Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10317


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Full Text
AMO XL ffMERO 61.
Por tres mezes adiantados 5$O00
Por tres mezes vencidos 6JJUU
Porte ao correio )or tres mezes. 0750
TERCA FEIRA 15 DE MARCO DE 1864.
Por anno adjuntado.....19$00O
Porte ao correio por mn ano) 3J00U

ENG^RREGAUOS DA SUBSClUPgAO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Uanaes da Silva; Araran.
Sr. A! de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Olivera; Maranhao. o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues ; Para, os Srs. Ha&oel Pinheiro & C; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SITISCRIPCAO NO SUL
Alaroas, o Sr. Claudino Fa.rao Dias; Baha, o
Sr. Jos Marlins Al ves; Rio deJaueiro, os Srs. Pe-
reira Martins & Uasparino.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Clinda, Cabo e Esrada todos os dias.
Iguarassu*, Goyanna e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Santo Aiitiio, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru',
Altinho e Garanhuns as tercas foiras.
P.o d'Alho, Nasareth, Limoero, Brejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob,
Boa Vista, Ouncury e Exu' as quartas feiras.
Sennhem, Rio Formoso, Tainandar, Una, Barrei-
ros. Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Ilka de Fernando todas as vezes que para ali sahir
ja vio.
Tolos os estafetas partem ao '/j da.
EPHEMERIDES DO MEZ DE MARCO.
1 Qnarto ming. as 10 h., 81 m. e 44 s. da m.
8 La nova a 1 h., 39 m. e 20 s. da m.
15 Quarto cresc. as 3 h., 47 m. e 32 s. da m.
23 La cheia as 8 h., 27 m. e 3 s. da m.
30 Quarto ming. as 8 h. e 2 s. da t.
PREAMAR DE HOJE.
Priraeira as 9 horas e 18 minutos da manhaa.
Segunda as lt horas e 42 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sal at Alagas a 5 e 25; para o norte at
a Granja a 7e22 decadamez; par; Fernando no
dias 14 dos necea dejan, marc., maio, jal, set. enov.
PARTIDA DOS MNHtrS.
Para o Recife : do Apipucos s 6 '/,, 7, 7 V?, 8 e
8 '/i da irr.; de 01 inda s 8 da m. e 5 da tarde; de
Jaboao as6 da m.; de Bonifica s 8 da m.
Do Recife : para o Apipucos s 3 '/:, 4, Ve, 'A,
5, IVfa 5 A e 6 da tarde; para Olinda s 7da
manhaa e 4 '/i da tarde; para Jahoat; o s 4 da tar-
de ; para Cachang e Varzea s 4 '/, c a tarde: para
Bemfica as 4 da tarde.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal docommercio: segundas e quintas.
Relacao: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quinta 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphos: terca e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao meto
da.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DAS DA SEMANA.
14. Segunda. S. Mathildc r. de Allemanha.
15. Terca. S. Zacharias p.; S. Longuinho soldado.
16. Quara. Ss. Cyriaco e Taciano diac. mm.
17. Quima. S. Patricio b. ap. da Irlanda.
18. Sexta. S. Gabriel arebanjo; S. Narciso are. m.
19. Sabtedn. S. Jo? esposo de N. Senhora.
20. Domingo de Ramos; S. Faustino m.
ASSIGNA-SE
no Recife. em a livraria da praca da Independencia
ns. 0 e 8, dos proprietanos Manoel Fignefroa d*
Paria 4 Fimo.
PARTE GFF1CIAL.
(JOYERSO DA PROVINCIA.
Eipcdi'nlc do da 11 de raarrn de 1861.
Offlrio no Extii. presidente da provincia das
Alago?s.Remetiendo V. Exc. as inclusas car-
tas particulares de diligencia civil, pascadas pelo
juizo dos fcilosda fazenda contra a viuva de Fian
risco tendido de Sampaio e Felppe Nerv da Fon-
seca, residentes nessa provincia, rogo-lne a expe-
dicao do suas ordens, no sentido de serem ellas
cumprulas.
Dito ao Exm. presidente da provincia do Para.
Remetiendo V. be, a inclusa carta predatoria
de diligencia civil, passada pelo juizo dos feitosda
fazenda, contra Jos Ramalho de Souza, residente
nessa provincia; rogo-llie a expedieao de suas or-
dens no sentido de ser ella cumprida.
Dito ao Kxm. presidente da provincia de Malte-
Grosso.Remetiendo V. Exc. a inclusa caria
precatoria de diligencia civil, passada pelo juizo
dos feitos da fazenda, contra Andr Alves da Fon-
seca Jnior, residente nessa provincia ; rogo-lhe a
expedico de suas ordens no sentido de ser ella
"umprida.
Dito ao Kxm. presidente da provincia do Rio
Grande do Norte.Remetiendo V. Exc. a inclu-
sa carta precatoria de diligencia .'ivil, passada pe-
lo juizo dos feitos da (aseada, cortra Manoel Igna-
cio deOliveira Mariins, residente na comarca do
As$m' dessa provincia; rogo-lhe a expedico de
suas orden* no sentido de ser ella cumprida.
DiloaoExm, Sr. Dr. Vrente Alves de Paula
Pessea, : vice-presidente da provincia do Cear.
Joteradn pelo sen offlrio de 3 do crreme de lia-
ver V. lixr. na qualidade de ? rice-presidente,
(ara o que foi Horneado por caria imperial de 6 de
fevere.ro ultimo, assumido a administracao dessa
provincia ; asseguro V. Exc. que serei fiel uo
c.imprmenlo de suas ordens, qor relativas ao
servco publico, qur ao particular de V. Exc.
Dilo ao brigadero commandanle das armas.
Srvase V, txr. de mandar por em liberdade o re-
cruia Severo Jos Francisco Cavalcanti do Olivei-
ra, que provou isenco do recrutamenlo.
Dilo ao me sino.- Queira V. Exc. informar se a
parle do convento de S. Francisco actualmente oc-
c-iipada com i eompanhia de cavallaria, a mes-
ina em que esteve alojada a repartiro das obras
publicas al Janeiro de 1861, tcni como desde
.tundo serve a mesma parle de quarlel da predita
cumpanliia.
Dito ao mesmo.Convin que V. Exc. me in-
forme que auloridade poz sua ilsposicao os re-
cruias Minoel Cosme Damao e Antonio Joaquim
dos Santos, de que Iratam os inclusos papis.
Dilo ao mesmo.Expeca V. S. suas ordens pa-
ra que seja substituida por oulia, a praca Severi-
no Jos Francisco de Oliveira, que veio por deten-
te para-esta capital, do destacamento de guaras-
su*.Communi i.u-s, ao Dr. ebefe de polica.
Dtoao mesmo,Queira V. Exc. interinar acer-
ca do que pede Mara Egipcaca d S. Jos no in-
cluso reqtieriniento.
Dito ao conselheiro presidente da relacao.Quei-
ra V. Bxc. inicrporo seu parecer sobre a materia
do incluso offlcio, que em 11 de fevereiro prximo
Huelo, dirigime o juz municipal do termo do Ou-
rirury, cun referencia a presrripcao allegada por
Libralo Itodovalbo de .Menear.
Dilo aei Dr. efjsfs de pulida. -Aoofllnodo V. S.
n 280 de' 8 do corrente, com referencia ao pro-
cesso instaurado em S. Bunio pelo assassinalo de
Manoel Pereira da Silva, respondo dizendo-lhe que
em concurrencia simultanea do juiz municipal
cr-m o delegado deve este proseguir nos termos do
mesmo pi ocesM en vista do disposto na tereeira
parte do 1 216 do regulameoto n. 120 de 31 de
Janeiro de 1812, c com maioria de razio se o de-
legado foi cono diz, o primeiru a instaurado.
Remelleu-se pe>r copia ao juiz municipal de Gara-
nhuns.
Dilo ao inspector da tbesouraria de fazenda.
Nao havendo inconveniente, mande V. S. pagar
J' -e Pereira de Alcntara do 0' a quaulia de .
105A280, que lem direilo, por hav. i eoNoaado
na cacimba do quarlel do ceirpo de guarnicao um
aiparcllic de urna roldana de ferro.2 baldes forra-
dos e 1 crrenle : feilo o retelliamento do ine.-ui<.
quarlel e pregado urna nova flechadura de broca e
um ferrollio. ni priso destinada ao paixanos re-
cruiados o deudos no quartel do 2- balalhao de n-
fantaria, coino se l da< Ires conlas juntas em du-
lbeata, que para esse Jim me (oran remellidas
pelo director das obras militares, com ollicios de 9
do correte sob ns. 17 e 18.Communirou-se ao
dilector das obras militares.
Dito ao memo. Autoriso v. s. de eooformida-
de com a soa ii formar i de hontem sob n. 127,
dada com referencia da contadoria dessa thesou-
raria, a pagar Jacinlho Jos do Mello, como pede
no reipn rimenio documentado que devolvo, a
quanlia di 225100 proveniente do aluguel. venci-
do desde 8 de otilubro al 31 de dezmibro do anno-
prximo passado, da casa que servio de quarlel
ai: destacamento de 1* linha da villa do Boniio.
Dilo ao mesmo. Transmillo V. S. os inclusos
dccumenios, aliin de monte, m;ende pagar a quanlia de i5360, despen-
dida p'ir Olimpio Theodorn da Silva, com o forne-
cimento de luz para o quartel do destacamento de
* linha d* villa de Barreiros. nos mezes de oiitu-
bro a dezniibru do auno prximo paasado, C uno se
ve dos mencionados documentos, que me remeiieu
o i lete de iiolieia rom ofrieio de hontem sob n.
396. Couimuni'-oii-se ao Dr. chefe de potieia.^
Dito ao mesmo. Tomando em eonseleraco o
que V. S. -X|i7.em sen illieio de 3 do correiile sob
n.t 10, acompan liado de copia nos de outrodo ins-
pe-Mor daalfan lega de-t.i capital, mas tamliem dos
ornamentos do- concertos de que prerisam OS ar-
maaens as. 8 e 9 da mesma alfandega, o autoriso a
ns .u-i.'ir despender sob minlia res|>onsabilidaile,
nos tennoi do | 9* d i ai t. .' do decreto n. 2884.
elo I- de (everefro de 1861, at quaatia de 70.*5,
00 n taes concertos, afim de que sejam elles com-
pletos, o visto nao haver crdito para essa despe-
ga, sagaBeMOOBSta do seu citado ollicio que lica as-
sim respondido.
Dilo ao mesmo. -Com o conledo do ofticio junio
por ciipia do engenheiro Domingos Jos Rodrigues,
datado de 8 do correle, respondo ao que V. s. me
dirigi em 24 de fevereiro ultimo, sol n. !l, rela-
tivameote aoa eoneerios de que necessila a ponte
de descarna da alfandega dest eaiiital.
Dito ao mesma, Expeea V. S, as suas ordens,
para que sejam pagos em os develo lampos, de
eionformidade rom o ofticio |ior copia junto do bri-
gadeira commandanle das armas, as orestac/Sea de
premio di engajimento a que leern direito as pra-
i,i< doeorpo <1: gnarnieao. iadicada> na relacao
que aqu .ijiinlo ai.....i|i,iiili.ola lio olllcio do coll-
mandanle do mesmo norpo, de 9 do correte.
<; iiiiinuiiicou-se ao brigadeiro commandanle elas
armas.
Dito h iasBertor di mnoraria iirovincial.
lesiiiuimio os papis eio ile ii ile fc.vreiro ultimo, sol) n 41, rom que
V. S. impugno i o pagamento que em 21 de Janei-
ro antecedente se mandou bu>r a Rumio d > Reg
Barros, na importancia le ,'IHfiOOO, proveniente do
altiguel vencido desde 17 de novembro lo anno
prximo passado at 17 do rilado mm de Janeiro,
la casa i|ue servio de iiuai tel ao destacamento de
polica da fregancia da Vanea lenta adizer em
rrs|i,i-ta, itos de conforiuidade rom sua informa-
rlo de 9 do crreme ii. 86, mande satisfacer so-
XicfKira [ mrlc,aa1r^',rar q"e a la^ten inleTyeT* m"-esse general fra balido enm grande perda
vndo dd, i P^ormenr i',"0 A* "? desa,lent,ida- Nos federaos, que occupava.n sempre aquella
.nao d.ielo in- losienorinenle o lelegraplwannunciii que o com- praca.
( > mente a quanlia de 20ftOOO em que itnportou o Brasil. Mr. Lavard, respondendo ao nterpellan-
mencionado aluguel. te, declawu que o governo britanni
Informe V. S. que aluguel pagou essa Ihesoura- a mediacao d'el-rei de Portugal, han
sata fres sssstss ^ tzsssz :r:^ ne ssssr c^s^v^t \2srdu Charteton eon,i,,uava sera
g ate que da,a esteve a, a predila reparli- tASSZSSteVZlSSfi KSaigSLS^
gundo me ronsiou de oflteio* do resp'ec.ivo primei- Com tal explicaco erminou aquello incidente la.' a ) n n' rea "ronSfte no se^uine -C o"Z ESXZZ ^.faKi TZS^I -2?,?
ro secretario datado de 10 do corrente, foi nomea- de modo que o parlamento brilannico parece es.ar SbriSc^nUteS^ tratados 17-.Me SSS^!S!iSS^iJS&^. f8b"
do .dBcial maior interino da secretaria da mesma na crenca de que o ministerio Pal.nerMon tem da- 18..2 ; n^conw o^n^rio^Snal ,s ,,, e a o "taramente a disposicao em tro
ass,.mblea o pr.me.ru offlcial Francisco Xavier Car- do passos para una reconc.liaco com o Brasil. 4 sea modfctK ^nmSVXEt guerra'
neo Lins.com a grat,licacSannual de 2004000 A verdade, porm, que o conde Russell nao VM^B^to^^%^^ g
o.mped.mento do actual offlcial ace.tou por emqnaaio dum modo explcito aquella sequcucia que este governo neniste tmrAtcL "
med.aCao ; e o governo imperial tora portante ra- a essa grande questao" na sua poltica de ncelo
perta crditos, anda dentro do corrente exerccio, resol-
lisposicao em que
de proseguir ik
posicao digna em que se esse motivo esi actualmente
poltica
a todo custo, e'por
sac rificando o seu
ene iianto durar
mai jr.
pito ao commandanle superior da guarda naci- *o de evitar quaesquer diligencias que nao este- Deseja evitar umaBuerr;i"''eril
nal do Recite.Expeca V. S. as suas ordens para jam de acrrdo com a posicc ,:---------
que a guarda nacional desta cidade preste guarda collocou.
de honra para acompanhar as procissoes de Enter- o primeiro
ro e Ressurreico que tem de sahir do convento posteriormente
dos religiosos Franciscanos, a primeira no da 25 mglez salvara
do correnie s 6 horas da larde, e a segunda no anda quando tem aqu a opinio publica contra si vaniagem de n inca haver i
r ",'raS da ma?ha- Km, SUCCe,!^U no c,onfIicl anglo-brasile.ro, o ga- Copenhague, oaanto ao seu modo
uno ao director das obras publicas.Concedo a bnete presidido por lord Palmerslon busca susten- questao dos ducados
2^tf?*&o^ZZ. %K^2ttTL*..........:...,...,. J~t**o de" observador, porm. nao con
lo definitivo dos reparo de 31 bracas correntes
de einpedramenio no lugar denom.nado-cngenho
\elbona estrada da Victoria, por Ja se acharem
elles concluidos de conforiuidade com o respectiva
orcanenlo, segundo consta do seu citado offl
cerlo de que nesla uaia recoinmendo ao inspect
da thsourana provincial, que avista do competen- gada s rerlamacoes ingiezas, ea circumsunca
INTERIOR.
O
de
glalerra a
abinete de
apreciar a
Rio ni: Jvmiio.
2o de feTereiro de 1S6.
A cmara dos depulados approvou hontem em
primeiro lugar o parecer da commissao de poderes
sobre a eleco do 3o dslricio da provincia da Ba-
ha, na parle adiada em 23 de dezeinbro passado.
Approvou depois em '
revogadas as disposicoes en
renie, constante da copia inclusa.Igual informa-1 As noticias cominerciaes que nos trouxe a mala emergencia
caop.jdio-se ao juiz municipal de Ipojuca. de Brdeos causaram nesto praca favoravel mpres- Na sua posco neutral a Gra-Rretanha tem
zia^'ffi ceV,Si? d? V*^ da ('* r,A mHanu,en^!> i"*-* a-,t0- c a "V ludo a ganhar) S^S'qM.^oderbSiuTo
,,a ,! J0-_l)eVOVOuaiunl1' reV,^ra da peC"Va d,e uma ^ colheiu- sao "Jicos d'um seu bem-estar material, mesmo quando em co.n-
Sn!d?SS i-freeUL' ^ U;,^r,;"0, rop" da; prospero futuro para as relaeoes commerciaes en- panhia com um poderoso alliado, se viesso a aban-
lista dos, cidadaos qual.licados volamos no corrente; iri os dous pa:zes. donar a sua actual poltica me como di se uare-
anno, que me foi iransmillida rom o seu oilcio de i O ~ > --------------------------- ^~
3 desie mea, aflm deque etunpra o dspostouo _.
so n. i2 de 15 de marco de 1847, devendo tamliem i
a mesma junta remetter a relacao de eiue traa
Irte^ d0 dT"",r de 1861, s I cobraa de 3,3O0:()O0:0:0 que negociou por tem contribuido para aValw Mm oprestio" d'es'ie
ipae s deixdram de -acompanhar a referida co- meio do ultimo emprestimo com a casa Rotschild governo em presenca das grandes potencias.
n'lhf 2? lpraa" J;u,uis acredtei no prximo resultado dessas de-
. uo i""1103 brasileiros de o por -|0 mantem-se rao.istracoes, e nesse sentido informei os leitores
de 9 J-101 ; e os de 4 Ij* por |. a 87. pelo desejo de orintalos quanto ao modc de o?e-
as ac^-oes da estrada de ferro do Recife acham- rar deste governo na questao dos ducados ; e os
7[ c ii ie ?i Bal"a a 16 1|2 ; e as successos posteriores at o presente viera n confir-
uo s. i amo com i|2 de premio. Esse estado de mar aquella minba previsio, que alias era geral-
depreciacaonaquellasduaspriineiraslinhas frreas mente partilbada.
6 principalmente devido recusa do governo im- A revoluejo da Polonia 'contina a encontrar
penal em ampliar a garanta do juro capital que
pa.
Ponaria.Os Srs. agentes da companhia brasi-
leira ee paquetes a vapor, facam transportar por
conta do ministerio da guerra no primeiro vapor
que pascar do norte, 4 caixes com arligos de far-
damenio que o brigadeiro commandanle das ar-
mas lem de remetter para a Baha com deslino ao
continenle que all se acha destacado, perlencen-
te ao 4" batalho de artilharia a p.Communicou-
se ao Ijngadeiro commandanle das armas.
Dita. Os Srs. agentes da companhia brasilera
de p uetes a vapor, mandem dar passagem de
proa jara o Haranho por conta do ministerio da
marinlia no orimeiro vapor que passar do sul ao
soldad) ao balalhao naval Joequim Bernardino dos
Anjos, rftle vai recolherse a corveta nacional Ita-
A'i/ui.-Comiiiunicoii-se ao comtnandante da ca-
iibonluira hajahij.
Dita. O vico-presidente da provincia, leudo em
vista j resullado ao concurso, a que se procedeu
no da 9 do currinte, resolve nomear professora da
segunda cadeira de instrueco elementar da fre-
gue-zia de S. Jos desta cid'ade a Digna de Santo
Rosa.
Dita 0 ice-presidente da provincia, tendo em
vista o resollado do concurso, a que se procedeu
no dia 13 de Janeiro ultimo, resolve nomear pro-
fessora da cadeira de iiistruccao elementar da vil-
la de Iguarass a Francelina Cesanna.
relacao da corte Antonio da Costa Pinto um anno de
renci metilos do seu emprego,
onde Ihe convier.
com a I" discussa) do
nso annual de6004con-
Lumachi da Rocha, va-
uerra Fernando Vieirada
... oflerecidas varias emen-
das, e de um debate em que lomaram parle os Srs.
Marlinbo Campos, Macedo e Saldanha Marinho, fi-
cou a discussao adiada pela hora.
Comecou em ultimo lugar a discussao da pro-
posta do governo flxando a terca naval para o an-
no flnanceiro de 1864 186o. Oraram os Srs. Ne-
nias e Leilao da Cunha. tirando tambem a discus-
sao adiada pela hora.
Por cartas mperiaes de 20 do corrente warn
naluralisados cidadaos brasileiros os subditos portu-
guezes Antonio Colrm de Carvalho e Vasconcellos,
Sevenano Amonio Olaia Vianna e Jos Gaspar Pes-
taa.
Por decreto da mesma dala foi concedida ao ba-
cliarel Francisco gnacio Marcondes Homem de
Mello a exoneracao que pedio do lugar de profes-
SOT das cadeiras de historia antiga e da idade m-
veram submetler considerarlo desla cmara o
seguinte projecto de resolucao, determinando que
a le n. 1,177 de 9 de setembro de 1862, decretada
liara o exerccio de 1863 1864, contine em vi-
gor no exerccio de 1864 1865, era quanto nao
or promulgada a lei de ore-amento este anno fi-
naneeiro.
Acreditam, portanio, as commissoes reunidas,
que a cmara dos Srs. depulados, atronando os
motivos cima expendidos, nao duvidani adoptar
este projecto :
A assembla fetal resolve :
Art. I. A lei n. 1,177 de 9 de seteojbro de
181)2, decretada para o exerccio de 1863 1861.
continuara em vigor no anno Baanceiro de 1864
186$ em quanto nao fr promulgada a lei de or-
namento desse exerccio.
Arl. 2. O governo desde ja autorsado a
pagar as dividas de exerccos (indos liquidado e
os que se liquklarem no corrente e futuro exerei-
cios.
' Arl. 3. Rcam
contraro.
*Sa,a das commissoes, em 21 de fevere.'re de-
I8t>4.C. t. moni. filete A. de Carvalho Ret.
Domingos Antonio Raiol. Saldanha Marinho.
M. Dantas Silreira de Souza. Eduardo de An-
drade Pinto. Martinho A. S. Campos. Silcino
Orralcante d; Albaipieri/ue.Tarares Bastos.Al-
fonso Celso. Pauta Souza.A. Mio da Cunha.
J. Fetwro dos Santos. -C. Maduren-a.Francisco
Carlos de Araiijo Brusque.Lima Duarte.
O Sr. brigadeiro Antonio Manoel de Mello foi
nomeado vogal do conselho supremo militar.
Consta que foi nomeado para exercer interina-
mente o* cargos de procurador da cora e de pro-
motor da justiea, o Sr. conselheiro Lourencp Jos
Ribeiro.
= 27
Hontem nao houve sessao na cmara dos depu-
lados por n.lo se reunir numero legal.
Por caria imperial de 24 do corrente mez foi na-
turalsado eidada brasilciro o subdito portuguez
Francisco Rasleiro.
numerosos amigos ueste paiz; mas o governo bri-
i i!o ful". Hl n Uec'/ desPendou al,n de ..... tannico nao desiste de sua acc.io meramerle diplo-
i,3w.uou:000:, e do pouco trafico que existe n.t matica em relacao Russa. Inlerpellao recen-
iinha rerrea da Baha. teniente cerca'desse assumplo, lord Palmerslon
no mercado de Liverpool o algodao de Pernam- respondeu que o gabinete brilannico jmiis dara
MKO tem sido vendido a 26 d e 27 d. por libra ; o por nullo o tratado de 1815 no tocante Polonia,
Por decretos de 23, 24 o 25 do corrente foram
noineados:
O juiz de direito Manoel da Silva Matea, para
o cargo de chefe de polica da provincia do Pa-
ran.
Amonio de Castro Vleme, tenente-coronel com-
mandanle do 14.- balalhao da guarda nacional da
provincia do Para.
- m'f'J?inhei V S^ueira, capilao qoartel-
dla do interno e exiernato do imperial collegio de ,. d0 ""mando superior do municipio de Pe-
Pedro II. lro.,,,1,*
Por portarla de 22 do corrente foi nomeado o te-
nenie de estado maior defrclssse Aexandre Augus- i
tode Fras Villar para o lugar de director do labora- i
loriodo fogos da provincia de Pernambuco.
Dita. O vice-presidente da provincia, atienden-; a 6 d |>or libra. E couros seceos do Rio de 7 d 9
do ao jue requereu a sociedade Phil'ariista insial- d |wr libra,
lada nesta cidade, e em vista do que dispe o 5o
do arl 29 do decreto n. 271 i de 19 do dezeinbro
de 18(0, resolve nomear para o lugar de director
da tena sociedade a Numa Pompilo.
A^s rans1^2desse arligo tem sido limiladas Kto'JolS feaiESS?! em fe ^ fiS S
na ultima semana, os precos iwrm se tem mantido advogado a causa polaca
as cotacoes cima mencionadas.
Cacao brasileiro fica de 43
jprimeira qualidade de 72 s 80 s
"3 s ; e ordinario de 60 a 68
Brasil 70 s 75 s por tonelada. Assocar oraneo ae em nome ae ui i direito, ao qual falla a saoce-
Pernambuco e da l'arahiba 28 6 d a 32 s d per penal, porque o ministerio Palmerslon-Russell nao [
cwt.; mascavado 22 s d 27 s 6 d per cwt. Assu- se atreve a obrigar pela terca a Russa a cumprir
car branco da Babia 27 s 6 d. 32 s ; dito mascava- os deveres que es.-a potencia despreza Valeria
do s 0 d, 27 s 6 d per cwt. pois, melhor abandonar esse campo de raciocinio,
Ceiuros salgados '
saceos ele 6 d a 7 d
de 4 d 1|2 a 6 d par libra
Expediente do serrelario du governo.
N. 37.Ofticio ao Dr. ManoelBuarque de Macedo,
1" secretario da assembla legislativa provincial.
O Kxm. Sr. vico presidente da provincia,
manda transmitlir V. S. para serem presentes a
assembla legislativa provincial a inclusa discrip-
cao do astado das obras de Gvmnasio Provincial e
acpfe. do orcainento feilo para a sua conclusao.
Fica assim salisfeita em parte a delberaco da
mesma assembla comanle do otlicio que V. S.
me ilirigo em 3 do crreme sob n. 7.
Dilo ao inspector da ihesouraria provincial.S.
Exc. o Sr. vice-presidenle da provincia, manda ac-
cusar a recepeio dos 50 exemplans impressos que
v*. S. remettou com o sen ofiu-io de hontem, soba.
87 do balaneete do 1 semestre do exerccio cor-
rente.Remelleu-se 40 exemplares para a assem-
bla provincial.
Despachos do dia 11 de marro de 1861.
Itiiue)i'inenlus.
Ann Joaquina Francisca. A siipplicante pode
provar a isencao, que allega no prazo marcado no
regula memo do 1" de maio de 1858.
Jos Isidoro dos Santos.Informe o Sr. inspec-
tor da lliesourara provincial.
los Antonio da Costa e S.Informe o Sr. di-
reelor da inslrue'o publica.
Joao Fernandos Jacques.Informe o Sr. com-
mandanle di caiilionlieira Uujuluj.
Joaquim Auieliano do Ca-lro. Satisfar a exi-
gencia constante do parecer fiscal.
Porcina, Africana livre. Indeferido.
Vicente de Maraes Mello Jnior.Informe o Sr.
director geral da taalruCfSo publica.
e que o governo brilannico conseguisse do czar em
e seceos salgados de 4 d 1|2 nome das lesa geraes da humanidade e do direilo
das gentes aojofllo ano a Inglaterra reclami com
feliz resultado cmnome de um direilo que nao tem
Do Brasil chegaram diversos portos da Graa- execuco.
Breanha os seguintes navios : de Macelo Harrier As noticias militares do Shleswig, recebidas aqu
(12) a Liverpool; da Babia Leven (14) Grave- pelo telegrapho, annunciam que as tropas dina-
send ; do Maranbao Dunish Princcss(V) Liver- marquezas, em terca de 40,000 homens ?e manli-
pool; e do Rio-Grande Marragnon (18) Grave- nhatii na ilbad'AI-eui e as tertilieaeoes de Duppell
send.
EXTERIOR.
(lllllllM'OMMMI\S |o ll \
HIO lF- PKK 1UIIIA O.
niMiiiis.
23 de fevereiro dr 186 i.
Foi iqn receida sein sorpresa a noticia que
nos Irouxe a mala francesa da dissoluco do mi-
nisterio ulinda-Abranies, porque se esperara que
esse saecesso livesse lugar logo depois dareuniao
da assembla geral.
Nao foi aqu explicado esse acontecimento pol-
tico como urna conilemnaco da marcha que se-
guir c ministerio Olinda em relacao aos negocios
exteriores, mas sirn como resultado de urna tenga
doracaoque havia caneadnos nrincipaes membros
dessa ulmini-liaeo, desejosos de largar o poeler.
A Imprensa nada disse, por emquanto acerca dos
iiovms 'iiinislros brasileiros, havendo-se limitado a
publicar os seus nomos : claro que, no tocante
poltica exterior dessa nova administracao, as
Mnas desta capital nao poderlo jamis mencionar
nioiiiiieae.'io notavel ; sendo que em relacao ao
conlliel., anulo-I.rasileiro a polilira de quaiquer
ministerio brasileiro boje bem eonheeida na In-
glaterra pela rcenle falla com que Su.i Mageslade
0 Imp.'rador abri a presente sessao da assembla
geral legislativa.
Ha dias Mr. Hunt, membro do parlamento bri-
lannico, interpelloii o ministerio acerca do estado
das relacoes polticas entre a Gra-Bretanha e o
sem que os alijados boovessem investido esse ul-
timo ionio salvo algumas escaramucas que tem lia-
vido lugar com vautagem para os ENaamareraeas.
Enlrelanlo, o marecbal Wrangel invadir a Ju-
tland com um corjio de exercito, talvez com o lim
estratgico de dividir as forjas inimigas oara me-
lhor combat-las: esse expediente, porm, foi pos-
teriormente contra-mandado, de sorte que a u lima
De Inglaterra partiram para diversos portos do
norte es seguintes : de Liverpool .46etm'i (20) para
a Bahia ; de Liverpool Kndfmion (20) para Per-
nambuco ; e de Liverpool William (20) para Per-
nambuco.
Os consolidados inglezes 3 -| ficam a 91 l|4. A
renda franeeza 3 -p a 66 francos 45 c. Fundos
portugueses 3 | 47 i|2 e 48. Ditos do Egypto de hora o exercilo alliadooccup'ava apenas o Shleswig
/ "i" a 103. Russos 5 | a 88 3|4. Sardos 5 "|83 onde se achava defronle de Duppell.
1|4. Italianos 5 | 66 l|2. E chilenos 6 "i- 102. A esquadra dinamarqueza comeeara 0 bloqueio
Sua Magestode a ranha regresson no da 20 do dos porios allemaes, e sso determinara a Austria
corrente de Osborne ao caslello de Windsor, onde a fazer seguir do Adritico uma di visito naval de
leiieiona pormanecer; e o principe e a princesa 12 navios alim de ir proteger no mar de norte a
de t.alies rnegaram esta manhaa esta capital, marinha mercante allema, a quetn a Prussia pres-
proeedeotes de St. Leonard onde passaram algum tari igualmente apoio com a pequea esquadra de
lempo. A princesa de Galles se acha completa- que dispon.
mante resiabelecida, e no dia 10 do prximo mez
assistirTno palacio de Buclaingbain ao baptsado
do seu fllho, que assumio j o titulo de duque de
Coruwall. Essa ceremonia ter all
Na minba ultima annunciam que o exercito di-
namarquez se hava retirado com precipilacao so-
bre Klensbnrg. depois que o principe Carlos da
Prussia passara o Schlei em Arnis. Chegado a
aquello ponto, e vendo anda o conimaiiilaiite em
chefe que se achava sem sulncicnte terca para de-
pela protenea da tender aquella linha, relirou-sc sobre Dnpfiell onde
da Dinamarca e outros priincipes estran- Bbegoo. depois do uma bem ordenada retirada. Em
O arcehispo de Canillara adminisirar o Overselis o exercilo dnamarqnez leve de i'ar bata-
alli lugar com
grande pompa, e se espera que a rainba vira
landres para uma lio grande festividade publica,
que ser demais abrillantada
rainba
geiros.
sacramento do baptismo Sua Alteza real, sendo Iha as tercas austracas, resultando desse encontr
acompaiihado nesse acto pelos Manos de Londres
e de Oxford.
No parlamento brilannico, o ministerio contina
a solfrer viva opposieao por motivo da questao dos
ducados, havendo defendido fracamente a sua po-
ltica a semellianle raspelo. Na sessao de 19 do
crrente lord Palmerslon disse que o gabinete de
Londres bavia offerecido Austria e a Prussia a
garanta da Inglaterra, Russia, Franca e Suecia,
em favor das reclamacoes que os gabinetes de Ber-
ln e Vienna lem contra a Dinamarca ; mas que.
havendo esse expediente sidorejeitado, o Schlewig
fora oecupado pelos exerciios da Austria e Prussia,
desejosos de ganbarem gloria militar a costa de
um pequeo estado !
Mais larde Mr. Lavard arrescentouque o gabine-
te de Londres olTereeera Austria e Prussia um
armisticio prol da Dinamarca, que tambem fora
recusado! E assim que o ministerio Palmerslon
tem falhado cin todas as suas conibinacSes para
proteger a Dinamarca, sem querer todava prestar
a essa valente nagao o apoio material das forras
brflannieas ; e esse resultado Ihe est anda des-
tinado, urna vez que insista ua sua poltica de inac-
cao.
em que ambos os coinbatentes fizeram pro ligios d
valor a vantagem para o exercilo dnamarqnez de
liave,- protegido a sua retirada.
O marecbal Wrangel se acha em frente de Dup-
pell, e o corpo de exercilo do principe! (arlos da
Prussia foi ja destinado para dar assalo a esse
ponto inimigo.
A toda hora espera-se aqu a noticia de-se com-
bate, que ha de ser sanguinolento, pois o exercilo
sitiado tencona defender com coragem- a; impor-
tantes posieoes que oceupa.
Na Allemanha contina o conflicto entre asduas
grandes potencias e os estados secundarios, com
grande risco para a existencia da confede-aeao. A
naviera roiloeou-M a frente desse movimonto con-
tra a Austria e Prussia, o reunida em Wurzbourg
com a Saxonia, Hade, Wurlemberg, Meckleinlnirg
e Hesse Oarmstad, acaba de resolver que bsjbh es-
tados resistirlo as manobras que lendem a manter
o liolstein fra da familia allema, e que para tal
lim essas potencias mobilisaro suas tercas em ra-
so de necessidade! Brevemente sera discutido no
seio da diela orelatorio de Mr. Von Pforton que
favoravel a preleneo do principe de AugOOStem-
burg; e em laes ctrcuinslancias grande o receio
de que prximamente venham a dar-se na Alienta*
lonliam em irrave pe-
Na cmara dos lords foi o conde Russell inter-
pellado acerca da inlerprelaco que o ministerio da j nha'successos polilicos que
ao tratado de 1720, pelo qual a Inglaterra garanti rigo a pal geral da Europa,
Dinamarca a^ nosanssao do Sehelswig. Respon-1 O archiduque Maximilano esperado l revemen-
dendo a lord Sthracheden, o ministro dos estran- le nela capital, onde vem despedir-so da ranha
geiros declarou que o gabinete brilannico havia do por occas.ilo da sua prxima partida pira o Me-
rellectir logo que chegasse o momento de pronuii-1 xico.
ciar-se quelle respeito, oque por agora nao linha Esse estado acha-se qnasi todo parificado, e ha-
lugar, visto como o Sehelswig se achava oecupado vendo proclamado aquello principe por imperador
titulo de garanlia material I Por tal modo es- insta pela apparco de Sua Mageslade Imperial no
quivou se anda lord Russell a pronnnciar-se em sen seto.
favor da Dinamarca contra a Austria c Prussia, Jurez araba de resignar em Ortega, pie t a i-
que boje oceupara aquella provincia dinamarque | bem tem sido repllelo em todos os poul< s do Me-
za rom flns stispeitos
xico: aquello refugiara se em Malamoras.
Depois ilessa discussao, chegou a noticia de qnej As recentes milicias
o marecbal Wrangel diera oceupar a Julland por ciam varios rombales
um cor|ni de exercito prnsstano; e sendo lord Pa
merslon interpellado acerca desse snceesso, res-
pondeu que o governo brilannico condemnava al-
tamente esse expediente, contra o qual ia reclanw.
dos Estados-Unid. S annun-
entre federaes e confede-
raelos.
Longsirei-t atacara c repellira os federaes de-
fronle de Knoxville. havendo estes perdido urna
grande parle de suas numicoes; mas |otetior-
26
Hontem nao houve sessao no senado por falta
de numero legal.
A cmara dos denotados approvou, na sessao
de. hontem, depois de algumas observantes dos Srs.
Carvalho Res o Luiz Felippe, o projecto que ap-
oma a penso annual de (005000, concedida
D. Mara Candida Lumachi da Rocha, viuva do ca-
pilao do mar e guerra Fernando Vieira da Rocha,
bem como varias emendas, fazendo igual merc de
600-5 a D. Maria Bernarda Ferreira de Brilo C-
mara ; de 800 I). Mara Antonia Jourdan Sam-
paio Vianna : de 1:800 reparlidamenle as lilhas do
conselheiro de estado visconde de Albuquerque :
de 5015 tambem r.parlidaniente s irmas do ra-
plau-lencnle Benlo Jos de Carvalho; e a de 6005
viuva e de 2005 a cada uma lilha de almirante
reformado Frederico Marialh.
Approvou depois em 1" discussao o projecto, que
aulorisa o governo a mandar abonar a viuva do
tenenle-general Lasara Jos Goncalves o mete sol-
do que Ihe compete, sem prejoJao da pensao eme
j uercebe dos cofres pblicos.
Continnon em ultimo lugar a i' discussao do
arl. 1" da proposta do governo, que fixa a torca
naval para o anno Bnanceiro de 1864 1865. Ora-
ram os Srs. ministro respectivo e Danlas, flcando
a discussao adiada pela hora.
Nao foi jolgado Objecto de delberaco, depois de
feita a 3* Miara, a proposta do Sr. Barros Brrelo,
oftereeida na sessao de 13 do corrente, para refor-
ma de varios artigas da constiiuieao.
Foi apresentada, e apoiada fior um terco dos
membros prsenles, a seguinie proposla, que, na
conformdade do art. 175 da conslituicao. Dea so-
bre a mesa para ser lela tres vezes, com intervallo
de seis dias entre uma e nutra leilura, para, lindo
este prazo, a cmara deliberar se poder ser ad-
millida a discussao :
Proponho i|iie se reformem os arts. 40, 43.
90, 95 s 1" e 101 s 1' da constitnieao do imperio,
para o que aprsenlo a pro|n>sico que segu
i Art. i. Na prxima legislatura os eleitores
daro aos depulados especial faeuldade para rotor-
marem a constituir do imperio no sentido dos
parayrapaos seguintes:
t l." A cmara dos senadores ou o senado se-
ra electiva o temporaria.
S 2. Os senadores servrao por 8 anuos, re-
novndole o senado por matado de 4 em 4 anuos.
t S 3. A primeira renovaco da melade dos se-
nadores, aetualmenta em exerccio, far-se-ha 4 an-
uos depois da promulgarn desia reforma, e re i
hira n aquellos que forem designados pela sorte.
Se o numero dos senadoras for impar, a pri-
meira renovaco sera da melado do numero par
inmediatamente inferior.
5 l.* Vagando o lugar de algum senador, an-
tes de lindarse o lempo em que este deveria ser-
vir, proreilcr-se-ha nova eleico ; mas o novo
eleilo servir somenle
substituida
5 5." As eieictei sarao teitas votando-se em
cada provincia por uma s lista de tantos nomea
(plantos os dos senadores, que ella tenha de no-
mear.
t S, 6." As nomeacoes dos depulados o senado-
res para a assembla geral legislativa e dos mem-
bros das assemblas provinciaes sero fritas por
eleicoi.'s directas, elogendo a masan dos cidadaos
activos em assemblas parocbiaaans reprasentan-
les da naci e provincias.
- 7." Eiea revocada a djsposicao do S 3" do
arl. 95 da constituieo.
Arl. 2. F.eam revogaiLi& as disposicoes ca
contrario.
Sala da cmara dos amapolados, 25 de ton cai-
ro de 1864./. Felicia dos Sanios.
Foi tambem apresenlalo o seguinie parecer :
A< rommls<9es iK- orcameoto reunidaf, consi-
derando que ISO, Bcoxjma se acha a entrada do
exereieio de iHi\ 1865, que as Aias casas do
parlamento n(> poderam discutir a votar mu pro-
jecto de lei te-occamaMo, desenvolvido e detalhir
do a temo de seeera distribuidos respecjiyas
tropols
Luiz Ignacio da Costa Valle, eapto secretario
geral do dito mimando;
O caiHto Raymundo Jos de Miranda, para
major ajudam; ae ordens do dominando superior
do municipio ca Cachoeira e Monsars, na provin-
cia do Para;
O tenente Jvo Manoel da Cunha Mello, para ca-
nitao anartal m Min ,1o r.-trln rommand_
roram concedidas ao jmz de direilo Sebas-
tio Goncalves da Silva, a exoneracao que pe-
dio do cargo de chefe de polica da provincia do
Paran;
Aet bacnarel Gaspar elo Slvera Martins, a de-
missao que pidio do lugar de juz municipal da
2.a vara do municipio da corte;
Ao tenenle-ajudanie doeorpo de cavallaria n. 14
da guarda nacional do Rio Grande do Sul, passa-
gem no mesmo posto para o corpo n. 23;
A Joaquim de Mello Franco, a demisso que pe-
dio do posto de alfrez da guarda nacional do mu-
nicipio da enra;
Ao capito reformado da guarda nacional do
Piauhy Frederico Jos do Bomlim, melboramenlo
de reforma no posto de major.
Foi promovido o major Epifano Jos de Queiroz
ao posto de teen te-coronel commandanle do 19.
balalhao de infamara da guarda nacional do Rio
Grande do Norte.
Foi creado no municipio de Santo Anto, da pro-
vincia de Pernambuco, um esquadra avulso de
cavallaria da guarda nacional, com a designaco
de 8."
Foi perdoada a Joao Caelano Lei te de Castro a
pena de dous mezes de priso simples e multa
correspondente metade do lempo, que Ihe foi
ioqiosia por sentenca do juiz de direito da 2.* vara
criminal da corte.'
Teve n.erc Joaquim Campos de Andrade, da
serventa vitalicia do oflicio de partidor do termo
do Pirahy, na provincia do Rio de Janeiro.
Por decreto de 24 do corrente, na conformdade
do I. do art. 9. da lei n. 618 de 18 de agosto
de 1852, eoncedeii-se reforma ao cnpitiio do 13.a
bilalho de nfantaria Vicente de Paula Ros de
oliveira, visto solfrer molestia incuravet que o tor-
na incapaz do servico.
Recebemos folhas de S. Paulo al 23 do cor-
rente :
Assumira interinamente o cargo de chefe de po-
lica o Sr. Dr. Olegario Herculanode Aquno e Cas-
tro, juiz de direilo da comarca de Itapetininga.
O Correio Paulislano de 24 publica o seguinte
ofticio dirigido presidencia pelo Sr. I. Wallace
da Gama Cokrane, engenheiro fiscal da estrada
de ferro:
llhn Exm. Sr.Por raeus relatnos ullimos
lem sido V. Exc. interinado de que fra ltima-
mente despedido grande numero de trabalhadores
e interrumpidas varias obras, nao poelendo at
boje deseobrir a conveniencia de taes medidas.
Consla-me agora ter sido tambem despedido o Sr.
Light, que se ai bava encarregado da adiBiiiistracao
geral dos trbateos, o que julgo de mcu dever
coinmunicar im mediatamente V. E\e. por enten-
der que a relirada desle empregado pode trazer
embaraeos e complieaces hilaras.
V. Ese. esi por fnim interinado do deonvot-
vi.nento que lomaram as obras sob a dirercao do
Sr. Light, e bem assim dos melhoramenlos que eiu
geral apparaeeram, devulos | sua eapacidada in~
eoiiiesiavel paia imi tal cargo. Comquauto nao
seja lalvez de mnha competencia interrir ua no-
meaeju e demissao dos eomneadas dos emprei-
leiros, entendo dever referir V. Ese. este passo.
pelo lempo que faltava ao por elles dado |or me, parecer desacertado e pre-
judicial ao progreSM das obras ; possivet que kS->
nh.uii os erapreiteiros motivos |>olerosos que jus
iiliquem siu procedimento o que entretanto eu des-
conheeo. Dos guarde a V. KXC. Santos, 29 de Ja-
neiro "do 1864.
- 28 -
Praatoa hontem Juramento e tomn assento no.
senado o Sr. conselheiro Francisco Xavier Pues
Brrelo.
Foram regeilados, em 1' discussao, a projecto
doSr. Silveira da Motta, prohihindo a propriedade
deeseravos aos estrangeuoa, aos convontos e ao
governo, e a propositan da oulra cmara abrindo
um crdito ele 200:000-5 pira a Obra da montanha
na rapital da Baha.
Passaram em 3" discussao cinco resolugoes rela-
tivas | ueitriculas e exames de estudantes.
(oincon*eutimento da casa, reliraram os Srs.
Silveira da Molla o bario de Muriliha os seos
requsrimentos relativos aposeotacao toreada d ia.'-'istrados.
i lOitrou em discussao o requerimento offerecido
na sessao de 'i do Crrante, e a respailo >ia ques-
tag de matadoiird, c oraram os Sis, Jobim (que


Mario de Pernamlmco Terca Mr i de Marco de I4.
tercecunm novo re.|uerimento) c Ottoni, iranio ; valor do mu Ierras e hrenras nao tobarejam
disc*stoadin HSr. liara > de Murililia, orador da depulaeio cmdir. .--------._.
encarregada de apres-maro voto de gi acairela-. Neatos termos e sem quemisdise mol
roa q.i- a resposto de 11L o ImpeYaar M es- ment soja niister pm provar ti**^*
la: gradeco ao sena lo os seatimentos qn i roa- proviinento Mj^mf^R^*^
Diresu per ininh.i pessoa, o continuo a confiar em tona do banco Rural e H *- irwros Patosa,
sci patritico o .Has irado concurso para a adeptao mente Minia do poder legislativo a pro.m
das medidas que reclamam os ialeresses da taeao
Ambas tsdteeussSe Qearam adiadas pala hora-
luasileira.
Hontem, na cmara dos dcpulados, o Sr. Carva-
Iho Res fundamentou o segunte projocto, que foi
a imprumi :
A assembla geral decreta :
Art I.1 Fioa o governo autorizado a lundar
n na colunia du nacionacs na fronteira de Talwttin-
ga da provincia do Amazonas, o oatra na ilha de
Cairiaua da provincia do Para.
Paragrapo uuico. A Uha de Curiana, per-
-encent a rasa da Misericordia do Para, sentara
.-te lint diisapropna, |>4endo o gamma d-spen-
ler ate 30:000 |>ara a referida dosapiopriac-io.
Ait. 2.- Pica evtinda a colonia de Libidos,
aproveitado o seu pessoaI e material as deas en-
de tuna lei hvpolheearia sufllciento garanta da
propriedade, por ease modo posta ein jogo. com-
prchendendo a mesura le a creaco e regularisa-
oo do crdito territorial, de que ja se nao pode
prescindir, Satteteiendo otas argentes aecessida-
des,prestareis, senbores,um relevantissuno servieo
ao paiz^ .
. llanca Rural e Hypothecano. 8 de janeiro de
IKtii.Giti/heime Pinto ie Mmalk&es, presiden-
lo.II. J. Iladock hibo. Dr. Candido Jos. Car-
iluso.Antonio de Araujo BrayaAntonio Joaquim
Dias Braga. Antonio du Silva Monteiro.
S)
Eutrou lionteni o vapor do guerra dos Batados-
l'nidos Mohican, com dtil do Montevideo ate 20
do corrente.
Flores retirara-so com a sua torca de diaote da-
dinho, Horacio Belfort Ruarte, Torquato Joaquim I Foi removido o juiz mutiiripal e de orphaos ba-
da Costa Jnnior, Francisco Urbano Silva Jnior, I charel Innocencia Ptafteiru Corra, do tormo de
Sua Magestade o [inperador, aconipauhado dos Severo Jos de Souza Lima, llenriquo Carlos Ri- Drganos para os reunidos de Santariu e Franca,
seus semanarios e dos Srs. bario de Tamandar,
general Cabial, inspector do arsenal de marinha e
chefti i merino do 1" districto naval, embarcou na-
quelle arsenal boutein as 9 horas da manha e vi-
si luu as fortalezas de Santa Cruz, S. Joio, Gragoa-
l e linas das Cabras, regresando ao arsenal as 2 Freir de Camino, Gaspar Pinto Froes de Azevedo
e meia horas da tarde, quando retirou-se. Arsenio Jos Ferreira Jnior" Alfredo Fernandos da
_ i Gasta, Leonardo Augusto da ICosta Valladares,
A cmara dos deputados elegeu hontem para Francisco Augusto de Simas, Joo Jos Das de Fa-
membros da mesa que lem de funecionar no cor- ria, Alfredo Vctor Thompson e Joo Alvos Perret-
renle mez os mesinos dos do mez passado. '' ''a Rocha.
beiro Lisboa, Athanagilde Barata Ribeiro, Joao Jos'. todos na provincia do Para.
Fernandes da Cunha, Ildefonso Felippe de Souza, j Forain concedidas :
Francisco Calheiros da (rara, Thoinaz Zamitli, Jos Ao bacharel Francisco de Paula Ferreira e Cos- |l0e l} 'mDer0i coni
Leoncio da Silva Rosa, Jos Ferreira Gondolplio, | ta, a demissao ipie pedio do lugar de juiz munici- reuut>lr' do Paraguay
Alfredo Pereira do Araujo Neves, Antonio Carlos pal e di- orphaos do termo do Bom-m, na provin- j ripiados act
cia de Minas-Genes;
Ao ba el i
sao que p
ino da Pulid
A Luis I
I.' Copias dos uabalhos das comini.-.-dcs par-
tnguezas e despatilllas demarcadoras dos limites
ein execuoo dos tratados celebrados pelasduas
coras, a 13 de fevereiro de 1830 e ti de outubro
de 1777, sement as partes relativas s fronieiras
a eonfederaco argentina e
icios ou notas diplomticas do
Occupou-se em seguida com a primeira dtaens- Paisanos : Frederico de Castro Menezes, Fran- da capital da provincia de S.Paulo, passagem como
..o u.o,iuid aquella republi
.nano I iiteucourt, major W>daiMde ,;ros#0 e lHim das respostas dadas pelo go-
ordens do cominando superior d i guarda nacional
verno brasileiro a respeito.
sao do projecto que"autorisa o governe a mandar cisco Caeiro de Campos, Henrique l'mheiro bue
admittir no quadro da primeira classe do exereito des, .los lenlo Tbomaz Concalves, Augusto Para-
o major reformado Luiz Xavier Torres. Depoisde nhosda Silva Velloso, Maxuniano Pereira Monlei-
algumas eonsiaerao3ei do Sr. Lapas Nato, foi ofTe- re, Jos Carlos de Carola* Filho, Antonio Augns-
recidojelo mesmo senhor um requerimento de to Nabuea Cablas. Antonio du Bafea Rilieiroe Souza
adiamento. cuja discussao eou adiada pela hora
Approvou depois lodos os artigOS da propOSta do
governo fixando a forca naval para o anno linan-
ceiro de 18l 18o:i.'
Entrando ein discussao os arligos additivos
mesina proposta, o Sr. C. Madurara fundamentou
Jnior, Aristides Arminio de Azevedo Albuquer-
que, Joao Olympio Telles de Menaasa, Romualdo
Caetano Vallasques, Eduardo de Barros Cunda,
Francisco Fiaviano de Canlalice c Joao Kahl J-
nior.
rBwcim.s I presidente ; sendo coforados ambos estes, fcil | continuando a discussao dos arga
T .1 umeS d i" aTannlu e Delicia eabir o poder as naos daquelle partido, no caso, tomaran, pane nella .,s_Srs. F^uairedo, totoMu-
de Pcrnambuco, na pri- nao impossivel, de resignar Aguirre.
destacada na provincia
ineira quinzena do mez de agosle de 18C-I. nspeci-
Seandci-se as difieren tes localidades onde esli' erain,
e se foram eonimandadas por fliciaes, e qi.aes os
aowes e patentes de ses
G numero de guardas nacionaes dsstaca-
localidades em que servir e por quem roiunan-
lados.
3* Oumtos delegados e subdelegados militares
xistiam eiitio na provincia, quaes seus noines e
jlenles.
i.* Duses as locainlades a que foi mandado o
hele de policia, aflu le assislir as eleicoes paro-
afetaas 4o 9 de agosto ullimo, a pretexto de maular
a ordeui.
i8l>i.-.*. da Cmt'i tinto Silva.
O Sr. Bezerra Civahanti, fundanuntou igual-
mente o egutuie requer roenlo, que tambenilicou
adiado pw pedir a palavra o Sr. Moreira Braudo:
ilequeiro que se pega |>or copia ao govorno a
resjxwU que deu o presidente da provincia do Rio
Grande do .Norte, acerca de urna represontacao
que S. M. o Imperador enderecou
jroviiicial daquella provincia jwr occasiao de liaver
ido cercado o paco da mesiua assembla i ara ser
prese um de seus membros.D. Canilruni.
Continuou em ultimo lugar a discussao do re-
querimento du Sr. Ferreira da Veiga. pedindo que
pelo ministerio da justica se pega iufonnaeoes ao
governo sobre os [rocossos que se formaiain ton-
ara o juiz de (tireito da comarca do Paran. Dr.
Maiioel Jas Pinto de Vasconcellos, commaadante
superior Joio (Juintino Teixeira e outros, na cilia-
do de liberaba, bein como nfurmaces iioure as
providencias que lomou ou pretende tomar o :o
verno sobre urna representacao dirigida poralguns
cidados residentes na cidade da Campanhi. enasta
O Dr. juiz de direHO la comarca do Rio-Verde,
Joaquim de Azevedo Monteiro. Oraram os Srs.
Rebello e Cesar, licandu a discussao adiada pela
hora.
Por portara de 27 do corrente foram nomea-
dos : Joaquim SiWerto Monteiro l.eite, para agen-
te do correio de Ardas, na provincia de S. Paulo,
por demisso dada a Pedro Bordini da Cmara ;
Joao de Deus Pereira Vidgal, para agente do de
Santa Mana Magdalena, na provincia do Rio de Ja-
neiro, por demissao de Eduardo de Paula Ferreira;
."-se no Minas-Gcraes de 2o do passado :
Marron-se a terecira dnminga de abril proxi-
para fazerem-se as eleicoes de eleitores espe-
nas parochias da Caipanha Horrinhos, da
a, S. Jos do Chopot, da Piranga. villa do
atrocinio e Santo Antonio do Aventureiro, do Mar
.'spanha. no torea sido annulladas |elo sena-
s que tveram lugar em 13 de setembio do an-
sado.
Foi preso em Rajla, o reo Joio Lu
to e Silva Pereira, Heando a discussao encerrada, | por una escolla de poHtTaai conimanc
depoisde serotTerecido pelo ultimo destes senbores feres Pe.lro Alcntara Feu de Carvalho
"I." Copia de toda a correspondencia diplom-
tica havida entre o governo imperial e o da Con-
'ederacao Argentina desde que este se negou a
tratados de lmites c ex-
aran em 1817, nica-
que for concernente ao$ mesnios tra-
tados.
4." Finalmente, copias do relatorio e de todos
es irabalhos execulados pela commissao explorado-
ra do Alio Uruguay na provincia do Ro Grande
I do Sul, que foram concluidos o anno prximo fln-
aggregado para o 1" natalicio de reserva dainesina
guarda;
Ao major reformad., da guarda nacional da pro- Stnu McEeSS* dS"l
vmcia do Rio de Janeiro Joao Carlos \elho da Val- miiil..l0 celebrados no Ps
ga melhoramento de reforma no posto de tenente- ,,;, 0 e fur conm
coronel.
Fot designado o captao Antonio Martins Vlau-
na para servir o lugar de major do batalhao de in-
famara n. 13 da guarda nacional da provincia do
Piauhy.
Tveram Mre de servenlia vitalicia : do, inclusive as instruccoes que expedio o governo
Thome Jos de CaraAa, d^^2^*?_P*Tiad "ll|"rial mesma commissao, nao s quando a
e distribuidor do termo do Cabo, na provincia de
Pernambuco ;
Benedicto Xavier Teixeira, dos offlcios de parti-
dor e contador do juizo municipal e de orphaos do
termo de S. Sebastiao, na provincia de S. Paulo.
Por decretos de 1 e 2 do corrente foram nomea-
dos:
Ministros do supremo tribunal de justiea. os des
,uiz de Souza embargadores Joao Joaquim da Silva, Francisco de ..., ,' .1 *
lada pelo al- Paula tlerqueira Leile, Manoel Rodrigues Villares, ri,nlin "'",, ,','
,o. Ao exe- Joaquim V.e.ra da Silva e juza e Eusebio de V?'- """" ,!mt"',' "
e Joao Henrique de Almeida, para ajudaate do da Idos os documentos concernenles a eteicao
Icatii, na provincia do Maranbo, por exoneradlo darla do collegio de Tea, pertemento a pr
de Manoel Domnenos de Azevedo. do Amazonas, assim como a eleicao primar
_______ Treguezias qiin comuGe o mesmo colleio, vi
favores a estas concedidos, menos a do premio pe-
enniario.
Foi offerecdo o seguinbf parecer :
t A commissao de poderes, tendo examinado lo-
eleicao secun-
provincia
ira das
.. guezias quocompeo mesmo coiiemo, visto que
Da ordem do da n. SM, publicada ante-non- esla cmara julgra acertado adiar a tai respeito o
lem pela reparticao do aldante general, consta o seu juizo, vem expor o que exanunou.
SCgolnte- O collepo de Teff compoe-se de. quatro_ fre-
" "Soina-rs Do Exm. Sr. brgadeiro eonselhciro guezias, TelT com 11 eleitores, Al vellos coiii o, S.
Antonio Manoel de Mello, para vogal do conseiho Paulo de Olivenca com 5, e Fonte-Boa com S.
supremo militar.Decreto de 21 do rente mez.; A commissao nada encontrn que possa inva-
Dos Srs. : tenente-coronel do corpo de engenhei-.Hdar a eleicao primaria de Fonte-Boa, onde o pro-
ros Jacintho Vieira do Couto Soares, para l aju-, cesso eleitoral corren regularmente ate coucluir-sa.
dante da escola central-, tenente de estado-maior | Sao assim quanto as tres outras rreguuias,
da 1" elaaM Hanoel Feliciano Pereira le r.arvalho, pelas razoes que passa a expor.
. para ajudante da mesma escola, junto a pessoa do: Tendo sido tao pleiteada a eleicao na pro\ n-
issvnliiea iesi.eciivo director ; esle i>or portara e aquello por ca do Amazonas, e de notar que, teudo-se proci.i-
decreto de 20 do corrente mez, na conforinidade do mado vencedores no Solimoes os que eram patro-
reculameiito approvado polo decreto n. 3,083 de ornados pelas autoridades, apenas fossem reinelti-
28 de abril do auno prximo passado. I das a esta cmara as actas da formacao da mesa e
Drs om meilicina Dormevil Jos dos Santos Ma- da terceira chamada e apuragao de Avellos e i-
litado, Joao Jos de Ccrqueira Lima e Carlos Jos Paulo, e sement da terceira chamada e apuracao
de Souza Nobre, para segundos clrurgioes do cor-1 de Teffe.
po Ai sade do exercilo: aquelles por decretos de \ Entre tanto estas mesmas acs pro\am,_ ou
20 do corrente mez, e este por decreto de 17 do que nao hoiive eleicao, ou que laes actas nao sao a
mesmo mez, e na conformidade do arl. 136 dore- expressaodella. .
gulamenlo de 7 de marco de 1857. N freguezia de Teffe presidio i eleicao o juiz
Transferencias. Dos Sra. tenentes Joaquim de paz que eslava no exercicio de juiz municipal,
Francisco Moreira, do J* para o V- regiment dooa-: e da acta consta qne volaram 227 votantes pillan-
vallara lgeira, e Joaquim Jos.' Itaplista, doste para, do apenas 67, o que perfaz o numero de 2fli qua-
aouelle rejimento, como requereram. blieados. Mas evidente que, dando esta tre-
Alferes Firmino Jos Espinla, do 12" batalhao guezia II eleitores, nao pode ler smente 291 qua-
m, i ii i___ *-- n 1.. ., I < I i lli'i'i >L
de responder a couselho di guerra. ra para a relacao do Rio de Janeiro;
3- lippe Monteiro, Joao Jos de Almeida Couto, Theo-
Hontem nao houve sessao no senado por falta piulo Ribeiro de Rezende e Antonio Ladislao de
de numero legal. rigueireda Rocha, para a da Baha ; Antonio de
Barros Vasconcellos, para a de Pernambuco ; Joao
A cmara dos deputados approvou hontem, sem Baplista Goncalves Campee, para a do Maranho
debate, ein todas as suas ixmclusoes. o parecer da Presidentes das relacoes : do Rio de Janeiro, o
commissao de poderes sobre a eleicao secundaria desembargador Mauoel de Jess Valdetaro; da lia-
do collegio de TelT, peruncente provincia do hia, o desembargador Joao Antonio de Vaseoncel-
Amazonas, assim como a primara das freguezias ; los ; do Maranhao, o desembargador Aulonio Joa-
que coin|Kem o mesmo collegio. .|uini de Albuquerque o Mello
Approvou tamliem, depois de algumas observa-
creou, como posteriormente, alterando de qualquer
modo aquellas.
Continuou em seguida a 1" discussao tfo projecto
que autorisa o governo a conceder ao padre Jan-
rard o terreno que fr necessario para a ediliracao
de um temido cathoboo. Orou o Sr. Junquera.
Conlinuou lambem a 1" discussao do projecto
determmando qne a lei n. 1,177 de 9 de wtembro
para o exercicio de 1863 1861
no anno flnancerode 1861
186o, emquanto nao for promulgada a le de orea
I monto desse exe.ccio. Oraram os Srs. Urbano e
i tiiirtni *ai* ,:rvalho. Ambas as disenssoes foram ada-
d*eaSSidM^hta* ____
Manoel Fe-
S. M. o Imperador risita* hontem o intrnalo do-
imperial coiiecjn de Pedro II, onde se demorou
desde as 10 1/2 horas da manbaa at a 1 3/1 da
tarde, percorrendo todas as anlas c divises do es-
tabelecimento.
Por decreto de 2 do corrente foram promovidos
para o corpo de estado-maior general:
| Para marechaes de campo: os brigadeiros Joo
Propicio Menna Brrelo o Antonio Joaquim de
1 Souza ;
.~"- l,"*1'd,M"e, o '"."""J' to t* *2*f PM brigJdeiros: o coronel do corpo de enge-
eSes dos brs. haldanha Ma-.nho, Saraiva e Lope, desembargador JeaO Lapes da Silva Couto; aeai,, nhpin)S Jos, da Tfc^ Soares de ^^ fQ ^
Netto, o requerimento de .dumento, ollerecido na o desembargador Manoel Eliziano ue t^asiro sie-1
sessao antecedente pelo ultimo destes senbores,
nezes
Joao Evangelista de'.
ronel do corpo de estado-maior de 1* classe Alejan-
dre Manoel Albino de Carvalho.
Por decretos da mesma data foi exonerado o te-
propoudo que fosse ouvido o governo a respeito da Adjunto, o desembargador
preteneao do major reformado Luiz Xavier Torres. Xegreiros Sayao Lobato; neme-coronel do corpo de engenbeiros Luiz Jos
Rejeiiou depois o projecto que faz extensiva a residente do tribunal do com me re.o da Bal a Momeiro d6 dedireclor lo arsenal de guerra
Jos da Costa Dourado a d.spos.cao do art I-do o desembargador Innocencio Marques doi Araujo, da jnm ^pPrn!lin,)nco, e nomeado parasubs-
gi.sto de 18JI, tendo lerto Ooe_s; adjunto.o desembargador Antonio Ladislao tJtuJ_|o Q m do co ^tesaio Jos Ha-
decreto n. 22 de 30 de ag
algumas observaeoes os Srs. Godoy e Tavares de Figuelredo Rocha ,
Bastos. Cfeefe de polica da provincia do Lear, o juiz de
Approvou em seguida os artigos ad dtivos pro- direiio Antonio Joaquim Buarqne de Xazareth;
posta do go ve ru que Gxa a forca naval para o Tenente coronel coininandante do batalhao di
anno financeiro de 1861 a I86V
Silva Pereira ollerecido na ulti
Continuando a segunda discussao do projecto formado Alexandre Alvos Casia
que augmenta as alirbui. oes dos presidentes de
major do menio corpo l
sitio Pirrl.
(]oncedeu-se reforma com o respectivo sol.io por
inteiro ao clanm-mr do corpo de cavallaria de
a forca naval para o Tenente coronel commandante do IlaUjhao ? Matio-Grosso Joao Crispim, visto contar mate da
6... amis o .do Sr. .nfanUria n. 39 da guarda nacional do municiio de servieo a iclr-sa impossibiliado de
tima sessao. de Uxias, na provincia do Maranhao, o capilao re- nc||e con|jnu(r "
de infantaria para o batalhao do de|iosto,o Jos Joa-
quim Alves, deste para aquello batalhao, como re-
quereram.
ideados.
Na freguezia de S. Paulo de Olivenca diz a ac-
ta que votaram 61 volantes sem faltar um so ; mas
Leu-so hontem na .-amara dos deputados e no
senado a soguinle representacao dirigida pela d-
recl'H'ia do banco Rural e Hypofbecario ao corpo
legislativo:
Augustos e dignissimos senbores representan-
tes da nacao.
A directora do banco Rural e Hypolneca io
do Rio de Janeiro, eoutiaudo em vosso pan iolisino.
c cerla de que em vos encontrara aivlhim 'iiio de-
vido uaiUu leuda a estonder e consolidar o rredito
pufelfax, e ao nesino lempo proporcionar o lesen-
voIvimchIo e pros| eridade da lavouta, foule amis
positiva e real da fortunado paiz, nao dtala apre-
seutar-se antes > tando do poder legislativo medidas iudispensaveis
roeiaiiMil.i -. e que j n:".o podeni, sem om .ratarlis-
ma linanceiro. ser retardadas, leodautos a eoiisoli-
dacao do crdito a pioteeeao aos nossos agricul-
tores.
Estas medidas se cireumsrrevempronmlgacao
de una le h\ poib-eai ia. que nao temos, ac.Kiipa-
nliada indispensavclnitiiie de ouira que eslabeleca,
to territorial bi'iii regulado.
A materia byiKMheraria. sem contetacao, a
mais impoilantee.|ue oais allcnoao .leve merecer
dol.gis ador, que sabiamente lem de pro\er sobre
as garantas com as quaes deve a vida civil ser
resguardada.
t Desde que se considera que a hypotueea que
conserva s familias sen patrimuuios, qui protege
a lortuna daqu-JIes cuja i.lude ou capacidad.' mo-
ni nao permiti urna luspcccao activa sobre seus
interesses, que mantm edesenvolve o crdito par-
ticular, que Ifevoreee a acquisicao de capilaes es-
tnui}reiros, qne proporciona, com o inds|ieiisavei
numerario, soccorro agricultura, e as especula
roes civis, e que om liu., como a mais poderosa
alavanoa, da niovimenlo as outras transai-oes, |or
isso mesmo que as crea de mais solidas garau-
tias; no pode deisar i hypotbeca de merecer a
mais seria alieneao dos altos poderes, a quem
4a 4o paiz.
E desde que consolidado o crdito se deve,
como corollario, curar da ereacao e prolecco
nMitiiKoo- que mais directamente possam aog-
(eatar a datMBairof a nqoeza pahfeca n bem es-
lar pani(-uUr, a necessidade da creaco regulada
4e crdito territorial tao palpiunte qianto nelle
cultura do slo, origem a mais posiiva da itejUCill
Nenhunia oulia insl luicao de crclilo. MlperiOT
ou mesmo igual a esla; ao contrario todas as ou-
tras Ih.s sao subordinadas, porquanto, nenbnm de
seus elementos constituihos deixa do estar ads-
trieto a ierra como base e principio de lodo pro-
ducto.
Entretanto, a le hypothecaria. a crea, ao regu-
lar do crdito ternluriai, necesidades ndelinaveis,
ecessdadi*, cujo provmenlo nao pode -er ja de-
morado, nao lem at o presento sido aliendt-
AasJ
t Osacontecimentos polticos, as agilacres a ellcs
inherenies, as preoenpaeoes neessanles do poder,
e sobretodo a instabilidade dos ministros, iostabili-
^adu que prodtiz a immebilidade das colisas, per-
manencia dos erros, e ausencia de remedio salutar
aos males que aflligem o imjieriti, teem sido, sem
Juvida, a causa d nao se tor aluda prvido na-
cessidados palpitantes como e-las, para ai quaes a
directora do banco Rural e Hy|>otlieeario respeito-
anienle reclama a vasta atlencao.
A' nona lavonra, ou fallecem absoljtamente
os recursos, ou sao estes orondamente negativos
{Hirqnanto o numerario que os agricultores podem
bavur para seus mais indispensav. is m stores,
por tal preco mi taes eondicoes, que, longe de
.Ihes dar pros|mridade, os aniquila.
< As dispoefedos dispersas, sem systema e sera
mrito, que regnlun actoalmeate & lypaaUeca, nio
sao s im|M>rfi'itas e incompletas, sao nuU.u~ Jiante
4a necessidade que as reclama.
O registro que de atgum modo garanta sus
hypotheoas imperfeitas, nao allingio anda aotim
4a ereacao; e isto jiorqne, em origcm, as lela que
regulara esti materia, sao defeituosas a ponto de
se tornaren) sem proveitq.
t Dar ao que procura ditieiro toda a profealiili-
4ade, se\io seguranza de iiav-lo, c igialmeuie
garanta que o resguarde das citadas de qnem eiu-
presia: dar ao mesmo tem|>o eguranca e garanta
ao capitalista que por tal modo concurre para sal-
var as necfissidtdes do que precisa de di ilieiro,
piestSc.
Actualmente, e gianto o creder munit o de sua
esorjutura de iiypotiMea, Julga bem garaol do o seu
capital, nao esta inuiu* vezes senioom nina triste
illusio, por^uanio, (o os exemplos so frsqueates
clendeai ereaeerlj lojso que pretende fazer of-
feclivo o eu direto, e trata do reemto'sar o di-
nheiro cmoretuujo, appareeam-lne. ou tatos im-
|m>VMaa>se eniorti munidos de ltalos que cons-
litm ni privilegio, i lias autori-ado pela le eommer-
etal, e os exeluem deixaadoaa na decepeo de
verem imprestavel a hypotheea que os havia ani-
mado transaccao.
t)ra, sondo a hynotlieca como que a mais soli-
da base do desenvolv metilo e oslabUidade do ere-
dito, falseada ella, falseado toso (aclo Oca o
crdito.
_0 mal que disto resulta nao necessita domons-
tracao; esta como que palpavelmente ao alcance
de todos.
O mal que disto resulta vai anda mais directa-
monto erir de mort'3 ao agricultor, que com o
Atieres Manoel Rodrigues Chaves, do 6- batalhao evdeniej|ueumaqualilicacaode61 votantes nao
de infamara para o 12- da mesma arma, c Jos pode dar 5 eleitores.
Jernimo da Costa, leste para aqnelle batalhao,; Na freguezia de Alvellos da-se a mesma cir-
conio requereram icumstancia de nao constar ijue um so votante tai-
Alferes Cosme Ribeiro de Carvalho, do corpo da latee, tendo alias comparecido volantes em numero
guartiicao da provincia de Minas-Geraes para o 12 incompleto para eleger o eleitores.
batalhao de infamara, e Miguel Antonio Duarte, Pelo que respeita eleicao secundaria, acha-
deste batalhao para aquello corpo, como requere- so provado com valiosos documentos que, alem do
ram vicio insanavel da eleicao primaria das freguezias
1- cadete 2o argento do 1" batalhao de infanta- de que se compite, aceraste que se commaBcaa a
ra Valeriano Goncalves Meirelles, para um dos fraude de ser annuuciado o resultado o depois alte-
corpos osiacionados na provincia do Rio Grande
do Sul, como requereu.
1" cadete do corpo de guarnioao da Parahvba
lira/. Ferreira de Franca Velloso; para o 1 bata-
lhao de infamara, ao qual est addido. como re-
quereu.
Cabo de esquadra do i- regiment de cavallaria
ligeh-a Jos; Mara de Figueiredo, para o 7 baia-
Ihao de inl'anlaria.
Dos soldados do 1" batalhao de infamara : Be-
nedicto Pereira de Bino, para o 3" batalhao da
mesma arma, e Justo Delinques Das, para o 3" ba-
talhao de ulilhara a i..
italhai
rado ao escrever a acta, tirando so votos a dous
candidatos para augmentalos em outros dous.
A' vista do exposto a commissao de parecer.
1." Que se approve a eleicao primaria da fre-
guezia de Fonte-Boa :
c 2. Que se annuilcm as elei^Ses das freguezias
de Telf, S. Paulo de Olivenca e Alvellos.
Que se annulle a eleicao secundaria do colle-
gio de TefK;
Io Que se mande responsabilizar os material
do collegio eleitoral de Telf pela fraude por ellos
commeiida ;
3." Que se mande proceder a novas eleicoes
Dos soldados do batalhao de engenbeiros, JoSo as fregufzias d* Teir, S. Paulo de Olivenca e Al-
Marhns, para um dos coritos eslacouados na pro- vellos.
rincia da Baha, e Jof.o N.-pomuceno PalciO, para1 Sala das commissoes, 1" de marco de IB6V-
o corpo de guarnicao do Maranhao. Joaquim Saldanha Mariulio.Antonio Vicente do
Do soldado do I- batalhao de infantaria, Joaquim Nascimento Feitosa.
Severiano leite, para o asvlo de invlidos da corte. --------
l.ieenrrts amerada*.Aos Srs. 2" cirurgiao do Por cartas imperiaes de 27 do mez passado fo-
eorpo de sade Dr. Fidencio Pedroso Brrelo de rain Borneados graocruzes da ordem da Rosa os
Albuquerque, para tomar assenta na assembla le- Srs. ronselheiros Joaquim Thomaz Lobo d'Avila,
gislativa da provincia do Rio Grande do Sul.Avi- ministro o seorelario de estado dos negocios da to-
so de 17 do corrente mez. zenda, e Jos de Vasconcellos e Souza, enviado e.x-
Tenente do corpo de e.-tado-maor de I" classe iraordinano e ministro pleoipoteaciario nesta cr-
Ciiioido Jos < olho de Moura, dous mozos com le, e commendador da mesma ordem Emilio Achil-
soldo simples, para r a provincia de Minas-Geraes. los Monte-verde, ofllcal-maior e secretorio geral do
Ein 21 do rllenle mei. ministerio dos negocios eslrangoros, todos do rei-
Tenente do 1 batalhao de infantaria Eduardo no de Portugal
Emiliano da Fonseca, Iros mezes com sold e eta-
pa, para tratar de sua sade.
Tenente do 1" bal.lliaode infamara Manoel Joa-
quim de Souza, seis mezes, para tratar de sua
sade.
Alferes do3regiment de cavallaria ligeia Ma- --------
noel Jos Pereira, tres mozos com sold simples, Por decreto de 21 de fevereiro foi creado um es-
para tratar de negocios de sua familia.Aviso de quadrao avulso de cavallaria da guarda nacional
provincia, licou encerrada, depois de orarem os
Srs. Silvt'ira de Souza, C. Ma.lureira e ministro do
imperio, tendo sido apo.ida a segunte emenda :
iNo $j 3., depois da palavracontinuosac-
erescenlc-se-e praticanles,e depois da palavra
fazendaas segnintese das mais reparlicoes
que Ihes sao subordinadas.
O 6.* subslitua-se pelo segunte : Nomear
e demiuiros bedeis, continuos e porteiros das fa-
culdades de directo e medicina, e aulas preparato-
rias anuexas, assim como quaosquer outros em-
pregadas das secretarias c biblioihecas das mes-
mas, a excepcao dos resi^ectivos secretarios e bi-
bliolhecarios.
No s 7.*, depois das palavrasministerio da
guerraaecrescente-seaiielles, mdicos, bol
Tenente-coronel do batalhao de infantaria n. 40
da mesiua guarda, o aapiao reformado Frederico
Ferreira de Gouva Pimenlel Belleza ;
Major commandante do batalhao de reserva n.
7 da mesma guarda, o major reformado Manoel
Aihan isio de Pigueiredo ;
Capttao cirurgio-ntr do commando superior da
guarda nacional da capital da provincia de S. Pau-
lo, o lenle Candido Ribeiro dos Santos.
Foram removidos a seu pedido :
O juiz municipal e de orphaos bacharel Aurelio
Ferreira Espinheira dos termos reunidos de La-
garlo e Campos, na provincia de Sergipe, para o
de Porto-Alegre, na de S. Pedro do Rio-Grande do
Sul ;
O juiz municipal bacharel Manoel Jorge Rodn-
I gues. da 2* vara do termo do Rio-Grande, na pro-
Por portara da mesma data foi nomeado com-
mandante do presidio de Fernando de Noronha o
tenente-coronel do corpo de engenbeiros Luiz los
Monteiro.
vinote do S. Pedro do Sul, para a vara municipal e
de orphaos do tormo da Parahyba do Sul, na do
Rio de Janeiro.
Foram concedidas as demssoes que pedirara :
O juiz de direto Francisco de Parias Lemos, do
cargo de abeto de policia da provincia do Ceara ;
O baoliarel Ladislao Atristo de Almeida Fortuna,
do lugar de juiz municipal e de orphaos do termo
do Rio de Ja-
Por portara de 20 de fevereiro foi nomeado Ana-
cilo Nunos Mauricio Lisboa para o lugar de agen-
te lo correio de S. Jos d'Alm Parahiba, na pro-
vincia de Minas-Geraes.
20 do corrente moz.
Alferes do 5o regiment de cavallaria lgeira
ouizio Jos de Obvera, tros mezes com sold
simples, para tratar de negocios de seu interesse
na provincia do Rio Grande do Sul, onde se aclia.
Aviso de 17 do corrente mez.
Alferes do 3" batalhao de infantaria Honorio Can-
dido Ferreira Caldas, tres mezes com sold e ela-
pa, para goza-la na villa do Brejo, provincia do Ma-
ranhao.Aviso de 22 do correle mez.
Altores do 12 batalhao de intentara Domingos
Bautista de Carvalho, tres meze> com sold sim-
ples, para ira provincia do Rio Grande do Stil.
Alteres do corpo de guarnicao da Paranyba An-
tonio Joaquim da Costa, tres mezes com sold e
no municipio de Santo Antao da provincia de Per-
nambuco.
Ao presidente do banco do Brasil e as thesoura-
rias do Para, Maranhao, Pernambuco, Babia, S.
Paulo, S. Pedro e Minas remetteram-se por este mi-
nisterio as seguintei mslruceoas a respeito da subs-
tituioao das notas de200000.
1." Do I" de iiilho do corrente anno em dian-
te as notas de 2005000 que forem substituidas por
' notas das caitas lliacs do banco do Brasil sero
\ remanidas para o tbesonro pelas respectivas ihe-
sourarias de fazenda das provincias onde houver
as mesmas caitas.
2." O valor das mencionadas notas ser entre-
etapa,
Babia.
para tratar de sua sade na provincia da gue ao banco do Brasil em notas do governo de
105000 para cima, saldando-se por esto modo .as
soininas a.balitadas pelas referidas caitas para
snlisiiiiioao a que se est procedendo das notas de
I00JJ080.
3 Se ao lempo de comecar o rebate das so-
breditas notas que nao Iteraran vindo ao troco em
Alferes reformado do exereito Francisco de Pau-
la Duarte Pioheiro, para residir na provincia de
Main Groada.
Ao sargenlo-ajiidante do l* regiment de caval-
laria lgeira Jos Lino da Rocha, quatro mezes com
sold e etapa, pan Iratar de sua sade na provin- lempo, houver na caixa do banco do Brasil alguma
cia da Rabia.Em 22 do crrenle mez. somnia daquellas noias, por ler slo a sua impor-
Ao particular sargento do 2" regiment de ca- tancia superior ao resgate a que obligado, serao
vallara lgeira Francisco Manoel de Azevedo, tres as lilas notas entregues caixa da amorlisacao
mezes de favor, para tratar de negocios de seu in- para sotMtitni-las conforme o art. 2.
tontee na cidade lo Rio Pardo. ** O banco do Brasil providenciara para que
Ao cabo de esquadra do esquadrao de cavallaria as notas de 2005000 existentes ein suas caixas li-
da Baha Carlos Rodrigues de Moraes, quatro me- baos, Me sej.un rcmelbdas denlro do prazo marca-
zes, para tratar de negocios de teu interesse na do para a subsliluieao sem descomo, de modo que
provincia da Baha. nao liquem as ditas netas sujeius a deduccao e
6'io identifico.Ao Sr. alferes do corpo de es- possa veriear-se o disposto no art. .!
tado-maior de 1* classe Luiz Pereira Dias foi con- ---------
ferido o grao de bacharel em sciencias mathemati- Segando haramos noticiado, abriram-sc hontem
cas e physioas, na forma do rogulamento de 21 de s aulas da escola de marinha.
n l._ I I I Ol'i k 1 i : .^ l J.. ^. .. ^__j ___a^. _^_l_____ A>-dfl i i. ii-'i 11 minia nki
abril de 1860 Diploma passado pela escola cen-
tral em 28 de dezembro do anno prximo lindo.
Condecoracoes. Foi nomeado eavallelro da or-
dem de S. liento de Aviz o Sr. capillo do 1 bata-
lhao de artilharia a p Joao Paz Barrlo de Mello.
Decreto de 18 de novembro do anno prximo lin-
do e diploma de 2o do|mosnvo mez.
Desiijnacao de reforma.A do Sr. major do cor-
A's 10 horas da manbaa chegou Sua Magestade o
Imperador, e sendo recebido pelos Srs. ministro da
iiiarioba, encarroado do quartel-general, director
da osela, seu aju.lano, e de todos os lentes eathe-
draticos o oppositores, assistio a ceremonia da aber-
tura e vistoudepois todas as diversas nparlicoes
do edilicio, retirando-se s II e meia horas.
Na fronte da escola aohava-so postada urna guar-
carios, almoxarifes, escriturarios; e no fim do
paragraphoas seguimos palavras excepcao
daqoelles que por lei ou regulaniento devain ser
ofliciaes militares do servieo activo.
No 8., depois da palavratribunaes-ac-
crescente-seou juntas;e depois das palavras
ofueialenteaccrescenle-sce os das relacoes,
exceiicao do secretario.
No J 10, depois das palavrasministerio da da Parahyba do Sul, na provincia
marinhaaccrescente-secom a excepcao indica- neiro ; ..
da no final do % 7., capolles, mdicos, abnoxar- Joao Ribeiro Lousada, do posto de alferes da r
fes, cscrivaes, oQlciaes di secretara depois da companhia do l" batalhao de infantaria da guarda
palavraprofessoressujiprima-se asde primei- nacional da corte,
ras ledras ;e no fim do paragraphoaccrescen- Foram promovidos :
te-seou marinheros. O tnsalo Manoel Joaquim de Souza, ao posto de
t Accrescen te-se os seguintcs paragraphos : | rapiio quartel-uiestre do commando superior da
11. Aomear e deiniuir quaesquer emprega-
dos das capitanas dos portes, a excepcao do se-
cretario ; e bem assim os do servieo da pralica-
geui das barras, pharoes o telcgrapbos.
12." Nomear
colonias civisou mil
guarda nacional do municipio da Parnabyba, na
provincia do Piauhy ;
O cajiilao Francisco Jos Alvares, ao posto de
major commandante do esquadrao avulso n. 8 da
e deiniltir os empregados das guarda nacional da provincia de Pernambuco.
...litares, e presidios, excepcao, Foi designado o capilo Estulano Alvos Carnoiro
dos directores e dos eommandanles que estiraron para servir o lugar de major do 3 batalhao de la-
o caso da excepcao do final do citado 7." hatera da guarda nacional da provincia do Ama-1
13." Finalmente nomiar e demittir as repar-
tiQocs cima declaradas quaesquer outros empre-
gados ah nao designados, e cujos empregos nao
sojam de categoria ou vcDCimeutos superiores aos
indicados om cada urna deltas.
Art. 12." A competencia dos presidentes de
provincia para as noineacoes e demisses de que
trata esta lei antoada-se nicamente a respeito
dos empregados da mesma indicados que sao ac-
tualmente nomeados e domtlidos pelo governo ;
os que o sojam aotualmeite pelos chefes das res-
pectivas reparticoes continuante s-lo do inesino
modo.
Art. 3." As altrbiiie/ies do governo relativa-
s sobreditas nomeacSes o demssoes, e seu ex- i Tresiue
pedieote, licam igualmente perlencendo aos presi- fantarte
denles das provincias : e os emoluinenlos das de 40.
mesmas nomeacoes e seus ttulos sero cobrados
as thesourarias de fazenda das respectivas pro-
vincias.
Em vez do art. 2--diga-seart. l.Silcer de Souza.'
zonas.
Foi aggregado o Io lenle da soccao do bata-
lhao de artilharia da guarda nacional da capitel da
provincia do Ro de Janeiro Jos Gomes da Silva
Dias ao batalhao da mesma arma organisado no
municipio da corle.
Foram creados :
as freguezias de Botucat, Lences c S. Do-
mingos, ua provincia de S. Paulo, um esquadrao
avulso de cavallaria da guarda nacional ;
Na cidade de Caxias, da provincia do Maranhao,
mais um batalhao de infamara da guarda nacional,
com a desgnaco de 39 ;
Na freguezia de Nottt Senhora do Nazarcih da
lia, da mesiua provincia, um batalhao de in
Por decreto de 27 do passado foi commuttada
em earrnho perpetuo a pena de morte imposta
pelo conseiho supremo militar de justicia em lo de
fevereiro do auno passado ao soldado do otavo ba-
talhao de infantaria Eduardo de Souza Pereira.
da guarda nacional, com a dosignaoao
Foi elevada categora de soccao de batalhao
a companhia e seeco de couipanhia avulsa.lo ser-
vico da reserva ornateadat M municipio de Ca-
xias, na provincia do Maranhao.
Tere mere.'- Rostas de Carvalho Guimaraes da
serv.nlia vilala do oflioio de csiTvo de orphaos
e ausentes laj-idade das Alagoas, na provincia do
mesmo noine.
ultimo e 2 do
Por decretos de 21 e 27 do mez
crrente foram nomeados :
0 3" escripturario do Ihcsouro nacional Antonio
Ante-hornera s 8 1|2 horas da note. adiando-; Tello Brrelo Filho, para servir em commissao o
se de estado-maior no quartel do batalhao de fut- lugar de inspector da alfandega de Uruguayana ;
leirot, no campo da Acelamaeo, o Sr. capilo; Abel Pires de Oliveira, para ajndaule do dito ins-
Joo Mara de Mello, soube por um soldado que peelor ;
achava-se aberla a porta da quarta direeloria da 0 3" esenptunro da allan.lcga do Maranhao Fe-
guerra, que se fecha diariamente s 3 horas da lippe Antonio de S Caldas, rara Io conferenle da
tarde. de Uruguayana ;
Sorpreheudendo-o esta noticia, fui o Sr. Mello 0 inspector da alfandega do l'rnguayana Bebas-
verifica-la, o acbaodo a porta com elfeito aborta, ifte Marques de Souza, para igual omprego na de
all collocou acertadamente urna sent nella, cora Paranagu ;
ordem especial de nodeixar sabir ncm entrar: O 3" escripturario da alfandega do Pernambuco
ninguem, sem a menor excepcao. Jos Jos Pereira de Paria, para 1 escripiurai o
Hontem provou-sea ulilidade deste medida, des- da de Paranagu :
cobrindo-se no assoalho do gabinete do ministro e. O ajudante do inspector da alfandega de I ru-
soare a pagadura das tropas um rombo, feito I guayana Ernesto Augusto de Athayde, para ins-
pua, que, leudo corudo a madeira, nao pode pene- pector da da Parnahyba, na provincia do Piauhy;
trar alm por encontrar diversas laminas de ferro i O bacharel Francisco do Paula Penna, para pro-
cobrindo a casa forte da pagadoria, onde exislia | curador-fiscal da thesouraria de fazenda da pro-
avultada soinina para os pagamentos do mez vincia do do Piauhy ;
pode estado-maior de Ia classe Antonio" Mara Ca- da de honra do corpo de imperiaes marinheros, a
ral de Mello no mesmo posta de major, vencen- J""' fez as continencias do costume.
du o respectivo sold, na conformidade das late de Foi apresenlada a Sua Magestade a segninte re-
1 de dezembro de 1811 e 11 de julho de 1895. Ia?50 dos alumnos matriculados as dilerentes au-
Patcnte de 3 do corrento mez. 'as do curso de marinha :
lictfwimentos despachados.Dos >re. : 3.- anno.Aspirantes Francisco Eulochano da
Capito-mr de brigada e corpo de sade Dr. Costa Penha, Rodrigo Jos da Rocha, Francisco Au
lindo.
Suspeila-se que o ladrio fosse pessoa conhece-
dora do edificio, atienta a certeza dos seus pessoa
desdo o arronibamento at a fuga, que efectuou
toreando os fechss de algumas ponas at atoases*
o Campo.
O Sr. chefe de polica, aoompanbado por peritos,
procedeu hontem no lugar aos precisos exames,
ecoineeou u interrogatorio do alguns individuos,
que se achara detidos para averguaees.
A cmara dos deputados approvou hontem em 2J
discussao o projecto que augmenta as attribucoes
dos presidentes de provincia, sendo retirada a
emenda a jiedido do seu autor.
Oeeupou-se depois com a 1* discussao do projec-
to que autorisa o governo a conceder ao padre Jan-
rard o terreno necessario para a edificaco de um
templo calholico. Orou o Sr. Pedro Luiz.
Seguio-se em ultimo lugar a disiuisso do pro-
Igna-
tenbro de 1862, decretada para o exercicio .le
1863 1861. continu em vigor no anno Hnaneetre
do 18fil 18do, emquanto no for promulgada a
lei de ornamento desse ixercoio. )raram os Sis.
Ferreira da Veiga. Barbosa de Oliveira e ministro
da fazenda.
Ambas as discussoes ikaram adiadas pela hora.
ul>*v aiava mx / ipm \* *^n j*w > >-fci- \j\i.-m\ lumia, n'.nji iu Amonto Jos da Fon-oca Lossa, pedindo baixa do gusto de Paiva Bueno Rrandao, Joao Guilhorme i^^^'.oc" .,''.'!!: ,\it'"',*. X..':',M".
servieo uuJitar para seu lilho o 2* cadtle do bata- Greenhalgh, Manoel Jos Alves Barbosa, Manoel do
Ihao de cajadores da Rabia Antonio Jos da Fon- Nascimento Castro e Silva, Jos Manoel de Azevedo
seca Lessa.Nao lem lugar.
Tene.ites Pedro Prancisco de Toledo Ribas, aju-
dante, e Joo Piulo Hoincm, da lileira, ambos do
corpo de guaruieo de Minas-Geraes, pediudo tro-
ca do exercicius.Nao lem lugar.
1 de marco
Entrou hontem em segunda discussao na cmara
dos deputados o projeeto que augmenta as attribu-
coes dos presidenlos de provincia. Fizeram algu-
mas observages os Sis. C. Madureira e Paula
Souza.
Coolinuou em seguida a secunda discussao do
art. 1 Ja proposta do govoruo lixan.lo a forca na-
val pan o anno financeiro de 18tf} 1861. Ora-
ram os Srs. Lima Duarte. Alfonso Celso c de La-
mare.
Marques, Rodrigo Antonio de Lamare e Jos
co da Silva ("outnho.
Paisano : Manoel Alves dos Santos.
2 anno.Aspirantes Luiz de Paula Mascare-,
nbas. 'oaipiim Marques Baptista de Leo, Miguel '
Ribeiro Lisboa, Hennann Ludwig Gade, Adolpho |
Paulo do BoinsnccessoGalhardo,Raimundo Antonio Por decreto de 26 do mez findo fez-se extensivas
da Silva, Antonio Quintiliano de'Castro e Silva, aos ttulos de todas as m;rcs honorficas as dispo-
Joo Candido Brasil, Heniique Ellev, Joaquim Ma-! sices dos arts. 11 e 12 do decreto n. 2,833 de 7
nano do Amaral Campos e Mauooi Pereira Pinto de dezembro de iSI, relativo as condecoracoes.
O V* escripturario da alfandega do Maranhao
Raimundo Nonato Belforl, para 3o escriplurano
da mesiiia reparticao.
Foram exonerados :
O Io escripturario da alfandega do Rio-Grande
do Sul Joao BaptsU Perraz de Campos, do lugar,
que sarria em commissao, de inspector da alfan-
dega de Paranagu ;
Francisco Bezerra Cavalcanti Rocha Maracaja
de 2o conferenle da alfandega do Rio-Grande do
Norte, como pedio.
Foram demiltidos :
0 padre Tbomaz de Moraes Rogo, do lugar de
xoourador-nseal da thesouraria de fazenda da pro-
vincia do Piauhy.
Jos Joaquim Avelino, do do solicitador dos fri-
tos da fazenda da mesma provincia.
Por portara de 21 do mez ultimo foram nomea-
dos os praticanles da alfandea do Maranbo Joao
Izidoro Xavier de Brito e Pablo Alexandrino Lis-
boa Parga, para 1 escripturarios da mesma re-
parlico.
Por portara de 2 do corrente foi nomeado Vale-
riano Adolpho Ribeiro para o lugar de agente do
correio de Uberaha. na provincia do Minas, por
demissao de Antonio Jos Ribeiro Bhering.
5
Escievem-nos da cidale do Pomba em 23 de fe-
vereiro passado.
No dia 15 do corrente, no districto do Espirito-
Santo deste municipio, o distincto fazendoiro o Sr.
Jos Justniano de Toledo Ribas, felizmente esca-
pot de ser assassinado por um de seus escravos,.
que de emboscada no cafezal desechou-Rie am tiro
de espingarda sobre o lado direto do peilo, ferin-
do-o gravemente.
O Sr. Ribas, apenas receben o uro, avislou o
assassiuo, e dirgto-se para elle com um revolver
em punho, porra o malvado desappareceu entre
os eafezeres.
O Sr. Ribas, vendo-se gravemente ferido e
wdendo inulo sangne, diriglo-se para a rasa que
se achava perlo,onde ehegando a costo soffreu urna
sincope, que reduzo sua numerosa familia amaior
conslernacao suppondo-o sem vida.
Immediatamente mandaram em procura do
Sr. cirurgiao Caetano Machado de Magalhaes, que
reside nesta cidade distante 5 leguas da fazenda do
Sr. Ribas.
t O Sr. ciruigiiio Magalhaes com amaiorpromp-
lido apresentou-se prestando os nscessarios so-
corros ao Sr. Ribas.
l'm los pr ijectis mais volumosos penetrando-
no lado externo e su|erior da mama direila foi
demorar se no Iwrdo esquerdo do externo, onde
cansava grandes dores em cada movimento respi-
ratorio.
O Sr. cirurgiao Magalhaes, depois de minucio-
so exame, conseguio descobrir o lugar em que se
achava o projoctil, e hbilmente procedeu-se a sua.
extracoao praticando urna inciso de ponco mais
de dous centmetros de exieusao e mais de um cen-
tmetro de profnnddade.
0 prujeclil exlrabido um pedaco de escoria
de ferro quasi quadrado, e de pouco mais de meio
centimelro.
O Sr. Ribas aeha-se salvo, gracas aos promp-
tos e efficazes soccorros que Ihe prestou o Sr. ci-
rurgiao Magalhaes.
Oassassno foi capturado no mesmo da, etem
feito revolacOes pie fazem crer na existencia de
um plano de insurreieao.
Tem-se capturado mais alguns escravos do Sr.
Ribas e de um seu visinho, sobre os quaes reca-
liein respailas de complicidade. As autoridades
do ilisiricio procedern! com a nocessaria energa.
O delegado de policia o Sr. Antonio Lopes dos San-
tos e o promotor interino o Sr. advogado Candido
Cipriano Rodrigues, logo que tveram participa cao
do tacto criminoso, partiram para aquello districto
e deram as providencias que ibes cumpna em taes
circumstancias.
- 6 -
O senado approvou hontem em 3* discussao o
projecto creando mais um collegio eleitoral na pre-
cia de Matto-Grosso, e enviou a commissao de ma-
rinha e guerra a proposico (em 1* discussao). que
autorisa o governo para elassificar no quadro do
exercilo o captao Francisco Machado do Reg
Barros.
Entrando cm i discussao o projecto que decla-
ren contrarios consliMicio os decretos de 30 de
dezembro de 1863, e portante sem elfeito, foi a com-
missao de eonstituico, depois de algumas tfeserva-
cui s dos Srs. Silveira da Motta, Sinimb e Pimenta
Ruano, nao se veucendo que fosse tamlxmi ouvda
a ooniniisso de logslacao.
Passou-fe a discussao do rermerimento do Sr.
Peona a respeito da poca marcada para a eleicao
de senador pela provincia do Maranhao, e lica
a.bailo pela hura, lendo orado os Srs. Dias de Car-
valho, Oitoui. Peuna, Prannos, Sinimb e Dias-
Viera.
Hontem na cmara dos deputados o Sr. Moreira
fundamentou o segunte requerimento, que foi ap-
provado sem delate :
Requero que se peca ao governo pelo ministe-
rio da fazenda as informacoes do presidente da
provincia do Amazonas, quemotvaram a demissao
do porteiro cartorario Boavenu.ra Ferreira da Silva
Coinibra.
t Paco da cmara, o de marco de 1864.Mo-
reira.
0 Sr. baro de S. Joao do Rio Claro fundamenten
lambem o segunte requerimento, que licou adiado
lior ler pedido a palavra o Sr. C. Ottoni :
i Ilequeiro que se peca, por intermedio do go-
verno, quem competir, as informacoes seguin-
tes :
t 1.* Qual o motivo porque os enearregados da
factura da estrada de ferro que se est fazendo na
provincia de S. Paulo, da cidade de Sanios villa
de Juudiahy, despediram no moz prximo lindo os
uugeuheiros^e trabalhadores da referida estrada.
2.* Se verdade que se tenha gasto rom a
mesma estrada j quanlia superior de...........
13,000:0005000.
< Paco da cmara dos Srs. deputados, em .*> de
marco de 1864.Brio de S. Joo do Rw Claro.
O Sr. Jos Jorge fundamentou igualmente os se-
guimos projeotos, que foram a imprimir, e tate
um requerimento que foi approvado sem debato :
< A ssembla geral decreta :
c Arl. 1.a Ficam pe lenocinio ao governo as at-
tribuices que em virlude da lei do 1* de outubro
de 1828 perieiiciam a cmara do municipio neutro
e sobre o maladouro publico.
Arl. 2. As lunadas destinadas ao consumo da
[ capital sero cortadas segundo a prioridade de sua
Homtem nao houve sessao no sonado por falla de cfeagada ao porto do Brejo, de inaneira que as que
Bravo.
Paisanos ; Joo Mara da Silva Coulinho, Flix
Jos da Silva, Jos Antonio de Oliveira Freitas, Ma-
riano Antonio Das, Jos Marques Mancebo, Mili-
ta.) Tbomaz Concalves o Antonio Jos Leite Lobo.
I, auno.Asjwfjnlos
Por decretos de 26 e ti do passado foram no-
meados :
0 Dr. Antonio Honorato de Lcenla Paim, tesen-
te-eoranel oominandanle do batalbo de infantaria
VfTuiwo de Almeida Go- o 14 da guarda nacional da provincia da Bahia.
numero legal.
A cmara dos deputados approvou hontem, em
urna s discussao, o projecto que coucede aposen-
tadora ao juiz de direto Aulonio Roberto de Al-
inela.
Approvou tambera oseguintejrequcrimenlo do Sr.
Pinlioiio Macliado:
Requero que se poca ao golismo pelas repar-
ticoes competentes e eom urgencia :
pnineirochegarem sojam as primeiras a se eorla-
rem no maladouro.
t Arl. 3. O governo nomear um empregado
que, alm da polica e administracao do maladou-
ro, tenha a sen caiyo corlar e vender a retallm lo-
do o gado destinado ao consumo da capital, lano
a este empregado romo ao encarregado de regis-
trar as boiadas no porto do Brejo marcar-se-lia or-
denados lxos.
ArL 1." Os carneiros, porcos e cabritos desti-



l>larlo le PernftNbiie Sfffai llra i ir Marr* rfe I *-.
>
;
nados 11 raneme da eapital serio eortados e ren-
didos i i laatadoaro pato mea empregado, depula
de inspeccionados pelos mdicos do estabeleci-
mento.
Arl. j" Ateca dos impostes aqoe actualmente
est su,filo o gado vaceum destinado ao consumo,
cobrar-so-ha 2SO0O por rebeca. 0 producto deste
imposto sera exclusivamente empregado no paga-
melo Jas temosas do corte, venda, oscrptoracao
desta rj|iarlii;.ui. bem como no irrendamento ou
compra de p.siagons commodas para a conserva-
gao das boladas.
i Ait. ." O governolica auloraado a fazer den-
tro do maiadouro as aeeomnwdaqdoi nweeasarias
para os novos servioos creados por esta le.
Art. 7." 0 governo tara, os regulamenlos fiara
a exeeiico desta lei, podeodo impor mullas at. -.
MOfooa
t Art. 8. Ficam revogadas as disposicoes ein
contrario.
Sala das lessbos, 5 de marco de 1864.Jo?
Jorge ta Silva.Lina Uarle.
A ataembta geral decreta :
< A i. I." Kiea o governo autorisado a construir
ou contratar, eom quem melhores condiedes ofje-
reeer, urna estrada de ferro que da estacao da via-
ferrea de D l'edrtill na barra do Piraliy, demando
o ponto mais elevado de navegaran possivel do Rio-
Grande, na provincia de Minas-ljeraes.
Al l t Fiea o governo igualmente autorisado
a construir 00 contratar outra estrada de derroque,
partinco da i achocira da Bocaina, dirija-so as aguas
navegaren dj rio S. Francisco.
Art. :. Reara revogadas as disposcoes em
contrario. ,
Sala das sessoes, 5 de mareo de 1861.Jo/e
Jorge, da Silva.Jos Angelo.F' Ca neiro lie Cam-
pos.
Requciro que por intermedio do governo exi-
jain-se ila presidencia de Minas os documeulos o
informadnos segumtes :
1.' Copia dos contratos de arrematado da es-
trada do Passa-Vnte, l.em como de quaesquer ajus-
tes posterior js, ronressoes ou actos da presidencia
que alterem as obrigaeoes primitivas contratadas
palea arrematantes.
i." Se aquella presidencia deu por concluidas,
approvou M cinco seccoes arrematadas, e com
que fundamento.
t 3." Se fez aos arrematantes os ltimos paga-
mento.; sem domar nos cofres paUicoa quantia
suliciiinle para caucho do reparo e conservaoo da
estrada.
Vo Se os arrematantes esli desobrigados des-
sa conservacao e reparo.
> ').' Qual a malo por que notein-se feito a es-
trada do l.ivrameuto Trituba, que fora posta era
hasta publica.
Sala das sessoes. 5 de mareo de 186vJos
Jorge ila Silva.
O Sr. Lima Duarle depois de algumas observa-
goon, offereoeu o SOantOtO requerimento. que lleou
adiadi por ter pedido a palavra o Sr. Virialo :
liequciro que se peca pelos meios competentes
ao presidente da provincia de Rio de- Janeiro, copia
de toda correspondencia official havida entre aquel-
la presidencia e o director da companhia Uniuo e
Industria relativa ao contrato da oonstrucco da es-
trada de Petropols a Entre Ros; e assim tambera
se pera ao governo geral copia do parecer do con-
selho'de estado relativo a encampaeiio da referida
companhia l.'nio e Industria, e copia do relalono
do engenheiro eneairegado peto governo do exame
de toda a estrada.
< Sala das sessoes, o de marco de \%%.Lima
Duarle.
Enirou depois em discussao o parecer da commis-
sao de poderes, sobre as eleiedes das freguozias de
\o>sa Senhora da Oliveira de Campinlios e de
N'ossa Senhora da ConcHcao do Mundo-Novo, adia-
das em 28 de dezembro prximo passado. Depois
discussao encerrada.
Fui orferoeda a seguinle emenda substitutiva a
Conelusao do parecer :
portanto, a commissao de parecer que sejam
approvadas as cleicoes primarias das parochas de
IS'ossa Senhora de Oliveira dos Campinhos e de
a Senher da Conreicao do Mundo-Novo ;e
igual nenie as das paroehias que formam o collegio
da eidade de Santo Amaro approvada, pnrm, a
clec.iu d coHegio de Santo Amaro presidido pido
ton-nte-coronel Francisco Percha Sudr Pinto
LtlH'l
Da urdem do dia n. :'.K) publicada ante-hontem
|ela icpaitieo do ajudaule-general cou-ta o se-
guirte
Reqoerimentos despachados.rtes Srs. -" tone*
t.' d i 1'' regimenlos de arlilharia a cavallo Joaquun
de Ititteneourt. pedindo transferencia para o 3" ba-
talhio de artilbaria a pe.Nao tem lugar.
I cadete do corpo de guarnico do Espirito-San-
to Manoel Ferreira Raimo, pedindo baixa do serv-
c,o militar.Brevemente ser aUendido.
Do I" sargento do i" batalhao de arlilharia a pe
Juan da Costa Sooa*, pedindo proro^agao da lieeca
que Ihe bi cimeediila para tratar de negocios de
seo interesso na provincia da Rabia.Nao tem
lugar.
I ni' portaras de 4 do crrente foram nomeados :
Antonio Pereira de Souza, para agente do cor-
reki do Rio de Janeiro, pordemissao dada a Joao
de Hiveira Cara Bacallar ; Candido Furquim de
Campos, para agente do de Draga, na de S. Pau|o,
pui demissao dada a Manuel Jos Ferreira da Sil-
va e Luir. Augusto de Carvalho, para agente do
do Registra da Parahybuna, na provincia doRio de
Janeiro, vago por demissao concedida a Antonio
ndelo Spinola e Castro.
Por portara de 4 do corrente foi creada a agen-
cia do correio da freguezia das Sete Lagas, na
provincia de Minas-Ceraes, e nomeado para agen-
te Joao da Silva Moreira.
foi'.iin iMplurados pelos navios de guerra (linamar-
quesea.
O Prussianos apoderam-se de alguns navios mer-
cantes, mas de Copenhague sahio um vapor encou-
racado para os atacar.
Julga-se muito possivel um combate entre urna
fragata diuainarqiieza que sahio de Plymoulh e a
fragata prussiana Hieles quecrosa naqucllas aguas.
lis plenipotenciarios da Prussia e Austria pro-
ra dinamarquc/U, que se re/Jnttl para o Jutland,
e que em virtude da posicao das tropas do rci
Cbristierno houvc um combate de uh anos e dra-
;des as immediacoV de Kolding, que levou invo-
jDtaiianii nie os afilados essa poToaco.
A guarda prussiana, que marchava em apoiu
dos iiiilanus, e que. tamboril tiitroucm Koldiof nao
podia alli demorar-se.
O gabinete de Berln parllripou para Vienna
L3-se no Minas Gernes de 1 do corrente :
Consta offlcialmente que se acha completamen-
te e a desenvolverse em Jagoary, gracas as medidas
e crutellas hygienica tomadas pelo delegado o Sr.
Beeto Comes de Escobrar.
P,eceuemos noticias de S. Paulo at o do cor-
rente :
A assembla legislativa eontinuava em seus ira-
bal'ios.
No dia V lioha partido de Santos para a capital
o Sr. Dr. Marcondos presidente, ultimainente no-
nielo.
porara em Francfort represalias eootra a Dinamar-'. que a entrada das tropas no Jutland o toman de
ca no caso de seren capturados navios all maes SOrprou. e que pruvavelniente ia cwnr o pretexto
dos c.-iadus que nao tcein lido nem tenham parte para reclarnaeoes das grandes potencias. Emliin
na guerra. parliripa-se de Berln quo se expediram onlens
A Dinamarca no interesse do rommeicio da Eu- para aevacuacao do Jutland. Dkia-se ultima
ropa declarou (|ue resp!iiar os paquetes alleniaes hora que o general Muid havia retrocedido, o que
de Nova York para Lubeck. j- nao existiam austro-prussianos no territorio do
Ha grande agilacao as populai;i)es martimas Jutland.
diuamarquezas, e principalmente entre os opera- O general Huoke o os eomrotesarios le leraes no
rios do arsenal. Em geral us marinheiros pedein Holstein proteslaram contra a entrada de dous ba-
para combater. talhoos prussianos em Aliona. Estes documentos,
Ha pouro largaram duas fragatas de beliee para as explicaees da Itussla e da Austria, e os protes-
a Iba de Alsen; os navios largaran) no meio das los relativos a este fado foram enviados pela dieta
arclamaer.es de todo o povo. as comniissoes.
Os jorhaes de Yienoa e de Berln, ataram viva-: Os povos dos durados estao muito descontentes
mente o principe Frederico Carlos da Prussia por por isso, que cemecam a sentir o peso da oeeopaCM
nao ter conseguido corlar a retirada do exercito militar; as autoridades loslro-praaaiaoas sao mui-
dnamarquez que na actualid^de |'der fazer com to pouco populares tanto no llolstciu como no
que os adiados soffram sensiveis jardas do alto Scbleswig.
das fortalezas de Duppel. I O Memorial Biphmatk diz quB a rainha
A Correspomlen' ia Austraca julga que os gahi-' Victoria trata de abdicar. A ilesintelligcncia da
neles austraco e prussiano consideiam acampa- familia real a pro|n>slo do conlliclo einre a Dina-
nha do Schleswig como urna guerra muito limita- marca e a Allemanha, agrava a eoofuso que exis-
da, e em|ienliada com um fim determinado. Pnr te no espirito da rainha, e mullos tactos tcm de-
consequencia, as potencias allemas nao podem monstrado a necessidade de urna regencia ou de
consentir n'um armisticio, una vez que elle nao urna alHlJoagao.
conduza a evacuacao completa do Schleswig. tan- Contase que em um dos ltimos eonselhos de
to na parte militar cuino civil. ministros, em que se venlilou a questao (linamai-
necessario, diz o cidado jornal que os aus- queza, Sua Magestade disse que naila faria sem
tro-prussians oceupem todo o ducado desde o Ei- consultar o principe Alberto,
der at Koenigsan. As suas exigencias deviam Retirando ao sen aposento, voli
mesmo ir mais alm. Nao admis-ivel qur mili- annunciando que o principe se pr
NmneacanDo Sr. pharmaceutico alferes do cor-
pa de saude Antelo fos de Brlto, para ir servir
na provincia do Rio-Grande do Sul.
Remeci. -Do Sr. i- eirurgiao do corpo de sali-
do Dr. Galdino de Carvalho Andrade, da provincia
de IVrnainbuco para a de Seigipe.
Exoneraeao.-Do Sr. tenente do corpo de en-
gonheiros Amonio Jos llamos, do empresto em que
se achava com pertnissaO do governo imperial, de
ajudante de engenheiro em chefe dos trabamos da
estrada da co.npanhia L'uiao e ludustria, por nive-
la solicitado.
Transferencias.Dos Srs. alferes Joaquim Ro-
drigues Yianna. do 13" batalhao de infamara para
o 7* la racoma arma : e Miguel Cabra! de Moura,
d.te para aquelle batalhao, como reqoercram.
Alferes Loix Gabriel de Ptta, do eorpo de ca-
vallarla de Mano Groase para o regiment de
cavallaria ligoira; e Manuel Rodrigues Bemlka,
(i,iste regiment para aquello corpo, como reqae-
rerani.
1" cadete Sergio Tertuliano Castelto Branco, do
3* batalhao de artilbaria a p para o 1" da mesma
arma.
I. cencas concedidas,Aos Sr. : tenente do enr-
po i e astado-maior de 2a elasse Joao Carlos Correa
Lenios. commandante do fortaleza da Barra Grande,
na eidade de Santos, um mez em prorogaeao da
com que veto a esta oirte.Em primeiro do cr-
rente mes.
J" tenente do Io batalhao de artilbaria a pe Pauli-
no Pies Ribeiro, seis meses com suido e etapa para
tratar de sua sade na eidade de Cabo-Frio.Em
Io do corrente mez.
Alferes do batalhao do deposito Francisco Anto-
nio le Macrdo. dous mez s com sold simples para
ir provincia de S. Paulo.
Alferes do 4o batalhao de infamara Antonio Jos
Gaudio Fenvira, tres meses com sold simples
para ir a provincia do Rio Grande do Sul buscar
-n.\ familia.
,vlferes do II* batalhao de infamara Jesuino An-
tonio da Slveira, tresmezes com sold e etapa para
tratar de sua saude na provincia do Cear Aviso
de i do corrente mez.
;: apppovada a de tres meses com sold simples,
concedida pela presidencia da provincia do Mar-
nh io ao soldado do 5' haialhao de totalitaria Be-
nedicto Luiz da Silva, para tratar de sua sade na
ca| iial da ine-iua provincia.
Anliguidade de servieo militar.Ao Sr. Io tenen-
te da companhia de artfices da labrira da plvora
Joio Thomaz de Canluaria, mandado contar como
lempo de servieo militar, na forma da provisao de
t\ de abril de 1844, o decurrido de 28 de marco
Je 1853 28 de dezembro do mesmo anno, em que
estudou com a prove lamento na extincta escola mi-
litar do Rio-Grande do Sul.
Reforma,-Foi concedida, por decreto de 24 do
nh i prximo pastado, na mnformiitade do $ Io do
r g. !f da lei n. 648 de 18 de agosto de 1852, ao
Sr. eapitSo do !.'( batalhao de infantaria Vicente de
Paula Hius de Oliveira, visto soffre-r molestia incu-
r: re que o turna incapaz do servieo.
Cuininutacao de |>ena. Por decreto do 27 de fe-
vureire ultimo foi conmutada em earrtwho perpe-
tou a pena de morte imposta ao soldado do 8o bata-
lhao de infamara Eduardo de Souza Pereira, por
-. atenea do conselhn supremo militar de jiMica de
le fi vereiro do auno prximo pajeado.
i ondecorae/,o. Foi nomeado eavalteiro u ordem
(li.'S. Bento de Avilo Sr. coronel graduadodo corpo
.I- engenheiro Andr Cordeiro de Negreiros Lobato.
Decreto de I" de fevereiro ullimo e diploma de
20 do n o-inii mez.
IVcisoVs proferidas sobre pareceres de conselho
ile d i. -t- -a i i; deaveriguacao. -Fui julgado inhabi-
litado para ser 1" cadete o paisano Pomo Catac
j.op.'S Ctstello Branco O Silva, por nao aprescntai
tt-cripJura publica de elementos, na forma da b'i
Foram julg.idus habilitados para seren 2"- cade
i e mandados reconher como lacs os soldados
Do .I'1 batalhao de arlilharia lllcfon-o Pedrii
i r haver provado ser fllho legitimo do tal
ido Sr. Jos,' Antonio Nuiles, lente da guarda
i aliona I da provincia do Para, nomeado em vitlu-
rlu da lei n. lin.; de I!) de setcirbro do 1880.Em
2 I d fevereiro ultimo.
Do eorpo de goarnlcjto do Pianhy. addladn i
hia de caradores do Serglpe, Gonjalo Pai
AjBvedo i AlHieida Fllho, por haver provad
Bmodi Sr. ca| iliu reformado do eierti'o
Concah) Pacs de Azevedo c Almeida. Na inesina
Ful julgado inhabilitado para ser particular o sol-
dado do eorpo de guarnilo de S. Paulo Laurenlin i
Martin* do Oliveira, poroaJoprovar mo eom de-
poimentos do loslemonllas, e no rom doeomentos
l gaes, o valor c lvre dominio dos bens que possue
i pai Ni ui -na ilata.
Temos vista cartas ejornaes da Europa, dos
qu:.es foi portador o vapor fraocez Navarre, com
datas : de llamburgo 20, de Londres e Pars 23.
do Porto 20 e de l.isLoa 2'J do passado.
Sob a rubrica Ext ;ror eiiconlrarao os letores
a minnciosa carta de nosso correspondente de
Londres, qual accrescentamos o seguinle resumo
dos jornaes que recebemos.
- Na cmara dos communs, em sessao de 18,
Mr. I^yard declarou que a Inglaterra aceita a me-
diarlo do re de Portugal nacontenda entre os go-
vemos da Graa-Bretooha e do Brasil-, c pois de
erar que, brevemente o Brasil receba as salisfae -
devidas da parte do governo nglez.
Causaram-nos grande impressao as noticias
ltimamente recebidas da Europa sob a retirada do
exercile dinam.irqu.ez das linhas de anuewerke
en i vista das forcas adiadas.
\ demissao dada ao general Meza para socegar
os nimos, e a falsa noticiada partida para Inglater-
ra do re Cbristiano; davain as ultimas noticias
um carcterassustador.
0 abandono de Danncwerke importava a peda
do Schleswig e a terniinacao da guerra.
'i ni Cbristiano deixou'logo Sondemburgo,onde
se acha o exercito concentrado, e dirigise para
Cupenhage, onde aub icou urna prorlamacao para
explicar o motivo da retirada das tropas da buha
de defeza de Dannewerkc ; sendo os principos
conservar unido o urdes exercito que lem a Dina-
marca.
Deu a demissao ao general Meza, em quanto se
nao justiflcasse do revea solrido, e nomeou o ge-
neral I.utlichen para o substituir.
Os Dinamarquezes reduzidos em frente de Dan-
ne rke s as suas forcas, nao podiain evitar que
o principe C irlos atravessasse o Die pnruutro pon-
i que nao fosse o de Missund. lam pois ser cer-
cados, corlada a sua base de operacoes, e perse-
guidos por um nimigo que Ibes era dez vezes su-
perior em numero. Todos os esforcus da monar-
cl ia teriam sido sacrificados sem resultado, e des-
truidos de um so golpe, em quanto que tomando
a mesma posico defensiva de 1848, podia salvar-
se tudo sem se realisar um desastro rom a peda
di todo o exercito, durante as negociacoes diplo-
initicas.
Parece que o general Meza havia tomado a re-
soluto de exeeular aquella retirada logo no eo-
mcQo da tota, pois que DO dia .*i eomecou a execu-
tar-ae a ordem de mirada nos pontos que mais
distava da linha em Frederik-tadt. e Tonnuingen.
iz-se i|ue o general Mesa dissera estas paltvru
memoraveis, e saerifiMindo a sua reputai^io pelo hem da patria :
l'ieliro um revea a um desastre irrparavel ;
b urna retirada a urna derrota.
Parece todava que as hostilidades comecaram
mais cedo do que contara o exercito dinamar piez.
(i ultimtum do general Wrangel, contra o aso es-
ta helecido, nao concedia ao general Meza demora
alguma. Causn estranheza nao poderem os Dina-
marquezes dsporde dous ou tres dias que sempre
se conceden! 001 taes circumslaneas, e que teriam
s do sufflcienles para fazer curiar as pontes de
Redsburgo e do canal, oppondo assira grandes
cbstacotol marchado inimigo.
O exercito dinamarqus abandonando as pesieSes
entrinchoiradas marcliou para o norte, perseguido
pela brigada de Nastitz ; foi aleancado a duas le-
guas do Schleswig, em Idstedl. que ja era um ram-
io de liatalha histrico. Einpenhuii-se ali una vi-
va lula pouco fovoravel aos Dinamarquezes, por
que sendo no toesmo dia ataca los pelo corpo de
exercito Cablalo pooea distancia de Fleusburgo,
foram derrutadoacoui grandes perdas.
O exercito dmamarquez coneonlrou-se na ilha
de AtoBO O em Duppel. A cavallaria parlio para
Jutland, onde os Dinamarquezes tem a forte eida-
de de Fredericia que rivalisa com Sebastopol pela
vantagem de estar sempre em communicaeo com
o mar.
Em quanto aquella eidade esteve sitiada em 4,
n Kuanui;:ui foi sempre rendida de dous em dous
dias por tropas frescas chegadas da Fionia.
O exercito dinamarquez poder manter-se no du-
cado por muito teiiqio, aineacando de flanco o exer-
cito alliado.
A posicao de Sundewitte-Alsen forma at certo
ponto a grande cidadella de Dannewerke. Quaren-
ta mil Dinamarquezes defenderao Duppel e a ilha
de Alsen.
A posicao de Duppel compfle-se de reductos, que
tem sido muito fortificados desde 1848, e da ilha
de Alsen.
Entre o golpho de Apzenrade, ao norte, e do
Fleusburg, ao sul, lita situado Sundewitte. que
separada de Alsen, pelo canal Alsend, de X'iO a
jOO passos de Ceyend. Urna eadeto de collinns
5em interrupcao guarnece aquella pennsula do la-
do de trra, e forma a posiojto de Duppel.
Teem-se formado obras de defeza muito consi-
deraveis as montanbas, obras que dos dous lados
se apoiam no mar, que tem naquelle ponto tanta
profundidade que navios de guerra |x>dem lam-
liem contribuir para a defeza. Nessa posicao es-
tao montadas cein boceas de fugo de Broaso cali-
bre. Ficam a uns 1,500 ou 2.001) |>assos de Alsund.
A communicaeo com a ilha de Alsen est certa
por aquellos dous pontos fortificados.
O general Luthchen mandou preceder a novos
trahallmsde defeza n iquella ilha, e toda a esqua-
dra dnamarqueza sahio para se oppor passagem
do exercito ausiro-pi ussiano.
No dia 14 houve um combate em frente de Dup-
pel ; depois de una batalba muito reunida, os Di-
namarquezes, em numero de dez mil, foram repel-
i lidos com grandes perdas em consequeneia do
j grande numero do inimigo.*
No dia 10 Azoraro os Dinamarquezes duas sorli-
das com o mais feliz xito. Os Prussianos liveram
grandes perdas. Os Dinamarquezes obrigaram os
Prussianos a nao proseguir na eonstrncf.io da pon-
te qnetratavam de estabetoser no Ekersund.
No dia 22, pela inanhaa, os Prussianos n'um
grande reronhecimento que fizeram, rrpelliram
um regiment dinamarquez at aos primeiros re-
ducios, p apnderaram-se di posjean de Duppel. As
11 horas sahiram toreas dinamarquesa* mais nu-
merosas pira de novo"enmecar o combate, e repol-
lindo pola sua parte us Prussianns lornaram a oo-
enp;.r a inesina povo.ieao e a SUas mitigas posi-
Os Prussianos liveram perdas consideravefs.
O rei Cbristiano devo partir no dia 24 para se
enllocar a frente do sen exercito.
Os Prussia ros ncnipan a parte septentrional do
ducado, e osawtrtafOH I parle meridional. Oexer-
citu prussiano ronrentrado ao norte do golpho de
. Flensb'.ugo, em frente do exercito dinamarquez,
faz convergir por aquelle pomo com material de
guerra Imprtame, e lal situaeao dos etereitos
adversarios quo a propria Impreasa au-triaca e
prnssiann, annuneiam una lerrivel lua que devo
costar bastantes sacriflrios.
O exercito dinamarquez est resolvido a oppr
urna resistencia I oa/., disputando ao inimigo pal-
mo a palmo o terreno que actualmente oeeupa no
continente.
DiuVrentes navios que sodirigiam para Bcrgem,
qm
lar qur politicamente fallando, que os Dinamar-
quezes conserven! a ilha de Alsen, uem mesmo em
quanto durar um armisticio.
A posiejao de flanco dos Dinamarquezes na
ilha de Atoen, poria em duvida a cada momento a
posicao dos Allomaos no Schleswig. Coinecam a
affluir indicios de que a Bussia nao lio e.-lranli i
oltou pouco de|H>is
jue o principe se pronunciava contra
a guerra.
Estes e outros fados, e a popularizado sempre
crescente do principe de Galles tornam possivel o
boato da aiidicaeao.
Entretanto ha' quem se opponlia a este dito, pois
a Inglaterra achare organisada de lal modo, que
pode dispensar a capacidade do ebefe de es-
como parece as oceurrencias do Schleswig, e que tado.
a Prussia segurou antecipadaniente a sua annuen- Os partidos movem-se na rbita constitucional;
cia, comprometteiido-so a impedir a formac/io de o parlamento de accordo com o governo, sulli-
uma grande monarchia scandinava. | cente para manler o equilibrio e a harmona dos
Acredita-se que a communidade de interesses differentes poderes,
na Polonia induzira as tres potencias a estabelecer i Fui regeitada na cmara dos communs, por 65
um accordo importante, que, se nao equivale votos contra 10, a mocan que condenu.ava a polli-
resurroicao da santa alhanca, significa para a ca do ministerio do Japao.
Franca a necessidade de contar de ora em diante
smenle com oapoio da Inglaterra e da Italia.
A Inglaterra aconselliou ao rei da Dinamarca
a propor urna conferencia em que lomasse parte a
dieta.
A causa do aventado contra a \ ida do impe-
rador dos Franeezes foi julgada no da 20 ; os qna-
tro italianos foram enndemnados ; a i umplicidade
de Mazzini tambem foi apreciada nos i chales, mas
o lelegramma recebido em Lisboa, q le d noticia
Mr. Layard declarou no parlamenta que a Ingla- da condemnaejio dos quatro italianos nao se refere
Ierra nunca deu aus alijados a seguranca de que o a Mazzini.
rei da Dinamarca havia de retirar a constituirlo > parlamento belga ha de reunir-se de novo
de novombro ; rtnpondondo a Mr. Disraelli deca- no dia de marco.
ron que a Austria e a Prussia se negara a aeceitar No sabbado 27, recebou o re Leopoldo, em au-
o armisticio proposlo. olencia, o marques de S. Carlos, ministro plenipo-
Lord Rossell, respondendo na cmara a lord tenciarin de Hes|ianha.
Malineshiuy, disse que a Inglaterra lem sempre Julga-se que o ministerio nao tardara em dissol-;
sustentado pie a qnestao do Schleswig deve ser ver a cmara dos deputadoa.
considerada como nina questao inlernacional. ac- O imperador da Austria declarou no discurso
crescentando que o governo nunca recebera ga>
rantia alguma de i|ue a Austria e Prussia chaina-
riam as suas tropas do Schleswig se a constituicao
de novembi'o fosse retirada.
do encerramento das cmaras quee>i muito saiis-
feilo da mamira porque lem procedido o exercito;
que o li.n da Prussia eda Austria nao i a ambc.lo
de conquista, mas obter satisfa^oes legitimas, e
Ojian! ao tratado de I8'i2 o ministro declarou que espera que a pal do mundo se nao ver coin-
que a Inglaterra nao pode eonsidera-to derrocado promettida.
pelo governo, no que diz respeilo s outras poten- As ultimas noticias da Polonia sio favoraveis
cas signatarias. aos revoltosos.
m|)ossivel absolutamente que um tratado em A Iota eomecou de novo em minios pontos, e os
que tomaran) parle a Franca, a Inglaterra, Bussia Rssos expermentaram um revea importante em .
e Suecia, seja abolido por aquellas potencias em Itadon.
consequeneia da guerra que rebentou enire a Di- O overno receben ms noticias das provincias e
nainarca e as duas grandes potencias alleniaes. os altos faneetonartos coofessam des mimados que
pratica, conlinuou o conde Russell, saber o movimento se acha desenvolvido com grande viu-
das potencias envolvidas n'uma guerra, qual a ra- tagem em todo o paiz ; aecusam a Franca e Pars
zo por que se emprehendeu essa guerra. em particular de pronioverem e suste itarein o rao-
A Prussia respondeu que o* seus pedidos vimento polaco. As autoridades russas nao que-
Dinamarca foram sempre baseados no tratado de rein admitiir que o movimento possa ter as suas
I8S2 ; reeonheccu tambem o principio da integri- cansas mesmo no interior do paiz, que possa ter
dade da monarciiia dinaniarqueza como eslabele- na>cido das aspiracSes legtimas mais comprimidas
cilla por aquelle tratado, e ino.strou.jue nao tinln da.nacao. Sem ngarem os offelos attriouem as :
lencaode se affastar delle. A noia autfjaca iden- causas as nacSes estrangeiras, como se as princi-
tica da Prussia.
A Austria e a Prussia sabiam quando Ifteram
aquellas deelaracoes que a Dinamarca se havia op-
por a ocenpaeao do gSchleswig. pota sohera-
naineute tartao pretender que tendo-se dado esius
seguraiifas em lempo de paz, a guerra rebeni&s&e
no dia seguinle aunullando esses tratado
paes deltas nao fossom provenientes do rgimen
adoptado pela Bussia.
A prisio de Tunski, um dos cheles do governo ,
nacional, produzio deseobertas muito importantes.
J se tinhain verificado mil prisSas em Yarsovia e
na provincia. Dizia-se que grande numero de
pessoas residentes no paiz e no esirangeiro eslava
Lord John Rusaell considora a An>tria e a Prusc uiuo comproineltido era consequeneia da desco-
sta ligadas peloseomproinissos do tratado de Lon- berta Jos afcliivos do governo nacional. Diz-se
dres para com as outras potencias signatarias re- que tambera se tinham aeseutiertu ez machinas
lativamente integridade da Dinamarca, aceres- infernaos, assim como bombas, armas e munices.
contando que as declaracoes da Austria e da Prus- Parlio de Pars para Constantinopla sir Ho-
sla sao certamente oeste sentido. ry Bolwer, leudo reoabido do gabincie inglez ins-
BespondeudoalordStrahedendis.se que alta- truredes que modilcam a snaattiluile na questao
viera e outros estados allemes queriam reconhe- relativa aos conventos. 0 governo inglez que pri-
cer Augusteniburgo como duque de Schleswig- mitivamente nao admittio a secularisco nos prin-
Roiatein, eanonesto easo a Inglaterra se vera na cipados Moldo-Yalaoliios. neonsideron e admitle
Doeossidade de sustentar a Dinamarca ; que a agora o principio da seeularisaeao, augmentando a
Prussia ea Austria declaram que torio de sosten- iiideninisacao ulfererida pelo principe Colla. Quer
lar a integridade da Dinamarca, e portanto e plau- no entanto que os litlos de proprMade passadus
sivel empregar lodos os meios pacficos, ap|iellan- pelo patnarclia, e os dos lugares santos sejain osa-
do si'i para as medidas extremas quando efeegue minados n'uma conferencia dos representantes das
o momento de proteger a integridade da Dina-
marca.
Em Berln sao consideradas como pacificas as
palavra dos ministros inglczes no parlamento; jul-
gando-se por cnsequcncia que a Inglaterra nao
chegar a inlervir nesla questao, e que sustentar
0 principio da nao intei venco. Entretanto algu-
mas cartas da Allemanha dio a entender que se
nao deve contar muito com as actuaos disposifOflS
do gabinete inglez, por isso que as circunstancias
potencias que assignaram a convenco de I808.
L'm conselho de generaos hespanhes em la-
vana resalveo mandar nina peltoju para Madrid
inclinan lo a opnio publica ao abandono de S. Do-
mingos.
O archiduque Maximiliano era esperado a to-
dos os momentos em P.uis. Os delegados da regen-
cia do Mxico sao tambem esperados em Pars e
Miramar. Diz-se que nina deputacao mexicana ne-
gociara um empreslimo paracobrir is despezas da
a podem forrar a adoptar urna linha de conduela guerra e trocar as antigs obrigaeoes pelas que se
diversa da actual, e mesmo daquella que se propu- vo omiltlr de novo.
nha seguir. CooBrma-se a entrada do general Bazaine em
O governo inglez mandou rccolher a esquadra Guadalajara, o dos projectos de retirada de Jurez
ingleza que se achava no Tejo, e parece que ades- para ItotflmoftS.
lina ao Bltico. O Moniteur annuiicia que os juai islas tem sido
O JVoid publica um communicado desmenlindo derrotados em quasi toda aparte: i-spcra-se deum
o movimento do exercito francez para as frunleiras moniento para o outro que Campeche se renda,
allemas. Corre o boato de quo os generis Vidauri, Orte-
0 conflicto entre os estados secundarios da Alie- ga o Doblado adher rara ao imperio diz-se tam-
manha, e a Austria e Prussia, toma cada vezmaio- bem que Jurez pedido de varios chefes mexica-
res pro|H>rcdes. nos renunciara a presidencia a favor de Ortega.
A conferencia entre os ministros dos pequeos l'm teiegramim de Nova-York de 12 de fe-
estados comisando a 17 em Wurtzgourg tem sido vereiro diz haver cessado o bombardeamenlo de
muito agitada. Tomaram parte a Baviera, Saxo- Charleston e que o general Meade tentara um reco-
ma, llanover, Wurlemberg, Badn, e os dous iihecimento sobre o Itapidan, mas encontrara for-
Hesses. cas numerosas de confederados. N'uma aceo que
0 ponto prinrqial do programma deve compre- all houve perderam estes :t00 homens. seom-
hender aace.o cuinmum para o caso de encontrar munieacoes de Kniviville com Cuniberland esto
obstculos a recepeo do duque de Auguslemhtirgo intenoinpi las.
entre os soberanos confederados e mesmo para o l'm relatorio do general Foster datado de Knox-
caso em que a ocenpaeao do Schleswig pelas duas vllle diz que a cavallaria federal alcanfora una
grandes potencias nao tlvesse por fim separar o vtMflria completa sohre a cavallaria inimga a dez
Schleswig da Dinamarca. milhas Este de Sovierville. A divisan Maccook
A Baviera pretenda que se tomassem compro- rnpellio os confederados em exleno de duas mi-
missos recprocos para fazer reconhecer o duque, Ibas depois de um combate sangui olento em que
mas parece que esta proposta nao tem probabilida- se tomaram duas pecas e se lizeiaui 100 prisio-
des de bom xito. neiros.
A Gazeta de Wurtzburgo annunria que a eonfe- A esquadra federal [>reparavase para atacar
reneia dos ministros dos estados seruiidarios tinha Mobile.
aceitado a proposta feila peta Saxonia para que se O presidente dos Estados-Unidos ordenou um re-
as-ignasse um ajuste entre lodos elles, para o caso cruianiento de 200,000 hwuens. 0 rongresso re-
das grandes patencias quererem subtrahr o Hols- solvou que fosse oommissao dos negocios estran-
tein autoridade da dieta. geiros a proposta de um dos seus membros parase
lara este fin resolveu-se : considerar a tentativa de impor una monarchia no
1 Nao sanecionar ajuste algum quo prejudlque Mxico como urna ameaca destinada a provocar
o direilo dos durados. coniplic;.coes perigosas.
2.* Que s a dieta perlencc resolver a queslas O corsario federal Vanderbiet caplurou a barra
de successo. Janon da marinha real ingleza, as aguas do Cabo
3." Mandar novas tropas federaes para o Hols- da Boa Esperanca : o segundo romniindante inglez
lein, e preparar a mobilisa^o de muitas mais. foi marte pelo commandante corsario.
Anteriormente a este accordo a conferencia ti- i As noticias de Kanagawa alcancam a 28 de no-
nha exigido das duas grandes potencias alleniaas vcnibro ultimo. A idea do governt japonez edificar
que deixassem de oceupar os ducados. | um forte cm Yolruliama de novo se aprsenla, po-'
A Kussia e a Austria negaram-se. e deelararain rm o almirante inglez sustenta que nao o consen-
que deixariam de formar parte da eonfederaeo se |r. O Gorogio tem tentado |>or nas de nina vez '
a dieta persististe em sustentar as suas tropas nos i,r urna entrevista com o ministerio francez, con-1
ducados. I cemente ao encerramento do porte de Yokabamal
Por despacho lelegraphlco de 20 de fevereiro aocoinmercio eslrangeiio, mas o musiro francez
consta que os Austracos penctraram no Jutland tem se recusado a receber os enviados,
occiipando Kolding. deixando assim do ser rospei- Rizta-se que o principe Tatosto se acba seria-
lado o territorio iliuamaniiiez prwirlamwite dito, mente em opposicaoao acinal r. gimen poltico do
Esta noticia causn grande impressao em Parteo Japao, e que alguns descontentes se tinham reuni-
l.omlies. i do a esieprincipe. O Mirado e o Taicunempenham-
Os gabinete* francez b inglez protestaram lugo se em castigar este principe relelde, ederamji
esotra a invasao da Jullandia e pedirara explica- wttom do priso. Houve um enc>otro em Ynmen-
coes rathegoricas i Austria e a Prussia sobre esta Uto entro o revoltoso* e as tropa do Taicun : nes-
invasin. \ hs conflicto foi morlo Oohum principal chefe do /.i-
(l Moniteur de 2-'l diz ter recibido despachos que. solm Daimiu e pai do actual T un.
atlribuem aquella invaso a cireumstaueias pura- A seria aliiuide quo esta rebelliai
mente accidentaos, e arrscenla que as tropas al-
ijadas se rerariam do territorio uccopado; entre-
tanto o Monitor Prussiano de 22 diz que o general
tes sem estahel-cimeillo concedido ai mrsmo es-
Irangeiros!
Houve um grande tornadlo em Yuisobama no
da 2. de novombro no dMricto chamado Yoshi-
warah, ardendo algumas eenfenM de casas, e cm
Vedo dias antes houve urna nploaito n'uma fa-
brica de plvora, da qual resultan morrere n HK)
dos operarios, (cando gravemente ferMas300 i.....
soas.
Os jornaes de Madrid de M do Borrante di-
zem : 8. M a rainha e a nfanle D. Hara follaba
passam aem novioade. Osdoqrjes de Montpenator
partiram para Sevilba.
0 projecto de le eleiteral apprescntado s enr-
es prescreve que a casa eleetiva se compona do
um depuiado por Vi) mil habitantes. Sao ttello-
res os cidados maiores de 2o annos e qje pa-
guem 'IX) reales de roii'riluiico directa. Para ser
deputado preciso perteneer ao estado secular, ter
rendimentos superiores a 12 mil reales. Ha in-
compatibilidade entre o cargo de deputado O qual-
quer emprego publico lora de Madrid, ou que em
Madrid tenha menos do 10 mil reales de rendi-
mento; com os cargos de magistrado ou juiz do
foro ordinario ou especial, e com qualquer posto
miiitar inferior a brigadeiro.
Ciando numero de jornaes lavraram um protesto1
conta a reforma de 1857 a oonstituicao de 18i."i,
pois que affasta da espbera do governo corlase
designadas opinides que lem jos a influir na dtree-
cao dos negocios pblicos, e contraria o andamen-
to regular do systhema representativo.
Por decreto de 18 concedeu-se ampia amnistas
a todos os deudos polticos commetlidos em Hos-
panha e ilhas adjacentes.
A oceupacao da ilha de S. Domingos que tanto
dinheiro, e tantas lagrimas tem enalten ITospa-
nha comeca a ser justamente avahada pelos jornaes
hespanhoes e que pida maior parte aconselnam o
governo a que abandone lo funesto dominio, logo
que termine a actual revolta.
O presidente do conselho de ministros disse as
cmaras que os soldados hespanhoes conlinuam a
vencer os rebeldes da ilha de S. Domingos ; mas
que o estado sanitario era doloroso, |*>is que o
exercito tem perdido nove mil homens victimas da
epidemia I
O duque de Osema vai brevemente partir para
S. Pelersburgo, onde vai continuar a exereeras
funecoes do embaixador de S. M. caiholira.
Em Portugal o estado sanitario era l>om i
sabida do paqueir.
Copiosas chuvas nos ltimos dias de fevereiro ti-
nham indemnsado os campos da porfiada secca
durante os mezes anteriores.
Quatro novos pares do reino linliam Mo Ho-
rneados.
No da l't effectuouse a abertura do eamrtho de
ferro at Boj com todo o regosijo.
Foi as corles apresentada una prosista da ini-
ciativa parlamentar para a prulongaco da Imha
al Pavo no Atoarve.
A linha at Beja ia ser vendida pelos eoneessio-
narios a outra companhia ingleza por 400 mil hbras
slerlinas.
Prximamente se abrira a cirrulacao BOTO
seccao da linha do norte entre Coimbra e Porto.
O governo mandou fazer estados para a directo-
ra da linha do Porto Begoa.
.Trajava-se de levantar monumento condig.no a
D. Pedro IV ( o libertador ) na praca do Roen em
Lisboa.
Os escndalos e violencias que se. pratiraram
as eleicoes municipaes do dstrcto de Villa Real,
tinham sido o assunrpto quasi exclusivo de renta-
dos debates as duas cmaras. Na electiva dous
deputados linliam passado a vas de fado. Gracas
a personagens brasileiros.
Vo em muilo augmento as obras da grande do-
eka em Penta Delgada ( S. Miguel) nos Agor.
Pelo vapor Paran, entrado hontem dos portas
do sul do imperio recebemos jornaes do Rio de Ja-
neiro al 7, da Baha at 10, e de Alagla at 11
do corrente.
O que de mais importante ha. vai sob a rubri-
ca, niii-im; atora duque eis o que saeontramoo.
Hio ile Janeiro.L-so no Correio Mercantil:
i Refere o commandinie do vapor htpersdsr,
chegado houtem (.'> de Santa Catharina, que no dia
2o iie fevereiro ultimo den a costa na ilha da Gra-
ca. na barra de. S. Francisco, o patacho nacional
Concenao, em viagem de Santa Catharina, para
aquelle' porto.
No dia 28. ao largar de S. Francisco, o vapor
iMserader, receben a sen bordo toda a iriputacio
do referido patacho, coiuposla de sete nesso is. in-
clusive a sobre carga do navio, os quaes seguirn
para Santa Catharina, com alguns objedos sal-
vados.
O Cuneen (lo, (Ora iiiipeituo |hii- un tori Vlti
NO.
t Temos noticias do Paran, at 27 do passado.
t No dia Itcelebrou a assembla provincial a
i" sessao preparatoria, e elegeu, por acel imaeao,
presidente o Sr. Dr. Manoel A. de Araujo, 1- secre-
tario Dr. Sergio de S. C. e 2* dito Caotano de Souza
Pinto.
Baha.Fallecen, 2." do passado, o Rvm. co-
nego Jos Antonio das Neves, mestre-escola da
caihedral.
No dia 1" teve lugar a abertura solemne da
assembla provincial.
Assuniio as rdeas da administraco. 2,
o Exm. Sr. de.-embargador Antonio Joquim da
Silva (jomes.
As noticias do interior dzem causar ali a
secca males inmensos.
Achava-se no porlo a crvela americana de
guerra Orneara". ,
Al aguas.Hada oocorren, que mereca meno.
NOTICIAS COMHERCIAES E MAIIITIMAS.
Km Grande de Sul, li> le fevereiro.
Cambio.-Sobre Londres, 2o V, a 2G'/ d.; Pars,
.170 rs.; Hamburgo, nominal; Rio, i /o 90 das;
Babia, 2 }t %; Pernainbuco. nominal.
Fretes.Para o Rio de Janeiro, 300 rs. (ullimo
frctamenlo); Baha, 400 rs. (dem); Pernamburo.
oOO rs. (ideni); Inglaterra, couros salgados 45
sch.
Hteos.Oneaa :25, pesos 25. patacocs i&,
pecas americanas de ,'i dlrs. 105, ditos de 2 } o#,
um peso boliviano 1-5, meio peso boliviano SOOrs.,
,' de dullar americano 300 rs., colnmnarios hes-
panhoes 500 rs., '/i de palacio dito 410 rs., moeda
nacional |iapel 6 a 6 %.
Rio de Janeiro. 6 c marco.
Cambios. -Londres, 27 / 27 X e 27 /.* a 90
d/v; llamburgo, 6156 rs. a 90 d/v.
Acees.Banco Rural e Hypothecario. a fi)5 e
665 d'e premio.
Fretes. Now-York .17 sh. 6 d.
(eneros.Aseocar mascavlnbo de Campos cm
caixas a :t5400 por arroba (hontem.) Dito branco
a 35900 |>or arroba; manleiga franceza Demagny
a ItO rs. por libra (hontem.)
Saearam-se boje sommas regulares sobro Lon-
dres, a 27 } d. e menores a 27 ', e 27 V d-
Sobro llamburgo, saerou-se quantia regular a
663 rs.
Negociaram-se 120 acedes do banco Rural e H\ -
Ihecario a 663 0 60 ditas a 6o'5 de- premio.
Molde, recebera ordem para sustentar a orcupacao
de KoMinff) mas para nao avancar n.ai-.
Diz-ac que o imnisli'o da Sueeia declarara (pie
em pieseii'i da invu-.l) do territorio dinamarquez
prupriaroente dito, o sen governo nao podia llcar
neutral, e. que ia enviar tropas em auxilio do rei da
Dinamarca.
Parece que o general Wrangel dera, sob sua
responsabllldade, ordem para perseguir aoavalla-
io tem tomado
paree.' ler relees cm a exigencia de se fechar
Vl.ohaina; afllrmase.porm, queTsiosin breve-
mente seria obriua Os ministrosjaponeaee acaban' de aitnuneiar ao
ministro americano a sua inteico dopagarom
lima indemnisaio de dez mil p: tacas aos pruprie-
(arios do vapor amenraiio Pratoinlv, pelo- domos
que soffreu omjiinho ultimo as ilhas do man eau
sados pelo fogo das bateras do i hiiunwosoki. Cus-
ta a reconciliar estes desejos do ndomnisM es pi(-
juizus feitos aos estrangein s com as exigencias ipie
fazem parase evacuar Yokobatna, e de edificar for-
polhi
Veoderam se 23.000 .-acras de caf.
Sahiram para Pernambuco : .24 do passado,
O brigue dinamarquez Colmar ; 28, os patachos
Betieiibe c Carolina ; e 2 do corrente. o patacho
Polijcena.
Entrn, procedente de. Pernambuco, 25, o
palliabote Viamao, com 8 dias.
Aehava-se carga para Pernambuco: o.
brigue Invcnavrl o o patacho Alice.
Baha, 11 de marco.
Canibio.Regulen sobre Londres, 27.Jd.;
sobro Pars, a 343 rs por fe.: sobre llamburgo
650 por ni. b.; o sobre Lisboa e Porto, 98- e
101 e %.
A' 8 do corrente, sahio para Pernambuco, a
barca ingleza Silver StreoM.
PERRAMBOSO '
assmmea nmntt.
SESSAO ORDINARIA BUS DE MARCO DE 1864.
IMiKSIliK.M'.l.V 00 SB. CimSBUaURO Tr.KOUR
LOURBIOO.
(Conclu sao.)
O Su. Saman ;Enlodando as ds|>osi^oes tiestas
posluras. da cmara de Ni.ssa Senllora do O, en-
conirei ivllas taes absurdos, taes incoherencias,
lacs di'spropsitos, quo va nao jHidia deixar de pe-
dir que fossem ellas ijovamenle comuiisso de
peslnni; e estimava bastante quo dosaa alvino se
Uvosse leiiibradu um Ilustre memoro que apre-
seotou um requerimento neese senii lo, por qiv,
na ventado, a passar to que osla escripw ivhi,
deinonsliaiia alt- falta de criterio da nessa pal le...
Entra oaanalTse de alxuua artigo* das postums,
e termina ofhreoendoa Iltostre rammissno de t>os-
Inras algunias iMias que havia feto no exemidar
que Iho fora distribuido.
OSn. AooiRO Bomoci :Sr. presidente, se apre-
fenio met reqiierimenlo. foi por vi ifHtf a prcf
lerto de posluras municipaes. que ttfdfecio, pec-
cava nao s em sua redaccao que mfeiranicnlc
mi, se nao em suas dspo-ier.cs. Para V'etftraT o
que aralio de dizer nao basta mais do ou-fcr o
projecto porojoanto, leno-se, v-s* que nvHe ha
artigos sem pOBW, o nos que as tem nao se' da;
gradaeao algum entre estas ; bavcdo alm Vs(.
disposicees ijuej se acliam designadas ojo lei ge--
ral, romo es.as do titulo 2". que se encontram m.
regul;mieiito que bmaoo com o decreto n. 8t8 dtv
29 de setembn de MH.
Foi por isio, e para que c dsse mellior forma
a essas posturas que me liintei a apresenlar este
requerimento, deixando por esta raza i de entrar na
apreriacao da materia.
0 Sn. DKMosimtwes : (.X.lo devolveu seu dis-
curso.)
O Su. Ruco Bneos : diz ifar. com quanto se
nao opponha ao requerimento', nem contesto que
as |Rturas tenham deft'ito. eom tudo nao nodo
deizar pasear desapetOeMen a censura que se fez
camarade ipofsea, quando esta informado de que
essas postores foram (citas to de momento, quo
nao podia evar-se que nena se dsse alguma in-
coherencia, o1 que nao para1 admirar, tanto mais
quanto os membros da municipalidad'' de Ipojuca
au sfio homens que se dedqi-m< aos esludos da
letras e, da legislaco. A isiomblO/ pois, diz o
lionrado membro, compete examinar con muduro-
za as posturas, corrigir-lhe os defitos, mas nunca
a pretexto desse defitos quahlicar de faltos de
senso aquellos que as confeccionaran-, eooto em
aparto disse um Ilustro deputado ; que ayezar do
seus talentos, tal ve? nfio possa mostrar (|e as |>os-
turas sao taes que passam seus autores merecer
urna tal qualificacan pouco delicada.
Isto posto o illustre orador declara ter pedido a
palavra nicamente no proposito de protestar con-
tra a falia do generosidade com que o nobre' depu-
tado a que se refere ataeou as posturas da cmara
municipal do Ipojuca, nao se oppondo lodavio a ipic-
ellas voltem cominissas, afm de que da casosaia.
um trabalbo permito.
O Su. Naboh :(Nao devolveu sea discurso.)
O Su. SAPMuzuu : i Nao dev.ilveu seu discurso.)
O Su. Jacobina : -(Nao devolveu sen discurso-.)
O Su. (5. Diummo.nd : (Nao1 devolveu seu- dis-
curso.)
0 Su. Ramos : Voto a favor do requerimonto>
que foi apresentado na casa para quo as posturas
de Ipojuca sejam de novo submettidas a commissO'
de posturas para dar sobre ella o seu parecer,.
voto pelo requerimento |ior que pela'simples leilu-
ra que nesie momento lenho feito nestas postura*
eu nolo-llie os defitos quo os meus nobres colle-
gas teem apontado.
He parece, poto, que o estudo calmo e retleoiido-
de una commissao servir do pouparmos grande
trahalho, f.izendo com quo semelliHntes posturas
saiam desta casa regulares o perfeiias,.e-noclieias
de erros e defcitos como esto.
1 m Sil Drpotado: Estes defeitts- podem ser
sanados aqui.
0 Su. Ramos :Mas isso um perfeitO'eahos, o
ba maior dilliculdade em redigir-so um trabalho-
pei leito durante a discussao. Por que, senhores.
quem quzer notar defitos nestas postqras pode-os
imlistiiu lamente apontar com o dedo.
Cm Su. Dkpitado: Assim sao lodos as- obras
do homem.
O Su. Hamos :Nao sito assim todas as obras
dos homens, por que se nao sao perfoitas, algu-
BOM se aproxiniaiii da perfeieo.
Illa mu aparte do Sr. Drununond.)
O Sr. Ramos : 0 nobre deputado com toda su*
intelligeiicia nao capaz de defender as posturas
de Ipojuca como estao.
O Sn. Diummond : Nem eu me encarroguei
disto.
O Sr. Ramos :En nao me inenmnode apresen-
lar os defitos que noto as posturas de Ipojuca,
por que ellos e.-lo vistos; voto pelo requerimento
por que vista do parecer da commissao nos po-
demos mesmo poupar o trabalho de urna grande-
dfecussao sobre cada um dos diversos artigo, po-
dendo nos. depois desse parecer com reflexao vo-
tar sobro as posturas.
Encerrada a discussao e posto a votos o reqoe-
rimento approvado.
Entra cm discussao o parecer da commissao do
pelicoes adiado da sessao do anno de 1862, indefe-
rindeto requerimento em que Francisco Cavalesnii
do Albuqnerqiio, arrematante do imposto do 230O'
sobre o gado do consumo pede um abate no preeo
da arrematarn.
O Sit. S Priieiiw : (Nao devolveu seu dis-
curso.)
Vai a mesa e apoia-se o soguinte requerimento.
Requeiro o adiamento do parecer at vir a pcti-
eo a que se refere o mesmo parecer.S Pereira.
Em-crrwla n liiuoujeid VTTSipSfhjtlXW llfi >i>
do e approvado o parecer,
Entra em discussao o parecer da commissao de
petices adiado da sessao do anno anterior, todefe-
rindo o requerimento en que o capelln do reeo-
Ihuneiito ilu Sanii.-sinio Curaca'> de Jess da villa
do Iguarass pede se Ihe mande fazer entrega da
quantia quo pela assembla foi votada para re-
pararoes do mesmo recolhimenlo, e que o governo
ilei\ou de mandar entregar.
O Su. Jacobina : -(Nao devolveu seu discurso.).
O Sn. S Peheiiia : (Nao devolveu seu dis-
curso.)
Vai mesa o apoia-se o seguinle requeri-
mento:
Hequeiro que sesolicitem informacoes acerca do-
estado das obras do convento de Igurassd, e bem
assim a appJicarao que tem tido os dinheiros vo-
lados para esta casa com semelhantos obras, e se o-
seu administrador lem prestado comas. S Pe-
reira.
Sb. Soares Bkandao : Sr. presidente, eomo-
co declarando casa que concedo o meu fraro.
apoio ao requerimento do nobre deputado, que mo
precedeu.
Vejo que a todos nos faltam conhecimenlos com-
pletos a respeilo da materia, e paroce-me, por-
tante, que se devein solicitar quaesipier informa-
e/ies que forem julgadas a proposito.
Acompauhii com toda a abundancia do coraco
ao nobre 2." secretario nos sentimentos de patrio-
tismo c religiosidade que expenden na casa, e fa^o
Ostente juslica a todos nos para acreditar que
nenhuin do- honrados membros drsla casa deixao,
de aeompanhar nesses sentimentos to- nobres a
io gloriosos, sentimentos quo me persuado temos
bordado- dos nassos antepasados, e que destiuguem
os lilhos desta heroica provincia.
Mas, Sr. presidente, nao se trata agora de gro-
jas nem da fortilicacoes, tratase dos dinheiros p-
blicos, trata-se da apphca^o mais ou monos con-
veniente que se pode fazer dos suoros- da popula-
cao, do producto dos impostes que na minba opi-
ma si devein ser applicados naqiullo quo for da.
mais urgente conveniencia para a- provincia,,
evilando-se a todo o custo que esses dinheiros se-
jam mal baratados.
Presentemente. Sr. presidenlS; nao se trata da.
repaaaC/u de urna igreja, nao se traa da edih'ca--
co de novos templos, trata-se do una, quota vola-
da para as obras do convento, do Iguarass ; c.
quando eu veje ser to cheio de verdade aquillo-
qiw a coniiniso expendo ein son parecer, isto
qut> as ig rejas e mairizes por toda a provincias
acba ni precisas de grandes reparos para decencia
do culto, e para os mais sublimes uii.-tafVS da.re-
bgio, eutendo que setneUiaute ramo de servieo
publico, que os cunenos ou fumlaco das matrizes
deve ser profenvel aos reparos de um recolhimen-
11 que vai mais ou ments se prestando,aos litis a.
que desluiado.
Alm disto a rasa ignora perfeilamente qual fui,
a quota volada para esse recolliiinenW, se-uin cunto,
do rete, se dous, tres, quatro ou cinco -. mas san i
quo a provincia asta em grandes apuros l'manceU
ros, que ha um detici, que ba dividas a pa
gar ele.
E como que sa |>de assim volar sobre ese
parecer independ-nte do todos us esctonoiiooolus t
Eu, |wr miin, mo nao BOho habilitado ;u> fazerv
B 96 fosse obligado a vula> nesie moiuenlo sem
maiores e-claivcimcn!os, v.iana a favor das eon-
clusoes d'esse parecer.
O Sn. Jacobina : Eu sou sempre a favor d>%
igreja.
('i i no Sit Df.putao : tst molas in. rebits.
ii Su. SoOMM IIiia.noao: Mas O nubr depu-
tado nao sali qual n. quota votada, nao salte o
quo se vai de.-pciidr. Se a pii-vuu e.-in
ein oiiiras. ciicum.-i.jicias. se (iOtliiiemao MImhI t
a todas as neces-iiladis das m.dnzes o outras si -
iiieihajiies, en maviana duvida en votar euntra o
parecer; mas nos devenios sor muito cautello-os
ati.'iidi ndn ao astado BnaoeetM em que ims acha-
mo; o en prefiru antea votar alguma- qanttos
pai a re|iaros da inalii/.es. pan decencia do culto,
do que pan recolliiiiienlos.
Sao esias as ounsidowcjitos que tenho a expor
casa justificando meu vote sobre a materia, o de-
clarando que aelio muilo razoavol o reqoerimenlo
que fi i apresentado.
0 Su. Jacouuu : ( Nao devolveu seu dis-
curso. )
0 sn. s Dnana : (Nao devolveu seu dis-
curso. )



Diario de l-ernamhtico Terca felra 1. le Mareo de 1 Mt-I.
-J

1) Sr. Ajivnthas : ( Nao devolveu seu dis-
uiso.)
Val mes* e apoia-se o seguinic requer-
monto:
Hequeiro que soja a pctioo remetila iiussio ite orcanicnlo para atteiuler o peticionario
corno Mr de justica. Drnmmond.
Encerrada a discussao approvado o requer-
monto 'Vi Sr. Drummond e regeitado o do Sr. S
Peieira.
ft. Olympia Francisca de Carvalho, atiljdade;
oaquim Jos Pereira Porto, 1- gaian;
Victorino Jos da Rosa, 3 dito;
Francisco de Paula Borges, e\niro;
Manuel Jos Pinto, centro cmico; o
Jos Manoel Barbosa de Carvalho, caricato.
Alm desti's artistas, virio tnais alguns dos que
estao actualmente un Maranhao com o Sr. Coirn-
bra.
O vapor inglez Paran devia sahirdo Wio de
llavemlo dado a hora o Sr. presidente designa a Janeiro 10 do correnle pelo que talvez hoje aqu
ordem do da c levanta a sessao.
SESSAO ORDINARIA EM 7 RK MARCO DE 1864.
PRESIDENCIA DO SR. CO.NSKLHEIRO TH1O DE
1.01 IIEIRO.
As ome horas da manha, fcila a chamada ve-
rili-a-se ostarem prsbites 29 Srs. deputados.
brese a asela,
Lida a acta da anterior, approvada.
0 Sr. 1" Secretario da ooiita do segrale :
EXPEDIENTE.
1 ma petcao da confrariajile Nossa Senhor; do
Livramenlo dcsla ridade, pedindo preferenci; na
aiawecio de tres das suas loteras.A' commhso
de petizo
Outra da irmandade do Sanlissimo Sacranvmto
da freguezia da Boa-Visla, pedindo preferencia
para a exlracco de suas loteras. A' mesma
commisso.
Outra da irmundade do Senhor Bom Je.-us das
Dores da igreja de S Goncalu desta cidade, pe lin-
do preferencia para exlracco de suas loteras.
A' mesma commisso.
Vo mesa, leem-se e approvam-se os segu ates
requerimentos :
Hequeiro que se pecam ao governo informacoes
competentes respeito das quesies pro|>osu.s a
commisso nomeaila para examinar a esti ads. do
norte da e.mpreza Mamede, e cpia de lodos os do-
cumentas, que existam na secretaria da presiden-
cia a este respeilo.S. R.G. Campello. S Pe-
reira.Sdva Barros.
Hequeiro que pelos canaes competentes, acerca
do convenio de Iguarass, se peca os seguintes es-
clarecimentos :
l' Aquanto montam os subsidios votados pot es-
ta cmara para reparos do mesino convenio.
2" Quanto lem recebido o respectivo procu-
rador.
3" Tem elle prestado cootas 1 S. R. Sa Pe-
lma.
Requeiro que se peca ao Exm. Sr presidente da
provincia urn mappa dos cstudanles que lem (re-
quemado o Gymnasio, desde suacreacao ateo pre-
sente.
Que informe quanlo se gasta coni o costeio e >ro-
les&jres daquelle estabclecimcnto.S. R.Ferei-
ra Jacobina. .
Leem-se. e apoiadas sao remelldas a cqmmhsao
de consiuco e poderes as seguintes indicac,oes :
Indico qu>; esta assembla solicite assembla
geral dispensa do servico activo da jiuarda nacio-
nal para os caixeiros e para os artistas que t ve-
rem offleinas, tendas, ou lojas. s. R. Ferreira
Jacobina.
Indico quo esla assembla solicite a assemtlea
peral o preyilegio de que as carias de hachareis
formados pelo Gymnasio Provincial sirvam para
entrada em qualquer Faculdadc do imperio.S R.
Fjrreira Jacobina.
LS-se eapprova-se o segunte parecer :
A cotnmisslo de negocios ecclesasticos, te ido
attentamente examinado o compromisso da irman-
dade do Senhor Bom Jess dos Pobres Afllictos da
cidade de N.izaretn, e nao tendo encontrado nolle
a approvaco do Exm. prelado diocesano na p; re
religiosa, de parecer que seja dito compromisso
levado a ronsideraco do mesmo Exm. prelado,
voltando depois a apreciadlo desta assembla.
Puqo da assembla legislativa provincial de Per-
nambuco 7 de man;o de 1864.Albuquerquc Ka-
ranlilo.Francisco Pedro.
L-se o seguinle parecer :
A commissio de petices encarregada de emttir
o sea parecer respeo da justifa da preten ao
aposentada a esta assembla, de opinilo quj o
trabalho de fiscalisaco da illuminacao a gaz deca
cidade nao tem escripturaco quedeva oceupar um
empregado ; pois o pequeo servico que ha a fa-
zer-se pode mesmo estar por einquanto ao cuid;do
do proiwio fiscal, cujo cargo a commisso juliza ser
taintem desneeessario, tuna vez que pode liear a
ins|>ecco da illuminacao propriamente dita ao
cuidado dos empreados de polica, e a dogazorie-
lio o mais apiiarelhos ser cenfiadas reparlicau
das obras publicas provmciaes
Assim, pois, a commisso de pelicdes deepi-
niao que seja ndeferida a pretencio de Joao Joa-
quim de Siqueira Varejao, quj pedea esta asstm-
bla que Ihc designe una gratifleacao p"'"
"CTpeaeSe e escripiuracio concernentes rcpir-
licae fiscal da illuminafio faz desta cidade.
1\ co da assembla legislativa provincial de Per-
nambuco, 7 de marco de 1864. Silva Barros
Manoel Netto.
Sao lidos, julgados ohjeclos de deliberado c
mandados imprimir os seguintes projectos ;
A assembla legislativa provincial de Pernam-
buee, resol ve :
Aii. 1 Fiea elevada rahegoria de villa a ik>-
voafio de Salgueiro, na comarca de Cabrobt, e
para ella transferida a sede da mesma comarca.
Art 2" Fiea Mjrvindo de limites do termo de
Salgueiro a freguezia do mesmo nome, e beta 18-
sim as fazendas Barras, Letlias, Penedo, S. Domin-
gos, e Arraial do Saceo, e nos suburbios que li-
cam desmembradas da freguezia de Cabrob.
Arl. 3o Eica substituida a villa de Cabrobo e
servindo de lermo adjuncto Salgueiro, sendo esle
igualmente a sedo dos termos reunidos.
Arl. 4 Ficam revogadas as disposices em con-
trario.
Paco da assembla legislativa provincia I de Per-
nambuco, 7 de marco de 18G1. Silva Barros.
Silva Burgos.Francisco Pedro.Buarque.
A assembla legislativa provincial de PernamLu-
eo, resol ve :
Art. nico. As congruas dos eoadjuctores das
freguezias da provincia licaui elevadas a ra.....
400A.
Revogadas as disposifoes piii contrario.
l'a;o da as .embica legisla iva provincial de P.r-
nambuco, 7 de marfo de 1864. Silva Barros
OSl.-J.l.
A liordo do vapor francez Nararre viera ni,
da Europa 90 passageiros, dos quaes : 7 para a
Italua, 47 para o Rio de Janeiro, 8 para Montevi-
deo e 21 para Buenos-A\ res.
Entre os do Rio se acha o Sr. Glinka, ministro
plenipotenciario da Itussia junto corle brasileua.
O vapor inglez, que deve ser portador da ma-
la da Europa, no correnle mer, o Hagdalau,
que sabio 9.
Ao porto do Havre cheeon, 16 do passado,
a barca franceza Aero, procedente do Para.
Para o Maranhao e Para sahiram desse mes-
mo porto, i 11 do passado, o briguc francez Ami-
i al lltimelin, c 18 a barca franceza Josepktne.
Ainda ficava carga a barca franceza Jean
Baptisle.
Domingo ultimo falleceu o Sr. Alexandre
Primo Camello Pessoa, segundo cscripturario da
tliesouraria provincial e professor jubilado de
instrueeSo primaria.
O liiKuln era um bello carcter e de recoubecida
probidade, deixando crescida familia, composta
principalmente do mogas em completa penuria de
meios de vida; pois, como empregado publico,
era elle pobre, e subsista apenas com os iningua-
dos recursos, que Ihe dava a emprego.
Depois d'amanhaa lem lugar o concurso
cisco Jos Pinto, Tervilo Therdin de Castro, Bal-
bina Arelas da Costa Rebimha, llenrique Jos Al-
vos de Brito, Jos Joaquim Vieira da Fouseca, Cu-
p.riino de Aibuquerque Magalhies Bastos, Antonio
T. Pinto. Jos Alves Branca Antonio Jos Ribero,
Senhor, o men criado j iz em casa doente de
una paralysia, e padece muid com ella.
Respondeu-lhe entao Jess
Eu irei, e curarei.
E respoudendo o centuriilo disse
Domingos Jos Alves da Silva. Jotquim Carlos Senhor, eu nao sou digno de que entris em m
Haciel Pinheiro, Manoel Joaquim Menezes de Amo- nha casa ; aran manda-o s com
ram que as pastilhas vermifuiras de Kemp o
remedio o mais excellente o efflcaz que at hoje
tem sido conheeido. Acham-se ellas exclusivamen-
te preparadas com as substancias vegetaesas mais
salutferas. O seu sabor delicioso, nao causam
nauseas nem dores, e produzem seu elfeito comple-
nm. Manoel Rodrigues Tacuary Joaquim Jos de o meu irWAaK wZmsiS 2 W^Xn^^dXS^to
Araujo Vaacooi.-ellos, Jos Cacado Luna, Cesar Au- sugeito a oulro, que tenho soldados as minhas or- -
dens, e digo um va i acola, e elle vai; e oulro :
vem c, e elle vero, : e ao meu servo : fazo uto, e
elle o faz.
E Jess ouviodo-o assim fallar, admirou-se, e
disse para os que o seguiam
.......r. .->^||,wilVI, j->-, .,, i -,,,!., I.IIIU. I,(->,VI U"
gusto Zanoty, Pedro da Silva Reg, Manoel Joaquim
Leio, Francisco Marlins Vieira Pacheco, tenente-
coronel Dionizio Rodrigues do Mello Castro, boiz
Pereira Ramalho, Manoel Joaquim Duarte Guma-
raos, Antonio de Azevedo Maia, Joaquim Pires C;ir-
neiro Monteiio, Autono Jos de Camino, Francis-
co Manta de sate, Bulhoes, lioorque da Cunha
Res, Jacntho Jos Nunes Leite e 1 cscravo, 1 cabo
de esquadra do exercto, I praca, 2 recrutas, .1
ex-prajas, 8 escraves a entregar."
Segoem para o norte :
Alleinann Rafael Bertolani, tenento Francisco
Antonio .Nogueira Bruman e sua senhora, Luiz
Heymann, Joaquim E. Ido Souza Gouveia, Jlo
(oncalves da Costa, Maria da Conceicao c 1 filho,
Dr. Tliomaz Hall e 1 escrava, tenento-coronel Joao
Vctor Vieira da Silva, Antonio Loureiro de Al-
meda, Manoel Francisco Pereira, major Joao Jos
do Freitas Giiimares, Jos Joaquim de Carvalho,
tenento Joao de Santa Amia Moura e sua mulher,
dito Bernardo Jos Vasques, Frederico Constancio
da Fouseca, Manoel Jeronymo Ferreira Mai tin<;
1" sargento do exercilo. 1 praca e 1 escrava a
entregar.
as mais como os proprios filhinhos nunca desespe-
ran! dolas, porque se as primoiras tem completa
eonlianea as pastillus, estes ltimos as tomam
com o inaior prazer possivel. Desde que estas ad-
niraveis e mcomparaveis pastilhas foram desco-
as, todos os demais vermfugos
-----F>--------i'j ... "-", mkjo os nemais venni ii'os asouerosos
t1manhanf"eStil &S '|Ue "^ S *2 s,,, ^si 'Wramee SKdos^de^
Sh'i'i.S! I*raci- ^v"s.' por,,m' 1"e v.rao rados por todos. As pastilhas vermfugas de Kemp
muito do Oriente e do Occidente, e que se senta
rao mesa com Abrahito, Is ac e Jacob
...fugas de Kemp
se aenam lindamente acondicionadas dentro de
no reino frasquinhos de crvstal nao s nara ina boa evnnr-
dos cos ; mas que os filhos do reino ser.ao lanca-1 taca/ ,;omo para sua consrvalo c-.ntra toda? as
vicissitudesdos lempos, venda na loja de Bravo
X C, e de Caors & Barbosa.
dos as irevas exteriores; all llavera choro e ran-
ger de denles.
Entao disse Jess ao centuriio :
Vai, e faca-se segundo ti creste.
E naquella mesma hora ficou sao o criado.
Que f robusta, irmaos me s, alimeulava o co-
raco desse homem, quo quera sement urna pa-
lavra do Mestre para curar a seu criado !
K rectamente um exempb extraordinario, que
bem mostrao quanto somos inconstantes e ingra-
tos, que alm de termos tanto- remedios para sa-
nar os males do osea alma, nos os desprezamos,
e de dia em dia arrefecemos e nos lomamos tibios
na f;
dosPassos Lima, 3 2- sargentos, 1 furriel, 4 pra-
cas do exorcito, a mulhor de urna dolas, Jacintha
Mara de Jess, 3 sentenciados militares. Wdejus-
ca, a mullicr e 4 filhos de um delles, Antonio da
para o preenchimento de duas vagas de torceiros Silveira S Brrelo, Pedro Jos de Souza, Manoel
escriturarios, existentes na Ihsouraria de fa-1 Cardoso Ribeiro, Joaquim Facundo de Castro Del-
zeda. pa.lo, Victorino Trajano da Costa Fialho, Jos
Temos queixas por haver a companhia de Francisco Machado. Mariana Augusta Cecilio, Dol-
illuminarao gaz deixado ate o presente de expor fina Mara da (Conceicao.
no oslado anterior o dosarranjo feilo no sobrado Reparticao da'poucia.
da roa das Cinco Ponas, para collocacao de um Extracto da parte do dia
conibustor. ; 1864.
urna prora evidente da sinceridade desse
Passageiros do Imite nacional Sergypano vin-, homem, que fo buscar o medico verdadeiro para
do da ilha de Fernando : Alferes Jos Bento abrandar a febre
13 de marco
i on vem, pois,
corre a referida
gregas.
que nao fique o concert, que
companhia, para os kalendas
Foram recolhidos casa de deteneao no dia 12 do
correnle :
A' ordem do lllm. Sr. Dr. chefe de polica, Apa
que consuma seu criado; e no
enlamo que nos sabendo di>so e tendo conheci-
ment que por moio de Jesu i Chrislo poderemos
ser salvos, o deixamos de pa te, e abracamos s-
mente a miseria para augrientar a nossa des-
grana.
A igreja entao em sua sal doria gaardou em
seu thesouro essas palavras i. centurio para que
fossem recitadas pelo calholiio junto mesada
communho.
E quem deixar de sentii
de i quando a alma purificada de seus delictos, pronun-
cia eslas mysleriosas e comoladoras palavras
ATTENQAO.
Xarope alehoolico de veame, preparado pelo
pharinaceutico Jos da Rocha Prannos, esta bole-
ado com botica na ra Dreita n. 88 em Pernam-
buco.
Este xarope incontestavelmente superior a lo
dos os xaropes depurativos, de cuja composicao
o seu maior elemento a salsa parrlha. pois que se
tem conheeido ser o veame mais enrgico para
a prompta cura das molestias, cuja base eatMetal
depende da purificaco do sangue assim pois se
tem verificado por muilas pessoas que se achavam
desengaadas, as quaes acham-se hoje restabeleci-
das com o referido xarope alehoolico de veame
entretanto que alguns, tendo usado do xarope do
Curnier, de Larrey, de salsa parrlha, do sapona
ra, oleo de ligado de bacalho, e outros agentes
desia ordem nada conseguram. elle de fcil di-
gestao, agradavel ao paladar e ao olfato. Alguns
mdicos desia cidade e da de Macei o tcem re
i commendado para a cura das
uma^doce emocao, Impigens, Haba, escropluilas,
Tumores, ulceras, escorbuto,
dncros, sarnadegenerada, Iluxoalvo.
Senhor, eu nao sou digno que entris em minha Todas eslas alTeccoes provm de una causa in
morada tap pea-adora. lerna ; nao ha pois Vazao alguma em crer que el-
->a saude enche de alegra porque o coracao vai -as se podem curar com remedios externos. Tam-
so e libroso.taes como:
pardos Francisco Alves de Maura, Francisco Anto- j para a feicldade eterna
rrnel!-C Tano<'1 '^T65 .2" 0liveir/'1'. ^ Assim- irm5os meus, 'imite-nos ao centurio, e I r/otta'/Vireum'tismo'"naralvsa
recruia ; Joao Torres de Alme.da, por furto de \ pronunciemos sempre-Sen/i,r, en nao son digno Dores, .Sncia osteniLe'
1 gil entris na minha morada lao peccadora
affeecoes do systema nervo-
ca vatios.
A' ordem do subdelegado de Santo Amonio, Ba-
silio, Africano, escravo de Antouia Luiza Guerra,
para correccao.
A ordem do de S. Jos, Marciano Ignez de Fre-
tas; pardo, por ferimentos; as pardas Maria, Ma-
noella c as cnoulas .Nicacia e Eugenia, escravas
de Manoel da Veiga Seixas, todas por fgidas.
O chefe da 2.' seccao.
/. G. de Mesquila.
Movimenlo da casajde deleoeo no dia 12 de
marco de 1864.
A saber:
Existiam. ..
Entraram..
Sahiram ...
Exislem___
370 presos
12
9 >
373
Nacienaes..... 266
Estrangeiros...
Mulheres......
Estrangeiras...
Escravos......
Escrav;u......
31
6
1
61
8
373
Alimentados a cusa dos cofres provinciaes. 151
Movimenlo da enfermara no dia 13 de marco
de 1864.
Tiveram baixa:
Agripino Leandro dos Santos, sarnas.
Jos, escravo do capiuio Jeronymo, colite-
Teve alta :
Manoel, escravo de Manoel Marques.
Movimento da casa de delenfo do dia 13 do
marco de 1864.
designado o eservo da companhia de aprendizes
artfices Augusto Jos Goncalves Lessa, paraocc-
A saber
Existiam .
Entraram. .
Sahiram .
Existem. .
Nacionaes. .
Estrangeiros
Mulheres. .
Eslrangera
Pscravos .
Escravas. .
373 presos
20
16
377
273 presos.
30
3 >
1 >
^-fii- .* '
8 >
par inteiramenleo lugar do professor de 1* leltras 373
daquelle arsenal, visto achar-sc com licenca o res- Alimentados
pectivo professor, e ler adoecdo o collaborador da Movimenlo
escripturaco das obras do porto Antonio Jos da( de IKIi
Cumia Guiuiarosqiie-o substitua. Tiveram baixa :
xNoexamede rhetorica havido no dia 12 do Tobas Manoel do Nascmenlo.svphiles.
correnle na Faculdade de Direilu foram approva-' Innorencio Francisco de Olveira, pleuriz
dos plenamente 2, simplesmente 10, e reprovadoSj Vicente, cscravo do padre Pexoto. feridas
12- tusas.
O jury tomou hontem conhecimento do pro | Tiveram alta :
cesso instaurado |>clo subdelegado da freguezia da Cosme Jos da <:rnz.
A seguinte fbula do Sr. J J. Teixera :
O REBANHO
Branco rebanho de o'-elhas
Vai mansamente seguindo,
tu sua marcha suspendo,
Do cao as ordens ou indo.
Qu'nnucncia qu"in portancia f
Tem aquelle cachorrinho !
Diz as malas um quati
Com seu pouludo focmho.
Acode em riso um nacaco :
Influencia, meu amor f
Pois atraz de ludo aquillo
Xo avistas o pastor '
N'o foi do mono niomce,
Ao quati falleu muito bem;
Influencia no Brasil,
S do governo que vem.
DeCamllo Castello Branco extractamos o que se-
gu :
E o poeta o que ?
Poeta aquelle que desmente as leis anatmicas
i e physiologicas, vivendo do principio vital de urna
nica cntranha : o coracao.
Poeta o elo sollo da cadea social, excrescen-
cia bastarda neste mundo, perola perdida em la-
macal de javardos, pompa e lustre das decorjrcoes
theatraes a que assiste, resonando, com a chusma
de espectadores acephalos e aliencoados da estpi-
da fortuna
Poeta 6 o amant da noite, da solido, da la,
das estrellas, do mar, da fonte da vircao, do rou-
sinoi. Jis mil ruidos do silencio noturno, das mil
notasquepsalmeam castores Dcus.
Ser poeta nao ser metrifieador, alnhador de
[ cmpassadas syliabas,mestre do pausas, e infaliga-
; vel esmerilhador de consoante.
I O poeta raras vezes faz versos, e se os fez, alm
! los 2o annos, infecundo, por que entao he en-
trou na alma a noite do desengao, apagados os
, alvorci oa estrella que annuuciara um dia magni-
II ico.
Desluz-se-lhe o ar que o arraiara de resplendo-
i res; vo-se os perfumes que llie incensaram o ai-
Marasmo, h> [xm-Iiinidria, emmagreciment.
O xarope alehoolico de veame subretudo, da
maior ulilidade para curar radtcalmenle, e em pou-
co lempo o rheumatismo.
Adverte-se que o verdadeiro xarope s se vende
tiesta cidade na botica cima indicada do abaixo
assignadn ; e em outra qualquer parte que se tem
annuneiado nao da mesma composicao, e nem o
abaixo assignado se responsabillsa.
Jos da Rocha Paranhos.
COMMERCIO.
Foi creado no termo de Santo Anuo um es-. linario Lourence de Souza, pardo, sem declaracao recolher o sagrado cornode'i. sus Viuisio p na en- ii,ca ,
quadroavulso da guarda nacional, sob a nu-ne- do motivo : Jos' Francisco'd'e Souza, branco os eSdade e^nT preS^ S a o ,?aTamemo da"
racao 8.*; e para o respectivo commando no-1 narrfiw Rrinni^n h,h u.,, nuitM Anin.:_____.a...^. .*_.."_
meou-se o Sr. Francisco Jos Alvares, promovido
ao posto de major.
No dia 27 do passado lomou assenio no se-
nado o Exm. Sr. conselheiro Francisco Xavier
Paes Brrelo.
Amanha se extrahir a primeira parte da
primeira lotera da capella de Nossa Senhora da
Escada. da igreja do .Nossa Senhora da Conrcieo
dos Militares.
Foi ordenada a entrega a Thereza J. de Jess
de sua neta Thereza Malaquias dos Sanies, edu-
canda do collegio das orphaas; bem como que se
inscrevesse no respectivo quadro para ser oppor-
tonamenleadinittidc no collegio dos orphos o me-
nor Antonio, tilho de Thereza do Jess (rangeno.
Sob proposla do tenenle-coronel commandan-
te do batalbo de infanlaria n. ol, da guarda^nacio-
nal do municipio de Pao d'Alho, foram nomeados
para ofllciaes do mesmo baialho os cidadaos se-
guintes :
Estadvqiaior.
Tenente quartel-mestre Maaoel Marcos de Albu-
que Mello.
Alferes secretario Manoel Melquades Cavalcanli
de Aibuquerque.
Alferes porta-esundatte Luiz de Franca Allemo
Cisueiro. -
1* companhia.
Capito Vicente do Araujo Pinheiro.
Tenente Jos Germano de Araujo Pinheiro.
Alferes Manoel Xavier Carneiro Rodrigues Cam-
pello.
Dito Joaquim de Araujo Pinheiro.
2" companhia.
Capito Thom Leo de Castro.
Tenente Jos da Costa Nogueira.
Alferes Izidro Jos da Silva.
Dito Rayniundo Nonato Correa da Luz.
.'I' companhia.
Capito Jos Mendos Carneiro da Cunha.
Tenente Rufino Curra dos Prazeres.
Alferes fesnino Carneiro da Cunha.
Dito Conrado Ferreira da Costa.
4* companhia.
Capito Manoel Antonio dos Santos Ferreira.
Tenente Braz Carneiro da Cunha Aibuquerque.
Alferes Jos Nicolao Tolenliro de Lira.
Dito Gervasio do As-is Carvalho.
I'.'Ij iu.|....i...;.. du arcanal da m.innha Joi
OVO B\\rO HE PEI^\MBIC.
O nevo banco de Parnambuco paga o 12* divi-
dendo a razo de 9 por ac^o.
Alfandega
Rendimento do da 1 a 12-........ 329:4815468
Ideradodia 14................. 22:427781
351:9095219
llovliucuto da alfandega
Volumes entrados com fazendas...
com gneros.
Volumes saludos
com
com
fazendas...
gneros...
63
237
145
524
300
669
'i
Silva Burgos
A asseniDla legislativa provincial de Perna n-
buco resol ve :
Art. L'nico. O presidente da provincia mandar
correr de preferencia a qualquer outras as segu n-
tes loteras a saber : urna ein beneficio da matriz
de Salgueiro ; c outra em beneficio da matriz de
Cabrob, ambas concedidas pela le n. 481 de 10
mao de 1860.
Revogadas as dposses em contrario.
Paco da assembla logislatva provincial 7 de
marco de 1864.Antonio Lopes da Silva Barros.
A assembla legislativa provincial de Perna al-
buco, resol ve :
Art. Umco. Fiea pertencendo ao termo de Na;:a-
reth todo o territorio da freguezia de Nossa Senl ei-
r do Rosario da povoac;ode Crnangy, creado por
le provincial n. 527 de 4 de junho d 1862.
Revogadas as disposices em contrario.
Paco da assembla legislativa provincial de
Pernambueo, 7 de marr;o de 1864. Jos Ignacio
de Andrade Lima.Vigario Joaquim Jos Pacheco
de Aibuquerque Maranhao.
(ConfiNtinr-se-Aa.)
REVISTA DIARIA.
A assembla na sessao de ttpnlejn, depois de ou-
vir a reclamacao feita pelo Sr. Buarque acerca da
publoaco do seu discurso na sessao do 4 do
correte, e que foi publicado no Diario de honltm,
na pirte era que se l, que as faltas adiadas na
secretarla eram devidas ao Sr. ex-primeiro sec-e-
tario, quando o que disse foi justamente o con! -a-
rioquetaes fallas na 1 partiam desse senhor, pro-
sapia na segunda discus>o do projeelo u. 1 d-
le amo, que regula a arrecadaco da iaxa de hir-
reiras, orando os Srs. Ramos, Jacobina, Buarque,
Nabor e Netto. Foram approvados os arts. 2 a 4,
tican lo a discussao adiada
A ordoni do dia para hoje, aim da materia
preci demoliente designada, comprehende niai.-. a
primeira discussao dos projeclos ns. 8 c 20 de.'lc
anuo.
Tendo obtido licenca da cmara dos Sis. de-
notados, veio hontem no vapor Paran o Sr. Dr.
Fabio Alexandrino de Carvalho Res, inspector Ja
nssa alfandega.
A bordo desse vapor veio lambem o Sr. G jr-
manc' Francisco de Olveira, com o pessoa I da
companhia dramtica, qos foi contratar na crte
para o Santa Isabel, o qual se compe de aru-tas
de mi.'rito reconhecido em os diversos tbealros
d'ali, onde (rabalhavam csses artislas.
Es o elenco:
D. Anionina Marquelou, primeira dama joven -,
D. Mara Viclorina de Larerda Pontos, 1* dama
cenlrn.
D. Emilia Bernardina Ponles, ingenua;
D, Virginia Maria Caruide, coquelte;
Munbeca contra Pirmino Jos dos Santos por cri
mes de tr.orte o offensas physicas graves commet-
tidos om varias pessoas. O aecusado fo julgado
ncurso no arl. 193 e por duas vezes no arl. 201
tfo cdigo criminal, as penas correspondentes ao
grao medio dos mencionados arligos, sommando
estas 15 annos e 1 mez de priso simples e
multa correspondente 6 mezes c 15 das. O con-
selho roinpoz-so dos seguintes senhores juizes de
facto.
Dr. Jacntho Pereira do Reg.
Dr. Antonio Joaquim Ayres do N'ascimenlo.
Dr. Eduardo Augusto de Olveira.
Dr. Celso Tertuliano Fernandes Qunlella.
Dr. Joao Ferreira da Silva.
Dr. Candido Marlins de Almeda.
Antonio Carneiro Machado Ros.
Manoel Coelho Cintra.
Caetano Quintino Galhardo.
! Joo Carlos de Souza Correa.
Florencio Domingos da Silva.
Oadvogado foi o Sr. Mr. Heraclito Vespaclano
Fiok Rumano, cuja estra na tribuna judicaria foi
das mala felices.
A sessao levantou-se s 4 horas da tarde.
Passageiros do vapor Navarra vindo de Bor-
deaoa e portes intermedios : Josino Barroso,
Francols Anselme, Antonio Alberto de Souza
Aguiar, Joo Machado Evangelho, Jos da Costa
Freitas, Domingos Gomes Fernandes, Alfredo Go-
mes Fernandes.
Seguem para o sul :
Costamagoa Giovann, Jos de Faria Araujo.Eus-
taquio Jos das Chagas.
Passageiros do vapor nacional Paran, viudo
dos portos do sul : Dr. Fabio Alexandrino de
Carvalho Res e 1 escravo, Marcellino Pinto Ca-
bral, Dr. Agoslinho Ermelindo de Leo, alferes Joa-
quim Rodrigues Vianna, dito Antonio Leopoldo Po-
reira da Cunha e sua mulher, Jos Bento Meira de
Vasconcellos, Joo Eduardo Rodrigues dos Santos,
Loa Ignacio Rayniundo, major Sebastio Jos Ba- 25
silio Pyrrho, Joo Antonio lorres,lcadetc Aprigio!
Avelino de Souza Monleiro, Latino C. Melra de
Vasconcellos, Ignacio Jo.- do Olveira Amula, Ur-
sulina da Silva, Antonia Rosa da Cosa, Jos Flo-
rindo de Aibuquerque, Mauricio de Araujo Lima,
Germano Francisco do OliveiraAntoDinaMaquellou,
Maria Viclorina de Lacerda Puntes, Emilio Ber-
nardno Ponles, Olimpia Francisca do Carvalho,
Virginio M. C, Joaquim Pereira Porto, Victorino
Jos da Rosa, Francisco de Paula Borges, Manoel
Jos Piulo, Henrique Jos Pontos e seu filho, Jos
Manoel Barbosa de Carvalho, Francisco Prisco de
Souza Paraso, Luiz Ayres de Almeida, Joaquim
Pereira da Silva Lobo e 1 escravo, Joo Ferreira
de Oliveira e Silva, Jos Alfredo de Oliveira, Elias
Jos Pedrosa Filho, Dr. Francisco Justiniano Cesar
Jacobina, Jos Cardoso da Caoba, Ernesto Botelbo
de Andrade, Clemente de Oliveira Mendos e 1 es-
cravo, Carolina da Rosa Mendos e 1 sobrnho, Al-
varo Antonio da Costa, Demetrio Jos Teixera, Al-
fi e cliimaiin, Jos Mara Jayme de Oliveira, Jos Ri-
cardo Gomes de Carvalho e 1 escravo, Dr. Marce-
lino de Moraes Aibuquerque, Bartholomcu Teixe-
ra Palha e 2 escravos, Joaquim Antonio de Maa-
Ihaes Castro e 1 criado, Francisco da Costa Ra-
mos, Henovindo Pmlo Lobo, Jos Joaquim Ribei-
ro de ampos, Francisco Fentan, Francisco Ma-
noel da Costa Nunes, Francisco Barnab Elias da
Rosa Calheiros, padre Joaquim Manoel da testa;
Ignacio da Silva Daltro, Suneo de Faro Mendon-
ca, Pelino Francisco de Carvalho Nobre o 1 cscra-
vo. andido Jos do Ceiqueira, Domingos Jos de
Farias, Ventura Jos Marlins, Joaquim de Azevedo
M; i,1, Francisco Thomaz da Silveira Lobo Jnior,
Jos da Molla Nune
Maria, Africana livre.
Severino Jos de Franca.
H
^1 f k O I Masculino. > 0 5 m
lili i 1 I Feminino. 1 3! '1 l m| al 1
J I i L Masculino, i w -i P 1 O C O 2
t 1 1*1* * Feminino. 1
1 1 m II \ I Masculino. 1 ** 1 M
1 1 J.1. k Feminino. > O (A
- 1 * Masculino. E n H '*
* M " m w p* Feminino. f 5 >
1 < -1 1 1 81 1 1 . ato Masculino- 91 i >
SI . i * s Fminino.
I I
TOTAL.
custa dos cofres provinciaes 152 ?r d.os primeiros dolos, fecha-ie o templo da fana-
0 da enfermara no da 14 de marco llca deT0^0 I e> d am a, ao "n da v,da> a e&^-
^ j ranea, balda senipre, o seu amor, semprc vago,
sempre sdenlo, o dovorar-se interior, una con-
Iricco d'alma sem espiraculo.
Nesta, ainda bem, pequea tribu de infelizes ha
con_ I alguns que nunca envclhecem martyres, cuja co-
: roa de espinhos inflora ainda sobre cabellos bran-
cos.
Nio por que a Ierra Ihe irote fontes d*ondo
elles mi.iguem a sede de i miel, nivel amor.
Ao revez, todas as magoas do desengao por-
fiam em inaltrata-los.
A sua confianca, desvendada hoje, cegase ama-
nha de novo.
Urna mulher os despenha, ou'.ra os levanta, urna
I despe as loucanias, que alindavam o lino terreno,
I outra se enfeita com as candirs prestigiosas do
anjo.
Diantc do poeta est sempre a imagem sonhada.
Viajeiro sem horisonte real, o seu deserto con-
I fin do co, e o poeta nao v jamis que, para a
! sua alma, aquem desse horisonte, est o impossi-
1 vel, ese o v, seo sent, nao ha redemir-se do
' seu fadario.

Do saber ler ha um s partido que tirar : ali-
gelrar o tempo agradavelmeuto
1 0 que por ahi se chama nslruecao, crudieco,
sabedoria, scienca, a mais ouca das vaidades hu-
manas.
O homem que morre dizendaf< muflo,o um
suicida, um nescio que se desl erda .Jos prazeres
j da vida, em cebbatano de todas as patuscadas hu-
! manas, que nao servio, sequer, para enlreter se-
nhoras n'uma sala.
Eu estoa curvado da febre i ntermltento do es-
tudo, desde que a minha boa directora domestica,
econmica,gastronmica, cat espiritual, me disse
que eu escreva niuita onzenice que nao valia nada.
Que importa saber o que disseram esses ho-
mens do tempo do Bofelha* 7 I
Pergunla ella, e tem razo.
Sea gente podesse saber, accresceuta, o que
ha de vir, entao valia apena esludar, mas saber o
que passou, nao ter em que empregar o lempo I
I
ADVERTENCIA.
Na totalidade dos doentes existem 187, sendo
alienados 8 homens e 26 mulheres.
Foram visitadas as enfermaras estes das :
Pelo Dr. Ramos s 6 1|2, 6 1|2, 6 1|2, 6 1|2, 6
1|2, 6 1|2,6 1|2 horas da manha.
Pelo Dr. Sarment s 7 40, 7 20, 7, 7 3i4, 8
7 1|2.
Falleceram :
Jesuina Julia Vascurado, 7 ; ttano.
Francisco, pret", escravo, a 8 ; absorpi^o puno-
lente.
Romo de Amorim, 10 ; pneumona.
Mara da Conceicao, 9; hydropencardite.
Bellarmino Alves Hurumbcba, a 12, phlysica pul-
monar.
Maria Felippa d'Annunciacao, 12 ; phlysica
pulmonar.
Unibelina Maria da Conceicao, 12 phlysica
pulmonar,
UM POLCO DE TUDO.
Sobre o Evangelho de S. MathoosSenhor, eu
Nos c temos os jornalislas que vo s Caldas e
mandam dizer ao collega que s lo visitados inces-
: santemente pelos seus numerosos amigos.
Temos viscondes que fazem palacios e mostram
aos admiradores, como joia de invenco architeto-
nica, a pa em que lancam de inolho o bacallao.
Temo-Ios da mesma laia que se despedem de as-
| signantes de jornal, allegando que o jornal vindo
i sempre cheio de palha, nao falla delles. O grito
( da consciencia! Onde elles se ;irocuram 1
Temos directores de lliealro que encarregam ao
publico a nutrico das bailarnas maucas que po-
zerain a merc da sua proteec." o deshonesta.
Temos mulheres de borrachos, que outros cha-
mam de marmore, que saltam para o proscenio e
' exhbem ao puolico as piruetas exhibidas ao parti-
cular.
Temos as locacs do jornalismocm quo se annun-
! ciara ao publico e a Europa que Jos Joo Gomes
deu um pinto de esmola ao lio; pital do Torco, e o
filho de Manoel Jos Pires fez exame de grainmati
ca latina.
Temos a assembla, onde, Uattu m statu, se
aceitara quarenta linguas que v.bram a maledicen-
cia infamante, a calumnia affroutosa, e a saliva en-
venenada aexlravasar da posthema que encho l
dentro aquelles peilos gangreuados do corrupeo
senil.
Temos infames privilegiados que pozeram mor-
daea na opmio publica, e exe cen a immoralida-
de, a patfaria, a velhacada, uz do dia, mas ve-
Oescarregam no dia 15 de marco.
Barca francezaMara Ameliasal.
Patacho inglez William M. odge gaz.
Brigue inglez Jesse Scott ?-carvo de pedra.
Importaco.
Vapor brasileiro Paran, enlrade dos portos
do sul, manifeslou, a saber :
Rio de Janeiro.
teneros nacionaes.
5 caixas rap ; a Jos Joaquim de Lima Bai-
ro.
1 caixao cuantos o fumo ; Jos Leopoldo
Bourgard.
1 caixote cigarros; Maia & Espirito Santo.
1 dito timb ; Caors & Barbosa.
1 dito volumes impressos ; Guimares & Oli-
veira.
Meia barrica cangica ; Parante Vianna & C.
1 lata queijos, 1 caixa peras; Miguel Jos
Alves.
1 barnquiuha fejao; i Luiz Antonio Si-
queira.
Gneros estrangeiros j despachados para
consumo.
10 fardos canhamaco ; S. P. Johnston & C.
6 ditos dito ; Patn Nash i C.
1 caixao chapeos; Joaquim Alves.
1 caxole fazendas Guiniares & Lima.
Da Baha.
Gneros despachados por reexportacao.
12 caixas fazendas; James Ryder & c.
Gneros estrangeiros j despachados para
consumo.
42 pecas de anagens, 4 caixas e 1 fardo fa-
zendas ; Andrade A Rogo.
40 pecas de aniagens, 21 caixas fazendas, 2
fardos dem : Southall Mellors & C.
20 caixas fazendas; James Ryder & C,
60 pasas aniagens, 2 caixas fazendas: Scha-
pbeitliiu v C.
4 caixas fazendas, 12 fardos ditas; Johnston
Palor 4 C
3 caixas fazendas; Adamson Howic& C.
3 caixas massas ; Burle \ C.
60 pecas de anagens ; Andrade & Reg.
Gneros nacionaes.
5 caixas charutos; Manoel Joaquim Ramos e
Silva A- Genro.
2 caixes charutos ; Joaquim Bernardo dos
Reis
1 dito ditos; Jos Leopoldo Bourgard.
fi fardos fumo; Joaquim da Silva Castro. -
10 caixes charutos ; Palmeira & Beltro.
30 saceos caf ; Ileury Gibson.
^ Hiate nacional Sergipano, entrado da liba de
Fernando, consignado ao mestre do mesmo, llen-
rique Jos R. da Silva, manifeslou o segunte :
19 saccas algodo, 4 caixes sapatos ; ao go-
verno.
12 toneladas de podras; ao mestre.
Reeebedoria de rendas internas
geraes de Pernambueo.
Rendimento do dia 1 a 12........ 24:4075868
dem do da 14................. 6:9355181
Precos 2' qual. 5 3|4-I0 schillings.
2-patente 8-22
Algodo Transaecesmuito limitadas em con-
seqnencia das difflculdados polticas; nao ha esco-
ma, sendo quasi tolas asimportaces por transito,
e rallando as qualidades norte americanas. Vende-
ram-se anonas 32 balas de algodo do Maranhao a
2/ l|4 sen. a libra.
Couros.Sem transaeces por falta'de deposito.
CacaoTodas as qualidades acham-se procura-
das e com tendencia de subida.
JacarandaSem novidade.
Cambios.
Sobre Londres, 3 m. dala 13 marcos 3|4 schiK
bngs banco por se ; prazo curio 13 marcos 4
sch. banco por &.
Sobre Paris 3 ni. dala 194 1|4 francos por 10O
marcos banco ; prazo curio 191 1>4 francos por
100 marcos banco.
Sobre Lisboa 3 m. data. 45 3|4 schillings banco
por mil ris.
Descont 4 i|2 5 |.
Navegaco.
Acaba de partir o navio Freija para o Rio de Ja-
neiro e acham-se a carga para o Brasii os navios
seguintes :
Para o Rio de Janeiro Tketis.
Para Pernambueo Flora. Adonis, Alliance.
Para Baha Conslance, Carolina, tareml.
Para o Rio Grande do Sul Malhitde.
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no da 14.
Portos do sul6 das e 14 horas, e do ultimo por-
to 10 horas, vapor nacional Paran, de 840 to-
neladas, commandanle o capito de fragata An-
tDnio Joaquim de Sania Barbara, equipagem 55.
Bordeaux e portos intermedios 17 das, vapor
francez Nnvnne, de 1217 toneladas, rommandan-
to H. do Somer, equipagem 116.
Ilha de Fernando4 das, hiate nacional Sergypt^
no, do 54 toneladas, capito llenrique Jos Viei-
ra da Silva, equipagem 7, carga algodo e lastro:
ao mesmo.
Rio de Janeiro18 dias, brigue dinamarquez Coli-
mar, de 290 toneladas, capillo L. Kruse, equipa-
gem 10, em lastro ; a Amorim Irmao.
Afano a A ido no mesmo da.
Rio de Janeiro e Babia vapor francez Navarra,
commandanle H. Somer.
EDITAES.
O lllm. Sr. inspector da theseuraria de a
zonda de Pernambueo manda fazer publico que ti
ca marcado o dia 17 demarco prximo vindouro
para o concurso que em virtude da ordem do the-
souro n. 13 de 26 de Janeiro ultimo, se tem de abrir
nesta mesma Ihesouraria para preenchimento de
duas vagas de 3 escripturario da ihesouraria. Os
exames versarlo sobre as seguintes materias :
theoria da escripturaco mercantil por partidas
simples e dobradas, c suas applicaces ao commer-
cio e ao thesour* ; tradcelo correcta das lingoas
ingleza e franceza, ou pelo menos da ultima ; prin-
cipios geraes de geographia e historia do Brasil,
algebra at cqua?es do 2 grao, e pratira de ser-
vido da reparticao em que o empregado estiver
servindo.
Secretaria da ihesouraria de fazenda de Pernam-
bueo 16 de fevereiro de 1864. Servindo de offl-
cial maior, Manoel Jos Pinto.
DECLRALES.
do
31:3435019
Consnlado provincial.
Rendimentododiala 12......... 47:4565819
dem do dia 14................. 11:2855759
58:7425578
1861.
foi muita a gente do povo, que o seguio ; e eis
que viudo um leproso, o adorava dizendo :
Se tu queres, Senhor, bem me podes alimpar,
E Jess estendendo a mo, tocou-o, dizendo:
Pois eu quero; fiea limpo.
E logo flcou limpa toda sua lepra.
Entao Ihe disse Jess :
V, nao no digas aalguem ; mas vai mostrar-
, Antonio Ribeiro Pacheco de te ao sacerdote, c fazo a oferta que ordenou Moy-
Avila, Manool Fernandes de Araujo Jorge, alferes ss, para Ihes servir de testomunho a elles.
Fehsborto di Costa Corris, Joaquim Gomes Be-, Tendo, porm. entrado em Cafarnaum. chegon-
serra Monte-Negro, Erraindo Marques A., Antonio se elle um centurio, fazendolhe esta supplica, e!
Jase Bcrnardfts, Jos Joaquiua Das Ferreira, Fran- dizendo : |
nao sou digno que entris em minlia morada lio
peccadoraescreve a Cruz :
Depois que Jess desceu do monte, irmaos meus, 'al1 a. fac com ,careta do en 'J s" a'guma repu-
Hamburgo, 20 de fevereirs de
RKI.ATOIUO GOMMKlIt.lAI..
As circiimstaiicias-politicas nao dexam de im-
pedir todo o desenvolvimento dos negocios, os
quae? se limitam exooueiio de ordens positivas.
Caf.As ultimas transaeces nao excederam
do 3,000 saceos de caf do Rio e de Santos a 6 1|2
7 3|4 sch. O espirito deprimido que reina no
mercado neutralisou o efiVito. que alias teria exer-
cido o favoravel despacho do Rio de Janeiro de 24
do Janeiro.
Achaudo-se reaberla a navegaco, teremes ago-
ri as cargas que soasaras o invern em Cuxhafen,
e is>u talvez produzir alguma aniovico no mer-
cado, que assim Meara melhor assorlido.
Colamos o caf regular ordinario do Rio 7-7 1|4
schillings e o dito dito do S. Domingos 6 O 16-7
schillings.
Assucar.Na semana passadao assucar achou-
se em mu favoravel aceitarlo, e venderam-se a
taco infeliz se deixa conspur-ar com o exemplo
delles.
Nos temos c... leva rumor I
O que nos temos ca cousa jue se nao diz n'um
folhetim.
Pastilhas vermfugas de Kemp.
Todosos mdicos que especialmente so teem de-
dicado cura das molestias das criancas, asseve-
*anta Casa da Misericordia
Reelle.
A lllm* junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife manda fazer publico, que
no dia 17 do corrente, pelas 4 boras da tarde, na
sala de suas sessoes, tem de ir praca o forneci-
menlo dos gneros abaixo declarados, que houver
de consumir os differenles eslabelecimentos pios
seu cargo no trimestre de abril a junho prximo
futuro.
Eslabelecimentos de caridade.
Chpreto, libra.
Manteiga franceza, idem.
Tapioca, idem.
Cafem grao, idem.
Assucar refinado fino, arroba.
11 lo dito 2* serte, idem.
Dito em torro, idem.
Arroz pilado do Maranhao, idem.
Bacalho, idem.
Toucinho de Lisboa, idem.
Sabio, idem.
Velas de carnauba, idem.
Farinha de mandioca da Ierra, alqueire.
Vinho tinto de Lisboa, caada.
Dito branco de Lisboa, idem.
Vinagre de Lisboa, dem.
Agurdeme, dem.
Aze te doce, dem.
Dito do carra pato, dora.
Farello de Lisboa, sacca.
Collegio de orphos.
Chpreto, libra.
Pao. dem.
Bolacha, idem.
Assucar refinado, libra,
Caf em grao, idem.
Manteiga franceza, dora.
Arroz pilado do Maranhao, idem.
Bacalho, idem.
Batatas, dem.
Carne verde, idem.
Peixe fresco, idem.
Toucinho de Lisboa, Idem.
Farinha de mandioca da trra, alqueire.
Feijo, dem.
Azeite doce, garrafa.
Vinagre de Lisboa, idem.
Sal, cuia.
Lenha em achas, cento.
Alelria, libra.
U< >- pagamentos se rao foi tos mensalmenle : os
pretondentes averio comparecer com suas pro-
postas em cartas fechadas, e prestar fiador idneo
que se responsabilise pelo liel cumprimento dos
contratos, e as propostas devora ser dislinctas.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia da Re-
cife 14 de marco de 1864.
O escrivao,
F. A. ('.acalcante Coasseiro.
1* seccao.Secretaria da polica de Pernambueo
14 de marco de 1864.
i Por delerminaco do lllm. Sr. Dr. chefe de poli-
ca faco publico para conhecimento de quera pos-
sa inieressar, que pelo delegado de polica do ter-
mo de Serinhom, foi preso e se acha recolhide
respectiva cadeia, como suspeto de ser escravo, c*
crioulo Manoel Antonio Joo, de estatura 56 pole-
gadas, cabellos carapinhos, olhos quasi prelos, bi-
gode ligero, pouca barba, bocea, olhos e orelhos
regulares, denles aberlos, (os da parte superior in-
clinados para a frente) cora marcas as cosas
que parecera do chicote, Era poder do referido
crioulo foi apprehendido um cavallo que se presu-
me ser furlado e que tem os sigoaes seguintes :
russo rudado, castrado, denles todos nteiros, lom-
bo coraprdo, anca curta, com a cauda cortada,
parece ter 10 anuos c tem tres ferros que repre-
sentara dousReo algarismo8.
O secretario,
Eduardo de Barros Falcao do Lacerda.
Pela eontadona da cmara municipal desta
cidade se faz pubiieo que a poca para pagamento
do imposto municipal sobre casas de negocio, fin-
da-se no ultimo do marco vindouro, assim come
necessaro aprf sentar o'conhecimento de O por
cento pago na reeebedoria das rendas geraes in-
ternas, o que se publica para conhecimento de
todos. Contadoria da cmara municipal do Recife
29 de fevereiro de 1864.
O contador,
Joaquim Tavares Rodovalho.
Directora das obras militares.
A directora das obras militares tendo de mandar
proceder ao concert da capella da fortaleza de
Itamarac, convida s pessoas que sequizerem en-
ea negar dcsie concert e de outros em um com-
partimento do quaitel junto a dita capella a apre-
sentaran suas propostas nos dias 14, 15 e 16 do
procos firmes : 600 saceos de assucar mascavado. corronlo raez, das 9 horas ao meio dia,' na dita di-
de Peruambuco e 100 dilos ditos da Baha.
Colamos: assucar era saceos
Branco da Babia 20 1|421 1|2 marcos banco
as 100 libras.
Dito de Pernambueo 19 1|420 3|4 marcos ban-
co as 100 libras.
Mascavado da Baha 18 3|4 20 marcos banco
as 100 libras.
Dito de Pernambueo 18 1|219 1|2 marcos ban-
co as 100 libras.
Tabaco.Tranquillo, mas em boa posigo, com
precos muito firmes. As ultimas vendas foram de
418 pacotes da Bahia.
rectora, onde poderlo receber os esclarecimentos
de que necessitarem.
Directora das obras militares de Pernambueo
12 de marco de 1864.-Luiz Francisco de Paula
de Aibuquerque Maranhao, servindo de ama-
nuense.
O arsenal de guerra precisa contratar a la-
vagein e engoramado da roupa dos seus aprendi-
zes menores, regulando 240 leuees, 240 fronhas,
1,20) camisas e 960 calcas, 240 calcase 120 blu-
sas lavadas e engommadas alm da roupa da en-
fern aria : a quem convior, aprsente propostas
at o lim do mez.
y
i

\





Diario de Pernanabuco Terca fcra 15 de n.uvo de 1804.


No dia lo, Anda a audiencia do Sr. Dr. juiz
municipal da 1* vara tem de ir prega por venda
o esciavo lien ulano por execuco que uiove Ma-
noel Jos Correia contra o Dr. Jos Mara Moseuso
da Y- i^ra Pessoa, escrivao Mua
No dia 16 do corrcnte mer, a 1 hora da lar-
de, depois da audieocia do Sr. Dr. juiz munic.q al
da i* vara, escrivao Santos, se nao de arrematar
por venda cinco sextas parles de urna casa terrea
cem soiao, muro na frente e portao de ferro, e
cotn um pequeo sitio na estrada do Gi pii da
freguezia dos Afogados, avahada cada sexta parte
por 5005, e vao ser arrematadas, servindo de base
o prero da adjudicacao que 4005 cada sexta par-
te, penhoraJasa Antonio da Cuulia Machadoe si a
mulher, e a Jos Florencio de Oliveira e Silva, co-
mo admin^trador de seus quatro tilhos menores.
Jos riorenrio de Oliveira Silva Jnior, Jenuina
Aguida de Oliveira e Silva, Maria Isabel de Olive-
ra e Silva e Vulpiano, e aos tres primeiros maio-
res de 12 e 14 annos, por uxecugo de Mauoel Joa-
quim Baptista, conforme o oscripto que se acha etn
tno doporleiro do juizo. Se nao houver audier-
,'ia ni da indicado, a praca ter lugar na primei-
ra audiencia do mesmo juiz.
Crrelo geral.
Pela administrago do correio desta cidade ;e
faz puolico que em virtude da convengan posl il
celebrada polos governos brasileiro e francs, s;-
ro expedidas malas para a Europa no da lo do
corrente pelo vapor inglez Paran. As cartas se-
rio recehidas at 2 horas antes da que for marc; -
da para a sabida do vapor, c os jornaes at 4 horas
antes.
Administracao do corrcio de Pernambuco 12 de
margo de 186*. O administrador,
Domingos dosPassos Miranda.
COKHkIOUKHAL.
Helara o das cartas seguras > indas do su I pelo
vapor "Paran-, para os seuliores abaiio de-
clarados :
Padre Antonio da Cunha Figueiredo (2).
Antonio do Souza Barbosa
Com roen dador Elias Baptista da Silva.
Firmo Felinto de Souza Braga.
Dr juiz muuicipal da 1' vara do Becife.
,'o5o Paes Brrelo de Mello.
Jos Gomes Ferreira.
Jos Jorge de Siqoeira Filho.
< orre i.
Pela administrago do carrejo se faz publico qu i
as malas que deve conduzir o paquete brasileiro
Paran, chegado hontem dos portos do sul, e co destino aos do norte, fecham-se hoje (15) as 3 lu-
as da tarde em ponto. Os jornaes sero recela-
dos at 1 hora, e as cartas adiiKtlidas seguro ali-
as 2 horas.
SOCIEDADE
nagens histricas e finalmente
com os respectivos arates.
um gordo mallo
DR
i vKCSttde leite. 2 novhas, un bo manso,
nm garrota e cameiros mancos., gordos
e proprios para puchar carrinhos di me-
ninos,
Quarla-feira 1G de marco.
O agente Pinto far leilao |ior conta e risco de
quem pertenec- e sem reserva de prego do gado
cima declarado s 10 horas du dia supradito no
Mundo Novo em fenle a cocheira dos Srs. Paulino
UNIAO BENEFICENTE
MARTIMA
Por ordem do Sr. presidente convido a todos os
socios elfectivos para que nao baja falta no ia
II do corrate, pelas C l|2 huras da tarde, na rea-
nio extraordinaria da assemblca geral, a negocio
de muita urgencia.
Secretaria da Sociedade UniSo Benelicenle Ma-
rtima 10 de margo de 1864.
Halthazar Jos dos Beis.
1" secretario.
AITENCaO.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do norte esperado
at o da 17 do corrente o vapor
Cruzeiro do Sul, commandante o
capitao de maro guerra Gervasio
Mancebo, o qua1 depois da demo-
ra do costume seguir para es portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual deven
ser embarcada no dia de sua chegada: encom-
inendas e dinheiro a frete at o dia da sahida s
horas, agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
Rio de Janeiro.
O brigue brasileiro Trovador segu com brevi-
dade, recebe carga e escravos a frete : trata-s
com os consignatarios Marques, Barros & C. largo
do Corpo Santo n. 6.
COMPANHIA PERNAMHUCANA
DE
Wavcgaco costelra a vapor.
F'arahjlia, Natal, Mario, Araeaty, Crar e Vearacu
O vapor Mamangttape, comman-
dante Moura, seguir no dia 2:!
do corrente as 5 horas da tarde
san iis portes cima indicados.
Becebe carga at o dia 21. En
fominendas, passageiros e dinheiro arete at o
i a da sahida as 3 horas da tarde : escriptorio no
Forte do Mattos n. 1.
Kio Grandeio Sul
O patacho nacional Salle, recebe carga par;,
aquelle porlo frete commodo : a tratar com o.
consignatarios Bailar & Oliveira, ra da Cadeia
numero 26.
Para o Rio Grande do Sul segu com malla
brevidade a barca nacional ombiaha, que recebe
tim resto de carga a frete : a tratar no escriptorio
Amorim Irmaos, ra da Cruz n. 3.______________
Porto.
Segoe mprelerivelmente para o Porto no dia 20
o crtenle a barca portugueza Feliz, tem dou;
tercos de seu carregamento a bordo : para o resto
que lhe falla, e passageiros, para os quaes tem ex
cellentes commodos, trata-se com os seus consig
natarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.,
no sea escriptorio ra da Cruz n. 1.
Para o Para.
at o dia 16 do corrente pretende seguir o brigue
nacional Amelia, tem abordo melada de seu carre-
^amento : para o resto que lhe falta, tratase com
os seus consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Azeveoo 4 C, no seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
Para Lisboa.
Sahlr com toda a brevidade o muito veleiro
brigue portuguez Comante I, por ter quasi
prompto todo o seu carregamento, tem excellentes
commodos para passageiros, e para estes e o res
unte da car a trata-se com Manoel Ignacio de
Oliveira & Filho no largo do Coi|K> Santo .'.19-u
lo de Janeiro.
Segne em poucos dias o brigue escuna Jovera
Arlhur, tem parte do seu carregamento engajado,
para o resto que lhe falta e escravos a frete para
os quaes tem excellentes commodos trata-se con
os seus consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C, no seu escriptorio ra da Cruz nc -
mero 1.__________________________^_______
Rio de Janeiro.
Pretende seguir com muita brevidade obrigOB
Almirante, tem parte do seu carregamento prome-
to, para o resto que lhe falta trata-se com os seus
consignatarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
4 C-, no seu escriptorio ruada Cruz n. 1.______
Para Lisboa
sane impreterivelmente no dia 20 do corrente o
lugre portuguez Julio : para passageiros e algu-
inas miudezas, trata-se com o consignatario Tho-
tnaz de Aquino Fonseca, na ra do Vigario n. IV,
primeiro andar, ou com o capitao na praga.
DF.
Dividas activas de Lima iV
Martin.
Quarla-feira '16 do corrente.
Pela segunda vez rao leilao por crdem dos
administradores da massa fallida de Lima A Mar-
lins a por despacho do Illm. Sr. Dr. juiz especial
do commercio as dividas activas perlencentes a
mesma massa na importancia de 22:855774 rs..
servindo de base aolferta do leilao passado : quar-
la-feira 16 do corrente pelas 10 horas da manha
na porta da associagao commercial. Os Srs. pre-
tenderles podem examinar a relago e documentos
em mo do agente Pestaa.
Hontem, 6 do corrente, leudo ido ao merca-
do publico Eaer .ligninas com ras. o mulalinho
forro de nomo Graciano dos Pisaos, de idade de
12 a 14 annos, levando para o i fe ido lini a quan-
tia o- 4-5, sneeede qae at hoje anda nao appare-
ceu, e como o abaixo assignado soppoe ter sido o
dilo mulalinho soduzido por alfilera, protesta des-
! de j usar de lodo o direito qoe i luj lhe d, como
tutor do referido mulalinho, e p -de s autoridades
policiaes para que o aporebenilam e o levem ao
ahaixo assignado, na ruado llrim, caldeiraria nu-
mero 40.
Jos dos Sa tos Vi I laca.
0 agente Almeida far leilao requerimento
dos administradores da massa fallida de Novaos &
C, c por despacho do Illm. Sr. Dr. juiz especial
do commercio, das dividas activas da mesma mas-
sa, na importancia de 187:4835203 rs., cuja rcla-
cao se acha em poder do agente cima, onde pode
ser examinada pelos pretendenles.
Ojiarla fe ira i 6 do corrcnlc.
Em seu escriptorio, ra da Cadeia do Recife n.
48, primeiro andar, s 11 horas.
LEILAO
DE
una excelleute e magnifica ma-
china perpendicular de ser-
rar madclra c seus pertences.
um engenho a vapor de forca
de 14 eavallos, tima grande
caldelra de loro. de $0 ea-
vallos, urna machina de aplai-
nar madeira, urna serra cir-
cular e seus pertences.
Quinla-feira 17 do crrenle.
v
O irmao, filhosc netos da fallecida Jerony-
ma Tocreza de Jess muito agradecen! a
todas as pessoas que acomp.inliaram o corpo
da fallecida ao (-emiten, assim como pedetn
as mesmas pessoas e mais amigos se nanea
assislira inissa do stimo dia.que ter lugar
no dia quarla-feira l7docorii-nii',s 6 ho-
ras da manhaa na matriz da Boa-Vista.
Massa fallida de Amorim,
Fragoso, Santos & G
Os senhores credores da massa fallida de Amo-
rim, Fragoso, Santos A C. que levaram seus ttulos
ao escriptorio da adminislragao para serem verifica-
dos, podem ir bscalos por se acharem conferidos.
Convida-se novameole, pela terceira e ultima vez.
quelles senhores que ainda os nao apresentaram
de o fazer no praso de oito dias, do contrario dei-
xarao de ser contemplados, como credores, no ra-
leio a que houver de se proceder.
Saques.
Cunha Irmaos & C. sacam sobre as pragas do
Porto c Londres : na ra da .Madre de Deo.- n. 3.
D-se dinheiro a juros: na
ra do Hangcl n. .
i' arinha c [urdo
No armazem da Aurora Itrilhnte, largo da San-
ta Croa n. 84, chegou grande quanlidade de fari-
nha em saceos, e vndese mais barato.
LIQUIDACAO
9-Bua da Lnperatriz-!
Em primeiro lugar convida-se s pessoat que liverem vonlade de comprar um b.. i credll d i
estabelecimenlo de ter a bondade de o visitar. Muito km mouda como est esta loia com a ei l
lente inorada junto, e as condiges muito razoaveis, ha de por corto animar os pretenden!
1 I 'llljll ,l"Kl.
Igualmente convidase
aos Srs. legislas, mdicos, dentistas e proprielarios de estabclecimenlo.- artsticos para viren corr u
|H)r menos do seu valor, as awthore e mais acreditadas rramentas que ha no mercado. '
O respcitavel publico em geral
, encontrara um variado e muito rico sortimento de bnnquodos, cutilerias. armas para caca com hus
pertences, apparelhos para cha. cstojos de barba e de inathemalica, ferros para corlar o imprim! to-
rnee a para corlar babados, seringas, chicotes, etc.. etc.
Nova eonvocacao.
Nao tendo comparecido numero stifli-
cienie de interessados, a conmissao eucar-
Francisco Alves Veiga julga Bada dever a
esta praca ou fra della, porm se alruem se jul-
gar seu credor, aprsente sua conta no praso de
oilo dias, na ra de Santo Amaro n. 8 ; ostro -im.
tendo de se retirar breve para a Europa, aonde
O
ATTE\(A(>.
i
una novo
Vndese o ultimo piano mandado fabricar em
Pars, especialmente para esle clima, ecom lodo o
cuidado possivel, pelo ncm conhecido Joao Lau-
monnierque leve armazem de pianos na rua da
Imperalriz; e por ser o Diurna, vende-se muito em
conta,so para salvar o dinheiro que se tiuha adan-
lado aj) fallecido : na rua .Nova n. 19, primeiro
andar.
Advocada.
O Dr. Joao Jos Pinto Jnior mudou o seu es-
criptorio de advocacia para a rua do Imperador
outr'ora ruado ColUgioi n. 36, primeiro andar,
onde pode ser procurado todos os das uteis, das
9 horas do dia as 3 da tarde.
Casa de cominisso de escravos na rua
do Imperador n. 45, lercciro andar
Nesta casa recebem-se escravos por commissao
para serem vendidos por conta de seus senhores,
nao se poupando exforcos para que os mesmos se-
jam vendidos com proiplido afim de seus senho-
0 agente Pinto fara leilao a requerimento do res nao soffrerem empate com a venda del les. A
casa tem todas as commodidades precisas, e segu-
ranca, assim como afianga-se o bom tratainento.
Ha sempre para vender escravos de ambos os se-
xos, velos e novos
o lim j indicado, e declara que o seu nao
mparecimcnio a casa n. ;:8, rua estreita
do Rosario, no dia 14 do corrente, pelo
meio dia, importar annucicia a qoalqaerl Furtaram do engenho Maakoff da freguezia do
deliberacao (jue os inleres.;ados enlao [>re- ^ un,a ljesla ruCa- hastantc carnuda, com este
sentes liajam de tomar. Recife, 8 de marro & ^^k^"*m a* J algu'Vas nJarcas de la'
Aa iRt k.__ ,i \t /> i< loada, corpo rompndo, mansa de roda, e carea :
de 1864-Antonio de Morats Gomes I-er-.roga.se aqualquer pessoa a quem lor offerecida
Adriano Xavier Pereira de Rnto.--,por negocio, a apprchende-la e avisar no mesmo
Manoel Joaquim Hamos e Silva.
Engenho S. Cn,etino.
Arrenda-se ou vndese o en sito na comarca do Cabo, distante meia legoa da
estarlo da estrada de ferro, con- boa casa de vi-
venda, casa de engenho, casa de purgar, senzalla,
etc.; de agua, com bastante trras para safrejar
at 2,000 paes, tem bons cercad >s e boas matlas
prximas ao engenho : a tratat no Recife com
Luiz de Moraos Gomes Ferreira. ou no Cabo com
Jos de Moraes Gomes Ferreira no engenho Bar-
balho.
Na rua Nova n. 26, se dir quem d algu-
mas quautias a 2 0|0 ou a 1 1|2 0|0 conforme a
quantia.
engenho Malakoll ao propietario Flix Riheiro de
Carvalho, ou nesta praca, na travessa do Pocinho
n. 28; alm de se pagar as despezas, gralilica-sc a
quem quer que for.
Awm
i
administrador da massa fallida de Hoslron Roo-
ker A C. c por mandado do Illm. Sr. Dr. juiz es-
pecial do commercio dos objectos cima declara-
dos, perlencentes mesma massa : o leilao ser
eflectuado s 10 horas do dia supradito, no gas-
metro (fabrica do gaz) onde poderao os preten-
dentes desde j examinaren os referidos objectos
ubtendo do Sr. William Jirmings engenheiro de
gaz, qualquer informagao a respeito.
IiEIIAO
DE
REMO-
LEILOES.
o,
Ca\s Irmaos em liquida^o faro leilao por iii-
lervengao do agente Almeida de urna porgao de
lindas proprias pira chapeleiros, bicos de seda
uranco c preto, franjas, frocos, conlas dourada.,
luvas de seda preta e de fio de Escossia, obreias
de gomma laca e outras miudezas que sero pre-
sentes aos compradores, na mesma occasiao se
vender a armagao, carteiras e um excelente co-
fre de ferro a prova de fogo que ser vendido
-em limites.
Assim como letras vencidas e por veucer no v -
lor de cerca de 20:000*000.
ts 11 horas do dia.
HOJE
LEILAO
Hoje, s 11 horas.
O agente Euzebio far leilao da fabrica de cha-
utos do largo do Tergo n. 2._________________
Pelo agente Miranda.
HOJE.
Este agente levar leilao no mencin ido dia
as 10 horas em seu armazem silo rua da Cruz
ii. 7, urna rica mobilia de Jacaranda, diiTerentfs
obras de marcineiria, quadros de diversas perso-
Pelo agente Miranda.
O supradito agente competentemente autorisado
levar leilao i|uinta-feira 17, s 10 hora-, em
seu armazem na rua da Cruz n. 57, dons terrenos
ambos de HO palmo de extenslo cada um e am-
bos de duas frentes, as frentes do primeiro da urna
para a rua do Alecrim e a outra para a da Con-
cordia ; as dosogondo deila urna para a mesma
rua da Concordia e a outra para a detenc.lo.
Os prelendentes que qnizerem mais minuciosas
informacoes podem dirigirse ao mesmo agente.
O ronselbeiro Francisco de Paula Baptista e
seu filho o hachare! Cracihano de Paula liaptista,
advogam no seu escriptorio na rua das Trinchei-
ra>, primeiro andar do sobrado n. 19, aonde se
acham presentes todos os dias uteis, desde s 10
horas da manha at s 3 horas da tarde.
O bacharc
Francisco Augusto da Costa
advogado
lu a no Imperador v 60.
LEILAO
DR
100 saceos com arroz da India.
(Juinta-feii-a 17 demarco.
O agente Pestaa vender por conta e risco de
quem pertencer 100 saceos com arroz da India em
um ou mais lotes a vontade dos compradores :
quista-Caira 17 do corrente pelas 10 horas da ma-
nhaa no armazem do Sr. Annes defronte da alian-
dega.
AVISOS DIVERSOS.
0 cirurgiao Leal mudou
a sua residencia da rua do
Queimado paca a rua das
Cruzes sobrado n. 36, pri-
meiro andar, por cima do
armazem Progressista, aon-
de o acbaro como sempre
prompto a qualquer hora pa-
ra o exercicio de sua pre-
fissao, chamado por escripia.
Aluija-sc barato
Na nadarla da rua ireita n. 84, aluga-se por
commodo prego a loja do sobrado da rua Imperial
n. 102, mallo proprio para armasen de sal e com
bons commodos para grande familia.
0 bacharel Jos liento da Cunha Fi-
gueiredo Jnior advoga na rua estreita do
Hosatio n. 28.
Compendio de direito civil.
Na rua da Saudade 9, vende-se o
compendio de direilo civil, appnivado pelas
eoQgregaces dos lentes das (acuidades de
direito desta cidade do Recife e da do S.
Paulo para as respectivas aulas de direito
civil patrio. ______^_______
Pieeisa-se de dons boos olliciaes carroceiros:
na quina da rua do Cano, armazem que foi do Sr
Torres.
Oabaixo assignado, arrematante das dividas da
loja de miudezas da rua do Queimado de Joaquim
Jos da Costa Fajozcs Jnior e da loja de fazen-
das da rua Direita de Fajozes Ju lior & Azevedo,
avisa-aos deredores das ditas loj;s tanto da praga
como do matto de virem pagar seus dbitos ao
ahaixo assignado no largo do Collegio junto ao so-
brado amarello, ou na rua de Ho tas n. lOi ao Sr.
Fajozes Jnior at ao dia 15 de narco, do contra-
rio lera de entregar ao seu procurador para co-
brar judicialmente. Recife, 16 de fevereiro de
1861.
Antonio Joaquim Fernandes da Silva.
t mmmm-mmmmmmm&'M
|Lscriptono de advocad al
A' rua do Queimado ti. 30, pri ||
meiro andar.
O advogado Cicero Peregrino continua B
no exercicio de sua proflssan na rua do figa
na do Queimado n. 30. primeiro andar, 55
onde pode ser procurado da i 11 s 3 ho- s
ras da tarde. H
m
Maques sobre Portugal.
Oabaixo assignado, agente do banco
mercantil Portucnse nesta ciiade, saca ef-
fectivamente por todos os pa juetes sobre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
qualquer somma, vista e a prazo, po-
dendo logo os saques a prazo serem des-
contados no mesmo banco, ra razao de 4
por rento aoanno aos portadores que as-
sim lhe convier : as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Sl\a Castro.
.tos 5:0000000
Corre amanhaa.
Quarla-feira, 10 do corrente mez, se ex-
trahir a primeira parte da primeira lotera
da capel la de Nossa Senliora da Escada da
,'reja de Nossa Senhora da ConceicSo dos
Militares, no lugar do costume.
Os bilhetes e meios acham-se venda na
respectiva thesouraria rua do Crespo n. i 5
e as casas commissionadas.
Os premios de 3:000,5000 ate 100000
sero pagos urna hora depois da exti acciio
at s 4 horas da tarde, e os outros no dia
seguinte depois da distribuicao das listas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza,
CVSV 1)4 FORTUNA
AOS 5:000,(HK)
Bilhetes garantidos
A' rua de Crespo n. 23 t casas do costume
0 al.aixo assignado tendo vendido nos seus mu
afortunados bilhetes garantidos os de n. 1387 com
a sorle de 3:0005, ns. 149 e 2084 com as de 5005 e
outras muitas de 2005,1005, 405 e 205 da lotera
que se acabou deextrahir a beneficio do reeothi-
mento de Iguarass convida aos |iossuidores de
ditos bilhetes a virem receber seus respectifot pre-
mios tea descont algtim em seu e>talicleciinenlo
Casa da Fortuna rua o Crespo n. 23.
O mesmo tem exposto venda em seu dito esta-
belecimento e as outras casas do costume os no-
vos e felizes bilhetes da primeira parle d a primei-
ra lotera de Nossa Senhora da Escada da Goocei-
gao dos Militares que se exlrahir quarla-feira 16
do correle.
Os premios serio pagos como de costume.
recos.
Bilhetes inteiros..... 6*000
Meios bilhetes...... 35000
Para as pessoas que comprarem
de 1005 para cima.
Bilhetes........ 55500
Meios......... 25750
Manoel Marlins Fiuza._____
Francisco Garrido faz scienle a todos os seus
devedores que at o lim do corrente mez venham
salisfazer suas conlas, do contrario entregar as
mesmas a um procurador para serem cobradas Jo-
diciahnent -j.
! DENTISTA DE PARS
19Kua Nova-19
Fredcrico Gautier, cirurgiao dentista,
faz todas as operages de sua arte, e col-
loca dentes artificiaes, tudo com superio-
ridade e perfeico, que as pessoas enten-
didas lhe reconhecem.
Tem agua e pos dentificio.
Quem l i ver
idade ou mesmo
agua e faga o mais servido de um
rua da Praia n. 59, terceiro andar,
para alagar um preto de meia
velho, com tanto que carregue
urna casa, leve-o
para ajustar.
Pede-se ao Sr. passageiro que veio hoje no
vajior Paran e ijuo cm sua bagagem conduzio um
bah pequeo de (landres, faga o favor de o man-
dar entregar na rua da Praia n. 80, ou annnncie
para ser procurado.__________________________
Manoel Alves Santiago val a Europa, deixan-
do sua mulher por primeira procuradora, e segun-
do Vielorino de Almeida Habello._____________
Manoel Francisco de Aguiar vai a Europa,
deixando por seu primeiro procuralor a Luiz Pe-
reira Itaposo, c segundo Antonio da Costa Almeida.
Fugiram do poder de Francisco Jos de Sou-
za, morador na freguezia do Bonito, os escravos :
Rufino, pardo, baixo, sem dentes na frente, com a
cicatriz de um talho na testa sobre o olho direito,
toca viola, falla doscancado, idade 35 annos. pouco !
mais ou menos : Candido, crioulo, de idade 22 an-
nos, bastante barbado, olhos esbranquigados, sabe
ler e escrever pouco ; ambos fugiram no dia 15 de j
fevereiro prximo passado. Consta que ditos es- j
eravos aiulam nesta cidade e seus arrabaldes tra-
balhando de jornal, e que se dizetn livres : roga-
se, portanto. s autoridades policiaes, capites de
campo e soldados urbanos a apprehensao dos mes-
mos, e que o< BOtregueai na rua de Santa l'neiv/.a
n. 38, oude se recompensar o respectivo irabalho.
Preeisa-ee de ama ama para comprar e co-
zinhar para urna senliora : na rua do Vigario n. I
16, segundo andar.
A pessoa que nesle Diario tem annunciado j
precisar do 6005, dando todos os mezes 255 pelos!
juros, queira declarar o lugar aonde se lhe ha de ,
fallar para este negocio.__________________i
Julio Cesar Pinto de Oliveira retira-se para!
fra do imperio, levando em sua companhia sua !
Aluga-se o terceiro andar da casa n. 88 da
rua da Imperalriz, e o sobrado n 193 da rua Impe-
rial : na rua da Aurora n. 36.
Gelo,gelo, gelo.
Com a chegada da nova mach na nao se expe-
rimenta mais falta de gelo fabricado com agua do
Prata, todos os dias a qualquer hora, para por-
coes grandes ou enrommendas rara fra da pro-
vincia dever haver aviso com -ntecedencia : rua
da Aurora junto a fundico onde tem a bandeira
mmmmmm mmwmm
(0% Curso de preparatorios &
Geometra, |-
Geographia,
Rhetoriea w
rua do Queimado n. 30. pi meiro andar, w
>* dM 10 s 2 da tarde.
mmmmmmummmm
Precisase de urna pessoa para lavar os ea-
vallos de urna cocheira todos os dias, das 6 s 8
horas da manha : para tratar, na rua Xova n. 59.
Ufferece-se para ama de to lo o servigo urna
mulher sadia : na rua do Cotovdlo n. 41.
Na rua do Cres|w n. 15, st aluga urna boa
casa e sitio no Monteiro, com frente para o oitao
da igreja.
Advocacii,
Os advogados Manoel tes Pereira de
Mello e Antonio Rango I de Torres Ban-
deira tem o seu escriptorio na rua es-
treita do Rosario n. 10. pri neiro andar,
e all podem ser procurados das 10 horas
da manha al s 3 da i..n e.
Midanca de cstalielecimeiilo.
Magalhaes da Silva Irmaos, fazem sciente aos
seus freguezes que mudaram o sen estabeleci-
mento de fazendas da rua das Cruzes para a rua
Nova n. 40, defronte da igreja de Nossa Senhora
da Conceicao.
Ama de hite.
Quem precisar de nina ama para criar, com
muito bom leite. dirija-se rua Direita n. 42.
AMA
Quem se quizer alugar para ama de dous filhos
menores, sendo para engommar, coser e lavar, di-
rija-se rua de S. Francisco, sobrado n. 8, da re-
sidencia do escrivao Silva Reg.
piPrecisa-se alugar urna ama para cozinhar
rua da Cadeia de Recife n, 5.
na
Machinas de descarocar
algodo.
Saunders Brothers & C, nicos agentes rio
Platt Brothers & C tem para vender estas machi-
nas, que sao as mais afamadas do mundo, e
disto i prova que na Europa o algodao descaroca-
do por estas machinas ohtem toda a preferencia
sobre outro qualquer, accrescendo tambem a oir-
cumslanciade nao haver machinas que procedam
com mais promptido, e ao mesmo tempe mala
perfeico em seus effeitos : no Corno Sanio n. 11.
Antonio Alves de Carvalho Veras, Portiu,;^,
vai ao Rio de Janeiro.
-lusentoii-se da casa de seu senhor a esrrava
Luiza, no dia 5 do corrente, do lugar do Jai ga,
adianto do Rio Doce, crioula, idade de 40 anuos,
pouco uaison menos, cor fula, alta, serra do c/r-
po, com urna cicatriz no rosto, de um dente, os ps
grossos, eslava em uso de remedios, e anda adie-
tada, levou vestido de cassa branco o panno lino
preto : roga-se a quem negar, leve rua Direi-
ta B. 69, padariade Antonio Alves de Miranda Gui-
arles, 00 no Jang, a entregar a Jos Martins
Lopes.
I'recisa-sc de urna ama para cozinhar [.ira
tres pessoas : na rua das Cruzes n. 21.
Precisa-se de urna ama para comprar e ci-
zinhar para urna pessoa : a tratar na rua estrella
do Rosario n. 22, primeiro andar.
Lcwtideira
sirva para
na rua da
Quem precisar de urna lavadeira para roupa de
sabao e varrella, pode dirigirse travessa dos Ex-
postos n. 18, primeiro andar.
Francisco Alves Veiga, tendo de retirar-se
muilo breve para a Europa a tratar do sua saudc,
roga a todos os seus devedores que hajam de sa-
lisfazer seus dbitos, afim de que nao sejam depois
constrangidos por seu procurador a pagarem judi-
cialmente.
Sobrado moliilliailo.
Aluga-se pelo tempo de tres seis mezes o pri-
meiro andar do sobrado da rua Nova n. 39, com a
mobilia nelle existente : a tratar na loja do mesmo
sobrado.
Ainda est por vender-se orna casa lerna
grande, na Boa-Vista, rua Velha n. 4, e outra na
roa do Aragao n. 17 : quem pretender, dirija-se
rua da Imperatriz, loja n. 74, que se dir quem
vende.
LIQUDACIO.
Urna boa escrava crioula, rerolhida, de idade 20
annos, com boas habilidades e elegante figura, urna
dita de idade 18 annos, cose bem e engomma, um
lindo moleque de idade 7 annos por 5005, urna
moler de idade 12 annos, um negro para todo o
servieo. de idade 28 annos, por 6505 : na traves-
sa do Carino n. 1.
Jos Moreira da Silva Jnior, filho de Jos
Moreira da Silva, retira-se para fra do imperio.
Aluga-se o sobrado de um andar na rua Di-
reita n. 81 : a fallar na rua da Penha n. 5.
Club iomineriial,
A reuniao familia! do corrente mez de margo
ter lugar na noiledodia 26 do mesmo.
I'recisasc de urna mulher que
ama de casa de una pequea familia :
Assumpgao n. 24.
Malinas Gomos Fernandes avisa ao publico
que elle hoje o propietario do estahelecimento
de confeitaria, na rua do Trapiche n- 26 A, outr'o-
ra per:encenle firma do liriio t C, pelo que na-
da mais tem o ex-socio Delfino Miguel da Costa
com o mesmo estahelecimento, para poUiddade do
que, faz o abaixo assignado a presente declaracao.
Recife 14 do margo de 1861.
______________Mathias Gomes Fernandes.
Precisa-se de um amassador : na padaria da
esquini da rua de Santo Amaro, juntamente un
forneiro.
I'recisa-se de una ama de meia idade, s pa-
ra cozinhar : no largo do Paraizo n. 6.
D-se urna quantia de dinheiro que se ron-
veneionar, com seguranca em urna casa que o
aluguel seja o juro do dinheiro que se der por mez,
ou cumpra-sc urna casa, sendo as ras de Sania
Rita, S. Jos, Santa Cecilia, Assumpcao, Padre Fio-
riano : a tratar na botica do Sr. Chapan
Precisa-sede um menino de 12 14 anuos,
com bstame pratica de mol hados ; a tratar na
refinacao da rua da Imperatriz.
Precisa-se de urna ama de leite ; na rua Xo-
va n. 7, primeiro andar.
COMPRAS.
Compra-se effectivamente ouro e praia em
obras velhas: na praca da Independencia n. 22
loa de bilhetes.
Comprase effect* la-
mente
ouro e prata em obras velhas. pagando-sc bem
na roa larga do Rosario n. -4, loja de ourires.
Jos Fraiicisco Brandao.
Os curadores fiscaes da massa fallida de
Jos Francisco llrandao convidam novamenle
aos credores da referida massa para a reuniao
alim de ter lugar a nomeaco de depositmio
no dia 17 do corrente ao meio dia. Recife,
H de margo de I8G4.O procurador da
masss, Leopoldo Ferreira Marlins Riheiro.
Precisase de um moleque de 14 16 annos
de idade : a tratar na padaria das Cinco Ponas
numero 98.
m
A pessoa que annunciou querer comprar urna
casa em Olinda. dii ija-se ao largo do Paraizo nu-
mero 14.
Mobillias de aluguel
Aluga-se mobilia completa, ou qualquer traste
separado, e por prego commodo ; e lamben tem
para alugar mu escravo bom cozinheiro : na rua
Nova, armazem de mobilia do Pinto.
t mmmm
Comprase urna prea de meia idade, rem
achaq es. que saiba cozinhar : nos Batiros Bal
numero 20.
Oarrafdcs.
Con~.pram-se garrafes ee todos os tamanlios a
320 rs. : no armazem da Aurora Brilhante, largo
da Santa Cruz n. 84.__________________________
Paga-se hcm.
No largo da Santa Cruz n. 12, compram-se dais
caixes grandes envidragados, assim como so (re-
cisa do um_caixeiro bem pratica cm taberna.
(kimpram-se jornaes para embrulho : na .li-
tiga raa do Quartel de polica n. 21. fabrica do
cigarros.
Comprarte urna casa de podra ecal nao mm-
to graide, e que o s^u prego seja mdico, n < ida-
de de Ohnda : quem tiver annnncie.
Na rua do Imperador n. 35, segundo andar,
compra-se um compendio de philosophia de Jeroo-
res por 65000.______________________________
Comprase um escravo de meia idade que
seja sadio : na rua da Cadeia do Recife n. 10,
Compra-se orna escrava moga, de boa (i h-
ra, bem romo vende-se um moleque de 7 atinas :
no patoo da matriz de Sanio Antonio n. 8.
VENDAS.
Precisa-se de um forneiro que entenda
perfeitamente da sua arte : a tratar na
rua larga do Rosario n. 16. padaria.
precisa-se deum
Na rua da Aurora n. 26,
rapaz que seja boleeiro.
AJiA.
Urna moga portugueza. de bons costumes. dese-
ja ser ama de rasa Tionesla e di pouca familia:
d-'fronte da matriz da Boa-Vista n. 84.
u advogado Dr. Manoel dj ascimento
Machado Portella, continua a ter o seu
escriptorio no primeiro andar da casa n.
83 da rua do Imperador.
mmm
iiilonio, termo
O bacharel Jos Ladislao Pereira da Silva
contina com o seu escriptorio de advogaria na rua
do Queimado n. 3, primeiro andar.
Ao sahir do Club Pernambucano, passando-
se pelas ras do Imperador. Crespo, praca da In-
dejiendencia, Cabuga e Nova, at a casa do Dr.
Sabino, perdeu-se um relogio de ouro pequeo,
coberto, com urna pequea corrente tambeio de
ouro, terminada por urna chapa com alfinele es-
maltado de verde : quem tiver achado c quizer
reslilui-ln, dirija-se praca da Boa-Vista n. 21, se-
gundo andar, rasa do Dr. Sergio. Roga-se aos ou-
rives e relojoeiros a quem for elle ollerecido, o fa-
vor de appreheiide-lo.________________________
Precisa-se alugar urna escrava : na rua do
Hospicio n. 62.
Fugio do engenho Sanio
mulher e duas Broas menores declara que nesta po d-Aih0; fr(,gU0Za da Luz, i 20 de Janeiro do
praga nem fora della nada deve a pessoa algnma, cwrenU. ann0i umescravocriouopor nomo Chris-
tanto letra como titulo algun particular \ por.-m ,1)Va0 fu| bajx0i grosso, dade Je 18 20 annos,
se alguem se julgar seu credor, apresenle-se no se:: m;,js 0(| |lu,nos com bU(.0 ,je La,.ua> |)(V0U nia fe.
armazem de fazendas na rua da Imperalriz n. w, | r,|;i na perna e nao pequea, cibellos um pouco
para ser pago.
Joaquim Ferreira Lima, subdito portuguez.
retirase para a Europa.
CO.NCEKTO DE HELO-
II
Na rua da Cadeia nova n. 86 concertam-se re-
logios de qoaesquer iraalidades,epor menos 20 0|0
do que era outra qualquer parle, assim como rea-
lejos rom toda perfeico.
Est |iara alugar-se um sitio na sstrada de
Joao de Barros, com grande casa acabada de novo,
qoe serve para duas grandes familias, c com duas
mei-aguas dentro do mesmo sitio, c com porfo
para o Pombal; quem pretender, falle na ruadas
Cruzes, sobrado n. 9, lado direito, quem vai da
rua do Queimado pata S. Francisco.
sollos, bocea grande, denles limados, chapeo de
bai'-ia branca, camisa branca, ea ca roxiada puyan-
do a cor de cale; suppoe-se que o dito escravo an-
da em companhia de um tal Jo- Machado, cujos
signaos sao os seguales : hornea de boa altura,
grosso, ps largos e Icios, peina; e bracos batan-
le grossos, acaboclado, carreg.nlo de feco, cara
i-li'ia de marca de bOXtga, e ir d i laranja la trra,
tem familia grande, tem um llllio por nome Sergio,
muilo chelo de larrambamba, giba-sc tambem de
meslre de assucar, de idade de 50 annos, pouco
mais ou menos, mora por estes : rrabaldes, e fuera
tres scmaias que elle foi visto 10 engenho Novo :
quem pegar o escravo, leve-o n) mesmo engenho
Santo Antonio, termo de Pao d'.JIio, freguezia da
Luz, ou traga-o na rua da I'raia, armazem de car-
ne geoea n. 39, de Francisco Varques da Silva,
que lera .'iU5 de gratilicaeao.
l)-se dinheiro a uremia eo pequeas e gran-
des quantias, com seguranga em casas, mobilias.
ouro e prata : na rua Augusta n. 4o.
nm
Foi extraviado por occasiao do suicidio do relo-
joeiro hespanhol L. C. Hetch. um relogio de or.ro
que. se d corda por urna chave permanente no
arco do mesmo.e foi fabricado em Pars ; este re-
lojo foi conduzido do Aracaty polo Sr. Jos Joa-
quim Alves da Silva para concertar, c all as val
mandar buscar o numero e autor : roga-se a qual-
quer pessoa que o mesmo seja oITcrecido, o favor
de o levar rua de Apollo n. 22,, qoe ser gra-
ficado com 1005, e se se achar empentado pagar*
se-ha a quantia a que o mesmo estiver sujeilo..
Precisa-se fallar ao Sr. Henrique Car-
neiro de Mmoida para se Ihr entregar urna
caria vindl do Rio Formnzo : na rua da Au-
rora n. 20.
Roubarain do poder do abaixo assignado na roa
das Cruzes n. 33, um relogio de ouro patente in-
glez n. MS1I : quem der noticia o apprehende-lo
ser recompensado.
Joao Vctor Francisco da Cruz.
A'ende-se nina taberna sita nos Apipnr -.
com poneos fondos, proprta para um principia :.
a tratar na mesma.
CUIHMlET.
Na cocheira da na do Hospicio n. 37, d" candi-
do Rosilino Tavares. vende-se um bom rabriuk-l
com os seus competcnics arreios.
I ii lia iii es.
Ven lem-se inhames por todo o prego para aca-
bar : na ruado Imperador n. 83.
I l It 1*111
a .i'5O00 o sacco : no armazem de Joaquim Fran-
cisco de Alem, no Forte do Mattos._______^^^
Vende-se urna batanea e mais uteiicil >- de
um armazem de carne seeca : na travessa do ir.
seal do guerra n. b, das 11 horas do dia 1 hora
da tarde.
Chapeos de castor preto de superior quaiidadea
6 e 75, na rua do Queimado n. 43: quem precisar
de enfeitar a eabeca appareg, anies que se acabe,
na rua do Qoeimado o. 43, esqoraa que volta pi ra
a Congregacao. ______
IkMQ
o covatlo.
a vender-se um grande
Contina a vender-se um grande sortimenl i ihi
camhraias francezas a 240 rs. o covado : na rita
do Qu'-imado n.43, "quina que volta para a Cn-
greg.-n ao. _______________________^
Vende-se por .">0S urna vacca que d duas
garrafas de leite, a qual muito moga, e ll.a do
pasto : a tratar na rua da Imperatriz n. 13, oa
com Frederico Chaves._____________________ _
Bolas para billiar.
Francisco Garrido tem para vender no seu o-: i-
belecimenlo, roa larga do Bosario n. 37. eicelleu-
tes bolas para billiar irado nm ogo de t bolas por
505, panno para o mesmo 605. gi', apcoza 110,
orna dozia 15200. solas para os tacos # o ceoto.


Diarlo de reruambiieo ferfa felra 15 de JMi'co de 19*4.
CRAITDfi ItElOJLU^lO
0 homem do movimento nao estaciona.
W VME E SEMPRE
GUERRA AOS INIMIGOS
4\ao se adniitteannio commti;iI.
Sao se quer a diaba da allianca.
Nao se teme a furia dos corsarios.
liste anoo ha de ser bissexto.
Os canhdes esto preparados.
F0G0! BOM FOGO!! MELHOR FOGO!!!
\ I a i \ o a lUa d'agua no vinagre
Viva a lu;;t do genuino Chercs con o fiambre!
Viva o conservador das conservas ingleas!!
Vivam os liberara re,c,uezes do B\UZi!'.!
Vivam todos qu^ lerem esleatinando.
45 Ra Direita 4o
Oigam! oicam!!!
CALCADO
Hom e novo, a primeira necessidade para a sau-
de aformoseamento do individuo t
Meu Dos I... que pus de pavo se lubrigam por
MU ras! que fiura horrenda e nauseante a
de un paleto! bem talhado sobranceiro a um
(juedrs rodo em duas solas I un balo bem tor-
neado e bambaleante dcscnbi indo urna ponta de
botina safara e carcomida I !
Santa Barbara!! Gorma ra Direita, bellas e
rapazes! sacuduin na praia osses malditos tjtiedes,
e eomprem :
Borzeguins do Xanles 8*000.
Ditos franci'/cs de beiern 7&.
Ditos ranrczrs i!o lustre para homem '<}.
Ditos para senhora.de lustre, enfeiudos, 5o00.
Ditos para senhora, caspia alta, 4J800.
Botinas de menina 2-V>oo.
Ditas de rores para menina 25000.
SapatGes de Nantes de duns solas 50.
Ditos de sola e vira 4J300.
SapatOB de borracha para senhoras 1*500
Ditos para meninosl000.
Sapatos de lustre para senhora 1*.
Ditos le tapeto para hornera e seuliora 800 rs.
Ditos da liga constitucional 500 rs.
E um sortimento romple.o em sola, vaquetas,
couros, acierro francen como nenhum, conro de
lustre milito grande, e ludo quanto perlonce .< arta
de S. Clinspim.
Um confeito e especifico para
expellir os Vermes.
DJIiO
MERCANTIL
RUI HA CMJIELt 1IO KtECIFlG 3. 53.
NOVO E
AFfSiWl
SEMIORES E SEMIORAS.
0 proprietario do grande Armazem do Baliza establecido ra do Livramento ns,
3S c 38 A, deronte da grade da igreja, acaba de reduzir os precos de quasi todos os
leeros do seu magnifico deposito.
A tarifa abaixo publicada attesta bem esta verdade.
A guerra aos inimigos, est portanto, assim declarada.
As pessoas, anda as mais exigentes, pie se dignarem vir esle estabelecimento,
(Icario por certa muito satisfeitas, nao s quanlo s qualidades dos gneros, como com o
iratamento todo alteocioso que se Ihes dar.
Alem do cumpriment dos deveres da boa educaco, bavera doraem diante anda
maior capricho em satisfacer todos que hoirarera esta casa.
Os gneros pelas qualidades e precos annunciados, serao offerecidos ao exame
los Srs. compradores. Nao receie o publico que se pratiqueo contrario, como era outras
asas, que at annunetam o que nao tem.. O baliza nao llude-----
Ameixas francezas em caixinhas e em frascos Licores inglezes e francezesem vaos de di
de diversos tamanlios a l,2oo, l,6oo, versos tamanhos a l.ooo, l,5oo e 4,8oo
2,000,2,5ooe2,8oo r*. e a libra a 800 rs. rs. a duzia.
Anwndoas novas-a 32o rs. a libra. Manteiga ingleza flor a 800 rs. a libra e de 8
Jlzeite doce, refinado a 800 rs. a garrafa. libras para cima ser aberto um barril na
dem de Lisboa a G4o rs. a garrafa e 4,8oo. presenca do comprador.
rs. a caada. ,tlem de .1 e 3.a qnalidade a 7oo, 600 e 4oo
Alpiste a 160 rs. a libra, e 4,8oo rs. a arroba. "S- a libra.
DE AEK.SEM DE COLEADOS
RA DA CAIE1A DO KE( IF1S W. 5.
Francisco Fernande Duarte acaba de abrir na ra da Cadeia do Uecife a. 53, um grande e sortido armazem de molhados de-
nominado l'nio Mercantil. Neste grande armazem encontrar sempre o respeitavel publico um completo sortimento des melbore
gneros que vem ao mercado, lauto estrangeiros, como nacionaes, os quaes serao vendidos em porccs ou a retalbo por precos asss
commodos.
Manleiga ingleza especialmente escolhida Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e
de primeira qnalidade a *00 rs. a libra, 10200 a caada,
em barril se faz abatimento. Azeite doce reQnado em garrafas brancas a
Manteiga franceza a mais si perior do mer- 800 rs.
cado a 500 rs. a libra, e 520 rs. em barril Azeite doce de Lisboa a 640 rs. a garrafa e
ou meio. 4)5800 a caada.
Prezuntos infilezes para Hambre, de superior Geneora de Hollanda a 500 rs. o frasco e
qnalidade, chegados ueste ultimo vapor, a 5)5800 a frasqueira.
Caixinhas com animas francezas, ornadas
com ricas estampas na caixa exterior,
muitopropriasparamimo.a 1(520", 1)5500
ef.
Frasco de vidro com tampa do mesuro, con-
tendo meia libra de ameixas francezas, a
1*200.
720 rs. a libra.
Queijos flamengos chegados neste ultimo
vapor a 2(5800.
Queijopialo muito fresco e novo a 040 rs.
a libra.
Castanbas muito novas a 1:0 rs. a libra e
e 3(5000 a arroba.
Cha uxin o melhor que ha neste genero, Marme|ada imperial, dos^raelhores conser-
Yerinilups
AIT02 do Maranho, da India, e Java a 8c o
loo rs. a libra.
Aletria branca e amarada a 4oo rs. a libra*
Aramia veril uleira a 32o rs. a libra.
dem franceza a 560 rs. a libra, eem barril
por menos.
Idemem latas a 25000 e a 10500 a Iala.
Massa de tomate em barril a 480 rs. a libra.
Idemem lata a 640 rs. a lata.
llantas novas em gigos de 36 a 4o libras por Moslarda ingleza 400 e 600 ris o pote.
l.ooo rs. e a 4o rs. a libra. 'Marmelada imperial dos melhores fabrican-
Riseoitos inglezes Lunch a 18oo rs. a lata de tos lle Lisnoa a G00 rs iibra
5 libras. Marrasquino de zara a 8oo rs. o frasco e a
dem de diversas mamas em latas menores g^ a (]U2a_
a l,3oo rs. Massas para sopa, taJharim e macarrao a
i na de Lisboa de qnalidade especial em Ii- j qq r%s a |{)r.,
t is grandes epeq.ien.is a 3,ooo e 1.5oo r$,. i(]cm finas, estrelinha e pevide, caixinha
Holachinhas americanas, a 3,ooo rs. a barrica, ^jq g [Uras a 15600.
c 2oo rs. a libra. JNozes a 16o rs. a libra.
Banha de poreo a 44o rs. a libra, e em barr I jPeixc preparado de escabeche, da melhor
a *oo rs. qnalidade que lera vindo ao mercado, a
Baldes americanos muito proprios para con;.- ] -^ a ja|a
pras a 1 .ooo rs. Presunto de lamego muito superior a 480
Cha huxyni. hysson e perola a 3,ooo, 2,8oo,
2,5oo, 2,ooo e l.Ooo rs.
fiis preto a 2,000, l,6oo e l.ooo rs. alibra.
Chinpagne a melhor do mercado a 12,ooo o
gigo e a l,2oo rs. a garrafa.
Chocolate francez primeira qnalidade a 1,1co
rs. a libra.
dem hiispanhol a l,2oo rs. a libra,
dem suiss) a l,ooo rs. a libra.
Cerveja branca marca Allsopps a 4,5oo rs. a
duzia, e a too rs. a garrafa.
Cognac inglea a 64o rs. agarrafa a 3oo e a
rs. a libra.
dem para fiambre (inglez) a 640 ris a
libra,
dem americano a 400 rs. a libra.
Papel almaco a 30000 a resma,
dem de peso a 20 a resma.
Falitos pera denles a 160 rs. o maco.
Dito dito de flor a 200 rs.
Ditos do gaz a 20200 a groza
Passas novas a 480 rs. a libra e a 10800 a
caixa.
Queijos flamengos do ultimo vapor a 20500.
Dito londrino a 900 rs. a libra.
DH KEMP.
0.< meninos fia pedein :i rritos, porque
rilas bSu le ehcim, mfoor o o6r ngrutt-
veis. A i'lf^;in,;].i, a bttgUrllMM d ac-
(o, o noffuiiMVu das
Pastilhas Vermfugas de Kemp
a i"K n \ sea
('oini>osf;io oxclusivamciilf Vc,'Ii1,
fo estas ]>ois ns MMM mclliorcs o tUB
completas de todas a.- rccoinmenAijoes
que te possa \uwr c com justa ra/.ao m
collocfio m catc^oria d'irtH tuvonto uni-
versal.
A nperiodadu dns
Pastilhas de Kemp
6obre IWBHB as prcpum^CT destinadas
para o niesnio fiu dovido a sua sim-
ples coinposico lo si'ii aroma ngrudm
vel C rapidez e nflfibilidadu com
que nkisiwjn a dusiruico total das
L O fVl B R I G A S.
venda as boticas de Caors & Barboza,
ra da Cruz, e Joo da C. Bravo de C, roa
da Madre dejDeos. _______
mandado vir de conta propria a 20800
rs. a libra.
Cha hyson muito superior a 20560 rs. a li-
bra ; cha hyson proprio para negocio a
10500 rs. a fibra.
Cha prelo muito superior a 20 a libra.
ve ros de Lisboa, em latas de 1 e meia a
2 libras a 600 rs a libra.
Frtelas em calda das melhores qualidades
que ha em Portugal em latas hermtica-
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muito novas a 640 rs. a libra.
Biscoutos inglezes em latas :om differentes N(JMS mut no?as a 16e ^ a |ibra
qualidades, como sejam ciaknel, victoria, Araend0asde casca molle a 400 rs. a libra,
piquelez, soda, captara seed bornez e, Avel5as muil0 DOyas a 200 rs a libra,
outras intuas marcas a 10.Ju. #.,.. .
Bolachinha de soda em latas grandes a 20. |Am^s, ^,5,lada8 de d,ver5as c6resa
Figos em caixinhas hermticamente lacra-
das, muito proprias para mimo a 10500.
Caixinhas de 4 e 8 libras de figos de coma-
dre a 10 e 20 cada urna.
Passas muito novas, chegadfs nesle ultimo
vapor a 50 rs. a libra e 30 um quarto ;
e em caixa se faz abalim nto.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior que
800 rs. a libra.
Macaas e peras chegadas neste ultimo vapor,
muito perfeilas, s vista se faz o prego.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada um.
Ervilhas francezas e portoguezas em latas de
1 libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate francez, o que ha de melhor neste
genero, a 10200 a libra.
Vitiho Bordeaux das mell ores qualidades Genebra de laranja em irascos grandes a 1.
que se pod desejar de 75500 a 80000 a l Ccrv^a1^^e P/fi^^^^J^Lf-fc"*
caixa e 70a800 rs. a garrafa.
Caixascom vin'ho do Porto superior de 90
a 105a duzia, e 900 a 10 a garrafa; deste
genero ha grande porgan e de differentes,
marcas acreditadas que j se venderam
por 149 e 150 a caixa, cor 10 sejam: Duque
do Porto, Lagrimas do )ouro, D. Luiz,
Cames, Madeira secco, Carcavellos, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
Vinho de pipa: Porto, Figtieira e Lisboa, a
400,480 e 5>0 rs. a garnfa, e 30, 30200
1,000 rs.
Concervas inglezas em frascos grandes a 75o' D|k> prato a 640 rs. a libra.
rs o fnisro. Sardinbas de Nantes a 320 rs. a lata.
Ideal francezas de mititas qualidade* a 5co|Ditade Lisboa a 640 rs. era lata grande.
rs. o frasco e a 5,5 Clin-utos neste genero temos grande sorti-|Sal relinaio.em potes de vidro, a 600 rs.
ment tanlo da Bahia como do BiodeJa- o pote.
Sabo massa a 120, 160, 200 e240rs. a
libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Dito de Santos e 300 rs. a libra.
Tijolo para limpar facas a 140 rs. cada um.
Vassouras americanas a 64o rs, cada urna,
hlern do Porto a 400 rs, cada urna.
A.elas de carnauba e composico a 320 re. a
libra e a 100 a arroba,
dem stearias superiores a 560 rs. o
maco, e em caixa por menos.
Vinho do Porto, neste geneno temos o me-
lhor sortimento possivel, que vendemos
por precos muilo haixos a 10 a garrafa e
a 10/ a l a duzia.
dem Cherrv. e da Madeira em barris e era
caixa, a 120 a caixa e o barril conforme o
tamanho
dem de Figueira e Lisboa, era ancoras de
8 a 9 caadas, por 280000.
Dito em pipa a 30000, 30500 e40ooo a ca-
ada
dem do Porto, denomiuado Baliza, a 50 a
caada,
dem dem em garrafes a 20500, com o
garrafo.
neiro a l ,600,2,2oo, 2,5oo, 3,ooo e 4,oco
rs. a caixa.
Caf do Cear muito superior a 28o rs. a libra
e a 8,003 rs. a arroba.
I lea do Bio a 3oo e 28o rs. a libra.
Ceblas a9oo rs. o molho com mais de loo
ceblas.
Chouricas e paios a 72o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 2oo rs. a libra.
Cevada muito nova a o rs. a libra.
Copos lapidados a 3 e 6,000 rs. a duzia.
Dice de guiaba em Utas a 4oo rs. a libra.
dem de caj em litas a 320 rs. a libra.
Ervilhas francezas 8 portuguezas a 5oo e 6'vo
rs. a lata.
dem seccas a 16o rs. a libra.
Figos de comadreen* caixinhas com 8 libras
por 1600 rs.
Farinha do Maranho a 12o rs. a libra.
Farnha de trigo muito superior a 12o rs. a
libra.
Fareto em saceos grandes a 4,ooo rs. o sacco
Ge tebta ingleza marca gato a l,ooo rs. a gar-
rafa.
demverdadeira de Hollanda em frascos muilo
grandes a l,2oo r*. o frasco.
dem de Bordeaux, das melhores marcas que
vem ao mercado, a 60 a caixa e a 640 rs.
lldo-m de Hollanda em frascos pequeos a 5oo' a garrafa.
rs. o frasco. i Vinagre de Lisboa a 10600,108oo e 20000 a
Mea de laranja a l.ooo o frasco. caada.
urna do Aracaty a 80 rs. a libra. dem idera.em garrafes com 5 garrafas, por
raxi a loo rs. a lata e l.loo a duzia. 10 com o garrafao.
Linguas americanas de grande tamanho a Vinho do caj a 10 a garrafa. Este vinho
l.ooo cada urna. I tem dez annos.
Hua da Scuzalla n. 42.
Vende-se, em casa de S. P.JohnstonAC,
sellins e silhoes inglezes, candieiros e casti-
caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
chicotes para carros e montara, arreios para
carros de um e dous cavallos, e relogios de
ouro patente inglez.
Vetirte-se .1 propriedade denominada Maltez, ita
11a treman de Tracunliaem da comarca de Ptazi-
n una It'Koa de frente e meia de fundo, e
ra uelld se levantar um bom engi-
ntiodufisi -:, sutil o (ni1 actualmente rci.-
niai; 1 e l:OOf 'I110 papam os moradons
n a prslilur entenda-se ne.sta pra-
wii.iuio Ju Lual Hus, na ra a
a do Uecife 11. 4,.
Vende-s afsMl prrlr. a iiO rs. o colado.
Yi-n FfrefM para vestidos a .'(10,60;),
7'!l e 800 r., fina de eo'dan a 800 rs para pale-
to!, primeza preta a 800 n 6^0 oeovado, uunibad-
i i. Ui liua a 15400 o covado, lajuinhas prnla
para Keiil *l5o lu] eratm n. % A toja est aberlai.t
A 9 li.aa.- da niiiie.
Vi'iiili'S nina liarte t turras do rngenlio
Pstilavtf, iunln a ?Mc4o do (Jamelleira, e tambe n
i.i d-i.'iras fori'irrs com snie inoradas (le
ti- .lo'iii-.i. '!! e-tao sempre aloyadas, junto a
di F,-caita; e mais deas moradas de casis,
ama rom taberna o outra para morada, tudo junto
a^'V-tacSu da hScad.i : a tratar na na Direita n. 6.
iiu Joio d Souia Guiuares no inesino sitio.
que ha no mercado a 500 rs. a garrafa e
5*800 a duzia.
Cognac inglez de superior qualidade a 800
e 10200 a garrafa.
Licores francezes das seguintes qualidades :
Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames
e de outras muitas marcas a 10 a garrafa
e 100 a caixa.
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e
90 a duzia.
Moslarda ingleza em potes j preparada a
400 rs.
Sardinbas de Nantes a 340 rs. o quarto e 560
rs. meia lata.
Latas com peixe em posta: savel, corvina,
vezugo, cherne, linguado, lagos)raba, a
103t>O rs.
San.fio em latas, preparado pela nova arle
de cozinha, a 800 rs.
Maga de tmales em latas de 1 libra a 60<>
ris.
Chouricas e paios em latas de 8 e meia libia
per 70.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra e
80600 a arroba.
Bolaxinha ingleza a 320 rs a libra e 40 a
barrica.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 200 rs. a libra.
Farinha do Maranho a 120 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 320 rs. a libra.
Cevada a 120 rs. a libra e 30 a arroba.
Alpislaa 160 rs. a libra e 40800 a arroba-
Btalas muito novas em gigos com 40 libras
por 10500.
Cebollas a 10 o molho com mais de 100 ca-
da um.
Caf lavado de primeira qualidade a 300 rs.
a libra e 90 a arroba.
Caf do Cear muito superior a 280 rs. a li-
bra e 80400 a arroba.
Caf do Rio, proprio para negocio, a 80.
Arroz do Maranho a 100 rs. a libra e 20800
a arroba.
Arroz de Java a 80 rs. a libra e 29400 a
arroba.
Vellas de spermaceti a 560 rs. a libra e
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
so e a 90 a arroba.
Doce de goiaba a 640 rs. o caixo.
Macarrao, talharim e aletria a 480 rs. a li-
bra ; em caixa se faz aba timen to.
Eslrellinha, pevide e arroz de massa para sopa
a (500 rs. a libra e 30 a caixa com 6 libras.
Palitos de dente lixados com fl> a 206 rs.
o masso, ditos lixados sem flor a 160 rs.
o masso com 20 massinbos.
Gomma de engommar muilo fina a 80ts. a.
libra.
Banha de porco refinada a 480 rs. a libra e
400 rs. em barril pequeo.
Charutos dos melhores fabricantes de S. Fe-
Ib:, em caixn inleiras ou em meias, de
10600, 20 e 30.
e 30500 a caada.
Vinho branco de superior jualidade, vindo Moslarda ingleza em p, em frascos grandes, Presuntos do reino, vindos de conta propria
j engarrafado a 040 rs. a garrafa c a 500 a 10 cada um\ I de casa particular, a 400 rs. a libra; intei-
rs. de barril. I Sal refinado a 500 rs. o pote. | rose faz abalimento.
Os senhores que compraren! de 1000000 para cima, ter5o o descont de 5 por cento, pelo prompto pagamento.
GAZ GAZ GAZ
par ji-evo rcilnHdo.
Vende-se >?az da melhor qualiibde pelo
I pre o de 10-5 por lata de "> aloes : no ar-
mazem do Caes do Hamos n. 18 e na do
Trapiche Novo n. 8.
Os prec.sos a I /teres pa
rae aneas.

Chefraram eachnm-se venda na ra do Quei-
mado, toja d*a|toiahranra n. 8.
Vui/io verde,
de superior 1 itlMadH : vende-se na na da Madre
de Dos n. ar3i, niazein de Cunta Irinaos & C.
TD\ utevciO 4 vrminn.
Custodio Jos Alves Guim.uaes avisa ao respei-
tavel publico e ao< sous fregueses, uaa achando-se
as obras da luja do Vigilante concluidas, e acban-
do-se as partas abenas a coneorrencia do res-
peitavel publico, para assim apreciar o novo galla
que se acha no rspacoso e alegre campo, guarne-
cido das lindas (lores "e muitos outros objertos de
bom gosto, que tanlo sasiisfeiio se acha, aprsenla
o novo canto, chamando pelos seus fregueses que
venham vir para rrOr. que s assim |todero apre-
ciar, e acharo um grande sortimento de azendas
tendenies a niiudeas, lano para grosso como para
retallio, que lodos sero sonidos a vuntade, mesmo
'qoalqiier freguez de fra que nao possa vir a esta
praca c queiram dirigir-se a este estabelecimento
fazendo seus pedidos |ior meio de cartas, e pode-
rao fazer que ser todo eomprido fielmente, poden-
do-se fazer precos muito razoaveis, nao s pelas
boas compras nitas nesta praca, como dos que
recebe de sua propria conta, como dos que recebe
de consignaces.
Fitas.
Fitas lavradas de lindos padroes de ns. 7 30
a pe^a 20U0.
Gorros e bonetes para minino de 1,5300 25000.
Touquinbas muito lindas para baotisados 10000.
Manguitos, camisetas 3otM) e 4300o.
Golinhas e punhos bordados 15500 e 25000.
Gravalintns muilo chique do 13000 al 25000.
Flores as tnais linas do mercado de todas as qua-
lidades. '+
Enlre-meios e liras bordadas.
Caixinhas de cosieras.
Caixinhas para voltarete.
Caixas de tarUruga, brancas e prutas.
Casearrilbas preaso de cores.
Franja preta, larga propria para mantelete e
para capa.
Fitas de la a e de todas as qualidades para de-
bnim.
Meias de seda e de algod.o.
Bandejas de todos os tamaitos e as mais finas
que p le haver neste mercado.
Vollas e brincos pretas.
Papel amisade de mozinhas c de outras quali-
dades.
Sa bonetes de todas as 1 pa I idas.
Perfumaras dos melhores autores.
Espejos r tocadores de todas as qualidades.
Transparenles muilo lindos para janellas a 66.
Pentes de Inoradla para desembarazar.
Ditos fingindo canivulus.
Dilos de tres faces.
Ditos de marliin e outras qualidades.
Ditos para atar cabello, tanlo para senhora como
para menina.
Tosouras muito linas e grossas.
Papel almaeo lino, assim como muitos oulros
objectos que se tornara enfadonho anniinriar.
lnfcilem para a Kt>nlira.
Ai que phMaram os nwiu>s (tosejados enMtes
com lacmlios de lilas para senhora pelo barato pre-
eo de 4500.
S no Vigilante, na do Crespo n. 7.
Vstas venda.
Una da Imneratrz.
Hita da Cadeia.
Dita do Trapiche.
I'.asadf deteiieao.
PonWflV Ierro.
Patario do governo.
Ponte do Recite,
llio lleheribe.
Pre<;.i 35000 rada urna
galera norte-americana.
CLARN
COMMERCr
RA DO QIHI9IA1IO V. 13
Pa8Siindo o becco da CongregacSo segunda casa.
NO F1DADE.
Pereira Rocha A G. acabam de abrir na ra do Queimado n. 45 um armazem de molhados denominado Clarim Commerdal.
onde o respeitavel publico encontrar semine um completo sortimento dos melhores gneros que vem ao nosso mercado, os quaes
serao vendidos por precos muito resumidos como o respeitavel publico ver pela tabella abaixo mencionada ; garante-se o bom peso
e boa qualidade dos genero:; comprados neste armazem.
Chouricas e paios muito novos a 800 rs. a Palitos do gaz a 20200 rs. a grosa.
libra. Passas muito novas a 480 rs. a libra.
Cevadinha de Franca muito superior a 220 Peras seccas muito novas a 600 rs. a libra.
rs. a libra. Painco a 200 rs. a libra.
Cevada a 80 rs. a libra. Polvo secco muito novo a 400 rs. a libra.
Krvilhas portuguezas a 640 rs. a lata. I Presuntos de Lamego em calda de azeite e
. dem seccas muilo novas a 200 rs. a libra. muilo novo a 640 rs.
com ricas estampas no interior das caixas] Figos de comadre e do Douro em caixinhas Queijos flamengos do ultimo vapor a 20400
a 120000,10100, 10600 e 20. de oito libras e canastrinhas de 1 arroba a ris.
Amendoas com casca muilo novas a 280 rs. 10800, 50500 e 280 rs a libra. dem prato a 640 rs. a libra.
a bra. Farinha do Maranho a 120 rs. a libra. Sal retinado em bascas de vidro a 600 rs.
Alpisla a 160 rs. a libra e ? 40600 rs. a ar- Farinha de trigo a 120 rs. a libra. cada um.
roba.
Arroz do Maranho, da Inda e Java a 80 e
100 rs. a libra e 20400 a 20800 rs. a ar-
roba.
Ameixas francezas em latas e em frascos a
10200 e 10GOO eem frascos grandes a
20500.
Idom em caixinhas elegantemente en fe i tadas
Azeile doce francez muito loo era garrafas
grandes a 960 rs. a garnfa.
dem de Lisboa a 640 rs. a garrafa.
;Ararula verdadeira de matacana a 320 rs. a
ibia.
Genebra de IloHanda verdadeira marca VI) Sardinbas de Nantes a 32' rs.
a 560 rs. o frasco e 60200 rs. a frasquei- Sag muilo alvo e novo a 260 rs. a libra.
ra< Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
dem em garrafes de 3 e 5 gales a 50500 Tijolos de limpar facas a 140 rs.
e 70500 cada um com o garrafao. Vellas de carnauba pura a 360 rs. a li-
i Gomma do Aricaly a 80 rs. a libra. bra.
Avelaas" muito grandes e novas a 180 rs. a Graixa a 100 rs. a lata e-10100 rs. a duzia. dem stearinas muito superiores a 600 rs. a
Grao de bico a 150 rs. a libra.
Licores muilo Gnos a 700 rs. a garrafa.
libra.
Batatas muito novas a 40 rs.
Biscoutos inglezes de divtrsas marcas a dem, qualidade especial e garrafas muito,
10300 ris. grandes, a 10800 rs. a garrafa.
Bolarhinhas de soda, latas grandes, a 20 rs. i dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
a iata dem, garrafa forma de prae rolha de vi I
Ditas inglezas muito novas a 30000 a barri- dro, a 10000 rs., s a garrafa vale o di-
quinlia e a 200 rs. a lib.-a. nhoiro.
libra,
i Vinho do Porto engarrafado o melhor que
ha neste genero e de varias marcas, como
sejam: Velho de 1815, Duque do Porto.
Madeira, D.Pedro, D. Luiz I, Mam a,
Bocage, Chamisso e outres a 800, 900 e
10000 a garrafa, e em caixa com urna du-
zia a 90000 e100000.
Ra ha de porco refinada a 440 rs. a libra e, Manleiga ingleza perfeitamente flor, desem- dem em pipa, Porto, Lisboa e VMraa
e em barril a 4* 6 rs. bawada de pouco a 800 rs a libra, e de 8 480, 500 e 560 rs. a garrafa e 30, 30500
Cha hysson, huchin e perola a 10600, libras para cima se far urna differenca
20500, 25800 e 30000 a libra. Mem franceza muito nova a 560 rs. a libra,
dem preto muito superior i 2.0000 rs a li- e em barril lera aliatimento
bra- Massa de tomates em barril a 480 rs. a li-
Cerveja preta e branca, das melhores marcas bra.
que vera ao mercado, a OO rs. a garrafa dem em lata a 640 rs.
e 5-S800 a duzia. Marmelada imperial dos melhores conservei-
na ra do Imperador,
Cognac nglez lino a 000 r;. a garrafa.
Conservas a 720 rs. o frasco.
dem, si'i de pepino, a 720 -s.
dem, s de ateitonas, a 75o ra.
ros de I.islia a 60o rs. a lata.
Marrasquinos de Zara, frascos grandes, a
800 rs.
dem regular a 500 rs.
o cento
tttbola a OOrs.
na rita da Madre de Dees ti. 18.
Charutos dos melhores ftihiicantes da Halda Massas para spi: macarrao, talharim e ale-
e especialmente dafabnra Imperial de tria a 480 rs.
Candido Ferreira Jorge da Corta, a 10800, Nozes muito novas a KiO rs. a libra.
20OOH, 20200, 20500, 10800, 30000 e Peixe em latas preparado pela primeira arte
30500 a caixa. I de co/inha a 10 rs. a lata.
Caf do Rio muito superirr a 260, 280 e Palitos de dentes a 160 rs. o masso.
300 rs. a libra e 70500, 80 e 80500 rs. a Palitos de dentes a 120 rs.
arroba I dem de flor a 200 rs.
e 40 a caada,
dem branco de Lisboa muito fino a 500 rs.
a- garrafa.
Meu de Bordeaux, Medoc e S. Juliena 700
e 800 rs. a arrafa, e 70000 e 70500 rs.
a duzia.
dem MOPgaui eChateauluminide 1854, a 10
a garrafa,
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vmagre de Lisboa a 200 rs, a garrafa e
1 .-V200 rs. a caada.
Kirs* garrafa muilo grandes a 10800 rs.
Aliii dos gneros cima mencionados te-
mos grande porfi de outros que deixau os
de mencionar, e que ludo ser vendido por
pecas e carnadas, tanto ero porcoes como
relalho.
Quera comprar de 1000000 para cima te-
r o abate de 5 por cento.


Alarle de Pernaatfciica Terca felra 1. de H;ir;o de IM l.
ALL1ANCA
RAIDE ARMAZEIVI
DE
MOLHADOS
0 nico que mais vantagens offerece ao publico.
57 RA DO IMPERADOR 57
DE
Paulo Ferreira da Silva.
0 propietario deste grande f-stabeh-cimento de molhados, recebe por todos os
vapores e navios os melhores gneros que vem ao mercado, os quacs vende em seu ar-
mazem pelos mais resumidos procos.
Tendo chegado pouco da Euroi a, aonde deixou pessoas encarregadas para a es-
olha de nos Jenaros, tem a honra de ai imnciar ao i-espenavel publico, que ninguem co-
mo elle pode vender to barato e por to resumidos procos; servindo como costuma aos
seus freguezes com os melbores gneros pie se pode desejar.
RTTENQA0.
Qaerendo o proprietario deste tao til estabi-leoimento a concurrencia da boa
freguezia, tem deliberado vender sempre por monos do que outro qualquer, garantindo
aos seus (regoezea todo c qualquer genero sahido de seu acreditado armazem.
Manteiga iugleza a mais nova e fina chegnda! Velas estericas a 5Go rs. a libra c em caixa
ueste ultimo vapor a 800 rs. a libia e Ai 8 a i4o rs.
libra para cima tei abatimento. dem de carnauba pura e refinada a 360 rs.
dem franceza a melhor e mais superior do a libra e 10,000 a arroba.
nosso mercado a 56o rs. a libra e 52o em dem de com-xisieo cmmacadas a 32o rs.
barril ou meios. o maco e 9,ooo rs. a arroba.
Baulw de poico refinada e multo alva a UoMassa de tomate em latas a 600 rs. a libra.
rs. a libra, eem barril a 4oo rs. I Doce em calda das mais especiaes frutas da
Cha hvsson o melhor neste genero especial, Europa a 600 rs. a lata.
rncominenda do proprietario a 2,7oo rs. a Ostras em latas muito bem preparadas a
bbra. l.ooo rs.
dem idem menos superior e que em outras Peras seccas muito novas a 5oo rs. a libra.
casas se vende a 2,6oo rs., custa neste ar- Rassas para sopa estrellinha muito nova em
mazem .ioo rs. a libra. caixas de 8 libras a 3,ooo e 5oo rs. a libra,
dem iixim o melhor que pode liaver neste dem talharim, macarrao e aletria a 4oo rs.
genero a2,6oo rs. alibra.garante-seaqua- dem macarrao um pouco mais baixo a 2io
lidade. rs. a libra,
dem preto muito especial a 2,ooo rs. a .i- Sevadinha muito nova de Franca a 2oo rs. a
Itia, e mais baixo, porem muito sufrivel a libra.
t,2oo rs. a libra, vende-se por estes pro- Sag o melhor que possivel a 24o rs. a
eos em razio de uestes ltimos navios ter- libra.
se recelado grande pote*) diste genero, Farinha do Maranho a melhor que presen-
temente tem vindo ao nosso mercado a
a deterenoa de privo he de 600 a 800 w
a libra do que se vende en outra qualquer
parte.
dem do rio em latas de I at 6 libra a l,4oo
rs. a libra, ueste genero o melhor pos-
sivel.
Biscoitos inglezes em latas com different^
qualidades como sejiu) ciaknel, victoria
pie nic, soda, captaim. seed, usborne e ou-
tras militas marcas a l,3oo rs. a lata.
Bolaxinha de soda em latas grandes a 2.ox>
rs. cada urna.
Figos em caixinhas hermiticamentc lacradas
< muito proprios para mimo a 1,6oo e
2,600 rs. cada urna.
dem em caixinhas de 8 libras a 2,ooo rs. ca-
da urna.
i 4o rs. a libra.
Gomma do Aracaty muitissimo alva a 80 rs.
a libra.
Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a
libra.
Licores muito finos de Bordeaux e toda as
marcas que ha neste genero a 800, 4,000
e l,2oo rs. a garrafa.
I'hosfuros rs. a groza*
Bolaxinha americana em barrica a 3,ooo rs.,
e em libra a 2oo rs.
Grande liqridacno i
de fazendas na loja do Pavo, ra da Imperatriz 11.
60, d Gama 4. Silva.
AcOa-se esta estaholecinicnto completamente sor-!
litio de fazendas inglezas, francezas, allomaos el
saissas, proprias tanto para a praca romo para o!
malo, prometiendo venderse mais barato do que
era outra qualquer parle priucipalmeule sendo em '
|K)rc3o e de todas as fazendas do-so as amostras
deixando ticar penhor on mandain-se levar em ca-
sa pelos caixeiros da loja do Pavo.
As chitas do Pavo.
Vendem-sc superiores chitas claras e escuras pe-
lo barato proco de 210 e 280 r<. sendo tintas sega-
res, ditas fraeezas linas a 320, 340, .100, 400 e
500 rs., o covado, ditas pretas largas e estreilas,
riscados escocezes finos a 240 rs. o covado, isto na
loja do Pavao na da Imperatriz n. 00 de Gama ix
Silva.
As rassas do Pava* a 210, 280, 300 e 320 rs.
Vendem-se tinissimas cassas persianas cores fi-
zas a 320 rs. o covado,ditas francezas muito finas
a 240 e 280 rs., ditas ingzozas a 240 e 280 rs. o
aovado, finissimo organdy matisado com desenhos
Grande pechiiicha
com (oque de avaria na loja e
armazem la Arara ra da Im-
peratriz 11. 06 de I-011 renco 1.
11. Ciuiuarcs.
Vende-se com toque de avaria.
Vende-se madapoiao ingle* com pequeno lo-
que de avaria por 6*300 7* ) 8*, algodozinho a
4*300 e 3*, cambraias lisas I as a 3* e 3*.'iO0 :
na ra da Imperatriz loja da arara n. 36.
Veide-se fazendas limpa > bai alissiinas.
Vende-se chitas linas cores escuras a 240 e 280
rs. o covado, ditas francezas finas cores fixas a
320, 360 e 400 rs. o covado, corguro de linho pa-
ra vestidos de senhora a 280 o covado, riscado
francez para vestido a 280 o < ovado : na loja da
Arara ra da Imperatriz n. 3(.
Fazendas projirias para senderas e meninas.
Vende-se gollinhas com boti ozinho para senhora
e meninas a 200 e 320 rs., nanguilos de fil e
cambraia enfeitados a 300 rs., manguitos e pollas
para senhora a 1* e 1*280, 1 amisiuhas bordadas
para senhora a 2*, ditas bordadas no colarinho e
ron os m ma ra iivr.
CONSERVATIVO
DE
JOAQCIJfl S1MAO IIOS MA1STON
23Largo do Ter^o23.
O proprietario deste armazem de molhados vende os seus ja bem conhecidos genera
meira qualidade por menos de dez i>or cento do que em oulra qualquer parte, garantindo.se
rior qualidade.
Xo se diz o preco |a< a nao espantar.
de [ri-
a ;L;e-
miudinhos a 320 rs. o covado, cassas garibaldinas Pu"hos e grvalas muito finas a 4*300 e
muito finas a 320 rs., isto na loja do Pavo ra da a Arra_ ra da Imperatriz n. 56.
5*
so
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
As laziulias da ciposieo do Pavo.
Vendem-se as mais modernas lazinhas mossan-
bique chegadas pelo uliimo vapor francez. sendo
de urna so cor ou de listas miudinhas com 4 pal-
mos de largura, propnas ->ara vestido de senhora,
roupa para meninos e capas, e pelo baratissimo
preco de 500 rs. o covado, ditas entestadas trans
Principia a Arara vender as colchas.
Vende-se colchas avelludad.is para cama a 8*,
ditas de linho aJcoeboadai a 3, ditas de fusto a
3*, ditas de damasco a 4*, ditis de chita a 2* :
ua loja da Arara ra da Impeatriz n. 36.
Arara vende rassas a 2-10 rs.
Vende-se cassas francezas linas a 240 e 280 o
covado, orpandys linos a 240, 280 e 220 o covado:
prenles do quadrinhos a 300, 400 e 360 rs. o co- ; na ra da Imperatriz n. 56 loj da Arara,
vado, ditas raatisadas muito finas a 800 e 400 rs., '
ditas mais baratas do que chito tambem matisadas
a 320 rs. o covado, ditas a Mara Pia com palma
de seda c 4 palmos de largura a 800 rs. o covado,
e ditas de una s cor parda, azul, cor de Ivrioe
perula proprias para vestidos, saulembarqes e
garibaldes a 720 rs. o corado, ditas escocezas a
800 e 400 rs isto s na loja do Pavao, ra da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Os diales do Pavao.
Arara vende lazinhas para -eslido a 210 rs. o
covado.
Vende-se lazinhas para vestidos de senhora a
240, 280, 320, 400 e 300 rs. o covado, casemiras
lisas proprias para capas de senhora a 1*800 o
covado : na Arara ra da Imp iralriz n. 56.
Arara vende cortes de caseuira preta a 30.
Vende-se corles de casemira preta para calcas a
3*.k3*300, 4*e 3* : na loja d; Arara n. 36.
Vendem-se finos chales de crepon estampados (,rs",tle sortiuiciito de fazendas pretas para a qua-
pelo barajo proco de *, 7*, 8*, ditos de ponta re- resma,
donda a 7* e 8*, ditos pretos ricamenie bordados Sedas, grosdenaple, pannos linos c casemiras.
a retroz com vidrilho a 12*, ditos pretos lisos a Vende-se grosdenaple preto para vestidos boa
5*, ditos de cores a 4*300e 5*, ditos de merino fazenda a 1*400, 1*600, 2*, 2J400, 2*600 e 3*o
estampados a 2* e 3*. ditos de la a 1*280 e 2*, covado, sarja hespanhola de seda, panno lino preto
ditos de retroz preto para luto a 6*, isto na loja. a 1*600, 2*. 2*300, 3* e 4* ti covado, muito su-
do Pavao ra da .Imperatriz n. 60, de Gama & perior casemiras pretas finas a 2* e 2*400 o rova-
Silva- j do. merino fino a 2*500 e 3, dito de eordao a
Fazendas prelas para a quaresma vende e Pavo. [ 2*500 o covado : na ra da Imperatriz n. 56.
Y.mde-se grosdenaple preto muito superior a j Arar vende fustio I 500 rs.
1*600, dilo a 1*800, 2*, 2*300, 2*80 e 3*, mo- Vende-se fusto de cores pai a roupa de meninos
reantique preto muito superior a 3* e 2*800, sar- calcas e palelots a 500 rs. o covado, ganga france-
ia preta hesjianhola muito encorpada a 2*, islo na za escura e clara para calcas i palelots a 448 rs.
loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60, de Gama o covado: na ra da Imperatriz n. 56,loja da Arara.
& Silva.
0 Pavo vende para luto.
Vende-se superior setim da China fazenda toda
Roupa feita da trara.
Vende-se palelots de brim 00 cor a 2*500 e 3*,
ditos de meia casemira a 3*301), ditos melhores a
de laa sem lustro tendo 6 palmos de largura pro- 4*500 e 6*, ditos pretos de panno a 3J, 6* e 8*,
prio para vestidos, palelots, capas etc., pelo bara- ditos de casemira fina e debrui hados a 8* e 10*,
lo preco de 2*, 2*200, 2*300 o covado, cassas, ditos pretos de alpaca a 3*300 ; 4*, caifas prelas
prelas lisas, chitas pretas largas e estreilas, chales. de casemira a 4*300, 3*. 6* t 8*. dito> de meia
de merino lisos e bordados a vidrilho, manguitos | casemira, ganga e brim a 2* e 2*300, ditos finos
Vmho das melhores marcas.
Manteiga ingleza flor.
dem franceza.
Ranha de porco refinada.
Vellas de spermacete.
dem de carnauba.
Caf bom do Kio.
dem superier do Cear.
Toucmho de Lisboa.
Cha de diversa- qualidades.
Queijos novos do vapor.
Milho alpisla limpo.
Gemina de engommar alva.
Sabio de diveisas qualidades.
Chourigas muilo novas.
Arroz de diversos procos.
Ser/eja das melhores mareas.
Sardinhas de Nanies novas.
Genebra de laranja soperior.
I'li'jn do Hollanda marca Gallo.
Phosphoros do gaz.
Kolachinlia ingleza em barricas.
Pascas muilo novas.
Figos de primeira qualidade
Bisroutos e bolachinhas do soda.
Charutos de diversas qualidades.
Alm dos gneros annunciados existem outros muitos que enfadonho menciona-lo, a dii I-
ro contado.
com gollinhas e outros muitos artigos que se ven-
dem por precos razoaveis : na loja do Pavo roa
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os pannos do Pavo.
Vndese panno preto muito superior pelo barato
proco de 2*, 2*300.3* e 3*500. ditos muito finos a
4*, 3* o ti*, cortes de casemira preta entestada a
4*, 4*500 e 6*, casemira preta fina de urna s
largura muito lina a 1*800, 2*, 2*500 o 3*, cor-
tes de casemira de cor a 5*, 5*500 e 6*, casemi-
ras enfestadas de urna s cor proprias para caifa,
a 3*300, ditos de brim branco a 3* e 3*500, ca-
misas francezas a 2*. 2*3* e 3*, seroulas a
1*600. ditas de linho a i* e 2,1500, rolletes a 3*
e 2*500 : na ra da Imperalri; n. W.
Halos da Arara i 3>.
Vende-se baldes crinolinas do 20, 30 c 40 arcos
a 3*, 3*500, 4* e 4*300, ditos de madapoiao a
3*500, dilos de mnsselina a 4-1 : s na Arara roa
da Imperatriz n. 56.
Arara vende madapoiao franm a 4.
Vende-se madapoiao francez entestado a 4* e
Tijelopara limpar facas a 12o rs. cada um.
Vassouras de piassaba com dous arcos de
forro preiidendo o cabo a 32o rs. cada
urna.
Passas muito novas a 8,000 rs. a caixa e 4*to Escovas de piassaba proprias para esfregar
a libra. casa a 32o rs.
Ameixa francesas om latas de libra e meia c'Sardinbas de Nantes muito novas a 32o
3 libra a l,2oo 2,ooo e 800 rs. a libra. a lata.
Caixinlias com ricas estampas a I.ioo rs., Pee em lata muito bem preparado savel de ca a 2* e 2*300, ditos anacos muito finos,
aria ama, frasees de vidro com rolba ilo corvina pescada e outros a i.ooo rs. '^!.0_."a.lo^.!!opavri0'rua da In,Peralriz n- 6, de
mesmo, rontendo libra e meia de amontas. lata.
Ciampagne da marca mais superior que tan Ervilbas portqguexas e francezas j prepa-
radas a (io e 72o rs.
rs.
Vendem-se palelots de panno preto sobreeasa-
cos fazenda muito boa a 12*, ditos muito finos a
16*, 20c, 23* e 30*, caifas de casemira prea boa
hienda a 4*500,5*, 6*, 7* e 8*, palelots saceos
de panno preto a 7*, ditos de casemira de cor a
6* e 7*, dilos de alpaca preta. ditos de merino
preto, ditosdebrin.de cores, calcas de casemira ROO rs. o covado : na rua da*Impratriz n. 56.
de cor a 4*, 5*, 6*, 7*. ditos de caxemira da .. -.-.i,-.!.,
Escossia a 3*, ditos de brim pardo a 2*50 >, ditos *
a 1*. 1*280 e 1*400 a vara : 1a rua da Impera-
triz n. 56.
Seilinlias a 300 rs.
Arara vende sedinhas de lislrinhas para vestidos
a 500 rs. o covado, ditas finas 1 800 rs., la Ma-
ra Pia com 4 palmos de largo e palmas de seda a
viudo ao nosso mercado a 18.000 rs. o gi-
gO, e i,800 rs. a gama, t-Miante-se a s 1-
perior qualidade.
Vinlio Bordeaux das melhores qualidades que
se pode desejar a 7,000 e 7,oo rs. a cai-
xa e 6io rs. a garrafa.
Caixas com Vinbo do Porto superior de 9,ooo
e 10,000 rs. a duzia, e 9oo e l.ooo rs. a
garrafa, neste genero lia grande porcloet e
dil.Tenti's marcas muito acreditadas que
j se venileio jwr 1 i.ooo W.ooo rs. a ea-
xa como si'ja, Duque do Porto, lagrimas
do I)ouro, Ii.Luiz, Cainoes, Madeira seo
CO Nctar ; Genuino e malvasio Hnoe ou-
tras como Cherry e Madeira para 12,oooe
13,ooo rs. a caixa.
Vinlio de pipa Porto, Lisboa, Pigaatn, a Aoo,
48o, c 50o rs. a garrafa, 3,ooo 3,2oo e
:..'ioo rs. a caada.
Id 'in branco o melhor neste genero vindo de
6Mominenda a oo rs. a garrafa, e 4,5oo
rs, a canaila. ^
Idea do Porto em barril muito especial a
Mo rs. a garrafa, e .",000 rs. a caada.
Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e
l.'ioo rs. a caada.
dem em garrames com 5 garrafa.
V/.rite doce de Lisboa superior qualidade a
610 rs. a garrafa e i,8oo rs. a caada.
Battatas em gigos de trinta a trinta e tantas li-
bra a 800 rs. o gigo c 4o rs. a libra.
Genebra de Hollanda a mais superior a 6,00:)
rs. 1 frasqueira e ittors. o frasco.
dem em garrames com 25 garrafas a 8,ooj
rs.
Serveja das melhores marcas de 5,ooo a
5,aoo a duzia e 5oo rs. a garrafa,
Cognac superior a 800 e i.ooors. agarrafa,
e em caixa lera ahatimenlo.
Marmellada imperial dos melhores e mais
ai'aniidos couerrveiros de Lisboa em latas
d; librae delibra e meia e duas libras 1
Ooo rs.
Cencervas inglezas em frascos grandes a
75o rs. cada um.
dem franceza de todas as qualidades de
ligumes e fruto a 5oo rs.
Mostarda francezas em potes preparada :i
4oo rs.
Palitos para denles 18ors. o maco.
I leu. lixados muito fino lio rs.
a o e 72o rs. a lata.
Caf lavado de primeira sorte a 3oo rs. a
libra, e 8,5oo a arroba.
dem do Rio muito bom a 28o a libra e
8,000 rs. a arroba.
Arroz do Maranho a loo e 120 rs. a libra.
dem de Java a loo rs. a libra.
Aiu.Midoas de casca mole a 4oo rs. a libra.
Avelaes muito novas a 2oo rs. a libra.
Nozes muito novas a 2oo rs. a libra.
Cliourieaa e paios a 7oo rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra ou a
8,5oo rs. a arroba
Presuntos de lamego de superior qualidade
cliegados neste ultimo vapor a 48o rs. a
Gama & Silva.
Os bordados do Pavo.
Vendem-se camisinhae de cambraia muito finas
rom manguitos a golas muito bem bordadas pelo
barato proco de 1*280. ditas de fil a 1*, ricas
pelerinas ou ronieii as bordadas a 1*600 e2*, su-
periores manguitos com golla e a baiao a 3* e 4*,
sendo muilo bem bordados e os mais modernos
i|ue ha no mercado, manguitos e caniisinhas a 3*
e 3*300, gollinhas tinissimas de cambraia a 300,
ditas de fil a 240 e 32o rs., pecas de entreineios
com 3 varas a 640 rs., liras bordadas a I*, e ou-
tros muitos arligos neste genero que se vendem
mais barato do qoe 0111 oulra qualquer parte : s
na loja do Pavo, rua da Imperatriz n. 60. de Ga-
ma & Silva.
As capas de Pavo.
Vendem-se ricas capas de seda preta ricamente.,
enfeitadas, sendo as mais modernas pelo tal,to | loja do beija-flor n. 6J.
preoo de 20*, 23*. 30* e 40*, sautembarques de
I seda preta sendo ricamente enfeitados a 20*. 25*
de ca nciiihiis a 2300.
Vende-se cambraias de caro inhos para vestidos
a 2*500 a peca, cortes de oassa franceza a 2*, eo-
. bertores de pellos a 1* e 1*603 : na rua da Im-
j peralnz n. 56.
Arara vende os corles de risracos francezes a 33.
Vende-se cortes do ri -cados francezes com 14
co vados a 3*o corte : na rua 1 a Imperatriz n. 56.
Arara vende os souleinbarques.
Vende-se soutemharques pro os muito ricos, ca-
pas compridas e manteletes de superior qualidade
a 22* e 25* : s a Arara rua la Imperatriz nu-
mero56.____________
LOJA DO BE1JA FLOR.
Rua do Queimmlo numero G3.
Oavalinlias para srnliora.
Vendem-se gravatinhas de diversos gostos mais
modernos a 720 e 800 rs. : a rua do Queimado,
Wfilh BKANG4
receben:
Sapatinhos de setim branco bordados paia Lap-
lisados.
Moias de seda branca para o mesmo fim.
Mu bonitas e deliradas touquinlias enfeitadas i
para dito.
Pnlseiras e voltas de contas brancas para senho-
ras e meninas.
Fito branca e preta de borracha, com diversas
larguras.
Transelms de borracha sonidos em cores.
Tranrinha preta de laa, e outras tranrinhas de
la denosto novo e mui bonitas paraenfeites.
Enfeites conservadores para senhoras.
PAPEL INGLEZ
almaco e de peso.
Alemdo grande sortimento de papel greve e ou-
tras mui tas qualidades, que constantemente se
acham na loja d'aguia branca, faz-so notavel pela
supenoridade de qualidade o papel nglez almasso
e de peso, que acaba de chegar para a dita loja ;
um e ovnro sao mui eneorpados e de um assetina-
do lustroso e macio, que na verdad* at odos agra-
dara. As resiiias 1la.4u.-iU: tem 480 felhas, e as
deste 300, e cusa cada urna 8*. Tambem vero da
tnesma qualidade e de tamanho pequeno, em cai-
*irtrms de 100 folhas. tanto liso como beira doura-
da,-eislando este 2*, e aquello 1*200 a caixinha.
J vdem pois os apreciadores do bom papel que
(linendose munidos de dioheiro sero bem servi-
dos : na rua do Queimado, loja d aguia branca
numera 8.
\ de concha.
Chegaram novos e bonitos pentes de concha,
sendo de tartaruga, massa e dourados; agora, pois,
dirigirem-se com dinheiro rua do Queimado,
luja d'agnia branca n. 8, antes que se acabem.
^m~
do biiruteiro
FRANCOS
na
com gomma arbica dissolvida : vendem-se
rua do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
Fcelas com pedrasno-
vo sortimento.
A aguia branca recebeu por esse ultimo vapor
nm novo e bello sortimento das procuradas ivelas
com pedras, podendo assim satisfazer a lodos que
deltas precisaren), urna vez que appareca dinhei-
ro : na rua do Queimado, loja d'aguia branca nu-
mero 8.
COPOS COM BA-
RDA.
A aguia branca acaba de recober os bem conhe-
cidos e apreciados copos com banha, os quaes es-
to sendo distribuidos rom aquelles pretendemos
qne centribuirem com 2*500 visto : isso na rua
do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
Mino boas mm
para senhoras e meninas.
A ae/uia branca recebeu mui boas meias france-
zas. de fino lecido e fio redondo, o que as tornam
Na rua do Crespn. 1.
Fazendas baratas.
Para ac.ahar.
Chitas francezas de cores seguras de 2P()
qg a 400 rs. o covado.
J Organdys de cores a 240 rs. o covado.
tf, Cnmisinhas e manguitos amito enfeita-
S todos a 4* ludo.
IB Camisas a mosqueteiros (ou corpinhos)
23 a3*-
^ Laas para vestidos boa fazenda de 2C.0 a ^
& 800 rs. o covado. 'M
Zf Mimosos vestidos japoneses de organdvs -jg
a; differentes precos. H
J|g Ricos cortes de vestidos brancos bordados M
w, de 12* a 15*. 2
SR firosdenaple preto bom de 1*800 a 25200. ?P
f Musselina de cores fazenda que tem toda Ot
v^ applicarao a 460 rs. o covado.
&! Escocezes para vestidos com 5 palmos de 'JM
|K largo a 700 re. o covado. '-i',
S Fil de linho liso e bordado a 640 e 800 V
5K rs. a vara. ..^K
SK Lencos de sad*-*o -cores perfitos de
i3 oo a 2*.
f? Bramante de linho com 20 palmos de lar-
\* go a 2*200.
'^ Cambraia branca com salpico a GiO rs.
f Chalos de merino fino liso esta-.npados de
$4*, 3*. 6*, 7*, 8*.
v Mimosas cassinhas de cores finas para
SP? vestidos a 400 rs. o covado.
*4 Balos do arcos ingtezes de 2r3."Kl0, 3*
e:i*300.
W Chales muilo finos e lindos padres a 800
mC rs. o covado.
E outras militas fazendas.
0 Muito baratas para acabar.
mmm Mmnmmsm
pretas para a qvoresma
Superiores mouroantiques prelos largos a 2*200,
2*300, 3*, 3*500 e 4* o covado, bons rrosderto-
ples pretos largos a 1*300, 1*600, 1*8C0, 2*(00,
2*500, 3* e 3*500 o covado, ricos vestidos de
moureatinque preto com barra, dilos de gorgciao
preto bordados e adamascados com barra, o inris
mode-rno que tem vindo \ Pernambuco, c outras
militas fazendas de bom gosto, prelas proprios 1 ara
vestido, superiores capas de seda preta a 16*, 20*,
125*. 30*, 35*, 40 e 50*, mantos pretas de l:!,
lindos chapeos de palha de Italia, o que pode haver
de mais gosto Canotier : na loja das eofcmnM
na rua do Crespo n. 13, de Antonio Correia .le
Vasconcelios 4 C.
libra.
Alpista muilo novo
e limpo a 16o rs. a li-
bra e 4,800 a arroba.
Paine muito novo a 18o a libra e 5.ooors.
a arroba.
Sabo maca, amarello e castanho a 22o e
24o rs. a libra,
dem mais baixo um pouco a 16o, 180e2oo
rs. a libra.
Castanlias pelladas a 24o rs. a libra.
Cbocolate francez de primeira qualidade a
l,2oo rs. a libra,
dem de Salt muito superior e medicinal a
l,3oo rs.
Copos lapidados proprios para agua a 0,000
rs. a duzia, que em outra qualquer parte
7 e 8,000 rs.
Charutos dos melhores e mais afamados fa-
bricantes de S. Flix e do Rio de Janeiro
de l,5oo a R.ooo a caixa.
Cebollas novas a 800 rs. os molhos grandes
e 7oo rs. o cento.
Doce de goiaba a 6io rs. o caix3o.
Lentilbasexcellente legume para sopa egui-
zado a 2to rs. a libra.
Ervilbas seccas j descascadas a 2oo rs. a
libra.
Pimenta do reino muilo nova
libra.
Cominos e erva doce a 32o e
bra.
Cravo da India a 600 rs. a libra.
Canella muilo nova a l.ooo rs. a libra.
Alfazema a 2oo rs. a libra e 6,000 rs. a ar-
roba.
a lata 1,100 rs. a duzia.
e 303 : na loja do Pavao rua da Imperatriz n. 60,
de Gama & Silva.
As cambraias do Pavo.
Vundem-se pecas de cambraia muito fina com
salpjcos leudo 81|2 varas cada peca a 3*500, ditas
a :i-i e 3*500, ditas adamascadas muilo finas pro-,
prias para cortinados a 3*, ditas a 4*, pecas de
cambraia brancas lisas fa;enda muito lina com 8
1|2 varas a 3*500, 4*, 4*500, 5*, ditas de qua-
dros proprias para forro o babados por prefos mui-
to razoaveis: na loja do Pavao rua da Imperalriz..
Os cortinados do pavo.
j de immensa durafao, porque muito convra, ainda
Filas para debrum de vestidos. I mesmo cuslando 7 e 8*. como se esto vendendo a
Vendem-se fitas para debrum de vestido de linho dinheiro visto, na loja d'aguia branca, rua do
com 12 varas a 400 rs. a peca : na rua do Quei- Queimado n. 8.
uiado, loja do beija-flor n. 63.
Pcutes Iravcssos.
Vendem-se pentes travessos de caracol na
fronte de borracha a 500 rs.: na rua do Queima-
do, loja do beija-flor n. 63.
Papel beira donrada.
Vende-se papel beira donrad; a 1*200 e 1*300,
dito de cor de beira dourada a 1*100 : na rua do
Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Anvelopes.
Vendem-se anvelopes de diversas qualidades
Loja das varas
5 lina do Crespo 5
Neste estabelerlmento vende-se por pre-
seguintes arligos alm
a 36o rs. a
4oo rs. a li-
(iiaiva a loo rs.
Ao a. 29.
Nava loja dos barateires na roa do Queimado.
Ricas saias de fusto a 5*, camisas inglezas par:
senhora a 2*, 2*500, 3* e i*, cobertas de fusto
brancas a 5*, chitas com lustro para coberto con
6 palmos de largura a 640 e covado, cambraia de
cores para vestido a 320 e covado, las para vesti-
do a 480, 560 e 640 o covado.
Ao 29.
Nova loja dos barateiros na rua do Queimado.
Tarlalanas de todas as cores, fazenda muito fina
a 720 a vara, cambraia para cortinado, peca de 22
varas, por 10*, chales de la por 3*, 4*, 5* e 8*,
camisas inglezas para hoim-m a 38*, 30* e 60*.
Ao o. 29.
Nova leja dos barateiros na rua do Queimado.
8M pretos, franjas do todas as qualidades,
tranca.' de seda, de algodo e de la, manguitos e
ciimisiuhas bordadas, collai inhos e pnnhos, olhos
bordados, botos de velludo, de seda e de fusto,
bandos de cabello, meias de seda, loques ; cojos
Higos se vendem por metiide do seu valor por ser
para acaltar.
N. 117
Vende-se a verdadeira gaxan. 97 : na rua do
Trapiche n. 19, escriptorio de Eduardo FeBton.
n. 60, de Gama A Silva.
Panno de linho.
Vende-se panno de linho com 4 palmos de lar-
gura proprio para lonces, toalbas e coroulas pelo
barato proco de 640 rs. a vara, bramante i'e linho
com 10 paln, de largura a 2*300, algoozinho
mol-tro com8 palmos de largura a t*. pecas de
llainliuig.i com 20 varas a 9*. 10* e 11*, pecas de
madapoiao lino a 7*300, 8*, 9* e 10*. ditos de
algodaozinho a 6*. 6*500 e 7*, e outras* muitos
fazendas brancas que se vendem muito baratos
aliin de apurar dinheiro : na loja do l'avo rua da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva,
As colchas do Pavo.
Vendem-se colchas de linho alcochoadas pro-
prias |iara cama pelo barato preco de 5* cada nina
na rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva
Cortes decassa a3&>00.
Vendem-se cortes de cambraia com babados a
3*300 : na loja do l'avo rua da Imperatriz 11. 60.
de Gama & Silva.
Pavo vende lazinhas pretas.
Vendem-se lazinhas pretas a 200 rs. o covado :
na loja do Pavo rua da Imperatriz n. 60. de Ga-
ma & Silva.
A Maria Pia.
O Pavo vend a 8$
Vendem-se os mais lindos cortes de vestidos a
Maria Pia com lindas barras de seda, sendo che-
gados pelo ultimo vapor francez polo barato prefo
de 8* cada um : s na loja do Pavo rua da Im-
peralriz n. 60, de Gama & Silva.
As calcinbas do Pavo.
Vendem-se calcinhas de cambraia bordadas pa-
| ra meninas pelo barato preco de 500 e 640 rs.,
' mlanguitos para senhora e meninas a 500, 640 e
; 8i 0 rs., eamisinbas com manguitos a 1*280 : na
oja de Pavo rua da Imperatriz n. 60.
Os baloes do Pavo.
Vendem-se crinolinas ou balos de 30 arcos tan-
to brancos como de cores sendo americanos que
sao os melbores por se nao quebraren! a 3*500 e
de 35 arcos a 4*. ditos de musselina com babados
a 4*, ditos para menina a 2* e 3* : na loja do
Pavo rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
s corpiulios do Pavo
Vende-se os mais modernos corpinhos de cam-
braia ricamente bordados e enfeitados a 7 c 8* ;
na loja do Pavo, rua da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
Os vestidos do Pavio
i"-IIVl*4 fhfllPR a mnnip1Wf>a Vende-se ricos vestidos de grosdenaple prelo ri-
\jaiJan viiai*co v lUaillCiiClx^O. camente bordados a veludo pelo barato proco de
Vende-se pelos precos mais razoaveis possivel 40*, sondo fazenda que sempre se vendeu a 100*
os objectos cima mencionados, bem como um sor-: e 1*0* ; ditos de cambraia brancos ricamente bor-
timenlo completo de moriantiqne, grosdenaplos, dados a croehe, sendo proprios para baile e casa-
sedas Uvrad ludo fazenda preta prnpria da esta- ment a 10, W, 20 e 30*; dilos de la com lindas
vindas pelo ultimo vapor da Europa : na rua barras a 18 e 15* ; isto na loja do Pavo rua
Queimado n. 40. da Imperalriz n. 60, de Gama & Silva.
Vendem-se ricos cortinados proprios para janel- branco a 800 rs. e de cor a 640 rs., para' cartas de I
la e camas pelo barato preco de 9* o par, sendo o visito a 400 rs., preto a 720 rs. : na loja do beija- i
melhor que ha no mercado": na rua da Imperatriz liorna rua do Queimado n. 63.
fo,
dof
tollas de aljfar.
Tendo recebido voltas de aljfar rom crozes de
pedra imitando a brilbante vende-se a 1* cada
urna : na rua do Queimado loja lo beija-flor n. 63.
Camisas de meias.
Vendem-se camisas de meias maito finas a
1*200 e 1*300 : na rua do Queimado, loja do bei-
ja-flor n. 63.
Enfeites de lita.
Tendo recebido enfeites de fila prelas e de co-
res mais modernas que se estn usando a I* cada
um : na rua do Queimado, loja do beija-11 >r n. 63.
Fila de la preta para debrum.
Vende-se fita de la prela para debrum com 10
varas a 900 rs. a pee,a : na loja do beija-flor rua
do Queimado n 63.
Fitas de linho para bordar vestido
Vendem-se filas de linho para bordar vestido
ou roupinho de meninas com 40 varas a 640 e
800 rs. a peca s quem lem loja do beija-flor
rua do Queimado numero 63.
bolees de madreperola.
Vendem-se boles de madreperola mais moder-
nos que tem vindo para pnnhos de senhora a 320
rs. o par : s quem vende por este proco na
rua do Queimado, loja do beija-llor numero 63.
Fita de velludo para bord; r vestido.
Vende-se fila de velludo preto com 10 varas a
900 rs. a pofa : s quem tem por este preco a
loja do beija-flor da na do Queimado n. 63.
Fita de velludo bordada.
Vende-se fita de velludo prelo bordada de di-
versos gostos e mais modernos proprios para qua-,
resma : s quem tem a loja do beija-flor rua do
Queimado n. 63.
Franja preta.
Vende-se franja preto de di venas larguras para
enfeitor capas ou manteletes os mais lindos gos-
tos que se pode encontrar : na bja do beija-flor
rua do Queimado n. 63.
Facas e garfos.
Vendem-se facas e garfos de bataneo de 1 bo-
to a 5*300 a duzia. ditos de 2 botos a 6*400 :
na rua do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Dminos.
Vendem-se dminos muito finos a 1*200 e
1*400 : na loja da beija-flor da rua do Queimado
n.63.
Visporas.
Vendem-se visporas muito finas a 8M rs. : na
rua do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
fi para as senhoras.
Gollinhas e punbos.
Chegaram as riqusimas gollinhas con punbos
de lindos bordados e linho puro guarnecidos eom
bonitos botooziohos tanto para senhora como para
menina, pois a vista faz f : s no vigilante rua do
Crespo n. 7. |
ees razoaveis os
dos mais :
Pentes de tartaruga fino gos lo Clo-
tilde e Imperatriz Eugenia a 12*.
Cortes de cambraia branco bordado
a 13*.
Manteletes de fil prelo a 15*.
Las de cores, covado 240 e 400 rs.
dem infestadas a 500 rs.
Vestidos para casamento sendo de
blond e moreantique.
Vestidos e capas pretas de bom gosto
proprios para o presente tempo de irna-
resma. Alm d'sio tem um completo
sortimento de fazendas finas e grossas,
as quaes se vendem mais em conta do
qoe em outra qualquer parte, so avista
dos tompradores se justificar.
AlilHlZOIIIUlri'OSlTO
Fium
Rua de Apello nnmero 1.
Ivoste novo armazem vendem-se vimos, licores,
conservas, etc., etc., e eom espeeialidade vinbo de
Bordoux ; recommonda-se aos freguezsa boa qua-
lidade de suas mercaderas, e a niodicidade dos
st us precos ; o verdadeiro viul de Bordeux do
preco nunca visto.
\ inlio le lloi-ileuv ordinario,* dozia
o,O60 rs.
Kilo dito, qualidade superior, a du-
zia ),o(lll rs.
Con a periuisso de se rejeitar se-
iiiio agradar.
Se achara igualmente neste estabelecimento vi-
nho muito superior velho, de todas as qualidades,
tanto em pipas como em garrafas, ben como cog-
nac, vormouili, absinlhio e todos estes gneros, por
prefos mais em conta que em outra qualquer
parte.
Por todos os vapores da Europa costuma reco-
ber igualmente mcrcadorias ou gene*os frescos,
toes como queijos, salames, conservas, etc. etc.
AGENCIA
o*
FUNDICO DE LOW-HQOR.
Rua da Senzalla nova n. 42.
Neste estabelecimento contina a haver
Luvas de foiivia.
Recebeu-se luvas de Jouvin brancas e prea
proprias para a quaresma : na rua do QueimaJo
loja do beija flor n. 63.
Trautinhasdc la lisa para enfeites de lamisinha
de senhora.
Recebeu-se, tranrinhas de diversas cores pe-
ca de 30 varas a 640 rs., e de 120 rs. pequeas :
na rua do Queimado loja do beija flor n. 63.
Enfeites de redhibas com laco na frente.
Recebeu-se, variado sortimento de enfeites de
diversas cores a 1*400 : na rua do Queimado
loja do beija flor n. 63.
Compendio de hermenutica ju-
rdica cprocesso civil.
Acham-se venda na livraria do Nogueira, jun-
to ao arco de Santo Antonio, esses compendios,
reunidos ambos em um s livro.
Vende-se urna casa terrea na rua do Farol
n. 14 em Fora de Portas : a tratar na rua lmpe-
rial n. 143._____________________________
Mantas pretas.
Vende-se superiores mantas proLis de fil de
seda, italianas, as melhores que ha neste genero :
na rua do Queimado n. 2, loja do'Pregiiiea.
Vende-se superior potassa nacional a prc-fo mais
commodo que em qualquer outra parte : na rua
da Cruz n. 23, escriptorio de Antonio de Almcida
Gomes.
ESCRAYOS FGIDOS.
No dia 13 de fevereiro auseniaram-se da casa
ds seu sonhor, no sitio do Monteiro n. 13, duas es-
cravas retintas, de nomes Eugenia e Nicaea, com
os signaes seguinles : a primeara com 30 anuos do
dado, pouco mais ou menos, alguma barba no
queixo, e um lobinho em um dos pos, levou coin-
sigo um lilho pardo de nomo Manoel, de 3 anuos
de idade ; a segn la de 23 annos de idade, [ouco
mais oa menos, levou comsigo urna filha cabrinha,
de 4 annos do idade. e levaram dous embrulhos de
roupa ; naturalmente seguiram juntas, ignorndo-
se qual a direofo : portante, rogase s autorida-
des policiaes a sua captura, ou quem dolas noti-
cias ti ver. leva-las a seu senhor Joo Manoel da
Veiga e Seixas, no seu sitio do Monteiro n. 13, ou
na travessa da Madre de Dos ns. 4 e 6._______
Ausentou-sc de casa de seu senhor o eseravo
cabra de nome Anselmo, de idade de 12 annos,
com os signaes seguimos : estatura baixa. eheio
do corpo, cara larga e beioos-grossos. levou vestido
caifa de algodo azul e camisa de riscadinho, anda
sem chapeo : quem o pegar, leve rua da Cadeia
do Itecife n. 64, segundo andar.
Fugio no dia 29 de fevereiro de 1864 o es-
eravo Lourenfo, crioulo, de idade 36 annos, piuco
mais ou menos, com os signaes seguimos : altura
regular, bom corpo, cor bem preta, pouca barba,
olbos vesgos,eom ledos os denles na frente, incito
ladino, tem urna marra de ferida na perna ; eto
lado de dentro, ignorase a perna, levou vestido
caifa preto, camisa branca e jaqueta branca, al. m
de mais roupas que conduzio dentro de ama Iron-
a, tambem levou algum dinheiro e chapeo de pa-
lha ; desconfia-se tor ido para a povoaf o de Po-
dras do Foco, onde j morn, e foi eseravo do Sr.
Felippe de Brito: rogase a todas s autoridades
policiaes e capltaes de campo de approhender o
dito eseravo e entregar a seu senhor Jos Fran-
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, macliinas de vapor fisco Aranjo, morador no engenho Camorim do
a ia,K aL LL^ a <..! Ha dn. eimedei Ag Preto, ou no Recite ao Sr. Manoel
e tachas de ferro batido e coado, de todos os
tamaaaoa para ditos.__________________
Arados americanos e machinas pan
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston d C.
rua da Senzalla Nova n. 42.
Antonio Santiago Lessa. rua
ser bem recompensado.
da Cruz u. 44, quo
Hiia da Senzalla iNova n. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
ferro coado libra a 110 rs., idemdeLow
Moor libra a 120 rs.
Acha-se fgida a escrava Maria do Kosario,
rrioula. idade de 50 annos, pouco mais ou menos,
baixa e gorda, lem o dedo grande da mi osqi
da de menos por causa de um panaricio, fj escra-
va do senhor de engenho Sant'Anna, tem irnios
em Santo Amaro de Jaboatao para onde se descon-
fa qne fosse : recommenda-9e as autoridades po-
| liciaes e capites do campo; e quem a pegar leve-a
i rua da Senzalla Velha n. 04.
t\immm\ rnmuim*
9


H
Diario de Prrn.imbnoo Terca felra 15 de Marco de 11 1.
LITTEMTRA.
0 SEGREDO 1)0 AltBADE.
ros.
AruaiiIuAf.nia.
V
Durante a vida de Pernio Barba, homem severo tinha para qnem vivar, e, pasmosa contradiegao a ,o com elle era impossivel, que ao ouvir-lhe aquel- Ninguem lia ah mais fcil de persuadir do que
e lodo inleiro as suas soberbas de fidalgo de no- saudade do amante que n'oulro lempo, assim pro- |as palavras, cada urna dellas se Ifie afflgurava a mulher que ama. E a persuasao c n'ella coo-
bre e amiga linbagero, nanea esta resolacio pas- tongada, Ihe consummiria a vida, era agora a crime, que praticava. Triste era devoras o esta- St,'i,^l!;l!^,nSenu?f^ * i .. *:*. t. ( luitn uu i iii.iDLimo. litis aiiidii (iiie issiiutiao ios*
-ou [.ara fora dos labios de Duarle; mas depois fonte |>erenne deque tirava os mais robustos ( do em que aquclle pobre anjo se achava. Am ir se, os gestos c a inflexao da voz de Duarte, de-
que elle morreu, e sobreludo quando Thereza foi alemos. aquello bomem com toda a alma, |uerer dar por monstravam-se tanto inspiragao do instincto, que
Invada a Cerzedello para viver junto de I). Leonor, | Durante a ausencia de Duarte. em quanto duras-' caJa urna "aquellas palavras a vida, e receia-las. n0 s" persuadiran), mas convenceran) qualquer,
C3.no criada grave, abriu-se francamente com ella, se o pungir daquclla saudade, durava sempre, oxis- (a ellas, e envergonhar-so e temer -se delle !... 8oio^*IoSroiw nresJirito'deTlu reza urna
dissc-lhe a resohicao em que eslava, e a necessida- lia. arredada dos obstculos sociaes, a resoluro' Sr. Duarte, disse por lim c. >m as lagrimal Iransformaco radical. Oque, havia |.ouco, se
deque tinha do a procrastioar, nao s pela pouca formada por elle. Quando elle chegasse, quando o a deslisarom-lhfl como foco pelas faces balso- !ho alHgurava impossivel. agora representava-se-
Ibe certo.
Uurque DiujiU untara.
Ornot esperclra deseen a colima, onde edade dola, mas tamben) para ganbar comolem- morgado de Nespereira entrasse de novo no solar perdoe-me. Mas eu amava-o tanto
li'na edificado o solar,e tomn em direilura do pres- i o, no meio dos seus eguaes e parentes, a inlucn-
byl rio da aldea, que fica na baixa. a pequea dis- ca e a importancia precisa para arrostar depois
. meio de um f rmo-issimo souto de vantajosaincnu com os preconceifos dos da sua
eastanhesros seculares. Ao ehegar junio do peque- raga.
no miro que cerca o adro, no meio do qual est Al,)nICeu sto pelos annos dl. l8rt. T,icreza
col oca laa egreja, parou sull, adopelo bati-r apres- olia ,.n,a0 jezeseis anuos de edade. A viver com
SI I dfl rorac... que se Ibe aglava tempestuoso no Luai.|e desdo infanea, aniou-o primeiro sem sa-
peito, ao presentir a aproximacao do memento, em ber que o amava; depois quando vio que aquillo
que se ia de novo avistar com a mulher que ado- m .(no|.( reC|heu-se comsigo mesmo, e pedia i
rav, e do quem eslava aparado havia tanto ^ eus qllu a ]Cvasse para si.
lempo.
Por mais de urna vez Duarie Pinbeiro
Hilarle recuou com espanto
meio alluclnado. a amante.
a cabeea, e itou
ii. ) ao paite, como para assocegar aquella violenta
gil'rio. que senta dentro dille. Tinha as faces
HUvemeote rosadas, e os olhos hmidos de felici-
dade. Qnem o visse assim, nao ousaria aftlrmar
qua era aquello o mesmo bomem que vira leviano
e traveew junto das alminhas da Volla, e tcrrivcl
.1 I i oihlade se Ivagcm, qu.'.ndo irritado pelos des-
a tranca dedaracao de Duarte abriu-lhe o cu
1 por um quarlo de hora. A felicidade cegou-a, e
rao viu o abysmo que a differenga de coudigao so-
cial cavara enire ella c o amante. Mas foi de mi-
rutos aquello sonho. A realidade oslentou-se logo
diante della com todas as suas medonbas coose-
quencias. Thereza nao teve lagrimas diantc de
Duarte, porque nao Ibe quera ser causa de pezares!
ras liaba-as sempre a sos comsigo, tinha-as sem-
pauterios impertinentes do pobre Propbirio Cae- (ru 110 corarn, porque nao sabia o de que capaz
rano.
Por fim consegnio dominar aquello desasocego,
que a aproximacao da felicidade suprema produ-
zca dental delle. Alongou entao o pesrogo, e es-
po;, por entre as arvores do souto.
F6ra delle. e a pouca disiancia do presbyterio,
na ilirecco que Duarte rigiava. via-sc umacaznba
0 amor em boinenscomo aquelle, a acredilava, por-
tanto, que aquella tengo era impossivel.
Passaram-se dous annos. Durante ellos D. Leo-
ior de Baio, desvairada pela soberba da Qdalguia,
nem se quer descontiou um momento, de que as
lepelidas visitas do primo eram nao para ella, mas
1 ara sua criada grave, l'm dia Thereza achou-se
terrea, loda caadn de novo, com urna porta a um nae. Por um seulimento elevado de delicadeza
. e oouiroumajanclla. cujas portadas eslavam
esmeradamente caiadas de verde. Do ladoesquer-
do liuh nana horta, cercad) por algreles do bem-
mejuerese amores perfeitcs; c do direito rrescia-
Ihe urna cavalheira gigante, frondosamente copada,
que a assombrava deliciosamente. A janella e a
porla eslavam abenas, e esta apenas vedada por I
una cancella inteirica de mais de meia altura de
um bomem. Nao se via viva alma por aquellos ar-
rejeres eslava ludo perfeitamente s.
Ali naquella pequea casa, que perlencia a Duar-
te, e que elle tinha mandado aprimorar com tanto
esneroo rom tanta frescura, vivia Thereza, a mu-
ih > oue elle amava, e o fllhinho, fruclo daquelle
amor, c que Basan cois mezes depois da ausencia
do pae.
There::a mereca a paixao extremosa, que Duar-
le senta por ella. Pertencia aquella ordem de mu-
lher es, que inspiram o amor ate adoracao. Era
pequemaa de corro, franzina, airosa e delicada
corro uro passarinho. As mos e os ps eran) tao
pequeos, que pareca que a natureza os flzra de
um : beijo. Os cabellos caslanhos e asselinados
desciam-lhe om armis infantis ao longo do rosto,
do una perfeicao suavissirna, nao s pelo bem mo-
delado das feiges, mas c sobreludo, pela anglica
expresso que Ihe irradiava dos grandes olhos os-
curos, franjados de compridas pestaas avelluda-
das, e que Ihe sorria da bocea brevissima deliciosa-
mente talhada.
i'espediu-se cnlao do solar de Cerzedello, e veio vi-
ver para .Nespereiranaquella casinha solitaria, que
Duarte fez aprimorar, ao abrigo do presbyterio e
dos cuidados do velho abbade, que anda era al-
(;uma cousa preme della, e que tinha sido
presentado na abbadia pelo fallecido Feruo
de seus paes, entao que a realidade devia appa-
recer. Entao que se havia de encontrar o mun-
do entre ella e o amante, porque Duarte Pinbeiro
era um lidalgo illustrissimo. e ella urna villaa, bina Thereza.....Thereza..... balburiou por
de um carpinteiro de aldea. : fim que querem dizer essas palavras ?...
Tal era Thereza, a mulher amada por Duarte i Thereza apertou o fllhinho contra o seio, e poz-
Pinhero, c por saudades de quem por mais de se a chorar e a solucir sobre o rosto delle. Duar-
uma vez elle quiz tentar contra a vida, no desespe- lt Qtava-a cada vez mais fra de ;i, e eom os o-
ro da persuasao de que eslava separado della para "ios a seccarem-selhe com o fugo do desespero,
sempre. I|'"! M ia :"l'ando elle.
Voltemos agora a minha narracao. Tnereza..Thereza..contnuiu, pois isto |
Duarte, depois de esperar por alguns minulosi; que Que te llz eu Depois de tao longa aosen.
encaminbou-so por fin para casa de Thereza. ro-. cia, depois de ter solfrido a agona da saudade,
deando o souto para nao sabir em frente della. 'enfunada pelo desespero, ehegar por lim a pisar o
Chegado la, cingiu-se com o muro da horta. c veio limar da felicidade, o seres tu... tu, Thereza !
p ante |> at a porta, para dentro da qual mer- quem me empurras para fra della com essas pa-
gulhou vidamente a vista. lavras crueis! Que mal te fiz eu, diz ?
O abysmo que Ihe pareceit existir entre etiae
o amante, desappareeefl totalmente. Senta que
poda ser feliz, cntrou-lhe na alma a conrlceiode
que era impossivel dcixar de o ser.
Ao primeiro impelo deste delicioso arronbamen-
10, pareceu-llie que o eoracao se Ihe espedacava
dentro do peilo. I.nvou entao a mao a elle, soltou
E na torea daquelle arrebaiamento o moco co-
bri it as maos da amante de bejos. Depois poz-se
a olhar lito para ella com os olhos hmidos de la-
grimas dulcissimas, e o rosto a irradiar-lhe a doce
poesa da extrema ventura do eoracao.
Oh! Dous bom !disse por fimAgora
vejo que nunca elle me abandonou. E en. naquel-
le in-hiieio covarde da materia que repugna os
grandes trabadlos, acreditei-o I Deus bom e mi-
sericordioso Quem, senao elle, me salvava da-
quellas borriveis teolaffieSj fazendo vr a la ima-
em para diante dos meas olhos, rocordando-m
e ti, de ti que elle creou para seres o meu anjo
da guarda nesie mundo Como elle vigiava por
mim Entretanto que ets me entregava ao deses-
pero, que insullava a u i misericordia, elle dava-
le alentos |iara no morreres de saudades, vigiava
por li e por meu filho, para eu poder gozar agora
esta felicidade celestial! (iracas, Deus de amor,
Dos de bondade.Deus verdadbiro pae, que nunca
um grito, o filou o amante com os olhos chelos abandonas aquelles que creaste, anda que a razao
de alfliceao, mas de allliecao de qnem so senle na sua tresloucada soberba o ouse proclamar, por
Era deliodissima
dentro.
a scena, que se passava l
As palavras de Duarte soavam com o tom da
agona e da desesperacao. Thereza eurvou para
A creauciuha eslava dormindo n'um berro de elle o rosto cheio de lagrimas, e'dsse-llieem voz
junco com aquella placidez anglica que propria niaviosa :
do somno dos innocentes. Tinha a face cor de ro-1
sa reclinada sobre a maosinha esquerda e o braco ~ l)uair,e- 'eu Duar,e ador^do- l>erdoa me-
d.reito graciosamente estendido por fra da roupa. 1ue a ul"ma vez 'le e trato assim. Foi urna
Junto ao heno eslava Thereza, com a costura sobre oucura> um desvario 1ue ah*c<- ">as Ja "*>
o joelho, a mao cabida sobre a costura, os olhos Deui cegou-mc, e nao me deixou ver quanto eu
o ,....._ i,.,.. i--- '___' estava distante de ti. quanto era impossivel e>le
postos no lilbo e as lagrimas a correreiu-lhe doce- 1^..
r amor enlre um grande lidalgo e uiaa vd aa. Che-
mente pelas faces abaixo. ...... .
, ...... guei a crer na felicidade suprema... Perdoa me,
Duarte, en evado naquel e dulcissimo especlacu- n^, ___...i. .. .
'. "" Duarle; compadcete de mim, uaj me despreses.
lo, comprimiu a respiracao, com receio de o per- Pl.,l,.,.. ,____. ... -____
', v -, -- i Cegou-me o amor que te tinha, e nao reparoi em
turbar. Por tim nao pude mais ; o folego saluu- .
,' ,_ quem es e om quem sou. Deu
Ihe do peitoprolongado e valente, como era preciso ^ T^ ^' Q[i
que fosse para acudir s necessidades do eoracao.: __ __ ." '.'
H ... um ius;anle, e deiK)is viesse
agitado pelo affecto e violentado por aquella prolon-
gada compresso. E Thereza parou suffocada pelas lagrimas, oc
morrer do felicidade.
O amor adverta Duarle do que era aquella ago-
na. Laneoii-se de novo aos joelhos duda, e to-
moa-lhe entre as suas as mos jiequen as, que
cobru de beijos e de lagrimas.
nao saber explicaros meios extraordinarios de que
te serves para levar o bomem at felicidade I
(Iracas, bondade inellavel e omnipotente, gra-
cas!...
E inspirado pela gratidao profunda, que Ihe en-
cina o coracfte, Duarle Pinbeiro lancou-se de joe-
lhos, levantando os olhos e os bracos para o cu.
abarado pelo gozo inaizivel daquelle dulcissimo es- Deus d |,0,idade, -bradou instantes depois-
PC?!!L- ._::... -. .f_-j~ ik.___r._ P?!Vf. .como "' protegostcs at aqu __
Thereza, minha Thereza
1 .illilieii.il,
Esposo Iciciou ella,aferrando-lhe com for-
ca urna das mios.
E os dous assim arroubados, esliveram alguns
minutos sem se poderem ibslitar, e sem que a fe-
icidade Ihes eoosenlisse fallaren).
Thereza, minlia querida Therezadisse Duar-
te por fim.Conta-me ludo o que soffresto duran
A honra exiga agora de Duarte o que o amor
Ihe aconselhava ha inuito lempo. O solar de Nes-
pereira comecou desde logo a aderecar-se e a re-
parar-se. e o morgado principiou a espalhar que
ia casar em lempo breve. Nao dizia, porm, quem
era a noiva.
Debalde o lentavam os amigos e es prenles por
desvairadas maneiras ; Duarte, receioso de levan-
tar obstculos, negava-se, surrindo, a declarar o
nome da sua preferida, pretextando que a escolla
havia de sorprender todo o mundo. A quanlos
sonhos, sonhados pelas torres e solares daquelles
arredores, nao deram ento causa estes mys-
teroa do nobre c esbelto morgado de Nespe-
reira I
Infelizmente, porm, neste lempo principiou a
ameacar-se a primeira invaso franceza, e Duarle,
i|ue era capito de um regiment de cavallaria,
mas que, ao abrigo das suas prerogativas de lidal-
go. passava a mxima parte do lempo em Nespe-
reira. viu-se obrigado partir rpidamente para
Lisboa.
A alma daquclla mulher era um puro anjo.
Nunca enlrra nella um senlimento duro, nunca
ddia espirara seoo amor e aspiracoes maviosas.
Era nina sensitiva, urna mulher como Duarle de-
sfijara para amar. Para ella a vida era impossive|
frr daatmosphera das paixes suavsimas; os
gra lies receios mata-la-hiam com a facilidade com
que o grao da ara assassini o beijaflor. Junio
della, o bomem por mais duro que fosse, por mais
qu. iiascesse para o acachoar dos affectos volcni-
cos, seuiria ter nascido para amar, porque se sen-
tiri i orgulhoso da superioridade viril que o eleva a
protector daquelle anjo, tao mimoso, tao franzino e
lio tiimJo e este orgulho em certos homens,
o nais forte incentivo do amor.
Thereza, como o letor ja sabe, era fllha de um
aldeao de Nespereira, que fra camarada do pae
de Duarte, durante lodo o lempo, que elle servia
no exerrito. Andaram por la mu los annos, no fim
dos quaes Fernao Barba, que tinha chegado a posto
elevado, deixou o servieo, e recolheu sua aldea,
trazendo comsigo o vclho camarada, para quem
cnlo pediu baixa.
I'cdro, que as.-im se chamava o aldeao, viven no
solar alguns annos, no fim dos quaes deu-lhe na
cabera casar, apezar deja ser entrado em annos.
Se|varou-se entao do seu anligo amo, e veiu esiabe-
lecer-s.) na aldea, apegando-se de novo ao officio
de carpinteiro, quoexercra antes de assentar pra-
ca. Quatro annos depois de casado, morreu-lhe a
eaiosa e elle seguiu atraz della [.ouco mais de seis
mezes depois.
Thereza achou-se, pois, orphaa de pae e mae aos
tres annos do edade. Fernao Barba fez crear a
sua afilhada por urna familia da aldea al aos sele
anujs, chegada aos quaes, troaxe-a para o solar
eom a intencao de, no fatoro, fazer della criada in-
inia da esposa.
Duarte, que era muito mais velho do que ella,
viu-a, |K)is, crescer e desenvolverse; e annos e
matea o das sempre em frente daquelle todo tao
perfeito e tao mimoso, acabou emfim por ama-la, nha, quando se esquena do trabalho para contem-
tomando desde logo a resolucao de fazer della a I piar os sorrisos do filho, entao as lagrimas subiam-
nnepaiavel companheira da sua existencia fu- Ihe do eoracao aos olhos, e mana vam-lbo sua ve-
tura.
Seguu-soa entrada de Junot, e logo depois a ida
da divisao porlugueza para a Franca. O regimen-
t, que Duarle Pinbeiro pertencia, foi um dos que
.unot mandou de presente Bonaparte ; e desta
forma o pobre moco viu-se obrigado protrahir o
casamento, e, o que mais a separarse da mulher
le adorava.
Thereza licou s amparada pela proteceao do ab-
bade.e pela vigilancia deProphinoCaetano, a quem
Duarle deu, ao partir, ordens aperladas a respeito
della.
Neste lempo nasceu-lhe o fllhinho.
Aquelle senlimento de digndade que a obrigra
\ sahr de Cerzedello, fizera com que ella jmas
pjizesse receber cousa alguina do amor extremoso
de Duarle.
V. fardado que Duarte, auxiliado por aquelle
angenho admiravel que quahdade esseocialdo
verdadeiro amor, souheia achar meios de fazer
com que ella nunca soffresse privaces. Comtudo
Therez ganhava a vida pelo ofllcio de costureira,
e, comoexcellenle bordadeira que era, nao tinha
maos a medir para as encoinmendas de camisas
bordadas, lencos e outros trastes, com que os pin-
talegrelros das aldeas dos arredores se adonaira-
vam em dias de festa.
E necessaro, porm, dzer, que esta alllaenea
nao te creou para
que o pudesse ser
mor le...
Ao ruido deste sussurro, que no meio do silencio
daquclla solido, se tornou bem audivel, Thereza
ergueu sbitamente os olhos.
Duarte !bradou eHa n'um grito de amor in-
finito, pondo-se de p de um s impelo, e eslenden-
do os bracos para elle.
O moco no disse palavra.
Atirou as maos cancella que obstrua a porla,
arrebentou-a de par em par, e n'um momento ti-
nha Thereza enlre os bragos, apertada contra o eo-
racao, que pareca querer irronmer-lha para fra
do peilo, nao contente com o desafogo dos solucos,
em que havia por fim disparado.
Estiveram assim por muito tempo.
Aquellas saudades de muitos mezes c aquella
suprema felicidade de se tornarem a ver precsa-
vam de multas lagrimas e de muilos suspiros para
dcsabafar.
Antes que a voz se Ihes prestasse entoar a pa-
lavra, careciam de chorar muito. As lagrimas sao
o desafogo de todas as grandes paixoes; at a ra-
va as chora tamben).
Depois Thereza apontou para o filhinho. Este
acordara aquelle ruido mavioso, e olhava os paes
sorrir com a alegra anglica, com que Deus enflo-
ra a innocencia do desabrochar da vida. Thereza
tomou-o enio, o p-lo nos bracos do amoroso pae.
Este apertou-o contra o eoracao, e cobnu-o de bei-
jos e de lagrimas de amor o de felicidade, e, to- e sabia> como 1ncm vi vea .om elle desde monina,
cuitando o rosto com o do filhiubo.
A' medida que Thereza ia fallando, Duarte er-
gua-se vagarosamente, mas sem a desfilar. O
rosto ia-lhe empallidecendo pouco a poueo. as so-
branceras ianvso-lhe derrubandu, e nos olhos
augmentava gradualmente o brlho sombro c
duro, que as suspeitas rancorosas costumam ac-
ceder na alma, quando principian) a alvorecer
uella.
Thereza. disse o moco |0r fim quem
foi que ousou persuadir-le que Duarte Pinheiro
era um infame ?
Oh I ninguem.....ninguem exclamo:)
Thereza, juntando as miios e com visiveis signaes
de receio.
E' que a voz de Duarte soava seoca, vibrante e
estalada, e feria na alma como espada de dous
gumes, jogada pelo rancor e pela vinganca.
Acaso te deixarias vencer das loucas imper-
tinencias de Propbirio t^aetano ? Ou seria porven-
tura o tonto e velho abbade...
Oh nao... nao, meu Duarte adorado, nem
um nem o outro. Juro-l'o per nosso lilllo. Mas
repara, Duarle, repara em quem tus e quem eu
sau...
Thereza estacou. Couhecia a fi ndo o mancebo,
mando a mao da amante, pelos labios trmulos
sahiu-lhe quasi que n'um cicio esta palavra dul-
cissima :
- Esposa
Ao ou vi-la, Thereza cahiu como fulminada so-
bre a cadeira, d'onde se levantara, havia pouce.
e cobriu, sableando, o rosto com as maos. Aquel-
la palavra, que encerrava a realisacjio do sonho
de felicidade, acordara nella a dolorosa convieco,
que enraizara no peloforca do seu longo meditar
na distancia, a que a sorte a puzera do amante-
Aoouvi-la.esteve quasiamorrerdedr ede vergonha
porque a ouva da bocea do seu Duarte e era ape-
sar disso impossivel ; de vergonha porque, no
nobre orgulho do seu desinteressado amor, corra-
se do que poderia vir a pensar um dia o lidalgo
acerca da louea audacia da villaa, que se chegara a
persuadir de que poda ser esposa delle.
Duarle nao aventn, porm, nenhuma destas
razos da dolorosa prostracao de Thereza. Na
nobre ngenuidade do seu carcter tao leal, 00
francoe t.o lavado, o moco senhor de Nespereira
de trabalho surga, na mxima parte e sem ella o' nao viu naquelle deliquio mais do que lunar The
saber, evocada pela affeicaodo rico e amoroso mor-
gado de .Nespereira.
Thereza a sos comsigo, com o seu amor c o seu
filhinho, viu cnlao melhor que nunca o impossivel
da teneao de Duarte. Entao que elle se Ihe afli-
gurou mais fidalgo, e ella mais plebeia #e despre-
zivel.
O que ella nao sofreu entao, pobre anjo I Sem-
pre com o lilbo, com aquella recordacao do amante
diante dos olhos, e sempre ella a dizer-lhe que era
suprema desgraca e nao suprema ventura
aquillo a que podia visar neste mando I O eoracao
chorava-lhe sempre, mas quando fuava creanci
reza sentido, aoouvir aquella palavra, urna felici-
dade egual que elle sentir, quando o eoracao
Ih'a arremessara pelos labios fra.
Cheio, pois, de amor e arroubado por indzivel
ventura, ajoelhou, poz nos bragos de Thereza o
filhinho, e cobriu-lhe de beijos as maos. Por al-
guns minutos nao tirou della os olhos rutilantes
de felicidade, arrebatado n'um verdadeiro xtasis
de amor.
Thereza. minha Thereza adorada,disse por
Omnunca mais nos tornaremos a separar. Oh I
que toda a minha vida, por mais longa que seja.
curio espaco para me pagar do muito que esta
ausencia me tem feilo solfrer.
Durante aquelle longo correr de tempo que du-
rara a ausencia de Duarte, Thereza habuara-se
FOLHETIM.
1VELHICE DE UM LOVELACIO
mente, pelas faces aba.xo. Nao morreu porque por tal forma a conviccao de que e seu casameii-
POR
F. DE GRAMMONT.
(Continuacao.)
Transportmonos tres mezes depois. Tudo
parecia ir succedendo segundo as previses da Sra.
de Perchappe, e podemos cr-lo, tambem segundo
a desejos de sua lilha. O marquez usara da au-
lonsaeao qaa Ihe fra concedida. A principio ba-
via Bdo a inaior reserva, depois animado pelo ac-
IMmenii) que Ihe faziam, sd tornara mais assiduo.
e. ia emfim tantas vezas quaotas Ihe permiltiam
*u;.s numerosas relages, porque o osiransmo que
otitr'ora pes.ua -obre elle, sem que se dessem os
motivos, desapparecra do mesmo modo, por um
acord tcito. E' provavel que a alia considera-
gao que olura tao vivamente sobre o Sr. d'Oze-
nav, nao fo>sc eslranha a rasa rehabihiacao.
Itelaiivamente a condessa, a attitude do Sr. de
Moniclar era a de um .nteresse respeitoso; quasi
tbnido, que parecia inspirado por um profundo
* oimiento. O marquez talvez nada desejasse tan-
to como deixar seu eoracao expliear-se mais cla-
r;-mente, mas sempre que urna occasio parecia
convida-lo a tal fazer, o deslumbramenio, a emo-
0o da pnmeira noute uuIIj se ai.ossaram invenci-
Slmente e via-w constrangldo a fallar sobre outro
>jecto. Tanta humildade nao desagradava a alti-
va condessa, inda que, em relaco a outrem, Ibe
riouves-e parecido suspeita.
I'iei i-o tambem di&r que, por um acaso, que
nula tinha de extraordinario em relacao a un;.
pet>a ojoe tinha ao mesmo tempo mae e filha, ell
runea se achara a sos com o Sr. de Monlrlar. Ella
dizia comsigo que, quando quizesse, saberia ani-
jna-lo a pedr-lheo favor de urna entrevista parti-
cular ; mas tinna decidido que nao seria antes do
Lu do invern. A convjrsacao do Sr. de Montclar
nao Ihe bastava,era necessario que fizesse umaex-
piacao completa.
O Sr. dOzenay se tornara de todo amigo do mar-
quez. Ia muitas vetea pela manhaa a casa delle,
onde se enconirava cora a mor parte des homens
notaveis do partido legitimista, principalmente
aquelles que eram do |iarlido mais activo, ou para
melhor dizer, mais agitador. Estes concilibulos
nao tardaran) em chamar a attencao da polica.
Todos os pasaos do Sr. de Montclar eram cuidado-
samente espiados, como o demonsiravam certas fi-
guras dis.-iuiuladas que se viam rondar un torno
de seu palacio, e andavam a sua pista at em vidta
do palacio de Perchappe e das diversas casas que
elle frequentava.
O bario de La Feuille, que jaclava-sede conbe-
cer a fundo todas as physionomias possiveis, do-
presaa notava e.isa vigilancia, e advertir seu ami-
go para que tivesse cuidado.
Traiiquillisa-tc, meu caro, respondera-lhe o
marquez, sel o que faco. Se chegam a oecuparem-
se de ni.ssas clioca i nes a ras fechadas e com as
desinqnieiacdes que proceden) externamente dellas,
nao me qiu ixarei. Pelo contrario s peco urna
cousa, queme cram absorvido inlei ament nes-
ga poltica anodina du nossos grandes barretes,
guerra de influencias, que nao matara ninguem.
Terei entao loda a facilidade para preparar, fora
do concurso desses meas senhores, certas medidas
mais enrgicas que as suas, e que serio tambem,
espero mais efflcazet.
Bem representado exelamava entao o barao.
E, chegada a occasio, junta va, cont que me nao
ikixaiao Dcar deperlo, entre os palradores e bas-
baques.
Nao ha perigo nisso. Td e o coronel d'Ozcnay
sois desses homens, aos quaes, quando necessa-
rio obrar e devotar-se, os postos de honra chegam
naturalmente.
O cavalheiro barao, que j fmaginava-se de es-
pada ioi.i mostrava-se encantado. Sem trahir a
ronlianca Je sen amigo, nao desgoslava de se pre-
valecer un pouco della. Admiitia-.-e pois que elle
sabia que a marquez estava oceupado com grandes
e serios projedos, que su nao decidissem o Irium-
pho da Ixia causa, ajudala-hiam poderosamente.
O Sr. de Ozenay que sem duvida, tinha egualmen-
te recebido sua confidencia, era mais myslerioso.
| I.imiiava-se a dizer que nao se couhecia Montclar,
e que se os advocados (os advogados, isto todos
os fazedores de discursos eram o duende do coro-
nel) se lisonjoavam de enredar Montclar comsigo,
muilos se enganavM. Outros entretanto, preten-
dan! que o marquez tralava de apresentar-se can-
didato as eb'ices prximas, afta) de ser de-
pulado. Ao menos resultara que de um ou de nu-
tro modo, elle laueava-se na poltica, e isto nao de-
sagradava a Sra. de Kenel. Para urna mulher de
sua edade e carcter a poltica anles urna auxi-
liar do que urna rival.
A Sra. d'Ozenay nao pudera curar-sn do golpe
que Ihe dra (a vagamente se (todera sup|r a ra-
zao disso) o inopinado annuncio da volla do novo
Luvelacio. A principio quasi que deixou do appa-
recer no palacio de Perchappe. A lerna intimida-
de que a una i tanto teiii|K) a condesea se Ijnha
como que evaporado, suecesso alias que nada lem
de inaudito na historia das relaces femininas.
De|hjs a saiide da bella quadra^enaria se li nha al-
terado como tea humor. Soffria dizia ella, do pei-
lo ; tanto que seu medico Ihe tinha aronselhado
que fosse passearo reslo do invern em Avinhao, i
com una lia que ali linha; seu marido nao se op-
pozera a isso, mas a Sra. de Ozenay ipieria levar
eoinsigu seu lilho, o i|iie n coronel enlendea na o
dever permiltir. Tin lia se pois resignado a partir
s, nao olferecendo o s.m mal. por dizer a vurdade,
syinptouia alguin assustador.
Mauricio d'Ozenay acabava de fazer vinte e um
anuos. Cecilia linha, como dissemos, dezoilo. Se
as meias pronwssas dos Srs. de Perchappe a Renel
devessein produzr seu effeito, havia chegado o
momento disso, e nik. era de porte do moco o de
a fas lar-se.
O coronel, nao preciso diz lo, muito desejava
esse enlace; mas repugnava-lhe mostrar Sieso
grande ardor. Nao era, como se vd um hornern
ordinario, porque em parte alguma os do!
lao apaixouadaniente buscados como no mundo a
que perlencia. .Nao era isso por cubica, mas por-
que a fortuna se ha tornado indispensavel aos gran-
des noraes para que tirio percam sen esplendor.
Era essa sem llovida urna eonsMeraean a que o
joven d'Ozenay nao era insensivel. Entretanto cria
que aquelle carcter aberto, jo\il e todo rosas,
era violento no desafogo de todas as paixes,
quando concitadas n'elleeDuarte media agora
a passos largos todo o comprimento da sala, rom
os olhos medonhamente brilhaues, os punhos cer-
rados, e a rouquejar de quando em quando :
Quem seria ? mas quem seria ?...
A ninguem como mulher inspira o inslincto
recursos poderosos e infalliveis para ocrasies as-
sim. Thereza conheceu que Duarte tocara um
desses momentos terrives, em que, a nao desa-
brir alvo onde visar a paixao, a voltaria contra
s proprio. Teve medo ; mas ao mesmo tempo o
Hiedo desafogou-lhc o eoracao, porque diantc da-
quilla violencia raanifesta'cao, aareceu-lhe que
para aquelle Ivmem nao havia imoossveis.
Duarle, vera dar um beijo no nosso filhinho
disse ella em voz meiga e sorrindo-lhe cheia de
amor.
A' mclguice daquclla voz, Duarle dirgiu-se para
ella, e parou ahi. Fitoua um mmenlo, mas, ao
v-la a offerecerihe o filhinho, e os olhos a irra
diarem-lhe amor, deixou-se de novo reevalar para
os ps d'ella, e beijou o lilho. Ella eurvou o rosto
juntamente com o d'clle, e os dous aeharaaa-se
com os labios pousados ao mesmo tem|H) sobre as
faces do minipsissimo penhor daquelle amor tao
sentido.
Thereza, disse elle entao para que me
afflgiste assim ?
Perdoa-me, meu Duarte adoradorespon
deu ella, deixando-se anda ir alrazda idea, que a
dominara imperiosamente at ab.Eu amo-te
muito, le dz-me o eoracao o quanto me amas
tambera. Jamis duvidei de li. Mas o mundo,
Duarte, o mundo embancar a nossa uniao. Tu
s um grande lidalgo, eeu...Nrnca o consent-
rao! acrescenloa, inierrompda pelas lagrimas
e pelos solucos.
Duarte aliru-se de um pulo pira traz. e bra-
dou brutamente, filando-a com os olhos lxenles
e com os punhos convulsivamente cerrados :
Pela honra de m^us passador-. Thereza. que
me ests de tal sorte apurando a paciencia, que
eslou em dar com a cabeea contra aquella parede.
Pelo inferno I acre-celon, 1.1'< u lo furioso com
o pe no eh.ia onde esla ahi o senlior que domina
este escravo 1 Porvenlura nao a minha tontada
o nico mobil das minhas aeces ? Quem m'a re-
gula 1 Quem mas domina 1.'...
E neste grito supremo, em que a razao se Ihe
curvara humildemente aos ps da Divndade, con-
fessaudo como crime o passado desespero, Duarte
era sublime porque era a mocidade, a energa, a
coragem, e a intelligencia a confesaren! de rojo
a grandeza do ser mximo, para esquecer o qual,
e al insidalo, tendero geralmente na jioca em
te a minha ausencia, dize-me todas as saudades j 1*5 vi'1a se "te robusta com o acachoar da pr-
que li veste, todas as lagrimas que choraste, diz- '
' meira seiva.
me ludo ... tudo, minha Thereza adorada, que eu
quero saber ludo, porque nao quero que um s
instante da la vida me nao pertenca, me seja
desconbecido, Thereza...
Para que recordar esse lempo, meu Duarte ?
disse ella docemenle. curvando a fronte para elle.
Isse foi um pesadello medonho de que a tua pre
Thereza, immovcl e com as faces radiantes da
crenca que os anjos teememDeus, olhava o aman-
te, arrebatada por fervor egual ao delle.
NI sto sentram-sealgumas pancadas rpidamen-
te dadas sobre o soalho. junto ao limiar da porta,
que Qcara aberta de par em par.
Duarte ergueu-se de um sallo, e Thereza olhou.
senca me fez acordar suavemente. O passado per- Viram cnla0 uma m5o enru'gadi jurando urna
.pie eslava sincera e vivamente ei amorado da jo-
ven sesmera de Renel. E como nao sena assim l
Ella era encantadora, Irada, e a condeca desde
que ella nasrera, o que para um moco bem nasci-
do e bem educado ser sempre um poderoso at-
Irariivo. Prefort-ia-hia a qualqaer outro inda que
mais rica fosse. Porque pois viril elle um deleito
nessaqoalidade de uerdeira que i wa a lanos m-
ritos pessoaes, que nnu sempre v.ileni por si mes-
mos?
Um ou iro motivo havia que dev a juntar nina ir-
resislivel torca a esla affeic.io de i ifam ia. A edu-
caco de Mauricio havia se completado junto e sob
diiecco de seu pae, que fazendo a consistir em
esludos convenientes Iliterarios a Mtenlifleos, quiz
que os i-xercicios do coi|K> nella live.-seni .larga
partf. Nisao seguir o aiitigo ei'.-luiiie, que devia
ser bom |>or isso que a elle voltarios.
Mas essa educaco judiciosa por si mesma, ti-
nha um defeito, que uma vez Dada, nao podia
ter uso para quem a possuia. Por diversas razos
nao poda ser medico, advogado, artista, militar,
nem funccionano de qualquer eatliegoria.
A pequea fortuna de sua famil a nao Ihe forne-
cia lio (Kiueo elementos de ocruptcao e nao linha
disposicao para lornar-se ura honieiii da moda como
nao a linha para ser um sabio ou Iliterato. as
casas em que era adraiitid, ser um completo ca-
valleiro era cousa milito couiinuin para eleva-lo s
por isso cima do papel de comparsa.
Compreheodia isto, e actilava Dwdestameate sua
posieo. Todas a> suas a>piraees. ludo o que nello
havia de torca e aspiracoes vitaos se achava assim
reduzido asen amor para com uciha de Renel e
esta umao que devia f.zer delle alguma cousa e
Ihe dar alguma cousa a fazer.
Dar-se (nao mesmo COm essa moya em relaco a
Mauricio 1 Sendo a siioaeo diversa, nao poda dci-
xar tambera de s-lo seu effeito. S-in llovida, tinha!
ella alfeieo a esse hora Mauricio, il amigo de in-
Canela ; loe desejava sineeramouti toda especie de
prosperidades, mas nao tinha voniade do mas dar
por si mesma.
Com seus modos imliticos e reservados, seu ge-
nio brando, ura tanto triste como o de t idos oa que
so sentein absorvidos por um sentiwento nico,
Mauricio d'Ozenay nada tinha qu; podo.-se exal-
tence recordago dos mus sonhos ; agora fal-
lemos s do prsenle... e do nosso futuro, meu
Duarte querido.
E, apontando para o filhinho, que lomara a
adormecer, exclamou arrebatada pela felicidade
em que trasbordava .
Olha o nosso filho, v como lindo I As tan-
tas lagrimas, que sobre elle chorci, tu has de sec-
ca-las com beijos, nao assim, meu Duarte ?
Sim... sra...replicou ellee pagar-me
uelles de lodas as angusiias porque passei at ago-
ra. Se tu soubesses, Thereza ?...
E depois de a filar um momento em silencio,
continuou em voz levemente commovida :
Cheguei a desesperar de te tornar a ver ;
acreditei que era impossivel voliar patria, c que
tinha de morrer longo de li.
No desespero desta agonia, por mais de uma vez
quiz tentar contra a vida. Deus desamparava-me
de certo nessas momentos terrives; mas nao me
dosamparavas tu. Ao cncontrar-me diantc da tua
imagem, que o meu espirito evocava para te dizer
o ultimo adeus, senta renascer a esperanca ; e a
minha alma, appellando da desgraca presente para
a felicidade futura, corria-se daquella fraqueza,
sentia-secom alentos de combater o impossivel.
Lancava eniode inimcom despreso a arma que
enipunhara ;... mas depois... depois, Thereza,
recada era novo desanimo, lornava d'ah a pouco
a ver na morte a nica solugo possivel aquella
agonia, que rae arrastava no seu turb.lho, sem
me consentir um momento de paz, sen.o quando
entrevia a loa imagem ao debater-me no seio das
espessssimas nevoas, com que me cercava aquel-
la lerrvel desesperanca Thereza... minha
Thereza, quanlas vezes, sem o saberes, esliveste
para ficar sem esposo, e o nosso filhinho sera pae I
E depois que seria de nos Iexclamou a po-
bre innocente, pallida e a tremerOlha, meu
Duarte.continuou, serenando-scse tu morres
ses, se eu Ocasse aqui nesle inunde s e desampa-
rada, s e o nosso filhinho, o que nos cumpria fa-
zer era seguir-te... era morrer tambera. Sos...
sos... sem ter quem nos protegesse I... Elle...
tao pequenino ; e cu... pobre mulher !... Oh I
meu Duarte !... Sos... sos... desamparados de
lodos I... S a lemhranea de tal parece, que ca-
paz de malar-me I Ku j sei o que estar sera
li... sem ter quem me proleja ;... porque o teu
Prophirio, pobre homem I que pode elle, por mais
que queira ? e o nosso abbade... um anjo de
bondade ; depois de Deus a elle, a* consota-
ees que ello me da va, que eu devo as torcas que
ive para resistir a este desamparo, e que tu deves
a tua Thereza... Oh I Duarte, se tu soubesses...
Pois houve porvenlura alguem ?...balbu-
ciou Duarte, litando-a com um olhar prescruiador,
e que principiava achaminejar.
Nao... nao. sorega. Mas lu bem sabes, que
fallando lu, falta-rae quem me d animo para le-
vantar sem receio a cabeea em frente do despreso,
que fulmina^ uma pobre mulher...
Por Deus I... por Deus, Thereza Iexcla-
mou Duarle com os olhos e as faces incendiada-,
Ilouve porvenlura alguem que se alrevesse a
despresar-te, a fazer-le correr lagrimas de alllie-
cao !...
No rosto de Thereza nao se pode dissmular
completamente a existencia de um segredo, que
nao ousava desmascara r, receiosa do genio arre-
batado de Duarle. Sorriu-se para elle com amor,
meiteu-lhe a mao pequenina entre os cabellos anc-
lados, e dsse-lhe, acariciando-o:
Olhem que assomado este I Pois quem me
havia de maltratar t Eu nao faco mal a ninguem.
Queres ir lomar eontas s raparigas da aldeia ?
Bem sabes que eu sempre fui mal vista, porque a
educaco que recebi era rasa de leus paes me des-
semelhava dellas. Agora, nao de eslranhar,
Duarte. .
Estupidas I alalhou elle com ironiacomo
se Deus te lizesse assim delicada e formosa, para
paseares a vida no trato grosseiro da dellas. Olha
n Beato filhinho como sorri I -exclamou, apontan-
do para o filho, cojos labios se encrespa vara cora
aquelle raeigo sorriso. que acompanha o somno das
ereancas, e .pie faz crer na existencia dos anjos
Olha, repara, minha adorada Thereza I Como elle
formoso I como se parece comtigo I O' There-
za, pode haver porvenlura no mundo felicidade
pie se eginla de serelernamente teu. de pas-
sar a vida inteira a teu lado, a ouvir-te fallar, a
fer-te sorrir como sorri aquelle innocente? Anjo
da minha vida !...
bengala, com a qual tinha batido aquellas pan-
cadas.
Entre, Sr. abbade, entre. O meu Duarle
chegouexclamou Thereza, correndo porta e
travando da mo que segurava a bengala.
O abbade assomou eniao no limiar da porta. Era
um velho venerando, rom os cabellos brancos co-
mo a nev, as faces rugadas pelos setenta annos,
e o sorriso e alegra dos justos nos olhos e nos la-
bios. Tinha a estatura mediana, e trajava uma
sotaina j usada, e um grande tricornio, que tra-
zia as mos ao entrar. Nos olhos anda Ihe os-
cillavam duas lagrimas.
Ei-lo aqui.exclamou Thereza, em cu jo ros-
to brilhava loda a felicidade, que costumava sentir
com a presenca daquelle santo homemei-lo aqu,
Sr. abbade. Nossa Seuhora ouviu as suas ora-
ces. A ellas o devo, a ellas o devo...
E dizendo, cobria-lhe as maos de beijos e de la-
grimas de felicidade.
Eu j o sabiabalbuciou o velho abbade.
Depois, dirigndo-se a Duarte, que ficara de p
e como calado ao slo junio do horco do filho, ex-
clamou. entre sorrisos e naquelle tom respeitoso,
com que os parochos dos coutos costumavam tra-
tar os donatarios, a quem deviam o beneficio, a
quem na mxima parte deviam o patrimonio, e de
cujos criados eram geralmente lilhos.
Sr. Duarte... meu bom senhor !...
Meu amigo... meu amigo I...balbuciou
Duarle enternecido, apenando enlre as suas as
mos do velho.Nao sei como hei de pagar-lhe o
que Ihe devo...
E dizendo, apertou contra o corago o velho,
que solucava, o suspirava sem poder dizer pa-
lavra.
Estou bem pagodisse por fim. Ouvi-lhe.
ha pouco, as suas ultimas palavras, e apertou-me
agora contra o seu eoracao. Gragas Deus. J
agora posso morrer descansado.
O filho do meu bom amo um homem locado
pelo espirito de Deus. Quando no outro mundo
me encontrar com o Sr. Fernao Barbaque me
hei de encontrar, que elle merecen a Deus o cu,
porque rnalava a tome aos pobres, e eu espero aI-
canc.irdn misericordia divinaperuao paraosmeus
grandes neceados quando me encontrar com elle,
ni'-u houi senhor, hei de dizer-lhe que o lilho que
elle c deixou, aquelle que eu lavei da culpa ori-
ginal na pia do baplismo, e que depois tantas ve-
zes fiz brincar sobre os meus joelhos, digno del-
le, i- um verdadeiro fidalgo; (emente a Deus, fiel
ao seu rei e sua patria, e amigo da pobreza como
um verdadeiro senhor de Nespereira...
Nos olhos de Duarte Pinbeiro lia-se fartamen'.e
uma forte abvtraceo, que o nao dexava aitender
as palavras do bom do velho, e o alheava por idea
que Ihe assoberbava a cabeea.
Meu santo amigo, abeigoe-nos e a meu filho
disse por fim, apuntando para a creanciulia, que
dorma socegadamenle.
Deus vosabencoe... Deus vos abengoe, meus
queridos lilhos!exclamou cora lagrimas de ale-
gra o abbade, pousando as maos espabiladas por
rima das raberas de Duarte e Thereza, e depois
levantando-as "sobre o meninoDeus vos abengoe,
Deus vos abengoe. Deus na de faze-lo tao bom,
como o fez a si', meu bom senhor... Ah Iba en-
trego, -acerescentou, sorrindo o apontando para
Therezaahi Ih'a entrego. Desquitme desde
agora deste encargo. Ella ahi est. Guardada por
dous velbos 1... Por mim e pelo seu Prophirio !..
Pesado encargo nos subiu s cosas, meu bom
amo ; ahi Ih'a entrego, ahi Ih'a entrego...
Sei tudo o que Ihe devo, met amigo -dis Duarte. Thereza informou-me em poucas pala-
vras da ininensidade da minha divida. Mas, dga-
me,acerescentou como rompendo eomsico mes-
moporque nao completa a felicidade que com
tanto cuidado me estece guardando ? Ha porven-
lura alguin inconveniente, que o embarace de
amanha mesmo fazer Thereza minha esposa o
meu filho legitimo ?
O abl ade fez um gesto, nao de quem recebia
urna noviciado, mas de quem era lomado de sorpre-
za por um acontecimento, cuja realisago espera-
va que se verilicasse mais tarde, e depois de al-
guns episodios mais.
Ha irregularidade,balbuciouporque dos
proclamas s pode dispensar S. Exc. reverendissi-
ma. oSr. arcebispo. e eu sem a dispensa...
( Continunr-se-hn.)
lar a imaginaco de uma moca a cuja eseollia eram
olTerecidos muilos exemplares do mesmo modelo.
Havia alm disso ura erro grave a seu respe! o, era
(ella o cria ao menos) o ser elle imposto por sua
mae. Reaceao natural da extrema depeudeucia em
que era tidal pela condessa.
Mauricio havia mostrado ao principio uma viva
adiniraeo pelo Sr. de Montclar. Esse bnlhante phe-
DOmeno que reunia por ura raro privilegio as van-
tagens da mocidade lodos os da edade madura o
ludia,n ao momo lempo sorprehundido e encan-
tado.
A superioridade do marquez nao se inostrava
por forma alguma repllenle, e nlralavel. Anteo
pareca insinuar-se que se impor. Elle nao deixa-
va de fazer a Mauricio alguns graciosos avenos
com que esle licou asss captivo. Candido e mo-
desto para ter ciumes do Sr. de Montclar, elle li-
nha entretanto o espirito muito recto para cuidar
era se fazer sen imitador. Mas de boa volitado o
leria aceito por chefe o deste modo pensava, esta-
ara ambos em seus papis.
De reposte sea enthasiasmb havia esfriado. Dei-
xou de fazer eco aos elogios que se fazia ao mar-
quez. t)liservava-o, escutava-o sempre, mas com
ar observador, desconfiado, e pouco expansivo. Se
o Sr. ile Montclar dirigia-llie a palavra, responda
por ura sim, ou nao.
O.-toiitava urna taciturnidade que raui.o se apro-
xiuiavade mutismo, e ura Dorio glacial quasi som-
bro. Seu pae havia se apercebido desta preoecu-
pac.io, mas atirlboia naturalmente a deci.-oto in-
teresante que esperavain. Para que enlrelanto es-'
sas vi-i is cheias de lima dolorosa amargura que o
mancebo lancava por vezes furto sobre a joven
Sra. ile Renel 1
Esta havia deixado a serenidade passiva em que
se havia envolvido al ento como em um vu se-
mi-lr.nsparente. Tinha agora momentos de uma
singular animacio que mo*m*a-ee a seu pezar ;
aps morbidosas distrarcoVs, impaciencia-, emffii,
indicios variado*de alguma pcriurbae intima,
cuja causa, se nao objeelo, nao era difllcil adevi-
nhar I Has a c.ndes^a, entregue a suas pro,.ras
iiui>rcs>cs, nao dava attenej i a pierias de sua lilha,
e a boa Sra. de Perchappe] com seus cculos nada
poda ver.
Tal era a siluago, quando uma manhaa, o barao
j entrn em casa do Sr. de Monlclar. K-ie anda
que nao fosse mais do que oilo horas, j estava le-
vantado e vestido. Nao era de seu co>tume mos-
trar-se nunca era rob?. de chambre.
Em nome do cu I disse o ex-guarda do cor-
po, lancando-se sobre uma cadeira, o que ha ? O
que foi que se passou ?
Ignoro, respoudeu o marquez, mas pelo que
suppontio deve ler sido alguma cousa grave : por
que meu caro, pozaste torta tua grvala e colele ;
ainda maislionesco referen* las botas nao es-
lo engraxadas !
Nao se trata de gracejar. Vejamos : flla-
me francamente/) que foi que houve entre ti e Mau-
ricio d'Ozenay I
CoinigOT Nada absolutamente. Ha segura-
mente oilo dias que o nao vejo. Demais, que po-
derla ter havido enlre mim e elle ?
Perco-me decididamente. Suppo que bou-
lera a unte, entrando em minha casa, meia hora
de|>o> de meia uoite...
Ah I ento nao toi hontem, foi boje .
Como quizeres; mas deixa-me fallar; en-
trando em minha casa encontre Mauricio que me
esperava. Eu liquei espantado como deves crr.
Sem prembulo, elle rae recordou que eu Ihe ha-
via feilo prouielter. que no cas,, de ter algn due-
lo, me tomara para >ua lestemunna, era vez de
a.gura camarada ignorante densa especie de uego-
c.o. Nespoudi-Ilie que eslava ao seu dispr. Dis-
se-rae entao que havia recebido de li unta injuria
mortal, a respeito da qual Ihe era defezo dar a me-
nor explicagao; que em conscqiiencia era preciso
que coiiiligo se balesse, e me supplicava le lizesso
M-ienie desta resolugao, a que nao duvidava, que
desses nsscnliinriilo.
E" ludo? perguntou o marquez.
Parece-meque bastante. Em vao o aper-
tei em p.rgunia>, e representaees; ello limitou-se
ao que disse : que o lindas nffcndido, que Ihe de-
vius um.i atisHcAo, que quena te-la. lo prompla
a completa, quanto possivel fosse,
(CoHtinuw-se-ha.)
PEUSAMBUCU l'YP. DE M, F. F. t
j




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