Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10304


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Full Text
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AHHO XL. ROMERO 48.
Por tres meze> adiantados 5$O00
Por tres mezes veociitas 6$00
Porte ao corrcio por tres mezcs. 67o0
^ktM
SEfiWDA fEIRA 29 DE FEVERE1R0 OE M
Por anno arkintado. 19$00O
Porte ao correio por um anno 3$00U
EMIARREGADOS DA SUBSCRIPTO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Aloxandrino de Lima?
Natal, e Sr. AntonioMorques da Silva; Araratv, o
Sr. A. do Lomos Braga.; Ceara, o Sr. J. Jos.'- do
Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
mazouas, o Sr. Jeronymo da Costa.
BNCARREGADOS DA SFRSCRIPCAO NO SOL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falrao Dias; Baha, o
Sr. Jos Martins Aires; Itio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martins 4 Gasparino.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olin.ia, Cabo e Eseada lodos os dias.
IguarasMf, Goyanna e Parahvlia as segundas
sextas-feiras.
Santo Autao, Gravita, Bsenos, Bonito, Cmara',
Alimho e Garanhuns as tercas reiras.
Pao d'Allio. Nasareth, Limoeiro, Braja, Pesqneira
ii.,u';,7.ir... Flores,Villa Bella, Tacaratu', Cabrob,
__ Boa vista, Ouricury e Exu' as qoarlas (airas.
SermhaeiD, Rio Formoso, Tanundar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Iha de Fernando todas as vezos que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao '/? lia.
EPHEMER1DES DO MEZ DE FEVEREIRO
7 La nova as 3 h., 49 m. e 86 S. da t.
14 Quarto cresc. as i I h., 5 m. e 26 s. da m.
2 La cheia as 2 h., 41 m. e 8 s. da t.
PREAMAR DE HOJE.
Pnmeira as 9 horas e 18 minutos da manha.
Segunda as 9 horas e 12 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES (
Para o ni ate Alagos a B e K
a Granja 7 e 22 de cada mez? p.
dias 14 dos mezes dejan, niarc, m
PARTIDA DOS OMN
Parae Recife : do Apipuros as
V dam.: de Oliiida as 8 da m.
Jaboatao s 6 V da m.; do Caxai
da m.; de Bemfica s 8 da m.
Do Recife : para o Api pucos s 3
6, 5 Vi, 5 '/} e 6 da tarde; par:
manhaa e 4 '/j da tarde; para lab
de; para Cachang e Varzea s 4 ',
iBe'mift s 4 da tarde.
OSTFIROS.
para o norte at
-ra Fernando nos
oio.jul set. enov.
BUS.
6'/i. 7, 7'A. 8c
'- ti da tarde: de
ig e Vanea os 7
'A. 4, 4 V.. 4 'A,
Oliuda aa 7 da
atao s i da rar-
}da tarde; para
AUDIENCIA DOS TRIBUNAS* DA CAPITAL.
Tribunal do commereio: segundas e quintas,
iielaco: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quinta^ s 10 horas.
Juizo do commereio: segundas s 11 horas-.
Dito de orphaos: tercas e sextas s 10 horas.
Pnmeira vara do civel : tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do ri-vel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DIAS DA SEMANA.
19. Segunda. s.. Populo e Esperidiia mm.
I reres. Be. Sattbcrto e Eudocio mm.
2. QuarU. Is. Juvino, Basilio e Scrundia mm.
.'I. Quinta. Ss, llcmeierio c A-t.-rio mm.
4. Sexta. S. Cassemiro re S. Lucio p.
8. Salmado. Ss. Focas o Palatino mm.
(i. Dominga Ss. Vctor e Victoriano mm.
ASSK3NA-SE
no Recife, em a livraria da prar-a da Independencia
as. 6 e 8, dos proprietarios Manoel Figueiroa d*
Faria & Firho.
PARTE QFFIC1AL
I.0VERM) Da PROVINCIA.
Expediente do dia 23 de reterriro de 1861.
Oicio ao brigadeiro fommandanto das arma-;.
Respondendo ao offlcip de 21 t\o crrente com
<|ue V. fcxc. trouxe ao mea ronliecimento o inclu-
so telegremma, declarando-llie que havendo urgen-
cia na viuda dos tres sentenciados de que esl acn-
carregado com urna escolta o 2" sargento Jos Fer-
reira Ramos, e para cuja conduco pede transporte
pela estrada de ferro ; e cumprinde i presidencia
evitar despena que se nao fundan) em provada e
contestare! neeessidaJe, convin estranhar ao
Jnesmo sargento a causa que allega pan nao vir
a pe, nato como est providenciado por le o meio
de alimentario da tropa.
Dito ao mesmo. Srvase V. Exc. do informar
acercado que pedo M incluso requerimenlo o
ajudanle Jo porteiro do hospital militar MauoelPe-
reira Camello Pessoa.
Dito ao mesmo. Em aviso de 12 do crreme
communicou-me o Esm. Sr. ministro da guerra
ha ver expedido ordem ao ais.-nal de guerra da
corte, para fornecer os tres livros pedidos pelo
coni.nondaiite do corpo deguarnieaodesta provin-
cia o que communico V. Ese. em resposta ao
en jlli.'io de 14 de Janeiro ultimo.
D,to ao mesmo. Sirva-se V. Exc. de mandar
inspeccionar o soldado do corpo de polica .Manuel
Joaquim da Costa, que llie ser apresentado por
parle do respectivo commandante. alim de ser
alistado para o servico do exercilo, urna vez que a
junta miliar de sade o julgue apio para isso.
Gommunieou-sc ao commaudaute do corpo de po-
Jia.
Dito ao mesmo. Pode V. Exc. mandar dar bai-
la ao soldado do 2o batalbo de infamara Antonio
Cordeiro dos Santos, aceitando em seu lugar o pai-
sano Francisco Perora das thagas, visto estar es-
tes na condicoes do regulamento annexo ao decre-
to n. 2478 de 28 de setembro de 1849. segundo a
informacao n. 344 de 24 do corrente, com que V.
Exc. apresentou-me o requerimenlo que de-
volvo.
Dito ao mesmo. Queira V. Exc. mandar por
emliberuade, dando-lhe baixa se j estiver com
inaca, orrcrula Justino Marques da Cruz.que |;ro
vou isencfii do recrulamenlo.Conimunieou-sc ao
coronel ricrutador.'
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Restituo V. S., coberto com officio do hrigadeiro
commaiid.iite das armas de 20 de Janeiro ultimo,
sob n. 118, a conta em duplcala, a que elle se re-
fere, afirn de que de conformidade com a sua in-
ormaco de hautem n. 94, dala com referencia '
da conlad-iria dessa thesouraria, mande pagar
Ve reir Juli.o & C. a quanlia de 535900 ra., pro-
veniente de objectos que forneceram para o expe-
diente do delegado do cirurgio-mrdo exercilo, a
contar do 1* do outubro at 14 de dezembrodo
anno prximo passado.Commum'ron-se an tiriga-
deiro commandanle das armas.
Dito ao mesmo.Altendendo ao que solicilou o
engenheiro em commissao nesta provincia, Paulo
Jos de Oliveira, no'offl.-io constante da copia junta
datada de 23 do crreme, e sobn. 7, recommendu
i V. S. que, nao liavendo inconveniente, mande pa-
gar llie os vencimenlos de engenheiro de segunda
classe, que sejulga com direilo, e bem asxtm as
des z;is de viagens feiras para diversos ponJM de
seus Irabalhos.Communicu-su ao mencionado
MptMm
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Constando de oflicio do director das obras publicas
dala lo de hoiiinn e sob n. 43, que para seren to-
jnad.is all as contal que deve prestar o capilao
Alfonso de Albuquerque Maranhao, da quantia de
8:0005000, que receben nessa thesouraria para
pagamento das despeaas da estrada do Pon., de
Gailinbas, fiz-se preciso que sejam entregues o re-.
ribo ou recibos que o predito capito passou qaan-
do receben a mencionada quanta, allm de seren a
elle restituidos na occasioem que prestar taes
eontas : assim o communico a V. S. para seu co-
nhecimento, alim de que nao havendo inconvenien-
te mande f izer entrega daqui-lles recibos ao pre-
dito director.Communicou-seao director das obras
publicas.
Dito ao commandante superior da guarda nacio-
nal de Nazareth.Ao officio que V. S. me dirigi em
II do corn nte, renoado dclarando-lbe, queon!
visi i das infoiiiiae-'es ministradas p.lo Dr. ebefe
de polica e o delegado de.-se termo, acerca do re-
cruta Silvino de Barros Araujo, nao pode est ser
dispensado do recrulamenlo.
Dito ao director do arsenal de guerra.Recom-!
jnendo a V. S. que faja apressar o fornecimenlo
dos objectos que fallan para o completo do pedido ,
de bramenlo do corpo de guarnicao, relativamen-!
te ao anno le 1863, alim de que se possa remetter
o que perlcnce s pracas do mesmo corpo destaca-
das na vill; do Ex.
Dilo ao c jinmandante do presidio de Fernando.
Altendendo ao que V. S. |ioiidi-rou em seu offl-1
ci ii. 11 de 15 de corrente, esped ordem para Ihe :
sur enviada urna ambulancia de medicamentos no!
kial nacional Artista,tm quanlo nao ebega o pe-
dido dos que sao neces-arios pliarmacia dese
presidio, e incluso remetto-lhe um pequeo vola-
me contendo laminas e tubos de pul vaccinieo.
Dito caaiara municipal do Recife. Responden-
do ao oflicio que me dirigi Amara municipal:
do Recife, em 17 do corrente, sob n. 5, lenho a di-
zer-lhe que, oslando reumr-.-e oestes Beis dias-
a.-seibla legislativa provincial, ser sabmettidaao :
seu conbeciineiilo a postura, cuja apiirovacio pro-
visoria pede amesroa cmara, no --en citado effl-
ci, visto Be me parecer urgente a sua materia, e
revenar ouira ja approvada por lei, a qaal dove
conlinuar a ser observada, em quanlo nao for re-
guiarmente revogada.
Dito aojuiz de direilo do Limoeiro.Contrate
Vine.a esecuciodos reparos, eonslantesdo incluso
Orea nenio, junio por copia e reclamados pelo de-
legado de polica desse tormo, para a respectiva
cadi n, na importancia de 3K5.J20O res, cando
SSa obra sob a iinme-liala e mais reslriela liscali-
sagiio de Vmc.Fizeram-se as cominunicacoes ne-
cesiarias.
Dito ao promotor publico desta capital.Remel-
lo por copia Vmc. a resposta do procurador l--
Ctl da fazenda nacional de 18 desle me., com refe-
rencia ao oin i-i desta ,-ionio:oria de 12 do corren-
te sobn Joaquim Domingos Ramos.
Ditoao administrador do correio.Indique Vmc.
as providencias que Ibes parecernn nece-sarias
jiara que as malas do correio sejam con luidos re-
gularmente da villa do Biiine p.ua a de Tatarata,
Visto que nto ha niquelli villa QUeffl se queira n-
rom er ietse lerVMJO segundo Vmc. declara em
seu ollicio de honiem.
Diioao director da colonia militar de Pimenteiras.
Em resposta ao seu offictedeSOdo irnnte, tnnho
a declarar que pode Vmc. acompanhar al colonia
Leofioldina o major iioionio Peres CampelloJaeo-
me da Oaoi.i, so este jul-rar nec-ssaria a sua ida.
Ominunicou-se ao major Apolonio.
Dito ao juiz de pat presidente da junta de qnali-
Bcacio da fregnezia de Gravat.Respondendo ao
sen olfieio de 21 do corrente. rabe-me dizer-lheque
em vista das disposifSes de leis citadas no meu of-
ficio de 10 tambem deste mes, n.io proei'dem as
ponderaeoes que faz em relaco aos habitantes de
Amora e (iimpo do Macaco pelo que devem ser
quallfleados neisa freguezia d.' Grvala os habitan-
tes .i'iq'ielies d.ius lugares como declare! Vmc.
no s ippradilo officio.
Portarla,O vire-presidente dr. provincia allen-
Jendo ao que requeren o baehar -I Francisco An-
onio Ce.-;no de Atevedo, resorve prorogar por 3
aiezes o prazo que obteve para .presentar a sua
arta de Jniz municipal e de orphaos do termo de
jaranhuns.
Dita.O vicepresidente da provincia altendendo
ao que requereu Luiz Carnoso d\ Silva, resol ve
eooceder-lhe Meanea para* ir ao presidio de Fer-
nando no palbabote nacional Artista tratar de ne-
gocios de seu particular interesse.
Expediente do serretario de Hitm,
OIBeio ao director da reparlicao da agricultura,
commereio c obras publicas Jos Agos'tinho Mo-
rara Guimaraes.S. Exc. oSr. presidente da pro-
vincia manda aecusar recchido e olllcio n. i que
x. S. Ihe dirigi em 5 do correle.
sido celebrado pelas potencias signatarias c adln--
renles com o lim de manier a inlegridade daquelle
reino a bora do equilibrio europea; e o seu gover-
no, continuou essa in-'-uia augusta soberana, de
prompto aceiten essas estipulacoes, alias obrigato-
rias para todas as Dolencias que nellas lomaram
parto.
Enirelanto o conflicto que acaba de surgir entre
a Dinamarca e as potencias allemSas lem posto em
perigo a paz da Europa, se bem que para pnser-
va-la. diz anida e.-se discurso real, o gabinete bri-
tannico baja empregado e teucione ainda emprear
todos os seus esforcos.
Finalmente pelo que respeita tambem s reta-
cos exteriores, rom-le essa falla, ogovernoinglez
fura obligado a lancar mao de meios coercimos
conl ra o Japo, avista da recusa formal que por
di u Harem complicacoes que prod izam urna guer- queslao dos ducados, lalvez que o canhao all nao
ra f.'eiai. e pin que eventualmenti atacadas pela troasse agora, ea dessidencia se podesse eompor
i-r.inea perderiam as .nicas vantsgens que agora por via de muitos meios de que a diplomacia pode
nooem recolher. A oceupacao federal contina no d ispOr.
ilolslein e no L.iuernburg, ea iu-troprii-siaiia Todos os nimos eslao alientos no caminho que
blcswig no dia 2 do crreme, ha- esta guerra seguir ; se iicar concentrada na Al-
mo ya cunado minio sangne ei tre a Austria e lemanha, ou se irradiar sobre satas qnestoes. que
asna e a Dinamarca, qn i-s a hora se arha esio minando surdamente a segurane da Eu-
leinaa para dentro das forlilicac'.i-s de Danewiz- ropa, espera da falsea que as va "incendiar.
Os prassianoa entrarar no territorio de Schles-
I-; no |irimeiro de. fevereiro por Eckenfold.
Os ausiriacos, depois de liavcrem cercado a forta-
leza de Rendeburpo, entraram as obras exterio-
res que os Dinamarqueses evacuaram depois de
urna
. acompanhado
de 10 exemplares do relatorio apresentado ultima- Par'' das autoridades desse imperio tiveram as re- eao fui negativa r, snerava e Ir
neme a assembla geni legislativa pelo Exm. Sr. damacoes briianmcas-, se bem que, eseepeao do sea passgem do Eider nelo exereitn aMiado n o
ministro e secrelario de estado dos negocios da Pnnc.pe de Sa.suinia, todos os deu.ais daiinioi ha- ,6 etTE^nfeertte^cenYKl^^riSmK^Donl
agricultura, com.nercio e obras publicas. J'l[n a'inal concordado no pagamento das sommas vaiiores de
__________________ exigidas pela Graa-Brelanha.
A resistencia daquelle principa motivara o bom-
bardeamento de Kagosina, que haviam sido forni-
das as autoridado- navaes Inglesas I Desta vez n.io
ligurou no discurso do throno o paragrapho do eos
exterior:
venai
Pru
rep
ke depois de haver bravamente dt rendido Errken-
foerde, Boslorf e a cidade de Schl. nvif.
Naqoelle dia o marechal Wrancel, frente das
tropas prussianas, intimoa o gen. ral Meza, eom-
inandanio em ebefe das tropas dinamarquezas, pa-
ra que abandonasse aquella pr.nincia, quesera urna pequea esearamun. Em frente de Erken-1 ijre i^m^^ZZ^r.'.'.'^'Z'.'l
peenpada pelas tropas do el-rei la Prussia e do Terd houve um combate'entre a artillarla pros- > d"fefa d.namarquezes opr^em enrgica
imiteradur da Austria. A resposl i esta intima- Sla e dous vapores dinamarquezes que eslavam O ministra d-i
no porto.
Os vapores fizeram-sc ao mar
oceuparam a povunoio.
Os dinamarquezes abandonaran! alinha do Eider
e evacuaram o forte da Cora.
re-da Dinamarca. L'm lelegrarmna de Slockolmo
de '.) diz, que as noticias da Dinamarca tem all
causado profunda consternaco, que urna multidao
imm. usa enche as ras, faxendo-se demonstra-
coes popolares em frenle do palacio do ministro
dmamaiqocz ; um telegramma-de Londres de 9
larde participa que os dinamarquezes forarn bati-
dos quaml->se reliravam do Scbleswi ; a ordem
dada pelo reda Dinamarca para a evacuacao do
Schleswig caosou profunda imlignaHo ntreos
dinamarquezes ; a proclamacao do re ao esercito
prodiizio na impressa.i.
l'm lelegramma de Oijienliague datado-de 9 diz,
que o exercilo allemao se acba ao norte de Flens-
juerra Mourad decfenrou no vis-
c os prussianos
guerra dinamarquezes ancorados na
baha desse nome, abriram o fugo < onlra as avan-
zadas prussianas, que lomando po: ieo responde-
tl>lJti:siM>\HKV(l I IS 1>0
KIO 1>E PIHM)i;ill,l
INGLATERRA.
Londres, 8 de fevereiro de 1814
As folhas desla capital publicaran), no dia 4 do
corrente, o discurso imperial com que Sua Ma-
I -lado o Imperador do Brasil, abri a sessao so-
' lemne da assembla geral legislativa A linguagem
moderada com que esse augusto smlior falln dos
saccessos polticos que tiveram lugar entra o IJrasil
8 a (.raa-ltretanha, parece haver f.-ito aqui excei-
lenie impressao, convindo dizer que esse mesmo
espirito de moderac.o que nos tem valido por toda
a parle o muito prestigio que alcancamos iior moti
10 do triste conflicto anglobrasileiro.
Ha, porein, na falla do throno um tpico, com
<;ual o publico inglez se nao conformar provavel-
i lente de lodo.
Reliro-me parte em que Sin Magostada declara
O exercilo invasor compoc-se de 50 mil ho-
rain sem demora aquelle rompime ito das hosiili- mens, sendo : 18 brigadas de infamara i>oin 8
dades urna balera prusiana fonen finalmente regimentos de cavallaria e cem pracas de arti-
aquelles vasos de guerra a deixarem aquelle pon- Iharia.
retirada da guar- No dia 30 de Janeiro dirigi o general Wrangel
pos cao no Missun- ^ommand.inte das (breas auslre-pru.-s ana> urna
ns e seis pecas, mtimacao ao ceneral dinamarquez Meza para que
nanarqueza ataca- ovacuasse o Schieswig. Mesa respondeu que tinha
tonot^ISSsuSionfdas retecneTdeste3 Sffi '""rf dl> par"! a par,t ,n,,il ,s mor,os e fe" ata,,ue "> 2 duron seis horas,
^^utZ^>T^i^Z^ B rdos- S^i10 a,lslriac" 1 ,an,bcm havia ma* a',ezar dos repetidos analtos Iteran dous
atrayessadio Eider atacara Boston nesse dia, ca- fortes em poder dos Dinamarquezes. As forras em-
bendo-lbe teual sorle dos seus companheiros penhadas nesie ataque eram 9.000 prussianos,
prusiano:* e 2,000 dinamarquezes. Estes tiveram 200 homens
Aos das 4 e 5, porm, repetidos ataques foram fra de combale contando entre estes 8oflieiacs.
B dados |>elo -exercilo austro-prus- No dia 3 conlinuava o fogoconlra aquella praca,
tendo os prussianos 300 morios e muitos oflfcia'es
Soa Mageslade declarou que celebrara um tra
tado para a cessaciio do protectorado das ilha J-
nicas, e que est negociando oulro com a Grecia
para alinal incorporarlo daquellas ilhas no reino
bel lenice.
ieraram-se os prussianos dos fortes
Carlos Frederico commandava
encarregado de sr apoderar
aqu de diirtronles par- passados hajam custado j alguns -.entenares de grande valor, mas a grossa artilharia dos prus-
innu>>nMiM nrHrtanr,. mf'os c, fer|dos. O conde Grieben foi mono no taos causou immensos desastres as fileiras dos
anttlto de Boslorf, e o pcincipe Frelenco Carlos pnmeiros, assim como a explosao de varios arma-
&2H*. -i"JoV mediaco de el- ? "fSSiZSt 2S %&>*" ferido.oo aa!,uo coi tra Missunde.: plvora. M.ssnnde
r.-i de Portugal, por nao ler a certeza de que essa
oiliciosidade baja sido aceita lelo gabinete de Lon-
dres.
Exi-ie aqu a eonviccao de que a vista das pala-
nas do onde Russell, proferidas na cmara dos
lords em j jlho prximo passado, o governo brilan-
nico aceiiou j essa mediaco o so espera pela de-
cisao do governo do Brasil para entrar na discus-
sao de um arranjo qualquer. Ora o contrario disto
principiou a arder no
netse combate o grao-duque de Mecklembourgo da 3 s 2 horas da tarde. As perdas foram gran-
desunguio-semuiio.. des de parle parte, sendo, porm, motores da
lesie paiz^lem feito. viva sensoca) o rompimen- parte dos prussianos. No dia i houve una sorlida
talas hostilidades naquella parte do continente eu-1 das tropas dinamarquezas, que repelliram as prus-
3n1 lff a gov,erno br"annico, rece oso das even- "anas ; estas perseguidas de porto receherain po-
r.ii, ,i7, 1ri t' orde,wu a esquadra do Mediterrneo e rem esforcos, havendo de ludo urna bala Iha entre
da Mancha que ancorassem no porto de Lisboa, Cose e Missunde, una batalha multa rendida, sen-
jr para aqui chamada pelo lelegrapho, lo- do as tropas dinamarquezas repellidas al a entra-
senhora, que concluio por annunciar que a insur
reiyo que rebentra na Nova Zelandia eslava pres
tes a ser subjugada, gracas energa do seu go-
verno.
Apenas teve
ambas as casas constituiram-se em sessao.
cando nellas a discusso da resposta a falla do
throno.
Na cmara dos lords, o marquez de Sligo propoz
sustentado na falla imperial sondo Dois urovivel ?** rc,P8,la, que foi apoiada |r lord Abercrom-
qite aopinao venha a lomar'conta dessa declara- ^miI" commu"S 'rd S"'0 r PreeiM;heu
n.o, alio, de obrigar o governo brilannico a expli- *|SX*5. ?" ITn^ Pr r' GSd'en'
car-se a esse respeito. J larda para este povo o mernbi o pela c/fi/ de Londres,
momento em que vira a ter lunarTreeonc liacao .ToJ.os sses oradores, sendo partidarios do mi-
cesejada en.re o in. ,eio e featem e o parla- n,s,efno' fiM,am a aP0,08ia dos act0i ^ V?-
memo nao deixara de occun-r I0H. questao. S i^SlSJTSSSk Pt^eiet^,r!:ye,na<;l,*,hr?,|)0r M/" *rael
favor faro I A,0PP?sl?ao estigmatisou a poltica do governo
declarando que esses actos haviam an-
a britannica no mundo Na
ministerio Palmerslon-Russell
oiii.-a.-os que nao executra, e na
^^U^r.r,n'0^fa^^^^o;Vislo^omo ^*^^jp^t**n i
go que as crcumstancias o exigiren.
Alguns regimentos tem sido postes em estado de I
guerra, e os arsenaes inglezes se ac ham em gran-
de actividadc com preparativos bell cosos, quo to-
dava nao parecen) dever ter immed ata applicaro.
No Stoek-Exchange o pnico tem ido considera-
vel, chegando os consolidados inglezes ao preeo de
a'J 4/8 ; o publico contina a receiat urna guerra
jefal, e ess a causa da fluetaacaoo grande baixa
do< valores colados nesl> praca.
.Na sessao de .*i do crreme, Mr. \ilner Gibson
declarou na cmara dos communs que o governo
dinamarquez, sendo um dos adherenles s estipu-
lares do eongresso de Pars, respeitor a proprie-
alguns recontros e de menos im-
as tropas prussianas prximo de
da da ponte.
Tem hav ido
porlancia com
Krapp.
Os austracos atacaram Ru.-fort as immediacoes
de Schieswig. Os dinamarquezes perderam alguma
artilharia, e o exercito invasor conseguio reslabe-
lecer a ponte Serg.
O marechal Wrangel den ordem ao general aus-
traco Gabbenz para marchar sobre o Schieswig
com urna parte do exercito prusslano, nao s para
repellir as tropas dinamarquezas, mas para tomar
Koengsberg, e penetrar, sejam uaes forem as
difliculdades no territorio de Donnewerke. Oge-
0 ponido lurij se ocha moralineuie omprometlido
a razer-nos jusiica. Esso ucees
bem ter lugas no decurso da
a esse respeito
lieJitica alguma. As dnnonsiracoes que neste caso
'n- s" o foram fetas por este governo, disseram aquelles
oradores, nao podiam ter peso algum quando o con
s
Meza tem concentrado um corpo de 18,000
inao ausiro-pr^ssiano. Semelhante d claracao cau- dinamarquezes na margem esquerda de Dunnc-
sou aqui vivasatisfaco, sendo issoaltamcnle favo- werke.
ravel ao commereio inslez. Consta por urna parla O rei da Dinamarca chegou ao acampamento
do Brasil ao Reino-Unido s..
Pernambuco, NewBrimnowk
Cosa e desabrida com que o ministerio de lord
Palmorston declinara a proposta desse imprtame
ancorados nos portos do sul, e entrada do lago
e lar, esperando ordem para se fazerem vela
uerra. Estao promp-
successivamente. e esperando
uecos com mumcSes de
plintoi novios :de
. e Sen .Y-/m,//i (22)
Liverpool do Babia, 'Fue liowild (2ti)a Uvera ioI ;
de Pernambuco, Dante (30) a Clvde ; e do Parahy-
la. ll<-lin,i (2) a Liverpool.
De Inglaterra seguiranj para diversos portes do
-rasii os seguintos :-de Sunderland, Inau Scott
(to) para Pernambuco; de Swansea, The Unten-
er (3) para o Rio Grande ; de Sw.inseo, The Ce
Y" j-> l,ara u Maranhao; de Liverpool, Bannto-
i (2b) para Pernambuco; e de Ntwport, Atice
((0) para Pernambuco.
Em Liverpool o algodn do Maranhao ficava eo-
l. I-, o 37 d |i por libra; o de Pernambuco a 28 d;
e oda Babia a 23 d 1|2 por libra.
Cacao do Brasil tem sido aqui colado a 4G s 39 s
per cwi.
Caf do Rio 1 qualdade 72 sBOperewt; 2'
dita de 69 s 73 ; e ordinario de 60 s 68 s 6 d per
r\l.
Pao Brasil de 70 s 7o s por tonelada.
Assucar bronco de l*ernambiico o da Parahyba
dosis 6 d a 32 sper ewl manando de 22' 6
d a 28 s ; dito bronco da Rabia 28 s 32 s 6 d per
cwt; manando Sis 6 da 97 a 6 d.
Louros salgados de i d l|i a i d por libra; sec-
COS de 6 da 7 d ; a seceos salgados de 4 d l|2 a 6 d
| or libra.
Osnosaos fundos de 3 0(0 lean a 100 1|2 e os 4
l|2 0|0a8o l|2a 80.
O-consolidados inglezes de 3 OO a 90 11?, ha-
vendo estado j a N l|4.
Portuguexos 3 0(0 47 Ii2.
i: l.....50|0 88 l|2.
Sardos ." 0|0 84.
Mi \icauos 3 0|0 3o.
Turcos garantidos i O|0IO2.
Esta annunciado poro odia 10 do prximo moz,
o aptisado de sua alten real, o Ribo do principe e
d;. princeza de Galles. Essa ceremonia lera lugar
em Londres no palacio de Buckingliam. e ella
a isistira a rainlia com a sea corle, bem como a rai-
nha da Dinamarca que vira esprenamento i In-
glaterra para esse lim. O alimraula.l-i expedir bre-
vemeiii.joara Connennagoe o vapor Vt,qae deve-
r i con luzir su ni igested dinamarquen com a
princeu Dagmar, sua lilho.
Sua magestade a raioha passa sem novidade em
s 10 importante sade ; e a princen de Saltos se
asna eempletaraeule reslabelecida. L'ltimamente .
sua alloza reol comparecen na cap.-lla de S. Jorge b'"""u(-
ein Wind-i.r para dargracosaoAltissimo pelo nos- Qaal ser, pois, a poltica futura desle gabinete
cimento do principe com que a Providencia aben- em relaco M conllicto boje existente entre a Di-
50011 o consorcio de sua alteza com o principe de amara, a Austria e a Prussia, o qual seria o da
tja'lt'-s- opposieo em igualdade de circum>loncias l Pelo
A rainha coiivi.lou ha dias para Osborn o conde que respeita actual administracao, o que pode
de Derby, e d'abi surgioo boato de que o niiniste- inferir-se da falla do throno que einquanto as
rise achara em erise. Ene suecnso, porm. nao grandes potencias allemaas respeitarem a integri-
|. trece haver lido tal alcance, visto como posterior- dade da moiiarcliio dinamarqueza, a Gria-Breta-
niente o ministerio Palinerstoa apreseoton-n de nba consentir na oppressio desse estado pola
novo represenlaco nacional. Auslria o Prussia, pretexto dos compromissos
Acba-e finalmente reunido o parlamento britan- que estas potencias tem com o gabinete de Coin-
nieo, coja abertura teve lugar no dia 4 do.corren- penbagne, A opposieo, atacando o governo nes-
te por commissao regia. Eiicarregando de-sa mi- sa queslao, deixou d indicar a sua poltica even-
sao o lord Chanceller da Inglaterra e ouiros altos nial, parecendo nao querer comproineiier-se ; mas
dignatarios, Sua Mageslade a rainha incumbios nao podera deixar do sustentar os tratados de
de annunciar aopaiz o fausto successo do nasci- 1852 em favor da Dinamarca, visto como atacou o
ment de um principe, ulho da arineaza de Galles, ministerio por haver seguido urna poltica duvido-
n por MM motivo convidoi os seus subditos a ren- sa em relaco ao gabinete de Compeiihague, da
..... ~ O -'i"ui i**m uhbh i^ mr it>-
grad que o rei nao tinha tido parto na ordem da
retirada qnedra o general Meza.cujoprowdmen-
to inexpitcavel tinha dado motivo urna retirada
do exercilo. O exercito chegou a Diippez e a ca-
vallaria retirava para o norte, perseguida pelos
inimigos.
O general Meza e o rhefe de estado maier foram
demitiidos, foi encarregado provisoriamente ao
conimando o general Ultichico.
O duque Frederico de Auguslemburgq foi pro-
clamado nao s na ciclado de Schieswig, ma* em
varias oulras pontfbn imfortanles do durado.
No dia 4 do moz passado abrio-se o parra-
mento inglez, sendo lido pelos commissarios regios
o segufnte discurso, em nome da rainha :
Mylords o senhores.Temos ordem para an-
segurar-vos que sua magestade expenmenia gran-
de satisfarn recorrendo novamente ao voto e
cooperacao do seu parlamento. Sua magestade
confia que pariilhareis o seu senlimento de grah-
dao para com Dos omninotenle, pelo nascimento
do Bino Ja prineen de Galles.
Esteacontecinenlo provooou, por parte do
seus liis subditos, novas demonstraces de anete,
e de dedi'raco a sua pessoa e sua familia.
A situaco dos negocios no continente da Eu-
ropa ha sido causa de grande anciedade para a
rainha. A inorle do rei de Dinamarca provocou a
applicaeao immediata das estipulaeoes do tratado
de maio de 1852, concluido pela rainha. o impera-
dor da Austria, e dos Francezes, o rei da Prussia,
o imperador da Russia, o rei da Sueeia, depois ra-
tificado pelos res do Hanover, Saxonia, Wur-
temberg, Blgica, Hollanda, Hespanha, Portugal e
Italia.
O tratado proclama va que convinha ao equi-
librio e paz da Europa, que fosse mantida a in-
tegridad!! da mnnan-hia dinamarqueza, e que es
dilfereiils lerritoros at agora sb o sceptro- do
re da Dinamarca, continuassem. n mesma silua-
cao. Para este effeito estipulou-se que, fallecendo
o rei, ou seu tio o rei Frederico sem poslerdadc,
sua mageslade actual o rei Chrislierno IX seria
reconheeido herdeiro de lodos os estados, ento
reunidos sob o dominio do re de Dinamarca.
A rainha, inspirada pelo constante empenho
de conservar a paz na Europa, proposito de todas
as potencias signatarias do tratado, nao deiaou de
empngar esforcos para resolver pacificamente a
comeada suscitada enlre a Allemanha e a Dina-
marra, e de indicar os perigos inherentes ao eo-
mefo da guerra no norte da Europa.
Sua magestade proseguir nos esforcos em
prol da paz. Os barbaros assassinatos e-as'crueis
violencias commeltidas no Japo em subditos da
rainha lizeram necessarias as reclamarles ao go-
verno japonez, e aos daimos, cujos vassallos eram
reos dessas violencias. O governo do Japao ac-
cedeu as rerlatnacdes, c tendo dado plena satis-
faco resiabeleceram-se asamigaveisrelacoes. En-
irelanto o principe de Stasuma nao altemleu as
justas e moderadas sollieilaeoes, que Ihe f feilas.
A recusa lornou indispensaveis medidas coer-
citivas, e sua magestade deplora, apezar de se ter
obrigodo o daimio a ceder, que ella i deteruiinas-
sem a ilestruieao de boa parte da tidade de Kago-
sina. Ser-vos-ho presentes os documentos relati-
vos osla occorrenria.
A rainha ordena ros informemos de que eele-
brou um tratado com os imperadores da Austria,
Franca. Russia e rei da Prussia. Por elle consen-
lorado das ilhas Jonias,
in da Grecia. Te-
mencionado trata-
.-.nualiueiiie um tratad
regular as condicoes
Seir^vi^Mnen-loi^om3.!^ K1"1''a refugiar-se no Texosv- Quasi'todos os esla-! A Austria c a Prussia declararan em Pars e1
^71&^S^0fTSl!& haviam proclamado o archiduqu o Maximiliano en. Londres que qaerem obrigar a Dinamarca a;
ZSSLmJ^IS?^.V. ,hL." imperador, e urna deputaeip deix.-ra Vera-Cruz cumprir os seus compromissos. no., havendo alte-
cor-
al
by o Mr. Disraeli, preparam-se para combaler vi-
vamente o ministerio na presente sessao, c pare-
cera eooilar no parintnento i|ue ha de apoia-los na
derrota dessa aduiinistracao boje caneada.
Ha queslao dinamarqueza, o gabinete de Lon-
dres vio com elTi'ilo todas as suas propostas repel-
lidas, sem que podesse alinal impedir a oceupa-
cao do Schieswig pela Auslria e Prussia. Primei-
raroente o conde Russell proponra s potencias
signatarias do tratado de 1851 ama eonfsrenei i
pan discutir que-loo dos docados, mas vio essa
idea rejeilada nao s pelos gabinetes de Berln e
de Vicnna como tambem pelo das Tulherias ; e
quando em seguida pedio Austria e Prussia urna
moratoria de seis semanas i-iu favor da Dinamar-
ca, alim de nesse meio lempo o eongresso dinamar-
quez resolver o altimatum austro-prusiano, rece-
ben igualmente, dessas potencias urna respo gativa e proinptamenle seguida da oceupaeo da
mencionada provincia dinamarqueza I A Inglater-
ra reclamara, mas nao determinara a sua poltica
nessa queslao ; e a consequencia fn que a Austria
ei Prussia, do mesmo modo que a Russia na ques-
lao da Polonia, seguirn) suas vistos sem dorein o
menor iiiqiortonria linguagem diplomtica desto
ileram gracas ao cu. Depois desle tpico, referi-
te aos acontecmentos politiros no continente en-
iopeu, acenlecimentos que lemlancadoo seu go-
\orno na maior anciedade, pelo recelo de que ve-
nham a romper a paz da Europa, para a manuten-
co ila qual Sua Magestade aflirma haver eniprc-
gad......star anula empregando seus vi vos eslbroos. res, e jamis
A morte do rei da Dinamarca, Frederico Vil, pro- quella mona
qual lem resulta.lo grande desprestigie para a
Graa-Brelanha. Dest'arte a Dinamarca parece
ler urna fraca probabilidade de si>r apoiada peta
Inglaterra, v[sto como as grandes potencias alie-
moas buscarao sempn realisar suas vistas a titulo
de garanta em virtude dos compr.wnissns anterm-
com idea *& archia; e para chegarem a esse resul-
>ocou a applicaeao do tratado de Londres de 1852 lado, tem hoje tomado a dianteira aos estados se
i m favor do rei Chrisliano IX, baado ene pacto cundarios da Alieraauhav e mesmo Dieta, alim
tretanto o general Longstraet, refore^do com urna Prussia suslcntaria i Austria em todos o
divisode viole rail homens, marcha v.t sobra Knox- conflictos.
ville contra as toreas federan alli estacionadas Os dinamarquezes trabalbam incessantement.-
desde a retirada desse ponto doque le ollicjal no noarniamenlodosportosdinamarqne7.es.
outomno prosimo passado. A Inglaterra, Franca, Russia, Sueeia e Italia
O cerco de Charlesion snstenlava-se sempre, estao de an ordo em garantir a inlegridade do
apezar dos esforcos do exercilo federal para tonar ternrorio dinamarquez. O imperador Napoleo
aquello ponto. general Gillmore a tentar um pensa, porm, que a intervencao franceza seria pe-
ataque por trro contra a praca, o pora esse fin rigosa para o bom asile da questo, pois faria
propiinba-se a destruir o caminho d ferro de Sa- SUppflr ideas de conquista, einquanto a Inglaterra
bloqueando os portos e mandando tropas de des-
embarque pan o Schieswig, no. seno obstculo
as posii.-oes que linliam na ilho Morris. para que a guerra se locausasse; entretanto
Mr. S epbens, vice-presidente da Csnfederacio pronvel que continaando o guerra, a Franca to-
lo Sal. aclia-se gravemente enfermo m Riehmoiul. me parte activa na luto.
No eongresso federal havia passa lo ma resolueao: OMorning Pust julga difiicil ebegar nina qua
tendente eobranca de um novo imposto de 2 cen- drupla allianea contra a invasao dio Sch esv/ig,
tosimos sobre cada gallito de espirites importados I porque a Rnsaia permanecer neutral por defe-
na UniSo. o presidente Lincoln bnseava popular-1 rencia Prussia ; mas o Allemanha engaarse-
sar a idea da sua reelegi preside icia, e como hia se acredilasse que a Franca e a Inglaterra
meio para esse fin conseguir do eongresso em fa-' nao marcharan! juntas e de. aeedrdo nesia ques-
vor .lo exercilo federal a faculdode le voto para a ; ton. Aecrescenla este jornal ipie, logo que os alie-
nen eleieo presidencial, quando esla honrar de mes tenham passado o Eider, convergir contra
|Tv|ruHlsr4 WW .v Ui .11 lili U I .1111111.1 i IJ ; irilU UG O)"
vannali que rene esso cidade a Ric imond, capital
da Confederaeo. Os federaes havia n abandonado
ler lugar.
DIARIO DE PERNAMBUCO
ellos ama esquadra inglesa ; os francezes avanea-
rao para o fronloira do Rbeno, os italianos mar-
charlo sobre Venen, c a Polonia e a Hungra se
sublevoroo em peso.
0 quarlel general austro-prnssiano estabele-
ecu-se em Gottorp na manhia de6. Osdinaniar-
(|U('7.s alian.loiiarain as posi(9es, deixand-) (10 ca-
nlioes nos entrincbeiraiiniilos. lis invasores dis-
^ Pelo vapor inglez Paran, entrado hontem da
Europa, recebemos cartas e jornaei com dalas :
de Himliurgo 3, de Pars e llruxellas 7, de Loo-: l'oemse a persegu-tos na direccao de Klensburgo.
dres 8, de Madrid 9, do Porto II c de Lisboa 13 ()< austracos marcham sobre os entrinclieiroiiieu-
do corrente. tos de Donnewerke. Esla linha de defesa foi per-
A questio allemoa est entregue a decisao dos | corrida a (i pelo rei da Dinamarca, seguido de
Senhores da cmara dos communs.Sua ma-
geslade prescreveu que vos fosse presento o orea-
menlo do anno prximo. Foi organisado com a
maior sollicitude pela economa, e com o apreco
do que importa i ollicacia do servico publico.
Mylords e senhoresA rainha manda infor-
uiar-vos de qne a siluacao do paiz satisfactoria.
As renitas attingiram os calcules ofllciaes. O
commereio do Reinc-Unido caminha em progresso,
e n passo que a miseria dimiiiuia al certo ponto
n.i- districtos bbrisvba fundamento para contar
com addicionan supprimentos de algodo de dif-
ferenies palies, supprimentos at agora limitados,
asegurando escasnmente as fabricas a materia
primo da sua industria.
t Sua mageslade determinou que fosse encar-
regada una commissao de rever as formas diver-
sas de snbscripcao e de declaracao exigidas por
parte do clero da igreja angliean.
Diversas medidas de publica ulilidade vos sc-
roo subnidiidas.
A rainha confiaos grandes interosses do paiz
ao vosso patriotismo e sollicitude, e roga Dos
fervorosamente, que presida s vossas delibera-
Caes, e dirija os ranos actos no interesse do pro-
gresso, do tem-estar, da ventura do seu fiel e de-
dicado povo.
Comeon em seguida a discussac da resposta ao
discurso da coroa em ambas as cmaras. A po-
ltica do gabinete foi speramente censurada em
ambos os parlamentos por lord Derby na c-
mara alta, e por Mr. Disraeli na. dos communs.
Lord Russell disse na cmara alta que era inex-
plicavel o procfdimento do Austria e Prussia na
que.-tao dos durados ; que o governo inglez nao
deii esperan.;a alguma de prestar auxilio material
Dinamarca, mas que nao. poda dizer o que po-
derio succeder no futuro ; las que o governo es-
lava ltenlo em conservar a sua liberdade de aeco.
Na cmara dos communs assegurou lord Pal-
merston que as relacocs enlre a Europa e a Ingla-
terra sao actualmente mais cordiaes que nunca.
Declarou o mesmo lempo que a Allemaulia era cul-
pada da sua aggressao violenta, mas disse que a Di-
namarca nao ciunpria com os seus compromissos.
armas. .\s tropos austro-priission.-s entraram no general Meza e do eslado-nioior, apezar do lempo-1 Apezar das opinioes apresenladas, a resposta ao
ducado de Sclheswig.onde as hostilidades se rom-1 ral desfeito.
peram por um combate de seis hor; s. Estaques-' O marechal Wrangel vai gradualmente affrou-
to lia tonto lempo debatida pode ce um da para1 xando na primitiva aitiludo acerca do principe de
OUlro ser o signa! de tuno guerra gi ral que va in-
vadir toda a Europa. As qiiesles de Roma e Ve-
neza. doJPolonia e da Hungra e da. fronteiras do
Rheno san loo inleiromenl.,- ligada;, os espirites
aeham-se lio alvorocados, os opprin idos esmo too
fatigados de solTrer, que n.oocausor;. admirronse
o anno de I8i nao terminar som ver os nones
irinoos da Europa bracos com u na guerra ge-
ral e sanguinolenta.
Nostcs arontecmentes non se pode deixar do
Angusteinburgo ; consentio que o |wvo o accla-
masse em sua pres.-nca i ni ICckernfurd, e em
llustorf, negando proleccoo an burgo-mestre da*
quella cidade, perseguido i>or haver afugentado
n'outro tempo os sectarias do pretndeme
Corre o boato de quo o gabinete russo est em
negoflincoes com o prussano para a fundacio de
una nionarcbia scandinovia," encorporando-se na
Sueeia os acto es dominios do rei Chrisliano.
Despachos telegraplncos recebidos em Lisboa di-
vi'r o despeito da Franco com a Ir glaterra, pelas ; zem que os prussianos tomramos intrineto'ira-
dilllcnldadesque esla oppoz reun o do congres- mcnlos.de Dnppez, c marchavam para collar oca-
so indicado peloim|ieradr dos Frai cezef, para se! minho de Jnlland ao,e\ercito dinainarin z; a Po-
resnlvoremasquestSes pandontes ni Suropa. Se rne (le 9 publica com teda a resaiin que o. rm
a Franca &e tivesse combinado coiq a. Inglaterra Chrisliano da Dinamarca embvora para Ingla-
quando. aj)pareceram os primelos.;i mptomas da' terra e que teQlUClpJ do SJteoig fOra proclaj
discurso da cora foi approvada em ambas as c-
maras.
O partido tory preparase para atacar o ministo-
rio com todas as suas torcas ; os ehefes j convo-
caran! tonos os seus partidarios e concertaran) en-
tre si o prono de batalha. Mr. Disraeli dar b.ua-
Iha ni que.-lo dinamarqueza ; a opinio publica
nao limito favoravel poltica de lord John
K'.Vselh
lispera-se todo o momento, ou a formacao de
um, novo gabinete presidido por lord Derby, ou a
dissoluco do parlamento.
Diz-s que o governo inglez se dirigir ao go-
verno francs propondo como mote de por termo
an conflicto dinamarquez, a reuniao immediata do
um eongresso das patencias que asignaran) o tra-
tado de Londres: dei8n2. A Inglaterra propoeque
a areilaca.o da idea aco.mpanhe o stnfu quo no
Holsini',.' fajnbeH quer ijne as novas conferen-


Diario ote Pcrnamlme Segunda felra re Fevereiro de 184.
1
/


-ca-; se celebren! cm Londres, lulga-so rom milita
razio que :i Franca iilin auiuira ao Convite !
Mr. Thk'rs renauroo. auerjArami ole no corno
lee ilativo francez, a ex|>edcao mexicana laow
]> e as bm conseqoeoelaa futuras, cooeloindo por
i ao governo francez Ozesee cora o presidente
Jurez mu tratado que garantiste a honra e o iu-
tenaaesda Franca, per Me qualquer outra raa-
jicia de i roeoder, prodjizir urna oeeapacao inde-
tiii.lac recelosa. Ao discurso de efr.Thiers res-
ponden Mr. Chais d'Est-Ange, justificando a expe-
di^iio di Mxico. Esto orador manifeslou a
ranea do rae a ordem re restabelecesse dentro em
pouco no Mxico, o que ueste caso aa trepas mipc-
riaes rrgre.-sariam Europa. Mr. Beiuer disse (|iic
a Franca tem sido engaada, que o procediincnto
do guvi'n.o era impopular, c que por is.-o era pre-
efe i fazer reinar as tropas.
Mr. Jul s Favre rensurou vivamente a expedico
do Mexico.qne compara cun a guerra provocada
cm Hespanha peloprimeire imperio. Mr. Rouher res-
poudeu en discurso fogoso que a expedico do M-
xico era a salva guarda dos nteresses martimos
da Franca; que tamben) elle deseja que d'alli saiam
as tropas Irancezas, mas ( (piando o suffragio uni-
versal tuer produiodos se is elidios, o rcslabele-
filenlo da rnouarrhh, lia Ce proporcionar, segun-
do a opiniao do ininisiro. i prosperidade d< M-
xico. Mr. Rouher declaren que o governo francez
ala mura nem eom Juarc, nem com o general
Almonle, mas s com o efcito pelo sufTragio uni-
versal.
\ emenda foi njeitada por 201 votos contra 17.
Mr. Darmon apresentou ao parlamento um
requeriutentu pediadoquese conceda maior; impu-
tada aos peridicos na apreciarlo dos debates do
corpo legislativo; dtaia-sequo o principeNapoleo,
eni ron'erencia rom o inqierador, mosiiara inten-
cao de usar da palavra sustentando esto requer-
ment, nteiramenle convencido de quo a e-tabi-
lidide da situac/io exige ou concossoes na poiilica
interna, ou maior energa na aecao externa.
O senado eviten a discusso. approvando logo o
parecer da commissao, que conclue nao liaver la-
gar para deliberar sobre a peticao.
A instrureao summaria sobro a conspiraciio
contra a vida" do mirador terminou i.
O governo francei pedio para se proceder n-
li.i l\ abrirse com toda a solcivinidade o rosSve
i miara to. Tratava-so de un prujocto de coitinaa-,
gao para o Algarw, p.irtimi i d I!.ja para S. lar-
itiolomcii de Melsses, eom um ramal para Faro.
Fra regeilado o Brojecto da lilierdadc do< cul-
tos, em um parecer ias-comiuisades parlamentares.
Era de esperar que a votaco da cmara approvas-
so o parecer. Movava-so a Incompetencia da c-
mara [tara alterar os fundamentos do cdigo poli-
tico do paiz.
O areebispo de Braga ordenara preces em dcsag-
gravo do livro de Mr. llenan, a Vida de Jess.
l'ma portara circular aos governadores civil
suscitava a observancia de varas dispoefcjoes so-
bre os contratos de locaco de servco dos colonos
portiiguezes para o Brasil.
I'or um decreto publicado ltimamente foi ap-
provado o rugulataenta da agencia na cidade do
Corto do Braritian and pnrtugucze bank flimitrd).
Os rotnos transportados ltimamente do Rio
para Moasamedes na corveta portugueza Barlho-
L'ihco Mas, c-tavam satiafeitos e emprejavam-se
eom vantageui na cultura do algodo, caf e cana
de assnear.
Contiuuavam os horrores da fome cm Cabo
Verde.
O estado sanitario do reino era satisfactorio. No-
vas coima linham cabido, de modo que haviam
cesado os reeeios dos lavradores sobre o resulta-
do da prxima cotheila.
A Mtuacao poltica sustentava-se.
PERNAMBUCO
ASSMBLEA PROVINCIAL.
PIUMKII1A SF.SSO rREI'AU\T(llll\. EM 27 DE 1EVEUEIU-
DE I8.
s 11 horas i'a manhaa, adiando se reunidos na
sala das sesses os Srs. Lourdnco Trigo de Loure-
ro, Sabino Ulegar Lndgero Pinho, Joao da Silva
Hamos, Jos da Cunta Teixeira, Joao Francisco
Teixeira, Manoel Buarque.de Macedo, ('.aciano Xa-
vier Pereira de Brito. Bemosthenea da Silveira
l.obo, Gaspar di? Menezes Vasconcellos de Drum-
inonil, Nalior Larneiro itezerra CavaJcanti, Jos
oima^Jes ofliciaes sobre a permanencia de Mazzini llonifacio de S Pereira, Jos Joaqaio de Souto
eui Sujar com os qoalro italianos presos em Caris; Lima, Antonio Jos da Costa Hibeiro, Antonio Lopes
a revista da causa foi addiada para a prmeira i da Silva Barros, Beodoro Ulpiano Coelho Cataabo,
quinieua de maicn, em (pjanlo se nao receben! as Francisco Rochael Pereira de Brito, Francisco de
iaformicoes pedidas. (irvalho Soares Brand.io, Manoel Nelto de Souza
A polica de Milao prendeu um dos prnei- Bandeira, Francisco Amyntas de Carvalho Moura.
pasa arantes do partido mazzmsta, chamado Stam Estevao Benedicto Franca, Francisco de Araujo
pa. Em casa d'csle individuo encontraran) se al- Barros, Gervasio Rodrigues Campello, Joao Brau-
guns papis sobre os projeclos daquelle partido, lio Correa, Armiiiio da cunha Tavares dos Santo*,
que diz pretender tentar um inovimenlo em Ve- Luii Goncalves di Silva. Joaqum do Reg Barros,
Ma, Cedro Manoel da Silva Uurgos, Jos Eustaquio Fer-
A p-oclamaeao que o general Garibaldi dirigi reir Jacobina, Jtaquim de Aquino Fonseca e Jos
aos italianos acaba de ser publicada. Garibaldi pre- Joaquim do llego Barros.
prximos graves acontecinientos, tanto na agi-1 Sao proclamados :
tacao Jos aoves imprimidos, como nos embaraces Presidente, o Sr. Trigo de Loureiro.
eni que a diplomacia se v collocada. Garibaldi diz 1* secretario, o Sr. Benedicto Franca.
estar convencido que esses acoutecimetitos bao de 2 dito, o Sr. Araujo Barros,
decidir da aorto da Italia, mas que necessario Os Ilustres membros oceupam os seus lugares,
que ai italianos esiejam promplos, unido*, orga- Feita a relacao dos diplomas apresenlados. pro-
ntsadi* t dtsciiUinados. Faz oseolha de alguns cede-se eleicao das commissOes de verifleago de
amig* para constituir a commusao central unita- poderes, que licain asaim consumidas :
ra, que tica enearregada de obler os recursos pe-
cuniarios e necessario, e de dispor os nimos para
a concordia e para o sacrificio.
Garibaldi fallando dos erros polilicos commetti-
Bs e:n Turin. pede aos aous amigos qne jamis
empreguem em vio o seu patriotismo. Conclue
chamando a reunirse em volta da cominissao cen
1* commissao.
Os Srs. Silva Barros, Bochad, Carvalho Moura.
* commitSHO.
Os Srs. Demostlienes," Buarqne e Costa Bibciro.
O Sr. Piiesiiientf convida as commissoes aprc-
sentarem seu trabalho amanha i, alim de poder ter
lugar a discussao, c pede aos Srs. deputados pre-
ml unitaria, c a reconbecerem a sua autondade, sentes queiram comparecer is horas marcadas no
todos os italianos que assistem ao grande drama regiment.
eei que se joga a sua existencia e os seus di-1 Lcvanta-sc a sessao.
reitos. ------------
O governo juliano chamou aos tribunacs as fo- skglkoa sessao prkpahatohia em 28 de FEVERErRo
Ihas peridicas que deram publicidade esla pro- de 1864.
cliunacao. Biz o governo que esla resolvido a em-. Presidencia do Sr. Trigo de Umrriro.
pregar a ua auloridade para impedir qualquer A's 11 horas da iiianba acham-se reunidos na
leni itiva ; e diz contar com o resultado, apoiando- \ sala das sessoes os Srs. Trigo de Loureiro, Losta
se na opiniao publica. Bibeiro, Manoel NetM, Cunha Teixeira, Demosthc-
>a disrussao da lei sobre a brigandagem, e mi- nes, Joao Teixeira, Aquino, Jacobina, Joao Brau-
nislro da guerra disse que no caso de naooccor- lio, Biodoro, Silva Runos, Pereira de Brito. Sa Ce-
reir, Araujo Barros Jeronymo Jos Pacheco de A.
Maranhao, Buarqne, Burgos, Arminio, llego Bar-
ros, Drumniond. Naior.Franca, J. do Rege Barros,
Soares Brandan, Gervasio Campello, Amynthas,
Rochad e Silva Barros.
brese a acanto e lida a acta anterior appro-
vada.
(Contina.)
ferian aconleeimontos graves, se podam retirar
acni perigo algum das forcas que guai necem as
provincias nioruUonaes. O senado approvou por
un; niiiiidade aquella lei.
Sao espirados cm Roma nos principios de
marco o archiduque Maximiliano e sua esposa a
arehiduqueza < arlla. O lim principal desta via-
geni regularas relaeoes da igreja mexicana com
a cirio de Boma.
Diz a Corrrspondeticm 6eral, que quando ter-
mina rein as sessoes doReisliralb, Mr. de lluliberg
nolilicar ofTicialinente cmara a aceitajao do
aidiiilu pie Maximiliano ao throno do Mxico, ac-
Cf cseenlando que o mesmo principe renuneiou a
todos os direitos da succe-
da Austria.
- Morreu no 1. de fevereiro a doqueza de Par-
mi, depois de alguns diaa de doenca.
Depois da recusa dos Srs. de brouekre, Pri- jo Barros. Albuqucrquc Maranhao e Silva Barros.
mtt, Dediamps. Theux, Faider, Dubois e Thom de e levantndose a sessao s 3 horas da larde.
Havendo (lesislido o autorparticular da qucixa
que interpozera contra Cergenlino de Miranda Pi-
Cjnsta elle de 3,030 bilhetcs, dos quaes H()i sao
premiados scnd. l de 10:0003, outio Je*
i de ."005, 4 de 2t),5, 7 de 1005, 12 de 10*, 2 1
de 204 e 7ii de 105, cusi de cada bilhete.
Bos 7 premiados com 1005, 2 caber.o aos n-
meros mais approximados do que obtiver a sorte
de 10:0005: dos 12 ditos de 405, 2 pertcncerao
aos mais prximos da de 3:0005, e dos 29 ditos
de 205, i caberao aos mais prximos da de 5005.
Os exames de preparatorios que se lizeram
nos das 24 e M 00 corrente, deram o seguint8
resultado :
Em philosophia foram approvados plenamente
II. siuiplesmente 3 c reprovados 9.
!'m geographia foram approvados plenamente 7.
simplesmente 9 e reprorados 6.
lli:r\iiTii.:.\o da I'Olieia.
Extracto das partee dos dios 2i e 27 de fevereiro
de 1804.
Foram recibidos casa de delencao no dia 25
do corrente :
A' ordem do lllm. Sr. Dr. chefe de polica, Ha-
noel os Joaquim. braneo, e Joaquim Francisco,
indio, para recrutas, vindos da F.scada.
A' ordem do Dr. delegado da capital, Caetano
Gomes Cavaleante, eCaotidianoCelestino da Fon- -
ca. braiiros, para averiguarles polictaes; Justino
Constantino da Conceico, pardo, por suspeito cm
crirae de furto.
A' ordem do sabdelegado do llccife, Mara Fran-
cisca da Soledade, parda, por insultos.
A' ordem do de Santo Antonio, Antonio, crioub,
escravo de Perreira & Araujo. por ofraojlo w
posturas.
A' ordem de da S. Jos. Francisco Jos.' Ilibeiro,
paulo, por Crme de furto.
A' oTilein do da Vanea, Francisco de Souza Ca-
jauna. paulo, por crime de furto de eavallos.
A' ordem Jo ila Muribeca, Manoel Francisco Men-
des, semi-branco, por se adiar incurso noart. 201
do cdigo criminal.
26
A' ordem do sabdelegado Recite, Lote, erottlo,
escravo de Thereza de Souza Leao. requerim.'n-
lo desta.
A' ordem do de Santo Antonio, Benedicto, escra-
vo de Jolf, por infrarc-ao de postaras.
A' ordem do da Boa-Vista. Miguel Joaquim das
Chagas, braneo. os pardos. Joao Duarte de Olivei-
ra, e Manoel Antonio Bastos da Silva, todos por
crime de furto.
A' ordem do da Muribeca, Joao Antonio Pereira
de Oliveira, braneo, por desobediencia.
O chefe da 2." seccao.
1. G. de Mesqvita.
Passageiros do hiate nacional Incentirei, sa
nido para Aracaty: Daniel de Moura Pacheco,
Jos Correa dos Santos. Jos Ferreira da Costa,
Zoroasto Ferrcira Chaves.
Passageiros do vapor Paran, entrados de
Southampkm e portos intermedios: -JoThomz
da Costa Jnior, Joaquim Domingues Fcrnandes.
Paulino Ferreira da Costa, Antonio Martina de Car-
valho Axevedo, Antonio Jos Rodrigues, Gabriel
Oeaanao y Rodrigues, Mathias Gomes da Fonseca,
Abrahan Talcgano, Maanica Berkroch, Josepli Se-
meja, D. C. Simpson, W. G. Broadley, Edwin A.
Tenimes, Antonio Cardoso, Adrin Lowe.
Seguem para osul:Guilherme AugustoBi-
cardo, Dr. Felippe de Figueira Faria, Eduardo
Wilson a sua familia, Domingos Rodrigues Gui-
mar.ies, Robinon, Jos Jacome Tasso.
Movimento da casa de detencao no dia 26 de
fevereiro 1864: .
Existlam ... 372 presos.
Entraram. 6 >
Sahiram 13
A saber :
Existem.... 363
Nacionaes. 256 presos.
Estrangeiros Mulheres. . 30 8
Estrangeira Escravos Escravas . 1 6o 3
REVISTA DIARIA.
A assembla provincial, cm sua sessao de hon-
tem, virilicen os diplomas dos seus membros elei-
evenlual do throno tos pelo l., 3., 4.' e 5.* disti ictos, deixando de la-
aer outro tanto aos do 2., por ser a hora ja adan-
tada, em conseqnencia do debate havido, no qual
tomaram parte os Srs. Jos Teixoira, Nabor, Aran-

or;;anisarem o novo ministerio, cessou a frise mi-
oi-tcrial belga, retirando o gabinete o seu pedido
de demissao, e continuando a exercer o poder.
Em Beilim leu-se a 23 um decreto deemerra-
mento das tessee das cmaras, fundado em que
estas negaram o seu concurso ao governo para sa-
l r das ditliculdadea em que se ada. O rei da
Pi ussia acba-se em antagonismo completo com a
icao, pretendendo sustentar i todo transe o seu
f >verno. Sao as segundas cmaras dhtSolvidas, e
a opiniao publica nao favoravel poltica do rei
Giiliierme.
Das noticias do S. Domingos consta que os
H ,'spanhes continuavam obtendo vantagens em lu-
ds os reconteos eom os rebeldes.
De 23 municipalidades que cmipoe a naco
mexicana, 17 ractiliraram a eleicao do archidu-
que Maximiliano para imperador. Assegura se que
o arttnduque parte para o Mxico cm abril pruxi-
bii futuro.
O general Bazaine oceupou Guadalajra com 14
ndl Imnens. Niaga com 4,000 acha-se as colinas,
prximo do exererto de intervencao.
O paiz esi geralnienle occu,iado pelas forcas
fianco-mexicanas. Todos os habitantes fazem r
denles votos pela prompla ebegada do prncipe
llaiimiliano.
A batalha de Morda foi decisiva. Jurez per
deu toda sua artilbaria, e 2000 h jmens tiraran
Irisioneiros em poder dos Francezes. Tres bata
lides juaristas passaram-se para as tropas impe
liaos, os fuaes cram commainlarios por Uraaga
lerrisabal fui tambeinderrotado. Oschefes mexi
emos que nao morreram ficaram prisioneiros. Nio
i ^ossivel que contine a resistencia. Jurez fugio
jara Monteny. Os Francezes ocuparam S. Luir
As utidas de New-Tork alcancam a 27 di
j metro. Jtriga-se que o presidente Lincoln sen
j-eeleito |ior erando maiora.
A convenci da Carolina do Norte decidi re
onhecer a supremaca do governo de Washington
Continua va o bombardea ment de Charleston,
<|naai redazido a ruinas. O forte Sumpter desap-
pareceu
Os roaederados nao dispoem, segundo se calen-
li,dentis de 240 mil homens em todo o seuexer-
rito, e julga-se que nao poderao resistir por muito
lempo.
A rainha de Hespanha deu a luz no dia !!!
pelas 3 horas e 45 minutos da manhaa uina infan-
ta. S. M. acoa-se vre de perigo.
O ronde de Paris havia cliegado a Barcellona,
sinm de erat>arcar para Inglaterra. O duque de
!ontpeosier rtiegra a Sevilha a 8. Seu tilho o
infante O. Fernando contina gravemente doente
O eotM eUtoral progressista approvou as base
ncordadas pelo general Prim, Olosap, Carteira e
nutros para ir a urna, no caso de dissolocio da
amara dos lepnudos.
boato de um ernprestimo para
enviar urna grande expedico a S Domingos, as-
tm como a nomeacao de urna commissao de in-
querito.
Em Portugal, a 11 do crreme, leve lugar <
inhecimcnlo pebs cortes, de S. A. o princp;
real D. Carlos Fernando, filho d'elre D. Luiz I
la aenhora I). Mara Pia de Saboya, herdeiro d i
ibreno. A sotemnidade tinba poneos das antes
sido decretada e licou sendo lei do paiz para casos
ioVntwos.
Fraapresentada no parlamento a proposta pars
II dotacao do mesmo principe. Terminara a di:.-
sao da resposla ao di-curso da cora na cma-
ra popular, enro a votacao favor do gabinetg,
por grande maioria, apezar das violentas diatribas
dea mais conspicuos oradores da opposico contra
a ministro da fazt-nda. t cavallo de batalha foi o
ernprestimo negociado edtimamente com a ca
Stern Brothers de Londres.
n,, divhicti uc Lonmes. nanea monea, 1:0U#, voadopelo art. 13
O governo, em orna nota offlnal publicada no le do oreamento vigente, para os reparos
Diario, conlirmra a sua posico neutral na per-
dencia dos EsUdos Unidos, desmeniindo boatos r -
di-eretos d'um peridico hespanhol.
Correja a locomotiva entre Lisboa e Porto. N?ii
oeatiriram anda, porm, exploraco estas ultimas
secedes ria lini.a do norte. Na do sol est comple-
la a linlia frrea para a cidado do Reja, Beva no
mente! c oulros, por erime de tentativa de rapto,
qualificada no artigo 227 do cdigo criminal, opi-
nou o Dr. promotor publico que, nao sendo meno-
res de 17 anuos as virgens contra as quaes se len-
lou o rapto, leudo a mais joven 18 anuos, nao po-
da caber procedimento criminal, visto ser a mc-
noridade condicao esseocial para a existencia dcs-
se erime.
Remettem-nos as seguintes linhas :
Sr. redactor. Por intermedio da sua concei-
tuada Bevtsta, rogamos illustrissima cmara mu-
nicipal que lance suas vistas para nina grande por-
cao de agua estagnada que existe no ftm da ra
Bella, proveniente de aguas pluviaes qne correm
das ras ciicumvisnb;.s e ah se ajuntam at o es-
tado de pulrefaccui.exhalando, como at antc-hon-
lem, um ftido isupportavel ; e seessa cxhallacao
deixou de continuar boje, por causa de outra
grande porcao d'agua que se Ihe veio reunir, redu-
zndo a tal"ponto aquello lugar que atolam-se ea-
vallos e carros.
Com a factura do novo caes ficou neste local
urna baixa e por um plano mal acertado deixou-se
de collocar ah um cano de c-goto, medida esta
que lembramos cmara municipal, visto ter de
continuar o invern, e os moradores daquella ra
ou os seus transentes n.o deverem estar por mais
lempo obrgados i soffrer tal charco de immundi-
cias.
Antes tarde do que nunca.
O patacho belga Ervi'a foi encontrado no dia
17, em viageni para o Rio Graude doSul, na lat.
18 e 12" S., e long. 35" e 47" O. _
Solicita-senos esla publicaco :
Com a prxima Ranino do nosso corpo legis-
lativo, temse levantado a voz de que alguuscm-
pregados da respectiva secretaria procuram a sua
aposenlacao ; c d'ahi decorre que nao poucos sao
os candidatos s vagas.
Ora, para a de of:i*ial-maior, cujo empregado
por seus incommodos dizem procurar a competen-
te aposentadoria, temos ouvido declinar os nomes
de alguns candidatos que Jor certo esto na altura
do lugar ; c entre estes, porm, reputamos com to-
das as habibtacoes requeridas para o bom desem-
penho do mesmo, o Sr. Dr. Jos dos Anjos Vieira
de Amorim.
Este senhor bastante condecid* entre nos,
qurpor suas qualidailes nessoaes, qur pelas do
espirito, acere-cemlo anda que nelle concorre o
conhecimento praiicodo ligar, vi.-to jt-locxerci
cdo, sendo para notar que esta condigo nao deve
ser na apreciarao dos candidatos a de menor valor.
se nao urna das mais muorianh'-.
Estas nossas ronsIderacSes, offerecemo-las ao
Ilustrado criterio do corpo legislativo, que por cer-
to muito lucrar na bus. ordem doservico com a
escolha do referido douter para exercer o lugar a
que nos referimos.
Dando espaco estas indas, cabe-nos dizer que
pessoalmente nada sabemos a respeito de sua ma-
teria ; mas concordamos na aprecacao que se faz
ah do carcter e aptidoes do Sr. Dr. Jos dos Ao-
jos, que de fado desempenhar satisfactoriamente
o indicado lugar, caso seja nelle prvido, sem que
este conceito todava possa prejudicar o que mcre-
cam os demais concurrentes.
Providenciou-se pdra que nao so2" sargento
7 batalhao de infamara Conrado Goncalves
do
Menelles, tenha baixa do aervteo, aceitndose em
seu lugar o paisano Affonso Salgado de Albuqucr-
quc, que est as rondiedes do regulamento de 28
de setembro de 1859, mas tambem seja posto em
liberdade o recruta Antonio Mariano de Souza,
que provon isenco do rejrutamenlo.
Ao vigario da fiegiiezia de Jaboato, Manoel
Espiridiio Muniz, manduu-se entregar, mediante
liancaidnea, 1:0005, voadopelo art. 13 8 da
a ma-
triz daqudla fregoezn.
No sabbado leve luzar a procissao de Nossa
Senhor da Soledade do Livramento, tendo o acto
a devida decencia.
Acaba de ser aiiprcvado o novo plano para
a extrarcAo das loteras extraordinarias da pro-
vincia.
363
Alimentados custa dos cofres pblicos.. 143
Movimento da enfermara no dia 26 de fe-
vereiro :
Tiveram baixa:
Luz de Pranea Ventana, pleurodimia.
Antonio Jos Gomes, tumor.
Tiveram alta :
Francisco Jos de Sant'Anna.
Ignacio Francisco da Silva.
Manoel Ignacio Bezerra de Mello.
DeonizioSeverioo Gomes.
Casiaairu Marinlio Faleao.
Manoel francisco dos Santos.
Jacintho Jos Martins.
Jos Gjrra de Mello.
Cascoal Ferreira de Carvalho.
Obituario do da 23 de fevereiuo, n-o cemite-
RIO l'IBI.ICO.
Joaquim do Rosario, Pernambuco, 60 annos, sol-
teiro. Boa-Vista : rheumatismo chronico.
Adriano Joe Ilibeiro da Fonseca, Pernambuco, 18
aans, solteiro, Boa-Vista; hemophise.
Jos Alvos Ferreira, Cortngal, 25 anuos, solteiro,
Iteeife ; exee-so de b.liid.is alcoolicas.
Teiiente-roronel Francisco Rodrigues Caldoso, Per-
nambuco, 60 annos. casado, S. Jos; gasiro lie-
patite, splenites chronca.
26
Raymundo Valenliniano de Moracs Reg, Mara-
nhao, 22 annos, solteiro. Roa-Vista : bexigas.
Josepha Maria do Monte, Pernambuco, 92 anuos,
aoUesra, Boa-Vista; velhice.
Maria Joaquina do Sacramento, Pernambuco, 46
annos, solteira, Boa-Vista ; gangrena.
Thereza Maria de Jess, Iguarass, 24 annos, viu-
va, Boa-Vista ; phthysica pulmonar.
Anna Maria de Oiiveir, Pernambuco, viuva, S. Jo-
s ; motestia ehronica.
Hu na Mara da Conceicao, Pernambuco, .'10 an-
nos, solteira, Santo Antonio ; gastro hepatite
aguda.
UM POUCO UL uno.
Na Revista Popular lp-se o segunte :
Nao foi debalde que o principe dos poetas disse
com toda a forea de couvcjao: Au laces fortuna
jucat, tmidos que repetlit; nao foi tambem sem so-
beja razao que nos das tumultuosos da repblica
franceza, Danlon bradou do alto da tribuna popu-
lar : Audacia I audacia I nimia audacia !
O homem tmido e aeanhado por mais que se es-
forc em dirigir seus tiros ao alvo almejado, pouco
mais conseguir do que com ai atguma; ora tirar
aquem do balisa, ora passar alm, e quasi sem-
pre ter o desgosto de ver arrebentar lhe as mos
a bomba, que doria abrir brecha na muralha er-
guida pelas contrariedades da vida.
O homem audaz, o atrevido que nao cenhece tra-
peos para chegar aos seus us, nunca se da por
vencido, etubora veja exhaustos os recursos de que
dispe para ganhar a batalha viva torca ; na fal-
la desses recursos, emprega a artimanha, simula
urna aecao cm campo aberto, e alinal ataca de em-
boscada, contando de anten^o destruir as trplices
hidras do immigo.
Queris um exemplo do que fiea dito ?
Ouvi, e applaudi a astucia.
Desde que comecoua exposicaoda academia das
bellas artes, notou-se all a assnluidade de um ama-
dor de toda a especie de quadros : era um moco
bem apessoado, alto, moreno, trajando no rigor da
moda, e calcando macias luvas de Jouvin ; pentea-
do com esmero, atava a grvala debano de precei-
to, e exprmia-se com termos elegantes e sem diUl-
culdade.
Apenas o velho Sampaio abra as portas do es-
lalieleeimento, elle pereorria todas as salas, e s se
re:irava quando mimado para deixar funeciooar
os gonzos da pesada grade de ferro, que ia ser fe-
chada.
Sendo visto medir diariamente com os taeSes as
estreitas salas do palacete artstico, dizia um dos
frequentadores :
Aquelle sujeito um manaco apaixonado
pela pintura.
O outra accrescentava logo :
Qual maniaco I espio de polica.
E um lerreiro que roubava alguns minutos s
cleicoes, edamava-o sem hesitar o pliosphoro Ilus-
trado I
Como todos se enganavam I A*" era simples-
mente um animoso rapaz que dava caga ao animal
condecido pelo nome de dote I Certa manhaa, ten-
do feito um calculo exacto do quanto lhe restava
de pequea fortuna ha pouco herdada, assm fallou
pouco mais ou menos, aos seus botoes .
- As mindas posses nao excedem a 3005, o tifo
; cedo, talvez nunca mais, me ser concedido o pra-
| lar de derdar : assm pois necessario dar um
' bom emprego aos destroces da heranca de mea to
e tratar de vestir-me com gosto para nao perder
um dia de expo^icio das bellas artes. Hoje as viu-
vas, as soltelras de meia idade e as meninas que
nao pestanejam quando se Ites falla em marido, j
perderam o medo ao papao, e acompanhadas ape-
nas de orna velda ta ou de urna prima de faces
enrugadas, passeiam pela ra do Ouvidor, e aba-
lancam-se a entrar no templo das arles. Preciso
que ea seja milito infeliz, e nao tire partido dos
meas dona Datnraes, para nao coniuistar umades-
UJ senlioras, <;uja corda sensive o casamento.
Mosirar-me-hei torno, sisudo e ob -eludo prudente,
logo que considerar-mo amado ou desojado, sahrei
a comer biforrnaeSes, e se a irnpi riaocia do dote
corresponder donestidade dos s'ntiiiientos, nao
me farei rogado, ixarei queme Atsposem sem re-
sistencia.
Assm raciocinando, foi ao seu alfaiate para en-
roupar-se, oblare um cathalogo da uxpoaioio, e dis-
|M)z o plano do ataque.
Munido do folhelo, que lhe serv ia de cmplice,
gastou tres das em percorrer as salas, examlnou o
logar em que eatavam coilocadosos melbores qua-
dros, e notou com um lapia margom do cathalogo
os que lhe pareceram mais nteres antes para com
vagar decorar os nomes dos autores e poder histo-
riar o seu assumpto.
Einquanto fez esse esludo consc encioso, conten-
tou-se em tiajar as roanas usadas e subinetiidas
lei da reforma; apenas porm lev i pleno conbeci-
mento dasnovidadesdaexposicao, "estio-se phao-
t.isia do Blachon, c sabio de casa prompto a dar
batalha.
Postado entrada da Pinacoldcci, e dardejando
sobre a chusma dos curiosos um < Ihar perscrula-
dor, asM-nii-llia-so ao leao que and i cm busca de
sua presa.
Quando duas senlioras, urna j,i dosa c a outra
anda moja, parecan procurar un qoadro, o nos-
so eaeaddr de dote atira-se a das, com o chapeo
na mao, o sorriso nos labios, usai do de todas as
proeaueoes de cavalleiresca cortezia, viuda offere-
cer-lhesosseus servicos.
Seria grande indiSCripcSo, m nhas senlioras,
pcrguiilar-llies ijual o qiudro qut procuram com
tanto afn ?
A's vezes nao lhe davam respost:, outras, porm,
encarando-seo sea oAereeimento orno liliio da boa
vontade de ser til, as senlioras rciidiam-se a tanta
amabilidade, o travavam eeaversaia
Todas as toldas gabam o qu;dro que repr-
senla a Bella Italiana, e desejamos velo.
Ah est elle mindas senhor.s. Depois de o
examlnarera a seu gosto, consintaoi que Ibes sirva
de guia ; felizmeute condeco o lugar eni que se es-
conden! as prodceles de mais nomeada. e |iosso
sem o menor incommodo poupar-lhes o enfadonlio
trabalho de tima pesquiza infructil ra.
E para logo conduzia as suas victimas para de-
fronte do painel que ellasqueriam ver; dando-Ibes
numerosas explicacoes sobre os effeitos da luz, e
noticiando-ldcs que a galera do imperador possue
anda maiores prodigios, despeda oldares assassi-
nos menina cnihusiasmada, e lesenvolvia com
malicia iodos os attractivos da sua pessoa.
Em geral colina como premio de seu trabalho
um agradeeimento polido, ou quando muito iiiii
amavel sorriso. Esses testemun ios de gratido
cram-lde sem duvida muito agracaveis, porm se
09 seus labios sorriam, o coraco murmurava :
Isto nao rliega I
l'm momento depois A*" dizia entre denles :
Animo, meu amigo I nao descampa emquanto
nao obtiverdes cousa meldor Pois crivel que nao
baja no Ro de Janeiro urna ta qi e quera verse
livre da sobrinda :' Ninguem o dir : tranquillsa-
te : has de ser convidado para visita las, e delta o
resto por miaba coma.
Quantas vezes tevo elle de assm reanimar o seu
moral abalado I quantas vezes re;oiheu-se casa
com .as pernas bambas e o corac: o mortificado e
triste I
Nos ltimos das daexposico mecou o desani-
mo a gauhar terreno; A" j nao ia a academia
seriad por desencargo de conscien:a; o seu ardor
primitivo princpiava a arrefecer : o dom da pala-
vra_ desapparecia-lhe a olhos vistos, o nao havia
meio de sobordmar os seus cabel os deslnhados
por um movimento de anriedade. Emfim o braco
fatigado ^eslava prestes a largar c canico, quando
um lindo peixindo arriscou-sc a cerner a isca presa
na farpa do auzol.
L'ma bella menina, recente desirtora do collegio
de Santa Tdereza, expunda ao claro do dia c pela
prmeira vez as gracas inherentes aos seus quinze
annos e urna fortuna brilbante. Vinha acompa-
ndada de sua velda lia, scodora respeitavel, cujo
rosto complceme era moldurado por finos cabellos
louros, sem duvida alguma preparados por Augusto
Claude.
Para dos annos reparar a afronta.
A"* estremeceu de esperanca diante da nova
conquista.
Apresentou-se resoluto s duas damas, faliou-
Ihe com desembarazo, e foi ouvido alternamente ;
mostrou-se espirituoso, solicito u conhecedor das
bellas artes, lisongeou a velda, fascinou a moca, e
durante duas boas horas prodig: lisou a urna e a
outra inexgotaveis tdesuros de viveza e urbani-
dade.
Desta vez a linha nao se voltou encolhda tona
d'agua ; o peixe a esticava : A,#* deixa-se casar
no dia 2 de fevereiro, e pretende .presentar a sua
noiva no projeclado baile carnavalesco.
No espaco de duas horas soffrcu torturas para re-
parar as averias da sua herama: de agora em
diante lhe c dado a permissao de ponpar o espirito
e deixar em paz a cabellara, com tanto que eeono-
mise a fortuna pescada sombia de lagos imi-
tados.
L-se na Cruz o seguinte :
AMEMOS -NOSSA MAI.
I
0 coraciio do homem foi feito para amar.
Privado das consolacoes da patria, cada um de
nos tem necessidade de urna alin; que responda
sua, de um amigo que partilhe suas alegras, ou
que o ajude a conduzr a cruz d> suas attrihula-
goea.
E-l.i necessidade tao imperio-a, que a Divina
Providencia approuve relacionar-se com os ho-
rnees, alim de ser as nossas, vivas complacencias.
Mas lo difficilencontrar um amigo verdadeiro,
que o espirito nos declara, que, acha-lo, ter um
tnesouro.
Onde acharemos esse thesouro f
Ser na inconstancia das creat iras, ou no meio
da estabilidade das cousas que pssain 1
A experiencia nos mostra que os amigos da tr-
ra lio quasi sempre nlieis.
E por isso a palavra do poeta atino ser sem-
pre a verdade : emquanto fores rico, contareis mu-
tos amigos; mas quando a fertun i vos tor contra-
ria nem um s acharis.
Elevemos os nossos olhos mais altos,que o nada
deste mundo.
O verdadeiro amigo sabis vos onde reside ?
K' sombra do sauctuario, no .eio da eteimida-
de. Cdegai a Jess ChrialO, e nuuca conheccreis
as decepces dolorosas.
II
lia anda um outro amigo, sol re o coracao do
qual vos podis reponsar sem receio, c que vos
servir de intermediario para chigar ao Salvador.
Este amigo quem ser, e quem no-lo far touhe-
cer f
As almas virgjnaes, vos diro :
E' Mara, a mai boa e compassvel.
Mara o refugio do peccadur e a consolado-
ra do afDiclo.
Maria a alma mais pura c a mais amante,
junto da do celeste Redemptor.
Considerai alternamente, o diiei-me, se ha no
mundo um amigo comparavel a Ella t
Ornada de todas as amabilidades que convm a
una amatara, Ella poderosa para vir em soc-
corro daquelles que aamam, e para nos encher de
beneficios neslimaveis.
Para comprehendermos todas as amabilidades
de Maria, basta meditar um instante sobre a al-
lianca intima que ella eonlratou mu cada urna das
tres pessoas da adoravel Trindace, para conten
plarmola com amor, e como esposa do bem
amado.
Eis porque as filhasde Jerusali m, vsla de sua
rainha, excbmaram cm um piediso enthusiasmo.
Quem aquella que camirha no deserto, se-
melhante aurora em seu despuntar, como a la
suspensa no azul dos cus radiante, romo o sol no
meio de seu curso ?
E' a Filha do Eterno, bella e pura I Pura, por-
que nunca o alito mephylico do peccado pode man-
char a sua pureza de aojo.
E se assm a reconhecemos, porque nao have-
mos de abrigarmo-nos sob sua inocencia 1
Deus fez um coracao vasto pa "a acreatura, c s
Jess e Mara capaz de responder s suas aspi-
races.
Nos bracos de Ma ternura, nrssa alma repou-
sar pacifica, como o menino ru dorme sereno
sobre o seio de sua mai; por ti.nto, perlo desse
anjo, nos seremos sempre defendidos de todos os
iniuiiges.
RI
0 que o poder de nossos melbores amigos ?
Canicos debis que se qut bram em nossas
maos, logo que nos procuramos apoiar-nos sobre
ellos nos das de nossa major altribulacao.
Nos soffriinentos do corpo como as agonas da
alma, nossos amigos liugidos s nos dizem : cu
partilho as vossas penas ; esperanca, paciencia !
contai com a clemencia do fu uro, c depois os
maiores infortunios nao sao eternos.
Mas nao assini Maria, porque do alto do ccii,
seu filho Iba dirige cstta paliaras : todas as mi-
nhas riquezas esto cm vossas maos, oh ininda
mai I espaldai-as com profuso sobre vussos rillms
e sedo a dispensadora de mindas grabas.
E Maria distribu-, s mos cheias todos os fa-
vores.
Feliz, pois, e mil vezes, o homem que ama a
Vrgem Maria, porque nuuca ser abandonado na
desgraca.
L-se no Doze de Agosto :
Coosla-nos que o Sr. Antooio Jos Duarte Naza-
reth levara j ao conhecimento do governo a re-
presentaco dos oaasos eoncidadlos, estabelecidos
no Rio de Janeiro, a respi.-ito do interesse que ha
em proteger o mais importante ramo de prodcelo
portugueza, o ramo da prodcelo vncula, e nos
consta egualmente que o governo representado
pdoSr. presidente do conselno, duque ie Loul,
se mostrara interessado em desembaracar o eooi-
mercio dos nossos viudos das peas, que actual-
ment.- tem.

A companliia Salamanca deu por concluidos os
seus prineipaes trabadlos de construccao na estra-
da do norte, e essa estrada no caso de'poder abrir-
se a eircoiacao.
Em virlud'e da respectiva communicacito ao nos-
so governo, mandou este examinar os trabadlos de
construccao, para ver se cstavam no caso de se-
ren approvados.
A comini-sao ad hor,nomeada j ha inulp, sabio
no dia 21 para o seu deslino. Varemos o# resul-
tados do seu exaini-.
Consta-nos que s a ponte de Esguera offerece-
ria serias davalas.
cfiito.MC.i Jincuiiiv
Tit nti v 11, da iu-:l %; lo.
SKSSAO EM 27 DE FEVEREIRO DE 1864.
1'llKSlUt.NCIA DO EXM. SU. l.o.NSEI.IIIvUlO
SILVF.IIIA.
As 10 horas da manlia, presentes os senhores
desembargadores ( aetano Santiago, Gitirana, Lou-
renco Sauliago, Res e Silva, Molla, Perett, Accio-
li, Assis, e Doria, abro-se a sessao.
Comparcceu tambem o Sr. deseinbargador Villa-
res, e os juizes de direito Freitas llennques, Noiva
e Arar i pe.
O Sr. desembargador Guerra, procurador da co-
rea, nao compareceu.
Passados os feiios e entregues os distribuidos,
deram-se os seguinies
Jl'LGAMEXTOS.
Aijijravo de instrumento.
Aggravante, Francisco de Barros Wanderley ;
aggravado, ojuizo.
Relator o Sr deembargador Molla.
Sorteados os Srs. desembargadores Res e Silva,
e Perett.
Deram provimento.
A retasad crime.
Recorrente, padre Joaquim Lele de Araujo; re-
corrida, a Juottea.
Annullou-se todo o processo.
llabeas-corpus.
Concedeu-se ordem de liabeas-corpus a Joao An-
tonio Pereira de Oliveira, pedida em peticao para
o dia 1" de marco futuro, ouvida a autoridade com-
petente.
Appellaroes crimes.
Appellante, ojuizo ; appellado, Antonio Correa
da Silva.
A' novo jury.
Appellante, o juizo ; appellado, Pedro da Rocha
Filgueiras.
A' novo jury.
Appellante, ojuizo ; appellado, Manoel Joaquim
de Oliveira.
Improcedente.
Appellante, o juzo ; appellado, Manoel Teixei-
ra de Carvalho Ralalo.
Confirmada a sentenca.
AppellacOes civeis.
Appellante, Jos Francisco de Souza Lima ; ap-
pellada, Mara Francisca Olimpia Baptista.
Desprezaram-se os embargos do appellante.
Appellante, Venancio Nogueira de Souza ; ap-
pellada, D. Caetana Nogueira de Souza.
Desprezaram-se os embargos do appellante.
.-.pudante, Manoel Gomes de Almeida Bolelho ;
appellado, Manoel Jos da Graca.
Reformada a sentenca.
Appellante, B. Jacintda Mara de Abreu ; ap-
pellado, Jos Peres da Cruz.
Rcceberam-se os embargos d*os appellantes.
Appellante, o baro de Muribeca ; appellado,
Francisco Casado da Fonseca.
Confirmada a sentenca.
Appellante, Antonio Pereira Monlciro ; appella-
do, Jos Raymundo Vieira.
Desprezaram-se os embargos do appcllanlc.
DILIGENCIAS CIVEIS.
Com vista ao Sr. Dr. curador geral
A appellaato cicel.
Appellante, Ernesto Augusto de Manguala c
Silva ; appellado, D. Mara Joaquina Accioli Wan-
derley.
PASSAGENS.
0 Sr. desembargador Caetano Santiago passou
ao Sr. desembargador Gitirana
As appellaroes civets.
Appellantes,-Dr. Joo Ferreira da Silva ; appel-
lado, Joaquim Jos Alves Lima.
Appellante, Sebastio Marques do iNascimenlo ;
appellado, Julio Cesar Pinto de Oliveira.
Appellante, Chnstovo Jos do Reg Mello; ap-
pellado, Firmino Francisco Flores.
Appellante, bacdarel Bernardo Duarte Brandao ;
appellado, Antonio Ferreira Antera.
Appellante, Joaquim da Franca Cmara ; ap-
pellado, Joo Alves de Carvalho Cesar.
Appellante, a preta Paula ; appellado, Francisco
Duarte Freitas.
O Sr. desembargador Gitirana passou ao Sr.
desembargador Lourenco Santiago
As appelardrs civeis.
Appcllanlc, Domingos Jos Pinto ; appellado.
Joaquim Jos Vieira e oulros.
Appellante, o cnsul porluguez ; apachados, os
credores do espolio do linado Jos Riberc de Fa-
rias.
O Sr. desembargador Lonr'cnco Santiago ao Sr.
desembargador Rata e Silva
A appellacao crime.
Appellante, o juzo ; appellado, Cedro Moreira
de Oliveira.
A apprllarao civel.
Appellantes o appellado conjuuctamenle, Anto-
nio Carlos Pereira de Burgos e Antonio de Siquei-
ra Cavaleauti.
O Sr. desembargador Bes e Silva passou ao Sr.
desembargador Motta
As appellacoes civeis.
Appellante, D. Francisca da Cunta Bandeira de
Mello ; appellado. Joaquim Rodrigues Tavares de
Mello.
Appellante, Joo Paes Brrelo de Lacerda ; ap-
pellada, a baroneza de rpojuca.
As appellaroes crimes.
Appellante, ojuizo ; appellado, Manoel Herme-
negildo.
Appellante, Jos Germano de Lyra ; appellada,
a jusiica.
O Sr. desembargador Motta passou ao Sr. des-
embargador Peretli
A appellaco civel.
Appellante, o cnsul portuguez ; appellado, Ma-
noel Jos I^eitc.
O Sr. desembargador Peretti passou ao Sr. des-
embargador Accioli
A appellacao crime.
Appellante, Domingos Escocia Drummond ; ap-
pellada, a jusiica.
As appellaroes civeis.
Appellante, Jos Joaquim das Neves Canda ; ap-
pellado, Manoel Nunes Bonson.
Appellante, Jos Bodrigues Ramos; appellado,
Ricardo Jos Fernandes.
O Sr. desembargador Assis passou ao Sr. desem-
bargador Doria
A appellacao civel.
Appellante, Joaquim Jos Ribeiro da fosta Re-
bimba ; appellado. Manoel Fernandes Porto.
A' 1 horas encerrou-se a sessao.
A' sentida inorte do escudante
lo qnarto auno Raymundo Va-
lent tutano le Moraes Reg.
Foi um sonho fugace a tua vida,
Qual leve nuvemzinha que se esve
Do vento ao esbater.
Oh 1 porque da morie o sopro glido
To cedo veio a lampada vivan
To cedo amortecer I
Foi tao Lreve, aha estrella, teu fulgir,
Teus raios mal brilharam neslc mundo,
E logo te apagaste :
Meu Deus, porque a estrella esperanzosa
Que de luzr sorna em no-sos ceas
To azinha levaste I
Va a leda avettoha pelos ares,
Do negro temporal que se aproxima
Nem sonha de tugir,
Como a ave voavas descuidoso,
Nem sontavas que di viuda o anjo triste
t'o manto te cobrr.
E ora a fra campa do sepulchro
Te pesa sobre o corpo alu Jormido,
Sem vida e j desfeito :
A lousa e os c\ preste? 08 finados
Como que de ti chorain condoidos,
E teu hmido Jeito.
Gome o campo dos mortos de tristeza.
Os miidios sepnlehraes um dbil pi
Vem-te noite soltar ;
S dos rais cariihosos- affastado
Nem urna lagrima que o jazigo mudo
Te viesse moldar.
Pobre mai que no seio te nutri,
E as faces beijou quando cratn vivos,
E nos labios risenhos I
Embalada em douradas aperaneaa
Que lhe o torno coracao assoberbavam
lie u'io fagoetroa sonaos.
Cobre u nem o jaspe do teu rosto
E os palhdos labios j sem risos
Te pode ora beijar I
E ajis a grinalda dos seus sonhos
Murcbas as toacas tuinas de repente
Vea se destolharl
Meu Deus, como cruel acalentar
.No' paito do porvir a edamma ardente
Que longo nos faz ir;
E depois acordar da illuso,
E ver quo esse calor, que essa luz rutila
Era ludo mentir.
Na fronte te luzia o teu talento,
E no peito te arda a sede intensa
Da seductora gloria,
Mesquinho viajor da estrada infinda,
Moreoaaej mas deixaste nesla vida
De ti clara memoria.
A lagrima recebe que derrama
Amigo coraco na la lousa
De dor e de saudade ;
Que os perfumes de Deus que te levou,
E que os cantos dos anjos te envolvam
La na eternidade.
De um collega.
Ao EXM. Sil. MIMSTIIO DA JISTIQA.
l/MA QUKSTO IMPOfiTANTE.
Nao nosso intento oflender nem de leve o Sr.
coronel Jos Francisco de Miranda Ozorio ; nao, e
mil vezes nao ; temos em vista expor gmente com
a maior clareza e imparcialidade urna questao que
tem prendido nossa altencao, e esperarmos a de-
ciso dos homens entendidos, qual nos curvare-
mos com toda submissao, c emiltiremos no entan-
to nossa fraca opiniao, esperando que o Sr. coronel
Ozorio, como suppomos, appareca com sua Urina
para contestar a verdade do que vamos expr.
Eis c caso :
No auno de 1822 na freguezia da Parnahiba, foi
baptizado o pardo Luiz, filho da escrava Joaquina
do tenente (hoje coronel) Jos Francisco de Miran-
da Ozorio, sendo padnnho um escravo do coronel
Manoel Antonio da Silva Henriqnes (hoje fallecido)
sogro do mesmo coronel Ozorio.
Eis i certidao :
Certifico que revendo o livro 1.* de assentos
de baplismo dela freguezia, nelle fl. 183 achei
assenio seguinte : Aos i do dito mez e anno
nota f reja matriz de Nossa Sennora da Graca da
villa da Parnahiba, provincia do Piauty, bispado
do Maranhao, com licenca innha baptis'ou rom os
santos leos o padre Domingos de Freitas e Silva
ao innoceute Luis, filho natural de Joaquina escra-
va do lenle Jos Francisco de Miranda Ozorio,
morador nesla villa.
Foi padrinho Francisco Ignacio Mavgner. sol-
teiro, escravo do coronel Manoel Antonio da Silva
Heuriques, do que para constar, mande fazer este
assento em que me assigno.O vigario encommen-
dado, ll/nrique Jos, da Silva. Declaro que o dia,
mez e anno, o da S de margo de 1842, como se
depara do assento inmediato supra do mesmo li-
vro. Est conforme. Parnahiba, 22 de agosto de
1831.
Eis ainda dous documentos.em favor do direito
do coronel Ozorio no pardo Luiz.
Matricula. Certidao.
Certificamos que fl. 28 do livro prmeira do re-
gistro da matricula de escravos, se acha matricu-
lado o ahaixo declarado pertencente ao Sr. coro-
nel tos j Francisco de Miranda Ozorionome Luiz,
cormulatoidade 29 annosnaturaddadc Par-
nahiba ofllcio carpira. Alfandega da Parnahiba,
13 de agosto de" 1831. No impedimento de ins-
pector, Julio Chinaco de Souza.O escrivo inte-
rino, Domingos Francisco Leite.
t O corone! Jos Francisco de Miranda Ozorio
precisa a bem de seu direito, que o tabellio Bro-
chado (nico neste termo) lhe eertilique ao p
desta se em suas notas existe a caria de liberdade
passada pelo supplicante em (avor de seu escravo
Luz, e nD caso aJBrmativo, Ide d aqu por cer-
tidao.
t Pede V. S. Illm. Sr. juiz municipal em exer-
cicio assm o mande.E R. M-
Despacdo.
Siro. Parnahiba, 6 de setembro de 1831.
Costa, i
t Certifico e dou f cu tabellio abaxo assigna-
do, que cm cnmprimenlo do despacho na peticao
supra, revendo as minhas notas, nao consta o que
o supplicante coronel Jos Francisco de Miranda
Ozorio requer na peticao supra. O referido ver-
dade e ao mesmo livro me reporto.
Parnahiba, 9 de setembro de 1831.O tabel-
lio, Veridiam de Souza Brochado.'
Em 18J1 ou I8U2 Luiz convencido de que era
livre, pois que como tal foi sempre considerado e
estimado na cidade da Parnahiba, retirou-se (nao
sabemos por que) da inesma cidade e veio para
esla, onde requisicao do coronel Ozorio foi preso
e recolliido eadeia, e logo depois entregue ao
mesmo coronel como seu escravo.
Transcievemos aqu alguns documentos esse
respeito.
Ei-los :
t Segu desta capital o Sr- Galdino Marreirosde
Mello a mandado meu em diligencia de capturar
o meu escravo Luiz Mandy. Vai acompanliado de
mais duas pessoas e muido da competente gua
do Sr. Dr. chefe de polica desta provincia, L'inbe-
lino Moreira de Oliveira Lima. Peco todas as au-
toridades e pessoas de minha amisade e conheci-
mento, que nao s nao pondam embaracos ao livre
transito dos referidos individuos, mas Ibes dem
todo auxilio, ae que necessitarcm, para que pos-
sam regularmente fazer effectiva a captura do re-
ferido meu escravo Luz, mulato, pelo que me con-
fessare; agradecido.
Theresina, 3 de maiode 1862.Jos Francis-
co de Miranda Ozorio.
O chefe de polica interino da provincia re-
cominea.la s autoridades que lhe sao subordina-
das, que prestem Galdino Marreiros de Mello e
aos dous individuos que o acompanham, os auxi-
lios que precisaren), par capturar o mulato Luiz,
eeeravo do coronel Jos Francisco de Miranda
Ozorio, que anda fgido, c, consta achar-se nesta
provincia, especialmente noternn de Valenca.
t Secretaria de polica do Pauhy em 3 de maio
de 1862.L'mhelino Moreira de Oliveira Lima.'
O infeliz pardo Luiz vendo-se preso na eadeia da
capital e recelando ser entregue a aquuelle que se
dizia seu senhor, dirigio-se pedosamente por urna
peticao ao ex-chefc de polica interino Dr. Antonio
de Souza Mendes Jnior, c nalmente foi entre-
gue por ordem do ex-ddegado da capital Jos da
Cunda Simos ao coronel Ozorio, como seu es-
cravo.
Eis a peticao do infeliz Luiz :
< Luiz Antonio da Silva Henriques, preso na
eadeia publica desta capital, vem piedosamenie
impetrar de V. S. a graca de mandar vr o suppli-
cante a respeitavel presenca de V. S. para que adi
se sirva V. S. de interrogar o supplicante, e bem
assim ao altores Jos de Mattos do corpo de guar-
nco desta capital, e o mestre Joo i '.arpia, e seu
irmo Mauricio tambem rarpina, e Jou Baptista
de Mesquita, e sendo necessario o supplicante
apreseular mais pessoas, afim de que V. S. desies
examine ser o supplicante liberto, e nao escravo
do Sr. coronel Jos Francisco de Miranda Ozorio,
que a titulo de dizer este Sr. coronel, que o suppli-
cante escravo deste supplicado aqu tem estado o
supplicante soffrendo a priso como esravo desde
Io dia 12 de maio deste anno ; c como o supplican-
te |ior ignorante e falla de proteccao tem soffrido a
priso espera de ver o resultado da dita escra-
vidao, e sem jamis poder tolerar, que at mesmo



r
rio de Pernamfineo Qegtma felr f de Wewttr* de 1904.
r
V

o jubo (le imaginar lera perdido: vcm prcslar-s o '
supti.-.i:it sb a reda o im,tanal jusllra de .
V. S., da qual o supphcante confia proceder \> '
das necessarias averiguagBet e provas quanto em!
dtreito d jusiica for noeestark, a depois das pro-
vas da ser o supplieante liberio, se servir V. S ao
supplieanle mandar por em libertado etc. eto.i
O Dr. chefe de polica Interino Mondes Jnior,
por despacho di) 10 de onlnbro de 1862 mandou re-
moller a petieao transcripta ao ex-delega lo da (*
pital Jos da Canoa Simos, esta nquerio tesie-
munlws e usando de attribuirdos proprs de nm
juiz municipal, proferto nina sentenca em data de
14 de novenibro de 1862 considerando o pardo
Luiz como escravo do coronel Ozorio, quem o
mandou entregar, e l existe na Parnahiba o iu,'e-
iiz Luiz sofTrcndo os rigores da escravidao!
Os dapotmantoa das toatemmha< nquordis po o
delegado eslo assignados pelo pnwrio Luiz Ant-
dio da Silva H nrii|;ie>, vulgo Luiz Man ly e pelo
oronel Jos Francisco de Miran Ja Ozono, c ludo
bem corno os documentos at aqui transcriptos
constan) do respectivo procosso existente no cario-
rio d-i escrivao desta cidade Herculano de Sou?a
Monteiro.
Exportes assim os documentos com os quaos o
coronel Ozorio julg.i so senhor de Luiz, daremos
agora a
a favor
COMMEHCIO.
O Novo Banco de Pernambuco convi-
da os creilores admittidos ao passivo das
massas de Mestjtiia Dutra e Francisco An-
tonio Correa CarJozo a receber o primeiro
dividendo (testas massas, devendo exhibir
as respectivos ttulos para ser annotado o
pagamento.
Par' *)
Algodo........
hondo os Banana para
valor de 300,000 ir.
0 desta provincia vendeu-se de
51*000 a 235000 por arroba, o
de Macei p lo | bardo a 235,
e o da Paralaba a 235300.
COMPANHIA rWWMJBUCANA
DE
Almiar........Vendou-so de 35400 a 45100 obra aeho-se na respectiva secretaria
flanr-M na Mveasa do Qui: bv da povrwrio dos
Meados, oreada em 374541 0 : van-Hes 'que a
Herem arrematar, eoinpancam os menciona-
-tras no paco da mesma amara, munidos rie rz******. COStClr a vapor.
fiailores idneos que garantan) a cxecurwdebra,!'ara|0|,*V ***f Mar, Araear, Ccara, Acarai
sem o iaw ni) podero licitar. O orcameato da e liranja,
Alfandega
Hendimento do da 1 a 26........
dem do dia 27.................
693:8295163
30:9235793
724:4515961
Morliuento da alfandega
Volamos entrados com fazendas...
com gneros.
Volumes sahidos com
com
fazendas...
gneros...
123
814
69
249
Descarrogam no dia 29 de fevereiro.
razio e emoliremos nos humilde opioi 10 Brigue nacional -AroonoHfa-carne secca.
da liberdade de Luiz, a qual pensamos que Barca tnoeaur-Mana Ame/.(-vinho.
437
308
Agurdente.....
Couros.........
Arroz..........
por arrolia do branco, de 35100
a 35200 do gmenos, de 25700
a 25850 do mascavado purgado,
c de 25330 a 15350 do bruta
Vendeu-se de 705000 a 725000.
a pipa ; exislindo em deposito
300 pipas.
l'.i^o da cmara municipal Jo Itecife 2-4 de fe-
vereiro de 1801.Luiz Franci o de Barros Reg,
presidente.-FraneJieo Canuto da Boaviagern, se-
cretario.
Azeite doce.
Bacalho...
No dia 7 de marro prximo se
guir as 5 boras da farde pan os
por fus cima indicados o vapor
Prrsnungu, rommaodante Rites.
^ Iterefce desde j carga al o dia 5.
- u llfin. .Sr. inspector da Ihesouram provn Eueommendas, passajreros e dinlieire a fre- at
cial, emcuinpnmenlo de orden do Kxm. Sr. vice- o diada sabida as 3 Roe da tarde : eseriptorio
pre.-nienle da provincia, manda azer publico,q.ieno no Forte do Mallos n. I.
Os seceos salgados venderam-sc da 17 do mareo prximo futuro, pranle a junta
a 170 rs. por libra. j da (agenda da mesma ihesoonra, se ha de arre-
H pilado da India vendeu-se matar, a quem |r menos lizer, a obra dos reparos
.1 IfMO por arrolia, e o do Ma- de couservacao, de que precisa a ponte do Anjo so-
ranbao de 25800 a J52OU. bre o rio Serinliaem, avallados novaniente em___
O de Lisboa vendeu-se a 25800 1:3645000.
anno. .r?mea-ajuas em frente rhs flKMBM de
fif. I a 3 ipie rendivn 125 .menaan cad.i una o
NRam 2l>" rs. par auno de foro a iniserieordia de
O/ni*], rujas rasaa sao acrfeneentoi aa Sr. Anto-
nio JuMooi im Samot Andrada residente em
Ponugal, a por procurac;io bastante do im-smo n
de sna mullier e.-l o Sr. Antonio Jos Itodrgues
de Sosaa, autori-ad a assignar as respectivas es-
cripiuras. o mesma agalla papeeder a venda
em um ou mais ltis a vonlaile dea compradores.
Onnria-feira 2 tli maicn
O leilao ter taajrav na ra da Cadei do BerUo
armazem n. 48. aa fl lunas.
ninguem em b>a f cntestar, e mnio menos o
Sr. coronel Ozorio ; ipiando omito a liberdade de
Luiz s podena ser descoohecida por algn juiz
deshumano e depois de um pleito regular, oude
l'ossem apreciadas devid.nnente as provas de una
e outra part',.' nunca sujeitar-se independente dis-
to o pobre Luiz ao captiveiro. tendo elle temare e
sompre gozado plenamente de sua liberdade na ci-
dade da Parnahiba i face do Sr. coronel Ozorio,
sem nunca soffrer a menor contestacao, no entan-
to que em 1862 foi considerado escrao.
Luiz, dizem que lidio do fallecido coronel M i-
DOel Antonio da Silva Henriijues, sogro docoronjl
Ozorio.
Neste sentido foi Luiz criado e educado pelo co-
ronel Ozorio, que mandou ensinar-lhe a lr e e >
crevor, ben cumo o ofDciodecarpiua.
Luiz teui o nome do fallecido sogro do coron I
(kafta, islo cnama-se Luiz Antonio da Silva
Henriqoes, e o coronel Ozorio nunca poz isto en
duvida, lauto que no processo existente no cart)-
rio desta cidade do escrivao Monteiro, l est La z
ajsign ido sea nome, e o coronel Ozorio o seu nos
de.ioimeutos das mesmas testemunhas.
Luiz logo que completou a dada legal comecou
a prestar a cidade da Parnahiba seus servidos de
guarda nacional face do coronel Ozorio e de to-
do U'odo sido como tal qualificado.
O tenenle-coronel Climaco de Souz.i, morador
dentro da cidade da Parnahiba, e que no amo da
1851 foi presidente da junta qualilicadora da gual-
da nacional, e amigo intimo do coronel Ozorio,
qualidcou a Luiz guarda nacional com a renda an-
imal de 2JJ5 rs., sondo que moltoi anno^anti'- j i
Luiz era qualilic ido guarda nacional, c comital
praalava seus trricos, como attestar a Parnahiba
em peso, c o prpno Sr. coronel Ozorio, que sup-
poflKH, que ni) s atrever a nega-lo.
Luizfoi sempre qaalOcado votante na parochii
da Parnahiba, sempre volou con a pareiahdads
do coronel Ozorio, que tambero naocontestar esta
verdade, sendo q-.ie no anno de 1850, por occasii)
da ser elle qualilieado vetante era o coronel Uzork,
ou sea nilw o mijor Manoel Antonio de Miran h
Ozorio, um dos meuibros da junta qualilicadora,
sondo juiz de paz presidenta da mi'sma junta i
1,'enro do coron.'l Ozorio, Jos da Costa Sampaio, ns
quaes qualicaraiu a Luiz com o inesmo nome di
Luiz Antonio da Silva llmiiques.
E porventura, Luiz, que sempre gozou pacifica-'
mente de sua liberdade, quanlos hastavam de
anuos em face daquelle qne boje se diz seu senhor,
podia, como foi, e sem mais formalidade algum i
ser reduzdo a condieao de escravo em 1802 !
llavera juiz |Kr mais iniquo que seja, que
possa considerar a Luiz como escravo ? Nao, m I
reses vSa.UberUu uwstimnbihs res ert L. 100 1 Wcm es)W,h
de It. j. Libertas mnibus rbus favora' l" 1T- i- Caibros
A posse pacifica da lilerdade por lempo de 10. qj
anuos, a aca djaquelle que se diga senhor de um Mem'branca '
oscraro, obsta aquello a intentar reduzi-lo a escr;-
vidao. Dig. Pori. L. art. 1293 L. 16 g ff. Qui 11
a ipiib. manumis.
Luiz milito antes de 1850 era votante, era Ruar-
la nacional dentro da cidade da Parnahiba, no en-
lantoLuiz em 18il2 lomou a condieao de escravo,
e de quem I Daquelle rnesmo que sempre recebe i
o voto de Luiz as elicftes, daquelle ffiesino qui
va Luiz fardado, prestando por tres anuos serviecs
ai> estado e evo ron lo continuamente seus direitoi
' oticos I
Felizmente para Luiz, consta-nos que o Dr. cliefe
de polica, Gervasio ampello Pires remira, j e?-
11 alerta |>ara scmidhante negocio, que ja lizemos
chegar ao seu conhecimento.
Por ora Andamos aqui, e em vista das consid -
vaeoes feitas, e sobretudo do documento que abai
Galera inglezaHermionecarvo.
Brigue inglexCAonr?podra de calcamento.
Escuna ingleza Qtteen of the dar/-mercadorias.
Escuna hollandeza Une Gemxlers Pul -carvo.
Importado.
Barca franceza Mara Amelia entrada do Mar-
Milla, consignada a N. O. Biabar i C, mauifestou
o seguate :
100 harria cimento; Jos consignatarios.
Brigue hollandez Joan Jacob entrado de Paysan-
dii, consignado a Amorim Irmaos, manifestou o
seguinte :
4000 quintaes de charque ; ordem.
Barca nacional Aiu.a entrada do Rio Grande do
Sul, consignada Bailar Oliveira, manifestou o
seguinte :
13,333 arrobas de carne secca, 116 arrobas da
sebo em rama, 91 barricas com 591 arrobas de
sebo c 10 couros seceos; ordem.
Patacho nacional Adelina entrado do Rio Grande
do Sul, consignado Maia & Espirito Santo, ma-
nifestou o segtiinte :
l 10,056 arrobas de charque, 26 ditas de graxa
em bexigas, 4 pipas com 120 arrobas de graxa.
77 barricas com 50 e meia arrobas de sebo coado,
e 39 couros seceos ; ordem.
ALFANDEGA DE PERNAMBUCO.
PAITA DOS l'l'.KCn DOS CNENOS SUJHlTOS A DIRKITO DE
EXPOllTAQAO.SgMANA DB 29 DO MK7. DE FEVKUEI-
110 A 5 DE DE 1864.
Mercadorias.
Abanos. % .
Agurdente de cana. .
dem restilada ou do reino .
dem cavara.......
dem genebra......
Idcm aleool ou espinto de agua
rdante.....,
Algodo em caroco ....
Idea em rama ou em laa. .
Arroz com casca.....
dem descascado ou pilado .
Asauear mascarada ....
por galao.
Km atacado vendeu-ie de 125500
a 125800 a harnea, e a retalho
do 125500 a 135-300; litando em
deposite 12,000 barricas.
Batatas......... Venderam-se a 1500 por ar
roba.
Bolachinha...... dem a 25200 a arroba.
Caf........... dem a 85000 a arroba.
Carne secca.....A do Rio-Grande do Sul. velha,
vendeu-se de 800 a 25000 rs.
por arroba, c a nova, de 25700 a
35200 ; e a do Rio da Prata de
2560P a 35200 ; brando em ser
63,181 arrobas da do Rio-Gran-
de e 54.075 da do Rio da Prata.
Gerveja......... Vendeu-se do 45800 a 55000 a
_ duzia de garrafas.
Fannha de trigo. Retalhou-se de 185000 a 205
por barrica, da de Pliihdelphia
o de 215000 a 225 a de Trieste;
loando em deposito 6,000 bar-
ricas da primeira e 4,000 da Be-
ganda, inclusive tres carrega-
mentos entrados nesta semana.
Dita de mandioca Vendeu-se a 65000 a sacra. Es-
_ t mais procurada.
F"jao.......... Vendeu-se de 105000 a 115000
a sacca, do do tarto.
Genebra........dem a 360 rs a botija.
Louca..........a ingleza ordinaria vendeu-se
com 310 por cento de premio
sobre a factura.
Mantiiga.......A franceza vendeu-so de 470a dispoe a le n. 286.
480 rs. por libra, e a ingleza1 6.* O arrematante nao ter di-eito a reclamacao
a 700 rs.-a dita ; Icando em ser alguma tendente a inuViuniaco qualquer que laja
arrematacao ser feita na forma da lei pro-
vincial n. 343 de 19 de nuio de 1864 sob as clau-
sulas especiaos abis copiadas
_As pessoas que se propozerem a essa arremata-
cao romparecain na sala das sessoes da referida
junta, no dia cima moni-ion ido, pelo meio dia,
competentemente habilitados.
E para constar se mandou publicar o presente.
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 26 de fevereiro de 18i.
O secretario,
.1. I'. iTAHHtinciacao.
Clausulas especiaes para a arrematacao.
I* A obra ser feita de conbrinidade com oor-
camento respectivo, approvado pelo ronselho da:
directora das obras publicas na importancia de '
1:3045000.
2." arrematante dar principio a obra no pra-
so de 20 dias, e a concluir no de 60, contados os
prasos da data da arrematacao.
3J Os pagamentos seria elloctuados em duas
prestaces iguaes, comprchcm endo a jirimeira a
meia conclusao e recebimento definitivo da obra.
4." Se durante a cxccucao do servico for raen
COMPANHIA BEASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do sul esperado
ale o dia 30 do corrente o rapor
Cntttoio Sm/, coiniiianilante o
capio de mar e guerra Germaia
.ManielK), o qual de|K)is da demo-
ra do cosime seguir para ns porr-* do norte.
Desde j reeebom-se jiassageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual devera r n* leMao o biati
liliiO
Qiirla-fcira 2 n mrv* as H horas
no irmazciii 11. IV.\ iua a Caiicia
Hale ('ma rige
ser embarcada no dia de sua chegada: cncom-
raendas e dinheiro a frote at o dia da sabida as 3
horas, agencia ra da Cruz n. 1, eseriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azetodo & C
fi ra c pregada de
obre no raMt em que seaeba.
Pie ntervoncao do Illm. Sr. Dr. jiiiz especial do
commereio, reqoerimena dos credores se vende-
' nacional Cmninh^, o qnal
se acl ancorado defronte aVtes do Ramos, on-
de podero os pretendenlea examinar, cijo liquido
product ir para deposito pobfccot
MESSAGERIES"
AVISOS DIVERSOS.
; nbecido, que alm das pecas nn miaadas no orea-' seguir para Bordeaux tocando cm S. Vicente e
IMPERIALES
No dia i* de
marco espera-so
dos portos do sul.
o va|wr francez
avTtt, comman- j
dante Aubry de
la No, o "qoal
17% *J a sua residencia da ra do
Precisa-se de om desiriliaidar
para cairelar este Diario 4Xaa^ai-
nlio a A pipieos: na librara n*. 6 e S
dapract da Inilepemleiuia.
0 cirur^iiio Leal mudou
ment outras ha que |irecisem subslituico sera o
arrematante abrigado a fazo-lo pelos presos j es-
tipulados, precedendo autorisac; o do director das
obras publicas.
5.* Em ludo luantoniioestiver disposto no orca-
mento, nem nestas clausulas ol servar-se-ha o que
a natureza em que se funde par; tal lim.
Conforme,
A. F. iAnnunciacao.
um vapor em corresponden-
LsIhi.i.
Em S. Vicente ha
ca com Gore.
Para fretes e passagens trata-se na agencia ra
do Trapiche n. 9.
Knidades.
. cento
. caada
arroba
Valores.
15400
720
800
440
800
900
DEGLARACOES.
dem branco.
dem retinado....... t
Azeite de amendoim ou mendo-
bim.........caada
dem de coco........
dem de mamona.....
Hlalas alimenticias.....arroba
Bolacha ordinaria, propria para
embarque.......
dem fina........ >
Caf bom
Iha ou restolho .
libra
um
arroba
>
Carne secca (arque) ....
Carneiros -.......um
Carvo vegetal......arroba
55375
215500
15500
25500
25500
35600
45160
Cnvernas de sicupira .
Cera de carnauba em bruto,
dem idem em velas .
Cha.........
Charutos.......
lavados (|iorcos).....
Coco (seceos)......
Colla.........
Couros de boi, salgados .
dem,dem seceos espichados.
dem dem verdes ....
dem idem cabra eortidos.
urna
libra
eento
um
cento
libra
um
__ dem idem de onca cont
Doces seceos
Mein em golea ou massa. .
Idem em calda......
Espanadores grandes ....
Un pequeos.......
Esleirs para forro de esfivas
de navio........
Estopa nacional......
Parinha de de mandioca. .
Idem de araruta.....
Peijas de qualquer qudlidade. .
xo transcrevemos, pergunta-se
Luiz ou nao peasoa livre. tendo gosndo sempre
-na liberdade plenamente a face daquelle qu
se diz seu senhor, s bastava esse goso pelo prazo
de 10 annos ?
Luiz Mandy desde que em 1862 foi coaduzid3
preso pelo coronel Ozorio, da capital para a cids-
de da Parnahiba, oue deixou de apparecer as
ras da mesma cidade, de surte que un- allirmam
]iie o infeliz est mettido em ferros dentro da pre-
caria casa do coronel Ozorio, c outros dize.m que ele rr^l'.'|',.,l'
. nao existe na Parnahiba. Seria eonvenient- KIim.,'(Ml. ,
,,ue o Sr. coronel Ozorio desde ja declartsse ond KortitSrF ouTesolho
,sta o infeliz Lu, Mandy, para a opiniao publie i JASEIS
formar um s juizo a tal respeito. i ,d or,|ju.irio nll ^,,,.,1^
Eis a certido das qualilicacoes. a que nos refe- Xns ouret,lolho
rimos, e o publico por ella admire, como queo Q0|||m '
11 nacional, o votante est boje escravo: i1T-irianh raii '
Passese-alacio da presidencia do Piauhy,' S^^ff' '
<-.n 4 de Janeiro de 1854.-Illm. e Exm. Sr. pre-i- ^nna un acn.is .
.!,ntedaprovine.a.-mz;5odeDeus.uue aben. Lnhas e esteios. '. '. '.
de seu direilo so Iho faz preciso que V. Lxc. Ihe ,, mnin,.
laude dar |ior conidio : l' se Luiz Antonio da '.
Silva Henriques, pardo, carpina acha-se ou nao
qualificado votante na freguezia da Parnahiba, em
lifleou : 2a se est elle tambem qualilicailo guarda
nacional na mesma cidade da Parnahiba, em que
annos, quem o presidente da junta que o qualili-
cou guarda nacional o com que rendimento foi el-
10 qualificado.P. V. Exc. defermento.--E. H
Mare.
Do archivo d'esta secretaria consta que Late
Antonio da Silva Henriqne, carpina. fot qnalifica-
i!o untante na parochia da cidade da Parnahiba nos
runos dora do primeiro anno Sampaio presidente, ( 1 i
Miranda Ozorio (.2 ) Scixas e Silva.Queiroz.-
<;osta ; e do segundo anno.Sampaio, presidente.
ltibeiro. Mendos. Tupinamh Cabugal; as-
sim como que tambem foi qualificado guarda na-
conal no municipio da mesma cidade da Parnalii
li i no anno de 1851 com o rendimento de 200500o
jis, nao constando o nomo do presidente da junta
r ualiffcadora. E para constar se passou a presen;
11 certido em \irtude do despache retro do Exm.
Sr. vice-presidenle da provincia. Secretaria d.'i
I residencia da provincia do Piauhy, em 5 da Ja-
neiro de 18Ci. O official maior, Francisco Galdi-
no llamos, no impedimento do secretario.
Pagua de emolumentos desta a qnantia de 553(50
. como consta da guia que apresentoo. F. E
t. de Moraes. (3)
( Eslava sellada.)
libra
um
cento
arroba
alqueire
arroba
c
um
arroba
urna
arroba
cento
um
caada
arroba
um
quintal
Mino.
Papagaios.
Pao Brasil
Idem de jangada......lim
Pedias de amolar.....urna
Idem de filtrar.......
Idem de rebolo......
Piassava. .....molho
Ponas, ou chifres de laceas ou
noviihos........cento
Prancbes de amarello de dous
costados........um
dem de louro........
Rap..........libra
Sabio.......... i
Sal ...".......alqueire
Salsa parrilha.......arroba
Sebo em rama. ,....,.
dem em velas........
Sola em vaqueta......urna
Tainas de amarello.....duzia
dem diversas.......
Tapiocas.........arroba
Tatajuba.........quintal
Travs.........urna
I l'nhas de boi.......Cento
I Vassouras de piassava. ...
! Ditas de timb...... >
Ditas de carnauba......
Vinagre.........caada
Salsa parrilha le tlrlstol.
ATTESTADO DO BRASIL.
CUBA DE ELEFH.WTIASKs.
i enfermilade horrenda tem que sucannbir Salsa parrilla dr Bruto!.
I.iia se l.eia-.-e !
Um prelo. escravo do Illm. Sr. commendador D.
Ildefonso Simo Lpez, proprielario de varias fa-
7i nas na cidade da Barra Mansa, provincia do
Rio do Janeiro, foi atacado da elephantiasis, e j
ai arhava n'um estado bastante avancado da enfiT-
midade, coraos ligamento- dos dedos n'nm astado
llaaolocao, e nalmento foi abendonado pelo:
I.-. Ilativos.
S in senhor, quiz como um ultimo recurso expe-
. -a parrilha de Bristol. E rom verda-
lieiro assombro e pasmo todos presenciaran) r
nnanbarain i pragrasso de urna cura complots
''inaiia lio lmanto por tres fraseos de dita sal-
an parrilha, na pessoa d'esle escravo, o qual pode
a tolo o tempo visto na casa do seu scihor no
le Janeiro.
25000
15000
800
15200
35000
75000
8J0M
75000
440
360
280
500
25800
35000
15000
85IM10
250
360
15500
25508
155000
9tMQ
500
170
240
100
350
105000
15000
. 320
500
45000
25000
155000
15600
3501X1
5JO0C
15800
55000
1450110
85500
85080
55000
600
15'.KMI
255000
15500
415000
85000
200
15200
25506
55000
55000
840
45000
15200
120
55000
205000
105000
15000
120
400
2550011
55000
750IW
25-00
1I05UOO
73JO00
25800
25000
65000
25000
105000
85000
65000
500
5,000 barris do ambas.
Massas......... Venderam-se a 75200 a ca xa.
Oleo de linhaca.. Vendeu-se a 15900 o galo.
Passas.......... dem a 7.5000 a caixa.
Presuntos....... Tem sustentado o preco de 145
por arrota.
QUCIJ0S........ Os nameagos venderam-se a rs.
25500 cada um.
Sabao..........O amarello vndense a 1 i rs.
a libra, o o do Mediterrneo a
240 rs.
Toucinho....... O de Lisboa vendeu-se a 85200
a arroba.
> magre........ O de Portugal vendeu-sc de 1155
Vmhos.........iTVuSfimmmrn da vende n^ocios a tratar de o-geadaqm n5o
2205 a 2305 a pipa, e es de ou- tievem ser ileciilulus sem a sua inlerfercu-
Cmpanhia do Br>bcrlbe.
Nao se tenilo pinliilo reuiiir no corrente
tnez o numero de membros necessarios pa-
ra liavcr sesso de ailiniuirlrarao, por fnlti
de unse e impedimento do outros, e ba-
Queimado para a ra das
Cnizes sobrado 11. 36r pri-
meiro andar, por cima do
armazem Progressista, aon-
de o achanlo como sempre
prompto a qualquer iiora pa-
ra o exercicio de sua pro-
Velas..........
pipa.
tros paizes de 1715 2005.
As de composico vondoram-so
de 500 a 520 rs.'o pacote de seis
_ velas.
Dcscontos....... O rebate de letras regulou de 8
a 10 por cento ao anno.
Fretes
Para o Canal a 376 por tone-
lada, para Liverpool de 15 a 20
pelo lastro, de / a "
de algodo.
ria eapprovaio, o Sr. ilireMor manda con-
vidar a todos os senliores do que se compile
a mesma adininislracao pan comparererem
no dia 2
  • marro vindouro ao meio dia no
    eseriptorio de suas sessoes.
    Vi por libra
    Haiaburgo, 5 d> fevereiro de 1864.
    Relator o commercial.
    Achando-se o necocto muito fronxo por causa
    dos occorrencias polticas, assim como pela nter-
    rupeo da navegaco, as transac^oes nao foram de
    grande vulto na quinzena passada, sustentando-se
    todava Armes os preeos.
    Caf.O mercado conservou-se tranquillo, e re-
    duzido ao supprimento do consumo com preeos
    firmes.
    Em consequencia da noticia de pequeos rarre
    gamentos do Hio, os possuidores
    tante reservados.
    O esc ipturario,
    Marcolino Jos Pupo.
    Conselh adiulnislr:iitv.
    O ronselho administrativo para fornecimento do
    arsenal de guerra tem de contri tar os gneros ali-
    menticios para a companhia do: aprendices meno-
    res do arsenal de guerra nos meses de marco e
    abril prximos vindouros.
    Pao de 4 oncas, bolachas, cafi, cha da India, as-
    sucar retinado de 2 qualidade, uanleiga franceza,
    carne verde, dita secca, arroz d) Maranho, fari-
    nha de mandioca, toucinbo de Lisboa, vinagrede
    Lisboa, azeite idem, bacalho, ft ijao preto ou mu-
    lalinbo.
    Para o arsenal de g ierra.
    Zinco em folhas de 9 palmos de comprlmcnto e
    toraram-scbas- 4 1|2 de largura, cujas folhas devero completar
    o numero de 1,600 palmos quadrados.
    COMPANHIA PERNAMBUCANA
    M
    Navegado costelra a vapor.
    Macci r Srrgipe
    No dia 5 de marco prximo
    seguir a vapor Parahyba, com-
    mandante Mnrlins. para os por-
    S uS 'SSrWn a* oTa fissfto, chamado por escripia.
    Luiz lardoso da Silva retirase para fon
    desta cidade ; o m<;smo aproveita a occasio para
    agradecer aos sen amigos o bom tratamento (jue-
    receben, com espeeiadAoV ao Sr. Joao Manoel Ro-
    dngues c ao Sr. Domingos Moreira da Silva Porto.
    Copista.
    Na ra das Cnizes n.% segundo andar, copiant-
    se msicas, tanto para piano romo para canto.
    Alga-se urna exceltente escrava moca o da
    boa conducta, limpae muito diligente, para fazer
    todo o servico de urna easa de familia : i tratar
    na ra do Pires n. 54.
    4. Encommendas, passageiros e dinheiro a frele
    at o dia da sahida s 3 horas da tarde: cscrip-
    torio no Forte do Manos n. 1.
    HioraiiuV o Sul.
    O patacho nacional Salla, recebe carga para
    aquello porto frote commodo : a tratar com os
    consignatarios Bailar & Oliveira, ra da Cadea
    numen 26.______________________
    Vara iJsboa.
    Saldr com toda a brevidade o muito velelro
    brigue portuguez Constante It, por ter quasi
    prompto todo o seu earregamento, tem excellentet
    commodos para passageiros, c para esta, e o res-
    tante da carza tratase com Manuel Ignacio de
    Oliveira Filho no largo do Corno Santo n. 19.
    Para o Hio Grande do Sul segu com muta
    brevidade o patacho hrasileiro Dous de Daentkro,
    tem a bordo parle do earregamento c recebe o
    reste a frete commodo: tratar no eseriptorio de
    Amorim Innos ra da Cruz n. 3.
    Na quinzena venderam-se cerca de 9,000 saceos Quem quizer contratar toes g 'eros apresentem
    de caf do Rio e do Santos 6 3|4 7 3|8 schillings. as suas propostas em carta fecl ada na secretaria
    C\ n^t.'. ..nn..ln nu.!:._:.. 1^ m. 1 ..... 1 ^ .'. O* rtnckllirt III luir.,.. Aa min vil )a flls 941 Aa
    11) K o Sr. Jos da osta Sampaio,^ronro do co-
    Ins Francisco do Miranda Ozorio !
    (2) o proprio coronel Ozorh) ou sen filho Ma-
    Uitoni i de Miran la Ozorio !
    (.1) Tolos os membros da qualificacao de votan-
    te i sao da parcialidado poltica do coronel Ozorio.
    e i infeliz Luiz vi vi a na propria casa do mesnM
    cnroneL
    Alfandega de Pernambuco, 29 de fevereiro de
    1864
    (Assignados):
    O 1. conferenle, Pifro Alexandrino de Barros
    Caviilcante hicerda.
    O 2." conferenle, Jos Maa Cesar do Amoral.
    Approvo. Alfandega de Paernmbuco, 27 de fe-
    vereiro de 1864. Paes (TAndradr.
    Conforme. O 4." escripturario, Joao dos San-
    tos Porto.
    Kecehedoria de rendas Internas
    geraes de Pernambuco.
    Rendimento do dia 1 a 26........ 34:6375433
    dem do da 27................. 1:7825178
    36:4195001
    Consulado provincial.
    Rendimento do dia 1 a 26......... 104:6025449
    dem do dia 27................. 6:2185171
    91
    110:8205620
    PRAQA DO RECIFE
    1K i I \l 1(1 IKO IM ISJil.
    ,iS Tltli HORAS DA TARDE.
    llcrista semana I.
    Cambios........ Saceon-se ihre Londres a 27 ){
    27 V, e 27 Vi, d. por 15000;
    elevando-se a 130,000 os sa-
    quea sobre Loodrea, e que deve
    ser portador o prximo paipiete.
    Sobre Paris saccou-se do 343 a
    345 rs. por fr., sobre Hamburgo
    a 650 rs. M/B e sobre Lisboa de
    93 a 95 por cento do premio,
    O caf regular ordinario do Rio colado a 7 7 1|4
    schillings.
    Importaco de caf at fins de Janeiro.
    1864 1,800,000 libras.
    1863 10.000,000 .
    1862 1,800,000 .
    1861 100,000
    1860 7,800,000
    Em ser em fins de Janeiro :
    1864 7.000,000 libras.
    186. 13.500.000
    1862 17,000,000 .
    1861 1,000,000
    1860 800,000 i
    Assucar. Contina procurado para o consumo,
    mas a escolha limitada, e por isso as transac-
    coes nao foram importantes.
    Importaco at o fim de janeiro.
    1864 170,000 libras.
    1863 1,500,000
    1862 1,500,000
    1861 500,000
    1860 2,500,000
    Em ser em Hns de Janeiro :
    . 1864 1,500,000 libras.
    1863 9.500,000
    1862 10.000,000
    1861 8.000,000
    1860 11,000,000
    Tabaco.Bem que nao tenham havdo grandes
    iranaaeeSoL o tabaco brasileiro contina em muito
    boa aceitacao.
    Venderam-se ltimamente 600 balas a entregar,
    e em leilo 249 bailas da Babia, termomdio 5
    srhs a libra.
    Algodo. Em consequencia das noticias frouxas
    de Liverj)ool,seinjanimacao venderam-se 231 balas
    do Coara para o Havre" a 27 schs., c 120 ditas de
    Macote a chegar a 23 iiSsrh.
    Couros.As noticias favoraveis de nutras praeas
    tornaran) aqui mais lirnie o mercado de couros,
    cujodeposito bastante limitado.
    As vendas ultimas foram de 2,854 couros do
    Cear a 6 1|8 sen.
    Jacaranda.Sem novidade.
    Cambios.
    Sobre Londres, 3 mezes data, 13 marcos schil-
    lings banco.
    praso curto 13 3 1|3.
    Sobre Paris, 3 mezes data, 194 1|2 francos
    100 marcos banco.
    prazo curio 191 1|2.
    Sobre Lisboa, 3 mezes data, 45 3(4 sehillings
    por
    1 mil reis.
    Descont 4 3|4 5 l|4 0)0
    por
    Navios sahidos no dia 27.
    Aracaly Hiato nacioual Invencivel, capillo Jos
    Joaqutm A. da Silva, carga differentes gneros.
    Rio da Prata Polara nacional Marinlio, capitn
    Antonio Jos dos Santos, carga, assucar o al-
    godo.
    Barcellona Brigue hospanhol Timotheo I. capilo
    Ezequiel Pagos, carga algodo.
    Rio de JaneiroPatacho nacional Capuam, capilo
    Theotonio Jos da Silva Rosa, carga assucar o
    outros gneros, a 38 escravos a entregar.
    Liverpool Lugre ingle/. Edith, capilo Charles
    HoWo, carga assucar e algodo.
    New-Yi.rk Patacho nacional Palma, capito Mi-
    guel Archanjo Roque, carga ferro e algodo.
    Nao houveram entradas.
    Afanos entrados no dia 28.
    Southampton o portos Intermedios18 dias, vapor
    ingles Paran, di; 1,720 toneladas, cominandan-
    te Jellicoe, equipagem 130, carga fazendas.
    Barcelona39 dias. sumaca hespanhola Teresita, de
    133 toneladas, capito Manoel Cabruga, equipa-
    geni 10, carga violto o oulros gneros; a Theo-
    doro Christiansen.
    Afaoios saludos no uwsino da.
    Havre |)ela ParahybaBarca franceza Lolligny. ca-
    pillo Nicols, carga assucar e algodo.
    Rio le Janeiro o Babia -Vapor ingiez Paran,
    coinmandaute Jellicoe.
    EDITAES.
    Peante a cmara municipal esta cidade es-
    tar em praca nos dias 27 c 29 do corrente e 2 do
    margo prximo futuro, a obra do aterro e bomba
    ilo ronclho. s 10 horas da man lia de dia 29 de
    torrente.
    Sala das sessoes do ronselho administrativo para
    fornecimento do arsenal de guetra 24 de fevereiro
    de 1864.
    Antonio Pedro de Sii Brrelo,
    Coronel pr sitente.
    Sebastiao Antonio do Itego Rorros,
    Toga I secretario.
    Arrematacao.
    Xo dia 29 do corrente. linda i audiencia do jui-
    zo de paz do 2- distncto da Boa-Vista, ten de sc-
    rem arrematados os trastos seg inles: 6 cadeiras,
    1 eommoda, 1 sof e 1 par de consolos, tudo do
    amarello, em bom estado, por exi cnco do Joaquim
    Domingos Fernandos, penhorados aJooJos Ce-
    sar de Cima.
    Irreaatacao.
    No dia 1" de margo, linda a audiencia do Sr. Dr.
    juiz municipal da 1 vara ha de s-r arrematada em
    hasta publica por ser a ultima praca, una casa
    de vivenda construida de taipa, com um pequeo
    sitio, pertencente mesma,com cacimba e tanque,
    no lugar Arraial, avahada em 4(05, por exerncao
    de Benedicto da Costa Machado, penhorado Ma-
    noel Cordeiro Vieir.i.
    I OITCil).
    IVIa administracodocorreioesta cidade se faz
    publico que em vi rinde da convenco postal cele-
    brada polos yovernos brasileiro o francez, sero
    expedidas malas para a Europa i o dia lde margo
    prximo, pelo vapor Iranfez Bea n. As cartas se-
    ro recebidas at 2 horas antes da que for marca-
    da para a sabida do vapor, e os jornaes at 4 Ik>-
    ras antes.
    Correio do Pernambuco 20 de fevereiro de 1864.
    O administrador,
    Domingos dos Pnssos Miranda.
    Cimsclu adniinislridivo.
    Oeonselbo administrativo, par;, fornecimento do
    arsenal de guerra, tem de couipiar os objectos se-
    guimos :
    Para o 2 batalho do infanloria de linha.
    Chapeos para calceta 3.
    Mantas de laa idem 3.
    Algodozinho 200 varas.
    Para o hospital militar.
    Cobertas de chita 12.
    Copos de vidro para agua 12.
    Chicaras atoes 24.
    Pires idem 24.
    Bacias de rosto 24.
    Calix de vidro 12.
    Para o l* baialho de artilharia a p.
    Brim branco 250 varas.
    Algodaozmho 125 varas.
    Bonels para recruta 50.
    Mantas de laa 50.
    Para o arsenal de guerra.
    Livro em branco de papel paut ido do Hollanda
    de 100 folhas 1.
    Dito de dito com 200 folhas 1.
    l'r.'gos de assoalho 10.000.
    Brim da Russia 500 varas.
    Quem quizer vender taes objec os apresentem as
    suas propostas em carta fechada na secretaria do
    conselho s 10 horas da manha do dia 29 do cor-
    rente mez.
    Sala das sessoes do conselho administrativo para
    fornecimento do arsenal de guer'a22 de fevereiro
    de 1864.
    Antonio Pedro le S Brrelo,
    Coronel, presidente.
    J Tonenlo-cor inel, vogal.
    AVISOS MARTIMOS.
    COMPANHIA BRASILEIRA
    DE
    PAQUETES A VAPOli
    Para Usboa
    segu com a possivel brevidade o bem conhecido
    logre portuguez Julio, para o que tem grande par-
    te da carga engajada ; para o resto a passaueiros,
    aos quaes olTerere bons commodos, trata-se com o
    consignatario Thomaz de Aquino Fonseca, na ra
    doVigario n. 19. primeiro andar, ou com o capi-
    to o^Sr. Francisco Antonio Meireiles, na praca.
    Para o Porto
    pretende seguir com muita brevidade a barca por-
    tugneza Feliz, tem parte de seu earregamento a
    bordo : para o resto que Iho falla e passageieos,
    paraos quaes tem excellcntes commodos, trata-o
    com os seus consignatarios Antonio Luiz de Oli-
    veira Azcvotto 4 Gi, no seu eseriptorio ra da Cruz
    numero I._____________________________^^
    Para Maranho e Para
    pretende seguir com muita brevidade o brigue na-
    cional Amelia, tem parte de seu earregamento
    prompto : para o resto que Ihe falta, trata-se com
    o seus consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
    Azevedo (t C, no seu eseriptorio rna da Cruz n. 1.
    Pura o Hio de Janeiro
    pretendo seguir com muita brevidade o palhabote
    nacional Piedade, tem parte do seu earregamento
    a bordo : para o resto que Ihe falla e escravos a
    frete, para os quaes tem exctllentes commodos, tra-
    ta-se com os seu- consignatarios Antonio Luiz de
    Oliveira Azevedo A; C, no seu eseriptorio ra da
    Cruz n. 1.
    Para o Porto
    A bem conliecida e veleira barra portugueza
    Restauraran pretende sabir com brevidade por tr
    a bordo a maior parte de seu earregamento. e pa-
    ra o restante e passageiros, para os quaes tem
    magnficos comandos, trata-se com os seus con-
    signatarios M. J. Ramos e Silva & Genros, ra do
    Vigario n. 10.
    PARA 0 RIO DE JANEIRO
    segu com brevidade o briguo Trovador, recebe
    carga e escravos a frele: trata-se com os consig-
    natarios Mallines. Barros & C, largo do Corpo
    Santo n. 6.
    Rio Cirau O patacho D. Luiz segu com brevidade, e re-
    cebe alguma carga a frete : trata-se com os con-
    signatarios Marques, Barros & C. largf do Corpo
    Santo n. 6.
    LEILOES.
    LEILO
    Dos portos di norte esperado
    at o dia 3 de marco o vapor
    Princesa de iiinville, comman-
    dante o primeiro teucnto Araujo,
    o qual depois d demora do cos-
    tume, seguir para os portos do sul.
    DE
    Dnas casas terreas.
    OaWD.
    O agente Pestaa vender por conta e risco de
    quem perlenoer duas casas terreas sendo urna na
    ma do Alecrim n. 26 e outra na ra do Ouro n.
    13, tendo a primeira 108 palmos de fundo e 22 do
    frente, 4 guarios, cosinha fora e quintal murado
    com porto, ambas pagam um pei|Uono foro c-
    mara de Olinda e rendem ambas 375 mensaes, os
    protendentes podern examinarlas e o leilo ter
    lugar segunda-feira 29 do corrente pelas IPhoras
    da manha na porta da associaco commercial.
    DE
    Un sobrado de um andar em
    Manto Amaro.
    Qi'Aivr\-rnut.v 2 dk maiiqo.
    o agenta Alimida eomp aten lamente aatorisado
    far leilo do um sobrado de um andar silo em
    Santo Amaro ra do Lima ou travessada fundigo
    do Star, tendo o sobrado 18 palmos de frente o 96
    de fundo, co.sinha lora em ambos os pavimentos,
    cocheira, (piarlos para criados, ditos para escravos.
    cavallarire para 8 cavallos, lado m ponto grande,
    a un famoso viveiro; o terreno em que se acha
    collorado o sobrado proprio o tem 160 palmos
    de frente e mais de 700 da fon lo, tojo murado
    com porto de ferro rende 9005 l*or anuo.
    O leilo tera lugar ra da Ladoia do Recifc
    n. 48. armazn), s II horas do dia cima.
    e i
    Um eai\o de Ipedra e cal
    rael-agtias.
    O agente Almeida competentemente aulorisado
    far leilao de um c oxo para casa, eiu altura de
    receber travejamento na ra da Concordia n. 67.
    Desde j recebem-se passageiros o engaja-se a com tQ palmos de frente a 70 de Itando aM toj,
    carga que o vapor poder conduzi a quail devora terreno esto enllocadas 4 mota-aguas que renoVm
    ser embarcada no dia de sua iiio,;ada, enrommen- 8& mensaes cada urna o 9 mei-aguas sitas por de-
    das e dinheiro a frete at o dia ca sahida as Ino Haz do mesmo terreno na travessa da Palma de
    ras: agencia, ra da Cruz n. |, scriptoro de A ns, 4 12 que rendem 105 mensaes cada tima.
    ionio Luiz do Oliveira AzeveJo (J. C tudo foreiro, a marinha a quem pag% 2t00 por
    Instrncco primaria.
    Simplicio da Cruz Ribeiro, professor publico do
    2 grao, propoe-se a ensinar particularnKpte as
    imias vagas, que anda Hm restam, as matL-rias-
    do sin prolisso. j na casa do sua residencia, j
    |K>r casas particulares. A pratiea de 10 annos de
    onsino publico e outros tantos de particular, aps
    urna frequencia de 180 alumnos, que lecciona an-
    nualmente, sao as garantios que olTereceaqucnido-
    seu presumo se quizer utilisar. Ra da Gloria n. 44.
    l'rccisa-se de um feilor que seja casado, qne
    enten la de plantagoes, para ser empegado era un
    sitio porto desta praca : quem se arhar nestas con-
    diedes, pode procurar na tilia dos Batos, ao peda
    ponte de ferro, casa terrea n. 3, que achara coa
    ipiem tratar.
    Negocia-so um teireno na Gameleira, no la-
    gar denominadoRiacho de Manoel Ferreira, com
    300 palmos do frente e 400 de fundo : a tratar na
    ra da Praia n. 6.
    j$ Advocada.
    Os advngados Manoel Jos Pereira da
    >|S Mello e Antonio Rangel de Torres Ban-
    ^ deira tem o seu eseriptorio na ra es-
    ^ tieta do Rosario n. 10, primeiro andar,
    \? e ah podem sor procurados das 10 horas
    :"s da manha at s 3 da tarde.
    &tomm!k mmm Aaa.I
    Erna noite do dia 18 do corrente mez, pelas
    8 horas fngiram da cidade de Olinda da casa da
    ahaivi assignada dous mualos escravos de nomes
    Guilherme e Moysa, o primeiro escuro, pouca
    barba, traz pera'o bigude. estatura ordinaria, com
    idade de 25 30 annos e seceo do corpo, e padece
    de enspella tendo por isso a perna esquerda en-
    chada ; o segundo claro estatura ordinaria, labios
    corados, nariz um pouco chato, grosso do corpo,
    sem barba e representa ter de 18 20 anuos, tendo
    na cabera urna marca de cicatriz sem cabello: am-
    bos foram vestidos e calcados com palitos escaros
    e calcas de brim brancas, ou pardas: levaran) com
    sigo que roubaram a abaixo assignada, um bahusi-
    nho de amarello envornisado contendo um saqui-
    nbo com cerca do nm couto de reis em pecas do
    ouro novas e volitas, tres doblas portuguesa, um
    dobri e urna moeda americana grande o urna pe-
    quena poreo de nioodas de ouro de cinco mitris
    e doilars; mnilos papis de iuipoiianoa,alguni:i-
    eriptoras publicas de aequisico, p.qiei. de coui-
    pras de escravos, entre os quaes esl o do mulato
    Moyss, certidoes de baptismo dos lili ios da abaixo
    assignado, conhocmentos de dcima, um recibo do
    banco inglezdo 7:1005000, nina letra de 3:0005000
    ni endossada, e doas letras saccadas por Fran-
    cisco Comes de Oliveira como leslameiiteiro do fi-
    nado Henry Gybson, o aceitas urna por Mareelco
    & C. da ipianiia de 1.8385180 ea outra da qnantia
    de 2.0IS5660 reis aceita jmr Antonio Correa de
    Vasconcellos, rom endos?o em branco, ambas ren-
    ovis om 30 do marco do torrente nm>, cojos acei-
    tantes ja se aeham prevenidos para ns nao paga-
    ren) se nao abaixo assignada : urna corrente de
    ouro ingleza para, relogio com sitete, algumas ton*
    de ouro e pedras e um |x>queno raixao de madeira
    de fora, de um palmo em quadro, pouco mais ou
    menos, com oito centos uove ceios mil reis.nn pa-
    taches: suppoe-se que estes osera vos seguiram pola
    estrada do Peixiuho, ou do norte em direceo para
    Podras do Fogo ; a abaixo assignada roga encare-
    cidamente s autoridades |>oliciaes de os capturar,
    einpregando os meios para serem riles descober-
    los ; e aos capites do campo adverte ipio sero ge-
    nerosainenie recoinpensados. Alm dos objectos e
    dinheiro cima mencionados, levaram ditos escra-
    vos (i| i,' talvez digam que sao livres ) ama ben-
    galla de estoque de cana da India verroetna com
    gomos com o cabo preto de bfalo.
    Ubaldina Amalia de Mello.
    O Sr. Melquades Ferreira d ou te\e labolota de ourives na ra de S. Jos, quei-
    ra dtrizr-se a livrana da praca da ladopeneiaas.
    6 e 8, sobre o aliigii>d da loja da Senzala ora,
    cuja chave mandou entregar sem a importauLa do
    alusuel. _
    Nociedadc le seguros mutuos
    de vida lustallada pelo Banco
    i'i'iio na cidade do Porto.
    Os agentes nesta cidade o provincia Antonio
    I.uiz de Oliveira Azevedo & C eseriptorio na ra
    da Cruz doRecifo n. 1, esto autoi irados desde ja
    a toma'- assgnaturas e prestar lodos os roeiareet-
    mentos que forem n- ~ que
    sejarein concorrer para lie utU e benfica empre-
    zas, egurando um futuro lisons
    No largo do Corpo Santo n. ft,2- andar pteci-
    s.i-se de um cosinheiro ou co-iuhoi s.
    Alnga-se um sitio na ra de 8. Miguel nos
    A togado*, com rasa caiada pTjtaln d" n
    quartos para pretos. estribaria, bai^a de. capim a
    mmtos arvoredos do fruelos : a tratar com Man
    Jos ila Sil va Orillo, na mesma ra.
    lugain-se duas casas lema* sita na estra-
    da do Chora Menino enire as duas nonios, cun os
    connividos seguimos: fiialro quartos. duas safen,
    cosinhas fra, qumbes murados e cacimbas : a
    traio- no sitio n. I di estrada do lnxpial portuguez
    ou no leo do Carino snbiado n. 2.
    ( administrador da massa fallida de Manoel
    Jos de Parias, convida aos credores para no ter-
    mo de oito das da publicacao do presento annun-
    cio, apresenlarcni os seus ttulos alim de serem ve-
    rificados e cla-silbados : para isto podero leva-
    Ios osa n. 36 da ra da Cruz.
    tftiMrflNfekh




    Diario de Fcrnambuco Segunda fclm SO de Fe ver tro de 1HU4.
    Precisase
    Lotera extraordinaria.
    los IO:000#000 e 3:000000
    (Juinta-fera 10 de mai\'o prximo, se
    cxtrahii' a segunda parle da primeira lote-
    ra beneficio da greja do roeolhimento do
    Coraoao de Jess de Iguarass, pelo plano
    leonada villa do Cabo para esta cidade ra es- e (aiid)ein iireferivel ao das loteras de fura ------1-----------::3------------------------
    mita fc Rosario a. s, onde ten, establecido seu da proviincia.poMae emendo apenas 3,000 C,sa ,,,c commissao de escravos la ral
    JStft^f^^ o dono de un, ter de entrar na| do Imperador n. 45, tercio andar
    AOVOKS
    UK
    PARTIDAS D06RADAS
    OFFERBCIDAS
    AASSOCIACAO CUMMClALDENEIICENTE
    DE
    FFHVAHIIIO
    I'OR
    .46* kJtofdica t/c \^/Ceat _ .... l..do anu seus alazores, tem transferido sua resi-; ter melhorcs e maior numero
    Terceiro escnlurai 10 da llicsouraria
    di: fazenda de IVrnambucu e competentemente au-
    torisado para exercer o pro-
    fessorato partirnlar de arilmetica namesma
    provincia.
    Acha-se esta obra nos prelo da typogr.11
    Commercial, donde em breve sahir a'lu da
    blicidade em ntida impressao e sob o forn
    8o porluguez.
    CompOe-se esta obra do 11 m volume, dividido em
    uiua parte theorica e outra praca
    o us pesceos que se queiram dedi
    escrituraeo. pres._
    A respectiva assignatura acha-se aberta em to- raS) nas sextas-feiras das 9 as 4 na villa do Caboe gO COm a maior promplido.
    -lumias desta cidade, ao preco de 5000 t-gira^re-t.wiimB -,wl~| nvu* rayicyita
    por volume. B^M3S & MU
    Advocacia.
    O bacharel Joao Goncalves da Silva
    Hootarroyos tem escriptorio na ra es-
    Ireita do Rosario n. 17, onde pode ser
    procurado das 9 horas da manhaa s 3
    da tarde dos dias uteis.
    Precisase de urna ama pira o tarrifo de'
    tima casa de |iouca familia : a tralar na ra da
    Gloria n. 36.
    Precisa-se alugar um escra 'o para cozinhar
    eomprar e fazer qualquer outro g Trico qoe for
    chamado, e una escrava que saiba lavar, engom-
    niar c coser : a tratar no escrip orio da casa n.
    19 da ra do Trapiche, ou no sitio Chacn, no
    junto, approvado para as exlrares das par- Poco.
    tes extraordinarias das loteras.
    de um criado para todo o servico de casa em um
    sitio, papndose 105 por mez com comida: na
    ra do Cabug, sobrado n. 2, das 10 s 12 horas
    da manha. _____________
    Panana de trigo SSS a 100 rs. a libra, o ga-
    lega a 80 rs. : na na Nova n. 8._______
    Alfonso de Albuqucrquc Mello
    ha 19 anaos advogadoj ante os auditorios e tribu- ggjg .^mo sm., or ao (,ue eslava adop- Castro mudou o seu escriptorio de
    naos desta cidade, ja na corte o em outros lugares L ..viimiilii i-uias nnr on 1- riia do Imperador n. 71 para m. si
    do imperio, emeonsequeneia de terem-se augmen- W,I Iaia as. iota las cmi .101 (imanas poi ion- ..:..: .....'.. .,...
    tdo aqu seas afazeres, tem transferido sua resi- ter melliorcs e maior numero de premios
    d
    treita
    c
    trabamos licou encarregado ..
    offereee os misteres de sua profisso s pessoas de cxtracciio no jogo de 3,000 nmeros, (pan-
    O luchare! Thom Fernanles Madeira de
    advogacia da
    sma ra n. 77,
    primeiro andar, c contina a advt gar no adminis-1
    tralivo, commercio. civel. crime e ccclesiastico.
    11a
    ALLIANgA
    DE
    Nesta casa recebem-so escravos por commissao
    lume, dividido em Incumbese tambem de trabalhos para os termos sujeito usura de U1U grande
    ia, de fcil alean- prximos, onde tem solicitadores de inleira con- '/i/,, .1 e .1., |\ ..r.,. ......nipi-pi
    jicar ao estado da ian(,n. D COnsullas verbaes e por eseripto, e g*" !ei) ',' "'."lU-,u
    presta-se a ouvir seus constatantes a todas as ho rom 0 da lotera desta provincia, 1
    1 .. ranea, assim como afianca-se o lom tratamenlo.
    utsi j|a senlpre para vender escravos de ambos os se-
    endo assun x,iS) velhos e novos.
    tpe e pa-
    Escravo fugid>.
    Oabaixo assignado, arrematante das dividas da
    leja de miudezas da ra do Queimado de Joaquim
    Jos da Costa Fajozes Jnior e da luja de hien-
    das da ra Direita de Fajozes Jnior & Ai.cvi-do,
    avisa aos deredores das ditas lujas tanto da praca
    como do malto de virem pagar seus dbitos ao j
    abaixo assignado no largo do Collegio junto ao so-
    brado amarello, ou na ra de Hortas n. iOi ao Sr. res e ouro 0,
    Fijoies Jnior at ao dia lo de mar^o, do contra*'
    ri3 ter de entregar ao scu procurador para co-
    brar judicialmente. Recife, 16 de fevereiro de
    IflBi
    Anlonio Joaquim Fernandes da Silva.
    Fugio da casa do abaixo assignado, na ra da
    O abaixo assignado, pois, cliama a atten- Cruz ,,. 33 no dia25 de fCVtreiril 0 escravo Jacob,
    (lo do respeilavel publlCO para 0 (pe vem de nacio Mina, maior de40anins, enjo escravo
    de i'xpor. avisando que OS imposlos C ma'lS '"' do'engenho L'baquinha, perte cente ao Sr. Ig-
    beneficios resultantes da venda nesta Fv-:22K^;
    MOLHADOS
    0 nico que mais vantagens offerece ao publico.
    57 RA DO IMPERADOR 57
    DE
    Paulo Ferreira da Silva.
    O propietario deste grande estabelecimento de molhados, recebe por todos os
    vapores e navios os melbores gneros que vem ao mercado, os quaes vende em seu ar-
    mazem pelos mais resumidos piceos.
    rendo chegado pouco da Europa, aonde i eixou pessoas enearregadas para a es-
    COiba de seus genros, lem a honra de annuiiciar ao respeilavel publico, que ninguem co-
    mo elle pode vender lio btalo e por tao resumidos piceos: servindo como costuma aos
    leus freguezes com os melhorcs gneros ipe se p<> le desejar.
    ATTENQA0.
    Dase dinheiro a juros sabr hypotheca em
    una casa livre c desembarazada, ou sobre penho-
    na ra Direita n. 26.
    IS
    O l)i. Casanova pode ser procurado em scu
    consultorio especial homeopathico no largo da ma-
    triz de Sanio Antonio n. 2. No mesmo consulto-
    rio ha sempre grande sortimenlo de medicamentos i
    em tinturas e em glbulos, deixando elogiar os
    ii '-sos medicamentos pelas pessoas que os lem ex-
    p -rimentado e continan! a servir-se em nossa
    b nica. Temos tambem obras accommodadas a
    intelligencia do povo.
    Companliia Pernamliucana
    De ordem do conselho de direccao e em virtnde
    do art. 24 dos estatutos sao convidados os seuho-!
    r;s accionistas a reunirem-se em assemblea geral
    no dia 29 do corrente, 1 hora da tarde, no es-
    criptorio dos Srs. Sanders Brothers & C.
    scriptorio de advocada
    A' ra do Queimado n. 30, pri-
    meiro andar.
    0 advogado Cicero Peregrino continua j
    no exordejo de sua profisso na ra do
    ra do Queimado n. 30. primeiro andar,
    onde pode ser procurado das ll s 3 ho-
    ras da tarde.
    vincia, dos bilheles das loteras de fra,nun- me.se ()ue esl acouta(i0 em casa da amasia," cons-
    ca BerfO appli, ados nella, que, nfelizinente, ta ter sido visto nobairro de Sant) Anlonio, proxi-
    Dara a reronslnirro c. reliaros de seus mo ua casa do Sr. Jos Pedro do llego, na ra das
    lomnins ,, ,' i," i- Lim -L c ririihdp i Cruzes; alto, cncorpado, e quando anda arrasla Querendo o pro|)rietano dcste ISO til estabelecimento a concurrencia da toa
    1 rr!s iiibiruc^ao i uiiiu.tue, um pUC0 a perna, levou vestido calca de azulao, freguezia, ten deliberado vender sempre por niunos do tpe outro qualquer carautiudo
    (ju.im que so tem o n.-curso uos uenenuos camisa branca c liarrele verme|h, na cabeca, eos- aos seus freguezes b \& i e qualquer genero sahido dt seu acreditado armaran '
    . de suas loteras. turna fazer chapeos, e limito ladino : protesta-se i i e = at.cuiuiuu diuiueui.
    ()s bilheles, meios e quartos acbam-se contra quem o acoutar, e rogase aos senhores ca- Manteiga ingleza a mais nova o fina chegada Velas estearinas a 56o rs. a libra e em caixa
    venda na respectiva tl.esourara ra do P'toe de mPo a captura do dito escravo, c quem j nesle u,lmo va.)(ir 8()0 rs a ,bra e (ie 8
    Crespo n. loe nas casas coiiiiiussionadas.
    ! PLANO.
    3000 bilheles a 103......30:0004000
    Ueneficio, sello e commissao 20 0|0 6.0003000
    o Irouxer casa cima indicada, ser recompen
    sado. Domingos Rodrigues de /odrade.
    COMPRAS.
    Liquido.
    24:0004000
    29 Ditos de
    744 Ditos de
    Alugam-se as lojas do sobrado n. 44 em
    a ra da Aurora: quoin pretende-las djri-
    ja-su a loja dos Srs. Bastos k Magalhes,
    na ra .Nova, que acharao com quem tra-
    tar 800 Premios.
    _____________________________________ 2200 Brancos.
    O abaixo assignado leudo no Diario de Per- -----
    nambuco de 12 do crrenlo, um annuncio que lhe 3000 Bilheles.
    1 Premio de...... 10:0005000
    1 Dito de....... 3:0005000
    2 Ditos de 5004000 .... 1:0005000
    4 Ditos de 2005000 .... 8005000
    7 Ditos de 1004000 .... 7005000
    12 Ditos de 404000 .... 4803000
    205000 .... 5805000
    103000 .... 7:4405000
    24:000500000
    Comprase cffectivamente (uro e
    obras velhas : na praca da Independencia n.
    loa de bilheles._________________________
    AU*jrBtt Compra-se urna escrava sadia j que soja
    [ cozinheira : na ra do Queimado n. 39. loja.
    (.omprase effectaa-
    mente
    ouro e prala em obras velhas, pagando-sc bem
    Aluga-se o tercoiro andar da casa n. 88 da diz respeito, sem que nella livesse parte, aprossa-se j Dos 7 premios de 1004 dous pertencer3o aos na rua |ar,,;i ,|0 osario n. -24 loi de ourives.
    na da Imperatriz, e o sobrado n. 193 d rua Impe- a declarar que sempre comprou, vendeu e usou de nmeros mais approximados ao que obtiver o
    rial : na rua da Aurora n. 36.
    mmmmmmm MmmaaKsm
    2Stf O bacharel Americo Xetto de .Mi-ndonca ~J
    reside e lera aborto o seu escriptorio ^5
    ruajloLivrament n. 18, 1 andar. fi
    'wmmmmmmwm
    Precisase de um bom coznheiro e-de dous
    criados activos : a tralar no sobrado n. 32 da rua
    da Aurora.
    todos os direilos que as leis do imperio lhe conce- premio de 10:0003.
    dem, tea interferencia de sua malher, ou de outra Dos 12 ditos de 404 dous pertencerao aos nu-
    qualquer pessoa, e neste direito se conserva, exer- meros mais approximados ao que obtiver o premie
    cendoos deveres de sua vida publica e particular,, de 3:0004.
    sem dominio de lerceiro; e para obviar qualquer Dos 29 ditos de 20 qualro pertencerao aos nu-
    eveniualidade lendo-se assignado at agora Jos meros mais approximados aos que obtiverem os
    Bernardo de Sena, de boje em diante se assignara
    los B rnardo de Sena Teixcira Ferro.
    Recife, 27 de fevereiro de 1804.____________
    - Mximo Jos dos Santos Andrade cassa os
    em 1861 pas-
    t > sou a Elias Jos dos Sanios Andrade e de seu subs-
    t.ibelecimento para cobranzas.
    M| u advogado Dr.Manoel do Nascimento
    2 Machado Prtella, contina a ter o seu
    5 escriptorio no primeiro andar da casa n.
    S 83 da rua do Imperador.
    mmmm mwm mmmmm
    Manuel Fernandes da Costa & C,
    scientifleam ao publico que mudaram o de-
    do de sabio da rua da Snala Ve ha n.
    13Cparaarua do Amorim n. 41, onde
    .oiiliiuiam a vender o dito genero em por*
    cioe a rcialho e juntamente todos os mais
    g meros de estiva.
    Jus Maria da Silva Ferreira. tintureiroe'
    niuito conheciJo, acbando-se com algumas inelho-
    r is de seus iucoiiimodos. est resolvido a tingir
    Quem precisar de urna ama de portas a den-
    Uro, para lavar, engommar e cozinhar : dirija-se a
    rua das Aguas Verdes n. 100, loja.____________
    Alugam-se o segundo e lerceiro andares do
    sobrado da rua do Trapiche n. 48, com frente para
    o lado do Corpo Santo : a tralar no armazcm por
    baixo.
    premios de 5004-
    N. B. Os premios maiores de 4004 cstao sujei-
    los ao descomo de 4 por cenlo por lei provincial,
    e os maiores de 1:0004 ao de 12 por cento por
    lei geral.
    Tesouraria das loteras 27 de fevereiro de 1864.
    O ihesoureiro.
    _______ Antonio Jos Rodrigues de Souza.
    Cempram-se Diarios a 120 rs. a libra : na
    rua do Rosario, taberna do Porgas_____________
    Comprase urna escrava que saiba cozinhar
    e engommar com perfeico, ou s; lhe d o seu va-
    lor por hypotlieca, (icando o serv.co da mesma pe-
    lo premio : quem pretender, d rija-so rua do
    Imperador, lerceiro andar, n. 44.
    VENDAS.
    ATTKNCAO
    Fugiram do engenho Camaro, freguezia de San-
    to Amaro de Jaboatio, no dia 22 do corrente, diver-
    sos escravos, um de nome Joo.coni os signaes se-
    guimos : altura regular, falta de denles do lado
    com
    na rua
    Dase 2:4004 a juros, ou lodo ou a metade, superior, cheio do corito, um pouco sambudo. de-
    hypotheca em algun predio nesta cidade : dos jas maos delicados, ps seceos c cornpridos,
    la do Queimado n. 24, se din quem day pouoa (jarua e rendido de urna virilha, sabio con
    IIOTtl. TIHIVAIIOK
    i um clavinotc e um rolinho de fumo, levou chapeo
    ! de palha grossa de beira grande, calcas de quadri-
    I nhos prelos e brancos. O segundo um cabra de
    idade de 65 70 annos, ps grossos e grandes, as
    Angelo Romeiro Pinheiro temi comprado o .nntwdosp grosats, lima mais que outra, sof-
    muito conhecido e acreditado hotelTrovador-, freu uina ferida no bra0 djreil0i (|Ue ao pde
    por novo inetbodo toda e uualquer qualidade do, sito na rua larga do Rosario n. U, participa ao; fccnar Lem a m5o> cabellos anuellado, tem urna
    fazenda pretas e de cores, tanto para lojas, arma respeilavel publico qne se acha prvido de tudo' ro(ura de um |aju> euastante au0 t t0(i0 fti0, un-
    z?ns e (.articulares, garaulindoas cores e pereicSd qnanto necessario para satisfazer a exigencia de: t0 de rosto como de corpo, sabio tambem armado
    das fazendas. e por i-so convida a Iodos os seas qualquer fregus. Outro snn communico, que lia-1 de e|avinote, trages de algodao trancado e estraga-
    amigos e freguezes que o quizerem ajudar coma vera nclle mesa redonda para os assignantese dos qUem os apprehender, pde leva-Ios ao seu
    sua proteccao.de procuraren! na rua dos Pires n. avnlsos, e que forn.re comida para fora, nao so seiinor Miguel Antonio Vieirade Mello, no referido
    i'.K na Boa-Vista. para qualquer eslabelecimento como para casas j,,,,,,.,,!,,,, que se gratificar com generosidade.
    particulares, por preco mdicoe a contento. Este
    - O abaixo assignado, socio l.quidatar.o da r- ktabelecimrito achTse preparado para receber
    l le (.erqueira & Silva, faz sce.ite a quem pos- ,r ho de lc ,, le qu,ira as'sis[ir, ,, 0
    mteressar, que segu para diversos pontos desta ff s h Con modos.
    na
    S.1
    provincia e de"Alagoas. cobrancas. licando du
    ute sua ausencia o escriptorio' entregue a seu
    c lixeiro Franeiso i Augusto Pac*
    _____________Ignacio Alvim da Silva._____
    Aluga-se a loja do sobrado n. 52 da rua de
    Rangel, com excedente armacao para qualquer es-
    Uibeleciiiiento : a tralar no mesmo sobrado.
    Pr<
    recisa-se
    de 8004 a juros, dando-sc por hypotheca una es-
    crava enoula, moca e com urna cria : quem qui-
    iit fazer este negocio annuncie.
    No escriptorio de Antonio I.uiz de Oliveira
    AzevedoA C, na rua da Cruz n. 1, precisase fal-
    lar com
    Stares Bolelho
    e neto de
    ilhadc S. Miguel, o qual consta ter vindo para es
    ta cidade em 1856, para lhe dar noticias de sua
    uii e irmos que se acham no Rio de Janeiro.
    D-se dinheiro a premio em pequeas e gran-1,1,,
    di s quantias, sobre seguranca em casas, mobilias.;
    ouro e prala : na rua Augusta n. 45, das 0 s 10
    horas da manhaa, c das.'{ em diante.
    Jos Joaquim de Luna Bairao, Goes & Bastos.
    Antonio Alves de Miranda Guimaraes, nomeados
    a credores de Julio da Costa Ribeiro para veri-
    ficaren! o debito desle, convidan! aos credores do
    mesmo para mes apresentarem seus crditos afim
    de >rr.'in verificados, isto de boje at odia 29, das
    II) s 2 horas do tarde.na rua do Imperador n. 51,
    s ^undo andar.
    Aluga-se o primeiro andar Ja casa da rua da

    ! DENTISTA DE PARS
    19Rua Nova-19
    Frederico Gaulier, cirurgio dentista,
    faz todas as operacoes de sua arte, e col-
    loca dentes artificiaos, tudo com superio-
    ridade e perfeico, que as pessoas enten-
    didas lhe reconliecein.
    Tem agua e pos denlficio.
    Xa rua do Crespo n. 15, so aluga urna
    i.icf de piaoo e de cauto.
    Madamk Fa.n.nv BOOBBAD d lines de piano e de
    canto : a tratar na rua Nova ns. 9 e 23, primeiro
    andar. *
    Precisa-se fallar com os Srs. Bernardo Pes-
    soa de Vasconcellos e Vicente Ferreira l'essoa de
    VaseooeeUos: na rua do Pilar n. 5.
    Anlonio Gomes da Cunha e Silva responde a
    Manoel Jos da Silva Grillo, que se lem direito pa-
    ra impedir a entrega que lhe devo fazer o Sr. Joo
    Nicolao de l.ira Cavalcanti dos escravos que lhe es
    lo bypotbecado8, recorra aos meios competentes,
    mas iio venha anlc o publico com annuncios in-
    tempestivos, porque nao costumo fazer venda-; de-
    licias liara licar com escravos que me sao entre-
    gucs por menos de melado do scu justo valor, figu-
    boa rando-os vendidos prenles e amigos.... qnanto
    Bfi'L^Soarea Biit*h II, di Jos casa e sitio no Monteiro, com frente para o oito letra a que alinde, os tnbunaes do paiz ja julga-
    ML7*h FirtnnztxC*rAA d%mL F anclen it iSmS n^ rua do Imperador da novaco qne opperou com o originario devedor,
    ,V^*V!?Lt^^X -----------------'----------:------------ aceitando liypo.heca. e rocebendo mais tarde os
    0 bacharel .\la\iioiano Lopes Ma- bMsqueUjetorain bynotbeeadas por pagamento
    ... i da mesma letra.
    chado droga no seu escriptorio da rua
    do Irapera'lor n. 71, primeiro audar,
    onde pde ser procurado das 9 s 3 ho-
    r>8 da tarde para o que forconcernen-
    Icao ejercicio de sua protsso.
    A ajos
    Lapan. I : a tratar na rua
    n. 49, sobrado.
    da Cadeia do Recite
    Conpendio de direito elvll.
    Na rua da Saudade n. 9, vende-se o
    compendio de direito civil, approvado pelas
    congregaebes dos lentes das facilidades de
    direito desta cidade do Recife e da de S.
    Paulo para as respectivas aulas de direito
    civil jtatrio.
    luio des Meslrcs Arcliitectos navaes.
    De ordem do Sr. presidente scientificu aosmeni-
    bros que compSe a Unio, pie no dia 5 de marge
    vindouro baveri reunio geral para se nomeai
    una commissao que tem de ir corte a servico da
    sociedade.
    Sala da Assitciacao em 26 de fevereiro de 1864.
    Jos Elias Machado Freir.
    ^ i* secretario.
    Aluga-se oarmazem n. 4 da rua do Apollo, t
    o lerceiro andar da casa n. 88 da rua da Impera-
    triz : na rua da Aurora n. 36.
    No escriptorio de Anlonio I.uiz de Oliveira
    iUevedo A C, rua da Cruz n. l.Jdeseja-se saber
    vivo ou morto Jus Anlonio Gomes Ribeiro
    I Oliveira. que sabio de Lisboa para Pernambuco
    tin noTembro de 1807, chegando a esta cidade em
    jiineiro de 1808, aonde foi para caixeiro do nego-
    ciante Villela, estove nesta casa 10 annos, depuis
    relirou-se para o interior onde se eslabeleceu:
    mas ignorase a torra. Ficou correspondendo-st
    com e-te Villela o os filhos, os filbos desle qut
    pilnao dar informacoes. Consta quo anda bt
    I os 4nnos este Jos Antonio ora vivo.
    " Os abaixo assignados apressam-se a avisar
    Ltoridadcs policiaes e mais pessoas, que no dia
    t:ti para 27 roubara'ii-lhi's dous cavados com 05
    tlgnaes seguinies: um alazo amarello com o p
    < mo do lado e.querdo calcados, e c"om fenle ;.-
    berta. O segundo rodado, cheio do pintas prc-
    las escuras por debaixo do sovaco, lom de um e
    tle outro lado feridas do arrocho, de una banda
    lem duas feridas nos quadrii e no outro umi
    outra ferida nasarnelha, no encontr oulra peipie-
    :i.i. i-ahe-lhc as dinas direila, sendo o ferro do
    alasita do lado esquerdo : quem os aprehender 01
    dellis der noticia na Estrada Nova, randio do.Sr
    joaquini, sera gratificado por Cosme do Nasoj--
    taento o Jos da Molla Rodrigues.
    Maques sobre Portugal.
    O abaixo assignado, agente do banco
    mercantil Portuense nesta cidade, saca ef-
    fectivamente por todos os paquetes sobre
    o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
    3ualquer somma, vista e a prazo, po-
    endo logo os saques a prazo seren des-
    contados no mesmo banco, na razan de 4
    por cento ao anno aos portadores que as-
    sim I lie convier : nas ras do Crespo n.
    8 ou do Imperador n. 51.
    Joaquimjla Silva Castro.
    n
    No paleo do Girino n. 22, vestem-se anjos com
    gosto e perfeico, sendo todos os vestuarios novos
    e bem ornados, que a todos agradarao vista do
    gosto, c coiumodidadedo preco.
    Ama deleite
    Precisa-so de una ama de leite, sadia, para aca-
    bar de criar urna menina de 10 mezes, paga-sc
    bem : na rua da Cruz n. 33, Recife. _________
    Os administradores da massa de Joaquim da
    1 Costa Maia convidam aos credores do mesmo para
    '. virem receber o dividendo que coubc em ratoio,
    ,no pateo da matriz de Santo Antonio n. 21._____
    D-se dinheiro a juros: na rua do
    Rangel n. 6.__________________________
    AMA HE LEITE
    Precisase de urna ama de leite : na riia estreila
    do Rosario, sobrado n. 8, segundo andar.
    LIVROS RELIGIOSOS.
    a 54o rs.
    libra para cima lera alialiniciiio. [dem de carnauba pura e refinada a 3C0 rs.
    dem franceza a inellior e mais superior do a libra e lO.ooo a arrolla.
    nosso increado a olio rs. a libra e 52o em dem de composico emmacadas a 32o rs.
    barril ou meios. o ruaco e 9,ooo rs. arroba.
    ----------;Banha de poico refinada e milito alva a 44o; Massa de tomate em hilas a 600 rs. a libra.
    prata em rs. a libra, e em barril a ico re. | Doce 3m calda das mais especiaes frutas da
    " i Cha bysson o inelhor ueste genero especial Europa a 600 rs. a lata.
    encoinnicnda do propridario a 2,7oo rs. a Ostras em latas muito bem preparadas a
    1 libra. I.ooo rs.
    dem dem menos superior e que em ootras Peras seccts muito novas a 000 rs. a libra.
    casas se vende a 2,6oo rs., cesta neste ai- Masau para sopa estreinha muito nova era
    mazem 2,2oo rs. a libra. canas de 8 libras a 3,000 e 5oo rs. a libra.
    dem uxim o inellior que pode haver nesle dem lalbarim, macarrao e aletria a 4oo rs.
    genero a 2,oo rs.alibra,garanle-seaqua- dem macarrao um pouco mais baixo a 24o
    lidade. rs. a libra.
    , dem pido muito especial a 2,000 rs. a li- Sevadmha muito nova de Franca a 2oo rs. a
    bra, e mais baixo, poran muito sufrivel a libra.
    4,2oo rs. a libra, vende-se por estes pre- Sag o melhor (jue possivel a 24o rs. a
    eos em razao de oestes ntimos navios ter- libra.
    se recebido grande porcio (\<-<{r genero, Farinha do Maranho a melhor que presen-
    a dcfereiica de preco lie de liona Boo rs* teniente tem vindo ao nosso mercado a
    a libra do que se vende en outra qualquer o rs. a libra.
    parte. ; Gomma do Aracaty muitissimo alva a 80 rs.
    dem do rio em latas df 1 at t libra a l,4oo a I bra.
    rs. a libra, nesle genero o melhor pos- Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a
    sivel. libra.
    Biscoilos ingleses em latas com dilTercntcs Licores muito finos de Bordeaux e toda as
    qualidades como sej5o craknel, victoria marcas que ha neste genero a 800,1,000
    pie nic, soda, captam. seed, osberne e 011- q i,2oo rs. a garrafa.
    tras multas marcas a 1,35o rs. a lata. Phosforos do gaz a 2oo rs. a duzia e 2,2oo
    Blaxinha de soda em latas grandes a 2.000 rs. a groza-
    rs, coda nina. | Bolaxinha americana em barrica a 3,ooo rs.,
    Figos em caixinhas hermiUcamente lacradas' e cm libra a 2oo rs.
    e muito propros para mimo a l,Goo e Tijolo para limpar facas a 12o rs. cada um.
    2,oo rs. cada una. | Yassouras. de piassaba com dous arcos de
    ferro prendendo o cabo a 32o rs. cada
    Na livraria n. 6 e 8 da praca da Indepen-
    dencia, vende-se as seguintes obras, a I ($000
    cada urna.
    O Novo Mez de Maria ou mez de maio, con-
    sagrado Gloriosa Mi de Deus, por um
    sacerdote da diocese de B^lm, traduzido dem em caixinhas de 8 libras a 2,ooo rs. ca-
    do italiano e adoptado pelos reverendissi-1 da urna. urna.
    mos padres capuchinhos de N. S. da Pe- Fassas muito novas a 8,000 re. a caixa e 48o EscQvas de piassaba proprias para esfregar
    nha da cidade do Recife. a libra. I casa a 32o rs. .
    Relicario Anglico de Jess Cluristo e de Ma- Ameixa francezas em latas de libra e meia e Sardiihas de Nanfeg muito novas a 32o rs.
    ria Sanlssima, olerecido 1 Nosso Senhor \ 3 libra a l,2oo 2,000 e 800 rs. a libra. | a lita.
    Jess Chrsto, preso columna. Novis-jCaixinhas com ricas estampas a l/ioo rs. Fexe em lata muito bem preparado savel,
    sima edicJo com a oraejie, mental, notas cada urna, frascos de vidro com rolha do curvin* pescada e outros a l.ooo rs. a
    devocoes N. S. da Concjico da Rocha; mesmo, contendo libra meia de amelxas.j lata.
    e enriquecida com estampas. Champagne da marca mais superior que tem Ervilhas portuguesas c francezas j prepa-
    Vistta ao SS. SS. e Maria Sanlssima, par' vindo ao nosso mercado a 18,000 rs. o gi- radas a G4o e 72o rs. a lata.
    Caf lavado de primeira sorte a 3oo rs. a
    todos os das do mez, Actos de prepa- gO, e l,8oo rs. a garrafa, garanle-se a SU-
    racao e accao de gracas | ara a sagrada perior qualidade.
    coinmunho, Modo de cesar a cora Vinbo bordeaux das melbores qualidades que
    se pode desejar a 7,000 e 7,300 rs. a cai-
    xa e (Ho rs. a garrafa.
    Novssima ediccao adoro idas com diver- Caixas com Vinho do Porto superior de 9,000
    sas eslampas, e augmentada de novas de-
    das Dores de Nossa Senhora, e Actos
    que o ebristao deve fazer todos os das.
    vocoes N. S. da Coticen iio da Rocha e
    Via Sacra.
    0 Devoto Chrislo, instruido no compen-
    dio da doiitiina, nas regias da vida de-
    vela, no exame de oonscioncia e prepa-
    racao paca a confissao e ommunhao, no;
    modo de OUVir missa e 1 editar o rosi-
    rio, e no conhecimento das indulgencias
    libra, e 8,5oo a arroba,
    dem do Rio muito bom a 28o a libra e
    8,000 rs. a arroba.
    Arroz do .Maraiiliao a loo e 120 rs. a libra.
    dem de Java a loo rs. a libra.
    e lo.ooo rs. a duzia, e !)<>o e l.ooo rs. al Amen loas de casca mole a 4oo rs. a libra,
    garrafa, neste genero ha grande porcSoede AveBes muito novas a 2oo rs. a libra,
    differentes marcas muito acreditadas que Nozes muito novas a 2oo rs. a libra.
    j se venderlo por 11,000 15,000 rs. a cai-
    xa ionio seja. Duque do Porto, lagrimas
    do Douro, I). Luiz, Cambes, Madeira sec-
    co Nctar ; Genuino e malvasio linoe Oti-
    lias como Cherry e Madeira para 12,ooo e
    i3,ooo re. a caixa.
    edidas aos seus confiles.Novenas Vinbo de pipa Porto, Lisboa, Piguerra, a 4oo,
    com
    da Assencao do Senhor, la ConceicJo e
    do Natal, das Almas, a novena e trezena
    de Santo Antonio, a Via Sacra breve, e
    OUtras militas di'Miiors. com indulgencias
    parocblaese plenarias.
    Veailem-se cai&oes vaslos
    l.HtOO: nesta j'pographla.
    Paiiuoilc algdJo
    48o, e 56o rs. a garrafa, 3,000 3,200 e
    3,500 rs. a ranada,
    dem bramo o melhor ueste genero vindo de
    encommenda a 600 rs. a garrafa, e 4,5oo
    rs, a ranada.
    dem do Porto em barril muito especial a
    64o rs. a garrafa, e .ooo rs. a caada.
    Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e
    CcidiJ de Mi-i i,4oo rs. araada.
    Em.mianto o Sr. Jos Joaquim Barbosa nao viei
    ou mandar da villa do O' (para onde mudou-se oc-
    eultamente) pagar os alugueis de perlo de dous
    annos da ca?a em que morou, na rua dos Prazeres
    da Boa-Vista, ver o seu nomo nesle jornal para
    melhor ser conhecido dos proprietarios.
    Francisco Garrido avisa ao respeilavel publico, |
    que na sua casa denominada Traviaia. na rua lar-
    ga do Rosario n. 37, ter disitosicao de hoje em
    diante dous buhares de mogno competentemente
    preparados ; refrescos, sorvetes, etc.
    (Mo, gelo, gelo.
    Os Srs. Helvecio da Silva Monte e Joao de
    Almeid.i Monte Jnior, vindos do Bergipc no vapor j
    Piirnliiha que aqu chegou a 16 do correnlc, tenham |
    a bondade de annunciarsuas residencias para urna Com a chegada da nova machina nao se expe-
    pessoa que os deseja cumprimenlar, e ignora rmenla mais falla de gelo fabricado com agua do
    aon(je. Trata, todos os dias a qualquer hora, para por-
    ___----------------------------------------r;-----I c5es grandes ou encommendas para fra da pro-
    Preclsa-se de Ulna ama com leite": na vincia dever haver aviso com antecedencia : rua
    da Aurora junto a fundicao onde lem a bandeira
    rua Augusta n. 5.
    Aluga-se urna casa terrea com solao atraz da
    matriz de Santo Antonio : para tratar do alugucl,
    no sitio do leo, junto a capella de S. Jos do Man-
    guinho._____________________________|
    - Previne-se ao respeilavel publico que nin-
    guen faca negocio com os escravos perlencente> i
    Jo3o Nicolao de Lena t'.avalcanti, hoje em poder :
    de Antonio Gomes da Cunha e Silva, por quanlo
    esiando o abaixo assignado cm litigio com una le-
    tra sacada por este e aceita por aquello, ha feito
    pelo iuizo competente da coiiiarca da Escadainti-
    macao ao dito Joo Nicolao para que nao possain
    sor vendidos dilos escravos sem a final decisao.
    Manoel Jos da Costa Grillo.
    Correspondencia d Portugal.
    Os asignantes desle jornal, moradores no bairro
    da lloa-Visa, devem procurai seus nmeros quan-
    do chega o vapor da Europa; na praca 4aBoa-
    Vi>la, botica o lllm. Sr. Joaquim Ignacio Ribeiro
    Jnior. ______________
    -se i. (|uanla de 800-5 a juros com hypo-
    tlieca em casa ; at rua Direita, taberna n. 6, se
    .dir que d.
    Alnga-se o segando andar e grande solio do
    predio da rua de Apollo n. 31, lendo no andar 3
    salas, 5 quarlos e grande cozinlia, e no soto salas,
    quartos e eozinha : a tratar na rua da Cadeia do
    tucife n. Gi, loja.
    mmmmmmm mw
    ;.*.;' Curso tle preparatorios
    _, Fraocez,
    Illgll'7.
    Geometra,
    Geographia,
    Hlicloiici
    ;i rua do Queimado n. 30, primeira andar,
    das 10 s 2 da tarde.
    nas, fazenda forte c cnenrp ida, a pro- dem em garrafoes com 5 garrafa.
    priada para o servico da lavoura, quer Awite doce de Lisboa superior qualidade a
    vos: grande deposito na praca do Lnr-, hn a 8()uls. 0 gigo e lo rs. a libra,
    po Sanio, escriptorio de Augusto Frcde- (Genebra de Ilollanda a mais superior a 6,000
    rico d'Oli eir. rs. a frasqueta e 56o rs. o frasco.
    - Vende-se urna taberna em Olinda, na rua de IdflBI em garrafoes coin25 garrafas a 8,000
    S. liento, encruzilhada do boceo Ce S. Pedro e Por-' rs.
    to Seguro, com poucos fundos \ a tratar na mes- Serveja das melbores marcas de 5,000 a
    ma,ou na rua estreila do Rosar o n. 1, taberna 5^ a (|ll7a (. Qqq is a garrafa,
    de Sr. Pocas. j Cogliac superior a 800 e l.ooo rs. a garrafa,
    e em caixa ter altatimento.
    Marmellada imperial dos melbores e mais
    afamados concerveiros de Lisboa em latas
    de libree de libra e meia e duas libras a
    600 rs.
    receber de Parisede sua propria encommenda un Concenas rudezas em frascos grandes a
    completo sortimenlo de moirentique, capas e sou-, ._ ^
    tembarque para senhoras, fazei da a inellior que w r. can um.
    tem vindo a este mercado, os qua;s vende |tor mu- dem frauce/.a de todas as qualidades de
    to menos proco que em ouira qu dquer parte : na j ligumes c finio a 500 rs.
    rua do Queimado n. 39, loja de '1 portas.
    !%% /tS SIKXIIO-
    ius ii: non GOSTO! !
    lloiieniii|iie, capas c snulciiibarque.
    Joaquim Rodjignes Tavares de Mello acaba de
    Chouricas e palos a Too rs. a libra.
    Touciho de Lisboa a 320 rs. a libra ou a
    8.5oo rs. a arroba
    Presuntos de lamego de superior quabdade
    chegados ueste ultimo vapor a 48o rs. a
    libra.
    Aloisia muito novo e limpo a 16o rs. a li-
    bra e i.b'oo a arroba.
    Painco muito novo a 18o a libra e 5.ooors.
    a arroba.
    Sabao maca, amarello e castanno a 22o e
    24o rs. a libra.
    dem mais baixo um pouco a 16o, 180e2o
    rs. a bina.
    Castanbas lidiadas a 24o rs. a Ubre,
    Chocolate rancez de primeira qualidade a
    l,2oo rg. a libra.
    dem de Sant muito superior e medicinal a
    l,3oo rs.
    Copos lapidados propros para agua a 0,000
    rs. a duzia, que em outra qualquer parte
    T e 8,000 rs.
    Charutos dos melbores e mais afamados fa-
    bricantes de S. Feto e do Ro de Janeiro
    de l,5oo a 11,000 a caixa.
    Cebol as novas a 800 rs. os mol I ios grandes
    e Too re. o cento.
    Doce de goiaba a 64o rs. o caixao.
    I.entil las excedente legume para sopa egui-
    zaib a 24o rs. a libra.
    Ervilhas seccas j descascadas a 2oo rs. a
    libra.
    Pimenta do reino muito nova a 36o rs. a
    libra.
    Cominhos e erva doce a 32o e ico rs. a li-
    bra.
    Gravo da India a foo rs. a libra.
    Canella muito nova a l,ooo rs. a libra.
    Alfazema a 200 rs. a libra c 6,000 rs. a ar-
    roba.
    'Graixa a loo rs. a lata e l,loo rs. a duzia.
    Mostarda francezas em potes preparada
    ieijao teijao eijjio. ,,a|ilos para ll(,nUls rs maril.
    lina da Madre dcUcus ns. & e O. Idem lidos muito fino 14o re.
    Vende-se saceos grandes com fojao das seguintes,___________________________________
    qualidades: branca, amarello, rajado e mulaiinlie, I
    mais barato que em outra quabiuer parle, assim ] Vende-se na rua do Imperador n. 67, a histo
    como sardinbas em harrlsde 1,200 por $000, ludo ria universal, em portugus, por Cesar Cantu, edi-' cas niui0 nova q e.xcelle
    proprio para lempo de quaresma.-------.---------- IttXSSSASS^ "* ^^ **" P^o com modo : no arma ^
    - Vendem-se tres casas lerrea>, sendo una na lM0 L uo,t encaucrnai.-io, poi im>.___________ 'VllJt11 A_ ,- ,.nn Ha .
    rua da Matriz da Roa-Vista, coir. solao e grandes
    commodos. a qual foreira, um.i na rua do Desli-
    no, nova, e outra na rua do Mon lego, com 2 salas,
    3 quartos, toda Iluminada a gaz copiar, eozinha
    F
    Vendem-se saceos com farinha igual a de Muri-
    fra, o junto um quarto, quintal cercado, de 200. beca, por prego iais eominodo do que om outra
    palmos de fundo, no lim tendo dous quartos, ca-' qualquer parte : no Forte do Matto, armazcm de
    cimba, algrete, esl reedificada o boa compra : Joaquim Francisco de Aleni.
    1 couvidam-se aos pretendeotes queiram dirigirse ;--------------------------------------nurr
    ; rua da Cadeia, arma/.e,n 11. 33. a fallar com o agen-" ?, m? '''^f, '"^'."*, "' ?,lr.8-J
    ! te Euzebio, que est autorisado, o onde saberao os fi ma.s ba.xa a 800 e 640, dita franceza a CO e
    I nmeros, a uliimar-se a venda ai 11 horas do dia ??>._ *?** quarla-feira 2 de marco._______________
    Prof'esxor de piano.
    Jos Coertio da Silva e Araujo, bem conhecido
    uesta cidade, contina leccionar piano e msi-
    ca vocal por comnwdo preco : quem de seus ser-
    vico* precisar, dirija*e rua do Livramento n. 21,
    seguodv andar.
    casta-
    abas e arnendoas a 100, sement de coentro nova
    ' a 240 a garrafa, oleo de ricino a 480 a libra, Bgos
    novos a 2K) rs., panas a 480 : no largo do Carino.
    - Vendee urna negrinlia om 13 annos de
    idade, bonita ligura, e com principios de costura : es,|U|ia da rua de Hortas n. 2.
    na rua do Imperador n. 43, tercoiro andar.
    Vende-se urna preta de naci, de meia ida-
    ^^------------------- r uiiuc-c Mina ('i la uv. 11.1t .ti', tic int 1.1 na-
    le-so uma taberna no largo da Soledadc de, propria para o servico domestico de casado
    poneos fundos, propria para a pessoa ,,a|,pier familia, e boa quitandeira : atraanla
    Vende
    n. 8. com
    que quizer sr estafaelecer, tem ti das as rantageos. r'ua"0"angeT ni 7 "taberna!
    poucos fundos, commodos para lajnilia, o alugucl
    da casa barato, e vende-se por nao querer o dono
    continuar c*n o dito'negocio.
    Cal de Lisboa
    chegada ltimamente ; na rua do Vigario n. 19,
    primeiro andar. ________^_________
    Vende-se de 12 18 pipi s de muito bom
    mel de furo, cm barris de 4o o 3', promplos em- Vendem-se colchas adamascadas de superior
    barcar : no armazem de deposilD de agurdente, qualidade, vindas da Suissa, a procos commodos:
    rua nova de Santa Rila n. 19. I na rua do Crespo 11.18.
    Vende-se farinha de mlho em barr-
    xcellenle qualidade e
    mazem de Mathcus
    Austn A- C, rua da Senzalla Vellia n. I0G.
    Ma#as
    a 343OO a caixa, em poreao se far abat ment,
    cada caixa com 100 raacaas perfelas : na rua No-
    va n. 8.
    Cigarros
    turcos a 15 a caixa, cigarros que em oulra qual-
    quer '-'asa vende-se por ''$ : na rua Nova n. 8.
    Sopa.
    Verdadeira sopa julienne : na rua Nova n. 8.
    Vende-so uma armario de amarello enverni-
    eada, toda envidracada, assim como duas pratelei-
    ras grandes de lonro, proprias para armazem 011
    cnlreposlo do fazendas; tambem cede-so a loja de
    una s porta larga na rua uo Crespo n. 4.
    Vende-so um cava!lo preto andriuho, muilo
    gordo, anda de ludo, da melhor forma para uma
    senhora, nao ha inellior : ua rua do Cotovello nu-
    mero 31.
    Hlllio e trelo a 305OO
    o Meco : no armazem da Estrella, largo do Pa-
    nizo n. 14.
    ?
    4
    r
    N.


    Diario de Fernanibuco --- Scgtiuda fclra '49 de rercreiro de 1804.
    fr
    ".
    ?
    GRAIDE llIKVOIil'VAO
    NO
    ARMAZE
    DO
    i!)
    O homem do movimento nao estaciona.
    AVANTE E SEMPRE
    GUERRA AOS INIMIGOS
    Nao se admiltea uuiao commerciil.
    .Nao scquer a (liaba da allianca.
    Nao se teme a furia dos corsarios.
    Este anuo ha de ser bissexto.
    Os eanhes estao preparados.
    F060! BOM FOGO!! MELHOR FOGO!! I
    Abaixu a liga d'agua no vinagre
    Viva a liga do genuino Chercs com o fiambre!
    Viva o conservador Jas conservas inglezas!!
    Vivam os liberaes freguezes do BALIZA !!!
    Vivam todos que Icrem este aniiuiicio.
    M)
    45 Ra Direita 45
    Oicam! Otiam///
    CALCADO
    Com e novo, a primeira necessidade para a san-
    de e formoscamento do individuo 1
    lien Dos 1... que pi de navio se lobriyam por
    essas ras! que lisura horrenda e nauseante a
    de un paletut bem lalhado sobranceiro a utn
    guedei rodo cm ditas solas I um balao bem (or-
    neado e bambaleante dcscubrindo una ponta de
    botina safara c carcomida! I
    Santa Barbara I! Corram ra Direita, bellas e
    rapases! ucadam napraiaesses malditos Queda,
    e comprein :
    Borzeguins de Xantes 85000.
    Ditos raneeue de bezerro 70.
    Ditos fraucezes para hoinem 5,5.
    Ditos para senliora.de lustre, enfeittdos, o>00.
    Ditos para senhora. gaspia alta, 4,3800.
    Itotinas de menina 25500.
    Ditas de cores para menina 25000.
    SapatOesde Nantes de duas solas 5-
    Ditos de sola e vira IjSOO.
    Sapatos de borracha para senhoras lo0
    Ditos para meninos! 000-
    Sapatos de lustre para senhora 15-
    Uitus de tapete para homem e senhora 800 rs.
    Ditos da liga constitucional 500 rs.
    E um sedimento completo em sola, vaquetas,
    couros, bezerro francez como nenhum, couro de
    lustre muito grande, e tudoquanto perteuce aile
    de s. Cbrispim.
    mn^ai mm mm mmmwm
    Loja das varas
    H 5 Ra do Crespo 5
    Neste estaln'lecimento vende-se por pre-
    o COI razoaveis us seguintes artigos alm
    IBS dos- niais :
    ig} Peales de tartaruga fino posto -Clo-
    tilde e Imperatriz Eugenia a 125-
    Cortes de cambraia branco bordado
    SS a 155.
    cg| Manteletes de fil preto a 155-
    mBt Laas de cores, covado 240 e 100 rs.
    dem infestadas a 500 rs.
    Vestidos para casamento sendo de v
    jBB blond e moreantique.
    Vestidos e capas pretas de bom gosto jjjSj
    j proprios para o presente lempo de qua-
    g resma. Alm d'sto tem um completo a
    ^ sortimento de fazendas finas e grossas, m
    c as qoaes getendem mais em coma do o
    >jg que em outra quab|uer parte, s avista 1
    3 dos compradores se justificar.
    loi lio;!;
    SEMIOHES E SEMIOHAS.
    0 proprietario do grande Armazem do Baliza estabelecido ra do Livramento ns.
    38 e 38 A, defronte da grade da igreja, acaba de reduzir os precos de quasi todos os
    gneros do seu magnifico deposito.
    A tarifa abaixo publicada attesta bem esta verdade.
    A guerra aos inimigos, est portanto, assm declarada.
    As pessoas, anda as mais exigentes, que se dignarem \r este estabelccimento,
    GcarSo por certa muito satisfeitas, nao s quanto as qualdades dos gneros, como com o
    tratamento todo altencioso que se lhes dar.
    Alm documprimentodos deveres da boa educacSo, baver dora em diante anda
    maior capricho em salisfazer a todos que honrarem esta casa.
    Os gneros pelas qualdades e precos annunciados, sero offerecidos ao exame
    dos Srs. compradores. Nao recete o publico que se pralique o contrario, como em oulras
    casas, que al annunciam o que nao lem.... O Baliza nao Ilude.... JL'SSK i8ua7ade Mu !ue Va S" 75
    Ameixas francesas em caixinuas e em frascos Lucres inglezes e franceses cm vazos de di-; *X0gd dous Sljelrt ^ *
    de diversos tamaitos a l,2oo, l.Ooo,; versos tamaitos a l.ooo, l,5oo e4,8oo
    2,000,2,5oo e2,8oo rs. e a libra a 8oo rs. < a duzia-
    Amendoas novas a 32o rs. a libra. Manteiga ingleza flor a 8oo rs. a libra e de 8!
    Azeite doce refinado a 8oo rs. a garrafa. libras para cima ser aberto um barril na
    dem de Lisboa a 6o rs. a garrafa e 4,8oo vesenca do comprador.
    rs. a caada. ,Idem de2.a e3.'qnalidadea 7oo, 6oo c 4oo!
    Alpiste a 16o rs. a libra, e 4,Soo rs. a arroba.! I>s- a 'D>ra.
    dem franceza a 560 rs. a libra, eembarril
    FAKlNHl
    lua da Senzalla Nova n. 42.
    Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
    ferro coado libra a 110 rs., idem de Low
    Moor libra a 120 rs.
    Arroz do Maranho, da India, e Java a 8c e
    lQC rs. a libra.
    Aletria branca e araarella a 4oo rs. a libra*
    Arar uta verdadeira a 32o rs. a libra.
    Batatas novas em gigos de 30 a 4o libras por
    l.ooo rs. ea 4o rs. a libra.
    Biscoitos inglezes Lunch a 18oo rs. a lata de
    5 libras.
    dem de diversas marcas era latas menores
    a 1,3oo rs.
    dem de Lisboa de qnalidadi; especial em la-
    tas grandes e pequeas a 3,ooo e l,Boo rs.
    Bolaci'iinlias americanas, a 3,ooo rs. a barrica
    e 2oo rs. a libra.
    Banha de porco a 44o rs. a libra, e em barril
    a 4oo rs.
    Baldes americanos muito proprios para com-
    pras a 1 ,ooo rs.
    Cha huxym, hysson e perola a 3,ooo, 2,8oo,
    2,foo, 2,ooo e 1,6oo rs.
    dem preto a 2,ooo, l,6oo e l.ooo rs. alibra.
    Chanpagne a melhor do mercado a 12,ooo o
    gigo e a l,2oo rs. a garrafa.
    Chocolate francez primeira qualidade a I,loo
    rs. a libra,
    dem liespanhol a l,2oo rs. a libra.
    dem suisso a l.ooo rs. a libra.
    Cerveja branca marca Allsopps a 4,5oo rs. a
    dliria, e a 4oo rs. a garrafa.
    Cognac inglez a Gio rs. a garrafa a 8oo e a
    l.ooo rs.
    Concervas inglezas em frascos grandes a 7o
    rs. o frasco,
    dem francezas de muitas qualdades a 5oo
    rs. o frasco e a 5,5oo rs. a duzia.
    oor menos,
    dem em latas a 25000 e a 15500 a lala.
    Massa de tomate em barril a 480 rs. a libra,
    dem em lata a (40 rs. a lata.
    Mcstarda ingleza 400 c GOO ris o pote.
    Marmelada imperial dos melhorcs fabrican-
    tes de Lisboa a 600 rs. a libra.
    Marrasquino de zara a 8oo rs. o frasco e a
    85 a duzia.
    Massas para sopa, taJharim e macarro a
    480 rs. a libra.
    dem finas, estrejinha e pevide, caixinlia
    com 8 libras a 15000.
    Nozes a IGo rs. a Obra.
    Peixe preparado de escabeche, da melhor
    qualidade que tem vindo ao mercado, a
    15 a lala.
    Presunto de lamego muito superior a 480
    rs. a libra.
    dem para fiambre (inglez) a 640 ris a
    libra,
    dem americano a 400 rs. a libra.
    Papel almaco a 35000 a resma.
    Idtm de peso a 2$ a resma.
    Palitos pata dentes a 160 rs. o maco.
    Dito dito de flor a 206 rs.
    Ditos do gaz a 24200 a grasa
    Pasas novas a 480 rs. alibra e a 15S00 a'
    Cauta.
    Queijos flamengos do ultimo vapor a 25500.
    Dito Iondrino a 900 rs. a libra.
    Dito prato a 640 rs. a libra,
    Sardinhas de Nantes a 320 rs. a lala.
    Dila de Lisboa a GiO rs. em lata grande.
    JSa; muito superior a 240 rs. a libra.
    Charutos neste genero temos grande sorti-|Sa. refinalo.em poles de vdro, a 600 rs.
    ment tanto da Babia como do Rio de Ja-
    neiro a l,6oo, 2,2oo, 2,5oo, 3,ooo e4,ooo
    rs. a caixa.
    Caf do Cear muito superior a 28o rs.-a libra
    e a 8,000 rs. a arroba,
    dem do Rio a 3oo e 28o rs. a libra.
    Ceblas a 9oo rs. o momo cora mais de loo
    ceblas.
    Chouricas e paios a 72o rs. a libra.
    Cevadinha de Franca a 2oo rs. a libra.
    Cevada muito nova a 8o rs. a libra.
    Copos lapidados a 5 e 6,ooo rs. a duzia.
    Doce de goiaba em latas a 4oo rs. a libra,
    dem de caj em latas a 320 rs. a libra.
    Ervillias francezas e portuguezas a 5oo e 64o
    rs. a lata.
    dem seccas a 16o rs. a libra.
    Figos de comadre em caixinhascom8 libras
    por IGoo rs.
    Farinha do Maranho a 12o rs. a libra.
    Farinha de trigo muito superior a 12o rs. a
    libra.
    Farelo em saceos grandes a 4,ooo rs. o sacco
    Genebra ingleza marca gato a l.ooo rs. a gar-
    rafa.
    dem verdadeira de Hollanda em frascos muito
    grandes a 1,2oo rs. o frasco,
    dem de Hollanda em frascos pequeos a 5oo
    rs. o frasco,
    dem de laranja a l.ooo o frasco.
    Gcmma do Aracaty a 8o rs. a libra.
    Graxa a loo rs. a lata e l,loo a duzia.
    Linguas americanas de grande tamaito a
    l,i)00 cada urna.
    o pole.
    Sabio massa a 120, 160, 200 c240 rs. a
    libra.
    Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
    Dito de Santos e 300 rs. a libra.
    Tijolo para limpar facas a 140 rs. cada um.
    Vassouras americanas a 64o rs, cada urna,
    dem do Porto a 400 rs, cada urna.
    Velas de carnauba e composico a 320 rs. a
    libra e a 10$ a arroba,
    dem stearinas superiores a 560 rs. o
    maco, e em caixa por menos.
    Vinho do Porto, neste geneno temos o me-
    lhor sortimento possivel, que vendemos
    por presos muito haixos a 1$ a garrafa e
    a 10/ e 12 a duzia.
    IdemCherry, edaMadeira em barris e em
    caixa, a 12l a caixa c o barril conforme o
    tamaito,
    dem de Figueira e Lisboa, em ancoras de
    8 a 9 caadas, por 28,}000.
    Dito em pipa a 3#000, 3 $500 e 4#ooo a ca-
    ada '
    dem do Porto, denomiuado Baliza, a 5# a
    caada,
    dem idem em garraies a 20500, com o
    garrafo.
    dem de Bordeaux, das melhores marcas que
    vem ao mercado, a 60 a caixa e a 640 rs.
    a garrafa.
    Vinagre de Lisboa a 1600, l#8oo e 2!000 a
    caada,
    dem idem.em garrafoes com 5 garrafas, por
    Id com o garrafo.
    Vinho de caj a !f a garrafa. Este vinho
    I tem dez annos.
    Kna da Senzalla n. 42. Os cortinados do Pavo.
    Vende-se, em casa de S. P. Johnston 4C.,' Vendem-se ricos corles de cortinados adamasca-
    p|lir<5 c ilhp? n<7lP7Ps canrlipirns p casti drs ProPrios Para janellas e camas pelo barato
    seniLS e siraoes inglezes, canaieiros e castt- pr(?co dt 9 a pcca. na rua da imperatrz go
    caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela, i0ja de Gama & Silva.
    chicotes para carros e montara, arreios para' Pechlncha do Pavo.
    carreas de um e dous cavallos, e relogios de Tara cortinados a (3.
    ouro patente inglez. Vendcm-so pecas de cassas adamascadas com
    ----- t lindos flories lendo 6 varas cada peca pelo barato
    riAy CwXY il \7j j preeo de 45, ditas com 5 varas a 35, sendo pro-
    por preeo rcdiizido.
    Vende-se gaz da melhor qualidide pelo
    pre,-o de 105 por lata de 5 galoes : no ar-
    mizem do Caes do Ramos n. 18 e rua do
    Trapiche Novo n. 8.
    Os tases
    OS MAIS AGRAVANTES
    r
    IKuiua pertinaz diiracao
    DE
    ESCiOFOLAS,
    O ERUPCOES ESCROFULOSAS,
    Ulceras de toda ;i especie,
    S\TII!LIS. 01' MAL VENREO,
    TUMORES,
    Ebullicoes,
    BERTOEJAS,
    OPHTHiJiIA, 4
    Hydropbla,
    Em;v:enK
    HERPES,
    larfros,
    BITSIPEL1S
    E9C0KBT0,
    Tinha.
    GHGAS ANTIGS,
    Pheurriatsrno Chroaico,
    DEBILIDADE (ERAL.
    XcrvosHladc,. Xcvmliiias.
    FALTA DE 1PPTH, FAKTIO,
    SUPPRES30 DAS REGRAS, ou
    AMENORRHEA,
    lili I FLORES IB.
    Reeneao das Urnas,
    emaciaco,
    Ou tiiiiii'i'ji-i ./',, ,-.,,/, ral,,',. corpo, prove-
    na ule do estado vicioso do tangut,
    INFLAMACOES CHRONICAS,
    Affec9es Chronicas do Figado,
    \sani como todas as mais himii.hamks ho-
    LESTIAa, raiMCII'ALMKim OJOAMDO SAO
    CAUSADAS, OV PRODCZIPAS PELO MCI
    UVB> 1*80 DO MkiCLKIO OU
    Qcixiiro,
    A-.Im rnmn tiunb. mi |ivlu frrqiirnte uo ilo AK-
    KBNIGO <" dUCrn jn r [ni ru. Aliitrl iu-" !
    Todas estas Eafermidades promota e efiieaz.
    mente cedem & benfica, poderoza e
    purificantes qualdades da mui
    juitamente afamada
    HUMNRmn un mteniL
    venda as boticas de Caors & Barboza,
    rua da Cruz, e Joo da C. Bravo & C, rua
    da Madre dedeos.
    baratas para acabar.
    Sedas de quadros e de listras a 320 rs. o cova-
    do, lindas laas de quadrinhos a 360 o covado, su-
    periores cassas de cores a 200 rs. o covado, ditas
    milite finas a 2W o covado : na loja das columnas,
    na rea do Crespn. 13, de Antonio Correia de Vas-
    coiiecHos & C
    Vende-se a prapiiedade denominada Maltcz, ita
    na freguesja de Iracanbem da comarca deNaza-
    prias para jmilas, camas, berros etc., etc. : isto I rtlli, com nina legua de frente c meia de fundo, e
    s na loja do 1'a.vao rua da Imperatriz n. 60, de proporc8es para nella se levantar um bom enge
    Vendem-se pecas de rambraias
    das proprias para vestidos undo 8 1|2 varas a 35,
    ditas com 6 1|2 a 2:>00, ditas ditas a 3300, \&
    e 'iJOO, isto pechincha : na loja de Gama cv
    Si va, rua da Imperatriz n. 60.
    Os precisos fallieres pa-
    ra criancas.
    Chegaram e acbam-se venda na rua do Quei-
    n ado, loja d'aguiabranca n. 8.
    Gama %9*>0 I e 3^' cacom o Sr. Antonio Jos Leal Res, na rua' da
    ,b!.a"fiSAaV.,5" Cadeia do Herir n. 47.
    nho de fazer assuear, sendo (|ue actualmente ren-
    de ella mais de 1:0005 que pagam os miradores
    que tem: quem a pretender entenda-se nesU pra
    Garriai'>8 iaglezes para criancas.
    Vendem-se em rasa de Mello Lobo & C, na rua
    da Cruz do Herir, n. 63.___________________
    Para a proxinn cstacao.
    A' rua da Cadeil n. 'i7 loja de Pinto & Flores,
    vende-se laazinbas Clotilde gostos modernos O
    delicados para vestidos de senboras, soutembar-
    que c roupas para meninos pelo mdico preeo do
    500 rs. o covado.
    *i

    RUA 11 V CAWEIA INI REC:iFE I. 53.
    NOVO E
    l'A DA <'VIEIA IM KECIFE V. 33.
    DB
    MOL ?
    DOS
    nomi
    gneros
    commodos.
    Mardeiga ingleza especialment.', escolhida Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e Saulinlias de Nantes a 340 rs. oquartoe 360
    de primeira qualidade a 800 rs. a libra, 15200 a caada. rs. meia lata.
    em barril se faz abatimento. Azeite doce relina,lo em garrafas brancas a Lalas com peixe em posla : savel, corvir
    Manteiga franceza a mais superior do mer-! 800 rs.
    cado a 5G0 rs. a libra, e bW rs. em barril Azeite doce de Lisboa a GiO rs. a garrafa e
    ou meio. | 4#800 a caada.
    Prezuntos inglezes para fiambre, de superior Genebra de Hollanda a 500 rs. o frasco e
    qualidade, chegados neste ulti no vapor, a I-" 5J800 a frasqueira.
    720 rs. a libra.
    Queijos flamengos ebegados niste ultimo
    vapor a 28U0.
    Queijo prato muilo fresco e novo a 640 rs.
    a libra.
    Castanhas muilo novas a 120 rs. a libra e
    e 35000 a arroba.
    Cha uxin o melhor que ha neste genero,
    mandado vir de conta propria a 2800
    rs, alibra.
    Cha hyson muito superior a 2360 rs. a li-
    bra ; cha hyson proprio para negocio a
    1OO rs. a libra.
    Cha preto muito superior a 2<5 a libra.
    Biscoutos inglezes em lalas com differenles
    qualdades, como sejam crakncl, victoria,
    piquelez, soda, caplain, seed, bornez e
    oulras muitas marcas a 1^350.
    Rolachinha de soda em lalas grandes a 25-
    Figos em caixinhas hermetican enle lacra-
    das, muilo proprias para mimo a 1(3500.
    Caixinhas de 4 e 8 libras de figes de coma-
    dre a l*Je2iScada urna.
    Passas muito novas, chegadas neste ultimo
    vapor a iiO') rs. a libra c 3$ um quarlo ;
    e em caixa se faz abatimenlo.
    Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
    bras a 800 rs.
    Champagne da marca mais suierior que
    tem vindo ao nosso mercado a 18$ o gigo,
    garante-sea superior qualidad*!.
    Vinho Bordeaux das melhores qualdades
    que se pode desejar de 7)5500 a 80000 a
    caixa e 720 a 800 rs. a garrafa.
    Caixascom vinho do Porlo supeiior de 95
    a 10*a duzia, e 900 a I,-5a garrafa; desle
    genero ha grande porco e de differentes
    marcas acreditadas que j se venderam
    por 14J e 15,5 a caixa, como sejam: Duque
    do Porto, Lagrimas do Oouro, D. Luiz,
    Cames, Madeira secco, Carcavellos, Nc-
    tar de 1833, Duque Genuino.
    Vinho de pipa: Porto, Figueira a Lisboa, a
    400,480 e 500 rs. a garrafa, e ty, 3#2CO
    e 3(5500 a caada.
    Vinho branco de superior qualidade, vindo
    j engarrafado a 640 rs. a garrafa e a 500
    rs. de barril.
    Caixinhas com ameixas francezas, ornadas
    com ricas estampas na caixa exterior,
    muitopropriasparamirao,a 1)520", 1(5500
    e2,5.
    Frasco de vidro com lampa do mesmo, con-
    tendo meia libra de ameixas francezas, a
    15200.
    Marmelada imperial, dos melhores conser-
    vemos de Lisboa, em latas de I e meia a
    2 libras a 600 rs a libra.
    Fructas em calda das melhores qualdades
    que ha em Portugal em latas hermtica-
    mente lacradas a 500 rs.
    Peras seccas muito novas a 640 rs. a libra.
    Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
    Amendoas de casca molle a 400 rs. a libra.
    Avelaas muilo novas a 200 rs a libra.
    Amendoas confeitadas de diversas cores a
    800 rs. a libra.
    Macaas e peras chegadas nesle ultimo vapor,
    muito perfeitas, s vista se faz o prego.
    Conservas inglezas em frascos grandes a 750
    rs. cada um.
    Ervilhas francezas e portuguezas em latas de
    I libra a 640 rs.
    Ervilhas seccas muito novas a IGO rs. a
    libra.
    Chocolale francez, o que ha de melhor neste
    genero, a 15200 a libra.
    Chocolate hespanhol a 15200 a libra.
    Genebra de laranja em fi ascos grandes a 15.
    Cerveja branca e preta das melhores marcas
    que ha no mercado a 500 rs. a garrafa e
    5J800 a duzia.
    Cognac inglez de superior qualidade a 800
    e 15200 a garrafa.
    Licores francezes das seguinles qualdades:
    Anizete de Bordeaux, Plaisir des Da mes
    e de oulras muitas marcas a 15 a garrafa
    e 105 a caixa.
    Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e
    95 a duzia.
    Moslarda ingleza em poles j preparada a
    400 rs.
    Mostarda ingleza em p, em frascos grandes, Presuntos do reino, viudos de conta propria
    a 15 cada um. | de caja particular, a 400 rs. a libra; intei-
    Sal refinado a 500 rs. o pote. ro se faz abatimento.
    una,
    vezugo, cherne, lnguado, lagosiinha, a
    15300 rs.
    Salmo em latas, preparado pela nova arte
    de cozinha, a 800 rs.
    Maca de tmales em latas de I libra a GOO
    ris.
    Chouricase paios em lalas de 8 e meia libra
    por 75.
    Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra e
    85000 a arroba.
    Bolaxinha ingleza a 320 rs a libra e 45 a
    barrica.
    Sag muilo novo a 240 rs. a libra.
    Cevadinha de Franca a 200 rs. a libra.
    Farinha do Maranho a 120 rs. a libra.
    Araruta verdadeira a 320 rs. a libra.
    Cevada a 120 rs. a libra e ?5 a arroba.
    Alpista'a 160 rs. a libra e 45600 a arroba
    Batatas muito novas em gigos com 40 libras
    por 15500.
    Cebollas a 15 o molho com mais de 100 ca-
    da um.
    Caf lavado de primeira qualidade a 300 rs.
    a libra e 95 a arroba.
    Caf do Cear muilo superior a 280 rs. a li-
    bra e 85400 a arroba.
    Caf do Bio, proprio para negocio, a 85-
    Arroz do Maranho a 100 rs. a libra e 2S0P
    a arroba.
    Arroz de Java a 80 rs. a libra e 29400 a
    arroba.
    Vellas de spermaceli a 560 rs. a libra e
    540 rs. se for em caixa.
    Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
    so e a 95 a arroba.
    Doce de goiaba a 640 rs. o caxo.
    Macarro, talharim e aielria a 480 rs. a li-
    bra ; em caixa se faz abalimento.
    Estrellinha,pevide earroz demassa pan sopa
    a (100 rs. a libra e 35 a caixa com 6 libras.
    Palitos de denle lixados com flor a ZOO is.
    o masso, ditos lixados seii flr a 100 rs.
    o masso com 20 massinhos.
    Gomma de engommar muito fina a80rs. a.
    libra.
    Banha de porco refinada a 480 rs. a libra e
    400 rs. em barril pequeo.
    Charutos dos melhores fabricantes de S. F-
    lix, cm caixas inteiras ou em meias, de
    15600, 25 e 35.
    &
    Os senhores que comprarem de 1005000 para cima, teriio o descont de 5 por cento, pelo prompto pagamento.
    CL
    COIME
    RUA RO
    EHIA1IO ]!. 4*.
    mm
    Passando o beceo da Congregado segunda casa.
    jpMTTTl
    Klul
    NOV1DADE.
    Pereira Bocha d- C. acabam de abrir na rua do Queimado n. 45 um armazem de molhados denominado darn Commerctal,
    onde o respeitavel publico encontrara sempre um completo sortimento dos melhorcs gneros que vem ao nosso mercado, os quaes
    serao vendidos por precos muito resumidos como o respeitavel publico ver pela tabella abaixo mencionada ; garante-se o bom |
    e boa qualidade dos gneros com irados neste armazem.
    Chouricas e paios muito novos a 800 rs. a Palitos do gaz a 25200 rs. a grasa.
    libra. Passas muito novas a 480 rs. a libra.
    Cevadinha de Franca muito superior a 220 Peras seccas muito novas a 600 rs. a libra.
    rs. a libra. Painco a 200 re. a libra.
    Cevada a 80 rs. a libra. Polvo secco muito novo a 400 rs. a libra.
    Ervilhas portuguezas a 640 rs. a lata. Presuntos de LamegO em calda de KMite i
    i dem seccas muito novas a 200 rs. a libra. I muito novo a 641) rs.
    Arroz do Maranho, da India e Java a 80 e
    100 rs. a libra c 25400 a 25800 rs. a ar-
    roba.
    Ameixas francezas em latas e em frascos a
    15200 .e 15600 e em fiascos grandes a
    25500.
    Idom em caixinhas elegantemente enfeitadas
    com ricas estampas no interior das caixas; Figos de comadre e do Douro em caixinlias Queijos flamengos do ultimo vapor a 240O
    a 125000,15400, 15C0O.' 2.
    Amendoas com casca muito nova; a 280 rs.
    a libra.
    Alpisla a 160 rs. a libra e a 45000 rs. a ar-
    roba.
    Azeite doce francez muito fino (m garrafas
    grandes a 960 rs. a garrafa,
    dem de Lisboa a 640 rs. a garrafa.
    Araruta verdadeira de malarana a 320 rs. a
    libra.
    Avelaas muito grandes e novas a 180 rs. a
    libra.
    Batatas muito novas a 40 rs.
    Biscoutos inglezes de diversas marcas a
    15300 ris.
    Bolachiuhasde soda, lalas grandes, a 25 rs.
    a lata.
    Ditas inglezas muito novas a 35000 a barr-
    quinha e a 200 rs. a libra.
    Banha de porco refinada a 440 rs. a libra e
    cembarrila 4t0 rs.
    CM hvsson, luichin o perr.la a 15600, 25,
    25500, 25800 e 3#000 a libra.
    dem preto muito superior a 25300 rs. a li-
    bra.
    Cerveja pela e branca, das mol.ores marcas
    que veta ao mercado, a 500 rs. a garrafa
    e 5t9800 a duzia.
    Cognac inglez fino a 900 rs. agarrafa.
    Conservas a 720 rs. o frasco,
    dem, s de pepino, a 720 rs.
    dem, s de azeitonas, a 750 rs.
    Charutos dos melhores fabricantes da Rabia
    e especialmente da .fabrica mperial de
    Candido Ferreira Jorge da Costa, a 15800,
    25000, 25200, 25500, 25803, 35000 e
    35500 a caixa.
    Caf do Bio muito superior a 260, 280 e
    300 rs. a libra e 75500, 85 e 85500 rs. a
    arroba.
    de oito libras e canastrinhas de 1 arroba a
    15800, 5A500 e 280 rs. a libra.
    Farinha do Maranho a 120 rs. alibra.
    Farinha de trigo a 120 rs. a libra.
    Genebra de Hollanda verdadeira marca VD
    a 560 rs. o frasco e 65200 rs. a frasquei-
    ra.
    res,
    dem prato a 640 rs. a libra.
    Sal reinado em frascas de vidro a 600 rs.
    cada um.
    Sardinhas de Nantes a 32<> rs.
    Sag mui o alvo e novo a 260 rs. a libra.
    Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
    dem em garrafoes de 3 c 5 galoes a 55300 lijlos de limpar facas a 140 rs.
    e 75500 cada um com o garrafo.
    Gomma do Aricalv a 80 rs. a libra.
    Vellas de carnauba pura a 360 rs. a li-
    bra.
    Graixa a 100 re. a lata e 15100 rs, a duzia. dem stearinas muito superiores a 600 rs. a
    Grao de bico a 150 rs. a libra.
    Licores muito finos a 700 rs. a garrafa,
    dem, qualidade especial e garrafas nriito
    grandes, al5800rs. agarrafa,
    dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
    Idem, garrafa forma de pera e ralba de vi
    dro, a 15000 rs., s a garrafa vale o di-
    nheiro.
    Manteiga ingleza perfeitamente flor, desem- dem em pipa, Porlo, Lisboa e Figueira a
    libra.
    Vinho do Porlo engarrafado o melhor que
    ha neste genero o de varias marcas, como
    sejam: Vclbo de 1815, Duque do Porto,
    Madeira, 1). Pedro, D. Luiz I, Mara Pia.
    Bocage, Cbamisso e outros a 800, 900 e
    15000 a garrafa, e em caixa com urna du-
    zia a 9>000 e105000.
    barcada de potteo a 800 rs a libra, c de 8
    libras para cima se far urna differenca.
    dem franceza muito nova a 560 rs. a libra,
    e cm barril tere abatimento.
    Massa de tomates em barril a 480 rs. a li-
    bra.
    dem em lata a 040 rs.
    .Marmelada imperial dos melhores conservei-
    ros de Lisboa a 600 rs. a lata.
    Marrasquinho de Zara, frascos grandes, a
    800 rs.
    dem regular a 500 rs.
    Massas para sopa : macatrao, talharim e ale-
    tria a 480 rs.
    Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
    Peixe em latas preparado pela primeira arte
    de cozinha a 15 rs. a lata.
    Palitos de dentes a 160 rs. o masso.
    Palitos de. dentes a 120 rs.
    dem de flor a 200 rs.
    480, 500 e 560 rs. a garrafa o 35, 3#&00
    c 45 a caada.
    dem liiaiu-o de Lisboa muito fino a 500 rs.
    a garrafa.
    dem de Bordeaux. Medoe e S. Jitlt'en a 700
    c 800 rs. a garrafa, e 75000 e 75500 re.
    a duzia.
    demMorgauseChaleaiiluminidc 1854, a 1-5
    a garrafa.
    dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
    Vinagre de Lisboa a 200 rs, a garrafa e
    15200 rs. a caada.
    Kirsk garrafas muito grandes a >800 rs.
    Alm dos gneros cima mencionadi
    mos grande porcSo de 1 nitros que deixan
    de mencionar, e que ludo ser vend.:-; 01
    pegas c carnadas, tanto em paredes como
    retalho.
    Quem comprar de 1005000 para cima to-
    ra o abate de 5 por cento.

    jjii 11


    Diarlo de Pernansbiico Segunda fcira 2 de Feveretro de IS4.
    ATTENCAO
    9 Ii \IU.O ]llO CAB9IO 9
    GRANDE SORTIMENTO
    DE
    11 i #
    ir
    PARA A FESTA.
    DUARTE & C.
    Participam aos seus numerosos frguezes e ao publico em geral que acabara de
    receber de sua propria encommenda, o mis lindo e completo sortimento de molhados,
    os quaes vendera por grosso e a retalho por menos 10 por cento do que outro qualquer
    annunciante, como vero pela seguinte tabella que abaixo notamos, gararitindo os mes-
    iho proprietarios nao s o peso como a qualidade de seus gneros.
    AVISO.
    Todos os seores quecomprarem para negocio ou casa particular de 1005 para
    tima tero mais 5 a 10 por cento de abatiment, os proprietarios scienticam mais que
    todos os seus gneros sa recebidos de sea propria encommenda, razio esta para pode
    6T por muito menos do que outro qualquer estabelecimento.
    M\ iteiga ingiera flor a 8oo rs. a fibra. Vellas de carnauba e composicao de 32o a
    <; tstanhas muito novas a 2,ooo rs. a caixa, e i 36o rs. a libra e de lo.ooo a H.ooo rs. a
    a 16o rs. a libra. arroba.
    Boiinho francei e em caixinhas de 7oo a Genebra de rlollanda em botijas de conta a
    unio
    COHHBRCIO
    Defronte da toja do Preguica.
    DUARTE AliJflEIDA
    acaba de abrir o seu grande esortido armazem de molhados denominado Unio e Com-
    mercto. Este grande armazem um dos mais bem montados que temo.; em nossa praca,
    nao s em limpeza e aceio, como as qualidades especiaes de seus gneros. O proprie
    ario do L'nio e Ccmmeicio ollercce todos os senliores da praga, senliores de engenho
    e lavradores a seguinte tabella, por onde vero a grande economa que ltae resulta em
    comprarem em to til estabelecimento, .a naneando o mesmo todo < qualquer genero
    anido de seu armazem.
    Bollinho francez em latas e caixinhas as mais i Erva-doce a 5oo rs. a libr
    delicadas que tem vindo ao nosso merca-
    do de 7oo a 2,5oo rs. a caixinba.
    Manteiga ingleza perfeitamente flor, mandada
    vir de conta propria, a 7oo a 8oo rs, a
    libra.
    dem franceza chegada pelo ultimo navio a
    56o rs. a libra, e em barril ter ahatimen-
    to.
    dem ingleza em potes de 4 a 16 libras a
    8oo rs, a libra e o pote separado,
    Cha oxim o melhor neste genero, mandado
    Ghampanha de 20 a 22,ooc o gigo.
    Palitos do gaz a 2,3oo rs. ;i groza e 2o rs. a
    caixinha.
    Milho alpista a 16o rs. a l])ra.
    Cominho muito novo a 4oo rs. a libra, e
    comprando de 8 libras pira cima a 32o rs.
    Gomma muito alva para en ommar a 8o rs.
    a libra, e em arroba se far abatimento,
    Sag muito novo a 28o rs. a libra.
    Sabo verdadeiro hespanhcl, que raras vezes
    vem ao nosso mercado a 28o rs. a libra
    ATTENCAO
    AOS

    DO
    PROGRESISTA
    RA HAS CRIJZES V. 30
    E
    RA DO CRESPO N. 9
    No fealrro de Sanio Antonio.
    Joaquina los (.unos de Kouasa tem a honra de participar ao respe-
    tavel publico, que tem resolvido vender os seus gneros de primeira qualidade por menos
    10 a 20 por cento do que outro qualquer annunciar, como se v do presente annuncio,
    asseverando o proprietario d'estes armazens a aquellas pessoas que frequentarem estes
    ostabelecimentos, que nunca tero occasio de reclamar qualquer genero, visto ter-se
    adoptado n'estas casas o ptimo systema de s se negociar con gneros especialmente es-
    comidos.
    vir de conta propria a 2,8oc rs, a libra. Vinho branco o melhor nosto genero a-8oo rs
    dem hysson, grande, muito bom a 2,6oo rs. a garrafa e 4,3on rs. a cenada.
    a libra. dem Bordeaux de diflerent ?s marcas, garan-
    Idem preto muito fino, a 2,6oo rs, a libra.; te-se a qualidade, a 8.oco rs. a caixa com
    dem preto, mais baixo, a 2,ooo rs, a libra, j urna duzia, e a 7oo rs. a garrafa,
    dem, verde, miudinho, maisproprio para Garrafoes com 5 garrafas de vinho do Porto
    negocio, a l.Soo rs, a libra. do Alto Douro a 2,2oo rs. com o garrafo. |
    Banha de porco refinada muito alva a 46o dem com 5 garrafas de viiiho Figueira, mais
    rs, a libra, e em barril se far abatimento. proprio para a nossa estico por ser mais
    Biscoitos inglezes das seguintos marcas; fresco a 2,4oo rs. com o garrafo.
    Craknel, Soda, Ceede, Captain, Travellies. dem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.
    Lunch, Cabin, e outras muitas marcas, a o garrafo,
    I,Sao rs. cada ama.
    Ll n franceza a mais nova do mercado a 56o
    rs. a libra, e 54o rs. em barril.
    t de pon refinada muito alva 46o rs.
    ' a libra.
    rito pan fianbre a 8oo rs. a libra.
    Ca u\im miudinho vindo de conta propria,
    o melhor do mercado a 2,8oo rs. a libra.
    11 m byson de superior qualidade a 2,6oo rs.
    a libra.
    ta u perola o melhor que se podedesejar a
    2,7oo rs. a libra,
    dem preto muito fino a 2,5oo rs. a libra.
    dem mais bata pouco a 2,ooo rs. a libra.
    Mem mais baixo a l,8oo rs. a libra.
    4iO rs. a botija, e em duzia ouem barrica
    ter abatimento.
    Massas para sopa macarro, talharim e aletria
    a 48o rs. a libra e em caixa ter abati-
    mento.
    dem estrellinha, rodinha e pevide em caixi-
    nhas de 8 libras, muito bem enfeitadas de
    2,5ooa 3,5oo rs. a caixinha e a 6oo rs. a
    libra.
    Bocc de goiaba em caixas de diversos taa-
    nnos de 6oo a l.ooo rs. o caixo
    Sabo massa de 2oo a 24o rs. o melhor, em
    caixa ter abatimento.
    dem hespanhol a 28o rs. a libra.
    Peixe em latas muito novo ; savel, pescada,
    corvina, salmo e outras muilas qualidades
    Vinho do Alto Douro vindo do Porto engar- prepara(ja de escabeche 2 a arte de cosi-
    rafado garanto-* a supenoridade deste w- nha de |#2oo a 1(8oo rs_ a iata.
    nho. das seguirte* marcas : Duque, Ge- Figos em caixas de 4 arr0Da> it e g libras
    muo, vciho secco, especial lagrimas do-, a 8iOf)0 4i000 e 2,000 rs. a caixinha.
    de 1819, vinho especial D Pedro V., Barris de vnho branco de quint0> marca b
    ,io. Nctar superior de 1833, Du- Fi|no a 60>000 rs 0 barril.
    quedo Porto Iho superior, madeira secca de superior ros (le Lisboa a Gi0 rs a |ltnhade 1 libra,
    qualidad!, vinho do Porto superior D. Lu- na iatas de j ijec iDras.
    iz i de 1817, lagrimas do Douro espi- Massa de tomate em latas douradas de 1 libra
    . vinho do Porto de l.oooa l,2oo rs. | a q^0 n a |ata
    a garrafa e de lo.ooo a 14,ooo rs. a caixa i Amcixa3 fr'anficza em caixinhas elegante-
    eos ama duzia. monte enfeudas dl} |,500 a 3,000 rs. a
    B :-.'n de soda especial encommenda ja: caixinha, tambem ha latas de 1 Vt a 6 li-
    mais nova que ha no mercado a 2,2oo rs. a j bras de | -2o0 a 4>g00 rs a ,ata#
    ' dem em frascos com lampa de rosca a 1,600
    M oitoj inglezes das memores marcas ;m rs 0 frasco.
    1 itinhas de 2 libras a I 3oo rs. a lata | Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
    raknel em latas de 5 o 7 lib-as susso a 1 4oo rs. a libra,
    de 5,000 a 6.000 rs. a lato, e em libra a (Conservas ingezas d;>s seguintes marcas e
    /,r8: ... Mi xde-Picles e cebollas simples a 75o rs
    QneijQS do reino chegados pelo ultimo vapor: 0 frasCo.
    Ancoretas de vinho colares a 5o,ooo rs., e
    1 prato a 7oo rs. a libra.
    \ inbo eir. pipa das mais acreditadas marcas
    a 72o r,s. a garra f
    Sardinhas de Nantes a 32o rs. a latinha.
    como eejamBA F., PRR, JAA, outras' Charutos das mais acreditadas marcas de
    18 Porto, Lisbcfa e Figueira ; j 2.5oo a 4,000 rs. a caixa.
    ii, 56o. 64o e 800, rs., e o do | Champagnhe a melhor do mercado de 12,ooo
    Porto fino em garrafa, e em nada a
    .. 3,f5oo, 4,000 e 6,5oo rs. o melhor
    do Porto.
    dem Bordoaux das mais acreditadas marcas
    a 7oo rs. a garrafa, e a 8,000 rs. a caixa.
    a 2 i.ooo rs. o gigo, e de 1,2oo a 2,ooo rs. a
    garrafa.
    Papel greve paulado 011 liso a 3,5oo rs. a res-
    ma.
    dem de peso pautado ou lizo de 3,5oo a
    Garrafoes com 5 garrafas de superior vinho 4'000 rs'.fre^ma' ,, Q ,-.
    do Porto n 2.200 rs. com o garrafo. S3, mu,l fina e *.pa 8o ,ri- a 1,br1a-
    rrafa de vinho daFigueira mais.M,lho alPlsla e I)ainso de 1Go a -00 rs" a h'
    rroprio para a nossa estacab por st-r mais! n ,..ra' a a a
    o s 2,4oo rs. com o garrafo. Pal!los do 8az a 2'2o rs" a 8rosa e 2o rs- a
    I'. 111 com j garrafas de vinagre a l,2oo rs.' uz'.a" ..,,..
    com o garrafo. iVasos ,n.'ezes de,4 a '6 h )ras vas,os' muit0
    Vinho bramo mais superior que vem ao' ProPr"? Para %"?* d (,ocf mante'^
    nosso mercado a 56e rs. agarrafo, e a u oulro ,Pal'l"er ,"Ju,do de l<0 a
    I 'wrs a caada 3,ooo rs. cada um.
    Ve .'doesparmacateasmelhores ueste ge-,"8" ^* melhores marcas e mais finos
    ero de 56o a 6io rs. o maco, eem S-\ a ^^ rs. a garrafa e em ca.xa tora aba-
    xa ter grande abatimento por haverr,men n ,
    crande norcio Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
    fc l ^ e lo,5oo rs. a caixa.
    Az; doce em barril muito fino a 6io rs. Choaricas as mais frescas do mercado a 800
    a g irrafa e 4,8oo a canaiki. rs a libra.
    dem francez retinado a 800 rs. 1 garrafa. Genebra de laranji em frascos grandes a
    Ervil'aas francesas e purtuguezas a 64o rs. a 1 jw>o rs. o frasco.
    lata. Serveja das mais acreditadas marcas de
    )i tas eom doces seceos de Lisboa de 3oo( 5,5oo a iS,5oo a duda e de mais a 5oo rs.
    a 3,5oo rs. cada urna. a garrafa.
    T icinhodeLisboa a3oors. a libra.' <> a,dem embotijas e meias, sendo preta da
    l,4oo rs, a lata.
    Bolachinha de sdo, especial enctramenda, a
    2,2oo rs, a lata.
    Biscoito inglez Craknel em latas de 5, 7 e 15
    libras a 5,ooo e 6,000 rs, e de l,2oo a
    fJ8oo rs, a libra.
    (Jueijos do reino pelo baratissimo preco de
    l,6oo, l.Soee 3,000 rs os do ultimo
    vapor,
    dem prato muito fresco a 64o rs, a libra,
    dem londrino muito fresco a 800 rs, a libra.
    Vinhos empipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
    48o, 56o, e 64o rs, a garrafa, e de 3,ooo a
    4,5oo rs, a caada.
    Marmelada imperial dos melhores conserva-
    ros de Lisboa em latas de 1 e mais libras
    a 7oo rs, a libra.
    Peras secaas em caixinhas de 4,oco a 2,ooo
    rs. cada urna.
    Figos em caixinhas de 1 lj% arroba e de 8 li-
    bras a 8,000, 4,ooo, e 2,ooo rs, ea 3oo rs.
    a libra, taambem ha serinhas para men
    nos a 60 rs. cada urna.
    Amendoas de casca mole a 36o rs, a libra, e
    em arroba ter abatimento.
    Sardinhas de Nantes a 32o rs, a latinha.
    Toucinho de Lisboa muito novo a 3oo rs, a
    libra e em arroba a 9,ooo rs.
    Massa de tomates a 64o rs, a libra.
    Pimenta do reino a 34o rs. a libra,
    Farinha do Maranho a 14o rs, a libra.
    Ceblas a 800 rs. o molho, 64o rs. o cento
    e 6,5oo a caixa.
    Tijollo para Impar facas a 16o rs,
    Cerveja das mais acreditadas marcasdeiJ.ooo
    a 7,5oo a duzia, c de 5oo a 6eo rs, a gar-
    rafa,
    Prezunto para fiambre muito fresco e novo
    a 800 rs. a libra,
    Genebra de laranja a l,ooo rs, o frasco,
    Chourifas as mais frescas do mercado a 800
    rs. a libra,
    Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a.garrafa,
    e lo,5oo rs. a caixa com urna duzia.
    Licores Trancezes e portuguezes de todas as
    marcas de lo.ooo a 15,ooors. a duzia.
    Passas muito novas a 5oo rs. a libra e a 8,5oo
    rs. a caixa. Ha caixas, meias o quartos.
    Batatas a l.ooo rs. o gigo com 38 libras e
    2,000 a caixa com duas arrobas cadauma.
    Bocetas com doces seceos de 3,oeo a 3,5oo
    rs. cada urna.
    Bolachinha ingleza a 32o rs. a libra,
    Azeite francez c portuguez refinado a 800 rs.
    a garrafa, e 9,ooo rs. a caixa com urna du-
    zia.
    Conservas ingle/.as das segu ntes marcas:
    Mixed. Pdeos, e ceblas simples a 800
    rs. o frasco.
    Mostarda ingleza preparada em potes a 4oo
    rs. o pote.
    Nozes muito novas a 160 rs. a libra e 4,800
    rs. a arroba,
    Vasos inglezes vasios de 4 a 16 libras, muito
    proprios para deposito de manteiga, doce,
    e outro qualquer liquido, de 1,00o a 3,ooo
    rs, cada um,
    Sabo massa de superior qualidade a 18o,
    2oo, e 22o rs. a libra do melhor que lia
    Graixa em latas muita nova a 12o rs. a lati-
    nha, e l,3oo rs. a duzi;.
    Peixe em latas muito novo : savel, pescada,
    curvin, salmo e outras nuitas qualidades
    preparados de escabexe, segundo a arte de
    cozinha, de l,2oo a 2,oc e rs. a lata.
    dem do Alto Douro vindo do Porto engar-
    rafado e escolhido pessoalmente por um
    des socios que se acha em Portugal, das
    seguintes marcas : Duq c, Genuino, Ve-
    lho secco especial, L?grimas Doces de
    1819, vinho especial D. Pedro V, vinho
    velho. Nctar superior 1 e 1833, Duque do
    Porto de 1831, vinho ('0 Porto velho su-
    perior, Madeira Secca (e -superior quali-
    dade, vinho do Porto superior D. Luiz I
    de 1847, Lagrimas do Douro, especial vi-
    nho do Porto, de l,ooo a l,2oo rs. a gar-
    rafa e de lo.ooo a 12,ooo rs. a caixa com
    urna duzia.
    Vassouras americanas a 8->o rs. cada urna.
    Velas de spermacete as m :lhores que ha no
    mercado a 56o e 64o rs. o masso, e em
    caixa se far um grande abatimento,
    dem de carnauba e con posico, de 4oo a
    32o rs. a libra, e de lo.ooo rs, a H,5oo
    rs. a arroba,
    Caf de 1 e 2a sorte de .3oo a 8,600 rs. a
    arroba, e de 28o a 32o rs. a libra do me-
    lhor,
    Arro?. da India, Maranho Carolina a 3,000,
    2,8oo e 2,4oo rs. a-arroba e a loo rs. a
    libra.
    Frasqueira de genebra a 5,8oo rs. e. a 5oo
    rs. o frasco.
    Azeite doce em barril muito fino, a 6io rs.
    a garrafa, e em caada :er abatimento.
    Papel greve pautado e liso a 3,5oo rs. a
    resma.
    Genebra de Hollanda em botija de conta a
    44o rs. a botija.
    Passas corinteas a 5oo rs. a libra e 12,8oo
    rs. a arroba,
    Ervilhas franceza e port gueza a 640 rs. a
    lata de urna libra.
    Chocolate francez, hespanhol, suisso e por-
    tuguez a l.ooo rs. a libra, e a 28o rs. ca-
    da pao de urna '/*
    Ameixas francezas em .'aixinhas elegante-
    mente enfeitadas, com diversas estampas
    no exterior da caixa do 1,500 a 3,00o rs.
    cada urna; tamhem ha frascos e latas de
    differenles tamanhos que se venden por
    mdico preco.
    Massas para sopa: macarro, talharim e ale-
    tria a 48o rs. a libra, e em caixa se far
    abatimento.
    Garrafoes com 14 garrafas de genebra de
    Hollanda a 5,5oo cada um.
    Charutos de todas as marcas c dos melho-
    res fabricantes da Bahii de 3,ooo a 4,000
    rs. a caixa.
    CHA
    hysson, uxim e perola a 2 400, 2,600 o
    2,800 rs. a libra.
    CAF
    muito superior, do Rio e do Cear a 8,000
    c 8,400 a araoba e 300 rs. a libra.
    VINHO
    de Lisboa e da Figueira a 3,500 e 4,000 a
    a caada,
    do Porto engarrafado de diversas marcas a
    1.000 rs. a garrafa.
    Bordeaux de diversas qualidades a 7,000,
    8,000, 9,000 e 100 a duzia.
    CHAMPANHE
    CONSERVAS
    ingezas a 8,500 a duzia e 760 rs. o frasco.
    SAL REFINADO
    em frascos de vidro com tres libras a 600 rs.
    PEIXE
    em latas ermeticamente lacradas a 1,000
    rs. cada urna.
    POUVOS
    do Porto muito bem conservados a 500 rs.
    a libra.
    MUSTARDA
    preparada muito nova a 400 rs. o frasco.
    MARMELADA
    dos melhores conserveiros a 640 rs. a libra.
    ESPERMACETE
    a melhor que temos neste mercado a 20,000 muito superior a 560 rs. a libra, e em caixa
    rs. o gigo.
    a 550 rs.
    CHARUTOS
    da Bahia a 1,600. 2,200, 3,000 e 4,000 rs.
    CERVEJA
    muito superior a 5,000, 5,500 e 6,000 rs. a a caixa.
    duzia- TOUCINHO
    GENEBRA mudo novo a 9,000 rs. a arroba e 300 rs. a
    de Hollanda em frasqueiras a 5,500 e 500 libra- nvn .c cvrrke
    rs. frasco. lhvilma sc.ci.Aa
    as mais novas do mercado a 120 rs. a libra.
    BOLACHINHA PAIITOS PARA MFSA
    de soda em latas grandes a 2.000 rs. cada mn-,nKaJ ? J
    uma muito bem fetos a 160 rs. o maco.
    ingezas em barricas a 4,000 e 240 rs. a VINAGRE
    libra. de Lisboa PRR a 240 rs. a garrafa e 1.600
    BISCOUTOS
    em latas de todas as qualidades, a 1,300 rs.
    cada lata.
    ARROZ
    da India e do Maranho a 2,600 e 8,000 a
    arroba e 100 rs. a libra.
    CEVADA
    muito nova a 2,500 a arroba e 100 rs. a
    libra.
    GOMMA.
    muito superior em saceos com quatro arro-
    bas a 2,000 e 100 rs. a libra.
    CASTANHAS
    piladas muito novas a 320 rs. a libra.
    PASSAS
    as mais novas do mercado a 8,000 a caixa e
    e 500 rs. a libra.
    AMEIXAS
    francezas em latas de 1 e lr2 libra a 1,000
    rs. a libra.
    SARDINHAS
    de Nantes muito novas a 300 rs. a lata.
    rs. a caada.
    AMENDOAS DE CASCA
    as mais novas do mercado a 240 rs. a libra.
    FARINHA DE ARARUTA
    verdadeira e muito nova a 400 rs. a libra e
    10,000 rs. a arroba.
    ERVA DOCE
    muito nova a 300 rs. a libra e 9,000 rs. a
    arroba.
    COMINHOS
    os mais novos e mais superiores a 400 rs. a
    libra.
    NOZES
    muito novas a 160 a libra c 5,000 rs. a ar-
    roba.
    SAG
    o melhor que pode ha ver neste genero a
    20rs. a libra.
    MASSA DE TOMATE
    em. latinhas de I libra por 600 rs. a lata.
    SABO MASSA
    ne?te genero ha sempre um grande sorti-
    mento variando o preco de 120 a 240 rs.
    por libra.
    ATTE^AO
    Todos os senhores que comprarem para negocio ou casa particular J0# para
    cima tero mais 5 a 10 por % de abatimento; o proprietario scientilica reais que todos
    os seus gneros sao recebidos de sua propria encommenda, razo e;ta para poder ven-
    der por muito menos do que em outro qualquer estabelecimento.
    1,000 js. a arroba.
    N'jzes muito novas a 16o rs. a libra e 4,8oo
    re. a arroba.
    ( de 1.', 2.* e 3.1 qualidade de 26o, 3oo
    1 rs. alibra, do Cear de 7,800,8,Coo,
    e 9.2oo rs. a arrobi do melhor.
    muito creditada marca T de 6,5oo a 7,8oo
    rs. a duzia.
    Ceblas emmolhos grandes a 8ooomolho
    640 o cento, e a 6,5oo rs. a caixa
    Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
    Farinha do Maranho a 14o rs. a libra.
    Arroz da India, Java e Maranho de 2.800 a Tijolo para Ii ipar facas a 10o rs. cada um.
    3,ooo a arroba, e de 80 a loo rs. a lina. Cominho a 4oo rs. a libra,
    i is muito novas a 8,5oo a caixa e 5oo Erva doce alibra.
    a libra, ha caixas meias e quartos. Canella a l.ooo rs. a.libra.
    S vadinha de Franca a 2io rs. a libra. (Batatas a 1,000 rs. o gigo com 32 libras liqui-
    Sag muito novo a 28o rs. a libra. das e 3,ooo rs. a caixa de duas arrobas.
    EA31INHA FONTANA.
    Farinha da muito acre Jila a marca
    Fontana "cscmliarca-la hnje, vende-sp
    por pi'iH'o mais commod do que cm
    (ualqucf ontr pai-tc : na ra da Cruz
    ii. 4 asa de .\. 0. Bieber & '*. siints-
    tores. ________________^_
    (' i! piados dit verniz para bomim a
    3iJ, utos pan meninos a l& : na praca da inde-
    pendencia, toja do Arantes.
    PICHINCHA
    Custodio, Carvalho ttr Coiripa-
    nhta.
    27Ra de Qucinado 27
    Novas laazinhas ttecosseui muito lindas, faienda
    irna'la, proprM para vestidos d seolmra o
    crhndiihns pelo haralo prego de iO r<. o cfl"a I i.
    uvas de pellica.
    Clepran para a toja d'aguia branoa, ra do
    aado n. 8.
    i n da (k um a h ypotheca.
    Os liquidalarios da massa fallida de
    Jos entono Basto vendem a hjpolhe-
    ea que tem nos en^enhos jltoo Grosso
    c Cajnlniss no 'cinio <1cSci'inhacm no
    valor de 31:835(911 rs.; Indar as
    casas a na do Trapiche n. 114.
    uL l)K LhllOY
    Vcudc121-.sc barris com cal des-
    ta procedencia, em pedra. chega-
    da hoje, c iiu!ca uova. que ha no
    mercado, na ra do Trapiche n.
    1:1. armazem de Nanocl Tel&el-
    ra Basto.
    Tesauros da Guitnares pira
    uso dos senhores cabelluire -
    rus e Imjislas.
    Vendem-se na toja de. ferrasro.ns n. 44 na ra da
    Cadciainuito superiores e prego comino, do.
    POR MUS de dez por cesto.
    NO
    aM!E)
    CONSE
    JOAQIT.H NTiflAO DOS CAUTOS
    23-Largo do Terco-23.
    O proprietario deste annnzem de motilados vende os tem j:> bem conheeidos seeros de pri-
    meira qualidade por menos de dez por cento do que em outra qualquer parte, i,arantindo-se a supe-
    rior qualidade.
    Vinho das melhores marcas.
    Manteiga ingleza flor,
    dem franceza.
    Banda de porco refinada.
    Vellas de spermacete.
    dem de carnauba.
    Caf liom do Rio.
    dem superior do Cear.
    Toucinho de Lisboa.
    Cha de diversas qualidades.
    Queijos novo* do vapor.
    Milho alpista limpo.
    Gomma deencomniar alva.
    Ba se diz o prero i>a Sabio de diveisas qualidades.
    Chourieas muito novas.
    Arroz de diversos preeos.
    Ser.vja das melhores marcas
    Sardinhas de Nantes novas.
    Genebra de laranja superioi.
    dem do Hollanda marea Ga lo.
    I'hosphoros do gaz.
    Holaehinha ingleza em barril U.
    Passas mullo novas.
    Figos de primeira qualidade.
    Biscouto.s o holacliinhas de oda.
    Charutos do diversas qualidades.
    MAIS ATTE^iO !
    Existe alm d'estes gneros, um explendido sortimento de phosphoros, fumo, al-
    pista. peras em calda e seccas, figos, copos finos para agu, massas para sopa, azeite, ca-
    nella, pimenta, velas de carnauba, banha de porco, papel, e outros muitos gneros, de es-
    tiva, que lodos ser3o vendidos por mdicos presos.

    iy/&a,
    Tendo o proprietario dos armazens do progressista deliberado nao concordar
    com a liga da Unio Commercial, Clarim, Allianca, etc., etc., etc., declara que s con-
    corda em alliar-se aos seus freguezes, fazendo com estes uma liga de interesses recprocos'
    tendo os seus adiados a faculdade de comprarem por preeos muilo cm conta o bom fiam-
    bre, o formidavel queijo e a saborosa bolachinha de soda, que fazem uma boa allianca
    coma superior champanhe e o porto fino, nicos que sabem imitar a unio destes ar-
    mazens com os seus concurrentes. Vinde, senhores, ais armazens, aonde podis d'en-
    tre um muito esplendido sortimento desab'orosos alimentos, escolherdes os quemis
    vos apetecer, certos de que nunca lereis occasio de arrepender-vos de gastar o vosso
    dinbeiro nestes estabelecimentos.
    AURORA BRILHAME
    it ''- \
    LARGO DA SANTA CRUZ N. 84.
    O proprietario do grande armaiem de molhados denominado ^Aurora Bnlhante, acaba de
    reduzir o preco dos seus gneros, procos esles que muito lio de agradar aos senhores com-
    pradores.
    oe i'iigiHinnar uva. .i* i|ii.inu nc-.
    Alm dos gneros annunciados existem outros muitos que enfadonho menciona-tos, a diuhel-
    ro contado.
    (LOROS.
    Vendem-se globos de barro vidrado da fabrica
    de Santo Antonio no Porto, proprios para jardim c
    frentes de casas : na ra do Amorira n 46.
    Farislia superior de anta Catharina.
    Vende-se em porcao oa i retalho, a bordo da
    barca Iris, atracada ao traiiche do arao do Li-
    vramento, ou nn escriptor o de Antonio Luiz de
    Oiiveira Azevedo \ C, ra ta Cruzn. 1.
    Manteiga ingteza flor a 7i0 o .
    Dita hamhurgueza multo nova a
    i I lila franceza a -Vul e 560 rs. e em
    barris a......
    Queijos do reino novos a 2,5300 e .
    Presuntos novos de Lamego, libra a .
    Chourieas do reino novas, libra a
    Espermaeetemuito lino a 7O, 640 e .
    Velas de carnauba arroba 10)5 e libra
    360 e.......
    Cha hysson muito superior a 25300 e
    Dito perola a .
    Dito miudinho a ijsini e
    Dito prelo muito superior a 13800, e
    Lilas eom bolachinha de soda de o
    libras a......
    D.tas com biscoiios de varias qualida-
    des.....,
    Doce de goiaba c banana fino a 400.
    500 (caixo) e .
    Marmelada nova dos melhores auto-
    res, libra a 640 o ....
    Latas com peixe savel, capuxo, fango,
    congro, Mlmoott e outros mudos
    bem preparados a ...
    Sardinhas de Nantes, latas a .
    Frascos coin genebra de Hollanda da
    verdadeira, a 5J0 e fr.is |ueiras a
    Ga rrafoes eom genebra de 23 garrafas a
    Frascos com genebra de laranja a .
    Vinhos da Figueira e Lisboa, a 400,
    500 e...........
    Diio do Porto lino a 640, 720 e .
    Dito branco proprio para misa a .
    Serveja de boas marcas a 500 rs. a
    garrafa e a duzia a.....
    Cognac verdadeiro, a garrafa por.
    Vinhos unos Agarrafados no Porto, a
    garrafa por 15. 15200 e .
    800
    800
    520
    1(5000
    180
    640
    600
    320
    2571
    SfSOO
    35000
    25 230
    35000
    15100
    GiO
    720
    150011
    320
    54300
    85000
    15000
    360
    800
    OiO
    5J850
    15000
    ao muscatel e Setubal a 800 e 15300
    Licores finos a 800, 15OOO e 15280
    Caixinhas com ameixas muito enfei-
    tadas a 15600 e......
    Latiuhas com ditas a 15300, 25 e .
    Ditas rom figos de comadre novos a
    15300e.......25OOO
    Ditas com ervilhas francezas e portu-
    guezas a.......
    Di las com ostras a.....
    Ditas com massa de tomates,
    Ditas com fructas de Portugal a 560 e
    Ateitonas deElvas em frascos a
    Frascos com conservas a 730 e .
    Ditos com mostarda franceza a .
    Macos com 20 macinhos de palitos de
    denles a......, .
    Tijolos de limpar a.....
    Aramia verdadeira viada de encom-
    iiieuda, a libra a.....
    Gomma de engommar a 25400 a ar-
    roba c a libra a 100 e .
    Tapioca muito nova, a libra a 140 e
    Ervi|has seras egrao de bico, a libra
    Massas para sopa, macarro, talharim
    e letria, a libra.....
    Dit-s branca*, viudas de Lisboa, a .
    'e/ide, esirellinhas e rolinhas a .
    Caf de primeira s.rie, a libra a 280 o
    Sal a 1 verdadeiro hespanhol, a libra .
    Dito massa a 160, 200, 210 o .
    Alpista a 45'tOO a arroba e a libra
    Painco a 55 a arroba c a libra
    An en loas de casca mole a 360 e dura
    Azeite doce refinado, a garrafa a 800e
    Mullios com mus de 100 ceblas a. .
    Castanhas novas, a libra ....
    Itf000\i)7.es, a libra......
    25000
    3JM0
    640
    720
    600
    640
    800
    800
    500
    200
    140
    500
    80
    160
    160
    480
    320
    480
    320
    400
    280
    160
    200
    240
    I JUMO
    15000
    160
    200
    Assim muitos outros generas que deixam de se mencionar, ludo da melbor qualidade e5
    S por preeos muito connnodos.
    lijKMBnKMMHNMMMin l^Jl&m(l n


    Diario de Percatuhtico -- Negunda fclra de Feverclro de 1964.
    i
    h

    -
    \|*l
    m w
    LOJA
    W
    Duarte & C, venden em seus a-mazens Unio e Cemmercio e lar-
    go do Carmo n. 9, armazem progressivo, os seguintes gneros desembarca-
    dos ltimamente.
    5S
    (2*S
    Verdadeiro vinlio collares em ancore-
    retas de 9 caadas a 50,000 e 800
    rs. a garrafa.
    Farelo de Lisboa mar N ou Biato
    ligo a 4.i a sacca.
    Vinagre P R R, em ancoretas de 9 ca-
    adas a 18,000 e 2,000 rs. a ca-
    ada.
    Passas em caixas, meias e quartas a
    8,000 4,000 e 2,000, a 480 a libra.
    Peras seceos em caixas de qoatro li-
    bras o melhor que se pode desejar
    a 2,500, e 640 rs. a libra.
    Caixinbas de 4 libras e 2 com ameixas
    a 1.500 e 2,500 rs. a caixinha.
    Chocolate portuguez, o melhor que
    pode haver de bom neste genero a
    1,000 ri. a libra.
    Marmelada propriamente dito de mar-
    mello, a 64U rs. a lata e em caixas
    de 100 latas a 600 re.
    ifa de tomates a mais nova que se
    pode desejar a 640 rs. a lata e em
    caixa de 100 libras a 600 rs.
    Ervilha portugueza a 700 rs. a lata,
    e em caixa de 100 libras a 640 rs.
    Passas corinthias para pudim a 640
    rs, a libras, e 400 rs. comprando de
    Queijos tendrinos muito frescos a 800
    r:>. a libra e sendo inteiro a 650 rs.
    St.Ktllas em caixas as mais novas do
    ir creado a 6,500 rs. a caixa, a 800
    r*;. o molho, e a 640 rs. o cento.
    Batatas em caixas de 2 arrobas muilo
    novas e grandes a 2.400 rs. a caixa.
    Settinhas com figos proprias para mi-
    mos de crianzas a 60 rs. cada urna
    e comprando em duzia ter grande
    abatimento.
    Erva doce muito novas a 500 rs. a li-
    bra, e comprando em arroba a
    10,000 rs.
    Coninhos muito noves a 400 rs. a 1-
    I b-a e 10,002 a arroba.
    Liires portuguezes das marcas mais
    arrediladas de Lislfia a 1,00 apar-
    rafa e 10 a 12,000 a duzia, as quali-
    dades sao as seguintes : crome de
    violetas, geroflez, rosa, absintho, ves-
    piro, amor perfeito, amendoa amar-
    ga, percieot delurin. bolefin, moran-
    gas, limo, caf, laranja, cidra, gin-
    gi, canda, cravo, ortelia, pimonla
    e outros muitos de quaUdades menos
    superior que sero vendidos por pre-
    a em relacao as suas qualida-
    des.

    arroba para cima.
    Os proprietarios afiancam que" esles gneros sao muito novos e tudo
    de primeira qualidade, tudo isto se vende nicamente no armazem Uniao e
    Commercio na ra do Queimado n. 7, e hrgo do Carmo n. 9 armazem pro-
    gressivo.
    Qtifijos
    do alemtejo, das ilhas e flamengos, todos; chegdos neste ultimo vapor, a
    2,500 os flamengos e 800 res a libra do alemtejo e das ilhas, unicamen- g^
    te no armazem UniaO e Commercio, ra do Queimodo n. 7 e largo do Car- mq
    mo armazem progressivo. i^0
    ATTEM^AO
    27 Ra do Queimado 27
    A preco de 3<9 F"C-
    Cortes de cambraia branca adamascada propria; para vestido e cortina jos pelo barato prego
    de 3*000 a peca.
    Fines entremeto.
    Knlremeios muito finos bordados ilc 14300 cada urna peca.
    Para acabar.
    Finos organdvs indianas padrees escuro? a preco de 240 rs. cada eovado para acabar.
    A 10800 a daiia.
    Lencos de cambraia brancos a 14800 cada tima luzia.
    Lenrees
    e (obertas a 24000.
    Fin* fil
    Fil de I inlto bordado cora toqne deagua do#e a preco de 400 rs. a vara.
    RIA DO QUEIMADO N. U.
    Leja de fazendas de Augusto Frederico dos Santos Porto.
    Fazendas pretas para a qunresma.
    Rices cortes de moreanlique prete para vestidos fazenda superior.
    Cortes de vestido de seda preta com barras.
    Capas pretas do seda bordadas e enfiladas de 24 a 50*.
    Capas de seda preta com mangas ricamente enfiladas.
    Souteofearques de seda |>reU e case mira de cr com lindos enfeites.
    Zuavos de seda preta de muilo gosto.
    Pannos petos, casemiras pretas, setim preto, gr jsdcnaple prete de
    superior.
    Chapeos de pallia d'Italia para menina ricamente enfeilados de 74 a
    (omisas para linmem francezae c inglezas de algodao e de linho.
    Atoalhado de itabo fazenda superior.
    Camisinhas de ambraia a Garihaldi para senhr ras.
    Na mesma casa tem grande sorliiniecto de fazent as de seda, lia, linho e algodao que tudo se
    wmie por muito comoMtfo preco.
    CJiegaram tambe** a exccllentes
    ESTOTRAS JLM.KA SAIAS.
    Vi ra do Qaelinado a. II.
    diversas qualidades tudo
    124-
    DO
    PAVAC
    Cassas puritanas.
    Vendem-se as mais modernas cassas puritanas
    com bonitos desenlio pelo baralissimo preco de
    240 e 280 rs. o eovado, por haver grande prcao,
    pechincha : na ra da Imperatriz n. 60, toja do
    Pavo.
    Cassas persianas 3GO rs. o eo-
    vado.
    Vendem-se as mais bonitas cassas persianas
    imitaeao de la transparente com os desenhos te-
    cidos e inleirauenle novos, pelo baratissimo preco
    de 360 rs. o eovado e nao do.-boiam : na loja do
    Pavo ra da Imperatriz n. 60.
    Ciorguro de la 500 rs. o co-
    rado.
    Vende-se gorguro de la de cor escara propria
    para vestido de senhora, paletot para homem e
    roupa para menino, pelo barato preco de 500 rs. o
    eovado : na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
    As colchas do Pavo.
    Vundem-se colchas de linho adamascadas com
    bonitos lavres de cr de rosa, azul e branco,
    pelo barati.-sinio preco le 54 cada urna : na loja
    do l'aviiu ra da Imperatriz n. 60.
    Organdys se-SO rs. o eovado.
    Vendem-se organdvs malisados fazenda muilo fi-
    na, de bonitos desenlos, pelo baratissimo preco de
    W) rs. o eovado : na loja do Pavo ra da Impe-
    ratriz n. 60.
    As alpacas do Pavo.
    Vendem-se alpacas de seda de cores muito fi-
    nas- proprias para vestido de senhnra, soutembar-
    ques e.roupas para meninos c dita branca muilo
    lina propria para vestidos e paletots, pDr preco
    multo commodo : na loja do Pavao ra da Impe-
    ratriz n. 60.
    Panno preto a 9000.
    Vende o Pavo:.
    Vendem-se panno preto muito encorpado a
    2,50000 o eovado, dilo a 24500, 34000 e 4*000, ca-
    simira preta muilo fina a 14800, 24000, 24200 e
    3*000, islo para apurar dinheiro na loja e arma-
    zem do Pavo, ra da Imperatriz n. 60. de Gama
    cV Lima.
    As calcas do Pavo.
    Vendem-se superiores caifas de casimira preta
    a 54500, 64000, 7*000 e 84000 rs., paeltots so-
    brecasacos de panno preto a 124000 rs., ditos sac-
    eos a 74000 rs., coleles de casimira preta-a 44300
    e 54000 rs.; na ra da Imperatriz n. 6d.de Gama
    & Silva.
    Algodozlnlio enfestado.
    Vendem-se algodozinho americano com 8 pal-
    mos de largura para lences, toalhas, etc. etc. ele,
    a 14000 rs. a vara, ditos cstreitos a 5 4(00,64000,
    74000 e 84000 rs. a peca, sendo muito ooa fazen-
    da, pecas de mandapolo, por preco muito razoa-
    vel, na loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60,
    de Gama & Silva.
    Vestidos prctos do Pavo.
    Vendem-se ricos cortes de grosdenaples preto
    com ricos enfeites de veludo, pelo barato preco
    de 404000 rs. cada un, na loja do Pavo ; ra da
    Imperatriz n. 60.
    Lazinhas Victoria.
    Na loja do Pavao.
    Vendem-se as mais modernas laiinha> Victoria
    tendo 4 palmos de largura com lindas palmas de
    seda pelo barato prego do 800 rs. o eovado, na
    loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama
    & Silva.
    Os soutembarques do Pavo.
    A' 20*000.
    Vendem-se ricos soutembarques pretos ricamen-
    te enfeilados a 204000 rada um, ricos manteletes
    prelos, grandes a imitago de capas pelo baratissi-
    mo prego de 204000 rs. cada um, s na loja do
    Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
    Os chales do Pavo.
    Vendem-se chales de merino estampados a
    3*000 rs., ditos muito finos de crepom a 6000,
    74000 a 85000 rs., ditos lisos a 44500 rs., muito
    finos a 54OOO rs., s na loja do Pavo, ra da Im-
    peratriz n. 60, de Gama & Silva.
    O orina do Pavo.
    Vendem-se brim de linho puro com quidrinhos
    proprios para caiga e paletots, pelo prego de 500 c
    600 rs. cada eovado, sendo fazenda que sempre se
    vendeu por mais dinheiro; a ra da Imperatriz
    n. 60, luja do Pavo de Gama \ Silva.
    Lazinhas 320 rs.
    S o Pavo.
    Vende-seni laazinha matizadas proprias para ves-
    tido sendo padroes miudinhos e grandes, sendo fa-
    zenda muito encorpada e que se pode lavar perfei-
    tamentc, romo se lava a chila e nao desbola, saina-
    do esta fazenda mais barata em proporgo do prego
    por que se vende a chita; isto na loja da ra da
    Imperatriz n. 60, de Gama & Silva. _____
    Algodao da Liahia
    para sacros de assncar e roupa de escrava; tem
    para vender Antonio Luiz de Oliveira Azetedo &
    C, no seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
    LOJA 00 BEIJA FLOR.
    [la do Queima Cravanhas para senbori.
    Vendem-se gravatinhas de.diversos gostos mais
    modernos a 720 c 800 rs. : na ra di Queimado,
    loja do beija-llor n. 63. ,
    Fitas para debrum de vestidos.
    Vendem-se litas para debrum de venido de linho
    com 12 varas a 400 rs. a pega : na ra do Quei-
    mado, loja do beija-llor n. 63.
    Pentes travessos.
    Vendem-se pentes travessos de caracol na
    frente de borracha a 500 rs.: na ru do Queima-
    do, luja do beija-flor n. 63.
    Papel In'ira donrada.
    Vende-se papel beira dourada a I200 e 15300,
    dito de cor de beira dourada a 15100 : na ra do
    Queimado, loja do beija-flor n. 63.
    Anveloprs.
    Vendem-se anvelopes de diversas qualidades
    branco a 800 rs. e de cor a 640 rs., p?ra cartas de
    visita a 400 rs., preto a 720 rs. : na oja do beija-
    llor na ra do Queimado u. 63.
    Vollas de aljfar.
    Tendo recebido voltas de aljfar con cruzes de
    podra imitando a brilhante vende-se a 15 cada
    urna : na ra do Queimado loja do be ja-flor n. 63.
    Camisas de nrias.
    Vendem-so camisas de meias ir.uito finas a
    15200 e 15300 : na ra do Queimado, loja do bei-
    ja-llor n. 63.
    Enfeites de fita.
    Tendo recebido enfeites de fila preas e de co-
    res mais modernas que se esto usan lo a 14 cada
    um : na ra do Queimado, loja do be Ja-flor n. M.
    Fila de la preta para debr un.
    Vende-se fita de la prela para debrum com 10
    varas a 900 rs. a pega : na loja do licija-flor ra
    do Queimado n 63.
    Fitas de linho para bordar ve.tido
    Vendem-se filas de lyiho para bordar vestido
    ou ronpinho de meninas com 40 varas a 640 e
    800 rs. a peca s qnem tem loja do beija-flor
    ra do Queimado numero 63.
    Rotcs de inadreprrola.
    Vendem-se botes de madreperola nais moder-
    nos que tem vindo para pnnhos de si nhora a 320
    rs. o par : s quem vende por este prego na
    ra do Queimado, loja do beija-flor numero 63.
    Fila de velludo para bordar vestido.
    Vende-se fila de velludo preto com 10 varas a
    000 rs. a pega : s quem tem por esU prego a
    loja do beija-flor da ra do Queimado n. 63.
    Fila de velludo bordada.
    Vende-se fita de velludo prelo borlada de di-
    versos gostos e mais modernos propr os para qna-
    resma : s quem tem a loja do beij: -flor ra do
    Queimado n. 63.
    Franja preta.
    Vende-se franja preta de diversas I irgnras para
    enfeitar capas ou manteletes os mais lindos gos-
    tos que se pode encontrar : na loja lo beija-flor
    ra do Queimado n. 63.
    Facas e garios.
    Vendem-se facas e garios de balan;o de 1 bo-
    to a 54500 a duzia. ditas de 2 botes a 64400:
    na ra do Queimado, loja do beija Sor n. 63.
    Dminos.
    Vendem-se dminos muito finos a 14200 e
    14400: na loja da beija-flor da ra n. 63.
    Vsperas.
    Vendem-se visporas muito finas a 300 rs. : na
    ra do Queimado, loja do beija-flor ii. 63.
    Grande sortimento de fazen-
    das pretas para a quaresma
    na loja e armazem di Arara
    ra da Imperatriz n. 56.
    DE
    Louienco Pereira Mendos (iuimaracs.
    Fazendas pretas haratissin as.
    Vende-se alpaca preta fina a 500, 630, 800 e 15
    o eovado, sarja de la para caiga e piletots a 640
    e 800 rs. o eovado, bombazina prela fina para
    paletots a 14400, lazinhas pretas proprias para
    luto para vestidos e roupa de menino;por ser mui-
    lo fina a 720 o eovado, merino fin3 enfestado a
    25500 e 34, dito de cordao para pal tots e caigas
    a 25500 o eovado: na ra da Impe atriz loja da
    Arara.
    Crosdenaplc prelo [da Arara a 1500 o eovado.
    Vende-se grosdenaple preto para ve nidos a 15400,
    15600 o eovado, dito muito bom 15800, 24,
    25500 e 35 o eovado, sarja preta hepanhola o
    melhor que tem vindo : na ra da Inperatriz loja
    c armazem da Arara n. 56 de Mende; Guimares.
    Arara vende panno lino a I :>600 o eovado,
    Vende-se panno lino para caiga e piletotal4600,
    24, 24500 c 34 o eovado, cortes de easemira pre-
    ta para caiga a 35. 35500 e 15. ditc muito supe-
    rior a 64 e 84 o corte : na loja da l rara ra da
    Imperatriz n. 56.
    Cbilas da Arara a 210 rs. o eovado.
    Vende-se chitas de cores fixas para vestido a
    240 e 280 r?. o eovado, ditas francezas linas a
    320, 360 e 400 rs. o eovado, popelina de quadri-
    nhos para vestidos a 280 rs. o eovado, gorguro de
    linho para vestidos a 280 rs. o eovado : na loja da
    Arara ra da Imperatriz n. 56.
    Arara vende lazinhas a 2 iO e 280 rs. o eovado,
    Vende-se lazinhas para vestidos a 240, 280 e moendas para engenho, maihinas de vapor
    320 rs. o eovado, ditas tinas transparentes a 400 e ,,,,, /P fPrrn hatirtr, c rna.a itotndnana
    500 rs.. ditas ditas a Mara Pia com palmas de se- e c?s ce !erro. r'atld0 e coau0' ae l0(J,Ji os
    da a 500 rs., fil de linho de cores para vestidos a tamanhos para ditos._____________'_________
    i^i,0nC0-rd?n:Mna ,lJardamAra-ra rua da lm-1 Arados americanos e mncliinas nara
    peralnz n ;>6 de Mendes Guimares. '
    Cbilas de coberta da Arara a 320 rs. o eovado. 1_avar,r(!uPa: m de h*- OhnStCffl & C,
    Vende-se liados gostos de cbilas para cobertas',
    para
    de cores tinas a 320, 360 e 400 rs. o eovado, cha-
    les de merino estampados a 24500, dito de la c
    seda a 24 : na rua da Imperatriz na loja e arma-
    zem da Arara n. 56 de Mendes Guimares.
    Srdinlias da Arara a 500 rs.
    Vende-se gedinhas de Dstrinhas pata vestidos a
    500 rs. o eovado, ditas linas de qiindrinhos a 800
    rs., las especiaos com 4 palmos de largura rom
    MMuasde seda para rostidot a 600 rs. o eovado,
    lencos brancos a 200 cada um : na loja da Arara
    rua da Imporatriz n. 56.
    Arara vende os manteletes t capas pretas.
    Vende-se manteletes prelos ricamente enfeila-
    dos do grosdenaple, soatembarqoe prelos de gros-
    denaple ricamente enfeitados por prego b.'ratissi-
    mo: na rua da Imperatriz n. ."0 loja da Arara.
    Koupa frita da Arara.
    Vende-se paletots pretos de alpaca a 35, 35500,
    ditos de panno fino a 54 e 65, ditos a 85, 165 c
    124, ditos de brim a 25500 e 35,ditos de meia ea-
    semira a 35500 e 45500, ditos de easemira de co-
    res a 65. calcas feilas de meia easemira a 25, di-
    ta; le brim e'tianga a 5, ditas de easemira a
    34500, 54 e 65, dilas pretas a 44, 54 e 64, se-
    roulas francezas a 14600, ditas de linho a 15800 e
    255OO, camisas francezas a 25 e 25500, ditas de
    coi do e de linho a 25600 c 35, roupa frita s se
    vende barato n.i loja da Arara rua da Imperatriz
    D. 56.
    Cortes de eassa a 2;5.
    Vnde-se corles de cases fraseles a 25, risca-
    dos fraseles um corte com 14 covados a 34, co-
    bertores de algodao a 15 e 15600 : na rua da Im-
    peratriz n. 56 loja da Arara.
    Arara vende madapolo enfeslado a 4$.
    Vende um novo madapolo francez enfeslado
    muito bom para camisas a 45 e 45500, t.lgodao
    tambem se vende barato, bramante de linho, brim
    de linho trangado para caigas a 1-5 e 15280 a va-
    ra, bretanha de linho, brim liso para lenges a
    1440, 500, 640 e 720 rs. a vara, destas pecliinchas
    s na Arara rua da Imperatriz n. 56 loja de Men-
    des Guimares.
    Arara vende as rassas a 200 rs.
    Vende-se cassas para vestidos a 200 c 240 rs. o
    eovado, organdvs finos para vestidos a 280 e 320
    rs. o eovado, cobertas de chita para cama a 24 :
    na rua da Imperatriz u. 56.
    Arara vende os balees erinoliue de arcos a 3.
    Vende-se balos erinoliue de arcos americanos
    de todos os tamanhos de 15, 20, 25, 30 e 40 arcos
    a 34,34500, 44 e 455OO, ditos de musselina a
    45, ditos novidade a 34500: na rua da Impera-
    triz loja da Arara n. 56.
    iGENCA
    M
    FUNIIICAO DE 10W-M00B.
    Una da Sentida nova n. 12.
    Neste estabeleeimento contin'a a haver
    um completo sortimento de muendas e meias
    9B
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    ' Z ~ < o =c > >n ge p 315 -<
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    Cal de Lisboa e polassa da
    Rtissla.
    Vende-se na rua da Cadeia do Recifc n. 26,; ara
    onde se muiou o antigo e acredilado depo.-:;o da
    mesma rua n. 12, ambos Os genei<
    legtimos, e se vendem a preco mais barato do
    utra qualquer|parte.
    Braneo em maca,
    Vende-se em latas do 28 libras o metbof
    de haver a 200 rs. a libra, a dinheiro : na
    larga do Rosario n. 34.
    GRANULOS e XAROPI
    D'HYDROCOTYLE ASITICA
    de J. LEPINE
    Das experiencias feilas na India, e em
    Franca, resulta que as affe-ccoes da pelle, e
    todas as que resultara, d'um vicio orgnico
    so promptamente curadas por esle novo
    medicamento. Segundo um relatorio feilo
    na academia imperial de medicina de Paris,
    elle fot julgado ulil e eficaz nao smenle
    au affecces leprosas e em algumas outras
    molestias da pelle rebeldes, mas tambem
    as escrfulas e a sijphilis. E enim, al-
    guns praticos distinclos, e especialmente os
    I Srs. Devergie, Cazenave e Hillairet, medi-
    1 eos do hospital de San Luiz, de Paris, af-
    , teclados ao tratamento das molestias cu-
    ESCRAVOS FGIDOS.
    - Est fgida a cscrava Marii do Rosar:1, t i
    escrava do senhor do engenho Sar.t'Anna, c Oernardo Rodrigues Pinheiro, em Tora d
    a qual tem os signaes seguintes : erfoula, balsa,
    lem o dedo grande da mao esquerda de imi r
    causa de um panaricio : nga-se as aul
    policiaes e capilacs de campo a captara ; e q
    a pegar, leve-a rua da Senzalla Vcllia n. 95, pw
    ser compensado.
    Escravo fgido.
    Roga-se a todas as autoridades (testa praca c
    fradella, e todos os capaes de campo, que da
    rua larga do Rosarion. 25 fugio o caboclo de nnme
    Vicente, baixo e eheio do corpo, falla finae-s-
    caneada, pouca barba na pouta do q teixo, e com
    um pequero bigode, reprsenla ter 26 annos. cons-
    ta andar no bairro da Boa-Vista : a pessoa que o
    apprehend'r, leve-o dita casa, que ser leccm-
    pensado generosamente.
    ATTOpT-
    Acha-se fgido o escravo de apie Faustino, de
    idade 40 annos, pouco mais ou tenos
    taneas, empregaram as prepataces d'IIy- altura regular, grosso do corno, bem espadado,
    draflolfl firaiim notavel sticceso contra barbado e Ia com a'6UDS cabel.los Lranf0? r,;
    urocoiyie com um noiavet suctesso uinira 1 b bra0S e pernas grossas e bastante cabel
    os eczemas, o prenasis, o impetigo e as di-1 lend0 as persas arqueadas, porem nao amito,
    i versas variedades de dartros, contra as af- turna and ir sempre pelo Barro, Giqui, Afof
    fecces syphilecticas rcenles ou antigs,' etc., em sambas, e as vus co.>.tui
    a leiin as ulrens escrofulosas e oulras ; bastante ror gostar de beber : portanto, roga
    a lepra, as uiceas, escroiuiosas e ouiras,: auIorda,s policiaes e aos rapitaes decano
    , os rheumatismos enrmeos, ele. | peciji [avor de o apprehender e conduzi-lo a casa
    Deposito ge ral em Paris: E. Fournier 1 de seu senhor, o major Antonio da Silva Gusmo,
    ! A Labelonye, pharmaceuticos, rua BourbOD- na rua Imperial, que gratificar gtnerosanu n:e.
    Villeneuve, 19. Toruou a fugir a escrava Justina, c
    Em Pernambuco deposito geral: na casa'2i annos i'?00 -mais ou.meno;.
    evou 0 vestidos
    1 de chita f 2 chales, sendo nm prsto, falla dese 1-
    de Caors & Barbosa, rua de Cruz n. 22. cada> and, de vagar e cosluma repartir o ca!
    Vende-se urna, victoria
    na ruada Florentina n. 14.
    com pouco uso : na quem a pegar leve-a rua da Esperanca n.
    que se recompensa.
    74,
    DOS PREMIOS DA
    6.
    PARTE DA
    2.'
    LISTA GERAL.
    80.a
    LOTERA, a beneficio da
    SAMA CASA DA MISERICORDIA, CONCEDIDA
    DE ENFERMOS POBRES RKMETTIDOS PELA
    POR LE PROVINCIAL N. 537 DE 21 DE JUNIIO DE 1862, PARA PAGAMENTO DE DESPEZAS J FEITAS COM 0 TRATAMENTO
    POLICA, EXTRAHIDA EM 27 DE FIVERE1R0 DE 18(54.
    KS. I*R
    3
    10
    11
    12
    17
    20
    22
    23
    25
    27
    32
    37
    41
    42
    45
    48
    52
    59
    65
    66
    69
    77
    81
    83
    89
    90
    91
    92
    102
    7
    8
    9
    12
    1G
    17
    21
    23
    2o
    27
    31
    36
    38
    40
    43
    49
    SO
    64
    53
    H
    57
    60
    74
    75
    EMS.
    5A
    100
    5*
    10*
    55
    20
    5*
    NS. PRFMS. NS. PREMS. NS. PREMS.
    176 40 328 Si 484 4)*
    80 Si 29 85 *
    81 30 500 5*
    85 20* 47 3
    89 5 51 4
    90 52 9
    97 53 10
    205 _ 54 11
    6 53 15
    7 56 16
    9 58 27
    11 __ 59 30
    23 64 35
    25 105 68 41
    27 3 69 45
    29 75 46
    30 76 51 10*
    33 81 52 5*
    34 83 5G
    37 10 88 60
    40 5 93 71
    42 10* 97 76
    44 5* 99 77
    45 402 81
    46 i 4 - 82
    48 6 - 85
    54 __ 9 87
    55 __ 12 96
    oG _ 14 09
    60 __ 17 600
    62 __ 19 1
    66 __ 20 2
    67 __ 22 G
    69 _ 23 10
    71 Mi 25 12
    75 __ 27 14
    78 __ 29 _ 16
    79 33 19
    81 ^^ 34 21
    82 40 22 .
    85 _ 43 27
    90 ^^ 45 34 -
    95 ^M 46 . 37
    96 _ 47 Ma 38
    303 _ 48 43
    5 mm 49 --- 44
    11 _ 51 --- 47 I
    14 __ 57 51
    16 _ 67 56
    18 68 53
    19 --- 74 --- 6
    25 75 --- 66
    27 _ 77 68
    0 e*criv< >, Stvtriano Jos' AeMt
    10*
    5*
    10*
    5*
    NS. PREMS.
    671 5*
    80
    81
    87
    92
    700
    1
    3
    4
    8
    10
    12
    14
    15
    19
    21
    27
    28
    29
    32
    33
    34
    36
    37
    39
    43
    44
    45
    46
    49
    50
    54
    56
    62
    65
    66
    67
    69
    70
    73
    74
    75
    78
    81
    86
    90
    91
    94
    95
    96
    802
    3
    9
    NS. PREMS.
    814 5*
    15
    16
    17
    20
    24
    25
    27
    35
    38
    43
    45
    47
    48
    49
    50
    53
    54
    57
    63
    G4
    65
    66
    69
    76
    82
    83
    86
    87
    88
    91
    93
    94
    95
    98
    902
    3
    5
    10
    13
    15
    17
    18
    20
    26
    29
    32
    34
    36
    37
    38
    45
    46
    10*
    5*
    10*
    5*
    40*
    5*
    10*
    5*
    NS. PREMS.
    954 5*
    55
    58
    60
    68
    72
    74
    7G
    78
    83
    8G
    87
    88
    95
    96
    97
    99
    1000
    6
    7
    11
    13
    22
    23
    25
    26
    28
    30
    32
    36
    41
    52
    54
    58
    59
    60
    63
    67
    69
    76
    78
    81
    84
    86
    93
    97
    98
    99
    1109
    10
    12
    13
    14
    40*
    5*
    NS. PREMS.
    1118 5*
    19
    20
    25
    33
    ;ik
    48
    49
    61
    55
    58
    Gl
    62
    66
    67
    69
    70
    74
    75
    78
    79
    80
    81
    82
    84
    85
    86
    89
    90
    M
    95
    96
    97
    1201
    2
    6
    7
    12
    13
    15
    16
    18
    24
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    35
    36
    43
    45
    54
    57
    60
    62
    67
    NS. PREMS.
    1271
    72
    75
    80
    88
    89
    90
    91
    93
    1300
    8
    12
    14
    16
    18
    19
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    36
    42
    44
    45
    46
    50
    53
    55
    66
    67
    69
    72
    73
    75
    77
    78
    85
    88
    93
    94
    1407
    9
    10
    14
    15
    19
    23
    25
    33
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    36
    39
    40
    5*
    10*
    5*
    40*
    5*
    10*
    5*
    NS. PREMS.
    1441 5*
    42
    44
    48
    59
    60
    Gl
    71
    76
    79
    88
    93
    96
    97
    MU
    2
    3
    7
    9
    10
    14
    15
    16
    18
    20
    21
    26 -
    31
    35
    36
    37
    38
    43
    48
    50
    53
    55
    56
    60
    63
    65
    66
    67
    73
    77
    79
    80
    83
    85
    86
    91
    93
    NS. PREMS.
    1597 5*
    1600
    2
    5
    8
    13
    14
    16
    18
    20
    22
    28
    29
    33
    38
    40
    42
    43
    44
    45
    46
    55
    58
    65
    74
    76
    78
    79
    83
    89
    91
    94
    96
    99
    1702
    3
    4
    8
    9
    13
    18
    25
    27
    31
    32
    33
    35
    36
    41
    42
    46
    48
    10*
    5*
    300*
    3*
    10*
    5*
    10*
    5*
    NS. PREMS.
    1749 5*
    50
    52
    56
    65
    68
    72
    75
    76
    80
    82
    83
    85
    89
    97
    1802
    3
    9
    14
    15
    17
    18
    23
    26
    28
    37
    42
    44
    47
    48
    49
    50
    52
    53
    54
    56
    65
    66
    70
    71
    73
    74
    77
    83
    84
    87
    93
    95
    96
    97
    98
    1903
    10*
    5*
    10*
    5*
    20*
    o*
    20*
    10*
    B*
    10*
    5
    NS. PREMS.
    1905 5*
    13 -
    15 _
    16 -
    22
    23
    27 -
    36
    39
    41
    45
    47
    48
    51
    57
    59
    Gl
    62
    65
    66
    68
    69
    70
    71
    75
    77
    80
    83
    95
    96
    98
    2004
    5
    10
    11
    15
    16
    17
    23
    24
    28
    29
    32
    36
    39
    42
    46
    47
    50
    56
    61
    65
    100*
    5*

    NS.
    20CG
    67
    72
    75
    76
    77
    81
    85
    87
    90
    93
    94
    97
    98
    2100
    1
    23
    24
    27
    29
    30
    34
    38
    41
    44
    47
    48
    52
    53
    55
    57
    59
    ,
    63
    70
    71
    73
    74
    79
    82
    88
    90
    95
    96
    99
    !201
    5
    19
    22
    25
    26
    29
    PREMS.
    5*
    10*
    5*
    600*
    5*
    20*
    5*
    NS. PREMS. INS.
    2238 20* 2388
    40 5* 93
    43 _ 95
    50 98
    51 2400
    52 1
    60 5
    62 - 6
    65 1:200* 8
    67 5* 14
    69 15
    77 17
    78 18
    79 20
    83 25
    88 27
    90 30
    91 31
    92 35
    95 36
    96 41
    97 44
    99 45
    2301 48
    4 m 53
    5 ._ 54
    9 _ 55
    14 __ 56
    18 WB 62
    22 mm 70
    23 __ 72
    26 _ 74
    27 _ . 81
    30 ._ 83
    35 _ 84
    36 _ 85
    38 ^^ 87
    41 __ 98
    42 99
    44 --- 2506
    49 7
    51 --- 13
    54 --- 16
    62 --- 17
    64 --- 23
    68 28
    70 --- 29
    73 --- 31
    74 --- 35
    76 39
    80 41
    87 _ 43
    PREMS.
    5*
    20*
    5*
    Mf
    5*
    100*
    10*
    5*
    20*
    5*
    20*
    5*
    NS. PREMS. NS.
    2549 5* 2709
    56 10
    57 11
    64 12
    66 16
    68 19
    69 20
    70 22
    71 23
    77 26
    78 27
    79 28
    80 30
    81 33
    85 41
    86 10* 42
    87 5* 43
    88 45
    89 48
    91 50
    93 52
    98 53
    2600 ' 61
    3 _ 62
    5 67
    7 68
    14 70
    15 73
    18 77
    19 83
    20 88
    22 90
    25 94
    35 95
    40 - 96
    47 97
    48 2810
    49 13
    54 11
    68 24
    75 27
    79 29
    84 - 33
    85 35
    88 10* 38
    89 5* 40
    91 43
    % 46
    99 48
    2702 100* 51
    3 5* 53
    4 54
    PREMS.
    5*
    10*
    3*
    NS.
    2856
    i.7
    67
    70
    74
    78
    79
    82
    83
    97
    98
    99
    2901
    2
    3
    6
    18
    19
    23
    29
    32
    34
    37
    39
    45
    46
    53
    (12
    61
    C8
    M
    72
    73
    77
    89
    91
    94
    3001
    3
    6
    7
    8
    9
    16
    18
    19
    21
    23
    25
    28
    38
    II
    PREMS.
    5*
    10*
    5*
    10*
    5*
    5:000*
    5*
    40*
    5*
    NS. PREMS.NS. PREMS.
    3042 5*3211 5*
    40*
    5*
    44
    48
    51
    54
    55
    59
    60
    67
    71
    75
    77
    80
    81
    82
    85
    86
    87
    90
    93
    94
    97
    3124
    34
    36
    38
    44
    51
    53
    54
    57
    59
    61
    62
    66
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    71
    73
    75
    76
    77
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    7
    80
    85
    94
    98
    98
    3200
    2
    5
    I
    40*
    5-5
    5*
    20*
    5*
    i:
    14
    1G
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    72
    7.1
    83
    8G
    89
    90
    91
    99
    3305
    14
    18
    19
    21
    U
    28
    *
    36
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    86
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    91
    96
    97
    98
    3400
    10*
    -}
    SOJ
    6-5
    20*
    10J
    "5
    -
    1<*
    5-5
    Ptrm.Typ. de M. F. de Faria & Filho.1864.


    ^0mmnmmtm,m .
    8
    Diarlo de Pernambneo Asegunda lelra de Frveolro de 1 .Bl.
    UTTEMTRA.
    0 SLGilEDO DI)
    ABIUDE.
    POR
    tinaldn Gama.
    I
    A' Detphim Mura de Olivar i Muta.
    iCoiiiinuacao.)
    fio s
    \ la flu* silenciosa nao S por-
    que me naoacud de prempto clicao, rom que
    Eu anda au podora dizer patarra, nem aliara zes que concitaran esta mednnha sublevaco pa- O gorerno da republ ra do Per deu o seu pie-
    por onde eomorar a disculpa te que Azora no da ,riolica- Persuadido deque as escaramuzas san- no assenlimento ao mlo porque foram te
    antecedente.
    O abbade, depois de sentado, Qloa-me distrahi
    lamen!
    hon
    guinolenias. que desde Chaves al ao Porio Ihe II- dos, nesta corte, os ronQnlos que oooorreram as
    nhan costado alguns militares desudados,liaviam provincias do Para e do Vmazonas com dous va
    apavorado as mullidnos indisciplinadas c quasi pores peruanos.
    nliava eni ocoultai
    Nao acense a sua curiosidade do que honlem
    acontcceu, nicu amigo. Ella naliiralissima; e
    felizmente para mira aquellos sitios nao sao fre-
    quentadospor gente que saina reparar no que em
    nsteauro liroteio, quo" tanto aprazia aoneu los-' .-i fez lao profundo abalo.
    mas | irque a palawa Cerzedello nc des- "' oulra sorte ra j leria morrido ; porque,
    perln a rui osdade, que bavia (.mos anuos, ira- a fallar-lbe a rerdade, se omitas ven* me na-
    lento un minuto, e em seguida.disse-me com arinas. W cram un, resistencia, .iue ha-
    ui. ,, i i 11 i na encontrado ao passar. cheguu ior um momon-
    dide, mas com tristeza, que debalde se empe- ,0 a convencer-so de quo eraefledivamente se-
    so ohrigado a
    de ccrlo
    pie era olT.t
    nlior, oiiedecido e tembl, do norb de: Portugal.
    Nesta cegueira comecou, mal se constituio no Por-
    to, a mandar destacamentos para dilterentes loca-
    lidades, uns con o lim do cobrar impostes, outros
    para estabolecer autoridades, e lol is para ex rOW
    actos ila siib.'r.uiia, quo ello julgava que Ibo nao
    dispula ram.
    X^ShSSs^sSS sa r:rBadoaosn^3 deguerra */-*
    Nenhuma pffensa por isso irrogava-se ao go-
    rno da Unorasiuem alias ficavam reservadas
    Nos documentos appensos oslo relator 1
    reis os pormenores que precoderam interrupcao
    das relaeoos ofliciaes entre o {;overno imperial e a
    de S. M. Britanniea, e o modo como se bouve nest-
    gravo quostao o ministro elo Brasil A consecuencia necessaria desl
    l''-va nocidas as difllculdades inicrnacionaes
    procedentes destes conlli los, acaba o governo im-
    perial de confeccionar tu i regulamento provisorio, i
    tendo ouvido o ministro daqueta repblica nesta
    i'irte, para a execucao, entre os done paizes, das era a expedico de passaportcs ao representante de
    estisalacoes da convnc) fluvial, de23 de outubro S. M. Britanniea nosta corte.
    de KM OSr. Blliot, porm, antecipou-se em ped-tes
    O governo imperial que tem tomado tanto a .para si e para os dous secretarios da legacao sea
    pello a abertura do rio Amazonas brasileiro aos cargo, pela nota que dirigi a ote ministerio em
    M is estes destacamentos, mal peno- barcos e commercio dos -stados ribeirinhos, como B de junlio. expressando ossa occasiao, de ordem
    a do corpo o demonstrara as convencaos fluviaes que tem cele- do seu gorerno, opezar de 8. M. Britam
    relacoes diploma
    travara na provincia, mal distanclavam do corpo o demonstrara as conven; es Movaos que ten) Cele- do sea governo, opezar de 8. M. Britanniea por
    brado o imperio com llgl ns deStOS e-tados. e tom e-la intorrilpeao temporaria das
    zia ei na eabeca. Assim, sansfeito d
    ter p ir onde me e-capar decentemente ao erudito sistia ito coi io a mpressao, que me causa o re-
    crtame, em que por forma nenhunia polia hitar cordar-me d'elles.
    i relh i abbade, que sabia Horacio de cor, Aqtieile liomem um criminoso e um dcs-
    lancei-mo lijamente no salvaterio di miui a recor- gracado, como ainda nao hotive outro no mundo.
    dacao, e cortei creea a diffleuldado cortando pela Deu-lhe Deus riquezas. inlolligenea, estoco ;
    conversa muito sem ceremonia, e como liomem dotou-o das uiail nobres c mais generosas quali-
    aoniado de sbito pela lcmbranea de co.isa, que dades: mas deulh; um carcter concentrado e
    llie la esquecendo, e em que Ilie rae muito do seu. t imaginativo, c sujeitou-o ao desespero de um ter-
    -. o .i.j. r... ;. ,,, rivcl amor, que d'elle, a quom tanto pareca estar
    A proposito, ar. abbade-disse poinagora i
    te reeorte de quo tenbo a pedir-llio um favor, em |
    M ponbo granlissiiiio empenho. Yenraser. Ha
    do exordio, que oceupara o Porto, acliavam-se lo-
    go envolvidos por grandes massas de poro, que os ja iniciado com outros seis limitrophes
    repassar aquellos fados, nao re- guerreavam a todo o transo, quo os perseguiam
    mal se
    a O governo imperial, que subvenciona, com tan-
    tos sacrificios do thosouro publico, urna pomp-
    ticas entre os dous paites.
    A' nota a que acabo de referr-mo acompa-
    nliou um despacho do principal secretario de esta-
    ~ rei"o vossa con-
    aunos, passando cu pela enreja de Cerzedello, de-
    parc l com um liomem singular sentad) na so-
    i da porta, onde o encontrei, semprc e inva-
    navelnunte, mutas vesos depois.-Porgun ei quera
    ora, disseram-me que era o morgade da Torre de
    GaardiseUa, e queso V. S. quo s; loa a fundo a
    historia delle. Tem duvida em me desvendar
    aquello roysterio ?
    Eu principiara a dizer isto cornos ollioi. fitos no
    abbade, seguir com elles filos no presunto que
    eslava oomemlo, e quando, ao findar, o: puz de
    novo no meu hospede, fiquei rerdadeirai ionio as-
    sombrado.
    0 reino abbade eslava palhdo como um cada-
    ver, os ollios esgazeados postos em mim, a bocea
    semi-aborta. o hirjo c immovcl como se o topara o
    raio. Aquella mudanga tio repenlina e inespera-
    da apavorou-me. Afflgurou-se-me que o abbade
    fo:a assaltado sbitamente por algum ataque de
    hemipelegia. que daquclla maneir^ o transforma-
    ra. Passado o primeiro assombro. ia a crguer-
    me, mas viu-o descahir para as costas da cadeira.
    pender a fronte para o peilo, e cobrir o nsto com
    as maos.
    Assim este ve alguns minutos, em que na o nao
    largue! de debaixo dos olhos, assombrado como
    eslava por aquella inexplicavel novidade. Ao ca-
    bo d.'lles, descobriu o rosto cadavrico e desfigu-
    rado, e filando em mim os olhos migoadcs, disse-
    me em voz sumida e dolorosa :
    Ali mou amigo, nao sabe o mal (ue invo-
    luntariamente me fez. Por hoje, i-me licenca,
    mas nao posso acompanha-lo Dais. Preciso de
    recolher ao men quarlo. Em compensaran testa
    orlezia forcada, prometi conlar-lhe anianhaa
    a historia que me pede.
    Assim dizendo, saluu da sala, sem di/.er mais
    palavra.
    Estivc bem meia hora abysmadi> no assombro,
    que me causara aquella aflliccao Inexple vol, sem
    que me apparocesse alguin dos criados. Por fim
    eutrou a ama, irazoudo o caf. Enviozei i surrcl-
    fa a vista para ella. Tinha cara dolorosi, e nos
    olhos signal de lagrimas. Nao ousci levantar mais
    os meus, nem abrir a bocea para perguutar o quo
    tinha o abbade. Senlia-mc ru de lesa-felicidade,
    daquella felicidade to pura e lao suave que eu
    perturbara com a minha amaldicoada curiosidade,
    a qual sem o eu saber, tinha o ncgregailo sestro
    de ser para o exfolente abbade de Gandarella, o
    que foi o Man, Tltacel, Phars para o devasso
    Balthazar.
    Acurrado ao peso do crime daquelle meu desas-
    trado eondio, tomei silencioso o caf, scismando
    no modo de sahir daquella casa airosamente, mas
    sem que o abbado rae tomasse a por os nlhos em
    cima. Depois de muito pensar, resolv pedir ao
    criado que me tivesse apparelhado o cavallo logo
    de madrugada, e m'o pnzesse fra do pajal, pre-
    textando querer fazer urna excursao pelos arredo-
    res antes das horas do almoco. A minha tencao
    era, apenas a cavallo, encaminhar logo direito pa-
    ra o Porto, d'ondc escreveria ao bbade dcscul-
    pando-:ne da descorlezia, o pedindo-lhe f erdiio do
    mal que involuntariamente lhe fizera. Assim,
    quando, noulinha, vollcl deraguear solitario por
    aquellas campias, chamei o criado e dissc-lh'o
    puridade. peitando-o ao mesmo tempo para que
    nao partiripasse a pessoa alguma a inini a recom-
    mendacao.
    Ceei s, e deitel-me sem que o abbade appare-
    cesse a dar-inc as bas noutes. .'N'a casi reinava
    um silencio triste e melanclico; pareca haver
    defunto de portas a dentro. Custou-me 3 adorme-
    cer, e dormi desasocegadimente sob o pe-o da mi-
    seria daquella tristeza, que lao singularmente des-
    toava com a alegra e felicidade. que hara antes
    do cu fazer aquella maldita pergunta. Quando
    acordei, rompa o dia. A aurora arrebolara o nas-
    cente com aquellas meigas Untas de our) e de ro-
    sa, com que annuucia a llegada do sil; as es-
    trellas, j sem luz, iam-sc suiniudo tibi; mente no
    azul da abbobada celestial ; as aores c as flores
    sasearravam brandamenlp, agitadas pela aragem
    da manhaa ; e os passarinhos. acordados por ella
    esvoaQavam d'aqui para ali no moio de sonorosa
    chilrada. Era a alegra da natureza ;. fazer-me
    negaras pelo que ou tizera.
    V -lime, abr cautelosamente a porta lo quarto,
    guici para a da casa, que ja achei aberta, e por el-
    la sabJ para o pateo.
    Imagina quanto fiquei abalado, ao encontrar ah
    o abbade, sentado n'um banco de pedra, com as
    maos apoiadas nocastao da benga a e os olhos dis-
    trabidamente filados na agua, que se despenhava
    ruidosa da bica do urna fonte, que lhe lloara fron-
    teira I No rosto do velho liam-se os Biguaes da
    grande e afflictiva tormenta, que lhe fra no espi-
    ras, desde que eu o nao tornara a ver.
    Mal me avisten, sorriu-se com bondade, e aflec-
    tou alegra que nao tinha.
    Entao assim me qneria fugir ? Qjc mal lhe
    fez o pobre'velho ?disse-me, levantndose c aga-
    zalhando-me com os bracos abertos. Desculpe-
    nio aquella desrortezia de honte.n ; sao caturrices
    dos setenta annos. Prometto-lhe nao as renovar.
    Assim dizendo, melleu-me o braco, e apoiado
    na bengala, dirigiu-se comigo pelo pacal abaixo.
    No meio d'elle e a distancia da casa, a natureza
    lairra como a brincar um d'esscs prodigios de
    belleza campestre, de que foi lao prodiga para
    com o nossoMinho.
    Erara tres enormes penedos de granito lomba-
    dos uus para os outros, de maneira que forma vam
    urna amenissima lapa, toda forrada e enflorada
    por um sem numero de
    promeltido, fe; o infeliz que v. Atienda his-
    toria que lhe vou narrar; a historia d'elle, e em
    parte tambera a minha.
    O abbade callou-se. Tinha as lagrimas a cor-
    roreui-lhe em fio pelas faces abaixo. Podes fazer
    idea, meu caro Dolim. como eu estara ao ver a
    a ni rao do pobre velho, da qual, sem o querer, f-
    ra causa.
    Tuha-me jo todo passado a curiosidade. Dera
    annos de vida pan me vr a eem leguas d'ali.
    Nao ousei, porm, recusar-me a escutar a nar-
    racao annunciada, jorque se bem que a lava
    d'aquelles volcdes, pasta em ebulicao, se lhe im-
    pedem o dessafgo, rebenta niedonhamenle cau-
    sando assolamenlo total.
    O abbade contou-me, pois, a sua historia. Tris-
    te e bem triste era ella de fado. Tu vaes te-la e
    aprecia-la, e entao imaginars fcilmente o estado
    em que ficou o pobre velho, depois de ter corajo-
    samente tocado, um um, em todos os pungentes
    espinhosdaquella triste recordaeSo.
    Eis a origom da norella, que raes lr, e que te
    dedico, meu caro Delfim, com toda a effuso da
    anliga o enraizada rniisade quo sinto por li.
    II
    O viajanlr.
    O moz de marco de 1800 lindara invernoso e
    carrancudo; mas, io segundo da de abril, o lem-
    po levanlou, o ar ar. resentou se lmpido e sem nu-
    rens, e a primavera principiou a enflorar-se c a
    espairecor-se com todas as suas deleitosas galas e
    donaires.
    Desde entao at c dia 18 -- terpa-feira a esta-
    Qo, de dia e de noute,"cortera de forma, que
    pareca apostada a realisar a primavera dos
    poetas.
    faziam fago do alio das arrores. das quebradas dos
    montes, do moio das maltas, de d tiras das pare-
    des ; que Ihes faziam emlim a m;.is lerrivel o a
    mais feroz do todas as guerras, a guerra que cos-
    tumam fazer as nacoos desarmad: s, mas bellico-
    sas.a guerra dos guerrilhas, que a suprema.rin-
    ganca dos poros, que disputam a independencia
    suffucada pola ambicao dos eslraigoiros. Assim
    O gorerno de S. M. Ilrilanmca declarou que
    nao ra motivo algurn para argir, nem o sen re-
    presentante no Brasil, nem o almirante que com-
    mandaya as tercas inglesas nosta estacad, pelo
    cumplimento quo deram as instruooes que Ibes
    baviam sido expedidas em ojtubro do auno pas-
    sado.
    Tinha por nico desojo obler seguranza para
    rom forocidado o com pertinacia, d' que
    podiam anteparar, por (|ue os soldados de apo- nhia, cors o fim de poder ser proficua aquella na-1 do, datado de t de junho,que offc
    leo estavam alToitos a escalar prar as c a vencer vogaeoao commercio da;, proprias nacoos quo nao sideraefio.
    batalhas, mas nao a Indar com inimigos que Ibes1 sao riboirinlias;
    Na convicQao de que convm. quanto antes,
    dar maior dosovolvimenlo a este assumpto. no
    proprio inleresse da produccao c commercio na-
    cional ;
    Tem resolvido lomar a mesma navegacao fran-
    ca a todas as bandeiras.
    Depende do vosso concurso e dos meios que
    forem postos disposicao do governo a rcalisacSo as pessoase propriedades tes seos subditos que ti-
    sorpreliondnlos, os destacamentos franceses tinham de lao imporianto medida. vessem i desgraca de naufragar as cosas do lira-
    do recoar, marchando em massa compacta, e Infelizmente ainda no tivoram a devida sola- sil, e tornar rospeitadas no territorio brasileiro as
    abrindo caminho bayoneta, sem tittender aos que I cito as negociacoes cnlaboladas com o governo da; pessoas dos ofllciaes da marraba ingleza.
    licavam para iraz ou feridos ou extraviados; onolBoliria para serom ajustidosa bnha divisoria, o: No estado a que as cousas liaviam chegado,
    ardor do rosentimento dos males ru esta guerra commercio da frontoira. o o livre transito, para os -
    Ihes causava, ineendiavam asalteias por onde pas- navios, subditos c cidadilos dos dous paizes, pola-
    aguas dos ros navegaveb. que por elles correni, na
    parte que a cada um pertonce.
    Com as demah jioleiicias, as relaeoos do impe-
    rio sao perfeitas, procurando o governo imperial
    dirigidas com o espirito de moderarlo e de justica
    que devem caraclerisar os seus'actos inlerna-
    N csse da. ao descahir da tarde, um viajante,
    montado n'um robusto cavallo preto, perpassava,
    a passo travado. pela nascenle do ro Leca, e d'ahi
    segua logo em linfa recta por entre as ruinas da
    mitiga Cinania, situadas no mais alte da planura
    da freguezia do Monte Cordova, e quasi prumo
    sobre a margem esquerda do rio Vizella.
    Era homom entre os rite e oito e os trinta an-
    nos do edade ; alto e retercado de mentiros; tri-
    gueiro. o de olhos c cabellos pretos. O aspecto
    era nobre. marcial c soreramente melanclico.
    Traza na eabeca am chapu desabado, um pou-
    cotenibado sobre oj olhos; vesta um fado sobre-
    tudo de panno de msela, lalhado ingleza, por
    baixo do qual se Ihs via urna farda militar, forra-
    da de brar.co, e de gola e canhoes rermelhos, ari-
    rados tambero de branco. Trazia calcadas urnas
    elegantes botas do canhao. armadas de duas ro-
    bustas esporas de farro. Pendia-lhe da cinta ama
    espada: e no arpao dianteiro bifurcavam-se uns
    coldres, d.-sali velad as e dispostos para em caso de
    necessidade poderein servir de prompto as pistolas,
    que dentro d'elles vinham resguardadas.
    O leitor, que conhecer o local, onde jazcm as
    ruinas da antigaCiaauia, com a nasccitte do Leca
    a rebentr.r-lho qutisi ao sop dos vestigios das
    fortificacoos, e que por conseguidlo souber quan-
    to o lugar improprio para cavallaria, solitario e
    arredado da estrada, ao ver atravessar por ali
    aquello liomem, aquella hora, a cavallo, apressado
    e carregalo de armas, talvez imagino que se vae
    adiar em frente de um grande criminoso, acossa-
    do pela justica ; ou, pelo menos, em face de algurn
    louco que, como o Quixote, procurara endriagos
    e gigantes, onde s podia encontrar orclhas ou
    inoinhos le rentos.
    Engana-se, porm; aquello hornera nada menos
    era do que isso, e, se caminhava d'aquolla manei-
    ra, tinha, no oslado anarchico em que se achara a
    prorincia, sobejas razos para o fazer.
    Soult, depois de ter esmagado na batalha da
    Corunha o exercito inglez commandado por sir
    John Moore, arancara sobre Portugal testa do
    rime c cinco mil soldados de Napolcao I. Ao en-
    contrar as margeos do rio Mnho resistencia suf-
    lieiente para lhe destruir urna terca parlo do seu
    pequeo exercito, :c porvontura o tenlasse ullra-
    passar, deixou ah, em [renta d'ella, tres mil ho-
    mens asrdeos do general Thomircs; c depois,
    por urna d'aquellas famosas manobras que lhe
    grangearaui merecidamente a nomeada de ser n
    mais hbil general de Napoleao, sabio rpida-
    mente rio cima, atravossou-o na Barca de bir-
    lianie-, e, quando menos o esperavam, appareceu
    na fronteira transmontana, e invada Portugal
    pela Veiga de Chaves.
    D'ah marchou inmediatamente para o Porto,
    enxotando desde Ruives al Braga, e desde Braga
    at Trota, a paisanada mal armada, que se lhe
    savam, assassinando ao mesmo lempo todos aqnel-
    les que tinham tido a imprudencia de se nao po-
    rm em salvo, ao senti-los aproximar. Estes in-
    cendios c estes assassnatos exasperavam o rancor
    popular, que os.viogava ferozmente nos inimigos
    que Ibes cahiam as m.os, e as propriedades e
    as pe.-soas, dos que Ihes julgava alTeicoados. Des- conaes
    la sorte ao assassinato responda o assassinato. ao' Dote de sua alloza imperial a princeza Sra. I).
    incendio o incendio, asando-se de enrotta com es-1 Janeara.
    ta< ringancas publicas occasiOes propicias as vin-' Suas allozas imperiaes o Sr. conde e a Sra.
    gandas o rencores particulares, que, como de uso coodessa d'Aqmla lizeram chegar ao coiihecimento
    emuescasos.se eniileiravara fcilmente entre do governo imperial a resolucao por elles tomada
    aquellas. te lixarem sua residenc.a fra do imperio, rece-
    Desta pintura imperfeitissima do estado anarehi- hendo o dote establecido na le de 2'J de sotembro
    co, em que licavam as torras, que o exercito con- de 1840, e no tratado matrimonial de 26 de janeiro
    quistador deixava atraz de s, ao caminliar da de 1844, debaixo das seguimos condiyoes:
    conquista, pode bem fazer-so idea do quanto era De ser o dote pago em moeda forte;
    perigoso viajar por ellas n'aquella occasiao; e, ao1 2." De ser a importancia do doto depositada
    mesmo tempo. fica explicado o rao tiro por que o em apohees no banco do Brasil, o subrogada as
    najante, que acabo de apresentar ao'leitor, profe- mesinas apobecs a hypotbeca especial que, em ga-
    rira osemos
    ra as mil es-
    ta sua prudc...
    cer pela frente. mencionada no art. 12 di referido tratado matri
    Os gestos, os olharcs e a corperatura d'aquelle (monial; ...
    hornera conrenciam, logo primeira vista, que | 3.1 De ser dada a suas altezas i
    era elle pouco attreito a receiar perigos e muito
    capaz de lutar rantajosamente com ellos. O ca-
    minho, que segua sem o mais levo indicio de he-
    silagao, evdenciava que era avezado aquellas lo-
    calidades e perfeito conhecedor d'aquelles desvos.
    Assim, a passo travado, mas sem sobresalto ou
    nquietaco de modos ou de olhares, atravessou
    elle por entre as ruinas da Cinania, tomn pela
    margem do rio, sem atlender as escabrosidades do
    terreno e foi avante at chegar a freguezia de S.
    Mmete de Negrellos.
    Ao chegar ali, o dia tinha desaparecido do to
    do, e a la chea, e-plendida e ra liosa, innundava
    teda a campanha com a sua luz melanclica, mas! .
    clarssima. O viajante encaminhou in-conlinente pan a ponte de pedra que ah atravessa o rio. e do majrimonial, o pagam mo do dote deve ser rea-
    que urna dos muitos ceios dolas que os roma-! ^sate era moeda. segundj o padrao monetario te
    iiosdexaram entre nos; c mal fhegou ao outro iBrasi1. ""Jo em 45000 por oitava de ouro de 22
    lado, voltou o cavallo na dreccao do norte, evi- 1 "ilatos.
    nao julgou o governo imperial conveniente di-cu
    tir eslas declararlos, e por isso liniilou-se man-
    dar ao Sr. Elliot os passaportes pedidos.
    Arbitramento do 8. M. o re dos belgas na
    quostao dos offieiacs da fragata Porto.
    Submettda esta quostao aojulgamento de S.
    M. o re dos belgas, do conformidade com o accor-
    do de o de Janeiro, o mesmo augusto senhor :
    Considerando que nao lieou de modo algum
    demonstrado que a origem do conflicto fosse dev-
    da aos agente- brasiliros, os quaes nao podiam
    razoavelmente ter motivos para provoeacao
    t Considerando que os ollicacs, quando forana
    presos, nao traziam es insignias de sua classe,
    que, em um ponto fr.equentado por tantos estran-
    geiros, nao podiam pretender que se acrediia-se
    em sua palavra quando declararam pertenec
    marinlia britanniea, ao passo que nenbum indicio
    apparenle desta qualidade corroborava a sua de-
    clararao ; e que, por conseguinte, urna vezdetidos.
    deviam submeller-se s leis e regulamenlos exis-
    tentes, e nao podiam seradmittidos exigir um
    tratamonto difforente daquelle que leria sido appli-
    cado. em eguaes condiges, a quaesquer outras
    pessoas;
    Considerando que, se nao possivel dexar de
    reconhecer que os incidentes que sobrevieram te-
    ram dos mais desagradareis para os offlciaes in-
    compensacio pelo goso que deixaram de ter dos| glezes, e quo o tratamonto ao (jual foram expostos,
    terrenos indicados nos i 3*, 4o e 3" do art. 7 do dereu-lhes parecer muito duro, ronsla todava que,
    mesmo tratado matrimonial.
    Em despacho de 8 de outubro de 1862 foi
    communicado legacao era Pars o pensamento do
    governo imperial sobre a resolucao o condicoes
    cima referidas, a saber
    Sobre a resolupao: Que sendo neontestarel
    o direito de opcao conferido suas altezas impe-
    riaes na ultima parle do art. 11 do tratado matri-
    monial j pitado, nao p Je o governo imperial de-
    xar de conformar-se roni a mesma resolupao.
    t Quanto !. condiejo : Que vista da dis-
    posicao do art. 11 da le citada de 2!) de selembro
    lando, quanto podia, as estradas. Um quarlo de
    hora depois parou no alto de urna assomada, em
    que de longe so era polleando ao de leve o terre-
    no, e rodeou os olhos em rolta de s, como quem
    pretenda orientar-se. A direila tinha Cerzedello,
    e mais distante Gandarella ; na fronte Guardizella,
    e atrarez d'aquella freguezia e.-trada que nesse
    lempo ommunicava Gumaraes com Santo Thyr-
    so, e que se bifurcara, na Magdalena, n'um ramal
    para as Caldas de Vizella.
    Depois de examinar um momeato este panora-
    ma, o riajanle roltou sobre a dircita, e, deixando o
    caminho da aldeia, entrn para dmtrode um bas-
    to pinheiral, por entre o qual foi arante, seguindo
    parallolamenle a estrada de Santo Thyrso.
    A noute, apezar de fra, eslava deveras farinosa.
    A aragem, que soprava de leste, ',uasi que se nao
    senta, e a la illumnava aquellas rbrrnosissimas
    campias e aquellos arvoredos caprichosamente
    popados, com urna luz lo pura e tao suave, que
    convdava a alma, por menos sentimental que fos-
    se, a espairecer-se em devaneios le poesa por en-
    tre aquelles jorros de luz melanclica e dulcsi-
    ma, que o amoroso astro da noute arremessava de
    si. O nosso cavalleiro, porm, ou por muito af-
    feito aquelles quadros, ou por muito embebido no
    intento, em cuja demanda ia, me strava nao dar
    por tudo aquillo, seguindo sempre arante, no
    Quanto 2." condicaa : O deporto do dote,
    convertido emapoliccs da nossa divida publica de
    6 por cento de juros, parece ao governo que deve
    ter lugar antes no Ihesou o publico do que no ban-
    co do Brasil. E para subrogar-se as apolices, as-
    sim depositadas, a hypotbeca especial que, em ga-
    ranta do mesmo dol, fra eslabelecida no morga-
    do de aples, do absol a conveniencia que suas
    altezas imperiaes se dignom assignar um alvar de
    procuracao conlendo as necessarias clausulas, a
    lm de lornar-se a desojada subrogacrio authentica
    e explcita, e prevenirem^e quaesquer futuras du-
    ridas.
    E quanto 3." condico : Que nao podendo
    o gorerno imperial, sem utorisacao legislativa, at-
    lender compensacao e::gida, era necessario que
    suas altezas imperiaes se dignassem reclama-la em
    devda forma para que, nuvidos o procurador da
    cora e o conselho de estado, pudessn ser submet-
    tda pelo mesmo governo a deliberacao da assem-
    bla goral.
    Tendo a legacao imperial em Paris communi-
    cado o cometido desse d< sparho ao Sr. conde e a
    Sr." condessa d'Aquilla, concordaran! suas altezas
    imperiaes, com algumas pequeas nioditieacoes, as
    clausulas oUereeidas pelo governo imperial relati-
    vamente hypolheca do lote : declararan! que Ibes
    pareca que a questo da compensacao pela falta
    Bm^ssu^s^S^\isAreaissrsJi7Si
    00 e resolue,o de gestos e de olharcs, que tinha
    trazidoat ali.
    De reponto ouvo-se o sora de cornetas a grande
    distancia; e logo alguns tiros, e como o sussurrar
    longinquo de votes, viajante sollreou o cavallo.
    Achava-so entao a mais do moio o pinheiral, por
    entre o qual se metiera. Applicou o ouvido, e
    pareceu-lhe que, aforaaquelle sussurroqueacom-
    panhava o soin da corneta, se levanta va de todas
    as al lea-, que o rodeavam, um ctrto zumbido que
    desloara cora o silencio melanclico e suarssiino,
    que una dos rail milhares do larmonias deli-
    ciosas, decujo aggregado que sie a poesa fas-
    cinadora de noutes com aquella. O viajante esteve
    parado apenas um momento; logo deu de esporas
    ao carallo, e continuou impvidamente o ca-
    minho.
    (Conlmuar-se-ha.)
    OQUE VAE PELO MUNDO.
    Damos em seguida o relatorio aprcsenlado s
    cmaras brasileiras, pelo ministro de estrangei-
    ros :
    Augustos edignissimos senhores representan-
    tes da naco.
    t Cumpre-nin informar-vos dos negocios que
    porrera pelo ministerio meu cargo.
    Adiareis eslas inform.agoes no presente addi-
    lamento ao relatorio, que era destinado para ser
    lido perante assembla goral legislativa na sua
    sesso do auno prximo Irado.
    telures poticat,
    Dou-vos no prsente relatorio conhecimento
    oppunha em turba mulla, e que o preceda com a as cansas que moiraram o rompimento das rola-
    anarchia e cora os lurores sanguinarios do patrio- ] 3es polticas entro o Brasil e a Gra-Bretanha.
    Se por um lado para deplorar que nao tives-
    seni tido as justas reclamapes te governo impe
    lismo dementado.
    Seguin-se o assalto c a temada do Porto no dia
    29 de marco. Aqui Soull parou, espera que
    rial em Londres una soluco salivatoria, amigavel
    Napoleao liie rofo'rpasse o exercito, aproveitaiid a! e ao mesmo lempo honrosa para os dous paizes,
    demora no empenho impossivel de grangear a boa por outro lisongeiro ter do annunciar-vos a doei-
    vontade da naono que assolara como conquistador,' sao favoravel que proferio sua magestade el-reidos
    e preparando os meios que julgava mais ronveni-' Belgas na-questo das pretendidas oflensas irroga-
    entes ptira, no fim da conquista, se ageitar com! das marinha de sua magostado britanniea.
    a pora portugiicza da mesma forma que o sea | Novos soccessos ocoorridos nos poitos de Per-
    collega Bernadotte conseguir ageitar-se com a da nambtico e Babia com alguns navios pertencentes
    Sucoa. | aos estadossecconi-tas da rnio-.s'orte-Americaua,
    O exercito de Soult era pequeo de mais para' reproduzirain a discussac a que deu lugar a entra-
    conquistar um reino. S o estado deploravel, a da de um dessea navios em 1861 no porto do Ma-
    que Portugal tinha chegado n'aquella poca, e s ranhao.
    a admiravel inepcia dos governanlos, que o prin-1 O governo imperial insisti na sua poltica da
    cipe regente deixra apoz de si ao fugir para o mais rigorosa imparcialidade e neulraldade entre
    Brasil, que podem explicar o fado prodigioso os dous belligeranles, sem f.iltai aos senlimentOS
    do terem aquelles rinte e cinco mil homens aira- de especial cunsideracao, devidos exclusivamente
    ressado de Chaves at o Porto, por meio de una ao governo federal dos Estados-Unidos como nico
    irovincia populosa, na qual al o p das eslradas governo reconhecido e legitimo,
    hes era hostil. Desta pequenez e desta hostilida- Todas as qoestdes que suscitaram os inciden-
    do ferocissima e indomavel resultava que os fran- tes a que acabo de alludir, liearain resolvidas com
    Oszes nio poesmaa mais do que o terreno em que as novas instruccoos expedidas sos presidentes das
    punham os pos. Mal passavam, da conquista lira- provincias, regulando definitivamente os pasos em
    ralbes apenas na retaguarda a anarchia e a deser- que se deve julgar violada a neutralidado, eos
    dem. D'aquella pequea horda conquistadora sol- meios de fuer eifeetira no imperio,
    dado, que so irasmalhasse, o menos que tinha a As quistos pendentes rom a repblica oren-
    recear dos jiaisanos furiosos e sublevados era o tal do l'ruguay, poufederac,ao argentina o Paraguay
    ser entercado no ramo mais robusto da arrore, ao estn sob o mesmo p em que licaram no anuo
    sop da qual o cansado o fizesse canir. As aulori- prximo lindo.
    dades, que deixaram constituidas, as pessoas gra- O estado estacionario destes questoes prinri-
    das, em cujas casas se aposentaram ao passarem; plmenlo derido situaco anormal em que se
    aquellas que nao partilharam as manifestacoes do ada o governo oriental em lula com una nova
    phrenesi troslourado o sanguinario da popula-
    trepadeiras de llores Ca> erara victimas d'aquelle furor patritico, quo
    que se enrescavam so- Proles,ava fm w da independencia da naco,
    como o costuraa fazer, sempre que se ajiodera ao
    variegadamente coloradas
    bro elles aos milhares, edelles so debrucaram so- espirito do iro e o desenfreia do respeilo le,
    bre a entrada com graciosa airosidade. insulBando-lhe a conriejao de que os gorernantes
    De redor da lapa, baviam crescido, entre mu- sio ,raidorcs- .
    iAa ..Kiui .,..:_^. ___ t A anarchia reinava, pois. feroz o assoladora em
    U* arbusiros rasteiros, cinco ou seis cistanheiros ,0da a provincia do M.nho, sobretudo ao longo do
    anaos, que a assombravam deliciosamente. caminho quo os franceses seguiram at ao Porto.
    Chegados quclle sitio deleitoso, o abbade con- u assassinato, o incendio c a desordem permanen-
    te estavam na retaguarda dos conquistadores,
    rcbelliao, a s graves desintelligeneias por seme-
    Ihante motivo, as suasrelapGes cornada coufedo-
    rapao argentina.
    Era frente de laes aponteoimentos ponsorra-se
    o imperio na mais completa abftencio, concorren-
    dosiracomos seus bonsollicios e far^a moral para
    o reslabelocimento da paz naquellos dous paizes,
    sem entretanto envolver-se as hitas intestinas e
    dissideneias do seus vizinbos.
    c Devo entretanto informar-ros que estn boje
    restabelecidas as relaeoos brasileiras em lluenos-
    Ayres e Assumpcao, e aos respectivos agentes fo-
    , p. ro, em .guida sen- tanto ou mais ferozmente ainda do que Ihes esta-. ram dadas as precisas instruccV< para consolida-
    umos-nos n um rustico Danco de corlica, que elle ra na frente, quando elles marchavam para a con-' rem-se as relacoes do Brasil com estes estados,*orno
    ahi mandara construir. quista. Soult, sem o querer, acrescentra s ra- tanto redamara os seus mutuos interesses.
    gorerno, e nao do poder legislativo, ao qual so per
    tencia votar os fundos para esso fim nocessarios .
    e finalmente insistirn) em exigir qtte o pagamen-
    to do dote fosse feito se'undo o padreo monetario
    lixado pela le n. 39 de 8 de outubro de 1833, que
    regulara quando foi cele jrado o tratado matrimo-
    nial, e que ostabeleceu o valor do ouro na razan
    de 2&>O por oitava de 22 quilates, corresponden-
    te ao cambio de 43 1/3 dinberps por 1^000; e nao
    scundo-a le n. 401 de II de setembro de 1846,
    que d ao ouro o valor do 43000 por oitava de 22
    quilates, o que equivale ao cambio de 27 dinheiros
    por 1000. Este ultimo padrao o que est ac-
    tualmente.
    t Foram ouvidas as Boccoes reunidas do conse-
    lho de eslado, de eslrangeiros, jnstica c fazenda
    sobre os dous seguintes qnesitos :
    c i. Sobre o modo di > pagamento do dote;
    2." Sobro a compeusacao pela falla de goso das
    trras.
    t Quanto ao 1. quesi.o : A materia dassoceos
    foi de parecer quo o pagamento do doto dovia ser
    feito pelo padrao monijtario lixado na le de 8 de
    outubro de 1833. Entendeu um Sr. consol heiro que
    esle pagamento devia ser feito pela le de 11 de se-
    tembro de 1846 ; e dous outros que aqoesto s
    poda ser resolvda polo poder legislativo.
    i Quanto ao 3." quesil j: entendeu a materia das
    seeedes que dependa a sua solacio do poder le-
    gislativo ; e dous Sis. cjnsclheiros nao acharara
    andamento para a compensacao podida.
    c Tal o estado era que so ada actualmente
    esta questo. Era qoante nao fr resolvda, conti-
    na a prorogacoda lio nca concedida a suas al-
    tezas imperiaes' para resdirem forado impepio.
    Rtlures entre o Brasil ea Graa-fretnnlia.
    Interrupeo das retactef diplomticas.
    t Conhecois, senhores, a sotucao que leve nesta
    corto, em 3 de Janeiro do corrente anuo, o conflicto
    provocado pelo ministro de sua magostado bri-
    tanniea.
    . G insisti a referida soluco no rcenlo cele-
    brado cora o dte ministro para offectuar-se em
    Londres, sob protesto, o pagamento da qnantia de
    queo governo hrilanniro exigisse, como indomm-
    saeo pelos figurados prejuizos resultantes do nau-
    fragio da barca Prince of W'ales, e para subnietler-
    se ao julgamenlo de un arbitro questo dos ofll-
    ciaes da fragata Forte.
    Celebrando aquelle accordo, obvio quo nao
    declinou o governo imperial do incontestavel direi-
    to que lhe assistia de reclamar do governo britan-
    nico, nao s una salisfaco condigna pela offnsa
    feita soberana territorial na captura e detcnco
    de cinco embarcacSes i as aguas do imperio, como
    egualmcnto a justa reparacao pelos dainos causa-
    dos ao commercio brasil airo a ttulo te'represaiias.
    Consequentemente expedio o governo imperial
    nesse sentido as convenientes inslruri;oes ao mi-
    nistrte Sua Magestad) o Imperador na corte de
    SI. James ; e no desem-jenho desta delicada com-
    missao, empregou o nie-mo ministro a possivel di-
    ligencia para conseguir que tvessem as nossas
    niencionadas redamaia es una eOlUCM amigavol e
    honrosa para os dons paites.'
    Est no dominio t a pobUritete, c encontra-
    la-heis tambora impressa oeste relatorio, a ola de
    5 de nudo do auno prximo lindo, pela qual far-
    inulou o ministro do Brasil as justas qaeixas do go-
    verno imperial, indicando ao mesmo lempo a solu-
    co amigavel c honrosa que poderiam ter.
    Baldados infelizmente os osforcos do nosso
    agente, pois que o gov rno do sua magestade bn-
    tannipa, recusando-se eitrar em qualquer questo
    relativa justica das represalias e ao modo por
    que foram levadas a cITeto, declarou apenas Dio
    ter determinado taes medidas por sentiraentos me-
    nos amgaves para con Sua Magestade 0 Impera-
    dor do Brasil, nem polo simples designio do aggre-
    dir o territorio do imperio, indispousavol foi que,
    em obediencia s instjr icoSes do governo imperial,
    dsse aquello agento por terminadas ali as suas
    fonccSes offlciaes, e so)ieitasse o* neressarios pas-
    saportes para s, sua fa nilia 00 pessoal da legacao
    t Esto pedido foi salisfeito a 28 de inaio, ret-
    quando pela declaraco do vico-cnsul inglez, a
    posicio social destes o'mciaes foi devidainente co-
    nliocida foram logo tomadas medidas para que Ihes
    fossem proporcionadas attencoea particulares, e
    que em seguida ordenou-se que fossem pura e Biso-
    plesraente postos em hlerdade;
    Considerando que o funecionario que os man-
    dou soltar ordenou que fossem |ostos em lberdade
    logo que isso lhe foi possivel; e que, procedendo
    assim, foi movido pelo desejo de poupar a estes
    offlciaes as consoquencias desagradaveis que, nos
    tormos das leis, deviam terrosamente resultar pa-
    ra elles de qualquer andamento que se dsse ab
    negocio ;
    Considerando que, no seu relatorio de 6 de
    julho de 1862,o ehefa de policia nao devia semen-
    t expr os fados, mas tambera dar conta a ante*
    ridade superior do seu procermente e dos moti-
    vos que o tinham levado usar de benevolencia :
    Considerando que nesle caso elle eslava leg-
    timamente autorisadopara exprimir-so romo o fez,
    sem que d'ahi se possa inferir intencao alguma
    malvola ;
    Proferio a seguinto deesao :
    Na maneira porque as 1< is brasileiras foram
    applpadas aos offlciaes inglezes, nao houve, neo,
    premelitapo de offensa, nem offensa marinha
    britanniea i
    Mediaran offerecida por S. M. Fide-
    lsima.
    Eslava a melindrosa questo, de que acabo de
    tratar, as circumstancias que ficam esbocadas
    quando tere o gorerno imperial cominunicaco da
    niediapao offerecida pelo gorerno do S. M. Fidel-
    sima para'o lili de realar as nossas interrumpida?
    relacoes com a raa-llretanha, e era ao mesmo
    lempo informado do modo por que o conde Russell
    se enunciara no parlamento semelhanie respetto
    Reconheceis sem duvida, senhores, que o pro
    pedimento do governo imperial por occasiao dos
    deploraveis acontecimenlos de Janeiro do anno pr-
    ximo passado, e a posro que, a bem da dignida-
    de e da autonoma nacional, levo de assurar em
    conse piencia delles, reclamavam a maior cir-
    cumspecco e o mais rigoroso escrpulo em qual-
    quer deli'beraco tomar sobre to grave assump-
    to, que tivesse por objecto ceder dessa mesma po-
    sicao.
    E tal foi a convicio do governo imperial
    nosto ponto, que tratou incontinente de expressar
    clara e positivamente o modo por que poderia ser
    removida a situaeao desagradarcl e dfflcil em
    que os referidos saccossos baviam collocado as
    relacoes entre o imperio e a Cra-Bretanha.
    A nota do ministro do Brasil em Londres, i
    que j allud, dirigida ao conde Kussell em 3 do
    maio, estabeleceu delintivamonte as bases pose-
    veis para a renovaco das relacoes dos dous
    paizes.
    t E', pois, evidente que dessas bases nao era
    mais licito ao governo imperial desviar-so, assim
    como que a mediaeo que dellas se afastasse nao
    podia ser aceita, ao passo que nao necesstava do
    previo assenlimento a que se propozesso no senti-
    do indicado.
    Aecresce ainda que, em todo caso, a inicia-
    tiva para a reconcihaco, qualquer que fosse o
    modo por que se pretondesse effectua-la jamis
    deveria partir do governo imperial; pois que para
    isso seria necessario estabolecer o principio es-
    tranho de que ao olTndido cabe dar o primeiro
    paseo pan o ollensor.
    Na nypotbese vorteate, a da mediagio de
    sua magestade fidolissima, a vordade que, ao
    conhecimento do governo imperial nao chegar
    do mo.io autlienlico e offieial a aceitaro por par-
    le do governo britannico da mesma mediai;).
    verno da Unao, asa.u
    as deferencias e cortesa devidas exclusivamente
    ao soberano legitimo.
    Guardadas estas attencoes. cumpria-lhe ser
    imparcial para r.mi os dous belligerantes e trta-
    los sb o p da mais perfeila egualdado.
    Nosta confaroiMadc procederam as autorida-
    des da provincia do Maranho, quando ao porte
    de-ta provincia foi, no nno de 1861. prover-se
    de carvo o de viclualhas um navio de guerra dos
    estados confederados.
    A di.-cuss < havda a esto respeilo com a le-
    ''" Estados-Unidos oesta corte, cmodo
    por que o gorerno imperial, era sua nota de 23 de
    Janeiro do anno prximo passado, explieou as
    nslrucces do 1 de agoste de 1861, habilitramos
    presidentes de provincia a applicar, em lodos os
    casos provistos, as mais saas doutrinas de direito
    internacional as relacoes que deve ter o imperio
    para com os dous belligeranles.
    t Os navios de propriedade particular arma-
    dos era corso, pelo desfavor com que boje sao a-
    colhidos entre as nacoes civilisadas, nao devem
    ser a lmittidos nos portes do imperio, salvo o caso
    de refugio ou de arribada forcada.
    Os navios deguerra podem pcover-se de lodos
    os arligos e generes de que absolutamente care-
    cam para proseguir em sua viagem, urna ve? quo
    nao se comprehendan em alguma das classes dos
    que usualmenlo sao considerados contrabando de
    guerra.
    t Nao se deve vedar os reparos que para o me-
    mo fim Ibes sejam indisponsaveis, comanlo que se
    nao esquipem, armem ou obtenham soccorras, de
    qualquer natureza que seja. para liostilisar o im-
    migo fra dos mares territoriaes do paiz.
    Prohibite absoluta do se servirera de qual-
    quer porto do imperio para base de suas opera-
    coes.
    Prohibico egualmenle de venderein nelles as
    presas que houvessem feito ao inimigo em alto
    mar, ou de disporem de objectos dellas proveni-
    entes.
    Estes e quaesquer outros favores, concedi-
    dos a um dos belligeranles, com prejuizo do outro
    mportariam quebra deneutralidade.
    Aos presidentes das provincias Orou reserva-
    do o prudente arbitrio de fixar o prazo dentro do
    qual deviam os navios de cada um dos bellige-
    ranles sabir dos porlos do imperio, regulando-so
    neste caso pelo que dispoem os decretos de 30 de
    agoste de 1780 e 3 de junho de 1803, como com-
    plemento das instrucoes de 1861. que, sendo nes-
    ta parte mais rigorosas quanto aos corsarios, nao
    derogaram aquellas disposicoes pelo que respeita
    aos navios propiamente de guerra.
    Nestas circurasiancias chegaram em abril e
    maio do corrente anno, aos portes de Pernarabuco
    e llahia varios vapores armados em guerra, e per-
    tencentes aos estados confederados.
    Um destes vapores, o Alabama, entrou na en-
    seada da ilha Bata, prxima da Iha de Fernando
    de Noronha, em II daquelle moz, fazendo do ter-
    ritorio martimo do imperio base de suas operadles
    hostis ao commercio dos estados federaes, aprisio-
    nando varias baleeiras destes estados e incendian-
    do-a*, depois de se apoderar dos respectivos carre-
    i: menlos.
    Logo que o presidente da prorincia de Per-
    narabuco tere conhecimento destes fados, e con-
    renceu-se, por mformaces das iripolaces dos na-
    vios apresados lerados ao Recite por um barco
    brasileiro, de que o commandante do presidio nem
    sequer protestara contra os actos praticados pelo
    capilao do Alabama, desconheceodo assim os de-
    reres da sua posiro, o destituo, mandando for-
    mar-lhe o competente processo de responsabiii-
    dade.
    < Drgindo em 27 de abril um solemne protesto
    ao dito capitn pelos seus desacatos o oflensas so-
    berana e direitos do imperio, intimou-o para que
    se apartasse das auas territoriaes da ilha de Fer-
    nando de Noronha e suas adjacenrias. deniro de
    24 horas, sendo-lhcs este praio apenas concedido
    para prorer-se dos meios que porrenlura lhe tes-
    sera indispensaveis para fazer viagem.
    A intimara > j o nao cncontrou na ilha de Fer-
    nando de Noronha ; foi-lhe, porm, communicada
    pelo presidente da Baha, chegada do vapor sob
    seu commando ao porto desta provincia, em 11 do
    maio.
    Esla communirarao era um aviso do desagra-
    do com que havia acorrido pelos actos que lhe
    eram attrbuidos, mas nao poda conler a mesma
    commlnacao, que, para ser geral, dependa de ns-
    truccoes o providencias que houvesse de expedir o
    governo imperial.
    t No dia 12 de maio aporteu Baha o vapor
    Georgia, e a Pornambuco no dia 8, o vapor Florida.
    t Veriflrado o carcter de belligeranles destes
    vapores, perrailtiram-lhes os respectivos presiden-
    tes o asylo a que tinham direilo, para fazerem os
    concerts que exigia o seu machinismo, e mun-
    rem-se das provises de que careciam.
    t Houve a maior vigilancia para que nao cora-
    promettessem as condiroes cora que lhe era con-
    cedida a hospitalidade, nem prolongassem a sua
    estada nos respectivos portes mais do que o tem-
    po absolutamente necessario para, sem pengo, pro-
    seguirem em sua viagem.
    < As autoridades liscaes e de polica adoptaran),
    com o maior zelo e diligencia, todas as providen-
    cias para que nao dispozessem de objecto algum
    pertencente ao outro belligerante, mandando en-
    tregar ao respectivo cnsul alguns insignificantes
    que, a despeno dessa vigilancia, liaviam desem-
    barcado.
    Tehho de informar-vos agora dos effeitos in-
    ternaeonacs que tivoram as ditferentes oceurreu-
    pias a que aeabo de alludir.
    t O ministro dos Estados-Unidos nesta rorte,
    acdtando como satisfactorias as providencias adop-
    laddas pelo governo imperial com relacao ao vapor
    Alabama, reclamou desde logo contra a admisso
    no porto da Baha deste vapor, depois de profliga-
    do o seu commandante pelos seus feilos na ilha de
    Fernando de Noronha, e dos outros que semelhan-
    tomente appareceram as aguas do imperio, con-
    siderando a todos como piratas, fra da le, e in-
    dignos por isso de se Ihes dispensar os deveres de
    humanidade.
    Este ponto da questo, entretanto, j estar
    sonrientemente discutido, nao podendo, portento,
    o governo imperial annuir a urna tal qualilicacao,
    que seria contraria aos seus precedentes, estranha
    intoirainento posicao do imperio como potencia
    neutra, e que j havia sido abandonada polo proprio
    belligerante que aquelle ministro reprsenla, nao
    O conde Kussell, por occasiao
    o fado ao pa/lamento, "declarara anonas qff ">
    governo da rainha estimara ver reatadas as tttai
    reluroes com o do imperio; palavras eslas que se-
    guramente n.io importavam urna nica ceitacao
    expretea, ao mesmo tempo que revelavam a roco-
    sa da iniciativa no assumpto.
    t Foi guiado por estas coiisideraces, e cous-
    cio do compromisso solemne e indeclinavel cori-
    trahido para com o paiz, que o governo imperial,
    em rosposta a obsequiosa offerta do de sua magos-
    tado lideli-sma, manifestando os votos domis pro-
    fundo reconnecimente pelo meresse e syrapa-
    Iha que ao mesmo governo inspirara a causa
    brasileira, c pelo empenho que mostrara em ver
    removida a situaco anormal em que se achavain
    os doos paizes, expox resumidamente os Justos
    motivos que aconselhavam a nao ser mais aco-
    dado e explcito em pronunciar-se a respeilo da
    ine.iiaeii do que o fra o governo britannico pe-
    rante seu parlamento.
    llefei indo-so, perianto, condico indispen-
    savel para o reslabelocimento de suas relacdi -
    com a (ira-llrelanha, declarou o governo imperial
    por sua voz que estimara tamnem muito ver rea-
    tadas essas relacoes, atlendida que fosse aquella
    condicie.
    Do que doxoexposte se infere que o gorc-
    no imperial, bem que deridainente aralia-seo ine-
    quivoco testemunho de amizade e de interesso q e
    se confiaba na graciosa offerta do governo fltelis-
    sinin, entendeu todajna nao lhe sor possivel pres-
    cindir de apresentar aproeaeio do mesmo g>-
    verno as dimenldades que se opponbam a que o
    de S. M. o luiperailor acolhcsse desde logo e.-sa
    ollera, como alias desojara.
    Neutralidade do Brasil na uta ntreos estados-
    Dnidos e os que se declararam separados te
    Unio Norte-Americana.
    as inslruccdes expedidas em 1" de agosto de
    1861 aos presidentes das provincias mariliraas,
    foram estanelecidos os principios geraes de neu-
    tralidade, que deviam ser observados no Brasil
    durante a Iota quo sobroveio entro os estados nor-
    te americanos.
    i Em frente de lao gravo acontoeimento, nao
    pode o governo imperial deixar de reconhec r,
    as duas parto- dissidentes e em guerra, o carc-
    ter de belligerante-.
    t Tomando esla doliberacio, conformou-se com
    a poltica goralmente adoplada pelas nados ced-
    as.
    t Aos navios de propriedade publica, comman-
    dados por bleteos do patento militar dos estados
    seccionistas, devia ser comedido o mesmo asylo
    de an'nunciar spelo modo porque so tem havido na guerra que
    tanto se tem prolongado depois da sciso dos esta-
    dos do sul, em abril de 1861, como pela sua pro-
    pria declaraco constante da nota do mesmo minis-
    tro do i" de hoverabro daquelle anno,-4p que nao
    vera urna oflensa l'nio Norte-Americana por
    parto do Brasil, no ponto de vista da maral e da
    le universal do juste c do injusto, so, decorrido um
    anno daquella poca, tratasse os rebeldes tambera
    como belligeranles.
    As arguicoes daquelle minislro de que tinha
    havido commercio d contrabando entre o vapor
    Georgia e a barca ingleza Castor, que se achara no
    porto da Baha, de que as autoridades desla pro-
    rincia e da de Pernarabuco tolera am a renda cri-
    minosa de objectos perieneentes s presas que ha-
    riam feito aquelios ra poros pertencentes aos na-
    vios de sua nacao; o augmento de suas guarnices
    com os iiiariuheiros dos mesmos navios, levados
    aquellas provincias, nao passaram de una inexac-
    ta apreciacao dos fados que foram completamente
    restabeiecidos na correspondencia diplomtica tro-
    cada sobro lodos estos assumptos, e pelas explica-
    pes francas e documentadas que rometieiam ao
    governo imperial os altos funecionanos, seus im-
    mediatos delegados.
    < Submettcndo vossa consideracao estas poras
    offlciaes, seria por domis oceupar a vossa alten-
    cao sobre todos os incidentes oesta discusso.
    t O governo imperial nao pode censurar o pre-
    sidente da Baha pelo procedimento que teve com
    o vapor dfabala, porque iratava-se de um conflic-
    to que pela primeira vez se dra nos mares terri-
    toriaes do imperio, e que exigiam, pela sua natu-
    reza o consoquencias. 'outras providencias quo nao
    estavam na sua aleada e s podiam onianar do
    mesmo governo.
    t A delencao daquelle vapor e de qualquer ou-
    tro dos estados confederados, sob o fundamento de
    seren todos soldanos em seus actos, romo preten-
    den a legacao dos Estados-Unidos, importara to-
    Iher a um dos belligeranles o exercicio dos seus
    direitos, e tornar-so o Brasil por este fado alliado e
    cooperador do outro belligenie.
    t Todas estas questoes licaram resolvidas com
    as novas instrucoes que o governo imperial so
    apressou a expedir em 23 de junho ultimo, regu-
    lando definitivamente os casos em que so deve
    julgar violada a neutralidade, e os meios de fazer
    eflectiva no imperio.
    (Contimiar-se-ha.)
    PEKNAMBU. IY1\ UE M. V. F. & FlUIO.


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