Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10316


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Full Text
ilfiO XL. BDIBEBO 60.
Por tres mezes adiaulndos 5$O00
Por (res mezes vencidos 6$O0
Porle aocomi por tres inezes. 750
"-Ui- 11
DIARIO DE
SEGUNDA FEIRA 14 DE MARCO DE 1864.'
Por auno adiantado.....49S00O
Porte ao correio por uro anno 3$000
ENCARRKGADOS DA SUBSCRIPC. NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima:
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Araratv, '
Sr.A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos d<
Oveira; Maranho, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
trazonas, o Sr. Jerooymo da Costa.
ENCARRKGADOS DA SCBSCRIPCAO NO SUL
Alagas, o Sr. Claudino Falco Dias; Baha, o
Sr. Jo.se .Mariras Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Marns & Gasparino.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e
soxtas-feiras.
Santo Antao, Grvala, Bezerros, Bonito, Caruaru',
Altinho e Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Aiho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratii', Cabrob,
Boa \ isla, Ourieury e Exu' as quartas feiras.
Sennliaem, Rio Formoso; Tamandar, Una, Barrei-
_.ro% A8ua ^relz e l'imenteiras as quintas feiras.
Ilha de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partern ao '/, dia.
EPHEMERIDES DO MEZ DE MARCO.
1 Quarto ming. as 10 h., 51 m. e 44 s. da m.
8 La nova a 1 h., 39 m. e 20 s. da m.
18 Quarto cresc. as 3 h., 47 m. e 32 s. da m.
23 La cheia as 8 h., 27 m. e 3 s. da m.
30 Quarto ming. as 8 h. e 2 s. da t.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 8 horas e 30 minutos da manhaa.
Segunda as 8 horas e 'i minutos da urde.
I PARTIDA DOS VAPORES COSTEIR05.
Para o sul at Alagas a 5 e 25; para o norte at
a Granja 7e22 de rada mez; para Femando ni-
dias Hdos mezes dejan, mare, maiojul, sel. enov.
PARTIDA DOS O.MV/BUS.
Para o Recite : do Apipucos a< 6 'A, 7, 7 '/?, 8 e
8 '/i da m.; de Olinda s 8 da ni. e 6 da tnrd.; de
Jaboat.m as 6'/? da m.; do Caxang e Varzca s 7
da ra.; de Bemtica s 8 da m.
Do Recite : para o Apipucos s 3 /,, 4, 4"/., 4 %
o, o'A, 5 '/i e 6 da tarde; para Olinda s 7da
manhaa e 4 Vi da tarde: para Jaboatao s 4 da tar-
de ; para Cachang e Varzea s 4 /i da tarde: para
Iitemficas4datarde.
I AUDIENCIA DOS TRIBUNAE3 DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relacao: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazeuda: quinta. s 10 horas.
Juizo do comraereio: segundas s II. horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meio
da.
Segunda vara do civel: qnartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DIAS DA SEMANA.
l. flejunda. S. MalhiWcr. de Allemanha.
I& T'jra. s. faenaras p.; s. Lonninno soldado.
1(5. Quarta. Ss. Cyriaeo e Tariano tiiac. mm.
17. Quinta. S. Patricio b. ap. da Irlanda.
18. Sexta 8l (abrid arcbanjo: S. Narciso are. m.
19. Sa libado. 8. Jos esposo deN.Senhora.
20. Domingo de Ramos; S. Faustino m.
ASSIGNA-SE
no Reeife, em a linaria da praea da Independencia
ns. 6 e 8, dos propietarios Manoel Figuioa i*
Faria 4 Fimo.
PARTE OFFICIAL.
GOYERIW DA PROVINCIA.
Expediento da dia 10 de marea de 1861.
Offlcio ao briffadeiro commandante das armas.
ftesliluo a V. Etc. as i conlas, que vieram anne-
Vil* 4(1 Ojlll lli.!.! .1 l 9i .1a foaaal^a > 1 *____________I
xas ao seu officio de 2o de fevereiro ultimo, e sob ;Lr.
n MI. reUlivam'iiteaoaluguel de 5 mezes, ven- p" ,.-
cidos era 19 de dezembro to anno prximo passa- V..
do, da casa que serve de quartel ao destacamento a," ^ ">mnndanle
da povoae/w de Grvala, e beui assim ao forneci-1 iifi ,. .
mi'UtO I1H lu nar.i n miumii un-irl.il illm ,l ,i Allert'S JUMO AllgllS
Despachos do dia de arca mi 'T^*" "'P~ t*^*** P *' de,ibera5ao S, J.^ Rkoo IU,;;;,s : V Exc. quera se pcrtencentesacommerciantesbrasile.ros.-Si.veira
ll-aununentos" I J>** ***!P*'*'*: gpareeo, porm, Sr. presidenta, qne o nobrettlZSStStt&ttB *L~
Padre Francisco Xavier Dias de Albuquerque.- doo offlcio a que se refere o .Ilustre orador, a .- secretario nao tere razho para por una simples as insularidad.-' i ,' do na secn tariS o u ',., Ti ',m TV ',;l 'mprc3s;0 do Pr?Jc?,,le
Dirjase ao Sr. thesonreiro das loteras. comm.ssao de const.tu.gao, e que por isso nao in- falla que nolou, acensar a secretaria lio acre- digo^noTmoooortuSo? tntv-^SZSrLJS ia,| frf.8u,,m de Gamelc.ra, seja ouv.doo Exm.
Francisco Antonio Monteiro.- Informe o Sr. co- dieando o illustro membro ou.ro destino lhe pare- mente. O nob.e depatado sabe qe o orne al-m or do"s ,;2S de p'rSncia ^ ira d^L TrSl "tJSXZS R-G" iDrumm'?nd-
ronel recrulador. ce que nada ha a deliberar. eWVe doente todo o anno pasndo- foi nmneado ridades H irreguia Reqiieiro que se p.-ca a presidencia da provincia
Padre Florencio Xavier Dias de Albuquerque. s" 8 Rhieiro :-Sr. presidente, creioque um aOcial-inaior interino, mas este 'que devia vir Vm Sn. Den tadd --.Essa* nronrias niesto* nn as.c.HK'ils-e 'llf,'r">ases segrales :
Cumpra pnmeiramenie o supplicante o disposto js mcus disiinclos collega* estarao todos de per- assistir a abertura da asscmbla e dar conta da -ua erara multo oDoortiinv l* Copia do contrato feito rom Manoel Goncal-
no art. 0- do decreto n. 2874 de 31 de dezembro leito accordo quanlo ao pensamento de que nina commissao, se continuou no exetcicio lodo o anno O Su. J. do Reg Barros --Vejo Sr presidente Sbrf ,fJ para a aB,ura da eilrada de
das primeiras neeessidades da provincia, e sobre a nao o fez : e por tanto acho nu o Sr 1 serr- """ ""*"- ''----------:____- --'--- "-_ -__._' uuJ'ir.a lw>"
Joao llaptista do ~
ment ue hu para o raosmo quarlai, alim de que
(ejaia ellos le^alisados na forma imlicada pela con-
tadura da thesouraria de beaoda no parecer junto
por copia a que se refere a informac.o do inspec-
tor da mesma thesouraria datada de'8 do corrente
esob 118.
Dito ao mesmo.Queira V. Exe. mandar por em
lit erdade, dando-lhe baixa se j estiver com praga
o recruta Jos Rodrigues de Souza, que provou '
isencao do recrulamento.
Dito ao mesmo.Expeca V. Exc. suas ordens
o Sr. administrador do correio.
Manoel Boa-viagein. Prove o que allega.
Vicente Antonio Lopes da Silva.luforme o Sr.
juiz do direilo da comarca de Olinda.
COMANDO DAS ARMAS.
erara muito opportonas.
O Sn. J. do Reg Barros : Vejo, Si. presidente,
mienadanab!liscuaore,ar0 ** ""*** ^ ^ '' ^ do C0D,ra,rt '""> cora Antonio Fran-
OSn it, o?;',l0_pe|o contrario en ?SC **** de Mell Barret0- Pr a <-<>nservaeao
0*fDXBA^osTK\1uVesoacora ,7 ~ ^ estrada da ^c-
3 SSTS X^Liredeputado nHo milJSSlT"- ^^ ^ *"
procurador fiscal da frzenda pro-
para que as 11 horas do dia de amanhaa, se apre- Qaartrl general de ominnndo das armas de Per-
sentem 3 pracas ao Dr. chefe de polica, afirn de
es.-oltarem uin criminoso at o termo de Pao do
Aldo.Communicou-se ao Dr. chefo de polica.
Dito ao mesmo.Dos recrutas mencionados em
seos ofileios ns. 419 e 461 de 4 e 9 do corrente po-
de V. Exc. mandar alistar nos corpos em guarni-
rn, os 8 de que trata a relacao junta, visto que
para isso forara julgados apios t m inspeccao de
sniule.
Alipil...
o Sr. inspector da thesouraria de fazenda. *>) diente, que a oceasiSo opporluna para" s tratar
, oniros muitos que tratara especialmente da crea- O Su. RroBarro !-.\So sei... Isto que me queVE 7c nod a notar es- faUa mL nfn J b P"* "T605 i conlral?s foi a.berta a con-
cao de caderas en, urna ououtra localidad,. Pa- parece rasoavel, o que eu emendo queVnob podia pedi a ciSra autorisaclo pa .' pro" den? ^^L^Vt]^!?^^t*52!Lt
en^;TeHSC,!!,V!nil'D,e',UenSV,,,/and0lVeS- ^^'T d>;vi'er feito, e nao interrom,^r a dis- ciar a respeito ; era isto o que e qer dizer, C0Se'> Pr'^.ro contratante poda legalmente
=emos de tratar des e assumpto eslabelecesse urna cussao da raancira por que o fez, aecusando tal vez mas V. Exc. me interromne constantemente coni 7 ?w, ,
friln"0',3 geral' 0,hassemos Para oda a Provin- sem > "zao os empregados da secretaria. apartes, e por isso d sse eTque se nSl offrego a ctd?um Mf2S2 ^\*m ^^nento
ca, considerassemos o estado de financas nos co- O Sn. Biaroie :-anobre orador nue me nre- de ver terminada a .liscnsUn =>""rego a cada un. do contratantes e sob que garantas.
medTKeH 2JS des,ahassemblfa fsse fede ^ """ nfado *^W?!, ^SS^^SL^ que V. Exc. para yS^lZ^T^ ***"* ""^ '1Ua'
urna medida geral que podesse abranger todas as tem dado na secretaria. fazer respeitar o reeimenlo deve desde loso or viu'SS: ^
Stie rmV^.Ve5Sem n Ca5 dt mCTWeT ^n,,nr CV" ?eCrP,ari aPresen,U a'ui !em HKi oflSTSffcSSl dTdia^. caTem cida^^u^do"Sa0loUsP^,SC,RP,^eIi?,tm,"
" aL:. dluma de'"' por lsso e.u rt(luen? I0 dan,)0 nlai de roa commissao, remeltendo-me' O Sr. Dkpltado : Como se nao existe 7 onli
alguns papis que linha em seu poder ; mas as' O Sn. J. m Rkco Barros : Entao dar-se a
Dito ao mesmo.Expeca V. Exc. suas ordena,
para que compareeam perante o juiz de direito da .!m\..,e iVem Pr?ceder nesla uarmpio,
comarca de Santo Antao. como este solicitou. as s,Jam comI'^ias pela maneira segrate :
fincas do T batalhao de infantaria Francisco Xa- n <- MM, a lI? art,lhar!?-
u Sr. coronel Jos.} Mana Idelfonso Jacome da
naiiibucfl. na cidade do llrrifr, S de marro de
Ordem do din n. 302.
Ogenoral commandanle das armas dando exe- os projectos existentes na casa sobre crearan'de
cucao ao regulamento de 31 de marco de 1851, e cadeiras de instrucg.o publica, fossem remettidos
do que se acha determinado pelo quartel general a respectiva commissao, afim de apresentar urna
do exercito em olcij de 13 de fevereiro de 18o8, medida geral. (Apoiados.)
declara que as commissoes de exames pralicos das Vai mesa e apoia-se o seguinlerequerimento :
armas de artilharia, cavallaria e infantaria, que no u Requeiro que os projectos existentes na casa so-
PrC'l' til ilii (iilnin t\a iti.lrii.ni'i.. nimm> censuras que eu ha pouco llz leem relacSo com o ordem do dia seguinte, e levantarse a sesso.
ex-1- secretario ; referem-se ao que propriamen-1 O Sr. Biiarquk : Pedir as providencias q
te interno da secretaria, eso devera recahir subre. cu pedi, pois que nao ha mais ordem do di;i
qua
a e
Veiga Pessoa.
vier da Costa e Deliran Pereira de Santiago, afim
de depirem como lestemunbas em um processo de
responsabilidade all instaurado por amelle miz! J s,' cor?neli?radua''? "M100 }of, Coelho-
Communicou-se ao juiz de nireilo. ; u ^r-major Carlos Felippe da Silva Muniz e
Dito ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de expedir as
suas ordens para qne amanhaa as 11 horas do dia
se aprsente 9 pracas ao Dr. rhefede polica afim
de escoltarem 4 sentenciados de juslira que tem
de ser transferidos do termo doCabo para a casa
Arma de cavallaria.
bre creaco de cadeiras de inslrueco primaria,
sejam remettidos commissao de inslrueco pu-
blica, afim de que esta aprsenle una medida
geral.-S. R.
Reeife, 4 de marco de 1864.Costa Ribeiro.
Posto a votes o re'quenmento approvado.
Sao igualmente approvados osrequenmentos se-
guintes :
aquelles cargo de quera se acham os trabalios dar.
cuja irregulandade patenteei.
En vou dizer casa o que enontre na secre-! sdente, as poucas consideraces que tinha fa-
13 l'L* i Ipr' declarando que, quanlo a raim, nao se devia
bncontroi leis approvadas na sessao transada j' agora pedir e tratar das providencias de que fal-
copiadas, mas que nao se achavam assignadas pela lou o obre secretario.
mond.
Julga-se objecto de deliberacao o seguinte pro-
jecto :
A assembla legislativa desta provincia resolve :
Art. 1' As casas de commercio de qualquer es-
pecie que sejam, ou estrangeiras oa nacionaes, que
vai a mesa e apoia-se o segrate reqierimenlo : na escriptnracao
sni'.rn ,|Ueir q?e ?'n.difVao d0 Sr: *' *rtarlo,teoiiMiiercial interno ou externo,
sobre as irregularidades da secretaria, va i com-
de deleneao.- Coromunieou-se ao Dr. chefe de po-
lica.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Nao ha vendo inconveniente, mande V. S. pagar
Manoel Jo da Silva Oiiveira, aquantiade 2:i-5'iOO
despendiila com o sustento do presos pobres da ea-
deia do termo da Escada durante os mezes de de-
zembro e janetro, segundo consta das conlas jnn
1as, que me foram remettidas pelo Dr. chefe de po-
lica com offlcio datado de hontem e sob n. 286.
Communicou-se ao Dr. chefe de polica.
Dito ao rapito do porto.Fa?o apresentar V.
., S. o recruta Antonio Jos de Sant'Anna afim de
dar-lhe o conveniente destino depos de inspeccio-
nado. Communicou-se ao Dr. chefe de polica.
Dito ao inspector do arsenal de marinha. Man-
de V.S. azerdo confnnnidade rom o offlcio Jo ca-
piliodo porto desta dala constante da copia inclu-
sa os concertos de que necessita o tecto do edificio
mesa ; leis igualmente approvadas por esta assem-
bla, (jue nao tinham sido passadas a limpo, oulras
que nao tinham sido remettidas presidencia para
serem publicadas, etc. Perguntando pela causa
Kequeiroque se solicite do governo urna infor- dessas faltas se me responde, ora, que a falta do
u sr. tencnle-coronel Sebastio Lopes Guima-: macao acerca das localidades que pela sua impor- ofiicial-maior effectivo, ora que proven) da inlen-
raff' ^n?'a exjam promptamente a creaco de cadeiras nidade de outro ; apresentase sempre tima des-
O Sr. major Sebastio Antonio do Reg Barros, de inslrueco primaria.S. R.Buarque. culpa, de maneira que eu nao podia deixar de tra-
O Sr. capilao Manoel Porfirio de Caslro Araujo.! Requeiro que por intermedio do Exm. Sr. presi- zer isto ao conhecimento da assembla pnnripal-
Arma de infantaria. \ dente da provincia, se peca o orcamento da deci- menta lendo-se dado para a ordem do dia posturas
O Sr. coronel Luiz Jos Ferreira. ma dos predios ui baos das cdades de Nazareth, da cmara de Reeife, unas que nao apparecem
O Sr. coronel Joo Guilherme de Bruce. Caruaru e povoac^o fle Pedras de Fogo, assim co- oulrat que j so acham em parte revocadas por
O Sr. lenente-coronel Jos da Silva Guimaraes. mo o numero de predios contribuntes desses lu- dispolcoes ulteriores, ealgnmas que jaesto an-
Os Srs. olllciacs mais graduados, ou mais ant- gares : e Analmente a importancia dos impostes provadas e em vigor; entretanto pie todas ellas,,-
gos das referidas commissoes sao coinmissionados provinciaes cobrados na rircumscripeao de cada estaomencionadas na svnopse como nao tendo tido zelo do nobre secretario, pelo estado dos nego-
0 Sr. I. do Reg Barros Termino, Sr. pre- ,lverem caixeiros eslrangefros, pagaro o imposto
annual de 2003 rs. por cada um caixeiro.
Art. 2* Serio considerados caixeiros paraeffei-
to do julgamento do referido imposto todos os quo
se oceupem as mencionadas casas commercaes
ou em outro qualquer servico
... j particpou
em que funeciona a'captania.-Communicou-se ao ,?; comniandante em offlcio n. 129.
at'itao do porto. Assignadobolulowo Jote Antonio Per
para presidirem aos respectivos exames. um desses lugares : ludo do exercieio" de 1861 discussao.
0s.Srs-commandanles de corpose companhas 1862.8. R.Souto Lima. A casa comprehende perfeitamente que o Io se-
isoladas reraellerao quanto antes ao quartel-gene- i Requeiro que se solicite do governo da provin- crelario apenas exercendo este cargo ha dous dias,
ral as relacoes nomnaes dos Srs. offlciaes, cadetes: ca copia dos relalorios do inspector de sade pu- e tendo e interiores que se propozerem a exames. i ohca apresenlados nestes ltimos tres annos.S. como nao discutidas, nao podia prevenir urna ir-
0 mesmo general declara para os Ons conve- R-Silva Ramos. regularidade desta ordem, que so neje pode ser
mentes, que approvou o engajamento que hontem1 L-se remetiida commissao de sade publi- verificada.
contrahio para servir por mais seis annos, nos ter- c* a segulnle indicaco : | Assim, v a casa quo o meu procedimento nada
mos do decreto e regulamenlo do 1 de mao de .Indico que se solicite dos poderes geraes a crea- tem de censuravel, visto que se traava explicar os
!>, precedendo inspeccao de sade, o soldado I cao de um conselho de hvgiene publica nesta pro- motivos porque tendo sido dadas para a discussao
tt l companlnado 7* batalhao de infantaria Quln '
liliano Jos Bezerra. conforme
bre a mesa indicaco alguma, como poi que arada
que exislisse, enlendo que, na forma do regiment,
essa autorisaco, que o nobre 1 secretario pede,
est em suas mos. Voto, pois, contra o requer-
ment.
O Sn. Ramos : Sr. presidente, eu .companho
o nobre autor do requerimento nos louvores ao
Dito ao cominandante superior da guarda nacio-
Lugo.
cios da secretaria desta assembla, mas nao pooso
acompanha-lo na idea do sea requerimento.
Pelo que diz o nobre Io secretario, a secretaria
existe era tal cabos que nao permitte a continua-
go de nossos irabalhos cora regularidde, e, se
houvessi! de passar o requerimento do nobre de-
putado, isso um meio moroso, levar dias...
Um Sr. Deputa do : A commissao pode dar o
.parecer amanhaa.
O Sn. Ramos : Mas eu entendo que se .deve
ser dado
nal do Reeife.-Expeca V.' S. as son ordens pora ,.}^a[0*~Jos'fy1!0 t* Medeiros Reg Mon-
^|ne seja posuda em frente da igreja de N. S. do
Resano do bairro da Boa-Vista urna guarda de
tionra, de um dos batalhoes da guarda narional
sob seu commando superior afim deacompanhar
ao Senhor Bom Jess da Cruz, que em prociss.o
tem de sahir daquella igreja no dia 13 do corrente
s 2 horas da tarde.
Dito ao commandante superior da guarda na-
-cional de Santo Anliio.Haja V. S. de providenciar
convenientemente para que os guardas nacionaes
Bernardo Pereira de Brto, Manoel Jos dos Santos
o Luiz Antonio de Andradc, se apresentem no
quartel general do commando das armas com a
possivel brevidade como se ordenou em offlcio de
uro, capilao encarregado do detalhe.
10
Ortfan do dia n. 303.
O general commandante das armas determina
que seja nesla data desligado do 9 batalhao de in-! dezenove, Souto Lima dezoito.
laclara, ao qual se acha addido.oSr. capilao Fran- < Rendas e orcamento municipal.
la do Ouricurv.
trabalhos da secretara.
ORDEM DO DIA. O Sr. Demosthenes :( Nao devolveu seu dis-
continua a eleico das commissoes, c corridos curso.)
os diversos escrutinios llcam assim constituidas : O Sn. S Pereira : ( Nao devolveu seu dis-
Posiuras e negocios de cmaras. curso.)
Os Srs. Silva Barros com vinte votos, Theodoro OSn. Jacobina :( Nao devolveu seu discurso.)
O Sn. Biakque faz anda diversas rcflexoes ex-
plicando os motivos que o fonjaram a trazer ao co-
apresen-
cisco Jos Damaceno Rosado, que tem de seguir | Os Srs. Ba|itisla com dezoilo volos, Reg Barros nhecimento da casa o estado em qne se acha a se-
para a corte, no vapor que se espera do norte, ; dezoilo e Amintas dezeseis. aviaria, o insfettaMIo pelo alvitre que propoz.
reunirse ao 4o batalhao da mesma arma, que Sade publica. O Sr Reg Baiiros :Ha pouco, Sr. presidente,
pertence. | Drs. Brito com vinte volos, Ramos dezenove, e quando fallava o nobre deputado pelo segundo dis-
O mesmo general faz publico que a vice-presi- Sabino dezenove. trido, dsse elle que a qnestao era mopportuna ; o
i.encia approvou, por offlcio de 8 do corrente, o Peticoes. nobre !. secretario, porm, entemleu que assim
contrato que de sua autorsacao se celebrou no dia Os Srs. Nelto com dezoito votos, Joao Teixeira nao era, por que se tratara de urna qnestao de or-
deste mez, com os Srs. Dr. em medicina Esteran dezesele, e Ramos dezesete. dem Eu insisto na opino do nobre deputado pelo
-"i de outubro ultimo, afim de deprem como tes- '-avalcanti de Albuquerque, e cirurgiao reformado Legislacao. : segundo dislricto ; entendo que esta nao a occa-
ten.unhas no conselho de guerra nue tem de jul- l|a ai'mada Francisco Marciano de Araujo Lima, Os Srs. Cosa Ribeiro cora dezenove votos, Jos sio opporluna para se tratar de medidas tendeo-
gar o soldado do 7 batalhao de infantaria Manoel ,ara cm ,alla de cirurgioes do corpo de sade, fa- Teixeira dezeseis, e Jacobina quinzc. tes a regulansar-se a secretaria desta assembla.
Mariano. crein o servico medico-militar desta guarnico ; e Ordenados. O Sn. Buarqie : Nao atienden ao que eu dis-
Dito ao juiz municipal supplente de Cabrob, '|ue nesta data conlratou para continuar a servir Os Srs. Costa Ribeiro cora vinle e um votos, se. Eu disse que era urna qnestao de ordem que
Cora os pareceres do consehir""presidente'ida re- I101" ma? 3 annos na msica do p batalhao de Braulio dezoito, e Jos Mara quatorze. nnectava a ordem do dia, que eu era obrgado a
Jacio, de 9 do corrente, 1" de fevereiro ultimo e "Ofanlaria, precedendo raspeccao de sade, nos ter- j Forca policial. dizer casa a razao por que as materias desgna-
la de agosto de 18o8 juntos por copia, respondo a ,nos da 'mperial provsao de 11 de Janeiro de 1833, Os Srs. Araujo Barros rom dezoito votos, Ayres das nao podiam ser discutidas.
consulta feta por Vmc. em 13 do referido mez de '.m1us'co de segunda rlasse do mesmo batalhao,: Cama dezoito c J. Lopes dezoito. O Sn. J. do Reg Barros : Bem ; eu entend ou-
fe ve retro sobre a denuncia apresentada dla pro- lf"belmo Theodoro da Silva, que finalisou o seu! 1" discussao do projecto n. 2 deste anno que tra causa. O nobre 1." secretario n.io s censurou
.....t ii ia publica desea comarca contra o comman- l,rimpiro contrato 23 de fevereiro prximo lindo, I marca o subsidio e ajuda de cusa dos depulados as irregularidades que se tem dado na secretara.
dante interino do destacamento dessa villa Joo i'qual por sobre os venriinentos que por le lhe provinciaes na prxima futura legislatura. na ausencia do officalmaior.
ommissao
toda a urgencia.
Ouvi dizer que j ha va sobre mtsaum re-
querimento do oflicial inaor pedindo sua apo-
sentador^...
O Sr. larqie : Ainda nao foi
lado.
O Sr. Ramos : Se isso verdade, eritao o em-
pregado immediato pode servir interinamente, afim
de se regularen) melhor os trabalhos. O que nao
possivel, que continu a secretaria em tao pos-
simo estado ; e assim conven) que se tome urna
prompta e effleai medida.
Posto a volos o requerimento approvado.
O Sn. Presjdente designa a ordem do da,
vanta a sessao.
e le-
SESSAO ORDINARIA EM 3 DE MARCO DE 1864.
PUKSIUKXCIA 00 SR. COMSKUBnO TRIGO DE
I.01REIRO.
V mu lloras da manhaa, fe i la a chamada ve-
rilicaseestarem presentes 29Srs. depulados.
Abre-se a sessao.
Lida a acta da anterior, approvada.
O Su. Io Secretario d conta do seguinte :
EXPEDIENTE.
bo.Silva Barros.Carvalho Moura.
Vai mesa e apoia-se o seguinte requerimento :
Requeiro que o projecto seja submettido com-
missao de legislacao para, sobre elle inlerpor o seu
parecer.Reg Barros.
O Sr. Demosthenes :Declara, na qualdade de
signatario do projecto, quo nao poe duvida em que
seja elle submettido a aprecacao da commissao,
pede, porm, que a commissao d o seu parecer
com urgencia.
O Sn. Maranho :0pp5e-se ao requerimento
por entender que sendo a utildade do projecto de
primeira intuicao, se torna desnecessaria a audien-
cia da commissao.
O Sr. Buarque :Prop5e que o projecto seja
tamben) submettido commissao de consliluico.
Posto votos o requerimento approvado.
Sao lidos e julgados objeclos de deliberacao e
mandados imnrimir os segrales projectos : um dos
Srs. Silveira Lobo o J. do llego Barros autorsando
a construccao de urna estrada de Trombclas ao Bo-
nito ; outro dos mesmos, mandando concluir a obra
da casa da cmara de Bonito: outro dos Srs. Dec
doro e Amyntas, sentando do pagamento da dcima
urbana os predios que forera habitados por sens
proprielarios; outro dos Srs. Amyntas e Ayres Ga-
ma, elevando cathegoria de villa a povacao de
Ipojuca, e transerindo para all a sede do termo
do mesmo nome; outro dos Srs. Francisco Pedro,
Silva Barros, Burgos, Buarque e Estevao Franca,
restaurando a villa de Floresta ; oulro do Sr.
Drunimond, creando urna freguezia na capella de
Nossa Senhora da Gamellera.
ORDEM DO DA.
Primeira discussao do projecto n. 1 deste anno.
O Sn. Soares Brandao :Sr. presidente, tendo
serias duvidas a respeito da conveniencia das razSes
de utilidade publica queactuaram no animo do no-
bre autor do projecto para offerece-lo considera-
cao da casa, lomei a palavra para fazer poucas ob-
servacoes, tendo por fin principal convidar ao no-
bre deputado para que venda perante a assembla
dar as razoes que teve para apresenta-lo.
Na realidade, Sr. presidente, tenho muta con-
fianca nos talentos e illustracao do nobre deputado,
e por issoquer me parecer que as minhas duvidas
sero dissipadas desde o momento em que elle pe-
dir a palavra e der as razoes em que se fundou
Evangelista Leal. (ompelirem, perceher o premio de 2005000, pa
Difo ao administrador do correio.Respondo ao i'* de conformidade com o decreto e regulamento
offlcio de 4 do corrente em que Vmc representa ll0.io de n!ai do ,8;if4-
Assignado.Solidonio Jos Antonio Pereira do
MQO.
que Vmc. representa
liaver o chefe da estaco de I'na negado passagem
livre nos Irens da estrada fle ferro, ao estafeta Ma-
noel Saliistiano Das, que voltava da colonia de Pi-
tnenleirao, tenho a dizer que em vista do que infor-
mou o eHgeoheiro fiscal interino da mesma estra-
da no oflieio junio por copia, convm que os esta-
-las apresentem as respectivas estaques as suas
guas, afim de nao se Ihes por embaracos as suas
viagens pela predita estrada.
Dito ao juiz de paz mais volado do 1 dislricto da
freguezia de S. Lourenco de Tijncupapo. Inteira-
do do contedo do seu offlcio de 22 de fevereiro
Conforme.Jos Ignacio de Medetros Rrgo
taro, capitao encarregado do detalhe.
Mon-
PERNAMBUGO
E' approvado sera debate, sendo dispensado o
intersticio requerimento do Sr. Buarque.
_0 Sr. Buarque (pela ordem) :Sr. presidente,
nao posso deixar de trazer ao conhecimento da casa
o estado em que tenho encontrado os negocios da
secretaria desta assembla.
V. Exc. deu para a ordem do dia da sessao de
hoje as posturas da cmara do Reeife ; entretanto
agora que se procurara essas posturas para serem
ASSEMBLA PROVINCIAL.
da 17 de atril vindouro para a reuuio da junt
reviora da qualificacao de volantes dessa fregue-
zia, para a qual dever Vmc. convocar, guardados
os prazos .- mais (ormalidades da le os no vos ele-
tores dessa parochia, que segundo consla de aviso
da reparticao do im|"cro de 9 de Janeiro ultimo,
foram approvados pela cmara dos depulados, ten-
do Vmc. em vista, para os trabalhos da referida
qualilicacao, o disposto no decreto n. 28(J3 de 21
vigor.
Dito ao thesoureiro das loteras.Attendendoao
que reqtiereu o padre Florencio. Xavier Dias de
PRESIDENCIA 00 Sil DONSKI.HKIRO TRIGO DE
LOORBIRO.
(Con el u sao.)
OSn. G. de Din'mmovii :Senhor presi
s \--ao do anno lindo a assembla provi
ciando os actos do Exm. presidente da
resolveu em sua sabedora, manifeslar-lhe por un
voto de censurar a sua desapprovaco.
O parecer da commissao especial, foi por copia
enviado S. Exc., no entretanto acaba de ser li-
do um oflico do secretario da presidencia em que
roscommunica, que S. Exc. nos devolva o pare-
cer, sem resposta por considera-lo excntrico das
MiliraettiJas discussao, verifico que j se acham ,je orilom
ellas revogadas por outras posteriores, estando en-
tretanto mencionadas na synopse como nao tendo
tido ainda discussao. Sobre outras posturas e ou-
tros projectos nao me tem sido possivel obler in-
formacoes exactas da secretaria, porque se acha
tudo alli ii'um porfolio cahos.
Nao posso jiortanto deixar de pedir antorisacao
assembla para lomar as medidas que me pare-
cera indspensaveis, em ordem a conseguir regula-
rsaros trabalhos da casa.
, como ainda pedio li-
cenca casa para providenciar a respeito : e a isto
que eu me opponho, pensando que a ocrasiio nao
propria.
Est marcada a ordem do dia, o Sr. presidente
designou na sessao antecedente o que se devia tra-
tar hoje ; por consegrante nao se pode tratar a
queslao de dever ser substituido o ofiicial-maior
pelo l.' oflicial, ou por pessoa esiranha secre-
taria.
O Sn. Saiiino :Foi questo incidente, questao
O Sn. J. do Reg Barros :Se se pudesse sem-
pre levantar questoes do ordens desta natureza,
entao-----
O Sr. Buarque ; Sempre se pode.
O Sr. J. no Reg Rarros :Mas o regiment, es-
tabelecendo a marcha dos trabalhos das sesses dia-
rias, dispoe que nao >e poder alterar ou nter-
romper a ordem del les se nao nos dous casos por
elle mesmo previstos por consequoncia, entendo
que, lendo-se dado a ordem do dia, n havendo-se j
da primeira parte dola,
rumpria agora t atarse da se-
iiiterronipe-la o levantar-se una
questao alheia a toda ordem do dia, como a de
referido S deSOrdel" ,,Ue tenh0 | qe nos estamos oceupando.
Que o nobre 1.- secretario censurisse os empre-
0 Sr. Sabino :Acabei de ouvir a um nobre col- gados da secretaria pelas faltas e irregularidades
lega que assembla passada tiulia resolvido al- do .ervco que nolou, isto sim, entendo que se
guma cousa a este respeito, e desejava que o Sr. prende materia pelas razoes por elle expendidas;
1 secretario declarasse o que existe para po-' mas que aproveitasse a occasio e p^disse brenca
dermos saber que determinaeao devenios tomar. casa para providenciar acerca desses empreg-
0 Sn. Buarque :A assembla passada nomeou | dos, o que eu acho intempestivo, e contra o que
' me pronuncio.
Cm officio do secretario do governo, remetiendo todava, em quanto isto nao feito, as minhas duvi-
o balanco do exercieio lindo, transmittido peloins-1 das persistem, e vou expolas,
peelor da thesouraria provincial.A' disiribur. No art. Io diz o projecto que as taxas das barrei-
Outro do mesmo, remetiendo o projeco de pos- ras sera decretada annualmente na lei do orca-
luras da cmara municipal de Iguarass.A' com-1 monto,
raisso de postulas. Nao vejo necessidade alguma de semelhante dis-
Outro do mesmo, remetiendo a informacJio mi-; posicao, por quanlo a assembla pode, fixada essa
nisirada pelo jnz de direito da comarca de Flores, taxa, fazer-lhe as alleracdes que julgar conveniente
acercada transferencia da sede daquelle termo quando quizer, sem que seja preciso todos os annos
para a poroaeio de Baixa-Verde. A' commissao consignar urna dsposicao de lei, oque nao tem ou-
de estalistica. tra vantagem a nao ser fazer-se todos os annos
Outro do mesmo, remetiendo diversos exempla- mais esos trabalho.
res das colleccoes de leis promulgadas o runo pas-1 Quando a assembla julgar conveniente alterar
sado.Inteirado. | o que estiver disposto acerca das barreiras, podo
Outro do mesmo, remetiendo urna peticao com faze-lo, sem que haja necessidade de estabelecer
as informaedes ministradas pelo inspecto'da the- como praxe essa dsposicao em todas as leis de
souraria provincial, em que pede o juiz de direilo orcamento.
Antonio de Araujo Ferreira Jacobina, o pagamento Quanto segunda dsposicao que manda estabele-
de seus ordenados atrazados. A* comniisso de cer barreiras de tres em tres mil bracas, acho a por
peticoes. ; dentis onerosa. A distancia de tres rail bracas
l'ma petein da rmandadedo Senhor Bom Jess muito curta, tornando-se por essa forma muito pe-
dos l'obrd Afilelos da cidade de Nazareili, pedin- sado o imposto do nedagio, principalmente para os
do a approvaro de seu coinpromisso. \ agricultores que tiverem de mandar seus productos
nutra de Manoel Joaquim Pereira Lobo, pedindo ao mercado atravessando grande distancia. Acres-
ser prvido no lugar de olllcial da secretaria desta '- ce anda, alni do onns desse imposto, que o esto-
Albuqaerqoe, capello e administrador do recolhi-
mentodo Santissimo Coracao de Jess de Iguaras,
aolorffo Vmc a mandar etregar-lbe o beneficio da .ttribuices "desta assenibla.
lotera que tem de serexlralnda hoje em favor das A vista de semelhante resposta, Sr. presidente,
obras daquella igreja, do qual opporiunamente ma queslao gravo se suscita, cuja resolucao um ofiicial-maior interino, mas desde que o cffec-
prONttra contas o mesmo capello na estacao com- conveninle, trala-se de um conflicto enlre o presi- tivo apresentou-se, deixou aquelle o seu lugar,
plente Communicou-se ao inspector da lliesou- denle e a assembla provincial. O ollicial-maior effectivo apresentou-se na rasa,
rana provincial. Qualquer resolucao, Sr. presidente, que se deva mas o seu estado de sade tal que se reconhece
------ timar, ser intempestiva se previamente nao fr '
Expediente do secretario do governo. cuvda a nobre cnmmiss,16*rtc consliluico e pode
N. 34. Offlcio ao 1* secretario da issembiea le- res. Este tem sido o estylo desta casa, alm de
gishtiva provincial. Passo s mos de V. S.. de estar aulorisado pelo art. 131 do regiment, que
ordem do Exm. Sr. vice-presdeute da provincia, assim se expressa :
para ser prosete assembla legislativa provin- Em regra, nenhuma materia se tomar em
cial, a inforniaco que minislrou o inspector da consideraco na assembla sem que primero se
thesouraria primacial, relativamente aos pontos tetina remedido a urna commissao que sobre elle i que quando se tenha de exigir o cuniprimento de
posto de exportaeo sobie os producios nacionaes Em face, pois, de lo terminante dsposicao, jul- nao tenha o primeiro offlcial a faculdade de des-
que nao ro rendidos no mercado desta capital. go que nao |deremos tomar outro alvitre, mais I culpar-se com o ollicial-maior effectivo.
Fica assim salisfea a reipiisico da mesma as- j isto e conveniente que aquelle (|ue acabo dein-| O que fra de duvida que a secretaria se
scnibla, c< asanle do offlcio de V. S. de 2 do cor- cicar. | acha em jiessimo estado, que nao se pode alli obter posturas de ramaras, essas postuns nao appare-
renie, sob n. 5. A materia cuntida no parecer e na resposta com conllanca urna informarn, e quo isto recia- cen, o que discutir-se 1
tomar, ser intempestiva se previamente nao fr evidentemente que elle nao pode continuar nos tra-
tuvida a nobre rnmmiss.iMc consliluico e pode-' balhos da secretaria.
Para que eu na qualdade de Io secretario possa
fazer responsavel pelas fallas que apparererem o
| empregado que dirigir a secretaria, preciso que,
! ou seja nomeado um official-maior interino, ou en-
carregado desso lugar o primeiro oflicial. afim de
Pens, por tanto, Sr. presidente, que V. Exc
para regularisar os trabalhos desta casa, nao devia
admiltr esta discussao, mas sim encaminhar os
trabalhos de boje na forma do regiment...
O Sr. Buaiiqie :Discussao do que ?
O Sn. J. oo Reg Rauhos : -A discussao suscita-
da pelo nobre deputado.
O Sr. Buarque :E discussao do ordem.
OSr. J. no Rhgo Barros :E' discussao de or-
dem, diz-se, mas eu acho que discussao de de-
sordem.
OSn. Buarque :Muito obrigado pela minha
parle.
OSr. Sabino :Deu-?c a ordem do dia, trten-
se da primeira parle, passou-se a s 'girada que sao
N. 3.i.Dito ao mesmo. Para serem prsenles imito e muito grave e importante, exige serios cs-
assembla legislativa provincial, passo s mos lados e ria precipitarlo dccidi-la j e j.
de V. S., de ordem do Exm. Sr. vicepresidente da
provincia as informacoes que mioistrou a ihesou-
raria provincial, relativamente ao contrato do ar-
rematante da conservacio da estrada de Pao do
Allio, Manoel Peres Campcllu de Alinela, o a nota
do rendlmoolo dos direitos do algodo arrecadados
no semestre que tcriiiiuou no ultimo de fevereiro
prximo lindo.
Pica assim satisfeila a deliberacao da mesma
asfembMa constante do offlcio qu V. S. me diri-
gi oui 5 do crrenle, sol) n. 13.
Este o meu pensar, que offerceo a considera-
cao da casa.
Nao quero renovar a liscusso acerca dos mo-
livos, que deram lugar ao voto de censura, dirigi-
do ao Exm. presidente da provincia. Membro da
commissao especial qne confenefonou este parecer
lito r.dio um s momelo em sustenta-lo, nem
lio pouco falta-mi- a coragem precisa para accei-
t ir a discussao no terreno em que fr enllocada,
quero sim (pie esta casa lome urna deliberarlo
i ualquer em ordem a estabelecer tima regra para
ma prompto remedio.
O Sn. Reg Barros : ( Pela ordem. ) Parece-
me que a hora nao competente para Iratar-se de
semelhante assumpto.
O Sr. 1." secretario segundo o regiment o che-
fe da secretaria, elle o competente para tomar as
providencias em ordem a estabelecer a regularida-
de do servico na secretaria, mas isto s pode ter
lugar em occasio opporluna, e nao inlerrompen-
do-se a discussao para tratar desse assumpto.
Se o nobre 1. secretario osla convencido de que
a secretaria vai mal, pode proceder a um exame,
o indicar depois assembla as providencias qoe
OSr.Buarque :Eis ah- a questo de ordem
sobre que diversos senhores depulados leem pedi-
do a palavra.
( Troeam-se outros apartes. )
O Sn. J. do Reg Ihnnos:Sr. presdenle,quem
tem a palavra, son euou o nobre 1. secretario?
O Sr. IIuarque : Foi um aparte.
O Sn. J. no Reg Barros : Maior do quo o men
discurso.
Sr. presidente, o nobre \. secretario nao me lem
comprehendido.
O Sr. Buarque :Se prescindo dv questo prin-
cipal.
assembla.A' coinniisso de polica.
Sao lidos e approvados os seguinles requeri-
mentos :
Requeiro que se peca presidencia a relacao
das (piantias despendidas com a aula do (ymnasio
Provincial.S. R. Campello.Buarque.
Requeiro que se nomee urna commissao para
examinar a estrada Mamede, sobre os seguimos
pontos:
i" Se a estrada vai o mais recto que pos-
sivel.
2o Se no lugar que passa pelo engenho Araripe
podein passar dous carros sem prejuizo, o se nao
belecmento de barreiras de tres em tres mil bra-
cas concorrer para retardar as viagens, dando-se,
como muitas vezes se v, demorarem-se por muito
lempo os conductores de gneros as barreiras, a
espera que o respectivo empregado possa receber a
laxa.
O art. o do projecto diz que a cobranca da taxa
das barreiras dover ser feta por arremataco ou
admnistraco.
Senhores, eu pronuncio-me anda contra este ar-
tigo, porque nao quero que fique essa autorsacao
de poderem ser feilas taes cobrancas por admnis-
traco. Nos sabemos como geralraente marchara
havia oulro lugar inelhor por onde a estrada podes- os servicos que se feitos por adininistraco ; os
se ser levada. interesses tiscaes da provincia sao era geral pouco
3* A qualdade do terreno, se de fcil ou diffl- cuidados, poucos zelados, e ainda isso nina razo
rl trabalho, quer na parte da estrada qu se acha que me ohrga a votar contra este artigo. Ainda
concluida, quer na parle que se acha por concluir: mais contra o systema de admnistraco as barrei-
e que finalmente se peca pelos canaes competentes j ras de tres em Ires mil bracas existe urna razo
a planta que devia preceder a construccao da mes- muito poderosa, c que ser necessaro crear um
ma estrada, e seja entregue commissao para me- \ grande, numero de empregados encarregados da
Ihor desempenhar a sua raisso, e declarar em seu cobranca do imposto, que ser necessario construir
parecer se a estrada vai ou nao conforme a planta. I casa onde se estabelecerem essas barreiras, ter alli
S. ISa Pereira.
O Sr. presidente designa para a eoraorifloio os
Sis. Gervasio Campello. S Pereira o Silva Barros,
tendo a casa concedido a dispensa pedida pelo Sr.
Reg Rarros.
Sao tambem approvados os seguinles requeri-
mentos:
Requeiro (pie se peca ao governo, pira, pelos
metal ao seu alcance mandar orear a despeza que
se precisa mandar fazer na casa da cmara do Bo-
nito, alim de conclu-la de modo a servir tambera
de cadea, casa de jury e audiencias. Silveira
Lbo.
Requeiro quo se pecam ao governo infermacoes
acerca da despe/.a feta cora, o Curso Coinmercial
desde | sua creaco. Silveira Lobo.
Requeiro que sneca ao governo una ruiacao
dos cstabeleeiaHMiloB coramefCMes nestik cidade.
guardas, ele. E todas essas despezas sero com-
pensadas com o valor do imposto t Parece-me que
nao.
Diz o projecto que tica prohibido o pedagio das
puntes.
Parece-me, Sr. presidente, que as pontes sao por
sua natureza os lugares mais convenientes para se
estabelecerem as barreiras, porque as estradas
poilem-se dar alguns desvos, os viandantes podern
tomar urna ou ouira direceo para nao pagarem a
taxa, o quo nao succede as pontes, salvo o nico
caso de ser o ro vadiavel. Eu j ouvi dizer que
em geral todos os nossos rios pelo vero se lorna-
vara vadiaveis, mas para isso existem guardas as
pontes para prohihirem a passagem por outros lu-
gares, e ao seu cuidado ficar isso, alim de que a
laxa nao deixe de ser paga.
Sao estas as consideraees que lonho a offerecer


Diario de Pernawhneo Ncgunda felra 14 de Narco de tS4.

/
y
contra nrotoclo eitl dtscussad, sao dnvidas nsc lelos mesmos guardas, que erain obrigadoi ato- ntisiaror, conro pretesdeu inculca o nesm candi- dalhotni tabea e saliera nimio bem prever as
nos mi etii tncu espirito o sobro as .nes desejo mar todas as camellas alim de au ser iludida a dalo polo segando stotrteto; podo* existir quoi- eventualidades, saliera representar bem os seus
uvir o nobre tutor doVrofccto orespcao il Su Bluioce -Se nresidente eu presuma Eu creio que o meu Ilustrado amigo incumbi- nades mu plausiveis mas nada vejo que juslili- didato, arranjam 60, para que si nao diga que
cido acmis- e de responder por mim propria. objeccio que que odios e raneares, nada vejo que torno profun- apenas procuraram os que era necjssarios.
oppoz. Se verdade que as puntes os guardas da a liuha divisoria entre progressistas e libones (Trocam-se inuitos apartes.;
Iiodem vigiar para impedir que os viandantes illu- g'nuinos ou liboraes puros : ambos os grupos ou O Sn. Job Tkixeira: Alm disso, Sr. presi-
dain a fscalisacio da fazenda publica, tambem partidos prolendem ter de sea lado a razio ; oque dente, nao s esta circumslancia, ao s a coin-
erdade que as barreiras das estradas k esses eerto, poresv que eu julgo a todos bem inlen- cidenca de terem votacao unaninii alguns candi-
nesraos guardas compete igual cuidado. Portanto, afanados, e creio Ble longo odiaemque, dado o datos em Goianna; ha ainda uina outra circums-
ine parece que a razio allegada pelo meu Ilustre apeno de mi, unidos trataremos todos de cuidar tancia, e Coi que candidatos, que ti iliam inuit i vo-
ooltega nao procede .. nos m"llioramentos, to engrandecunento, e pros- lacio pelos outros collegies, deixar;.m de te-la pelo
O Su Sobres Drando : Bulan qual a razio peridade do bello paiz que nos vio ssseor. (A|Kia- de Goianna, para que, pelo seu eiirra>|uecimeiito,
arque se ha de supprimii o imposto as pontes? dos.) podesseeJ entrar em o numero dos 9 deputa-
O Su. Blaroie : L vou. E se os nobres deputados querem provas mais dos dou candidatos que, sem isio, nao seriam
Sr. presidente, estahelecido o pedagio em distan- evidentes de que nao o espirito de partido que
as succossivas de tres mil bracas, se poderia dar nos guia neata questio. lancera os olhos para todos
j tacto de que logo depois que se livesse pago o aquellos que nella bao tomado parte,'e eolito verlo
datte dolres mil bracas, se seguisse una ponte, que so por c ha liberaes geiiuinos, porl tamben!
j se na poute existisse lambem urna barreira, o os ha, ese deseo lado oxistem progresistas, tain-
. andante teria de pagar a laxa e;n distancias mu- bem no lado opposto o inesmo acontece : creio, se-
:o pequeas, o pedagu. das pontos nao geral- nhoros, que assim pelos menos o tai, e nao vejo
qur o projecto que acaba de ser oiTerecido
deraeio da casa fosse impugnado, suppunha en-
tre auto que cssa impngnacao nao livesse lugar
MM iiiomenlo em que toiaos de discutir a conve-
niencia do seu objecto.
O Sh. J. uo Beuo Barbo:V.' a ocoasiao mais
prc pna.
O Su. Ib aroce : Assio pense. Si. pres.....nle,
poique eslava persuadido que as raidos que domi-
naren em meu espirito pan confeccionar um iiro-
jecio dcsta ordem, deviain ser contiendas por lo-
dos os honrados deputados, por quanto sao razos
dictadas pela le, o pela -.ciencia.
Sr. pruadenle, tratase de regular o pedagio o.
a taxa das bauviias, Irata-se poi tanto d regulai
um iuqiosto. e M vulude da coiistiluioao do im-
IH'iio, em vil lude mesmo de todas as leis funda-
meuiaes de que teuho conbocimento, o mposio ge
deve ser volado |wk> poder legislativo cain relacao
as necessidsea publicas.
Sr. pri idei le, se em geral o que acabo de ex-
pender a verdade para toda e qualquer especie
de imposicao, com mais lurtes motivos devem pre-
valecer as winlias razos quando se traa do peda-
gm das estradas. O pedazo das estradas o. um im-
posto que dew variar segundo as necessulades a
qu.s cite destinado, isto segundo a- necessida-
des da eoseervaeo e rtqiaros das pontes e esira-
** i
Entrnos, Sr. presidente, o pedagio o rreado
por lei, verdade, e era do outra forma poilia el-
le ser auto-risada, mas os nieus honrados collega*
devem coiupreheuder que, para que o imposto seja
regularmente volada pelo iwdei competente, n*
basta que em geral soja elle auton-ado. 6 neoes-a
rio qoe o sen fmisjam ceja tambem determinado.
So caso que se aprsenla, senhores, eu confeccio-
mi um projecto, cujo primeiro artigo dfepde que a
tarifa da laxa das ballenas deva ser decretada an-
ntialmeute na lei do oreamento. E verdade que
a le ite orcainento consigna todos osannos em sua
paila de reeeila o pedagio sobre as estradas como
aaende parto integrante da ronda provincial; mas.
faiendo applirae.io dos principios que eimunciei
no comeeo (testas ronsideraedes, eu dire que nao
basta que cssa lei faca menso do un|H)slo indis-
pensawl que determine o seu quantum, t Jinw,
por tanh>, podemos os deixar ao arbitrio do poder
xeruvo o eslabe'.ecimento desse quantum do pe-
dagio ?
Actualmente, eu convenbo, esse quantum dodc-
d:.gio ito deve ser excessivo...
O Sa. Costa Kibeiho:Mas o projecto nao trata
do quimtiim.
dos dous candidatos que, sem
eleitos.
L'ii Sn. De'ltado : E' preciso advertir que
suspeila nunca foi prova.
O Sr. Joao Teixkiha : Nao suspeita, n5o
presumpeao, e prova evidente, o -e nao, attemla-se
a que o Sr. Octaviano, lendo 1.13 vetos pelos outros
eollegios, s obteve 13 em oianna.
razia para que aquellos a quera me retiro tenliam Um Sn. Dbtotado : Quid tndt f
mudado de crncas de um momento para outro : O Su. Joao Teixeira: Por si: esta circums-
nopaiz pelo menos, se nao tem dado faelos que au- tancia nao vale, fraca, nada prov; mas, unida
torisem lio rpidas mudancas ella a nutra-, torna-se evidente a friude havida no
Um Su. Diputado :Progressisi liberal e libe- collcgio de Goianna.
ral progrosaiela bojea mesma cousa. O Sn. Ida* Tkixeika: Ja veem, portanto, os se nao proye.
Sn. Joao Teixeiiia : Nao sai estas circums-
soladas que provam a fr mde; o coii-
[neiite admittido, temsido mesmo abandonado, c
adoptado tao somonte para o caso em que um par-
neniar, um empreiteiio se aprsenla pedindo pre-
vllegio para construir nina ponte a suas expensas,
deudo por isto perceber o pedagio como juros do
apila! empregado e respectiva ainorlisaco.
I'oi |ior ust motivo, Sr. presidente que eu sup-
prinii no projecto a barreira das pontes ; entretan-1 nobres deputados que nao o o espirito de partido. <)
to, este artigo esta as condiccoes dos outros, pode que nao sao seus odios que nos movein na presen- Uncas teoiad
ser emendado em i' discusao. I,e questio : senhores, alguma cousa de mais jnelo deltas.
cao ^presentada ainda polo | unporlanU', que pugnamos jara que a verdade O Sr. Auai
com relacao arrecadacao do systema repreieataiivo soja una realidade en- da; nao 6 assim que se prova a nullid;
.;-, ir n9 (apoiadas), c que pugnamos para que as cleieao.
acbo em completa opposi- rleieo.s nao sejam o resultado das fraudes naseidas O Sn. Joao Teixbiba : Vale (o n
re depulado. da vontade de dous ou tres individuos que por ven- cesaos ha alfeetos ao tribunal do jury,
Urna outra consideracao apresenteda ainda pelo | imprtame, i|ue pugnamos pao que a verdade
meu Ilustre collega foi __
da taxa pur adininislraci
Sr. presidente, eu me
cao neste poni ao nobre oe|
Houve um lempo, senhores, em que cu eslava tura no persuadido e assim me havian ensiuado alguns
preceilos da minha arlo, que a consiruceao de
obras, a cobranza de im|iOStOS, e em geral a salis-
0 Sn. Auai jo Barros : Isso i ao vale de na-
cnllidade de una
_ por
a sementante respeilo, fiiram dissipadas |ela ex-
perieneia. Confesso francamente, nunca vi nada
mais irregular na minha vida, nunca vi eommel-
terom-.-e abusos niaiores do que aquelles que se
veem nos negocios de aiieinatacao da nossa pro-
vincia. Se lanearmos os ollws para o que diz res-
peilo a obras publicas, licames liorrorisado, se exa-
imnarmos a arreuiaiaeao de imposto^ pasmamos
ao vennos o que nella"se da. Vos cito um facto
que lodos vos lalvez conhecaes, e que me foi reve-
lado ha pouco, que confirma bem as minhas ap-
proliensdes.
Houve um dizimo arrematado por quatro contos
de r.-is em que o arrematantelurrou quarenta con-
.Nesla casa existem, sem duvida, alguus se
milito. Pro-
em que in-
cin cada urna de Roseas dividuos tem sido pronunciados pe> nobre deputa-
freguezias (apoidos); mas sim a genuina exprs- do com pmvas muito menos robustas, com indicios
sao da vontade nacional. (Apoidos.) milito menos vehementes.
Dito isto, senhores, enlro naaprociaco dos ar- Sn. Aiiaijo Barros: Porqie a lei diz QM
facao de muitas necessld'ades publicas^ deviam ser i gilientos qoe ajui f.iram apresentados em favor basta o indicio para a pronuncia; lio 6 nina pun-
idlas por arreniataiao : as ininlws illusoes, |HJim, da eleicao do collegio de Goianna. lenca delinitiva, apenas urna prewnpeao eSttbe-
Senhores, aquelles que sustentara a eleicao de lecida contra o individuo que vai efender-se pe-
Goianna fazem-ine recordar daqueile vellio, de rente o tribunal do jury.
queni falla La Pontaine, o qual. estando a morrer, | Sn. Joao Teixeiiia : Sei disto ; rena estas
i 'iivoeou seos libios emandou-os queqii'hrasseiii piesumpces, rena estes ndicos, e aguarde
ura !Vixo de varas, resaltdnoste que nao poderam aquelles de que anda tenho de oceupar-me, e
ellts conseguir anexar de sua robustez, porque de vera que ha prova robusta contra a eleicao do
urna s vez queran) quebrar t >do o feixe ; no en-' Goiauna.
iretanto que o velho, nao obstante suas poucas for- Sr. presidente, o argumeuto Asnillos dos no-
cas. eonseguio tal flu, quebrando nina a urna todas bres deputados contra as prov; s apresentada-
as varas : justamente o que fazem os nobres de- para mostrar a nullidade do collei;io de Goianna.
putados. que a acia um instrumento puolico e o instru-
Baldosde razio.os nobres deputados analysamos ment publico s pode ser destrullo por outro de
nossos argumentos um |ior um, e dizem, este nio igual nalureza.
tem valor, aquello tambem nao o tem, e por este | Senhores, nao ha duvida que a acia um ins-
modo chegam a conclusao de que nao ha provas truniento publico, concordo niss); mas todo o
contra a validade da eleicao de Goianna ; mas se instrumento publico merece cssa l que os nobres
os nobres deputados reunissein todos etses arrn-i deputados querem dar a acta de ( oiaiina, que se
meutos e formassem delles un s complexo. MM- aeha sobre a mesa?
tos
Su. Buabquk : A lei do ornamente que tem ^nbores que sabein dosie facto, que realmente as-
de determinar o quantum da taxa. [ sombra.
O projecto com este artigo leve nicamente por Um Sr. Deputado :Ilei de tratar delle.
fun regular una materia que nao se achare devi- O Sn. Buawii e : Eulielanto. Sr. presidente, me
dieioulo reaulada pelo poder competente, por esta responderao os nobres deputados que com abusos | proJuznias contra a eteiclo de Goianna, por corto
assemWea. nao so argumenta, e isto verdade. | que liaviam de reconhecer que contra c
Mas, senhores, eu disse que o imposto do peda
liluissem ou s todo de tolas eircimisiaucias a|ui
gio era eetabelecido em toda a parle tom applica-
.i'i aos reparos e conservacao das estradas, e vo-
.do na porporrao das necessidades do seuielban-
tes tralwlnos: c este o principio que regula toda
a legislarlo sobre a materia de que lenbo conheci-
ment. ...
Entretanto, eu entendo qoe este principio pelo
e-iado em que nos acharemos, pelo definhamento
da nossa agricultura, nao pode ser appjieado no
seu lodo, isto o gimnliim do pedagio nao : pode
ser eslabelecido ja iu mesma escala das uecessida-
s a que elle destinado.
O nobre depulado combaten o projecto sob o
fundau-ento de que era um im|iosto oneroso. Em
primeiro logar o projecto apenas teve em visla re-
gular a manira, de maneira que o imposte fosse
votado annualmente, e alin disso miaba opiniao
como .caboi de diier, que o m|ioslo seja eslabe-
iocido por forma tal, que nao va onerar a nossa
agricultura.
O ucJiru depnudo que impugnou o projecto en-
tende que nao ha necessidade de csUbelecer em
todas as lois de orcaioenlo o quantum da laxadas
fearreirae, por isso que esta assembla pode em
ualijuer tenipo, quando Ihe parecor, alterar esse
(|u;mtuin
O Sn. Costa Hibeiro : Nao lia um regulainen-
to sobra a materia 1
O Sr. Boanuue :Ha.
> Sn. obpctado :Pois este regulamenk
(ji approvado pela casa J
(, Sn. Bcuioie: Ha um regutamento sobre
direito
' fra de duvida que n meio de arrematadlo Ha prova e prova robusta, prova que em
em alguns casos o que mais facilita, quer a cons- reconbecida como a mais poderosa, por isso que e
truecan de obras, quer a coliranca de mpostos.
Mi-, se de ambos os lados se dio os abusos, se
quer pelo systema de arreinataeao, se quer polo
de adir.inistracao notamos os inconvenientes que
todos conhecem, porque u K) bavenios do autorisar
um e outro systenia, ja que nio temos melhor re-
medio 1 Porque nao haremos deixar ao arbitrio
de administrador eseolher este ou aquello.ysiema,
rogando a conveniencia publica o exigir? Creio
que o molhor para esto artigo como para todos os outros, estou
ilisp isto a aceitar as emendas razoaveis i|ue lhe
forem oflerecidas.
O Sr. Sabino Olegario : Nao sei se convir
darmos arbitrio ao governo neste caso, porque se
o s\-lema do admimsiraeao est desacreditado, o
de arreuiala<'io peior.
OSn. Bi'.vhqme :-Pois entao confiemos no ho-
rnera quo dirigir os negocios da provincia, que,
sendo dotado de inteligencia e patriotismo nos
pode livrarda difDculdade.
USr. Sabino Oi.et.auio :Confio muito no po-
der executivo, mais confio mais no legislativo.
o Sn. Huaruuk : Mas se o nobre deputado aca-
ba de confessar que nao sabe qual o alvitre que
devainos tomar para remediar o mal, oque fazer .'
; Eu aceito todo e qualquer alvitre que pareca pro-
ferivel ao que indiquei.
Sr. |iresident.', sei que tenho abusado rauilo da
boodade da casa (uao a|K)iados| eu, o menos com-
petente para oecupar a sua aitneao (naoa|)oiados)
materia mareando a tarifa do pedagio ; mas, des- conheco os fracos recursos ile que disponno, o. por
de qoe o pedagio um imposto, elle deve ser ve-1 tanto, nio poderia sustentar, melhor do que o llz.
lado annualmente segundo os preceilos conslilu i o projeelo que live a honra de submetter sua
eioiiaes.
Pan quo a minha voz seja aulorisada, eu pe?-
atoe iea a casa |>ara lor alguma BOOM Cste res-
lieita, acerca d que dizem todos os escripiores de
direito adimuislralivo.
(\jl :
A tarifa dos direitos do barreira deve ser de-
tana annualmonie pela legislatura, porque ella
determina o quantum do imposto, a esse quantum
una parte iulegrante do propria imposto. >
E um do- escripiores d.^ direito admiu.strativn,
Je nais vulto que ha na Europa, o Sr. Tioh-
niaiis que assim se expresen, e estas considera-
5es sao ainda cuniiimadas pelo art. 10 da com*
liluirio belga. Ja vedes, por lano, i|iie trago urna
opiniaj inuilo aulorisada em apoto do que sustei -
to, >to .pie o imposto de barreiras devi ser ei.-
elsiramenle votado |>or esta casa e volado era
cadn auno.
PuMarei a segunda consideracao apreseutada
pelo nobre depulado.
Bisse o nobre deputado que o pedagio na di ;-
Uf.cia do tres em tres mil bracas era por dema s
[tesadas.
Sobre osla consideragao eu tenho apenas a d;r
urna iiuiea respeta, e vem a ser que, desde UW
asa roronhece a inconveniencia de se regular a
materia por lei, qne o que eu pretendo eom o
projecto; quando l'r a oreasiao opportuna n; o
touiio iluvida em aceitar qu.dquer emenda em or-
de.m a alterar asdislancias das barreiras, para que
sejam de quatro, cinco ou seis mil brabas em 11-
gar do tre-, devi: que se iiiosUa a couveniene a
diss.1.
Ooterminei no projecto urna medida flxae invar-
vel, pela qual a taxa fosse cobrada, o darei a raziio
disto, porque lalvez a casa nao esteja bem infor-
mada do estado em que se aclia este mporlantis-
simoraiuo do sv^rvieo publico.
Em virtude do regulamento de que ha pouco >e
allou, as barreiras devem ser estabelecidas en
distancias successivas de duas leguas ou seis u il
Inaeas. Mas, senhores, sabis como est islo
regulado 1 Eu vo-lo digo. Temos barreiras na
distancia de mil c qnatrocenlas brecas, outras de
cinco, de seis, de oilo, de dez, de quinze e de de-
sesseie mil bracas I)izei-me. aehaes esta materia
regulada? Emendo que nao.
Bu estra.la de Sanio Antao, 60 nao eslou mnl in-
fiiru .ido, existe uina barreira no Giqui, ouira tm
Jaboalao, eouira em Santo Antao I
ron-ideracao. Espero, pois, qne a casa attenden-
do lio aonente eonvenienea de regular a raaio-
ria de que nos oceupamos,aceite o projecto em pri-
nieira disciissao, e,quando se tratar da segunda
ofTereoa cada um dos Srs. deputados as emendas
qne Ihes parecerem acertadas ; nao faco aetrea
deltas a menor omosifao, aceito-as com toda a &f-
feeluosidade, desojando inesmo que se apresentem
aquellas que tenderen! a esclarecer a materia.
acreditando a casa qne o meu nico empeuno foi
regular este ramo de servieo publico.
I'.'iilio concluido.
Sncerrada a disciissao e posto a votos o prtljer-
lo approrado.
Entra em sugunda disciissao e approvado sem
debate o projecto n. 2 deste anno, que marca o
subsidio oajuda de costo dos deputados provin-
eiws na prxima futura legislatura;
i." e nica discussao das postares da cmara
municipal da villa de N. S. do O' de Ipojuea.
Vai a mesa e apoia-se o seguirte requernenlo:
t Heqoeiro quo as uoetores em dteeossae vol-
tem commissao respeciiva para que as reconsi
dere. Aquinti Fomeca. >
(Continuar tt km.)
Discurso proferido pelo Sr. depulado JooTeixei-
ra, na sesso de "2 do corren le.
O Sn. Jo.lo Teixeiha : Sr. presidente, tenho ne-
cessidade de explicar o procediui-nto que bei tido
esta discussao, e expor as razoes do voto que te-
nho de dar sobre o assumplo : sinto faz-lo, porque
0 ni'-u vol i contra a eleicao do collcgio deOoian-
na ; sinto faz-ln, |ioi>|ue eom o meu voloconeorro
para que nao lenliain assento neata rasa borneas
mu ivspeitaveis e a quera trbulo syrapalhias.
_ Porin, senhores, cima deatat considerafes es-
llo as do nteresso publico, e sao estas ultimas qift?
me inoverain alomar a palavra nestaoccasiao :
sao ellas o ellas somonte qoe convenceram-un-da
necessidade do votar contra a eleicfu do collcgio
de Goianna.
Senhores, lem>se procurado inlerprelar |>or d-
rerso modosa op|K)sicao taita ao c.ollegiodeGoian-
na ; mas, pergiuito eu, (eremos nos alease al-
gum em que Goianna nao teuba aqu seus legitimos
representantes ?
Por certo que nao.
Goianna una comarca quo inspira muilassym-
a prova chamada prova circuinstaucial.
(Trocam-se apartes).
OSn. Joao Tuxkiba :Entrado que nao estou
aqu cmitlindo doutrina que nao tenha sido profes-
sado por inuitos criminalistas de nota.
Senhores, a primeira consideracao nesla casa
apresentada contra a eleicao de Goianna a que
resulla da demora da publicacao do resultado desse taes como
collegio ; esta circumslancia, dizem os nohr.sde- soas.
potados, nao val cousa alguma ; e isto urna ver-
dade. eu o reconheco ; porein, senhores, se reunir-
mos esla circam-iaiicia a outras muias, por eer-
to que ella valora alguma eousa.
Sabem os nobres deputados que nesta cidade sein-
pre pleiteamos as eleieoos de vereadores; trabalha-
O Su. Abaujo Barbos : At ser destruido.
O Sn. Joao Tkixeiiw : Eu la vou.
I'm eseripor alleraao, senhores tratando do as
sumpto, diz o seguinlc:
Para merecer f plena, o in-i uinento deve sa-
tisfazer una coudlco essencial, ;sia condi^ao a
siueeridade, isto sua reprodiiwjao no estado
exacto e fiel em que sabio das m ios do seu autor.
< Pelo quo espela ao instrumento publico, a
sinoeridade resulla, sem que ha. a necessidade de
mais inquerilo, de que o mesu o instrumento se
aeha revestido do todas as forra ilidades exigidas.
o sello o assignatura.; de eertas pes-
rainos.esforgavamos-nos eesforcavainos-nos muito,
e quando erara conhecidos os resultados das eleices
di^ todas as freginv.ias.eonsidera vamos ganhas as mes-
ma eleiedes; porem nunca islo se verilicou. S. Lou-
r-nco da Malta deinorava por muito lempoa publica-
cao do resultado de suas eleiedes, e s depois de co-
ubeeidas as eleices de todo municipio, em um
bello da, depois de grande demora, de|Kis de eo-
0 nosso Pereira e Soma diz :
O instrumento para merecer f necessario
que se aprsente solemne. Assi n, |r exemplo,
sena intil apresentar ura instr mento, ao qual
lajtuse o numero logilimo das teslerauuhas, ou a
subscrpcao das parles outorgant:s.>
Pergunto eu, senhores, a acta que nos foi agu
apresentada est revestida dessas formalidades?
O Sn. Auaujo Barros :Est,: im, seulior.
Um Sr. Deputado :So nao esl, a lei dis-
pensa.
O Sr. Joao Tkixeiba :NaoMispensa tal.
Os nobres deputados tizeram aqu grandes es-
carceos argumentando com a lei; eu vou ler a lei
\ao ao uivvvw^ \*** \j ui\.*\'.-\\j i diamua.-----.'im ovi i < **kw o'h"
nio houvora elei- da por lodos os eleitores, mas o argumento, que o
na triste e misera- nobre deputado agora procura l'ahi deduzir. nao
nhecidas inesmo as eleiedes da corte, que S. Lou- e mostrar que ella nao dispeusa essas foruiali-
renco dgnava-se publicar o resultado desuas elei- dades.
oS s. c entao viamos que todos os nossos candida- L"i Su. Deputado : Ha alguma acta assignada
tos lia va; u sido supplautados. i per todos os eleitores ?
Argamos, senhores, de millas as oleieos de O Su. Joao Teixeiha:Nao sei :e ha acta assigna
S. Louren^o ; dinamos quo all
Cfies e apenas se representara urna
vel farsa|; porem miincadissemos que a demora so- deve produzir elfeito algum, poique concordo em
mente da publicacio do resultado das eleices d'a- que .-e essas actas forera argid.w de falsas, a cr-
quella fregueza "era a prova de sua nullidade. cumstanciadu nao estarein assig adas por lodos os
nao, senhores. ora que aquella cirruiustaneia com- eleitores deve influir para sua nullidade.
binava com muitas outras quo aulorisavam-itos a (lia um aparte.)
pensar por semellianie modo. i O Su. Joao Teixeira :Attenda para minha ar-
J.i veem pois os nobres deputados que tal cir- rumnetiojn. e depois ver se tenho ou nao rezan
cum-lancia por si s nada vale ; |iorem, combina- Se contra a eleicao constante da acta, que nao osla
da ella eom militas oulras. pode irazer como con- assignada por todos os eleitores, se erguera nulli-
sequencia a uullidade do cullegio de Goianna, e,
compre aqu dizer, senhores: S. Lnureneo fazia
nove vereadores. Goianna pode fizer '.' deputados;
pofs bem, nao seja Goianna o S. Lourenco do i"
distrieto (Apoidos.)
A segunda rircumstncia argida contra a elei-
cao de Goianna resida, Srs., da leilura da propria prime :
dades, e existen outras presun podes de fraud
entao, digo eu, tal circumsiancii nao sem valor,
o faz que a acta nao tenha a fi.e instrumento pu-
blico, como pretenden os nobres deputados.
O art ti das insirucedes para execuc-lo do de-
creto de 18 de agosto de i60, assim se ex-
acta. Quera ler essa acia para logo roconbecer
que os negocios (di Goianna nao corivraui regalar-
mente, p irque nao vero.-iinil quo em um colle-
gio de loi eleitores, em que couipareceram lol,
leuiiissem 6 candidatos a unanunidade de votos;
seiiiellianle circumslancia parece revelar que nao
houve ali tal regularidade.
Se diz : Goianna lem um partido arregimenta-
do, os eleitores estavao unidos e [ior isso se eonse-
guio esse resultado.
Mas, senhores, em urna comarca liberal como
Becolhidas, contadas c apuridasas cdulas se
lavrar a acta que ser assigna la, na couformida-
de do art. 78 da lei n. 387 de 19 de agosto do 1816,
e e o seguida irancripta no livro de notas do ta-
bellio dt villa ou eida.le. chamado para este flu
pela mesa do collegio, e designa la pela mesma me-
sa e eleitores que o quizcrein.
J se v, senhores, pelo que I en dito, que o que
a lei faculta aos elei lores a assiznar ou deixar de
assignar a copia da acia paasiida para o livro do
labelliao ; mas, quanio a propri i acta, a lei nao rt
Vos todos onnheceis a distancia que ha entre patbias, inrinente a nos que professamos prinei
estes divei.-os pontos, e consoguiniemenle a desi- pios liberaes ; Goianna lera sido o herco de rauitos
gmdilaite que e d na rerepeao desse imposto, o honrens que por suas luzes e feitos heroicos bao
gatee
quo lleve merecer inuila consideracao da casa.
O imposto do pe avio c em lodos os paize o
jmpo-to mais fcil de suppor-se, al um im-
posto solicitado, porque o aquello -cuja applica-
^io se v immediatumenle. Nao ha quera duvide
pagnr o impualode barreira para ler urna boa es-
trada ; nao lia quera se exhiina desse imposto d'S-
de ^ue v queelle applicado aos ivparns e con-
serviifo de oatradas, e aberturas d.: novas. Nao
estamos, como j disse, era rircumsianoias de fa-
zer ma.estricta applwaeao dos principio* <|ue re-
gulam esse imposto, porque alltendondu o e,si; do
Ilustrado a provincia de Pernainbuco. (Apoidos,
muito bem.)
Sera essa opiKisicao movida pelo espirito de par-
tido?
Tambem nao. senhores.
Constituido em Pcrnambiico o partido da liga ou
progresMSta, verdade que, um pouco depois, sur-
giBMB de seu seio desgostos, uleressos [e ideas op-
pustas, qae trouxerain como coasequencia a divi-
san di.'sse grande partido em duas fraredes que lu-
taram urna contra a outra ; ma- essa divergencia,
mas essa lula nao chegou ao |ionto de ler qualquer
do [ de exigir do pobre agnicullor o pagaiueuio desse seus adversarais. (Apoidos.
imposto Ha disiaiieia de duas ou de tres e*n t.e
rail bracas de forma a e!iegar para os reliaros e
coose vaco das estradas, cuas ao menos d*vei ios
dar principa a estabelecer .-se systema,e sl re-
tudo a eslabajecar as barreiras cin igualdade de
distancia, alim de que o imposto nao pose n:ais
sel re unt do tuu> sobre outros.
O Su. Soaiiks BaajwIo : -A' isso nao me op-
fbe.
4 Su. Bearuiik Se oincordatn em que a ina-
tento deve ser regulada, por le, em que se d jve
lira*' ao jKKler execotivo o arbitrio, entralo que
nao devenios regeitar o projecto em primeira t.i
Desereveudo urna situaeo anloga nossa, dfe
ura grande eserlptor o segointe :
< Era naen do sofTriraeulo era que todos tem
coa parte de ddr, as almas impacientes abracara
rom avidez a priineira doutrina rae Ibes ooreoe
ura vislumbre de esperanca, e pi'idem se muitas
vezes era thoorias falsas ou incompletas, que nao
gao nenie urna mudanza no mal ou ura remedio
iusuflteieute.A
D'alii una miillidaode maiorias errantes por
toda a tarte repellidas pelas maiorias, que, era sua
impassiiMlid- mageslosa, oppdem seu instincto iu-
faliiveJ aos erros das escolas, elriumpliain pelo sen-
cussio, pudendo na segunda cada ura apresentar lmenlo don vaos e.-orcos da seiencia. Assim, era
a/juellas ideas quo julnar mais couveniantes era no-sa |oe& de Iransjcao dolorosa, era (|ue cada
OMBffl a trnalo perfeito. un de nos se debate contra as desesperadas dou-
Sr. presidente, couiprindo-ine responder a todos trinas do pasando, e aspira a una f nova era que
es pipieos do beilo discurso do iik-u nol re csilsga possa repousar, temos visto espirites os mais intel-
Goianna, c possivel i|ue >e il essa arregimenlaeae semelhante faculdade, pelo cintrario irapoe ao
de modo a produzir o resultado que produzio ? eleiior a obrigacao de assigna.-! i, sob pena de ser
l m Sh. Der-UTAOO :Sao escravos da idea.
O Sr. Joao Teixbira :Nao, senhores. Eu ad-
miti que na eleicao de senadores houvesse iinam-
midade, admiti que na eleicao de deputados ge-
raes ainda houvesse nnanimidade ; mas na) posso
multado.
O Sil Arujo Bauros :A le estatuto no art. 78
que a acia seja assignada pelo collegio eleitoral,
mas tambera as disposicoes g ^raes da mesma lei
! U^StiXSiZS-- :'!Jo a6Je,,ao
houvesse essa mesma unanimidad.. I'm semelhan-
te facto poda dar se na eleicao de senadores por
que, como j disse, o partido estava dividido em
duas fraredes; no collegio de Goianda liaba trium-
phado a Iraceo progressista, o directorio desse par-
tido recomm-n.lava tres e somonte tres candidatos;
nada raais natural do que em urna freguezia, onde
liuha iriumpbado completamente o partido progres-
si-ta, obtivessem votacao unnime tao soraente os
tres nomos recoinmendados pelo directorio do par-
tido : pela otoicio de deputados geraes tambera o
mesmo aeonleeeu, ainda comprehondo a unani-
de mulla e nao de nullidade.
O Sn. Joao Tkixkiiia :O nolire deputado mga-
nou-se coinpletainente.Eu BO digo (|ue s por
este fado a aleico seja nulla, o que digo que a
acta nao pode ser considerad; como um instru-
mento publico queso possa ser te'truido por outro
instrumento publico, desde que nao est revestid.!
de una formalidade exigida pe i lei.
O Sr. Araujo Barcos :Tanto nao essencial,
que a lei uo iiiipde a pena de nullidade, mas a ib-
inulta.
O Su. Joao Teixkira :Pois lm, fique o nobre
modo de pensar que eu licaiei
raidade na votado, mas na eleicao de deputados j", H ^ n ,,
provineiaes era que se apresenlavam IScandidatos, "',,'.' ,.,,,.
recoinmendados todos pelo directorio do partido, e '',.. i
quandoesses candidatos linliam soas svmpathias,! "? u. '.Jv' .-.
suas retacos em Goianoa nao era possivel dar-$e ,,u "* *"* :T-V"; 'juest.ononiais sobie
o inesinu re-ullado ,sl0' P*D8e la u "oL,'cdcPutHIJ ,om" uizer, que
o nwsino i lm iiaua eu ^^ c4 do ^ ||10(l uaht ien\K,ri.f
.V'iihores, deuse com cffeito esse unanunidade, ^j #& documento, que aqu :e aprsenla, tal que
e, I
lergnnto eu, o partido estava lio arregmentado possa destruir as consideracde apresenudas con
**" Ira a eleicao de Goianna? Vejamos anda oque
era Goianna, como se
Se assim fosse, apparecera o Sr. Palma proles- !dil Mitterinayor, que o escriptor allemio a que
apparece- aciina me refer
e roniiio, ilevn anda refeiir-me ao que elle disse
em relacao ao pedagio das pontea.
O nobre depulado obsecres que o pedagio das
pontes devia iMmnaaerer por quanto era os punios
mais facis paia a |*ree|igao de imposto, atienden-
do a que diflicilmentei* viandantes poderiain atra-
vesear os nos aonde bhm pontes e estradas jsli-
vessera estabobeidos, a acrescentou mais, que es-
tava informado que no lempo d vero os viamlan-
igeutes precipilarran-se para sellas novas, inierro-
garera toda e qualquer doutrina e procurarem em
todas as formulas um allivio suas anxiedades.
Minios perdem-se para seinpre. outros vollain de
suas nobres illusoes para reromecarem sua vida
do laborio.-as luvestigacdes e de amargas deeep-
CeS.i>
Senhores, urna siluacao inual a quo fica descrip-
ta, urna siuaco, cuja razio de ser sio as causas
es illudam a vigilancia dos guardas atravesando cima apuntadas, por certo que nao pode i,r como
01 ros a vo, mais que isso deWa er preveuido cousequenca a existencia de odios e rancores
fando contra o resultado da eleicao
riaui KkIos BHM eleilores clamando contra .-eme-
methaule resultado ? Nio niostra isso que em
Goianna nle estaram os eleitores arregimentado-,
como se diz?
O Su. Cc.niia Tkixeira : A eleicao de sena-
dores o niostra : nao houve la quem livesse 130 vo-
tos,' iiem 140.
O Su. Joao Tkixkiiia : Dizem os nobres de-
putados : essas cartas, esses documentos nao me-
recen! valor algum, porque sao fornecinos pelos
vencidos.
Se lia vencidos, senhores, houve balalha, se bou-
ve bataiha o partido nao eslava tao unido, nao es-
tava tio ,n regimentado, como os nobres deputados
querem fa/.er erar.
I'm Sr. Dei'utaoo : Isso sophisma.
O Su. I'.imiv Tkixkiiia : E' argumente a que
se nao resisto.
O Sr. Joao Teixeiha : Se todos os eleitores
tinliain concordado na chapa, se liavia accordo, se
novo candidatos tinham sido geralmente aciviles,
eu nao posso concordar que o eloitor que v seis
dos seus candidatos tendo volacao unnime, possa
Qear zangado porque os ostral tres nio tiverem
ura Irioinpho tac completo ; nao possivel que os
eleiiiies, s |iorque uao sahirara eleilos tres dos
Seal eandidaios, i.-ndo sabido seis, veiihain i-erante
a imprens i raanifeslar-se cora tanto azedume con-
tra seuschefes.
Un Sh. Dentado : .Na lista do Sr. Palma tem
sete candidatos qne sahiram eleitos.
(Trocam-se outros apartes)
O Sr. JoAo Teixeira : Ainda mais, senhores,
recorrendo-se acta, nota-se una outra eirouuis-
tancia. e que jutamonlo alguns dos candidatos
que reunirn] toda a votacao de Goianna, sera essa
votacao nao seriara deputados.
O Sr. Solt Lima : Protesto contra isso.
Lm Sr. Dei'itaoo: Tiveram lodos votacao su-
perior.
O Sn. Joao Teixeira : Tenho tomado parle
em umitas eleieoes, tenho visto muita fraude e
baudalheira, e os que fazem essas fraudes e han-
Quando em um instrumento qualquer procu-
ra-se a prova de certas indicar5es que elle encer-
r, importa antes de tudo considerar em que esta-
do elle exhibido. Em prirai iro lugar deve elle
ser produzdo em original; un a simples copia nao
permiti julgar de seu verdade iro eslado; poder-se-
liia mu bem inlroduzir nell; faltas que seriara
prejudiriaes ao acensado; alcuidissoeomo chamar
o autor do instrumento originil a dar explieacdes
sobre a siueeridade da copia que nio escripia
por sua mao? Seria, pois, um erro julgar applica-
vel aqui a regra de direitoeivi que celloca no nu-
mero dos originaos as copias utenticas; pois que,
em materia criminal, a verd ide material absolu-
ta que necessario attingir : convm remontar s
fonles e ir mais longo do que a copia. A nao ser
assim, o juiz, em vez ebegar i cerie/a, devia con
leutar-so cora a presurapyao Je que o offieial pu-
blico HOCarregado de concertar o instruin-nto cum-
prira sua missao cura todo o c'iidado exigido. Sa-
be-se que as copias sao de oidinano escripias ao
correr da pena, e que se nao prev a importancia
do papel que ellas serio chamadas a represen-
tar mais tarde. Nesse momento pdese pasear
mni ligoiramente sobre faltas que se encon-
trara : acontece algunias retes tambem que o cri-
me reside no proprio original: eniflm, a copia au-
IbesUca nio reprsenla o eslado material da mi-
nuta. >
Convcm pois ter como certo que iguaes co-
i pias na i eoiistituem, quando muito, senao urna
i probabilidade, c que sommie otituloorigiual
d a certeza. >
Um Sn. Deputado : Cop a aulhentica concer-
tada na forma da lei.
O Sn. Joao Tkixkiiia : Copia authentiea nio
original ; e a prova, para s?r tal que nao d lu-
gar a conteslagao, neessam que seja produzida
pelo original.
Se, pois, a eleicao de Goianna nao fosse argida
de falsidade, eu dira :venha o traslado e evami-
nemo-Io ; mas, desde que se arge de nullidade,
desde que se diz que houve una fa'sifieagao, cla-
ro que a copia da acta nao nos deve servir.
O Sh. Abacio Barros : Veja que o escriptor
diz simples copia.
O Sb. Joao TEixsmA : O escriptor falla de co-
pia tirada pelo eserivao ; preste attenio e ver
que tenho razio.
(Leudo).
< E' necessario remontar s fontes e ir mais
longe do que copia : de outra sorte, o juiz, em
lugar de chegar certeza, devora contentar-se
com a presumpeao de que o offieial publico, en-
carregado do concertar o titulo, curapnra sua
missao com todo o cuidado exigido.
Ja v que o autor falla de copias au'hc nticas.
O Sn. N'abor : O nobre deputado esl crean-
do nstellos.
O Sr. Asuro Barros : Alera desse eseriplo
que est leudo dizer copia, que nao escripia pela
propria mao do funecionario publico, d bem a en-
tender que ;i copia que se refere nao feila por
peSSn autoris;id,i.
O Sn. Joao Tkixkiiu : Nao supponla o nobre
deputado que licarei desconcertado co;n esse seu
aparte, O escriptor est fallando de um documen-
to que, achando-se em copia, argido de falso
no original, por conseguinte o nobre d qiutado j
v que o seu aparte nao tem applicac/io mate-
ria.
O Sr; Araljo Barros : Esse argumento est
respondido com a lei, que manda remeter para a
cmara a copia conferida.
O Sr. Joao Tkixkiiia : Se, pois, senhores, s
0 documente original podo ter essa f de instru-
mento publico, para o caso vertflte, como fazerem
os nobres esputados lauta celeuina com aquello
documento que, para mira, nao pasta de ura mero
papel sajo)?
Para que se oapsern os nobres deputidos a que
venha a esla casa o livro das satas ? Venha esse
limo, mostrem que esl conforme, e depois di-
gain : calai-vos, cora a lei. com os documen-1
tes que argumentamos.
U Sr. Araijo Barros : Se dissessera queque-1
riain os livros das adas, eu traba requerido essa j
diligencia para adiantar os trabalbos ; e se o nao
ped, porque rae parece que ludo tote nao pana
de urna protelaco.
O Sn. Joao "Tkixeiua : Senhores, quando a
eleifio do Goianna argida de nulla. euando tan-
las coincidencias se do contra ellas, quando eu
mostr que a acta que est sobre a mesa nao tem
valor nenhum, pergunto o que vale essa acta ? I
Ahi apenas vejo as assigualiiras do liomens respei-
taveis, de homous que me inererem :odo o con-;
i-eito: mas as asignaturas desses homens sao por |
si sos suffirientes para que tendamos ;. eleicao de
Goianna como valida ? Corte que nio.
O Sn. Nabos : As cartas que o sao.
O Su. Ju.vo Tetxkiiia : Perdao; na o se aduja.
O nobre deputado nao ouvio ainda o resto da
minha anrainontacao ; para que rae r jcebe, pois,
na ponta da baioneta ?
O Su. Solt Lima : Qual ; nos somos apenas
aspirantes a cavalleiros___
O Sn. Joao Teixeiiia : Ainda la una outra
circumslancia contra a acta de Goiauna, a respeilo
da qual se fez pouco caso, e vem a ser o numeru
de votos dados ao padre hitas, consideracao que
por si s vale alguma cousa, mas que j tnta umi
outra vale anda muito mais.
A volacao dada ao Sr. padre farias i apenas de
oilo votos.
Senhores, como muito bem se disse aqui, a acta
s se escreve depois de conhecidos os votos dados
a cada um dos candidatos ; como pois, que hou-
ve engao om coilocar-se o nome do ladre Parias
com oito votos abaixo de outros que tinham me-
nos ? Nio s o engao no numero dts vo.os, co-
mo se procurou iuculcar com a emeida da acia,
engauo anda na posic/io em que foi collocado o
nome do Sr. padre Parias. Admiro, portanto, Sr.
presidente, quo contra, a eleicao de Goianna se
dem tantas coincidencias : ha coincidencias na
unanimidade, na volacao que obliveram os nobres
deputados ; coincidencia nos votos dados a candi-
datos que nao tinham votacao nosoutr-S eollegios;
coincidencia no facto de deixarera de ter votacao
candidatos que tiveram grande votacao nos outros
eollegios ; coincidencia na collocaeao do nomo do
Sr. padre Parias, e coincidencia no erro da vota-
cao dada ao mesmo padre Parias, e vai isto, se-
nhores, de coincidencia om coincidencia, de modo
que os nobres deputados nao passam de coinciden-
cias !
O Sn Nabor : Quer que explique isso. ?
O Sr. Joao Tkixeira : J lera explicado Un-
as vena I
Anida lia una outra circumstanc a, senhores,
iligara-ine os nobres doptilados : os eleitores, que
assignarain a emenda que se fez na a'la, nao sao
os luesinoseleitores qoe assignaram a acta?
Peco que me digam se nao assiir.
I'm Su. Dki-ltado :A acta diz que assignaram
os que estovara oresentes.
O Sr. Joao Teixeira :Nao isso o que eu per-
gunto.
O Sh. Araijo Barros :Eu nao li.e incomuio-
do de examinar isso.
O Sn. Joao Tkixeira :Pois devora examinar :
como que em um collogio de 131 eleitores, s
3i ou 35' assignaram a acta, e fai.endo-se una
emenda na mesilla acia, ainda esta asignada por
34 ou3o eleitores, o estes os mesmos que assigna-
ram a acta, quando se diz que a emenda fra fol-
ia em presenea de todo o collegio eleitoral 1 E
ainda unta coincidencia I
Senhores, o argumento robusto que se procurou
apresentar em sustenlac/io da acia, loi o dizer-se
que o juiz de direito da comarca ura hornera lio
nesto e incapaz de concorrer |iara ima fraude ;
mas, senhores, se prevaleeesse ura tal argumento,
se nao po lessemos volar conlra una eleicao por-
que SS9 pedera olTender a ropsltsio de ura esta-
dio res|ieiiavel, aonde riamos parar ? Quantas
mal versales nao passariam por asi sera o menor
reparo ?
Pois, senhores, para se dizer que a acia de
Goiauna falsa, que ella nao exprime o verdad-i-
ro resultado da eleicao, preciso dizer-se que o
juiz de direito de Goianna nao probo e honrado ?
Por ventura a honra e a probidade nao pdem
tambem ser liudidas ?
Sr. presidente, foi sem duvida o i ue acontecen
cora o digno juiz de direito de Goianna, e foi por
elle ser probo e honrado, que cabio na esparrella,
(permitla-se-mo a expressao) que lliearraarain,
considerando quo essa acia liuha sido lela cora
toda a regularidade. (Nao apoiado).
Por ser probo, por ser honrado, |X>r julgar to-
dos os oulros por si, que esse jub. foi iliudido,
porque, senhores, os horneas probos e honrados,
ordinariamente sao victimas dos que nao tendo
ossas qn.ilidades, ge encarregam de l'azer eleiedes.
Miucrinayeresse escriptor a quera rae hei refe-
rido, diz ainda o seguinlo :
Em materia civil, principio eorronte (pelo
menos se tem isto sustentado por muilas vezes)
que reconhi cor a assignatura de ura documento
importa o mesmo que reconbecer seu contedo ;
o principio inapptlcavel ao processo criminal; o
recouheoinieiilo nio pode COOJtitO r senao pre-
snmpcio quando muito; mas una presumpeao
nao pode substituir a prova, e no caso presente
quautos motivos que nao o da approvacao do es-
cripto lem podida determinar o ass gnatario a to-
mar a penna Ello quiz talvez simplesmenle mar-
ear com seu nome um objecto qualquer ou qoil
dar urna assignatura era branco, era una intenciO
toda especial e de que un lerceiro tora podido
abusar mais tarde, enchendo o papel de clausulas
fal-as e contrarias ao espirito em que foi elle as-
signado.
Os nobres deputados argumentara aqui com a
assignatura do juiz de direito,mas hem vecinos no-
bres lepotadosque nemao menos udem dessa as-
slguatunindnzir ou tornar o juiz de direito e todos
os que assignaram a acia rstpoosaveil pela nullida-
de e falsidade da mesma acia, riu tornarla o juiz de
direito responsavel, se quando o Sr. I'alma o os ou-
trosehitoros priilosiavaiii.UBla imprersa.elledisses-
se :=nio exacto o que reeditis :Mas pelo con-
trario o silencio do Sr. I)r. Bochanessa emergencia,
revela bem claramente que a fraude se len ; e
por conseguinte, o nobre deputado uem ao menos
pode por a assignatura do Dr. Bocha a par das de-
claradles do Sr. Palma c de todos os outros que re-
clamaram, por quinto o Sr. Dr. Boma ainda nao
contestou os faelos allegados.
O Sr. Arai.jo Barros : O juiz de diroito nao
quiz responder para se nao metter na lula poltica
da Ierra.
O Sr. Joo Teixeiiia :Mas os oulros 1
O Dr. Firmino iwrque nao respondeu una
carta neste sentido quo podia ser-llie dirigida ?
O Sr. Acacio Barros :O Dr. Pinmuo nao se
oceupa ora frioteiras.
O Su. Joao Teixeira :Isto frioleira ?
Entao para o nobre depulado a legitimidade dos
representantes da provincia frioleira ? Pois,
oara intu nio o (Apoidos).
O Su. Araljo Barbos : Reliro-ra s cousas que
1 se di/.iam fra deste recinto, e que nao julgo ne-
cessario repetir, porque nio mereeem as honras de
ama issnoia.
O Sn. Jo)to Teixeira :Se passarmos destas con-
lidencdes a oulras de ordera dilTcrente, veremos
ainda, que existe materia, e materia muito forte,
contra a validade do collegio de Goianna.
Nos vimos aqui, senhores, que um nobre carc-
ter, o Sr. Dr. Jos Ignacio, que alias ioteressado
na questio, mas que nao combina com escndalos
e fraudes, declaras que tal eleitor nio eslivera no -
collegio de Goianna. O Sr. Dr. Jos Ignacio, con-
iiuuando a ser nterpellado exclainou para o hon-
rado membro que elle se diriga.
Sr. doulor!...Esta exclamae,o,para raim, senho-
res, lera uina signifleacao inmensa ; esta exclama-
^ao quer dizer : nao rae interroguis, porque vej-
me ourigado a comprometier-me para com quem
nao quero comprometler-me....
Um Sr. Deiltado :Nao apoiado, porque elle
tem bstanle independencia.
O Su. Joo Teixeira:-Tem, mas nao quer at-
ingir seus amigos, faiendo taesi declara(;des.
.Mas nao so isto, seuhores, a eerlido aqui ida
mostra evident mente que um eleitor se aebava
em pjnlo diverso do local da elei.;io. Mas, dizem
os nobres depuUdos :os documentos produzidos
nao provam que o eleitor nao estivesso em Goian-
na, porque nao se provuu que podesse eslar n'um
lugar e depois no outro___
m Sn. Dbputauo :Em dous das.
O Sn. Joo Tkixeira :Mas ahi serve a carta do
Dr. Domingties, que diz:eu estive cora o iiomem
durante todo o da II E se a carta por si s nao
serve de prova, a carta combinada com estas ou-
lras cireomstasetoe e com a declaraco de muitos
outros eleitores, por certo nio pode deixar de fa-
zer prova.
O Su. Arai jo Barros : Contra isso invoco o
discurso do Sr. Dr. Urbano.
O Su. Joo Teixeira : O Sr. Dr. Urbano diz
que as carias quando sio dos vencidos nao pro-
dujera to. mas aqui cila-se urna caria que vem em
apoio de um documento.
Senhores, eu nio venho pedir aqui a nullidade
do collegio de Goianna......mas venho pedir
pusiese dessa fraude, desse abuso, que all houve,
e aso sem que o capricho por um momento me
domine.
Os nobres depulados de Goianna que aqui estio-
qua me digain sob sua palavra : aquellos eleito-
i-que declararam nao ter volado, votaram ou
nao ? declarem que eu desde j Ibes h>polheco o
meu voto.
I'm Sn. Deltado :J est declarado.
O Sr. Joo Teixeiha :Nao ouvi.
Levaiitem-se e digam sob sua palavra :esses
eleitores quo aftlrinara nao ter eslado no collegie,
estiveram presentes; digam isso que eu voto pela
eleicao.
Mas se os nobres depulados se conservam silen-
ciosos, permiuaiii que Ibes diga, que nao posso jul-
gar legitima, verdadeira uina ul eleicao...
O Sr. Araljo Barros :A nossa palavra de hon-
ra faz prova ?
O Sb. Joao Teixeira :Para mira faz provn. Se
os seuhores se levantassem todos e dissessem :
falso o que se diz da eleicao de Goianna, en nao
iie-itaria raais em votar por tal eleicao.
(Trocam-se apartes.)
O Sh. Joo Teixeira :Senhores, creio que pe-
las coniiiteracdes que tenho feto, hei mostrado que
a eleicao do collegio de Goianna deve merecer des-
te casa um verdtct qoe a annulle, mandando-so
proceder nova eleicao.
Senhores, durante 14 annos, um partido grande,
um partido iramenso pugnon nesta provincia iiela
realidade do systema representativo, e para qoe as
eleiedes fossem a verdadeira expressao das urnas ;
boje, que eu que me honro de pertencer a esse parti-
do, tenho pela primeira vez um assento nesta casa,
nao posso, nao devo renegar ura pasudo i inmenso,
um passado tao glorioso, para vir aqui sanecionar
urna fraude eleitoral. (Numerosos apoidos ; ap-
plausos no sali e galeras.)
REVISTA DIARIA.
A assembla na sesso de aute-hontem ouvio du-
rante o expediente, as reclamacdes feitas pelo Sr.
Araujo Barros, por altoracdes que notou no discur-
so do Sr Cuaba Teixeira, publicado no Jimio de
12, e bem assim a jusliticacao produzida por este
ultimo senhor, c as observaedes dos Srs. Sabino
Olegario e Aquiuo Ponceca, com relacao mesma
materia.
1'as-aniio a oceupar-se da ordem do da, appro-
vou om 1' discussao o projecto b. 11 deste anuo,
que restitue a comarca de Natareth todo o territo-
rio da freguezia de Cruangy, boje pertencenle a
de Goianna, orando os Srs. Andrade Lima, Goncal-
ves da Silva, S Pereira, Maranhao, Souto Lima,
Nabor, Canse Teixeira e Araujo Barros.
Approvou tambem em i' discussao o art. 1 do-
projecto n. I deste auno, que eslabelece regras para
a cobranca do pedagio das pontes e estradas, to-
mando parte no dbale os Srs. Ayres Gama, Buar-
que e G. Campello.
A ordem do dia para boje, alm da materia adia-
da, comprehoBde a 3* discussao do projecto n. O
de 18(ii. 2' da de n. 36 do mesmo auno, e 1" da de
ns. 16 o 19 deste.
Em audiencia de ante-hontem, o Dr. juiz de
direito da 2" vara publieou os despachos proferidos
nos seguintea feilos:
1." Na appellacio vinda da delegacia do 1 dis-
trieto, como autor o Dr. promotor publico, julgou
millo o processo em vista da pretericao de solem-
nidades legaes.
Por osle processo havia sido condemnado o reo
Thomaz Das Sonto por injurias proferidas conlra
o feiior conferente daalfandega Pedro Alexandrino
de Barros Cavalcanli de Lacerda. Por inobservan-
cia das formulas legaes, appellaram ao mesmo tem-
po o reo e o Dr. promotor publico, que protesto
inlerpor nova quexa para promover a coudemna-
cio legal nos termos da lei.
2." No processo de fallencia contra Joaquim
Francisco de Mello Santos, foi proferida a seoicnca
que, qualifleando a fallencia como culposa, con-
deuuiou o reo i um anno de priso sini|iles por iu-
curso no grao uiiuir.o do art. 821 do cdigo com-
mercial.
3." No processo por rrime de responsabilidado
contra o engenheiro .los Mara de Carvalho, pro-
ferio-se despacho que julgou improcedente o pro-
ceder ex-olliei >.
Vo No processo por erime de resistencia com-
metiido |wr Candido Jos de Alracida, Jos da Cos-
ta Arantes e varios oulros, em que proferir o Dr.
Araujo Barros despacho de improcedencia, foi sus-
tentado esse despacho do qual se recorrer na for-
ma da lei.
o." No processo de responsabilidade, instaurado
era 18,13 contra o ex-romraandanio e varios offi-
eiaes (j exonerados) do corpo de polica, profdio-
-e di spaclio de improcedencia, julg.Tndo-se os res-
ponsabilisados isenlot de culpa.
Acham-se convocados os eleitores das paro-
chas pertenecntes ao 1 distrieto eleitoral dosta
provincia, alim de no da 17 do futuro raez de abril
proeederem a eleicao de ura depulado, qoe preeu-
cha a vaga deixada pela asconcao aos conselhos da
earoa do Sr. couselbeiro Francisco Xavier Paos
Barrete.
A reuniao do collegio na igreja matriz da
freguezia de Santo ^ntonio.
Depois d'amanhaa se extrahir a 1* parte da
l" lotera da capella de Nossa Senhora da Escada
da groja da C.onceicao dos Militares.
Foi Horneado o 1" offieial da secretara da
assembla provincial, Francisco Xavier Garssiro
l.ins. ofllcial-raaior interino da mesma secretaria,
durante o Impedimento do respectivo funecionario,
medame a gnSflraco mensal de 2005-
Na sexia-feir.i passada noule, durante as
visitas aos pastos pela populaeao, acbava-se o pas-
sadico pe fritamente obstruido pelas familias em
seu raoviuienio encontrado de ida e volla deste
beirro para o do Recite. Neata ritsaefe, um indi-
viduo, qse quera asdar mais apressado ou alias
menos atropellado, entendeu qne devia fazer o tran-
sito pelo lado exterior do gradeado sobre os cabe-
eos salientes do eslivade ; e nossa viacao, quando
ji se aproximare ao lira dola, sera que saibamos o
porque, foi o nosso transente ao rio, d'onde feliz-
mente saino salvo, mas sob a hlandade dos es-
pectadores dessa gymnaslica.
Sahbado passado lerminou o concurso a quo
se proceda pnale a directora geral da unirse-
eio publica para provimento das cadeiras de ios-
truccSo primaria do sexo masculino ; o as provas
produzidas pelos concurrentel passam aprecia-
cao do eonsellio director, cuja convocaeao esla mar-
cada para amansas
No mesmo da fez suas provas de aptidao para
o magisterio o habilitado |ielo Curso Commercial
Carlos Jos Dias da Silva, deven lo igualmente ser
julgado o respectivo exarae pelo couselho director
na referida reuniao.
Foi designado o dia o do futuro mez para o
exarae de venocacao de capacidade proflssional
par i o magisterio primario do l*gro do sexo mas-
culino.
No Collegio das Artes fizeram exame de geo-
metra no dia 9 de marco 11 cstudautes, cujo re-
sultado foi o seguate :
Approvados plenamente.. 2
llem simplesmenle....... 6
lleprovados............. 3
4
>


Diario tic IVa u.tmbii.o Sfgiintf.-i eir* 14 de 1fai*ei de t8aj4.
3
De rlictonca hana examo no lia II iesti-
Approvados plenamente.. S
dem simplemente....... 4
Reprovados............. 18
Deel; mu-s ao U \ chefe de polica que, arlo
dar-s- a c iicurrenria simultanea do juiz nmnici-
ji.il o ilo delegado do t< mo de S. i-nto na instau-
i'aeao do procesas pelo auaaiainalo de Manoel Fer-
reir da Silva, deve a segunda daqucllas autorida-
d.s proseguir nos loro o- do DMUfM proeeuo, ein
vi-ia do disposto M > parlo do arl. 246 do regu-
lamento u. 120 de .'ti de jaueiro de 1842, e ccui
maioria de razio se o delegado foi, como diz. o pri-
HWim a instaurado.
Tend i prova lo isencio legalorerruta Severo
lose V.iiii- SOO Cavalranti' de Oliveira, providen-
ciou>se para que teja elle posto ein libenlai!
Eni rala do resaltado dos aoauillnnT que
se proceden, foram Moteadas pmfessoras de ins-
trocean elementar, Uijina de Santa Rosa e Franie-
lina Cesarina, esla para a cadena da villa de Igua-
ras- o aquella para a segunda da freguesa de S.
Jos desta cidade.
De emformidade coni o disposto no 5o do
art. 4J do decalo a. 2.711 de (9 de dezembro du
1860, acha-se tneado o Sr. Numa Pompilio para
director dasociedade f'lii artista,eslabelecida nesia
cidade.
Club Commereial da a sua partida deste
mez no dia 26.
O agente Pestaa faz hoje.s 10 horas da mi-
nha, leilao de diverso-i gneros, no largo da Alfa i-
dega, arlaran do Annes.
Sabbado funJeou no lamaro a crvela por-
tugueza hlice Sagres, de 1,0% toneladas, sol) o
couiuiando do Sr. capilau-teneute Christiano Al-
gusto da Costa Simas, piocedenle de Angola, onde
estera estacionada, pelo Rio de Janeiro e Baha,
deveiulo seguir para Lisboa pelas ilbas de S. Vi-
centa e Madeira, ogo me tomar carvao.
Desde fevereiro de 1849 que nao tremulava e:n
nosso porto o pavilhao portuguez, em um navio de
gaerra dessa nacao amiga, e sua apparicao foi bas-
tante para chamar aaiieiigao dos curiosos aara os
lugares donde melhor se poda ver o navio.
O navio movido por ama machina da forja i e
300 cavados, montado por 6 pecas de calibre 32 e
2 rodizios de 68 e Iripolado por 154 pracas, inclu-
sive um Io lente, serviudo de inmediato, seis i!"
lenles e un guarda-marinlia.
Em consequencia de molestias foram algnmas
pracas para Lisboa, e ficarain outras na estacao de
Angola, estando por isso sua guaroicau incon -
plea.
Substituido, na estacao, a crvela Sd da Ba.i-
deira.
Dei-lindando 17 ps d'agua, nao quiz o sen com-
mandante entrar, por estarmos sol a influencia < e
ms aguas, se ai embargo do que tem sido o navio
visilado |>or muitas pessoas. que lotivain o aceio do
navio e a manen de sua omYialidade.
Uenstaoos que alguns socios do Club Cotnmr -
nal desejam obsequiar a olhYiaiidade desla curv:-
ta, oflbnoendodlM um soire ua casa ilo me
mo Club.
O nome de Sagres vem de urna villa do Algarv,
oni Portugal, oudo o sabio infante I), esrime, li-
Iho de Joio I, eslaheleceu unta academia de n.\-
vegaco, astronoma o coinmercio, e do seu por o
maudiii sabir diversas expediedes que descobri-
ram a M .(! ira, os Ajor, e grande parte da Afri-
a ucridenta, eassimabt iran caininho s grandes
deseobertas, (pie material isaram a nago portu-
guesa Esta villa fui fondada no aono de 1416
pelo diH iulauto 1). Heurique. onde elle raorreu
eui 140. o da goal apenas hoje restaui as casas
que o mesuio infante balitou.
Repartiqao da ikii.icia.
Extracto Jas partes jos dias 12 de marco de
1864.
Foram recolhidos rasa de detengan no dia leo
corrente :
A' ordem do Illm. Sr. Dr. cliefe do poicia. Vi-
cente, crioulo, secraes di padre Francisco l'io de
Campo, a toquenmenlo deste.
A' ordem do Dr. delegado da capital, Jos Sevj-
rino dos Prazeres, semi-branco. sem deelarago (o
motivo ; Paulo Ferreira da Paixo, branco, Adi I-
pho frieres da Silva, |>arlo, ambos como indiciados
em erime de olTensas physicas.
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio, os
pardos Joaqunn Francisco de Oliveira. Jos Esti-
res de AfO ar. ambss para correccao.
A' ordem do do S. Jos, Antonio Joiiquim (le
OlivTira, pardo, para averienaedes jioliciaes.
A' ordem do da Moa-Vista, Joaquini Jos Pereira,
pardo, por embriaguez; Pedro, crioulo. escravo de
J'm-lk-i uardo G. Ah dorado, por infraccoes de
postura?.
A'orden do delegado do 3 districto, lunario
Correia de Mello, pardo, por crime de estnpro.
O chefe da 2/ leccio.
/. G. de MesqHila.
Movimento da casado detencao nodia il de
mareo de 1S64.
Existiam...... 371 presos
Entraran!..... 10
Sahiram...... II
Existem....... 370
A saber:
Nacionaes-----
Esirangein .
Miilheres......
Estrangeiras...
Escravos......
Escravai......
263
31
6
1
60
6
370
Alimentados a casta dos cofres provineiaes. 151
Mot-imemo da enfermara no dia 11 de mateo
de 1864.
Tiverain baixa:
Sewrim ioi Francisco, eolito.
MaHo-l Francisco de Santa Anua, parotide.
I'i verani alta : '
Maaoel Anioiiio Pereira da Silva.
Manoel Joaquin de Farias.
Fr.inriseo Al ves Feitosa.
Pedro Antonio Ribeiro.
Obituario do da 12 de marco, no cemiteiiio
rnnico.
Marn Felipna da Annunciajao, Pe.rnambnco, JO
aaoos, solteira, Mia-Vi-ta ; phtysica pul-nonar.
BelUnnino vives ITrumbelio, Slicei, 36 annos.
sotteire, Boa-Vista ; patysiea pulmonar
Joao, Pernanibuco, 3 miaes, Hecife; espasme.
US POICO DB TUMI.
No sabbido soffiemos neste trabalho orna syitn-
te/ha,que por certo nao deixou de ser reparada
per aquellos que nos honram com a sua leitnra.
Fui ella leuda ao paginarlo, pela dupla razo de
transportar para a 8' paffhM o qne haviamos orsa-
nisado, e de dar-lbe o titulo do qe vm peto mundo.
riada a cansada omissao, esperamos descupa
dos leitores.
Ha Cric transcrevemos o segunte sobo Mu-
lo de
MIMIAS 1IKFLEXOES.
Ou havemos de admiltir que o catholicismi
tima verdade, ou entilo que a maior parte dos sa-
llo mundo, sao roe ignorantes ; porque qr.asi
toilos acreditaraui na veracidade do ca'.holicismo
S a religiao catholica nao urna realidade, os
ai sao uns lmeos, e Dos um engaador
iquelles por que milhares sacnlicaram-se por amor
della ; este por njiie nos faz erer ron evidercia
n.ii|iiiilo que no mais que um sonlio de mssa
imagiaaeao escaldada.
S> o cat iol'ci uto mais misrrimo da torra ; porque, conhecen-
ii Clin-i i o somero grao-doamor, jamis pude
par libar desse amor.
E' s na tranqudidade de espirito, onde cncon-
lairos es-a fi'licidade. qne tanto desejamos; i tfi
r: '< braco-, do eatholieiNino, onde se nos depara a
ii.-.i:quilid.tde de espirito.
A vida seria um marlyr.o, um continuo soff'er,
rnenlsado cbot o esporanca que nos
H i calhohcisino.
o catholicisino a religiSa da verdade. elle nao
(orea do alfanje, cjmo os ii11>-. de
Mali noel, convence e persuade con urna loficg ir-
|eS|-V:-|.
J'sus Quisto dlse : A minha lei branda o o
ugoleve : e na protesl; utos, contra as foruiaes
pah its Ai Salvador, qucrei'i-na fazer '.-pera t pe-
lma.
!>. ludo q i' exilc >' a r#r deve attraliir as nossas aiti-neo < u nosso amor ;
6 a mesmi tiroUide.
U Sr. II. podnos e.-ta publicae jo ;
AMOR.
(Iinilttco vhs mesmoi consnales.)
Eu quero morrer de amor,
Ku quero o leu coraeao.
ConKi suave es-a dar
Que nos inspira a paixao!
Quero gozar leas encantos,
Adorar-te a pallidez,
Quero sorver os leus prantos,
E expirar de languidez.
N'um beijo quero baber
0 doce nctar do co.
De volupia s morrer
No calor do seio leu:
D-me ao menos a esperanca
Desse prazer cu sentir,
De poder na tita tranca
Kalanguecer e dormir I
Vem aos meas bragos, donzella,
Vni: ao meu leu coraeao.
Como a la est dio bella,
E suave a viracao!
Vem que nos convida o vento,
E desla noite o frescor !...
Ab .. meu bem .. eis o momento...
Ea morro .. morro de amor...
Transcrevemos do Nttewu o seguinte :
O invern actual ser raemoravel para sempre
nos Estados-Unidos.
A temperatura em Nova-York conservou-se cons-
tantemente de 16 20 graos ahaixo de zero ; mas
ludo istj nada em eoniparacao das noticias que
se receberam do Noroeste.
Em S. Paulo, Minesota. marcon o thermomotro
Fehrenhei, durante tres dias consecutivos, 62 graos
abaixo do ponto de congelaeao, tendo chegado aos
70, e no forte Sneiling nareeo no de Janeiro xi
graos abaixo zero ou 51 graos abaixo zero do llicr-
mometro cenligrado.
Um numero crescido de pessoas pereceram ge-
ladas.
Milwaukie, Vascousin, chegou o fro no dia 2
67 graos abaixo zero, e em Madison 71 graos.
O rio Mississippi e todos os sens tributarios, in-
clusive o Obio, estao completamente gelados, cousa
que nunca se bavja visto desde, o anno de 1821
que se reputou como o mais fri deste seculo.
O mesmo succede com o Potomac e com os da-
quella cidade e parte da bahia que j se acham ge-
lados at nimios metros das suas margen'. Mas o
que faz arripiaros cabellos sao oshorriveis soffri-
mentos dos viajantes que transitan) pelos caminhos
de ferro ao lempo de rebentar atormenta.
as immediaeoes de Chieago licaram sepultados
os wngons cm i8 palmos de nev, quando o tber-
mometri marcava 64 sros abaixo zero, e mais de
loO pessoas. borneas, moflieres e crianzas perece-
rain gelados, de|Hiis de haverom soffrido durante
dous dias os tormento- mais horrorrosos.
A lista das pessoas que teem sido victimas do fri
desde o Io de Janeiro pera r realmente espan-
tosa, pois nao inferior a 500, inclusive os soldados
que tem perecido nos acampamentos.
COMMUNICADQS.
Algumas rcflexors sobre um trecha do relatarlo
do Sr. ministro de eslraiif eiros.
Admira como em nosso pai so tratados os ne-
gocies pblicos, e se falta joftthn e verdade, par
aquelles mesmos que menos deviam assim proce-
der Por certo que depois de tantos absurdos que
se lio visto, de tanta inconseqnencia e factos ta-
jados pelo actual presdanla Ja provincia do Kio
Grande do Norteo Sr. Oljmtho Jos Meira.
Eis a prova :
Por portara de 2 do corrente havia S. Exc. de-
mitlido 3 empreados da secntaria do aoar : a
sobar : o chefe de senrio Ricardo Vieira do Couto,
o ainaniieiise Manoel Ferreira Nahre IVIinoa, o a
p ral i.-a nte. Joaonim Jos do Reg Barras; 3. apo-
sentado px-offiein com lasirnilicante ordenado o
chefe do seceao da Ihesouraria provincial : a 4 pri-
vado do post de atieras da guarda nacional ao Sr.
coneebiveis que teem tornado este paiz o paiz das Augusto Joaqniui de Carvalho, iiorterem assignado
iao sera f7 rrprtte*tac&i S. M. Imperador, contra
aquello fado que se dr.
Neste caso est o trecho do relatorio do Sr. mi-
nistro dos estrangeros relativamente estada do
Al'ibiimi no presidia de Fernando.
Segundo asee trecho, di o ministro como certo
que o Atabama lizera de Fernando de Noronha
ponto para suas operacoes; que as aguas do pre-
sidio incendiara navios' e lizera piezas; quo o com-
mandante da iilia nao protestara ao menos contra
isso, deixando deo;ipr-se a essaa antas sVi Alaba-
mu. e que por isso (ora deinittido e mandado res-
pousabilisar !
Nao a primeira vez que o Sr. de Afeitantes lau-
ca sobre onlros culpas para livrar-se de imputa-
^'des;a missao especial alii est para mostrar co-
mo um governo tratado por um sen agente, que
com elle se desculpa. Agora vice-versa. o mi-
\ nistro que (|uiz levantar rastellos a especular-
dos na eloieo primaria da fregnetia da capital,
neceiand entio as justas ceusuras que oressas
actos de revolUinle arbitral edade Ihe bavi i de ne-l
eessaramenle dirigir a imprensa opuosicionista,
liatn de sulToca-la.
Handou priuniramento ameacar o typographo,
que tamben i alteres da guarda nacional, com a
privaco do dito posto. ronserolBdoassim aba-
lar-lhe o animo com a perspectiva das persegu-
foes que se pdem exercer sobre Hm guarda na-
cional a quem se vota ogerisa, soccorreu-se |xi-
licia secreta para completar a obrada corrupcao.
O certo que no da 7, quan lo j a composico
do jornal eslava em nn-io, o lypngrapho abandonou
a lypogr.iphia, solieitou a sua guia da guarda nacio-
nal, obteve paraagnn de estada la presidencia afim
le seguir novajpor Mamait'juapf que se espera va do
norte no dia seguinte para esta .rapital, e ludo
. islo
Mura com lalsas assaseSas a cusa da dignidi- sem dizer Hrf nem quarte ao redactor, como se
de e reputacao de um pobre servidor do estado pretendesse fazer-lbe urna sorpieza
o Sr. mejor Pyrrhoque, em vez de merecer os: Viudo por urna casoalidada ao conhecmento do
solfnmentos que ao governo brasileiro aprouve j redactor o faci que acabo de r. ferir, mandn esle
mper-lbe, peto contrario mereca ser premiado e chamar i inmediatamente oiv|iojraph>) e interro-
recoinpen-ado. gou-o solire os motivos que o hvavam a lo sbita
bul pruneiro lugar e (also que o Alahama bou-' resolucao.
vesse feito do presidio de Fernando de Noronha hoiueni cntao deixou entrever a verdade, che-
ponto para suas operacoes. Como por diversas (jlllJ mesmo a declarar que per parte de S. Exe .Ihe
I^-J inos,[a^0' i**** bscou ailha tiuham asseverado (|ue seria iofalivelmento privado
nacio-
servicos ao
. porque elle eslava no mesmo caso
e pelo faeto de ter o Alabama tomado agua e< do Sr. Augusto Joaqunn de Carvalho, vUto ser tam-
comprado vveres em Fernando pode ser seu com- uem um aos signatarios da tal rrpresentacao, e ter-
mandanie responsabilisado, entao igualmente o de- mjnou declarando que nao lerantaria mais um
verao seros presidentes de Pernanibuco, da Haba t\ |->
e outras provincias, que o mesmo permiltiram, e s.diindo da presenca do redactor foi o typogra-
atnda mais f.izerem concertos, e o que peior co," phu entenderse com os homeos da camarilha de
mo na Haba receber munices de guerra-canfor- s. Exc, e aconselhado por esus, dirigi a um tal
I. i. .. I ,,oi>,,nn< A* t I... .; I.. ...L .LiAi I ., ., .t'. 11, .-
>e/.es se tem mostrado, o AUtbmta huscou a una tuiMam ass.'verado que seria inf ilivelmento p
para refrescar e tomar aguada, sendo que o digno do posto de alferes e perseguido na guarda
commandanle Pyrrho entendeu nao dever negar \ nal se omiinuasse a prestar os seus serv
por ser isso de direilo natural e de humanidade. Crrelo Na tlente porque elle eslava no mesn
CHROMCA JUD1CI.4RH
IhlfllAAL DA UI.I. AT \0.
SESSO EM 12 DE MARQO.
PRESIDENCIA DO KXM. SR. C0NSELHEIB0
SILVEIRA.
As 10 horas da manha, presentes os senhores
desembargadores (aelano Santiago, Gilirana, Lou-
renco Santiago, Almeida e Albuquerque, Reis e
Silva, Molla, Peretti, Accioli, Assis. e Doria, abri-
se a sessao.
_ Sr. desembargador Guerra, procurador da co-
rda, nao compareceu.
Passados os feitos e entregues os distribuidos,
deram-so os seguinles
JULGAMENTOS.
Agoraros de jteiicao.
Aggravante, Joo Goncalves d Silva ; aggrava-
do, o juio.
Relator o Sr desembargador Motia,
Sorteados os senhores desembargadores Peretti.
Accioli.
Deraui provimenlo.
Aggravanie, o desembargador Figueira de Mello;
aggravado, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Peretli.
Sorteados os Srs. desembargadores Lourenco
Santiago e Accioli.
Nao se lomou conhecmento.
Aggravante, Manoel Joaquim Ramos e Silva ;
airgravado, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Accioli.
Sorteados os Srs. desembargadores Lourenco
Santiago e Almeida e Albuquerque,
Nao tomaram conhecimeiito.
Aggravante, Ermimo Ernesto de Lemos Duarte;
aggravado, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Asss.
Sorteados os Srs. desembargadores Res e Silva,
c Almeida e Albuquerque.
Deram provimenlo.
Appeliaces crimes.
AppelL-uite, o juizo ; appellado, Pedro Moreira
de Oliveira.
A' novo jury.
Appellante, b juizo ; appellado, Manoel Herme-
negildo.
A* novo jury.
Appellante, Jos Germano de Lyra ; appellada,
a justica. v
Reformada a pena para o grao medio do arligo
DILIGENCIAS CHIMES.
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
Justina
As appellaifies crimes.
Appellante, Joo Ferreira de Souza ; appellada,
a justica.
Appellante, Luiz Gonzaga dos Santos : appella-
do, Joan de Siqueira Ferrao.
Appellante, o juizo ; appellado, Manoel Jerony-
mo da Silva.
DILIGENCIAS CIVKIS.
Ao Dr. promotor de capellas
A appellaco civet.
Appellante, a mesa regedora da ordem terceira
de S. Francisco ; appetlado, o juizo.
passagkns.
O Sr. desembargador Gilirana passou ao Sr.
desembargador Lourenco Santiago
A apiieilarii Cicel.
Appellanles, Dr. Joo Ferreira da Silva; appel-
lado, Joaquim Jos AI ves Lima.
O Sr. desembargador l/iurenco Santiago ao Sr.
desembargador Res e Silva
As appellaroes aris.
Appellante, Christovo Jos do llego Mello; ap-
pellado, Firmino Francisco Flores.
Appellautes, Pedro Jos da Costa e outros-; ap-
pellado, Antonio Joo Ferreira Damasceno.
Appellante, Joo Cleofasde Lemos Vasconcellos ;
appellado, Finnino Jos de Almeida.
O Sr. desembargador Motta passou ao Sr. des-
embargador Peretli
A apjiellardo civel.
Appellante, Antonio To'rquato Felippe Maia; ap
pelladn, Vicente Rodrigues de Souza.
O Sr. desembargador Reis e Silva passou ao Sr.
desembargador Almeida e Albuquerque
Ai appeliaces civets.
Appellante, liento Antonio Estoves; appellado,
Manoel Duira de Souza.
.ippellanies, os herdeiros de Joo Henriques da
Silva; appellado, o Dr. Adolpho de Barros Caval-
caatl do l.aeerda.
O Si. desembargador Peretti passou ao Sr. des-
embargador Accioli
Al appellacoes civets.
AppeManta, I. Franrsea da Cunha Bandeira'de
Mello appellado, Joaquim Rodrigues lavares de
Melk>.
Appellante, Antonio Climaco Moreira Temporal ;
apneOado. Dr. Manoel Gentil da Costa Alves.
O Sr. desembargador Accioli ao Sr. desembar-
gador Assis
As appellaroes civeis.
Appellante. Manuel Fre'ienoo Carlos de Saboia ;
appellado. Traj.no Antones de Alencar.
Appellante, Joo llyppolito du Meira Lima ; ap-
pellado, Manoel Joaquim Ferreira Estevas.
Appellante, padre Antonio Jos Pinto ; appella-
do, O harode Jangua.
As appellaroes crimes.
Appellante, o juizo ; appellado, Manoel Rodri-
gues Giquiri.
Appellante, Domingos Escocia Drummond ; ap-
pellada. a justica.
Appellante, o juizo ; appellado. Juvenal Soares
de N ivaes.
O Sr. desembargador Doria ao Sr. desembarga-
dor Caetano Santiago
A HopellacSo crime.
Appellante, Jos Pedro \avisr da Costa ; appel-
lada, a jtutlca.
A' l horas encerrou-se a sessSfl
los Lourenco d'Almeida sub chefe d,t pandilhasu-
lisla una carta declarando que tinha deixado o
Coerci Jatalense porque o redactor o havia insul-
tado e expedido da typographia.
Que signiliea pois lo rpida ntimidade do com-
positor do jornal opnosicioiiisla um oshomens que
me consta, e, cem detrimento das leis Bseaes, aje
gociarem com relogios e fazendas quo baviam
aprisionado
Igualmente falso que tas aguas territoiiaes da
ilha fossem hitas presas por elle e incendiados na-
vios. Ah esliio os depoimontos dos capidics e pilo-
tos das baleeiras que foram qoeiinadas na altura rodeiam 's. xcT?
dessa ilhae que wr certo nao Jevem ser suspei- por domis uaseairo o emluste a que recor-
tes que claramente moslramque esse apresamen- reu o correspondente para pred spflros nimos em
lo e incendioe se deram forados maresterritotiaes favor dos actos abusivos deS Exc, quando fossem
e que se tal se deu foi pelas baleeiras nao ha- denunciados fra da provincia,. declinar a respon-
verem entendido os signaos que clles neeMtaee fe- sabilidade que Ihe cabe pelo preredimento inunoral
ziam, quando foram avisados pelo commandanle e altamente eoadeaanado de saflocar a imprensa.
Pyrrho ser o vapor que viam ancorado nao um Pizer queo Corrfo JVifa#i( cessou a publica-
vapor inglez coiiKi pensavam, mas o d/afeam i, e ,o por tmbararos invendris quando se vem cen-
se terein posto ao largo em vez de virom por-se (inua-la nesta capital, expedid te por certo muilo
sob as bateras do presidio, onde lirariam gaeMi- Iaas dispendioso. junUr o escarneo compresso.
dos, pois o Atabama respeiia-los-hia. romo respci-, Deste quilate sao as de mais verdades de que re-
toua intimacao do commandanle Pyrrhe de se re- cn,.llU 0 correspondente sua missiva, em cuja apre-
tirar, quando tendo dado ca?a aos ditos navios e ca< H. nao entro agora por qi.e pretendo faze lo
queiinado mais de seis leguas da costa, vollara a mvi ,\,. espago.
fncorar no seu prmeiro ancoradouro, obedecendo Concluindo nao posso desperdigar esta oeaaso
intimacao, pedente apenas licenca para em no- dc {Caamar a aitecao do governo imperial para
me da humanidade desembarcar os pnsioneires, o este acto de rcvoltaute compre*sao e de mmorali-
que foi concedido. dade pratieado neta presidente do Rio Grande do
b anda quan lo o facto do aprisiona ment tivesse >-urtl. e Jc UVocar os bros de todos os orgos da
lugar as aguas da ilha, o que exuberanteirente mprensa do paiz de qmtlquer 'credo poltico 'I111'
se provou nao so ter dado, at com o jaranalo dos sejwn para que nosajudein arrodigar esse atlentado
ca.-itaese pilotos dos n.vios apresados-que leaes;^, a berdade da imprensa, esse paladio de to-
e honrados como sao resistirn! s iiisinuacoesde ; das as ijberdades.
Recife, l de marco de 1864
Lniz Misquita de. I oureiro Moraes.
ataan que exiga deltas lizessem tal declaraeao,
alim de que se pndesse exigir indemnisafo a
Chrislie do governo brasileiro (com que tantos lu-
craran)) como pollera obstar-lhes o commandanle |
P] rrho, nao temi |ietrechos neeessarios. e pegas j OtaM. Srs. redn-tores. Li na Rflatsi Diaria do
de artilliaria en lal estado que se Ibes tocara logo Patrio di Prrnanana, de 11 dj correnle mez, al-
com fletes II... giiinas liabas em que seu au.or dizque os bo-
Mas os americanos nao attentaram soberana leii o- da en lieira n. i, da ra do Sol, se agglo-
nacional e nem tzeram presas as aguas do impe- ineram na porta da mesma eoclieira, dirigndo
rio (as que, e.slo a alcance de canbo) como ipier o epithetos obscenos as pessoas qle passam, chegan-
miuistro de estrangeiros, sendo ana tanto DOS flie- Idea audacia al a dirigironi as senhoras de
rain que da parte dos agentes americanos nao hou- j familias respeitaveis qne por all passam, e con-
veram Hillaieaa.iiiiii a re-peito, antes o governo cluindo, pede-me que como dono de dila cchejra.
americano snate pelas intormacivs das capi-
laes e pilotos das baleeiras apresionadas fetn-
d as providencias necessarias para que tacs lac-
les se nao repilam.
Nosou o dono da cocheia u. 2'i da ruado
Sol, e sim da coebeira n. 23, da mesma ra, e
por tanto creio que bouve engao da parto da pos-
soa que Incoa taes linhas ; se porera S. S refe-
re se a innili i cochelra, peco- he que dirija-se
ella para apontar-me quaos os neos empregados
que tiveram lao reprovado irocedimento, pois
quero dar as providencias exigidas.
E lauto a iiijustica era patente que o majorPyr- Peco-lhe que faca tata com b-evidade, pois, se o
rho nao foi demittido como diz o ministro dos es- nao lizer dar-m-ha permisso para desmentido
trangeiros.mas apenas chamado servigo, sendo que por esse mesmo jornal. #
o queesla nocommandoseacha interiiiinente suhs- Itecifr, 12 de margo de 1S6V
tituindo-o. de modo que o Sr. presidente Sdveira Son. Srs. redactores, de Vv. S. S-, venerador e
de Souza isso mesmo declarou ao dilo major que criado.-Joaquim Ferreira da Costa.
elle nao eslava demittido, e que se nao vollava_____________________
logo ao commandoe era por tersujeilado o negocio^
apreciarn do governo.
do justica jo majer Pyrrho consta haver escripio
a favor do mesmo major ao governo brasileiro
dando-se o caso de desconhecer o governo do Hra-
sil o mrito e servigosdo seu funccionario.que sao
apreciadas polo governo estraugeiro. Mas nao ha
Bisse de que nos admiremosno Hrasil o ment
e a virtude de nada serve ao funecionario quem
s aproveitar pode o (avoritisoio.
Inda maisnao houve lal responsabilidade, pois
para havla era necessarlo um processoou pe-
rante umconselho de guerra, sendo o crime mili-
lar, ou peranle o juiz de direilo considerndo-
se empregado publico. Mas nem una nem outra
cousa se deu. O que houve foi pedir o Sr. presi-
dente informagdes ao commandanle Pyrrlo, infor-
macoes que o mesmo cominandanie salisfez ja
narrando clara e concludenlenienle ludo quanto se
passara. como comprovando o seu allegado |ielo
modo mais claro-com documentos os mais iu-
conteslaveis e valiosos.
E porque responsabilisar-se, o commandanle
Pyrrho, por nao ter elle protestado t Mas de que !
Como osla provado e bem prevado o jUabama nao
fez prezas nem incendou barcos as aguas do impe-
rio : la nao fez mais do que tomar aguase airares
e ileseiniiarcar os prisioneiros, seado que retina-
se apenas o commandanle de Femando o exigit*.
De que, pois, havia de protestar o commandanle '
Porque nao o lizeram os presidentes da Babia, ara
cujas aguas quiz um navio de guerra ameneano
dar caca a um utglez f Demais, o coinmandante
de Fernando de Noronha nao tinha entao instrueco
alguma do governo, o que obrou foi por sie s
por sua propna intelligencia, procedendo com a
mesma regularidade que as outras autoridades
alias precavidas das instrueces do governo (que
s depois foram mandadas para a ilha) e lendu
a seu alcance muilos meios de que podiam dispr
por bem obrar e decidir I
Mas que no Brasil cada passo se d o caso
de que falla I, i mame na fbula dos animaes
atacados pela peste. Em qnanto os grandes mal-
vados eram absolvidoss o burro foi julgado cri-
minoso por ter comido herva verde. O major Pyr-'
rho nn p.otestou a esmo, e essa falla irrisoria o
tem feito estar fra de seu commando ha metes,
solfrendo privaees e prejoitos, e vendo-se ateas-
curado e mareado em sua reputar o por aquel-
les mesmos qne deviam ser o pn'meiro a recom-
pensar o-servidor zeloso, intelligcnie e probo.
Esqueeiamo-nos iwrm, que taes qnalldades s3o
as que nunca recommendam o funecionario publi-
co, e a prova a que se est dando com o major
Pyrrho.
Desejosos de restabetecer a verdade dos factos,
fazemos essas buhas, sem que tenhamos em ralo
olf.-nder ninguem, e s mostrar que o major Pyr-
rho solTrc injustamente.
A sentiaella.
PUBLICARES A PEDIDO.
alna 0 grande punficador do saugiie.A nica pre-
pararan original e genuina | ara a cura radical
dos mais perigosos e corlirmados casos de escrfu-
las ou mal de re, chagas antigs, leicensos, tumo-
res, abeesses, ulceras, e loda* as noatldadae de
erupces escabrosas e escrofilas, o a legitima
salaparrHha de Hristol, propalada por l^anman t
K en,i E' igualiHenie um remedio certo para rlieu-
matismo, eropijfeas, tinha, eseohruto, tumores bran-
co c alTccces, hemorragias, debrlhlade geral e
nervosa do systema, falta de appetite, languidez,
tanteiras, c todas as molestias do ligado, febres,
ditas behosas. frios e ictericia, o melhor e em fim
o nico remedio certo para a cura de todas as mo-
lestias provenientes de um estado impuro e vi-
ciado do sangue. Os que sonrom des tas molestia-,
pdem eslar na certeza que nao tem a menor par-
tcula de substancias nnnerai s, mercuriaes, ou
outro qualquer veneno nesta medicina. Ella
inleiramente innocente e pode ser tomada por pes-
soas no manir estado de fraquv.a ou as mangas
mais delicadas sem causar ellt s o menor mal. E'
preciso acaatetar-se contra as tres falsificagoes c
imiacoe- que existen) pediiido a legitima salsa de
Itn.-iol [preparada nicamente por Lanman cV
ieanp.
A' venda porCaors & Barbosa.J. da C. Bravo
&C.
COMMERCIO.
CORRESPONDENCIAS.
Srs. redactores. Chcgando da pruvinria ito Rio
Grande do Norte no da 10 do corrente. no vapor
M'iiH'uniiiiipi'. com olim de promover nesta capital
a pubiicagao do Corren Katalense, peridico qne
all se pul) icava em opi-n-ie ao actual presidente
Olvntiio Jos Meira. eqoearabava de ser parcln
sulToeado, qual nao foi ,i minha lorpma quando
no m:u jornal de II deparei com a caria du sen
correspondente daqnella provincia, na qoal se in-
verleo coiiipleLiineiile os factos, e se allrihue a
sbita nterrupcao da pobfleagao daquelle
co einliararos invencireit t
Comprehendo peifeitameuiea malicia do corres-
pondente, mas nao po.leudo solfrer qns asstan s -
abuse das vaatagens de corres|iondented
pruneiro- orgos da mpreusa do paiz, para iuns-
lilui-lo ai auto de falsldades, pr-iponlio-ine aquj a
resiaiielecer a verdade dos factos que oHiraameote
alli se deram.
Sailia 0 pivernode Sua Majiestailo, saiba todo o
paiz, que o Crrelo Natalrnse nn suspenden a sua
pubiicagao por embrneos de qualquer ordem, mas
foi a isso obrigado pelos manejos Immoraes emprc-
O nevo banco de Parnambt.co paga o 12 divi-
dendo a razo de I3 por aego.
41 li n i le:; a
Rendimento do dfa I a II........ 289:470*9.1!)
dem do da li............. ... 40.0044529
329:4815408
llov menlo Volumcs entrados com fazendas... 81
i com gneros... 187
Volumessahidos com fazcndis... 118
t t com gneros... 138
541
450
Descarregan no dia l'i de margo.
Barca fraanata -Miria Ameliisal.
Patacho olli'.inlnirguez fortuna earvo.
Brigua inglez Jessie-Srott.-iarvao de pedra.
Patacho inglez Wiltiam M Dot farinhade
Irig i.
Brigue inglezMacme mar-adarias.
ALFSMDEGA DE PFRNAMBUOO,
PAT.V l"'S PanOO DOS RF.NRROS SIJKITOS k DinEITO PE
ITAQAO.SSMAHA DI li k 19 DO MM DB
UAi-.go db 1864.
Uercadorias.
Alanos.........
Agurdente df cana.....
Id in resalada ou do reino .
dem easana........
Idea genebra.......
dem alcool eu espirito de ag la-
ardente.....,
Algodo em carneo.....arroba 54.175
Ide.....m rama ou em la. i'I4">0
Arroz com casca...... t 1*500
dem descascado ou pilado c 24.500
Aasoear maaeavane..... 2*500
dem branco........ 3JS00
dem retinado.......
Azeile de aniendoim ou ineiido-
bim.........
dem de coco.......
dan de mamona.....
Hlalas alimenticias.....
Uolarha oidinaria, propria para
eiubarque.......
dem lina........
Gaf boin........
dem eseolha ou re-iollio .
dem torrado.......
Bailaros.........
Cal...........
dem branca.......
Carne secca (xarmie) ....
Carnearas........
Carvn vegetal......
Cavernas de sicupira ....
Cera de carnanJn en bruto. .
Uem dem em velas ....
Cha..........
Charatas........
Cavados (porcos)......
Cocos (seceos).......
Calla. .........
Coaros de lini, salgados .
dem idem seceos e.-piebados. .
dem den verdes.....
dem dem cabra cortidos. .
dem dem de onca.....
Doces seceos ........
dem em galea ou massa. .
dem em calda......
Bspanadores grandes ....
dem pequeos.......
Esteiras para forro de estivas
de navio........
Estopa nacional......
Familia de de mandioca. .
dem de araruta.....
Feijaa de qualquer qudldade. .
Frecbaes ........
Fumo em tolba, boni ....
dem ordinario ou restolho .
dem em rolo hora......
dem ordinario ou restolho .
Gallinhas........
Gomma.........
Ipecacuanha fraiz)......
Lenha em acbas......ceato
Tiiros...........
Linhas e esletos.......
Mel ou niclaco.......
Milbo..........
Papagaios........
Pao Brasil........
dem de jangada......
Pedras de amolar.....
dem de lillrar......
dem de rebolo......
Passava.........
Ponas, ou chifles de vaccas ou
novilhos........
Planenos de amarello de dous
costadas........
caada

arroba
libra
um
arroba

i
um
arroba
nina
libra
cento
um.
cenln
libra
un i
reato
libra
un
cento
arroba
al jiieire
aroba
c
1111
arroba
4-31(30
24000
1-ii'i'
800
1-5200
3*000
7*000
8-SOM)
7*000
440
KO
2H0
500
2-Hoo
3*000
140IHI
8*(XH)
250
MO
14500
24-500
154O00
3*50
300
170
210
RIO
350
104000
14000
320
500
-4*000
2*000
15*000
1*000
245011
5*001
1*800
54000
145IMH)
Velas.
As de composico venderam-se'
a 52o re, o parolo de seis velas.
Descontos....... O rebate de letras regulen de 8
a 10 por cento ao anno.
rrele......... Para o Canal inglez a .170, c
tara Liverpool 20 pelo lastro
e de V a Vi pelo algodo.
MOVIMENTO BO POETO.
Navios Mirados no din 12.
Barcelona3 9 das, anmaca hespanbota JlfonTt
Lloreras, de ld.'i toneladas, capuo Gerardo
Mareslany, e.pupag. m io, carga viaho e ouiros
gneros Pereira Carnuira A C.
Babia3 das, crvela a vapor ixiriosjaeu Sanies,
cooimandanle o capilo lenle Chri.-liano Au-
gusto da Costa Simas.
Navios salii'lus no mesma lia.
Urerpool-brhwie rieatal Aniada, cjpiaoJos
da Silva .Moraes, carga assomur e algodo.
Rio Grande do Sulpatacho nacional Salto, capitao
Francisco de Souza Rinasfo, carga asscaar e
sal.
Canal-escnna ingleza Florence, capilo James
Harry, carga assucar.
Livei|M>.)l-|vi;,.ue icglez Maigarelk iUdle, eapi-
tao James Broun, carga assucar e algodo.
Nanos saltillo* no dia 13.
Hio-Grande do Solpatacho nacional I). Luiz, ca-
pitn Joo Manoel da Silva, carga carvao de pe-
dra e assucar.
lo Kriurisco Antonio Leal, carga assncar.
Marseillebarca francesa Uurtvmee. capilo Pen-
celle, carga assucar.
EDITAES.
>
ni m
arroba
um
caada
arreba
um
quintal
un
una
c
>
m.llio
ceito
O Illm. Sr. inspector da ihesouraria provin-
84500 rlal- om cumprimento da re.-o!ueo da junta de
8*(ViO fazenda, manda fa/.er publico, que se cntrala |>or
j^gOOO' lempo de tres mezas, a contar do 1 de abril ao
UQO Bm de junho prximo futuro, o fornecimento d'ali-
' menlaeo e diela aos presos pobres da casa de de-
teneo, servindo de base arremataco os procos
seguinles :
Alimenlagao.
Demingo almoce e janlar
>egnnda feira
Terga
14900
254000
14500
11*000
8*000
900
1*200
2551H)
5*000
5*000
840
4*000
14200
126
5*000
Quarta
Quinta
Sexta
Sabbado
:m
380
380
360
380
:i40
340
un
libra

alqueire
arroba
urna
duzia
204000
104000
l*tW0
120
MO
254000
5400M
74000
25-00
1105000
73*OW
24800
2*006
0*000
25000
105000
8,J000
SfMO
SOQ
dem de louro.....
la........
Sabo........
Sal........
Salsa parrilla.....
Sebo em rama.....
dem em velas.....
Sola em vaqueta. .
Taimas de amarello. .
dem diversas. ....
Tapiocas.........arroba
Tatajuha.........quintal
Travs.........urna
(Jobas de boi.......Cento
Vassouras de piassava. ...
Ditas de timb...... >
Ditas de carnauba..... >
Vinagre.........caada
Alfandega de Pernambueo, 12 de margo de 1864.
(Assignados) :
O 1." conferente, Francisco de Peala Goncalves
da Silva.
O 2.- conferente, Joao de Frettas Barbosa.
Approvo. Alfandega de Paernmbuco, 12 de
margo de 1864. Paes d'Andrade.
Conforme. 0 4. escripturario, Joao dos San-
tos Porto.
i:\imr I M'o.
Brigue inglez Margare! liidley, carregou para
Liverpool. 1,600 saceos com 8,000 arrollas de as-
sucar masca vado, e 501 ditas com 2,59o arrobas
de algodo.
Brigue oriental Protegido, caraejou para Li-
verpool, 1,000 saceos eoin 5,000 arroba*de assu-
car mascavado, e 560 saceas com 3,359 awobas
e 13 libras de algodo.
Escuna ingleza Florence. carregou para o Ca-
nar 2,800 saceos com ll.'.MW arrobas de assu-
car.
Recebedorla de rendas Internas
geraes de Pernarabiice.
Rendimento do dia 1 a 11........ 22:270*968
dem do da 12................. 2:136*800
N.
N.
N.
N.
X.
34:407*868
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a 11......... 43:750*138
dem do dia 12................. 3:600*526
Algodo........
Assucar
Agurdente..
Couros......
Cuidados. Valores.
cento
caada
1*400
720
800
400
800
900
47:3505664
PRACA DO RECIFE
19 E HABCO 1E IHH_.
AS TRES HORAS DA TA11E.
Revista semanal.
Cambios........ Saocou-se sobre Lindres a 27 V
e 27 Vi d. por 1*000, sobre Pa-
rs a 345rs. por fr.,sobre Lisboa
a 95 por cento de premio; ele-
vando-se os saques de que deve
ser portador o vapor Puratu a
60,000.
O desta provincia vendeu-se de
22*500 a 23*000 por arroba, o
de .Macelo, posto a bordo, a ris
23*500, e o da Parahyba, lam-
ben! posto bordo, a 24*800.
Vendeu-se de 4*000 a 4*200
por arroba do branco, de 3*100
a 3*200 do somenos, de 2*700
a 2*800 do mascavado purgado,
e de 2*400 a 2*550 do bruto.
Vendeu-se a 75*000 a pipa.
Os seceos salgados venderam-se
a 170 rs. por libra.
Arroz.......... M pilado da India vendeu-se
de 2*700 a 2*800 por arroba.
Azeite doce.....O do Lisboa vendeu-se a 2*700
por galo, c o do Estreito a ris
2*600.
Bacalho......, Kealhou-se de 13*000 a 154 a
barrica.lcandoem deposito 4,000
quintara.
Batatas......... Venderam-se a 1*700 por ar-
roba.
Danha.......... A americana vendeu se de 320
a 360 rs |K>r libra.
Bolachiha......A americana vendeu-se de 1*750
a 2* abarriquml.a.
Carne secca..... A do Kio-Grande do Sul, velha,
veudeu-se de 800 ;i 14500 rs.
por arroba, e nova de 2*500
3*500; litando em deposito entre
ambas 45,000 arrobas. A do Rio
da l'i ala veudeu-se de 2*600 a
35400 ; Brando em depo.-uo
43,630 arrobas.
Chumbo........O de munigo vendeu-se a 235
O quintal.
Carvao do podra. 0 inglez vendeu-se a 125500
en lastro.
A inileza vendeu-se de 55100 a
a8*430 a duiia de garrafas, c a
fraueeiaa 44600.
A inglezaordina ia negoclou-St
com 500 |>or ce ito de premio
sobre a faciuia.
A franceza vendeu-se de 410 a
420 rs. por libra, e a inglesa a
7.10 rs. a dita; tirando em ser
3,000 barris de timbas.
Man.......... Veudeu-re a 1*500 Imra.
M.- -......... Venderam-se a 7*500 a cai.U.
(lleude linhaoa.. Vemleu-s a l*;ioo o galo.
Papel.......... O ib- einbrniliu \a-nileu-so a ris
1*100 a resma.
Pimenta da India Voudeu-so a 290 rs. a libra.
Cerraja..
Louga.....
Manteiga.
Plvora ........
Passas......
Queijs........
Salitre.........
Sal............
Vinlins.........
A ingleza vendeu-se a 340 rs.
por libra.
Vcndeu-sc a 7*090 a caixa.
Os llamengos vendorant-so a
25 cada aro
Vendeu-se a 752')0 a arroba.
o de Marselha veaden-se a 700
rs. por alqueire.
Vcihleu-sede K)V| a 206* a pi-
pa dos de difiranles portos es-
trangeiros.
Dietas
.......... 380
.......... 400
.......... 640
.......... 400
.......... 400
A; pessoas que e propozerem a contratar dito
fornecimento apresentem suas propostas em car-
tas f .-chadas, no da 23 do correnle, ao raeio dia,
na mesma Ihesouraria. onde encontrarn as tabel-
las i os formularios e eondicocs, com que devom
elTecluar o mesmo contrato, sendo habilitados pre-
vian.enta os dadores. E para constar se mandn
pntdicar pelo jornal.
Secretaria da thesonraria provincial de Pernam-
bucc., 7 de margo de 1864.
0 1" secretario,
A. '. il'A n n n tteiaro.
0 Illm. Sr. inspector da tlieswiira'ria de fa-
zenda do Pernambueo manda fazer publico que ti-
ca marrado o dia 17 demarco prximo vindeuro
para o concurso que em virtude da ordem do Ihe-
souro n. 13 de 26 de Janeiro ultimo, se tem de abrir
nesla mesma Ihesouraria para preenchimanlo de
dua? vagas de 3* escripturario da ihesouraria. Os
exames versarao sobre as seguimos materias :
iheoiia da esrripturago mercantil por partidas
simples e dobradas, e suas appticacoes ao commer-
cio i- ao thesouro ; iraducco correcta das lingoas
ingli-za c franceza, ou pelo monos da ultima; prin-
cipie s geraes de geographia e historia do Brasil,
algeara at equacoes do 2 grao, e pratica de ser-
vido da reparlicao em que o empregado esliver
servindo.
Si creiaria da thesonraria de fazenda de Pernam-
bucc 16 de fevereiro de 1864. Servindo de offi-
cial-maior, Manoel Jos Pinto.
Pela inspectora da alfandega se (az publico
que nao tendo lido logar o le lo anounciado para
o dia, 10 do corrente, dos objeclos que perlenreram
a escuna nacional Undoya, e de mais 267 libras de
cobre velho avahado em 64*080, na raaao de 240
rs. por libra, visto que nao roncorreram licitantes
para file ; que Oca o mesmo transferido para o dia
14 so meio dia e porta desta reparlicao; sendo
a arremataco livre do direilo- ao arrematante.
A'fandega de Pernambueo, 11 de marco de 1864.
0 2o escripturario.
Caetano Gomes de S.
O cidado Francisco Antonio das Chagas, juiz de
paz do -4anno da freguezia de S. Jos do Recife,
presidente da junta de qualilicago em virtude
df. lei, etc.
Fago saber, que no dia 14 do corrente tem de
reunir-se a junta de qualilicago para tomar rn-
nlieeimentodasmieixas e rerlamacoes que se apre-
-entarem dos cidados que deixaratn de ser inclui-
dos na lista dos volantes. E porque rhegue a no-
ticia de todos mandei fazer este, que ser aGxado
no lugar do costume e publicado pela imprensa.
Freguezia de S. Jos do Recife 9 de marco de
186',.Eu Jos Coacalves de S, cscrivo do juizo
d | az, o escrevi
Francisco Antonio das Chagas.
O De. Tristao de Alencar Araripe, offlcial da im-
perial ordem da Rosa, e juiz de dimita especial
do commercio desta cidade do Recife, capital da
provincia de Pernambueo, e seu termo, por 5.
M imperial e constitucional o Senhor D Pedro
II, quem Deus guarde, etc.
Fago ser que no dia 18 de abril do correnle
anno, se ha de arrematar por venda a quem mais
dr em praga publica desle juizo, na sala das au-
diencias, o seguinte: um sobrado de dous anda-
res na ra do Crespo, n. 7, tendo a frente para a
ra do Imperador e c oit.io para a ra do Crespo,
com varanda de ferro em ambo:, os lulos, e um
soto com janellas para a ruado ImiH-rador cdo
Crespo, com salas e quarlos, avahado por 25 con -
tos le ris, o qual foi penhorado por execugo de
J. F. George Kladts Miguel Jos Itarboaa Gui-
maraes.
E nao havendo laogador que cubra o prego da
avabago, arrematago sera feila pelo valor da
adju beago com o abatimeuto da lei.
E para que chegne ao conherimento de todos,
mandei passar o prese ni., que ser publicad pela
imprensa e afiliado nos lugares do colume.
R -cife, 8 de marco de 1864.
Eu, Manoel Maria Rodrigues do Nascimcnto,
escr vio osubscrevi.
Tristao de Alencar Araripe.
O Dr. Trislo dc.vlencar Araripe, offlcial da im-
perial ordem da Rosa e juiz de direilo especial
do coinmercio desta cidade do Recife e seu ter-
mo, capital da provincia de Pernambueo por
S. M. I. e C o Senhor D. Pedro II quem Deus
guarde etc.
Figo saber pelo presente qua Rabe Sehamettau
& por seu advogado me dirigram a peligo do
Uieor seguinte :
Illm. Sr. Dr. juiz do -eaenmercio. Dizem Itabo
Schimettau c\ C. que querom fazer citar a Srvalo
Pereira da Silva, para que dentro em dez dias,
que llie sern assignados em audieniHa, pague aos
Mipplicantes a qiiantia dL' 8625460 rs., juros e im-
portancia de dir.s letras men-antis ja vencidas o
nao pagas, ou allegue i que liver que o relesse sob
pena de ser condemnado direilaniente no princi-
pal, juros e rustas, caso nSo confesse, e porque o
supplicado se acha ausente desta provwria, e nao
sabe-se o lugar certo do sen domicilio, requeren)
os supplicantes V. S. admitta-os a jii-tiflear a sua
au'.Micia para depois de julgajta por sentriiea pas-
sar se rarla edital para ser i-or ella citado para to-
llos os termos da ai-c., exej'ugao, arreinaiaco,
adjudieaeao at iatregal embolso dos supplican-
tes, que pintestam juntar na execuga-j a-hxpoibe a
qii.- o supplicado lc lizera para g'araniia das re-
feridas letras. Pedem -a V. S. defei menlo.Es-
pecam rereher mecc Marisas Riiieiro.
15 mais te nao coniinlia em dita peiigo aqu
verbo udverbnm transcripta, copiada, na qoal uei
profer o despacho do ihcor seguinte:
Citese :marco o dia 9 do rorrele mez as 12
lloras da mentan para a justificaren.
le-cife, 4 da dezoml.ro de 1863.Tristao do
Alencar Araripe.
K m iis se nao continua cm dilo despacho aqu
serbou'lcrrlnim tian-cripio ; per toreado mesun;
tora a peiico apresentaila ao di.-ii ilinidor do jui-
zo Jo- Joaipjim l'ereira do Oliveira. fra feita a
distribilico ao e-ci|vo do juiSO especial do com-
merejo Manoel do Carvalho Paes de Andrade ; o
prudmiadn os luiipllrantes as raas te-temnnlias,
que depozeram convenientemenieacerca da anzen-
cia do supplicado Servido Pereira da Silva; o
sondo preparados e sellados os autos subjrao nii-




Iklarlu de l'croaiubuco Secunda felra 14 de Marco de 1644.
nlia conclusao, c nelles M e profer a sentenca do '
them aegoirtu :
llii |)or justificada a auzcncia de Servido Perei-
ra da Silva, que se mostrea estar ein lugar inc ir-
lo; i! man lo que soja citado por edilos do n i lU
dias para n fin requerido.
Ibne. de marca de 18G4.-Trisio de Alon-
CW Aiaii| e.
Nada uns te continha nem Mira alguma eoisa
se di^clarava em dita seaUDca aqui vni bum transcripta o copiada, "e em observancia da
pialo escrivao do julio especial do roininereio
Manoel de Orvallio Paes de Andrade que ede
subsereveu e fez passar edilaes de Irinla dias, pe-
lo conledo ra petieae cima transcripta c copala,
pelo que qualquer pessoa prente, amigo ou o-
nhecido do mencionado justificado auzenio poder
fazer sciente de. lodo o expendido.
E para pie chegue ao conhecimento de quem
interessar posta, mande* passaro presente que ser
publicado pela imprensa e atrkado nos lugares do
eostame.
Dado e pascado nesta cidade do Recite capital
da provincia de Pernambueo. as nove de marco
de 18ti4, qaadragessimo terceiro da independencia
do imperio do Brasil.
En Manuel Maris Rodrigues do Nasciinento, 3S-
crivao o subscrevi.
Tiistao de Alencar Arwipe.
DECLARACOES.
COjflPAHHIA
DAS
LEILO
MESSAGERIES
Pela contadona da cmara municipal desta
ridade se faz puhiico que a poca para pgame ito
do imposto municipal sobre casas de negocio, Un-
da-se no ultimo de marco vindouro, assini como
necessario aposentar o conhecimento de 20 |or
corte pago ua recebe.loria das rendas geraes n-
ternas, o que se publica para conhecimento de
todos. Contadoria da cmara municipal do Recife
29 de fevereiro de 1864.
O contador,
Joaquim Tarares Rodovalho.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo para fornecimenlo lo
arsenal de guerra tem de comprar os obje-ctos ss-
guintes :
Para a aula do 2o batalhao de infamara.
Papel al maco, resmas (i. pennas de aro, caitas
6, ditas de ave 200, caivetes 2, tinta preta, gana-
fas 6, lapis de pao, duzias 6, areia para escripia,
libras 6,collecees de carias para principiante 36,
tabeadas 36, grammaticas portuguezas por Monte
Verde, ultima edicio, 12, compendios de arithme-
tica por Avila. 12, paulas 12, traslados 36. pedras
para escripia 0, lapis para as ditas 18.
Quem quizer vender taes objectos, apresenlem
as suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s
corrente.
Sala das sessoes do conselho administrativo pa:-a
fornecimenlo do arsenal de guerra 8 de marco de
1861.
uIhho Pedio de S Barreta,
Coronel presidenle.
Jos Antonio Piulo,
Tenenle-coronel, vegai.
Iiirectoria das obras militare*
A directora das obras militares tendo de mandrr
proceder ao coneerlo da capella da fortaleza ce
liamarac, convida s pessoas que seqnizerem en-
carrogar dcsle concert e de ou tros em un corr-
partimenlo do quarlel junio a dita capella a apre-
l 'iitarem suas proposlas nos dias II. lo c 16 d)
corrento mez, das 9 horas ao meio da, na dita di-
rectora, onde poderao receber os esclarecmenlos
ce que necessilarem.
Directora das obras militares de Pemambuc)
12 de marco de 1864.Luiz Francisco de Paula
IMPERIALES
Aleo da I-i do
corrente espera-
so da Europa 0
vapor l'rancez
Navarre, o qual
depois da dein i-
ra do costme se-
guir para o Rio
de Janeiro tocan-
do na Baha, para passagens etc. Irala-se na agen-
cia ra do Trapiche u. 9.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
!Vavegaco costclra a vapor.
Parahjba, .Natal, Macan, Ararat}, Oar c Ararar
O vapor Mamanniiape, comnian-
danbi Moura, seguir no da 22
do corrente as 5 horas da tarde
para os portes acuna indicados.
Recebe carga al o da 21. En-
cominciidas, passageiros e dinheiro arete at o
dia da sabida as 3 horas da larde : escriplorio no
Forte do Mallos n. 1.
liio lira lili t' 'II Sul.
O patacho nacional Saln, recebe carga para
aquello porto a frete eommodo : a tratar com os
consignatarios Dallar & Oliveira, ra da Cadeia
numen 20.
mu evccllentr c luiiguifica ma-
china perpendicular de ser-
rar madeira e seus pertcnecs,
mu eagcnho a vapor de forca
de 14 cavados, urna grande
ealdeira de i orea de O ca-
vados, urna machina de aplai-
nar madeira. nina serra cir-
cular c seus pertcnecs.
Quinla-feir* 17 do carrenle.
O agente Pinto far leilao a requerimento do
administrador da massa fallida de Rostron Roo-
ker & C. e por mandado do lllm. Sr. Dr. juiz es-
pecial do commercio dos objectos cima declara-
dos, pertencentes mesma massa : o leilao ser
eOecluado s 10 horas do dia supradto, no gazo-
metro (fabrica do gaz) onde poderlo os preten-
demos desde Ji examinarem os referidos objectos
obtendo do Sr. William Jirmngs engenheiro de
gaz-, qualquer infonnacao a respeito.
AVISOS DIVERSOS.
0 cii'urgiao Leal nudou
a sua residencia da ra do
- Para o Ro Grande do Sul segu com muita 0iifvTr|O(lA nflrfl ft TM1I 10S1
brevdade a barca nacional ombna, que recebe UUeiIIldUU [)dlA dllld UOfc
a traur no escriplorio | QrUZeS SOOl'adO 11. 36, pil"
meiro andar, por cima do
i NOYES
he
PARTIDAS DOBRADAS
OFKKHKCIDAS
A ASSOCIAQAO COSMERChL lll M.HlIMl.
DE
pehwmiii (O
pon
t/^ xjronJeca r/t ^Auee/eeroJ
Terceiro escriturario d i thesouraria
de fazcuda de Pernambueo c competentemente aH-
lorisado para e\ere*r o pre-
fessoralo particular dearil milica naiuesma
provincia.
Acha-se esla obra nos prdo da tynographa
Commercial, d'onde em breve sahir 'luz da pu-
blicidade em nilda impressao c sob o frmalo de
8o nortuguez.
Lompde-se esta obra de um ,'olume, dividido em
urna parte theorica e outra pr; tica, de fcil alcan-
ce s pessoas que se queiram dedicar ao estudo da
esrrituraco.
A respectiva assignatura acha-se aberta em to-
das as lvrarias desta cidade ao preco de d&OOO
por volume.
Massa fallida de Amorirn,'
Fragoso; Santos k C
Os sunhores erdSores da massa 'allida de Amo-
rirn, Fragoso. SantOSd C que levai.iiu seUS ttulos
ao fcscriptorioda adminslracao para serem venfica-
. dos, podem ir bu.-calos por'seacharcm conferidos, i
Convida-se novamentc, pela lercer.i e ultima vez. _
quelles senhores (|ue anda os nao apresen tara m i
de ofazer no praso de oito dia?, do contrario del- J
xarao de ser contemplados, como credores, no ra-: |
teio a que bouver de se proceder.
I Companlila fldelldade de
seguros martimos e ter-
restres estabeleelida no
S Rio de danclro.
1 DENTISTA DE PARS
.\o>a -19
rirurgiao dentisLa,
Amorirn IrmaoS, ra da Cruz
"Porto.
Segu impreiervelmente para o Porto no da 201 PrADTPwkfq orill-
eo rorrente a Larca portugueza Feliz, tem dous, al lliilZclli XlUglCftolola, uUll
tercos de seucarregamento a bordo : para o resto
que lhe falla, e passageiros, para os qnaes tem en-
cllenles commodos, Irata-se com os seat consig-
natarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo C,
no sea escriplorio ra da Cruz n. 1.
de o achanto como sempre
prompto a qualquer hora pa-
ra o exercicio de sua pre-
fissao, chamado por escripia.
ara o Para,
at o da 16 do corrente pretende seguir o brgue
nacional Amelia, tem a bordo melade de seu carre-
gamenlo : para o reslo que lhe falta, trata-se com
os seus consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C, no seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
Para Lisboa.
Sahir com toda a brevdade o milito veleiro
brigue portuguez Constante II, por ter quasi ...!.:_*. nrim.Mi i nrlo nrimpiri I
prompto todo o seu can.-amento, tem excellcntes ^^jj,?*-?^!^!?"- S?.f?2-
commodos para passageiros, e para estes e o res-
Aos > 000*000
Corre depois- la manliSa.
Quarla-feira, H5 do comente mez, se ex-
M.K.NTF.S EM PEl'NAMBUOO
Autmiin Luiz de Oliveira Azevedo k C,
competentemente autorisados pela direc-
tora da companhia de seguros Fidelida-
de, tomam seguros de navios, mercado-
ras e predios no seu escriptorio ra da
Cruz n .1.
I
H
tao novo
19Ra
Frederico Gautier, ,,
faz todas as operat-oes de sua arte, e col ,
loca denles artiflciaes, tudo com superio- H
ridade e perfeicao, que as pessoas euien- Wt
didas lhe reconhecem.
Tem agua e pos dentificio.
mmmmmm-wmmmm
GUA
LISO BR4SILEIR0
DO /
VIAJANTE NA EUROPA.
Obra milito necessaria, tanto s pessoas que via-
jam pela Europa, como aquellas que desejam ter
conhecimento do que ha de mais notavel e impor-
tante no velho mundo : vende-se na livraria eco-
nomiea ao p do arco de Santo Antonio.
f"
.o TT B S v> t a O* n a *
e a B o =-. V. --c R O 5 n B 9 c B a g -n p. 1 g M Di V -i c c i-- 1 s ? i Q * m > 5 c 9 M 5 -r 9 2 O er B
= M p J o. '- 1= <
p 9 o o en tu V -.3 al < T
Hontem, 6 do corrente, tendo ido ao merca-
do publico fazer algumas compras, o mulatinhc*
forro de nome Graciano dos Passos, de idade de
Vende-se o ultimo piano mandado fabricar em ,'* : '.VS! !Tvando P'^ re? Pars, especialmente para este clima, e com todo o ;"a "''4-*'swc''^ 1ue a,.u hoieainda_nao appare-
cudado possivel, pelo bem condecido loio Ua-. *"' e com.0.0 abaixo assignado supi>oe ter sido o
monnierque lera ar.nazem de puos na ra da J''^mulal.nho scduz.do por alguem protesta des-
Imperalriz; e por ser o ultimo, vende-se muito em d^* ">ar .e lf lue .Ilie u. .">>
conta.s para salvar o dinheiro que se tinha adan-, do rofendo mlatioho e pede as autoridades
tado ao fallecido : na ra Nova n. 19, primeiro p,!l!,aes para -1ue o apprebeiidam c o levem ao
andar.
4TTE\(1A0.
.%dvocacia.
O Dr. Joo Jos Pinto Jnior nudou o sen es-
criptorio de advocada para a ra lo Imperador
(outr'ora ra do Collegio) n. 36, primeiro andar,
onde pode ser procurado todos os das uleis, das
9 horas do dia as ;! da tarde.
abaixo assignado, na ra do Hrum, caldeiraria nu-
mero 40.
__________ Jos dos Santos Villaca.
Saques.
No dia 13 de fevereiro ausentaram-se da casa
d3 seu senbor, no sitio do Mouleiro n. 13, duas es-
Furtaram do engenho MaakofT da freguezia do eravas retintas, de nonies Eugenia e Nicacia, com
Cabo urna besia ruca, bastante carnuda, com este os signaes seguintes: a pnmeira com 30 annos de
ferro N na p esquerda, e algumas marcas de ta- dade> Puco ma,s ou menos, alguma barba no
Ihada. corpo comprido, mansa de roda, e carga : quexo, e um lobinho em um dos ps, levou com-
roga-se a qualquer pessoa a quem for offerecida sigo um filho pardo de nome Manoel, de 3 annos
por negocio, a apprehende-la avisar no mesmo dc ,dadc i sc8un la de 2o annos d'J ldade' Puco.
engenho Malakolf ao proprieUr o Flix Ribeiro de ma,s ou menos, levou comsigo urna Riba cabrinha,!
Carvalho, ou nesta praca, na travessa do Pocinho de annos de idade, elevaram dous cmbrulhos^e |
n. 8 ; alrn de se pagar as des pozas, gratilica-se a
Cimba limaos & C. sacam sobre as pracas do
Porto c Londres : na ra da Madre de Peo* n. 3-
D-se dinheiro a juros: na
rna do Rangel n. O.___________
tarinha c farelo
No armazem da Aurora Brilhante, largo da San-
la Cruz n. 81, chegou grande quantidade de fari-
nba en saceos, e vende-se mais barato.
quem quer que for.
Nova convocarlo.
roupa ; naturalmente seguirn juntas, ignorando-' Nao tendo comparecido numero sufi-
se qual a direccao : portanto, roga-sc s aulorida- cenle de interessados
tante da caria Irata-se com Manoel Ignacio de
10 horas da manhaa do dia li do I Oliveira & Filho no largo do Corpo Santo -:19.n
Kio de Janeiro.
da capella de Nossa Senhora da Escada da
igreja de Nossa Senhora da Conceicio dos!
Militares, no lugar do costume.
Os bilhetes e meios acliam-se venda na
respectiva thesouraria ra do Crespo n. i5
e as casas commissionadas.
Os premios de 5:0000000 at 105000
Segu em poueos dias o brigue escuna Jovem
Arlhur, tem parte do seu carregamento engajado.
para o resto que lite falla e escravos a frete para \Q 'ag0~ uma ho de_0|S | extraCC0
os quaes tem excellcntes commodos Irata-se com ,! Fafew '" uvi'" u" ''" v^.
Antonio Luiz de Oliveira at as 4 horas da tarde, e os outros no da
seguinte depois da distribuicao das listas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza,
quaes
os seus consignatarios
Azevedo & C, no seu escriptorio ra da Cruz nu-
mero 1.
Rio de Janeiro.
Pretende seguir com muita brevidade o brigue
Almirante, tem parte do sen carregamento promp-
to, para o resto que lhe falta tratase com os seus
consignatarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
dt C, no seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
LEILOES.
LEILAO
DO
Sobrado de 2 andares da ra das Aguas-
Verdes n. 70, e un dito de um andar
na ra de Sania Rita n. 7;i.
i e Albuquerque Maranhao, servmdo de ama-
nuense.
No dia lo, fiada a audiencia do Sr. Dr. juiz
municipal da I" vara tem de ir picea por vend
<> escravo Herculano por execucao que move Ma-
noel Jos Correia contra o Dr. Jos Maria Moscos)
da Veiga Pessoa. esenvo Mota
No da 10 do correnle mer. a 1 hora da tar
le, depois da audiencia do Sr. Dr. juiz minicipal
>la i* \ara, escrivao Santos, se bao de arrematar '
"i' venda cinco sextas parles de nina rasa terrea
oem soio, muro na frente e porlSo de Ierro, ;
' ora um pequeo sitio na estrada do Glqui da
fregucia dos Afogados, avahada cada sexta parle
por 500, e vo ser arrematadas, servindo de base
> preco da adjudicacao que W05 cada sexta par-
le, penhoradis a Antonio da Cunta Machado e sua Ionio Bastos, servindo de base o niaior preco obli-
niulhei. e a Jos Floreado ue Oliveira e Silva, co- do no leilao do dia 8 do corrente, era seu escnpio-
fiio administrador de seus quatro filhos menores, rio ra da i ruz n. 38.
Jos Florencio de Oliveira Silva Jnior, Jenuina!__________
Gmnd HIMU
DOS
Gneros abaI\o.
Aguida de Oliveira e Silva, Maria Isabel de Olivei-
ra e Silva e Vulpiano, e aos tres primeiros ruaio -
res de lie ti annos, |>or execucao de Manoel Joa-
quim Baptista, Conforme o escripio que se acba em
mo do porleiro do juizo. Se nao houver audien-
ria no da indicado, a praca lera lugar na primei-
ra audiencia do mesmo juiz.
Crrelo geral.
Pela adminislraco do correio desta cidade s>!
laz publico que em virinde da convencao postal
celebrada |>elos governos brasileiro e francez, se-
o expedidas malas para a Europa no dia 15 do
correnle pelo vapor inglez Pnrnmi. As enras se-
rao recebidas al 2 horas antes da que for marca-
da para a sahida do vapor, e os jornaes at 4 hora:
antea,
Adininistracao do correio de Pernambueo 12 de.
mareo de 186"i.O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
Conseibo administrativo.
Oconselhe administrativo, para fornecimento do
arsenal de guerra, tem de comprar os objectos se-
fcUill!
Para o hospital militar.
Colchdes de panno de Indio chejes de la, com ')
palmos de comiirimento e 3 l| de largura 60, tra-
vesseiroj da tu tuna fazenda e cheios de laa con
.'I 1|2 palmos de comprimenlo 60.
Para o arsenal de guerra.
Pregos de assoalho, milbeiros 10.
Quem quizer vender laes objectos apresenlem a
suas propostas em carta fechada na secretaria do Cals Irmds em liiiuidagao farao leilao
conselho as 10 horas da manhaa do dia 14 do cor- tervenco do agente Almcida de uma porcao
C4S4 1)4 FOKTUKA.
AOS 51000,000
Bilhetes garantidos
A' roa do Crespo n. 23 e casas do costume
O abaixo assignado tendo vendido nos seus mui
afortunados bilhetes garantidos os de n. 1387 com
a sorle de :i:000, ns. 149 e 2084 com as de 5005 e
outras minias de 2005,1004, 404 e 205 da lotera
que se acabou deextrahir a benelleio do recolhi-
mento de Iguarass convida aos i>ossuidores de
ditos bilhetes a virem receber seus respectivos pre-
mios tem descont algara em seu estabelecimento
Casa ila Fortuna rua do Crespo n. 2'l.
O mesmo lem exposto a venda em seu dilo esta-
belecimenlo e as outras casas do costume os 110-
vose felizes bilhetes da primeira parle d a primei-
ra lotera de Nossa Senhora da Escada da 1 oncei-
cao dos Militares que se extrahir quarta-feira 16
do corrente.
Os premios serao pagos como de costume.
re^os.
Bilhetes inteiros..... 65000
Meios bilhetes...... 35000
Para as pessoas qu comprarem
de 1005 para cima.
Bilhetes........ 35500
Meios......... 25750
Manoel Martins Fiuza.
O abaixo assignado, thesoureiro e socio ins-
tallador da sociedade PlhlArliftica, agradece pelo
Que por conta e risco de quem pertenoer faz^1""0^1"0 e (',n I,omL' (lil .mes,na socie,!ad a todas
agente Pesua em lotes vontade dos licitantes : as pessoas que contribuiram para l
hoje 14 do corrente pelas 10 horas em ponto no
armazem do Annes defronte da alfandega. a saber:
100 caixas genebra.
1 barril bilher.
Segnnda-fcira I de marro.
O agente Pinto levar novamente a leilao s 11
horas do da supradito os dous predios cima de-
clarados periencentes a massa fallida de Jos Ai

1 dito genebra.
1 dito armago.
1 dito aniz,
1 dito bsintho.
1 dito "'licor.
1 gigo com 23 garrafas champinhe.
1 caixa licor.
1 caixa com tafeo Bordeaux.
1 caixa com funche.
10 barris com alcatrao.
10 1(2 ditos com dito.
30 barris com manteiga franceza.
300 barricas bolaeliinhas americanas.
18 caixas com 1919 pedras para amolar
rente.
Sala das sessoes do conselho administrativo para
lornecimento do arsenal de guerra 7 de marco de.
1864.
Antonio Pedro de Sil Barreto,
Coronel, presidente.
Sebastiae Antonio do Reg Barros,
Vogal secretario.
O arsenal de guerra precisa contratar a la-
vagem e engommado da roupa dos seus aprendi-
zes minores, regulando 210 leuces, 240 fronhaf,
1,200 camisas e 960 calcas, 240 calcas e 120 blu-
sas lavadas e engommadas alm da roupa da en-
fermara : a quem convier, aprsente propostas
at o fim do mez.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA BBASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR
Dos |Kirtos do sul esperado
o vapor Paran, commandante )
capillo de fragata Santa Barbar;,
o qual depois da demora do cos-
tume seguir par os portos do
norte.
Desde j recebem-sc passageiros e engaja-se 1
larga ijue o vapor poder conduzir, a qual dever i
ser embarcada no dia de sua chegada, encommen-
das e dinheiro a frete at o dia da taluda as 2 tu-
ras : agencia, rua da Cruz n. 1, escriptorio de An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo C.
COMPANHIA BRASILEIRA-
DE
PAQUETES A VAPOR,.
Dos porlos do norte esperado
at o dia 17 do corrente o vano;-
Cnanto do Std, commandante o
j- capitao de maro guerra Gervasio
*l*S2HBaP Mancebo, o qual depois da demo -
ra 4o costume seguir para ns portos do sul.
Desde jarcebem-se passageiros eengaja.se a
carga une o vapor poder conduzir, a qual Severa
ser embarca-la no dia de sua chegada: encom-
inendas e nbeiro a frete at o dia da sahida s
horas, agencia rua da Cruz n. 1, escrijitorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo A C.
Rio de Janeiro.
O brigue brasileiro Tronador segu com brevi-
ilade, recebe carga a ssaravos a frete : trata-so
-um os consignatarios Margues, Barros & C, largo
il<> Corpo Santo n. 6.
acto da installacao que teve lugar no dia 14 de fe-
vereiro ultimo da referida sociedade.j cora o pes-
soal coinparecimentodas inesmas pessoas, j com
donativos, mohilia e alfaias, que por emprestimo
obteve ; e sobre ludo aos lllms. Srs. mestres e m-
sicos que lizeram parle das duas bandas que nesse
dia tanto concorreram com suas harmonas de-
liciosas para excitar o prazer e augmentar a ale-
gra da escolhida reuniao que nessa eccasiao teve
lugar.Ignacio Gomes Pono._________________,
Precisa-sc de uma pessoa para lavar os ca-
vallos de uma cocheira todos os dias, das 6 s 8
horas da manhaa : para tratar, na rua Nova n. 59.
- Deseja-se fallar com a Sra. D. Eugenia Tei-
xeira de Moura, lilha do fallecido Jos da Cunlia
Teixeira, a negocio que diz respeito mesma se-
nhora^______________________^_^____
Na travessa de S. Pedro, esquina da rua do
Fogo n. 10, preparam-se com perfeicao bandejas
de bolinbos de diversas armacoes e gosto vista
da incemuienda, para bailes, casamentos, fostas de
igrejas, semana santa, ou procissSes, e tambem
por in- bolinbos de todas as qualidades os mais escolhidos,
de s em libras a 800 rs., de seis para cima. Assim
facas
lindas proprias para chapeleiros, bicos de seda como outras incommendas de podins, toda a qua-
branco e prelo, franjas, frocos, conlas douradas, lidade de pastis, bolos finos, c pao-de-l, com toda
luvas de seda preta e de fio de Escossia, obreias a perfeicao do nosso mercado. Na mesma casa se
de gomma laca e outras miudezas que serao pre- precisa alugar uma preta ou moleque por mez, que
sentes aos compradores, na mesma occasio se saiba vender bolinhos na rua, ou mesmo de ven-
vender a armacao, carteiras e um excellenle co- dagem, paga-se bem.
fre de ferro a prova de fogo que ser vendido
sem limites.
Terca-feira i.'i do correnle
s 11 horas do dia.
LEILAO
Pelo agente Miranda
Terca-feira 14 do corrente.
Este agente levar leilao no mencionado dia
s 10 horas em seu armazem sito rua da Cruz
n. 57. uma rica mobilia de Jacaranda, differentes
obras de marcineirif. quadros de diversas perso-
nagens histricas e finalmente um gordo cavallo
com os respectivos arrotos.
Francisco Alves Veiga faz sciente ao respei-
tavel publico, e com especialidade ao corpo de rom-
; mcrcio, que no dia 3 de corrente venden ao seu
caixeiro e socio o Sr. Domingos Jos da Cunha, o
seu estabelecimento de moldados, sito na rua de
1 Santo Amaro da freguezia de Santo Antenio n. 8,
livre e desembaracado, e por isso o mesmo sc-
nhor o nico competente para geri-lo como seu, do
: referido dia em dianlc.
RUA DO IMPERADOR
N. 22.
Grande armazem de tintas.
Este armazem contera ludo quanto
preciso para que a industria de pinlura.de
qualuer genero que seja. desempenhe
seu lira, isto einbellezai, conservar e
reproduzr.
Montado era grande esc.-.la e supprido
directamente por grandes fabricas de Pa-
rs. Londres e Hamburgo, pode ofierecer
productos de eonlianca, e satisfazer qual-
quer encommenda grosso trato e a re-
talho.
Os Srs. artistas pintores, e os donos de
obras poderao escolber vontade, pois
que tudo estar vista, as differentes co-
res de que tiverem necessii ade.
Ha tintas em massa e em p impalpa-
vel, e como as obras a envernizar s se
deve empregar tintas muid.s, e nao me-
recendo eonlianca as que ven de frapara
commercio, por velhas, e tal vez falsifica-
das, neste armazem se as moer vis-
ta do consumidor, que s assim ter tin-
tas frescas e verdadeiras.
Ha tambem ouro verdadeiro, verde em
p ecmfolha, prata em folba, p debron-
zear de varias cores, dianiaales para cor-
tar vidros, burnidores, ncar superfina en-
carnada, amarella e verde, tintas vegs-
iies. azul, roxa, verde e amarella, inolTen-
sivas, nicas que se devem empregar as
confeilarias, colleccoes de pinceis para
fingir madeira, com propriedade, e antros
de varias qualidades, ventiles, copal,
graixa, branco ou escuro 1 ara o interior
e exterior, para etiquetas e quadros, tin-
tas finas em tubos, em craves ou pastel,
tellas para quadros, caixas le tintas finas
e papel para desenlio.
Essencias aromticas verdadeiras, fras-
cos e vid ros para vidraca de todos os ta-
inanhos, e inuitos outros objectos, cuja
utilidade e emprego s con a vista pode-
rao ser mostrados.
Joo Pedro das Neves,
Gere ite.
)l ttanca de cslabelecimenlo.
Magalhaes d*a Silva Irmos, fazem sciente aos
seus freguezes que mudaram o seu estabeleci -
ment de fazendas da rua das Cruzes para .1 rua
Nova n. 40, defronte da igreja de Nossa Senhora
da Conceico.
Ama dcliiti.
Quom precisar d.( urna-ama para criar, com
muito bom leitn, dirija-se rua invita n. 42.
ama"
Quem se quizer alugar para anude dous filhos
menores, nana para engommar. coser e lavar, di-
rija-se rua de S. Francisco, sobrado n. 8, da re-
sidencia do escrivao Silva llego.
BAIVCO IM iO
ESTABELECIDO NA CIDADE DO PORTO
Agentes em Pernanilmco
Antonio 1.11 i/ de Oliveira
Azevedo k C.
Sacam por todos os paquetes sobre o
mesmo banco praso ou vista, sobre a
caixa filial era Lisboa, e agracias em F-
giiera. Coimbra, Avciro, Vizeu, Villa-
lleal, Hegoa, Vianna de Castello, Guima-
res, liaicellos, Lamego, Ct vilhia, Braga,
Penafiel, Braganca, Amalante, Angra,
llha da Terceira, liba de I'a i as, liba da
Madeira, Villa do Conde, Valcnga, Bastos,
Oliveira de Azeineis, Chaves e Fafe, a
oito dias vista ou ao prazo qie se conven-
eionar, no seu escriptorio rua da Cruz
n. 1.
------.....~.~-------, a commissao encar-
des polinaes a sua captura, ou quera dellas noli-1 rea,ia da rnhianca Has Iptras Pmitlida* na
ciasliver, leva-las a seu senhor Joa) Manoel da '.efed('a "a tODtatita aas letras emitllfidS na
Veiga e Seixas, no seu sitio do Mon.eiro n. 13, ou ctrculacaopela exttncta thesouraria provin-
na travessa da Madre de Dos ns. 4 ib.________; cial, convida de novo quelles senhores para
Casa (le commisso le esc avos na rua ,im J;| ifld'cado, e declara que o seu nao
Aa Inmpradni- n A-; lprrirn andar (>omPa''ecimento a casa n. 28, rua estreita
n4ot, [A" Rosario, no dia 14 do corrente, pelo
Imperador n. 4o, terceiro andar
Nesta casa reeebem-se escravos por commissao
do
icicuchi-:; otiaius uji iiiiiiuiijw m(1' i: .____. .-
. vendidos por conta de seus senhores, j me' ,1,a' importara annuencia a qualquer
se poupando exforcos para que os mesmos se- ueliteracao que OS interessados enlao pre-
venddos com promptido alim de seus senho-1 sentos liajam de tomar. Hecife, 8 de marco
' de i8Gi.Antonio deMoraes Gomes Fer-
relra.- Adriano Xavier Pereira de Brito.--
Manoel Joaquim Ramos e Silva.
Engenho S. Oaetano.
Arrendase ou vende-se o engenho S. Caetano,
sito na comarca do Cabo, distante meia legoa da
estacan da estrada de ferro, com boa casa de vi-
para seren
nao s
jara
res nao soffrerem empate com a venda dellcs. A
casa tem todas as commodidades precisas, e segn-
ranea, assim como afianzase o bom tratamento.
Ila sempre para vender escravos de ambos os se-
xos, velhos e novos __________
B-se 2:000j a premio sobre liypolhera em
um predio nesta praca ; na rua das Cruzes 11. 7,
se dir quem d.
- Precisa-se arrendar um sitio perto da praca. SSrJS. jEE ,'-""' T """ ldf:i ue, '"
ictenha pasto para vaccas: quem 1 i ver dirija-se '?d^cJasa.d.e.nn?e"h.'.?.sa.A ?W*3V> se,'z:i,la'
que tenba pasto para vaccas: quem
rua da Palma n. 41. taberna.
O conselheiro Francisco de Paula Baptista e
seu filho o bacharel Gracihaoo de Paula Baptista.
advogam no seu escriptorio na rua das Trincbei-, Jos de Moraes Gomes Ferreira no engenho Bar-
primeiro andar do sobrado n. 9, aonde se balho.
etc. -, de agua, com bastante Ierras para safrejar
at 2,000 paes, lera lions cercados e boas maltas
proxinas ao engenho : a tratar no Recife com
Luiz de Moraos Gomes Ferreira, ou no Cabo com
ra, primeiro andar do sobrado n. 19
achara presentes todos os dias atis, desde
horas da manhaa al s 3 horas da tarde.
s 10
Precisa-se de um caixeiro que tenba bastan-
te pratira de taberna : na rua do Encantamento
numero 13.
Siil|iSi|p| s]fiil! pjjiSijtiSBiialiS''
O baeharel
Francisco Augusto da Costa
Costamangbo Joaime, Italiano, vai para o Rio-
de Janeiro.
A (Tonso de Allmpei'ijiic lucilo
ha 19 annos advogado.j ante os auditorios e tribu-
naes desta cidade, j na corte c em outros lugares
, do imperio, emeonsequencia de terem-se augmen-
tado aqui seus afazeres, tem transferido sua resi-
dencia da villa do Cabo para esta cidade rua es-
trella do Rosario n. 34, onde tem estabelecldo seu
escriptorio, c onde fot o do Dr. Godoy, de cujos
trabalhos iicou encarregado o annuncianle. Ah
offerece os misleres de sua profissao s pessoas de-
quem mereca conflanca, tanto deste lerrao como
dos demais desta e de outras provincias para os
negocios e trabalhos a serem desempenhados aqu,
garantindo o zoilo, lealdade e actividade que lhe
sao reconhecidos pelas pessoas que o conhecem.
n. 162, mito propri'o para armazem de sal e com I Incumbe-se tambem de trabalhos para os termos
bons commodos para grande familia. i proxinos, onde lem solicitadores de inteira ron-
j I llanca. D consullas verbaes e por escripto, e
Lumia rl-1 prestase a ouvir seus constitnintes a todas as ho
1 ftstrpila do ras, as sextas-feiras das 9 as 4 na villa do Caboo
advoijado
Ri'a do Impehabob n.
m
Ci).
Aluta-sc barato
Ka padaria da rua Bireita n. 84, aluga-se por
cominodo preco a loja do sobrado da rua Imperial
O bacharel Jos Rento da
ueiredo Jnior advoga na rua estreita
Rosario n. 28.
AM.
Uma moca portugueza. de bons eostomes, dese-
ja ser ama de casa honesta e de ponca familia:
dfi-onte da matriz da Boa-Vista n. 84.
P recen cao
Previne-se a quem interessar possa que nao
faca iransaeco afgnma com uma letra da ipianlia
de 350,5880 rs., aceita no dia 7 do presente a 30
dias por Jos Joaquim de Novaos, a favor de An-
tonio do Reg Soares, porque se aeha a mesma
letra embargada na mo do aceitante por execu-
cao que se move contra o dito Soares.
Papagaw.
Fugio as 7 horas da mauha do dia 10 do cor-
renle, do sobrado da rua da Cruz n. 38, um papa-
gaio bem empeunado, azas inteiras, e levou uma
corrente no p, o qual voando em ditece/io para a
rua da Guia, passon em differentes tediados : a
pessoa i|ue o apanhou. querendo restituir, levar
ao mesmo sobrado, que ser recompensado, se o
exigir.
Pede-se aos senhores passageiros que vierara
i no vapor tawumguape, que por engao levaram
' un bah j usado, de couro. queira levar na praca
do Corpo Santo n. 21, ou annunciar pela esta mes-
ma folba.
Na rua Nova n. 26, se dir quem da algu-
mas quantias a 2 OjO ou a 1 1|2 0|0 conforme a
iiuaniia.
O bacliarel Jos Roberto da Cunha Sal-
les continua com o seu escriptorio de ad-
vogado rua estreita do Rosario n. 41,
t. andar, onde pode ser procuradodas 9
horas da manhaa s 3 da larde : reside
na mesma cana.
LEIUO
Precisa-se de uma ama muito capaz para lomar
conta da casa de um estrangeiro solteiro, fazendo
todo o servico de portas dentro, paga-se bem ;
agradando : na rua Nova n. 19, primeiro andar.
Precisa-se de nina ama para o servido de 1
uma casa de pouca familia, que saiba cozinharej
lavar : na rua dos Guararapes, junio a fabrica de I
sabio n. 2. |
Precisa-sc de um fetor para um sitio, e que.
cntenda de jardim e mais plantacoes dirija-se ao
escriptorio de Southall Mellors C.
Jos Goncalves Ferreira Costa t,m casas ter-
reas para alugar na travessa do < osla, em Santo I
Amaro, junto fundico, ao preco de 9 e 105000 i
cora porlo para a inar, e tamlieni a loja de um
Simplicio da Cruz Ribeiro, proessor publico do sobrado junio ao Sr. Vianna, com bastantes com-
* grao, projwe-se a ensmar parlicularmento as modos : fallar na dita travessa, na taberna do lint
boras vagas que anda lhe restara, as materias de a mesma.
sua profissao, j na casa de sua residencia, j por jw,
0 abaixo assignado, arrematante das dividas da
loja de miudezas da rua do Queimado de Joaquim
los da (osla Fajozes Jnior e da loja de fazen-
das da rua Direila de Fajozes Jnior A Azevedo,
avisa aos deredores das ditas tojas tanto da praca
como do matto de virem pagar seus dbitos o
abaixo assignado no largo do Collegio junto ao so-
brado amarello, ou na rua de lionas n. 104 ao Sr.
Fajozes Jnior at ao dia 15 de marco, do contra-
rio ter de entregar ao seu procurador para co-
brar judicialmente. Recife, 16 de fevereiro de
1864.
Antonio Joaquim Fernandes da Silva.
Escriptorio de advocaci
1 V rua do Queimado n. 30, pri-
meiro andar.
O advogado Cicero Peregrino continua
B8 no exercicio de sua profesan na rua do
g5 na do Queimado 11. 30, primeiro andar.
flp onde pode ser procurado das 11 s 3 lio-
osar ras ila tarde.
Instriieco primarla.
a
Ufferece-sc para ama de lodo o servico uma
! miilher sadia : na rua do Cotovcllo n. 41.
Quem quizer comprar urna redo anda era
"^. bom estado com 16 bracas de comprimenlo pro-
4 vaccas de leite 2 tiovilhas, um boi manso, pria de despescar viveJro : dirija-se a rua do Ara-
um garrote e 2 carneiros mancos, porlos e5 n- 3 (iue adiar com quera tratar.
e proprios para puchar carrinhos de me-
ninos.
Quarta-frira 16 de marco. [M] O Dr. Carolino Francisco de Luna San-
0 agente Pinto far leilao por conta e risco de' W tos, contina a residir na rua do Impe-
quem pertencer e sem reserva de preco do gado g rador n. 17, 2" andar, onde pode ser pro-
acima declarado s 10 huras do da supradito no val curado a qualquer hora do dia e da noite
Mundo Novo em frente a cocheira dos Srs. Paulino IH para o exercicio de sua profissao de me-
f irniao. \jj( dico sendo nao os ebamados, depois de
meio dia at 4 horas da tarde, devem se
deixados por escripto. O referido Dr.
nao abandonando nunca o estudo das
molonas do interior, prosegue, com o
maior afflnco, no das mais dilceis e deli-
cadas operacoes. como sejam dos orgos
ourinarios, dos olhos, partos, etc.
casas particulares. A pratica 1 e 10 annos de en-
sino publico, e outros lautos de particular, aps
uma frequencia de 180 alumnos qne lecciona an-
nualmente, sao as garantas qne offerece a quera
de seu presumo se quizer uiilisar : rua da Gloria
numero 41.
11 ad vanado Dr. Manoel do Nasciinento
Machado Portella, contina a ter o seu
escriptorio no primeiro andar da casa n.
83 da rua do Imperador.
Larodeira
Quem precisar de uma lavadeira para roupa de
sabo e varrella, pode dirigir-se i travessa
postos n. 18, primeiro andar.
Competidlo de <1 irrito elvll.
Na rua da Saudade n. ), vende-se o
HV? I compendio de direilo civil, approTado pelas
de
DE
Ulvldas activas de Lima &
.lia r( Ins.
Quarla-feira 1(1 do correnle.
Pela segunda vez irao leilao por crdem dos
administradores da ma-sa fallida de Lima t Mar-
tins e por despacho do lllm. Sr. Dr. juiz especial
do commercio as dividas activas nerlenrentes a
mesma massa na iraportancla de 22:8594774 rs..
servindo de lase aofferta do leilao pass.ido : quar-
ta-feira 1C do correnle nas 10 horas da manhaa
na porta da associaf-o commereial. Os Srs. pre- OITerere-sc para criado 11111 moleque escravo
tendentes podem examinar a jelacao e documentos de lo snnos de idade : a tratar na rua da Penha
cm mo do agento Pestaa. numero 1.
Francisco Alves Veiga, t. udo de retirar-se
muito breve para a Europa a tratar de sua saude,
roga a todos os seus devedores pie bajara de sa-
tisfazer seus dbitos, alim de que nao sejam depois i
constrangfdos por seu procurador a pagarem judi-'
c alente.
Sobrado moliillia'lo.
Aluga-se pelo lempo de tres seis mezes o pri-
meiro andar do sobrado da rua Njva n. 30, com a
mobilia nelleexistente : a tratar na lujado mesmo
sobrado.
coogregaooea los lentes das acuidades
direito desta cidade lo Recife e da de
Paulo para as respectivas aulas de direilo
civil patrio.
Maques sobre Portugal.
O abaixo assignado, agente do banco
mercantil Poi tuense nesta cidade, saca ef-
ectivamente por todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
qualquer somina, vista e a prazo, po-
dendo logo os saques a prazo serem des-
contados no raesmo banco, na razo de 4
por cento ao anno aos portadores que as-
sim lhe convier : as roas do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
Alnga-se o terceiro andar da casa n. 88 da
rua da Imperatriz, e o sobrado n. 193 da rua Impe-
rial : na rua da Aurora n. 3ti.
Gfelo,gelo, g-elo.
Cora a chegada da nova machina nao se expe-
*
- Alugam-se o primeiro e terceiro andares do
sobrado da rua do Amorlm n. 37 : a tratar na rua
da Cadeia n. l>2, segundo andar.
Aluga-se O quarto andar do sobrado da rua
Nova n. 19 : a tratar na rua da Cadeia n. 62, se-
gundo andar.
Merlln.
Na livraria popular da rua do Imperador existe
obras completas de Herlin, que cede-se pelo que
costaran) na Enrona,
Anda est por vender--' urna casa terrea
grande, na Una-Vista, rua Vellia n. 4, c outra na
rua do Arago n. 17 : quem pr Hender, dirija-se a
rna da Imperatriz. loja n. 74, que se dir quem
vande.___________ ____________
Precisa-se de um meninc de 10 12 annos,
preferindo-se Portuguez, para caixeiro de um ar-
mazem : a tratar na rua da Guia n. 17.
Na rua do Crespo n. lo. se aluga uma boa
casa e sitio no Monleiro, com frente para o oito
da igreja.
w%wikw^mwmmKM
Advocada.
9 Os advogados Manoel Jos Pe vira de SW
K Mello c Antonio Rangel de Torres lian- \j/
^ deira lem 0 seu escriptorio na rua es-
j8 lieii.i do Rosario n. 10, primeiro andar. 5R
"d c ah podem ser procurados das 10 horas >te
(5 da mannia ato as :i da larde.
Uma senhora com as necessaria babilitacoes
para ensinar as instruceoes primarias, inclusive
grammatica portngneu ao sexo femenino, preten-
deabrir aula particular no dia 7 de abril prximo:
as pessoas que de seu presumo quizerem utilisar-
se, dirija-se rua de Ilortas, caca n. W.
I nmenta mais falta de gelo fabricado com agua do
1 Prata, todos os dias a qualquer hora, para |>or-
toes grandes ou encommendas para fura da pro-
vincia dever haver aviso com antecedencia : rna
da Aurora junto a fundico onde tem a bandeira
&m$ H Curso de preparatorios
Prancez,
Inglez,
Geometra,
Geographia,
Rhetorica
0% rua do Queimado n. 30, primeiro andar,
^j das 10 as 2 da larde.
MWMnmmHRMfl
m&
Francisco Garrido avisa ao respeitavel publico.
qne ni sua casa denominada Travista, na rua lar-
ga do Rosario n. 37, lera disposicio de boje em
dianu dous buhares demogno competentemente
'reparados: refrescos, sorretes, etc.


!
Diarlo de Pemambuco Kegnuda fclra 14 de Marco de 18414.
^
Acaba de sabir dos pelos de notsa
oliicie* ealoianak civil, eclesistico,
coraiuerctl, fabril c agrcola, conten-
do todos os eiupregados, en$enhes e
negociantes, inclusive as modificarnos
novillas al M de dezc.mnro ultimo ;
vende-se a 1 $000 uuicamente ua li-
brara u. G c S da piara da lude pru-
dencia.
Soclcdade de seguros mutuos
de vida Ins aliada pelo Banco
l'uio na cldade do Porto.
Os agenten nesta cidade e provincia Antonio
Luiz de Oliveira Azevede & C escriptorio na ra
da Cruz do Recite n. i, esto autorisados desde j
a tomar assgnaturas e prestar todos os esclarec-
mentos que forem necesarios, as pessoas que de-
sejarem concorrer para tao til e benfica empre-
zas, egurando um futuro lisongeiro aos associado,
FOLHINHAS PARA 1864,
iNa praga da Independencia hvraria ns. 6
e 8, acham-se venda as seguintes folhi-
nhaspara 1864 impressas nesta typographia
em excedente lypo e boro papel,
Folhinlia de porta conlendo as mate-
rias do costume, rs.........ICO
Dita de algiheira, so!) a epigcaplie
religiosa, conlendo alm das materias
do costume os sete passos da Paixau
de Nosso Senlior Jess Chrislo ; cnti-
cos do mez Mariano; liymnos e jacula-
torias ao Santissirao Sacramento; ex-
plicaces de diversas oraces; cora
Seraphica; exercicio ao sagrado cor-
ceo de Mara; oracao para visitar as
igrejas no da da Porciuncula; oraco
para escolha dos estados da vida ; dita
a Senliora da Conceicao; e meditacoes
sobre a ref-jrma da consciencia, rs. 320
Dita de dita, sol) a epigrapheVa-
riedade, coBtendo alm das materias do
costume : receitas uleis e necessarias
aos diversos mysterios da vida ; physi-
ca e recreativa ao alcance de lodos:
pilheriase ratices; poesas ; charadas;
mximas e pensamentos coligidos por
um curioso,.............320
Ditas ecclesiasticas oh de padre para
resar o officio divino, redigida pelo re-
verendo conego penitenciario da S de
Olinda...........640
3--RIA ESTKMiA DO ROSARIO-3
Francisco Pinto Ozorio contina a col-
locar denles artiliciaes lauto por meio de
molas como pela pressao do ar, nao re-
cebe paga alguma sem que as obras nao
li'l icni a vontade de seus donos, tem pos
e outras pre|iarai;6es as mais acreditadas
para conservacao da bocea.
Em a noite do dia 18 do corrente mez, pelas
8 bora; fugiram da cidade de Olinda da casa da
abaixo assignada ilous mulatos eseravoi de nomes
Ouilherme e lloyss, o primeiro escuro, pouca
barba, iraz pera e bigode, estatura ordinaria, com
dade de 23 30 annos e secco do corpo, e padece
de ery pella tendo por isso a puma esquerda en-
chada : o segundo claro estatura ordinaria, labios
corados, nariz um peuco chato, gresso do corno,
sem barba e reprsenla ter de 18 20 annos, tendo
na cabeca una marca de cicatriz sem cabello: am-
bos foram vestidos e calcados com |ialits oscuros
e saleas de brin bramas, ou pardas : levaramcom
sigo que routaram alaixn assignada, um bahusi-
nho de amarillo envernisado rontendo um saqni-
.jiIio con cerca de um cont de reis em pecas de
ouro Boma e velhas, tres doblas portuguezas, um
dobrao e urna moeda americana grande e urna pe-
quena poreo de moedas de ouro de cinco mil reis
e doilais; muitos papis de importancia, algumas es-
criptur is publicas de acquisicao, papis de com-
Sras de cscravos, entre os quaes est o do mulato
OJ sos, certidoes de baplismo dos filhos da abaixo
asHgnn lo, conliecimcntos de decima, um recibo do
banco inglezde 7:lOO,SOO0, urna letra de 5:0004000
au en Jossada, e duas letras saccadas por Fran-
cisco Gi mes de Oliveira como lestamenteiro do fi-
nado H. nry (iybson, e aceitas urna por Marcellino
i C. da quantiade 1:8584180 ea outra da quantia
de -2.01.'600 reis aceita por Antonio Correa de
Vasconcelos, com endosso em branco, ambas ven-
civeis em 30 do marco do corrente auno, cujos acei
Untes j se acham prevenidos para as nao paga-
rem se niio abaixo assignada : urna corrente de
ouro ingleza para relogio com sinete, algumas joias
de ouro e pedras e um pequeo caixao de madeira
de fora, de um palmo em quadre, pouco mais ou
menos, cotnoitocentos nove centosmil reis.em pa-
taedes: rappbe-se que estes escravos seguirn) pela
estradndo Poixinho, ou do norte em decoaopara
Pedras de Fogo ; a abaixo assignada roga encare-
eidaim Me as autoridades policiaes de os capturar,
empreando os meios para screm elles deseober-
tos ; e aos capilaes de campo ad verte que serao ge-
nerosamente recompensados. Alm dos objectos e
dinlieiro cima mencionados, levaram ditos escra-
vos (que talvez digam que sao livres) orna ben-
galla de esloque de cana da India vermellia com
gomos com o cabo preto de bfalo.
l'baldina Amalia de Mello.
Joao da Silva Hamos, medico pela Un
versidad--de (timbra, da consultas em
soa casa das 9 s 11 horas da manha, e
das 4 as 6 da tarde. Visita os doentes
cji suas rasas regularmente as horas
para tasa designadas, salvo os casos ur-
gentes, que serao soccorridos em qaal-
quer occasio. D consultas aos pobres
que o procuraren) no hospital Pedro II,
aonde encontrado diariamente das 6
s 8 horas da manba.
I>m s ja casa de sade regularmente
montada para receber qualquer docnte,
anda m sino os alienados, para o que
tem commodes apropriados e nella jira-
tica qualquer operacao cirurgica.
Para a casa de sade.
Primeira classe3000diarips.
Seirunda dita.... 25500 >
Tercena dita.... 25000
lisie tstabelecimento j bem acredi-
tado pelos bon5 servidos que tem pres-
tado.
O proprielaiio espera que ello conti-
nu; a merecer a ceoflanca le que sem-
pro tem rozado.
Francisco Alves Veiga julga nada dever a
esta praca ou 'ora della, porm se alguem se jul-
gar seu eredur, aprsente sua conta no praso de
oito dia, na ca de Santo Amaro n. 8 ; outro sim,
lendo de se retirar breva para a Europa, aonde
teneln fazer Vi* residencia, roga s p;ssoas a
quem pa tituir por outrss, por quanto nito se responsabilisa
por seiiielhanlts carias.
LIQUIDACO
9-Rua da Imperatriz-9
Em primeiro lugar convida se s pessoas que tiverem vontade de comprar un bem acreditado
estabetecimento de ter a bondade de o visitar. Muito bem montada como est osla loja. com a excel-
len e morada junto, as condicoes muito razoaveis, ha de por certo animar os pretendenles
compra-la.
Igualmente couvida-sc
aos Srs. legistas, mdicos, dentistas e proprietarios de estabelecimentos artsticos para virem comprar,
por menos do sea valor, as melhores e mais acreditadas ferramentas que ha no mercado.
O respeitavcl publico em geral
encontrar um variado e muito rico sortimenlo de hrinqucdos, culilerias, armas para caca com tem
per enees. ap|iarelhos para cha. eslojos de barba e de matlieniatica, ferros para corlar e imprimir fo-
llios e para corlar buhados, seringas, chicotes, etc.. etc.
O Dr. Cosme de S Pereira conti-
na a residir na ra da Cruz n. 53,
Io e 2 andar, onde pode ser procu-
rado para o exercicio de sua prois-
s3o medica, e com especialidade
sobre o seguinte
Io molestias de olhos;
2o de peito :
3o dos orges geniti I
urinarios.
Em seu escriptorio os doentes se-s
ro examinados na ordem de suas i
entradas comeando o trabalho pelos |
doentes de olhos.
Dar consultas todos os das d s|
0 as 10 da manhaa, menos nos do-
mingos.
Praticar toda e qualquer opera-
c3o que julgar conveniente para o
i prompto restabelecimento dos seus
doentes.
jo:i
i lOMIACiO.
Lina boa escrava crisola, rerolhida, de idade 20
annos, com boas habilidades e elegante figura, urna
dita, de idade 18 annos, cose bem e engomma, um
lindo moleque de idade 7 annos por "003. urna
mol cea de idade 12 annos, um negro para lodo o
servico, de idade 28 annos, por 6505 : na Iraves-
sa Jo' Carmo n. 1.________________________
Vende-se urna grande casa de laipa, em
chaos proprios, com muitos commodos, toda ladri-
llada de lijlos, coberla de telha, grande quintal
con alguns ps de coqueiros, t material para ea
cimba, telheiio para estribara, um curral de apa-
nhar peixe ni frente da mesma casa, e parle em
doi s ditos, sitos em frente da Venda Grande, aon-
de lambeni se poder examinar a referida casa :
os iretendeiites dirijam-se ao mesino lugar da Ven-
da Grande, a fallar com o propietario Virginio Fi-
del les Ramos.
Precisa-se de dous bons carroeeiros : na qui-
na da ra do Cano, armazem que fui do Sr. Torres.
Jos Moreira da Silva Jnior, filho de Jos
Moreira da Silva, retirase para fra do imperio.
Quem precisar de urna ama para servico de
ras i, dirija-se ra das Ti incluirs n. 36.
Aluga-se o sobrado de um andar na ra Di-
reiia n. 81 : a fallar na ra da Penba n. 5.
Precisa-se alagar urna prela escrava : quem
a ti ver, dirija-se a ra das Trincheirasn. 8.
Club Commci-i-ial,
A reunio familial do torrente mez de marco
tera lugar na noile do dia 26 de mesmo.
-- Nao se lendo feito no dia 11 do corrente a
arrematacao dos nens penhorados a Francisco de
Salles e Silva por falla de eitacao do depositario,
Icoj transferida parao dia lo do corrente, pelas
9 Iwras da manhaa.
Ciarraioes.
Compram se garrafes ee todos os tamanho* a
320 rs. : no armazem da Aurora Brilhante, largo
da Santa Cruz n. 84.
Paga-se bem.
No largo da Sania "Cruz n. 12, c<>mpram-se dous
caixoes, grandes envidra^ados, assini como se prc-,
eisa de um caixeiro bem pralica em taberna. j
Cempra-sc um preto c urna prela, ambos de
meia idade : na camboa do Carmo n. 9 se dir
quem quer. i
Compram-se jomaes para embrulhn : na an-
liga ra do Quartel de polica n. 21, fabrica de
cigarros.
Comprase urna casa de pedra e cal nao mni-
to grande, e que o seu preco seja mdico, na cida-
de de Olinda : quem liver annuncie.
Na ra do Imperador n. 3o, segundo andar,
compra-se um compendio de philosophia de Jerou-
res por 63000._____________________________
Cnmpra-sc um escravo de meia idade que
seja sadio : na ra da Cadeia do ltecife n. 10.
Compra-se urna escrava moca, de boa figu-
ra, bem como vende-se um moleque de 7 annos :
no palco da matriz de Santo Antonio n. 8.
VENDAS.
c
Oiiiu^

DUAETE ALMEIDAV
LIVROS RELIGIOSOS.
Na livraria n. 6 e 8 da prara da Indepen-
dencia, vende-se as seguintes obras, a 10000
cada urna.
0 Novo Mez de Alaria ou mez de maio, con-
sagrado Gloriosa Alai deDeus, por um
sacerdote da diocese de Belm, tiaduziiln
do italiano e adoptado pelos reverendissi-
mos padres capucliinlios de N. S. da l'e-
nha da cidade do Recule.
Relicario Anglico de Jess Christo e de Ma-
ra Sanlissima, offerer.idoa Nosso Senhor
Jess Christo, preso columna.Novis-
sima edico com a oraco mental, novas
devoces N. S. da Conceicao da Rocha
e enriquecida com estampas.
Visita ao SS. SS. e i Alaria Sanlissima, para
todos os dias do mez, Actos de prepa-
raeao c accio de gracas para a sagrada
communhao, Alodo de resar a cora
das Dores de Nossa Senhora, e Actos
que o clnisiao deve fazer todos os dias.
Nvissima ediccSo adornadas com diver-
sas eslampas, e augmentada de novas de-
voces N. S. da Conceicao da Rocha e
Via Sacra.
O Devoto Chrisi", instruido no compon
dio da douirina, as regras da vida de-
vota, no i'\ame de consciencia e prepa-
racSo para a confisso e communhriu, no
modo de ouvir missa e meditar o rosa-
rio, c do conbecimenlo das indulgencias
Acaba de receber de sua propria encommenda um grande e variado sortimenlo
de molhados todos primorosamente escolhidos, por isso apressa-se o proprieta io em
oflereeev aos seus freguezes e ao publico em geral a seguinte tabella dos seus gneros e
resumidos precos, aancando todo e qualquer genero vendido ueste bem conhecido ar-
mazem.
Pedo-se toda atten$1o.
0 proprietario pede a todos os senhores chefes de familia e ao publico em geral
que nao deixem pasear desapercebida a seguinte tabella :
AVINO.
Neste armazem e no largo do Carmo n. 9, armazem Progressivo, recebem- se as
libras que vulgannente correm i o commercio por 8^890 a 9, o proprietario em seus
armazens da-lhee este valor, sendo em pagamento, e isto para evitar confuses em trocos.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, a 8oo rs,
e em barril a 78o rs.
dem franceza a biors. a libra, e 500 rs.
sendo em barril.
Cha uxim a 2,7oo rs. a libra, c de 8 libras
para cima a 2,6oo.
JARINHA PONTANA.
Faiinlia da mullo aere-tita a marra
Fontana cstM.ibaicala liojc, vcmle-
por proco mais connode do que cm
qualqiici'oulra parte : na ra da Cruz
u. 4 asa de .\. 0. Hielier & C. succes-
sore.
]%T4M^^ JIIV4L
LOJlDBMJlIlinS
; *'. 1 Ilsi i lo tiieiiHado Wt 3.
,1'ecmhas de Iranca prela usa a ISO res.
bonitos botoes de puuho a 200,400, 000 o 800 reis.
Bonitos cufeites de rede com comas de cores a
! 800 reis.
i Ditus ditos pr.'los e de cores com continuas pretas
ou brancas a IjOOO.
' Ditos ditos com laco a ifilOO.
Ditos ditos com ho e bandos a IfiMOO.
; Bonitas Bvellas com pedrinha paia sinto a rJOOO.
I Varias de Lunilas GUs de grosdena|iles para sinto
e laco a mais moderna a 15000 e 2*000.
Varas de fila de gorpuro para siato a 13000.
Bonitas pulseiras pretas a 15000.
Bonitas pulseiras de cores a ISOOO.
Bonitas golinhas com missanga a 15000.
Grvalas pretas para homem a WK), 15000 e 15280.
Gravaiinhas para senhoras pretas e de corres coru
cascarrillia na? pontas a 15200 e 15600.
Bonitas voltas pretas a 13000, 132hte l^oOO.
Ditas muito grande Mara Pa a 2o
Ditas brancas de aljofres a 1-V*HI e 1 5280.
Ditas de aljofres de cores a 1,5000.
i Bonitas vollas de coral a 500 reis, 15280 e 25000.
i Bonias guarmeoes de pentes balao a 55000.
Ditas ditas com caxinho de uvas a 65000.
Bonitas guarnicoes de pentes pretos a 35000.
I mitos pentes de massa com lago a 15i>00.
Hilos de massa imitando tartaruga-a 15280.
Bonitos pentes de massa com esmalte a 15000.
Tenles de massa diverso a 500. 600 e 800 reis.
Pentes de alar cabello a 80,160 e 240 reis.
Peales de burracbas para regaco a 800 reis e 13-
Ditos ditos dourados a 15280.
Ditos dourados com pedrinbas a 25000.
Pentes de marrafas dourados a 13000.
Bonitos brincos de aljofres balao a 100 r
Ditos ditos dourados a 600 e 800 reis.
Ditos ditos pretos balao a 400 res.
Lavas pretas de Jouvin para homem e senhora a 15.
Luvas brancas de Jouvin frescas ehegadas no ul-
timo paquete a 2*300.
Luvas de seda prela para homem e senhora a 13-
Oitavas de reros preto a 140 reis.
Varas de labyrinlho (grade) a 12o, 160, 200, MO,
320, 400 e 500 reis.
Varas de franja protade seda a 600 reis.
Varas de franja com vjdrilho a 800 reis.
Pacotes de papel amlsade a 640 reis.
Caixinhas de dito pautado a 800 reis.
(aixinhas de diti- de cor fantasa a 15000.
rs. a duzia 1,000 rs. a garrafa, garsinte-se
que os melhores que temos tido no mer-
cado.
Passas emcaixasde i arroba'/'j e '/* a 7,5oo, Caixinhas com lu envelopea"00 risT
3,600 e l,9oo rs. a caixa, e 4oo rs. a libra Caixinhas com 100 agulhas francezas a 240 reis.
garante-se serem muito novas, e graudas. r?'^Rhas, com m A*f]V-s v^tori.a a 32 rcis
Idemperola a2,8oors. e de 8 libras para dem corinthias proprias para podim a 800 iSas'para^aa^^e^
cima a 2,7oo, rs. a libra,
dem hysson o mais superior que se pode Marmeladas dos mais afamados fabricantes de
desejar a 2,6oo e de 8 libras para cima! Lisboa a Goo rs. a libra
a 2,5oo rs. 1 Ervilhas secas muito novas a 16o rs. a libra,
dem menos superior a 2,4oo ede 8 libias Grao debico muito novo a 16o rs. a libra.
para cima a 2,3oo rs. Ervilhas francezas cm latas a 600 rs.
dem proprio para negocio a 2,3co, de 8 li- Potes com sal refinado a 48o rs.
liras para cima a 2,2oo. Fumo de chapa americano a l,4oo rs. a libra
dem do Rio em latas de 2, 4,0 e 8 libras fazenda especial.
cada urna a 2, 3, 3,3oo e 4,8oo rs. a lata. Presunto para tambre inglezes a 7oo e 800
dem preto o melhor que se pode desejar rs. a libra.
neste genero a 2,8oo rs. Chouricas e paios mnito novos a 64o a libra,
dem menos superior a esse que se vende Batatas muito novas em gigos de 34 libra a
por, 2 e 2,4oo, a 4,8oo rs. a libra. I 1,000 rs. e 60 rs. a iibra.
dem mais baixo bom para negocio a 1,000 Massas para sopa macarrao, talharim aletria
rs. a libra. a 4oo rs. a libra,
dem miudinho proprio para negocio a i,5oo Cognac verdadeiro inglez a 8,000 rs. a caixa
rs. a libra. 1 e8oors. a garrafa.
Queijos do reino chegados neste ultimo va- dem francez a 7,000 rs. a duzia e 7oo rs. a
por a 2,ooo. garrafa,
dem mais seceos vindos por navio a I,7oo. Charutos em grande quanlidade c de tolos os
dem prato es melhores e mais frescas do fabricantes mais a creditados a l,;io,
mercado a 76o rs. a libra. 2,ooo, 2,*ioo. 3,ooo c 4,ooo rs. a caixa,
dem londrino a Ooo rs., c sendo inteiro a os mais baos Sio dos que por ah s? ven
5oo rs. a libra, vende-se por este preco! dema 2,ooo e 2,5oo rs.
pela poiriio que temos em ser. i Cafe de premeira qualidade a 8,5'oo rs a ar-
Biscoitos em latas de 2 libras das seguintes I roba e 28o rs. a libra,
marcas : Osborne, Crakntl, Mixed, Victo-, dem de segunda qualidade a 8,2oo rs. a ar-
roba e 2Go rs. a iibra.
Arroz do Maranhao a loors. a libra, 3,ooo rs.
Escovas para cabello a 640 reis, 15000 e 13500.
Escovas para denles a HO, 320 e 480r .
Sabonetes finos a 120,200, 360 e 480 reis.
Frascos de oleo de babosa a 500 e 600 reis.
Frascos de oleo philocome a 800 reis c 150
Frascos de extractos finos a 320, aOO.800 rese 15-
Frascos de banda fi anecia a 400,500, 600, 800.
reis 15000, 15280 c 25000.
Fraseos de banha fina transparente a 800 reis.
Frascos de agua de Colonia a 500, 800 reis, 13000
e 13500.
Frasees de pos hieyenicospara dente- a 15000.
Garrafas de agua Florida e de Lavande a 15400.
Malas com 12 frascos de extracto linos a 25800.
Canudos de pomada francea a 120, 200, 300, 500
reis e 15000.
Fitas de veludo preto desde n. 2, at n. 150, ludo
barato, ha livros de amostras de todas as fitas.
GRANULOS e XAROPE
D'HYDROCOTYLE ASITICA
de J. LEPINE
Jos Francisco Braudao.
Os curadores fiscaes da massa fallida de
Jos FranciscoBrando con\idamnovanu'iii>'
aos credores da referidamassa paraareuniaoj
afim de ter lugar a nomeaco de depositario
no dia 17 do corrente ao meio dia. Recife,
II Je marco de 1804.O procurador da
masss, Leopoldo Terrena Marlins Ribiro.
Precisa-se de um moleque de 14 16 annos
de idade : a tratar na padaria das Cinco Puntas
numero 98.
concedidas aos seus confrades.Novenas
da Assencio do Senhor, da Conceicao el r,a- f*> Ffnf*. Machineeoutras mui-
do Natal, das Almas, a novena e trezena L !as "'^ e !14.00 rs-
de Santo Antonio, a Via-Sacra breve, e IPolvos ^'^'dos 1 lamente do Porto a 32o
outras militas devocies, con indulgencias
parochlaesc plenarias.
A pessoa que annunciou querer comprar urna
casa cm Olinda. dirija-se ao largo do Paraizo nu-
mer 3 14.___________________
Mobias de aluguel
Aluga-se mobilia complete, ou qualquer traste
separado, e por preco eommodo ; e lambem tem
para alagar um escravo bom cozinheiro : na ra
Nova, armazem de mobilia do Pinto.
Precisa-se de um forneiro que enlenda
perfeitamciite da sua arle : a tratar na
ra larga do Rosario n. 16, padaria.
Na ra da Aurora n. 20, precisa-se deum
rapaz que seja boleeiro.________
Antonio Alves de Carvalho Veras, l'orluguez,
vai 10 Hio de Janeiro.
Ao sabir do Club Pernamhucano, passando-
se pelas ras do Imperador, Crespo, prsca da In-
deniindencia, Cabuga e Nova, at a casa do Dr.
Sabino, perdeu-se um relogio de ouro pequeo,
coberto, com urna pequea corrente lambem de
ouro, terminada por urna chapa com alfinele es-
maliado de verde : quem tiver achado c quzer
rcslilui-lo, dirja-sc praca da Boa-Vista n. 21, se-
gundo andar, casa do Dr. Sergio. Hoga-se aos on-
rives e relojoeiros a quem for elle olferecido, o fa-
vor de apprehende-lo.
Precisase alugar urna escrava : na ra do
Hospicio n. 62.
A tlenco.
Na rna da Cadea n. 27 existe um completo
sort menlo de sellins nglezes, a saber : tellins de
solk. completos proprios, para pageos a305000, di-
tos melhores a 405000, ditos de couro de porco a
433000, ditos superiores a 605000, ditos de borra-
nha bordados a 655000, ditos amarellos grandes
tainliem de borranha a 8050IK), sillines inglezes
superiores a 805000, cabecadas inglezas de prisao,
mantas inglezas de 13a, suadeiras falsas lambem
de lia, coloras para carelios de carroca, rdeas
rolc.is inglezas para cadriolel de um e dous ca-
vallos, e muitos arreios inglezes bons e baratos.
COMPRAS.
Compram-se garrafas vasias : na rna Direi-
la n. 72.
Cofflpra-9e eflectivameue ouro e prata em
obras velhas: na praca da Independencia n. 22
loa de hilheles.
C)mpra-.se urna escrava sadia e que seja perita
Cozinheira : na ra do Queimado n. 3). loja.
Vondciu-si* cai\es vastos
l/00: nes t ompendios.
Pratica e Hermenutica pelo Sr. conselheiroBap-
lista.
Direito Civil pelo Sr. conselheiro Loureiro.
Direito Ectlesiaslico pelo Sr. Dr. Jeronvmo V-
lella.
Direilo Publico pelo Sr. conselheiro Autran.
Direito Natural pelo mesmo senhor.
Direito das lenles pelo mesmo senhor.
Cdigo Criminal annotado pelo Sr. Dr. Braz.
Consiiiuicao annoiada pelo mesmo senhor.
Cdigo Commercial.
Ha lambem expositores sobre as materias dos dem em caixinhas
diversos annos : na livraria universal, ra do Im-
perador n. 54.
rs. a libra,
dem em latas grandes a 2,000 rs. a lata.
Balachinha de Craknel em latas de S libras
bruto a 4,000 rs.
dem ingle/as em barricas a mai> novado
mercado a 2,.fioo rs. a barrica e 24o rs. a
libra.-
CarliVscom bolas francezas proprios para
mimos ou para anjos que vao as procis-
sies a 600 rs. cada um.
Peras seccas as mais novas do mercado a 4oo
rs. a libra.
Figos de comadre em litas de 4 e 8 libras
lacradas hermticamente a 1,400 e 2,2oo
rs. a lata.
de 8 libras a l,8oo, e
24o rs. a libra.
Venda de predio.
Vende-se um grande predio de tres andares c
solao. sito na ra do ,unorm, no bairro do Rente. ,, .
por precisar de um concert, que seu dono ausen- *'"
te, o nao pode fazer : trata-sc na ra do Yigario
n. 19, primeiro andar.
Loja do barateiro
W Na ra do Crespo n. I.
5|( Fazcndas baratas.
g Tara acahar.
2js Chitas francezas de cores seguras de 280
*S* a 400 rs. o covado.
jH Organdys de cores a 240 rs. o covado.
Camisinhas e manguitos muito eufeila-
, tados a 45 ludo.
jj Camisas a mosqueleiros (ou corpinhos)
w Laas para vestidos boa fazenda de 360 a
jgg 800 rs. o covado.
Mimosos vestidos japonezes de organdys
differentes precos.
Ricos curies de vestidos branens bordados
de 125 a 155-
Orosdenaplc preto bom de 15800 a 25200.
V| Musselina de cores fazenda que tem (oda m
i^i applicaeio a 460 rs. o covado.
91 Escoivzes |iara vestidos com 5 palmos de j)
m
M
aMOB
largo a 700 rs. o oovado.
Fil de linho liso e bordado a 640
rs. a vara.
Lencos de seda de cores perfeitos
15*>00 a 25-
Bramante de lindo com 20 palmos de lar- f
go a 2520O. $
Cambraia branca com salpico a 610 rs. *
Chales de merino lino liso estampados de ,'
43, 55, 63, 73, 83- \
Mimosas cassnhas de cores finas para
vestidos a 400 rs. o covado.
Baldes de arcos inglezes de 23500, 33
0.13500. f
8K l".hales muito linos c lindos padroes a 800 J
jl] rs. o covado. |
i5 K oulras umitas fazenda.-. *
yfe Muito baratas para acahar. %
Comprase cffechva-
mente
ouro e prata em obras velhas, pagando-se bem
na rna larga do Rosario n. -li, loja de ourives.
Cal de Lisboa c potassa da
Rassla.
Vende-se na ra da Cadeia do Recife n. 26, para
onde se mudou o antigo e acreditado deposito da
mesma ra n. 12, ambos os gneros sao noves e
legtimos, e se vendem a preco mais barato do que
utra qualquer, parte.
Taboado
Taboado de peroha e ranella de bom tamanho e
muito boa qualidade, vende-se por preco raxoavel : acalcados, bem cmo borzoguins de cores para os
no trapiche do Cunha no Forte do Matlos. meninos poderem ir -- pwissoe?.
Nozcs muito novas a 140 rs. a libra, e 4,000
rs. a arroba.
Amendoas confeitadas a Ooo rs. a libra.
dem de casca mole a 32o rs.
c Lisboa das
seguintes marcas: duque, genuino, veihe
gecco especial, lagrimas doces, vinlio es-
pecial I). Pedro V, nctar superior de
1833, duque do Porto de 1834, vinho do
Piulo, wlho superior, madeirasecca,Por-
to superior I). Luiz I, e outras militas
marcas, em caixa de urna du/.ia a 10,000 e
l)oo rs. a garrafa.
dem branco de uva pura a 64o rs. a garra-
fa e 4.000 a caada.
dem superior a oo rs, a garrafa e 3,2oors.
a caada.
dem em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e oo rs, a garrafa.
dem do marcas pouco conhecidas a 4oo rs.
a garrafa e 3,000 rs. a caada.
Especial vinho Lavradio sem a mais pequea
composico a 560 a garrafa e 4,000 rs. a
caada.
Pomada a 200 rs. a duzia, sevada muilo no-
va a 80 rs. a libra, e 2,5oo a arrota
Garraffies com 4 '/s garrafas de vinho supe-
rior a 2,*)oo rs. com o garrafo.
dem cum 4 ditas de venagre a 1,000 rs.o
garralSo.
Vinagre PKH em ancorelas de 9 caadas a
l5,oee rs. com a ancorla
dem em pipa puro sem o batame a 2oo rs.
a garrafa e 1,400 rs. a caada.
Caixas com 1 duzia da garrafas de vinho Bor-
deaux fazenda muito especial a 6,800 rs.
a caixa e 7oo rs. .1 garrafa.
Licores fraiuezcs e portuguezes das seguin-
tes marcas creme de violetas, gerofles, ro-
sa, abshito vespeiro, amor perfeito, amen-
dna amarga, prcicot. de Tarn, Botefim,
inorangos, limito, caf, laranja, cidra, gui-
ja, canilla, cravo, rlela pimenta a l.ooo
Capas pretas.
A' loja do Porto, na esquina da ra di Madre de
Deas, acaba de chegar um completo sortimento de
ricas capas pretas, c oatamb.rques enfeilados
rom o melhor gosto, e por preco eommodo j lam-
ben tem um completo soriimento de mapas feitas
iToba.
IdcnTda India muito superior a 2,9oc rs. a
arroba, e loo rs. a libra.
dem mais baixo redondo a 2,6oo rs. a libra,
dem da India comprido a 2,4oo rs. a arro-
ba, e 80 rs. a libra.
Vellas de carnauba do Aracaty a 9.000 ras ar-
roba, e 3t!o rs. a libra,
dem de sebo muito dura fingindo espannace-
tc 36o rs. a libra.
dem de esparmacete a 54o rs. a libia, e em
caixa a 5e rs.
Papel o melhor que se pode desejar para os
Srs. empregados pblicos a 5,ooo rs. a res-
ma, j se vendeu por 7.ooo rs.
dem almaco pautadoe Iisoa3,ooors. a resma.
dem de peso pautada e liso a 3,ooo rs. a
resma,
dem a zul de botica ou fugueteiro a 2.2oo rs.
a resma,
demembrulho de !,2ooa l,4oors. a resma.
Ameixas francezas em latas de 1 'i libra a
l,2ooe 800 rs. a libra,
dem em frascos de 3 libras a 2,5oo rs., so o
frasco valle 1,00o rs. tambem temos em
frascos para l,4oo rs.
Conservas inglezas a 7oo rs. o frasco.
Molhos inglezes a 800 e l.ooo rs. o fraseo.
Mostarda preparada em potes muito nova a
2oo rs.
Calas com 2 a 4 libras de caj secco o mais
bem afranjado possivel a 1,800 e 2,8oo
rs. a lata.
Serveja Bon. Tenentc verdadeira a 6,8co rs.
a duzia.
dem de outras marcas prela e branca a 5.5oo
c 6,000 rs. a duzia inteiras.
Vassouras de piassava com 2 arcos de ferro
vindas do Porto a 32o rs.
Cebollas mnito novas a 800rs. o molho e 5oo
rs. ocento.
Chocolate pnringuez hespanhol e francez de
800 a 1,000 re. a libra.
Cenebra de Hollonda em frasqueiras a 6,000
e 56o rs. o frasco.
dem em botijas a 4oo rs.
dem em garraffies de 14 garrafas a 5,2oo rs.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a groa e 2o rs. a
caixa.
dem de (lentes lixados em macos grandes
com 2o rs o niacinhos a 12o rs. o masso.
Cominhos muilo novos a 32o rs. a libra e
lo,ooo a arroba.
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 18o re. a libra.
Mdho alpisla a 14o rs. a libra e l,5oo rs. a
arroba.
Gomma a 8o rs a libra e 2,4uo a arroba.
Peixs em latas a I,ooo rs. a lata j prompto
a comer-se.
Farello de Lisboa marca N. eBtato M
grandes a 4,ooo rs.
Das experiencias feitas na India, e cm
Franca, resulla que as affecriVs da pelfc, e
todas as que resultan) d'um vicio orgnico
sao promptamenie curadas por esle novo
medicamento. Segundo um relatarte feito
na academia imperial de medicina de Pars,
elle fot julgado un e eficaz vo snu
as affecfes leprosas e em algumas outras
molestias da pelle rebeldes, mas tambem
nas escrfulas e a syphilis. E enfim, al-
guns orticos distinctos, e especialmente os
Srs. Devergie, Cazeoave e Hillaitel, mdi-
cos do hospital de San Luiz, de Pars, al-
feclados ao tratamento das molestias cu-
tneas, empregaram as preparares d'Hy-
drocotyle com um notavel successo contra
os eczemas, opreriasis, o impeiigo e as di-
versas variedades de dartros, contra as af-
feccoes syphilecticas recentes ou antiga6,
a lepra, as ulceras, escrofulosas e oulras,
os rheumatismos chronicos, etc.
Deposito geral em Paris: E. Founuer
& Labelomje. pharmaceuticos, ra BoQrboo-
Villeneuve, 19.
Em Pcrnambuco deposito geral : na casa
de Caors & Barbosa, ra de Cruz n. 22.
A bordo da barca brasileira Iris existe supe-
rior farinha de mandioca, que se vende em por-
<;5es ou a relalho : a tratar a bordo da mesma, cu
no escriptorio de Amorim Irmaos, ra da Cruz nu-
mero 3.
Fogn de artificio.
No grande armazem de tintas na do
Imperador n. 22, se vendvm todos os
productos chmeos empregados na com-
sie5o dos fogos do aditicio.
Luras de pellica.
Chegaram para a "ja d'aguia branca, ra do
Queimado n. 8.
Algiidao
da Babia
para saceos de nanear e roupa de escravo tem
para vender Antonio Luiz de Oliveira Azevedo &
C, no seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
Para cigarreiros
Vende-se o verdadeiro papel hespanhol em res-
mas e dito de Lisboa: na ra do Cordoniz n. 8.
Branco em maca,
Vende-se em latas de 28Jibras o melbur que po-
de haver a 200 rs. a libra, a dinheiro : na rna
larga do Rosario n. 34.
VEM)E-SE
farinha de mandioca em saceos de dous alqueircs,
por preco eommodo: na ra do Amorim n, 41,
armazem de Manoel Kernandes da Costa i C.
Initurarias.
Na ra do Imperador n. 22, no grande
armazem de tintas se vende todas as co-
res precisas para tingir pannos.
l en da de u m a hypotheca.
Os liqnidalarios la massa faM'dade
Jos Antonio Casio veadem a hypothe-
ca que tem nos engenhos Mallo(insso
e Cajaboss no termo de Serinhaeui uo
valor de 31:83o$9i1 rs.; Halar nas
casas a ra do Trapiche n. 34.
G4L m usito \
Vendem-.sc bnrrlscoin ca! des-
la procedencia, em pedia, chega-
da lioje. e uu&ea uova. que ha uo
mercado, na rna do Trapiche n.
13, armazeat ^e fllan^e Tclxei-
rr. Rasto.
-



Diario
GRAIDE REVOlit AO
0 homem do moyimento uo estaciona,
AVANTE E SEMPRE
GUERRA AOS INIMGOS
Nao se admitle a uoio conimereial.
\a se quer a diaba da allianca.
Nao se tem; a furia dos corsarios.
Cste auno ha de ser btesexto.
Os canhes est preparados._______
1?0G0! BOM FOGO!! MELHOR FOGO!!!
\l>ai\o a l a d'agwi no vinagre
Viva a liga do genuino cheres rom o fiambre!
Viva o conservadnr das conservas inglezas!!
Vivam osliberars f-egueics do BALIZA!!!
Vivan todos que lereui flota annunr.it.
SENHOHES E SEMWRAS.
O proprietario do grande Annazen do Baliza estabelecido ra do Livramento ns.
38 e3S A. defronte da ;?rade da igreja, acaba de reduzir os precos de quasi todos os
gneros do sea magnifica deposito.
A l.u fa abaiw punteada aliesta beca esta verdade.
Agierrcaosrairaigos, est portalto, assim declarada.
As i ficaro por certa maito satisfeitas, nao s. quanto s qualidades dos gneros, como com o
tr.itamonto todo altencioso que se Ibes (jar.
Alm do cumprimento dos deveres da boa educado, haver dora era diante ainda
maior capricho em satisfazer todos que honrarem esta casa.
Os gneros pelas qualidades e precos annunctadus, sero oferecidos ao exame
dos Srs. compradores. Noreceieo puljlico que se pranque o contrario, como em outras
casas, que at anaunciam o que nao tem-----O Baliza nao illude-----
AraeKds francezas em caixinbas e era frascos Licores inglezes e francezesem vazos de di
de diversos manhos a l,2oo, l,6oo, versos tamanuos a l.ooo, i,5oo e 4,8oo
2,ooo, 2,5ooe2,8oo rs. e a libra a 800 rs.! rs. a duzia.
Amen loas novas a 32o rs. a libra. 1 Manteiga ingleza flor a 800 rs. a libra e de g
Azeite doce retinado a 800 rs. a garrafa. libras para cima ser aberto umbarril na
M >m le LiihoaaGlo rs. a garrafa e 4,800! presenca do comprador.
rs. a canela. ^ern ^e -* e ^-a qnalidade a 7oo, 600 e 4oo
Alpis'-e a 160 rs. -a libra, e 4,8oo rs. a arroba. rs. a iibra.
Arroz do MaranhSo, da India, e Java a 8c e dem francesa a 360 rs. a libra, eembarril
loo rs. a libra. I Por mtll0s-
dem em latas a 2,5000 e a 15500 a lala.
Aletna brinca e amarella a loo rs. a libra- Massa dt tomate em barril a 480 rs. a libra.
Araruta wrdadeira a 3o rs. a libra. idemem lata a 6i0 rs. a lata.
Batatas novas em ggos de 30 a 4o libras por, Moslar(ia ingiera 400 e 600 ris o pote.
1 ,00o rs. e a 4o rs. a libra. Marmelada imperial dos melhores fabrican,
ftscoitos mglezes Lunch a I800 rs. a lata de tes i. L;boa a 600 rs. a libra.
& libras. Marrasquino de zara a 800 rs. o frasco e a
dem de diversas marcas em latas menores g^ a ,jU2a#
a l,3oo rs...... Massas para sopa, taJharim e macarrao
dem Je Li>boa de qnahdade especial en la- j 4^q rs a y^ra
na^randesepequeas a 3,oooe l,5oors. Mem fin;'ISi eslreiini,a e pevidPi camin,.
Bolachinhas ameriaanas, a 3,ooo rs. a barrica,
45 Ra Direit 45
Oigam! oi^am.! I!
CALCADO
Bom e novo, a primara neeessMafle para a sau-
do e aormoseamento do individuo!
Meu I)eos !... que ps de pavo se lobrigam por
essas mas I que figura horrenda c nauseante a
de un paletul bem talhado sobraneeire a um
guales rodo em duas solas I um balo bem tor-
neado e bambaleante deseubrindo urna ponta de
botina safara e arcomida I!
Santa Harhau I! Corrain rna Dircita, bellas e
rapares! sar.mkuu napraia esses malditos g>iedcs,
e comprem :
Itorzeguins de Nanles 85000.
Dilos franeeies de bezerro 75.
Ititos franeeies de lustre para homem .*>.
Ditus para senhora.de lustre, enfeilados, 34500.
Ditos para senhora, raspia alta, 45800.
Rotinasde meuina M.OO.
Ditas de cores para menina 4.5000.
Sapatoesde Nanles de duas solas 5.
Ditos do sola c vira 45500.
Sapatos de borracha para senhoras l.">r)0
Ditos para meninos 15000.
S|>atos de lustre para senhora 1-5
Ditus de tapete para homem e senliora 800 rs.
Ditos da'Hga constitucional "00 rs.
K niti sortimento eomple.o em sola, taquetas,
rmwos, beierro franeei como nenhuui, rouro de
lBslt<;nniilo grande, e tudoqaanto pertenee arta i
de-S. ('.ln.-pi:n.
DHIO
MERCANTIL
RA DA UAREIA RO REUIFE 53.
NOVO E
OSMDB ASUAZBH DE 1COLHADOS
RA DA UAIIEIA 10 KECIFE I. 53. .
Francisco Fernn Jes Duarto acaba de abrir na ra da Cadeia do liecifen. 53, om grande e sortido armazemde molbado? de-
nominado L'Hio Mercantil. Neste grande armazem encontrar sempre o respeitavel poUko um completo sortimento d(S melbore
gneros que vem ao mercado, tanto esirangeiros, como nacionaes, os quae.s sero vendidos em portes ou a relalbo por pretos asss
commodos.
Manteiga ingleza especialmente escoihida Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e
de primeira qualidade a 80 rs. a libra, i200 a caada.
em barril se faz abatimento. Azeite doce retinado em garrafas brancas a
Manteiga ftanceza a mais superior do mer- 800 rs.
cado a ."iO rs. a libra, e 520 rs. em barril Azeite doce de Lisboa a 640 rs. a garrafa e
ou meio. 4)5800 a caada.
Prezuntos injjlezes para fiambre, de superior Geneora de Ilollanda a 500 rs. o frasco e
qualidade, ebegados inste ultimo vapor, a 56800 a frasqneira.
rs. a libra. Caixinbas com ameixas francezas, ornadas
com 8 libras a 15600.
Nnzes a 16o rs. a libra.
Peixe preparado de escabeche, da melhor
a 480
c.2oo rs. a libra.
Htfdiade poreo,a44o rs. a libra, e em barril
a 4o rs. qualidade que tera vindo ao mercado, a
IlMdes amerianos'muit>propnos para com- ^ a ala
prisa l.ooo rs. Presunto de lamegomuito superior
ubi buxym, hysson e perola a 3,ooo, 2,8oo, ^ a ||jrsi.
i,5oo, 2,ooo el, 6oo rs. i,jem para fiambre (inglez) a 640 rt'is a
M ;m preto a 2,ooo, 1,6oo c i ,ooo rs. airara. ijra.
Qwnjwgoe a melhor do mercado a 12,oooo |ucm americano a 400 rs. a libra.
gigo e a l,2oo rs. a garrafa. Papei a|ma(.0 a 3,5000 a resma
Chocolate francez primeira qualidade a 1 ,loo I(lera fle peso a U a resma.
r a libra. Palitos para dentes a 160 rs. o mapo.
Mora hespanhol a 1,2oo rs. a libra. Dio dito de flor a.200 rs.
k) 1 o boIsso a I.000 rs. a libra. '>'tos do K 2^200 a groza
Cerveja branca marca Allsopps a 4,5oo rs. a Passas novas a 480 rs. a libra e a I|J800 a
du/ia. e a too rs. agarrafa. capta.
Cogmc inglez a 6iors. agarrafa a 800 ea Queijos llamengos do ultimo vapor a 2*500.
i 000 rs. ^'^ loo'lrino a 900 rs. a libra.
Doneorras inglezas em frascos grandes a 75o! Dito prato a 640 rs. a libra.
rs. o frasco. Sardinbas de Nantes a 320 rs. a lata.
Mam francezas* mnitas qnalidades a 5oo|Dttade Lisboa a 040 rs. em lata grande.
rs. o frasco e a 5,5oo rs. a duzia. Sag muito superior a 240 rs. a libra.
Owrotos neste genero temos grande sorti-1 Sal relina/io.em potes de vidro, a 600 rs.
imnto tanto da Baha como do Rio de Ja- o pote.
Sabo raassa a 120,
neiro n 1,600,2,2oo,2,5oo, 3,ooo ei.ooo
rs. a caixa.
Caf do t'.eara muito superior a 28o rs. a libra
c a 8,000 rs. a arroba.
I lea) do Rio a 3oo e 28o rs. a libra.
Ceblas a9oo rs. o molho com mais de loo
ceblas.
t'.'i 1 iricas e paiosa 72o rs. a libra.
idinha de Franca a 2oo rs. a libra.
Ovada muito nova a x rs. a libra.
Gop 13 lapidados a B c f>,ooo rs. a duzia.
I) >ce de goiaba em latas a 4oo rs. a libra.
Itero de caj em latas a 320 rs. a libra.
Entunas francezas portuguezas a 5oo e 64o
rs. a iata.
}-\pm seccas a 16o rs. a libra.
figos de comadre em caixinhas com 8 libras
,nr 1600 rs.
l\it mln de Marairlo a 12o rs. a libra.
Farinna de trigo muito superior a 12o rs. a
Y.hra.
i' uvlo em saceos grandes a 4,ooo rs. o sacco
Ginebra ingleza marca gato a l,ooo rs. a gar-
rafa.
dem verdadeira de Hollanda em frascos muito
grandes a \ ,2oo rs. o frasco.
H ;;n de lloilandaem frascos pequeos a 5oo
rs. o frasoo.
II mi de laranja a l.ooo o frasco.
Cornrna do Aracaty 80 rs. a libra.
Crasa a loo rs. a lata e l.loo a duzia
I uuas americanas de grande tamaaho a
1,00o cada urna.
160, 200 e240rs. a
libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Dito de Santos e 300 rs. a libra.
Tijolo para (impar facas a 140 rs. cada om.
Vassouras americanas a 64o rs, cada ama.
dem do Porto a 400 rs, cada urna.
Aelas de carnauba e composicao a 320 rs. a
libra e a 10 dem stearinas superiores a 560 rs. o
maco, e em caixa por menos.
Vinho do Porto, neste geneno temos o me-
lhor sortimento possivel, que vendemos
por precos muito haixos a 1 a garrafa e
a 10/ e 126 a duzia.
IdemCherry, eda Madeira em barris e em
caixa, a 12* a caixa e o barril conforme o
tamanho
dem de Figueira e Lisboa, em ancoras de
8 a!) caadas, por 285000.
Dito em pipa a 3*000, 35500 e4*ooo a' ca-
ada
dem do Porto, denomiuado Baliza, a 5* a
caada,
dem idem em garraoes a 2*500, com o
garrafao.
dem de Bordeaux, das melhores marcas que
vem ao mercado, a 6* a caixa e a 640 rs.
a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 1*600, l*8oo e 2*000 a
caada.
Idtm idem.cm garrafoes cora 5 garrafas, por
1* com o garrafao.
Vinho de caj a 1* a garrafa. Este vinho
tem dez annos.
na Ja Seiualla n. 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston A C,
sellins e silhes inglezes, candieiros e casti-
\ le-se a propriedade denominada Mabita caes bronzeados. lonas inglezas, fio de vela,
.a de Traruiihaem da comarca de Naza- I:.
. urna lego* de frente e meia de fu ido, e chicotes para carros e montona, arreos para
rroes para oella se levantar um tx.m enge- carros de um e dous cavallos. e relogios df
1 le fazer assurar, Modo que actualmente ron- 011ro Dtente inglez.
e 1:000* que pagam os moradores -------------------------------------,
?mt tomo J> t Leal Heis, na ra da
1 Iteeife 11 47.
OS HA18 AGRAVAKT18
i-
li'umix jMTiisiaz (iiiraro
ESCRFULAS,
OU ERPCOES ESCROFULOSAS,
Fifrms Se lotlii 'si^-ric.
SVPHII-IS. 01' MAL VENREO,
TUMORES,
Ebaillices,
RERTOEJA?,
OPHTHLMA,
Hydropisia,
Em p'ige ns,
IIEki'ES,
Mhtrtros,
ERVSII'KL.IS
K.S1 ORBI'TO,
Tiuha.
CHAGAS ANTIGS,
Rheumasmo Chrontco,
wmmm (jeral
NiTVosidatie, ,\i-vniijias,
FIM DE IPPETITi; FAST10,
SPPRESSO DAS REGRAS, ou
AMENORRIIEA,
LEH1IMII1 FIE HIKK
Rccncao das Urinas,
KM.U'IArO,
Ou < nui'i'inr'niK uto iji ral dio oorvo^nrove-
nioale <'" tttmlo vtcioto to $att/net
1NFIAMMAC0ES CHROMCAS,
Afec9oes Chronicas do Figado,
ri8*M {>\:i, tODXt \s n VIS IMII.II.XNTE.s MO-
I.KSTI AS, fltlMIl' \I.MI NI i: l.TANflO SAO
l'HSIIll.-, r,v !'I!(>I)V/.1I>AS I'KI.O MCI
i.ive.n USO no Mkkciio 01'
(1 IXINO,
Anmih cninn fiiinlu-m pvla frcMiurnio wo lo Al*
M:>I('0 Stllnu |rrpnrn;-'r> .tfliN-i-ncH i
To.laa estas Bnferndades prompta e elfica
nieuts cedem 4 bauefica. poJeroza o
piuificantes qnalidadas ca mili
justamente afamarla
UUffffllHMH M WMM,
A venda as boticas de Caors & Barboza,
ra da
da Madre de|Deos.
Queijos llamengos cliegados neste ultimo
vipor a 2f58i>0.
Queijo prato muito fresca e novo a 6i0rs.
a libra.
Castanhas muito novas a 120 rs. a libra e
e 35000 a arroba.
Cha uxin o melbor que ha neste genero,
mandado vir de conta propria a 25800
rs. a libra.
Cha hyson muito superior a 25560 rs. a li-
bra ; clt hyson proprio para negocio a
15500 rs. a iibra.
Cha preto muito superior a 25 a libra.
Biscoutos inglezes em latas com differentes
qnalidades, como sejam craktiel, victoria,
piquelez, soda, captain, seed, bornez e
outras mnitas marcas a 15350.
i Bolachinha de soda em latas grandes a 25.
com ricas estampas na caixa exterior,
muito proprias para mimo, a 1520", 15500
e25.
Frasco de vidro com tampa do mesmo, con-
tendo meia libra de ameixus francezas, a
15200.
Marmelada imperial, dos melhores conser-
vemos de Lisboa, em latas de 1 e meia a
2 libras a 600 rs a libra.
Fructas em calda das melhores qualidades
que haem Portugal em la las hermtica-
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muito novas a (>iO rs. a libra.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Amendoasde casca molle a lOO rs. a libra.
, Avelaas muito novas a 200 rs a libra.
I Amendoas confeiladas de diversas cores a
800 rs. a libra.
Fieos em caixinbas hermticamente lacra-
das. muito proprias para mimo a 15500. |Mac^s e peras chegadas neste i
Caixinhas de i e 8 libras de figos de coma-j
die a 15 e 25 cada urna.
' Passas muito novas, enejadas neste ultimo'
vapor a 50 1 rs. a libra e 35 um quarto ;
eem caixa se faz abatimento.
I Ameixas francezas em Islas de meia a 3 li-
| bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior que
tem vindo ao nosso mercado a 185 o gigo,
garanle-se a superior qualidade.
muito perfeitas, s vista se faz o prego.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada um.
F.rvilhas francezas e portuguesas em latas de
1 libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novfs ,a 160 rs. a
libra.
Chocolate francez, o que ha de melhor neste
genero, a 15200 a libra.
Chocolate hespanhol a 15200 a libra.
Vinho Bordeaux das melhores qualidades .Genebra de laranja em frasers grandes a 1.
que se pode desejar de 75500 a 85000 a Cerveja branca e prcta das melhores marcas
caixa e 720 a 800 rs. a garrafa.
Caixas com vinho do Poito superior de 95
a 108 a duzia, e 90Oj< 15 a garrafa; deste
genero ha grande poicoe de differentes
marcas acreditadas que j se venderam
por I49e 155 a caixa, como sejam: Duque
do Porto, Lagrimas do Douro, U. Luiz,
Camoes, Madeira secco, Carcavellos, Nc-
tar de 1833, Duque (iennino.
Vinho de pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
que ha no mercado a 500 rs. a garrafa e
5780G a duzia.
Cognac inglez de superior c ualidade a 800
e 15200 a garrafa.
Licores francezes das seguinles qnalidades :
Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames
e de outras muilas mareas a 15 a garrafa
e 105 a caixa.
.Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e
95 a duzia.
400,480 e 5150 rs. a garrafa, e 35, 35200 j Mostarda ingleza em potes j preparada a
e 35500 a caada. 400 rs.
Vinho bramo de superior qualidade, vindo Moslarda ingleza emp, em Irascos grandes,
j engarrafado a G40 rs. a garrafa e a 5001 a 15 cada um.
rs. de barril. j Sal refinado a 500 rs. o pote.
Sardinhas de Nantes a 340 rs. o quarto e 560
rs. meia lata.
Latas com peixe em posta : savel, corvina,
vezttgo, cherne, linguado, lagostinha, a
15300 rs.
Salmio em latas, preparado pela nova arte
de cozinha, a 800 rs.
Maca de tomates em latas de 1 libra a 600
ris.
Chouricasa paiosem latas de 8 e meia libra
por 75.
Toueinho de Lisboa a 320 rs. a libra e
85600 a arroba.
Bolaxinba ingleza a 320 rs a libra e 45 a
barrica.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
CevadiDha de Franca a 200 rs. a libra.
Farinna do MaranhSo a 120 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 320 rs. a libra.
Cevada a 120 rs. a libra e ?5 a arroba.
Alpistaa 160 rs. a libra e 45800 a arroba-
Batatas muito novas em gigos com 40 libres
por 15500.
Cebollas a 15 o molho com mais de 100 ca-
da um.
Caf lavado de primeira qualidade a 300 rs.
a libra e 95 a arroba.
Caf do Cear muito superior a 280 rs. a li-
bra e 85400 a arroba.
Caf do Bio, proprio para negocio, a 85.
Arroz do Maranhaoa 100 rs. a librae 25800
a arroba.
Arroz de Java a 80 rs. a libra e 2400 a
arroba.
Vellos de spermaceli a 560 rs. a libra e
540 rs. se fer em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
so e a 95 a arroba.
Doce de goiaba a 640 rs. o caixo.
Macarrao, talharim e aletria a 480 rs. a li-
bra ; em caixa ge faz abatimento.
Estrellinba.pevideearroz demassa para sopa
a 600 rs. a libra e 35 a caixa coi 6 libras.
Palitos de denle lixados com flor a 200 rs.
o masso, ditos lixados sem flor a 460 rs.
o masso com 20 massinho.
Gomma de engommar muito fina fe 80rs. a.
iibra.
Banha de porco refinada a 480 rs. a libra e
400rs. em barrilpeqneno.
Charutos dos melhores fabricantes de S. F-
lix, em caixas inteiras ou em meias, de
15600, 25 e 35.
Presuntos do reino, vindos de conta propria
de caa particular, a 400 rs. a libra; intei-
rose faz abatimento.
Osscnliores que compraren de 1005000 para cima, tero o descont de 5 por cenlo, pelo prompto pagamento.
CLARI
COMMERCI
13
RA 1IO V* KBM AIIO \. 45*
Passando o becco da Congregac&o segunda casa.
NO FII) ABE.
Vende-se unta rasa torrea na ra lo Faro1
o. li era Fora de Cortas : a tratar na ra lmpc"
nal n. 44.1.________________________________
Mantas pretas.
Vende-se superiores mantas pretas de fil de
seda, italianas, as mlbaiw flH ha neste peero :
na ra do Queiinado n. 2, loja do Preguira.
Pereira Bocha & C. acabam de abrir na ra do Queimado n. 45 um armazem de raolhados denominado Clarim Commercial.
Bravo i ra on(^e respeitavel publico encontrar sempre um completo sortimento dos melhores gneros que vem ao nosso mercado, osquaes
sero vendidos por precos muito resumidos como o respeitavel publico ver pela tabella abaixo mencionada ; garante-se o bom peso
e boa qualidade dos gneros comprados neste armazem.
Arroz do IfaranhSo, da India e Java a 80 e Chouricas c paios muito novos a 800 rs. a
libra.
Cevadinha de Franca muito superior a 220
rs. a libra.
Cevada a 80 rs. a libra.
pretas para a quaresva
Superiores monreantiques pretos larpos a 25200,
25300, 35, 35-*>00 e i-5 o amulo, lions prosdma-
ptes pretos larpos a 14300, 15600, 15800, 25000,
100 rs. a libra e 25400 a 25800 rs. a ar-
roba.
Ameixas francezas em latas e em frascos a
15200 e 15600 ce mraseos grandes a
25500.
Idom em caixinhas elegantemente enfeitadas
Palitos do gaz a 25200 rs. a grosa.
Passas muito novas a 480 rs. a libra.
Peras seccas muito novas a 600 rs. a libra.
Painco a 200 rs. a libra.
Polvo secco muito novo a 400 rs. a libra.
Ervilhas portuguezas a 640 rs. a lata. Presuntos de Lamego em calda de azeite e
dem seccas muilo novas a 200 rs. a libra.' muito novo a 640 rs.
com tiras estampas no interior das caixas Figos de comadre e do Domo em eaixinhas Queijos llamengos do ultimo vapor a 25400
a 1250UO, i5'*oo, idt.OO e 25. de oito libras e canastrinhas de 1 arroba a ris.
Amendoas com casca nmito novas a 280 rs. 15800, 55500 e 280 rs i libra. dem prato a 640 rs. a libra.
a libra. Farinha do Maratvho a 120 a libra. Sal refinado em frascas de vidro a 600 rs.
Alpista a 160 rs. a libr; e a 45COO rs. a ar- Farinha de trigo a 120 rs. a libra. cada um.
roba.
I'.'.:.! -se alMM prela a 500 rs. o covadj. ._
V ,!.-,,i,Ja ta para vestios a 60f, 600, Pr,i ,h\ H por lata de 5 galoe
por precA rediizido.
Vende-se caz di melhor qualnUde pelo
no ar-
J00 una de rardan a 8oo rs para pal-, mazem do Caes do fiarnos n. 18 e ra do
t ', prioeeita prela a 800 > 640 o rovado, lion.ha7.i-, Trapiche Novo n. 8.
i i ti lina a loo o covado, laazmnas nrea __^_______
I .i -i ahora que csiao de luto a 720 o rovado : i /i ,_
i la Imiieratriz n. 50. A loja ota alienante: C/.V pl'CCi.SOS < (\' IflClyCS PU
>: 9 hora* da noile.
Ven le-se moa parte de trras do ei.gento
1 ;i.i'l. iiiiti> a i'suq.o Qamellnira, a tunoem
i itio th i rra for.'iras un seto
C8 I.''''. 'lu' i'slio sempre alui^las, pinto a
i la; i* oais duas muradas de rasas,
Oini i'o n l.iiicrn.i r nutra para morada, linio junto
a r' i da Eseada : a tratar na ra Oin-m n. 6,
c x i'o o Ji-j de Souza Guiinaraes uo mesmo sitio.
i-a cianeas'.
Cheganun e adiam-se venda na ra do Quei-
* nntu, t'ij.id'apiiiahranea n. 8._________________
Vinho W/,
de SHpprior qualidade : vende-se na ra da Madre
de Dees n. ai.!i, mazem de ('iinlia Irmaos A C.
S5500, 35 e :io00 o covado, reos vestidos de Azeite doce francez muito fino em garrafas
grandes a 960 rs. a garrafa.
Mein de Lisboa a 610 rs. agarrafa.
Araruta verdadeira de matarana a 320 rs. a
libra.
Avelaas muito grandes e novas a 180 rs. a
libra.
Batatas muito novas a 40 rs.
Biscouios inglezes de diversas
15300 ris.
Bolachinhas de soda, latas grandes, a 25 rs.
a lata.
Ditas inglezas muito novas a 35000 a barr-
qiiinha e a 200 rs a libra.
Banha de porco religada a
eem barril a 4* 0 rs.
monreatinque preto com larra, ditos de trorpurao
preto bordados e adamascados rom barra, o mais
moderno qne tem vindo l'crnambuco, e. mitras
muilas fazeodas de bom posto, pretas proprios para
vestido, superiores rapas de seda prela a 165, 205,
255, 305. 355, V) e 505, mant;.s pretas de fil,
lindos chapeos de palha de Italia, o quo pode haver
de mais posto Canotier : na luja das columnas
na na do Crespo n. 13, de Antonio Correia de
Vasconcelios & C.
o cenlo
Mellla a 300 rs.
na ra da Madre de Dos n. 18.
Vistas venda.
Ra da Imperatriz.
Dita da Cadeia.
Dita do Trapiche.
Oasa de drtnico.
Punte de ferro.
Palana dogovemo.
Ponte do Itrrife.
Rio Btkeribe.
Proco 35000 cida urna
galera norteamericana.
na ra do Imperador,
Cognac Dglea lino a 000 rs. a garrafa.
Conservas a 720 rs. o frasco.
ATTENQAO.
Vende-se muito barato um terreno aterra-
do com 140 palmos de frente tendo 2 fren- dem, so de pepino, a W rs.
tes sendo urna para a roa do Alerrim e ou- dem, s de azeitonas, a 750 rs.
lia pan a di Concordia, assim romo mitro
terreno por ben.-liciar tendo lambem 140
palmos de frentee 2 fenles urna para a ra
da Concordia e outra para a de Deienco,
todos os terrenos tem muito fundo : a tratar
rom o corrector geral Cmalo Jos Al O,
em sen escriplorio na do Trapiche n 40,
primeiro andar, ou na piara docommercio.;
marcas a dem, qualidade especial e garrafas muito
grandes, a 1580o rs. a garrafa,
dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, garrafa forma de pera e rolha de vi
dro, a I500 rs., s a garrafa vale o di-
nheiro.
40 rs. a libra e Manteiga ingleza perfeitamente flor, desem-
barrada de pouco a 800 rs a libra, e de 8
CIk'i hysson. huilln e \ erla a 15600, ,I libras para runa se l'.ir una differenca.
2950o, 25800 e 35000 a libra. dem franceft muito nova a .560 rs. a libra,
; dem preto muito superior a 25000 rs a li-' e em barril ter abatimento
! bra. Massa de tomates em barril a 480 rs. a li-
Cerveja preta e branca, das melhores marras bra.
I que vem ao mercado, a 500 rs. a garrafa dem em lata a 040 rs.
e 56800 a duzia. Marmelada imperia'
Genehra de Ilollanda verdadeira marca VD Sardinhas de Nantes a 32' rs.
a 500 rs. o frasco e 65200 rs. a frasquei- Sag muito alvo e novo a 260 rs. a libra.
ra. Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
dem em garrafSes de 3 e 5 palees a 55500 Tijolos de limpar Tacas a 140 rs.
e 75500 cada um com o garrafao. Vellas de caruaba pura a 360 rs. a h-
Gomma do Ar. caty a 80 rs. 1 libra. bra.
Graixa a 100 rs. a lata c 15IO rs.a duzia. dem stearinas muito superiores a 600rs. a
Grao de bico a 150 rs. a libra. | libra.
Licores muito finos a 700 rs a garrafa. Vinho do Porto engarrafado o melhor que
dos mellares conservei-
ros de Lisboa a 00" rs. a lata.
Marrasquinho de Zara, fras.-os grandes, a
800 rs.
dem regular a r00 rs.
Charutnsdos melhores fabricantes da Babia Massas para sopa; macarrao, talharim e ale-
e especialmente da fabrica imperial de tria a 480 rs.
Candiiln Ferreira Jorge da Costa, a l800, Nozes minio novas a l0 rs. a libra.
24000,25200, 25500. 29800. 35000 e Peixe em latas preparado pela primeira arte
349NQ a caixa. | de co/inba a 15 rs. a lata.
Caf do llio muito superior a 200. 280 e Palitos de lentes 1 100 rs. o masso.
300 rs. a libra e 75500, 85 e 85500 rs. a Palitos de dentes a 120 rs.
an-oba. I Mein de flor a 200 rs.
ha neste genero e de varias marcas, como
sejam: Velho de 1815, Duque do Porto,
Madeira, O.Pedro, Luiz I, Mara Ka.
Bocagc, Chamisso e outros a 800, UOO e
15000 a garrafa, e em caixa com urna du-
zia a 95000 e 105000.
dem em pipa, Porto, Lisboa e Figueira a
480, 500 e 5G0 rs. a garrafa e 35, 35300
e 45 a caada,
dem branco de Lisboa muito fino a 500 rs.
a garrafa,
dem de Bordeaux. Medoc e S. Julien a 700
e 800 rs. a garrafa, e 75000 e 75500 rs.
a duzia.
dem Morgaux cChateauluminidet, a 15
a garrafa,
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs, a garrafa e
16200 rs. a caada.
Kirsk garrafas muilo grandes a 15800 rs.
Alm dos gneros cima mencionados te-
mos piando porcao de outros que deixan os
de mencionar, e que tudo ser vendido por
pecas e carnadas, tanto em porcoes como
retalho.
Ouem comprar de 1006000 para cima te-
r o abate de 5 por cento.



Diario de i'fronmhiico segunda felra 14 de Marco de f 84.
ALLIANCA
GRilDE % iimazjeui
DE
MOLHADOS
0 nico que mais vantageiis offerece ao publico.
57 RA DO IMPERADOR 57
DE
Paulo Ferrelra da Silva.
0 proprietario deste grande estabelecimento de molhados, recebe por todos ns
vapores e navios os mellioros gneros que vem ao mercado, os quaes vende em scu ar-
mazem pelos mais resumidos presos.
Tend cliegado pouco da Europa, aonde deixou pessoas encarregadas para a es-
colha de seus genros, tem a honra de annunciar ao rcspeitavel publico, que ninguem co-
rno elle p|." vender to barato e por tio resumidos precos; sen indo como costana aos
seus fiv*ruezes com os melhores gneros que se pode desojar.
ATTENCAO.
Qtterendo o proprietario disto to til estabelecimento a concurrencia da boa
freguezia, tem deliberado vender sempre por mimos do que ontro qualquer, garautindu
aos seus freguezes todo e qualquer genero sahido de seu acreditado armazem.
Manlciga ingleza a mais nova e fina chegada Vena estearinas a 56o rs. a libra e em caixa
ueste ultimo vapor a 800 rs. a libra e de 8 a 84o rs.
libra jiara cima tora abatimento. dem de carnauba pura e refinada a 360 rs.
dem franceza a melbor e mais superior do! a libra e O.ooo a arroba.
nosso mercado a 36o rs. a libra c 52o em dem de composicSo emmaradas a 32o rs.
barril ou meios. o maco e 9,ooo rs. a arroba.
Hauha de porco refinada e muito alva a 44o Mastia de tomate em latas a 600 rs. a libra.
rs. a libra, eem barril a 4oo rs. Doce em calda das mais especiaes frutas da
Cha hysson o melhor neste genero especial Europa a 600 rs. a lata.
encxMmienda do proprietario a 2,7oors. a Ostras em latas muito bem preparadas a
libra. i,ooo rs.
dem idem menos superior e que em outras Peras seccas muito novas a 000 rs. a libra.
casa; se vende a 2,6oo rs., custa neste ai- Maesas para sopa estrellinha muito nova em
ma/.ein 2,2oo re. a libra. | cjiixas de 8 libras a 3,ooo e 5oo rs. a libra,
dem uxim o melbor que pode baver neste dem talliarim, macarro e aletria a 4oo rs.
genero a 2,6oors. a libra, garante-se aqua- dem macarro um ]M)uco mais baixo a 24o
lidade. rs. a libra,
dem p-eto muito especial a 2,ooo rs. a 1- Sevadinlia muito nova de Franca a 2oo rs. a
bra, e mais baixo, porem muito sufrivel a, libra.
1,2o i rs. a libra, vende-se por estes pre- Sag o melbor que possivel a 24o rs. a
eos (-m razao de uestes ltimos navios ter- [ libra.
se recetado grande poroto deste genero, Fari iba do Maranbo a melbor que presen-
Graude pechicliit
com toque de atarla na loja e
arinazeni da Arara ra da iiu
peratriz 11. 56 de Louri u,o P.
M. tiuluiareg.
Vende-se com toque de atara.
Vende-se madapolo inglez com p jqueno lo-
que de ivaria por 65500 75 e 85, algcdozinho a
i500 e 5, cambraias lisas Tinas a :i e 500 :
na ra da Imperatriz loja da Arara n. 56.
Vende-se fazendas limitas baralissiuias.
Vende-se chitas linas cores escuras a 240 e 280
rs. o covado, ditas fraueezas linas cores fias a
320, 360 e 400 rs. o covado, gorguro de linho pa-
ra vestidos de senhora a 280 o covaeo, riscado
francez para vestido a 280 o covado : na loja da
Grande liquidadlo
de fazendas na loja do Pavo, ra da Imperatriz 11.
60, de (jama A. Silva, i
AcOa-se esto eslabeleoimento completamente sor-
tidode fazendas iuglezas, francezas, alintaos e
suissas, proprias tanto para a praca como jara o
malo, prometiendo vender-se mata barato do que
em outra qualquer parte principalmente sendo em i
porcao e de todas as fazeudas do-se as amostras
deixando ficar penhor ou mandam-se levar em ca-
sa pelos i-aixciros da loja do Pavo.
As chitas do Pavo.
Vendem-se superiores chitas claras o escuras pe-!
le barato preco de 240 e 2 rs. sendo limas segu-
res, ditas francesas linas a :I20, 540, 560, 4oo e
500 rs., o covado. ditas pretas largas e estreilas,;
riscados escocezes linos .1 240 rs. o covado, isio na
loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60 de Gama & Arara r"ada Imperatriz n. 5(1.
Silva. Fazendas proprias para scuhoras e neiiuas.
As cassas do Pavao a 210, 280, 300 e 320 rs. j Vende-se gollinhas com bolaozinho pira senhora
Vendem-se llnissimas cassas persianas cores fi-! e meninas a 200 e 320 rs., manguitos de fil e
xas a 320 rs. o covado, ditas francozas muito finas cambraia enfeitados a 500 rs., manguitos e gollas
a 240 e 280 rs., ditas ingzezas a 240 e 280 rs. o fara scnnora a 15 e 15280, camisiuhas bordadas
covado, finissiinoorgandv matisado com desenhos para senhora a 25, ditas bordadas no eolarinho e
miudinhos a 320 rs. o covado, cassas garibaldinas punhos e grvalas muito finas a 15500 3 55: 6
muito linas a J20 rs., isto na loja do Pavao ruada a Arara ra da Imperatriz n. 56.
Imperatriz n. 60. de Gama 4 Silva. Principia a Arara vender as colchas.
As lazitihas da eiposico do Pavao. Vende-se colchas aveliudadas para cama a
Vendem-se as mais modernas laazinhas mossan- tujas de ludio alcochoadas a 55, ditas de fustao a
bique chegadas pulo ultimo vapor francez sendo -'5, ditas de damasco a 45, ditas de chita a 25
de urna s cor ou de lisias miudinlias com i jial- na loJa da Arara rua da Imperatriz n. 3 mas de largura, proprias para vestido de senhora, Arara vende cassas a 210 rs.
roupa para meninos e capas, e pelo baratissimo' Vende-se cassas francezas linas a 249 e 280 o
pceo de500 rs. o covado, ditas entestadas Irans- covado, organdys linos a 240, 280 e 220 o covado:
paaln de quadnnhos a 500, 400 e 360 rs. o co-, na rua da Imperatriz n. 56 loja da Arara.
Arara vende laazinhas para vestido a 240 rs. o
covado.
Vende se laazinhas para vestidos de senhora a
240, 280, 320, 400 e 500 rs. o covado, ca.semii.is
POR MENOS DE DEZ POR CENTO.
CONSERVATIVO
DE
JOAQUIJfl KJLMAO 1IOS HASKTQH
23Largo do Terco-23.
O proprietario deste armazem de mo,hados vende os seus ja bem conhecidos gneros de 1 rl-
meira qualidade por menos de dez por cento do que em outra qualquer paite, garanto.
rior qualidade.
a deferenva de pt t^o be de 600 a boo rs-
a libra do que se vende en outra qualquer
parU.
dem do rio em latas de 1 at G libra a l,4oo
rs. a libra, neste genero o melhor pos-
siveii.
IBscotos inglezes em latas com dilTerentes
quididades como sejo craknel, victoria
picnic, soda, captaim. sced, oslmrne e ou-
tras umitas marcas a 1,35o rs. a lata.
Itolaxiniw de soda em latas grandes a .ooo j
rs. r ida urna.
Figos em eaixinhas benniticamente lacradas;
e mijito (Morios para mimo a 1,600
2,6c>rs. cada urna.
dem a eainohas de 8 libras a 2,ooo rs ca-
da urna.
I'assas muito novas a 8,000 rs. a caixa e 48o
rs. a libra.
AoMta INMM em latas de libra e nm e
') I lira a l,2oo 2,ooo e 800 rs. a libra.
Oaixblias com ricas estampas a l,4oo rs.
cada urna, frasees de vidro com rollia do
iiiiiMiu, ciintendo libra emeia de ameixas.
teniente tem \indo ao nosso mercado a
i mi rs. a libra.
Gomma do Aracaty muitissimo alva a 80 rs.
a libra.
Fariuba de araruta verdadeira a 32o rs. a
liora.
Licores muito finos do Bordeis e toda as
marcas que lia neste genero a 800, i,00o
e I,2oo rs. a garrafa.
Pbosforos do gaz a Soo rs. a duzia e 2,2oo
rs. a groza*
Bolaxinha americana em barrica a 3,ooo rs.,
e em libra a 2do rs.
1 Tijelopara limpar facas a I2o rs. cada um.
Vassmiias de oiassaba com dous arcos de
ftrro prendPhdo o cabo a 32o rs. cada
una.
Kscuvas ilr [li.issaba proprias para esfregar
cusa a 3ii rs.
Sanlinhas de Nantes muito novas a 32o rs.
a lata.
Rafea em lata muito bem preparado savel,
curvina pescada e otitros a l.ooo rs. a
lata.
vado, ditas matisadas muito finas a 500 e 400 rs.,
ditas mais baratas do que dula lambem matisadas
a 320 rs. o covado, ditas a Maria Pia com palma
de seda o 4 palmos da largura a 800 rs. o covado,
e ditas de urna s cor parda, astil, cor de Iwioe
perola proprias para venidos, sautembarques e
oaribaldea a 720 rs. o covado, ditas escocezas a
800 o 400 rs isto s na loja do Pava, rua da Im-
peratrii n. 60, de Gama Silva.
Os chales do Pavao.
Vendem-se finos chales de crepon eslampades
pelo barato preco de 65, 75, 85. ditos de pouta re-
donda a 75 c 85, ditos pretos ricamente bordados
a retroz comvidrilho a 125, ditos pretos lisos a
55, ditos de cores a 45500 e 55, ditos de merino
estampados a 25 e 35, ditos de laa a 15280 e 25,
ditos de retroz preto para luto a 65, isto na loja
do Pavao rua da .Imperatriz n. 60, de Gama A
Silva.
Fazendas pretas para a qnaresma vende o Pavio.
vende-se gi-osdenaple preto muito superior a
15600, dito a 15800, 25, 25500, 25H0 e 35, mo-
reantique preto muito .-iqierior a 35 e 25800, sar
lisas proprias para capas de senhora :. 15800
covado : na Arara rua da Imperatriz n. 56.
Arara vende cortes de casemira preti a 3t.
Vende-se cortes de casemira preta para calcas a
35, 3551M), 45e 55 : na loja da Arara n, 56.
Grande sorlinicnto de fazendas pretas pira a qua-
resma.
Sedas, grosdenaple, pannos Unos e rasemii as.
Vende-se grosdenaple preto para vestidos boa
fazenda a 15400, 15600, 25, 25400, 25'>00 e 35 o
covado, sarja hespanhola de seda, panno lino preto
a 15G00, 25, 25500, 35 e 45 o covado, muito su-
perior easemiras pretas finas a 23 e 25400 o cova-
do, merino fino a 25500 e 35, dito de cordao a
25500 o covado : na rua da Imperatriz n. 56.
Arara vende fustao a 500 rs.
Vende-se fustao de cores para roupa >le meninos
calcas e paletuts a 500 rs. o covado, gai^'a france-
ja preta hespanhola muito encorpada a 25, isto na za escura e clara para calcas e paleiots a 440ts.
loja do Pavao rua da Imperatriz n. 60. de Gama o covado: na rua da Imperatriz n. 56,loj;i da Arara.
A- Silva.
0 Pavio vende para lulo.
Roupa frita da Arara.
Vende-se paletols de brim de cor a 25500 e 35
Vende-se superior setim da China fazenda toda ditos de meia casemira a 35500, ditos nelhores a
de laa sem lustro tendo 6 palmos de largura pro- 45500 e 65, ditos pretos do panno a 5J, 65 e 85,
pno para vestidos, paletols, capas etc.. pelo bara- ditos de casemira fina c dehranhados a 85 e 105,
to preco de 25, 25200, 25500 o covado, cassas ditos pretos de alpaca a 35500 e 45, cal jas pretas
pretas lisas, chitas pretas largas e estreilas, chales de casemira a 45500, 55, 65 e85. diu de meia
de merino lisos c bordados a vidrilho, manguitos casemira, ganga e brim a 25 e 25500, ditos finos
Uiam|ii<,'iie. da macea mus superior que tem Ervilhas portuguesas e francezas j prepa-
viii'lo ao nosso mercado a 18,000 rs. o gi-
go, e i,800 rs. a garrafa, garante-se a sti-
peiior qualidade.
Vinbo Itordeaux das melhores qualidades que
se pode clesejar a 7,ooo e 7,5oo rs. a cai-
xa c G4o rs. a garrafa.
Calzas com Viulio do Porto superior de 9,ooo
c lo.000 rs. a duzia, e 9oo e l.ooo is. a
;mi ir fa, neste renero lia grande porcoede
diileientes marcas muito acreditadas que
j se vendero por 14,000 4ft,o xa cimo seja. Duque do Porto, lagrima
do Iouro, D.Luiz, Camoes, Madeira sec-
co Nctar ; (ienuino e malvasio flnoe ou-
tias -omo C.lieiTY e Madeira para 12,oooc
!3,coo rs. a caixa.
Vinbo de pipa Porto, Lisboa, Figueira, a 4oo,
48o, e *> io rs. a garrafa, 3,ooo 3,2oo o
3,5oo rs. a caada.
dem branco o melbor neste genero vindo de
eiHuiimeinlaa Goo rs. a garrafa, e 4,5oo
rs, a caada.
Mem do Porto em barril muito especial a
64o rs. a garrafa, e 5,ooo rs. a caada.
Vinagro puro de Lisboa a 2oors. a garrafa e
l,4oo rs. a caada.
Mein em garrames com 5 garrafa.
Vzeite. doce de Lislwa superior ipialidade a
tlio rs. a garrafa c 4,800 rs. a caada.
Balt.i mi jiigosdetrinta a trinta e tantas li-
bra a 800 rs. o gigo e 4o rs. a libra.
Geneln a de llollanda a mais superior a 6,000
rs. ;i frasqueira fi Go rs. o Irasco.
dem em garrafoe Cim2."i garrafas a 8,000
rs.
Servejn das melhores marcas de ,000 a
'>.' 00 a duzia e Soo rs. a garrafa.
Cognac superior a 8oi e l.ooo rs. a garrafa,
e em caixa teri abatimento.
Alai meilada imperial dos melhores e mais
afamados concorveiros de Lisboa em latas
de libra e de libra e meia e duas libras a
(loo rs.
Coacervas inglezas em fiascos grandes a
75o rs. c.ida um.
dem franceza e todas as qualidades de
ligtunes e fruto a Soo rs.
Mosto i-la francezas em potes preparada
4oo rs.
Palitos para (lentes I2ors. o maco.
dem lixados muito fino 14o rs.
radas a Oio e 72o rs. a lata.
Caf lavado de prinieira sorte a
libra, e 8,3oo a arroba,
dem do Rio muito bom a 28o
8,000 rs. a arroba.
Arroz do Maranho a loo e 120 rs. a libra,
dem de Java a loo rs. a libra.
cun gollmhas e 011 tros muitos arligos que se ven-
dem por precos razoaveis : na loja do Pavo rua
da Imperatriz n. 60, de tama & Silva.
Os pannos do Pava.
Vende-se panno preto muito superior pelo barato
prefo de 25, 35500,35 e.l5O0, ditos muito finos a
45. 55 e 65, coi fes da casemira preta enhilad* a
45, 45500 e 65, casemira preta tina de urna s
largura muito lina a 15800, 25. 25500 e 35. cor-
les de casemira de cor a 55, 55500 e 65, casemi-
ni enfostadas de urna s cor proprias para calca,'
a 35500, ditos de brim branco a 35 35500, ca-
misas francezas a 25. 25500 e 35, sroslas a
15600, ditas de linho a 25 e 25500, rolletes a 25
e 25500 : na rua da Imperatriz n. 5'>.
Kales da Arara a :t,->.
Vende-se bales crinolinas de 20, 30 e 40 arcos
a 35,35500, 45 e 45500, ditos de 111 idapolao a
35500, ditos de musselina a 45 : s na Arara roa
da Imperatriz n. 56.
Arara vende madapolo franceza 15-
Vende-se madapolo francez enfeslado
Vinho das melhores marcas.
Manteiga ingleza flor,
dem franceza.
Danha de porco refinada.
Vellas de spermacete.
dem de carnauba.
Gaf bom do Kio.
dem superier do Idear.
Toucinho de Lisboa.
Cha de diversas qualidades.
Queijos novosdo vapor.
Milbo alpisla limpo.
Gomma de engommar alva.
\ao se diz o preco pa
Sabo de divoisas qn.'.lidades.
Chouriras muilonova>.
Arroz de diversos presos.
Ser^oja das melhores marcas.
Sardinhas de Nantes novas.
Genebra de laranja snperior.
dem do Hollanda marca Gallo.
Pliosphorus do oaa>
liolachnili.i ingleza em barricas.
Passas muito novas.
Figos de primeira qualidade.
Riscoutos o bolachinhas Aa soda.
Charutos de diversas qualidades.
Altn dos gneros annunciados existen ontros muitos que enfadonho mencinalo- 1 "i
ro contado.
\A(1!\ BRANCA
receben:
Sapatinhos de setim brauco bordados paia bap-
tisados.
Meias de seda branca para o mesmo lim.
Mu bonitas e delicadas touquinhas enfeitadas'
para dito.
Pulseiras e voltas de cons brancas para &nho-
ras e meninas.
Fita branca e pret de borracha, com diversas
larguras.
Transelms de borracha sonidos em cores.
Traucinha preta de laa, e outras trancinhas de
)a degosto novo e mui bonitas para enfeites.
Enfeites conservadores para senhoras.
nm \mwi
TODA ATTENCAO AO Vl(iLAYrE
de caroeinbos a 2500.
e cambraias de caroeinbos para vestidos
3oo rs. a
a libra e
Amin.i..-. i>.. i. t I""" varas a 640 rs., tiras bordadas a 15. e ou-
tros muitos artigos neste genero que se venden?
mais barato do qne em outra qualquer parte : s'
Aveles muito novas a 2oo rs. a libra.
Nozes maito novas a 2oo rs. a libra.
Cbo'iricas e paios a 7oo rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra ou a
8,Soo rs. a ai-roba
Pretnntos de lamego de superior qualidade
ebegados ueste ultimo vapor a 48o rs. a
libra.
Alpista muito novo e limpo a 16o rs. a li-
b-a e 4,6oo a arroba.
Painco muito novo a 18o a libra e S.ooors.
a arroba.
Sabiio maca, amarello e castaa a 22o e
2'to rs. a libra,
dem mais baixo um pouco a 16o, 180e2oo
r:.. a libra.
Castanhas pelladas a 24o rs. a libra.
Chocolate francez de primeira qualidade a
1,2oo rs. a libra.
Ideu de Santo muito superior e medicinal a
l,3oo rs.
Copos lapidados proprios para agua a 5,ooo
i a duzia, queem outra qualquer parte
7 e 8,ooo rs.
Charutos dos melhores e mais afamados fa-
bricantes dp S. Flix e do Rio de Janeiro
de l,5oo a f>,ooo a caixa.
Cebollas novas a 8oo rs. os molbos grandes
e 7oo rs. o cento.
Doc'i de goiaba a 6io rs. o caixao.
Lemilhas excellente legume para sopa egui-
zado a 24o rs. a libra.
Erv Ihas seccas j descascadas a 2oo rs. a
libra.
Pimenta do reino muito nova a 36o rs. a
libra.
Cominbos e erva doce a 32o e 4oo rs. a li-
li ra.
Cravo da India a 6oo rs. a libra.
Canela muito nova a l.ooo rs. a libra.
Alfazema a 2oo rs. a libra c 6,ooo rs. a ar-
roba.
Gra xa a loo rs. a lata e l.loo rs. a duzia.
I
O
i
/-
Cu
55
s.
Cu
O
Cti
X
B
m
P5
Cu
CD
B
o
O

Ao n. 29.
Nev.i laja dos baraleiros na rua do Qoeimad*.
Rieai snias de fusta* a 55, camisas inglezas para
senhora a 25, 35500, 35 e 45, roberas di fustito
brancas a 55, chitas com lustro para coberta com
G'palmj de largura a 640 o covado, cambraia o'e
coree i ira vesUdn i 320 e co\"ado, laas para vesti-
do a 4D, 560 e 640 o covado.
Ao n. 29.
Nova loja dos baraleiros na rua do Queiiuado.
Tarlatauas de todas as cores, fazenda muito fina
a 720 i vara, cambraia para cortinado, peca di- 22
varas, por 105, chales de laa por 35. 45, 54 < 85,
camisa' ingieras para liomem a 385,505 o 605-
N n. 21.
Nova loja dos baraleiros na rua do Qoeimado.
Bico) pntis, fruirs de todas as qualidades,
tranca* de seda, de algodao e de laa, manguitos e
cainisii has bordadas, collariulios e punhos, folhos
Implados, botes de velludo, de seda e de fustao,
bandos de cabello, meias de seda, leques ; cujas ^ Z
Brtigos^evendemimrmetade do seu valor por ser OlDaS CilleS (i IlLtiniGllcteS.
tiara acabar ^"^
\>nde-se petos precos mais razoaveis possivel
o* objectos cima mencionados, bem como um sor-
timfnto completo de inorianliqne, grosdenaples,
sedas lavradas ludo fazenda preta propria da esta-
io, rindas pelo ultimo vapor da Europa : na rua
do < lueiinado n. 40.
Cu
P-
rrt-
p
Cu
pal.tois, co leles, capas para senhora, roupas para 45500,brelanha de lindo,bambuco de linho para
meninos a 35 e .Mam o covado, isto na loja do |em;es e serou|as a 44o, gyO e 640 a vara, bra-
I avao, rua da Imperatriz. n. 00, de Gama c\ Silva.: mante de Vmho de 10 pa|mos de ,arglirR a ^ a
X roupa do Pavao. | vara, brim pardo de linho a 800 e 15, dito braneo
Vendem-se paletols de panno preto sobreras.!- a 15, 15*80 o 15400 a vara : na rua da Impera-
eos fazenda muito boa a 125. ditos muito fiuos a triz n. 56.
165, 205, 23 e 305, calcas de casemira preta boa j Sodinlias a 500 rs.
fazenda a 45500,55,65, 75 e 85, paletols saceos: Arara vende sedinhas de lislrinhas para reslidos
de panno preto a 75, ditos de casemira de cor a a 500 rs. o covado, ditas finas a 800rs., laa lia-
65 e 75, ditos de alpaca preta ditos de merino ra r.a com 4 pa|mos de |argoc pa|mat dc seda a
preto, ditos de brim de cores, calcas dc casemira 800 rs. o covado : na rua da Imperatriz n. 56.
de cor a 45. 55,65, /5, ditos de caxemira da irar. _nj. f.mhr...
Escossia a M5, ditos de brim pardo a 2550 >, ditos ?-,,,,
de c*r a 25 e 25500, ditos brancos muito finos, .rS, ,
sto na loja do I'av.o rua da Imperatriz n. 60, de **"! a0Pn f??. TIUJ?!??. a ?' Z'
Gama & Silva bertores de pellos a 15 e 15600 : na rua da Im-
peratriz n. 56.
Arara vende os cortes de riscados franrezes a 35.
Vende-se cortes de ri cados francezes com 14
covados a M o corte : na rua da Imperatriz n. 56.
Arara vende os sonlenibarques.
Vende-se souteniharques pelos muilo ricos, ca-
pas compridas e manteletes de superior qualidade
a 225 e 255 : s a Arara rua da Imperatriz nu-
mero 56.
LOJA DO BEIJfl FLOR.
Rua do Qucimailo numero G3.
Cravaliiilias para seuliora.
Vendem-se gravatinhas de.diversos gostos mais
modernos a 720 e 800 rs. : na rua do Queimado,
Os bordados do Pavo.
Vendem-se camisiuhae de cambraia muito finas
rom manguitos e mas muito bem Impladas pelo
barato precn de 15280,%ditas de fil a 15, ricas
pelerinas ou romeiras bordadas a 15600 e 25, su-
periores manguitos com golla e a balao a 35 e 45,
sendo muito bem bordados e os mais modernos
que ha no mercado, manguitos e camisinhas a 35
e 35500, gollinhas finissimas de cambraia a 500,
ditas de fil a 240 e 320 rs., pegas de entremeios
com .'! varas a 640 rs., tiras bordadas a 15,
na loja do Pavao, rua da Imperatriz n. 60. de Ga-
ma 6c Silva.
As capas do Pavo.
Yendem-se ricas capas de seda preta ricamente TlT^lVnT.'
enfeitadas. sendo as mais modernas pelo barato loJa do be,g;Bor ^.
preco de 205, 255, 305 e 405, sautembarques de ',tas Para debran de vestido.'.
seda preta sendo ricamente enfeitados a 205, 255 ^ endem-se fitas para debrum de vestido de linho
e 30* : na loja do Pavao rua da Ifltjieralrii n. 60,
de Gama & Silva.
As cambraias do Pavo.
Vendem-se pecas de cambraia muito fina com
saljiicos tendo 81|2 nata cada peca a 35500, ditas
a 35 e 35oo, ditas adamascadas muilo Unas pro-
prias para cortinados a 35, ditas a 45, pecas de
cambraia brancas li-as fazenda muito lina com 8
almaco e de peso.
Alem do grande sortimento dc papel greve e ou-
tras muitas qualidades, que constantemente se
acbam na loja d'aguia branca, faz-se notave pela Custodio Jos Alves Guimares avisa ao i
popenoridade de qualidade o papel inglez almasso ,aveJ publico e aos seus fregotees, que achano-se
e de pesa, que acaba de chegar para a dita loja ; as 0Dras da ,0Ja do Vigilante concluida q achan-
um e ontro sao mui encorpados e de um assetina- d:se as l'Or'as abenas a concn-encia do tes-
do lustroso e macio, que na verdade U odos agr- Pe'lavel publico, para assn apreciar o dovo gallo
dam. As resmas daquelle tem 480 folhas; e as que se acha no espacp.-o c alegre campo, guarne-
deste 500, e custa cada urna 85. Tambemveioda do das lindas flores e nwilos outros objectos de
inesma qualidade, e de tamanho pequeo, eincai- bom fS*t0> 1uc ,ant sastisfeito se sclia, aprsenla
xmbas de 100 foldas, Unto liso como beira doura-, novo nl> chamando pelos sen, freguezts (,u.;
da, costando este 25, e aquello 15200 a caii.inha. i nham ver para crr, que s assim podero aire-
la veem pois os apreciadores do bom papel que Cliir; e acnarso um graudc sortimento de fazendas
dirigindo-se munidos dedinheiro serao bem iervi- tendentes nnudezas, tanto-para grosaj come par
dos: na rua do Queimado, loja d'aguia branca rela.ll'0, que todos sero sonidos a vontade. mesmo
numere 8.
mnras PESTES
de ciiocba.
Chegaram novos e bonitos pentes de concha,
qualquer fregttez de fra que nao po==a*ir a esta
praca e queiram dirigir-se a esle nenio
fazondo seus i>edidos |>r meio-de carta.-, e pede-
ra fazer que ser tudo comprido fielinente, pod. n-
do-se fazer precos muito razoaveis, nao s peb.s
boas compras feitas nesla praja, como dos que
sendo de tartaruga, massae dourados \ agora, pois,' recebe dc sna propria con, como' dos que recete
dingirem-se com dinheiro rua do Queimado, de consignares.
Fitas.
Fitas tarrada* de lindos padres de ns. 7
na na do Quei-
pa ra rol na
lo Qucima-
com 12 varas a 400 rs. a peca
mado, loja do beija-flor n. 63.
Pentes travessos.
Vendem-se pentes travessos de
frente de borracha a 500 rs.: na rua
do, loja do beija-flor n. 63.
Papel beira dourada.
Vende-se papel beira dourada a I52'K) e 15300,
1|2 varas a 35500, 45,45500, 55, ditas de qua- dito de cor de beira dourada a 15100 : na rua do
dios proprias para forro o hadados por pf69*a mui- Queimado, loja do beija-flor n. 63.
to razoaveis : na loja do Pavo rua da Imperatriz., Auveloiies.
S cortinados do pavo. Vendem-se anvelopes de diversas qualidades!
Vendem-se ricos cortinados proprios para janel- branco a 800 rs. e de cor a 640 rs., pan cartas de
la o camas pelo barato preco de 95 o par, sendo o visita a 400 rs., preto a 720 rs. : na loja do beija-
melhor que dao mercado': na rua da Imperatriz flor na rua do Queimado n. 63.
I\. 97
Ven le-se a verd deira grasan. 97 : na rua do
Trapiche n. 19, escriptorio de Eduardo Feoom.
n. 60. de Gama & Silva.
Panno de linho.
Vende-se panno de linho com 4 palmos de lar-
gura proprio para lenees, toa Ihas e ceroulas pelo
barato preco de 640 rs. a vara, bramante de linho
com 10 palmos de largura a 25500, algodaozinho
monstro com 8 palmos de largura a 15. pecas de
Ilamburgo com 20 varas a 9 105 e 115, pecas de
madapolo tino a 75500, 85, 95 e 105, ditas de
algodaozinho a 65, 65500 o 75, e outras umitas
fazendas brancas que se vendem muito baratas
allm de apurar dinheiro : na loja do Pavao rua da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva,
As colchas do Pavio.
Vendem-se colchas de linho alcochoadas pro-
prias para cama pelo barato preco de 55 cada nma
na rua da Imperatriz n. 60, de Gama \ Silva
Cortes de cassa a 3^500.
Vendem-se cortes de cambraia com babados a
35)00 : na loja do Pavo rua da Imperatriz n. 60.
de Gama & Stlva.
0 Pav veudc lazinlias pretas.
Vendem-se lazinnas pretas a 200 rs. o covado :
na loja do Pavo rua da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma x Silva.
A Maria Pia.
O Pavo venda a 8$
Vendem-se os mais lindos cortes de vestidos a
Maria Pia com lindas barras de seda, sendo che-
gados pelo ultimo vapor Irancez pelo barato preco
I de 85 cada um : s na loja do Pavo rua da lm
,'x-i atriz ii. 60. de Gama & Silva.
As ealciiihas do Pavo.
Vendem-se calcinitas de cambraia hordadas pa-
i ra meninas polo barato preco de 500 e 640 rs.,
' iiilangiiiros para senhora c meninas a 500, 640e
s rs., camisinhas com manguitos a 15280 : na
oja de Pavo na da Imperatriz n. 60.
Os bales do Pavao.
Vendem-se crinolinas ou bales de 30 arcos tau-
to brancos como de cores sendo americano* que
| sao os melhores por se nao quehrarem a 35500 e
de 35 arcos a 45. ditos de musselina com babados
a 45, ditos para menina a 25 e 35 na bija do
Pavo rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os corpiuhos do Pavio
Vende-se os mais modernos corpinhos de cam-
braia ricamente bordados e enfeitados a 7 e 85 ;
na loja do Pavo, rua da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma ii Silva.
Os vestidos do Pavio
Vende-se ricos vestidos de grosdenaple preto ri-
camente Implados a veludo pelo barato preco de.
405, sendo fazenda que sempre se vendeu a 10051
e 1*05 ; ditos de cambraia branco* ricamente bor-'
dados a croch, sendo oroprios para baile e casa-
mento a 10. 15. *0 e 305; ditos d^ laa com lindas
barras a 18 e 155 ; isto na loja do Pavo rua
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Voltas de aljfar.
Tendo recebido voltas de aljfar com ernzes de
pedra imitando a brilhantc vende-se a 15 cada
urna : na rua do Queimado loja do beij:.-flor n. 63.
Camisas de meias.
Vendem-se camisas de meias muito finas a
15200 e 15300 : na rua do Queimado, loja do bei.
ja-flor n. 63.
Enfrifes de fila.
Tendo recebido enfeites de fila pretas e de co-
res mais modernas que se esto usando a lacada
um : na rua do Queimado, loja do beij.vfbr n. 63.
Fita de lia arela para debrum.
Vende-se fila de la pret para debnm com 10
varas a 900 rs. a pega : na loja do beija-flor rua
do Queimado n 63.
Fitas de linho para bordar vestido
Vendem-se fitas de linho para bordar vestido
ou roupinho de meninas com 40 varas a 640 e
800 rs. a peca s quem tem loja d > beija-flor
rua do Queimado numero 63.
Boles de madreperola.
Vendem-se botes de madreperola mais moder-
nos qne tem vindo para punhos de senhora a 320
rs. o par : s quem vende por este preco na
rua do Queimado, loja do beija-flor numero 63.
Fita de velludo para bordar vestido.
Vende-se fita de velludo preto com 10 varas a
900 rs. a peca : s quem tem por este |reco a
loja do beija-flor da rua do Queimado n. 63.
Fita de velludo bordada.
Vende-se fita de velludo preto bordada de di-
versos gostos e mais modernos proprio;. para qna-
resma : s quem tem a loja do beija-llor rua de
Queimado n. 63.
Franja preta.
Vende-se franja preta de diversas laifrnraspara
asfaltar capas ou manteletes os mais lindos gos-
tos que se. pode encontrar : na oja do beija-flor
rua do Queimado n. 63.
Faeas e garfos.
Vendem-se facas e garfos de balance de 1 bo-
to a 55500 a duzia. ditas de 2 botoes a 85400 :
na rua do Queimado, loja do beija flor n. 63.
Dminos.
Vendem-se dminos muilo finos a 15200 e
15400 : na loja dw beija-flor da rua do Queimado
n. 63.
Vsperas.
Vendem-se visporas muito finas a 8(0 rs. : na
rua do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
loja d'aguia branca n. 8, antes que se acabem.
FRASCOS
com gomma arbica dissolvida : rendem-se na
rua do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
Fivelas com pedrasno-
vo sortimento.
A agola branca recebeu por esse ultimo vapor
um nevo e bello sortimento das procuradas f velas
com pedras, podendo assim satisfazer a todos que
deltas precisaren), urna vez que appareca d nhei-
ro : na rua do Queimado, loja d'aguia branca nu-
mero 8.
COPOS COM Bl-
A aguia branca acaba de receber os bem conhe-
cidos e apreciados copos com banda, os quaes es-
to sendo distribuidos com aquelles pretandenles
quecoiitribiiireni com 25500 a vista : isso na rua
do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
MIJITO BOAS tEIAS
para senhoras e menina*.
A agot branca recebeu mui boas meias france-
zas, de fino tecido e fio redoudo, o que as teruam
de imtnensa duraco. porque muito convm. ainda
mesmo costando 7 e 85, como se esto vendendo a
dinheiro vista, na loja d'aguia branca, rua do
Queimado n. 8.
JLWL
Loja das varas
& Rua do Crespo &
Neste estabelecimento vende-se por pre-
ces razoaveis os seguintes artigos alm
dos mais :
Pentes de tartaruga fino gosto-Clo-
tilde e Imperatriz Eugenia a 125-
Gortes de cambraia branco bordad:)
a 155.
Manteletes de fil preto a 155-
Laas de cores, covado 240 e 400 rs.
dem infestadas a 500 rs.
Vestidos para casamento sendo ce
blond e moreantique.
Vestidos e capas pretas de bom goslo
proprios para o presente lempo de qua-
resma. Alm d-sto tem um completo
sortimento de fazendas finas e grossas,
as quaes se vendem mais em tonta do
qne era outra qualquer parte, s avista
dos compradores se justificar.
So para as senhoras.
(ollinhas e putihos.
Chegaram as riquissimas gollinhas eom punhos
de lindos bordados c linho puro guarn -cidos com
bonitos botozinhos tanto para senhora como para
menina, pnis avist fazf : s no rigilinte ruado
Crespo n. 7.
Una de Apello numero Ifit.
Neste oovo armazem vendem-se vinhos, licores,
conservas, etc., etc., e eom especialidade vinbo de
Bordenx ; recommenda-se aos. freguezes a boa qua-
lidade de suas mercaderas, e a modicidade dos
stus probos; o verdadeiro viudo de Bordeui de
preco nunca visto.
\ iufio le Bordeux ordinario, a duzia
5,000 rs
Hilo dilo, qualidade superior, a du-
zia 5,500 rs.
Com a |iei'iiiisso de se rejeitap se-
nao agradar.
Se achara igualmente oeste estabelecimeEto vi-
nho muilo superior velho, de todas as qualidades,
tanto em pipas como em garrafas, bem como cog-
nac, vermouth, absinthio o todos estes gneros, por
pteos mais em conta que em outra qualquer
parte.
Por todos os vapores da Europa eos turna rece-
ber igualmente mercadorias ou gneros frescos,
taos como queijos, salames, conservas, ejc.eU..
AGENCIA
DA
FUNDICO DE L0W-M00J1.
Rua da Seaulla nova o. 42.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos os
tamanhos para ditos.
a 30
a peca 25000.
Corros c bonetes para menino de 15500 a .'O. u.
Touquinhas muito lindas para I IJlHJO.
Manguitos, camisolas 35000 c 4-3000.
Golinhas e punhos dordados 15500 e 25C0O.
Gravatiudas muito edique de 15000 at 2oOU.
Flores as mais finas do mercado de todas as qua-
lidades.
Entre-meios o liras l-ordadas.
Caixindas de costuras.
Carnudas para voltrete.
Caixas de tartaruga, brancas e patas.
rjaaaatrilba* pretas e de cores.
Franja preta, larga propria para mantelete e
para capa.
Fitas de la e de todas as nulidades para de-
brum.
Meias de seda c de algodao.
Bandejas de todos os tamandos e as mais linas
que pote baver ueste mercado.
Voltas e brincos pretas.
Papel amisade de mozinhas e de outras quali-
dades.
Sabonetes de todas as qualidas.
Perfumarlas dos melhores actores.
Espejos e tocadores de todas as qnattdatai
Transparentes muito lindos para aaellas i 05-
Pentes de Imrracha para desembaraear.
Ditos lingindo caivetes.
Ditos de tres faces.
Ditos de marital e outras qualidades.
Ditos para atar cabello, tanto para sentara como
para menina.
Tesouras muito finas e grossas.
Papel almaco tino, assiin como muitos ontros
objectos que se toruaria enfadonho annunciar.
Enfeites para as senhoras.
At que chegaram os muitos desojados enfttes
com lacinhos de Illas para senhora pelo barato pro-
co de 15500.
S no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
l.ii vas de Ion tlu.
Recebeuse luvas de Jouviu brancas e osetas
proprias para a quaresma : na rua do Queimado
loja do beija flor n. 63.
Trancinhas dc la lisa para afeites de csmismtia
de senbora.
Rceebeu-se, trancinhas de diversas corfs pe-
ca de 30 varas a 640 rs., e de 120 rs. pequeas :
na rua do Queimado loja do beija flor n. 63.
Enfeites de redinhas eom laco na frente.
Reccheu-se, variado sortimento de enfeites de
diversas cores a 15400: na rna do Queimado
loja do beija flor n. 63.
Compendio de hermcneuliea Ju-
rdica e proeessn civil.
Acham-se venda na hvraria do Nogueit a. jun-
to ao arco de Santo Antonio, esses compendios,
reunidos amlios em um slivro.
I'OTtSSt
Aende-se superior potassa nacional a preco mais
commodo que em qualquer outra parte : na rua
da Cruz n. 23, escriptorio do Antonio de Almena
Gomes.
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston & C,
rua da Senzalla Nova n. 42.
Hna da Senzalla :\ova n. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
ferro coado libra a HO rs., idemd Low
Vloor libra a 120 rs.
EMBAYAS FGIDOS.
Atisentou-se de casa de seu senhor o escrav0
cabra de nome Ansebno, de Klade de 12 anuos,
com os BigSMS seguintes : estatura baixa, edeio
do corpo, cara larga o beioee grossos, lewii vestido
calca de algodo azul e crnica de riscadinlio, anda
sem chapeo : quem o pegar, leve ma da entesa
do Recite n. 64, segundo andar.
Pugio no dia 29 dc fevereiro de 1864 o es-
cravo Lourenco, crioulo, de idade 36 anuos, prnco
mais ou menos, com os signaes seguintes : altura
regular, bom corpo, cor bem preta, pouca barba,
olbos vesgos, eom todos os denles na frente, muito
ladino, tem urna marra de frirta na perna peto
lado de dentro, ignora-se a perna, levou vestido
caiga preta, camisa branca e jaqueta branca, aleta
de mais roupas que conduzio dentro de una trou-
xa, tambem levou algum dinheiro c chapeo de pa-
ma; deseonlia-se tor ido para a povoaoao de Pe-
dras de Poso, onde j morn, e foi esclavo do Sr.
Felippe de Brito : roga-so a todas s autoridad s
polieiaes e capitaes de campo de apprebender o
dilo escravo e entregar a seu senhor Jos Prad-
cisco d* Araujo, morador no engenho Camorim de
termo de Agua Preta, ou no Recite ao Sr. Manoel
Antonio Santiago Lessa, rua da Cruz n.44, que
ser, bem recompensado.
Acha-se fgida a escrava Maria do Rosarlo-,
crioula, idade de 50 annos, poueo mais ou menos,
baixa e gorda, tem o dedo grande da nao esquer-
da de menos por causa de nm panarieio, M escra-
va do senhor de engenho Snt'Anna, tem irnios
em Santo Amaro de Jaboatao para onde se descon-
fa qne fosse : recommenda-se s autoridades po-
lieiaes e capiles de campo; e quem apegar leve-
roa da Ser zalla Velha n. **.
*********-"


ntarlo de Periia albuco N?giind:i felra 14 de !tf:irVA de i 461.
LITTEHATHA.
Aldershot julgue apenas a queslo de saber se o
tenenle-coronel Crowley obrou, na applicagao da
pina de prisao, de un modo que nao convm a um
1 gentleman e a un olllcial.
Francamente, esta considerarn nos parece
muilo secundaria: a qoestao essencial a julgar se-
ria saber se a prisao do infeliz sargento e dosdoos
camaradas foi Ilegal o arbitraria, Eis os grandes
Os primoiros instigadores
rofessando 0|
Dina tiveram a preteneo le trazer ao
0 QUE VAE PELO MUNDO.
Da Presse traducimos n sogninte Higo, Mi i "-
I luloContrari* moistquti
I r,i :
i Nao ha proposito, neta odio, nem colera as dignatarios dos hitnguards. o connnandanle cin
is columnas da efe das forras aginas, nao quiz submetter de-
i 1 i;l aterra e di s is actos poltico, cisio do eonselho te fuem de Aldershot, por quo
!. i tam ienciosamente a Ingtaten i duran- parece ipic nao querein admitiir a doulrina de que
I>jeni ros os das mi :; ollieial seja obrig; do a dar couta da prisao de
vius, tus sous jornac is documentos um subordinado, arbitraria ou justa que seja.
u, oas 5us esvsticas, na eonopem I EsIagrande pompa ^ ^ han(asma.
funeeioaaro*, nw ^ncasdos g0na de jusiiga. buscando sombra do delcto, cu-
tribtmaes e no vrtelo dos jury s que sao o espino jo corpo se miseravel t
n fiel dos coatMN c do carcter de ^ sevcramenl(, 0 lul(0riosa ^^ Mas
' admitamos que ha saceridade e boa f as pes-
i Niaguemmaisdo que nostora Mo o faz|sti- quizas ordenadas, como 6 que no lado desta de-
5 i j que B i de grande, lurte e generoso DOS Indi-, monstraco ruidosa de solieitude pela sorte do sol-
v Iujs con uas massas, cujos signues mais rota-1 jaj0i tolerase ainda esta penalidade barbara e
veis sa una perseverauca inabalavel, um esp.nto monstruosa da flagella;o, castigo degradante que
de conducta que jamis so desvia de seos alves. j aviu a l|m:i ao mesmo temp0 (|UC rasga e mata o
!; era virtude dessas quididades que a rara corpo do condemnado.
aag o-sax >:iia, encerrada em dius ilhas de dimen-1 e Queris marchar no caminho da legslagao
ja) mediocre, pJe apezar do antagonismo sec llar franceza. queris elevar o moral das vossas tropas
cansado pelas annexaeSet violentas da Escossia e d terra e U mar> e deixaes substituir no vosso
da Irlanda, estender tao desmedidamente a sua ter- codigo militar c applicaes ainda urna ponigao que
ea por ra, apoderar-se do comuiercio, conquistar CqUlva|e a mais cruel tortura. Travaes de um in-
11 anos, dominar os mares, e exercer lio grande tufa soldado, um pobre marinheiro, lirae-lhes a
influencia nos deslinos do mundo. roupa da cintura para cima, atac-os um poste,
Nao somos nem detractores, nem laudatores mandaes a dous cabos de esquadra pegar cm chiro-
ayatematlcos, nem anglophobos, nem angloma ios' tes e condemnaes o misero a ser chicoleado,
nao desojamos ver renovar-se esla luta que renon-1 rjada g0|pe rasga a carnP) fai esprrar 0 san-
ta balallia de Brenneville, no anuo de 1H9, que gue, arranca lanhos de carne. Se o condemnado
se protn-ou durante a guerra de cen anuos e so sobrevive a essa bai bandado, a essa degradago,
ac.i'uu eom o fatal da 18 de junho de 1813, q.ian-1 mandaos quo elle va derramar o seu sangue entre
ilu ti tropas frescas do prussiano lJlueher ciega-1 os camaradas; mas se suecumbe no dia soguinte
Comia-se, bebia-so ao lado daquclle calabouco
ilr tortora, como no tempo dos bardes feudacs.
* K quaudo eraras solieitude de um medico
paludo nesta villa, o ia ^ en, que gemia ha ^** "**2!' e,QC
Pannos aquello homem foi aborta, achou-se urna J"** rl ^t.an.smo Se lar-
reatara disforme, i.m esqoelelo, acocorado sobre ."2
um monte de dejeeroes ftidas.
esphera das cons-
cieacias, que ella liana declarado inviolavri. esto
ingerencia veio assignalar % primeira a amis
. Eis o que se passa com a lilierdade individual | perigos* violara,, de seos pr icipios. Os dnzenlOS
deque gosa a Inglaterra. rias, qne decidirn, a victi ra da assembla na-
f Contraste afllictivo, deptoravol ineonseqnen- ciooai, por sua reuaio aos deputados do leroeiro
cia, que provam que a Inglaterra lem ainda moito estado, depois da declaraci
para fazer antes deattingiro apogn da civilisacio, "" suspeaam, que pres
PUJO modelo tem ella prelenea,. de ser. uma constituica.) a moran-
_________ a queda de lidio, e que prep
I lamente demonstrado, a rehabililaeao da carn,'a
K Irailirao coiistlucional era Franca desoitoseeukopprioUdapei)espinitH
lo movimento de 89, protegendo interesses differentes, nao affecluavam ;n ,*un _. .. ks i~.-
professandoopm.es rehgio as as ma,s op= ^t^Z^t^ ^^^^^X^^T&
por exemplo, que a dootriaa da inviolabilidade \ Suppondo-se a revoluto franceza bastante mo-
rada c honesta para fa;
veite a seus adversarios o beneficio de suas pro-
real, e da responsabilidade ministerial exposta Hn,-i" "lnai", ^~'V.^
Se implacaveis paixoes as memorias das tres ordens. especialmente as duada c "one^,a Para fazer semPre com 1ue aPr0"
da nobreza com urna insistencia e uma
' prias doutrinas, seremos levados a reconhecer quo
Ivnliin a hberdade ta imprensa S encarada pela
d, i, racia contempornea.
I"
ao
lurtBpao profunda introanzida pela legislacao
ve aas existencias e nos interesses. Nao tinha
ma, pane m bailado, c m instrumento neces- lr?^ZZwffiS^vtoTIgot
sariorjetoloogoveru', repreMntilivo a tal ponto nna ,, JJS1^**, m^S^-
de 1780 I8G3.
A revoltii-o franceza tem talvez menos a quei-
xar-se dos homens, que a comprometieran! por suas
faltas de que dos historiadores, me teein pretendi-
do transformar essas faltas em ?crvieos. IVrigosos
apologistas se teein esforzado em estabelecer uma
restricta solidariedade entre as ideas proclamadas | ^''^.""^J >".rH\ do iminrto se ">*
nesta poca c as violencias, que determinaran! o
Mas se a obra do 89 nao s revisti de carcter
algum dogmtico, teve certamentc um alcance mo-
ral, que so nao tinha revelado em nenhum ontro
aconiecimento. Nem as let ras da suzerania real
contra a feudalidade, nem as dos grandes munici-
pios da Italia agilavam durante a media edade
seu triumpho. Donde resulta a alternativa impos-
ta s geracoes futuras de tudo acceitar ueste ter-
rivel drama como legitimo, ou de tudo rejeitar
com odioso.
A escola monarchica, cujo chefe foi M. de
profundamente esapeednda. s'o> lempos modernos
os conflictos da corta e da ai stoeracia britannicas
nao despertaram fura de Inglaterra nenhuma pai-
xao, nem suscitaram nenhuiiia esperanca; emlim,
posto que a rcenle insurreieiio d'America livesse
despertado generosos ardores na juvenil nobreza
franceza, a humanidade toda inteira nao podia
Bonald, considerando a obra de 89 como incompa- associar seu futuro a causa i osses fazeodoiros, tao
tivel com as leis naturaes das sociedades humanas, resolvidos a sustentar a eserividao em seus domi
nao admilte.que doutrinas radicalmente falsas pos- nios como a separar-se da mi patria.
san aproveitar mesmo indirectamente as aaeSas. n ...
. _. Cania a raca mais lgica em suas idea, a mais
A escola demaggica sustenta de outro lado, que fJfM de sacnlipar.se ,,*,. Sf ,riu,n|lho. piv,iarar
rain a lempo para substituir os regimentos ingle-
zes dizimados. extenuados, quasi a perder-se, man-
ttdcs at a ultima eztremidade pela vontade de
ferro de Wellington. Acreditamos ii memeuto que
quindo a Franca e a Inglaterra est) sendo allia-
das, ao menos de boa intelligencia. a paz da Euro-
pa est segara.
E' por isso que lastimamos Ufa) vivamente que
adisia: bntannieos, recordando demasiado as
tnees cnvelhecidas da poltica de outra [>oca,
obdecenlo a mesquinhas conslderacoes de v.da-
de e de llames, tenham-se comprazido em desl'azcr
a biblia e generosa proposta do imperador dos Irn
itj convocando todos os soberanos a um cense-
lhoamphictyonico para conciliar amijavelraenle as
risas e os interesses dos governos.
O BOaeo li n, nos estudos da Inglaterra, c lou
var o bem, censurar o mal, assignalar as coase-
quencias felizes e fiioestas, para casino de lodcs.
! E' por isso que chamamos a attencio dos oos-
sos leitores para os faclos tirados da a nal y se quo-
tidiana dosjornaea de Londres. Dizia um philoso-
pho que via a vaidade de Diogenes atravs do:, bu-
racos d imauto delle ; pdese tambeui algimas
vues ve i as diformidades da Inglaterra entre as
dobras do manto de purpura, de seda e de al,t>do
em que ella se envolve.
< Os embaraces de Balaklavn, os perigos la iu-
suiTeico de Uelhi e de LaWopore fizeram com-
prehond r ao governo inglcz a necessidade para se
oceupar com o bem-estar material dos seus olda-
dos c apiar-se em bayonetas intelligentes, t; o de-
dicadas como obedientes.
i Para dar ao exercito inglez uma prova de so-
lieitude publica, a administragao da guerra assus-
tada com a bidigaagia geni de .jae se faziam eco
03 jornaes das Indias o da inetrapole, por occasiao
da prisao de tres sargentos, em consequenria da
qual morrera um, e outro iera doudo, nao hesitou
em gastar 120.00J libras sterlina? para dar a maior
sol: nnidade ao processo do to.ieiito-eoronel Crow-
loy, commandanto do 6" regiment dj Jllt-
JskSBS, que se julga noste momento perr.nte o
conselho do guerra de Aldershot perto de Lo:idres.
lugar orlinario dos acampamentos e das manobras'
da guarda Inglesa durante o verio.
Ha vinte dias que dura o processo-, todas M tes-
temunhns, olTieiaes, soldados, cirurgiH.'s, mercado-
re*, que v.eram das Indias sao mantidos en. Lon-
dres de urna inaneira luxuosa e serao mar dados
para a ;ua residencia custa do estado.
t Wao se pode fazer uma idea do cuidado com
qusio examinadas, discutidas as circumstancias
miissimplices, os detalhes mais minuciosos que
prciederam e acoiiipanharam a prisao e a morte
do pobre sargento-inr Lolley ; cada pergunti feita
a l"slemuuha escripia em um peilaco de papel,
submettidj ao presidente do tribunal, ao accasado,
aos seus eonselhos, ao official que preemhe as
funredes do ministerio publico.
i Nao lia um soldado do exercito inglez q e nao
tenha c direito de orgulhar-se com as despezas
exorbitanics que se zeram e os trabamos prodi-
giosos que se empregaram para provar se a morfe
do um de seus camaradas, em uma das es tacoes
mai* remotas do imperio da India foi casala por
u:n exresso de severidade do coronel eonimaidante
do regiment.
Lendo os longos proinenores deste proeaoM,
licito perguntar se as autoridades superiores da ad-
niinislracao tomarain o inelhor meio de fazer co-
nhecer a verdade.
O que admira que o conselho de guerra de
no hospital, como acontece algumas vates; se a
pena da flagcllacao nao foi, na realidade, mais do
que uma pena de morte mais longa e mais dolorosa
que a fuzilada e a estrangularlo, lavaes as miios e
ides tranquilamente beber o vosso shemj e fumar
cherooi la mas nos quarteis ou nos saloes dos
nossos clubs militares.
i Constraste afllictivo! deploravel inconsequen-
cia !
< A Inglaterra gaba-se de ter (ido a primeira
idea de votar n'uma lei protectora dos animaes do-
msticos c formar uma sociedade para assegurar a
efftcacia desta lei na falta das pesquizas dos con-
seibos de communa, que descem a essas minu
cias. Nenhum camponio mais pode espancar o
asno que vae puchando e que nao se apressa em
levar a carga de leguraes ao mercado visinho.
t Nao ha rauito tempo, um eminente membro da
cmara alta denuncien um cocheiro que castigava
em Piccadilly, com o frgil chicote um par de ca-
vallos pur sanj aiireUdus a uma rica equipagem
em que ia uma dama. O cocheiro e a dama foram
levados ao magistrado da polica e condemnados
multa.
Mas, que dous pugilistas, patrocinados pelas
notabilidades da nobre arte do socco, annunciem
MU inezes antes que brigaram como dous touros,
ou se rasgaro como o lelo e o tigre do deserto
para logo fazem-se apostas enormes, e, no dia mar-
cado, um trem especial, protegido pela polica me-
tropolitana, s ordens de sir Kichard May ne, con-
duz uma sociedade escolhida, por tres libras ester-
linas, para oxcluir a canalha e o rebutalho as
taprooms do lugar escolhido pelos emprezarios
destes jogos olympicos, no anno da graca de 1863,
e ah, aos olhos de urna assistencia que paga caro,
para obtersemelhantes commocoes, duas creaturas
de Dus fazein esforcos sobre-humanos para ma-
chucarem-se melhodicamenle segundo as regras da
arte; estrangularem-sc, baterem-se sem tregoas
nem descanco. Ouvem-se os soceos na carne e
nos ossos como os golpes do martello na bigor-
na I Cahem para se levantar, ferem-se com mais
furor, amassam os membros, quebram o nariz, fu-
ram os olhos, rasgam os labio?, al que um delles
se torne uma massa inerte incapaz de se ter em
p.
t E os jornaes que tem a pretenco dedar ensi-
nos de moral e de dignidade aos seus concidados,
consagran! tres columnas de descripcao a esta tre-
menda luta. O athleta vencedor excita uma gran-
de c.nriosidade em Londres; provoca tantos gritos
e hurras como um general victorioso. A turba
tao grande para velo e acclama-lo, que a circula-
gao Sas roas flca interromplda.
i Constraste afllictivo! deploravel inconsequen-
cia 1
i A Inglaterra lisongea-se de assegurar a lodos
os cidados mais garanta individual que nenhum
dos outros governos da Europa; e entretanto os
jornaes de Londres nos relataram a semnana pau-
sada que um inglez, um proprietario pode estar JW
annos em estado de seque-tro. encerrado cm um
calabouco iofecto, sem vestido, sem outra cobertu-
ra mais que um velho saeco.
< Durante as fras noules de invern, os gritos
e os urros do iufeliz interrompiam o silencio das
noutes; e isso passou-se em urna villa de Cor-
nouailles, a algumas milhas de uma cidade mar-
tima, de Falmouth; e duraute iO annos o vigario
da parochia, as autoridades muuicipaes uo se
commoveram, nao deram um passo para descobrir
esse horrivel mystero..........
na lula de morte. travada pela conquista do direito
novo, os meios*nao podendo ser separados do fim,
ficavam amparados pela inviolabilidade assigmda
todas as obras necessarias. Aos olhos de uns,
a revolucao foi, pois, maldita at no bem ; aos
olhos de outros ella foi abenijoada al no mal.
Entretanto os publicistas, que tcem procurado
desculpas para todos seus grandes alternados, nao
as tem sabido adiar para suas pequeas faltas.
As hesilacoes bastante naturaes da Franca no
meio de provas terriveis, seus tempes de dilflcul-
dade n'um camnho semeado de esclitos, nao
teein obtido de sua parte nem indulgencia nem
favor.
Elles nao teem comprehendido, qje a naci po-
dia, sem abjsmar suas esperancas, eximirse, por
certas inconsequencias de conducta, dos perigos,
que pareca Ihe preparar uma lgica inflexvel.
Sempre que tem succedido ao paiz pedir um
poder enrgico um abriga momentneo contra a
anarchia, ou porque soffresse, ou porque teniesse
sua violencia, se tem transformado essas concessoes
passageiras, inspiradas pelo cuidado de seus in-
teresses, ou pelo disvelo do seu repouso, c desap-
provagao solemne de seus principios. Assignalan-
do esses desfallecimentos, os sectarios da democra-
cia teem (ido alm dsso o grande cuidado do os
impultar sempre ao egosmo das classes elevadas.
Esses orgulhosos prophetas escrevam ainda cm
1851, que sea burguezia corrompida pela educa-
gao, fortuna e monopolio eleitoral, era em Franca
capaz de tudo, nunca as massas seriain vistas, ins
piradas por urna sorte de instncto curvar-se sob
o despotismo, para cobrir, mesmo por um dia, a
e.-laiua da hberdade.
Eu ignoro, se persistem em suas admiraroes c
cm seus odios. Como quer que seja cabe aos ho-
mens extranhos a essas admiracoes e odios resta-
blecer sobro o espirito da revolucao franceza e
sobro a permanencia de suas aspirages polticas,
a verdade, desfigurada pelo espirito de partido.
Com alguma liberdade de espirito n'apreciacao
dos faclos innumeraveis decorridos desde as elei-
goes pelos estados geraes em 1789 at as recentes
eleigoes de 1863 devemo-nos convencer de que
nossa paiz nao tinha sobre as questoes constiiu-
cionaes boje controvertida, uma opniiio muito dif-
ferente da nossa, e que os votos teem continuado
a ser os mesmos as condig5es e sob formula mui
dilTerentcs.
A' Franca tem fallado antes' coragem do que
perseveranga em suas opiniSes; ella tem mudado
menos de opiniao do que de attitude, e quando
despresamos as apparenrias para oceuparmo-nos
do fundo das cousas, ebegamos bem depressa a
convencermo-nos, de que este paiz tem tdo mais
ios nao tardaran
lula, e dentro
tiram se nao p;
d i-a con le,,,,, ,ao do proredmen.o As faltas da anno f d pretestacta
constituinte nada tiraraaatre tanto a autondade lentes alienas notadas t
de suas nmi,a<. r por poueo que se saiba sepa- 0 estudo'dos acontecimentos demonstra que
n i" ,S '- CT 322 aS r0V''Sl'0 "na ^ al"'Mr d;is irrila.'oes muilo naturaes no seio das
penenca ,.,11.10 geral, cHega-se a reconhecer, que dua3 prim,.ir:,. ..r,,,^^ desiitizidaw, esta transforma-
dlo ha idea alguma fecunda, adm..d.i depois pelo ai) n-0 l(,rj dl>|erminado n'tnhuma resslen
FOLHETIM.
A VELHICE DE UM LOVEL ICIO
F. DE GRAMMONT.
1
(CoiUJnuagao.)
E" uma satisagao, minha senhora, respon-
dou o barao, que elle sem duvida lera a honra de
vos proporcionar, porque me disse estar encarre-
gado de uma commisso por vos.
Una commisso para mim ? De parte de
juem ?
De parte do Sr. de Froidmont, minh;. senho-
ra. Este voltou de soa peregrinag?o Jerusalcm;
mas como estivesse um tanto doei.te, viu-se obri-
gado \ Picar em Marselha. N80 querendo en .re-
anlo demorar as preciosas lembrangas que para
vos irazia, conliou-as ao cuidado do marquez, com
quem fez toda a viagem da terra santa, i) que vos
deve espantar bastante, coronel.
Porque ? disse o Sr. d'Ozenay. O dabo
fleando velho se faz eremitlo: ni) admira pois
quo elle se faga peregrino.
Meu caro coronel, disse a Sra. de Perchap-
pe, decididamente preciso que tenhaes algum
motivo de rancor contra o Sr. de Monlclar.
Eu, minha senhora I nenhum absolutamen-
te, vos as.-eguro disso. Nao tiremos seno rela-
gSes muilo ligeiras. Mas basta-me para julgar o
Sr. de Monlclar, a reprovagao de que se lem tor-
nad) ohjeeto de parte das mais honradas pessoas,
o que ncabou por lhe fazer fechar todas is portas.
Esa reprovagio, haveis de concordar, nao
nasal va de urna opiniao. Poda por lan'o ser in-
ju-la ou ao menos por demais severa. De mais
torno a dizer, tudo isso velho. Ha bem quinze
amos que o marquez est ausente da Franca.
Volta de Jerusalcm. Dase pois o caso de se po-
der dizer: A todo pecado misericordia. Por n-
a vimia d um pi-nsamenlo oas ante sympaibico para
ser comprehendido por todo.- os povos, bastante
poderoso para renovar a face do mundo. Consti-
tuidas la conquista, composlas de ragas jus-
ta-postas sem aerea ainda confundidas, as reinas
sociedades europeas eram chamadas afim de se-
guirem do longe a Franca no aplicagao dessa rigo-
rosa geometra social, que ima geracao chea de
connanca fazia succeder d 1 repente ao rgimen
fundado nos accidentes da historia. Instituir por
elcico uma vasta gerarclua amovivel, dar ao po-
der a vontade nacional por ttulo, apubllcdade por
meio, os cidados mais csclaiecidos por agentes e
eensores, sobre estas duas bases elevou-se a obra
fundada por nossos antepass idos, e continuada por
nos memos. Se elles encor traram ante si rnuitas
difllculdades, que nos sao poupadas, nunca tiveram
a defender a integridade do seu pensamento contra
aipidles que pareceni hoje 1 tierer, abraca-la para
suffoca-la. Nao se suppunhi possivel. nos primoi-
ros lempos da revolucao. dividir termos moral-
mente inseparaveis do mesiro problema, suplican-
do a egualdade na ordem ci'il sem a liberdade na
ordem poltica. Nuiguem c ndava em constituir
uma grande democracia sob'e uma sorte de dicta-
dura popular, recusando a sociedade assim forma-
da todo o meio para se reduzir a jerarchia pela
aiitoridadc das luz^s prestigio natural dos grandes
serviros, e grandes nomeadas.
Nao era cm lim, para substituir ao rgimen de
Versailles o de Constanleno| la. que a Frasea bara-
tea va sua alma o seu sangue.
Calumnia-se em seu tmulo essa nobre geracao,
quando se faz ouvir que ella barateara a Interven-
cao do paiz em seus proprios negocios, se se tives-
se a concedido incontinente sua vaidade a aboli-
cae dos privilegios, que eparavam as diversas
classes de edadaos. Na ncute de 4 de agosto nao
terminou a revolucao, poste que uma hora d'avras-
lamento, digna de todos os respeitos da historia,
livesse destruido d'um se golpe, com as antigs
barreias enlro as tres ordens, as distingues mais
naturaes entre as familias e os particulares. Pe>r
que M. M. de Montmorenry tinha eonsenlido em
chamarse M. M. Bourhand, c porque Luiz XVI
prestou homenagem a soberana nacional, ninguem
na assembla constunte imaginou possivel entre-
gar sem exame o governo da Franca ao real re-
presentante, que reconhecia ter da naco seu titu-
lo e seu poder. Com que hdignacao "o paiz nao
teria receido a idea de fazer seguir a proclama-
cao de sua propria soberana de sua abdica-
gao Esses tempos tempestuosos foram fecundos
em grandes crimes; mas a vergonba de resuscitar
as mximas, que encontraram favor no tempo de
Tiberio. Ibes foi poupada.
Me parece sentir Mirabe;ai e Barnave fazendo
reapparecer no mundo as theorias de um cerlo ce-
sarismo.
Creio ver esses Ilustres nortes, sem exceptuar
nem os Mannier, nem os Lally, nem os Casales ag-
tandose sao pensamento le assignar a data mais
vergonhosa da historia peloiermodetlnitivodo gran-
de movimento, de que fora n viciimas, sem nunca
ter sido seus calumniadores
senlimenlo publico, da qual essa grande assembla
nao livesse a nlengao prematura.
Effl direito poltico, ella defini a lei a expressao
da vontade geral, e proclamar o direito para todos
os cidados de concorrerem a formaco dessa von-
tade |ielo voto de seus representantes. Sabe-sc,
que a legislagao, que presidio successivamente
eleicao da conslituinio, da asscmbl a legislativa, e
da convenci se inspiran desso principio, que pre-
valecen, cm moljiicacoessecundarias, al a ou-
lorgada carta de 181i."
Esta legislagao allribna o direli de sullragio
tollos os cidados activos, se, a lo los aquelles. que
nao fossasa nem criados estependiados nem mendi-
gos, e cnnliava a eleigao poltica a eleitores de um
grao superior, escolludos pelos do r rimeiro na pro-
porgao de um por cento entre os proprietarios de
um
E
separan a liberdade municipal da hberdade polti-
ca, nem a gestao dos negocios loches da direccao
dos grandes interesses nacionaes. >e ella dividi a
Franca em casas de xadret para constituir os de-
partamentos e os districlos, que ira preciso fa-
zer mesa razas afim do conduzir w estados e as
generalidades a viver-iin sol uma legislacao com-
muin. Como desconhecer as incompatibilidades
profundas manlidas entre todas as provincias le-
lo espirito inquieto dos parlamentos, nao menos
lio-lis a hberdade do que ao poder, e que no fim
do seculo XVIII tinha tolhido quasi por toda apar-
te at o ultimo sopro da vida muricipalf Accres-
centemos para explicar, sem desculpar o carcter
demasiado radical desta lranformagao quo esses
grandes corpos, pie; no recente ministerio do Tur-
got, acabavam de moslrar-se inimigos implacaveis
das reformas, mesmo as mais nec essarias, teriam
cia armada, nem encontrado at em suas applica-
goes extremas obstculo algum, com que devesse
contar, se, por urna jiosilva e para sempre funesta
derogacao de suas propras doutrinas, a assembla
nacional nao viesas em 1790 cbocar-se gratuta-
monte e por prazer contra a barreira das conscien-
cias.
A constituicao civil do clero, sahida dos velhos
ad.os do jansenismo, acolhida pelos philosophos
com uma indilfercnca desdenhosa, resolveu at os
abysmos um solo, q'ue apenas a queda da anliga
monarchia havia abalado.
A presenga de dous cleros, um espoliado, outro
espoliador, provocou a guerra civil, e da guerra ci-
vil resullou com a permanencia dos furores popu-
lares, um appello egualmenle permanente forga.
:ao de um por cento entre os propnelar.o, m A|.l(,u|a om lriine|'r a liberdade religiosa
bem de valor de duzentos das de trabalho.. (-) Br^Ueu-se em sua indomavel energa, e a revolugao
.111 dire-ito administrativo, a corist.luinte que at ento nao tinha feito senao descontentes
sem peder, achou-se emlim em presenga de inimi-
gos armados, com satisfagao dos homens que lhe
desejam grandes perigos afim de provoca-la a
grandes crimes.
A constitu nte deven desde entao consagrar a
ultima parte de sua carreira para lutar sobre qua-
si toda extensao do territorio, e at em seu pro-
pro seio, contra as insoluveis difflculdades evoca-
das por ella mesma.
A assembla legislativa lhe era muito inferior
em talentos para nao querer exced-la.
Entrou resolutamente na detestavel poltica, que
onsiste em crear ante si obstculos anm do justi-
.car a violencia pelo perigo.
A ronsltuinte tinha preparado a guerra civil
sem quere-la ; a legislagao suscilou com conheci-
opposto sacio da assembla resistencias lalvez in- monto de causa a guerra eslrangeira por provoca-
venciveis, s seu poder mal definido nao livesse | Ces phegmaticamente calculadas, que tornavam a
la ineviiavel, e a paz foi nscada com a liberdade
religiosa do programma, sahido recentemente do
pn
As asserces emittdas en nosso lempo por al-
,ns publicistas da democracia autoritaria ( as-
sim creio eu que elles se qualificam) teriam todos
respondido, que affronlando a tempestade, onde a
maior parle delles drixaraui a vida, aspiravam so-
bre tudo crear para seu pas coslumes pblicos
provocando-o a intervir em seus proprios negocios
n^vimemo do-que peraoVrid^mmnor In^ig7r ^SJS^SVt SSStJSi
espirites e os coragoes, por que ella associa ao res-
o quo tem elle desejado sempre, talvez o meio
mais seguro para penetrar o que elle deseja ainda.
Ha nesle ponto na historia de nossos ltimos se-
tenta annos, uma tradigao. cujo poder seria irre-
sistivel se fosse raelhor conhecda.
Nao se deve permitlir, que ella seja desconheci-
da,nem sobre tudo que seja dividida. Quoiisrmper,
qnod ubique, quod ab mnibus : se deveria appli
peilo do direito de outrem o instincto salutar da
respon.-abihdade. O fecundo rgimen da eslabla-
g;o. quando mesmo o rebanho livesse adquerido o
direito de escolher seu pastor, nao valeria para
uma nago, qualqucr que fosse a prosperidade, a
que elle a conduzisse, o uso algumas vezes arrisca-
do, twrm sempre moralisidor de sna propria li-
berdade.
Assignar a origem, que /os converao poder alt-
ear esta regra cm materia de liberdade, como cm solul- substituir o texto do um publicista pelo dog-
materia de leslemunho. Lembremos pois o que i ma da ,'f'l,"m^ : S"lffller "r?r st'!n "S"
^ contra seus proprws exri BM8, as formulas nao
queriam e exigiain nossos paes, afim de nos con- mud.ir.io nada ao rundo das cousas, e a nalureza
firmar na consciencia de nosso direito, e vejamos, humana persistir a despeito das theorias.
se os Tactos boje consummados sao ncompativeis '"'* XIV e Napoleao 1 ainda que seu poder
. 1 j j : emanasse de um principio contrario, enconiraran
cornos votos consagrados pela autondade de lies as msm$ (omr),,% cV.z,ram naufragar seu paiz
geracoes.
1
Complemento do trabalho realisado pelos secutes
nos mesmos escullios.
As memorias dos baliados attestam com que im-
paciencia a Frnnga, que 11 ais talvez havia sofirido
do governo dos grandes p incipios do que do go-
no seio da Europa chrislaa, a revolugao fraaeeaa yerno de mediocres principios, esperava a organi-
foi urna obra puramente poltica, a despeito dos sacio deOflitiva de um poder inspirado pelo pensa-
esforcos pueris tentados afim de transformar o jogo m,:l"0 d", ["> t f^ehaA 1 pelos seus legtimos
V, ,. .... i representantes.
da Dla em Sinai, e figurar M.rabcau como AleiluradessesmporUantes testemunhosdemons-
desappareido no desniembramei.lo geral do ter
ritorio.
Em direito constitucional, os lezesete artigos,
inscriptos em frente do acto fundamental, sob o
titulo famoso dedeclaracao dos direilos,estaba-
lecendo o espirito sinceramente liberal, (|ue anima-
ra entao a nagao, c nenhuma duvida deixavam so-
bre sua formal vontade de estreitar a esphera dos
diretos do estado ampliando successivamente a
dos direilos indivduaes. A liberdade consiste,
dizia o art. 4, no poder de fazer tudo quanto nao
prejudca a outrem, e o exercico dos direilos na-
turaes de cada homem nao tem outros limites se-
nao os que asseguram aos outros membros da so-
ciedade o gozo desses mesmos direilos. A decla-
racao estabelecia, corno um axioma que a livre
eofiimuneac.io dos pensameutos, e das opinioes
um dos direilos mais preciosos di homem. Na
ordem moral, ella proclamava a incompetencia
absoluta do estado em materia religiosa, incom-
petencia que torna-so com cffeito-a nica garanta
possivel da lber la I- de cada um no seio das so-
ciedades cm que a unidade de crengas tem pere-
cido.
Em fim, em direito internacional, a revolugao
franceza professava em sua origem o respeito mais
profondo em relagao aos tratados c a situago ter-
ritorial regulada |ior elles.
Sem sus|eitar a luta de morte que ia travar em
breve tempo conlra todos os governes regulares,
ella formava entao, a despeito de>s exercilos, crer,
j mui vivas, votos os mais sinceros pela manuten-
gao da paz exterior.
Approvada sobre a omnipotem ia do direito do
qual esnsiderava como a expressao mais elevadaa
consti tilinte nao se preoecupava senao da influencia
de suas deas, e considerava essa influencia tao ir-
resistivel na Europa como em Franga. Talvez nun-
ca livesse havido poca em que o paiz possuido de
urna ambicio mais generosa, tinha menos desejado
a extensao de suas ronieiras. Se o abade de Saint
Pierre livesse vivido bastante pata vlr a ser mem-
bro da assembla, teria seguramente presidido a
commisso diplomtica.
Tal era o corpo de direito pualico derivado da
revolugao franceza em sua aurora. Que seja re-
pelldo como errneo, pode-se comprehender : eu
accrescento que quando algucm suppOe ter razes
contra seu paiz c seu tempo. deve pelo menos, de-
clarando-o ler o merecimenlo d?. coragem ; mas o
que seria estranho sena a prelencao de cobrirse
eom o estandarte de 89 para truncar ideas lgica-
mente indivisiveis, seria sobretodo a esperanga de
poder applicar familia as doutrinas que se hesi-
lasse consagrar para o estado. Niii foi dilllcil esta-
belecer a connexo das ideas que se ligam a gran-
de data de 89 na ordem poltica ; civil nao o se-
ria tambem provar, que desde cerca de meio se-
culo essas ideas teem persistido na consciencia
publica atravs de transformarles numerosas, e
apparenles contradieges.
Durante a crise em que foi empenhada a sorte
da Franga, desde os primoiros dias da revolugao,
os castigos seguram-se s faltas tao promptamente
como as mesmas faltas, sahira n da violago dos
principios.
.Nunca foi mais fcil para o historiador remon-
tar dos elTeitos s causas, e dos actos s pessoas,
marcando na fronte os culpados. Em vez de os
alternados desses deploraveis lempos serem prote-
gidos, como se tem dito, por u na sorte de fatali-
dades ni ha um dos grandes perigos pblicos que
Moy.Ns.
Ira, que os desacordes naturaes entre tres ordeus,
nha parte, (icaria pouco satisfeita se nao o visse.
Elle vos disse baro quando esperava vir ver
me?
Nao, minha senhora; mas de certo muito
prximamente, supponho. Trouxe-me at vossal
porta em sua carruagem, e estove um instante in-
deciso so entrara ou nao comigo : mas tinha a
en'.regar ao joven Froidmont una carta do seu tio
e enlendeu que nao deva demorar esta entrega.
Durante toda essa conversago (que temos dado
1-111 seguida, sem tratar das interrupgoes produzi-
das (Hilo jogo, nem as admoe>tagoes infructuosa
dirigidas pela condessa aos interlocutores) a Sra. |
d'Ozenay tinha guardado sua posigao do minobi-
Udade silenciosa, mas s ultimas palavras do ba-
rao. levantou-se vivamente.
Ah I meu Deus exclamou, e Mauricio (Mau-!
ririo era seu lilho) Mauricio que justamente hoje
a noute deva ter ido a casa de Carlos de Froid-
mont Elle vae pois encontrar-se com o marquez.
Todos os assistentcs, a excepgo da condessa,
nao poderam dexar de sorrir com o toin de susto
maternal com que essas palavras foram pronun-
ciadas.
Nao tenhaes susto, senhora, disse o Sr. de
Ozenav, voltando-se um tanto para sua senhora;
0 Sr. de Montclar nao de certo um lobo. Elle
nao devorar vosso lilho logo a primeira vista ; e
se o tenlasse, espero que Mauricio -abena defen-
der-se. E en tambem, juntou a meia voz.
Visto sso hoje uo veremos o nosso caro
Mauricio- ? perguntou entilo a Sra. de Hene-I.
Perdao, minha senhora. Oh 1 elle ha de vir.
Nao haja medo que deixe de vir. Ficou bastante
contrariado por nao poder accompanhar-oos logo.
J deva ter chegado, murmurou a Sra. de
Ozenay : j sao nove horas.
Apenas ; replicou seu marido. O joven de
Froidmont mora alguma cousa longe d'aqui. Tran-
! quillisae-vos; nao seria elle nem outreui que fa-
1 riam demorar Mauricio.
Quas no mesmo instante, abriu-sc a porta do
! salao, e o creado annunclou :
O Sr. Mauricio d'Ozenay.
O Sr. marquez de Monlclar.
Nao diremos que todas as vistas, mas toda a at-
! tengao como bem se pode pensar, foi para o se-
gundo dos dous reoemvindos. O primeiroum
desses bellos e altos mocos de typo louro que pa-
recen! nao estarem bem seno em um sequilo...
poderia retirar-se inmediatamente sem que nin-
guem se apereebesse disso, excepto sua me.
Se verdade o que dizein. as orelhas do mar-
quez deviam estar a arder-lbe a uma hora, mas
?e isso .-o dava, elle o nao mostrava. Com esse
ar do modesta tranquillidade que tanto assusla
innocencia, sem com tudo ser dola prova irrecu-
savel, elle dirigiu-se a Sra. de Perchappe, ped 11-
II,e deseulpa de se apresentar assim por si mes-
mo,comprehende-se que o joven d'Ozenay, nao
lhe podia servir de apresenladordando como ra-
zao de assim obrar a recommendago expressa que
havia recebido dt> entregar sem demora e em mi
propria o deposito que lhe lora confiado.
Foi logo depois cumprimentar a comlessa, nada
Iho disse, mas, como deslumhrado a sua vista,
baixou os olhos e corou.. .Sim, corou, sem duvi-
da ligeiramenle, mas bastante riorque este indicio
ou inostra de commocJo nao escapasse aquella que
lhe dera cansa. Nada podia ser mais eloquente,
ao que parece : porque a altiva puysiotnaala da
Sra. de Hencl se adoigoa logo como por magia.
O Sr. d'Ozenay lui menos fcil. Ao cartel cum-
primento por meio do qual o Sr. de Monlclar lhe
(embrava seu amigo eoohecimento, apenas respon-
den com uma glacial inclinagao da cabega. Mas.
alguns instantes depois, em quanto as senhoras
examlnavain as cruzes. rosarios, e medalbas man-
dadas pelo Sr. de Froidmont, o marquez, lomava
de parle ao coronel e no fim de uns cinco minutos
de conversa no vio ele urna Jmila, deram-se um
forte aparto de mi. Que meto |iodia ler empre-
gado o Sr. de Montclar para lo depressa se re-
conciliar com lo decidido inimigo T E' fcil ad-
vinhar. Com os homens como com as muflieres,
s ha um meio infalhvel de conseguir isso : a li-
zonja. A forma pode variar segundo os indivi-
duos, o fundo porm ser o mesmo. A qoesto
descubrirse o lado fraco de cada um.
Esla graade arle, o marquez a tinha em subido
gru.
Sua visita durou apenas meia hora, e paniu,
sendo porem convidado para renovada quantas
vezes quizesse, nao s pela Sra. de Perchappe, co-
mo, se bem com menos i
Deixava, alm dessas, todi
exepto a Sra. d'Ozenay
nao boQvesse lhe dirigido
quer, direciamenle. paree
um eflito de fascinacio s
nenie sobre sua presa Q
joven Sra. de Henel. nao
geralmente, em assnmpto
tem que dizer ; mas no ip
nem mesmo ellas de ver
regra que observam rigor
rciilcinenle.
istancia, pela condessa.
is os mais encantados,
sobre quem. embra
a patarra uma vez se-
a nao obstarle produzir
naloga aquelle da scr-
anto a apreciacao da
;e tratara, lm Franga,
taes, as m<^as nada
arteiro de S. Germano,
1 ni sso pensar. E' uma
smente, ao menos apa-
(1) Vide o relatorio do conde Clemoiil Tonnerre
sobre os votos enunciados as actas. 27 do julho de
1789, e analyse dessas actas na historia parlamen-
trr da revolucao por M. M Roux e Buchez ; tora.
1.- |iag. -in a W.
(2) Constituigo de 3 de seteinbro de 1791, til.
3. sec. 2.*
ccragao da naco, no dia em que elle se havia abor-
to todas as nobres esperangas.
Os artistas ambiciosos que uma loquacidade bri-
Ihante poz a testa de uma assembla, cujo accesso
os constituinles commetteram a irreparavel falta de
vedar, quizeram systematicamente a guerra, elles
a prepararam de sangue fri, por que ella lhes
apresentava a dupla sorte do fazer o contrario de
si us predecessores, o que muito lhes importava, e
de impor-se Luiz XVI, o que os preoecupava an-
da mais.
Este calculo honeste somente lhe foi proveitoso
em metade : a Gironda tambem abracou o partido
di tornar-se republicana logo que o infeliz re-i re-
cusou-se a acompaniiar os girondinos. Nao poden-
do servir o throno, lhe parecen natural derriba-lo.
Os girondinos consideraram-se Machiaveis desde
que no dia seguinte ao de 10 de agosto Madm. Ho-
la nd achou-se restituida ao seu e-aman m tao la-
mentado pelo ministerio do interior por causa da
s-ena inesperada que havia levado Danton ao mi-
nisterio da justiga ; mas franciscanos e jacobinos
manlinham para com seos bellos espirites adiados
o desprezo ordinario dos homens de aegao, para
com os homens da palavra, desprezo que dentro
em pouco foi justificado pela facilidade que encon-
traram os chefes da nullidade em triumphar dos
che fes da conveoco.
A' guerra limitada, provocada pelos girondinos
cintra os dous gabinetes allemes profundamente
divididos, os jacobinos trabalbaram por substituir
a guerra geral, no pensamento decidido de collocar
a Franga entre sua perda ineviiavel e os furores
do seu desespero.
O processo instaurado a Luiz XVI Ibes pareceu
um meio seguro para constranger os gabinetes er-
pectadores da luta a deixar a neutralidade; elles
0 consideraram sobre tudo como devendo tornar
impossivel una paz secretamente desejada tanto
pela Prussia como pela Austria.
Elles encetaram pois esta obra de iniquidade nao
para defender a revolugao contra a Europa, mas
para armar a Europa contra a revolugao ; elles a
conduziram at seu sanguinolento resultado, afim
de por os girondinos entre um grande crime e um
grande perigo, e ficar os nicos cheles possiveis de
um poder, cuja posse e horror do mundo lhes as-
segura va.
Assim se encadeam os acontecimentos que leva-
1 am a nagao a perder sob a presso do terror toda
vontade propria, para uo dizer toda coHsciencia de
-i mesma.
Sao esses acontec mentes consequencia de uma
doutrina ou de um mlresse ? Foram elles inspira-
dos por ideas liberaes ou por egosticos clculos 1
Foi afim de se conservarem fiis a liberdade re-
ligiosa, que os Cataos e Gregorios redigiram seu
alano minucioso de regiilaucnto ecelesiastico o
provocaram a guerra civil 1 llussot re-peitava as
pacificas doutrinas da constituinte, quando para
conquistar urna importancia que sua mediocridade
io comjiortava, levava a legislativa a guerra re-
ir o imperio germano, esperando que Hobespierre
' Marat, que a seu turnoempregavam a mesma lati-
a pregassem a guerra contra o universo civilisa-
Jo t Devese imputar aos principios da inviolabili-
dade real eda respon-abilidade ministerial, consig-
nados na constituigo o assassinio jurdico de Luiz
XVI eo rgimen sanguinolento inaugurado por esse
crime f
(Continursela.)
O bravo LaFeuill triuinphava, com modestia to-
dava, como st.'livesse a metade dosuccesso de seu
amigo.
Entilo minia senhora, perguntou elle Sra.
de Perchappe, lamentar-nos-beis da indulgencia a
que vos srntieis inclinada tm relagao a esso caro
Montclar ?
IV um perfeito cavrlleiro, respondeu a velha
senhora.
Como o poiro que nos disse acerca da trra san-
ta era profundamente se'itido Via-se que provi-
nba de 1,111 reirago cnopcnelrado do que expri-
ma Na verdade, qnasi que elle me despena o
desojo de por mim mesmo fazer a viagem a Jeru-
salcm.
E crde-me, caro coronel, nao se produz efleitos
laes nao sendo sincero, '.'or peior que possa ler si-
do o Sr. de Monlclar. o quo vos asseguio que
hoje um verdaeiro e digno lilho dos misados.
E' o que mais desojo arredilar, minha senho-
ra; respondeu o Sr. d'Ozi nay; peco-vos que acre-
ditis islo; o 0.marquez fallon-me de molo que
dissipou todas as prevencfvs que contra elle tinha.
E' honrado com una confianca que nao pode ha-
ver sido sorprebendida; 11 o uso que faz sella, a
melhor prova disso!
Foi justamente o que pensei, replicou a viu-
va, e muito estimo que ;,ssim o confirmis. Mas
dizei-me, meu caro bario, vistes alguma vez a cer-
tido de edade do marquez 1 Tendes certeza de ter
elle realmente cincoenta ) dous anuos?
('.incenla e dous sanos I nao pode deixar
de exclamar o joven t'Ozonay. Mas elle pare-
ceu-me ser ummogo! T-lo-hia tratado de bom
grado como um camarada.
Se me engaar, responeleu o baro, ser em
pouca cousa. Verdade que Montclar tem urna
pbysionomia bastante fresca para sua edade. Nao
sei como explicar isso, sem duvida tem a esse res-
peito alguma talismam.
Crr-se-hia isto, replicou a Sra. de Perchap-
pe. Depois que o deixei de ver, nao tem envelhe-
cido cousa alguma. Sao sempre bellos cabellos
rastanhos, feigoes regulares, e esse talhe sbello e
bom posto que sempre lhe conheci; est com a
pbysionomia um pouco mais grave, inda que nun-
ca" se livesse mostrado brinca Ihao. Em summa
impossivel seria, dar-lbo mais de triada e cinco a
trinta e lito anuos, e entretanto sem duvida tem
mais do que isso. Pois bem I isto inda vem em
apoio de minha opiniao a sen respeito. Para con-
servar-sc assim, deve ter uma consciencia tran-
quilla.
Esse argumento o que poderia ser contestado.
A ausencia do remorso nem sempre prova que se
seja irrepreheusivol; mas ninguem tez a isso re-
paro, e o marquez nao teve preciso de ser de no-
vo defendido.
A Sra. de Perchappe entretanto inda nao exhau-
rira seu enibusiasmo.
Na verdade, disse ella sua filha, logo que
seus hospedes se retirarain.bem como suanela :
peoa que o Sr. de Monlclar nao Icnha a edade que
parece indicar sua plnsionomia.
E' |.rl|.l t
E por<|uo ?
Porque acho Mauricio muilo novo para Ce-
cilia.
E preteriris que ellaesposasso oSr. de Mont-
clar 1
E' impossivel.
Sem duvida : entretanto nao estamos de for-
ma alguma empenhados para com os d'Ozenay, e
talvez quo fosse mais conveniente um marido de
mais edade que um marido muilo mogo.
Ambas as hypotbeses tem seus inconvenien-
tes : Mauricio nao me convm inteiramentc pa-
ra Cecilia; mas o marquez inda monos me poderia
convir.
Tens razao : seria inconveniente que depois
de haver mostrado ou parecido quererte...
Nao s por isto... Alm de que, cara roa-
me. esqueceis que o Sr. de Montclar nao quer ca-
sa r-se.
Ah I mas elle proprio talvez haja esquecido
isto.
Nao passar de uma supposigo.
Que nao deixa de ler um fundamento, nao o
ignoras. Atravez de meus oculos, as vezes vejo
claramente. A solieitude do marquez nao eranern
por esla crianga, de quem ignora va a existencia,
nem o que esta entendido por uma pobre mulher,
como eu. Uigo |wr ti que preciso explica-la,
porque afinal de contas a remessa do Sr. de Froid-
mont nao oxigia tal pressa.
Entretanto vistes que o Sr. de Mondar apenas
me diriga a palavra.
Vi, mas urna prova de mais. Te achando
lo bella como outr'ora (porque nao tens envelhe-
eid i nada) o marquez nao s se espanten, mas sen-
tiu-se com isso commovido; e em sua edade, com
seus habites de sociedades seria preciso que a eme-'
gao fosse muito forte c muito real, para nao dissi-
mula-la 1
Oh I podia ser isso tambem o embarace cau-
sado pelo sentiniento de seus aritigos erros para
eom nosco.
Se elle os sent, que delles tem pesar e ar-
repende-se. E se se arrepende porque nao desoja-
ra elle repralos ?
A ceindessa franzio os sobrlhos.
Pouco me importa t disse ella levantndo-
se. Nunca, gragas Deus, tive desejos de agra-
dado.
Sem duvida, tornou sna mac, mas ser elle,
creio, que buscar agradar-te.
Nestc caso, tem muito quo esperar
A entrevista aoahou com esta declaragao que
podia ser sincera, mas que de certo nao empenha-
va inteiramente a condessa. Talvez fosse por isso
que a Sra. de Perchappe entendeu que nao mere-
ca combat-la.
( Continuarse-ha.)
PEKNAMBLCO. TYP. US M. F. F. & FILMO
-
*

'A
Mk 1 |a* a^g^B


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