Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10315


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Full Text
/ fewmo XL. HUMERO 59.
Por tres mezes jdiaulados 5$O00
Por tres me/es uncidos 6J000
Porte ao correio por tres mezes. (5750
DIARIO
j
I
i
SABBADO 12 DE MARCO M 1864.
Por anno adiaotad......19$00O
Porte ao correio por um auno 3$00
ENCABREGADOS DA SUBSCRIPgO NO NORTE
Paruhyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima i
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Ararat v.
Sr. A. de Leinos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Mrauho, o Sr. Joaqun) Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manuel l'inheiro S C: A-
mazonas, o Sr. Jeronyino da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SOL
Alagas, o Sr. Ciauino Falco Dias; Baha, o
Sr. Josd Marns Al ves; lo de Janeiro, os Srs. Pe-
reira .Martin.-- A Gaspannu.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
01 inda, Cabo e Estada todos os dias.
Iguarassu', Gojanna e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Santo Amo, Gravat, Bozerros, Bonito, Caruaru',
Altinho c Garanhuns as trras feiras.
PD d'Alho, NazareCh, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
ngazeira, Floros, Villa Bella, Tararatu', Cabrob,
Boa Vista, Oarieury e Exu' as partas feiras.
Se-inhaem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Ilha de Fernando todas as vezes que para ali sahir
:iavio.
Talos os estafetas partem ao '/ dia.
EPHEMEKIDES DO MEZ DE MARRO
I Quarto ming. as 10 h., 51 m. e 44 s. da m.
8 La nova a i h., 39 m. e 20 s. da m.
IS Quarto cresc. as 3 h., 47 m. e 32 s. da ra.
23 La cheia as 8 h., 27 m. e 3 s. da m.
30 Quarto ming. as 8 h. e 2 s. da t.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 6 horas e 6 minutos da manhaa.
Segunda as 0 horas e 30 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES CO.TFIROS.
Para o sol at Alabos a 5 e 25; para o norte at
a Granja a 7 e 12 le rada mez; j.ara Fernando nos
das 14dos mezes dejan, maro., maii, iul, sel. enov.
PAHTIDA DOS UMNtl'S.
Para o Her fe : do Apiparos s fi 'h 7, 7 '/-.. 8 e
i/, da m.; de Oli:ida s 8 da ni. e ( da (arle; de
Jaboatan as 6 i/j da m.; do Caxang e Varzea s 7
da m.; de Benditaas8 dam.
Do Bertfe : para o Apipueos s 3'/?. 4, 4 >/,, 4'/?,
8, 5 /i, 8 Vi e 6 da tarde; para f linda s 7 da
manhaa e \ '/2da tarde ; para laboati i s 4 da tar-
de : para Cachang e Varzea s 4 /, ditarde; para
Remfira s 4 da tarde.
AOmRNCIA DOS TRJBNABS DA CAPITAL
Tribunal ducommercio: segundas e quintas.
Raanlo: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda : quintas s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas 30 meio
da.
DAS DA SEMANA.
7. Segunda. S. Thoroai dcAqirraod. anglico.
8. Torea. S. Julio de Dona ; S. Qnintilo b".
9. Quarta. S. Francisca Romam*tnv.
10. Quii i. S. Militio m. ;S. Drolhoveoab.
14 Sexta, Commemoracao da paixe-de LSt.
12. Sabbado. S. Gregorio .Ma^nndonf. d?gr.
13. Dominga. Ss. Mardonio e Chrislina v, m-
ASSIGNA-SE
no Recite, sm a livraria da praca da Independencia
ao~n~ .i, j .. no nenie, sr.i a nvrana aa praca aa inaepe!*aencia
Segunda % ara do civel: quartas e sabbados a *horas. 6 e 8, dos propietarios Manoel Fi/ueirsa d.
V ..-,1., In__*. TJ!*__
da tarde.
iFaria 4 Fimo.
PARTE QFflCIAL
Eipedirnte i dia 9 de marro de 1 sr. 1.
Oflli io ao I rigadeiro commamlinie das armas.
Communico a V. Ele. para a expedicio das con-
veuien:es ordens, que no da 12 do correle, teui
de ser apresenlados pharmaria do hospital mili-
tar, os medicamentos e maisobjectos comprados
ltimamente pelo ronselho administrativo, para
aquelle estabelecimeutoCommunicou-se ao pre-
dito consclho.
Dito ao mismo.-Queira V. Exc. mandar apre-
sentar ao Dr. chofe de polica com brevidade, 3
pracas de pret para escoltarem tim criminoso at a
villa Jo Limoeiro.Coramunicou-se ao Dr. chefe
nolicii..
Dito ao mesmo.Com o offlcio de V.Exc. n. 433
de 7 do correte, recebi nao s as copias dos ter-
mos d' contratos celebrados com os cidado Bento
dos Santos Ramos, Domingos Jos da Cunha e Tho-
maz Tavares de Mello, para fornecerem por um
trimestre os gneros necessarios ao hospital mi i-
tar, os quaes ficam approvados, mas tambem o da
resolucao que tomou a junta do mesmo hospital
acerca das multas, que devem esjar sujeitos os
contr: (adores do foruecimento.Communicou-se
ao inspector da thesouraria de fazenda.
Dte ao mesmo.Respondo ao offlcio de V. Exc.
de 8 do corrente, sob n. 435 declarando-lhe que
mande dar bixa do servico do 4 batalho de ani-
lliaria a p, ao tambor Manoel Jacintho Gomes
I.oureiro, e apresenta-lo ao commandante superior
deste municipio alim de ser restituido ao 1" bal i-
lhao di mesma arma da guarda nacional, no qnal
acha-se elle engajado, conforme declara o mesmo
commandante superior, em offlcio de i do crten-
te, sob n. 26, a que se refere o de V. Exc. j
citado.
Dito ao Di. chefe de policia.Respondendo ao
offlcio n. 278 que V. S. me dirigi em 7 do corren-
te, tenho a dizer-lhe que em 16 de fevereiro ulti-
mo, rcmetti ao commandante do presidio de Fer-
nando, as guias dos senieneialos de justiea viudos
da provincia do Cear, os quaes esto contemplados
na relacao a que allude o seu citado offlcio.
Oh. uto. fiorm, a do sentenciado da Parahyba,
Antonio Candido de Mello, nesta dala a requisito
ao Exui. presidente daquella provincia.Fez-se o
necessario expediente.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Communico V. S. para seu conhecimento, que
em sen offlcio de 7 do correte, participou o len-
te do 'stado-maior Alejandre Augusto de Fras
Villar, que nessa dala entrara no exercicio de di-
rector do latoratorio de fogos desta cidade.
Dito ao mesmo.Devolvo V. S. os papis que
vierara annixos a sua informacao de hojesob
n. 122, alim de que de contennidade com o pare
cer da coito loria dessa thesouraria, mande pagar
os vencimentos relativos ao mez de fevereiro ulti-
mo, dos ofieiaes en, urega.los do recrutameulo
nos ni nicip os do Recite e Olmda.
Dilo ao mismo. Em vista daconta junta em du-
plicata, e naj havend inconveniente, mande V. S.
pagar Francisco Antonio Bastos, conforme solici-
tou o :apitao d porto, om offlcio de 3 do crreme,
sob n. 33, a quantia de 11,9000 proveniente de en-
cailer lacoes. que fez para a mesma capita-
na.Communicou-se ao capitn doporlo.
Dilo ao mesmo.Pode V. S., de contennidade
com a sua informacao de hontem sob n. 117, man-
dar ptigar Joao Jos Finio de Oliveira, como pede
no iniluso raquerimento documentado, a quanlia
de 6O1IOOO correspondente ao aluguel de 2 mezes
vencidos no ultimo de novembro do auno prqxiino
passado, da casa que serve de quariel do destaca-
mento de 1" liona, existente na villa do Cabo.
Dito ao mesmo.Ao capito Firmino Jos Da-
masceno Rosado, transferido do 'J* balalliao de
infantina (ara o 4o da mesma arma, mande V. S.
ajnstar coutas at o im do mez correle, e pas-
sar-lh! a competente guia de soccorrimento, con-
forme solicita o brigadeiro commandante das armas
em offlcio de hontem dilado sob n. V2. -Tambem
offlciou-se aos agentes da companhia Brasileira de
paquetM vapor para dar transporte a esse of-
BciaL
Dito ao inspector da thesouraria provincial.A
fim de ser salisfeita urna exigencia da assembla
legislativa provincial, informe V. S. com brevidade
quanl'i se gasta rom o cosleio e profssores do
Gymrasi Provincial.
Dilo ao mesmo. Se n5o houver inconveniente,
mande V. S. pagar Joo Carlos Augusto da Sil-
va, conforme solicitou o chefe de policia em ohVio
de hontem, sob 11. 282, a quantia de 1:7233730 rs.,
despendida com o sustento e dietas dos presos po-
bres da caa de detencao durante o mez de feve-
reiro ultimo, como se v dos inclusos documentos.
Coi.imujicoii-se ao Dr. chefe de policia.
iti ao commandante superior da guarda na-
cional do Hecife. Tendo resolvido em satisfaeao
doque solicitou o brigadeiro commandante das ar-
mas em oflcio de honlem datado, s ib n. 458, que
o tenante coronel chefe de e>iado-mair da guarda
nacional deste municipio Sebastian Lopes Guuna-
raes, se preste a fazer parte da commiseaode exa-
mes pral eos da arma de cavallaria, a que tem de
ser submettidos os ofllciaes e cadetes que a elles
se quizerem propor : assim o communico V. S.
para seu conheri melo.
Neste mentido tifllciou-se ao consellio adminislra-
tivoielat valiente ao vogal do mesmo ronselho Se-
ba-iiio Antonio do Reg Barros, e lizeram-se as
neee arfas roimmmira^des.
lino Mi capitao ii<> |iorto. Communico V. S.
que |ior despacho ilesta data conced aos remitas
de mirinlia Joao deAiaujo e Aniceto Jos de Arau-
jo, o pra:o de 8 dias, para dentro delles provarem
isenco do recrutameiito.
Diio ao director das obras militares.Aprsente-
me \. S. com a possivel breviilade o orcamento da
despi-za a fazer-.se com os reparos de que necessi-
tain .1 casa de*/esidencia do commandante do forte
de li imarac, e a respectiva casinha, segundo de-
clara o mesmo commandante no offlcio que aqu
ajumo por copia.
Dilo ao director das obras publicas.Para ser sa-
tisbita i. exigencia da assembla legislativa provin-
cial, eoailaot do oRklo n. 14 do respectivo se-
cretario faz-e aeoessarfo qoe Vmc me aprsente
cora brevidade informaro eirenmstanrlada rolati-
v.unenle desobslrui;io do rio G lianna, decla'an-
do ai mesmo lempo a- razSes que se leo dado para
se nao elfectuar esse servico, e desde quando foi
elle orfado
Ditoao di redor geral da instrucciio publica.'
Rematta-me Vine. cm brevidade, aflu de ser
presentado as-e.nbla legislativa provincial, um |
mappa dos estudantes que tem fre neniado as au-
las do (iymnasio Pernambucano, desde a sua erea-
^ao at o presen le
Portara.O Sr. gerente da companhia Pernam-
bucana mande transportar ate o Cear no primei-
ro vipor que seguir para o norte, em lugar de r
destinado a pass: g iro de estado, ao alferes Aloino
Sot ih F.iria e >ua senhora.
D.la.O vice-presidente da provincia tendo em
vista o que rnquarou Jos Fernandes da Slveira
Iiilt o, arrematante de 316 braca-de empedra-!
ment no lugar denominado Engenho Velho, na
estrada da Victoria, resoive, de cooformidade com
a infoimaro do director da repartir, 10 das obras
publicas, datado de 16 de fevereiro ultimo, e sob'
11. II, conceder ao mencionado arrematante um
nw. de prorogaco para a eonelosao das obras do
seu centrato, a conlar do dia em que se ndou o
prazo que para esse fim Ibe foi marcado. Fize-
rai i-se as necessarias commuuicacOes.
Expediente de secrrlarie do gorera.
Offlcio ao brigadeiro commandante das armas.
S. lixe. o Sr. vice-presidenle da provincia, deter-
minando por despacho desta data a satisfacio do
pedido de i.ooo cartuzos donaiabaladoi dn adarme
17 jara o!- batalbo do infamara; assim 0 manila
conimunicar V. Exc. em resposla ao seu offlcio
de honlem datado, sob n. 456.
Dito ao inspector da thesouraria provincial. S.
Exc. o Sr. vice-presidenle da provincia, manda ac-
cusar recebido o offlcio o. 82, que V. S. Ihe dirigi
honlem, acompanhado de 50 exemplares do orca-
mento da receia e despeza provincial do exercicio
prximo vindouro.
Dito ao mesmo.S. Exc. o Sr. vce-presidente
da provincia, manda declarar V. S. que Ihoforam
aptesentados com o seu offlcio n. 8i desta dala, 50
exemplares do seu relatorio de 30 de Janeiro ulti-
mo.
H. 32.Dilo ao Dr. Manoel Buarque de Macedo,
1* secretario da assembla legislativa provincial.
De ordem de S. Exc. o Sr. vice-presidenle da pro-
vincia, remello a V. S. para seren apresenlados
ass'mbla legislativa provincial, 40 exemplares do
relatorio do inspector da thesouraria provinciil.
dando de 31 de Janeiro ultimo.
N. 33. Dito ao mesmo.Era solco ao offlcio
de V. S. de 4 do corrente, sob n. II, transmilto-
lho de ordem do Exin. Sr. vice-presidente da pro-
vin:ia, para seren prsenles assembla legislati-
va provincial, as inclusas copias dos relatnos do
inspector da sade publica, apresenlados nestes l-
timos tres annos.
Despachos do dia 9 de marro de 1861.
Requerimenloit.
(irurgiao Antonio Jos Dias Martins.Nao tem
logar.
Anna Joaquina Francisca.Tendo sido o fllho da
sii| plicante julgado em lospeccao capaz para o ser-
vido do exereito nao tem lugar o que requer.
Aniceto Jos de Araujo.Concedo oito dias.
Felicidade de Sanl'Anna Conceico. Indeferido.
Irmandade do S. S. Sacramento da freguezia de
S. fos do Rio FormosoInforme o Sr. inspector
da :hesouraria provincial.
Jjao de Araujo.Fica concedido o praso de 8
dias._
Joo BBptisla da Luz.Indeferido.
Joao Fernandes Jacques.Junte os documentos.
cional representativo, em cujo animo fictos dessa
ordem au podem deixar de encontrar repulsa.
Com a approximaco da eleico para deputados
provinciaes, todos lixaram as vistas sobre o colle-
gio de Goianna, por que todos sabiam que. dando
esse collegio o grande numero de 154 eteores,
havia de pezar muilo ronsideravelmenle na eleicao
do 2" dislri cto, composlo de quatrocenios e tantos
eleilores. Alguos candidalos que desejavam apre-
seular-se |ior esse districto, recuaram poique ie-
Masquer V. Exc, Sr. presidente, laber porque
aeontoem o qu acabo de mencionar* Porque
sendo preciso um grande numero de volos para
salvar oscandidates |ir.p|.-gidos, foi mister apresen-
lar esse re.ultado !
(Trocam-se apartes. |
Circuj lann.is anda mais. iinponantes passo a
iiien lonar.
sa deelaracao depois da assignatura dada a acta
pe i rospeetiva mesa e por algn eieitores
Parece que se se bouvesse verificado logo esse
engao a correceo se loria feilo antes de asigna-
da I acia, por quanlo .intes de Ser ella assignada,
deve.-e rermear sua exaclidao, e isto jusiameu-
te n i|ue senipre acontece.
Km todas essas etnnmstaaeias combinadas no
Km nina eleicao tao disputada com foi a de de- querero os defeii-ores da eleicao de (ioianna co-
pulados provinciaes, de que nos oc 'upamos, em ebergar una prova circunstancial da fraude que
bulos os coNegios da provincia, quanlo o numero presidia a esse acto 1
_ Sr de pretendenles era triplo ou quadruoloao dos re- Mas existem, aln disso, documentos e docu-
z su ruano (r. Araujo Barros) eram tambem as presenianles, appareceram em Goianna como vota- memos que devem merecer alguma f, era virtuda
meram que a onda de Goianna os submergisse.
As apprehenses que oulr'ora manifesiava o
de lodos aquelles que comprehendiam a siluacxi dos com >5 votos afeaos candidatos, sendo notavel
poltica desse collegio. que acontecesse tambera isso a pessois extranhas
fcnlretanto, Sr. presidente, chegado o dia 15 de a Goianna, e sera legitima influenci i ala Ser
novembro procedeu-se a elei(;c, e os jomaes tra- crivel, nieus senhores, que em um collegio illustra-
laran de publicar o resultado de dilferentes rolle- do, era um collegio livre e moralisai o um candi-
gios, mas com admiraco geral, o resultado da dalo sem prestigio proprio possi obr 150 votos
eleicao de Goianna conservou-se oceulto ao publi- dentro 151 eleilores, sendo muilos is candidatos,
co, e smente sahiu luz da imprensa seis dias de- e cada qual mais apio ?
te transgrelido; peco V. Exc. que o ponha :m
execoeao.
O Su. Cunha Tnxau :Sr. presidente, as gate-
ra.- nao podem manifestarse, nem inlerromper-nos;
mas o exemplo dado pelos nobres deputados; se
elles nao fossem os primeiros a infringir a le, que
no rege nesta casa, as galeras tambera nao o fa-
nam. (Atojados, applusos as galeria?.)-
Su. Pbbsidchte .Est levantada a sessao.
REVISTA DIARIA.
pois da eleico.
O Su. Abai-j Uarhos :O mesmo que se deu a
respeiio do 3. districto, nao obstante ser atraves-
sado pela estrada de ferro (trocam-se oulros apar-
tes.)
O Su. Coima Teixeira :E quera defende agora
a eleico do .'! districto?
O Su. Araujo Buh :Mas votou pela sua va-
lida.le, nao disse una palavra contra ella.
O Su. Coran Teixkiiia : Nao votei, flquei as-
1 sentado. Nada disse porque nada sabia.
O Su. paiiiie Roohael da um aparte.
O Su. CofflU TglXnu fpanoSr. padre Rm-hael):
O nobre depulado pode fazer uso da palavra ;
bom orador, e ha de esmagar-me cora a terca de
, seu raciocinio.
E' um dos membros da eommissSo, peca a pala-
I vra e responda-me. mas deixe que o fraco depata-
do, que ora usa da palavra, expenda suas ideas
cora liberdadee sem interrupeo constante.
(Trocam-se apartes.)
Pois nao quercm deixar que eu falle, quando j
tenho contra mira a maioria desta casa ? (Nao
apoiados.)
O que Isto d a entender que a maioria nao
quer que a verdade appareea. (Apoiadts e nao
apoiados)
Nao concorram para que fique abafada minha
voz, j to fraca (nao apoiados) deixemrne prose-
guir.
O Sr. Costa Ribeiro : Nao querem consentir
que a verdade se manifest.
do quaes se v que se deu na acia remo presen
les eleilores, que nao compareceram. Eu apresen-
larei otesiemuiihu depessoas insuspeilas.
Proceden-se nos dias 15 e 10 de novembro a
una visioria em [tamb; a essa vistoria estere pre-
sente um eleitor, qoe at assisjmra termos, que se
acliam nos respectivos aulos, conforme bei de mos-
trar. EoSr. Dr. FranciMO Doiningues da Silva,
Lerlo que nao. Por exemplo, o nobre randi- Mi nessa diligencia, pessoa que neiilium interesse
dalo, 2. secretario, nao perdeu-sc i o o voto de tem nesse negocio do eleico do segundo districto,
seu sogro, o Sr. Dr. Luiz Gonca ves s per- assegura, sob sua palavra' de honra, que esse elei-
deu seu voto, o Sr. Arminin da mesma forma s tor nao se arredou um so momelo do lugar.
perdeu seu voto, e o Sr. Dr. Nabor apenas um Un Su. Ddvtado :Pode declarar o noine des-
Nao se v que nao pode ser esse o resultado de sa pessoa ?
nina eleicao onde se deu batalha, ou de se choca-' O Su. Aiiaijo Baihios :Eslimo muilo que o no-
rara as innmeras candidaturas, que procuravam me doSr. Dr. Domuigues j possa ser invocado pe-
as auras da victoria I lo nobre depulado.
n,1inTlir;'l^1a^a|'P!"ell-ns^,|U1,fieralmt'nle,S0 i S" ,:' NIU Tkixkm,v : -Po,lt s,;-'-si,n' ,or- W-MsVw&dWl?^ sobre
nutria a respeilo da eleicao de Ooian a com a de- que emquanto se me nao provar que sua palavra poltica. |
havida na publicac.-o do resoltado desse col-, indigna de conlianca, eu devo preslar-lbe crdito, Por ser hoDtem o dia do 42v anniversario do
i nascinienio de Sra. princesa D. Jaouaria, estive-
navji. de guerra e mercan
.Ovando o lirum a urna hora
No dia i do corrente deixou de verificar-se o
concurso para a cadeira de instruecao elemenr
do sexo feriiniuo da freguezia de S. Jos desta ci-
dade, |ior baver sement comparecido aopposilora
D. Digna de Santa Rosa; a qual por essa mesma
razao foi proposta ao governo da provincia na for-
ma do disposa no arl. 10 das instrucces de
11 dejunhode 185!.
Honlem rmnocoo o concurso para o provi-
mento das cadeiras vagas de instruccao primaria
do sexo masculino, apresentando-se os Srs. Gal-
diuo Eletilerio Teixeira de Barros e Marlinho Jos
de Jess.
Fundeou hontem era nossoportoo vapor ame-
ricano de guerra Mohican, procedente o R'o de
Janeiro, d'tnde sabio no dia 2 do crreme ; seodo
ira havida na publiracao do resultado desse col- (indigna de conlianca, eu devo preslar-lbe credi
legio, e anida m.iis^ora o seu resultadiassombroso, tanto mais quanlo ho a vejo isoladamenle, e s....
Ojoasi impossivel em urna lua to implante como corroborando o uue para niim ja esta provado. Se, rain enbandeirados os
essa, ningiiem que tenha o animo desprevenido, porm, o nobre depulado faz essa observarlo que* les, eas fortalezas sal
f> Olio nuroc n i ...i,,., ,1.. :..:. EmmmIJ ^X I f ..!.* paTmbIb .... -.. ............. i:.:......I.. 4- .v- rk- > i ^
Submetteu-se hontem a julgainento pelo jury
preto Victorino da Costa, aGcusado de baver cau-
que o nao sado clfensas phvsicas a um guarda nacional por-
MO. (Muilos apoiados.) O eteitor a quera uw retiro i ta do quartel de' policia.
o Sr. Virginio Vellozo Freir.
e que mereca o nome de juiz imparci d, restar na rendo referir-se as trencas polticas do Sr. r. Do- da tarde
menor dnvida de "" --------------- :- -- "-:----------- ->--------
que ahi houve o qoer que seja I mingues, permitame que lie diga que isso nada
sem duvida (pen lilta-semc a j importa, porque tenho cuntiendo era todos os par-
tidos caracteres honestos e caracteres
de Ilegal, loan
liberdade de expressio) ama patott
(Apoiados na assembla e as galt ras vivas
iltenco dos
vamos adi-
PERRAMBUGO
ASSEMBLA PROV^CIAL.
Dis-'tirss prsfcrid pelo Sr. depulado Cunha Teixei-
ra, na scs.m'i de 28 de foereiro de 1861.
O Sa. Onha .Teixeira :Senhor presidente,
chegada a occasio de cumplir o que prometo
quando se tratava da apreciacao do collegio de
Pao do AII10, vou deseinpenliar minha palavra,
or upndome da eleico do 2 districto, e co-
me carei por mandar a iuesa urna emenda ao pare-
que se discute, concebida nos seguintes termos :
Que se annulte toda a eleico do 2o districto.
na idaii lo se praceder nova eleico pelos canaes
coi ipetentes.
Sr. presidente, V. Exc. e casa comprehendem
peritamente que a questo do 2- districto eleiio-
ral de transcendente importancia; urna questo
em que se nao achara empeiihadis .rnente os in-
len Mes dos candidatos, mas tambera a dignidade
desse districto da provincia, e com especialidade
desia assembla, em quera tem o publico os olhos
lito;, por Mr ella o tribunel onde vo ser julgados
os leitos escandalosos que a respailo dessa eleicao
se leram (apoiados) e pois nao rae possivel, sem
tra'iir a minha consciencia, sem faltar aos deveres
da :idado, conservar-me em silencio, deixando de
entrar na apreciafo dos diversos factos, em vir-
tui e dos quaes peco, e posso asseverar que com a
maior Iramjuilidade de consciencia. a nullidade
de isa eleicao.
J o declarei solemnemente, e o repelirei com a
franqueza de que me julgo dolado, que nao tenho
a 111 nima prevencao a respeilo da eleico do 2"
districto, e menos anda a respeilo dos nobres can-
dil alos que solicitara asseoto nesta casa como re-
presentantes por esse districto, correndo-me o dever
de confssar que entre elles vejo caracteres dis-
ti 1 :tos, a quera nao posso deixar de consagrar
obrases lisongeiras, coofessando francamente que
Ihes tributo venerayo, pelo apreco das qualidades
que os ornam, erabora interessados nesse pleito.
Jm Sr. Derutado :Essa expresso nao par-
lamentar ; ninguem tem interesse no triuuipho.
)Sn. Coma Tkixkiha :Nao queiram os uobres
dejmtados enebergar em minhas palavras, profe-
ridas smente era cumprimento de um dever ri-
goroso, oltensa aos candidatos do 2" districto, pois
es isso fra de minhas inlences, ese torna
tn inifeslo desde que sou o proprio a confessar o
preilo que tributo a alguns desses candidatos, que
umita honra darn a e-ta assembla fazendo delta
parle. Quando fallo de interesse, nao me retiro ao
1 ni oreaos reprovado, que degrada e avilia o hornera
ao; olhos de seus concidados, e siin ao interesse
m i legitimo que ib ve le lodo o candidato em ver
pr iva] cer a eleico que o traz a um recinto au-
gi ito como sem duvida este era que uos acharaos
inieresse que nada tem de censuravel; devendo
por lano, Bear desde logo assentado que nao entro
co 11 prevencao alguma na discusso desta questo
momentosa.
O Sr. Vuawo Ai.buquer'JLE Mahanho : ca-
p idiosa tambera (adiados e nao apoiados).
(Trocam-se ontros apartes )
O Sr. Cunha Tbixrira :Os nobres deputados
bcni veem com imania calma eu procuro Halar
d. isa questo ; nao queiram, anda una vez o d-
re" enchergar as minhas proposices alcance que
ellas nao lera, nao queiram arreda"r-me do propo-
s :o em que estou.
O Su. A. Maranhao :Requerendo a nullidade
di todo o 2 districto revela com isso capricho.
OSr. Cunha Teixeira :Eu peco a nullidede do
2" districto, senhor depulado, porque minha cons-
ciencia me diz que so poderei c.umprir bem os
meas deveres de depulado assim fazendo (apoiados);
convenca-se o nobre depulado e a casa de que se
minha conciencia, me nao dictasse o pedido que
faro de nullidade de lodo o 2" districto, nao me
apresentaria pugnando por essa idea. Admira, Sr.
pi esidenle, que me extranhem pedir a nullidade de
todo o 2" districto aquellos que em insinuaces, que
dcjxarei de classilicar, atlribuiain aos que se op-
poera eleico de Goianna o projiosiio de fazer
substituir certos candidatos por ontros.
Se eu bouvesse proposto to smente a nullidade
di collegio de Goianna, dir-se-biaque procurava
1.1 excluir Pedro e Paulo para admllir Sancho on
.Varlinho; mas como peco a nullidade de lodo o 2
districto, e lca assim fora de duvida que me nao
converlo em echo de interesses individuaes, e s-
n.ente pugno pela causa da moralidade, se rae cen-
sara, altribuindose-rae capricho.
Seja-me, pnrm, 0 que os nobres deputados qui-
lerem ; fique eu bem com a minha consciencia, e
nada mais terei a desojar.
I'assarei. Sr. presidente, apresenlagaodos fac-
tos que levaratn-me a formar o julio que emilto,
il ler havido no collegio de Goianna una fraude
e; candalosa, que nao pode deixar de ser fulminada
por todos aquelles que amara o systema conslilu-
reclamaces.)
O Sn. PiiEsinEXTE : Reclamo a
Srs. expoliadores.
O Sr. Coma Teixeira : Mas,
ante.
Pode-se pretender que ludo isso ni forme urna
prova robusta e convincente de que a eleicao fra
illegal, porm anda urna cirrumitanria veio
augmentar o valor dessas oulras e ella a se
guinte.
Publicado o resullado do collegio de Goianna,
alguns espirites mais curiosos proce. erara logo
u su. u.niia Teixeira :Dizia cu, Sr. presiden- somma de todos os votos e verificarim baver 6
te, que emquanto chegavam esta capital e eram votos de mais no resullado total,
publicados os resultados dos diversos collegios, o O Progresista, folha que niai< a Cantada an-
de Goianna conservava-se oceulto; a parle da po- dava na publiracao dos resultados da lula elel-
pu acao desta capital interessada pelos negocios toral, tez a publicarlo da eleico de Goianna
pblicos, niosirava se apprehensi va a respeilo dessa por essa forma, e posso asseverar ; casa que o
circumstancia, querendo ver nisso indicio de que aulographo, pelo qual se compoz esse esultado, era
alguma cousa de illegal se passava era Goianna. de letlra do nobre candidato, o 9r. :. secretario.
Km cada ponto da cidade, era toda parle onde se Era u nobre candidato quem remei ia para essa
ra lava de assumptos eleitoracs, se ouviam vozes folha o resullado da eleico. va.
que diziam revelar isso ama patota, e patota bem Um Su. Dei-tado : Esse engan est deca- lidade da eleico do segundo districto, sera o prl-
roriat,'ima;- tfefmitta'S8la< a Pressao) que- se do mesura nV*la. | meiro a dar voto era prol dessa eteico. B para
T ,t m ??' x > -:tRo a. Dkpitaihi:-Isso foi lerfeilamenle isso que provoco a discusso, quero licar conve-
l 10. a.n-,e muilos apaes, vivas reclamatdes.) : explicado. i nienlemente esclarecido.
aJu? ^!?'m nrfsl,den,,,> referindo urna falsi- Su. Araijo Barros : Queira 1 aplicar essa | lm oulro eleitor, o Sr. Manoel Joaquim Cesar,
vam iMLS2T5 5 qUl3 nC5S1 ep,C;, S ach:l' TtV "'u rt'sl,eit0- ,am,,t'"' ni0 comparecen ao collegio, o que se v
uSL k-; 1 i e :e,occul)avam i"* negocios pu-, Sr. Ci;nha Teixeira : Digo eu que o Pro- do tesiemuiiho por elle dado na cana que apre-
meos fundados ou infundados entao, correram es- gressista, recebendo aulographos dado- pelo nobre sent.
M fwaios, que fados posteriores se enrarregaram depulado, referindo o resullado da el. ico de G01-' (L.)
demostrar nao serem infundados. auna publicou esse resultado rom un aerrescimo! (l*Sr. Manoel Dias da Costa, achava-se no leito
""I6"0;: presidente, na terra-feira 17 de de t votos. As oulras folhas diarias lambeni pu- Ida dr o nao pod comparecer ao collegio, como
;is mihas dianas publicavam o resultado blicaram o mesmo resultado, com esse aceres- tambera se v da caria por elle respondida.
Nazareth e outros lu- cimo. rt^j
m Sn. epctado : E quem tirn a prova do \ Tambem nao compareceu o eleitor Machado, que
e o sr. Mrginio Vellozo Freir. Mostrando o aecusado visivei* symptomas de
his a resposla dada pelo Sr. Dr. Domingues a 'alieiiaeo mental, requereu o Dr. promotor publi-
co ao presidente do tribunal que se proeedesse
exame de sanidade no paciente.
urna caria que Ihe tei dirigida a tal respeito. (L.)
O que lo clara e expressamenle assegura o Sr.
Dr. Francisco Domingues nesta caria que acabo de
ler, corroborado pelos termos que existem no
respectivo felo, assignados pelo Sr. Vellozo Frui-
r. E se o senhor escrivo dos teitos da fazenda
livesse sido mais diligente eu ooderia apraseatar
ja una certido passada em vista dos autos. O no-
bre candidato por Goianna (o Sr. Dr. Nabor,) que,
quando alguem taino cariono ver essa certido, ahi
se arheva, talvez nos possa dizer alguma cousa a
respeilo dessa demora na prestaeao da cerlidio pe-
dida.
Su. N'ABon :E o que lem isso ?
(Trocam-se muilos apartes.)
O Sr. Cipha Teixeiiia :Ja disse ao nobre can-
didalo ea casa que nao me acho dominado p>K pre-
vences desfavoraveis a eleico de Goianna; por
lano nao se enfade tanto, e tenha certeza de que
se distruir as duvidas que tenho era volar pela va
das eleices de Pao d'Alho,
gares: entretanto que o do collegio de Goianna nao
era anda conhecido !
No dia 18 chegou o resultado do collegio do Li-
moeiro.
natographo?
Oitiio Su. Deittado : Isso men:ionou-se na
acta.
(Trocam-se outros apartes.)
0 Sn. Cuma Teixkiiia : A que \m a alie
1".m Su. Dei'ltado : Chegon no mesmo dia da
eleicao.
O Sr. Cumia Teixeira : Tanto menor para cao da prova,quando ja eu disse que o Progrmuta
mi,n: "'"J !r chegado no dia 18, porque smente fez a publicado de aecordo com o aulographo,
no da 1. foi que vi publicado esse resullado. I que deu o nobre candidato que me no contestn;
fcmquanlo. pois, ja era do dominio publico o re-' quando tambera corto que esse res litado publi-
suilado da eleico de Limoeiro, ainda nada se sa- cado pelas folhas diarias combina -ora a acia,
bia de Ooianii3, porque o seu resultado eslava sob como ella eslava ?
caR*- Verdade que raencionou-se 110 li< ro das acias
aomenie na sexla-feira 21 foi que os jomaes fl- esse accrescirao. mas em um post .niptiim.
wram exlingoir-se a anciedade geral, com que se I'm Sr. Deittaoo : Post scriftw J
esperava a publica^o desse resullado. O Sn. Comu TUXCOU : Sim, sl( scriptum,
O su. Araujo Barros :Nao se segu queso foi urna deelaracao escripia depois de acabada a
chegasse na quinta-feira. acta e de estar ja assignada pela mesa e alguns
O Su. i.isiia TEixEinA : Sr. presidente, ha e eleilores. Foi um addilamenlo, ou cono o quize-
pens que haver sempre todo o einpanho era fa- rem considerar os nobres deputados. O Diarm eb
ler publico o resultado das eleices dos dlfferentos Penuimtmco e o Jornal do Hecife lizeriin igual pu-
lugares, e como que o espirito de emulaco dorai- blicaco do Progretsista.
na nessas quadras de lulas eleitoraes todas as em- m Sr. Depotam : A cerca do eleico de Se-
pretal jornalisticas. Cada um dos candidatos que rinhaem o jornal publicou a volaco com alguns
vo sorrir Ihe a victoria, se moslra pressuroso era erros.
iransrailtir as redacQes de jornacs o resullado de
sua eleico. E' por isso que no segundo dia, 17,
ja a imprensa desta capital havia tonudo conheci-
do o resullado das eleices em Pao d'Alho. Naza-
reth, etc. etc., ao passo que, como disse, o de Goi-
niiia anda o nao era ;e nao o era, Sr. presiden!
O Su. Comu Teixeiiia : Masesseserros.aque
alinde o nobre depulado, nao tiuliam anta impor-
tancia, nem esttvam mencionados na: actas.
Un Su Depotado : E nao podi ter havido
erro na composica I
O Su. CiNHA Teixkiiia : Os nobr'S deputados
que o nao devia ser, porque Goianna se conservava nao teeni estadado est 1 qoestio couvi nientemente.
de espreita, para depois de conhecer o resultado Se essa circuinsiaocia est exarada nusmo na acta
dos outros collegios do 2* districto, fazer inclinar a da eleico, como pretenden! attrbuiresse augmeute
batanea eleitoral para o lado que mais conviesse. de C votos a erro de imprensa '
(O orador interrompido por grands numero de A'vista desse accrescimo todos
ite, por
apartes, reina grande susurro na sala e galeras.
Sr. presidente, eslou usando de 11111 direilo ; fal-
lo com a liberdade que as leis me outorgam, falte
escudado na razo, empregamln a lgica. Pdera
os nobres deputados comlialer-ine no terreno da
discussio. Assim podero taires convencer-me,
mas nao com apartes da naltireza dos que va o em-
pregando, nao interrompendo-me constantemente,
como o leem teito.
_... que bem compre-
hendiam a razo de ser desse faci attnbuiram-
no ao desaso com que se pratieou a fama I
O Su. Aiiaijo Barros : Escanda o notavel!
O Su. (amia Tkixkiha:Escndalo notavel foi
com elfeito esse que ah se den, e s< cu podesse
patento.tr o intimo da consciencia Je quera nao
considera isto como escndalo notavel, talvez con-
seguisse apresentar a conlisso mais esplendida de
que estou dizendo puras verdades.
(Trocam-se muilos apartes; o oradir inlerrora
Dizia eu, Sr. presidente, que ...do isso indicava u^'r""'x "'"'""' 'P*rteS;
Sl0i2!22i d (i0'?n"-a ach:iVa 'lt ^fniU s- ClB* hnnu :-Ja vejo, Sr. presidente,
'', .?, J'f 7''H'f neS'e ?U .na,iU,!l "'"" 'I"1-' BllMO discutir, e enlo ou V. Exc me fa-
didato, depois do conhecido o resultado dos domis v,.rece rom a aivn r.
collegios.
E de feilo, Sr. presidente, outro juizo se nao po-
da razoavelmenle formar, ltenlas as graves ap-
prenensoet que todos nutriam respeilo do colle-
gio de Goianna. E que razo tinha o collegio de
Goianna para nao transmiltir ao publico esse resul-
lado i Smente a que fica indicada
Mas ahi nao est ludo. O resultado da eleico
de Coianna maravilhou a todos quanlos teem 00-
iiheciiiientos do modo porque correm os negocios
eleitoraes entre nos. Vio-se com e-panto e indigna-
co justa, que candidatos considerados fra de com-
bate pela insignificancia de volos que haviam ob-
lido em lodos os oulros collegios, recebiam em
Goianna volaco brilbanle, quasi unnime, e por
ella conseguiam salvar-se ; e ao contrario, candi-
dalos raui bem volados em todos os de mais colle-
gios, e cujas candidaturas eram juigadas a abrigo
de toda a derrota, (carera prejudicados com o raa-
ravilhoso resultado do collegio de Goianna I
Me parece, Sr. presidente, que nao houve em
toda a provincia de Pernambuco um s collegio
onde, guardada a devida proporco, se apresentas-
sein volando quasi todos os eleilores com a peque-
a differenca que se nota no de Goianna.
Nesta capital e em outros collegios onde o espi-
rito publico muilo se prcorrupa cora taes lutas, on-
de os ineios de conduelo sao innegavelmante mais
facis, se nao observou lo assombroso concurso de
eieitores. Sobre 154 eleilores, de que se compe
o collegio de Goianna, se deu como tendo compa-
recido 151 I
Um Sr. Depltado : 154 compareceram no dia
8 para a eleico de deputados geraes.
O Sr. Comu Teixeira : Foi o que -se disse;
mas nao sei se foi o que acontecen.
tonca com a accao que a lei Ihe confere, ou
senlar-me-hei, mas sentar-mehei dileudo, que
me abafaram a voz, que me nao deixaram fallar,
interrompendo-me a cada passo.
Um Sa. Deutado : Os apartes sao perniitti-
dos.
O Sn. Comu Teixeira : Sim, sao mas pre-
ciso deixar que cada um exprima wu pensa-
inenlo.
O Sa, Aiiaijo Baiiuos :Apoiado.
O Su. Cumia Tkixkiha .Admira que havendo
nesta casa urna maioria, que diz ler |ior si a razo,
esteja por essa forma abafando minha fraca voz,
O Su. Aiiaijo Baiiuos : Ninguem |uer abafar a
sua voz; e eu gusto inulto de ouvi-to
O Su. Cumia Teixeira Nao baslava tudo isso,
Sr. presidente, para patenlear a frauue de Goian-
na ; anda sera circumsiancia interessanie veio
concorrer para o mesmo m.
Condecido o accrescimo dos seis volos se man-
dou fazer um addilamenlo, post scri tnm, declara-
cao, ou o quer que valha, nessa acta, e enlo se de-
clarou que eficclivainentc se dera o engao de seis
votos, que foi logo corregido. Mas | notavel, Sr.
presidente, que bmdo-ae dado pelo ei gano na mes-
ma occasio, como diz a acia, houvesse sido tran-
millido para as folhas diarias o resoltado dessa
eleico, tal como o dra a acta entes dessa deela-
racao.
0 Sn. Aiiaijo B.\nnos :E' ura erigraa exlraor-
dmario ; um sphinge 1
(Trocam-se oulros apartes.
O Su. Cunha Teixeira :Lavrou-so tai declara-
cao do engao havid, dizeido-se, i ue rivera isso
lugar era acto continuad*; mas chaiH a atienco
da casa para a circurastancia de oslar lavrada es-
0 atiesta porsuavez, na caria qoe tambemeffereco
a coiisideracao desta casa.
(L.)
1 m Su. I>i:i-i TAii.i: -Nao sei como se arrancn
isto.
O Su. Comu Teixkiiia :Chamo a atlencao da
casa para urna circumstancia e que, em quanlo
os autores da (arca de Goianna aftlnnam que esses
eleilores estiveram presentes e votaram. e elles o
contestan!, nao apresentam os primeiros a a-signa-
tura dos referidos eieitores em neuliuma das
acias.
Sinto, Sr. presidente, que nao eslea aqni presen-
te o Sr. Dr. Jos Ignacio de Andrade Luna, candi-
dato por esse mesiiio districto, de cuja eleico nos
oceupamos, para nos prestar alguin esclarecimento
em relacao a um oulro documento, que vou apre-
sentar, em lesiemnnho do que tenho dilo.
Quero referir-me a um documento do piuiho de
um hornera considerado, que nos deve merecer
lodo conceilo, de um hornera incapaz de immorali-
dades. Fallo do Sr. Jos Luil l'ereira Palma, ca-
rcter dislinclo da comarca de Goianna, e que
assevera que a eleico de Goianna foi una larca
immoral.
Um Sr. Dkpltaoo : -Pessoa muito interessada
na eleico a favor de um candidato.
O Sn. Comu Tunta:Chamo a attenco da
casa para esse documento, publicado em um jornal,
e nao contestado al hoje.
O Su. AhauoBarros: Eu nunca li, tudo isto
urna sorpreza para inim.
i) Su Cunha Tuxnou :Pens que esse senhor
bem conhecido como mui honesto. (Muilos
apoiados.)
O Sr.Araijo Barros :Como todos os que assig-
naram a acia.
O Su. I a.ma Teixeira ("jimeca a lr a publi-
carlo, que se fez no Liberal, do que escreveo o Sr.
Jos Luiz l'ereira Palma, c aeoiupanlia a leitura de
algiimas observacoes, no que. inlerrouipido com
muilos aliarles, pelo que, suspendendo a leitura da
publieac/m, diz:
Se nao querem que lea esta peca, porque os in-
commoda, digam, porque ento relirar-me-hei.
O Sr. Costa Hiiikiiio k oitiios :Continuo que
vai bera. A verdade est apparecendo, e vai cau-
sando incommodos. (Apoiados.)
0 Sn, Comu Teixeira :Nunca tive assenlo em
parlamento, mas nao posso deixar de considerar
como inadmissivel e reprovado este-procedimen-
lo. Querem abafar-me voz, sem duvida porque
estou dizendo verdades, que ho de callar, se nao
no espirito da maioria desta casa, na opinio pu-
blica.
(Apoiados no recinto da assembla. e numerosos
as galeras.)
O Su. I'iiksii.kntk reclama a attenco.
O Su. Cimiv Teixkiiu :Anda nao pude cnegar
ao m do minha argumentarlo, vejo que nao
querem deixar-nie continuar para que nao continu
a profligar esses desmandos. (Numerosos apoiados
das galeiras.)
O Su. I'uksidk.nte :Se as galeras nao guardara
silencio eu usada attribuicao que a lei me confere,
e suspendo a sessio.
0 Su. Comu Tkjxkira :Se o que digo falso,
ser por ventura dillicil destruir a falsidade 1 Nao ;
esforcera-se, pois, era mostrar met erro nesse ne-
gocio, e ronvenrendo-me nao duvidarei. dar met
voto a essa eleico. Nunca fui Goianna; nao
tenho interesses ahi, nao advogo aqu a causa de
ningueui.e se aos nobres deputados licito sustentar
a veneidiadu da eleico de Goianna,a mira tambera
o duvidar da vracidade do semel.h.uile re-
sultado. (Apoiados.) Venha a discusso (apartes).
porque pugno aqu smente por amor da morali-
dade; convencain-me, mas nao rae suffoquein. (Ap-
puUSOS das galeras.)
OSr. Presidente : Se o orador tornar ser
interrompido, levanto a sesso.
O Sr. Socto Lim\ :(pela ordem) Sr. presideate,
o arl. 133 do regiment '/-"m sido esudalosamea.-
Noineados os Drs. Ignacio da Irooaeca etiuslavo
Baldaino para procederem ao exame requerido,
verilicaram estes depois das convenientes indaga-
coes que o latiente eslava realmente demente, co-
mo o denunciavam a falla absoluta tte memoria, e
odiar desvairado, a desharmona das fete>3es, a fal-
la de correspondencia entre as palavras e as ideas,
e oulros varios symptomas que foram Metidamente
descripios no auto respectivo. Veritfcaramem ge-
ral a demencia, que qualiliearam como estado mo-
nomaniaco, devido ao uso frequente de bebidas
alcoolicas, nao podendo porm determinar se a
monomana fra a causa que o delerraiora com-
ui'-tt>'r a n'raccao.
O jury, como juiz de fado, reconheeeu que o reo
proceder em estado de alienacao, o por este modo-
deu fundamento absolvco do aecusado, que fez-
acto de patulle e inequvoca justiea.
E' realmente para deplorar que se fteesse suget-
tar processo um verdadeiro monomaniaco, cu-
jos padeciraentos ter-se-ho sem duvida aggravado
cora a eonservaeie era priso. Entretanto, segun-
do adoulrma de nossa legislacao, a autoridade
processanle fez o seu dever.
Eutrou ante honlem era julgamento peranto
o jury o importante processo em que reo Amo-
nio Jos Alpieri, aecusado de baver assassioado no
dia 1 de marco de 1862 ao subdito portuguez Luiz
de Souza e Silva ra eslreita do Rosario.
A defcza da causa foi produzid peto- Dr. Tei-
xeira (Joo) queem qualidade do advogado acom-
panhra o processo de-de a sua instauraco.
Altribmndo a pratica do crme legitima deteza,
fundada era motivo de honra da familia do delin-
quente, o tribunal, que anteriormente absolver o
aecusado por 7 volos, de novo o- absolveu por t>
contra 6 votos.
O Dr. promotor publico, pedindn e obtendo a pa-
lavra, declarou appellar da sentenca para o supo-
ner tribunal da relacao, e rcquermfque se tomasse
por temo a appellaco :o que-foi deferido.
O conselho de sentenca s eompuzera dos se-
grales senhores juizes d'e facto :
Dr. Antonio Joaquim Ayres do Nascimento.
Dr. Jaeiniho Pereira do llego.
Dr. Constantino Bodngues dos Santos.
Dr. Candido Martins do Almekhi.
Manoel Joaquim Ferreira EsteA-es.
Pedro Alexandrino de Barros C. de Lacerda.
Antonio Luciano de Moraes Mesquita Pimentel.
Cosme Jos dos Santos Callado.
Francisco da Silva llego.
Vicente Alvos da Porciuncula.
Domiagos Antones Villaea.
Jos Altenso dos Santos Bastos.
Levantou-se a sesso s lO'/z horas da noite.
Hontem pelas 10 l|2 horas da manhaa Lotrren>-
co Carlos Eckht suicidou se com um tiro de pistola
na fonte direila, que licou toda estrangulada. O
infeliz era amasiado com a parda Florentina Ja-
cinlha Simes da Silva, a qual eslava residiodoem
ra de S. Goncalo, onde teve lugar o suicidio.
Consta qoe o infeliz havia anteriormente tentado
contra sua existencia, sendo a isso levado por mo-
tivos de desirranjos conunerciaes. Era elle mora-
dor na ra da Cruz do Hecife, onde exercia a pro-
lisso de relojoeiro ; tendo ido casa de Florenti-
na, all almocara sem demonstrar a sua sinistra
intenco. Foram encontrados na algibeira do pa-
liiot urna chave de porta, o as da da calca tres
chaves e nenhum oulro objecto alm de urna cai-
xinha com espoletas, iguaes a que servir no ins-
trumento da morle.
Tova hontem lugar a procisso do.Senhor
Bom Jess dos Passos, cuja imagem foi transferida
do ('.armo para o Corno Santo, com a pompa pro-
cesional que soe sempre acompaohai a esse acto,
de religiosr. devoco.
O prestito era immenso e lur.ido. composlo de.
pessoas gradas da nossa sociodade, alm de gran-
de numero de individuos do funceionalismo.
As honras militares foram feii.is por urna divi-
so da guanta nacional e de lm ha
A' noite grande numero de familias percorreram.
as roas era visita aos passos eregidos em varias lo-
calidades.
En audiencia de honlem do- Sr. Dr. Horno-
genes Scrates Tavares de Vasconcellos, juiz mu-
nicipal da primeira vara criminal, foram entregues
ao escrivo Sa ra va os autos do. processo de erne
de calumnia, intentado pelo. Sr. Thomax Dias- Sou-
to contra o Sr. Pedro Alexandrino de Barros Ca-
valeanti de Lcenla, cora odespacho de conderaaa-
co deste senhora qnatro meses de priso. e- multa
correspondente a melado do lempo, grao, medio do
arl, 2'I2 combinado com os aris. 230 e 233 do eod.
penal.
A missa que o Rvm. Sr. conego. Ananias de-
via celebr.ir hoje na igrejado llosariode S. Antonio,
que nao pode ter tratar por se ar-bar essa igreja
em obras, ter lugar na igreja de Santa Rila, e no
domingo prximo, 13 do corrente, celebrar o mes-
mo Itvm. Sr. na igreja do Livraioento.
Refartujao da polica.
Extracto das partes dos dias 11 de marco de
1864.
Foram rebolludos oasa de detencao no dia 10 do
corrale
A' ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica, Ma-
noel Fran-isco do Oliveira Cruangi, semi-branco,
pronunciado em crime de morte, viudo do Umoei-
ra; Ignacio Alvos Borges, branco, os pardos Ma-
aool. Franriseo do Salles, Jos Rodrigos da Silva,
para recruta, Francisco Jos de Paula, como de-
sertor, Jos Francisco de Vallo, o Agrepino Lean-
dro dos .Santo*, ambos sem deelaracao do motivo.
s


Diario de rernaatbneo v.ll>n V^-X y***
**k
V* ^
N

.>
A' Wttem do Dr. delegado da capital. Antonio
Das (! Souza, senu-branco, Francisco Acacio Sil-
vestre, i^rdo, amlio- indiciados eoi crime d: offen-
sas pliyskas graves.
A1 ordem do subdelegado do Recite, Miguel Ar-
chamo Monteiro, pardo, para averlguacocs poli-
daos.
A' ortfem do de Santo Antonio, Ignacio, pardo,
cscravo de Mara da Anouociacao Cavalcanti, a re-
inierimento testa.
A' ordenido de S. Jos, Pedro Celestino llezerra,
pardo, por disturbios.
A' ortlem do da Magdalena, VMismina, parda,
escrava de Mauoel Jess Jordo Caldcira, por
furto.
chele da 2.* seccao.
J. (r. de Mtsquita.
Movimento da casa de detencSo no d 10 de
marco de 1861.
Existala...... 3"2 presos
Entrarain..... i:i >
Salaran)...... t '*
A sabr: Nacienaes.... Estrangeims. Mulberos..... 1/ a IM 32 ti
Estrangeiras.. Escrava;..... l 60 6
371
Alimeutados a cusa dos cofres provinciaes. 130
Movimento da enfermada no dia 11 d mareo
delfiot.
Te ve baixa:
Manoel Joaquim de Farias, pressao de ventre.
Teve alta:
Jos Pereira de Souia.
Ohiti'viiio DO UIA 9 DH M.UlC.n, NO CIUIITBBIO
muco.
Abigahil, Pernambucu, 12 niezes, escrave, Santo
Antonio, deatfcao.
Framelina Pernambnco, 7 annos, Rccil, febre
perniciosa.
Idalina. Pernambucu, 7 annos, Santo Antonio, febre
perniciosa.
Bernardo, Pernambuco, 6 boras, Boa-Vista, es-
pasmo.
Dia iO.
Mara do Rosario, Pernambuco, 1 hora, Boa-Vista,
espasmo.
Mara da Conceic,o, frica, W annos, soltc ra, Boa-
Vista, hydropericardite.
Romode oiorim, frica, 50 annos. solteiio, Boa-
Vista, pneumona.
Marr. Julia de Araujo Aguiar, Pernambucc, 22 an-
nos, sollcira, Santo Antonio, hypertroplii;..
Clara. Pernambuco, 6 mezes, S. Jos, ulampiclura
pendura.
Sofa, Pernambuco, 1 anno eineio. escra'a, Boa-
Vista, hopalilr.
Loureaco, Pernambuco, 75 anuos, solteiro, escra-
vii. Sanio Antonio, hydropericardite.
Maria Benedila, frica, 70 annos, viuva, Uoa-Vis-
ta, dores rheumaticas.
Clandino, Pernambuco, 10 annos, eseravo, Boa-
Vista, anemia.
Dia 11.
Francisca, escrava, Pernambuco, 48 horas, Boa-
Vista, hemorrliagia.
Migurl, Pernambuco, 3 annos, Boa-Vista, bexi-
gas.
Jeronyma Tkereza de Jess, Pernambuco 80 an-
nos, viuva, Roa-Vista, peritonite.
Antonio das Chagas Ramas, Pernambuco 40 an-
uos, casado, Boa-Vista, hypertrophia.
CHKOMCA JIDICIARA.
TAIIIIVAL l< JIRY
SESSAO EM 7 DE MARCO DE 18*>4.
PRESIDENCIA l>o SR. DR.JoJiO ANTONIO DB AIIAI JO
HIEITAS HK.MIK.lUBS MU l)K DIMITO
DA 2" VAHA CIUMI.NAL.
PRESIDENCIA BO SR. JOAO ANTO.NIO 0E AltAUJO KREITAS
untoun.
Promotor publico o Sr. Dr. Fi ancuco Leoptldmo de
Gusmao Lobo.
Escrivao Joaquim Francisco de Paula Eleves
Clemente.
Advogado o Sr. Dr. Americo Nato le Me idnea.
A's lo horas da mauli.ia, feta el amada,
achara-so presente- ii senhores jurados.
Forara dispon-a los da sessao, por mot vos de
molestia os senhores:
Dr. Podro gamellas Pessoa,
Jos (iomes dos Santos Pereira Bastos.
Foram multados em 20l>j cada un dos senlio-
res multados nos das anteriores, e tambeiu os se
nhores seguintes :
ilenurdino de Sena da Silva Guimaraes.
Dr. E Juri) Augusto do Oliveira.
O Sr. Dr. juiz do direito declarou aberta a SeS-
sSo.
Entra em julgamento o ro Lucas Anlonic Evan-
gelista, acensado |or have vendi io em sen acou-
gue una vacca pcrlencente a D. Adriana de tal,
moradora na i los Mogados.
Precedeido-.se ao sorteio do jury da semenea fo-
ram recusados fela defeza os senhores. seguintes:
Marcelino fos Lopes.
Jos Cavalcanti de Albuquerque.
Cattiiio Qiiiattio Galhardo.
Arenlo Ignacio do Reg McJeiros.
Jos Cunegtindes da Silva.
Dr. Jleruiillo Duperroii.
Dr. Auiuuio Rangel de Torres Bandeira.
Pedro Alexaudrino de Barro i C. de l.aeerd..
Idayiim Juvencio da Silva.
Pela preuwtoria foram recusados os senliores
seguintes:
Manoel Cardoso Ayres.
Cosme Jo- los Santos Callado.
Joaqun) Francisco de Albuijuerque Santiago.
O jury da lepieoca eompoz-se dos senhores se-
guintes:
Alfonso do Reg Barros.
Bernardo Carneiro^Monteiro Ja Silva Santo:..
Dr. (. d.luino de Moura Cmara.
Dr. Antonio Joaquim Ayres do Nasciuieuto.
Dr. Jaeiatho Pereira do Reg.
Dr. Cicero Alvarai dos Santos.
Candido de Suuza Miranda ( mito.
Manoel Joaquim Ferreira Eslevi -.
Antonio Luciano de Moraes de Mosquita Pimentel.
\ Touso dos Santos Bastos.
Florencio Domingo da Silva.
UAntonio Rudngues de Alenla.
E prestaran) o jiiranienlo dos Sanios Evanielhos.
Fui o reo interrogado, o proeedeu-se a leiiura do
processo.
O Sr. promotor pedio a conJemnaeao do reo no
grao medio doart. io8 s I" d > c .digo criminal.
Sr. advocado deduzudo a defeza. pedio a ab-
olvieao do rea
Fuidos u8 d 'bates e pivenelii las lo las as solem-
nida o Sr. Dr. juu de direito pro|>oz os
seguintes qnesitos :
Io O reo Leas Antonio Evangelista, em um dos
prii do mez de Janeiro ultimo, expozi
venda, e efleclivainente vendeu a diversos oin sen
aeougue na Varza, romo se l'osse propria, carne
de urna vaeca, aae baria sido subtranida a \dria-
na de tal 1
" Existem circunstancias attenuaates cni favo
Recolhido o jury de entonga a sala secr -ta das
eonerencias a 1 hora da tarde volteo as 2 >,
jesjwndendo aos quesitos pela maueiia seguinte :
Ao 1nao, por 10 votos.
Deixou de responder ao3*4)0r fiear prejuilicado
Lidas as respewas pelo presidente do jury de
eentenca o Sr. Dr. Antonio Joaquim Ayres da -Vas-
cimento, o Sr. Dr. juiz de direko declarou que ap-
sellava da .1 ctsSo do jury para o tribunal da re-
lacuo, e iiublicou a sua seatenci absolvcnde o reo
i ron.Mimando a moiiicipalidadi! as costas.
O Sr. Dr. juiz de direito ordenou na tnesma sen-
teaj* que se extrahisse i pia do interrogatorio do
reo aerante o jury, aflm de que, presente io Sr.
Dr. promotoi puldieo.se possa veriear ^esa>euc-
t js e t.-i-dadenos os excessos e abusos attribuidos
pelo rea ao subdelegado do Peres, no exercicio de
sua- fi.ii. ;
Sr. Dr. juiz de Jireito levantou a sessio, ad-
ulando a para o dia seguinte as 10 aeras lama-
slla.
Foram multados cm 203000 cada um dos Srs'
Buhados nos dias aiiterioies, e lambem os senlio-
res ;
Joa'iuiiii Fraucisco Albuqucrque Santiago.
Bernardino de Sena da Silva Guimaraes.
Dr. ManoeJ da t'osta Honorato.
LuizAntonio Rodrigues de Almeida.
O Sr. Dr. juiz de direito declarou abcrla a ses-
sao
Compareceu o Sr. Dr. Manoel Gentil da Costa
Alves juiz municipal snpplente em exercicio da 2'
1 vara, e apresentou preparados para screm julga-
dos os proeessts seguintes :
. Autora a juslca.
Reo preso, Joao, eseravo, dos herdeiros de Joa-
quim Antonio dos Santos, pronunciado em 11 de
julho de 1861, como ineurso no art. 1" da le de
10 de juuho de 1835.
Autora ajustica. .
Reo proo, Autonio Jos Alpieri, pronunciado em
2i de abril de 1862, no art. 193 do cdigo crimi-
nal.
Autora ajuslifa.
Reo preso, Pedro da Rocha Filgueiras. pronun-
ciado em 9 de marco de 1863, no art. 2bi, 4 d0
] cdigo criminal.
Autora a justica.
Roo preso, Firmino Jos dos Santos, pronuncia-
do em 22 de abril de 1863, nos Uta 193 e 20o do
cdigo criminal.
Autora a justica.
Reo preso Victorino da Costa, pronunciado em 3
de novembro de 1863, no art. 201 do cdigo cn-
Itlcebidos os proeessos pelo Sr. Dr. juiz de di-
reito, ordenou depois da respectiva chamada que
os mismos proeessos Ihe fossem conclusos.
Entra em julgamenlo o reo Joao, eseravo dos
herdeiros de Joaquim Antonio dos Santos, aecu-a-
do por erime de homicidio, perpetrado na pessoa
de seusenhor dito Joaquim Antonio dos Santos.
0 Sr. Dr. juiz de direito nomeoit o Sr. Dr. Amc-
rico .\ello d Mendonea curador do reo, prestando
u dmmm Sr. o jurame'nlo dos Santos Evongelhos.
Procedendo-se ao sorteio do jury de sentenca fo-
ram recusados pela defeza os senhores:
Marcelino Jos Lopes.
Dr. Constantino Itodi igues dos Sautos.
.Manoel Cardoso Ayres.
Dr. Joaquim Joide Campos.
Dr. Antonio Joaquim Ayres do Nascimento.
Pela promotora foram recusados os senhores se-
guintes :
Cosme Jos dos Santos Callado.
Rulino Antonio de Mello.
O jury de sentenca, cju composto dos senhores
seguintes :
Jos dos Santos Neves Jnior.
Antonio Pires Ferreira.
Antonio Camello Pessoa de Lacerda.
Alfonso do Reg Barros.
Ir. MerinilloDuperrun.
Pedro Alexandnno de Barros C. de Lacerda.
Florencio Domingues da Silva.
Dr. Cicero Alvares dos Santos.
Capitao Antonio Jos de Souza Cousseiro.
Bernardo Carneiro Monteiro da Silva Santos.
Jos Cavalcanti deAlbuquerque.
Dr. Candido Marlins de Almeida.
E prestaran! o juramento dos Santos Evangelhos.
Foi o reo interrogado c procedeu-se a leitura do
processo.
O Sr. promotor pedio que o reo fosse condemna-
do apena de morte, visto estar iucurso no art. 1*
da lei de 10 de junho de 1835.
O Sr. advogado, deduzmdo a defeza, pedio a ab-
solvi do reo.
Fiudos os debates e preenchidas as solemnidades
da lei, o Sr. Dr. juiz de direito propoz os quesitos
seguintes :
1 reo Joao, cabra, tendo embarcado em urna
jangada, no dia 28 de fevereiro de 1855, em com-
panhia de Joaquim Antonio dos Santos para urna
pescara no alto mar, ali matou ao referido Joaquim
Antonio dos Santos ?
* O roo qoando perpetrou a sobredita morte
era eseravo do mencionado individuo?
Recolhido o ;ury de sentenca sala secreta das
conferencias as 4 horas da tarde vo|tou as 4 Vi,
ruspondendo ao* quesitos pela maneira seguinte .
Ao Ionao, por 8 votos.
Deixou de responder o 2* por tirar prejudicado.
I.idas as respostas pelo presidente do jury de sen-
tenca, o Sr. Dr. Candido Marlins de Almeida, o Sr.
Dr. juiz de direito publicou sua sentenca, absol-
verlo o reo e condemuando a municipalnlade as
cusas.
0 Sr. Dr. promotor, obtendo a palavra disse que
appellava da decisao do jury para o tribunal da
relai;ao, e requerendo que se tomasse por termo a
appellacao, assim foi deferido.
O Sr. Dr. juiz de direito levantou a sessao, ad-
diandoa para o dia seguinte as 10 horas da ma-
nhaa.
COMMNICiBOS.
SESSO EM 8 HE MARCO DE 1884.
PRESIIIKNCIA UO SI!, lili. JOAO ANTONIO DEAIAIJO
niEiTA< HKNiuycE?, ji;iz db ninlTO
UA 2' VAHA CaUlINAL
Promotor publico o Sr. Di: Prancitco bopotdino
de Gwiiiio 1/no.
Escrivao Joaqun Francisco de Paula Eslavos
Clemente.
Advogado o Sr. Dr. Americo -Vello d.! Mendonea.
Al |n h i.,si|.i manha, feia chaiada, acham-
ee presentes \K seanore jurados.
Foram dispensad.- da leiiie i bem d .ervlco
publico os senhores i
Consellieiro Dr. Lourenco Trigo de Loureiro.
Dr. Paulo Jos de Oliveifa.
Clnica medien cirurglca do Dr.
Cosme de W l'erclra, na capi-
tal da provincia de Pernam-
buco.
Cataratas lenticulares molles c maduras em am-
bos os oaos ; operacao por extraceao praticada
pelo Dr. S Pereira, resultado feliz.
obseuvacao le IC9 DO anno i'.vssado.
ContiniHtaiu do Diario n. i7.
A Exma. Sra. Maria Jos de Mello Albo, juei -
que consultoiinos em 7 de maio do anno passado,
sobre seos padecimentos de cilios. Anteriormente
a ista cousulia o mesmo havia ja feilo ao Sr. eirur-
giao Silva. E' a bondade deste nosso collega que
tive a satlsflcSo de cuidar desta doeote.
Infonnou ella que lia tros anuos comeera asen-
tir a vista embae ida no ollio esquerdo ; embaca-
mento este que augmentava de dia em dia, a ponto
de no principio do anno de l^oi j nada poda ver
por elle.
Desde essa poca, comecou a seulir o mesmo in-
commodo uoollio direito, e em poucos niezes ticou
completamente rega.
Antes porin de ebegar a este lamentavel estado,
pen-ando i|iie ten mal fosse devido a frai|ueza do
ttsta 9a a vista eaiie.ula. ltenlo os grandes traba-
Ih.is de igulha a que se havia entregado, natava
eeus olhos cun lavageot de violto aromtico : e
di'-euiianada de que por este meio nenhuin provei-
to tirava, tratou le empregar varios outros reme-
dios, que tambera nennuiaa vautagem Ihe trouxe-
ram pois que cada vez ia a peior de sua vista. In-
fonnou mais mitras cousas, quaudo era interroga-
da uifoniucoes ijuc serviain someiite para fazer
u.ii joizo seguro de sua organisaeao, das oausas
que Ihe podiam ter causado este e outros iucom-
uioJos ; ajt mi lito covuilia sabor para tomar
determinadas cutelas.
OBSiUVAI;au I'IIKSB.NCIAU
Palpebras grossas, ou gordas ; olhos pequeo*,
dureza normal corneas tiansiiarentes 5 caourai
anterior e posterior claras, estas mu pequeas,
crWaluo braoco cor de leile, e marchetado. A
doeote -ente fcilmente todas as phosphenas e re-
couhece a luz de ama vela posta a alguuia distan-
cia dalla, e em <|uarto fechado.
Nao achacada de dores de caneca. Nada sen-
t no eoraciio e nopeito ; sulfre ligeira e rUronica-
ni ate' dos enlestiuos, etc. Em ludo mais bem
regulada.
Ba face deste examo diagnostiquei que a senho-
ra doente sotfria decataratas lenticulares molles,
sem couiplicaeao altuina ; c por esse motivo Ihe
propuz urna opeitaeio para hvra-ia de sua eeguei.
ra ; e respondendo-me a doenle quu eslava dis-
posla a eojeilar-M a ludo para ver-se livre de seu
mal, mareamos o jdia i! do mesmo mez, para
fi/.ei mus este, traba I lio, e neste sentido foram
convidados os Srs. Dr. Francisco Goncalves de
Moraes e o cirureiiw Francisco Jos da Silva;
e estando todos reunidos no dia e hora mareado,
nao obstante a inuita chuva, proced a extraceao
de ambas as cataratas na mesma sossio ; o que foi
MOentado em um qoarso de hora sem accidente
algom -. somenle a catarata do olho direito por ser
mais nova e mais moUe, isabindo. deixou dentro do
olho sua carnada cortical, que nao me foi possivel
tirar pela indocilidade da doenle.
indagada na mesina occasiao diante dos collegas
ipialo estado da vista ia doente, responder que,
pelo olho esipierdo pedia contar distinctamenteos
dedirf da niinlia inao, e que pelo olho direito s via
um azHzao ()
() Qur no ahaixamento, qnr na extraceao das
cataratas acontece multas vetes iuforuiarem os
doentes operados que s vem um azulan; isla
um born signa), (oralmente se attribue et-ta cor
azul a|impressao daluz ciniim olho ha j longos an-
uos habituado a s ver a e-( urido : me parece
ser errnea esta iutwvrelaca>; eu atlribuo a sen-
saeo deste fundo azul visto pelo doente depois de
operado a refracfio da Iiaz passando pela carnada
corfica) inoije da cmarata qu*' lica as cmaras do
olho.
Terminada a oawafao a doente foi pensada le-
vada para o sen qoarto ; ueste dia a larde neuhu-
nia uovidade appareeeu.
20 pela manha. -O mesmo estado, ligeiras pi-
cadas no interior do olho, correm bastantes lagri-
mas ; tarde o mesmo estado : noile dormio
bem.
21. A doente aecusa pequea dr nos olhos ;
larde sentio dores de calmea, noile passou bem.
ti.Levantei o apparelho rontensivo ; nada po-
i ni pude observar no interior dos olhos pois que
as palpebras esto odemaciadas, e os olhos mu im-
: pressionaveis pela luz ; eslas circunstancias nipe-
i diam (pjalquer exame aturado : novo apparelho
posto.
23.O mesmo estado, sem novidade.
21.-Foi de novo curada: os olhos sao observa-
dos, vo bem.
A doenle infonnou que durante a noite livera
lancetadas nos olhos, ladiga de estomago e ancias
para vomitar ; attribui islo a fraquexa. Infonnou
mais que na tardo de houtem eslava dormindo,
(piando fura despertada por um grande barulho
feito mesmo sobre sua cabeca no andar superior ao
, em que ella eslava. 0 apparelho contensivo le-
: vanlado e observei o seguinte : olho esquerdo tem
' a cmara anterior coberla de um veo vermelho ;
i olho direito em bom estado, porin com rauitos
fragmentos corlicaes da catarata, d'ondc conclu
| que o olho esquerdo eslava gravemente ameacado,
' e que houve hemorrliagia em seu interior, e ha in-
Oammaco interior.
Prescrevi ao doente o seguinte :
(:alomelano..... 10 graos.
Extracto de bella-
dona......... 10 graos.
Para 40 pitillas a tomar 4 por dia.
26.Nada dormio, dor nos olhos ; a luz cncom-
moda vivamente a doente que foge com a eaboea
logo que no quarlo Ihe apparece a claridade de
urna vela.
27.0 mesmo estado.
28.0 mesmo estado ; porm dorma bem a noi-
le ; as dores dos olhos sao menos viva.
29.A luz pode entrar no .piarlo sem muito en-
comniodar a doenle.
3d.Todos os ncommodos vao desappaneemlo
rapidaoieote e nao obstante se ter restringido mais
ainda a dieta, os vmitos a ancias nao reapparece-
ram : porque el les nao o rain signaes de f ra pieza.
mas siui indicios de leso grave e interna do olho.
Estes encommodos sao frequentes as operagoes
de cataratas por abaixamento : o medico deve es-
tar prevenido para nao deixa-los tomar desenvol-
vimento.
30 e 31. Melhoras progressivas.
Junho de 1 15.Nenlium accidente ; a doente
abre bem os olhos ; encara a luz e conta neos
dedos ; c reconhece com fai ihdade o que se Ihe
aprsenla pelo olho direito. No olho esquerdo per-
manece a vista obscura, ha una hernia da iris ;
e na sene interior pennanecem os restos da cata-
rata
16. Excisao da iris herniada, evacuacao do hu-
mor aquoso e dos restos da catarata : o olho de
novo feehado, etc.
30.A doente passeia na sala, a luz nao a en-
commoda, v bem por ambos os olhos; nao sent
uenhuma dr ; portauto dada como curada.
Neslas observaces o Icitor deveri ter notado
que durante a operacao nenhum accidente occor-
reu que podesse comprometter o seu resultado ; ao
contrario ludo correu bem at o dia 2o ou seis dias
depois da operacao.
K neste ultimo dia que apparccem complicaces
gravissimas, e que podiam ter compromctiido os
olhos da doente se em lempo opportuuo se nao ata-
casse o mal comeeante esta complicacao fsra in-
flainmaco em torno do olho, com exhalaeao san-
gunea ; symptomas objectivos e subjectivos nao
deixam a nienor duvida da existencia do mal emi-
nente ; esta inflammacao combatida pelo mer-
curio e belladona, c tres dias depois elles iam em
retirada, o mal eslava conjurado, gratas a medica-
cao activa, opportuna, empregada. L'm dia mais
de espera para seu einprego talvez que jchegasse
tarde.
Eu atlribuo a lentido ea demora, a esperas
para um tratamento enrgico, os resultados desgra-
nados do varias molestias de olhos, sendo omitas
vezes a principal causa os proprios doentes, que
cuidan nao soffrer nada quando j esli ameaea-
dos de urna regueira sem recurso. ()
Todo este perigo foi a consequencia inmediata
da p.Tiui liae.ev d>i somno em que eslava a doente,
motivada por um grande barulho v nenhuma outra
cousa aqui appareeeu para explicar ahemorrhagia,
e a inflaniniaeao iuterna dos olhos, passados seis
dias de operacao ; o repouso portvUtf urna con-
dic.o indispeusavei para o hora resultado das ope-
ra ees.
Com a invaso dainflainmacaoagttda nointerior
olho, appareceram ancias e vmitos; fraquew.di-
zia-me a doeote e o sustenlava ; mas o medico que
observa e segu diariamente a marcha da molestia
do seu doente, sabe muito bem designar os signaes
de una fraqueza daquelles que Ihe denuuciam
complicaces e perigosas. Em o nosso caso, redo-
brou-se a dieta, e a fraqueza desapparece. Co-
messe a doeote para alimeotar-se, sua infeheidade
seria certa. U povo diz, mas raras, vezes cumpic,
a verdade seguinte : adieta vale por meia
cura. j1
Fazem nove mezes que a nossa doente vive sa-
lisfeita no gozo de seus olhos.
No mez de fevereiro prximo passade o nosso
amigo e collega o Sr. Silva inforinou-me que ella
ia perfeilamente bem.
Dn. S PunEinA.
(Conlinitar-se-lia).
Sera das attribuieoes dos juizes de direito, enu-
meradas no artigo*46 dj eod. do proc., ou ao
ai i. 2j da lei das reformas, ou finalmente no art.
201 e seguintes do regulamento do 31 de Janeiro
de 1842, mandar chamar sua casa um cidadao
pacifico e reprehende-lo speramente porque gusta
e acompanha urna musir, ordenando-se-lhe que
acompanhc outra, porque dirigida por um dos
asseclas de seu generoso umo e senhor, que bom
mogo, di dinheiro de graga e toma para crear me-
ninos, que por nascerem prelos, seus paes tem a
barbandade de recusar-ll es paternidade ?
Ico, 26 de Janeiro de 1864.
.1 Flor de Pntenla.
{Do Araripe, jornal do Crato.)

1 caixa e i fardo lenco, brancos de cambraia e
coberlores de lia ; Joao Keller.
1 eaixa selins, 1 dita tecido de algodao, 1 barril
vinho xerez L. A. Siqueira.
4 caixas e 2 fardos tecidos de linho, de laa e de
d,^^dos Btt.BE "*. & WfftfTnorefrrid0^as 9 horas d dia
Nogueira.
Em cousequencia do que convoco os referidos
eleilores, que sao : os das freguezias de Sr. Fr.
Pedro Gongalves, Santo Antonio, S. Jos, Afogados,
Muribeca, Sanio Amaro de Jaboatao, S. Lourengo
da Mala, Varzea, Poco da Panella c Boa-vista, a
.....................omnium
Versatur urna; serius, ocis
Sors exilu'se, et nos inasteruum
Exiliun imposilura cvmbm.
Horat. ib. I od. 4.
Faz boje um mez, que a tesoura da par-
ca cortou o fio da existencia do meu pre-
dilecto mano e amigo, o vigario Jos Malinas
Ribeiro.
Accommetlido d'um molestia cruel, que
zombou de todos os recursos d'arle. vi-o
succumbir nos meus bracos, n'este sitio, em
o nefasto dia 12 de Mssrolro prximo pas-
sado.
Assim linou-.se um f nte, que por lodos os
ttulos, me era tao caro, e cujo vacuo no
meu coragio por niuzuem sera preenchi-
do. Nascidos dos meiis progenitores, eres-
cidos debaixo do mesmo tecto, bobeado a
mesma doulrina, as mesmas creneas, se-
melbantes nos alTecios, como nos costumes,
as nossas vidas corr i tao estreitamente li-
gadas, que pai-eriain urna faxer parte da mi-
tra ; um ao outro nos reviamos, mais que
um iimao, mais que um amigo, o mesmo
eorarao, a mesma alma. Mas ah I quo a
mort com sua mo irr.pia quebrou os lagos,
que nos prendan) ; langou-o no canos da
eternidade, e deixou-me s neste valle de
lagrimas a preencher o numero de dias,
que a Providencia me ha marcado na am-
pulheta da vida.
N'este transe de dores ergo os olhos
para o monte, d'ondo vem todo o auxilio ao
misero mortal, e Ihe pego para mim confor-
to, e para elle repouso
Torre, 12 de margo lo 1864.
Libaiuo Candido Ribeiro.
5 fardos e 4 caixas lonas e tecido de algodao ;
Izidoro Nelto & C.
1 fa.do tecido de linho ; A C. do Abreu.
28 caixas el (ardo lengos do algodao e tecido
de dito ; Ferreira 4 Malheus.
10 barris manleiga ; J. G. P. Pacheco.
6o caixas e 45 fardos tecidos de algodao ;
Simpson & C.
30 toneladas de pedra para lastro ; Saunders
Brothers & C.
14 fardse 6 caixas tecidos de algedo e de li-
nho, 1 caixa cofre de ferro : Adamson Howre
&C.
i 700 caixas sabio, 1 dita e 10 fardos tecidos de
linho e algodao; J. Pater 4 i'..
Patacho inglez W. SI. Dodge, entrado de New-
York, consignado a Henry Forsler & C, manifes-
: tou o seguinte :
1 machina para nflncar estacas, 1 dita para ser-
rar madeira, e 10,000 ps de taimas de pinho ;
aos contratadores da ponto do Recife.
2o caixas canella, 770 resmas de papel e 150
barriquinhas bolachinha ; Tbsso Irmaos.
100 volumes arcos ; ao Sr. Machado.
8 caixas ferragens, 2 barricas objectos de vidros;
S. P. Johnston.
1 fogio e pe tenis ; A. M. C. Soares.
118 voluntes raercadorias, fi5 caixas alvaiade ;
ordem.
1 caixa molduras; a Osborn.
200 barricas farinha de trigo, 150 barriquinhas
: bolachinha, 55 barris carne de porco, 45 ditos dita
\ do vacca, 1 dito oleo de hnhaea, 1 pega de cabo,
300 remos de faia, 75 rollos esleirs, 785 resmas
J de papel de embrulho, 600 volumes barricas aba-
tidas ."00 caixas fogo da China, 250 ditas gaz, 3
fogoes e pertences, 132 volumes com 4 machinas e
E para constar mandei publicar este pela im-
prensa em que me assigno.
Hecife, 11 de margo de 1864.
Eu Joaquim da Silva Reg, sserivio que a cscre-
vi etc.Joaquim Antonio Carneiro.
Pela inspectora da alfandega se faz publico
que nao tendo tido lugar o leilao annunciado para
o dia 10 do correte, dos objectos que pertenreram
a escuna nacional Lindoya, e de mais 267 libras de
cobre velho avahado eui 64*080, na razao de 240
rs. por libra, visto que nao conoorreram licitantes
para elle ; que Pica o mesmo transferido para o dia
11 ao ineio dia e porta desta reparligae; sendo
a arrematagao livre de direitos ao arrematante.
Alfandega de Pernambuco, II de margo de 1864.
O 2o escripturario.
! Caelano Gomes it ?>.
O cidadao Francisco Antonio das Chagas, juiz de
paz do 4 anno da fregueza de S. Jos do Reetve,
presidente da junta de qualiicacao em virtude
da lei, etc.
Faro saber, que no dia 14 do crreme tem de
reunir-se a junta de quahlicago para tomar co-
nhecimentodasqueixase reclamages que se apre-
sentarem dos cidados que deixaram de ser inclui-
dos na lista dos votantes. E porque chegue a no-
ticia de todos mandei fazer este, que ser aflxado
no lugar do cosiume e publicado pela imprensa.
Fregueza de S. Jete do Recife 9 de marco de
11864.Eu Jos Gongalves de S, escrivao do "juizo
de paz, o escrevi
Francisco Antonio das Chagas.
DECLHCC2S.
ATTMQAO.
Xaropc alchoolico de veame, preparado pelo
pharmaceutico Jos da Rocha Prannos, estable-
cido com botica na ra Direita n. 88 em Pernam-
buco.
Este xarope incontesavelmente superior a to-
dos os xaropes depurativos, de cuja composigao
o seu maior elemento a salsa parrilha, pois que se
tem condecido ser o veame mais enrgico para
a prompta cura das molestias, cuja base essencial
depende da purificagao do sangue : assim |tois se
tem vei ideado por militas pessoas que se acnavam
desengaadas, as quaes aeham-se hoje reslabeleci-
das com o referido xarope alchoolico de veame ;
entretanto que alguns, tendo usado do xarope de
Curinier, de Larrey, de salsa parrilha, de sapona-
ria, oleo de ligado de bac ilho, e. outros agentes
desta ordem nada consegu ram. elle de fcil di-
gesto, agradavel ao paladar e ao olfato. Alguns
mdicos desta cidade e da de Macei o teem re-
commendado para a cura das
Impigens, linha, escrophulas,
Tumores, ulceras, escorbuto,
Cancros, sarnadegeneradi, fluxoalvo.
Todas estas affecges p-ovm de urna causa in-
terna nao ha pois razio tlguma era crer que el-
as se podem curar com remedios externos. Tain-
bem se prese re ve o xarop j alchoolico de veame
para o tratamento das affe:ges do systouia nervo-
so e libroso.taes como:
Gotta, rheumatismo, paraiysia.
Dores, impotencia, esterillo ade,
Marasmo, hypochoodria, ei imagrecimenlo.
O xarope alchoolico de \elame sobretudo, da
maior utilidade para curar radicalmente, e em pou-
co tempo o rheumatismo.
Adverte-se que o verdadeiro xarope s se vende
nesta cidade na botica acuna indicada do abaixo
assignado ; e em outra qualquer parte que se tero
annunciado nao da mesma composigao, e nein o
abaixo assignado se respouiabillsa.
Jos da Rocha Paranhos.
ara o publico apreciar.
Tendo sido publicado no Jornal do Hecife de
lionteiu 9 do corrente, um edilal do juizo de paz
do3.disiriitoda freguezia da Boa-Vista, peloqual
chamado o Sr. Joao Antonio Carpinteiro da Silva,
por seu mano o Sr. Rento Antonio Carpinteiro da
Silva, para urna concili.go em razao de seterjus-
tilicado estar o Sr. Joio ausente em lugar lacerto;
deveria eu ser laxado de pessimn procurador, se
detxasse de protestar contra semelhante jusiillca-
cao, pelo modo mais solemne, como pelo presente
o fago, porque toado-80 retirado o Sr. Joao Carpin-
teiro 'esta cidade com toda a publicidade, e com
o respectivo passaporte, para ir a sua trra natal
(('.alisa) ver sua familia, deixoa n'esla cidade aos
Srs. Manoel Carpinteiro da Silva, Jos Joaipiim
Dias Fernandos, e Joao Malheus, por seus procu-
radores, sendo o primeiro d'estes senhores o en-
carregado da gerencia dos seus estabelecimentos,
e do reeeliimenio das rendas dos seus predios;
e a niiin encarregado das suas pendencias judi-
ciaes, fados, que s.o bem sabidos do Sr. Rento,
assim como sabe perfeitainente que em todos os
vapores da Europa se recebem cartas do Sr. Joio,
portauto nao poda, nein pode ter lugar a eilagao
edital, por seo que o citado esta em lugar certo e
bem sabido, sendo falsas as testemnnhas, que em
semelhante justificaeao jursram, e contra ellas,
e em nome de meu eonstilninle protesto intentar a
competente aeeao.
A deixar-se passar semelhantes precedentes nao
havera alguem que se possa isentar de urna exc-
eoeao promovida por quem quer que se julgando
credor, lenibre-se do citar por carta edital; nao
devia porm acontecer assim no presente caso, por
que tendo o Sr. Rento, ou devendo ter perfeite eo-
nhecimanto do seu paiz natal, all devia mandar
la/.er SS citaeoes, de i|ue tive.-se necessldade, sendo
porm seu nico fin encliovalbar sen mano, va-
leu-se do meio da carta edital para fazer crer a
quem nao conheeer de parto o Sr. Joao Carpintei-
ro, que alin de calotciro, hoiiiem de raga, p n pie
a legislacio de todos os paizes, s permute o ar-
resto contra o devedor de m fe, quo procura dis-
piir de seus besa para nao pagar o que deve, e
para pr-se em fuga sem dar garanta a seus ere-
dores, no entanto concedeu-se arresto contra o Sr.
Joan, oblido oh, e subrepticiamente por isso que o
sr. Joao alui de tres grandes estabelecimentos,
que possiiia, e ainda possue n'e6ta cidade, pro-
priotario de vinte e tantas casas, que anda nemao
menos tentou alienar, o que parece dever ser suf-
ficiento garanta para o Sr. Reatse cobrar do que
provar devcr-lhe seu irinao.
Felizmente, o Sr. Joao bastante eonhecido
nVsta cidade liara poderem abalar-lhe o crdito
de que legtimamente gosa, as lamurias do Sr.
Rento.
Recife, 10 de margo de 1864.
Joaquim 0 perfume do liemisplicrio occidental.
(Exlraliido da Coarta mensal das modas.)
Existe por cert urna qualidade altamente sani-
taria, suave e deleitavel na deliciosa fragrancia
desta agua popular qne (le tao grande ornamento
serve ao toucador.
Ella como por encanto nos faz lembrar o dulcis-
simo incens florido do vro ou imitacio d'um
favorito tom de msica a ni go. o qual por ventura
nos faz recordar ai|uellas cenas j passadas, du-
rante as uaos ouvinio-lo pela vez primeira. E
espiritualisante e delicad.) coma o aroma da ge-
rmina agua de colonia e rom ludo o seu perfume
mais profundo e duradouro e a sua fragrancia
nunca muda nem cnfraqmce, como acontece cora
os mais perfumes extrahidos e compostos de leos
volateis.
As senhoras as quaes geralmenle sofTrem de do-
res nervosas da cabera Ihe dao a preferencia a to-
da o qualquer urna outra applieaeiio local, como
um excelente meio de alhviar as dores; e era
qualidade de um perfumi para o quarto de um
doente ; elle por sem dmda eminentemente re-
frigerante e agradavel. Referlmo-nos tao somen-
le quanto a agua florida de Sturray i\ Lanman.
(Jnanlo s imitagoes sao ellas despreziveis e' nao
merecem a mais leve menrao.' Acha-se. em todas
as lojas de perfumaras.
COMMERCIO.
jXovo Banco de Pernambuco
Convido os Srs. accionistas do Novo Ban-
co para que no dia l rio crtente, ao meio
da, cumparegain as casas do Banco, ra
do Trapichen. ;ii, alim de se dar cumpri-
inento ao disposto no art. 23 dos estatutos.
Hecife, 8 de marco de I ii,Visconde de
Cimaragbe, presidente
lIlauloM
Rei.dimento do dia 1 a 10. ......
dem do dia II.................
265:917*796
23:{U8JJ<43
289:47659:1!)
(*J Ao rever esta historia trato de dous doen-
tes reci innaseidos, atacados do ophtalmia purulen-
ta, entregues somonte a lavagem d*agua de rosas
por 15 dias ; um dolles erfa salvo, ficando-Ihe ape-
nas duas grandes bellides. O oulro nao sei ainda
qual sera o seu resultado; tem una hernia em
cada olho.
Em ambos, os benficos elleitos de um (ratamen-
te aproosdo, fui erideotlssimo.
ftoviincnto da alfandega
Volumes entrados com fazendas... 127
com gneros... 341
Volumes sahidos com fazendas... 172
com gneros... 202
468
.174
Descarregam no dia 11 de margo.
Patacho inglez Wiltiam Jf. Dodge fariuhade
trigo e mercadorias.
Patacho italianoSlarapedra.
Barca iogleza II Brigue inglezMacme idea.
Barca franceza--llio Gram'ecemento.
Patacho inizlezIVoiwcs- ferro.
Patacho oldemburguez lortuna carvao.
Barca francezaMara Anelia sal e cemento.
Barca inglezaHermone carvao.
Iinpo rtaco.
Brigue inglez Slasonii, ,entrado de Liverpool,
consignado a Mills Latham & C, manifestou o se-
guinte :
6 fardos estopa, 9 caixas chapeos de sol, 67 di-
tas e .' fardos tecidos de lgodao, 30 barris man-
leiga, ISO barricas cerveja ; Mills Latham & C
200 saceos arroz, 50 ditos pintela, 10 ditos
cravo, 30 gigos louca- 19 caixas e 75 f ir dos teei-
do de algodao, 4 dito dito d buho ; a ordem.
12 caixas e 1 (ardo leen]. de algodao e do lioho;
itabe Schmetlau &C
20 caixas canella ; L Jos da Costa Amo-
rim.
3 caixas cassas de algodao ; E. Fenton.
iouiius e iieiieuues, i-- \(iuuh.s eooi na. niu.is u, ni- j ....
perlences, 31 machinas de algodao. 1 prensa para' ~ '" 'ontaduria da cmara municipal desta
algodao, t caixa carro e pertences; Henry "/''t^if,," 'u,,nco1*luel a epoca para pagamento
Forsler & C imposto municipal sobre casas de negocio, fin-
n..,.4.u..a,rli lo rcr,lu lnl<>rnH da-se no ultimo de marco vindooro, assim come
Heccbedorla de rendas Internas
geraes de Pernambuco.
Rendimento do dia 1 a 10........ 20:893*288
dem do da II................. 1:377J>680
22:270*968
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a 10......... 40:659*222
dem do dia 11................. 3.090*218
43:749*440
MOVIMENTO DO PORTO.
iViiMO entrado no da 11.
Rio de Janeiro e Bahia 11 dias, vapor americano
de guerra Mohican, commandante Glesson.
.Vano sabido no menino dia.
Rio de Janeiro pelo Assdbrigue nacional Gui
Ihermina, capitao Antonio Francisco Marques,-
em lastro.
EDITIS.
0 Illni. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, cm cumprimento da resolueao da junta de
fazenda, manda fazer publico, que se contraa por
lempo de tres mezes, a contar do Io de abril ao .
lim de junho prximo futuro, o fornecimento d'ali- ^r,l,m; Sr- Dr- ju ronniripal da 2" vara, se ha de
sseaucao e dieta aos presos pobres da casa de de- Z-! P??n e,,c """L6' n'^ ''om su,*
cna, penhorada por execucao do Dr. Francisco de
Assis de Oliveira Maciel contra Candido Thomaz
necessano apr sentar o conheeimento de 20 por
cenlo pago na recebedoria das rendas geraes in-
ternas, o que se publica para conhecimenlo de
todo*. Cnntadoria da cmara municipal do Recife
29 de fevereiro de 1864.
O contador,
Joaquim Tavares Rodovalho.
C on.cilio administrativo.
0 conselho administrativo para fornecimento do
arsenal de guerra tem de comprar os objectos se-
guintes :
Para a anla do 2* batalbo de infamara.
Papel al maco, resmas 6, pennas de ac, caixas
6, ditas de ave 200, caivetes 2, tinta preta, garra-
fas 6t lapis de pao, duzias 6, areia para escripta,
libras 6, collecces de cartas para principiante 36,
taboadas 36, grammaticas portugnezas por Monte
Verde, ultima edicao, 12, compendios de arilhme-
tica por Avila, 12, pautas II, traslados 36, pedras
para escripta 6, lapis para as ditas 18.
Quem quizer vender taes objectos, apresentem.
as suas propostas cm carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manhaa do dia 14 do-
corrente.
Sala das sessdes do conselho administrativo para
fornecimento do arsenal de guerra 8 de marco de
1864. '
Antenio Pedro de S Barreto,
Coronel presidente.
Jos Antonto Pinto,
Tenente-coronel, vogal.
No dia 12 do corrente, depois da audiencia
tencaio, serviodo de base
seguintes :
Alimentacao.
a arreinalacao os procos
Domingo almoco e jantar 380
Segunda eir 380
Terca > 380
Quarta > 360
Quinta t 380
Sexta i 340
Sabbado t Dietas 340
gr. 1 . 380
N. 2 ... 400
a. 3 ... 640
N, 4 ... 400
N. 5 .......... ... 400
As pessoas (|ue se propoze em a contratar dito
Pereira Dutra.
ORRK10 GERAL
Kelaca das carias seguras eiislcntes
na niiniuisli-acaa da correin 4e^ta
cidde pura Ds'seuhorcs alsaiio de-
rla radas
Dario Nunes da Siva.
Ernesto Dias Monteiro.
Francisco Moreira da Costa.
Jeronymo Ribeiro de Souza.
Joaqun Rodrigues Canuto.
Jos Joaquim Alves de .imorim (2).
D. Luiza Antonia de Siqueira.
Manoel Jos do Nascimento.
fornecimento apresentem suas propostas em car-
tas fechadas, no dia 23 do corrente, ao meio dia, K^^fiiJCITlTs i..ja r.m. .
na mesma thesouraria, onde eneoutrarao as ubel- KJWoiSte AnvJradt; Camara-
las dos formularios e condicoes, com que devem M m* '*a1^'1 va Mendonea V.anna
elfectuar o mesmo contrato, sendo habiliUdos pre- Dra> mundo Ferreira de Araujo Lima,
viameiiid os fiadores. E para constar se mandou "Irectorla das obras militares.
publicar pelo jornal.
A directora das obras militares tendo de mandar
proceder ao concert da capella da fortaleza de
(lamarara, convida s pessoas que sequizerem en-
carregar deste concert e de outros em um com-
partimento do quartel junto a dita capella a apre-
>entarem suas proposlas nos dias 14, 13 e 16 do
eorrento mez, das 9 horas ao meio dia, na dita di-
rectora, onde podero receber os esclareciineiilos
de que necessitarem.
Directoria das obras militares de Pernambuco
12 de marco de 1864.Luis Francisco de Paula
le Albuquerque Maranhao, serviudo do aina-
auense.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernatn-
buco. 7 de marco de 1864.
1" secretario,
A. F. d'Annunciarao.
O lllm. Sr. inspector da tneseura'ria de fa-
zenda de Pernambuco manda fazer publico que ti-
ca marcado o dia 17 demarco prximo vindouro
fiara o concurso que em virtude da ordem de the-
suure n. 13 de 26 de Janeiro ultl no, se tem de abrir
nesla mesma thesouraria para preenchimento de
duas vagas de 3" escripturario da thesouraria. Os
exames versarao sobre as seguintes materias :
theoria da cscripturacao mercantil por partidas
simples e dobradas, e suas applicacdes ao commer- i
ci e ao tliesouro ; traduccao correcta das lingoas
ingleza e franceza, ou pelo menos da ultima; prin-
cipios geraes de geographia e Historia do Brasil,
algebra at equaedes do 2 grao, e pratica do ser-
vico da reparticao em que o empregado estiver
servindo.
Secretaria da thesonraria de fnzenda de Pernam-
buco 16 de fevereiro de 1864. Servindo de offl-
cial-maior. Manoel Jos Piit.
De ordem do lllm. Sr. inspector da thesoura-
ria do fazeuda desta provincia se faz publico quo,
no dia 12 do crrenle, s 2 hora.- da larde, peran-
te a junta da mesma thesouran:, estar em hasta
publica para ser arrematada por quem menos fi-
zcr, a coiistruceao de duas barcas de viga para a
alfandega; o calamento da ra era frente do caes
da escadinha prxima aquella reparticao, inclusi-
ve o concert da dita escadinha, e algumas obras
e reparos no edilicio da alfandega. Os orcamen-
tos e condicoes serao mostrados na thesouraria aos
pretendentes. As pessoas a qt.em convier a so-
bredita arieinataeao, devero comparecer na mes-
ma thesouraria no dia e hora indicados.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco em 9 de marco de 186 i.
Manoel Jos Pint.
Servindo de oflieial maior.
0 Dr. Tristo de Alencar Araripe, oflieial da im-
perial ordem da Rosa, juiz de direito especial
do commercio desia cidade do Recife e seu ter-
mo, cap.il da provincia de Pernambuco, por S.
M. I. e C. o Senhor Pedro II que Dos guar-
do etc. ser embarcada ne da de sua cnegada: encom-
aos saber pelo presente que no dia 21 do mez raendas e dinheiro a frete at o dia da sabida as
de marco do corrente anno se ha de arrematar boras, agencia ra da Cruz n. i, escriptorio de
por venda a quem mais der em praca publica des- Antonio Luis de Oliveira Azcvedo A C.
te juizo depois da audiencia respectiva, o eseravo i
de nome Ignacio, crioolo, de 20 e lautos annos de
idade. achacado de erysipella no escroto, e com l
urna cicatriz no queixo direito avahado em 500*000;
res, o qual sendo pertencente a Luiz Antonio Ro-
drigues de Almeida vai a praca por execucao que
Ihe move Luiz Einygdio Rodrigues Vianna. E na I
falta de licitantes ser a arrematagao feita pelo
proco da adjudieaeao com o abaiimento respectivo
da lei.
E para que chegue ao conln cimento de lodos
mandei passar o presente edital que ser aunado
nos lugares do costme e publicado pela itn-
preoca.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
uambuco, aos 8 de marco de 1801.
Eu, Manoel de Carvalho Paes de Andrade, escri-
vao o subscrevi.
Tristo de Alencar Arari>e.
O cidadao Joaquim Antonio Carneiro, juiz de paz 1
do 2o anno do l" dislriclo da Ireguezia de Samo
Antonio do Recife, o presidente interino do col-
legio desta cidade ; em virtude da lei etc.
Paso Babor que teuJo o governo imperial deter-
minado quo pelo 1 dislricto eleitoral desta pro-
vuiea so proceda a eleico de um deputado a as-
sembla feral legislativa, alim de preencher a va-
n proveniente da noineaco do Exui. conselheiro
Francisco Xavier Paes Barreto para o cargo de
ministro e secretario de estado dos negocios estran-
geiros. conforme foi coramunicado pido Exm. Sr.
presidente da provincia camara municipal desta
cidade determinando que se lizesse a convocarlo
dos eleilores das freguezias do municipio do Reci-
fe, que faz parte do referido Io distrcto eleitoral
para se reunirem no dia 17 de abril prximo vin-
douro na igreja matriz detda freguezia para o indi-
cado din. oque me foi couiiuunicado pela referida
camara municipal desta ridads em ollicio de 2 do
corrente.
AYISOS MARTIMOS.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do sul esperado
o vapor Paran, commandante o
capitao de fragata Santa Buriata.
o qual depois da demora do cos-
tme seguir para os porlos do
norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga ituc o vapor poder conduzir, a qual devera
ser embarcada no dia de sua chegada, encomiuen-
das e dinheiro a frete at o dia da sabida as 2 ho-
ras : agencia, ra da Cruz n. 1, escriptorio do An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo & C
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos porto.- do norte esperado
at o dia 17 do corrente o vapor
Cruzeiro do Sul, commandante o-
capiiao de mar e guerra Gervasio
Mancebo, o qual depois da demo-
ra do costume seguir para es portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros c engaia-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual devera
dia de sua chegada:
COJIPANHIA
DAS
MESSAGERIES IMPERIALES
Ate o dia 13 do
corrente espera-
se da Europa o
vapor francez
Natarre, o qual
depois da dem -
radocostunte se-
guir para o Rio
de Janeiro locan-
do na Baha, para passagens ele. traia-se na agen-
(ia ra do Trapiche n. 9.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\;m o:ifo coste!ra a vapor.
I'aralnlia, .Natal, Mario, Ararat!, Cearit e Ararac
O vapor Mamanguape, comman-
dante Moura, seguir no dia ii
do corrente as 5 horas da larde
para os nortes acuna indicados.
Recebe carga at o dia 21. En-
ommendas, passageiros e dinheiro a Irete at o
dia da sabida as 3 horas da tarde : escriptorio no
Forte do Mallos n. I.
Kio Grande O patacho nacional Salto, recebe carga para
aquello porto frete rommodo : a tratar com os
consignatarios Raltar & Oliveira, ra da Cadeia
numere 2(5.
Para o Rio Grande do Sul segu com umita
brevidade a barca nacional Bombinha, que recebe
um resto de carga a frete : a tratar no escriptorio
Amorim lrmos, ra da Cruz n. 3.
i
\
\



I>1 .rio de Pernambiieo ahbado 19 de Mareo de HUt.
s
Porto.
Silgue impivi 'livfliinnio para o Porto no di* 20
do correle a barca portuguoia Feliz, tem dous
tercos de seu carregamento a bordo : para o resto
que Ihe falta, e passageiros, para os quaes tem ei-
cell mies commodos, trata-so com os seus consig-
natarios Antonio Un de Oliveira Azevedo & C,
no fea escriplorio ra da Cruz n. I.
Para o Para.
at o di.i 16 do correte pretende seguir o brigue
nacional Amelia, lera a bordo metade de seu carro-
ganiento : para o relo que Ihe falta, trata-se com
os seus eonsignatarit l Antonio Luiz de Oliveira
Azevcdo & C, no seu escriplorio ra da Cruz n. 1.
Para Lisboa.
Saldr com toda a brevidade o muito veleiro
brigue portuguez Conslunle I, por ter qoasi
prompto todo o seu carregamcuto, tem excellentes
com modos para passageiros, e para estes e o res-
tante da car a trala-se com Manoel Ignacio de
Oliveira & Filho no largo do C.or|H> Santo .'.19.n
a n.
Vai seguir com brevidade o brigue escuna na-
cioral Graciosa, capito Jacintlio Nones da Costa;
pan. carga trata-se na ra da Cruz n. 23, no es-
criplorio de Antonio d Almeida Comes.__________
Eio de Janeiro.
Segu cm poucos dias o brigue escuna Jo'ein
Arll.nr. tem parte do seu carregamento engajado,
para o resto que Ihe falta e escravos a frete para
os qiaestem excellentes commodos trata-se com
os nm consignatario* Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo A C, no seu escriplorio ra da Cruz nn-
mero 1.
Kio de Janeiro.
Pretende seguir com milita brevidade o brigue
Almirante tem parte do seu carregamento promp-
to, para o resto que Ihe falla trala-se cora os seus
consignatarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
A C, no seu eseriptorio ra da Cruz n. 1.
LE LOES.
LK1U0
0 agente SimSes, competentemente autorisado
vender era leilo, os escravos seguintes : Severl-
no, iTioolo, 13 anuos; Francisco, pardo, 12 annos;
Antonia, crioula, 7 annos : Maria, crioula, 22 an-
nos e 1 casal de escravos crioulos de nieia idade,
para o servieo de campo, todes sadios.
Km coeneira ra do Imperador n. 23 aonde
hawr leilo de carros, cavallos e outros escravos,
s 10 1|2 horas. ___________^______
LEILO
DO
Sobrado de 2 andares da ra das Aguas-
\erdes n. 70, e uto dito de um andar
na roa de Santa Rita n. 75.
Sogaada-feira 14 de marco.
O agente Pinto b?v;,r novamente a leilo as 11
horas Jo da supradit) os dous predios cima de-
clara ios perienrentes a massa fallida de Jos An-
tonc Bastos, scrvindo de base o maior preco obti-
do n i Idilio do dia 8 docorrente, em seu escriplo-
rio ra da ruz n. ;I8.
LEILO
DE
ssniaexeellente e magnifica ma-
china perpendicular de er-
rar snadelra e seus per!enees,
mu engenho a vapor de torea
lie 14 carallos, ama grande
ealdelra de terca de *0 ca-
al los. nma machina deaplal-
nar snadelra, ama erra clr-
< ular e icn pertenece.
Quiula-reir 17 do crrenle.
0 agente Pinto fir leilo a requerimento do
administrador da massa fallida de Rostron Roo-
ker i C, e por mandado do lllm. Sr. I>r. juiz es-
pecial do commercio dos objectos cima declara-
da, periencentes mesma massa : o leila > ser
elleeiuido s 10 horis d> dia supradito, no gazo-
metri (fabrica do gazj onde pxlerSo os pretn-
deme- desde j examinaron os referidos objectos
ohtendo do Sr. William Jirmings engenheiro de
gaz, qualquer iaformaeio a respelto.

IMPERIAL
4 (&&$ s,
INSTITUTO
NOSSA SENHORA DO BOM CONSELHO.
Kl'.l Dt AURORA X. SO.
Sob a direceo do abaixo assignado acha-se funecionando este Instituto desde o dia 7
de Janeiro prximo passado, e nello se ensinam tolas as disciplinas preparatorias para a
matricula do curse jurdico, desde primeiras letlras.
Todas as cadeiras acham-se providas pelos nielhores professores, cuja lista ja foi
publicada nesle Marn.
Recebem-se pensionistas, meio-pensionislas c externos, pagando na seguinle pro-
porcao:
PENSIONISTAS.
Qirartel de casa, mesa e luz....................... 100*000
MEIO-PENSIONISTAS.
dem de mesa.............................. 45JO00
EXTERNOS,
dem de cada preparatorio................. ........ 20*000
Os pensionistas e meio-pensionistas pagaro os preparatorios que esludarem razao
de 5*000 mensaes, bem como os externos d'aula primaria.
Para mais esclarecimenlosdirijam-se ao direrior, a qualquer hora, no Instituto, que
franqueado visita dos pas e correspondentes, bem como a todas as pessoas qne nisso
11 ve reo interesse.
Recife, 1* de fevereiro de 1864.
Antonio Augusto Fhirriiu Lima.
Muita attenco ao que interessa
PROTEJAN PROTEJAN
EXCELLENTISSIMAS SENHORAS,
|Vt. Exea. cimento na do Crespo n. 19
DE
i
JOS GOMES VILLAR.
Grande novidade. Bal* es t!!
Halos de 40 arcos a .">* de 30 a i3 e de 20 a 3*.
Fazenda proprias para a gnaresoia.
Moreanliqne preto cm co les, ditos de muilo goslo para covados, grosdenaples prelos
de superior qualidade.
Para hombros de senhoras.
Capas pretas, casacoes, c isaveques compridos, soumbarques, manleleles de gros, i
los de guip, rhalis prelos deguip ele, ele, capas de casemira cora capuz, manleleles
de casemira ricamente enfeit; dos, chapelinas de palha com veo, chitas, cambraias, vesti-
dos paranoivas, ditos de sedi, vestidos de blondo com capella e manta a 18*, de gros
l>ranroelc,,etc, madapoWVsile7*, 8*, 9*. 10*, ll*e 12*, cambraias hsas muilo finas
iransparenics e lapadas a 3* 44, 54, 05, 75, 85 e 95 a peca, fazendas de linho de todas
as qualidades o outras muitas fazendas.
Proiecco. Protecco
on cKSfi.
^
'.>:*:
CONSULTORIO MEIIICO-UI'RliMiO
DO
DR PEDRO DE ATTAHYDE LOBO MOSCOSO,
3
MEDICO, PARTEIRO E OPERADOR.
3 Ra da Gloria, casa do Fundo
O Dr. Lobo Moscoso d consultas gratuitas aos pobres lodos os dias das 7 s I
horas da manilla, e das 6 e meia s 8 horas da uoite. excepeo dos dias santificados
Pharmacia especial homeopatilica
No mesmo consultorio ha sempre o raais appropriado sortimento de carteiras
tjbos avulsos, assim como tinturas de varias dymnamisacBes e pelos precos seguintes
Carteiras de 42 tubos grandes. 125000
de 24 tubos grandes. 185000
> de 36 tubos grandes. 245000
de 48 tubos grandes. 305000
i de 60 tubos grandes. 355000
Prepara-se qualquer carteira conforme o pedido que se fizer, e com os remedios
que se pedir.
Um tubo avulso ou frasco de tintura de meia onca 15' 00.
Senda para cima de 12, custarao os precos estabelecdos para as carteiras.
Ha tubos mais pequeos cada um a 500 ris.
1,1 vitos.
A mellior obra da homeopalhia, o Manual de Medicina Homeopathico do Dr. Jahr,
dons grandes volumes com diccionario............ 20(HMJ
Medicina domestica do Dr. Ilering,........... 1051)00
Repertorio do Dr. Mello Moraes............. 65000
Diccionario de termos de medicina ........... 35>000
Os remedios deste estabelecimento sao por demais conhecidos e dispensam portan-
b) de serem novamente recommendados aspessoai que quizerem usar de remedios ver-
adeiros, enrgicos e duradores : lia ludo do melhor que se pode desejar, globos de ver-
(ladeiro asaucar de leite, notaveis pela sita boa conservac5o, tintura dos mais acreditados
(stabelecimentos europeos, a raais exacta e aecurada preparacao, e portanto a maior ener-
f. ia e certeza em seus effeitos.
Casa de sade para escravos.
Recebe-se escravos para tratar de qualquer enfermidade ou fazer-se-lhe qualquer
operacio, para oque o annunciante julga-se suflicientemente habilitado.
Otratamento o melhor possivel, tanto na parte alimentar, como na medica, e
funecionando a casa a mais de quatro annos, ha muitas pessoas de cujo conceito se nao
piMc duvidar, que pdem ser consultados por aquelles que desejarem mandar seus
doentes.
Paga-se 25000 por dia durante 60 dias o d'ahi em diante 15500.
As operacoes ser5o previamente ajustadas, se nao se quizerem sujeitar aos precos
razoaveis que costuma pedir o annunciante.
-3&X
SEGUROS DE VIDA EM MUTUALIDADE.
A direccao do BANCO UNIAO tendo obtida do governo de S. M. P. a aulorisaco para estabele
eer o seguro de vidas em mutua I ida les, faz publico que desde j toma subscripedes annuaes por urna
s vez, debakodas seguintes eonditoes :
Oim perda de capital e lucros;
Dito capital smente; *
Bito lucros smente;
devendo a primeira liquidacao ter 1 gar no Io de Janeiro de 1859.
As vantagens do emprego do rapilae em muiualidade, sao obvias, porque nao smente se co-
in o juro de quanlias diminutas, di que avulsas se nao poderia tirar nenhum resultado; mas alm
disso, este rendimento augmentado pelo capital ou lucros, ou ambas as cousas, conforme as condi^es
da subscnpo, dos que fallecen). Tambem partido pelos socios sobreviventos ludo aquillo que os so-
cios morosos nos seus pagamentos, sao por este motivo obrigados a pagar, bem como caducidades que
occorrerem pela falta de cumprime no do compremisso social.
As liquidacoes sao pelo systeina das comiianbias hespanholas, Tutelar e outras ; e parase poder
fazer urna idea do que pode produzir urna entrada animal de 105, publica-se a seguinle tabella basca-
da sobre a experiencia de muilos annos decompanhias desta natureza :
Em 5 annos Em 10 annos En lo annos Em 20 anuo* En 2o anno.
Por um menino de 1
i de 1
> de S
de 3
de 4
Por urna pessoa de lo
de 20
de 30
de 40
dia
anno
a i
a a
a :i
a t
a 18
20
a :)
a 40
a 5)
anno 1105
1105
8fi5
> 865
> 865
865
864
864
, 904
4005
300|
2965
2805
2705
2705
2704
705
3005
9004
7504
7204
7104
7004
7004
7104
710f
7504
2:ft004
1:7004
1:6004
1:5604
1:5505
1:5405
1.5605
1:6000
1:8005
4:70.
3:700!
3:500*
3:400"
3:350
3:330*
3:400;
3:7O0f
5:000'
Acaba V sabir des proles e no-s.i
ellicini o almaoak civil, eerlcia>iico,
corumcrcial, falo il c adrcela, cenleD-
do lodos o empreados, cngenhos e
uegeciaitet, inclusive as nodificate
liavidas al M de dezemiiro ultime;
veude-sea 1$00 uuicaaieule un l-
vraria n. 6 c 8 da praca da Ind^peo-
dencia.
Kocieiiade de sr^uros mutuos
de vida insiallada pelo Banco
'hIj na cldade do Porto.
Os agentes nesla cidade e provincia Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C,, ewriplorio na ra
da Cruz do Kecife n. 1, estao autortodes oVsde j
a tomar assignaluras e prestar todos os esetareei-
mentos i/je forcm necessarios, as pessoas qne de-
sejarem eoncorrer para tao ut benfica empre-
zas. estirando um ftiiuro li^onireiro a*e asoeMo,
FOLHINHAS PARA 1864,
Na pra^a da Independencia hvraria ns. t
e 8, acliam-se venda as seguinle Mh'i-
nhas para 1801 impressas nesla lypogfapljia
em excelleiite lypo e bom papel,
Folhinlia de porta contend) as mate-
rias du ostume, rs.........IC>
Dita de algibeira, sob epigrapbe
religiosa, contendo alm das materias
do costume os sete passos da PaixS
de Nosso Selior Jess Christo ; cnti-
cos do mez Mariano; liymnos e jacula-
torias ao Santissimo Sacrsiueulo; ex-
plicages, de diversas oraciies; cor
Seraphica ; ejercicio ao sagrado cura-
cao de Maria; oraf3o para visitar as
igrejas no dia da Porciuncula ; oracSo
para escolba dos estados da vida ; dita
a Senbora da Conceifo ; e medilacOes
sobre a reforma da conciencia, rs.
Dita de dita, sob a epigrapbeYa-
riedade, conlejido alm das materias do
costume : receilas otis e necessarias
aos diversos mysterios da vida ; pbysi-
ca e recreativa ao alcance de todos:
pilberiase ralices; poesas; charadas;
mximas e pensamentot colligidos por
um curioso.. ....
Ditas eclesisticas eu de padre para
resar o offlcio divino, redigida pelo re-
verendo conego penitenciario da S de
Olinda...........640
3tt
320
'5
As entradas por urna s vez dao resultados muito superiores s annuaes.
Porto, 10 de agosto de 1863.Os directores do Banco L'niao, Jos da Silva Machado.F. M. van
der Niepoorl.
Ai tonio Luiz de Oliveira Azevedo 4 C, ra da Cruz n. 1.
tti li>^_
-
A C, veniem em seas armazens Unio e Cemmercio e lar- -i/.
i
Duarte
go do Carmo n. 'J, armazom progressivo, os seguintes gneros desembarca- ?&
dos ultimamente.
Yerdadeiro vinho collares
INTERNATO
DE
AYISOS DIVERSOS-
0 cirurgiilo Leal mudou
a sua residencia da ra do
Quemado pam a ra das1
Cruzes sobrado n. 36, pri-
ni(ro andar, por cima do;
armazem Progressista, aon-
de o acharao como sempre
prompto a qualquer hora pa-
ra o exercicio de sua pre-
fiss&o, chamado por escripia.
Freelsa-se fallar ao Mr. Asi
gusto Pater Cesar : na I i virarla
u e H da Praca da Indepen-
deaela.
mm
AOS 5:M0U4M>
C'uarla-feira, 16 do correte mez, se ex-
trabir a primeira parte da primeira lotera
da (.apella de Nossa Senbora da Estada da
igreja de Nossa Senhora da Goucei(ao dos
Militares, no lugar do costume.
Os bilnetes o meios achara-se venda na
respectiva tbesouraria ra do Crespo n. 15
e as casas commissionadas.
Cis premios de 5:000*000 at 10*000
seriio pagos urna hora depois da eitraccSo
.is 4 horas da tarde, e os outros no dia
seguinte depois da distribuico das listas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza,
"cm i)4 roiTUM.
AOS 5:(KK),()(K)
llhetes garantidos
.V ru 4 Cre*iM) a. Zi e casas dt eostume
O abaixo assignado tendo vendido nos seus mui
af. .i -ried.'iiOOA.u*. 119 e icoin as do oOO* e
<, ilras minias d 003. I00. 408e 204 da lotera
l'ie se acabou deesiratr a benefli-io do recollii-
ilo d" IguaraM convida ;i n possui'lores de
ou i si'in rUsconlo alguin cm seu eslabeleciineiito
Cata da Portuna ruado Oespo n. 23.
i) mesmo lem e\po>io venda om suu lito esta-
li.l imeaiu e m- outras casas do costume os no-
felizes billiete* da primeira parte d a prliin-i-
ii i itefia de Nossa Senbora da Ksrada d naeai-
<;.l ilos Militares que se oxlralor qnarla-feira 16
<> praoes serlo pagos como de costume.
Precos.
Itilliet''s intoiros..... tf3i)00
Meios Uates...... SSoO
ara as pessoas que t mccsSSIl
do 101.15 para cima.
Bi'.heles........ .'.5500
Moios......... aa7So
Alanodl ilarlins Fivza.
Estabeleeido na cidade do Recife
flob a Proteeeo do Mu mino Pontfice Pi IX.
Director0 bachard em matheniHticas
BERNARDO PEREIRA DO CARMO JNIOR.
O director do intrnalo de S. Bernardo, nao tendo evitado esforcos nem sacrificios
para proporcionar aos seus alumnos urna perfeita educacao physica, moral, intellectual e
religiosa, offereeendo-lbes urna habitarn com bastantes condicdes de salubridade, batieis
professores que sao solcitos em prepara-los convenientemente ao fim que se destlnam,
medico praticoque Ihes faga comprehender os preceitos da hygiene e Ihes cure das doen-
as.e finalmente um sacerdote Ilustrado e honesto que Ihes explique os principios da re-
igio thrlstia, espera que assim constituido nao deixar o seu slal>elecimenlo de mere-
eer dos Srs. pues de familias e auxilio e confianza com que j alguns o tem honrado; e
Ihes roga, bem como todas as pessoas Interessadas, que se dignem de visitar o mesmo
seu estabelecimento, onde sempre encontrarao franco ingresso.
Cadeiras de ensino :Primeiras letlras dividida em duas classes, tendo cada urna o
seu professor, lalim, francez, ingles, arilhmetica, algebra e geometra, geographia, pbilo-
sephi a, rhetorica, desenho e msica.
O collegio tem a sua sede no espacoso edificio n. 32 ra d'Aurora contiguo ao do
collegio dos orphos.
Nos estatuios do collegio, que esli a disposicao de quem os quizar ler, se acham
consignadas as condicoes de entrada e matricula as diversas aulas do estabeleci-
i
-\-
Queijos londrinos muito frescos a 800 ~.j. ^
rs. a libra e sendo inteiro a t50 rs.
Sebollas em caixas as mais novas do
mercado a 6,500 rs. a caixa, a 800
rs. o molho, e a 640 rs. o cento.
Batatas em caixas de 2 arrobas muilo g
novas e grandes a 2.400 rs. a eaixa. s$
Sextinhascom figos proprias para mi- S^*
mos de criancas a 60 rs. cada urna %fc
e comprando em duzia ter grande ^i
abatimento.
Erva doce muito novas a 500 rs. a li- j^?
bra, e comprando em arroba a g&
10,000 rs. Kg
Cominhos muito novos a 400 rs. a li- ggfe
bra e 10,002 a arroba. E|
Licores portuguezes das marcas mais ^&
acreditadas de Lisboa a 1,000 a gar- ji-
rafa e 10 a 12,000 a duzia, as quali- ^v'
dades sao as seguintes : creme de ^?
violetas, gerofloz, rosa, absintho, ves- gp?
peiro, amor perfeilo, amendoa amar- |^v'.
ga, percicot deturin, botefin, moran- M^
gos. limo, caf, laranja, cidra, gin-
ga, canella. cravo, ortela, pimenta
e outros muitos de qualidades menos
superior que sero vendidos por pre-
cos em relago as suas qualida-
des.

sua
**

ment.

DE
DE
J. VIGNES.
N. a. RA DO IMPERADOR N. 5&.
Os pianos desta antiga fabrica sao hoje assaz conhecidos para que seja necessario insistir sobre a
sua superioridad.-, vantagens e garantas que oflerecem aes compradores, qualidades estas incontesta-
veis qu e elles tem definitivamente conquistado sobre todos os que tem apparecido nesla praca ; pos-
suindo un teclado e macliinismo que obedecem todas as vontades e caprichos das pianisUis, sern
nunca falhar, por serem fabricados de proposito, e ter-se feiio ultimamente melhoramentos im|iortan-
tissimos para o clima deste paiz; quanlo s vozer sao melodiosas e flautadas, e por isto muito agrada-
reis aos ouvidos dos apreciadores.
Fazem-se conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Blondel, de Paris, socio
torrespondente de J. Vignes. em cuja capital foram sempre premiados em todas as ex|)sici5es.
No mesmo estabelecimento se acha sempre um explendido e variado sortimento de msicas do.
taelhores com|siiores da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sendo tudo vendido
[or precos muito razoaveis.
mmw vMmmm&
27 Eua do Uuciinado 27
A preco o> 3 a pefa.
Cortes de cambraia branca adamasceda proprias para vestido e cortinados pelo barato pnco
de 3*000 a peca.
(inos eniremeiss.
Enlremcios muilo finos bordados a l& e 1300 cada una pe^a.
Para acabar.
Finos organdvs indianas padroes esenros a precude 240 r>. cada covado para acabar.
a 1;>800 a duzia.
Lsaeos de cambraia brancosa 1*800 cada nina duzia.
Lenrcs
o coberlas a 2*000.
Fino fil.
Fil de I inho bordado com toque deagua doee a proco de 400 rs. a vara.
em ancore-
retal de 9 caadas a 51',000 e 800
rs. garrafa.
Farello de Lisboa marca N ou Biato
6& tigoa i 6 a sacca.
-/'.- Vinagre I' II R, em ancorlas de 9 ca-
@| nadas a 18,000 e 2,0-)0 rs. a ca-
ada.
Fassas em caixas, meias e quarlas a
8,000 4.000 e 2,000, a 180 a libra.
Peras seceos em caixas de quatro li-
bias o melhor que se pode desejar
a 2,500, e 610 rs. a libra.
Cantabas de 4 libras e 2 com ameixas
a 1.500 e 2,500 rs. a caixinba.
Chocolate portuguez, o melhor que
V%3 pode haver de bom ueste genero a
(3 1,000 S. a libra.
y Marmelada propiamente dito de mar-
Sw mello, a 64o rs. a lata : em caixas
de 100 latas a 600 rs.
g>k ; n de tomates a mais nova que se
BB pode desejar a 640 rs. a lata e em
X? caixa de 100 libras a 600 rs.
x Ervilha portugue/.a a 700 rs. a lata,
'3 e em caixa de 100 libras a 640 rs.
&& Passas corintbias para jiudim a 640
rs, a libras, e 400 rs. comprando de
arroba para cima.
Os proprietarios atiaticam que estes gneros sao muito novos e tudo
de primeira qualidade, tudo isto se vende nicamente no armazem Unio e
Commcrcio na ra do Queimado n. 7, e largo do Carmo n. 9 armazem pro-
3gj gressivo.
Qujos
do alemtejo, das ilhas e llamengos, todos chegados neste ultimo vapor, a
2,500 os llamengos e 800 ris a libra do alemtejo e das ilhas, nicamen-
te no armazem UniSo e Commercio, ra do Queimodo n. 7 e largo do Car-
mo armazem progressivo.
" ~imsmaRRRa8
IUA lili 0UEIM4DO \. H.
Laja de acutas de Ingusto Frcderico dos Saotos Porto.
Fazmdtjs pretas para a q un resma.
Ittcos cortes de moreantique irete para vestidos fazenda superior.
Corto de vestido de seda preta com barras.
Capas pretas de seda bordadas e enfeiladas de 22* a 50*.
Capas de seda preta com nu.ngas ricamente enfeiladas.
Soutembarques de seda preta e casemira de cor com lindos afeites.
Zuavos de seda preta de muito goslo.
Pannos prelos, casemiras pretas, setim preto, grosdenaple prelo de diversas qualidades tudo
superior.
Chapeos de palha d'Italia para menina ricamente enleilados de 7* a 12*.
Camisas para homem fraruc/.as e inglezas de algodao e de linho.
Atoalhado de linho fazenda superior.
Camisinhas de cambraia a G.iribaldi para senhoras.
Na mesina casa tem grande swtimeuto de fazendas de seda, lia, linho e algodao que tudo se
vende por muilo commodo preco.
Chegaram tambem a excellentes
ESTEIRAS PARA SAIAS.
Ma rna do Onelmado n. II.
3- UTA ESIIIHIIA 1)0 ROSARIO3
Francisco Pinto Ozorio contina a col-
locar dentes artificiaos tanto por nieio de
' mola.-, como pela pressao do ar, nao re-
cebe paga alguina sem i|ue as obras nao
fiquem a vontade de seus donos, lem pos
e outras preparacoes as mais acreditadas
para conservado da bocea.
Em a nolte do dia 18 do crreme mez, pelas
8 horas fngiraiu da cidade de Olinda da casa da
abaixo as: lanada dous mualos escra-vos de oomes
Guilherrm e Moyss, o primeiro escuro, puuca
barba, irai. pera e Mu-de, estatura ordinaria, com
idade de 2o> 30 annos c secco do corpo, e padece
de erysipella leudo por isso a persa esquerda en-
rliada ; o segundo claro estatu.i ordinaria, labios
corados, nariz um pouco chalo, grosso do corpo,
seiii barba e reprsenla ler de 18 a 30 annos, tendo
na caliera una marca de cicatriz sem cabello: am>
bos foram vestidos e cacados com palitos escaros
e calcas de bi ni brancas, ou pardas : levaram com
sigo que roubaram abaixo a-signada, um baliu.-i-
nho de amarello envernisado contendo um saqui-
nlin com cerca de um con la de ruis em pecas de
miro novas e velnas, tres doblas portuguesas, um
dobro e urna moeda americana grande e urna pe-
quena porcao de moedas de ouro de-cinco mil reis
e dolais; muilos papis de importancia, algumases-
cripturas publicas de acquisicao, papis de com-
pras de escravos, entre os quaes est o do mulato
Moyss, coi lidt's de baplismo dos Klnos da abaixo
assignado, conhecimentos de dcima, nm recibo do
banco ioglezde 7:100*000, urna luir de 5:000*000
nao endossada, e duas lelfts saccadas por Fran-
cisco Gomes de Oliveira como testamentoiro do fi-
nado Ilenry Gybson, e aceitas nma por MarcelliBo
& C da qnanlia de 1:838*180 e a oulra da quantia
de 2:013*600 reis aceita por Antoaio Correa de
Vasconcellos, com endosso em I.raneo, ambas ven-
civeis em 30 de marco do crreme anno, cojos acei-
tantes j se acham prevenidos para as nao paga-
ren! se nao abaixo assignada : urna correnle de
ouro inpleza para relogio cmn siiiele,a|gumas joias
de ouro e podras e um pequeo caixo de madeira
de fora, de um palmo em quadre, piuco mais ou
menos, comoitocenlos nove cenlosmil reis.em pa-
taches: suppoe-sc que estes escravos seguiram pt-la
estrada do Peixinlio, ou do norte em direccao para
Pedras de Fogo ; a abaixo assignada roga encara-
cidament.' s autoridades pollrtaes de os capturar,
empregaudo os meios para serem elles descober-
tos ; e aos capilaes de campo adverle que serao ge-
nerosamente recompensados. Alm doe objectos
dinheiro icima mcncionailos, levaram ditos escra-
vos (que talvez digam qu siio livres) urna bea-
galia de (loque de cana da India vermelna cora
gonios com o cabo prelo de feufalo.
VlialdiBa Amalia de Mello.
Na travessa de S. Pedro, esquina da ra do |
Fouo n. 10, praparani-se com uerfeieSo bandeijas
de bolinbos de diver>as annacoes s goslo vista,
da iiieomineod*, para bailes, casam'tos, fe-tas de
grojas, semana sania, ou |>rocsso;s, e tambem'
boliiilii's do todas as qualidades os i lais escolhidot.
s em libras a S00 rs., de seis par cima. Assim
como ontras mrommendas de podins, toda a qua-
lidad" Je pastis, bolos fiaos, e pio-de-l, ejm to*ia
a peii'.-ieao el i nosso mercado. Na inesina casa se ,
precisa alagar nina pi ota oo mole p e por mea, que j
wba vender botinhos na roa, ou tnosmo do vou-
dagem, paga-se b<-ii._______________________
Francisco Alvos Veiga faz seieato ao respei-1
lavel publico, e com es|ieoialida4e i aarpo de cora-
mercio, que no dia 3 do sorrefte vmdea ao seu |
raixeiroe socio o Sr. DoattafOS Jo; da Guaba, o
seu eatabaleeknento de motilados, sito na ra de
Santo Amaro da freguezia de Santo Antonio n. 8,
livre e desembarazado, e por issn o o inosoai so-
nhor o nico competente para gerilo como seu, do
referido dia em diante.
O abaixo assignado, thesoureiro e socio ins-
ultador da sociedad Phil'Artistica, agradece pelo
presente e em uoine- da mearas sociodade a todas
as pessoas que costtrilmiram para ahrilhanlar o
arto da Installacao que lera lugar no dia 14 de fe-
vereiro ultimo da Hiarida snoie >o.il co:iiiarei'iiiUNilod:i> musmas pi'ssoas. j com
donativos, mobiUa e alai,i~. que por einpreslimo
oble ve ; e sobre ludo aos UbttS. Srs. mcslies c m-
sicos que lizoraiii parle das duas bandas que nesse
dia tanto rnnfiarrmnj com suas harmonas de-
liciosas para excitar o prazer e augmentar a ale-
gra da eseoltda reuiw que uossa eciasio leve
lugar.Iguacio Gomes Poilo.
Precisa-sede urna pesaos para lavarosea-
vallos de urna eoclieira lodos os dias, las 6 s 8
horas da niaulia : para Iratar, na ra Nm n. 59.
Desoja-se fallar era a Sra. I). Kiygeoia Tei-
xeira do Mouia, lillia du fallecido Jow da Cunlia
Teixoira. a negocio que diz respeito mestaa se-
nhora.
Joio da Silva Hamos, medico pela Dil
versidade de Coimbra, d consullas em
sua casa das 9 as li horas da manha, e
das' as 6 da Urde. Visita os do
eai suas casas i.Kgularineiite as horas
para isse designadas, salvo os casos ur-
gentes, que sera soccorridos em qual-
quer occasio. D consullas aos pobres
que o procurare no hospital Pedro II,
aonde encostrado diariamente das 6
s 8 horas da wanbaa.
Tem sua casa de sade regul;. -mente
montada para recober qualquer doente,
anda mesmo os alienad >-, para o que
tem commodos apropriados e r-alla pra-
lca qualquer operacao erurgita.
Para a casa de sade.
rruaeira classe 3*ooo diarios.
Segumla dita.... -VS-'lOO
fareeira dita.... 2*000
l>te esial.elecimenio jn bem acredi-
tad" pelos buns servicos ^ue tem pres.-
tado.
Oppoprisiario espeu ipie elle mbH-
nue a merecer a coi .. a de que smu-
pre lem gozad.
Precisase do urna ama de meia idade a de bom
comporlamwito para urna peauoaa familia, deven-
do saber essiahir, saforanuf < lavar, tudo iwm ;
ijuein e.-tiver neslas cirounistain-ias. appaivoa na
botica doSr. Pinto, na rna dos Quartois, que se
Ihe dir quem precisa.



Diaria de PernalMbueo h* *abtdo 19 Mareo le IK4.
NOYES
Ul
PARTIDAS D06RADAS
OFrRIUCID.VS
A ASSOCIACO 0UMMI-UC1AL ItENEUCENTE
DE
rBiivtiiitrc-o
pon
terceiro escriturario da tucsouraria
de faiteada de Pernambuco e competentemente jim-
tnrisado para exereer o pro-
fcsseralo particular de arillunelica namesma
provincia.
Aeha-se esta obra nos prelo da typographia
Commercial, d'onde em breve sahir I tu da pj-
bliridade em ntida impresso e sob o formato de
8* portuguez.
Compe so esta obra de um volume, dividido em
urna parte theorica e outra pratica, de fcil alcan-
ce s pessoas que se queiram dedicar ao esludo da
escriturac/io.
A respectiva assignatura acha-se aberta em to-
das as livrarias desta cidade, ao precede 550J0
por volume.
O "O 3 -O | Si a 8 js1 a g. ron e v s s I g < s * O o 3"
s ce y ft>
9 3 2 1 o 3 a. =; c M 2 D 3 w > i 1 2. i
Ao Sr. H.iiiof J h Reg Barres.
Repelidos siio os annuncios que ha cito publicar
por este Diario o Sr. Mauoel to Reg, de querer i
com a sua conseiencia purissima entrar ero urna
convenco com os seus credores, i quem est dis-]
posto a entregar o pouco que possue. os coBYidan-
do por isto a enteoderem-Bfl comaExm' Sr- toa
sogra, ou com o Sr. l>r. Patiseca, o qual eslava por
esta senhora encarroado de fazer quaiquer arran-
jo, tendente as suas dividas.
Consta-nos, porm, que o Sr. Dr. Fonseca lia-
vendo sillo fallado pelo Sr. Manoel do Rea para
intervir nesses negocios, todava ainda nao est
autonsadti pela Kx ni" Si- l. Thereza de J. C. de
Souza Leao, sogra do dito Sr. Manoel do Reg, que
mora distante desta colado.
Se h.t agora tas palavras doSr. Manoel do Reg
Barros usis sinceridad*, se ellas sao a expreesao
de sua conseiencia purissinia, queira fazer rom
queoSr. I)r. Fon&eca se veja auionsado legahnen-
t.! pela senbora sua sogra, poder entrar em um
accordo com os seus credores, os quaes nao devem
estar mercadas illusdes, nao devem dirigir-se ae
escriptorio do Sr. Dr. Foaseea, para o incommodar,
vultando sem proveto algum, e como que escarne-
cido pelo autor de scmelhante convite.
________ Um dos Credores._________
A casa n. 61 da ra da Concordia, freguezia
de S. Jos, pertenceute ao Sr. N'orberto Muniz Tei-
xeira Guimaraes, me esta hypothecada por eserip-
tnra celebrada as notas do Sr. tabelho Pedro Ale-
xandiino.
Marcelino Jos Lopes.______
SOCIEDADE
UNIAO BENEFICIASTE
MARTIMA
Por ordem do Sr. presidente convido a todos os
socios ellectivos para (|tie nao baja falta no da
torca-feira 15 do corrente, pelas 6 l| horas da lar-
de, na reuniao extraordinaria da assembla geral a
negocio de muia urgencia.
Secretaria da Sociedade Uniao Beneficente Ma-
rtima 10 de marco de 1864.
Dalthazar Jos dos Neis.
Io secretario.
Massa fallida de Amorim,
Fragoso, Santos & G
Ossenhores credores da massa fallida de Amo-
rim, Fragoso. Santos A C que levaran) seus ttulos
ao escriptorio da administrarn para seren verifica-
dos, poden ir buscados por se acharen) conferidos.
Convidarse novamente, pela terceira e ultima fes,
aquellos sonhores que ainda os nao apresentaraui
de o fazer no praso de oilo dias, do contrario dei-
xarao de ser contemplados, como credores, no ra-
teio a que bou ver de se proceder.
DENTISTA DE PARS
19Itua Noa-t9
Frederico Gatitier, cirurgio dentista
faz todas as operaedes de sua arte, e col
loca dentes artificiaos, tucb com superio
ridade e perfeicao, que as pessoas enten
didas Ihe recoftneeem.
Tem agua e pos denuncio.
Furtaram do engenho Malakoff da freguezia lo
Cabo uma besta ruca, bastante carnuda, com este
ferro N na p esquetda, e algumas marcas de la-
Ihada. corpo comprido, mansa de roda, e carga :
rogase a quaiquer pessoa a quem for offerecida
por negocio, a apprehende-la e avisar no mes no
engenho Malakoff ao proprietario Flix Ribeiro de
Carvalho, ou nesta praca, na Iravessa do Pocirho
n. 28 ; alm de se pagar as despezas, gratifica-s j a
quem quer que for.
RA DO IMPERADOR
N. 22.
Grande armazem de tintas.
Este armazem contm todo quanto |
preciso paraqueaindustriadepintura.de
qualuer genero que seja, desempenhe
seu lim, isto embellezar, conservar e
reproduzir.
Montado em grande escala e supprido
directamente por grandes fabricas de Pa-
rs. Londres e Hamburgo, pode offerecer
productos de confianca, e satisfazer quai-
quer encommenda grosb trato c a re-
talho.
Os Srs. artistas pintores, e os donos de
obras podoro escolhor a vontade, pois
que tudo estar vista, as difiranles co-
res de que tiverem necessidade.
Ha tintas em massa e em p impalpa-
vel, e como as obras a cnverniz.w s se
deve empregar tintas muidas, e nao me-
reoendo confianza as que vera de f rapara
> oininereio, por velbas, e talvez falsifica- ,
das, Mste armazem se as moer vis- i
ta do consumidor, que s assim ter tin- B
tas frescas < veraadeiras.
Ha tanibem ouro vtrdadeiro, verde em
p eemfolha, prata em folha, p debron-
zear de varias cores, diamantes para cor-
tar vidros, burnidores. ncar superfina en-
carnada, auiarella e verde, tintas vege-
laes, ual.roxa, verde e amarclla, noflen-
M\as. nicas que se devem empregar as
confeitarias. eolleccSes de pinceis para
fingir madeira, coni propriedade, e outros
de varias qualidades, vernzses, copal.
graixa, blanco ou es uro para 0 interior
e exterior, para etiquetas e quadros, tin-
tas finas era tubos, em craydes ou pastel.
tollas para quadros, eaixas de tintas linas
e papel para desenlio.
iicias aromticas verdaderas, fras- ^
eos e vidros para vidra^a de todos os ta-
inanhos, e muitos outros objectos, cuja
utilidade e emprego s com a vista pode-
rao ser mostrados.
JoTto Pedro das Ncves,
Gerente.
Ifstaica Magalhes ja Silva Irmaos, fazem sciente aos
seos freguezes que mtidaram o seu estabeleii-
inento de fazendas da ra das Cruzes para a rita
Nova n. W), defronte da igreja de Nossa Senhora
da Conceieao. __________ ____
Ama de l**ite.
Quem precisar do anta ama para criar, com
raudo bom leite, dirija-se ra Direila n. 41
AMA
Quem se quizeraluga'para ama de dous filhos
menores, sendo para engommar, coser e lavar, di-
rija-so ra de S. Francisco, sobrado n. 8, da re-
sidencia do escrivao Silva Reg.
IIA \ O 1 \ I O
ESTABELECIDO N A CIDADE DO PORTO
Agentes em Pernamliuco
Antonio taiIi. de Oliveira
Azevedo k C.
Sacam por todos os paquetes sobre o
mesino banco prazo ou vista, sobre a
caxa filial em Lisboa, e agencias em Fi-
gueira, Coimbra, Aveiro, Vizeu, Villa-
Real, Regoa, Vianna de Castello, Guina-
raes, Rarcellos, Lamego, Covilhaa, Draga,
Penafiel, Braganc,a, Amarante, Angra,
llha da Terceira, Ilha de Faias, llha da
Madeira, Villa do Conde. Valenc, Bastos,
Oliveira de Azemeis, Chaves e Fafe, a
oito dias vista ou ao prazo que se conven-
cionar.no seu escriptorio ra da Cruz
n. i.
Iusrnoc"o primarla.
Simplicio da Cruz Ribeiro, professor publico do
5* grao, propoe-se a ensinar particularmente ras
horas vagas que ainda Ihe restam, as materias de
sua proiissn.ja na casa de sua residencia, j por
casas particulares. A pratica de 10 annos de en-
sino publico, e outros tantos de particular, aps
uma frequencia de 180 alumnos qoe lecciona m-
nualmenie, siio as garantias que oflereee a quom
de seu presumo se quzer utilisar : ra da Gloria
numero 44.
Companhla fldelidade de
seguros maritinios e ter-
restres estabeleeida no
Rio de lanelro.
AI.F.NTES EM PEI'NAMBUCO
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo L C,
competentemente autorisados pela direc-
tora da companhia de seguros Fidelida-
de, tomam seguros de navios, mercado-
ras e predios no seu escriptorio ra da
Cruz n .1.
Aluga se a casa terrea n. 36 da ra da Ma-
triz da Boa-Vista, e o segundo andar e a loja do
sobrado na ra da Penha com fundos para a ra
Direita n. 9 : a tratar no mesmo._____________
iuno novo
Vende-se o ultimo piano mandado fabricar em
Paris. especialmonte para esle clima, ecotn lodo o
cuidado possivei, pelo liem couhecido Joao I>au-
monnierque leve armazem de pianos na na da
Imperalriz; e por ser o ultimo, vende-se muito em
conta. >o para salvar o dinheiro que se tinba adian-
tado ao fallecido : na ra .Nova n. 19, primeiro
andar.
GUIA
I LISO BIIASILEIRO
DO
VIAJANTE NA EUROPA.
Obra muito necessaria, tanto s pessoas que va-
Jam pela Europa, como aquellas que desejain ler
conhecimenio do que ha de mais nolavel e impor-
tante no velho mundo : vende-se na livraria eco-
nmica ao p do arco de Santo Antonio.
luga-se um sitio muito pcrlo desta praga, o
qual esta todo murado, e tem giande casa de viven-
da edificada ha muito i>ouco lempo : quem pre-
tender, dirija-sc ra do Crespo n. 8 B.
0 Dr. Carolino Francisco de Lima San-
tos, contina a residir na ra do Impo I
rador n. 17, 2." andar, onde pode ser pro- ^
curado a quaiquer hora do dia e da imite
para o Qiercick) de sua profisso de me-
dico; sendo que os chamados, depois de
mcio dei vados por escripto. O referido Dr.
nao abandonando nunca o esludo das
molestias do interior, prosegue, com o
maior afilnco, no das mais dilliceis e deh- |
cadas operaedes, como sejam dos orgaos
ourinarios, dos ollios, partos, etc.
Alugam-sc o primeiro e segundo andares do
sobrado da ra do morlra n. 37': a tratar na ra
da Cadeia n. 63, segundo andar.
Aluga-sc o quarto atidar do sobrado da ra
Nova n. 19 : a tratar na ra da Cadeia n. 62, se-
gundo andar.
Ouerer.e-so para criado um mo'.eque escravo
de 15 anuos de idade : a tratar na rua da Penha
numero 1.
Na rua da Aurora n. 26, preeisa-se de um
rapaz que seja boleeiro.
%m*
Ufferece-se para ama de lodo o servico uma
mulher sadia : na rua do Colovello n. 41.
W8B IMSM Mffl&fflS&Stf&i
O baeharel
Francisco Aoguslo da ('osla
advogado
Roa do Imi'ehadoh n. 69.
i* er y untase sem of-
ender.
A nova e sbgro do tinado l.leiuente da
Silva Lima, pelo presente convida as mes-
mas pessoas que acompanharam o corpo do
presado finado ao cemilerio, para que nova-
mente se dignem de .vsistir a missa do sti-
mo dia que ter lugar sahtiado 12 do cor-
rente, s 6 horas da manha, na igreja do
Kspirito Sanio, pelo que desde j do-lbes os
devidos agradecimentos.
A
Quando se far o devidendo da massa fallida de
Joaqun) Jos da Costa Fajozes Jnior ?
E o que nos diro tambem a respeito da massa
de Guimaraes t Irmao ? E'uma massada I
______________ l'ni inleressado._______
Alwja-sc barato
Na padaria da rua Direita n. 84, aluga-se por
commodo preco a loja do sobrado da rua Imperial
n. 162, muito proprio para armazem de sal e com
bonscommodos para grande familia.
O bachure! Jos liento da Cunha Fi-
gueiredo Jnior advoga na rua estreita do
Rosario n. i8._______________________
AMA.
Uma mo?a portugueza. de bons costumes, dese-
ja ser ama de casa honesta e de pouca familia:
dofrontc da matriz da Boa-Vista n. 34.________
l'rcvencau
Prevne-se a quem interessar possa que nao
faga transaeco alguma com uma letra da quantia
de 3505880 rs., aceila no dia 7 do presente a 30
dias por Jos Joaqun) do Novaes, a favor de An-
tonio do Reg Soares, porque se acha a mesma
letra embargada na mo do aceitante por execu-
cao que se move contra o'dilo Soares.
Papaaaw.
Fugio as 7 horas da manhaa do dia 10 do cor-
rele, do sobrado da rua da Cruz n. 38. um papa-
gaio bem empennado, azas interas, e levou uma
corrente no p, o qual voando em dreccao para a
rua da Guia, passou em difiranles tediados : a
pessoa ao mesmo sobrado, que ser recompensado, se o
exigir.______________________
un
Precisase de urna ama mallo capaz para lomar
conta da casa de um estrangeiro solteiro, hiendo
todo o servico de portas dentro, paga-se bem
agradando na rua Nova n. 19, primeiro andar.
Aluga-se o segundo andar do sobrado sito na
rua Direila n. 64. com bstanles commodos : a tra-
tar no primeiro andar do mesmo.
- Jos Cboraaz da Costa Jnior, subdito poriu-
guez, retira-sc para Portugal._______________
Precisa-se de um caixeiro com pratica de pa-
daria. que d fiador a sua conducta : a tratar no
paleo do Terco n. 38.
Prec!sa-se de uma ama para o servico de
uma casa de pouca familia, que taiba eozfnbare
lavar : na rua dos Guararapes, junto a fabrica de
sabo n. 2.
SOCIEDADE
Advocada.
0 Dr. Joao Jos Pinto Jnior mudou o seu es-
criptorio de advocacia para a rua do Imperador
(outr'ora ruado Collego) n. 36, primeiro andar,
onde pode ser procurado todos os das uteis, das
9 horas do dia as 3 da tarde.________________
No dia 13 defevereiro ausenlaramse da casa
da seu senhor, no sitio do Monteiro n. 13, duas es-
cravas retintas, de nomes Eugenia e Nicacia, com
os signaos seguales : a primeira com 30 annos de
idade, pouco mais ou menos, alguma barba no j
queixo, e um lobinho em um dos ps, levou com-
sigo um filho pardo de nome Manoel, de 3 annos
de idade ; a segn la de 2< annos de idade, pouco
mais ou menos, levou comsigo uma lilha cabrinha,
de 4 annos de idade. e levaram dous cinbrulhos de
roupa ; naturalmente seguiram juntas, ignorando-
so qual a dreccao : porlanto. roga-se s autorida-
des policiaes a sua captura, ou quem dellas noti-
cias tiver, leva-las a seu senhor Joao Manoel da
Yeiga e Seixas, no seu sitio do Monteiro n. 13, ou
na travessa da Madre de Dos ns. 4 c 6._______
Casa de comiiiissao de escrios na ra
do Imperador 11. 4o, terceiro andar
Nesta casa recebem-se escravos por commissao
para serem vendidos por conta de seus senhores,
nao se poupando exforcos para que os mesmos se-
jam vendidos com promplido alim de seus senho-
res nao soffrerem empate com a venda delles. A
casa tem todas as commodidades precisas, e segu-
ranza, assim como afianca-se o bom tratamento.
Ha sempre para vender escravos de ambos os se-
! xos, velhos e novos_______________________
P-se 2:0005 a premio sobre hypotheca em
um predio nesta pra^a ; na rua das Cruzes n. 7,
se dir quem d.
Advocacia.
O baeharel Joao Goncalves da Silva
Montarrovos tem escriptorio n rua es-
treita do Rosario n. 17, onde pode ser
procurado das '.I horas da manhaa s 3
da tarde dos dias uteis.
Preeisa-se arrendar um sitio perto da praca,
que tenha pasto para ecas : quem tiver dirija-se
rua da Palma n. 41, taberna.
Precisa-se de uma ama para lodo o servico
de uma casa de pouca familia, preferindo-se escra-
va : no pateo da matriz de Santo Antonio n. 8.
0 conselheiro Francisco de Paula Baplista e
seu llbo o baeharel Gracibano de Paula Baplista,
advogam no seu escnplorio na rua das Trinchei-
ra-. primeiro andar do sobrado rt. 19, aonde se
acham presentes todos os dias uteis, de-de s 10
horas da manha at s 3 horas da tarde.
Precisa-se de uma ama escrava ou forra para o
servico de tima casa de pouca familia : na rua do
Queimado n. 39.
ilontem, 6 do corrente, tendo do ao merca-
do publico fazer algumas compras, o miilatinho
forro de nome Graciano dos Passos, de idade de
12 14 annos, levando para o referido lim a quan-
tia de 45, succede que al hoje ainda nao appare-
ceu, e como o abaixo assignado suppoe ler sido o
dito mulatiuho seduzido por alguem. protesta des-
de j usar de lodo o direito que a le Ihe d, como
tutor do referido mulalinho, e pode s autoridades
policiaes para que o appreheudam e o levem ao
abaixo assignado, na rua do Brum, calderaria nu-
mero 40.
Jos dos Santos Villaca.
Um moco solteiro, empregado no eommercio,
precisa alugar para sua morada uma pequea casa
no bairro de Sanio Antonio, preferindo-se sobrado
e que seu aluguel nao exceda de 105 125 por
mez : quem tiver annuncie nata ser procurado.
Quem precisar de uma ama escrava para o
servico interno e externo de uma casa, excepto en-
gommar e lavar, dirija-se rua das Laraugeiras
n. 18, primeiro andar.
O senhor ou senhora que tem contratado a
casa da rua Direita n. 102 com o Sr. Francisco
Pinto de Lemos, far o favor de dirigir-se rua
Nova n. 49, antes de fazer o negocio, a fallar com
Jos Maria Goncalves Vieira Guimaraes._______
SOCIEDAD!-:
Uniilo Beneficente dos Ar-
tistas Selleiros em
Pernambuco.
Por ordem do conselho convido a todos os se-
nhores socios effoclivos para i-omparererem do-
mingo, 13 do corrente, as II horas da manhaa,
alim de se cumprir o que dispce a segunda par,e
do art. 32 dos estatutos.
Secretaria da sociedade Uniao Beneficente dos
Artistas Selleiros em Pernambuco 9 de marco de
1864.
Taurino Cantidio de Moraes.
__________________1 secretario._________
Joao Flix da Rosa jttlga nada dever, porm
se alguem se julgar seu credor, aprsente sua con-
ta no praso de oito dias, na rua da Florentina nu-
mero 32._______________________________
Ordem terceira do (armo
A mesa regedora desta veneravel ordem convida
a seus irmaos professos, para no dia 13 do corren-
te, (domingo), comparecerem n j consistorio da nos-
sa igreja, as 8 horas da manhaa, afim de compo-
rem a mesa geral para a approvaco dos novos
estatutos j organisados.
Secretaria da veneravel ortivn lerceira do Car-
ino do Recife 9 de margo de 1864.
Fraaeisco Jos dos Santos Jnior,
Secretario.
0 baeharel Jos Roberto da Cunha Sal-
les continua com o seu escriptorio de ad-
vogado rua estreita do Rosario n. 41,
1. andar, onde pode ser procuradodas 9
horas da manha s 3 da tarde : reside
na mesma rasa.
COMPRAS.
Compram-se garrafas vasias : na rua Direi
ta n. 72.
Compra-se elfectivamenie ouro e prata em
obras velhas: na piara da Independencia n.
loa de bilheles.
Compra-se uma escrava sadia e que seja perita
cozinheira : na rua do Queimado n. 39, loja.
( ompra-se efectiva-
mente
ouro e prata em obras velhas, pagando-se bem
na rua larga do Rosario n. i'i. loja de ourives.
Ciarrafcs.
Compram-se garrafoes ee todos os taannos a
320 rs. : no armazem da Aurora Brilhante, largo
da Santa Cruz n. 84.
Paga-se bem.
No largo da Santa Cruz n. 12, compram-se dous
caixoes grandes envidracados, assim como se pre-
cisa de um caixeiro bem pratica em taberna.
LIVROS RELIGIOSOS.
Na livraria n. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia, vende-se as seguintes obras, a 15000
cada urna.
0 Novo Mez de Maria ou mez de maio, con-
sagrado Gloriosa Mai de Deus, por um
sacerdote da diocese de Bclm, tradozido
do italiano e adoptado pelos revoiendissi-
mos padres capudiinhos de N. S. da Pe-
nha da cidade do Recife.
Relicario Anglico de Jess Christo e de Ma-
ria Santissima, offerecido a Nosso Senhor
Jess Christo, preso a columna.Novis-
sima edico com a orac5o menlal, novas
devoces N. S. da (kinceico da Rocha
e enriquecida com estampas.
Visita ao SS. SS. e Maria Santissima, para
todos os dias do mez, Actos de prepa-
racao e aeco de {,'iacas para a sagrada
communho, Modo de resar a cora
das Dores de Nossa Senhora, e Actos
que o chriatSo deve fazer todos os dias.
Novissima edieco adornadas com diver-
sas eslampas, e augmentada de novas de-
voces N. S. da (kinceico da Rocha e
Via Sacra.
O Devoto Ghristo, instruido no compen-
dio da doutrina, as regras da vida de-
vota, no exame de conseiencia c prepa-
raco para a conissao e communho, no
modo de ouvir missa e meditar o rosa-
rio, c no conhecimento das indulgencias
concedidas aos seus confrades.Novenas
da Assenco do Senhor, da Conceieao e
do Natal, das Almas, a novena e trezena
de Santo Antonio, a Via-Sacra breve, e
outras muitas devoces, com indulgencias
parochiaes e plenarias.
H para a senhoras.
(iollinlias e punhos.
Chegaram as riquissimas gollinhas com punhos
de lindo bordados e linho puro guarnecidos com
bonitos botaoziohos tanto para senhora como para
menina, pois a vista faz f : s no vigilante rua do-
Crespo n. 7.
ttebola a OOrs.
o cento : na rua da Madre de Dos n. 18.
POTtSSA "
Vende-se superior potassa nacional a prego mais
commodo que em quaiquer outra parte: na rua
da Cruz n. 23, escriptorio de Antonio de Almeda
Gomes.
Vende-se uma casa terrea na rua do Farol
n. 14 em Pora de Portas : a tratar na rua Impe-
rial n. 143._____________________________
Mantas preta.
Vende-se superiores mantas pretas de fil de
seda, italianas, as mlhores que ha neste genero :
na rua do Queimado n. 2, loja do Preguica.
Compra-se um preto e uma preta, ambos de
u ia idade : na camboa do Carme n. 9 se dir
quem quer.
Compram-se jornaes para emhrulho : na an-
tiga rua do Quartel de polica n. 21, fabrica de
cigarros.
Comprase uma casa de pedra e cal nao mui-
to grande, e que o su preco seja medico, na cda
de de Olinda : quem tiver annuncie.
Na rua do Imperador n. 35, segundo andar
compra-se um compendio do philosophia de Jerou-
rex por Offoord.
VENDAS.
Veadem-se caixoes vastos .
fl#ttOO: nesta (rpograpbJa.
&TO
ARTISTAS ALFAIATES
EM
Pernambuco.
De ordem da directora da sociedade Beneficen-
te dos Artistas Alfaiates nesta provincia, convido a
lodosos socios em da da mesma sociedade a nu-
nirem-se em assembla geral nos saloes do palece-
le do raes de Apollo, domingo 13 do crrante, s
9 horas do dia, alim de se proceder a eleicim da
nova directoria.
Secretaria da sociedade Beneficente dos Artistas
Alfaiates 9 de marco de 1864.
Manoel Rodrigues do O'
_______ 1 secretario.
Precisase alugar um preto de meia idade :
quem o tiver, dirija-se rua do Mondego, sitio
numero 38.
Na rua da Concordia n 18 coze-se com per-
feico costuras de alfaiate.
Precisa-se de um fetor para um sitio, e que
cntenda de jardiin e mais plantacoes : dirija-se ao
i escriptorio de Soulhall Mellors & C.
Jos GoncMves Ferreira Costa tem casas ter-
reas para alugar na travessa do Costa, em Santo
Amaro, junto fundico, ao praco de 95 e 105000
com portao para a mar, e tambem a loja de um
sobrado junto ao Sr. Vianna, com bastantes com-
modos : fallar na dita travessa, na taberna do lim
da mesma.
u advogado Dr. Manoel do Nascimento
Machado Pertella, contina a ter o seu
escriptorio no primeiro andar da casa n.
83 da rua do Imperador.
O abaixo assignado, arrematante das dividas da'
loja de miudezas da rua do Queimado de Joaquim I
Jos da Costa Fajozes Jnior e da loja de fazen- i
das da rua Direita de Fajozes Jnior & Azevedo,
I avisa aos deredores das ditas lojas tanto da praca
1 como do matto de virem pagar seus dehitos aoi
abaixo assignado no largo do Gdlegio junto ao so-
brado amacollo, ou na rua de Hortas n. 104 ao Sr.
Fajozes Jnior at ao dia 15 de marco, do contra-
rio ter de entregar ao seu procurador para co-
brar judicialmente. Recife, 16 de fe vera i ro de1
1864.
Antonio Joaquim Fernandes da Silva.
JHHL
Iscriptorio de advocacia
V rua do Queimado n. 30, pri-
meiro andar.
O advogado Cicero Peregrino continua
no exercicio de sua prolissao na rua do
rua do Queimado n. 30, primeiro andar,
onde pode ser procurado das 11 s 3 ho-
ras da tarde.
Lanadeira
Maques sobre Portugal
O abaixo assignado, agente do banco
mercantil Portuense nesta cidade, saca ef-
fectivamente |or lodos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
quaiquer sotnma, vista e a prazo, po-
dundo logo os saques a prazo serem des-
contados no mesmo banco, na razio de 4
por cento ao anno aos portadoras que as-
sim Ihe convier : as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
O abaixo assignado faz sciente a todos os deve-
doras da firma fallida de Carilargo tendo atlendido as circumstancias de alguns deve-
dores, Ihe tem dado alguma espera, porm tendo
isto servido de abuso, declara que s espera at o
lim do crrante mez, e depois lera de fazer entra
ga de todas as comas, sem excepeao de pessoa al-
guma. ao procurador para as recebar judicialmen-
te, e depois tero de pagar todas as despezas que
se fizer.Manoel Fernandes da Silva.
Saques.
Cunha Irmaos & C. sacam Porto e Londres : na rua da Madre de Dos n. 3.
D-se dinheiro a juros: na
rua lo Hangel n. .____________
larinha c [arelo
No armazem da Aurora Brilhante, largo da San-
ta Cruz n. 84, chegou grande quantidade de fari-
nha em saceos, e vende-se mais barato.
Nova coiivocacao.
Nio tendo comparecido numero sufli-
ciente de interessados, a commissao encar-
regada da cobranca das letras emittidas na
circulaco pela extincta thesouraria provin-
cial, convida de novo aqnelles senhores para
o lim j indicado, e declara que o seu nao
comparecimento a casa n. 28, rua estreita
do Rosario, no dia i 4 do corrente, pelo
meio dia, importar annuencia a quaiquer
deliberaco que os interessados entao pre-
sentes hajam de tomar. Recife, 8 de marco
de 1864.Antonio de Moraes Gomes Fer-
reira.-- Adriano Xavier Pc-reira de Rrito.
Manoel Joaquim Ramos e Silva.
Engenho S. Oaetano.
Arrenda-se ou vende-se o engenho S. Caelano,
silo na comarca do Cabo, distante meia legoa da
eslacao da estrada de ferro, com boa casa de vi-
venda, casa de engenho, casa de purgar, senzalla,
etc.; de agua, com bastante ierras para safrejar
at 2,000 pes, tem bons cercados e boas mallas
prximas ao engenho : a tratar no Recife com
Luiz de Muraos Gomos Ferreira, ou no (libo com
Jos de Moraes Gomes Ferreira no engenho Bar-
balho._________________________________
Costamangho Joaime, Italiano, vai para o Ro
de Janeiro. ________^_________^_
Joao Flix da Rosa, subdito portuguez, reli-
ra-separa a Europa a tratar de sua saude.
A bordo da barca brasileira //is existe supe-
rior farinha de mandioca, que se vende em por-
(oes ou a relalho : a tratar a bordo da mesma, ou
no escriptorio de Amorim Irmaos, rua da Cruz nu-
mero 3.
Vistas venda.
Rua da Imperalriz.
Dita da Cuela.
Dita do Trapiche.
Casa de delenrjao:
Ponte de ferro.
Palacio dogoverno.
Ponte do Recife.
Rio Beberibe.
Pre^o 35000 cada urna : na rua Jo Imperador,
galera norte-americana.
Quem precisar de uma lavadeira para roupa de
sabo e varrella, pode dirigir-se travessa dos Kx-
postos n. 18, primeiro andar. _____________
Francisco Alvos Veiga, tendo de retirarse
mnilo breve para a Europa a tratar de sua saule,
roga a tolos os seus devedoras que hajam de sa-
tisfazer seus dbitos, afim de que nao sejam depois
eoostranjztdos por seu procurador a pagarem judi-
cialmente.
Sobrado mnliillia lo.
Aluga-se pelo tempo de tres seis mezes o fri-
meiro andar do sobrado da rua Njva n. 39, con a
m ihilia nelle existente : a tratar na loja do mesmo
sobrad l.
Merlin.
Na livraria popular da rua do Imperador existe
obras completas de Merlin, que cede-s? pelo que
costaran! na Europa.
- Ainda est por vender-se uma casa terrea
grande, na Boa-Vista, rua Velha n. 4, e outra na
rua do Aragao n. 17 : quem pretender, dirja-e
rua da Imperalriz, loja n. 74. que se dir quem
vende._______________________________
Preeisa-se do um menino de 10 12 annos,
preferindo-se Portuguez, para caixeiro de um ax- _
mazera : a trauma rua da Gula n. 17.
Compendio le direito civil.
Na rua da Saudade n. 9, vende-se o
compendio de direito civil, approvado pelas
congrejacoes dos lentes das laculdades de
direito desta cidade do Recife e da de S.
Paulo para as respectivas aulas de direito
civil patrio.
Na rua do Crespo n. 15, se aluga uma boa
casa e sitio no Monleiro, com frente para o oitao
da igreja.
mmmwMmmmfmm*
Advocacia.
918 Os advogados Manoel Jos Pereira de
ffl Mello e Antonio Rangel de Torres Ban-
tfj deira tem o seu escriptorio na rua es-
jB$ traita do Rosario n. 10, primeiro andar,
&j e ah podem ser procurados das 10 horas >j
Zi da manha al s 3 da tarde.
Mil*'*: *:<.:< !!&l!
Uma senhora com as necessarias habilitacoes
para ensinar a* iostrneedes primarias, inclusive
grammatica pnrtwgueza ao sexo femenino, preten-
de abrir aula particular no dia 7 de abril prximo:
as pessoas que de seu presinti qtiizcrem utilisar-
sq, .dirija-se rua de Moras, caca n. 68.
Alnga-se o terceiro andar da casa n. 88 da
ruadalmperatriz, e o sobrado n. 193 da rualmpc-
rial : na rua da Aurora n. 36.______________
Gelo,gelo, gelo.
Com a chegada da nova machina nao se expe-
rimenta mais falta de gelo fabricado com agua do
Prata, todos os dias a quaiquer hora, para por-
eoes grandes ou encommendas para 'ora da pro-
vincia devora haver aviso com antecedencia : rua
da Aurora junto a fundigo onde tem a bandera
..jM-mwm wmwmmm
C'urso de preparatorios w
Francez, <
Inglez,
Geometra,
Geonapbia,
Rhetorica
rua do Queimado n. 30, primeiro andar,
das 10 s 2 da tarde.
Francisco Garrido avisa ao respeitavel publico,
que na snacasa denominada Travista, na rua lar-
ga do Rosario n. 37, ter disposico de hoje em
diatite dous buhares de mogno competentemente
preparados ; refrescos, sonetea, etc.
Aflbnsode Albuquerquc Mello
ha 19 annos advogadoj ante os auditorios e tribu-
naes desta cidade, j na corle o em outros lugares
do imperio, emeonsequencia de torem-se augmen-
tado aqu seus afazeres, tem transferido sua resi-
denciada villa do Cabo para esta cidade rua es-
treita do Rosario n. 34, onde tem eslabelecido seu
escriptorio, e onde foi o do Dr. Godoy, de cujos
trabalhos ficou encarregado 0 annunciante. Ah
offerece os misteres de sua prolissao s pessoas de
quem mcreca confianza, tanto desto termo como
dos domis desta e de outras provincias para os
negocios e trabalhos a serem desempenhados aqui,
garantindo o zello, lealdade o actividade que Ihe
tao reconhecidos pelas pessoas que o conheeem.
Incumbe-se tambem de traba los para os termos
prximos, onde tem solicitadores de fnteira con-
lianca. D consultas verbaes e por escripto, e
oresta-sa a ouvir seus constituintes a todas as ho
ras, as sextas-feiras das 9 as 4 na villa do Caboe
Pede-se aos senhores passageiros quo vieran)
no vapor Mamantuapf, que por engao levaram
mu lialui ja usado, de couro, queira levar na praea
do Corpo Santo n. 21, ou annuneiar pela esta mes-
ma folha.
Precisase de um caixeiro que tenha bastan-
te pratica de taberna : na rua do Encantamento
numero 13.
Na rua Nova n. 2G, se dir quem da algu-
mas quanlias a 2 0|0 ou a 1 I|2 OpO conforme a
quantia.
ATTENQlO.
Vende-se muito barato um terreno aterra-
Ido com 140 palmos de frente leudo t fren-
tes sendo uma para a rua do Alecrim e ou-
tra para a da Concordia, assim como outra
terreno por beneficiar tendo tambem 14U
palmos de frente e "i frentes urna para a rua
da Concordia e outra para a de Detenc5o,
todos os terrenos tem muito fun lo : a tratar
com o corredor geral Goncalo Jos Alfonso,
em sen escriptorio rua do Trapiche n. 40,
primeiro andar, ou na praca do eommercio.
Taboado
Taboado de peroba e canella de bom tamanho e
muito boa qualidade, vende-se por picgo razoavel :
no trapiche do Cunha no Forte do Mattos.
PARA A QARESMA.
Ricas capas comprdas e santtenbirque de gros-
1 denapoles guarnecidas de vidrilho e passemante-
irias, lindos cortes de vestidos de mo rantique, cn-
fortes para cabvea de senhoras; e liem assim um
' grande e completo sorlimenlo de perfumaras fi-
nas dos prmeros fabricantes de Paris e Londres :
vende-se muito barato, na rua da Cadeia do Recife
n. 60, no grande armazem da Exposico de Lon-
dres.
Divertimento.
Bellas vistas para steraoscopio, sobre papel, e
vidro das principae3 cdades, Pars, Italia, Lon-
dres, e do Interior do palacio da Exposico de
Londres de 1802, e outras : vende-se muito bara-
to, na rua da Cadeia do Recife n. 60, no grande
armazem da Exposico de Londres.
I,uvas de pelliea.
Chegaram para a loja d'aguia branca, rua do
Queimado n. 8.
tiotica e armazem de
drogas
Rua do Cabug n. II.
DE
Joaquim Martiulio da Cruz Concia.
Vende-se o seguinte :
Salsa parrilha de Bristol.
Pastilhas assucaradas de Kemp.
Pastilbas vermfugas de Kemp.
Elixir de citro lactatode ferrado Dr. Thernics.
Rob do Lafecteur.
Sarape depurativo d'odoreto de ferro de Guy.
Sarape peitoral sedativo de Guy.
Pastilhas peiloraes balsmicas de- Guy.
Pilulas da vida.
liurel franciscano (meselado) para imagens.
Injecco Itrow.
Xarope de citrato de ferro de Chable.
Pillas contra sesees.
Salsa parrilha de Sands.
I-Atracto fluido de salsa parrilha de Bailys.
Xarope alcooliro de vellamc.
Alm deatas drogas ha constantemente um com-
pleto sortimento de tintas, vernz, ouro para dou-
rar, preparados chi micos e pharmaoeuticos que se
vendern por commodos presos.
pretas para a qnaresma
Superiores moureantiques pretos largos a 2J1200,
25500, 35. 35500 e 45 o covado, bons grosdena-
ples pretos largos a 15500, 15600, 15800, 25000,
25500, 35 e 355OO o covado, ricos vestidos de
moureatinque preto com barra, ditos de gorguro
preto bordados e adamascados com barra, o mais
moderno que tem vindo Pernambuco, e outras
militas fazendas de bom gosto, pretas proprios para
vestido, superiores capas de seda preta a 165, 205,
255, 305. 355, 40 e 505, mantas pretas de tilo,
lindos chapeos de palha de Italia, o que pode haver
de mais gosto Canotier : na loja das columnas
na rua do Crespo n. 13, de Antonio Correia de
Vasconcelios & C.
AOVO lilVAIi
i.u.h di; UiiDi/.is
X. Rua do Queimado X. Itt.
Pecinhas de tranca preta lisa a 120 res.
Bonitos boloes de punho a 200,400, 600 e 800 res.
Bonitos enfeites de rede com coutas de cores a
800 reis.
Ditos ditos pretos e de coras com continhas pretas
ou brancas a 15000.
Ditos ditos com laco a 15400.
Ditos ditos com laco e bandos a 15800.
Bonitas fivellas com pedrinha para sinto a 25000.
Varias de bonitas fitas de grosdenaples para sinto
e laco a mais moderna a 15600 e 25000.
Varas de lila de gorguro pan sinto a 15000.
Bonitas pulseiras prelas a 15000.
Bonitas pulseiras decoras a 15000.
Bonitas gollnhas com missaoga a 15000.
Grvalas pretas para liomem a 800,15000 e 15280.
Gravatinlias para senhoras pretas e de corres com
cascarrilha as ponas a 15200 e 15600.
Bonitas vullas pretas a 15000, 15280 e 15500.
Ditas muito grande Maria Pa a 25000.
Ditas brancas de aljofres a 15000 e 15280.
Ditas de aljofres de cores a 15000.
Bonitas vollas de coral a 500 reis, 15280 e 25000.
Bonitas guarnires de pentes balo a 55000.
Ditas ditas com caxinho de uvas a 65000.
II'mitas guarnieres de pentes pretos a 35000.
Bonitos pentes de massa com laco a 15600.
Ditos de massa imitando tartaruga a 15280.
Bonitos pentes de massa com esmalte a 15000.
Peales de massa diverso a 500, 600 e 800 reis.
Pentes de alar cabello a 80, 160 e 240 reis.
Penles de burraclias para regaco a 800 reis e 15-
Ditos daos dourados a 15280.
Ditos dourados com pedrinhas a 2-5000.
Penles demarraras dourados a 15000.
Bonitos brincos do aljofres balo a 400 res.
Ditos ditos dourados a 600 o 800 reis.
Ditos ditos pretos balo a 400 reis.
Luvas pretas de Jouvin para homein e senhora a 15.
I.uvas brancas de Jonvia frascas chegadas no ul-
timo paquete a 25300.
Luvas de seda prata para liomem e senhora a 15.
Oitavas de tetros preto a 140 reis.
Varas de labvrintho (grade) a 120,160, 200, 240,
320, 400 e 500 reis.
Varas de franja prata de seda a 600 reis.
Varas de franja com vidrilho a 800 reis.
Pacotes de papel amlsade a 640 reis.
Caixinhas de dito paulado a 800 reis.
Caixinhas de dito de cor fantasa a 15000.
Caixuhas com 100 envelopc a 800 res.
Caixinhas com 100 agulhas francezas a 240 reis.
caixinhas com 100 agulhas Victoria a 320 res.
Carleirinhas com agulhas a 800 reis.
Escovas |iara roupa a 640 reis, e 15000.
Escovas para cabello a 640 reis, 15000 c 15500.
Escovas para denles a ItiO, 320 o 480 reis.
Sabonetes finos a 120,200, 360 e 480 reis.
Frascos de oleo de baliosa a 500 e 600 reis.
Frascos de oleo phlocome a 800 reis e 15000.
frascos de extractos finos a 320. 500,800 reis c 15.
Frascos de banha franceza a 400,500, 600, 800,900
reis, 15000, 15280 e'25000.
Frascos de banha fina transparente a 800 reis.
Frascos de agua de Colonia a 500, 800 reis, 15000
e 15500.
Frasees de pos hisyencos para dentes a 15000.
Garrafas de agua Florida e de Lavando a 15400.
Malas com 12 frascos de extracto finos a 25800.
Canudos de pomada franceza a 120,200, 300, 500
reis e 15000.
Fitas de veludo preto desde n. 2, at n. 150, tudo
barato, ha livros de amostras de lodas as litas.
RELOGIOS,
Vende-se em casa de Johnston Pater &
C, rua do Vigario, n. 3. um bello sorti-
mento de relogios de ouro patente in-
glez, de um dos mais afamados fabricantes
de Liverpool, e tambem uma variedade de
bonitos trancellins para os mesmos.
Para theatro, salao, etc.
Instrumentos de pliisica (mgicas) feilos
em Paris pelo primeiro fabrcame ; c bem
assim apparelhos de phaotasjMgerias, com
vistas em movimento, n que ha melhor :
vende-se barato: na rua da Cadeia do Re-
cife n. (0. armazem da Exposifao de Lon-
dres.
r
1
t.


Diarlo de rernambaco ftafobado l de Jlarco de ig4.
-A

CHANDE REVOLICA
no *
ARMAZEM
DO
0 homem do movimento nao estaciona.
AVANTE 1E SEMPRE
GUERRA AOS INIMIGOS
Nao se admilte a nio comme rcial:
Nao sequer a diaba da allianca.
Nao se teme a luria dos corsarios.
Este anno ha de ser blssexto.
Os cauhdes esli preparados.
FOGO! BOM FOGO!! MELHOR FOGO!!!
Abaixo a liga (Tagua do vinagre
Viva a liga do genuino Iherescom o fiambre!
Viva o conservador das conservas inglezas!!
Vivara os liberaes fregnezes do BALIZA !!!
Vivara todos que lerera este anuuncio.
kTwsmM
SENHORES B SEMWRAS.
O proprietario do grande Armazem (lo Baliza estabelecido ra do Livramento ns.
38 e 38 A, defronte da grade da igreja, acaba de reduzir os precos de quasi lodos os
gneros do seu magnifico deposito.
A tarifa abaixo publicada atiesta bem esta verdade.
A guerra aos inirnigos, est portanto, assim declarada.
As pessoas, ainda as mais exigentes, que se dignarem vir este eslabelecimento,
(carao por certa muilo satisfeitas, nao s quanto s qualidades des gneros, como com o
tratamento todo attencioso que se Ihes dar.
Alm do cumpriraento dos deveres da boa educaco, haver dora em dianle ainda
maior capricho em satisfazer todos que honrarem esta casa.
Os gneros pelas qualidades e precos annunciados, sero offerecidos ao exame
dos Srs. compradores. Noreceieo publico que se pratique o contrario, como em oulras
casas, que at annunciam o que nao tem.... O Baliza nao i I lude-----
Ameixas francezas eracaixinhas eem frascos Licores inglezes e francezesem vazos de di
de diversos tamanhos a l,2oo, l,6oo, versos tamanos a l.ooo, l,5oo e 4,8oo
2,000,2,too e2,8oo rs. e a libra a 8oo rs.! rs. a duzia.
Amendoas novas a 32o rs. a libra. : Manteiga ingleza flor a 8oo rs. a libra e de 8
Azeite doce refinado a 8oo rs. a garrafa. libras para cima ser aberto um barril na
dem de Lisboa a 6lo rs. a garrafa e 4,8ooi presenca do comprador.
rs. a caada. j dem de 2.a e 3.a qnalidade a 7oo, Coo e 4oo
Alpiste a 16o rs. a libra, e 4,8oo rs. a arroba.' rs. a libra.
Arroz do Maranhao, da India, c Java a 8c e dem franceza a 560 rs. a libra, e em barril
loo rs. a libra. por menos.
..... ... ... Idemem latas a 20000 e a 10500 a lala.
Aletr.a branca e amarella a 4oo rs. a libra- Massa de tomateem barr|a mrs a 1bra
Aranita verdadera a 32o rs a libra. ,dem em la a 6i0 rs a ,ata
Batatas novas em g.gos de 30 a 4o libras por Moslarda ing,eza 400 c 600 r6is 0
l,ooo rs. e a 4o rs. a libra Marmelada imperial dos melhores fabrican-
Biscoitos inglezes Lunch a 18oo rs. a lata de tes de Lisb^ m rs J |i|)ra
ij j j- i Marrasquino de zara a 8oo rs. o frasco e a
dem de diversas marcas em latas menores g^ a duza
..a ,' ,. "8' .... Massas para sopa, taJbarim e macarro a
dem de Lisboa de qnalidade especial em la- 480 rs a libra
as grandes e pequeas a 3,ooo el,5oo rs. Idem fina cslreiinha e pevide, caixinha
(Bo achinhas americanas, a 3,ooo rs. a barrica
i 2oo rs. a libra.
Banhade poreo a 44o rs. a libra, e em barril
a 4oo rs.
Baldes americanos muito proprios para com-
pras a l,ooo rs.
Cha huxym, hysson e perola a 3,ooo, 2,8oo,
2,5oo, 2,ooo e l,6oo rs.
dem preto a 2,ooo, l,6oo e l.ooo rs. alibra.
Chanpagne a melhor do mercado a 12,oooo
jigo e a l,2oo rs. a garrafa.
Chocolate francez primeira qualidade a 1 ,loo
rs. a libra,
dem hespanhol a l,2oo rs. a libra.
Mein suisso a l.ooo rs. a libra.
Cerveja branca marca Allsopps a 4,5oo rs. a
Juzia, e a 4oo rs. a garrafa.
Cognac inglez a 64o rs. a garrafa a 8oo e a
45 Ra Direita 45
Oiqam! okam!!!
CALCADO
Bodi e novo, a primeira necessidade para a sau-
de e aformoseamenlo do individuo i
Meu Dos I... que pi de pavao se lobi igam por
essas ras I que figura horrenda e nauseante a
de um paleto! bem talhado sobrancero a um
quedes rodo em duas solas! um balan bem (or-
neado e bambaleante desrubrindo una punta de
botina safara e carcomida!!
Santa barbara! I Corram ra Direita. belfa e
rapazes! sanidam na praia csses malditos quedes,
e comprem :
Boraesuins de Nanles 8*000.
Dilos franeezes de bezerro 7.3.
Ditos franeezes para bomem o*.
Ditos para senhora, de lustre, enfeilados, 5*300.
Ditos para senhora, fraspia alta, 4*800.
Botinas de menina 2,5500.
Ditas de cores para menina 2*000.
Sapatoes de .Nanles de duas solas o*.
Ditos de sola e vira 1*300.
Sapatos de borracha para senhoras l*.f>00
Dilos para meninos 1*000.
Sapatos de lustre para senhora 1,5.
Dilos Dilos da liga constitucional 500 rs.
E um sortimento comple.o em sola, vaquetas,
couros, bezerro francs como nenlium, couro de
lustre muito grande, e tudo quanto pertcnce arle
de S. Chnspim.
) Perfttnic da }foia.
OfiliO
MERCANTIL
RA HA 11IIEIA 1IO RECIPE M. 53,
NOVO' E
GEA1TDB AT.UZ^U DE MOLEADOS
RA 81A UAREIA DO ItECIFE J. 53.
francisco m
nomi
genei
commodos.
Manteiga ingleza especialmente escolhida Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa elSardinhas deNantesa340 rs. oqusrtoeoCO
de primeira qualidade a 800 rs. alibra, 13200 a caada. rs. mea |ata_
em barril se faz abatimento. Azeite doce refinado em garrafas brancas a Latas com peixe em posla: savel corvina
Manteiga franceza a mais superior do mer- 800 rs. vezugo, eberne, linguado, lagostioha
cado a 5bO rs. a libra, e 320 rs. em barril Azeite doce de Lisboa a 640 rs. a garrafa e
ou meio. 40800 a caada.
Prezontos inglezes para fiambre, de supejior Geneora de Hollanda a 500 rs. o frasco e
qualidade, chegados neste ultimo vapor, a 5(9800 a frasqueta.
720 rs. a libra. Caixinhas com ameixas francezas, ornadas
Sueijos fiamengos chegados neste ultimo com ricas estampas na caixa exterior.
AG-ITA FLORIDA
De Kurray & Lanman.
| vapor a 25800.
Queijo prato muito fresco e novo a 640 rs.
a libra.
Castanhas muito novas a 12C
e 30000 a arroba.
Cha uxin o melhor que ha neste genero,
mandado vir de conta propria a 26800
rs. a libra.
Cha liyson muilo superior a 20560 rs. a li-
bra ; cha bysoa proprio para negocio
1S500 rs. a libra.
muitopropriasparamirao.a 1020", 10500
e20.
Frasco de vidro com tampa do mesmo, con-
10300 rs.
Salmo em latas, preparado pela nova arte
de cozinha, a 800 rs.
Maca de tomates em latas de l libra a COO
ris.
Chouricase paios em latas de 8 e meia libra
por 70.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra e
80GOO a arroba.
rs. a libra e tendo meia libra de ameixas francezas, a, Bolaxinha ingleza a 320 rs a libra e 40 a
10200.
Marmelada imperial, dos melhores conser-
vemos de Lisboa, em latas de 1 e meia a
2 libras a 600 rs a libra.
'"iFractas em calda das melhores qualidades
que ha em Portugal em latas hermtica-
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muito novas a 640 rs. alibra.
Coi preto muilo superior a 20 a libra.
Biscoutos inglezes em latas com differenles o^ muito novas a 160 rs. a libra.
S^^^^0^?0"^.?1' Lv!c!.r_'a.'! Amendoas de casca molle a 400 rs. a
Este raro
quasi que noxtinguvel e iSo cnei
qn$o delicado perfume
de
mimosa fragrancia e frescura como o
delicado cheiro das propriaa verdeoen-
u- flores. Durante os mezes caloren-
t.is temente aprazrel e desejavel em ebn-
seqnencia da ufluencia refrigirantc e
Bnave que ella produe sobre a pe le:
ca quanto que tizada no banho ella
imparte i> corpo lnguido c caneado
w.v.i certa elaeticidade de vigor e-loiva.
El/ti hiparh teanparenda tu A q> >,
nove panno) farda e leriejas >h
Bj .
piquelez, soda, captain, seed, bornez e
nutras militas marcas a 10350.
Bolachinha de soda em latas grandes a 20.
Figos em caixinhas hermetii ament lacra-
das, muito proprias para Elimo a 10500.
libra.
Avelaas muito novas a 200 rs a libra.
Amendoas confeiladas de diversas cores a
800 rs. a libra.
MacSas e peras chegadas neste ultimo vapor,
Caixinhas de 4 e 8 libras de figos de coma-' mait0 Perfeitas, s vista se faz o preco.
a i jk a <* ^, m. Conservas inglezas em frascos grandes a 750
dre a 10 e 20 cada urna.
Passas muito novas, chegadas neste ultimo
vapor a 50 rs. a libra e 30 um quarto ;
e em caixa se faz abatimento.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior que
tem vindo ao nosso mercado a 180 o gigo,
garante-se a superior qualidade.
Vinlio Bordeaux das melhores qualidades
rs. cada um.
Ervilhas francezas e portuguezas em latas de
1 libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate francez, o que ha de melhor neste
genero, a 10200 a libra.
Chocolate hespanhol a 10200 a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a
com 8 libras a 10600.
Nozesa 16o rs. a libra.
Peixe preparado de escabeche, da melhor
qualidade que tem vindo ao mercado, a
10 a lata.
Presunto de latnego muito superior a 480
rs. a libra,
dem para fiambre (inglez) a 640 ris a
libra,
dem americano a 400 rs. a libra.
Papel almaco a 30000 a resma,
dem de peso a 20 a resma.
Palitos para denles a 160 rs. o maco.
Dito dito de flor a 200 rs.
Ditos do gaz a 20200 a groza
Passas novas a 480 rs. alibra e a 10800 a
caixa.
Queijos fiamengos do ultimo vapor a 20500.
Dito londrino a 900 rs. a libra.
que se pode desejar de 70500 a 80000 a: Cerveja branca e preta das melhores marcas
caixa e 720 a 800 rs. a garrafa. que ha no mercado a 500 rs. a garrafa e
Caixascom vinho do Porto superior de 90 5J800 a duzia.
a 10 a duzia, e 900 a 10a garrafa; deste Cognac inglez de superior qualidade a 800
genero ha grande porcSo e de differentes; o 10200 a garrafa,
marcas acreditadas que j se venderam Licores franeezes das seguintes qualidades:-
0 TOMTO OREXTAL BE KE9P
FARA OS CABELLOS,
K nina preparacio admiravel para lim-
par, atunnooar, conservar e restabele-
cer os cabellos.
venda as boticas de Caors & Barboza, i
ra- da Cruz, e Jo3o da C. Bravo & C, ra
da Madre deDeos.
por 14$ e 150 a caixa, como sejam: Duque
do Porto, Lagrimas do D(oro, D. Luiz,
Camoes, Madeira secco, Carcavellos, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
Vinho de pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
400,480 e 560 rs. a garrafa, e 30, 30200
e 30500 a caada.
Vinho branco de superior qualidade, vindo
ja engarrafado a 640 rs. agarrafa e a 500
fs. de barril.
Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames
e de oulras militas marcas a 10 a garrafa
e 100 a caixa.
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e
90 a duzia.
Mostarda ingleza em potes j preparada a
400 rs.
barrica.
Sag muilo novo a 240 rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 200 rs. a libra.
Farinba do Maranhao a 120 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 320 rs. a libra.
Cevada a 120 rs. a libra e 30a arroba.
Alpistaa 160 rs. a libra e 40800 a arroba-
Batatas muito novas em gigos com 40 libras
por 10500.
Cebollas a 10 o molho com mais de 100 ca-
da um.
Caf lavado de primeira qualidade a 3C0 rs.
a libra e 90 a arroba.
Caf do Cear muito superior a 280 rs. a li-
bra e 80400 a arroba.
Caf do Bio, proprio para negocio, a 80.
Arroz do Maranhao a 100 rs. a libra e 20800
a arroba.
Arroz de Java a 80 rs. a libra e 2400 a
arroba.
Vellas de spermaceti a 560 rs. a libra e
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
so e a 90 a arroba.
Doce de goiaba a 640 rs. o caixo.
Macarro, talliarim e aletria a 480 rs. a li-
bra ; em caixa se faz abatimento.
Eslrellinha, pevide e arroz demassa para sopa
a 600 rs. a libra e 30 a caixa com ti libras.
Paulos de denle lixados com flor a 200 rs.
o masso, dilos lixados sem flor a 160 r;
o masso com 20 massinhos.
Gomma de engommar muito fina a 80rs. a.
libra.
Banha de porco refinada a 480 rs. a libra e
400 rs. em barril pequeo.
Charutos dos melhores fabricantes de S. F-
lix, em caixas inteiras ou em meias, de
10600, 20 e 30.
Mostarda ingleza em p, em frascos grandes,; Presuntos do reino, vindos de conta propria
a 10 cada um.
, Sal refinado a 500 rs. o pote.
de caa particular, a 400 rs. a libra; iutei-
rose faz abatimento.
l.ooo rs.
Coacervas inglezas em frascos grandes a 75o D'to prato a 640 rs. a libra.
rs. o frasco. Sardinhas de Nanles a 320 rs. a lata,
dem francezas de muitas qualidades a 5oo Dita de Lisboa a 640 rs. em lata grande.
rs. o frasco e a 5,5oo rs. a duzia. Sag muito superior a 240 rs. a libra.
Chirutos neste genero temos grande sorti-|Sal refina lo, em potes de vidro, a 600 rs.
rnento tanto da Bahia como do Bio de Ja- o pote.
Sabo massa a 120,
neiro a 1,6oo, 2,2oo, 2,5oo, 3,ooo e 4,ooo
rs. a caixa.
Caf do Cear muito superior a 28o rs. a libra
8 a 8,ooo rs. a arroba,
dem do Rio a 3oo e 28o rs. a libra.
Ceblas a9oo rs. o molho com mais de loo
ceblas.
Chouricas e paies a 72o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 2oo rs. a libra.
Cevada muito nova a 8o rs. a libra.
Copos lapidados a 5 e 6,ooo rs. a duzia.
Doce de goiaba em latas a 4oo rs. a libra,
dem de caj em latas a 320 rs. a libra.
Er'ilhas francezas e portuguezas a 5oo e 64o
rs. a lata.
dem seccas a 16o rs. a libra.
Fi ]X>r 16oo rs.
Farinha do Maranhao a 12o rs. a libra.
Farinba de trigo muito superior a 12o rs. a
libra.
Farelo em saceos grandes a 4,ooo rs. o sacco
Genebra ingleza marca gato a 1 ,ooo rs. a gar-
rafa.
dem verdadeira de Hollanda em frascos muito
grandes a 1,2oo rs. o frasco.
dem de Hollanda em frascos pequeos a 5oo
rs. o frasco,
dem de laranja a l.ooo o frasco.
Gomma do Aracaty a 8o rs. a libra.
Gnxa a loo rs. a lata e l.loo a duzia.
Linguas americanas de grande tamanho a
l,ooo cada urna.
160, 200 e240rs. a
libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Dito de Santos e 300 rs. a libra.
Tijolo para limpar facas a 140 rs. cada um.
Vassouras americanas a 64o rs, cada urna,
dem do Porto a 400 rs, cada urna.
Aelas de carnauba e composiclo a 320 rs. a
libra e a 100 a arroba,
dem stearinas superiores a 560 rs. o
maco, e em caixa por menos.
Vinho do Porto, neste geneno temos o me-
lhor sortimento possivel, que vendemos
por precos muito haixos a 10 a garrafa e
a 10/ e 120 a duzia.
IdemCherry, e da Madeira em barris e em
caixa, a 120 a caixa e o barril conforme o
tamanho.
dem de Figueira e Lisboa, em ancoras de
8 a 9 caadas, por 280000.
Dito em pipa a 30000, 30500 e40ooo a ca-
ada
dem do Porto, denomiuado Baliza, a 50 a
caada,
dem idem em garrafoes a 20500, com o
garrafo.
Idem de Bordeaux, das melhores marcas que
vem ao mercado, a 60 a caixa e a 640 rs.
a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 10600,108oo e 20000 a
caada.
dem idem.em garrafoes com 5 garrafas, por
10 com o garrafo.
Vinho de caj a 10 a garrafa. Este vinho
tem dez annos.
Mfll^l)
Ra da Senzalla n. 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston & C,
' sellins e silhoes inglezes, candieiros e casti-
,St^aSSASS^i^Z'^ tbronzeados'lonas inf ^ fi devela,
chicotes para carros e montana, arreos para
carros de um e dous cavallos, e relogios de
ouro patente inglez.
Ossenhores que comprarem de 1000000 para cima, tero o descont de 5 por cento, pelo prompto pagamento.
COMME RC
RA RO QUEOIARO \. 45*
Passando o becco da Congregado segunda casa.
m
NOV1DADE.
i
m mi
TODA ATTEXflO AO VIGILANTE, j
Custodio Jos Alves Guimares avisa ao respei-
lavel publico e aos seus freguezes, que achando-se:
as obras da loja do Vigilante concluidas, e aclian-
do^se as ponas abenas a concorrencia do res-
peitavel publico, para assim apreciar o novo gallo
que se acha no espaeoo e alegre campo, guarne- i
cido das lindas llores e muilos oulros objecios de
bom gosto. que lano sastisfeito se acha, aprsenla Pereira Rocha 4 C. ticabam de abrir na ra do Queimado n. 45 um armazem de molhados denominado Clarim Contmercial,
o novo canto, chamando pelos seus freguezes que 0nde o respeitavel publico encontrar sempre um completo sortimento dos melhores gneros que vem ao nosso mercado, os quaes
ciar'''Tacharoum,rgraiXesonnn^nnto^drraa^dras serao vendidos porprecos muito resumidos como o respeitavel publico ver pela tabella abaixo mencionada : garantc-se o bom peso
tendentes .i miudezas,'tanto para grossocomo para e boa qualidade dos gneros comprados neste armazem.
retalho, que todos sero sonidos a vontaaY, mesmo
qualqu.r fregu de fra que nao possa'jvr a esta Arroz do Maranhao, da India e Java a 80 e
praca e queiram dirigir-se a esle eslabelecimento 100 rs. a libra e 20400 a 25800 rs. a ar-
fazendo seus pedidos |ior meio de cartas, e pode- i roba.
latas o em frascos a
em frascos grandes a
recebe de sua propria coma, como' dos que recebe! 20500.
de consignares. j^nj em caixinhas elegantemente enfeifadas
azenno seus peamos |ior meio de cartas, e podo-1 roba,
rao fazer que ser tudo comprido fielmente, poden-: Amptac francP7a< em
do-se fazer precos muilo razoaveis, nao s pelas. i i Sm
boas compras feilas ncsla praca, como dos que! 102UU e I0OUU CC
Fitas lavradas
a peca 2000.
Pitas.
de lindos padroes de ns. 7 30
com ricas estampas no interior das caixas
a 120000,10400, 10600 e 20.
a 800 rs. a
Palitos do gaz a 20200 rs. a grosa.
Passas muito novas a 480 rs. a libra.
Peras seccas muito novas a 600 rs. a libra.
Painco a 200 rs. a libra.
Polvo secco muito novo a 400 rs. a libra.
Presuntos de Lamego em calda de azeite e
muito novo a 640 rs.
a 20400
Corros e bonetes para menino dei^oOO 2ooo. Amendoas com casca muito nevas a 280 rs.
Touquiuhas muilo lindas para bai.lisados 1000. a libra.
Manguitos, camisetas ;wpo e MOOO___i Alpista a 100 rs. a libra e a 45600 rs. a ar-
Oohnhas e punhos bordados a 1.>00 e 2*000. *Ua
Gravanhas muilo chique de 1*000 al 2*000. ,yud- v.
Flores as mais linas do mercado de todas as qua- Azeite doce francez milito fino em garrafas
idades. j grandes a 960 rs. a garrafa.
Entre-meios e tiras bordada. jdem de Lisboa-a 640 rs. a garrafa.
i'tZ para HSSL, Arf.rula verdadeira de mataran a 320 rs. a
Caixas de tartaruga, brancas e pretas. libra.
Cascarriihas prease de cores. Avelaas muito grandes c novas a 180 rs. a
larga propria para mantelete e
todas as qualidades para de-
na
reth, com urna legoa de frente e meia de fundo, e
proporcSes para nella se levantar um bom enge-
nho de fazer assucar, sendo que aclualmente ren-
de ella mais de 1:000* que pagam os moradores
qus tero : quera a pretender cntenda-se nesla pra-
ca coro o Sr. Antonio Jos Leal Reis, na roa da
Caileia do Recife n. 47.
Vende-se um rico faqueiro de prata de una
i' meia duzia de .alheres, e com todos os mai-; per-
ten es, novo e chegado ha pouco tempo do Porto ;
o'ra de muito }i'sto, e acha se em urna bonita
eafaia : quero o pretender comprar, diiija-se loja
n. 1 da ra do Queimado, tralar com Caspar An-
tonio Vieira Guiniares.
Vende-se alpaca prela a iiOO rs. o vado.
Vende-se alpac i prela para vestidos a 500, 600,
700 e 800 rs., fina de cordao a 800 rs para pale-
to prinreza prela a 800 c 640 o covado, bombazi-
na preta fina a 1*400 o covado, laaziohas prela
paia senhora que estao de luto a 720 o covado :
na ruada Imptratriz n. 56- A loja est aborta at '
s i horas da ooite.
GAZ GAZ GAZ
por preco reduzldo.
Vende-se gaz da melhor qualidsde pelo
pre.o de 100 por lata de 5 gales: no ar-
mazem do Caes do Ramos n. 18 e ra do
rrapiche Novo n. 8.
Os precisos talheres pa-
ra cr tancas.

Chegaram e acham-se venda na ra do Quei-
mado, loja d'aguiabranca n. 8.
de superior
de Dos
Vinho verde,
enor qi
s n. 34,
ualidade : vende-se na ra da Madre
armazem de Caoba Irmaos A C.
Franja preta,
para capa.
Fitas de laa e de
brum.
Meias de seda e de algodao.
Randejas de lodos os tamanhos
que ple haver neste mercado.
Voltas e brincos pretas.
Papel amisade de maozinhas c de outras quali-
dades.
Sabonelcs de lodas as qualidas.
Perfumaras dos melhores amores.
Espelhos e locadores de todas as qualidades.
Transparentes muito lindos para jauellas 6*.
Pentcs de burracha para desembaracar.
Dilos fingindo caivetes.
Ditos de tres faces.
Ditos de marlini e outras qualidades.
Ditos para alar cabello, tanto para senhora como
para menina.
Tcsoiiras muito finas e grossas.
Papel almaco fino, assim como muilos outros
objectos que se tornarla enfadonho annunciar.
Enfeftes para ;s enhoras.
Al que chegaram os inultos desojados enfeites i
com lacinhos do lilas para senhora pelo barato pre-
go de 1*300.
S oo Vigilante, na do Crespo n. 7.
MU!
Queijos do ultimo vapor, muilo frescos, a 1*j00,
s no paleo do Paraso n. 16 oitao para a ra da
Florentina.
libra.
Batatas muito novas a 40 rs.
Biscoutos inglezes de diversas marcas a
10300 ris.
as mais finas Rolacbinhas de soda, latas grandes, a 20 rs.
a lata.
Ditas inglezas muito novas a 3JO00 a barri-
quinha e a 200 rs. a libra.
Chouricas e paios muito novos
libra.
Cevadinha de Franca muito superior a 220
rs. a libra.
Cevada a 80 rs. a libra.
Ervilhas portuguezas a 640 rs. a lata.
dem seccas muito novas a 200 rs.. a libra.'
Figos de comadre e do Douro em caixinhas Queijos fiamengos do ultimo vapor
de oito libras e canastrinhas de 1 arroba a ris.
108OO, 50800 e 280 rs. a libra. dem prato a 640 rs. a libra.
Farinha do Maranhao a 120 rs. a libra. Sal retinado em (rascas de vidro a 600 rs.
Farinha de trigo a 120 rs. a libra. cada um.
Genebra de Hollanda verdadeira marca VD Sardinhas de Nanles a 320 rs.
a 560 rs. o frasco e 60200 rs. a frasquei- Sag muito alvo e novo a 260 rs. a libra.
ra. Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra,
dem em garrafoes de 3 e 5 gales a 50500 Tijolos de limpar facas a 140 rs.
e 70500 cada um com o garrafo. Vellas de carnauba pura a 360 rs. a li-
Gomma do Aricaiy a 80 rs. a libra. bra.
Graixa a 100 rs. a lata e 10100 rs. a duzia. dem stearinas muito superiores a 600 rs. a
Grao de bico a 150 rs. a libra. libra.
Licores muilo finos a 700 rs. a garrafa. Vinho do Porto engarrafado o melhor que
dem, qualidade especial e garrafas muito
grandes, a 10800 rs. a garrafa.
dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, garrafa forma de pera e rolha de vi
dro, a 10000 rs., s a garrafa vale o di-
nheiro.
Banha de porco refinada a 440 rs. a libra e Manteiga ingleza perfeitamente flor, desem-
e em barril a 41.0 rs. barcada de pouco a 800 rs a libra, e de 8
Cha hysson, huchin e perola a 10600, libras para cima se far urna dilTerenca.
20500, 20800 e 30000 ;i fibra. dem franceza muito nova a 560 rs. a libra,
dem preto muito superior a 0000 rs. a li-; e em barril lera abatimento.
bra. Massa de tomates em bairil a 480 rs. a li-
Cerveja preta c branca, das imInores marcas, bra.
que vem ao mercado, a 50< rs. a garrafa dem em lata a 640 rs.
e 50800 a duzia. Marmelada imperial dos melhores conservei-
Cognac inglez lino a 900 rs. n garrafa. ros de Lisboa a 600 rs. a lata.
Conservas a 720 rs. o frasco. Marrasquinho de Zara, frascos grandes, a
dem, so de pepino, a 720 rs. 800 rs.
dem, s de azeitonas, a 750 r. dem regular a 500 rs.
Charutos dos melhores fabrica ites da Babia Massas para sopa : macarro, talhar.m e ale-
e especialmente da fabrica imperial de tria a 480 rs.
Candido Ferreira Jorge da C ista, a 1,-4800, Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
20000, 20200, 20500, 20300, 30000 e( Peixe em hitas preparado pela primeira arte
30500 a caixa. de cozinha a 10 rs. a lata.
Caf do Rio muito superior 260, 280 e Palitos de dentes a 160 rs. o masso.
300 rs. a libra e 70500, 80 e 8*r00 rs. a Palitos de dentes a 120 rs.
arroba.
i dem de flor a 200 rs.
ha neste genero e de varias marcas, como
seiam : Vclho de 1815, Duque do Porto,
Madeira, (>. Pedro, D. Luiz I, Mara Pia.
Bocage, Chamisso e outros a 800, 900 e
10000 a garrafa, e em caixa com urna du-
zia a 90000 e100000.
dem em pipa, Porto, Lisboa e Figueira a
480, 500 e 560 rs. a garrafa e 30, 30500
e 40 a caada,
dem branco de Lisboa muito fino a 500 rs.
a garrafa,
dem de Bordeaux, Medoc e S. Julien a 700
e 800 rs. a garrafa, e 70000 70500 rs.
a duzia.
IdemMorgauxeChateauluminide 1854, a 10
a garrafa,
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e
1 >200 rs. a caada.
Kjrsk garrafas muito grandes a 10800 rs.
Alm dos gneros cima mencionados te-
mos grande porco de outros que deixatxos
de mencionar, e que tudo ser vendido por
pegas e carnadas, tanto em porcoes como
retalho.
Quem comprar de 1000000 pare cima te-
ra o abate de 5 pin cento.


Diarlo de lerni)>uco abluido 13 tic Marco de 3 4.
oc
p*
DUARTE & C.
Participan* tos seas numerosos freguezes e ao publico em geral que acaban de
receber de sua propria enoommenda, o mis lindo e completo sortimento de molhados,
os quaes venden por grosso e a retamo por menos 10 por cento do que outro qualquer
anuunciante, como vero pela seguinte tabells que abaixo notamos
mos proprietarios no so o peso como a qualidade de seus gneros
ATTENCAO
AOS
AmmmmwB
DO
PROGRESSISTA
RIJA DAS CKITZES V. 36
E
RA DO CRESPO N. 9
\o balrro de Manto Antonio.
Joaqnlni .lose Gomes de Souza tem a honra de participar ao respei-
tavel publico, que tem resolvido vender os seus gneros de primeira qualidade por menos
10 a 20 por cento do que outro qualquer anaunciar, como se v do presente annuncio,
asseverando o proprietario d'estes armazens a aquellas pessoas que frequentarem estes
estabelecimentos, que nunca torito occasio de reclamar qualquer genero, visto ter-se
adoptado n'estas casas o ptimo svtema de s se negociar com gneros especialmente es-
collados.
garantindo os
variado sortimento
Acaba de receber de sua propria encommenda um grande e
de molhados todos primorosamente escollados, por isso apressa-se o proprietario em
offerecer aos seus freguezes e ao publico em geral a seguinte tabella dos saos gneros e
A VltSO resumidos precos. aiancando todo e qualquer genero vendido neste liem condecido ar-
lados os senhores que comprarem psra negocio ou casa particular de 100* para mazem.
cima terao mais 5 a 10 por cont de abatimento, os proprietarios scientifieam mais que Pede-Se tOQil UtteilCilO.
tocios os seus ganaros sltf reoubidos de sua propria encommenda, razSo esta para poae proonjUrio pede a todos os seahores chotes de familia e ao publico un geral
veider por muito menos do que outro qualquer estabelecimento. | ^ dixm u.,ssal. desapercibida a seguinte tabella :
CHA
hysson, uxim e perola a 2.400, 2,000 o
2,800 rs. a libra.
CAF
muito superior, do Rio e do Cear a 8,000
e 8,400 a araoba e 300 rs. a libra.
VINHO
de Lisboa e da Figueira a 3,500 3 4,000 a
a caada,
do Porto engarrafado de diversas marcas a
1.000 rs. a garrafa.
Bordeaux de diversas qualidades a 7,000,
8,000, 9,000 e 100 a duzia.
M traiga inglea llar a 8oo rs. a /ibra.
Castrabas muilonovasa 2,ooo rs. a caixa, e
a 16o rs. a ibra.
Boinho francez e em caixinhas de 7oo a
1.5oo rs. cala urna.
Idiiri francea a mais nova do mercado a 56o
rs. a libra, e 54o rs. em barril.
M .m de poreo refinada muito alva 46o rs.
a libra,
nto para fianbre a 8oo rs. a libra.
Oti uxim miu.linao vin lo de conta propria,
o melhor do mercada a 2,8oo rs. a libra,
dem hyson de superior qualidade a 2,6oo rs.
a fibra,
ldam perola o melhor que se pode desejar a
2,7oors. a libra.
dem preto muito fino a 2,5oo rs. a libra,
dem mais baixo pouco a 2,ooo rs. a libra.
Idem mais baixo a l,8oo rs. a libra.
Vellas de carnauba e composifo de 32o
36o rs. a libra e de lo.ooo a H.ooo rs.
arroba.
rs. o gigo.
ATINO.
Neste armazem e no largo do Carmo n. 9, annazem Progressivo, recebem-se as
GenebrTile Hollanda em boinas de conta a' libras que vulgarmente corren no commercio por 8*800 a U o proprietario em seos aV'ooo"?500 e 6 000 rs
440 rs a botija, e em duzia ou em barrica amasen da-ll.er este valor, sendo em pagamento, e isto para evitar confusoes em irocos. "^zia '
CONSERVAS
inglezas a 8,500 a duzia e 760 rs. o frasco.
SAL REFINADO
em frascos de vidre com tres libras a 600 rs.
PEIXE
em latas ermeticamente lacradas a 1,000
rs. cada urna.
PORVOS
do Porto muito bem conservados a 500 rs.
a libra.
MUSTARDA
preparada muito nova a 400 rs. o frasco.
MARMELAOA
' dos melhores conservemos a 640 rs. a libra.
CHAMPANHE ESPERMACETE
a melhor que temos neste mercado a 20,000 muito superior a 560 rs. a libra, e em caixa
CERVEJA
ter abatimento. Manteiga ingleza perfeitamente flor, a 8oo rs,
Massas para sopa macarro, talhanm e aletria e em ,)ar|.| a 78o n
a 48o rs. a libra e em caixa ter abat-, ,dem france/a a 54o rs[ a ubra, e 300 rs.
ment. sendo em barril,
dem estrellmha, rodinha e pevide em caixi- cha Uiim 2 -n0 R a ,bra) e e 8 H|,ras
nhas de 8 libras, muito bem enfeitadas de, ,a cma a 2 (.)00
2,5ooa 3,5oo rs. a caixinha e a 6oo Hit m pero|a a" g^ rs e libra. cima a 2(7oo," | rs. a libra.
' sde
rs. a duzia l.ooo rs. a garrafa, garante-se
que os melhores que temos tido no mor- ,
cado.
Pasas em caixasde 1 arroba '/i e 4 i a 7,3oo,
3,6oo e l.Doo rs. a caixa, e loo rs. a libra
GENEBRA
Hollanda em frasqueiras a 5,500 e 500
rs. frasco.
Vmhp do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafa lo garante-se a superioridade deste vi-
nho, das seguintes marcas : Duque, Ge-
nuino, velho seceo, especial lagrimas do-
Boce de guiaba em caixasde diversos tama- Mtm |lVSS0'n o'majs superior que se pode Marmeladas dos mais afamados fabricantes
nhos de 6oo a l.ooo rs. o caixo desejar a 2,6oo e de 8 libras para cima Lisboa a 6oo rs. a libra
Sabo massa de 2oo a 24o rs. o melhor, n a j, .00 n Ervilhas secas muito novas a 16o rs. a lib
caixa ter abatimento. IWem'menos superior a 2,loo e I
dem hesoanhol a 28o rs. a libra. ^n ,.ma a j^ rs
latas muito novo ; savel, pescad. Idem ,(roprio pan negocie a 2.3<
, salmo e outras multas qualidades )iras , libias Grao debico muito novo a 16ors. a libra.
Ervilhas francezas em lata? a 6oo rs.
B 8 li- Potes com sal refinado a 48o rs.
Fumo de chapa americano a l,4oo rs. a libra
preparada de escabeche 2 a arte de cos- Mem"'(jo ko em latas' de 2. 4. 6 e I libras fazenda especial.
nha de l.oo a l,8oo rs. a lata. ^^ uma a 2, 3 3,roo > i.Son rs. a lata. Presunto para fiambre inglezcs a 7oo e 8oo
Figos em caixasde 1 arroba, \* e 8 libras Mem pret0 0 melhor'que se peda desejar rs. a libra,
a 8,000 4.000 e 2,ooo rs. a caixmba. i nesl(l pftnei0 a % &n) rs. Chouricas e paios mnito noves a64o a libra.
ees de 1819, vinho especial D. Pedro Y., Barris de vinho branco de quint, marca B ,. '' superior a esse que se vende Batatas muito novas em gigo; de 34 libra a
ritmo velho, Nctar superior de 1833, Du- & pjiho a 60,ooo rs. o barril. j nftl
1 1- i to de 1834, vinho do Porto ve-
lao superior, madeira secca de superior
DOLACHINHA
arante-se serein muito novas, e graudas. | de soda em latas grandes a 2.000 rs. cada
uma. i
inglezas em barricas a 4,000 e 240 rs. a;
libra.
BISCOUTOS
em latas de todas as qualidades, a 1,300 rs.
cada lata.
ARROZ
da India e do Manaban a 2,600 e 8,000 a
arroba e 100 rs. a libra.
CEVADA
a 2,500 a arroba
e :I00 rs. a
2 et 2.4oo. a 4,Hoo rs. a Ubra. 1 ,'ooo rs. e 6o rs. a iibra.
Marmeladi imperial dos m lhores conserve-, jdem n|.||S |(ajx(| imn para mgj^Q a |f5O0 Massas para sopa macarr3o, talharim aletria
qaalidailf, vinho do Porto superior D. Lu-
iz I "de 18't7, lagrimas do Douro espe-
cial, vinho do Porto de l,oooa l,2oo rs.
a garrafa c de lo.ooo a 14,ooo rs. a caixa
cora uma duzia.
Cilachinha de soda especial encommenda e a
mais nova que ha no mercado a 2,2oo rs. a
lata.
Biscoitos inglezes das melhores marcas em
lainhasde 2 libras a l,3oo rs. a lata.
Mea inglezes craknel em latas de 5 e 7 libras
d 5,ooo a 6.000 rs. a lata, e em libra .
8oo rs.
Oueijos do reino chegados pelo ultimo vapor
a 2.5oo rs. cada um.
dem prato a 7oo rs. a libra.
ros de Lisboa a 64o rs. a 1 dinhade 1 bra,
ha latas de 1 V* e 2 libras.
rs. a libra. 4oo rs. a libra.
dem miudinho proprio para negocio a l,5oo Cognac verdadeiro inglez a S.5oo rs. a caixa
Massa de tomate em latas domadas de 1 libra i rs, a libra. e8oors. a garrafa.
a 64o rs. a lata. | Qt,ejjos do reino chBMM n^ste ultimo va- dem francez a 7,ooo rs. a duzia e 7oo rs. a
Ameixas francezas em caixinhas elegante- por a 2.5oo. '*** garrafa,
mente enfeitadas de l.5oo a 3,ooo rs. a dem mais secco vindos por navio a l,7io. Charutosemgiandequanlidade e de lodos os
caixinha, tambem iia latas de 1 */i a 6 li- |(|(,m ,)rat0 gsmemores emais (regeos do fabricantes mais a creditados a l,5oo,
. prato
brasde l,2oo a 4,5oo rs. a lata. | mm.M\o a 76o rs. a libra,
dem em frascos cora tampa de rosca a i^oo Idem |nn,irino a 6oo rs., e sendo inteiro a
rs. o frasco.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
suisso a l,2oo rs. a libra.
Conservas inglezas das seguintes marcase
Mixde-Picles e cebollas simples a 75o rs
o frasco.
Ancoretas de vinho colares a 5o,ooo rs., e
a 72o as. a garra f
Vinho em pipa das mais acreditadas marcan Sardinhas de Mantos a 32o rs. a latinha.
como seja-nBA F., PRR, JAA, outrai Charutos das mais acreditadas marcas de
muilas marcas. Porto. Lisb*a e Figueira ; 2,8*0 a 4,ooo rs. a caixa.
de*48o, 5oo, 56o, 64o e 8oo, rs., e o do Champagnbe a melbor do mercado de 12.ooo
Porto fino em garrafa, e em cenada i a24,ooors. ogign,ede l,2ooa2,ooors.a
3,ooo, 3,5oo, 4,oeo e 6,5oo rs.o melho' garrafa,
do Porto. Papel greve pautado ou liso a 3,5oo rs. a res-
dcmBordoauxdas mais acreditadas marcas ,dem ;,e pe30 pautado ou liz0 de 3)5o0 a
a 7oo rs. a garrafa, e a 8,ooo rs. a caixa. 4 Q0Q M a r^sma
SarrafSes com 5 garrafas de superior vinh3 Go;ma muil0 fina'e a,va a 8o a 1bra.
do Porto 2,200 rs. cora o garrafio. Milho a, sta nso de m a 2oo rs. a u.
dem com o garrafa de vinho da r igueira mais Dra
proprio para a nossa estacSo por ser ma s PaUtos do a 2 ^ rs sa 2oo rs> a
< >co a ,4oo rs. com o garralao. dMja
Vasos inglezes de 4 a 16 libras vasios, muito
proprio para deposito de doce manteiga
ou outro qualquer liquido de l.ooo a
3,ooo rs. cada um.
Licores das melhores marcas e mais fiaos
a 1 ,ooo rs. a garrafa e em caixa ter abati-
mento.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a gamfa
e lo,5oo rs. a caixa.
Chouricas as mais frescas do mercado a 8oo
rs a libra.
Genehra de laranja em frascos grandes a
l,ooo rs. o frasco.
Serveja das mais acreditadas marcas de
5,5oo a 6,500.a duzia e de mais a 5oo rs.
a garrafa,
dem em botijas e meias, sendo preta da
muito creditada marca T de 6,5oo a 7,8oo
rs. a duzia.
Ceblas em molhos grandes a 8oo o momo
640 o cento, e a 6,5oo rs. a caixa
Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
Farinha do MaranhSo a 14o rs. a libra.
dem com 3 garrafas de vinagre a l,2oo ni.
com o garra fao. j
Vinho brari;o o mais superior que vem ao
nosso mercado a 56o rs. a garrafa, e a
4,Soo rs. a caada.
Velas deesparmacate as melhores neste ge-
nero de 56o a 64o rs. o maco, e em cai-
xa ter grande abatimento por ha ver
grande porcio.
Azeite doce em barril muito fino a 64o rs.
a garrafa e 4,8oo a caada.
Idern francez retinado a Hoo rs. a arraf.
Ervilhas francezas e purluguezas a 64o rs. a
lata.
Bocotas eom doces soceos de Lisboa de 3oo
a 3,5oo rs. cada uma.
Touoinho deLisboa a 3oo rs. a libra, e a
O.ooo js. a arroba.
Nos* muito novas a 16o rs. a libra e 4,8oo'
rs. a arr< ba.
Caf de l.1, 2. e 3.a qualidade de 26o, 3oo i
e 36o rs. a libra, doCear de7,8oo, 8,6oo,'
e 9.oo rs. a arroba do melhor.
Arroz da India, Java eMarnnho de 2,8oo a Tijolo para limpar facas a 16o rs. cada um.
3,ooo a arroba, ede8oaloors. a libra. Cominho a 4oo rs. a libra.
Pasias muito novas a 8,5oo a caixa e 5oo Erva doce a libra.
a libra, ha caias meias e quartos. Canella a i.ooo rs. a libra.
Sovadinha de Franca a 24o rs. a libra. Batatas a l.ooo rs. o gigo com 32 libras liqni-
Sag muito novo a 28o rs. a libra. das e 3,ooo rs. a caixa de duas arrobas.
F.A.RIXHA FOWTANA.
Parinli.1 <1 moito acreJHa a mana
Venda de uma hy-pothtoa.
Os li(|nidalarios da massa fallida de
Foiitaia "cseinliarcato hoje, vende-'M Jos Antonio llasto veHdcm a hypotbe
por prero mais commo) do que cm ja ,|i1(. \m n0> engenhos Matl Grn8
qualqoei* outra parle.: na raa da (v \i (. rnjalmssi no termo leSerinhaem no
n. 4 asa de R. 0. Bieber k C. succes- valor de 31:835S9M rs.; iralar as
inores _________ _____ casas a roa do Trapiche n. 34.
riranru rm mar,
Veodese un laias di', 28 libras o melhor que po-
de laver a 200 rs. a libra, a diaheiro : na ra
IsTfa dj lijsariu n. 34.
i fCME-se
f.iri hn de niandiora em sarco de do alqaetrcs,
imr ;.-reco commodo: na mu do Amonni n, 41,
aiinaz inoel Fernandos da Costa. & C.
Inhame.
Vende-w inhamw muito novos a 20
icabar : na ruado Imperador
W
rs. a li ira,
labrrna n.
CiLiiEUSlIO
Vendem-sc barris com cal len-
ta procedencia, cm pedra, chega-
da hi>Je, e nica do va, que lia un
mercado, na rna do Trapichen.
1S, armazem de Manoel Teliel-
ra llasto.
Cal de iLlsfcoa e polassa da
Rnssla.
Vende-se Di ra da Cadeia do Kecife n. 26, para
onde se mndou o unios e acreditado deposito 4*
mesina ra n. 12, ambos os gneros sao novse
legtimos, e se vendom a preco mais barato do que
utra quahiuer^rarte.
5oo rs. a libra, vende-se por este preco
pela porcao que temos em ser.
Biscoitos em latas de 2 libras das seguintes i
marcas : sborne, Craknel, Mixed, Victo-
ria, Pec-nic. Fance, Machine e outras umi-
tas a l,3oo e 1 ioo rs.
Polvos chegados ltimamente do Porto a 32o
rs. a libra.
dem em latas grandes a 2,ooo rs. ;i lata.
Balachinha de Craknel em latas de 5 libras I
bruto a i.oiKi rs.
dem ingle/as em barricas amis nova do
mercado a 2,5oo rs. a barrica
libra.
Ca toes rom bolas francezas proprios para
mimos ou para anjos que vo as prods-
soes a 6oo rs. cada um.
Peras seccas as mais novas do mercado a ioo
rs. a libra.
Figos de comadre cm htas de 4 e 8 libras
lacradas hermticamente a l,ioo e 2.ioo
rs. a lata.
dem em caixinhas de 8 libras a l,8oo, e
2lo rs. a libra.
Tozes muito novas a 140 rs. a libra, e 4,ooo
rs. a arrolia.
Amendoas confeitadas a 9oo rs. a libra.
dem de casia mole a 32o rs.
Vinlios eugarral'ailos no Porto B Lisboa das
seguintes marcas: duque, genuino, velho
moco especial, lagrimas doees, vinho s-
pecial D. Pedro V, nctar superior de
2,ooo, 2,roo, 3,ooo e l.ooo rs. a caixa,
os mais baixos sio dos que por ahi se ven
dem a 2,ooo e 2,5oo rs.
Gaf de premeira qualidade a 8,5oo rs. a ar-
roba e 28o rs. a libra.
dem de segunda qualidade; 8,2oo DI. a ar-
roba e 26o rs. a iibra.
Arroz do Mamullan a loors. a libra, 3,ioo rs.
a arrolla.
dem da India muito superior a 2,9oo rs. a
arroha. 0 loa r>. a libra
dem iiiaisbaixoieloiidoa ::.oo rs. a libra.
dem da India compn.io a i loo rs. a arro-
ba, e 8o rs. a libra.
O 24o rs. a Vellas de carnauba do Aracay a 9,ooo rs. ar-
roba, e 3 a rs. a libra.
dem de sebo muito dura lingindoesparmace-
te 3fio rs. a libra.
dem de esparmacete a 8*0 -s. a libra, e em
i aixa a 5o rs.
Panel o melhor que se podo desejar para os
Srs. enapregadOB pblicos a S.ooo rs. a res-
ma, j se vendeu por 7.nio rs.
dem almaco pautadoe liso a 3,000 rs. a resma.
dem de peso pautada e liso a 3,ooo rs. a
resma.
dem a zul de botica ou fugueteiroa 2,2oo rs.
a resma.
dem embrulho de 1,2oo a 1, 4oo r?. a resma.
muito nova
libra.
GOMMA.
muito superior em saceos com quatro arro-
bas a 2,000 e 100 rs. a libra.
CASTANHAS
piladas muito novas a 320 rs. a libra.
PASSAS
as mais novas do mercado a 8,000 a caixa e
e 500 rs. a libra.
AMEIXAS
francezas em latas de 1 e 1|2 libra a 1,000
rs. a libra.
SARDINHAS
de Nantes muito novas a 300 rs. a lata.
a550rs.
CHARUTOS
da Babia a 1,600. 2,200, 3,000 e 4,000 rs.
a caixa.
TOUCINHO
muito novo a 9,000 rs. a arroba e 300 rs. a
libra.
ERYILHAS SECCAS
as mais novas do mercado a 120 rs. a libra.
PALITOS PARA MESA
muito bem feitos a 160 rs. o maeo.
VINAGRE
de Lisboa PRR a 240 rs. a garrafa e 1.600
rs. a caada.
AMENDOAS DE CASCA
as mais novas do mercado a 240 rs. a libra.
FARINHA DE ARARUTA
verdadeira e muito nova a 400 rs. a Ubra e
10,000 rs. a arroba.
ERVA DOCE
muito nova a 300 rs. a libra e 9,000 rs. a
arroba.
COMINHOS
os mais novos e mais superiores a 400 rs. a
libra.
NOZES
muito novas a 160 a libra e 5,000 rs. a ar-
roba.
SAG
o melhor que pode ha ver neste genero a
20 rs. a libra.
MASSA DE TOMATE
em latinhas de 1 libra por SOO rs. a lata.
SABAO MASSA
neste genero ha sempre um grande sorti-
mento variando o proco de 120 a 240 rs.
por libra.
MAIS ATTIM^AO !
Existe alm d'estes gneros, um esplendido sortimento de phosphoros, fumo, al-
pista. peras em calda e seccas. figos, copos finos para agua, massas para sopa, azeite, ca-
nella, pimenta, velas de carnauba, banha de porco, papel, e outros muitos gneros, de es-
tiva, que todos sero vendidos por mdicos precos.
Tendo o proprietario dos armazens do progressista deliberado nao concorda
com a liga da Unio Commercial, Clarim, Allianca, etc., etc., etc., declara que s con-
corda em alliar-se aos seus freguezes, fazendo com estes uma liga de interesses recprocos'
tendo os seus alliados a faculdade de comprarem por precos muito em conta e bom fiam-
bre, o formidavel qoeijo e a sa*borosa bolachinha de sola, que fazem uma boa allianca
com a superior champanhe e o porto fino, nicos que sabem imitar a unio destes ar-
mazens com os seus concurrentes. Vinde, senhores, a >s armazens, aonde podis den-
tre um muito explendido sortimento de saborosos alimentos, escolherdes os que mais
vos apetecer, certos de que nunca tereis occasio de arrepender-vos de gastar o vosse
dinbeiro nestes estabelecimentos.
Aiuoi.xa fiaiKi'zasem latas de 1 'j libra a
l,2oo i' Koo rs. i libra.
dem en frascos de 3 libras i 2,5oo rs., s o
frasco valle l,ooo rs. taiibcm teios em
frascos |>ara l,4oo rs.
"1833, duque do Porto de 1834, vinho flo (amservas inglezas a 7oo rs. o frasco.
Porto, velho superior, madeira secca. Por- j Molhos inglezes a 8oo e l.o(o rs. o frasco.
to-superior D. Luiz I, e outras muas
marcas, em caixa de uma duzia a lo.ooo e
9oo rs. a garrafa.
dem branco de uva pura a 64o rs. a garra-
fa c l.ooo a caada.
dem superior a ooo rs, a garrafa e 3,2oo rs.
a caada.
dem em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e 5oo rs, a garrafa.
Idea de marcas pouco conhecidas a ioo rs.
a garrafal e 3,oeo rs. a caada.
Especial vinho Lavradio sem a mais pequea
COmposicSo a 500 a garrafa e l,ooo rs. a
caada.
Pomada a 200 rs. a duzia, sevada muito no-
va a 8U rs. a libra, e 2.5oo a arroba.
Garrames com 4 garrafas de vinho supe-
rara 2,5no rs. com o garraTlo.
dem com 4 'i ditas de venagre al.ooors.o
garralao.
Vinagre PltN em ancoretas de 9 caadas a
lo.ooo rs. com aancoreta
dem em pipa puro sem o bntismn a 2oo rs.
a garrafa e l,4oo rs. a caada.
Cavas com 1 duzia da garrafas de vinho Bor-
deaux (azoada muito especial a (i.Hoo rs.
a caixa e Too rs. a garrab.
Licores franceses c portugueses das seguin-
Mostarda preparada em potes muito nova a
2oo rs.
Lata> iiiin 2 a i libras de uijsecco o mais
bem arrajado possivel a l,8oo e 2,8oo
rs. a lata.
Serveja Bon. Tenente verdadeira a 6,8oo rs.
a duzia.
dem de mitras marcas preta e branca a 5,5oo
e O.ooo rs. a duzia inteiras.
Vassouras de piasaawa rom 2 arcos de ferro
viudas do Porto a 32o rs
Cebollas muito novas a 8oois. o molho e 5oo
rs. o cento.
Chocolate portuguez hespanhol e francez de
8oo a l,ooo rs. a libra.
Genebra de Hollonda em fr; squeiras a 6,ooo
c 5o rs. o frasco.
dem embotijas a 4oo rs.
dem em garrames de 11 garrafas a "i.oo rs.
Palitos do gal a 2,2oo rs. u gran e 2o rs. a
caixa.
dem de denles lixados em macos grandes
com 2o rs n marinhos i 12o rs. o masso.
Cominhos muito BOTOS a 32o rs. a libra e
10,000 a arroba.
Sag muito novo a 24o rs a libra.
Cevadinba de Franca a 18o rs. a libra.
Milho alpista a lio rs. a ibra e 4.*>oo rs. a
arroba.
ROUPA FEITA
NO
ARXAZEB
BE
^%^% ^ TOftfc
fcto
Jfe
X.STKEXRO VXROE.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feita de
i todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vontade dos concor- g
rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim como tambem tem um
*'* grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras,
| homens e meninos.
; Casacas de panno preto, 354 e 30^000 Ditos de setim preto. .
Sobrccasacas idem, 30^ e 25^000 Ditos de ditos e seda branco,
10,5000
tes marcas creme de violetas, gerofles, ro-jGomma a8ors a libra e '.i, loo a arroba.
abarato vespeiwj, amor perfeito, amen- Peixes em latas al.ooo rs. a lata j pronpto]
a comer-se,
Fareilo de Lisboa mana N. C Hiato saceos
sa,
dua amarga, percicot. deTarin, Botefim,
morangos, limo, caf, laranja. cidra, gin-
ja. canella. eiavo. rlela pimenta a l.ooo
grandes a l.ooo rs.
Capas pretas.
da
Aljj,<"lao
para sacros A assucM" e roupa
Paletos idem e de cores, 25iS,
2(W, IM e......
Ditos de casemira, 20, 15^,
125, 10* e...... 7060
Ditos de alpaca, 53, 40 e 3500
Ditos ditos pretos, 95, 70,
55. 45 e......35500
Ditos de brim e ganga de co-
res, 455O0, 15. 30500 e. .
M Ditos branco de linho, 60, 50 e
H Ditos de merino preto de cor-
m dSo, 100, 70 e.....
( Calcas de casemira preta, 120.
M 100, 80e......
;as Ditas de cores, 90, 80 e. .
M Ditas de meia casemira de c-
9 res. 50000 e.....
^? Ditas ile princeza e merino pre-
M lo de cordiio, 40300 e. ,
jf Ditas de brim branco e de c-
Hnliia
da OKravo; tem ,-j^
A' leja d" Porte,sa ..juina da rna da Madre de para pudor Antonio bni de *Hiv. \u AaevedodE *
Un-, acaba de rhegar um completo sertimento de Q., no sen tscriptoiio ra da ( rur. n. 1.
Hicw capas preas e soutamu rqoe* infuOados
com o indlior pst, e por prego rommoilo ; lam-
liem tem um completo BortimeaUi le ronpas fcitM
c- ralea tos. hem com > borieguin' ile cores para os
neninos poderem ir u> prociaafl a
Vara rujan aros
Ven le-aa o verdadeira pape hespanhol em res-
ma; e (lito ue Lisboa: na ra do Conloniz n. 8.
^ res, 50, 40500, 40 e .
Ditas de ganga de COTOS, 35 e
Colletes de velludo preto e de
COBOS, 90 e......
Ditos de casemira preta, 55 e
Ditos de ditas de cores 50
40 e........
65 e.......50000,
Ditos de gorguro de seda
pretos e de cores, 65, 55 e 40OOOJ
Colletes de fustao e brim bran-
co, 30500, 30 e 25500
Seroulas de brim de linho,
20400 e......20000
Ditas de algodio, 10600 e. 10100
Camisas de peitos de bnho,
45, 35 e......25500
! Ditas de madapolao, 25500,
5500*; 20 e........15600
Chapeos de massa, pretos fran-
cezes, 105, 95 e 85500 |
Ditos defltro, 50. 40,30500 e 25000
Ditos de sol, de seda, 120,
110, 70 e......65000
Collarinhos de linho fino, ulti-
ma moda....... 640
SortiraeRto completo de grava-
tas. 0
20500 Toalhas parroste duzia, 110,
I e........70000
70000 Chapeos deso, dealpaca, pre-
40000 tos e de cores.....45000
Lences de linho.....30000
Cobertas de chita chineza.. 20000
30000
40000
70000
70000
40000
40000
25300
30500

/
V
*
W<%x..


nidrio de Pernanahuco *-- ftaltbado 19 de narco de f 84.

ALLIANCA
CRAHD1S iltmizEU
DE
MOLHADOS
0 nico que mais vmitageiis oferece ao publico.
57 RA DO IMPERADOR 57
DF.
ramio l'errelra da Kllva.
0 proprietario deste grande etabelecimento de molhados, recebe por todos os
vapores e navios os melhores gneros que vem ao mercado, os quaes vende em scu ar-
mazem pelos mais resumidos precos.
Tendo chegado pouco da Eiropa, aonde deixou pessoas encarregadas para a es-
culla de seus genros, tem a honra de annunciar ao respeitavel publico, que ninguem co-
mo elle pode vender tao barato e por lo resumidos precos; servindo como costumaaos
seus fioguezes com os melhores gneros que se pode desejar.
ATTENQaO.
Queiendo o proprieUrio deste tao til estabelecimento a concurrencia da lma
freguezia, tem delil)erado vender sempre por nwnos do que outrn qualquer, garantindo
aos seus freguezes todo e qualquer genero sahido de seu acreditado armazem.
MaaUga inlcza a mais nova e fina bogada Velas estearina* a Mo re. a libra e cm caixa
oeste ultimo vapor a 800 re. a libia e de 8 ; a 54o rs.
bbra para cima ter abatimento. i dem de carnauba pura e refinada a 360 rs.
IJem franceza a melhor e mais superior do! a libra e 10,ooo a arroba.
nosso mercado a 56o rs. a libra e 52o em dem de composicJo emmacadas a 32o rs.
barril ou meios. o mago e 9,ooo rs. a arroba.
Banha de porco refinada e muito alva 1 44o t Massa de tomate em latas a 600 rs. a libra.
rs. a libra, eem barril a 4oo rs. | Doce em calda das mais especiaos frutas da
Cha hysson o melhor neste genero especial I Europa a 600 rs. a lata.
-ncommenda do proprietario a 2,7oo rs. a Ostras em latas muito bem preparadas a
hbra. i,000 rs.
dem idem menos superior e que em outras Peras seccas muito novas a 000 rs. a libra.
casas m vende a ,6oo rs., custa neste ar-
mazem 2,2oo rs. a libra.
Massas para sopa estrellinha muito nova em
caixas de 8 libras a 3,ooo e 5oo rs. a libra.
dem tixim o melhor que pode haver neste dem talharim, macarrao e aletria a 4oo rs.
genero a 2,6oo rs. a libra, garntese a qua- dem macarrao um pouco mais baixo a 24o
lidade. rs. a libra.
Idempreto muito especial a 2,ooo rs. a li-, Sevadinha muito nova de Franca a 2oo rs. a
bra, e mais baixo, porem muito sufrr'el a 1 libra.
l,2oo rs. a libra, vende-se por estes pre- Sag o melhor que possivel a 24o rs. a
fos em razo de uestes ullunos navios ter-1 libra.
H recebido grande poreao deste genero, Farinha do Maranho a melhor que presen-
a defcreiii.a de preco he de 600 a 800 rs*
a libra do que se vende en outra qualquer
parte.
Id.'in do rio em latas de I at 6 libra a l,4oo
rs. a libra, neste genero o melhor pos-
sivel.
Grande liqdacao Grande pechincha
de filiadas na leja do Pavo, ra {da linperatriz n. com toque de atarla na loja c
60, de ama A Siha.
AcOa-sc este estabelecimento completamente sor-
tidode fazendas afleas, francezas, alknics e
suissas, proprias tanto para a praca como para o
mato, prometiendo vender-se mais barato do que
em outra qualquer parte principalmente sendo em
porco e de todas as fazcodas do-se as amostras
aruiazeau da Arara rua da lu
peratriz 11. 50 de Loureuco P.
M. Ciiiliuares.
Vende-se com lo pie de arara.
Vende-se madapolo irglez rom pequeo to-
que de avaria por 64300 '* e 8,5, algodozinho a
deixando tirar penhor ou mandam-se levar em ca- 4500 e 55, cambraias lis; s finas a 3 e 3500 :
sa pelos caixeiros da loja do Pavo. na rua da Imperatriz luja 1 a Arara n. 56.
As chitas do Pavao. Veodc-se fawodas linpas liaralissinias.
Vendem-se superiores chitas claras e escuras pe- Vende-se chitas lina.- cores escuras a 240 e 280
lo barato preco de 240 e 280 rs. sendo tintas srgu- f.^.0 ovado, ditas francez is linas cores fixas a
res, ditas francezas finas a .120, :I40, 3G0, 400 e ;,:i,,> 36 e 400 rs. o covadD, gorguro de linho pa-
500 rs., o covado, ditas pretas largas e estreitas, ra vestidos de senhora a 280 o covado, risrado
riscados escoceses linos a
loja do Pavao rua da Imperatriz
Silva.
'240 rs. o covado, isto na francez* para vestido a 280 o covado : na loja da
eratriz n. 60 de Gama & Ala.ra rua da Impcralriz d. 56.
i'azr udas proprias para srulioras e meninas.
Ascassas do Pavao a 210, 280, 300 e 320 rs. Vende-se gollinhas com botozinho para senhora
Vendem-se linissimas cassas persianas cores fl-, c meninas a 200 e 320 rs. manguitos de fil e
xas a 320 rs. o covado, ditas francezas muito linas "mbraia enfeitados a 500 rs., manguitos e gollas
a 240 e 280 rs., .litas ingzezas a 240 e 280 rs. o l*ara senhora alie i 280, cainisinhas bordadas
covado, tinissimo organdy matisado com desenhos para senhora a 2, ditas lardadas no colarinho e
miudinhos a 320 rs. o covado, cassas garibaldinas; Punhos e grvalas muito finas a 45O0 e 5$: so
muito linas a 320 rs., isto na loja do Pavao rua da a Arara rua da Imperatriz n. 56.
POR MENOS DE DEZ POR CK\!0.
NO
ilBla
CONSERVATIVO

DE
JO.IQtm NIMIO IION SAff't'OS
23Largo do Terco-23.
O proprietario deste armazem de molhados vende os seus ja bem conhecidos penems de pr-
meira qualidade por menos de dez por cento do que era outra qualquer parle, garantndo-se a nitf-
riur qualidade.
Principia a Arara render as colchas.
Vende-se colchas avelludadas para cama a 8,
buuvui-ju mura UIWH'S UI3 Lie|UII C>UtllipA<
pelo barato preco de 65. 7,5, 84, ditos de pona
dpnda a 75 c 85, dilos pretos ricamente borda
(emente tem vindo ao nosso mercado a
i4o rs. a libra.
Gomma do Aracaty muitissimo alva a 80 rs.
a libra.
Farinha de araruta ve/dadeira a 32o rs. a
libra.
Biscoitos inglezes em latas com difTerentes' Licores muito finos de Bordeaux e toda as
paalidades como sejlo craknel, victoria
pie n', soda, captaim. seed, osborne e ou-
tras militas marcas a 1,35o rs. a lata.
Bolaxinha de soda em latas grandes a 2.000
rs. cada nina.
Figos em caixinhas hermiticamente lcralas
o muito proprios para mimo a 1,600 e
.Goo rs. cada urna.
dem em caixinhas de 8 libras a 2,000 rs. ca-
da urna.
Paisas muito novas a 8,000 rs. a caixa e 18o
rs. a libra.
Ameixa Iraucezas em latas de libra e inei.i e
3 libra a l,2oo 2,ooo c 800 rs. a libra
Caixinhas com ricas estampas a l,4oo rs.
rula urna, frascos de vidro com rol ha do
ui"snv>, riHiiendo libra emeia de ameixas.
marcas (pie ha neste genero a 800, 1,000
e l,2oo rs. a garrafa.
Phosforos do gaz a 2oo rs. a duzia e 2,2oo
rs. a groza*
Bolaxinha americana em barrica a 3,000 rs.,
e em libra a 2oo rs.
Tijolo para limpar facas a 12o rs. cada um.
Vassouras de piassaba com dous arcos de
ferro prendendo o cabo a 32o rs. cada
urna.
Escoras de piassaba proprias para esfregar
casa a 32o rs.
Sardinhas de Nantes muito novas a 32o rs.
a lata.
IVixe em lata muito bem preparado savel,
curvina pescada e outros a l.ooo rs. a
lata.
loja _
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
As laziuuas da ciposieio do Pavo.
Vendem-se as mais modernas laazinhas mossan- ?''as de linho alcochoadas a 55, ditas de fustao a
bque chegadas pelo ultimo vapor francez sendo > ditas de damasco a 45, ditas de chita a 25 :
de urna s cor ou de listas miudinhas com 4 pal- na ,0Ja da Arara rua da Imperatriz n. 06.
mos de largura, proprias para vestido de senhora, Arara vende cassas a 240 rs.
roupa para meninos e capas, e pelo baratissmo Vende-se cassas franceza finas a 240 e 280 o
preco de 500 rs. o covado, ditas enfesladas trans- covado, organdys finos a 240, 280 e 220 o covado:
prenles de quadrinhos a 500, 400 e 360 rs. o co- na rua da Imperatriz n. 56 loja da Arara,
vado, ditas matisadas muito finas a 500 e 400 rs., Arara vende laazinhas para vestido a 210 rs.
ditas mais baratas do que chita tambem matisadas l
a 320 rs. o covado, dita-a Mara Pia com palma v .- eo'aa"-
de seda e 4 palmos de largura a 800 rs. o cova lo, LJ^?.?, aa?}"has "*ra "es"(3os d,c spnhora a
e ditas de una s cor parda, azul, cor de Ivriu e ,-' -m' ,.s- MK) e 00 rs aovado, casemiras
parola propriu para vestidos, saulembarques e Usas f-roprias para rapas d senhora a 15800 o
garibaldes a 720 rs. o covado, ditas escomas : wwdo : na Arara rua da linperainx n. 00.
800 e 400 rs isto s na loja do Pavao, rua da Im- Ar,r* Tende eorles de cernir prela a 30.
peratriz n. 60, de Gama & Silva. Vende-se cortes de casem ra preta para caifas a
Os chales dt Pava*. 35,35500, 45e 55 : na loja da Arara n. 56.
Vendem-se finos chales d.> crepn estampados Crandc sortimeuto de fazendas preUs para a qiia-
re- resma,
pretos ricamente bordados [ Sedas, grosdenaple, panm s finos e casemiras.
a retrox rom vidrilho a t<5, ditos pretos lisos ai Vende-se grosdenaple preto para vestidos boa
a$, ditos de cores a 45500 e 55, ditos de merino fazenda a 15400, 15600, 25 25400, 25600 e 35 o
eslampados a 25 e 35, ditos de lia a 15280 e 25, covado, sarja hespanhola de da. panno tino preto
ditos de relroz preto para luto a 65, isto na loja a 15600, 25. 25500, 35 e o covado, muito su-
do Pavao rua da Jmpvratriz n. 60, de Gama 4 perior casemiras pretas lioa> a 25 e 25400 o cova-
S|lva- do, merino fino a 25500 e 35, dito de cordo a
razendas pretas para a quaresma vende o Pavio. 25500 o covado : na rua da imperatriz n. 56.
Vande-se grosdenaple preto muito superior a Arara vende fusti a 500 rs.
15600, dito a 15800, 25, 25500, 2580' e 35, mo-j Vende-se fustao de cores j ara roupa de meninos
reantique preto muito superior a 35 e 25800, sar- calcas e paletots a 500 rs. o :ovado, ganga france-
ja prela hespanhola muito encorpada a 25, isto na za escura e clara para cale*, e paletots a 448 rs.
loja do Pavo rua da Imperatriz n. 60, de Gama o covado: na rua da Imperatriz n. 56,loja da Arara.
A Sllva- n Roupa feiU da Arara.
0 Pavo vende pira lata. Vende-se paletots de brim de cor a 255O0 e 35,
Vende-se superior selim da China fazenda toda ditos de meia caseuu'ra a 35 00, ditos melhores a
de laa sera lustro tendo 6 palmos de largura pro- 45500 e 65, dilos pretos de | anno a 5, 65 e 85,
pno para vestidos, paletots, capas etc., pelo bara- ditos de caseniira lina e debrjnhados a 85 e 105,
lo preco de 25, 25200, 25500 o covado, cassas ditos pretos de alpara a 3550) e 45, calcas pretas
pretas lisas, chitas pretas largas e estreitas, chales de casemira a 45500, 55, 65 e 85, dito de meia
de merm lisos e bordados a vidrilho, manguitos casemira, ganga e brim a 25 e 25500, ditos finos
com gollinhas e outros muitos artigos que se ven- a 35500, ditos de brim branca a 35 e 35500, ca-
dem por precos razoaveis: na loja do Pavio rua misas francezas a 25, 25590 o 35, seroulas a
da Imperatriz n. 60, de Gama 4 Silva. 15600, ditas de linho a 25 e 25500, cohetes a 25
Os pannos do Pavaa. e 25500 : na rua da Imperatriz n. 86,
Vende-se panno preio muito superior pelo barato! Balees da Arara a 2$.
preco de 25, 25500,35 e 3500. ditos muito finos a' Vende-se bales crinolinas de 20, 30 e 40 arcos
45, 55 e 65, cortes de casemira prela entestada a a 33,35500, 45 e 45500, ditos de madapolo a
45, 45500 e 65, casemira preta fina de urna s 35500, ditos de musselina a 45 : s na Arara roa
largura muito fina a 15800, 2. 25500 e 35, eor- da Imperatr: n. 56.
tes de casemira de cor a 55, 55500 e 65, casemi- Arara vende madapolo francez a 4.
SuSPS&f? Uma W Cr PT'aS ,,ara. "'^ Vendc-se madapolo france? enfestado a 45 e
paletots, colletes, capas para senhora, roupas para lim brelanna e ,inhn ,Mniburpo de |nho para
Vmho das melhores marcas.
Manteiga ingleza flor.
dem franceza.
Banha de porco refinada.
Vellas de spermacete.
dem de carnauba.
Cafe bom do Rio.
dem superior doCear.
Tourinho de Lisboa.
Cha de diversas qualidades.
Queijos novos do vapor.
Milho alpista limpo.
Gomma de engommar alva.
Nao se diz o preco para nao espantar.
Sabao de diveisas qualidades.
Chouricas muito novas.
Arroz de diversos presos.
Ser/eja das melhores marcas.
Sardinhas de Nantes novas.
Genebra de laranja superior,
dem do Hollanda marca Gallo,
l'hosphoros do gaz.
Ilolachinha ingleza em barricas.
Passas muito novas.
Figos de primeira qualidade.
Iliscoutos e bolachinhas de soda.
Charutos de diversas qualidades.
Alera dos gneros aununoiados exislem outros muitos que enfadonho menciona-loi, a dinhet-
ro coudo.
JiAGliA BHAiNCA
recebeu:
Sapatinbos desetim branco bordados paia bap-
tisado?.
Meias de seda branca para o mesmo fim.
Mu bonitas e delicadas louquinhas enfeitadas
para dito.
Pulseiras e voltas de contas brancas para senho-
ras e meninas.
Fita branca e prela de borracha, com diversas
larguras.'
ransehns de borracha sortidos em cores.
Trancinha preta de laa, e outras trancinhas de
la de gosto novo e mui bonitas para enfeites.
Enfeites conservadores para senhoras.
PAPEL IrXGLEZ
XAROPE
deLABELONYE
l'hanuaceulico da primeira elasM
Km Parla.
Este medicamento empregado ha mais de
20 annos, com successos constantes, pulos
melhores mdicos em todos os paizes, con-
tra as molestias do corefo, as hytlropisias
e as affecfiet do peito, acaba de receber
umjnovo suffragio por nao "ter por ora ap-
parecido outro igual para curar iofilivel-
mente todas as doencas. do coraco orgni-
cas ou inorgnicas, palpilatoes, l.ydiopisias
geraes ou parciaes. bydrothorax, asil.mas
clironicas, bronchites nervosas, e fluxos
almajo e de peso.
Alem do grande sortimeBto de papel greve e ou-
tras mnitas qualidades, que constantemente se
acham na lojadaguia branca,' faz-se notavel pela <*roniCOS, aphoma (extinccao da voz ), etc.
superiw idade de qualidade o papel inglez almasso' As gazetas medicas fallam calorosamente
e de peso, que acaba de chegar para a dita loja ; sobre os effeitos preciosos do Xarope de
Labelonye, quetem boje adquirido um dos
ptimeiros lugares no qnadro dos medica-
WOVOS PEMTES
de concha.
Chegaram novos e bonitos pentes de concha,
sendo de tartaruga, massa e dourados; agora, pois,
meninos a 35 e 393O0 o covado, isto na loja do |"ncoes"e seroula's a"v40i,'oW,e'6,w"a%,ara'Ubr"i**r^'rem"secom ^'nne'r0 a rua ^ Queimado,
Pavo, rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva. raante ^ |nho de ,9 ^^ d(J |argura a i& '
A roupa do PavSo. vara, brim pardo de linho a 800 e 15, dito braneo
Vendem-se paletots de panno preto sobrecasa- a 15, 15280 e 15400 a vara: na rua da hnpera-
um e outro sao mui encorpados c de um assetina
do lustroso e macio, que na verdade at odos agra-
dam. As resmas daquee tem 480 fallas, e as
deste 500, e custa cada uma 85. Tambem veio da mentos os mais afamados e da llierapetitica
mesma qualidade e de tamanho pequeo, em cai- universal, como o declaram os celebres me-
^n?,sc,L)0-1^',aD' "M"Sbeir*d?u'a-dicos francezes: Andral pai e filho, Bonll-
da, eustando este 25, e aquello. 15200 a caixinha. <
J vcin pois os apreciadores do bom papel que
dirigindo-se munidos de dinheiro sero bem servi-
dos : na rua do Queimado, loja d'aguia branca
numero 8.
Ctaatpagoe da marca mais superior qi^t-ni. Erviinas porUigwna e francezas ja prepa-
vtado ao nosso mercado a 18,000 rs. o ,'i-
go, e 4,8oo rs. a garrafa, garante-se a su-
perior qualidade.
Vmho Bordeaos das melhores qualidades que
se pode desojar a 7,ooo e 7,5oo rs. a ca-
xi e f54o rs. a garrafa.
Caixas com Vinho do Porto superior de 9,ooo
e lo.ooo rs. a duzia, e 9oo e l.ooo rs. a
gi rrafa, neste genero ha grande porgoe de
difTerentes marcas muito acreditadas que
j se vendern por 1 4,000 IS.ooo rs. a cai-
xa eorro seja. Duque do Porto, lagrimas
do Douro, l). Luiz, Cames, Madeira ses-
eo Nei'l;ir : (enuino c malvasio lirio e m-
tras como Cherry <: Madeira para 12,000 e
I3,ooo rs. a caixa.
Vinho de pipa Porto, Lisboa, Figueira, a lo <,
48o, c 5tiu rs. a garrafa, 3,ooo 3,2oo e
3, m)o rs. a caada.
dem branco o melhor neste genero viudo de
en uinmeuda a 600 rs. a garrafa, e Mob
rs, a caada.
dem do Porto em barril muito especial a
G4o rs. a garrafa, e 5,ooo rs. a canada.
Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e
l,'-oo rs. a caada.
dem em garrafBes com 5 garrafa.
\/.eite doce de Lislioa superior qualidade :i
Gio rs. a garrafa C i,8oo rs. a canada.
Btelas ca ,'igos de Irkita a irinta e tantas li-
bra a 800 rs. o gigo e 4o rs. a libra.
Genebra de Hollanda a mais siqicrior a 6,0(0
rs. a frasqueira e 56o rs. o fiasco.
dem em garraloes comSS garrafas 8,oro
rs.
Serveja das melhores marcas de i.ooo a
5,5oo a duzia e 5oo rs. a garrafa,
Cognac superior a 800 e l.ooo rs. agarrafa,
e em caixa ter abatimento.
Marmelladr imperial dos melhores e mais
alai tados c mcerveiros de Lisboa era latas
de libra e de libra e meia e duas Eiras 1
Goo rs.
Contvrvas inglezaa em frascos grandes n
T.'io is. cada um.
dem franceza de todas as qualidades de
Uguates e fruto a 5oo rs.
.Musanla franceaas ern potes preparada a
4oo rs.
'Pililos pan denles 12o rs. o mac/3.
dem lixados muito fino 14o rs.
^ radas a 64o e 72o rs. a lata.
Caf lavado de primeira sorte a 3oo rs. a
libra, e 8,5oo a arroba,
dem do Rio muito bom a 28o a libra e
8,000 rs. a arroba.
Arroz do MaranliSo a loo e 120 rs. a libra.
dem de Ja\;i a loo rs. a libra.
Amendoag de casca mole a 4oo rs. a libra.
Avelaes muito novas a 2oo rs. a libra.
Nozes muito novas a 2oo rs. a libra.
Chouricas e paios a 7oo rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra ou a
8,5oo rs. a arroba
Presuntos de lamego de superior qualidade
chegados neste ultimo vapor a 48o rs. a
libra.
Alpista muito novo e limpo a 16o rs. a li-
bra c 4,6oo a arroba.
Painco muito novo a 18o a libra e 5.ooors.
a arroba.
Sabo maca, amarello e castauho a 22o e
24o rs. a libra.
dem mais baixo um pouco a 16o, 180e2oo
rs. a libra.
Castanhas pelladas a 24o rs. a libra.
Chocolate francez de primeira qualidade a
l,2oo rs. a libra.
dem de Sanie muito superior e medicinal a
l,3oo rs.
Copos lapidados proprios para agua a 0,000
rs. a duzia, que em outra qualquer parte
7 e 8,000 rs.
Charutos dos melhores e mais afamados fa-
bricantes de S. Flix e do Rio de Janeiro
de I,500 a 5,000 a caixa.
Cebollas novas a 800 rs. os molhos grandes
e 7oo rs. o cento.
Doce de goiaba a 64o rs. o caixao.
Lentilhasexcellente legume para sopa egui-
zado a 24o rs. a libra.
Lrvilhas secas j descascadas a 2oo rs. a
libra.
Pimenta do reino muito nova a 36o rs. a
libra.
Cominbos e erva doce a 32o e 4oo rs. a -
bra.
Cravo da India a 600 rs. a libra.
Canella muito nova a l.ooo rs. a libra.
Alfazema a 2oo rs. a libra e 6,000 rs. a ar-
roba.
Graixa loo rs. a lata e l.loo rs.a duzia.
eos fazenda muito boa a 125, ditos muito Tinos a
165, 20c, 235 e 305, calcas de casemira preta boa
faicnda a 45500,55, f>5, "5 e 85, paletots saceos
de panno preto a 75, ditos de casemira de cor a
G5 e 75, ditos de alpaca preta, ditos de merino
preto, dilos de brim de cores, calcas de casemira
de cor a 45, 55, (>5, "5, ditos de casemira da
Escossia a 35, ditos de brim pardo a 2550 >, ditos
de cor a 25 o 25500, ditos bramos muito finos,
sto na loja do Pavao, rua da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Os bordados do Pavo.
Vendem-se rainisinhae de cambraia muito finas
com manguitos e golas muito bem bordadas pt-lo
barato preco de 15280, ditas de fil a 15. ricas
pelerinas ou romeiras bordadas a 15600 e25, su-
periores manguitos com golla e a balao a 35 e 45,
sendo muito bem bordados e os mais modernos
triz n. 56.
Scdinlias a 300 rs.
Arara vende sedinhas de lisirinhas para vestidos
a 500 rs. o covado, ditas finas a 800 rs., laa Ma-
ra Pia rom 4 palmos de largue (taimas de seda a
800 rs. o covado : na rua da Imperatriz n. 56.
Arara vende cambraias de carocinhos a 2^500.
Vende-se cambraias de carorinhos para vestidos
loja d agnia branca n. 8, antes que se acabem.
FRASCOS
com gomma arbica dissolvida : vendem-se na
rua do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
Fivelas com pedrasno-
vo sorthnento.
A aguia branca recebeu por esse ultimo vapor
a 2*500 a peca, cortes de cassa francesa a 25, co" | um nov, e bell sort.mento das procuradas fivelas
bertores de pellos a 15 e 156(0 : na rua da Im- i ESuESIS pod.!ndo assim ,sfr a todpsque
peralriz n. 56.
Arara vende os rorles de riscados francezes a 35.
Vendt-se cortes de ri irados francezes com 14
covados a 35 o corte : na rua da Imperatriz n. 56.
Arara vende os soiite niba ques.
Vende-se soutembarques pretos muito ricos, ca-
pas compridas e manteletes de -uperior qualidade,
qne ha no mercado, manguitos c camisinhas a 35 a -^_e 255 : s a Arara rua da Imperatriz nu-'. cidos e apreciados copos com banha, os quaes es-
e 35500, gollinhas fiiissimas de cambraia a 500, mero 56._________________ ________________ tao sendo distribuidos rom aquelles pretendenles
ditas de tilo a 240 e 32il rs., pecas de ntremelos 1 n v\r\ *?11"i r- **% I (\ne eentribuirem com 25300 vista : isso na vua
rom 3 varas a 640 rs., liras bordadas a 1-3. e ou-
tros muitos artigos neste genero que se venden)
mais barato do ijue cm outra qualquer parte : s
na loja do Pavao, rua da Imperatriz 11. 60. de Ga-
ma & Silva.
aud, Collereau, Desruelles, Fouquier, Le-
ma ir, Marjolin. Pasquier, Rostan. Rous-
seau, Delaberge, Parmantier, Puche, Ther-
rim, Vidal (de Poiliers), etc., e outros fa-
cultaticos dos mais celebres.
Vende-se em garrafinhas de vidro verde,
trazendo um rolulo, fundo cor de viuleta
clara, jaspeado, no qual sobresahe o nome
iMbelonye, o gargalo da garrafa traz tima
tira azul jaspeada, com a fuma de Ld9$-
\onye, e a rolha coberla com uma capsula
de melal branco com a inscripto Sirop
de Digilitale de Labelcnye, pharmacien,
Pars.
Deposito geral: em Paris, rua Bourbon-
Villeneuve, 19.
Em Pernambuco, na casa de Caors & fiar-
boaus a rua da Cruz o. 22*
Luvas de louvin.
Recebeuse luvas de Jouvin brancas e pretas
COPOS COM BA-
A aguia branca acaba de receber as bem conbe-
LOJA DO BEJA FLOR.
:ua do Queimado numero G3.
Cravatiubas para scnbora.
Vendem-se gravatnhas de.'diversos gostos mais
----- (-----------. ^- _.. --------- *^w. i^ 1
deltas precisarem, uma vez que appareca dinhei-'
ro : na rua do Queimado, loja d'aguia ranca nu- KJ^"^'^"'"* '' "* ""* Que,mado
Trancinhas de laa lisa para enfeites de camisinha
de senhora.
Recebeu-se, trancinhas de diversas cores pe-
ga de 30 varas a 640 rs., e de 120 rs. pequeas :
na rua do Queimado loja do heija flor n. 63.
Enfeites de redinhas com (aro na frente.
Recebeo-se, variado sortimento de enfeites de
diversas eres a 15400 : na rua do Queimado
loja do beija flor n. 63.
Compendio de hermencutEea Ju-
rdica e processo civil.
Acham-se venda na livraria do Nogucira, jnn-
do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
MUITO BOAS KEIAS
para senhoras c meninas.
As capas do Pavo vendem-se gravatnhas de.diversos gostos mais i enia branca rerehen mui lm meias france- ,n ., VIL. l. "a",'.a"a uu -'"e1" ",l- "
h|ms "*' modernos a 7W re n* ,, nn nnoi'.!,, a jguia uranta rtteDeuraui ooas meias trance-1 to ao arco de Santo Antonio, esses compendios.
Vendem-se ricas capas de seda preta ricamente ESfShSlS n ki Queimado, zas, de lino tecido e fio redoudo, o que as tornam reunidos ambos em um slivro.
feitadas, sendo as mais modernas pelo barato l0Ja 00 ueija-itor n. o.i. 1 de immensa duracao, t>orque muito enfeitadas
pirro de o-3, "255, 305 e 405, saulemiiarques de
seda preta sendo ricamente enfeitados a 205, 235
Utas para debrum d< vestidos. mesmo eustando 7 e 85, como se esto vendendo a
Vendem-se titas para debrum de vestido de linho dinheiro vista, na loja d'aguia branca, rua do
e 30 : na loja do Pavo rua da Imperatriz n. 60, com 12 varas a 400 rs. a peca : na rua do Quei- Queimado n. 8.
de Gama e\ Silva.
As cambraias do Pnffc
Vendem-se pecas de cambraia muito fina com
salpicas tendo 8 l|2 vana cada peca a M5300, ditas
a .1.5 e ;5o00, ditas adamascadas muito finas pro-
plus para cortinados a-'<5, ditas a 45, pecas de
cambraia brancas lisas fazenda inuilo lina com 8
l|2 varas a 355OO, 45,15800,55, ditas d.; sjQa-
drus proprias para forro e babados por precos mili-
to raaoaveii: na loja do Pavo rua da Impcralriz.
Os cortinados do pavo.
mado, loja do beija-fior n. 63.
Pentes travessos.
Vendem-se pentes travessos de caracol na
frente de borracha a 500 rs.: na rua do Queima-
do, loja do beija-flor n. 63.
Papel heira domada.
Vende-se papel beira dourad.i a 15200 e 15300,
dito de cor de beira dourada a 15100 : na rua do
Queimado, loja do beja-flor n. 63.
Aun-lopes.
Vendem-se auvelopes d diversas qualidades

<5
O
4o n. 29.
Nova loja dos barateiros na rua do Queimado.
Meas saias de fustoa 55, camisasInglezas para
senhora a 25, 25500, 35 e 45, cobertas de fustao
brancas a $5, chitas com lustro para coberta com
6 palmos de argnra a (540 o covado, cambraia de fcj
cores para vestido a 320 e covado, laas para vesti-! O
dn a 480, 560 e 640 o covado. ; j
Ao n. 29. d
Nova loja dos barateiros aa raa do Queimado. ps
Tarlaianas de todas as cores, fazenda muito fina ES
a 720 a vara, cambraia para cortinado, peca de 22 :
varas, por 105, chales de la por 35, 45, 55 e 85,
camisas inglezas para homem a 385, 505 e 605.
Ao o. 29.
.Nova loja dos barateiros na rua do Queimado.
IU'os pretos, franjas de todas as qualidades,
trincas de seda, de algodo e de la, manguitos e
c; misionas bordadas, collarinhos e puuhos, folhos
bordados, botoe.s de velludo, de seda e de fustao,
bandos de cabello, meias de seda, loques cujos
1:1 igos se vendem por metade do seu valor por ser
para acabar.
^.97
Vende-se a verdadeira graxan. 97: na rua do
Trapiche n. !., escrptorio de Eduardo Fenton.
n. OO. de Gama A Silva.
Pauuo de linho.
Vende-se panno de linho com 4 palmos de lar-
gura proprio para lencoes, toalbas e eeroalas pelo
barato preco de 640 rs. a vara, bramante de linho
com 10 palmos de largura a 25500, algodozinho
monstro com8 palmos de largura a 15. pecas de
llamburgo com 20 varas a 95, 105 e Il5, pegas de
madapolo lino a 75500, 85, 95 e 105, ditas de
algodoznho a 65, 65500 e 75, e outras nimias
fazendas brancas que se vendem muito baratas
alim de apurar dinheiro : na loja do Pavo rua da
Imperatriz 11. 611. de Gama & Silva,
As colchas do Pavo.
Vendem-se colchas do linho alcochoadas pro-
pnxs para cama pelo barato preco de 55 eada nma
na rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva
Corles de cassa a 35500.
Vendem-se cortes de cambraia com babados a
35500 : na loja do Pavo rua da Imperatriz n. 60.
de Gama 0 Pavao vende laazinhas pretas.
Vendem-se Hiazinhas pretas a 200 rs. o covado :
na loja do Pavo rua da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma A: Silva.
A Mara Pia.
O Pavaovend a 8$
Vendem-se os mais lindos cortes de vestidos a
laria Pia com lindas barras de seda, sendo che-
gados pelo ultimo vaporfrancei pelo barato preco
de 85 cada um ; s na loja do Pavo rua da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
As cakiohaa do l'.ivao.
Vendem-se calcinitas de cambraia bordadas pa-
ra meninas pulo barato preco de 500 e 640 rs.
mlanguilos para senhora e meninas a 500, 640 e
I 0 rs., ciiuisinhas com manguitos a 15280 : na
oja de Pavo rua da Imperatriz n. 60.
Os baloes do Pavao.
Vendem-se crinolinas ou baloes de 30 arcos tan-
1 lo brancos como de cores sendo americanos que
sao os melhores por se nao quebrarem a .'15500 e
de 35 arcos a 45, ditos de musselina com babados
a 45. ditos para menina a 25 e 35 : na loja do
Pavo rua da Imperatriz n. 60, do Gama Silva.
Os corpiuhos do Pavo
Vende-se os mais modernos rorpinhos de cam-
braia ricamente bordados e enfeitados a 7 c85 ;
na loja do Pavo, rua da Iin|>eratrz n. 60, de Ga-
ma i Silva.
Os vestidos do Pavo
Vende-so ricos vestidos de grosdenaple preto ri-
camente bordados a veludo pelo barato prego de
Vende-se pelos precos mais razoaveis possivel 405, sendo fazenda que sempre se vendeu a 1005
os olijector cima mencionados, bem como um sor- e 1*05 ; ditos de cambraia brancos ricamente bor-
timento completo de raoriantiqne, grosdenaples, dados a crorhe, sendo proprios para baile e casa-
sedas lavradas ludo fazenda preta propria da esta- ment a 10, 15, 20 e 305; ditos de la com lindas
cao, vindas pelo ultimo vapor da Europa : na rua barras a 18 e 155 ; isto ua loja do Pavo rua
do Queimado 11. 40. .da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Vendem-se ricos cortinados proprios para janel- branco a 800 rs. e de cor a 640 rs., para cartas de
la e camas pelo barato preco de 95 o par, sendo o visita a 400 rs., preto a 720 rs. : na loja do beija-
mellior que ha no mercado : na rua da Imperatriz flor na rua do Queimado n. 63.

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Capas chales e mantelletes.
tollas de aljfar.
Tendo recebido voltas de aljfar com cruzes de
pedra imitando a briihante veide-se a 15 cada
uma : na rua do Queimado loja do beija-flor n. 63.:
Camisas de meias.
Vendem-se camisas de meas muito finas a'
15200 e 15300 : ua rua do Queimado, loja do bei-
ja-flor n. 63.
Enfciles de fila.
Tendo recebido enfeites de fila pretas e de co-
res mais modernas qoe se eslo usando a 15 cada
um : na rua do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Fila de la preta para debrum.
Vende-se fita de la preta para debrum com 10
varas a 900 rs. a peca : na loja do beija-flor rua
do Queimado n 63.
Filas de liuho para bordar vestido
Vendem-se fitas de lindo par:, bordar vestido
ou roupiuho de meninas com 4< varas a 640 e
800 rs. a peca s quera tem loja do beija-flor
rua do Queimado numero 63.
Botoes de madreperola.
Vendem-se botoes de madreperola mais moder-
nos que tem yindo para pantos de senhora a 320
rs. o par : s quem vende por este preco na
rua do Queimado, loja do beija-flor numero 63.
Fita de velludo par? hordi r vestido.
Vende-se fita de velludo preto com 10 varas a
900 rs. a peca : s quem tem poi este prego a
loja do beija-flor da rua do Queimado n. 63.
Fila de velludo bordada.
Vende-se fita de velludo preto bordada de di-
versos gostos e mais modernos p-oprios para qna-
resma : s quem tem a loja do beija-flor rua do
Queimado n. 63.
Franja prela.
Vende-se franja preta de diveras larguras para
enfeitar capas ou manteletes os mais lindos gos-
tos que se pode encontrar : na oja do beija-flor
rua do Queimado n. 63.
Facas e garios.
Vendem-sc facas e garios de b ilango de 1 bo-
to a 55500 a duzia. ditas de 2 brides a 65400 :
na rua do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Dminos.
Vendem-se dminos muito fu os a 15200 e
15400 : na loja de beija-flor da n a do Queimado
n. 63.
Visporas.
Vendem-se visporas muito finas a 800 rs.
rua do Queimado, loja- do beija-fl >r n. 63.
Loja das varas
5 Rua do Crespo &
Neste estabelecimento vende-se por pre-
gos razoaveis os seguintes artigos alm
dos mais :
Pentes de tartaruga fino gosto Clo-
tilde c Imperatriz Eugenia a 125-
Cortes de cambraia Lranco bordado
a 155.
Manteletes de fil preto a 155.
Las de cores, covado 240 e 400 rs.
dem infestadas a 500 rs.
Vestidos para casamento sendo de
blond e nroreantique.
Vestidos e capas tretas de bom gosto
proprios para o presente tempo de qua-
resma. Alm d'slo tem um completo
sedimento de fazendas finas e grossas,
as quaes se vendem mais em conta do
qne em outra qualquer parte, s avista
dos compradores se justificar-
AKl.ZEfl \W, liM'OMTO
lina de Apollo numero 19.
ESCBAYQS FGIDOS.
Ausenlou-se de casa de scu senhor o escrav0
cabra de nome Anselmo, de idade de 12 annos,
com os signaes seguintes : estatura baixa. rueio
\ do corpo, cara larga e beieos grossos. Icvou vestido
1 caiga de algodo azul c camisa de ristadinho, anda
; sem chapeo : quem o pegar, leve rua da Cadeia
do Recite 11. 64, segundo andar.
Fugio do enpenho Pereirinha, na fregnezia
de Agua Preta, o escravo de nome Estevo. criou-
lo, de idade, 45 annos, pouco mais ou menos alto,
grosso do corpo, pouca barba, tem utn siKnal de
um pequeo carogo no qneixo, procurando a bo-
cbectia, cor um pouco fula, ps um tanto chatos,e
dedos dos inesmos grossos, tem uma cicatriz pe-
quena por di traz de uma das orelhas, junto ao ca-
bello, proveniente de um lobinho que tirou ; ca-
sado com uma negra forra, que tambem desappa-
receu com o mesmo escravo, cojos signaes sao es
seguintes : alta, um tanto secca do corpo, cor um
ponen fula, denles limados, beieos grossos, rosta-
ma amarrar o cabello, e tem ella um filho com t
aunos de idade : roga-se qualquer autoridade
policial ou capiles de campo a apprehensao do
mesmo escravo, que ser remedido do mesmo en-
genho Pereirinha ac seu senhor Felippe Remeto
Alves Ferreira, ou noRecifc aos Srs. t'unha, Ir-
mos <.v C .que scra pagos He qualquer desp
Fugio no dia 29 de fevereiro de 1864 o es-
1 cravo Lourem.o, crioulo, de idade 36 annos, pouco
Reate novo armazem vendem-se vinhos, licores, mais ou menos, com os signaes seguintes: altura
conservas, etc., etc., e com especialidade vinho de regular, bom corpo, cor bem prela. pouca barba,
Bordeux ; recommenda-se aos freguezes a boa qua- olhos vesgos, eom todos os dentcs na frente, muito
hdade de suas mercadorias, e a modicidade dos ladino, tem una marca de ferida na perna pelo
si us precos; o verdadeiro vinho de Bordeux de, lado de dentro, ignora-se a perna, levou vestido
preco nunca visto. ^ ^ ralea preto, camisa branca e jaqueta branca, alem
\ III110 f'c Boi'dcUA ordinario, a duzia de mais roupas que ouduzio dentro de uma trou-
xa, tambem levou algum dinheiro e chapeo de pa-
Uia; desconfiase tor ido para a povoaco de Po-
dras de Fogo, oude j morn, e foi escravo do Sr.
Felippe de llrito : roga-so a todas s autoridades
policiaos o capiles de campo de apprehendcr o
dito escravo e entregar a seu senhur Jos Fran-
cisco de Araujo, morador no engenbo Gamorim do
termo de Agua Preta, 00 no Recito ao Sr. Manuel
Antonio Santiago Lessa, rua da Cruz n. 44, que
ser bem recompensado.
na
Vende-se excedente sal portuguez, a bordo do
brigue escuna Granosa : a tratar na rua da Cruz
n. 33, primeiro andar, escriptoric de Antonio de
Almeida Gomes,
5,000 n.
1 10 dilo, qualidade superior, a du-
zia 5,500 rs.
Com a |imuis>ao de se rejeitar sc-
iiao agradar.
Se achara igualmente neste eslabelccimento vi-
nho muito superior velho, de todas as qualidades,
tanto em pipas como em garrafas, bem como cog-
nac, vermouth, absinthio o todos estes teneros, por
precos mais cm couta que em outra qualquer
parte.
Por todos os vapores da Europa costuma rece-
ber igualmente mercadorias ou gneros frescos,
taes como queijos, salames, conservas, eic. etc.
AGENCIA
DA
FNDIGO SE LOW-MOQR.
Rua da Seaialla nova n. 42.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moend as e meias
Acha-se fgida a escrava Maria do Rosario,
crioula, idade de 50 annos, pouco mais ou menos,
baixa e gorda, tem o dedo grande da mo esquer-
da de menos por causa de um panaricio, f j escra-
va do senhor de engenho Sant'Auna, tem irraaos
em Santo Amaro de Jaboato para onde se descon-
fa que fosse : recommenda-se s autoridades po-
liciaese capiles de campo; e quem apegar leve-a
rua da Senzalla Velha n. 94.
Escravo fgido.
Fugio da casa do abaixo assignado, na rua da
Cruz n. 33, no dia 25 de fevereiro, o escravo Jacob,
de nac^o Mina, maior de 40 annos, cujo escravo
uwnilas liara pnopnl nrhr 9 vmat Ifoi do enl'nho t'liaquinha, pertencente ao Sr Ig-
in, n S ae vapor nacl0 de Barros Wanderley, termo de Serinhera.
e tachas de ferro batido e COado, de todos 08 IO dito escravo soffre muito de frialdadc e presu-
tamanhos para ditos. I me-se qoe est acouudo em casa da amasia, rons-
--------,3-------------:--------------------r?-------------1U ter sido visto no bairro de Santo Antonio, proxi-
Arados americanos e mactinas para j mo M M do sr. Jos Pedro do Reg, na rua das
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston 4 C, | Cruzes; alto, encorpado, e quando anda arraata
rua da Senzalla Nova n. 42. m ponco a perna, levoo vestido calja de azulo,
------------- camisa branca e barrete vermelho na cabeca, cos-
Kua da Senzalla AOVa O. 42. itumafazer chapeos, e muito ladino: protestase
Neste estabelecimento vendem-se tachas de i contra quem o acornar e roga-se aos senho.es ca-
___ j il. ,.n 1 """"" pitaes de campo a captura do dito escravo, e quem
Tro COado libra a 110 rs.. idemdeLow !{,,,,,,. ca cima indicada, ser recon'ptn
libra a
tfoor Hbra a!20rs.
: sado. .Domingos Rodrigues de Andrade.
UtoHhitoMr mS:**i


s
Alarlo de Feraambnco ttabbntlo 1* de War^o de 1494.
LITTERATORA.
Althoa.
IV
Al.NI
(Conclfsjo.)
]>,.. i sao alieiei. sBo\as,que qu i-d
pro es lem o mas quaesquer. Manoela aera ex-
clusiva fracar am estreitorecinto queuharaa-1
Alilica n a-o. Declarar
duvida, seria insultar a sua mellior amiga ; per-
tarto comenta va-se de mirar profundamente i
imo para sellar as ingenuas
de ldeldade que se faz de to boa t na piimavo-
ra da vida.
alanoea ii .. c .mprehendia o verdadero senti-
do desee olhar, lano estava certa de si husma,
tanto eonflava no seu proprio cornead urdeuto-
mente indinado para Althea. Logo, inuito sepa-
rabas das Detrs pelos san pensamento*. as duas
toros retiraram-se para o vao de una janella o
pweram-sea conversar intimamente. Desdo esse
. ta para rir que viera a ser severa por causa do
t longo silencio que impoe um trabalho diario. Ad-
inirava-ine contemplando esta menina traquina,
i audaz, violenta, transformada n'uma niulher gra-
ve, branda para rom a vida, nao se servindo da
sua forra de volitado tenjo para l:un;.-ir para hein
iuiige de si o mal, o ocio e as cousas luleis. Clieia
di' boDd.de para com a flaqueza senil, nao Irrita- se, bem entendido per acaso, madama Francisca e
n s comparando coniiiiuaniente o quedava sua sobrinha. Encontramo-nos, conversamos, aun-
com aquillo que recebera, achara que mais devia, mo-nos, casamo-nos. e a miaba nyinpha dos eanni-
loiijava-se a ajuntar cada dia ama flor eora eos deixou o meu teelo e fui rir-se para o aleyon
qu entrancuva.
nha boa Clemencia comnosco, conviemos em que
se convidara Nse senhor para tomar cha. Este
cha foi precedido de toda a sorte de pesquisas so-
bre o passado, o presente e o futuro do convidado,
laes pesquisad zcram com que se augmentassein
a nossa estima e sympathia por elle. Ento, teve
lugar o lamoso pequeo soire eni que aehavam-
A uieus olhos, esta natoreza forte era senielhan-
ic a maepira selvagem que urna mo hbil enxer-
loo. Klla conserva a sua fereza, o seu rico c for-
m sura, c o enxerto inocula na sua seivauma vir-
lude i|ue torna bom o que era man; e o viajante,
admirando a folbagem, tambem reanimado pelo
frurto. Assim, tocando-lhe n'alina, Manoela tinha
inclinado para o bem esses primelros dons rcoebi-
dos do cu.
Em cortos das estes dons coracoes procuravam
um ao outro. s |>ontos de juuceo erain raros,
lina trabalhava ; a oulra, lenla n'uma corrente
que amatara-a, era obrigada a representar o mu-
como a o-pci anea para o futuro em casa de l-
fica ; fui o nosso presente de bodas. EaopasM
que eu me fago boa pap, osjovens teein prospe-
rad, seos tillios rreseeram, Altliea lontOU-se boa.
trabalhadeira, enrgica^ naiade sorri-se liada e o
aleyon contina a Toar.
MlUillMA k Stobz.
iJoumal des l)e>noiselles.=Traduccw de de Men-
donra.)
vivo e de1 vida com um gesto, como o Creador, a
tudo quanto tocar em sua passagem.
Eur,. Pelleta.
mmenlo, Althea ficou sisuda, tambein ella, como | tipio papel da grande dama que nao deixa de ser
i corario acabaste de resolver-se tinha can- |u,a dedicada, amiga fiel, e esposa sensivel. A sua
Hado sua amiga o que apenas confiara a si mes- granjeza Su M manifestava as suas acedes. Con-
0 ; um iiensamento de dedicacao e reco'.iheci-
mento para com sua lia perseguida pela molestia
la pobreza. Clemencia, una hora depois, sou-
be desta conversa. Eis o que tinha resolvido com-
vidada para todas as fastas, prestava-se. mas nao
entregava-se. Para os dias tristes da alma, em
que por muito felizes que sajamos, no sentimos
fi i idos, maguados; ella guardava junto do seu co-
nos, damos-vos um bom eonselho. Quando hou-
verdes lido essa obra de um hou em de bem, se-
nhor do segreJo da le histrica i o progresso. te-
reis um peso de menos sobre o peito, e vos iris
reconciliar com a Providencia.
Porque succede que a complacencia exagerada
de Lamartine para com a legitimidade venha de-
sarrtnjar urna v.-z por oatra n issa admiracio!
O Sr.de Lamartine es juere cual a seu coslume.
a ratelo sangrenta de 1815, sinis.ra imitac/io do I
terror. Acaso a logilimidade nao provCOU, pelo i
menos aatorisou essa reaecd com seu silencio ? ;
Acaso n.io eusopou ella as mos i.es
tos fetos ao rufar dos tambores, i corados com o j
nome de jalgados ?
Sem duvida Lamartine condemua esses assassi-
...>!;;. i i lera um cacador de passaros que expunna un vm-
mos polticos por fogo de peloloes :om urna colera te |lin|^, perfaEmente adesMdos em alguns
generosa, mas urna parte do sang le que ento fo-1 exeroicios, e assim lenlava atlrahir aos apaixona-
derramado cae sobre a memoria de Luiz WIII. dos de pasarinhos. Mas estes, bellos volateis obe
(Trad. por D. da C.)
O QUE VAE PELQ HUNDO.
Do PelU Journal tradujimos o seguinte :
llonteui em Paris estar bello o lempo, e os nu-
merosos passeiadores estaeionavam a cada passo, ao
menor incidente da ra.
Da Cruz copiamos o seguinte :
A QIARESMA.
O jejum dos quarenta dias da quaresma to
amigo, que se auha a sua observancia na tradco
e nos monumentos histricos dos primeiros secu-
los da egreja. d'onde se cooclue que sua institui-
?ao vem dos apostlos, em memoria do jejum dos
ipiarenta dias do Nosso Senbor Jess Chrisio no
deserto, e para ser como urna expiacao sulemne
ile nossos peccados preparando-nes para celebrar
a augusta festa da rosurreigao gloriosa do Dos
Salvador, recebeado Elle mesmo pela eommunho
paschoal, onde gh os reos eueharisticos, o verda-
\ mullida o attrahe a multido.
"s segu.....- a correte, e achamo-noi confund- ^eiro Ddoatoi na-se o aluneato de nossas almas, e
1111 dos emum grupo de cariosos, frmalo na ra '"-.''?" "' l*nhor segare de nossa resurre-
n ijao gio tosa,
O espectculo nc tinha nada do extraordinario
sigo essa formosa, menina, dolada de brilhantes rajj0 uma arnjga ,jtie mdo sabia, de tudo a conso-
qualidades sufflcientes para tomar urna niulher an- ava uma ma|ncr qUe vva muto longe do mun-
l .i i. -a Jo que romp .'ta, mas que viera a ser Jo e 0 seu aborreciraento dourado, Althea, a
ba, piedosa e humilde ao contacto de Maroela :
Dar madami Francisca tudo quanto receben
derla ; livra-la da lida da casa que pesada aos ve-
llios c entristece os seus ltimos dias; cerca-la de
\>2 jnwntudo para adocar as amarguras da despedi-
da. Tal era o soaba de Althea, c Manoela, que
M vira sem nada dizer, cliorou repetiodo a Cle-
naaiicia o que sua eompanheira Ihe manifestara.
Bil resentale da disparidade que Providencia renmsuncias, o como faze.nos pouco o que
aprouvra pOr no exterior da existencia de am- criamos fazer t
b*rt, ao passo que fizera os seus coracoes lio se- l'm senhor... Ah primeiro: o que vou dizer
melhantes. Althea ia tralmlhar para viver, sujei- n.io acontece todos os dias, raro, e menos vezes
un-se, restringir-sc, encarregar-se de obrigacSes. ainda tem bom xito I Os agentes matrimoniaes
enmelar una carreira honrosa porm ardua.no mais ordinarios e mais certos nao sao estes; mais
qual vinha as horas em que os eslranhosnao ou-
savam apresentar-se, Altbea, que ella ia achar
no seu cavallele. para quem o maior prazer era
vela.
VI
ESTE SK.NHOU.
Estava-se nisto, e vede o que seja o nosso futuro,
como tudo se oncadeia, como o homem depende
ni miento em qne a soa amiga oceuparia o lugar
qt e Ihe competa n'uma sociedade escolbida, no
meio da opulencia.
A Hespanhola era tao dedicada que mais do que
a soa eompanheira senta isto ; quereria ser me-
nos rica ou repartir a sua fortuna ; o primeiro
Tuto de um coraeao que am. Althea, a qual pos-
suia a altivez do infortunio, via no seu trabalho uma
independencia moral bem digna de ser comprada
pitia dependencia material. Ella consultou-nos
acerca dos seus projectos, podiu-nos conselhos, Ii-
. Sea ; e eos Ihe asseguramos, e era verdade, que
o sou talento Ihe permiltia collocar-se na classe
dos artistas. Ouanto nosjulgamos felizes de aju-
la-la na sua estra, de aplainar-lhe o caminho,
*mpre escaLoso aos primeiros passos I Kizemos
por ella o que fariamos pela nossa propria tilha, a
poucos das depois do sumpluoso casamento da i i-
c;, Hespanhola. a amavel sobrinha de madama
Francisca dar sua primara discipula a pri-
ineira beSo.
V
o F8IXS n'agia
Nada tao agradavel aos olhos como um peixe
que, da praia ern que lora arrpmessado, torna a
... ... _t_ -l- ______.!. .. -lAmAZn Vil.,
valem certamente a reQexao, os conselhos, a pru-
dente lentidao. diz Clemencia; ella tem razo, po-
rm nao obstante isto, 6 preciso referir-se o que se
viu ; demais, a excepcao confirma a regra.
Portanto, um senhor, am senhor bem parecido'
apresenta-se uma manhaa na minba casa a propo-
sito de um quadro, era um joven artista. Eu nao
o conhecia, e elle nunca me tinha visto. Abriu-
se-lhe a porta sem que houvesse a precauco de se
fechar primeiro uma janella da frente. A tempes-
tade abala a natureza : na falta de florestas, ella
agita em Pars vidracas, chamins, ardozias, etc,
etc.
Este senhor, Ibano, nao desconfa. Entra na mi-
nba olucina, vou ao seu encontr.e em quanto o ex-
i-ellente mo?o, respeitosamente curvado, aprsenla
as suas homenagens a meus cabellos brancos, eis
que uma pequera porta que dava para a offleina
abre-se por si, auno por urna mola, e bate no seu
nariz.
O seu nariz recua, muito natural I O rapaz
apalpa-o para ceiliticar-se de que elle est no seu
lugar, e nesta scena de apresculafao metade ridi-
cula, melado trgica, a minba nympha, agarrada
pela liarte de dentro essa porta, levanta o meio
mOM SOBUF. A HISTORIA DA IIKSTAIRM/Xo NW 1..U-
MAnTINE.
Conclitso.)
' De volta da ilha d'Elba, disse elle. Napoleaocs-
tava condemnado pela for^a das circunstancias a
dar a liberdadeou exercer a dictadura, a hberda-
de para reconquistar a opiniao. a dictadura para
repellir a Europa. Ora, o sabr e a liberdade. tem
sempre feito ma uniao. Sabia-o. Sabia tambem que
sem um adiantamenlo a opiniao, reinara no vacuo
e que seu reinado estara todo sob o casco de seu
i-avallo. Trazia em seu pensamento a ainbiguda-
de de sua situacao. Quera jogar a Franca n'uin
lancar de dados, e ao mesmo tempo pimpar a al-
ternativa de recome^ar a partida perdida. Fluc-
tuara continuamente de uma a oulra idea, mar-
chando, recuando, hesitando, esperando cada con-
tragolpe de exterior sobre seu pensamento, como
se quizesse dar a fortuna, desde muito ficada atraz.
tempo de alcanca-lo. Procnrav.i a victoria as apal-
padelas, para exprimirmo-nos como Lamartine-
Ora, a indecisao na occasio da hita j por si uma
derreta.
O Sr. de Lamartine previa ainda uma vez que a
opiniao a vida de um governo. Onde nao ha opi-
niao, so ha o spectro da autoridade. D. Pedro em
vao faz corar o cadver de Ignez de Castro, Ig-
nez nem por isso ser raiuha. A cora nao que
faz a realeza.
Quando um governo ha perdido a vida perdendo
a opiniao, em vao busca, para engaar sua agonia,
recorrer forja, gloria, ao silencio, intimida-
cao; em vao caminha na nuvem e vento como um
Deus da Iliada. em vao fere, por precauco, quem
Ihe faz obstculo ou parece querer faze-lo; esque-
ce sempre em soa prevencao justamente o nico
homem que nao devera esquecer. Este pelo con-
trario, elle engrandece, protege, popularisa, glori-
fica seu pezar. Quem este ? Ah I meu Deus I
o seu successor. Nao se mata nunca o succes-
sor : escreveu o maior imperador do mundo : que-
ro dizer Marco Aurelio.
A convencao f em sonho a espada de Crom-
well apuntada a seu peito, e para diminuir seu ter
decendo to gentilmente a voz de seu mestre,
soltavam churos tao alegres e nvocavan to pre-
maturamenle o despertar da natureza, que a gente
esquecia-se de reparar nelles.
Como, pois, a historia procura boje glorificar essa
memoria ?
Luiz XVIII. dirao, deu a carta. E que importa
que dssfl a carta, se desdo o primeiro dia a vio
lou
artigo,
da
carta.
nome da carta, passou pelas armas a liberdade de P** ainda por baixo .) ua '^1motfa 'Je ;
v voacabeca... ahnal perde-se de todo em urna
Hespanha; se, em nome da cari i, em uma pala- gai|a feminina.
vra, quasi sempre suspensa ou abolida em parte.' O dono segu a pista d) fugitivo : est corto de
comecou primeiro urna batalha entre a naco e a' que uma joven ingluza a cmplice involuntaria do
O jejum da quaresma foi sempre riKorosmente
observado pelos fiis at ao XV seculo os verda-
deros ebristaos praticavam todas as sortes de
mortifieaco^s : nao se entregavam ao somno, as
rccreaiois e as visitas ; viviain no retiro e oceu-
pados ni oracao ; iam com assiduidade. ao templo
para ouvirem a palavra de Dos e assistirem ao
santo sacrificio da missa.
As vistas da egreja foram sempre santas; por-
Xo entretanto um d'esses pintaslgos se confun- $>* Jusl<> P> perseverar na juslica sem
a penitencia do coraeao e dos sentidos, como e que
misericordia divina
penitencia da hu-
carne, sem o exer-
sentimento e sos-
os mritos do Sal-
realeza ?
Nao exageramos, simplesmentc repetimos a opi-
niao de madama de Stael. Ora, seu lestemunho nao
por certo suspeito ; porque Illas re. genio era in-
teiraiuente devolado causa da egitimidade, de-
vendo-se juntar tambem, por sua honra inmortal,
causa da liberdade.
Prouunciar-se-ha ainda o norte da caria, dizia
asenhora de Stael, quando nem se quer existe mais
asombra da liberdade daimpreisa; quando os
jornaes inglezes n.To podem pene rar em Franca';
quando militares de homens sao presos sem exa-
me (3); quando por toda parte reina o arbitrio, e
em liarte alguma a carta que se devia defender
tanto ou mais que o tlirono, porque ella a salva-
guarda da naco f Pretender-se-ba que a eleicSo
Einlim, unamos nossas lagrimas ao sangue pre-
cioso que derramou se para apagar nossas iniqui-
dades ; nossas privaooes seusiveis s dores de
suas chayas sagradas ; nosso recolhimento ao seu
augusto silencio dame dos tribunaes.
Eis o espirito que deve animar o ebristao neste
santo kmpo, c dispd-lo a celebrar dignamente a
festa da gloriosa resurreico de Jess i hristo, o
principio de nossa justificaco e o penbor de nossa
resurreico futura.
eitrar no rio e ah pasaeia como cidadao. Elle corno dentre as algas verdes, e encara este senhor.
\ie, vem, agita-se como diz La Fonlaine ; corre de Os attrativos severos da joven belleza, a sua fronte
uma outra margem, segu a corrente, volta, jac-
ta-se dcstas pequeas evolucoes; est contente I
Assim a volha madama Francisca, depois de
cnco ou seis anana de aborrecinunto, tratara,
a;itava-se muito na sua pequea habitacao, dando
oda dia sua sobrinha a melhor das recompen-
sas, um ar do completa salisfacao. Era pela se
ganda vez sua criada a velha Catharina que, ten-
do estimado Althea quando menina, anear do-
iuus defeitos, Ihe guardara csse genero de lem-
branca que tende a avisinhar-se e reajuntar-se
lilla jamis a tinha perdido de vista, sondando en
s;rvi-laquando fosse grande, e offerecera-se de no-
vo a madama Francisca, pedindo uma pequea sol-
dada, por causa das suas forjas um tanto esgota-
das. l'ez-se isto depois de urna lacuna assas Ion
ga, porque a scena cmica e precipitada da parti-
da estava completamente esquecida.
A rapariga trabalhava assiduamento. forte na
sua resoluco, e animada pelo fin justo a que so
propuuha. No principio, para vencer a delicada
opposico da sua ta, ella tinha laucado para bem
longe essas indecisoes e essas fadigas que experi-
mentamos diante de toda a sujeicao. Affectav
amar o seu captiveiro e priso, e pouco pouco os
tinha realmente amado. Nenhuma liberdade lh>!
pareceu prefervel satisfajo de se mostrar recc-
ahecida, de ver ao redor de si, estabelecerem-sa
jiela sua diligencia a abaslanca e o beui-e.tai-, ef-
ta largueza da vida que se sent e nao se am -
lysa.
Aperfeicoar o talento, era o seu primeiro dever.
illa o senta, levantava-se muito cedo, e comecava
o da pelo estudo. Quantas vezes, vendo-a no seu
avllete, quando na sua casa todos ainda dor-
miam, nao fui indiscreto de caso pensado, volun-
tariamente Avistava ao longe essa fronte pura,
que se tornara seria pela rellexo, essa bocea fti-
piutasilgo.
A ngleza permanece impassivel.
O marido nem descoutia do acontecido.
Continuam a observar, crendo que veem um en-
tremez do esp ectaculo.
No entretanto, cochicham nos grupos, as zomba-
rias mcia vozcirculam; algumas pancadinhas sao
dadas no vestido da moea, que se apercebe por lioi
ser ella o alvo de todos os assistenles. fc cora, aoai- extnor> ,)orqUe ^^ je ordinario nao d bom re-
xa os olhos, puxa o veo sobre o rosto u attrane o
marido na direrco da ra de Rivoli.
Elles nao poderiam dar a razo porque ugiam.
e talve: praguejassem contra os francezes por sua
irreverencia.
Mas o cacador, que, cumpre dize-lo, esperara pa-
cientemente o regresso do pintasilgo, seguio os es-
Elle reclama-o ao mando; este
A educar;, do clero nao consiste na reforma
dos deputados que tem suspen^didi a carta seja re- i rantores
guiar (i) ? Nao se sabe que vmte pessoas nomea- Lfarta.si e'm Vez~ de pagar o passarnho indis-
das pelos prefeitos foram enviada.- cada collesio ., '. ,.
pef
eleitoral para escolher ahi os io migos de toda a
eleico livre, como os pretendidos representantes
da naco que desde 1789, nao ten sido invariavel
seno n'um ponto : o odio que nostram por seu
poder? Cont e oitenta protestantes lem sido mas-
sacrados no departamento de Gard, sem que um s
homem teoha soffrido a punicao d' tal crme, sem
i|ue o terror causado pelo assass nato, tenha per-
mittido aos tribunaes condemna-b s. Apressaram-
se em dizer que os que morrerain eram bonapar-
listas, como se nao a fosse preciso egualmente im-
pedir que os bonapartistas fossem assassinados I
Quando um poder calcaseja s imente um rada-
ver, para subir ao throno, esse poder torna-se
desde ento desamparado (5). Sor.resto. A victima
cahiu, e no lugar em quecahu uma invisvel me
poz um signal de reprsvacao. A multido passa
como dantes sobre esse lugar sini tro em que Deus
ror poe Dumoriez fra"da lei, decreta Luiz Felipne ; |em .sem cessar a "' fixa A tera bebeu em si
traidor, proscreve Lafavette, prende Hoehe, guilho-, lenc, o sangue derramado ; mas o sangue er-
tina Custine, Dyron, Honchard, Beysseder, tem mela infatigavelmentc na sombra, e n um da se
sempre agarrado pelo pescoco aleum general em (>"ve **** do chao do enme ao principio, um fra-
chefe. e a menor suspeita, manda-o ao cadafalso: co su um ligeiro murmurio, e o que passa nao deixa de
andar ; emlim um grito terrivel como o estampido
do trovad ; e o transente, petrifii ado no lugar, v
grave, os seus labios puros, o seu olhar rolleeuodo
ao mesmo tempo a energa e a serenidade, este to-
du arrebatador, modesto, encantador attrahe inevi-
lavelmente esse nariz que recuara, e e-lo, o nariz,
que contempla, admira-se, perturbase e ama I...
Sun. somos assim, sobretudo nos artistas, uma ra-
jada de vento, uma porta aberta ou fechada, sao
cousas sufficientes para decidir da sorte, do des-
tiuol
O joven esquece o que
offensivo, so enxcrga a minha nyinpha; e pergun-
ta-me pelo seu nome. E eu, volho menino que
anda nao rresci, disse-lhe que ella rhamava-se
Althea: e, bem longe de pensar que commetlia a
menor ndiscripcao, fa^o uma muito grande : rctl-
ro-lhe por enlevo, sem o querer, a historia do meu
modelo. Accrescento: na verdade, estava fra do
lugar que Ihe competa ainda digo : vede, ali es-
t o meu modelo!
Defronte, a bella menina, calma e sisuda como
um anjo do cu, pintara. Esfregando ainda um
pouco o nariz, o tal senhor enrara-a e cahe n'uma
especie de recolhimento. Era um carcter sincero,
sensivel harmona. Essa belleza, essa juventude,
essa dedicacao, essa coragem perseverante Ihe pa-
recern), como as algas verdes, eneobrir a mulher
que Deus na sua bondad.; Ihe destinava. Elle
amou-a. E como? dir-se-ha, de repente ? pela ja
nella? Sim, pela janella 1 E logo depois dessa cruel
sacudidela causada pela tempestado, foi como uma
especie de conta-golpe. Elle amou-a muito, e como
nao ousava dzer-rn'o, dsse-lh'o eu. Ficou conten-
te, affectando o maior sauguefrio possivel para nao
passar de todo por um tolo. Nao obstante nao
ter nenhum resultado o negocio que o levara
minha casa, comtudo nao nerdeu tempo, vol-
tou uma, duas, tres vezes, at que j havendo bas-
tante conhecimento, eachando-se felizmente a mi.
lamento, d-lhe o commando de um exercito, eal-
gum lempo depois, o tenente de artilharia elevado
pela opiniao ao la Ihe de um poder, atira a repbli-
ca pela janella fra. Ninguem mata seu successor.
Subindo ao throno Napoleo tinha tomado toda5
as garantas imaginaveis contra a infidelidae do
destioo. A imprensa fallava, elle tirou Ihe a pala-
vra ; a tribuna inurmarava, comprimiu o murmu-
rio. Pic.hegr trana, mandou Pichcgrd para a ca-
deia; Moreau causava inquietacSes, Moreau foi
exilado ; Conde ameacava, Conde desappareceu ;
o partido republicano se agitava, esse partido foi
dizimado. Onde poda estar, no inmenso silencio
da Franca, por toda a parte submettido e resigna-
do em sua submissio, o inmediato successor do
i imperio ? Onde estava ? Queris sab-lo 1 A' di-
ana aventura tem de reila mesmo dl> P***.
Havia com effeito nesse palacio retumbante das
Tolderas, que tojos os dias abra sua porta de
dous hlenles a alguma victoria nova, um frade
desfradado, regicida, criado as etiquetas da corte,
jacobino despertado, duque n'uma bella manha,
lendo o Monitor. Napoleao chamara esse homem
para seu lado ; confim-lhe o go-verno uceulto e
anonymo do paiz ; deu-lhe o segundo de todas as
ntrigas e entrada em todas as consciencias; poze-
ra-lhe na mo um fio invisvel para tomar uma
apezar disso nessa immensa hecatombe de dra-
gonas, poupa como de proposito o militar mais pe-
rigoso para a repblica; o pequeo tenente de ar-,
tilharia ento de guarnico em Valonea; mas ain- sah,r ,l0 sol ab,erl e abalado pela erupcao doyul-
da o lisongea. chama-oa Paris, apressa seu adian- Cl" ? espoctro.de uma novarevolucao-18J0 vinga
181oEis toda a moral da historia I (6)
Nao buscaremos dar ao correr da penna a ana-
lye detalhada da obra de Lamartine. Semelhante
analyse seria uma traico, a nosse ver, mais do que
uma traduccao.
Como nao conhecemos meio de dispensar o pu-
blico de lr um livro por ter d:, delle o enviamos
pura o simplesmente leitura d i Historia da Res-
tauraco. Tememos tirar loda a graca e flor da
oarraco. Dizemos apenas uma palavra sobre o es-
tre para responder a um erro de critica. Disseram
que nessa obra nao havia estylo de historiador.
Antes de tudo; qual o estylo do historiador?
Ter acaso a historia seu estylo particular ? Ah 1
meu Deus, por certo que nao, nio ha muitos esty-
los no mundo, s ha um, i>or mais que isso des-
agrade a critica; o estylo mais humano, mais
geral, mais sympathico e mais alarlo ao maior nu-
mero das facilidades, cheio das emocoes do cora-
eao, harmonioso para o ouvido, racional para a n-
tehigencia, cheio de imagens rara a imaginar-o.
Para que o estylo seja realmente estylo, preciso
que faga em seu maravilhoso vi|or a volta de toda
alma humana, e que d alternativamente o som de
cada nota da teclado; que em ima palavra, seja
creto, o que teria feito qualquer de nos para li-
vrar-sc da importunaco do cacador e dos cochi-
chos dos curiosos, cujo numero augraentava a cada
passo, censentio em procralo.
Entra em um corredor.
A moca sacode fortemente o balad, d'onde nao
sahe pintasilgo algum, visto que nao cs.hem do co
codoroizes assados.
O dono insiste, e uma derradeira busca vai-se ia-
zer no aposento do porteiro da casa.
Este tendo fechado a porta e descido as cortinas
da janella, nao sabemos o que se passou ; mas, cin-
co minutos depois, appareceu o cacador, que nao
tinha as mos vasias.
O pohrezinho tinha o pescoco seguro em um
arco da crinolina I disse elle sorrindo.
Eis ahi um visco em que nao se apaoha s a pin'
tasugos I
Da Revista Mensal da Sociedade Ensaios Litera-
rios transcrevemos o que segu :
A BUS LINDOS OLHOS.
Oh I que lindos eram
Cns olhos que eu vi !
E ao v-los, bem n'alma
NSo sei que sent;
Mas que eram mui bellos
Nao mais esqueci.
Nao sei se elles eram
Qual noite cerrada;
Se cor de saphira
Do reo na alvorada ;
Mas sei qne do brilho
Tem a alma offuscada.
Se pardos ou verdes,
Tambem eu nao sei.
Pota que de seas ralos
Tao ejro fiquei,
Que vr-lhes as tintas
Nem mesmo pensei.
Sei que eram traquino,
Celestes divinos
De bella Yaya
Alegres, mui vivos,
Erguidos, altivos,
Que assim poucos ha.
(1) Entre nos o governo tem por timbre lancar
cada vez mata trra sobre a nos: a pobre defuncta,
que Dos baja ConstitoJcio do Imperio I E cele-
bre esses odios do poder a lei! O traductor.)
() Se ha paiz em que a justic, i, em certas maos,
seja a expresso do arbitrio, i ste uosso ; deven-
pasaagem ate a nona piracao de manguitos de uma do' porm, notar-se que laes agites della sao os
.,,., a. -.ten mais humildes servos do pode c Se nao lde os
conversa ae saiao. jornaes, QuanJi) have(. a ^ 9 _(0 ,ra.
Sabis o que succedeu depois ? O proprio impe- ductor)
rador foi apanhado na tea. Fouch o desthronisou ,:t' ^f8 *P iss?. 6 tel- Q'wlfluer Par"
. ... -.....,., licula de autoridade policial nu quer que seta,
por um golpe de polica depois da batalha de Wa- prnt! 0 ci(ladao por.da c aquel ia palha.eo pobre
terloo. Ninguem mata seu successor. i diabo ica dias preso para averiguacSes, etc., etc.,
A historia de Lamartine a demonstrarlo con- ^^Sartt .^^Lcton. '^
tinua desta verdade, de hora em diante to evi- j (i) Entre nos deputado quer dizer etelcio do
denle como a luz. Tambem nao discutimos aqu governo. (O traductor.)
e ali um detalhe. Nao indagamos se a historia se! (3> Fis nfl" .Nu ,,ra?il lnJer ,anda at
,_____. ____. ., i. malare e quando in-a no poder. Deixemo-nos de
tem mais ou menos engaado na aprec.acao d um lneoriaj 0 pailes M lle^in f||U,ri,|. Pa.
reinado. Basta saber que s a Justina tem direito gU 0 povo os lanoslos de sangue e dinheiro, e o
duracao. O tempo caminha sempre ao lado da poder e amigos do poder rmjordem que lodo vae
opiniao. A opiniao, em definitiva, o pensamento bem \ "?m<>u? *? k*08". n* historias de
carocha.(O traductor.)
FOLHETIM.
A YELHICE DE UM LOYELGIO
HlH
F. DE GRAMMONT.
i
Seis pessoas estavam reunidas, em urna noute le
invern, no salo de um palacio da ra de S. tioi-
Iberme (do suburbio S. Germano); sendo quatro
senhoras e dous homens. Tres das primeiras esta-
vam em sua casa. Eram a Sra. de Perchappe, a
condessa de itenel, sua filha. (ambas viuvas) e a II-
llia desla Cecilia de Itenel: tendo uma sessena,
outra quarenta, e a ultima dezoito annos de edace.
As visitas eram o Sr. e a Sra. d'O/.enay, um sol-
telro chamado o baro de La Feuill, velho olQ-
cial das guardas do corpo (estava-se nos ltimos
annos do reinado de Luiz Pelippe.)
Temos seis pessoas a descrever o que po r certo
muito para comeco; mas seremos discretos.
A Sra. de Perchappe eraumaexcellente senhora
muito devota, vendo entretanto a tudo e a todos pe lo
lado me'.hor. Quanto negocios, arranjos e ine-
resses, deixava a cuidado de sua filha. Tirado is:,
tinha seus caprichos.
A condessa Branca de Renel, senhora triguera,
do ar serio e um tanto altiv, era ainda bonita, soffl
que tivesse propensoalgumaparaoloureirisino. A
dez annos viuva, nunca precisara dizer que se nio
quera casar para que se reconhecesse Isso.
As rendas della e de >ua me tnontavam a un as
sessenta mil libras por anno. Isto sem duvida cons-
titua Cecilia de Renel um excellenle partido, alias
do tempo fluctuando no esparo. Ah por que nao
temos dado assaz provas de talento para poder
(6) Que nao aproveita I Que importa 2, entre
nos, vingasse 17:il W ne n por isso deixou
exigir a altenc/io publica I Diriamos ousadamen- de haver 48... e Deas sabe o futuro !-----Adian-
to : Lde essa historia da rcstaurac/io. Acreditae- i,e'-----~( traduc ur.)
Meu Deus Esses olhos
De ardenle fulgor
Abrasan), enlevam
Ao pobre cantor,
Nao sabe se ria.
Se chore de dr.
A's vezes bem meigos,
Dizendo candura
No seu olhar brando,
Olhar de ternura,
Nos rouham o tino.
Nos causa loucura :
A's vezes rimes
Mostrando sengo,
Que mais em nos causa
Bem grata impressao.
E ferem, caplivam
Mais de um coraeao.
Se ficam trislonhos
Nao perdem lindeza,
Que mais gentileza
De certo nao ha ;
Pois nunca se apagam
Os hrilhos intuidos
Dos olhos mui lindos
Da linda Yaya.
ullado ; mas sim no coraeao, porque esse a
fonte para onde convergem todos os bons senti-
mentos.
Nao existe no rigor excessivo, porque a expe-
riencia mostr, que quasi sempre sao mos os edu-
candos, e parte se lornam hypocritas e perniciosos.
A liberdade a barreira para obstar-se muitos
males, porque o continuo lidar, e a vista constan-
te dos objectos trazem sempre o tedio, e d'ahi se
aproveita a vontade para o estudo.
De que serve a austeridade e a prohibicd da-
quillo que o espirito repugna ?
E' sempre a causa e o fio de poder-se illudir
mais fcilmente para logo alcancar-se o que se
pretende.
Assim e meio de preparar-se o espirito, ir
pouco a pouco incutindd e infiltrando o temor de
Dos e o amor da religio, porqu desee incen-
tivo que nasce o gosto, a emuiaao e os bens filaos
do Evangelho.
Que lucro lera o lavrador, quando ignora os
meios de cultivar a trra ?
Da inesma forma est o educador ; e para po-
der sanar toda a respoosabilidade, e conseguir
seus lius, convra lancar mos de companbeiros
moralisados, que nao deixem a duvida emseus
educandos, mas sim a confianza e o respeito.
O exemplo a arma para desarmar o vicio, e
fazer de roaos homens bons cidados; o livro
em que se l a pureza dos costumes, e se aprende
que a corrupeo lem seu castigo.
' Afastado deste principio solido, desmorona-se e
desapparece a virtude, e de suas ruinas surge a
m f e a falsidade para tudo.
De que ulilisa a innovacao de ideas, quando nao
se tem os principios para consolida-las t
Em vez de um bem, ser uma utopia, e am
passo para o incremenlo da immoralidade ; ser
a preparaco para sopear o vicio, e para logo o
deixar correr livremente, e atormentar as con-
sciocias timoratas.
A reforma a santificacao do mal, e para esta-
belec la, misler que se extirpe todas as raizes
da maldade, que serpenteara pelo coraeao corrom-
pido.
Nd*olhando-se para isto as sementes germina-
rao, e abafaro os fructos, que muitos parecero
sazonados, mas que por dentro se acham deterio-
rados
O beneficio est no bom uso que Ihe d o bene-
ficiado, e para isto deve empregar o tempo para
melbora-lo, e lembiar-se que a gratido a mais
santa recompensa do coraeao ; porm, se esta
apreciacao Ihe falta, o dever desapparece, e o be-
neficio Ihe faz sement damno.
Assim deve-se lancar as bases convenientemen-
te, e medir-se as forcas para nao perder-se o tra-
balho sem resultado.
Folhas de Porto Alegre, referem que sua excel-
lencia o Sr. hispo do Rio Grande se acha em visita
de sua diocese.
O Concilio Tridentno recommendando este uso,
teve em vista a boa marcha e administracao dos
Pispados, para que os prelados vendo com seus
proprios olhos, melhor podessem provar as neces-
sidades de seus diocesanos.
Felizmente quasi todos os bispos do Brasil, pon-
em pratica esta obrigacao, tem colhido nao pou-
effectivamente servido. Quando se deu a revolu-
to de 1830 commandava um regiment. Entcn
deu entao dever pedir sua baixa, e nao poda con-
solar-se disso. Em sua opiniao. a Franca havia
perdido nclle um grande general e elle o bastan de
niarecli.il. Dndose descooto a essa pequea illu-
sao e ar de importancia e desconlentamenlo que
disso Ihe resultara por vezes, era assaz agradavel
em seu trato, e alm disso homem muito honesto e
excellente
Desde a infancia amigo intimo do Sr. de Renel,
tinha visto egualmente a mais profunda amizade
ligar a condessa a Sra. deOzenay. Esta, delicada
e loura, fazia o mais perfeito contraste com sua
amiga. Era a vaporosa, osalgueiro choro da res-
taurado, herdera ou antes simples transformarlo
da mulher sensivel e ossianica do imperio, l'.ha-
mava-se Malvina e nem por isso passava mal.
Quanto ao baro de La Feuill era o typo trova-
dor e viva lenriquc IV da ex-guarda do corpo que
todos conhecemos em nossa mocidade : bom rapaz,
bom companheiro, sempre com o coraeao as mos
e a mo sobre o corceo; defensor aluda provadas
sas doutrinas e deixndo se levar na pratica pata
as de Epiouro ; um lano basolie, fanfarro, pateta,
ocioso, Deus sabe I sempre em excursoes e visitas,
passeiando desde manha at noute, e mostrando
em todos os cantos do Pars sua farda azul de guar-
da do rei, com abotoadura dourada, sua grvala se-
gundo o uniforme, colete branco e calca preta cain-
do asscnlados ..obre suas botas engraxadas. O que
havia de extraordinario nesse traje que nunca foi
visto novo, nem surrado. Pensar-se-hia que o ba
Os d'Ozenav possuiam uma mediocre fortuna,! Sois por demais benvola, minha senhora, eu
quando muito dez mil libras de renda; mas sen ii- que aboso de roma bondade. Mas elfcetmunan-
Ibo nico tinha em vista casar rom a joven Sra. de te nesta noute me suecedeu urna cousa, que por
Renel. Era um futuro com que se pedia satis- cerlo nada tem de mu, o encontr de um de meus
fazer.
Por seus antecedentes, relaeoes, opinioes ou sen-
timentos assaz conhecidos. nohreza mais ou menos
ailan, porm inconteslavel, todas essas pessoas
velhos cantaradas, c tambein rosto, coronel...
Nao sou coronel, disse o Sr. d'Ozenay.
S-lo-heis sempre para mi n, tornou o baro.
Mas nao se trata disso. Lemhrae-vos, creio, de
perlenciam naturalmente ao que se chamava e se! Armand de Montclar, esse pequeo Monlclar que
poda ento chamar, a sociedade do ha uto de S.
Germano. Entretanto embora tivessem ahi entra-
da, nao faziain parte integrante della. Nao per-
lenciam a nenhuma das duas grandes fraoeoes
dessa singular sociedade do antigo e novo bairro
de S. Germano, nem ao mundo das duquezas, nem
das marquezas. Talvez por isto vi vessem to paci-
ficas e austeras.
Acaso a notavel belleza das Sras. de Renel e de
Otoar e illibada reputado que sempre gocavam
prejudica-las-hiam reciprocamente f O certo que
nem una nem outra foram nunca contadas entre
as estrellas de virtude ou elegancia qne formavam
a dupla pleiade do pequeo cu em que gravita-
vam. Jamis disseram da Sra. de Renel Ella
disse isto. Nem da Sra. de Otenay Ella se
vestes assim. Emlim nao eram autoridades nem
no mundo das beatas nem das elegantes. Viviain
no silencio, e seus maridos davam-se bem com
isto.
O barao de La Feuill acabava de chegar, e se
havia sentado em una mesa de whist com as Sras.
de Perctiappe, de Renel, e o Sr. d'Ozenay. A Sra.
d'Ozenay e Cecilia tinham licado junto chainin,
rao usava de sua roupa em casa, ames de com ella ; esta lM)r(|ando, e aquella brincando com um para-
apparecer, se acaso elle se demorasse no lar. Era, \ fog0 e ,omand0 as posc5es que mais gratas Ihe
ubis, um mysterio. Elle nao tinha nenhuma outra |
eram.
renda que nao fosse seu sold de commandanie de
esquadro. Pde-se viver decentemente com isso Demorei vossa partida, senhora, disse o ex-
pelo que parece, mesmo em Pari, porqnanto elle guarda do re Sra. de Perchappe em quanlo da-
vivia. Alm de que tinha sempre um talher, sua vam-se asearlas,
ventajoso a todos os res|>etos, porquanlo. dolada de i disposicJio em casa dos d'Ozenav, como em casa Demorastes apenas a satisfacao de ver-vos,
docura e delicadeza, parecia-se com sua me, wr [ da Sra. de Perchappe; mas nao era homem que barao, responden a velha senhora. Ja comecava-
quem foi creada e educada com a maior severidade. I abusas.se da hospitalidade, apezar de serem antipas nios a inquietar-nos I Sois lau exacto, .pie quando
A Sra. de Renel, pelo contrario, preciso dizelo,'suas relaeoes com as duas familias. O papel de ao toque das sito horas nao vos vemos chegar, re-
tinha sido por demais acariciada pela sua. I chichisbu Ihe agradava mais e elle o desempenha- ceiamos sempre vos nao tenha suecedido
O Sr. de Ozenay, ja tornando-se velho, conserva-1 va junto de todas as senhora< com tanto zelo como cousa. Eis o que faz por em mau eostun
va sob o trajar burguez, a garbo militar. Havia desnteresse. g aUuma
me os ami-
nos apparereu, tendo saido de S. Cero, no quinto
de conraceiros, na vespera da batalha de Moskowa,
e a que chamavamos Mademoisiila f
Lembro-me ; respondeu gravemente o Sr. de
Ozenay.
De corto, nao pode-lo-hieis lor esquecdo.
Famosa mocinha, nao verdade? Com seu ar
simples, tez rosada e talhe de ruana, era entretan-
to um soldado afouto, entre os melhores, e que su-
porii .o as fadigas da retirada melhor que os mais
velhos bigodes. Logo nos ampendemos de zom-
bar delle. Depois o encontramos em casa do rei,
e as guardas do corpo, sempre como uma das
nelhores espadas. De mais excellente militar.
Certamente elle tena feito uma bellissiuia carrei-
ra. Destacadamente denota d campanha de Des-
palilla, pediu sua baixa. nao nai porque. Parece-
mo ler ouvido dizer...
Baro, enlerrompeu a Sra. de Renel; vossas
recordad-oes VOS fazein esquecer o jogo. Como vos-
sa parceira, |iermitti-me que vo-Io lembre. Sa-
bis que nao sou indulgente.
O baro pediu desculpa de sua distraerlo e a
partida proseguiu com o reetlhimento, que eon-
vem a esse doiito jogo de whist. Digamos entre-
tanto que o silencio que reinava nao era devido
s nenie a atieneo prestada s cartas. O nome
de Montclar havia produzdo sobre a mor parte
das pessoas presentes um elfeito de que o singlo
bai-o so nao tinha apereebido, mas que nao teria
escapado a um observador intis alt-mlo e perspi-
caz. A condessa havia sulet menle fransido os chap|)e. Muila-
sobr'olhos e um rapid relainage le impaciencia mosiilade, por
ou clera havia huido em seus lindos olhos nebros, nunca ouvi articular o menor faci que podesse
O serio habitual do Sr. d'Ozen iy se tinha raga- justificar to temivel fama; nem tao pouco vos,
mente tornado sombro, em quinto sua loura me- segundo creio, coronel ?
tade deixndo suas ondulacoes solitarias, recosta- Perdo, senhora, oeste ponto nao estamos do------------------------ ----- .
va-se pensativa ao encost de sua cadeira. At a accordo. Na minha opiniao, o Sr de MoatcUr PERNAMBUCO. TTP. i>E H P. F. a rUJft>
do
eos resultados favoraveis."
Em compensago dos ullrages feitos Pessoa
de Jess Crtale por M. Renn, o arcebispo de
Mans. no fervor do seu zelo, instiluio uma adora-
gao perpetua ao Sautissimo Sacramento.
L-se no Monde :
A imperatriz dos francezes offereceu diocese
de Tolosa, uma magnifica capa de panno de ouro,
ornado de riquissimas bordaduras.
UM
mesma joven Sra. de Renel levantou sua cabera
ouvir tal nome. mostrando uma inslita rnriosida-
de. S. a Sra. de Perchappe, nao tinha comparli-
Ihado a geral com mocan. Tambem, ainda que
fosse ella que mais altonco dora aoj)go, foi quem
no intervallo de uma oulra partida reatou a con-
versaco inlerrompida |Kr sua filha.
Esse Sr. de Montclar de que pouco fallas
tes, disse ella ao baro ; nao o marquez Armand
de Montclar, sobrio! pelo lado materno do velho
SmeraJ conde de Nouans, cuja cade ra no paralo
evia-lhe ser transmitiida ?
Perdi, senhora, elle mesmo.
E disseste que serviu durante o imperio ?
Sim, minha senhora, como o coronel, e eu
mesmo...
Oh Nao Ihe faco censura al?uma, e nem
to pouco a vos. Ha circumsiancias s quaes
preciso ceder. Smenle, nao teria acreditado
que o marquez de Montclar livesse a edade de in-
correr nesta necessidade.
Montclar, senhora, tinha ento tres annos
menos do que eu ; ora como agora cont apeuas
cincuenta e cinco anno-..
Ter, segundo vossa conla cincoenta e dous...
A menos que os annos nao le ham corrido
para elle de diverso modo que para mira, o que nao
provavel...
Pois bem I cria que elle fosse mais moco.
Verdade que lem-se passado vinte annos depojs n0 eva oomar com elle e ento nateramente se
que nos vimos pela ultima vez. Poda ter entao | n,e |l(,jja qUe na0 continuasse a frequontar i easa.
trinta annos, mas ninguem pensara que elle os Q,lal,to ao mais, elle nao agradava a minha tilda ;
livesse. Era Unoos-uvel ver um rosto mais encan- mas 0 gr. de Perchappe, que era muito amigo do
tador, maneiras mais |olidas e distinctas e um lo- r j,. .\nans, ficou assaz contrariado com isso.
domaisnobre. Tambem todos ochamavamo Quanto a mim, tive tambem pesar. Tambem esii-
bello Montclar.Ouiros o apellidaram tambem, mava muto esse excellente conde de Nonan-. c seu
nao sei porqueo novo l.ovelaeio. sohrinho foi sempre para comigo agradavel o at-
Sem duvida appellidavam-n'o maldisse o lencioso 1 S um genro como o Sr. de Renel me
Sr. d'Ozenay. poderla consolar de tal ruptura. Hoje tudo isso
- l'oi o que cri sempre, tornou ;i Sra. de Per- pertence ao passado, e eu tornara a ver esse ama
era cem vezes peior e mais perigoso que o here
de Richardson, e era a esle que se offendia, quan-
to a mim, comparando um com outro. Nada se
articulava contra elle; acredito; mas porque era
assaz hbil; e sabia tomar suas preraucoes. Mas
licae certa, senhora, que nao ha fumac'a sem fogo,
como nao ha fogo sem fumaba.
O que quer dizer que a calumnia tem sem-
pre alguma razo. E' isso o que se nao prova,
gracas a Deus; e vos mesmo, meu caro coronel,
nao pensaes deste modo. Nao quero dizer com
laso que o Sr. de Montclar seja irreprehensivel.
Nos mais que nenhum outro, temos de que quei-
xarmo-nos delle. Mas havia tanta culpa de parte
de seu tio, como da sua; e Deus sabe se esse bom
Sr. de Nonans nos queira algum mal I A nica
cousa que elle desejava ardentemente era ver ca-
sado seu sohrinho. O que alias simples. Era
seu nico herdeiro. O sohrinho infelizmente nao
tinha vocaco alguma para o casamento. Contra-
cemos militas pessoas que tem egua<.s seutinktntos,
o que alias sao honestas. O Sr. de M .tildar liaba
necessidade de acariciar seu tio, e nao contraria-
o abertamente. Deixa va-se pois apresentar por
elle as casas em que haviam mocas em estado de
casar.
Como a allianca era ventajosa, e elle era muito
amavel por si mesmo, era sempre bem acolhido.
Mas nao tardava em fazer romprehender que se
II pessoas fallavam delle com ani- vei Montclar com verdadeira satisfacao.
iuveja, sem duvida: por quanlo
rYiirnfimtrr ar la.l
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3

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