Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10313


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Full Text
^>* *2
-o
s.
-i
APO XL. HUMERO 57.
Por tres mezes tdiaiitados 5$O00
Por Ires zes vencidos 6SUU
Porte ao correio por tres mezes. 750
DIARIO
'~& *-*"-*'*--
QU1HTA FEIRA 10 DE MARCO DE 1864.
Por asno adiantadn. .... 19$n0
Forte ao correio por ara anno. 3$00
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPgO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Aleandrino de Lima i
Nata!, o Sr. Antonio Marques da Suva; Aracatv,
Sr. A. de Lirne>s Braga; Cear, o Sr. J. Jos d
Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; '.na, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
mazoias, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARRJBGADOS I>A SCBSCRIPCAO' NO SUL
Alardas, o Sr. Claudino Falco Das; Bahia, o
Sr- J;; Marlins Alvos; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira .Martns A Gasparino.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
O inda, Cabo a Esrada todos os das.
Iguarass", Goranna e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
falto Anio, Gravat, Becerros, Bonito, Caruaru',
Altinho e Garanhuns as tercas feiras.
Po d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
Ingazeira, Foros, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob,
Boa Vista, Ourirury e Exu' as quartes feiras.
Sennhem, Rio Pormoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Pela e Pimenteiras as quintas feiras.
Una de Fernando todas as-vetes que para ali sahir
navio.
Tollos os estafetas partem ao '/j dia.
EPHEMERJDES DO-MEZ DE MARCO.
1 Quarto ming. as 10 h., 51 m. e M s. da m.
8 La nova a 1 h., 39 m. e 20 s. da m.
i.') Quarto cresc. as 3 b., 47 m. e 3 s. da m.
23 La cheia as 8 h., 27 m. e 3 s. da m
30 Quarto ming. as 8 h. e 2 s. da t.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 5 horas e 18 minutos da mantaa.
Segunda as .* horas e 42 minutos da Urde.
PARTIDA DOS VAPORES GOSTHROS.
[ Para o sul at Alagas a 3 e io; para o norte at
a Granja 7 e 22 de cada mez; para Fernando nos
das 14 dos mezes de jan. marc.. maiojul, sel. enov.
PARTIDA DOS ll.MViCrS.
Para-o Recife : do Api pucos s 6 ','?, 7, 7 '/. 8 e
8 /i da m.; do Olinda s 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatao s6'/2 da m.; do Caxang e Vanea ia 7
da m.; de Bemtiea 8 da m.
Do Rerife : para o Apipucos as 3 >/j. 4. 4"/,, 4 5, 5 Vt, 5 i/j e 6 da tarde; para (linda s 7 da
manhaa e 4 >/s da tarde; para Jaboat) s i da tar-
de ; paraCachaug e Vanea s 4 '/id.i tarde; para
Bemfica s 4 da urde.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal docommercio: segundas e quintas.
Relaco: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Juizo do comn'-ercio: segundas s II horas.
Dito de orphos: tercas e sextes s 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
>A SEMANA
7. Segunda. S. Thomaz deAqninod. anglico.
B. Terca. S. Joo de Dens; S. Quintilo b.
9. Qnarta. S. FranaaM Rumana viuv.
10. Quima. S. Militan m.;S. Drothoveo at.
II Sexta. Cunmii'iiiorarao da paxode.N. S.
12. Ssbbado. S. Gregaria Magno dout. da cgr.
13. Domingo. Ss. Mardonio e Chrisiina v. na*
ASSIGNA-SE
no Recite, cm a livraria da praca da Independencia
ns. 6 e 8, dos propietarios Manoel Figceiroa d
''aria i Fimo.
PASTE QFFIC1AL.
OVEREO DA PROVINCIA.
itapedifatr d dia 7 de marro de 1861.
Ofihioao Exm. hispo diocesano.Para satisfa-
rn de exigencia da assembia legislativa provin-
cial, fa'.-se mscessario que V. Exc. informe acerca
do projecto por copia incluso elevando a fregu-
zia a povoaoo de Gamelleira no termo de Sen-
nhem.
Ditoao luigadeiro commandante das armas.
Queira V. Exc. mandar apresentar ao Dr. cheto de
polica amanhaa s l horas do dia, tres praeas
de pret para escoliarem um criminoso al a villa
do Pao d'Alho.Communicou-se ao Dr. chefe de
polica.
Dito ao mesmo.Communico V. Exc. que por
despacho desta dau, conced a Luiza Mariada Con-
ceico, o praso de trinU dias para provar a isen-
co que diz ter seu fllho Affonso Mauod Jos Ta-
vares, :>ara nao ser recrutado.
Dito ao Dr. chefe de polica.Mande V. S. por
em liberdade o recruta Jeronymo da Silva do Nas-
cimento, vindo do termo de i '.aruar, o qual tera
isencao do rjcrulamento.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Informando o brigadero commandante das armas
e o coronel e immandante do 2 batalho de infan-
tera nos offlcios constantes das copias inclusas,
sob ns 1 e 2, quejase mandou recolher a essa
thesouraria a importancia da etapa indevidamente
tirada nos prets do mesmo batalho para o solda-
do Joo Joth da Silva, relativamente ao tempo em
que esleve este reeolhido cadeia da villa da Es-
cada, |xw onde recebeu rabies na importancia de
47,5200 rs., haja V. S. de providenciar convenien-
temente para que essa despeza seja satistoila nos
termos do rm.'u oficio de 15 de fevereiro ultimo,
indemnisando-se a thesouraria provincial da quan-
tia de 1420O rs., que pagou ao fornecedor dos
presos da referida cadeia, como consta dos papis
juntos Je ns. 3 7. eiitivgando-se Manoel Jos
da Silva Oliveira a de 3000 de que anda est por
pagar o mesmo fornecedor.Communicou-se ao
inspector da thesouraria provincial.
Dito ao mesmo.Commtnico V. S. para seu
conliecimento que em offlcio do 1* de fevereiro ul-
timo, partlcipou-me o juiz de direito da comarca
do Cabo, rao o hachare! Francisco ltrandao Ca-
valcanti de Albuquerque prestou juramento na-
quelle uizo no dia 30 de Janeiro desle anno, e en-
trou no exerricio do cargo de juiz municipal e de
orphaos do termo de Ipojuca, no referido dia Io
de fevereiro.
Diio ao mesmo.Communico V. S. para seu
conhecimento, que em offlcio n. 646 de 5 do cor-
rente, parlicipou-me o inspector do arsenal de na-
rinha te r designado o apuntador daquella reparti-
co Francisco Xavier Cavalcanli de Albuquerque,
para tomar o ponto dos operarios das obras do por-
.'.o rinnsla r* r~rtw*~ J- r~"*!-----r'nfn^
Augusto Cesar Cameiro dcTMaltns, que entrou em
4 deste mez no goso da liceoca concedida por esta
presidencia.Communicou-se ao inspector do ar-
senal dt marinha.
Dito ao mesmo.Remeti inclusa V. S. para
os devidos effeiios copia do contrato celebrado rom
o bario do Livramcnto de conformidade com o
aviso da reparticoda rnarinna de 5de fevereiro ul-
timo, ta'iibem por copia junt), para fornecimento
das barrica* de cimento e toneladas de pedras de
al venara que forem necessarias s obras do arsenal
de marioha, e do melhoramenio do porto por tempo
de 2 anuos.-Communicou-se tambemao metedor
do arsenal de marinha remettendo-se copia do
contrato.
Dito ao mesmo.Recommendo V. S. que nao
liavendo inconveniente mande indemiiisar o sub-
delegado da freguezia de Beberibe da quantia de
10-5000 res,era que importouo alugnel de 2 mezes
vencidos em 12 de fevereiro ultimo, da casa que
servio de quartel ao destacamento d'aquolla fre-
gnezia como se v dos dous recibos juntos que me
foram remettidos pelo Dr. chefe de polica com of-
ficio de i do correle, sob n. '67.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.Se
nao houver inconveniente mande V. S. pagar
Lourenco Nunes Campello, corno pede no incluso
requeriinento documentado, a quantia de 9651100
reis, proveniente do aluguel de 8 mezes a contar
do 1." do julho do anno prximo passado at 2'.' de
fevereiro ultimo, da ca-a que serve de cadeia e de
quartel ao desiacamento de polica existente na ci-
clado do Rio Porn
Dito ao memo. Para satisacao da exigencia da
a-sembla legislativa provincial, constante do offl-
cio do respectivo primeiro secretario datado de i
do crrente, apresente-me V. S. com brevidade o
nento da decima dos predios urbanos das cida-
des de Nazareth, Caruar c da povoaciio de Pedras
de Fogo. com declarac;ao dos predios contribuintes
nesses lugares, bem como da importancia dos im-
posto* provinciaes cobrados na eircumscripcao de
cada um dos ditos lugares, ludo no exercicio de
1861 1862.
Dito ao mesmo.Transmuto V. S. coheto com
copia de nm offlcio do subdelegado do Peres, duas
contasemdupdcata na importancia de 783760 reis,
sendo 423 reis, proveniente do aluguel de 7 mezes
acontar de 6 de julho do anno prximo passado, at
0 de fevereiro do correte anno, da casa que serve
d : quartel ao destacamento de polica estaciona lo
n'aquelta povoagao 6 36J1960 res, do fornecimento
de luze agua, para o mesmo quartel, aliiu de que
nao havendo Inconveniente mande pagar aquella
importancia i Paulino Antonio de Souza Ayres, ou
a pessoa por elle autoriaada conforme solicitou o
, efe de policia em oflfcio de 4 do eorrente, sob n.
tdl.Ccininunicou-eao Dr. chafe de polica.
Dito ao mesmo.Para ser satjffoita a exigencia
da assembia legislativa provincial, constante do
offlcio n. 13 do respectivo primeiro secretario, faz-
so necessario que V. S. com urgencia nao s in-
forme o que tetn occorrido relativamente ao con-
trato de Manoel Peres Campello de Almeida. arre-
matante da coaservacio da estrada do Pao d'Alho,
ri metiendo-ine copiado referido contrato, mas Uro-
beta que ministre os esclarecimentos precisos, de
inodo a saher-se qual a quantia pro luznla pelo im-
posto sobre algodoes no ultimo semestre a contar
de fevereiro i>ara traz o que loe declaro para ter
C'.eCUCO.
Dito ao commandante superior da guarda nacio-
ii il le (Minda a IguaMna. Expela V. S. as raas
ordoos aiim de que tuna guarda de honra do 9
baUlhao de infamara da guarda nacional sob sen
c.-minando superior, acompanhe no dia 17 do cor-
r ule a tirdc a lougem do Senlior Rom Jess dos
Passos, que tem de ser trasladada da S para o
ci nventn do Carmo de Olinda, e bem : ssim para
!| ie no dia segubite o respectivo batalho acorn*-
nlie o me.-tno Senlior, em procisso para aquella
|.'leja.
Dito ao mesmo.Expeca V. S. as suas ordens
aiim de que una guarda de honra tirada do 9o ba-
Ulhao de infantari:. di guarda na.ional sol sen
ouiinnani.o supirior. acompanhe no dia 13 do cor-
r-nte, a- 3 horas da Urdo a procisso de Nossa
Sfiiliora >la Sol 'dale da cidade de Otiftda
Dito ao director das obras publicas militares.
Mande V. S. caiar e pintar o edificio em que e-ta
colliH-ado o hospital militar romo requisita o briga-
deiro commandante das armas em ollii-io n. x9
de 'i do correte, apresentando-me o fircamento
dessa despeta. Conmaieou-se ao i
commandante das armas e thesouraria de fa-
zenda.
Dito ao inspector do arsenal de marinha. Man-
; de V. S. alisUr na companhia de aprendizes desse'
ars mal o menor Antonio Vicente Feneira, depois .
da julgado para isso apto.Coinmunicou-se ao Dr.
cln fe do polica.
' Dito ao capito do porto.-Mande V. S. por em
li' rdade o recruta de uia-i"'> Theophilo Alvos da
Silva, de que traa o meu officio de 10 de fevereiro
! ultimo.
C ilo ao commandante da corpo de polica.Visto
que em inspecuo de saude fui considerado apto
para o servjco o paisano Manoel Joaquim de Sou-
za, que pretendo engajar-se no corpo sob seu com-
mand. ; pode V. S. mandar assonUr-lhe praca.
1 Fica assim rspondido o offlcio que V. S. me
dirigi sob n. 107 o dau de odo eorrente.
Lito ao juiz de direito presidente do tribunal do
jiu Para que oengenheiro Paulo Jos de Olivei-
ra possa prosegiir com urgencia na commissode
que se achaincumbido pelo governo im|ierial, faz-se
necessario que deixe de conijiarecer oa preseote (
sesiao do jury para o qual foi sorteado como me
comtnunicou em offlcio desta dala : o que declaro
Vine, aflm de que providencie convenientemente
; no sentido de ser elle despensado da referida,
sesi-o.
Tito ao director geral interino da instruceao
publica.Para satisfacao de exigencia da assem-
bia legislativa provincial informe Vmc. com bre-
vidade quaes as localidades que por sua importan-
cia tiervcem promptamento creaco de cadeiras de
inst-uccao primaria.
Dito aos agentes da companhia Brasileira de pa-
quetes vapor.Informem Vinca, com brevtdade
por quantos dias foi soccorrido de racocs bordo
do \apor Pnnceza de Johwille, o sentenciado mili-
tar Faustino Jos Antonio, que veso de Macei para
este provincia no mesmo vapor.
Dito ao su|>erin(endeule da estrada de ferroPara
satbfacao de exigencia da assembia legislativa
provincial, constante de offlcio n. 12 do respectivo
1* secretario faz-se necossario, que o Sr. superin-
tendente da estrada de ferro com a brevidade pos-
sivel ministre esclarecimentos acerca dosquesilos
segntes:
!.' Qoantos empregados ha na va frrea.
2.' Que ordenado vence cada um delles.
3. Quaes as alteracoes feitas e porque em ditos
ordenada desde 1860 at o presento.
4." Se os empregados pagam passagem quaudo
vem esta praca ou vo qualquer estaco.
5." Finalmente se os vveres e raais objectos ne-
cessarios ao uso delles, pagam as despezasde trans-
portis.
A mesina exigencia se fez ao engeuhciro Qscat
da mesma estrada.
Dito ao juiz municipal de Cimbres.luteirado
pelo seu offlcio de 16 do mez lindo, de nao terem
: apparecido concurrentes aos olllcios de partidores
desst termo, reeommendo-lhe que os ponlia de ;
i novo em.concurso e remella copia do ediUl para ;
ser npji reproduzido.
PorUria.O vicepresidepte da provincia, con-
forin jndo-se com a proiKista do Dr. chefe de po-
lica n. i.i'il de 2 do correte, resol ve concender
Ki"4H.;.se.i iU& 'Jmu** Ifumirn Hant x innuifin i
que pedio do ctrgo de 1 supplenie do delegado
de polica do termo de Iguarass e para o snosii-
tnir noinea o cilado Epaminondas Vieira da Silva :
i e considerando vago o lugar de :t supplente do
I mesmo delegado nomea para elle o cidado Joo i
1 Henrique de Miranda.Communicou-se aoDr. che-
1 fe de polica.
Di aO vicepresidente da provincia, attenden-
do ac que requereu Marcolino Antonio X.avier, pro-
fessor publico de instruceao elementar da villa de
iogateira, e tendo em vista a infonnaco do direc-
tor gjral da ins:i nceo publica, de o do eorrente,
sob n. 32, resolve conceder-lhe dous mezes de li-
. i cora veocimentos para tratar de sua sade,
devorado a referida liceoca ser contada do Io de fe-
vereiro proxinM lindo ei diante.
bpedieate do secretario do governo.
N. 10.Offlcio ao 1" secretario da assembia le-
gisla! va provincial.S. Exc. o Sr. vice-presidente
da provincia manda trausmittir V. S. para ser
preseote a assembia legislativa provincial, copia
, do relalorio que apresentou a cmara municipal do
Reeife cora o bataneo de sua receila e dspota do
, auno de 1862 a 1863, acompanliado de 405 docu-
inenlos.
Despachos do dia 7 de marco de 1861.
Heqnerimentos.
Abaixo assignados moradores do povoado dos
Moni, s da freguezia de Agua-Preta.Tendo sido
snbiii nido o objecto da prsente representado ao
eonheeinenlO da assembia legislativa provincial,
que s; acha funcionando, nao julgo conveniente'
providenciar a senielbante respeito.
Antonio Jos Henrique Cardim.Nao consta que
haja vaga que pnssa ser preenchida pelo sp*
; penle.
Candido Jos de Mello eoulros.Dirija-se ao Sr.
comn,andante superior da guarda nacional de
Olinda e Iguarass.
Clemente Soarea de Carvalho.Informe cma-
ra municipal de Barreiros.
Joao Perreira da Silva.Nao tem lugar,
los Francisco do Reg Barros.Informe o Sr.
inspector da thesouraria "provincial.
Maria da Nalividade Ferreira.Informe o Sr.
director geral da instruceao publica.
Malaquias, africano livre. Informe oSr. inspec-
tor do arsenal de marinha.
digo que, no caso de nao prevajecer a idea do meu-do devo saber qne em quanlo oceupir, ainda que
disiiiiclo collega, o Sr. Cunta Teixeira. que manda indignamente, esta cadeira, tenho o direito de dizer
mil linear a eleieao do segundo districto, (caso em o que pens.
que se deve inmediatamente mandarse proceder O Su. 'SXo Tkixkirv : Muito dignamente,
a novas eleicoes, por que o segundo dislricto tem (Apoiados.)
tanto direito a ser representado como os autros; D Sit.SorTo I.imv :A questo poi conseguinte
(apeiados); quando nos queremos que, no caso de Sr. presida* e tem sido um pouco pessoa I, e nosse
prevalecer a idea de que s deve ser anuullado o terrenp a aeeeito para discutir a min ia pessoa.
collegio de Goianna, sejam declarados deputados Sr. presidente, o humilde individe que oceupa
os candidatos, a quem a annuJIacao d'esso colle- a alinelo desta casa, (nao apoiados) lera prestado
gio nao possa prejudicar; quando queremos fazer a alguna parcialidade enrieos quo poderiara ser
justica prompta aos dislinctos cavalleiros que aqui considerados como relevantes...
se acham a espera da nossa deciso, pergunta-me
o nobre deputado se j reconhecemos a razo I
Um Sh Dbpitaoo : Eu reflexione! sobre a
palavragenerosidade.
(Trocam-se outros apartes.)
O Sn. Sabino : Este meu procedimenlo, Sr. '
presidente, revela da minha parte e da dos nobres
deputados que me acoinpanham neste pensamenlo
que, nos s queremos que o direito seja dado a
quem qur que o leuha, (apoiados) e que se faca
justica a quem qur que a merecer.
Nos nao temos interesse na reclusao de uns, e
na entrada de outros; queremos que todos os cr-
culos da provincia lenliam sua representacao aqui,
queremos quo, no caso de approvar-se a nullidade
de toda a eleico do segundo dislricto, venham in-
mediatamente novos depulaJos, e quo no caso da
exclusodo collegio de Goianna sejam considera-
dos deputados aquello* que effoctivamenie j o
forem pela volacao dos outros collegios do cir-
culo.
Um Su. Deittado :Nao v porahi.
O Su. Soi to Lima :Peco aos nobles deputados
que acceitem as minhas pal'avras como empregadas
no seu verdadeiro sentido, e deixom-me
nuar.
I'm Su Dei-itaoo :Eu Ihe faco justica por
UmSii. DirTAuo : E quaudo o eleilor diz que
vota e nao vota ?
OtTtio Sn. Dentado : Enl) Goianna o mc-
Ihor lugar para se pleitear eleieao. basta pedir aos
eleilores.
_0 Sr. SoiTo Lima :Nao basta. O individuo que
nao commungar as raesraas ideas do collegio de
Goianna apresente-se, e eu duvido que trimnphe,
ainda que etnpregue os maiores esforcos. Mas o
Sr. Dr. Nabor deixaria de levar cartas de recom-
mendaco para a comarca de Goianna ? Nao, elle
levou reromincndacdes e ellas produziram os scus
denos.
Nesus condicoes, j se v, que o numero de
moque eu podia ter vindo al de Pedra de
Fogo attribuindo-ine parte no que houve em
Goianna.
A eleieao de Olinda como saben os nobres de-
putados foi feita no dia 15 de uovembro, e o resul-
tado ponen favoravel (ao menos na apparencia)
aos ch'didatos de Goianna, fez gerar graves sus-
peitas de nossa derrota, eum portador foi despa-
chado para Goianna. Esse portador chegando alli
quando ainda nao linha sido feita a eleieao, dei -
ramou a maior prevenco no espirito de todos, que
viam os candidatos daquella cidade rom a insigai-
fleante volacao de viole e ires e vinle e seis votos.
Para inim poim tora de duvidaque tem muito
o interrompi.
O Su. Sobro Lima :Quando os nobres deputa-
:Deseja
O Sn. "
que
mais do que aq'uille que j'se linha muito anterior-
mente previsto, porque o collegio de Goianna sem
duvida alguma aquelle onde a luta lem sido mais
renhida e onde os nimos se acham mais extrema-
dos. Faz iarle integrante do collegio de Goianna
a parochia de llamb, que as eleic es de 186
quando alli eslava torea para intervir as eleicoes.
Portento, eu requeiro que se consulte a casa o triumpho da nossa parcialidade foi completo, por-
se consente na discussao da segunda parte da or- que demos eleitores c supplentes, entrando eu no
dem do da. de preferencia a primeira. (Muito numero dos eleitores
bem.)
Consultada
vado.
Contina a discussao adiada sobre a eleico do
segundo dislricto eleiloral da provincia.
O Sr. Dl-arql'b Diz que sendo dos estylos
a casa, o requerimenio appro-
Contava com a dedicacodc
alguns amigos, dedicacao que nao Ion sido des-
mentida. Diziam mesmo que s eu. s a minha
candidatura poderia fazer.com que clles sahissem
de suas casas para lerem 'o incommodo de vir
Goianna.
Nao querendo ser exigente, nao esterando so-
em casos idnticos convidar os cavalheiros cujas nenie pelo concurso daquelles quem linha pres-
eleicoes solfrem contesUco a tomarem parte no lado alguns servicos. eudisse aos meus amigos que
debate, prope que sejam convidados para isso os
.dislricto. o C(.rj0 porynj qUe a prevenco, a desconfian-
Nao e querer fallar contra o vencido, porque Ca esiavam geradas em Goianna, e ealo oque
de mais raZ(.r_St ?
que no Aquelle collegio compoe-se de 154 eleitores ;
m que esses e|etores tem seui amj,(as a qUem WUvem,
que houve a menor fraude No col- esses amigos linham seus candidatos, que eram
DSn. Sol to LimaSr. presidente, o resultado higiuide Agua-Preta 17 votos recalnram sobre mais tambem sustentados pelos eleitores. que viam na-
B leve a eleieao do collegio de Goianna nao fot de 12 candidatos, e assim como foram os 17 votos, l|tu.||a |>M1.ueiia votacao de Olinda urna provado
pode ser o numero muito maior, sem que isto soja perigrti lim llue se aciavam Seus candidatos.
argumento, que possa ser invocado para a nulli- Reunirem-se os chefes auxiliados pela confiaca
dade de urna eleieao. perfeita dos eleitores: corabinarein na maior vot'a-
Agora, Sr. presidente, o modo porque se consti- ~a0 ()0isivei aos tfj(jalrtS collegiaes : auxiliaren
talo o collegio de Goianna, que eu devo ex- quelles, a favor dos quaes nenhum erapenhoeons-
icar lava, e cuja assenso nao prejudicava aos candida-
momento realisada, e
por que apenas se liaba
.- collegial no dia para isso por
abalavel conlianca no feliz multado de sua ele.- |e designado, sem que ja tivesse passado o tempo
gao. Nao ; os Chetos de Goianna foram chamados; ,cga, de proceaer4B a e|eicJo. Porconsegunteas-
aquellas pessoas de maior importancia procuraram sentou-se de dar a maior volacao possivel aos can-
reunidos seus amigos eleitores. e deliberou-so pre- dwatos-da comarca ; e proteger-se aquefles que
me apresentava candidato No dia 10 de selembro,
depois das eiakdes de depnUdos gente, foi defini-
tivamente admittida a minha candidatura ; cnto
ainda vacdlei porque amigos do Recito me escre-
veram dizendo que o directorio estar disposto a
nao apresentar chapa em nenhum dos distrirlos.
Nao contando com apoio decidido em ojtros colle-
gios fra o de Goianna, se bem que j me tivesse
apresen lado por diversas vezes pleiteando a eleico
de deputados provinciaes, eu ainda me conservva
P"car. iav, e Cllj., assenso nao p
A casa deve comprehender pertoitamente que tS collegiaes, toi quesio de |
depois de terem-se toito recoraraendar os candida- a |ej nao fo Iransredida pe
tos nao era bastante isso. para cala qual ter in- organlsaoV> a mesa coHegil
viam.mte sobre o numero de votos que deveri ter rio"iinham p-r si o empenho c
cada um dos candidatos.
E eu aqui nao vejo motivo ainda para se dizer
que houve fraude naquelle collegio : pots que, em
lugar de fraude, o que houve foi a harmona que
reinou entre todos os eleilores O no'aro deputado
pelo l* dislricto diz o contrario disto ; di-lo muito
conscienciosamente, porque, sem duvida foi victi-
ma das primeiras impresses, lilhas dos boatos
adrede espalhados por aquelles que se contavain
tao seguros que suppunhatn superabundar em vo-
tos, a ponto de dispensarem com oulros que mais
precisa vara.
Desta mesma lipguageui, Sr. presidente, usou
um candidato nesta cidade no escriptorio de um
apresenlavam.
O Sr. Cunha Teixeir.v :Assentou-se ?
O Sn. Solt Lima : -Assentou-se.
O Sn. Cumia Teixkiua :Est demonstrando que
se espern pelo resultado dos outros collegios.
O Sn. Solt Lima :Nao se esperou ; mas o no-
bre deputado deve saber que a eleico de Olinda
foi feita no mesmo dia, e se o nobre deputado quizer
ser justo vera que nao tem muita razao na censura
que faz, por quanlo a eleico do Recife foi feita
n'um da. e os nobres deputados liveram lempo de
ir para Pao d'Alho pleteiar a sua eleico.
(Trocam-se apartes.)
Stt. Solt Lima :Nao cstou dizendo que os
senhores membros que se acham na ante-sala.
A casa decide-se em sentido favoravel ao re-
querimento do Ilustre senhor primeiro secreta-
rio, e faz a sua entrada na sala os senhores mem-
bros eleltos pelo segundo dislricto.
O Sr. Campello usando da palavra pronunciou-
se contra a emenda, que manda annullar as elei-
edes do segundo dislricto, visto nao ser sufflciente
para justiflca-la os vicios contestados da eleico
no collegio de Goianna, e nao ter o seu autor aera
os Srs. deputados, que fallaram a favor,
as eleicoes de Olinda, lguaras. Limoei
zareih: a emenda teria por lim fazer soffrer csics com aiguma aemora aaqui para Peitras derogo, municou-me isio, eu respondi-ine que ouvmava [,ar.,e
quatros collegios urna pena, sem terem incurrido onde enlo me achava, recebi-uma carta que peco que no collegio de Goianna esse candidato fosse! Sr. Solt Lima -Eu sei que la esliveram al-
en) enme algum. V. Exc. e casa se dignen) desculpar me por l- sufflcientemente volado, de modo que tivesse nes- gUns dos nobres ileoutados
Continuando, o orador citou algumas decisoes da |a neste recinto. se collegio garantas para sua eleieao, emboraas Voltando do I imoeiro oara o Recife aonde vm
assembia geral legislativa em apoio dos argu- Os nobres deputados sabetn que nioofflcri- boas disposicSes que elle suppunha. saber o resultado da eleieao de Goianna soube que
mentos, que apresentou contra a emenda, e con- ne o emiienho que este ou aquelle pode tomar por Mas, Sr. presidente, o modo porque esse candi-
cluio o seu discurso fazendoalgumas consideracoes un candidato; os nobres deputados saben que daV> se apresentou na cidade de Goianna e os
mWw iiM4 qu devfe produzr na populacho do ninginni se Ve-.unmeiida por seus bons olhos, que meios pouco convenientes queempregou, nao eram
segundo dislricto a adopcao da emendare sobre o nao tendo amigos de certa influencia, mtiitos dei- mais para illudir boa f, dos que linham de
resultado provavel de urna segunda eleieao. xariam de ser eleitos. I prestar seus votos para deputados provinciaes.
O bu. Cunha Teixeira : (pela ordem) Man- i Eisa carta: (l^. Eu nao quero agora dizer quaes foram os mei
dei a mesa no sabbad) urna emenda pedindo o a-1 empregados, porque pelo dodo se conliece o gigan-
diamento da discussao da eleico de Goianna at j......................., te, e eu devo ter to lo o cuidado de nao declinar
que viessein diversos livros que eu requer; essa j.......................nomes em urna queslao, que cu considero odiosa.
emenda foi hda, mas parece-meque, nem foi a- e como cont que tera mais ou menos unanimidtule \ Porm, Sr. presidente, quando no dia Ut sahi pa-
poiada, nem submeltida a discussao. A bem da \e,n Goianna, supiionho que ser um ilos eleitos. < ra percorrer o 2" districto em obediencia dessa
ordem, pois, desojo que V. Exc. submetu essa Esu caria Sr. presidente, que nao sei eomor I carta qoe aqui li e que nie mandava para o Li-
emenda a discussao, mesmo porque desejo ouvir conserve, o datada de 10 de outubro. e cora ludo j | moeiro ; tive occasuio de passar em Nazareth i cm
revela qual seria o resultado que o lo de uovembro i casa j0 sr. vicario Jeronvroo Jos Pachec.
liaban estado na mesm aalacen, era que eu
descanse!, alguos candidatos do Recito.
V, pois, que tendo-se dado a eleieao de Olinda
no mesmo dia, Goianna nao pode ser aecusada de
ter esperado pelo resultado deste collegio ; por que
Eu nao quero agora dizer quaes foram os ineos Goianna dista de Olinda 13 leguas; e d'ahi parti
os nobres deputados que tiverem de orar sobre o
pedido por miiii toito. i veio confirmar.
Vai mesa, l-se e apoia-se o seguinte requer- J;' s v,;. por consegrante, que os 130 votos que
ment : obtive era Goianna na foram devidos exclusiva-
Repieiro pelos canaes competentes se pecam mente influencia desle ou daquello, nao foram
os livros das actas do collegio de Goianna, bem j devidos fraude, como se quiz suppor; e como
como o de notas, no qual foi laucado a acU, li- j eu es tao todos os candidatos daquello collegio, e
cando adiada a discussao da eleico do segundo!como finalmente eu. ainda as acham nitros que,
dislricto at que venham esses livros para se pro- nao sendo daquelle collegio, esUvam as ;ondiedes
ceder os necessarios e xames.Cunha Teixeira. de ser bem votados.
O Sn. Solt Lima :Sr. presidente, cbeme a I Ser possivel, Sr. presidente, qne se queira ne-
vez de erguer minha Iraca voz para dizer alguna, gar ao meu collega e amigo o Sr. Luiz Goncalves a
cousaem jusiilicaco do collegio que sanecionou; moencia real que exerce na comarca de Goianna ?
a minha eleico ; fallo acerca do collegio de Gofan- Senhores, ne quero aqui tecer o pam gyrico de
na, porque, como devem saber os nobres deputados, pessoa alguma. nas sem ofeiider rmdstiaea;
L-heco de Al-
buquerque Maranhao, ariando-se presente o juiz
de direito de Nazareth. o juiz municipal e o capi-
to Alfonso de Albuquerque Maiaulio, urna pes-
uma pessoa toda pressa levando a noticia de que
os candidatos de Goianna tinham sido taboqueados.
( Trocam-se apartes. )
O Sr. Solt Lima : Para que querem tomar as
minlias palavras lo ao p da letra ? Por que eu
digo assentou-se, segue-se que houve fraude ?
J nao disse aos nobres deputados que o corpo elei-
toral de Goianna era compacto '
Um Sn. Dkpltado :E na eleico de senadores.
OSn. Soi to Lima : -A decepeo de alguns can-
didalos eleico de 15 de novembro gerou certo
eu sou o segundo eleilo independenle desse col- susceplibilidade do nobre deputado, devo dizer que i 0 mi-u preceito e calar a i
legio. um dos caracteres que naquella coman a goza de ta0.
soa de Tracunhaem, que se empenliava extraordi- ; desgosto porm ainda a eleico da senadores pro
nanamente pelo triumpho que devia ter esse can- va (|lle hullV(, lnui|a un-0 ""
didalo, disse : roces sao tnjustos, deixem o jmbre j 0 S|, Sa|1|no ._Mas no houveram ccnl0 e cin-
rap'iz. o ipie e que querem voceis agora mais T coenta.
illa um aparte.) () sk. Solt Lima :Erara cinco os candidatos ;
O su. Solt Lima : Peco-Ihos que nao me vao 0 Sr Dr. Brando estove at em Pedras de Kogo. e
levando por ah, porque eu posso escapulir c dizer slill(1 n.-la ,tr a(|U um bi|hete de v,jta ^ mi! lk.,.
o rime do sujeito. xou para mostrar ao nobre deputado. que esse can-
M su. Deputado : -Ets ah a inconveniencia de diJa|0 trabalhou muito pela sua eleico e que es-
lirem-se os nomes. teve em diversos lugares.
Sabe o nobre deputado a razo por que houve
0 Su. Soi to Lima : -Terei o cuidado de guardar
ndividualidade era ques-
Me pareca, Sr. presidente, que a eseolha do meio methor reputaeo.
apresentado pelo nobre deputado que em primeiro 0 Sr. Ct sha Teixkiua : Nao puz em duvidao
Porm, dizia ento a pessoa de Tracunhaem :
o que e que tocis querem
guerra a fulano 1 eixcmo
Porque fazem esta
porque todos snbem
tal ou qual diviso no collegio de Goianna na elei-
jo senatorial.
Um Sr. Deputado :Vamos a eleico provincial.
O Sn. Solt Lima :O nobre deputado, por con-
segninte deve estar pertoitamente convencido. O
lugar fallou, impugnando o parecer da eommis-o carcter dos candidatos de Goianna.
de poderes, era una prova de que no seu espirito; (Trocam-se apartes.) p 0 lempo ja linha consumido aquillo que ouiroral .0 Sn. Soi-ro Lima : Mas os nobres deputados & a Jgu observadlo, porque realmente esteva na ch^SiSSnS^SS^
concebra; porque, Sr. presidente, nunca houve nao se admiraran) de ver que 150 votos recalnram conscieneia de todos qual o motivo porque este can- 0 Sn nVo^m, l\S*Xl ser .m.vocado
nos aiinaes parlamentares, principalmenle no Bra- em cinco cu seis pessoas ?
II mo... ..,..-.,,.. ..ii:.i..i. j j::,-----.i I Un < DnMu \, ,,
em
sil, quem requeresse a nullidade de direitos que de-1 Um Su. Depltado : Mas nao
PERWAMBflO
ASSENBLEA PROVINCIAL.
SESSAO ORDINARIA EM 2 DE MARCO
DE (864.
pilKSIDENUIA DO Sil. Co.NSEI.HEIRO TRIGO DE
LOUREIRO.
(Continitacao.)
ORDflM 1)0 DIA.
Eleico de commissoes.
OSlt Sumo.: (pela ordem) Tendo V. Exc.
dado para ordem do dia, em primeiro lugar a elei-
co de commissoes, e em segundo a continuado da
discussao acerca do parecer da comnissio de po-
deres relativamente as eleicoes do segundo dislric-
to, tendo licado essa discussao adiada na ultima
sessao preparatoria, e euten leudo eu que essa se-
gunda |iarle da ordem do dia deve ser tratada de
preferencia a noneacao d-- oommissOes; requeiro
V. Exc, que se digne de consultar a casa, so
concoida na precedencia da segunda parle da or-
dem do dia, visto que me parece de justica deei-
dir-se essa quesio com a maior brevidade possi-
vel ; por que, no caso de nao ser aceita a emenda
do horrado deputado, o Sr. Cunha Teixeira. que
manda annullar lodos os collegios do segundo dis-
irieto, justo que sejam admillidos a tomar par-
te nos noasos irabalhos aquellos dos candidatos do
segundo dislricto, raja eleieao nao admitie duvida
ii da annullaeo do collegio de Goianna. (A-
poiados.)
O Sr. Jacobina : J reeonherem a razo ?
I'm Su. Depitaho : E' nm acto de generosi-
dade le nossa parle.
Ol no Sn. Depitaiio Nao aceitamos como
"geiier..sidade, aceitamos como um acto de jus-
tica.
O f u. Simo : Quando se pratica um bem,
vem ogo a logra ti dio a par. Quando nos quere-
mos que se resol va essa questo, para qne nao
se tolliain direitos que pesam haver ; quando eu
veriam ser garantidos poraquetles mesmos que sao caracteres.
chamados para a guarda desses direitos. O Sr. Soito Limv : Eu j mostrei romo est
_ ., compacto o collegio de (' anua.
Sr. presidente, eu supponho que quando se reqtie- Um Sr. Depltado : lissa dtseM0 sobre as
na a nullidade de iodo o dislricto, era perqu pessoas nao conveniente.
nao se depositeva plena conlianca nesses numero- O Su. Sorro Limv :Deixom-me, senhores ; ca-
sos documentos que todos os dias se apresentevam da um enterra seu pai conforme pode,
para provar a nullidade do collegio de Goianna ; Se os argumentos do nobre deputado limasen
supponho mesmo qne nao havendo outras pravas una torca extraordinaria, devia eu procurar res-
qoe pjdessein ser invocadas para a nullidade de pondcr-lhe com argumentos de igual fot ca ; mas'
iodo o 2* dislricto, fazia se este ultimo appello, con- a aquillo op|ioe-se islo.
liando-se telvez na certeza dadecisao que esta casa Cuuio o Sr. Dr. Luiz Goncalves, se ada ainda i
devia dar a todo transe; deciso que eu nao quero meu nobre collega e amigo o Sr. Dr. Arminio. Este
quahlicar, iwrque talvez fosse provocar as iras do moco, digno membro de urna familia importante
nobre deputado, cuja susceplibilidade tal, que eu da comarca de Goianna, nao poda ter meaos votos
nem sei mesmo de que expressoes deva usar. do que eu ; a sua familia urna das mais inftuon- i
Sr. presdeme, um dos poucos argumentos (dei- tes na comarca, e os seus prenles e amigos o es-
xando de parle os documentos, cuja apreciarlo fa- colheram para vir representar o collegio de Goi-
re em ultimo lugar) um dos poucos argumentos, anna nesia casa. J se v que nao foi a fraude, qoe
seta re
uiuaio se esiorcava lano peto seu iriuinpno. r-u para entrar na discussao por que...
vou eneadeuodo esses factos, porque elles nao po- ,, Sll SulT |_,Mv _Eu awit0a discussao
dem deixardeserconsideradosco.no argumentos, ,,ua|,|Uer terreno em que ella r collocada. nao
e eu quero a lgica dos toctos para poder chegar temo as conseqoencias, por que lenho conscieneia
ao conheciincnto da verdade. Essa mesma pes- d0 (.ue esll)u dizendo.
soa bem que tivesse toito essa observarlo graciosa,
provocadora do riso com que foi acolhida, depois O nobre deputado que tem perfeto ronhecimen-
por timbre, entendeu que devia a todo o transe pro- to do collegio de Goianna, sabe o modo por que ello
teger essa candidatura ; mas vendo que nao podia se achava constituido. O collegio de Goianna com-
ter um grande triumpho no collegio de Nazareth. poe-se de cinco freguezias, cada urna dasquaes tem
procuran ferlr de perto outros candidatos. Um dado provas de sua uniao, de sua harmona, sem-
ami
bondade
porq__
respailo da parle dos eleilores a quem tenho fal- onde inuitos candidatos appellaram, confiados no
ocurot ferir de perto outros candidatos. Lm auo provas ae sua umao, ue sua narmona, setn-
ligo qoe tenho na comarca de Nazareth teve a Pje tpie preciso, principalmente em urna ques-
ndade de dizer-me :nao perdes um voto aqui ; tao. que to de perlo dizia respeito a dignidade de
rque ainda nao achei urna s indisposicid a leu "' eollegio lo importante, to respeitevel, e para
la 1 '.
Esse amigo me tinba j reconimendado a essa
mesma pessoa de Tracnnbem a qual me disse o
empenho com que elle tratava de minha eleieao,
mas esse prolector do ontro candidato, parase vin-
digo, apresenlados contra a validado da eleico de nao foi neiiium esFratagem a que deu o Dr.Armi- "ar do meu *mif> 'I111' a,i:,s nr, *P*T/ a cai"'j-
Goianna : a unanimidade de cento e cincoente nio oO votos. datura de seu protegido entendeu que devia fen-
volos, menos um do que os que continua o collegio i Vejamos, ponsm, o modo porque se nos doran
sobre seis individuos, em cujo numero entra este,! esses cen:o e cmcoenla votos, este o cavallo de
que agora oceupa a altenco desta casa.
As presumpeoes, Sr. presidente, devem ceder,
quando ha outras presumpeoes que vem destrui-las,
ou provas em contrario que vem anniquila-las. Se
se conhecesse, Sr. presidento, o modo porque se
acha hoje constituido o corpo eleiloral do 2" dis-
lricto, especialmente no collegio de Goianna; se se
quizesse invocar aqui as inesmas eleicoes de depu-
tados geraes e senador, a que ltimamente alli se
proceden, ver-se-hia que a unanimidade de cento e
cincoente votos dados seis candidatos, nao era
um argumento para ser trazido barra deste Ilus-
tre tribunal, como urna prova da fraude, que se
quer altribuir a esse collegio.
Permitla-me V. Exc. o a casa que eu faca urna
pequea digresso; queme oceupo por alguns mo-
mentos de minha humilde pessoa.
Ileni sei que nao isto dos eslylos parlamenta-
res ; mas eiiilim nao ha remedio seno ceder no-
cessidade de discutir as pessoas, porque tem-me
parecido que a questo toda pessoal.
E, a nao ser assim, Sr. presidente, qual a razo
porque, nos outros que na la sofTremos cm nossas
eleicoes com a annullaco do collegio de Goianna,
3ue. nao temos contra nos, nem argumentos, nem
oeumenlos, somos privados do direito que temos
de ser reconhecidos deputados e tomar parte as
deliberaces desta casa
Um Su. Depltado :Nao apoiado, urna njus-
licji, que nos faz.
O Sr. Ci nha Teixeiua :Eu tenho a coragem
precisa para alTrontar as consecuencias dos meus
actos.
O Su Solt Lima : O nobre deputado dizque
tem coragem para arrostrar as consequencias de
seus actos: eu Ihe afllanco qne tambem tenho.
Um Su. Depitado :Veja a quem que offende.
O Sr. Soi to Lima :Eu nao quero assacar a me-
nor oflensa, a menor injuria, mas o nobre deputa-
batalha, i donde os nobres deputados procurara
amparar i sua causa para combaler essa eleico,
mas fiquem convencidos que ainda ahi nadadesco-
brirain que Ihes aproveite. Resten tres aspiran-
tes, o Sr. Dr. Araujo Barros e os Srs. S Pcreira e
Nabor.
lo naquillo que Ihe era mais sensivel, e ntreos
eleitores de Tracunnem, com cuja votacio cu ron-
Uva, com excepeo de qualro ou seis, arrancou-
rae alguns votos, e o resultado foi que eu me
achei enllocado cm terceiro lugar no collegio de
Nazareth. tendo o Sr. Dr. Jos Ignacio sessenlae
seis votos, o Sr. Jos A. S. Mello sosenla, eu cin-
cuenta e um o o Sr. vigario Jeronymo cmcoenla.
Mas apezar da conlianca com que esse candida-
to contara ser eleilo, tendo em Nazareth um pro-
Quanlo ao Sr. Dr. Araujo Barros, nao lenho,
mais a dizfr do que, sendo genro do Dr. Firmin*, lector muito esforcado, a sua volacao alli foi loda-
ttma das afluencias de Goianna, nao podia deixar va muito pequea, e se nao fosse n'um collegio,
de ser contemplado pelos noasos amigos do lugar, elle linha neeessariamente de ser denotado em ou
seno com rotaco a igual do Sr. Dr. Arminio e troj e foi justamente o que se realisou.
oulros.
O Sn. Araujo Barros :Antes disso tiiiln rola-
numero dos eleilores. No numero destes ultiinos
enlra o Sr. Jos Antonio da Silva e Mello, do Li-
moeiro, que alias nao linha sido apresentado como
candidato.
O Sn. Aiiaijo Barbos : Por que me inten>ssei
com toda a fon;a.
( Trocam-se apartes, i
O Sn. Soito Lima:K acerca de quem nao mos-
tr urna caru que recebi do nobre deputado (o Sr.
Barros:) por que veio que isso nada influe.
O Sn. Sabino : -Mesmo por que sao inuteis, se-
gundo os precedentes.
O Sr. Soto Lima :Mas quando oslas cartas,
qne eu mostr, foram escripias nao se pensou que
(osseni irazidas barra deste tribunal : Sao car-
tas intimas que s mostr |>or causa da franqueza
com qoe quero discutir ; nao sao cartas offlciosas
que se fornecem para Iraduzir aquillo que j se
tem combinado anteriormente.
( Ha um aparte.)
O Sn. Solt Lima :0 nobre deputado se met-
Porm, senhores, faltarlo recursos cm poltica ler a mo em sua conscieneia, nao pode dizer que
para aquellos que querem barulhar as coosas 1 De-. estas cartas tenliam sido fe.las com o proposito de
coes limito extensas na comarca de Guian ia, pelo pois da eleico do Limoeiro procedida no da 16, serem mostradas aqui.
que podia pmscendir da influencia que alribue a na segundafeira, um portador eslava por alli a 0 Sn. Ciwua Teixkiua : Nao.
meu sogro- espera do resultado, e sendo logo despachado sa-1 O Sn. Soito Lima :Entre lano, as que foram
OSr. Soito Limv : Bem, mas isto vem como hio no mesmo instante para o Recito, dizendo, fornecinas ao nobre deputado, foram feas para
adminiculo. Sei que antes disso o Sr. D". Araufo a eleico devia saber-se nesse mesmo dia no Re- isso ou nao ?
Barros ja linha estado em Goianna era 18('>u e linha cito, ainda que fosse a meia noite. Soube-a efloc- O Su. Ci mu Teixkiua :Depende do nobre de-
alli adquerido svmpathias. livamente o candidato, que nao ficara satistoito; pulado avahar.
Rcsta-me fallar dos Srs. Drs. Nabor e S Pe- com o resultadoobtido no Limoeiro ; mas calm- O Sn. Solt Lima : Depende da conscieneia do
reir. se. conservando em si a relaco da votacao, que s todos; todos sabem que seminantes cartas foram
Nao ha. Si. presidente, quem possa contar com foi publicada no da 18, nao obstante a declaraeo feilas para esse lim
itimpho en collegio aonde nao lera influencia da portador anteriormente mandado pan alli com Continuare! e peco
>r si; sem que tetina a proieccao de a guia in- o lim de ronlieeer-se nesta cidade a votacao dos desculpem, esses incid
tria
por
peco aos nobres deputados que
incidentes a que dou altenco, por
fluencia, semipi tenha alguemque por tile se in- diversos candidatos no mesmo dia. em que lives- j que necessario entrar na apreciaco dess tetas
leresse. ests condicoes se achava o Sr Jos Bo-sem lugar. Cont assim da eleico do Lunoeirojde aranhas pegadas aqui, ali e que, tem romposla
nifacio Protegido de* pessoas muilo consideradas porque l eslava, como nao poder contestar a or-! este trama poltico.
no collegio ; pessoas que por elle se inte-essaram bre deputado pelo l'districlo, para quem trouxej (Ha um aparte.)
verdadeiramtnlu, o Sr. Dr. S Pereira ooleveum ao juiz de direito urna carta, que entreguei logo, O Sr. Solt Lima : Pelo menos a respeito da
bnm resultado. depois de aqui chegar eleico de Goianna que tanto tera oceupado a at-
0 Sr. Dt Nabor la eslava, linha anlecipadamen O Sn. Cunha Tkixeiba : -E' verdade. tenco publica, parecame que quando se traUsse
te corrido j>ara Goianna eerapregado justos meios O Sn. Solt Lima : -Estimo muito que o nobre della appareceriam provas de tal qualidade, que
para consauir votos dos eleitores. R demasiada deputado ja livesse despertado a sua memoria. ninguem, a menos que tivesse urna conscieneia austeridad! dizer-se a um candidato cu nac vo-' OSn. Ccvirv Teixkiua : Nunca, a puz em Ju- ferro,.deixaria de dar seu voto contra um some-
to no snior, e o laclo do ser pefo partido apre-
sentado o Sr. Dr. Nabor como can lid alo, mereca
alguma atenc-o.
vida.
O Sn. Sonta Lima :Maso, obre deputado disse
na segunda sesso quando, eu, aflirmava isto mes-
lh?rfHe escndalo; mas ontretanto, oque daspro-

.
.as'
0 Si.- Teixeiii\ AinJa vtiJo vi nullidade do




r--*** v *s*
Diario de Pernaatbiico Quinta fclrn iO de Har?o de l ft4.
x> ~ <
eleicao que nao fosse bem explicad e
lilla.
OSa. 8oi)T Lima : -Que r,
entam-se documeutos sem os
lile, sem m caracteres jurdicos que a le reqner
c mais nada II... Dvixem-me continuar.
Assentou-se, Sr, presidente, no numero. assMf>
tou-sc na unanimidade que deviam ter certo.- de-
terminados candidatos
(1 Su. Cinma TKixeiha :Chamo a alinelo do
uobre il'.'|.iii;ulu para isso,
O St. Socto Lima : Peca a attcnc/10 que quizer,
ijuc eu accciio a diseussao no terreno era que o no-
ble deputado a enlloca
Agora, Si- presidente.
rido, dessa grilaria que
legio de Goianna, e (|tie
cidade, c os peridicos
provoito, rbamaram a allenco publica para gran-
de.-' eseaodaloa!
O Su. Araujo BAitnos:X'um peridico, WB SO,
o .ibeiid.
O Sh. Cumia Teixkiiia di un aparte.
0 Su. Souto Lima :-0 nobre deputado. pode
dizer de miin a que quizer, ja sabe que nao digo as
cousas em duvida. Tome porlanlo, as mmhas pa-
lavras no sentido em que as einprego. sem estar a
explique
bcm deflea-' escrevi a osses meas amigo* da lUnA'i que j de- nao 6 por esse mel nao querendo expellir des- E. poh, em nome das rofralias que en boje o/.o
van, tar era Goianua ooSr Mello fox o mesmo le recinto pessoat que leeni lircitos inomtostaveis, eorao depulado, eleito so e exclusivamente pela
I das provas T Apre- ao Sr, capitao Jos Luiz no gemido que VOS disse que o nobre depulado devo justificar suas apere- maguaniiiiidade do corpo eliiloral-----
s rcui csitos que a le acerca da candidatura do Di. Cesario. hensoes. Ausam Sns. Depi.tauos :-E merccimcnto da
Tara que o nobre depulado, pie j tem pu- parte do nobre deputado.
hlira da a arla do Goianna lanas vetes, requer O Sn. Sabino :Minio olrigado-, sou ojirimeiro
ainda o livro das actas d'aquelle collegio, e o de a reconhecer a minha nsi ffleicncia. (Xio apoia-
BOtas dotahellio, em que foi laucada a acta de lo dos.)
de novenibro? Nao isso um atropello que quor | Um Sr. Deputado :E' nodestia.
fazer ao nosso direito? Nao reconhero o nobre OSn. Sabino :E' em ni me desses gozos, e dos
deputado que faltando o collegio de Goianua, eu e direitos do cleilorado que on vou emitlir algumas
oulros seremos necessariamente depotados, como consideracoes acerca das eljicoes de Goianua.
que o nobre deputado chega ter a coragem de pedir Sr. presidente, por maior que seja o grao de con-
Agora, senhores, scnVquerer qualilicar o procedi-
inento de pessoa nenhum. deixo isso a vosta justa
apreciacao, esperando que vos sejaet juizes impar-
ciaes Beata e em outras apreciaees que tendes de
fazer. Vede se esees documentos graciosos forne-
cidos espontanea ou solicitadamente por enes in-
dividuos tem ou nao um motivo, pelo qual foram
fornecides.
lio memliro bem considerado da inqiortante la-
cada momento a dizer, explique islo,
asnillo, porque eu nao sou lexicographo. Depois, (Ha um aparte.)
Sr. presidente, quando esse resultado foi mauifes- O Su. Souto Lima : En chamo fornecedores a
tado, vio-se oque? Vio-se que alguns candidatos esse.s que assiguarain OS documentos, DOC isso que
10 numero dos nove depulados do 2o districto. O Su. Souto Limv : Est na conscieneia do Dianle das consideracoes pessoa's e dos interes-
Tendo feilo, senhores, o histrico bem ma-sante nobre deputado. ses mesqurahos de partido eu colloco o respeito,
da eleie&o do 2" districto, pergenio : explicados Qual foi o meio empregado pelo nobre deputado que devo moralisaci do paiz, e o dever que te-
como se achara os motivos qoe determinaran) para expellir-nos deste recinto .' mos de propugnaimos tai smente pela juslica.
cada um desses fornecedores de documentos; des- Pedir a nullidadedo 2." districlo da provincia, (Muito bem). Diante dessa; consideracoes, eu col-
coberlo por conseguinte o inleresse Inmediato que nao obstante o 2.- districto compor-se de 490 elei- loco a necessidade de man'ir ao eleiiorado a sua
clles tinhain notrTampbo que esperavam conseguir lores, sendo que a ser annullada a eleicao de Goi- soberana,que a garanta mica dos cidados.qne,
nesta assembla nao ser isto urna razio rauilo auna, nao chepa a ser annullada um terco da vo- como eu, ronliam mais no bom senso e na inde-
pausiv, I para se nao acreditar nesses documen- tacan I E entretanto pede-se isto sem mais dizer pendencia dos eleilores, _de que no podero dos fa
tos
una palavra sobre os outros collegios I 0 nobre breadores de eleicoes. (Mudo bem.)
depotado nao v que isso urna iniquidades E' necessario que o sobeaoo direilo nao sejaso-
( Ha um aparte.) | phisticado al o ponto de in rediizirem os eleitores
Um Su. Dei-utado Note que empregou a pala- ao mero papel de especiado es. (Apoiados.)
ara iniquidade. | 0 Sr. Araujo Barros :Nio ha isso em parle
to Lima : E o que lem sso? Nio alguraa da provincia.
deixe de acliar razao no que acabo! O Su. Sabino :E'necesario que o eleitor que
de dier. l va urna depositar o seu oto, esperando ouvi-lo
Um Su. Ueim.tado : Mande urna emenda. anuunciado ao candidato d( suas alTeicis. a aquel-
0 Sn. Souto Lima : Qual emenda I Nos so- le em quera deposita sua m lior conliahca, nao seja
mos aqu aspirantes, como disseram os nobles de- Iludido, vilipendiado c at comprometlido. (Muito
pulados, nao nao compete mandar emendas. bem.)
(Trocam-se apartes.) I Eu sei, Sr. presidente, qu< o espirito de partido no
BU ds-e que o nobre depulado tinha reeebido Brasil lem levado a deshonestidad* eleitor.il al o
as priineiras bnpresades como verdeijeiras, nao poni de se ligurarem eleicjes e de santilicar-se a
s esforcos que empregu.;, nao Me parece que esta casa por mais soberana que disse que tinha inleresse-, porque ser.apr era du- liccao e o escndalo ; mas lempo de acabar com
'as na constituieo as rbitas de suas vida o carcter do nobre depulado; as sua- convic- e.-.-as tralieancias. que so todera s
ue se julgavaiu tao acamellados, que nenhum po- os que pediram apena* se aproveitaram da sitoacao: ara iniquidade
ter seria capaz de dcrroca-los e outros que de um isso o que eu quero dizer. eu sinlo ter boje del O Sn. Soiti
lmenlo para nutro se apresentavam ao sufragio entrar nessa diseussao e nao poder mostrar a carta havera quera 1
lar, nao liuhain tido essa votai.io dse jada e que o Sr. capitao Jos I.ui/. rae escreveu ; iiorem
11 devia ser o resultado, porque elles nj con- se cbegar a ter occasiao hei deapresenlar aqu esta
11 com o que tinlia de Ibes acontecer em Goi- caria, para que os uobres deputa.los vejara os ter-
. U"ahi uasce ludo; eis aqui a cabeca i!a Me- mos claros e decisivos em que foi ella concebida.
Mas. como ia dizendo, senhores, leudo ja feilo
momento pa
popular, nao tinhain tido"essa volacao dseadi e que o Sr. capitao Jos Luiz rae escreveu ; porem
asMn devia ser o resultado, porque elles nj con- se ehegar a ter oecaaiao hei deapresenlar aqu esia
tavam
anua.
duza
OSn.Sabino :-Vamoscorla-la. essemissante histrico, releva que entremos na
O Su. Solt Lima :Sr. presidente, cu tenho apreciacao desees documentos que aqui produzo o
niedo de entrar nessa diseussao, porque, por mais nobre depulado.
posso talvez deixar de atacar a susceptibilid ide de seja lem iraeadas na ronstitucao
alguem. atiribui'oe-, e nao nm poder eoibora
Um Sk. Deputao :
O Su. Souro Lima :."
trar na apreciacao de ludo is
ce.sario.
Sonliores, repito que a
na freguezia de liamb
d'vii ser corresiKjndida
que foi sustentada.
A ireguexia do Uasob compunha-e enlo do H
eleilores, porm, devidir para reinar, foi semprc a
lmssola, foi senipie a mxima de alguem que nao
poda sustentarse peraute a opiuio publii a. Para
que se podesse dominar fevidio-se a freguozia de que esta assembla i
lumb, o ento creou-se urna nova fivguena. Jalla (Xio apoiados.)
(Ha um aparte.) (Trocam-se apartes.)
O Sb.Souto Lima :Pode dizer tudo quanio qui- O Su. I'uk.-iui-.ntk :E' um principio de direilo
zer, nao me encommoda. estabetoeido pelo nobre deputado, c quera quizer
O Su. Joao Teixeuia :Est postando rauilo dos coinbate-lo pega a palavra.
apartes. O Sr. Souto Lima :Mas ser possivcl que esta
O Su. Solt Lima : -Estou ; ura ainda agora me assembla esquecendo-se das atlribuicocs que
fez lemlicar urna cousa, e como nao tenho a prati- j confere o acto addicioual, va alera dessa
ca de discutir eslou
os nobres depulados
eum elies rae fornec...
ria. Comi dizia, a freguezia do llarab sustentan- O Sr. Souto Lima :Eu me persuado que nin-
do o maior herosmo foi capaz de fazer 41 eleitores! gera lera a coragem de apresentar ura documento
41 sujiplentes, mas era preciso castigar-se essa que nao esteja convenientemente^ preparado, pre-
legislativo, coes polticas, se suppozesse que queria deffeoder pela malevolencia
ser acouselhadas
ou pela perversidade... (Mui-
0 cdigo do proeeato diz, que nenbuiii documen-
to podera ser exhibido era juzo sem que esteja
competentemente lega Usado.
Um Su. Deputado Que juzo?
0 Sn. Souto Lima : Qualquer juize ; e desde
um corpo deliberativo, o
Ihe
mismas
Os Srs. fazem-me o favor de Mnecer-rae um um incidente,
diccionario parlamentar T d'outra maneira nao pos- Alm da justa observaci) que V. Exc. acaba de
so fallar. fazer s galeras, e que lie determina e iinpoe o
(Trocam-se apartes.) regiment acciesce que estando no areopago da
OSn. Prksidknte : 0 nobre erader devedi- provincia, todos nos dev-mos conservar aquelle
rigir-se mesa. respeito necessario nao su ao lugar, porque o lu-
O Su. Souto Lima : E' coniQeu tenho feilo. gar representa a provincia como ainda a efflgiede
Os senhores querem que eu rclre a palavra S. M. o Imperador, que aqu se acha, e que re-
atroz, retiro-a. presenta o imperio ; e tod >s nos somos raonar-
0 raeio rauilo forte einpregadpelo nobre depu- chistas.
lado, o que revela? llvela o proposito..... Eu aprecio e agradeeo o assentimenlo que sed
nao sei se poderei dizer assm, mas em tira l vai. s minlias ideas.
ou aqui alinhavando, bcm ijue atlribuie.-s, e queira at calcar aos ps disposieoes so direilo nao |
los me van dando apartes, porque | que sao legal e constitucionabuente ostabeleeidas 1; menos lieariamos
lecem materia, e avivara a memo-1 (Ha ura aparte.) quanto assim apr
treguezia, que apesar do emprego da forc.a, foi ca
paz de vencer, e enioj.lesineiabrou-se della urna
parte.
I'm Sh. Deputado : Xs nio tivemos parte
nisso.
O Su. Souto Lima : Eu tarabem nao tive, tam-
bein posso dizernalus no ero.Mas, desmein-
XH-a-se urna grande parle da freguezia do llarab,
um parte imporjanto da freguezia de Naiareth, e
ceMipd ib a freguezia de Cruangy, tirndose de
NazareUi Ueugenbos. E para que foi isto? Para
trar-se il eleilores de Itamb, e !"> de Nazarctb,
que era mutile um castigo applicado pelo seu
procodimeuto eleiloral, chegando ao resullado de
nulnliear essas freguezias, predominando o collegio
xle Goianna. Mas que Deus escreve diieito por
linlias loriase este meio eatpregado servio de e
pada de dous guies contra aquello que o tinha
anegado.
Eu pe o a attenco dos nobres deputadjs para
csie peala que se bem que parece cousa ftil e
astraaba, lera toda a hgacao com o facto principal.
Fui eu o anno passado assistir a eleicao de cenado-
res na fregu* de ruaugy, e se bem que j ti-
vesse sido publicada a sta dos candidatos do 2"
districlo, todava pediram a minha coadjuv ica na
treguezia do llamb para ura nuvp candidato, que
alias era jpresrntado |elo -"i districto, o Sr. I)'. Fran-
cisco A a Ion 10 Cesa no de Azevedo.que alias tii lia sido
presentado candidato pelo S" districto; mas eudi-
rei a razao que demoveu o Itr. Cesarlo a despre-
sar o o* districto, aondo tinha alguraa probabili-
dade de ser ekdlO, e apie-ent.ir-se por Goi nina.
iin que a parle Mitrara peiteucenle a Xazarelb Qcou
aesgostou, e estando eu ni Cruangy, 01. vi nina
pewea daqoelia freguezia dizer : -eu s pertence-
rai a |o'n ea, at a m ir sal > era que desengaar-
me de voltar para Nazarelh.
O que euiupria fazer nesias condic^es iqueiles
quit tinham intere-ses em voltar para Xazare-
ih? Cuminia-llitsempregar lodos osineios, eesses
meio- roaototiam em por nesla casa pessoas que
podessem cuidar de realisar esses inPresses. A-miii
pois, o Dr. Cetario que prenle de uina grande
taradla no* lera na freguezia de Cruangy, foi por essa
familia apreseatado candidato pelo 2 districlo,
contando cora 26 votos cerrados dessa freguezia.
Xas raeaaias condicgdes se achava oSr. Jos An-
tonio da Silva e Mello, que tambera se acha ligado
es-a mesan familia de Cruangy. sendo que por
ease enapenhoa-se o8r. Dr. Ranos; e eu clegando
no dia |g i meia noute era Lhnoeiro, escrevi para
Goianna em favor do mesmo Sr. Mello, de quera eu
era hospede.
Pelo que pareca, nao tendo anda sido sabido o
resultado de Limoeiro, suppunba-seque o Sr. Mello
teria urna grande votaeao porque era protegido e
apacentado pela prUneira influencia de Cruangy,
e sappateraio os teas amigos que o collegio de
Goianna reeebeudo ainda em lempo umi recom-
neodacao, poderia fazer por elle alguraa cousa;
mas esse collegio eslava j sob a pressao da des-
couliaura.
D-s a eleicao de Lmoeiro, cujo rcsu'tado vos
j sabis, que o segrate:
Araujo Barros.... 8t
Vigario Guimaracs 83
CesarOetawaaa... 71
Jos A. S. Mello... 71
Purm na cca.-io da eleicao do Lmoeiro., de-
senvolveu-se uina guerra contra o Sr. Mello, a qual
s foi niHitraiisaila por outra em conli.ino, que
prejudicava o Dr. Cesar Octaviano. sera ipje nen-
hum deste* senuores as promovesM 10. e cujas con-
sequeiuia- foram licarem arabos com u na vota-
eao diniinuida de Ha-IO votos; pori|ue t()2 foiain
os eleilores., que compareceraiu quelle collegio; e
collncou o Sr. Silva Mello no qaarto lugar, quando
iifia ser all o mais votado.
Enlretanto o Sr. Mello nao foi em Goianna, colle-
gio eslraolio, poticw considerado; porque leve vola-
cao tal, que o colloeou no lugar inmediato aonono
votado Meta eollogio.
I'm Su. Diu-i tado Do forma que a eleeo de
Goianna fez-se depois de conhecide o resultado
de Lmoeiro.
O Su. Sol7o Lima Xo se saba do resultado
do Lunoeiro.e nein t noUre deputado iafere islo do
que acabo de diz t.
(Ha ubi aparte.)
0 nobre deputado, ,[ur encontrar no -jue eslou
dizemlo, um sopl-ma!
UmSh. Dbputabo :Nao, acho que est dizendo
a verda le.
O Su. Souto Lima : Xo se -saba cin (onuina o
resultado do Lmoeiro. fez-e a-;leieao e o Sr. Silva
Mello veioa len no dcimo lugar.'
Porm, senhores, vs me devris cora jreheeder
/pi- se tendo burlado j mu as iuteticoes de pescas
<* do Sr. Dr. Cesarw e oulros, a razio porque
neo aisles esta alaviao de cartas graciosas, corressem s e -oiii.nie da freguezia deCl'Uaogy. 0
8r. Jo> Luiz Pereira Palma cidadao rospeitavel,
ana quem nao tinha anda do occaaiab de fallar,
quando me relirei de Cruangy para Pedia-; de Fugo,
mandou-me una carta empeanando-se jiara que
UMM votado u Sr. I)r. tk'sari
paraeao que est tracada no cdigo do proeesao,
creio'quenos arts. '.t c'J'i que esubelece o modo
por que devem ser preparados as documenta, car-
ia- particulares, etc.
I'm Su. Deputado :Com licenca dos autores.
O Sn. Sou ro Lima : Mas ajui tein-se apresen-
lado sem licenca dos autores.
OSu. Comba Tiixbuu : E as publicadas lam-
bem precisara licenca dos autores?
OSu. Demostiienes :Eo nobre deputado nao
incoi reu nessa iiiesma falta ?
0 Su. Solt Lima : Os nobres depulados leera
dado o exemplo ; entretanto, as cartas que cu ago-
ra aprsenlo sao cartas eonlidenciaes que nao lo-
ram escripias |iara serem aqu apresenUdas, e que
se nio lem valor era jnizo, devem telo na conscien-
eia dos nobres depulados.
Mas, Sr. presidente, o que me resta dizer ? Mul-
to poueoou nada, por que explicado como foi, O que
se deu na eleicao de Goiaona, sen laver esse aaa-
ciirouisinoque quizeram nelia encoargar, nio deje
mais restar duvida, e eu passarei a outra ordera de
argumentos.
Penaava, Sr. presidente, que na conscieneia dos
aolnes depulados j eslivesse inieiramente vacil-
lanie. o peso dado a e-ses documentos.
Sil Cumia Ti.ixeiua :Com a diseussao vao-se
lomando elles mais valiosos.
o Su. S01 to Lima : Xo duvdo, para aquellos
que s tem era vista decidir de um modo, sem so
importaron cora a juslica.
O Su. Cunha TuxEttA :0 nobre deputado que
comeeou lio brando, vai-se ja lomando forte.
O Su. Sotrro Lima : Pois nao irei adiante, mes-
revela o proposito de protellar a diseussao de
modo, ipie se nos nao livor maoria; se o nos-
nao podesse afraal ser condecido, ao
os privados de nos sentar aqui eui-
pprouvesse aos nobres depulados.
Contra este procedimento que baje leve o nobre
Sr. presidente, cu disse que era necessario aca-
barse cora essas tralicancias. Xio sei se esta ex-
pressao ser desconvenien e ; mas o que certo
que nao encontr outra qu : possa bem exprimir o
raeu pensaineiilo.
assembla geral cump e fazer una nova le
em Xazarcth, o Sata teslemiinho por curio deve
merecer algum respeito.
I'm Sr. Deputado : Mas em que dia ?
Outro Sr. Deputado : Declare quem .
0 Sr. Sabino : E se o nobre depulado quizesse
continuar o que eu disse, bom seria para esclare-
cimento da verdade.
0 Su. Jos Ionauio (pelaordeno) : Sinto.Sr.
presidente, que o nobre orador se livesse referido
a iiuin. obligndome a explicar este facto. Eu
sou suspeto na questao de que se trata, sou aspi-
rante a eleicao pelo 2 districto, e nao me compele
seaio defender o direMo de todos; mas declarla
casa que nao quero entrar na diseussao, e que nao
quero defender nenhum desses vicios que se do-
rara, nem acceilar a responsabilidade dos tactos
que se passaram era Goianna. Eu vi que um dos
eleilores mencionados como presentes, em Goian-
na, esleve eireclivamontc.cmnigo era Xazaretb.
1 m Su. Diputado ; Em que dia ?
O Su. Jos Inacio : Xo dia 15.
Ottbo Su. Deputado : Pois a elee,ao foi a 1C.
0 Su. Sabino ( continuando para o Sr. Jos Ig-
nacio) : Esse eleitor estove era Xazaroth no dia
15 de volta de Goianna -, foi isso o que me allir-
raaram ter ouvido.
0 Sr. Jos Ignacio : Sim, senhor ; mas pego
ao nobre depulado que nio me interrogue mais a
este rcs|)eito.
O Sr. Sabino : Se eu trouxe para a diseus-
sao esta oceurrencia, foi porque alguns collegas
me bavian dito, que V. Exc. havia declarado isto
sem reserva peranle algumas pessoas; e como me
parecesse que V. Exc. nao se recusara de susten-
tar agora esssa declaracao, invoquei o seu nome,
e lhe peco desculpa de hav-lo obngado a tomar
parte era urna diseussao, em que nio quera abso-
lutamente entrar, como acaba de dizer.
Sr presidente, pondo de parle a valiosa declara-
rn que acaba de fazer o Sr. Dr. Audrade Lima...
Um Sr. DnoTABO : Que nos acceitamos.
O Sr. Sabino___e que tambera acceito, apezar
de prescindir della para mostrar que bouve uulli-
dade-----
O Sn. Araujo Rumos : Eolio era eseusado ;
foi ura argumento ad lerrorem. (Apoiados.)
O Sn. Comba Tbixbbu : Mas o nobre depula-
do enlendeu que era bom.
O Sn. Auai jo Baiiiios : E cu cntendo que te-
nho direilo de dar este aparte.
O Sn. Sabino (continuando) : Provado que um
eleilor nao compareceu no collegio no da da elei-
cao
(Trocam-se muitos apartes.).
0 Sr. Sabino. .. :Provado cora um documento
insuspeito que esse eleitor se achava oceupado com
outros negocios, e que nio podia ter ido votar
Um Sr. Deputado :Quod neganlum.
Otmo Su. Deputado :Quod probandum.
O Su Sabino :Isso ainda unido ao facto da pro-
lestaeao de muitos eleilores de nio haverera com-
parecido ao collegio, e de outros que nio votarain
em taes e taes candidatos...
(Trocam-se muitos apartes.)
O Sr. Sabino :O Sr. Dr. Xabor me faz o favor
de deixar ao menos acabar a minha proposcao ?
Sabe que nio tenho costume de fallar em publico
Um Sn. Deputado :Est fallando muito bem.
O Sr. Sabino :E com toda ingenuidade declaro
que sou rauilo fraco orador. (Xo apoiados). Peco,
1110 por que tenho niedo do nobre deputado, que
pode invocar a opiuio publica, cuja nianifesiaeo 1 (Xio aiwiados, muito bem).
muito receio nesta diseussao, principalmente no.-x-0 Su. Sabino Olkc.aiiio : Sr. pres leu!
autor da emenda, ja aqui se requeren na sessio de eleicoes que garanta interamente o direilo do i pois que me deixein completar o raeu pensamento
do segundo dia una prorogacio de hora, mas tal voto, e que se d para se npre um golpe mortal
barulho se fez, que nio pode haver volacao. A ro- nisso que eu chamarei patearas. (Risada*.)
Uta, foi o que se diste que nos queramos ; mas O Su Francisco Pedro : -Uoc opus.
ralba cora diseussao franca, tendo lodos os dopula- O Su. Sabino :0 corpo legislativo deve dar um
do- do segundo districlo pedido a palavra, cousa golpe profundo nesse cancro destruidor da nos-a
que eu nao posso coraprehender. inoralidade poltica; e eu espero que a actual as-
Vou Sr. presidente concluir, porque entendo sembla legislativa geral lio termine sua missio
que o devo fazer. O nobre deputado pelo primeiro antes de honrarnos com urna vigorosa e poderosa
districto tem por mais de urna vez invocado a opi- lei de eleieV-.
nto publica, mas seu preftdimenlo, por isso mes-1 Um Sr. Deputado : Duvdo muito.
rao que j tenho dito, nao pode repousar era sua OSr. Sabino :-As asseublas provincaes nada
conscieneia ; porque quando o nobre deputado 11- podem fazer esse respilo; mas a le de sua
roca a opiaiao publica, esta ja deve estar muito creacio Ibes deu o direilo de zelarem, de moia-
disposta para applaudi-lo, porque suppe appare- lisarem as eleicoes de s;us membros por meio
cerera neste recinto as provas evidentes dos es- da annullaeao. Pois bem : no nome desse direilo
cudalos de Goianna, o eis a razao, Sr. presidente, que eu emiti nieu juizo acerca da nullidade da
porque se conservara cheias as galeras espera eleiciu de Goianna, sera p -evoncio e sem atteneie
da realsaeo deeaat promessas. cor poltica dos que se a iresentam com diploma:
Mas me parece, Sr. presidente, que a opiniao porque entendo que a jus ga deve ser anteposta a
publica j nio pode mais ser favoravel ao nobre quaesquer sentimenlns qu< rsympatbcos, quer an-
deputado, norqaa o publico anda est esperan- lipaticoa, que iw.ssanios nilrr para com osndvi-
do pela apreseiitae.io de documenio-, de provas dos. (Muito bem.) E pee' aos nobres depulados
que coiilirraem o que se lem diio. que toinem o meu voto como nascido s e exclusi-
Tendo, Sr. presidente, explicado como se ti/.eram vamente de minha conscie icia.
as eleicoes em Goianna ; tendo mostrado mesmo Sr. presidente, corra o irocesso eleitoral na pro-
que os documentos apresentados nao pdera ser vincia para depulados pro 'ocaos ; e ao passo que
aceites porque os scus fornecedures sao suspeitos ; alguns collegios do 2- disiriclo mais distantes iant
que nao pdeni autorisar os Juicos nejtas baseados, mandando para os jornacs o resultado de suas re-
como querem os oobres depulados ,e visto que opOes, guaroava-sa pmftHlo lteneto w 4M-n
nio pode deixar de ser aceita a eleicao do segn- soltado do eollegy de Goi; nna nesse laclo, viram
do districto tal. como ella se aclia, e foi para mos- alguns liomens raas interessados nos negocios pu-
Irar islo que ped a palavra. blieos urna taliea para mi is larde poder se fazer
Termino pedndo aos nobres depulados, e espe- aquillo que os oulros culi3gios nao tivessem feilo.
cialiiiente aquello a quera mais directamente rae K.Ses homens, era cujo ni mero enlrei eu, come?a-
dirigi, desculpa se por ventura empreguei alguma r;i'ii a comprehender que 11 collegio de Goianna es-
xpreMio menos conveniente. tava reservado para fazer os depulados do 2 dis-
triclo (perdem-me a frai pieza coa fjue fallo) se
as eleicoes dos oulros col egios nao correspondes-
nao
sal (Mido qual i'(.--a opiuio publica que sempre lia foi possnvl assistir sessio de domingo. Mor- -,'in a expectativa de queiri ipierque tivesse o in-
vo imperioso obrigou-nio a con9ervarine era Olin- teresae na preferencia i a eleicao de taes c taes
da ; e por isso vim para a assembla na segunda- candidatos. Xio sei at i,ue ponto esse pensar po
feir ignorando inieiramente ludo quanto se tinha jeria ser exacto, mas o que certo, que depois
invoca o nobre depulado.
Como diza Sr. presdeme, eu pensara que o no-
bre depulailo depois de nos tar feilo a aprsenla-
isas docamentos, nao se atrevera a pedir a
annullaeao das eleicoes de lodo o 2 districlo ; por-
quaolO esses mesmos doeumentos apreseuiados pelo
uobre depulado s se refenam ao collegio de Goian-
na, e nao BOdiam de modo algum servir para auto-
risar um acto de taa Injusticia, como a anuullayao
das eleicoes de iodo 2 districto.
Mas nao admira, Sr. presidente, por que o nobre
depulado vctima des-as in-uiuaees de candidatos
despenados, tendo prevenido a opiino|iublica com
os esenptos dos peridicos, devia ser coherente,
sellando com o seu procedimento nesla casa isso
mesmo queja tinha ditonos peridicos.
0 Su. Ci sua Teixkiiia : Asseguro que nunca
escrevi um s artigo contra o collegio de Goianna.
OSa.Souto Lima : Xo sei, dizem-me ; por que
en nao Icio o jornal ; eslou d'aqui a 3'i legaja, B
ipiando l ehegaffi as noticias j uo lera graca.
I'm Sb. Diputado : l'ois deve ler, visto que se
dedica a poltica.
0 Su. Souto Lima :Eu nao posso ; e se me oc-
cnpasse com a poltica, nao teria de que vi ver.
Tenho, porui, ouvido dizer que 0 nobre deputado
redactor de ura peridico que ha poucos das aqui
leu, B no qual vera transcripta a acia do collegio de
Goianna, analysada pelo escriplor.
Ainda, Sr. presidente o nobre deputado pelo !.
districto nao leudo podido provar a fraude e toda
es-a serie de falsulades que aitribuem ao collegio de
Goianna, e nio podendo justilcar o que disse-0
com documentos ii rerusa veis, com provas que los-
sera capazos de levar a convieco ao espirito de
qualquer julgador, indicando a anullaco de lodo
2." districlo, diz lodo cbeio de euiphase, que nos,
por lussa propria dignidade, deviamos deixar os
assentos desta casa. Sr- presideate, tanto direilo
tem o nobre deputado de invocar o seu catonismo
hypotheticamente sustentado...
" 0 Sr. Cumia Teixhha :0 que cu disse foi que
se sobre a eleicao do Recife pairassem duvidtV de
nullidade, seria o primeiro a retirarme ; porque
nao queria ser deputado com fraudes.
O Su. S0010 Lima : Mas dizemlo o nobre de-
pulado que, se -olire a eleieao dD I." distrelo pai-
ra-sein duvdas.elle seria o'primeiro a deixar o re-
cinto desla casa,o que quer com islo dizer? Xo
quiz dizer que nos, por noesa propria dignidade
deviamos tambera abandona-la 1
0 Su (.1 hha Ti.ixKiin. Se entendem que ha
verdadeiras duvidas.....
n Sn Sotrro Lima : Xs? nao.
Ma< ,e o nobre deputado nao se exprimi assim,
disse o uobre deputado pelo 5." districto ye por
nassa ptopria dignidade ieotmnt abandonar ttt
recinto, m iniiito au tstteessemus reconhe-
ckhs.
Sr. presidente este ealonismo qin Ostenta o no-
bre depilado devido smellte as ei.udieees favo-
raveis BU] que colloeou a sua sorte, ostentado
li\ potliie.ieaiuejjie, e o nobre deputado nao lera oc-
casiao de ver isto praticado por inim e por inens
coinpaiilieiros de circulo se a ca-a livero procedi-
mento que o nobre deputado espera.
O Su. COMBA Tbubiha : Eu nao e-pi 10 nada.
O Sr. Souto Lima : Ou que espera va.
O nobre deputado una e mais vetes appeilando
para a vah'dade de *ua eleicao, que nao contesto,
porque acbo que boa, verdadeira, nio fez mais
do que urna provacaeo directa para que seguisse-
moi u exemplo que nos quena dar.
0 Sb. Cunha Teixeira : Xo senbor.
0 Su.
nao aug
passado aqu vim saber das oceurremas ante- de ruconhecido o resuliaeV de alguns dos collegios
riores, e pelo correr da disrussio conheci que, era se salier o que era feilo do de Goianna, essa
grande tempeslade tinha havide neste recinto, a
tal ponto que obrigou V. Exc. a Suspender os
trabalhos abrigando-so na forc do nosso reg-
mento. l'elo correr da diseussao lenli > visto que o
azedume devora ter sido llamease, porque, naver-
lie:
opiniao se manifestou mais lirmemente.
O Sn. Aiivi jo Barros :--Opinto falsa.
O Sn. Sabino :Seria falsa, e por sso que nos
avenamos esta quesio pi ra que por meio dos do-
cumentos, dos discursos, por nudo de qualquer pro
para nao estar a repetir palavras.
O Su. Presidente :-l)e novo peco aos nobres
deputados que nio inlerrompam ao orador; tomem
seos apontamentos, e pejam a palavra, do contra-
rio nio se acaba essa diseussao.
O Sr. Sabino :Dizia eu, Sr. presidente, que se
se d o faci, se se prova que um eleitor nao com-
pareceu ao collegOjCoinparaudoesse facto com o de
oulros que pelos jornaes protestam nio terera cora-
parecido, e de outros que nio votaram, por que ra-
zio raeus senhores, queris tirar a im[iortancia de
todas essas circumstancias e pedir roais provas da
falsidade dessas eleicoes 1
Se a certidao apresentada nada prova, ento que
qualdade de documento poderia no oaso era ques-
tao ser aqui comiderado bom ?
Bu peco ao nobre depulado (ao Sr. Cunha Tei-
xeira) se digne lr esse documento, que tem em
mi.
O Sr. Cunha Teixeira : a acta da installaeo
do dia lo. toada nao se di como auzente o eleilor
que esteve com o Sr. Jos Ignacio.
O Sr. Sabino Nio se dando como auzente esse
eleilor. est entendido que eslava presente, e vo
tou ; mas esse eleitor vollou no dia 15 para sua
casa, cima de Nazarelh, como poderia elle ter ral-
lado ?
Sr. presidente, julgo que semelhanle documento
prova lujo ftiMiiUi to toiii Jilo k> ulIoguJu contra a
eleicao de Goianna.
0 Su. Araujo Barros :Xio apoiado.
O Su. Soaiiks Bramdao :Desojo que o nobre
deputado prove que ainda (pie se tenha dado o nao
comparecimenlo. esse facto involve a nullidade
daquelle collegio, ou nullidade substancial.
OSr. Sabino : I'ara mira, nio ha duvida algu-
ma acerca da nullidade desse collegio; basta que
se auendam a todas as circumstancias, que se lera
mencionado.
Um Sr. Deputado :D-nos as provas jurdicas
para a nullidade.
(Trocam-se apartes).
0 Su. Saui.no : 0 nobre deputado dirge-se a
mira pediu lo-me provas jurdicas, eu, ura pobre
medico que mal sei fazer as rainhas receitas I
1 m Sn. Deputado :Est fallando em direilo.
O Su. Sabino : Fallo em direilo al onde chega
I minha razio ; e o que quero cora isso niosirai
a exisieiicia de ura documento, que prova a falla de
dade, na segunda feira o boje o negocio, posto que va venhamos a saber cmo havemos de votar sera eleitor de que nio falla a acta do collegio d
mais acalmado, mostra que passou por aqu a tor-
menta. (Itisadas.)
Eu vejo que bem depressa nos vamos esqueeen-
do do respeilo que llevemos nos mesmos e
po.meia qoe nos honrou cora os seas sulTragios;
mas eu espero que nos nos eonipeoctraremos da
necessidade de manannos a nossa digni lade, e a
digniiade dos nossos eooeidadaos, que para aqui
nos raandaram, nao para fazermoso papel de lou-
1 islas, mas sim para discotirmos cora calma e pru-
dencia os negocios pblicos. (Apoiados.)
Da minha parle, Sr. presidenta, eslou resolvido
a conservar-me no mesmo iwsloem que me con-
serve! nna sessoes le '>! c 67. Na easa existem al-
guns deputados desse lempo que sabein |erfi ita-
menie do modo violento com que fui accoinmelti-
do em todas as discusses em que tomei parle ;
mas tendo feito o proposito de deixar a minha sus-
eeptibilidade em casa, portei-me com toda a pru
consirangraouto.
Bota pode apparecer publicado o resullado da
eleicao do Goianna, e pelo modo porque as cifras
erar disposlas, a lodo o tomcm ortico em elei-
coes, chegou a convicca de que essa eleicao nao
era a expressio da urna, 1 sim o resultado de urna
operario ariihmeiica qu< deu a cerlos e determi-
nados candidatos o nuineio de# votos que pareceu
conveniente para fase-Ios depulados.
At alii entendo que nao havia raas do que
uina dessas tricas eleilm a 's, muilo coinmuns. mul-
lo sabidas, e queeni-oulran suas ra/es na desmo-
raiisacio, a i|ue temos che gado em materia de elei-
1 i-- ; mas depois chegou-se ao conlieciinento do
mais.
Consta da acia dessa el -'icio, que o collegio se
enmpe de 164 eleilores, |uc compareceram a vo-
tar 131, e que certo* enndidatos obtiveram cada
dencia e dignidade. a tal ponto que o presidente da um 150'votos. Os eieiton s que deixarara de cora-
assembla da enlio, quererlainente nao era meu
alliado poltico, nao exitou era dizer que as ds-
cu--oes baviain sido brilhantesj mas que as hon-
ras dellas pei'tenei.im a inim por essa pro lencia.
Cu espero que continuarei sempre a seguir essa
senda, e espere nio desmentir agora o conceito,
que ento merec.
entretanto cumpro declarar aos nobres deputa-
dos que me BOOTerem de dirigir a palavra, que
podem-np fazer a;om toda a liberdade, na certeza
de que os apartes que rae forera oaeaaVros ou que
me parecerem menos digaos nao torio resposta.
parecer esto mencionades na acta : sao elles era
numero de tres. Enlretmlo muitos eleilores em
numero superior 20 protestara pelos jornaes,
que nao compareceram ao collegio, e alguns dos
que compareceram deca arara que n.io voiaram
era alguns dos candidalu-, que se aelMUD aqui-
nhoadOS com 180 votos. Os nobres deputados que
sustentara o parecer da ouunisso entendem que
essas decUracdes nada vi lem.
O Sr. Araujo Uahujs : Por cerlo que nada.
0 Su. Sabino : E ei quero mesmo concordar
que assim seja, pois que, apezar da gravidade dos
Sr. presidente, antes de entrar na diseussao que |wineus, pode algumas \ezes o despeito lvalos a
nos oceupa, eu peco licenca a casa para dizer al- Cl)lnmetter actos indignos ; mas existe na casa um
gomas palavras acerca da minha eleicao, porque documento insuspeito 1 ue prora evidentemente
essas palavras justillcam a posicSo qua lomei op- (|ue) ai,,n ,]os |r,.s eleitores que nio foram ao col-
pondo-me ao parecer da cominissao. legio e que se achara m racionados na acta, faltou
Senhores, apresentei-me candidato a assembla an,|a Ulll jt (|U01II ;l arl. ;, ,ra(a
provincial sem outros recursos mais to que as S(, 0 no|.e jepu^j,, ( ;)ara 0 Sr. Nalx.r ) rae li-
inralias relaedes pessaaes, nao conlando cora apoio zesst. 0 KlV0r ^ amprestij os seus documentos....
lioianna.
IM Sr. Debutado :O que pode ter acontecido
por urna simples omisso.
O Su. Sabino ; -Se, pois, Sr. presidente, se deu
0 facto de baverem volado nessa eleicao eleilores
ficticios ou invisiveis islo se se den o fado de
baverem sido considerados como presentes eleilores
que nao comparecern) ao collegio e de quera exis-
ten) declaraces e docuuieulos, parece que se deve
seguir de duas una, ou esses horaens comparece-
rn! ao collegio sem querercm, sem sabereui, laivet
no estado de sonamlnilisuio, ou enlo que outros
se inciiinbirara de votar por elles, o que ao per-
meltidopela lei. Eu rae inclino ao segundo pen-
sar. Baleado que nao podemos sen escndalo ap-
provar lio viciosa eloico. (Apoiados e uo apoia-
dos).
Confesas que nao eslou disposto concorrer para
que esla as-embla iuceie a sua carreira legislativa
por raeio de una injiisiiea revoltante, de um aclo
escandaloso. (Apoiados).
Eu sinto profundamente, Sr. presidente, ver-me
assim na necessidade de contrariar asaspiraeoes
dos nobres candidatos a quera essa annullaeao pos-
sa prejudiear ; porm, antes de ludo est a mulla
conscieneia eo dever de velar pela verdade do sy--
(eiiia representativo, verdade que nao pode cm-ui
sera a verdade da eleicao que a sua base. (Apoia-
dos, muito bem, muito bem.)
l'or incapaz do lorvico militar mandou-se
dar baixaao recruta Sabino Joo Chinaco.
Vai ser engajado para o servico do corpo de
polica o paisano arcoiino Paes Brrelo, que para
esse (ira foi apreseniado pelo commandanle d'a-
quelle corpo.
Providenciou-se para que Auastacio da
Silva Lorego seja entregue um seu filho, que
contra sua vontade foi laucado na casa des ex-
postos no dia 22 de fevereiro" ultimo.
Acha-se nomeado o engenheiro Domingos
Jos Hodrigucs, para fiscalisar as obras do melho-
ramentodo porto desla capital, durante o impe-
dimento do engenheiro Gervasio Rodrigues Cam-
pelio, que tomou assenlo na assembla legislativa
provincial.
Sob proposta do Dr.chefe de polica, con-
cederse a Jos Antonio Serfico de Assis Carva-
Iho, a exoneracio que pedio do cargo de delega-
do do termo de Agua l'reta, e para o substituir
foi nomeado o capitao Antonio Luiz Duarte Xunes.
Tambera concedeu-se seis mezes de lieenca
ao tabelliao de olas e escrlvio do termo da Es-
cada, Mathias de Albuquerque Mello Jnior, i
mezes ao contador e partidor do termo de Lcn-
uhem, Joo Pesaos da Gama.
0 processo, que honlem oceupou a aitencio
ds tribunal do jury, ja havia merecido do mesmo
tribunal urna decisio absolvitoria, que tem data
do mez de julho do ultimo anno.
Havendo appellado o Dr. FreilasHenriques dessa
primeira senlenca e estando por esta razio legal-
mente impedido para tomar a presidencia do se-
gundo julgaraento, incumbiu este dever ao res-
pectivo supplicanle da primeira vara de direilo -, o
Sr. Dr. Hcrinogeu.es de Vaseoucellos.
Foi em balde sugeitar-se a causa nova dis-
eussao, nova prova peante o jury. O tribunal
conlirmou a primeira senlenca, venciendo essa de-
ciso por 9 contra 3 vetos.
leconliecido como foi um s o faci principal
argido ao reo Pedro Filgueiras, negou se toda-
va a qualilicacio de eslellionato dado ao crime,
e a-siin se fez deeabir a aceo por incempeteneia
do proceder ex-oflicio.
Consistir a aecusacio em haver Filgueiras en-
tregado a Luiza Sentina, a chave de orna casa, de
que se inlitulava procurador sem legitima aulo-
1 isucio do proprielark), recebendo por esse meio o
valor de :i.Uu em vanos objectos de ouro como
garanta ao pagamento do primeiro mez do alu-
guel. Xo dia immediato ao d'essa transaeco,
Sentina veriticou ser imaginaria essa qualdade de
procurador, que se attribuira Filgueira, reco-
nhecendo que a casa era quesio nem ao menos
eslava por alugar.
0 conseibo se compozera dos seguintes jura-
dos :
Dr. Joaquim Jos de Miranda (presidente.)
Dr. Gustavo Balduino de Moura e Cmara.
Dr. Cicero Alvares dos Santos.
Joaquim a Costa Ribeiro.
Antonio Carneiro Machado Rios.
Antonio Cavbante Pessoa de Lcenla.
Francisco da Silva Reg.
Manoel Coeiho Cintra,
toso AITonso dos Santos Bastos..
Carlos Joo de Souza Correia.
Joaquim Juvencio da Silva.
Cosme Jos dos Santos Callado.
Foi advogado do reo, o Dr. A. Xelto de Men-
donca.
Levanto 11->e a sessio as 3 1/2 horas da tarde.
Cremos que deve entrar boje em julgaraen-
to o notavel processo em que reo Antonio Jos
Alpieri, autor do homicidio perpetrado na es-
trei.a do Rosario, na pessoa do subdito de S. M.
!'.. Luiz de Souza e Silva.
OQiciar como advogado, o Dr. Joao Francisco
Teixeira, que produziu a defeza no primeiro jul-
gamento.
Hontem, por volta de meio dia, urna commis-
sio cranosla de membros da adminislracodo Ga-
binete Ptrtugnfz de Leilura nesla cidade, foi em
nome desla associacio Iliteraria felicitar o Sr. Dr.
Jos Manrique Ferreira, cnsul de S. M. F.,pela sua
nomeacio para a corte desle imperio, e ao mesmo
lempo apresenlar-lhe as suas saudosas despedidas,
e agradecer-llie os relevantes serviros prestados
por elle familia porlugueza aqui residente.
OSr. cnsul portuguez, llcou tio com moni do com
esla inanifestacao de amor e sympalhia sua res-
peiiavel pessoa, que as lagrimas abundantes o de-
nunciavam, nao o deixando exprimir os seus agra-
deeiiiientos illustre comniisso delegada pelo Ga-
binete Porltu/utz de Leilura.
Ja d'aqui saudamos e felicitamos o Sr. Dr. Jos
II.Terreira, pela sua acertada nomeacio para cn-
sul geral de Portugal, e agora de novo o (atemos,
uesejando-lhe sempre as abencos do ceo que aqu
tanto o protegerani.
O Sr. Joao Fernandes Prente Vianna, presidente
do conselho deliberativo do Gabinete, e como inein-
bro da commissao foi o encarregado de fazer a al-
locuco ao Sr. cnsul, que era seguida irausmitii-
mos aos nossos leilores.
Allocuiio que a commissao do Gabinete Purtu-
ijuez de Leiura nesla cidade. dirigi ao Sr. cousul
de S. M. F., no dia 9 de marco de ISoi.
Sr. cnsul.A associacio do Gabinete Portuyuez
i I. tiara neslacidade.delegou-nosdo seu sei para
em nome della vos dar clara e solemne inauifesia-
Cio do muito apreco e muita consideracio vossa
honrada e respeitavel pessoa.
A nossa naci pequea no territorio, mas grande
pelo eoneifl de seus iilhos, toda oceupad a boje no
seu desenvolviraentoe progresso social, como ierra
livre, ebeia de glorias passadas e de esperanzas fu-
tura- ; nio podia, Sr. coasajp ser melbor represen-
tada nesta provincia de que o ha sido por vos, que
repelidas vetes haveis dado provas de energa na
defeza dos nossos direitos, firmeza na susieniaco
das leis internacionacs, e dedicacio patritica na
proteceo que eoostanleraento haveis dado aos in-
ieresses portuguezes, e de Portugal, como cnsul e-
como portuguez I
Sumos aqui, Sr. cnsul, os interpretes liis do sen-
tnento accorde e voluntario dos soetos do Galune-
te,e vierais era nome dessa porco de portuguezes
apii resllenles, 110 momento solemne era que vos
preparaos para seguir ao desenipenho de mais alta
missio, manifestar-vos nosso agradeciraeuto pelos
servicos que haveis prestado, e assegurar-vos de
nossa eterna svnjpathia, constante estima e perpe-
tua consideracio pela excebencia cora que era Per-
Bambuco exercesles a vossa Jurisdieio consular, a
apratimento de todos nossos compatriotas.
E a par deste voto de respeitoso louvor que sem
constrangimento vos damos, recebei, Sr.. cnsul, o
adeus de despedida, tao repassado de nossa viva
saudade por semelhanle separaco, obrigados como
somos a acatar as determinaeees do govemo do
rei. qne nos privara de vossos patriticos servicos.
Felicitamos, pois, o governo pela acertada escolla
que fez de vossa pessoa para o cargo de cnsul ge-
ral de Portugal na corle do imperio, e vos damos,
Sr. cnsul, os parabeus pela subida honra que as-
sim lo merecidamente recebestes.
nenhum, nem dos partidos nem do governo ; mas
eu eontava cora um apoto muito valioso, muito so-
berano ; era a itlustrarao, o bom tenso, a indepen-
de iu ia, e a dijmdade d corpo eleiloral lo primei-
ro districlo, qu, como lodos sabein, ceraposto de
cidadoos que nio so curvara aos mandos, que
O Su. Xabor : Sim, senhor, mas ser liora ler
alto.
O Sr. Sabino : Faca-me'o favor de ler.
O Su. Xabor : Le.
O Su. Sabino : Esto documento, que urna
cerlido do escrivo dos feitos da fazenda, prova
querem em alguns collegios considerar os eleito-; meu vr evidentemente, jue um eleitor, que acora
ie- eorao se rotsera seus servoe, que querem mui- panhava o mizo dos fe,i, j em uina diligencia que
lasvezes fazer das eleieOes bnnquedo da enancas. a||j uslava f;iZeii.l.>, nao (ompafeceu no collegio.
[apoiados.)
0 Su Arauio Barros Protesto pelss collegios
do segundo districlo.
01 ru Su. Dhttmio : E eu pelos lo quinto.
OSu. Suiino : P lera proiestar a-ua vonta-
de. Estou fallando em geral ; refiro-me ao des-
gracado modo |Kir que se (aten) eleicoes entre nos.
I'm Su. Ddwtado : O tereciro districto bem
iiidependenle.
0 Sn. Sabido :Contra a vontadede alguns, c
contra a expectativa de muitos, fui jleilo ; e eu
considerara sempre muito gloriosa parajnim esta
eleicao. atientas as
que enlo rae acbei.
REVISTA DKR1A.
A assembla, na sessio de boutem, proseguio
na segunda discu-so do projecto 11. 30 sobre cr-
dito- siippleiiiiulaie-, oraudo os Srs. Buarque, Ra-
mos, Ainyiilbas, Cosa Ribeiro, Gervasio e Xabor.
ApprOTOU em seguida em primeira diseussao 0
projecto n. 3, que crea una cadeira de latina 11a
villa do Ouncury, tomando pane no dolate os Srs.
Osla Ribeiro, Silva Barros, Francisco Pedro,
Buarque, e G. Campello.
l-.'ui ultimo lugar occuppu-se da primeira dis-
eussao do projecto n. 6, qm transiere para a po-
voaco de lpojuca asede da villa de Noisa Senlio-
ra do O", fallando sobre a materia os Srs: Jacobi-
na, Amynthas e Costa Ribeiro, lcando a discoasio
adiada pela hora.
A oidem do dia para boje corape-se da materia
Um Su. Debutado : Isso nao ; esla evidente- anteriormente designada, e mais a primeira dis-
meiite provado que elle i.ssignou o termo.
0 Su. Sabino : Pois seja isso para o nobre
eussao do projecto n. 9 e 10.
lloje tem lugar a tra.-ladacao do Corpo Sanio
deputado ; mas, quanto iim. esse documento para o ('.armo do Senhor Bom "Jess dos Pastos,
prova que esse eleitor dcixou de comparecer no cuja pr ai.--.io sera ainanlia com toda a pompa,
dia das eleicoes ao oolleuio de Goianna. 1 com que SOS eila ser feia.
E os nobres depulado-, que defendeui essas elei- I'ara as honras militares uina diviso ao mando
Ces, fallando do nenhum valor que liiibam as : do Sr. coronel Luiz Jo-i'l'ei reir, e composta de
carias e outros documentos, se, esqueceram com- duas brigadas, corainandadas pelos Srs. coronis
pletainente de refur e-le, e apenas o Sr. Dr. Xa- Joo Guilhenue de Bruce e llygino Jos Coelbo.
bor foi quem .-e incumbi de esclarecer-nos melbor guaruecendo o pallio o o respectivo audor as pia-
no sentido de confirmar a nullidade do collegio de ; cas do esquadro de cavallaria da guarda 11a-
io de Azevedo, qne elle
se empenhava lambein pela minha candidatura; mos o exemplo que uns quena dar. eleicio, alientas as circumstancias lilliceis era Goianna (risadas). Ora, se existe o facto documen- conal.
mas desos que un voltei dte Pedrasde Fcgo para o O Se. Cunha Teixkiua ; Xo senbor. | que enlo me acbei. Grande era o numero dos lado de nao haver comp.recido ao collegio um elei-1 A sociedade recreativa Corybantina d a sua
Lmoeiro, em conversa com o Sr. Mello de quem 0 Su. Son.. Lima : Porm o nobre deputado, quo duvidavam do bom xito da mintu randidatu- lor, de que nio falla a a3a, e dando esta loO votos; partida mental no da 26 do crrente.
era hospede, dfssedbe que a soacandidatura arria nao augraeniou idea indicaudo o procedimento que | ra ; ias era porque elles nio aerediavam. como cada um candidato, claro..... Hoje se extrahir a segunda parte da primei-
pengo. porque seus prenles enipenliavara-se tara- nos deviamos ter, porque, liquecerto,que se a elei-; eu aereditava, que cima das im|>ost;es dos po- Va Sr. Deputado : Declara isto o documento T ra lotera do recolhimento do lguarassd pelo novo
bem |ielo Dr. Ce&ario. e assim ambos nao podiam fo de Goianna fosse considerada nulla, eu e os j derosoc, eslava a independencia e a siberania dos! O Su. Sabino : E' o arguraeulo meu, e o nobre; plano das loteras extraordinarias, sendo o maior
vudidos. meot companbeiros tinbamos sabeja dignidade eleitores do primeiro districto. (Muito bem.) -deputado tem o bom senso de acreditar que eu j premio 10:0005000.
Foi esle o motivo que fez com que o Sr. Mello, para solicitarrao* que fosse millo o 1 districto, | Sr. presidente, a minha eleicao nao smenle nio sou capaz de confundir urna cousa com outra. I A presidencia approvou os contratos cele-
djngisse urna carta do Limocjro dizemlo aoeapito e isso nio teria liy-pollielicanienle proposlo; seria, honrosa para raira ; ella o igualmeite para o E'claro, dizia eu, que os candidatos, que figo- lirados pelo brtgadeiro commandanle das armas
Josj Luiz, que abrisse mo da candidatura do Dr. ou -era 11111 relo.' corpo eleiloral ; uo pela pessoa em qutm lecalu- rara com IjO votos, nao obtiverun mais de li'J.
Ccsario, porque e-te n;io tinha elementos no Limo- E', por conseguinte, por otsa maneira que o no- rasa os votos desse corpo; nio pelo ndivkjuo,! Um Sn. Dkputaoo : Temos mais de iO votos
bre deputado quer jutljliear o que ja havia que receben essa honra ; mas pela geierosidade do accrescima
: iito ?!. com qu o corpo eleiloral souhe aprecia- devida-1 0 Sr. Sabino : Alia disso existo enlre os Srs.
cro. Sai'UidodePedras do Fogo, llel ao compromi
so que tinha conlrahido lembrei aos meas amigos
eleilores do Itamb o BOOM do Dr. Ce-.w.o. mas Se o 2.a districto deve aer ejjnsiderado millo e
depois de conversar com o ir. Mello no Lmoeiro ao uobre depulado fallara as proras para pedi-lo,
mcuto ajustic.i que eu inbutava ao seu carcter, elei tos pelo i- districto um quo declara que no dia
recorrendo sua independencia. lias eleicoes um eleitor da Goianna esteve cora ello
com o Dr. em raedecina Este vio Cavalcante de
Albuquerque, e o cirurgio reformado da armada
Fraucisco Marciano de Araujo Lima para coadyu-
varan o servico medico da guarnicio desta praea,
alienta a falta," que ha, de cirurgioes do corpo de
sailde.
Ido, Sr. cnsul, congracar nossos irmios do sul
do imperio, e como um iris de paz e concordia es-
tabelecei entre elles a uniio fraternal de que lauto
carecemos, o que deve ser para os Portuguezes
o seu maior brazio. Os nossos irmios do ilio do
Janeiro eneonirario em vossa honrada pessoa a
justiea e a projidade que ha muito buscan).
Hecebei, Sr. cnsul, a boinenagem do nosso re-
conhechnento i par dos votos que todos laxemos
pela vossa piosperidade e pelo felizdesempenln de
rosse novo cargo.
n 11 esquecaes nunca, porm. que os raraeoesde
VOSSOS compatriotas de Pernainbuco vos sao para
sempre dedicados por amor e sympalhia, e gratos
por dever.
Fizeram exame de geometria BOCOttegiodas
Artes no dia 8 de mareo 11 estudantes, sendo ap-
provados plenamente i', simplesmenle G, reprora-
ios 5,
Becarticao da tolicia.
Extracto das partes dos dias 8 e 9 de marco de
I8ui.
Foram recolhidos casa de Matonean no dia 7 do
correle ;
A' ordera do lllm. Sr. Dr. chefe de polica, os
pardos Luiz Jos Carobuo, Ludgero Francisco
de Souza, Antonio Lucio da Cosa e Francisco An-
tonio do Xasciuieuto, como desertores, Severino
Amonio da Silva, como recruta, viudos do termo de
iiii.iuna,
A ordem do subdelegado de Santo Antonio, Fe
lieiauo, Africano bvre, por insulto.
A' ordem do da Boa-vista, Francisco Lopes de
Souza, semi-brauco, por desobediencia,
8
A' ordem do Dr. juiz municipal da i' vara. Joo
lenlo de Vaseoucellos, pardo, por nio ter cumplido
osdeveret de llel depositario.
A' ordem do Dr. delegado da capital, Juvina Ma-
ra da Conceico, branca o Mara Bosa da Concei-
cao, parda ambas para correceo.
A' ordem do subdelegado do Becife, Mara Fran-
ci-ea de Araujo. branca, para correceo. Kusebio,
crioulo. eseravo de Francisco Ferreira Caslello
llranco. a requeriniunto deste.
.V ordem do de Santo Antonio Jos Franci-co
Marques, brnco, por feriraeotos.
A' ordem do da Capunga, Norberlo Feruaudes
/




*
4
i
4
I
Diarlo He Pemambueo --.- *tuln4;i felra IO de Mareo de f SJ.
t*-.
Vianna, braneo, para corrongao ; Podro Celestino
Muai, panl', por insultos.
A* ordem do 4a Munbeca, Feliciano dos Santos
Delicite, pardo, para rorreccio.
O di
W
Movimonlo da casa d<
margo de 18o'i.
Existam. .
Eniraram
Sahirain ..
Z
A saber
Existem.......
Nacionaes.....
Estrangeiros...
Mnlberes......
Estraogairas...
Escravos......
EscraYA......
fe da %' seeco.
iesquita
detengo no da 8 do
372 presos
15
21 >
3GC
2CG
31 .
3
1 >
60
5
366
Alimentados a cusa dos cofres prorinetaes. 117
Movimento da enfermara no dia 9 de marco
de t*6i.
Tere balsa :
Man el Amonio Pereira de Souia; tumor.
Ti oram alia :
Francisco Antonio.
Candido Jos Ferreira Ilrandao.
Manuel Bernardo Guerra.
Luiz le Franca do Carvalho.
Marcelino da Costa Nascimento.
Man.el Ignacio do Hego.
Passageiros do hiato nacional Santa Auna,
vindo do Aracaty : Antonio Saboia de S Leilao
e Mu de Hollanda Cunha e 1 criado.
Passageiros do patacho inglez W. M. Pedas,
vindo de Rer-York :Edwardl. Forster, Wil
Una fs Hall.
Passageiros da galera portugueta Nova Fa-
ma, sabida para Lisboa e Porto : Antonio da
Silva Maia e 1 criado, Antonio Holim Gralo, Anto-
nio Rodrigues, Antonio Francisco Moreira e Ma-
uoel Marques Das.
Ouitcxmo do du G de m.vrqo, ico cemueiuo
rim.ico.
Sao bou ve enterramento.
7
Podr, l'ornambuco, 6 mexes:
inraa
Paulino da Silva Mindello, P
catado, Roa-Yisia, anenla.
Ann:, Joaquina do Espirite Sant
anuos, casado S. Jos, phthysi
Jos. Pernambuco, 9 metes, Santo Antonio, den-
lic.ii.
Luiz, Pernambuco, lo das, Recifo, cnnvulsoes.
Clemente da Silva Lima. Portagal, 4: anuos, casa-
do Boa-Vista, edema pulmonar.
Molar mino, Pernambuco, 38 annos, solteiro, Roa-
Vista, febre perniciosa.
-- M
as i-ii.iii.is ime nos arman os horneas do erro e da prio a tua hnrala palavra, e i Ltral de t do
ni mina f i corrente, s honlem publicado, qualifica-me do tolo
Que recoio temos nos que ellos nos vencara com
a- suas artimanhas e suas maldades T
Acaso pode rao esses transviadas destruir as lois
santas do calbolicismo e substituidas pelas suas.
creas de falsidades e vennos?
Nao tenais isso, porque devenios estar cerlo que
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 9.
Aracaty tt dias, Hiato nacional tanta Iniui. de
VI toneladas, eapitao Antonio Joiqniui id ves,
cqiiipageni 6, carga algodao 0 oulros gneros ;
a emviddo Gurgol do niaral.
para lor o gosto de dar a entender que mu(7o sa-
bido, venho dizer ao publico duas palavras.
O segundo commiiuioado do Sr. I)r. Jos Roberto
da Cunha Silei8ervrderespo3(a ao primeiro, pois-
s quero, como sua senhoria cncarregnu-se de di-
ler, fazer sentir ao publico, que bem ou mal
tomos a igreja para nos defender e amparar; nao tenho entendido nao dover ser juiz em causa, na' New-York128 das, patacho ingle/, -V. II. jo /;/.',
temis, porque esses impos morroo com o sen qual um primo, mcu prozimo ou remoto grao, soja | do 2't toneladas, eapitao IVnny. equipagein 8,
pirrado o torao o castigo de seus actos nefandos, advogado. Nao quero saber se esses escrpulos carga 200 barricas cum fariuha de irigoeoulros
Nao certo que Jess Clinsto nosso pae, que sao ou nao ufensos aos legtimos inleresses do Sr. | gneros : a ll.-nry Forster & C.
iki moslrou todos os raminhos da salvacao, e deu- Dr. Cunha Sales. Tonho entendido qiie os devo Porto Elisabeth, 3* dias, palhabote americano
nos o alimento para chegarinos valentes a olla ? guardar, sendo esta nicamente a razao do proco-1 hdlie, de 176 toneladas, capitn 1. J. Roed,
E como que nos nos sobresalamos quando ve- dimenlo (infielmenterelatado; que trouxc a impron- equipagein 7, en lastro ; a llenry Forster & C.
mis um Uraco inimigo querer interceptar os nos- sa aquello senbor. | Navio sabido no mesmo dia.
sos passos ? Nao tonho necessidade de rcstabolocor a verdade Usbda o Porto Galera portugueza Nora Fn.-ia,
Deixemo-los errar, pomuo ja era vida cumprem dos helos argidos nos dous conmunicados, a que
parte de seu castigo, e atrmentam o repouso dos me refer ; nao d.u a menor Importancia as tra-
tillos do Senbor; deixemo-los derramar a semen- vessuras de um menino, que temi a inmodestia
le iufructifera do mal para que ellos coiliam os de reconlieccr-se limito atilado, e con presumo
fr icios da inaldioo. elevado ao ponto de inspirar de-alfeic, ao poltica, ou
Sojamos doceis e oonpassivos, porque esse pro- de qualquer entro genero, nao teve a fortuna de
eider o mais enrgico remedio para mata-Ios; eomprehendera milicia, com que alguiis tafues, tao
nao Ibes prestemosouvidos, porque saodextros em ou mais traversos do que elle, o levam a estar em
biiralhar a verdade com a mentira, o assim ptrepa. scena a despejar sem medida insulto. de toda a or-
rados fcilmente confundeiu ao incauto, ao houiem dem contra quem, apezar de tudo, o desoja ver um
de f pura, o estragara os costumes. a moral ev a dia. arredado do caniinho, em que est, mettido no
rclgao de nossos pais. moio de homensde criterio, que saibam c possam
E quantos nao torio sido arrastrados por esses dete-lo a tempo em suas iutemperanrasde moco m,,m^0 c die|a ao# s ,(res ta casa de de.
homens por nao saberem distinguir e conhoeer o Se o Sr. Dr. Jos Roberto da Cunha Sales nao o; sm,indo de ,)a'5(. arremata-ao os preoos '
d.imnoque d'ahi vira! I aceitar os avisos que Ihe don, sabere ter pacten- st,ulles .
Quantos nao terao estragado o tliesou.ro de sua cia. Pode insuliar-me, como quizer. Dexarei que
felicidade para receberem a corrupc/w c a taja da o tempo d sensoejuizo, a quem se mostra tao
miseria I I carecido delles.
Levanlemo-nos como catbolicos, e crentes na re-1 Recfe. 9 de marco de 186V.
capilao Mauoel Francisco dos Sanios, carga as-
suear, madeira e outros gneros.
EDIT1ES.
O Ilhn. Sr. inspector da toesot rarla provin-
cial, em ctimprimento da resoloro da junta de
lazenda, manda lazer publico, qu se contrata por
lempo de tres mezes, a matar do Io de abril ao
lim dejunho prximo futuro, o fornedmeoto d'ali-
Fi aasco de Araujo Harros.
lijiao de nossos paes, trabalhemos para debellar
esses intrusos e salteadores, que descarregam a
[todo o momento o seu punhal envenenad para ma-
tar o corafo do desprevenido.
Nao os temamos, e sabei que ellos s buscam a
esses que sao ignorantes para cxplirarom as soas
falsidades, as suas monstruosidades e ignominias;
nao os temamos, porque elles se conderanam a si,
proprios e se contrariam; tenhamos compaixao na ordem ecclesiastica, que nao poseo deixar de
delles para que o Senlwr Ibes abra os olhos, como lova-lo ao conhwimenlo do publico, nao so para
a Saulo, e entrem como o Bino prodigo para a casa prevenir a S. Ew. Rvma. contra os torpes manejos
de seu pai, para vestirem-se da innocencia e da dos que a bem do seu interesse privado nao duvi-
santidade. dam saenlirar
Alimentarao.
Domingo alinoeo e jantar
Segunda feira
Terra >
CORRESPONDENCIAS.
Senhores redactores.Ha pouco deu-se um fado
inleresses espiriluaes do seos
Quarta
Quinta >
Sexta >
Sabbado >
N. 1
N. 2
N. 3
N. 4
N. 5
As pessoas que
fornecimento
tas fechadas.
Dietas
380
380
380
360
38
340
340
............. 380
............. 400
............ 610
............ V
............. 4(10
se propozerem a contratar dito
apresen toa suas propostas em car-
no dia 2:1 ilo corrente ao meio dia,
Ubel-
devem
pre-
mandoo
i Joo Rapiists ioareti
.Manuel GonMS de Mello Ii.tlT.'tO.
Manoi I Serapiao de Almeida Forte?.
I Aniaro Jos Lopes Coinho.
' Denlo Jos de Albuquerqne.
EleOderO di! Mello Albliqiirrque.
Miguel Primo Villar do o Barkoaa,
Antonio Marques de Albuquerque Cavalcanti.
Pantaleao de Nqoeira Cavaleantl Jnior.
Alagoas.
Francisco Pernandes dos Santos.
Manoel Amonio Xavier de Freitas.
Jos Antonio Pereira Guimaraes.
Jlo Camilla de Araujo.
Joao Nuiles da Ranaeca Callara Guimaraes.
Jos Apolinario de Parias.
Franriseo das Chagas Muniz.
Parahiba.
Franriseo Ignacio Pexoto Flores.
Rio Grande do Norte.
Jos de Rorja Caminha Raposo da Cmara.
Cear.
Padre Joao Ferreira Lima Steupira.
Padre Antonio i arneiro da Silva Araujo.
Augusto Romes de Aguiar.
Ignacio Idbeilo l'essua.
Manoel Pranciseo de Harros.
Secretaria da Relacjao, 6 de marro de MU.
O secretario da retaeo,
Domingos AITonso Ferreira.
Conscllio adiniiislralivo.
Oconselho administrativo, para fornecimento do
arsenal de guerra, tem de comprar os objcelos se-
guintes :
Para o hospital militar.
CotxOes de panno do linhe chelos de 13a rom o
palmos de cumprimento e 3 e meio de largura 60,
iravesseiros da mrsma fazenda e cheios de ia com
3 palmos e meio de comprinento 60.
Para o arsenal de guerra.
Preajos de assoalho 10 niilheiros.
Quen quizer vender laes objectos apres^ntem as
-uas proposias em rarta fi'rli.aa na secretaria do
conselho as 10 horas da niaiibaa do dia 14 do cor-
, i ente Yai seguir rom brevidade o brigue escuna na-
Salk das sessoes do conselho administrativo para cional Graciosa, eapitao Jacinllw Nunes da Costa,
I fornecimento do arsenal de guerra 7 de marco de para carga trata-se na ra da Cruz n. 23, no es-
llio (le Janeiro.
Segu liiiproleriveliwrnie do dia 10 do corrente
o palhabote nacional l'icdade. lern a sen bordo par-
te do seu rarregamento, para o resto que lite falla
e escravos a Ircle para os quaes tem exeellentes
commodos: tratase com os seus consignatarios
Antonio Luiz de Oliveira -Azevedo i C, no seu os-
cnptorio ra da Cruz n. I.
Para Maraulio e Para
pretende seguir com multa brevidade o brigue na-
cional Amelia, tem parle de seo carregamento
prompto : para o resto que Ihe falla, trata-se con
os seus consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C, no seu escriplorio rna da Cruz n. 1.
Para lAuhoi.
Saldr com toda a brevidade o milito relen>
brigue porluguez Constante I, por ter qtusi
prompto IimIoo seu carregamento, lem excelentes
commodos para pasiageina, e para estes e o res-
lante da car a halase rom Manoel Ignacio de
Oliveira y. Filho no largo do Corpo Santo .'.l'.l.n
Para l,il>oa
i segu com aposswel brevidade o bem conhecido-
| lugre porluguez lulio, para o que lem grande par
I le da carga engajada ; para o resto e passageiros,
aos ipaes nltoiere bons commodos, trata-se com o
consignalario Thomaz de Aqnioo Funseca, na rna
\ do Vigario n. 19, primeiro andar, ou rom o capi-
lao o Sr. Francisco Antonio Merelles, na praca.
Para o Porto
pretende seguir com milita brevidade a barca por-
tugueza Feliz, lem parle de seu carregamento a
bordo : para o resto que Ihe falla e passageiros,
paraos quaes tem excellentes commodos, trata-se
com os seos consignatarios Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo & C, no seu escriplorio ra da Cruz
numero I.
a n.
1864.
rriptorio de Antonio d Almeida Gomes.
L-se na Cruz
Informam-nos pessa fidedigna que
b spos do C
pxliram inuaas de candade ao superior
ristas; e islo Ibes foi concislido.
E' intil demonstrarmos aqui os servicos pres-
mesmo relo, que
Ha vendo um paroehiano de S. Lourengo do no-
(me Francisco Jarintho Pereira, raptado urna menor
os Rvms. desta freguezia de Na;.areth, conseguio, que o juiz
sa ranWdoVK ^js jtsaw,sst s
mais de candade ao superior dos laza- da rap.ada, j^gg?*~ ^XZ&ffl^fJSSZ ,
buco, 7 de marco de 1864.
O secretirio.
A. F. d'Aimiinciaeo.
Silva Jnior,
e ausentes,
em exerrlcio do termo de linda, cm viriudo
da lei, etc.
Faro saber que por este juizo se ha de arrema-
ao vigario
ment.
Yrenri., Maria l Convicio, Pernambuco, 60 an- lados por estas virtuosas senioras a diversos es- **j ff^SlJSXiiSSt!tm ^ j'",r Vl!"da' lia l7 d" t'orrei,,i; '
no-, viuva, Alegados, paralisia. I labelrrimpntos desU corte, come a Santa Casa procurado ai ellerlgi
Luiz, i'ernam'bucori hora, Alagados, congeslao ce-
rebral.
Adol|>ho. frica, 40 anuos, solteiro, Roa-Yista, con-
ge-tlio cerebral.
Francisca, eserava, Pernambuco, 30 annos, Roa-
Vist:.. anear pcae pera tete.
^tgsfcJS-?iT^........................,... ~;;^xsl:,'^m
Nada mais regular do que esle proceder do
Antonio Pedro de S Barreto,
Coronel, presidente.
Srbaslio Antonio do Iteijo Barros,
Vogal secretario.
Pela contadona da cmara municipal desta
j cidade se faz pubiieo que a poca para pagamento
Pornara- do 'inuos, municipal sobre casas de Degopo, Bn-
da-se no ultimo do marco vindouro, assim como
necessario aposentar o'conhecimenlo de 20 por
cont pago na recebedoria das rendas geraes in-
ternas, o que se publica para conbecimenlo de
todos. Contadoria da cmara municipal do llecife
29 de fevereiro de 1864.
0 contader,
Joaquim Tarares Rodovalho.
No dia 11 di) corronte lem de serem arrema-
ta los na porta do Sr. juiz de paz da freguezia de
S. Jos, urna cama, urna commoda, e dihVrenfes
nindezas, penboradas a Francisco de Salles Sil-
va, por exoeucao do Antonio Nobre de Almeida.
Conselho adiuiuiMtrativo.
O conselho administrativo para romecUnsBttf do
arsenal de guerra tem de comprar os etljctoe se-'
LEIL OES.
IGII\0
Qiimta-fcira iO de marre, as 11 horas,
da Cadria n. 53.
a rea
DK
Luiza Francisca do Rosarlo, Pernambuco. 80 annos. O medico do poco, folha publicada nesla corte ^
viuva. Santo Antonio, arrlta chronira. polo Sr. Dr. Mello Moraes, iraz alguns artigos so-
Jiianna. eserava, 3o annos. solteira, Recife, gastro bre a PWra Fluminense, obra de botnica. Bita |X
hciiiiiiie. I' nosso sabio compatriota fre Mananto Mn
Mina. frica. 70 annos. solteira. Itoa-Yista. gastro Coneeicao Yellozo.
inlerile.
da
Auna dos Passos Yieira, Pernambuco,
rtura, lea-Yuta, molestia interior.
O annos.
UM POICO RE llll.
Do urna carta escriptaao Diario do Rio de Janei-
ro, laxemos o seguuite extracto :
No dia 31 de Janeiro, de;->ois de dous dias de lula
para vencer-ajo cabo de Santo Agostinho e o resto
da osla, i arto-se proa da nissa amavel corveta.
um repentino e estridente rumor, foi a graviuicao
que vence i o principio de Archimedes o f'-rro
cabido no fundo do bello, magnifico o histrico
mar de Pernambuco.
Qjem vom dos mares do Sul v subir pouco a
p>uco, tomo nasci la domar, urna lila branca,que,
sombrtando-se era alguns pontos, frmajt paisa-
gem mais bella das cidades.
A' frente n ni'rtrfc rnrro nm Hl(n t* p^flr:i ib*
>qn i aquella toma o nome.
O aarios entrando por entre o recife e a praia
!i a ao norte. rSo-se accumulando para o oeste,
Esleillustre franciscano sempre tao esquecido
na nossa patria, nao foi o nico religioso que a
illustrou por meio de estados; froi Leandro do
Sacramento e fre Pedro de Santa Maanea, o
primeiro em botnica, o segundo em matheuia-
ticas, grandes tamben foram na trra que os viu
nascer.

Nossos leilores cstarao lembrados que i lempos
demos noticia de haver oSumino Pontfice escripto
a varios bispos da America do norte, alim de pedi-
rm a Deus, que termine essa guerra fratercida,
que tem coberlo de cadveres essa bella parte da
America do norte.
ltimamente o sanio padre receben urna carta
datada de Richmond e assignada por iefferson
Daris, presidente dos EeUos Confederados da
America do sul, onde sao manifestados os senti-
i lentos mais pos para com o chele da igreja ca-
tliolica.
Mr. Darfo fa/. cente a fia \\ que ello tom ro
uhecinieiito desSM carias dirigidas ao clero de No-
va Orlcans e de Nova York, o eertidca-lh que os
sentimentos do povo americano sao os mesmos
vicario.
Mas Francisco Jacintho, alcaneou licenca para
ca-ar-se ; o que effeclivamenle fea sem que o vi-a-
rio de S. I.ourenro. fosse ouvido. como era de espi-
rar, desde que ele poz duvida em
paroehiano.
Francisco Jacintho, apreseotando o sobre dito
alvara nao lena blelo licenca, se declarassr a
circumslancia pendenie da relacao.
K aeain se Iludi Iwa f do virtuoso prelado,
e se expiie um vigario perder a sua autondade
moral no seio de sua freguezia !
Nazareth, 8 de marco de 1864.
O catholico nazareno.
E para que chegue a noticia de lodos mandei
passar o presente, que ser;i allixado no lugar do
costme e publicado pela imprensa.
Dado e aassado esta cidade de Olinda. sob meu
ignal e sello desle juizo, ralba sem sello ex causa,
aos 7 de mareo de 1864.
Ku Francisco das Chagas Canteante Pessoa, es-
D .',a erivao deorphos e aosentes o esererl.
M-inoW Antonio dos Passos e SiRM Jnior.
lina poirrin de pe$as de oleado pata carros,
c mesas, e onira de tpeles ile lia e de
io.ii, grandes 6 |>fi|itenos.
Pelo agenle Ensebio se vender cm leilo, pelo
niaior proco que se adiar, e para ultimar-se coo-
tas dos objectos romo arima, por cunta e ordem de
quem pertencer.________^_________________
Vx
3S
r-t.
.^
Estreia do agente Miranda.
PUBLICARES A PEDIDO.
Walsade IIrltol.
A silsaparrilha de Rrslol. Poneos remedios ha
que leudara prodiizido Untos beneficios no mundo
orna e-te. C a unir prparaejto nue atara in-
variavelmente no sangue a origen das enfermida-
des ulcerosas o eroptireis extinguindo ao mesmo
conlia-
Antonio Pedro de S Brrelo,
Coronel presidente.
loti Antonio Pinta,
Teiiente-corouel, vogal.
. na Laininlia, onde estamos, a mais inters
, para que,,, ,,,a do lado de frado incno a^sucZsoVTTMro que"" oaZntoSpiTni ta pnrlSdor
a ^t.mn. a mais nteres- B. nuenna. a corropcao se transforma em incorrupti-
bilidade. As chagas escrophulosas e todas as mo-
teetias externas gandiilares I cutneas communs
aos paizes trpicos cedem promplamenle sua po-
Seus effeitos curativos as affec-
^&ZZ^^ml*m ca paz como o meio de sanarem,e essas de,
parlera no recife, atirando-se pulrerisadas e era- iracas. ____j.
Kranqneeida i un* eo,.ie,avel altura, parecera A 'f ^'' n ; J
fazerdos cosidos dosses navios o objecto cm que c.^^mi^e^m ta, a>,.
se quebram.
Verdadcira Veneza Americana, ella atraressa-
da |ieku ros Capbaribee Beberbe que a diridem
entre Ires lindos bairros, Sanie Antonio, Boa-Vista
e R;cife. que sao unidos por bem e mal irabalha-
das pontos.
.v da embocadura, que une o bairro de Santo
Antonio ao da IIna-Vista de bulas a melbor. e
sugiere-nos um desses verdadeiros eu phanlasia-
I i- ardas de Simiramis.
Para quem esta do lado e ao longe. parece que
os irn fe i suspenso, porque sendo a fa-
itera! vertical pintada de azul cor do mar. eon-
laadje-nc com o rio que sob ella pasea, parece rala
os objectos que .Ihe (team superiores, fazcreui par-
enderezada
son Daris.
urna nutra epstola
gnada por Po IX
chhomci 41 du:i\r.\.
Tin ni \ vi, o JURY
SKSSO BU 4 DE MARCO DE 1864.
PHKSIKNC1A 00 Sil. DU. JOAO ANTONIO l>K AllMJO
KliKITAS UKNlllOt KS.
Promotor publico o Sr. Dr. Francisco Leopoldina
de usmo j>bo.
Escrivao Joaquim Francisco de Paula Esleves
Clemente.
Adyogado o Sr. Dr. Amerito Netio de Mendonca |
s 10 horas da nianhaa, feila chamada, acham
presidente JefTer- derosa agencia.
edes do ligado e no rhe.inialismo nao sao mono
sorprendentes.
Arlia-.-o venda as boticas de Caors & Rar-
bosa e de J. da C. Bravo & C.
COMMERCIO.
t; de luna visao duvidosa. gg |iresenles l senhores jurados.
A'niib', quando os lampeoes de gaz das ras Fu dispeusado requisii;ao do Sr. inspector da
que margeamos ros so aesnanm, parecem qoe as tbesonraria de fazenda, o Sr. Antonio Joaquim
aguas quereos tarar, para o centro da trra esses (;ea|,ra Lenes.
bellos tachos luminosos, que combinados como
rumor dos bateil que alii navegam, dao tuna idea
pe feila das cidades da harinoniosa llalla, de que
tanto fallavaoi e-ses livros deleitosos que nos en-
treiiuh.un as horas que nos dispensavam o X e o
V.
Quanto ao movimenlo commercial parece que
isto esU acuna da Rabia. Grande numero de veh-
culos atraressa as ras, e tu.lo parece com a ligei-
reza e afn cora que se more dizer cu tra-
Jjallio.
Infelizmente, esta cidade como as outras do li-
toral, construida debaixo do gosto de dous povos
-que se batan, que ora eram conquistados, mostra
ainda ras estrenas e tortuosas e edificios de pes-
simo gosto.
Aolado do Recife, mas para Este lea a arruina-
da 3 despresada Olinda, parecendo ainda despren-
der para a aimosptra o fumo de seu antigo in-
cei: lio. taacado pela idea injusta de dominio e
usurpacio, fehzm rato derrotada.
Aimgem de IVan len'i rg como que se ni i-lra
nin.Ja all como facho na m'iolaueind i-i fogo.
''areee que ainda se v por cima das ca avilas.
Foram multado., em 205001) caa um dos Srs.
multados nos dias anteriores.
O Sr. Dr. juiz de dircilo deelarou aberla a ses
-ao
Entra em julgamento o reo Joaquim Sovoriano
Nery de Yasi-ourellos, accusado por erime de fui -
o de fazendas perlencentes a Custodio Carvalho
& C".
O jury de senlenca, ficau eomposto dos senhores
seguales :
Dr. Antonio Joaquim yres do Nasciinenlo.
Jos Alfonso dos Santos Bastos.
Antonio Camello Pessoa de Lacerda.
Manoel (lardoso Ayres.
Jos Cavalcanti de Albuquerque.
Alfonso do Reg Barros.
Cosme lee dos Santos Callado.
Dr. llennillo Duperron.
Dr. Manoel da Costa Honorato.
Manoel Joaquim F.-rn-ia Esleves.
Francisco da Silva Reg.
Domingos Antunes Villana.
E prestaram o juramento dos Santos Evangelhos.
Foi o reo ntcrregadoe procedeu-se a leitura do
O Novo Banco de Pernambuco convi-
da os credores admittidos ao passtvo das
massas de Mesqoita Dutra e Francisco An- p^todentes^
ionio Correa Cardozo a receber o primeiro hrediu arremataeXb, deverio comparecer na mes-
dividendo deslas massas, devendo exhibir ma thesonraria no dia hora ini.....dos.
0 Dr. Tristao de Alenear Araripe, officlal da ira- para escripia 6, Uqspara as duas 18.
perial ordem da Rosa, juiz de direito especial
do eommerrio desi i eidade do Re He e sen tor-
mo, Capital da piovinna do Peinanibuco, por S.
M. Le0 Senbor D. Pedro II que Dos guar-
de etr.
Faro sabrr pelo presente que no dia 21 do mez
de narco do corrento anno se hr de arrematar
por venda a quem mais der em praea publica des-
le juizo depeis da audiencia respeciiva, o escravo
do nome Ignacio, crioulo, de 20 o tantos annos de
idade, achacillo de erysipella no scroto, o com
urna cicatriz no queixo direito a valia lo em 500,3000
res, o qual sendo peiteneenle a Ln z Antonio Ro-
drigues de Almeida ra a praca por execncSo que
Ihe move Luiz Euiygdio Rodrigues Yianna. E na
falla de licitantes ser a arremat; cao feila pelo
preco da adjudicaran com o abatimeiito respectivo
da iei. r
V. pan que chegue ao conhecin,ento de lodos
niandei passar o presente edital qu- ser alBxado
nos lugares do costume e publii ado pela ira-
prensa.
Dado e passado nesla cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 8 de mari;o de 1864
Eu, Mnoel de Carvalho Paes de Andrade, escri-
vao o subscrevi.
Tiisliio de Alenear Araripe.
De ordem do lllm. Sr. inspector da thesoura-
ria de fazenda desta provincia se fa.; publico que,
no dia 12 do corrente, s 2 horas da tarde, peran-
tea junta da mesma Ihesouraria, estar em hasta
publica para ser arrematada por quem menos fl-
zer, a construrcao de duas barcas de vigia para a
alfandega; o calramrnto da ra em Trente do caes
da escadinha prxima aquella repirticao, inclusi-
ve o coneerto da dita escadinha, e algumas obras
e reparos no edificio da alfandega. Os oreainen-
tos i: condiedes serao mostrados na ihesouraria aos
As pessoas a quem convier a so-
guiutes :
Para a aula do 2- batalhao de infamara. _*3iicic '/ i^.'
J'apel alnaon, resinas 6, penpas de ac, caixas o ajrtn|0 Miranda far leilao pela phmeira vez
6, ditas de are 200, caivetes 3, tinta preta, garra- as 1(> |llir.ls ,, ,i;,, qoaia-fi-ira, des objectos so-
las 6, lapis de pao, iluzias 6, areia para escripia, gnmtes: guarda roupa. guarda louca, aparadores,
libras 6, rolleeoes de cartas para principiante 36, commod'as, consulo>.inesas. camas frncezas, camas
taboadas .'16, grammaticas portuguezas por Monto ^ f,.rr marquezas, sofaes, rabides, quadros.
Verde, ultima edicao, 12, compendios de arithme- va#S j,ar'a f,rnaio de salas, laaternas, candieiros,
tica por Avila, 12, paulas 12, traslados 36, pedras ; |ou,.a ,. outros nraitos aitigos.
i loue,
O leilao seta rOsetuado no seu armazem. sito na
Quem quizer vender laes objectos, apresentera rua ,j., rjjoj n. 57.
as suas propostas em carta fechada na secretaria i________________--------------_^------------------
do conselho, s 10 horas da manlifia do dia 14 do m .- m 4 g\
corrento. WuKM.MJM.%9
Sala das sessdes do conselho administrativo para O agente Almeida fara leilao a requerimenio dos
fornecimento do arsenal de guerra 8 de mareo de administradores d massa fallida de Nosnes C.
1864.
AVISOS fdARITIMQS.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR
e |ior despacho do lllm. Sr. Dr. juiz especial do
commercio. das dividas activas da mesma massa.
na importancia de 187:4833203 rs.. cuja retaceo
se acha em puder do agente cima, onde pode ser
examinadas pelos prelendentes.
exta-ieira II do corrente.
Em seu escriplorio, rna da Cadeia do Recife
n. 48. I." andar, s II horas.
l.F.
Dos portes do sul esperado Lma excedente e [magnifica machina per-
pendicular de serrar e seus periences,
eogenltoa vapore ealdeiras, assim como
duas serras circulares cun mesas e per-
te nces.
Sexla-feirall de marte.
O agente Pinto far leilo, requerimento do
administrador era massa fallida de Rosimn Rooker
o vapor Paran, commandanle o
eapitao ilo fragata Sania Rarbara,
0 qual dopois da demora do cos-
tume seguir para os portos do
norte.
Desde j reeebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada, encommen-
das e dinheiro a frote al o dia da sabida as 2 bo-
de ate o da da saluda as lio- & c e ,10r mandado do lllm. Sr. Dr. juiz especial
ras: agencia, rua da Cruz n. 1, escriplorio de An- du C(Jimni,mo ja machina de serrar e seos per-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo <\ C.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
dS respeilivos ltalos para ser annolado u
pagamento.
Secretaria da thesonraria de fa?enda de Per-
nambuco em 9 demarco de 1864.
Manoel Jos Pinto.
Servindo do ofTicial maor.
pa-sar abobadas de balas UncaJas do forte de S processo
Jorge, e o busto de Carnario son que surge sor- q Sr promolor pemo a coademnaeo do reo no
grao medio do art. 2.'7 do cdigo criminal.
. Novo Banco de Pernambuco
Convido os Srs. accionista! do Novo Ban-
co para que nodia 12 do corrente. ao meio
dia, comparecam as casas do Manco, na
do Trapichen. 34, afina de se dar cumpri-
mento ao disposto no art. 23 dos estatutos.
Recife, 8 de Barco de 1864,Visconde de
Camaraibe, presidente.
NOVO BANCO
DE
PERNAMBUCO
EM 8 DE MARCO DE 18G*.
.0 banco descoula na presente semana aoilo por
cento ao anno al o praso de quatro mezes, e a dez
por cento al o de seis mezes, e faz empreslimos
sobre titulas commerciaes, e loma saques sobre as
praeas do Rio de Janeiro e Rahia.
DECLABACOES,
rinlo para Albuquerque.
Ve-es anda por toces esses logaros obras nne-
grocidas pelo oxido do tempo, feitura deesa cumpa-
tibia de pilbagem a que deram o nome de infiel
Oc i'lentaes.
Parece que ainda se v abracado* aquella mes-
ma dea os revolucionarios de 1817, qoe com o
n i i; de govenio provisorio sabem ler cons-
tante ida, quanto com ella sabem morrer.
O Sr. advocado, dcduzmdo a defeza, pedio a ab-
solvilo do reo.
Findosos debtese preenchidas as solemnidades
da Ici. o Sr. Dr. juiz de direito propoz os quesitos
seguintes :
0 reo Joaquim Severiano .Nery de Vasconcellos,
no dia Io de agosto do anno passado lirn para si
e conlra a vonl.ide de. seu dono, CusloJio Carvalho
Parece que ainda ouvinos o grito de liherdaae ^ c eslabelecido rua do Queimado desta cidade?
,. a bayonetas e putihaes traicoetros como qu'j ain-: Esnteni cirenmslancias atlwuantes favor de
ilisurgiiin, rasgando peitoi amantes da patria e r^ ^
f i7. -ndo correr jorras de sangue que devera correr
para os vasos do co.
Ah inais mil annos e ento sim Brasil, meu
Brasil, eresee I
Mi deixemos mocidade passar um s mo-nento
sem lembrarfflo-no3 que somos Sinos do grande,
di uni- Imperio do inundo n'um futuro que bru-
, inbrcmo-nos qoe os bosques e a? toras v o-si cimenlo,o Sr. Dr. juiz de direiio publcoo a sua
p i ico a pouco rectiando para o centro, porane a seatenca ai.sulvendo o reo e condemnando a mu-
fl china a vapor os destroee a luz da eleetnndadc |li(,J1)a,j,|aJ,, nas ,.,tils_
ns mconimoda. Lerantou a sesso, addiando-a para o dia segu n-
, os rom qoe este pnncpio do talentoso Dr. ^ 1() horas ^ ^
Piiheire Guimaraes nao seja ma s pronunciado as- ______________^_
se oootroladodoatlantici nao tnnecio ia--
cu n i ni paralvtioo a quem falta n as milicias, nao
(I iramos um s passo para diante mas seja des>
Recolhido o jurv de senlenca sala secreta das
conferencias a um quarto depois do meio dia, vol-
tou a 1 hora da tarde, ruspondendo aos quesitos
pela madeira seguidla :
Ao 1nao, por 7 votos.
IVixou de responder ao"por ficar projudicado.
Lidas as respostas pelo presidente do jur> de
sentenea o Sr. Dr. Antonio Joaquim Avies do Nas-
V*Ma^
Alfnntlega
Rendimento do da 1 a 8........ 211:830tf 18
Ideindodia'J ................. 27:4ii:i!IO
239:274*6:18
lloviuicnto da alfandcs
Voiumes entrados com fazendas..
com gneros...
Voiumes sahidos com
c com
fazendas..
gneros...
107
M3
41
770
330
811
COMMUNICADOS.
le i uro modo : temos metal debaixo da torra, le-
ni i- matlera nas m aa-, temos o bicho da se la, e
na la dis;o importamos ; te ii w nas nossas eabecas
iimti empaco e muila luz temos invencao por
j-oascqu mria.
O hachare! 1'ranclscp tle Araujo
Harros e o Dr. dot Roberto
da Ciiuha ales.
Todos viram a maneira violenta, para nao dizer
insensata, com que ao btmi de ]fj de [efereiro
ultimo foi coberlo do improperios pelo Dr. Jos
Roberto da Cumia Sales, troncla, a qoem vi. por
assim dizer, neseneiros, ecom q le n por isso mei-
rao o pelas n i i^Jes de parentesco e intima imiza-
sua familia, nao desojo, nein
10:5384389
r o evangclho de S. minen, ose-ovo a
Luiz:
Isvantai-vos e nao temis.
i... i-, inni is m mi-, p ii [ le t n | :'
(i ,-. e Jsus l.iinsto pin n' defeo-tar <\- nossos ,,,.. u ,..-.,.., ,-,.>.,..- ,.-,,...._ ...^-....._....... c*amm urnv!ii>iil
,.lllll,11., ,,orqJb u verdades do de qoe me preadem sua familia, nao desefo, nem t ons ii.iiio |>i oinclal.
. ,. ,,, a ro, e, c valor; levntenlo- quero sustentar polmicas. Rendimento do da I a h..........n,^t{Jl-
,< onn Sw osneios desermos 0 fe r. Cunha Sales promettauem sen primeiro dem do da 9................. 5:509581;
communicado continuar a ocrupar-se comigo ; por --------
' E a vista disto que motivos ha para temernos I isso nada Ihe disse enlao; mas agora que elle cura-1 30:5945882
nescarregam no dia 10 de marco.
Patacho italiano Maria podra.
Barca franceza Rio Granee -merendonas.
Brigue inglezMueanic -dem.
Patacho inirlezPropecles- dem.
Patacho oldemburguez fortuna diverso- ge-
eros.
Rarca franceza-Murta .lmcfiu sal e cemento.
Exportaco.
Barca franceza Borromtt, earragea por Marseil-
le 5,000 saceos com 25,000 arrobas de Besucar.
Barca portugueza Claudina. carregou para o
Porlo 4.975 saceos e 11 barricas com ft,932 arro-
bas e 12 libras de assucar branca, 1,625 saceos e
7 barricas com 8,175 arrobas e 9 libras do assucar
mascavado, 6 cascos com 42 e meta caadas de
agurdente e 031 neios de sola.
Kecebedorla de rendas Intcru:i.'>
geraes de Peruambite.
Rendimento do dia 1 a 8........ 18:7i9765
[dan do da 9 ................. 808J624
Santa C isa da Misericordia do
Recife.
A lllm,*tanta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recito manda fazer pubiieo, que
no dia 10 de marco prximo fulun pelas 4 horas
da larde na sala de suas sessoes um de ir pra-
ca as rendas das casas abata* decliradas, perlen-
centes ao patrimonio de urphaos i>or tempo de
um tres annos, a contar do 1" de julho prximo
futuro endiente.
ii- prelendentes devem comparecer acompanha-
dos de seus fiadores ou munidos do carias destes.
Praca de Pedro II.
N. I particular e 33 publico, segundo
andar............ 48:13000
X. 1 d.lo e 33 dito, sala...... 220*000
. Rua do Imperador.
N. i dito e81 dito, dous andaros- .. 1:202:000
Largo do Paraizo
X. I dito e 29 dito, dous andares .. 9025000
Rua das l.arangeira.-.
N. S dito e 17 dilo, casa lerrea .. 2055000
Rua vena,
X. 8 dito e 32 dito, casa terrea .. 2045000
Rua de S. Goncalo.
X. 10 ditoe22 dito, casa terrea.. .. 1835000
Rua do Piros.
X. 13 dilo e 39 dito, casa lerrea .. 1015000
Rua da Lapa.
N. 40 dito e 11 dilo, casa terrea.. .. 1605'HK)
Kua da Moeda.
X. 44 dito e 21 dito, casa terrea .. 2515000
Rua do Vigario.
X. 72 dito e 27 dito, dous andares .. 6035000
Rua da Senzala Velba.
N. 78 dito e 136 dilo, dous andares.. 631*000
X.so dito e 132 dilo, dous andaros.. 4105000
N. 81 dito e 18 dito, casa terrea .. 19250O0
N. S2 dit > e 10 dito, casa terrea .. 2015000
Hua da Guia.
N. M dito e 29 dito, casa torrea .- 1255000 i
Rua do Pilar.
N. 91 dito e 105 dito, casa terrea.. .. 113*0001
N. 92ditoe 104dito, casa tenca.. .. 163*0001
N.94ditoe 99 dito, casa terrea.. .. 254*000
N. '."7 dltoe 10 lito, casa terrea.. .. 162*000
X. 100 dito e 104 dito, casa lerrea. .. 1635"KM
X. 105 dito c 94 dito, casa terrea.. .. 173*000
Hosarinho.
X. 3 particular, casa e sitio...... 322*090
Mirueira.
X. idito. sitio ...... 213*000
Secretaria da Sania Casa da Misericordia do Re-
cite. 7 de mareo de 1864.
O escrivao,
F. A. Cavalcanti Cousseiro.
teneos o mais objectos cima descrlptos, a qual
machina se torna recommeiuhda por ser do ra-
bricanle NVorson; o leilao sera clTectuado as lObo-
\ras em ponto do dia 11 do corrente no gazemetro
'A POR. (fabrica do gaz) aonde poderao os prelendentes
DOS porto."i. j!& de,de ja examinaren, os regidos otuecto,
at o dia 17 do torrente o vapor
Cruzeiro do Sul, commandanle o
capilo de mere guerra Gervasio
Mancebo, o qual depois da demo- St'Vla IVia II lie IHICO iS 11 UOraS.
ra do costume seguir para es portos do sul. DK
Desde j rooebein-se passageiros e engaja-se a
carga que 0 vapor poder conduzir, a qual devera
ser embarcada no dia de sua chegada: encom-
mendas e dinheiro a frote at o dia da saluda s
horas, agencia rua da Cruz n. 1, escriptorio do
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo C.__________
COMPANHIA
MESSAGERIES* IMPERIALES
lina aruwco envidra^ada pro-
pri para charutos no pateo
do Terco n. .
Pelo agente Euzebio se vender em leilao pido
maior proco que se adiar urna armacao com cai-
xilbea e evidrai-ada, randieiro de gaz e registro
com os pertences de urna fabrica do charutos, por
emita e ordem de quem per'.encer._______________
1,1,11, AO
At o dia 13 do gexta-feira 1 i do crrente s 11 horas em
ponto rua da Cadeia n. 53 armazem.
DK
Nanmr''qal D" sobrado de mu andar sola n. 6 sito na rna
de|>ois da dem >-1 da Seciala Xova, chao torcro e rende oO-J
ra do costume se-! ^ mej.
gira para o Rio | por nlerveDcao do agenle Euzoliio se vender
de Janeiro locan- om ,eJ|.-0 um ^Mfo )le nm adar e solik n. 6 na
do na Rabia, para passagens ele. trata-se na agen- f(ia ^ cnzala Nova, chae foreiro cmara de
cia rua do Trapiche n. 9.________________________ Olinda e paga 9fiO rs! por anno. foi ronvcnicnt -
Para o Rio Grande do Sul segu com muita mente proparado por cuja reedificacao percebe se
brevidade a barca nacional Bombinha, que recebe de rendimento 50* por mez; oonvida-se ^os pre-
um resto de carga a frete : a tratar no escriplorio tendentes ao previo exame. est livre
Amorim Irmaos. rua da Cruz n. 3. _____ raeado.
corrente espera
se da Enropa o
vapor francez
desemba-
l*orto.
Segu impreterivelmenlo para o Porto no dia 20
do corrente a barca nortngueu Feliz, tem dous
tercos de seu carregamento a bordo : para o resto
que' Ihe falta, e passageiros, para os quaes tem ex-
cellentes commodos, trala-se com os seus consig-!
latenos Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C-, 8., r: n ,., |.Mile nein
no seu escriptorio rua da Crua n. 1. M
LEIL\0
DE
Trastes e outros objectos.
Para o Para.
at o dia 16 do corrente pretende seguir o brigue
nacional Amelia, lem a bordo metade de seu carre-
gamento : para o resto que M falta, lrata-sc com
os seus consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & V.., no seu escriptorio rua da Cruz n. 1.
Hioli-antle o Sul
O patacho nacional Salt, recebe carga para
aquello porto frete eommodo : a tratar com os
consignatarios BaJtar C\ Oliveira, rua da Cadeia
nuniert iti.______________________^_________
Rio de Janeiro.
Segu em poneos oas o brigue escuna Jovem
Ai Unir, lem parlo do seu ca regainciilo engajado.
da.
O agente Olimpio em seu armazem rua do
Imperador n. 16, vender em leilao diversos tras-
tes eros e osados, retogios o outros iudos ar-
tigos.
LEliAO
DO
O agente Simos, competentemente autorisade.
vender em leilao. os escravos1 seguintes : Solferi-
no, crioulo, 13 anuos Francisco, parlo, 12 annos;
Tribunal da rula rao.
Por ordem do Ekiu. Sr. consol iciro, presidente
da Relacao, faz-se publico para i s Qnsvnvenion-
Armiir, tem pane un >eu caiicganiemu uiifc.ij.iun. ......., .-....- -.. .
para o reste que Ihe falta e eeraTos a frote para Antonia, cr.on a. 7 anuos : Mana, crioula 21 M-
os quaes lem eacellentos ee.....iodos trata-se com nos el casal de escravos joatoside meu idade,
os seus consignatarios Antonio Luiz de Oliveira para o servico de campo,lodos saoses.
Sabbado l do corrente.
Em a cocheira rua do Imperador n. 2.> aonde
haveri leilao de can-es. cavallos e outros escravos,
as 10 l|2 horas. ___________
Azevedo & C, no seu escriptorio rua da. Cruz na-
""'r" I-
lo de Janeiro.
Pretende seguir com muila brevidade o brigue i
Almirante, teiii parte di. sen enlegmenlo promp-
to. para o reste que. Ihe talla trata-se com os seus no
consignatarios Antonio Lua de oliveira Azevedo Sobrado tle 2 andares da rua das iSa^Sr
& C, no seu escriplorio rua da Cruz n. 1. Verdes n. 70, e um dilo tle um andar
LIILIO
l'itni o Porto
na rna de Santa Rila n. T.'i.
Se)iniila-lcira 1 i de marra.
(i igcntePinto levar novamentea leilao s 11
A bem conheelda e velorta barea portugueza
Restaurarn pretende sabir com brevidade por ter.
tos, que se acham sem urovis i para advocar o-, bordo a maior parte do seu carregamento, e pa- horas do da supradil i os dous PW" -
soguinte* senhores: ra o restante o passageiros, para os quaes tem clarados perteneentes a massa fainos do jo-e \n-
Provinria de Pernambuco. I magnficos commodos, tratase com os seus con- tonto Bastos, servindo de base o maior preejo onti-
Francisco Jos de Figueire 1 i signatorios M. J. Ramos o Silva & Gomos, rua do do no leilao do da 8 do corrente, om seu escripto-
Joao Damasceno Barros. I Vigario n. 10. no rua da i ruz a. .


i


islario df l^irtfamhiico ul reir lO de >l v<> c iges-i.
&&$
taipnlio Espirita Santo, una parle do
cn^nli rWecua c de urna escrava
por norac Luiza (ausenta.)
A15 de marco correte,
O agente Olimpio requei ment do laposimrtB
da massa do fallecido Manoel Buarque de M*?etfa
Lima e mandado do lllm. Sr. Dr. Joli municipal
da segunda vara tara leilo era presenca dos'ns-
008 do engenho denominad) Espirito Santo com
bem feitonas o moenda, de una parle Fcrrccoza c da escrava Luiza (ausente.) O Hlo
ser eflectuade no armazum do referido agente a
ra do Imperador n. 16, no dia cima pelas 19 ho-
ras da manhai.
Club PcrnambucnitQ. '
0$ saines do Club oslarn ghettos na quinta e
sexta'feira da presente semana para as familias
'dos socios que quizerera ver passar a procissao de
Passos.
AVISOS DIVERSOS.
i-cfi.si-.st' fallar aoKr. Au-
gusto I"ater Cesar : na livrarla
n. e H da Praca da ladeoca-
dcuci;i.________________________
Lotera extraordinaria.
AOS 10:000^000 e 3:000^000
Corre hoje.
Quinta-feira 10 do corrente, se extra-
liir a segunda parte da primeira lotera
benelicio da igreja do ivcolhimeuto do
Coracao de Jess de Ignarass, pelo plano
junto, approvado para as extraces das par-
tes extraordinarias das loteras.
Este plano superior ao que eslava adop-
tado para as loteras extraordinarias por con-
ter inelliores e maior numero de premios,
e tainbem preferivel ao das loteras de lora
da proviincia, porque contendo apenas 3,000
bilhetes, o dono de um tari de entrar na
extraccao no jogo de 3,000 nmeros, quan-
do as outras estes nunca sao em menos de
6,00"), sendo que as estrangeiras um nu-
mere premiado joga sempre contra 19 2!)
braceos, e se fr de premio maior Huir
sujeito usura de um grande descinto
(alm dos da leii. nao aconlecendo assim
com o da lotera esta provincia, que pa-
go com a maior promptidiio.
O abaixo assignado, pois, chama a aticn-
co do respeitavel publico para o que mu
de expor, avisando que os imposlos e mais
beneficios resultantes da venda nesta pro-
vincia, dos bilhetes das loteras de fura,nun-
ca serao applirados nella, que, infelizmente,
para a reconstrucco e reparos de seus
templos e casas de instrueco c carid.de,
qoasj que s tein o recurso dos beneficios
de suas loteras.
Ob bilhetes, meios e quinos acharo-so
venda na respectiva tliesouraria ra do
Crespo n. 15 e as casas cominissionadas.
PLANO.
3(100 bilhetes a 10,5......30:000000
Beneficio, sello e commissao 20 0)0 6:000,8000
Liquido. 21:000,5000
1 Premio de...... 10:000,5000
1 Dite de....... 3:000,3000
2 Ditos de 500*000 .... 1:000,5000
4 Ditos de 2005000 .... 800(MX)
7 Ditos de 1005000 .... 7005000
12 Ditos de 405000 .... 480.5000
29 Ditos de 205000 .... 580000
745 Dilos de 105000 .... 7:1400000
800 Premios. 24:000500000
22(K' Brancos.
3000 Bilhetes.
Dos 7 premios d31005000 dous pertoneerc aos
Mineros maia apnroximados ao que obiivcr o
premio de 10:0005000.
Dos 12 ditos de 405000 dous pertencerao aos
nmeros mais .'.ppioximados ao que obtiver o pre-
mio de 3:000,8000.
Dos 20 ditos de 205000 quatro pertencerao aos
nmeros mais approximados aos que obtiverem os
premios de 500J0M.
N. It. (is premios maiores de 4005000 estaosu-
jeitos ao descont de 4 por cento por lei provincial,
e os maiores de 1:0005000 ao de 12 por cenlo por
lei ,reral.
Tesonraria das loteras 27 de feverciro de 1864
O llii'snireiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
O ciriirgiao Leal mudou
a sua residencia da ra do
Queimado para a roa das
Cruzes sobrado n. 36, pri-
meiro andar, por cima do
armazeni Progressista, aon-
de o achanto como sempre
prompto a qualquer hora pa-
ra o exereicio de sua pre-
fissilo,* chamado por escripia
Fugio do engenho Pereirinha, na fregi.C7.ia
de Agua Prela, o escravo de nomo Est vo, criou-
lo, de idade Vi annos, pouco mais ou menos, alto,
grosso do corpo, pouca barba, tein um signal de
um pequeo carolo no queixo, procurando ;. bo-
ebecha, cor um pouco fula, ps um tanto chatos, e
dedos dos mesmos grossos, lem urna cicatriz pe-
quea por detraz de urna das orelhas, junto ao ca-
bello, proveniente de um lobinho que tirou ; ca-
sado com urna negra forra, que tambem desaopa-
rec.eu com o mesmo escravo, cujos signaes saj os
sepuinles : alta, um tanto secca do corpo, cor um
pouco fula, dentes limados, beicos grossos, costu-
m;.. amarrar o cabello, e tem ella um l'.llio com 2
annos de idade : roga-se qualquer autoridade
policial ou capiles de campo a apprehenso do
mesmo escravo, que ser remetlido do mesmo en-
genho Pereirinha ac scu senhor Felippe Benino
Alves Ferreira, ou no Recife aos Srs. cunha, Ir-
mitos & r. .q.ie sera pagos de qualquer despeza.
_SOCIEDAD~
DOS
ARTISTAS ALFAIATES
EM
Pcrnambuco.
De ordem da directora da sociedade Bencficen-
tr dos Artistas Alfaiates nesta provincia, convido a
todos os socios em da da mesma sociedade reu-
nirem-se em assembla geral nos saldes do palace-
te do caes de Apollo, domingo 13 do corrente. s
O horas do dia, aflu de se proceder a eleicac da
nova directora.
Secretaria da sociedade Benelicente dos Artistas
Alfaiates O de marco de 1864.
Manoel Rodrimes do O'
Io secretario.
IhlllMiAIIE
DO
SEMIIOR OTI .11 SIS
nos passos
Em nome da mesa regedora convido a lodo* os
nossos limaos a comparererem na igreja do Ca m,>.
ne dia II do corrente, as 2 horas da tarde, para
acompanliar a procissao do mesma Senhor paria
igreja do Corpo Santo.0 eserivao,
Jos da Cunha.
Precisase alujar um prelo de meia idade :
quem o liver, dirija se a ra do Mondego, sitio
numero 38.___________________________________
- Precisa-se de urna ama : na ra do Impera-
dor n. 57. _^________________
Aluga se a casa terrea n. 36 da ra /la Ma-
triz da Boa-Villa, c o segundo andar e a 1a do
obrado na ra da Penha com Atados jwr.au 3:1a
ireita d. 9 ; a tratar no mesmo.
Aluga-se urna excedente escrava de boa con-
duca, a qual faz todo o servido interno e externo
de casa d familia : quem precisar, dirija-se ra
dos lNres n. .'>4.__________________________________
Precisase de um fetor para um sitio, e que
emenda de jardini e mais plantacoes: dirija-se ao
esenptorio de Soulhall Mellors A C______________
Prceisa-se de urna ama de leite, sem lillio :
na ra do Rangcl 11. 7. 2" andar.
Jos Goncalves Ferreira Costa tem casas ter-
reas para alagar na travessa do I osla, em Santo
Amaro, junto liindicao, ao prego de 05 e 105000
com porto para a maro, e tambem a loja de um
sobrado junto ao Sr. Vianna, com bastantes com-
modos: a fallar na dita travessa, na taberna do iim
da mesma.
Precisa-se de um caixeiro de 14 a 15 annos
de idade, que tenha pratica de taberna : na ra
da Aurora 11. 5i.
"omia!
O padre Jos Esteves Vianna avisa aos pais de
familia residentes nesta cidade, que tem aborto as
suas aulas de primeiras letras, latim c francez, des-
de o dia 1" deste mez, na roa de S. liento, no so-
brada que volta para a ra do Porto Seguro.
- Na loja de Pinto & Flores, na da Cideia n,' asa ^e coilllllissl de CSCraVOS na Mlfl
47, deseia-se saber se existe ne'ft provincia Manoel. w 1
Gomes da Cunha, lllho de los4 Gomes da Cunha s; UO Imperador II. 40, ICrCCI10 andar
de Custodia Mara do llliveira, da freguezia do Cou- Nesta casa recebem-se escravos por commissao
to de Cainbeser (Portugal) tendo vindo para o Ro para serem vendidos por cuita de seus senhores,
do Janeiro, aande resiem cinco irmiios ha 20 an- nao se poupando etforfOt aara que os mesmos se-
nos, pouco mais ou menos. jara vendidos com promplidi alim de seus woho
%%^.
Precisase de nina ama escrava ou forra para o
servico de urna casa de pouca familia : na ra do
Queimado n. 39.
ser presttvel na cidade do Porto, onde pretende "Jli
residir durante a sua ausencia.
O conselheiro Francisco de Paula Baptista c
seu lilbo o bacbarel Graciliano de Paula Baptista,
advogam no sen esenptorio na ra das Trinchei-
rat, primeiro andar do sobrado n. 19. aonde se
acham presentes iodos os das utes, desde s 10
horas da inanba at s 3 horas da tarde.________
O abaixo assignado, arrematante das dividas da
loja de miudezas da ra do Queimado de Joaquim
Jos da Cosa Fajozes Junior e da loja de (alea-
das da ra Dreila de Fajozes Jnior & Azcvedo,
Bi-se 2:0005 a premio sobre hvpotheca em
um predio nesta praca ; na ra das Cruzes n. 7,
se dir quem d.
O bacharel Joao Goncalves da Silva
Montarroyos tem escriplo'rio na ra es-
trellado Rosario n. 17, onde pode ser
procurado das 9 horas da manhaa s 3
da tarde dos das uleis.
No esriptorio de Claudio Dubeux vendo-se
milho novo e farelo, sendo as saccas de inilho a
35500 com 4 arrobas de peso, e o farello a l-5'ioo.
tendo de peso 3 l|2 arrobas. Igualmente se vende
urna calera quast nova, em milito bom estado, e
toda forrada e pintada de novo.
A tteneco.
*
Ao respeitavel publico com cspecialdade ao cor-
po do commercio acha-se dissolvida a sociedade
particular que gyrava Jos Joaqurn de Novaes A
C, lendo sabido da casa Antonio do Reg Soares,
(cando o mesmo Jos Joaquim de Novaes para
cumprir os dbitos i|ue nella se achare recber
aquillo que se dever a referida cata. Recife, 8
de mateo de 1864.
Precisa-se arrendar um sitio perto da praca.
. avisa aos deredores das ditas lojas lano da praca 1 (Jue tenna pasl0 para vaccas. quem ,jV(,r ,)rja.sc
. ... t ,.,.,11 >ll> Cll',,," lenr-L!- .'.ill.' .I.vl.lliiJ 'JA *!*.. '
iiiiieitSil |g}ej|.^r3
u advogado Dr. Manoel do N'ascimento
Machado Purtella, contituia a ter o seu
escriplorio no primeiro andar da casa n.
83 da ra do Imperador.
n
eomo do mallo de virem pagar seus dbitos ao
abaixo assignado no largo do Collegio junto ao so-
brado araareilo, 00 na ra de Hurtas n. 104 ao Sr.
Fajozes Junior al ao dia 18 de marco, do contra-
rio iei de entregar ao seu procurador para co-
brar judicialmente. Recife, 16 de fevereiro de
1864.
Antonio Joaquim Fernandes da Silva.
m
ruada Palma n.41.taberna
Coiupeuillo de direNo civil.
Na roa da Saudade n. 9, vende-se o
compendio COOgregaces dos lentes das (acuidades de
direito desla cidade do Recife c da de S.
Paulo para as respectivas aulas de- direito
civil patrio.
AOS 101000,000
CASA U FOIITIM
Bilhetes garantidos
A' ra do Crespo n. 23 e casas do coslume
Corre amanha.
Quinta feira, 10 do corrent*, se extrahir a se-
gunda liarte da primeira lotera da igreja do rc-
colhimento de Iguarass.
O abaixo assignado, recommendando ao respei-
tavel publico a compra dos seus mu felizes bilhe-
tes garantidos, lembra-lhe a vantagem que ha em
recelier os premios por inleiro, por quanto quem
lirar a sorte de 10:0005 em bilhele garantido nao
reeeber somenle 8:4(X)5, em virtude dos descon-
tos de 16 |quc Ihc faro em vista das leis, mas
sim os 10:0005 que vem a ser os ditos 8:4005 e
mais l:b005 que pagar o abaixo assignado, im-
portancia de ditos desenlos, aconlecendo o mesmo
com as outras sorles. Os premios serao pagos co-
mo de coslume.
Precos.
Bilhetes inteiros..... 125000
Meios bilhetes...... 65000
Para as pessoas que comprarem
de 1005 para cima.
Bilhetes........ 115000
Meios......... 55500
Manoel Martins Fiuza.
Na ra do Crespo n. 15. se aluga urna boa
casa e sitio no Monteiro, com frente para o oito
da igreja.
rnmjm wmwmmm
scriptorio de advocaci
4' ra do Que diado n. 30, pi i
meiio andar.
O advogado Cicero Peregrino coiiiinna
no exereicio de sua proflssao na ra do
na do Queimado n. 30. primeiro ailar.
onde pode ser procurado das 11 s 3 ho-
ras da tarde.
Precisa-se de urna ama de meia idade c de bom
comportamento, para urna pequea familia, deven-
do saber cozinbar. cngominar e lavar, tudo bem :
quem estiver nestas circunstancias, appareca na
botica do Sr. Pinto, na ra dos Quarteis, que se
he dir quem precisa.
Saques.
Maques sobre Portugal.
O abaixo assignado, agenle do banco
mercantil Portuense nesta cidade, saca ef-
fertivamente por todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
qualquer somma, vista e a prazo, po-
dendo logo os saques a prazo serem des-
contados no mesmo banco, na razao de 4
por cento ao auno aos portadores que as-
sim Ihe convier : as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
AInga-se o lerreiro andar da casa n. 88 da
Cunha Irmos & C. sacam sobre as pracas do
Porto c Londres : na ra da Madre de Deo n. 3.
Orde n. ereeira do
Carmo.
a mesa regedora da venor.vel ordem terceira de
N. S. do Carmo convida a todos os seus rharissi-
mos irmos para comparecen m no dia 11 do cor-
rente, pelas 2 horas da tarde, para acompanharem
a procissao do Senhor Bom Jess dos Passos, para
que foram convidados.
Secretaria da veneravel ordem terceira de N. S.
do Carmo do Recife 7 de marco de 1864.
O secretario,
________________Francisco Jos dos Sanios Junior.
AB1XJETE
POHTIGIJEZ UE LtlIlIU tU PER-
RA! BUCO.
A directora roga a todos os senhores assocados,
que se acham atrasados no pagamento de suas
Ordem terceira do Carmo.
A mesa regedora desla veneravel ordem convida
a seusirmaos profusos, para no dia 13 do corren-
te, (domingo), eomparecerem no consistorio da nos-
sa igreja, as 8 horas da manhaa, afiui de compo-
rein a mesa geral para a approvarao dos novos
estatutos j organisado-.
Seerelaria da veneravel ordem ereeira do Car-
mo do Recife 9 do marco de 1864.
Francisco Jos dos Santos Jnior,
Secretario.
&w
a
O abaixo assignado faz sciente a todos os deve-
dores da firma fallida de Camargo 4 Silva, que
tendo altendido as circumstancias de alguns deve-
dores, Ihe tem dado alguma espera, porm tendo
isio servido de abuso, declara que s espera at o
Iim do corrente mez, e depois lera de fazer entre-
ga de todas as cuntas, sem excepeo de pessoa al-
guma, ao procurador para as receber judicialmen-
te, e depois tero de pagar todas as despezas que
se fizer..Manoel Fernandes da Silva.
Engenho S. Oaetano.
Arrenda-se ou vende-se o engenho S. Caetano,
sito na comarca do Cabo, distante meia legoa da
estaco da estrada de ferro, com boa casa de vi-
venda, casa de engenho, casa de purgar, senzalla,
etc.; de agua, com bstanle trras para safrejar
al 2,000 pie*, lem bons cercados c boas maltas
prximas ao engenho : a tratar no Recife com
Luiz de Moraos Gomes Ferreira, ou no Cabo com
Jos de Moraes Gomes Ferreira no engenho Bar-
ba I ho.
Aluga-se o segundo andar do sbralo sito na
ra Direila n. 64, com bastantes commodos : a tra-
tar no primeiro andar do mesmo.
Jos Thomaz da Costa Jnior, subdito portu-
guez, retira-se para Portugal.
Precisa-se de um caixeiro com pratica de pa-
daria, que d fiador a sua conducta : a tratar no
pateo do Terco n. 38.
SJos d'Ajunia.
O secretario da confraria convida aos irmaos da
mesna ;i eomparecerem sexta-feira, II do corren-
te, no respectivo consistorio pelas 2 1|2 horas da
larde, afim de cncorporados, acompauhar a procis-
sao do Senhor dos Passos.O secretario,
Manoel Framisco dos Santos e Silva
ra da Imperatriz, e o sobrado n. 193 da ra Impe- mcnsalidadcs, o prompto pagamento das mesmas,
rial : na ra da Aurora n. 36.___________________ como Ihes prescrevem os ails. 12 2o c 26 ^ uni-
^1^ rw\l/% rw\l/\ co dos estatutos ; eoulro sim espera, que aquelles,
vJclO, '610, "lv. que em seu poder conservam obras, para cuja lei-
Com a chegada da nova machina nao se expe- .turaija expirou opraso, seairessem em traze-las
rmenla mais falta de gelo fabricado com agua do ao Gabinete, sob pena de torrar effeciivas as dis-
Prata, lodos os das a qualquer hora, para por- posicoes do art. 20 e seus 1. 3 e 4, cojo theor
c5es grandes ou encommendas para fra da pro-. c o seguinte: n ..,..
viuda dever haver aviso com antecedencia : ra I Arl. 20.Os socios cITcciivos ficam inhibidos
da Aurora junto a fundicao onde tem a bandeira d
Joo Flix da Rosa, subdito portuguez, reti-
ra-se para a Europa a tratar de sua saude.
Precisa-se de um criado : na ra do Corre-
dor do Bispo n. 24, de 12 16 annos.
I
m
1
Advocacia.
Os advogados Manoel Jos Pereira de
Mello e Antonio Raogel de Torres Ban-
deira tem o seu escriptorio na ra es- y
treita do Rosario n. 10. primeiro andar. 9
e ahi podem ser procurados das 10 horas 2SS
da manhaa at s 3 da larde. 3g
mwM)* : m irnmm
Aluga-se, comprase, trocase por casas ter-
reas, adiania se alguma quanlia pelo arrendamen-
lo, um sobrado de um andar, coin bstanles com-
modos ou mesmo de dous andares, embora menor,
sendo as ras principaes da Boa-Vista ou de San-
to Antonio: quem liver dirija-se ra do Cabug
loja de cera n. 5.
Massa fallida de Amorira,
Fragoso, Santos & G
Os senhores credores da massa fallida de Amo-
nio, Fragoso, Santos & C. que levaram seus ttulos
ao isriptorio da adminislracao para serem verifica-
dos, podem ir busca-los por se acharem conferidos.
Convida-se novamente, pela terceira e ultima vez,
aquelles senhores que ainda os nao apresentaram
de o fazer no praso de oito das, do contrario dei-
xaro de ser contemplados, como credores, no ra-
teio a que houver de se proceder.
COLLEGIO
1>E
\o>s t Scnliora da iedade em Lisboa.
MA 0 SKXO FEMI.NINO.
itii Helia da Rainha (vulgora
da Prata n. lo. :* andar.
Proprielaria e directora
. Maria Cecilia Tkomat.
Habilitada com titulo de capacidude passado pelo
conselho superior ieutruefSo publica.
.^fe'feRJKJfe Sr.-.
Curso de preparatorios
Francez,
Inglez,
Geometra,
Gwigraphia,
Hheiorica
ra do Queimado n. 30, primeiro andar,
das 10 s 2 da tarde.
'1
1* Quando deixarem de satisfazer as men-
saiidades deque trata o 2' do art. 12, por mais
de tres mezes, sendo-lhes pedidas : serao, po-
rm, restabelecidos nos seas direitos, logo que
paguem o que deverem.
| '' Quando deixarem de restituir no praso
marcado para a leitura as obras que Ihes forem
entregues : a inhibicao ser por lempo igual ao
excesso que tiver havido do praso marcado, nao
podendo ir alm de 30 das.
4oQuando deixarem de entregar as obras
3ue tiverem levado para lr, depois de terem
ecorrido 30 das alm do praso concedido, sen-
do neste caso a obra considerada extraviada: o
extravio de um volme de qualquer obra obli-
ga ao pagamento por inte'o com mais 50 0|0
sobre o seu custo, sendo de fcil oblenco, 100
0[0 sendo de difflcil, c 200 OO se for edicto es-
gotada.
As disposicoes dos | 3* e do art. 20 cima
Alfonso de Mhuqucrque Helio
ha 19 annos advogado.j ante os auditorios e tribu-
naos desta cidade, j na corte e em outros lugares
do imperio, emeonsequencia de terem-se augmen-
tado aqui seus afazeres, tem transferido sua resi-
dencia da villa do Cabo para esta cidade ra es-
trella do Rosario n. 34, onde tem eslabelecido sea
escriptorio, e onde foi o do Dr. Godoy, de cujos
trabadlos cou encarregado o annunciante. Ahi
olTerece os misteres de sua proflssao s pessoas de
quem mereca confianca, tanto deste termo como
dos demals desta e de outras provincias para os
negocios e trabalhos a serem desempenhados aqu,
garantindo o zello, lealdade e actividade que Ihe
sao reconhecidos pelas pessoas que o conhecem.
Incumbe-se tambem de trabalhos para os termos
prximos, onde tem solicitadores de inteira con-
flanca. D consultas verbaes e por escripto, e
prestase a ouvr seus consttuintes a todas as ho
ras, as sextas-feiras das 9 as 4 na villa do Caboe
ante dous buhares de mogno competentemente transcrptos sao igualmente applicaveis aos socios
eparados ; refrescos, sorveles, ele. ; subscriptores, como determi a o arl. MdotMl*
HOTEL TftOVAOOR
Francisco Garrido avisa ao respeilavel poblico.
que na sua casa denominada Traviata, na ra lar-
ga do Rosario n. 37, ter disposicao de hoje em
\ diante dous
prop__
talos.
Secretaria do Gabinete Portuguez de Leitura
em Pernambuco aos 7 de marco de 1864.
Angelo Romeiro Pnheiro tendo comprado o. Joaquim Gerardo de Bastos.
muito conhecido c acreditado hotelTrovador__________ 1.a secretario.__________
silo na ra larga do Rosario n. 44, participa ao \ ___
: respeitavel publico que se acba prvido de tudo
: quanto necessario para satisfazer a exigencia de
qualquer freguez. Outro sim communico, que lla-
vera nelle mesa redonda para os assignantese
avnlsos, e que fornece cernida para fra, nao s
para qualquer estabelecmento como para casas
particulares, por preco mdico e a conlento. Esle
estabelecimento acha-se preparado para receber
, qualquer hospede que nelle queira assistir, para o
i que olTerece os melhores commodos.
COMPRAS.
Compram-se garrafas vasias : na ra Direi-
ta n. 72._________________________________________
Compra-se ellectivamenie ouro e prata em
obras velhas: na praca da Independencia n. 22
loa de bilhetes.
I>-se dinheiro a juros : ua
ra do Rangel n. .
CLASSK8.
MATEI1IAS DE EN SINO.
2.'
3."
Doutrina chrisla, ler es-
crever, contar, coser e
marcar de todas as quali-
dades..................
Grammatica portugueza, an-
thmelica (pratica, lanera-
ras, crochet, bordar de
branco e chorographa...
Analyse grammatical, orto-
graphia pratica, historia
portugueza, geographia,
bordar de matiz, de iris-
sanga e de ouro, fazer llo-
res, e lingua franceza.....
AI.IMNAS IX-
TEIl.NAS.
Por mez.
105000
1251X10
ffiUBiSS-SSaiBSlK
DENTISTA DE PARS
19Ra Nova -i9
Frederico Gautier, cirurgio dentista,
faz todas as operacoes de sua arte, e col-
loca dentes artiliciaes, tudo com superio-
ridade e [lerfeico, que as pessoas enten-
Sdidas Ihe reconhecem.
Tem agua e pos dentificio.
Casa eiu Ollnda.
Aluga-se por 45 mensaes n casa terrea n. 16 na
ladeira da Misericordia, em idhtda, de quina, com
a frente para o aascente, pei que bastante fres-
ca : para ver, acharao a cha re na taberna n. 1 da
ra de Matbias Ferreira, na n esma cidade : e para
: tratar, com Jos Maria Seve, no Recife. ilha dos
' Ratos, casan. 16 na ra do teve, visinho a ponle
de ferro que vai da dita ilha pira o theatro do San-
ta Isabel. ____________________
Farinha e farelo
No armazem da Aurora Itrilbante, largo da San-
ta Cruz n. 84, ebegou grande quanlidade de fari-
nha em saceos, e vende-se mais barato.__________
Manoel de Azevedo Almeda vai Macei.
Aluga-se um sitio perto de banho salgado,
no lugar da Boavagem, com casa de vivenda, len-
do 4 quartos, cozinha fra, ute. : quem precisar,
dirjase ra nova de Santa Rila n. 13, primeiro
andar.
u auaixo assignaao, nao poaenoo wr mais----------------------------------------------------------
esperanca de melhorar a sua sorle, e nem querer. I Precisa-se de urna pessoa activa para traba-
mais sunportar o mo conceito de que tem sido lho, sendo este, serrar taboas. fazer caixolcs, pre-
viclima, faz ver aos senhores seus credores com a gar, despregar, etc. : na ra das Cruzes n. 38.
sua conscienca purissima, que est disposto a en-j Os abaixo assignados, eonsenhores da pro-
tregar tudo, o pouco que tem, aos mesmos senho- predade denominada Varge Linda, sita na lage do
res credores. Outro sim, espera da beneficencia Canhoto, provincia das Alagoas, fazem ver aos mo-
dos senhores seus credores, que Ihe farao Justina, radores daquella propriedade ) a quem mais inte
conhecendo o seu estado. ressar possa, que a procuracao com que aprsenla
Para melhor conhecimento, os mesmos senhores 0 Sr. Joao Cavalcant de Alnuquerque, senhor do
credores podem dirigir-se ao escriptorio do Sr. Dr engenho Camboim, verdadeira, e que o mesmo
Joaquim Jos da Fonseca, que est encarregado senhor tem poderes para aforar e cobrar foros na
por elle e por sua sogra a Sra. D. Thereza de Jess razj0 da terca parte da mesma propriedade de que
Cocino de Sonza Leao, para expr o seu estado e nus somos herdeiros. Recife 8 de margo de 1864.
fazer qualquer arranjo que se poder convencionar. | Jos Antonio Fernandes Fradique.
S restando a consolacao ao abaixo assignado, de joa0 Francisco do Carvalho.
preterir este seu estado actual ao enriquecer-se joao Joaquim Rsbello Pessoa.
j&S-tt#x&\_^
nho Garana.
Dansa, msica, desenho e lingua ingleza depen-
de de ajuste particular.
N. B. As pagas sao adiantadas e os mezes por
inteiro.
Sem remorso de cousa alguma,
sincerdaile (az esle annuncio.
Recife 16 de fevereiro de 1864.
Manoel do Reg Barros.
Companula fldelldade de
seguros martimos e ter-
restres cstabeleclda no
icio de Janeiro.
AGENTES EM PEI'NAMlllXO
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C,
competentemente autorisados pela direc-
tora da companhia de seguros Fidelida-
de, tomam seguros de navios, mercado-
ras e predios no seu escriptorio ra da
Cruz n .1.
Aluga-se um sitio muilo perto desta praca, o
qual est todo murado, e tem grande casa de viven-
da edificada ha muito pouco tempo : quem pre-
tender, dirija-se ra do Crespo n. 8 B.
191138
i
O abaixo assignado roga a todas as pessoas que
tiverem quaesquer objeclos empenhados a elle, que
os venham resgatar no praso de tres das, a contar
de hoje. sob pena de seren vendidos (passados os
10 das) para pagamento das quantias por que es-
tiverem Mijeitos, e seus donos perderem o direito
have-los. Goianna 4 de marf) de 1864..
Sebastiio Antonio dos Santos.
A viso
Precisa-se de um bom copeiro : na ra do Tra-
piche n. 12, hotel.
Precisa-se de urna ama para lomar couta do
servieo de urna casa : a tratar na ra Nova n. 61.
GUIA
LUSO BRASIL
DO
VIAJANTE NA EUROPA.
Obra muito necessaria, tanto s pessoas que via-
c com toda Arrendam-se dous sitios de coqueros perten-
1 centes ao patrimonio de N. 3. da Boavagem : os
I pretendentes dinjam-e no di;. 13 do corrente ao
mesmo lugar para vrem e co itratarem com a me-
sa regedora.
Nova convocactlo.
Nao tendo comparecido numero suffi-
ciente de interessados, a commissao encar-
regada da cobranca das letras emittidas na
circulacio pela extincta thesouraria provin-
cial, convida de novo aquelles senhores para
o Iim j indicado, e declara que o seu nao
jam pela Europa, como aquellas que dcsejain ler mmnarprmpnina/.j, n a ,., osireita do
conhecimento do que ha de mais notavcl e impor- lompareomenioa casa n. o, ua esiieiiauo
tante no velho mundo : veude-se na hvraria eco- Rosario, no da 11 do co-rente, importara
nomica ao p do arco de Santo Antonio. '. annueiicia a qualquer deliberacao que OS in-
Aluga-se urna casa terrea na ra do Deslino teressados enlao presentes liajam de tomar,
n. 4, com acrommodacoos para pequea familia, Recife, 8 de marco de iNti.Antonio de
por preco commodo.________________________jMoraes Gomes Ferreira.Adriano Xavier
- Francisco Moreira da Cosa, para prevenir no Pereira de Brito.--Manoel Joaquim Ramos
luro, faz publico, que tendo ordem do Sr. Joa- q-.
futuro.
quin Sympbronio Aflbnso de Mello para receber
urna sua letra j vencida da quantia de 50-5, pw
mo do Sr. Joaquim Rodrigues Tavares de Mello.
este senhor quiz saber quanto era a importancia, a
qual Ihe foi aprescnlada por um mea caixeiro, dis-
te ao mesmo que passasse o recibo na dita letra,
o que foi feito, o depois o mesmo Tavares de Mello
negou-se ao pagamento depois de estar dita letra
com recibo, dizendo que s pagava o principal, ao
que o antumciante se nao quiz prestar ; licando
porlanto, dito recibo, sem effeito
e Silva.
Jos Matheus Ferreira. -na senbora e urna
lilba menor, rctiram-se para Europa.
Ama
Precisase de urna ama par, casa de pouca fa-
milia : na ra do Imperador (anliga do Collegio )
n. 83, taberna.
Tendo desapparecido do segundo andar do so-
brado n. 44 na ra do Trapiche ao Recife, um
correntio de ouro de relogio pesando 8 oitavas
com urna chave e um cachorrinho de ouro encas-
illado em una Carolina como para sinte, suppe-se
ter sido furtado : porlanto roga-se a lodos os Srs.
ourives e pessoas particulares se Ihe forem offere-
eidos os ditos objeclos de os nao comprarem e sim
rete-los, dando parte ao dono na mesma casa.
Aviso saudai-el
Faz-se certo a quem quer que fr, que todos os
movis existentes na casa n. 44 na ra do Quiabo
freguezia dos Alagados, em cuja casa habita sem
pagar aluguel e por amisade o Sr. Candido AI ves
Lima, cujos movis se comprehende. desde almofa-
riz at a cama de casal, pertencem ao abaixo as-
signado, que nao deixar prejudicar-se e mantera
seu direito, contra qualquer apprehensao em dilos
movis. Recife. 7 de marco de 1864.
_______________________Joo Baptisla de S._____
AMA M LfcITE
Quem precisar de urna ptima ama de leile, che-
gada honlem do malo, dirija-se ao boceo de Joao
Francisco, na Boa-Vista n. II, que pagando ao
cenduetor, ser servido.
Honlem, 6 do crreme, tendo ido ao merca-
do publico fazer algumas compras, o mulatinho
forro de nome Graciano dos Passos, de idade de
12 14 annos, levando para o referido fim a quan-
tia de 45, succede que al hoje ainda nao appare-
ceu, e como o abaixo assignado suppe ter sido o
dito mulatinho sedazido por alguem, protesta des-
de j usar de todo o direito que a le Ihe d, como
tutor do referido mulatinho, epede s autoridades
polieiaes para que o appreheudam e o levem ao
abaixo assignado, na ruado Itrum. caldeiraria nu-
mero 40.
Jos dos Santos Vi Haca.
Chapeo do Chile.
Na ra do Queimado n. 37 alguem deixou por
esquecimenlo um chapeo do Chile : quem for seu
dono, dando os signaes, e pagando este annuncio,
pode recebe-lo.
_ Precisa-se de una ama para comprar e co"
zinbar : na ra da Imperatriz n. 82, primeiro
andar.
Aluga-se um bom sitio e casa na Capunga,
pertencente viuva Torres : quem o quizer, diri-
ja-se ra Direila, loja de cera defronte do Terco.
Precsa-se alugar por mez dous escravos que
sirvam para serviyo de campo : na praca da Inde-
pendencia n. 10.
Altencao.
Rogase ao Sr. Silvio Pellico Pereira Ferraz de
vir ra da Matriz, nadara n. 26, a negocio que
o mesmo senhor nao ignora, do contrario se far
publico o negocio por esta folha.
Aluga-se um sobrado de dous andares e so-
lo na ra do Rangel : a tratar na ra do Quei-
mado n. 71.
Aluga se a loja da ra de lionas n. 70, por
15-5 mensaes: a fallar na ra da Penha n. 5.
A massador.
Prerisa-se le 001 amassador de padaria e que
calenda perfeilamente de sua arle : na padaria de
A. F. S. lieiris. ra dos l'ires n. 42.______________
l'ui moco solteir.i. empregado no commercio,
precisa alugar para sua morada urna pequea casa
no bairro de Sanio Antonio, preferindo-se sobrado
e que seu aluguel nao exceda de 105 12 por
mez : quem liver annuncie nara ser procurado.
Ausentou-se de casa de seu saibor 0 escravo
cabra de nome Anselmo, de idade de 12 annos,
com os signaes seguintes : estatura baiza, ebeio
do corpo, cara larga e beicos grossos. Icvou vestido
calca de algodao azul e camisa de riscadinho, anda
sem chapeo : quem o pegar, leve a ra da Cadeia
do Recife n. 64, segundo andar.
Quem precisar de ama ama escrava para oj
servieo interno e externo de urna casa, excepto en-1
gommar e lavar, dirija-se ra das Larangeiras
n. 18, primeiro andar. _______________|
Aluga-se urna negrinba de 14 annos para o:
servieo interno de casa : na ra dos Mariyrios
numero 2.
O senhor ou senhora que lem contratado a
casa da ra Direita n. 102 com o Sr. Francisco
Pinto de Lemos, far o favor dedirigir-se ra
Nova n. 49, antes de fazer o negocio, a fallar com
Jos Maria Goncalves Vieira Guimaraes.__________
SOCIEDADE
Umlo Beneficente dos Ar-
tistas Selleiros em
Pernambuco.
Por ordem do conselho convido a todos os se-
nhores socios effoctivos para eomparecerem do-
mingo. 13 do corrente. as 11 horas da manhaa.
afim de se cumprir o que dispoe a segunda par,e
do art. 32 dos estatutos.
Secretaria da sociedade Uniao Reneficente dos
Artistas Selleiros em Pernambuco !) de marco de I
1864.
Taurino Cantidio de Moraes.
I" secretario.
Irmandade do Divino Espi-
rito Santo, erecta no con-
vento de Santo Antonio.
Por ordem da mesa regedora convido todos os
nossos irmaos, para acompanliar a procissao do
Senhor Bom Jess dos Passos.
Consistorio da mesma. Recife 9 de marco de
1864.
Eservao.
Manoel Cardoso de Souza.
Os abaixo assignados derlarain ao respeila-
vel corpo do commercio e em particular a aquellas
pessoas com quem tinham relacoes commerciaes,
que apartaran! amigavelmenle a sociedade que ti-
nham sob a firma de Brilo & C, no esiabelec-
msnto de doces e frutas, cito na ra do Trapiche
n. 26 A., licando o estabelecimento perlencendo ao
Sr. Delphino Miguel da Costa, responsavel pelo
debito da sociedade, e o socio Jos di Souza Perei-
ra de Itrito de lodo desonerado.
Recife!'de marco de 1864.
Jos de Souza Pereira de Brito.
Delphino Miguel da Costa.
O Sr. Dr. Jos Paulino da Cmara, tem aos
autos na ra larga do Rosario n. 24 loja de ouro,4
viudos Precisase de urna ama para lodo o servieo |\|vwiti ('lulipa f* 111:1 lltpllpfpsi
de urna casa de pouca familia, preferindo-se-era- U*PS Wlcllfc ,, lUdlliemit.
va : no pateo da matriz de Sanio Antonio n. 8. Vende-se pelos prec is mais razoaveis possivel
os objeclos cima mencionados, bem como um sor-
tmenlo completo de morianqne, grosdenapies,
sedas lavradas ludo lazenda pela propria da est-
cao, rindas pelo ultimo vapor da Europa : na ra
do Queimado n. 40.
Compra-se urna escrava sadia e que seja perita
cozinheira : na ra do Queimado n. 39. loia.
t ompra-se effecUva-
menle
ouro e prata em obras velhas, pagando-se bem
na ra larga do Rosi.rio n. J'i. loja de omives.
Garrafes.
Compram-se garrafoes ee todos os tamanhos a
320 rs. : no armasen) da Aurora Brilhante, largo
da Sania Cruz n. 84.
Paga-sc loin.
No largo da Santa Cruz n. 12, compram-se dous
caixoes grandes envidracados, asaim como se pre-
cisa de um caixeiro bem*pratica em taberna.
Compra-se um par de mallas de viagem em
bom estado; quem tiver annunci.________________
Comprase urna balanca romana j usada,
porm que esteja em bom eslado : quem tiver an-
nuncie. ou dirija-se taberna n. 11 da ra da
Conceicao da Boa-Vista, que achara com quem
tratar.
VENDAS.
Ycadem-se caixes vasios .
1<00: nesta (yoograplila.
Para theatro, salao, etc.
Instrumentos de pliisica (mgicas) feitos
em Paris pelo primeiro fabricante: e bem
assim apparelhos de phan'asmagorias, com
vistas em movimento, o que lia melhor:
vende-se barato: na ra da Cadeia do Re-
cife n. 60, armazem da Exposico de Lon-
dres.
PARA A QUARESMA.
Ricas capas compridas e santtenbarque de gros-
denapoles guarnecidas de vidrilho c passemanle-
rias, lindos corles de vestidos de moirantique, en-
feiles para cabeca de senhoras; e bem assim um
grande e completo sortimento de perfumaras fi-
nas dos prmeiros fabricantes de Pars c Londres:
vende-se muito barato, na ra da Cadeia do Recife
n. 60, no grande armazem da Exposico de Lon-
dres.
Divertimento.
Helias vistas para stereoscopio, sobre papel, e
vidro das principaes cidades, Paris, Italia, Lon-
dres, c do Interior do palacio da Exposico de
Londres de 1862, e oulras : vende-se muito bara-
to, na ra da Cadeia do Recife n. 60, no grande
armazem da Exposico de Londres.
Cap
opas pretas.
A' loja do Porto, na esquina da ra da Madre do
Deas, acaba de chegar um completo sortimento do
ricas capas pretas, c soulambarques enlodados
com o melhor gosto, e por prego commodo ; tam-
bem tem um completo sortimento de roupas feitas
e calcados, bem como borzeguns de cores para os
meninos poderem ir s procissoes.
ATTENC40.
Rulino Luiz do Reg Braga avisa ao respeita-
algum, e para vel corpo do commercio, que hootemdeixoa de ser
evilar dvidas no futuro faz a presente declaraco.' caixeiro do Sr. Sebastio Jos da Silva, e aprovei-
- O jiiiz e o ihe.-oureiro da irmandade. acade- la a 'l'"'^0 I agradecer ao mes no senhor as
mica de N.S. do l mu Conselho, erecta na igreja do maneras attenc.osas com que se d.gnou trata-lo
S. Francisco desta cidade, convidam a tediu os ir- dura'!tc ',ualro anuos 'lua,r) mut ''l": fm itu
mos da mesma irmandade para eomparecerem no ca""eird"________________________________________
dia 11 do corrente, pelas 3 horas da tarde, aquella I Joo Flix da Rosa julga nada dever, portn
igreja, e dalli irem acompanliar a procissao do Se- se alguem se Jalear seu eredor. aprsenle sua coa:
nhor Bom Jess dos Passos, que dever sabir da la no praso de oito dias, na ru. da Florentina nu-
igreja de N. S. do Carmo. i mero 32.
Perdeu-se o meio bilhete garantido n. 2733 da
2" parle da 1* lotera do recolhimenlo de Igua-
rass, que corre hoje (10) : a pessoa que achou,
querendo oesiiiui-lo poder faze-lona ra do Apol-
n. 7, 2o andar. ^___._____
Desappareceu no dia 29 de f:vcreiro prxi-
mo passado o escravo Raymuudo, pudo, cheio do
corpo, um pouco amarellado, parecendo solTrer de
caneado, com os ps grandes, preguicoso, pesado,
costumava a Irabalhar de servente de obra de pe-
diviro, lillio do sertao do Ico, d'onde veio ha 6
para 7 annos : quem o pegar, leve-o a ra da
Cruz do Recife n. 18, ou ra da Aurora n. 30,
que ser gratificado.
Inliame.
Vende-se inhames muilo novo- a 20 rs. a libra,
para acabar : na ra do Imperador taberna n.
83.
rMSIII M
Queijos do ultimo vapor, muilo frescos, a i#300,
s no paleo do Paraso n. 16 oito para a ra da
Florentina.
;i
t
'
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/

r
:


Diario de rernambuco quinta felra lo de Mario de 1834.
A,
k
^
GRAWDE l!tftYOIil'ViO
ARMZEM
DO
\
0 homem do mov ment nao estaciona,
4VANTE E SE.VPRE
GUERRA AOS INIMIGOS
Nao se admitte a nnio commt-rcial:
Mo se quer a diana da allianca.
Nao se teme a furia dos corsario*.
Este auno ha de ser blsseito.
Os canhes estilo preparados.
FOGO! BOM FOGOI! MELHOR FOGO!!!
Abaixo a lisia d'agua uo vinagre
Viva a Il;i do genuino dieres cora o hambre!
Viva o consen ador' das conservas inglezas!!
Vivam os liberaes reguezes do BAUZA !!!
Vivam todos que lercm este an nuncio.
SENHOHES E SENHRAS.
45 Eua Direita 45
Oicam! oicam!!!
CALCADO
Rom e novo, a prlmelra neceaatfade para a sau-
de e afornioseamento do individuo I
Meu Dos !... que pea de pavao se lubrigam por
essas ras! que lisura horrenda e nauseante a
de um paletot bem lalhado tobraneeiro a um
guales roido em duas solas! um balao bem tor-
neado c bambaleante dcscubrindo urna pona de
botina safara c carcomida 11
Santa Barbara!! Corran ra Direita, bellas e
rapazes! sacudam na praia esses malditos quedes,
e comprem :
Ifurzepuins de Nantes 8A0OO.
Ditos francotes de bezerro 7.
Ditos francezes para homem <&.
Ditos para senhora, de lustre, enfeitados, 53O0.
Ditos para senhora, paspia alta, 4800.
Botinas de menina i500.
Ditas de cores para menina 25000.
Sapaloes de Nantes do duas solas '>$.
Ditos de sola e vira 45500.
Sapatos de borracha para seuboras 1500
Ditos para meninosiSOOO.
Sapatos de lustre para senhora 15.
Ditos de tapete para homem e senhora 800 rs.
Ditos da liga constitucional 500 rs.
E um sortimento comple.o em sola, vaquetas,
couros, b( zerro francez como nenhum, couro de
lustre muito grande, e tudoquanto perlence arte
de S. Chrispim.
O proprietario do grande Armazem do Baliza estabelecido roa do Livraniento ns.
38 e 38 A, defronte da grade da igreja, acaba de reduzir os precos de quasi lodos os
g'jueros do seu magnico deposilo.
A tarifa abaixo publicada attesta bem esta verdade.
A guerra aos inimigos, est portanto, assim declarada.
As pessoas, ainda as mais exigentes, que se dignarem vr este estabelccimento,
ficarao por certa muito satisfeitas, nao s quanlo s qualidades dos gneros, como com o
tratamento todo attencioso que se Ihes dar.
Alm do cumprimento dos deveres da boa educaco, haver d'ora em diante ainda
maior capricho em salisfazer todos que honraran esta casa.
Os gneros- pelas qualidades e preces annunciados, sero offerecidos ao exame
eos Srs. compradores. Noreceieo publico que se pratique o contrario, como em outras
casas, que at annunciam o que nao tem-----O Baliza tilo illude....
Ameixas francezas em caixinhas eem frascos Licores inglezes e francezesem vazos de di
de diversos tamaitos a l,2oo, l,6oo, i versos tamaitos a l.ooo, l,5oo e 4,8oo
2,000,2,5oo e2,8oo rs. e a libra a 8oo rs.! rs. a duzia.
Amendoas novas a 32o rs. a libra. Manteiga ingleza flor a 8oo rs. a libra e de 8
RA DA AJ1EIA 1M> IIEC IFK 53.
NOVO E
DE LEICAZBM DE MOLEADOS
SALSAPAERILHA
RUA A AIiEIA UO MEC1FE JV. 53.
nnmin,H ar"C1SC0crnan(,.f arle acabr* de ablir na rua da Cadeia do Iieeifen. 53, nm grande e sortido armazem de molliados de-
nominado l nao Mercantil Neste grande armazem encontrar sempre o respeilavel ublico um completo sortimenlo dos mtlhcres
gneros que vem ao mercado, tanto estrangeiros, como nacionaes, os quaes sero vendidos em portees cu a retalho
Manteiga ingleza especialcente escolhida Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa
de primeira qualidade a 800 rs. a libia, 1,5200 a caada.
M.n^T''Se faz atamenl0\ Azj{f doce reli[ia,l em ^"afas brancas a Latas com peixe em posta : savel, corvina
Manteiga franceza a mais superior do mer- 800 rs.
cado a 500 rs. a libra, e 20 rs. em barril Azeile doce de Lisboa a 640 rs. a garrafa e
ou meio. 4,5800 a caada.
i Prezanius inglezes para fiambre, de superior Geneera de Hollanda a 500 rs. o frasco e
qualidade, chegados neste ultimo vapor, a 55800 a frasqueira.
Caixinhas com ameixas francezas, ornadas
com ricas eslampas na caixa exterior,
muito proprias para mimo, a 1520", 1)9500
e 20.
Frasco de. vidro com lampa do mesmo, con-
neste ultimo
Azeite doce refinado a 8oo rs. a garrafa,
dem de Lisboa a 6io rs. a garrafa e 4,8oo
rs. a caada.
Alpiste a 16o rs. a libra, e-4,8oo rs. a arroba, i
Arroz do Maranho, da India, e Java a 8c e
loo rs. a libra.
Aletria branca e amarella a 4oo rs. a libra-
Araruta verdadeira a 32o rs. a libra.
libras para cima ser aberto um barril na
presenca do comprador,
dem de 2.a e 3.a qnalidade a 7oo, 6oo e 4oo
rs. a iibra.
dem franceza a 560 rs. a libra, eem barril
por menos,
dem em latas a 25000 e a 1,5500 a lala.
Massa de tomate em barril a 480 rs. a libra,
dem em lata a 640 rs. a lata.
Btelas novas err, g.gos de 3b a 4o libras por Mosarda 400 m j
1,000 rs. e a 4o rs. a libra. Marmelada imperial dos melhores fabrican-
BiscoUos inglezes Lunch a 18oo rs. a lata de ^ de Lisboa a m rs a ^
i4 j a j- i Marrasquino de zara a 8oo rs. o frasco e a
Idem.de diversas marcas em latas menores 8 a duzia
,, a ; ,. fs- .... Massas para sopa, taJharim e macarrao a
dem de Lisboa de qnalidade especial em la-'
tas grandese pequeas a 3,ooo e l,5oo rs.
Bolachinhas americanas, a 3,ooo rs. a barrica
e 2oo rs. a libra.
Banha de poreo a 44o rs. a libra, e em barril
a 4oo rs.
Baldes americanos muito proprios para com-
pras a l,ooo rs.
Cha huxym, hysson e perola a 3,ooo, 2,8oo,
2,5oo, 2,ooo e l,6oo rs.
dem preto a 2,ooo, 1,6oo e 1 ,ooo rs. alibra.
Chanpagne a melhor do mercado a 12,oooo
gigo e a l,2oo rs. a garrafa.
Chocolate francez primeira qualidade a I,loo
rs. a libra.
Iiemhespanhol a l,2oo rs. a libra.
dem suisso a l.ooo rs. a libra.
Cerveja branca marca Allsopps a 4,5oo rs. a
duzia, e a 4oo rs. agarrafa.
Cognac inglez a 64o rs. a garrafa a 8oo e a
480 rs. a libra,
dem finas, eslrelinha e pevide, caixinha
com 8 libras a 15600.
Nozes a 16o rs. a libra.
Peixe preparado de escabeche, da melhor
qualidade que tem vindo ao mercado, a
l-S.i lala.
Presunto de lamego muito superior a 480
rs. a libra,
dem para fiambre (inglez) a 640 res a
libra,
dem americano a 400 rs. a libra.
Papel almaco a 35000 a resma,
dem de peso a 25 a resma.
Palitos para (lentes a 160 rs. o maco.
Dito dito de flor a 200 rs.
Ditos do gaz a 25200 a groza
Passas novas a 480 rs. a libra e a 15800 a
caixa.
Queijos flamengos do ultimo vapor a 25500.
Dito londrino a 900 rs. a libra.
DE BRISTOL.
As curas milagrosas de
ESCROFU.ttSi
< Hi. VS A\TIGAS,
ENFERMIMDES SYPHIL1TICAS,
Erysipelas. Rheumatismo,
Nevralgias, EsGrbuto,
ele., ec, etc.,
que tem graugoado e dado o alto re
nomo
Salsaparrilha de Bristol
por tocias partea do universo, sao tao
smente devidas
nica Legitima e Original
SALSAPARRILHA DE BRISTOL,
PRSPAHADA K.UUSIVAMKN-IK l'OR
LA9HH1N i KE1IP DE NOVA YORK,
Mediante a recett do Di: C. O. BristoL
A venda as boticas de Caors A Barboza,
rua da Cruz, e Joo da C. Bravo & C, rua
da Madre deJDeos.
l.ooo rs.
Concervas inglezas em frascos grandes a 75o! Dito prato a 610 rs. a libra.
rs. o frasco. Sardinhas de Nantes a 320 rs. a lata.
Id(!m francezas de muitas qualidades a 5oo( Dita de Lisboa a 640 rs. em lata grande.
rs. o frasco e a 5,5oo rs. a duzia. sag muito superior a 240 rs. a libra.
Charutos neste genero temos grande sorti- 8al refinado, em potes de vidro, a 600 rs.
ment tanto da Babia como do Rio de Ja-j o pote.
neiro a 1,6oo, 2,2oo, 2,5oo, 3,ooo e 4,ooo Sabao massa a 120, 160, 200 e 240 rs. a
libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Dito de Santos e 300 rs. a libra.
Tijolo para limpar facas a 140 rs. cada um.
Vassours americanas a 64o rs, cada urna,
dem do Porto a 400 rs, cada urna.
1 Aelas de carnauba, e composico a 320 rs. a
libra e a 105 a arroba,
dem stearinas superiores a 560 rs. o
maco, e em caixa por menos.
Vinho do Porto, neste geneno temos o me-
lhor sortimento possivel, que vendemos
por precos muito haixos a 15 a garrafa e
a 10/ e 126 a duzia.
dem Cherry, e da Madeira em barris e em
caixa, a 125 a caixa e o barril conforme o
tamanho
dem de Figueira e Lisboa, em ancoras de
8 a 9 caadas, por 285000.
Dito em pipa a 35000, 35500 e45ooo a ca-
ada
55 a
is. a caixa.
Caf do Cear muito superior a 28o rs. a libra
e a 8,ooo rs. a arroba.
Idona do Rio a 3oo e 28o rs. a libra.
Ceblas a 9oo rs. o molho com mais de loo
ceblas.
Chouricas e paios a 72o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 2oo rs. a libra.
Cebada muito nova a 8o rs. a libra.
Copos lapidados a 5 e 6,ooors. a duzia.
Doce de goiaba em latas a 4oo rs. a libra.
Id(m de caj em latas a 320 rs. a libra.
Er'ilhas francezas e portuguezas a 5oo e 64o
s. a lata.
Ide.ii seccs a 16o rs. a libra.
Figos de comadre em caixinhas com 8 libras
por 16oo rs.
Farinha do Miranbo a 12o rs. a libra.
Fannha de trigo muito superior a 12o rs. a
libra.
Fareto em saceos grandes a 4,ooo rs. o sacco, ildem do Porto, denomiuado Baliza, a
Genebra ingleza marca gato a 1 ,ooo rs. a gar- caada.
rafa. I dem idem em garrafes a 25500, com o
CQrnfio
Ide-nverdadeirade Hollanda em frascos muito ldem de Rordeaux, das melhores marcas que
grandes al,2oo rs. o frasco. vemaomercad0j a 6jJ,caixa e a m\
dem de Hollanda em frascos pequeos^ 5oo! a garrafa.
rs. o frasco,
dem de laranja a l.ooo o frasco.
Goinma do Aracaty a 8o rs. a libra.
Gnxa a loo rs. a latae l,loo a duzia.
Linguas americanas de grande tamanho
1,00 cada urna.
Vinagre de Lisboa a 15600,158oo e 25000 a
; caada.
dem idem.em garrafes com 5 garrafas, por
i 15 com o garrafo.
a Vinho de caj a 15 a garrafa. Este vinho
i tem dez annos.
sellins
v^ta^S,JL.*c,lteL^fet.fe^
lUins e silhes inglezes, candieiros e cas' v Madre ?e Dc"8- s- 5 e B'
., b,. ,8 V7uu"!Uuacwf, Vende-se saceos grandes rom feiao das seguntes
caes bronzeados, lonas inglezas, fao de vela, I ,(ualidades: hranco, amarello, rajado e mulatinho,
chicotes para carros e montara, arreios para mais barato que em outra uualquer parte, assim
carros de um e dous cavallos, e relogios de ,;omo sardinhas em barris de l.JOO por 5*000, tudo
ouro patente inglez.
i 720 rs. a libra.
Queijos flamengos chegado.'
vapor a 25800.
Queijo prato muito fresco e novo a 640 rs.
a Hbra.
Castaobas muito novas a 120 rs. a libra e
I e 35000 a arroba.
Cha uxin o melhor que ha neste genero,
mandado vir de conla p opria a 25800
rs. a libra.
Cha hyson muito superior a 25560 rs. a li-
bra ; cha hyson proprio para negocio a
15500 rs. a libra.
Cha preto muito superior a '.!5 a libra.
Biscoutos inglezes em latas com differenles
qualidades, como sejam craknel, victoria,
piquelez, soda, captain, seed, bornez e
outras muitas marcas a 1,<350.
Bolachinha de soda em latas grandes a 25.
Figos era caixinhas hermticamente lacra-
das, muito proprias para nimo a 15500.
Caixinhas de 4 e 8 libras de figos de coma-
dre a 15 e 25 cada urna.
Passas muito novas, chegadas neste ultimo
vapor a 500 rs. a libra e .'$ um quarto;
e em caixa se faz abatimento.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior que
tem vindo ao nosso mercaco a 185 o gigo,
garante-se a superior qualidade.
Vinho Bordeaux das melhcres qualidades
que se pode desejar de 75500 a 85000 a
caixa e 720 a 800 rs. a gairafa.
Caixas com vinho do Porto superior de 95
a 109 a duzia, e 900 a 15a garrafa; deste
genero ha grande porfo e de differentes
marcas acreditadas que j; se venderam
por 14$ e 155 a caixa, come sejam: Duque
do Porto, Lagrimas do Dooro, D. Luiz,
Cambes, Madeira secco, Carcavellos, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
Vinho de pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
400,480 e 560 rs. a garrafa, e 35, 35200
e 35500 a caada.
Vinho branco de superior qualidade, vindo
j engarrafado a 640 rs. a garrafa e a 500
rs. de barril.
-\
por pl ecos asss
e Sardinhas de Nantes a 340 rs. o quarto e 560
rs. meia lata.
vezugo, cherne, linguado, lagoslinha,
15300 rs.
SalmSo em latas, preparado p'ela nova arte
de cozinha, a 800 rs.
Maca de tomates em latas de 1 libra a COO
ris.
Chouricas e paios em latas de 8 e meia libra
por 75.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra e
85^00 a arroba.
tendo meia libra de ameixas francezas, a Bolaxinha ingleza a 320 rs a libra e 45 a
15200.
Marmelada imperial, dos melhores conser-
vemos de Lisboa, em latas de I e meia a
2 libras a 600 rs a Irbra.
Fructas em calda das melhores qualidades
que ha em Portugal em latas hermtica-
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muito novas a 640 rs. a libra.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Amendoas de casca molle a 400 rs. a libra.
Avelas muito novas a 200 rs a libra.
Amendoas confeiladas de diversas cores a
800 rs. a libra.
Maceas e peras chegadas neste ultimo vapor,
muito perfeitas, s vista se faz o preco.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada um.
Ervilhas francezas e portuguezas era latas de
1 libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate francez, o que ha de melhor neste
genero, a 15200 a libra.
Chocolate hespanhol a 15200 a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a 19.
Cerveja branca e preta das melhores marcas
que ha no mercado a 500 rs. a garrafa e
5*800 a duzia.
Cognac inglez de superior qualidade a 800
e 15200 a garrafa.
Licores francezes das seguintes qualidades:
Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames
e de outras muitas marcas a 15 a garrafa
e 105 a caixa.
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e
95 a duzia.
Mostarda ingleza em potes j preparada a
400 rs.
barrica.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 200 rs. a libra.
Farinha do Maranho a 120 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 320 rs. a libra.
Cevada a 120 rs. a libra e -5 a arroba.
AIpis:aa 160 rs. a libra e 45800 a arroba-
Batatas muito novas em gigos com 40 libras
por 15500.
Cebollas a* 15 o molho com mais de 100 ca-
da um.
Caf lavado de primeira qualidade a 3C0rs,
a libra e 95 a arroba.
Caf do Cear muito superior a 280 rs. a li-
bra e 85400 a arroba.
Caf do Rio, proprio para negocio, a 85-
Arroz do Maranboa 100 rs. a libra e 25t>C0
a arroba.
Arroz de Java a 80 rs. a libra e 29400 a
arroba.
Vellas de spermaceti a 560 rs. a iibra e
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
so e a 95 a arroba.
Doce de goiaba a 640 rs. o caixo.
Macarrao, talharim e aielria a 480 rs. a li-
bra : em caixa se faz abatimento.
Eslrellinha,pevide e arroz demassa para sopa
a COO rs. a libra e 35 a caixa cr-m 6 libras.
Palitos de dente lixados com flftr a 200 rs.
omasso, ditos lixados sem flor a 160 rs.
o m3sso com 20 massinbos.
Gomma de engommar muito fina a 80rs. a.
libra.
Banha de porco refinada a 480 rs. a libra e
400 rs. em barril pequeo.
Charutos dos melhnres fabricantes de S. F-
lix, em caixas inleiras ou em meias, de
15600, 25 e 35.
Mostarda ingleza em p, em frascos grandes,; Presuntos do reino, vindos de conta propria
a 15 cada um. i de caJa particular, a 400 rs. a libra; intei-
Sal refinado a 500 rs. o pote. | ro se faz abatimento.
Os senbores que compraren) de 1005000 para cima, tero o descont e 5 por cento, pelo prompto pagamento.
GAZ GAZ GAZ
por pre$o reduzido.
Vende-se gaz da melhor qualidide pelo
pruo de 105 por lata de 5 galoes: no ar-
mazem do Caes do Ramos n. 18 e rua do
Trapiche Novo n. 8.
Os precisos talheres pa-
ra criancas.
Cliegaram e acham-se venda na rua do Quei-
mar'.o, loja d'aguiahranra n. 8.
Ni I ho a 3$ a sacca
e 160 rs. a cuia : do pateo do Paraizo n. 16, oitao
para a rua da Florentina.
proprio para lempo de quaresma.
l.iivas de tloiivin.
Reccbeu-se luvas de Jouviu branras e pretiH
proprias para a quaresma : na roa do Queimado
loja do beija flur n. 63.
Traiiciukas dc la lisa para enfeites de camisinlia
de senhora.
Reeebeu-se, trancinhas de diversas cores pe-
ci de 30 varas a 6i0 rs., e de 120 rs. pequeas :
na rua do Queimado loja do heija flor n. 63.
Enfeites de redinlias rom laro na frente.
Reeebeu-se, variado sortimento de enfeites de
diversas cores a 15400 : na rua do Queimado
loja do beija flor n. 63.
Compendio de hermenutica Ju-
rdica e processo civil.
Acbam-se venda na livraria do Nogueira, jun-
to ao arco de Santo Antonio, esses compendios,
reunidos ambos em um s livro.
TODA ATTBCA AO VIGILASTE.
Custodio Jos Alves Guimaiaes avisa ao respei-
tavel publico c aos seus fregueres, que achando-se
as obras da loja do Vigilante concluidas, e achan-
do-se as ponas abenas a conrorrencia do res-
peilavel publico, para assim apreciar o novo gallo
que se acha no espacoso e alegre campo, guarne-
cido das lindas flores e muitos outros objectos de
bom gosto, que tanto sastisfeito se acha, aprsenla
o novo canto, chamando pelos seus freguezes que
venham ver para err, que s assim podero apre-
ciar, e achanto um grande sortimento de fazendas
tendentes miudezas, tanto para grosso como para
retalho, que todos sero sonidos a vontade, mesmo
qualquer freguez de fra que nao possa vir a esta
praca e queiram dirigir-se a este estabelecimento
fazendo seus pedidos por meio de cartas, e pode-
rlo fazer que ser tudo comprido fielmente, pden-
do-se fazer precos muito razoaveis, nao so pelas
boas compras eitas nesta praca, como dos que
recebe de sua propria conta, como dos que recebe
de consignacoes.
tttm.
Filas lavradas de lindos padroes de ns. 7 30
a peca 2000.
(Jorros e bonetes para menino de 15300 a 25000.
Touquinhas muito lindas para bantisados 15000.
Manguitos, camisetas 35WK) e 45000.
(olinhas e punhos bordados 15300 e 25000.
(iravatinhas muito chique de 15000 at 25000.
Flores as mais finas do mercado de todas as qua-
lidades.
Entre-meios e tiras bordadas.
Caixinhas dc costuras.
Caixinhas para voltarcte.
Caixas de tartaruga, brancas e pretas.
Cascarrilhas pretas e de cores.
Franja preta, larga propria para mantelete e
para capa.
Fitas de laa c de todas as qualidades para de-
bmm.
Meias de seda e de algodiio.
Bandejas de todos os tamaitos e as mais finas
que ple haver nesie mercado.
Voltas e brincos pretas.
Papel amisade de maozinhas e de outras quali-
dades.
Sabonetes de todas as qualidas.
Perfumaras dos melhores autores.
Espedios e tocadores de todas as qualidades.
Transparentes muito lindos para janellas 65-
Pentes de burracha para desembarazar.
Ditos lingindo caivetes.
Ditos de tres faces.
Ditos de ufla e outras qualidades.
Ditos para alar cabello, tanto para senhora como
para menina.
Tesouras muito finas e grossas.
Papel almajo fino, assim como muitos outros
objectos que se lornaria enfadonho annunciar.
Enfeites para as senhoras.
Al que cliegaram os mullos desojados enfeites
com lacinhos de lilas para senhora pelo barato pre-
co de 15500.
S no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Vinho verde,
de superior qualidade : vende-se na rua da Madre
de Dos n. 3i, armazem de Cunha Irmaos & C.
A bordo da barca brasileira Iris existe supe-
rior farinha de mandioca, que se vende em por-
c5es ou a retalho : a tratar a bordo da mesma, on
no aacriptoro de Amorim limaos, rua da Cruz nu-
mero 3.
COMMERC
RUA HO QllEIJfJLMIlO M. 45.
Passando o becco da Congregaco segunda casa.
NO VIDADE.
Pereira Rocha & C. acabam de abrir na rua do Queimado n. 45 um armazem de molhados denominado Clarim Commercial,
onde o respeitavel publico encontrar sempre um completo sortimento dos melhores gneros que vem ao nosso mercado, os quaes
sero vendidos por precos muito resumidos como o respeitavel publico ver pela tabella abaixo mencionada ; garante-se o bom peso
e boa qualidade dos gneros comprados neste armazem.
Arroz do Maranho, da India 8 Java a 80 e
100 rs. a libra e 25400 a 25800 rs. a ar-
roba.
Ameixas francezas em latas e em frascos a
15200 e 15600 eemfrascos grandes a
25500.
Idom era caixinhas elegantemente enfeitadas
com ricas estampas no intei ior das caixas
a 125000,15400, 15C00e 25-
Amendoas com casca muito novas a 280 rs.
a libra.
Alpista a 160 rs. a libra e a 45600 rs. a ar- Farinha de trigo a 120 rs. a libra,
roba. u.
Chouricas e paios muito novos a 800 rs. a Palitos do gaz a 25200 rs. a grosa.
libra. Passas muito novas a 480 rs. a libra,
Cevadinha de Franca muito superior a 220 Peras seccas muito novas a 600 rs. a libra.
rs. a libra. Painco a 200 rs. a libra.
Cevada a gO rs. a libra. Polvo secco muito novo a 400 rs. a libra.
Ervilhas portuguezas a 640 rs. a lata. Presuntos de Lamego em calda de azeite e
dem seccas muito novas a 200 rs. a libra. I muito novo a 640 rs.
Figos de comadre e do Douro em caixinhas Queijos flamengos do ultimo vapor a 25400
de oito libras e canastrinhas de 1 arroba a ris.
15800, 55500 e 280 rs. a libra. dem prato a 640 rs. a libra.
Farinha do Maranboa 120 rs. alibra. Sal refinado em fraseas de vidro a600rs.
Azeite doce francez muito Gno em garrafas
grandes a 960 rs. a garrafa,
dem de Lisboa a 640 rs. a gairafa.
Araruta verdadeira de matarana a 320 rs. a
libra.
Avelas muito grandes e novas a 180 rs. a
libra.
Batatas muito novas a 40 rs.
Biscoutos inglezes de diversas marcas a
15300 ris.
cada um.
Genebra de Hollanda verdadeira marca VD Sardinhas de Nantes a 32" rs.
a 560 rs. o frasco e 65200 rs. a frasquei- Sag muito alvo e novo a 260 rs. a libra.
ra. Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
dem em garrafes de 3 e 5 gales a 55500 Tijolos de limpar facas a 140 rs.
Vellas de carnauba pura a 360 rs. a li-
e 75500 cada um com o garrafo.
i Gomma do An.caly a 80 rs. a libra.
Graixa a 100 rs. a lata e 15100 rs. a duzia.
Grao de bico a 150 rs. a libra.
Licores muito finos a 700 rs. a garrafa.
dem, qualidade especial e garrafa.s muito
grandes, a 15800 rs. a garrafa.
Bolachinhas de soda, latas grandes, a 25 rs.! dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
.a lata. dem, garrafa forma de pera e rolha de vi
Ditas inglezas muito novas a 35000 a barri-
quinha e a 200 rs. a libra.
Vende-se um avallo castanho muito novo e
anda minio bem baixo, por preco commodo : na
rua dw Vigario n. 20, primeiro andar.
Itanha de porco refinada a 4i0rs. a
eem barril a 410 rs.
Cha hysson, huchine perola a 15600, ,
25500, 25800 e 35000 a libra.
dem preto muito superior a 25000 rs. a li-
bra.
Cerveja preta e branca, das melhores marcas
dro.'a 15000 rs., s a" garrafa vale o di-,
nheiro.
bra.
dem stearinas muito superiores a 600rs. a
libra.
Vinho do Porto engarrafado o melhor que
ha neste genero e de varias marcas, como
sejam : Vellw de 1815, Duque do Porto,
Madeira, I). Pedro, D. Luiz I, Maria Pia,
Bocage, Chamisso e outros a 800, 900 e
15000 a garrafa, e em caixa com urna du-
zia a 95000 e 105000.
libra e Manteiga ingleza perfeitamente flor, desem- dem em pipa, Porto, Lisboa e Figueira a
barcada de pouco a 800 rs a libra, e de 8
libras para cima se far urna differenca.
dem franceza muito nova a 560 rs. a libra,
e em barril ter abatimento.
Massa de tomates em barril a 480 rs. a li-
bra. fc
que vem ao mercado, a 500 rs. a garrafa dem em lata a 040 rs.
e 55800 a duzia. Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa a 600 rs. a lata.
Marrasquinho de Zara, frascos grandes, a
800 rs.
dem regular a 500 rs.
Cognac inglez fino a 900 rs. a garrafa.
Conservas a 720 rs. o frasco,
dem, s de pepino, a 720 rs.
dem, s de azeitonas, a 750 rs.
Charutos dos melhores fabrican.rs da Baha Massaspara sopa : macarrao, talharime ale-
e especialmente da fabrica imperial de tria a 480 rs.
Candido Ferreira Jorge da Costa, a 15800, Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
25000,25200, 25500, 25800, .'15000 e Peixe em latas preparado pela primeira arte
35500 a caixa. de cozinha a 15 rs. a lata.
Caf do Rio muito superior a 200, 280 e Palitos de denles a 160 rs. o masso.
300 rs. a libra e 75500, 85 e 85500 rs. a Palitos de dentes a 120 rs.
arroba. I dem de flor a 200 rs.
480, 500 e 560 rs. a garrafa e 35, 35500
e 45 a caada,
dem branco de Lisboa muito fino a 500 rs.
a garrafa,
dem de Bordeaux, Medoc e S. Julien a 700
e 800 rs. a gairafa, e 75000 e 75500 rs.
a duzia.
dem Morgan eCliateaii'.uminide 1855, a 15
a garrafa,
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs, a garrafa e
15200 rs. a caada.
Kirsk garrafas muito grandes a 15800 rs.
Alm dos gneros cima mencionados te-
mos grande porcSo de outros que deixanos
de mencionar, e que tudo ser vendido por
pecas e carnadas, tanto em porcoes como
retalho.
Qnom comprar de 1005000 para cima te-
1 r o abate de 5 por cento.
.k-


Diario de l'ernaalbuco -- tilinta felra 1 de Marco de t**.
ATTENCAO
DO
PROGRESSISTA
RIJA IMS CIU/ES y. 36
E
RA DO CRESPO N. 9
\o balrro de Santo Antonio.
lonqiiini fos ornes le onza tem a honra de participar ao respei-
lavel publico, que tem resolvido vender os seus gneros de primeira qualidade por menos
40 a 20 por cento do que outro qualquer anHunciar, como se v do presente annuncio,
asseverando o proprietario d'estes armazens a aquellas pessoas que frequentarem estes
esUibeleeimentos, que nunca tero occasio de reclamar qualquer genero, visto ter-se
adoptado n'estas casas o ptimo systema de s se negociar com gneros especialmente es-
colhidos.
CHA
hysson, uxim e perola a 2.400, 2,600 e
2,800 rs. a libra.
CAF
muito superior, do Rio e do Cear a 8,000
e 8,400 a araoba e 300 rs. a libra.
VINIIO
DUARTE & C.
Participan aos seusnramerosos freguezes e ao publico em geral que acabam de |
reeeber de sua propria encommenda, o mis lindo e completo sortimento de molhados,
os ouaes venden por grosso e a retalho por menos 10 por cento do que outro qualquer
annunciante como vero pelaseguinte tabella que abaixo notamos, garantindo os mes- A6a0| m, receDer de sua propria encommenda um grande e vanado sortimento
mos nroirie'tarios nao s o peso como a qua'idade de seus gneros. e molliados tudos primorosamente eBCOlhklos, por isso apressa-se o proprietario cm
' offerecer aos seus freguezes e M publico em geral a seguate tabella dos seus gneros e d '" dU'1-
AVISO. S^p, S. todo e .pulque? genero "vendido" ueste bem conhecdo ar- do^omffmfedo de diversas marcas
Todos os senhores que comprarem para negocio ou casa particular de 100* para mazem.
cima torio mais 5 a 10 por cento de abatimento, os proprietarios scientificam mai
de Lisboa
a caada.
c da Figueira
a 3,500 e 4,000 a
Pede-se toda attencao.
todos es seus gneros s3 receidos de sua propria encommenda, razio esta para poue^ monrietario pede a lodos os senhores cbefes de familia e ao publico em geral
vender por muito menos do que outro qualquer esnbelecimcnto. i ^ jgv f des.lll(.m.|,(|a, Segnte tabella:
garr
Bordeaux de diversas qualidade? a 7,000,
8,000, 9,000 e 105 a duzia.
Manteiga ingleza flor a 8oo rs. a libra.
Castanhas muito novas a 2,ooo rs. a caixa, e
a 16o rs. a libra.
Bolinho francs e em caixinhas de 7oo a
l,5oo rs. cada urna.
Id'im franceza a mais nova do mercado a 56o
rs. a libra, e 54o rs. em barril,
dem de porcs retinada muito alva 46o rs.
a l:bra.
Pre '.tuto para fianbre a 8oo rs. a libra.
Obi uxim miudinao vindo de corita propria,
o melhor do mercad) a 2,8oo rs. a libra.
dem hyson de superior qualidade a 2,6oo rs.
a libra.
Id MU perola o melhor que se pode desejar a
2,7oo rs. a libra.
dem preto muito uno a 2,5oo rs. a libra,
dem mais baixo pouco a 2,ooo rs. a libra.
dem mais baixo a l,8oo rs. a libra.
Vinho do Alto Douro viudo do Porto engar-
rafado garante-se a superioridade deste vi-
nho, das seguintes marcas : Duque, Ge-
Vellas de carnauba e composicao de 32o
36o rs. a libra e de 10,000 a H.ooo rs.
arroba.
que nao deixem p
AVISO.
Neste armazem e no largo do Carmo n. !), armazem Progressive, 1 ecebem-se as
fienehr'rtp Mollanda em botiias de conta a libras que vulgarmente convm no commercio por 80800 a 9>, 0 proprietario em seos
i10 rs a botija eem duzi ou em bartca anua Jis da-lhec este valor, sene. em pigimentO. e i: > par, evitar contuso,:
ter abatimento. Manteiga ingleza peritamente flor, a 800 rs,
Massaspara sopamacarrao,talhanmealetna e em (mr{\ a -t${) ,s
a 48o rs. a libra eem caixa ter abati-i[(lem france/a a 3lorV a ubra, e 500 rs.
monto. seil(i0 em barril,
dem estrellinha, rodinha epevideem caixi-;Cha uxim 27oo rs alibra> e de 8 fihras
nhas de 8 libras, muito bem enfeitadas de I)ar;| (.ma ., ^fioo.
CMAMPAMIE
CONSERVAS
inglezas a 8,500 a duzia e 760 rs. o frasco.
SAL REFINADO
em frascos de vidro com tres libras a 600 rs.
PEIXE
em latas emticamente lacradas a 1,000
rs. cada una.
PORVOS
do Porto muito bem conservados a 500 rs.
a libra. /
MUSTARDA
preparada muito nova a 400 rs. o frasco.
MARMELADA
dos melbores conserveJros a 640 rs. a libra.
ESPERMACETE
a melhor que temos neste mercado a 20,000 muito superior a 560 rs. a libra, e em caixa
rs. o gigo. a 550 rs.
CHARUTOS
CERVEJA da Baha a 1,600. 2,200, 3,000 e 4,000 rs.
muito superior a 5,000, 5,500 e 6,000 rs. a a caixa.
duzia.
rs. a duzia 1,000 rs. a garrafa, garante-se rFVFRRi
que os melbores que temos tido no mor- ., il.M!,iika
1j de Hollanda em frasqueiras a 5,500 e 500
rs. o frasco.
cado.
Passas em caixas de 1 arroba' j e '/ a 7,5oo,
3,6oo e I,Ooo rs. a caixa, e 4oors. a libra
2,5ooa 3,000 rs. acaixinha e a 600 rs.* um h a 2>80 rs
bbra. cima a .loo,
garante-se seren muito novas, e graudas.
BOLACIIIMIA
de soda em latas grandes a 2.000 rs. cada
e de 8 libras para dem corinthias proprias para podim a 800; urna.
rs. a libra. inglezas em barricas a 4,000 e 240 rs. a
Doce de goiaba em caixas de diversos tama-'Mem i,ySS0' 0'm;,js superior que se pide Marmcladas dos mais afamados fabricantes de; lihra.
nhos de 600 a l.ooo rs. o caixo 1 .espiar a 9 desejar
. a 2,6oo e de 8 libras par;
Sabo massa de 2oo a 24o rs. o melhor, em ;|, )0Q rs
caixa ter abatimento. dem menos superior a .4oe e de 8 libras
dem hespanhol a 28o rs. a libra .., ,.,., 3oo rs
Peixe em latas muito novo ; savel, pescada, Wem ,,ro|)rio .,;.., negocio a 2.3oo. de 8 li-
corvina, salmao e oulras minias qualidades j)ras n cjrna a 2 2oo
preparada de escabeche 2." a arte de cosi-
nha de l,2oo a l,8oo rs. a lata.
Figos em caixas de 1 arroba, l/t e 8 libras
Ervilbas secas muito novas a 16o rs. a libra.
Grao de bico muito novo a 16o rs. a libra.
Ervilbas francesas em latas a 800 rs.
Potes com sal refinado a 48o rs.
Fumo de chapa americano a t. loo rs. a libra
fa/.enda especial.
Ieze> a 7oo e 800
par
dem do Rio em latas de 2, 4, 6 e 8 libras
cada urna a 2, 3, 3.5oo e 4,8oo rs. a lata. Presunto para Hambre in_
dem preto o melhor que se pode desejar rs. a libra.
neste "enero a 2 800 rs. Chouricas e paios mnito noves a 64o a libra.
dem menos superior a esse que se vende Batatas muito novas em gigos de 34 libra a!
por. 2 e 2,4oo. a 4.800 rs. a libra. l.ooo rs. e 60 rs. a libra.
do Pono ve- Marmelada imperial dos m Ihores conserve- ,, ,i;|Ko ]um |);ira n^nao a l,Soo Massas para sopa macarrao,
de superior ros e Ls[)oa a ,j0 rs. a | .tinhade 1 libra, [
nuino, velho secco, especial lagrimas do- a gf000 4 000 e 2)000 rs. a caixinha.
ees de 1819, vinho especial D. Pedro V., p,arrs ,je vinho branco de quinto, marca B
1 velho, Nctar superior de 1833, Da- 4 Filho a 60,ooo rs. o barril-
que do Porto de 1834, vinho
Ino superior, madeira secca
t.ilharim aletria
qualidade, vinho do Porto superior D Lu- ha latas de 1 i e 2 libras.
izl.de 1847, lagrimas do Douro espe- Massa de tomate emlaUsdouradas de 1 libra
,i 'mu rs. a libra.
dem miiidinho proprio para negocio a 1,500 Cognac, verdadeiro inglez a 8,1oo rs.
cial, vinho do Porto de l.oooa l,2oo rs.
a garrafa e de lo,000 a 14,000 rs. a caixa
com urna duzia.
iehinha de soda especial encommenda e a
miisnova que ha no mercado a 2,2oo rs. a
lata.
B jcoitoi inglezes das melhores mircas em
uhns de 2 libras a l,3oo rs. a lata.
Ideai inglezes craknel em latas de 5 e 7 libras
de 5,ooo a 6.000 rs. a lata, e em libra a
Boen.
Queijos do reino chegados pelo ultimo vapor
a 2.5oo rs. cada um.
dem prato a 7oo rs. a libra.
a 64o rs. a lata.
Ameixas francezas em caixinhas elegante-
mente enfeiladas de l,5oo a 3,ooo rs. a
caixinha, tambern iia latas de 1 V* a c li-
rs. a libra.
a caixa
-i
eSoors. a garufa.
Queijos do reino chegados neste ultimo va- Mein francs a 7,ooo rs. a duzia e 7oo rs. a
iiora 2,5oo. garrafa,
dem m:i s seceos viudos jior navio a I,Too. Chanitosemgraadeqnantidadeedetodosos
dem prato es melhores e mais freso do fabricantes mais a credltados a t.Boo,
brasde l.2oo a 4,5oo rs. a lata. mercado a 78o rs. a libra. I 2.000, 2,5oo, 3,000 e 4,000 rs. a caixa,
dem em frascos com lampa de rosca al, 600 |dem |ondrino a 600 ts., c sendo inteiro a os maisbaixos sao dos que por ahi seven
re. o frasco. i qoo re. a libra, vndense por este preco' dem a 2,000 e 2,5(k> rs.
Chocolate portugus, hespanhol, francez e. pela porcSo qoe temos em ser. Caf de piemnri quaadade a o,5eo rs. a ar-
suisso a l,2oo rs. a libra. 'Biscoitos em latas de 2 libras das segantes roba e 28o rs. a libra.
marcas : Osborne, Grakm I, Mixed, Victo- dem de seguada qualidade a 8,2oo rs. 1
ria, Pec-nic, Fance, Machine e nutras umi-
tas a |,3oo e I loo rs.
Polvos chegados ltimamente do Porto a 32o
rs. a libra.
dem em latas grandes a 2,000 rs. a lata.
Balacl.iha de Craknel em latas de 5 libras' dem mais baixo redondo a 2,600 re. a libra,
bruto a 4,ooii rs. bh'm da India comprido a 2,400 rs. a
BISCOTOS
em latas de todas as qualidades, a 1,300 rs.
cada lata.
ARROZ
da India e do Maranho a 2,600 e 8,000 a
arroba e 100 rs. a libra.
CEVADA
muito nova a 2,500 a arroba e 100 rs. a
libra.
GOMMA.
muito superior em saceos com quatro arro-
bas a 2,000 e 100 rs. a libra.
CASTANHAS
piladas muito novas a 320 rs. a libra.
PASSAS
as mais novas do mercado a 8,000 a caixa e
e 500 rs. a libra.
A.MKIXAS
francezas em latas de 1 e 1|2 libra a 1,000
rs. a libra.
SARDINIIAS
de Nantes muito novas a 300 rs. a lata.
inglezas das scguinbs marcase
Conservas
Mixde-Picles e
o frasco.
J Ancoretas de vinho colares
a 72o re. a garra f
cebollas simples a 75o rs
a 5o,ooors., e
roba e26o rs. a iibra.
Airo/, do Maiauhaoa toors.a libra,3,000 rs.
a arrolla.
dem da India muito superior a 2,9oo rs. a
arroba, e loo rs. a libra
Vinho em pipa das mnis acreditadas marcas Sardinhas de Nantes a 32o rs. a latinha.
como sejamBii F., PRR, JAA, outras Charutos das mais acreditadas marcas de
muitas marcas. Porto, Lisb*a e Figueira ; 2.5oo a 4,000 rs. a caixa.
de 48o, 5oo, 56o, 64o e 800, rs., e o do Champagnhea melhor do mercado de **>*) dem ingle/JS em barricas a mais nota do I la, e 80 rs. a libra.
Porto fino em garrafa, e em amada a a24,ooors. o gigo, ede I,2ooa2,ooors. a. mercado a 2,5oo re. a barrica c24ors. a 'Vellas de carnauba do Ararat} a !),5oors. ar-
3,ooo, 3,5oo, 4,000 e 6,5oo rs. o melhor garrafa. bbr roba, e S80 ts. a libra.
do Porto. Papel greve paulado ou liso a 3,5oo re. ares- (;;(r,e's rom bolas francezas proprios paral dem desabonando dora Ongindo esparmace-
Milho alpiste*e painso de 16o a 2oo rs. a li- Fif,1)S (lc comtdfe em litas de 4 e 8 libras
WamBordoaux das mais acreditadas marcas w d t.,(Io ou |z0 de 35
a 7oo rs. a garrafa, e a 8,000 rs. a caixa. 4 f
Garrames com o garrafas de superior vinho f mu fina a]va a 8o a ,ibra
do Porto a 2,2oo rs. com o garrafo.
dem com 5 garrafa de vinho da Figueira mai
proprio para a nossa estacSo por ser mais
fresco a 2,4oo rs. com o garrafo.
I lem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.
com o garrafo.
Vinho branoo o mais superior que vem ao
nosso mercado a 56e rs. a garrafa, e a
4,3oo rs. a caada.
Velas de esparmacate as melhores neste ge-
nero de 56o a 64o rs. o maco, eem cai-
xa ter grande abatimento por ha ver
grande porco.
Azeite doce em barril muito fino a 64o- rs.
a garrafa e 4.800 a caada.
dem francez retinado a 800 rs. a garrafa.
Ervilbas francezas epurtuguezas a 64o rs. a
.1
mimos ou para aojos que vio nas procis-
s5es a 600 rs. cada um.
Perasseccas asmis novas do mercado a loo
rs. a libra.
te 38o rs. a libra.
eem
bra.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a grosa e 2oo rs. a
duzia.
Vasos inglezes de 4 a 16 libras vasios, muito
proprio para deposito de doce manteiga
011 outro qualquer liquido de l.ooo a
3,ooo rs. cada um.
Licores das melhores marcas c mais finos
a 1,00o rs. a garrafa e em caixa ter abati- yn|
ment.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a ganafa
e lo.5oo rs. a caixa.
Chouricas as miis frescas do mercado a 800
rs a libra.
Genebra de laranj \ em frascos grandes a
l,ooo rs. o frasco.
lacradas hermticamente a |,4O0 e 1,200
rs. a lata.
bina em caixinhas de 8 libras a 1,800, e
24o rs. a libra.
Nozes muito novas a 140 rs. a libra, e 4,000
rs. a arroba.
Amendoas confeitadas a Ooo rs. a libra,
.dem de casca mole a 32o rs.
dem de esparmacetea 84o rs. a libra,
caixa a 5e rs.
Papel o melhor que se pode desejar para os
Si s. empregados pblicos a 5,000 rs. a res-
ma, j se venden por 7.000 rs.
dem atmaco pautadoe liso a 3, too rs. a resma.
dem de peso pautada e liso a 3,ooo rs. a
resma.
dem a zul de botica ou fugueieirfra 2.2oo rs.
a resma.
Mein embramo de 1,2oo a l.loo rs. a resma.
Ameixas francezas em lates del i libra a
i'iiu'.iiraailos no Porto e Lisboa das
l,2oo e 80o rs. a libra.
: duque, genuino, velho dem em fraseos de 3 libras a 2,5oo rs., s o
secco especial, lagrimas doces, vinboes- frasco valle l,ooo rs. tambera temos em
aerial l>. Pedw V, acetar superior de frascos.para 1,4oo re.
1833, duque do Pollo de 1831, vmho do Conservas inglezas a 7oo rs. o frasco.
Porto, velho superior, madeira secca, Por- Molhos inglc/.es a 800 e l.ooo rs. o frasco,
to snnei"'- '"' i.mitK Miisiant.-i nreoarada em notes 11 uto nova
Serveja da> mais acreditadas marcas de
5,5oo a ).5oo a dn/.ia e de mais a 5oo rs.
a garrafa,
dem em botijas e meias, sendo preta da idnYsuprior a 5
muito creditada marca T de 6,5oo a 7,8oo, a caria,]a.
lata.
Rocctas eom doces seceos de Lisboa de 3oo
a 3,5oors. cada urna.
Touciuho deLisboa a 3oo rs. a libra, e a
O.ooo js. a arroba.
Nozes muito novas a 16o rs. a libra e 4,800
rs. a arroba.
Gaf de i., 2.a e 3.1 qualidade de 26o, 3oo
e 3'5o rs. a libra, deCear de 7,800, 8,600,
e 9.2oo rs. a arroba do melhor.
Arroz da India, Java e Maranho de 2,800 a
3,qoo a arroba, e de 80 a loo rs. a libra.' Cominho a 4oo rs. a libra.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e 5oo,Erva doce a libra.
a libra, ha caixas meias e quartos. Canella a l.ooo rs. a libra,
idinha de Franca a 24o rs. a libra. Batatas a 1,00o re. o gigo com 32 libras liqui-
Sagfl muito novo a 28o rs. a libra. das e 3,ooo rs. a caixa de duas arrobas.
rs. a duzia.
Ceblas em molhos grandes a 800 o molho
640 o cento, e a C,5oo rs. a caixa
Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
Farinha do Maranho a 14o rs. a libra.
lijlo para limpar facas a 16o rs. cada um.
marras, em caixa de una duzia a lo,on<> e 200 rs. ...
Ooo rs. a garrafa. Utol cm 2 a 4 libras de caj secco o mais
dem branco de uva pura a 64a re. a garra-, bem arranjado possivel a I.Soo e 2,800
fa e 4,ooo a caada. rs. a lata.
oo rs, a garran e 3,2oors.; Serveja Ron. lente verdadeira a 6,800 rs.
.1 duzia.
Lisboa eFigueisadas dem de nutras marcas preta 1 branca
Venda de urna hypothtca.
Os liquidatarios da massa fallida df
FARINHA FONTANA.
Farinha da muito acre-lita a marca
Font
pn
qunlqu
u. i casa de N. 0. Bielier & C. soeces- valor de 3f:S35$9i1 rs.; Halar uas
sore>.__________________|_______^ casas a rna do Trafidn n. 34.
I.uvas de pellica.
para a luja d'aguia branca, ra co
nado 11. f!.
dem em pijKi Porto,
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e 5oo rs, a garrafa.
dem de marcas pouco conliecidas a 400 rs.
a garrafa e 3.ooo rs. a caada.
Especial vinho Lavradio sem a mais pequea
composiro a 560 a garrafa e 4,000 rs. a
caada.
Pomada a 200 rs. a duzia. sevada muito no-
va a 80 rs. a libra, e 2,5oo a arroba.
iGarrafoes com 4 / garraas de vinho supe-
rior ;i 2..'iio rs. com o garrafo.
dem coin 4 t di las de venagre a 1,00o rs. o
garrafo.
e 6,000 rs. a duzia inteiras.
Vi-smiras de piassava com 2 arcos de ferro
viudas do Porto a 32o rs.
CeboHas muito novas a 800rs. o molho e 5oo
rs. o cento.
Chocolate portuguez hespanhol e francez de
800 a 1,000 rs. a libra.
Genebra de HoMendaem Erasqueiras a 6,000
B 56o rs. O frasco.
dem em botijas a loo rs.
dem em garraloes de 1 i garra&s a 5.2oo rs.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a groza e 2o rs. a
caixa.
TOUCINHO
muito novo a 9,000 rs. a arroba e 300 rs. a
libra.
ERVILIIAS SECCAS
as mais novas do mercado a 120 rs. a libra.
PALITOS PARA MESA
muito bem'feitos a 160 rs. o maco.
VINAGRE
de Lisboa PRR a 240 rs. a garrafa e 1.600
rs. a caada.
AMENDOAS DE CASCA
as mais novas do mercado a 240 rs. a libra.
FARINHA DE ARARUTA
verdadeira e muito nova a 400 rs. a libra e
10,000 rs. a arroba.
ERVA DOCE
muito nova a 300 rs. a libra e 9,000 rs. a
arroba.
COMINIIOS
os mais novos e mais superiores a 400 rs. a
libra.
NOZES
muito novas a 160 a libra e 5,000 rs. a ar-
roba.
SAG
o melhor que pode baver neste genero a
20rs. a libra.
MASSA DE TOMATE
em latinhas de 1 libra por bou rs. a lata.
SABO MASSA
neste genero ha sempre um grande sorti-
mento variando o preco de 120 a 240 rs.
por libra.
MAIS ATTISiVCAO !
Existe alm d"estes gneros, um explendido sortimento de phosphoros, fumo, al-
pista. peras em calda e seccas. figos, copos finos para agua, massas para sopa, azeite, ca-
nella, pimenta, velas de carnauba, banha de porco, papel, e outros muitos gneros, de es-
tiva, que todos sero vendidos por mdicos precos.
Tendo o proprietario dos armazens do progressista deliberado nao concordar
com a liga da Unio Commercial, Clarim, Allianca, etc., etc., etc., declara que s con-
corda em alliar-se aos seus freguezes, fazendo com estes urna liga de interesses recprocos'
tendo os seus alliados a faculdade de comprarem por precos muito em conta o bom fiam-
bre, o formidavel queijo e a saborosa bolacbinha de sola, que fazem urna boa allianca
com a superior champanhe c o porto fino, nicos que sabem imitar a unio destes ar-
mazens com os seus concurrentes. Viude, senhores, a os armazens, aonde podis d'en-
tre um muito explendido sortimento de saborosos alimentos, escolberdes os que mais
vos apetecer, certos de que nunca tereis occasio de arrepender-vos de gastar o vosso
dinbeiro nestes estabelecimentos.
mmmm'mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm
i ROUPA FEITA I
NO
ARXAZKJI
BE
^W^ % ^ W^
6*
>dD
a? 0>i> $H3MHAD1><
CETREIRO VERDE.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feita de
E todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vontade dos concor-
Mf rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim como tambem tem um
|f grande e variado sortimento de fazendas de todas as qaalidades, para senboras,
& homens e meninos.
30(5000 Ditos de setim preto.
bnlana >>cscrnbarca'la hoje, venita-sr Jos Antn o liaste xwlcm a hypolhe- Vinagre PRR em ancorlas de 9 caadas a MBdadta" 1
ii ... .. 1 ; ,,,,n r i'iviu .inenrpla com 20 rs o m.icinno> a 120 rs. u
-ir preco ma.s cnntmod,, do que en. ,,.ie tem nos eigenho* Mallo (,rsso ^^^^Soiamma oo rs. Cominhos mnlto novos a 32o rs. .
u.ilquer outra parte : na roa da iruz e Cajabussu no 'crino ile Scrinnacm no, a garrafao 1.400 rs. a caada. lo,ooo a arroba.
pandes
masso.
a libra e
mm
Branco em maca,
feo0-8e em talas do. 28 libras o melhor que ro-
d li.vvr a 200 rs. a lihra, a dinheiro : na rna
larga do Rosario n. 34.________
VKMM-SB
iha Je mandioca cm saceos de dnn= atqoeir. 5.
por nmodo: na na do Ainonm n, 41,
arma :>'! Kmand<^ da l!osta A V..
Vendwnsc as casas .1 ra do Socego n.-. i*
e 30 : a iratar na ra do Sobo u. 5i.
(!\LMilsB|h
Vcudem-sc barrls com cal des-
(.1 procedencia, em peden, ehega-
da aoje, e siulcanova, que ha no
mercado, na rna do Trapichen.
13, armazem de Manocl Tcixel-
ra Hnsto.________________________
Cal de L.ishoa e potassa da
Rnssia.
Vcnde-?c na ra da'Cadeia do Rocife n. 28, para
onde se mudou o antieo e acreditado deposito da
mesmaroa n. t, amibos os gneros sao novse
legtimos, e se venden) a preco mais barato do que
utra qual Caixas com 1 du/.ia.la -arralas de vinho lor- Sag muito novo a 24o rs. a libra.
deaox lazenda muito especial a (i.800 rs. Cevadinha de Franca a 18o rs. a hora.
a caixa e 7oo rs. a garran. Milho alpiste a I lo rs. a libra c i,Soo rs. a
Licores francezes e portugueaes das seguin- arroba.
tes marcas creme de violetas, gerofles, ro- Gomma a 80 rs
absiiito vespairo, amor perfeito, amen-Peixes em latas a 1,000 rs. a lata ja prompto
a libra e2.4oo a arroba.
sa,
dua amarga, prcicot. de furin, Boteflm, | acomer-se.
morangos, liman, ca'. laranja, cidra. gi- FareUo dfi Uisboa marca N.
ja, canella, cravn. orlla pimenta a 1,000 grandes a 1,000 rs.
Hiato saceos
ATTKMjAO
Vende-so. para mais de cont e oiienta mi-
Ihoirw (te telha e lijlos de alvonara batid i, la-
drilho o tapa ment : M berro das Bar reiras olaria
n 15. arharao os pretendentes minio barato em]
eonsequenoia da nielhor qualidade da obra que Venem-ee saw nimio gnndes eom mdho
pode amaneer, para wre ajastWfiodedirigir-ee muito novo, o meHior -|i'" m mon-a.io porjpre-
l ra Nova 9 armazem de UK,. 0,1 na mes-1 ge ramiMOQ, eada ree da dmis d de ItMnan- 4$ e
ma olaria cmn o socio e adminfetrador Zachariasgnane,: a tratar na trapiche alfandegado de La- ,A<. ,-
Casacas de panno preto, 35$ e
Sobrccasacas dem, 385 e .
Paletos idem e de cores, 25a,
204, 155 e......
Ditos de casemira, 20(5, 15#,
I 120, 10* e......
Ditos de alpaca, o#, 4J e .
\ Ditos ditos pretos, 05, 7^,
I 5*. 4d e .......
I Ditos de brim e ganga de co-
res, 40500, 45, 35500 e. .
! Ditos branco de buho, 65,55 e
' Ditos de merino preto de cor-
! do, 105, 75 e.....
1 Calcas de casemira preta. 125,
I 105, 85 e......
; Ditas de cores, 95, 85 e. .
; Ditas de mcia casemira de co-
res, 55000 e.....
' Ditas de princeza c merinopre-
! to de cordo, 45500 e. ,
Ditas de brim branco c de co-
res. U, MMWO. W e .
i Ditas de ganga de cores. 35 e
( Cohetes de velludo preto e de
2 c^res, 95 e......
{M Ditos de casemira preta, 55 e
M Ditos de ditas de cores 55
2550OO pitos de ditos e seda branco,
65 e.......
105000 Ditos de gorguro de seda
pretos e de cores, 65, 55 e
75000 Cohetes de fusto e brim bran-
co, 35500, 35 e .
Seroulas de brim de linho,
55000^
5*0005
30500
355001
25100 e......25000 S
15400
dos Santos liarros.
i millo Lemos, ra do Trapiche.
Ditas de algodSo, 15600 e.
350OO camisas de peitos de linho,
450OO 45, 35 e. .....
Ditas de madapolSo, 25500,
55OOO 25 e........
Chapeos de massa, pretos fran-
75000 eczes, 105, 05 e.
75000 Ditos defltro, 55, 45,35500 e
Ditos de sol, de seda, 12jJ,
45000 115, 75 e......
Collarinhos de linho fino, ulti-
45000 ma moda.......
Sortimento completo de grava-
25500 tas.
25500 Toninas parroslo, duzia, 115-
75000 Chapeos deso, de alpaca, pre-
45000 tos c de cores..... 45000 *fc
Lenc**es de linho..... 35000 #
35500 Cobertas de chita chineza.. 25M0 W>
25500 g
14*00
85500 *4s
25000 |i
65000^5
640 *"
5
75000
mmmmmmmmmw.wM

i.


'.
Diarlo de PtraanhncA Quinta fclra 1A de Marco de t84.
>
ALLIANCA
GRANDE IUm/EH
DE
MOLIIADOS
0 nico que mais vantagens offerece ao publico.
57 RA DO IMPERADOR 57
Duarte & C, venem ein seas armaens Uniao e Cemmorcio e lar-
go do Carmo n. 9, armazem progressivo, os seguintes gneros desembarca-,
dos ltimamente.
DE
Paulo Ferrelra da Silva.
O proprietario deste grande estabelecimento de molhados, recebe por todos os
vapores e navios os melhores gneros que vem ao mercado, os quaes vende em scu ar-
mazem pelos mais resumidos precos.
Tendo chegado pouco da Europa, aonde deixou pessoas encarregadas para a es-
oofln de seus genros, tem a honra de aniiunciar ao respeitavel publico, que atogaem co-
mo elle pode vender t3o burato e por tao resumidos precos; servindo como costuma aos
seus freguezes com os melhores gneros que se pode desejar.
ATTENQO.
Qaerendo o proprietario deste tao til estabelecimento a concurrencia da lxta
freguezia. tem deliberado vender sempre por menos do que outro qualquer, garantindo
aos seus freguezes todo c qiialquer genero saltillo de sea acreditado armazem.
Manteiga ingleza a mais nova e fina chepda Velas estearinas a 5(5o rs. a libra e em oa\;l
ueste ultimo vapor a 800 rs. a libia e de 3
libra para cima ter abatimento.
dem franceza a melhor c mais superior do
a oio rs.
dem de carnauba pura e refinada a 3G0 rs.
a libra e 10.000 a arriba,
nosso mercado a 56o rs. a libra e 52o em dem de composicJSo enimacadas a 32o rs.
barril 011 meios. o maco e 9,ooo rs. a arroba.
Banha de porco refinada e muito alva a 44o Massa de tomate em latas a 600 rs. a libra.
rs. a libra, eem barril a 4oo rs. Doce em calda das mais especiaes frutas da
Clin hysson o melhor neste genero especial Europa a Goo rs. a lata,
encommenda do proprietario a 2,7oo rs. a Ostias em latas muito bem preparadas a
libra.
Verdadeiro vinho collares em ancore-
ras de 9 caadas a 50,000 e 800
rs. a garrafa.
Farello de Lisboa marca N ou Biato
tigo a 13 a sacca.
Vinagre I' R R, em ancoretas de 9 ca-
adas a 18,000 e 2,000 rs. a ca-
ada.
Passas em caixas, meias e quartas a
8,000 4.000 e 2,000, a 480 a libra.
Peras seceos em caixas de quatro li-
bras o meihor que se pode desejar
a 2,500, e 640 rs. a libra.
Caixinhas de 4 libras e 2 com ameixas
a 1.500 e 2,500 rs. a caixinha.
Chocolate portuguez, o meJhor que
pode haver de bom neste genero a
1,000 rs. a libra.
Marmelada propiamente dito de mar-
mello, a 64o rs. a lata e em caixas
de 100 latas a GOO rs,
: i.a de tomates a mais nova que se
pode desejar a 640 rs. a lata e em
caixa de 100 libras a 600 rs.
Emilia portugueza a 700 rs. a lata,
e em caixa de 100 libras a 640 rs.
Passas corintbias para pudim a 640
rs, a libras, e 400 rs. comprando de
Queijos londrinos muito frescos a 800
rs. a libra e sendo inteiro a 650 rs.
Sebollas em caixas as mais novas do
mercado a 6,500 rs. a cttixa, a 800
rs. o molho, e a 640 rs. o cento.
Batatas em caixas de 2 arrobas muito
novas e grandes a 2.400 rs. a caixa.
Sextinhas com figos proprias para mi-
mos de criancas a 60 rs. cada urna
e comprando em duzia ter grande
abatimento.
Erva doce muito novas a 500 rs. a li-
bra, e comprando em arroba a
10,000 rs.
Cominhos muito noves a 400 rs. a li-
bra e 10,002 a arroba.
Licores portuguezes das m;ireas mais l
acreditadas de LisLa a 1.000 a gar- #3
rafa e 10 a 12,000 a duzia, as quali- gp
dada sao as seguintes : ceme de (-
violetas, geroflez, rosa, absintho, ves-
peiro, amor perfeito, amendoa amar-
ga, percicot deturin, botelin, moran- ^
gos. limao, caf, laranja, cidra, gin- f^y
ga, canella, cravo, ortela;. pimenU @@
ejjutros muitos de qualidades menos tg
superior que sero vendid s por pre- j5g
eos em relaco as suas qualida-
des.
POR MENOS DE DEZ POR CE\T0.
NO
CONSERVATIVO
DE
JO.i^lJOl 8IMA0 1IOS SAI*TOS
13Largo do Terco
O proprietario deste armazem de molhados vende os seus ja bem conhecjdos gneros do 11 i-
mera qualidade por menos de dez per cento do que em outra qualquer parte, garantindo-su a supe-
rior qualidade.
dem idem menos superior e que em outras
l.ooo rs.
Peras seccas muito novas a 000 rs. a libra.
casas se vende a 2,6oo rs., custa ueste ai-' Massas para sopa estrellinha muito nova em
mazem 2,2oo rs. a libra. caixas de 8 libras a 3,oooe5oors. a libra,
dem uxiin o mellior que pode haver neste dem talharim, macarrao c aletria a 4oo rs.
genero a 2,6oo rs. a libra, garante-sea qua- dem macarrao um pouco mais baixo a 24o
lidade. I rs. a libra,
blempreto muito especial a 2,000 rs. a li- Sevadinha muito nova de Franca a 2oo rs.a
bra, e mais baixo, porem muito sufrivel a libra.
l,2oo rs. a libra, vende-se por estes pre- Sag o melhor que possivel a 24o rs. a
eos em razio de uestes ltimos navios ter- libra.
se lecebido grande poivfio deste genero, Farinha do Maranho a melhor que presen-
a deferenca de pceoo he de 600 a 800 rs* I temente tem viudo ao nosso mercado a
a libra do que se vende en outra qualquer j 14o rs. a libra.
parte. Gomma do Aracaty muitissimo alva a 80 rs.
dem do rio em latas de 1 at 6 libra a l,4oo a libra.
rs. a libra, neste genero o mellior pos- Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a
sivel. libra.
Biseoitos inglezes em latas com differentes Licores muito linos de Bordeara e toda as
qualidades como sejao craknel, victoria marcas que ha ueste genero a 800, l.ooo
pie nic, soda, captaim. soed, osborne e ou-' e l,2oo rs. a garrafa.
tras muitas marcas a 1,35o rs. a lata. Phosforos do >;az a 2oo rs. a duzia e 2,2oo
rs. a groar
Bolaxinha americana em barrica a 3,000 rs.,
Figos em caixinhas hermiticamente lacradas e em libra a 2oo rs.
e muito proprios para mimo a l,6oo o Tijolopara limpar facas a 12o rs. cada um.
2,(>oo rs. cada urna. Vassouras de piassaba com dous arcos de
dem em caixinhas de 8 libras a 2,ooo rs. ca- ferro prendendo o cabo a 32o rs. cada
da urna. I urna.
Passas muito novas a 8,000 rs. a caixa e 48o Escoras de piassaba proprias para esfregar
rs. a libra. casa a 32o rs.
Amelia francezas em latas de libra e meia o Sardinhas de Nantes muito novas a 32o rs.
9 libra a l,2oo 2,ooo e 800 rs. a libra. a lata.
Ciixinhas com ricas estampas a 1,400 rs. Peixe em lata muito bem preparado savel,
cada urna, frascos de vidro com rolba do curvina pescada e outros a l.ooo rs. a
memo, contend) libra e meia de ameixas. lata.
Champagne da mana niai.s superior que tan Errlffias portogueaas e fraucezas j prepa-
vimlo ao nosso mercado a I8.000 rs. o ;i-| radas a 8to e 72o rs. a lata.
go. e l,8eo rs. a garrafa, garante-se a su- Caf lavado de primeira sorte a 3oo rs. a
arroba para cima,
j^H s proprietarios afiancam que estes gneros sao muito nevos e ludo
/|g| de primeira qualidade, tudo isto se vende nicamente no armazem Uniao e
@ Commercio na ra do Queimado n. 7, e largo do Carmo n. 9 armazem pro-
>/. gressivo.
Qutijos
Bolaxinha de soda em latas grandes a 2.000
rs. rada urna.
do alemtejo, das ilhas e flamengos, todos chegados neste ultimo vapor, a
2,500 os flamengos e 800 ris a fibra do alemtejo e das ilhas, nicamen-
te no armazem Uniao e Commercio, ra do Queimodo n. 7 e largo do Car- j^j
mo armazem progressivo. ^g
Grande pech india
coin toqtte de a vari na loja e
armazem da Arara rna da iiu-
LOJA DO BEIJA FLOR.
I! 11 a do Queimado numero 63.
Cravatinlias para senuora.
Vendem-se gravatinhas de^diversos gostos mais
modernos a 720 e 800 rs. : na ra do Queimado,
loja do beija-flor n. 63.
Filas para drbriim de vestidos.
Vendem-se titas para debrum de vestido de linho fi'-^n
com 12 varas a 100 rs. a pega : na ra do Que- '"T;"
Vinho das melhores marcas.
Mantega ingleza or.
dem franceza.
Banha de porco refinada.
Vellas de spermacete.
dem de carnauba.
Cal bom do Rio.
dem superior doCear.
Toucinho de Lisboa.
Cha de diversas qualidades.
Queijos novos do vapor.
Milho alpista limpo.
Gomma de engommar alva.
\ao se diz o preco para nao espaular.
Sabo de diversas qualidades.
Chouricas muilo novas.
Arroz de diversos precos.
Ser veja das melhores marcas.
Sardinhas de Nantes novas,
(lenebra de laranja superior,
dem do Hollanda marca Gallo.
Phosphoros do gaz.
Bolachiiiha ingleza em barricas.
Passas muito novas.
Figos de primeira qualidade.
Biscoutos e bolachinhas de soda.
Charutos de diversas qualidade.?.
Alm dos gneros annunciados existem outros muitos que enfadonho mencinalo-, a dinhei-
ro contado.
A AGUIA BRANCA
recebeu:
Sapatinhos de setim branco bordados pata bap-
tisado>.
Meias de seda branca para o mesmo im.
Mu bonitas e delicadas louquinhas enfeitadas
para dito.
Pulsetras c voltas de contas brancas para senho-
ras e meninas.
Fita branca e preta de borracha, com diversas
larguras.
Transehns de borracha sonidos em ceres.
GRAGEAS
DtGELISE CONT
de ferro
perial de mcdiria
Ao lclale
Approvadas da academia
de Pars.
Segundo o relatorio feito na academia em
4 de fevereirode 1840 pelos Sis. profes-
sores Uouillauu, Fouquier e Hally, esto fer-
Trancinha preta de laa, e outras trancinhas de ruginoso reconhecido superior a todos os
laa degosto novo e mui bonitas para enfeiles.
Enfeites conservadores para senhoras.
PAPEL ^GLEZ
peratriz 50 de I ouronen p. dam. As resmas daiuelle tpm
M. <- ii i maraes. desle 800, e custa cada urna 8*.
Vende-se com toque de amia.
mado, loja do beija-flor n. 63.
Pcntcs travessos ende-se fatendas limpas karassimas.
Vendem-se pentes travessos' de caracol na V"tde'S(1'ch,i,,as n,nas fores f'uli,s.a 2i0. c 28
frentede borracha a 500 rs.: na ra do Queima- ^-S^Sf 'ZZl* J'"** ''"T .S? ^ O OS PECTN
do Inia do hf a-nr n fi:i J2' JC0 e iO rs- covado, gor^'urao de hnlio pa-, .
do, loja dobe.ja flor n W. ra ^^ de ^^ ^ ^ ^^ ^v^ ^ CWi.
v.jc ii i > ,Iim .,, francez para vestido a 280 o covado : na loja da Cheparam novos c bonitos pentes de concha,
V ende-se papel beira dourada a 1*200 e 1*300, Arara ra da Imperalriz n. 56. sendo de tartaruga, massa e dourados ; agora, pois,
Oueinndor llZV^ih n i n A '' *"* I FaieBds ProPrias l,ara s,>nl""'as mfnin- diriirem-se com doheiro ra do Queimado,
i "1 Vende-se gollinhas com botaozinho para senhora loJa u*aSnia branca n. 8, antes que se acabem.
** e meninas a 200 e .{O rs.. innurnUiM rti> ni n |?|| 1 W1 ^ i{ C
outros para curar : a chlorosis (pales cou-
i leurs), e leucorrha (perles blanche), a
anemia (flaqueza de temperamen lo nos dous
sexos), difcuidade de menstruacao sobre
almaeo e de peso. I tudo as mocas, incontinencia de uri-
Alem do grande sortimento de papel greve e ou- as, etc.
tras muitas qualidades, que constantemente se, v' n m]c .lomrtavpl acham na loja d'aguia branca, faz-se nouvel pela f/ir, ^ 1-,^" 1 i P T ,
superioridade de qualidade o papel ingles almas rorma de. P'1"138 assucaradas, e essencial-
e de peso, que acaba de chegar para a dita loja ; menle mais efficaz do que as oulras prepa-
um e outro sao mui encorpados e de um assetina- i races etc., por ser muito solvel no MU f 0
^i^^^^^TJ^^^t^fll gstrico, como cons do relatorio Ifdo re-
Tarnbem Veioda cen!emen,e na academia de medicina de
MI qualidade e de tmanho pequeo, em cai- Paris pelo Sr. Flix Boudet, em nome .le
commisso composla dosSrs. Veipeau,
Boucliardat, Trousseau, etc.. to-
xperiencias feitas sobre os princi-
dos : na ra do Queimado, "loja d'aguia branca Pes seres ferruginosos com um sueco gat-
nuraero 8. trico fresco no laboratorio do Sr. Ikuidaut,
pelos Srs. Drs. Corvizart e ilarreswil, que
o lactato de ferro o mais sohivcl e por
consequencia o mais efficaz.
Deposito geral: em Pars, ra Bourbon-
e meninas a 200 e .120 rs., manguitos de fil t
Vendem->e anvelopes de diversas qual.dades cambraia enfeitados a 500 rs, manguitos e pollas
vh^ArTrrSnC ^ C-^6W fS- "I" ??Sd Para senhora a l& ,*"80- ca.nisinhas bordadas
n rt ;bJ ,prt:l a,/ tt : ua l0Ja d0 be,Ja- i P"a enlwra a 2*, dius bordadas no colarinho e
flor na ra do Queimado n. 63 uunhos e gravatas muit0 ,inas a ,lm e ^ s
Voltas de aljfar. a Arara ra da Imperatnz n. 56.
Tendo recebido voltas de aljfar rom cruzes de Principia a Arara vender as colchas,
pedra imitando a br.lhante vende-se a 1 cada Vende-se colchas av.-ilud;i,ias para cama a 8*,
urna : na ra do Queimado loja do beija-flur n. 63. dita> .le linho alcochoadas a 55, -litas de fus tao a
Camisas de meias. 5*, ditas de damasco a 4*, ditas de chita a 2* :
Vendem-se camisas de meias muito finas a na lujada Arara ruada Impcratriz n. 56.
Villeneuve, 19.
Em Pernambuco, na casa de Caors A Bar-
bsoa, ra da Cruz n. 22.
Vende-se um rico faqoeiro de prata de urna
com gomma arbica dissolvida : vendem-se na c mei3i duzia de talheres, e com todos os mais per-
rua do Queimado, loja d'aguia branca n. 8. tences, novo e chegado ha pouco tempo do Porto;
RitMiIrii' onvn iif /i ?bra de mui, gos,' ,e acb*"se enI uma b0""a
r IVtlllo LOffl fJtli Uo-'ftU' cana : quem o pretender comprar, dirua-se a loja
A n. 1 da ra do Queimado, i tratar com Gaspar An-
VO SOrtimentO. tonioVieira Guimaraei.__________________
pe ior qualidade.
vmili i li. mlimiix das melliores qualidades que
se pede desejar a 7,ooo e 7,5oo rs. a cai-
xa o (i 4o rs. a garrafa.
libra, e 8,5oo a arroba.
dem do Rio muito bom a 28o a libra e
8,ooo rs. a arrolia.
Arroz do Maranliao a loo e 120 rs. a libra.
!200 e l300 : na ra do Queimado, loja do bei-
' ja-flor n. 63.
Eufeites de lila.
Tendo recebido enfeites de lita pretas e de co-
res mais modernas que se estao usando a (caria
um : na ra do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
lila de laa preta para ilrhrum.
Vende-se fita de laa preta para debrum com 10
Caixas com Vinlio do Porto superior de 9,ooo dem de Java a loo rs. a libra.
e |0,ooa re. a duzia. e 9oo e l.ooo rs. a
garrafa, neste genero ha grande pon-Hur de
ufenoteg marcas nui.to acreditadas que
j se vendern por 1 i.ooo l.",ooo rs. a cai-
xa nuno si'ja. Duque do Borlo, lagrimas
do Doaro, o. Luiz, Carnees, Mudrirn seo-
co Nctar ; Genuino e malvasio lino e ou-
tra.-. romo Cherry e Madeira para 12,ooo e
13,060 r& a caixa.
Vinliode pipa Porto, Lisboa, Fijueia, a 400,
48o, e 8*0 re. a garrafa, 3,ooo3,3eoc
3,5oo rs. a caada,
dem branco o melhor neste genera viudo de
ene. moneada a 600 es. a garrafa, e 4,5oo
re, :i sanada,
dem do Port em barril muito especial a
Gi. re. a ^'.11 rafa, e 5,000 rs. a caada.
Vioagce puro de Lisboa a oo rs. a garrafa e
i,loo rs. a ranada,
dem em garrafoea coro 5 garrafa.
Azeite doce de Lisboa superior qualidade a
S4i i s. a garrafa e 4,800 rs. a ainada.
Battatas en pgos detrinla a tiinta e tantas li-
bra a 800 rs. o gigo e 4o rs. a libra.
Genebra de Hollanda a mais superior a 6,000
rs. a frasquc'ira e .*>(>o rs. o frasco.
hiera era garrafes com 25 garrafas a 8,000
rs.
Senre|a das melliores marras de 5,ooo a
5,Soo a do/Ja e 5oo rs. a garrafa.,
a superior a 800 e l.ooo rs. a garrafa,
e em caixa ter abatimento.
.Vainiiliada imperial dos melliores e mais
atetados a ncerveiros de Lisboa em latas
de libra e de libra e meia e duas libras a
Soo rs.
Coacervas ingtezas em frascos grandes a
75o rs. rada um.
dem raiiiv/.a de todas as qualidades de
ligumrs c froto a 5oo rs.
M istarda francezas em potes preparada a
4oors.
Pililos para denles 12o rs. o maco.
Ii em lixadosmuito fino lio rs.
Auiendoas de casca mole a loo rs. a libra.
Arelaes muito novas a 2oo rs. a libra.
Nozes muito novas a 2oo rs. a libra.
Cbourcas e palos a 7oo rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra ou a
8,5oo rs. a arroba
Presuntos de lamego de superior qualidade
chegados neste ultimo vapor a 48o rs. a
libra.
Alpista muito novo e limpo a IGo rs. a li-
bra e 4,6oo a arroba.
Painiyi muito novo a 18o a libra e 5.ooors.
a arroba.
Sab5o maca, amarello e castanho a 22o e
24o rs. a libra,
dem mais baixo um pouco a 16o, 180e2oo
rs. a libra.
Caslanhae pelladas a 24a rs. a libra.
Chocolate francez de primeira qualidade a
l,2oo rs. a libia.
hli'in de Sanie muito superior e medicinal a
l,3oo rs.
Copos lapidados proprios para agua a 5,ooo
rs. a (luzi.i, que em outra qualquer parte
7c 8,000 rs.
Charutos dos melhores e mais afamados fa-
bricantes &} S. Flix e do Rio de Janeiro
de I,5oo a 5,000 a caixa.
Cebollas novas a 800 rs. os molhos grandes
e 7oo rs, o cento.
Doce de goialia a 64o rs. o caixao.
Lentilbas excedente legumc para sopa e gui-
zado a 24o rs. a libia.
Ervilbas seccas j descascadas
libra.
Pimenta do reino muito nova
libra.
Cominhos e erva doce a 32o e 4oo rs. a li-
bra.
Cravo da India a 600 rs. a libra.
Canella muito nova a 1,000 rs. a libra.
Alfazema a 2oo rs. a libra e 6,000 rs. a ar-
roba.
Graixa a loo rs. a lata e I,loo rs.a duzia
a 2oo rs. a
a 36o rs. a
Arara vende cassas a :10 rs.
Veade-SC cassas francezas lin.is a 240 e 280 o
cavado, orRandys finos a 2i0, 20 e 220 o covado:
na ra da Imp< rairiz 11. 36 loja Ca Arara.
Arara vende laznlias para vesiidu a 2(0 rs. o
covado.
Vende-se laazinlias para vestidos de senhora a
240, 280, 320, 400 e 300 rs. o ovado, casemiras
,L5n, aPfCa:naloja do beija-flor ra |isas pr0|irias para capas de ser hora a 15800 o
A aguia branca recebeu por esse ultimo vapor
um novo e bello sortimento das procuradas fivelas o cento
com pedras, podendo assim satisfazer a todos que "
deltas precisarem, uma vez que apparec,a dinhei-
ro : na ra do Queimado, loja d'aguia branca nu-
mero 8.
COPOS COM BA-
YHt.
do Queimado n 63.
Fitas de liuho para bordar vestido
Vendem-se fitas de linho para bordar vestido
on roupinho de meninas com 40 varas a 640 e
800 rs. a peca s quem tem a loja do beija-flor
ra do Queimado numero 63.
Ilotes de nudreperola.
Vendem-se botes de madreperola mais moder-
nos que tem vindo. para punhos de senhora a 320
covado : na Arara ru dalmperalriz n. 50.
Arara vende cortes de casemi a pela a 3.
Vende-se cortes dcasemira pieta para calcas a
35, 35*00, 45 e "3 : na loja da nrara n. 36.
(irande sortiiueiito de fazcmlas pi cas para a qua-
raapp.
Sedas, grosdenaple, pannos finos e casemiras.
Vende-se grosdenaple preto p;>ra vestidos boa
Sehola a 900 rs.
na 1 na da Madre de Dos n. 18.
Bom c barato
Na ra Nova n. 36 vendem-se flores francezas.
ramos grandes, a 15, de 4 rosas, agua de flor de
laranja a 300 rs., e todas as qualidades de miude-
zas. e chapeos de senhora a 105-
Vendem-se 10 duzias de madeira de louro c
5 duzias de amarello, serrado em assoalho, e uma
A aguia branca acaba de receber os bem conhe- canoa de um pao s : na ra Direita n. 32.
cides e apreciados copos com banha, os quaes es-, Vende-se farinha muito superior a sacra a
tao sendo distribuidos rom aquelles pretendenles ^.n. na taberna travea da mi Rpii-i a
que coniribuirem com 25300 vista : isso na ra SfiLEK?au ^tem
do Queimado, loja d^aguia brancan. 8. I Pelamuitaporcao quetem._________________
piici INJECCAO BROW.
Remedio infallhel contra as gnorrheas
antigs e recentes, nico deposito na bo-
luca franceza, ra da Cruz n. 22, pre-
ill HBIrll
para senhoras c meninas.
A aguia branca recebeu mui boas meias trance-
STErT*rST^Sr^aMS -* a *W0, 15000/25, 254UO We 35 o JA no tecido e fio redondo, o que as tornam (
ir" .' :k' :..i ":. ,e :r-e _e_Pre_c L na i covado. sark heuMnhnb rt,. t*A* nann. Hnn nr..in de immensa duracao. porque muito convem, anda CO J*.
covado, sarja hespanhola de seda, panno tino preto de ""mensa duracao, porque muito convm, anda
a 15600, 25,25500, 35 e 45 o ovado, muito su- m^mo rustando 7 e 85, como se esto vendendo a
perior casemiras pretas finas a 25 e 25400 o cova- linheiro, > vista, na loja d'aguia branca, ra do
\ ende-se fita de velludo preto com 10 varas a ; u0, mciill fino a &f00 .j Ul0 de cor(ir
?? tSSft-SJ5?S?J,XJ2L^? TO e a 25500 o covado : na ra da lmp.-ratriz n. 56.
ra do Queimado, loja do beija-flor numero 63.
lila de velludo para bordar vestido.
Queimado n. 8.
loja do beija-flor da ra do Queimado n. 63.
Fita de velludo bordada.
Vende-se fita de velludo preto bordada de
di-
Arara vende fuslo a aOO rs.
Vende-se fuslo de cores para ronpa de meninos
calcas c paletols a 500 rs. o cova lo. ganga franre-
22" .t"-"'M'mn,?iS TrJL* pT^% |ial:i qi1;" 'z;i 0" e cta r" Im e |*ekte a 440 rs.
resma : s quem tem a loja do beija-flor rua do
Queimado n. 63.
Franja prela.
Vende-se franja prela de diversas larguras para
enfeitar capas-ou manteletes os mais lindos gos-
lus que se pode encontrar : na loja do beija-flor
rua do Queimado n. 63.
Facas e garfos.
Vendem-se facas e garfos de balanco de 1 bo-
l.u a ."5500 a duzia, ditas de 2 botes a 65400 :
na rua do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Humillos.
Vendem-se dminos muilo finos a 15200 e
I.ViiKi: na loja d(* beija-flor da rua do Queimado
n. 63.
Visporas.
Vendem-se visporas muilo finas a 800 rs. : na
rua do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
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Loja das varas
3 Rua lo Crespo &
Neste estabelecimento vende-se por pre-
cos razoaveis os seguintes artigos alm
dos mais :
Pentes de tartaruga fino gosto Co- M
tilde e Imperatriz Eugenia a 125.
(lories de cambraia branco bordado 18a
a 135. 83
Manteletes de fil preto a 155-
Laas de cores, covado 240 e 400 rs. :
dem infestadas a 300 rs.
Vestidos para casamento sendo de >*j
blohd e moreantique. H
Vesiiilos i capee pretas de bom gosto S
proprios para o presente tem de qua- |
resma. Alm d'sto lem um completo S
sortimento de fazendas linas e grossas,
as quaes se vendem mais em conta do
que em outra qualquer parle, s avista
dos compradores te justificar.
e!
Ao n. 29.
Nova loja dos barateiros na rua de Qneimado.
Ricas saias de fustaoa 55, camisas inglezas para '
senhora a 25, 25500, 35 e 45, cobertas de u'stao ^W brancas a 55, chitas com lustro para coberta com Hila da- Seil/.;tl l;i l\o>a n. M.
6 palmos de largura a 640 o covado, cambraia de mp~p Ptahplprimf ntn vpndpm-sp- tirhasH
cores para vestido a 320 covado, laas para vest-!, :NeSie estaDetetimento \enaem-se. tachas de
do a 480, 560 e 640 o covado. ferro coado libra a 110 rs., dem de Low
Ao n. 29. Moor hlira a 120 rs.__________________
Nova loja dos liarateiros na rua do Queimado.
.AI|;o(|jio da Itahia
para sacros de ssucar e roupa de escravo; tem ""f0?^ .vendc,n Porme,ade do seu 'lorpor ser
p;.ra vender Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & '
C, no sen escriptorio rua da Cruz n. 1.
AGENCIA
FNDIGO BE L0W-M00R.
Una da Sentada ora n. 42.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
Bicos pretos, franjas de todas as qualidades, ,i l- ,
trancas de seda, de algodao e de laa, manguitos e endas para engenho, machinas de vapor
camisinhas bordadas, collarinhos e punhos, folhos 6 tachas de ferro batido e coado, de todos OS
bordados, botes de velludo, de seda e de fuslo, tamanhos para ditos,
bandos de cabello, meias de seda, loques ; cujos
Tarlaianas de todas as cores, fazenda muito lina
a 720 a vara, cambraia para cortinado, peca de 22
varas, por 105, chales de laa por 35, 45, 35 e 85,
camisas inglezas para homem a 385,505 e 605.
Ao n. 29.
Nova loja dos barateiros na rna do Queimado.
o covado: na rua dalnipurtriz n. 56,lojada Arara. |
Houpa frita da Ar ra.
Vende-se paletots de brim de c Jr a 25500 e 35
ditos de meia casemira a 35500, ditos melhores a
45500 e 65, ditos pretos de pann) a o?, 65 e 85
ditos de casemira lina e debrunh.idos a 85 e 105
din- pretos de alpaca a 35300 e ,5. caifas pretas
de casemira a 45500, 55, 65e8 5. dito.- de meia
casemira, ganga e brim a 25 e 2,i5O0, ditos finos
a 35500, dilos de brim branco a 35 e 35500, ca-
misas francezas a 25, 25300 1 35, seroulas a
15600. ditas de linho a 25 e 253 K), colletes a 25
e 23UO : ua rua da Imperatriz 11. 5ii.
Baldes da Arara a :#.
Vende-se bales crinolinas de 50, 30 e 40 arcos
a 3-3.35300, 45 e 45500, ditos le madapolo a
35500, ditos de massena a 45 : s na Arara rua
da Imperatriz n. 56.
Arara vende madapolo fr nerz a 1,5.
Ve mese madapolo francez eiifeslado a 45 e
455OO, brutanha de linho. Ii.iiiiburgo de linho para
leoces e seroulas a 440, 500 e 6i0 a vara, bra-
mante de linho de 10 palmos de largura a 25 a
vara, brim pardo de linho a 800 e 15, dito brano
a 15, 15280 e 15400 a vara : na rua da Impera-
triz n 56.
Sciltilias a 500 is.
Arara vende sedinhasde listrin las para vestidos
a 500 rs. o covado, ditas finas a liOOrs., laa Ma-
ria na rom 4 palmos de largue 'taimas de seda a
800 rs. o covado : na rua dalmpTatriz n. 56.
Arara vende cainhraias de caro- inbos a 300.
Vende-se cambraias de carociinos para vestidos
a 25r'00 a eca, cortes de cassa fianceza a 25, co-
bertores de pellos a 15 e 15600 na rua da Im-
peratriz n. 56.
Arara vende os corles de riscados franmes a 3$.
Vimle-se cortes do ripeados fr; ncezes com 14
covados a 35 o corte : ua rua da emperatriz n. 56.
Arara vende os soutembarques.
Vende-se soulembaniues pelo; muilo ricos, ca-
ltas compridase manteletes de superior qualidade
a 225 e 255 : s a Arara rita da Imperatriz nu-
mero 56.
Vende-se alpaca prela a 500 rs. o ovado.
Vende-se alpaca preta para vestidos a 500, 600,
700 e 800 rs., lina de cordo a 800 rs para pal-
lol, princeza preta a 800 e 640 o covado, bombazi-
na preta lina a 15400 o covado, lazinhas prela
para senhora que esliSo de luto a 720 o covado :
na rua da Imperatriz n. 56. A loja est aborta at
s 'J horas da noite.
AKI.ZMfOHWTO
PtAKCHi
lina de Apello numero 19.
ESCRAVOS FGIDOS.
Fugio no da 29 de fevereiro de 1S6 o es-
cravo Lourenco, crioulo, de idade 36 annos, pouco
mais ou menos; com os signaes seguintes: altura
regular, bom corpo, cor bem preta, pouca harija,
, olhos vesgos, eom lodos os denles na frente. 1
Na* 101armasen tendi-m-* v.nhos, licores, |adD0 |e6m uma U)arca de feri(la na ,,,,,.,,., |1||o

Atteiico
, 1 ,, 1 i. 1 i i ueMuuiid-.-e iui iuu ma i iiim.u .ei in: re-
\ IllllO rC KordeU\ Ordinario, duzia : dras de Fobo, onde j morn, e rol escrvo do Sr.
O 000 l'S ;FelippedeNrito:_roga-se a todas s autoridades
' .. ... ... ". polieiaes e capites decampo do appreliender o
HllO dllOf qualldailC superior, adU- dito escravo e entregar a seu senhor Jos Fron-
til bOO l'S. cisco ^ ArauJ morador no engenho Camprm do
., ... ... terme de Agua Preta, ou no Ilectfe ao Sr. Manuel
Loma permissao e se rejCllarse- Antonio Santiago Lessa, rua da Cruzo. 44, que
nAO a grada I'. ser bem recompensado.
Se achara igualmente neste estabelecimento vi-
nho muito superior velho, de todas as qualidades,,
tanto em pipas como em garrafas, bem como cog-
nac, vermouth, absinthio e todos estes gneros, por
precos mais em conta que em outra qualquer 1
parte. Desapparecen no dia 5 do correte o preto de
Por todos os vapores da Europa costuma rece- nome Sebastio. com idade de 40 annos: mai ou
ber igualmente mercadorias ou gneros frescos, menos, baixo, secco do corpo, falta de um dente
taes como queijos, salames, conservas, 01c etc. na frente, bigode e pera, um pouco eresdd 1, 1 s
pequeos e os dedos bastante abortos, cor tem
preta, levou vestido calca de brim do lislra e BB-
inisa de baela azul : roga-se polica o eapHSes
de campo, ou qualquer pessoa do povo, a sua ap-
Vende-se a propriedade denominada Maltez, sita prehenso, e leva-lo rua Direita n. 17, que se
na freguezia de Tracunhem da comarca de Naza- recompensar,___________________________
reth, com uma legoa de frente e meia de fundo, e; Fugo no dia 3, tendo sido comprada uo l*
proporces para nella se levantar um bom enge- do corrente, urna escrava de nome Joanna, de na-
nho de fazer assucar, sendo que actualmente ren- cao Angola, idade 40 aattns, pouco mais ou menos,
de ella mais de 1:0005 que pagam os moradores levou um balde de conduzir agua, pintado de azul,
que tem : quem a pretender entenda-se nesta pra- brincos eucarnados a balo, vestido de chita com
fa cora o Sr. Antonio Jos Leal Res, na rua da assento branco e pintas encarnadas, chales de cor
escura, e casaveque coraprdode chita branca cum
Ostras amarellas, baixa, amiudada as fi 1.
disfarcada, e tem os ps queimados por mel quente
no engenho onde foi escrava ha annos : na rua do
Passeo, casa typographica da porta larga, onde
ser gratificada a pessoa que apresenta-la.
AuTOnca
Cadeia do Kecifen. 47.
Vende-se um carro com vidracas, pro|trio
para particular, e com arreios novos de metal prin-
cipe ; quem e comprar, nao faz a menor despe-
za. Tarnbem se vende a parelha de cavallos rucos,
gordos e grandes, mullo bous Iroladores no carro e
na sella, andam baixo at meio: ver e tratar na
rua do,1'aituvello padaria n. 31.
i\. 97
Vendcm-st! 5 pares de azas para an-
jos, por prc.;o_commodo : na rua da Jmpe- vende-se a verdadeira graxan. 97: na rua do
ratriz loja n. li A. Trapiche n. 19, escriptorio de Eduardo Fenton.
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Jolinston A C.
rua da Senzalla Nova n. 42. ______
Attenco.
Vendem-se saceos com milho milito novo a
352OO: na taberna da rua do Sol n. 29.
ftegtsto'
Registros em grande formato.impressos em papel
do Hollanda, ricamente ornados n m vmhetas, etc.:
N. S. da Ceneeicao, d'Assnmpca, do Terco, das
Necessidades, da Paz, dos Milagn s, S. Braz, o Se-
nhor Cruxficado, da Boa Senlenc 1, que se venera
na matriz de Santo Antonio, do i S. Sacramento, e
outros n unos em pequeo forma o, de differenles
invoeacoes, que se iroram em perco e a retalho,
por mui rommodo preco : na th; do Imperador n.
15, defronte do convenio de S. Fiancsco.
Vende.se os terrenos de r.iariuha ns. 40 e
40 A, silos na rua do Capibanbe : tratar ua da
Imperatriz n. 63 seguudo andar.
Acha-se fgida a escrava Maria do Rosario,
crioula, idade de 50 annos, pouco mais ou menos,
I baixa e gorda, tem o dedo grande da man esquer-
da de penos por causa do um nanaricio, f j escra-
va do senhor de engenho Sant Anna, tem irmos
em Santo Amaro de Jaboato para onde se descon-
Vende-se excediente sal portuguez, a bordo do ga que fossy reCommenda-se s autoridades po-
"S^ ntM *U
brigue escuna Graciosa : a tratar na rua da Cruz
u. 33, primeiro andar, escriptorio do Antonio de
Almeida Gome.?.
Vende-se a armaco que se acha enllocada
na loja da rua doAragao n. 32. muito proprta para
principiar qualquer negocio, com |touco dinheiro,
on mesmo deposito, torna-se grande perhinchapelo
aloguel da casa ser diminuto, e a armaco muito
barata : a tratar na cocheira defronte, ou na rua
do Principe n. 32.
liriaese capites de campo; e quem apegar leve-a
rua da Senzalla Velha n. 94.
Escravo fgido.
Fugio da casa do abaixo assignado, na rua a
Cruz n. 33, no dia 25 de fevereiro, o escravo Jaeob,
do naeiD Mina, maior de 40 anuos, cujo escravo
foi do engenho l'baquinha, pertencenle ao Sr Ig-
nacio de Barros Wanderley, termo de Serinheu.
O dito escravo solfre muito de frialdatle e presu-
me-se que est acoulado em ra*a da amasia, (ons-
LdVneirOS. la ter sido visto nobairro de Sanio Antonio, proxi-
Vendem-se dous carneiros grandes e muito man- |P aa ,du 'Sr J8 ^dro do UJ0' "i1 rua df
sos, proprios para menino, sendo um em grao e Lruzes I e all0> encorpado, e quando anda arrasta
outro castrado : na rua Augusta n. 114. Todos um Vo11 a Perna- luvou relll cala d(! azulao-
dous machos e de pouca idade. camisa brana e barrete verme ho na caheca, cos-
_____________1_______________________ turna fazer chapeos, e e muito ladino : protesla-se
Ainda contiuuam venda tres negras, sendo contra quem o acoular, e rogase aos senhores ra-
uma de 7 a 8 annos, as outras de 40 e 50, todas do pitaes de campo a captura do dito escravo, e quem
servico do campe; a tratar na rua do Imperador, o trouxer casa cima indicada, ser recompen-
sobrado 11. 2. sado.- Domingos Rodrigues de Andrade.
\


8
Diario de Pernambuco Quinfa felra IO de 1f:trc > de 1 %l.
AGRICULTURA.
viagem redonda, pagavel como fira declarado, co ao governo dos Eslad is-Unidos ua America.Se- Demonstrado ultima evidincia, como en io
governo de So Magestade o Imperador do Brasil, nhor.Os abaixo assignados, lendo cuidadosamen- te-lo feito :
bem cmodos Estados-Umdos, lerio em ludo o le considerado o objecto, e estando convencidos da 1- A necessidade de cstaliel eer navegago a
! o algodo.
iIuSo.)
Jsfabiira- de li. cao d.i paiz jirduzex, annual-
I,M),00 i uil de lio, no val
21,0 i prala, o que consun i I
dj pilos fabricantes do pait. Em I
i i artigas ;. i np taciu europea era de 80,01 0 |>u I
. 1 ihiiiia pra:; "a
iitr;-.-; algodo liado a inao i
- prata c pstand i 17.1 'i pt
lo apem.s survia para maaufactura de panno
iro.
Ib algodo fiado no paii c importado cousnme-se
as I i Kussia nao menos de l.WO.flCO pud,
di- quaes 4O,Uv lavados u ornis colorido ou
un;: indo no iiierefcdo. O valer letal do
lempo diivito de ordenar eonjunctamenie. que se
executem estas viagens addirionaes, conforme jal-
garem que sao exigidas pelos intaresses commer
importancia e necessidade de urna ooraraunicacio vapor entre esta corte e os Estado -Unidos
por mcio de vapores entre o Brasil e os Estados- 2. Que esso servieo deve ser feito por.naci-
Unidos, e estando completamente convencidos dos naes.
ri es, pagando ao coeessionario, seas soetat ou i grandes beneficios que a todos os respeitos resul- Nutro a lisoogetra esperanza de que merece-
herdeiros, asubvenco de que traa o artigo pri-
meire.
Artigo miarlo.
t O tempo empregado para efectuar a viagem
o de Janeiro para Nova-York, e a do Nova-
(Aran Hiede Janeiro, nao exceder de 2>
diasde i'i horas cada un. salvo- sempre os casos
fortuitos e do forra maior.
fatigo quinto.
O eonccsshnario ou o seu representante e so-
cios, ou agentes, torio o direito de importar no
l' -il, livres de direito, niosmento ocarvoo
outros fornecimenlos e provisoes necessarias ao
consumo de seus vapores, como larobem as provi-
soes o qualqucr forneciinento para uso e consumo
' -I fabricado na Kussia calculase em do, seus >as:a(re,0:S e empregados. E os seus va
iilioes d; rublos de piala, sendo quasi todo r0res llcaro Uentos de todas as desbezas do porto
coiiiumido no p: iz. Este imperio apenas exporta fl Ja a|fanJea nos |(Or|0S do |tras|
si n n'godao m.viufictt.radi. para a Asia e no valor Allilin svWii
J,'0,t0 rublos de prala. E' para o coui-
piaJor rnsso milito mais commodo, por nao haver
relacao directa de negociante a negociante com a
irle, comprar oaagodi is i:-
as em Landres ou Liverpool, que garntanlo
p cent ute por grandes ou pequeas
loti.i; de cambio ; contrihue anda mais para iste
Artiijo sato.
O governo do Brasil reservase o direilo de
designar qualquer ontro porto on portos do impe-
rio, entre o Itio de Janeiro e o Para, em que de-
verito tocar os vapores de qne tratosla concessao,
comanlo que haja agua sullieiente no porto ou
portos designados para quo os vapores postan nai-
fes entrar com toda a seguranea. e que o governo
azoavel e libe-
para esto servil-) extraordinario. Ao renres-
sionario. seus socios ou agentes, ser abonado o
tempo perdido ua execueao desta re quisico.
Artigo stimo.
t Oronccssionariu ou seu representante e socios
a :np ai a godao, aproveitando a quaora ia-\ ou ismes ,er-l0 Cl tj00temp0 0 direito de cons-
voravel, correra risco de pagar mais do qui liavia toirom-ra era eompaaata, debaixo de qualquer
O.u ------;----- ,. i--o cmim .un unid a scvuiauyo. a ui
Inglaterra, particularinente em Liveipool.o do|jrasi| oon,.eda nina retribuid ra
ao escolludo e vendido sob garanta, o que ra| para est0 servC) extraordinario.
B v na America. Tambera se deve ajuntar.
i| i os pteos ao algodo s uo mercad" ingles
liiines; e por isso um especulador russo.
qae na Anieiica. mjsmo no lempo da collieita, qui-
dc ser o prego do mercado.
V SARDKNBA.
K fai cacao do algodo, que principiara aquide-
pois de outres paites da Europa, tem-se desenvol-
titnlo que julguem assumir, e com aquello capital
e numero de acedes que Ihes parecam convenien-
tes, e a responsabilidade das partes nesta compa-
nhi i ser limitada importancia das actes que
\lomuitc. seiundo o consuino da popufcicao de i posuirem.
rwnor de oi.iil loes de almas. Esta industria en-1 Artigo Oitttto.
e n'.ra-se nica nente no Piemonte. em quanto que, Xo caso era l|U0 conCessionario. seu repre-
i i G, nova. SaUia e na illia da Sardenlia apenas sen|;intei socios ou a,,ell,es> n;-l0 poBstm continuar
se descotre nina fabrica, ou cnlao e desconiie-10 servco da |jnna de vapores de que se traU, em
Da exportacio de O.tfDC.Oat libras para os csta-
d.i; Annriaeos loram 8,290,116 9,921,639 licaram
ju.ra o consume do pan.
Calculndose 40 libras de materia prima annual-
ir.ente para i ada ruso, ter-se-ha cerca de 260,000
Osos. Os direitos do fio de algodo seregula.se-
gumto o grau de llnura, porqueo governo pretende
cem Uto proteger os raliricantes indgenas.
Em 1853 a Sardenha importou de algodo (em
li jraam. ricana) o segante :
Kio, 183,588 iil.ras; o alsodao nianufacturadu
giossciro ou lavado, 735,108 libras; manufactra-
la colorado, 949,431 libras; panno impresso,
1.3*0.379 libras; velludo do algodo. 187.537 li-
bias ; manufacturado ordinario branco, etc., 52,490
libras.
vi. BLGICA.
Dos dados p-atlslicos sobro o numero das fahri-
(M de fiaco m -te reino nao existem, segundo Mr.
l'J;.irborn. Em 1846 se fez um censo a este res-
, lo; mas nao foi exacto o seu resultado, e depoi-
t sto esta industria tem ereseido. \V. Romberg. di
redor no ministerio do interior, em seu relatork
ai nual calcula o consumo de algodo na Blgica
2,700,000 libras, dando a cada fuso 44 libras,
tiremoscousa de 500,000.
Em 1855 a nuporiaco do fiorhegou 1,661,146
Kilogr. no valor de 6,844,095 francos. Disto con
si :niu o pai? l 4.723 kilogr. no valor de 1,572,27;.
fiancos; e 1,62,205 kilogr. uo valor de 5.258,430
francoi de transito ; sendo a maior parte deste fio
c1 o, Iffera ingleza.
Naexporti.c.) daquelle anno, 1,784,608 kilogr.
no valer de 6,313,653 francos, haviam ai>enas.....
;;3,403 kilogr. no valor de 1.063,228 francos, pro-
ducto belga. A maior parte deste lio foi exportad?
liara a l'rnssia.
A importar, peral de tecidos de algodo en
fl855cbegou'a 774,-504 kilogr. no valor de 11,369,49.1
i ancos, dos quaes 247,831 kilogr. em 3,486.241
laucos forara consumidos e 533.209 kilogr. no va-
lor de 7,903,459 francos passaram em transito.
A exportacao subiu a 2,222.678 kilogr. no valo"
de 18,882,183 francos, dos quaes 1.689.415 kilogi.
no valor de 10 978,734 francos foram produziaos
uo pait.
Vil. MllUEe.A.
Em geral progride na industria este paiz, e seus
habitantes aproviilam a posieotopographica, para
a iolroduccio de novas fabricas. Assim faltando-
o com uslivcl, que abunda na Inglaterra, a
Noruega dot;.da do umita agua, que poe em mo-
lioteat -nas machinas. O jornal, termo medio,
regula abi 2 francos por da. A industria doalgo-
ilao, oe que dos oceupamos aqu, segundo os An-
naales progresso. Nesus 20 annos encontram-se as pri-
nieiras Daedes de algodo e de 6 annos esta pai-
ta liouve maior impulso. O roiisiimo do algodso
liado em 1857 foi calculado em 4 millioes quasi to-
i o fabricado no paiz.
A importacao dos pannos calcula-sc em 1 M li-
bras ; 1/2 .\l lora prozdo pelas fabricas indge-
nas, e 2 M pelo trabamo domestico, por haver mul-
los lea res era casas particulares.
As fabricas em actividade tem 541.000 fuses, oe-
copando 1,000 operarios. 8 teares coin 700 inecha-
Uisotos e 8(KJ empregados.
Os dados de outros paizes na Europa nos sendo
deseOBOaeidos, nao podemos aqu incluir.
(Humo Oficial.)
consequencia de algiima guerra em que se ache
empenhado o Brasil ou os Estados-lnidos ; ou se
qualquer oulra guerra tornar impratieavel a exe-
cueao dos deveres que Ihes impoe a presente con
tariam do estabelecimento de una linha de paque> r a approvaco de V. Exc, a se; uinto
lesa vapor entre os dous paizes, pedem permissao Propoti i.
parapropor V. Exc. un contrito allm de conse- l
guir odilo objeeto com as seguintes condieoes, para A Companhia Brasleira de paqoetos a vapor
as quaes solicitam vossa atlencao favoravel : obriga-se a sustentar urna linha q ie. partindo duas
t'-i-Os presentes proponenlos o seas socios esta* zos pormez desta corte, va em ama das viagens,
belecero nina linha de primeira ordem de vapo- a que fr designada pelo governo. al N ivl-York,
res qne navegarao mensaliuenle entro os portos de locando na Baha, Pernambuco, Maranhao, Par,
New-York, Pari Rio ile Janeiro ou ouirns quaes- Barbadas, S. Thomaz, fharles-T\rn 8 Nova-York,
uiier portos do imperio, que forem considerados e na outra a todos os portos em que actualmente
vantajosos. toca.
II
l'elo augmento de servieo, o roverno subven-
cionar a companhia com mais 3.1:0005 meusaes,
III
l.-" Que os ditos vapores deverao ser de lo-
nelagem de___, bem e amplaniente |irovidos para
passageiros.
3."-Que os roesmos privilegios e oondic5es
garantidas a linha brilannica de vapores sero con-' ... .,-,,.......
cedidas em lodo o sentido aos presentes contra- O*?*?" "T' *'' m.".l wf, ^ ""
r tes diplomticos e consulares, ob.era para a com-
. 4.'-Que, visto que os negocios c as transac-; PPni a necessar.a proteceo ros portos estran-
coes commerciaes tem sido ha mullo lempo enea- !M?!!2S2L^2^S!L -
minhad.sentre o Brasil e a Europa, com excluso 0 aba.xo ass.goado esla pn.rapto a forneeer
quasi total de correspondencia direcU com os Esla-, *>*" o ^ohirecnentos. b bem assim disculir e
dos-Unidos, e que por consegrante a dita liaba tari ",,101 SE"-? SS2fif Tw' t. *!<.,
deconWrem circumstancias desvantajosas, por I' e Evm. Sr conselhe.ro Pedro de Atoa-
verno brasileiro garantir aos mencionados! g Bellcgarde. ministro e sec etaaio de estado
dos negocios da agricultura, eomraercloe obras
isso o guverno brasileiro garantir aos ineni
contratantes um subsidio annual de... para o esta-
belecimento da dita linha de paquetes vapor.
t 5." Que o contrato e os privilegios garantidos
pelo governo do Brasil nos presentas contratantes
sero exclusivos para os Estados-Unidos, durante
o periodo de dez annos a contar da inauguraco
da linha.
6.*Que os contiatantes terao a liberdade de
fazer os seus vapores navegar com bandeira ame-
publicas. -Francisco da locha Miranda, gerente.
F.STL'DO SODHE A HISTORIA D.V 11K -T U 11 Vi; \o t ill
L.VMARTINK.
Antes de fallar acerca do livro, fallemos do ho-
ricana, brasleira, ou qualquer outra, quando as-; niem) poriluo Chegou o instante de dar a cada qual
Sttt oRLCJStttnAi. ser vos- W e depdr a historia era crdem.
sos obedientes servos.M. C. Beata.M. C. Gar-1 Era o da segrate da restaura-10. A mspiracao
rison. ; em Franca mostrava-se exhauri la A mondado
.\. 3.-Washington, JJie oulubro de I8S3. 1an.-(0 se' Horario dc a|Cova humado Parny ;
i*a6Jttt ;^rat^ *i-*. i-s inu,i
ultimo,contendo urna proposta para o restaheleci-' apreciavel aos espintos animados pelo cheiro da
ment do urna linha de vapores, enlrc New-York plvora. Saba-se malar e morre-; nao se sabia
e o Brasil, a qual sera demora, submetterei con- \ sen,ir nem comprehender. O tempo queria assim
sideraeao do imperial governo brasileiro. .
- Proeedendo assim. devo comtudo reiterar-vos
Lamartine tinna um duplo pen-auento escre-
vendo a Historia dos Girondinos. Queria glorificar
a democracia e deshonrar a proscripeo. Dividiu
em duas partes a revolueao: a parto da colera e
a da idea. Provou que a guilhotina nao era a con-
M |uencia da idea, e que a dea nao era-lio pouco
a escusa do terror. Nao. a hacha nao salvou a re-
volueao, romo pretend: a escola da dictadura. Por
que quanto mais ella feria mais tinha a ferlr. Quan-
to mais immolava mais via ergajer-se a si a reac-
eo da pieda le. Punia ocoraeo cin contradiccio
com a denijcracia, o o cofteio atabou por ler ra-
ii. Quando via-se passar os vencedores de ou-
tr'ora, entao vencidos, com as mos ligadas, era p
50bre,seo4 carros e c^in a pallidez ant;.ipa.la da
morte, involuntariamente era esquecida sua longa
oppressao, sua longa injustica ; todos o lamenta-
guerra no mundo da elegancia. Na verdade, a
credulidade humana tem muitas vezes tambem um
mysteiio. Ousa-se alllrmar de um homem qne es-
t morto para a rasao, e este homem est ah que
falla, esrreve, interroga, responde, v", visto,
que a cada instante do dia o desmentido vivo da
calumnia, e entretanto acalumnia acceita, def-
fendida, e um ministro o primeiro a aflirma-lo
sob o panno de sua chaniin. Que teai feito pois
o nosso seculo mocidade honesta para ser con-
demnada a um ia| esiicctaculo ? Seguramente,
nossa geracao mereca raelhor destino.
Mas eiio sempre calmo, apenas espantado com
tanta injustica, tomara, com a fronte inascessive
ao ultrige, o caininho da solido.
A colera da fortuna havia tambem cahido sobre
seu lar Sua casa ameaeava ruina. Buscava co-
vam, eram chorados, e quando caiam suas cabecas
o ruido dessa queda nosangue echoava longa e do-! ojosamente reparar em seu trabalho o tempo per-
lorosamenie na conscencia. Deas eollocoo em nos- jdiUo no Pder- Esquecia a fadiga do forum, a ho-
saalma o seniimento ao lado da idea para esclera- n du Jescanco merecido por tanta actividade gas-
celos e corrigi-los havendo necessidade um pela |la n0 sltvco do paiz. Cada dia o achava inclina-
cessao, nestes casos as suas disposicoes a estipula- j que, comquanto esteja inteiramente convencido das Lamartine velo felizmente nesfl momento recor-
LITTERATRA.
0 QUEVflE PELO MUNDO.
Ao ministerio da agricultura fui apreseutado o
seguinte proiramma para a concessao de urna li-
nha de vapores entre o Rio de Janeiro e Nova-
York :
Artigo primeiro.
Concede-?e Robci t S. NYi-bb, ou ao seu re
prefentante e aos seus socios ou agentes, o direit)
de estabelerer e de fazer o servieo de urna linha
le vapores transatlnticos entre o Brasil c os Es.-
lados-l'nitlos. sob as cundieres e com os privilegies
e remunerac.) i-tipulade-' na presente cencessao,
i saber : 0 lito roncessionario, seus socios ou
agentes organisarao e fario o servieo de una lint a
mensal de a| orea, entre o Rio de Janeiro e Novi-
York, com estalas pela Babia. Pernambuco e Para,
no Brasil, bem como uaquellas ilbas das Indias Or-
iJentaes e era qualquer dos portos, nao podendo
ser mais de um ao norte do cabo Florida, nos Es-
tados-Uaidos, que oconcesslonario e seus socios
iu agentes julgaram mais convenientes. Isto ,
oue um vapor de nao menos de 2.000 toneladas de
carga, medida de carpinteiro, de ver sahir cada
Jo Rio de Janeiro e de Nova-York, por cada
viagem redonda do Rio de Janeiro e Nova-Yor.,
e regressopara o Rio de Janeiro, tocando o vaptr
Eas mencionadas escalas, o governo do Brasil cou-
s'ir.e em pagar aomesmo roncessionario e sei i
sjcos ou agentes, no fim de cada viagem redondi,
pelachegada de um dos vapores mensaos deNovi-
i'ark. a uuanlia de libras 6,000 durante os prime i-
ras cinco anuos : a de libras 5,000 de cada viagem
redonda, nos termos declarados, durante os cin:o
anuos seguintes ; e a de libras 4,000durante oler-
ceiro periodo de cinco annos, poca em que cessa-
r a concessao, Meando por consegrante <;ntendiJo
que frita pelo tempo de quinze annos, que conie-
garao acontar do dia em que o primeiro vapor da
linha proposta sahir do Rio de Janeiro, devendo os
pagamentos sempre ser fetos em letras sabr Lon-
dres a 10 das de vista, ou no Rio de Janeiro ao
cambio do dia.
Artigo segundo.
t Os mencionados vapores transportarao as n a-
las que nelles forem eocarregadas, livres de des-
pezas, e todos os objectos postaos trazidos ao Bra-
sil serao entregues aos agentes do governo do Bra-
sil devidamenlc nomeados e postos sua disposi-
tio, e do ir.esmo modo todos os objectos poslaes lo-
mados no Brasil para os Estados-Unidos sero en-
tregues aos agentes do governo destes estados l-
vidamente nomeados, comanlo que este governo
f.ica um contrato corres|>ondente com o concei.-io-
naro, seus socios ou agentes.
Competir aos dous governos regular a t.'ixa
a deduejao alguma no periodo da concessao.
a Copia annexa a" aviso dirigido ao ministerio da
agricultura, coiiuiiercio e obras publicas, em 19
de novembro de 1863.
t Secciio central n. II.Legacao imperial do
Brasil nos Estados-Unidos.Washington, em 6 de
oulubro de 1863.
Illra. e Exm. Sr.O Dr. Beales, medico acre-
ditado e hornera de reconhecida probdade, apre-
sentou-se-me, achando-rae eu em Nova-York, mu-
nido de respeitavel recommendacao, para conver-
sar comigo sobre o estabelecimento de urna linha
de vapores entre Nova-York e o Para, tocando em
S. Thomaz. e para saber at que ponto o goreruo
do Brasil eslava disposlo a proteger urna tal em-
preza.
Sem occullar minha opinio de que a conside-
rava nraito vanlajos s nossas relacoes commer-
ciaes. pois nos libertaria da especie de lutella da
Graa-Bretanha, em que est o nosso commercio
com os Estados Luidos por nao haver correspon-
dencia entre os dous paizes, seno dispendioso e
tardo circuito de Seulhamplon ou BoruVos, decla-
rei-lhe nao obstante que o governo imperial eslava
disposlo a conceder companhia que com sufllcieri-
les garantas estabelecesse navegacao por vapor,
regular e permanente, entre os Estados -Unidos e o
Brasil, as mesmas vautagens, e nada mais, que
conceda aos Inglezes dc Southampton e os Fran-
ceses de Brdeos, c que se limitavam a isencodc
eertos direitos de porto, e compensarlo pelo trans-
porte mediante ajuste internacional.
Replicou-me elle que sentira que persistisse-
mos nessa poltica, porque afim de estender a sua
linha de S. Thomaz ao Para seria necessario obler
do Brasil urna mdica subvenco. Heclarou-me
que suas negociaces com o governo do Venezuela
para que os vapores besera duas vezes por nwz a
Lagnayra, tocando em S. Thomaz, j esta vara sanc-
cionadas, havendo-se aquelie governo obrigado a
pagar aiinualmente por esse servieo urna subven-
cao de 50,000 dollars em moeda de ouro.
Reitereilhe o que Ihe havia dito, accresceutan-
do que dc Washington para onde de via eu partir
em poucos dias, Ihe mandara informacoes precisas
sobre as vanlagens de que gozavam actualmente no
Brasil os vapores inglezes e francezes.
O Dr. Beales, disse-me entao que elle desejava
presentar urna proposta ao nosso governo, pedin-
do urna mdica subvenco; e pergunlou-me minha
opinio particular, 1 sobre o numero de viagens
com que convinha que comecasse a empreza ; 2"
sobre o mntame da subvenriio.
_t Redargui-lhe que segundo minhas inslruccoes
nao podia prometter-lhe subvenco alguma ; |>on-
derei-lhe o quanto era diflcil ao governo imperial
conseguir das cmaras laes subvencoi.'s, quando
havia em cada provincia tantas empiezas que com
urgencia as reclauavain. e conclu dizendo que,
spetar de tudo. eu nao d uvidaria submetlera V.
Exc a sua preteneo sem de maneira alguma res-
ponder pelo bora xito della, se a subvenco exigi-
da me parecesse evidentemente mdica, e pouco
mais ou menos, na mesma proporeo da pa^a |r
Venezuela, sto de poueo mais de 2,000 dollars
por viagem redonda.
De Washington eserevi-lhe a carta inclusa por
copia sob n. 1. Recebi depois delle a que vae co-
piada sob n. 2, e a ella respond pela de n. 3. Ad-
rerlirei que Mr. Cornelius arrison, que com o Dr.
A difflculdade do vosso projecto consista na definto, o mysleno, o eulhusiasno, oiulinilo.
garanta do subsidio. Se as circunstancias espe- $ mergulhada no
ciaes deste negocio e as actuaes condieoes de nos- "
sas iinaneas induzirem o meu governo a desviarse materialismo, Ihe raspirou a ioqaietacao_ de seu
da regra estahelecida em 1839, alguns pontos me- destino, ensinoulhc o silencio da aspiracao, reali-
nos importantes (o uso da bandeira, por exemplo) sou na ordem do seniimento, a mesma revolueao
podem ser, na minha opinio, ajustados salisfacto- ..... .. j^ .,,mtrt <.**, a
riT c conciliatoriamente. Tenlio a honra de ser. | senhores. vosso obediente servo.Miguel Mara iialavra subiu mais alto no cu do lyrismo. O futu-
Lisboa. ro podia fazer entao seu appello. A alma regene-
CpaijMaiia Brasilea de pageles vapor d napooder-lhe-hiat-Eis-me iqui.
t Rio de Janeiro, 20 de novembro de I8bJ. r
Illm. o Exm. SrConvencido de que me corre o Desde esse dia, o espirito de Lamartine 'fez *par-
dever de harmonisar os interesses geraes do paiz ,e de nossa teacia ; est scm,)re comnosco era
com os da companhia que dirijo, oaso chamar a ....
attenco do V. Exc. para as considerarles que .nossos momentos melhores; assi:te a cada drama
passo'a expender, e bem assim para a proposta de intimo de nossa vida. Ama-se, soiha-se, soffre-se e
novacao de contrato que tenho a honra de passar esperase de ora avante de parce ria com elle : sob
s maos de V. Exc.
E inconiroverso, Exm. Sr, que .ao imperio
convm estabelecer relacoes directas e promptas
cornos paizes a que j s acha ligado por interes-
ses commerciaes.
Os paquetes inglezes e francezes perfeitamen-
le satisfazem uossas jirecisdes, em relacao Eu-
ropa.
Miaguen ignora que eutre o Brasil e os Esta-
dos-Unidos ha grandes relacoes commerciaes de
cujo desenvolvimeiilo e progresso em grande par-
te depende o augmento da riqueza do paiz. Urge,
pois, ampliar uossas relacoes com os Estados-Uui-
do:
a forma, podemos dizer divina, que elle deu ao
amor, ao sonho, a dor, a espera nca. Sua poesa
a lingua commum dos espirites flucta em toda
parte ; a atmosphera est della cirregada. Nao ha
em Franca praia arenosa ou valle que nae tenha
ouvido noite alguma parte della e nao repila al-
gum de seus murmurios. Qua ido urna emoco
falla altamente, exprime-se involuntariamente por
um verso de Lamartine.
Seu genio a trinta annos o mudo confidente do
fracos e do forte, da mulher e d > ralbo. Vos todos
- Urna das principaes fontes da nossa riqueza,
o car, encorara grande e promplo consumo nas que suspiraos d.r.gi-vos a elle, porque lem paia
pracas da America do Norte, mas da falta de noli-1 cada chaga um balsamo ; porque seu verso sempre
cias transmitiidas rom rapidez e de communica-, |,ej0so deu mais urna dignidade ao amor. A mora
coes certas e em pocas sabidas podem resultar, | adormece lenjo ne|ie sea primeiro sonho de mo-
coino effeclivauente resultam, grandes prejiuiosao, -. .,.. .
commercio e laara nacionaes, prejuizos que vo edade. Sent que tem mais um amo da guarda a
outra. Um a coutra-prova do outro ni humanida-
de. A conveneo esquecera essa lei da natureza,
cruelmente espiou esse esqueciinento. Lamarline
reparou o erro da revolugo para cora o partido
proscripto Lavou com urna lagrima i inmortal a
nodoa do sanguo derramado. Beslituiu democra-
cia sua primitiva grandeza e a Franca se reconhe-
ceu nessa gloriosa transfigurado.
Um diainda se nao disse a ultima palavra so-
bre esse diaa Franca entra em poseo de si mes-
ma, e Lamartine d o coinmeulario real de sua
historia : a realisa, o exercito, a guarda nacional,
a administraco, tudo isso desappareceu cora um
sopro, como fumo. peito de um hornera o ni-
co governo do paiz. E esse homem basta a sin obra,
a forca de eloquencia e intrepidez. Milagro vivo
de cada minuto, aplaca, contm, inspira, dirige,
relia, improvisa, um novo exercito, chama io po-
der a soberana nacional, rompe com urna palavra
o pacto da santa allianca : enthusiasmr, a Europa
pela liberdade,-conquista por meio da dea.
Quando digo Lamartine fallo do governo proviso-
rio. Havia entao na casa da cmara im so cora-
go e o mesmo devotamente. Cada q al concor-
reu egualinente com sua parte. Todos assignaram
egualraente a supressao do cadafalso, a abolicio
da escravido. Todos seguiram accordes a polti-
ca da honestidade e da generosidade. Poltica t"
mida e burguesa, disseram agora, feita para honrar
um pae de familia, mas nao para glorificar um ho-
mem de estado.
Entretanto, pergunto ao Sr. Proudhcm, onde viu
que a poltica infernal de Machiavel livesse dura-
cao? Que estado fundou Cezir Borgia? Que esta-
do La Scala ? qual Luiz Sforce f qual o duque
d'Alba ? Cromwell, Robisplerre, Rosas, D. MigiH,
Fernando d'Hespanha que estados fundaram ?
Quande elle me disser, por minha voz Ihe dire
que estado fundou Washington pelo nico poJer
da virtude.
Seja como for, Lamartine deu ura bora ezemplo
poslcridade. Teve seu dia e esse dia quanto a
mira val ura reinado. Esquecerau-no, sei; mas
todos quantos o testemunharam nao o osquecero
nunca. Pars dorma, elle nao; ello que era res-
eoasaraj pelo repouso da cidade. Sempre de p,
sempre mltiplo, sempre que havia um purigo a
conjurar, ura direito a salvar, tiuha os olhos fixos
sobre tudo, o braco estendido para tola parte, era
preciso que assim fosse, pois quando elle acabava
mais um dia de trabalho, c vollava a p, humilde
e simples como nos, a multido, que digo, toda a
Beales assignou a proposta, um dos principaes
proprietarios dos barros de vapor de Nova-York.
i Devo francamente declarar V. Exc. que se
a companhia de que agente o Dr. Beales se con-
tentar rom urna subvenco annual de 2o ou 30,000
dolais (30 ou 00:0005000) durante um numero li-
mitado de annos, ebngando-sc com sufficientes ga-
rantas levar a mala, urna vez por niez ao Para
(e raelhor ser ao Maranhao), eu nao hesitara em
recommendar tal proposla roHsideraco do gover-
no imperial, podendo-se riesse caso negociar logo
urna convenci postal rom o governo federal, que
nos assegurasse. mediante a cobranea de |iortes de
cartas um tal qual reembolso do subsidio.
t Rogo V. Exc. so sirva habilitar-me para dar
urna resposla ao Dr. Beales c a Mr. Garrison.
Entretanto, prepare! o incluso artigo para o
Diario Oficial, de que V. Exc. dispor, como jul-
gar conveniente, e que, se o governo imperial esti-
ver disposto aanimar a empreza desees cavalleims,
poder servir para ir preparando a opinio publica
em sen favor.
influir na renda publica
Para evitar esse mal. cujas consequencias sao
de grande monta, me parece, nao digo necessario,
mas indispensavcl, estabelecer urna linha de paque-
tes que partindo, desta corle e tocando em alguns
dos nossos portos, e de maior importancia com-
mercial, se estenda at Nova-York. Sao incontes-
taveis as vanlagens que desta linha resultaro
para o imperio.
Tudo aconselha e impoe a immediata realisaeo
desta idea.
i Nao deseonhero que, urna vez aventada ella,
nao falta rao rompanhias, qur nacionaes, qur es-
trangeiras, que da mellior vontade queirara lomar
a si 0 encargo da formacao e execueao da liaba.
t Admittida a necessidade de paquetes desta
corte Nova-York, resta ventilar urna queslo da
mais alta importancia.
t Queta deve fazer este servieo ? Nacionaes ou
estrangeiros f
t Pedindo V. Exc. a necessara venia, passo
a apresentar algomas consideracSes que, tenho a
mais robusta e profunda conviccao, nao tero esra-
pado ao reronhecido ztlo, perspicacia, inlelligen-
cia e patriotismo de V. Exc.
t No animo de todos os Brasileiros est infiltra-
do o pensamento, de que nao pode o imperio pres-
cindir de urna India de vapores que una e ligue
suas diversas provincias.
Esta linha, que a que dirijo, a despeilo
de todas as contrariedades, tem satisfeito seus
encargos ao contento de todos; mas, em razo do
estabelecimento das linhas ingleza efranceza, ven-
dse ella ameacada de morte, teve de recorrer
ao governo imperial, o qual, recouhecendo sua in-
dispensabilidade, augmentoo-lne a subvenco. E,
cumpre notar, as linhas estrangeiras, que levaran
a companhia brasleira a este estado, s tocam em
tres portos do imperio, Pernambuco, Bahia e corte.
Se ellas, mistas circunstancias, trouxeram i ne-
cessidade de augmento de subvenco, o que nao
acontecer se tocaren] aos nossos mais importan-
tes portos commerciaes, a partir do Para?
E era se diga, para justificar e proteger urna
linha americana que, voz geral, pretende esla-
belecer-se, para o que pede subvenco e favores
do governo imperial, que muilo natural deca-
rar-se extincta a companhia brasleira. Consi-
deraeoes polticas e administrativas enrgica-
mente protestara contra seraelhaiite pensamento.
E' claro que a sede de nina companhia estran-
geira ser no paiz em que fr creada, vindo nos-
sos portos nicamente os navios que fizerem as
seu travesseiro. 0 poeta, que torna a mae casta,
do sobre urna obra e oceupado no resgate de sua
existencia.
Em vo a fibra do cerebro, quebrada a forra de
mspiracio, pede repouso. Nao deve conhec-lo.
Que importa a dr, a molestia, a insomnia, o can-
saco?
Empenhou sua vida, deve a Shylock um pouco
de seus mscalos em falta de pagamento. Deve
morrer ua larefa, ou satislazer a promessa, e mul-
to antes que o sol se levante sobre o valle, elle en-
Cbera a pagina brauca, hoje, amanha, depois e
sempre lavrador antes d'alva, ver urna luz
brilliar atravz das arvores sobre a colima, e per-
guntara talvez : Quem pode a esta hora vollar
anda 1
Um lavrador como t, apenas em outro campo,
experimentado como t pela sorte e coudemnado a
nunca ter a esculla de seu dia.
Ti .alliando assim sera tregua era piedade para
si mesmo, Lamartine espera va vencer o tempo.
Mas inda nisso o tempo o illudu. Elle ceder ao
destino, vender seu lar, abandonar a outras raaos
o campo e a pedra em que vivau, escreveu, mdi-
um, falln, onde deu hospitalidade a poesa, a ami-
sade, a setnela, a litteratura. Entregara a um
estraabo essa tribu de colonos nascido com elle so-
bre seu patrimonio, inuos do slo nutridos cora o
pao da amisade. Nas horas dilBceis ao anno, el-
los o buscarn debalde na sua vereda. Seu hos-
pede tem partido para, nao sei que exilio, porque a
perda do tecto paterno, sei raelhor que niuguem.
urna primeira expatriaco.
Ah I dia vira, e possa elle vir o mais breve pos-
sivel, em que este homem pousar sobre o traves-
seiro de pedra sua cabera dolorida por tantas illu-
ses cerdidas.
Elle eslava do outro lado Ja moutanha a dormir
seu ultimo somuo. Todo barulho feito em volla
de sua vida lem desapparecido. S restar delle o
legad'.- do genio. Seu pensamento impresso ao in-
finito, sera tambem urna riqueza iuliuila para a
naci; e entao o estrangeiro viudo da outra nur-
gein do mar para visitar o tmulo do poeta; dir:
Eis o que soube elevar a glora de seus paes, e
i que ofTerecia-lbe sua alma quotidianamente co-
< mo alimento.
Precisavamos dizer essas causas antes de oceu.
par-nos eom a historia da restauraco; porque te-
remos, do tratando della, fazermos mais de urna
reserva, nao sobre o talento do esenptor, quo em
occasio alguma se mostrou mais bnlhante, mas
sobre o espirito da obra, a nosso ver muitas vezes
em craninno errado. Mas por nenhum prego de-
pop ulacao de Pars, precipitada aps seus paseos, sejamos que se nos tome como armados contra elle
cercava-o, aportava-o, abenroava-o e o esroltava at
sua casa com urna perpetua trovoada de vi cas. o
Cromwell! barias dito em egual momento : Dar-
prepara um llllio virtude. En qualquer lugar me-hia inda mais vivas se me levassem a forra t
Digne-se V. Exc. acceitar os protestos do meu viagens. como os agiotes e francezes actualmente,
profundo respeito e alta considerado.Miguel Ma- os quaes nao recebem dos cofres pblicos subven
na Lisboa.Ao Sr. marquez de branles.
Traduccao.. i. Washington, 24 de agosto
rao alguma.
Ora, sendo assim, poder o governo imperial,
de 1863.Ao Sr. Dr. Beales.Caro senhorHele- dada urna emergeneia qualquer, tancar mo dos
rindo-me conversarlo que tiveraos em New-York,
e cumprindo a promessa que vos fiz, cumprc-me
declarar-vos que o governo imperial do Brasil nao
far objecrao para garantir a urna linha dc naque-
tes vaper regular e permanentemente estaheleci-
da entre o Brasil e os Estados-Uoidos, os mesums
favores que foram garantidos companhia de Sou-
thampton para conduzir as malas do Brasil para
Europa, porm a intervengan do governo america-
no ser requisilada, visto que o Brasil nao pode
assegurar vanlagens para a correspondencia, sem
ter a certeza de que ella ser retirada da reparti-
rn do correio.
i isto fui cu autonsado a declarar a algumas
pessoas que em dezembro de 1839 projeetaram es-
tabelecer urna linha de vapores entre New-York e
o Bio de Janeiro, e eslou cerlo que as mesmas ron-
navios de orna companhia estrangeira a emprega-
los no servigo publico ?
t As n cessidades e exigencias desse servigo
reclaman] minias ve/es que os paquetes se demo-
ren! nos portos do imperio horas e s vezes dias:
urna companhia e.-tran^eira, que nao pode ser
guiada por outro pensamento que nao seja o inte-
resee privado, se sugeilar a essas condiges ?
Cerlo que nao.
Anda mais.
A um paiz como o Brasil, que podemos dize-lo
com orgulho e ufana, marcha nas sendas do pro-
gresso e civilisago, convm entregar estran-
geiros todas as suas linhas de navegaeo va-
por ?
c A ura paiz que encerra em si os recursos c
meios necesarios para o estabelecimento da buha
cessocs serao feitas linha que, segundo me nter- j de que me oceupo, convm dar capitaes a esir.in-
maes, est para ser estahelecida al o Para, tocan-'. geiros, em logar de conserva-Ios em si, e assim
augmentar sua riqueza ?
O estabelecimento de urna linha estrangeira
do em S. Thomaz.
Para hahilitar-vos a julgar dos favores garan-
tidos companhia de Southampton, enviei-vos que, tocando em nossos principaes portos.' inclusi-
polo Ailam's Exprs, (como consta do recibo m- ve o Para, nao arruinar era parte companhia
cluso) o relatorio apresentado s cmaras lira- brasleira, que lautos sacrificios tem custado, qur
sileiras pelo ministro dos negocios estrangeiros ao estado, qur aos particulares ?
em 1831. ondea paginas 23 e seguintes encontrase. Se e-tahele er-se essa companhia, nao ter
dos portes, bem como o direito de mandar eml ar- o respectivo ajuste. Peco-vos que me devolvaes (talvez a brasleira de eutrar em rana liquidago
car, livro de despeza?, em rada um dos vapores, odilo relatorio depois de haver tirado as copias que. forgada ?
tm agente das malas para tomar conta deltas, ao julgardcs convenientes. Cajo se verifique esta hypothese, nao soffrer
qual serao proporcionadas para este lim as neces- Com quanto seja este o nico acorojoamento grandemente o paiz, visto como o governo impo-
sarias accommodagdes. que me considero autorisado a dar ao vosso pro- rial nao tari a necessaria aeeao sobre a companhia
Artigo terceiro. jecto, comtudo nao me negarei a tomar na devida
c Na expirarlo de dous annos, ou quando na consideragao qualquer modificago aceitara!, que
|ue se encontr um bom seniimento. Lamartine ha
semeado a inspiracodelle. Enjrandeeeu a alma
humana com toda a exaltago ideal que Ibe tem
derramado.
Fez ainda mais. Ensinou a morrer ao vclho. Ura
homem de bem, o primeiro Iwracm de estado da
restaurago, o lia em seu leilo de agona, como
Cato de tica lia o Thedon, c en sua hora extre-
ma pedia que urna strophe do poetaque protesta
contra o uadaconsolasse a visti dos que a lessem
sobre a pedra de seu tmulo.
Tinha razo. Porque o canto de Lamartine nesle
mundo tem sido um hymno per letuo a immorta-
lidade. Cr se ouvir era seus latios um como echo
do outro mundo, trazido por un sopro do infinito,
tanto sua palavra urna graca i tima harmona,
urna amisade e urna voiupia da inlelligencia. Le-
de-a, e acha-la-heis bella, relede-a, 6 acha la-heis
ainda mais bella. Desconflae do genio. Ella nao
promette distraego alguma. Quando sublime
aqu, o egualraente no verso seguinte. Nao o dis-
cuto, admiro-o, e se entre nos algnem ha to infe-
liz que nao o comprehendo, denuicia-lo-hei ao res-
tante dos homens honestos do paiz. Esse homem
lera infallivelinente algum vicie orgnico.
Eis o poeta. Quando ressuscitou a luz de nosso
sol a mais bella faculdade d'alma, sonhou ao lado
da poesia um segundo destino. Bem ou mal o se-
culo mostrava-se agitado. Lama tine quiz tambem
obrar. Foi para a cmara dos diputados. A liber-
dade tem isso de bomchama ; flor da [ntalttgea-
cia para os negocios pblicos. Abre a cada fama
urna nova occasio de gloria.
Um ligeiro murmurio de iron a acolheu a appa-
rigo do poeta na tribuna. Que a l fazer esse so-
nhador vindo sem duvida hontera das estrellas J
Ousava crer que alera das tarifas, orrameutos, eru-
ditos, condelarios podia haver ai ida urna palavra a
zer-se na representago da Fr: nga. Dizia que o
sentiment faz parte da huma idade, e afectara
ser na cmara o orador do sent.ment. Falla va so-
bre a generosidade e grandeza que era preciso fa-
zer existir na lei, fallava de reforma e liberdade.
Protega a causa do pobre, do que soffria, do pre-
so e do escravo. Queria ablandar o cdigo, acabar
com o carrasco, asseiar as prises, e proteger os
engeitados. Por ventura sent o povo ? Acaso ama
elle, espera ou deseja ? O povo s tem precisan
de comer o beber, eis tudo, de comprar e vender.
Lamartine era pois um sonhador.
Entretanto era-lhe fcil tomar assento n'um dea-
asa bancos pendentes, em egual distancia d < poder
e da oppo-ieo, e esperar ali, de bracoi cruzados
a hora sempre certa do favor. Teria sido presiden-
te ministro, enibaixador, seria procurado, felicitado,
festejado, lisongeado em palac a. Elle levou mais
alio a ambicio. Quiz servir o orogresso. Quiz dar
ingresso na tribuna a una nov.i geragao de ideas.
Foi o primeiro que mostrou operigo desta poltica
eslagnaJa condemnada a corro1 nper-se por falta de
ser correnteza. Elle annunciou a tempestade. t A
Franca se aborrece, disse elle, tomac sentido que
naotomede improviso urna I ora de distracgo.i
Hoje sabido se essa palavra foi ou nao urna pro-
phecia.
estrangeira ?
Agora mesmo, uo conflicto que tiramos ce
epinio do concessionario, do seu reprcsent?nte, os cavalleiros, era cujo nome trataes, propuzerem, Inglaterra, o governo, precisando transportar tro-
godos ou herdeiros, o augmento das lransac6es e de submetter a proposta ao meu giverno, sem pas para Santa Catlianna e esta corte, laocon mo
entre os dous paizes justificar urna tal medida, te- de modo algum garantir a aceilago da mesma. Idos paquetes da companhia brasleira : fa-lo-ha
rao elles o direito de fazero servigo de urna seg'in- Tenho a honra de ser, caro senhor, vosso obe-. com a mesma facilidade o promptidio, se a com-
da viagem redonda era cada mez.'com as mesmas diente servo.Miquel Mara Lisboa. | panhia fo.-se estrangeira ? Certo que nao, qur
condiges eslabelecidas para a viagem mema!, t N. 2.-New-York, 29 de setembro de 1863..porque a sua sede nao sena miste porto, qur por-
sendo, porm, que aremuneracao desta segunda A' S. Exc. o Sr. Miguel Maria Lisboa, ministro pie- que. nao sendo levada pelo patriotismo, s a isso
viagem nc moz ser smente de libras 5.000 ada nipotenciario de S. M. o Imperador do Brasil, junto se prestara por precos fabulosos.
E depois, quando a Franga marchou accorde ao
escrutinio, nao houve cidade, capital que nao dese-
jasse a honra de enviar Lamartine assjinhla.
E elle, o primeiro de seu nome, inda hornera sem
partido, sem ter urna espada ao lado, sem presti-
gio de renexo, alcancou dous milhes de sufra-
gios. Se a Franga livesse de votar em um s no-
me teria o delle tido unantnidade. Era (Hipular,
admirado, aplaudido, acclamado da Mancha ao Me-
diterrneo. A imprensa era entao hvre. A Fran-
ga era urna inmensa palavra. O club, as paredes,
a ra, a calcada, tudo fallava. Quera quizesse
poda protestar contra essa populandadt, se Ihe
parecesse una sourpacio, o entretanto uinsuein
ousou levantar a mo ou dirigir-lhe um desalio!
Esse lempo passou : nao fallemos mais nelle.
com receio de nao fallarraos delle dignamente. O
vento da opinio soprou d'outro lado. Apenas
apeado do i>oder o salvador da vespera, sera ter
feito um acto de mais ou de menos, foi no dia se-
guinte entregue ao insulto e a calumnia Na se-
guinte eleigo nao acha urna s urna que Ihe d
hospitalidade, tanto a memoria dos partidos pas-
sageira I Todos buscam ferir essa popularidade
por trra com o mais doloroso golpe; cada qual
procura a fibra mais sensivel para nella descarre-
gar o golpe! Elle era loda sua vida nao leve um
segundo de clera ou odio contra niaguuin, e v
sobre sua cabega todo o odio e clera do momen-
to Apontam-no como o inimigo commum ; dizem
que sonhava a pilhagem do paiz, que forgra a
reixadura do thesouro! Chegava-se a contaros
milhes que havia roubado I I
Esse tinha recebido hospitalidade em seu lar.
Tinha ido pedir-se no dia seguinte de fevereiro, a
invaso da Polonia, e no dia da prova exaurio con-
tra elle todo vocabulario abeatado da injuria. Du-
rante quinze dias aguga um opigramma ante seu
crucifixo para s elle apunhala-Io por traz da tri-
buna. Ultraja com o gesto, com a palavra, pela
alluso, por procurago. Quando uo o pode in-
sultar por si mesmo, o faz por meio d'outros I
Est'outro era poeta, e amigo pela pc^sia outr'ora.
Mas elle foi o doenle imaginario da revolugo de i
fevereiro. Creu que a revolugo fora feita contra
sua pessoa. Teve medo. Fugiu de sua mesma
sombra, e no seu terror foi pedir um refugio a La-
martine. Lamartine o animou, chamou-o a ra-
sao, e em recompensa desse servigo, o consterna-
do hornera, una vez dissipado o terror, despeda-
coit o hornera animoso cabido sob o peso da ing a-
lido I Cuspiu-o a seu modo pelareliceuci. ion-
veuceu-o, Deus nos perdoe, de nao ter talento !
Aquello outro havia comido o pao sua mesa-
mas nao ha preciso de mais outros, e n.ssa cons'
piraeo do odio poltico conjurado contra o juizo
do bem, cada qual buscava arrancar um pedaco
dessa gloria para langa-la no esgolo. Do mesmo
modo, quando a tropa do rei feriu o manchal
d'Aucre na porta do Louvre, cada qual poz a mo
no cadver para arrancar, este o manto, aquelie o
gibo, un a espada, outro o collar da victima.
Tinham-n o matado, queriam alm disso despja-
lo, para quo sobre seu corpa nao licasse sigual al-
gum de diguidade.
da cr tica, como pretendendo resgatar assim o erro
de nossa aduiirago passada. Temos admirado
sempre o seu genio, e hoje mais que nunca. Lon-
go de renegar sua amisade, pelo contrario a apre-
seutamos altameute como a decoracao de nossa
existencia.
Sement adiamos que em sua historia tora sido
por vezes infiel a verdade. Amou a restaurago
no principio de sua existencia, o a restaurago pa-
gou-lhe em troca. Hoje a torna a ver atravz do
encanto de sua primeira recordacao. Seu livro
um restolho da mocidade. Paga muito ao reco-
nhecimento.
Seja qual fr o poder do historiador sobre nosso
pensamento, nunca poder constrange-lo a tomar a
figura de Luiz XVIII pela sabedoria coreada. O Sr.
de Lamartine deve recordar o dia em que pela ul-
tima vez visitoua Chateaubriand. Ha alguns annos
apenas. Chateaubriand mostrou-lhe a um lado de
sua aute-camara o busto do conde de Chambord.
Vede, disse elle com um sorrso de indeflmvei pie-
dade, a fronte sobre a qual se quer collocar urna
cora!
Depois mostrando de outro lado o busto de Luiz
XVIII elle disse, com a mo fechada, eera tom de
exprobaco. Quanto a este, era um misera-
vel I
Luiz XVIII de cerlo nao era nem sabio nem m-
seravel. Era ura principe prudente por egosmo;
algumas vezes cruel, nao porque o fosse de animo,
mas i or indifferenga; mas voluptuoso de espirito
que de cor|io, porque o corpo Ihe fallava.
Dizem que o Sr. de Lamartine um poeta e nao
um historiador. Se o Sr. de Lamartine boaraeaa
comecad pela historia em vez de comecar pela
poesia a multido teria dito talvez com mais ra-
zo.O Sr. de Lamarline um historiador e nao
um poeta. Se sempre o homem de sua primei-
ra obra. Quando Montesquieu publirou o espirito
das leis a critica o remetteo s cartas persianas
sol pretexto de que elle s linha espirito!
Seja como fr, o Sr. de Lamartine um histo-
riador segundo nosso parecer e se nao temessemns
passar por poeta por nossa vez, ajumaramos um
inaraviliio-o historiador. Smente elle o a seu
modo. Pedimos licenga para nos explicar.
Com elleit i, para tudo que taita ou detalhc,
para ludo que ronhecido, escripto no Moniteur
ou em outro qualquer logar, para ludo o que po-
dia si r ou nao ser, indifTerentamenta para tudo o
que a cousa ou materia da historia, o Sr. de La-
martine tem mais de urna vez a mi ligeira. e mes-
mo distrahida. Pe aqu o que devia estar em ou-
tro legar, ali o ipie uevia estar aqu. Por pouco
que rana data quebr o fio de seu pensamento, elle
a pe de lado. E' esse o seu defeito. Que queris ?
Elle nao chronista.
Nao Ihe tasemos disso merilo nem arguigo.
Apenas notamos que assim que elle ortica.
Mas se elle nem sempre sabe o que todos sabem
ou podem saber, elle pnssuc em gran subido a par-
te m< ral e medita da historia. Dada urna situa-
Sao, ello conta admiravelmenle as cansas e effeitos
ella Tem a faculdade da intuigo. Le n'alma
dos suocessos. Abre a voniade a'porta do mvsle-
rio. Entra na confidencia do deslino. A historia
como elle a comprehende urna verdadeira crea-
gao. Parece sahir de sua fronte inclinada sobre o
paseado, viva e armada com o seyrido da Provi-
dencia. Eis seu talento. Se fosse astrnomo, te-
ria desconherido a esphera celeste, mas teria des-
coberlo a graviiago.
De mais. a vida de um povo nma longa intri-
ga. Trata de sab-la destrinrhar. E' o genio de
Lamartine. Citaremos s um exemplo: o exerci-
to frunces snrcumhe em Warteloo. Que se nao tem
escri|ito sobre essa balalha t Urnas vezes Grou-
chv que a perdeu ; outras foi Rwrmont que a fez
perder. Todos em urna palavra a perderam, ex-
cepio Mapolean. Pois bem, era verdade, se
e pre-
ciso crr Lamartine, nao foi este ou aquelie que
Quando o rancor do partido disse tudo que po- den por sua culpa a victoria Inglaterra : foi a si-
da dizer e uue neta nrimeiri vez tilve? sentin lliago. Embora se naoperdesse abatalha de War-
Mas quando viu que quanto mais o lempo Ihe "i.e que pa piuncir vez tatuz, sentiu ^o,, em warteloo, quo ella se perdera em qrail-
dava razan, a monarchia de jull.o persista em sua exaunda a nlnmnia, decretou una nova injuria quer outro lugar. Aqni ou ali eslava irremessivel-
immobilidade que quanto mai- a opinio marcha- 1ue Lamartine eslava doudo, sin, louco! O lio- te perdida. A bala que matou o Sr. de Terenne es-
vi avante tanto mais ramar? nerdia ns traeos da me,n de fevereiro eslava louco, como Tasso, nao tava Tundida de tola eternidad.'. Dava-se o nie-
va avante, tamo mais a cama, peraiaos traeos aa > > mocomabala quo derrubou. Oimnerioa imperio,
democracia, tratou de preparar o futuro para Ihe havia que duvidar! Saba-so isso de sciencia cer- (|(%via ontSo suc'pnmbir Estova escrioto. O Sr. de
dar urna direcgo, apoderou-so do pensamento da ta, havia at mais de una testemunha prestes a Lamartine d a razio disso.
primeira revolugo o escreveu a Historia dos G- depr! A noticia correu de ouvido em ouvido em
rondinos. Em vez de fallar smente um grupo de todos os saldes, o chegou-se a crer sob palavra a
homens, fallou todo pala complascencia da fiegao! A isso chamava se boa*
-

(Conhnuar-se-ka.)
PENAMBUCO.- TYP. DE M. F. P. 4 FILMO
:?
mmm <***>>


Full Text
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