 15400 a vara : na ra da Impera-
    triz n. 56.
    Arara vende laazinhas para vestido a 2-iO rs.
    covado.
    Vende-se laazinhas para vestidos do senhora a
    240, 580, 320, 400 e 500 rs. o covado, casemiras
    lisas proprias para capas de senhori a 15800 o
    covado : na Arara ra da Imperatriz n. 56.
    Arara vende fuslao a 500 rs.
    Vende-se fusto de cores para roupa de meninos
    caifas e paletols a 500 rs. o covado, ganga france-
    za escura e clara para calcas e paleiots a 446 rs.
    o covado: na ra da Imperatriz n. 56,oja da Arara.
    Koupa frita da Arara.
    Vende-se paletols de brim de cor 25500 e 35,
    ditos de meia casemira a 35500, ditcs melhores a
    455OO e 65, ditos pretos de panno a ">$. 65 e 85,
    ditos de casemira lina e debrunhados a 85 e 105,
    ditos pretos de alpaca a 35500 e 45, calcas pretas
    de casemira a 45500, 55, 65 e 85. diM* de meia
    casemira, ganga e brim a 25 e 25500, ditos finos
    a 35500, ditos de brim branco a 35 e 35500, ca-
    misas francezas a 25. 25500 e 35, seroulas a
    15600. ditas de linho a 25 e 25500, cohetes a 25
    e 25500 : na ra da Imperatriz n. 51.
    liales da Arara a 3.
    Vende-se bales crinolinas de 20, 30 e 40 arcos
    a35,35500, 45 e 45500, ditos de madapolo a
    35500, ditos de musselina a 45 : s 11a Arara rna
    da Imperatriz n. 56.
    Sedithas a >00 rs.
    Arara vende sedinhas de listrinhas para vestidos
    a 500 rs. o covado, ditas finas a 800 rs., la Ma-
    ra Pia rom 4 palmos de largo c palmas de seda a
    800 rs. o covado : na ra da Impralrz n. 56.
    Arara vende cambraias de caroc-inbus a 2:S00.
    Vende-se cambraias de carocinhos para vestidos
    a 25--00 a peca, corles de cassa franceza a 25, co-
    bertores de pellos a 15 e 15600 : na ra da Im-
    peratriz n. 56.
    Arara vende os cortes de riscados frtinrrzes a 3/J.
    Vende-se cortes de ri-rados francezes com 14
    covados a 35 o corte : na ra da Imperatriz n. 06.
    Arara vende os soutenibarqnes.
    Vende-se soulembarques pretos muito ricos, ca-
    ; pas conipridase manteletes de super-or qualidade
    1 a 225 c 255 : s a Arara ra da Imperairiz nu-
    ' mero 56.
    Vende-se superior potassa nacional a preco mais
    commodo que em qualquer outra p irte : na ra
    da Cruz n. 23, escriptorio de Antonio de Almeida
    Gomes.
    1 ^ItlVfilA
    a (S5OOO o sarco : no armazem de Joaquim Fran-
    ' cisco de Alem, no Forte do Mallos.
    LOJA DO BEIJA FLOR. *m
    Kua do Queiuiailo numero G3.
    Craiaiinlias para senhora.
    Vendem-se gravalinlias de.diversos gostos mais
    modernos a 720 e 800 rs. : na ra do Quoimado,
    loja do beija-flor n. 63.
    Fitas para debrum de veslidos.
    Vendem-se lilas para debrum de vestido de linho
    eom 12 varas a 400 rs. a peca : na ra do Quei-
    mado, loja do beija-flor n. 63.
    Penles travessos.
    Vendem-se pentes travessos de caracol na
    frente de borracha a 500 rs.: na ra do Queima-
    do, loja do beija-flor n. 63.
    Papel beira dourada.
    Vende-se papel beira dourada a 15200 e 15300,
    dito de cor de beira dourada a 15100 : na ra do
    Qaeimado, loja do beija-flor n. 63.
    Anvclopes.
    Vendem-se anvelopes de diversas qualidades
    branco a 800 rs. e de cor a 640 rs para ranas de
    visita a 400 rs., prelo a 720 rs. : na loja do beija-
    flor na ra do Queimado n. 63.
    Voltas de aljfar.
    Tendo recebido voltas de aljfar com cruzes de
    pedra imitando a brilhante vende-se a )5 cada
    urna : na ra do Quoimado loja do beija-flor n. 63.
    Camisas de meias.
    Vendem-se camisas de meias muito finas a
    15200 e 15300 : na ra do Queimado, loja do bei-
    ja-flor n. 63.
    Enfeiles de lila.
    Tendo recebido enfeites de lita pretas e de co-
    res mais modernas que se eslo usando a 15 cada
    uro : na ra do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
    Fila de la prela para debrum.
    Vende-se fila de laa prela para debrum com 16
    varas a 900 rs. a peca : na loja do beija-flor ra
    do Queimado n 63.
    Filas de linli" para bordar vestido
    Vendem-se filas de linho para bordar vestido
    ou roupinho de meninas com 40 varas a 640 e
    800 rs. a peca s quem tero loja do beija-flor
    ra do Queimado numero 63.
    Bolees de madreperola.
    Vendem-se botes de madreperola mais moder-
    nos que tem vindo para punhos de senhora a 320
    rs. o par : s quem vende por este preco na
    ra do Queimado, loja do beija-flor numero 63.
    Fila de velludo para bordar vestido.
    Vende-se fila de velludo preto com 10 varas a
    908 rs. a peca : s quem tem por este preco e a
    loja de beija-flor da ra do Queimado n. 63.
    Fita de velludo bordada.
    Vende-se fita de velludo prelo bordada de di-
    versos gostos e mais modernos proprios para qua-
    resma : s quem tem a loja do beija-flor ra do
    Qaeimado n. 63.
    Franja preta.
    Vende-se franja preta de diversas larguras para
    enfeitar capas ou manteletes os mais lindos gos-
    tos que se pode encontrar : na loja do beija-flor
    ra do Queimado n. 63.
    Facas e garfa.
    Vendem-se facas e garfos de balanco uV i bo-
    la o a 55500 a duza, dilas de 2 botdes a 65400 :
    na ra do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
    Dminos.
    Vendem-se dminos muito finos a 15200 e
    15400: aa loja do beija-flor da ra do Queimado
    n. 63.
    Visporas.
    Vendem-se visporas muito finas a 800 rs. : na
    ra do Qaeimado, loja do bei'ia-flor n. 63.
    Loja do barafoifo"
    \a na do Crespo n. \.
    Fazendas baratas.
    Para acahar.
    Chitas francezas de cores seguras de 280
    a 400 rs. o covado.
    Organdys de cores a 240 rs. o covado.
    Camisinhas e manguitos muii 1 enfeita-
    tados a 45 ludo.
    Camisas a mosqueteiros (ou corpinhos)
    a 55.
    Laas para vestidos boa fazemb de :>C0 a '
    800 rs. o covado.
    Mimosos vestidos japonezes de oig.i
    differentes precos.
    Ricos cortes de vestidos brancos bord
    de 125 a 155.
    Grosdenaple preto bom de!5i
    Musselina de cores fazenda que lem oda
    applicacao a 460 rs. o eodo.
    Escuczes para vestidos com 5 palmos do ..-
    largo a 700 rs. o covado.
    Fil de linho liso e bordado a 050 e 800
    rs. a vara.
    Lencos de seda de cores perfeitos de
    15' 00 a 25-
    Bramante de linho cora 20 palmos de lar-
    go a 25200.
    Cambraia branca com salpico a 640 rs.
    Chales de merino fino liso estampados de
    45,55, 65, 75, 85-
    Mimosas cassinhas de cores finas para
    vestidos a 400 rs. o eovado.
    Bales de arcos inglezes de 25500, 35
    e 35500.
    Chales muito finos c lidos padrocs a 800
    rs. o covado.
    E outras muitas fazendas.
    Muito baratas para arahar.
    o covado.
    Contina a vender-se um grande sai lmenlo de
    cambraias francezas a 240 rs. o covado : na roa
    do Queimado n. 43, esquina que volta para Coti-
    gregacao.__________________________________
    Vende-se por 505 urna vacca que d duas
    garrafas de leite, a qual muito moca, e filha do
    pasto : a tratar na ra da Imperaui/. u. 13, ou,
    com Frederico Chaves.
    ESCRAYOS FGIDOS.
    AGENCIA
    DA
    FUNDICAO DE L0W-M00R.
    Rna da Senulla nova n. 42.
    Neste estabelecimento contina a haver
    um completo sortimento de moendas e meias
    moendas para engenbo, machinas de vapor
    e tachas de ferr batido e coado, de todos os
    tamanhos para ditos.__________________
    Arados americanos e machinas para
    lavar roupa: em casa de S. P. Johnston & C.
    ra da Senzalla Nova n. i2._____________
    Compendio de hermenutica ju-
    rdica e processo civil.
    Acham-se venda na livraria do Nogueira, Jun-
    to ao arco de Santo Antonio, esses compendios,
    reunidos ambos em um s livro.
    C4L IIE LISBOA
    Vendem-se barrls com cal des-
    ta procedencia, em pedra, (llega-
    da boje, e nnica nova, que ha no
    mercado, na rna do Trapiche n.
    13, armazem de Manoel Telxel-
    ra Basto.
    i
    No dia 13 de fevereir aasentarnm-se da casa
    de seu senhor, no sitio do Montciro n 13, dual es-
    cravas retintas, de nomes Eugenia e Xiea os signaes seguinles : a primeira rom 30 anuos de
    idade, poueo mais oa menos, alguma baria no
    queixo, e um lobinho em um dos pR, cu u coiu-
    sigo um filho pardo de nome Hanoi I, de 3 ancos
    de idade a segn la de 25 anuos de idade. (tuco
    mais ou menos, levou comsigo urna Ulna cabrinba,
    de 4 annos de idade, elevaram dous eml i Ribos de
    roupa ; naturalmente segniram juntas, igw rando-
    se qual a direccao : portante, ropa u mi rida-
    des poliriaes a saa captara, ou quem deiltf i' li-
    nas ti ver, leva-las a seu senhor Joao Manoel da
    Veiga e Seixas, no seu sitio do Monteiro n. 13, oa
    na travessa da Madre de Dos ns. 4 e 6.
    Fugiram do poder de Francisco Jos de Sou-
    za, morador na freguezia do Bonito, os escrav :
    Rufino, pardo, baixo, sem dentes na frenle, cem a
    cicatriz de um talho na testa sobre o olho direilo,
    toca viola, falla descansado, idade 35 rinns, preco
    mais ou menos ; Candido, crioulo. de idada 22 an-
    nos, bastante barbado, olhos esbraimih ;al >s,
    ler e escrever pouco ; ambos fugiram no dia 15 de
    fevereiro prximo passado. Consta que ditos es-
    ! cravos andam nesta cidade e seus arrabaldes tra-
    1 balhando de jornal, e que se dizem livies : rega-
    se, porlanlo, as autoridades poticiaes, capSw de
    campo e soldados urbanos a apprehrn>o dos mes-
    mos,e que os entreguen! na roa de Sania rii*rrza
    n. 38, onde se recompensar o respectivo irabalho.
    Ausentou-se da casa de seu senhor a escrava
    Luiza, no dia 5 do corrente, do lugar do Jang,
    adame do Rio Doce, crioula, idade de 10 anuos,
    pouco mais ou menos, cor fula, alta, secca de cor-
    po, com urna cicatriz no rosto, de um dente, os ps
    grossos. estava em uso de remedios, e anda aduen-
    tada, levou vestido de cassa branco e pasas lino
    prelo : roga-se a quem a pegar, le^e i na Dlrei-
    ta n. 69, padariade Antonio Alves de Miranda Gu-
    maraes, ou no Jang, a entregar a Ju- Martins
    Lopes._____________________________________
    Acha-se fgida a escrava Mara do Rosario,
    crioula, idade de 50 annos, pouco mais oa menos,
    baixa e gorda, lem o dedo grande da ni
    da de menos por causa de um panaricio, foi escra-
    va do senhor de engenho Sant'Anna. tem irmos
    em Santo Amaro de Jaboatao para onde se desean-
    fia que fosse : recomraenda-se as auloridades pu-
    liciaes e capitaes de campo; c quem a pegar leve-a
    ra da Senzalla Velha n. 94.
    LISTA GERAL.
    DOS PKE.MI0S DA
    __ _____________ 82.a
    J. PARTE DA I. LOTERA, CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 857 DE i DE MAIO DE 18C3, A BENEFICIO DA CAPELLA DE NOSSA SENHORA DA ESCADA, NA IGREJA DA CONCEICO DOS MILITARES, EXTRAHIDA
    EM i( DE MARCO DE 1864.
    1 NS. PUEMS. NS. PRFMS. NS. PREMS.' NS. PREMs. NS.
    - 3 5f 127 20 304 9* 501 >5 660
    8 31 5* 7 - 2 - 70
    6 __ 33 - 11 20* 3 - 73
    7 __ 34 - 13 54 6 76
    8 M 36 - 19 - 7 - 78
    i 41 6 9 81
    10 __ 5i 28 104 15 82
    15 --- 52 31 54 17 83
    18 53 - 36 18 84
    20 105 54 - 38 - 20 104 86
    ai 5 :;:. - 43 10? 25 Bf 90
    54 87 46 54 27 92
    25 __ 60 49 - 28 99
    27 __ 62 50 29 700
    37 o m 3-i 3
    M __ 72 54 - 36 8
    41 _ 78 - M :i7 10
    44 __ 80 - 06 38 - 11
    46 _ 86 - 70 - 39 - 12
    ** 48 __ N 72 104 45 - 20
    50 __ 94 74 55 46 - 21
    52 _ 95 77 47 22
    53 _ 97 78 - 52 26
    30 _ 99 - 80 - 61 35
    58 200 82 64 36
    l ^ 5 99 73 - 37
    62 ^^ 7 402 - 76 - 38
    66 _ 9 5 78 40
    G'J _ 23 7 82 - 42
    73 ^^ 25 9 87 43
    75 26 10 96 45
    , 76 7 13 - 98 46
    77 34 14 600 - 49
    78 42 - 16 2 - 51
    1 - n _ M - 18 - 9 55
    . 84 __ 60 23 - 10 - 58
    &, H __ til - 24 13 - 68
    94 _ 63 25 17 71
    M ^^ 69 - 19 73
    f ^~ 101 _ 71 - 36 22 75
    4 ^__ 72 - 47 - 28 76
    6 _ 77 48 - 29 77
    11 _ 78 - 56 33 _ 80
    12 _ 79 59 45 - 81
    14 __ 81 60 - 46 - 83
    H ^m 84 66 - 47 _ 86
    16 87 104 67 50 - 87
    20 10* 91 5* 71 51 88
    ' * 21 t# 93 73 404 M m
    f- 22 % - 82 54 55 98
    23 m 90 60 99
    i 24 2 - 92 63 803
    ! as 3 -0 eicrivs 94 0, Sermono 64. -Jos' de Mi 12 nra.
    5-5
    104
    54
    405
    104
    54
    104
    54
    104
    54
    204
    54
    105
    55
    NS. PREMS.
    813 55
    19 -
    22 -
    24 -
    26
    32 -
    33 -
    34 -
    38
    39
    40
    41
    43
    44
    54
    55
    M
    57
    58
    60
    64
    74
    75
    76
    77
    80
    81
    82
    s:i
    87
    95
    97
    98
    N
    903
    5
    7
    10
    11
    14
    17
    19
    24
    26
    30
    33
    35
    3-i
    38
    42
    43
    46
    59
    NS. PREMS.
    961 54
    64 -
    67 -
    70
    74
    76 -
    77 -
    79 -
    82
    85
    87
    89
    90
    91
    92
    95
    97
    98
    1011
    13
    16
    18
    21
    33
    98
    39
    43
    44
    50
    51
    55
    57
    65
    66
    68
    69
    70
    72
    76
    78
    83
    85
    94
    99
    1100
    2
    5
    6
    9
    11
    16
    17
    23
    1005
    55
    3005
    55

    105
    1005
    54
    205
    3*
    205
    105
    5&
    NS. PREMS.
    1126 55
    27
    29
    31
    32
    34
    36
    39
    42
    45
    49
    51
    64
    66
    68
    69
    72
    73
    77
    78
    81
    90
    94
    95
    1203
    8
    11
    12
    13
    16
    17
    19
    20
    27
    32
    34
    35
    44
    59
    63
    65
    68
    72
    75
    76
    77
    80
    82
    84
    85
    88
    93
    105
    55
    405
    405
    55
    NS. PJUBMS.
    1298 55
    1309
    11 -
    12
    15
    16
    17
    19
    24
    31
    33
    40
    41
    45
    46
    50
    56
    62 '
    69
    71
    75
    81
    82
    87
    89
    91
    92
    95
    98
    1400
    2
    6
    9
    11
    13
    16
    27
    31
    35
    42
    47
    48
    50
    52
    57
    61
    64
    69
    70
    71
    105
    55
    1005
    55
    NS. PREMS.
    1472 55
    73
    77
    82
    86
    88
    -92
    95
    96
    150-1
    5
    8
    10
    13
    14
    18
    M
    32
    :i:i
    39
    40
    47
    49
    50
    53
    64
    67
    68 5:0005
    69 55
    79 -
    81 -
    82 -
    84 -
    87
    88
    89
    94
    96
    98
    99
    1604
    5
    6
    7
    18
    21
    23
    24
    28
    30
    31
    32
    105
    55
    205
    55
    205
    55
    405
    55
    1005
    54
    105
    NS. PREMS.
    1641 Bf
    44
    83
    56
    57
    88
    61
    64
    77
    79
    80
    82
    83
    85
    95
    99
    1704
    5
    9
    11
    12
    13
    15
    16
    20
    22
    23
    25
    30
    31
    36
    38
    40
    44
    47
    48
    49
    53
    59
    62
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    NS. PREMS. \s. '!i;\:s.
    3078 55 3248 55
    80 49
    82 __ se
    83 _ 63
    86 65
    87 66
    88 _ 69 __
    n 73 _
    3100 75
    1 76
    2 77 __
    5 80
    7 M 85 _
    8 --- 86 .
    9 --- 89 _
    14 92 _
    18 --- 93 _
    19 N _
    34 --- 96 _
    38 97
    41 405 99
    46 55 3307
    M 9
    5J 12 405
    9 17 5
    64 24
    67 15
    72 26
    78 27
    80 10
    82 34
    88 35 -
    87 _ 40
    90 __ 48
    92 53
    93 55
    95 56
    97 58
    3200 61
    6 62
    9 69
    12 70
    17 71
    25 74
    26 78
    27 83
    30 85
    31 88 -i-
    33 91 JL
    35 92 -
    36 105 94
    47 55 3400 -*
    Pem.Typ. ie i. F. de Faria 4 Filho." 1864.
    I


    Diarlo de Pernanbnco Quinta felra 19 de Mareo de 1464.
    LITTERATDR.
    0 SEGRtO D AliBADE.

    I itfchjfcM.
    Vil
    Continua
    ll'alli a ; ODCO eslavam ni -.ta do j.til.u espa-
    quadra de tocto eoxadrezado, com os I
    u ii \ pintura, o soalbo nao desdixla da magnificen-
    rii dotarl i. En todo feitn de ticas madeiras da
    i. combinadas eui gracioso mosaico. As i>oi!
    ras estarn] resguardadas por an|l< reposte
    de panno azul, era que se viam bordadas, a torcal
    de cotes, U armas da familia. Ao lado liavia, em-1
    bjJa na parada, urna cope ra magnifica, toda en-
    viJracada, dentro da (pial se- riam preciosos vasos
    de cristal, riqulssimas loncas da China, aa pratas
    do ota diario rm grande abundancia, compoia,
    ir. etas seecas, etc. No mcio da sala eslava a mesa
    iii por una linissma toalha de
    Guimaries, e rodease de oito grandes eadeiras de
    encost, de pao preto e forradas de eouro d a Mos-
    covia, com eravario de prata e lavrado capricho-
    smenle a alto "relevo. Em frente ele cada caj
    de ra liavia agora um talher, e em cada talher fu-1
    iicpava urna ri^a tigella de porcellana da China.
    cfc ia de caldo. No meio da mesa via-se a primei-
    ra coberla do jantar, tudo em magnificas lougas
    da India,
    Logo o primeiro prato, em frente do tallier da j
    ceira da mesa, era uma verdadeira montanha
    de carne de vacca e presunto, rodeada de appeti-
    tosos salpices o rhourigos; seguia-se uma grande
    lia i a com arroz de pato e logo uma terrina com
    euclheira e feijao braneo.
    Aos lados viam-se outros vasos com gallinhas.
    patos, |teidizes c varios legantes cozidos, e por en-
    tre elles compoleiras de diversas conservas precio-
    sas. A' cada talher corresponda um pao de trigo
    sobre am alvo guardanapo de Cumiantes. Ao
    fui.Ja da mesa via-se um grande naco de boroa so-
    bnj una salva de prata, c era seguida a elle, sobre
    um guardanapo, um ponderoso talher de trinchar,
    cojos cabos de prata lavrada em bastioes fajiam
    pasanT o mais pintado.
    Ao lado, sobre am aparador, via-se a louca e a
    prata do srvrgo inmediato, c logo aiii junto dous
    enormes jarros de porcellana, um cheio de agua c
    outro de vinho verde do Miuho.
    lira .'sta a primeira parte do jantar diario da fa-
    m liado Sr. de Cerzedello, jantar farto, substan-
    (i so e opulento, jantar emllm de rico c abastado i-
    dalgo minhoto.
    A lidaiguia do Minho conservou sempre em toda
    a sua pureza as tradiefles do passado. Ainda no
    pr ncipio doste seculo a hosiitalidade franca e cor-
    di:!, a fartura e a opulencia da vida intima, o a
    Ibancza o a allabilidade do .rato de mistura com a
    vaidade inoffensiva da longa linhagem a perder de
    vista por entre os seculos, recordavam o Portugal
    vc'ho, o Portugal p de boi, mas grande, glorioso.
    je;il o cavallciro.
    Aquellos grande dotes ainda hoje existem em
    grau muito elevado ; e sobreludo muilo admiravel
    per destoarem, em plena contradiccao, com a pe-
    quenez dos homens e das cousas desta poca. De
    elles existirem causa, a meu ver, uma outra es-
    colente qualidade, innata em todo o minhoto, fidal-
    go ou nao fidalgo.
    ella o amor ao slo natal, o afierro a proprie-
    dide paterna, a adoracao do campanario. Foi-lhe
    sostro em todas as pocas. N*o uosso grande secu-
    lo XVI, quaudo a ambiguo das riquezas nos incen-
    diou o sangue em a febre da vagabundagem con-
    quistadora, os fidalgos rotuhjtos vollearam como
    todos os outros naquelle espantoso turbilhao. Mas
    vi Je quantos se deixaram seduzir pela formosa
    I. -1>03 enio a perola das cidades do inundo, a
    Phryn das capitaes da Europa, a Ierra do luxo,
    dos pmeres, das osieniag.-s e das grandezas. Dos
    que la liearam, e que derarn principio s casas que
    el a lera de mais aotiga nobreza, e que-, a niio se-
    rem mintilas do origetn, nao poderiam ser das de
    ti lalguia mais amiga do paiz, foi diminuto o nume-
    re em coruparagao dos que preferiram vollar ao
    silo natal, as suas liio saramas, quaulo queridas
    p opriedades do Minho.
    Os acluaes fidalgos minhotos ainda sao hoje ani-
    ados pelo mesmo amor. Em quanto que os das
    outras provincias vem ser pequeos no meio do
    Tbilhao das cidades populosas, conservam-se elles
    grandes nos solares de seos paes; em quanto que
    os onlros se cnpenham, se arruinam o se abatem
    no seio das grandes populagoes, vao elles adminis-
    trando as suas casas, nem sempre bem, mas sem
    p:e iudepeodenic*, e pelo menos muito melhor que
    o> procuradores, a que os outros entregam a admi
    Disiraco das suas.
    D'aqui resultam duas grandes vantagens para
    elles o serem sempre fidalgos, isto o parece
    nm-se sempre com os amigos fidalgos, que cousn
    muito difTerente dos fldalguelhos de agora ; e o ha
    i ei em de ser os derradeiros a desapparecerem des
    foilos pela aeco destruidora da lei que aboliu o*
    morgados, raio assolador com que, em nome d?
    philantropia e dos interosses materiaes do paiz, aea
    bou a amiga nobreza de ser abrasada pela econo
    Diia politica, o Jpiter fulminador da civilisacac
    deste seculo. Ainda ha de ha ver fidalgos no Minho
    e j as varonas dos das outras provincias hao de
    andar por ah em qualquer sapateiro de esquina o.
    mariola da alfandega.
    Quando os quatro personagens, rom que acaba
    dios de estar no terraco, eotraram na sala do jan-
    ttr, ja la acharara os seguintes vvenles o mor
    domo no seu lugar, isto de p.no fundo da mesa.
    junto do talher de trinchar, de cabello empoado t
    grande lago do rabicho, grvala e collete braneo
    casaca direita de briche, calcio da mesma fazenda
    metas de algodo brancas e sapatos de fivela de
    ago; o capellao, hornera baxo, nutrido ej entrade-
    em edade, de batida e passeando, de mos aira;
    das costas, a todo o compriinento da sala; e tres
    galos, um mal tez, um amarello e um preto come
    azeviche, acocorados as eadeiras vagas, de orelh;.
    fita e olho linete, encarando surrateiros os dou;
    smilinellas da mesa, para, ao mais leve descuido
    fi.'arem de um salto qualquer pega das appelecida:
    iguarias.
    Mal entraran), D. Goncalo diriglu-se logo para ;>
    cabeceira da mesa, seu lugar como chefe da fami-
    lia. Instantes depois abnu-se a porta fronteira ;
    f or onde rieram, e por ella entrou D. Anglica Bar
    1 a, acompanhada pela sua criada grave.
    Era uma seuhora de setenta annos de edade.
    muito magra c muito baixa, um verdadeiro dimi
    tulivo do mulher.
    Como velha nao era bonita, nem mostrava que o
    ira quando moga. Tinha os cabellos brancos, ;.
    f elle grossa, a testa baixa. as sobrancelhas espessas
    e esbranquicadas, os olhos pequeos, o nariz curie
    c de venus muilo abertas, e a bocea muito rasga
    da c de beigos grossos. As maos e os ps eram de
    verdadeira lidalguia. Trazia na abega uma touca
    ae cambraia branca, de grandes folhos, que I he co-
    lina as orelbas e vinha apenar por debaixo ca
    fcarba, e vesta um capote de mangas, de fina ca: -
    toriua prela, con gola e debruui de velludo. Ca-
    fava sapaio de carneira carmezim com seu lago da
    seda da mesma cor a taeoes de mais de pollegadi
    de altura.
    A expressao do rosto de D. Anglica era a da
    voidadoia tontiee, a lontice resultaelo da edade-
    Entrou com os olhos baixos, maos cruzadas sobre
    o estomago, e a arrolar de espago a espaco. Vinha
    a resmungar inintelligivelmente, o a resinungar se
    iproiimou de uma das eadeiras da mesa. Levan-
    laude- ento os olhos, deu com elles nos tres galos.
    Ora de saber que i), aagelln era mortal lofmiga
    ie gal j- Assbn, mal os vio, voltou-se, e disse em
    ro ronfeata i criada :
    Rosa, nilia aquclles tunantes daquelles gatos
    :om que olhos me eslao a olhar! Abrenuncio I
    i o.' Euxota-os. Sape, Rabiebo Sape Casqui-
    llto .' Sape, Peralta Sape !... Sape !... Sape!..
    K as-im dizendo, bata com as maos e repicava
    com os pes com verdadeiro phreuesim.
    Duarte Piobeiro, que passava cutio pelos bichos,
    ;m direegao tia, arremessou-lhe> rijo, e f-los
    fugir desorientados. Os gatos, vendo aberla a por-
    a por onde entrara D. Anglica, arremetteram por
    tquelle canilnlio fra, e na cegueira da fgida, em-
    jaragaram-se as pernas da pobre. D. Anglica,
    Herrada com a furia daquelle accommeilimento
    imprevisto, praticado por animaes a que linha hor-
    ror, dementou totalmente, comecou a bradejar em
    guinchos desentoados, e, querendo saltar para cima
    da mesa, embaracou-se com a cadeira, e cahu.
    Seria desastrosa a queda ; mas Duarte, que eslava
    junto, amparou-a, e cingiu-a contra si n'um abra-
    co, em que liavia omita parte da dr qoe Ihe cau-
    sava o vir achar daqnella forma a irmaa de seu
    pae, a derradeira pessoa, que lhc restava. da fa-
    milia.
    D. Anglica, ao achar-se cingida pelos bragos
    de ura homem; repelliu com horror o attentado,
    e litou os olhos esgazeados no sobrinho, que nao
    conhe-cera, desviando-se ao mesmo lempo delle e
    empurrando-lhe o corpo com todas as forcas que
    tinha.
    Quem voc ? Que me qur 1 Sor marto I
    Aqu d'el-rei 1 aqu d'el-rei! aqu d'cl-rei I I
    Aqu parou de i epeute. Duarte encarava-a com
    os olhos cheios de affeclo e sorriudo tristemente.
    De sbito a pobre idiota soltou um grito, e arre-
    mesiou-se nos bragos do sobrinho.
    Duarte I.. .Duarte L.meu querido Duarte I...
    E desmaiou nos bragos delle.
    Acudiu-se iwbre velha, ella voltou a si, e,
    depois de muilos episodios era que se inamfesta-
    ram a sua ternura pelo sobrinho e o quasi total
    enfraquecimento das suas faculdades menlaes,
    Duarte viu-se obrigado a tomar assento ao lado
    della. Chegaram-se es outros para os seus luga-
    res, e D. Gongalo desabafou por tim n'um ai esti-
    rado o espanto que delle se apossra ao affigurar-
    se-lhe que a sorte eslava deveras apostada a fazer
    surgir lances apoz lances, que Ihe demorassem, e
    arrefecessem o jantar.
    O capellao atropellou ento a meia voz um pou-
    co de latira estragado, persignou-se, c em seguida
    benzeu a mesa e as iguarias. D. Gongalo fez pro-
    funda nezura, rosnoa um amen que Ihe fervia*
    liavu muito, na ponta da lingua, esgaravunboa
    pressa sobre o rosto o signal da cruz, e sentou-se.
    Aqu novo ai de satisfac/to da parte delle.
    Prinrpiou por fin o jantar. Ao cabo de meia
    hora de silencio, apenas intcrrompido por algu-
    mas palavras solas trocadas entre D. Leonor e
    Duarte Piuheiro, e arompanhadas por alguns mo-
    nos) llabos, que Vasco de Ornellas acrescentava
    de quando em quando quelles primeiros rebates
    da prxima conversago, D. Gongalo estirou-se um
    momento pelo espaldar da cadeira cima, e, lo-
    mando aquella cheia e rija golfada de folego de
    quem se acha repleto, e considera o resto do jan-
    tar mero luxo de gastronoma, exelatnou alegre-
    mente !
    l este Vasco que me quera ha ponco per-
    suadir que o tal sen Beresford o o outro inglez
    com ess outros billres do fardas vermelhas, nos'
    vem devoras libertar dos francezes !.. .Ora mui-
    (o obrigado.
    E o tio ainda o duvida ?disse Vasco de
    Ornellas, um tanto estimulado por aquelle a modo
    de esearneeimeDto diante do D. Leonor.
    Se o duvido, sobrinho ?bradou D. Gongalo.
    Mas que disso niio tenho duvida alguma. Re.
    pilote, a emprtza ha de Ihes sahir gorada desta
    feita, e depois quem ha de pagar as cusas da de-
    manda, bavemos de ser nos os porluguezes. E'
    impossivel que tal tentativa desfechu em boin fim.
    Tenho razoes para o asseverar.
    A fallar-lhe a verdade, tio D. Gongalo, seas
    taes razoes nao sao melliores do que as que ha
    pouco me deu...
    Sao infalliveis, sao indubitaveis...
    Por Deus! que me poe unido !exclamou
    Vasco de Ornellas, sorrindo irnicamente.
    A este sorriso, D. Gongalo, apesar de toda a
    sua bonhomia, lornou-se serio. Relanceou resen-
    tido o sobrinho, e, depois de um momento de si-
    lencio, disse gravemente :
    Nunca ouviste fallar do lobis-homcm da tor-
    re velha, sobrinho Vasco ?
    Mais de mil vezes, tio D. Goncalo.
    E mais de cent mdos me fizeram com elle
    apachar emereanca! accrescentou Duarle Pi-
    uheiro, sorrindo maliciosamente.Muita pedrada
    alirei eu torre, por causa do tal lobis-homem !
    Pois pragas as Ave-Marias I Isso nao tiveram con-
    ta. Mas. por mais que eu dissesseos diabos te
    levem, os diabos le leveina cada badalada do
    sino, era o mesmo que nada. A torre nao se me-
    xia, e o lobs-horaem, no dizer dos criados, por la
    andava a jogar as escondidas. O que verdade
    que eu nunca o vi.
    D. Gongalo relanceou Duarte Pinheiro, e conli-
    nuou gravemente.
    Aquella urna historia tradicional da nossa
    familia. lia dezoilo seculos que a verdade della
    ainda nao falhou uma s vez nem falhar, por-
    que a palavra de Deus nao falla. Nao atajan,
    padre Domingos 7
    Sim, meu senhor replieau maehinalmente
    o capellao, que nao tinha julgado a conversa dig-
    na de repartir com ella a viva attengao, com que
    se acliava empenhado em fazer descer higinica-
    mente triturada ao estomago, metade da orclheira
    e do feijao braneo que v.'era para a mesa.
    Sabe quem aquelle lobis-homem ?conti-
    nuou I). Gmalo, fazendo do capellao tabella para
    levar de carambola a cacoada dos sobrinhos.
    Meu senhor... bal buciou o pobre do pa-
    dre. E pousou a faca e o arfo, atrapalhado pela
    insistencia de D. Gongalo, diante da qual nao po-
    da fugir a patcntear a sua descortez desattengo.
    Talvez o nao saiha, apesar de ter ouvido e
    lalvi-z visto alguma vez o lobis-homem.
    O da torre velha T Oh meu senhor,vol-
    veu o padre, tomando animotendo ouvido fallar
    delle; nunca, porm, o vi.
    fulminen o padre e os dous prunos com um olhar Era alio (e de eorporatura rtfogada : mas liio
    de imperiosa soberba, que pareca querer esmaga- magro que pareca um esqueleto (Oberto de pelle
    os. em razao deduvidarem do queasseveravaoSr- escabrosa. Tinha a fronte alia e arga e a cabega
    de Ccrzedello.
    D. Gongalo cabeceou gravemente alguns segun-
    dos, e em seguida disse em voz pausada, cheia e
    muito aulorisada:
    De paes QlhOS ten pastado na DOtsa fami-
    lia esta tradigao mcinoiavel. e ainda nenhum dos
    senboies de C.erzedello deixou de sentir por expe-
    riencia a verdade do alio favor, com queo cu os
    tem favorecido lia dezoilo seclos. En propriofa
    quasi totalmente escalfada. Os olhos eram peque-
    nos, mas brilhanles; o nariz aquilino e a bocea
    rasgada, mas de becns delgados e de expressao
    imperiosa a dominadora.
    Na altivez, com que apnimara < corpo e m lia
    a cabega, nos gestos ruJ nos, e no olhar
    que pareca relnzir com a ferocidade fantica dos
    primeiros frades que queimaram b Mnens, baria a
    mesma expressao de soberba feroz, que animava
    aconlecimento
    lo delle como azperimentado. Nao se lembra,pa- D' Le0BF>as n'elle em majar lelto em razao
    dre Domingos, que dous dias antes de morrer a da espade ft alloeinago, desatad i de ronsidera-
    Sra. D. Beatriz Barba, minlia muilo amada esposa, '',"'s do eu Ihe amiunciei com toda a certeza aquelle triste flw" de quera se apodera a monomana egosta
    do ascetismo.
    Trajn por nico vestido, logo em cima da pel-
    le, o habito do borel dos ascetas da thebaida da
    Falporra, amarrado cinta por uma corda grossa.
    cingida em duas follas. Trazia u capuz corrido
    at metade da r.ibeei. os ps dse dsos e callosos.
    Sim, meu senhor; V. S. assim m'o disse, mas
    eu nunca pude saber a razao daquella como pro-
    phecia, que infelizmente se realisou .
    Eu tinha visto o lobis-homem. padre Domin
    gos; e quando o lobis-homem da lorre velha appa
    .___, ... _____ ,, como de quem havia inultos annos que os nao res-
    rece aos senhores de Ccrzedello, e agouro de des- ,,_,' .,. *
    guardara por forma alguma. Ao erguer o braco
    '.". solemnemente, gesto muilo seu proprio em razao
    Porem, S. Torquato, meu senhor I... balhu- ua a,|ivcz d caracler ^^ ^
    con a medo o a.ton.io eccles.ast.co. ,ro ao ,ongn da ,arga uw o b ^ desoarna(io
    S. Torquato. por vida minha, senhor padre t e coberio de pelle negra e dura, na qual se levan-
    replicou com modos fidalgos D. Gongalo de Baiao- tavam em salieniissimo relevo os msculos e as
    Saiba que S. Torquato foi pagao e mouro, antes que veias, tlestando forcas deseomnijnaes n'aqooHe
    o apostlo S. Thiago o baptisasse, e depois o sa- esqueleto, que a natureza talhra liio vanlajosa-
    grasse bispo da cidade de Cinania, que entao era mente em validez, o depois a ma vida e as iiilein-
    cousa grande. Ora estando o grande santo um dia peries liaban) endurecido totalmente,
    em orago, pediu uma certa merc a Nono Senhor Ma, acabou de dier aqne||as |ayras de(1 um
    que elle houve por be.n nao Ih'a conceder. Tomou pass0 para dentro da sala c cobriu ldos oscir.
    d'aqui o diabo materia para tentacao, e com taes cumstanle3 COm um olhar severo e imperioso. Ao
    rebates o accommetteu, que o pobre do S. Torqua- ouvira voz da irm.-,0> D. Gongalo ergueu-se ma-
    lo sossobrarla de cerlo.a nao ser o seu grande ami- chnalmente, enrolliendo ao m'esma lempo a cabe-
    goS. Thiago, que interceJeu a avor delle para com ca como se ouvira eslalar sobre ella um trovao.
    Deus. Perdoou-lhe o Senhor por intercessao do Todos se ergueram egualraenle, quasi attonilos e
    apostlo, mas rom lal condiga que andasse de lo- fu|,inados. D. Leonor foi a nica que nao se mos-
    bis-homem de tao feia caladura, que fosse de
    grande terror a quem o visse; e nao voliasse
    ao primeiro ser senfto quando houvesse ahi um
    homem tio esforgado, que, apezar daquella terrivel
    fealdade, ousasse chegar-se a elle, c fazer-lhc san-
    gue. Cumpriu-se a sentenga do Altissime. Daquel-
    le dia em diante, o santo sania ao cerrar da noute
    do seu eremiterio, deixava a roupa em cima do
    trou sogobrada ergueu-se, mas fra e soberbamen-
    te iinpassivel, como se nada Uvera acontecido.
    Fr. Lopo deu mais dous passos para dentro da
    sala. Um instante depois dirigiu-se com passo cheio
    ao irmio, pousou-lhe a mao sobre o hombro, e ex-
    clamou era voz secra e dura :
    Homem de fe pagia, para que insultas Deus,
    telhado, c n em pello, ventasse ou nio ventasse, "rasando <>* seus santos pelo immundo tremedal
    chovesse eu nio chovesse, nevasse ou nao nevasse, da lua ignorancia ? Quando anisars de achinca-
    ia espojar-se na primeira encruzilhada. onde se ti- ,nar a memoria honrada de D. Ahufo de Barbuda
    vane espejado animal immundo, e depois, com li- com as crencas villaas, que teeiprobro desde a
    gura de burro, de porco, de bdeou de outra qual- infancia em nome da dgnidade des Baies de Cer-
    quen elle ahi 1a correr o sea fado, e correr bom lcdiio Niosabn t, Gongalo, qoe habito ha mui-
    correr, porque antes de cantar o gallo devia por tos annos mU l"W ? Penan que por eu andar
    forga de ler passado por sele pontes, por sete ca- peregrino ha tres nanas, ainda he nlem ella eslava
    minhos e por sete portellos. Veja, padre Domin- sohuria? Engaaste, iriuo. Vo lei hontem ines-
    gos, como o pobre do santo ficaria depois de tio mo d Porl- lobis-homem, que viste, fui eu.
    longa caminhada I Ao Ora do primeiro anno j nao Aoouvir_ aquellas palavras, 6. Gongalo corou
    fparecia cousa viva. E isto durou cem annos, por
    que durante cera aunos nao encontrn pessoa que
    ousasse fazer-lhe sangue, porque, fosse qual fosse
    a figura de animal que toraasse, era sempre medo-
    nha; e mais quizera Deus que os seus gestos fae-
    nas egualmenle terriveis. Assim, se queria zurrar
    ou grunhir piedosamente, o som da voz apavurava
    at a raz dos cabellos. Asseverar que vira o S.
    Torquato lobis-homem, e a realidade do lobis-ho-
    uiein S. Torquato ser fre Lopo de Baiao I
    Lopo, irmao, balbuciou, sejas bem vindo...
    Eu nao pensava___
    Mas a palavra foi-lhe cortada [lo rnido que a
    lilha, os sobrinhos e ocapellio faziam, dirigindo se
    ao frade. D. Gongalo olhou : frti Lopo tinha s
    quem o ouvia; se entena ajoelhar ou fazer meneos maos eslendidas soberanamente para elles, e elles
    de pedir compaixio, os seas gestos eram taes beijavam-lh'as nao s em razio do parentesco, mas
    que pareca querer arremetter ferozmente. E em veueragao do habito que ve-tia. D. Gongalo
    cera annos andou desta rraa al que | $%*lZZS *^ frei ^
    da eaconlrou um rico homem de Cerzedello, que >
    antemanhia se levantara para ir correr ursos e ja-1 n T Ponham um talher para c Sr. D. Lopo de
    valis. Ao lopar com jaded. grande cmi,iva,o san-: Z^^JZ& f "g S
    to teve esperancas de adiar ali ura hornera assaz Com a evidente intengao do moslrtr ao tio, que ali
    auimoso para cerrar com elle e quebrar-lhe o f.t- | quem governava era ella.
    dario. E niio se enganou. Fugiu ludo ao deparar 0 fr.l(je mediu.a de a|l0 a to com um o|,|ar
    cora aquelle medonho ahantesma; mas nio agiu de severa reprehensao.
    D. Alufo de Barbuda, que assim liavia nome aquel- n ., D .- .
    , ,. D. Lopo de Baiao, para se sentar a mesa de
    le meu esforeado antecessor. O santo correu alg^ paes nao precisa que l Ihe mandes por um
    por-se dejoelhos dianle delle, e, apezar de se afll- talher, sobrinha; frei Lopo, o frade mendicante,
    gurar a accommetter furioso, D. Ahufo esperou-o
    impvido e a p firme, tergou a langa de morte, e,
    arreraessando-lha, colbeu-o de soslaio por uma
    cva, e fez-lhe sangue. Voltou-se de repente o
    triste mal fadado figura humanal, e D. Ahufo viu
    diante de si o santo eremita e venerando bispo de
    Cinania, que Ine agradeca de joelhos o grande pre-
    sente que fizera. E terminou assim o seu agradec-
    menlo :
    D. Ahufo de Barbuda, em figura pavorosa
    de jumento rae tomaste, e tiraste do triste fadario>
    era que viva ha cem annos. Em nome de Deus,
    eu te concedo para ti e para teus descendentes, al
    a duoeentesimagerae.io, a grari do que, todas as
    vezes que estiver para acontecer desgraga tua
    familia, eu Ihes apparega as ameas ou janellasda
    torre velha nesta mesma figura, em que me cncon-
    tras.
    Disse-, e foi carainho de creraiterie, onde pas-
    sados dias morreu santamente, s maos de uns
    cortos vlloes de Vivir, que acabaram paulada.
    Desde entao at hoje, padre Domingos, nunca S.
    Torquato faltou ao pacto que convencionou com a
    minha familia; nunca faltou porque a palavra de
    Deus nio falla, para eterna ronfusao de herejes e
    de incrdulos, e vergonha daquelles que duvidam
    de maravillas que elle pratica por meio dos seus
    santos.
    D. Gongalo disso estas ultimas palavras com vi-
    sivel intengo de corrigr o padre e os sobriuhos.
    D. Leonor escutara-o em silencio, ora relanccan-
    do-o cora enfado soberbo pela plcbeia crendice da-
    quelle abuso, ora encarando o padie e os primos
    com olhar altivo e de quem vigiava se ousavam
    duvidar e escarnecer do que o senhor da Cerzedello
    eslava narrando.
    O aspecto de Vasco cobrira-se de uma seriedade
    nao se senta mesa de fidalgos.
    Assim dizendo, dirigiu-se a extremidade da me-
    sa, quebrou rom s maos un petlaeo da codea da
    boroa, que eslava sobre a salva de prata, molhou-a
    depois na agua do jarro, e, senlaido-se n'um esca-
    bello a um canto da casa, pot>M a com-la. yD.
    Leonor relanceava-lhe de quaiule em quando um
    olhar de quem se despr. sava daquella humildade
    de ponen, qoe o no osientava dnnte dos criados
    do senhor de Cerzedello.
    Este linha os olhos filos no fn.de, arrazados de
    agua e rutilantes da mais viva expressao de dr.
    Via-se que I). Goncalo estremeca o irmio, e que
    se doiad'aquelles rigores ascetici>s, contra os quaes
    protestara sempre debalde, e e n que hoje nem
    mesmo se atrofia a fallar.
    I'eiii av i silencio sepulcral. O 'rade devora va si-
    lenciosamente a codea de pao que tomara, langan-
    do de quando em quando o olhar rutilante por so-
    bre os convivas. Por lim a idioia levaulou a voz,
    e disse, dirigindo-se a elle :
    Nao sabe. Sr Fr. lx)po; fa lei hoje com Nos-
    sa Senhora do Monte. () Veu visilar-me com o
    menino Jess nos bragos, em OOOipanhia da Senho-
    ra Sanl'Auna e do anjo S. Gabriel. O menino vi-
    nha muito lindo, muito lindinlu... muilo louri-
    nho... Deu-ine um beijo na cara, e disse-me :
    Anglica, os lena rogos forarn otifidm; os jacobi-
    nos que mataran) o Sr. Santo Padre e leu primo o
    Sr. Bernardim Freir, vao ser ei forcados e lanca-
    di.s de Portugal...
    Tia D. Anglica!...bradou seccamente D.
    Leonor-Primo Duarte, faga-a callar.
    Duarte obedeceu maehinalmente. Tomou as
    IUM as maos da idioia, e disse-lhe a meia voz que
    nio conlinuasse. Frei Lopo bra lou ento com voz
    irritada :
    Para que a mandan eallai ? Delxem-n'a di-
    zer. Deus falla s vezes pela bcea dos peqaeni-
    ne's e eleis Idiotas.
    E depois de um momento de pausa continuou :
    Chegiiei hontem do Porto. Vi l o que nun-
    ca pense) de ferem das de vid i. Vi um estran-
    geiro pretender fazer-se rei de orlugal, e vi por-
    luguezes favorecerem ayareienfio do inimigo da
    sua patria, e machinareifr para tirar o sceptro ao
    legitimo rei. Infames Derain per desapossada do
    throno a dynaslia de Itraganga, e rogaram a Soult
    que pedsse ao corso a coma ele Portugal Como
    grav,; que pareca nao querer ouvir. Duarie 83*1 Srmnons f S^K^amo
    medida que Gongalo la narrando, arrepiava ca-! decreta, rouba, e radia como senaor das nonas ra-
    da vez mais as sobrancelhas. gesticulando com ta-' zondas, como tyranuo absoluto das nossas vidas I
    ressa eipranin de hvpocrita eonvieeao e pasmo. Mas a Nnca est prxima; IMis fa-ia foar as
    em quanto ao padre, e^se ,orcera-se, tssira, e de, a ^^om^^lonKn^'soId
    slgnaes de viva impaciencia. Por lim, quando D. dos do corso maldito dario pasta abundante ae>s
    Gongalo findou. fiton-o um momento, e logo as fa-
    ces coloriram-se-lhe com o fervor da indignag.io de
    verdadeiro sacerdote, que v ultrajar a religiao
    diante de si.
    Sr. D. Gongalo, disse ento em voz trmula,
    mas inspirado pela audacia que esforgava os mar-
    tyres a primeira vez que ou<;o narrar semelhan-
    te abuso. Em nome de Deus, intimo V. S. para
    eme nio torne a repetir uma historia que deshonra
    a gloria do Senhor___
    Padre Domingos, atalhou a pn D. Leonor
    em voz imperiosa e cheia de ferocsima soberba
    o seu atrevimento inereeia-lhe o ser expulso do so- mpressionado por elie.
    lar. Pordo-lhe, porm, corita da sua menta igno-
    rancia, e de me lembrar que o seu singue villio
    ; nao pude inspirar maier coriezia. Crea, nio du-
    | vide. Aquillo foi assim. l'm senhor de Cerzedello
    ' nao mente.
    corvos d'esta provincia, de eqjos habitantes elles
    teem feilo correr o sangue em lerrentes.
    i
    Aqu parou ele golpe. Os olho.- ineendiaram se-
    ibo com fulgor sobenatural, ergueu Impetuosamen-
    te obran descarnado para o alio,e,sollando um lira-
    do temeroso, exclamou :
    Ai de vos... ai de vos... ai de vos, rale
    da impiedade ai de vos, que a ira de Deus j est
    aprumada sobre as vossas caliegas.
    Assim dizendo, callou-se, e n ergnlhou o rosto
    entre as mos. Tornou tudo a d.-scahir no profun-
    do silencio de havia pouco. Al-uns minutos de-
    pois, fre Lopo ergueu a eabeca, e corren o olhar
    por cima dos cireum>laules, como que vivamente
    E sabe quem f
    Meu senhor... nao sei... -Mas er em abusoes plebeus, mas insulta
    E' S Torquatoperorou D. Gongalo em voz Deus c"m crendices absurdas troou enio de
    aulorisada, e fulminando os sobrinhos com uma J"n,u da PrU da sala uma voz anea, dura e im-
    olhadella triumphanie. periosa, como devia de ser a do Samuel quando
    S. Torquato Iexclamou o capellao, abrin- Saul u'1 evocar d'eulre as sombras pela voz da
    pytbonisa de Endor.
    Ao mesmo lempo o reposteiro foi corrido rija-
    mente e de golpe, e no Miniar da porta assontou a
    Vasco de Ornellas rccos!ou-se para o espaldar figura mageslosa e rudeineiite arcelica de frei Le-
    da cadeira, sorrindo irnicamente ; e D. Leonor po de Baiao.
    do grandes olhos, c persignando-se.
    Torquato Iexclamou Duarle Pinheiro, sol-
    tando jovialissima gargalhada.
    Deus meu, Deus meu, quar.do lindar a mi
    nha expiaeao rbalbuciou.
    Ergueu-se entao.
    Al na propria casa de m ras paes sou mal-
    dito I exclamou com amargura altiva.
    Dizendo as-in, encamiiihou di tsito a porta da sa-
    hida. A'quellas palavras do ir nio, o ro.-to de D.
    (ongalo cbriu-se de vivi>siuia angustia. AO velo
    endirelar para a porta, sahiu-lhi ao encontr eom
    os bragos ahertos e os olhos ar atados de lagri-
    mas :
    Lopo .. meu irmio... meu querido irmio
    disse 0. Goncalo, quando elle ia a passar por jun-
    to d'elle.
    O frade parou. Os olhos altivos rutilaram pro-
    funda gralidio o amor, e por um momento parece-
    r m hmidos de pranto. Filou por um momento
    D. Gongalo ; depois poz-lhe a mao sobre o hombro,
    e disse tristemente :
    Para que tentas Deus, toimando em amar o
    prescito ? Nio sabes tu a minha historia. Gon-
    galo :
    Apoz estas palavras, tomou-lho a inio, que levou
    aos labios com gralidao. e em seguida continuou
    o sen eaminlis, e sabia pela porta fra.
    VIII
    Matheut Sinuio miando
    Ao ver sabir daquella maneira o irmao, I). Gon-
    galo ficoa alguns momentos com osolhos tristemen-
    te tilos na parta, e ao mesmo leriqio duas grandes
    lagrimu rolaram-lhe pelas faces ahaixo. Era efi-
    ciente que as Oltuias palavras de frei Leqio linbam
    despertado n'elle dolorosa recordagio.
    Depois dirgiu-sc outra vez cadeira principal, e
    todos reloniarain os seus lugares. Seguiu-se por
    mais de cinco mnalos silencio sepulcral. A aimos-
    pbora lgubremente mysteriosa, i|ue espirava da
    figura austera do frade, entenebrecer os espirites
    de todos os que eslavam na sala.
    De repente a idiota levanlou a voz, e. por entre
    aquelle silencio de cemiterio, rompeu a cantar as-
    sim, em tora melanclico e triste :
    O' Virgen] Santa do Monte,
    Senhora de gra valia,
    Accorre em meu auxilio,
    O' Virgem Sania Mara !
    Bem sabis que o villio conde,
    kim traicio e al ivosia,
    Me roubu o s thesouro,
    Uue no mundo eu possuia :
    V. depois uialoii aquelle
    Que tanto bem me queria,
    E viuva e deshonrada
    Me deixou qual nao devia.
    *>' Virgem .*>anta do Monte,
    Senhora de gra valia,
    Nao deixeis impune o tredo,
    O" Virgen Santa Mara !
    Que f o chine apoz elle,
    Que o persiga noute e dia,
    Que Ihe accenda n'alma o inferno,
    Oue nunca tenha aleara;
    Cjue a luz da aurora Ihe inspire
    Medonha melancola
    Que o sobresalte dormindo
    Dos precitos a agonia.
    O' Virgem Santa do Monte,
    Senhora de gria valia,
    Que seqa a vida para elle
    Mil tormentos cada dia :
    Que apoz a morle nao tenha
    Destesolfrer melhoria ;
    Que seja remorso eterno
    D'esta infame villana
    Eterna pena...
    D. Anglica chegou al aqui cem a sua lgubre
    cantiga, recordagio mutilada de nao sei que roman-
    ce popular, que Ihe fra favorito na mocidade. O
    tom melanclico e triste, em que a principiara, fra
    pouco e pouco descahiudo para uma toadilha, que
    psalmeada como que machinaluienie por aquella
    mulher meia douda, e no meio daquelle silencio
    sepulcral, que fra resultado da impressao produ-
    zida pela presenga e pelos modos fnebremente
    descoimnunaes do frade, aceeudia uo espirito um
    certo horror pavoroso, que encadeava toda a ini-
    ciativa, de forma que D. Anglica pode ir at aqui
    sem ser interroinpida.
    Mas ao chegar aos ltimos versos, D. Gongalo fez
    um esforgo supremo, um esforgo como de quem
    lucia com medonho e affliclivo pesadello, e excla-
    mou com agonia dilacerante :
    Mana Anglica !.. mana Anglica !..
    A estas palavras do pae, D. Leonor voltou a si,
    nao dos effeilos da impressao produzda por tudo
    aquillo que li/.-ra socobrarosoutros. mais daalhea-
    da meditago ent que o espirito Ihe revolva em va-
    galhes a irritante recordagio da altivez, cora que
    o tio Ihe tinha esinagado a soberba imperiosa e sa-
    (anica.
    Ta D. Anglica, bradou entao olhe que
    o Sr. frei Lopo j se foi embora. Guarde a sua
    naci para quando elle estiver presente...
    Aqui os olhos d'ella encontraram-se com os de
    Duarle. 1). Leonor viu chispar incendiados os olhos
    do primo. A soberba arachoou-lhe inmediata-
    mente no seio ; mas o amor foi mais forte do que
    a soberba, e a feroz herdeira do senhor de Cerze-
    dello disfargou o azedunie, rom que increpara a
    idiota, e acrescentou com a habitual frieza :
    Parece que depois desta ultima vlagem as
    faculdades nie-ntaes do tio Fr. Lopo esto mais de-
    sarrapadas.
    E como ninguem Ihe glosasse a observagio, con-
    tinuou :
    E" pena que Ihe nao restasse ao menos a cons-
    ciencia de que, n'aquello estado de exaltagao, os
    bufos e as corujas da lorre velha sao a nica com
    panhia, que se nao encommoda com as suas ma-
    ueiras nada cultas e com a simpheidade e pouco
    esmero do seu vestuario.
    Leonor... lilha .. acudiu aqui D. Gon-
    galo em voz supplirante.
    Devana, admira que uma pessoa de bem
    descesse lio baila...
    Se tu souhesses o que sorTre aquelle homem,
    lilha ...
    Nao lia solTrinientos que sejam capazes de
    aba'.er um Baiao de Cerzedello, meu pae replicou
    D. Leonor. E' verdade, continuou com a mesma
    frieza orgulhosa, com que fallara at aqui, que o
    melhor sangue se derrama s vezes as veias, da
    mesma maneira que o melhor vinho se torna s
    vezes vinagre.
    A estas palavras o rosto naturalmente bondoso
    de D. Gongalo de Baiao tiansformeui-se rpida-
    mente, e ii radiou soberba feroz earrogante, egual
    que inspirava habilualnieiile a lilha.
    Leonordisse entao em voz secca e imperio-
    saordeno-le que nao tornes a esipaecer de hoje
    avante que Fr. Lopo de Baiao irmao de leu pae.
    A estas palavras I). Leonor ergueu cora altivez
    os olhos para elle ; mas reconheceu, ao primeiro
    relance, que I). Congalo era, talvez que a primeira
    vez na sua vida, diario de ser pae della. Os olhos
    baixaram-se-lhe lamliem pela primeira vez, ma-
    fros e sobarbos, e sem que a altiva serenidade do
    aspecto se Ihe coinmovesse nem sequr ao de leve.
    Aps este incidente, segniram-se alguns instan-
    tes de profundo silencio, durante o qual D. Gon-
    calo esleve com a cabega reclinada melanclica-
    mente sobre o peito.
    Vamos tomar ar para o terracodisse com a
    natural bonhomia, de novo irradiante das feiges
    l tomaremos o caf.
    Depois, como se j estivesse arrependido da se-
    fWidade cun que tratara D. Leonor, e quizesse
    desfazer a impressao produzda por ella, disse-lbfl
    em tom de altelo extremoso, do altelo com que a
    estremeca, do afferto que o dominan, de que tio
    Instantneamente se deseneadeira ha pouco, tal-
    vez que a primeira vez depois que ella Ihe nasc-
    ra ; disse-lhe, pois, acariciando-a com o olhar e
    com a voz :
    Filha, queres o meu braco ?
    D. Leonor lomou com altivez o brago do pac. e
    os dous descerare de novo ao tornea, acompanha-
    dos por Vasco e por Duarle.
    Quando sahiam pela porla envidracada. vrain
    Pernio de Alpoim a assomar no topo da eseadaria,
    oue do lerrago descia para a quinta.
    O letor, que j o conhece, prev de certo que
    Pernio de Alpoim. apezar da sua pouca edade, era
    ,0 rei Sobrino daquella familia, com quem tinha
    lio chegado parentesco. E era assim. Dotado de
    grande coragem e de grande poiMveraoea, e ao
    mesmo lempo de carcter bondoso, prudente e con-
    ciliador, era elle quem conjuran todas as tempes-
    tades, que a soberba altiva de 11. Leonor, a arro-
    gancia ndomavei de Vasco de Ornellas, a lemeri-
    dade tnvaan de Duarie Pinheiro, e a bonhomia
    irresistente ele D. Gemgalo ele Baiio nio poucas
    vezes Mi-ciiavam. Seguia-se d'aqui O ser Fernn
    de Atuoiffl, senio sempre allendnlo e bem consi-
    derado, |ielo menos geralmeriie bemqniato e esti-
    mado por todos elles, que Ihe querais eom o af-
    feclo instinctivo e bem do fundo dalma, com que
    estimamos aquclles que Sentimos que neis aman
    com dedicagao, v cojo amor, que umitas vezes des-
    eonheceinos na hora da e\allacio, nos paga eslas
    faltas com redoblar de cuidados em nosso favor.
    Alpoim foi, pois, receido como quem era assim
    estimado, e Duarte e elle, ao verem-se pela pri-
    meira vez depois daquella longa ausencia, aparta-
    ram-se mutuamente nos bracos com effusio pro-
    pria de quem passara a infancia junios, e se afi-
    len desde eolio a estremecerern-se.
    () Branda em Cerzedello, lamosa era outros
    lempos pelos mullos romeiros, que a ella concur-
    ran!.
    fConlinuar-se-ha)
    A Irailifo runstitucional em Branca it 178I
    1893.
    II
    (Coninuoro.j
    As ideas que presidiram 'redacco da lei mu-
    nicipal de 1790 lera alguma cousa a entender rom
    a atroz ditadura, de quo se arrogou a comrauna
    insurreccional de 10 de agosto para preparar es
    altentados de setembro? Por que a Franca quiz a
    liberdadc e por que abominaveis ncalos Ibes pre-
    paravam a lyrannia, dever-se lua fazer recahir so-
    i bre as vctimas a condefflnacao reservada aos t\-
    rannos:' Em vez de as doutrinas de 8!) lerem Md i
    funestas a revolugao franceza, da derogagio des-
    I ses principios tuielares qoe tcem emanado, como
    i por mu.' foi fatal, todos seus perigos c tortas suas
    desgraga-, e vamos ver que o cuidado constante de
    todos os poderes reparadores lem sido prevalecer-
    se dess ideas poderosas, ainda mesmo que nao
    tenham lardado a infring-las, tanta forca e autori-
    dade Ihes teem reconhecido.
    De 2 de setembro 9 thermidor, a nagio nao
    teve, segundo Seys, senao um cuidado, o de vi-
    ver. Chafurdada na lama, como linha sido no
    sangue, foi vista sob o directorio, resignada tu-
    do, excepto, todava, a tomar ao serio os apparatos
    governamentaes, que sua inercia deixava repre-
    sentar. Um homem f-la entrar em si triumphan-
    do da corrupgo pela gloria, e o maravilhoso es-
    pectculo da restauraco prompla veiu despertar
    todos os seus notares inslnclos mas, longe de pro-
    voca-la a desapprovae;o das ideas polticas, que
    a Franca linha empenhado sua f na abertura da
    revol ugio, todos os autores do dia 18 brumario,
    todos os que tiveram missao de explcalo naci
    e a Europa, apresentaram esle golpe de estado ro-
    mo a sane-cao irrevogavel das ideas liberaes no in-
    terior, e de esperancas pacificas no exterior. Se
    esta interpretacao nio licou al o fim de aecrdo
    com os faetn, ella assegurou na opimao o succes-
    so moral do acontecimento, cujos instigadores
    principaes pertenciam todos ao grande partido
    constitucional, dizimado pelos cadafalsos do terror
    e pelas proscripgocs d- fructieior. Nenhuma dessas
    personagens, c Sieys, menos que qualquer outro,
    entrevia um sceptro na espada, de que se serviam
    para conquistar a ordem e a paz, deslruindo um
    governo de vclhos jacobinos corrompidos sem ser
    corngidos. O que elles queram, esperavam, e
    acredii.tvam firmemente ter assegurado ao paiz
    prego de uma suspenso momentnea da legalida-
    de, nao era nem a omnipotencia administrativa,
    nem a dictadura militar, mas ura verdadeiro go-
    verno representativo, em que os principios da con-
    stituieao de 91 seriam reduzidos a um mecanis-
    mo combinado com mais arte e previdencia.
    Este pensamenlo expresso em lodos os discur-
    sos pronunciados pelos membros dos dous conse-
    Ihos no seio da commisso legislativa. Foi, pois.
    sem sorpreza, que o paiz ouviu o orgao do novo
    governo consular dizer, apresentando sanego
    nacional a constituicad do anno 8 :
    A consttuicao fundada sobre verdadeiros
    principios do governo representativo. A revolugao
    I franceza assentada nos principios que a teem co-
    mecado ; ella est acabada.
    Estas illuses eram geraes, e explicavam-se por
    i si mesntas. A machina inventada por Seys li-
    nha a vanlagern de diHerir das conslituige's pre-
    I cedeotes, este foi no primeiro mrito aos olhos de
    , um povo cangado de soffrer. at da propria espe-
    ranga.
    Esta obra emanada d'um homem, que tinha
    uma f profunda era sua idea, e que passava
    pelo maior pensador do lempo, deixava esperar re-
    sultados inieiramenle novosdojogo profundamente
    calculado de todos os poderes pblicos.
    Que liavia a admirar em que a Franca se inque-
    tasse,Douco com as formas assigoadas ao edificio
    elevado em conjuncluras tao favoraveis sabr um
    solo juncado de tantos destrogos ? Tena sido dif-
    ficil que ella comprehendesse entao, como nos hoje
    podemos faz-lo, que a constiiuigao do anno 8* nao
    poda deixar de substituir a paralysa febre pela
    muliip icidade de suas attribuigoes.
    Nao era preciso interpellar o paiz nem prever o
    prximo futuro de uma cmara de mudos ligada
    a uma cmara de palradores, nem adevnhar o
    triste eleslino desse senado, ao qual o acto funda-
    mental, armando de direitos polticos formidaveis.
    dolando de vantagens materiaes exhorbitanies.
    ponpava a alternativa de converter-se em orna
    asserabla de conspiradores, ou de criados.
    Siey s, Dannon. Boderer, e outros poderam en-
    ganar-sj.
    Um s homem penetrou provavelmente desde a
    orgem a son reservada ess machina Corona*
    mente conde-niada inercia. Kstranho extrava-
    ganleconcepgao.dimaiiada de um espirito chime-rico,
    entrevio aprimeiro volver dollios, que facilidade
    encontrara sua espada para penetrar o trama no
    qual um volito visionario propunha-se embaracar
    sua lor tuna nascenlc.
    Elle deixou elevar-se com uma impassibildade,
    em que liavia alguin desdem, a famosa pyramide,
    no cume da qual tomou lugar, sem que iiinguem
    pensasse era disputar-lh'o. Logo que Napoleo ap-
    paieceu na scena do mundo oceupou por s s.
    Sua superioridade sobre seus contemporneos nfto
    tarda a tornar-se o escolho do seu genio, porque
    se acha conduzido pelo prestigio que o cerca, atim
    de substituir quasi naturalmente na vontade eat-
    soal de um paiz que nao falla seno pela sua
    palavra, e nao obra pelo seu braco.
    Dous pen-amentos partilham essa mar vi I liosa
    carreii a : um domina o periodo consular at o
    tratado de Lunevlle ; outro, de mais mais acen-
    | tnado, lorna-se o programma do imperio. O pri-
    meiro a aspiracio constante da Franga para essa
    tradigio constitucional, cuja historia interrogamos,
    | para um governo bstanle forte |iara dar a iutcl-
    ligenca sua grande parle, bastante moderado para
    : nunca separar a gloria da justica. O segundo
    o sonho colossal d'um espirito chimerico, acredi-
    tando, (telo habito de elevar tudo em si mesmo,
    ser o centro de todos os direitos, porque o de
    todas as forcas, sorte de vise dantesca, em i|ue
    se iniram vagas reminiscencias romanase feudaes
    assiiciadas perspectiva de ama unidade remota,
    proineitida Europa em premio de suas tongas
    iiumilhacik-s sob uma outra suzerana im|terial,
    systoma mais seducter do que ser io, qere, proce-
    dendo a regenerago dos povos pela imniolagao
    das nacionalidades, fazia do e-slado da guerra a
    base al de nossas instituges, c voltava as costas
    ao futuro affectanda sauda"-lo.
    D'oiiele vem, ijue a nagio. cujets votos nunca nl-
    irapa-saram as gloriosas eslpulagoes de Lunevlle
    e d*Aniiens, que tinha acclamde a paz, tenha
    consentido langar-se sem motivo aluuin, e sem in-
    leresse em uma luta inlerminave-l f
    fioino se enlregou ella sem resistencia ao servigo
    ela idea faia.. da qual teria respeitosamente des-
    viado o impender mesmo no dia segrate d'Aus-
    terlitz e de Wagram, se a Franga tinha achado
    para fallar uma hora daquella* coragem, que ella
    dorante dez annos teve para morrer ? Isto um
    problema de phisiologia como de politica Pde-se
    notar no decurso de nossa historia um desaecrdo
    sensivel entre as pailn e as ideas naeionaes,
    e esta falla de harmona explica talvez melhor que'
    qualquer outra causa os caprichos o as mobilida-
    des da opinio. Ao espirito inlle-xivel de um lgi-
    co a Franga uni o teni|>eraniento d'um soldado.
    Quando o temperamento domina, ella prodigafisa
    seu sangue. porque a fascina com plvora e glo-
    ria; quando a cabega domina o coragia, ella falta
    suas ideas para continalas com uma oustma-
    gao ndomavei. Talvez toda arte de governa-la
    coiisisi.i na medida, rom que convtn eipiiliPrar
    asan dous etemeatOS. Se os diversos poderes que
    saemderara ao primeiro imperio nao se inqueta-
    ram bstanle como tem|eraiiiento nacional, o im-
    perador de seu lado abusn desta forga ponto
    de chegar tomar a geracao de 89pilo instru-
    mento passivo de urna poltica neo-eartoriniaoa
    Nio cemununicando mais cora a nagio senio palo
    exerceo, coheteado |or sua omnipotencia em um
    isolamento, quo nao Ihe foi menos funesto nj inte-
    rior do qoe no exleriir, soube na hora fatal, cin
    que nina (al experiencia nio Ihe poiha mais apro-
    veii.r, que as ideas numa reman em Franca.
    quando mesmo perde-se o seu trago, mas oceu-
    pa sempre com usura o terreno p-rdido.
    Era 1815 o chefe da nagao militar aehou-se de
    noyoem face da naru poltica, que acreditava ter
    aniquilado, e este reino heroico acabou pela amar-
    ga derepgio ele cem di is, que assifuatou a reaccio
    triuinphante do espirito sobre o leiiqierainenio na-
    cional
    Qual baria sido, entretanto, a ver dade. nena-
    da en i Franga, quando ella poz a cora sobre a
    fronte do joven pacificador da Europa ?
    Que Ihe baria ella pedido, conseniindo em con-
    fundir o seu futuro com o de sua na 1 Este pen-
    samenlo foi tio depre>sa desconheciio, deixou tao
    poueo trago nos acontecimenlos, que experimnta-
    le uma irte de sorpreza. achan-io-se de novo a
    expressao precisa e concorde em lodosos docu-
    mentos legislativos, como em lodos os cscriiilos do
    lempo.
    (ConliniKirse-ha.)
    PKKNAMBUCO.- IYP. t>B L F. F. 4 FUJSO
    tmttmUwmmttAtmi


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