Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10311


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Full Text
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"

m*
IHO XL HUMERO 55.
Por tres mezes adiautailos 5$O00
Por Ires nifizes vencidos 68UUU
Porte ao corrcio por tres niczes. 750
TERCA FEIRA 8 DE MARCO DE 1864.
Por anno atlant:iilo.....19$00O
Port? ao eorreio por mu anuo 3$00 E.NCABHEGADOS DA SUBSCMPgAO NO NORTE
Paraiiyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Araeatv, o
Sr. A. de Lentos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Olivoira; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manuel Pinheiro & C; A-
mazonas, o Sr. Jeronyino da Costa.
KNCABREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SOL.
Alagas, o Sr. Claudino Falcas Das; Bahia, o
Sr- Jos Martins Al ves; Rio do Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martias A Gasparioo.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada tojos os dias.
guarassu', Goyauua e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Santo Antao, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru'.
Altinlu. e Garanhuns as tercas ft'iras.
Pao d'Aliio, Nazareth. Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
Ingazeira, Plores, Villa Bella, Tararatu', Cabrob,
Boa Vista, Ouricury e Exu' as quartas feiras.
Sermhem, Rio Formoso, Tamandar, (na, Barrei-
ros, Agua Preta e Pinienteiras as quintas feiras.
I ha de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio,
lodos os estafetas partera ao '/ da.
EPHEMERIDES DO MEZ DE MARCO
1 Qnarto ming. as JO h., 51 m. e 44 s. da m.
8 La nova a 1 h., 39 m. e 20 s. da m.
18 Quarto cresc. as 3 h., 47 ni. e 32 s. da m.
2:1 I.ua cheia as 8 h., 27 m. e 3 s. da ni.
30 Quarto ming. as 8 h. e 2 s. da t.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 3 horas e 42 minutos da tarde.
Segunda as '. horas e 6 minutos da manha.
PAltTII.A MIS VAPORES Ci
Para o sul at Alago is a t e 23
a Granja 7 e 22 de cada mea pa
dias 14 dos mezes dejan, maro., na
PARTIDA DOS OMNI
Para o Recife : do Apipucos s t
8 '/, da m.; de Olinda s 8 dam.i
Jaboatao as6'/2 dam.: do Caan
da m.; de Bemtira as 8 da m.
Do Recife : pan. o Apipucos s 3
5. 5 '/i. S Vi e 6 da tarde; para
manha 4 '/ da larde : para laboa
de; para Cachang e Varzea s 4 >/2
Henifica s 4 da tard".
TEIROS.
para o norte at
a Fernando nos
i o, jul, set. enov.
KJS.
V, 7, 7 A, 8 e
6 da tarde; de
; e Varzea s 7
/i, 4, V, 4 Vi,
Olinda s 7 da
to s 4 da lar-
da tarde; para
AUDIENCIA POS TKIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do comraercio: segundas e quintas.
ItelacSo: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quintas s l horas.
Juizo do comraercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DIAS DA MANA.
7. Segimda. S. Tbemaz deAquinod. angeto.
B. JVf a. S. J'iao de Dcns ; S. Quinlilo b.
9. Quarta, s. Francisca Romana viuv.
Iii. (jimia. S. Mililom.;S. Drotboveo ab.
11. Sexia. Ciiiniiiemi'i'aoii da paixioda N. S.
12. Sabliado. S. Gregorio MapvdeoL da egr.
13. Domingo. Ss. Mardonio e Chrlana v. m-
ASSIG.NA-SE
no Recife, em a livraria da prara da Independencia
ns. 6 e 3, dos propietarios Manoei Figueiroa d*
Faria 4 Fimo.
PARTE QFFIGIAL.
governo da provincia.
Expediente do dia 1 de marro At 4SGI.
Oficioao brigadeiroconiuiandante das armas.
Para que eu possa resolver definitivamente acerca
do pagamento do aluguel da casa que servio de
quarel ao destacamento da villa de Barraros rela-
tivamente ao tempo decorrido do 1" de inaio 30
de novembro do anno passado. e sobre que versam
os inclusos papis, faz-se necessario que V. fcxr.
se sirva de informar se estiveram all destacadas
pracas de 1" linha durante o referido leiiipo.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de informar
acerca do que solicita o rommandante superior in-
terino da guarda nacional do Recife no incluso o-
ficio que me ser devolvido.
Diloao mesrao.Queira V. Exc. ministrar a in-
formacao exigida em meu ofllcio de 28 de Janeiro
ultimo, acerca da impugnarlo da thesouraria de
azenda relativamente a despeza cora o transporte
dos msico que foram ao presidio de Fernando
em dezembro do anno passado
Diloao mesmo.Sirva-se V. Exc. de expedir as
suas orden para que urna guarda de honra com
musita e bandeira, bem como os inferiores dos
corpo* em guarnico nesta provincia se aposen-
tan em frente da igreja matriz do Corpo Santo s 5
1|2 horas da Urde do da 10 do corronte, alim de
acom lanbarem o Senhor Bom Jess dos Passos da-
quella igreja para o convento do Carmo, providt n-
ciando V. Exc, outro sim para que toda a forra
de linha disponivel esteja postada em frente do
dito convento s i horas da tarde do da 11 deste
mez para reunida aos corpos da guarda nacional
destacapital, esob a direceao do ofticial a quem
por lei competir o commando, acompanharem a
procislo do mesmo Senhor em regrcsso para
aquella matriz, certo V. Exc. de que no ultimo d.ts-
ses dias a guarnico da praca ser feita pela guar-
da nacional, que o poder marchar para o que de-
ver V. Exc. entcnder-se com o coronel comman-
dante superior interino deste municipio a quem
se oflicia neste sentido.Cominunicou-so ao coro-
nel commandante superior do Recife.
Dito ao commandante superior da guarda nacio-
nal de Goianoa.D V. S. as suas ordens para que
e batalhao 11. 12 de infamara da guarda nacional
desse muuicipio preste urna guarda de honra para
acompanhar a procisso de Triumpho na cidade
de Goianna no dia 20 do crreme s 4 horas da
tarde, ikando V. S. certo de que o delegado res-
pectivo lea ordem^para prestar o armamento ne-
cessario a (mesnia guarda.Recommendou-se ao
respectivo delegado para prestar o armamento
preciso, e cominumcou-se a confraria da ordem
terceira do Garmo de Goianna.
Dito ao commandante superior da guarda nacio-
nal de. Santo Antao. Expeca V. S. suas ordens
para qae o batalli o n 23 de infamara da guarda
naciorial do municipio de Santo Antao preste urna
guarda de honra para acompanhar a imagem do
Senhor Bom Jess dos Passos, tanto na occasio
de ser trasladado para a igreja de Nossa Senhor a
do Rosario, como no domingo de Ramos em que
tem de sahir em procisso na cidade da Victoria.
Diic ao director do arsenal de guerra.Promo-
va V. S. com brevidade a remessa das capsulas
fulminantes e cartuxos embalados vindos da corte
na barca Traviata com destino ao do Maranhao,
visto assim o requestar o Exm. presidente da-
quella provincia em officio de 23 de fevereiro ul-
timo.Communicou-se ao Exm. presidente do Ma-
ranhao.
Dito ao commandante do corpo de polica.Po-
de V. S. contratar para o sorvirodo corpo sobseu
commando o paisano Trajano da Silva Pereira,
visto que foi considerado apto para isso em inspec-
cao de sade como V S. declarou em seu ofllcio
n. 104 desta data a que res|>ondo.
Dito ao mesmo.Autoriso V. S. a mandar dar
baixa ao soldado do corpo seb sen commando Jos
Antonio dos Santos que linalisou o tempo de serv-
co como V. S. declarou em sua iofermacao n. 103
desta data.
Dito ao mesmo. Contrate V. S. para servir no
corpo sob seu commando, o paisano Sebastio Jos
Velho Brrelo, que foi considerado apto para isso
em insfieccao de sade, como declarou V. S. em
seu officio n. 10o desta data, que flea assim res-
pondido.
Dito ao htria doLivramento.-Communico V.
S. que |K>r aviso de 10 de fevereiro ultimo appro-
vou o Exm. .Sr. ministro da agricultura, commer-
cio e oliras publicas, a autorisacao que conced
V. S. pira dar s cabeceiras da ponte de ferro do
Recife urna elevarlo de mais 2 |>s,gsto assim
convir ao aperfe.eoamento da mesma ponte, a na-
vegara) das pequeas barcas que freqnentam o
rio, e rio se exigir iiidemnisaro alguma |wr as*
excessn de trabalho.Communicou-se ao engenhei-
ro liscal da mesma ponte.
Dito ao Sr. Em. Bidoulac.Acensando recebido
o offlcio em ijue o Sr. Em. Bidoulac, communicou
me haver rcassumido ai funcroes de cnsul da Di-
namarca nesta provincia, aproveito esta occasio
para renovar ao mesan Sr. Bidoulac os meus pro-
testos de perfetaestima e consideraro.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda. -
Transmuto ~V^S. os inclusos documentos, alim
de que nao havendo inconveuient conforme solieitoit o commandante superior inte-
rino d:>3ta comarca em offlcio de hontem, os ven-
cimentos relativos ao mez de fevereiro ultimo dos
olliciaes de I* linda, tamoores, cornetas aetariai
empregados nos coros da guarda nacional desta
capital.Communicou-se ao commandante superior
do Recife.
Dito ao mesmo. Autoriso V. S. deconform-
dade com a saa jnformacao de hontem, sob n. 112.
dada com referencia a da contadura dessa thesou-
raria, a mandar pagar ao 2 cadete 2 sargento Mi-
nervino Ceciliano de Hollanda. a gratilicacao a que
tiver direito, por haver exercido interinamente o
lugar de escriv.o da colonia militar de Pimentei-
ras, a cuitar de 13 de agusto ate 30 de novembro
do anno prximo passado, e para esse flm devolvo
os pape s que vieram annexos sua citada infor
maco.-- Communicou-se ao brigadeiro comman-
dante das armas.
Dito 10 mesmo. Communico V. S. que o juiz
municipal e de orphaos do termo de Cabroli, ba-
< harel .Vgnello Jos Gonzaga. tendo terminado no
ultimo do mez lindo a brenca de 3 mez.es de que
gozava, deixou por molestia de reassiimir o exer-
cicio d;^ seu cargo, conforme parlicpou emdata do
1 do corrente.
Dito 10 mesmo. Communico V. S. que o pro-
motor piblico da comarca de Cabrob, barharel
Antonio Lopes da Silva Barros, deium em lid^
mez laido o exercicio do seu cargo para vir tomar
ass.nto na assembla legislativa desta provincia.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Recommendo V. S. que nao havendo inconve-
niente, mande entregar ao regedor interino do
Gymnasio Provincial a quantia de 5404 rs. prove-
niente las mentalidades relativas ao trimestre de
Janeiro marco deste anno, dos alumnos internos
e meio iiensonistas gratuitos daquelle estaueleci-
ment, constantes da inclusa rclaeo que me foi
remetila para esse fim com offlcio do director ge-
ral intt rio da instruceo publica datado de 2 do
corrale e sob n. 31. Communicou-se ao director
geral.
Dito ao director geral interino dainstruce.Io pu-
blica. Hespo.ulendo ao seu ofllcio do-1" do corren
te, sob n. 30, tenho a dizer-lhe que designo para
examn irem nos concursos a que se tem de proce-.
dar no dia 9 os professores Simplicio da Cruz Ri- um momento se quer se coiisiderassem as paterna A volacao submini-itrada i r.daccao do P10-
bJiro, Genuniano Joaquim de Miranda e a profes- do nobre depulado como a exprcsso dos nossos mreuita da ao Sr. deao Parias ito votos- na acta
, sora E.mlia Gandida de Mello Lima, e no da H desoos L ,;,(janna primrtroTd 2" vo. S da"nJo- e
, o, professores padre \ cente rerreira de biquelra \e a cmara, portante que sao bem justas, e sin- ouira votaea>>m vott terintum- Iwo ronrlne n
pango e Miguel Veira de Barros Marreca. ceras u causas do meu regosijo. (Pau.a.l nobre depulado. a "leicao de Go ana ',niu
Ao mesmo director geral remeltou-se urna col- Reconhoco que o nobre depulado acha-se pos- lada.
Senhores esse argumento i.o pouco
so. qn'jti.to sei como foi invocado pelo
ngenho-
honrado
[ara osjornaes
Senbera, quem lem lirio da nossa historia po-
liiiea sabe que ha nmHos iadifidaos, que nao fo-
ram jamis certas provincia, e que entretanto
apenas sao seos booms ahi apresentados, sao in-
eiramente aceitos. .(Adiados.)
O Su. DmimoNn :Mas p irque !
O Su. Aiimio-Rau os :Nao sel -porque n<>m
porquo nao .
(Trocam-se rautos apartes).
O Sn.Prksii.kntk :l'eco aos nobresdenutados,
1 hero dos relatnos do ministerio do imperio dos suido de muit boa f, e de mellior pure/a de in-
a nos de 1833, 1837, 1840, 1814.1830, 1833,1836, lenroes ; mas infelizmente, Sr. presidente, este
II? a 18tk) a 1803, e mais collecc>!s de leis c re- debate a boa f do nobre deputado parece que se ineiiil.ro.
'ho dal,rovillcia d0 piauh> annos de 1860 acha illaqueada, a pureza de suas intencoes parece Qualquer rldado pode imrtldar
1*%?*-.^___________ ..- ftKr, .,, 'am^fn'Prlurbada pelas prevencoes de seu ani- urna noticia ; por esse farte dir-se- a que e'ssanV- que nao intenwnpain ao* orador" .Vio co.isentirei
Dito ao director da repart.cao das obras publicas. .10, e o desojo ardente que tem mostrado, por pa- ticia exacta, ou tem o carcter de authentici- jamis que se renitam dessas aceas de hontem
--Pode \ me, conforme md.ca em sua informacao huras, de nos axer justica, ,rece altamente com- dade ? apoiado nao o re mais ae s-lam nter-'
n. 1 Trf "e- ? h"- "' mand:ir faZ.r 'T "T Pp,m,',"Jo S,t?,de ',U0- n,",re ***&.cm um dos Pis i se deve inferir do argumento do ronq.ido, o oraSreTcmTapSrtoTprtidos
p.e.lala os reparos de que precisa abombado medentes da d.scussac.de hontem, deu a entender honrado meml.ro, (apoiadoO. eme la opiniao as (Apoiados, muito bem ) P r-ptuao...
uUmo.-Gommunicou-se a thesouraria prov.n- se isto "este [K.nte a illustraco do nobre de miado. O Su. fenmorA r-Maa da le.
Dim ao iuit rfe n m-,k vn,^n Ho .. Hi-iri^A i O s ftSSf t^T" "\ ^ conleUir f0*" *w W "a letras, que se 11 difflculdade Su. A,u, jo Baanos :- verdade ; mas taes
,1- frl;,.J^ a r Paz|ma,s.,V0tf,l01do "' d,sIr,ct0 Of- V N,IA jEi.XF.inA i-Protestare, sempre. podem >er lidas, mas que ha otilras le custosa de- apartes j me nao embaracam.
lfnf '? d- ^^obo.-t-jnstando.me que nes- 0 Su. Ahauo Bakhos : -Sr. presidente, o candi- eifrarao mesmo para bonwns habitu idos a ler to- i' Sn. Biuto 1-0$ apartes sao parmittidos.
u freguez.a nao seprocedeu anda este anno a re- dato, a quem me refer. mas cujo nome nao quero dos os caracteres de letras. Desde m e isto exac- O Sn. Phks.orn-tk :-Si erm tido toda a ve/..
V.3*? da ,'ual,.nca,>, dos..v?lanles' ^"mno a pronunciar, antes da eleicao, ramio antes da ele- te, para que o argumento do nobre deputado pe- que nao interrompem o orador no seu discurso
s repetidos uns aps outros, como
binacoes eletoraes desse cdadao e de mullos ou-
tro-, a qcc elfo se refere, sahiram triumphantes
das urna.-, naufragando apenas duas candidaturas,
e urna dolas por muito poneos votos, a virteria
dessas combnacies incontestavel. A expressio
das urnas em Gmanna n.'io pode, portante, ser ar-
gida de falseada.
Greio. Sr. presidente, que nao tenho mais neces-
sidade de ler e analysaro resto da carta do Sr. Pe-
reir Palma.
I'm Su. Deputado :Seria bom ler o resto.
O Su Aiiai joBaubos :Desde que esta carta
averbada de suspeita por motivos que encerra em
I tous proprioB termo-, o valor de sua primeiras pa-
| lavras o valor de todas ellas, e, portante, lidi
unja parte da mesma esta lida ella cm sua totali-
dade para a forca probatoria, que offerece.
O Sr. Jos Luiz Pereira Palrfia cdadao respei-
tavel tem duvida, mas os cidadijs. que lirmaram a
acta de Gcianna nao sao menos respeitaveis,
elle.
que
Airaos :Eu dza. senhores, que
i'incias. e algumas de certa impir-
eleilo individuos, que nunca as
no :Sao as candidaturas offl-
m dn!,!e?ln,!,0JUZ t ,,,aZ ma'S V0,ad d CU"1|,r" t a',rehenfPts ?el resultado da eleir-ao de Goan- lugar da noticia sobre a votacao. O. tro s.m. se- O Sr. Alucjo Bauuos :-Nao sei se sao offleacs,
u o 1? aoln, d,''ll'riniua-, ... "a: '" nUw. naf; era a,nd;l ronhecidn. As suas nhores, qnem pode assegurar' se a nctcia. que de- ou nao sao nao quero entrar nessa apreciacio.
Uito aos agentes da conipaiihia Brasileirade pa- aprehensoes, hbilmente coramentada< lfcfti rim <: ir,, .,;....".,._____:..:J. _,', .
qietes vapor.Ao officio pie Vinca, me dirigi- transmitiendo de pessa pessoa.
ram om 4 de fevereiro ultimo respoudo declaran- A quadra era propicia para to__
do-lhes que deve correr por conla do ministerio da intrigas polticas por causa do graml
jutira a despeza com a passagem mandada dar toral de 6 de dezembro. Os espirites
vf'.^^!a^)aui^1USauJ0.a',Ui,',lgnaCICdDSSa,nt?!! d'?l,oslos Dara rtceber os mais disparados aoa- carcter Ue presu.npco. Xestas 6rcuinstancias v.ncia ha factos semelhantes. Eu, por exempl
nL!2if d ?" > P"v">p i Parahyba tes. os interesses partidarios suggenatn marav.- um espirito desprevenido attribuiria o erro de c- nunca fui ao dslrcto : mas apresentando-me
pa a esta foi ordenada pelo reepeaUre ebefe de po- Ihosos expedientes para lancar a dmsao no seio fras a um engao qualquer no acto ce apanhar a fr all em quadra, era que alias domnava urna po-
dos amigos, e augmentar o numero dos affeicoados. volaro do collegio, ou a qualquer outra causa de lica. que me hostilisava. fui acolh.do benignamente
O Sr. vgaro de Goianna um cidadao distincto a
todos os respeitos, reconhecidamente probo e aca-
tado como um vulto grandioso por toda a opiniao
liberal da provincia. (Apoiados.)
OSn. Curra Tmanu :Ninguem contesta.
O Su. Auai jo Bauuos : Se nao centestam, sa-
bem que elle era incapaz de prestar-sc a urna frau-
de, sendo elle presidente do collegio, de que se
trata.
Un Sn. Depltado: Applique esse argumento
aos outros.
O Su. Alucio Barros : J disse qual o valor
que lgava ao Sr. Palma, como cidadao, mas por lei
; son obr.gadoa dar inteira f ao testemunho da-
Goianna por
. Domin-
relacao,
avias'do
igual natureza, mas nao ebegara fac luiente a at-
trihui-lo a urna fraude, ou a qualquer outro facto
naoconfesiavel.
lito ao Dr. Jos Mamede Al ves Ferreira. em- A mina foi, pois, explorada, com toda a habilida
pretero da estrada do norte.Declaro Vmc. de. Foi assim, .senhores, que urna cousa, que
pa-a o lira conveniente, e em resposla ao seu ofll- nada linha fora do commum. irapressionou. nao
ci< de 31 de dezembro do anno passado, que nes- esta cidade, mas aquclles que se havain mettido E nem se diga, senhore que engaiios dessa ro-
ta data approvei o desenlio que acompanhou o seu perdidamente na lula eleitoral, em que nos achava- dem. Sr. presidente sao factos extriordinaros
>m todos os dias. /leonmissio
ou que um accrescimo de vo-
..>,ico de Pao d'Alho, e provou o
gu uto informa o director da reparticao das obras cao, de que nos fallou em seu discurso. seu asserto com a acta que exaininou
publicas, em officio de 2 do corrente, sob n. 56, O Sr. Chusa Teukiha :-Muito obrgado. .\o collegio doLimoeiro obti've eu 8>. votos como
acera ter maior grossura que as torne sutlicente-
meute solidas : o que Vine. cumprir.-Commu-
nic3u-se ao director das obras publicas.
1 por diversas inllueneias locaes, e Uve a honra de
sentar-me nestas cadeiras.
As pasadas, que me honraram com seus votos,
os deram lambem ao nobre deputado. (Para o Sr
Brito).
O Su. Biuto :Mas eu tenho percorrido o quin-
to dstricto. e l tenho prenles e amigos.
o Sr. Abacio Bmuios :Fallo em relaco a
luim.
Ora o meamo que succedeu comgo, e tem acon-
coineca
a su carta declarando-se interessad com outros
pele triumpho de urna chapa. (Apoiados.)
OSit. Gimia Tkixkika :-Mentio?
O Sr. Aha"jo Barros : Desconlieco essa pala-
vra na hnguagem parlamentar. Estou fallando
para quem vai ser juiz, c sou obrgado a apreciar
as provas no terreno da le.
O Sr. Ci.nha Tkixkiiu :.Logo, meotieoSr. Jos
Luiz.
< Sil Auai 10 Barros : A conclusa do nobre
deputado. (Depois de urna breve pama).
A' autoi idade do Sr. Jos Luiz Pereira Palma
oppouho a de um magistrado, contra o anal nunca
"louve nota.,nem marmaracSes degenero atgum.
Kiaciliniif do secretario do gaverno.
ff. 26.Officio ao Dr. Manoei Buarque de Ma-
cedo, secretario da assembla provincial.De
orcem do Exm. Sr. vice-presidente da provincia,
pa.'so s mos de V. S.. aeomnanieido f( junta por copia do juiz de direito da comarca' de Flores, para ser presente assembla legisla-1 collegio, que recusQU-lhe os seus sulfragios. e qualquer dstricto, eu as mandava para o Proqres-
tiv: provincial, alim de que se digne de tomar na cuJa nullidade entrava era -
consideraro que merecer o incluso abaixo asig-
nacoem que os habitantes da povoacao. e dstric-
to policial de Baixa-Verde, pedem a transferencia
da sede da fregueza. terma e comarca de Flores
para aquella povoaro Remelteu-se ao mesmo 1*
sec -etario da assembla para o lim conveniente 40
exenplares das collecroes de leis promulgadas o
anro passado.
EDITA L.
irava era seus clculos para ter tista, e muitas vezes para o Jornal io /,!/>, e para j
e tnumphal neste augusto re-, o Diario 1 se deu sobre a eleirao ce Goianna ; mas assevero
entrada violenta,
cinto.
Parece-me, Sr. presidente, que nao tenho ne- ao nobre deputado "que nunca podar! 1 garantir a
cessidade de entrar em mais largas consideracoes inteira veracidade dessas noticias sen;.o em vista
para demonstrar o valor das sinistras aprehensoes das actas, de que ellas fossem extrahdis.
que o nobre deputado descreveu. quando quiz de- Isto. porm, nao ludo, senhores. O que estabe-
senliar a anciedadc publica pelo conliecmenlo da lece a verdade dos fados comidos na teta de Goi-
eloicao de oianna. nna a rapossibilidade de se mandar emendar .
uceupar-me-bei agora com a narracao,'de que all avotarfio, quelivesseoblidoqualqueirandidalo, I por muitos anuos
o nobre deputado Urou argumentos para pedir nao porquanto', como todos saben, apenas concluida a
mais votados do collegio !
Pois que | Senhores. pelos outros dstrictos da
provincia nao houva tambera votaco cerrada para
muitos candidatos ?
ll 1 um aparte.)
O Su. Ahaiio llAnuos : EraGoianna. Sr. presi-
dente, ha espirito publica, c disciplina nos parti-
dos ;de longa data a poltica exerce all urna (orea
immensa. Abrase tuna poca nova, que prosc re-
va ura dominio antipathico ; todo o ddadao dese-
java exercer um direito,
nsae qi
annullada.
efeica
todas as mais o deviam
na deva
I ser.
O Sr. Aluno Barros : Em todo o caso o no-
; bre deputado deve estar arrependido do aparte
que me deu.
O Sr. Croa Taqotnu : Nao.
O Sr. Aiuno Barkos : Pois entao declare o
I que sabe.
I'm Sr. Diputado : Em tempo opportuno.
i.i'i 1 .11.. ii-j 1 j 1 -......------ --------- -------I l^.'l""..1*" ^wiiiv IWUU3 .-.111. 111. .i|" II 1- "in nipii .i
2; seccao.Secretaria do governo de Pernambu-'s,^ m. dadc. elo,eao de Goianna, mas a de lo-1 acta de um collegio. inmediatamente ella trans-
cripta em notas por forrada lei. Logo, pira sappor-
se que a votacao fosse emendada 4ou matedlas de-
_ do o 2" dstricto.
ro, 4 de marro de 1864Pela secretaria do go
ven se faz publico, para ronherimento de quem A vtacao do collegio de Coanna so veio a che
intcressar possa, que se achara em concurso os of-
licics de partidores do termo da Hoa-Vi?ta. creados
pe; le provincial n. 504 de 2!) de mate de 1861,
devjndo um accumular as funecoes de contador, e
o outro as de distribuidor.
Os pretendemos devem apresentar seus requer-
meitos instruidos na forma do decreto n. 817 de
30 co agoste de 1831 e do aviso n. 232 de 30 de
gar a esta cidade quatro das depois do dia desig-
nado para a eleco.
OSu. ClhiiaTxeira: Eu disse que so foi pu-
blicada.
O Su.
O Sn. Aiuno Barros : O Sr. Dr. Francisco
do que eslava privado Gonralves da Rocha era incapaz de prestar o seu
da ura quena concorrer uome-para tgurar em una farca. E" um cidadau
mil?n!,r.H,u.,|Paira '" rar asUua5ao-- e pr- respeitavel, um magistrado ntegerr.mo, e de mats
"5? i!*!!** l'r!>v",lia. .. _____ a mais absolutamente estranho a poltica do lugar.
O Sn. Diicmmoxd : Apoiadissmo.
Em taes circumstanrias. certo nao para es-
trinliar o c.mparecmento de I Si eleit ores no col
pois do conchuda a eleico, fura preciso dar-se como legio. de que se talla. J em setembro p certo que a lei nao foi observada; que a acta do rol
lefio em que.-tonofoi laneadaem nota*. Mas o no-
. bre deputado nao ousou, ao menos anicular urna
U su. Aiuno Barros : -Nao me dei ao trabalho supposiro ueste sentido, e nem o podem fazer, |>r
de veril.rar as datas ; nao julguei necessario faze-; que nao se presume vagamente que um funcriona
lo : acedo os dados, que me offerece o nobre depu- rio publico nao compre o seu dever.
lado, e pergunto : Ha alguna cousa, que extra- < A prova desse laclo devia ser f.i la pelo nobre
dezembro de 1834, e 110 prazo de 60 dias, cornados **!; Basse acoiiteciinento ? Quem tivesse inters- deputado, se quera que a sua argumen aeao Uves
dest data.O secretario do governo, Dr.
ro de Paula Sales.
Fian
seccao.Secretaria do governo de Pemambu-
co, >\ de marro de 1864.-Pela secretaria do ro-
so vivo em saber rpidamente de resultado da se algimi peso'. Seiu isso, ha de convir que a sua
eleieao de Goianna mandasse para all portadores suspeita urna creico suggerida patos seus de-
romo se fez |ra saber noticias dos demais col- sejos, una mera allegan, quando mu te, e nada
legios do 2 dstricto. I mais.
0 collegio de Goianna compoz-se de 151 cleito- Mas ser armado de allaraeStt dessa ordem, verro se faz p'ublJco, para conhecimento de quem rcs> 'IUt votaram no segundo da da eleico. O seu ; o nobre deputado possa pedir eom fui.damento a
intei essar possa, que se acha em concurso o oUl- Procesan nao podia ser concluido rpidamente; mas nulhdado do collegio de Goianna 1
co de escrivo privativo do jurv e execugiies cri-1 9aso ossei M'8 acontecer que quem mostrasse Sn. Costa Rihkiuo :A fraude sempre dif-
minacs do termo da Escada creado pelo art. 108 mteresse nesse processo, tratando del le em (oian- licil de provar.
na com todo o cuidado, nao tivesse interesse em I'm Su. Dkpitado : A verdade sempre difll-
expedir um expresso para vir a esta cidade trazer cil de contentar. (Apoiados).
da lei de 3 de dezembro de 1851. e ainda nao pr-
vido vitaliciamente.
O; prelendentes devem apresentar seus requer-
memos no prazo de 60 dias. contados desla data e
instruidos na forma '
agoi o de 1851, e do
bro de 1834. O secretario
cisco de Paula Sales.
Despartios do dia i de marro de 186i.
Reqnerimentoi.
Igiara Francisca de Mello.Remetldo ao Sr.
a noticia da respectiva votacao.
Pela minha part
cao de deputados genes havia comparecido 154
eleitores, isto todos os eleilores do collegio. e
aingoem lembrou-seainda de argir de simulada e
fraudulenta a eleico desse collegio. (Apoiados.)
l.M Su. Depctado :E dous candidatos tiveiarn
134 votos.
1 tro Sn. DeruTADO :-E quantos seain-esen-
ta rain T
0 Su Abacio Bauuos :Mais de tres.
1 m Sn. Dkpitado :Pois quiz tirar argumente
de una eleico em que se apresentaram rautos
candidatos para urna era que s se apresentaram
tres t
O Sr. N.\Ron : Por isso a divergencia foi
maior.
OSr. Aiuno Barros :E o que me diz o nobre
deputado do facto de terem comparecido antao
154 eleitores t
Os candidatos assembla provincial foram mni-
o Su. Abaom Barbos : Repito, Sr. presidente, \ los; mas dos nove pie foram eleitos apena- seis
que reeebem noticias, as transmitiera para os jor- (Ja Su. Dentado : Visto isto, nui ra haveria
nae-, e bem podia acontecer que alguem, que nao acia falsa,
era immedialamenle inleressado no resultado da: fl ....
eleico, tivesse tdo sriencia delle, e nao o man-1 V 5a- Aluno Barros :Nao e o que ;e concille,
pois que se pode fazer prova de que tima acta nao
protectores afficatea. (Depois
urna pausa.)
Sr. presdeme, creio que tenho respondido par-
te do discurso do nobre deputado, que eu repulo
fundada em meras e vagas su-peitas.
(O orador pede ao Sr. Cunha Teixeira os seus do-
Q Sr. Araijo Bauuos: Esse magistrado excr-
ceu por muitos annos auloridade na comarca A.
Ro-Formoso, e a cmara acaba de ouvr o te.-te-
mnnho esplendido, que era seu abono d ura dos
advocados daquello lugar.
O Sr. Dmumord : E" um magistrado muito e
muito distincto.
O Sr. Aiuno Barros : Nao o Sr. Dr. Ro-
cha a nica pessoa, cujo testemunho invoco neste
momento. O nomo do Sr. major Jos Joaquit da
Rocha Parias,
homtm de tuna s lei, de urna s f,
acha-se tambom firmado na arta. Outros carac-
teres igualmente dislinctos c respeitaveis Crma-
ratn a acta da eleirao, de que se trata, e nenhum
dos nobres do putados Misara por em duvida- a
sua reconhecda honestdade e independencia,.
I"m Su. I) :im tado : Nao ponhamos os carac-
teres em dlsoasao,
O Su. Auai 10 Barros : Aprsenlo caracteres
contra caract .'res. e nao faco mais do que acceitar
a dscusso no terreno em que a collocarauh
Oj.romotor publico da comarca, que tem obri-
gacao de fa;:er punir pelos meos legaes aos auto-
res das fraudes eletoraes, tambera um dos sig-
natarios da acta de Goianna.
Cora.), pois, o nobre deputado comineile- a (eme-
ndado de qualifiear de farca escandalosa a. eleieao
de Goianna ?
Senhores, o paiz so vai estragando ca'da vez
mais com essa inmensa facildade na depreciaco
dos caracteres. (Apoiados.) Se a lei manda que se
Joiqutr Ambiano de Castro.Informe oSr. ins
pertor da thesouraria de fazenda.
Manoei Liberalino Freir de Carvalho.Requei-
ra pelos eanaes competentes.
Manoei Joaquim Fernandas de Azevedo.Infor-
me c Sr. inspector da thesouraria provincial.
PERNMBUGO
ASSEtlBLEA PROVINCIAL
Barros na
A demora na publicaro do noticias eletoraes,
senhores, nao facto, que deva rausar eslranhen. <
i por quanto isso se d constantemente entre nos.
Maior demora se deu na publicaran dos resultados
I das eleicoes do terceiroe quarto 'di-triclis. (Apoia-
dos.) Ambos esses dstrictos em con^equencia da
I estrada de ferro licam tao aproximados desta ci-
dade, que as respectivas noticias eletoraes podem
fcilmente chegar aqu ao conheciineuto dos cn-
carregados das folhas diarias, e de todos os inte-
ressados. Sobre o tereciro districto disse-se muita
cousa. (Apelados); mas o nobre deputado, que pe-
de a nullidade do collegio de Goianna, em nome da
moralidade publica, da ptlreza das eleicoes. o dos
brios da provincia, deixou passar a eleco do ter-
Disrrrso proferido pelo Sr. Dr. Araujo
sesso de 20 de fevereiro.
O Ib. Aiiaujo Barros :Sr. presidente, antes de ceiro districto sem proferir una palavra.'sem mur-
entn.r na materia de que se trata, entendocumprir murar urna s expresso contra sua validade. (A-
um dever felicitndome com esta Ilustrada cama- poiados.)
O S. Ci .ma TKtxEinA : -Acho liom nao fallar so-
bre o que est vencido, como nio me deixarain
fallar.
(Trocam-se muitos apartes.)
(I Su. I'uksidkntk Peco aos nobres depulados-j
ra pila ordem etranquilidade que reinaran) nadis-
CUSS o de boje ; e felirito-me, senhores, porque
nao live o desprazer de ouvir ao nobre deputado
dizer constantemente que todos aquclles que se
interessavam pela eleirao de Goianna desejavam
sulTotar sua voz, alim'de que nao podesse elle le- que nao interrumpan) o orador.
var conviccao de todos que semelhante eleico OSn. A iu no Barros : Se ou quizesse fallar
eslava milla. contra o vencido dira que o resultado das eleicoes
0 Mu. Cu.nha Tkixkiiu : Nao disseque abafa- de Serinhem e Rio Formoso foi publicado OBglo-
vam, disse que os apartes me suffocavam. badameote, muitos dias depois das eleiroes. e que
O >r. Araujo Barros : (para o Sr. Cunha Tei- este farto, que devia causar reparo a um espirito
xeip.) Pero ao nobre deputado que me preste : escrupuloso, nao rausou esperie alguma no animo
attei.cao igual que Ihe prestei : os apartes tam- do honrado memhro. (Apoiados.) Se eu quinase
bem me perturbam. ; fallar contra o vencido....
OSr Cunha Tkixkiiu :Nao Ihe. darei mais um 1 O Sr. Ccniia Tkixkiiu :Assim val fallando,
apar a sem sua lioenea. Um Sr. Deputado :Sao licenras oratorias.
O Sr. Aiuno Barros :Felicite-me, Sr. presi- 08b. Araijo Barros :Pois bem! Deixarei es-
dente, repito, porque (las as vezes que o nobre se eaminho, mas euto lique bem (latente que, a
deputado dizia com o vigor, que Ihe parece con- nao seren prevencoes infundadas, o fado da pe-
genito. achar-se como que coacto, e que seria tal- quena demora havida na publicaro da votarlo de
vez obrgado a retirar-se do salo em consequen- Goianna. teria passado inteiramenie desapercibido,
cia dos apartes, que Ihe erara dirigidos, eeeas assim como pasearan aquelles factos, dos quaes
suas palavras feriam-me no mais intimo d'alma, alias nenhum espirito recto podena inferir a nulli-
causavan impresso dolorosa cm meu animo. daile das respectivas eleicoes.
Pois que! Desojaramos nos evitar a discussao I Passarei agora a oceupar-me com o argumento
Havi irnos privar a cmara da luz, que sobre ella deduzido da votacao publirada no Proijressista rom-
pode iain derramar as vozes do nobre deputado I parada rom a votacao da acta do collegio, V que
Eque idea se faria de nos nesla cmara, so por se trata.
rionaram nossa acto, cumpiia-lhe fajer di-so pro
va inmediata, pois que a reputaran d.u uelles que
pratic.am artos a que sao ebamados pela lei deve
permanecer intacta, at que com provas sufficien-
les possa ser destruida. O que nao for CS^hoi^,emreij)OS agora em um terreno todo1 "I*'16,un? ac| fliaer, quando esse acto'arha-
anios apreciar que grao de importancia '!?fndo,d ,odas *J^Z!" p0l-1elia
1 presrr.ptas, cumpre que so ataquemos a validado
novo
pblicos e outros pj
' Su. Ci-nii.v Tkixkiiu :Pero ao nobre deputa-
trina pouco sa, subversao de tedas as r^riisde' i *%* n,ais **&>> u W**
honesta apreciaro. (Apoiados). ,', Sll AllA1.J0 BARMg ._N5ocs em minhas in.
nem de leve o nobre deputado,
Sr. presidente, parece-me que nao p-eriso mais t ,
insistir ne.-se ponto ; entretanto se o n Are depu-
tado entendesse qoe ainda me restava alguma cou-
sa (pie dizer para refular completamente a sua
argumentaco, far-me-hia obsequio em declara-lo.
Eu aceitara com vivo prazer qualquet aparte do
nobre deputado neste sentido.
O Sr. Cumia Tkixkiiu :Nao, nao.
OSr. Araijo Barros : Continuando era seus
argumentos, disse o nobre deputado : Senhores,
urna das cousas, quo me indnzem a cr sr na nul-
lidade do rollego de Goianna 6 que seu; candida-
tos obliveram all unanimidade de votos,o que nao
se pode dar era collegio algum. Ora. digam-me
os nobres deputados : ser do algum valor esse
argumento *
i. Su. Barro:Nio M assim.
O Su. AftAUJO Barros : Pois sirva se o nobre
deputado de dizer-me romo foi o argumento, que
eu s desejo esrlarecer-me.
0 Sn Corra Tbixbira : Vai muito bem ; eu
desojo mesrao que o nome deputado v assim.
O Sn. Aiui jo Bauuos :Quando comecoi o meu
discurso ped que nao me desseiu apartes ; mas
agora aceito-os de bom grado ; peco aos nobres de-
putados que m'os dem. (Pausa.)
O nobre deputado tirou da votacao iguil que seis
candidatos tveram em Goianna argoma ito contra
a validade dessa eleirao.
OSn. Brito :Ainda nao foi assim.
OSn. Araujo Barros : Pois forinu a o nobre
deputado 0 argumento; far-me-hia com isso favor
especial.
O Su. i'.iniu Tkixkika : O meu arg ment, foi
este : era um collegio, onde o Sr. Dr. Sabor nao
liona grande inlluencia, ora um collegio, onde os
candidatos erara inultos, nao era de cph-que na-
turalmente sobre 151 votantes elle s-Mivesse 150
votos. Foi esto o meu argumento.
O S. Abaojo Barros :Esta bam i historia
com o Sr. Dr. Sabor. (Riso.)
por isso retiro a expresso com mnito prazer e usa-
rei mesmo da que rae possa suggerir o nobre de-
putado.
Sr. presidente, de todos estes papis, o nico que
poderla ser elevado cathegoria de instrumento
publico a certido extrahida de iras autos, que
correm pelo carlorio dos fritos da fazenda. Por
essa razio deixarei essa eerlido para ser aprecia-
da em ultimo lugar.
Todos os demais papis sao cartas o attestados
de homens que dizem ; uns, que combinaram em
urna chapa, e que por isso nao votaram nos Srs.
Uc<. abor e S Pereira, e outros que nao conror-
reram para a eleieao, etc., etc.
Leamos a carta fornecida pelo Sr. Jos Luiz Pe-
reira Palma. (L).
Do que arabo de ler v-se como ponto saliente
que o Sr. Jos Luiz Pereira Palma declara haver-se
inleressado pelo triumpho do urna chapa junta-
mente com os eleilores de Cruangy.
Nessa chapa achara se incluidos sele candidatos
que foram otoitos, um que teve boa votacao em
! Goianna, restando somonte um, que teve urna vo-
tacan muito diminuta.
Mas, senhores. se o Sr. rapito Jos Luiz Pereira
Palma, declara-se inleressado no pleito, nao pode
deixarde ser considerado suspeilo de parcialidade,
como corrente em*direito. As suas palavras,
portante, nao pdera ser aceitas como prova, rauilo
embora seja eu o priineiro a reronhecer o alto me-
recimento desse ridado ; se elle, como particular
nos merece todo o resucito e consideraro, nao
pode nos merecer a mosraa f, desde que tornece
attestados para fazer prova em feito, em que in-
leressado. YApoiados.) Entretanto, sepljores, das
propnas palavras do Sr. Jos Luiz Pereira Palma
ifere-sifr naturalmente que o resuHadp. das urnas
em Goianna foi o legitimo triuojpho da. opiniao de
todo o districto. (A|>oado$.) Besdji que s com-.
da menos" im->orta do que estragar o principio, da
auloridade. (Apoiados.)
Os que querem a liberdade uevem quer-la con-
sorriada com aquelle principio, que -o seu cor-
rectivo salutar. (Apoiados.)
( Trocam-s; muitos apartes.)
Ah I Senhores, se os nobres deputados soubes-
som como sao I i be raes os cidadaos, que formaran
a acta de Goianna...
O vigario de Goianna um liberal de ai^iga
tempera ; e patriota de LT
I'm Sr. Dbpjtado : .Nao genuino.
O Sn. NvBoit: Nao sei o que genuino ; to-
dos sao liberaes.
( Trocam-se mais apartes-)
O Sr. Araujo Barros : Rertence poca de
verdadeiro paxiotismo, e posso assevere ao nobre
deputado que o fego. sagrado, em que eise entao se
abrasava, nj sotornou menos intenso, nem me-
nos puro, pelas contumelias do nosso tempo.
Quando um cidadao dessa ordem preside a qual-.
quer acto legal cumpre acatar a saa autoridadp.
Todos os aitestados que foram lijos pelo nobre-
deputado, a oliera respondo, tem torca igual queL
le, que acaiio de apreciar. E para encerrar nudo
quanto so disse. e se possa dizee ainda sobre este
ponto, basta saber-s, senhores que as attesUiroes
e declaraedes extrajudiciaes (genero aque-perten-
cein os. documentos do nobre deputado) poste que
juradas, nao lazem prova, ainda que sejaoj de pes-
soas caracterisadas.
Solire esta materia, senhores, ou nao fallo s
com a autorit.ade dos esrriptores que tenho lido ?
tallo lambem apoiado. na auloridade de um ho-
mem, a quera as. nobres deputados eonsagram
respeito muito merecido. Quero fallar, Sr. pres i -
dente, do S\Dj l'rhano Sabino Pessoa do Mello.
Na opiniu desse distincto Pernambucano, so os
attestados valcssem alguma cousa. qualquer candi,
dato denotado poderia, colligindo milhoes deattes.
tados, pedir a nullidade da eleioo, que Ihe foi
hoskit
O Sn. Cii.iiu Tkixeirv .As attestaroes por si s a,ada valem,.
4





-"-'"*'


Diario de Pcrnaatlinco Terca felra H rfe Mar?o de it4.

0 Sn. Aiurio Huimos:-Eslimo muito que n no-
bre denotado so r retirando Jo terreno, on que
iirucurou tlrmar-sc. _
O Sh Cvmua Teixeira :-Mas so. Ouoamos 3 Sr.
Ul bao.
(I Su. Aiiacjo BaIiuos : (W-
O Sr. Urina :E como se prova, Sr. presi-
dente, o emprego elTociivode forca ovioloncia. ral-
ta-se muito em documentes, e ha coiu emito nc pro-
eesso um grande numero del les mas examinen
todos, e nao aehei seno attesfatlos, e s atistanos.
. E um principia muito eouhecido de direiloquo
s attesiados sao considerados documentos giaeio-
sos, que nao merceem f, nem podem consumir
prova j e se isto rerdade em eral, o (|iie diremos
l.i- atiesados sobre materia eleitoral 1 Qmtimrt-
cimente podem ter 1 Quesegura*ca podem dtr de
termidadt 1 .
OS. Arauo Barroe :Depois de abundar em
considerae.cs de igual valor para mosl ar que laes
aii atados nada signiticavam, oSr. Urbano arrscen-
la osogninte (L).
E mun, senhores, admitamos um sementante
precedente. Todo o partido poltico, que esta or-
sanisadn e ari igimontado, que lem um centro a cu-
ja iblfmria obedece, n. ra5o de vencido, pooj o-
llier iiHilioes de aito-tados, coin que veuha sol citar
Mita a nullidade das oleiyoes dos seusc. nina-
ries. V. rerdade que ate hoje nao se lem recorr-
Publico o teoste momento nao se aproseotaram documentos para tirar argumentos contrarios ac urna mcxaciidao, unta falsida le, ou que o juiz dos Mdente, installoa-wo-ceHefio el.nloral de Goianna Cavalcanli que o prvulo morrera naturalinente, e
entra eleicao do G itanna senao attstans i/ra- qu-; driles liro-.i o nobre diputado. feitae da hienda prova.-ira-lor I... e nao muito redo, porque como se sabe, o collegio r<...0nhccendoa identidade dellc, pois o vira antes
d* iitivaa suuiwMrij.es e urna certidao, que, Soga-so na .arta de cidadao Jos Laii que uves- OS... Drummond :-Sao .poiado! nunca sera composto de cinco freguezias sulfragaueas. A ho- anda vivo. Esse prvulo de nome Luiz, era hvre
nae prvando o que o nobre deputado allegou, ser- 80 latido eleicao em Goianna dizendo esto senlior capaz de provar isto! magistrado muito e muito ra da inslallacjo, portante retaniou-se, comecande e lilho da escrava Sabina, que fora comprada lia
ve autos para rooustecer a causa que sustento. que houve urna patota o nao urna eleicao regular, digno. ____
E senhores o nobre denotado est lio conven- Diz elle que, dopois de haver concordado na chapa O Sr. Sabor :-Acceito o aparte do nobre deptt-
cido'da fraqueza dos seus argumentos, que em cm que l.aviam de votar os eleitores de Cruangy, ladc.o o acompanho nosso terreno I
desespero de causa disse que esta cmara derla a qual se a, ha inscripta na mesma carta, as inmien- atfc. Deputado :- a huir personificada,
ser considerada um verdadeiro jury, e julgar cada Cas de Goianna negaram o d.reito que lem um O Sr. auo :-Euo queri acomiiauhar MflM
demuda conforme a sua eonsc encia. Mas, senhor eleitor de dispor do sen vote, d.sseraui que a e ei- mesmo terreno, nao quero olfender de leve a r^U-
prSldi^acMdeneh de cada Ora de no nao cao hara de ser feila bico de penna, etc. Alm laclo do Sr.ju.z dos, feitos da fazenda Qoero ape-
LaMraaarbitrariamente A consciencla se fcma da inverosimelhanca, que resulta desta imputacao as mostrar, que o Sr. juiz dos folios nao foi exac- sidir interinamente o culi
SmorTnnfiniMrirtndn de relos uno se provam, fci la a homen tao conspicuos e discroptos como lo era sua rarts, por isso <|un nao pud>a de.xar de cessivajie eleitores de o
os trabalhos um pouco tarde, de naneira que, nes- oLra de 8 dias. e pra causa de ludo |0 a erono.
se da nao se pode razer mais do que lavrar-se a m a (|Ue se (|uerja fazer da despeia do re8pectl*o
acta da insUillacao do collegio. enlerramento.sem embargo de cum este meio rom-
I.m Sr. Deputado :-A acia diz que foi as horas ,:t,er.se um acl0 de irrevereiicia para rom a reli-
n i." .,. ____^ 8'a dos morios, e correr-se as censeqneocias de
OSn. Nabo:-As I0_ horas comparecerara os u.n escndalo como o dado, alm do incom.nodo
eleitores de Goianna e o juiz de paz quedevia prc- M jgeoies da forca publica
IL-gio! mas a chegada sur-1 importa nn- se nao renro
sempre, ou em viriude do relos que se provam,
ou .ni viituJe de fados, que se sabem allmnde,
mas de que nao se exhibem proras. Nesle ponte
Mamo nao receiOadecisio desla augusta cmara,
porquo estou convencido de que a prewaolo, ini-
miga de tuda a Justina, nao est folizmento radica-
da em todus os nimos.
O honrado memoro fallou-nos muito em opi
publica ; o as discussoes da imprensa.
Mas, senhores, ne.n em HOSM paiz a Impr
foi la a bomens tao conspicuos e discroptos como to em sua e
i'stosquedingram a eloicaode Goianna, noto que. o o sor no cumprimento de seus deveres... que nao comecassein logo os trabalhos, nao se
Sr. Jos Luiz quiz dizer rom isto, quiz dar a en- Diz ello nesta carta que es evo nos dias lelo dando algtiera ao ruidado de contar no relogio os
tender, que nao houve votacao ; 'entretanto que, no engenho Salgado proceder do a avaliacao daquel- minutos, que iam passando daquellas horas. Hou-
diz adianto : (le) feila a cbainada. recolhem-se la coraprehensao, da qual coinprehen.-onario, o ve por tanto algun.a demora no comeco dos traba
as cdulas, etc., d'onde se v que houve euecliva- Sr. Virginio Velloso Freiro; na-, senhores, nacer-
mente votaoio... l'dao qne foi lida na casa polo nobre deputado, e
..porta qn se nao reprodnza semelhanle pra-
outras rreguezias, r coin ,(;a ^ geus effelog de g^^^ e irreverencia.
niao Mas da a'dianteo Sr Jos Luiz :-Ocollegio levo qne ou trouxe tambem para previn.r ocaso de .pie
grande diininui.ao de eleitores, asseverando-se-ino o nobro deputado a nao apitsentasse, ve-se Clara-
renaa torera comparecido lio. D'aqui se infere, isto mente que nos dias lo o 10 nem o juiz dos f.itos
-e da opiai publica, como nos paizes do educ- que do tcrmo- - "-'.....-------..... :' nao deu-se
4o a este expediente, mas porque tolos peusa-,
<- l/mlado$Haohn d? a mutilar urna etealotomaivlo por
\troca de sua tmMidade soiivnte atistalos.
O Sn. Ahai jo Bambos :E nao se Anda Mi i, Sr.
presidente, oconselho que nos da o Sr. Dr. Lrbano.
m Sr. RiHJTADO -Ja autor.
O Sr. Aiiai jo Barros :-Sempre o tire O conta
de autoridade nesias materias ^L).
i Mas desde que se rcconbocer que esla c mar
admitte laes docunieiitos como prova de mil idade
de cloiooes, d'aqul a pouco todo o espaijo desl; casa
ser pequeo para recumor os montes de atiesados
que bao d>- aipii apparecer.
Torfos os qae for.-m vencidos tratavao loar-
mnjar attrstados, que rom factiidad l'o de mer.
para vin-m annullar as rleirJes dos temam"; e
iissim onde iremos parar f
Qaal ser a eleicao que assa resistir as Wicas
t alicantinas dtU parcialid des vencitas 1
OSn. Arabio Barros :.V vista desta op niao,
que para os nebros denotados doto lor fofra de
ou>a julgada, parecc-me, senhores, que me julgo
dispnsalo de apreciar a carta do Sr. Dr. D HUln-
*ues.
Entretanto se en quisisse levantar o veo do pas-
sado, se quizesse ev.icar as apreciarles que em
V60 >e rz sobre a pessa, de quein se trata.....
OSn CrsiiA Tkixeiiia :Bu, agora, apreciava.
(Troi-am-se mais aliarles.)
O Su. Auujo Baiiuos .Se eu nao tivesseo pro-
ateo de esquecer todos os odios amigos, todas as
injustas apreciares d'outr*ora....
Trocam-sc muitos apartes).
(Su. AiiA.jo Bviuios:(OAaHe p*r* a diret-
a). A.-eito os Masemos deste lado, que m paro-
ce mais sympathicA).... (Riso) Nietocarei ropas-
sado, e direi apena' qu a carta do Sr Dr. Domin-
^ucs um atiestac. de pessoa caractensad., sim,
mas que nao lem valor probatorio y. dirOilO.
Apntciarei agora, Sr. presidente, a cert.dao do
cartorio dos folios da fazen la; us antes de mirar
em se.nelhanto apreciado ha de a cmara pennit-
tir-me algumas ligeiras obserraces.
Nao sei como desojando o nobre deputade con-
Tenccr-nos da nullldade, oda escandalosa torea do
collegio de Goianna, nao t.-ve a bondado de -emel-
er os seus documentos illusire commi-sao de ve-
rateacie de poderes. Se o nobre deputado assim
procedfsse, a commissao tei ia ccasio de interpor
um parecer judicioso acerca dosses docuroetlos,,o
em tolo ocaso estabelecer-se-ttla urna dU;ussao
ais franca, inteiramenle capaz da Ilustrar u espo-
rito da .'amara.
Em vez de guardar essa liana de conducta o no-
brode pulados tenlou sorprehender-nos coin is mus
documentos. Felizmente elles sao de tal uaiureza,
que nao resislom nicuor anaKse.
Mu llcou demonstrado sobro o que disse em rela-
cao aos alteslados.
Tratarei agora da eertidSo, de que nest ultima
hora -rnente a cmara leve couhecimenlo.
O Su. Cumia Tkixkiiia :G Sr. Dr. Sabor pode
dar a razao porque s mento.
O Sn. Sabor :Assim como oSr. sabe da razao,
por que oblove esse documento...
O Su. l'itKsu.K.NTE O nobre deputado nao ten.
a palavra, nao interrompa a dis.ussao.
O Sr. Sabor:Eu poJi Uoeoca para dar u apar-
te.
nem se oslara proce-
dendo a avaliaro desta coraprehensao.
I m Sr. Deputado :Porque TJ
gun lo dia da eleicao, e apenas refere o numero de O Su Sabor :Porque co ista da certidao. Eu
lio que Ihc disseram ter comparecido, alludindo- premnni-me deste documento para destruir a pre-
se taires ao numero dos comparecen tes no dia da |>osicao que o nobro depu ado avancou hontem
insiallacio do collegio, dos quaes houve, diz elle, nesta casa, isto que tinha-se dado o faci ja alie-
quera se retirasse sera volar. gado, e que |mr minha influsncia linha deixado de
i ira, loada elle dito acim i que se fez a chamada e vir esta casa a conidio requerida ao Sr. juiz dos
recollieramseascedlas,iliziiiaisiie>ioparagrapbo'. feitos pelo nobre deputado o Sr. Ribeiro. E para
. que enldo, isto depois de recolhidas as cedu-' nao deixar passar esta insinuacao maligna a met
'as. comecaram os desgostos entre os eleitores; dos respoito, fui buscar a cerlidiio ae cartorio dos fei-
tos da fazenda ; e peco licniea para a ler. (L).
(Apoi- Como conciliar-so osle desgosio uos eleitores, osio Illm. Sr. juiz dos feitos da fazendaO bacharel
imperiosas ocos- dosaponlamenlo, esta retrala tu rotor coin a ; Sabor Carneiro B.'Zorra CaNalcanli precisa que V.
cao feila, nem ha meio de distinguir em um julg.v nio deu-se ao trabalho de verificar pessoalfflente
ment a opiniao publica da boa vontade de meia qual o numero de eleitores que compareceu no se-
duzia do iuleiessados.
A opiniao se lia de manifestar nesle recinto : a
imprensa procurou aitribuir-me desejos ou velei-
dades de ler influencia no collegio de Goianna.
lira nina nslnuaeSo, rujo lin todos enchergara ;
mas eu nao dei outidos ao que em relacSo a esse
ponto diziaa imprensa, empratan lo em meu ani-
inii todas as quostSes de Goianna para asta casa.
De discussoes polineas estamos fartos. Tratemos
quem ? nestes termos, etc., ijtc
Jos Polyearpo de Freilis, etc.. etc. OertlOeo,
"calma o sefli que revendo "os autos de avaliacao do extincte viu-
do prometer, tora do campo poltico, a saUstoeSo dos quaes Iomm quem se retirasse sem votar, etc. ora,
interesses niateriaese inoraos da provincia. (Anoto- como conciliar-so este desgasto dos eleitores, osle
dnsl Sin pstfls is sois mais imiieiiosas noces- dosaponlamento, esla retirada s;m volar cora a
sidaueas noces { -~-g ^ ^ ^ ^ ^ f. ^ ^ q ^^ Sp g |he ^^ ^^ por ^.^.^ a ^ ^
A Botada Goi nina falsa disse o nobre denuta-' Jos Luiz cima fallou 1 f.. Se j estavam reco- das ataltocios das compreh. nsoes de Salgado e Cu-
^^^S^^r^^n^^V.M^ todos os votos, como dar-se ,,se ooste lia do A^.de, em que d.asd, novembronUnnop^
que po.lian, ser distribuidos em isto dos eleitores, dosele.tTos, depois da VOttcaO a ,kju.o de retira- ceden este N^t^^taqrttoetto com-
.ue .o.n..areeer un coll.-'io nmu sem votar f T........ prohen?ao, e quaes os nomes dos re-peci.vos com-
Senh. res i se disse .me em acto continuado Mas eata do umenlo ainda tem de sor mfronla- prohensionaros ; onlro sim, se nesle sentido ja foi
se d ciaron na acta .me o Sr Dr Parla! era vez do com o nutro lido pelo nobre deputado que 6 nm requerida porania este Jalao alguma certidao, e por
deoito.'obtove'apenasdous'volos.' Para qu.'esta abaixo assignado, J altest.do assignad>i pw 9
deelaraoo nao fosse reputtda verdad.-.ira, erarais- ele.to.es-de cuja lojtura se infero que deu-se .f
ar r..ini> ia noadarAi ooe se lizesse nrova do (|Uo feet.va.nentevotacao com a maior calma e sen!
aV.ri i, "' a^^ culo ,,o luml^delles consta, jjueaJYJe^!
1 que, imputacao de oulro genero, isto illaquea- bro (sabbado vespera da ele ao, e nao lo, nem 16,
ment do boa fe. ardidamente feila pelos res- como dit a carta) prximo paseado teve lugar a
p-ctivos signatarios ; ou antes pelos que illu.lin- (avaliacao da comprehensaocenominada Salgado,
do-lhes a boa f, fizeramlhes assignar falsidales de que sao comprehension; rios Virginio Velloso
ledenles a por era duvida a legitimi.lale da elei-! Freir, o seu irino Fabio Velloso Freiro; e que a
cao de que so trata, e a dignidade dos honrados e do Culia do Acudo proc. denso no dia 16 do mes-
prosliinosos caracteres, que nella liguram : (l). i nw inoz de noverabro, sendo eomprehensionarios
O nico facto allegado nesle documento para ser-; desla coraprehensao I). Francisca Maria de Souza e
vir como quedo protesto contra a eleicao de Guan- I seu lilho Jos de Sonsa Mon e, etc., etc.
na, o nao lerem osles 9 senhores volado em Eis aqu, Sr. presidente, |>orque, ha pouco, apre-
mim, e no meu collega o Sr. S Pereira. E por-' senlei o dileinma, cujas ipio|iosicoes foram :-
tanto, voso qu*, s nesle ponto, os ministradores
dello querem provar que houve illaqueamenio de
sua boa f, o jamis quo este se estendesse vota-
cao quo effectivamente dorain aos outros candi-
datos.
O Sn Cuma Teixeira :Sao.
OSr. Sabor :Sira 1 que estes senhores nao
votaram em mira, nem no Sr. S Pereira, mas que
O Sn. Piiesioknte :Peca a^alavra.
o Su. AuAuo Barros:Dehe-rae ler a certidao.
(L) (Para o Sr. Costa Bibeiro.) E foi o ineu hon-
rado collega o amigo quera a requeren!
O Su. Costa Ribeiro :O nobre depuido la-
menta isSO?
O Su. AiiAuu Barros Nao, senhor ; cada um
est era seu diroilo, quando faz o que bera lie pa-
rece. Quiz ver so o nobre deputado >o mostrara
lUongoado, fazendolhe eu essa obstrvaca ; mas
como fui infeliz, passemos adianto.
Com essa certidao pretendo e nobre deputado
mostrar que o eleitor, a quera eUa so refera, nao
eatata oiu Goianna no dia, era que ah se prienden
respectiva cleieo, mas sim ora una deligencia
de av.iliac.io cora O juiz dos feitosda fazenda.
Se o nobre douuiado, iwpm, titease aliendido
cora escrpulo para os termos do so.nell.auto .lo-
en.nento nao olera exhibido como urna prova Ir-
recaxatel. Cora elTeilo, senhor presidente, ;. cerli-
dao nao diz era quo hi a tete .ugar a avaliacao de
que traa ; e por consequencia, ainda dando-seco-
n.o eousa averiguada que no da da eleicao o elei-
tor Virgilio Freir estove cora o Dr. juiz do frito-.
nio-ioo aasin nao lie.i ifta fado (trovado que esse
ifltaitur nao litesse votado eoi Goianna as .1 horas
da manlia. Os trabamos jmliciarios pelo mito cos-
luma.u comecar tarde, di ordinario depois lo al-
bjmm, e ha ju.zvs que nao 5C dao ao trabalho de
percorrer ludo* os ponto- de urna propriediide que
s<^ leM de avahar. Aiqe'llo nesse poni para os no-
bres doputa.los que san ad\ogados. na se SU)
corto, crao p le o nobro deputado aseterar que
-o eleitor Virgilio nao estere pela manliaa ;.s rasdo da no rolleiiio eleitoral, o nao estero d'ah
a lauras horas no lugar chamado Cuta?
Um Sr. Deputado: Que distancia vai de Cutia a
(Menea ?
Ootro Sr. Dkmtado :Tres legoas.
OSr. Ahai jo Barros :Eu nunca la fui mas
pode a .hstancia ser maior, o nao haver inipossibi
bilidade alguma de se ter dado una o nutr cousa.
Eu j ira, em .aso de urgencia, de Goianna a es-
ta cida-le em H horas, pouco mais ou menos; e des-
ta ricla.le a de Goianna saj li leguas.
Se o nico documento, que tal nome merece,
apresentado pelo nobre denotado, nao faz | rota al-
gun.a contra a acia do Goianna, a que licam re.lu-
zi.ls os seus argumentos ? Se cora lae- provas
-o nenie que o nobre ileputtdu pede a nullila h'
do collegio de que se ir.-.t.i, i-hlfui cirio que nao po-
-d'-ra levar a nosso espirito a eoarttro de que se
iiiostrou lao possuido. (Apbrados).
Senhores, todos os qu. leein estadona provinciade
.1861 al neje sabem que um fado quasi dentic
se |.as degi.i aehava-se as.-L-iia la pelo eleitor Ageo, que no
di., da reiipectiva etetcao aeftate-se na comarca de
^ioianiia em cimpauliia de rwus prenles, .s quaes
xamenti da le. A distancia .los pontos da comarca
de Goianna, era que eslava Ageo villa 6i Escada
^ra immen.a, de modo .pie no mesmo dia era ira-
j)OS-ivvlipji' elle eslivnse nos donspojitosFdicados,
cspeeialuvnto dcvsudo a el'-eao daRWj* ter co
u...'.; alo a hora legal. Aizardtudo quanl. so disse
j eainara dnsseohoros.lepiita.los deHifio pie pre-
'vaieee_s-e a.aeta do cottoalo contra a prova jurada
e.ciicuinsianciatla, flie se deu era sentido centra-
ri.
UjiSr. Dei'utvjo :Scsk! lempo o nobre dt>pu-
aodo i#n<.ava .. natrarK
O Su. Ah-ai jo Rajuius :Efctou invocando uu.
art'fio. ^ual.|uer .pie seja o meu modo plftiroJar
de y*-r a* consas, t.-nuo o direiia do rilar idedsae
d< um ivr}M res|H-iiav.l. Arando Jvrc a cada um
seguir o qne u.e Imr llic parecer.
UmSr. Dvutaoo : Decidi porgeos vote*.
O Sr. Ara.ui< Barhos :Ba-tava 4 m noria de
um sosa para taraiartresto,
H r s urna diff-reuca entro ns done facto?, se-
nhores, e que ao passo gge foi frita peora eora-
f-leta le ertar Ageo em Gotonaa .piando i eii a eleicao do .udlegio da Escda, ..el.una pro-
v fez de esatr Virgilio pui Cotia, quando se
preceden a eleirio de Goianna,
K r.'rf>-me, s.nnores, que nenhnm argumento
jide. exprimir com mais efflcacia o valor, que no
dvw merecer a acta de tuna eleicao.
(lia u.n aparte.)
em no- esa
tas i.ninedi.ilainoute depois que se coucluio a res-1 que
pectita ol'leao. A allegacao graciosa de qne
aquella decla'racao foi feila em lost-scriptnm nao
passa portanto do ura simples fefs de esi.ir.lo.
O Su. Cumia Tkixkiiia : E" um postscrtptnm
no seu verdadeiro sentido.
O Sr. Araujo Barhos : Pcrgunta o nobro de-
potada se o Sr. Sabor e outros candidatos, quo
estarara n is ramraai rircunMlanriee, poderam ob-
ter 130 votos no collegio do Coianua, porque Rao
poderam obter que to los os eleiloros assignassem
a drd.irae.ao A razao simples ; quo a acta
ajpoas foi assigda.la pelos eleitores que estavam
presentes, como so v do seu contexto. Pois o no-
bro deputado, quo por amor dos bros da provin-
cia o pureza das eleieoe*, pede a nullidade do col-
legio, .pieria que depois da eleicao, os influentes
d.i inesmo andassem a solicitar assignaturas dos
eleitores para eneobrir a sua fraude 1
O Su. Cinha Teixkuu : Sao disse isso,
O Sn. Au vi jo Barros : Por ventura desde que
os eleitores assignassem a acta, a fraude que se
inculca ter havido, torta desappareeido 1 Eslra-
nho modo de argumentar, senhores, que certamen-
te nao faz muita honra aos talentos do nobre depu-
tado. Appello para a sua propria consciencia.
O Sr. Sabino : E nos para a sua.
O Su. Ahaujo Barros : Sao sei, Sr. presiden-
te, quo argumento pretenda o nobre deputado de-
du/.ir da estada nesta eidade dos daus sacerdotes
cuja ausencia inanifesla a acta.
Desse facto apenas se pode tirar argumento em
favor da veracidaie da acta, por quanto reconhe-
cendo-so quo olla diz a rerdade n'esse ponto, cam
pre reconhecer que diz a terdade em lodos os ou-
tros, ao menos, at que o contrario se prove.
Da mesma naturoza, senhores, e o argumento
dednzi.lo da collocacao dos candidatos entre os
quaes foram distribuidos os votos do collegio, por
quanto una de duas : ou a dcelaracao em acto
continuado verdadeira ou nao. Sa primeira hy-
iwthesetila explica o engao na collocacao dos
candidatos ; portanto s na segunda teria valor ;
mas esta quesiao sena a aflirmacao de que a acta
e falsa, iMirque falsa ; isto seria urna venla.lei-
ra petieao de principio. Entretanto, senhores, que
a deelaracao verdadeira acha-se subejamenle
prorada.
o nebro deputade adarmonos que os eleitores
do Cruangy desejavain faz.-r unm mocAo pura
mandar a esto cmara pedir a nullidade da etoh
cao .le Goianna, e que ele muitos bavlara-so offe-
recido para diqkir era iiio na piellesentida
^nhores, um principio niuibi corrente em
direitoque as tosteinunlias quo se offirecem a ju-
rar espontneamente nao inerecein f, porque se
presuinein inini^as. Eutirlanto BtVta com OS 00-
poiu.entos de teJlsmuahee desea ordem, .pie o no-
bro drautado vena pedir aulorisadamenlo a nulli-
dade da eleicao de Goianna 1
Bsse argumente, me faz lembrar que nascoiisas
mas al'"; um moco de talento naufraga complta-
lo nte.
O que direi agora, senhores, sobre a questao da
nullidade de todo o 2o distritos I
O nobre .leputado na.la arliculou contra os col-
legios de S.tzareth, Limoeiro, Oliuda e Iguarass.
O culleyio de loianna consiilue menos de um terco
dos eleitores de todo o districlo. Em nome de que
principio, portanto, pe,).; o nobre deputado a nul
lula le de lodo o 2o districto ?
r.rrlaiiirnle. senhores, i-lo feito com a mesma
convicoao, com que se pedo a nullidade da eleicao
de Goianna. Enlrrtanlo, como nada se dis.-e contra
os collegios que inencionei,cal.o-uie apenas dicer :
,...,- collegios -ao validos e nierecein |ior isso a
approvacau desta cmara.
Senti |ue o DObre deputado nao allegarse nada
contra as eleicoes desees OoMegiM, nao porque te-
lilla en desojo'van do fallar sobre elles, mas para
mostrar aquellos que nos meemos collegios me
honraran) coin seus votos, que eu procurara aqu
maular a sua vontade, e sustentar a vali.lade de
-.ns solfiagios com todas as ininhas forcas. Seria
urna bella oeca-iao do mostrar .1 minha gratidao a
lodos quanto me julgai .un digno de nina cadena
neeu .asa.
Bm coneliisao. senliHies, direi ao nobre' deputa-
do que ineaar deseae cBii>uleracors. aceito a .pies-
la.) da nullidade de todo o districto, porque do- ''_'r ^8
s.-jo comparlilhara surte dos que eomigo vierara
com diplomas para e-la casa. E-lou ceno que nao
nos fallara a conftanea dos eleitores de i* distric-
to para toharmos de novo a esta cmara se dola
l'o.snius expellidos com injuslica. (Muitos apoia-
dos).
Quanto a mira, senhores. se os nobres diputados
entendem que a minha eleifao nao a legitima
\|iie-sao das urnas, .|uc a do. laceni nulla Suh-
inetiei-nic-hei silencioso o iran|uillo ;i deeisao da
quo a caria do Sr Dr. Francisco Dmiiingues da Sil-
va, conten urna inexactidSo, urna falsida.le, ou que
o Sr. Dr. juiz dos feitos I i fazenda prevarica
dor I... porquanlo, se, achava-sc elle em Culia do
Acude no dia 16 de novembro prncedendo a ava-
liacao do-la romprehensao, eomo diz a certidao, nao
poda ao mesmo lempo estar no engenho Salgado
em coinpaiihiadoSr. Virginio Velloso Freir, como
votaram em outros candidatos: justamente o diz a caria, nao fodendo coi seguintemente afflrmar
que se devo inferir deste documento quo este Sr. nao comparecen ao collegio de Goian-
Mas, Sr. presidente, um oulro documento, pu- na para daroseu voto,como ;leilor : e se, achava-se
blieado no Liberal, nos foi apresonta.lo, e lido, iielo | nosso mesmo da no engento Salgado em corapa-
nobre deputado, redactor do Liberal, o qual, por nina constante do Sr. Virginio, nao podia estar ao
certo, nos vem ministrar a mais plena refutacao
a essas doclaracoes I...
O Su. Cimi v Tkixkira :Pois naol.. qual ser
esle documento 1
O Su. Sabor .Essa carta, cujo original nao foi
exhibido, mas acha-se publicada no jornal do no-
bre deputado, com assignatura dos Srs. Urbano
Barbosa ou Antonio Manuel da Silva e Domingos
Lopes Barhalho, eleitores de Cruangy, ua qual di-
tem estes senhores, que nao votaram em mira.
iioin no Sr. S Pereira, por nao torera comparecido
ao collegio I... ao passo que haviara anteriormente
dito naquelle atlestado, quo nao tendo votado era
mira, era no Sr. Sa Pereira, e sim nos outros 7
candidatos, om que tambera votaram, por combi-
naci do chapa, os eleitores do Cruangy, foram
todava illaquoados em sua boa f, pelos figurados
falsificadores da eleicao. ..
O Su Cu:ma Teixeira :Ondoest isto?...
O Sh. Sauoh :So .atestado, em que estes senho-
res eslao assignados, combinado com a caria do Sr.
Jos LuizI...
V-so, iiorlanlo, Sr. presidente, da confrontac/io
desle documentos, as-ignados pelos mesmos indi-
viduos, quo nenhuma f todern ellos merecer dcs-
iruin.lo--e. como se destroera reciprocamente, pela
contradiocao. em quo manifeslamente se acnam as
proposico'os de iras com as proposicoes de ou-
tros I...
Um Sn. Deputado :Onde est isso?...
O Sr Sahou :Sa deelaracao implcita que es-
tes dous senhores fazera no abaixo assiguado deha-
vcrein volado nos sote candidatos da chapa; por
quanto, negando haverem volado em mira e no Sr.
S Pereira, e allirmando seren illaquoados em sua
boa f, confirmara tcitamente que votaram nos
OUtrOS candidatos, que efectivamente foram eleito-
dcpntados; e na doclaracjio, que estes mesases done
senhores f.izoui ua caria, de nao lerem compareci-
do ao collegio; omissao esta, que nao s darla em
resoltado o nao podorem ler volado em mira e no
Sr. S Pereira, como lamb.Mii nos outros rendida-
tal; sendo que nao p.ideria igualmente ter lido lu-
gar o illaqiioamenio da Doa f tao ingeunainentr
porrillos allirmalo naquelle alteslado...
"T^i Su. Dkim taoo :E' muito especiosa esta ar-
'iitaco !
0 Su. Saiioh :E o nobro denotado com toda a
sua brea de lgica nao a peder destruir ; a me-
nos, .pie nao d as patarras urna siguilcac,ao diver-
sa da que justamente leein...
1 vi Su. Dkputauo : Ouipie nao se d a anibi-
guidade, que o nobro deputado quer dar I...
O Sa. .Nauou :Nao teobo necessidade do ura
tal expediente l Argnmenlo rom o verdadeiro sen-
tido das palavra-, coin a verdadeira inlorpretaco.
a que se prestara (aos documentos, que, se contra-
diiendo em snas iniegraa, demenstram eridente-
meiiie a f .l-idade de ambos, o a m f cora que
esees senhores dorara semelhanle anotado, e aa-
siguaram aamalhanta carta, ou antte a simptorie-
dado, com que foram illudidos pelos autores do
trama, interseaBOS pela nullidade da eleicao de
Goianna I...
Se ainda lia duvida acerca dessa coniradi^o, eu
Vozis :Nao. nao.
O Sn. Sauoh :Emendo que esses dous docu-
roeates Wnmtodos deelroem-ae rteiproraraeme, e
por conseguinle nao leudo valor algUffl entre si.
nao podem auxiliar-se para destruir a t ollicial, a
forca probatoria de una acia tao regularmente feila
e assigna.la !...
Deixarei de fallar em certas cartas que aqu tenho
mesmo tempoprocedendoa avalia\odaeomprehen-
caoCulia do A^udosen. rommeltcr evidente-
mente um acto do prevarica^ao.
(Trocam-se muitos aparu s.)
O Sr. Sabor : -A concluso esta, que ha pou-
co liroi; porque como se sabe, as avahaeSes judi-
ciaes devem ser fetas com a assislencia do juiz :
o juiz nao pode, pois, estar em um lugar o fazer
ataliacao em outro; e se o juiz dos feilos da fa-
zenda procedeu a avaliacac do Cutia do Acude no
dia 16, ns poda achar-se em todo esse dia no en-
nho Salgado, como diz a caria, sob nena, repito, de
prevancacao-, o que nao pesso admittir, sem prova
robusta, porque faco melh. r concoilo do Illni. Juiz
dos feilos da fazenda e a.'ompanho neste ponto
o nobre deputado que me den o aparte, fazendo
jostica ao carcter dosse magistrado.
OSr. Driimmond :Acei'.o a deelaracao.
0 Su. Saboh :Trouxe isso para mostrar que a
carta nao tein valor algum. que sobre ser graciosa,
refere um acto de memoria |uepde falhar, acredi-
tando eu mais ilepressa que houve engao da parte
do Sr. juiz dos feilos, quanto as dalas, do que, .pie
elle houvessc tomado um interesse na questao mais
ou menos comprometedor le sua dignidade, forno-
oendo nm lal ilm-u.nomo 11 evidenlemente contra-
rio a sua integndade de juiz.
Un Sr. Disputado:Elle nao progressisia.
O Sn. Sabor :Sao >ei so progressiMa, ge-
nuino, ou vornv'lho, sei i ue um hometn que,
poslo que honrado, nao deiu por isso de fallamos
actos o.- minoria.
O Sr. Cumia Teixkiha :Aceito a declaraco.
O Sr. Sabor : Mas a curta contera um acto de
iminoria destruido pola cerlido exlrahida dos au-
tos, a qual por corto nao deslroea v.-raridade da
acta da eleicao do Goiaum. assignadas por carac-
tarea Ao Bobres, lo illustr s, tao honrados como o
Sr. juiz dos feitos da fazenda.
Um Sn. Deputado :E nao j destruio a car-
ta ...
O Sn. Sabor :Destru com a confronlacao des-
ta cerdido, a que o nobre deputado den tanto va-
lor om-eu caloroso modo de argumentar, oque
por corlo tem mais torea probatoria para provar
negativamente o que allega o nobre deputado con-
tra a eleieo de Goianna, lo que estes documentos,
com que o nobre deputado i no qurdesapontaran-
tes de comecar eu a fallar remeitendo-m'os joco-
samente om .iflieiu-pan sustentar a validado da-
quella eleicao !...
O Sr. Cumia Teixeira : Ignoro completamente
ao que se refero ..
0 Sh. Sabor : -Se igno-a,estou fazendo injusli-
ca ao nobro deputado, e pi co Ihe desculpa.
Uesiriuda, como se acl a, Sr. presidente, a as-
sercao do achar-se Virginio Velloso Freir, no da
l de noveml.ro, no meenho Salgado, e nao no
collegio eleitoral do Goianna...
1 m Su. Deputado :Sao ha tal, do est des-
truida!...
O Sh. Sabor : Completamente!...
O Sn. Cumia Teixeira : A cerlido diz o con-
trario !
O Sr. Sabor :Posso I.-la outra vez!...
(I Su. Coma Teixeira : -A exlrahida pelo no-
bre deputado o Sr. Ribeiro traz tima deelaracao
do escrivo, em que diz que o Virginio Velloso
Freir, assignou o termo da avaliacao de Culia.
O Sr. Sabor : Esla dedaraco feita pelo escri-
vo depois de passada a ceidlo, a depois, que
com ole esleve, e entendou-so particularmente O
Sr juiz dos feitosda fazenda, que por mim foi en-
contrado ao saliii do cario iu, esta deelaracao, digo.
dar
cmara, e sahirei d.str serilo com o -orri-o inte-
rior de quem tora em seu favor o .Invito e a jus-
tica. (Anotados, muito bem, mnio bom).
Ilicitrse proferido pelo Sr. Dr. N'alior^ na sessio
de 29 do passailn.
a uno mais propriaincnto so pode dar a den.iinina-
prosenles, nao so pira nao roul.artcm,i,como por-; ,io ll(! postscriptum, do que a ferta pelos raesaiios
.pie ja toram muito bom combatidas pelos nobres de- *
pinados, ojne rae prerederam. Entretanto eou bwar
era um doeamenlo que foi apresonlado |m>Io njpbre
drpuiado como da maior foiifa. o que mais podia
concorrer para destruir a prova documental que
olferece a acta do collegio de Goianna.
presente o eleitor Virginii
O Su. Sabor :O nobre
deputado sabe, que a
Sr. presidente, hontem o nobre deputado em sua
di-cu--ao anima.la o calorosa leu a casa um docu-
mento no qual quiz dar toda a importancia, qual
OSr. Sabor :Sr. presidente, tendo adi-cussao soja nina caria da digno juiz dos toitus da fazenda.
sobre as ajejcjfes do 2a districto, ou autos do col-1 Eu lerei essa carta.
legio de Goianna, lomado um carador mais pessoal, i Un Su. DBPDTAoO :J foi lida tantas venes,
de que jurdico, eu de bom yrado, deixar.a do en- O Sn. Saiioh :Eu quero ler anda mais urna
Irar nuera, se a isto nao fosse ubrbjadO por deveres voz
imperiosos... Sr. presidente, este facto, cuja allegacao nao era
B sendo ente o nico movel d men prortmmeulo, nova para mim, fui Irazidu casa polo mure depu-
Sr.'presidente, eu procurarei evitar expres-oes. que lado como um dos que mais provam a rregularida-1 avaliacao de nina pruprieJade rural nao versando
pos-amazedar rnaisoaninudo nobredepulado pelo de do processo eleitoral de Goianna, por is-o que propriamenta sobre as snas beinfeiiorias, o pelo
1*djstricta que lo acremente ha feito carga aos no- elle so refere, segundo prolendo.n, a existencia de j contrario, rarsaado es|>ec,alente sobro a naiure-
bros caracl-res, aos illuslres, distinaos, presumo- um eleitor ausente da eidade de Goianna nos dias za, qualidade,eexienco (lo terreno, sua rollocacio,
da elricao! srus limites, o confronlae'ies. demanda minio mais
Eis a carta : urna resjiosta ao Sr. Matnode, que : lempo para se cffrciuar. do que a avaliacao de
pcrgunta ao Sr. juiz dos fritos, onde se achava o quaiquer motel, semovente, ou mesmo propio-la-
oiritor Virginio Vo:lo-o Freir oes dias 13 e 1G de
novembro por oecawao de so proceder a avaliacao
do vinculo de Itamhc. (Lo). lllm. Sr. Dr. Ja
Maniode Alvos Ferreira.Itospondondo a aitenciosa
Utos, dando esta lugar a que nesse da nao se po
desse fazer a eleicao...
Vosas :Bom muito bem muile bom I
O Sh. Sabor :Mas entendam os nobres deputa-
dosnao se podesse fazer a eleicaonao seguin-
do-se d'abi, que nao titese havido inslallacao do
collegio; o que effectivamente houve, lavrando-se
e ass.gnando-se a respectiva acta.
Na Segunda-reir, 16 de novembro, chogou em
Goianna pela mauliaa um criado do Sr. Mamede,
cora uraa caria de um amigo, acompanhando o re-
sultado da votacao de Ohnda; e tao cedo era, que
ainda me achou deitado o amigo, que me foi dar
noticia da votacao, quo lite em Olinda, bera como
da de alguns candidatos sustentados por Goian
na........
Um Sr. Deputado : Quem foi o autor da car-
ta?........
O Su. Sabor:Sao me ser permillido di-
zer........
Um Sr. Deittado : Devc dizer!........
(Trocam-se apar'
O Sr. Sabor :Pois bem. Sr. presidente, enton-
deado, uue a rerdade nao deve ser ocrultada era
detrimento de si mesma, eu nao a oceultarei mais,
e aprsenlo como autor da carta o meu nobre ami-
go o Sr. 4 secretario, a quem o Sr. Mamede, foi
anulosamente levar ao domingo a larde o resulta-
do da eleicao de Olinda, noliciando-lhe cusas, qua
depois foram reconhecidas bisas, e que por ceno
nao tiiiliaui por Bm sean intrigar cortos candida-
tos cm cujo numero, deteria cu, por um bom inter-
prete, ser contemplado........e devo dizer, Sr.
presidente, nao tanto a caria, como aquella nota,
produzio o necessario effoito. Em poneos momen-
tos, o corpo eleitoral lodo teve noticiadaqnella
votacao, e a tal ponto subi a indignaySo, que a
guerra comecou !.........a guerra do raorle para
uns era o sopro do vida para outros candida-
tos!......a caballa assumio o seu auge de calor,
e effervescenci..........
O Sn. Riiieiho :Mas a caballa um crime pu-
nido pelo nosso cdigo........
O Sr. Sabor:Seste caso, o nobre deputado
tambera criminoso.......
Mas como ia dizendo, Sr. presidente, a caballa
effervesceu porlal forma, que d'ahi resultou, (po-
deudo-o dizer debaixo de palavra) que candidatos,
que, se a votacao corros-e na vespera, nao teriam
monos de 90,100, e mais votos, ftcaram redolidos
pelos moitos cortes que soffreram, a 6, 8 e 10 vo-
tos, podendo at cilar alguns pelos proprios no-
mes.....
Um Sn. Deputado : Diga quaes foram!.....
O Sn. Sabor : Ferveu a caballa, como disse Sr.
presidente, os eleitores se reuniram.ecombinaram
nos candidatos em qne deviam volar......... bem
como na.piel les. que deviam soffrer corte Tive
bem reccios de sor uns dos cortados, porque o meu
nobre amigo, t secretario, ao passo que reiteirava
mui positivamente as recommendacocs, que havia
anteriormente feito a favor de certos candidatos,
limilou-se a recommondar-nie pelo s-guinte modo,
que para um bom interprete, nao signilicava urna
verdadeira recommeiidaco : Quanto ao Sabor,
dizia elle, nada digo, iwrque meu amigo...- Esta
deelaracao, de amisade no meio de tal elTervescen
cia eleieral, nao bastara para recommendar-me;
e eu por certo sena como outros candidatos corla-
do, se pelas multas derrotas, que tenho soffi ido,
nao me tivesse premunido de cartas de reconimen-
dacoes, de pessoas presiimosas dista capital, entre
as quaes eonio os Srs. Rocha, e Lima negociantes
nesta praca, e um meu mostr collega que tem
assento nsta casa, e cujo nomo declararei, se elle
assim o pormitiir......
O Sn. Deodoro : Quanto a mim pode decla-
rar.......
O Sn. Sabor :Pois bem, foi o propno meu
amigo a collega Sr. Dr. Deodoro, que me deu.eutre
mitras cartas, una para o seu prente e amigo, o
Sr" Jos Rufino de Tejucupapo. do qual fui limito
bem recebido, e obzequiado em altencao i
carta.......
Assim, Sr. presidente, nao tive a mesma sorte,
que outros candidatos, e nao fui desconsiderada-
mente cortado, o rcduzido mui baila votacao,
porque, gracas Providencia, j me achava gene-
rosamente apa.lriiihado per todo o corpo eleitoral.
em virtude daquellas e de outras carias, de que
igualmente premuni-ine. e mesmo jiorquc estando
cu prsenle-, nao me achacan, os eleitoreslao
repllenle (risada.-) que se iccusassem de conver-
sar eomigo e de toinar-nie |Hir candidato de Goian-
na ; nao perdendo eu, de mais mais, occasiao de
declarar-me progresssta, da vespera o desejo sde
concorrer contal dor para os nn.lhoran.ento-1 os
iotereases renes da provincia : sem as vistas pato-
teiras, que algum outro candidato neatoetB por
rentara ter............
OSr. Presidente :Observo ao nobre deputado,
que e-t lora da questao ......
O Sn. Babor : -E' terdade. Sr. presidente, mas
como para o nobre depulado. a quem respondo,
un dos maioros motivos de nullidade da eleicao de
( lianna, o ter e.-to nobre e generoso (ollegio me
honrado com 160 votos, por isso entend, que de-
via explicar os aconteciuieiitos eleiloraes e dar a
razio dt> transtorno, que so den a respoito da vota-
ran esperada por certos candidatos, que nesta ca-
pital secncarregaran de derramar noticias anhnc.
para se dizerem, ao depois, victimas innocentes da
ltola do Goianna ; ea esse respoito, nao n.e ivlm
co, e digo mais. que nao deixei de vista o Sr. Ma
mede, logo que o reconheci lao zeloso pela volacao.
.pie os candidatos de Goianna tiveram no collegio
de Olinda. e assistindo oma conv. r-a sobre i
ponie de' aga-fugo, notei algumas habilidades.que
muita destinguiam este candidato......
(Sussurro as galerias.)
O Sr. Presidente :Altencao!.....
O Su. Sahor : EisSr. pres'i.lsnle, como as com-
binac.V's do corpo eleiloral da vespere se transtor-
uaran, e de-tiseiam, o some depois da caballa.
pparecea a iiouiogeneuladedo aentament em todo
o collegio de (ioianna........is'.o chapa cerrada
nos atutro candidatos de Goianna......, om mim,
que ja e-lava to genei osamenlo apadrinhado pelo
corpo eleitoral, o no Sr. S Pon ira. que por eonsi-
deracao ao parentesco, que o prende ao prestid
e honrado Dr. Rocha, foi tambem incluido uo nu-
mero dos protegidos por Goianna......
As-im, Se. presidente, a visla das eonsiderace.-,
que lio iiiiperloiamciiio lenho feito, da unprore-
dencia dos documentos apresenladus pelo nobre
dc|iuiado, que, no meu entender, ja so achara in-
icuamente drsiruidos, ou estn, persuadido, ejne
nenhuma duvida nsaispodar restar no csjiinlo da
acerca da validado da eleicao de Goian-
e eleitores na acta de Goi urna, como denominen O
nobre deputado, nada mais prova, son.io que .. Sr.
Virginio litesse assignado o termo do avaliacao de
Culia do Acude, mas nao rigorosamente que tives-
se a-sistido ao neto .in n al .acao .-ndo nao s
puSBlvel como natural, que s pela tarde do dia 16
ou pelo error do da 17tivesse lugar o encerra-
inento do lermo, havend.i coii-eguintriiiente lempo ca8a
de sobra para o Sr. Virginio ir a Goianna, e pros-! ns.....
lar como eleitor o seu voto juntamente rom O O Su. Jo.vo Teixkiha :-A|.oiado, e en declaro,
seu irmo Fabio Velloso Freir, que at assignou a 'I110 vol a f;,vor da eleu-ao de Goianna
respectiva acta... O Sn. Sabor:Sei que o nobre deputado ralla
I m Su. DeputadoVas note, que do documento irnicamente. (Apoiados.) Mas, se nao est pre-
apresonlado consta na avaliacao do Cuta, eslava venido, e e.m-ullar a propria consciencia, nao po-
jo. | dora deixar de votar.
Um Sh Deputado :Apoiado!...
O Su. Sauoh :Tenho concluido, Sr. presidente,
muito, que a fati-
e peco desculpa casa pelo
guei....... (Sao apoiados.)
sos e respriaveis cida.lo-, ipio lao dignamente fa-
zein parte d* collegio eloitor.d de (Joianna. (A|ioia-
dos.) Deixandov-pii-. Sr. presidente de me oceu-
par cora o qne lid viotuno-am'iite j se oceupa-
ram os nobres eollogas, que me proce.levam na pa-
lavrai-to : *o.n a defr/a I......< bellos caracte-
res que toa noteriaimeWaao Iran forado alcance
de urbana, que pode ser em pnnflin minutas vista,
examinada, cavahada pilo- peritos, comeeuidn-se
eneerranilo-se n'un s diaores|.eciivo Ierran. Sao
a-sim as propriedades raraos, que. como j disse,
REVISTA DIARIA.
Sa madriiea.la do hontem uns mocos encontra-
ran) a tres mullieres seguidas de um prelo BOUI
un bahusinho ; e como ellos ;is arompanbassein,
presonciaram as me.-mas largar o hahusini.o na
iorta da matriz, pondo-so era seguida em retirada.
s -gui.
das injurias, e das arrojadasinwclivas, que lo in-i carta de V. S., tenho a dizer, que e-uve DOS dias dependendo as respectivas avaiiaodos daqnelles Ora, os referidos mocos vonliciram cnlo, que no
jBlamonle Ibes forauuhri^i.las pelo nobre, ilepulado'indicados (i-io lo domingo, e IG segunda-loiraj, exames cuslosos e tardos, |KJdem comecar em um bahusinlio exista raorto ura prvulo, do cOr parda;
aqun, respond", Sr. Jos da Cunha Teixeira, i- no engenlio Salgado....... dia, o acabar no outro, sondo porlaailn, possivel, e vista .loque trataram de seguir as pisada- '
traivai na aprertoeie das provas uinmtradas pelo
ineKW nobro deputado.
AJtu de cartas araetosas que o nobro depulado
leu em (Original, mas em reconheciinento das lir-
io.-, leu algumas que se aeUam publicadas em don
nui .oros d.< Liberal, de que redactor o nobre de-
putado, segio urna do Sr. Jo> Luiz Pereira Palma
o outra dos firs. Urbano Barbosa e Antonio Manoel
da Silva e Domingos Lopes llarbalho, os quaes Li-
bran, igualmente -.malarios do um atlestado tara-
nta publicado no Liberal.
Sr. presidente, quando se quer destruir a robns-
O Sh. Ac! jo Barros : Nao se segu do que teza de provas docjjmentaes, era o numero das
l dis-e que loda a mta de eleicao soja "erda.lei- qmvw, por certo, deve ser considerada nina acta
ra. Sao: mas sendo ella um iipstruiiientf' publico elei.oral, documento oste que (em f publica, s
devr ttt reputado valida al que por meio de pro- pode isso ter lugar por meio de outro documento
sas robustas e reputadas valiosas em diroilo possa de igual mrito probatorio o nao cora documentos
ser illidi.la a sua f. (A|lados.) A lei 'om pies- desta ordem, e estes mesmos conlraditorios J,,,
triplo os futios do illidjr a fe de um insirumonto Mas cu me pwraleearei do alguns dosses mesmos
Fique bom em memoria dos Srs. depubados...
... no engenho Salgado I onde resida o Sr.
Virginio Velloso Freir, e quo nesses lias elle se
nao assentou nm s momento, nem mesmo para
seu servioo, para oslar sempre eomigo o coin mous
coinpanhriros (e nao pessoas do juizu) como 0000-
livainento succodeu, e que portanto nao compare-
ceu elle nos referidos das era Coianna. lato mes-
at mesmo natural, que lao obstante a abertura do
termo ser do da 16,-0 no dia 17 fosse elle encerrado,
leudo enlo lugar a assignatura do Sr. Virgi-
nio. ..
Um Sr Oeputado : Isso nao est declarado....
(Trncara-se outros aparte*.)
O Sr. Sabor :Sr. presidente, deixo de fazer
bom
da--
lUK'ilivas ; as quaes n'esse entre tanto follando a
porta da igreja, d'ahi retiraran o bahu-inli.i, e
um elle escon.loram-se em una escada da roa pr-
xima por algum lempo, entrando ao aVpnfc ora urna
casa das imin'diac.'s, era que ellas ivsidem.
Nesta -iloaro os indicados mocos .brigirain-so a
casa do Sr. Dr. promotor puM co, a quera donnn-
ci.uain o fado, para que elle proraovesse as com-
petentes providencias, visto ludo indicara existen-
cia de mu crime que se proeurata ocouliar por
aquella inaueira. E pois, o mesmo doutor tratan
u'o de requere-las M Sr. Dr. delegado ; o qual
A manlia tem lugar o concurso para .. pro-
rimeota da cadeira de raslrucfo elementar do
sexo feminino da freifuezia de S. Jos desta eidade.
Examinara os professores Simplicio da Cruz Ki-
btiro, Geminiano Joaquim de Miranda e D. Emi-
li:. Candida de Mello Luna.
Achava-se marcado o dia 17 do corrente, para
o concurso do prcenchimento de duas vagas de
terceiros eseiipiuranos, existentes na thesouraria
de. fazenda.
O concurso para o provimento das eadeiras
viigas de inslruceao primaria do sexo masculino
lera lugar na seitt-feira prxima.
Sao examinadores os professores padres Vicente
Ferreira de Siqueira Varejo e Miguel Viera de
Barros larreea.
Foi nomeado director do laboratorio de fogos
nesta provincia o Sr. major Alexandre Augusto de
liias Villar.
De|iois d'amanhaa se oxtrahir a segunda
parte da primeira lotera do recolhimento de igua-
nss [lelo novo plano das loteras extraordinarias,
sondo o maior premio 10:0003000.
Hoje (8) effectuar-so-ha por intervenco do
agente l'inio o leilo dos predios da massa fallida
de Jos Antonio Bastos.
Fizeram exarae do-geometria no dia 3 do cr-
reme no collegio das Artes 11 estudantes cujo re-
sillado roi o feguinte : plenamente 3 ; simples-
ment 7 ; reprovado i.
Em sesso de hontem conheceu o jury de
un processo instaurado pelo subdelegado da fre-
g'iezia da Varzea no correr do mez e aneiro ul-
timo contra o marcha ule Lucas Antonio Evange-
lista.
Moveu-se-lhe accusaeo pelo facto do haver ex-
pjsio venda e ceciivamenle vendido em seu
a;ougue carne de urna vacca que fora subtrahida
a Adriana, ali residente.
Preenchidas as solemnidades accumuladas por
loi o Dr. juiz de diroilo publicou a sentenca pela
qual, absolvendo ao acensado, appella da deciso
para, o superior tribunal da relacao.
Ao terminar a.seutenca, ordenou o presidente do
jury que o escrivo do tribunal, exlrahindo copia
do ii.iri rogai ni do acusado, o romeltessc ao Dr.
promotor publico para proceder s necessarias ave-
riguacoes em ordem a reconhecer a veraeldade dos
faclos allegados pelo interrogado, que attribuira ao>
subdelegado abuso de autoridade e emprego de
nieios excessivos.
Foram juizes do Lucas Evangelista.
C r. Jacintbo Pereira do Reg.
Dr. Aplomo Joaquim Ayres do Sascimento.
[ir. Gustavo Bal.luino do Moura e Cmara.
Dr Cicero Alvares dos Santos.
Luiz Antonio Rodrigues de Almcida.
Candido de. Souza Miranda Couto.
lieruanlo Carneiro Montei'o da Silva Sanios.
J3s Affonso dos Santos Ba slos.
rloroucio oraingues da Silva.
.-'.D'ou-o de Reg Barros.
Antonio Luciano de Muraos Mosquita Pimcntel.
Manoel Joaquim Ferreira Esteves.
Foi advogado do aecusado, o Dr. Sello de Men-
donca.
Deve entrar hoje em julgamento o importan-
te processo em que r o cabra Joan, acensado
por crime de morie commetlido em 1856.
Estando a galera porlugueza Noca Fama para
sahaT na mar de hoje, antecipoua sua sabida tara
o laraaro um dia antes, para sproveitar o robo*
ue do vapor Persinunga, que sahio honlem para
os portos do norte. Sa falla de reboque, e inesmo
de outros vapores disponiveis no nosso porto.consla-
nos que a companhia Pernambucano, quereii.lo ob-
sesjelac unidos seus primitivos accionistas e actual
director, o nosso presiiiiKiso amigo o Sr.Joao Fran-
cisco de Barros, oAVreccra aquel le auxilio aos ron-
signatarios da galera, os Srs Marques, Barros &
C., que algum cuidados nuttiara a respeto da
saluda d'este navio, sem o reboque.
A galera conduz para os portes de Portugal, 307
accas com cal, "800 saceos com assucar, 20 Dar-
i ia* rom dito, ICtO couros, oO arcas cum algodo
o diversas nlindezas ; cuja carga excede o valor de
'.00:000000.
Esle excellente barco sabio em 17 ps af.igados,
3 por isso nao podo tomar mais carga, levando no
poro aquella que indicamos, tendo ainda vo na
;oberta corrida que vai vastas outros lugares, para
cerca de cinco mil saceos com assucar, que os
con-ignalarios ainda podenam obter, segundo nos
informara, se o navio os podesse carregar dentro
do porto, visto que fora da barra, sem o auxilio do-
vapor isso mudo moro-o e de bastante dispendio.
Este exeelleute navio conduz apenas d.-z passa-
,;eiros, apelar dos Iwns commodos e de muito as
seio que n'elle se observa.
Repartida.) da polica.
Extracto das partes dos dias 6 e 7 de marco do
1804.
Foram recolhidos casa de detencao no dia 3 o
corrente :
A' ordem do lllm. Sr. Dr. ctier* de polica, Ale-
\andie Jos de Mello. I.raneo, os pardos Flix de
Souza Firmo Veras, Jo-e Manoel da Silva, Louren-
ra crioulo, escravo de um tal Guedes de Araujo,
i-oinociimin.iso; Braz Nanea do (hampos, branco,
Manoel FlixCypriano, pardo, como desertores do
i \nciio ; Saturnino Alves de Oliveir, pardo, Jos
Rodrigues de Souza, Inane... como remitas; os
pardos Jos Maria Xavier, Podro Hogar, Amonio
Francisco Ribeiro, eabocto, Feliciano Primo do Je-
MJtS, Manuel Francisco dos Santos, crioulos, sem
deelaracao do motivo, viudos de Flores.
A' odcui do Dr. delegado da capital, Urbano,
rr.oulo. escravo de Joaipiim Leger Lobo, por >us-
peila em crime de furlo.
A' ordem do subdelegado do Recite, os pardos
Jos Junla da Rocha, Joaquim Jos dos Santos,
pon averiuaacoes poUetaeS ; Romo Jos de Car-
valho, |K)r nriga ; Francisco de Paula Chaves, os
crioulos Lcopuldmo Jos dos Santos, Joao Pereira
Bastan, Joao, escravo de Andr de Al.reu Pono, lo-
dos para correocao ; e Cvpriano, escravo do coin-
raendador Amonio do Souza Leo, tambera por
briga.
A' ordem do de Santo Antonio, Joaquim de San-
t'Anna Jnior, pardo, Manoel Francisco, rabudo,
aiuiios para correocao.
A' ordem do de S. Jos. Luiza Maria da Con-
ceico, crioula, por disturbios.
A ordem do da Boa-Vista, Francisco Salles dos
Praaeres, braoeo, para recruia.
Dia 6
A' ordem do subelegado do Recife, Angelo Cus-
todio do Sacramento, seini-branco, sem deelaracao
do motivo.
A' oidora do do Santo Antonio, Sebastiana, par-
da, escrava de um tal Araujo Lima, requerimen-
iu dente.
A' ordem do da Boa-Vista. Jos Soares de Hen-
donca, indio, os pardos Manuel Genuino da Rocha,
Rogerio de Ul, para recruU; Joao Ferreira de
Araujo, por furlo de catastas o Jas, escravo de
llemique G. Siepple, a re.pieriineulo deste.
A' ordem do ila Varzea, os pardos Manoel do lle-
go Barres, Tl.ouie do Reg Barros e Joaquim Jos
.lo Saot'Aaaa, lodos por Timeotos graves.
O cliefe da i.' seceao.
J. G. de Mesqnia.
Passagciros do vapor hrsiHunaa sahido para
a Granja o Bertas intermedios :
Dr. Loii deCerqueira Lima, sua senhora 1 cria-
da e 3 rseravos, Dr. Jesuino de Sotita Martin* e 1
criado. Manoel J.>- Ru>a, Francisca Maria da Conejean, Antonio lf-
nacio Ca.do-o O sua senhora, Manoel Joa<|Um Ri-
briro, Antonio Joaquim Teixeira, Francelmo A-
frodi/.io da Silva Tmvares, Antonio Vicente Maga-
lli.s, Antonio Goncalves Cavalcanti, Francisco
Ferreira de Montea e Thoinaz Piulo Ue Souza.
Movimenlo da casa de detencao, do dia 5 d.
nVaree de i6i.
Existiam
mais cou-ideiaeoos sobro os doenmentos, |Mirque
rao podo -er alteslado polo Sr. Virginio, so V. S. os api escotados' pelo pobre deputado como raai ro-
elle se dirigir, por ser pessoa ramio digna, e de ex- bu-las, julgo, acharera-sc destruidos,
cellente* qiiabdades, incapaz do filiar a terdade. Um Sn. IIeoutauo : Compltamete.
Pode V. S. hter desta resjio-ia o uso que Ihe con- O Sn. Svnon : Faroi agora. Sr. presidenta, al-
vier. Son, ote.francisco Dominyues da Silva. guuias rell-xo.-s acerca da demora na auhttaacia coinpar.ice sem deienca, e pela incompetencia das
Soto, Sr. presidente, que o nobre deputade nio do resultado da eleieo de Govauna, e da qual quiz horas po? a casa debaixo de reren cora a-sistoncia
tivesse trazido una caria do Sr. Virginio, que mui- tambera o nobre deputado tirar argumentos contra do |)r. promotor publico, capno Borges Leal, va-
te servira para o caso. a validado dopieila elricao. i rios inspectores de quartoirao, o coronel Lobo e
Eu vou combinar osla caria com a cerlido pas- Un Sr. Dbpct.ado : Reunida a outrjs factosque outras pessoas mais.
sada pelo escrivo dos feitos, e dr-ia ooiifroui.ioAo nao foram usiilleados, nem destruidos. Apenas foi po--ive| a praiica da diligencia, en-
rostiliar necessariaiiionie, ou quo a carta contera,. O Sn. Sauoh ; -s'o dia lo de uovoiiiIjio, Sr. pre- coiilrou-so o cadver, verilicaudo o Sr. r. Estevao
A saber
Kutrarara. .
Sahirara .
Existem. .
Nacionaes. .
Estrangoiros
Multiures .
Estrangeira
Escravo .
Esclavas ,
3C0 preses
i
14
378
271 presos.
31 >
6 >
1
('.'. >
5 >
378
r
Alimentados rusta dos cofres pblicos.. 133
Movimeirto da casa de detencao no dia C do
marco de 1864.
Existiam...... 378 presos
Entraram..... 10 >
,


filarlo de Pcru ihtbtico T?r?n leit H de mco |
tfl saber :
Sahiraia...... 8
Eiistem....... 380
Antonio Al ves
Naeionaos..... 272 .
Esirangeiros... 31
Mulheres...... 6
Esirangoiras... 1 >
Bamvos...... 64
Kscravaj...... 6
380
Alimentados a rusia dos rofros provnciaos. 134
Moviment da enfermara no da 7 de marco
de 1864.
Viven-n huta:
Francisco Alvos Feitosa ; cantusos.
Manoel Ignacio do Rogo : contusoes.
Cosim Jos da Cmi; tumores.
Tiverarn alta :
Manoel Joaquim de Espirito Sanio.
Si rastra Francisco Lourenco do Monte.
Josii Francisco de Paira.
Francisco Ribeiro.
Manoel. eseravo de D. Francisca.
Sf 5 P3 3
3 1 1 n 3 B
4 -3 9 3 6> 3

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:
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vi <> B*i s Masculino. a n > 3 E
0> a W 1 i <5f 1 Feminino. c 1
.i. ** Masculino. 1
A - 1 Feminino.
* M * ** Masculino. M !
FoniMno.
ino. 1

! 5 . * Masculino. i *~ i i it i K n 2 >
e A * Feminino.
-1 1 1 1.1.1- C0 *1 Masculino i o I
s n 3 3 Feminino. 1 >
i
TOTAL.
2.
3
=3
9
ADVERTEXCIA.
Na totalidad dos lenles existem 193, sendo
alienados 8 hoinens e 26 mulheres.
Foram visitadas as enfermarlas estes dias :
polo Dr: Hamos as 6 1|2, 6 1|2, 6 1|2, 6 1|2, G
1[2 6 horas da manha.
lelo Dr. Sarment as 7 5o, 6 3ii. 7 1[2, 7 1|2
7 1,4.
Falleceram :
Anjia Joaquina de Jess; gastro hepatite chro-
nica
Mana Joa<]iiina ; gastro interile chronica.
Tbourina libara de Mello C.; phtysica pul-
monar.
coocellos de Drutnmoud; appcllad
de Carvalho Veras.
Appellante, Jos Baplista da Fonsera Jnior ;
i apellados, os caladores Aseaos da musa fallida
de Ainoiiii), Fragoso, Sanioso: C.
Ap|n liante, Jos Moreira da Silva ; apellados,
e a terceira cm o bario de Bljxen os herdeiros de Me Antonio Lourenco.
di partido democrtico dinainar- j Do Sr. desembargador Silva Guimaraes ao Sr.
desemliargador Villares.
Appellante, Ignacio Barroso de Mello ; ampolla-
do, Antonio de Azorado Yillarouco.
O Sr. desembargador Villares apresentou para
seguirem ao Sr. desembargador L Santiago, que
juiz certo.
Disiiniii ii;oes.
i A prinreza Carila, irrua de Glirlstiano VIH
casou cooi o landgr&re Guillierme de Hesse Cas
s< II, irmao do av doelctor reinante : houra des
te casamento tres ninas e un tllho.
A lillia Mil vellia cason com o dmpie de Anhalt
Dessau, a segunda com o principe Chrisliano de
Glurbsburgo
rinecb, ejfefe
quez.
O til lu casou ein primeii as nupcias com urna
princeza da Itussia, e em segundas com a prince-
za Anna, filha do actual rei da Prussia.
Tendo o eleitor de Hesse contrahido um casa-
mento morganatico, nenhutn dos seus OttMM apto
liara Ihe uneeder, e o herdeiro presumpiivo da
ua coroa sen primo o principo Frederico. Po
rin esle, m
stabelecer ..
o dos seus prenles maternos, sahindo agora pa- i Appellantes, os curadores lscao- da massa falli-
a a Suissa, porque a sua qualidade de principe da do Ainorim, Fragoso, Sanios & C. appeilado.
alientan e herdeiro do eleilorado de Hesse.
neos iinlio laetmo ouvido fallar : o que tudo assm do Sul, consignado Manoel Ignacio de Olireira A
o daran si ib juramento do meu earg*
Recifo, 17 de fev,Teiro de I8M.
/. A Araiijo Frejtiu Henriques.
Do Dr. jniz de direito da 2" vara.
Contra oseserriea de comineieio, a que se
refere o supplicanle, nenliunia que >;i verbal ou
escripia tein ehegado ao meu coobeiimento sobre
os factos de que trata o supplicante
Cidade do Radie, 18 de fevereiro de 18Gi.
NHva.
\M POICO DE TCDO.
A Cruz sobre o Evangelho de S. MalheusEst
escriplo : aforar* ao Senhor leu Dosescreve o
segunie :
A ten tacan do deserto, irmaos meus. e os esfor-
c;>s appliidos pelo Snjo das trevas para ver se
vencia o Salvador foi a luu em que devia mani
to.ir-se a Divindade de Jess Christo, porque
tendo em suas maos o poder supremo e a victoria
do bem, era incontestavel que a milicia infernal
tofirla derrotada, porque a magesladc increada
se Ihe aprespntaa.
AssiM procurando o inimiM do bomem, do api-
ce la montanba atormentar ao seo Dos, promel-
tendo-lhe o mundo e ludo qnanto nelle se encerra
fui vencido, ouvinilo iironunciar, que tudo era
dirigido por sua reatada, e que eslava escriplo :
adorars ao Seuhor teu Dos, e somonte a elle
eei viras.
Avista desla senlenca sabida dos labios do Fi-
lho do lloinem. o seu perseguidur despenha-se an-
ni. Hilado e sem forcas; confuto e banirto, porque
en vez de adorar ao Senhor. linha procurado ser
adorado.
Bis o castigo do rebelde que con*pra-se contra
as verdad, s do Bvangelno, que mala a fe e nao
consenle que ella produza os seus elT.-itos ; eis a
pena imposta ao ingrato que o.on-purca o< deveres
da n-conlu-ciin-iiito para constituirse altivo e aban-
donar tmlo quanto lh caro ; eis linalmente o
lrico do Eterno que governa o mundo e o coracao
humano, elevando-se cima de todas as cousas, e
fazendo-se .soberano, porque o legislador dos se-
clos.
5 ettfl que assim fallou, irmaos meus, o Mes-
tro que deria ensinar ans homens o caminho da
sal acia e dar-lhe todos os bens; e se as-din se
M ia verificado, qnal a razao, que em vez de o
ad irarmos romo nosso Dos, nos conspiramos, e a
oa instantes o ainaldicoamnsT
XVi sabeuM que por seu (loder Indo se faz, e
que s nelle existe o wrdadeiro bem?
Ai d":iquelle, que julgando possuir o mundo,
iulija-aa bliz, e nesse estado precario e trisle o af
fmnla !
Ai d'aquelle, que menoscabando os santos prin-
cipios da moral e dos puros principios da vida,
enirega-se a viver no crime para olfender ao Crea-
dor I
\i da quelle, que em vez de o vigiar e o adorar,
conspirado contra os seus mandamentos 1
Adorem w a Dos para nao sermos tentado, e
nem ^rrmos ^ rg0res de sua justicia que in-
lili llii.
Da Recula mental da socieMe ;<<.. itera-
risa transsrevemos o segumteT
UM CONSKLHO.
Meditabundo a trisle, olhar incerto,
Catalana no escriporio a lento* passos
. Inexperto mancebo que, Mineando,
So prendeu, sem querer, de amor nos lacos.
Arrepela-se e chora o pobre touco,
I'prque nao vio eumprido o juramento,
ine em das mais fel.zes reci-bi'ra
Da vrgein que Ihe cau^a agro tormento.
Elle tem ante fi visiveis li'ttras
Em que a barbara senlenca concebida ;
Mas inda assim nao era, suppoe ser souho,
E da borrivel traicao inda duvida 1
innocente S ere (pie nesle mundo,
.' bollo e nobre amar c ser constante !
.Nao sabe qu.; era congresso feminino
Foi proclamado -tolo todo o amaino !
Sio sabe que a mulher roubou, astuta,
Da vaha boi boleta o gr deleito ;
E que j irou ser m.i, ser iiioulirosa,
K Veuus Ihe gelasse o adulto peno.
Ecgaa a fronte, mancebo, e ollia altivo ;
l'oo nbs labios o riso, enxuga o pranto;
Esquece as dores ci'alma, o prazer bu.-ca,
I it rival feliz ? Isso qu'im|)crta,
5; ain.iiiliaa, lalvc/. Iiojo, o desgranado.
ImiiierM) em or acecha, se maldiga
tfor se ver, a seu turno, supplantado !
I o vacillas?... Meu Dos! ser possivel
qoeiras .-er liel bandideira? !
; -smh meu poola, foge a vida
|ue amar, neste mundo, frioleira.
J'uiin nao...nao le vas, dou-le um consellio
feliz te tara, so o ejecutares,
iiselho exp'i'ieiile cun que o lempo
Enslmu-me a sutTreros meus pelares :
< Manon as mocas todas que fti vires,
ara anuir e prometa ea-ainenlo,
E no dia seguale a taes prutnsl *
i.ani;.i-ii.s todos no rol "do esquooimenlo.
i) Cummercio do Porta noticia o .po segu :
II i iniutos aun k que a corda dina narqueza nao
iu-uiittiila em linha directa :
Au rei Frederico VI, fallecido em 1839, sueco-
,ei seu primo Clinstiaiio VIH, que tambetn niii
tara ti ?
rico VII. apezar de tres rezoa casado, mor-
vu soni lillios.
molan) por dever este partido.
Gomo o rei Frederico Vil da Dinamarca nfw ti-
nlia lidias, devlam, por sua inorte, dividir-se os
-cus estados.
A Dinamarca uropriamenlc dita passava a sua
irima a princeza Luiza de Hesse, fllha de urna Ir-
naa de seu pao, tendp os ducados de Schle.-wL',
Holslein e Lauemburgo de se parlilliar entre di-
versas casas princesaes, entre as quaes as mais
importantes eran a de Holstein Gottorp, aojos di-
reitos pertcncem s dy.iastias da Russia e de
3ldemburgo ; as de Sotderburgo-Augustemburgo,
ipresentadas hoja pelo duque Frederico de Au-
zustemliurgo ; as de Sonderburgo-Gluekshurgo,
oujo dirvlto prevaleceu, porque o protocollo de
Londres, querendo evitar a desinembrac/io da mo-
larehia dinamarqueza, conlirmou um pacto de fa-
nilia, em virtudo do qual todos os prenles por
.ariHiia renunciavam em proveito do principe
Oiristiano deGlucksburgo (o actual rei), esposo da
irince/.a Luisa de Hesse, herdeira da coro;i dina-
narqueza.
Esta, por seu lado, abdicon os seus direitos em
;eu marido, que assim lieou sendo herdeiro legiti-
mo do rei Fredrieo VII, como soberano da Dina-
marca e dos ducados, com o Dome de Christiano
II.
Ja se ve que nao cousa fcil comprehender
islas compltcaces genealgicas.

Abrio-se em Turim no palacio do" musen muni-
cipal, aexposic.o dos algodes italianos.
Os expositores libanos sao em numero de 208.
Figuran) nesla cxposirao 210 especies de algo-
des estrangeiro*. 16 machinas de debulhar, map-
,)as topographicos deinonsirativos do lugar em
que oalgodo cultivado, projcclos, estudos e col-
eceoes uiiiiio variadas dignas da maior atten^o
los visitantes.
M. Aloes Atior, director da clebre imprensa
inaarfai e real de Vienna, e constdheiro da corle,
ooiiheoido pela sua invenciio de papel do pallia do
inillio. organisa urna exposiciio de todos os produc-
ios, que em resultado das suas experiencias p-
delo ser fabricados da planta do milbo.
Assim apiareoeram na exiwsieiio a par do papel
de palha de inillio, dilferentes eslofos teeidos de li-
bras da mesma (danta.
Um lord muito affeiceado documentos anto-
graphos antigus, conserva na tea bibliotheea urna
carta indita de Anne Boleyn ou Auna Holena. que
ivmou momenlaneamenie em lempos de lienrique
VIH. e perecen no cadafalso.
Esta caru escripia UM do seu regio casamen-
to, di urna idea dos costumes inglezes daquella
ijpoca. e iraduzida diz assim :
Minha querida Mara : lia j um mez que es-
lou na cidade do Londres, que me nao parece
nuito divertida. Aqu madruga-se pouco, e raro
que alguem se levante antes das seis, verdade
pie nos deitamos muito tarde, pos sempre sao
doz, qitamlo ranos para a cama.
Ja estou aborrecida deste genero de vida, e de-
eidir-me-liia |r vollar ao campse me nao det-
NM aqu por causa dos presentes que diariamen-
;e recebo.
Miaba excellento rac eondmio-me hontem
oasa de um mere ador de Chceprde (imporlante
ua de Londres), e conT|)rou-mj tres camisas no-
ras, a razao de 6 penco a vara, e para o baile de
ord Norfolk dovo levar um par de sapatos novos
pie cuslaram 3 scliillings.
Esla vida tita desordenada tirou-mo o apnntite.
Bem sabes que no cam|H) coma e beba bem ao
almoco : em Londres pelo contrario. Verdade
que em troca espero com impaciencia a hora de
:romer, que as casas prinoipaes se demora al do-
pois do ineio dia.
Honlem iouuei o aquenla-mos em casa de lord
Letaester ; lord Surrey, que lambem estava all,
rantou
lilha de
meu irm
raldina (assim se chamara a querida de lord Sur-
rey) a mulher mais bonita destes teneos. Eu
quereria v la, pols asseguram que lo boa como
liudi.
Rogo-te que cuides bem do gallinheiro durante
a minha au-onoia, pois as pobresgallinhasestavam
aostoma 1 is a receber a ceida das ninbas naos.
Se a M iriquinhas aoab ai de cozer os meus
manguitos de las de cor. que m"os envi na pri-
in-ira occasiae.
Adeus, minha querida Mara, vou a missa, a
alli ters as ninbas oracoes una parle lio gran-
de como a que po Tua sempre -Anne Boleyn.
.Vi/i.J se publicou a oerldao | or nido cons-
ta que por preval cacao nao se proco leu nem se
Appellante, Domingos da Silva Campos; appel- procede criminal.nenlc contraescririo algum do
commoroio : os aitestados agora o inloriormenle
publicados nottram que, nem verbalmento contra
ellos lia representaran aos superiores legitimes.
Aonde estao, |h>s. as quenas e denuncias dadas
contra un dos oscrivos do coinniero.o, do que fal-
la a denuncia do desembargador Manoel Rodrigues
Vlares ?
Qaarer alludr responsabilidide a que deu
lugar una representante da thesouraria de (alen-
da i'i'i' causa do urna infundada exigencia da re-
appellados, Costa 4 partico tlscal, rao nolou falta aonde nao a baviaT
Anda assim inexacta a denuncia; por que por
Mi visto na corte de Cassell, preferio lada, I) Auna Josepha l'ereira dos Sanios.
a sua residencia era Copenhague, fon-1 AoSr. desembargador Silva Guimaries.
o agora pa- i Appellantes, os curadores liscae- da na
de principe da do Amorim, Fragoso, Sanios C. | a
sse, Ihe iin- Henrique Jos Alvos Ferreira,
Ao Sr. desembargador Silva GuimarSes.
Ap|w|lante, Joaqnim Mauricio Lins; appellada,
D. Zeferina Mara de Jess.
Ao Sr. desembargador Silva Guimaries.
Appellantes, os curadores da fallencia de Amo-
rim, Fragoso, Sanios & C
Filhns, por seu procurador.
Ao Sr. desembargador Villares.
Appellantes, os administradores da fallencia de
Bastos A Lomos ; appellados, llozano Irmao.
Ao Sr. desembargador Villares.
aonaros.
Aggravante, D. Zeferina Mara de Jess; aggra-
vada, D. Candida de Mello Lin
isso foram responsabilisados nao so os esrrivaes
do commercio, como do outros juizos, segundo se
v da eer-idao infra :
CEBTIOO
Certifico que porante o juizo de dueto da 1* va-
ra se prooedeu contra o escrirao Manoel Maria Ro-
drigues do Nasciuieiito, por infracoao do arl 2 do
Aggravantes, os administradores da fallencia de decreto de 10 jnnlio de 18W, sendo os procossos
Jos Duarlede Olireira llego ; agravado, Jos Au- de rospnsabilidade julgados impniceilentes. Cer-
Ionio Pereira. tilico mais, que 2 processos instaurados contra o
0 Exm. Sr. conselheiro presidente negou provi- escririo Manoel de Carvalho Paos de Andrade pe-1
ment. la mesma infracoao foram julgados improcedentes. t
Agravantes, Ferrao A Maia j aggravado, Jos CerHfico llnalmenle, que pelo mesmo motivse
Alhano Wanderley. pincele contra escrirao Manoel los da Molla, e
Teve provi meno. ', tambetn so proceden contra o eaoNea Pedro Ter-
dilioencia. tuliano da Cunta. 0 referido verdade.
Apimllanle, Jaa Paul oda Fonseca. testamenleiro Recita, 22 de fevereiro de 1864.
de Manoel Juaquim Dias de Castro ; appeilado,'
Josipiim Ferreira da Costa.
Vista ao Dr. (jurador geral pelo desembargador |
Silva Guimares.
Nada mais houve, e encerrou-fe a sesso s t}
borasda tarde.
Fimo, manifestoo o segoisMe
lii.oSl ambas de rinfana, fio couros mecos,
I ol lainhas salgadas em barris, 1 sacan cabello,
i ditos pello, 3 barra lab; aefden.
Brgua nacional Graaota, entrado do Maranbo,
consignado Antonio de Almeida Gomes, manifes-
lou o seguinte :
Ganaros asirangeira j despachados para con-
sumo.
Mi pipas rasias, 2 consolos e podras, 3 encapa-
dos rom 3 bancas douradas, 2 ditos roin 2 eadeiras
douradas. 17 eadeiras estofadas, I sof dito, i dito
deurado, 1 dito de palhinha, i banca redonda ape-
dra, 12 eadeiras de pallinha, 1 dita de batanen, 1
caixa com dramas, :i dilas Itvros, 41o alqueues de
sal; ordem.
Kmn#rttfjln.
Ilrigue inglez Chance, rarregou para o Canal
3,400 sarcos com 17,000 arrobas de avocar mas-
cavado.
Ilrigue inglez eca, earregon para Liveriwol :
4 barricas com 18 arrobas e 19 libras de assu-
car branco, i,2(M) saceos com G.000 arrobas de lito
nascarado e 1,269 ditos com 6,850 arrobas e 2 li-
; bras de algodo.
Barca brasileira Hermnela, rarregou para Mar-
lema :
7,200 SKCOS com 36,060 arrobas deassucar mas-
cavado.
Polaca liespanbola Prompta, carregou para Bar-
collona pela Paralaba :
.'I saccas com 266 arrobas c 22 libras de algo-
do, 281 couros salgados e seceos com 6,182 li-
bras.
Reccbedorln tic rendas Internas
geracs de Pernambiico.
Rendi ment do dia 1 a 5
dem do da 7.........
Eu Joaquim Francisco de Paula Estoves Cle-
mente, escrirao o escrevl e assigno.
12:21258 SO'
16:132*886 i
Consulado provincial.
Rendimento do da I a 5......... 18:32056s:
dem do dia 7 ................. 9:741i64l
MOVIMENT DO PORTO.
COMMNICADOS.
I Srs. redactores.Leudo o seu Dfat n. 43 de ------------------------------------------- ~~
* 23 de fevereiro prximo lindo deparoi com nm ce- Aiit'io entrado no dia G.
labre agrade cimento feilo pela mull r (in nomino) Rio-Grande do Sul37 das, barca nacional Maria
Denuncia d deseatbargador Maoael Radrigucs
Villares.
Peco a publieao dos documentos junto-, a que
se refera a minha publjcaco de ante-honiem. e
que nao poderam entao sor publicados.
Recife, 7 de mrreo de 1864.
IVjalla de Untar Araripe.
l'KTICxo, TKHMO OK BBTSMA, SENTKNr.A.
Illm. Sr. Dr. juiz municipal da priuvira vara do
termo do Reeife. Diz o bao ha re I Trisito de A-
lencar Araripo, que tendo o desembargador Ma-
noel Rodrigues Villares apresentado agora ao g>-
verno imperta
te, pelo fado de
chi'fo de polira
crime de estellional
Rodrigues Villares, o suplio-inte incidentemente
argido pelo denunciante nos seguidles tormos :
i Talvez alguem coosidere-o criminalista as- j
perrimo, como mo lelo de autoridad*', e escrupu'o-
sa exaotido na percepcao dos emolum ntos da
vara commercal, que boje oceupa, na repressao de |
seus subalternos nesklkj liis, ou benHtM : a este
respeilo di-.'a o mosnio juiz especial do commercio
se elle regeila os emolumentos generosos, que olio-
recem as parles pelas estalas, e*auies. edtdigen-
cias, que requorem ; e tainliem por qu-' Ihe falta a
energa, de quo dolado, para advertir e cohibir
un dos seus esenves, contra quem tem-se dado
quexas ou denuncias por outros juizos.
E por que o supplicanle umita de dofonder-se, e
nao queira deixar pasear desapercebidajierante o
governo imperial es-a injuriosa nsiiuiaro, ven o
supplicante requorer V. S., que se sirva mandar
citar o supplicado. afim de |ue em dia, e lugar |>or
V. S. designados declare :
do fallecido Manoel Antonio Simoes do Amara) J-
nior s pessoasque nocemiterio pu'ilico assistiram
a missa no 7 dia celebrada por alma do dito Ana-
ral, e como seja esse annuncio o meio de engaar
ao publica com liugimonto de sent Denlos, apres-
SO-ma a dizer para tirar da duvida s pessas a
quem elle diga respeilo, que essa Sr;>. Rosa Ang-
lica de Araujo Castro, nao leve sean praior na fal-
ta de seu ni ando : 1" por ter-se relindo de sua
couip uiliia a .'i anuos pouco mais ou menos ; 2
por que no da de son fallecimento su apr -senlou
do g.ila. nao dando um s sfgnal de stntimf nl>i ; e
3" par lar BeadO na casa onde fallereu o dito Ama-
no, de 246 toneladas, capitn
Couto. equipagem I i, carga
Ignacio do livoira t Filho.
Navios entrados no dia 7.
Liverpool 40 das, briguo inglez Masante, de loo
toneladas, capilo E. J. Hamon. equipagem 9,
carga fazendas e oulros gneros ; a Mills La
Iban & C.
Montevideo21 dias, polaca hespanhola Anafe, de
20* toneladas, capilo Pedro Coll, equipagem J2,!
carga 3,700 q intaes hespanhoes de carne: a'
'fasso Irmao.
Afanes sahidos no mesmo dia.
um menor seu lilho, aonde nao pode ter a e ltn a-
j cao quo Ihe da va seu fallecido pai, e nem inven-
tai iante por nao ter vivido com o dito fallecido de
ponas dentro, o que assim de esperar do inte-
gerrimo Sr. Dr. juiz de orphaos.
Vollarei se (r chamado campo, para mais al-
guns pronieiiores que pir deeeiew por ora calo.
Sou, Srs. redactores, seu ltenlo venerador e cria-
do.Um tizinlw do fallecido Animal.
PBLIGCOES A PEDIDO.
Ros non verba.
I ni milagre da sania homrojialhia
Com a verdade que me caraolcrisa, nica he-
raoca de ineus pais o que jamis foi contrariada
durante 45 annot de minha residencia nesta cida-
Ratis.
Obscrva^oes.
Sahio c undeou no lamaro, a o-pera dos papis
lendenles a ua viagem, a galera portugueza Xoca
Fama.
O Dr. Trisiao de Alenoar Araripe, ofllcial da im-
perial ordem da Rosa e juiz de direito especial
do comaaarrJe deata cidade do Hsrsta o sea ter-
mo, capital da provincia de Pernambuco por
S. M. L e C o Seuhor Pedro II quem Deus
narde etc.
Paco saber SOS que o presente edita! virein e
dalle noticia liverem que por parte do Tasso Ir-
maos, me foi dirigida a pelico do Iheor se-
guinte
Aspbante, Fraiteiscd Aavier re Araujo Morga-
do ; appeilado. Julin Coelbn'e Silva Krn.
Ao Sr. desembargador liis e Wva
Ap|wllac.o crime do jury (V Penedo.
ApfM'iUnli'. u juizo : appellados, Marcelino hi
dos simios a Francisco Antonio Leandro.
Ao Sr. desembargador Molla
Appcllacao crime do jury do Penedo1.
Appcllaiite. o juizo; appeilado, Joao Francisco
do NaM'iinonto.
Recife, 3 de marco do 1864.
O secretario da rvlarao,
Domingo* Affonso Ferreira.
Censrllib atlminislralir.
Oconselho administrativo, para fornecimenlo do
arenal de guerra, tem de comprar os ohjcctos se-
g i n tes :
Para o hospital militar.
Colxes de panno de linlio chelas de l.a com 9
palmos de cumprimento e3 e rucio de largura 60,
'. liavesseiros da mesma fazenda e cheios do la com
3 palmos e meio de oomprimenlo 60.
Para o arsenal de guerra.
Prego* de ass.oalho 10 mimoiros.
Quem quizer vender Mes objeetos apresenlem as
suas pro|Mistas em carta fechada na secretaria do
eonselho s 10 horas da manh5a.de dia 14 do cor-
rente.
Sala das sessoes do consolho adminislratiro para
furnecimonto do arsenal de guerra 7 de martjo de
1864.
Antonio Pciro de Sii Barreto,
Coronel, presidente.
Sebastifw Antonio do liego Barros,
Yoga I secretario.
Atonta Casa da Misericordia do
Recife.
A Illm.'junta administrativa da Santa Casa da
3:9205006 Misericordia do Recife manda fazer publico, que
no dia 10 de mareo prximo futuro pelas horas
da tardo na sala de suas sesses tem de ir pra-
ca as rendas das casas abaite declaradas, eerten-
Centet ao patrimonio de orphaos por teinpo de
nm tre anuos, a contar do i' de julho prximo
futuro em diante.
Os pretendentes devem comparecer acompanlia-
28:0645324 dos de seus Badores OH monillos de carias diMes.
Praca de Pedro II.
N. I particular a 33 publico, setunde
andar............ 483J N. I dito c 33 dlo, sala......
Ra do Imperador.
X. 2 dito e 81 dito, dous andares- ..
Largo do Paraizo
X. 4 dit e 29 dito, dous andares
Ra das Larangeiras.
X. o dito e 17 dito, casa torrea .
Ra Yelha.
X. 8 dito e 32 dito, casa terrea -
Ra deS. Goncalo.
X. 10 dito e 22 dito, casa terrea ..
Ra do Pires.
X. 13 dito e39 dito, casa torrea ..
Ra da Lapa.
X. 40 dlo e 11 dito, casa terrea.. ..
Ra da Moeda.
X. 44 dlo e 21 dito, casa terrea ..
Ra do Viga rio.
X. 72 ditoe 27 dito, dous andares ..
Ra da Senzala Velha.
X. 78 dilo e 136 dito, dous andares..
X.HUdito e 132 dito, dous andares
N. 81 din e 18 dito, casa terrea.. ..
X. 82 din e 16 dito. ca>a terrea-. ..
na da Guia.
X. 84 din e 29 dito, casa terrea ..
Ra do Pilar.
X 91 dilo a 108 dito, casa torrea.. ..
X. 92dilo e iOi dito, casa terrea.. ..
X. 94 dilo e 99 dito, casa terrea.. ..
X. 97 dilo clO dito, rasa terrea ..
X. 100 dito e 104 dito, casa terrea. ..
X. 10o dilo e 94 dito, casa terrea.. ..
Rosarinho.
X. 3 particular, casa e sitio.....
Mirueira.
X. 4dito, sitio.. ......
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife, 7 de marco de 1864.
O escrivo,
F. A. Cvalcanli Cousseiro.
da reacu.
consellieiro, presidente
para os fms convenien-
proviso para advogar o*
Candido Jos do
carne ; a Manoel
22OJUJ00
*:202:OO
902,9000
205*000
2M-300O
1835000
JO45O0O
W000O
25IJJW0O
6035OOO
6315000
41O40OO
1925000
2015000
12o5000
1635000
163500O
2.') 45000
16500O
16!5O0(>
1735000
3225890
M3500O
qn
crivao, ana o supp
Assim o supplicanle pede V. S., que se digne
mandar fazer a eitaeao requerida com scienrin .1.1
urna eancao composta por elle abusiva a j r. promotor publico, ordenando que do occorrido
lord KiMare. Parece que muito linda, e y. |avre termo, que se eutregue ao supplicanle ;
lo disse-me ao ouvido que a formosa Ge- e espera receber mare.
pera
Rec;fe, 16 de fevereiro de 1864.
Tristo ilc Aletear Ararat.
Despacho.A., cle-se por carta ni forma re-
querida, para sala das audiencias, ou casa do
supplicado, se que mora ne-ta cidade.
Recife, 17 de fevereiro de 1864.
Tacares de Vasconcelos.
Certidao.Cortilico, que intimei a pelico, e des-
pacho retro ao Sr. desembargador Manoel Ro-lri
gues Villares.o anal, leudo a referida pelico, disse-
me, que eslava mteirado ; mis ponderando euao
mu me S*. doren largador, que o descacho dUla,
que a deligencia rcfeiida teria lugar na saladas
casa do mesmo Sr. desembar-
lio. nao pude medirar-me, seiio no dia 2 de ja- j,.n|r jelles pagaron allegar embargos que o rele-
neiro. rindo em um carro para o Recife. | vooi : e porque o suplicado s aclie ausente em
G meu estado era tal, ipio requer conbssao, e |Ugar ignorado, requerem a V. S. digm-se admii-
a nossa casa voio um Rvd. eapurhinbo, di-|ior-nie i ,.|dS a jUstti<-aj a au-encia o sendo quanto baste
para morrer. Recorr ao mesmo UvntM ao mni ea- a julgue por senteuea, mandando pasear carta de
ridoso e assaz philantropo Sr. Ir. Sabino, que 1 Cl|jta| p,jr ;|q dias, atim de poreOalSer 0 suppbca-
eonTerenciando com o Illm, Sr. Dr. Esievo. vio' j0 eMado pan a relenda aecao, anonade-ana cu-
que o pe eslava com a parta exterior junta ao cal- rat|r ,H iit,-m.
audiencias, ou em
gador, coinouiellior Ihe aprouvesso, de novo lio o
.. --_ nerar em sel.; rouros. iodos os meus discpulos
rauhar lacerada, ou fiifa. [>elo que rec.mhecerain
pela ezperiencta Hasta con a lenta. Knlo o Sr.
Dr. Sabino entregon-me e recommondou-me muito
ao Sr. Tbenorio, que sem a concorrencia de cata-
plasmas, blsamos, ungiienlos, etc.. mas s com
iua soceos, e a nanea assaz leavada honoopathia,
me poz imeiramente bom ; c mais para admi-
rar, que em tal estado do s liTroientos nunca a fe-
bre ou inllammaco se manifeslassein. Mil lou-
rores ao Illm. Sr. Dr. Sabino a ao Sr. Tbenorio
que no sahiamonle cointirehendeu a molestia, que
segundo o Illm. Sr. Dr. Kstevo, ameaeava dege
tlliOMIiv JL1HI U'ilv
THIIII \ V 1, 1MI i on TIKHCIO.
SESSO ADMINISTRATIVA EM 7 DE
MARCO DE 1864.
I'BESIDESCIA Do'kXM. SR. CONSKLHKinO
SOLZA.
s 10 horas da manha, reunidos os Srs. depu-
tados Reg, Lemos, e Alcoforado, o Sr. pre-
sidente declarou aborta a sesso.
Lida, foi approvada a acia da ultima.
KXPKDIENTE.
Len-se um nflloio do secretario do tribunal do
Maranbo de 28 de fevereiro, arreando o recebi-
meniodo que Ihe foi dirigido em 28 de Janeiro, de
parte de*ts tribunal.Archive-se.
Otitro do deputado Jos M. da Rosa, datado de
hop-, -ofimuncande nao poder comparecer a pre-
sente sessao.
DESPAOmo.
Xo requprmenlo de Jus Baplista a Fonseca
Jnior, pedindo o registro de urna procurado
Como reqner.
No do bacharel T. de A. Araripe, pedindo certi-
do sob diHecnles quesitosD-se.
Xo da Saunders lliotliors & C, pedindo o regis-
tro da nomeaoao de seu caixeiro Joaquim Luiz Al-
ves ViannaRegslre-se.
No de Manoel Joaquim Oas, pedindo o registro
do seu contrato social com Jos Bernardo da Mot-
taSeja ouvido o Sr. desembargador liscal.
SESSO JL'DICIARIA EM 7 DE MARCO
DE 1864.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. CONSELHEIRO
SOUZA.
Secretario, Julio Guimaraes.
% hora da larde, o Sr. presidente abri a ses-
sao, estando presentes o Srs. desembargadores
Villares, o Silva Guimaraes, e os Srs. depulados
Hrgo, Lemos, e C. Alcoforado.
Lida, foi approvada a acta da sessao antece-
dente.
jrLG.XMENToS.
Appellante, Lou renco Puggi ; appellados, Scha-
fheitlin & C.
Sorteado o Sr. Alcoforado em substituido ao Sr.
Mal reir.
Relator o Sr. desembargador Silva Guimaraes.
Mandou-se proceder 1101a dilig.-nc a.
Appellanto.s, Guimaraes & Oliveira : appellados,
o prosid-nle a directores da caixa filial do banco
do Brasil nesta cidade.
Sorteados os Srs. depulados C. Alcoforado, Le-
Galco.
Pilicao Illm. Sr. Dr. juiz municipal da pr-
meira vara. Diz o bacharel Trisl de Alentar A-
raripe, que leudo requerido V. S., a lim d I
mandar citar o desemliargador Manoel Rodrigues
Villares, para (pie em juizo viene dar certas ex.
pUeeffcs acerca da injuriosa insinuaco feita con-
tra o >upplicanle en urna denuncia aprosentada ao
governo imperial, dignou-se Vr. S. mandar citar o
supplicado para declarar, se quera, quo o acto
tivese lugar em sua casa, ou no auditorio.
E como o supplicado, sendo citado, Se recuse a
declarar aonde qur, que o acto se pralique. vem
o supplicante reipicrer V. S., qu- se sirva de
novo mandar catar o supplicado para em dia, hora
e lugar designados dar as sobredilas expheacoes,
lo, e na escola nocturna a ensinar gratuitamente
os nossos artistas, graeas mil santa horneo-
palhia.
Francisco de Freitts Gamboa.
PastUnas vermfugas de
Kemp.
As pastlhas vormifugas de Kemp. sao por sem
duvida abruma infinitamente mais elbVazes e uteis
do que to los os mais remedios perigosos e nausea-
bundos que existem para a exoulso das loin-
brigas.
Ellas nao sonante expellem e destroem esses
inconmodns parasyias. mas tamben retnoven a
muoosidaile em que elles se engenlrain impedid
la polvo destribnida ao escrivo desle juizo Ma- } os de g^,, Camiuha Raposo da Cmara.
iooI Mana Rodrigues do Xascimctilo. Donis ten* t Cear.
sob pena de,"nocomparecendo, se considerar como ^ t&n a s(|a re(lrodlu.(.o.
arguieoes, e calumniosa a insina- ^ n-M) f
as suas ar
MI
cao
Assim o supplicante pede deferimenlo, e espera
receber nere.
Recife, 21 de fevereiro do 1864.
Trislao deAlencar Araripe.
Despacho. Cite-se por caria para a primeara au-
diencia.
Recife, 22 de fevereiro de 1860.
Tuoires de Vasconccllos.
Crrtidao. Certifico, que. notill piei por carta
ao Sr. desembargador Manoel lio Ingues Villares,
para comparecer na audiencia de lerea-feira 1*
de marco.
Recife, 27 de fevereiro de 1864.
Em f de verdade.Joo Saraiva de Araujo Gal-
vao.
Termo.Ao i de marco de 1864, nesta cidade
do Reeife de Pernambuco,'as sala- das audiencias,
onde se achava etc., ahi pelo dilo ju. foi ordena lo ao parteiro do
Juizo que apre^oasse o de-embarcador Manoel Ro-
drigues Villares, o qil.il o fazenlo deu sua f de
nao haver elle comparecid 1 ; pelo que |ielo suppli-
canie foi re piendo, que, visto nao oooipareeoer o
supplicaJo, snbis>em os autos cmclu-o afim de
sejulgar por senlenca a commina^o. com
fra oilado o mesmo .supplicado
foi deferido ; e inandou encerrar a audiencia ;"'do
ueonira nm s caso en) que (das
leiiiiam deixado de producir o desojado elfelo
d'uma maneira satisfactoria.
Era virlude de se aoharem exemptas de ingre-
dientes irritantes, nao alosan ellas dr ou inconi-
inodo de qualidade alguma, e por meio da sua
aeco balsmica ssavisam o veutr) e o deixam no
oslado d'uma salubridade perfoita
A> creanoas asconfundem fcilmente com oulros
confeilu.s ordinarios en razoda sua apparencia o
sabor, e gostam dellas, tanto quanto gostam de pro-
prins doces.
A' venda as boticas de Bravo & C. e Caors A
Barbosa.
COMMERCIO.
Pedem V. S. deferimento o receber raerc.
Donrado.
E mais se nao continha em diu petifao aqu
transcripta, na qual dei o despacho do tlieor se-
guinte :
Cite-so :para a justifioaeo mareo o dia 24 do
corrate mez as 12 horas ina'nba, e para curador
adlitem nomeio o Dr. Thom Madeira.
Recito, 22 de fevereiro de 1864. -Alencar Ara-
ripe.
E mais se nao continha em dlo despacho aqu
copiado ; em virtude do meu despacho fra a mes-
lll:
noe
do os suppliranles produzido suas esteinunha
sellados o preparados os autos subiro a minha
concluso a nenes dei a sentenca do theor se-
guidle :
Hei por justificada a ausencia de Joaquim Senas-
tio da Silva Ribeiro, que se mostrou eslar em lu-
gar incerto : pelo que mando, que soja citado por
ditos do 30 das para o lim requerido.
Recife, 27 de fevereiro de 1864.Trislao de
Alencar Araripe.
E mais se nao continha na dita sentenca aqu
transcripta. E |ior lana da qual o referdo escri-
vo fez passar o presente edlal cmn a praso de 30
das pelo anal chamo, cito e hei i>or rilado o refe-
rido supplicado para que coinpareca nesle juizo,
alini de allegar o que fr de justica.
Por lano qualquor |>essoa o poder fazer scien-
le deludo quuito boa dilo.
E para que chegue ao conhecimento de todos
mandei passar o prsenle que ser publicado pela
imprensa e alDxado dos lugares do cuslume.
Reeife, i" do marco d-- 1864.
Eu Manoel Maria Rodrigues do Nascimento, es-
crivo o subscrevi.
Trislao de Alencar Arartpe.
De ordem do Illm. Sr. inspector Interino des-
la repartir*, so faz publico que no da 10 do cr-
rente, ao meio dia. e porta da mesma. sero ar-
rematados em hasta publica, diversos otijectos que
perlenccram a escuna nacional Lynd-iiu, e ana
tan da reinlo que uaquelle da estar patente em
nio do porleiro tt) praca, os quaes eslo divididos
em seto lotes e sao avahados em 605 na mesina
occasio sero arrematadas 267 libras de cobre
velho a 240 rs. a libra, total 64*080. Ambas as ar-
rematacoes sero hvres de direitus ao arrematadle.
4" seceo da alfaudrga de Pernambuco, 7 de
marco de 1864.0 3;. cscriplurario, Basilio B.
Kuriado.
Pernambuco.
'igueiredo.
m
Joo Baplista Soares.
Manoel Gomes de Mello Barreto.
Mantvl Serapio de Almeida Fortes.
Amaro Jos Lopes Coiitnho.
liento Jos de Albuquerque.
Eleodoro de Mello Albmpierque.
Miguel Pruno Villar do U' Barbosa.
Antonio Marques de Albuquerque Cavalcanti.
Pautaleo de Siqueira Cavalcanti Jnior.
Alagoas.
Francisco Fernandes dos Santos.
Mauo.-I Antonio Xavier de Freitas.
Jos Antonio Pereira Guimaraes.
Joo Gamillo de Araujo.
Joo Nanee da Fonseca Callara Guimaraes.
Jo- Apolioario do Farias.
Francisco das Chagas Muniz.
Paraluba.
Francisco Ignacio Poixoio Flores.
Rio Grande do Norte.
0 Novo Banco de Pernambuco convi-
da os credores admittidos ar pussiva djs
mascas de Mesi|iina Dutra e francisco An-
tonio Correa Carduzo a receber o primeiro
dividendo destas ma.ssas, de.endo exhibir
loe .t respeclivos ttulos para sjr aunolado o
que poio jniz pagamento.
que faoo o>te termo. Alfaude'a
E eu Joai. Saraiva do Araujo Galvao, escr.vao o ,Undimenl0 do dia 1 a o ... .7..
eserert.Tacares de Va*coneellos. |.(euidodh7
Sentenca.Julgfl por srolen;a a conminara) de
mos e llego, juraram sii-peico os dous ltimos 'f.; e p-gueo supplicanle as cusas. O escrivo en-
senhores, e foi adiado o julgainenlo |or nao estar
prosent(! o Sr. Rusa.
Appellante, Miguel Jos Barbosa Guimaries ap-
peilado, Joo da Cu 11 lia Noves.
Sorteados os Srs. [anuos o C. Alcoforado.
Relator o Sr. desembargador Silva Guimaraes.
Foi confirmada ;> sonleiica appellada.
Ampolladlas, Domingos Jse de Amorim e Vic-
torino Lni/. dos S;uilos ; ai'pellados, os curaJorcs
liscaes do Guillierme Carvalho 4 C.
O Sr deeeniltargador Silva Guimaries averbon
legitima wpelco, o o Exm. Sr. conselheiro presi-
dente offieiou ao Sr. oi.nsollieiro presidenle da
relaoo reqnisitando juiz.
DiaKNACXO DS W V.
Appellante, Antonio (.unos Pereira ; appeilado,
Amonio Buarte Carnairo Vianna.
Primeiro dia til.'
MSSAOKNS.
Appellante, obrigadeira Gaspar de Menczes Vas- recorda linalmente que em scinebaiites increpa-
tregue e-ta a pane, brando traslado.
Recife, 2 do marco de 1884.
termgena SocraUt Tntmret i Vatconcello*.
ATTISTAOO.
Sob requorimonto, em que pedia,que se atiestas*
se : se contra os escrivae- do eooimercio linha s-
do Invada algu.naroprese'itae'io verbal ou escripia
por havere n ellos cusa- encrissiras, ou praiicidi
algum nutro acto de prevancaco foram dados os
attestadus seguidlos:
Do Dr. juiz de direito da I" vara.
Atiesto que al u dia de liuje b '.-.-11 pie axer-
50 o lugar de jnix da direito da 1' \ ira crime nes-
la capital nao foi irazida minha prest-tica repre-
sentacao alguma verbal ou escripia Contra os es-
crivis do oomniercionesti comarca por haverem
elles percebido cusas excessivas, 011 mesmo prali-
11 I 1 1 i.d pier acta de prevaricarlo ; e nem me
137:9085897
42:4265561
I80:S3814
DEGLRACOES.
Hovitacnto da allnntlega
Viluines entrados com fazendas.
com gneros.
Votamos sahidos
I c
com
rom
fazendas
gneros.
lil
317
148
90
490
238
r>esoarr<"'am 110 dia 8 de n^rc-o.
Barca lagaaTalismon -nuinha de trigo.
I Barca ingleza-//'ereadorins.
'Ruca franceza -Miria Ameliavi n lio o comento.
Brigue inglez Jessie Scolt -carvaa de podra.
Patacho oldemburguez hoiio-.ii oarvo.
Barca franceza Hio Grandemercadonas.
Brigue inglezMacme fazend. s.
Escuna bollandezarie Geruslns Poli carvo.
Impnitavo
Tllllll'.\Ali IA RELAVA".
Distribuices feitai e entregues no dia do cor-
ron le :
Ao Sr. desembargador Perelli :
Appellaco cvel do juizo do capellas do Recife.
Appellante) a meaa rosjaduu da ordem terceira
de S. FiainisOo ; appeilado, o ju zo.
Appellaco crime do jury de Porto Calvo.
Appeiladt'-, Luiz Gonzaga dos Santos : appeila-
do, Joo de Siqueira Ferro.
Ao Sr. desemliargador Aeeioli
Appellaco cV( I dojuizo municipal do Seriiihem.
Appi llanto, Antonio de Vascoiicellos MesnBH de
Diuinniond ; appellados, Francisco Autooio Bau-
deira do Modo o sua mulher.
Ao Sr. desemliargador Asss
ApiHidaco civd do juizo municipal de Arela.
Appellante, I). Mai la da kVaha Oo Franca: ap-
peilado. llerculano, por sen curador.
Ao Sr. desembargador Doria
Appellaco civol do juiz 1 municipal desia cidade.
Appellantes, Antonio Francisco Anastacio e sua
mulher ; appellados, Jos Francisco da Cosa e sua
mulber.
A Sr. desembargador Gibrana
Appi llacao crime do jury de Palmeira.
Appellanie, o juizo ; appeilado, Miguel Trigoso
de Balboas.
Ao Sr. desembargador Loureneo Santiago
Padre Joo Ferreira Lima Sicopra.
Padre Antonio arneiro da Silva Araujo.
Augti.-to Ponos de Aguiar.
Ignacio liibeiro Ponan.
Manoel francisco de Barros.
Secretaria da Relacito, 6 de marco de 4864
0 secrelario da relarao,
Domingos Aflmso Fofieira.
No da 8 do correute, depos da auaVenrn tb>
Sr. Dr. juiz municipal da 2' vara, tem de ser arre-
matado or ser a ultima praee.ee bens seguinles -
11 eadeiras por envernisar, 44i; 2 dilas de lia:
laneo, 23*; 1 sof por acabar, 30; 12 radeiras-
eiivenn-adas, 48* ; 2 ditas de balaiic.., 20 ; t
commoda, 16i>; 3 mesas redondas por arubar,
48A ; ludo de amaiello, e 4 taboas de louro^ I2A ;
cujos liens foram pennorados a Joaquim Camiro
Leal, por esecucao de Mauoel Antonio dos Passo
Silva ; escrivo Sanios.
Tribuiial do coniiuercLuv
Pela secretaria do tribunal do commercio. de
Pernambuco se faz publico, que nesta dala, lira re-
gi.straoo o contrato de sociedade, em addiamento
a oulro de Joo Luiz Ferreira Ribeiro Eduardo
Marques de Oliveira, eslabel. ci.los nesta eattae sot>
a Bruta do ultimo & C ; devondo diu serfedade
durar mais tres anuos, contados do I*de Janeiro
do corrento, e com o capital do 8:484&t6.*t, aug-
mentado coma quantia de 3;083*55L cora que en-
tra o socio Joo Luiz.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambuco 4> O marca) do D*64.
Julio Guimaraes,
OflicLiUiiiMor.
Ctniseio ulinioisiiaiivo.
O eonselho administrativo para fernecimento do
arsenal de guerra tem de romprar os objeetos
seguint a:
Para a companhia de cavallaria de linha.
Bon -!s 10, ditos sem pala lOy tovas, pares 10,
manas de la 10, cerdas de IuIkv. bracas 150, bo-
tins, pares 10.
Pira provimento do arsenal do guerra.
Taimas de refugo de Ionio, dnzias 10, cabo de
bnho velho, arrobas 20, rame de lati, arrobas 2,
sola de lustro, meios in, arae de ferro tino pro-
lino para amarrar, arrobas 2.
Para o I spial nublar.
Chita para robera, eejvadut 108.
Para o (iepo-iio de ariig >s bellicos da
provincia do Cear.
Rrim nranco, varas 3.00.1, algo lozinho, varas
1,'iuO, manas de la :100. lanats 300.
Quem quizer vender UWJ< objei los apresentmu as
suas propo-lasem carta f-chada na naretoria do
consellio, s 10 horas da manha do da 9 do cr-
reme.
Sala das sesadas do eonselho administrativo
femecltnentu do arsenal de guerra, 2 da marea de
1864.
Antonio Pedro de S Barreto,
I oroiol presiileiile.
i .1. do li. Burros,
Matar viaja! secretario.
Arioin.itiin'io.
Xa [Taca do juizo municipal da 1* vara, no dia 8
do Corre uto, deiwis da respectiva audienri 1, lein
do so arrematar drenas otiras de euro o pial 1,0
que ludo consta do eseriptu existente em mo do
porieiio, por ezeeuco do touiiitocoronel Justino
Pereira de Faria e oiilrn, contra Candido Thomaz

Barca nacional Mariana, entrada do Rio-Grande Appellaco crime do jury da Imperaint no Cear. Peieir. ulra, escrivo Saraiva.
I


Diario de Fernamburo > Terca felr* 8 de Mareo de 184*4.
Pela subdelegada da Capunga se acham de-
positad dous cavallos-, sondo, um castanho c ou-
tro alazo, ambos castrados; quem se julgai- com
direilo aos mesuras, pmvando, Ihe serao cntrofues.
assim como o cavado rugo-sujo, quo anda se acha
depositado, e j lem sido annunciado.
Subdelegada da Capunga, o de mareo de 1864.
o mbdolcywto.
Francisco Antonio da SWM CuraUrnU:
Pela contadona da cmara municipal desta
cidade se faz pabikM que a |wca para pagamento
do imposto municipal sobre casas do negocie, fin-
da-seno ultimo de marco vindouro, assiin emue
l'm dito de. dous andares na ra das Aguas-Ver-
des d. 7o, chaos brotaras.
I ni dito 7a, daos (breiros.
I "nia casa terrea no pateo do Paraizo n. 31,
chaos pVeprios.
Duas casas terreas na roa do Mondego ns. 69 c
71, chaos proprios.
Duas ditas terreas na ra do Mondego com solio
n. ?3 e 78, chaos proprios.
O agente Pinto far leilio com autorisaco dos
necessario apn sentar o coahecimento de 20 por liquidatarios da massa fallida de Jos Antonio Has-
celo pago ua recebedoria das rendas geraes in-
tentas, o que se publica para conhecmenlo de
todos. Contadoria da cmara municipal do Recife
29 Je fevereiro de 186 i.
0 contador,
Joaquim Tavares Rodovalho.
Por execueao de Antonio Ferreira Pinto con-
tra Francisco Xavier de Moraes, se ha de arrema-
tar por venda, perante o juizo municipal de Clin-
da, na sala de suas audiencias, no dia 10 do tor-
rente, pelas il horas da manhaa, um sitio no lu- j
Sar do pateo do Carmo da mesma cidade de Olin-
a, com urna morada de casa de sobrado de um
andar, chaos proprios, todo murado, dous portoes
de ferro, urna cacimba de pedra c cal e tanque ao
lado, urna bica tambem de pedra e ral de agua de
beber, corrente e permanente, cocheira c galinhei-
ro, avallado por 6:0005.
tos, de todos os predios cima mencionados, asjlt
horas do dia supradito na -ravessa do Livramcnto
n. 18.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOII
DE
Azeilc doce, avelles, nozes, aiucndoas,
lips, passas, allios, papel para fil-
mar c escrever.
HOJE
O agente Pestaa vender por conta e risco de
quem pertencer 100 botijas com azeitc doce, 10
saceos com avelias. 10 ditos com nozes, 10 ditos
com atnendoss, 10 cestos com figos, 10 caixiies
com passas, ;i ecras com alhos, 1 caixa com papel
para fumar, I dita com dito para escrever, ludo
ser vendido era lotes a voutade ou em um s lote :
terca-feira 8 do corrente pelas 10 horas da ma-
nhaa no armazem do Annes defronte da alfan-
dega.
LEILAO
Dos portos dosui e esperado Um caixo de pedia e cal C 7 UNMa-
o vapor Paran, comraandante o
capitao de fragata Santa Rarbara,
o qual depois da demora do ces-
igias
O agente Almeida, competentemente autorisado
(fabrica do gaz) aonde poderao os pretendentes
desde j examinarem os referidos objectos.
Precisase alugar um escravo para comprar
e fazerqualquer outro servico que for chamado:
administrador da massa fallida de Rostron Rooker | Olinda. O conselbciro Francisco de Paula Raptista e
A C, e por mandado do lllm. Sr. r. jais especial o padre Jos Estevcs Vianna avisa aos pais de' s do conimercio, da machina de serrar e seus per- familia residentes nesta cidad, que tem aberto as advogam no seu escriploro na ruadas Trinchei-
tences e mais objectos acuna desenplos, a qual suas aulas de primeirasletras, laiim cfranrez, des- ""as, pnmeiro andar do sobrado n 1!). aonde se
machina se torna reeommeiidada por ser do fa- de o dia i" deste mez, na ra de S. Rento, no so- achara prsenles todos os dias uteis, desde s 10
briranlo Worson; o Icilao sera ellecluado as 10 lio- -orado que volta para a ra do Porto Seu-uro. bonis j;, m;m|,a at s 3 horas da urde,
ras em ponto do da 11 do corrente no gazometro ------------------rr-,--------------------------------------
Sitio na Capuiiga.
lertil8!3;^ ?2i2 I" ai'u"a- *Iue J';i foi d" fa!- a tratar na ra da Cadeia n. "62, secundo andar,
lecido Joao Le te de Azevedo, tem boa casa de vi--------------------------------------!--------------------
venda, com janellas as quatro frentes e commo- ,~ A viuva de -lacraUo Silvestre Vicente comi-
dos suflkientes para familia, cozinha fra, quartos nuacora o estabclecimento que liaba seu finado
para escravos, cocheira, cacimba; o mesmo sitio '"aridOj propondo-se a dar jantares para fra por
tera algumas arvores, todo murado, com portio Preco commodo e asseio : quera precisar, procure
ElMlkl F.SIlil'ilO SailtO, Uma Dai'tcdo l)ar:la estrada : a fallar com Jos Mara Seve, na na ra da Guia n. 38, primeiro andar. Xa mes-
.,., Ana,., a ,i ,.. ,.., Ilha dos 1,aIOS< rua d Stvc n. 16, visinhoda iionte ma casa ac,,na & P^cisa de negras por aluguel,
CngeilllO rCITCCOZa e C Uma eSCI*a\a de ferro que va da mesma ilha para o thealio de Para compras e servico de casa.
por nomc Luiza (ausenten Sailla babel.
A i. de marco correte,
O ageute Olimpio requerimento do depositario \
da massa fallida de Manoel Ruarque de Macedo
Ubm e mandado do lllm. Sr. Dr. juiz municipal j
da segunda vara far leilio era presenta dos mes-,
mos do engenho denominado Espirito Santo com
lii'in feitorias e moenda, de uma parte do engenho
Ferrecoza e da escrava Luiza (ausente.) O leilio |
ser efTectuado no armazem do referido agente
rua do Imperador n. 16, no dia cima pelas 12 ho-
ras da manhia.
aSJte?.;iK,l!Trft'Sa
u advogado Dr.Manoe do Xascimehto
Machado Pertella, continua a ter o seu
escriptorio no primeiro andar da casa n.
83 da rua do Imperador.
Na livrariado Nogueira, ao p da ponte ve-
lha do Recife, veude-se o compendio de hermemu-
tria jurdica, c pratica do processo civil do conse-
Iheiro Francisco de Paula Haptista.
Compendio de direito civil.
Na rtia da Saudade n. 9, vendo-fi o
I compendio de dircilo civil, approvado pelas
j congregantes dos lentes das facilidades de
I direito desta cidade do Recife e da do S.
! Paulo para as respectivas aulas de direito Pajeles junor at ao dia 15 de marco, do contra
Civil patrio rio tora de entregar ao seu procurador paraca
brar judicialmente. Recife, 16 de fevereiro de
1861.
Antonio Joaquim Fernandes da Silva.
J'
turne seguir para os portos do : vender em leilio um caixo para casa em abura
norte. | "e receber travejamento na rua da Concordia n.
Desde j recebera-se passageiros e engaja-se a &7- com 4 palmos de frente e 70 de fundo, era
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever ruJ terreno esli cellocadas i meia-aguas que
ser embarcada no dia de sua chegada, eneominr n- rendem 85 mensaes cada rana, terreno foreiro a
das e dinheiro a frete at o dia da sabida as 2 bo-. marraba, ;i casuihas de ns. 1 a 3 mus na travessa
ras : agencia, rua da Cruz n. 1, escriptorio de An- da Palma que rendem 12,3 mensaes cada una e
tonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
do Nal.
com brevidade, e re-
ilguraa carga a ticte : trata-se com os coi- de sua mulhercsto Sr. Antonio Jos Rodrigues' 0 tamhem nreferivpl ao das Inlpriw" dn fn ^'-"^ "'"".""^"S """,cuciluu'"<
arios Marques, Barros & C. largo do Corpo de Souza autorisado a assignar as respectivas es-: V^SSTS!L^1S^1. I ^ 2?i? 0lras SOr,CS' prem,os sera0 pagos co"
,n.6._________________________________eripturas. O mesmo agente proceder venda da prOMintia,porque contendo apenas J,000 mo de costume.
Rio Grande
O patacho D. Luiz segu
cebe alguraa carga
signatarios
Santo
Hio Grande lo Sul
O patacho nacional Salla, recebe carga pa a
aquelle porto frete commodo : a tratar com os
consignatarios Hallar & Oliveira, rua da Cadeia
numere 26.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do norte esperado
at o da 17 do corrente o vaper
Cruzro do Sul, commandante o
pagam 260 rs. por anno de foro Misencordai de
Olinda, cujas casas sio pcrlencenles ao Sr. Anto-
nio Joaquim dos Santos Andrade, residente era lado para as loteras extraordinarias por con-
Portugal c por procuraco bastante do mesmo e ter melliores e maior numero de premios
AVISOS DIVERSOS.
Precisase fallar ao *r. Au-
gusto Pater Cesar : na llvrarla
n. e 8 da Praca da Indcpen-
dcuela.___________
Lotera extraordinaria.
Aos l Corre depois d'amanlia.
Quinta-feira 10 do corrente, se extra-
liir a segunda parte da primeira lotera
beoeflcio la igreja do r.'colliimonto do
Coraran de Jess de Iguarass, pelo plano ,cs garantidos, lembra-lhe a van'tagem que ha em
junU), approvado para as extractes das par- ^bfcnLprl irtS1r1r,nte',0',,pcIr <|Uam? .que-m
, n._^i;.-, ii.- ; tirar a sorte de 10:080* em billete sarn ido nao
tes extraordinarias das loteras. 1 receber somente 8:400JJ, era 1 irtude dos deseo*
Este plano superior ao que eslava adop- j tos de 16 "[.que Ihe farao em \ista das leis, mas
sim os 10:0005 que vem a ser os ditos 8:4005 e
mais l:b005que pagar o aba xo assignado, im-
0 abaixo assignado, arrematante das dividas da
loja de miudezas da rua do Queimado de Joaquim
Jos da Costa Fajozes Jnior e da loja de fazen-
das da rua Direita de Fajozes Jnior 4 Azevedo,
avisa aos deredores das ditas lujas tanto da praca
como do matto de virera pagar seus dbitos ao
abaixo assignado no largo do Collegio junto ao so-
brado amarello, ou na rua de Hortas n. 101 ao Sr.
AOS 10:000,0 CAS4 DA FORTUNA
Bllhetes garantidos
A' rua do Crespo n. 23 e tasas do costume
Quinla feira, 10 do corrente, se extrabir ase-
gunda parte da primeira loteri.i da igreja do re-
colhimento de Iguarass.
O abaixo assignado, recommendando ao respei-
lavel publico a compra dos sen- mui felizes bilhc-
porlancia de ditos descontos, acontecendo o mesmo
scriptorio de advocaci
A' roa do Queimado n. 30, pri-
meiro andar.
O advogado Cicero Peregrino continua
no exi'rcicio de sua pn.lissao na rua do
rua (lu Oiu-imado n. :<(). priiiu-ii> andar,
onde pode ser procurado da> 11 as 3 bo-
da larde.
S
Alugam-se as lujas do sobrado n. \\ em
a rua da Aurora: quem pretende-las diri-
ja-sc loja dos Srs. Bastos & Magalhes,
na rua Nova, que achario com quem tra-
tar.
em um ou mais lotes vontad dos compradores, bilhetes, o dono de um ter de entrar na
Quatta-feira 9 do crtente. extraeco no jogo de 3,000 nmeros, (pun-
as o armazem da ruada Cadeia do Recife n. do as outras estes nunca sao em menos de
tu, as 11 horas.____________________________. 6,000, sendo que as estrangeiras um nu-
\ mero premiado jnga sempre contra 19 29
blancos, c se for de premio maior fieai
sujeito usura de um grande descont
(alm dos da lei), nao acontecendo assim
iii:iiiAo
DF.
552 cortes de cassa, 5 duzias de camisas,
2 i cobertores de algodao e 81 mantas
de lia.
Quaru-fcira 9 do corrente.
O agente Pinto far leilio. requerimento do
Procos.
Bilhetes inteiros..... 125000
Meios bilhetes...... G5000
Para as pessoas que compraren!
de 1005 para ciaa.
Bilhetes........ 115000
Meios......... .;5>oo
Manoel Martins Fiuza.
capitao de maro guerra Gervas o administrador da massa fallida de ostrn Hooker Cao dorespeilavel publico para o que
Mancebo, o qual depois da demo- & C, e por mandado do lllm. Sr. Dr. juiz especial
;-a do costume seguir para es portos do sul. ; do commercio. das fazendas cima mencionadas
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a pertencentes mesma massa e existentes no ar-
earga quo o vapor poder conduzir,
ser embarcada no dia de sua
raendas e dinheiro a frete at o dia da saluda s
horas, agencia rua da Cruz n. 1, escriptorio te
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo i C.
Precisa-se de uma pessoa iue tenha alguma
com o da lotera desta provincia, ciue pa-1 Pra,,ca lo oiW' de mniloiro, qie queira ir para o
go com a maior promptidao.
O abaixo assignado, pois, cbama a atten-
veni
conduccio e paga-se
Cruzes n. 38, loja.
bem: a tratar na rua das
r, a qual devea mazem da rua do Trapichen. 46. aonde se "eflec- vincia' ,|,IS bilhetes das loUtias de fiajiun-
chegada: encom- tuar o leilo s 11 horas em ponto do dia supra- ca serao applicados nella, que, infelizmente,
Freta-se ou toma carga a frete para qual-
de expor, avisando que os imposlos e mais quer porto do norte ou sul, a barcaca Flor do Mar,
beneficios resultantes da venda nesta pro- 1ue se acha ancorada na escadinha : a tratar com
natravesst dos Cuararapes
HOTEL TMYAIIOB
Angelo Homeiro Pinheiro tendo comprado o
muito conhecido c acreditado hotelTrovador-
sito na rua larga do Bosario n. 14, participa ao
rcspeitavcl publico que se acha prvido de tudo
quanio necessario para satisfazer a exigencia de
qualquer freguez. Outro sim communico, que ha-
ver nelle mesa redonda para os assignantese
avnlsos, e que fornece cernida gara fra. nao s
para qualquer estabelccimento como para casas
particulares, por pree.o mdico e a contento. Este
estabelecimento acha-se preparado para receber
qualquer hospede que nelle queira assistir, para o
que offerece os melhores commodos.
o mestre da mesma,
n. 7, ou a bordo.
Bio de Janeiro.
Segu em poucos dias o brigue escuna Jocem
Artkur, tera parle do seu carregamento engajado,
para o resto que Ihe falta e escravos a frete para
os quaes tem excellentes commodos trata-sc cora
os seus consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Vzevedo & C, no seu escriptorio rua da Cruz nu-
mero 1.
mencionado.
Rio de Janeiro.
Prelende seguir com muila brevidade o brigu
... *Jm.*M|'", .n.1,1 ii'iiiii, iiiiiiuiii/udiQ ni' ni um, lilil*.',
Almirmle, tem parte do seu carregamento promi:- cama pequea e outros artigos que serio pre-
10, para o resto que Ihe falta irata-se com os seus i sentcs.
LEILAO !
Quarta-fcira s 11 horas na rua da
Cadeia n. 53 armazem,
' i
DE
Um piano novo inglez, uma mobilia de ama-
rello e um satwtuario de Jacaranda
obra bem acabada.
Pelo agente Euzebio se vender em Icilao um
piano novo inglez, mesa elstica, dita de amarello
de l palmos bastante forte e 5 de largura, guar- I
da roupa, serr!aria, carrinho para menino, trem,;
para a reconstruyo e reparos de seus. 0 prOCSSOl* de flO]*eS de CeiU
templos e casas de instruccao e caridade,
quasi que s tem o recurso dos beneficios
de suas loteras.
Os bilhetes, meios e quartos acliam-se
venda na respectiva thesouraria rua do
Contina a dar lices de flores de cera com a
maior perfeicao possivel; formando em 30 ligues
um rico quadro com todos os vegetaes, ficando as
discipulas habilitadas a fazerem todas as qualida-
des de flores e fructas conhecias e aquellas dos
paizes da Europa : as pessoas nue quizerem ulili-
DENTISTA DE PARS
19Kua Nova-19
Frederico Gautier, cirurgio dentista,
faz todas as operacoes de sua arte, e col-
loca dentes artiliciaes, tudo com superio-
ridade e perfeicao, que as pessoas enten-
didas Ihe reconhecem.
Tera agua e pos dentiflcio.
nftnTiftlBWETE
PORTLGUEZ EUirilUEMPER.
XAH BUCO.
A directora roga a todos os senhores associados,
que se acham atrasados no pagamento de suas
raensahdades, o prorapto pagamento das mesmas,
como Ihes prescrevem os arts. 12 2- c 26 ni-
co dos estatutos ; e outro sim espera, queaquelles,
que em seu poder conservam obras, para cuja lei-
tura. j expirou o praso, se apressera em traze-las
ao Gabinete, sob pena do tornar elTeclivas as dis-
posicoes do arl. 20 e seus 8, 1 3e i, cajo theor
e o iegoiate:
Arl. 20.Os socios effectivos (cara inhibidos
de ,evar obras do Gabinete :
8 l*-Quando deixarem de satisfazer as men-
salidades deque traa o 2"do art. 12, por mais
de tres mezes, sendo-lhes pedidas : serio, po-
rm, restablecidos nos seus direitos, logo quo
paguem o que deverem.
3oQuando deixarem de restituir no praso-
. marcado para a leilura as obras que Ibes forera
ei treges : a inhibicio ser por lempo igual a
oAcesso que tiver havido do praso marcado, nao
podendo ir alm de 30 dias.
8 4oQuando deixarem de entregar as obras
q ie liverem levado para lr, depois de terem
decorrido 30 dias alm do praso concedido, sen-
t do neste caso a obra considerada extraviada : o
t extravio de nm volme de qualquer obra obri-
ga ao pagamento por inteiro com mais 50 0|O
sobre o seu cusi, sendo de fcil oblencao, 100
0|0 sendo de diflicil, e 200 0|0 se for edico es-
gotada. >
As disposicoes dos 8J 3* e 4o do art. 20 cima
transcriptos sao igualmente applicaveis aos socios
subscriptores, como determina o arl. 28 dos esta-
tutos.
Secretaria do Gabinete Portuguez de Leilura
em Pernarabuco aos 7 de marco de 186i.
Joaquim Gerardo de Bastos.
_____________________1.* secretario._________
D-se dinheiro a juros: aa
run do Itangel n. U.
Precisa-se de uma ama que cosinhe: na rua
do Imperador n. 71, segundo andar. _______
Ao eorpo do commercio.
Tondo fallecido em Portugal o socio da casa
comrnercial Lima, Jnior & C., Joao da Costa Li-
ma Jnior, contina a predita casa no mesmo gyn>
de negocio sob a firma de Viuva Lima Jnior &.
C, e sob a gerencia do socio da mesma firma An-
tonio de Souza Pavolide.
'!<
Crespo n. lo c as casas commissionadas. isar-se de seu presumo, pdem procura-lo na rua
PLANO.
3000 bilhetes a 103......30:0003000
Beneficio, sello e coramissao 20 0|0 0:0003000
Liquido.
consignatarios Antonio Luiz do Oliveira Azevedo
A C, no seu escriptorio rua da Cruz n. 1. .
Rio de Janeiro.
Segu imprcterivelinentc no dia 10 do corrente
o palhabote nacional Piedade. lem a seu bordo par-
te do seu carregamento, para o resto que Ihe lalt i
escravos a frete para os quaes tem excellentes
commodos: trata-se com os seus consignatarios
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, no seu os-
criptorio rua da Cruz n. 1.
Para Lisboa.
Sahlr com loda a brevidade o muito
brigue portuguez Constante //, por ter
lirompto todo o seu carregamento, tem excellentes
eommodos para passageiros, e para estes e o res-
lante da rar/a trata-se cora Manoel Ignacio d
Oliveira & Filho no largo do Corpo Sanio .;l'J.n
l'ara Lisboa
segu com apossivel brevidade o bem conhecido-
lugre portuguez lulio, para o que lem grande pal
te da carga engajada ; para o resto e passaeiros,
aos quaes olTerece bons commodos, trata-se cora o
consignatario Thomaz de Aquino Fonseca, na rua
do Vigario n. 19, primeiro andar, ou rom o capi-
tao o Sr. Francisco Antonio Meirelles, na prara.
LEILAO
DE
14 caixas com
1 Premio de .
I Dite de .
2 Ditos de 6003000
4 Ditos de 2003000
7 Ditos de 1003000
12 Ditos de 105000
29 Ditos de 203000
24:0003000
10:0005000; S
do Aragao n. 26, sobrado, de minha al as 9 ho-
ras, de tarde das o por diante.
Na rua do Crespo n. 13, se aluga uma boa
casa e sitio no Monteiro, com frente para o oito
] da igreja.
mengos.
QiLirla-l'i iii !l do corrente
Por conta e risco de quem pertencer o agente
Pestaa far leilao de 14 caixas de superiores quei-
jos flamengos, era 1 ou mais lotes, quarla-feira 9
veleiro j do corrente pelas 10 horas da manhaa no armazem
qua: i do Annes defronte da alfandega.
Transferencia
DO
LEIIiAO
DE
3() caixas de cli c 100 siccos rom
arroz do Maranho.
QUARTA-FEIIIA 9 DO OOBRKNTE.
Por motivos nao pode ter lugar o leilao de
Os advogados Manoel Jo^ Pereira de ss
Mello e Antonio Rangel de Torres Han- *
deira tem o seu escriptorio na rua es-
treita do Rosario n. 10, primeiro andar,
r4;^r, a~ nTlnuZ > y'*""", M*ic ani podem ser procurado: das 10 horas
queyos ia-^Dilosae 10i000 ':o3ooo;g ^ ,^^ a. .4 a a m.ic.
800 Premios.
2200 Hrancos.
3:0003000
1:000.5000
8003000
700-5000
4803000
580O00
Advocada.
Casa de commisso de escravos na rua
do Imperador n. 4o, terceii o andar
Nesta casa recebem-se escravos por commisso
para seren vendidos por conta de seus senhores,
nao se poupando exforcos para que os mesmos se-
jam vendidos com promplido alim de seus senho-
res nao solfrerem empate com a venda delles. A
casa tem todas as commodidades precisas, e Mfo-
ranca, assim como alianca-se o bom tratamento.
Ha sempre para vender escravos de ambos os se-
xos, velhos e novos
24:000300000 ?
Para Maranho c Para
r retende seguir com muila brevidade o brigue na-
iion.il Amelia, tem parte de seu carregamento
prompto : para o resto que Ihe falta, tratase corr
v* seus consignatarios Antonio Luiz de Oliveir:.
Azevedo & C, no seu escriptorio rna da Cruz n. 1.
Para o Porto
A bem condecida e veleira liana portugueza
Jttttaurarao pretende sabir com brevidade por ter
i. bordo a maior parte de seu carregamento, e pa-
ta o restante e passageiros, para os quas tem
magnficos commodos, trala-se com os seus con-
signatarios M. J. Ramos e Silva & Genros, rua do
Vigario n. 10.______________________________
PARA 0 RIO DE JANEIRO
segu com brevidade o brigue Trocador, recebe
carga e escravos a frete : trata-se com os consig
tutanos Marques. Barros & C, largo do Corpo
Samo n. 6._________________________________
Para o Porto
pretende seguir com muita brevidade a barca por-
tugueza Feliz, tem parte de seu carregamento ;.
tordo : para o resto que Ihe falta e passageiros,
{ara as quaes tem excellentes commodos, trata-se
ioui os seus consignatarios Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo & C, no seu escriptorie rua da Cru .
luinert i.
LEILOES.
DF.
it saeeos com mllho saceos
grandes.
iio.ii:.
Por onta o riseo de quem pertencer o agente
Pestaa vender crea de 90 saceos com excellen-
u millK' em um ou mais lotes: terca-feira 8 do
correte pelas 10 hora da manhaa no trapiche de
Cuaba.
3000 Bilhetes.
Dos 7 premios de 1005000 dous perlencero aos
nmeros mais approximados ao que obtiver o
premio de 10:0005000.
Dos 12 ditos de 403000 dous pertencerao aos
nmeros mais approximados ao que obtiver o pre-
mio de 3:0005000.
Dos 29 dilos de 205000 quatro pertencerao aos
nmeros mais approximados aos que obtiveremos
premios de 3005000.
N. B. Os premios maiores de 4003000 estad su-
jeitos ao descont de 4 por cento por lei provincial,
e os maiores de 1:0005000 ao de 12 por cento por
lei geral.
Tesouraria das loteras 27 de fevereiro de 1864
O thesoureiro,
____________Antonio Jos Rodrigues de Souza.
0 cirurgio Leal mudou
a sua residencia da rua do
Queimado pari a rua das
Cruzes sobrado n. 36, pri-
meiro andar, por cima do
Cals Irmaos faro leilao por intervencao do qr.m.iy/mi PrAO-riCClcfo orvn
agente Almeida de um sobrado de um andar na UlUclACIU i. lU^lCoOloUl, dUll-
estrada de Olinda, defronte da Cruz do Patro, Ap n Qnlio-fl/x ArriA opTnnrP
em terreno foreiro i marinha, e no estado era que ut> u "V/utii uv lA/lllU ocilipi C
promptx) a qualquer hora pa-
ra o exercicio de sua pre-
fissao, chamado por escripia.
30
caixas cora cha da India, j annunciado, assim I
j como dos 100 saceos tora arroz do Maranho, que |
i ter lugar ambos os gneros quarta-feira 9 do cor-1
rente pelas 11 horas da manhaa no armazem do '
Annes.
LEILAO
DE
Um sobrado.
O oolicitinlor Autimio (arlos i'erclla de
Uurgos Ponce de Len, ainda aceita al-
gumas casas de partido e encarrega-se
de quaesquer questoes judiciaes ou exe-
cuQoes por mais dilDceis que sejam, pe-
rante o foro desta cidade como fora del-
ta que nao excedan) de 15' leguas. E' elle
encontrado as salas das audiencias ou
na rua Imperial sobrado n. 04, das G as
9 horas da manla e das < horas da tar-
de em diante.
MBH9I
B-se 2:0005 a premio sobre hypotheca em
um predio nesta praca ; na rua das Cruzes n. 7,
se dir quem da.
se acha.
Quarla-feira 9 da corrente.
No armazem da rua da Cadeia do Recife n. 48,
s 11 horas.
IiEIIiAO
Quinla-frira 10 de marro, s 11 horas, rua
da Cadeia n. 53.
DE
Una porfo de peQtt de oleado para carros,
e mesas, e oulra de tapetes de laa e de
coco, grandes e pequeos.
Pelo agente Eusebio se vender em leilao, pelo
maior preco que se achar, e para ullimar-se con-
tas dos objectos como cima, por conta e ordem de
quem pertencer.
LEILAO
De
Fazendas e miudezas.
Seai limites.
Cals Irmaos farao leilao era liquidado de todas
as fazendas e miudezas que se acham no armazem
c na alfandega, por intervencao a: quaes sera o vendidas pel maior preco olfere-
cido.
HOJE.
erasen armazem rua da Cruz n.Sl, s 10horas.
LEILAO
DO
PREDIOS
A SAUEH :
Coi sobrado de dous andares na trawswa 4o Li-
vramento n. 11, chaos foreiros.
Estreia do agente Miranda.
O agente Miranda far Icilao pela primeira vez
s 10 horas do dia quinla-fcira. dos objectos se-
guintes: guarda roupa, guarda louca, aparadores,
commodas, consolos,mesas, camas frncezas, camas
de ferro, marqaezas, sofaes, cabides, quadros,
vasos para ornato de salas, lanternas, candieiros,
louca, e outros muitos artigos.
O leilao ser efTectuado no seu armazem, sito na
rua da Cruz n. 57.
Aluga-se, comprase, troca se por casas ter-
reas, adianta-so alguma quantia pelo arrendamen-
to, um sobrado de um andar, co n bastantes com-
modos ou mesmo de dous andan s, embora menor,
sendo as ras principaes da Boi-Visla ou de San-
to Amonio: quem tiver dirija-se rua do Cabug
loja de cera n. o.
Massa fallida de Amorra",
Fragoso, Santos & G
Os senhores credores da massa fallida de Amo-
rim, Fragoso, Santos & C. que le,arara seus ttulos
ao escriptorio da administraran para aereo verifica-
dos, podem ir bscalos por se ai harem conferidos.
Convida-se novarnente, pela ten eir e ultima vez,
quclles senhores que ainda os nao apresentaram
de o fazer no praso de oito dias, do contrario dei-
xar.o de ser contemplados, conu credores, no ra-
tera a que houver de se procedei.
Amerco Carneiro da Cunha Albuquerque o
seus irmaos fazem scientes e cor vidam aos credo-
res do casal de seu finado pai, Joao Dias Carneiro
de Albuquerqne, para que no dia designado, 16 Oflerece-se para administrador de qualquer
do corrente, facam apresentar a^ suas letras e con- engenho um portuguez sem familia com muitos
tas no lugar de seu domicilio, engenho Guepe, ter- annos de pratica de agricultura e distilaco: quera
mo de Pao d'Alho. freguezia da Luz, pois que ahi de seu servico precisar dirija-se rua do Crespo
neranie o juizo competente e por despacho do mes- n. 17, que achara com nuem tratar.
mo, vo proceder ao inventario parlilha dos bens
Advocacia.
O hachare! Joao Goncalves da Silva
Montarroyos tem escriptorio na rua es-
treitado osario n. 17, onde pode ser
procurado das 9 horas da manhaa s 3
da tarde dos dias uleis.
deixado, pe.o.referic.0 casa. si I, pena de perde- r^J^Sc^rl^S0T^,
rem seus direitos ; e para que ninguem se chame ievan(1o ,, sua coninanhia sin mnlhri M-iri- F>
a ignorancia fazera publico o presente aviso. tXSffgf^jSSt^
Xa loja de Pinto Flores, rua da Cadeia n, dores, em 1. lugar a seu socio o Sr. Antonio i'e- "^^luga-so unrilio
47, deseja-se saber se existe nesta provincia Manoci reir da Cost Garaa, em 2. ao Sr. Joao i-ira no |u,r a uoavaum
Gomes da Cunha, filho de Jos Gimes da Cunha s Mautinho, e era 3. ao SnLui* iMniogues de (l(> 4 nUart0S ninha fo
de Custodia Mara de Oliveira, da freguezia do Cou- Souza. ^!r^^------' _________
to de Cambeser (Portugal) leudo vindo para o Rio _=^j>rcctsa-Te arrendar um sitio perlo da praca.
de Janeiro, aonde residem cinco irmaos baj*_-~7|'ue ,enna pasl0 para vaccas: quera tiver diriia-sc
nos, pouco mais ou menos. ruada Palma n. I, tberna.
No primeiro andar n. oO da rua do Queima-
do, precisa-se de uma ama para a servico interno
de uma casa de. pequea familia.
ia
Acaba de sabir dos preles de iio^sa
oflicina o almanak civil, ecclcsiaslico,
coininercia I, fabril e agrcola, conten-
do todos os empreados, engeuhos e
negociantes, inclusive as modificantes
havidas at 31 de dezemhro ultimo ;
vende-sca i$000 uuicamente na li-
vraria n. 6 c 8 da praca da Indepen-
dencia.
Precisa-se de uma ama que cozinhe bem : na
rua da Cadeia do Recife n. 40, primeiro andar.
Precisa-se tomar a premio por oito raezes
5:000, dando-se |ior garanda um sobrado em boa
rua e de muito mais valor : quem quizer fazer
este negocio, deixe carta fechada aonde deve ser
procurado, na lypographia do Sr. Figueiroa, cora
as iniciaos A. M.
LjEIjLAO
O agente Almeida far leilo requerimento dos
administradores da massa fallida do Nevaes & C.
e por despacho do lllm. Sr. Dr. juiz especial do
commercio, das dividas activas da mesma massa,
na importancia de 187:4835203 rs., cuja reluci
se* acha era puder do agente cima, onde pode ser
examinadas pelos pretendentes.
Nexta-felra II do corrente.
Em seu escriptorio, rua da Cadeia do Recife
n. 48. I. andar, s 11 horas.
Uma exeellenle e magnifica machina per-
pendicular de serrar e seus perlences,
engenho a vapor ecaldeiras, assim como
duas serras circulares com ot*vis e per-
lences.
Setla-fera 11 ile ureo.
> ajjeato Vrato r iejlao, requerimem do
Club Pernaubucano.
Os saloes do Club estarao abortos na quinta e
sexta-fera da presente semana para as familias
dos socios que quizerem ver passar a procissao de
Passos.
Aluga-se uma escolente escrava de boa con-
ducta, a qual faz todo o servico interno e externo
de casa de familia : nracicar ibUua -..
dos Pires n. -i 4.
quem precisar, dirija-se rua
Precisa-se de um fetor para un sitio, e que
entenda de jardira c mais plantacoes : dirija-se ao
escriptorio de Southall Mellors A C.
Precisa-se de uma ama de leite, sera filho :
na rua do Itangel n. 7. 2" andar._______
Jos Goncalves Ferreira Costa tera casas ter-
reas para alugar na travessa do Costa, em Santo
Amaro, junto mndicao, ao preco de 9-3 e !0000
cora porto para a mar, e tambera a loja de um
sobrado-junto ao Sr. Vianna, com bastantes com-
mmlo-: fallar na dita travessa, na taberna do fim
da mesma.
ATCEN^AO.
Penleu-se desde rua Nova, at rua da
Concordia um embrulho contendo a quantia de
quinhenlos e quarenla e um mil ris; quem
o achou, e quizer restituir a seu dono, tenha a
boudade de se dirigir rua .Nova n. 48, taberna.
o na rua da Concordia n. Vi, sobrado, pelo qual
pereeber a metade da quantia.
Coinpanhia fldelilade d
seguros mar!(luios e ter-
restres estabeleclda no
Itio de lanelro.
AGENTES EM I'EI'NAM iUCO
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C,
competentemente autorisadts pela direc-
tora da companhia de seguros Fidelida-
de, tomara seguros de naviis, mercado-
ras e predios no seu escripiorio rua da
Cruz n .1.
Precisase de uma ama de meia idade e de bom
compurtaineiilo, para uma peqiena familia, deven-
do saber cozinhar. engommar e lavar, tudo bem :
quem cstiver nestas circunstancias, apparega na
botica do Sr. Pinto, na rua dos Quarteis, que se
Aluga-se um sitio muito peito desta praca, o Jhe dir quem precisa,
qual esr lodo murado, e tem grande casa de viven-
da edificada ha muito pouco tenipo : quera pre-
tender, dirija-se rua do Crespo n. 8 R.
Precisa-se de ura hornera que saiba tratar de
planta de capime corlar, e que enha familia nao
faz duvida : na loja do Passeio n. 7.
Hoga-se ao Sr. Joao Valentira Vilella Jnior,
chefe da eslaco Frexeiras, que venba ou mande
Fugio no dia 3, tendo sido comprada no 1"
' do corrente, uma escrava de nome Joanna, de na-
co Angola, idade 40 annos, pouco mais ou menos,
levou um balde de conduzir agua, pintado de azul,
brincos eucarnados a bailo, vestido de chita com
assento branco e pintas encarnadas, chales de cor
escura, e casaveque comprido de chita branca cora
listras amarcllas, c baixa, amiudada as feicSes,
pagar na taberna da rua do Impeador n. 83 o que disfarcada, e tera os pes queimados por mel quente
nao ignora. no engenho onde foi escrava ha annos : na rua do
-------:rftzr~;------;-------;------;------ Passeio, casa tvpograpbica da porta larga, onde
- Antonio da Silva Maia despede-se de todos os sera gra,npada"a pessoa qnc presenta-la
seus amigos e conhecnlos, a i|uem pede desculpa
desta falta, por nao ter feito, era consecuencia de
sua rpida viagem ; e se olTerece para o que possa
ser prestavel ua cidade do Porto, onde prelende
residir durante a sua ausencia.
Saques.
Cunha Irmaos A C sacam sobre
Porto e landres : na rua da Madre
as pracas do
de Dos n 3.
Orden lerceira do
Carmo.
Fugio no dia 6 do corrente de casa do abai-
xo assignado, o mulitinho osera -o de nome Fran-
cisco, de 11 anuos na idade, levoi camisa de chita
encarnada c calca de brim de list aasul, dizera ter
sido vista no Chora-menino no mesmo da era que mcfa ,,,,,ei,ora da veneravel orden terceira de
fUg '.H, ?J ^"i0- t' baixo x. s d0 *m 0,mviua l0(los s ge,,, ,|,ariss.
assignado protesta contra quem o lenha aceitado, e mo5 inn.^s ra conil(artCeit..lll no dia 11 do cor-
: 5 "2SS? rt" -Camp ". I*135 ^ '""-as da tarde, para acompauharen.
que o levera a rua do Crespo n. 21, que serao gra-! J, pro'cifsao do Senllor Dom % dos KS^ para
| que foram convidados.
Secretaria da veneravel ordem terceira de N. S.
Precisa-se de um caixeiro de 14 15 annos do Carmo do Recife 7 de marco de 1864.
de idade, que tenha pratica de taberna : na rua O secretario,
lia Aurora n. 54. < Francisco Jos dos Santos Jnior.
tincados.
Manoel Ma tins Fiuza.
Precisase de uma ama escrava ou forra para o
servico de uma casa de pouca familia : na rua do
Queimado n. 39.
(UVIIKO
Xo armazem da Aurora Rrilhante, largo da San
la Cruz n. 84, precisa-se de um caixeiro que en-
tenda perfeitamente de taberna.
Farinha c [arelo
Xo armazem da Aurora Rrilhante, largo da San-
ta Cruz n. 84, cliegou grande quantidade de fari-
nha em saceos, e vende-se mais barato.
Xo escriptorio de Claudio Dubeux vende-se
inilliii novo e farelo, sendo as saccas de railho a
3530) com 4 arrobas de peso, e o farello a 4#300,
tendo de peso 3 1|2 arrobas. Igualmente se vende
uma calera quasi nova, era muito bom estado, o
toda forrada o pintada de novo.________________
Inflames.
Vendemse 3,000 inhames muito novos, chegados
do norte, pelo barato preco de 30 rs. a libra -, a
elles, antes que se acabem': na taberna da rua do-
Imperador n. 83.
O acadmico Irmeu Ceciliano Pereira da Cos-
ta faz publico que dora em diante charaar-se-ha
Irmeu Ceciliano Pereira Joffity.
Precisa-se comprar escravos de ambos os se-
xos, nao excedendo a idade de 13 annos : nesta
lypographia se dir quem os quer.___________
Precisase de um criado, prefere-se a um de
12 O annos; na rua da Scnzalla Velha n. 140,
segundo andar.
Precisa-se de uma ama que saiba comprar e
cozinhar : na rua do Hospicio n. 23.
Precisa-se de um caixeiro que lenha pratica
de taberna : em Santo Amaro, na estrada de Luiz
do Reg, junto ao estaleiro.
Precisa-se de um menino de 10 a 12 annos,
preferindo-se Portuguez, para caixeiro de um ar-
mazem : a tratar na rua da Guia n. 17.
Aclia-se contratada por venda a casa da rua
Direita n. 102, pertencente ao Sr. Francisco Pinto
de Leos : se houver alguma reclamacao, annun-
cie por esle Diario, no praso de tres dias. Recife
7 de marco de 1864.
Casa ciu Olinda.
Aluga-se por 45 mensaes a casa terrea n. 16 na
ladeira da Misericordia, em fjlinda, de quina, com
a frente para o nascente, pelo que bastante fres-
ca : para ver, achanto a chave na taberna n. 1 da
rna dt Mathias Ferreira. na mesma cidade : e para
tratar, com Jos Maria Seve, no Recife, ilha dos
talos, casan. 16 na rua do Seve, visinhe ponte
de forro que vai da dita Iba para o thcatro de San-
a Isabel.
Tendo sido perdido o bilhete inteiro n. 1555
da 2" parte da I* loteria a beneficio da igreja do
Recoll imento do Confio de Jess, em Iguarass,
previne-so ao Sr. thesoureiro da mesma, que nao
pague o premio que por ventura Ihe sahir por sor-
te, secio ao abaixo assignado, que _o seu dono.
______________Hermenegildo Jos tavares.
Perpnnta-se aos administradores da massa falli-
da do finado Rernardino Domingos More ira o mo-
tivo de nao terem sido arrematados as divida--^-"
objectos depositados, perlcncenjes*r-nestno fi-
nado. _____________ ],\gu(-t tfe Azevedo Almeida vai Macei.
perto de banho salgado,
com casa de vivenda, ten-
do 4 quartos, cozinha fra, etc. : quem precisar,
dirija-se rua nova de Santa Rila n. 13, primeiro
andar.
Precisa-so de uma pessoa activa para traba-
lito, sendo esle, serrar taboas, fazer caixoles. pre-
gar, despregar, ele. : na rua das Cruzes n. 38.
Acha-sc fgida a escrava Maria do Rosario,
crioula, idade de 30 annos, pouco mais ou menos,
baixa i gorda, lem o dedo grande da mao esquer-
ra de menos por causa de um panaricio, f escra-
va do senhor de engenho Sant'Anna, tem irmaos
em Saito Amaro de Jahoatan para onde se dcscon-
lia que fosse : recoinmenda-se s autoridades po-
liciaes c capiaos de campo; e quem a pegar leve-a
rua da Senzalla Velha n. 94.
Os abaixo assignados, eonsenhores da pro-
priedade denominada Korge Linda, sita na lage do
Canhoto, provincia das Alagoas, fazem ver aos mo-
radnre; daquella propriedade e a quem mais inte-
n ssar possa, que a procuraco com que aprsenla
o Sr. Joao Cavalcanti de Albuquerque, senhor do
engento Camboim. verdaeira, e <|ue o mesmo
senhor tem poderes para aforar e cobrar foros na
razo da terca parte da mesma propriedade de que
nos somos herdeiros. Recife 8 de marco de 1864.
Jos Antonio Fernandes Rodrigues.
Joao Francisco de Carvalho.
Joao Joaquim Rabello Pessoa.
Algum negociante de fazendas era tabolciros
ou caixas. que queira alugar um moleque de 12
annos de idade, robusto, para conduzir bah ou
caixa pequea, procure na rua do Hospicio, casa
numero 40.
Arrendam-se dous sitios de coqueiros perlen-
centes ao patrimonio de X. S. da Ruaviagem : os
pretendentes din.jam-sc no dia 13 do corrente ao
mesmo lugar para reren e contrataren) com a me-
sa regedora.
ttoeledade de seguros mutuos
de vida Installada pelo Banco
UnlSo na cidade do Porto.
Os agentes nesta cidade e provincia Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C escriptorio na rua
da Cruz do Recife n. 1, estao autorisados desde j
a tomar assignaturas e prestar todos os esclareci-
mentos que forem necessarios, as pessoas que dc-
sejarem concorrer para tao til e benfica empre-
zas, egurando um futuro lisongeiro aos associado,
Antonio Francisco Moreira. Portuguez. vai
Portugal.__________________________________
A pessoa que annunciou precisar de 6005 5
juros, dirija-se rua da Imperatriz n. 34, primeiro
andar.
f



.
--

Diario de l'eraamfouco --- Terea felra 8 de Maico de 18 4.
- Na ruado Amorim d. 38, segundo andarse t 11^0 AC UFI TlIOSOK
precisa alugar urna escrava para o servico de casa JU11 11U3 IIJL1jU1V-'0\J k}
para o servio
de familia, "paipndo-se hcn.._________________
""._ precisa-se de om amassador jue entenda
Kiifeitamente do trabalho : na padaria da ra
cal, no Maoijuiihg, n. 2o.
fUnre Puech, subdito francei, retira-se para
Europa.__________________________
"~- Antonio de Moraes Gomes Ferreira retira-se
para tora do imperio._____________________
Do sitio do Mondego n. 40, defronte da fabri-
ca de rap, fugio um guar, cor de rosa : quem o
entregar om dito sitio se gratificar.
JWilMi
Maques sobre Portugal.
Oabaixo assignado, agento do banco
mercantil Portuense nesta cidade, saca ef-
lectivamente por todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Portee Lisboa, por
qualquer somma, vista e a prazo, po-
dendo logo os saques a prazo serem des-
contados no mesmo banco, na razio de 4
(Kir cento ao anno aos portadores (|ue as-
sim Ihe convier : as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
Preclsa-se de urna
rna Augusta n. 5.
ama com leile: na
Precisa-se de um homem quo saiba dirigir
una carraca com boi e una canoa : no sitio do
Sr. Luiz Cambronne, em Santo Amaro.________
Aluga-se o terceiro andar da casa n. 88 da
ra dalmperatriz, e o sobrado n. 193 da ra Impe-
rial : na roa da Aurora n. 36. ____________
Gelo, gelo, gelo.
Com a chegada da nova macbina nao se expe-
rimenta mais falu de gelo fabricado com agua do
Prata, lodos os dias a qoalquer bora, para por-
c6es grandes ou encommendas para tora da pro-
vincia dever haver aviso cora antecedencia : ra
da Aurora junto a fundieo onde tcm a baodeira
mmm-mwmm mmwmm
Curso de preparatorios
Francez,
Inglez,
Geometra,
Geographia,
Rhetorica
4 ra do Queimado n. 30, primeiro andar,
das 10 s 2 da tarde.
A pessoa que tiver una preta escrava para
alugar dirija-se ra da Cadeia do Recife n. 43,
segundo andar.
Francisco Garrido avisa ao respeitavcl publico,
que na sua casa denominada Traviata, na ra lar-
Sa do Rosario n. 37, ter dsi>osicao de hoje em
iante dous buhares de mogno competentemente
preparados ; refrecos, sorvetes, etc.
Na livraria n. G e 8 da praca da Indepen-
dencia, vende-se as seguales obras, a 10000
cada tima.
O Novo Mez de Mara ou mez de maio, con-
sagrado Gloriosa Mi de Dos, por um
sacerdote da diocese de Helm, tradnzido
Id italiano e adoptado pelos revereodissi-
mos padres eapiiehiuhos de N. S. da Pe-
nlia da cidade do Recife.
Relicario Anglico de Jess Christo e de Ma-
ra Sanlissima, offerecido a Nosso Senhor
Jess Christo, preso columna.Novis-
sima edicao com a orarlo, mental, novas
devocoes N. S. da Conceicjio da Rocha
e enriquecida com estampas.
Visita ao SS. $S. e a Maria Sanlissima, para
todos os dias do mez, Actos de prepa-
ra$3o e areao de raras para a Bagrada
coiinnuuliao, Modo de resar a corda
das Dores de Nossa Senhora, c Actos
que o rlnisto di'vi' fazer todos os dias.
Novissima edieco adornadas com diver-
sas estampas, e atigmenlada de novas de-
vocoes N. S. da Conceicjio da Rocha e
Via Sacra.
O Devoto Christo, 6 instruido no etmpen-
dio da doutrina, as regias da vida de-
vota, no exame de consciencia e prepa-
ra.; ."m para a conlissao e communhao, no
im ido de ouvir inissa e meditar o rosa-
rio, i' no ronlii'iiiiiento das indulgencias
concedidas aos seus coofrades.Novenas
da Assencao do Senhor, da Coiiceiran e
do Natal, das Almas, a novena e trezena
de Santo Antonio, a ta-Sacra bravo, e
oulras umitas devoros, com indulgencias
panu lilaos e jdenarias._______________
Vcudem-se calxes vastos .
_______M_j nesta typograpliia.
Vnciro.
Vende-se um preto ptimo padeiro e urna preta
boa cozinheira e lavadeira : a tratar na ra do
Mondego, padana n. 47.___________________
Vende se um eslabelecimento de ferragens
na mclhor localidade da ra do Queimado, muito
proprio para principiante por ter um |iequeno fun-
do em fazendas de lei quera pretender deixe seu
nomc em carta fechada no arraazem da ra da
Cruz n. 20, para ser procurado.______________
Ainda continuara venda tres negras, sendo
urna de 7 8 anuos, as outras de 40 e 50, todas do
servico do campe; a tratar na ra do Imperador,
sobrado n. 2.
45 Ra Direitu 45
Oicam! oam!! I
CALCADO
Bom e novo, c a priraeira necessidade liara a sau-
de e aformoseamento do individuo I
Meu Dos I... que ps B pavao se lobrigam por
cssas ras! que figura horrenda e nauseante a
de um palctot bem talhado sobrancero a um
jucilrs rodo em duas solas I um balao bem tor-
neado e bambaleante dcscubrindo urna puna de
botina safara e carcomida 11
Santa Barbara!! Comn ra Dircita, bellas e
rapazes I sacudam na praia esses malditos gt e compren) :
Boraeguins de Xantes 8,5000.
Ditos fraucezes de bezerro 75.
Ditos francezes para hornera .*>5.
Ditos para senhora, de lustre, enfeitados, 5500.
Ditos para senhora. gaspia alta, 45800.
Botinas de menina 25500.
Ditas de cores para menina 25000.
Sapatdes de Xantes de duas solas 55-
Ditos de sola e vira 45300.
Sapatos de borracha para senhoras 15500
Ditos para meninosl5000.
Sapalos de lustre para senhora 15-
Ditos de tapete para hornero e senhora 800 rs.
Ditos da liga constitucional 500 rs.
E um sortimeulo comple.o em sola, vaquetas,
couros, bezerro francez como nenhuui, couro de |

RIJA IIA CADEIA IIO KKC IFE 5.5.
NOVO E
GEAITDE AILUAZEU DE MOLHADOS
RUA DA CADEIA DO ltJECIFE V. 53.
Francisco Fcrnandes Duarle acaba de abrir na ra da Cadeia do Recifen. 53, nm grande esortido armazemde molliados de-
nominado Unido Mercantil. Neste grande armazem encontrar sempre o respeilavel i uLIico um completo sortimenlo dos medrares
gneros que vem ao mercado, lauto estiangeiros, como nacionaes, os quaes sero vendidos em porches ou a retallio por prefos as&s
commodos.
Manteiga ingleza especialmente escolhida Viagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e
de primeira qualidade a 801) rs. a libia, 10200 a caada.
em barril se faz abatimento. Azeite doce refinado em garrafas brancas a
Manteiga franceza a mais superior do mer- 800 rs.
cado a oO rs. a libra, e 520 rs. em barril Azeite doce de Lisboa a 640 rs. a garrafa e
ou meio.
lustre muito grande, e tudoquanto pertence a arte' "u u,c,u; -...
de S. Chrispim. I Prezuntus inglezes para fiambre, de superior
Um
confeito e especifico para
expellir os Vermes.
SAL
Alfoiisnile \llni(|iicn|ue Mello
ha 19 annos advogadoj ante os auditorios e tribu-
naesdesta cidade, ja "na corte e em outros lugares
do imperio, eraconsequencia de terem-se augmen-
tado aqui seus afazeres, tem transferido sua resi-
dencia da villa do Cabo para esta cidade ra es-
trella do Rosario n. 34, onde tem estabelecido seu
escriptorio, e onde foi o do Dr. Godoy, de cujos
trinamos flcou encarregado o annunciante. Ahi
offerece os misteres de sua proflssao s pessoas de
quera raereca conlianca, tanto deste termo como
dos demais desta e de outras provincias para os
negocios e trabalhos a serem deserapenhados aqu,
garantindo o zcllo, lealdade e actividade que Ihe
sio reconhecidos pelas pessoas que o conhecem. |nia da rua joAraco n. 32, muito propna para
Ircumbe-setambem de trabalhos .P" 9S ,ermos l principiar qualquer negocio
estultas Yenisifgas
DE KEMP.
qualidade, chegados nesle ultimo vapor, a
l 720 rs. a libra.
Queijos flamengos chegados nesle ultimo
vapor a 2,5800.
Queijo pralo muito fresco e t.ovo a 640 rs.
1 a libra.
Castanhas muito novas a 120 rs. a libra e
e 3^000 a arroba.
Cha uxin o melhor que ha ueste genero,
mandado vir de conla propria a 2>800
rs. a libra.
Cha hyson muito superior a Si3560 rs. a li-
bra ; cha hyson proprio \ ara negocio a
l-jSOO rs. a libra.
Cha preto muito superior a 2iJ a libra.
4*800 a caada.
Genebra de Ilollanda a 500 rs. o frasco e
5*800 a frasqueira.
Caixinhas com ameixas francezas, ornadas
Sardinhas deNantes a 340 rs. oquartoe 56
rs. meia lata.
Lalas com peixe em posla : savel, corvina,
vezugo, cherne, linguado, hgoslinha, a
1*300 rs.
Salmo em lalas, preparado pela nova arta
de cozinha, a 800 rs.
Mar de tomates em latas de 1 libra a 000
ris.
com ricas estampas na caixa exterior, Chouricase paiosem lalas de 8 e meia libra
muito proprias para mimo, a 1*20'', 1*500
6 2*.
Frasco de vidro com lampa do mesmo, con-
tendo meia libra de ameixas francezas, a
1*200.
Marmelada imperial, dos melhores conser-
vemos de Lisboa, em latas de 1 e meia a
2 libras a 600 rs a libra.
Fruclas em calda das melhores qualidades
que ha em Portugal em iatas hermtica-
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muito novas a 640 rs. a libra.
Biscoutos inglezes em latas com differenles|Nozes muil0 novas a 160 rs a llbra
Venie-se escolente sal portuguez, a bordo do
brigue escuna Graciosa : a tratar na ra da Cruz
n. 33, primeiro andar, escriptorio de Antonio de
Alraeida Gome^_________________________
A bordo da barca brasileira Iris existe supe-
rior farinha de mandioca, que se vende era por-
coes ou a retalho : a tratar a bordo da mesma, ou |
no escriptorio de Aniorim limaos, ra da Cruznu-
mero 3.________________________________
Vende-se urna tendendeira, urna masseira e
um cvlindro, tudo em l>om estado : na ra Dircila
dos Afogados n. 13. Na mesma casa vende-se urna
canoa que pega 800 tijolos, ludo por prego cora-
modo_________________________________
Vende-se a armaeao que se acha enllocada
i. 32. mu
com ipouco dinheirn,
,, vu ...... -v .....------ --_---------- r .- i principiar HUHii|Ui'r lit-pucrn, un i|miu uiiiriciK',
pi oxime*. onde tem solicitadores de inteira con-1 u mes||)0 d(iposib1i lorna.se grande pechincha |x'lo
Banca. D consullas verbaes e por esenpto e a,agucl da casa ser diminuto, e a armaeao muito
prestase a ouvir seus constituintes a todas as he ,)ar*ta a tratar na ce chcira defronte, 'ou na ra
ra>, as sexus-feiras das J as 4 na villa do Caboo
COMPRAS.
Comprase garrafas e %otijas vazias : na ra
das Cruzes n. 42, junto a esta iy|iograpliia.
Compra se elfectivamente ouro e prata em
obras velhas: na praca da Independencia n. 22
loa de bilhetes.
Airin
.
r
Compra-s urna escrava sadia c que soja perita
cjzinheira : na ra do Queimado n. 39. loja.
Lompra-se effecUvt-
mente
ouro e prata em obras velhas, pagando-se bem
na ra larga do Rosario n. -24, loja de ourives.___
Os meninos ha pedem gritos, porque
ellas sao de eheiro, Babor a er agrada'
veis. A ek'iuucia, u Begnridade de ac-
oilo, o inoftensivo das
Pastilhas Vermi/ugas de Kemp
A VMi HA HA
Conipo-icao excliisivanicule Vegetal,
sio esta.- pO8 :is .-lias inelliorus e nais
completaa de todas as rocomutendaeoes
(jiie so posea faaer e com justa razio as
colloco na categora d'uui favorito uni-
versal.
A Buperioridade das
Pastilhas de Kemp
cobre todas as proparaoDcs destinadas
para o unesmo lim devklo a sua -im-
ples cotnpoeicfio o en anima aguada*
vel e rapidez e inl'allibilidade com
que alcanoa a destraieSo total das
LOMBRIGAS.
venda as boticas de Caors 4 Barboza,
ra da Cruz, e Jo3o da C. Bravo A C, ra
da Madre deJDeos.
<;rrafes.
Compran); e garrafes ee todc* os tamanhos a
3;!0rs. : no armazem da Aurora Brilhante, larg
da Siintii Cruz n. 84.
Paga-se bem.
No largo da Santa Cruz n. 12, compram-se dou:.
taixoes grandes envidracados, assim como se pre
(isa de um caixeiro bem pratica em taberna.
Compra-se um par de mallas de viagem eni
bom oslado; quem tiver annnnci.____________
~^-~Comprase urna balanca romana ja usada,
porm que esteja em bom estado : quem tiver an-
Ituui.^u dirija-se taberna n. 11 da ra da
l^nceicao u.. .o.vista, que achara com quem
tratar. M
do Principe n. 32.
Vende-se para mais de cento e oitenta nii-
Iheiros de telhas e lijlos de alvenana batida, la-
drilho e tapamento ; no liecco das arreiras olaria
n. K>, acharao os pretendentes muito barato em
consequencia (la melhor qualidade da obra quo
pode apparecer. para ver e ajustar poden) dirigir-se
a ra Nova n. 49, armazem de louca, ou na mes-1
ma olaria com o socio e administrador Zacharias
dos Santos Barros. |
AKhZEinEllKrOSIIO
lina de Apello numero 1.
Ncste novo armazem vendem-se vinlios, licores,
conservas, ele, etc., e com especialidade vinho de
Bordeux ; recommenda-se aos freguezes a boa qua-
lidade de suas mercaduras, e a modicidade dos
seus procos; o verdadeiro vinho de Bordeux de
preco nunca visto.
\ iutio t iirilcu v ordinario, a duzia
o,000 rs
Hilo dilo, (|utlidatle superior, a du-
zia :>,o00 rs.
Cora a permisso de se rcjcilar sc-
nao agradar.
Se achara igualmente nesle eslabeleciraento vi-
nho muito superior velho, de todas as qualidades,
tanto em pipas como em garrafas, bem como cog-
nac, vermouth, absinthio c todos estes neneros. por
plecos mais em conla que em outra qualquer
parle.
Por todos os vapores da Europa costuraa rece-
ber igualmente mercadorias ou gneros frescos,
laes como queijos, salames, conservas, eic.elc.
mmm a
r.haru'ui- de eatnr |>r*-li fazenda fina. DOr j
cada un: na ra do Queimado n. 43, esqua
vi illa para a Coogregacao ; eslao-se acabando.
Vendc-se a propriedade denominada Maltcz, sita
na freguezia de Tracunhaem da comarca de Naza-
reth, cora una legoa de frente e meia de fundo, e
proporces para nella se levantar um bom enge-
nho de fazer assucar, sendo que actualmente ren-1
de ella mais de 1:0005 que pagam os moradores
que teta: quema pretender enteuda-se nesta pra-
ca com o Sr. Antonio Jos Leal Reis, na ra da
Cadeia do Recife n. 47.
qualidades, como sejam craknel, victoria,
piquelez, soda, caplain, seed, bornez e
outras muitas marcas a 1)5350.
Bolachinha de soda em lalas grandes a 2(5.
Figos em caixinhas hermticamente lacra-
das, muito proprias para mimo a 1)5500.
Caixinhas de 4 e 8 libras de igos de coma-
dre a l)5e 2)5 cada urna.
Passas muito novas, chegadas neste ultimo
vapor a 500 rs. a libra e 3 J um quarto ;
eem caixa se faz abatimento.
Ameixas francezas em latas di meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior que
tem vindo ao nosso mercad3 a 18(5 o gigo,
garanle-se a superior qualidade. t
Vinho Bordeaux das melhores qualidades
que se pode desejar de 7)5500 a 8^000 a
caixa e 720 a 800 rs. a garrafa.
Caixas com vinho do Porto si perior de 95
a lOaduzia, e 900 a 15 a garrafa; deste
genero ha grande porco e de differentes
marcas acreditadas que j se venderam
por 149 e 155 a caixa, como sejam: Duque
do Porto, Lagrimas do Douro, D. Luiz,
Cames, Madeira secco, Carcavellos, Nc-
tar de 1833, Duque Genu'no.
Vinho de pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
400,480 e 560 rs. a garrafa, e 30, 3)5200
e 35500 a caada.
Vinho branco de superior qualidade, vindo
j engarrafado a 640 rs. a garrafa e a 500
rs. de barril.
Amendoas de casca molle a 400 rs. a libra.
AvelSas muito novas a 200 rs a libra.
Amendoas confeiladas de diversas cores a
800 rs. a libra.
Macas e peras chegadas nesle ultimo vapor,
muilo perfeilas, s vista se faz o preco.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada um.
Ervilhas francezas e portuguezas em latas de
1 libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate francez, o que ha de melhor neste
genero, a 1(5200 a libra.
Chocolate hespanhol a 15200 a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a 19.
Cerveja branca e preta das melhores marcas
que ha no mercado a 500 rs. a garrafa e
5*800 a duzia.
Cognac inglez de superior qualidade a 800
e 15200 a garrafa.
Licores francezes das seguintes qualidades :
Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames
e de outras mullas marcas a 15 a garrafa
e 105 a caixa.
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e
95 a duzia.
Mostarda ingleza em potes j preparada a
400 rs.
Mostarda ingleza em p, em frascos grandes,
a 15 cada um.
Sal refinado a 500 rs. o pote.
por 75.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a hlra e
85C00 a arroba.
IJolaxinha ingleza a 320 rs a libra e 45 a
barrica.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 200 rs. a libra.
Farinha do MaranhSo a 120 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 320 rs. a libra.
Cevadaa 120 rs. a libra e?5 a arroba.
Alpislaa 160 rs. a libra e 458(0 a arroba-
Batatas muito novas em gigos com 40 libras
por 15500.
Cebollas a 15 o moll.o com mais de 100 ca-
da um.
Caf lavado de primeira qualidade a 3( 0 rs.
a libra e 95 a arroba.
Caf do Cear muito superior a 280 rs. a li-
bra e 85400 a arroba.
Caf do Bio, proprio para negocio, a 85.
Arroz do Maranhaoa 100 rs. a libra e 55800
a arroba.
Arroz de Java a 80 rs. a libra e 29400 a
arroba. _
Vellas de spermaceti a 560 rs. a libra e
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
so e a 95 a arroba.
Doce de goiaba a 640 rs. o caixo.
Macarrao, talharir. e aletria a 480 rs. a li-
bra ; em caixa se faz abatimento.
Eslrellinba.pevide earroz demassa para sopa
a 600 rs. a libra e 35 a caixa com 6 libras.
Palitos de dente lixados com flor a 200 rs.
omasso, ditos lixados sem flor a 160 rs;
o masso com 20 massinhos.
Gomma de engommar muito fina a 80rs. a.
libra.
Banha de porco refinada a 480 rs. a libra e
400 rs. em barril pequeo.
Charutos dos melhores fabricantes de S. F-
lix, em caixas inteiras ou em meias, de
15600, 25 e 35-
Presuntos do reino, vindos de conta propria
de casa particular, a 400 rs. a libra; iutei-
ro se faz abatimento.
~ Osseuhoies que comi'rareui de 1005OO0 para cima, terao o descont de 5 por cento, pelo prompto pagamento.
CL3RIU
COMMEEC
Compra-se um carro de duas uu *.. ,matri
rodas, bem como um cavalln : na ra estrena u.
Rosario n. S8, ou na Ponte de txhoa, sitio do con-
selheiro Jos Bento.
Vende-se un carro cora vidraeas, proprio .
ara particular, e cora arreios novos de metal prin-!
cipe; quera o comprar, nao faz a menor despe-
za. Tambera se vende a parelha de cavallos rucos,
gordos e grandes, multo bons troladores no carro e
na sella, audara baixo at meio : a ver e tratar na
ra do.Cotovello padaria n. 31.
TUDA jUTKHXu AO VIGILANrB.
Custodio Jos Alves Guimaraes avisa ao respei-
tavel publico e aos seus freguezes, quo achando-se
as obras da loja do Vigilante concluidas, e achan-
do-se as ponas abortas a concorrencia do res-
s
RUA DO QUE!A1IO IV. 15,
Paseando o becco da Congregado segunda casa.
i
arara ei
NOF1DADE.
Pereira Bocha A C acabam de abrir na ra do Queimado n. 45 um armazem de molhados denominado Clarim Commemal,
" .< melhores gneros que vem ao nosso mercado, os qnaes
pela tabella abaixo mencionada; garante-se o bom peso
K^acha"''^^ Sp^?teU?5 onde o respetos! publico eacontrar sempre um completo sortimenlo dos melhores gneros que vem ao nosso mercado, os quaes
cido das lindas flores e muitos outros objecios de' sero vendidos por precos runto resumidos como o respeilavel publico vera pe
YENDAS.
Vendein-se 10 duzias de madeira de louro c
5 duzias de amarello, serrado em assoalho, e urna
canoa de um pao s : na ra Direita n. 32.
Vende-se un cavallo castanho muito novo e
anda muito bem baixo, por preco coiniuodo : na
rita de Vigario n. 26, primeiro andar.__________
Vende-se uina armaeao de louro em perfeit i
estado, cora todos os pertences para taberna : n.i
ra do Rosario da Boa-Vista n. 36.
Carne tros
Vendem-se dous carneiros grandes e muito man-
sos* p-oorios para menino, sendo um em grao c
outro caslraoo. oa rua Augusta n. 11 i. Todos
dous machos e de pouca ,a.i,,
Macas
a 3o00 a caixa, em porcao se far abatimento,
cada caixa com 100 niaraa perfeilas : na rua No-
va n. 8.
Cigarros
turcos a l a caixa, cigarros que era outra qual-
quer casa se vende por 3<> : na rua Nova n. 8.
opa.
Verdadeira sopa julienne : na rua Nova n. 8.
Vendem-se as casas da rua do Socego ns. 28
e 30 : a tratar na rua do Sebo n. 5V.
bora gosto, que tanto sastisfeito se acha, aprsenla e jjoa qualidade dos gneros comprados neste armazem
o novo canto, chamando pelos seus freguezes que,
venham \. r para crr. que s assim podero apre-1 Arroz do Maranhao, da India e Java a 80 e Chouncas e paios muito novos
ciar e acharao um grande sortimenlo de fazendas | ^ 1v^ c 24fj0 a 2^800 rs. a ar-
tendentcs a nuudezas, lano para grosso como para *
retalho, que todos serao sonidos a vontade, mesmo I TODa.
qualquer freguez de fra que nao possa vir a esta Ameixas francezas em latas e em irascos a
POR MENOS DE DEZ POR CENTO.
CONSERVATIVO
DE
JOIOIIH SI n AO IIOS SA \ I OS
23-largo lo Terco-23.
O proprietario deste armazem de molhados vende os seus ja bem conhecidos gneros de pri-
meira qualidade por menos de dez por cento do rior qualidide.
Nao se diz o preto para nao espautar.
Vinho das melhores marcas.
Manteiga ir gleza tlor.
dem fianceza.
Banha de porco refinada.
Vellas ile spermacete.
dem de camauba.
Caf bom do Rio.
dem superior do Cear.
Toucinho de Lisboa.
Cha de diversas qualidades.
Queijos novos do vapor.
Milho alpisU limpo.
Gomr.ia deengu.nmar alva.
Sabo de diversas qualidades.
Chouricas muilo novas.
Arroz de diversos precos.
Ser ja das melhores marcas.
Sardinhas de Nantes novas.
Genebra de laranja superior.
dem do Hollanda marca Gallo,
l'hosphoros do gaz.
Rolachinha ingleza em barricas.
Passas muito novas.
Fig de primeira qualidade.
Iliscoutos c bolachinhas de soda.
Charutos de diversas qualidades
Alera dos gneros aununciados existem outros muitos que enfadonho menciona-los,a diuhei-
ro contado.
praca e queiram dirigir-se a este eslabelecimento 1#200 e 15600 c em frascos grandes a
fazendo seus pedidos por meio de cartas, e pode- 9$500
tZTj^tTSXXieX. Wom em caixinhas elegantemente enfeitadas
boas compras feitas nesta praca, como dos que | com ricas eslampas no inlerior das caixas
recebe de sua propria conla, conio dos que recebe a 1^5000, 15400, 15600 e 25-
de cons.gi.acoes. i i&^cmasUi muito iiovas a 280 rs. 15800, 5(J500 e 280 rs. a libra.
_ ^ *', A ,. a libra Farinha do Maranhaoa 120 rs. a libra,
hilas lavradas de indos padroes de ns. 7 a 30 ,,"" ... t nen-i ^. ivmu.ioh.iiminnrs i liln-i
a peca 2,5000. i Alpista a 160 rs. a libra e a 4560o rs. a ar- rarmha de lugo a 12U rs. a nina-
Gorros, e bonetes para menino de lo00 25000. i roba.
Touquinhas muito lindas para baotisados iooo. ^zej^ ,ioce francez muito lino em garrafas
Manguitos, camisetas 3*000 e 45000. p9n.ips a q,: Colinhas e punlios bordados WSOO e 25000.!,, grandes a JbU Is. a Earl-"J-
dem de Lisboa a 640 rs. a garrafa.
Araruta verdadeira de matarana a 320 rs. a
libra.
Avelas muito grandes e navas a 180 rs. a
libra.
Batatas muito novas a 40 rs.
a 800 rs. a Palitos do gaz a 25200 rs. a grosa.
ll),.a# Passas muilo novas a 480 rs. a libra.
Cevadinha de Franca muito superior a 220 Peras seccas muito novas a 600 rs. a libra.
re a libra Painco a 200 rs. a libra.
Cevada a 80 rs. a libra. Polvo secco muito novo a 400 rs. a libra
Ervilhas portuguezas a 6.0 rs. a lata. Presuntos de Lamego em calda de aze
dem seccas muito novas a 200 rs. a libra.! muito novo a 640 rs.
Figos de comadre e do Douro em caixinhas Queijos flamengos do ultimo vapor a 25*00
de oito libras e canastrinhas de 1 arroba a ris.
<' muilo chique de 1^000 at 25000.
Flores as mais finas do mercado de todas as qua-
lidades.
Entre-meios c tiras bordadas.
Caixinhas de costuras.
Caixinhas para voltarete.
Caixas de tartaruga, brancas e prctas.
Cascarrilhas preas e de cores.
Franja preta, lana nronria Dar mantelete e
Biscoutos inglezes de diversas marcas
larga propria para ~~ -. ^ p. .
Filas de laa e de todas as qualidades para de-1 Bolachinhas de soda, latas grandes, a 25 rs.
brum. a lata.
.Meias de seda e de algodao. rjlas jn,|ezas muito novas a 35000 a barri-
Itandejas de todos os tamanhos e as mais finas
que ple haver nesle mercado.
Vollas e brincos pretas.
Papel auiisade de maozinhas e de outras quali-
dades.
Sabonetes de todas as qualidas.
Perfumarlas dos melhores autores.
Espelhos e tocadores de todas as qualidades.
Transparentes muito lindos para janellas 65-
Pontea de borracha para desenibaracar.
Ditos fingindo caivetes.
Ditos de tres faces.
Ditos de marfira e outras qualidades.
Ditos para alar cabello, lano para senhora como
para menina.
Tesooras muito linas e grossas.
Papel almaco fino, assim como muitos outros
objeetos que se (ornara enfadonho annuiiciar.
i:...V(es para as senhoras.
Al que chegarara os muitos desojados enfeites
com lacinhos de lilas para senhora pelo barato pro-
co de \$rm.
S no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Vinho verde,
de superior qualidade : vende-se na rua da Madre
de Dos n. 34, armazem de Cunha lrmaos & C
quinha e a 200 rs. a libra.
Banha de porco refinada a 440 rs. a libra e
eem barril a 4t0 rs.
Cha hvsson, hnchin c perola a 15600,
25500, 25800 e 35000 a libra.
dem preto muito superior a 25000 rs. a li-
bra.
Ceneja prela c branca, das melhores marcas
que vem ao mercado, a JOO rs. a garrafa
e 55800 a duzia.
Cognac ingle/, lino a 900 rs. a garrafa.
Conservas a 720 rs. o frasco.
dem, s de pepino, a 720 rs.
dem, s de azeitonas, a 750 rs.
Charetos dos melhores fabricantes da Babia
e especialmente da fabrica imperial de
Candido Ferreira Jorge d) Costa, a 15800,
25000, 25200, 25500, 25800, 35000 e
35500 a caixa.
Caf do Bio muito superior a 260, 280 e
300 rs. a libra e 75500, 85 e 85500 rs. a
arroba.
Idempratoa 640 rs. a libra.
Sal refinado em frascas de vidro a 600 rs.
cada um.
Genebra de Ilollanda verdadeira marca VD Sardinhas de Nantes a 320 rs.
a 560 rs. o frasco e 65200 rs. a frasquei- Sag muito alvo e novo a 200 rs a nura.
f Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
dem em garrafoes de 3 e 5 gafos a 5.5500 Tijolos de limpar facas a 140 rs.
e 75500 cada um com o garrafao. .Vellas de carnauba pura a OO rs. a n-
Gomma do Ancaiy a 80 rs. a libra. | bra.
Graixa a 100 rs. a lata e 15100 rs. a duzia. dem steannas muito superiores a bOO rs. a
Gr3o de bico a 150 rs. a libra.
Licores muito finos a 700 rs. a garrafa,
dem, qualidade especial e garrafas muito
grandes, a 15800 rs. a garrafa,
dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, garrafa forma de pera e rolha de vi
dro, a 15000 rs., s a garrafa vale o di-
Manteiga ingleza perfeitamenle flor, desem- dem em pipa, Porto, Lisboa e Figiteini a
barcada de pouco a 800 rs. a libra, c de 8 480, 500 e 560 rs. a garrafa e a, 3*300
libra.
Vinho do Porto engarrafado o melhor que
ha neste genero e de varias marcas, como
sejam: Velho de 1815, Duque do Porto,
Madeira, D. Pedro, D. Luiz I, Mana Pa.
Bocage, Chamisso e outros a 800, 900 e
15000 a garrafa, e em caixa com una du-
zia a 95000 e105000.
pouco
libras para cima se far urna differenca.
dem franceza muilo nova a 560 rs. a libra,
e em barril lera abatimento.
Massa de tomates em barril a 480 rs. a li-
bra.
dem em lata a 640 rs.
Marmelada imperial dos melhores consenti-
ros de Lisboa a 600 rs. a lata.
Man-asquinho de Zara, frascos grandes, a
800 re.
dem regular a 500 rs.
Massas para sopa : macarrao, talharim e ale-
tria a 480 rs.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Peixe em latas preparado pela primeira arte
de cozinha a 15 rs. a lata.
Palitos de dentes a 160 rs. o m??so.
Palitos de lentes a 120 rs.
dem de flor a 200 rs.
e 45 a caada,
dem branco de Lisboa muito fino a 500 rs.
a garrafa,
dem de Bordeaux, Medoc e S. Julien a >00
e 800 rs. a garrafa, e 75000 e 75500 rs.
a duzia.
dem MorgauxcChateauluminide 1854, a 15
a garrafa.
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs, a garran e
15200 rs. a caada.
KirsU garrafas muito grandes a 1*800 rs.
Alm dos gneros cima mencionados te-
mos grande porco de outros que deixanos
de mencionar, c que tudo ser tendido por
pecas e carnadas, tanto em porces como
retalho.
Quem comprar de 1005000 para cima le-
ra o abate de 5 por cento.


Mario de l*ernaaihiico Terca felra de Marpo.de 1 *4.

ATTENCAO
/
9 MUGO DO A1IHIO 9
GRANDE SORTJMENTO
DE
ARMAZEM
DO
ATTENCAO
ees

*

11 -**i
ttq "* M*
1 c .i -api
PARA A FESTA.
DAllTE & C.
P.irticipam aos seus numerosos freguezes e ao publico em geral que acaban de
re Bter de sua propra encommenda, o inis lindo e completo sortimento de molhados,
o? ijuaes venden por grosso e a retamo por menos 10 por cento do que outro qualquer
UBtinriaQie, como verao pela seguinte tabella que abaixo notamos, garantindo os mes-
mo5 prorj notarios n5o s o peso como a qualidade de seus gneros.
AVISO.
Tiilos os senhores que comprarem para negocio ou casa particular de 1005 para
cima tero inais 5 a 10 por cento de abat; ment, os propietarios scientificam mais que
todos >s seas gneros sa recebidos de sua propria encommenda, razo esta para pode
s r por multo menos do que outro qialquer estabelecimento.
MalReiga ingleza flor a 8oo rs. a /ibra. i Vellas de carnauba e composicito de 32o a
Castaa las rauito novas a 2,ooo rs. a caixa, e j 3Go rs. a libra e de lo.ooo a H.ooo rs. a
a 16 rs. a libra. arroba.
Bonlto francoa e em caixinhas de 7oo a Genenra de Ilollanda em botijas de conta a
1 '>.)o rs cada urna. 4iO rs. a botija, e em duzia ou em barrica
dem franc&ta a mais nova do mercado a 56o ter abatimento.
DO
O komem do movimento nao estaciona.
AVANTE E SEMPRE
GUERRA AOS INIMIGOS
I\o se admiltc a uuiao commi nuil.
Nao sequer a (liaba da allianca.
Na se teme a furia dos corsarios.
listoaniio ha de ser bissexto.
Os cauhes esto preparados.
FOG)! BOM FOGO!! MELHOR FOGO!!!
Alii\ a li.a d'agua no viuigre
Viva a liga do genuino Chcres coin fiambre!
Viva o conservad'!' das conservas inglesas!!
Vivam os iiberaes freguezes do BALIZA !!!
Vivam todos qu* lereiu este annunrio.
PROGRESSISTA
RA DAS (IU/IS M. 3G
E
RA DO CRESPO N. 9
Vo balrre de Santo Antonio.
Joaquina Jos Comes de Souza tem a honra de participar ao respei-
tavel publico, que tem resolvidu vender os seus gneros de primeira qualidade por menos
10 a 20 por cento do que outro qualquer annunciar, como se v do presente annuncio,
asseverando o proprietario d'estes armazens a aquellas pessoas que frequentarem estes
estabelecimentos, que nunca tero occasio de reclamar qualquer genero, visto ter-se
adoptado n'eslas casas o ptimo systema de s se negociar com gneros especialmente es-
colludos.
CHA
Mtf!
SEN 110 RES
E SEN 110 RAS.
hysson, uxim e perola a 2 iOO, 2,C00 e
2,800 rs. a libra.
CAF
muito superior, do Rio e do Cear a 8,000
e 8,400 a araoba e 300 rs. a libra.
rs. a libra, e 51o rs. em barril.
I'. m de porca refinada muito a Iva 46o rs.
a libra.
Pretu it) para lianbre a 8oo rs. a libra.
Cha ujjm m tilinho vinJo de conta propria,
Brior do mercado a 2,8oo rs. a libra,
dem j 1 superior qualidade a 2,6oo rs.
a libra.
Idesn neroli o melhor que se pode desejar a
2,7oo re. a libra.
Uva pre:.o muito fino a 2,5oo rs. a libra.
Idt.ii miis bata pouco a 2,ooo rs. a libra.
Ue. mais bailo a l,8oo rs. a libra.
VINIIO
de Lisboa e da Figueira a 3,500 e 4,000 a
a caada.
O proprietario do grande Armazem do liahza cstabelecido ra do Livramento ns. do Porto engarrafado de diversas marcas a
38 e 38 A, defronte da grade da igreja, acaba de reduzir os precos de quasi todos os 1.000 rs. a garrafa
gneros do seu magnifico deposito. Bordeaux de diversas qualidades a 7,000,
A tarifa abaixo publicada atiesta bem esta verdade. 8,000, 9,000 e 105 a duzia
A guerra aos inimigos, est portante, assim declarada.
As pessoas, ainda as mais exigentes, que se dignarem vir este estabelecimenlo, I CHAMPANHE
CONSERVAS
inglezas a 8,500 a duzia e 760 rs. o frasco.
SAL REFINADO
em frascos de vidro com tres libras a 600 rs.
PEIXE
em latas er indica mente lacradas a 1,000
rs. cada urna.
PORVOS
do Porto muito bem censervados a 500 rs.
a libra.
MUSTARDA
preparada muito nova a 400 rs. o frasco.
MARMELAUA
dos melhores eonserveiros a 640 rs. a libra.
ESPERMACETE
Massas para sopa macarro, talharim e aletria
a 48o rs. a libra e em caixa ter abati-
mento.
dem estrellinha, rodinha e pevide em caixi-
nhas de 8 libras, muito bem enfeitadas de
2,5oo a 3,5oo rs. a caixinha c a 6oo rs. a
libra.
Boce de goiaba em caixas de diversos tama-
nhos de 6oo a l.ooo rs. o caixo
' Sabao massa de 2oo a 2io rs. o melhor, em
caixa ter abatimento.
| dem hespanhol a 28o rs. a libra.
Peixe em latas muito novo ; stvel, pescada,
corvina, salmao e outras militas qualidades Aletria branca e amarella
ficario por certa muito satisfeitas, nao s quanlo as qualidades dos gneros,
tratamento todo allencioso que se Ihes dar.
Alm do cumpriment dos deveres da boa educaco. haver d'oraem diante ainda
maior capricho em satisfa/.er todos que honrarem esta casa.
Os gneros pelas qualidades e precos annunciados, serio offerecidos ao exame
dos Srs. compradores. Noreceieo publico que se praiiqueo contrario, como em outras
casas, que at annunciam o que nao tem.... O Baliza nao Ilude-----
Ameixas francezas em caixinhas eem frascos Licores inglezes e francezesem vazos de di
de diversos tamaitos a l,2oo, l,6oo, versos tamaitos a l.ooo, l,5oo e 4,8oo
2,ooo, 2,5ooe2,8oo rs. e a libra a 8oo rs. rs. a duzia.
Amendoas novas a 32o rs. a libra. Manteiga ingleza flor a 8oo rs. a libra e de 9
Azeite doce refinado a 800 rs. a garrafa. libras para cima ser aberto um barril na
dem de Lisboa a 61o rs. a garrafa e 4,8oo presenca do comprador.
rs. a caada. dem de i.* e 3.
Alpiste a 16o rs. a libra, e 4,8oo rs. a arroba.'' rs. a libra.
Arroz do Maranhao, da India, e Java a 8c e dem franceza a
como com o a memor Que temos neste mercado a 20,000 muil superior a 569 rs. a libra, e em caixa
rs. o gigo.
CERVEJA
muito superior a 5,000, 5,500 e 6,000 rs.a
duzia.
GENEBRA
de Ilollanda em frasqueiras a 5,500 c 500
rs. o frasco.
loo rs. a libra.
Yiho do Alto Douro vindodo Porto engar-
rafado garante-se a superioridade deste vi-; nlu de |2oo {8qo rs a |ata
nho, das Kguintu m.rcas : Duque, Ge-Fig08 em abm de 4 arrob e 8 ,ibras
na no. veho secco. esjec.al lagrimas do-, a 8i000 4 000 e 2 rs caixillha.
1 ide 1819, ymho especial D Pedro V Barris ,le vill|10 branco (te int0 Marca B
Port de 1814. vtnho do Porto ve- Marraela(1;l imperial (los ra 10res conservei-
It,, sopenor, raade.ra secca de supcr.cr rns lle Lisb(')a a Glo rs a, tinhade, ,ibra
Adule, vmhodo Porto superior D L.i- ha Ialas d(l 4 ,/a e 2 ,ibras
iVfiEZII? Doar eSpC" Mas*a ^ l^ate emiatasdouradas de I libra
Ca. vinlto do Porto de l.oooa l.oo rs. a (jio rs a iala
a arrafaed- lo.ooo al4,000rs. acaivi Ameixas francezas em caixinhas elegante-
com i n Mi.i/.ia. mente enfeilaiias ,je l5oo a 3 000 rs a
BohK i.nh.. do soda especial encommenda e a; caixn,ia, lambem iia ,alas lle ./t a 6 ,.
mus no-a que ha no mercado a 2,2oo rs. a
I il 1
RfKOV inglezes da-s melhores marcas en.
lattohas e 2 libras a l,3oo rs. a lata.
11 i i' Rlaz h craknel em latas de 5 e 7 libra
A 5.000 a 6.000 rs. a lat, e em libra a
800 rs.
Qn rfjns do reino chegados pelo ultimo vapor
a i loo rs. cada um.
Id -iii prtto a 7oo rs. a libra.
Vii'io ra pipa das mais acreditadas marcas Sardinhas de Nantes a 32o rs. a latinha.
a 4oo rs. a libra-
preparada de escabeche 2 a arte de cos-; Araruta verdadeira a 3o rs. a libra.
Batatas novas em gigos de 36 a 4o libras por
brasde l,2oo a 4,5oo rs. a lata,
dem em frascos com tampa de rosca a l,6oo
rs. o frasco.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
suisso a l,2oo rs.a libra.
Conservas inglezas das segtiintfs marcase
Mixde-Picles e cebollas simples a 75o rs
o frasco.
Ancoretas de vtnho colares a 5o,ooo rs., e
a 72o rs. a garra '
1,00o rs. e a 4o rs. a libra.
Biscoitos inglezes Lunch a I800 rs. a lata de
5 libras.
dem de diversas marcas em latas menores
a l,3oo rs.
dem de Lisboa de qualidade especial em la-
tas grandes e pequeas a, 3,000 e 1,5oo rs.' 1^^ est. enha e
Bolacmnhas americanas, a 3,ooo rs. a barrica com g |bras a (uoq
e 2oo rs. a libra. Nozes a 16o rs a libra
Banha de poreo a 44o rs.a libra, eem barril Peixe preparado de escabeche, da melhor
qualidade que tem vindo ao mercado, a
qualidade a 7oo; 600 e 4oo
560 rs. a ibra, eem barril
por menos.
dem em latas a 25000 e a 10500 a lala.
Massa de tomate em barril a 480 rs. a libra.
Idemem lata a 640 rs. a lata.
Mostarda ingleza 400 e 600 ris o pote.
Marmelada imperial dos melhores fabrican-
tes de Lisboa a 600 rs. a libra.
Marrasquino de zara a 800 rs. o frasco e a
8,-J a duzia.
Massas para sopa, taJharim e macarro a
480 rs. a libra.
pevide, caixinha
BOLACHINHA
de soda em latas grandes a 2.000 rs. cada
urna.
I inglezas em barricas a 4,000 e 240 rs. a
libra.
BISCOUTOS
em latas de todas as qualidades, a 1,300 rs.
cada lata.
ARROZ
da India e do Maranhao a 2,600 e 8,000 a
arroba e 100 rs. a libra.
CEVADA
a 2,500 a arroba
e 100 rs. a
1 sejam B F., PUlt. JAA, outras
iii 1 as mareas. Porto, Lisbfta e Figueira :
d 18o, 8 o, 56o, 64o e 800, rs., e o do
Porto lino em garrafa, e em o nada i,
3.000, 3.5oo, 4,oeo e 6,5oo rs. o melhor
(!) Porto.
dem Bordoaoi das mais acreditadas marcas
a Too rs a garrafa, e a 8,000 rs. a caixa.
GarraUJes com 5 garrafas de superior vtnho
i!) .'.irlo i 2.2oo rs. com o carrafo.
I' mi com 5 garrafa de rinho da Figueira mais
proprio para a nossaestafo porser mais
co 1 2. loo rs. com o garrafao.
lie o "ut ; tarrifa de vinagre a l,2oo rs.
con ogarralao.
Viudo hran o o mais superior que vem ao
i -) mer.ado a 56o rs. agarrafa, e a
1,3 VeJ is de esparmacate as melhores neste ge-
nero de 56o a 61o r-;. o maco, eem cai-
xa ter grande aiatment> por ha ver
grande porco.
Azeite doce em barril muito fino a 61o rs.
girrafa e 4.8ini a cunda.
dem franoez reinadn a 800 rs. a earrafa.
Ervilaas francezas e purtuguezas a 64o rs. a l.ooo rs. o frasco.
Charutos das mais acreditadas marcas de
2.5oo a 4,000 rs. a caixa.
1 Cltampagnhe a melhor do mercado de I2.ooo
a 2 l.ooo rs. o gigo, e de 1,2oo a 2,ooo rs. a
garrafa.
I Papel greve paulado ou liso a 3,5oo rs. a res-
ma.
dem de peso pautado ou lizo de 3,5oo a
4.000 rs. a resma.
Gomma muito fina e alva a 80 rs. a libra.
Milho alpista e painso de 16o a 2oo rs. a li-
bra.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a grosa e 2oo rs. a
duzia.
i Vasos inglezes de A a 16 libras vasios, muito
proprio para deposito de doce manteiga
ou outro qualij'er liquido de l.ooo a
3,ooo rs. cada um.
Licores das melhores marcas e mais finos
a 1,00o rs. a garrafa e em caixa ter abati-
mento.
Cognac verdadeira inglcz a 9oo rs. a garrafa
e lo.5oo rs. a caixa.
Choaricas as man frescas do mercado a 800
rs a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a
a 4oo rs.
Baldes americanos muito proprios para com-
pras a l.ooo rs.
Cha huxym, hysson e perola a 3,000, 2,8oo,
2,500, 2,ooo e l,6oo rs.
dem preto a 2,000, .6 e >000 rs- altera.
Chanpagne a melhor do mercado a 12,000 o
gigo e a l,2oo rs. a garrafa.
Chocolate francez primeira qualidade a I ,loo
rs. a libra,
dem hespanhol a l,2oo rs. a libra,
dem suisso a l.ooo rs. a libra.
Ceneja branca marca Allsopps a 4,5oors. a
duzia, e a loo rs. a garrafa.
Cognac inglez a io rs.
l.ooo rs.
superior a 480
res a
l.->a lata.
Presunto de lamego muito
rs. a libra.
Iiliin pf Baibre (late*) a 040
libra.
Idea americano a 400 rs. a libra.
Papel almaco a 3u00 a ret-ma".
dem de peso a 25 a resma.
Palitos para denles a 160 rs. o maco.
Dito dito de flor.a 200 rs.
Ditos do gaz a 300 a groza
Passas novas a 480 rs. a libra e a 10800 a
caixa.
a garrafa a 800 e a Queijos flamcngos do ultimo vapor a 25500.
Dito lonilrini) a 900 rs. a libra.
mu 1 lo nova
libra.
GOMMA.
muito superior em saceos com quatro arro-
bas a 2,000 e 100 rs. a libra.
CASTANHAS
piladas muito novas a 320 rs. a libra.
PASSAS
as mais novas do mercado a 8,000 a caixa e
e 500 rs. a libra.
AMEIXAS
francezas em latas de 1 e 1(2 libra a 1,000
rs. a libra.
SARDINHAS
de Nantes muito novas a 300 rs. a lata.
Concervas inglezas em frascos grandes a 75o D'tn prato a 640 rs. a libra.
rs. o frasco. Sardinhas de Nantes a 320 r>. a lata,
dem francezas de militas qualidades a 5oo Dita de Lisboa a 610 rs. em lata grande.
rs. o frasco e a 5,5oo rs. a duzia. Sag muito superior a 240 rs. a libra.
Charutos neste genero temos grande sorti- Sal relina lo, em potes de vidro, a 600 rs.
ment tanto da Babia como do Bio de Ja- o pote.
neiro a 1,600, 2,2oo, 2,5oo, 3,ooo c4,ooo Sabo massa
lata
I < is 80 o 1 cea seceos de Lisboa de 3oc
a 3 5oo rs. cada urna.
1 '. ii.no d Lisboa a 3oo rs. a libra, e a.
9,000 js. a arroba.
M muito novas a!6ors. a libra e 4,800
r-. a arr ba.
Caf de l., 2.a e 3. qualidade de 26o, 3oc
c 36o re. a libra, do Cear de 7,8oo, 8,600,
e 9.200 rs. a arroba do melhor.
rnw da India, Jiva eMaranhao de 2.800 3
1 1 arrob i, e de 80 a loo rs. a libra.
Passas miito novas a 8,5oo a caixa e 5oo
a libra, ha caixas meias e quartos.
Sei 1 liona de Franca a 2lo rs. a libra.
3 muito novo a 28o rs. a libra.
Serveja das mais acreditadas marcas de
5,5oo a 6,800 a dozia e de mais a 5oo rs.
a garrafa.
dem em botijas e meias, sendo preta da
muito creditada marca T de 6,5oo a 7,8oo
rs a duzia.
Ceblas em molhos grandes a 800 o molho
640 o cento, e a 6.5oo rs. a caixa
Pimenta do reino a 3 lo rs. a libra.
Farinha do Maranhao a 14o rs. a libra.
Tijolo para mpar facas a 16o rs cada um.
Cominho a 4oo rs. a libra.
Erva doce a libra.
Canella a l.ooo rs. a libra.
Batatas a 1.000 rs. o giio com 32 libras liqui-
das e 3,ooo rs a caixa deduas arrobas.
a 120, ICO, 200 e240rs. a
ibra.
Toucinho de Lisboa a 320 r.5. a libra.
lito de Santos e 300 rs. a libra.
Tijolo para limpar facas a 110 rs. cada um.
i Vassouras americanas a 61o rs, cada urna,
dem do Porto a 400 rs, cada urna.
Aelas de carnauba e composico a 320 rs. a
libra e a 10)5 a arroba,
dem ste.irinas superiores a 560 rs. o
maco, e em caixa por menos.
Vinho do Porto, nette geneno temos o me-
lhor sortimento possivel, que vendemos
por precos muito baixos a 1$ a garrafa e
Emilias francezas e portuguezas a 000 e64o a j(y e ^ a duzia.
rs- a 'a,'', IdemCherry, eda Madeira em barris e em
dem secas a 16o rs. a libra. <.:1 '%! -i cata e o barril cunarme o
Figos de comadre em caixinhas com 8 libras tamanho
por 16oo rs. I(*em de F'gueira e Lisboa, em ancoras
Farinha do Maranhao a 12o rs. a libra. Sa') cnidas, por 28000.
Farinha de trigo muito superior a 12o rs. a Dl, em P'P a 3*000, 3 1) e 40ooo a ca-
libra.
a550rs.
CHARUTOS
da Bahia a 1,600. 2,200, 3,000 e 4,000 rs.
a caixa.
TOUCINHO
muito novo a 9,000 rs. a arroba e 300 rs. a
libra.
ERVILHAS SECCAS
asmis novas do mercado a 120 rs. a libra.
PALITOS PARA MESA
muito bem feitos a 169 rs. o maco.
VINAGRE
de Lisboa PRR a 240 rs. a garrafa e 1.600
rs. a caada.
AMENDOAS DE CASCA
as mais novas do mercado a 240 rs. a libra.
FARINHA DE ARARUTA
verdadeira e muito nova a 400 rs. a libra e
10,000 rs. a arroba.
ERVA DOCE
muito ndVa a 300 rs. a libra e 9,000 rs. a
arroba.
COMINHOS
os mais novos e mais superiores a 400 rs. a
libra.
NOZES
muito novas a 160 a libra e 5,000 rs. a ar-
roba.
SAG
o melhor que pode haver neste genero a
20 rs. a libra.
MASSA DE TOMATE
em latinhas de 1 libra por 600 rs. a lala.
SAMO MASSA
neste genero ha sembr um grande sorti-
mento variando o preco de 120 a 240 rs.
por libra.
MAIS ATTjHM^AO !
Existe alm destes gneros, um explendido sortimento de phosphoros, fumo, al-
pista. peras em calda e seccas. figos, copos finos para agua, massas para sopa, azeite,
nena, punen a, velas de carnauba, banha de porro, papel, e outros muitos gneros, d(
uva, que lodos serao vendidos or moilirns nr^ros
kendidos por mdicos precos.
ca-
de es-

deliberado nao concordar
etc.., declara que s con-
rs. a cauca.
Caf do Cear muito superior a 28o rs. a libra
e a 8,000 rs. a arroba,
dem do Rio a 3oo e 28o rs. a libra.
Ceblas a 9oo rs. o molho coin mais de loo
ceblas.
Chnnricas e paiosa 72o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 2oo rs. a libra.
Cevada muito nova a No rs. a libra.
Copos lapidados a 5 e 6,000 rs. a duzia.
Doce de goiaha em latas a 4o rs. a libra.
dem de caj em latas a 320 rs. a libra.
Tendo o proprietario dos armazens do progressista
com a liga da Unio Commercial, Clarim, Allianca, etc., etc., .
corda em alliar-se aos seus freguezes, fazendo com estes urna liga de interesses leciprocos
tendo os seus alliados a facnldade de comprarem por precos muito em conta o bom fiam-
bre, o formidavel qaetjo e a saborosa bolachinlia de so la, que fazem urna boa allianca
coma superior champanhe e o porto fino, nicos que sabem imitar a unio destes ar-
mazens com os seus concurrentes. Vinde. senhores, a >s armazens, aonde podis den-
Ire um muito explendido so tmenlo desaborosos alunemos, escolherdes os quemis
vos apetecer, eertos de que nunca tereis occasio de arrepender-vos de gastar o vosso
(iinliuiro oestes eslabelecimentos.
de
Mm%k&
FARINHA FONTANA.
F; i i! lia ia miiilo acre tila a marca
I van* cscinliaica'a hoje, vende-sf
l iv ii.-fco mais comiuodit do que en
;: ilqyer oulra Marta : na ra da (,'rnz
ti 1 an e .\. 0. Biciieri C. sneces-
ore.
Luvas a luja d'aguia branca, roa d
(. ..', n a
llranco 0111 maca.
V I ge "'ti I iias do 28 libras o melhor que po
i' haver a 100 rs. libra, dinheiro : na na
I !' io ti 34.
YSU
ferinha da nvmdiira anataara* p. rtmi? alqnnim,
por ;' :. im h'mo'Io: na rita do Amorim 11, 41,
armawni Mannel Kernarubs da Cosa A C.
V ni urna linda varea toorina aflMta ao
(' to: tti liar na traves Jai Cruzcs n. 14,*luja.
1 ruda de uwa hyptitht-na.
Os liqnidalarios da massa fa'Mudp
Jos (ilion o Raslo vet ra que tom nos nfnriraa Nttm fir-ssi
cfiajalmss 110 fimo tScrinliai'm no
valni- de :il :S:ioS*l' rs. ; linitr as
\ chss a na do Trapiche n. 'M.
< L HK'Nh
Venilrm-sp barri coin cal des-
ea proceileuc.i. ciu poira. cliega-
da hoje, e uuica nova, qsiehano
mercado, na na do Trapichen.
i:. :irmazcia de .Uaoocl Telxei-
ra Basto.______________________
Cal de Lisboa c polassa da
Knssia.
Vende-se na ra itaCadeia do Rerie n. 26, pan
"iiil.- se niudou o amigo e arrwlitado deposito d
mesma ra n. 12, ambos os gneros sao novos t
legitimo, u se vendem a preco mais barato do qu
uira quabmerj'arte.
Farelo em saceos grandes a 4,ooo rs. o sacco
Genebra ingleza marca gato a 1,00o rs. a gar-
rafa.
dem verdadeira de Ilollanda em frascos muito
grandes a 1,2oo rs. o frasco.
dem de llollauda em frascos pequeos a 5oo
rs. o frasco,
dem de laranja a l.ooo o frasco.
Gomma do Aracaty a 80 rs. a libra.
Graxa a loo rs. a lata e l.loo a duzia.
Linguas americanas de grande tamanho
1,000 cada urna.
nada
dem do Porto, denominado Baliza, a 5$ a
canaila.
dem idem em garrafes a 2500, com o
ajarrafio.
dem de Bordeaux, das melhores marcas que
vem ao mercado, a G3 a caixa e a 640 rs.
a garrafa.
: Vinagre de Lisboa a 15600,1 $8oc e 25000 a
caada.
i dem idem.em garrafes com 5 garrafas, por
15 com o garrafao.
Vinho de caj a 15 a garrafa. Este vinho
tem dez annos
"ua da Senzalla n. 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston A C,
sellins e silhoes inglezes, candieiros e casti-
gaos bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
chicote para carros e montara, arreios para
carros de um e dona c-avallos. e relogios de
nnro patente inglez.
GAZ GAZ GAZ
por |revi> rediizido.
Vende-se gaz da melhor quad de pelo
pre o de 10.5 por lata de 5 galoes : no ar-
mazem do Caes do Hamos n. 18 e ra do
Trapiche Novo n. 8.
Os prevaos (a Iheres pa
raena neas.
Choiarain i> arharo-se venda na ra do Quei-
roadOb Kija d'aaniabranra n. 8.
N1II111 :i ;\% a sana
e lfiO rs. a enla : no pateo do I'araizo n. 16, oiio
paran roa da Florentina.
Feijao feijao feijfto.
lina d;i Hadrc de lacirs us. 5 e 9.
Vemle-.-e MMTOf> gr.imlrs com feijao das segundes
qualidades: branco, amarello, ra,iado o inulaiinin,
mais barata que ataoutra qualquer parle, asnim
romo s.irdmlias em barris de t,20J ]>ui 5OO0, Indo
proprio para lempo de qu;iresma
Parello a 43 o saeec granoe : no pateo da
Santa i.rux n. i. junt) a padaria.
AURORA BRILHAH1E
LARGO DA SANTA CRUZ N. 84.
O proprietario do grande armazem de molhados denominado 'Aurora Bnlbante, aeaba de
reduzir o preco dos seus gneros, precos estes que muito bao de agradar aos senhores com-
pradores.
i.11 vas de loiivin.
Recbense luvas (le Jouvin brancas e pretas
propriaa para a qnareama : na ra do Queimado
ioja do beija flor n. 6."t.
ranciiibasde l.ia lisa para rnftilos de camisiiilia
dr acabara.
Recebeu-se, traivinlias de diversas cores pe-
ca de 30 varas a 610 rs.. e HC r* pequeaat :
na ra do Queiinadu luja do heiji ti ir n, li').
Kiieiles de reiliulias rnin la.o na frente.
I!eei'lieu-se. varia'lo sorluneiilo de eiiMte; ile
diveoas cores a 14400 : na r la do Qaaiinado
Ioja do beija flor n. tv.\._______________________
Vende-se farinha muito su icrior a sacra a
:-ii O: na taberna travessa da rn Bella n. 8,
i pela muita porcao que tem.
S ^anle|Ba ins'cza flor a 720 e .
-** I lila liamlmrgoe/.a nuiilo nova B
ij^ Dit.i franceza a 540 e 560 rs. e em
S barris a......
W Queijos do reino novos a Sfi.'X) e .
#f Pro-untos ooros do Lamego, libra a .
jj Clioorieas ilo reino novas, libra a
< Espermacwemuilo lino a 70. 640 e .
ja>. Velas de carnauba arroba I3 e libra
H 360 e...... .
gt Cha hysson muito superior a 23500 a
|K Dito perola a
55 Dito innidinlM a 2SS00 e .
S5 Hilo preto muito superior a t#8M; "
j*> Latas com bolacliinha de soda de o
B "nr, a......
>S? Ditas com biscoitos de varias qualida-
W% *.....
w Doce de itoiaba e banana fino a 400,
^x 560 (caixao) e -
jjS Marmelada nova dos melhores auto-
*R Latas com paila savel, rapiiKo, falli,
i eonjiro. salmunte B oulros muitos
*jg bem iireparados a ...
JR .Sardinhas de Nanii's. latas a .
gj Fraseos com gend-ra da Ilollanda da
verdadeira. a 3K) a fraslueiras a
IH (liir.ifoeseoin Kenobradi)S5 garrafas a
BE l'r.i-eos com gonftbra de laranja a .
'V. Vinhos da Figueira e Lisboa, a 400,
>f? 500 e...........
^ Dito do Porto lin I a 640. 7i0 e .
S Diiotuani'o proprio jiara misa a .
800
800
5 Seroja do boas marcas a 500 rs. i
jH garraf i e a duzia a.....
\t fr'P''"- verdadeiro, a carrafa por.
*< Vinhos linos eiii-arraf idos no Por!', B
'** "Tiafi por 1.5. ISiOOc. -
I*
Dilo muscalel a Seinbal a 800 e .
Licores linos a 800, 15000 e .
laixlnhas com ameixas muito enfei-
tadas a l600 e......
Latinhas com ditas a 15500, 25 c
l)ita< com fiyos do comadre noros a
U500e.......
Dilas com crvilhas francezas c (tortu-
guezas a.......
Dilas com ostras a.....
titas com massa de tomates ,
Ditas com fruetas de Portugal a 560 e
Azeiimias de Elvas em frascos a
Prascos com ronaervas a 750 e .
Ditos rom mostarda franceza a .
Macos cun 20 macinhos de palitos de
entoa a......, .
Tijolos de limpar a.....
Aramia rerda-leira rinda de enrom-
ineuda, a libu a.....
720jGomma de engommar a 25400 a ar-
roba e a |i|ra a 100 e .
Tapioea muito nova, a libra a 140 e
F.rvillias aereas e grao de hico, a libra
Mas-as para sopa, macarro, talharim
e I [ria, a libra.....
Hits brancas, viudas de LUboa, a .
ride, estr.'llinhas e rolinhas a .
C.af de primeira s rti\ n titira a 280 e
Sabao verdadeiro hespanhol, a libra .
Dito massa a 160, 200, 240 o .
Alpista a 45800 a arroba e a libra
neo a,55 a arroba ea libra
Amendoas da casca avile a 360 adora
Azeite doce refinado, a garrafa a 800e
Moliios coin mns d 100 ceblas a. .
I'.aslanlns novas, a libra ....
Xozes, a libra......
520
35000
480
640
600
320
25700
2550
35000
2550
35000
15400
640
liona
320
55501)
S50i i;i
15000
560
800
610
U880
1.5000
lj-000
15-500 .-
25000 S
35800 m
640
720
600
f.lO
800
800
500
<$
M
A por precos inuil-conimodos.
mmMmx m i



alarlo de Peraamfcnco Terca felra 8 de Marco de I84.
.ir
+
i.
ALLIANCA
GRANDE ARMAZEU
DE
MOLHADOS
0 nico que mate .vantigens offerece ao publico.
57 RA DO IMPERADOR 57
DE
Panto Ferreira da Silva.
0 proprietario (leste grande estabelecimento de molhados, recebe por todos os
vaporas e navios os melliores gneros que vem ao mercado, os quaes vende eni seu ai*
mazem pelos inais resumidos precos.
Tendo cliegado pouco da Europa, aonde deixou pessoas encarregadas para a es-
colta de seus genros, teni a honra de aniuinciar ao respeitavel publico, que ninguem co-
mo elle pode vender tao barato e por to resumidos precos; serviudo como costuma aos
.seus reguezes com os melliores gneros que se pode desejar.
Uuarte & C, vendem em seus armazens Unio e Commercio e lar-
go do Carino n. i>, armazem progressivo, os seguintes gneros desembarca-
dos ltimamente.
Yerdadeiro vinho collares em ancore-
a O.OUO e 800
N ou Biato
ATTINQrO.
Quereiulo o proprietario deste to til estabelecimento a concurrencia da boa
lieguezia, tem deliberado vender sempre por manos do que tro qualquer, garanlindo
aos seus freguezes todo e qualquer genero sahido de seu acreditado armazem.
Yaulciga ingleza a mais nova e lina chegada
ueste ultimo vapor a 800 rs. a libra e de 8
libra para cima ter abatimento.
Mcm fraticeza a mellior e mais superior de
00960 mercado a oto rs. a libra e 52o em
barril ou meios.
Banha do porco refinada e muito alva a 44o
rs. a libra, eem barril a 4oo rs.
(lia hysson o melhor neste genero especial \
Velas estearinas a 860 rs. a libra e em caiv'
a 5io rs.
dem de carnauba pura c refinada a 360 rs.
a libra e lO.ooo a arroba,
dem de composico emmaradas a 32o rs.
o mago e 9,ooo rs. a arroba.
Massa de tomate, em latas a 600 rs. a libra.
Doce em calda das mais especiaos frutas da
Europa a 600 rs. a lata.
retas de 9 caadas
rs. a garrafa.
Farello de Lisboa marca
tigo a -i.-5 a sacca.
Vinagre P R II. em ancoretas de 9 ca-
adas a 18,000 e 2,000 rs. a ca-
ada.
Passas em caixas, mcias e quartas a
8,000 4.000 e 2,000, a 480 a libra.
Peras seceos em caixas de quatro li-
bras o melhor que se pode desejar
a 2,500, e 040 rs. a libra.
Caixinhas de 4 libras e 2 com amei:
a 1.500 e 2,500 rs. a caixinha.
Chocolate purtuguez, o melhor que
pode haver de bom neste genero a
1,000 rs. a libra.
Marmelada propriamente dito de mar-
mello, a 4o rs. a lata e em caixas
de 100 latas a (500 rs.
: pode desejar a 040 rs. a lata e em
caixa de 100 libras a G00 rs.
Ervilha portugueza a 700 rs. a lata,
e em caixa de 100 libras a 640 rs.
Passas corinthias para pudim a 640
rs, a libras, e 400 rs. comprando de
arroba para cima.
Queijos londrinos muito frescos a 800
rs. a libra e sendo inleiro a 650 rs.
Sebollas em caixas as mais novas do
mercado a 6,500 rs. a caixa, a 800
rs. o molho, e a 640 rs. o cento.
Batatas em caixas de 2 arrobas muito
novas e grandes a 2.400 rs. a caixa.
sextinbas com figos proprias para mi-
mos de enancas a 60 rs. cada urna
e comprando emduzia tei grande
abaiimento.
Erva doce muito novas a 500 rs. a li-
bra, e comprando em arroba a
10,000 rs.
Cominlios muito noves a 400 rs. a li-
bra e 10,002 a arroba.
Licores portuguezes das marcas mais
acreditadas de Lisboa a 1,000 a gar-
rafa e 10 a 12,000 a duzia, as quali-
dades sao as seguintes : ceme de
violetas, geroflez, rosa, absintho, ves-
peiro, amor perfeito, amen loa amar-
ga, percicot deturin. botefin, moran-
gos. limao, caf, laranja, cidra, gin-
ga, canella, cravo, ortela. pimenta
e outros muitos de qualidades menos
superior que sero vendidos por pre-
cos em rclaco as suas qualida-
des.
encommenda do proprietario a 2,7oo rs. a Ostras em latas muito bom preparadas a
libra. l.ooo rs.
dem dem menos superior e que em outras Peras seccas muito novas a 5oo rs. a libra.
casas se vende a 2,6oo rs., custa neste ar- Massas para sopa estrellinha muito novaem
mazem 2,2oo rs. a libra. caixas de 8 libras a 3,ooo e 5oo rs. a libra. !
dem uxim o melhor que pode haver neste dem talharim, macan-So e aletria a 4oo rs.
genero a 2,6oo rs. a libra, garante- sea qua- dem macarro un pouco mais baixo a 24o
lidade. rs. a libra.
dem preto muito especial a 2,ooo rs. a li- Sevadinha muito nova de Franca a 2oo rs. a
bra, e mais baixo, porem muito sufrivel a libra.
l,2oo rs. a libra, vende-se por estes pre- Sag o melhor que possivel a 24o rs. a
eos em razo de oestes ltimos navios ter- libra.
se r.-cebido grande porco deste genero, Farinlia do Maranhao a melhor que presen-
a deferenca de preco Ite de 600 a 800 rs* 1 temente tem viudo ao nosso mercado a
a libra do qae se vende en outra qualquer 14o rs. a libra.
parte. Gomma do Aracaty muitissimo alva a 80 rs.
dem do rio em latas de 1 at 6 libra a l,4oo a libra.
rs. a libra, neste genero o melhor pos- Fariuha de araruta verdadeira a 32o rs. a
sivel. '. libra.
Biscoitos ingieres em latas com differentes Licores muito finos de Bordame c toda as
qualidades como sejo craknel, victoria marcas que ha neste genero a 800., 1,000
pie nic, soda, captaini. seed, esborne e ou- el ,2oo rs. a garrafa.
tras muitas marcas a 1,33o rs. a lata. Phosf.iros do gas a 2oo rs. a duzia e 2,2oo
Bolaxinha de soda em latas grandes a 2.000
rs. cada urna.
Figos em caixinhas bermiticamente lacradas
e muito proprios para mimo a l,0oo e
2,6oo rs. cada urna.
dem em caixiubas de 8" libras a 2,ooo rs. ca-.
da urna.
rs. a groz.r
Bolaxinha americana em barrica a 3,ooo rs.,
e em libra a 2oo rs.
Tijolo para limpar focas a 12o rs. cada um.
Vassouras de piassaba com dons arcos de
ferro prendendo o cabo a 32o rs. cada
nina.
Passas muito novas a 8,000 rs. a caixa e 48o Escovas de piassaba proprias para esfregar
rs. a libra. i casa a 32o rs.
Ameixa francezas em latas de libra e meia e Sardinhas de Nantes muito novas a 32o rs.
3 libra a l,2oo 2,ooo e 800 rs. a libra. I a lata.
Caixinhas com ricas estampas a l,4oo rs. Peixe em lata muito bom preparado savel,
cada urna, frascos de vidro com rolha do. curvina pescada e outros a l.ooo rs. a
mesum, conte&do libraemeia de amebas.. lat;i.
Champagne da marca mais superior que tem Ervilhas portuguezas e francozas ja prepa-
vimlo'ao B0SS0 mercado a I8.000 rs. o gi-1 radas a 6.0 e 72o rs. a lata.
go, e l.Soo rs. a garrafa, garantc-se a su- Caf lavado de primeira surte a 300 rs. a
perior qualidade.
Vinho Bordeaiix das melliores qualidades .pie
se pode desejar a 7,000 e 7,506 rs. a cai-
xa e liio rs. a garrafa.
Caixas com Vmbodo Porto superior de 9,ooo
e 10,000 rs. a duzia. e D.mi e l.ooo rs. a
garrafa, ueste generofeJ grande |K>n;oede
dillerenles marcas muito acredita.las (pie
j se ven.lerao por 14,ooo 15,000 rs. a cai-
xa como seja. Duque do Porto, lagrimas
do I)ouro, 1). Luiz, Cames, Madeira sec-J
co Nctar ; Genuino e malvasio lino e ou-
tras como Cherry e Madeira para 12,000 e
13,000 rs. a caixa.
Vinho de pipa Porto, Lisboa, Figueira, a loo,
48o, e 5tio rs. a garrafa, 3,000 3,2oo e
:{..*>oo rs. a caada.
Idea bianco o melhor neste genero vindo de
.-lie 111111.Mua a 600 rs. a garrafa, e 4,5oo
rs, a caada.
dem do Porto om barril muito especial a
840 rs. a "Mirafa, e 5,000 rs. a caada.
Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e
l,4oo rs. a caada.
dem em garrafes com 5 garrafa.
Az.'it.' doc de Lisboa superior qualidade a
6io rs. a garrafa e 4,8oo rs. a caada.
Battat.is em gigos detrinta a trinta-e tantas li-
bra a 800 rs. o gigo e 4o rs. a libra.-
1 ienebn de HoUaada a mais superior a 6,00c
rs. a frasipieira e 56o rs. o frasco.
dem em garrames com 25 garrafas a 8,000
rs.
S'ivcja das melliores marcas de 5,000 ;
"m.o ;i duzia e 5oo rs. a garrafa.
Cognac superior a 800 e l.ooo rs. agarrafa,
e em caixa ter aliatiineiito.
Mamn liada imperial dos melliores e mais
afamados concerveirOS de Lisboa em latas
de libra e de libra e meia e duas libras a
(loo rs.
Coacervas inglezas em frascos grandes a
78a rs. cada um.
dem francesa de todas as qualidades de
ligumes e fruto 5oo rs.
Moswda francezas em potes preparada a
too rs.
Palitos para (lentes 12o rs. o maco.
dem lixados muito fino 14o rs.
libra, e 8,5oo a arroba,
dem do Bio muito bom a 28o a libra e
8,000 rs. a arroba.
Arroz do .Maranb.lo a loo e 120 rs. a libra.
dem de Java a loo rs. a libra.
Ainendoas de casca mole a 4oo rs. a libra, ;
Avelaes muito novas a 2oo rs. a libra.
Nozes muito novas a 2oo rs. a libra.
Chourcas e paos a 7oo rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra ou a
8,5oo rs. a arroba
Presuntos de lmete de superior qualidade
chegados neste ultimo vapor a 48o rs. a
libra.
Alpista muito novo e limpo a 16o rs. a li-
bra e 4,6oo a arroba.
Painco muito novo a 18o a libra e 5.ooors.
I arroba.
Sabo maca, amarello e castanho a 22o e
24o rs. a libra,
dem mais baixoumpouco a 16o, 180e2oo
rs. a libra.
Castanhas pelladas a 24o rs. a libra.
Chocolate l'rancez de primeira qualidade a
l,2oo rs. a libra.
dem de Santo muito superior c medicinal a
l,3oo rs.
Copos lapidados proprios para agua a 5,ooo
rs. a duzia, que em outra qualquer parte
7 e 8,000 rs.
Charutos dos melliores e mais afamados fa-
bricantes de S. Flix e do Bio de Janeiro
de l,8oo a ;>,ooo a caixa.
Cebollas novas a 800 rs. os mollios grandes
e 7oo rs. o cento.
Doce de goiaba a 64o rs. o caixo.
Lcnlilhasexcellente legme para sopaegui-
zndo a 24o rs. a libra.
Ervilhas seccas j descascadas a 2oo rs. a
libra.
Pimenta do reino muito nova a 36o rs. a
libra.
Cominbos e erva doce a 32o e 4oo rs. a -
bra.
Cravo da India a 600 rs. a libra.
Canella muito nova a 1,00o rs. a libra.
Alfazema a 2oo rs. a libra e 0,000 rs. a ar-
roba.
Graixa a too rs. a lata c t,too rs.a duzia.
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Al^iao da Baliia
pira sacaos de assurar e roupa de esoravo; tem
liara vendar Antonio Luiz de Oliveira Azevedo C, no tea Bsc.riptoflo ra da Cruz n. 1.
Vendem-se 5 pares de a/.as para an-
jos, poi preco com modo : na ra da Impe-
ra trizlujan. 72 A.
Ao o. 29.
Nova loja dos barateiros na ra do Queimado.
lliras saias .le fusiaoa .". camisas Inglezas para
senhora a ii>, 2oOO, :i e cotierias de fuslo
brancas a -*i-S, chitas com lustro para coherta com
6 palmos de largura a 640 o covado, camliraia de
cores para vestido a .120 e covado, laas para vesti-
do a 480, 500 o 640 o covado.
A 11. 29.
Nova loja dos barateiros na ra do Queimado.
Tarlalanas de todas as cores, fazenda muito lina
a 70 a vara, canibraia para cortinado, peca d 22
varas, por lo-5. chales de laa por '*&, k$, :>><
camisas inglezas (tara homt-m a 38, 00,5 e 005.
au n. 29.
Nova loja dos barateiros na na do Queimado.
Bic.os pretos, franjas de todas as qualidades,
I trancas de seda, de algoilao e de la, manguitos e
1 camisinhas bordadas, collarinhos e punhos, tullios
1 bordados, botSes de velludo, de seda e de fuslao,
bando* de cabello, meias de seda, leqnes ; cujos
crtigos se vendem por metade do seu valor por ser
para acabar.
Os proprietarios afiangam que estes gneros sao muito novos e ludo
de primeira qualidade, tudo isto se vende nicamente no armazem Unio e
Commercio na ra do Queimado n. 7, e largo do Carmo n. 9 armazem pro-
gressivo.
Qujos
do alemtejo, das ilhas e flamengos, todos chegados neste ultimo vapor, a
2,500 os flamengos e 800 ris a libra do alemtejo e das ilhas, unicamen- g^ffj
te no armazem Uniao e Commercio, ra do Queimodo n. 7 e largo do Car- (R^
mo armazem progressivo. Ig3
Grande pechinclia
com (oque de avarla na loja e
armazem da Arara ra da Im-
oeratriz u. 56 de Loureneo P.
M. OulmarSes.
Vende-se eem toque de amia.
Vende-se madapolao inglez com pequeo to-
que de avaria por 6500 e 8,5, algodaozinho a
4oO0 c 5. cambraias lisas fina:. >3je .".500 :
na ra da lmperatriz loja da Arara n. 56.
Vende-se fazondas linpas liaralissiuas.
Vende-se chitas (Inas cores escjras a 240 e 280
rs. o covado, ditas francezas fin; s cores lixas a
320, 360 e 400 rs. o covado, gorgurao de lirihu pa-
ra vestidos de senhora a 280 o covado, riscado
francez para vestido a 280 o coviido : na loja da
Arara ruada Imperaniz n. .'>(>.
tazmas proprias para senboras e meninas.
Vende-se gollinhas com bolaozinho para senhora
c meninas a 200 e 320 rs., manguitos de ru e
cambraia enfeilados a 500 rs., rmnguitos e gollas
para senhora a 44 e 15-80. camisiuhas bordadas
para senhora a 15, ditas bordadas no colarinho e
punhos e grvalas muito linas a ioOO e 5 : s
a Arara rna da lmperatriz n. 56
Principia a Arara Tender as Michas.
Vende-se colchas avelludadas para cama a 8,
ditas de linho alcochoadn.t a Si, ditas de fustao a
55, ditas de damasco a 45, ditas le chita a 25 :
na loja da Arara ra da lmperatriz n. 06.
Arara vende cassas a 2 O rs.
Vende ee eMBR fianceas finas a 210 () 280 O
covado, orpandys linos a 240, 280 e 220 o covado:
na ra da lmperatriz n. 56 loja da Arara.
Arara vende lazinhas para vesiido a 240 rs.
covado.
Vndese lazinhas para vestidos de senhora a
240, 280, 320, 400 e 500 rs. o ovado, rasroiiras
lisas proprias para capas de senhora a 15800 o
covado : na Arara na da lmperatriz n. 56.
Arara vende corles de rascini ,1 pela a 3:>.
Vende-se cortes decasemira preta para caleas a
35. :<5500, 45 e 55 : na loja da Arara n. 56.
(rande snrdiiieulo de fazeudas pretas para a qua-
resina.
Bedu, inedeuple, pannos fines e caseimras.
Vende-se grosdenanle preio para vestidos boa
fazenda a 15400, 15600, 25, 254UO, 25600 e 35 o
covado, sarja nespanhola de .'eda, panno lino preto
a 1*600, 25. 25500, 35 e 45 o covado, muito su-
perktr rasemiras pretas finas a 25 e 25400 o cova-
iio. merino lino a 2500 e 35, Jilo de cordao a
255OO o covado : na ra da Inip -ratriz n. 56.
Arara vende fuslao a 500 rs.
Vende-se fustode cores para ;-oupa de meninos
calcas e palciols a 500 f*. o covailo, pan^a (cance-
la escura e clara para calcas e paletots a 440 rs.
o covado: na ra nslmsjeratftx n. 56,lojada Arara.
Itoupa frita da Arara.
Vende-se paletots de bi im de cor a 25500 e 35,
diios de meia casawira a 35500, ditos melliores a
45500 e 65, ditos pretos de panno a S#, 65 e 85,
ditos de casimira fina e dVnrunhados a 85 e 105,
ditos prelos de alpaca a 35500 e 5, caifas pelas
de casemira a 45500, 55, 65 e85. dito de meia
ia-iii;iia, ganga e briin a 25 e 25500, ditos linos
i 35500, ditos de bnm branco a 35 e 35500, ca-
misaa francezas a 25, 25500 o 35, seroulas a
15600, ditas de linho a 25 e 25500. rolletes a 2
e 25500 : na ra da lmperatriz n. 5 i.
talos da Arara a 3#.
Venderse liair.es crinolinas de 20, 30 e 40 arcos
a .">">. 35500, 45 e 455OO, ditos de madapolao a
35500) dito* de muselina a 45 : s na Arara ra
da lmperatriz n. 56.
Arara vende madapolao francez a i.-v
Vende-se madaitoliio francez eiifestado a 45 e
45500, bi'iaiili.'i de linho. hnmburuo de linho para
lences e seroulas a 440, 500 e 640 a vara, bra-
mante de linho de 10 palmos de largura a 25 a
van, hrim pardo de linho a 800 e 45, dito branco
a 1-3. 15280 e 15400 a vara : na ra da lmpera-
triz n. 56.
Sedinhasa 500 rs.
Arara vende sedinhasde lislrinhas para vestidos
a 500 rs. o covado. ditas finas a .*) rs., la Ma-
ra l'ia com 4 palmos de largo e taimas de seda a
S00 rs. o covado : na ra da Imp-ralriz n. 56.
Arara vende camhraias de carooinbos a 2&KI0.
Vende-se cambraias de carociiihos para vestidos
a 25*00 a pera, corles de ca=sa franreza a 25. co-
bertores de pellos a 15 e 15600 na ra da Im-
poratra n. 56.
Arara vende os cortes de listados frantezes a 35.
Y. mlt-sc cortes derivados francezes com 14
eovados a 35 o corte : na ra da lmperatriz n. 56.
Arara vende os soulrmbarques.
Vende-se soutembar.pies pelos omito ricos, ca-
pas compri.lase manteletes de superior qualidade
a 225 e 2.55 : s a Arara ra da lmperalriz nu-
mero 56.
Vende-se alpaca prela oOO rs. o covado.
Vende-se alpaca preta para vesii.losa 500, 600,
700 e 800 rs., fina de cordao a 800 rs para pale-
tot, prinreu preta a 800 e 640 o covado, bombazi-
na pr.ta fina a 15400 o covado, lazinhas prela
para senhora que esto de luto a 720 o covado :
na ruada lmperatriz n. 56. A loja est aberlaal
s 0 horas da noite.
LOJA DO BEIJA FLOR.
Ra do Queimado numero 63.
Cravalinlias para seubora.
Vendem-se gravalinhas de diversos gostos mais
moderos a 720 e 800 rs. : na ra do Queimado,
loja do beija-llor n. 63.
Filas para debrum de vestidos.
Vendem-se litas para debrum de vestido de linho
cora 12 varas a 400 rs. a pega : na ra do Quei-
mado, loja do beija-flor n. 63.
Pentes travessos.
Vendem-se pentes travessos de. caracol na I
frente de borracha a 500 rs.: na ra do Queima-
do, loja de beija-flor n. 63.
Papel beira dourada.
Vende-se papel beira dourada a 15200 e 15300,
dito de cor de beira dourada a 15100 : na ra do ;
Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Anvelopes.
Vendem-se anvelopes de diversas qualidades
branco a 800 rs. e de cor a 640 rs., para cartas de
visita a 400 rs., preto a 720 rs. : na loja do beija-
flor na ra do Queimado n. 63.
tollas de aljfar.
Tendo recebido voltas de aljfar com cruzes de
pedra imitando a briihante vende-se a 15 cada
11111:1: na ra do Queimado loja do beija-flor n. 63.
Camisas de meias.
Vendem-se camisas de meias muito finas a
15200 e 15300 : na ra do Queimado, loja do bei-
jn-tlor n. a.
Eufeites de lila.
Tendo recebido enfeites de fita pretas e de co-
res mais modernas i|ue se eslo usando a 15 cada
um : na ra do Queimado, loja do beija-fLr o. 63.
lila de laa prela para debrum.
Vndese lita de laa preta para dehrnm com 10
varas a 900 rs. a pega : na loja do beija-flor ra
do Queimado n 63.
Filas de liiilm para bordar vestido
Vendem-se titas de linho para bordar vestido
en roupinho de meninas com 40 varas a 640 e
800 rs. a pega s quem tem loja do beija-flor
ra do Queimado numero 63.
Ilolocs de madrrperola.
Vendem-se botes de madreperola mais moder-1
nos que tem vindo para ptinhes de senhora a 320
rs. o par : s quem vende por este prego na
ra do Queimado, loja do beija-flor numero 63.
Fila de velludo para bordar vestido.
Vende-se fita de velludo preto com 10 varas a I
900 rs. a p. ga : s quem tem por este prego a ,
loja do beija-flor da ra do Queimado n. 63.
Fita de velludo bordada.
Vende-se fita de velludo preto tardada de di-
versos gostos e mais modernos proprios para qua-
resma : s quem tem a loja do beija-flor ra do
Queimado n. 63.
Franja prela.
Vende-se franja preta de diversas largaras para
enfeitar capas ou manteletes os mais lindos ges-
tos que se pode eneonirar : na ja do beija flor
ra do Queimado n. 63-.
Facas e garfos.
Vendem-se facas e garfos de balango de I ho-
tao a 5550O a duzia, ditas de 2 botes a 65400 :
na ra do Queimado, loja do beija flor n. 63.
Dminos.
Vendem-se dminos muito finos a 15200 e
15400 : na loja d beija-flor da ra do Queimado
n. 63.
Vsperas.
Vendem-se visporas muito finas a 800 rs. : na
ra do Queimado, loja do beia-flor n. 63.
ATTJEJl^AO

27 Ra do Queimado 27
A prego de 35 a peta.
Cortos de cambraia branca adamasceda proprias para vestido e cortinados pelo tralo proco
de 35OOO a pega. "
Finos ntremelos.
Entremeios muito finos bordados a 15 e 15300 cada urna pega.
Para acabar.
Finos organdys indianas padroesescuros a prego de 240 rs. cada covado para acabar
A lSOO a dti/ia.
Lengos de cambraia breos a 15800 cada urna duzia.
Lences
e cobertas a 25000.
Fino fi,
Fil de 1 inho bordado com toque deagua doe a prego de 400 rs. a vara.
DE
DE
J. VIGNES.
IV. 55. RA DO IMPERADOR X. 55.
Os pianos desta antiga fabrica sao hoje assaz conhecidos para que seja necessario Insistir s< I re a
sua superioridade, vantagens e garantas que olTerecem aes compradores, qualidades c-ius. iiic atesl*-
veis qne.elles tem definitivamente conquistado sobre todos os que tem apparecido nesla prag i; pos-
suindo um teclado e machnismo que obedecem todas as vonlades e caprichos da- ra
nunca 'alhar, por serem fabricados de proposito, e ter-se feito ltimamente melhoramenl' in urtan-
tissimos para o clima deste paiz ; quanto s vozes sao melodiosas e flautadas, e por isto muito ag td*
veis aos ouvidos dos apreciadores.
Fazem-se conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como nado Sr. Blon.lel de Pars -.*i#
correspondente de J. Vignes, em cuja capital foram sempre premiados em todas as cspJ.si.rie.-.
No mesmo estabelecimento se acha sempre um explendido e variado sortimeuto de -!os
raelhores compositores da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sendo tud vendido
por pregos muito razoaveis.
AAGMa branca
receben:
Sapatinbos desetim branco bordados paia bap-
tizados.
Meias de seda branca para o mesmo fim.
Mu bonitas e delicadas louquinhas enfeitadas
para dito.
Pulseiras e voltas de contas brancas para senho-
ras e meninas.
Fila branca e preta de borracha, com diversas
larguras.
Transehns de borracha sortidosera cores.
_ Trancinha preta de la, e outras trancinhas de
la de go*to novo e mu bonitas para enfeites.
Enfeites conservadores para senhoras.
ivu rL im;li:z
a I anaco e de peso.
Alein do grande sortimeBto de papel greve e ou-
tras muitas qualidades, qnc constantemente se
acham na loja d'aguia branca, faz-se nolavel pela
superioridade de qualidade o papel inglez almasso
e de peso, que acaba de chegar para a dita loja ;
um e outro sao mu encorpados e de um assetina
.1* lustroso e macio, que na verdade at odos agra-
dan). As resmas daquee tem 480 folhas, e as
deste 500, e custa cada urna 85. Tambera veio da
mesiiia qualidade e de tamaito pequeo, em cai-
xinhas de 100 folhas, tanto liso como beira doura-
da, costando este 25, e aqoelle 15200 a caixinha.
J ve>m pois os apreciadores do bom papel que
dirigindo-se munidos dedinheiro sero bem servi-
dos : na ra do Queimado, loja d'aguia branca
numero 8.
HOVO PMTE
de concha.
Chegaram novos e bonitos pentes de concha,
sendo de tartaruga, massa e dourados-, agora, pois,
dirigirem-se com dinhcro ra do Queimado,
loja d'agnia brauca u. 8, antes que se acabem.
FRANCOS
N. 97
Vende-se a verdadeira ;:raxa n. 97 : na ra do
Trapiche n. 19, escrptorio de Eduardo Fenton.
Loja das varas
5 Rna lo Crespo 5
Neste estalielecinienio vende-se por pre- S3j
ees razoaveis os seguintes artigos alm oe>
dos mais :
Pentes de tartaruga fino gosto-Clo-8H
tilde e lmperatriz Eugenia a 125.
Cortes de cambraia branco bordado SI
a 155.
Manteletes de fil preto a 155-
Laas de cores, covado 240 e 400 rs.
dem infestadas a 500 rs.
Vestidos para rasamente sendo de >.
blond e moreantii|ue.
Vestidos e capas pretas de bom gosto &
proprios para o prest-ule leiii|K> de <|ua- ggt
resma. Alm d'sto tem um completo *
sortimento de fazendas finas e grossas, |
as quaes se vendem mais em conta do a
que em outra qualquer parte, s avista g
dos compradores se justificar.
ua da Si'ii/.iill.M Nova 11. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
ferro coado libra a 110 rs., idemde Lov
Moor libra a 120 rs.__________________
AGENCIA
DA
FNDICAO DE L0W-M00R.
Kua da Senzalla nova n. 2.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
murilas, para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos o?
lmannos para ditos.
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston A C.
ra da Senzalla Nova n. 4.
Atii-nco.
Vendem-sc saceos com milho muito novo a
352OO: na taberna da ra do Sol n. 29.
11% *S nb-:.\iio-
RAS DE BOMI GOSTO! t
lloircniique, canas e soutcmtiarqiie
Joaquim Rodjigucs Tavares de Mello acaba de
reeeher de Paris e de sua propria encommenda um
completo soriimento de moirentiqie, capas e sou-
temliarque. para senhoras, fa/enda a mellior que
tem vindo a este mercado, os quaes vende por mui-
to menos prego que em ouira qm.lquer parte : na
rna do Qneima.io n. 39, lja de 4 portas.
Vende.se os terrenos de marinha ns. 40 e
40 A, sitos na ra do Capibanbe : tratar na da
lmperalriz n. 63 segundo andar.
com -gomma arbica dissokrda : vendem-se na
ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
tcelas enm pediasno-
vo sortimento.
A agoia branca receben, por esse nltimo vapor
um novo e bello sortimento das procuradas fivelas
com pedras, podendo assim satisfazer a todos que
dellas precisaren!, urna vez que apparega dinhei-
ro : na ra do Queimado, loja d'aguia branca nu-
mero 8.
COPOS COM BA-
\II%.
A aguia branca acaba de receber os bem conhe-
cidos e apreciados coitos com banha, os quaes es-
lo sendo distribuidos com aquelles pretendentes
que mnlriliuirem com 25500 vista : isso na ra
do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
MUITO KOAS ElAS
para senhoras e meninas.
A aguia branca recebeu mni boas meias france-
zas, de fino lecido e fio redolido, o que. as tornam
de immensa daracio, |u>rqne niuito convm, ainda
mesmo t ustando 7 e 85, cuno se estao vendendo a
dinheiro vista, na loja d'aguia branca, ra do
Queimado n. 8.
Lazinhas modernas do Pavo.
Vendem-se as mais lindas lazinhas de urna s
cor e com quadrinhos, ehegadas pelo ultimo vapor,
pelo barato precu de 500 rs. o covado, ditas e>cos-
sezas e ditas transparentes s na loja do Pavo,
ra da lmperatriz n. 60, de Gama A Silva.
As caigas pelas do Pavo.
Vendem-se caleas de casemira preta muito bem
feitasa55, 55500, 6, 7 e 85, paletots de panno
preto, sacras, a 75, ditos sobrecasacos a 125, 165,
20 e 255, rolletes de casemira preta e de cora
45500 e 55, caigas de briol de linho pardo e de
cores a 25500 e 35, ditas a 25, ditas de caxemra
da seo-sia a 35, ditas de meia casemira a 55500,
isto para apurar dinheiro : na loja do Pavo, ra
da lmperalriz n. 60, de Gama & Silva.
Chapeos de sol do Pavo.
Vendem se muito bons chapeos de sol de seda
com aspas de ha lea, pelo barato prego de 6 e 75,
ditos marquezinhas pan senhora a 25600, albur
nos de borracha para cluiva, eolarinhos de papel :
s na loja do Pavo, ra da lmperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Alyodozinbo com (oque.
Vendem-se pegas de algodaozinho com pequeo
toque de avaria, pelo barailssimo prego de 4 e 55:
na loja do l'avo, ra da lmperatriz n. 60, de Ga-
ma \ Silva.
As ciseiuiras do Pavo.
Vendem-se mssimas casemiras entestadas de
urna s cor e com msela, proprias para rapas de
sephoras, roo ras para homens e meninos, pelo ba-
rato prego de 35400 o covado : na lega do Pavo,
ra da lmperalriz n. 60, de Gama A Silva.
As cbitas do Pavo.
Vendem-se rhi las clarase escuras, pelo barato
prego de 240 e 280 rs., ditas francezas a 300 rs.,
320, 360, 400 e 500 rs. o covado, fuslao branco
para roupa de meninos a 400 rs., ditos de cor a
320, lazinhas e.-rossezas a 400 rs., ditas pretas
para luto a 200 rs. o covado : s na loja do Pavo,
rna da lmperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os grosdcnaples do Pavao.
Vende-se grosdenaple preto, muito boa fazenda,
a 15600, 15800, 25, 25500 e 35, sarja preta hes-
panhnla a 25, mourantiqne preto muitc superior a
55000 o covado : s na loja do Pavo, ra da lm-
peratriz n. 60.
Para lule vende o pavo.
Vende-se seiim da China, sendo una fazenda to-
da de bi im sem lustro, lom 6 palmos de largura,
muito leve, propria para vestidos, capas, e roupa
para hornese menino-, pelo barato prego de 25200
e 25500 o covado : na loja do Pavo, ra da lm-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Chales para lulo vende o Pavo.
Vendem-se chales pretos proprios para lulo, ri-
camente bordados : s na loja do Pavo, roa da
lmperatriz n. 60, de, dama & Silva.____________
Calcado cm elasl'c* estogadn.
Borxeguins gaspiado de verniz para homem a
35, ditos para meninos a 25 : na praga da Inde-
pendencia loja do Arantes.
XAROPE
deLABELONYE
1 liai-ii.amitiro da pi inicie, vtwt
Km Pars.
Este medicamento empregado ha ma's di
20 anuos, com successos coiisiantes. pelos
melliores mdicos em todos os paires, con-
tri as molestias do coraco, as hydropisku
e as a/fecces do peito, acal.a de recebar
um.novo suffragio por nao ter per oca ap-
parecido outro igual para curar nflivel-
mente lodas as doencas do eoMcu org 1 i-
cas ou inorgnicas, palpitarf.es. Iijdropisiai
geraes ou parciaes. hydiollmrax, asilffltM
chronicas, bronebites nervosas, e Buxob
chronicos, aplionia (exlincco da voz), ete.
As ga/etas medicas fallam calorosamente
sobre os eleitcs preciosos do Xorop$ t
Labelonye, qtieleni hoje adquirido um dos
primeiros lugares no quadro dos medica-
mentos os mais afamados e da '(teraputica
universal, como o declaram os celebres m-
dicos francezes: Andral pai e tilho, Bouif-
aud, Coltereau, Descuelles, Fouqnier, Le-
maire, Marjolin. Pasquier, Rostan, Itous-
seau, Delaberge, Parmanlier, Puche, II .1-
rim, Vidal (de Poiliers), etc., e outros a-
cuItlicos dos mais celebres.
Vende-se em garrafinhas de vidro verde,
trazendo um rotulo, fundo cor de violeta
clara, jaspeado, no qual sobresahe o nrme
Labelonye, o gargalo da garrafa Iraz urna
tira azul jaspeada, com a flema de Labe-
lonye, e a rolha coberla com urna capsula
de metal branco com a inscii|(.Tio Si ^
. Digililale de Labelonye, pliarmaciCD,
Parts.
eposito geni: em Paris, ra Bourbon-
Villeneuve, 19.
Em Pernambuco.na casa de Caors & &*
boaus a ra da Cruz n. 2-
fieyixtos
Registros em grande formato.impressos em papel
dellollanda, ricamente ornados com vinhetaa, N. S. da < oncei(,o, d'Assump.o, do T.reo, das
Necessidades, da Paz, dos Milagres, S. Brax, o Sd-
uhor C.ruxificado, da BoaSentenfa, qoc te venera
na matriz de Santo Antonio, do SS. Sacramento, e
outros n mos em pequeo formato, de diSerentM
invoraeoes. que se troram em porcao e a retaltU,
por mu com modo preci): na rna .lo Imperador n.
15, defronle do convento de S. Francisco.
Arralo
Vendem-se saceos muito grandes com 11 i I o
muito novo, o melhor que ha no mercado, por 1 le-
C/i commodo, cada sacco d dou< .lo- ole Maniao,-
guape : a tratar na trapiche alfandegado de Ga-
millo Lemos, ra do Trapiche.
i*^ "t"^
ESCRAVOS FGIDOS.
? Fugo na noite de 3 de corn nte a n.
ejS Germana, cora os signaes seguintes: ven
^Ql vestido de roupo escuro ja vellio. ten. a
cor fulla, ollios amaiellados, tem urna pe na 'lu-
chada proveniente de erisipela, co-tu.i.a aoiB bn-
dar-se, tem diversas sicalrizes no 10-l e testa,
assim como costuma a mascar ft.11.0, tem mV
tas prosas c j velha lendo cabrflwa blan-
cos : quem sout.er noticias ou a pegar k* nva ~\
ra das Cruzes n. 18, que ser bem gn.niii .iJj.
Julga-se estar aeoulada em alguma casa o que se
protesta rom lodo rigor da lei._________________
Fugio lo sitio da Porta d'Agna do Mmiteiro,
o escravo de nome Caetano, de idade 45 :on>*,
pouco mais ou menos, tem os dedos das nao* e
dos ps torios, usa constantemente .le .-.lili I
prtanlo rogase as autoridades poln m 1 ci-
pites de campo o especial favor de o aptnhen lef
econduzi-lo aoseusenhor Vctor Lieutier, no re-
ferido sitio.
ATTKIMJA.
Acha-se fgido o escravo de mw Fansl no, (Ui
dade 40 annos, pouco mais 00 menos, ror futa,
altura regular, grosso do cerpo, bem espatlatido,
barbado e j com alguns cabellos branco na tu 1-
ba, bracos e pernas grossas e bastante rafe llu
tendo as pernas arqueadas, porn. nao muito, f.
lutna andar sempre pelo Barro, Giqoii, Af. gado%
etc., em sambas, e as vetee, costuma enl ri:-i; r-.a
bastante per gostar de beber : prnlantu, roga-se is
autoridades policiaes e aos capit.s de can po o 1 s-
pe.ial favor de o apprehender e n-ndmi-lo a -.1
de seu senhor, o major Antonio da Silva Gnsmaa,
na rna Imperial, qne gratificara (tenrtwanv nte.
Fugio hontem a escrava Francisca, rrioi .1,
de 30 annos de idade, estatura baixa, cor fula, oa-
bellos compridos, tPin o semblante ramftado. s-
lava criando, sup|.8e-se que tomasse a direcea. (i)
Cabo, por ter mi e prenles : roaa-ee a 1. ,l.- ; 1
autoridades desta praea e fra d.lla, e a tn.l <%
capiles de campo que a prendara e le vem na "i
ra Imperial n. 3, que sero generosamente reo 1-
pensados._________________________________
forrtvo fgido.
Fugio da casa do abaixo assignado, na roa da
Cruz n. 33, no da 25 de fevereiru, oe.-crav.. Jandk
de nacao Mina, maior de 40 annos, roja pm i 'J
foi do engenho Ubaquinha, perten. ente tu Rr Ig-
nacio de Barros Wandi rley, termo de Serli I ui.
O dito escravo soffre muito de frialdade e pr
me-se que esl acontado em casa da amasia, 1 na-
la ter sido visto nobai'ro de Santn Antonio, im \i-
mo ua casa do Sr. Jo*c Pedro do Beao, 1.
Cruzes; 6 alto, encorpado, e qnandn an 'a ai 1 a-ta
um pouco a peina, levou vestid^ ralea de :.zi:!5n,
camisa branca e barrete vermelhom. rabera, roa*
tuina fazer chapeos, e muito ladino : i>i' sia-sa
contra quem o acoutar, e rogase a > -cnlion -. a-
pitaes de campo a captura do dito escravo, e qi 1
o trouxer casa cima indicada, ser reewupe**-
sado. Domingos Rodrigues de Aodrade.


Diario de Pernambne Terca lelra 8 de Mareo de i 64.

SCIFMAS E ARTES.
ram vencidas ? ou seria por meras vistas de o^-
peculaco mercantil, que esses grandes centros do
trabadlo francez deixaram de ir Ilustrar este paii
no recente pleito da industria universal 1 Qual-
quer que fosse a causa desta tao uta ve I e notada
omsso, certo que o j.iry internacional prcmiou
rom justos ttulos quasi todas as machinas de va-
por martimas exhibidas pela Inglaterra, e foi por
ventora gener itudnarn com respeito a
,iaus nao s de-1 aljamas de procedencia estrangeira, incluindo a
tranca Franca.
\ -' especialidad*) de productos a Inglaterra
i representada p ir dote expositores, alguns dos
! ara de urna grande voga europea pelo al-
to valor J.i- seas diulurnos .- Trieos presUB in-
dustria ii'--' i es| ecialidndc.
\ Franca I'-. a| n representar por dous ex-
positores subalternos, um dos quaes, a socedade
nova das forjas i canteiros do Mediterrneo, cua-
tro, Mr. N'illus. engenheiro do Havre. Escher, Wiss
& C. de Zurich. represontavam a Sussa neste ra-
Machinas de vapor martima.
i.i i! i furnia e da economa das maehi-
duviil us vivamente p
'ii;
d vi la
ii-io pelo mati
di dofoza e manutenro do sen

lo i e*U aspecM o c ido era qu
ora i
qae temos ja i- t so-
!*e as achinas de vapor da expsito, o que mais
dir, xercer sobro os destino'
como coromcrciaes da nossa pa-
tria.
la-tima e colonial por exeellencia. Por- ino de trabalho.
tugai, 1-ve incln a troco de grandes sacrificio; Os representantes dos productos inglezes nesta
-sanies" rolages com os industria forain Raveuhll, Salked & u, de Lon-
stam vassalagcm no dres ; Huiiiphrev e Teunant, deDeptford ; Mauds-
ardar Ilesa a integridade de lay, filho, e Feld', de Londres: G. Renne & llho,
pela presertca constante de Londres; Jolm l'enn eflllio, de Greonwich,
di-,-a portos mais longin-- Card (&C, de Greenock; Oowan de Grecnwich;
Laird de llirkenboa.l : J. Key. de K.-rkaldy ; Tod
lite tambera, por que assim Ib'o acense- e Mae Gregor. de Glasgow ; 11. MonNson & G., de
il.au en dever o Ne\v-Ca . nefiea da metropole nessa de Hartlepool.
iem timulaudo a toa aetivida-1 Dentro todas as machinas martimas exhibidas
I ;rrai>t'il. qur fomentado a sai industria agri-, aquella a que > jury ligou maior importancia fo
cola. lo c auxiliando a explorarilo de machina dodistincto engenheiro de (reenwich, Mr.
saas riquezas minoraos, tnesoures sscondiaos no John l'enn, -um dos mais "sumados fornecedores
seto da trra, que postus un dia a luz da civilisa- de machinas martimas pira o alunrantado inglez-
cao so.ni transformar ermos cm povoadus, e mise-'Este distncto engenheiro au pude, porm, ree -
ra em inexhaurivel abundancia. Incumbe-lhe ber nenhuma dslinccao por parte do jury, por
egualmeni arar, a paz, seni a qual nao h;, pcrlencer a esta corporacao, e ser defez) pelos
prosperidade possivel, nessas remotas provincias regulamenlos offlciaes, que regularam no ult-
(lo este lo, nao s por urna discreta escolha das au- j mo concurso, conferir dislnccues membros do
teridedes a quem delegar o governo das possessea jury.
ultramarinas, senao tambera por um conjuncto dn A exposigo deste engenheiro constava de urna
leis sabias, disentidas com sciencia e apropriadas bella machina da forra de 600 cavallo-i comprada
criterio ndole privativa de cada colonia e pelo governo bespanhol para urna machina da forra
:t phrase especalfli soa civilisacao. E afim de co [de 1,130 cavallos destinada ao navio encouraga.lo
o Achules ; e tambera de um arco Stephenson, de
phrase especialld
roar este bello edificio de Ilustrada administragao
eolor.i:.!, compre aos governos nao descurar e an-
tes atlender com seriedade aegao benfica e mo-
rigeradra. que sobro o espirito mal allumiado des-
sos pe vos infantis pode exercer a ligio de bons
preceitos moiaese religiosos, onsinados por apos-
olos na fe e ejemplares nos costamos <
um eylndro wnlllinln dn ferro fundido, e finalmen-
te de um modell) de eylindros oscillanles para na-
vios movidos rod \s.
A machina de t>0>> cavallos, que era a iieca com-
pleta e principal de expjsieao daquclle engenheiro
perteneia ao tvpo d- machinas eonhecid era Fran-
e.m na i es luecerem emfim' por muito importan! ca pelo nome de machinas donble fourreau, e em
as organismos da forea publica nessas remota: Inglaterra pelo de trunck engines, e que afinal se
construirnos estaMros portoguezes urna fragata de; muito que seja appetecivel urna administrarlo
guerra destinada a moverse a vapor. Supponha-j conforme cora as nossas vistas, anda mais pa-
ntos de mais que esse navio bavia sido concebido, ,_ ,. .. .
deseuhado e executado segundo os melhorcs pre-\tmli Prescind.r do poder, para nao suscitar ag-
ceitos da archilectura naval moderna. Acredite- gressues a independencia nacional.
mus por um instante que o navio era construido < A Independance responde aos orgaos conserva-
de excedente material, que offerecia a estabilidad.'. jres. ,
5ss" tisas k arar.- ^ ** *.^ >** >- < >-,
scgnratica. que a tonelagem da fragata era a pro- ^n, e flojogo regular das insliluicocs, a direita
pria do- vi- is de guerra d'esla caftiegoria, que a se obstina no proposito de recusar o poder, cabido
distribuirn interna d'este edificio militar era a das mao dos seus adversarios nao podemos levar
a r ssstt* ssauffi \ anr?w c,":f"; da ^ '.....-
guerra, ipieos armi/.ens d'armas e de v veres eran nisleno, e eonslrange-los a sentar-se, de pistola
espacosc)s o hem acondicionado*, que a ventlaeao em punho. M,i, temos o direito de registrar essa
era estabelecida segundo as regrn da l. 1a bygieae; inconcebivel recusa, e de assignalar a soa wnla
que o forro do navio e o castello da popa eram so- ^-n^.a,
lidaraente reorcadus e precavidos contra os insul- "-"'-'noo^.nau.
I gens, bombas, tanques, pao, leme, btacula, emfim possuir a conflanea dos povos nao ousa. n'uma s-
que todo o apparelhoo organismo d'este complexo tuac.io por elle creada, fazeraie.edu a essa con-
ser niechann-u era da mePior especie, e (pie ludo .i,. .___.
se achava cullocadu na mais scieniilica dlposlco. "'m'.'''. proclama a um lempo a sua impotencia e
86 faltara porm, para baver de se entregar este a sua incapaeidade. Quando, detfois de argir os
bello navio aos azares da navegado e da guerra, adversarios, do metter o paiz n'uma senda perigo-
o instalar-sc-lbe a machina qne devia, com a forea, s3j n5o sc pro mprimir-lhe o moviineiito. e com o niovimcnto tor- ...,... _,_, _....... -- ,
na-lo apto a desempenhar os seus destinos. Ja o f na m.uor.a, que nao pude sem des-
ministro da nnrinha incumbir alguem de ir com- nonrar-se abandonar um su dos principios at ago-
prar a Londres, n'esse mercado de lama nomeem ra sustentados, faz prova de ama nconsequenca,
productos (Pesia qualilade. a machina de vapor que (]ue fl.|izmonto na0 ac!ia ,eeedentes na nossa his-
devia ir por o fundamental complemento ao seu m ,
excedente navio de guerra, que mais tarde devia tona parlamentar, h quando o partido que assim
fazer grande honra ao seu zelo c sua intelligen- procede, se intitula o grande partido conservador,
cia. O delegado do governo parle incontinente, por merece que o despojem da pretenciosa denomina-
que o ministro da marinha nao admitte era delou- -A w |lino_ Aa ......j.. _- ,
gas nem reparos, e o servico publico reclama de- J0- EJ" '"gar de con-er\adoies, nao passam de
monslragoes de actividade ; jachega Londres o trapalhoes. Sao tristes capacidades as que so sa-
commssario escolhido, informase do nome dos bem destruir; e que sendo chamadas a reedificar,
constructores de mais crdito no almirantado in- lavam as raaos, como Plalos, allegando que o ne-
glez, citam-lhe entre oulros o nome de John Penn, '
e recommendam-n'o mesmo como o preferido por Souo nao e cura ellos. O paiz careca da expenen-
aquella corporacao do estado. Seguro do seu raso, ca para reconhecer, que nao ha mais perigosos
o commssaro do governo porlugoex corre a Gre- demolidorcs do que os alcunhados eatholicos.
enwich, cinr-rem-ea com O afamado engenheiro Tudl) nees da ..,., fi raciocinio
do eslalie (.rmenlo bntanmeo, fornece-lhe as di- *
mensoes de qae portador, eencommenda-lhe com aM coino os acl^- O '""'"'' BrwuUe res-
urgencia urna machina de vapor pelo estylo e con- pondendo ao que dissemos acerca do exemplo da-
dcoes d'aquella que analysanios e que fora com- do em 1837 pelo liberalismo, iraagina adiar um
prada, como j dissemos pelo governo bespanhol arglimtnl0 nas Sl.guntes nhas :
para o servico de utna fragata de guerra. .,
A machina encoinmendada, que poda ser acaso A lMeptn excedente, ptima para Inglaterra, e nem mesmo nete de 30 de marco se retirou dignanente em
assim. |wr qne a Inglaterra, nao descura boje ean- presonca d)! uni escrutinio sera alcance poltico,
parageas tanto mais necessai ias quanto menos ci
vUsadas forera ; porque a furca publ ca symbolisji
a atitoridade c a aul briga todos ao cura-
pnment do dever.
Ora parase lograrem tao auspiciosas resultados.
0 deaeuvolvunento da niviulia de guerra sen
llovida o primeiro de todos os raeios aeonsclhao:i
rea razio, e autorisados pelo exemplo das nacoes
mais coloniaes do globo.
Sem marinha nao podem haver colonias, e sem
lOariona monda vapor sempre sero tardos
morosos os beneficios prestados pela melropole s
favor da regeneracao das colonias. Nao seremos.
nos, wrtanto, humilde*brenos da civilisacao, qu(
negaremos o devdo louvor aos ministros que no
bOSSO paiz se teein einpeuluJo mais seriamente
cm enriquecer a nossa esquadra com a posse de
no-'os vasos de guerra ; porque em nosso conceito
cada um desses navios que alie dos cstaleiros por-
toguez.'s significa urna garanta para a nossa indu-
|iondencia, e uraa seguranza para a nossa regene
raco.
O problema da coustriicco e economa das ma-
red tu a machinas, cujos mbolos se movein como
bainhas atravez dos eylindros.
Todos sabem que este typo de machina hoje
muito estimado pelos eng'enheiros modernos, nao
so por se conseguir com elle a diminuieao do com-
primento da Mella, peja sempre incotntnoda na ins-
tallacao das machina.- de vapor maritimas, sc nao
tanibem por so lograr com este tvpo o reassumir
n'um pequeo espaco a transmsso de moviinento
do embolo ao eixo. Este typo de machinas tem as-
sumido nas raaos de John Penn um tal gran de
perfeicao e rigor, que difflcihnente peder ser ex-
cedido ou mesmo egualado por qualquer outro en-
genheiro da poca.
l'orm anda ([liando reconho^amos na machina
do engenheiro de Greonwich qualidades mechan-
nas de um alto preco, taes como a sua grande es-
tabilidade. a solida resistencia de todas as suas par-
tes, a commoda facilldade que ella offerecia ao ac-
ce-so a todos os seus orgaos, a diminuta parcella
do trahalho
da largura
ordinaria condensaeiio n'um exiguo espaco, quali-
ao passo que o gabinete de 9 de novembro fo
vergonhosamente derrubado p-ir um voto solem-
ne do paiz, por um voto decisivo para dar em
trra com a admnistracao ?
Custa ka crer que o adversario se Ora com as
is de vapor martimas e por tal arle complexo dade fundamental as machinas martimas, e em-
. diieil. que, nao admira que elle tenlta Iludido ,:
gura os portentosos, esurcos dos mais habis
iragenheiros de todos os paizes. Enunciaremos aqu
esse problema tal qual deixamos formulado no
nosso relalorio sobre as machinas de vapor da ex-
psito universal de 1833. afim de que pelo seu
enunciado se possa comprehender nao s a sua
natureta, senao tambera res suas dfllculdades.
Se simplificar a machina de vapor no sentido do
a despojar de ofgios superfinos, e de a reduzr a
: ajo restricto, era um intuito valioso em re-
lac.au as machinas de vapor de trra, a importan-
cia deste empenho suba muito de ponto em rola--
is machinas destinadas a alojar-se em um a-
fio, oi.de o espaco nao o elemento nem o meno;
altendivel nem o'mais arbitrario.
Era necessario que a machina fosse poueo ex-
tensa no sentido do eixo do navio, pouco larga no
sentido da seccao transversal, c pouco pesada : e
rud. isto sem perigo para a sua cstabilidade de re-
sisteneia e durajo.
Era til que o seu eixo de moviinento fosse ds-
posto por forma que as rodas propulsoras do na-
vio nao penelrassem nem de mais nem de menfti
no liquido, fim de que a sua velocidade se nao tor-
nasse mu differentc da do nato, o que ronduziria
nccessiriaineule a perdas inevitawis do trabadlo
Era mister constituir a machina por forma qu-
eda nao ficasse nutilisada, ou se annullassc em
presenta .ias mil eventualidades que offerecc o
trafegu quotidiano da navegaqae.
Era forcoso que nas machinas destinadas aos na-
vios de guerra as pecas prinripacs lcassem a abri-
go dos prujeclisinimigos, ou que estanceassem por
haixo da linha de fluctuacao do navio.
Era importante que a machina fosse de um ac-
i fcil a todas as suas partes, de um servir >
prompto, dcil mais ipie todas asoutras a mudan-
cas de direrefo, e eflicaz sem perigo nos momentos
emqoe a neeessidade reclamasae augmento de fot-
.;a, e ludo isto reunido a condces de bartela, d
sim] li.-i.iade, e vnipre por forma que as suas re-
para/ fossem possveis dentro da exiguidade dos
raeios de que se pode dispr a bordo.
C problema da conslituico orgnica das machi-
na i de vapor martimas acha-se resumido e com-
pendiado neslas condicoes fundamentaes.
\ j. mos agora como os constructores modernos
os mais afamados souberam corresponder nos ei -
implares que exhibirn) no ultimo coucurso uni-
versal ao conjuncto de preceitos que deixamos for-
mula i
A exposicao era realmente rica, luxuosa at,
neste ramo de trabalho mechanico. E por tal mo-
do era valiosa a collcc^ao dos artefactos desta es-
pecie, que ellos por si bastariam para dar feciio
caracterstica ao ultimo concurso universal da in-
du-'ri i.
Collocados no lugar de honra logo entrada da
vasta galera oeste do palacio da exposicao, nen
um s visitador deixon de ver e admirar estes pr(
digio?os instrumentos da moderna actividade mer-
cantil, e da forea martima das nacues. E lio per-
feitos e bem acabados eram alguns destes artefac-
tos de origern ingleza, que a respeilo delles bem se
poda dizer que antes parcelara poderosos instru-
mentos de ptica ou de astronoma destinados ao
servico delicado de operacoes mathematicas e pre-
cisas era observatorios, postos a abrigo de toda a
especio de insulto atmosphericu, do que inesn o
machinas di trabalho grosseiro, conderanadas por
:ua natureza a alojar-se no fundo hmido e obscu-
ro dos navios que as recebem, tendo de experimen-
tar 6 soffrer ah, porque tal o seu destino e cor.-
dici, os multplices contratempos inherentes s
trabalhadas navegagoes.
Dizer-se-hia ao contemplar a preciosa CoUec$3o
de machinas de vapor martimas, exhibidas pela
Inglaterra, que esta nayao essencialmente colora: I
e martima, bouvera timbrado em se distinguir, e
avantajar-se aos outros povos cuncernentes pre-
cisamente na riqueza e perfeicao daquelles produc-
tos que mais carcter e individualidad.' Ihe impri-
man).
E para quem sabe ver alera do que sc Ihe mostra
basiar aexhibicao destes productos fabris per
parle da Inglaterra, para Ihe grangear com justica
o titulo da primera nacao constructora emobrs
B)':chancas da presente poca.
E cura amito fossem, como eram, tao perfeit; s
i bem acabadas essas bellas obras da industria fa-
bril da Gra-Hretanha, era nesse estado de perfe -
gao que ellas haviam sido executadas jniIo nico
esforco da ferramenta mecnica, independentemcfi-
te do menor auxilio oude qualquer ulteriora per-
feicoaraeniu devido a destreza da mo do homem.
Neste ponto a Inglaterra nao tem rival em ne-
nhum outro povo. Nenhuma nacao possue como ella
ama tao completa e primorosa cudeeeSo de instru
montos de trabalho mecnico.
A Franca licou muito a quem da Inglaterra, as
.sim no trabado como na execueao destes productos
da sua industria fabril.
Verdade seja que se n.io vlara representadas no
ultimo concurso universal de Londres as tres offlti-
nas prinripaes da Franca, onde estes productos cos-
tumam ser melhor laborados.
Nem o Indrct, essa grande fabrica do estado ts-
tabelecida sobre a Loire, nem o Cruesw, esse an-
dado mecnico da Saonc, tao sabiamente adminis-
trado pelu eminente economista Mr Scbneider, nom
a tao afamada fabrica Mazeline enviaram expo-
sicao exemplares destes productos industraos.
Seria acaso por estas fabricas nao haverem sido
advertidas a teinpo ? Seria por ellas se arrecea-
tes se preoecupa seriamente do emprego mais eco-
nmico do vapor, seria pessima, absurda para o
servico do nosso paiz. A falta por tanto de boin
criterio da parte di. ministro na escolha do seu com-
missionado, e a falla de conhecimentos especiaes
por parte d'este, eram causa de se haver feto para
o nosso paiz a acquisicao de um instrumento que
sobre ser muito dispendioso, ora altamente incon- proprias armas. Em 1837, vista de um gabine-
veniente por mais de um titulo. O commissario te desmoronado por escrutinio sem alcance polti-
portuguez lisongear-se-hia com ludo pela corapra os u,( jujgjmdo ,.om rasa0 nac) serem es.
que fuera, escudando so com a repulacao do enge- ... i ..... ,
iiheiro a quera fizera canstruir a sua machina, o o tranhos a situacao, acceitam a responsabilidade. e
ministro, que em verdade nao pude ser especialista lomam conta do poder, abandonado por aqnelles
applaudiria o desempenho da commissao de seu que anda dispunham de consderavel maioria nas
activo delegado, vindo afinal o paiz c o thesouro a camaras oj0 em prcsenca do vot0 0|emne do
pagar os encargos, tanto da leviandade do ministro \
como da ignorancia do seu representante. ***[ d v.oto dec,s,vo Para dar cm "-'rra a ad-
0 ministro e o seu commissario ambos haviam ministracao. nao jolgaes chegada a vossa hora, e
procedido talvez, de certo, cora boa f e com sin- recusaes oceupar o lujar desse gabinete vergonho-
ceros desejos de aceitar; porm os bons; desejos e samenU supp|ail,a,,0 f 0 que po.s preciso para
un* uflniia a hunestidade que sao sempre nece>>anos em tuuo 1 ... .
o perdido nolalrictos era consequencia nao bastara todava para resolver questes de scien-1 constranger a cumpr.r os deveres const.tuc.o-
a das superficies de frieco, a sua extta- ca e de admnistracao publica. Se em lugar de naes ? t
urna fragata tiverdes agora urna corveta, se em lu-, q^ conservadores prosegucm na polmica,
&# TfSftteSA&tZ -n,tnd" h 1,roposi,de Titar ee- acc*-
lugar de um navio construido segundo os mais sa-, "lo. que acha poucos imitadores n outros paizes, es-
bios preceitos da architeclura naval, tiverdes um trba-se era argumentos de duvidosa efficacia, fa-
njvio j anliquado em muitas das suas condi^oes | Ienj0 entrever no partidoeatholie.o uraa divergencia
.onomicas ou militares, e se ao nome de ** na deb,idaje que nSo l>st em |iarmoma c.om
. nn, substituir.les o de Kavenhill e Salked, tereis,
enlo sobre a despeza a que sois sacrificado pela apparenle robustez.
compra de urna machiia inaceitavel por rauidis-1 OJouinal de Hnixellrs.e 21, comeca referin-
pendiosa, aquella a que vos obriza a restauraco de do.S ao axjoma dl, um ministro britannco. Pro-
iini navio, sabido logo fundamentalmente i-nperfei- curae b d es.fi 111n4,r 0 os uossos ad.
to dos vossos arsenaes, resultando a tinal de todo .... ,
este jugo de necesidades a accumulacau de ama | versanos polticos desejam que levis a effeilo para
despeza intil sobi,uma despeza condemnavel, e fazer precisamente o contrario : ser o raeio de
a vergonha do se jr^ar a um erro technico um na0 vos enanardes
^aSssaS^ >^> "r-ue a *"***
que tanto alardo se faz por ahi nas regioes da po-' sao nossos adversarios. Desejam que tomemos con-
litca. j ta do poder. Logo nao devenios aceita-lo.
(Jornal do Commeirio, de Lisboa.)
se conserva no poder com elementos de vitalidade,
ne,n aceita o governo quando os adversarios enten-
ded), que nao devem conservar-se frente dos ne-
gocios. .
Os trechos que submettemos ao apreco doslei-
lores demonstrara que a Blgica, tao livre, tao pros-
pera, tilo civilisada. apreseota ainda nas lutas de
partidos tuna animosdade c um deqicito pouco
proprios para constituir esse paiz modelo do syste-
nia representativo. O elemento conservador, ou-
trosim at certo ponto, o promotor de :onflictos por
niolvos religiosos, pelas merc.-s aos conventos, s
ras, as universidades retrogradas. Os seus
c!iefes ostentara o sestro iraplacavel dos ultramon-
tanos, que se desenca.leiam rom inmensa raiva
contra as mais pequeas eonoessbes ao espirito de
progresso e de liberdade. Semine promptos em
suscitar obstculos ao governo, sempre activos em
combater qualquer inaovaeSo democrtica, besi-
lam e trepidara no momento cm que podem formar
ministerio.
I", porque conheccm que o influxo feudal, que
ainda cooservam cm bastantes districtus ruraes
mais do que cmlrabalaneado pela aversao que nas
cidades Ibes votara os que pertencem s proAssSes
liberan, os artistas, os negociantes, os ndustriaes
e os operarios, que mais de uina vez teera sabido
s ras em formal disturbio contra os gabinetes
reaccionarios.
Por fortuna do paiz. o Nstor dos monarchas
preside aos seus destinos. Gracas ao seu talento,
experiencia, patriotismo, lera sempre conseguido
neutralisar os excessos das paixes, e manter no
governo homens com bastante prestigio para darera
conta salisfatoria do espinhoso encargo.
Do jornal El Mercurio del Vapor, quo sep =
blca em Valparaso, exlrahiraos os sogulntes por-
menores, que parece seremos mais completos des-
te sinistt o :
O templo da coinpanhia, antiga propredade
dos Jesutas, era S. Thago, era desdo 1837 (poca
era que se promulgou em Roma o myUero do Im-
maculada Conceicao de Mara) a sede de devo$ao
de urna vasta coufraria chamada Filhas de Marte,
cabrado alguns, pela maior parte tomados de sus-
to, iam amontuar-se nas entradas das portas, que
deste modo se obstruiam com um immenso muro
de corpos humanos, donde ninguem podia desem-
baracar-se. As crinolines de ac, ampios vesti-
dos de seda, grandes mantilhas. tudo formava tima
cadeia que nngnem poda romper.
As ehammas conlinuavam a sua obra, e urna
nnvera de fugo cobria todo o templo, destrua os
fios que susteniavam as alampedas de zeite e
gaz liquido, espalhando urna chova liquida e azu-
lada de fogo sobre os corpos amontuados s portas
Enlo se pronunciou um novo incendio mais
horrivel, e assuslador, nessa massa humana, dan-
do lugar a quadros de terrtvel agona, e da mais
borrivel desespera^o.
i O espanto daquellc momento excede tudo
quanto a maginacu calholica pode acreditar so-
bre os horrores do inferno. Grupos de mulheres
sem liberdade de aecao, porque tinhara as maos
presas pela multidao compacta agitavam-se como
espectros horrendos, tendo as trancas devoradas
pelo fugo, emquanto se convertan) em carvo as
que juncavam o pavimento urna pilha de corpos
humanos alimentava as ehammas vorazes. Mais
de 1,300 pessoas perecern) em menos de um quar-
to de hora ; a maior parte eram mulheres.
Mais horrivel do que o incendio era a impos-
sbilidade de prestar soccorros. O passeio da ala-
meda eslava, por ser dia de festa, invadido por
um grande concurso de povu ; quando se viu urna
columna de fogo romper pela cpula do templo, a
multidao correu para a praca da companhia, mas
a terrivel obstruccao das portas estava de tal mo-
do estabelecida. que nao existia mcio algum hura
no de a destruir.
t Foram baldados todos os exfurcos das pessoas
generosas para arrancar algumas vctimas daquel-
lc montao. Com prodigios de abenegac/ao e forea
pbysica, arrancara-se materialmente bracos a es-
ses iofelizes que imploravam soccorro, mas nao
podiam arranca-Ios da fogueira. Comtudo cincoen-
la pessoas poderam ser deste modo salvas pelas
portas; raas multo agradavel dizer, qne nesta
.
e na qual, mediante uraacuntribuco animal, eram : generosa tentativa todos fizeram o seu dever, fa-
1 zendo-se notar particularmente os estrangeiros.
lm a harmona, o rigor e a regulrtridade de todos
os seus orgaos e movimentos -, sem embargo esta-
raos mu longe de considerar a bella machina do
engenheiro inglez como tira bom modelo perante as
eondicijes modernas da economa do vapor.
E note-se que o preceto econmico que sem
pre de consderavel Importancia em todos os arte-
factos industriaos desta natureza, sobe muito de
ponto quando se considerara em especial as machi-
nas de vapor martimas, onde a possibiKdade de
mais alguns das de navegacao para urna dada
qaantidade de cotdbustivel de um prego incalcu-
lavel no trafego mercantil, e maiormeule ainda nos
jogos da guerra, onde ral circunstancias muitas
vezes imprevistas podem reclamar a neeessidade
da presenra de um navio uo mar por mais algu-
mas horas, do que as determinadas por ventura por
um deposito exiguo do combustvel, ou por um con-
sumo exagerad., da machina.
A facilldade para um navio vapor de poder na-
vegar mais alguns dias ou horas, independente-
mentc de neeessidade de novo abastecimento de
combustvel, pode significar algumas vezes urna
victoria naval ganlia, outras pode valer um soc-
corro prestado a tempo, e em todas importa sem-
pre a propra seguranza do navio. A economa
do combustvel nestas machinas portanto a sua
condieao primordial.
Guio se sabe nas machinas do typo da de John
Penn o embolo acha-se articulado no meio da bai-
nha, a qual estanciando no interior do eylndro,
percorre-o em todo o seu comprimen!.). As bom-
bara de ar e o condensador da machina de Penn
eram oppostas aos eylindros, sendo as bombas de
ar e de lllmentacio condolidas por hastei ligadas
sos mbolos passando atravez das tampas dos ey-
lindros. As bombas de ar eram da especie dita de
embolo solido. Todas as vlvulas do appaTolho
LITTERATORA.
c Upondrorao5 o lmrlo..H:o i-yllogi^mo, acodo
a hutipewhince. O que dir o adversario, se retor-
quindo a allegaco, dissermos a nosso turno, que
por isso que os elcricaes nossos adversarios polti-
cos, desejam cora tanto ardor, um simples ministe-
rio de expediente, que nao devoraos conformar-
nos Por certo, que se o raciocinio tem para elle
O QUE VaE PELO MUNDO.
Do Jornal do Commcrrto de Lisboa extrahimos o
segunte artigo, que elle publica sob o titulo-A al8uraai appi'cacao, tambera a deve ter para nos.
cr.se ministerial na Relgca : I Aconsejamos po.s ao Journal V Bm.celles de col-
. i locar onde o achou o aphorsmo do seu ministro :
O ministerio liberal belga de Rogier c Frere arn)a que |he nao aprovei|a
Ornan verificaudo que na votacu do projecto de
resposta falla do tliruno apenas leve tres ou qua-
tru votos de maioria; e, que a eleico de Bruges
a favor dos candidatos conservadores- ou eatholi-
cos, segundo a douomuia'eao do paiz, quasi equili-
CillWV'll j-jnmv. IUUU' !.-* -ihukij un ni-uniumv ....
eram nesta machina circulares e de gutapercha ; ^rava a* f<":as dos ll* na ''a,uara. resolveu
dar a deraissau nas maos do rei Leupoldo.
Nas cidades, nas ollieiiias, em toda a parte
consolidada em bronze.
O systema da alimenlajao da machina ingleza
consista nosdons excentrc s c na corredica Ste-
phenson. O machinis.no da dlatacao constava do onde a instruccao tem penetrado nas massas, a
um systeraa de pequeas roldanas movidas pelas tendencia dos eleitores na Blgica liberal. Mas
salnwcias de urna dom, que um pequeo embolo 'em yh\,IKS em i<0UVan, em Bruges, em varios
especial de vapor conduza, indo as roldanas ac-;,. La
toar sobre o o-gao privativo de dflataeao, que era districlus ruraes o influxo da aristocracia, dos fra-
nesta machina o conhecido na arte de engenheiro' des, dos ultramontanos consegue, de ordinario,
pelu nome de borboleta. | dispr dos votos de uraa plebe ignara, dcil ao
O systema adoptado por Penn para por a machi- nut0 doi hurgraves e dus reaccionarios,
na em inovimenlo, era mu simples e racional, re- -..-, ,
diuindo-a apenas a urna roda dentada collocada no nplieus da direila^a tem governado.
plano exterior do navio, e em alavaneas solidarias Nao Ibes possivel atacar de frente o pacto funda-
da vlvula de garganta e das outras vlvulas sub-: mental, destruir o systema liberal, ou compromet-
sidiarias. O eixo principal da machina emquestao ,er 0 chef(J do ei|aJa Limitam.St! a alumas con_
era constituido de urna so peca, sendo mu solidos -i-.,
e largos os suportes em qne assentava, o que nao (-'e"Uls *. a alguns privilegios para os seus
de um nteresse secundario nas machinas Inri- adeptos, que os perdem de todo no concedo publi-
sontaes, onde esta peca, como se sabe de mu dif- cu, e que os constrangeai a abandonar o poder em
licil nspeceo e visita.
As manivellas dus mbolos dos
dous eylindros
eram equilibradas entre s, sendo o leito da funda-
co da machina ampio e solido no sentido do eixo
muito pono, terapo.
E,n presenta da stuacao, o re fez chamar
diversas notabilidades do centro esquerdo, como
dos cvlindros, com.. o requera a drecgo em que Mr. de Brouchre, e da direita como Mrs. D-
os abalos e as vibrares usara ser mais fortes a pe- j ^^ dc Ti|UX VMf mm l]m a| agora se
nUm se depreiiende do rpido esboco que temos!,enua conseguido orgauisar um gabinete, que tem
feto da machina de vapor martima do engenheiro' de dissolver a cmara dos deputados, e consultar
inglez, semedianie machina nao apresentava a me- novainente o paiz.
or novidade no seu entraneado, embora fosse ir-
reprehensvel em todos os pontos da sua execugao
meclianica. Esta machina era porm, devia ser,
muito consummiduia de combustvel.
Achando-se os eylindros e as caixas de destri-
buicao do vapor despidos dos necessarios involu-
cros que os proservassem da irradiaejo do calrico
a perda do fluido motor pela dupla superficie de
cada eylndro e sua bainha devia ser consderavel
com grave damno para a economa do trabalho,
resultando d'ahi tambera o ser menos efflcaz ou me-
nos extensa a dlatacao do vapor no eylndro e ac-
crescendo anda de mais como para desfavorecer a
ltimamente, consta haver sido chamado o
presidente do senado, principe de Ligne.
t Parece que o partido conservador devia haver
previsto as contingencias, c achar-se preparado
para a-sumir a direccao dos negocios. Nao acon-
tecen porm assim.
t O Journal de BruxelUt, orgo catholico, diz,
no seu n. de 2, que o seu partido nao est habili-
tado para tomar conta das pastas, e para fazer
proceder s eleicoes. A nossa poca ainda nao
machina o terera os dous vapores, o novo e o j ser- chegou, diz a fuiba citada ainda carecemos de
vido, de atravessar alternadamente a mesma caixa a| triumphos ^toraes, para segurar urna
de distnbuicao do vapor: defeito que 6 migado; ..,.. .
capital, e qu devem r iraduzr-se necesariamente, i>a'om- Quando tivermos o apoto seguro de um
como em outro lugar demonstramos n'uma descida: numero respeitavel de representantes para dirigir
prejudicial da pressodo vapor no eylndro, e tom-! os negocos com honra e dignidade, apresentar-
bem n'uma maior dfficuldade na condensacao do j h e- carefede
vapor ja servido. | .
Todos estes inconvenientes, que urna critica ju- ministros de expeliente, que se hmitcm ao stricto
diciosa podia apontar a bella peca meclianica do desempenho de suas funecoes sem vistas de parti-
dsimos engenheiro inglez, eram apenas aiiemiadosd e s^m programraa poltico definido. .
na machiua era questau por ura simples involucro. ,, .,, ...___,. ._________._ ,,
de madeira cobriudo somonte urna parte dos cy- '"' ''^ *" J1, a..",ne na *"'
jjlldros bem quer um ministerio de expediente. Nao nega
Em resumo pois, a machina de 600 cavallos ex- qne ao partido catholico competa acceitar os en-
hibida pelo nosso distncto collega no jury, Mr. cargos da situaco; porm diz que o partido nao
John Penn, com quanto fosse um magnifico exem-1Q D0je faier
piar de bom estylo mechanico, de ba eoncepcao
geomtrica, do excedente coordenacaode orgaus, e
de inexcedivel mo de obra, estava todava mu
longe de preeneher as condices econmicas exi-
gidas e aconselhadas pela moderna sciencia do ca-
lor.
Esta machina nao podia portanto convir ao nosso
Saiz, ondeo combustvel nem 6 barato nem abun-
inte.
E cabe n'este lugar o reflectirmos quao grande
descernimeuto deve ser entpenhadu por parte do
ministro da reparlicao competente na escolha dos
commissario- a quem incumbe, no estrangeiro a
compra de machinas de vapor para os navios de
guerra da armada nacional.
Supponhamos que o Sr. ministro da marinha
compenetrado, como se acha, da neeessidade de.
rem de urna concurrencia em que de certo Dea- augmentar a nossa forja naval, havia mandado
As elegoes, allega o adversario, demonstran)
que o paiz qur socego. Sem duvida reconhece-
nios esse alcance. Aduiitlimos mesmo, que os elei-
tores de Bruges, entregando o ramdatu a Mrs. Soe-
nens, Visart e Declereq indicam a marcha a seguir
para garantir esse socego. Os tres candidatos per-
tencam opposicao clerical. Logo, a clles, aos
seus amigos que compete deferir aos votos do paiz,
tomando conta do governu, e tratando de recondu-
zir-nos a edade de ouro.
t Nao porm assim que o ;ontemporaneo en-
cara o assumpto. O socego, que anhela cora tanta
vehemencia, julga opportuno pedi-lo s lileiras des-
sa maioria liberal, que sanecionou com as suas
sympatbias e os seus votos todos os actos do gabi-
nete demittido. K impossiVel adaptar urna poltica
mais i.hantastica.
Todos se achara caneados, diz ainda o collega,
de funeslas lutas de partido. E quem orignou es-
sasJotas ? Quem trouxe os debates para o terreno
arduo e apaixonado em que buje sc acham ? Ha um
s acto do gabinete de novembro, que a opposicao
deixasse de agredir cora furor gysmatice ? Nao ba
urna s medida que Ihe mere-esse approvaco,
nem na ordem econmica, nem na ordem poltica,
nem na ordem administrativa. Oreamcnto, leis de
ioslruceo publica, leis de impostes, questoes iu-
ternacionaes, tudo serviu para thema de invecti-
va. Tantas maldices deu a direita ao recoohe-
cmento da Italia como aboligo dos dreitos do
consumo. E ella que se quexi das lutas de par-
tido!
O Journal de Bruxelles allega ainda, que a
queda du gabiuete liberal fui acolhida ainda cora
mais jubilo pela esquerda do que pela direita. t Os
membros da esquerda, diz elle, sujeitavam-se cada
da com maior repugnancia dictadura de Mr.
Frre.
Isto qur dizer, segundo o contemporneo, que
parte da esquerda propende para apoiar um minis-
terio de cor moderada. Para o corroburar acres-
centa, que se Mr. de Brouckre tivesse consegui-
do formar administraran, contara com o apoio
de trinta votos da esquerda, o de cincoenta da di-
reita.
Nao se recorda que expz no mesmo artigo,
que se um ministerio da direita tomasse conta das
pastas achar-se-bia em situaco anti-parlamentar
por falta de apoio na cmara. O que I pois essa
maioria de cincoenta eatholicos e trinta liberaos,
disposta a apoiar urna poltica moderada, pude fa-
Ihar 1 s existir enfeudada a Mr. de Brouckcre ?
Nao haver um s conpheu conservador que at-
traia ?
< Tudo isto c um jogo, em que a direita pre-
tende idudir-nos. Ella conhec*, que o paiz nao
tolera um s instante qualquer gabinete sem cor
liberal; por isso, pede um governo de expediente
de nullidades, que Ihe facilite a oceupaco gra-
Se o gabinete demissionario, accrescentt, jul-
ga opportuno retirarse por ter s dous votos de
maioria, tambera nos cumpre dexar de-aeceilar o
governo achando-nos era minora de dous votos.
Instan) para que dissolvamos a cmara, de-
pois de feto o ministerio. Mas. se dopois tiver-
mos urna maioria .conservadora, ella ser domina-
da pelos ultra-clercaes, e commetter erros. Ara-dual dos reductos parlamentares. Nao querem ds-
da mais estimulada to que em 1857, possive
admittidas todas as mulheres e familias da capital.
t Todos os annos, desde 8 de novembro at 8
de dezembro, dia da Purissima, se celebravam fes-
tividades esplendidas, prudigalisando-se sem limite
a msica, o canto, os disensos, o mui i rncpalmen-
te urna grande quantdade de luz, quer de azete,
de gaz liquido ou de cera. A egreja resplandeca
todas as noutes pelo bruno das luzes. O padre l'gar-
to, homem austero, drgiuesta confraria ferainina
desde a sua origern, e uraa das suas menores ex-
travagancias, fructo do seu fanatismi, tinha sido
estabelecer urna especie de Posto-divino, por meio
do qual as Filhas de Mara se correspondan! com
a Virgem...
A ca xa das cartas, estabelecida porta do
templo, era o deposito dos votos e das supplieas das
almas crdulas. Aquella caixacollocasa-se todas as
quartas feras em frente do altar-mr da egreja, e
l'garto, fautor intermedio desta singular corres-
pondencia entre a Mae de Deus esuas filhas, toma-
va conheeimeuto de tudo. Estes rpidos pormeno-
res bao de fazer comprehender as causas moracs
da terrivel catastrophe, que cobriu de luto toda a
repblica, e que levar a consternacao ao mundo
inteiro.
A egreja da companhia era um vasto templo
de tres naves, que media uns 90 metros de com-
prmentu sobre 23 de largo ; situada de X. S., de
manera que a sua entrada era pelo lado do sul,
apoiando-se o altar-mr na parte septentrional da
obreja. A nare do reutru era elevada e espacosissi-
ma ; mas o tecto, construido ha quinze annos. era
obra de madeira pintada oleo. O chao, estava
guarnecido, co mo todas as egrejas, [>or bancos de
cosas, e as naves lateraes achavam-.se muito obs-
truidas por granJe quantdade de espeques, que
susteutavara as arcadas, fundidas por occasiao do
terremoto de 1730, oque lornava aquella parte da
egreja escura e acauhada.
i Desta falta resultava, que apenas a porta prin-
cipal da nave do centro dava fcil aceesso, emquan-
to as outras duas lateraes se conserva vam fechadas,
tendo smente de cada lado meia porta aberta, e
obstruida tambem por urna contra porta de madei-
ra, e qae efectivamente o publico nao tinha mais
do que a entrada principal da nave do centro para
poder sabir.
t Na terea-feira 8, s 7 horas menos alguns mi-
nutos da noule, mais de tres mil senhoras, e urna
centena de homens oceuparam o recinto da egreja.
lima multidao iminensa do povo fanatisado lutava
da parle de fra, raas intilmente, para entrar no
templo. Era a ultima noute do mez de Mana, nin-
guem quera perder o serinio do padre L'garto,
que pelas suas afflctivas declamacoes, conclua
sempre convertendo n'um mar de lagrimas o sanc-
tuaru, que uaquella noute devia tornar-se ura mar
de fugo.
Apenas eslavam acosas melade de 7 ou 8 rail
alampadas ou velas, quando pegou o fugu n'um
apparelho transparente, Iluminado por raeio de
gaz liquido (paratiua), eominu:icando-se inmedia-
tamente madeira do mesmo apparelho. Lu ho-
mem do povo lancou-se sobre a chaina; deligen-
ciando exlngui-la com a sua manta, mas a chama
tinha tomad., posse de algumas ubras de papel, que,
em feitio de flores, ornavam o tabernculo, e em
menos de dous minutos, o altar, que tinha 20 me-
tros de elevaco e 32 de largura, lidia como um
brazeiro inexlinguvel.
c No primeiro momento reinou enlre urna mul-
tidao de mulheres ajoelhadas, una especie de es-
panto c de incredulidade. Algumas, que estavam
prximas do altar levantaram-se para fugir, mas
as que eslavam vo centro e prximo s portas con-
servaram-se iramoveis, qur fosse porque esperas-
sem qne o incendio se extinguissem, qur porque
o nao vissem das capellas lateraes.
O incendio, porm, com urna voracidade in-
crivel, ganhava o tecto de madeira. e as ehammas
alimentadas pela corrente de ar que circula nos
edificios d'abobadas, e principalmente pela atrae-
cao de uina espaeosa claraboa de madeira, que
dava luz parte central do templo, nnundaram-nu
eni Wdas as direrres; em poucos segundos, tinha
tomado a entrada principal da egreja, sobre a qual
se achava o coro do orgo e da orchestra.
i O pnico dos assislentes nao o tao rpido
como o progresso do fogo. Entio a muliido pre-
cipitou-se para a porta principal, e do que se cos-
luraava fazer mais uso. Os que oceupavam as
portas lateraes poderam sabir no primeiro momen-
to ; oulros, e especialmente os homens mais ageis
e menos embarazados, conseguirn) ganbar a pe-
' quena porte da sacrista, passando atravs das
chainmas, c finalmente os que se achavam proxi
mo da porta principal rompern) por entre a mul-
tidao ipte procarava entrar, e que eflectivamenle
entrou depois do se haver manifestado o incendio,
levando o seu fanatismo a ponto de affrontar a mor
gar privilegiado ; com ef-
que se lance em desvies, que provoquen) tumultos
demaggicos. Nas melindrosas circunstancias em
que sc acha a Europa,
manter o socego no paiz: e nao provocar a ani-
madversao dos estrangeiros contra a Blgica. Por
solver a cmara, a pretexto de nao excitar coramo-1 para oocl,P*rom um
goese disturbios mas amanes m que oappeilo f" deram-se a morte, causando a de seu pro-
urna daria triumpho decisivo aos seus candida- i
e sobretude conveniente tos. Estas contissoes sae preciosas. Mostrara que Tudo isto se passou nos cinci primeiros mi-
no nos engaamos qualficando como trapalhoes,' utos do incendio, mas ao mesmo tempo a multi-
e incapazes os coripheus de utr partido, que nem dao langava-sc para as tres portas da saluda, e
< Evitamos os omnentenos, e os episodios,
que s serviriaui para augmentar os horrores des-
te quadro j tao horrendo ; basta accrescentar que
entre as 1,300 victimas do fogo, mais de 300 per-
tenciam primeira socieda Je, sendo a maior par
te donzellas de 13 20 annos ; houve me que
suecubiram conjunctamente com cinco de suas li-
dias. Por ordem da polica pozeram-se sellos em
raudas casas, em consequencia de terem perecido
todos os habitantes.
f 0 intendente ordenou que se formasse urna
estatistica minuciosa, e por quarteroes, para se
poder fazer o recenseamento dus morios.
< A tranquilidade comeca a restabelecer-se,
comquanto o lulo exista em todos os curages. A
colera substituiu o abatimento geral ; o clero ac-
ensado de ser a causa desta catastrophe, e princi
plmente pela sua ausencia completa dos lugares
do perigo, deixando morrer sem os soccorros da
relgao as suas proprias vctimas. Accrescenta-
se que para se trarem algumas alfaas da sachris-
la, se fechara a porta, e assim a esperanga a um
consderavel numero de victimas que esperava po-
der sabir por al i. E' permittido duvidar deste Tac-
to, mas o que nao admtte desculpa a inqualiG-
cavel indolencia com que o clero contemplou o
desastre daquella horrivel noute.
c A muuicipalidade reuniu no dia 12, e pediu
a demolco das ruinas do templo, e o governo nao
ha de hesitar em confirmar este juste desejo. O
clero tem opposto a mais enrgica resistencia, o
que poder produzir urna insurreigao popular na
capital.
t P. S. -O presidente dc accordo com o arcebis-
po de Santiago, assignou o decreto em que orde-
na a deraoligao da egreja da companhia. >
Ultimo disparate do carnaval
de I 4.
la quasi em meio a noute do dia 6, e eu velando
era frente mesa do trabalho, baforava nuvens de
fumo do meu inseparavel cachimbo, entre a garra-
fa e o copo dc cognac desimado. A um lado do
quarto estava urna linda mulher; linda, porm,
dessas gracas que endoidam o espirito arrastando-o
a um vrtice de perdco; linda, desses encantos
fataes que nos fazem beijar a mo de que recebe-
mos o copo de veneno, que nos faz perder a um
tempo a trra e o cu. Ensaiva ella um lindo eos-
turne daqoelle pagent que veiu procurar D. Jayrae
cova de Viriato :
gorra preta, pluma verde,
borzeguis de velludilho
dourado negro justilho
com golpes decarmezim.
E eu ao v-la na posgao graciosa em que se re-
mrava ao espelho, senta mais fundo penetrar-nic
o corago a morte que me destillaram Byrou e Al-
fredo de Musset cun a sua poesa sensual, libii-
nosa. louca....
Uns mundos novos e impossives se edficavara
na niinha Imaginario enferma, febril, desvainada ;
procurava agarrar-me ao mundo que fugia-me por
entre os novollos de fumo do meu cachirabo, tenta-
va repellir a morte que me estenda seus bracos ca-
davricos e pranteava a mocidade que se desfalle-
ca e abandonava-me no seu mais esplendido re-
llurir...
Se cu morresse amanha, vera ao menos
Puxar o carnaval o seu canean :
E no cu a quaresma passaria,
Se eu morresse amanha...
Prnripiavam-me a cahir da penna estes versos
de urna dolorosa inspirarlo, quando sent no hom-
bro o contacto de mo pejuenina, o alva, que rao
despertaba do meu souino de poeta.
Por que has de escrover uns versos tao tris-
tes assim ?
A' voz argentina e sonora que me diriga esta
pergunta. respond por entre lagrimas :
Pois nao sabes que aqjneii destino preside
urna estrella fatdica, que ha de ceifar-me esta vida
em flor I ? Ai, Lusbclla I se ao menos ao fogo des-
ses leus olhos eu podesse aquecer-me deste frkt que
mo vac chegando ao corago I...
Tu s louco, meu amor ; o carnaval ahi se
annunca ao toque de cornetas e ao chocalhar de
guisos, e tu nao tens animo de lutar com a morte
desterrando essas ideas tristes...
Lusbclla, tu nao sabes o que o destino 1
E tu nao sabes o que a vida animada pelo
canean, a loucura do carnaval...
Depois de supremos esfurgos nao pude cobrar
alent, e o dia despontou tristonho e sombro ; as
nuvens destidavam um pranto sentimental e mono-
tono, a natureza irajava luto e o deusMomoconser-
vava trancadas s portas do templo da folia e da
loucura.
Era ura espectculo pungente, afllictivo I
Lusbclla abatida e chorosa : olhava o seu lindo
costante com um pezar iudefinivel, era o adeus do
namorado menina que o pap Ibe nao qniz dar
era casamento.
Que dia e que noute angustiada 1 Que horas
tongas passadas entre o temor e o desanimo, e um
resto ainda do esper mea !...
la surgir a segunda-fira;a aurora j fustiga va os
seus ardentes e alpedes coreis, que rasgavara com
os peitos e acoitavam com as crinas as trevas que
humildes sc prostravam diante delles, como ao som
das trombetas israelitas abatiam-se as mtiralhas do
Jeric : .piando Lusbclla surgiodo das fofasalraofa-
das era que desapparecia, corren a mira ; e como
Cnristo a boira do sepulchro do Lzaro, bradou-ine :
Ergue-te.
Quem te cnsinou a fazer milagrospergun-
tei-lhe eu ou que philtro me deste tu ?
(Conlinuar-se-ha.)
PEKNAMI3UCO. !YP. DE M. P. F. 4 PUO
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