Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10306


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Full Text

t
*

}
-
Aft'KO XL. ROMERO 50.
Por tres ezes adiMtiados $$000
P#r tres mezes vencidos 68000
Porte oconeio por lies mezes. j57>0

M
OARTA FEIRA 2 BE MARGO DE 1864
Por anno adantado.....19$00O
rorte ao correio por om auno 3$000
ENCARREADOS DA SUBSCRIPgO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Liira'-
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Araratv, o
Sr.A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Martmes Ito-
Irigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro d C: A-
muonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
KHCARREGADOS DA SCBSCRIPCAO NO STJL
tyttos, o Sr. Claudino Falco Dias; Bahia, o
Sr. JMtJbrtins Al ves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martins <\ Gasparr.o.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Santo Aplo, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru',
Altmho e G.iranhuns uas tercas feiras.
Pao d'Alho. Nazaretb, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
Ingazoira, Flores. Villa Bella, Tacaratu', Cabrob,
Boa \ isla, Ouricury e Exu' as quartas feiras.
Sennhaem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
T0S> Agua ftet e Pimenteiras as quintas feiras.
Una de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao '/2 dia.
EPHEMEHIDES DO MEZ DE MARCO.
1 Quarto ming. as 10 h., 51 m. e 44 s. da m.
8 La nova a 1 h., .19 m. e 20 s. da m.
lo Quarto cresc. as 3 h., 47 m. e 32 s. da m.
23 La cheia as 8 h., 27 m. e 3 s. da m.
30 Quarto ming. as 8 h. e 2 s. da t.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 10 horas e 34 minutos da manha.
Sagunda as 11 horas a 18 minutos da Urde-
PARTIDA DOS VAPOR KS COSTEIROS.
Para o sul at Alagas a 5 a Granja a 7 e 22 de rada me; ; para Fernando nos
dias 14 dos mezes dejan, man'., maio, iul, sot. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS,
lo war? Re("ift : d0 AP'PUf0f as 6 A, 7, 7 '/?, 8 e
8 '/ da rn.; do Olinda s 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatao s 6'/i da ni.; do C.ixang e Varzea s 7
Ida ni.; de Hertica s 8 da m.
| Do Recife : para o Apipuoos s 3 "/,, 4, 4 5, 5 'A, 3 Vi e 6 da tarde; Dar Olinda s 7 da
manhaa e 4 de ; para Cachang e Vanea 4/, da larde; para
iBemfira as 4 datarte.
AUDIENCIA LOS TRIBUNAB DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e qninta.
Heladio: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda : quintan s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
Das da SEMANA
29. Segunda. 8s. Populo e EsperUOo mm.
I Terca. S#. Snibcrlo e Euiiocio mm.
2. Quarta. Ss. Juvino, Basilio e Seciindila mm.
'(. Quima. S. Hemeierio e Asterio- nim.
4. Serta. S. Cassemirorei; 8. Lela p.
'.. Sa libado. Ss. Focas e Palatino mm.
0. Domingo. Ss. Vctor e Victoriano mm.
ASSIGNA-SE
no Rerife, em a livraria da praca da Independencia
ns. 6 e 8, dos propietarios Manoel Figueiroa d
Faria 4 Fitho.
PARTE OFFICIAL.
YERNO DA PR0V1MU.
Relatorio npresentado pelo Exm. Sr. Dr.
Domingos deSouza Leo, na nberlnr;
la assemlila provincial, no dia [ do
corrente.
24
1
1
30
110
&mhores membros Haassvnbl^a legislativa provin-
cialEm observancia doart. 8" do acto addicional
Consttuco do Imperio venho boje relatar-vos II
estado dos negocios pblicos da provincia.
Assumindo a sua adminislraco no dia 13 de Ja-
neiro prximo passado, fcil o conceber. que, no
decurso de quarenla e tantos dias por mais vigo
rosos que fossem os ineus esforcos, me nao seria
fcosMvel apresentar-vos um juizo seguro, urna apre-
ciado aprofundada da sicuago de todos os serv
^os, das verdadeiras necessidades da provincia e do
modo mais adequado deas satisfazer.
Ni defflciencia, pois, da propria experiencia vos
ffereco as informacSes, que me iransmiltio o meu
Ilustrado anlocessor, eerto de que ellas vos auxia-
liaro eficazmente na escolha das medidas legisla-
tivas mais urgentes e proveilosas.
De vossas lozes, do vosso patriotismo espera a
provincia o mais lisongeiro desempenlio da ardua,
mas honrosa misse de que vos considerou
lignos.
Appellando nesu occasiao para a generosidade
da representaeao provincial, sejame licito pedir-lhe,
4) seu apoio e indulgencia assegurando-lhe. que se
me flhama precisa aptido e os recursos intellec-
tuacs, sobram-me desejos ardenles de cooperar
om ella para o engrandecimento e prosperidade j ijcs
desta terraa (jueestao ligados os nossos mais caros Tomttl
Jiitcresses.
Cabe-me a fortuna de annunciar-vos, que S. M.
o Imperador, S. M. a Imptratriz. e as serensimas
phncezas nada tem soffrido em sua preciosa
aade.
TRANQUILIDADE PIBLICA.
A paz publica nao tem sido alterada em nenhum
dos pontos da provincia; cada vez mais raflicadas se
achara, no espirito da populaco as tendencias
pacificas.
Armas defeza*.................
Ouebramenlo de tianra..........
Dso de n>me suppost___,......
Jagos prohibidos................
iraeco de imsiuras...........
-es rrime<
*66 foram eommetlidos na capital.
7 em Olinda.
17 em Goianna.
5 em Nazareth.
7 em Limoeiro.
2 em Pao d'Altm.
1 em Santo Autao.
7 no Cabo.
lo em Rio Eoraioso.
3 em Palmares.
19 em Bonito.
7 em Brejo.
22 em Garanhuiis.
S em Flores,
o em Tacaratu.
8 em Boa-Vista.
3 em Cabrob.
Vemos, pois, que em 1862 se derain 234 crimes,
e em 1803 601, isto que neste ultimo annoo aug-
mento dos crimes em relacao ao anterior de mais
de 230%.
-
Limoeiro....
Santo Anto.
Cabo......
Rio-Kormoso.
Brejo.......
Somma.....
o
o
fe.
3

o
E-
1
4
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2 ?
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3
a olvida, e Aosrani venceram i3' e i1 serie at o carregada.o director confessa que por aquolletnj-
wqfe>o jonho^assado. do est aberta a p>rta aos al)u?w e dispordtcTdi,
n. DEl"OSITO. ipor ondeserinevitavel o? de3vlo3 dos dinheiros
to existente cm dezeribro lindo era de publico.-, se nao fdr probiJi^o o pessoal encarre-
K!?**870- scndo 381:7555387 em letras...
-:IJJb0Ors. em acetes da divida provincial e
dacompanhla da estrada de fern c 2i:0023S:i rs.
em dinheiro.
Ka^ letras s,
matados, e d
gado de dirigir os irabaUos, que so exicutirom
por administraeo.
Para acaatelar ns inconvenientes que podem re-
sultar da falta de Mmettianta condicio, cmnprc
is sao provenientes le impostos arre- corrigir aquelles vicios e defeitos e estabelecer do
a venda a prasos do um sitio adjudi- modo mais proreiloso aos cofres da provincia urna
-

1
7
3
2
4
1
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2
s
n
I M
B. C
SS^Maxon?11'1*' Parte del,as n( va|orde...".... .severa e proficua hScalisaeo dos seus dinheiros,
o..jow.ioi rs. se vence no eorrente exercicio. e a que em bem e avalladas soinmas se despendem
no de 2 390J486 rs. pertcnce aos com este ramo do servico publico. cl> mic eseci|Um con|rate ou admi
pilOII riiilrii-i,i ti- ~.,.ll. /.-----:_____:- j_ .
3 1
2 oulra liarte
2 segurntesat o de 1866 1867. A reforma, pois, da rpartiifSo das obra
E- JNas aceoes da rompnnhia da estrada de ferro na cas urna necessida le
I importancia de 2:1335600 rs. s
ao emprefo de 2:0005000 votad( s para as obras da OMAS co.icu
matriz de S. Lotircnco da Mart, pelo $ 8 do ari. No exercicio passado as
13 da Ici do orramento vigente. As da divida pro- por adminislraco foram
vineia' -
Havendu o rogulaiiiento de 23 de agosto de 1839
CTeado diversas barreiras para a cobranca do im-
posl J do pedagio de conformidade coo> a le n. 473,
aiud* n.o se tornou effectiva a sua arrecadaco
porlalta de casas, que devum ser construidas as
cun lelentes eslaeoes.
O director das obras publicas pede que- se votem
pelo iiwuos 8:000501)0 para a construceo de qua-
tro tlessas casas, que elle julga mais urgentes, e
sao as de Timb, S. Joo, Morenos e AlTogadnhos.
No seu relatorio, onde encontrareis ma* minu-
ciosamente descripto o estado das obras da provin-
. imperiosa, cuja satisfacao
crvem de 'garanta urgeniemenle reclamam o> atareases da provincia.
6
5
8
32
As 21 condemnacoes sujeitSram 6 dos reos a
priso com trabalbo, 9 prisao simples, 5 sus-
penso do emprego o 1 perda desle.
obras que se fizeram
nsigiiilkantes, e consis-
vmea garantem o contracto d) calcamento das tiram em reparos e conservacao, alm do servico
raS destacidade, do calcamento em que se despendea 23:0835290 e
RELE1TA ORCADA PARA O A> NO FINANCEIRO um neqaeno trabadlo no Gvmnasio na importan-
DE 1864 A 186.:. cia de 1:3125934, e executam-se actualmente os
\ receila para o exercicio de 1864 1863 or- reparos da ponte da Boa-Vista e provisoria e a
tafef?*'? 0S. ,ermo*dBarreli,'os. A?ua Pre" Cjem 1.260:6515000 reis, e a despeza em....;. conservacao erepaios das'estradas.'
la, Bonito, Boa-vista e Cabrobu. so houve umases- 1.291:6885543 reis, resultando um dficit de ...
' de jury, na capital 3, e dos termos de Caruaru, 31:0375343 reis, que ser elevado com os crdito
_, "" u^juij, ii.tcifiiuu o, c uos ifi nios ue iiruai
Espantosa proporcao e que sena para aterrarle Garanbuns, Buique, Flores, Villa-Bella, Ingazeira, qae forem votados n MA""drdWd7di
W au prucui asse tazer urna apreciadlo racional nao Tacaratu e Ex nao chegaram commuDicaiT.es "- -
se nao prucurawe lazur urna apreciadlo racional nao lacarat e Ex nao chegaram
so qunto a natureza dos enines, mas ainda acerca ter havido.
da omisso que lenho como certa, da estalislica de | FAZEXDA PROVINCIAL.
1862. Em verdade nao acreditavel por exemplo
que nesse anno nio se commeltesse um s enme' Sujiio a receita do exercicio lindo ris......_.
de offensas moral e religio, de armas defezas, 1.307:9665793 da qual deduzido o saldo do exerci-
dejogos prohibidose infrac5es de posturas, espe- cio anterior de 2:7635136, o valor de reslituicoes
ces que se elevaram no anno passado 190. ^e 7:8265930,
_ que
No mesmo periodo di
que
mes :
passado
1863 indicam os mappas,
, e o de movi...
64:2365720, veio a restar, com
de exercicios (indos, liquidada at i siembro prximo
passado na importancia de 327:1565739 reis, com
a despeza do juro de 2 por cento garantido com-
panhia da estrada de ferro e finilmenle com as
obras novas.
Presume o inspector da thesour.uia que o indi-
n-mTo d funu d e**deflcic pode ser coberto nao h com as sobras '.
imo renda nrooria do a^am,s ^^ignaefles, mas co n o angmenlo da
J recei oreada, proveniente de alteracoes de ira- j
arase
o vote j
referida
na im-'
Des
Arrombame
Concussao............................. 2 no quaes os aflijos da receita que experimenta
Abuso de autoridades .................. 1 ram diminuicao, e aquelles que tiverara algum .
Falsidado............................. 5 augmento, chamando a atteucao para o decresci- S ^1** 'l"e.,a s,luaa
Moeda falsa............................ 5 i ment dos direilos do assucar na importancia de 11 '1,1 f *Z*5 d'' S?5 ora R0"'
sin; einnrt icio coraPor'a"> 9 augmento propoMu. Todava pens
sua cxporiacao qae se dever restabcleccr fe d 3
Em referencia elevaco suggt rida dos direitos
de ex portaco sol-e o algodao, de 3 para 5 por
eento, me perece que a situacao a?loal da cultura
por
as successiwas eleicoes, que acabamos de frans-
or, nessa poca melindrosa, em que os nimos se
Contra a liberdade individual............
Homicidio.............................
Tcnutiva delle..........................
Infanticidio...........................
Aborto..................................
Offensas physicas graves^................
2 94:0135438, por ter diminuido a
US na razao de 1,044:616 arrobas.
261 Assim tambera, notavel o accrescimo de reis & ^ 3"e,.fdne^,er "S '""T*' ''% .qaf a WW
i i 43:5135913 nos direilos do algodao nao spela 1ZS !? M?al)CnlrC o dlstr.ctos pro-
i elevaCo do seu proco, mas ainda pelo augmento SZ^S ""^ i.,!,|,0^,,C1,, ,g"
43 da cxporlaeo na quantidade de 70:504 arrobas. gr^'*?" d-e,'*'"n!f ^1f desse genero.
SS& rt rT?-eS 2 coo,rMn..fc ,al* I**11 Ditas ditas ieves. .*.... ................ 115 A despeza do mesfno exercicio de 1,232:3905332 nsl^^*2.*iffS neS'ai'> P,h,Se *?* am
tZ ?. M, H,ero*a*fn**> ** MMfc*la a prora da; AmPacas.............................. 6 cora o movimento de fundos elevou-sc a ris .. LKfMS gra-vai?e da Produc;'. re
SSSr S ,deas d0S sen",nen,os I^n'cosos; Elllraua na casa alheja..................
*IL ouil ur.l. PsInnrA
A crenca geral de que s as vossas sabias ns-1 iiini0 ............................
tiluices se encontrara a segura e verdadeira ga-' ia umniaia "iniuriaV...................
rant.a de lodos os direilos e le*limos ulereases, < Cno J ....................
toma a olbos vistos largo desenvolvimenla Furto................................
Por arrematacao executaram-sa as seguinles
obras :
' alcaniento e aterro da ra do Sebo.
Dito da ra do Aragao.
Dito da travessa dos Ferreiros.
Cano de esgoto da praca de Pedro II.
Dito na praca do Chafariz dobairro do Recife.
Ponte do Brumznho.
Dita sobre o Pirapama.
Calcamento entre o theatro e a ponte de Santa
Isabel.
Lobera do Gymnnsio Provincial.
Reparos da ponte sobre o rio Una (estrada da
V ictoria).
Ditos da 2' parte da eslrada do norte.
Ditos entre os marcos 5 a 6 mil bracas na estra-
da de Fo d'Alho.
Ditos entre os marcos de 6 a 7 ditas dem.
Ditos ditos de 7 a 10 dem idem.
Ditos ditos de 10 a 13 idem idem.
Dito do marco 13 mil bracas Villa.
Dils da 3* parte da estrada do norte.
Ditos da ponte de Mamucabinha.
Ditos da dita dos Carvalhos.
Ditos da dita de Goianna.
nistracao faz aquelle funecionario, de conformida-
de com o que disp5e o 9 do art. 10 da lei o. 286,
o pedido dos fundos necessarios para as obras que
tem de ser realisadas no futuro exercicio, o quo
eleva cifra de 520:0005000.
PONTE 0E fino DO HECirE.
Prcede-se a extraeco da pedra e areias deixa-
das pela amiga ponte, e apezar das difflculdades
t desee trabadlo e interrupces da barca de escava-
cao que all serve, estar o rio nesse lugar com-
pletamente desobstruido at o fira de nrarco cor-
rente.
J so deu comeco o affincamento dos respectivos
pilares desde o meiado do mez que aeabou, e tam-
bero io encost da ponte pelo lado da freguezia de
Santo Antonio.
Marchara, pois, regularmente os trabalhos dessa
imponanle ubra e por meio de sondagens feilas no
ierren j, est verificado que se ella for bem execu-
tada lera urna solidez e duraco correspondente
sua importancia e custo.
Il.l.l MIS VC\i> fil!.
Acharase funccionando nesU cidade 1,067 lam-
peoes 'iistribuidos pela maneira seguinte :
Freguezia do Recife 197.
Dita de Santo Antonio 263.
Dita de S. Jos 234.
Dita da Boa-Vista 282.
Dita dos A fugados inclusive a ponte 34.
Passidico do Recife 4.
Ponte provisoria 8.
Hita de Sania Isabel 20.
Dita da Boa-Vista 5.
Bairroda Magdalena 20.
Faltara ainda para completar o numero de 1100
aulorisades por essa assembla, 33, cuja canalisa-
cao as ras, que se acham fora do permetro
ira propnedade.....................
Tentativa dos meamos..................
Armas defezas.........................
Desertores do exercilo..................
Ditos da armada........................
Ditos de polica.........................
le observada pelo governo imperial nos inspira
onflanca noporvir. Aproveitemo-la todos, appli-
quemos a nossaacti-idade no desenvolvimento dos
noss reaes e positivos interesses.
Temos ainda de percorrer dilatado espaco para
que po.ssamos altngir todas as vanlagens so'ciaes I S~ienddos~eTadido...................
que aspiramos. E" dlflicil a larefa. redobreraos de ; SESl LZ ...................
vigor para realisa-la. al........................
SEGURANCA INDIVIDUAL.
Se a tranquillidade publica, longe de inspirar
recelos, parece inalteravcl, atiento o aspecto polti-
co, que observamos, se d'abi nos vem a es|ieranca
de un futuro animador, nao menos fundada a
idea de que pode ser elle compromeltido pela falta
de seguranca individual.
Da estalislica criminal da provincia, alias defec-
tiva pelos meios imperfeitos de que dispoe a auto
g com
4; 1,280:5225412 : resiands pagar 5:9t530.
151 O saldo desta despeza sobre a receita' foi do
3 27:4445381, e seria de 74.4445381, a nao dar-se o
6 emprestimo de 47:0005000 feito a caixa do exer-
I j cirio correle para saiisfaco das despezas do tri-
1311 meslre de jnlho setembro.
A esle saldo accresco a existencia de 9:9485349
encontrados na caixa especial da auiortisacao do
capital e uro das apulites, e suieitos ao pagamen-
to desta divida.
Uso de nomes suppostos.................
Infracco de posturas......................
logos prohibidos..........................
39
1
26
121
!i
7
42
1
102
sudante da mingua de meios de transpones" neces-
sidade, que de prorapto nao dado acudir.
Nao sendo por um lado entre nos os direitos,
que se cobrara no acto da imiwrlacao, como succe-
de em alguns paizes, meramenlo llscaes, e sini
fontes prineipaes das rendas do estado, achando-
seporoutro lado, o planto do algocoem condicao
pms|era quanlo ao prsenle, e -elevando alera
disto wiuilibrjr a receita cora a despew. no orca-
meitl da provincia, nenhum outro ramo de indus-
urnas rnnsignaces
81:6635275.
Monlou a 341:8965236
fossem excedidas
a despeza feita com os
351 vencmentos dos funecionarios pblicos.
Iinporta favorecer e animar a prolurcao em ver-
dade ; mas por ouiros meios.
As mesmas razites qae militara p ira sa tributar
a importacao, vigoram igualmente para que se tri-
ne se ha portado a autoridade na repressao dos
(rimes, e faltara, senbores, a um dever de justica
se nesta occasiao nao manfeslasse o ajireco em
qunela de crimes de outros lempos, todava nada \ 'IZt'nTJZ rl,'l SSS r,reS,ad0S SfeSS
tem de salisfatorio o e.-tado de seguranca individual *ir,fvd,d! m,t'u C"1* '",tll'encia *"&
e actividade na manutencao da ordem publica fica
recolhi-
rid ide, se vd na verdade que ha decrescido a fre-
186
52
28
45
9
10
18
1863
44
17
35
14
8
12
c de propriedade.
Este Inste resultado se prende causas comple-
xas, que nao podem de prompto ser removidos os
defeitos da educarn religiosa, a mingua de ns-
tnircio as lacinias, por lodos sentida, da nussa le-
gislacio criminal, e unirs muitas causas que estira
ao alcance de vosa peneiraco, sao embaracos con-
tra os quaes debalde luta as vezes a autoridade,
por mais perseverante que se mostr na repressao
dorime.
9* mappas ministrados pelo digno chefe de
polica demonstrara, que na provincia se deram no
anuo de 1863
44 Homicidios
17 Tentativas de mofle
30 Ferimentos graves
14 Resisiencias
6 Tomadas de presos
12 Roubos.
Comparado o numero dcsles crimes com a sosia
|K|iubcao rhegareinos a conclusao de que, se nao
jlesesperador o estado de seguranca individual, ] 8
nao deixa todava de contristar-nos, lano mais
quanlo somos levados a presumir, que aquella
somma, longo de ser exacta, ainda de ve ser maior,
se considerarmos a difDculdade que so encontra na
averiguacaoe deponerla de factos criminosos pela ;
insulliciencia da forca publica, e vasta extenso do
T)05so territorio.
A romparacao da estalistica criminal do anno
fiulo com a do antecedente da o seguinte resul-
tado.
Crimes
Homicidios.....................
Tentativas de morle.............
FiTimenlos graves..............
Re> .-'enras....................
Tomadas de presos..............
Roubos.......................
li ata cifra se induz, que nos crimes em que a
depravaco moral do homem infunde maior receio
snciedade houve algiima diminuicao, e maior
anda se ola tnmando-se por termo d comparaco
o anno de 1861.
Se nao ha completa exaclidao nos dados estalis-;
ticos, (pie naturalmente vo cada dia melhorando,
ada entretanto aotorisa a rrer.que effeclivamente
naot nha decrescido esse genero de crimes de que
me t. olio oceupado.
Esn apreciaefio d.ve allenuar o sentmenlo me-
lancolieo que se recebe ao fazer-se a eoopataco
da lotalidade dos crimes desles dous ltimos anos
cujo quadro e seguinte :
Crimes
Resistencias....................
Tomada de presos..............
Arromliamento de cadeia........
Concn-sao......................
D.'soli.'rtiencia.................
Falsidade.....................
Moeda falsa...................
Contra a liberdade individual___
Homicidio.....................
Tentativa de mofle..............
Infanlecidio....................
Aborto........................
Olfensas physicas graves.........
Ditas ditas leves................
Ameacas......................
Entrada na casa alheia..........
Estupro.......................
Rapto.........................
Calumnias e injurias............
Fuo.........................
Estelionato....................
Tentativa delle.................
Roubo.........................
Tentativa delle.................
Oftma moral e religio......
cima de todo o elogio.
78:2025000.
As obras publicas consumirn) a quanlia de-----
ADMI.MSTRACAO DA JUSTICA. 338:6485782, eo.nprehendend* 115:21454 cora
',[* lo ueUllV'a furam no anuo ""do reparos e conservaces 82:8155500 com o c*lca-
rrofendos 283 julgamento.s, sendo 101 condemna- 'monto das ras da ci'dade do Recife 69:5l2577-*
tinos e 182 absolutorios, por crimes perpetrados com as estradasdocontrato Mamede 46:2625332.
cm diversos anuos que constara do quadro se- com as pontes de S. Joo e Brumznho 8:8431056,
tanto mais quatito a industria
imposto algutn directo, como
quasi lotalidade dis mitras, os pre-
at os proprios capitaes alugados.
nientos. alimentacao e curativo dos presos pobres j JS,?8!?^!^S? ^"S*! quc T
despendeu-se 80:1945969 | *X- \ ?c '' dS rSte8 "***&
As subvens a companhia Pernambucana e a gSl'g'^?'.'!? ,3,"b.,-'", um, gSS^
assoc.afao dos Artistas orearan. eiiil:0005. | SlSS^ conven.enc as do thesouro
.AjfiflhKla e juro das apolices fo. de.. A su,;s;tucao por uma faM umVa
t mu t--
1862 186.
9 14
10 8
1 1
1
39 39
2
3 2
2 1
52 44
28 17
1 6
1
45 35
19 91
3
3
2 12
4
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coma consiruceo da easadoGymnasio 16:0005000,
i cora as despezas das matrzes 1995810 cora estu-
; dos graphicos.
RECEITA E DESPEZA DO 1 SEMESTRE DO
EXERCICIO CORRENTE.
A receita do lu semestre do corrente exercicio,
montonera eui 532:7875337, incluindo-se o saldo
de 27:4445381 do exercicio anterior, 1:5815940
de reslituicoes. 98:0075320 de inovinciitu de fun-
dos, o 5585559 de depsitos.
Excluidas estas ipiatru addiccoes, teremos como
i renda effectiva c ordinaria 405:1935137, maior do
que a arrecadada no semestre correspondente do
[ exercicio lindo 4:632468.
1 A despeza do mesmo semestre, incluidos.......
30:0145640 de movimento de fundos e 55559 do
: deposito referido, orea era 497:4485300.
Excluidas aquellas duas primeiras parccllas se
reduzir a 466:8755101.
Compara la a receita cora a despeza, resulla o
(saldo de 35:3395037, que ficar redolido a......
! 14:3395037,por dever-se caixa de deposiloa quan-
; tia.de 21:0005.
i este saldo se deve addiccionar a importancia
de 9635560 que no dito semestre foi achada na cai-
; xa especial de aniorlisaco do capital ejurosdas
! apolices, e que est sugeita ao pagamento desta di-
vida.
Sobre o pagamento d
calcula o inspector d
1 modo :
c uniforme
para todas as quahdades do producto dos direitos
de 3 por cento, cobrados dos valure; das diversas
qualidades do genero segundo as variaresdo mer-
cado, nao produzio a niodilicaco desojada na in-
dustria sacliarina : pois assisado vollar :i pralica
anlga, tirando M imposto-o carcter acanhado de
proteceo, que nao surti elfeto, e restituindo-lhe a
aniplidao. que deve ter uma fonte de renda.
Esla alteracao altainenle reclamada pelos apu-
ros da fazenda provincial, e a urgencia de recorrer
aos melliorainentos diverso-, que por defitetencia
de meiws nao podem ser attendidos, e anda me-
nor satisfeitos.
Se um sacrificio, que se impoe essa indus-
tria, desses que o patriotismo lera o drelo de
eligir, e a que tem o dever de suj 'lar-se, visto
que para uiilidade da provincia. Mas nao lia tal
sacrificio.
Aquelles mesmos em favor de quem fora decre-
tada a subsiiiuieo regeiinram o beneficio, c com
razao ; iiorque sendo maior a procura para os as-
sucares de qualidades bailas, nao havia motivo
para fabricar de preferencia o de qualidade supe-
rior.
E demais, os phenomenos e incidentes econmi-
cos sao (So complexos e sugeilos aeco de causas
lao variadas, que nao fcil determii ar os effeitos
e a incidencia de um im|>osto.
Tenho para mim que nao est bem demonstrado
que os direilos de exportac.io pdsatn em todas a
cirrurastancias sobre o productor ; |k:Io contrario
inclino-me a pensar que em geral o seu pe,-o se
reparte entre o productor e o consumidor.
Assim posta aquesto manifest aconvenien
sso de
unifor
por
tttaar***-'-1 oraio do^&"^no^^
por causa do, invern, como informa o agente fis-
cal do governo ; entre Unto 21 delies j se acham
assentados e devem boje ser accessos, e os de mais
o sero no mez prximo vindouro.
Continuamos pedidos do governo para que o
beneficio da illuminacao se eslenda a certos pontos
da casa de detenco
Reparos da ladeira de Sicupira-Forte (estrada
da Victoria).
Empedramento de 450 bracas era diversos luga-
res da estrada da Victoria.
Bomba do riacho Chacn. '
iw?'5 udnCa,DaJ d= '!05PC0- iian- : da cidade e de seus arVebaldes,e espero que "vos o
,CoraecodapontedeS.Joao na estrada de Pao MtorM a atteoder a uTjWti. reehlmR,>
como a melhorar a illuminacao de cenas ras, cu-
jos lamceoes se acham collocados a grande distan-
Executaram-se as seguintes :
Calcamento da cidade.
Ponte de S. Joo.
ca uns dos oulros.
"do Guerra, na rainificaco do 'anTq^S'S %?*%
Cabo.
Ditos de cadeia de Serinhera.
Ditos da ponte sobre o Mamucabinha.
Diios do 22 e 23 leos da estrada da Victoria.
Ditos da ponte dos Carvalhos.
dramento
sao infundadas no entender do predilo agente fiscal.
(Conlinuar-seha.)
Reconstruccao de 316 bracas de empe
no engenho Velho, na estrada' da Victoria.
Expediente do dia 27 de ferereiro dei86i.
i Officio ao brigadeiro coinmandaiile das armas.
Sirva-se V. Exc. de mandar por em Kberdaile, dan-
do-lhe baixa se j estiver com praca, o recruta
Tertuliano das Chagas Coelho, que procurou iscn-
cao do rc:rutamento. Cominunicou-se ao coronel
recrutador.
Dilo ao mesmo Tendo sido transferida para o
dia 29 do corrente s 9 horas da inanliaa a sahida
do hiate Artista, para o presidio de Fernando, as-
sim o declaro V. Exc. para que se sirva de man-
dar postar na casa de detenco n'aquelle da a
forca de que trata o meu officio de 22 deste mez.
Fizeram-se as necessarias coromunicacoes.
Dito ao mesmo. Inteirado de haver V. Exc.
como me communicou em seu officio n. 374 de 24
do corrente, nomeado o 2. lente do 4. batalho
Dita de 117 ditas em Rulhes, idem.
Dita da ponte de Moeambique, na estrada de
Pao d'Alho.
Reparos da ponte sobre o Jaboatao, na es-rada
da Escada.
Contiiniaco dos reparos da estrada de Pao
d'Alho entre os marcos 5 e 10 rail bracas e 13 e
19 mil.
Com lodos esles trabadlos c por eonla dos arts.
12 e 13 da lei do ornamento respectivo, quo con-
signou para elles a q'uantia de 394:0515, despen-
den a repartieo das obras publicas a quantia da
336:1735551, havendu por consegrante um saldo
de 57:875^550.
Entretanto, cunipre notar que tendo sido insuITl-
cicnte a quota votada no 5 1 do artigo foi o de artilharia a pe Felippe Marques dios Santos", para
que demais se exceden, supprido por meio de ere-, servir merinamente o emprego de ajudante da
ditos snpptemenlaree na importancia de res..........(fortaleza !o Brum, cm substituico ao 2." tenente
1-1155864. reformado Epfanio de Menezes Dira, que se acha
As causas desle excesso e das sobras acharis preso, temo a riizer-lhe em resposta ao citado offi-
explicadasjio relatorio do director. rio que me conformo com essa nomeacao.Cora-
A extensao que anualmente ja contam as estra- municou-se ao inspector da tiesouraria de fazenda.
das da provincia, alm de tornar crescida a des- Dita ao inspector da thesourara de fazenda.
peza necessana com o servico de conservacao d Transmuto V. S. as duas ratas juntas em du-
lugar a minios e continuados reparos, mormente plicata. alim de que nao haveudo inconvenenie,
as pontes, .pie absorvem avulladas quantias. mande pagar a Antonio de Lemos Vasconcellos,
Enir.ianio, i,,... posso deixar de ponderar a este conforme solicito!) o brigadeiro coinmandanle das
respeilo, que tambera a frequencia era que sao re-: armas era officio de 25 do crreme, sob n. 361, a
clamados estes irabalbos, algnna dos quaes rai|ior-' quantia de 275480 rs., sendo 155000 rs. proven!-'
tara verdadeiras reconstruccoes. faz supiior que ente do aluguel a contar de 19 de judio 19 de
nao sao exceuladas com a perfeieao e soliJez pre- dezembro do anno prximo passado, da casa que
cisas, a que alm disto a vigilancia empregada na i serve de qjartel ao destacamento da povoacode
conservacao das obrafpuhlicas nao tem sido lao! Gravat, o 125480 rs. despendidas durante aquelle
activa e cuidadosa quanto exigera as grandes sora-1 tempo cora o fornecimenio de luz para o mesmo
mas nellas empregadas. I quarlel romo se v da* preditas contas.-COmnui-
Se ha fundamento uesla niinha observacao. sera ncou-se ao brigadeiro coinmandanle das armas,
mais una prova dos vicios e defeitos indicados; Dito ao mesmoCommunico V. S. que o pro-
pelo director no seu citado relatorio. Das nume-1 motor publico da comarca do Pao do Albo, bacba-
rel Bartholoraeii Torqualo de Souza e Silva tendo
terminado em 24 do crtente a licencade que go-
sava, deixou por molestia de reassumir o exer-
cicio do seu cargo; como participou em 23 deste
mez.
Dito ao mesmo.Reslito V. S. os documentos
=----------........--------- assim jiosia a quesiao e manitesia a conver
, cia da resiaoraco proposta do antis process
la despe que reslaa fazer > arre(.a,|,,eo deVendo ser revogada a taxa un
a il.esourar.a do segrate me U|ljl.a dl. ^ rs_ arroll^ fle ;i.sl|can
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Deixando de considerar alguns oulros impostos que enlregou-me a adminislraco desta provincia.
Ui^^lS^&L^^^'^,!^^^^^^ T nfl'1,>nfia S0,r"l F,'l0f^t0 de conIribuirem Para ocalcameuto
! Kft So FSSste Jo S&SSSS l Smraar Iff^^S^^SS.
Beta somma tem de fazer face a despeza de-----
908:2795605, visto ser a decretada de...........
1,375:1545706, e haver-se pago no Io semestre
466:8755101.
Nosias crctimstancias teremos um dficit de...
68:8015145, que por pouco im|>orlante pode des-
appareeer com as sobras de aigumas eonsignacoes,
e com o augmento provavel que ter a receita*. em
conseqtiencia da alea do preeo do assucar, e da do
algodao, cuja safra crescida.
DIVIDA ACTIVA E PASSIVA.
Da divida activa se arrecadaram no exercicio
frado 108:0615265. A que nio foi paga anterior-
mente e a que resulta do mesmo exercicio soiu-
mam em 378:3025418.
Toda esta vida se acha liquidada era juizo para
ser cobrada. A divida passiva verificada e liqui-
dada at o ultimo de dezerabro lindo orea em....
376:2785212 excluidas das apolices.
Desta divida jiertence a thesouraria geral, do
juro garantido pela provincia companhia da es-
trada de ferro, e a d outras despezas pagas pelos
cofres geraes a quantia de 327:1565739 rs. Nao
se votou credlo para pagamento deste debito, e
nem para o de 32:9175035 rs. perlenccntes ou-
lros credores, que sera duvida nao eslo no caso
do primero, e que devem ser indeinnisados.
Ai'el- serie de divida de 232:2505000 rs. das
apolices einittidas eslo amortisadas no valor de
112:2505000 rs. restando por pagar no porrenie
rosas pontea que possuimos, aigumas e de subido
cusi, laes como a de Caxang, Motocolomb, Pi-
rapama, etc., reclamam prompta substtuic>, e
para islo misterque votis os fundos necessariss.
e bem assim para os reparos de que precisara os
caes, que conlorneiam esta cidade.
A reconheetda necessdade de sefazerem os pas- sobre que versas sua informacio de 22do corren-
seios d.-is ras desta capital, proporcao que se for
exeeotaodo o seu calcamento. levain-mo a solicitar
a vossa,atieneo para o que acerca desle assitmpto
expde o mea Ilustrado antecessor no relatorio cora
A differenca que se nota entre este total, o dos
juliamenlos e o numero dos processos que foi de
253 nasce de 13 destes coraprehenderem mais de
utr crime e 18 mais de nm criminoso. exercicio por conta daquedas series a importancia
'elos juizss de direito foram julgados 27 proces- de 7:7505000 rs., o que ter lugar logo que o exi-
sos comprehendendo 32 reos dos quaes 21 foram jara os respectivos credores.
coi demnados e 11 absolvidos as comarcas indica- Tainbem por nao te-lo exigido os credores, est
das no seguinte quadro : ;por pagar a quantia de 2:990*850 rs.de juros des-
suggere a idea da creaeo de
agentes llscaes de Pernamburo na Parahyba, Ma-
cera e Penedo, por onde se escoara grandes quan-
ti.la.les de algodao de produeco da provincia, sera
o menor proveito para ella.
Nao ereio que a receita seria decupla, como elle
diz, sem fundarse em dados seguros, mas estou
convencido que a presenca de procuradores desla
provincia nos pontos indicados seria de grande
proveito.
_ Em quanto, pois, nao se estuda e resolve a ques-
tao de uma ligado alfandegas ou consulados pro-
vinciaes, no intento de uniformisar o-; direitos de
exportarn, e facilitar sua cobranra, fazendo-se a
arrecadaco em commutn, e repartlr.do-se o pro-
ducto era quolas proporcionaos, deduzidas as des-
pezas da niesma arrecadaco, a creaban de agentes
fiscaes de Pernambuco na Parahyba, Macei e Pe-
nedo expediente que deve ser abracado,. mas de
maneira a trazer os resultados desejaveis,
Sao estes os pontos que me parecern) dignos de
atlenco, e acerca dos quaes entend que imporlava
reflexionar.
O relatorio do digno inspector da thesouraria
trata com individnacao de outros minios assump
tos que despertajlo vossa atlenco para sobre elles
tomantes qnalqner deliberaco que for suggerida
pela voss aillustraco e zelo a bem da jirovncia.
OBRAS PUBLICAS,
Offerecendo-vos a este annexo o relatorio do di-
rector das obras publicas, chamo toda a vossa at-
lenco para o que expende este funecionario con)
relacao ao pessoal e a organisaco de sua reparti-
eo.
Reconheeendo os vicios c defeitos db systema
porque sao feitos os trabadlos de qui> est etla en-
te n. 89, alira de que, em vista da que ajunto por
copia ministrada hontem pelo chefe de polica e sob
n. 243, mande pagar a Jaeintho Alfonso Botelho,
a quantia de 305JJ00 rs., era que importa o alu-
guel, a razao de 105000 rs. mensaes da casa quo
, servio de quarlel ao destacamento de 1.* linha.
cora os U por cento creados pela le n. 3a0, en-1 existente na povoaco de Beberibe, a contar de 12
tendera os proprielarras que eslao isentos da obn-! de outubro do anno passado, at 12 de Janeiro
gacao que Ibes imposta pelo art. 18 titulo 7 das! ultimo.
posturas municipaes do 30 de junho de 1849. Dito ao mesmo Declaro V. S. em additameo-
Enireanlo parece que aquella lei nao os eximio' l0 ao meu officio do 12 do corrente, e para o lira
do oiius, a que estavam sujeitos pelas referidas |os-
turas, c apenas estaluio sobre o que incumba ao
governo, sera com ludo dispensar o auxilio despre-
dilos proprietarios.
Kazer recahir sobre os cofres provinciaes a cons-
iruceo dos passeios, importa diminuir era mais de
um terco a porco de obra que se pode executar
annualmente ; aggravando-se era igual proporgo
o seu custo.
Tendo o contratante da ponte de ferro sobre o
rio Capibaribe na estrada de Pao d'Alho, no lugar
denominado S. Joo, reclamado providencias no
sentido de ser substituido por outro mais seguro o
conveniente, que a quanlia que deve ser paga aos
emprezarios da illuminacao desta capital prove-
niente do gaz, consumido nos mezes de novembro.
e dezembro do anno proxirao passado, com a illu-
minacao do arsenal de marinha e casa da inspec-
cao de 209*340 rs. e nao de 1965740 rs. como
por equivoco mencionou-se no precitado officio.
Dito ao mesmo. Estando em termos a conia
junta em duplcala, e nao havendo inconveniente,
mande V. S. pagar aos emprezarios da illuminacao
desta capital, a quanlia de 1:0905000 rs., prove-
niente de candieiros, eneanamenios etc., para a
da fortaleza das Cinco
collocaco do gaz no quarle
systema de estelos de parafusos, que foi adoptado Ponas, onde se acha o 7." batalho de infamara.
para a construeco da referida ponte, visto ter-se Dito ao remmandanto do presidio de Fernando.
encontrado 15 palmos abaixo do leito do rio uma Remeta V. S. cora urgencia para esla capital, as
lagem, que se estrale de uma outra margein do contas e documentos de que trata o inspector da
mesmo rio, e onde nao possivel fazer penetrar thesouraria de fazenda no officio de 25 do corrente
aquelles esleios, mandei ouvir o engenheiro encar- por copia incluso.
regado do melhorainento do porto, e o director das
obras pul.ticas sobre as modicacoes que se de-
viam fazer no referido systema, alim de poder re-
solver convenientemente*
Entretanto dirvos-liei que no contrato celebra-
do para aquella obra se consigna que as observa-
oes ou estudos graphicos previamente feitos reco-
ulieecram no lugar a ella destinado existencia de
uma carnada de i i palmos de areia, e abaixo des-
ta terreno mais solido em que os esleios devertam
penetrar na profundidade de 5 palmos.
O facto da existencia da lagem, verificada por
aquelles engenheiros revela bem a impesfejeio de
scraelhantes estudos, desle modo sao aotes. ero pre-
juizo do que em proveito dos cofres.
Dito ao copito do porto.Fajo a presentar V.
S. os recrujas Angelo Custodio do Amor Divino, e
Sebastian. Rodrigues Coelho, para Ibes dar destino
depois cte inspeccionados. Communicou-se ao Dr.
chele polica.
Dito ao director do arsenal de guerra.Recora-
raendo V. S. que contrate cora o dono ou mes-
tr.e do hiate Artista, a condueco dos soldados los
Caetano dos Santos. Manoel Pedro Celestino, Ma-
noel Rufino.da Paixo, Jos Antonio Gomes, Seve-
rino liypolito Jaeintho e Manoel Jos da Silva, que
rao cmprir sentenca no presidio & Fernando,
comprehendindo nos ajustes que Ijaer as familias
das pracas jue as tiverem. -Communicou se ao
brigadeiro ommandante das ar,mas.
i
i*-


talarlo le Pcrnasabnco -- nitnan mr-mo-Onuntc v 8 rom o ono do mil Prohjanos da guarda real se acham iBa.cm!e8s,o*asiio para so pronuncia* a raspeito da no-
hiaKiim^ milito-'mareha,quaudoMarchall funeral proa*. o ha- visstma publica S j.,t i4'..;f ru J..'. Theodoro da Su- rae de Wmngel, torneado comiiwndnwe coi che do urna reawvaj-esolujao do censura. A M*
Etmm-Sutr^r SUS!SSdJiSS 2 Mesa, a limaao de tambera nao exprimir a approvacao da ultima po-
SS *" c n "BnnB "n,r,,-,r n ,nrt,*v* ,,,s; lik~xv'* ROV('rno e seu romp,mMl0 com a coa"
mostra de
rior 10
dio de Ferna
mcu oflk-io de 23 do crrante. I
Dito ao director das obras militares. Mande i.
S. com Offencia concertar o telhado do quaitol io
corpo de guamicao, como requisitou o bngadeiio
cnmmandanle din armas cin oflSeio n. 373 de '..6
do crrante.Gommuniccu-se ao brigadeiro con-
mandante das armas c ao inspector da mesouraria
de fazewda. .
Dito ao rtmselho de compras navaes. Auton-o
o consefho de cunaras ames a compra1" nos ter"
ows do aea icgula-menlo ohjectos menciona
nooftcioquc me dirigi em 25 do con enie, visto
bdoo arsenal de marrana.
Portara.Os Srs. gentes dJv compantua ura-i-
Icira de paquetes vapoi, lacam transportar para
a corte por conta do ministerio da guerra no va-
por que se espera do norte, os -voluntarios 2 cadfte
Oh tupio Goncarvesde Norotfia Faria, .soldado Va-
nee! liento de Mondones Ifcrior ambos do 1 tara-
ahito do iiifanturia e o de neme Manuel Pedro Vic-
torino pertencenle ao asilo de invlidos. --Coran U-
nicou-sc ao brigadeiro commandanles das armas.
Dita-Os "Srs. agentes da companliia Brasileira
de paquetes vapor, fa?am transportar para a Ha-
bla por conta do ministerio da guerra no vai*r
Prineza deJoinrille o alteres do 8 hatalhaode in-
antaria 'Gregorio Alces de Siqueira Bruno, soa
mnther e o soldado sentenciado do 10- batalbao da
mesma arma Angelo Anglico. Co-nimonicou so
ao brigadeiro comnrandante das armas.
Dita.- 0 vicepresidente da provincia, attendendo
ao que roncrou a professora publica de tastruecao
elementar da villa do Bonito, Thereza Porflria de
Jess J.-trdim. e tundo em vista a rnformaoo do di-
i .. .. a_ !^_...*,.- ^,,1.1 un il-il'.d-i
pioinpto para Oppor torca torca.
essa ordem do dia obteve-se cn-
j pelo apoto de parte dos depu-
tados nao atlcmcs, eniquanto que a grande maio-
nacionalidade alte-
Fn con noencia dlsso, no dia 31 de Janeiro, a na dos deputados pertenecotes a nacionalidadeal e-
irde a te-ta da guarda avancada prussiana. ura- maa, condemnaram a p.dit;ca do conde de Kocu-
eou e canal do Eider sobre o caminho de Kiel berg com a mesma viveza, como a cmara dos de-
tarde,
te
para Eckernfoerde, c trocoo os primeiros tiros com
aguardas avaneadasdo Dinaiuarquezcs.
No dia i de feverciro outros coi|>os prussianos
marobaram para o-Schleswigsobre a mesma estra-
da, omquanto que os Austiiacoscollocados jicrtode
lendsburgo, tanAiem avancaram sobre o Eider. Os
Dinaiuarquezes retirararo-se diante dos Austracos
en primeiro tagar atraz do pequeo Hio Sorge, fa-
rendo saltar as duas puntes sobre o inesnio.
Em frente dos Prussianos que avancavain de
Kiel, a retirada tere logar sobre Eckernoerdee
desM cidude que os Prussianos oceuparam anda
na noite do I" de feverciro depois de um pequeo
combate da artilharia com duas canlioneiras dina-
marquesas surtas no porto, para Missunde.
Nesse ultimo lugar liouve na noite seguinto um
combate vivo durante tres lioras, depois do qualos
Dinamarquezcs coinecaram a sua retirada para a
posicao do Dannewirko.
So nessa posicao. sobre a <|al tambein se relira
o corpo perto do rio Sorge. que provavelrnenta
principiar urna resistencia seria. Aio.la nao se
sabe se no combate de lionlem em Missunde bouve-
ra notavcl perda de sangue.
0< Prussianos atraressando o Eider no da 31 ue
Janeiro, s tiveraui mu morto e Qzeram prisionei-
ros a ijuatro dragues dinaiuarquezes. Uo mesmo
modo os Austracos quando saliirain no dia 1" de
feven iro de lendsburgo, so iiveram dous lendos.
Os amigos de pat austracos at o ultimo mo-
mento se lisongeavain cunte etperanca que api-
finalmente evacuara de boa vontade o
nella, armado de pistolas, ac.udiiam diversas pos- Norte da Enrona............ W a
soas, que poteram termo atumnOicto. Mediterrneo.............. 6900 a
O 1 supplente do subdelegado Antonio Dor- E para as quaiidades separadas :
nellas Goimbra, tendo conbecinento desta oceur- Lavado.................... 8000 a
rencia, instaurou o competente processo, no qual superior................... 730
-'! ficar ''e L-m muil" "'"' Mtio e acli;.r-se de ra-
/o20VJ
8100
75600
foram pronunciados o dito Francisco Jos Ciernen-
tino e Joao Doradlas, que estao Coragidos.
Sabendo deste fado, a presidencia demittio lo-
go ao professor, nao lomando igual medida quanto
11 subdelegado, embora nao fos;e elle criminoso,
por que inudando-se do district j eslava do faci
demittido.
O Diaria do Rio Grande di Sul d conta do
l- boa.................... 700 a 7,5300
1' ordinaria............... 6*9(l a 75000
t- |,oa.................... G5600 a (5700
2 ordinaria............... 6300 a 65600
Ha em ser 40,000 saccas.
(Cambio.-Incluindo as operafoc- pouco" avulla-
das que se realisaram boje sobre Londres, Franca
e Antuerpia, s cotacoes anteriores, somuiain os
potados prussiana a do Sr. de Bisuiark.
Para o da 18 de feverciro acha-se convocada a
dicta do Hannover e suppoe se que os seus primei-
naufragio do brigue hollaudez l'mUie, procedente saques pelo paquete francez Barn
de Cdiz da forma seguiute : Sobre Londres, SB 350,000 a 27 1|4 e 27 3|8 d.
t O brigue bollandez Emilie, cap tito H. P. Hoi- Sobre Franca e Antuerpia, 1,200,000 francos a
Rema, que na noite de 3 den costa, urna legua ao 3iC, 347 e 348 rs.
Sobre Hauburgo, :WO,000 m. b. a 657 c 660
tem regulado a tabella
jjurgo. um vigiada alfandega.
Em toda a Allciuanha, porm, sem excepcao al- A nHpntafio, que
res.
Sobre Lisboa e o Porto
seguinte :
102 a
101 a
100 a
99 a
a vista,
a 30 dias.
a60
a 90
fui toda, salva, devido em
cuma, aacao est de "accordo e unida, paVa sus- grande pa'rte ios bbns servioos empregados pelo I
tentar dobaixo de todas as circunstancias e por digno inspector da praticagem, Sr. capitio-tenente
nualqoer preco, o pleno direito dos ducados. Antonio Alves dos Santos, serviros que foram coad-
P. S.em 6 de fevereiro. juvados pelo destacamento da a fandega no Puntal.
A rospeito do combate que tivera lugar no da 2, j recolheu-se a esta cidade, presenca do cnsul
perlo de Missunde, temos agora presentes commu- respectivo.
imaioes detalbadas, e tainbcm do lado diuamar- Al lia dous dias linlia dado apenas praia, o
tagn. ficam arrecadados urna grande lancha com quatro
I).; ambos os lados combateu-se com grande bra- remos em perfeito estado, urna verga pequea, um:
rara. As ti opas prussianas assaltaram duas vezes velacho, urna agulha de marear, um sextante, um hoje (23) os valores seguintes em moedj:
as foililicacoes do inimigo perto de Missunde (a oilante, um barmetro, um reloj io e urna sineta. fiordos......
testa da ponte sobre o rio Schlei) mas foram repul- Bahia.Continuava a assembla provincial a Lisboa
sadas. funecionarem suas sessoes preparatoria-. Porto.
Tambetn bou vera ra duas sortidas da parle dos NOTICIAS MAKIT1MAS E COMMEHCIAES. Montevideo
Dinamarquezes, as quaes porm foram/epellidas Rio de Janeiro, 21 de fevereiro.
igualmente. Bolelim de 7 22.
Do lado prussiano a perda fui de cerca 150 mor-1 O nosso mercado de impor.acao conservou-se
103 por cento.
102
101 i
100 c
Apolices.Negociaram-se boje 30 das geraes de
6 por cento ao par.
Uescootos. Conservam-se nos bancos a 8 por
cento.
Na praca regulam facis de 8 a 9 por cento.
Ouro.Exportaram-se desde 9 do corrente at
J:696iJ900
2625000
218:2275000
rector geral interino da instrucrjo publica, datada namaiea tinalmcnie
de 23 docarrmle sob n. 29, resol ve conccd;r- Schleswig. O contiano.cou.-tou agoia. A guerra
com ordenado para traiar coinecou I ju-ak
Entretanto continua anda na dieta allemaa o
Pie 15 dias deSicenca
de sua samle.
ExprdiCDte do secretaria do flovfrno,
N. I OfDcio ao Io secrctarn da assembla e-
gislativa provincial. Remello V. S-. de ordem
do Exm. Sr. rice-presidente da provincia, aBm da
serem presentes assembla legislativa provincial
as inclusas actas das eleicocs, a que ultimainente
e proceden, para membros da mesma aassemolea
nos cinco dislriclos eleitoraes desna provincia, dei-
aando de ir a do collegio de Ingazeira por nao ter
sido al o prsenle recebida.
conflicto que romper em 14 de Janeiro entre as
duas grandes potencias allein.es de um lado, e as
nain a dos outros estados da confederaciio, do ou-
tro lado. .
Na sessao da dieta em 19 de Janeiro, a vista do
Total....... 226:6855900
Achava-se carga para Pernambuco o Dri-
les e ferdi, e doTlado'diuamarquez cerca de 200 pouco animado durante a quinzen; alin da man- gue dinamarquez Colmar.
bomens. I teiga Iranceza, cuja* posigo tem melliorado pro- j Baaiit, 27 de fevereiro.
Desdo entao nao tiveram lugar encontros serios | gressivament, da farinba de trigo, do sal, que es-1 Cambio.-Regulou 27 3|8 e 27 J|2 sobre Londres
perto de Missunde at hontem. Par,>c me all es-1 lio milito firmes em nrimeira ino. e dos vinhos e 5) sobre Lisboa e I
tao preparando um cerco proprio
perigo de guerra sempre mais inminente, em con-
sequencia darejeicaodo ultimtum austro-prussia-
em Copenhague, as duas grandes potencias al-
les, Icntarama acalmar os espirito ir nicio de
EXTERIOR.
CORBESPOXWE^rf AS DO 1IA
RIO 1E PERXA1HBIJCO.
II IHIIt H(.0.
3 > icTerein 4e 18C3.
Na nossa ultima pelo paquete francez do mez
pamado. j podemos dar-anoticia quea Dinamarca
tinna respondido negativamente ao ultimtum, que
I he fura dirigido pela Austria e Pmssia em !< de
Janeiro.
Essa noticia entao anda nao era official. Alg jns
dias mais tarde ehegou aconliruiacao unira!.
O ultimtum confiaba a iotmacao Dinamarca
do abrogar dentro em 48 horas a sna consttuicao
de 18 de novembro do anno findo. Recusndose
em Copenhague essa esigencia, fizera-sc notif car
simultneamente, por mediar;ao da Inglaterra, que
se cstava prompio para satisfazer a reclamaco das
eran les potencias da Allemanha, se losse cor ce-
dido um termo suBcieirtede cerca de seis a oito
semanaspara poder cffeetnar a alfrogacao da
conisUMcSo de novembro na via cotstirucional.
Esse pedido de lacio da Dinamarca foi v va-
mente apoiado pela Inf-later^ a qual empregou
todos os muios de reppescntaco e ameaca, para
determinar os gabinetes de Berlin e de Vien a a
consentir.
EmVienna pareca haver inrlinaco para con-
descender. Sem marcar um turnio positivo, que-
ra-se adiar a marcha das tropas austracas centra
o Eider, de maneira que a Dinamarca teria tido
tempoat meiado de fevereiro, para tratar d:. re-
vogacao da consttuicao de novembro.
Tambera em Berlin, o Sr. de Bismaik paiccia
inclinado a satisfazer mais urna vez os desejos da
Inglaterra.
O partido militar, porm, nada quiz saber de sc-
jnelhante nova demora, e o rei cedeu sua> rc-
presentaces. Elle alin disso, ilc agora SO se ti-
nha sujeitado politica diplomalica de Bisuiark
contra sua vontade, .mas comprehendia bem, que
una vez em movimenk) a* tropas prussian; s, a
monarclia acbar-se-lua ameacada do maor pengo,
te as causas se lomassem nina simples denoos-
traco, e se a dilacao concedida Dinamarca for-
n.cesse diplomacia nevos metos para impedir a
aecao militar.
Tambera no ministerio essa convtocio encontrou
um vivo defensor no ministro da gueira, o Sr. de
Boon, e ntreos principes reats, fo sobretudo o
principe Fredeiico Carlos, que a tusteotou tora o
rnaifir z o.
ti Sr. de Biamark vio-se pois obrgado a renun-
car ao termo de dilacS desojado pea Dian arca,
e em Venna nao se'podia recusar, se a Piossia
urgia para una acelo decid.da, sem arrisor de
arruinarse moralmente na Allemanha da maneira
.a mais completa.
Por alguus das o conde Rechberg, com cfeito,
demorou a marcha das tropas da Austria, mas ce-
dendo urgencia da Prussia, elle foi obrigido a
ajcelela-la agora tamo mais.
O pedido de dilacao da Dinamarca foi pois recu-
sado definitivamente, e de dia e noite os caminaos
de ferro levavam tropas e tropas para o mu r.
O conde de Russell, porm, nao cancn, simpre
cora mcos novos de operar Contra a guerra cada
voz mais imminente. Era auauto que a imprensa
ingleza (aneara da dia em di os seus mais l'ulmi-
nantes artigos de fundo contra as grandes uoten-
ias allemaes, o gabinete de Londres esforc, iva-se
inrganhar a Franca c a Prussia para nina pres-
idio conimura sobre as me-inas. O resultado en-
tretanto foi mu braco.
A Franca e a Russia bem que se eutendessem a
fazer em Berln e em Vieni a demonstiacoes con-
tri a passagem sobre o Eider, as renreseolaooes,
sobretudo da Fram;a, foram tao pouco urgentes,
que denotavam toda'outra cousa do que a seria
vontade do impedimento. E tambera aRussiaao
Bel os nao nioslroii um zelo nolavf 1.
lodos os outros conviles da Inglaterra para
passos communs entra a Austria e a Prassia, po-
rm, onpuz-se era Pars um nioconsecuente,oa de-
daracao gue a Franca nenbuin motivo linha para
Jntorv ncio.
Limitado sobre si proprio, o conde de llussell
peii.-av.i compensar a fraqueza da sua posicao por
ii.e o Be urna lioguagem tanto mais vilenla das
suas notas aos gabinetes de Yienna e de Berln,
.ameacando agora abeitamente, no caso de alra-
ressai 4oEider, com ana interveociioamadada
Inglaterra em favoi da Din.uoarea, em quantu ipie
a impiensa Ingleza.eeplicava mais desolliad unente
nata ameaca, deisando por-se ja era mwimemo
.um exereiio inglez le.2,(KW bomens, dando o no-
me do general em ebefc do merino. Mas .aqu o
conde llussell tainliera naoparou. Nio enc.uitran-
do ouvidos 'ni Pars* em S. Petersburgo, che ten-
toa a sna fortuna em Stodkolmo, trabalbande .all
para effectuar. um tratado defensivo e olfeusivo
entro a Diuamai ca e a .Sueoia.
A d spdei{3o Bo ral da Sueoia pela guerra foi f-
cilmente capturada, c com a primeira exprosaio
de sur protnptidao para semelbaute allianc.i. o rai-
jiistro inglex em Copenhai ue tel graphou logo pa-
ia tflc'as as.diiercoes a ahianga ano-sueci crauo
.um fa rio consnmo ado, e que emcoDsqui ocia da
esmi Suoeia eslava prompia asoccorrer Di-
flaniaicaeinuu combale eventual oom a Alleraa-
nha com 30 mil fiomens de fiuas tropas e (ora sua
rota
Mat o negocio eo era tao fcil.
O rei da Suecu nao pode celebrar semclhante
tratado por s, e tanto a dieta da Sueka como a
jrepresentacao nacional da Norwega, nao uio-tra-
aina.'' agora vunade alguma de levar a ;.ua pel-
le ao meneado por causa da Dinamarca. 0 Riime-
ro declarado das trepas auxiliadoras da Su cia de-
via j fazer nascer justa* duvtdas, porque 3 mil
noraeos uru numero de soldados ijue a Suecta,
mesmo com a mellior voutade, nao capaz de pr
cm campo fra do paz Asoi a allianca dano-soe-
ca nio foi por ora outra *,f"isf fi" que um tiro da-
do ao ar para faz< i uiedo.
O partido de guerra dominante cm Berlin toda-
va ii lo se deixoii desconcertar por teso tufo. Pelo
contrario vio nisso o motivo para aeuelerar a ae-
cao militar. Pouco a peufo j se tiuhaiu concen-
trado na linha do Eider cerca de 55 rail bomens
(25 mil Austraco* e 30 rail Prussia u*>s; e mal 10
ijuenc
no e
leraiie.,.
declaracoes tranquillisadoras, dando dessas decla-
ratjbes mais explcitas ainda era 22 de Janeiro. Si-
multneamente o gabinete de Berlin dirigio-se em
urna nota, datada em 19 de Janeiro aos estados me-
diano-, dando-Ules natos esclarecmentos sobre os
Bus da sna poltica, deixando euteuder urna mu-
da uca completa.
Se at agora, sempre se designara como o uraco
fim a obrigaco do cumprimento das couvencoes
allemaas-dinamarquezas de 1851 e 1852 de parte
da Dinamarca, o Sr. de Bismaik agora apresen-
tou-se com a declaracao que essas convenepesse
linbam mostrado inqiossiveis, c que era preciso
sujipn-las por combinaedes maissuslenUiveis. Como
tal, elle designou, nonieadainente, urna uuiao per-
sonal pura dos ducados de Schlcswig-Holstein com
l corda da Dinamarca, garaniindo sua plena inde-
pendencia nacional. Elle al mesmo deixou per-
ceber, que a Prussia laubem nao excluia*bsoluta-
mente a separacao computa dos durados da Dina-
marca e a sua independencia debaixo do governo
da casa de Augustemburgo.
Idnticas coramunicacoes foram dadas do Ven-
na ; mas as declaracoes communs da Austf a c
da Prussia as laasoes da dicta em 19 e 22 de Ja-
neiro, se dizia, que era Vienna e era Berln, nao se
quera de modo alguin prejudicar os dieilos da
dieta, c que sobretudo nao se tencionava nterrora-
[ier a administracao do llolstein, de que se encar-
regara a dieta, e o pouco fazer qiwlquer opposi-
cao aos 12 mil horaens de tropas de execucao fe-
deraos, saxonas c banoveriaoas, esperando-se to-
dava das disposicoes amiga veis da maioria da die-
ta, que nao causara embarace a passagem das tro-
pas austroprussiajias para o Sclileswig.
dinamarqoetas.
Os Prussianos estao conslruuido reductos e ainun-
toaodo ai biliaria grossa.
Um dia depois da ac\;ao, perto de Missunde sobre
a ala oriental da iiosioao do Danuewirke, leve lu-
gar era frente do centro da mesma, um encontr
arada mais sanguinolento, entro as aldeas Cottorf o
Gelturf sobre a estrada para Schleswig.
Os aggressorcs all foram a brigada austraca
Gondrecourt e urna parte das guardas rcaes da
Prussia, estas ultimas formando a reserva.
Os Dinamarquezes collocados entre Cottorf e Gel-
torf, so forarabatidos pelos Austracos de|ois de ires
cargas cora a bayoneta, os Austracos entao penetra-
ran! at a aldea Ober-Selk, toinaram |wr assajlo o
chamado Kongsbcrg, urna obra exterior da posi-
cao do Dannewirke, a|ioderando-se nessa occasio
de una peca de artilharia estriada.
Infelizuienie as perdas foram rauto sensiveis.
Ellas importaram era 1500 raortos e feridos, en-
tre os quaes ura grande numero de ofJQeiaes supe-
riores e subalternos.
Acerca das perdas dos Dinamarquezes, nao exis-
tein ainda dados ofDriacs, >abendo-sc somente que
elles perdurara 160 prisioneiros, assira como perto
de Missunde parece que lambem agora em Ober-
Selk, te unteude proceder a um cerco formal das
obras inimigas.
Os dous combates mostraran! que essas forliQca-
coes nao pdem ser lomadas por um golpe de mo
ou por um assalto nao suflicenteraente preparado
pelo effeito da artilharia grossa.
Entretanto as noticias de Gopenhagne annonciain
que a Dinamarca embargara os navios prussianos
e austracos, surtos nos seus portos, e que em pou-
cos dias urna esquadra dinamarqueza principiar o
bloquoio dos portos prussianos no Bltico.
leiga tranceza, cuja posicao lum ineinorauo pro-1 uai
lugar encontros serios gressivament, da farinba de trigo, do sal, que es-1 Cambio.Reg
ra. Parece que all es-! tao rauito firmes em primeira mo, e dos vinhos e 98 101 sobre
oprio das forlicacoes do Mediterrneo, cujo deposito avulta depois das ,
ultimas entradas, nao hiiivc al'eraeao importante i ,
na situacao dos diversos gneros.
No mercado de exporiaco apresoniou o caf
uraa alta de cerca de 100 rs. em arroba as quaii-
dades superiores, cm consequeiK-ia da pequea es-
cala em que ainda chegara os upprimentos do in-
terior.
PERNAMBUCO
REVISTA DIARIA.
Hontem teve lugar a nstallaco da assembla
No da 11 abrio-se o cambio .-obre Londres para provincial pelo Exm.' Sr. vico-presidente, que i
o eran a 27 1/4 d., e a este algarismo c a 27 3/8 pora comparecendono par;odas respectivas sessoes
d. lem-se niantido e firmado at boje. | u sendo ah inlroduzidocouas formalidades do es-
Sobre Franca saceou-se aos extremos de 346 a i tylo pela coramisso, coraposta dos Srs. Soares
348 rs., sobre Hamburgo a 657 c *60 rs., e sobre Brando, Buarque de Macedo c Francisco Pedro,
Lisboa e o Portlo par a 90 dias. j leu o seu relaloro; 3 qual damos cm outra parle
Negociaram-se hojeas apolices geraes de 6 / deste Diario, como encarregados que somos da pu-
ae par.
Nao houve mudanca na taxi do descont ; con-
serva-s nos bancos a 8'/. u na praca regula de 8
a9V
Caf.Venderam-sc desde o dia 7 do correte
al hoje (22) :
Paraos Estados-Unidos. 35,900saccas.
> o Canal e norte da
Europa.......... 12,400 .
o Medilerrane___ 17,120
o Cabo da Boa-Es-
peranca......... 3,279 >
Total.. 68,699
DIARIO DE PERNAMBUCO
Tomos vista jornaes do Rio e Babia, dos quaes
foi portador o vapor francez Barn, chegado hon-
tem, adaulando um dia do primeiro e ura da se-
gunda, dos quaes colheraoso que segu :
Rio de Janeiro.So dia M foi encerrada no se-
J nado, a 2J discusso do voto de gracas, passando
I elle tal como foi redigido pela respectiva commis-
Aespcranca que .sj fundava sobre todas essas 1 ^ sendo regeladas as emendas dos Srs. Nabuco
declaracoes era faiil a comprchender. Esperara- t paranhos.
se determinar cora isso a maiona dos estados da
dieta para adherir ainda posteriormente a accao
das grandes potencias. Essa esperanca, foi bal-
dada.
Yudo quanto se conseguio, foi quea dieta, reser-
vando os seus direitos de soberana no llolstein,
ordenou aos seus commissanos all de permitlir a
pas.-agera das tropas austro-prussanas. Com cf-
feto, ella lambem nao poda fazer outra cousa, por-
que no momento nao se acbava na posicao de po-
der impedida.
Para mais, porm, nao se entenderam era t ranc-
fort.
A Saxonia e a Baviera persistirain em recusar
as tropas austracas a marcha pelo sen territorio
de maneira que estas se virara obrigadas a tomar
o caminho indirecto pela Silaaia Prus.-ana e por
mcio de Berln.
O Oldeinburgo recusou SOS Prussianos a sua
arena de Lubeck para Kiel e Ploen, a passagem
pela sua endure dentro do llolstein (o principado
de Euin) ecdeiido smenle ao iioder, e reclaman-
do ralle da dieta a proteccao do seu direito.
a comniasio baistineu da dieta nao se deixou
impedir de concluir o seu relatorio sobre a ques-
tao dasoccessao doSchleswig-llolslen com as pro-
postas competentes, era favor da casa de Augus-
temburgo, e a llavit-ra em 21 de Janeiro expedid
convites para conferencias ministeriaes aos estados
do seu partido, afim de oiganisar mellior a roste-
teiicia na dieta contra a polilica das grandes po-
tencias, lina grande parte dos convidados ja res-
pondeu aceitando,as NSBQBtU erain-
-e ero bravo.
Entretanto a agtaco pela causa do Scbieswig-
llolstein entre a naci alleuiaa uve un andamento
eada vea mais vivo.
Tambera no HolslOD nao (zeram caso da politi-
ca das grandes (oteneias, e euijuanto de lodas as
parles do pala continuara os endereces de fclicida-
de ao duque Frcderieo, ainda residindo em Kiel,
una depuiacao eomoosta de 186 pessoas de todos
os ditlnetos do paz, dirigio-se era primeiro lugar
para Fraiicfori, alim de aHi apresentar adieta um
enderi'co para guardar os direitos dos ducados, e
depois para Munich e Dresden, |>ara declarar aos
res ila Barton e da Saxonia, e aos seus ministros
os agradeciineotos do paiz pela sua allilude na
questao,4 pei a continuarn do seu apoio.
Bhrei Maximiliano e el-rei Joo dorara arabos
audiencias a depulaco, fazendo-lbes as mais ani-
madoras prou.essas, e a depulaco filloa para
llolstein animada e encantada do boui acolhimen-
io um leve em loria a puto.
O mais notavcl foi. porm, que no momento em
que as t/opas austro-prussanas na sua marclra no
Schleswig desee 31 de Janeiro, passavam una vil-
la ou alJe.ia do Scbleswig, a piq)ulai,o proclama-
va imraediataraenle o duque Fredcrice como seu
soberano legitimo.
A-Hin, noineadamcnlc na aldcia Gottorfeem
Eckerufoerde, sera im|iedinieuto alguin de parle
das tropas, as quaes apezar da disciplina nodei-
xain de entrar era ix)a a parle com o chamado
canto do ScMeswig-Hulstein, e o general de Wi n-
gel, satisazendo esse espirito, deu ao exerclo de
oceupago austro-prussiauo .ollieialmeiue o nome
deexercilo para -rlies\wg-llolsten.
Na cmara los deputados prussiana lratou-se en-
tretanto do ornamento militar e da questo do em-
prestirao proposto pelo gori roo, h lote milMes
de tlialeis em consequeiiea das coniplie.coes no
Seliles\vig-Hu';len.C.onsequente s suasantigas rc-
solucoes, a cmara tambera esta vez Beoaiea com
immensa raaioria a sua approvaco das dfltpetai
para a reorganisaco do exercito feta arbitraria-
mente pelo govein'o, e do wc-uio modo ella rejei-
lon o eraprestiino jiropo.-to de doze inilhoes cora
75 contra 41 votos, depois de urna discusso ex-
cessivameote viva.
Eraconseqiencia disso a dieta foi encerrada no
dia Ndejaneirn. cora uraa /alia do Sr.de Bismark,
lanzando as mais violentas accnsagoes contra a re-
1 ivv ntaco nacional.
O ministerio acha-se em embanco como arran-
jar o diieiro necessario para a guerra no Scbles-
wig ; ao mecos todas as tentativa.-, para procurar o
dinheiro sem o conscntiinenta da di-la. nao tive-
ram ate- agora resultado algum.
Tambem no Buehsralh Austraco em Vienna, o
governo tioba apresentado a proposta de um cr-
dito de 10 mhoe* de (torras para (ras da execucao
federal no Holslein.
Mas como pela reuniao das tropas austraca1,, at
agora pertencentcs ao exercito de execucao federal,
rom o exercito de oceupacao do Schleswig-Austr-
Prussiano, ressra para a Austria a participaco na
execrado, e por uso nao podan mais baver despe-
gas para esse fim, a cmara dos deputados s ap-
provou os S 1/3 inilhoes l gastos cora a execucao,
recusando a approvacJo dosreslantos 4 2/3 railboes.
lina nota vel parte dos deputados aproveilaram
Sobre duas dessas emendas, as relativas mar-
cha dos conflicto com a legajao britannica, e a me-
diaco offereeida porflSua- Mageslade Fidelissima,
foi a differenca apenas de dous votos; votando ce-
ir ellas os Srs. bardes de Muritiba e de Pirapama,
Silveira da Molla, Carnudo Borges. marquezes de
Caxias e de Itanhaem, Manoel Felisardo, Firmino.
Piracnta Bueno, Souza Bainos, Mendos dos Santos,
Cunta Vasconcellos, Jobini, Cerqueira e Mello,
Dantas, Silva c Souza e viscondes de Itaborahy.Sa-
pucahy e Uruguay (19), e a a favor os Srs. mar-
quezes'de Olindac de branles, Sinimb, Zacba-
rias, Dias Viera, Paranhos. Penna, Mafra, D. Ma-
noel. Souza Franco, l'ompeu, Ottoni, Araujo Ribei-
ro, Baptisu de Olivera, Paula Albuquerqoe, Pes-
soa c visconde da Boa-Vista (17.)
Nao couipareceram sessao os Srs. Das de Car-
valho, Souza Queiroz, Euzebio, Nabuco e Cameiro
de Campos.
No dia 23 nao funecionou por (alia de nu-
mero.
Na cmara dos deputados nao bouve sessao
no dia 22, por falta de numero, e no da 23 por
causa da morle do depulado pelo Espirito Santo
Jos F'erreira Souto.
Falleceram o referido deputado e o cnsul
inglez, do qual diz 0 Correio Mercantil:
t Falleceu domingo de tarde na casa de sua re-
sidencia, no morro da (iloria, o cnsul de sua ma-
gostado britannica nesta corte, o Sr. Joo Juiio Col-
Imgs Weslwood.
(i tinado viva nesla capital ha cerca de 28an-
uos, u exerceu o caigo oQieial por 1--
t O ferelro einbareou no caes da Gloria n'urna
lancha da nao ingleza Eamtmt. que foi rebocada
por UTO pequeo va|ior at ao caes da Gamboa fron-
teiroao ceraiterio protestante. i
Acoinpanliarain a laucha oito escaleras dos
navios danmrinha imperial e 12 dos vasos de guer-
ra estrangeiros fundeados no porto.
No caes o ceiraierio espera vara o corpo o Sr.
bai o de Tainandar, inspeelor do arsenal de raa-
rinha, eapito do poito, juarda-mr da alfandega,
o corpo consular, a mxima parte dos commer-
ciantes inglezes e muits pessoas dstracias naci-
naes < estrangoMks.
> Pelas 5 1/2 horas da tarde desembarcou e fe-
relro, piecedeiido-o urna guarda de 20 soldados da
marraba britannica e a banda de msica dos art-
fices de arsenal de marraba.
O caixao, coberto pela bandeira ingleza, sobre
a qual se via o chapeo armado do tinado, foi con-
duzido por 16 inarinheiros, legando as tres litas
as de cousjderacao.
Seguiani-se grande numero de ofllcaes das
marrabas nacional, ingleza, frauceza, hollaudeza e
porlugueza, 008 Iripolaeoes de lodos os esealeres
ue acoiii|ianliaraiu a lancha.
i O roponoo dos morios foi hdo pelo Sr. com-
mandante da nao Egmoni,
c Ao deseer o cadver sepultura a guarda in-
gleza den tres descargas, e a banda de msica dos
artfices toeou una marcha fnebre.
t Todos os navios fondeados no porto, nacio-
naes e estrangeiros, de guerra e mercante estive-
rain em funeral.
As banderas dos difiranles consulados con-
servaram-se arreadas a meto pao.
t As casas dos negociantes britannicos conser-
van! se (echadas desde seguuda-eira.
i Quando o fretro pas-uu pela nao ingleza fui
saudado por nove tiros.
U filiado era ura cavallero dstiicto pelas suas
nobres quaiidades ; por is.-o a sua roerte foi geral-
inente sentida.
A'cerea de Minas Ueraes diz o Jornal do Com-
murci :
Consta-nos que S. Exc. o Sr. conselhero Joo
Crispiniano Soares convidara oSr. conselhero Jos
Joaquim Fernandes Torres a vir lomar conta da
administraco da proviuca na qualidade de sou 1*
viee-presidenle.
. Na fregueza da Espera, termo da Pranga,
deu-se o seguinte fado :
O subdelegado de polica, Jacob Dornellas
Para meihor comparacao d; pequea differenga
que apresenlam os procos, pal .Meamos com as co-
tacoes actuaes as que vigoravam sabida do
Uncida:
7 de Fevereiro d i 22 de Fevereiro de
1864. 1861.
Lavado...... 7ftSO0 a 8A5C0 8/JO00 a 85400
Superior..... 7400 a 7*5(0 7*500 a 7*600
l. boa...... 7*200 a 7*3(0 7*200 a 7*300
1." ordinaria. ,6*900 a 7*0(0 6*900 a 75000
2.' boa...... 6*600 a 6?(0 6*600 a 6*700
2.' ordinaria. 65500 a 6*6(0 6*500 a 6500
Agurdente.Vende-se de 70*000 a 80*000 por
pipa.
Ficam em ser cerca de 805 pipas. Este artigo
tende a melhnrar.
Assucar.Entraram de Macelo 3,500 saccospela
barra fiebedovro da Babia, 300 barricas pelo pata-
cho Carteaih de Campos, 5,079 saceos 94 caixas e
105 barricas.
At a entrada do paquete Barn houve vendas
regulares de mascavos para e xporlaco; para con-
sumo, tambera se fizeram di.rente a quinzen .li-
gninas vendas. Dos brancos de Pernambuco ven-
deram-sc cerca de 5,000 sacros, na niaior parte|
para as retinaras e pequeas partidas para o sul,
Hcando os possoidores firmes.
blicaro dos debates do corpo legislativo.
Terminada a leitura, retira-se S. Exc com as
mesmas formalidades.
Era seguida procedendo-se a eleijoda inesa,;sao
eleitos os Srs.:
Conselhero Trigo de Lourciro, presidente.
Dr. Pereira de Brito, vicepresidente.
Dr. Buarque de Macedo, 1* secretario.
Dr. Jacobina, 2* dito.
Dr. Costa Ribero, supplentcs destes.
Dr. Demosthenes, dem.
A 28 do passado foi Felippa Iguaria da Silva
gravemente ferida por Manoel de Paula Ferreira,
com urna faca de pona*
0 delinquenle foi preso pelo sabdelegado de S.
Jos, sendo recolhido casa de dclencao.
Vistoriada a offendda, prosegue-sc na instaura-
co do processo.
- Foi hontem aberta a 1' sessao do jury desta
comarca sob a presidencia do juiz de direito da i"
vara, Dr. Frcitas Hcnriques. Sendo conveniente-
mente avisado compareceu oDr. Araujo Barros.juiz
municipal da 2* vara e preparador dos processos,
e apresentou os seguintes para serem submettidos a
julgainento :
1 AutoraA jostca publica..
Bo. Manoel do Espirito Santo, pronunciado no
art. 201 docodigo criminal, era data de 17 de fe-
vereiro ultimo peto subdelegado de S. Jos.
2 Autora.A justica publica.
lloiO pardo Ignacio, escravo de Jos Anto
de Souza Magalhes, pronunciado pelo subdelega-
do de Santo Antonio nos artigos 193 e 201 do c-
digo criminal, era 4 de novembro de 1862.
3 Autora. -A justica publica.
Bo:Candido Jo j de Moura. pronunciado no (re joaquim dos Santos
art. 193 combinado cora e art. 34 do cdigo crimi-
nal, em 14 de dezembro de 1863, pelo subdelegado
da, reguezia de S. Jos.
4 Autora. A jusiiea publica.
Reo.Lucas Antonio Evangelista, pronunciado
no art. 264 do cdigo criminal, em28 de janei-
ma em casa de un irmao, o lente do 9* bala-
ibo de infntaria llerculano Geraldo de Souza
Magalhes, morador na ra da Soledade.
Este fado foi presouciado por mais de 200
pessoas, alm dos moradores da ra de S. Jos, e
o tal malvado ainda esi (dizera) na cadea, e tai-
vez fique sem punicoll
Emlira, esperamos, que o digno subdelegado
tome isso em consideraco, ao menos para morali-
dade da polica e do bem publicoj
BkI'.VRTICAO DA I'OI.IC.IA.
Extracto das partes dos dias 28 e 29 de everciro
de 134.
Foi aro recolhidos casa de detenco no dia 27
do crranle :
A ordem do subdelegado do ftocife, M-fl-Rnho,
crioulo, escravo de Joao Pacheco de Queiroga, para
corre rao.
ordem do de S. Jo>, Anna Joaquina da Con-
ceco, branca, para averij-uaeoes polciaes -. Se-
verin, pardo, escravo de Antonio da Costa Iteis,
sera declaracao do motivo.
A ordem do da Capunga, Goncalo Jos Pereira,
pardo, por insultos.
Dia 28.
A' ordem do lllra. Sr. Dr. ebefe de polica, os
pardeo Antonio Zcferioo, como criminoso de morte,
Virginio Freir de Sant'Anna, HerminiolCornelio
de Souza, Manoel Tranquilino dos Santos, Agosli-
nho Ferreira dos Sautos, Joo Barbosa dos Santos,
bramo, todos para recrutas; e Antonio Vicente
Ferreira, crioulo, sem declaracao do moliro.
A ordem do Dr. delegado da capital, Antonio de
Olivera Cardoso Pinto, para eorroccfo.
A ordem dosubdelegado do Beeife.os pardo- Hay-
mundo Nonato.sem declaracao do motivo, Joo Fer-
nandes Gales, Sebastio Baptsla Teixeira, por cri-
rae de (urto ; os crioulos Joo Jos* Candido, Ma-
theus, escravo da Exma. viscondessa de Suassuna,
amjiis paracorreceo.
irdmn do do Santo Antonio, os crioulos Tho-
maz Francisco de Ahneida, por desobediencia, Vir-
giuio PeUppc Nery, Bayinundo Antonio do Espirito
Santo, como cmplices em erime de furto.
^ A ordem do de S. Jos, os pardos Antonio Jos
Ferreira, Manoel Malheus dos Anjos, paraavergua-
coes policiaes Thereza Maria de Jess, parda. Ma-
noel Joo Anlunus, crioulo, ambos por disturbios ;
e Benedicta Ignacia de Franca, por suspeita.
A ordem do da Boa-Vista, Antonio Cocino Fer-
reira, branco, |Kr jogos prohibidos.
Dia l"dc marco.
A ordem do Dr. delegado da capital, Manoel, es-
clavo de Joao Meiroz, pardo, sem declaracao do
motivo; Luiza, crioula, escrava do eapitao Mara-
nho, por infiareo de posturas.
A ordem do subdelegado do Becife. Izidoro da
Boa Morte, pardo, por briga ; Agostinho, africano,
escravo do baro do Livramenio, sem declra^ao do
motivo.
r* ordem do de Santo Antonio, os pardos Severia-
no, escravo de Manoel Izidro de Miranda, Joaquim,
escravo de Manoel Babello de Almeida, Ignacio, es-
cravo de Bulino Antonio de Mello, Tliomaz, escravo
de Miguel da Silva Da Uro, todos para correco;
Manx-I, escravo de Manoel Marques de Queiroz,
por uso de armas defezas; ("ezario Antonio dos San-
tos, por insultos ; Benediota Mara dos Prar.eres,
por espancamenta
ordem do de S. Jos, os pardos Severo Jos
Francisco, Eslevo Jos Pereira, Saturnino Pereira
dos Anjos, Miguel Luz Lourenco, africano, Manoel
Pauo Ferreira, crioulo. todos sem docraraeao.do
motivo.
A ordem do da Capunga, Valeriano Jos de Santa
Anna, pardo, para correccao.
O hete da 2.- secuto.
/ G. de Mmuita.
Passageros do vapor francez Bearn. vindo do
Ro de Janeiro e Baha : Adolpho de Barros Ca-
vbante, Antonio Pinto Colho de Barros, Luiz Go-
mes A. Aguiar, E. Chaiupson, Luiz Vicira Besende
e 1 criado, F. Teoreto, Miguel Perano. Antonio A.
de Faria, Ernesto de Paiva l.ele, G. Guisepi^, Be-
bn Guisepfie, Lussemo Nicolffo, Carmelle Gui-
seppe.
Passageros do vapor francez Bearn, sahido
par Bordeaux e portos intermedios : Jos An-
tonio de Araujo Gumaraes. Francisco da Silva
Fonceca, Fr. Benio do Monte Carraello Flores, An-
tonio Casado, Jos Joaquim Lourenco, Joaquim
Antonio dos Santos, Lourenco -de Frailas Guirna-
Jerge, Maria c Jose-
0 carragamento chegado di Macei contina ar- ro ultimo pelo subdelegado da fregueza do Peres.
inazenado esperando os possuidores raelhor occa-' 5 Autora. A juslica publica,
sio para o vender. Ro.=Autorao Loureiro de Lemos, pronunciado
Cotamos : de Pernambuco branco fino, 4*700 no art. 269 do cdigo criminal, em 26 de dezerabro
a 45900; 3.- .orte, 4*400 a 45600; 4.' sorte,: ultimo pelo subdelegado da fregueza do S. Fre
4*100 a 4*300; somenos, 3*800 a 35900; de Pedro Goncalves.
Campos, branco, 3*600 a 45; mascavnho, 3*t00
a 3*700; raascavo, 25800 a 35100 ; de Macei e
BaMa nao houve vendas.
O deposito tica reduzido : de Pernambuco 2,800
saceos, de Macei 3,500 ditos, da Babia 309 barri-
cas, de Campos 1,200 saceos, 360 barricas e 1,200
caixas.
Carne secca.Ha cm deposito 158,000 barrica*,
sendo 17,000 ditas do Ro Grande e 141,000 do Bio
da Prata.
Vende-se apriraeira do 15600 a 35000, e a se-
ganda de 1*600 a 3*200.
Couros. Tera-se vendido os limpos de Porto
Alegre pequeos e medios 3. 240 c 250 rs. c os de
refugo a 210 e 220 rs.
Colamos: grandes a 26) rs. e pequeos a
25 rs.
Ha era deposito 2,000.
Pomo Da Babia era folha.Entraram 307 fardos.
As vendas foram insgnlic.ii tes.
Colamos : patente. 225 a '25* ; flor, 16* a 20*;
1." qualidade, 115 a 135 2.' dita, 95 a 115; 3.'
qualidade, 5* a 65.
Ficam em ser 1,200 farde?.
Frates.Effectuaram-se llorante a quinzen 17
fretainentos, a saber:
Para Antuerpia : brigue portuguez Burrc II a
37 sh. e I (1.
Para Baltiuore : brigue dinamarquez llosa a
40 sh.
Para o Canal: carregando era Santos, barca in-
gleza SuiJAiea 45 sh., brigue bollandez Cornelia Dr. Joaquim Jos de Olivera Andrade, ultimainen-
Maria a 52 sh- e 6 d., epatadlo oldemburguez liy-
dra a 50 sh.
6 Autora. A justica publica.
Bo.-Joaquim Sevriano Nery de Vasconcellos,
pronunciado no art. 257 do cdigo criminal, em 16
de outubro ultimo pelo subdelegado de S. Jos.
7 Autor.Domingos Moreirada Silva Porto.
Bo.Claudino Miguel Francisco, pronunciado
no art. SOI do cdigo Criminal, em 23 de novembro
ultimo pelo subdelegado da fregueza de S. Jos.
Sendo a hora adianlada, fui a sessao adiada para
o dia 2 do correute.
O Sr. Dr. juiz municipal da 2" vara, Araujo
Barros, tomando ronherimento da denuncia nter-
posta pelo Dr. promotor publico, contra Jesuino Li-
ma dos Prazeres por crinie de defloramenlo, re-
formou o despacho de nao pronuncia proferido
pelo subdelegado do 1 distiieto dos Afogados para
pronunciar o deliuquento s penas do art 219 do
cdigo criminal.
No Collegio das Artes fizeram exarae de rhe-
torica. no dia 29 do passado, 12 esludantes. dos
quaes foram appruvadus plenamente i, simples-
mente 8 e reprovados 3.
Durante o impedimento do Dr. Manoel Buar-
que de Macedo, servir de eugenheiro fiscal da via
frrea oseu ajudanle Dr. Josfarnciroda Rocha.
Tendo provado isonco legal, foram mandados
r em liberdade os recrutas Sebastiao Rodrigues
pinna, irroaas de caridade, Antonio Lcite de Ma-
galues Bastos.
Passageros do vapor brasiteiro Cm:ro do-
Sul, saludo para o Para e portos intermedios :
Ernest Kepis, Joo Antunes Silveira, Jos dos San-
tos Hamos d'Oliveira, Pereira Pacheco Borges, Joa-
quim da Silva Colho, D. Juan Busson, 1 escravo
a entregar. Fabriciano Napoleo do Bego Barros,
Aflonso de Paula Albuquerqoe Maranhao.
Passageira do patacho nacional Correin. sa-
hido para o Rio de Janeiro : Mara Victorina
do Castro.
Passageros do palhabote nacienal Arlistar
sabido para a ilha de Fernando : Luiz Cardozo
da Silva, Manoel T. dos Santos Adelino Celestino
de Mendonca, Rila Anglica da Gloria, Joaquina
Maria da Coneeioo n 1 lilho menor, 17 sentencia-
dos de justea e 9 ditos militares, 1 segundos cade-
tes e 9 soldados.
Movmento da casa de detenc3o do dia 29 de-
feverero de 1864.
Existiam. .
Entraram
Sahirain .
Exislem..
378 presos
A saber
Nacionaes.....
FOstrangeiros...
Mu Hieres......
F^strangeras...
Eseravos......
Escravas......
25
32
371
263
30
8
1
63
6
371
por
Salus-
Colho, Angelo Custodio do Amor Divino
llano Francisco deSolO.
A presidencia resolveo que preste juramento
e entra era exercicio o juiz municipal de Nazaralh,
1 te recou'duzdo, devendo apresentar o tHolo dentro
de tres menea.
Para Gibraltar, a ordens: brigue sueco Magnahs
Stembod; a 50 sh., c brigue oldemburguez Perle,
a 40 sh.
Para Montevideo : carregando madeira em Pa-
ranagu, brigue poriuguez Lopes, por 1,550 pata-
cQes
Para New-York : barca sueca Elsa, a 10 sh.;
dita argentina Adetaile e brigue dinamarquez .l/Ve-
rario, a 30 Sh. ; brigue bamburguez Arao, a 32
sh.; eO d.; escuna dinamarqueza Frcderirk, a 35
sh.; barca ingleza Carolim e dita brmense IVsfa,
a 30 sh.
Para Porl Elisabeth : pa acho bremense Peil,
por t 310.
Para Valparaizo: carregando era Pernambuco.
brigue dinamarquez Colmar, a 45 sh.
Cambio.Sommam os -a raes fechados at boje
(22) pelo paquete francs / im :
Sobra Londres, Sf320,00O a 27 l|4 e 27 M d.
Sobro Franca, 1,000.000 francos a 346 47 e 48
Sobre Harnburgo, 300,000 ni. b. a 657 e 660 rs.
Sobre Lislwa e o Porto ;em regulado a tabella
seguinte:
103 por cent... a vista.
102 t a 30 dias.
101 a 60
100 a 90
Descontos. Conservan-so nos bancos a 8 por
cento.
Na iraca regulam facis de 8 a 9 por cento.
Apolices. As geraes le 6 por ceuto. alin de
una transaeco de 800 fechada ha dias a 99 por
cento, tem sido negociadas ao par.
As provncaes de 6 por cento deram ltimamen-
te 93 por cento e as de 5 por cenlo a 80 por cento
Acedes, Bealisaram-se varas trausaeeoes las
do banco do Brasil a 605030 de premio, do banco
rural e bypothecario a 655000 de dito, da estrada
de ferro de D. Pedro 11 a 5*000 de descomo, da
companhia do navegacao do Amazonas a 90*000
Coimbra, tendo de mudar-so para uraa fazendaque. de premio, da compauliii do gaz a 1755000 de d-
cuinprau fra daquelle municipio, passava enorme lo, e da compaubia de seguros Fidelidade a 6*000
e acoropanhando sua tropa, pela frente da casa do de deseonto.
Smfessor publico de primevas letras, Francisco, 2'k
as Oementino, seu inimigo declarado, quando Algodo.Effectuaram-se as ultimas vendas do
este, apreseotaiido-se na porta, pretenden lapcar de Minas a 22*000 e alg mas partidas a 235000.
anulosamente fogos de artificio. Os po6suidoras procurara sustentar esto ultimo pre
alm du 22*000.
di
disparou-ihe da jautll um tiro de pistola que fe-
lizmente falhou.
t 0 subdelegado procurou otilar a realisaco co, porm nao ha olleras;
esta desfeita, mas o professor, fechando a parla, Em ser a 47o fardos cora 1,900 arrobas.
Caf, Nao nos contara vendas hoje; porm o
mrcalo maulera-so liroie.
Entao Joo Dornellas, lilho do subdelegado,
refiondeu ao tiro com oulro, cuja carga foi em-
pregar-se em urna porta sem offender pessoa al-
guma.
Regulara as segrate* ^.tacos que bontera pu
blicanios :
Para os lotes redondos:
Estados-Unidos............ 7*100 a 7*300
Foi prorog.ula a licenca, com vencimentos,
do juiz de direito do Goianu, Dr. Francisco Gon-
ealves da Rocha.
Conce.lei ani-se tres inezes de licenca ao apon-
tador das obras do porto, Augusto Cezar Cous-
seiro.
Durante a ausencia do cnsul do Per o Sr.
Jos laeomo Tasso, lica encarregado do coiv-ula lo
o Sr. Jorge Jacome i'asso.
O RevqL mongo Acamas celebrar as
seguintes egrejas:
Moje, na matriz de Santo Antonio ;
No da 3, no Corpo Sanie;
No dia 4, na matriz de S. Jos;
No dia 5, no hospicio da Pe lilla*;
No dia 6, na gruja do Espirito Santo;
No dia 7, no convento do t-inno;
No dia 8, no dito de S. Francisco;
No da 9, na Sania Cruz;
No dia 10, no Rosario da Boa Vista;
No dia 11. na Conceicu dos Militares ;
No dia 12, no Rosario de Santo Autenio;
No dia 13, era Santa Rita;
No da 14, nos Martyrios;
No dia lo. na Ordei Tercera do Carino;
No dia 16, na diU de S. Frauciseo;
No da 17. ero s. Pedro;
No dia 18. na Madre de Deus;
No dia 19, no convenio da lloi a.
Coniiiiuain os escarnalos e incommodos pro-
dii/.idos aos visiubos pele collegio da ra Augusta,
de. que j nos oceupamos de una outra vez.
E como nao se deram providencias algumas, de
novo instamos pelo apparecimenlo d'ellas; pois
nao doveiin'as familias estar a mered ibis torpezas
que all ge dosenvolveni cora desfacaloz.
Communicam-uos o segrate:
t Tfendo lionera s 4 para 5 horas da tarde sido
roobada a taberna de Joo Baptsla Boavon ura Ro-
drigues de Almeida, por um crioulo, qne dizeni ter
sido praca do 8" balalho, e sendo appreliendidos
na ra de S. Jos, os ubjectos subtrahdos, acootc-
ceu que o ladrao enfurec!do por islo. prineipiasse a
apedrejar a todos os que all ostavam, e nessa occa-
sio mandou-se i liamar as ordenanzas do Sr. sub-
delegado, que dizcm se achavam na ra de Santa
Cicila; mas elles responderain que estavam jan-
lando.
t Entretanto cootuuava furioso o tal ladrao. e
podendo chegar ao pe do (taisaao Joaquim Pedro
de Souza Magalhes (i-onherido por Maurino) ar-
rojou-o sobre a parde, deu-lhe com um tijollo so-
bra o rosto e quehrou o osso da face, gritando que
eiupre o niatava ; e nao obsiante ser ento agar-
rado pelo povo, pode anda livrar-se, de modo que
segunda vez pegou o tal Maurino 1 deu-lhe anda
Alimentados costados cofres pblicos.. 147
Movmento da enfermara no da 1 de marco z
Teve baixa :
Manoel, escravo de Manoel Marques : darrha.
Teve alta :
F auciseo de Souza.
Obituario do uia i" d marco, no cemitbrio
publico.
Manoel, Pernambuco, 1 anno, Recife ; enterite.
Antonia Rosa da Fonceca, Pernambuco, 100 an-
uos, viuva, Boa-Vista ; gangrena senil.
Floripa Vicira d'Araujo, Pernambuco, 29 anuos,
casada, Roa-Vista ; hepatite.
Joo, Pernambuco, 50 annos, solteiro, escravo,
Sanio Antonio ; erysipela.
Germana Maria dos Beis, Pernambuco, S. Pedro
Goncalves; um cancro.
IM
do
POICO DE TIDO.
Commercio de Lisboa l-se o se-
m
(juaneo Clemenno ajinarem de novo ja- Caual..................... 75000 a 7*100 com oulro tijollo obre a cabeca, do que resultou
No Jornal
(uiute :
Dissomos lia dias que o telegrapbo anuunciara
que se manifestara fugo no edificio da secrelaria
da fazeuda era .Turra. Hoje lemos o* seguintes
jiromeuores deste smistro.
O incendio rebeiitou s duas horas da noite do
cia II. Nao se pode couheeer cora exactido on-
ce leve a sua origeni, mas suppe-se se nianifes-
t ira u'uui asosenlo do primeiro andar, coinniuni-
cando-se com rapidez aos andares superiores. De-
baixo dos entulnos enconlrai ara-se dejiois os cad-
veres earl*onisados de dous soldados, que prova-
','clmente foram victimas quaudo desabarara os
liavimenlos.
Ficaram feidos mais dous soldados e ura I. >m-
beiro. As otlicinas de. impresso o de eneaderna-
ior, urna parte da bibliotheca, e os papis de con-
tabilidades .ue existima naquella parle do edificio,
ludo fo devorado pelas cliammas.
Parece, porm, que esta perda nao irrepara-
vol, porque todos aquellos documentos eram dupli-
cados, e n'ouira repartico publica exislem rainu-
las aullientica-.
Arada que se acredite que o incendio fo devido
crcurastaneias fortuitas, o governo uiaudou pro-
ceder logo um inquei ito.
Diz a Revista Hebdomadaria Austraca que o
musen da Bohemia receben ltimamente um pre-
I cioso donativo.
E' un inappa colossal da China, era caracteres
Montes, formado do oito longos rolos de papel
unidos em seguimei.to e apresentando A vista o
imperio chinez em toda a sua extensao.
Este inappa, que dove ser o primeiro daquoll
imperto, foi levantado pelos missionarios callioli-
cos uo reinado do imperador Kan-hi, no seculo
XVII.
0 cavalheiro Liporoski, que deu este mappa ao
musen da Bohemia, linlia-o comprado, durante a
sua residencia na China, a urna familia do paz ar-
ruinada pela guerra.
O Mornmg-Post annuncia o fallecimento do du-
que de Cleveland, raembro da cmara dos lords.
Falleceu uo dia 18, cora 78 anuos de idade.


Piarlo de Pernambiieo ttunrta felra t de !Hari de 1804.
3
1
1
*K
F -i menibro da cmara Jas comiiuins. onde re-
presentan diversas localidades, desde 1312 184!.
Soecedeo i'iiiao no ttulo a seu pai, que tinta
sido creado duque em 18.!;;.
Militara ras Metras do partido conservador, e
votou contra o bil da reforma
N'io oVia filhos.
O sen titulo o paralo pana seu irmo, lori
William Powlct. casado com a filha do fallecid)
conde de Lonsdale.
O Salat Public, de Leao.da segninte noticia :
Um viajaata que passa pelo \aminho de Ierro di
Alejandra al ao Cairo io v dante de si senil'
u m.i imiin-n.-.i planicie regada por pequeo- canaei
que a atravcssam por todsi a parte.
Durante os ltimos ann aplanlacao do algodao
tem lomado a dianteira a todas as outras.
Barras, camellos churros carregados de algodiio
veem-se em todas as direccoes.
Os rabes conduzem o dgodio para veuila eni
Zagarig. onde a estacan to caminho da ferros;
acha completamente alulhada eom fardos de algc-
dao, e aquella cidade, tornndose o principal mei-
cadodeste (tunero, tem adquirido consideravel ur-
portancia. lia apenas qnatro annosque a referid
cidade contiena apenas 4,000 habitantes, e agn
eoota 2.00a
Quasi lodosos beduinos e faz9ndeiros toem aban-
donado as suas antigs plantacoes, entregandosa
agoni do algodao.
Em Bena, outra pequea cidade na linha que vai
a Zagarig, vi um numero de rabes que voltavam
do A'exaiulria carregados com saceos de ouro u
Srata, que tinham receido pelo algodao que ven-
eram negociantes inglezes e franceses.
Otando eliver acabado o canal d'agua doce di
comr-anhia de Suez, immensas planicies agora im-
productivas serio, pela maior jarte, plantadas con
algodao.
A riqueza do paiz ha de augmentar, e esta belh
perspectiva excita os maiores desejos de ganho.
Os fazendclros estn anda enipregados em reco-
(ber o algod o, tendo comecade a colheita no mez
de eotubro ultimo.
Pedem-nos sia publieacao:
0 AsS'.SSINO.
Junto conha de urna arrore frondosa,
Gran le boba um homem desnejara;
E orfulhoso pelo ouro, que roubara,
A' infamia bemdizia t
Roube-lhe a bolsa e a vida, mu sagaz,
A sorte avenlurei-mc destemido.
Na praca mals publica da cidade,
Aos olhos da polica.
Todos ocr.ultam meus hrridos crimes..,
< Respeitan. o meu rancor e o meu punbal;
< E ai d aquelle que ousar tocar-me,
c Oe leve se quer !
Q importa ser eu um assassino,
Se vivo entre familias potentilas,
Se uinJo a estrada que abracei
Xo mundo social ?
S tenho sepultado o meu segredo
1 .No seto d'um homem r'spetlado....
Ecom elle divido os mjirs thesouros,
< Sob um juramento I....
Tenho o |K'ilo calcinado pelo odio,
e farro chairado o coracao....
c Caminho mu sedente e sanguinario,
Astuto e rancoroso.
If
Ei-lo que camlnha mu altivo,
Sontundo aovot crimes horrorosos,
Com o punlial palmeado, cauteloso,
Com sinistio Um.
ilugio, sorrio feroz, trinemos denles,
\visUndo Espmtou-a, e oceultou-se calculando
(idioso crlme.
Ella caminha, doscuidosa se aproxima ;
E elle inda mais rpido o ue uina fera,
Ara-se-lhe a frente, o passo erobarga-lhe.
Como puntal aleado I
Interroga-a impondo, a bolsa pede
Ou a vida, se por ella qu;r trocar....
E a un squmha, transida pelo susto,
Nao pode responder.
Apenas do pesclo tirou tremu a
l'm erucitko e Ih'o entregando.
Fui compensada com una punhalada,
E cahio inanimada....
111
Mais uiua \ clima contou. o ass&ssino....
E sorri') desdenhoso p'ro cadver.
Ocultando o puuhal ensingueulado
Com ufani.. II '...
Tran- do Comm'rcio lo Pjio
O rigor do invern e os uiiios que se procnrain
para corobaicr o fri, lizeram ltimamente du;.s
vii-iima;.
olor do Berln celebraya ha pouco o
i 1 eaiam mo ern Hanilurgo com una joven da-
l)e.i>is de concluida a ceremon a
parti ir 1 Berln com a sua joven esposa.
1 manhaa >., mu e uina gra ide par-
le didia, sem 11 ni noi vos appireeessem. Alguns
presentido um accidento penelraram no
ravador e licaram aterrados acham o
osdous posos asphixiados |ielo accido carbonio.
A joven inu'her eslava mora, e o marido resp -
rata anda, porm aptzai- dos prompios socroms
expirou lo
Sua siigra, quando recebou a noticia da ci-
tastrophe, cahio doente e estava em perigo de
vida.
E' mister cuidado com os brazeiros de carvao.
r
Estava para morrer em lurin a joven marque-
za Doria, aottval pela sua belleza.
(M mdicos attribuiamta sua docnca ao funesto
habito de ter ores no seu quarto.

ffiss IradJtoa, autora Ja Anru-a Roy, (lo Ssgre-
d> ron ern Inglaterra, e alguns dos quaes foram tra-
d't'.i los ern Franca, casou ltimamente em Lon-
dres com Mr. Maiuell, o editor de suas obras.

Em um banquete que teve lugar em Alexandria
para festejar a chegada Jas aguas doces Sui z,
pelo canal recntenteme construido, o cnsul iu-
propoi um brinde feliz conclusao Ao caral
que ha de unir as aguas do Mediterrneo s Jo
mar Wrmelho.
Este brinde de bom agonro para o luturo la
colossal eniprczade M. Lesseps, e para as re a-
<;3es d:i Franca e da Inglaterra no Orienta
*
No- Estados Unidos comeearam a fazer-se refor-
nns no servico dos caminhos de ferro.
lina empreza construio urna carruagei.i de s:s-
senla ps de extensao, e onze de largura, que (-
de conter fcilmente 60 passageiros.
Cid;, carruagein dvide-se em tres repartimn-
mrfeilamente Iluminados e adornados com
nuirto go.-lu.
Cada viajante tem a sua cama e um camarote
fechado com cortinas.
\ s extremos do salao ha magnifleos quartos Je
1 mcador.
I' da a linha devora ser servida com carros des-
t >s para as viageus nocturnas.
A reccita dos Estados-Unidos durante o anno
-ado, iiK'luimlo a proveniente dos emprestimos
q saldo que bavia 110 ihesouro, subi a 900,000,0 JO
dol.
A despeza fo de 893,000,000 dollars.
A- drandegas rendertm 69,000,000 dollars, o
la d) Interior foi de 37,000,000 dollars.
nina proveniente de emuresiitnos foi de ...
776,000,000 de dolais.
i pez -. do mnisteri 1 da guerra foi do dollars
"X>0,000 e a da da raarinba foi de 63,000,00 X)
O secrt-tario do llie.-ouro recommend;. que se
i-ntem os direilos sobre bebidas espirituosas
Meo ; diz qne se deve a 1 "ii.OOO ikl-
I .i'- de nnprestimo fiara fazer race a despexa ; i
>de isi. e 645,000,000dollars para as *
> Jo aun 1 |ue icalia em julln de 186S : cd-
cul' lo referido anno de 1865 a divi-
i-Unidos ra de i.-200,000,000 dol-
, 8 ter nina o seu relatorio declarando que rao
afttirio mais notas do ihesonro.
n
. Eslai'os-i'uidos. que lia ll
II >s conlava apeiiat 76 laviu-, dos quaes smcnle
4: en cuumiia^^H^oj' oSS, a--im nq ir-
tiil -
Navio- encmwncailns (1 as ClJ^tas
it,, liim.1- 16 com l'JOpMiii.
! "5 peras.
I 18 c un 1,578 peca?.
IdeiO a om 1,440 pefas.
Navios de vela 113 com 1.398 pera.'.
O bloqneo martimo cobre actualmente urna
extensao de costas de 3,549 milhas e o bloqueiodos
rios de 3,500.
As esquadras empregadas neslas operacSes cap-
turaran) desde o comecoda guerra at o Io de no-
vende i> ultimo i.045 navios.
O valor das presas adjudicadas durante o mes-
mo periodo cleva-se a somma de 13 nnlhoes de
dollars,
CHIH'MCl JUDICIAR
tii iir.vu, da m:i; \vto- *
SESSO EM 1 DE MABCO.
PRRSIUENCIA DO F.XM. SU. CO.NSKI.UKIltO
SILVK1IU.
As 10 horas da manhaa, presentes os senhores
desembargadores Caetano Santiago, Gitirana, Lou-
renco Santiago, Reis e Silva, Motta, Peretti, Acco-
li, Assis, Doria, e Guerra, procurador da cora,
abrio-se a sessao
O Sr. desembargador Alfonso Arthur de rtmei-
da e Albuquerque, tomou assento o entrou cm
exercicio.
Passados os feitos e entregues os distribuidos,
deram-se os seguintes
Jl'LGAME.NTOS.
lecurso enme.
Recrreme, o juizo ; recorrido, Marianno, es-
cravo.
Relator o Sr. desembargador Santiago.
Sorteados os senhores desembargadores Gitirana,
Arthur e Reis e Silva.
Improcedente o recurso.
Recrreme, o juizo; recorrido, Francisco Anto-
nio Camello.
Relator o Sr. desembargador Gitirana.
Sorteados os Srs, desembargadores Reis e Silva,
Doria e Arthur.
Improcedente.
Recrreme, o juizo; recorrido^ Manoel Maria
Rodrigues do Nascimento.
Relator o Sr. desembargador Gitirana.
Sorteados os senhores desembargadores Asss,
Molla e Reis e Silva.
Improcedente.
Recrreme, o juizo; recorrido, Manoel Mana
Rodrigues do Nascunento.
Relator o Sr. desembargador Lourenco Santiago.
Sorteados os Srs. desembargadores Res e Silva,
Gitirana c Motta.
Improcedente.
Recrreme, o juizo ; recorrido, bacharel Jos
Maria Freir Gameiro.
Relator o Sr. desembargador Reis e Silva.
Sorteados os senhores desembargadores Gitirana,
Lourenco Santiago e Arthur.
Improcedente.
Recrreme, o juizo ; recorrido, Pedro Tertuliano
da Cunha.
Relator o Sr desembargador Motta.
Sorteados os senhores desembargadores Gl'irana,
Reis e Silva e Arthur.
Improcedente.
Recrreme, o jnizo ; recorridos, Severino Mar-
ques da Silva e outros.
Relator o Sr. desembargador Peretti.
Sorteados os Srs. desembargadores Lourenco
Santiago, Molla e Doria.
Improcedente.
Recrreme, o jnizo; recorrido. Francisco Ma-
noel dos Sanios.
Relator o Sr. desembargador Asss.
Sorteados os senhores desembargadores Arthur,
Reis e Silva e Santiago.
Improcedente.
Recrreme, o juizo; recorrido, Bernardo Mar-
tilla de Oliveira.
Relator o Sr. desembargador Doria.
Sorteados os Srs. desembargadores Santiago,
Reis e Silva e Arthur.
Improcedente.
Appellacfio crime.
Appellante, o promotor ; appellado, o Dr. Anto-
nio Firmo Figueira de Saboia.
Confirmada a sentenca.
Habeus-corpus.
Negou-se a soltura pedida em habeas-corpus por
Joao Jos Bezerra de Menezes.
Cencedeu-se a soltura pedida em habeas-corpus
por Jos Antonio Pereira e Olivera.
.Negou-se ordem de babeas-corpus a Leandro
Jo.< de Olivera e loaqnim da Rocha, e concedeu-
se a Jos Joaquim da Silva para odia 5 do corren-
te, as 11 horas do da, ouvida a competente auto-
ndade.
DIMllENCIAS anus.
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
jusura
As apprllaces crimes.
Appellante, Antonio Xix Cogominho ; appel-
lada, a justica.
Appellante. Jos Francisco de Arruda ; appella-
dos, Manoel Ferreira da Silva e outros.
DESIGNAQO DE DA.
Assignou-se dia para julgamento dos seguintes
feitos :
AppfWirSfS civris.
Appellante, Sebastian Marques do N'ascimento ;
appellado, Julio Cesar Pinto de Oliveira.
Appellante, Joao Paes Barreto d%Lacerda ; ap-
pellada, a baroneza de Ipojuca.
Appellante,Euzebio Pinto; appellado, Elias Emi-
liano Ramos.
Appellante, Joaquim Jos Ribeiro da Costa Re-
bimba ; appellado, Raphael Fernandes Porto.
PASSAGE.NS.
0 Sr. desembargador Caetano Santiago passou
ao Sr. desembargador Gitirana
A appfllni-o rivel.
Appellantes, Carlos JosAstley & C ; appellada,
a fazenda nacional.
O Sr. desembargador Gitirana passou ao Sr.
desembargador Lourenco Santiago
As nppfllaroes civeis.
Appellante, Joaquim da Franca Cmara ; ap-
pellado. Joio Alves de Garvalho Cesar.
Appellante, a prela Paula e sua filha; appellado,
Francisco Duarte Freitas.
Appelladte, Chnstovao Jos do Reg Mello; ap-
pellado, Firmino Francisco Flores.
Ao Sr. desembargador Motta
A appellarao circl.
Appellante, o cnsul po'rtuguez ; appellado, Ma-
noel Jos Leite.
O Sr. desemliartrador Reis e Silva passou ao Sr.
desembargador Multa
A appellatflo civel.
Appellante, a preta Caetana ; appellada, Mana
Joaquina da Silva Manta.
O Sr. desembargador Motta passou ao Sr. des-
embargador Peretti
As appellardes crinas.
Appellante, ojuizo ; appellado, Manoel Herme-
negildo.
Appellante, Jos Germano de Lyra ; appellada,
a justica.
O Sr. desembargador Peretti passou ao Sr. des-
embargador Accin
A apprllnco civrl.
Appellante, Manoel Cavalcanti e sua mulher;
appellado, Alexan Ir Jos Rodrigues.
O Sr. desembargador Assis passou aoSr. desem-
bargador Doria
A appellnalo crime.
Appellante. Rento Pauo Zedanes; appellada, a
justica.
Appellante, o juizo ; appellado, Manoel Ferrei-
ra de Brito Lyra.
O Sr. desembargador Doria ao Sr. desembarga-
dor Caetano Santiago
Appellacao civel.
Appellantes, os herdeifos deChristovao Dionzio
de Barros; appellado, bacharel Podro Pereira Be-
zerra de Araujo Iteltrao.
A' 2 horas encerrou-se a sessae.
l'u'i lagrima de saudade sobre
a eampa de ll.iymamlo V:ilcn-
tinlano deNoraca largo, alum-
no do quarto anno no eiirso
Jurdico.
PUBLICACQES A PEDIDO.
Pllulas vegetaea assucaradas de
Beaip.
Entre as innumerayeis caseos de pillas que coa-
tnoadatneme se annunciam, as pillas vegetaes
assucaradas de Kemp s as que se podera consi-
derar comoaprototypodas aperitivos caseiros, com-
pleutaonte eificaaos e absolutamente inofensivas.
Na sua C imp i.-irao nao entra um s nico alomo
de nenhumasubstancia mineral. Constttiw, pois,o
nico remedio necessario paraos desarranjosdoes-
tomago, irregolaridade do ventre, consfipaeao ha-
bitual, affeccoes biliosas, dyspepsa, o todas as en-
fermidades dos intestinos,' predominantes nos cli-
mas calido.
Tomadas tempo evitam infallivolmentoos mor-
tferos fiagellos epidmicos e 11 lemicos das regioes
iutertropicaes. Snoas nicas i lulas que se vendem
em frasqninlios d 1 cr tal, ea rapa assucarada quo
as eobro conserva suas virtudes e as torna mu
agradareis ao paladar.
Ailiam-se em todas as boticas do mundo, o cm
, Pernsmbuco as tojas do Hravo i.\ C. e de Cn 4
1 Barbosa.
A vida um ligeiro vapor que
se dissipa tao depressa, como se
levanta.
(Erar. S. Jac.)
l'ma flor, em esperancoso desabrochar, acaba de
ser desfolhada no infinito espaco da rternidade. I
urna alma bemfazeja, cumprindo a sentenca que o
Arbitro Soberano dos destinos humanos pronnn-
ciou contra todos'os homens, voou radiosa, deixan-
do os nossos roracoes dilarecados pelas saudades,
contemplar no meio de iueffaveis delicias o seu
poder e gloria.....I
Sim; este o destino do justo, porque a sua
morte preciosa aos olhos do Senhor. (Psalm 115.)
Nao choremos, pois, a separacao d'essa alma,
que. animada de urna f viva e constante, mos-
trou-se na presenca dos homens verdadera disci-
pnla de Jess Chnsio; entoemos nicamente hym-
nos de gloria, depositando em sua campa gnivos,
que fielmente traduzam nossa acerba saudade 11
Em breve, verdade, depois de continuo lidar,
apartou-se esse companhero de fadigas. que um
dia havia de ser o ornamento de sua patria. .
.....I porm a noile j estava adiantada, e
com pressa deveria despernar o dia da eternidade.
(Episi. aos Rom. 18)1.............
Como a llr elle floresceu ao amanhecer, e como
ella, secco e murcho cahio na varredoura rede da
morte! I...................
Soberbo alhleta as flleiras da sciencia, que
se listou em diminuta idade, celo, por suas locu-
bracoes, conquistou coras de triumpho I
Era um talento.......e, procurando rom anhe-
los o cultivo de la vasto campo, murcharain os
seus intentos, vencidos os escolhos, ao abordar do
porto I............
Tal era a sua sorte !.............
Lamentemos pois esla perda de tao costosa re-
paracad; roas nao choremos a sua morte, porque
como jnsto era agradavel ao Senhor, que o esco-
Iheu para si, arrebatando-o muito cedo da ierra, e
se apressando de o tirar do meio da iniquidade,
que o poda corromper c causar sua perdicao.
(Sohed4l).......
fcijuiesoit mpace.
Olinda, 27 de fevereiro de 1864.
A. P. .
1 dita do l.ia, 1 dita de liiao sed 1. 4 roiumes amos-
tra* : a Linden Wild & C.
Rrigue nacional Ouilhermina. entrado ro Rio de
Janeiro, consignado Palmeira 4 llelirao, mani-
festou o segninte :
Gneros estrangeiros j;i despachados para con-
sumo.
63 pipas e 300 barris vinho, 300 ditos banha de
porro, 38 ditos alcalrao, 130 dito 1 c 100 meios man-
teiga de vacca, 200 volnincs fo>i da China, 17 cai-
xas papel almaco, 50 pipas vasis; a ordem de di-
versos.
Gneros nacionaas.
200 barricas vasias. 100 sarcos caf. I dito can-
gica, 1 dita fe jao, 706 ditos dib s farinha te man-
dioca, 1,400 caixas sabfio, 50 bai ricas alpiste, i di-
ta tinta ; a ordem de diversos.
K\portntfo.
Barca ingleza iuion, carregoupara Philadelpbia
l,M8 -arcos rom 7,000 arrobas de assucar masea-
vado. iiii ditos com 2.3V7 arribas e 15 libras de
algodao, e 200 meios de sola.
Itecebedorla de rendas Internas
geraes de Pernambuco.
Rendimento do dia 1............ 3:355*894
REND MENT DA RFXFBEDOIIIA DF. RENDAS
INTERNAS GKRAK> DE PJnNAMBUCO 06
MF.Z DE FEVEREIRO, A SA *ER :
lleudada typographia nacional. 7-5O0O
Renda dos proprios nacionaes. 2625214
Si/a dos bens de ri/.............. 3:9254171
Direilos navos e velhos e de
chancellara.................... MtifUt
Ditos de patentes dnsofficiaes la
narda nacional................ 5225000
Diaaa de chancellara........... 4i3653
Matriculas da Faculdade de l>-
reito ....................... 7:0655600
Mulla por infrarcoes do regula-
menlo........'................. 1765278
Sello do papel l'uo................ 4:3925160
Dito do (.roporrioii.il............. 8:554*908
Premios dos depsitos pblicos... 215*1*2
E. .dmenlos................. 518*8S0
Imposto de corrector e agente de
leilfio............... MpB
Imposto sobre lejas e casas de
desceios........... 8:999*600
Dito sobra casas de movis, ro 1-
pas, etc. fabricados era paiz i;S-
trangero............ 4805")
Tana de escraros........ 1:5045000
Cobraora da divida activa .... 8:225*262
11111. : 1 j 11 i -s. 1 ; i" < -i........... 34850iH)
Dejiosito de diversas origens..... 287*500
rnt 1 tt.itniv
sobre a eampa de llaymunilo
Valentinlano de Moracs Re-
g, estudante dn 4* anuo da
Faculdade de Dirclto do Re-
elfe.
Morte I morte I palavra fatal e mysterlosa,
tanto mais reas repetida, quanto mais ou-
vida com sorpreza Plago voraz e insacia-
vel, onde se submergem os mais valentes
campeos I Tu que nada re>peilas sobre a
trra, ainda desta vez roubaste, dentre nos,
com tua pallida e mirrada mi mu preciosa
existenciaa de Raymundo Valentniano de
M. Regeste nome" designa va o jovem, vic-
tima de teus furores, cuja InteHigeneia ro-
busta desenvolva os raciocinios com a mes-
ma rapidez do vento que passa ; cuja modes-
tia e candura d'alma faziam no recommen-
davel e adimrado de seus collegas o de to-
dos quantos liveram a felicidade de o conhe-
cer; este nome designava o amigo fiel, o
collega dedicado, o lilho obediente, o disc-
pulo respeilador do meslre.
Montero, meu Raymundo, eras todo vida,
bondade e e-perancas! llonlein via-te
meo lado com o sorriso nos labios, doce e
melgo, como o sorriso da vrgem I Hoje o
que de ti resta apenas um crneo carco-
mido pelos vermes, e um nome para miro
sempre venerado. Grandes sao os designios
da Providencia!...
E" que nao devias habitar por mais tempo
neste inundo de lieces, nesie lodacal impu-
ro, onde ludo embuste c villana; que ja
era tempo de gozares da presenca do Eterno
l na habitaran dos justo: : de l mesmo,
meu caro Raymundo. aceita urna lagrima de
saudade do teu collega e amigo
J. Aleares P. de Lyra.
Recfe, 2 do maio de 1863.
42:249*403
Recebedora de Pernambufo, 29 de fevereiro
de 1864
O escrivjo,
Vnnnel inlnifin Simies i" Anaral.
Consulado prorlnelal.
Rendimento do dial............. 2:491*312
iBNMMCNTe DA MESA DO CONSULADO PRO.
VINCIAL E>l O IEZ DE FE'.'EREIRO DE 1864
A .v\RElt :
Direilos de 90 rs. por 5) do as-
-iii-ar exportado....... 51:604*373
Oilo il^ 211 r>. por can.nl d*Sf ir-
denle.e.lr.................I- .. 741-5670
Dito 3 J)l(| idem do algodao eip ir-
uuo.............. 25:9175770
Rilo de 7 Dio do mel........ 222*628
Diln de 8 por sanio de couros
seceos, verdes e espichados.. 4595308
dem idem de 5 dem dos mais
gneros exportados....... 1:021*335
:t(>: soiirt- fj.i >oeieo- t#tl '03 r.t. por meia (iza de ;s-
cravos............ 3:640*000
10 por cento de novos e velhos di-
reilos dos empregados prov n-
ciaes.......:....... 205*541
ErioIim.hiiuh drf polici. 185000
MOlo lo consum" d'amiardenta. 3:0075500
liHC'Slo do ti por c-nio sol re
oi-rsi) esiaiieler.iiin'iii >* 12:089*696
Im.Misio o* 4 i." chui > tabre di-
itrso* i"nbeleciii enios for
.eil.d...................... 49*360
8(l|0ot>rH consalto/tos meduos
t--*rri|ii,irins.............. 5425000
Dcima dos predios urbanos 5:739*i71
IihihisIo sobre i.irro', inuil' - wrmca rbieoUa........ 1:255*000
|o por .culo s.i'a o |ilaiiliii Jo
espim............. 1035000
50* sobre jogo de buhar...... 30*000
iiiin 0" 4 0|0 BObl os (irein os
m.ior.s das li.i-ri.is........ 1:260*000
'M-\ sobre challos estrangeiros e
roupaetc.................... 950*000
-Sello de herancwa logados.. 63*231
Imposto sobro alvarengas eesira-
vos do servico do mar....... 1:195*500
dem de 3005' sobre companl as
anonymas e agencias. ...... 600*000
Olio ra el................ 265000
Multas por infraeCjOes...... 273*647
Restituicoes e repos^oes...... I0SJKM3
115:5275053
Mesa do consulado provin :ial, 1" de mar(o
le 1864.
O > eacriptiirario,
Pedro Simos da Silva Braga.
l'm fardo com 50 galetes de mais de 120 tone-
ladas a 15200, 6O.*000.
Duas pecas de panno de linho ordinario cora 40
varas (4) a 500 rs., 30*000.
Um saeco com 3 dtreias de meias de linho curtas
e grandes 5*380.
L'm dito com 10 libras de caslanhas piladas
750 rs.
Quairo dilos com 10 libras de carne ensacada
3*080.
fin dito conlendo 20 loalha de linho com renda
por :10500o.
Um embrulho com 4 pares de bolinas de couro
para homem por 16*000.
Um dito coro 2 libras de livros itriprrssos com
capade couro por 3*00).
Quatro latas eom 20 libras de o/rne ensacada
por 65000.
Duas bocelas rom murccllos pesando 4 libras
por 1*200.
Urna caixa com 6 libras de passas por S Dous saceos de noves pesando 1 arroba por rs.
3*200.
Alfandega de Pernamboeo 1* de margo de i864.
O 2* escriplurario, dietario Gomes de St.
GABINETE PTICO DE
REGREIO
Cae* tt de Xovembron. 40.
Frente a uassailirv do leiifc
Impreler/Telroenie as ultimas cinco noites neje*
quarta-frtra, quinta, sexta, saldado e domingo,
6 de mareo, ultima traite e a despedida.
Extraordinaria apresen tac, ao cm cada una das
nsiles de grande numero de vistas, de grandes ba-
talbas de mar e ierra, revista de escuadras, ludo
embandeirado de grande galla, acampamentos de
Hopa-, naufragios, vulroes, cidades, monumentos,
jardins, passeos de rtda a parte do universo. O
director deste salao faz diversas aprrsentar/Vs de
novas vistas de meia e meia hora de inferrallo
dorante a concurrencia do respeitavel puMim O
dko ao estar aberto uhs 6 i|2 Iwras d noile
em chante.
Entrada o) rs.
No mesmo lugar vende-se wn relogio por conr-
modo preeo.
DECLABACOES.
Manta Casa da Misericordia do
Iteclfc.
A lllm.'junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Itecife manda fareT publico, que
no dia 3 dtr margo prximo futuro pelas 4 horas
da tarde na sala de suas sessSos tem de ir pra-
ca as rendas das casas abaixe declaradas, perten-
centes ao patrimonio de orphaos por tempo de
um tres annos, a contar do 1* de julho prximo
futuro em diante.
Os pretendentes devem comparecer acompanha-
dos de seus fiadores ou munidos de cartas destes.
Praca do Pedro II.
N. 1 particular e 33 publico, segundo
andar ............
N 1 dito e 33 dito, sala ..
Ra do Imperador.
N. 2 dito e 81 dito, dous andares- ..
Largo do Paraizo
N. 4 dito e 29 dito, dous andares
Ra das Uarangeiras.
N. 5 dito e 17 dito, casa terrea .
Ra Velha.
ff. 8 dito e 32 dito, casa terrea .
Ra de S. oncalo.
N. 10 dito e 22 dito, casa terrea ..
Ra do Pires.
N. 13 dito e 39 dito, casa terrea ..
Ra da Lapa.
N. 40 dito e 11 dito, casa terrea.. -.
Ra da Moeda.
f. 44 dito e 21 dito, casa terrea.. ..
Ra do Vigario.
N. 72 dite e 27 dito, dous andares ..
Ra da Senzala Velha.
N. 78 dito e 136 dito, dous andares..
N.80 dito e 132 dito, dous andares..
.N. 81 dito c 18 dito, casa terrea.. ..
N. K2 dit* e 16 dito, rasa terrea.. ..
Roa da Guia.
N.84 dito e 29 dito, casa terrea.. ..
Ra do Pilar.
X. 91 dito e 105 dito, casa terrea.. ..
N. 82ditoe 104dito, casa terrea.. ..
X. 91 dito e 99 dito, rasa terrea.- ..
X. 97 ditoe 10 dito, casa terrea.. ..
X. 100 dito e 104 dito, casa terrea. ..
N. 105 dito e 94 dito, casa terrea.. .. 173*000
Rosarinho.
X. 3 particular, casa e sitio...... 322*090
Mirueira.
X. 4dito, sitio.. ...... 213*000
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
rile. K de fevereiro de 1864.
0 escrivo,
F. A. Cavalcanti Cousseiro.
483*000
220*000
1:202:000
902*000
205*000
204*000
183*000
104*000
160*000
251*000
603*000
651*000
410*000 i
192*000
201*000
125*000
163*000
1635000
254*000
1625000
1635000
COMMEBCIO.
. I
0 Novo Banco de Pernambuco convi-
da os credores admiltidos ao passivo das
mas.sjs de Mestiuila Dulra e Francisco An-
tonio Correa Cardozo a receber o primeiro
dividendo destas massas, devendo exhibir
as respectivos tilnlos para ser annolado o
pagamento.
NOVOBANCO
DE
PEirv-iJiaiuco
EM DE MAltr.O DE 1864.
O banco desconta na presente semana a oito por
cento ao anno al o praso de quatro 1ne7.es, e a dez
por cento at o de seis mezes, e faz eniprestimos
sobre titules commereiaes, e toma saques sobre as
pracas do Rio de Janeiro e Baha.
Alfandega
Rendimento do dia l............
23:451*409
Movimento da alfandega
Volumes entrados com fazendas... 194
< com gneros... 261
Volumes saludos com fazendas... 50
t com gneros... 255
455
2S5
Descarregam no da 2 de marco.
Patacho oldemburguez-fortuna-plvora.
Barca inglesa llutmhotes -merendonas.
Barca americana Meneo -farinha A-> trigo.
Patacho inglezLiipn ini/=farinha de trigo.
Barca franceza-Mura Ameliavinho.
Brgue nacionalRuminense charque.
Patacho nacional Dous Amijo.i carne secca.
Escuna ingleza Queen of the darl mercaduras.
Patacho inirlez Properlesmercadorias.
Escuna hollandezaDft Geruslers Po/carvao.
Importadlo.
Patacho americano Laprn*e entrado de Piula-
delplna, consignado lienry Forster & C, mani-
festou o segninte :
1176 barris farinha de trigo, 300 barriquinhas
bolacbinha e 230 bains baulia de porco ; ao-
mesmos.
Vapor nglcz Paran, entrado de Soulhampton.
manifestou o seguinte ;
SIS calas queiios aUrander Brandis.
27 raixas fasendas de algodao, t dita dita de so
da, 1 dita dita de laa e algodao, 1 dita chales, t di-
la objectos para ehapos de sol, 4>embrulbos amos-
tras : a J. Keller i\ C.
1 caixa lOCido d' alg dio, 1 dita dito de laa, 1
dilode dita e algodae, 1 dita Btenda ealgodao c
calcad 1 dita chapeos de sol, l dua miadesas ; a
Ferroira e Araujo.
I cai\a livros, 1 dita ptalas, 3 volumes drogas,
I barril linguicas a ordem.
i caixa queiios, 1 omhrulho amostras; aSouthall
Mellors & C.
Seaixas fazendas de algodao, 6 ditas ditas de
laa e alen lao, 2 emhrttlhoa amostras ; a Adamson
B C.
91 aixas faxonda de lgodSo, l diu dita de seda,
MOVIMENTO 1KI PORTO.
Snviu* enlr-idos nc, dia i'.
Havre33 das, barca franceza Hio Grande, de 204
toneladas, capitn Mielel. ei uipagem 11, carga
mercadorias; a Eduardo Burle & C.
ltai de Janeiro22 das, brlgm nacional Gmllirr-
mino, de 205 toneladas, eapitad Jos Maria Pes-
tana, equipagem 11, carga farinha de mandioca
e outros gneros; a Palmeir; o BeJtrlo.
Babia8 dias, barca inglesa llarp Adelia, de 460
toneladas, capllo George He sby, equipagem II,
em lastro a Willson Hett 4 l
Baha -10 dias. barca ingleza Cretenon, de 314
toneladas, capitao Henry Combo, equipagem 9,
em lastro; a ordem.
Swnderland 32 dias, barca ngleza Jesne Scott,
de IM toneladas, eapitao James Thomas, equi-
pagem 11, carga carvao; a 'Vilson Hett & C.
Genova33 dias, patacho italiano Hara, de 187
toneladas, capitao l.uiz Buzano, equipagem 9,
carga varios gneros; a Aunrim Irmao.
Londres-45 dias, pauetm obltinburguez Fortuna,
de 165 toneladas, eapitad B. D. Ahrens, equipa-
gem 9, carga plvora efazeidas;a Rothe Bi-
dn lac.
Rio de Janeiro 20 dias, barca franceza Ville
Froutignan, de 302 toneladas, capitao Roux,
equipagem 14, em lastro; a Tissot Freres.
Rio de Janeiro e Babia 6 dias, vapor frasees
JMorn, de 1173 toneladas, commaudante A. de
la Xo. equipagem 117.
A'nrios saludos no mismo dia,
Santa Cal harina- brgue nacicual Minerva, capi-
llo Francisco Jos Ilutes, carga sal.
Rio do Janeiropatacho nacional Crrela, capitao
Antonio Goeaivet de Freitas Vianna. carga as-
sucar e oulros gneros.
Ilha de Fernando pal batite n.'icional Artista, cn-
pitao Joaquim Jos das Reres, carga diferentes
gneros.
Para e portos intermedos vapor nacional Cruzei-
ro do Sul, commaudante Mai.cebo.
Bordeaux e portos intermedio* va|ior francez
Barn, commaudante A. de I;. Xo.
EDITIS.
Peante acamara muniri >al des a e; '
tara em praca nos das 27 e 29 do correte : 2 do
mar 1 prximo futuro, a obra do aterro e bomba
a la/'' -se na Iravessa 00 Quiaoo da povoafio dos
Alegados, meada em ilii-iitO; aqi elle.- que a
qoizerem arrematar, comparofan nos menciona-
il is 1! as im paro da DMSBia cmara, manidos de
1 sidneos que garantan) aexeeneao da obra,
m-.ii o Qtia nio podero licitar. O orgainenio da
obra .ieiia-se na respecliva secetaria.
Par 1 da cmara municipal lo Beclfe 24 de fe-
verano de 1864.Luiz Francisco de lluros Reg*
presidente.Franotseo Canotii da Boaviagem^ se-
cretario.
Pela inspeccio da alfa lega desta cidade se
faz publico, quo no da 3 de. r irre 1 dia,
aportada mesma, seria arremtalos embasta
publica as mercadorias seguintes, pprehen
na oceasiao da visita da dese rga da barra portn-
gueza Claudina ; cuja arrema afSo >: livre de di-
reitos ao arrematante ;
Tribunal tlt rclacao.
Por ordem do Exm. Sr. desembargador pre-i-
denle da lielacao faz publico pan os DBS conve-
nientes, que esli sem provisao os solicitadores
aba izo declarados:
Victorino de Souza Travassos.
Antonio Pinto de Bairos.
Paulino da Silva Mindello.
Flix Francisco Magalhaes.
Jiivelino Aiiieriro i'e Barros Correia.
Manoel Raymundo Penna Forte.
Joaquim Francisco de Albuquerque Santiago.
Secretaria da relaeao, 27 de fevereiro de 1864.
secretario da relaeao,
Domingos Alfonso Ferreira.
r.osrlliii admiuislralivo.
Oconsrlho administrativo, para fornecimento do
arsenal de guerra, tem de comprar os objectos se-
guintes :
Para o hospital militar.
Cheruoviz da sexta edicao I. a.-surar refinado 12
arrobas, anido 8 libras, azeiie doce 2 arrobas, a-
gua de flor de larangeira 3 caadas, acido cetrico
32 libras, agua ingleza 24 garrafas, rosas 2 libras,
bicarbonato de soda 8 libras, balsamo tranquillo
S libras. bal>amo de tol 1 libra, chlorato de po-
tassa V oncas, eanfetios de cubebas e ferro 1 libra,
chocolate de musgo rlandez 4 libras, ranella em
easca 2 binas, chloroforroio 1 libra, crmor de
trtaro 6 libras, caixas para pillas (portuguezas)
I grosa. extracto de ahmsaa 2 libras, extracto
goininosode opio I oneis. extracto de tarraraes 4
oncas. extracto de carona 4 oncas, extracto de ci-
cuta 8 oitavas, extracto de guaiaco 4 oncas, espon-
ja grossa 2 libras, essencta de rosa 2 onfas. em-
plastro adesivo estendijo 20 varas, fezes d'puro 4
libras, tlr de rnica 4 libras, gomnia arbica de
primeira qualidade 32 libras, goinma alcatira 4 li-
bras, gomma de batata 4 libras, hespo sultita de
soda 8 oitavas, jlermes mineral 8 oitavas, Imhaca
Inteira 4 arrobas, man commum de primeira qua-
lidade 32 libras, musgo irlandez 4 libras, macella
16 libras, nitrato de poiassa 2 libras, oleo deamen-
doas doce 32 libras, oxido negro de ferro 4 oncas,
pootas de veado calcinada 4 libras, pilulasde Blan-
eard 30 vidros, pulas de Valell 30 vdros, plulas
de Radroay l calzas, raz de valeriana 2 libras,
sabao para opdeldoc 6 libras, subnitralo de Bismuth
1 libra, subearbonato de polassa 2 libras, sigarros
de stramonio :I0, sulfato de cobre fundido 4 oncas,
tarlrato de polassa e soda 2 libras, tafet inglez 24
papis, trtaro emtico 2 libras, vinho branco 52
libras, vinaure branco 24 libras, vinho de quina e
ferro de Morlier 12 vidros. xarope do Pendo vi-
dros de 8 oncas 24, xarope de Baulgny c Duch-
me! ti vidros. xarope deiodureto de ferro de Blan-
card 12 vidros, pupicina 1 onga. scilla 2 libras,
frascos de 6|0 410 2|0 e 1|0 24.
Para o arsenal de guerra.
Pregos de assoalho IG milheiros.
Quero quizer vender taes objectos apresentem as
suas propostas em carta fechada na secretaria do
conselho as 10 horas d.vmanhaa do dia 7 de mar-
co prximo vindouro.
" Sala das sesses do conselho administrativo para
fornecimento do arsenal de guerra 29 de fevereiro
de 1864.
Antonio Pedro de Sa Barreto,
Coronel, presidente.
Sebastiao Antonio do Reg Rorros,
Vogal secretario.
Pela contadona da cmara municipal desla
cidade se faz publico que a poca para pagamento
do imposto municipal sobre casas do negocio, firr-
da-se no ultimo de marco vindouro, assim como
necessario aposentar o conhecimento de 20 por
cento pago na recebedoria das rendas genes in-
ternas, o que se publica para conhecimento de
lodos. Contadoria da cmara municipal do Recife
29 de fevereiro de 1864.
O contador,
Joaquim Tavares Rodovalho.
Torrei'.
Pela administracaoilocorreiodesu cidades*faz
publico que em vrenle da convenci postal cele-
brada pelos covernos brasileiro O francez, serle
expedidas malas para a Europa no dia I" do marco
prximo, pelo vapor fTancez feiun. As ranas Ba-
rio receidas at turas antes da que f.ir marca-
da pwra a sabida do vapor, e os Jomaos at 4 ho-
ra; antes.
Correio de Pernambuco 20 dn fevereiro de 1864.
o administrador.
Domingos dos Passos Miranda.
Xo dia 2 de maree, tem de ser arrematado ra
porta doSr. jniz de par. do 2" di-tricfo de Santo
Antonio, os bens penhorados i Manoel Gomes Cor-
reia, por execuclo do Manoel Froetuoso da Silva
Pela subdelegacia do districlo >la Capunga so
aesadepositado umcavallo roeo-soj1), ra-ii
quem sr jnlgar rom ilireito ao iiesm 1 compare?3
quo prov.iiido ihe snra entregue.
Sabdolegaeia da Capunga, 1* de mare>) do 1864.
O subdelegado,
Francisco Antonio da Silva Cavalcanti.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA BRASXLEIEA
DE
PAQUETES A VAPOR-
Dos portos do norte esperado*
at o dia 3 de marco o vapor
Prrncea de loimUle, eomnian-
dante o primeiro tenente Araujo,
oqnal diqiois da demora do eos-
turne, seguir para os portos do sul.
Desde j reeehem-ee passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual devera
ser embarcada no da de sua chegada, encommen-
das e dinheiro a frete at o dia da sahida as i ho-
ras : agencia, ra da Cruz n. 1, escriptoro de An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo Si C
COMlVANillA PEKiNAMUUCANA
M
\;tves^o cnteira a vapor.
Parakjba, Natal, Mario, Araealj, Crar, Acarar
e liranja.
No dia 7 de marco prximo se-
guir as 5 horas da' tarde para os
portes cima indicados o vapor
Perthmnga, nummandante Bate.-.
Recebe desde j carga al o dia 5.
Enconmendas. passageiros e dinheiro a frele al
e dia da sahida s 3 horas da tarde : escriptoro
no Forte do Mattosn. 1.
COMPANHIA PEttNAMBUCANA
DE
Navegarn eostelra a vapor.
lacri e Sersipe
No dia 5 de marco prximo
seguir o vapor Paran yon, com-
mandanle Martins. para os por-
tos cima indicados, s 5 horas
da tarde. Recebe carga at o dia
4. Eueommend i-, pasaagotroa e dinlwhoa> frete
at o dia da sahida s 3 horas da tarde : escrip-
toro no Forte do Mattos n. 1.___________________
Rio Grande do Sul.
O patacho D. Luiz segu com brevidade, e re-
cebe alguma carga a frffle : lraia-se M>tn os con-
signatarios Marques. Barros & (',.. largo do Corpo
Santo n. 6.__________________________^
O brigue brasileiro Beliznrio segu imprete-
rivid nente qunta-feira 3 do crreme para o Rio
de Janeiro, s pode recebar escravos a frete : a
tratar com Marques, Barros & C, larga do Corpo
Santo n. 6, 00 com o capitao Manoel M. Ferreira.
tio lraade-i Sil
O patacho nacional Salto, recebe carga para
aquelle porto frete commodo : a tratar com os
consignatarios Bailar d Oliveira, ra da Cadeia
n 1111 n re 26.__________ ,
Tara Porto.
Segu at o dia 10 do corrente, a velera barca
portui.'iieza Claudina, por j ter seu carregamento
[irompto, recebe somen'.e passageiros, para os quaes
tem excedentes commodos, a tratar com os consig-
natarios na ra da Madre de Deus n. 3, ou com o
eapifo. _____________________
Para Lisboa.
SaMr com toda a brevidade o muito velero
brigua portuguez Consfonfl //, por ter quasi
proropto todo o seu carregamento, tem excellentes
commodos para passageiros, e para estes c o res-
tante da cara trata-se com Manoel Ignacio de
Olive ra & Filho no largo do Cor[K> Santo n. i9.
Para o Ro Grande do Sul segu com muita
brevidade o patacho brasileiro Dous de Dezenwio,
tem bordo parte do carregamento e recebe o
reste a frete commodo: tratar no escriptoro de
Amoi'im 1 raos ra da Cruz n. 3._______________
Para Lisboa
segu com a possivel brevidade o bem conhecido
lugre portuguez inlio, para o que tem grande par-
te da carga engajada ; para o resto e passatreiros,
aos quaes olferecc bons commodos, trata-se com o
consignatario Thomaz de Aqulno Fonseca, na ra
do Vigario n. 19. primeiro andar, ou com o capi-
tao o Sr. Francisco Antonio Meirelles, na praca.
Para o Porto
pretende seguir com muita brevidade a barea por-
tugueza Feliz, tem parte de seu carregamento a
bordo : para o resto que Ihe falla e passageiros,
paraos quaes tem excellentes commodos, trata-se
com os seus consignatarios Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo t C, no seu escriptorio ra da Cruz
numero 1.___________________________________
"para Maranho e Para
pretende seguir com muia brevidade o hrigue na-
cional Amelia, tem parte de seu carregamento
prompto: para o resto que Ihe falta, trata-se com
os seus consignatarios Antonio Luiz de Olivera
AuvedO & C., no seu esmptorio rna da Cruz n. 1.
"
ara o Hio de Janeiro
pretende seguir com muita brevidade o palhabote
nacional Piedade, tero liarte do seu carregamento
a bordo : para o resto que Ihe falta e escravos a
frete, para os quaes t?m excellentes commodos, tra-
ta-se com os seus consignatarios Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo & C, 110 seu escriptorio ra da
Cruz n. I._____________________________________
Para o Porto-
A bem conhecido e velera baura portugueza,
RestimrarSo pretende sahir com brevidade por ter
a bordo a maior parte de seu carregamento, e pa-
ra o restante e passageiros, para os quas tem
magnficos comaodos, trata-se oom os seus con-
signatarios M. J, Ramos e Silva A Genros, ra do
\'igai'io n. 10.
"PARTO RIO DE JANEIRO
segu com brevidade o hrigae Trovador, recebo
carga e escravos a frete : trata-se com os consig-
natai io& Morques, Barros & C, largo do Corpo.
Santo n. 6.
1 1 _i_____ .. ....i_L_____ _
LEILOES.
DB
mi sobrado de un andar em
Manto Amaro.
HOJE.
O genle Almeida coiupeten*mentc autorisado
far leilao de um. sobrado de um andar silo em
Santo Amaro roa do Lima ou travossa Ja fundilo
do Siar, tendo o sobrado 45 palmos do frente e 06
de fundo, corintia fra em ambos os pavimentos,
coch ira, quaMos paraerbilos. ditos para escravos,
eavallarice para s cavaltes, ludo em ponto grande,
e nm famoso viveiro o terreno
coilce fadooproprio Ion 160 pv
do Ireotoematsde too de fnndo, todo murado
cora poclo de ferro rende 9i anno
O b-ilao lera logar l ra da Cadeia do R
n. 4^afroa7.em. s 11 lirias do dia cima.
MOVIS
1IO.IE.
0 agente Almeida fara leilao reqnerimentodo
Doarte Pereira tf poades|iaeho lo nim. Sr.
Dr. juiz mnoicioal da pnnteira vara dos seguintes
objecios: uina rama de angic 1, urna dita de ven-
to, duas mesas do i ps, urna grade de cama fran-

mu
...
^mnnnnan


Mario te rc/aanihuco ... Cuarta fclra 9 le .Uur,o ile 18G4.
ceta ooni lastro do pMIv'.uha, rom forma de barro,
dua- caria-- velbas, (> oa.ldrns americanas bailan-
te velbas, 2 ditas de na letra de amarello cora as-
santo de palhinha, urna mesado 4 pos, um coxo
de garata pora um pillo pequeo, um
dito maior, don ps para bahus, una meia com-
a 'Ii, um tonco grande de \ ps, duas meta?, um ,
halui pe |ofl d' ouro, ama mannrata vclha que- Beneficio, sello e commissao 20 0|0
lirada, nm poto de barro, um armario de guardar
tonca, um estrado vellio e diversos objectos em
mi estado, os quaes se acliam na casa da ra dos
Patos n 10, em cuja casa lera lugar o leilfio 1
hora da tarde.
Os lurteles, meios e quartos aciaiu-so a
vcmla na rsped iva thesouraria na do
Crespo n. 15 e fias casas commissionadas.
PLANO.
:tooo bilhetes a 103.
Liquido.
LEILAO
DE
58 saceos coiri assiear.
O agente Pinto far leilo lo 58 saceos corn as-
nm M armazem de Hezcnde C-, na ra do
Apollo, hoje ao malo da.
DE
c 16
1 111 ealxo de pedra e cal
suei-agnaa.
O agente Almeida competentemente autorizado
fara leilo de um caixao para casa, em altura de
receber travejamenlo na ra da Concordia n. 07,
com 40 palmos de frente eTOde fundo em cojo
terreno esto enllocadas 4 moia-aguas querendem
&i mensaes cada uma e 9 mei-aguas sitas por do-
l az do mesmo terreno na ti avessa da Palma de
ns. 4 12 que rendem lO mensaes cada urna.
tudo foreiro a marinha a quera paga 25100 por
ann i. e 3 meia-aguas em frente das nteemas de
ns. 1 a 3 que rendem 12 mensaes cada una c
pagam 260 rs. por anno de foro a misericordia de
Olitida, cujas casas sao pertencentes ao Sr. Anto-
nio Joaquim dos Santos Andrade residente em
Portugal, e por procuracao bastante do mesmo e
de sua mulbor esta o Sr. Antonio Jos Rodrigues
de Souza, autorisado a assignar as respectivas es-
crituras. O mesmo agente proceder a venda
en um ou mais lotes a vontade dos compradores.
HOJE.
O leilo ter lugar na ra da Cadeia do Recite
armazem n. 48. s 11 horas.
1 Premio de .
i Dito de .
2 Ditos de 00,5000
4 Ditos do 2005000
7 Ditos do 1005000
12 Ditos de 405000
29 Ditos de JOJOOO
7ii Ditos de
30:000,VKMl
0:0005000
24:0005(KX)
10:0005000
;t:0005000
1:OOW>000
8OO5OO
700ooo
4805000
3805000
iscriptorio de advocaci
A' roa do Queimado n. 30, pii
mciio andar.
O advogado ("coro Peregrino continua
DO lAorcicin de sua prnlissao na ra do
ra do Queimado n. 30, primoiro andar,
onde pode Ber procurado das 11 s ; ll-
rasela larde.
105000 .... 7:4405000
mm mmmm mm mmmm
Coiupauhia Udelldadc de
seguros martimos e ter-
restre estabelecida no
lllo de Janeiro.
lOmia EM FEPNAMBl CO
Antonio Luiz de Oliveira Aze' edo k C,
competentemente autorisados pela direc-
5 toria da companbia de seguros Fidelida-
|3 de, tomam seguros de navios, raercado-
g rias e predios no seu escriptorio ra da
Cruz n .1.
Engomma-se com perfeico e commodo pre-
a ra da Gloria n. a&
Advocacia.
O bacharel Joao Goncalvcs da Silva
Itontarroyoa lem oscriptorio na ra es-
trellado Rosario n. 17, onde pode ser
procurado das '.) horas da manhaa s 3
da tarde dos dias uteis.
%m*
Quom precisar de urna ama para criar, com
muito bul le te e sem filho, dirija-se-a ra nova
do Santa Rila n. 37.
O abaixo assignado, nao podendo ler mais
2?Peran'a ""e.melhorar a sua sorte, e nem querer
800
200
Premios.
Illancos.
24:000500000
LEIlAO
ihmi:
Quarta-feira 2 de iurc.t as M horas
no armazem n. 53 roa di Cadeia
DO
Dale Carnario forrado e pregado de
cobre no estalla em que se acta.
O agente ozebio far leilo por mandado do
I Im. Sr. Dr. juiz especial do commcrcio, e a reque-
rimento dos credores se vender em leiliio o hiato
nacional Camaruytbc, o qual se acba ancorado de-
f'onte do caes do Ramos, onde podero os pretcn-
dentes examinar, cojo liquido producto ir para
oposito pabHco.
u;ir\o
DE
oo meias barricas rom s i*
  • iioji:
    Marcelino Jos (ouoalves da Fonle far leilao
    jor conta de quem pertencer e por intervencao
    do agento Pestaa de 35 moias barricas com sar-
    (iinhas de superior qualidadc viadas no Continen-
    te II, as quaes sero vendidas quarta-feira 2 de
    marco pelas 10 horas da manlia no armazem do
    Annes defronte da alfandega.
    LEILAO
    :ooo Rilhetes.
    Dos 7 premios de 1005000 dous pertcncerao aos
    nmeros mais approximados ao que obtiver o
    premio de 10:0005000.
    Dos 12 ditos de 405000 dous pertenecrao aos
    nmeros mais approximados ao que obliver o pre-
    mio de 3:0005000.
    Dos 29 ditos de 205000 quatro pertcncerao aos
    Alugam-se as lojas do sobrado n. M em
    a ra da Aurora: quem pretende-las diri-
    ja-se loja dos Srs. Dastos & Magalhaos,
    na ra Nova, que acbaruo com quem tra-
    tar.______________________________^
    Precisase alugar um escravoliel. e se enten
    der de lidar com cavallo, mellior : paga-se bem :
    na ra das Larangeiras n. 24. ____________
    O abaixo assignado lendo no iuria de Per-
    nambuco de 12 do corrente, um annnncio que Ihe
    diz res|)eilo. sem que nelle livesse parle, apressa-se
    a declarar que soinpre comprou, veiideu e usou de
    todos m diratOS (|ueas leis do imperio Ihe conce-
    dein, sem interferencia de sua mulhcr, ou de outra
    qualquer pessoa, e oeste direito se conserva, excr-
    cendoos deveres de sua vida publica e particular,
    AflotlSO de AlIillUlltTt|ll Mello I k' Precisa-se de nma ama que saiba bem cozi-
    taa 19 anuos advogadoj ante os au lilorios e tribu-! ^SK'JHif' ? l!?mPin ^l,er :Ja
    naes desta cidade, j na corte e cu outros lugares | BXoe&L "" W' l0ja de
    do imperio, cmconsequcncia de teiem-se augmen- l-----_________________________________
    nmeros mais approximados aos que obliveremos sem dominio de lerceiro; e para obviar qualquer
    premios de 3005000. eveiitualidade tendo-se assignado at agora Jos
    N. R. Os premios maiores de 4005000 estao su- Iternardo de Sena, do boje em diante se assignara
    jjilos ao descont de 4 por cento por lei proviucial,' Jos Bernardo de Sena Toixeira Ferro.
    Recifo. 27 de fovereiro de 1804.
    negocise trabalhos a serem deseopenhados aqu,
    garantindo o zello, lealdade e act vidade que Ihe
    sao reconhecidos pelas pessoas que o conhecem.
    Incumbe-se tambem de trabalhos para os termos
    prximos, onde tem solicitadores ce inteira ron-
    fianca. D consultas verbaes e or escripto, e
    prestase a ouvir seus constituintes a todas as ho
    ras, as sexlas-feiras das 9 as 4 na villa do Caboe
    No primeiro andar do sobrad j n. 10 da tra-
    vessa dos Expostos, preparani-se llores para todas
    as armaees de festas de igrejas p( r muito barato
    preco, e tem urna grande porcao feita que se ven-
    0 Cll'lll'lilO LCll ffllHlOU Alugam-se o segundo e terceiro andares do de muito em conta, apromptam-se ramos para do-
    P, i sobrado da ra do Trapiche n. 48, CDm frente para mingo de ramos, a seis vintens e meia pataca, tu-
    U SUa reSldCnCia da Tila dO "^ do Corpo Santo : a tratar no armazem por '
    (lueimado paii a ra das
    os maiores de 1:0005000 ao de 12 por cento por
    i gera
    Tesouraria das loteras 27 de fovereiro de 180 4
    n thesouroiro.
    Mximo Jos dos Santos Andrade cassa os
    poderes de procuracao bastante que em 1S62 pas-
    Antonio Jos Rodrigues de Soma, i f,u Klias fos dos Sanl0i Andrade edl'seu subs-
    tabelecimento para cobranzas._________________
    mais supportar o mo conceito de que tem sido
    victima, faz ver aos senhores seus credores coma
    sua consciencia purissima, que est dsposto a en-
    !lgfigU Mlk 'ffiffiMM lregar ',lul0' ')ouco aue tem' as mesmos senho-
    - Precisa-sede urna ama para cozinhar para !XSSSL SIS f' ^Pera da beneficencia
    [duas pessoas: na ra das Cruzos, taborna n. 24. tSE^^Eg* 1ue ,he farao ***
    Para mclhor conhecimento, os mesmos senhores
    credores jiodcindirigir-se ao escriptorio do Sr. Dr.
    Joaquim Jos da Fonseca, que est encarregado
    por elle e |ior suasogra aSr- D. Thereza de JNS
    (.oelho de Souza Leao, para expr o seu estado e
    fazer qualquer arranjo que se poder convenelonar.
    feo restando a consolacao ao abaixo assignado de
    preferir esto seu estado actual ao enriquecer-se
    por meios Ilcitos e indignos ; pois que sena >
    mxima de queNao ha felicidade, quando a cons-
    cienca a reprova.
    Tambem os senhores seus credores podero en-
    tender-se com a sua sogra, que se acha no enge-
    nho Cara una.
    Sem romorso de cousa alguma, e com toda sin-
    ceridade faz este annuncio.
    Recife 16 de fevereiro de 1864.
    _______^^^^ Manoel do Reg Barros.
    tado aqui seus afazeres, tem transfundo sua resi-
    denciada villa do Cabo para esta cdade ra es-
    trella do Rosario n. 34, onde tem (stabelecido seu
    escriptorio, e onde foi o do Dr. (odoy, de cujos
    trabalhos icou encarregado o ani uncante. Ah
    offerece os misteres de sua profissao s pessoas de .
    quem mereca confianza, tanto desie termo comojjulgar com ilircitO a alguma reclamaco, de-
    dos demais desta e de outras provincias para os clare 110 prazo (le lies (lias.
    Precisa-se alugar urna preta eserava que sai-
    ba cozinhar e fazer todo o servco de nina easa
    de pouca familia : na ra do Pires n."24.
    Acliani-se justas e contratadas as casas
    da tita Imperial ns. 02 e 261, quem se
    - Na ra da Impcrairiz, loja de fazendas n. 28,
    existe urna carta de Portugal para o Sr. Jos Sa-
    raiva Fernandes.
    Oruzes sobrado n. 36, pri-
    meiro andar, por cima do
    annazem Progressista, acu-
    de o achanto como sempre
    prompto a qualquer hora pa- avnis"!
    m o exercicio de sua pro-
    ssao, chamado por escripta.
    HOTEL TKOYAO
    i.ivo le piano e de canto.
    Mauamk Fa.nny Rouiieai: da lices de piano e do
    canto : a tratar na ra Nova ns. 9 loja de H. Du-
    i ion!._________________,____________________
    A lijos
    No paleo do Carmo n. 22, vestem-se anjos com
    f oslo e perfeico, sendo todos os vestuarios novos
    i lin ornados, que a todos agradara*) vista do
    goslo, e commodidade de pnco.
    Ama deleite
    Precisa-sc de nina ama de leite, sadia, para aca-
    I ar do criar urna menina do 10 mezes, paga-sc
    lem : na ra da Cruz n. 33, Recife.
    D-se- (linliciru a JOTOS
    I antcl n. 0.
    Angelo Romeiro Pinhciro tendo comprado o
    muito conhecido e acreditado hotelTrovador
    silo na ra larga do Rosario n. 44, participa ao
    respeitavel publico que se acha prvido de ludo
    quanto necessario para satisfazer a exigencia de
    iiualquer freguez. Oulro sim communico, que ba-
    nelle mesa redonda para os assignantese
    e que fornece comida para fra. nao s
    para qualquer estabelccimenlo como para casas
    particulares, por prego mdico c a contento. Kste
    cstabelecimento acha-se preparado para reeeber
    qualquer hospede que nelle queira assistir, para o
    que offerece os melhores commodos.
    DENTISTA DE PARS i
    19Ra Aera -19
    Frederico Gautier, cirurgio dentista,
    faz todas as operacoes de sua arte, c col-
    loca dentcs artificiaos, tudo com superio-
    ridade e perfeico, que as pessoas enten-
    didas Ihe reconheonii.
    Tem agua e pos dentificio.
    SCIEUAJJE
    DOS
    ARTISTAS ALFAIATES
    EM
    Pernambuco.
    De ordem da directora provisoria da socedade
    lien'tcente dos Artistas Alfaiates em Pernambuco Os abaixo as.-ignados pariicipam ao respeita-
    fai-se publico, que no domingo 6 do crreme, s ve' publico, e com especialid.ide ao corpo do com-
    10 horas da manhaa, celebrar-se-ha nos saldes do' mercio, *[ue desde o da 31 de dezembro do anno
    caes de Apollo, a sessao magna da installaco da prximo passado, amigavelmrnte dissolveram a so-
    mesma sociedade. ciedade que tinham na loja de ourives na ra lar-
    do de muito gosto, e enfeilam-se velas com llores para esse lim convida a mesma directora a lo-! ga do Rosario n. 24 A, que nesta praca gvrava sob
    de cera de muito bom gosto a 4 e l, comdhahas, dos os senhores artistas alfaiates, ainda mesmo os i a firma dj Guimares 4 Barros, (cando desde essa
    rosas.^cravos e todajiualidade de llores^ feitas de que nao estao associados, bem como o respeitavel loccasiao i cargo do socio Pedro de Almeida Gui-
    publico, esperando a concurrencia das associacoes \ maraes todo o activo e passivo da referida socieia-
    e pessoas a quem se tem dirigido convites, para; de; por i?so que com elle sedever entender qual-
    maior brhantismo de um acto que deve ser mais q"er pessoa que por ventura se julgue eredor ou
    um incentivo para o melboramcnto das classes ar- devedor mesma. Recife 1 de marco de 1864.
    cera, fazem-se os ramos a gosto le quem os man-
    dar fazer, e apromplam-se vestidos pretos para a
    quaresma com toda a brevidade, t goslo de seus
    donos ; na mesma casa preparam-sj bandejas pa-
    ra bailes com armacao, e bouquetes de flores de
    cera de todo goslo, dilos de altinins, ditos de popel
    fino, dilos de gomma, de panno c velludo, tudo
    mais barato do que em oulra qualquer parle, bor-
    do de fitas de ouro. lantijola para os bouquetes,
    e laces para as velas; vende-se tan bem um sorti-
    mento de folbas de rosas de pape a 1,5 a groza,
    de todo o tamanho, para as senhora; floristas.
    m
    Ensillo de ingle: e
    francs*.
    Joaquim Pedro da Rocha Pereira contina a lec-
    conar inglez e francez, ese obriga aemprogar to-
    d)oesforco c zello para que os estudantes confia-
    dos ao seu ensino tenham o maior aproveitamento
    possivel. devendo ser procurado na ra Direita n.
    93, primeiro andar.
    Jos Ferreira de Moara, cidadio portugoez,
    rotira-so para a Europa a tratar de sua saude; c
    durante sua ausencia deixa com procuracao bas-
    tante para tratar do seus negocios aos Sfs. Hau-
    ii lio J"-'; dos Santos Ribeiro o Antonio Pedro de
    S tota Soares, esto morador na ra Nova n. 20, e
    aquelle praca da Independencia n. 33._________
    Cimvida-se a lodos os amigos, eollegas o com-
    provincianos do fallecido Raymuoao Valentioiano
    di Moraes Reg comparecerein matriz da Roa-
    Vista para ouvirem a mlssa do stimo dia na quia-
    ta-feira 3 de marco as 8 horas da manhaa.______
    Antonio Gomes da Cunha e Silva responde a
    Manoel J-s da Silva Grillo, que se tem direito pa
    0 bacharel Ma\imiano Lopes lla-
    na na do chadoailvoga no sen escriptorio da ra
    ________ do Imperador a. 71, primeiro audar,
    onde pude ser procurado das 9 s 3 ho-1
    ra da tarde para o que for concernen-
    te ao exercicio de sua prolisso.
    DE
    Movis e outros artigas.
    (.Itiinta-feira 3 do corrente s II 1 2 horas.
    O agente Olimpio em seu irmazem ra do
    Imperador n. 16, far lelto de movis e oulros
    nimios objectos sem limites.
    l'macisale. rec em chaos proprios.
    sita Ha travessa da Fundico (bairro
    do iieiifc) n. 4.
    Sf xta-feira i do correnl/s as i 2 horas.
    O agente Olimpio vender em leilo urna casa
    terrea com noria e janella com 10 palmos de fren-
    lee 21 de fundo, a qual ronde mensalaiente 8,5.
    O leilao ser effeciuado no armazem do referi-
    do agente ra do Imperador n. lt, pelas 12
    horas.
    DE
    Lm sitio foreiro no lujar denominado .'tempestivos porque
    _ -.. .. ifl.'ticias para hcar com escravos que me sao entre- _,,., ,,.,., k
    PSS dO tuquia. aus or monos de melada do sen Insto valor, han. r
    Seila-feira i do crreme as 12 liaras.
    0 agente Olimpio vender etn leilo um sitio no
    Pas.so de Giqui, com 100 pe.; de coqueiros, man-
    gueras e utras multas arvores fruciiferas, |>e-
    quena baixa de capim e 3 vivaros, tendo 2 peines
    grandes. No mesmo sitio tem 1 casa de taipaeom
    2 quartos, 1 sala, todo o sitio cercado a malei-
    ra e Bspinheiro e tem banho ;lgado.
    Ser effectuad > o leilo no armazem do referi-
    do agente & ra do Imperador n. 16.
    Naques sobre Portugal.
    O abaixo assignado, agente do banco
    mercantil Portuense nesta cidade, saca ef-
    lectivamentepor lodosos paquetes sobre
    o mesmo banco paca o Porto e Lisboa, por
    qualquer somma, vista e a prazo, po-
    dendo logo os saques a prazo serem des-
    contados no mesmo banco, na razio de 4
    por cento ao anno aos portadores que as-
    sim Ihe ronvior : as ras do Crespo n.
    " ou do Imperador n. 517
    Joaquim da Silva Castro.
    Em quanto o Sr. Jos Joaquim Rarbosa nao viei
    ou mandar da villa do O' (para onde mudou-se oc
    ri impedir a entren que Ihe deve fazer o Sr. Joo cultamente) pagar os alugucis de perto de dous
    Nicolao de Lira Cavalcanti dos escravos que [lie annos da casa emque morou, na ra dos Prazeres
    e: to hvpothecados, recorra aos meios competen- da Roa-Vista, ver o seu nome neste jornal para
    tes, mas nao venha ante o publico com annuncios melhor ser conhecido dos proprietanos.________
    nao costumo fazer vendas preclsa-se de una ana com leite: n;i
    G0LLE6I0
    Engolillo Espirito Santo, urna parle do
    cngenlio Fcrrecoza c de urna eserava
    por nome Luiza (ausenta.)
    A 15 le muco corrate,
    O agente Olimpio re da massa fallida de Manoel Luarque de Macedo
    Lima e mandado do Illm. Sr. Dr. juiz municipal
    da segunda vara far leilo em presenca dos mes-
    mos do engenho denominado Espirito Santo com
    hem feitorias e moenda, de una parle do engenlio
    l-Vrroeoza e da eserava Luiza (ausente.) O leilo
    ser effectuado no armazem do referido agente
    ra do Imperador n. 16, no da cima pelas 12 ho-
    ras da manhaa.
    g.ies por menos de melade do seu justo valor, igu-
    r indo-os vendidos a prenles e amigos..... quanto
    letra que allude, os tribuimos do paz jjdlga-
    ram nao ser eu mais obrigado por ella, em raiao
    da novaco que operou com o originario devedor, \'oss, ScilllOra da i'iedade em Lisboa.
    aceitando hyiiotheca, e recebeii'lo mais tarde os'
    bons que llie foram bypotbecados por pagamento
    di mesma letra.
    Francisco Garrido avisa ao respeitavel publico,
    que na sua casa denominada Travista, na rua lar-
    ga do Rosario n. 37, ter disposico de hoje em
    diante dous buhares demogno competentemente
    preparados refrescos, sorvetes, etc.
    Gelo,gelo, gelo.
    Com a chegada da nova machina nao se expe-
    i rimenta mais falta de gelo fabricad* com agua do
    Prata, todos os dias a qualquer hera, para por-
    coesgrandes ou encommendas para fra da pro-
    vincia dever haver aviso com antfcedencia : rua
    da Aurora junto a fundir*) onde ti ni a bandeira
    mmvM-mmmn mmm
    ^ Curso de preparatorio*
    ^ Francez.
    Geometra,
    Geographki,
    Rbelorica
    roa do Qaeimado n. 30, prta* iro andar,
    das 10 s 2 da tarde.
    ociedade de segnro$ mutuos
    de vida installada pelo Banco
    Unio na cidade do ioro..
    Os agentes nesta cdade e pro\incia Antonio
    Luiz de Oliveira Azevedo & C esc 'iptorio na rua
    da Cruz do Recife n. 1, estao autorizados desde j
    a tomar assimaturas e prestar todos os esclarec-
    mentos que forem necessarios, as pessoas que de-
    sejarem concorrer para to til e lenefica empre-
    zas, egurando um futuro lisonreiro aos assmriade,
    O bacharel Tbomd Fernandes Madeira de
    Castro mudou o seu escriptorio de advogacia da
    rua do Imperador n. 71 para mesna rua n. 77,
    primeiro andar, e contina a advog;.r no adminis-
    trativo, commercio. civel. rrime e ecelesiastico.
    Na rua do Crespo n. lo, se aliga urna boa
    casa e sitio no Monteiro, com frentt para o oto
    da igreja.
    Francisco Jos Goncalvcs da :iilva avisa ao
    respeilavel publico que Jos Rernardo da Motta
    deixoa de ser seu caixeiro desd.! o dia 20 de feve-
    reiro de 1804.
    tisticas.
    Secretaria da sociedade Reneficente dos Artistas
    Alfaiates 1 de marco de 1864.
    Manoel Rodrigues do O'
    1 secretario.
    ^^^^^^__^_'
    No dia quarta-feira de cinza, 10 de fevereiro
    prximo passado, perdeu-se ou deixou-se em algu-
    ma loja da rua do Crespo at o Hu da rua Nova,
    17 aceites das aguas de Reberibe, pertencentes ao
    bacharel Pedro Rezerra Pereira de Araujo Beltrio:
    a pessoa que as tivor adiado, srvase de entrega- [
    las nesta (traca aos Srs. Jos tos Santos Nevesou '
    Manoel Ignacio le Oliveira & Filho, para as re- i
    melter a seu dono, que muito Ihes agradecer.
    m
    OfTerece-se urna mulber de boa conducta, que
    engomma, cjzinba e bom : a tratar na rua do los-1
    pcio n. 21. Na mesma tem urna eserava que co- j
    zinha e engomma.
    Di-se 2:0003 -i premio sobro h\ polheca em ..
    um predio nesta praca ; na rua das Cruzes n. 7,! i
    se dir quem d.
    Lava-se e engomma-se roupa para fra, ca-
    misas a 160 rs., e calcas a 200 rs. : quem precisar
    dirija-se a rua de Santa Rita n. 39, que adiar
    com quem tratar._______________________
    Precisa-se de um bomem que saiba dirigir \
    urna carrosa com boi e urna canoa : no sitio do, i
    Sr. Luiz Cambronne, em Santo Amaro._________
    No da 4, dopuis da audiencia do Illlm. Sr.
    Dr. juiz de orphaos, e por ordem do mesmo, ser
    vendida em praca urna negra crioula, moca, per-
    tencente aos menores filhos da tinada I). Maria
    Rernardna Paes de Moura Accioly, escrivo Gui
    maraes.
    Pedro de Almeida Guimiaes.
    Jos Joaquim Goncalves Rarros
    Na rua do Sebo n. 47, deseja-se fallar com o
    Sr. Joaquim Augusto Ferreira Gumaraes, natural
    da fregu zia de Monte-cordova, no Porto, a nego-
    cio de seu interesse.
    Joio da Silva Ramos, medico pela l'ni
    vers.dade de Coimbra, d consultas em
    sua casa das 9 s i 1 horas da manhaa, e
    das a s 6 da tarde. Visita os doentes
    en suas casas regularmente as horas
    para isse designadas, salvo os casos ur-
    gentes, que sero soccorridos em qual-
    quer occasio. D consultas aos pobres
    que o procurarem no hospital Pedro II,
    aonde encontrado diariamente das 6
    s 8 horas da manhaa.
    Tem sua casa de sade regularmente
    montada para receber qualquer doente,
    ainda mesmo os alienados, para o que
    tem commodos apropriados e nella
    tica qualquer operacao crurgica.
    Para a casa de sade.
    Primeira classe 33000 diarios.
    Segunda dita.... 23o00
    Terceira dita.... 23000
    Este estabelecimento j bem acredi-
    tado pelos bons servidos que tem pres-
    tado.
    O proprietario espera que elle conti-
    nu a merecer a cenGanca de que sem-
    pre tem gozado.
    pa-
    m
    t'aiveiro.
    Precisa-se de um caixeiro qoe
    d fiador a sua
    Antonio Jos Gomes Itraga vai Europa, e conducta para lomar conta de um estabeleciment
    suppondo nada dever, pede a quem se julgarseu em Fo d'Alho; nao seduvida dar bom ordenado
    eredor. para que Ihe aprsente sua conta no pra- 0u mesmo interesse nos lucros : quem estiver no
    so de 24 horas._____________________________ cas0 ue oocupar este lugar, queira dirigir-se a rua
    Os abaixo assignados identifican! ao corpo das Cruzes n. 36, para tratar-se.
    F. \V. Arkwi ight, subdito
    Europa.
    britauuico, vai
    DE
    CARA O SEXO PBHINIKO.
    Casa de commissao de escravos na rua
    do Imperador n. io, lerceiro andar
    Nesta casa recebem-se escravos por commissao
    para serem vendidos por conta de seus senhores,
    iVS
    ltplI-( sla Ilii vil I r ni i' n5 sc Poupando extorcas para que H mesmos se*
    1 jam vendidos.com promptido alim le seus senho-
    <25K>
    O abaixo assignado, arrematante, das dividas da
    leja de mindezas da rua do Quumado de Joaquim
    l< s da Costa Fajozes Jnior e da loja de fazen-
    d is da rua Direita de Fajozes Junior & Azevedo, |
    a .'isa aos deredores das ditas lojas tanto da praca CLASSES.
    como do mallo de virem pagar seus dbitos ao,!
    abaixo assignado no largo do Collegio junto ao so-
    biado amarello, ou na rua de Heras n. 104 ao Sr.
    Fijozes Junior at ao dia lo de marco, do rontra-
    ri) ter de entregar ao seu procurador para co-
    brar judicialmente. Recife, 16 de fevereiro de
    1H64.
    _____ Antonio Joaquim Fernandes da Silva.
    da Prata u. i O. 3" andar.
    Pro|iricIaria e directora
    D. Ufara Cecilia '/'/tomar.
    res nao soffrerem empate com a ve ida delles. A
    casa tem todas as commodidade- precisas, e sega-
    ranea, assim como alianza-s o boi i tratamento.
    Ha sempre para vender escravos do ambos os se-
    Habtlitada com titulo de capacidade passado pelo xos, velhos e novos.
    cnnsclho tmpenor itimtnu^o publica.
    MATEMAS OE ENSINO.
    AVISOS DIVERSOS.
    Precisa-se de um destriuuidor
    para estregar este Diario do Maagui-
    n to a Api pucos: na livraria ns. 6 e 8
    da praca da ludcpeQileiicia.
    Lotera extraordinaria.
    Aos IO:000000 e 3:000|(000
    Quinta-fcira 10 do eorrente prximo, so
    cxtraliir a segunda parte da primeira lote-
    ra i beneficio da igreja do recothimento do
    lloracao de Jess de Iguarass, pelo plano
    junio, approvado para as axtracoes das par-
    tes extraordinarias das lotarias-.
    Este plano superior ao que eslava adop-
    tado para as loteras extraordinarias por con-
    t? melhores e maior numero de premios,
    e tambem prefetivel ao da* loteras de fra
    ca proviirn-ia,punpie contendo apenas :,0(K)
    fjillietes, o dono de um ter de entrar na
    extraccSo no jogo de 3,000 nmeros, quim-
    dw lias outras estes nunca sao em menos de
    G,(MX>, sendo qoe as estrangeiras om nu-
    metc premiado joga sempre contra 19 a 29
    bratjxis, e se fr de premio maior ficar
    sojeito usara de um grande descont
    (ali'in dos da lei), nao acontecendo asa m
    com o da lotera desta provincia, que pa-
    go com a maior promptido.
    O abaixa assignado, pois, chama a atten-
    tio do respeitavel publico fiara o que vem
    ib- expor, avisando que os impostos e mais
    beaeicios resultantes da venda nesta pro-
    vincia, dos bilhetes das loteras de fra,nun-
    ca Berloappfieados nella, que, infelizmente,
    para a reconslruccao e n paros de seus
    templos e casas de instruejao e candado,
    anasi que s lera o recurso dos beneficios
    de. ^uas loteras.
    Companliia Pernambucana
    De ordem do consclho de direccao e em virtude
    do arL 2i dos estatutos sao convidados os senho-
    res accionistas a reunirem-se em assembla geral
    nD dia 29 do corrente, 1 hora da tarde, no es-
    critorio dos Srs. Saunders llrotbers & ('..
    Aluga-se o terceiro andar da casa n. 88 da
    rua da Impera i riz. e o sobrado n. 103 da rua Impe-
    rial ; na rua da Aurora n. 30.
    II
    SI
    1."
    2.*
    3.
    outrina ebristaa. ler es-
    erever, contar, coser e
    marcar de todas as qnali-
    dades..................
    Grammatica portugueza, an-
    thmetica ||iratica, tapei;a-
    rias, crochet, bordar de
    branco e chorograplna...
    Analyse grammatical, orto-
    graphia pratica. historia
    portuguesa, geographia,
    bordar de matiz, de mis-
    sanga e de ouro, fazer llo-
    res, e lingua franeeza.....
    ALl UNAS IX-
    TKHNAS.
    Por un-:.
    Precisase de urna ama que coz nhe bem : na
    rua da Cadeia do Recife n. 40, primeiro audar.
    s
    85000
    10,5000, j
    125000

    jioii;igi| j^gi^U'-'-'il!S!t Sa:
    ii advogado r. Manoel do .Nascimeio
    Machado l'wrtella, contina a ter o seu
    escriptorio no primeiro audar da casa n.
    g 83 da rua do Imperador.
    MM|MMgM|JpJ|ja
    Manoel Fernandes da Costa & C,
    scientificam ao publico que mudaram o de-
    posito de sabao da rua da SenzaJa Velha n.
    i:iCpara a rua do Amorim n. 41, onde
    continan) a vender o dito genero em por-
    cao e a retalho e juntamente todos os mais
    gneros de estiva.
    Auiga-se o primeiro andar da casa da rua da
    Lapa n. 1 : a tratar na rua da Cadeia do Heeilo'
    n. 49, sobrado.
    Compendio de direito civil.
    Na rua da Saudade n. 9, vende-se o
    compendio de direito civil, approvado pelas
    Gorujregaoepdos lentes das (acuidades de
    direito desta cidade do Recife e da do S.
    P;ulo para as respectivas aulas de direito
    civil patria.
    No ccriptorio de Antonio Luiz de Oliveira
    Al vedo & C, rua da Cruz n. IJdeseja-se saber
    se vivo ou mono Jos Antonio Gomes Ribeiro '
    ddliveira, que sabio de Lisboa para l'ernambuco,
    en. novembro de 1807, chegando a esta cidade em i
    Janeiro de 1808, aonde foi para caixeiro do neg-!
    ciaste Villela, esteve nesta casa 10 annos, depois
    ret rou-se para o interior onde se estabeleceu;
    mas ignorase a torra. Ficou correspondendo-se
    com este Villela e os filhos, os filhos deste que
    pocerSo dar nfonnacoes. Consta que ainda ha
    poicos anuos este Jos Antonio era vivo.
    Precisa-se fallar com os s. Ilornardo Pes-
    soa de Vasconcellos e Vicente Ferreira Pessoa de
    Vasconcellos: na rua do Pilar n. 5.
    ansa, msica, desenho e lingua ingleza depen-
    de de ajuste particular.
    N. B. As pagas sao adiantadas e os mezes por.
    inteiro.
    Desojase fallar com o Sr. Manoel Caetano de .
    Aguiar Brandoe com o Sr. Pedro Jos Pinho, so-1
    bre negocio de urgencia, ,os quaes se devem diri-
    gir a Praca do Commercio, escriptorio de Francis-
    co Mamede de Almeida, que ah encontrarao An-
    tonio Ferreira Prado, com quem se devem en-
    tender.
    m
    BAMCO l'.VliO
    ESTABELECIDO NA CIDADE I O PORTO J
    Alientes em Pcruaniliuo
    Antonio i.ni/ de Olveira
    Azevedo C.
    Sacam por todos os paquetes sobre o
    mesmo banco prazo ou vista, sobre a
    eaixafilial em Lisboa, e ageuck.s em Fi-
    gueira, Coimbra, Aveiro, Vizeu, Villa-
    Iteal, Regoa, Vianna de Castello, Guima-
    res, Barcellos, Lamego, Cevilla, Draga,
    I'onaliel, llrajjanca, Amarante, Angra,
    liba da Teredra, liba de Faia.-, liba da
    Madeira, Villa do Conde, Valenca, Bastos,
    Oliveira de Azemeis, Chaves u Fafe, a
    oito dias vista ou ao prazo que se conven-
    cionar,no seu escriptorio rua da Cruz
    a. 1.
    No dia.29 de fevereiro perdeu-se o meio bi-
    Ihi'te n. 1.81 desde a tbesouraria at a bordo da
    barca Ires, da lotera do Coracao de Je;us, de
    [guarassd pertencente Hanool Francisco Pedro,
    l existente a bordo da barca portugueza Ires, sendo
    : que outro nao poder receber na minha ausencia
    senao o Sr. Vicente Ribeiro Pontos.
    COMPRAS.
    do commercio e a quem mais interessar possa. que
    p*>r accordo dissolveram a sociedade que tinham
    na loja de miudezas da rua do Queimado n. 33 A,
    e gyrara sob a razao social de Guimares & Ro-
    cha, tendo-se verificado que nao bavia passivo, fi-
    cou canto do socio Joao da Rocha ex Silva todo
    o activa, a qnem lambem pertence o estabeleci-
    mento. Recife J de marco de 186i.
    Joao da Huella e Silva.
    Domingos Jos Ferreira Guimares.
    Escravo l'tiii 'o.
    Fugio de bordo do patacho nacional D. Luiz, no .
    dia 8 do passado. o escravo pardo de nome Ma-
    noel. lovou vestido calca e camisa de zuarte azul,
    o qual tem os signaos seguimos : estatura regular,
    tem um (albo desde o nariz ato o beico inferior do
    lado esquerdo. e um outro no hombro esquerdo :
    roga-se encarecidamente a quem o apreb ndor le-1
    var ao largo do.Corpo Sadto n. G. segunda andar,
    ou a bordo do dito navio que ser bem recompon. [
    sado.
    ------------------------------------------------------------. ;
    Fugio no dia 11 do corrente. pelas 9 horas do '
    dia, da povoacao de Bom Jardim comarca do Li-1
    moeiro, um moleque de nomo Francisco, da dade
    do II a l annos. secco do corpo, bem espigado,
    pernas c bracos a proporcao do corpo, nao bem
    preto, bonita figura segundo a idade, nariz o olhos
    regulares, nocea pequea, quando falla atrapalha-
    se as votes dando indicios de gaguez, andar pa-
    chola, tem as unhas dos ps algumas roldas sig-
    naes evidentes de bises : roga-se a todas as auto- Compra se urna eserava que saiba cozinhar
    ndades. capilaes de campo cu pessoas particulares e engommar com perfeico, ou se Ihe doscu va-
    Compra-se effectivamente ouro e prata em
    obras velbas: na praca da Independencia n. 22
    loa de bilhetes.
    Compra-se urna eserava sadia e que seja perita
    cozinheira : na rua do Queimado n. 39. loja.
    Compra-se effectiva-
    mente
    ouro e prata em obras velbas, pagando-se bem ,
    na rua larga do Rosario u. i, loja de ourives.
    Antonio da Silva Maia retiras* para Europa
    edeia cerno seu primeiro procura* or ao Sr. An-
    tonio da Silva Ramos, e como segundo ao Sr. los
    Antonio Ferrao d Figueiredo, e declara ao mesmo
    lempo que nada fica devendo nesta praca nem por
    letra nem titulo algum; porm queu sejulgar ser
    seu eredor aprsente suas cuntas na rua da Praia
    n. 80 nestes tres dias para seren pagas.
    Negocia-se um tetreno na Ganeleira. no lu-
    gar denominadoRiacho de Manoel ferreira, com
    300 palmos de frente e 100 de fundo : a tratar na
    rua da Praia n. 6.
    dvocaciu.
    Os advogados Manoel Jos Pi reir de
    Mello e Antonio Rangol de Tones Ban-
    deira tem o seu escriptorio na rua es- j,
    treita do Rosario n. 10. primeiro andar. |H
    &5 c ahi podem ser procurados das 10 horas ffi
    ji da manhaa at s 3 da tarde.
    Aluga-so um moleque ; quem nretender di-
    rija-se pra^ada Boa-vista n. 9.
    que o pegarem oudelle nolicia tiverem darem em
    Bom-J.irdiin a son senhor o abaixo assignado, ou
    no Recife a Jos do Reg Pacheco, que ser gene-
    rosamente gratificado.
    Joaquim Jos dos Santos.
    Precisa-se de nina ama com bom leite c sa-
    dia : na rua do Caldeireiro n. 5G.
    Offerece-se tyn rapaz para ser copeiro de ca-
    sa de familia ou de moco solteiro : quem preten-
    der, dirija-se rua de Hurtas n. 40, que achara
    com quem tratar.____________________________
    Precisa-se de um criado Portuguez ou Bra-
    sildro, bom copeiro, e que d fiador de sua con-1
    ducta : na rua do Imperador n. 29. |
    0 professor de flores de cera.
    Contina a dar licoes de llores de cera com a
    maior perfeico possivel; formando em 30 licoes
    un rico quadro com todos os vegetaes, ficando os i
    discpulos habilitados a tazerem todas as qualida-'
    des de flores e fructas condecidas e aquellas dos !
    paizes da Europa : as pessoas que quizercm ulili-
    sar-so de seu prestimo, podem procura-lo na rua
    do Arago n. 20, sobrado, de manhaa at as 9 ho-
    ras, de tarde das o por diante.
    Perdeu-se no dia 27 noite, um loque com :
    pouco uso. de varetas de madreperola dourada e'
    borla branca, desde a ponte nova rua do Apol- i
    lo : quem o achou e quizer restituido pode levar
    i praca da Independencia ns. 6 e 8. que sera re- j
    compensado.
    lor por Inputheca, Picando o servico da mesma pe-
    lo premie : quem pretender, dirija-se rua do
    Imperadoi, terceiro andar, n. 44.
    Corapram-se
    jam boas leiteiras
    berna.
    quatro vaccas
    na rua da
    de leite que se-
    Palma n. 41, ta-
    YENDAS.
    Precisa-se alugar seis pessoas livres ou es-
    erava* para irabalhar em um sitio perto desta
    praoa : quem q uizer, dirija-se ilha dos Batos,
    perio a ponto de ,'erro, casa terrea n, 3, que sea-
    r coro quem tratar'.
    Francisco Pinto Ozorio contina a col-
    locar dentes artificiaos tanto |>or meio de
    molas como pela pressao do ar, nao r
    olio paga alguma semipi as obras nao
    liquem a volitado de seus donos, lem pos
    e outras preparaces as mais acreditadas
    para conservacao da bocea.
    Manoel Vieira Perdigan,
    vai a Europa.
    cidadl.o brasileiro-.
    O abaixo assignado faz ver ao publico prin-
    ,.. B cipalmente a quem pertencer, que comprou a ar-
    io fln nuci sita na loja da rua do Arago n. 32, aos Srs.
    Jos Joaquim AI ves Coutinbo e Anloi io Agoslinho
    Boinas ; se alguem se julgar com dice lo a mesma,
    ipnareea m praso de Iros dias, coudos da data
    deste. Becife, 1 de marco de 1864.
    Jos Adlonio dos Sa los Oliveira
    i Arrenda-se o sitio na estrada dos Afililos
    ll'OfSSOr de piano. conhecido por siiio do Salvador, com boa casa de
    Jos Coelho da Silva e Araujo, bem conhecido viv,,m,a' ,nui,"s arvr*'dos de fructo, baisa para
    nesta cidade, contina lecciouar piano e musi- ca'"m e nast0 |,nra-c,nC9 ou seis vatcas :
    ca vocal por eommodo tre^o : quem de seus ser-
    na ruaestreila do Rosario n. 12.
    vqos precisar, drija-se ruadoLivrameuto n. 21, | Precisa-se alugar um moleque diligente, e pa-
    fgundo audar ga-se bem : ua rua das Larangeiras n. 24.
    0 Dr. Carolino Francisca de Lima San-
    tos, contina a residir na rua do Impe-
    rador n. 17, 2. andar, onde pode ser pro-
    curado a qualquer hora do dia e da noite
    para o exercicio de sua profissao de me-
    dico; sendo que os chamados, depois de
    meio dia at 4 horas da tarde, devem ser
    deixados por escripto. O referido Dr.
    nao abandonando nunca o estudo das
    molestias do interior, prosegue, com o
    maior afflnco, no das mais difieeis e del-i-
    cadas operacoes, como sejam dos orgos
    ourinarios, dos olhos, partos, etc.
    Fugio no dia 24 do mez passado urna preta
    da Cosa, de nome Isabel, representa ter 30 annos
    de idade, levou vestido de la verde com palmas
    encarnadas, andava venden*!*) fructas por esta ci-
    dade e seus arrabaldes. muito contienda pelo ca-
    pitn de canino Jorge Patricio: roga-se a qualquer
    autoridade policial e capilo de campo a apprehen-
    so. e levera-na rua da Cadeia Velha n. 1, que
    sero pagos de seu trahalho.
    Fugio honlem a eserava Francisca, crioula,
    LITROS RELIGIOSOS.
    Na livraria n. G e 8 da praca da Indepen-
    dencia, vende-se as seguintes obras, a 1(5000
    cada uma.
    0 Novo Mez de .Mara ou mez de maio, con-
    sagrado Gloriosa Mai de Deus, por mu
    sacerdote da dtoceae de Beln, tradtizido
    do italiano e adoptado pelos reverendissi-
    mos padres capuchinhos de N. S. da l'e-
    nlia da cidade do Recio.
    Relicario Anglico de Jess Cliristo e de Ma-
    ria Sanlissima, ollerecido a Nosso Senhor
    Jess Consto, preso columna.Novis-
    sima eJc3o com a oracao mental, novas
    derogues N. S. da Coaceicio da Rocha
    e enriquecida com estampas.
    Visita ao SS. SS. e Maria Santissima, para
    lodos os dias do mez, Actos de prepa-
    raran e aevao de gracas para a sagrada
    communhio, Modo de rosar a corte
    das Dores de Nossa Senliura, e Actos
    que o cliristfio deve fazer lodos os dias.
    Novissima ediccfo adornadas com diver-
    sas estampas, e augmentada de novas de-
    voces N. S. da Conceicao da Rocha e
    Via Sacra.
    0 Devoto Chiisto, ( inslruido no compen-
    dio da doutiina, nas regras da vida do-
    vola, no exame de coasciencia e prepa-
    racSo para a conflssio e communhio, no
    modo de ouvir tuissa 6 meditar o rosa-
    rio, e no conhecimento das indalgecias
    concedidas aos seus confrades.Novenas
    da Assencio do Senhor, da Conceico e
    do Natal, das Alinas, a novena e tivzena
    de Santo Antonio, a Va-Sacra breva, e
    nutras militas devocoes, com indulgencias
    parochi ios e plcnarias.
    Orna senbora encarrega-se de mandar lavar.
    de 30 anos de idade, estatura baixa, cor fula, ca- e engommar roupa de alguns senhores estudantes,
    rregado. es- Pr commodo prego : quom quizer, dirija-se a ta-
    bcllos compridos, tem o semblante carrega
    tava criando, suppoe-se que tomasse a direccao do
    Cabo, por ter mi e prenles : roga-se Unas as
    autoridades desta praca e fra della, c a todos os
    capites de campo que a prendam e evem-na
    rua Imperial n. 3, que sero generosamente recom-
    pensados.
    berna da fundico, que dir onde deve procurar ;
    tambem quer-se aluhar uma preta que faca o ser-
    vico de casi, e saiba engommar.
    Vendo-sc um molequinho de idade de 7 an-
    nos : na travessa da matriz de Santo Antonio nu-
    mero 8.


    Diario de Feraambuco Quarta fcira H de Hareo de l.st. I.
    ciitAUDE ita-:voLi'^lo
    NO
    ARMAZEM
    do

    ^ 0 liomem do novimento nao estaciona.
    MANTE E SEMPRE
    GUERRA AOS INIMIGOS
    Nao se admiti a uniao commercial:
    Nao se quer a diaba da alliaaca.
    Nao se lime a furi* dos corsarios.
    Este anuo ha de sor blissexto.
    Os caahes estSo preparado.
    FOGO! BOM FOGO!! MELHOR FOGO!!!
    AUaixo a liga d'agaa no vinagre
    Viva a liga do genuino Clicrcscom o fiambre!
    Viva o conservador das conservas inglezas!!
    Vivan os. liberaes freguezc* do BALIZA !!!
    Vivam todos que lerein este aniiuci.
    *
    jmra
    SENHORES E SENIIORAS.
    O proprietario do grande Annazem do Baliza estabelecido ra do Livramcnto ns.
    33 e 38 A, defronte da grade da igreja, acaba de reduzir os precos de quasi todos os
    gneros do seu magnifico deposito.
    A tarifa abaixo publicada atiesta bem esta verdade.
    A guerra aos inimigos, esl portante assim declarada.
    As pessoas, ainda as mais exigentes, que so dignarem vir este cstabeleciment,
    Goarao por certa muito satsfeilas, nao s quanlo as qualidades dts gneros, como com o
    tratameuto todo attencioso que se lies dar.
    Alm do cumprimento dos deveres da boa educaco, haver d*ora em diantc ainda
    maior capricho em satisfazer todos que honraren! esta casa.
    Os gneros- pelas qualidades e pregos annunciados, sero offerecidos ao exame
    dos Srs. compradores. Nao receieo publico que se platique o contrario, como em oulras
    casas, que at annunciam o que nao tein-----O baliza nao Ilude-----
    Ameixas francezas em caixinhas e em frascos Licores inglezes e francezes em vazos de di
    de diversos tamanhos a l,2oo, i,600,1 versos tamauhos a i.000, l,5oo e 4,8oo
    2,ooo, 2,500e2,8oo rs. e a libra a 800 rs. rs. a duzia.
    Amendoas novas a 32o rs. a libra. Manteiga ingleza flor a 800 rs. a libra e de 8
    Azeite doce refinado a 800 rs. a garrafa. libras para cima ser aberto um barril na
    dem de Lisboa a Gio rs. a garrafa e 4,8oo' presenca do comprador.
    rs. a caada. dem de 2.a e 3.a qnalidade a 7oo, Goo e ioo
    Alpiste a 16o rs. a libra, e 4,8oo rs. a arroba.
    Arroz do Maranho, da India, e Java a 8c e
    1 do rs. a libra.
    Aletria branca e amarella a 4oo rs. a libra.
    Araruta verdadeira a 32o rs. a libra.
    Batatas novas em gigos de 36 a 4o libras por
    1,000 rs. ea 4o rs. a libra.
    Biscoitos inglezes Lunch a I800 rs. a lata de
    5 libras.
    dem de diversas marcas em latas menores
    a 4,3oo rs.
    dem de Lisboa de qnalidade especial em la-
    tas grandese pequeas a 3,ooo e i,5oo rs
    rs. a libra.
    dem franceza a 560 rs. a libra, e em barril
    por menos.
    Idemem latas a 2,3000 e a 4,5500 a lala.
    Massa de tomate em barril a 480 rs. a libra.
    dem em lata a 640 rs. a lata.
    Mostarda ingleza 400 e 600 ris o pote.
    Ib melada imperial dos melhores fabrican-
    tes de Lisboa a GOO rs. a libra.
    : Marrasquino de zara a 800 rs. o frasco e a
    8 a duzia.
    Massas para sopa, taJharim e macarrao a
    iSO rs. a libra.
    dem finas, estrelinha e pevide, caixinba
    Bolachinhas americanas, a 3,000 rs. a barrica cuin g nbras a 15600.
    e 2oo rs. a libra.
    Banha ce porco a 44o rs. a libra, e em barril
    a 4oo rs.
    Baldes smericanos muito proprios para com-
    pras a l,ooo rs.
    Cha huxvm, byssou e perola a 3,ooo, 2.800,
    2,5oo, 2,000 e l,6oo rs.
    dem preto a 2,000, 1,60o e 1,00o rs. alibra.
    Chanpagne a melhor do mercado a 12,ooo o
    gigo e a l,2oo rs. a garrafa.
    Chocolate francez pruneira q aalidade a 1 ,loo
    rs. a libra,
    dem hespanhol a 1,2oo rs. a libra,
    dem suisso a l.ooo rs. a libra.
    Cerneja branca marca Allsopps a 4,5oo rs.
    duzia, e a 4oo rs. a garrafa.
    duzia, e a 4oo rs. a garrafa. caixa.
    Cognac inglez a 64o rs. a garrafa a 800 e a Queijos flamengos do ultimo va]
    i 000 rs# 1 Dito londrino a i)UO rs. a libra.
    Coacervas inglezas em frascos grandes a 75o Dito prato a 640 rs. a libra.
    No;:es a 16o rs. a libra.
    Peixe preparado de escabeche, da melhor
    qualidaile que tem vindo ao mercado, a
    ');5a lata.
    Presunto de Iamego muito superior a 480
    rs. a libra.
    dem para fiambre (inglez) a 640 ris a
    libra,
    dem americano a 400 rs. a libra.
    Papel almaco a 30000 a resma,
    dem de peso a 25 a resma.
    Palitos para (lentes a 160 rs. o maco.
    Dito dito de flor a 200 rs.
    Ditos do gaz a 25200 a groza
    Passas novas a 480 rs. a libra e a 10800 a
    (aixa.
    apor a 25500.
    Sardinhas de Nantes a 320 rs. a lata,
    dem francezas de mudas qualidades a 5oo Dita de Lisboa a 610 rs. em lala grande.
    rs. o frasco e a 5,5oo rs. a duzia. Sag muito superior a 240 rs. a libra.
    Charutos neste genero temos grande sorti-Sal refina lo, em potes de vidro, a 600 rs.
    ment tanto da Baha corao do Rio de Ja-; pote.
    neiroal,6oo,2,2oo, 2,OO,3,ooo e4,000 Sabao massa a 120, IGO, 200 e2i0rs. a
    rs. a caixa. [ 'Dra-
    ... Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
    Caf do Ceara mudo superior a 28o rs. a libra Dito de Sanlos e 300 rs_ a libra.
    e a 8,000 rs. a arroba. Tij(,|0 para |impar facas a j i0 rs_ caua um.
    dem do Rio a 3oo e 28o rs. a libra. Vassouras americanas a 64o rs, cada urna.
    Ceblas a 9oo rs. o molho com mais de ioo Itiem j0 Porto a 400 rs ca,ia uma
    ceblas.
    Chouricas e paios a 72o rs. a libra.
    Cevadinha de Franca a 2oo rs. a libra.
    Cevada muito nova a 80 rs. a libra.
    Copos lapidados a 5 e 6,000 rs. a duzia.
    Doce de goiaba em latas a 4oo rs. a libra,
    dem de caj em latas a 320 rs. a libra.
    Ervilhas francezas e portuguezas a 5oo e 64o
    rs. a lata.
    dem seccas a 16o rs. a libra.
    Figos de comadre em caixinhas com 8 libras
    por 1600 rs.
    Farinha do Maranho a 12o rs. a libra.
    Farinha de trigo muito superior a 12o rs. a
    libra.
    Aelas de carnauba e composic3o a 320 rs. a
    libra e a 105 a arroba,
    dem stearinas superiores a 560 rs. o
    maco, e em caixa por menos.
    Vinho do Porto, neste geneno temos o me-
    lhor sortimento possivel, que vendemos
    por precos muito liaixos a 15 a garrafa e
    a 10/ e 12(5 a duzia.
    IdemCherry, eda Madeira em barris e em
    caixa, a 125 a caixa e o barril conforme o
    tamaoho
    dem de Figueira e Lisboa, em ancoras de
    8 a 9 caadas, por 285000.
    Dito em pipa a 35000, 35500 e 45ooo a ca-
    ada
    Farelo em saceos grandes a 4,ooo rs. o sacco, dem do Porto, denomiuado Baliza, a 55 a
    Genebra ingleza marca gato a l.ooo rs. a gar-
    rafa.
    dem verdadeira de Hollanda era frascos muito
    grandes a 1,2oo rs. o frasco,
    dem de Hollanda em frascos pequeos a 5oo
    rs. o frasco,
    dem de laranja a l.ooo o frasco.
    Gomma do Aracaty a 80 rs. a libra.
    Graxa a loo rs. a lata e l.loo a duzia.
    Linguas americanas de grande tamanho
    l.ooo cada urna.
    caada,
    dem idem em garrafes a 25500, com o
    garrafo.
    dem de Bordeaux, das melhores marcas que
    vem ao mercado, a 65 a caixa e a 640 rs.
    a garrafa.
    Vir agre de Lisboa a 15600, l#8oo e 25000 a
    taada,
    dem idem.em garrafes com 5 garrafas, por
    15 com o garraffio.
    aiVir.hode caj a 15 a garrafa. Este vinho
    tem dez annos.
    Ra da Senzalla n. 42.
    Vende-se, em casa de S. P. Johnston & C,
    sellins e silhes inglezes, candieiros e casti-
    caes bronzeados, lonas inglezas, fio de-vla,
    chicotes para carros e montara, arreios para
    carros de um e dous cavados, e relogios de
    ouro patente inglez.
    GAZ GAZ GAZ ,
    por preco red nz Ido.
    Venele-se gaz da melhor qualidde pelo
    pre;o de 105 por lata de 5 galoes : no ar-
    mazem do Caes do Ramos n. 18 c ra elo
    Trapiche Novo n. 8.
    Pani'Odc lgoo tecido de Mi-
    nas, fazenda forte e encorpida, a pro-
    priada para o servico da lavoora, quer
    para sucos, quer para roupa deescra-
    vos: grande deposito na praca do Cor-
    po Sanio, cscriplorio de Augusto Frede-
    ricod'Oli'eira.
    Os cortinados lo Pavo.
    Vendem-se ricos cortes de cortinados adamasca-
    dos proprios para janelias c camas pelo barato
    preco de 9,5 a pera : na ra da Impcratriz n. C0,
    loja de Gama & Silva.
    Pecbiucha lo Pavo.
    Para cortinados a '/>.
    Vendcm-so.Becas de cassas adamascadas com
    lindos loroesfendo 6 varas cada peca pelo barato
    preco de 45, ditas com 3 varas a 35, sendo pro-
    prii i para janellas, camas, bcrcos etc., etc. : isto
    s na loja do Pavao ra da Imperalriz n. 60, de
    Gama & Silva.
    1 Pavo ve si le as cambraias
    a 2#50O c 3, Vendem-so pecas de cambraias brancas lavra-
    das proprias para vestidos lendo8 I|2 varas a 3-5,
    ditas rom (i ( a 2."00. ditas ditas a 35300, 45
    o 45900, isio pechincta : na luja de Gama i
    Silva, ra da Imperalriz n. 00.
    Vende-se um tpele avelludado para forrar
    urna sala, obra muito bo e por pre^o commodo :
    a li alar na Solcdade n. 38.____________________
    Vende-se urna inulatinha do 20 annos de ida-
    de, com todas as habilidades: na ra de Borlas
    n. 24, primeiro andar.
    45 Ra Dirata 45
    Oicam! oi^am!!!
    CALCADO
    Bom e novo, a pritneira necessidade iara a sau-
    de e aformoseainento do individuo I
    Han Dios!... qoe pus de pavao se lobrigam por
    essas ras! que figura horrenda e nauseante a
    de um paletol bem talhado subranceiro a um
    guales roido em duas solas um balito bem tor-
    neado e bambaleante dcscubrindo urna ponta de
    bolina safara e carcomida I!
    Santa barbara!! Corran) ra Dircita, bellas e
    rapazesl sarudam na praia esses malditos yuedes,
    c comprem :
    Borzespins de Naniea 85000.
    Kilos francezes de bexerre 7.5.
    Ditos francezes para homem o&.
    Ditos para scnliora, de lustre, enfeitados, 35300.
    Ditos para senhora, gaspia alta, 15800.
    Bolinas de menina 25500.
    Ditas de cores para menina 2-3000.
    Sapatoes de Nantes de duas solas 35-
    Ditos de sola e vira 'i-5300.
    Sapatos de borracha para senhoras 15300
    Ditos para mcninosl5000.
    Sapatos de lustre para senhora 15-
    Dos de tapete para homem e senhora 800 rs.
    Di los da liga constitucional 500 rs.
    E um sortimento completo em sola, vaquetas,
    couros, bezerro francez como nenhum, couro de
    lustre muito grande, e ludo quanto pertence arte
    4e S. Chrispim.
    RA IIA CADEIA 1IO II K I FE X. 53.
    NOVO E
    GRANDE AxMAZmZ
    DB
    MOMEADOS
    GRAJiE UliM
    PUS TODAS AS MOLESTIAS DO
    iffl, IFGADQ E M
    RA HA CA1IEIA 1IO REUIFE 1. 53.
    Francisco Fernandes Uarte acaba de abrir na ra da Cadea do Recifen. 53, um grande esortido armazemde motbados ik-
    nominado nide Mercantil. Neste grande armazem encontrar sempre o respeilavel rublico um complelo sortimenlo dos mclliores
    gneros que vem ao mercado, tanto esirangeiros, como nacionaes, os quaes serao vendidos em porces ou a relalho por procos as^s
    commodos.
    Manteiga ingleza especialmente escolhida Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e
    de primeira qualidade a 800 rs. a libia, l#00 a caada.
    em barril se faz abatimento. Azeite doce refinado em garrafas brancas a
    Manteiga franceza a mais superk r do mer- 800 rs.
    cado a 50 rs. a libra, e 520 rs- em barril Azeite doce de Lisboa a GIO rs. a garrafa e
    ou meio. | 408OO a caada.
    Prezunlos inglezes para fiambre, de superior Genebra de Hollanda a 500 rs. o frasco e
    qualidade,-chegados neste ultirio vapor, a 55800 a frasqueira.
    rs. a libra. Caixinhas com ameixas francezas, ornadas
    i ^
    AS
    Punas Yegci'acs Assiicaradas
    De Kcmp
    Composts dos doi.s novos resinoides cliama-
    dot 1'oi>oi'ii;lina e I.epta.norinv, e inteira-
    mente livres de Mercurio ou outros venenos
    mioemet ou mctellooa, o do grande uti'.i-
    MIM clidos eiu cazos de
    DYSPEPSIA, ENCHAQECA,
    Con^lipacito ou Prizao do Vcntre,
    PADECMENTOS DO FIGADO,
    Affcc^fles Biliosas,
    HEMORRHOIDAS, COUCA,
    Ictericia,
    FEBRE GASTEO-HEPATICA,
    L oulras ciifcrmidadrs aaiagt,^
    EIIu vao rpidamente substituindo os ant'.gos
    purgantes drsticos.
    A venda as boticas de Caors & Barboza,
    ra da Cruz, e Joao da C. Bravo A C, ra
    da Madre do.Dos.____________________
    Os precisos tal Iteres la-
    va enancas.
    Chegaram e aeham-se venda na ra do Quei-
    mado, loja d'aguiabranca n. 8:
    Queijos flamengos chegados neste ultimo
    vapor a 25800.
    Queijoprato muito fresco e novo a GlOrs.
    a libra.
    Caslanhas muito novas a 120 rs. a libra e
    e 35000 a arroba.
    Cli uxin o melhor que ha nes;e genero,
    mandado vir de conta propri i a 25800
    rs. a libra.
    Cha hyson muito superior a 255 50 rs. a li-
    bra ; cha hyson proprio para negocio a
    15500 rs. a libra.
    Cha preto muito superior a 25 a libra.
    Biscoutos inglezes em latas com differentes
    qualidades, como sejam craknel, victoria,
    piquelez, soda, captain, seed, bornez e
    outras muitas marcas a 15350.
    Bolachinha de soda em latas grandes a 25-
    Figos em caixinhas hermticamente lacra-
    das, muito proprias para mimo a 15500.
    Caixinhas de 4 e 8 libras de figo:; de coma-
    dre a 15 e 25 cada urna.
    Passas muito novas, chegadas ne;te ultimo
    vapor a 50'J rs. a libra e 35 um quarlo ;
    e em caixa se faz abatimento.
    Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
    bras a 800 rs.
    Champagne da marca mais superior que
    tem vindo ao nosso mercado a '8$ o gigo,
    garantc-se a superior qualidade.
    com ricas estampas na caixa exterior,
    muiloproprias para mimo.a 1520c, 15500
    e25.
    Frasco de vidro com tampa do mesmo, con-
    tendo meia libra de ameixas francezas, a
    15200.
    Marmelada imperial, dos melhores conser-
    vemos de Lisboa, em latas de I e meia a
    2 libras a GOO rs a libra.
    Frucias em calda das melhores qualidades
    que ha em Portugal em latas hermtica-
    mente lacradas a 500 rs.
    Peras seccas muito novas a GIO rs. a libra.
    Nozes muito novas a IGO rs. a libra.
    Amendoas de casca mole a 400 rs. a libra.1
    Avelas muito novas a 200 rs a libra.
    Amendoas confeiladas de diversas cores a>|
    800 rs. a libra.
    Mafas e peras chegadas nesle ullimo vapor,
    muito perfeilas, s vista se faz o preco.
    Conservas inglezas em frascos grandes a 750
    rs. cada um.
    Ervilhas francezas e portuguezas em latas de
    1 libra a G40 rs.
    Ervilhas suecas muito novas a 160 rs. a
    libra.
    Chocolate francez, o que ha de melhor neste
    genero, a 15200 a libra.
    Chocolate hespanhol a 15200 a libra.
    Vinho Bordeaux das melhores qualidades Genebra de laranja em frascos grandes a 19.
    que se pode desejar de 75500 a 85000 a
    caixa e 720 a 800 rs, a garrafa.
    Caixas com vinho do Porlo superior de 95
    a 109 a duzia, e 900 a 1 a garrafa; deste
    genero ha grande porejoe de differentes
    marcas acreditadas que j se venderam
    por 149e 155 a caixa, como sejim: Duque
    do Porto, Lagrimas do Douro, D. Luiz,
    Camoes, Madeira secco, Carcav illos, Nc-
    tar de 1833, Duque Genuino.
    Vinho de pipa: Porto, Figueira (; Lisboa, a
    400,480 e 560 rs. a garrafa, e 35, 35200
    e 35500 a caada.
    Cerveja branca e preta das melhores marcas
    que hanomeicado a 500 rs. a garrafa e
    5*800 a duzia.
    Cognac inglez de superior qualidade a 800 pa|
    el 5200 a garrafa. o masso. ditos
    Sardinhas de Nantes a 340 rs. oquartoe Bflfl
    rs. meia lata.
    Latas com peixe em posta : savel, corvina,
    vezugo, cherne, linguado, lagosnb, a
    15300 rs.
    Salmiio em latas, preparado pela nova arle
    de cozinha, a 800 rs.
    Maga de tomates em latas de 1 libra a 600
    ris.
    Chouricas e paios em latas de 8 e meia libra
    por 75-
    Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra e
    ! 85G00 a arroba.
    Bolaxinha ingleza a 320 rs a libra e 45 a
    barrica.
    Sag muito novo a 240 rs. a libra.
    Cevadinha de Franca a 200 rs. a libra.
    Farinha do Maranho a 120 rs. a libra.
    Araruta verdadeira a 320 rs. a libra.
    Cevada a 120 rs. a libra e 35 a arroba.
    Alpistaa IGO rs. a libra e 45SCO a arrob-
    Batatas muito novas em gigos com 40 libras
    por 150O.
    Cebollas a 15 o molho com mais de 100 ca-
    da um.
    Caf lavado de primeira qualidade a 300 rs.
    a libra e 95 a arroba.
    Caf do Cear muilo superior a 280 rs. a li-
    bra e 85400 a arroba.
    Caf do Ito, proprio para negocio, a 85.
    Arroz do Maranho a 100 rs. a libra e 20900
    a arrobi.
    Arroz de Java a 80 rs. a libra c 2400 a
    arroba.'
    Vellas de spermaceli a 560 rs. a libra e
    540 rs. se for em caixa.
    Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
    so e a 95 a arroba.
    Doce de goiaba a G40 rs. o caixo.
    Macarrao, talharim e aletria a 480 rs. a li-
    bra ; em caixa se faz abatimento.
    Eslrellinha,pevide earroz demnssa para sopa
    a 600 rs. a libra e 35 a caixa com G libras.
    ixados com flor a 200 rs.
    lixadossem flor a IGO rs:
    Licores francezes das seguintes qualidades: | o masso com 20 massinhos.
    Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames, Gomma de engommar muito fina aSOrs. a.
    e de outras muitas marcas a 15 a garrafa
    e 105 a caixa.
    Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e
    95 a duzia.
    Mostarda ingleza em potes j preparada a
    400 rs.
    LazinLas modernas do Pavo.
    V'inlem-se as mais lindas laazinhas de urna s
    cor e com uadrinhos, chegadas pelo ullimo vapor,
    pelo barato precu de oOO rs. o covado, ditas ascos-
    sezas e ditas transparentes : s na loja do Pavao,
    ra da Imperatrfi n. 00, de Gama & Silva.
    As raleas pelas do Pavao.
    Vendem-se calcas de casemira preta muilo bem
    fetas a Bf, BfWO, 6, 7 e 85, paletots de panno
    preto. saceos, a 75, ditos sobreeasacos a 125,1*>5,
    10e255, colletesde casemira preta c de cora
    45500 e 55, calcas de brim de linho pardo e de
    cores a 253OO e 35, ditas aS5, Jilas decaxemira
    da Ksco-sia a 115, ditas de meia (uiseTnira a 55500,
    isto para apurar dinheiro : na loja do Pavao, ra
    da lniperatriz n. GO, de Gama & Silva.
    Chapeos ile sol do Pavo.
    Vendemsc muito bous chapos de sol de seda
    com aspas de balea, pelo barato preco de 6 e 75,
    ditos mari|uezinhas para senhora a 2500, albur
    nos de borracha para chuva, colarinlios de papel :
    s na loja do Pavao, ra da Imperalriz n. 60, de
    Gama & Silva.
    Alijodozinho com loque.
    Vendem-se pecas de alfrodaozinho com pequeo
    toque de avaria. pelo baratlssimo preco de 4 e 35:
    na loja do Pavo, ra da Imperalriz n. GO, de Ga-
    ma j Silva.
    As casemiras do Pavo.
    Vendem-se linissimas casemiras enfestadas de
    urna s cor c com msela, proprias para capas de
    senhoras. roupas para homens e menmos, pelo ba-
    rato preco de 35100 o covado : na loja do Pavo,
    ra da luiperatriz n. GO, de Gama & Silva.
    As rhilas do Pa\o.
    Vcndem-se chilas claras e escuras, pelo barato
    preco de 240 e 280 rs., ditas francezas a 300 rs.,
    320, 360, 400 e 500 rs. o covado, fustao branco
    para roupa de meninos a 400 rs., ditos de cor a
    320, laazinhas escossezas a 400 rs., ditas pretas
    para luto a 200 rs. o covado : s na loja do Pavo,
    ra da Impcratriz n. GO, de Gama & Silva.
    Os grosdenaples do Pavo.
    Vende-se prosdenaple preto, muito boa fazenda,
    a 15600, 15800, 25, 25500 c 35, sarja preta bes-
    panhola a 25, mouranlique preto muilo superior a
    55000 o covado : s na loja do Pavo, ra da Im-
    peralriz n. 60-
    I'ara lule vende o pavo.
    Vende-se setim da China, sendo urna fazenda to-
    da de brim sem lustro, com 6 palmos de largura,
    muito leve, propria para vestidos, capas, e roupa
    para homens e meninos, pelo barato preco de 25200
    e 25500 o covado : na loja do Pavo, ra da Im-
    peralriz n. 60, de Gama Silva.
    Chales para lulo vende o Pavo.
    Vendem-se chales prelos proprios para luto, ri-
    camente bordados : s na loja do Pavo, ra da
    Imperalriz n. 60, de Gama \ Silva.
    Bom cavallo.
    Vende-se um bonito e bom cavallo de {}
    sella muito gordo, por preco razoavel : Ot
    para ver na coeheira do Sr. Paulino e g
    Halar na loja da ra do Crespo n. 1, jun-
    to ao arco do Sanio Antonio,
    Vinho branco de superior qualidade, vindo Mostarda ingleza em p, em frascos grandes,
    j engarrafado a G40 rs. a garrsfa e a 5001 a 15 cada um.
    rs. de barril. I Sal refinado a 500 rs. o pote.
    libra.
    Banha de porco refinada a 480 rs." a libra e
    400 rs. em barril pequeo.
    Charutos dos melhores fabricantes de S. F-
    lix, em caixas inteiras ou em meias, de
    15G00, 25 e 35.
    Presuntos do reino, vindos de conta propria
    de casa particular,a 400 rs. a libra; intei-
    ro se fa;: abatimento.
    ^3a
    Os senhores que comprartm de 1005000 para cima, terao o descont de 5 por cento, pelo prompto pagamento.
    COMMEBC
    mm
    RA llO QUEIJIAHO 3. 45.
    Passando o beceo da Congregado segunda casa.
    afo
    uim'A&l&K]
    NO VID ABE.
    Pereira Bocha A C. acal am de abrir na ra do Qucimado n. 45 um armazem de molhados denominado Clarim Commerciat,
    onde o respeitavel publico encontrar sempre um completo sortimento dos melhores gneros que vom ao nosso mercado, os quaes
    sero vendidos por precos muilo resumidos como o'respeitavel publico ver pela tabella abaixo mencionada ; garante-se o bom
    e boa qualidade dos gneros comprados neste armazem.
    Arroz do Maranho, da India e Jiva a 80 e
    100 rs. a libra e 25400 a 25803 rs. a ar-
    roba.
    Ameixas francezas em latas e em frascos a
    15200 e 15G00 cem frascos grandes a
    25500.
    Choui case paios muito novos a 800 rs. a Palitos do ?az a 25200 rs. a grosa.
    libra. Passas muito novas a 480 rs. a libra.
    Cevadinha de Franca muito superior a 220'Peras seccas muito novas a GO rs. a
    rs. a libra. Painco a 2DO rs. a libra.
    Cevada a 80 rs. a libra.
    Ervilhas portuguezas a G40 rs. a lata.
    dem seccas muito novas a 200 rs. a libra.
    Idom em caixinhas elegantemente enfeitadas.
    com ricas estampas no interior das caixas'Figos de comadre e do Douro em caixinhas
    a 125000,15400, 15600 e 25. de oito libras e canastrinhas de 1 arroba a
    Amendoas com casca muito novas a 280 rs.' 15800, 55500 e 280 rs. a libra.
    a libra. Farinha do Maranho a 120 rs. a libra.
    Alpista a IGO rs. a libra e a 45603 rs. a ar- Farinha de trigo a 120 rs. a libra.
    roba. Genebra de Hollanda verdadeira marca VD Sardinhas de Nantes a 320 rs.
    Azeite doce francez muito fino em garrafas a 560 rs. o frasco e 05200 rs. a frasquei- Sag muilo alvo e novo a 2G0 rs. a libra.
    grandes a 960 rs. a garrafa. | ra. Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra,
    dem de Lisboa a GiO rs. a garrafa. dem em garrafes de 3 e 5 galoes a 55500 'fijlos de limpar facas a 140 rs.
    Polvo secco muito novo a 400 rs. a libra.
    Presuntos de Lamego em calda de azaite e
    muito novo a 640 rs.
    Queijos flamengos do ultimo vapor a 25400
    ris.
    Idempratoa OiO rs. a libra.
    Sal refinado em frascas de vidro a 600 rs..
    cada um.
    Ararat* verdadeira de matarana a 320 rs. a e 75500 cada um com o garrafao.
    libra. i Gomma do Anxaty a 80 rs. a libra.
    Avelas muito grandes e novas a 180 rs. a Graixa a 100 rs. a lala e 15100 rs. a duzia.
    libra. Grao de bico a 150 rs. a libra.
    Licores muito finos a 700 rs. a garrafa.
    dem, qualidade especial e garrafas muito
    grandes, a 15800 rs. a garrafa.
    dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
    dem, garrafa forma de pera e rolha de vi
    dro, a 15000 rs., s a garrafa vale o di-
    nheiro.
    m lila
    Chapeos de castor preto, fazenda fina, por 75000
    cada um : na ra do Qaeimado n. 43, esquina que
    rolla para a Congregacao ; esiao-se acabando.
    Hillio ? a sacca
    e 160 rs. a cuia : no paleo do Paraizo n. 16, oitao
    para a ra da Florentina._______________
    Vendem-se duas casas terreas boas sendo
    urna na Boa-Vista ma Velna n. i e ontra na na
    do AragSo : quera u pretender dirija-se ra da
    Imperainz loja de fazeodas n. 7i, que o dono del-
    la esl habilitado para tazar negocio.
    Farol lo a 1-5 o saece grande : no pateo da
    Santa Cruz n. 4. junt) a padaria.
    Vende-se nina negrinha de 6 anuos de idado
    e um moleqae da K para 9 anuos, todos de bonitas
    figuras: na ra Nova n. 49, junto a greja da Con-
    incao dos Militares.
    Batatas muito novas a 40 rs.
    Biscoutos inglezes de diversas marcas a
    I >:IOO ris.
    Bolachinhas de soda, latas grandes, a 25 rs.
    a lata.
    Ditas inglezas muito novas a 3500) a barri-
    qiiinha e a 200 rs. a libra.
    Banha de porco refinada a 440 rs a libra e
    eembarrila 4i0 rs.
    Cha hysson, huchin e perola a 15600, 25,
    25500, 25800 e 35000 a libra,
    dem preto muito superior a 250 30 rs. a li-
    bra.
    Cerveja preta e branca, das melho'es marcas
    que vem ao mercado, a 500 rs a garrafa dem em lala a 640 rs.
    e 55800 a duzia.
    Cognac inglez fino a 000 rs. a grrrafa.
    Conservas a 7-20 rs. o frasco..
    Mein, s de pepino, a 72_o rs.
    dem, s de azeitonas, a 750 rs.
    Charutos dos melhores fabricantes da Babia
    e especialmente da fabrica imperial de
    Vellas de carnauba pura a 360 rs. a li-
    bra.
    dem stearinas muilo superiores a GOO rs. a
    libra.
    Vinho do Porto engarrafado o melhor que,
    ha neste genero e de varas marcas,
    sejam: Velho de 1815, Duque do Porto,
    Madeira, D.Pedro, D. Luiz L Mara Pa,
    Bocage, Chamisso e outros a 800, 900 e
    15000 a garrafa, c em caixa com urna du-
    zia a 115000 e 105000.
    barcada de pouco a 800 rs a libra, e de 8
    libras para cima se far una dilferenca.
    dem franceza muilo nova a 560 rs. a libra,
    e em barril tora abatimento.
    Massa de tomates em barril a 480 rs. a li-
    bra.
    _ sm e_
    Marmelada imperial dos melhores conservei-
    ros de Lisboa a 600 rs. a lata.
    Marrasquinho de Zara, frascos grandes, a
    800 rs.
    dem regular a 500 rs.
    Massas para sopa : macan o, talharim e ale-
    tria a 480 rs.
    Candido Feneira Jorge da Costa,"a 15800, Nozes muilo novas a ICO rs. a libra.
    25000, 25200, 25500, 25800. 350OO e Peixe em latas preparado pela primeira arte
    355OO a caixa. i de cozinha a 15 rs. a lata.
    Caf do Bio muito superior a .00, 280 e Palitos de denles a 160 rs. o masso.
    300 rs. a libra e 75500, 80e*fr?>:OO rs. a Palitos de denles a 120 rs.
    arroba. I dem de flor a 200 rs.
    Manteiga ingleza perfeitamente flor, de sem- Idemem p pa, Porto, Lisboa e Figueira a
    480, 500 e 560 rs. a garrafa e 35, 35500
    e 45 a caada.
    dem branco de Lisboa muito fino a BOO rs.
    a garrafa,
    dem de Bordeaux, Medoc e S. Juliena 700
    e 800 rs. a garrafa, c 750OO c 75500 rs.
    a duzia.
    dem MorgauxeChateaulomini de 1854, a IJ
    a garrafa.
    dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
    Vinagre de Lisboa a 200 rs, a gairafa e
    15200 rs. a caada.
    Kirsk garrafas muito grandes a 15800 rs.
    Alm dos gneros cima mencionad"
    mos grande poreo de outros que deixamos
    de mencionar, e que tudo ser vendido por
    pecas c carnadas, tanto em porcoes como
    retalho.
    Quem comprar de 1005000 para cima le-
    r o abate de 5 por cento.
    II II T I I
    A H A
    IMMll


    Diario de rernambnro Qunrla felr de Marco de 13*4.

    ATTEISCAO
    9 LARGO DO tARMO 9
    GRANDE SORTIMENTO
    DE
    PAR A FESTA.
    DARTE & C.
    Participam aos seus numerosos freguezes e ao publico em geral que acaban d
    receber de sua propria encommenda, o mis lindo e completo sortimento de molhados.
    UNIO
    GOHBRCIO
    Dcfronlc da loja do Preguica.
    DUARTE AliMEIDA
    jcaba de abrir o seu grande e sortido armazem de molhados denominado Unio e Com-
    memo. Este grande armazem um dos mais bem montados que temos em nossa praca,
    nao s em limpeza e aceio, como as qualidades especiaes de seus gneros. O proprie
    ario do Unio e Cotmnercio offerece todos os senbores da praca, senbores de engenho
    e lavradores a seguinte tabella, por onde verao a grande economa que Ihe resulta em
    comprarem em to til estabeleciment, afianzando o mesmo todo e qualquer genero
    sahido de seu armazem.
    Bollinho francez em latas e caixinhas as mais
    delicadas que tem vindo ao nosso merca-
    do de 7oo a 2,5ooxs. a caixinha.
    Manteiga ingleza perfeitamente flor, mandada
    vir de conta propria, a 7oo a 800 rs, a
    libra.
    dem franceza chegada pelo ultimo navio a
    56o rs. a libra, e em barril ter abatimen-
    to.
    dem ingleza em potes de 4 a 16 libras a
    8oe rs.NUibxa- e o pote separado,
    Cha uxim o melhor neste genero, mandado'
    ATTENCAO
    AOS
    DO
    Erva-doce a 5oo rs. a libra.
    Champanha de 20 a 22,ooo o gigo.
    Palitos do gaz a 2,3oo rs. a groza e 2o rs. a
    caixinha.
    Milho alpista a 16o rs. a libra.
    Cominho muito novo a ioo rs. a libra, e'
    comprando de 81ibris para cima a 32ors.i
    Gomma muito alva para engommar a 80 rs.
    a libra, e em arroba se far abatimento,'
    Sag muito novo a 28o rs. a libra.
    Sabo verdadeiro hespanhol, que raras vezes j
    vem ao nosso mercado a 28o rs. a libra
    PROGRESSISTA
    RA DAS tRl/KS \. 36
    E
    BA DO CRESPO N. 9
    No fealrro de Santo Antonio.
    Joaquina fos Ciernes de Sonza tem a honra de participar ao respei-
    tavel publico, que tem resolvido vender os seus gneros de primeira qualidade por menos
    10 a 20 por rento do que outro qnalquer annunciar, como se v do presente annuncio,
    asseverando o proprietario d'estes armazens a aquellas pessoas que frequentarem estes
    estabelecimentos, que nunca terao occasiao de reclamar qualquer genero, visto ter-se
    adoptado n"estas casas o ptimo systema de s se negociar com gneros especialmente es-
    collados.
    r de conta propria a2,8oo rs, a libra. Vinho branco o melhor ne.'te genero a 800 rs
    aito bom a 2,600 rs.;
    a libra. dem Bordeaux de differe tes marcas, garan-
    Idem preto muito fino, a 2,6oo rs, a libra.' te-se a qualidade, a 8.(00 rs. a caixa com
    dem preto, mais bawo, a 2,ooo rs, a libra. \ urna duzia, e a 7oo rs. a garrafa,
    dem, verde, miudinho, maisproprio para Garrafas com 5 garrafas de vinho do Porto
    ir Todos os s^h^s que comprarem para ne^ 8 de porco refinada muito alva a 46o dem com 5 garrafas de v nho Figueir.,, mais
    cima terao ma.s 5 a lOpor cento de abatimento o* prop ietar os ^^n*" rs, a libra, e em barril se far abatimento. proprio para a nossa estacan por ser mais
    todos os seus gneros sao receidos de sua propria encommenda, razao esta para pode ^.^
    s'qaes Tendera'por grosscTe" a realho'por'mos 10 por ato doque oV qualquer dem hysson, grande", muito bom a 2,600 rs. I rrafa e 4,3oo rs. a
    annunoiante, como verlo pela seguinte tabella que abaixo notamos, garantindo os mes-
    naos proprietarios nSo s o peso como a qualidade de seus gneros.
    AVISO.
    vender por muito menos do que outro qualquer estabelecimento.
    Vellas de carnauba e composigo de 32o a
    Manteiga ingleza flor a 800 rs. a fibra.
    Castanhas muito novas a 2,ooo rs. a caixa, e
    a 10o rs. a libra.
    Bolinlio francez e em caixinhas de 7oo a
    l,ooo rs. cada uma.-
    dem franceza a mais nova do mercado a 56o
    rs. a libra, e 54o rs. em barril.
    ld?m de pores refinada muito alva 46o rs.
    a libra.
    Prezunto para fianbre a 800 rs. a libra.
    Cha u\im miudinao vinio de conta propria,
    o melhor do mercado a 2,8oo rs. a libra.
    .1 byson de superior qualidade a 2,6oo rs.
    a libra.
    dem porcia o melhor que se pode desojar a
    2,7oo rs. a libra,
    dem preto muito fino a 2,5oo rs. a libra,
    dem mais baixo pouco a 2,000 rs. a libra,
    dem mais baixo a l,8oo rs. a libra.
    Vinho do Alto Douro vindo do Porto engar-
    rafado garante-se a superioridade teti \ -
    36o rs. a libra e de lo.ooo a 11,000 rs. a
    arroba.
    Ginebra de Mollanda em botijas de conta a
    Biscoitos inglezes das seguintes marcas; fresco a 2,4oo rs. com o garrafo.
    Craknel, Soda, Ceede, Captain, Travellies. dem com5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.
    Lunch, Cabin, e outras muitas marcas, a I o garrafo,
    CHA
    hysson, uxim e perola a 2.400, 2,600 o
    2,800 rs. a libra.
    CAF
    muito superior, do Rio e do Cear a 8,000
    e 8,400 a araoba e 300 rs. a libra.
    VINHO
    de Lisboa e da Figueira a 3,500 e 4,000 a
    a caada,
    do Porto engarrafado de diversas marcas a
    1.000 rs. a garrafa.
    Bordeaux de diversas qualidades a 7,000,
    8,000, 9,000 e 10,5 a duzia.
    CONSERVAS
    malezas a 8,500 a duzia e 760 rs. o frasco.
    SAL REFINADO
    em frascos de vidro com tres libras a 600 rs.
    PEIXE
    em latas ermeticamente lacradas a 1,000
    rs. cada urna.
    PORVOS
    de Porto muito bem conservados a 500 rs.
    a libra.
    MSTARDA
    preparada muito nova a 400 rs. o frasco.
    MABMELADA
    dos melhores conserveiros a 640 rs. a libra.
    l,4oo rs, a lata.
    Bolachinha de sdo, especial encommenda, a
    2.200 rs, a lata.
    440 rs. a botija, e em duzia ou em barrica Biscoito ingez Craknel em latas de 5, 7 e 15
    ter abatimento. I libras a 5,ooo e 6,000 rs, e de l,2oo a
    Massas para sopa macarro, talharim e aletria < 800 rs, a libra,
    a 48o rs. a libra e em caixa ter abati- Queijos do reino pelo baratissimo prego de
    monto,
    dem estrellinha, rodinha e pevide em caixi-
    l,6oo,
    vapor.
    1.8o9e 3,000 rs os do ultimo
    nhas ile 8 libras, muito bem enfeitadas de uem prat0 mm'to fresco a 64o rs, a libra.
    2,5oo a 3,5oo rs. a caixinha e a6oo rs. a [,jem bjridrino muito fresco a 800 rs, a libra.
    Yinhos em pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
    48o, 56o, e 64o rs, a garrafa, e de 3,ooo a
    4,)i)0 rs, a caada.
    libra.
    Doce de goiaba em caixas do diversos taa-
    nnos de 600 a l,ooo rs. o caixo
    SabSo massa de 2oo a 24o rs. o melhor, em Marmelada imperial dos melhores conservei-
    caixa ter abatimento.
    dem hespanhol a 28o rs. a libra.
    ros de Lisboa em latas de 1 e mais libras
    a 7oo rs, a libra.
    Peixe em latas muito novo ; savel, pescada, peras secaas em caixinhas de 4,ooo a 2,ooo
    corvina, salmo e outras muitas qualidades rs. fada urna.
    preparada de escabeche 2 a arte de cosi- figos em caixinhas de 1 */j arroba e de 8 li-
    nha de l,2oo a l,8oo rs. a lata.
    dbo, das sgdintes marcas : Duque, Ge- Figos em caixas del arroba, lft 8 libras
    anio, velho secco, especial lagrimas do- a 8ooo i>000 e 2)0oo rs. a caixinha.
    ees de 1819, vinho especial D. Pedro V., rjarris de vinho branco de quinto, marca B
    vinho velho, Necbr superior de 1833, Da- Fi|hn a Co,ooo rs. o barril,
    que do Porto de 1834, vinho do Pono ve- Marmelada imperial dos m-Inores conservei-
    lho superior, madeira secca de superior rns Je Lisboa a Oio rs a | ltnhade 1 libra,
    ha latas do 1 'e libras.
    Mas>a de tomate em latas douradas de 1 libra
    a 64o rs. a lata.
    Ameixas francesas em caixinhas elegante-
    monte enfeitadas de l,5oo a 3,000 rs. a
    caixinha, tambem ha latas de 1
    brasde l,2oo a 4,5oo rs. a lata.
    Y a 6 li-
    qaalidade, vinho do Porto superior D. La-
    ta Io de 1847, lagrimas do Douro espe-
    cial, vinho do Porto de l.oooa l,2oo rs.
    a garrafa e de lo.ooo a 14,000 rs. a caixa
    com nma duzia.
    Bolachinha de soda especial encommenda e a
    m lis nova que ha no mercado a 2,2oo rs. a
    lata.
    Btscoitoj inglezes das melhores marcas cm
    latinhasde 2 libras a l,3oo rs. a lata.
    Ideas inglezes craknel em latas de 5 e 7 libras
    i 5,000 a 6.000 rs. a
    800 rs.
    Qaeijos do reino chegados pelo ultimo vapor
    a 2,5oors. cada um.
    1 prato a 7oo rs. a libra.
    Vinho em pipa das mais acreditadas marcas 'Sardinhas do antes a 32n rs. a latinha.
    como sejamBA F., PRR, JAA, outras Charutos das mais acreditadas marcas
    militas arcas. Porto, Lishfa.e Figuera : 2,5oo a 4,ooo rs. a caixa.
    bras a 8,000,4,ooo, e 2,ooo rs, ea 3eo rs.
    a libra, taambem ha serinhas para men
    nos a 60 rs. cada urna.
    Amendoas de casca mole a 36o rs, a libra, e
    em arroba ter abatimento.
    Sardinhas de Nantes a 32o rs, a latinha.
    Toucinho de Lisboa muito novo a 3oo rs, a
    libra e em arroba a 9,ooo rs.
    Massa de tomates a 64o rs, a libra.
    Pimenta do reino a 34o rs. a libra,
    Farinha do Maranhao a 14o rs, a libra.
    Cbelas a 800 rs. o molho, 64o rs. o cento
    e 6,5oo a caixa.
    Tijollo para Impar facas a 16o rs,
    dem em fraseos com tampa de rosca a 1,600 Ceneja das mais acreditadas marcas de 5,ooo
    rs. o frasco. | a 7,ooo a duzia, e de 5oo a 600 rs, a gar-
    Chocolate portuguez, hespanhol, francez e rafa,
    Sabo massa do superior qualidade a 18o,
    2oo, e 22o rs. a libra do melhor que ha
    Graixa em latas muita nova a 12o rs. a lati-
    nha, e l,3oo rs. a duzia.
    Peixe em latas muito novo : savel, pescada,
    curvin, salmo e outras muitas qualidades
    preparados de cscabexe, segundo a arte de
    cozinha, de l,2ooa 2,ooo rs. a lata.
    dem do Alto Douro vindo do Porto engar-
    rafado e escolhido pes;oaImente por um
    des socios que se acha em Portugal, das
    seguintes marcas : Detrae, Genuino, Ve-
    lho secco especial, Lagrimas Doces de
    1819, vinho especial D. Pedro V, vinho
    velho. Nctar superior de 1833, Duque do
    Porto de 1834, vinho do Porto velho su-
    perior, Madeira Secca ie superior quali-
    dade, vinho do Porto superior D. Luiz I
    de 1847, Lagrimas do Douro, especial vi-
    nho do Porto, de l.ooc a 1.2oo re. a gar-
    rafa e de lo.ooo a 12,ooo rs. a caixa com
    urna duzia.
    Vassouras americanas a 800 rs. cada urna.
    Velas de spermacete asrrelhores que ha no
    mercado a 56o e 64o rs. o masso, e em
    caixa se far um grande abatimento,
    dem de carnauba e composigo, de 4oo a
    32o rs. a libra, e de 10,000 rs, a H,5oo
    rs*a arroba,
    Caf de Ia e 2a sorte de 8.3oo a" 8,600 rs. a
    arroba, e de 28o a 32o rs. a libra do me-
    lhor,
    Arro?. da India, Maranhao e Carolina a 3,ooo,
    2,8oo e 2,4oo rs. a arroba e a 1oo rs. a
    libra.
    snisso a l,2(io rs. a libra.
    a a Conservas nglozas das seguintes marcas e
    Mixde-Picles e cebollas simples a 75o rs
    o frasco.
    Ancorlas de vinho colaros a 5o,ooors., e
    a 72o rs. a aria f
    de
    I Prezunto para fiambre muito fresco e novo Frasqueira de genebra a 5,8oo rs. e a 5oo
    a 800 rs. a libra,
    Genebra de laranja a l,ooo rs, o frasco,
    Chourigas as mais frescas do mercado a 800
    rs, a libra.
    Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa,
    e lo,5oo rs. a caixa com urna duzia.
    Licores francezes e portuguezes de todas as
    marcas de lo.ooo a lo.ooo rs. a duzia.
    de i8o, 5oo, 56o. 64o e 800, rs., e o do' Champagnhe a melhor do mercado de 12.ooo Passas muito novas a 5oo rs. a libra e a 8,5oo
    Porto fino em garrafa, e em esnada a| a-JV.ooors. ogigo, ede l,2ooa2,ooors. a
    3,ooo, 3,ooo, 4,0130 e 6,5oo rs. o melior! garrafa.
    do Porto. J Papel greve pautado ou liso a 3,5oo rs. a res-
    fdem Bordoaux das mais acreditadas marcas!,, f*.. ,.,. ,. -.
    a 7co rs. a garrafa, e a 8,000 rs. a caixa. I "- ?^]o 0U llZ dc 3'5 a j
    ^T9^^8S^f^HGomCa^foT?e alva a 80 rs. a libra.
    ^vinlio dXuS mais ** ^ *
    TgZSli TSSSSTmais p 1-a **<> "e 2oa
    dem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.;
    com o garrafo.
    rs. a caixa. Ha caixas, meias e quartos.
    Batatas a l.ooo rs. o gigo com 38 libras e
    2,000 a caixa com duas arrobas cadauma.
    Bocetas com doces seceos de 3,ooo a 3,5oo
    rs. cada urna.
    Bolachinha ingleza a 32o rs. a libra,'
    Azeite francez e portuguez refinado a 800 rs.
    a garrafa, c 9,ooo rs. a caixa com urna du-
    zia.
    Conservas ingle/as das seguintes marcas:
    Vinho branco o mais superior que vem ao
    30 mercado a 56e rs. a garrafa, e a
    V.3 >o rs. a caada.
    Velas de esparmacate as melhores neste ge-
    nero de 56o a 6io rs. o maco, eem cai-
    xa ter grande abatimento por ha ver
    grande porco.
    Azeite doce em barril muito fino a 64o rs.'
    a garrafa e 4,800 a caada.
    dem francez retiido a 800 rs. a garrafa. [
    iias francezas e purtuguezas a 64o rs. a l.ooo- rs. o frasco.
    1 da. Serveja las mais acreditadas marcas de
    l 1.- oom doces jeccos de Lisboa de 3oo \ 5,5oo a 6,5oo a du/.ia e de mais a 5oo rs.
    a :t,.*ioors. cada urna. agarrafa.
    inhodeLisboa a3oors. a libra, e a dem embotijas e meias, sendo preta da
    9,000 js. a arroba. muito creditada marca T de 6,5oo a 7,8oo
    muito novas a 16o rs. a libra e 4,800 rs a duzia.
    rs. a arroba. Ceblas em raolhos grandes a 800 o molho
    Caf de 1 .*, 2.a e 3.a qualidade de 26o, 3oo | 640 o cento, e a 6,5oo rs. a caixa
    e 36o rs. alibra, doCear de7,8oo, 8,600, Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
    Mixed, Pickes, e ceblas simples a 800
    Vasos inglezes de 4 a 16 libras vasios, muito rs. o frasco.
    i proprio para deposito de doce manteiga Mostarda ingleza preparada em potes a 4oo
    i ou outro qualquer liquido de 1,090 a rs. o pote.
    i 3,ooo rs. cada um. Nozes muito novas a 160 rs. a libra e 4,8oo
    Licores das melhores marcas e mais finos, rs. a arroba,
    a 1,000 rs. a garrafa e em caixa ter abati-. Vasos inglezes vasios de 4 a 16 libras, muito
    ment. proprios para deposito de manteiga, doce,
    Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa | e outro qualquer liquido, de l.ooo a 3,ooo
    e lo,5oo rs. a caixa.
    Chourigas as mais frescas do mercado a 800
    rs a libra.
    Genebra de laranja era frascos grandes a
    rs. o frasco.
    Azeite doce em barril muito fino, a 64o rs.
    a garrafa, e em caada ter abatimento.
    Papel greve pautado e liso a 3,5oo rs.
    resma.
    Genebra de Hollanda em botija dc conta ;
    44o rs. a botija.
    Passas corinteas a 000 rs. a libra e 12,8oo
    rs. a arroba,
    Ervilhas franceza e port gueza a 640 rs. a
    lata de urna libra.
    Chocolate francez, hespanhol, suisso e por-
    tuguez a l,ooo rs. a libra, e a 28o rs. ca-
    da pao de urna '/*
    Ameixas francezas em caixinhas elegante-
    mente enfeitadas, com diversas estampas
    no exterior da caixa de 1,500 a 3,ooo rs.
    cada urna; tambera ha frascos e latas de
    differenles taannos que se vendem por
    mdico prego.
    Massas para sopa: macan ao, talharim e ale-
    tria a 48o rs. a libra, e em caixa se far
    abatimento.
    Garrafoes com 14 garrafas de genebra de
    Hollanda a o,5oo cada um.
    Charutos de todas as marcas c dos melho-
    res fabricantes da Bahia de 3,ooo a 4,000
    rs. a caixa.
    e 9.2oo rs. a arroba do melhor.
    A: roz da ludia, Java e Maranhao de 2,800 a
    3,ooo a arroba, e de 80 a loo rs. a libra.
    Passas muito novas a 8,5oo a caixa e ooo
    a libra, ha caixas meias e quartos.
    Svadinha dc Franga a 24o rs. a libra.
    Sag muito novo a 28o rs. a libra.
    Farinha do Maranhao a 14o rs. a libra.
    Tijolo para limpar facas a 16o rs. cada um.
    Cominho a too rs. a libra.
    Erva doce a libra.
    Canella a l.ooo rs.a libra.
    Batatas a l.ooo rs. o gigo com 32 libras liqui-
    das e 3,ooo rs. a caixa de duas arrobas,
    FARDniA FONTANA. Venda de urna hypothvca.
    Farinha a muito acieita a Barca Os liquidalarins da massa fallida de
    fontana icsp.mbai'cada liojo, vende-se .los* luto no Basto vendern a liypothe-
    ])r.- |pcco ais coinmoik do que em ra qat tem nos entinaos Mallo Grosse t
    fnlquer outra parte : na roa da Crai e Cajabassi un termo He Scrinliaem no '
    asa de \. 0. Biclier Ai C. sucres- valor de :i 1:835|911 rs.; tratar as vi
    rs, cada um,
    Todos os senhores que comprarem para negocio ou casa particular JO^ para
    cima terao mais 5 a 10 por % de abatimento; o proprietario identifica iw que todos
    os seus gneros sao recebidos de sua propria encommenda, razo esta para poder ven-
    der por muito menos do que em outro qualquer estabelecimento.
    POR MENOS Dfi'DEZ POR CKMO.
    NO
    a m ai
    NSEBV
    DE
    jroAQiroi N01A0 m>s hx^th
    23Largo do Terco23.
    O proprietario deste armazem do iBoUiados venda os seus ja bem conheeidos gneros de pri-
    meira qualidade por menos dedoz por cento do (jue em outra (pialijuer parte, g;.rantindo-se a supe-
    rior qualidade.
    Nao se diz o preto pa a uaoespanlai-.
    CHAMPANHE ESPEBMACETE
    a melhor que temos neste mercado a 20,000 muito superior a 560 rs. a libra, e em caixa
    rs. o gigo. a 550 rs.
    CHARUTOS
    CERVEJA da Bahia a 1,600. 2,200, 3,000 e 4,000 rs.
    maito superior a 5,000, 5,500 e 6.000 rs. a a caixa.
    duzia. TOUCINHO
    GENEBRA m J'to nov a 9' rs- a arroba e 300 rs. a
    "JSttT "Kq"eraS WW e "*| '^ MVILHAS WH
    as mais novas do mercado a 120 rs. a libra.
    BOLACHINHA no itac pin 4 \|pCA
    de soda em latas grandes a 2.000 rs. cada m tnKnmf in
    uma mjito bem fetos a 160 rs. o mago.
    inglezas em barricas a 4,000 e 240 rs. a: VINAGRE
    lihra. de Lisboa PRR a 240 rs. a garrafa e 1.600
    B1SC0UT0S rs- caada,
    em latas de todas as qualidades, a 1,300 rs. AMENDOAS DE CASCA
    cada lata.
    ARROZ
    da India e do Maranhao a 2,600 e 8,000 a
    arroba e 100 rs. a libra.
    CEVADA
    muito nova a 2,500 a arroba e 100 rs. a
    libra.
    GOMMA.
    muito superior em saceos com qnatro arro-
    bas a 2,000 e 100rs. alibra.
    CASTANHAS
    piladas muito novas a 320 rs. a libra.
    PASSAS
    as mais novas do mercado a 8,000 a caixa e
    e 500 rs. a libra.
    AMEIXAS
    francezas em latas de I e 1|2 libra a 1,000
    rs. a libra.
    SARDINHAS
    de Nantes muito novas a 300 rs. a lata.
    as mais novas do mercado a 240 rs. a libra.
    FARINHA DE ARARUTA
    verdadeira e muito nova a 400 rs. a libra e
    10,000 rs. a arroba.
    ERVA DOCE
    muito nova a 300 rs. a libra e 9,000 rs. a
    arroba.
    COMINIIOS
    os mais no vos e mais superiores a 400 rs. a
    libra.
    NOZES
    muito novas a 160 a libra e 5,000 rs. a ar-
    roba.
    SAG
    o melhor que pode haver neste genero a
    20rs. alibra.
    MASSA DE TOMATE
    em latinhas de 1 libra por $00 rs. a lata.
    SABO MASSA
    neste genero ha sempre tm grande sorti-
    mento variando o prego de 120 a 240 ts.
    por libra.
    MAIS ATTIBXqAO !
    Existe almd"estes gneros, um explendido sortimento de phosphoros, fumo, al-
    pista. poras em calda e seccas. figos, copos finos para agua, massas para sopa, azeite, ca-
    nella, pimenta, velas de carnauba, banha de porco, papel, e outros muitos gneros, de es-
    tiva, que lodos sero vendidos por mdicos precos.
    Tendo o proprietario dos armazons do progressista deliberado nao concordar
    com a liga da Unio Commcrcial, Clarim, Alli.inca, etc., etc., etc., declara que s con-
    corda em alliar-se aos seus freguezes, fazendo com estes uma liga do interesses recprocos'
    tendo os seus adiados a faculdade de comprarem por precos muito em conta o bom fiam-
    bre, o formidavel queijo e a saborosa boUchinha de sola, quo fazem uma boa allianra
    com a superior chainpanhe e o porto fino, nicos que sabem imitar a unio destes ar-
    mazens com os seus concurrentes. Vinde, senhores, a s armazens. aonde podis d'en-
    tre um mHito explendido sortimento de saborosos alimentos, escolherdes os que mais
    vos apetecer, certos de que nunca lereis occasiao de arrepender-vos de gastar o vosso
    dinbeiro nesfes estabelecimentos.
    ROUPA FEITA
    NO
    AHJI.IZKJ!
    DE
    W&^ fc T^\^
    :fc
    4D;
    SONS.
    l.nva* de pellica.
    am paira a loja iragnia branca, ra do
    ad n. 8.
    Vi asas terreas, sendo oid-i na
    i, la Matriz da D i-Vii ), com itSo o gra ides
    conini los a |oal l ni "a, nma na ra do Desti-
    no, : ra na roa do Hondego, rom 2 silas,
    toda Iluminada a. gaz, opiar, cozinha
    nito um qua'lo. quintal i-i-reido, do 200
    fundo, no (im tendo dous qaarlos, <-a-
    cimb 1 lfleada, e boa cernir :
    ' ni.'s queiram dirigii
    ro 1 da Hadeia, armatcni a. 3). a fallar como,
    te r .- ntorisa o, e onde sabei
    num. ros ri ummar-s a venia as 11 horas d> da
    ?un ______
    i"endeiu-.e caixes vasios .
    1,^30!): nes".-.- nho das melhores marcas.
    Manteiga inglesa flor.
    dem tranceza.
    Banha de porco retinada.
    Vellas de spermaeate.
    dem de carnaoba.
    Cafe bom do IIi".
    dem superior do Cear.
    Toucinho de Lisboa.
    Cha de diversas qoaliaades.
    Qui'ijus novos 1I0 vapor.
    Milho alpista liinpo.
    Goomm ib,cii(,M!innar alva.
    Alm dos generas anaunciados exisiem outros moit-js qu
    ro contado.
    casas a na do Trapiche 11. 34.
    CM ne ;: m\
    Vcadu-sc l> ii'i*is 'i cal les-
    t!k >i'Oceili>itc:i. ca pedra. chega-
    da lioje, c cnica nova, qnc lia no
    mercado, na rna do Trapiche n.
    13, arnBazcui dc Hanoel Teis.ei-
    ra asto. ___^
    ieSOUraa de IxllinUiraeS para VBdOTe nma ing^Um eon 13 anuos do] Vender um\talerna no largo aaSeUdad
    USO >!()< SVlhoreS ClibeUttre idade, bonita Agora, e eom principios de costura : n.8, eom poneos fundos, uropria para a pesan
    . na ra do Imperador n. 4o, terceiro andar. quo quizer se estabele.oer, ton) todas as rantagens,
    TOS P, lu] )Sl(W. i ----------------------------------------------------------- poucos fundos, rommodos paia familia. O aluguel
    Vendem- na loja de lerragens n. Vi na ra da Farinha de trigo ?SS a IOO rs. a libra, e ga-' da casa barato, e vende-so p >v oie querer o dono
    Cadeiamuito superiores e prflo comino, do. lega a 80 rs. : na ra Nova n. 8. | continuar com o dito negocio.
    -ai idd ^ittaa m
    tTRIRO VEKOE.
    Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feita de
    todas as qualidades, tambem se manda fazor por medida, vontade dos concur-
    rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim como tambem tem um M
    grande e variado sortknento de fazendas de todas as qualidades, para
    homens e meninos.
    Casacas dc panno preto, 355 e
    30^000
    25)9000
    75,
    Sabio do diversas qualidades.
    Cbonrieas innilo novas.
    Arroz de divarsoa precos.
    SiT.-cji das me!hares mareas.
    Sardinhas de Nantes novas.
    Genebra de laranja superior,
    dem do Hollanda marca Gal! >.
    Phosphoros do gaz.
    Bolachinha ingleza em barric is.
    Passas muita novas.
    Figos de prinMra qaaltdade.
    Biscoolos <' bobehinhas de ida.
    Charutos de divenas Qualidades.
    enfadonno m !nciona-los,a dinhel- 1
    Sobrecasacas idem, 30^ e
    Paletos idem e de cores, 255,
    205, 155 e......10(5000
    Ditos de casemira, 205, 155,
    12,5, 105 e...... 75000
    Ditos dc alpaca, 55, 45 e
    Ditos ditos pretos, 95,
    55. 45 e......
    Ditos do brim e ganga dc cu-
    res, 45500, 45, 35500 e. .
    Ditos branco de linho, 05,55 e
    Ditos de merino preto de oor-
    dao, 105, 75 e.....
    Calcas de casemira preta, 125,
    105, 85 o .. .
    Ditas dc cores, 05, 85 e. .
    Hilas de moia casemira de co-
    res, :.->oi>o o.....
    Ditas de princea e merino pre-
    to de cordio, .->500 e. ,
    DiUis de brim branco e de co-
    res, 55, 45500, 45 e .
    Ditas de ganga de cures, 35 c
    Col lotes de velludo preto e de
    Ditos de setim preto. .
    Ditos de ditos e seda branco,
    55 e.......
    Ditos de gorguro de seda
    pretos e de cores, 65, 5l e
    Colletes de fust5o e brim bran-
    co, 35500, 35 e .
    Seroulas de brim de linho,
    25400 e ......
    Ditas de algod3o, 15600 e. .
    Camisas de peitos de linho,
    , 35 e......
    Ditas de madapolao, 25500,
    25 e........
    Chapeos do massa, pretos fran-
    1 zes, 105, Me. .
    75000 Ditos defltro,5|j, ':5.:5500e
    Ditos de sol, dc seda, 125,
    45000 115, 75 e......
    Collarinhos de linho fino, ulti-
    45000' na moda.......
    Sortimento' completo de grava-
    25500 US.
    25500 Toalhas para rosto, duzia, 115,
    senhoras,
    550OO
    35500
    3550o'
    35000
    45000
    55000'
    -5000
    e........
    cores, 95 o .."... 750OO Chapeos deso, de alpaca, pre-
    Ditos de casemira preta, 55 45 Ditos de ditas de cores 55 Lences de linho.....
    45 e........35500 Cobertas de chita chineza.. .
    Mong
    [mmmmmm
    550O0|
    45000]
    2|90Q
    25000
    15400
    25500
    15000
    8rJ0Q
    25O00
    65000
    640
    5
    75000
    m
    45000 5*
    35001
    25000 ^
    III "fj"


    ,-vl
    Alarlo le remaran neo ludria fclra t de Maro* de 1844.
    ALLIANCA
    U It A MII E A II M A % i: u
    DE
    MOLHADOS
    0 nico que mais vantagens offerece ao publico.
    57 RA DO IMPERADOR 57
    DE
    Paulo Ferrelra da Silva.
    O proprii.-tario deste grande ostabelecinicnto de molhados, recebe por todos os
    vapores e navios os melliores ^eneros que vem ao mercado, os quaes vende em seu ar-
    mazem pelos mais resumidos presos.
    Tendo chegado ponen colha d( sei:s ganaros, tem a honra de aummciarao respeilawl publico, que nmgoem co-
    no elle pode vender lio barato e por tito resumidos presos; serviado como costuma aos
    86M frciiezes com os melliores gneros que se poda desojar.
    ATTEN&lO.
    Querendo o proptietario deste to til estabelecimento a
    fregaezia, tem deliberado vender sempre por munos do que outro
    concurrencia da boa
    qualquer, garantindo
    aos seus freguezes todo e qualquer genero sabido de seu acreditado armazem.
    Manteiga ingieza a mais nova e finachegada Velas estearinas a 96e rs. a libra e em cai\a
    peste ultimo vapor a 8uo is. a libra o de 8 a o rs.
    libra para cima tora abatimento. ^Idem de carnauba pura e refinada a 300 rs.
    dem fia iceza a melbor e mais superior do' a libra e lO.ooo a arroba.
    nosso mercado a 56o rs. a libra e 52o em dem de composico emmaoadas a 32o rs.
    barril ou meios. o maco e !>,ooo rs. a arroba.
    Multa atteucao ao que interessa
    Uuarte & C, vendem em seus armazens Unio e Gemmercio e lar-
    go do Carino o. 9, armazem prugressivo, os seguintes gneros desembarca-
    dos ltimamente.
    Verdadeiru vinho collares em ancore-
    retas de 9 caadas a 50,000 e 800
    rs. a garrafa.
    Farello de Lisboa marca N ou Hiato
    tigo a 4r> a sacca.
    Vinagre 1' R R, em ancoretas de 9 ca-
    adas a 18,000 e 2,000 rs. a ca-
    ada.
    S^S Passas em caixas, meias e quartas a
    || 8,000 4.000 e 2,000, a 480 a libra.
    5S Peras seceos em caixas de quatro li-
    ,4 bras o melbor que se pode desejar
    g|| a 2,500, e 640 rs. a libra.
    Caixinbas de 4 libras e 2 com amei:
    a 1.500 e 2,500 rs. a caixinlia.
    .vj Cbocolate portuguez, o melhor que
    ,./.,.
    pode haver de bom neste genero
    1,000 rs. a libra.
    Marmelada propriamente dito de mar-
    mello, a 64o rs. a lata e em caixas
    de 100 latas a 600 rs.
    fea de tomates a mais nova que se
    pode desejar a 040 rs. a lata e em
    caixa de 100 libras a 600 rs.
    2 Ervilha pOrtagueza a 700 rs. a lata,
    e em caixa de 100 libras a 640 rs.
    Passas corinthias para pudim a 640
    rs, a libras, e 400 rs. comprando de
    arroba para cima.

    Queijos londrinos muito frescos a 800
    rs. a libra e sendo inteiro a 050 rs.
    Sebollas em caixas as mais novas do
    mercado a 6,500 rs. a caixa, a 800
    rs. o molho, e a 640 rs. o cento.
    Ratatas em caixas de 2 arrobas muito
    novas e grandes a 2.400 rs. a caixa.
    sextinhascom (igos proprias para mi-
    mos de criancas a 60 rs. cada urna
    e comprando em duzia ter gnnde
    abatimento.
    Erva doce muito novas a 500 rs. a li-
    bra, e comprando em arroba a
    10,000 rs.
    i'.ominbos muito novos a 400 rs. a li-
    bra e 10,002 a arroba.
    Licores portuguezes das marcas mais
    acreditadas de Lisboa a 1,000 a gar-
    rafa e 10 a 12,000 a duzia, as quali-
    dades sao as seguintes : treme de
    violetas, geroflez, rosa, absintbo, ves-
    peiro, amor perfeito, amendoa amar-
    ga, percieol delurin, botefin, moran-
    gos. liman, rafe, laranja, cidra, gin-
    ga, canella, cravo, ortelia, pimenta E#5>
    e outros muitos de qualidades menos E2
    superior que serao vendidos por pre- ^f"
    eos em rclacjSo as suas qualida- p^
    des.
    //'<
    Rjiiha de porco refinada e muito alva
    rs. a libra, eeni barril a loo rs.
    Cb hysson o melbor oeste genero especial
    rs. a libra,
    a li- Sendinha muito nova de Franca a 2oo rs. a
    i.Ooo rs. cada urna.
    blem em caixinbas de 8 libras a 2,ooo rs. ca-
    da urna.
    Passas muito novas a8,ooo rs. a caixa c 48o Escovas de |>assaba
    rs. a liltra. casa a Ma rs.
    Amerxa fraooeeas em latas de libra e meia c Sar Jinlias de Nantes muito novas a 32o rs.
    3 libra a l,2oo 2,ooo e 8oo rs. a libra. | a lata.
    Caixinbas com ricas estampas a l.ioo rs. Peixe em lata muito bem preparado savel,
    cada nina, frascos de vidro com rolda do curvina pescada e outros a l,ooo rs. a
    niesinu, coalendo libra e meia de ameixas. | lata.
    Clianipayue da marta mais superior que tem Ervilnas portogueaas e francezas ja prepa-
    viado ao D08SO mercado a l8,ooo rs. o g-|
    go, e l,8oo rs. a ganafa, garante-se a su-
    pertarqmlidade.
    Vinho Bordeaux das nieliimcs qualidade que
    se pode desejar a 7,ooo e 7,5oo rs. a cai-
    xa e (io rs. a nrrala.
    Caixas com Vinho do Porto superior de 9,ooo
    radas a 6io e 72o rs. a lata.
    Caf lavado de primeira sorte a 3oo rs. a
    libra, e 8,5oo a arroba.
    Mein do Rio muito bom a 28o a libra e
    8,ooo rs. a arroba.
    Arroz do Macinhao a loo e 120 rs. a libra,
    dem de Java a loo rs. a libra.
    e 10,000 rs. a duzia, e 9oo e l.ooo rs. a Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra.
    garrafa, neste genero ha grandepor$aoe de Avtttes muio novas a 2oo rs. a libra,
    dillerontes marcas muito acreditarlas j se vendern por 14,000 15,ooo rs. a ca- (Chouricas e paios a 7oo rs. a libra,
    xa cono seja, Duipie do Porto, lagrimas Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra ou a
    do I Miro, 1). Lui/., Cam 's, Madeira sec-
    co Nc-"."tar ; Genuino o malvasio finoe ou-
    tras como Cherry e Madeira para 12,ooo (.'
    13,000 rs. a caixa.
    Vinho de pipa Porto, Lisboa. Figueira, a4oo,
    48d, e ;>f5o rs. a garrafa, 3,ooo 3,2oo e
    3,5oo rs. a caada.
    dem luanco o melbor ueste genero viudo de
    eiiciimmeudaa 6<>o rs. a garrafa, e 4,5oo
    rs, a caada.
    dem do Porto em barril muito especial a
    04o rs. a garrafa, e 5,ooo rs. a caada.
    Vinagre puro de Lisboa a oo rs. a garrafa e
    l,4oo rs. a caada.
    dem em garrafocs com 5 garrafa.
    A/.iite dnee de Lishoa superior i|iialidade a
    84o -. a garrafa e 4,8oo rs. a caada.
    Ratt il is em ;gos de trinta a trinta e tantas li-
    bra a 8oo rs. o gigo fi 4n rs. a libra.
    Genebra de Ilollauda a mais superior a 6,ooo
    rs. a frasi|iieiia e 80o rs. o frasco.
    dem i m garrames com.25 garrafas a 8,ooo
    rs.
    Snvej.i das melliores marcas de 5,ooo a
    5,3 ni a duzia e 5oo rs. a garrafa,
    mac superior a Soo e 1,000 rs. agarrafa,
    e e n cauta teri abatnenlo.
    Marn 'liada imperial dos melliores e mais
    afamados coBcerveiros de Lishoa em latas
    de libra e de libra c meia e doas libras a
    6oo rs.
    Goncervas inglesas em frascos grandes a
    78o rs. cada um.
    dem franceza de todas as qualidades de
    ligamos e fruto a Soo re.
    Mostarda francezas em potes preparada a
    too rs.
    Patitos para dentes ISors. o maco,
    dem I \ados muito tino 140 H,
    8,5oo rs. a arroba
    Presuntos de lamego de superior qualidade
    cliegados neste ultimo vapor a 48o rs. a
    libra.
    Alpiste muito novo e limpo a 16o rs. a li-
    bra e 4,6oo a arroba.
    Pai ico muito novo a 18o a libra e S.ooors.
    a arroba.
    Sabo maca, amarello e castanbo a 22o e
    24o rs. a libra.
    Mein mais baixoumpouco a 16o, 180e2oo
    rs. a libra.
    Castenhas pelladas a 24o rs. a libra.
    Chocolate francs de [irimeira qualidade a
    l,2oo rs. .1 libra.
    ldera de Sanie muito superior e medicinal a
    l,3oo rs.
    Cojos lapidados proprios para agua a5,000
    rs. a duzia, que em outra qualquer liarte
    7 e 8*000 rs.
    ChanNOS dos memores e mais afamados fa-
    bricantes de S. Flix e do Rio de Janeiro
    de l,5oo a f.,ooo a caixa.
    Celtollas novas a 8oo rs. os molhos grandes
    o 7oo rs. o cento.
    Doce de goiaba a (lo rs. o carxSo.
    Leiililliasexcellente li'gume paca sopaegui-
    udo a 24o rs. a libra.
    Emilias seccas j descsenlas a 2oo rs. a
    libra.
    Pimenta do reino muito nova a 36o rs. a
    libra.
    Corninbos e erva doce a 32o e 4oo rs. a li-
    bra.
    Cravo da India a 6oo rs. a libra.
    Canella muito nova a l,ooo rs. a libra.
    Alfizema a Soo rs. a libra e l,ooo rs. a ar-
    roba.
    Graixa a loo rs. a lata e l,loo rs.a duzia.
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    ct>
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    p-
    I
    I
    P

    O
    ?Ti
    o n. 29.
    Not luja dos barateiros na ra do Queimado.
    Kicas salas ile fustoa 55, camisasInglezas para
    senliora a i *. i5'' h <, :i-5 e -5. cuberas de fusto
    brancas a 5,8, chias rom lustro para coberta com
    6 palmos de largura a 640 o covado, cambraia de
    corf s para vestido a ISO o covado, laas para vesti-
    do a 480, 560 e 640 o covade.
    Ao n. 29.
    Nova luja dosbaraleiros na ra do Queimado.
    Tirlalanas de todas as cores, fazenda muito fina
    a 44o Massa de tomate em latas a
    Doce em calda dac
    Europa a 600
    encominendU do proprietario a 2,7oo rs. a' Ostras em latas muito bem preparadas a^
    libra. I.ooo rs.
    dem idem menos superior e que em outras Peras seccas muito novas a Soo rs. a libra,
    casas se vende a 2,6oo rs., costa neste ar-j Massas para sopa estrellinha muito nova em
    matean 2,2oo rs. a libra. caixas de 8 libras a 3,oooe Soors. a libra,
    dem uxim o melbor que pode haver neste dem talbarini, macarrao e aletria a 4cri i s.
    genero a2,6oo rs. a libra, garante -sea qua- dem macairio um pouco mais liaixo a 24o
    lidade.
    dem pinto muito especial a 2,ooo rs.
    bra, e mais bateo, porem muito sufrivcl a. libra.
    l,2oo rs. a libra, vende-se por estes pre- Sag o melbor que possivel a 24o rs. a
    eos em razao de uestes ltimos navios ter- libra.
    se reeebido grande porc5o deste genero, Farinha do Maranbo a melbor que presen-
    a deferenca de preco be de 600 a 800 rs- teniente tem vind ao nosso mercado a
    a libra do que se vende en outra qualquer, 14o rs. a libra,
    paite. jGommado Aracaty muitissimo aira a 80 rs.
    dem do rio em latas de 1 at 6 libra a t,4oo a libra,
    rs. a libra, neste genero o melbor pos- (Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a
    sivel. 1 libra.
    BiscoitOS inglezes em latas com difirenos Licores muito ten de Rordeaux e toda as
    (|ualidadVs como sajBo craknel, victoria j marcas que lia neste genero a 800, 1,000
    pie nie, soda, eaptaim. see 1, osborne c ou- e l,2oo rs. a ganafa.
    tras muitas marcas a 1,35o rs. a laja. Pbosforos do gai a 2oo rs. a duzia e 2,2oo
    Rolaxinba de soda em latas grandes a 2.000 rs. a groza*
    rs. cada urna. Bolaxinha americana em barrica a 3,000 rs.,
    Figos em caixinhas heriniticamente lacradas e em libra a 2oo rs.
    e muito proprios para mimo a i ,60o e Tijolopara I impar facas a 12o rs. cada um.
    Vassouras depiaaaaha com dona arcos de
    forro prendendo o cabo a 32o rs. cada
    urna.
    proprias para isfregar
    Os proprietarios afiancam que estes gneros sao muito novos e tudo p
    600 rs. a libra.! g^ de primeira qualidade, tudo isto se vende nicamente no armazem Unio e if&
    s mais especiaes frutas da[ ^^ Commercio na ra do Queimado n. 7, e largo do Carmo n. 9 armazem pro- f/;
    re, 1 lata. t/s* gressivo. tees
    Qutijos
    do alemtejo, das ilhas e flamengos, todos chegados neste ultimo vapor, a
    2,500 os flamengos e 800 ris a libra do alemtejo e das ilhas, nicamen-
    te no armazem niao e Commercio, ra do Queimodo n. 7 e largo do Car-
    mo armazem progressivo.
    * \" s nl"ijas; "y- n."'>'.xi-|j/-v,>- \v\,lA\'1"/ .wx*
    RwSSBSOT &@m$ 39^Sg@@ i&
    IILA DO QUEMADO \. l\.
    Laja de fazendas de Angnsto Frederico dos Santas Porto.
    Fazendas pretas para a quaresma.
    Ricos cortes de moreantrque prete para vestidos fazenda superior.
    Cortes de vestido de seda preta com barras.
    Capas pretas de seda bordadas e enfeitadas de 224 a 505.
    Capas de seda preta com mangas ricamente enfeitadas.
    Soutemharques de seda preta e casemira de cor com lindos enfeltes.
    Zuavos de seda preta de multo gosto.
    Pannos prelos, casemiras pretas, setiu preto, grosdenaple prete de
    superior.
    Chapos de palha d'Italia para menina ricamente cnfeitados de 75 a
    Camisas para homcm francezas e inglezas de algodao e de linuo.
    Atoalhado de linho fazenda superior.
    Camisinhas de cambraia a Garibaldi para senhoras.
    Na mesma casa tem grande soriimento de fazendas de seda, lia, linho e algodao i|ue tudo se
    vende por moito commodo proco.
    Chegaram tambem a exccllentes
    KSTK1 IMS PARA SAIAS.
    \a rna de Queimado n. II.
    EXCELLExMTISSIMAS SENHORAS,
    jVv, lixes. contlmieiu a proteger ao importante esabcle-1
    cimento ra do Crespo n. 19
    DE
    JOS GOMES VILLAR.
    Grande novidade. Ilaloes!! !
    Baloes de 40 arcos a 55, de O a 45 e de 20 a 35.
    Fazendas proprias para a quaresma.
    Horeanlique preto em cortes, dilts de muito gosto para covados. grosdenaplcs prelos
    de superior qualidade.
    Para hombros de senhoras.
    Capas pretas, casacSes, easavequos compridos, sotembarq es, manteletes de groi
    tos de f;uip, chales pretos deguip etc., etc, capas de casemira com capuz, man
    de casemira ricamente eneitados, chapelinas do palha com veo, chitas, camhraias.
    dos para noivas, ditos de seda, vestidos de blondo com capell?. e manta a 185, de
    branco ele,, etc., madapoloes de "5, 8,1 C5, 105.115 c 125, camhraias lisas muito linas
    transparentes e tapadas a 35, '1,5. 55 G5, "5,85 e 95 a peca fazendas de linho di
    as qualidades c oulras muitas fazendas.
    Proteccao. Proteccao.
    m
    &:.-*--*&
    GRANGEIASantiblennorrhagiCas de DUNAND
    ex-INT. do HOSP. dos VENREOS de PARS!- i? PREMIO 1854
    Superiores a todas as prepararles conheiidas at ho; contra as Oonorrbaai e BIennirrbai;iasas mais intensase rebeldes.
    Ifleiio seguro e prompto, sem nauseas, nem clicas, nt>m tremor. Facis a ton ar ea segred* sen tisana.
    Injecgo curativa e preserva ti va
    Ufanfcral, curt com rapldei tem dura os Mcorrimfotos conu^ioso de ambes sexet. riorubrancH. Adslrineeal
    Mluaka w cauucidair,oriific o legumenw e 06 prn-a de qualquer alitrato. PARS, 5, r du Uarchc-Si-U -.i.ri.
    Deposito geral em Pernambuco ra da Cruz n. 22 era casa de Caros A Barhnza
    Cal de i.lshoa e polassa da
    llnssia.
    Vende-se na ra da Cadeia do Recife n. 25, para
    onde se mudou o antigo e acreditado deporto da
    mesma ra n. 12, ambos os gneros sao novos e
    legitimes, e se vendem a preco mais barato do que
    ntra qualquer|narte.

    C- f w O o- c. 3" T O ""- ,-.
    13 i
    c;
    65 ~
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    V.
    ao. g-
    isr^
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    CJ
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    diversas qualidades todo
    125-
    c-3 3 a
    _. -rs g C = -3
    i O crP a o s a
    (?-. oJS
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    e
    -*
    , CJ
    CP
    LOJA DO BEIJA FLOR. A AGUIA
    Ra do Qncima'lo numero 63.
    MANCA
    receben:
    Sapalinhos deselim branco bordador paia bap-
    tisados.
    Meias de seda branca para o mesmo fim.
    Mu bonitas e delicadas louquinhas enfeitadas
    para dito.
    Pulseiras e voltas de contas brancas para senho-
    \ endem-se titas para debrum de vestido de linho ras e meninas.
    Cravalinhas para senliora.
    Vendem-se gravatinhas dejdiversos gostos mais
    modernos a 720 e 800 rs. : na ra do Queimado,
    loja do beija flor n. 6:t.
    Filas para debrum de vestidos.
    com 12 varas a 400 rs. a peca : na ra do Quei-
    mado, loja do beija-flor n. 63.
    Pentes lravesss.
    Vendem-se pentes travessos de caracol na
    frente de borracha a 300 rs.: na ra do Queima-
    do, loja do beija-flor n. 63.
    Papel licira donrada.
    Vende-se papel beira dourada a 15200 e 1300,
    dito de cor de beira dourada a 1,5100 : na rna do
    Queimado, loja do beija-flor n. 63.
    Anvelopes.
    Vendem-se anvelopes de diversas qualidades
    branco a 800 rs. e de cor a 640 rs., para cartas de
    visita a 400 rs., preto a 720 rs. : na loja do beija-
    flor na ra do Queimado n. 63.
    \ nlias de aljfar.
    Tendo recebido voltas de aljfar com cruzes de
    pedra imitando a brilbante vende-se a I cada
    urna : na ra do Qui-imado loja do beija-flor n. 63-
    Camisis de meias.
    Vendem-se camisas de meias muito finas a
    1,5200 e 15300 na ra do Queimado, loja do bei-
    ja-flor n. 63.
    Enfeiles de lila.
    Tendo recebido enfeites de fita pretas e de co-
    res mais modernas que se esto usando a {cada
    um : na ra do Queimado, loja do beija-flar n. 63.
    Fila de la prela para debrum.
    Vende-se fita de laa preta para debrum com 10
    varas a 900 rs. a peca : na loja do beija-flor ra
    do Queimado n 63.
    Fitas de liubo para bordar vestido
    Vendem-se filas de linho para bordar vestido
    ou roupinho de meninas rom 40 varas a 640 e
    800 rs. a peca s quem tem a loja do beija-flor
    ra do Queimado numero 63.
    Boles de madreperola.
    Vendem-se Ixites de madreperola mais moder-
    nos que tem vindo para punhos de senhora a 320
    rs. o par : s quem vende por este preco na
    ra do Queimado, loja do beija-flor numero 63.
    Fila de velludo para bordar vestido.
    Vende-se fita de velludo preto com 10 varas a
    900 rs. a pera : s quem tem por este preco
    loja do beija-flor da ra do Queimado n. 63.
    Fita de velludo bordada.
    Vende-se fita de velludo preto bordada de di-
    versos gostos e mais modernos proprios para qua-
    resma : s quem tem a loja do beija-flur ra do
    Queimado n. 63.
    Franja preta.
    Vende-se franja preta de diversas larguras para
    enfeitar capas ou manteletes os mais lindos gos-
    tos que se pode encontrar : na loja do beija-flor
    ra do Queimado n. 63.
    Facas e jarlos.
    Vendem-se facas e parfos de balanco de 1 bo-
    tao a 55500 a duzia, ditas de 2 boles a 65400 :
    na ra do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
    Dminos.
    Vendem-se dminos muito finos a 15200
    Fita branca e preta de borracha, com diversas
    larguras.
    Transehns de borracha sonidos em c ores.
    Trancinha preta de la, e outras trancinhas de
    laa de gosto novo e mui bonitas para enfeites.
    Enfeites conservadores para senhoras.
    PAI'EL MU
    almaeo e de peso.
    Alem do grande sorlimcto de papel greve e ou-
    tras muilas qualidades, que ronstat teniente se
    acham na loja d'agnia branca, faz-se notavel pela
    snperioridade de qualidade o papel imrlez almasso
    e de peso, que acaba de chegar para a dita loja ;
    um e outro sao mui encorpados e de um assetma
    do lustroso e macio, que na verdade ?'. odos agra-
    dan. As resmas daquelle tem 480 folhas, e as
    deste 500, c rusia cada urna 85. Tambem veio da
    mesma qualidade e de lamanho pequeo, em cai-
    xinhas de 100 folhas, tanto liso como l>eira doura-
    da, custando este 25, e aquelle 15200 a caixinha.
    J vem pois os apreciadores do bom papel que
    dirijrindo-se mnnidos de dinheiro serai bem servi-
    dos : na ra do Queimado, loja ii"at uia branca
    numero 8.
    ROVOS PKWTES
    de concita.
    Chegaram novos e bonitos pentes de concha,
    sendo de tartaruga, massa e dourados; agora, pois,
    dirigirem-se com dinheiro ra do Queimado,
    loja d'agnia branca n. 8, antes que se acabem.
    *l*|*Kfi*
    .. ff- ,-, c re o rr
    2 O C3 3 _
    : te 2 &
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    e
    *
    g
    95

    Farel'o.
    Na praga da Boa-Vista n. 14 Iros estrella*, ven-
    dem-se sacnas com farelle de Li.-boa a i V
    con dito a 45, ditas com dito do Han)
    35600.___________________________________
    Vende-se urna taberna em untadas licuo-
    res ra-da Boa-Vista, tamben se taz negocio rom
    a armaciio s, por seu dono ter de i ira-
    tarde sua Mude : na ra da imperatrt n. 34,
    dir quem vendo.
    Vendem-se 9 colchas com algum uso de da-
    mascodehu. projirias para varanda. ou meeato
    para armacao do Igreja: no armazem de molda-
    dos, esquina da ra de Hortas n 2.
    Botica e armazem de
    drogas
    Rna do Cabug u. II.
    DE
    Joaquim Harlinlio da Cruz Correia.
    Vende-se o seguinte :
    Salsa parrilha de llristol.
    Pastilhas assucaradas de Kemp.
    I'astillias vermfugas de Kemp.
    Elixir de citro lclalo de ferro do Dr. Thermes.
    Rob do Lafecteur.
    i Xarof* depurativo d'odoreto de ferro de Guy.
    Xarope pcitoral sedativo de Guy.
    Pastaba* peitoraei balsmicas de Guy.
    l'ilulas da vida.
    Burel franciscano (mesclado) para imagens.
    Injeccao Brow.
    Xaro{ie de curato de ferro de Chable.
    Punas contra sesees.
    Salsa parrilha de Sands.
    Extracto fluido de salsa parrilha de Bail>-.
    Xarope alcoolico de veliame.
    Vende-se maa taberna na ra do Mondego,
    travessa da Trein|ie n. 22 : quem a pretender, di-
    rija-se a mesma.
    Vndese un mulato de 35annos. boa figura-
    eproprio paraquiilquer servico : na ra da Sen-
    zalla .Nova r. 30.____________________________
    l'ara a prxima starao.
    i A" ra ds Cadeia n. 47 loja de l'inu 4 Flores,
    ; vende-se laaiinbas Clotilde gostos moderc(js o
    delicados para vestidos de senhoras, souteml.ar-
    ! que e raspas para meninos pelo mdico preco da
    m) rs. o covado.
    Venda de una propriedade n7-
    portante na villa do iMIar da
    provinrl.i de Alago.
    O abaixo assignado vende nm bello sobrado do
    pedra e cal, aonde existe o muito afamado e afre-
    giiezadocstabelecimcnlo que vende annnalroenle
    dinheiro a v sta cento e cinroeula contos de i-is.
    occasiao propria para algum Br. negociante da
    praca de Pernambuco fazer a aquisicao de tio boa
    pechinrlia, para estabelecer casa filial, pois cono
    lucro que obtiverna fazenda e o lucro no nlgoilo
    e assucar que comprar, Ihc Oca no primeiro anno
    o sobrado forro. O motivo desta venda* poi ter
    de retirar-sc da provincia o abaixo ossipnado. por
    falta de saude : queni pretender queira dirigir car-
    la, etc. Pilar, 13 de fevereiro de lisii'i.
    Joaquim Jos Ferreira (osla fibio
    N. 97
    Vende-se i verdadeira graxan. 97: na ra do
    Trapiche n. 19, escriptorio de Eduardo Fenton.
    Vende-se um cachorro de raca, propri
    um silio; (luem pretender dirija se a taberna do
    caes do Colegio, no passeio publico.
    ___ESCRAYOS FGIDOS.
    Escravo fgido.
    Boga-se a todas as autoridades desta paga e
    fura della. c todos os capiles de campo, que da
    ra larga de Bojarion.25 fugio u caboclo de n me
    Vicente, baixo e cheio do corno, falla floa%
    caneada, poi ea batba na pona do queixo. e com
    Alm destas drogas ha constantemente um com-, um pequeuo bigode, representa ter ti asaos,coas-
    pleto soriimento de tintas, verniz, ouro par;, dou-' ta andar no bairro da Boa-Vista : a pessoa que o
    rar, preparados chimicos e pharmaceutieos que se apprehender, le\e-o dita casa, que sari recom-
    pensado generosamente.
    FRASCOS
    na
    com gomma arbica dissolvida : veidem-se
    ra do Queimado, loja d'agnia branca n. 8.
    Fivelas com pedrasno-
    vo sor tmenlo.
    A aguia branca rerebeu por csse ni limo vapor
    nm novo c bello soriimento das procuradas Bvetas
    a com pedras, podendo assim salisfazer a todos que
    I deltas precisarem, urna vez que asparen dinhei-
    I ro : na ra do Queimado, loja d'aguia branca nu-
    mero 8.
    COPOS COHI3BA-
    \HA.
    A aguia branca acaba de receber os bem conhe-
    cidos e apreciados copos com banha, :>s quaes es-
    to sendo distribuidos com aquelles pretendentes
    que eontribuirem com 25500 a vista : isso na ra
    do Queimado, loja d'aguia branca n. 8
    MIJITO K0\S HEUS
    para senhoras e meninas.
    A aguia branca reeebeu mui boas meias france-
    zas, de lino tecido c fio redoudo, o qu as tornam
    l*nj: na loja d<* beija-flor da ru do Queimado de immensa duracao, porque muito convm, ainda
    n. 63.
    Yisporas..
    Vendem-se visporas muito finas a 800 rs. : na
    ra do Queimado, loja do beija-flor n. 63.______
    4GENCIA
    DA
    FUNDICO DE L0W-M00R.
    Kua da Seuulla nova a. 42.
    Neste estabelecimento eontina a haver
    mesmo custando 7 e 85, como se estao vendendo a
    dinheiro vista, na loja d'aguia branca, ra do
    Queimado n. 8.
    Macias
    a 35500 a caixa, em porcao se far
    cada caixa com 100 maclas perfeitas :
    va n. 8.
    abatimento,
    na ra No-
    Cigarros
    a 720 a vara, cambraia para rtinado, peca de 22 ^^^ cnr,im0ntn re moendas e meias ,urf0sa 45 a caixa- ciB 1ue "J ou,ra anal-
    varas, por 105, chales de la iK>r 35, 45, 55 e 85, un) comPleto soriimento ae moenoas e meias quer casa vende-se por : na ra -Nava n. 8.
    camisas inglezas para homem a 385,505 e 605. I moendas para engenho, machinas de vapor cu^.
    e tachas de ferro batido e coado, de todos os
    tamaitos para ditos.
    Algodo da Itahia
    para saceos de assucar e roupa de escravo; tem
    para vender Antonio Luiz de Oliveira Azevedo &
    C, no sea escriptorio ra da Cruz n. I.
    Aa n. 29.
    > u>a loja dos baralciros na ra do Queimado.
    I icos pretos, franjas de todas as qualidades,
    : Sis E&SSrit .^SsTiK'
    i bonlados, botdes de velludo, de seda e de fustao,
    bandos de cabello, meias de seda, loques; cujos
    ri!gos se vendem pormetade do seu valor por ser
    para acabar.
    Arados americanos e machinas para
    ra da Senzalla Nova n. 42.
    Feijao feijao feijo.
    Rna la Madre de Deus ns. e 9.
    Vende-se urna taberna em Olioda, na ra de Vende-se saceos grandes com feijao das seguintes
    Sopa.
    Verdadeira sopa julienne : na ra Nova n. 8.
    Vende-se farinha de millio em barr
    cas, limito nova de encllente qualidade e
    preco commodo : no armazem d : Matheus
    Austin d- C, ra da Senzalla Vellia n. I (Mi.
    vendem por commodos precos
    Loja das varas
    5 IKua do Crespo &
    Neste estabelecimento vende-se por pre-
    cos razoaveis os seguintes artigos alm
    dos mais :
    Pentes de tartaruga fino posto-Clo-
    tilde e lojperatriz Eugenia a 125.
    Cortes de cambraia branco bordado
    a 155.
    Manteletes de fil preto a 155.
    Litas de cores, covado 240 e 400 rs.
    dem infestadas a 300 rs.
    Vestidos para casamento sendo de
    blond e moreanlii|iie.
    Vestidos e capas pretas de bom gosto
    proprios para o presente tenipo de qua-
    resma. Alm d'sto lem um completo
    soriimento de fazendas finas e grossas,
    as quaes se vendem mais em conla do
    que em oulra qualquer parte, s avista
    dos compradores se juslilicaia.
    V
    nv
    Acha-se fgido o escravo de nonic Faustino, de
    idade 40 asnos, pouco mais ou menos, coi
    altura regular, grosso do corpo. bem i-
    i barbado e j con alguns cabellos brancos na bar-
    | ba, bracos e persas grossas e bastaste cabella
    ' tendo as peraas arqueadas, porm nao nsito,
    turna andar -en pre pelo Barro, Giqui, '
    etc.. em sambas, e as vezes costuma emfcnagar-e
    bastante por gostar de beber : portanto, roga--
    autoridades poUciaes e aos capitaes de campo o es-
    pecial favor le ) apprehender e conduzi-lo casa
    j de seu senher, o major Antonio da Silva Gusmo,
    1 na ra Itnpe-ial. que gratificar generosamente.
    Branco em niara,
    Vende-se em latas de 28 libras o melhor que po-
    de haver a 200 rs. a libra, a dinheiro : na ra
    larga do Rosario n. 34.
    PAK.lt I* SIMIO-
    a RAS li: ROM GOSTO! '
    Moircnliqne, capas c soulemharqae.
    Joaquim Rod-iigues Tavares de Mello acaba de
    receber de Paris e de sua propria encommenda um
    completo soriimento de moirenlique, capas e sou-
    tembarque para senhoras, fazenda a melhor que
    lem vindo a este mercado, os quaes vende por mui-
    to menos preco que em ouira qualquer parte : na
    ra do Queimado n. 39, loja de 4 portas.
    FARINHA
    Vende-se urna preta de naco, de meia ida- S. ."tent, encruzilhada dobecco de S. Pedroe Por- qualidades: branco, amarello, rajado e mulatinho, Vendem-se saceos com farinha igual a de Mun-
    de pr ipria para o servico domestico de casa de to Seguro, com poueos fundos; a tratar na raes- mais barato que em ontra qualquer parte, assim beca, por preco mais commodo do que em outra
    qualquei familia, e boa quiUndeira ; a tratar na ma, ou na ra estreita do Rosario n. 1, taberna como sardinhas em barrls de 1,200 por 55000, tudo qualquer parte : no Forte do Matto, armazem E
    roa do Hangel n. 7, taberna. de >r. Pocis. : proprio para tempo de quaresma. Joaquim Francisco de Alem.
    Vende-se a propriedade denominada Maltez, sita
    na freguezia de Tracuubem da comarca de Naza-
    reth, com una legoa de frente e meia de fundo, e
    uroporedes para nella se levantar um bom enge-
    nho de fazer assucar, sendo que actualmente ren-
    de ella mais de 1:0005 que pagam os moradores
    que tem : quem a pretender entenda-se nesla pra-
    ca com o Sr. Antonio Jos Leal Res, na ra da
    Cadeia do Recife n. 47.
    Caninhnsinglezes para criancas.
    Vendem-se em casa de Mello Lobo A C, na ra
    da Cruz do Recife n. 63._____________________
    Ra da Senzalla Nova n. 42.
    Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
    ferro coado libra a 110 rs., idemdeLov
    Moor kbra a 120 rs.
    _s
    Fugiram do ingenho Caniaro. freguezia de Sas-
    to Amaro de Jalioaio,nodia 22 docorrente, er-
    aos escravos um de nome Joo,coin os signa.
    guiles : abura regular, falla de denles d.
    superior, cheio do corpo, um poseo gambado, de-
    dos das naos delicados, ps seceos ecompt
    pouca barba e rendido de urna virilba, saino com
    um clavinolee um rolinhode fumo, levou chapeo
    de palha grossa de beira grande, calcas de qsadri-
    nhos pretos i brancos. U seguudo um cabra de
    idade de 05 70 annos, ps grossos e grasdi s, as
    juntas dos ps grossas. urna mais que outra, -ul-
    freu una [crida no braco direilo, que nao
    fechar bem a nao, cabellos annellados, tem unta
    rotura de um lado, bailante alto e todo feio, lan-
    o de rosto como de corpo, saino lamben armado
    de claviuole. ings de algodo trancado e estraga-
    dos : quem js apprehender, pode leva-Ios ae en
    genitor Miguel Antonio Vieira de Mello, no referido
    engenho, que so gratificar com generosidade.
    Escravo fgido.
    Fugio da caa do abaixo assignado, na ra da
    Cruz n. 33, no lia 25 de fevereiro, o escravo Jac, b,
    de nacao Mina, maior de 40 annos, rujo escravo
    foi do engenho rbaquinha, pertencenle ao Sr. Ig-
    nacio de Bairo; Wanderley, termo de SeriLliaiin.
    O dito escravo suffre muito de frialdade o pn -u-
    me-se que est acoutado em casa da amasia, i ons-
    ta ter sido visto no bairro de Santo Antonio, prxi-
    mo ua casa do Sr. Jos Pedro do Reg, na ra das
    Cruzes; alto, encorpado, e quando anda an asta
    um pouco a peina, lovou vestido calca de azulao,
    camisa branca o barrete vermelho na eabeca, eos-
    tumagfazer cha|>os, e muito ladino : protcsia-se
    contra quem o icoutar, e roga-se aos sesbon i a-
    pitaes de campo a captura do dito escravo, e quem
    o trouxer cas:i cima indicada, sera recompen-
    sado. Domingos Rodrigues de Andradc.
    Fugio no dia 21. s 8 horas da noite, a cabra
    fula, de nome Clara, com os signaes segninl
    baixa e cheia do corpo, ps e mos grossos. com
    falta de dous dmtes na frente da parle de cima.
    anda muito apressada, foi com vestido de chita no-
    vo e chale, 3 ania de balao, quando fogoso va i pa-
    ra o Recife : quem a pegar, leve-a ra larga do
    Rosario, ou no Apipucos, ao seu senhor. abaixo
    assignado.
    Joao Machado Brando.



    8
    Diarlo de Pernambneo <|narf a felra t de Mfatvo de 1 I.
    LITTERATRA.
    ' sava urna corda, que llie servia de talabarte. Cha-
    ' mava-se este personagem o Sr. Matheus Simio, e
    era vulgarmente conlieeido pelo pomposo titulo do
    capitao Passos, pelo ser da companhia das orde-
    nanzas da vizinha freguezia daquelle nome.
    I'.' preciso dizer aiguma cousa acerca de Ma-
    | titeas Simao. O papel que elle reprsenla Beata
    , Uxoria, obriga-me a fazer parar aqoi o leitor nm
    I momento. E' inflrspensavel, como se ronhercr
    ' mais logo.
    Era este lenuof nm roqueo propriclario de
    cima Passos. A' mingoa de bomens, ou mais propra-
    \ ment', miogoa de dioheiro, Matheos Simao, ape-
    iiai de propriel.iiid, capitio, 8 sobretudo apezar
    I da decidida vocacao para a occiosidatk c para a
    O SKGIIEDO 00 ABIJA DE.
    POR
    Analta fiama.
    u
    O lujan!,-.
    (Continua c a o. i
    opa Aquelle ogo, sabido un
    Le. d'oado,*tinha Irte imitado por trra para
    . :, men A ni ismo tempe os pe-
    . se tiuliam arremessado para dentro do
    tojo' iva Alpoim, rocebidos pela frente
    por um rogo mortfero o inlerrompido, e acostados parlanatiee, nao declin iva da rbica do arado o
    pe retagu rd i p tUQ tiroteio franco, vomita lo mesrno de ir rojar ao monte o sea pedaeo de ma-
    do I. ido opposto, esbanaram contra aquello pt.ra-, tu. Fazia-o. porm, sempre ornares de capitao,
    de tojeiras emmaranhadas, tentaraiaajaoaeirar e einperligando-oe ubre os alterosos tamancos,
    para dentro d'ellas, mas, recnliecendo a impessi- quando era sorprehendido no exercicio destas vil-
    Wlidade de o conseguir, aparoraram-se, dcsconcer- lea, incompativeis con a sua altissima basada
    tar&m-sc, o retiraran! qoaai cm fuga para junto dos Desses momentos negregados Matheus Simao tinha
    Jes, que tinban tirado a guarda avanzad;, de U arte de sahr-se", armando ensejo de dar expan-
    dentro da malta da dircita. Urna terca parlo do Vio 4 natural tendencia para a mandrihice ejac-
    dteUeameoto jazia por ierra Os que delle rtsta- tanda. Quando alguem paasava, e Ihe acordava
    rom diviliruni-so um momento ora atiradores, o aconsciencia da sua granieza com o costumado
    pi i laderam responder ao ebuveiro de balas, que guarde-o Drus, sor capitaoMatheus erguia o cor-
    do i )Ja a parle converga sobre elles, fazendo fogo po da humilde seim-curv do rozador, encostava
    sobre as duas mattas. Mas as fileiras rareavam- 'o socavo ao cabo do gadanho. camba va sobre elle
    cada vez mais. Crraram entao cm columna, cm posicao aneciada, lirava da algibeira dos cal-
    e tentaram avancar pela estrada tora. Mas o gra- cues de estopa a taba pie ira de cliifre, balia-a gra-
    nito do balas, que sobre elles cahia incess.nte, veniente, fungava a pitada de simonle, c logo, en-
    dcsconcertoo-os totalmente; e os soldados de Na- redando conversa sobre a importancia do seu alto
    polcao I. que faziam lugir diante de si exerdtos emprego. chamava aquelle seu duro trabalho pas-
    rridos, abalarais m perdoram a firmeza, e salempo de quem nao sabia que fazer, e, alado as-
    pariiram omina em fu;a desordenada, em direccao sim pela rethorica da basoQa, persuadia-se qoe os
    nhos, e, o que mais Ihe aferventava o sangue, nao i Vasco de Ornellas sacud u-se daquella presa
    (lavam em metal o resultado que esperava. Agora Com um repello violento, ca ,-algou de um salto, e
    as Irazem t-lies I Se estes ladroes i andam a ar- ,, i .. ,,
    der oeste mando Vamos a acabar com isto, que! me lcuPe|obosquefra,a quanto o cavallo poda cor-
    tarde. Ab! perro I acudiu aqui, dando furtoso j rerjpor entre as arvores, mas i m direccao opposta a
    eoiicen'uindesgranado, que na agona daquella aquella, d'onde sahiam osgiitos e a chamma das
    afflkclti fez um impelo para se por de pe. Nao te-
    nhas pressa, eaaomfhungado! Deixa queja te ha-
    viamos de correio ao diabo a levar-lhe noticias do
    leu anti-ehristo. Vamos a isto. rapazet.
    O' sor capitao, disse entao um dos faccinoro-
    sos. que andava malsacceso na revista das algibei-
    ras dos pobres Franrezes, que se ha de fazer aos
    morios l
    Dciiem-nos ah para a estrada. Quanto aos
    outros, peguera ahi desses qu.....lio perneando, e
    guindein-iios ims ramo- mais altos das arvores; e
    est'outros amarrem-nos acs pinheiros, e ponham-
    Ihes fogO. Viva o principe regente, nosso senhor !
    Viva a santa religio! Ah jacobino I ahladrao!
    fogueiras daquelle ferocissimo auto de fe.
    Tres quartos de hora depois parou. D'-ali d'onde
    parou, ainda se va o eu tib ament avermelliado
    pelo clarao d'aquelle incendie, e ainda se senta o
    a*
    Muit> bem. Digo-lhe. |wis Matme!, e pre-
    n-> safar-nos e voltar a Portngal; ebtendes?
    O rapaz nao lerdo. D'ahijpor dous dias, eslava-
    mos a caininho, e bem desfarcados. O resto flea
    para mais devagar. Mas tu... que fazos tu ?
    Olha responden Vasco de Ornellas, apon-
    lando para a farda.
    Estas cores sao as do regiment 16, que no
    mea lempo era commandado pelo coronel Ma-
    chado...
    pumorejar bmginqoe da vocera daquelles selva- ,. 7 l|l,al ''el)0i? commandou ralentemeote na
    ,.,. \-..u,. ,i,.,, .. Rollssa e no \mieiro. seg-uiu dizendo >asco de
    gins. Vasco domorOQ-se apen is un momento, (.o- Ornellas e me abada boje o couimanda. Valen-
    nhecedor como era do terrem vio logo quo bavia le offielal, segando oconHssoa o proprll Welles-
    penetrado pelaextreinidadeoicidcnial da freguezia '' (' "' Im-'|,''-- que a |ui pranos, sao muitoboas
    deNesPereira,istoe, que ha,a atravossado na- ^^^ S^S^V^n.
    Gan- t.i li -
    quella fogida dementada toda a freguezia de
    rarella, e que esta va a pouco tenos de urna legua
    acudiu, assenlando bestial patada as costas de um jc caminho do seu solar da Torre de Guardzella.
    deameado qoe tinha as pernas piebradas. e que onde ^ Asjj oritntad voltU 0
    jazia de bi ucos contorcendo se com dores, aceres- r ,. .. 1 *""'
    (ruladas pela brutalidad* crudelissima de o lerem cavall direccao a noroest>, e encaminbou para
    arrastado para ali pelas pernas. 8. Pedro de Iliba de Ave, proi urando d'esta forma.
    E tu soffres isto, Fernao de Alpoim? I balbu- emboraalongasse o caminho, lesviar-se o mais que
    iBSUttJSSSttgZrolhos podi J lT;,,de d0T'"a Malhe,, exerrend0 a
    Que fazes, Vasco? exclarnmi em voz sumida sua l,um cal,lJa '"'^ao de ca rasco dos Francezes.
    Alpoim, afferrando com for^a o braco do amigo. Alguns ceios de passos an lados, Vasco de Or-
    Vou fazer sallar os milos jtielle maroto 1 nellas entrou n'um largo caminho, bordado aos la
    balbuciou \ asco de Ornellas, de tedo dementado. ,w m, ,.,.. h..... < __
    Vasco, que te perdes... que nos perdes a to- ?0b pr esP'?0s P'nhe.raes. A la allunuava mo-
    dos disse Femao de Alpoim, alTerrando-o cada lancolicamente aquella scena, j de si azada para
    vez com mais for^a. ideas tristes e imaginares sombros, em razio do
    a Santo Thyrso.
    Fogiam diante de urna paizanada bugal
    afmada, mas que defenda a sua casa, que comba-
    ta com rancor pela independencia da sua najao,
    ti que so oomia de raiva ao sentir diauto de si os
    Jteobtaos, os herejes do corso, do Bonaparte. ante
    outros o acredilavam, e ficava muito convencido
    e mal doquedizia. e. portantn, muito contente de si. lira
    rancoroso, mu, despota, e dotado de ignorancia,
    supina e de supina estupidez. E, comtudo, o des-
    granado eslava persuadido que era um grande
    doutor, e o que mais tinha conseguido conven"
    Chnslo \inimigo do papa em Romi e do senhor ceros aldeos deque o era
    pnneipe regente. Esta c.rcumstaneia, a natural
    F fugiram com a retaguarda espingardeada por
    aquclles mintilos semi-selvagens, que provavatn
    com aquclles feitos, que disciplinados, podiam ser
    j entao o que foram alguns tempos depoisos im-
    pvidos assaltantcs de Badajoz e de Ciudad-Rodri-
    go, e os soldados deslirnidos e inabalaveis de Tala
    vera e dos Araples, de Victorias e de Tolosa.
    Fugiram, pois, e fugiram som parar. ,. D'ahi por
    meia hora ouvia-se, ao longo e quasi que indistinc-
    tamente, o som das cornetas, tocando a reunir. A
    aratrem quem arrastava comsigo aquellos sons
    mal disiinclos. Ao passar por junto de Guardzel-
    la, sacud t as pregas do manto, em que os trazia
    entremetilos, e deixava-os cahir sobre a guerri-
    Iha de Alpoim.
    Os Franrezes tioham chegado ponte dos Crn-
    eos, e preparavam-sc para a atravessar. Ao faze-
    lo. alguns tiros, imprudentemente disparados pelos
    moleirus das azenhas visinhas, provocaram os de-
    sejos de vingane.i, j miis que superexcitados, nos
    fgidos de uardizella. Para a satlsfazer puzcris,
    fogo aos moinhos e s casas que ahi haviam, as-
    laadnando as poucas pessdas que n'ellas tin'iam
    ficado. Era esle, como j dissemos, o meio poique
    geraimenle dc?|)eitoravim o despeito d'aquellas pe-
    quenas derrotas; despeitoramento a que o odio do
    povo concitado corresjiondia da maneira que c lei-
    tor rae ver.
    III
    Semas imprevistas.
    Como de suppr, Vasco de Ornellas, o djsso
    viajante, nao assistiu contenda de bracos craza-
    dos. O pa|K(l de simples espectador nao condizia
    com o fogo do carcter que Dous Ihe dora, neni se
    compadeca com o vivo rancor, que anima sempre
    os borneas briosos contra os cstrangeirw, que pre-
    kmdem sunoear a independencia da nafo, a que
    elles pertencem. Durante a refrega animara os
    comba!' ales j com a palavra, j com o exemplo..
    Fura elle o primeiro que apparecra no tp>> do
    mais diauteiro d'aquel.es enormes c redondos pe-
    ni- j :s, que se erguam a granel por entre o tcjal;
    (i d'alii, impvido e som attentar ao chuveire de
    balas, que os Franceze:. lan^avam sobre elle, conci-
    tara os companheiros, danoWlies uaquelle posto,
    tanto a descoberto, admiravel exemplo de como o
    bro e a verdadeira coragem desprezam natural-
    mente o perigo. Alguns outros que o enthusiasmo
    arrastava a imila-lo, nio foram egualmente felina.
    D'eaies alguns cahiram feridos mortalmcnte, sem
    que laes desgranas fossem capazes de o fazerem
    arredar a elle da perigosa posicio que ocenpra.
    Aquello homem ah valia um exercito para a ani
    macao d'aquelles aldcoes, raneorosos mas bucaes,
    coi ajosos mas j de sobejo escarmentados do que
    valiam as tropas commandadas por Soult. Qaan"
    do os Franrezes debandaram cm fgida, o morgado
    da Torre de Guardzella saltou para a estradi, e,
    Lia lando aos que Ihe licavam mais prximos, lan-
    cou-se com elle apz dos fugitivos, e seguiu-os por
    nm grande espaco, fuzilando-lhes a retaguarda e
    augmentando a confusao d'aquella fgida, que de-
    balde prctendeu depois as honras de retirada.
    Quando Ihe parecen conveniente, fez parar a
    quelle alcance, e voltou com os companheiros para
    onde se pelejra a briga. A scena tinha mudado
    iuteiramente, e Vasco de Ornellas pode entao apre-
    ciar a vontade as forcas, testa das quacs eneon
    tiara Fernao de Alpoim. Eram pouco mais de du-
    zentos bomens. Destes uns linham farda de solda-
    dos de linha, outros as de milicianos, alguns a> de
    soldados da Legio, o a maior parte eram paizaaos
    armados de espingardas, urnas cai;adeiras, nutras
    de muniejo. Havia ahi nao poucas davinas e ba-
    camartes, numero mais que sufllciente de fouces
    rocadeiras, de chucos o de piques. Toda aquella
    gente, exceptuando os soldados da Legio, mas in-
    cluindo os de linha, eram naturacs d'aqi.elles arre-
    dores, proprietarios, cazeiros, criados de lavoura e
    dependentes das casas nobres c das dos lavradores
    abastados daquellas localidades.
    Quando Vasco de Ornellas chegou junto delles
    aquella chusma de populacho oceupava em mago-
    te a estrada, vanglorioia e atroando os ares com
    audacia de que
    era dotado, a innata propensao para a crucldade,
    o chamar sempre herejes aos Francczes, jacobi-
    nos aos grandes proprietarios, Jin ao Junot, Ma-
    neta ao I.oison, ante-Chrisio a Bonaparte, e o ter
    assistido e capitaneado uns poucos de assaltos e de
    incendios contra as casas ricas, que o povo sus-
    peitava de jacobinismo, ludo isto reunido tinha-lhe
    dado decidida influencia sobre os povos daquelles
    contornos, influencia quo o fazia temido e respai-
    lado naquella calamitosissima poca. Aim de to-
    das estas bellas qualidades, Matheus Simio tinha
    outras nao menos nolaveis. Tinha fojea como um
    muro ; era covarde, mas covarde de homem para
    homem, que em magote nao havia ahi mais Fer-
    rahraz ou Galafre ; era intriguista, vingativo, ma-
    treiro, hypocrita, e capaz de se arrastar como um
    reptil, para poder aproximar-so de todos aquclles
    que quizesse contaminar com a baba venenosa da
    sua terrivel malvadez.
    Tal era o homem que se achva de p e com
    ares imponentes e dominadores, ao lado de Fer-
    nao de Alpoim, bello moco, de fronte desembara-
    zada e fidalga, e de rosto aberto e brilhante de co-
    ragem e de todas as grandes qualidades de urna al-
    ma nobilissima.
    Quem na scena, que vamos descrever ao leitor,
    reparasse para a expressao dos semblantes daquel-
    les dous homens, aiem da natural dilTerenca com
    que a encaravam, resultante da differenca dos ca-
    racteres, notaria tambem a mais perfeita manifes-
    taban do estado lanicntavcl, em que se acliava a
    provincia naquelles tempos.
    O rosto de Fernao de Alpoim relratava a im-
    passibilidade forcada. o assentimento dado de pro-
    posito para nao ser reputado obrigatorio, o con-
    temporisar com as neressidades incontrastaveis da
    occasio : a cara grosseira de Matheus Simao re-
    cumava a vaidade dos grandes alarves toda india-
    da de si meemo, a satisfacSo do tillao a quem mrt-
    teram a vara na mo. a soberba insolente do ca-
    nalha que conhece que a influencia, que exerco
    sobre a plebe ignorante, o eleva um momento ci-
    ma daquelles, que em tempos normaes nem mes-
    mo o seminara formigar pordcbaixo das solas das
    to 10.
    Mas, entao. qoe fazes por aqui ? Segundo me
    consta, os Inglezos ja desembarcaram, e a pancada-
    ra nao deve tardar.
    Isso sao contos largos. Fica tambem para
    mais tarde. Agora tratemos de nos r d'aqui em-
    bora. A noute ja vae achantada. O meu cavallo
    pode bem com dous. Anda, cavalga, que cu vou
    de rampa. Vem boje Mear comgo a Guardi-
    zella.
    Pumo, nio, Sr.- morgado da Torre. Se es-
    tou aqui, muito de proposito.
    Por despropsito tal vez queiras dizer. Se es
    sempre o mesmo I
    Ora faze-te agora moquenco comigo, anda,
    fazc favor. Aposto que se le raette na cabera que
    um horneo vem I do cabo de pantana.caminhando
    uns poucos de ceios de leguas pala, s para ter
    o divertimento de representar de alma do oulro
    mundo junio das alminhas ida Volta em Gandarol-
    la. Muito obrigado.
    Saiamos d'aqui, disse Fernio, tomando-o por gava-se tortuoso e limitado pelas paredes baixas e Mas tll|ao- para que ests aqui ?..
    un,brW\ ,., de pedras solas, que resguar lavam os pinheiraes- P ~ ^ara que es,lou ? 0!"a so,a um seu criado-
    A-dei, \. S. retira, Inlaurgo? disse umlorpa, .,.,,, ':.,.," ,- 7^. Pensas que sou algum pedaeo de asno, que entre
    que os viu ir saindo para fra daclareira. ,A %ullar da raa,s Pronunciaca d aquellas lortuosi. em campanha sem mandar adianto batedores para
    Vou ver onde me para o cavallo, meu rapaz, dades, havia urna do cento de variantes do que os Teconhecer o terreno 1
    disse Alpoim com agrado. ] minhotos chamam alminhas, ( que o viajante en- "" 5fa8~ devoras que te nao comprchendo.
    E nao d ordens nenhumas respeito aos jaco-,,._,.,, .,j. ..,,,,,..,. fc esta I Emlim vou pdr-te ludo em pratos
    binos... P lda; aS ei,raJas e em l0" lim0S- uando cheguei raia, soube O Sr. Matheus que as d. Agora elle que dos os caminhos do Minho. \qui era um paralle- diabo c em Portugal : que o Soult e os seus sol-
    manda. | logrammo de gratuito, toscan ente lanado, no qual Ja,ls queimavam aldeias e saqueavam cidades c
    A-dei, infinamente, V. S. temrazio. E'como havia um nicho aberto a pica) e dentro delle um villas' e 1ue a Paiza"ada eslava insubordinada e
    diz. Nao bom que se metta r nislo. B des- innrm. r.,.tml. ,. ____..... matva g.-nle e queimava casas e solares. Vindo
    cansado, fidaurgo, que nos c daremos conta do re- informe re,abu, do Purgatorio, cora a sua caixa por essas nossas ierras abaixo, vi provas incontes-
    cado. | de esmolas ao so-p. A pouros passos das almi- lavis do que me disseram. Porlanto, entend que
    Alpoim nao respondeu. Internou-se com Ornel- nhas, via-se, espetada na p;rede, una grosseira nao devia entrar na minha honra sem saberse
    las na malta do outro lado do caminho, e dirigia-se cm de paU) sjgna| in(iicaliv( de tercn, a|j assass.!amtla '* POdh contar com o respeilo que^ ndla go-
    nado um hornera. O lugar ira devoras geitoso pareL^Pesua honrad
    para taes feitos. Manuel d'Andr, e disse-lhe : Manuel,,vae verse
    Ao voltar a esquina, ondt eslanecavam as ai-
    para a clareira, onde tinham deixado os cavallos.
    Fernio, como podes viver com esies assassi-
    nos I bradou rijo Vasco de Ornellas, perfeitamenta
    dementado.
    - Se o nao fizera, replicou Alpoim, da casa de minhas, Vasco de Ornellas, :oetender os olhos
    nosso lio D. Goncalo, da tua, da minba e da de ^lo cam">ho fora, deu com dles de repente n'um
    Duarte Pinhciro j nao existriam senio as ruinas.; ?ult0' seDtado n'um 8e P"^. Q"o ja'.ia qua-
    Volta a ti, Vasco de Ornellas; repara que ests no
    meio da anarcha, que o povo est desenfreado, e
    que a vontade de Matheus Simio a lei que gover-
    na actualmente estes sitios.
    Vasco bateu rijamente com o p no chao. Os
    si que debaixo da cruz, encostado parede, sobre
    que ella se ergua.
    Era una figura informe, mmovel, um pouco
    o solar est de p ou se o levou o diabo com al-
    gum fogo. Se ainda houver solar, espera pelo
    romper d'alva, bale ao portio do paco, e diz ao
    meu velho mordomo Porphirio Caetaoo qoe o filho
    de seu amo est aqui e espera d'elle.iEsts a ar-
    regalar os olhos. Vasco de Ornellas ? acrescen-
    tou aqui Pois olha que isto nada tem de extra-
    ordinario. Verificada a existencia do solar e a de
    Porphirio (jetano ambos respeilaveis antiguida-
    i des quero saber ao certo noticias da minha ve
    curvada para a frente, e que a nao ser a cor de |a ,ia Ange|jca( da min|la sa|gadcira 0 da mi
    estamenha, que tinha a especio de sacco, que a
    olhos do corajoso militar pareciam chispar scente-! envolva da caneca at aos p, se tornara por urna
    I has d<> fugo.
    E estorvaste-me de linar a provincia de um
    tal maroto I exdamou em voz terrivel.
    Vasco, Vasco, ests louco. Torna a ti, asse-
    nhoreia-te, senio ests perdido. T nao sabes e
    pedra sobre a outra podra, a cujo talhe capricho-
    so a luz da la dava ares de vulto humano.
    Vasco de Ornellas nao era crendeiro, nem sof-
    fria de abusoes ; todava a her, a solido, a tris-
    teza fnebre do quadro, e soiretudo o lugar tris-
    que vale hoje aquelle homem. Se o matasses, es- teniente assignalado, onde aquelle vulto eslava
    ses viloes faziam-te em pedacos, porque nao acre
    ditavam que punisses nelle um grande malvado
    mas sm que protegias>s Francczes. Ai de quem
    se propale que jocobino I Aviso-te que nao digas
    urna s palavra, que descontente aquelle vllio.
    Mal sabes quanto me tem custado a conte-lo, de-
    pois que a prima Leonor o raandou sahir do paco
    de Cerzcdello, tratando-o com aaltivez que Ihe na-
    tural, accrescentada com a repellencia que Ihe cau-
    sa a ndole carniccira deste miseravel.
    E elle ousou apparecer em Cerzedello I... E
    o tio D. Goncalo nio o mandou expulsar a pona-
    ps pelos lacaios I
    Vasco... Vasco... ests louco, torno a di-
    zer, ests louco. Parace que ignoras o estado em
    que est a provincia. O povo desenfreou e est em
    completa anarcha. Mal sabes o que tem custado
    ao tio l). Gonzalo a desculpar-se cora esle villodo
    precedimenlo imprudente de Leonor. Um dia Ma-
    theus foi la para tallar ao tio, e Leonor, que o viu
    entrar, parque eslava na galera que d sobre o
    terrelro, irritada pela sobrancera com que elle
    pergunlava por D. Goncalo de Bao, bradou rijo
    aos criados que expulsasscra aquelle villo a chi-
    cote, e nio tornassem a consentir um tal malvado
    sentado, Ozeram-no arrepiar, ao topa-lo tio inespe-
    radamente. Qualqucr aldeit, e mesmo muita gen-
    te que o o fosse, teria aquella apparicao na con-
    ta de formal desmentido aos que nocrem em al-
    mas do oulro mundo; c se ali o nio fulminasseo
    pavor, iria fugindo e gritando que tinha visto a al-
    ma do assassinado.
    As irapressoes das crenchas da infancia edos con-
    tos, com que o tinham emba ido no seu berco de
    verdadeiro minhoto, despena -am, c apoderaram-se
    momentneamente do impvido e desabusado Vas-
    co de Ornellas ; mas assenlu reando-se de repente,
    cmpuxou o cavallo para a frenle, e dirgiu-se com
    urna pistolla empunhadapari aquelle vulto immo-
    vel, de cuja lealdade de intei coes comecava a des-
    confiar.
    Quasi a par com elle parot, e bradou-lhe :
    Quem e que faz ahi t
    O vulto ergue-se de sbito. Era de facto um ho-
    mem, mas um homem cobeno por urna especie de
    garnacho, cujo capuz subir para sobre a cabeca.
    nha adega, do meu cavallo baio e do meu galgo
    turco, da minha espingarda de caca e da minha
    maiilha .. A proposito iufonna-me tu aiguma cou-
    sa, a respailo da miiiha velha, e do tio B. Goncalo
    e do nosso Fernio, e da prima Leonor...
    Ao ouvir.estas,'palavras,a;expressao franca e .iber-
    ia do rosto de Vasco de Ornellas transmudou-se
    um pouco, assombrando-se aode leve com urnas li-
    geiras tintas carregadas, que revelavam que o ca-
    rcter d'aquelle hornera linha profundidades tene-
    brosamente mysteriosas, a que s Deus era capaz
    de descer. ssini cnriou de repente-pelas interro-
    gacoes de Buarte, e respondeu como quem deseja-
    va fugir ao assumpto :
    Da familia de Cerzedello nada se, de tua tia
    menos, de Fernio de Alpoim posso informar-te que
    o encontrei, ha pouco, frente de urna guerrilha
    que acaba de baler os Francezcs...
    Par la mor de Dieu I..
    E que a estas horas se est entretendo a en-
    forcar e a queimar os prisioneiros, que ficaram no
    campo.
    Pelo inferno I E Fernao tolera-lh'o ?
    Pelo que vi, Fernio s commandante hono-
    rario.
    Quem manda verdaderamente a guerrilha,
    e governa temidamenle estas localidades, um
    certo vllio, poderosissimo em razio da influencia
    que exerce sobre o novo, e por isso tio temido e
    poderoso queja se alreveu a ameacar o Sr. de Cer-
    zedello, chegando a pontos do tio D*. Goncalo ter de
    pedir misericordia...
    Que dizes, Vasco? Tu zombas I
    Nao zombo, digo a verdade.
    Mas, pelo inferno I quem esse hornera ?
    E' um tal Matheus Simio...
    Matheus Simio... Ah bem se. E'um
    Aoennter-se-deixouveremp^nhadoumcoraprmo SUgSTA'SJS.*?%< ^
    bolas. Ao parecer, aquclles dous homens eram I dentro dos muros da quinta Sabes o que acnte-
    os (befes daquella chusma de paizanos, que acaba- ceu ? Matheus correu a freguezia, concitando o po-
    vam de sorprehender os Francczes. E assim era ; pulacho contra a familia do paco de Cerzedllo, di
    mas com notabilissimas diflerencas. Alpoim era ] zendo que eram jacobinos, e narrando a seu sabor
    o chefe para o combate, Matheus o chefe para a'. o que Ihe acontecer. Tocaram logo os sinos a re
    carnificina; durante o fogo Matheus sumia-se jbate, juntou-sc grande multidio, e quizeram deilar
    diante de Alpoim, depois delle Alpoim arredava- o fogo ao solar. Foi preciso que o tio D. Goncalo
    se de Matheus ; durante o perigo Matheus nao j mandasse chamar o Matheus, e Ihe dsse muitas
    abra a bocea diante de Alpoim, porque o povo' satisaces, entretanto que eu, aproveitando a pas-
    reconhecia que o fidalgo sabia e*alia aqui mais sagem de um destacamento de Soult, que vnha de
    que o villio ; depois da victoria Alpoim nao con-
    tra-mandava as ordens de Matheus, porque as
    barbaridades, que este ordenava, estavam no es-
    pirito publico, ea plebe dilacera-lo-hia, se ousasse
    cuutradize-las.
    A siena a que c leitor vae assislir a victoria,
    depois da batalha. Matheus Simao reinava, por-
    tanto ; o via-se que remava pelo silencio e olhar
    distrahido de Fernio do Alpoim, e pelos esgares
    feruzes, bochechas envinagradas, e ordens em voz
    imperiosa que dava o capilao de Passos.
    Fernao de Alpoim cstava, pois, sentado naquella
    pedra, com a cabeca encostada inao. o cotovello
    no joelho, o os olhos distradamente litados na
    trra. Do p, ao lado delle, eslava Matheus Simio.
    De roda a turba-mulla, gritando, indo e viudo, im-
    pellindo-se e repuchando-se. medida que uns
    iam, e outros vinham.
    E sabe o leitor porque elles se impelliam ? por-
    que de quando em quando esforcavam os gritos c
    os Divos enfurecidos ?
    Faziam-no medida que os Francezes, que ti-
    nham ficado no campo, eram arrastados para a cla-
    reira, que a turba-mulla dexava vazia em frente
    de Matheus Simio. Aquclles furiosos ir.mam para
    ali os prisioneiros de raslos, ejirando-os pelas per-
    nas. o resaltar dos cadveres as escabrosidades
    do terreno e o gemidos e o etorcer dos feridos,
    eram solemnisados por brados de ferocidade sel-
    vagem. Alguns desies, depois de lancados ah, no
    meio daquella praea, lentavam sentar-se ou pr-se
    de p. Faziam-no aquellos, rujos ferimenlos eram
    de pouca importancia para a vida, mas de toda para
    a facilidade dos niovimentos. L'm tinha urna perna
    partida, oulro o hombro despedazado, este ticra
    atordoadopor una bala que Ihe rochara de raspao
    pelo crneo, aquell'oulro tinha ou a cocha ou a
    lharga passada de banda banda.
    No desesiiero
    brados e gritos de ufana e de contenlamcnto. Ao' daquella grande agona tentavam erguer-se, affer-
    ve-los e ouvi-los, dir-se-hia que ali fra Walerloo, I rando-se vida por um esforz machinal e supre-
    o que os vencidos eram, nao um pequeo destaca-1 !"0' Mas P?lulara .arrojava-se sobre elles, co-
    mento fuzilado de emboscada, mas exercito nume-
    roso derrotado em batalha campal; e os vencedo-
    res os massicos quadrados da infamara mgleza, de
    encontr aos quacs se esmagaram os quinze mil
    cavallos, a cuja frente se arrerressara Ney por so-
    bre a planura do Mont-St.-Jean. Era Indizivel
    aquelle enthusiasmo, mas ainda mais indizivel a
    feicio de procediraento, de que aquelles bn.dos
    eram para assim dizer medonha epopeia.
    Imagino o leitor Fernao de Alpoim, seniado
    n'uma pedra, no meio de urna clareira, que a iria
    sobre a estrada, e que cntrava em semicrculo pa-
    ra dentro do souto de carvalhos. que era rodeado
    pelo matagal, que fronteirava a estrada do lado
    opposto aquello onde ha pouco o encontramos. De
    p, ao lado delle, e com ares de tyfanno inchado
    da vangloria e da consciencia do quanto poda, es-
    tava um homem do estatura mediana, mas espa-
    dando, quadrado, felpudo, de pelle escabrosa, so-
    brancelhas enormes, e beieos grossos. Vesta ama
    rabona mnhota de abas mais fartas do que actual-
    mente se usam ; tinha na cabeza ura enorme cna-
    pu de bcos, e cinta urna espada recurvada, de
    bainha amarella. por urna dasargolas da qual pas-
    bria-os de bofetees e de ponlaps, e os desgracados,
    para soffrerera menos, tornavam a derroar-sc de
    brucos, pedindo a Deus que Ihes abreviasse aquelle
    martyrio, e que Ibes nao dsse morte muito prolon-
    gada.
    Fernio de Alpoim assista a estas scenas sem se
    mover e sem ousar dar palavra. Matheus Simio
    principiava a dispor a carnificina, quando Vasco de
    Ornellas chegou, e rompeu por entre a turba at
    junto do amigo. Matheus tinha vindo para o meio
    da clareira, quasi para o meio dos pobres Franre-
    zes, monos e feridos, estes infelizmente em nume-
    ro de treze.
    Revistera os liercgcs, principiou elle, voz em
    grita e depois ao cabo com elles. Morram. os ja-
    cobinos morram os .cismticos I Viva o principe
    regente, nosso senilt !
    Guimaries, consegu arredar d'ali aquella turba
    amotinada, e lera-la a esperar os Francezes. Des-
    de entao at hoje, isto ha cinco ou seis dias an-
    damos em continuado sobresalto. Matheus tio
    orgulhoso como tencoeiro. Nao descontina de fal-
    lar mal da familia de Cerzedello, e traz de certo
    tenc.io m contra ella. Aqai tens o motivo porque
    eu nio largo um s momento eslagente...
    Pelo inferno I bradou Vasco.de Ornellas.
    preciso acabar cora aquelle villio...
    O que preciso que acabe toda esla anar-
    cha em que vivemos, acudiu Fernio de Alpoim.
    Diz, t que vens do exercito... a que vens ? Nio
    ha esperanzas de chegarem os Inglezes ? de poder-
    mos expulsar Soult?...
    Os lnglezes j chegaram: replicou Vasco de
    Ornellas, desembarcaram no dia 4 deste mez. Vem
    com ellos o general Wcllesley, o do Vimeiro. Quan-
    do sabi de Lisboa, elle e Beresford preparavam-se
    para marchar sobre o Porto. Eu sahi no dia 5; e
    hora em que montei a cavallo. apromptava-se
    tudo para a expedic;io. Beresford mandou-me ao
    Porto...
    Aqui ouviu-se um brado, ou antes um espantoso
    uivo de ferocidade, e logo gritos dilacerantes, e
    como arrancado pela suprema agona da tor-
    tura.
    Que isto? bradou Vasco, interrompendo-se
    e filando o olhar incendiado na direceio d'onde
    sahiam aquelles gritos.
    N'isto o clarao de immensa fogucra illuminou de
    repenle o arvoredo, quo se erguia sobre a matta
    fronteira, e enormes rolos de fumo conturbaram a
    alhmospnera, e offereceram a luz doce e melancli-
    ca da la.
    A vozera uivava cada vez com mais ferocidade
    e de quando em quando ouviam-se atravz della
    agudos gritos de terrivel angustiada mesma for-
    ma que'atravez de sibilar ruidoso do tufao e do
    rebramir dos vagalhies de um mar procelloso se
    ouvem a espacos os gritos desesperados dos nu-
    fragos, que a tompestade est a tragar por mo-
    mentos.
    Fernio de Alpoim empallideceu : ao clareo aver-
    melhado daquella immensa fogucira o resto do
    nobre mancebo afligurava a pallidez dos cada-
    veres.
    Que isto? que gritos de agona sao estes ?
    bradou, pois, Vasco de Ornellas.
    Nao ouvistes as ultimas ordens de Matheus
    Morram I morram! Viva a santa religio I
    replicou medonhamenle a populaba.
    0' Z da Perpetua, cunlinuou Matheus, diri-
    gndo-se a um homem, que se pozra a revistar por
    um cabo OFrancezes,entretanto que elle os revis- simio t balbudou Alpoim.
    lava por oulro toma contra com o que elles tra- ,, .
    tem as mochilas. Estes ladroes, accrescenmo, _Vasco aPertou com desespero a cabeca entre as
    ergoendo-se e fallando com ar importante, sao ini- maos.
    inigos da nossa sania religio. Cuidado, quepo- E nao possivcl salvar aquclles desgracados ?
    rniaT-rr eSCTC0 algT escaPulanos ou bradou por Um, pondo em Fernao de Alpoim, um
    contas. hora peccado acaba-los, apegados com ,. i~u,u
    essas santidades'. Aora as trazem elles I inte" o'ar quas. que insano de furor.
    rom|Mu logo com furor, ao ver que os despojos ti- Vasco... \asco, que nos perdes! murmu-
    rados aos pobres prisioneiros nio conlinham benti- rou Alpoim, afferrando-o apavorado.
    pu ferrado armado do choupa, e as fraldas do
    garnacho bambalearan! como se debaixo delle pen-
    desse da cintura um bacamarte.
    E esta I E' Vasco de Ornellas !...excla-
    raou o homem do garnacho, airando para as cos-
    tas cora o capuz; e deixamlo a descoberto un
    bello rosto de trinta annos de edade, com dous
    olhos negros como a noute, a negros tambem os
    cabellos curtos que Ihe cobrmm a cabeca, e os da
    espessa e comprida barba, que traza toda cres-
    cida.
    Ao ouvr-se nomear, Vasco de Ornellas desviou
    a pistola, que tinha apontada para o homem, es-
    tendeu-se para elle o mais que podia, e exclamou
    abalado pela familiaridade daquellas palavras :
    Mas quem ? Nao conlieco...
    Pelo olho zanago que a la nos est a era-
    piscar, Vasco de Ornellas, i>ois devoras nao me
    conheces... tu..., Vasco de Ornellas I
    Era tio cmica a entonado, com que estas pa-
    lavras foram exclamadas, que Ornellas soltou jo-
    vial gargalhada, e aproxima ido o cavallo quasi a
    tocar o homem do garnacho, replicou :
    Mas isto intoleravel Elle... ser elle?
    Nao pode ser elle. Mas, por imaduzia de Satana-
    zes phantasma ou realidade diz-me immedata-
    mente quem s.
    Pois devoras I Por vida da rainha dos meus
    pensamentos. Vasco de Ornellas, tio demudado me
    fario estas barbas de phariscu, que nem ao me-
    nos conhecas pela voz leu pri no e grande amigo.
    Duarte Pinhciro Barba de Azcvedo, senhor da hon-
    ra de Nespcreira, e dominado* absoluto dos cora-
    gcs das raparigas destes arr >dorcs ? I
    Pois s tu (...exclamou Ornellas. lanfan-
    do-se do um pulo do cavallo abalan.
    E logo arremessou-se nos bracos do homem do
    garnacho, balbuciando :
    Pois s tu, Duarte, s ti I... deveras que
    s Iaccrescentou,desviando Ihe o capuz de cima
    do rosto, e Atando o cora todos signaos da mais
    sentida amizade.
    Duvidas I respondeu Duarte Homem de
    pouca fe, poe aqui a mao sobie o cncuruto da mi-
    nha cabeca, e ahi acharas o \ erdugio da pedrada,
    erlo d'isto,
    Vasco de Ornellas, eu o ensinarei.
    Sobre isso volveu irnicamente Vasco de
    Ornellas has de primeiro ouvir duas palavras.
    Fernao de Alpoim ha de convencer-te de que deves
    fazer precisamente o contrario.
    Como I A mim I Tinha que ver se eu
    Duarte Pinheiro... Mas allende; acudiu aqui,
    interrompendo o tio da ameaca" nao >e te af-
    figura ouvir roces de gente e tropear de caval-
    gaduras ?
    Sio tal vez alguns viandantes. A aurora est
    a romper...
    O' Vasco, disse Duarte Pinheiro muito na-
    turalmente, e em tom e gestos de rapaz Iravesso -
    arreda-te com o cavallo ahi para distancia, e dei-
    xa-me fazer de alma do oulro mundo.
    Qual historia. Isto asneira. Podem pre-
    gar-te algum tiro de medo...
    Olha... o Porphirio, caspt I.. que ven-
    de cavalleria na mua de tocara ora exclamou
    aqui jovialmente Duarle Pinheiro.
    IV
    Propkirio Cactano.
    Quando Duarte irrompeu n'aquellas palavras,
    assomou na volta da estrada um niocctio de vinte
    e oilo vinte e nove annos de edade, de figura e
    desplante marcial, vestido com um garnacho egual
    ao do morgado do Nespereira, e abordoando-se a
    um alentado pu enchoupado.
    A par com elle camnhava um velho, enca-
    valgado n'uma mua, que pelo abanar das der-
    rubadas ordhas, beco cahido e pello hirsuto e
    rarejadode brancas,m'ostrava ser j avantajada em
    edade.
    O velho era o typo dos amigos mordomos das
    casas fidalgas do Minho, typo admiravel de que
    ainda hoje reslam vestigios, apezar da depravac/io
    dos lempos, e, o que mais da incompativel trans-
    formaeiio do vestuario.
    Os amigos mordomos dos fidalgos do Minho ti-
    nham, pelo menos, trinia annos do bom e effectivo
    servico, e ehaniavam nossa, e tiuham-na na conta
    de tal, casa e familia do amo. Eram respei-
    losos e humildes para com elle, graves o sisudos
    para com os eslranhos, corlezes e ceremoniosos
    para com os nobres, autorisados e sentenciosos para
    com os plebeus, o sobretudo acrrimos propugna-
    dores da lidalgua, das prerogativase das excdlcn-
    cas da familia, superior qual acredilavam que
    s podia ser o rei.
    Prophirio Caelano era plenamente um homem
    d'estes.
    Tinha sessenta e cinco annos de edado. Era
    alto, magro, e acorvado em leve curvatura senil.
    Tinha o rosto branco, e trazia-o nitidamenle bar-
    beado ; os olhos erara pequeos, as sobraucelhas a
    encanecer, o nariz aquilino, e a bocea rasgada, d
    com que m'o escalavraste, por causa das peras- beieos delgados e j arregoada aos calilos. Trazia
    marraellas do pomar do Bol. Gonzalo. Tu fuste
    sempre muito goloso, Vasco de Ornellas. E' esta
    recordacio outra prova que te dou da minha den-
    tidade.
    Sempre o mesmo homem exclamou Or-
    nellas, apellando Duarte de novo entre os brazos-
    Mas como que?...
    Como que estou aqui, em lugar de oslar no
    os cabellos alados e empoados, e sobre elles um
    chapen tricornio. Vesta una casaca de liriche de
    talhe dircito; grvala branca com grande laco e
    grandes ponas; collete comprido, o qual nem
    como os ealeoes eiam de velbutina ; nietas de al-
    godo branco, 0 nos is grandes sapatos com
    enormes livelas de aro. Para encost usava urna
    alia bengala de pau ferro envernisado, com mons-
    exercito portogoez que Junot (mandou de prsenlo j triu-so casiao do casqunha ja muilu safado.
    a Buonaparto ? Eu to digo. Fugi, e fugi, porque Esla figura respeitavel dobrou a volta do cami-
    cahi no conhecimento de que n marquez de Alorna nho, com a cabeca a altanar a compasso da lenta
    um grande maroto. que foi ft ito com os Francezes. andadura da mua, o corno curvado para a frente,
    ii'esta Iratialads. Levon-aos al Hespaaba a litu- i as pernas a tecer descompassadas ao longo da bar-
    io de ir para vullar com Napolen, e servir-lbe de riga do animal, as redeas bambas e mal seguras
    guarda d'honra : e, mal nos pilhou embrenhados na entre as mios, que se apoiavam no arelo di-
    Hespanha, fez-nos cercar por todo exercito francez, anteiro, sobre o qual vinha tambem atravessada
    e disse : Agora marchar para Franca.i O a bengala.
    Alorna ia feito no caso ; lica nisto, Vasco de Or- Ao lado delle camnhava o airoso militar, his-
    nellas. O futuro te desenganir se o nio acredi- loriando a vida de Duarte Pinheiro, para sati?fazer
    tas. Logo quo o conheci di-se contigo : Sr. s anciosas interrogacoes do amoroso velho.
    Duarle Pinheiro, os Barbas de Azevodos nunca fo- Ei-lo acola exclamou por lira o soldado;
    rain sandeus, e o< sonhores da honra de Ncsporei, avistando o morgado le Nespereira.
    ra nunca foram traidores apuna. Portante, ras- O'Manuel, ajuda-me a descavalgar disse
    pe-se. Nio espera segunda intiineio. At Kor- cutio o mordomo.
    deus nao tive. ensejo de da- por dcsappareeido. K sem esperar que o soldado Ihe acudisse ao
    Eram tres milhoes de olhos e n cuna da nos, e ca- pedido, e sem mesmo dar por isso, alirou-se pela
    da urna sceulellia. Mas or Bordeus, allivieu-se mua fra, ceg e arrebatado pelo aaaor e pela fe-
    aquella vigilancia ; portante, digo ao camarada... licidade de tornar a ver o seu querido amo. Feliz-
    o liiln do meu caseiro da qi inla a par do solar- monto Manuel eslava a distancia de Ihe poder
    lembras-te ? acudir a lampo e de o por no chao corfl seguranza,
    de outra sorte o pobre velho daria desastradsima
    queda.
    Este episodio concidiu exactamente com as ul-
    timas palavras que Duarle Pinhciro dissera. O
    veho, de chapu na maodireita e bengala na es-
    qu?rda, arremelteu para elle, tropego e cantalean-
    do pelo desuso de ravalgar, e porque o fri da
    rm.nh.i i Ihe havia /olhido as pernas, que irouxera
    atependura.
    uarie, vencido pela affeizio que rotara aquelle
    an iso la sua infancia, e demovido pelos signaes
    doalvoroco affealuoso do velho mordomo. hncou-so
    ao encontr d'eUe com os bracos abertos e paludo
    ua impressao, qj o a|ava.
    .'roj hiri Caetano, mal se sentiu apegado com o
    amo. largtta o chapu c bengala no chao, doilou-se
    aos pea d elle, o abracou-o pelas pernas, beijando-
    as phrenelicamenle, e chorando e solucando.
    Meu menino... meu amo... meu'querido s-
    nior balbuca va o pobre vdho, banbado em la-
    grimas e com voz entrecortada.
    Duarte Pinheiro, paludo e convulso, deitou-lheas
    maos aos bracos para o levantar. Deteve-se, po-
    rm, por um pouco, que as lagrimas haviam-lhe ir-
    rumpido pelos olhos fra, e o honrado mozo care-
    ca de toda a sua coragem e forca de vontade, para
    qne o peito Ihe nao disparasse em srrancos e so-
    lu(os. Por fim conseguio vencer-se, c exclamou
    ainda em voz commovida:
    Entao que isto, meu Prophirio Pelo infer-
    no krgiie-te, homem Nao tens vergonha de te
    pores a chorar como una mulher I
    Meu amo... ineu querido senhor!soluca-
    va o robre mordomo.
    ~ Um... dous... tres. Upa Iexclamou Duar-
    te Pinheiro em voz anda trmula.
    2, lomando o vdho pelos brazos, ergueu-o a toda
    a altura, e ancarou-o com os olhos cheos de risos
    e de lagrimas.
    Mas um momento depois nao pode conter-se
    m,'iis. Apertou com forca o velho contra si, encos-
    tot. a cabeca ao hombro delle, e poz-se a soluzar e
    a chorar como urna creanza. A cabeza do anciao
    tombou entao como fulminada sobre o peito do
    ano, as pernas curvaram-se, e o mordomo estove
    por um momento a deixar a vida nos impetos vi-
    lenos daquella expansio, para aguentar a qual j
    tinha alquebradas as forzas. Valeu-lhe a revianda-
    de e<> genio iravesso de Duarle Pinheiro. Esle de-
    pois ile despeitorar naqudlas lagrimas e naquelles
    soluees a maior Torca da emoro que o abalava,
    exclamou em voz meio chocarreira, meio commo-
    vida :
    | Sursum corda. Acabe a choradeira. Vamos
    ao que serve. Este ladrio do Prophirio capaz de
    fazer de mim urna foute.
    Assim dizendo, arredou-o de si pelos hombros.
    UM a cabeza do velho mordomo descahiu sobre o
    peito, apezar dos esforcos que fazia para levantar-
    se, e os olhos comezaram a toscanejar lentamente.
    Duarte Pinheiro assombrou-se dante daquella apo-
    pli x a inminente. Avisado pelo insiincto. e demo-
    vito pela alfcicao que tinha quelie homem, carre-
    gou as sobrancelhas, e bradou em voz rija :
    Tu falias-me ao respeito, Prophirio Caetano,
    tu faltas-me ao respeito f...
    O velho estremeceu, endireitou-se, deixeu cahir
    as raaos respeitosamente ao longo do corpo, e bal-
    bu.- ou machinalmente :
    Fidalgo, eu nunca faltei ao respeito...
    Tudesmentes-me... atreves-te a desmen-
    tr-me I...
    0 velho estremeceu com maior forza, cambaleou
    dojs passos para traz, passou muitas vezes as raaos
    pelos olhos, o respondeu as repetidas apostrophes,
    fin.idamente irritadas do morgado :
    Fidalgo, eu nunca faltei ao respeito aos meus
    amos.
    lista va acordado de todo, eslava salvo. Duarte
    sorriu-se com travessura e com verdadeira satisfa-
    Zac, e disse para Vasco de Ornellas :
    Logo me pareceu que nao falhava o remedio.
    Or anda r, meu Prophirio, conhnuou tomando-o
    pela mao, senta-te aqui nesta pedra. que a mua ar-
    ru:nou-te as pernas para nunca mais.
    Que diz, fidalgo I exclamou o velho, pillan-
    do-se para traz, como horrorisadoV. S. esquece
    quem Eu sentar-me na sua presenja I
    Senta-te, nao sejas tolo.
    Senhor, desculp V. S. Eu sei o respeito que
    devdo a sua fidalguia. O senhor seu pae nao de-
    xava sentar dante de si os criados, ainda que es-
    txessem para morrer. Assim que se devem por-
    tal* os illustnssimos senhores da honra de Nespe-
    re ra. Desculpe V. S., mas eu nao me sent.
    Senta-te, tenho dito : senta-le que o mando
    eu. Prophirio Caetano, obedece.
    Ao mesmo tempo que dizia estas palavras em
    Ion de cmica seriedade, pousou-lhe as mios so-
    bre os hombros, e f-lo sentar. O anciao nio fez
    m m podia fazer re>isiencia, mas ficou sentado na
    boira da podra, mmovel, com a cabeza pendida
    para o peito e as mios pousadas sobre as coixas a
    lodo o comprimenlo dos brazos. Por mais que qui-
    zesse. o acanhamento e a ap|uentacio nio eram
    capases de inventar manifestacao mais sublime.
    Duarte Pinhciro encarou-o assim um momento ;
    depois disse-lhe em voz cariuhosa :
    Parece que desasisaste de todo, meu Prophi-
    ri:. Homem. pois, nio vs que a tua edade dispen-
    sa formalidades, e que eu as dispenso, e dou por
    dispensadas d'aqui para todo o sempre jamis ?
    Ergue a cabeza, homem. e olha dircito c para
    mim, que temos que fallar em cousas serias.
    Fidalgo, V. S. d licenca ?... disse o pobre
    ve ho sem ousar mexer-se, e enviezando a vista
    para elle.
    Diz, homem..'.
    Rngo-lhe que me dexe estar de p. Isto
    um attentado ao respeito devido V. S., e eu sou
    incapaz de commetler...
    Homem, por Deus I... Levanta-te ou senta-
    lt, faz o que quizeres. Acabemos com isto.
    O velho mordomo ergueu-se, arrancou um ah !
    pulando do peito com forza de quem o Uvera at
    ali suBorado pelo peso de urna monlanha, o foi
    bucear o chapu e a bengala.
    Duarle Pinheiro sentouse entao nopenedo,
    d'onde se levantara Prophirio. encolhendo ao mes-
    mo tempo os hombros para Vasco de Ornellas. que
    assistira a esta scena silencioso, mas com o rosto
    um pouco carregado, e como quem receiava ouvir
    causa que Ihe desagradasse. O mordomo voltou por
    flu, e rehl pr-se diante do amo, de tricornio so-
    bra zado e com ambas as mios apoiadas sobre o
    enorme castio da bengala.
    Bati nem ao menos queres por o chapu
    na cabeca, Prophirio ? Nio vs que o ar da ina-
    nhaa est frigidissimo, e que de certo te faz mal f
    exclamou Duarle Pinheiro, em voz supphcanie,
    ao ver os ealiellos do velho a fluctuaren! ao fro
    se pro do leste.
    Se o fidalgo o ordena... respondeu Pro-
    phirio, curvando-se em respeitosa mesura.
    Ordenoo, homem, ordeno-o. Anda, poe de-
    pressa o chapen.
    Propblrio Caetano cobriu-se, e retomou a pri-
    mitiva posicao de quera ia ser interrogado pelo
    seu saporior.
    Duarte fitou-o um minuto com olhar abstracto,
    e romo quem revolva na mente urna perguma,
    que a ancedade Ihe nao consenta protrahir, mas
    que receiava manifestar. Por fin disse-lhe em
    voz rpida e um pouco tomada :
    Cumpriste'as miabas ordens a respeito d'a-
    quella pessoa que te reeommendei, quando parl ?
    0 velho mordomo estremeceu, e olhon anciosa-
    niente em derredor, como que para examinar o
    effeito que aquellas palavras linham produzido nos
    outros dous personagens, que figuravam n'aquella
    scena. Manuel, encostado ao muro, toSOaaejava
    ir.inquillaniente ao grado da modorra matinal;
    Visco de Ornellas, esse, carregara mais as so-
    bra icelhas ao ouvir aquellas palavras, e filara os
    olliis primeiro em Duarte, depois no velho com
    ancedade mal reprimida.
    0 velho mordomo tossu, raspou na garganta'
    e em seguida responden cem aquella vdhacaria
    disimulada, de que a velhice dispoe pnmorosa-
    miit', quando qur :
    Saina V. S. fidalao. que ua noesa casa nao
    houve novidade de maior. Todas as ordens de
    V. S. foram eumpridas. Gracas a Deus, tudo vae
    bem.
    Mas aquella pessoa, que sabes ?...
    Tudo vae bem, tudo vae bem ; contnuou
    o velho mordomo com grande verbosidadea nao
    ser alguns casciros mais rebdlcs, as rendas, gra-
    cas ao Senhor. andam pagas em da. N'estes tem-
    pes revoltos, que vio para agradecer a Deus ;
    pesar de que nio admira, porque o respeito de-
    vid" fidalguia de V. S----
    Mas, homem, por Deus I respnnde-me. Diz-
    me, tira-me d'osta anciedade. Aquella pessoa e o
    meu?...
    (Conlinuar-se-ha).
    PEKNAMBUCO. flfP. t>g M. F. F. 4 FILHO.
    /i


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