Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10312


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Full Text
I
-
/
>

AflKO 11. NUMERO 56.
Por tres mezes adiantados 5$O00
Por Ires mezes vencidos 6$000
Porte ao eorrcio per tres mezes. *973U
---------------- Wll.ll. I.IJ II I i -------
DIARIO
OARTA FEIBA 9 BE MARCO DE 1864.
Por anno adianlado.....19S00O
Porte ao correio por im anuo 3$000
ENCALREGADOS DA Sl'BSCRIPgO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima'
Natal, c Sr. Antonio Marques da Silva; Ancatv,
Sr. A. de Lemos Draga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oiiveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
KNCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SL
Alagas, o Sr. Claudiuo Falro Dias; Bahia, o
Sr. Jos Marlius Airea; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
jeira Martins A Gasparino.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olii.da, Cabo e Esrada todos os dias.
Iguarassu", Goyanna e Parabyba as segundas e
soxtas-feiras.
Sanio Anto, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru',
Altinho e Garanhuns as toreas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro', Brejo, Pesqueira,
Icgazera, Flores, Villa Bella, Taearatu', Cabrob,
Ba Vista, Ouricury e Exu' as quartas feiras.
Serinhem, Rio Formoso, Taraandar, L'na, Barrei-
ros' Agua Prela e Pimenteiras as quintas feiras.
Ilha de Fernando todas as vezes que para ali sahir
m.vio.
Todos os estafetas parten ao V dia.
EPHEMEKIDES DO MEZ DE JfARCO.
1 Quarto ming. as 10 h., 51 m. e 44 s. da ra.
8 La nova a 1 h., 39 m. e 20 s. da m.
U Quarto cresc. as 3 h., 47 m. e 3i s. da m.
23 La cheia as 8 b., 27 m. e 3 s. da m.
30 Quarto ming. as 8 h. e 2 s. da t.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 4 horas e 30 minutos da Urde.
Segunda as i horas e 54 minutos da manbia.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEMOS.
Para o sol at Alag&as a 5 e 25; pa,-a o norte at
a Urania a 7 e 22 do cada mez; para Fernando nos
das H dos mezes dejan, marc., maio, u'I, set. enov.
PARTIDA DOS OMNIBl/.
Para o Recife : do Api pucos s 6 '/,, 7, 7 '/, 8 e
8 Vi da ra.; de Olinda s 8 da m. e 6 Ja tardo; de
Jaboatao as 6 1/2 da m.; do Caxaug < Varzea s 7
da m.; de Bemflra s 8 da m.
* ./ReCfe,; PoAPPcoSI/,V,4/4VI,
5, 5 V4, 5 Vi e 6 da tai de; para Olinda s 7 da
manhaa e 4 1/2 da tarde; para Jaboatao s 4 da tar-
de ; para Cachang e Varzea s 4 '/, da larde; para
Bemnc-a as 4 da Urde.
AUDIENCIA DOS TR1BINAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintis.
Relaco: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DIAS DA SEMANA.
7. Segunda. S. Thomaz de Aquino d. anglico.
8. Terca. S. Joao de Uens; S. Quintilo b.
9. Quarla. S. Francisca Romana viov.
10. Quima. S. Mililao m. ;S. Drnthoveo ab.
11. Sexto. Commcmoraco o> paixaode S.
12. Sabbado. S. Gregorio Magno dout. da egr.
13. Domingo. Ss. Mardonio e CnTistina v. m-
ASS1GNA-SE
no Recife, em a linaria da praca da- tadependencia
ns. 6 e 8, dos propietarios Manoel Figeiroa d
Faria & Fimo.
PARTE OFFICIAL.
GOYERNO DA PHOYIMIA.
Expediente do dia 5 de marro de I $6-1. Siqueira "Pitanga.
f D ta.O vicepresidente da provincia, temi em
Offlcio ao brigadero comniandante das armas. I vista o que requeren o arrematante do empedra-
Sirva-se V. Exc. de mandar por em bberdade, inen o do tonco denominado BuIhGesna^strada
Nanoel Francisco dos Santos, visto que provou fonnidade com a informaco do director das obras
isencao legal do recrutamenlo.
Dito ao Dr. chefe de polica.Expeca V. S. suas
t>rdens s autoridades polioiaes dost provincia,
afta de que por orrasio de procedor-se corpos
Je delieto, se enmpra fielmente o que dispdc o art.
259 do regulamenlo n. 120 de 31 de Janeiro de
1813, nao so chatnando-se de preferencia para
Mes diligencias as pessoas para isso designadas.
da junta revisora,cumpre que Tmc. m'a envi t dirigindo agora a palavra esto augusto re- fe, se tratasse orimoiro das eleicoes dos (lemai*
"asasfiztsxsu***-, r"is.c,,,u !,.,> :_& ^....Jsssrfis^3**8
iiuc: na mande dar transporte ate o Rio Grande do nobre depuiado que me provocou attribundo-me Se o nobre membro nrocedes'se assi n en nSn
Norte, no vapor Pemnunga. em lugar de r. des- urna asneira, porque eu me referindo Pao d'Alho flearia ais convencido da nobreza de seos aon -
9 a passageiros de estado, a Manoel Jos de em termos bem claros, o nobre deputado disse-me mentos. nem Oria mlhnr mim ,in .. r,"0 acerca
rlamente
- procedi-
era- ment. '
O Sr. AnAi jo Barros :-J acabou ? o Si. Ci.niia Teixeira :-Declare! que se fosse
OSn, Linha Teixeira :-Sim,senhor. posta em duvida minlia eleicao, se illa tivess
u &h. AraijoBarros :I-oi por isso mesmo que vicios, seria o primeiro pegar no ohai.o e reii-
disse, acbar-se o nobre depulado armado de gran- rar-me.
unid imwi, porque eu me retermeo a 1'ao a Aino tican:i mais convencido da nobreza de seiu i
em termos bem claros, o nobre deputado disse-me mentos, nem faria melhor juizo do que toco i
que eu avancara que tinha havido parlilha de vo- de sos independencia; porm le'ia cortan
los. querendosuppor que eu tinba dito "urna as-' duplo motivo para applaudir .. i pioi
publ cas, datada de 10 de feverciro ultimo e sob
n. 3.'., prorogar por um mez o prazo que Ihe foi
concedido para concluso das obras do seu con-
trato, a contar do dia em que se linda aquelle pra-
zo.Fizeram-se as necessarias coniniunicacoes.
car nao tinhaaonde encontrar as provas da nulli- quo deve ter lugar aefeicao ? Nao pode
*rt!Sa.Cle',a\ l'^s ir parar as maos de urna crianc
r. prndente, admirei-me sunimainenle quando
ouvi o nobre deputado manifestar casa o seguiu
te argumento : mullo dillleil de um dous fa-
zer-S um oito; urna cifra pode pastar desaperce-
bidamenle. mas de'ura d ms fa/.or-se um olio,
cousa extraordinaria IOra, senliorus, cooceber o
nobre depulado qno urna cifra possa oassar desa-
imiw estas
parar as mos de urna crianza, e ama
pessoa indiuerentea eteicjwr Como, pois, Ufar af-
Kumentod'aqui para dier ojie toes e lae.s eamli-
datos nao foram votado. I Este argumento 3 de
lao (wuca forca que 1(3 resiste mais ti^eira
contestacao.
Sr. presidente, destruida locVa a argumentarn
do illustrado autor dorequetlmento, peto discurso
"S^; l 5" Wo cooceber o engaa de do no|,re i' secretario, tendo feito eu tambem al-
n ^rn Ln" S'"^?^ ,Um 0".? uraa consideraces, que me parecen, de alguna
a,2 ? dAputf, dliss':- J r^"r'" nlu,,^s1 veze,s' sorte valiosas e procedentes, eu *wla mais "enho-
qu a eleigao do collegio de Goiauna, tiulia sido
te;'wparacTi^Wquan,9^na^n;i- '? *Airo :-*. t~* -a%Mga^!yA^
Expediente do secrelarin do gnverno.
Oficio ao brigadeiro commandante das armas.
jamis em minhas intengoes molestar a neuhum
de meus honrados collegas), pergunlei ao nobre de-
pulado se os votos de Pao d'Alho se haviam par-
tilhado, como me pareceu haver dito. Se assim
Um Sr. Diputado : Porque nao reonhecc que vida lizesse. Se
baja motivo de nullidade. da regularmente, st
O Sr. Arai jo Babbos : Do que tenho exposlo, ilaraco, recoahece
Sr. presidente, v-se claramente qual 3 meu pen- gulannente
......"'""--- pi..-^!.. ,= uwi|Uu, 'i icio ao onganeiro commannane nas armas.;'""*""'"-"'"" me pareceu naver ano. se assim br. presiden e, v-se caramente uual 1 meu nen- cu aimenl.- me lionw o n ,... m,, o>a iliirrrn<>i -----......... """*-" "i"""-, k^
.-orno tambem fazendo-se effect.vas as penas com- o E, m. Sr. vice-presidente da provincia, au.orisou 'vsse acontecido, desse tocto quera eu tirar ar- smenlo. De ejo que s ajwove uanto amef a I que ISf % S!SS7Sa!SSS Ti 'T ^^ CUlra re<'um,nen,0
ramadas no final 00 ciado art.go.-Commun.cou- por despacho desla data a satis aco do pedido, que ?">entos quando houvesse de fallar. Sendo as- eleicao do i.r meiro dhK m o ? 1* ; o )S m Il^T' IdSo^^Z nobre depulado.
Dito ao inspector da thesoraria de fazenda.
de luntem datado, sob n. 416, dos objeclos precisos m'A\ as minhas palavras; entretanto se enchergou que possa instituirse, quanlo anles, o dbale para
l.ommunco aV 5 que o desembargado!- Alfonso i escola elementar do 2- balalhao de infanlaria. O nellas alguma falta de atteneao para com a sua o qual se nos empraza acerca da eleicao de Goian-
que .leclaro V. Exc. em resposta ao seu citado pessoa, pode faze-lo sentir que de muito bom gra- na. Denhum de nos deseja aqai car se a saa
oDicio. do retirare ludo quanlo possa parecer offensa, pois eleicao nao for legitima. Nenbum de os deseia
Dito ao desembargador Alfonso Arlliur de Almei- tenho inlencoes de dar-lhe cunstanles provas de tambem entrar no debate de Goianna. spelo prazer
da e Albuquerque.S. Exc. o Sr. vice-presidenle defr_ec|a-J____,. de fallar, mas por amor da moralidade do respectivo
Arthur de Almeida Albuquerque, renunciando o
resto da licenca que Ihe fra concedida, entrou no
''jercicio do seu cargo em o 1" do corrente.
Dito ao mesmo.Ao tenente Jos do Reg Bar-
roe, ou pessoa por elle autorisada, mande V. S,
pagar, nao havemlo inconveniente, a quanlia de
05O40 rs.,' despen jida com o fornecimento de luz
da povincia, nianda accu<
de 3 desle mez, em que
ciado o resto da licenca
agua para o quartel de destacamento da villa do trra no exercicio do seu ..
Labo, nos mezes de novembro, dezembro e janei- remeCommunicou-se ao inspector da thesoura- de Goianna, e declarando nao ter medo de enl'rar <
ro ultiiiiOP, como se v das_tres comas juntos em ria de fazenda. em "ova juta eleitoral, pois estova certo de que o i
elelca
Vozes :Muilo bem, muito bem.
o ada-
para que
dnplirata. que me foram remeltidas pelo chefe de
jdlicia .-em oIBcio de hontem sob n. 263.Commu-
Tiicon-s< ao Dr. chefe de polica.
Dito ao inspector da thesoraria provincial.
Transm tto V. S. a inclusa conta que me foire-
metiida pelo chefe de polica em oflicio de hontem
yob n. 264r. afim de que nao havendo inconvenien-
te, mande pagar Francisco Ludgero Nones Van-
na, a quantia de53i200 rs. despendida com o sus-
tento dos presos pere* 4a cadeia de Olinda, du-
rante os mezes de novembro e dezembro do anno
jiroximo pssado.Commonicou-se ao Dr. chefe
de polica.
Dito ao mesmo. Em vista da conta junta, e
aao havendo inconveniente, mande V. S. pagar ao
delegado do termo de Villa-Bella, ou pessoa por
elle autorisada, conforme solicitou o chefe de poli-
ca em oflicio de hontem sob n. 268, a quanlia de
755600,em que importaram as despezasfeilascom Exc'oSf. vice-presidenle da provincia
o sustento dos presos pobres da cadeia daquelle ter-
mo durante o mez de dezembro do anno prximo
passadeCommunicou-se ao Dr. chefe de polica.
Dilo ao mesmo.Annuindo ao que solicitou o
chefe de polica em onfeio de hontem sob n. 265,
recommendo a V. S. que, nao havendo inconve-
niente, mande pagar ao Dr. Joao da Silva Ramos
a quanlia de 1465 despendida com o sustento dos
presos pobres da casa de detencao que foram ira-
lados da varila na casa de sde daquelle Dr.,
como se v da conta junta em duplcala.Com-
mnnieoii-se ao Dr. chefe de polica.
Dito ao mesmo.Se nao liouver inconveniente,
mande V. S. pagar Manoel Rileiro deCarvalho a
quanlia de 313*800 rs., despendida com o susten-
to dos presos pobres da cadeia de Garanhuns nos
mezes de dezembro c Janeiro ltimos, como se v
das du;is inclusas coalas que para esse fim me fo-
ram remedidas rom officio do chefe de polica da-
tado de hontem, e sob n. 262.Communicou-se ao
corno eleitoral do primeiro districto, se fosse an-
cuja intelligencia eu muilo respeilo, dt va ceder
da palavra, e deva tanto mais ceder (a palavra,
quanto o nobre deputado faliou em favor do pare-
cer que eu e meus dignos collegas da lommissao,
tivemos a honra de apresentar a casa m sessao de
N. 27.Dito ao Dr. Manoel Buarque de Macedo,
s
m
legis
exerc co prximo lindo, e em manuscripto. .
semestre do corrente, de que trata o art. 45 da lei nobre deputado, cujo merecimento reconheco.
n. 54't de 28 de junho de 1S62. os quaes para te-1 OSr. Ci nha Trixkira :Obrigado.
rem esse destino me foram enviados pelo inspector. O *>r. Nabor:Eu al Ihe dava o meu voto, co-
da llsouraria provincial, com offlcio de hontem,! mo eleiior.
soh n. 78. -OSn. Araljo Barros :Mas fique o nobre de- ,
N. 28.Dito ao mesmo.O Exm Sr. vice-pre-' Pulado convencido que nenhum dos candidatos do hontem. O nobre orador que me precedm, em um
siden;c da provincia, manda irausmittir por copia segundo districto desojara ter assento nesta casa, quadro histrico da eleicao de Goianra, refutou
V. >., para ser presente a assembla legislativa se *> livesse censciencia da legitimidade de sua com a rCa de 'J{lca QUt 'dos nos Ihe reconhe-
provincial, o oflicio que em 18 de Janeiro ultimo eleicao. Cada um delles ter dignidade de sobra raos, os argumentos apresenlados pelo nobre au-
dirig.o cmara municipal da villa de Iogazeira, Para receber com toda a calma qualquer pronun-, t0.r ? requorunento, que pede a nullidade da elei-
expoido as necessldades de seu municipio ciamento desta assembla. |?aodo f districto, demoostrou a nenhuma imjwr-
Dito ao Dr. Manoel Gentil da Cosa Alve.S. i Sl1- Cumia Teixf.ira :Essa questao por ora taacia que oftereeem os documentos lidos e apre-
rovincia. manda ac- ainda prematura ; quando tralar-se de Goianna, ftados conlra a validade da eleicao de Goianna,
cusar recebido b officio de 4 do corrente em que n*-'1"- porque ento taivez possa dizer, que um de- rallu4 acerca das nullidades argidas a irla dessa
V. S. communicou ter nessa mesma data e na qua- Pulado que se empenha para que o collegio nSo -''ao, e por tanto, lendo tocado em lodos os pon-
lidade de 1 supplenle, assumido o exercicio do st'ia declarado nullo, nao mostra muilo desinters- osessenciaes da materia, eu, frco orador, inhabi-
cargo de juiz municipal da 2- vara de*la cidade., ^ de estar nesla casa (trocam-so muitos outros "tado para entrar em quesuio tao unpor ante, (nao
-Co nmunicou-se ao inspector da Iheseuraria de apartes.) apoiados) devia ler cedido a patarra. -No enlanto,
fazenda. OSn. Arauo Barros : Senhores, quem tem a senhor presidente, como membro da commissao,
lavra sou eu. cumpre-me o dever sagrado de manifesUr a casa
-encia
habilitados, que se nao prestaran una fraude
desta ordem, que nao praticariam una tal.-idade Discurso do Sr. deputado sacalves da STa na
como a que Ihe e atribuida, (fue nao representa- ..-. a. m a. .,j
riam ama torca to mal feita. para dar lu?ar a n .. M df 2J ',SMl, .
dscussao que tem bavido. O So. Gqncalvrs da Silva :-Sendo osla a
OSr. Joao Teixkiua :-Quando os actores nao SS!??SEJE&& ^\in^1'
sao bbns, a torca sempre ma. (Apoiados.) !?nrid? J*L* SSSfS SS que ,eabK0 *, SUb,da'bon-
OS... Silva Barros :-Crei.).Sr. presidente, que de "J*8" """ha dbil e acanhada voz nesla
casa, nao posso deixar de experimentar um certo
Despachos do dia ; de marco de 1861.
feqtterimentos.
Abaixo assignados moradores na freguezia deTa-
quartinga.Informe com urgencia o Sr. jnz de.
paz 1 residente da junta de qualificaao da fregu-'
zia do Taquartinga.
Antonio Joaquim dos Santos Andrade.Informe
o Sr. inspector da thesoraria de fazenda.
Hartmrel Estevao Benedicto Franca.Informe o
Sr. inspector da thesoraria de fazenda.
Floriana Maria da^Conceicao.A supplicante tem
pal
O nobre deputado (para o Sr. Cunha Texoira) a'gmnas consideracoes em favor do parecer, que
mostra paixo pelos apartes ; eu desejo nao acom-; eu e os meus dignos collegas de coinmis.ioiivemos
panha-lo nesse terreno, porque nao queria alongar j a !onra d? apresentar.
o dbale. r- presidente, em face das acias de tedos os col-
a casa est ja bastante sciente do que se den em
Goianna ; o nobre orador que me precedeu ja de-
lucidou satsfatoriamente a questao, nada poderei
prtanlo accrescentar ao que esl dito. Entretan-
to, Sr. presidente, eu duvq dizer algumas |ialavras
em relaco a um requerimeuto que vem transcrip-
to na acta da apurac.io geral. requerimenlo, que na
opiniao do nobre deputado, considerado comoum
protesto feito por tros vereadores da cmara mu
nicipal de Nazareth, no acto da apuracao geranios i ^.fflWIS! cl%m
y0tos. cidas, quando discpulo de \. Exc. na amiga aca-
aeanhainenlo, acanhamento que sendo-me conge-
nito. e acompanhando-me em todas as phases de
mnha vida, sobe boje de ponto, ao lembrar-me
que tenho do fallar dianie de tantas intelligencias e
illustracjjes rcconhecidas. Mas certo de que nin-
guem obrigado a ir alm de suas torcas, e muito
menos a contrariar o seu genio, e certo ainda mais
da bondade docoraco de V. Exc, o dadocildade
Je seu espirito, qualidades estas por mira reconhe-
Yejamos se semelhante requerimenlo lera algu-
ma procedencia, se as raides nelle apontadas me-
recem peso, merecein alguma ronsideracao. Eu
vou ler o requerimeuto, e peco casa que me ouca
com ailencao.
(L.)
V, pois, V. Exc. e a casa,Sr. presidente, que tros
eleitores da cmara municipal de Nazareth, consig-
natarios do requerimento, que acabo de lr. pro-
testaram contra a eleicao de Goianna; primeiro,
dizem clles, |ior ter all comparecido smente 105
eleitores, ao passo que a acia mencionava 151 se-
gundo porque deixaram de assignar a acta mulos
eleitores.
A mesa rcronheeeu em sua sabedoria que se-
melhante requerimenlo nenhuma procedencia t-
nha, e |)or isso o nao acceituu, porquanto nao
exacto, nao esta provado, o requerimento nao tem
fundamento algum, pois da acia se evidencia que
em Goianna compareceram cont e cincoenla e um
eleitores, porquanto apezar de se ter dito que ape-
nas compareceram no primeiro dia.no da da for-
desinteresse, o censura haver quem se tenha em-1 competentes dif
penbadopara que a eleicao do collegio de Goianna ,udu liI a'tenla
seja apiirovada. dir-lhe-hei me se ao nobre deim- esseucial em vi
seja approvada, dir-lhe-hei que se ao nobre depu
lado ha constado que tem bavido empenhonaquel-
le sentido, aos seus adversarios esta questao tem
constado tambem que mais vivos empenhos o so-
Dr. chefe de polica.
Dito ao director do arsenal de guerra.Mande
V. S. recolber esse arsenal 8 enxergoes, que por
acharen! (.-tragados polo rupim, foram dados
111 consumo pelo stimo hatalhao de infamara.
come d.'rlaroj-me o brgadeiro commandante das
armas em oflicio de hontem datado sob n. 422.
Communicou-se ao brgadeiro commandante das
armas.
Dito ao director das obras militares.Altenden-
ilo ao que V. S. ponderou em seu ollicio n. 14 de
:!9 de fevereim ultimo com referencia ao parecer
da junta militar de sada da mesma data, animo
.1 que a parte da obra do cano de esgoto arremata-
do por Theodoro Rampk tenha principio dapraiaj
do Hospicio pelo cano grande, visto convir que che- ] cr.7t! ,'i'''r
gue este com presteza ao hospital, como V. S. de- Tn'are
clarou em dito oflicio.Communicou-se ao inspec-
tor da Ihesooraria de fazenda.
Dito ao capito do portoFaeo apresentar V.
S. os recrutas de marinhaJJoao d Araojoe Aniceto
Jos de Araujo, atim de terem o conveniente des-
tino, lepis d inspeccionados.Communicou-se ao
Dr. chefe de polica.
Dilo ao inspector do arsenal de marinha.De
-conforrnidado com a autorisacao concedida pelo
Exm. Sr. ministro da marinha, em aviso de 19 de
fevereii o ultimo, recommendo V. S. que d baixa
da companhia de aprendizes inarinberos Joo
Manoel Augusto c o entregue a Amia Joaquina do
Sacramento de quem neto.
Dito ao mesmo.Remello por copia V. S. para
seu conhecimenlo e direccao, o aviso da roparticSo
da mar.nha, datado de 30 de Janeiro ultimo, e of-
icio a que allude o mesmo aviso tudo relativamen-
te ao abono que se fez de vencimentos .10 mestre
da companhia de aprendizes marinheiros desse ar-
senal nj 1" trimestre de 1863 1864.
Dito ao commanante superior da guarda nacio-
nal de Goianna.-Em vista das informacoes obli-
das, nao sendo isencao legal o ser guarda nacio-
nal, nlo pod 1 ser ailendida a reclamaca^ feita pelo
ci'inm.-indante dobatalho n. 13 de infantariadsse
para provar a isencao de que trata o prazo de dous i'ci'afls lcm mdopara que semelhante eleicao
mezsfixado no regulamenlo do 1 de maio de f,'"Pa,,, .. ..
1858 u amor dt patria, eo sentimento do justica nao
Hyppo'ito Cassiano de Vasconcellos Albuquer- Jins,,u patrimonio exclusivo de pessoa'algu-
que.-Infonne o Sr. agente liscal da illurainacao a'f?'0-que e, ""'".Provavel jue aquellessenti-
ga! mentos nao acluem so no cora^ao do nobre depu-
tado, mas tambem no dos seus collegas. Para que.
Jonna Maria do Rosario.Nao lem lugar.
Jo.- Fernandos da Silvoira Daltro.Informe o
Sr. director das obras publicas.
Joiio Baptista da Luz.Informe o Sr. inspector
do arsenal de marinha.
Jo; o Leile Rodovalho.Nao tem lugar.
Severo 1"
rccriitador
Sil vina Mara de Abren Mello.Informe o Sr.
diredor geral da instruc^ao publica.
M; ria Boavenlura.Informe o Sr. coronel re-
Jos Francisco-Informe o Sr. coronel candidatos do segundo districto ; que o collegio
r (joianna tem de ser largamente discutido ; q
ereza Maria de Jesos.Informe o Sr. coronel
recrutador
IMiMIO DAS ARIAS.
Quartel yeucral do cumulando das armas de Per-
11 mili un, na cidade de Kecifr, 7 dr marro de
Ordem do dm n. 301.
pois, comeear com tanto calor e impaciencia ?
(Trocam-se apartes entre o Sr. Nabor o Cunha
Teixeira)
OSn. Araijo Barros :Pelo que se est pas-
sando, vejo que ha grandes preveneSes contra os
de
, que
minios toctos e documentos vo ser aprcsenlados
conlra a sua validado. Apparegam essas provas, os
documentos com que somos ameac,ados, que esta-
mos promptos para o debate.
O Sr. Clhiia Teixkir.u :D rae licenca para
um aparte f
O Sr Araujo Barros :Nao sou eu quem dirige
a discusso.
para quando se tratar da eleicao de Goianna.
O Sr. Araijo Barros :Como
lilamente, nao encoutrou v co algum
1 vii lude do qual podesse considerar
nulla a cleic/io do 2 districto. Fiquei, porm. hon-
tem estupefacto, Sr. presidente, quando vi o no-
bre orador, pelo 1 distrito, que pede ; nullidade
da eleicao de Goianna apresentar a casa tantos do-
cumentos que, na opiniao do nobre de| utado. sao
de muito peso, e que, para mim. sao de muilo pou-
ca consideracao.
Sr. presidente, eu devo declarar ao nobre depu-
lado, que elle ou foi de alguma sorte injusto, e
pouco genereroso para cotn a commssfo, ou aillo
nao confia va muito as provas que apresentava.
Digo que foi injusto, que foi pouco gen toso para
com a commissao, porque deva ter na mesma ses-
sao apresentado a mesa todos os docurrentos que
possuia tendentes a eleicao de Goiann 1, alim de
que, ministrados a coiiiinisso, podesse ella analy-
sa-los, apreciados, e eutao emitlir o si u parecer.
(Apoiados.)
I.m Sr. Dei-itaoo :.Viuda quando os nao ti-
0 Sa.Su.ta Barbos :Entretanto o nobre depu-
tado assim nao fez, quiz collocar a commissao em
una m |iosico-----
l"m Su. Dei-itaoo :Isso agora que injus-
tca.
O Su. Silva Barros :E digo que o nobre de-
pulado nao eonliava muito as provas quo apresen-
lava, e reconbeceu que taes documentes nao eram
iiiiniiciiio a 1 favor do recrula Bruno das Chagas
Ramos
Guil erme de Bruce ; e a 2' brigada formada do
bataihoes 2 7" e 9-de infanlaria de linha, lera por
Dito ao mesmo.-Para cnmprimen.o do dispos.o ^mmandanle o Sr. coronel graduado Hygino Jos abra di8Cus^o peimni soTrec.collegio detloia-
no aviso da reparticao da justica de 26 de Janeiro
ultimo, faz-i necassario que V. S me enve com
brevidade um mappa da forca das 4 companbias do
ti,italli;n n. l'l de infamarla de Nazareth, que pela
desmenibraciio das povoacwes de S. Vicente e I'in-
doba, em virtude da lei provincial n. 527 de 4 de
junho de 186!, paanaiam a pertencer a guarda na-
cional sob seo con"mando superior, bem como que
informe se conveniente ao servico crear-se com
issas B mam lias um batalhio ou seerio de bata*
llian.
Dilo jo director das obras publicas. Tomando
em consideracao oque Vme. expoz em seu ollicio
de 2 do corrente, sob n. 55, o autoriso mandar
fazer por emprclada os rncenos de que precisa a
ponte da potoacao de Beberibe, os quaes importara
em 420J, como se v do orcamento, que veio an-
nexo ao citado oflicio, o qual fleaassim respondido.
ConmtinM-on-sc ao Inspector da thesoraria pro-
vincial e cmara municipal de Olinda.
Dito ao mesme.Para ser satsfeita a exigencia
da assembla legislativa provincial, constante do
oflicio ii. 7 do respi'Ctivo Io secretario, recommen-
do Vtnc. que rhe remetta coin urgencia urna des-
crpeo do e-tado das obras e materiacs do 3o rain
di casa de detengo e copia do orcamento feito
para -na coadasao, ministrando ao mesmo tempo
igual infonnaco acerca do Gymnasio Provincial.
Dito 10 juiz municipal supplente de Serinliaem.
A consulta fi-ita em seu officio de 22 de feverci-
ro prximo lindo sobre qual dos eleitores mais vo-
lodos e de igual votacaO deve fazer paite do eon-
selho iaunici|inl de recurso desse termo, encontra
nliK-ao no decreto n. 480 de 26 de outubro de
1846, proct'dendo-s-j a sorteio entre elles, como de-
claran os avisos n. 8 d 1" de fcvereiro de 1847 e
22'i de 21 de maio de 1861.
Dito ao juiz de ;-a/. presidente da junta revisora
da lYegaeiia de Pao d'Alho.NSo t:ndo acompa-
nliado a lista de qualiieacao dos votantes dessa
ti. l'ii.-'.i, que Vmc. remelteu com odlco de 22 de
Janeiro prximo findo, copia da acta da insto!lae/io
Collio.
A Jiviso dever estar formada era linha no lar-
go de Pedro II em direccao rua do Imperador s
3 horas da larde do indicado dia, e conveniente-
moni) postada no largo do Carino s 3 1/2.
Oesquadrode ravillaria da guarda nacional,
guarnecer a pe o pallie e o respectivo andor.
Os Srs. commandanles da dirisid e de brigadas
escolherao os seus empregados d'entre os Srs. of-
lieiaes dos corpos que ai ruinara. O Sn. Araujo Barros :Quando a comniis-o
AsignadoSolidonm Jos Antonio Perda do de poderes aiguio defeitos por augmento de cifras
'-".'/o. na dislribuifao dos votos do collegio de Pao d'Alho
('/informe Jos.- Ignacio de Medtirot lego Mon- nao poda terem vista fazer relevar defeitos iguaes,
teire, capito encarregado do detalhe.
PERHAMBOCO
ASSEMBLA PRDMMIAL.
que podessem ser apontados na eleic/io de Goian
na. (Ajtoiados.) Nao, senhores, cstou convencido
que a Ilustre commissao de poderes nao preten-
den de forma alguma despertar nesse |>onto a bene-
volencia dos n ilii.'.- deputados.nem levantar sobre
suas cabefas una espada de dous guies (apoiados);
ella nao poda ler em vistas seno o Qej desempe-
nbo dos seus deveres, dar conta exacta e minucio-
sa de tudo quanlo encontrou as actas, que foram
Discurso proferido pelo Sr. depulado Araujo Barros, submettdas ao seu conhecimenlo. Se desse exa-
na sessao de 28 do passado. (") me ella comease ijue a eleicao de Pao d'Alho devia
O Sn. Araujo Barros :Sr. presidente, preten- ser declarada nulla, sem duvida alguma o procla-
de dizer muito poucas palavras, por isso que se maria, sem estipular transacoes para o que se diz
nao traa agora da eleicao de Goianna ; tratase cxi>lir na acta de Goianna.
apenas de saber, se deve on nao ser addiado o co- Eu, pela ininha parte, estou muito convencido
nhe -iment da eleicao de Pao do Albo, segundo foi que a eteico de Pao d'Alho correu regularmente,
pedido pelo nobre deputado do primeiro circulo, assim como correu a eleicao do collegio do Recife,
Ma- antes que eu diga alguma cousa sobre esta e por essa razo que peco seja aprovada a eleicao
materia, V. Exc. e a casa me permittiro que ma- desse districto.
nlfeste aqu o pezar de que me aclio possuido pela E' verdade que me consta haver no collegio
maiieira calorosa, animada de mais com que o no- do Recife urna lista de menos, aliemos os votos do
bre deputado encelou a discusso nesla casa, deslribnidos nesse collegio........
(Apoiado-). O meu pezar tanto mais profundo, (Ha um aparte.)
sei hores, quanto o nobre deputado parece-me at 0 Sr. Araujo Barros :.....por essa raiao se
mostrar grande prevenclo contra o orador que es- poderia pedir lambem a nullidade desse collegio;
----------------------------'--------------------------------- o nobre depulado, que encetou o debate, com aquol-
(*) Em consequencia de se ler dado na pagina- la independencia de carcter, de que nos tem fal-
eao destacamento de parle desle discurso, de novo lado, podia por semelhante noticia pedir que, visto
e publicamos haverem duvidas lambem sobre o eollegio cta Reci-
Knnetanto, jaqueo nobre deputado tolla UN.' fn.P- o f districto, era toce dos ^ ^"^fe6 ^e^^ ffi^.
diplomas, a comm.ssao, examinando ; Toifqa7ZLTuZZT X eS
coenla e um. J v portante a casa que a primei-
ra parle do requerimento nao tem fundamento
algum.
Conlinuarci a lr a opiniao da cmara de Naza-
reth, em refutaco ao requerimento.
( L.)
\ B-se, portante, que a propria cmara apuradou-
ra destruio o requerimenlo que serve de protesto
a acia.
Dizem ainda os protestantes que um oulro vicio
se aera na acta de Goianna, o nao ter ella sido as-
signada por todos os eleitores. Direi aos nobres
depulados que este ponto de nullidade tal. que
nqsta provincia a prevalecer a idea, nao ha urna
s eleicao legal, ao menos aquellas que temchega-
do ao meu conhecimenlo.
O Sn. Rireiro : Nao ponto de nullidade,
mas a lei manda que todos assignem.
O Sn. Silva Babros: -Mis o nobre depulado
ha de convir comigo, que muitas vezes os encom-
iadlos de saude, a razao de eslarem fra de casa
dous a tres dias, nao permitiera que o eleilor de-
pois de dar o seu voto se demore para assignar a
acto: o eleilor depositou seu voto, tem conCanca
na mesa, enlende ter cumprido o seu dever, e re-
t ra-se.
V-se, pois, que-esta especie de nullidade argi-
da nao podia pesar no animo da commissao de for-
ma a faze-la pedir a nullacao do collegto de
Goianna.
O Sr. Araijo Barros :A lei communicou urna
pena para os eleitores que nao assignam, nao de-
clarou cpie o aclo seria nullo.
O Sr. Sii.va Barbos: Sr. presidente vou.an-
da dizer duas palavras em resposta ao nobre depu-
tado, que impugnou o parecer.
O nobre depulado nao so emita a pedir a nulli-
dade da eleicao de Goianna, val mais longo, qur
a nullidade da eleicao do 2." districto, orejado ando
assim os que com legitimo direito estao asseniado
nesta casa; qur o nobre deputado que ainda mes-
mo aquelles, sobre cuja eleicao nao ha a menor
duvida, sejam privados do lugar que aqu occopam,
(jiiando acamara dos Srs. deputados, cuja opiniao
nos (levemos respeitar, j emittio o seu juizo sobre
a vallidadc da eleicao do 2." distrteto?
(Ha um aparte.)
Se eu quizesse ollender ao nobre deputado, deria
que elle nao se apresenlou aqai dominado do sen-
tmenlo de justfa, quando sem legitimo funda-
mente pede a nullidade de toda a eleicao do 2.'
districto.
OSr. Ccmia Teixeir : Qucr ento lr no intimo
da minha ronscencia f
U Sr. Silva Barros : Dsse que o noDre de-
putado nao se apresentou aqui dominado pelo sen-
tmenlo de justica, porque se assim nao fosse, nao
vera aqui pedir nullidade de eleicao to legitimas,
que o dobre deputado nao poude mesmo atribuir
defeitris, a nao ser no collegio de Goianna.
O Sn. Joao Tbixeiiia :O nobre deputado nao
pode entrar no intimo da minha conscienoia.
O Su. Sii.va Huiros : A proposicao que acabo
de manifestar pode dOOOzlr-se muito claramente.
O nobre depulado derlarou-se aqui todo dominado
de sentmentos de justica, entretanto que esta de-
monstrado a toda a luz que nao ha justica em pe-
dir a nullidade de teda a cleieo do 2. dial arto,
prejudicando os candidatos legalmente eleitos.
(Trocam-se aparlesd
Sr. presidente j o disso urna vez e o repito,
toltara-nie hahililaces para entrar em urna ques-
tao importante, (nao apoiados) tenho mesmo obri-
gado da paciencia js meus nobres collegas, (nao
apoiados.
-......-..........- ~ esse o o meu ,
dsejo, satisfaco o nobre depulado com bastante bastante para dar valor a sua causa ; p*r que, nao
i prazer. I Iendo razo para duvdar do espirito da justica da
Sr. presidente, emendo que nao necessario commissao, se reconiiceesse que seus documento
- adiar-su o conhecimenlo da eleicao de Pao d'Alho. eram valiosos, que podiam incutir no animo da
O genera commandan e das armas emnecucao QideM** que ll.e sao argidos', nao lera valor commissao una opiniao fa voravel, te-lovhia offe-
nracT. &7ES5E*ZlJEEE!Fm!i no meu ani,no-e eu- ^ n os nobres recid0- ^eomo ,ne",bro *! c""iss5declaro 'iui'
offlclj de 4 do corrente. determina que urna d.vi- depulados do lirimeiro ulsl|.cl0 sejail juizes sohre so me t.vessem viudo as raaos documentos, provas
corpos da guarda nacional desta capital, em june- Se ^^g, a|u,;, cou cao cornos del'linha do exercito aqui existentes, proposto a nu||dade de lodo o |Vrimei7o dislrcte assignando-nie vencido. Mas tal nao aconte
1 por motivos, que nao me faltariam, e quando nada ceu e Por lamo ja ve a casa que a Bommiasio
decididas as ,,a|da de outros documentos, a commiss.io que, em
;e a questao de .face oi documentos (pie Ihe tarara presentes, nao
de nullidad'. nao po-
xar de propor a appro-
sas duas quesles em primeiro lugar, bem podia i ?*& d'; lodos os collegios que compoen o 2 ds
aconlecer que a
pelos collegios do 'primeiro districto. Nao quero,! Sr- presidente, o nobre depulado depois de ter
porm, proceder assim, aceito qoaesquer jnizes, e aprese Hado na sessao de hontem os documentos
nisso sou aeompauhado por tedos os meus compa-
nheiros de districto. (Apoiados.) Desejo (pie se
com a matar independencia, eu me nimifesiria,
esse respeilo, tena senao dando parecer a favor da nullid.ide, ao me-
I "..> ...\# ...|... V... ^ J
se forme em parada para acqmpanhar o
Jesut dos Passos que em procfeSo tem de regressar conseguiSC( pdcrja TO r
da igreja do convente do Carmo para a da matriz elei 0f,s dos'emaJ3 di,,:- s li.- Is
do Santissuno Sacramento da freguezia de S
Pedio Gongalves do Recife na
mez
A 1' brigada comprehendendo os batalhSes da
guarda nacional, de artimaria, 1", 2 e 3* de in-
fanlaria ser rommandada pelo Sr. coronel Joao
^\ \, 1 11 fi Goianna em frente da questao do Recife. o como a' i'econheceu o menor ponte
laruo ue n uesie casa poda decidir que fosse tratada qualquer des- d,a em sua consciencia dei
'" s em primeiro lugar, bem podia \ va?ao de todos os coll -
questao de nullidades eomecasse j ,n',- (Apoiados.)
o primeiro districto. Nao quero, \ v- pre.-idenie. o no
assim, aceito quaesquer jnizes, e apresentado na sessao
que coiitinuou a exihir boje, chamou questao
para o terreno principal, para as actas e diplomas,
e justamente nesse terreno que eu vou discutir.
voz baixa. e se tem ouvido tambera grandes alan-
dos (apoiados da esquerda) por parte dos interes-
sados.
Queremos a discusso porque della salar ajusta
opiniao que se deve formar do impvido collegio
de Goianna.
O Sr. Cumia Teixeira :Impvido elle.
na, acerca do qual se tem dilo muitas cousas em P'Tque al.i justamente que me compete dizer al-
guna cousa, visto que. como ja disse ha pouco,
nao eslou habilitado a ar.alysar esses documentos,
nao Uve tempo de os ver, e nada devo dizer sobre
elles; tanto mais quanto o nobre depulado que me
precedeu j reduzio a nada todas essas provas. Jul-
gando-me dispensado, pois, de entrar ja aprecia-
do dos documentos que o nobre depulado apre-
sentou, din-i duas palavraB acerca da reta.
Sr. prtsdenle, se lia tin lodos os coll 'gios do 2o
districto urna acta bem redigida, bem (I-Manada,
sem duvid3. a que diz respeilo ao lollegio de
Goianna.
Deu-se, porm, depois de fechar essa acia, urna
circumstaucia que para o nobre depulado influ
muito, mas que para mim esl completamente ex-
plicada. Destnbuida a votacao pelos diversos can-
didatos, contados os votos, ao fechar-se a acta, era
presenca dos eleitores, se nao de todos, ajnenos de
urna grande parte delles. ivcunheceu-se que oSr. Dr.
Joaquim Francisco de Parias, eslava na acta como
tendo obiido 8 votos, em lugar de 2, que justamente
havia tido.
A mesa em lempo, em arto continuado, o que o
nobre deputado nao pode negar, rem -dion essa
falta, como se ver das proprias exposiooes da acia.
que vou lr.
(L)
Ora, senhores. haver aqu nada que oppor a
esta acta, quando em lempo competente se reme-
din o deleito que ella cominha, (piando a mesa foi
a propria que doscobrio essa tolla, re lilicou-a, e
assignou-a depois de ter feito adeclaraeo!
O Sr. COSTA Iiukuio :De modo extraordinario,
a fazer crr que nao linha sido feita eu- lempo.
O Sr. Silva Barros .Mas de que udo 1
O Sr. Costa Rireiro :Eu fallaiei.
O Sr. Silva Barros : A commissao nao pik
enebergar em Vista desta acta defeilo algum no-
tavel..........
(lia um aparte.)
Quero dizer que a commissao nao pedia ic Uus-
0 Sr. Sabino : Pelo contrario, v que elle
esto prestando toda a atteneao.
O Sr. Silva Barros ; E cu agradeci.
Sr. presidente, tolta-ine ainda segundo os meus
aponlameutos, tocar em um argumente do nobre
deputado, que nao querodeixar passar. desaperci-
bido.
O nobre deputado disse que em Goianna virara-
se chapas que nao linham. os nomos dOsSrs. Nabor
o S IVreira, e desse simples tocto, tirou argur
ment para demonstrar que a elcio/io de Goianna
liana sido feita a bco de peona, o nao por vutaci,
ou por oulra, quo os Srs. S Pereira e Nabor nao
tiuliam oblado votes em Goianna.
Senhores, este argumento pueril, na pode
prevalecer aa opinaj da casa, porque He nao-
tera forca nenhuma. Nao podo em un eleicao
perder-se. inutilisarera-se chapas cora ofim de in,-
cluir outros candidatos na mesmo dia, ua hora em
demia jurdica de Olinda, e certo tambem de que
estes meemos requisitos se manifestara as pes-
soos dos meus dignos e Ilustres collegas ; eu pas-
sarei a tratar da questao que nos oceupa, passarei
a expender sobre ella todas as minhas ideas e
convienes, nao com os ornatos da eloquencia, quo
nao tenho, mas com aquella franqueza e sincerida-
de que me caraclerisam, convencido ainda de que
tanto V. Exc. como os meus eollegas se dignarn
de dispensar para comigo todas aquellas attencSes,
toda aquella indulgencia, qu costumam ter aquel-
les, que, como eu, principiara na dillleil e espinho-
sa carreira parlamentar. .
Sr. presidente, eu poda considerar-rae dispen-
sado de entrar no debate, porque me precederam
oradores muilo distinctos. O nobre 2 secretario
desenvolveu a materia era discusso, delucidando-a
de ura modo lo convincente, tao satisfactorio, que
me parece nada ler deixado adesejar: em seguida
ao nobre 2" secretario tambera desenvolveu a ma-
teria perfeitamente o nobre relator da commissao.
o depois de terem lo eloquentes deputados dado
longosdesenvolvimentos questao, eu fraco ora-
dor (nao apoiados), novel inteiramente nesla casa,
deva deixar de pedir a palavra, nao devia tomar
parle no dbale que se agita.
Sou, porm, obrigado, Sr. presidente, a entrar
no debate, por isso que son eleilo pelo 2* dislricto
ao qual pertence o collegio de Goianna, e ainda
por oulra razo, me vejo ferrado a expender a mi-
nha fraca opiniao em relacjw materia ;, por
quanto vejo que ella affecla muilo de perto pes-
soas respeilaveis de Goianna, pessoas a quem sem-
pre dedique! as minh;is alfeices, e as quaes estou
acostnmado a respeitar, alm" de que gozam na-
quella localidade de toda a consideracao e estima.
J v V. Exc, que por mais de um motivo, en te-
nho absoluta necessidade de fazer algumas eonsi-
deraQoes sobre essa questao, que tendo demasiada-
mente abalado os nimos nesta casa, lem sido a
questao magna na provincia de certo tempo para e.
Sr. presidente, no dia 22 de marco do armo- pr-
ximo passado foi inaugurada a lig.i nesta cidade
por um solemne e pomposo discurso proferido
pelo muito Ilustrado e digno Sr. Dr. Antonio Vi-
cente do Nascmeulo Feilosa, tendo comparecido
a aquella inauguracao mais de seiseentaa pesswas
de ambos os partidos em que se divide esta pro-
vincia, e entre aquellas pessoas, muitas se viam
de elevada posieao social e de todo o prestigio :
sendo mpressft o discurso do Sr. Dr. Feilosa re-
querimento do mato digno Sr. Dr. Aprigio, para
que corresse por loda a provincia, como um ma-
nifest solemne de que se achara inaugurado o par-
tido progressisia nesla mesma provincia. Correndo
este discurso era umitas, ou em quasi indas as co-
marcas houveram reunioes mais ou menos nume-
rosas, organisaram-se directorios e mulos discur-
sos foram tambem proferidos : tudo naquelle lem-
po, Sr. presidente, era prazer, tildo annunciava a
cliegada da poca de dar-se exerucao s grandes
ideas, aos grandes principios do partido liberal na
provincia de Pernambuco, e nao havia quem nao-
visse chegada a occasio de ser feliz o imperio do
Brasil, aclarando-se o seu honsonte de ha muito
to carregado. (Adiados).
Todos se satislizeram naquelle tempo com a ap-
p.u k.io do partido progressisia, mas este prazer
immenso, esta crescida salisfaco foram desappa-
recendo depois que teve lugar a eleic_o para de-
putados geraes. O respectivo directorio organi-
sando a lisia dos treze individuos, que deviam re-
presentar esta provincia na cmara dos Srs. depu-
tados, esegundo-se a eleicao, esto nao agradoua.
muitos |toliticos da mesma provincia, os quaes vi-
ram burlados os sen- desejos, e nao satisfeitas as:
suas expectativas, e eis a razo porque o partido
prog-ressista naquella poca, e logo de|>ois da elei-
cao comecou solfrer una certa opposi^o. Di-
xareide apreciar, se essa opposioo foi ou nc fun-
dada, poii pie me parece inoportuna a occasio. Es-
ta opposicao foi crescendo, e tornou-se ainda maior
depois que se tratou da eleicao para depulados pro-
vinciaes, nao obstante o directorio ter to'aado a
camela de apresentar, para cada um dos dUtrictos
um numero duplo de i.-putados,que cada um de-,
vera dar...
Um Sr. Diputado :Ahi estova o erro.
OSn. Goncalves da Silva :Nao duvido que
fosse erro, mas o dipeclorio apresentande esse nu- -
mero duplo teve as raelhores intencoes..
1'm Sr. Deputaoo :Nao se traa agora disse.
O Sr. Goxcalvbs da Silva : Nao trato disto se-.
nao de passagem, estou commemoraado um (acto,
que est na consoieucia de todos, c-portante per--
iniita que continu.
Em consequencia desse tocio foi crescendo.o>
>to de cerlos individuos era nelaco ao. parti-
do progressista, porquo nao obstante ter sido apre-
sentado rielo dipeclorio numero-duplo pean dipu-
tados, nao- foi possivel, que esso numero, podesse
satisfazer todas as arahicoes, todos, es desejos
daquellcs quo queriara ser depulados.'fapoiados e
nao apoiados) desejos e ambices, qu en chama-
rei muito legitimas, visto partirem de individuos
inun dignos e cheios de habililafdee, para re-
presentaren) a provincia.
OSn. Presiuente :PeQO ac- nobre depulado,
que se restrinja a materia."
O Sr. Gonqalves ida Silva :J passo a ma-
teria.
Den-se este tocto, o desgasto ereseeu, o subi de
poni na eleicao para um senador. Dado este des-
goslopelo tocio das duaseleicas para deputados,
e ainda mais pela a de senador, toda a tarca dos
desgostosos st> ostentan em (oda a sua pen ilude c:n
relaeao ao collegio de Goianna, (nao apoiados) te-
dos se uniram, Uido se colligou, e parece at que
houve i mais bem combinada harmona conlra o
colWgio.de Goianna \ este faa para mim tem si-
h


Diario C'it'a^tofeto'dBtodo orna provincia in- de parte a modestia, que deve acompuihar todos levar a casa a votar contra a validado da eleieao deixar de me prevalecer da acto da eleieao,
1e ra URaiTtonl Unportencia, como os nossos actos, samodestia tio indispensavel ctn de Goianna. para mime documento mudo verdade.ro o egli
WU tribuna? (\uoii3k) a noss* vida c que para assim o esmalte de to- Sr. presidente, cu tambera quero ver a verdade como por mais de urna yes lenho dito, assim ce
O Su J mohna' : -Protesto pela minlia pa te. das as nossas aretes; sean tarabea porque elle se
Oltii i Su. Den:taoo : Eutendoque vai m I por acha coHocado era uin terreno lao escabroso o eiiew
esse lado. ** e a maior re-
em uin ler-
O Sr. oim m.ves u ^ Silv v. E' a opiniao (o no-. pugnancia elle poderei ter aecesso .
tros entenderao que vou milito reno, Sr. presidente, em que sao postas em I
- -i V ^ __ _& & >d k Ip. ... vi**.* a itMAkulfljIk n
bie defatado, ostros
boa por ette raminho. visto que todos nao pensara
mesmo nodo.
Trouxe ist, Sr. presidente, para mostrar qe a
exaltaeo que se manifesteu em tedas asekicocs,
pr.rtio desse desgosto, do despeito de algn; indi-
viduos, que assestaram todos os seas tiro* e ontra
a comarca de Goianna,conlra cssa comarca q ic em
todos o? ternas tora dado as mais exuberantes pro-
vas de seu acrisolado patriotisnto e amor as insti-
tiiicoes. que nos regem, contra cssa comarca, ber-
50 de tantos hroes, e centro de gloriosos ortos.
(Numerosos apoiados.)
<1'roiam-se apartes. 1
O Sr. Goni;alves da Suva : -Sr. presidite, e
lao verdade o que estou dileuda, havia tama pre-
voneJo contra o collegio de IManna, tanto se voei-
l'ei ava contra elle, que a cmara municipal de .Na-
zareth apuradora des votes do 2o districto, tratan-
do dessa apuracao, exnrbitnu de suas aBribi icoes,
quil constituir-se esta asscmbla.qnando precurou
avaliar da validado, eu nullidade do colligiode
Goianna, e desse sea precedimento os da teste-
niunho irrefragavel a propria acta de sua apura-
cao, que os serve de diploma, e para que n 10 pa-
rees, que apenas estou allegaudo semelhanto taita
daquella cmara, passarei a mostrar qual a I si que
ella infringi. 0_
A le de til de agosto de 18i6 no cap. .1- irt 8,
assim se exprime: A cmara municipal se li rotara
asommar es votos mencionados as dillen
actas. Se perem, houvcr duplcala de oleteos
em uin collegio, e vierem duas aeUas desse mil,
gio, apurar a que mais legitima Ihe parecer, un-
xando de -apurar a oulra, e tambem dcixira de
apurar quaesquer actas de reunioes de el mores
celebradas em lugares que nao estejim deel irados
collegios Muesi fazendo porm decl iraca
esneciticada das acias que deixoii de apurar en-
globadatnerfte, mencionando por extenso os vo-
tos attribuidos m cada urna dessas actas i quaes-
quer cidadaos. No art. 88 dessa SWHBa le anda
fica mais claro e manifest o poder da tmara
apuradora, porque este artigo dix, que a plura-
lidad* relativa regulara a eeico, de ni"do que
sero deputados os que tiverem a maioria d3 votos
seguidamente at o numero que deve dar o dis-
trito.
Estadisposicaoaioda se aeha corroborada pela
doutrina do ti do decreto n. 812 de 1 de se-
lembrode tfoi, quu manda que os diploma: sejam
expedidos pela ranura apuradora na formado art.
8 ja citado, sendo ainda mais explcito o nnderno
decreto n. 1,082 do 18 de agosto de. 1860 i o Si 9.
O que acabo de dizer, Sr. presidente, sene para
demonstrar al que pouto chega a preveicao de
rauitos individuos contra o collegio de Goianna o
pie urna injustica revoHante, porque em Goian-
na nao houve isso que se dissi' : a eleieao mar-
hou regulamenle, o proeesso eleitoral nat leve o
menor vicio. (Apoiado*.)
Mas a cmara de Nazarotu, ou antes tres dos
seus vereadores, nao salisfeitos cun prete iderem
conlieixr da validade do collegio de Goian a, que-
reado anida abusar, fot adiantc, protelou contra
K queris saber era que se fundou es se pro-
testo ?
Fundou-se cm dizer acamara apuradera, que
Apenas liaviain assignado a acia da eeico il elei-
ores iBClufiiveis os 5 mesar ios t
Mas, Sr presidente, quera nao sabe que a nossa
Jt!ghsLiriw eleiloral permute que os oleitons assig-
ueui essa acta se quizerem 1 Quem nao sabe que
essa especie j se acha resolvida pelo podei compe-
len le?
(lia um aparte.)
O Su. Goncalves da Silva :Vou satis.Mer an
uobre deputado que me honra com o seu a iarte. O
art. 13 do decreto n. ifiii de 22 de agosto de 1800
explica perfeilamentc a questao, quando diz que a
acta da apuracao dos votos para deputados provin-
cias seja assignada pela mesi e os eleitores que
quizerem. l'oruuito a cmara de Naaarelh com o
cu protesto revelou o firme proposito eir que es-
tar de acoinpaiihar essa preveiieiio que ji exista
ontra o coll.gio de Goiauna, e f-lo de i m modo
menos digno, porque n;io posso oomprebender que
esses vereadores ignurassein a existencia das is-
posifies legislativas em relacao ao pruetsso elei-
loral.
Houve portanto um tro|)osito que nao tem ex-
plicai-ao alguina, e i|ue eu devia censurar, porque
, a cmara de Nazarelh devia ser mais cautelosa e
' reflectida, para nao lancar urna semelhai te pecha
sobre o collegio de Goianna, collegio que linha di-
reito a que coa elle se nao procedesse 'le smu-
Ibaute moilo, que s indica odio, ou m (Apoia-
dos.)
Sr. presidente, demonstrado ainda que jerfunc-
toria-uente a amielade, o desejo immewe que de
longa data se manifeata contra o collegio t o Goian-
na, tinto dizer, que essa m vontade lanbeni se
man feMou lioiitem ne.-ta casa de umuixlo para
mim todo maravilhoso.ileirainenle nova Onobre
deputado pelo Io disti icio incetando o debite, o fez
com tanto calor, com tanta exaltacao e sulfregui
dao, que eu coufesso V. Kxc. que nao obstante
ser essa a priineira vez que faco parte da 'epresen-
lacio provincial, leudo assistido grandes discus-
ses, j como advogado, e j como procur; dor, ain-
da n.io vi tanto empenho, tanta aniuiaco (ielo tri-
umplio de urna idea.
Eu admiti que o nolne deputado ten ha senti-
meuios multo justos, os mais livre, admito anda.
'quetenlia um espirito muito recto, e que estoja
iwssuidodas melbores inlences,quaudo eoobalea
valiilade do collegio de i'ioiaiiiia. mas p Tinilla o
nobre deputado, que Ihe diga, que se deve ter to-
da a calma, toda a serenidade de espirito, pondo-se-
de parte toda e qualquer prevencao, (piando se
trata de questes desta ordem, tanto mais quanto o
nobre deputado nos assevera ijne qur o triumplio
da lei e da moraliilade publica. Mas o ubre de-
putado fui muito alero, porque inostrou um iute-
resse tio elevado pelo tiiumplio de -ua idea, que
fez (icsapparecer toda essa iinparcialidade que Jura
para ilesejar.
Senliures, quando o individuo defend a cansa
da juatica, quando s i|ur o cunipriine.ilo da lei,
para que se ha de pessuir de tanto calor, para que
se lia de exaltar lanto? Nao v o nobi deputn-
do, que a brandura, i|ue a fleugm i em lael occa-
sies ainda dao maior realce as nossas deas tra-
lendo-nos por conseguidle grande prtselitismo.
(Apoiados^
Nao sabe ainda que a exaltacao agita os espiri-
tos, e que oeste estado nao se pode bem conhecer
de que lado.esta a razio, que s pode f miar um
joizo seguro quando desapasionada, e sem preven-
?oes ?
0 nobre deputado sabe de tudo isso, porm em
relae.io ao ixHegio do Goianna quil proceder 4e
imodu contrario, quiz dar eiuaoso aos sentimenlos
que nutria contra aquelle collegio. Coii"enQa-se o
nobre deputadu, que so eu adinirei o sen proced-
meato foi unicaineute porque faco justia as suas
lioa- inteocoe, .e,j>ei inesmo qo o nobre depo-
rtado calmo em oulras oocasioeSf s q lerendo a
execuco da4ei. *
0*r. (amia Tki.\i:hi/ :Nao poda ler a calma
desejada com aquella travaada de apartes
(h$>n. ihm;ai.vk.s da Silva -l-'eruii la-me V.
Eae. que Um diga, qus .a Irovoad^.de .partes foi
provocada por esse calofjipor essa asun:.(ao que o
nubre deputado deu a dicussao. Possi allirmar-
Jheque.iM; a diseussao cpmecasse coma calina de-
sejada ne i apparuceria, allir'no-lbe mais, que ui i sapar-
<': nao Ihe dei, >|uando fallou, preslei-Ue a mais
.religiosa aiteacao, lomei os meus apoillmenlos,
jirocure imbuir me as idas..ao nobre tkpulado,
alim de acoopanba-lo em todas s suas con^ideraces
e por issoaerojre o ouv eora o raaior recouheci-
jn<;nte.
Cortan to, fet* cMi~. repara muito ligeiro, reparo
^ue.eu-oao poda deixar de ftier, aara sustentar
a validade da el> i^io de Geiaua, passar;i a oulra
ordem de rfflexes.
Sr. pxeidente, alendo que essa nuteria esla
sufficientemenle debatida, que o obre :!' secreta-
rio com o talento que o.distingue, eom a t'cundi-
dadi- de ate dolado eaenvulveu perfeitaiuenle a
questao, desea col veu-a lao bem. que o mea .epr-
/u- eacha eoinjil'lamente satifeilo, lican lo bem pa-
. tente e claro, que na eleieao de Goianm. houve to-
da .a regularidad., que o proeesso ci.m-u do rae-
Ibor iodo, e qua lo Ja esta caleuma son ente parti
dos desidiosos.
O nobre relator da eommissao sustontindo o seu
parecer, o fez timbea Je um modo tio lucido e
cou-viacente, que eu era sem duvida o tieoosapto
a honra, probidado e o carcter de muitos indi-
vidnos. nao digo bem, em que sao aniquiladas
0Su. Gokgalaes da Su.v.' : nao pode prescindir des sel s documentos quando
mostra a nullidade do collegio de Goianna, nao po-
de deiiar de tecer muitos elogios as pessoas que
os assignaram, querendo coi vencer- nos que ellas
erara incapazes de faltar a .erdade, de dizerem o
contrario do que se passoo : eu tambera nao posso
que
ino.
como
da eleieao, eu quero a sinceridado do vol para que tenho tambem necessidadi de me prevalecer da
o >\stcina eleitoral seja entre nos urna realidade, importancia das pessoas qus flguraram como sig-
por que emendo, que a eleieao o a base do svs- nalarias daquella acta, par* mostrar a regularida-
tema representativo, que sendo ella falseada, fal- de e ordem que presidirn) eleieao de Goianna, e
seado tambem ficar o nosso systeina de governo, parece-me que assim argumentando, eu sigo o mes-
I'mSii. Dr.i'tTAno :Vamos a qneslio de jostica.: facanhas, at em detrimento da autoridade de que
6 por isso loda vigilancia, todo cuidado deve haver
da parle dos poderes do estado, para que M con-
mo plano que tracou o obre deputado, quando co-
mecou a sua lernvel accus,icao ao collegio : estou
pos no meu dreilo, e nao se me pode chamar para
o campo da justica, quando desde o principio, que
estou nelle, sem jamis me ifastar; (muitos apoia-
justi^a para mim foi, e ser o Iberaoae-
nossas accocs, sem ella cu nao querere
_uma, e nem se entenda que eu defendendo
affectam o collegio de Goianna quero que elle sejaapprovado
vida de mais 0 essencial, nao constituem solemnidades intrinse- por osla assembla por favir ou eondesceulencia,
por que nos deputados pelo distrcto s queremos
o que de lei; (numerosos apoiados), sendo tao
sinceros, como o nobre dep liado autor do requeri-
mento; (apoiados) queremos anda a moralidade
in i-a eleieao, como o nobre deputado quer para
sua | (apoiados) e neste terreno, eu nao concedo*]
digiiidade de individuos tao aflmeme coHocado! vencido, que j mais o poder fazer : islo um ini- primaiia ao nobre deputado, por que nao o consi-
na sociedade, eu nao podia deixar de me affligir, possivel pralico. Ainda ha pouco na cmara dos dero dotado de melhores sentimenlos que os seus
porque pres subidamente a muitos desses indivi- senhor.es deputados se disse isso, e mais explcito collegas.
dos, e com files tenho relacoes de tonga data. | foi a respeito o Sr. Dr. Liberato por occasiao de- Pela ininlia parte, Sr. presidente, declaro soleui-
0 nobre deputado comctjoi osen discurso, aven-, tratar da eleieao de um dos districto da provincia nenente esta casa, que p< uco me importa que se
turando militas proposiedes t.o arriscadas, que eu do Cear. Kilo exprimio-se quasi do mesrao modo annulle a eleieao do 2* districto, por que teuho a
desla cadeira pude conhecer, que elle jamis as fazendo sentir, que esses documentos nada influem, mais robusta conviccao que hei de rollar para aqu
poderla provar, por maiores que fussem os seus que essas pecas |>osteriores eleic.io nao lein va- ainda mais bem votado : (apoiados) conlio muito
desejos, por mais que se empeuliasse, para o con- lor alguin, elle chamou-as de documentos postliu- nos senhores eleitores, e pens que ellos continua-
seguir, nao obstante o seu bello talento, nao obs- mos, se bem recordme : elle pensou, como todos rain a liourarnie com o* seas sullragios, (apoa-
tante os recursos de soa intelligencia, liebre de- pensara ; isto na faclidade que lia de obter-se dos) como j ofizerara muito espontneamente,
outado nao fe mais do que declamar, trazendo urna respo^h urna carta, o que se di por mais de Supponho, Sr. presidente, que hei tocado em to-
Itrao dos seus principios unicamen- urna considerad, nao quero com esse r.ieu pensa- dos os
completamente essa honra, cssa probidade c esse servem as nossas nstiiuieocs sempre puras; (apoia-
oaracter. ''"* I mas C(Jino s,'guir estes principios que sao os
(Trocam-se aparte?) verdadeiros princfpioa cousttucionaes, nao quero
O homem que nao honra, que nao tem probida- dizer, que nao luja urna eleieao oude nao se de tal, dos) a justi
de eu nao conheco, como homem poltico ; (apoia- ou qual falta, esle. ou aquelle defeito, por que de tro de noss
dos) e eu nao quero ser poltico um s dia, se nossa natureza commeltermos fallas, termos vicios; eousa algui
por acaso nao livor probidade, nao livor sentimen- mas quando essas faltas, esses vicios nao
tos, e por isso invoco toda a minha vida de mais o essencial, nao constituem solemnidades
de vinle airaos, e desafio que me apontem a me- cas, (.ara que senhores havemos de oslar nos can
or falta, que me laucem una nica pecha., cando em pedir o purismo onde elle se nao pode
(Apoiados). i *jar Eu quizera que o nobre deputado me apre-
l'ortanto enllocada a questao em terreno tao es-; sentasse una eleieao onde nao houvesse o menor men
pinhoso, porque esta dscu.-so nada menos impor- j vicio, o mais pequeo desvio das regras estabeleei- em i
ta que ani luilarmos a populaco, o carador o a das; una eleieao inteiramente para. Estou con- a su
pontos do discurso do nobre deputado em
relacao a auHidade do collegio de Goianna, provan-
elo, i|uo ul nullidade se nao d, alea de nanitas
Baldes, pela f e importancia, que nos deve mere-
cer una arla lavrada de cjnformidade com a lei.
(lia um aparte.)
Su. Go.vgu.vES da Silva :A acta tao legi-
tima, documento lao auth jntico que nao se pode
ainda principio" do jurisprudencia, que quanto ,e n'ess'e terreno em que tenho coHocado a questao, distruir dosta forma: com outros documentos
ue se tem de tratar, maio-' supponho ter provado que valida a eleieao de que nao esse
para demonstrara'. ..
te conjeeturas, indicios e presampeSea, mas era ment nem de leve onender a esses senhores que
um negocio lao siio e melindroso como esse,; forneeeram estas respostas ao nobre deputado, e
eertamenle que o genero de proras que se soc- que tanto estigmatisaram a eleieao de Goianna, ton-
correu o nobre deputado, nao era o mais propno, ge de mim tal idea, por que de taes senhores for-
o mais conveniente, porque, senhores, principio mo o melhor conceilo, e toda a mulia arguuienta-
coi rente em direilo, ijue qualquer lera diroito cao tem girado no campo jurdico; islo na pon-
ina reputacao em quanto se nao prova o contrario, frontacao desses documentos com a acta da eleieao
mais grave o objecto q
res e mais robustas devein ser as provas : os no-
bres deputados que me ouvem, e que sao lidos em
direito, saben perffitamente que provas robustas,
sao aquellas que arrastram as nossas convieces,
que nos convencem plenamente em relacao ao ne-
gocio de que se trata ; sao essas provas completas
de que nos fallam os criminalistas mais notaveis.
Pouco importa, Sr. presidente, que o nobre depu-
tado nao podesse adquirir essas provas para nos
apresentar, ou veja que impossivel que ellas nos
sejam apreseutadas. porque nos que aqu estamos
nu nos havemos de precipitar, julgando sem co-
nhecimento do fado, sem a mais plena certeza de
que ello se passou, como se allega : aqui me re-
cord de um bello principio, e que melhor ab-
solver, do que condemnar : melhor a impunida-
de do que a condemnaeao, quando a conscenca
do jnlgador varilla, e nao podo ter urna base se-
gura, para dar o seu voto. Este principio que
absoluto e de justica universal, com maioria de
razo deve ser applcado no caso em queslao. por-
que trata-sc da iuiputacao de muitos cidadaos, que
sempre foram considerados na sociedade brasilei-
ra ; e o que seria o hornera a nao ser a reputa-
co ? Do que serviriam os thesouros, todas as ri-
quezas deste mundo, a mais elevada poslco so-
cial, as melhores relacoes, todos os commodos, to-
dos os gozos, a nao se ler reputacao : a vida sem
a reputacao sera um cahos, seria nexplirawl, e
eu declaro a V. Eic. que nao quereria vi ver, des-
de o momento, que nao tivesse reputacao, desde o
momento em que ella fosse menoscabada e tula,
como um brnquedo de enancas. Atacando-se tao
desabridamente o collegio de Goianna, pso facto
Goianna. ( Muitos apoiados. )
( Ha um aparte. )
o Su. GoffCALves da Su.v\ : -Nao me dirig ao
nobre deputado, e nem tinlu razo para isso, fa-
ca-me mais justica, por que eu sou serio e tenho
miiilo carcter e digmdade. ( Apoiados. )
Nao devia sor to explcito, fallando de mim, po-
rm o nobre deputado, que me deu o seu aparte,
me conduzo assim proceder.
Assim, Sr. presidente, se sao procedentes as m-
osses apresentados nulo nobre deputado,
que isso poden conseguir. Cia acta instrumen-
to publico, um documento de valor inmenso, e
o nobre deputado deve saber, que cm din lo s se
ellidem documentos desta ordem por outros da mes-
\ ma natureza. (Apoiados.)
Portante espero que a ca que tao legitima, tao legal como qualquer oulra,
(apoado-) e lalves que muilas nao vesaera tanta
regularidade em seu proco-so, como a de Goiauna.
(apoiados) a qual tanto se tem acensado: mas o que
su acha revestido o inspector perseguido, cujos
nslinclos brandos smente o tem feito tolerar, sem
urna perdicao reciproca; que a autoridade deve
acautelar pela subtraeco da causa, que o perse-
guido bem quizera ver removida para Fernando
de Noronha mesmo.
E' esla uma aspiracao por certo rasoavel era pre-
senta de seu martyrio, pois o Cabrion do cabo, ao
contrario daquelle de Eugenio Sue, sou be attrabir
a madama Pipelel, miidaudo-lhe da casa em sua
ausencia umamulhcr que nella exista ha 12 annus,
com algum dinheiro de terceiro.
O estabelecimento do miudezas, que oliste na
rua do Crespo, sob a denoininai o de Gallo Vigi-
lante, acaba de pas-ar por una reforma em seu
variado sortimento, de modo que acha-se com
ullieiencia ile bem satisfazer ao publico, cuja con-
currencia solicita.
Aunaban se extnblra a 2' parte da 1* lote-
ra do reeollnmento de Iguarass pelo novo plano
das loteras extraordinarias, sendo o maior premio
de 10:0005000.
Emanla dehontem,occupou-seo tribunal do
jury com o processo,honteminesmoapresenlado, em
que se aecusa ao rabra Jo-.. de haver assassnailo
MU senbor em mareo do 185o no alto-mar, naoc-
eaaSo em que para ali se dirigam pescara.
Absolvido em dotis anteriores julgamentos, enten-
deu a relaeu do districto ser procedente a appel-
laeio utorposta da ultima decisao pelo Dr. promo-
tor publico, que a fundara na incompetencia do
juiz que presidir o segundo julgamento.
I'reenchidas as formalidades da le, o Dr. juiz
de direito publcou a seutenca pola qual absolve ao
lio e condeinna a municpalidade as custas.
O Dr. promotor publico declarou appellar da
-entenca e requereu que se tomasse por termo a
apollaoo.
O conselho chauudo julgar a causa foi compos
to dos senhores :
Dr. lacero Alvares dos Santos.
Dr. Candido Martins de Almoida.
Pedro Alexandrino de Barros Cavalcante de Ln-
oTda.
Jos Cavalcante de Albuquerque.
Iternardo Garneiro Montoiro da Silva Santos.
Antonio Pires Ferreira.
Dr llermillo Duperron.
Florencio Doiungues da Silva.
Alfonso do Reg Barros.
Antonio Jos de Souza Cousseiro.
Jos dos Santos eros Jnior.
Antonio Camello IVssoa de Lacerda.
Movimenlo da casa de dotoueo uo di a 7 do
marco de 1861.
Existiam...... 380 presos
Eiitraram..... "J
A saber
nhas consideracoes em relacao a eleieao de Goau- eu Do tomo essa accusacii) como llha do desio
apara deputados provnciaes, visto' como ellas : de se desc.brir a verdade e sim como resultado
nao podem sor destruidas |wr esses documentos do despeito, do odio e da derrota. (Muitos apoia-
graciosos que nos apresentou o nobre deputado, I dos.)
por que esse systema de provas contrario a don-; Nao quero por mais lempo abusar da paciencia
triua dos jurisconsultos, e j de ha muito se acha desta assembla, (nao apelados) o pero aos meus
banido ele cutre nos, como uilimameure o demons- i nobres collcgas desculpa di haverlhes roubado al-
trou na cmara dos senhores deputados o dislpido gum tetnpo, desculpando- io-me liinbem esta ou
e Ilustrado Sr. Dr. Urbano, lendo trechos do seu aquella expresso que eu proforitse de encontr
discurso o nobre segiradfsecretario, est claro que aos estylos parlamentare?, mr que sou uin depula-
uo se.pde annullaro collegio de Goianna. do novo que fallo pela priineira vez.
(Trocam-se apartes). Vozes :Muito bem, mi.ilo bem.
Sil. Gt)Ni;ALVKs da Silva :O nobre deputado _____
sabe que eu przo o Sr. Dr. Urbano, que muito o
considero, que vole nelle para senador, porque sou
sincero : portante este seu aparte mim nao se |
relere. A assembla ua sesso de liontem oceupou-
I'm Su. liKi'i reno :Nao vem ao caso. | se com a discussao do par>cer de sua eommissao
O Sa. GoNCaLKS da Silva :Vem, porque mn de polica, indicando providencias, ou ordem a re-
homem de muita censideracao, que mesmo no se- gularisar os trabalhos. O'aram sobre a materia
nado invocado, como autoridade, e nao sei por us Srs. Cuuba Teixeira, Buarque, J. Teixeira, Cer-
que nesse terreno, eu deputado fraco (nao apoia-1 vasio Campello, Araujo Barros, Aquno e Jarobi-
dosi, de nenhuina mporlancia (nao apoiados), nao i na, licando adiado o parecer por quarenta e oito
hei ele invocar a opiniao do Sr. Dr. Urbano. Me pa- boras reiiuermento do Sr. Aquno.
380
Nacionaos..... Eslrangeiros... Mulheres...... Estrangeras... Escravos...... Escravat...... 272 31 3 l 00 1 t
REVISTA DIARIA.
tem-se atacado a reputacao desses dlTerentes ca- j recia que os nobres deputadss me deviam ao me-' Continuando na aprecia;o do projedo n. 30 de
raclores, que tomarara parte muito pronunciada e'nos conceder isso, seren um pouco mais generosos 1862, sobre crditos supp ementares, lotnaram par-
sensivel na eleieao de deputados prdvinriaes, que para comigo. te no debateos Srs. S Pereira, Buarque, Araujo
all teve lugar no da 15 de novembro do auno Sr. presidente, depois de ter demonstrado que Barros, Gervasio Campello, Nabor e Ramos, sendo
lugar
prximo passado. (Apoiados e nao apoiados.)
Fere-se de frente a dignidade desses homens,
nao ha a menor duvida.
0 Sn. Coma] Tkixkiiia : Nao apoiado ; nao
soffre nada a dignidade desses homens, nao osla-
ran* aqui dscutndo as suas qualidades pessoaes.'a arla da eleieao de Gol
O Sn. Goncai.vks da Silva :Nao pode provar-, que esta jamis poderia
de nada valeui os documentos graciosos, j pela
facilidad** com que sao obtidos, e j porque o di-
reito os repelle ; depois de ter confrontado o valor
daquelles matinal documentos e mais provas apre-
seutadas peto nbn deputado pelo 1* districto cora
liann.i, mostrando tambem
ser destruida por taes
' 372
Alimentados a cusa dos cofres provincias. 142
Moviinent da enfermara uo da 8 de marco
de 1864.
Tiveram baila:
Francisco Antonio; syphilis.
Loureiicp, escravoele Guodes Araujo; contusoes.
O peridico rabe Jticaib redigido por um ca-
valheiro daSyria, Faris-ul-Shdiak, mussulm.-ino.
E' bem redigido, e circula nao s entre a po-
pulaco que falla rabe, mas al entre os ulenias,
e leem por isso muita influencia.
Os livreiros em geral nao admitiera, para ven-
der, as suas tojas os peridicos.
Ha apenas dous annos que Mr. f.hurchll rome-
cou a inlroduzir a veuda de folhas impressas as
fojas, colloeando-as na jane-lla de um padeiro
junto da sua typographia.
O Hejmooai Funoon foi depois mandado para al,
por Muir effendi.
Algum tempo depois o Terjumun Ahwal abri
a sua loja de venda prximo da alfandega e hoje
oueontram-se j algumas tojas em que se vendein
peridicos, e de dia para da appareeem tambera
lujas de photographias.

Escreve-nos de Londres dizendo, que bontem
(30 de janeiro) pelas 10 horas e meia, se .Ti-
na gritos horriveiso rugidos terriveis, sahidos do
sitio em que eslao fechados os lees de Cro-
ckefl.
Um individuo, que ha dous ou tres das linha
temado ao servico de Crockett, e que foi oncarre-
gado de dar acomida aos leos, aproxmando-so
gaiola, mu dos maiores lees agarrou a mao d-
reitt d'aquelle desgracado.
Oulro leo iancou as garras ao ante-braco e
os dous animaes ferozes arrancavam cora as gar-
ras a carne do pobre homem, com toda a pressa,
como se tivessera feilo alguma aposta.
Os empregados, que correram a acudir e que
nao li verara lempo de preparar ferros em braza,
pozeram-se a dar as cabecas e olhos dos lees com
barras de ferro, esperando conseguir assim, que
os obrgaram a deixar a presa. Mas os animaes,
tornando-se furiosos com as pancadas, rugiram
entio de um modo medonho, despedazando em bo-
cados o braeo do desgracado, e nao o largarara
sauo quando fioaram quasi cogos cora as panca-
das.
Trou-se entao o guarda inundado em saugue e
sem sentidos.
Os mdicos, que foram chamados deram-lhe
alarais rordiaes.
A rao achava-se devorada, e o braijo inteira-
mente despojado de carne depois da priineira
cura.
O ferido foi transferido para o hospital de S.
Bartholomeu.
Depois do raeio-dia teve lugar a represenlacao
ordinaria de Mr. Crockelt; parece que os dous
todss, que levaram pancadas com as barras de
ferro, estavam com as orelhas baxas.
E' para desejar que baja sempre promptos fer-
ros em braza; os animaes, cora a impressao de-
uraa dr aguda, largara immediataraente as pre-
sas.
O infeliz guarda acha-se n'um estado mu pre-
cario, tendo-se-lhe amputado a mao direita.
Publica o segrate a JKui0 -
No dia 4 do corrente falleceu na capital de
Franca oSr. Francisco Teixeira Viegas, redactor e
proprielario do jornal A Epocha.
Um cancro no osso maxilar superior o obrigou
a j a Pars subjeitar-se a uma eperago, porn
uma hemorrhagia Ihe causou a morte ainda an-
tes de ser operado.
Sentimos a perda deste companheiro as lides
da imprensa, e fazmos votos para que a sua almao
gose o eterno descanco.
rae o contrario disto, porque desde o momento era metes, porque o um documento de tola robustez e
iiue se pe em duvida a .veracdade da acta do \ importancia, londo-se guardada em taes eleicos
todos os preeeitos, ou formulas substanciaes para
sua validado, eu devia deixar de continuar, mas
collegio de Goianna ; desde o momento em que se
pe em duvida o resultado da eleleSo all proce-
dida, que so abala o carcter de todos os indivi-
duos que assistir; m aquella eleieao, e que eslao
assignados na acia.
Um Sr. Deputado :Nao discutamos nomes.
0 Sn, Goskaltrs da Silva :Mas, se o nobre
deputado pelo primelrn districto poe om duvida a
nullidade da eleieao cora as cartas que apresentou
nota casa, socceirrendo-se aquellos caracteres,
que estn asaigna los na acta e que dizem o con-
trario daquelles; isto que a eeico correu
muito regularmente, guardando-se todas as forma-
lidades que a nossa legislaeao considera esseu-
l'i.U'S '
Um Sil Deputado Desde que se nao peder
atacar nina eteieio para se nao atacar o carcter
de abzuem, entao nunca mais podenmoa discutir
-. porque nao ha eleiyoes em que nu, figu-
re caracteres.
O Sn. Gom;ai.vi:< da Silva : -E desde que eu
quizar mostnr a validado de urna eleieao, nao
posso deixar de in\ocar esses meamos caracteres
V. Exc. procura mostrar a nullidade do collegio
como o nobre deputado autor do requerimeate
anda aventurasse minias proposiees para provar
a nullidade do collegio de Goianna. eu o acampa*
nharei. o tenho a mais firme e robusta conviccao
que hei de aniquila-las, uma urna.
Sr. presidente, sei que nao me licito invocar o
meu testemunho sobre a materia, porque ella me
dizendo respeito. eu dero ser considerado suspeto,
mas nao posso deixar de declarar V. Exc, Ote
assisti aquella eleieao ; sei do que alli se passou,
e ptaso allirmar osla assembla que em Goianna
apenas houve um accordo em relacao aos candida-
tos, e uada mais do que isso se den, o me parece
que rauilo natural, que as influencias d'uma lo-
calidade concordom em qiipm deve reeahr a vota-
cao do collegio : esle accordo foi preiiso, e chegou
ao conheciment do corpo eieitoral em quasi sua
totalidade.
Paiten u nubro deputado no excesso de seis vo-
tos, que aeiui foi pintado com as coros mais negras.
Nao ha nada mais fcil de explicar se. 0 secreto-
rio do corpo eieitoral de Goianna, tendo declarado
approvado o art. 3" com uma emenda do Sr. G.
Campello. Sobre o art 4 oraram os Srs. Buarque
e G. Campello, licando a discussao adiada pela
hora.
A oreicm do da para b \jo, alm da materia j
disentida, comprehende mais a 1" discussao dos
projeclos ns. 6 e 7 deste anno.
Em tsalo de honiom, foram presentes ao
tribunal do jury os seguimos procesaos dcvMa-
raenle instruidos pelo Di. .Manuel Gentil da Costa
Alvos, que no impedimento do Dr. F. de Araujo
llanos exerre a_ 2a vara nunioipal, cujo cargo
est a preparaeao deis proseases.
(trdeiiouo juiz.de dir toque, atlixada aporta
do tribunal a respectiva tabella, se seguisse o jnl-
paento dos referidos processos na ordem das
pronuncias.
Tal a relacao :
ReoO cabra Joo, escravo dos herdeiros de
Joaquim Antonio dos Sanios. Tem data e pronun-
cia de 11 de junho de 18i'J ; ciime de morte.
ReoAntonio Jos Al| ieri. Pronuncia de 26 de
marco de 1862 ; crirae A\ morte.
ReoPedro da Rocha Filgueiras. Pronuncia de
9 de marco do ultimo anno ; crime de estollionato
Iti'oFirmino Jos do> Santos. Pronuncia de
ii de abril do ultimo anno ; crime de morte e fe-
rimentos graves.
ReoVictorino da Costa Pimentel. Pronuncia
de 3 de novembro de 1863 ; ferimentos leves.
Hontcm fez acto do 2o anno do Curso Com-
an Goianna, protestando contra a importancia desses no eomeco da acta, que o Sr. Dr. Carias havia Ob-
caracteres, at valendo-se de de documentos que i tido naquolle collegio o numero de oito votos, de-
em direito sao reputados graciosos; cu estou no i pois ao concluir a acta, vio, que nao haviam sklo
mesmo caso, tenho igual direito de mostrar que dados os mencionados oito votos ao referido dou-
V. Exc. nao pode apresentar um faci se qur que tur, o sim dous, e logo fez esta doolanoao. que foi
os possa deslustrar, parque elles esto cima de aasignada petos oeaaee eleitores e a aesa queja
qualquer impiitacao menos digna: sao pessoas .haviam asignado a anta, > onde esta aqui, Sr. pre-
111 n i to conhocidas, e que sempre gozaram do esti- sidente, a falsidade da eleieao f Vicio se dara, se
lugar em que mo-
ma c considerarlo nao s no
rara, como em outros muitos.
0 nobre Sr. segundo secretario ctou em seu
discurso como dignos de todo o respeito os Srs.
major Rocha Paria, vigaio Domingos Alvares
Viiira, juiz de direito Francisco Gouealves da I\o-1 opposieo sera, e que
cha, e o Dr. promotor publico ; porm esqueceu-se| pooer-se-hia impugnar
|mh- acaso se nao reaodiisse o engao.
Emquanlo ao comparerimenio de cenlo e cin-
coenla eleitores para a eleic.io de deputados pro-
viuciaes, e anda mais na v.naeo cerrada que tive-
raui seis candidatos, eu enteido que n.io merece
s por um grande esforco
a validade do collegio por
de outros muitos individuos distinclos, que figura esse lado,
ram nessa eleieao, e que estSo assignados na acta. Sr. presidente, o partido progressista em Per-
Bsqueceu-se por exemplo do bello carcter o Sr. nambuco tera-so conservado Mido desde que ce
delegado da comarca, o qual como eleitor assistio raecoa i viver, nenbuaa divergencia se ha dado
a eleieao e assignou a respectiva arta, esqueceu-se entro ns seus memoras dsele o seu nascimeniu e
de empregados pblicos de todo-o conceito, de dous por isso nao admira, que a votaeo cerrada real*
labellics daquella comarca que do mesmo modo, bisse em seis candiJatos, porque como ja disse,
suli-eiiveram a acia; de Ilustres advogados que I liouve un accordo previo entre as uflueneag re-
Jomaram parte p'essa elelfao e dos Srs. lente co-, lativamente a vota^ao, e esto grande numero de
.ronei Jos de Sa subdelegado, e padre Manoel Mar-1 eleitores que comparecen ao collegio, n.io cousa
nes, juix de paz, que como aquelles nrmaram a; nova, visto ello se ler dado ja na eleieao de depil-
ada. Por consegrante, Sr. presidente, se homens lados geraes. o j na eleieao de um senador. Cada
to importantes, cidadaos tao rcspeitavois disserara eleitor linha os seus protegidos, todos quoriam que
que a oJoieao se passou do modo por que diz a acta;; elles fossera votados, por consegrante era indis-
ser com os documentos que o nobre deputado apre- pensavel que nao faltassem a eleieao, para deste
sentou, rom essas cartas, que se ha de uullilicar o modo conseguirem a realisagao dos seus dselos,
testemunho d'esses hornea; ? e nem se diga, que o grande numero de candida-
Sera com estes domnenlos sem forja perante a tos podia obstar, que este tknderium so reabsas-
lei, que se ha de provar a falsidade efe uin docu- se, porque a iiuio que entao reinava entre os elei-
mento aulhentico, como a acta de rana eleieao 1 lores, ps devia cjneiliar. para qu>' a rolacao fosse
Sea simples apresontaclo do carias* da natureza compacta naquelles candidatos, que inelhores titu-
d'essas, que o nobre deputado apresenlon,-fosse los tinhain ser co/isiderados pelo collegio, j por
bastante, para provar a nullidade de uma eleic.io, seren lilhos do lugar, leudo prenlos e amigos, j
entTio eu nao tei, que se podesse perder uma 4elei- pelas alfeicuJes e recommendac,oes, que a respeito
cao, por que a nobre deputado -alie mais do que de muitos tirona lugar, e j linaimente por oulras
ou a faclidade com une se'obtem laes documentos considerayes, (|uo por brevidade omitto.
e aiuda mais a faciliuade que tein os derrotados, Fillofl-se anda com ponto de nullidade na de-
de inostrarem auc,a eleieao nu correu recular- mora da acta da apuracao para esta eidade, dizen
mente.
Se o nobre deputado quer dar torca essas car-
tas : raer cora illas provar a nullidade' do collegio
de Goianna, entao eu aprsenlo em opposieo isso
o testemunho d'essi i eteitores em numero de vinle
e sete, lodos qualificados e com poaicio na socie-
dade.
do-se mesmo, que muito de proposito se dera tal
demora, aflm do saberse do resultado da eleieio
em lodos os outros eollegios eleitoraes. Este argu-
mento lao frtil, como todos os oulros apresen-
todos pelo nobre deputado; por isso que semelhan-
le demora so nao deu.
O Sr. Dr. Nabor, que assistio a eleieao de depu-
UM POICO DE TIDO.
Li'-se no Jornal do Comincrcto ele Lisboa o que
segu:
Os Turcos nao obstante possuirera urna das Im-
guas mais cultas elo mundo, nao sao um novo ami-
go da leitura, apezar d'isso, sao muito alfeie.ados
a sua lingua, servndo-lhes para exercicius Ilitera-
rios, e muilas vozes so v um grupo de cavalhei-
ros ou empregados turcos gastando meia hura para
escolher e escrever urna phrase n'uuia carta parti-
cular, o, na verdade, cutre as classes superiores
dos empregados publicas, o escrever carias urna
operacao Iliteraria que exige rauilo cuidado.
Emquanlo a leitura de hvros, os Turcos nao sao
leitoros como os rabes, e os Persas, que ainda
excedom a estes no goslo polas letlras.
Os Turcos nao sao affecoados a leitura, nao por
falta de livros, mas sim porque os existentes em
geral nao sao proprios para Iba excitaren.
o que se podo chamar a lilteratura do dia nao
se acha impressa era encaderuada, e consiste ape-
nas om documentos ottlciaes, cartas e poemas, ao
que se podem acnseentr as reprosenuc^tes dos
cmicos e bobos, feitas ao ar livre.
Os Turcos, excepto aquelles que perlencem s
classes profossionaes ou luteranas, as quaes se
devera incluir os empregados pnblios, raras vetes
teem livros; mas os merendares ou pequeos lo-
gisias possuem quasi sempre alguns livros religio-
sos, que lem quando se achara desocupados as
suas lujas.
Entre os que se podem chamar Iliterarios ou
leitores ha alguns que passueu livrarias queso
voiidi'in, s vezes por centos e milhares de libras,
dando-so grandes sorainas por algumas obras es-
colindas.
Em CottStaotinopla v-se, em casa de quasi to-
dos os umpregados pblicos, o peridico do dia em
cima da mesa, o os numerosos criados acham-se
qua.-i sempre nos corredores, sentados com as pei-
nas cruzadas, lendo as noticias com avidez, autos
mesmo de seus amos a rorea.
Os empregados querem saber as noticias, espe-
cialmente as que dizem respeito aos seus superio-
mercinl o Sr. Antonio Ju vino da Fonseca, e foi ap- res ou pessoas influentes, alim de os ireni logo cum-
A acta de urna eleieio sempre foi considerada tados provnciaes em Goianna, volcando para esta
mn documento aulhervn. um documento lao ro-' capital no ftm de tres das, trouxe o resultado da
busto, e de tal aoihentiedade, que s se pode des- votarn, que devia neeessariamente ser sabido nes-
truir com outro da masma natureza, ou por meio ta cuital, alm deque a ada foi mandada pelo
de depoiments revestidos daquellas solemnidades,' respeitivn secretario muito tem|H), visto que a
que a nossa. logilaer. tem estabetecfdo, pan qne nossa b'gislaco eieitoral determina que ella seja
possara faze'r f eoijuizo, e destruir por consegran- reinettida, conlando-s.; qualro leguas por cada um
te a veracidade que resulta d instrumento publieo. dia, e esle preceito foi reArieaamonte observado, e
rfesst acta se guardaram tedas as regras, lodos admira, que o nobre deputado qao tivesse sciencia
os preeeitos, que a iei de 19 de agosto de 18W disso,
prescreve no art. 77. Foram lidas todas as listas Em vista do que flea expedido, pens qne esta
por um dos secretarios, ele ordeio do presidente, assembla deve approvar a eleieao de Goianna.
as quaes depois decantadas, e pntHcndas, o seu (Apoiados.) Poderia entrar em unirs considerables
numero lora eserlptojia acta, londo-as um dos es- relativamente aos domis collegios do que se com-
i-iMlailares debaixo da inspeccao Imaaadiatae di- poe o 2* districto, man nao temi o nobre deputado
recta do presidente : nenhum eleitor ifesla occa- se oeeupado com elles, parecendo-me at ipie s
lian reclaoou, nenhum protesto appareceu, e tudo foram trazidos discussao |wr Inxo, ou para que
feito na couurmidade do mencionado art. 77, que se nio suppozesse mal das intencoes do nobre de-
ba de ser agora desmanchado, nicamente por que potado relativamente a Goianna, eu deixo tambera
alguns eleitores dizem que nao se guardaram las de me oocupar cora elles, esperando com todo fun-
fortnulas substanciaes do proeesM eieitoral f |ii damento que sejam aployados, o ijue de tqda a
Hiendo, Sr. presiden'*, que n5o podem assim pro- justica.
provado simplesinente. Deixara o inesmo do la-
ze-lo em tempo rmpeteme por Ihe faltar um pre-
paratorio, cujo oxaiue p estou ha pouco.
Chamamos a alten ;.io do quem possa compe-
tir para o estado de expjsieao em que se acha o
cano grande, que do gazoraetro distribue o gaz lia-
ra os dilTerentes ramaes da canalisaco. Est elle,
amada Concordia, em extensodc uns irezen-
tos pateaos, todo descoberlo, alm de assontado
em estivas que descansa ido era terreno sera con-
sistencia, tem dado de s cora doprosso da nivela-
cao ; o que ha produzido uma como que, dessokla
das juncluras, donde re.-ulia muilas veiea fgida
de gaz, sendo isto tanto nais para roceiar qnanto
lanca-se por alli o lixo das mas, ao qual doila-se
de ordinario fogo com r seo deste communicar-se
ao gaz, e d'ahi dar um i icondio horrivol.
Cumpre, portanto, quu se cure de effectuar o
aterrado daquelle espai;) cora inhuiiiaeo do refe-
rido cano, para que se previna os effeitos que ah
deixamos apontados, e que sao de cuusequeneia
por certo.
Tendo algumas paeaaa coocluido da noticia
que demos em nossa lia ishi de huntom, sobro o
reboque da galera Nove Fama, que foi ello feito
gratuitamente e por mi ro obsequio, declaramos
nio ser essa a conclusa >, jiorquanto foi a compa-
nhia Pernambueana indmmisada elo servico que
prestou, a falla de outro i meios para a sahida sera
perigo desse importante navio.
Na mesma noticia onde est Joo Francisco de
Barros, deve lr-se Frai cisco Jo.io ele Barros.
Foi exonerado, seu pedido, Francisco das
Chagas da Silva Duro, de 1 supplente de delega-
do de Iguarass, sendo substituido pelo Sr. Epami-
nondas Vieira da Cunha.
Tendo sido cons dorado vago o cargo de 3"
supplente desse delegado, foi para cMe nomeado
Joao Henriqnes de Miranda.
De novo foram mandados por em concurso os
offlcios de partidores do termo de Cimbres, visto a
falla de concurrentes ao primeiro.
Obtevo dous mezes de liecnca. com venci-
nientos, o professor publico de Inga/eira, Man-olino
Antonio Xavier.
Por ter sido julgado apto para o servico, foi
mandado alistar no corpo de polica o paisano .Ma-
noel Joaquim de Souza.
Foram mandados por em liberdade os recrulas
Jeronymo da Silva do ."ascimento cThcophilo Al-
ves da Silva
Para ser alistado ia corapanliia de aprendi-
les do arsenal de mri iba, foi mandado o menor
Antonio Vicente Ferreia.
Fizeram oxame de geometra no collegio das
Artes no dia 7 de marco, 12 esteidantes, sendo ap-
provados plenamente 2 siinplesmentc 3, e reprova-
dos 5.
A pessoa de Olimla que se queixa do um cabo
de linha, de que j tratamos, de novo se nos diri-
e; pois contina a ser Victima das provoeaeoes
o tal cali Manoel Mir; ada, sem que at hoje se
tonda posto cobro a<> mesmo, nSoobstante os em-
penhos a que tem recjrrido o perseguido.
O que mais admira listo que esto inspector
lualidale uue nao Ihe ha valido
.nimentar pete Sen despacho etc.
No meado do dia di.tribuo-se as dilTerentes re-
partios uma tira do papel manuscripta ou lito-
grapbada, a que cbaoaa Tecjnat, que conloui os
despachos do da, o que urna especie da Gasela
ilc Londres.
E nolavel que seja um Ingloz. Alfredo Churcill,
nasiido na Turqua, o editor o'proprielario do pe-
ridico ollicial turco, que se imprime na sua typo-
graphia a vapor, a qual imprimo tambera o Rooz-
ntimcl, ou botella, e o Jerideh Hateadas, ou recor-
dadur de uuticias.
O Jerideh um periudieo de qualros paginas, do
lamanbo do Lloyd's, mas em t;.po maior, cuntendo,
n.io obstante isso, muito mais maioria, em conse-
quencia dos caracteres turcos seren, por assim di-
zer, stenograplcus.
Publica-so todas as semanas, com um boletim
diario. Consisto, como quasi ledas gazotas offlciaes
do despachos de empregados, notietes do interior
e QStrangeiras, procos de fundos pblicos, noticias
diversas, aiinuucios, alguns artigos litlerarios e/e-
Ihttim.
o Jeriitk o peridico mais besa informado a
respeito de noticias do interior e estnngeiras, ri-
vali-ando quasi com o Levant Herald.
O Jerideh e outros peridicos oueontram-se era
lodo o imperio, e o governo d-lhes grande auxilio,
assignando para muitos exoinplares, e recoininou-
dando s autoridades lcaos que arranjom assigna-
uiras.
Apezar disso, o progrosso e influencia da porto
pequeo as provincias, bavendo algumas cala-
des nu interior oudo apenas so eiicontra o Takciiu,
ou folha ollicial, que se publica todas as nnmanas.
sob a dimoeaa de Edhea-nacba, ministro da ins-
trueco publica e de obras publicas.
O Terjaman Ahual, ou interprete de aconteci-
moiitus, um dos peridicas novos e mais popu-
lares.
E' redigido por Aghhiah elfendi, director geral
dos correios, e por Refik bey.
Aghhiah effendi ura Rowland lldf turco, per-
tenevute ao partido do progrosso, o devo-se-lhe a
iulroduoco das cstaapilbas do corroio, entrega
das corres|iond(mcias nas casas era Stainhoul. cai-
xas postaM nos districios. malas polos vapores nas
cosas da Turqua, e raaior numero de correios
para as provincias.
O referido peridico publica-so iros vozes por
semana, e estimado pelas suas cominunicae/ns
Iliterarias.
O lasceeri Ekviar, oh Esjielho dos pensamtntos,
outro peridico novo e nulo popular.
Publiea-se duas vezes por seinaua : poltico
litterario e scientifko.
O redactor ura hornera rauilo distinelo, Sbe-
enassec effendi que foi empregado no ministerio
da iostruccao publica.
Ha tambera alguns peridicos aruienios-turco e
anbes.
O Mejmooii llaicades. ou cotteCfBo de noticias,
semanal, redigido |ior Varan pacha, empregado
no alniiraulado. Consiste principalmente era ex-
tractos do Jerideh c de outros peridicos turcos,
mas o seu principalfla -defender a pequea sei-
CIIOMCA Jl'DICIARIl
TIUIII \VI. ISA RELAMI.
SESSO EM 8 DE MARCO.
PRESIDENCIA DO EX.M. SR. CONSELIIEUIO
SILVEIBA.
As 10 horas da manha, presentes os senhores
desenibargadores Caelano Santiago, Gitirana, Lou-
renco Santiago, Reis e Silva, Mola, Perelti, Accio-
li, Assis, e Doria, faltando o Sr. deserobargador
Almeida e Albui|uerque, abrio-se a sessao.
O Sr. desembargador Guerra, procurador da co-
ra, nao comparecen.
Passados os feitos e entregues os distribuidos,
deram-se os seguintes
JILGAMENTOS.
Aggravos de petizo.
Aggravante, D.Anna Joai|uina deOliveira Quin-
tella : aggravado, ojuizo.
Relator o Sr. desembargador Santiago.
Sorteados os senhores desembargadores Doria,
e Gitirana.
.Vio se loraou coaheciraenlo.
Aggravante, Estevo Jos Paes Brrelo ; aggra-
vaelo, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Lourenco Santiago.
Sorteados os senhores desembargadores Doria,
Aceioli.
Ncgaram provimento.
Aggravante, Fr. Joao do Amor Divino Maseare-
nhas; aggravado, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Reis e Silva.
Sorteados os senhores desembargadores Aceioli,
Assis.
Hagan-ge provimento.
Aggravante. Jos More-ira da Silva ; aggrava-
do, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Doria.
Sorteados os Srs. desembargadores Reis e Silva,
e Peretti.
Negou-se provimento.
WdtVeis-corpMS.
Negaram a soltura pedida em habeas-corpus por
Caotaim Comes Cavalcanti e Canlidiano Celestino
da Fonseca.
DUOamUS chimes.
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
justica
As appellacdes crimes.
Ap|iellante, ojuizo; appellados, Marcelino Jos
dos santos e Praneiseo Antonio Leandro.
Appollante, Francisco Xavier de Araujo Morga-
do; apin-llado, Julio Coelho da Silva Xelto.
AppeUanto, ojuizo ; appollado, Joo Francisco-
do Nascimento.
DM.IC.ENCIAS C1VEIS.
Cem vista ao Sr. Dr. curador geral
A appellaeo ciirl.
Appellante. o visconde de Suassuna ; appellados,
a viuva e herdeiros de Sebastio Antonio Paes Dar-
reto.
OESIGNAQAO DE DIA.
Assignou-se dia para julgamento dos seguintes
feitos :
Apprllaeao crime.
Appellante, o juizo ; 'appellado, Pedro Moreira
do Oliveira.
PASSajBWS.
11 Sr. desembargador Lourenco Santiago ao Sr.
desembargador liis e Silva
Ai mwtttcSM costa.
Appollante. Joaquim ila Franca Cmara ; ap-
pollado. Joao Aiv,'s de carvame Cesar.
Appollante, a prota Paula e sua filha; appellado,
Francisco Duarte Freitas.
O Sr. desembargador Motta passou ao Sr. des-
embargador Peretti
A appellaro cicel.
Appellante, Antonio Chinaco Moreira Temporal ;
appellado. Dr. Manoel Gentil da Costa Alves.
0 Sr. di's.'mii.irgador Doria ao Sr. desembarga-
dor Caelano Santiago
A nppeHarao cicel.
Appellantos, o juizo e Jos Peres Campello ; ap-
pellado. Gaspar de Memv.es Vasconcellos de Drum-
inond e o jnizo.
A' 1 hora encerrou-se a sesse.
de quarleiro, qualidale que nao Ih
para livrar-so do Cabri a do cabo, que converteu-o I ta dos calmbeos romanes ou armenios unidos,
em um verdadoiro Pieplet, nao so importando cora atacar a grande oassa da naci.
os favores dille recebiilos 0 Akhbar ou utiran, peridico dos armenios
Importa, portanto, e ue se nao tolere, esse com-' gregorianos, redigido por Kostemteonay elfeudi,
tarrcio de amisaae que quer ostabelecer o novoCa- j suspendeu lemporalnieuie a sua publieaeo.
brioueom Pipelel; que se allivfo este da prosenea Os armonios teem outros peridicos na Ar-
daquelle, retirando-o de Olinda, iliealro Jai suas inetiia.
TU I I MI. ISO .HU
SESSO EM 3 DEMARCO DE 1864.
PRESIDENCIA DO MI. 1)11. MKKMOGE.NKS SCRATES TAVAe
RES DE VASCONCELLOS, JL'ia MUNICIPAL DA i*
VAHA E 1" SUBSTITUTO DA 1" VARA DE
DIREITO CRIMINAL.
Promotor publico o Sr. Dr. Francisco Leopoldino de
Gustniio Lobo.
Escrivo Joaquim Francisco de Paula Estoves
Clemente.
Advogado o Sr.Dr.Joao Diniz Ribeiroda Cunha.
A*s 10 horas da manha, feta chamada,
achara-se presentes 37 senhores jurados.
Foram multados em 20ji000cada um dos senhe*-
res multados no dia anterior.
0 Sr. Dr. juiz de direilo declarou aberla a ses-
so.
Kutra era julgamento o reo Ignacio, escravo do
Jos Anlo de S. Magalhes, aecusado por crime de
homicidio perpetrado na pessoa do preto Benedic-
to, escravo do mesmo Anuo Magalhes, e por cri-
me do otlensas physicas (sites na pessoa do preto
Paulo, escravo de Jas Joaquim da Costa Maia.
Procedendo-se ao sorleio do jury de semenca fo-
ram recusados pela proraotoria os senhores seguin-
las
Pedro Alexandrino ele Darros C. de Lacerda.
Ileriiardio de Sena da Silva Guimares.
Cosme Jos dos Santos Callado.
Manoel Cardoso Ayres.
Marcelino Jos Lopes.
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Diario de Permit talco tumi ielra 9 de Mareo de i* t.
~\
Ojury Ue senlonea compoz-se dos senhores se-
guintes :
Capito Antonio Jo6 de Souza Coasselro.
Jas Cavalcanti de Albuquerque.
Domingos Aiitunes Villana.
.loaquun Juvencio da Silva.
Antonio Caraeire Machado Ros.
Francisco da Silva Reg.
lt>s d<>s Sanios Ni ves Jnior.
Caetaiio (juiniino Galhardo.
ros Alfonso dos Sanios Bastos.
Manoel Joaquim Perreira Estoves.
Dr. Antonio Joaquim Ayres do Nascimento.
Antonio Camello Pessoa do Laeerda.
E prstamo o juramento dos Santos Evangclhos.
Foi o reo aterronado, e procedeu-se a leitura do
processo.
Sr. promotor pedio a condemnaco do reo no
grao mximo doart. 193 e 201 do cdigo criminal
O Sr. advogado deduiindo a defeza, pedio a ab
.solvicjci do roo.
Fuidos os debates e preeuchidas todas as solem-
Bidades da lei, o Sr. Dr. juiz de direito propoz os
Sguinlos quesilos :
1* O reo Ignacio, escravo de Jos Antao de Sou-
r.a Magalhes. nodia 15 de agosto de 1861. pelas II
horas da maulia, pouco inais ou menos, ferio com
urna faca de ponta ao preto Benedicto, tambera es-
cravo do sobrediio Soma Magalhes ?
2 O referido forimcnto produzo no paciente gra-
ve encommodo de sade ?
V O paciente morreu, nao porque o mal causa-
do fosse mortal, mas porque nao applicou toda a
necessaria deligeueiaT
5 O reo praticou o delicio impellido por motivo
frivolo f
6* Oropraticou o crime rom superioridade
em armas, de maneira que o offendido nao se jk-
de defeuder com probabilidade de rcpellir a of-
ensa ?
7" O reo commclleu o crime com sorpreza ?
8' Exislem circumstancias attenuantes favor
do reo?
9* i reo commetteu o crime violentado por for-
;a ou medo irresisMveis
2* crime.
! O reo Ignacio, escravo de Jos Antao de Sou-
za Magalhes, no dia lo de agosto de 1862, pelas
II lioras da manhaa, pouco ruis ou menos, ferio
com urna faca de poma a Paulino, escravo de Jos
Joaquim da Costa Maia f
* O referido fenmento produzo grave encom-
modo de sade ?
Jr O referido ferimento produzio no paciente
inhabiltaco de servicos por mais de trinta das T
4* O reo foi preso en flagrante ?
O reo praticou o crime impellido por motivo
frivolo?
6a O reo praticou o erime com superioridade em
armas, de maneira que o olendido nao se podesse
defender com probabilidade de repellir a offensa ?
7' O reo praticou o crime com sorpreza ?
8' Existen circumstancias attenuantes em favor
0 reo commetteu o crime violentado por forca
ou medo irresistivel 1
Rjcolliido o jury de sentenca a sala secreta das
conferencias as t horas da tarde voltou s 5 horas,
res'.wndeudo aos quesilos pela maneira seguinte :
Ao 1* e 2*sim, por unanunidade de votos.
Ao 3"sim, por 10 votos.
Ao 4"nao, por 8 votos.
Ao 5-sim, por 10 votos.
Ao 6osim, por 8 votos
Ao 7-sim, i>or 10 votos.
Ao 8-sim, por unaoiiuidade.
Ao 9-Nao, por 11 votos.
2* queslo
Ao sim, por onanimidade.
Ao 2nao, por 11 votos.
Ao 3onao, por unanimdade.
Ao 4sim, por unanimidade.
Ao 5*sim por 11 votos.
Ao 6sim, por 10 votos.
Ao 7*sim, por 8 votos.
Ao 8"nao, por unanimidade.
Ao 9nao, por unanimidade.
Lidas m resiwstas pelo Sr. Dr. Antonio Joaquim
A\ res do .Nascimento, presidente do jury de sen-
e'rica o Sr. Dr. juiz de direito pubheou sua sen-
tenca, coudemnando o reo pena de 200 acontes e
an lar com um ferro ao pescoco |ior espaeo de seis
iivzes, e seu senhor a pagar as cusas.
Levantoa asesso, addiandoapara o dia seguin-
te as 10 lloras da manba.
NOVO URCA DE PEKYIMBU.O.
Batanete do Novo Banco dr Pernaiabuco M 29 dr
fevereiro de 1861.
ACTIVO
Apollad divida publica........ ?Z2:J5ff55
Eairadi da (erro de Pedro II...... :22?K2
EstMda .le ferro di Baha........ 131:07$/l>
Deposito,......... 7?:,''!,.,^"
Jo.as depositadas...... iinrSnon
tea ileposiladas..... b. t(K).>oix
Ttulos depositados...... XSSnnn
Letraa eaociwiadas..... ^^2mo
Letras descontadas..... 783:18059.9
Letras receber...... ,K:!i5fSi?
Letras protestadas..... !25:S?ni
.ni-**........ 19b:K.y>r3/t)i
Baaeo da Babia N/C .... Mfc5lt#Bw
j Antonio de Figueiredo Ju- ,-,
niur do RA do Jaielr. 100:01Vjb. i
Al'ioel de cusa...... l:S5**55
Honiecimento.......
Ctu.......................... 1,0.1o: 28.&JKO
Reis. 3,731:8515374
rASSivo.
Capital.......... 2,000:0005000
Eniisso......... 9oO:0005oiH>
Depsitos da direceo .... 72:OlM>SOO(l
C-i n ^orrenl-i fundo de reserva...... 108:28,)5mi!)
Ttulos em cauco..... 92:411510.!
Banco da Bahia S/C 43:37b5498
Brasilian and Portuguese Bank _____
Londres.)......... .......... 144:92:1&1
Knowles & Foster, (i* L ndre) ai:>*;'P
Saques........................ 7:81957W>
Massas (aludas a cargo do Banco. 3:23-)5V.i:
Comms.-o do fiscal..... 1:5005000
Commisso do presidente e ge- _____
NBtM ........ 6:3W24b
Dividendos........ 90.9205000
IteMoolM........................ 35:4004l->b
Ris. 3,731:8515574
r un, ea violentando a porta, ou casualmente em-
purrada, e divulgo que a mi do um homem far-
dado se alongava sobre o postigo aberlo ; eolio le-
vanto-ine, e indo elle pergunto-lbo o que. preten-
dia, ao quo me respondeu que era una dili-
gencia.
Nao afeito rasos semelhantes durante minhn
vida, confesso fiquei lao (raoo e timorato como urna
enanca ; vollei a sentarme na dita cama, possuido
de mil conjecturas tristes; com pouco mais trou-
xeram um coto de vela, c invadem-me a residencia
3 pracas, um inspectora individuos que uao confie-
ro Jos Folix. correram a sala, oqarto, e qoando
se encaminharam para o corredor tomei a raoota-
5ao de os aeompinlnr e em chegando iiorta do
quintal abriram-na. pois eslava teohadl, e correram
o quintal, aonde sempre pprmanec*u o tal pao de
goiabeira lembrado pplo Sr. inspector, encostado,
nao ao muro de Jos Flix, mas no muro do fundo
do quintal de minha casa.
Diz mais o inspector Santa Anna, que pergun-
lando ao visinho Jos Flix de Oliveira qunn mo-
' rava na casa contigua, este Ihe responder que nao
| sabia, etc.: como poderia assim ser se o tal Jos
Flix logo no primeiro dia que para ahi fui morar
! me scientiuVou que a casa ora m por nella b*ver
\ morrido alguem phthysico, alm de outras particu-
laridades. O que 'contado esse respeito pelo
1 proprio proprietario della que Jos Flix preten-
da a casa por corto prego e como o dono a nao
quizesse dar, elle buscava por ardis e invectivas I
afastar os pretendemos ; logo o Sr. inspector San-
ta Anna nao passou de um cumpridor do mandato
do seu amigo Jos Flix. Felizmente iz-lhe os gos-
tos, a casa est despejada.
Pergunto Jos Flix leve precisao de recorrer
polica ? Se leve, a laes horas, porque nao
foi procurar ao inspector da ra. e chamou Santa
Anna limito distante T.....
Quanto Santa Anna trazer o bacbarel Witru-
vio questao, nada vein ao caso, porquanto elle
nada mais fez do que aceitar a minha pequea
qucixa, e aquelles que tem em semelhantes casos
elle recorrido sabem disso perfeitamente.
. Quanto ao descobrimento desses quo usam de
actos reprovados n'io os posso indicar, por issoque
nao se mo associam. e mais cnSecidos devem ser
daquelles rjne em vez de cumprirem seus deveres
policiaes, vao-se melter as casas de jugos (romo
sou testemuaha de urna pergunta feita na manhaa
do dia 4 por ttmdos da pan liga.....) para quan-
do dolas sabem commetterem arbitrariedades.
Aos lllms. Srs. Dr. chefe de polica e subdelega-
do da freguezia cumpre agora entrar na aprecia-
cao dete negocio, alim de conhecerem o procedi-
mentodeste inspector que violn o asylo do cula-
da > fra de horas; desejo inesmo que. Ss. Ss. to-
mando em consideraeao. se informem da patrulha
e do alguem mais que presenciou esse facto, para
assim prevenir os abusos que em nome da ordem
publica, vao-se perpetrando.
Aprceiem as autoridades quem compelir. a mi-
nha conducta e a dos meas algoies, pois anda nao
live a honra de registrar as cadeias desta cidade
i meu nome. nem tao pouco fui levado s barras
los tribunaes por factos horrorosos.
Recife, 8 de marco de 1861.
Firmo Felinto de Souza Braga.
Srs. rrtttctorts. O bacharcl Francisco Leonol-
lino de Gusmao Lobo, menos exacto quando appa--
receu non tem em seu Diario, dizendo que eu, i>e-
ante o conselho de disciplina a que responde o
inania Bernardo, protcstei injuralo pela /apren-
sa : declaro que |nao exacto ter eu feto se-
melhante protesto.
Vendo S. S. que por maiores que fossem os seus
exforros j mais demoveria o conselho a retirar
o termo que tanto o tem eneommodado, amearou
nos com a imprensa ; foi nesta occasiao que res-
pond S. S., que aceitara o seu desafio, c protes-
tara acompanha-lo. Se S. S. nao quena oueiV ver-
dades duras, nao nos provocarse pela imprensa
com as saos noticias annimas, a mineira do as-
Stssino covarde que procura ferir sua victima
pelas rostas.
Declaro S. S., que acceito como nosso juiz o
supremo tribunal da opiofio publica, islo
S2^"" juizo de todos que ) CQhecem,z)St e que
me sujeito a sua sentenca, seja qual for, e neste
sentido proponho S. S. urna convenci, e vem a
ser a seguinte : dou direito S. S. dizer tudo
ijii into soulier de raim, dando-lhe palavra que o
nochamarei rtisponseMHdade, cota tanto que
me conceda igual direito, e juro-lne pur minha
honrase dizer a verdade-----.Nunca live o triste
habito de menlir. \."i.. por quo multas enusns
so nao poesatll provar. pois S. S. ben sabe que
lian lo menos se |>ensa, l tica urna carta, la m
eneonlra um intermediario, etc., etc., etc.-, mas por
que sou occupado em meu trabalho de campo, es-
tranho aos pleitos judiciaes, os quaes de crto me
distrahiriam de meas afazeres. O tribunal da
opinio publica que nosjulgue.
Devo tambem declarar S. S.. que declino da
se atenga de condemnacao que me lavrou; como
saspeito c incompetente, e que concordo tambem
que S. S. nao d somlira redicula ; por que parece
ter sillo talliado pan ijrandes emprexas...
Sr. Gusmfio Lobo, eu nao quero que o Sr. seja
demittido, por que teiho d de S. S.: o quo quero
castigar os audazes. c insoleBles.
Devo finalmente declarar S. S., que nao as-
signe a talaba primeira correspondencia com o
meu proprio nome. por que reciasse quahjuer res
ponsabilidade legal, ja/ interrogante do cor.selho, entendi que S. S. me
ronhecosse : porm como aiuda tem duvida quem
cu seja, aqui me assigno com o meu nome por m-
teiro.
At oulia vez, Srs. redactores.
O vogal interrogante
Francisco Jos Vianna.
Estado da taina.
F.o ouro imoeaJ.-
do.....731:1305180
Em notas do the-
souro ni nores de
105000. 1:4005000
Em unas menores
o. 105 ... 2305000
Em i,nas da caita
iili.il do Banco do
Brasil .... 172:3305000
Em notas do Novo
Banco de Per
ambiico sendo :
De 2005 63.8005
o* 1005 32:3005
D 505 8:4505
----------106:550500o
En (rata ecobre. 21:60)5624 1,035:2855804
DeawaatracfHi ;it)00 olas do vsler de 20(15000 IMK):00050 2500 1005000 250:0005000
ouo
505000 100:0005tHH)
R*i 930:0005000
O guarda livros
Francisco Joaquim Pereira Pinto.
CORRESPONDENCIAS.
.s -nhoret redactores.HavenJo eu ha das solici-
j.ui i de Vmcs. o obsequio de Iranscrever un sua
fircisbi, um parto monstruoso de um sceleralo da
ij.iiSo tive em mira, scn.o, fnzendo-o patente
ilili'o sensato, limitar-uie smente ao procedi-
nriirnto preeprtae de nm sen agente, aguardando
innenores da historia, e Islo para nao desmo*
i p-.tifio de nos^a torra; porm como
Instigado por urna nova hisl irla adrede
ada no Pi-oijressista, para aHin innoesntar
un'sino agente, t como que ella de aigum mo-
do me o jstert irei a nrrala, com a pu-
v, ila rerdtde que me caraeterisa. li-la :
No dia 2, s 8 horas da noite. rerollii-me a mi-
iiha tapooao baver fm-hadn a porta da
/i n'.e. como sempre 0 fazia e ilcitainlo-ine em mi-
eama de rento, nico traste que nella tinlia,
preme le mais nio precisava, dorm ; eis seno
(uando sou acordado por aigum rumor que ftze-
PUBLICARES 1 PEDIDO.
Para o Sr. Dr. chefe de polica
rr.
Pede-se ao Sr. Dr. chefe de polica que lance
suas vistas para a infeliz freguezia deS. Jos, aon-
de a pi licia frouxa e inerte do Sr. Lima dorme o
reprovado somno da indolencia ante a perpetra-
cao dos erimea.
Em um dos dias do mez que acabou s 4 horas
da tarde, em a ra Augusta, deu-se um ospanca-
mentodeque resultou alguns ferimentos em urna
cabocla que mora na loja do sobrado n. 100 e al
hoje o Sr. subdeJegade nenhuma providencia deu
apezar de ter reeebidoqueixa.
Km nmdos ltimos dias do mez passado na ra
Imperial aonde tambem mora o Sr. subdelegado,
um individuo entrando pela porta de outro de no-
me l'uiientcl espaneou-o e algumas peasoas de sua
familia, e sendo levados presentado Sr. Lima a
nica providencia que deu. dizem, que foi maltra-
tar ao olfendido.
Em um dos dias da semana passada, como noti-
ciou a Rrrisla Uiuia M naquella freguezia, em o
pateo de S. Jead barbara e publicamente espanca-
do ponto de Bear gravemente offendi lo, Mauri-
no de Souza Mairallics, por um individuo que foi
preso em flagrante por pompas do povo. E proce-
den o Sr. subdelegado o competente corpo de de-
licio como Ihe cumpria fazer ? Suppomos que
nao, porque at nos cons'a que indo ser solt o o-
fensor, os prenles de Maurino indignados contra
semelhante procedimenlo da autondade, foram
queixar-se ao Sr. Dr. delegado, ou este soulie-o
por si, e mandando embargar a soltura do offen-
sor, dizem, que contra elle vai proceder.
Ora, ser possivel que nina freguezia inteira se
veja assim entregue a frouxidaoedeleixode seme-
lhante polica ? Parece quo temos direito de pedir
providencias para que islo nao contine, e as so-
licitamos do lllni. Sr. Dr. chefe de polica.
AlTEgAO.
Xarope alchoolico de veame, preparado pelo
pharmaceutico Jos da Bocha Prannos, estabele-
rido com botica na na Hireita n. 88 em Pernam-
i buco.
Bate xarope incontestavelmente superior a to-
dos os xaropes depurativos, de cuja, composieao
o seu maior eli-iiienio a salsa parrilna, pois que se
tem condecido ser O veame mais enrgico para
a prompta cura das molestias, cuja base essencial
depende da purificacao do sangue : as-iin pois se
tem veiilicado por umitas peasoas que se aeliavam
desencalladas, as quaes arbam-se hoje restableci-
das com o referida xarope alchoolico de veame
entretanto que alguns, leudo osado do xarope de
Oirinier, de Larrey, de salsa parrilha, de sapona-
ria, oleo de ligado de bacalho, e outros agentes
astaorm nada eoMeguiram. K elle de fcil di-
gestao, agradare! ao paladar e ao olfato. Alguns
mdicos desta eMadteda de Macei o teein re-
' commendado para a cur.i das
Implgens, tinha, escrophtrtas,
Tumores, ulceras, escorbuto,
Cancros sarnadegenerada, flnxo.ilvo.
Tildas astas afleceSea prorm de urna causa in-
terna ; nao ba pois ratie alguma cin crer qun el-
11 se podem curar com remedios exlernos. Tam-
bem se prescreve o xarope alchoolico de veame
para o (ratamente das afTeec5es do systoma nervo-
so e fibroso.taes como:
Gotta, rheumatismo, paralysia.
Dores, impotencia, eslerilidade,
Marasmo, hypochondria, emmagrecimente.
O xarope alchoolico de veame sobrutudo, da
maior utilidade para curar radicalmente, e em pou-
co lempo o rhuumatismo.
Adverte-se que o verdadero xarope s se vende
nesta cidade na botica cima indicada do abaixo
assignado ; e em outra (ualquer parte quo se tem
annunciado nao da mesma composieao, o nem o
abaixo assignado se responsabiliza.
Jos da Rocha Prannos.
Plliilas vegetacs assucaradas de
Kenip.
l'ilulas vegetaes assucaradas de Kerap, agrada-
reis rlsia, isemptas de iodo o sabor repugnante,
tao suaves quao efloazes, tnicas e pnrgativa< es-
las famosas pipulas |>ossuem pois tolas as inapro-
ciaveis qualidades perteneenles a um remedio ca-
thartico, alterativo e restaurante. Tal o juizo
medico confirmado pela experiencia de milharcs de
doentes. Quando as funeces do ligado e do ven-
tre se acham por qualquer forma desarranjalas
devum ser restituidas Iwa ordem e regularidade
com estas pipulas irresistiveis. Ellas sao tao in-
falliveis quanto sao agradareis e sem controversia
alguma o melhor aperitivo geral ; o nico reme-
dio anti-bilioso que se pode conseguir quer neste
ou em qualquer um nutro paiz. Em consecuencia
dellas se arliarem acondicionadas em frasquinlios
decrystal o tem nao altera as suas propredades:
venda no estabelecimenlos pltrmaceuticos de
Caors ti Barbosa ra da Cruz, J. da Bravo A;
('... ra da Madre de Dos.
COMMEBCIO.
0 Novo Banco de Pernambuco convi-
da os credores admitlidus ao passive das
massas de Mosyaila Dutra e Francisco An-
tonio Correa Carozo a receber o primeiro
dividendo deslas massas, devendo e.vhibir
js respectivos ttulos para ser annolado o
pagamento.
Novo Banco de Pernambuco
Convido os Srs. accionistas do Nevo Ban-
co para que nodia li do corren te, ao meto
dia, comparecam as casas do Banco, ra
do Trapiclien. (i, alim de se dar cumpri-
men'to ao disposto no art. 3 ds estatutos.
Ileiife, 8 de marco de i 86 i, Visconde de
Camragibe, presidente.
Alfaadcga
Rendimento do da l a 7 ........ 180:335*488
dem do dia 8................. 31.J14J790
Secretaria da thesoiiraria provincial de Pernam-
buco, 7 de marco de 18G4.
O 1 secretario,
A. F. d'Annunciaco.
DECLARACOES.
Volumessahidos com fazendas...
t com gneros...
Mt:850#U8
llovliurulo da alaulega
Volumes entrados com fazendas...
t t com gneros... 214
------ 315
l.T!
051
------1:104
nescarregam no dia 9 de marco.
Barca ingleza7* Barea ingleza -/7 Barca franceza Hara Ameliarinho c cemento.
Barca franceza Rio Grandemcrcadonas.
Brigue inglezMacme -idem.
Patacho inslezPropecles- idem.
Patacho oldembrguez fortuna diversos g-
neros.
Patacho italiano 3/ri luipurta^ao.
Iliate nacional Sant'nna, entrado do Aracaty.
consignado a Bemvindo Gurgel do Amaral, tnani-
festou o seguinte :
38 saceos com 300 arrobas e 28 libras de algo-
dao ; a Prenle Vianna & C.
43 ditos com 180 arrobas de cera de carnauba ; j
33 caixas com ii arrobas de salas de dita ; a Jos
Le lao Jnior.
90 couros salgados com 75' arrobas e 12 libras ;
a Domingos Boirigues de Andrade. i
l.'i saceos com 00 arrobas de.cera de carnauba ; i
4o caixas com 43 arrobas de velas de carnauba ; a
Viuva Moreira & Filhos.
35 saceos com 12-alijueires de feijao ; a Vianna
& Guimaraes.
13 molbos com 375 esleirs, 134 meios de sola,
14 molbos com 345 esleirs de palha de carnauba,
68 caixas com 132 arrobas de velas de carnauba,
1,300 courinhos, 133 meios de sola, 1 pacote com
48 libras de pennas; a ordem.
i:\porisrfio.
Sumaca nespanhola Amelia, carregou para Bar-
celona 483 libras com 2.474 arrobas c 14 libras de
algodao.
Galera portugueza Mota Fama, carregou para o
Porto por Lisboa. 5,443 sarcos e 3 barricas com
27,289 arrobas e 13 libras de assurar branco, 2,310
saceos e 17 barricas com 11.693 arrobas de dito
mascavado, 50 sacaros com 283 arrobas e 20 librac
de algodao, 614 couros salgados e seceos soin
16,779 libras e I casco com 35 medidas de mel.
Recebedorla de rendas internas
gerae de l'eruambuco.
RendiTento do dia 1 a 7 ........ 16:1324886
Idem do da 8................. 2:596*879
18:739*705
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a 7 ......... 28:067*184
dem do dia 8................. 3:01766!
31:085,404.5
MOYIMENTO DO POETO.
Din 8.
Nao houveram entradas nem sabidas.
i Miservagoes.
Suspendern! do lamarao para Havana a polaca
liespanhola Anita, capitao Pedro Coll, com a mes-
ma carga que trouxe cJe Montevideo.
Parahyba, galera ingleza David Harrison, capi-
llo F. Gorddard, com o mesmo lastro que trouxe
da Baha.
EDITAES.
De ordem do Illm. Sr. inspector interino des-
la reparticae-, se faz publico que no dia 10 do -joo
rente, ao meio dia, e porta da mesma, serio ar-
rematados em hasta publica, diversos objectos que
pertcnceram a escuna nacional Lyndoia, e cons-
tam da retacan que naquelle dia estar patente em
man do porteiro da praea, os quaes es tao divididos
em sete lotes e sao avahados em 604 : na mesma
occasiao sero arrematadas 267 libras de cobre
velbo a 240 rs. a libra, total 644080. Ambas as ar-
teniataces sero livres de direilos ao arrematante.
4" secgo da alfandega de Pernambuco, 7 de
marco de 1864.0 $* escripturario, Basilio B.
Fu rudo.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, cm cumplimento da resolnco da junta de
fazenda, manda fazer publico, qu se contrata por
lempo de tres mezes, a contar do 1 de ajiril ao
lim de junho prximo futuro, o fornecimento d'al-
mentacao c dieta aos presos pobres da casa de de-
lencao, servindo de base arrcmataeao os procos
seguintes :
Alimentaco.
Domingo almoeo e jantar 380
SiLiinda feira .* 380
Terca 380
Ouarta :\m
Quinta .380
Sexla 340
Sabbado 340
Dietas
N. 1 ............. 380
N. 2 ............. 400
K. 3 ............. 640
N. 4 ............. 400
N. 5 ............. 400
As peasoas que se pronozerem a contratar dito
fornecimento apresenlem sua- proeostas em car-
n- fechadas, no dia 23 do corrale, ao meio dia,
na mesma thesouraria, ond encoutrrao as tabel-
la* dos formularlos t cAndiebos, com que devem
effeetnar o mesmo contrato,' sendo habilitados pre-
viamenta os fiadores. E para constar se mandou
fiublicar pelo jornal, i
H.iDn (asa da .Misericordia do
Recife.
A Tjlm.'junta administrativa d.i Sania Casa da
Misericordia do Recife manda fazer publico, que
no dia 10 de marco prximo futuro pelas 4 hora-
da tarde na sala de suas sesses tem de ir pra- j
ca as rendas das casas abaixo declaradas, perten-
eenles ao patrimonio de orpbo i por leaapo de
um a tres annos, a contar du i" ile julbu prximo
futuro em dame.
Os pretendentes devem comparicer arompanba-
dos de seus fiadores ou munidos de cartas destes.
Praea de Pedro II.
N. 1 particular e 33 publico, segundo
andar............ 4834000
N. 1 dito e 33 dito, sala...... 2204000!
Ra do Imperador.
N. 2 dito e 81 dito, dnus andares- .. i :2O2:OO0
Largo do Paraizo
N. 4 dito e 29 dito, dous andares .. 9024000 i
Ra das Larangeiras.
N. 5 dito e 17 dito, casa terrea .. 2054000
Ra Velha.
N. 8 dito e 32 dito, casa terrea.. .. 204.4000
Ba de S. Gmalo
X. 10 ditoe 33 dito, casi torrea.. .. 1834000
Roa do Pires.
EL 13 dito e 39 dito, casa terrea .. 1044000
Ra da Lapa.
S. 40 dito e 11 dito, casa terrea.. .. 1004000
Ra da Moeda. *
N. 44 dito e 31 dito, casa terrea.. .. 2514000
Ba do Vigario.
X. 72 dito e 27 dito, dous andares .. 6035000
Ra da Senzala Vellia.
N. 78 dito e 136 dito, dous andares.. 6514000
X.HH dito e 132 dito, dous ansales.. 4104000
N. 81 ditoe 18 dito, casa terrea.. .. 1924000
N. 82 ditoe 16 dito, casa terrea.. .. 201400
Ra da Guia.
N.84 dito e 29 dito, casa terrea.. .. 1254000
Ruado Pilar.
X. 91 dito e 105 dito, casa terrea.s .. 1634000
N. 91 dito e 101 dito, casa terrea. ?.. 163-5000
X. 9i dito e 99 dito, casa terrea.. .. 2544000
X. 97 ditoe 10 dito, casa terrea.. .. 1624000
X. 100 dito e 104 dito, casa .terrea. .. 1635000
X. 105 dito e 94 dito, casa terrea.. .. 1734000
Rosarinho.
X. 3 particular, casa e sitio...... 3224890
Mirueira.
X. 4 dito, silio.. ...... 21351)00
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cite, 7 de marco de 1864.
O escrlvo,
F. A. ('.avale;,mi Coussero.
Tribunal da relai.
Por ordem do Exm. Sr. consellieiro, presidente
da Relacao, faz-ai publico para o; lins convenien-
tes, que se acham skui proviso paraadvogar os
seguintes senhores :
Provincia de Pernambuco.
Francisco Jos de Figueircdo.
Joao Damasccno Barros.
Joan Baplista Soares.
Maaoel Gomes de Mello Brrelo.
Manoel Serapio de Almeida Fortes.
Amaro Jos Lopes Coitinho.
Bento Jos de Albuquerque.
Eleodoro de Mello Albuquerque.
Miguel Primo Villar do O' Barbosa.
Antonio .Marques de Albuquerque Cavalcanti.
Panlaleao de Siqueira Cavalcanti Jnior.
Alagoas.
Francisco Fernandes dos Sanios.
Manoel Antonio Xavier de Freitas
Jos Antonio Pereira Guimaraes.
Joao Gamillo de Araujo.
Jlo Nuaes da Fonseca Callara Guimaraes.
Jos Apolinaro de Parias.
Francisco das Chagas Muniz.
Parahiba.
Francisco Ignacio Peixoto Flores.
Bio Grande do Xorte.
Jos de Borja Camiuha Raposo da Cmara.
Cear.
Padre Joao Ferreira Lima Sic.ipia.
Padre Antonio < arneiroda Silva Araujo.
Augusto Pontes de Aguiar.
Ignacio ibeiro Pessoa.
Manoel Francisco de Barros.
Secretaria da Relaco, 6 de marro de 1864.
O secretario da relaco,
Domingos Alfonso Ferreira.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo para fornecimento do
arsenal de guerra tem de comprar os objectos
seguintes:
Para a rompauliia de (avallarla de lnha.
Bonts 10, ditos sem pala 10, luvas, pares 10,
mantas de la 10, cordas de linho, bracas 130, bo-
tins, |iares 10.
Para provimento do arsenal de guerra.
Taboas de refugo de louro, duz as 10, rabo de
linho velbo, arrobas 20. rame de lati, arrobas 2.
sola de lustro, meios 20, rame de ferro fino pro-
prio para amarrar, arrobas i.
Para o hospital militar.
Chita para coberta, rovados 108.
Para o deposito de artigo* bellicos da
provincia do Cear;..
Brim nranco, varas 3,000, alg< dozinho, varas
1,500, mantas de la 300, bonet* 300
Quem quizer vender taes objectos apresenlem as
suas propost.as em caria fechada na secretaria do
conselho, as 10 horas da manhaa do da 9 do cr-
renle.
Sala das sessoes do conselho adi inislrativo
fornecimento do arsenal de guerra, 2 de marco de
Iftt,
Antonio Pedro de S Brrelo,
Coronel presidente.
S. A. do f. Barros,
Majorvog;l secretario.
Consrlho administra i".
O conselho administrativo, para fornecimento do
arsenal de guerra, tem de comprar os objectos se-
guintes :
Para o hospital militar.
Colxoes de panno de linho ebeios de la com 9
palmos de eumprimento e 3 e meio de largura 60,
Iravesseiros da mesma fazenda e rbeios do la com
3 palmos e meio de rompriinento 60.
Para o arsenal de guc rra.
Pregos de assoalbo 10 niilhciro-.
Quem quizer vender laes object )s apresenteui as
suas proposias em carta fechada na secretaria do
conselho s 10horas da manba tedia 14 do cor-
rente.
Sala das sessoes do conselho administrativo para
iornecimento do arsenal do guerri 7 de marco de
1864.
Antonio Pedio ue S Bando,
Coronel, presidente.
'bastido Antonio d-i Reg Barros,
Vogal : ecrelai io.
Pela subdelegara da Capunga se acham de-
positados dous cavados, sendo, uin castanho e ou-
tro alazn, ambos castrados : quem sejulgarcom
direito aos mesmos, provando, ihe sero entregues,
assim como o cavallo ruco-sujo, qjc anda se acha
depositado, ,, j tem sido annunciado.
Subdelegacia da Capunga, 5 de marco de 1864.
O siibdelejado.
Francisco Antonio da Ufan Calateante.
Pela contadona da cmara municipal desta
cidade se faz pnbiieo que a poca para pagamento
do imposto municipal sobre casas de negocio, lin-
da-se no ultimo de marro vindonio, assim romo
necessario apn sentar oconhecinento de 20 por
ccnin pago na reeebedoria da- rendas geraes in-
ternas, o que se publica para eonhecimento de
lulo-, c.ontailoria da cmara municipal do Recife
29 de fevereiro de 1864.
O contador.
Joaquim Tavares Rodovalbo.
Xo dia 9 do corrente, djepoia da audiencia
do Sr. Ir. juiz municipal da vara, tem de ser
arrematado a i' parte do sitio n. 40, no lugar de
Bcmlica, avahada por 0:2305. e vai praca rom o
alialinieiito da le, por exeoico de Antonio Valeil-
tim da Silva Barroca contra D. Senhoriabl Joaqui-
na de Almeida Leal, e mais herWos de Manoel
Caini'iro Leal.
Xo dia 11 do corrate tem de seren arrema-
tados na porta do Sr. juiz de paz da freguezia de
S. Jos,.-uina cama, urna comnv da, e diflerentes
miudezas, penhoradas a Francisco de Salles e Sil-
va, por execuyo de Antonio Noli v l.; AloHtaa.
Xo dia II, (luda a audiencia do Sr. Dr. juiz
municipal da 1' vara tem de ir picea por venda
o escravo Herculano por execoeao une move Ma-
nuel Jos Correia contra o Dr. Jos i Alaria KoBoeeo
da Veiga Pessoa, esnivuo Molla,
AVISOS MARTIMOS.____
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR
. Dol porlos do sul esperado
#m^-^J\ o vapor Paran, commandante o
Rkji^. c'P',' ^,! fragata SantaBarbara,
iPr'Fi i ^aaw 'lll;l' depois da demora do cos-
%s5S&Bm9 mine seguir para is portos do
norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a (JUal devera
ser emliarcada no da de sua chegada, cncotnmeD-
das e dinheiro a fete at o dia da sabida as 2 ho-
ras : agencia, ra d Cruz n. 1, escriptorio de An-
tonio Luiz de Olivein Azevedo S C.
, cripturas. O mesmo agente proceder venda
em um ou mais lotes ventado dos compradores.
i Em o armazem da ra da Cadea do Recife n.
I 48, s 11 horas.
LEIUO
DE
14 caixas com queijos
mengos.
HOJE.
1 Por ronfa e risco de quem perteneer o agente
; Pestaa far leilao de 14 caixas de superiores quei-
jes llamengos, cm i ou mais lotes, ouarta-feira 9
te-
mm
COMPANHIA BRASILERA
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do norte esperado
at o dia 17 do corrente o vapor
Crvteiro do 9*t, com nandante o
capilo. de mar e guerra Gervasio
Mancebo, o qual depois da demo-
ra do ostume seguir para es portos do sul.
Desde j reeebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual devera
ser embarcada no dia de sua chegada: encom-
mendas c dinheiro a frete at o dia da sabida s
horas, agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
Porto.
Segu impreterivelmeote para o Porlo no dia 20
do corrente a barca portugueza Feliz, tem dous
tercos de seu carregamonio a bordo : para o resto
que Ihe falla, e passageiros, para os quaes tem ex-
cellentes commodos, trala-se com os seus consig-
natarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
no seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
Para o Para,
at o dia 16 do corrente pretende segui" o brigue
nacional Amelia, tem a bordo melado de seu carre-
gamento : para o resto que Ihe falta, liata-se com
os seus consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo A C, no seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
lio Cirande do Mu.
O patacho D. Lmi segu com brevilade, e re-
cebe alguma carga a frete : trala-se enm os con-
signatarios Marques, Barros & C. largo do Corpo
Santo n. 6.___________________________________
Mi lirainle "0 Sul
O patacho nacional Salta, recebe carga para
aqnelle porto frete commodo : a tratir com os
consignatarios Bailar & Oliveira, ra da Cadeia
numero 26.
llio de Janeiro.
Segu em poucos das o brigue escuna Jocem
Artkur, tem parte do seu carregamento engajado,
para o resto que Ihe falla e escravos a frete para
os quaes tem excedentes comandos trata-se com
OS seos consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Azevedd 4 C, no seu escriptorio ra da Cruz nn-
mero L__________________^^_^__________
lo de Janeiro.
Pretende seguir com muita brevidade o brigue
Almirante, tem parte do seu carregameato promp-
lo. para o resto que Ibe falta trala-se com os seus
consignatarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
tfc C, no seu escriptorio ra da Cruz n.L_______
Eio de Janeiro.
Segu impreterivelmente no dia 10 do corrente
o palhabote nacional Piedade, tem a seu bordo par-
te do seu carregamento, para o rc.-to que Ihe falla
e escravos a frele para os quaes tem excellentes
commodos: trata-se com os seus consignatarios
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, no seu os-
cnptorio ra da Cruz n. I.
Para Lisboa.
Saldr com toda a brevidade o mulo veleiro
brigue portuguez Constante II, por ter quasi
promplo lodo o seu carregamento, tem excelleniis
commodos para passageiros, e para est;s e o res-
tante da rarza trala-se com Manoel Ignacio de
Oliveira & Fdho no largo do l'.or|io Santo .',19.n
Para Lisboa
segu com apossivel brevidade o bem conbecido-
lugre portuguez Julio, para o que lem grande par
te da carga engajada ; para o resto c passageiros,
aos quaes ofTerece bons commodos, trata-se com o
consignatario Thomaz de Aquino Fonseca, na ra
do Vigario n. 19, primeiro andar, ou rom o cap-
tao o Sr. Francisco Antonio Meirelles, na praca.
Para Maranho e Para
pretende seguir com muila brevidade c brigue na-
cional Amelia, tem liarte de seu carregamento
prompto : para o resto que Ihe falla, t ata-se com
o? seus consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo 4 II, no seu escriptorio rna dn Cruz n. 1.
Para o Parto
A bem conhecida e veleira barra portugueza
Piestauracao pretende sabir rom brevidade por ter
a bordo maior parte de seu carregair.ento, e pa-
ra o restante e passageiros, para os quas tem
magnficos commodos, trata-se com os seus con-
signaoniM M. J. Ramos e Silva & Genros, ra do
Vigario n. 10
PARA 0 RIO DE JANEIRO
segu com brevidade o brigue Trovador, recebe
carga e escravos a frete : trata-se con: os consig-
natarios Marques, arros 4 C, largo do Corpo
Santo n. 6. __________
HNVtt'L..
do con ente pela 10 horas da manba no armazem
do Aunes defronfr da alfandega.
Transferencia
M BS.AO
DE
30 Cfivits lie cl'. e 100 s ecos eor
arroz do Jfaianho.
HOJE.
Por motivos nao pode ter logar o leilao de .10*
caixas com cha da India, j annunciado, assim
como dos 100 sacros rom arroz do Maranho. qae
lera lugar ambos os gneros quarta-feira 9 do cor-
rente pelas 11 bsras da manba-no armazem do-
Annes.
DB
Un sobrado.
Cals Innos faro leilao por intervenco do-
agente Almeida de um sobrado de um andar na,
estrada de Olinda, defroitc da Cruz do Patrao,
em terreno foreiro inarinha, e no estado em que
se acha.
HOJE
No armazem da ra da Cadeia do Recife ni 4X,
s II horas.
iLEILAO
DR
i 50 saceos com farinha.
HOJE.
Pelo .agente Pestaa sero vendidos sm [um ou
mais lotes 1.j0 saceos de excellente farinha de
mandioca : boje pelas 10 1|2 huras no armazem
do Annes.
IiEIaLAO
DE
40 banis com banha de porco para padana.
HOJE.
O agente Pestaa vender por conta e risco de
quem perteneer 20 'barris com hanha de porro
propria para padaria *m um ou mais lotes: boje
pela- 10 horas da manhaa no armazem do Annes.
LEILAO
DI
14 barricas com nozes.
HOJK
O agente Pestaa vender por conta e risco de
quem perteneer 14 barricas rom nozes em um ou
mais lotes : hoje pelas 10 horas da manhaa no
armazem do Annes.____________________________
IEIIAO
Quinla-feira 10 de marre, s 11 horas, i ra
da Cadeia a. 53.
DE
lina porejo de pecas de oleado para carros,
e mesas, e outra de tapetes de la e de
coco, grandes e pequemos.
Pelo agente Eusebio se vender em leilao, pelo
maior preco que se arhar, e para ultimar-sc con-
tas dos objectos como cima, por conta e ordem de
quem perteneer.
Estreia do agente Mii'aiida.
O agente Miranda far leilao pela primeira vez
s 10 horas do dia yainta-feira. des objectos se-
guintes: guarda roupa. guarda luuca, aparadores,
commodas, consolos.mesas, camas francezas, camas
de ferro, marquezas, sofaes, cabides, quadros,
vasos para ornato de salas, lanternas, candieiros,
louea, e outros mullos artigos.
O leilao ser rfTectuadb uo seu armazem, sito na
ra da Cruz n. 57.
LEIIiAO
Para o Porto
pretende seguir com muita brevidade a barca por-
togueza Frliz, tem parte de seo carregamento a
bordo : para o reslo que Ibe falla e passageiros,
paraos quaes tem excellentes commodos, trata-se
com os seus consignatarios Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo 4 C, no seu escriptorio ra da Cruz
numero 1.
LEILOES.
LEILAO
MM
Qurt-feira s 11 horas na rna da
Cadeia i. 53 armazem,
DE
Um piano novo inglez, urna mobilia de ama-
relio e um san< tuario de Jacaranda
obra Dem acabada.
Pelo agente Euzebio se vender em leilao um
piano novo inglez, mesa elstica, dita de amarello
de 12 palmos bastante forte e S de largura, guar-
da roupa, secretaria, earrinho para menino, trem,
cama peqnena e outros artigos que sero pre-
sentes.
O agente Almeida farh'ilo requerimento dos
administradores da maesa fallida de Novaes 4 C.
e por despacho do Illm Sr. Dr. juiz especial do
rommerrio. das dividas activas da mesma m
na importancia de 187:48:15203 rs., ruja relacao
se acha em puder do agente cima, onde pode ser
examinadas pelos pretendentes.
Se\ta-fcira 11 do corrente.
Em seu escriptorio, ra da Cadeia do Recife
n. 48, 1." andar, as II horas. _______________
10,
DE
im:ii.vo
DE
552 cortes de cassa, 5 duzias de camisas,
24 cobertores de algodao e 81 mantas
de la.
MI
O agente Pinto far leilao. requerimento do
administrador da massa fallida de Kostron Hooker
& C, e por mandado do Illm. Sr. Dr. juiz especial
do cominereio, das fazendas cima mencionadas
pertenceutes mesma maesa e existentes no ar-
mazem da ra do Trapiche n. 46, aonde se elTec-
tuar o leilao s 11 horas em [>onto do dia snpra-
mencionado. _________
LE LO
l)K
lu caixaode p-tl a e cal e 7 mVia-
attuas.
O agente Almeida, competentemente autorisado
vender em leilao um caixo para casa eao altura
de recebar iravejauteaie na ra da Concordia n.
67, com 40 palmos de fente e 70 de fundo, em
cujo terreno aslao colloradas 4 meia-aguas que
i eiel ni s measaes cada urna, lerrenu foreiro a
marinlia, l ca.-inlia- de n>. 1 a :i .-las na liave-.-a
da Palma que reinlein I2 men-aes cela urna e
pagam 200 rs. por auno de foro Misencorda de
(Miada, cujas casa- sao perteneenles ao Sr. Anto-
nio Joaquim dos Santo Andrade, residente em
Portugal e por procuiacao bastante do mesmo e
de sua mulner est o 8r. Antonio Jos Rodrigues
de Souza auiorisadjQ a assignar as respectivas es-
Uma excellente e magnifica machina per-
pendicular de serrar e seus perlences,
engenho a vapore caldeiras, assim como
duas sertas circulares com mesas e per-
tences.
Se \ la-fe ira 11 de marro.
O agente Pinto far leilao, requerimento do
administrador da massa fallida de Rostron RooKer
4 C., e por mandado do Illm. Sr. Dr. juiz especial
do commerrio, da machina de serrar e seus per-
tences e mais objectos cima descrplos, a qual
machina se torna reeomniendada por ser do fa-
bricante Worson; o leilao ser eflectuado s 10 ho-
ras em ponto do dia U do corrente no gszemetnv
Sfabrica do gaz) aonde podero os pretendentes,
esde ja examiuarem os roleridos objectos.
Sevla-fcira 11 demarct s H horasw
DE
i na aranaco envidracada pro-
pria para charutos no patea
do Terco n. t.
Pelo agente Euzebio se vender" em leilao pelo-
maior pre-^o que se aehar urna armario com cai-
xilhos e evnlraeada, candieiro de gaz e registro
com os pertences de urna fabrica de charutos, por
cotila e ordem de quom jierencer.
mi \o
Sexta-feira 11 d crtente s 14 horas era
ponto ra da Cadeia n. 53 armazem-
DE
I ni sobrade de um aatar e solio n. & sil* na roa
da Seazala Xota. chao foreiro e rende 505
' per mrz.
Por iatervencao do agente BazeM se vemler
em leilao um sobrado de um andar o sola n. 6 na
ra da Sonzala Nova, chao foreiro a cmara do
Olinda e paga 9K0 rs. por anno, foi conveniente-
mente preparado por cuja reodiea^a |>err.ebe-se
de rendimento 0OJe por mez; eonvida-se os pre-
tendentes ao previo exame, est livre e desemba-
racado.
LEILAO
DO
3&&W
o
O agente Simoe-, compelentemente autorisado
vender em leilao, os eeoraeos seguiotee Severi-
no. crioiilo, Cl anuos; Francisco, pardo, 12 anuos;
Antonia, eiioula, 7 anuos : Mafia, erioula, 22 an-
uos e 1 casal de escravos crioulos de meia idade,
para o servieo de cami, todos sadios.
Sabbado 12 da corrente.
Em a cocheira ra do Imperador n. 23 aonde
haver leilao de carros, cavallo e outros escravos,
s 10 1[2 lloras.




tt lorio d. mamoneo -< <*uarta lelr* H de _-_Hj. le I
8*4.
1.1:11% o
1)0
l Amorto Carneiro da Cunha Albuquorquc o' (asa (]c coilintissiifl de CSCraVOS na rtl?,
_ seus irmos azem scientes e convidan aos credo-, i111/vj n iil InTArn ar,',,,
Os saioes do club Nu*> abetos na (jinn a b res do Ma, fle scu flna(lo ^ Joao ,)ias ^,,^0 do Imperador o. 45, le cciro av.dar
sexta-feira da presento semana para as familias, (lo Albuqnernne, para qfie no dia designado, 16 Nesta casa recebcm-se escra\os por commissao
dos socios que quizcrem ver pissaf ti procissao de a 'correnl(, fa_( a,-eseniar as suas letras econ- para serem
Passos.
Club Pernambucano.
abortos
Saneado de 2 andares da ia\ das Aguas
Verdes n. 70, e um dito de um andar
m ra de Santa Rita n. 75. 5TS_te Scnt de boa con-
ScjudM-feira 11 de marco. duela, a qual fcz todo o servieo interno c externo
O aconte Pinto levar novamenle a leilo s 11 ,it eag> uo familia : quem precisar, dirija-se ra
horas m da aapradito os dous predios cima de- uos [>r(.s n. 34.
clarados pcrteiicciites a massa fallida de Jos Ai>-
c araaos pmeueenies a mas>a lamua uo u*_ \n- ------ .-,,. a.. ,,., f,.,mr .,ri um sn uno' ---------- i ---.- -
ionio Hartos scrvindo de base o maior proco obl ^Zj^^SZSSSSJ^SiiSi 'K' un 'ub"c0 "rc>
do no leilao do dia 8 do corrente, era seu escr.pu ,''' ',',. StSSutSSsS ~ Na ",ja 5 RS5 f55^
rio ra d* rui n. 38. cMnptoiio de tsonmaii M>itor. & u----------- descja.se gaber se c-iste lu3ta

Precisase de urna ama de leite, sem filho
na ra do Rangel n. 7. 2" andar.
Precisa-se de una ama escrava ou forra para o
vendidos por conia do seus senliores,' servieo de urna casa de pouca familia : na ra do
las no Ingaf de"seu domicilio, engenho Guape, ler- nao se poupando exforcos para (rae os mesmos se-1 Quennado n. :ii).____________________________
mo de Pao d'Alho, freguezia da Luz, pois que ahi jara vendidos cora promplido alta de seus senho-[
uerante o juizo competente e por despacho do mes- res nao soffrerem empale eom i venda delles. A j
mo vio proceder ao iuventario c partillia dos bens casa tem todas as commodidades precisas, e saga-1
teiudkM neta referido casal; sob pena do perde- ranea, assim como afianca-se o bom tratamento.
rem seasdireitos ; e para que nieguen) se chame Ha sempre para vender escravos de ambos os se-
resente aviso. tos, velhos e novos
ra da Cadeia n,
c tixi uto
No armazem da Aurora lrilbanle. largo da San
la Cruz n. 81, precisa-se de um caixeiro que cn-
tenda perfeitamente de taberna.
.\o escriptorio de Claudio Dubeux vende-se
AMA DE HITE
Quem precisar de urna ptima ama de leile, che-
gada bontem do malo, dirija-se ao beeeo de Joao
Francisco, na Boa-Vista n. II, que pagando ao
conductor, ser servido.______________________
flonlem, (i do corrente, tendo ido ao merca-
do publico fazer aigumas compras, o mulalinho
forro de nomo Graciano dos Passos, de idade de
12 14 annos, levando para o referido lim a quan-
tia de 4,J, succede que al hoje ainda nao appare-
ilho a ceu' e com. aua'xo assignado suppoe ler sido o
Gomes da Cuuha, fllho de
de Custodia Maria de Olivei
to de Caiubeser (Portugal)
de Janeiro, aande residem cinco
fcnseilllO Espirito Sanio, lima pane u cora perno para a mat, e tambera a I
_____k. t., ?.,.,.#-, .. di ti m-i osrrav sobrado junto ao Si. Vianna, eom bast
encano retrecez. c de urna escravt inodos. k fal|ar M di|a ^ na tabt
por nomc Luiza (ausente.)
A 15 de marco corrente,
O ajenie Ohmpio requer ment do depositario
da massa fallida de Manoel Buarque de Macedo
Lima a mandado do lllm. Sr. l)r. juiz municipal
da segunda vara far leilao cm presenca dos mes-
mos do engenho denominado Espirito Santo coin
Jos GoBcalvet Refreir Cosa tem casas ter-
reas para alagar na travessa do Cosa, cm Sanio
Amaro, junto a fundicao, ao preco de 95 e 10*(HX nos, pouco raais ou menos.
" loja de um Antonio da Silva Maia despede-se de todos os
Untes eom- Seus imigOS e conhecidos, quem pede desculpa
avessa, na taberna do lira esta falla, por nao ler feito, era consecuencia de
sua rpida viagem ; e seofferece para o que possa
da mesina.
r AITExXCAO.
^r?
O bacharel Joao Goncalves da Silva
Montarroyos lem escriptoric na ra es-
treita do Ilosarin n. 17, oide pode ser
procurado das 9 horas da nanhaa s :>
da tarde dos dias uteis.
Perdeu-se desde ra Nova, al a na da
Concordia um embrulho cometido a quantia de
quinhentos e quarenta e um mil ris -, quem
. o achou, e quizer restituir a seu dono, lenba a
SffL**!*^ 552^A^JCSL? Cn Iwi.dade de se dirigir ra Nova n. 48, taberna.
ser preslavel na cidade do Porto, onde pretende
residir durante a sua ausencia.________________
O conselheiro francisco do Paula llaptista c Precisa-so arrendar um sitio perto da praca.
seu lillio o bacharel Graciliaoo de Paula llaptista, qUe tenha pasto para vaccas: quem tiver dirija-se
advogan no seu escriplorio na ra das Trinchei-; a ruada Palma n. 1. taberna.
ra, primeiro andar do sobrado n. 19, aonde se
Ferrecoza e da escrava Luiza (ausente.) O loilio
ser effeetnado no armazem do referido agente
ra do Imperador n. 16, no dia cima pelas 12 ho-
ras da manha.
AVISOS DIVERSOS.
Preeia-se fallar aosr. Au-
gusto Pater Cesar : na llvrarla
ii. c h 1;i Praca da Indepen-
deucia.__________________________
liOteria extraordinaria.
Aos 10:000^000 e 3:000^000
Corre aniauha.
Qu'mta-foira 10 do corrente, se exlra-
liir a segunda parte da primeira lotera
beneficio da igreja do tvcoUiimento do
Corado de Jess de Itruarass, pelo piar o
junto, approvado para as exlraroes das par-
tes extraordinai ias das loteras.
Este plano superior ao quikestava adofi-
ou na ra da Concordia n. IB, sobrado, pelo qual
perceber a inetade da quantia.________________
Precisa-se de um caixeiro de lia 15 annos
de idade, que lenha pralica de taberna : na ra
da Aurora n. 54.
acham presentes todos os dias uleis, desde
horas da manha at s 3 horas da tarde.
as 10
Precisa-se alugar um escravo para comprar
e fazer qualquer outro servieo que for chamado:
a tratar na ra da Cadeia n. lia, segundo andar.
O acadmico Irmeu Ceriliano Pereira da Cos-
ta faz publico que d'ora em dianle ehamar-se-lia
Irmeu Cecihano Pereira Jofftiy.________________
Precisa-se comprar escravos de ambos os se-
xos, nao excedendo a idade de 15 annos : nesta
lypographia se dir quem os quer.
Precisa-se de una ama que saiba comprar e
cozinhar : na ra do Hospicio n. 83.___________
Precisa-se de um menino de 10 a l annos,
preferindose Portuguez, para caixeiro de um ar-
mazem : a tratar na ra da Guia n. 17.
Precisa-se de nma ama de me a idade e de bom
comportamento, para urna pequea familia, deven-
n7cmnVoUes\aK^ do saber cozinhar. engommar e lavar, ludo bem .
O11^- BM^orr^r^TdaV iZms nara f "Sr (luem es,iver nes,;is circumslan -ias, appareca na
O padre Jos Esteves Vianna avisa fM.^te o JEg^oSHod^S^T^S^Sa?, 'procSK ificadoSr. Pinto, na ra dos (Juarteis, que se
familia residentes nesta cidade, que tem aberto as ^ da Gua n ^ primeiro andar. Na mes- he dir quem precisa.________________________
suas aulas de primeiras letras, latim e francez, des-
de o dia 1" deste mez, na ra de S. liento, no
brado que volt a para a ra do Porto Seguro.
! ma casa cima se precisa de negras por. alugucl,
para compras e servido de casa. '_________
u advogado l)r. Manoel do Nai-cimento flB
Machado Purtella, contina a ter o seu S
escriptorio no primeiro andar da casa n. 5
83 da ra do Imperador.
Compendio de dlrcito civil.
Na ra da Saudade n. 9, vende-se o
Na livraria do Nogueira, ao pe da ponte vo-
lita do Hecife, vende-se o compendio de hermemn-
tria jurdica, c pratica do proeeno civil do conse-
lheiro Francisco de Paula llaptista.
O abaixo assignado, arrematante das dividas da
Saques.
I a.nba Irmos cv C. sacara m ble
Porto e Londres : na ra da M;.dre
as pragas do
de eot n. 3.
'Ilgl'Og
direito desta cidade
Orde Carmo.
a mesa regedora da veneravel orden terceira de
N. S. do Carmo convida a todcs os seus charissi-
loja de miudezas da ra do Quennado de Joaqun mos rmaos para comparecerein no dia 11 do cor-
Jos da Costa Fajozes Jnior e da loja de fazen- fea ^^ 2 |loras da Urdei p,ra acorapanharein
das da ra Direita de Fajozes Jnior c Ateredo, a procjS<0 u0 Scnhor Bom Jess dos Passos, para
im convidados.
...taria da veneravel orden terceira de N. S.
do Hecife C da do S. a'1ixo assignado no largo do Collegio junio ao so- do Carmo do Heeife 7 de niarc0 de l8tii-
.4 tiencao.
Ao respeitavel publico eom especialidade ao cor-
po do commercio acha-se dissolvida a sociedade
particular que gvrava Jo- Joaqun de Novaes &
C, tendo sahido da easa Antonio do llego Soares, pendencian. 10.
(cando o inesmo Jos Joaquim de Novaes para |
cuniprir os dbitos que nclla se achar e receber
aquillo que se dever a referida casa. Hecife, 8
de marco de 1864.
abaixo assignado, na ra do Ilrum, caldeiraria nu-
mero 40.
Jos dos Santos Villaca.
Chap do Chile.
Na ra do Queimado n. 37 alguen dcixou por
csqueeimenlo um chapeo do Chile : quem for sen
dono, dando os signaes, e pagando este annuncio,
pode recebe-lo. _____________^______
Precisa-se de urna ama para comprar e co-
zinhar : na ra da lmperatriz n. 82, primeiro
andar.______________________________^_^__
Aluga-se um bom sitio e casa na Capunga,
pertenecnte viuva Torres : quem o quizer, diri-
ja-se ra Direita, loja de cera defronte do Terco.
Precisa-se alugar por mez dous escravos que
sirvam para servco de campe : na praca da Indt-
conipendio (le lroilo civil, approvado pelas avsa aos deredores das ditas lojas tanto da praca qSitanm
congregares los lentes das facilidades de como do nialto devifcem pagar seus dbitos ao Secretaria
AOS :000,000
C&S4 DA FORTUNA.
Bllhetes garantidos
A' ra do Crespo n. 23 e casas do eostiime
Quinta feira, 10 do corrente, se exl rali ir a se-
igreja do re-
tado para as loteras extraordinarias por con- PaaKi para as respectivas aulas de direito
ter melhores e maior numero de premios, civil patrio.
c lanibem preferivel ao das lotet ias de fi a
da proviincia,porque conlendo apenas 3,000,
bilhetes, o -dono de um ter de entrar na
extraecSo no jogo de 3,000 nmeros, qoaii- j
do as outras estes nunca sao em menos de;
0,000, sendo que as Bstrangeiras um mi-
mero premiado joga sempre contra 19 29
blancos, e se fr do premio maior Pcar\ guda parte da primeira lotera da
suieilo usura de um grande descono colhmento de Iguarassii.
i.lm ,!, il-i Ip\ iru, .iinloivndn assi i O abaixo assignado, recommendando ao respei-
(aicrnosiM le), oao aconiecenao assi.n Iavd pL,,j|c0 a comi com o da lotera tiesta provincia, que e pa- les garanti(i0S) |embra-llie a vantagem que ha em
go eom a maior promptidao. : receber os premios por inteiro, por qnanio quem
abaixo assignado, pois, chama a alten- i tirar a sorte do 10:0005 em bilbele garantido nao
p-, ,1,, rosiu-ilivel nnlilia ran o une vein receber somenle 8:(K5,cm virtude dos descon-
gao da Bxpor, avisando que os impostos c mais
beneiicios resultantes da venda nesta pro-
vincia, dos bUbetes das loteras de fra.nait-
ca serjo applicadus nella. que, infelizmente,
para a reconstruccao e reparos de seus
templos e casas de instrueco e caridade.
quasi que s tem o recurso dos beneficies
de suas loteras.
Os bilhetes, meios e quartos aeham-se
venda na respectiva thesouraria ra do
Crespo n. lo e as casas commissionadas.
PLANO.
3000 bilhetes a 103......30:0005000
Beneficio, sello e commissao 20 0|0 f,:000?5 brado amarello, ou na ra de Ilorls n. 104 ao Sr.
Fajozes Jnior at ao da 15 de marco, do contra-
rio ter de entregar ao seu procurador para co-
brar judicialmente. Hecife, 16 de fevereiro de
1804. "
Antonio Joaquim Fcrnandes da Silva.
SEseriptorio de advocacia|
i V ra to Queimado n. 30, pri-
meiro andar.
jjjB O advogado Cicero Peregrino continua
jg no rvTcicio do sua prolissae na ra do
H na ,1o Queimado n. 30, primeiro andar,
j^t onde pode ser procurado das 11 s 3 ho-
jgB ras da tarde.
- 1)0
ca de rap
mas
slra os 10:0005 que ven a ser os ditos 8:4005 e
mais l:b003que pagar o abaixo assignado, im- entregar'era dito silio"se graticar.
portancia de ditos descontos, acontecendo o mesmo,
eom as outras sorles. Os premios scro pagos ro-
mo de costume.
Precos.
Bilhetes inteiros..... lAOOO
Meios bilhetes...... 6*000
Para as pessoas que comprarem
de 100* para cima.
Bilhetes........ 114000
Meios......... &oW
Manoel Maiiins Fiuza.
O secretario,
Francisco Jos dos Santos Jnior.
GtBIXETE
PORTDGIEZ UE LhlillU EH PER-
kiubuco.
A directora roga a todos os sonhor'es assocados,
que se acham atrasados nopigamento de suas
mensalidades, o promplo pagamento das mesillas,
como Ibes prescrevem os arts. i 2" e 26 ni-
co dos estatutos ; c outro sim espera, que aquellos,
que em seu poder conservara o iras, para cuja lei-
tura j expirou o praso, se aprtssem en trate-las
| ao Gabinete, sob pena de tornar effeclivas as dis-
i posicoes do arl. 20 e seus & Io 3o c 4", cujo tbeor
j o segrate:
Art.' 20.Os socios effectivos fican inhibidos
: de levar obras do Gabinete :
l"-Quando deixarem de satisfazer as men-
silo do Mondego n. 40, defronte da fabri- saudades deque traa o 2" do art. 12, por mais
i. I'ugio um guar, cor de rosa : quem o. < de tres mezes, sendo-lhes pedidas : sero, |io-
rm, restabelecidos nos seus direitos, logo que
pagueui o. que deverem.
I 3UQuando deixarem de restituir no praso
marcado para a leilura as obras que Ibes forcm
Tendo desapparecido do segundo andar do so-! o na a do Uaogel :
brado n. 44 na rua do Trapiche ao Hecife, um mago n. /i._________
correntao de euro de relogio pesando 8 oitavas
eom urna chave e ura eachorrinlio de ouro encas-
tuado em urna Carolina como para sinle, suppoe-sc
ter sido furtado : porlanto roga-se a lodos os Srs.
onrives e pessoas parlieularcs se Ihe forem offere-
cidosos ditosobjecios de os nao comprarem e sim
rtelos, dando parte ao dono na inesina casa.
Aviso saadavel
Faz-se certo a quem quer que for, que todos os
movis existentes na casa n. 44 na rua do Quiabo
freguezia dos Afogados, em cuja casa habita sem
agar aluguel e por aniisadc o Sr. Candido Alves
raa, cujos movis se comprehende desde almofa-
riz at a cama de casal, perlencem ao abaixo as;
signado, que nao deixar prejudicar-se e mantera
seu direito. contra qualquer apprehensao em ditos
movis. Bccife, 7 de marco de 1864.
Joao Baptista de S.
Attencao.
Roga-se ao Sr. Silvio Pellico Pereira Ferraz de
vir rua da Matriz, padaria n. 26, a negocio que
o mesmo senhor nao ignora, do contrario se far
: publico o negocio por esta folha.
- Aluga-se um sobrado de dous andares e so-
a tratar na rua do Quei-
Aluga se a loja da rua de Hurtas n. 70, por
l.'irS raensaes: a fallar na rua da Penha n. 5.
Amassador.
Precisa-se de um araassador de padaria e que
entenda pcrfeilanientc de sua arte : na padaria de
A. F. S. Beiris. rua dos Pires n. 42.
Precisa-se de um criado : na rua do Corre-
1 dor do Bispo n. 24, de 12 16 annos. .
COMPRAS.
Comprase effeclivamenie ouro e prata em
obras venias : na praca da Independencia n. 22
loa de bilhetes.
Ana
Precisase de urna ama para casa de pouca fa-
milia : na rua do Imperador (anliga do Collegio )
n. S3, taberna.______________________________
Precisa-se de 600* daudo-se um bjm escra-
vo para o servieo do mesmo pagar os juros: quem
quizer procure a loja de miudezas de Laurentino
rua Direita.que achara cora quera tratar.________
Fugio uo dia II do correle, pelas 9 horas
do dia, da povoacao [de Bom-Jardim comarca do
Limoeiro, nin moleque de noine Francisco, de ida-
de de 11 a 12 annos, secco do corpo, bem espiga-
do, pernas e bracos a proporcao do corpo, nao
Liquido.
24:00* 1*000
Na rua do Crespo n. I.', se aluga urna boa
casa e sitio no Monteiro, eom rente para o oito
da igreja.
tK-ratjHH
1 Premio de .
1 Dite de -
2 Ditos de 500*000
4 Ditos de 200*000
7 Ditos de 100*000
12 Ditos de 40*000
29 Ditos de 20*000
744 Ditos de 10*000
800 Premios.
2200 Brancos.
10:000-5000
3:000*000
Advocada,
3Cf
aques sobre Portugal.
O abaixo assignado, agente do banco
mercantil Porluense nesta cidade, saca ef-
fectivamente por todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
qualquer somma, vista e a prazo, po-
dendo logo os saques a prazo serem des-
contados no mesmo banco, na razo de 4
por cento ao anno aos portadores que as-
sim Ihe convier : as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
iS
entregues : a inhibicao ser por tem|io igual ao
excesso que tiver havido do praso marcado, nao
podendo ir alm de 30 dias.
% 4oQuando deixarem d. entregar as obras
que liverem levado para lr, depois de terem
Compra-se urna escrava sadia e que seja perita
cozinheira : na rua do Queimado n. 39, loja.
Comprase effecUva-
mente
ouro e prata em obras velhas, pagando-se bem
na rua larga do Rosario n. 4, loja de onrives.
Garrafes.
Compramse garrafies eetodos os tamanhos a
320 rs. : no armazem da Aurora Brilhante, largo
bem preto. bonita figura, segundo a idade, nariz e aa santa rjruz n i.
olbos regulares, bocea pequea, quando falla aira- _-------------------------------------------------
palha-se, as vezes, dando indicios de gaguez, an-1 Paga-se licm.
dar pachola, ten as unlias dos pes alguiuas ruidas No largo da Santa Cruz n. 12, compram-se dous
signaes evidentes de bixos: roga-se a todas as au-1 caixoes grandes envidracados, assim como se pre-
toridades, capites de cani|io ou pessoas partcula-1 cisa de um caixeiro bem pralica em taberna.
res que o pegarem ou delle noticia derem era Bom-
Jardim, a seu senhor o abaixo assignado, ou no
ecorrido 30 dias alm do praso concedido, sen- Recife a Jos do Reg Pacheco, que sera genero-
o neste caso a obra considerada extraviada : o i smente gratiDcado.
xtravio de um volume de q alquer obra obri- Joaquim Jos des Santos.
Precsase de um hornera que saiba dirigir
do
extravio de um volume de q alquer vui* ou,,-1
ga ao pagamento por inteiro eom mais 50 0|0
sobre o seu custo, sendo de fcil obtenco, 100
0|0 sendo de dificil, e 200 00 se for edieao es-
gotada.
As difposicSes dos S^ 3" e i- do arl. 20 cima
transcriptos sao igualmente applicaves aos socios
&
| urna carraca eom boi o una canoa : no sitio do i subscriptores, como determina o arl. 28 dos esta-
Sr. Lnlz Cambronne, em Santo Amaro.
1:000*000,
800*(HI0
700*000
480*l"HK)
.-,805000
. 7:440*000
24:000*00000
3000 Bilhetes.
Dos 7 premios de 100*000 dous pertenec o a >s
nmeros mais approxiraados ao (jue obtiver O
premio de 10:000500" i.
Dos 12 ditos de 40*000 dous pertencerao aos
nmeros mais approximados ao que obtiver o pre-
mio de 3:000*000.
Dos 29 ditos de 20*000 quatro pertencerao aos
nmeros mais approximados aos que obliverera os
premios de 500*000.
N. li. Os premios maores de400*000estira si-
jeitos ao descont de 4 por cento por le provincial,
e os maiores de l:000*O>M) ao de 12 por cento pDr
lei geral.
Tesouraria das loteras 27 de fevereiro de 1864
O thesoureiro.
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
0 cirurgiao Leal mudou
a sua residencia da rua do
Queimado para a rua das
CriLzes sobrado n. 36, pri-
meiro andar, por cima do
armazem Progressista, aon-
de o acharao como sempre
prompto a qualquer hora pa-
ra o exercicio de sua pro-
fissilo, chamado por escripia.
Acaba de, sahir ds ppplos de, nofsa
efiicina o alniaiik civil, ccclcsiastico,
cora mema I, fabril c aercola, coulco-
do todos es empreados, engenlios e
uejsciantes, oclusive as modificaces
havidas at 31 de dezemino ultimo ;
vende-se a i $000 nica mente na li-
vraria n. (' e S da praca da Indepcu -
dencia.
Dionisio Hilario Lopes como procurador da
viuva Torres, que se acha em Portugal, e
por autorisacao da mesma convida a todos os
amigos do seu fallecido marido Manoel An-
tonio Torres, para assistirein a missa e me-
mento que se tem de fazer amanlia IB na
igieja de N. S. do Terco perante os restos
mertacs do mesmo finado fallecido 10 do
marco no anno de 18(i2.
Os advngados Manoel Jos Pereira de
Helio e Antonio Hangel de Torres Ban-
dera tem o seu escriptorio na rua es- C~
treita do Rosario n. 10, primeiro andar, R
c ahi podem ser procurados das 10 horas ffi
da manha at s 3 da tarde. i;,i
j5 ^<' Com a cliegada da nova machina nao se expe-
WWW'-'' --' .?/ .%' 4> SWWi?^' '4' rimenta mais falta de gelo fabricado cora agua do
&,&Z\i*,.'y -v .-vS ^RaS*^a#<^:*-^ prataj iodos os dias a qualquer hora, para por-
Aluga-se, comprase, troca-se por casas ter- roes grandes ou eiicommendas para fra da pro-
reas, adianlaso algnma quuitia pelo arrendamen- vincia d(,ver haver avig0 com antecedencia : rua
lo, un sobrad de din andar, eom bastantes com- da Aurora junio a fundicao onde ten a bandeira
Aluga-se o terceiro andar da casa n. 88 da
rua da lmperatriz, e o sobrado n. 193 da rua Impe-
rial : na rua da Aurora n. 36._________________
Gelo, gelo, gelo.
modos ou mesmo de dous andares, embora menor,
sendo as ruasprincipaes da Boa-Vista ou de San-
to Antonio : quera tiver dirija-so rua do Cabug
loja de cera n. 5.________________________,
Massa fallida de Amorim,!
Fragoso, Santos & G
Os senhores credores da massa fallida de Amo-
rim, Fragoso. Santos4C que levaram seus titules
ao escriptorio da admini>lracao para serem verifica-
dos, podem ir busca-Ios por seacharemconferidos.
Conviila-se novamente, pela terceira c ultima vez.
quelles senhores que ainda os nao apresenlaram
de o fazer no praso de oito dias, do contrario dei-
xarao de ser contemplados, como credores, no ra-
tcio a que houver do se proceder.___________
COLLEGIO
DE
Kossj Seuliora da iedade em Lisboa.
PARA O SEXO KKMINISO.
Rua Bella la Rainha (vulgorua
da Prata u. -lo. 3" andar.
Propriflaria c directora
I). Maria Cecilia Tltomaz.
..mmm mmmm
Curso de preparatorios
Francez,
Inglez.
Geometra,
Geograpliia,
Hlietorica
rua do Queimado n. 30, primeiro andar,
das 10 as 2 da tardo.
A pessoa que tiver una prela escrava
alugar dirija-se rua da Cadeia do Recife n. M, |
segundo andar.
tutos.
Secretariit do Gabinete Porluguez de Leitura
em Pernambuco aos 7 de marco de 1864.
Joiquim Gerardo de Bastos.
l. secretario.
U-se dinueiro a juros: na
rua do Rangel n. O.____________
Precisa-se de urna ama qoo cosinhc: na rua
do Imperador n. "1, segundo andar.____________
Ao eorpo do cominercio.
Tondo fallecido em Portugal o socio da casa
commercial Lima. Jnior A C. Joao da Costa Li-
Compra-se um par de mallas de viagem em
bom estado; quem tiver annunci.______________
Comprase urna balanca romana j usada,
porm que esteja em bom estado : quem tiver an-
nuncie, ou dirija-se taberna n. H da rua da
Conceicao da Boa-Vista, que achara com quem
tratar.
Nova convocacao.
Nao tendo comparecido numero sufli-. Iarrod6^ oudeqnatro
cente de interessados, a commissao enca- rodas b0como um cava|l<): narua estrellado
regada d;i cobranca das letras emittidas na Rosario n. 28, on na Ponte de Uchoa, sitio do con-
circulaco [tela extincta thesouraria pmvin- selheiro Jos Benio.
cial, convida de novo quelles senhores para ^-
o lim j indicado, e declara que o seu nao
comparecimentoa casa n. 8, rua cstreita do
Rosario, no dia 11 do corrente, importar
annuencia a qualquer deliberaco que os in-
teressados entao presentes hajam de tomar.
Hecife, 8 de marco do 18G i.Antonio de
Mnraes Gomes Kerreira.Adriano
VENDAS.
Vendeui-se catxes vastos .
l^ttOO: nesta typojgraphla.
Vende-se um rico faqueiro de prata de una
Xavier. c meia duzia de talheres, e com todos os mais per-
O abaixo assignado. nao ,
ma Jnior, contina a predita casa no inesmo gyro CepL.ranra de nielhorar a sua sorte, e nem (|uerer
Pprpin do Itriln Mi ioel imOS Ience- novo e ch''^io ha l)OUC0 l0l"'0 dl Pjr' 5
" obra de muito gosto, e achasc em urna bonita
e Silva.
________ caixa : quem o pretender comprar, dirija-se a loja
podendo ler mais n. 1 da rua do Queimado, a tratar com Gaspar Au-
tonio Vieira Giiiin traes.
Francisco Garrido avisa ao respeitavel publico,
que na sua casa denominada Traviata. na rua lar-
ga do Rosario n. 37, lera disposico de hoje era
diantc dous buhares demogno competentemente
preparados; refrescos, sorvetes, etc.
comelho superior de inttrurrao publica.
CLASSES.
MATE1IIAS DE MtSINO.
3.'
Uoutrina christaa, ler es-
crever, contar, coser e
marcar de todas as quali-
dades..................
Grammatica nortugueza, ari-
thmetira (pralica, tapeea-
rias, crochet, bordar de
branco e chorographia...
Analyse grammatical, orto-
graphia pralica, historia
porlugueza, geographia.
bordar de matiz, de nis-
sanga e de ouro, fazer lio
res, e lingua franceza.....
M.I'MNAS IV
TE11N \S.
Por mez.
T(
da 2' |>arle
Recolhi
previne-i
pague o premio que por ventura Ihe sabir por sor-
te, seno ao abaixo assignado, que o seu dono.
Hermenegildo Jos Tavares.
Manoel de Azevedo Almeida vai Macei.
Aluga-se um sitio perto de banho salgado,
no lugar da Boaviagem, com casa de vivenda, ten-
do 4 quartos, cozinha fra, etc. : quem precisar,
dirija-se rua nova de Santa Rita n. 13, primeiro
andar._________________________________
Precisa-se de una pessoa activa para traba-
llio, sendo esle, serrar taboas, fazer caixotes, prc-
treita do Bosario n. 34, onde lem estabclecldo seu [ gar, despregar, ele. : na rua-das Cruzes n. 38.
escriptorio, e onde foi o do Dr. Godoy, de cujos
tralialhos licou encarregado o annunciante.
Affonso de Albuquerquc Mello
ha 19 annos advogado.j ante os auditorios e tribu-
Habilitada com titulo de capaadade passado pelo naes aesla cidade, j na corte e em outros lugares
de negocio sob a firma de Viuva lama Jnior &
C, e sob a gerencia do socio da mesma firma An-
tonio de Souza Pavolide.______________________
Casa em Olinda.
Aluga-se por 45 mensacs a casa terrea n. 16 na
ladeira da Misericordia, em pitada, de quina, com dos sen oressei.^ credore
a frente para o nascente, pelo que bastante Ires- he^ o seo ertado.
ca : para ver, acharao a chave na taberna n. 1 da Pf melhor conhecinie
rua deMathias Ferreira, na mesma cidade : e para I -'redores podem d.r
tratar, com Jos Maria Seve, no Recife. "Sitia dos
Ratos, casan. 1G na rua do Seve. visinho ponte
de ferro que vai da dita ilha para o theatro de San-
ta Isabel.
*cbolaa sao rs.
na rua da Madre de Dos n. 18.
mais supportar o mo concedo de que tem sido
victima, faz ver aos senhores seus credores com a .
sua consciencia purissima, que est disposto a en- ---------------_.---------------------------------------
tregar tudo, o pouco que tem, aos mesmos senho- Bom c barato
res credores. utro sim, espera da beneficencia Xa rua Nova n. 16 vendem-se flores francezas>
dos senhores seus credores, que Ihe arao juslica, ramos grandes, a l, de 4 rosas, agua de flor de
laranja a 300 rs., e todas as qualidades de miude-
eonliecraiento, os mesmos senhores Zas. e chapeos de senhora a 10..______________
s podem dirigir-se ao escriptorio do Sr. l)r -7a----------- ~
Joaquim Jos da Fonseca, que est encarregado ; (jQgg U.G UlOllaS traUC-ZOS
por elle e por sua sogra a Sra. D. Thercza de lesos .. ,M^, Coelho de Souza l.eao, para expr o seu estado c Jl"a la ll,,e'u\ \ J; ca
fazer qualquer arranjo que se poder convencionar. I Madama Millochau
do imperio, emeonsequencia de terem-se augmen-
tado aqui seus afazeres, tem transferido sua resi-
dencia da villa do Cabo para esla cidade rua es-
Os abaixo assignados, consenhores da pro-
A'" priedade denominada Varge Linda, sita na lage do
oflef.ee os misteres de sua profissao as pessoas de cannot0) provincia das Alagoas, fazem ver aos 1110-
85000 (,uem raereca confianca, tanto deste termo como; radores daquella propriedade e a quem mais inte-
__f\_'dos demats desta e de outras provincias para os j ressar possa, qie a procuracao eom que aprsenla
" i negocios e trabalhos a serem desempenhados aqu, 10 gr_ joao Cavalcanti de Albuqocrque, senhor do
garantindo o zello, lealdade e aclividade que Ihe ongenho Camboim, verdadeira, e que o mesmo
I sao reconhecidos pelas pessoas que o conhecem. | ^hoi- ten poderes para aforar e cobrar foros na
l__flfln Incumbe-se tambem de trabalhos para os termos ra7a0 da ,erca parte ja mesma propriedade de que
iu*wuu pro-mos on(|e tem solicitadores de inteira con- -1--------___.i_.
lianca. D consullas verbaes e por escripto, e
presia-se a ouvir Iseus constituintes a todas as ho
ras, as sextas-feiras das '.1 as 4 na villa do Caboe
125000
Dansa, msica, desenlio e lingua iugleza depen-
de de ajuste particular.
N. B. As pagas sao adiantadas e os mezes por
inteiro.
HOTEL TROVADOR
nos somos herdeiros. Recife 8 de marco de 1864.
Jos Antonio Fernandes Fradique.
Joao Francisco de Carvalho.
Joao Joaquim Rabello Pessoa.
Algum negociante de fazeudas em taboleiros
ou caixas, que queira alugar um moleque de 12
annos de dado, robusto, para eonduzr bah ou
Angelo Romero Pinheiro tendo comprado o caxa peqUenai procure na rua do Hospicio, casa
muito conhecido c acreditado hotelTrovador-
sito na roa larga do Rosario n. 44, participa ao
respeitavel publico que se acha prvido de tudo
quanto necessario para satisfazer a exigencia de \ otes ao patrimoniode__N._S. da Boaviagem. o>
numero 40.
Arrendam-se dous sitios de coqueiros porten-
mm
O abaixo assignado roga a todas as pessoas qae
tiverem quaequer objeclos empenhados a elle, que
os venham resgatar no praso de tres dias, a contar
de boje, sob pena de seren vendidos (passados os
10 dias) para pagamento das miantias por que es-
verem sujeitos, e sens donos perderem o dire.to
. Jiave-los. Goianna 4 de marco de 1864..
Sebastio Antonio dos Santos.
c _* "' "
Aviso
Precisa-se de um bom cofeiro : na rua do Tia-
plelie n, it, hotel.
C'ouipanhia fldelldade de
seguros niarltlnios e ter-
restres estabelecida no
Rio de Janeiro.
AGENTES EM PF.rNAMllUCO
Antonio Luii de Oliveira Azevedo k C,
competentemente autorisados pela direc-
tora da conipanhia de seguros Fidelida-
de, tomam seguros de navios, mercadu-
ras e predios no scu escriptorio rua da
Cruz n .1.
qualquer freguez. Outro sim communieo, que ha-, pretendentes dinjam-se no da I
ver nelle mesa redonda para os assignantcs e mesmo ugar para verem e conti
javnlsos, c que fornece comida para fra. nao s sa regedora.
para qualquer estabelecimento como para casas
particulares, por preco mdico e a contento. Este
estabelecimento acba-se preparado para receber
. qualquer hospede que nelle queira assistir, para o
que olterece os melhores commodos.
13 do corrente ao
ataren com a rae-
Tambem os senhores seus credores poderlo en-
tender-so com a sua sogra, que se acha no enge-
nho Garana.
Sem remorso de cousa alguraa, e com toda
sinceridade faz este annuncio.
Recife 16 de fevereiro de 1864.
Manoel do Reg Barros.
GUIA
LISO BRASILEO
DO
VIAJANTE XA EUROPA.
para cabeea, Dores escoihidas e linas, espartilhos
de novo gosto e bem apropriados ao clima, ricas
livelas do tartaruga, cintos e ricas titas, tarlalanas
etc., etc., nessa casa antga e apreciada 'pelas se-
nhoras de gosto. f.iz-se em geral o que concerno
as modas verdaderamente francezas.___________
Compendio de hermenutica Ju-
rdica e processo civil.
Acham-se venda na livraria do Nogueira, jun-
to ao arco de Santo Antonio, esses- compendiqs,
reunidos ambos era un s livro._______________
Vendem-se 10 duzias de madeira de louro e
! o duzias de amarello, serradoem assoalho, e urna
canoa de ura pao s
na rua Direita n. 3_.
Vende-se un cavallo castanho muito novo e
Obra muito necessaria, tanto s pessoas que va-' anda muito bem baixo, por preco commodo :.na
jam pela Europa, como aquellas que desejam ter rua do Vigario n. -6. primeiro andar.____________
conheciniento do que ha de mais notavcl e iinpor-: Vende-se urna armacao de louro em perfeitc
tante no velbo mundo : vende-se na livraria eco-. eslad0] com |ndo3 os pPriences para taberna : na
noraica ao pe do arco de Santo Antonio._________ rua u0 ROSario da Boa-Vista n. 56.
Jos Matheus Ferreira. sua senhora e urna
lilha menor, reliram-se para Europa.___________
Fugio no dia _'.> de fevereiro do 1864 o es-
clavo Lourenco, crioulo, de idade 36 annos, pouco j
mais ou menos, com os signaes seguintes : altura
regular, bom corpo, cor bem preta, pouca barba.
Vadeiro.
Vende-se um preto ptimo padeiro e urna prela
boa cozinheira e lavadeira : a tratar na rua do-
Mondego, padaria n. 47._____________________
Ainda continuara a venda ires negras, sendo
otaos vsgos, eom todos os dente, na frente, muito: Uma de 7 8 annos, as outras de 40 e 50, todas do
servieo do campo;
sobrado n. 2.
a tratar na rua do Imperador,
SAL
Aluga-se um sitio muito perto desta praca, o
qual est todo murado, e tem grande casa de viven-
da edificada ha muito pouco tempo : quem pre-
tender, dirija-se rua do Crespo n. 8 B._________
Precisa-se de um homem que saiba tratar de.
planta de capta e cortar, e que tenha familia nao
faz duvida : na loja do Passeio n. 7.______
Roga-se ao Sr. Joao Valentini Vilella Jnior,
ebefe da esta rao Frexeiras, que venha ou mande
pagar na taberna da rua do Imperador n. 83 o que
nao ignora._______________
No primeiro andar n. 50 da rua do Queima-
do, precisa-se de uma ama para o servieo inlerno
de uma casa d? pequea familia.
! DENTISTA DE PARS
1*9llua Nm-19
Frederico Gautier, cirurgiao dentista,
faz todas as opera^oes de sua arte, e col-
loca denles artificiaos, tudo com superio-
ridade e perfeicao, que as pessoas enten-
didas Ihe rcconhecein.
Tem agua e pos dentiflcio.
Mocledade de seguros mutnos
de vida Installada pelo Banco
Unlo na cidade do Porto.
Os agentes nesta cidade e provincia Antonio
i Luiz de Oliveira Azevedo & C escriptorio na rua
da Cruz do Recife n. 1, estao autorisados desde j |
a tomar assignaturas e prestar todos os esclarcci-
mentos que forem necessarios, as pessoas que de-
; sejarem concorrer para tao til e benfica empre-
zas, egurando um ftiluro lisoncciro aos assoriado,
Antonio Francisco Moreira, Porluguez, vai
Portugal. _____________^__________
ladino, tem uma marca de ferida na perna pelo
lado de dentro, ignorase a perna, levou vestido
calca preta, camisa branca c jaqueta branca, alem
de mais roupas que conduzio dentro de uma trou-
xa, tambem levou algum dioheiro e chapeo de pa-
Iha desconlia-se tor ido para a povoacao de Po-
dras de Fogo, onde j morou. e foi eseravo do Sr. Aende-se excellcnlo sal porluguez, a bordo do-
Felippedeltrito: roga-se a todas s autoridades brigue escuna Granosa : a tratar na rua da Cruz
policiaes e c-pilacs de campo de apprehender o' n. 33, primeiro andar, escriptorio de Antonio de
dilo escravo e entregar a scu senhor Jos Fran- i Almeida Gomes. __________________________
cisco de Araujo, morador no engenho Camorim do! __ Vende-se a armacao que se acha enllocada
termo de Agua Preta, ou no Recife ao Sr. Manoel na f0 da rua ao Aragao n. 3J, muito propria para
Antonio Santiago Lcssa, rua da Cruz n. 44, que pr,lcpar qualquer negocio, com pouco dinheiro.
ser bem recompensado.
Flix Pereira da Silva, subdito porluguez,
rclira-sc para fra do imperio, por algom tempo,
levando era sua coinpanhia sua mulher Maria Fe-
licia de Araujo Silva, e deixa como seus procura-
dores, em I. lugar a seu socio o Sr. Antonio Pe-
reira da Costa Gama, em _.* ao Sr. Joao Pereira
Moutinho, e em 3." ao Sr. Luiz omingues de
Souza.
A pessoa que annunciou precisar de 6003 a
juros, dirija-se rua da lmperatriz n. 34, primeiro
andar.____________________________________
Acha-se contratada por venda a casa da rua
Direita n. 102, pertenecnte ao Sr. Francisco Pinto
; de Lemos : se houver alguraa reclamaco, annun-
cie por este Diario, no praso de tres dias. Recife
7 de marco de 1864._________________________
Farinha c [arelo.
No armazem da Aurora Brilhante, largo da San-
la Cruz n. 84, chegou grande quantidade de fari-
nha em saceos, e veude-se mais barato.
Attencao
! ou mesmo deposito, lorna-se grande pechincha pelo
i aluguel da casa ser diminuto, e a armacao muito
i barata : a tratar na coclieira defronte, ou na rua
do Principo n. 'i.
Carneiros.
Desappareccu no dia 5 do corrente o p eto de Vendem-se dous carneiros grandes e muito man-
nome Sebaslio, coa idade de 40 annos. mais ou sos, proprios para menino, sendo un em grao o
menos, baixo, secco do corpo, falta de um dente I outro castrado : na rua Augusta n. 114. Todos
na frente, bigode e pera, um pouco crescido, pes [ dous machos e de pouca idade.________________
pequeos e os dedos bstanle abortos, cor bem, -
prela, levou vestido calca de brim de listra e ca- JluCauS
misa de baeta azul : rga*M a polica e capites a ,1,5300 a caixa. en porcao se far abatimento,
de campo, ou qualquer pessoa do novo, a sua ap- caaa raXa com 100 maclas perfeilas : na rua No-
prehensao, e leva-lo rua Direita n. 17, que se van.8.
recompensara.
Aluga-se rana casa terrea na rua do Destino
n. 4, com accommodac/ios para pequea familia,
por pre^o commodo.
Prccfsa-se de urna ama para lomar coma do
servieo de uma casa : a tratar na rua Nova n. 61.
Cigarros
turcos a 15 a caixa, cigarros que em outra qual-
quer casa se vende por 3-3
na rua Nova n. 8.
Sopa.
Verdadeira sopa jnlienne : na rua Nova n. 8.
1


Miarlo de Fcrnainbuco <|uai-

ARMAZEM
DO
0 homem do movimento nao estaciona.
AVANTE E SEMPRE
GUERRA AOS INIMIGOS
Nao se admitc a onio commerc ial;
Nao scaner a diaba da iillanca.
Nao se teme a furia dos corsarios.
Este anno ha de ser blsseito.
Os eauhes eso preparados.
FOGO! BOM FOGO!! MELHOR FOGO!!!
Altai 10 a liiia d'agna no vinagre
Viva a liga lo genuino Cheres com o fiambre!
Viva o conservador das conservas inglezas!!
Vivan os liberaes freguezes do BALIZA !!!
Vivam todos que lerem este auniincio.
SENHORES E SENHORAS.
O proprietario do grande Armazem do iializa estabelecido ra do Livramento ns.
38 e 38 defronte da grade da igreja, acaba de reduzir os precos de quasi todos os
gneros do seu magnifico deposito.
A tarifa abaixo publicada atiesta bem es;a verdade.
A guerra aos inimigos, est portante assim declarada.
.As pessoas, ainda as mais exigentes, qnc se dignarem vir este eslabelecimento,
Gca 5o por certa muito satisfeitas, nao s quanto s qualidades des gneros, como com o>
tratamento todo attencioso que se Ihes dar.
Alm do cumplimento dos deveres da boa educaco, haver dora em diante ainda
maior capricho em satisfazer todos que honrarcm esta casa.
Os gneros- pelas qualidades e precos annunciados, sero offerecidos ao exame
dos Srs. compradores. Naoreceieo publico que se pratiqueo contrario, como em outras
casas, que at annunciam o que nao tem.... O Baliza nao Ilude....
Anuiixas francezas emeaixinhas eem frascos Licores inglezcs e francezesem vazos de di
di diversos tamanhos a l,2oo, l,6oo,
2,ooo, 2,5oo e2,8oo rs. e a libra a 8oo rs.
Amendoas novas a 32o rs. a libra.
Azeite doce refinado a 8oo rs. a garrafa.
Idera de Lisboa a 6 lo rs. a garrafa e 4,8oo
IB. a caada.
Alpiste a 16o rs. a libra, e 4,8oo rs. a arroba.
versos tamanhos a l.ooo, l,5oo e 4,8oo
rs. a duzia.
Manteiga ingleza flor a 8oo rs. a libra e de 8
libras para cima ser aberto um barril na
presenca do comprador.
Ilem de 2." e 3.a qnalidade a 7oo, 6oo e 4oo
rs. a libra.
Arroz do Maranho, da India, e Java a 8c c dem franceza a 560 rs. a libra, eembarril
45 Ra Direita 45
Oicam! oii;am !!!
CALCADO
Itonje novo, a piimcira neceisidade para a sau-
de e aformoscaiuenlo do individuo!
Meu Dos f... que pea do pavao se lobrigam por
essas ras! que figura horrenda c nauseante a
de um paletol bem talando sobrancero a um
ijuees rodo em duas solas I um balao bem tor-
neado e bambaleante dcscubrindo una ponta de
botina safara c carcomida 11
Santa Barbara!! Cornal ra Dircita, bellas e
rapazes! sacudam na praia esses malditos fufa,
o comprera :
Llorzegtiins de Xantes 85000.
Ditos francezes de bezerro 75-
Ditos francezes para homem oj.
Ditos para scnliora, de lustre, enfeiudos, 50500.
Ditos para senhora, gaspia alta, i800.
Botinas de menina fptSOO.
Ditas de cores para menina 25000.
Sapatoes de Nantes do duas solas 55-
Ditos de sola e vira 4-JoOO.
Sapatos de borracha para senhoras 10-iOO
Ditos para mennosl000.
Sapatos de lustre para scnliora l.V
Ditos de tapete para homem e senhora 800 rs.
Ditos da liga constitucional 900 rs.
E um sortiniento comple.o em sola, vaquetas,
couros, bezerro franeez como nenhum, conro de
lustre muito grande, e tudo quanto pertence arte-
de S. Chrispim.
HIiQ
MERCANTIL
V v
RIJA DA CADEIA IIO RECIjFE
NOVO E
GRANDE AMAZ&U DS MOLSADOS
RA DA CA1IEIA IX ItfiCTFE V. 3.
Francisco Fernandes D.iarte acaba de abrir na ra da Cadea do Recifen. 53, um grande e sonido armazem de moibados de-
nado Vnio Mercantil. k Neste grande armazem encontrar sempre o respeilavel publico nm complelo sorlimenlo des melhores
gneros que vem ao mercado, tanto estrangeiros, como uacionaes, os quaes sero vendidos em norees ou a reallio por precos asss
cora modos.
nomi
Manteiga ingleza especialmente escolhida Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e
de primeira qnalidade a 800 rs. a libra, 1(5200 a caada.
em barril se faz abatimentc. Azeite doce refinado em garrafas brancas a
Manteiga franceza a mais superior do raer-1 800 rs.
cado a 560 rs. a libra, e 5C rs. em barril Azeite doce de Lisboa a 640 rs. a garrafa e
""ou meio. 40800 a caada.
Presuntos inglezes para fiambre, de superior Geneera de Hollanda a 500 rs. o frasco e
qnalidade, chogados nesie ul imo vapor, a 50800 a frasqueira.
TiW <
TARA TODAS AS MOLESTIAS 1)0
raa, 0 n e is mw.
loo rs. a libra.
Alelria branca e amarella a 4oo rs. a libra.
Ara ruta verdadeira a 32o rs. a libra.
Batatas novas em gigos de 36 a 4o libras por
l.ooo rs. e a 4o rs. a libra.
Biscoitos inglezes Lunch a 18oo rs. a lata de
5 libras,
dem de diversas marcas em latas menores
a l,3oo rs.
dem de Lisboa de qnalidade especial em la-
tas grandes e pequeas ai 3,oooe l.Soo rs. I i,]em>mas""est'rclnha e pevide, caixinha
Bolachinhas americanas, a 3,ooo rs. a barrica ^jjj g iras a 10600.
e 2oo rs. a libra.
Banhade poreo a 44o rs. a libra, e em barril
a 4oo rs.
Baldes americanos muito proprios para com-
por menos.
dem em latas a 20000 e a 10500 a lala.
Massa de tomate em barril a 480 rs. a libra.
Iiem em lata a 640 rs. a lata.
Blostarda ingleza 400 e 600 ris o pote.
Marmelada imperial dos melhores fabrican-
tes de Lisboa a 600 rs. a libra.
Marrasquino de zara a 8oo rs. o frasco e a
80 a duzia.
Massas para sopa, talharim e macarro a
480 rs. a libra.
pras a 1 ,ooo rs.
Cha huxym, hysson e. perola a 3,ooo, 2,8oo,
2,5oo, 2,ooo e ,6oo rs.
dem preto a 2,ooo, l,6oo e l.ooo rs. alibra.
Chanpagne a melhor do mercado a 12,oooo
gigo e a l,2oo rs. a garrafa.
Chocolate franeez prtmeira qualidade a l.loo
rs. a libra,
demhespanhol a l,2oo rs. a libra.
dem suisso a l,ooo rs. a libra.
Ceneja branca marca Allsopps a 4,5oo rs. a
duzia, e a 4oo rs. a garrafa.
Nozes a 16o rs. a libra.
Peixe preparado de escabeche, da melhor
ualidade que tem vindo ao mercado, a
0 a lata.
Presunto de lamego muito superior a 480
rs. a libra,
dem para fiambre (inglez) a 640 ris a
libra,
dem americano a 400 rs. a libra.
Papel almaco a 30000 a resma,
dem de peso a 20 a resma.
Palitos para denles a 160 rs. o maco.
Dito dito de flor a 200 rs.
Ditos do gaz a 20200 a groza
Passas novas a 480 rs. a libra e a 10800 a
caixa.
Cognac inglez a 64o rs. agarrafa a 8oo eajCueijos fiamengos do ultimo vapora 20500.
l.ooo rs. D't londrino a 900 rs. a libra.
Coacervas inglezas em frascos grandes a 75o Dito prato a 640 rs. a libra.
rs. o frasco. Sirdinhas de Nantes a 320 rs. a lata. .
dem francezas de muitas qualidades a Soo'Ditade Lisboa a 640 rs. em lata grande.
rs. o frasco e a 5,5oo rs. a duzia. Sag muito superior a 240 rs. a libra.
Clin utos neste genero temos grande sorti- Sal refina lo, em potes de vidro, a 600 rs.
ment tanto da Babia como do Bio de Ja-. o pote.
neiroal,6oo, 2,2oo, 2,5oo, 3,ooo e4,ooo Sabao massa a 120, 160, 200 e240rs. a
libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Lito de Santos e 300 rs. a libra,
lijlo para limpar facas a 140 rs. cada um.
Vassouras americanas a 64o rs, cada urna,
dem do Porto a 400 rs, cada urna.
1 elas de carnauba e composico a 320 rs. a
libra ea 100 a arroba,
Ilem stearinas superiores a 560 rs. o
maco, e em calxa por menos.
Vinho do Porto, neste geneno temos o me-
lhor sortimento possivel, que vendemos
por precos muito haixos a 10 a garrafa e
AS
Punas Vegetaes Assiicarailas
De Kcmp
Compostas dos dois novos resinoi.los chama-
dos Podophiuha e Leptanorina, e inteira-
incntc livics de Mercurio ou outros venenos
minoraos ou metallicos, sao dade nos paizes clidos em cazos do
DYSPEPSIA, ENCHAQUECA,
Constipaco ou Prizo do Ventre,
PADECMENTOS DO FIGADO,
Affec^oes Biliosas,
HEMORRHOIDAS, CLICA,
Ictericia,
FEBRE GASTRO-KEPATICA,
B outras cnfcrmiiladcs anloga.
Ellas vio rapidaineiitc substituiudo os ant'gos
purgantes drsticos.
A venda as boticas de Caors & Barboza,
ra da Cruz, e Joao da C. Bravo A C, ra
da Madre deDeos.
Vende-se a propriedade denominada Maltez, fita
na frrguezia de Tracunliaem da comarca de Naza-
reth, com urna legoa de frente e meia de fundo, e
proporcoes para nella se levantar um bom enge-
nho de fazer assucar, sendo que actualmente ren-
de ella mais de 1:0005 que pagam os moradores
que tem : quem a pretender entenda-se nesta pra-
ca com o Sr. Autonio Jos Leal Res, na ra da
Cadeia do Recife n. 47.
rs. a caixa.
Cate do Cear multo superior a 28o rs. a libra
e a 8,oo rs. a arroba,
dem do Bio a 3oo e 28o rs. a libra.
Celwlas a 9oo rs. o molho com mais de loo
ceblas.
Chouricas e paios a 72o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 2oo rs. a libra.
Ovada muito nova a 8o rs. a libra.
Copos lapidados a 5 e 6.000 rs. a duzia.
o-ii de goiaba em latas a 4oo rs. a libra,
dem de caj em latas a 320 rs. a libra.
Ervilhas francezas e portnguezas a 5oo e 64o a 10/ e 12 a duzia.
rs. a lata.
dem sea-as a 16o rs. a libra.
Figos de comadre em caixinhas com 8 libras
por 16oo rs.
FarinUa do Maranho a 12o rs. a libra.
Farinha de trigo muito superior a 12o rs. a
Faivlo em saceos grandes a 4,000rs.o sacco'.dem do Porto, denomiuado Baliza, a 50
Genebra ingleza marca gato a 1,00o rs. a gar- caada.
IdemCherry, edaMadeira em barris e em
caixa, a 120 a caixa e o barril conforme o
tamanho
dem de Figueira e Lisboa, em ancoras de
8 a 9 caadas, por 280000.
Dito em pipa a 30000, 30500 e40ooo a ca-
ada
i.ifa.
dem verdadeira de Hollanda em frascos muito
grandes a l,2oo rs. o frasco,
dem de Hollanda em frascos pequeos a 5oo
rs. o frasco.
dem de laranja a l.ooo o frasco.
Gotnma do Aracaty a 80 rs. a libra.
Graxa a loo rs. a lata e l,loo a duzia.
Lmguas americanas de grande tamanho a
1,000 cada urna.
dem dem em garrames a 20500, com o
garrafSo.
dem de Bordeaux, das melhores marcas que
vem ao mercado, a 60 a caixa e a 640 rs.
a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 10600,108oo e 20000 a
caada,
dem idem.cm garrafoes com 5 garrafas, por
10 com o garrafao.
Vinho de caj a 10 a garrafa. Este vinho
tem dez annos.
Kaa da Senzalla n. 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston 4 C,
sellins e silhoes inglezes, candieiros e casti-
caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
chicotes para carros e montara, arreios para
carros de um e dous cavallos, e relogios de
ouro patente inglez.
GAZ GAZ GAZ
por pre^o reduzldo.
Vende-se gaz da melhor qualidde pelo
pre.o de 100 por lata de 5 gales: no ar-
mazem do Caes do Ramos n. 18 e ra do
Trapiche Novo n. 8.
Os precisos talheres pa-
ra criancas.
C'iegaram e acham-se 1 venda na ra do Quei-
mado, loja d'aguiabranra n. 8.
Ni I ho a 3$ a sacca
e 160 rs. a cuia : no pateo do Paraizo n. 16, oitao
paraa roa da Florentina.
Feijio eijao feijao.
lis 11a da Madre de Deus ns. 5 c 9.
Vende-se saceos grandes com feijao das seguintes
qualidades: branco, amarello, rajado c mulalinho,
mais barato que em outra qualquer parte, assim
tomo sardinbas em barris de 1,200 por 5#0O0, tudo
I roprio para lempo de quaresma.____________
i,uvas de .liuiviu.
I Recebeu-se luvas de Jouvin brancas e pretas
proprias para a quaresma : na ra do Queimado
loja do beija flor n. 03.
Iraiirinliasdr la lisa para enfeites de camisinlia
de sen lima.
Recebeu-se, trancinhas de diversas cores pe-
ca de 30 varas a 6W) rs., e de 120 rs. pequeas :
na ra do Queimado loja do beija flor n. 63.
Enfeites de redinhas com hirn na frente.
Recebeu-se. variado sortimento de enfeites de
liversas coros a 15*00 : na ra do Queimado
loja do beija tlor n. 63._____________________
Inhames.
Vendem-se 3,000 inhames muito novos, chegados
d) norte, pelo barato preco de 30 rs. a libra ; a
e les, antes que se acabem : na taberna da ra do!
Imperador n. 83. I
Vende-so um carro com vidracas, proprio
para particular, e com arreios novos de metal prin-
cipe ; quem o comprar, nao faz a menor despe-
a. Tambem se vende a parelba de cavallos rucos,
gordos e grandes, multo bons Iroladores no carro e
na sella, andan baixo at meio: ver e tratar na
ra do^Cotovcllo padaria n. 31.
720 rs. a libra.
Queijos flamengos chegados este ultimo
vapor a 20800.
Queijo prato muito fresco e novo a 640 rs.
a libra.
Castanbas muito novas a 120 rs. a libra e
e 30000 a arroba.
Cha uxin o melhor que ha neste genero,
mandado vir de conta pro] ria a 20800
rs. a libra.
Cha hyson muito superior a 2<15G0 rs. a li-
bra; cha hyson proprio ptra negocio a
10500 rs. a libra.
Cha preto muito superior a 20 a libra.
Biscoutos inglezes em latas cont differenles
qualidades, como sejam crakriel, victoria,
piquelez, soda, captain, secd, bornez e
outras muitas marcas a 10350.
Bolachinha de soda em latas grandes a 20.
Figos em caixinhas hermticamente lacra-
das, muito proprias para mimo a 10500.
Caixinhas de 4 e 8 libras de fit os de coma-
dre a 10 e 20 cada urna.
Passas mudo novas, chegadas neste ultimo
vapor a 50.' rs. a libra e 30 um quarto ;
e em caixa se faz abalimento.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior que
tem vindo ao nosso mercado a 180 o gigo,
garante-se a superior qualidade.
Vinho Bordeaux das melhores qualidades
que se pode desejar de 70500 a 80000 a
caixa e 720 a 800 rs. a garrafa.
Caixas com vinho do Porto superior de 90
a 109 a duzia, e 900 a 10 a garrafa; deste
genero ha grande porcoe ci differentes
marcas acreditadas que j se venderam
por 149 e 150 a caixa, como sejam: Duque
do Porto, Lagrimas do Douro, D. Luiz,
Canutes, Madeira secco, Carcavellos, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
Vinho de pipa: Porto, Figueir? e Lisboa, a
400,480 e 560 rs. a garrafa, e 30, 30200
e 30500 a caada.
Vinho branco de superior qualidade, vindo
j engarrafado a 640 rs. agairafa e a 500
rs. de barril.
Caixinhas com ameixas francezas, ornadas
com ricas eslampas na caixa exterior,
moito proprias para mimo,a 1020o, 1,$500
e20.
Frasco de vidro com tampa do mesmo, con-
tendo meia libra de ameixas francezas, a
10200.
Marmelada imperial, dos melhores conser-
vemos de Lisboa, em latas de 1 e meia a
2 libras a 600 rs a libra.
Fructas em calda das melhores qualidades
que ha em Portugal em latas hermtica-
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muito novas a 640 rs. a libra.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Amendoas de casca molle a 400 rs. a libra.
Avelas muito novas a 200 rs. a libra.
Amendoas confeiladas de diversas cores a
800 rs. a libra.
Macas e peras chegadas nesle ultimo vapor,
muito perfeitas, s vista se faz o'prego.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada um.
Ervilhas francezas e portuguezas em latas de
1 libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate franeez, o que ha de melhor neste
genero, a 10200 a libra.
Chocolate hespanhol a 10200 a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a 19.
Cerveja branca e preta das melhores marcas
que ha no mercado a 500 rs. a garrafa e
5*800 a duzia.
Cognac inglez de superior qualidade a 800
e 10200 a garrafa.
Licores francezes das seguintes qualidades:
Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames
e de outras muitas marcas a 10 a garrafa
e 100 a caixa.
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e
90 a duzia.
Moslarda ingleza em potes j preparada a
400 rs.
Mostarda ingleza em p, em frascos grandes,
a 10 cada um.
Sal refinado a 500 rs. o pote.
Sardinbas de Nantes a 340 rs. o quarto o 560
rs. meia lata.
Lalas com peixe em posta: savel, corvina,
vezngo, cherne, linguado, lagoslinha, a
10300 rs.
Salmao em latas, preparado pela nova arte
de cozinba, a 800 rs.
Mar de tomates em latas de 1 libra a (00
ris.
Courigase paios em latas de 8 emeia libra
por 70.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra e
80GOO a arroba.
Bolaxinha ingleza a 320 rs a libra e 40 a
barrica.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 200 rs. a libra.
Farinha do Maranhlio a 120 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 320 rs. a libro.
Cevada a 120 rs. a libra e 30 a arroba.
Alpistaa 160 rs. a libra e 40800 a arrobs-
Datatas muito novas em gigos com 40 libras
por 10500.
Cebollas a 10 o molbo com mais de 100 ca-
da um.
Caf lavado de primeira qualidade a 300 rs.
a libra e 90 a arroba.
Caf do Cear muito superior a 280 rs. a li-
bra e 80400 a arroba.
Caf do Rio, proprio para negocio, a 80.
Arroz do MaranhSoa 100 rs. a libra e 20800
a arroba.
Arroz de Java a 80 rs. a libra e 24O0 a
arroba.
Vellas de spermaceti a 560 rs. a libra e
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
so e a 90 a arroba.
Doce de goiaba a 640 rs. o caixao.
Macarro, talharim e alelria a 480 1 a li-
bra ; em caixa se faz abalimento.
Eslrellinha, pevide earroz de massa para sopa
a 600 rs. a libra e 30 a caixa com 6 libras.
Palitos de denle lixados com ftr a 200 rt.
o masso, ditos lixados sem flor a 160 rs.
o masso com 20 massinhos.
Gomma de engommar muito fina a SOrs. a.
libra.
Banha de porco refinada a 480 rs. a libra o
400 rs. em barril pequeo.
Charutos dos melhores fabricantes de S. F-
lix, em caixas inteiras ou em meias, de
10600, 20 e 30.
Presuntos do reino, vindos de conta propria
de casa particular, a 400 rs. a libra; intei-
rose faz abatimentc.
Os senhores que comprr rem de 1000000 para cima, terSo o descont de 5 por cento, pelo prompto pagamento.
CLARIH
TODA A1TE.HA0 AO VtlilLANTB.
Custodio Jos Alves Guimaracs avisa ao respei-
tavel publico e aos seus fregueies, que achando-se
as obras da loja do Vigilante concluidas, e acban-
do-se as ponas abertas a concurrencia do res-
peitavel publico, para assim apreciar o novo galla
qnc se acha no espacoso e alegre campo, guarne-
cido das lindas flores e muilos outros objectos de
bom gosto, que tanto saslisfeito se acha, aprsenla
o novo cante, chamando pelos seus freguezes que
venham ver para crer, que s assim poderao apre-
ciar, e acharao um grande sortimento de fazendas
tendentes miudeas, tanto para grosso como para
relalho, que todos serio sonidos a vontade, mesmo
qualquer freguez de fra que nao possa vir a esta
praca e queiram dirigir-se a este eslabelecimento
fazendo seus pedidos por meio de cartas, c pode-
ro fazer que ser tudo comprido fielmente, pden-
do-sc fazer presos muito razoaveis, nao s pelas
boas compras feilas nesta praca, como dos que
recebe de sua propria conta, como dos que recebe
do consignacoes.
Fitas.
Fitas lavradas de lindos padies de ns. 7 30
a pe?a 25000.
(Jorros c bonetes para menino de ISoOO 25000.
Touquinltas muito lindas para bantisados 15000.
Manguitos, camisolas 35000 e 43000.
(olinbas e punhos bordados 15.'00 e 25000.
(ravalinhas muito chique de 15000 al 25000.
Flores as mais linas do mercado de todas as qua-
lidades.
Entre-meios c tiras bordadas.
Caixinhas de costuras.
Caixinhas para voltarete.
Caixas de tartaruga, brancas e preta?.
Cascarrilhas prelase de cores.
Franja preta, larga propria para mantelete e
para capa.
Fitas de la c de todas as qualidades para de-
brnm.
Meias de seda e de algodo.
Bandejas de lodos os tamanhos e as mais finas
que ple haver neste mercado.
Vollas e brincos pelas.
Papel amisade de maozinhas c de outras quali-
dades.
Sabonetes de todas as qualidas.
Perfumaras dos melhores autores.
Espclhos e tocadores de todas as qualidades.
Transparentes muito lindos para janellas 65-
Pentes de borracha para desembarazar.
Kilos mgindo caivetes.
Ditos de tres faces.
Ditos de marlim e outras qualidades.
Dilos para atar cabello, tanto para senhora'como
para menina.
Tesouras muito finas c grossas.
Papel almaco fino, assim como muitos outros
Objectos que se tornara eiifadonho annunciar.
12nfcftcs para as senhoras.
Al (|iio cliegarain os muilos desojados enfeites
com lacinhos do litas para senhora pelo barato pre-
go de I-V100.
S no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Vinho verde,
de superior qualidade : vende-se na ra da Madre
de Dos n. 3i, arniaz.ni de Cunha Irm.os & (;.
A bordo da barca brasilaica ris existe supe-
rior farinha de mandioca, que se vende em por-
cues ou a relalho : a tratar a bordo da mesma, ou
no escriptorio de Aiuorim Irmos, ra da Cruz nu-
mero 3.
Vonde-su urna lendendeira, urna masseira e
um cvlindro, tudo em bom estado : na ra Direita
dos Afogados n. 13. Na mesma casa vende-se una
canoa que pega 800 lijlos, tudo por preco com-
modo.
COMMERC
RA BO QUEIUIADO Y. 45.
Passando o becco da Congregatfo segunda casa.
Miau
NOV1DADE.
Pereira Bocha A C. acabam de abrir na ra do Queimado n. 45 um armazem de molhados denominado Clarim CommerciuU
onde o respeitavel publico encontrar sempre um completo sortimento dos melliores gneros que vem ao nosso mercado, os quaes
'sero vendidos por precos muito resumidos como o respeitavel publico ver pela tabella abaixo mencionada ; garante-se o bom pes
e boa qualidade dos gneros comprados neste armazem.
Chouricas e paios muito novos a 800 rs. a Palitos do gaz a 20200 rs. a grosa.
libra. '' Passas muito novas a 480 rs. a libra.
Cevadinha de Franca muito superior a 220 Peras seccas muito novas a 000 rs. a libra.
rs. a libra. Painco a 200 rs. a libra.
Cevada a 80 rs. a libra. Polvo secco muito novo a 400 rs. a libra.
Ervilhas portuguezas a 640 rs. a lata. Presuntos de Lamego em calda de az.
dem seccas muito novas a 200 rs. a libra. | muito novo a 640 rs.
Figos de comadre e do Douro em caixinhas Queijos flamengos do ultimo vapor a 20400
de oito libras e canastrinhas de 1 arroba a ris.
1,5800, 50300 e 280 rs. a libra. Wem p'ratoa 640 rs. a libra.
Farinha do Maranho a 120 rs. a libra.
Arroz do Maranho, da India e Java a 80 e
100 rs. a libra e 20400 a 20300 rs. a ar-
roba.
Ameixas francezas em latas e em frascos a
10200 e 10600 ecmfrascos grandes a
20500.
Idom em caixinhas elegantemente enfeitadas
com ricas estampas no interior das caixas
a 120000,10400, 10600 e 20.
Amendoas com casca muito novas a 280 rs.
a libra.
Alpista a 160 rs. a libra e a 40600 rs. a ar- Farinha de trigo a 120 rs. a libra.
roba. Genebra de Hollanda verdadeira marca VD
Azeite doce franeez muito fino em garrafas a560rs. o frasco e 60200 rs. a frasquei-
grandes a 960 rs. a garrafa. ra.
Sal refinado em frascas de vidro a 600 rs.
cada um.
Sardinbas de Nantes a 320 rs.
Sag muito alvo e novo a 260 rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
dem de Lisboa a 640 rs. a garrafa.
Araruta verdadeira de matarana a 320 rs. a
libra.
Avelas moito grandes e novas a 180 rs. a
libra.
Batatas muito novas a 40 rs.
Biscoutos inglezes de diversas marcas a
1 >300 ris.
Bolachinhas de soda, latas grandes, a 20 rs.
a lata.
Hitas ingle/.as muito novas a 30000 a barri-
quinha e a 200 rs. a libra.
Banha de porco refinada a 440 rs. a libra e
eem barril a 410 rs.
Cb hysson, hnchinc perola a 10600, ,
20500, 20800 e 30000 a libra,
dem preto muito superior a 20000 rs. a li-
bra.
Cerveja preta e branca, das mchores marcas
que vem ao mercado, a 500 rs. a garrafa
c -i800 a duzia.
Cognac inglez lino a 900 rs. a garrafa.
Conservas a 720 rs. o frasco,
dem, s de pepino, a 720 rs.
dem, s de azeitonas, a 750 rs.
dem em garrafoes de 3 e 5 gales a 50500 Tijolos de limpar facas a 140 rs.
e 70500 cada um com o garrafao. Vellas de carnauba pura a 300 rs. a h-
Gomma do Arccaly a 80 rs. a libra. bra.
Graixa a 100 rs. a lata e 10100 rs. a duzia. dem stearinas muito superiores a 600 rs. a
(rao de bico a 150 rs. a libra. libra.
Licores muito linos a 700 rs. a garrafa. i Vinho do Porlo engarrafado o melhor qoe
dem, qualidade especial c garrafas muito: ha ueste genero e de v
grandes, a 10800 rs. a garrafa,
dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, garrafa forma de pera e rolba de vi
dro, a 10000 rs., s a garrafa vale o di-
nhiiro.
sejam: Velho de 1815, Duque do Porto,
Madeira, D.Pedro, D. Luiz I, Maria Pia.
Boeage, Chamisso e outros a 800, 900 e
i $000 a garrafa, e em caixa com urna du-
zia a 90000 e100000.
Charutos dos melhores fahrican.es da Rabia Massas para sopa : macarro, talharim e ale-
e especialmente da fabrica, imperial de! tria a 480 rs.
Candido Ferreira Jorge da Corta, a 10800, Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
25000, 20200, 20500, 20800, 30000 e Peixe em lalas preparado pela primeira arte
3*500 a caixa. | de cozinba a 10 rs. 9 lata.
Caf do Bio muito superior a 260, 280 e Palitos de (lentes a 100 rs. o masso.
300 rs. a libra e 70500, 80 e 80500 rs. a j Palitos de denles a 120 rs.
arroba. I dem de flor a 200 rs.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, desem- dem em pipa, Porlo, Lisboa e Figueira a
480, 500 e 560 rs. a garrafa e 30, 30500
e 40 a caada,
dem branco de Lisboa muito fino a 500 rs.
a garrafa,
dem de Bordeaux, Medoc e S. Jnlien a 70*>
e 800 rs. a garrafa, e 70000 e 75500 fs.
a duzia.
IdemMorgauxeChateauluminide 1835, a 10
a garrafa,
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs, a garrafa 6
10200 rs. a caada.
Kirsk garrafas muito grandes a 10800 rs.
Alm dos gneros cima mencionados te-
mos grande prejio de outros que deixaaos
de mencionar, e que tudo ser vendido por
pecas e carnadas, tanto em Dorces como
retalho.
Quem comprar d IOf lOOpar cimate-
r o late de 5 poi cei
barcada de pouco a 800 rs. a libra, c de 8
libras para cima sefar urna differenca.
dem franceza muito nova a 560 rs. a libra,
c em barril lera abatimento.
.Massa de tomates em barril a 480 rs. a li-
bra.
dem em lala a 640 rs.
Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa a 600 rs. a lala.
Marrasquinho de Zara, frascos grandes a
800 rs.
dem regular a 500 rs.


Diario de Pernaubiico |nnria elr.i O de Mateo de 19*4.
ATTENCAO
9 li \ lU-O DO CARMO 9
GRANDE SORTIMENTO
DE
1
. 4
PARA A FESTA.
DUAUTE & C.
Participan aos seus numerosos freguezes e ao publico em geral que acabam de
receber de sua propria cncommenda, o mais lindo e completo sortimento de molhados,
os quaes venden por grosso e a retamo por menos 10 por cento do que outro qualquer
annunciante, como verlo pela seguintc tabella que abaixo notamos, garantindo os mes-
naos proprietarios n5o s o peso como a jualidade de seus gneros.
awiso.
Todos os senhores que comprareni para negocio ou casa particular de 1005 para
cima terSo mais 5 a 10 por cento de abaiimento, os proprietarios scientificam mais que
todos os seus gneros sao recebidos de sua propria encommenda, razo esta para pode
vender por muito menos do que outro qualquer estabelecimento.
ATTENCAO
AOS
DO
PROGRESSISTA
RA DAS CRUZES A. 30
E
KUA DO CRESPO M 9
"V<> fealrro de Santo Antonio.
Joaquim .los 4:ornen de Souza tem a honra de participar ao respei-
tavel publico, que tem resolvido vender os seus gneros de primeira qualidade por menos
10 a 20 por cento do que outro qualquer ansunciar, como se v do presente annuncio,
asseverando o proprietario d'estes armazens a aquellas pessoas que frequentarera estes
estabelecimentns, que nunca terao occasiao de reclamar qnalqaer genero, visto ter-se
adoptado n'estas casas o ptimo systema de s se negociar com gneros especialmente es-
collados.
CHA
Manteiga inglea flor a 8oo rs. a /ibra.
Castanhas muito novas a .ooo rs. a caixa, e
a llio rs. a libra.
Boliaho francez e em caixinhas de 7oo a
I .oo rs. cada urna.
dem franceza a mais nova do mercado a 6o
rs. a libra, e 54o rs. em barril.
dem de poro retinada muito alva 46o rs.
a libra.
Preruato para flanbre a 8oo rs. a libra.
Cn uxim miudinho vindo de conta propria,
o melhor do mercado a 2,8oo rs. a libra,
dem hyson de superior qualidade a 2,6oo rs.
3 libra.
dem perola o melhor que se pode desejar a
2,7oo rs. a libra,
dem preto muito fino a 2,5oo rs. a libra.
dem mais baixo pouco a 2,ooo rs. a libra
dem mais baixo a l,8oo rs. a libra.
Vinlio do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado garante-se a superioridade deste vi-
Vellas de carnauba e composicSo de 32o a
36o rs. a libra e de lo.ooo a ll.ooo rs. a
arroba.
Genebra de Hollanda em botijas de conta a
i 10 rs. a botija, e em duzia ou em barrica
ter abatimento.
Massas para sopa macarrao, talharim e aletria
a 48o rs. a libra e em caixa ter abati-
mento.
dem estrellinha, rodinha epevideem caixi-
nhas de 8 libras, muito bem enfeitadas de
2,5ooa 3,5oo rs. a caixinha e a 6oo rs. a
libra.
E>oce de goiaha em caixas de diversos tama-
nhos de 6oo a 1 ,ooo rs. o caixo
Sabrio massa de 2oo a 24o rs. o melhor, em
caixa ter abatimento.
dem hespanhol a 28o rs. a libra.
Peixe em latas muito novo ; savel, pescada,
corvina, salmo e outras militas qualidades
preparada de escabeche 2." a arte de cosi-
nha de I,2oo a l,8oo rs. a lata.
Acal)a do receber de sua propria cncommenda um grande e variado sortimento
de opinadas todos primorosamente escolhidos, por isso apressa-sc o proprietario era
offerecer aos seus freguezes e ao publico em geral a segunde tabella dos seus gneros e
resumidos precos, aiancando todo e qualquer genero vendido ueste bem eonhecido ar-
mazora.
Pede-se toda atten$1o.
O proprietario pede a todos os senhores chefes de familia e ao publico em geral
i5o deixem passar desapercebida a seguintc tal*ella :
que nao
AVINO.
Neste armazem e no largo do Carino n. O, annazem Progressivo, recebem-se as
libras (pie. nilganMcat correal no conunerrio i>or 8890 a 9, o proprietario em seos
arinazciis da-lliee esle valor, sendo em pagamento, eistopara evitar confuses em trocos.
hysson, uxim e perola a 2.400, 2,600 e
2,800 rs. a libra.
CAF
muito superior, do Rio e do Cear a 8,000
e 8,400 a araoba e 300 rs. a libra.
VINHO
de Lisboa e da Figueira a 3,300 e 4,000 a
a caada,
do Porto engarrafado de diversas marcas a
! 1.000 rs. a garrafa.
Bordeaux de diversas qualidades a 7,000,
8,000, 9,000 e 100 a duzia.
CHAMPANHE
, a melhor que temos neste mercado a 20,000 muito superior a 560 rs. a libra, e em caixa
rs. o gigo.
CONSERVAS
inglezas a 8,500 a duzia e "60 rs. o frasco.
SAL REFINADO
em frascos de vidre com tres libras a 600 rs.
PEIXE
em latas emticamente lacradas a 1,000
rs. cada una.
PORVOS
do Porto muito bem conservados a 500 rs.
a libra.
MUSTARDA
preparada muito nova a 400 rs. o frasco.
MARMELADA
dos melhores ennserveiros a 640 rs. a libra.
ESPERMACETE
CERVEJA
Manteiga ingleza perfeitamente flor, a 8oo rs, \
e em barril a 78o rs.
dem franceza a 54o rs. a libra, e 500 rs.
sendo em barril.
Cha uxim a 2,7oo rs. a libra, e de 8 libras
para cima a 2,6oo.
dem perola a 2,8oo rs. e de 8 libras para
cima a 2,7oo,
nao, das seguintes marcas : Duque, Ge- Figos em ^ius de 1 arroba, A e 8 libras
amo, ve ho secco, especial lagrimas lo- a 8)000 4ooo e 2j000 rs> a caxin|ia.
ees de 1819, ymho especial D Pedro V., Barris de viimo Dranco de quint0) marc B
vinho ve ao, Nctar superior de 1833, Da-: & Fiiho a 60>000 rs 0 barril.
que do Porto de 1834, vinho do Porto ve- Marmelada imperial dos m-Inores conservei-
U,o superior, madeira secca de superior ros de Lisboa a Oio rs a lttmhade i libra,
qialidide, vinho do Porto superior D. Lo- na jatas iz 1 de 1817, lagrimas do Douro espe- Massa de'tomate em Utas douradas de 1 libra
cnl, vinho do Porto de l.oooa l,2oo rs. a g40 rs a iala
a garrafa ed.il0,000 a 14,ooo rs. a caixa Ameixas francezas em caixinhas elegante-
com urna duzia. | mentc enfetaiias de |>5oo a 3)000 rs. a
Boiaclnnha de soda especial encommenda e a caixinha, tambem iia latas de 1 Vi a 6 li-
irnis nova que ha no mercado a 2,2oo rs.. a bras de (2oo a i3oo rs. a iata.
_,"* dem em frascos com tampa de rosca al, 600
Biscoitoj inglezes das melhores marcas em rs_ 0 frasc0-
latinhasde i libras a 1 3oo rs. a lata. chocolate portugus, hespanhol, francez e
dem inglezes craknelem latas de 5 e 7 hb ras suisso a 1 2oo rs a libra.
d3 5,000 a 6.000 rs. a lata, e era libri a Conservas inglezas das seg'uintes marcas e
Mixde-Picles e cebollas simples a 75o rs
o frasco.
Ancoretas de vinho colares a 5o,ooo rs., e
a 72o rs. a garra f
Sardinhas de Nantos a 32o rs. a latinha.
Charutos das mais acreditadas marcas de
2,5oo a 4,000 rs. a caixa.
de 48o, 5oo, 56o, 64o e 800, rs., e o do Champagnhe a melhor do mercado de 12,ooo
Porto fino em garrafa, e era ooadti a a 2 i,ooo rs. o gigo, e de l,2oo a 2,000 rs. a
3,000, 3,5oo, 4,000 e 6,5oo rs. o mellior garrafa,
do Porto. Papel greve paulado ou liso a 3,5oo rs. a res-
Idem Rordoaux das mais acreditadas marcas ., ma". ..
a 7oo rs. a garrafa, e a 8,000 rs. a caixa. ,de.m ,le Peso Pauti,,1 ou 1|Z0 do 3'5o a;
GarrafSes com agarrafas de superior vinho r *'o a'esma.
do Porto a 2,2oo rs. com o garrafao. STma, muil flna e a va a *r*. a libra.
dem com 5 garrafa de vinho da Figueira n.ais Ml ho alr,|Sta e Pa,ns0 de 10 a 2o rs- a l*
propro para a nossaestac5o por str mais n ,ra' .
fresco a 2,4oo rs. com o garrafao. | ?*h*?*0 gaz a -2o rs" a grosa e 2o rs- "
1 com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.'
rs. a duzia l.ooo rs. a garrafa, garante-se
que os melhores que lernos tido no mer-
cado.
Passas em caixas de 1 airo >a -> e a 7,5oo,
3,6oo e l,9oo rs. a caixa, e 4oo rs. a libra
garante-se seren muito novas, e graudas.
dem corinthias proprias para podim a 800
rs. a libia,
dem hysson o mais superior que se pode Marmeladas dos mais afam idos fabricantes de
desejar a 2,6oo e de 8 libras para cima Lisboa a 600 rs. a libra
a 2,5oo rs. Emilias secas muito nova;: a 16o rs. a libra,
dem menos superior a 2,4oo ede 8 libras Grit debico muito novo i 16o rs. a libra.
para cima a 2,3oo rs. Ervilhas francezas em lata? a 600 rs.
dem proprio para negocio a 2,'3oo, de 8 li- Potes com sal retinado a 48o rs.
bras para cima a 2,2oo. Fumo de chapa americano a l,4oo rs. a libra
dem do Rio em latas de 2, 4, 6 e 8 libras fazenda especial.
cada urna a 2, 3, 3,5oo e 4,800 rs. a lata. Presunto para fiambre inglezes a 7oo e 800
dem prelo o melhor que se pode desejar rs. a libra.
neste genere a 2,8oo rs. Cl.ouricas c paios muito nDvos a 64o a fibra,
dem menos superior aesse que se vende Batatas muito novas em gigos de 34 libra a
por. 2 e 2,too. a 4.800 rs. a libra. l.ooo rs. e 60 rs. a iibia.
dem mais baixo bom para negocio a I.Soo Massas para sopa macarr3o, talharim aletria
rs. a libra. a 4oo rs. a libra,
dem miudinho proprio para negocio a l.Soo Cognac verdadeiro inglez a 8,5oo rs. a caixa
rs. a libra. e 800 rs. a garrafa.
Queijos do reino chegadus oeste ultimo va- dem francez a 7,ooo rs.; duzia e 7oo rs. a
por a 2,5oo. I garrafa,
dem mais seceos vindos por navio a I.Too. Charutos emrandequanl.dade ede todos os
dem prato esmelliores emais fresnedo! fabricantes mais a oredrladBs^a I,Soo,
mercado a 76o rs. a libra. 2,ooo, 2.5oo, 3,ooo e '1,000 rs. a caixa,
dem londrino a 600 rs., c sendo inteiro a os mais baixos sao dos 1 ue por ahi se ven
5oo rs. a libra, vende-se por este preco dein a 2,ooo e 2,5oo rs
pela porcao que temos em ser. Caf ile preraeira qualidac e a 8,5oo rs. a ar-
BiscoitOS em latas de 2 libras das seguintes roba e 28o rs. a libra,
marcas: Osborne, Craknel, Mixed. Victo- dem de segunda qualidade a 8,2oo rs. aar-
a 550 rs.
CHARUTOS
da Baha a 1,600. 2,200, 3,000 e 4,000 rs.
muito superior a 5,000, 5,500 e 6,000 rs. a a caixa.
duzia. TOUCINIIO
GENEBRA \muit0 novo a 9> rs- a arroba e 300 rs. a
de Hollanda em frasqueiras a 5,500 e 5001 Iibra-
rs. o frasco. LRVILHAS SECCAS
1 as mais novas do mercado a 120 rs. a libra.
desodaeraUuTgaS'aVooOrs.cad,', "^'TOS PARA MESA
uma. muito bem fetos a 160 rs. o maco.
inglezas em barricas a 4,000 e 240 rs. a' VINAGRE
lihra. de Lisboa PRR a 240 rs. a garrafa e 1.600
B1SC0UT0S
em latas de todas as qualidades, a 1,300 rs.
cada lata.
ARROZ
I da India e do Maranhao a 2,600 e 8,000 a
arroba e 100 rs. a libra.
CEVADA
muito nova a 2,500 a arroba e 100 rs. a
libra.
GOMMA.
muito superior em saceos com quatro arro-
bas a 2,000 e 100 rs. a libra.
CASTAMIAS
piladas muito novas a 320 rs. a libra.
PASSAS
as mais novas do mercado a 8.000 a caira e
e 500 rs. a libra.
AMEIXAS
francezas em latas de 1 e I [2 libra a 1,000
rs. a libra.
SARDINHAS
de Nantes muito novas a 300 rs. a lata.
Queijos do reino chegados pelo ultimo vapor
a 2,500 rs. cada um.
dem prato a Too rs. a libra.
Vio 10 em pipa das mais acreditadas manas
como sejamRii F., PRR, JAA, outras
muitas marcas. Porlo, Lishffa e Figueira ;
com o garrafao.
Vinho branxi o mais superior que vem ao
nosso mercado a 56e rs. a garrafa, 1 a
1,300 rs. a caada.
Veas de esparmacate as melhores neste ge-
nero de 56o a 61o rs. o maco, eem cai-
xa ter grande abatimento por ha.er
grande porcSo.
Azeite doce em barril muito fino
a garrafa e 4,800 a caada.
duzia.
Vasos inglezes de 4 a 16 libras vasios, muito
proprio para deposito de doce manteiga
ou outro qualquer liquido de l,ooo a
3,000 rs. cada um.
Licores das melhores marcas e mais finos
a 1,00o rs. a garrafa e em caixa ter abati-
mento.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
e lo,5co rs. a caixa.
a 64o rs. Chouricas as mais frescas do mercado a 800
rs a libra.
ria, Pec-nic, Fance, Machinee outras mili-
tas a l,3ooe 1 4oo rs.
Polvos chegados ltimamente lo Porlo a 32o
rs. a libra.
dem em latas granees a 2,000 rs. a lata.
Ralachinha de Craknel em latas de 5 libras
bruto a 4.000 rs.
dem ingle/as em barricas a mais nova do
mercado a 2,500 rs. a barrica e 2io rs. a
libra.
Cartees com Lolas francezas proprios para
mimos ou para anjos que vo as procis-
ses a 600 rs. cada um.
Peras seecas as mais novas do mercado a loo
rs. a libra.
Figos de comadre em latas de 4 e 8 libras
lacradas hermticamente a l,4oo e 2,2oo
rs. a lata.
Idmi em caixinhas de 8 libras a 1,800, e
24o rs. a libra.
Nozes muito novas a 140 rs. a libra, e 4,000
rs. a armha.
Amendoas confeitadas a 9O0 rs. a libra.
dem de casca mole a 32o rs.
Vinhos engarrafados no Porte 8 Lisboa das
seguintes mareas: duque, genuino, velho
Secco especial, lagrimas doces, vinho es-
pecial D. PedN V, nctar superior de
roba e26o rs. a iibra.
Arroz do Maranhao a loors. a libra, 3,ooo rs.
a arroba.
dem da India muito superior a 2,9oo rs. a
arroba, e loo rs. a libra.
dem mais baixo redondo a 2,6oo rs. a libra.
dem da India comprido a 2,4oo rs. a arro-
ba, e 80 rs. a libra.
Vellas de carnauba do Ara aty a 9,5oo rs. ar-
roba, e S'io rs. a libra.
dem de sebo muito dura li tgindo esparmace-
te 36o rs. a libra.
dem de esparmacete a 54) rs. a libra, c em
caixa a 52e rs.
Papel o melhor que se pode desejar para es
Srs. empregados pblicos a 5,ooo rs. a res-
ma, j se venden por 7.000 rs.
dem ahnaco pauladoe liso 13,ooors. a resma.
dem de peso pautada e liso a 3,ooo rs. a
resma.
dem a zul de botica 011 fugueteiroa 2,2oo rs.
a resma.
dem embrulho de 1.2oo a 1. 4oo rs. a resma.
Ameixas francezas em latos del i libra a
I.-Jimi e 800 rs. a libra.
Idt 111 em Irascos de 3 libras a 2,5oo rs., s o
frasco valle 1,000 rs. tambem temos em
frascos para l,'*oi. rs.
Ideiu francez retinado a 800 rs. a garrafa. Genebra de laranja em frascos grandes a
1n;i:, duque do Porto de 1934, vinho do Conservas inglezas a 7oo rs. o frasco.
Porto, velho superior, madeira secca. Por-1 Molhns inglezes a 8oo l.ooo rs. o frasco.
Ervilhas francezas epurluguezas a 64o n. a
lata.
Bocetas eom doces seceos de Lisboa de too
a 3,5oo rs. cada urna.
Toucinho deLisboa a 3oo rs. a libra, e a
0,ooo js. a arroba.
Nozes muito novas a 16o rs. a libra e 4,800
l.ooo rs. o frasco.
Serveja das mais acreditadas marcas de
5,5oo a 6,5oo a duzia e de mais a 5oo rs.
a garrafa,
dem em botijas e meias, sendo preta da
muito cruditada marca T de 6,5oo a 7,8oo
rs. a duzia.
to superior I. Luiz I, e outras muitas
marcas, em caixa de una duzia a 10,000 e
9oo rs. a garrafa.
dem branco de uva pura a 64o rs. a garra-
fa e 4,ooo a caada.
MoMarda preparada em potes inuikMiova a
2oo rs.
Lates com 2 a 4 libras de caj secco o mais
bem arraigado possive. a 1,800 e 2,8oo
rs. a lata.
rs. a arroba. | Ceblas em molhos grandes a 800 o molho
Caf de 1.*, 2.a e 3.* qualidade de 26o, Jooi (140 o cento, e, a C,5oo rs. a caixa
e 36o rs. alibra, doCear de7,8oo, 8,6x>, Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
e 9.200 rs. a arroba do melhor. Farinha do Maranhao a 14o rs. a libra.
Arroz da India, Java eMaranho de 2,8o) a Tijolo para limpar facas a 16o rs. cada um.
3,ooo a arroba, e de 80 a loo rs. a libra. Cominho a 4oo rs. a libra.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e oo Erva doce alibra.
a libra, ha caixas meias e quartos. jCamilla a l.ooo rs. a libra.
Sevadinha de Franca a 24o rs. a libra. Batatas a 1,000 rs. o gigo com 32 libras liqui-
Sag muito novo a 28o rs. a fibra. das e 3,000 rs. a caixa de duas arrobas.
FARINHA FONTANA.
Familia la mnito acre lila a marca
fontao csembaica-la hoje, vndese
l!>r preco mais conimod to que m
qu;lqu?r outra parte : na na da Ciuz
11. 4 rasa de R. 0. Bieber k C. soccs-
sore.
l.iivas de pellica.-
Chegaram para a toja d'aguia branca, ras do
Qacimadc.n. 8.
Venda deumahypothexa.
Os liquidalarios da massa fallida de
Jos Antonio Itasto vendem a hypothe-
ca que tem nos en^enhos RfrtltwefM
e ('ajaluiss no 'crino de Scrinhem ni
valor de 31:&35$911 rs.; lialar as
casas a ra do Trapiche n. 34.
WBSKW&B.
Ilraiito rm 1 taca.
Vende-se em Utai do 8 libras o melhor qut po-
do btver lKi rs. a libra, a dinheiro : na ra
larga do Hosario n. 3't.
w\\\m
farinha de mandioca em sacros de dons nlqnni ts,
)>')r 11 < ) cunmo.lo: na na do Amorim n, 41,
arinazi-iii .! Manonl t-'crnand's da llo^ta & (',.
- Vr,i: m-$ i ce.!-; di ra do Socego ns. 28
e 30 : a tratar ua rua do Sobo n. oi.
1IIKMSBIIV
Vendein-se Intrrlscom cal des-
l:i procedencia, em pedra. chega-
da hoje, e nuica ova. qne lia no
mercado, ua rua do Trapichen.
13, armazem de Manoel Teixel-
ra Basto. ________^________^
Cal de ILisboa e potass da
Rnssla.
Vende-se na rua da Q|iia do Reeife n. 26, para
onde se mudou o amigle acreditado deposito da
mesma rua n. 12, ambos os gneros sao novos e
legtimos, e se vendem a preco mais barato do que
utra qualquer^parte.
dem superior a 5oo rs, a garrafa e 3,2oors. Serveja Bon, Tenente verdadeira a 6.800 rs.
a caada.
dem em pipa Porto, Lislioa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a nada
e Sun rs, a garrafa.
klcm de marcas pouco conhecidas a 4oo rs.
a garrafa e 3.ooo rs. a caada.
Especial vinho Livradio sem a mais pequea
coinposicao a 5CU a garrafa e 4,000 rs. a
caada.
lomada a 200 rs. a duzia, aovada muito no-
va a 80 rs. a libra, e 2.5oo a arroda.
(Jarrafes com i i garrafas de vinho supe-
riwr a 2,5oo rs. com o garrafao.
dem com 4 ditas de venagre a 1,00o rs. o
garrafao.
Vinagre PlUt em ancoretas de 9 caadas a
15,000 rs. com aancorela
dem em pipa puro sem o batism.? a 2oo rs.
a garrafa e i,4o0 rs. a caada.
Caixas com 1 duzia da garrafas de vinho Bor-
deaux fa/.enda muito especial a (,80o rs.
a caixa e Too rs. a garrafa.
Licores Irance/.es e porttijjuezes das sogoin-
a duzia.
dem de outras marcas preta e branca a 5.5oo
e G,ooo rs. a duzia iutei as.
Vassonras de piassava com 2 arcos de ferro
viudas do Porto a 32o rs.
Cebollas muito novas a 800 rs. o molho e 5oo
rs. 0 cento.
Chocolate portiiguez hesptmhol e francez de
800 a I.ooo rs. a libra.
Geoebra de Holtondaem frasqneirae a 6,000
e 56o rs. o frasco.
Idi'in embotijas a loo rs.
dem em garrafbes de l i garrafas a 5,2oo rs.
Palitos do gaz a i,2oo rs. a orOU e 2o rs. a
caixa.
dem de dentes lixados e.n macos grandes
com 2o rs o macinhos a 12o rs. o masso.
Cominhos muito novos a 32o rs. a libra e
10,000 a arroba.
Sag muito novo a 2o r?. a libra.
Cevadinha dt Franca a lo rs. a lihra.
rs. a caada.
AMENDOAS DE CASCA
as mais novas do mercado a 240 rs. a libra.
FARINHA DE ARARL'TA
verdadeira e muito nova a 400 rs. a libra e
10,000 rs. a arroba.
ERVA DOCE
muito nova a 300 rs. a libra e 9,000 rs. a
arroba.
COMINHOS
os mais novos e mais superiores a 400 rs. a
libra.
NOZES
muito novas a 160 a libra e 5,000 rs. a ar-
roba.
SAG
o melfior que pode haver neste genero a
2*0 rs. a libra.
MASSA DE TOMATE
em latinhas de 1 libra por 600 rs. a lata.
SABO MASSA
nfte genero ha sempre um grande sorti-
mento variando o preco de 120 a 240 rs.
por libra.
Existe alm d"estes gneros, um explendido sortimento de pbosphoros, fumo, al-
pista. peras em calda e seecas. figos, copos finos para agua, massas para sopa, azeite, ca-
nella, pimenta, velas de carnauba, banha de porco, papel, e outros rauitos gneros, de es-
tiva, que toilos serao vendidos por mdicos procos.
Tendo o proprietario dos armazens do progressista deliberado nao concordar
com a liga da Uniio Commercial, Clarim, Allianea, etc., etc., etc., declara que s con-
corda em alliar-se aos seus freguezes, fazendo com estes urna liga de nteresses recprocos'
teado os seus alijados a faculdade de comprarem por preros muito em conta o bom fiam-
bre, o formidavel queijo e a siborosa bolachinha de soda, que fazem urna boa allianea
coma superior champanhe e o porto fino, nicos que sabem imitar a unio destes ar-
mazens com os seus concurrentes. Vinde, senhores, a >s armazens, aonde podis d'en-
tre um muito explendido sortimento de saborosos alimentos, escolherdes os que mais
vos apetecer, certos de que nunca tereis oceasio de arrepender-vos de gastar o vosso
dinheiro nestes estabelecimentos.
mKmmmmmmmtmmmmmtmmm
AURORA BRILHAN1E
LARGO DA SANTA CRUZ N. 84.
O proprielario do grande armazem de molhados denominado fAnrnra Bnllianle, araba de 2
rednzit o preco dos seus gneros, pregos estes que muito bao de agradar aos senhores com- Mi
pradures. S
em
Milho alpista a 14o rs.
arroha.
a lihra e 4.*oo rs.
es marcas reme de violetas, gerofles, ro-!Gomma a8ore a lihra e 2,4oo arroba.
sa, albiiito vespeiro, amor perfoito, amen- Peixes em latas a I.ooo rs. a lata j prompto
dua amarga, percicot. de Turin, Botofim, ^ a comer-so:
morangos. Iimio. cale, laranja, cidra, giu- Farello de Lisboa marca N. e Hiato saceos
ja, canella, cravo. rlela pimenta a l.oooa grandes a 'i.ooo rs.
ATTMAO
Vende-w para mais de cento e ottenta mi-
Ibelros da lelha O tijolo* de. alvenana Iwlidn, la-
di'ilho e i:\paniento -, no becco das Btrreiras olaria
n. 15, acharao os pretendenles muito baralo em
eonscquenclada melhor qualidade da obra miej Veniem-se saceos mmto grandes enm milho
pode appareeiT. para ver ajiistarpnriemdlriL'ir-se mnilo novo, o melhor qae lw io mercado, por pre-
i na Nova n. 10, armazem de looa, oa na mes- m commodo, cada saceo da dons dos de llaman-
ma olaria rom o socio e administrador Zacharias guape: a tratar na traniebe alfandegado 6v Ga-
dos Santos llanos. i millo hemos, rua do Trapicho
Manteiga ingleza flor a 720 c .
Dita haraborgueza muito nova a
Dita franceza a 5W e 360 rs. e
barris a......
Queijos do reino novos a 2300 e .
Presuntos novos de Lamego, libra a .
Chouricas do reino novas, libra a
Kspermacete muito lino a 7iO. 040 e .
Velas de carnauba arroba 105 e libra
300 e.......
Cha hysson muito superior a 3480Q a
Dito perola a
Dito miudinho a 23S00 c
Dito prelo muito superior a 14800, e
Latas com bolachinha de soda de 5
libras a......
Ditas com bncoilos de varias qualida-
des.......
Doce de goiaba e banana lino a 400.
500 caiiio) e .
Mai nielada nova dos melhores auto-
res, libra a Mi a ....
Latas com peixe savel, eapuxo. fanno.
congro, salmonte o outros muitos
bem preparados a ...
Sardinhas de Nautes, latas a .
Fraseos rom genebra de Hollanda da
verdadeira, a ."00 8 Iras nielras a
(larrafoeseom geichrade US garrafas a
Frascos com genebra de laranja a .
Vinhos da Figueira e Lisboa, a 400,
SOO e...........
Di lo do Porto fino a 640, 720 e .
Dito branco proprio para niasa a .
Serveja do boas mareas a 500 rs. a
garrafa e a duzia a.....
Cognac verdadeiro, a garrafa pOB<
Vinhos f)nog engarrafados no Porto, a
garrafa por 15, i200 e .
800 Dito musealel e Setubal a 800 e 15*0(4
SOI) Licores linos a 800, 15000 e 150
Caixinhas com ameixas muito enfei-
tadas a 15600 e......
Latinhas eom ditas a 15500, 25 e
Ditas eom figos de comadre novos a
15500e.......2*000
Ditas com ervilhas francezas e portu-
guezas a .......
Di las eom oslras a.....
Ditas eom massa de tomates .
Oilas rom fructas de Portugal a 560 e
Azeitonas de Elvas em fraseos a
Frascos com conservas a 750 e .
Ditos com mostarda franceza a .
Magos com 20 macinhos de palitos de
dentes a......, .
lijlos de limpar a.....
Aramia verdadeira vinda de encom-
menda, a libra a .
Gomma do engommar a 25400 a ar-
roba c a libra a 100 e
Tapioca muito nova, a libra a 140 e
Ervilhas se vas agrio de hico, a libra
Massas para sopa, luacarrfio, talharim
e letria, a libra.....480
Dit.s brancas, vindas de Lisboa, a 320
Pevide, estrellinhas e rodirihas a 480
Caf de primeira s.rte, a lihra a 280 e 120
Sal.o veril ideiro iMmniwi, a libra 400
Dito massa a 160, 200, 240 o 280
Alpista a 45800 a arroba e alibra 160
Painco a 55 a arroba e a libra 200
Ahndoas de casca mole a 360 e dura 240
Azeite doce refinado, a garrafa a 800e 15000
Molhos com mais de 100 ceblas a. 15000
Castauhas novas, a libra .... 160
lg>0O0 Xozes, a libra......200
e
520
35000
480
640
600
320
25700
24500
35000
25250
35000
15400
640
720
15000
320
5130 i
85000
15000
Mg
800
640
5J850
1.301111
25000
35800
640
720
000
640
800
800
500
200
140
500
80
160
160
Assim muitos outros gneros que demw de se mencionar, ludo da melhor qualidade
por presos muit cominodos.

1
1 {$zmwmmmm


Diarlo de Peraauahueo ((liara fclra de Marco de iH9i.
V,


ALLIANQA
CRAIDE ARMAZE9I
DE
MOLHADOS
0 nico que mais vantigeus offerece ao publico.
57 RA DO IMPERADOR 57
DE
Paulo Fcrrelra da Silva.
0 proprietario deste grande estabel cimento de molhados, recebe por todos os
vapores e navios os inelliores gneros qM vera ao mercado, os quaes vende em seu ar-
mazem pelos mais resumidos presos.
Tendo chegado potoco da Europa, aonde deixou pessoas encarregadas para a es-
colha de seus genros, tem a lionra de aimunciar ao respeitawl publico, que ninguem co-
mo elle pode vender to barato e por to resumidos precos; servindo como costumaaos
seus freguezes com os melhores generes qu<) se pode desejar.
ATTENCSO.
Quereiulo o proprietario deste to til estabelecimento a concurrencia da boa
freguezia, lem deliberado vender sempre por monos do que outro qualquer, garantindo
aos seus freguezes todo e qualquer genero sabido de scu acreditado armazem.
Manteiga ingleza a mais nova c fina chegada ; Velas estearinas a SGo rs. a libra e em caixa
neste ultimo vapor a 800 rs. a libra e de 8 I a 54o rs.
libra para cima lera abatimento. dem de carnauba pura e refinada a 360 rs.
dem franceza a melhor e mais superior de a libra e 10,ooo a arroba.
nosso mercado a 56o rs. a libra e 52o ere (dem de composico emmacadas a 32o rs.
barril ou meios. o maco e 9,ooo rs. a arroba.
Baulia de poico refinada e muito alva a 44c Massa de tomate em latas a tioo rs. a libra.
rs. a libra, eem barril a 4oo rs. i Doce em calda das mais especiaos frutas da
Cbi hysson o melbor neste genero especia Europa a 600 rs. a lata.
enconuneuda do proprietario a 2,7oors. a .Ostras em latas muito bem preparadas a
libra. 1,000 rs.
dem idem menos superior eque em outras1 Peras seccas muito novas a 5oo rs. a libra.
casas se vende a 2,6oo rs., insta neste ar-jMassas para sopa cstrellinlia muito novaem
mazem 2,2oo rs. a libra. caixas de 8 libras a 3,ooo e 5oo rs. a libra.
dem uxim o melhor pie poda' baver neste dem talbarim, macarro e aletria a 4oo rs.
genero a 2,6oo rs. a libra, garante- se a qua- dem macarro um pouco mais baixo a 24o
lidade. rs. a libra.
I em pelo muito especial a 2,000 rs. a li- Sevadinha muito nova de Franca a 2oo rs. a
bra, e mais baixo, |>orem muito sufrivel a: libra.
4,2oo rs. a libra, vende-se por estes pre- Sag o melhor que possivel a 24o rs. a
eos em razao de nestes ltimos navios ter- libra.
se recabado grande ]X>rc3o deste geneit, Farinba do Maranho a melhor que presen-
a deferenca de preco he de 600 a 800 rs* temente tem vindo ao nosso mercado a
a libra do que se vende en outra qualquer 14o rs. a libra.
parte. : Gomma do Aracaty moitissimo alva a 80 rs.
dem do rio em latas de 1 at 6 libra a l,4oo! a libra.
rs. a libra, ueste genero o nelhor pos- Farioha de araruta verdadeira a 32o rs. a
sivel. libra.
Biscoitos inglezes em latas com differentes Licores muito finos de Bordeaux e toda as
qualidades como sejSo crakiii-l, victoria. marcas que ha neste genero a 800, i,ooo
pie iiie. Mida,captaim. sced, escome e ou-1 e l,2oo rs. a garrafa.
tras muitis marcas a 1,35o rs. a lata. Phosforos do gaz a 2oo rs.
m mmm
Duarte & C, vendein em seas armazens Uniao e Cemmercio e lar-
go do Carmo n. 9, armazem progressivo, os seguintes gneros de: embarca-
dos ltimamente.
Bolaxinha de soda em latas grandes a 2.000
rs. cada urna.
F got em caixinhas hermiticamente lacradas
e muito proprios para mimo a i,600 e
2,6oo rs. cada urna.
le! ;iu em caixinhas de 8 libras a 2,ooo rs. ca-
da urna.
a duzia e 2,2oo
rs. a groza-
Bolaxinha americana em barrica a 3,000 rs.,
e em libra a ioo rs.
Tijelopara limpar facas a 12o rs. cada um.
Vassouras de piassaba com dous arcos de
ferro prendendo o cabo a 32o rs. cada
nina.
Panas muito novas a 8,000 rs. a caixa e 48o Estovas de piassaba proprias para esfregar
rs. a libra. | casa a 32o rs.
Auicixa francezas em latas de libra e meia e Sardinhas de Nantes muito novas a 32o
I libra a l,2oo 2,ooo e 800 rs. a libra.
Cikinhas com ricas estampas a l,4oo rs.
cada urna, frascos de'vidro com rol ha do
niesmo, conteado libra e meia de ameixas.
Cliampagne da marca mais superior que tem Ervilhas portuguezas e francezas j prepa-
radas a o o 72o rs. a lata.
rs.
a lata.
Peixe em lata muito bem preparado sawl.
corvina pescada e outros a l.ooo rs. a
Tala.
vino) io nosso mercado a IS.ooe rs. o gi-
Ko, e l,8oo rs. a garrafa, garante-s a su-
perior qualidade.
Vinlio Bordeaux las melhores qualidades que
se pode desejar a 7,ooo e 7,5oo rs. a cai-
xa e 64o rs. a garrafa.
C xas com Vinho do Porto superior de 9,ooo
e 10,000 rs. a duzia, e 9oo e l.ooo rs. a
irirrafa, ueste generoh grande porcfioede
dille:entes mareas muito acreditadas que
j se vendero por 14,000 15,000 rs. a cai-
xa eoino se'ja. Buque do Porto, lagrimas
do Douro, D. Lui/., Crabos, Madeira sec-
0 > Nctar ; Genuino c malvasio fino e ou-
tras como Cberry e Madeira para 12,ooo e
13,0(Xrs. a caixa.
Vinho de papa Porto, Lisboa, Figueira, a 4oo,
48o, c 56o rs. a garrafa, 3,ooo 3,2oo c
3,5oo rs. a caada,
dem bianco o melhor ueste genero vindo de
encommenda a 600 rs. a garrafa, e 4,5oo
rs, a caada.
11 do Porto em barril muito especial a
64o es. a garrafa, e 5,ooo rs. a caada.
Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e
1 ,#00 rs. araada.
dem em garraoes com garrafa.
A/i'ii.' doce de Lisboa superior qualidadc a
6to rs. a garrafa e 4,800 rs. a caada.
Battatas em (figos de trinta a trinta e tantas li-
bra 800 re. o gigo e 4o rs. a libra.
Geaebra de Hollanda a inais superior a 6,000
rs. a frasqueira e 56o rs. o frasco.
dem em garrames com 25 garrafas a 8,000
rs.
Serveja das melhores marcas de 5,ooo a
*i,."ioo a duzia e 5oo rs. a garrafa.
Cogna superior a 800 e 1,000rs. agarrafa,
e emcaaater abatimento.
Marmullada imperial dos melhores e mais
afamadoseoocerveros de Lisboa em latas
de libra e de libra e meia e duas libras a
600 rs.
Coacervas inglesas em frascos grandes a
75o rs. eada um.
Mein franceza de todas as qualidades de
ligones e fruto a 5oo rs.
MosUrda francezas em potes preparada a
4oo rs.
Palitos para denles 12o rs. o maco.
dem Usados muito lino 14o rs.
Caf lavado de piimeira surte a 3oo rs. a
libra, e 8,5oo a arroba,
dem do Rio muito bom a 28o a libra e
8,000 rs. a arroba.
Arroz do Maranho a loo e 120 rs. a libra,
dem de Java a loo rs. a libra.
Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra.
Avcles muito novas a 2oo rs. a libra.
Nozes muito novas a 2oo rs. a libra.
Cl intuirs e paios a 7oo rs. a libra.
Toueinho de Lisboa a 320 rs. a libra ou a
8,5oo rs. a arroba
Presuntos de lamego de superior quadade
chegados neste ultimo vapor a 48o rs. a
libia.
Alpista muito novo e limpo a 16o rs. a li-
bra e 4,6oo a arroba.
Painco muito novo a 18o a libra e 5.ooors.
a arroba.
Sabo maca, amarello e eastanbo a 22o e
24o rs. a libra,
dem mais baixo um pouco a I60, 180e2oo
rs. a libra.
Castanbas pelladas a 24o rs. a libra.
Chocolate francez de piimeira quadade a
I,2oo rs. a libra.
dem de Santa muito superior e medicinal a
l,3oo rs.
Copos lapidados proprios para agua a 5,ooo
rs. a duzia, que em outra qualquer parte
i 7 e 8,000 rs.
Chai-utos dos melhores e mais afamados fa-
bricantes de S. Flix e do Rio de Janeiro
de l,5oo a 0,000 a caixa.
Cebollas novas a 800 rs. os molhos grandes
e 7oo rs. o cento.
Doce de goiaba a 64o rs. o caixo.
Lentilliasexci'llente legumc para sopaegui-
zado a 24o rs. a libra.
Ervilhas seccas j descascadas a 2oo rs. ai
libra.
Pimenta do reino muito nova a 36o rs. a
libra.
Cominhos e erva doce a 32o e 4oo rs. ali-!
bra.
Ciavo da India a 600 rs. a libra.
Canda muito nova a l.ooo rs. a libra.
Alfazema a 2oo rs. a libra e 6,000 rs. a ar-
roba.
Graixa a loo rs. a lata e I,loo rs.a duzia

Verdadeiro vinho collares em ancore-
n-tas de 9 caadas a 50,000 e 800
rs. a garrafa.
Farello de Lisboa marca N ou Biato
ligo a > a sacca.
Vinagre P R II, em ancoretas de 9 ca-
adas a 18,000 e 2,000 rs. a ca-
ada.
Passas era caixas, meias e quartas a
8,000 4.000 e 2,000, a 480 a libra.
Peras seceos em caixas de quatro li-
bras o melhor que se pode desejar
a 2,500, e 640 rs. a libra.
Caixinhas de 4 libras e 2 com ameixas
a 1.500 e 2,500 rs. a caixinha.
Chocolate portuguez, o melhor que
pode haver de bom neste genero a
1,000 rs. a libra.
Marmelada propiamente dito de mar-
mello, a 640 rs. a lata e em caixas
de 100 latas a 600 rs.
; (a de tomates a mais nova que se
pode desejar a 640 rs. a lata e em
caixa de 100 libras a 600 rs.
Ervilha portugueza a 700 rs. a lata,
e em caixa de 100 libras a 640 rs.
Passas corintbias para pudim a 640
rs, a libras, e 400 rs. comprando de
arroba para cima.
Queijos londrinos muito frseos a 800
rs. a libra c sendo inteiro a 650 rs.
Sebollas em caixas as mais ovas do
mercado a 6,500 rs. a caixa, a 800
rs. o molho, e a 640 rs. o cento.
Batatas em caixas de 2 arrojas muito
novas e grandes a 2.400 rs. a caixa.
Sextinhas com figos proprias para mi-
mos de criancas a 60 rs. cada urna
e comprando em duzia ter grande
abatimento.
Erva doce muito novas a 50C rs. a li-
bra, e comprando em arroba a
10,000 rs.
Cominhos muito noves a 40C rs, a li-
bra e 10,002 a arroba.
Licores portuguezes das marcas mais
acreditadas de Lisboa a 1,000 a gar-
rafa e 10 a 12,000 a duzia, as quali-
dades sao as seguintes : creme de
violetas, geroflez, rosa, abshtho, ves-
peiro, amor perfeito, amendoa amar-
ga, percicot deturin. botein, moran-
gos. limo, caf, laranja, cidra, gin-
ga, canella, cravo, ortela. pimenta
e outros muitos de qualidates menos fe
superior que sero vendidos por pre- &l
eos em relacSo as suas qualida-
des.
Os proprietarios afiancam que estes gneros sao muito hovs e ludo
deprimeira quadade, tudo isto se vende nicamente no armazem Unioe
Commercio na ra do Queimado n. 7, e largo do Carmo n. 9 arma .em pro-
gressivo.
Queijos
do alemtejo, das ilhas e flamengos, todos chegados neste ultimo vapor, a
2,500 os flamengos e 800 ris a libra do alemtejo e das ilhas, 1 nicamen-
te no armazem Uniao e Commercio, ra do Queimodo n. 7 e largo do Car-
mo armazem progressivo.
^S6li ><|lf| M*$f$ 1PSSS SfSt^ISS^
Toja DO BEIJA FLOR. '
por mm de \m por uento.
N
CONSERVATIVO
DE
JOAQUIM SI flAO DOS SAUTOS
23Largo do Terco-23.
O proprietario deste armazem de molhados vende os seus ja bem conheeidos gneros de pri-
nieira quadade por menos de dez por cenlo do que em outra qualquer parte, garanlindo-^e a supe-
ritar quadade.
\ao se diz o preco
Vinho das melhores marcas.
Manteiga ingleza llor.
dem franceza.
Bauha de porco refinada.
Vellas de spermacete.
dem de carnauba.
Caf bom do Rio.
dem superior do Cear.
Toueinho de Lisboa.
Cha de diversas qualidades.
Queijos novos do vapor.
Milho alpista limpo.
Gomma de eni;ommar alva.
pata nao espantar.
Sabo de diversas qualidades.
Chooricas muito novas.
Arroz de diversos precos.
Serveja das melhores marcas.
Sardinhas de Nantes novas,
fienebra de laranja superior,
dem do Hollanda marca Gallo.
Phosphoros do gaz.
liolaclniha ingleza em barricas.
Passas muito novas.
Figos de primeira quadade.
BNcoutos e bolachinhas de soda.
Charutos de diversas qualidades
Alm dos gneros annunciados existem outros muitos que enfadonho raenciona-los, a diuhei-
ro contado.
AAUJU BRAMA
GRANULOS e XAROPE
D'HYDROCOTYLE ASITICA
de J. LEPINE
Enfeites conservadores para seuhoras.
PAPEL ItXGLEZ
Una do Queimado numero G3.
C.ravaiiiilias para sentara.
Vendem-se gravatinhas de^diversos gostos mais
modernos a 720 e 800 rs. : na ra do Queimado,
toja do beija-flor n. 63.
Fitas para debrum de resudes.
Yendem-se titas para debrum de vestido de linho
com 12 varas a 400 rs. a peca : na ra do Quei-
mado, loja do beija-flor n. 63.
Pentcs traressos.
Vendem-se pentes travessos de caracol na
frente de borracha a 500 rs.: na ra do Queiina
do, loja do bfija-flor n. 63.
Papel lieira delirada.
Vende-se papel beira dourada a i200 e 1J300,
dito de cor de beira dourada a 15100 : na ra do
Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Antelates.
Vendem-se anvelopes de diversas qualidades
branco a 800 rs. e de cor a 640 rs., para cartas de
visita a 400 rs., preto a 720 rs. : na loja do heija-
llor na ra do Queimado n. 63.
tullas de aljfar.
Tendo recebido voltas de aljfar com cruzes de
pedra imitando a brilbantc vende-se a 1,5 cada
Grande pechincha
com toque de a varia ua loja c
armazem da Arara ra da liu-
peratriz 11. 5U de i. ourenco P.
M. CJulmares.
Vende-se com toque de varia.
Vende-se madapolo inglez i om pequeo to-
que de avaria por 6500 7# e 8t, algodaozinho a
4*500 e 5*. cambraias lisas fina- a 35 e 34500 :
na ra da lmperatriz k>ja da Arara n. 56.
Vende-se fazendas limpas baratissituas.
Vende-se cuitas linas cores esc jras a 240 e 280
rs. o covado. dilas francezas linus cures fixas a
" 320, 360 e 400 rs. o covado, gorguro de linho pa-1
ra vestidos de senhora a 280 o covado, riscado
francez para vestido a 280 o covndo : na loja da
Arara ruada lmperatriz n. 56. sendo de tartaruga, massa e dourados; agora, pois,
Fazendas proprias para senlioras e meninas. dirigirem-se com dinheiro ra do Queimado,
Vende-se gollinhas com botaozinho para senhora toja d'agnia branca n. 8, antes que se acabem.
e meninas a 200e320 rs., manjuitos de fil el E\l i ;" iWll
rRANliOiS
recebeu:
Sapatinhos de selim tranco bordados paia bap-
tisados.
Meias de seda branca para o mesmo tira.
paaUd,i.oK,B,aSCdelt'adaS l0UqUD"aS enfeiladas as expeneocias feilas na India, e em
PuJseiras e voltas de contas brancas para senho- FrariC3, resulta que as affecfoes da pelle, e
ras e meninas. \ todas as que resultam d'um vicio orgnico
iarFluTMranca Preta de borracha' cora diversas, s30 promptamente curadas por este novo
8 Trinwims de borracha sonidos em cores. medicamento. Segundo um relatorio feito
Traneinha preta de lia, e outras trancinhas de |Da academia imperial de medicina de Pars,
la^de posto novo e mui bonitas para enfeites. i elle fot julgado til e eficaz nao smenle
; as affecces leprosas e em algumas outras
'molestias da pelle rebeldes, mas tambem
J as escrfulas e a syphilis. E enfim, al-
almaeo e de peso. guns praticos distinctos, e especialmente os
Alemdo grande sortimeato de papel greve e ou- Srs. Devergie, Cazenave e Hillairet, medi-
tras muitas qualidades, que constantemente se ees do hospital de San Lui/, de Pars af-
acham na loja d aguia branca, faz-se notave pela f(w.|,fins ,n iP,i,mni. a, i
supenoridade de quadade o papel inglez almasso ec,ados ao tratamento das molestias cu-
e de peso, que acaba de chegar para a dita loja ; taneas, empregaram as preparadles d'Hy-
um e outro sao mui encorpados e de um assetina- drocotjie com um notavel successn contra
do lustroso e macio que na verdadei odos agr- 'os eczemas, o pieriasis, o immtico e as di-
s^rsScKis.a ff^wa: "y** -kmr.w. as af-
mesnu quadade e de tamanho pequeo, em cai- teccoes syphllecticas recentes Ou antigs,
xinhas de 100 folhas, tanto liso como beira doura- i a lepra, as ulceras, escrofulosas e oulras,
da, costando este 25, e aquelle 1*200 a caixinha. 0S rheumatismos ebronicos etc.
Ja veem pois os apreciadores do bom papel que, n..;,. -i M n._ r> o
dirigindo se munidos de dinheiro sero beJ serv-' Deposito geral em Pars: h. Founner
dos: na ra do Queimado, loja d"aguia branca i Latielonye, pnarmaceuticos, roa Bou rfoon-
numero8. iVilleneuve, 19.
Em Pernambuco deposito geral : na casa
de Caors cr Barbosa, ra de Cruz n. 22.
de concha. ;--------
Chegaram novos e bonitos pentes de concha,' jOttCCl
WOVOS PESTES
cambraia enfeitados a 300 rs., manguitos e gollas
para senhora alie 1*280, can iaudMS bordadas
para senhora a 2*, diUs bordadas no colarinbo e
punhos e grvalas muito tinas a 450 e 5 : s
a Arara ra da lmperatriz n. 56.
Principia a Arara tender as colchas.
Vende-se colchas avelludadas iara cama a 8*,
e armazem de
drogas
Ra do Cahug n. II.
na
urna : na ra do Queimado loja do beija-flor n. 63.' ditas de linho aleochoadas a 55, ditas de fustao a
Camisas de meias. :, ditas de damasco a 45, dius de chita a 25 :
na loja da Arara ra da Imperan 1. n. 36.
Arara vende Mi a 210 rs.
Vende-se cassas francezas lina; a 240 e 280 o
covado, organdys linos a 240, 280 e 220 o covado:
na ra da Imperairiz n. 56 loja da Arara.
Arara vende lazinhas para vesiido a 210 rs. o
tetado.
Vende-se lazinhas para vestidos de senhora a
210, 280, 320, 400 e 500 rs. o covado, casemiras
lisas proprias para capas de sei hora a 15800 o
covado : na Arara ra da lmperatriz n. 56.
Arara vende cortes de easemira preta a 3$.
Vende-se cortes de easemira preta para cairas a
35, 35500, 45e 55 : na loja da Arara n. 56.
Grande sorlimeiito de fazendas pr "las para a qua-
resma.
Sedas, grosdenaple, pannos fines e casemiras.
Vende-se grosdenaple preto p: ra vestidos boa
fazenda a 15400, 15600, 25, 25430, 25600 e 35 o
covado, sarja bespaoboU de seda, panno lino prelo
a 15000, 25, 25500, 35 e 45 o covado. muito su-
! perior casemiras preas finas a 25 e 25400 o cova-
a do. merino fino a 25500 e 35, dito de cnrdo a
* 255OO o covado : na ra da Imp .'ratriz 11. 30.
Arara vende fustao a i 00 rs.
Vende-se fustao de cores para roupa de menino?.
calas e patelots a 500 rs. o covalo, pan(,-a france-
za escora e clara para calcas c naletots a 440 rs.
Camisas de meias.
Vendem-se camisas de meias muito finas a
15200 e 15300 : na ra do Queimado, toja do bei-
ja-flor n. 63.
Enfeites de fita.
Tondo recebido enfeites de fila prelas e de co-
res mais modernas que se esto usando a 15 cada
um : na ra do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Fila de lia preta para debrum.
Vende-se lila de la preta para debrum com 10
varas a 900 rs. a peca : na loja do beija-flor ra
do Queimado n 63.
Fitas de linho para bordar vestido
Vendem-se filas de linho para bordar vesiido
ou roupinho de meninas com 40 varas a 640 e
800 rs. a peja s quem tem loja do beija-flor
ra do Queimado numero 63.
Roldes de madrcpcrola.
Vendem-se boles de madreperola mais moder-
nos que tem vindo para punhos de senhora a 320
rs. o par : s quem vende por este preco na
ra do Queimado, loja do beija-flor numero 63.
Fila de velludo para bordar vestido.
Vende-se fila de velludo preto com 10 varas
900 rs. a ppca : s quem tem por este preco
loja do beija-flor da ra do Queimado n. 63.
Fita de telludo bordada.
Vende-se fita de velludo preto bordada de di-
versos gostos e mais modernos proprios para qua
com gomma arbica dissolvida : vendem-se
ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
Fivelas com pedrasno*
vo Sor tmenlo.
mero 8.
COPOS COM BA-
do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
mijito boas mm
para senlioras e meniuas.
A aguia branca recebeu mui boas meias france-
zas, de tino tecido c fio redoudo, o que as tornam
de immensa
mesmo
d
Queimado n. 8.
DE
da
Cruz Correia.
n, u.?*? tl'"' 'ja d Wi*"fl0r rua d01 Cyvado: a '"* dalmperairiz O.loja da Arara!
Quemado n.6J. Houpa feiU d, Amra. J
v_a f.- V/V Ycnde-sepalelotsdebiimde(r a25500e-35.
nJ r "nja prcla 22 dlversas.lar-uv'l;Pa ditos de meia easemira a 3*500, ditos melhores a
wifeitar capas ou manteletes os mais lindos pos- 45500 e 65, dilos pretos de panin a 5?, 65 e 85,
les que se pode encontrar : na loja do beija-flor d.tosde easemira fina e debronh.-.oos a 85 e 105,
Loja
5 Kua 4
O
%
'A
P


p-.
S
o-
o

da Baha
e roupa de escravo; tem
Algiide
para saceos de. assucar
para vender Antonio Lhiz de Oliveira Azevedo &
C, no seu eseriptorio rua da Cruz n. 1._________
Vendem-se 5 pares de azas para an-
jos, por preco commodo : na rua da Impe-
iiilriz loja n. 72 A.
Ao n. 29..
Nota loja dos barateiros na rua do Queimado.
Ricas saias de fustao a 55, camisas Inglezas para
senhora a 25, 25500, 35 e 45, coberlas de fustao
brancas a 55, chitas com lustro para coberta com
6 palmos de largura aJjiO o covado, cambraia de
cores para vestido a 32o o covado, lias para vesti-
do a 480, 560 c 640 o covado.
Ao 11. 29.
Nora loja dos barateiros na rua do Queimado.
Tarlalanas de todas as cores, fazenda muito fina
a 720 a vara, cambraia para cortinado, peca de 22
varas, por 105, chales de la |>or 35, 45, 55 c 85,
camisas inglezas para homem a 385,505 e 605.
Ao 29.
Neta loja dos barateiros na rua do Queimado.
Bicos pretos, franjas de todas as qualidades,
trancas de seda, de algodo e de laa, manguitos e
camisinhas bordadas, collarinhos e punhos, folhos
bordados, botoes de velludo, de seda e de fustao
rua do Queimado n. 63.
Facas e garfos.
Vendem-se facas e garfus de balando de 1 bo-
tao a 55*00 a duzia, ditas de 2 botoes a 65400 :
na rua do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Domius.
Vendem-se dminos muito finos a 15200 e
15400 : na loja do beija-flor da rua do Queimado
n. 63.
Visporas.
Vendem-se visporas muito finas a 800 rs. : na
rua do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
ttffiMKH 9M MI SIKKffi
das varas
do Crespo &
Neste estahelecmento vende-se por pre-
cos razoaveis os seguintes artigos alm
dos mais :
Pentes de tartaruga fino gosto -Clo-
tilde e lmperatriz Eugenia a 125.
Cortes de cambraia branco bordado
a 155.
Manteletes de fil preto a 155-
Lias de cores, covado 240 e 400 rs.
dem infestadas a 500 rs.
Vestidos para casamento sendo de
blond e moreantiqne.
Vestidos e capas prelas de bom gosto
proprios para o presente tf mpo de qua-
resma. Alm d'sto lem um completo
sortimento de fazendas linas e grossas,
as quaes se vendem mais em eonla do
que era outra qualquer parte, s avista
dos compradores se justificar.
Kna da Senzulla Aova n. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
ferro coado libra a 110 rs., idem de Lov
Moor libra a 120 rs. _______
AGENCIA
DA
FUNMCAO DE LOW-MQR.
Rua da Senzalla neta n. 42.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos os
tamanhos para ditos.
ditos prelos de alpaca a 35500 e 5, calcas pretas
de easemira a 45500, 55, 65 e 85. dito.- de meia
easemira, ganga e brim a 25 e 2,'>500, ditos finos
a 35500, dilos de brim branco a 35 e 35500, ca-
misas franei'zas a 25, 25500 11 35, seroulas a
15600, ditas de linho a 25 e 255 mi. col leles a 25
e 25500 : na rua da lmperatriz n. 86.
Italoes da Arara a i .
Vende-se bales crinolinas de 20, 30 c 40 arcos
a 35,35500, 45 e 455OO, ditos de madapolo a
35500, ditos de musselina a 45 : s na Arara rua
da lmperatriz n. 56.
Arara vende madapolo frneraa-f.
Vende-se madapolo francez eiTestado .1 45 e
45500, bretanha de linho, h.imburgo de linho para
lences e seroulas a 440, 500 e 640 a vara,, bra-
mante de linho de 10 palmos de largura a 25 a
vara, brim pardo de linho a 800 e 15, dito branco
a 15, 15280 c 15400 a vara : na rua da lmpera-
triz n. 56.
Scdinhas a 500 rs.
Arara vende scdinhas de listrin'ias para vestidos
a 500 rs. o covado, ditas finas a HOO rs., laa a Ma-
ra l'ia com 4 palmos de largo c palmas de se la a
800 rs. o covado : na rua da lmperatriz n. 56.
Arara vende cambraias de caroi inhos a 2Q0.
Vende-se cambraias de carocinlios para vestidos
a 25500 a peca, cortes de cassa fianceza a 25, co-
bertores de pellos a 15 e 15600 na roa da lm-
peratriz n. 50.
Arara tende os cortes de riscados fraurezes a 3.
Vend-se cortes de ri-cados francezes com 14
covados a 35 o corte : na rua da lmperatriz n. 56.
Arara vende os soutcml arques.
Vende-se soutembarques pretos muito ricos, ca-
pas rompridase manteleles de suierior quadade
a 225 e 25-j ; s a Arara rua da lmperatriz nu-
mero 56.
Vendc-se alpaca preta a 50(1 rs. o covado.
Vende-se alpaca preta para ves'idos a 500, 600,
700 e 800 rs., fina de rordao a 80) rs para pal-
tot, princeza preta a 800 e 640 o covado, bombazi-
na preta fina a 15100 o covado, lazinhas preta
para senhora que esto de lulo a 720 o covado :
na rua da lmperatriz n. 56- A lo.ia est aberta at
s 9 horas da noite.
Joaquim Marunho
Vende-se o seguate :
Salsa parrilba de Bristol.
Pastillas assuearadas de Kemp.
Pastilhas vermfugas de Kemp.
Elixir de citro lactato de ferro do Dr. Thermes.
Rob da Lafecteur.
A aguia branca recebeu por esse ultime vapor Xarope depurativo d'odoreto de ferro de Guy.
um novo e bello sortimento das procuradas fivelas Xarope peitoral sedativo de Gus.
com pedras, podendo assim gatfftwr a todos que Pastilhas peitoraes balsmicas de Guy.
dellas precisarem, urna vez que appareea dinhei- Pilulas da vida.
ro : na rua do Queimado, loja d'aguia branca nu- Burel franciscano (mcsclado) para magens.
Injcccso Brow.
Xarope de curato de ferro de Chable.
Pilulas contra sesi s.
Salsa parrilna de Sands.
Extracto fluido de salsa parrilba de Baihs.
A aguia branca acaba de receber os bem conhe- Xarope alcoolieo de vellame.
cidos e apreciados copos com banha, os quaes es-1 Alm destas drogas ha constantemente um coni-
lao sendo distribuidos com aquelles pretendentes pleto sortimento de tintas, verniz, ouro para dou-
qne contribuirem com 25500 i vista : isso na rua rar, preparados rhimicos e pharmaceuticos qae >a-
vendem por commodos precos.______________
AKlitZfli DE HEPOSITO
Rua de Apello numero 19.
Neste novo armazem vendem-se vinho?, licores,
nbo de
boa qua-
modieidade dos
seus pregos o verdadeiro vinho de Bordeux de
pre;o nunca visto.
\ inlio t Bordeut ordinario, n duzia
5,000 rs
Di lo dito, quadade superior, a du-
zia 5,500 rs.
Com a pennisso de se rejeilar se-
__ 1 .'i.-n nu 1 e immensa duracao. poniue muito convim, anda con esneciilidad.-vi
esmo costando 7 e 85,. como se estao vendendo a K"; r o\nmndae aos^egu zesa b
i'1?.if^laVs,a' "alJadaguiabranca. ruad0 lidade de suas mercadorias, e amoJieida
Lazinhas modernas do Pavo.
Vendem-se as mais lindas lazinhas de urna s
cor e com quadrinhos. chegadas pelo ultimo vapor,
peta barato precu de 500 rs. o covado, ditas ateos*
sezas e dilas trausparentes : s na loja do Pavo,
rua da lmperatriz n. 60, de Gama & Silva.
As caifas pelas do Patio.
Vendem-se calcas de easemira preta muito bem nO agradar.
fe.tasa 55, 55500, 6. 7 e85, palelots de.panno Se .li,hai.ll glialmcntc nesle estabelecimento vi-
nho muito superior velho, de todas as qualidades,
preto, saceos, a 75, ditos sobrecasacos a 125,165,
20 e 255, Golletes de easemira preta c de cor a
45500 e 55, calcas de brim de linho pardo e de
cores a 25500 e .'!,>, ditas a 25, dilas de eaxemira
da scosia a 35. ditas de meta rawimira a 55500,
isto para apurar dinheiro : na loja do Pavo, rua
da lmperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Chapeos de sol do Patio.
Vendem se muito bous chapeos de sol de seda
com aspas de balota, pelo barato prego de 6 e 75,
ditos marquezinhas para senhora a 25500, albur
nos de borracha para chuva, tolarinhos de papel :
s na loja do Pavao, rua da lmperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Alyniloziulio rom loque.
Vendem-se pegas de algodaozinho com pequeo ]-------------------------------------------------------
toque de avaria, pelo baratlssimo prego de 4 e 55:! Fugio no dia 3, tendo sido comprada 110 1
na loja do Pavo, rua da lmperatriz n. 60, de Ga- [ do corrente, urna escrava de noiue Joanna, de na-
tanle em pipas como em garrafas, bem como cog-
nac, vermouth, absinthio e todos estes gneros, por
precos mais em conta que em outra qualquer
parte.
Por todos os vapores da Europa costuma rece-
bar igualmente mercadorias ou gneros fres
taes como queijos, salames, conservas, etc. etc.
Vende-se farinha muito superior a sacra a
5*6(i0 : na taberna travessa da rua Bella n. 8,
pela muila porco que lem.
ESCRAVOS FGIDOS.
bandos de cabello, meias de seda, lequcs ; cujos
ertigos se vendem por metade do seu valor por ser Arados americanos e machinas para
para acabar.________________________^^ ]avar roupa. em ^^ de g p johnston c
N. 97
rua da Senzalla Nova n. 42.
Vende-se a verdadeira graxa n. 97: na rua do
Trapiche n. 19, eseriptorio de Eduardo Fenton.
Attcnco.
Vendem-se saceos com milho muito novo a
3520O : na taberna da rua do Sol n. 29.
v\m %h sr\iio-
it t* : non taisTO! 1
iMoiienlique, caitas c soulcmbarqae.
Joaquim Bodjigues Tavares dn Mello acaba de
receber de Pars e de sua propria mcommenda um
completo sortimento de moirentiq ie, capas e sou-
tembarque para senhoras, fazen Ja a melhor que
tem vindo a este mercado, os qua s vende por mui-
to menos proco que em outra qualquer parte : na
roa do Queimado n. :i9, loja de 4 portas.
ma ov Silva.
As casemiras do Pavo.
Vendem se finissimas casemiras enfestadas de
urna s cor e com msela, proprias para capas de
senhoras, roupas para humens e meninos, pelo ba-
rato preco de 35400 o covado : na loja do Pavo,
rua da lmperatriz n. 60, de Gama & Silva.
.As chitas do Pavo.
Vendem-se chitas claras e escuras, pelo barato
preco de 240 e 280 rs., ditas francezas a 300 rs.,
320, 360, 400 e 500 rs. o covado, fustao branco
para roupa de meninos a 400 rs.. ditos de cor a
320, lazinhas escossezas a 400 rs., ditas pretas
para luto a 200 rs. o covado : s na loja do Pavao,
rua da lmperatriz n. 60, de Gama Silva.
Os grosdenaples do Pavo.
Vende-se grosdenaple preto, muito loa fazenda,
a 15600, 15H00, 25,1*800 e 35, sarja preta hes-
panhola a 25, mourantique preto muito superior a
55000 o covado : s na loja do Pavo, rua da lm-
peratriz n. 60.
Para lule vende o pavo.
Vende-se setim da China, sendo una fazenda to-
da de brim sem lustro, com 6 palmos de largura,
cao Angola, idade 40 annos, pouco mais ou menos,
levou um balde de conduzir agua, piulado de azul,
brincos eucarnados a balo, vestido de chita cum
assento branco e pintas encarnadas, chales de cor
escura, e casaveque compridode chita branca com
stras ama/ellas, baixa, amiudada cas fetojfea,
disfarcada, e tem os ps queimados por nu-1 quinte
no engenho onde fo escrava ha annos : na rua lo
Passeio, casa typograplica da porta larga, onde
ser gratificada a pessoa que aprcsenla-Ia.
Aeha-se fgida a escrava Maria do Rosario,
crenla, idade de 50 annos, pouco mais un menos,
baixa e gorda, tem o dedo grande da mao e-nuer-
da de menos por causa de um panarieio, f j escra-
va do senhor de engenho Sant'Anna, tem irmaos
em Santo Amaro de Jaboatao para onde se descon-
lia qne fosse : recommenda-se s autoridades po-
liciaes e capities de campo; e quem a pegar leve-a
rua da Senzalla Velha n. 94._______________
Fugio do sitio da Porta d'Agua do Montcro,
o escravo de nome Caetano, de idade 45 annos,
pouco mais ou menos, tem os dedos das mos e
dos ps torios, usa constantemente de alpergatas :
portanto roga-se as autoridades polieiaes e aos ra-
muito leve, propria para vestidos, capas, e roup; pitaes de campo o especial favor de o aprehender
para homens c meninos, pelo barato prefo de 25200' e conduzi-lo ao seu senbor Victor Lieutier, no re-
e 25500 o covado : na loja do Pavo, rua da Im-' ferido sitio.___________________________
peratrizn. 60, de Cama v Silva.
Chales para lulo tvnde o Pavo. .
Vendem-se chales prelos proprios para luto, ri-' -
camente bordados : s na loja do Pavo,
lmperatriz n. 60, de Cama ,\ Silva.
- Vende.se os terrenos de r larinha ns. 40 e
40 A, sitos na rua do Cap i tumbe : tratar na da
lmperatriz n. 63 segundo andar.
Hegistos
Escravo fgido.
da casa do abaixo assignado, na rua da
ru di ^ruz n- *' n0 oia de- evereiro, o escravo Jacob,
' de naco Mina, maior de 40 annos, cojo escravo
fo do engenho l'baqninha, pertencen'.e ao Sr Ig-
nacio de Barros Wanderley, termo de Sermniam.
O dito escravo soffre muito de frialdade e pr
me-se que est acolitado em casa da amasia, rons-
Registros em grande formato.mpressos em papel I ta ter sido visto no bairro de Santo Antonio, proxi-
de Hollanda, ricamente ornados cora vinhetas, etc.: mo da casa do Sr. Jos Pedro do Reg, na rua das
N. S. da Conceicao, d'Assumpcao, do Terco, das Cruies alio, encorpado, e quando anda arras
Necessidades, da Paz, dos Milagres, S. Uraz, o Se- um pouco a perna, levou vestido caifa de azulo,
nhor Cruxficado, da Boa Sentenfa, que se venera camisa branca e barrete vermelho na cabefa, cos-
na matriz de Sanio Antonio, do SS. Sacramento, e turna faier chapeos, e muito ladino : proteata-ee
ootros nuitos em pequeo formato, de differentes contra quem o acoutar, e roga-se aos teobores ca-
invocafoes, que se trocam em porcao e a retalho,! pitaes de campo a captura do dito escravo, e quera
por mui eommodo preco : na rua o Imperador n.'. o trouxer casa cima indicada, ser rocompen-
15, deronte do convento^ S. Francisco. sado.- Domingos Rodrigues de Andrade.


Diario de Pernamhncft Quarin letra I de Ifctrf de 1444.
<^-> ~ --.
--i
>

LinEttATCRA.
A va crux,

3
spcs nica.
II COI -
i ndadc !
. peral u, i'in -iip
Sangow-la, que assim foi patibalo e altar, paia
.i Je ema: rte i.e
. roino pnarol portentoso. <]ii .ilumi-
na as esxi i Ierra e ensina ao homem linio,
que II r, para a consoetieao de -.-us pro-
seles c ul! rores destinos I
Sau.lamo-la, porque eoi face della e contra el'a
:udoc crio escandio, descoaorto e morte!
A\K Cltl X, SFBS IMIA !
E quena se alevaatt ahi contra a cruz, opa me-
i Ja inielligencia, o atcelo do cor;.-
lo bra<;o ?
philosopntce. turbJibao espantoso de
i unjas, do escolas adversas i incoa-
ntes, do deslruijoes succ.-ssivas.'O ei
phflosopniro acervo de ruinas iulellcctuaes, que
amonta outra; inoracs, maisnocivas anda!
Uu3l inielligencia se pode ah dizer segura c sa-
i i ? Qual corajao nao encenda l a aridez dj
rto. ou os gelos mi polo? Qual brajo pdc
levantar---, que nao destdine era seos mov
ou se nao gele e iminobilise? Ineertezi
OCojii! n ruiacau, dusaliuo na aoca >
o ii :aes sao as consequeccias d'a-
l!as nao sera a cruz acorada tamben) 3o prc-
:estant;sn'. >ricn;il t
Oh i roteslante I O en.-ino de seilas
io i radilocias, como as do ci.sin
ihHosophfrol Oenafno, que pnrtindo deChristc,
nomo, diziam, cl>ega ja negaba)
ic i la afflrmajoes prdicas do paganismo
brutal, que con espanto da hodierna civilisa-
cao se ra I isa no tnritotio de l'tah ? 0 ensine,
i vida p unidnde em un s ponto, ni
guerra a -mol O eosno hoje redusdo i
o por tanto a un cuito fro, era j
ide aos sedentes desejos do coracao,
era u- nobres aspiracoes da inielligencia?
ino scismalico! O cnsino dessas infelizcs
>grej separadas, abjectos servas do
iBais desptico cesarismo, ou da corrupcao e si-
)i ma. mais. abjecto aiud
Nao, ninbun ensino' se alevanta esperanzoso
frente Ja cruz, rujo verdadeiro porla-estandar-
e 6 o successor de Pedro o vigano de Christo.
aquelle icerdotj que, s elle, lanca i
rbi el orbil Esses do que fallamos, po-
i para o mal, nao ten futuro, nem vida, neni
v.o:le.m aspirar conquista da humanidade.
egreja santa, s a egreja catholiea aposto-
ai. arvorando a cruz era todos os ngu-
los do mundo, fazeodo guerra incessantc ao vicio,
ao peecado, a Ignorancia e a selvtica rudeza, so
ella mente aquella conquista : e as-
por ella, que a cruz a esperanja da bu-
Jade!
ave cnirx, s?ks rica !
a que assim soja, hoje principalmente.
' G impel romano, apesar de seus vicios, enfei-
xando ,iovo$ e civilisaoos, communicando-os pele
lodeump* e pela abertura dees
trad les, foi ora ineio providencia! da dif
f il christianisrao.
Hoje. por diverso modo, da-se um phenomcm
egual armaiia do vapor e da electri-
cidad*, renova a msso d'aquello imperio.
Diante dr-.-sas magnificas invenjoes desappare-
cen caliera as bar reiras que separa
am OBjpOvs. As regies mais ignoradas sao de-
"assadis. eas.-imcomo a locomotiva ebegar pres
io? conflns dos continentes, os gelos do norte
; L-rem-se aos prodigios da n&vegajo.
l'nra que Ser cm satisfazlo de urna curiosida-
lie intil, ou para accumuiaeaodeperigosas nque-
No: na i A par dos resultados materiaes
n temos cima delles eS moraes e religiosos
Mes vemos a cruz arvorada j as regies boreaes.
cerno as longinquas ilhas n continentes da ucea-
ras ; as do extremo Orienta como ms do nove
mundo, e ahi illumioar os povos, chamndoos i
i ivilisacao e sal va cao.
u'k cni-x, -pis tana !
enfade nunca a religiao contou mr.ior nu-
o de fiis, nem a magnifica obra da sua pro-
i operarlos mais numerosos.
tyrio nao raro nos lempos de hoje. e a
aja .mamila, com os seus 10,000 martyres i
100 cscravisados, ahi est soffrendo he/oica
eh ntc una Jas mais duradouras e atrocsimas
pe -siiieoes, de que ha mamona nos fastos di
egreja. Ali >e teiu reproduzido as torturas ai:
ab;minarais e repugnantes; ali, ao lado do mi
sioaario curopeu leem dado a vi la. para nao cal
i :i a cruz, o padre, a vrem, a crianza, o fiel iu
igena !
Hssa acollo prodigiosa de Christo sobre as al
' amor at morte, reproduzido em to-
pocas e era tedas a regies, entre os po
T0; civilisados, como entre- os selvagens, s pode
ler urna origem divinaa verdade por esseucia.
lleeonhccia-o aquella prodigio-a intelligencia
qu. passoo na ierra como meteoro inflammado, pro-
du:indo luz e sombra, vid; e morte.
lapoleo, reconhecia-o, quando discursando so-
bre o ri>chedo de Santa II lona cora un dos seus
liei; comnanlieirosdecaptiveiro, fazia a compara-
re da sua influencia sobre as almas que iara fe-
n end i em sua vida ainila, apesar de tantas e lao
divrsaj glorias, com a influencia de Christo,, sem-
pre a mesma, desoito seculos depois que dcsappa-
reesra da terral
Admiravel contrasenso! Emquanto as glorias da
par na, do gabinete e as da espada se obscurece-
ri3i as ignominias do patbulo-a cruz
reinara sempre !...
AVE CUIX, -IKS DKICA !
(' Christo. Senhor, Rcdemptor, pois qm-
suastes sangue as agonas do Horto-, pois que
suj ponases os vilipendios de um sculo infame e
de urna bofetada sacrilega ; pois que sofTrestc a
flafellacao e o escaroeo; pois que conduzistes o
maleiro de ignominia ai alto do Calvario, e nelle
suspendido entre o cu e a trra, como seu lo
ma.avilhoso, concluistes a mysicriosa paixao, que
agera commemoramos, en:hei de nova e mais po-
derosa forja o aliar do sacrilicio. Fazei, que a
moderna sciencia, como ontr'ora o imperio roma-
no, sirva poderosamente o imperio da eruz; fazei,
que e-tenda o seu imperio a todas as regiocs, co-
mo a lodas as almas; fazei, que os poderes da ter-
n i cssem de ser o primeiro obstculo a essa gne-
ros;- empresa, e que antes a favoreram eatixiliem:
opera? esso milagro principalmente nesta boa ter-
de Portugal, ao qual contiastes lmannos domi-
la hojejazendo as sombras da morte I
Envae um raio de luz a tantas intelligencias obs-
curecidas pelo erro, a a cruz, que outr'ora acom-
paehava sempre a espada, de Portugal, ser tam-
boui aorada entre essas tribus selvagens, que
tambera diro coranosco:
AVE CRVX, SES l.MCA I
fHafSo.)
Lltlnio disparate do caruaval
de I84.
'Ccmc/iiS(7o.>
Ella sorrio e vei pousar seus labios ardentes so-
bre os raeus.
Foi una inspiraco raaravilhosa. Os ameri-
canos do norte descobriram o fogo yrego perdido
na sciencia dos horneas, ha Untos seculos I eu des-
cobri o eondao, o elxir sublime que valeu a Ninon
de Lelo 70 annos de vida, mocidade c belleza I
Oh.! prodigio exclamei eu, saltando como
se fra impellido por mola de ac.
Prodigio I tres vetes prodigio I Sabes tu
cerno elle se chama '
Nao ; bera vs....
11 i>naga I Prodigiosa bisnaga Pedraphi-
losophal, guardada as eotranhas da ierra para ser
d*coberta no seculo dro;riove.
Por ti I...
Cala-te disse-me Lusbella, arrefecendo o
enthusiasmo! o segredo nao meu.
.\'ao teu I ?...
Nao. Emqaanto tu eslavas ahi morto. e et
el orando por ti e pelo mee costume to bonito que
perda, vi por entro as lagrimas que nublavam-mo
05, ol'ios, entrar um hornera edirigir-se para mira
soavbm no relogio as badcladas de meia noute -
: 'i nelle e vi bein dislinrlamente o seu lodo
que na la liona de vulgar. Era alto o magro, Ira-
java eal^a, callte e casara preta, o rosto era des-
camado c coinprido, tiuia a barba raspada o usa-
va o negro a espesso bigoJe ponteado para cima do
nariz; trazia na cabeca um barrete de seda preta
albos pequenin.' e brilhanles liiando-se era
como que fasciiavara-me. Quiz fugir-lhe, po-
elle agarrandu-me brandamente o braco, dis-
se-
Tuja : nao Ihc f.i'i mal algum. Eu sou
i Je.
Eni'iD o que n e ipier ? Pergunte-lhe.
I'.e-iiinlr-lhe felicidade.
Duendo i-to o Lora lioniem eommunicou-mc seu
segredo e eosinou-me o modo de usa-la Ao reii-
rar-te elle, pergualei-lbe quando o tornara a
ver e onde. Deu-me enlao nra bilhete com o seu
lieine e designacao de moradia, dizeudc-me :
Sabe ja oude moro, v a niinha casa sempro
que quzir e precisar de mim, e bala na |iorla.
Mal liona Lusbella acabado essa narracao, sahi
en como de um assombro e bradei com todas as
forjas de meus pulmocs :
Salve amigo da humanidad'!, amado e amabi-
lissimo irmao universal I
J se v i|ue os incrdulos da transmigrarlo das
almas sao uns estupidos; a metempsichosc urna
verdade prevada al a ultima evidencia. Eu esla-
va morto, esta alma que sinto agora nao ora mi-
nha, a que cu possaia antes de morrer era extra-
vagante eiaeomprehensivel o esta fullona, louca,
e louca sobretodo pelo carnaval.
Emqaanto se passavam os factos que rae contou
Lusbella, a natureza vestir as suas galas mais
farinosas, e o deas Momo levando a m5o
techadora abra de par em par as portas do tem-
plo da folganra. Tudo era ahi folhagcns, flores,
msica, estrondo do gritos e assobio, rodar de
carros, tropear de caval!os... ob! que abencoada
loucura!
Heprescntava o templo tima cidade iminensa com
miiias roas estrelas e tortuosas, e casas muito or-
nadas de cortinas, de flores e mulheres -, por toda a
parte fluctuavam bandeiras de todas as nacionali-
dades, signaes, flmulas e galhardeles, extensas
arcaras corriara s ras de extremo extremo
e os fesloes prendiam columnatas urnas "s ou-
tras; por cima de innmeras eabeou humanas
que se apnhavam por baixo agitava a vracao
una infnidade de paineis formando urna gradacao
desdo a parvolce mais destemperada e insulsa, at
as aluses mais chistosas e picantes do ura sanete
critico que provoca va o riso a uns, e faza morder
de raiva os labios a outros. Em uns ninhozinhos
l estavam os filhos de Melpomene enchendo os
ares de harmonias.queeram outros tantos gritos de
enthusiasmo e aniniaco aos protegidos de Momo.
Ouando noute voltou de novo aquellas paragens
achou as avenidas tomadas, e sahiu repelido
por ondas de luz, que de toda parte se derra-
mavam; substtuiodo o pae Phcbo, que, por oao
perder o costume, fra tomar o seu banho quoti-
diano.
Nao pude entio resistir, e, correndo a Lusbella,
pergunte-lhe porque nao iaraos tomar o nosso qui-
nho na festa de loucura ?
Loucura---- dsse-rae ella eslaes en-
gaado : loucura ter juizo quando ninguem
o teni; os exeiuplos, o inundo todos os das no-
los d.
Eocarei era Lusbella e ache-a raas galante,
mais seductora que nunca; roubei-lhe, ou antes
tome-lhe de emprestiino um beijo, e o mel que
suguei daquelles labios correu-me at o corajo,
com um effeito indisivel.
Como por encanto achei-me entrajado em ura
costume hespanhol do 17." seculo; e como ura re-
quinte de extravagancia o carro fabuloso de Oberon
nos conduzia.
Chegmos ao templo e nao podemos romper a
muralha humana, pois que ja cnto iaraos a p,
que se orjava por conseguir entrada em um dos
pequeos templos que se contm no grande, des-
tinados robre da loucura, ao delbio. A Paulis-
sea vagabunda prorurava com a eloqttencia da pa-
lavra fazer caloras barrerasque se heoppunhara,
em quaoto os Tteres prelendiam a entrada por ar-
tes de berhques e bodoques. Os Bohemios no seu
cosmopolitismo, esperavam ao relente o lim da lula,
perfeamente aceomodados sob a abobada celeste
seu tecto natalicio, era guante os csludantesde Hei-
delberg, os X\ e os Cbromaticos, marchando em
boa ordem vinhain reforear seu companheiros no
ataque.
De repente ouviuse o rufar compassado de ca-
xas militares e um grito unsono que dizia :
Place! Place!
Yuijez ritomme rouge qui passe! disse eu comigo
: vendo as roupas vermelhas de um exercto disci-
1 plinado que passava, de olliar feroz, bigodo negro
e espesso e espingarda ao hombro.
Nao era o cirdeal de Itiehelieu, como indica o
verso de V. Hugo, porm orara muitos homens
synibolisando um s individuo pela unidade de
ideas, de intrepidez ; era o syrobolo da terca; era
a propria forjaerara os zuavos.
Pararan em frente aos muros que defendiam a
entrada no templo, mediram-lhe era um volver do
olhos a altura, e ao grito escalada ouviu-se
do lado de dentro a msica tocando o hymoo do
triumpho. Estavam as portas francas c o povo pre-
cipiou-se por ellas, como as aguas do ocano quan-
do loe oflereceni a entrada em um dique.
Aqu cessa a oescripcao, que nao ha poder hu-
mano para tanto. S* o da do juizo final, ou o
mundo surgiado do chaos, poderia dar urna idea
da revolucao que por l a mas ninguem sabe o
que foi um, nem o que ha de ser o outro desses
uous prodigios o principio e o lira do mundo. A
dansa era urna convulsio, o riso urna catarata, os
gritos o estrondear do trovo, a vida emba um
estrebuebar diablico as anejas de urna dr hor-
rivel, ou delirio de um prazer sera limite.
Ao fim do vinte e quatro horas todos aquelles
cornos cahiam de cansaco, os seios arquejantes
procuravam ar e s respiravam labaredas, os olhos
quera in cerrar-se luz que os cegava, e, ao con-
tacto mutuo, as palpebras requeimando-se no ar-
dor da liebre, separavam-se de novo, c o coraejo
doia de morte.
O carnaval estera mono i
Era preciso entrega-le ao dominio do passado,
cora as honras fnebres que sao devidas aos bons
e prestantes cdados; com as galas estultas da vi-
da que sao um desabafo contra a morte ; c o epi-
talamio lido por entre lagrimas sobre a lousa do
sepulchro, que a saudade esfolhada no regace
dos que nos deixam I
EITectivamentc nada faltou ao Ilustre morto ;
todos deram sua enxadada para sepulta-lo, regan-
do-lhe o corpo de rubras lagrimas.
A imprensa foi accorde na biographia que Ihc
escreveu, o nenhum dos ttulos que levara a me-
moria de ura homem posteridade faltou ao falle-
cido.
Houve ata quera Ihe escrevesse urna poesa mui-
lo sentimental, que prncipiava assim :
Cornii por estas guelas resequidas,
Milagroso licor e orvalhac-as
< Que o delirio da febre os tem queimado.
No primeiro domingo, o Sr. Bernardo Jnior es-
creveu um periodo na sua carta para lamentar a
curta vida do finado, e prometleu dedicar-iue urna
bella modiiilia acorapanhada na guitarra, no gusto
Jaquel la que diz assim :
Quando as glorias que eu gosei em signal
de inconsolavel saudade.
Como nao voltar alegre, satisfelo c folgazao es-
te feliz doudo, quando Ihe chegar o da no anno de
1865 de sua resurreicao.. .Pois muito mais Hcar
quem liver a fortuna de o receber e azer-lbe as
honras devidas I Que o leitor seja um desses o
meu maior dosejo.
Agora, se me perguntardes que dcsconchavos
sao esses que tenho estado a dizer 1
Em falta de melhor resposta, retribo-vos a pa-
ciencia cora este ponte final.
(Correio Mercantil, do Rio.)
por seu estado actual na (ra-Bretanha c na Ir- tara todas as especies do tecido* de algodao, desde
tanda. I os chamadoscalicos -ordinar os de Rouen, at as
Segando essa expo-iel) sabe-si-, que o consumo delicadas musselinas do Muhlhouse, o gaze de
desia materia prima, durante os annos preceden- SainQuentn e as bellas tarlataias de Tarare.
les, etperimentou a graduacio sera exemplode tre- j 8m tres grandes districlos m tnufactureiros div-
zentas vezes a quantidade d'antes, e cm I85I o de o autor a Franja, a Normand a com Rouen, com
consumo as manufacturas brianiiicas foi de 8|3 centro, o oriente com Muhlhouse o nordeste com as
tolaes na Europa, augmonlo allribuido a activida- cidades St. Quintiu, ltoubaix e Lille, tornando-so
de das machinas, no preco mdico de venda e cada districto Celebre por urna speolalidade. Se-
boaqualidade do genero. gundo um calculo de M. Emil )i;lfus, no fim de
Dez annos precisaram os Americanos do norte, 185G haviam no districto orionul, que comprehen-
para elevar a qnalidade de sua [llanta, di; cuja ex- de os 6 departamentos liante 5aone, Doubs, Les
portacao de 1.013.639.156 libras termo medio 5 Vosges, La Meurthe. Haul e lias RhiO, t09 fabricas
vao para a Inglaterra. ue flajao, das quaos 74 erara n ovidas por vapor e
Ainda que a sabida do algodao americano s '>" por agua com forja de cerca S.l'.l'j cavallos, tra-
provenha de nove de seus estados, ella sobe toda- balhaiido ellas com 1,W8.0 fu os para lo ordina-
via a mais de inelade do valor total da exportacao r'o o 16,886 para lio torcido, caliendo 183 para um
geral. cavallo.
A America septentrional tem feto muito pro- Produzia-se em fio 44,000:00) libras no valor de
gresso na cultura do algodao; e por isso as Indias 13,q2O:OO0 dollars ou 37 1(18 c por libra. Occu.
Orientaos, o Egypto, o Brasil e outros paizes cult- pavam estas fabricas 29,995 opci arios, enjo salario
vadores desta planta nao podara competir actual- diario, termo medio, por homem fra de 3 francos,
| mente. por mulher 2, c crianja de amlns os sexos de 20
Segundo o raesmo autor os productos manufac-, c 1 franco.
turados com esta materia prima na Inglaterra sao
de maior valor, do quo todas as outras producis
do paiz por junto. Dcsta ramo de industria qua
A despeza animal de fiajao, termo medio, de35
francos por fuso.
Em Muhlhouse o klogrammo de algodao bruto
fenta rail jornaleros tirara o pi, e dous milhes no anno de 1811 custara 14 francos cm 1856 des.
de individuos alimentam-sc por esso roco, o qua ecu a 2 francos 2 c.
faz 1|14 da populajao total. Era 1811 o piejo medio do fio eraali de 25fran"
Nio raro ouvir-se, que, a introduccao da tna- eos 61 c jwr klogrammo.
chinas cm um paiz, vindo substituir os bracos, O numero total das fabricas i e tecielo para 1836
rouba-lhes portento o pao. A pratiea prova o con- no districto, era de 136 ; oceuprado 37,897 maos,
trario desse reccio. As 2.210 grandes fabricas da das quaes 25,104 para machinas.
Inglaterra de forja da 97.132 cavallos oceupam A produejao de fazenda creso ra de 2 ni. de pe-
presentemente 379.219 pessas, as quaos exclusi- jas de 130 m. de metros a 2I[2 n. de pojas do to-
vamenle se erapregam as machinas, qua poe era 'al de 230 m. de metros. Nos ltimos 10 annos
movimento 21 milboes de fusos. duplicou-sc quasi, e seu valor foi calculado em 100
O jornal do operario cresce tambera com o me- j mill'es de francos. O preco me dio para os calicos
lhorainento destas machinas e de seus productos, ordinarios no mercado de Mublhauso em 1833 de
e assim era lugar de ser essa introduccao de raa- lla L"'Pr Wli esceB a 9 c. 0 total das
chinismo aperfeijoado um mal, ella traz mais novo Pessoas oceupadas era de 78,815 e a forja motera
raeio de vida c augmento de salario. O individuo, t calculada em 14,323 cavallos. i valor dos estabe-
que na Inglaterra amigamente, por exemplo, s lecimentos estmava-se em 29,76i:000 dollars, co
poda oceupar-sa as machinas de fiar de 300- animal de todos os productos inontava em.....
1.000 fusos, hoje, segundo a capaeldade, cada de 41,478:000 dollars.
1.800 -2.200, de sorte que seu jornal sabia de 20! A mor Parl da materia prima consumida no dis
30 shc. por semana. tric, de origem americana ; Ignma porjo do
Segundo a opinio ltimamente pronunciada por E8>'Pte, e muito pequea do Brasil, das Indias e de
Mr. Bayley presidente da soeiedade promotora do oulras provincias, quasi tudo pe o Havre,
algodao era Manchester, 80 milhas inglesas qua-! M- Audigannc era s na ohra L'i idustrie contempo-
dradas e plantadas de algodao bastaran para for- raitu, ses carcter et ses progri che: Us differnts
necer materia prima s fabricas da Inglaterra. peuples du tnonde, Pars, 1836, diz que o districto
Em 1862 em Virginia plantara se aprimeira se- da Normandia o mais consideravcl e o primeiro
mente de algodao, dessa planta, que seculo c mel em Franja, em relajao ao nun ero de fusos e ao
depois veu ser urna das principaes riquezas do s- consumo da materia prima. Des 7072 m. kilo-
lo anglo-araericano; e ainda asshn apenas culti- gramos, que, a Franja consume, 30 milhesso ob-
vava enlao nos jardins, como nos conta C. Andre sorvdos ali, e dos 5 m. de fusos, que segundo sua
na sua obra sobre a America. S em 1742 que estimativa, existem presenlemen e no paiz, possoe
a cultura comecou atar maior extenso, depois aquelle districto entre 1 1|2 a m. ; ainda que a res-
que se descobriu o mecanismo de descarojar-se os peito do valor de seus productos nao mereja o pri-
capuchos, e 6 annos mais larde leve entio princi- meiro lugar.
po a exportajo, ainda qua muito pequea. Em O consnmo de algodao nodslr.-to de Rouen, que
1770 era ella de 1.000 libras e em 1784 s de 71 se compoe dos departamentos de Selne iofereure,
saccas. l'Eure e Oroe, fra calculado em 1837 em 140,000
J em 1794 fra de 1.601.760 libras c em 1800 balas de 220 fe.il.
de 17.789.803 libras, e desde enlao vae era pro- Diz mais esse autor, que o fio "rancez melhor !
gresso. do que o fiado na Inglaterra, onz. por cento. O sa-
As fabricas hoja existentes, alera do algodao lario diario termo medio 3 fra icos para homens
consumido nos paizes productores, precisam mais e 1 1|2 para mulheres c rapariga.
de tres c meio milhas de balas desta malcra ...
As fabricas de Bretagne prodizom, como as de
Normandia nicamente os nmeros baixos de fio
e de panno barate, em coniraro disto apresentam
as de Flandres franceza as especies mais caras de
gaze, de Monde ede tulle. Em bordados de algodao
produz Tarare artigos delicados O vestido dado
era presente em Nancy imperairz dos Franrezcs
foi bordado em Tarare. A materia prima erapre*
gada pesara i|2 klogrammo. Si os fios fossem de
urna s extensao, teria essa distancia 480 kilme-
tros ou quasi 291 militas iglent.
A produeco do floem Franca tora augmentado,
nao s no cousumo, como na ortajiio. Segun-
do Mereau de Jonnes (La tatistipu de industrie
j de la Francej valor dos lecidos d. algodao em 1812
S dos Estados-Unidos calcula-se acolheita de fra ,d "fJ^W* tn*> 1mwyJSrtSSf-
algodao deste anno em 3.300.000 balas, as quaes. ^"ISScS ff c^emS ISfg
a 350 libras produzram asommade 1.923.000.000 Franja 35,783,170 habitantes), alela ainda este
libras. Desta materia prima os Estados Unidos celebre estalistico, que os 62 m. le kilog. Importe-
IU.CIDADES IIAMSEATIIIAS.
Os dous portos Breniem e Hambirgo, recebem
annualmente nina grande e muito progressiva
quantidade de algodao, que se reparte d'aai por lo-
do Zollverein. Suissa, Austria, Russia e Suecia.
Sua imlitica commercial, situaco commercial ac-
tual c futura farao augmentar anda o cominercio
deslc genero.
Brein :i iem com os Estados-Unidos maior com-
mercio do que llamburgo. Aquelle porto compele
com Trieste pela facili lade maior da expedijao de
eus navios e materias primas, e fornece, erabora
mais longe, Vienna para suas fiaees o algodao
preciso.
Alm disto o porto austraco nao tem productos
a carregar seus navios para os Estados-Unidos, o
(ue nao acontece com Breraen, donde partea,
nao s emigrantes, como tambera se enviara mer-
caduras.
Era 1856 importou Bremen :
Libras. Valor em Cenli-
dollars mos.
De algodao...... 45,.).!9,58 5,432,01o 18
Doli de elilo---- 4.402,465 321,530 44
Fardos.
De fazendas de
algodao....... 21,801 2,821,372
A ajuntar-se
bricas :
no doUrso do anno novas fa-

Exportou em 1836 :
Libras.
De algodao...... 46,980,583
De fio de dito___ 4,442,160
Fardos.
De fazendas de
algodao...... 20,701
Dollars.
5,1)81,01!)
824,757
2,961,611
Cent.
95
17
prima.
U acrescimo da fabricajo de algodao na Europa
pide-as calcular, termo medio, segundo a produe-
co aunual em 5 annos
de 1781 - 1785 a 10.800,000 lb.
1791 - 1895 > 27.400.000 1
1801 - 1805 56.600.000
1811 - 1815 . 79.680.000
. 1821 1827 152.000.000
1831 - 1835 . 313.510.000 I
1841 - 1845 383.000.000
1831 - iS.-J-j . 7H.500.C0O
1856s por si 913.800.000
de 18511855 para a Inglaterra foi annualmente
de 122.411.948 libras, alm disto o Egypto, o Le-
vante, a Turqua, Syria, Morea e ilhas gregas ex-
porlaram 28.601.000 libra, o Brasil 21.896.000 li-
bras. As antilbas inglezas Guyana, Mauritius, etc.
3.798 libras.
O prejo do algodao nos Estados-Unidos, segundo
o Economist, depende da existencia ou diminujao
da cscravatura. Diz elle que, sendo a tolalidade
dos escravos ali calculada em 3 1|2 m. e a colhei-
ta to algodao em 1858 em 3.500.000 bailas, o prc-
jo elevado e o lucro proveniente da produenao de-
ram o impulso principal ao augmento dessa popu-
lacho. Ha poucos annos o proco era apenas de 4
plica.
A exportacao de lecidos de a godao de Franca
para o Zollverein foi em
1844 dollars 520 800
1843 615 800
1846 725,400
1854 911.400
1853 930 000
1856 > 1,116 000
A Franja tem cerca de 3X mlhoes de fusos.
II.SIISSA.
Depois da Graa-Bretauha c Estados-Unidos a
confederacao helvtica que maj barato oflerece
seus fabricados de algodao. Em 1652 com 2,392,710
habitantes o consumo do algodao importado che-
gou a 245,422 quinlaes de 50 k lome-tros ou 110
libras, por consegrante 26,996,42n libras ou cerca
llamburgo, embora maior era populajao e em
oieio pecuniarios, do que sua companhera, pare-
ce, todava, que nao tara ainda julgado conveniente
estander suas relajes commerciaes cora os Esta-
dos-Uuidosrcomo o faz Bremen.
llamburgo importou em 1855 :
De algodao............ 47.083.451 lb.
De fio de lnha e algodao 54.753,907
Kxpurlou :
De algoda............. 47.608,073
Consumo no Zollverein, segundo o Dr. Schlei-
den, ministro residente de Bremen em Washing-
ton.
Exportajo de algodao americano nos ltimos
qualro aunos financeiros para Bremen e llam-
burgo :
Para Bremen :
Annos Balas Libras Val. em dol.
1853-54 23.939,656 2.332,222
1854-53 51,648 22.661,173 2.020,438
183356 103,054 46.436,809 4.238,497
183657 71,163 34.378,635 4.336,418
Para llamburgo :
Annos Balas Libras Val. cm dol.
1853-54 171,165 13.760,266 1.304,138
1834-53 18,672 8.148,818 761,578
1833-56 34.192 13.609,844 1.469,753
1856^57 22,720 10.524,073 1.311,335
O preco elevado do algodao recompensou a di-
minujao havida era 1856 -57. Com excepeo da
Gra-Grelanha, Franja e llespanha, sao os portos
de llamburgo c Breraen os que mais recebem do
americano.
De outro documento publicado, depois deste re-
latorio, se v ainda o movimento deste genero, que
tem dado tanto impulso ao commercio de Bremen
e dos portos da Unao-Americana. Esta cidade han-
seatica solTrcu este anno (1858) urna dirainuico na
importajao de algodao americano. Sabe-se, que os
navios, que transportan! deste porto para os dos
Estados-Cuidos emigrantes, trazem em troca car-
regamento daquelle genero. Militas fabricas e ou-
tras cspeculajoes desta materia prima, em conse-
quencia da trise de 185753, tiveram de parar
seus negocios, e paranlo a expedijao de emigran-
tes com isto tambera veu a diminuir, e com ella a
menor imporlajao leve lugar. Nesle anno foi s
do Bremen 109.247 balas, comludo maior do que
a de 185657.
Se o transite de fazendas pelo Zollverein j fos-
sp todo livre, a demanda deste genera colonial se-
ria multe maior, e traria com isto accrescmo s
rendas dos caminos de ferro. Por sua posijo,
seu commercio e boa marinha, tem Bremen aug-
mentado suas relajees com os Estados-Unidos,
principalmente.
Durante 1858 receben Bremen d)s portos se-
grales :
Nev. -Orleans...... 53.708 balas.
Galveston......... 8.585
Savanah.......... 2.526
Cbarleston........ 8.847
New-York........ 5.486
Indias orentaes... 28.781
Indias .ocecdeutaes 824
America doSul... 490
Total : 109,247
Cumparacao de 4 annos de importajao e expor-
tacao de algodao em Bremen :
es. por libra e o do escravo & 100; hoje o algodao de 11 libras por cabeja, quaudo a exportajo de
valendo 10 es. se peda por um escravo 200 a 400 lio> '"'ha e oulras fazendas de algodao era de----
. Do momento, em que pois, se fizer baixar o 15-7* q"niaes oude 15,005,8Cfjlibras, era ter-
rom,,, n,im,u' ,' Anne "o medio cousa de 6 libras por hibtante, ficando
prejo do algodao, se despreciara o valor do es- lim consumo iu|erior de cea d> g ,ibr;5 ca.
cravo. i beca.
Estes factos sao portante, segundo o jornal cita- S>egundo a estatistica de Web-r, Zurich 1857.
do, de interesse material e moral: concluindo que!Iem a Sui;i?a ,;l I?oric ^ acao e 48 de tecideis
ellos faro animar o trafago de Africauos naquel- ^Kait. "" ^"^ *"**
V 3 >
o" -1 Q. 3
5 n ev9 c
1855. Deposito
em 1 de janei-
crs.
S o
ro, balas..... 6.731 706 4 273
Importajao, balas 49,687 1.189 1.520 5.755
Total, balas..... 56.413 1.895 1.524 6.028
1856. Deposito
em Io de Janei-
ro, balas..... 736 149 375 400
Importajao, balas 104.994 1.291 765 5.849
les estados. I'rope a cultura maior dessa planta Aqu lambem 9jl0 do algodao consumido de
as ludias orentaes, donde a Gra-Brctanha m- procedencia americana, o pouco ilo Egypto, e an-
portara no anno passado apenas 133.253.000 |. ; dam&,'or q^ntidade do Brasil o das Indias orien-
bras; e a baixa de frete nao maior do que se paga
dos Estados Americanos.
taes.
Os teceles de musselina, cujo So da nos 60
150 e 180. recebem de salario I10 francos por
AGRICULTURA.
Noticias estatlstlcas sobre o
algodao.
A grande importancia deste genero em relaco
commercial c industrial sempre em progresso cha-
ma a attenrao do estatistico. O Dr. Schuberl em
seus escriptos expz muito bem os resultados his-
tricos da cultura desta planta colonial. O algo-
dao, seguno elle, a par dos dous metaes precio-
sos, tornou-sc o raeio de commercio mais impor-
tante entre as diversas partes do mundo, assim co-
mo sua la tem adquirido urna influencia predomi-
nante entre todos os ramos de commercio e de io-
dustrla na Inglaterra, ainda mesmo em relajao po-
ltica.
Depois de um esboco histrico do desenvolv-
mente da industria do algodao, o autor passa a ex-
Em coosequenca de urna resolurao de 3 de malo peca de 8 aunes. S. Gall e tler sau produzem as
de 1857 o Commissioner of mtents-nos Estado," ""ais lindas amoslras deste lecido e bordado. Os
'....,. productos do Tarare nvalisam iom estes, por te-
I Loido fura encarregadu por, seu govemo de pro-, ,, os Francezes inelhor gosto n *> seus desenhos.
1 curar informajoes a respeito do consumo de algo,! Os principaes mercados para si as fazendas sao a
I dao era diversos paizes e apreseular um relajarte f"traten* 08 Estados-Unidos. As de menor va-
Mr. John Cairbone fra enviado a Europa para esse ridonTe4 **' lbaS ^^^ Am**
lim. Suas iiistrucjes recommendaram de seguir | a materia preparada para esse.- teeidos raporta-
: a bala de algodao, desde a sahida da casa do culti- se da Inglaterra.
rvador at chegar maodo ultimo consumidor: ob- L sala,io <1'!"''o aqu desde M) ceniirads al 1
; servar cada milha que puder encurtar este m*[SZ^.X^^lltfSS. \%
i nho, cada dilliculdade, que se houver de corlar ou e no averno muitas vezes do 5 horas da manha
desviar, cada cntimo, que fr possivel poupar, se- 'a,t me-noute oceupara-se os operarios nislo,
raovantgens para ambos os individuos, nos exlre-
mos desta linha, e produziro uo s rana alta no
prejo da nioteria, como tambera um consumo
maior.
O algodao o mais importante dos productos de
exportajo dos Estados-Unidos.
No anno financeiro de 1854 1833 exportou-se
osle genero ali cerca de 88 M. da dollars. Em
185536 no valur da 123,382:33i dollars, em
,83657 de 31.375:859 dollars, era quanto que ou-
tros artigos de cxportnjio,como vegetacs (trigo, ar-
roz, etc.), apenas 58,333:176 dollars. Era 3 annos
houve um acrescimo de exportacao de cerca 43 mi"
'hoes, o que junto a oulras noticias, deixa ver um
augmente consideravel de produejao.
O relatorio em questao fra apreseniado ao pre-
sidente dos Estados da Unao em raarjo de 1858 e
depois publicado, e dessa publcajao extrahiremos
o que julgarmos de maior inlcresse, ajuntando lam-
bem noticias de outros paizes e autores, a lim de
oroar-se este trabalho mais completo.
I niANT.A.
Este imperio, depois da Inglaterra, o maior
consumidor de algodao, principalmente dos Estado-
Unidos. Era goslo e belleza de sena teeidos esl
cima de lodos os povos. Suas fabricas apresen
com a iuterrupcao apenas uecessaria para a co-
mida.
Em 18321856 importou a Suissa de algodao,
fio, lnha e lecidos 146,091,770 libras annual-
mente.
Termo medio nestes annos :
Para algodao... 23,324.860 lb.
Para lo e linha. 364 340
Para tecido.... 3,529 020
A exportajo fra no mesmo lempo calculada
era 93,047,920 libras, rabeado tambera termo me-
dio animal para
Algodao... 1,549,430 ib.
Fio clinha. 1,671,560
Tecido.... 13,783,960
O consumo interior fra de 51,043,830 libras.
Apezar da Suissa nao peWOfr portos martimos
e nem os grandes deposites de carvo, e por isso
ter de paga-lo hias caro, assim como pela materia
prima, para suas fabricas, todava havendono paiz
facilidade ele capitaes e salario I arato, um futuro
lsongeiro lera seus habitantes esperar. A edu-
ca jio popular, a sobriedade da pepulajao e os ou-
tros mezes de invern, pie obrigain os habitantes
licar era casa, cooperara muito para applicajao e
agilidade, cora que trabalham aquelles que se oceu-
pam destes mysteres.
Deve-sc ajuntar que a influencia de nova* ma-
chinas, para poupar o combustivel, assim como as
leis de commercio livre introduzidas prognosticara
Suissa um maior accrescimo da importajao e de
preparajo de algodao.
Total, balas...... 105.730 1440 1.339 6.249
1857. Deposito
em 1 de Janei-
ro, balas..... 462 ___ 40 110
Importajao, balas 85.617 ___ 533 25.605
Total, balas...... 86.079 395 373 25.715
1858. Deposito
em 1* de Janei-
ro, balas......
Importajao, balas
6.921
79.151
213
824
302
490
7.160
28.781
Total, balas...... 86.073 1.037 792 35.941
Comparndose a importajao e a exportajo de
1838 segundo o peso dado pela alfandega v-se :
Importajao. Exportajo.
Algodao ameri-
cano ......... 31.793.778 34.389.738
Algodao de ou-
tras proceden-
cias.......... 8.839.320 10 797.184
ate acrescimo que se vm do restante do anno anterior.
No principio de 1838 haviam no Zollverein cm
actvidade :
% "O
Sto t
rz a .H
A2 = c 3*
s t
9 = 9
em cS O U
Balas Balas
316.700 29.800 3.800
554.646 34200 34.000
289.000 22.-300 9.000
183.600 18.600 6.200
119.000 11.950 3.700
48.800 3.000 3.000
Na Baviera.... 16
Na Saxonia ... 133
Na Prussia.... 20
Era Badein ... 10
Em Wurtemb. 12
Em Hanover.. 1
Era Oldeinbur. 4 20.480 1.200 3.200
ToU>l (1) 196 1.534.146 121.050 64.900
(1) Segundo o Dr. Engel em 1858 devia ter a
Allemanha em suas fabricas 2,018,146 fusos, con-
sumindo 283,950 balas.
51
- . 6- Sa
3 i z%
1 Fusos
Na Baviera ... 2 232.000 20.241 4.400
Na Saxonia ... 1 1.000 . 3.300 2.000
Na Prnssia___ 6 000 4.000
Era B;i 1 .oao 1.500
Era Wurtemb. ,__ . 15.000 1.650
Em Hanover.. 1 7.000 1.000
Em Oklembnrg. 1 20.000 1.000 1.000
Total 12 484.000 38.300 12.400
Ni anno prximo exi>tiram era actvidade no
Zollverein :
9 .
3
m
Na Baviera ..
Na Saxonia..
Na Prussia...
Em Badem..
EmWurteb..
Em Hanover.
Em Oldemb..
18
134
26
11
12
-)
5
Bu
548.7(10
604.646
424.000
210.600
134.000
55.800
40.400
C2 o
e
50.030
36.700
33.000
20.100
13.000
3.000
2.200
a -
/,
"S
CQ
10.200
36.000
13.000
6.200
3.700
4.000
4.260
Total 208 20.18.146 (2) 158.630 77.300
Em 1836 o numero dos fusos em actvidade no
Zollverein era apenas de 1,200,000 e a quantidade
do algodao consumido 16,000 balas. Os dados ci-
ma que chegam at o presente, mostrara, que aug-
meniou-se em dous annos de 1,534,000 fusos e
186,000 balas de algodao consumido, em quanto
que estas cifras na actualidade elevaraoi-se a
2.018,166 e respectivamente 235,930. A Austria,
segundo dados certos eslatisticos, no anno de 1831
tinha 208 fabricas com 1,492.138 fusos e um con-
sumo de 130,000 bala?.
Apezar de nao ter sido possivel, obter deste paiz
dados mais modernos, pde-se todava estimar o
accrescimo de en to coracerteza 15 Ora. Destas
fabricas existem no Tyrol 20 cora 195,000 fusos
consumidos 17,000 balas, e na Bohemia 79 com
490,000 fusos e erapregando 35,000 balas. (3) As
noticias eslalisticas sobre estas duas partes sao de
inleresso todo particular, por causa da quantidade
maior deste genero introduzido por Bremen etiam-
burgo, assim como tambera porque urna porjo
consideravel dos artigos fabricados ali consu-
mida no Zollverein.
As fabricas em outras panes da Austria tem
lambem, apezar de nao exporlarem muito de seus
productos para o Zollverein, principiando ultima-
mente, a tirar urna parte desta materia prima para
seu consumo sobre aquelles portes do norte, por
ser o carainho mais curto e raas fcil, sobre o qual
podem ser transportados os raateraos.
Qual seja o accrescimo da fabricaco do algo-
dao era toda a Allemanha, o seguinte demoostra
que a importajao de fazendas iuglezas de algodao
cresce continuadamente, s para o Zollverein au-
nualmentc 350,000 centner inglezes (para cuja fa-
bricaco pelo menos 175,000 balas de algodao sao
necessarias), e que este ramo de industria anda
precisa de grande desenvolvmento, e era consc-
quencia anda offerece um vaste carap para cres-
cer o commercio directo de algodao entre os Esta-
dos-Unidos e Allemanha sobre Bremen e Ham-
burgo.
Isto to fra de duvida, que, estes portos em
consequencia de sua navegajao extensa, e de urna
modlficaco geral nos procos de transporte sobre
linhas frreas na Allemanha sao capaxes desatis-
fazer em grande escala a precisao dos paizes alera
do Zollverein. Entra estes a Austria e a Suissa oc-
eupam os prmeiros lugares, onde Bremen e Ham-
burgo competera cora maior vantagem com os
portos francezes, belgas c h'ollandezes, os quaes de
outro lado abasteccra urna parte daquelles estados
alleraes, que, segundo sua posico, poderiam im-
portar melhor sobre portos alleraes.
Comparando-so a importajao de portos~estran-
geiros no Zollverein e dos portos allemaes para
paizes estrangeros Bremen e llamburgo sero
sempre e>s fornecedores pelo menos da tanto algo-
dao, quanto o Zollverein precisar, isto 236,000
balas.
O numero dos operarios tem augmentado e >m o
progresso da induariae da produejao.
noje mu Individuo oceupa-se com 2,200 fuso
em lugar de 300. O salario de homens, mulheres e
crianjas empregadot as fabricas de fiar, termo
medio, 26 kreuzer ou 10 sg. No anno a 300 das
de trabalho, ter cada individuo 100 thalers ou 175
florins. Cada fuso, portante, rende ao fiador, por
anno, 1 thaler ou l fl. 45 kr. e o fuso fiando 50
libras de lio, e cada libra deste um jornat de 3(3
sg. ou cerca 2 kr.
O transporte do algodo^no Zollverein, desde o
porte al o lugar du llajo, mais dispendioso do
que na Inglaterra.
U deterioramento das machinas considerado a
4 Ojo ou 15 sg. por fuso, cootado no capital, das
forjas e do edificio, excepto o do fundo para entre-
tenimenlo, de sorte que cabe por libras de lo por
anno, na produejao de 50 libras por fuso. 3|10
sg.
Cada fuso exige 20 thalers ou 35 lis. para despe-
za de nstallajao inclusive o capital de enlreleui-
mento, e a 5 [o, viudo o fuso a tender 1 thaler ou
a libra de fio cora tuna reduejo de 3|5 sg.
O algodao, que Bremen e llamburgo recebem e
mtroduzem no Zollverein, nao suflirienle para o
consumo das fabricas porque llamburgo de di-
versas procedencias recebeu ora
1857 49,389 balas
Breraen 1857 112,762
Total
Para
162,151
236,000
balas.
Paltam 73.819
Calculase, que a Inglaterra ainda exporta para
Allemanha 40 mlhoes de libras de fio. Dez m-
lhoes passam pelo commercio de Borln. O prejo
do lio subiu ltimamente, por causa do consumo
as novas fabricas de teeidos, e pelas noticias de
menor produejao deste genero de exportajo da
America. Do de Janeiro outubro_ subiu 20
por cento, cousa que ha 10 anuos nao se va. A
crise monetaria paralysou tambera o commercio
desta mercadera at dezembro, descendo o prejo
a 39 por cento.
IV. 1IUSSIA.
Marcha este imperio lambem, em quanto o con-
sumo do algodao, como es outros estados da Euro-
pa. A primera fabrica foi eMabelecida em 1823.
Em 1857 ja existam na Russia 55 fabricas com
1,200,000 fusos, oceupando 60,000 operarios, sera
contar os que se empregam no tecer, na impressao
e cor dos pannos. O salario varia ; termo medio,
para um homem de 4050 copeques de praia.
A despeza de trabalho de ama libra de lio de Nr.
3840 calcula-se em 2 rublos da prata. Consu-
mu-se em 1853 1,1)33,000 pud de materia prima,
sen.lo 1,814,282 de produejao norte-americana,
quasi nicamente por Cronsi.idt e 124,000 pud di-
rectamente, e o mais por va de GrSa-Bretanba. Da
Persia e de paizes do centro d'Asia a mportacau
chegra a 124,000 pud, viudo urna pequea porfi
por via do mar Negro e do Levante.
No mercado de S. Petersburgo em 1853 regulara
o piejo do algodao de 57 rublos 50 ceneques.
Em 1857 subir era Mescou o preco do americano
a 9 e 10 rublos. Pagava-se era 1857 as frontei-
ras europeas 25 copeques por pud de algodao, e o
de procedencia asitica 5 p ir ceolo do prejo decla-
rado. O algodao braoco em lio e para torcidas pa-
ga 3 rulos 50 copeques por pud, e o de lio de cor
5 rublos. Teneio havido reformas nos drestes, tem
isto feto prosperar as fabricas e a introduccao do
novas.
(CoNfiflitai'-. (3) Estes 2,018,145 fusos representara um capi-
tal de 40 M. thalers, menor do que o da 100 milh.
allemaes de estradas frreas.
(3) De outras origens obliteraos o seguinle : que
a Austria linha em 1856 200 fabricas de fiar rom
1,558,928 fusos. Era 1841 existan) 172 com 980,248
Ibaot
Dorante 13 annos augmenten esla industria de
28 barricas e 575,680 fiiv i augmento fui
na Bohemia, 75 fabricas cora 500,070 i
O consumo de algodao na Austria foi de 128 lb.
a 221 lb. Em 1831 492,860 centner, o 1837 724.18'J
ctr. Exportou fio de algodao 1.033 ctr. era 1851 e
1837 4,068 el. fazendas, ditas 7,700 ctr. e em 1857
14,287 ctr.
PERNAMUL'CO. fYP. uE M. F. F. F1L10

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