Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10301


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Full Text

s
i
I
r
AHKO XI,. BMEHO 45.
Por tres mezts adiaulados 5$O00
Por Iros mtzes veocIos 6$U
Porte aoconcio por tres mczcs. 5750

0U1NTA FEIRA 25 DE FEYERE1R0 DE 1864.
Por auno abantado. .... I9$000
Porte ao correio por uio aouo 3$Q0U
BNCARRBGAOOS DA SUBSCHIPCO NO NOKTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima i
INatal, o Sr. Antonio Marques .la Silva; Araralv, o
Sr. A. de Lomos Braga; Cear, o Sr. J. Jos'd
Oliveira; Maranho, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manuel Pinheiro & C: A-
mazonas, o Sr. Jorouymo da C tata.
ENCARHEGADOS DA SUBSCRIPCAO NO BOL
Alagas, o Sr. Ciaudino Faieo Dias; Bahia o
Sr. Josa M.utins Al ves; Itio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martins ,i Gasparino.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
Ignarassa', Goyanna e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Santo Antao, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru'
Altinho e Ganbaos tas torcas Cairas.
Pi d'Albo, Nazareth. Limoeiro, Brejo Pesqueira
togazeira, Floros, Villa Bella, Tacaraia', Cabrob,'
Boa Vista, Ouricury e Exu' as quartas feiras.
Sennhiem, Mi Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros. Agua Frota e Pimenteiras as quintas feiras.
Uha de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas parteni ao '/ dia.
EPHEMEItIDES DO MEZ DE FFVKIiEIKO
7 La nova as 3 h., 49 m. e M s. da t.
14 Quarto creso, as II h., 5 m. e 26 s. da m.
22 La cheia as 2 h., 41 m. e 8 s. d.\ t.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 8 horas e > minutos da manhaa.
Segunda as t horas e 30 minutos da urde.
PARTIDA DOS VAPORES
Para o sul at Alagas a 5 e 25
a Granja 7 e 22 de cada mez; j
dias 14 dos mezes dejan, maro.,n
PARTIDA DOS OMN
Para o Recita : do ApiptMOS as
8 V: da m.; de Olinda s 8 da m
Jaboato s 6 \u da ,n.; do Caxa
da m.; de llemtica s 8 da m.
Do Reeife : para o Apipocos s.'
5, 5 '/,, 5 /j e 6 da tarde; par
manhaa e 4 /, da tardo; para Jal
de; para Cachang e Varzea s 4 '
IBemnea as 4 da tarde.
IOSTE1ROS.
; para o norte at
ara Fernando nos
laiojul, setenor.
mus.
6 '/* 7, 7 '/,, 8 e
et> da tardo; de
ng e Vanea s 7
'/4,4'A,4'/,,
i Olinda as 7 da
latao s 4 da tar-
'jda tarde; para
AUDfBNOA DOS THBCNAES DA CAPITAL
Tribunal docommercio: segundas e quintas.
Relacao: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quinta s 10 horas.
Juizo do coinmereio: segundas s 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meio
da.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
'LAS DA SEMANA,
ti. Segunda. Ss. Papisa, Abilio e Paseado'bb.
23. Terra-. S. Marguida de Oortooa l.
24. Quarta. S. Pretxtalo Ij.: 8. Primitiva mv
2". Quinta. S. Malinas ap.: 5. Cosario m.
215. Sexta. S. Podro Damin b. c. e dout.
27. Sauhado. S. Aatigono m.; S. Torquatoarc: tn.
28. Domingo. S. Ilomo al,.; S. Cereal m.
ASSIGN'A-SE
no Reeife, em a livnria da praca da Independencia
ns. 6 (i 8, dos proprietanos Manoel Figueiroa d
Faria i: Fimo.
PARTE OFFICIAL.
(OYERNO DA PROVINCIA.
lixpedieale do dia 23 do foreretat de 1861.
Offlcio ao brigadeiro commandante Jas armas.
A' vista do que ponderou-me o inspector da U.e-
souraria de fazenJa e o respectivo commandante
as informales por copia inclusas, nao pode o sol-
dada dr. companhia de artfices Antonio Alves dos
Sanos obter baixa do servico por substituicao, co-
mo pede no incluso requeriiuenlo a que allude o
offlcio de_V. Exc. n. 235 de (i do corrente em
quanto nao indemoisar a fazenda nacional da quan-
tia de 8875820, resto do que se despendeu com a
sua educajo romo aprendiz do arsenal de guerra:
o que V. Exc. se servir de o faxer constar ao pe-
ticionario.
Dito ao mesmo.Srvase V Exc. de mandar
alistar nos corpos em guarnico nesta provincia,
urna vez que sejam considerados aptos para isso
em inspeeelo de sade.os remitas Severino Fran-
cisco da Silva. Paulo Jos da Silva, Salustano
Francisco de Souza, Antonio Jos dos Santos, Jos
Atiende (lo N'asrimento e Raymundo Jos dos San-
tos Petronillo, queso arham dolidos no quartel do
i" batalhi) de infamara.Communicou-se ao co-
ronel recrutador.
D'to ao mesmo.Queira V. Exc. informar acerca
do ru pede o religioso Franciscano Fr. Joao d N.
S. di Rosario no incluso roquerimento.
Ditoao Dr. ebefo de polica.Para que se possa
5rovdencar definitivamente .-obre o pagamento
o aluguel da casa que servio do quartel ao desta-
camento da povoaro da Varzea nos tres mezes
decorridos de 17 de novembro passado em diante
faz-se necessano que V. S. ministre os esclarec-
memos exigidos no incluso oftlcio do inspector da
thesouraria provincial datado de 19 do' correnle.
que me ser devolvido com os papis que o acom-
pnnham.
Ditoao mesmo.Mande V. S reeeber do inspec-
tor da thesouraria provincial, atlm de torem o con-
voniojite destino, os utensilios que de conformida-
de com o offlcio a, 170 de 30 dezembro ulti mo fo-
ram comprados para o servico da cadeia da villa
de Agua Preta.
Dito ao mesmo Nesta data expoco as conve-
nientes ordens para que no dia 2 do corrento, s
9 horas da manhaa, estejam postadas, como V. S.
solicitou em seu offlcio de 20 deste mez, sob n. 207
na casa de detencao a forra necessara para escol-
tar o< 17 sentenciados destinados ao presidio de
Fernando, e junto ao caes 22 do Novembro a lan-
cha que tem de transportados para bordo do hyate
Artista.Expediram-se as necossarias ordens.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Ponlia V. S. disposco do chufe de polica, alim
de ser remetidos pan a villa de Agua Preta. os
objectos de que trata o seu offlcio n. 54 de lo do
correte.
Dito ao mesmoDcvolvo inclusas a nformacao
da cootadoria dessa th.'sonraria, datada de 19 dos-
te mex e as romas das diarias abonadas aos presos
pobres da cadeia da villa de Tacarat nos mezes
de novembro e dezembro ltimos, para que V. S.,
do ronformidade com o seu offlcio de 20 do cor-
rente, mande levar em conta a quantia de 995800
emq le miwrtam as predi tas diarias, ao Ihesourei-
ro da repartirao da polica, a quem se adiantou
em outubro do anno passado 2005000 par? ccor-
rer a semelhante dospeza.
Dilo ao mesmo.Nao havendo inconveniente,
mande V. S. pagar ao negociante Antonio Domin-
guos de Almetda Pocas conformo solicitou o chefe
de polica em offlcio de 19 do corrente sob n. 203
a quantia de 440,31160 ris, despendida durante os
mezes de outubro dezembro do anno prximo
Antonio Minphromo Rodrigues Luna. Informe que eslava de accordo comigo em respeito con-
) Sr. inspector da thesour.iria provincial. dumnaco da pona de morle, que ainda figura com
Antonio HalaquiasUe .VL.eedo Lima. Requera dr nossa as paginas de nosso cdigo; mas que
ao i>r. msneeior da Ibeeourana proviucial para at- discordava na substitutiva, e talvez na maerali-
tender, nao havendo inconveniente. dade da abolioao, sendo conveniente du\a-la em
Josopnina Bemvinda da Cuuha Souto-Maior. p para certas classes de nossa sociedade.
contrario altera profundamente o systema penal, ziralguma perturbaco. por assim dizer, no syste-
sem onereeer logo.como reclama a graduarao das ma penal adoptado pelo nosso cdigo
penas una substituicao equitativa, systemaOca e O Sr. Vuuato :-Ahi que est o engao de
V. Exc.
gradual.
Mas os honrados membros dizeni que se trata1 O Sr. Silvejiu Lono :E em relacao n,'inli-
r&s njc-j! s**2s SftSssswiari'aa s *Aasss!sfisfift, L
iu igreja de Nossa senhora do Livramento desta observancia do seu regiment. do adamelo
cidade. Dirjase ao commandante superior da A abolioao da pena de mor.
jar O sr. Dantas :O projecto dispoe pura e sini-
plosmente : ir'ica abolida a pona de morte. e om
ata sen logar se applicar a de pals perpetuas,! Ora,
Ijiiarda nacional do Reeife.
Joao de Moura Florencio .Nao tem lugar.
Paulina Teixeira da Cosa Leite.Informe oSr.
director geral da instrueca3 publica.
licao da pena do morte tem sid> materia
O Su. Jr-Ti.vivNo MvnniKiR\ :~Perdoe-me V.
aodisuil.da no mundo civilisadoque, sem offen- Exc. ; mas eu nao sei como iiialiiuer orador que
a coinmissaode justica criminal, ott) allirmar queira lomar parte a discusslo dei te requerirnen-
nevo, a nos, lo 0 possa fazer sem tratar da materia principal....
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO.
ASSEMILEt GERAL
CAMAMA nos si:\iiiiti:s
llli'l T IIM*.
SESSAO EM 3 DE FEVEREIRO DE 1864.
I rtudtta do Sr. cotaelhere Francisco Jos Furlado
As 11 J/i horas fez-se a chamada, e, havendo
numero legal, abriu-se a sesso.
Lid! e approvada a acta da sessao antecedente,
o Sr. 1- secretario den conla do seguate ;
que ella nao poda nada dizer-nos d
que temos e dever de estudar as materias dadas
para ordem do dia.
Como me parecen ouvir cstranhoza da parto
do honrado deputado sobre a minlu substitutiva
da pena de morte gales perpetuas, julgo nao
vir fra de proposito dar-lhe a razao de meu pro-
cedmenio. (uando eseolhi para o "
meu projecto a pena de galos,
o flz, o amalad
minha vonlade.
O Su, Punronm :Pode fallar, mas sem cnirar
em largos desenvolvintentos.
O Sr. Justmiano Madliikir\ :Ka entendo que
a cmara nao pode doxar de mandir o projecti
tuna eomfmssao : elle precisa do studo
grave, precisa conter urna substitu -.lo gndoal, se-
esia simples leitura me convence de que nao c pos-
sivel prescindir de ouvir a commisso, e mesmo
de procurar a maior somma de esclarecimentos e
dados estatisticos, para com elles entrar-se na
apreciacao do projecto.
I m\ Voz :Pode ser emendado.
OSr. I)a\t\s :Se disto. Se o honrado depu-
tado attender
de morie seja substituida pela pena de galos per-
petuas ; eis contra o que protcaiaram. Mas nao
sabem os nobres deputados que na primeira dis-
cussio iiao se podo tratar de cada uin dos artigas
especial s do projecto ? Nao sabem que pan isso
que ba nina segunda discusso, e que nesta que
se pode tratar do art. 2. ?
0 Su. Dantas Quid inde?
Su. Franco de Ai.meida :Os nobres deputa-
dos para jostiticarem o seuadiameoto foram recor-
rer ao art. 2o do projecto; mas, se se pode tratar
especialmente deste artigo na segunda discusso,
compre endo que nossa segunda discusso reque-
ressem que osse substituido o artigo ou remoltido
a commisso, mas nao agora.
Anula una nutra consideracao. Comprehenderia
-*J!lte>!ts^rpBri4S BK5BSffSP5S ?/= tSBSCaS?fifiSSSB:5SSB
neste se duvida dessa utilidade nem se
X "S cwitrasosio meu ja liz ver, o projecto so poda apro-eitar se a pena ponm (|ue discord, e discord porque a 1- discos- adiar esu.iUro
astado por motivos ...dependentes de j de gales perpetuas nao lizesse parte do actual sys- sao s norsii_ milito importonteVe di lugar a todo nSo qtrer P remettero projecto a coin-
leina penal; mas. se o cdigo estibeleceu penas o desenvolvimentosob o ponto de vista da utilida- todos tenSinhri.rS.S S/KS?
^fc&ZS&MXESTP*"""^* apropnadas paraos diversos cr.n.s, claro que de em geral, utilidade que nao pode sor considera- oJtttofiXSlPJS?'
m d, p. is3o com trabaiho. Mas como sal.sfazer | e necessara a eraduaejio. da jmente om abslncto.mas^coa applicaoao ao entras commi'ss^da casa i
'" a pona de
de morte
pode duvidar,
jirojecto a corn-
pie a commisso faca o que nos
de mais: para que
projecto e ao paiz para onde se quiz legislar!'......XiSS^AZSl^mi de n.ais;
t-omo prescindir, pois, de todos os esclarecimen- mas eu. que me confesso inuitssiaio pouco nabili-
e do concurso da commisso de justica criminal tado
0 Sa Damas :Nao parece.
0 Su. Franco de a..mku>a :...... para discu-
tos
pena ue urwao com iranaino. Mas como sat.siazer necessara a graduara
meus ardonles desajos ? O systema pen lencano O Sr. Carvalho Res J n ro1i>o
entre nos esta na sua afaacia, e, alm da prisao gales per^tuas substitutiva da pea
lom trabaiho da corle, apparecem ditas ou tros em algumas hjpotneses
f"!!^.,',',3,8 E7& ,na'S civ,ilisada,s d il"l>erio- L Sk *B?WiA!W Maoureira :-as nao em te- a partir da primeira discos o?
-u ni,1 mell,orBlh 2225 de n('ssas pr- das : MU alguns casos esperiaes. mas A eaman se^rSTL aind l ha uouco
MoHe-que^rS^ casosno;.ogo.o projecto 6 gaSSSlSP F5 ZS~ 'T* '*
Un, offlcio do minisier, de eslrangeiros, datado CBS5SaU deputado pela mJjf&gg^JS^Jt ** ttJ^TSS>
umm\^?SBSmI^
KXPEOIhN'lt.
-E quem pedio por esse
lidemaio .te
Outro do Sr. diputado
Claro, datado do 1- do corrente, participando que relaX'rrd-.'X'iiem'T,
p.r motivos justos ,em nece.idade de iusen.ar'se JRi*&
i ssta corte por alguns dias,Inteirada. pya d(J ,norVe aos,.
p dindo^ser nalo^isado^dtdio^bfasfleKi' SSSESS! dian,f-; ot
c immissao de poderes. t ,, noss01''i!0 penal, ao pa.-o que gundo lugar, e com todo o criterio, alim de que, se
Outro do continuo desta tmara Joaquim Mara s" ^"'"'a Pena de morle por oulra niaisjus- nao passar a sua idea, seja ouvda a commisso
(arlos verani, ped.ndo a gndoacao de porteiro do ;'f'' U"Ja"r*'e 1lie'mpress.onasse osesp.r.tos antes da segunda discusso do proje-to. A^sim sa-
lo.- commisso de Alicia Pi, fn ^ ao cr.me com um salutar terror em bem t.sfaco ao nobre deputado e satisface aquellos que
O Sr. C. Madureira mandn mesa urna repre- (vSfmle!i a a .-Itonhi,m pr?#M' Ia* eu duvido haJa 1uem ,'>nha-
entacfa da junta directora da associaco commer- bWK',?T!2S ado,-ando ? nos1f codl?: ')!)r I ninguem pode desconhocer a transce len-
(ial da cidade da Babia, ped.ndo a revogacao do }^a r'a M,at %antaei?. c entre ellas a de ete da materia que o projecto offerece considera-
tera preparado para a discusso do pro-
siies e ordenados, concluindo com os seguimos
p ojectos, que foram julgados objectos de delibera-
dlo, e foram a imprimir.
Io Artigo nico. Fica aoprovada a penso
annual de 1:S005. concedida por decreto de 29 de
atril de 1883, repartidameole D. Maria Emilia
de Hollanda Cavalcanti de Albuquerque e D.
Emilia Amelia de Hollanda Cavalcanl de Albu-
qi:onp.e. Illhas legitimas do fallecido conselheiro
que
nos ijuaes.
O Su Presidkmte : Est em discusso
i ment.
O Su. Vuuato :Rom sei, mas parecia-ite
I podia descer a estas explcacoes___
O Su. Presidente :Mas enlao entrar aa dis-
cusso do projecto.
OSr. Viriato :Bem ; deixarei de cortinuar
nesse terreno. O nobre deputado concebe que a
addh amento:
stica criminal sem
.-J.J. A'adureira. >
O Su. Dantas :Sr. presidente. no pareca ao
o adia- nobre deputado autor do addilamenlo ou como me-
Ihor nome tenha, ao requerimento que haja de mi-
nha parte a menor falta de attencao, e particular
conslderae.ao mesmo, a ludo quanto nasce delle.
O Sr. i. Maoi-rkiiia :-Obrgado.
O Su. Dantas :Por esta razo,
o meu primeiro impulso em ludo qi
peilo ao meu nobre amigo, deputado
.Mauireiiia : Nao disse tal cousa.
.'.ANco de Al.meida : Disse-o, eu ouvi
ueMie ani se encanunhe o debate mais convenien- perfeitamenle; e accressentou e no meu casojul-
Ie,m.>nle i g qe e.-i a maioria da cmara. Ora, o queque-
sao porgumas que saltam a todos quantos com remos fa;:er com este adiamenlo? Nada mais do
aiguma prudeucia encaram a questo. <|ue encarregar a urna commisso de tres mem-
cu declare quando apresentei o requerimento bros o trabaiho que tiramos de sobre nossos hom-
que tinha a melhor dsposicae, toda a tendencia de tros
dar o meu voto ao projecto! Portante, o nobre de- --* vi
putado nao pode ver nesta minha insistencia m
vonlade sua idea ; ao contrario, a minha inclina-
en ra conjuncta- cao ph.losophica, christa e humanitaria pelo
projecto; mas nos somos tambem legisladores, te-
mos ouiros interesses a zelar, e interesses perma-
nentes da sociedade.
O Sr. Affonso Alves :Apoiado.
O Sr. Dantas :Como que havemos assim de
i vissa do que tenho dito, fundado as proprias
razes apresentadas pidos nobres deputados, nao
podendo idmittir que haja duvida sobre a utili-
dade do trojecto, nao posso approvar o requeri-
mento.
Oocorre-me ainda censiderar um argumento con-
traproducente de um dos nobres deputados.
Dissera n : iQuerem restringir o projecto se-
gunda eterceira discusso. Entretanto sao os
onotro, c por enthusiasmo, volar esse projecto ja proprios nobres deputados que veo.n por um cravo
em primeira discusso? I a primeira discusso ; sao elles que nao querem
t, quando o projecto tenha urna larga discusso, discutir o projecto em primeira discusso, que com
,, .. como espera o Ilustre deputado pelo Para, digo seu adiamento lecm ptirdido urna hora, que podia-
..r. presidente, eu, como havemos de prescindir do concurso da il- moa ter aproveilado para averiguar se o projecto
i amo diz res- lustre commisso de justica criminal ? ou nao til j sao os nobres deputados que querem
t nula miTin* A rntiui ur.n,. g.- j^ ______.______ ___ ____ .-..- i^.r.... 7
que deve ter a primeira discus-
Felippe.
2a tA assembla geral resoKe :
Art. 1." Fica approvada a pensao de 6005
eoiredida por decrete de 26 de agosto de 1863 a
D Joaquina Candida de Lomos, viuva de Jos Vic-
torino de Lemos.
' Ait. t:' A agnciada ter direito pensao
desde a data do decreto que Ih'a concodeu.
." Itovogam-se as disposiroes em contra-
lila minha A consideracao nica 'de que estamos em um nrar a lat.tuoe
raso presente paiz em que ha escravido, em que o systema pe- sao.
llmenlo que nal adoptado para ella consullou talvez todas as Voto contra o adiamento. porque sei que encarre-
escrupulos conveniencias em relacao a este mesmo caso, e que gar-se a urna das commisses permanentes da ca
gosio de ou- a abolioao da pena de morte, portante, deve ser ja sobreca:-regadas de innmeros trabalhos, o exa-
qu. vo contra a mmhaopinio. Es.a a materia O nobre deputado fo mesmo quem se incumbi \ Zx^*0 mU, mt**> *Pr ""^ I SWJ.SS!* fl2!SJ?^J!522aJE:
principal, o au acoeatoria Tratemos primeiro de melhor sustentar a conveniencia do requer-' Levanto aiienas estas oh
de anoiir essa pena, em bem da inoralidade, em mente que ouereci sabedoria da casa.
bem da administrado da justica. da huinamdade. Quando apresentei o requerimento julguei que
o coma urna solemne homenagem a este secute de seria impertinente dando materia un desenvolv-
pa-sado com o sustente dos presos pobres da ca- ^ 1L*xwS^^SSTSSRUS.
de.a do termo de Agua-Prola, e com o fornei-imen- ORDEM DO DIA
rk
to de luz para a mesma cadeia e |>ara o quartel do
destacamento d*aqoene tormo, cuno se v da inclu-
sa conta.Communicou-se ao Dr. chefe de polica.
Dilo ao ronunandante superior interino da guar-
da nacional do Reeife.Expeca V. S. as mas or-
den para que um dos corpos da guarda nacional
sob seu commando superior preste urna guarda de
honra liara acompanhar em procissio as imagens
de N. S. da Soledade e do Scnhor Rom Jess da
Agona que tem de sahr da igroja de N. S. do L-
vramenlo no dia 26 do corrente as 2 horas da
tarde.
Dito ao eoramandjnte do rorpo de polica.Man-
do V. S. apresentar ao coronel recrutador um sol-
dado da seccio urbana do corpo soh seu comman-
do afim de estar as ordens;d mesmo coronel, que
o requisitouToino necessario a bem do servico de
que est enearregado.
Dito ao lupector do arsenal de marinha.Re-
coinmendo V. S. que faca voltar para o servico
da Facoldade dr Direito se j >e acliar restabelecii
do o africano livre Chrlstovao que por doento fo-
d'alli retirado, oa mandar apresentar outro ao
respectivo director no caso contrario.Communi-
cou-se ao director da Paculda.de de Direito.
Dito ao director geral interino da instruerao pu-
blica. Estando oecopados os 2 andares do torreao
da alf.indega desta cidade um pela directora das
obras militares, e outro pela re[iarlieao da vacci-
na, nao pode ser satisfeito o seu pedido coudo
em offlcio de 12 do corrente sob n. 22, o qual as-
sim liea respondido.
Diti ao mesmo.AUendendo no que requeren
Josopliini Remvinda da Cunha Souto Maior, e ten-
do ein vista a sua informacao de 20 do corrente
soh n. 27 mando Vme. admillir no Gymnasto Pro-
. : "J"- *i< tuna uc
vine.al como alumno interno gratuito o menor- Au-*-,,,,^ pena| anoiad
guste flllio da sopplicante. i, .rart.Ho ,,->' .
Ao mesmo director geral remetteu-se a collec-
ciodo les, e relatnos da provincia do Paran
dos an..o> de 1860 1863.
Dito ao juiz municipal da 1* vara desla cidade.
Transmiti Vme. para os fins convenientes as
inclusas eertiddes de ohilos bem como os aillos da
nos sentenciados d
progresso. (A|ioiados.) I mente a que ella tem direito. mas qoa nao cabia
O nobre deputado. pois, me dar licenca para na occasio da apresentaiio do requerimento ; li-
me oppor ao seu requerimento. Oulras consiJera- mitei-me, portante, a sucr.intas observaeow.
caes deixo agora de apresentar. O nobre deputado, porm, quando t ;ve de fallar.
Conbeco que desta pequea discusso alranca- o fez com mais algum desenvolvimento, entrou
mos um imitortanle resultado. O paiz sabe hoje um pouco no mrito do projecto. e lev.ntou suspei-
Enlrou em 2" discusso, e fo approvado para f,"e nos dlas ''Ut corre'n. de progresso e civdisa- las e approhensoes que j estovara em meu espir-
passar 3" o projecto n. 86 de 1861 rcwando os aP* na se suscita a menor duvida no parlamento lo. mas que nao as quz manifestar ; ipprehensoes
arlS. 27 e 28 do regiment conimum na parte em j rt uma ldl'a ,ao elevada e lo santa oo'iriio s por si bastantes para que tenhamo acerca des-
1-
parte.
meira discusso, concorrer directamente pan
bjeccoos, drizando que no adiar uma queslaoque deve ser approvada imme-
animo dos nobres deputados leiiham o peso que me- diatamenlc.
recere.n. E tanto que eu, que tenho tedas as ds- [ Vu S.i. Depltaoo :Nao apoiado.
|K>sieOes em favor do projecto, vejo-ine embaracado! O Su. Franco de Almeida : As commlssocs es-
para votar por elle em primeira discusso sem esses too todas sobrecarregadas de trabaiho; ha na se-
esclarecinienlos. j cretona innmeros projectos, projecto que deve-
lalvez, >r. presidente, que, obligado a dar o meu riam ter uma solucao immediata, e at hoje nao
voto assim, agora, j, sobre o projecto, elle llie seja teem tido larerer de commisso; enlretaute osno-
desfavoravel. |,ns dcpuiados requeren, que v este projecto
r.n treanto que se se offerecor um debate largo,' commisso, e se fdr perdem os nobres deputados a
demorado, esclarecido, acerca da materia, natu- occasio dt volar em primeira discusso urna pro-
que exige meiadeemais um dos membros de cada ,r."\. "***
ui ia das cmaras para poder-se inslallar a assom
bl la geral.
Uau Voz :Ella esl abolida de facto.
O Su. Viriato : E' de misler que o seja de di-
te projecto toda a calma, toda a prudencia e eir-
eomspeceao. (Apoiado-1
Uma vez que o nobre deputado. apo.ando o re-
a casa uma
ral que no todo ou em parte lhe di! o meu voto.
Por estas considericoes, pois, creio que o meu
nobre amigo nao levar a mal que eu insista em
volar simplesmente pelo requerimento.
Quero que o projecto v commisso do justica
criminal._ quero mesmo que sobre elle a Ilustre commisso; temos de ouvi-la entre a segunda e ter-
-1S25S: C0mu,is?*0 I*5* estudos e nos de o seu parecer, e ceira discusso. Porque, pois, os nobres deputados
que assim acompanhado desse parecer entre em naoesperam por essa occasio?
pmneira^diseihso, para ser adoptado como esl ou !. Em co.aluso, tralando-se da utilidade do pro-
jecto, euleido que nao tem lugar o adiamento,
posicao sobre cuja utilidade ninguem pode 'du-
vidar.
Ainda riis : na segunda discusso pde-se
emendar o projecto; se apparecerem emendas, ipso
facto, pela terca do regiment, vai o projecto
ubstituido.
Entra em di-ussao o projecto abolndo a pena r'il0' ,,ara 1,ue n-i0 nos aconteea o mesmo que se tmerimento, trouxe consideracao tti
- morte. observa na Inglaerra com o seu defeituoso ci-rpo ; das consequencas mais ponderosas i..
O Sr. Dantas :Sr. presidente, inncavelmcn-! ,e "'reite penal, onde domina o systema comino- que a passar tem dereal.sar-so, isto i, a abolicao q
te mportante a materia de que trata o projecto '" ,.ls applicaih a pena de morte a mlha-, da pena de morte nos crimes comm nidos pelos p
i a miados); eu tenho to las as tendencias para lhe res.0e dolilos com urna profuso espantosa, e a escravos. revogando-se assim a le de 10 de junho s__
pri star o meu fraco apoio. Mas parece-me que "*" 22S usando.d" ?Prif arb,lrio* de ,8<5' 'lue ,e,n WROtaao al boje a materia, eu Nossa occasio nos pederemos aprecia-lo com que s poderla ter cabimento dpo.s da
neste aasumpto nao podemos prescindir de ouvir a le'"l'er1'. moderara a apphca.vio do direito aos ptrguntaro. : corno <|ue nos, em una materia mais proveilo [.ara a idea e para o paiz dWassaoT """"-"> epois ua segunaa
" Tenho rnnrlmH > ..... ,, I!"-I>0r outras ronsul^ra.-o^ j era I io prave, o : OS... Franco de Almeida :-Compre.endo acn-' O Sr. Ta. ares Bastos :-J.,|go mnito razoavel
leiino concluido, o voto contra o requerime.ito. anda por osla capital, ha de passar n;. discos- vemencia de ir o proiooto a urna commisslo mas votar ocla emenda ao adiimeuioornos o rwL. hn.
ohlr^L 'm !T' V"3 S?e*,052toilaW" dbat'-- l'^'l"," "" da ut.l.dade en. geraL e passar em primeira discusso. A emeud. do honrado membro consulta perfei-
^ i, ,^ e i a tmerab ;'UIOu d?r" a'" -S TKMS 'l".,'erem [on."! "ar,e "a ,,IS" Su- I,ANTAS :-* vozes os proprios auto- lamente a crde.n de interesses que se acaba de as-
S.?. S ; !:,">"1,!ra,-"'l 'la asa- Par.'"t a S2S mV('m, l,m"c ; hav,'inos fechi 'e5ta por,a' res de jrJeclS ",|!m W Sual requerimento, mes- signalar. Elle pede que, sem pr.-juizo da primeira
idea d.i abolioao da pena de morte em geni, mas tirando rrduz.dos nicamente a segunda eterceira rao quando os apresentam. discusso, relatva nicamente a utilidade do ro
aue sao conbe7.'! fia n'l> tTSK* ^"r- '"nS^ n S"- "* :-Comprehendoque. jacto, seja mesmo"submetdo a commisso. cont
()SR.h.UNco de Almeida :-E-ainda a primeira ^'^.^ ,'' S1iS "? conv,!"";n-,ft l,!,B- taAN,:o DK Almeida :-Quem que a fe-, tratondo-se de um projecto de tamanha importan- plenle, para completado, reformado, addita-lo
Ascossao. nscar essa pena do nosso cdigo ; e uma questao cha? ca como o actual, abolindo a pena de morte, se para satisfacer emlliii as vistes esclarecidas dos^
) n. uaMTAS -i.reio, br. presidente, que a ca-' possa discordar nos metes, no modo de substituir a lustres membros que impugnara o projecto.
e competente como (. para tratar pena; mas nao coraprehendo que tal discordancia O Sr. Franco de Almeida : Podem apresentar
ultos ; nos leve a duvidar da utilidade de um projecto so- o requerimento na segunda discusso, nao agora.
O Sr. Tavares Bastos :Sei que o nobre depu-
tado conl.eci milito o regiment da casa; mas pe-
eo-lhe (cenca para observar que nao estonios de
accordo cera o seu modo de nterpreto-lo.
Sr. presidente, seria fazer uma grave injusticia
illustraco da cmara, llnstracao do paiz, conce-
ber que elli negasse a utilidade de deliberar o ror-
po jegislativo sobre a materia em discusso. lTm
(Hojelo iniciado para abolir a pena de .norte .-m
commisso de justica criminal, nao s para que
cota suas luzes nos auxilie na apreciacao do pro-
jecoem discu-s, seno tambem porque, no caso
de ser abolida a pena de morte, que felizmente en-
Ire nos de facto vai quasi sendo abolida na maio-
ria do.s casos, nos habilito as sobstltuicoes qu se
ternario iadlspeosavefs para passar o pr'oje-to em
dicussao. (ApoiaJo-.)
discnssao. ri>iar essa pena no nosso cdigo ; e uma questao cha?
O Su. Dantas :Na primeira discusso pode-se S'avo, que nao pode sor ventilada de momento, que O Sr. DairrAS :
perir que um projecto va a uma commisso : rreio ex,fe eslu,] sr'o. mar. Ilustrada e
ate o ie a occasio mais c imoete ite aouella em a,'ul|(.,;io da iwna de morte tal qual a propo o do assumpto. at
que se trata da utilidade em gerai .......
O Sr. Franco de Almeida da um aparte.
O Sr. Dantas : Se sobre este assumpto nao ha
duas opinioes, podemos adiantar o trabaiho fazen-
do :oin que o projecto desde j v a commisso
res lectiva, om vez de aguardarmos a 2' discusso
pal a enlo tomarmos essa deliberaco.
Rizia ou. Sr. presidente, que a abolicao da pena
do morte tem de tratar algunia alteraro n> syste-
Mi:. penal (anotados), e qne preebo, portante,que
aired.da nao passo isoladmente, como parece
nobre dopuiadrt nao e conveniente, por que eu nu- distinctos, nao contova, porm, que este projecto menante. Pedir-se que o projecto va uraa com
tro a conv.ccao sincera de que, quando passe a ano- fosse dado discusso agora, embora ostivesse. co- misso antes -mesmo de votarse a sua utilidade
ncao a pena de morte, nao pode deixar de passar mo sabemos, na ordem do dia : nole mesmo que a 0 mesmo que declarar que estamos em duvida se
cmara, ou inuilos collegas nossos. n.ostraram-se til ou nao.
sorprendidos cora a discusso deste projecto hoje.; o S... Dantas :-Debaixo de corto ponto de vista
a excepcao para a escravatura, por que minha
humilde opraiaoque, se fdr nullilicada a lei de 10
de junho de 1835, essas scenas selvagens que des-
eragadamente se repetem entre nos se roprodiui-
rao em maior escala.
Mas, Sr. presidente, nao 6 agora a occasio de
dtsenli-la, teremos lempo de largamente tratar delta
e de nos convencermos da utilidade ou nao uli i-
dade do projecto ; entre tanto V. Exc. vio e saita
O Su. Franco de Ai.mkii.a :-Co..io o sabe tenho duvidas: declaro-o ao nobre deputado.
O Sr. Dantas : Nos anda estonio; oceupados '
era verificar poderes, e lodos compre! eiideni que' do e o seu collega que falln ora segundo I
ja e lempo de concluir esta tor.-fa. por sua nature- teem duvidas. deviam l-las a|
Sr. Franco de Almeida :Se o nobre deputa-
iu ora segn
apresenlado, e nao ti-
v. stor.a que se procedeo nos sontencanos oe jo ,, 1(v,iessa insistencia em dizer que o projecto esto
t.^a Manoel Pengrlno de Almeida, da Parahyba, e eni primeira disru-sao
Leao erioilo. da ile s. Paulo que falleceram no
presidio de Fernando como me partieipouo respec-
tivo commandante em oflleio de 10 do corrente.
Communicou-se aos Exms. presidentes das pro-
vincias da Parahyba e de S. Paulo.
Poriaria.O vice-prosidenle da provincia resol-
ve nomear o bacbarel ilonrique do Reg Barros
para exercer interinamente o lugar de procurador
iiscal da thesouraria provincial durante o impedi-
mento do hachare! Cypriano Fenelon Guodes Aleo-
forado, que parncipou achar-so doente. Fizeram-
se as neeeasarias communicacees.
Dita.O rice-presidente da provincia, lendo em
visla i proposta do director geral interino da ins-
trueca j publica datada d 20 do correnle, sob n.
28, resolve nomear o Dr. Mondo de S Barrete
Sampaio delegado luterano do districlo de Agua-
Preta. Commnnicou-ge ao director geral da ins-
Irucco publica.
questos, como lhe cumpre, visto com) trata-se de
reconhecer diplomas contestados e verificar quaes
Expediente do secretario do goTrrnn.
OfTlcio ao brigadoiiocoimnanilanledas armas.
De ordem doS. Exc. o Sr. vice- presidente da pro-
viada, coiiimiinico V. Exc. que por despacho
desla data auiorisou-se o director do arsenal de
guerra a sati-fazer O pedido do 2" batalho de in-
fanlaria a pie allude o oflicio de V. Exc. n. 323 de
20 do crrenlo.
Despachos do dia 22 de fevereire de 1864.
Requerimento.
Ab.-ixo assignados Indios da aldoia de Panema.
Informe o Sr. director g?ral dos Indios.
qu. rer o autor do projerto.
O Sr. Franco de Almeida :Mas a primeira auS 0,nos a neressidade de que o projerto v a ui la
dfeoussao. commisso basta lelo, Sr. presidente, basta ouvir
-1 Su I)kntas : Nao sei a qne vera a insisten- noDre ai,l"r do projecto, para considen-lo como
eis do nobre deputado : pode ser que tenha toda a "tonca e oarecedar de emenda.
razie, mas a minha intelligencia nao altinge o al- OSL Fluuvce de Almeiih :Nao se trata disso
na primeira discusso, que s versa sobre a utili- os legtimos representantes de algumas provincias.
dade. j que teem, romo as que para aqu nos mandaran.,
' -Su. Franco de Almeida d um aparte. 9 Sl1- Ji stiniano Mam-reir :O projecto diz : os mesmos direiti* a seren representa Jas. (Apoia-
0 Su. Dantas :Por estas razos, peco que o Fica abolida a pena de morte e substituida pea dos.)
prijocto v commisso do justica criminal. de gales perpetuas ; logo, este projecto por tice Julgo, portante, que a cmara n > rejeitar o
Ve.n mesa, lido, apoiado, e entra em .liscus- condemna,_ por que, Sr. presidente, a escala da pe- requerimento que olfereoi, requerimento que, a
sao. o leguinte re pierimonlo : nalidade larga, syslematica e gradual, alim de meu ver, deve ser adoptado antes mesino da 1* dis-
Itequeiro que o projecto va commisso de ser Justa, equitativa... enssao do [irojecio, porquanto a nobre commisso
O Su. Viriato :Isso outro systema. do justica criminal, espolliida pela cmara, corres- poderes.
O Sn. Justiniano Madireira :Ouea-me o no- pondendo conlianca nella depositada, estudar.. o dizor-lhe que'no leu a ordoui dodtaT.T
bre deputadoj a escala da penalidade gradual, projecto. e dar-nos-ha o seu parecer too desenvol-1 o su. Dantas .Li-a perfeitament.
essa graduaeo e noressaria e indi-q.ensavel ao svs- vidainenie quanto a materia exige : a ipiniocon-[ O Su. Franco de Almeiih __ porqu
lema penal; nao pode haver systema penal sem traria, Sr. presidente, dispensa quasi
|OHtica criminal para dar seu parecer.Danta.
OSr. Viriato:Sr. presidente, aprecio muito
as observacocs feitas pelo nobre deputado que me
preceden. Eu as jnlgaria procedentes em mate-
ria tao grave, e sem duvida digna de longa dis-
cusso, se nao as rondemnasse como exlempora-, gnouacao das penas, mas o nobre deputado quer cussao, e reduz a duas, quando e cerb que a abo- qUe ,,sla marcada para ella a segunda hora,
nea, e Isso em vista mesmo das razoes que deu o substituir pena de morle a de gales perpetua*, lieo da pena de morle no imperio do Brasil, toe i o Su. Dantas :Mas nao se ha de corlar o
-. graos i
era sabia que o projecto hnlia entrado na ordem peuas subsistentes. E' o que se examinar na
do da, que nao eslava preparado para a sua lis- seguuda e lerceira d.scussoes do projecto. Mas,
cussao, e que assim jnlgava que estaria a maioria por outro lado, V. Exc. romprehende bem que uma
da casa! Eu protestei logo, porque entend, que o classiliraco dessa i.atureza, abracando os eloraen-
DObre depuiado pode fallar |Kr si, declarar que nao tos fndame atoes do systema vigente, exigo -ies-
esia preparado, mas nao pede faze-lo pela maioria ludo serio, que mais prudente incumbir s com-
dacasa. misadas da casa do que esperar da illustraco da
O nobre deputado que acaba de senlar-se disse cada umdosseus membros isoladmente.
qne a discusso desta projecto vem tinr direitos, I Sr. presidente, gracas sabedoria e a grande
vera projudicar a discusso sobro verilicaeo de elevaco de spirite do principe que oceupa othro-
Peco brenca ao meu nobre amigo para no do Brasil, verdade que a pena de morle. feliz-
mente esl quasi apagada no livro negro de nossa
penalidad.). lApoiados.) Mas nem por isso monos
senao digno da cmara iniciar a medida humanitaria
- veri., que nao so vai prejudicar essa discusso, por-1 consagrada no art. 1" do projecto. O nosso exced-
iente cdigo criminal s applica a pena de morte
dis-
o il ustrade exaiue da commisso, ou conheca pe
riges em uma discusso mais aturada e rigorosa.
O requerimento nao merece ser approvado,
porque na 1" diseusso que o projecto tem de
sotTer emendas, e nem a commisso as pode fa-
zer na occa.-io.
Trata-se agora do discutir smenle sobre a uti-
lidade da abolicao da pena de morte, e...
(> Sr. Dantas Tem-se mandado ouvir com-
m oes na occasio em que so apresentam os
pr. tactos.
O Sr. Viriato :----- a discusso subordina- |
da a este ponte principal. Na 2* discusso sim,
le rio lugar as emendas que por ventura o honra-
da deputado ou algn.a commisso enviar mesa.'
O honrado deputado fez-me a honra de declarar I desejos, nem suas aspiracocs de legislador ; e pelo
dade, a mesma pena, a de gales perpetuas, aos cri- fennaco que melhor nos habilite a decidir de um
mes graves, aos quaes polo systema do nsso co- objocto lo grave quanto melindroso,
digo |ienal se inipoo a jicna do morle ou de gales
perpetuas ?
l'm systema pual nao se improvisa nem se al
ten sem graduar a penalidado. Se a pena de ga
les perpetuas deve pelo projecto substituir a do
morte, claro que a de gales perpetua*, que figura
na escala da pen.ilidade, deve sor tambera substi-
tuida pela de gales por lempo determinado, e esta
|M.r o.tra, e aiatM successiva e gradualmente.
Rer.onhcco as mclhores inloneoes do autor do
projecto, lilho do esludo severo e conscienciosi. des-
so nosso illustre eolleea, mas o torese reconhecer
que seu projecto dofeiluoso e nao satisfaz os seus
O Sn. Franco de Almeiih d um apirto.
O Sn Dantas :Peta pnlica que tenho do par-
lamento estou convencido de que esta primeira dis-
cusso nao deven ter lugar antes do parecer da
commisso de justica criminal, sob pena de recu-
sar-se ao projecto todos os esclarecinionlos Heces-
sarios. sem os quaes o debate nao atlingir a altu-
ra de que alias o digno, porque a pressa e a pre-
cipilaco tomarao o lugar que neste objecto cabe
ao estrato, reftexo e prudencia.
Sr. presiden*, nos nao podemos, ao quo parcee-
me,e o contirmoo o nobre deputado meme prece-
deu, abolir a pena de morte- do modi por que o
pretende o Ilustro autor do projecto, s>uv inrodu-
O Sn. Franco DI Almeida :Demais, supjKinha-
se que o projecto vai a commisso; sobre que ha
de olla dar parecer ?
O Sr. Dantas :Concordar ou nao sobre a uti-
lidade.
O Sr. Franco dk Almeida :E" contra isio que
protesto ; nao a limito que a idea da suppresso da
pona de morte ,-eja posta em duvida.
O Sr. Dantas : Humanamente fallando assim ,
soetahnente alo.
O Sr, Franco de Almeida. .So para censide-
rar este ou aquella modo pido qual devaser aquel-
la pea substituida, este desojo se resolvet na se-
gunda ou tercein discusso; e, tanto es nobres de-
putados reconhocoram, que assim (teve ser, que pro-
testonm covKitvo aruji^ue deAvtaiina que a pena
ao hoinicidti. ao roubo com homicidio e aos cabe-
eastda iusurreico de escravos; e,no obstante a tei
dia vera o | de 10 de junlio de 1835 rotativamente ao assassiiiio.
numero' e certos outros crimes de escravos, a de lo de ou-
tubro de 1827 a respeta] da alta traieo dos minis-
tros o conselheiros de estado, e as dtsposicoes das
leis militares do natureza muito particular, pode-
mos ufanarnos de dizer que nenbuma legistaco
oue consagra a pena de morte 6 mata benigna do
que a noss, bo modo de distribuida e appli-
ca-la.
Tudo isso verdade; tudo isso expltaa a IndifTe-
renca do publico para com essa parto sinistra da
legistaco; mas isso mes aso serve pan mostrar a
iraitilidade da pena capital. Entretanto, se justo
aboli-la, prudente descer ao exame da legisla-
cao penal, mxime em relacao s gales perpetuas,
liena cruel e iiumoral, cuja substituicao c lo impe-
riosa como i appHcaoao geral syslematica o uni-
forme do. anico rgimen peoal ehristo, o, rgimen
lniieitarb!.. Tai o nw* nnmilde. voto; e, por-


litarlo de Pernaetibuco Quinta fclra 95 de Fevereiro de li4.
A rommls^o jnlga conveniente In'olnlrna pio-
Iposta 'i< segumos ti rdanlo a
, discussao para justifica-l--= :
A assemWa geral decreta :
Arl. t. Aforra naval para o auno financeiro
tatito. Ipprovo a emento ao adhmento pi'op.ista
i da provin a.
i -Oitagneui i iaj! uo
que eu, Sr. mi osiil-nt-'. deseja que a civisacau do
Biasilrhcgunae ponto depoder-se riseartM cdigo,
nade m >rv; n prematura a abol rao do 1801 a 1865 constara :
qiedccret to.reformandooeodtoettolnat, S I. Dos olhYiaes da armada e das de mais
promulgado cm H30. durante n dominio do partido clas.-es que fr preciso emliarcar,conforme as lota-
UlterakCii lieral que foi comparado (oni {osdos navios e estado maior das divisos nayaea
o da Pcnsilvani reforma assim decretada 2. Em cireumstaticias ordinarias
T* prejudirar a lei de rO da jttnho, promulgada
da Fabrica de plvora da Estrella. N mesma he cuanto cnstam em S. Pauli obras desla quali-1 policia dar l.aixa ao cabo deesquadra Antonio
data. dado, pode por isso julgar se liouve elo e ccono- LuizdeMoura, per assim o lavar pedido, e bem
Deinisso. Por decreto de 27 d; Janeiro mia, ou negligencia e esbanjamento.
ultimo, concedeu-so ao Sr. alferes do corno: Peco licenca para aprest otar V. Esc. a car-
de guarnicao do Paran Jos Honorio Silveira ta que hontem esereven-me o Sr. Jos Vergueiro,
da Motta a demissfio que pedio do servico do daudo-me informacoes sobre os esiudos feilos para
exercito. a construreao de una estrada de rodagem de Jun-
Trausferencias. Dos Srs. capillo do 9." bata- diatiy a Campias, e roga V. Exc. seja
lhaode infantaria Francisco Jos Damasceno llosa- manda-la publicar pela imprensa,
como a contratar para o inesmo servico o paisano
Candido Paula de Souza, que foi considerado apto
para isso em iuspeoco de saude.
No presidio de Fernando, onde se acltavam
' cumprindo sootoaoa, falleceram os sentenciados de
servido juslica Jos Soares e Jos aptiste de Souza, este
' da provincia da Paraltyba e aquello da do Ccar.
mwtido ainda inflnia no goveroo do paiz o .rido rinha. embarcadas e
liiic'ral, a qnal unpunha aos escravos apena de les, e do 3.1H)0 ora rircuuistancias extraordinarias.
por homicidio e anda ix>r erimento emrcr- t s, 3. Do corpo de imperiaes marraheiros, das
Tas pe- la de 1833 mostra que lam em comp.ii loas de aprendizes marinbeiros creadas pe-
pirteoce ae regftien do partido liberal, las leis anteriores, do batallan naval 0 do corpo de
Os signalauu do projecto, a commissao necia- imperiaes inarinlieiros da provincia de llato-Groi-
biirou o cdigo, nSu eram absolutistas neni dra-o- so. continuando a autorisacao para eleva-los ao sea
: muguen dir que Vasconcellos, T.iuta estado completo.
Suma i e OOtros apostlos da liL.cr>lade
frssem contrarios aos direiios da humaaida le ;
ajieiiasestabeieceiam a repressao necossaiia para n. 513 de l de agosto de 1851.
o; ni ti** os assassinos. Este projecto Art. 3. Picara revogadas as dis
mim mili refirma nimio importante, un a refor- contrario.
na que precisa ser muilo cstudada o meditada ; Amamos. _
arecia-me que nao podia virde cbofre alterai o 1. Os reerutados c voluntarios poderao_ exi-
srstena pcaal que o Brasil adoptou em 1830, crac mir-se do servir) militar qner per sub-ti
de 3,000 do, para a 8." companbia do. 4." batalhao da mes-1 Deus guarde V. Exc. S.Paulo, 4 de fove- Concedoa-sc Andr Avelino de Barros a de-
pravas de marinhagetl e de pret dos coritos de raa- ma arma; e deste batalhao, Francisco llorges de reiro de 1864. j missao que pedio do lugar de guarda dos armazen-
in navios armados e transpor- Lima, para a 4.* companbia daquelle. Decreto de L-ne na mesma follia de 7 : da reparticao das obras publicas, e nomeou-se para
27 de janeiro ultimo. Acha-se exercendo a; finccoes de cliefe de o substituir o cidadao Lidio Purpurarlo Santiago de
2r cadetes do corpo de goanicio de S. Paulo I polica interinamente o Dr. Jos Pedro de Azevedo Oliveira.
Jos Maximiano de Brito Alambert e Mximo de Segurade, juiz municipal ; cun a vara do juizado
licito Alambert. para o 1." batalbao de mfan- de .Miedo estoDr. Antonio Pinto do llego Fre-
taria. tas, supplento do juiz municipal; com a de juiz
2. cadete do 1. batalbao de artillara a p Mi- miinieipal est o Sr. major Gabriel Marques Canti-
gnel Arcbanjo Nanos Paes, para o corpo uo guar- nbo, presidente da cmara ; com a de delegado
Art. >'." \ torea cana mencionada ser pie- nicao do uaranbao. de polie iida o Dr. Francisco Quirno dos Santos,
cchida pelos meios autorisados no art a*da lei 1* cadete do 6." batalhao de intratara Icio snpplente do mesmo delegado.
Fernandes Eiras, para o l." batalhao da mesna iegaram ante-huntein qu nzc indios da tribu
gposicjSss em arma. doaGoaranys e foram recebidos por ordem do go-
I.cencas concedidas. Aos Srs. tenente coronel yerno na Gloria, onde se acham accommodados.
commaidante do batalhao do cacadores de Goyaz Ocando a caigo da policia ministrar-Ibes os cuida-
Joaijuiui Mendos luinaraes, para gosar na pro- dos necessarios. Seus remparibeiros* em numero
vincja do Ilio Grande do Sul da licenca (pie I he foi de trinta, dizem ello-;, nao tardarao a chegar. Es-
lom coMerrad i U o presente lurvendo no meiino individuos que teuham a idoneidade precisa para o concedida pela ordem do dia n. 304 para tratar de tes que aqu estao hilara o p.n tuguez; esto ves-
mesmo servico, ipier mediante a quaniia de C004, sua saiide. 'dos, e ja perderam esta primeira rudeza selvagem
cdigo o germen de reforma, perqu ah se estabe-
l'cei as tases de am systema penitenciario, dado contando que o facam dentro dos primeiros Cmezes
o qual nao s a pena de norte, como a d priiio a contar da praca.
ei etua, deverl i ser proscripta, c mais que tudo! c 2. Fica abolido o castigo de ehibata as praeas
a de gales perpeloa*. porque a peior, mais im- voluntarias e engajadas, e autorizado o govemo a
i.ior.il. mais repugnante con O leen XX, cono reformar desde ja o art. 80 dos de guerra da ar-
seculo da civiiisaoao. do que a mesma pena de mada. limitando os casos em que poden ser appli-
inorte. Acho, perianto, que devenios estudar esta eado aquelle castigo aos reerutados, 8 determinan-
i ia com toda a calma. do, por descontM, rebaixamentose unirs penas se-
Nao se r.lTendo ao autor do projecto cin pedir ipie niel han les. a substiluicio do predilo castigo de chi-
lln v romnssio composta. Ogoverno iraba- bala aos voluntarios e engajados.
Iha muito .mies de aprvsentar OJialquer reforma; 3." Os aspirantes que furem reprovados em
i'illige dado cstatisticos, consulta diversos tribu- qualquer das materias do curso da escola de mari-
nars, consulta is autoridades de dilfereotes locali- nba, e os que perderam algn dos airaos do mes-
ihdes, chama em seu auxilio os horneas iratk mo curso, em rirtnda do disposto no 1- do art.
i todava quanloa.pii se apre.-enla qualquer pro- 41 do regulameiito que baixoucom o decreto n.
posta do governo va i ella remettida comtnissio 2,163 do 1 do maio de 1858, podero npetir as
oiiqietente. ditas Dialerias OUannoe, como alumnos externos, e
Como que o proprio autor do projecto nao pedio ser de novo adinittidos ao intern.no se ohhverein
logo que elle fu-,-e remetlido coinini.-so ? I approvacao plena, e foreiu menores do dezoito
Mas disseo autor do projecto que devenios armar annos.
popularidade approvaodo logo a abolicao da pena 4.' de morte em 1* dlscussao. para raandarmos depois dos plouainenlo us tres annos do curso,
o projecto coi imissao, a liui de ser estucado.
O Sit Viri.itu : Eu
cenan.
nao disse seioelbanto
livereni
feito o^ respectivos exercicius praticos, e liouverem
dado pravas de Uim coraportanenlo, poderlo ser
admittidus ao servico da armada como guardas-
0Sr. C. Mamiiiuba:O projecto nao (leve ir a marmita, una vez que sat>facam as condicoes es-
ota cir- tabelecidas iiara a admissao dos alumnos internos,
cemmisso com a sanecao da ca?a, porque esta cir-1 laiieiecias par
enmstancia nao deixaria de prevenir de alguma .e nao toiiham de idade mais de 21 annos.
forma o juizo da rommissao. ">-' O governo autorsado a crear mais
isas
E' prenso que a commissao estado a reforma companhiai de apreodiies m.uinheiros uas proviu-
aceuradamente, collija dados estatisticos. faca ura cias onde julgar conveniente,
relatorio, aprsente todas as razdes de convenieu-1 6.* Ficam extensivasaos empreada da w
ca da aboheao da pena de inorte j e ja, e da re- taria do conseiho uaval as disBOSioooa dos aras. li>
forma do sv.-lema pena. apresentando ao mesmo a 20, 22 30, e 48 :4 do regulamento que bal-
lempo os meios de substituico. Esta nao deve xou com o decreto n. 2,359 do l'J de Tevereiro de
consistir ni peua de gales perjietuas, que mais 185, sendo exeroda pelo secretario do mesmo
immoral do que a pena de morte. (Apoiadusl ; conseiho as atlribuicoes, conferidas nesses arligos
A [>ena de morte tem o mal de ser irraparavcl, ao director geral ta secretaria de estado.
mas a de gales perpetuas c em toda a parte des- 7.J Aos ofTiciaes do corpo de saiide da armada
moralisadora e enire us a certa classe de delin- e do de fazenda, fica extensivo o favor relativo ao
quemes aprasivel. inonte-pio que a rosolucio de 15 de jullio de 182-
Bsperemos que estoja adoptado o systcma peni- eoncedeu aos ofliciaes da armada nacioiial impe-
teneiario. que > governo faca mais esfor^os do que rial e do extincto corpo Je arlilharia da marinha.
os seus antecessores para po-lo cm pratica emtodo deinittidos dos poslos pedido seu, cora tanto que
o imperio, ou ao menos nos principaes focos de teuham pelo menos dez minos de servido.
populacao, para entao abolirmos a pena de mor
te. (Apoiados.)
Eu nao posso julgar til esle projecto sem que
urna commissao nos d todos os dados de que se
precisa para qualquer reforma. Neuh mi paiz
adopta urna reforma cortando o n cora i espada
V Alexandre.
jecto seraelhante. Eu sou um daqu
e amigos da :iumanidade que no gabinufo fazem
totos pela :.boli;o da pena de morte; mas agu-
ardemos para quando puder ser : agora, s se of-
lerecwem os uieitis convenientes para que ella seja
I'acb da cmara, 6 de ffvereiro de 1864.Joo
de Souza Mello Atiim.Antonio Jos lorcha.
Ainda Resta occasiao foi prawote o parecor
da coiomisse de poderes, sobre a eleieaoda Para-
byba, concluindo desta forma:
' 1" Que sejam appmvadas as elei^oes prima-
rias das freguezias de Nossa Senbora das Noves
la Hila e do Livrani.
pelo '-1 le paz, perteucoutes ao collegio
da capital.
Que sejam approvadas as cleigoes primarias
das paroebias dos collegio da Alliandra. Bananei-
ras. Independencia, de Alagoa-Nuva, de Maman-
Capitao commaidante da companbia de caca- de lalo,
dores do Ilio Grande de .Norte Antonio Juliano As chavas que felizmente bontem cissaram,
Correa de Faria, dous nexos de prorogacao da alm de innunieraveis estragos que fzerara e que
que ol.ieve pela ordem do dia n. 370. para tratar omittiinos, alluiram una das paredes mestrasda
de negocios de seu iateresse nesta corte. igreja de S. Goocalo, que p8e o edificio em porigo
Capitn do batalbao de deposito Cyriaeo Jos da j de desabar, estando completan ente arruinado do
Silva, dous inezes com sold simples .ara vira lado esquerdo.
curte tratar de negocios de seu inicie-, Em seguida publicamos o offlclo que teve a
2* lenonte do corpo de artilharia de MatO-GroSsO polica participando esse successo.
Honorio Jos Teixeira, addido ao I* batalhao de ar- t Paranagu.Lo-se no Con.mercio do Paran
lilharia a p, lies inezes, com sold e etape, para de 30 do passado :
tratar de sua sade. Gunsta-nos que as brxigas ippareceram no Iti-
Alferes do Io regiment de cavallaria ligoira Luiz beiro. disirict.. desta cdade, e ipie j tinha affec-
AITonso dos Heis, tros inezes, con sold e etapa, lado a mais de 30 |*ssoas; hot tem seguram para
para tratar de sua saude na provincia do Ilio Gran- esse lugar o presidiente da cam ira c o Dr. Afeitan-
.le do Slll
Gapellao-tenente reformado Fr. David di Nalivi-
dade de .Nossa Senbora, para residir ni provincia
da l'aiabyba.
Bequeriincntos despachados.Do Sr. tenente do
corpo de guarnifSo da Parahyba Francisco Anto-
nio Nogneira de Haumann. pedindo continuara
servir no 12" batalhao de infantaria, ao qual per-
leucia quando fui promovido aquello posto, e no lu-
gar de quariel-mostr que oecupava no mesmo ba-
talhao.Nao tem lugar.
Ao cabo de esquadra do 4" regiment de caval-
laria ligeira Candido Jos Parlado, pedindo baxa
do servico militar.Espere que Ihe toque por ao-
uguidad.
Do Sr. 2 cadete do batalhao do de|iosto Chry-
santo Eloy de Medeiros, pedindo dispeisa do ser-
vico para'estudar na escola proparator a da corle.
Satisfaca ascendicoes da ordem do dia n. 370,
para ser attendido.
0 supremo tribunal de Justina, reunindo-se
no dia 10, deu poue ao novo presidente conselbei-
ro Joaqui
logo em come.
elfectivo
),Ueii|K>sseao novo presidenta conse.uei- Segoejlram.8e 62 apolices (
ma Harrelino de Brit, o qual deelarou um Ui, de di(as d(! 6 0/o a
comeco dos trabalhos, n;w coasiderar em -^ do aneo do Brvsi| a
exercicio os Srs. consolhciros aposenta- anC ura| e V|,0[,,e(.ario a
dre Bousquet com o lim de mimrarem o soflrimeo-
lo dos .Hfeciados, eslabolecend) all um hospital
provisorio.
NOTICIAS COMMERCIAES E MAUIT1MAS.
Rio de Janeiro, 11 de fevereiro.
Cambio. -Londres, 27 1/4 d. a 90 d. v.
Apolices de 6 0/0 ao par ; de 5 0,0 a 80 0/0.
Accoes.Banco do Brasil a 605 de premio.
Banco Bural e BvpotheAario 655 de
pranio.
Companbia de seguros Fidelidade 65
de descont.
Gneros.Caf i* ordinaria e pouco regular a
65'.'00 |wr arroba (bontem). Dito boa e supe-
rior a 75150 por arroba (hntem). Dito 1* regu-
lar e I* ordinaria a 65P00 por irroba (boje). As-
sucar mascavo de Campos, em Caixas a 35100 por
arroha. Manleiga d'lsigny marca de Maguv. a
780 rs. por libra.
Sacaram-se boje sommas pouco avultadas sobre
Londres a 27 1/4 d.
Ni gocaram-se 62 apolices {;eraes de 6 0/0 ao
80 0/0, um dito de
305 e 40 ditas do
, .ivplliecano a 655 de premio, e
dos, enuraanto os docre os de 30 de dezembropro- nm |o[e (,0. ^ Con anhia de &guros Fidelidade a
dtuissem seus effeilos legaes, tomand- a si toda a ^ de desconto
respoosabilidade do sen acto, nao se sujeitando a Consta-nos tamhem a venda de 800 apolices ge-
decisao anteriormente tomada pelo tnaunal, nem rtef ut g qj a o/j yio
t.lmiltiniiA ili. imi. -i., n Inl i-. .- ti 11, _. "
Ven leram-se hoje etambem depois das horas de
praca 6,700 saccas de caf.
Acha-sc carga para Pernambuco, o patacho
Beberibe.
Sabio para Pernambuco, 9, a barca france-
Nao possivel que eu d o mcu voto a um pro- da capital,; de Sania Hita e do Livramento, presi-
do seraelhante. Eu sou ura daqueJIes christos dida polo 3- juiz de paz, pe teuceutes
substituida sem afrouxar a repressao docr me, sem | guape.
desmoransar o reo. Desojo ser convencido pelas < 3' Que sejam approvadas a eleii
infunna^oes, estudos e illustracoes da coaunissao. chia de Alagoa-Grame, presidida pe
ei$ao da paro-
pelo 3" juiz de
Jda ca-a.' I paz Antonio"Jos Cabra, de Vasconcellos; a deNa-
Para que elegemos commisses? Para que eso-' tuba ; e a de Taip. presidida pelu juiz de paiz.
fcetnos d'entre nos aquelles que julganios uiaisl 4* Que sejam annulladas as eleicoes de Jaco,
habilitados para a commissao de justita crimi- ra, de Ara, do Inga e do Pilar, mandando-se pro-
sal t E' porque precisamos de ouvir o seu pa-, ceder novas.
recec, t 5" Que sejam declarados deputados os Srs.
ofifesso que niio sou capaz de votar cm materia pis. Felinto Henriqus de Almeida, Lindolfo Ju.-
to importante s.m que urna commissao da casa, Cunea das Neves e Jos-i da Costa Machado.
lepis de estada-la, me d a mao o me escla-1 Sala dasconnniss.es. em II da fevereiro de
reca. 11864 Antonio Vicente to Sascinu-nto Feitosa.
Por isso voto pelo requerimento e contra a Joaqitim de SulJanlia Maiinlio.
mendn, na qual. perdoe-mc o seu autor ha ron-
tradir.ao ifsde que ha duvida acerca la opjwr-
- Nao leudo, poriu, um dos meml.ms da com-
missao, o Sr. conselbeiro Sarajva, concordado cun
tuuidade do |)ti jecu; se elle precisa de ser ostu- ^ os seus collegas, deu tun outro em separado oin
dadb. niodCfemos vota-lo primeiro (apoiadn-); nao esta concluao :
precisa elle da approvacao e da volacao la casa Pulanlo, meu voto que sem notoria injus-
para ser es|$dado ; para a cmara appruvi-lo pela tica, que nao aproveila aos partidos polticos, eque
primeira vez deve estar bem esclarecida.
Nao liemos ao mutido o espetaculo de approvar-
rnos aquillo que ue temos esludado.
Ninguein mais pedindo a palavra, c pondo-se a
votos o requerimento, approvado, seudo rejeilailo
o addiumento.
Segunda parle.
Continuando a discussao do parecer sobre as
eleices do 3* dislruto da provincia do ttio de Ja-
neiro com a ementa apoiada, veio mais a mesa a
tinte emenda, roe foi lida, apoiada e posta
conjunetanente cm discussao :
One se aunulle a eleicao primaria da paroebia
de Nossa Senbora da Gloria de Valenga Costa
Pinto. Miias.
A discussao ficou \diada pela hura.
. Oraram os Srs. M.irtinho ampos, Martun Fran-
cisco, Franco de Almeida e Tasares Bastos.
Levantou-se a sessio.
admittindo discussao a tal respeito.
A commissao encarroada este anno da re-
visan das antiguidades dos juizes de direito com-
poe-se dos senliores couselheiros Jos Mariani, An-
tonio Simos da Silva e Manoel Messias de Leo,
bontem designados pela presidencia do supremo za jbj^ jj' de Frontignan.
tribunal de justiga
E Sr. ministro da marinha visitou pelas 8
horas da raanhaa, o dique imperial, algumas sec-
ces do almoxarifado, as bateras e quartel novo
da ilhatlas Cobras e o hospital de marinha, reti-
rando-se s 10 horas.
Por portara do inspector interina, datada de
9, maiidou-se por em vigor de houlem em diante
as disnosicoes dos artigos 3.*, 4.", 5.*, 6.*, 7." c II
REVISTA MAMA.
Por urna pessoa viuda do centro da provincia
do decreto n. 3.217 de 31 de dezembio lindo, re- da Paralnba fomos informados, que fallecer em
lalivos aos entrepostos. I Grvala o Itvd. misswnario brasil eiro Dr. Jos
L-se no Jornal do Commercio : j Antonio Pereira ibiapina, causando este facto viva
O rommandante do vapor teres, entrado an- consternacao em todos os habitantes daquelle
te-bontem (9) de Campos, avistou no lia 8 do cor- lugar.
rente, s 5 lloras da tarde, encalhadi 6 inilhas ao Se assim infelizmente succeleu, a igreja do
norte do Cabo S. Boque, um patacho que pareca Brasil soffre urna perda diflicil de ser reparada,
inieiramente perdido, por ter em cima apenas a porque o iUostre vario que subi as azas da
verga de traquete. parecendo-lhe descubrir um morte ao seio de Dos era um ciimposto de gran-
cabo de vai-vem do gurupt's do navio praia, e a jes virtudes e de profundo saber.
Soh proposta do commandanie do batalhao n.
5 de infantaria da guarda nacional do Uecife, no-
meou-se para offleiaes do mesmo batalliao o cida-
daos abaixo declarados :
1" companbia.
Tenente, o alferes Franceliuo Francisco Paos Br-
relo.
Alferes. o sargento quartel-meslre Antonio Candido
de Oliven a.
2a coinpanliia.
Alferes, o guarda Antonio Suriano do Bego Bar-
ros.
3* compauba.
Capilao. o capitao avalso Jos Ferreira Dallro.
4* companbia.
Calilao, o tenente Miguel Joaquim do Reg Bar-
ros.
Alferes, o guarda francisco Jacintho IVreir.
.v conpanhia.
Alferes, o guarda Tbomaz de Aquino Paes Bar-
reto.
6" companbia.
Alferes, o guarda Amonio de Barros Wanderh-y.
Depois iTamanha se exlrahlra i 6* [.arte da
2 lotera da Sania Casa da Misericordia.
Os exames de preparatorios que tivcrain lu-
gar na Faculdade de Direito nos dias 22 e 23 do
conenie. deran os segniates resultados :
Km inglez foram approvados simplesmente 7 e
reprovados 5.
Em latn foram approvados plenamente 3, sm-
pleemente 4 e reprovados 3.
Km philosophia foram approvados simplesmen-
te 3.
Em geographia foram approvados plenamente 3,
simplesmente 4 e reprovados 3.
No da 23 do frrenle reformou o respeitavel
tribunal da reiacao a pronuncia que julgou cm-
plice na fallencia da casa Viuva Amorim Si Filho,
o Sr. Thoroazdc Faria. negociante desta praca, por
haver recebido em pagamento de um saque sobre
a Europa, varias letras da ierra.
Poi relator do feito o Sr. desembargador Motta,
e juizes sorteados os Srs. desembargadores Piretti,
Accioli e Loureuco Santiago.
Em seguida foi lugo relaxada a pristi cm que so
acbava o mesmo Sr. Thomaz de Faria, que gozan-
do senapro nesta praca d estima, consideracao e
crdito, nunca se envolveu cm transaccoes duvi-
dosas e illegaes, veudo-se no entretanto, sera espe-
rar, complicado naquella lallencia. de modo que
nesta emergencia foi obrigado a regressar do Ro
de Janeiro, para onde tinha-se mudado, entregar-se
prisao e alinal esperar pelo julgamento, que como
era de esperar, foi absolutorio, gracas rectidao
dos dignos magistrados que julgaram o processo.
Domingo prega tarde, no convento dos reli-
giosos franciscanos, o Rvd. padre-mastre Flix Br-
relo de Vasconcellos, ex-director geral da instruc-
cao publica na provincia do Para.
O nosso amigo o Sr. consolheiro Jos Bento
da Cunha Figueiredo contina advogar no foro da
capital, |>ara cujo mister pode ser procurado ra
estreita do Bosario n. 28.
Na noite de autehoutem foi arronibada urna
porta do armazem n. 43 da ra da Praia, perten-
cente ao Sr. Genuino Jos da Bosa, levando o la-
dro tres mil e tantos res em dinheiro, duas pecas
de madapolao e quatro queijos do reino.
Nada mais podendo encontrar, apesar da rigoro-
sa busca que derara, pozeram-sc ao largo pela por-
ta do lado.
Movimento da casa de detencao no da 23 fe-
vereiro 1864 :
A saber :
so pode satisfzer nteresses ndividuaes nao pode
esta cmara deixar de reconhecer como leg Unos
representantes do 1* districto da provincia da Pa-
rala ba os Srs.:
' Diogo Velho Cavalcauli de Albuquerque.
t Anizio Salalhiel Carneiro da Cunha.
< Barao de Mamanguape.
t Sala das. eomraissoes, em 11 de fevereiro de
1864.Jos Antonio Saraira. '
Por decretos de 3 e 6 do correntc mez foram
exunerados do cargo de vice-presdentes de pro-
vincias :
Drs. Fabio Alcxandrino de Carvalho Res e
Olyntho Jos Meira, da do Para, por terem deixado
es-a provincia.
Dr. Vicente Al ves e Paula Pessoa, da do Rio
Grande do Norte, por igual motivo.
Joaquim l autillo Teixeira da Motta e Tbeodoro
Carlos da Silva, da de Minas-Geraes.
Ncssas uiesmas datas foram nomeados vce-
presiili ules de provincia :
Jos da Gama Malctier e Miguel Antonio Pinto
Guimaiaes, 2o e 3", sendo designado Joao Mana de
Moraes para Io, lodos da do Para.
Dr. Vicente Al ves de Paula Pessoa e Jos Ascen-
so da Costa Ferreira, 2o e 3 da do Cear.
Fide is de Andrade Botelho e Marcal Jos dos
Santos, 4" e 6o da de Minas-Geraes; e
Jos lavares Bastos Io dado Rio de Janeiro.
Foram naturalisados eidadaos brasileiros s
subditos portuguexes Domingos Jos Ferreira e Ja-
cfhtho Mareio Calbeiios, e o dito italiano Fortuna-
to Francisco Joanni Ue la Celia.
negocios da fazen-1 Fallecen, 10, o marechal de campo Jos
guarnicao em barracas armadas I rda de mar,
havendo smente un escaler a bordo e nenhum
em tena.
c O Ceres pairou *algum temiK), fazendo sg-
naes: nao sendo, porm, corres|ondid, seguio
viagem.
. Hootem, s 2 horas da manhiia, por ordem do
Sr. ministro da marinha, sahio para o lugar indi-
cado o vapor de relio pie wansatel, levando a
seu bordo o Sr. ajudante do capitao do parto,
acoinpanhado do pratico do vapor Ypiraivja e 13
praeas da crvela Nilherohy, alim de prestar aos
nufragos e ao navio os soccorros possiveis.
Provincia de Minas.L-se no Minas-Geraes
de Ouro-Preto d 5 do correnle :
A presidencia deseja levar a effeito a nave-
Nascido para virar no co, dtixou vivos exent-
plos de abnegacao, candado e [elevantes serv jos
prestados a religio e ao estado.
lima lagrima de saudade, e aos cos dirigimos
oracocs fervenies por aquello qi:e tanto fez pela
regeneracao dos costumes, mlilt ando nos coracoes
as melbores mximas da moral.
A Ierra Ihe seja leve I
Com relacoes ao que nubli ;amos sobre o ca-
dver encontrado na freguezia de Jaboatao, diri-
gem-nos as segrales linhas:
Srs. redactores da Revista Ciara.Acabamos
de lr o comniunicado, que o seu estimave! jornal
de boje publica acerca do apparecimento de um
cadver em lenas do angonho Suassuna, desta
freguezia, e para resubelecer verdade do fado,
gaeao do Rio Verde desde a cidade de Tres-Pon- talvez por m infonnacao adultt rado nesse cora-
DIARIO DE PERNAMBUCO
Hontem s 7 horiiS da noule fundeou em nosso
porto viudo do Rio de Janeiro o vapor da rompa-
una i'ernainbiicana Persinunga, |>elo qual receba-
mos dous nmeros do loinal do Commercb, de 11
e 12 do correntc, d'oiide extrahimos as stguintes
notiii
Pelo ministerio da fazenda fui pub icado o
aajBiiile aviso sobre a substiluicao de notas de
200*000:
1* seccao.Ministerio dos ..
4. Rio de Janeiro, oni 6 de leve, eiro de 1864. Leite Pacheco.
Jos Pedro Dias de (larvalho, presidente do tribu- No dja rconio.se a nmn munrpal da
nal do ihesouro nacional,
da aulisiiluicao das nota
si gu inte:
._...,,-------...... -......... ^0 aia ii reunise a amara mun-ripai ua
a,,,au!''.,!!!!e a','sl,0"; corte, reassumindo os seus lugares os Srs. Dr. Cos-
is de 20O,00 se observe o ,a Vi.,no MoBteiro dos SaMos. Itezerra e Dias da
Cruz, vereadores suspensos por acto do ministerio
passado. que foram abolvidos.
A praca do commercio resolveu mandar or-
ganisar eslatsticas commerciaes para uso da pra-
ca, encarnando desse trabalho ao Sr. Faustino
Xavier de Moraes.
A directora do banco do Brasil nomeou, pa-
ra encarregado das snas caixas filiaes, Sr. Jos Al-
ves'da Graca Bastos.
1." Do 1' de julho do correte anno em. uiante
as notas de 2flU00U que forera substituils por
notas das caixas lili.'ies de naneo do Brasil serio
remetiidas para o tbesouro pelas respectivas tbe-
sourarias de fazenda das provincias onde ipuvir
as mesmas caixas.
O valor das mencionadas notas ser entre-
gue ao banco do Brasil em notas do governo de
lO^Oi) para cuna, salvando-so por este modo as
sommas adan tudas pelas referidas caixas oara a Por decreto de 10 foram nomeados :
sobslilnicao a que se -sota procedendo das olas de i O contador da tuesouraria de fazenda da Ba
S00J60. hia Jos Innuceucio Pereira da Costa, para inspec-
3.* Se ao lempo de comecar o rebate das so- i tor da do Minas-Geraes;
breditas notas que niio lvarem vindo ao troco era O ebefe de secc/to da de Pernamfcnco Un-
lempo houvi-r na caia.lo banco do Brasil alguma lieline Guedes de Mello, para contador da da
daquellas olas, por ter sido asna unportanca su- Babia ;
jierior ao resgate a que obligado, s. rao ai ditas O 3. escripturario do Ihesouro nacional Se-
las entregues caixa da ainortisaeao, para subs- basliao Jos Cavaleanti, para 2."
iitui-las conforme oart S* O 4. dito Jos Victorino de Almeida para
4." O banco do Brasil providenciara pota que 3.*;
as notas de 2005900 existentes em snas caixas O pratcante do thosouro .nacional Manoel
filiaos Ihe sejam rumiitidas dentro do praso mar- Fernando de MaMos Guahyba, para 4.* escriptura-
ado para a subslituicao sem descont, do modo rio do mesmo thesouro;
s ao arraial de (iapivary, e para esse lim exigi
do Sr. Dr. Joao Capistrano Ribeiro Alkmim as se-
guintes informacoes:
1.- Qual a extensao pouco mais ou menos de
navegacao.
2. A largura do rio c profundidade do canal.
3* Quaesos ubstaculos que ollerecc o ro em
seu curso.
4. Tamaito dos barcos, sua lotacao e fretes
que sao exigidos.
a. Tempe em que se pode fazer viagem en-
tre os pontos dados, assim descendo, como subin-
co com cargas.
Mai'i-ou-se. a 2" dominga do mez de abril pn*
xino para proceder-sc a novas eleicoes as paro-
chias da Mutuca, Cambuhy, Capivary e Sant'Anna
do Sapucabv, por terem sido annulUdas pela c-
mara dos deputados as que all se verilicaram em
agosto do anno |iassado.
c Provincia de S. Paulo.Recebemos folhas des-
ta provincia at 9 do correte.
O Corri Paulistano de 5 publica o segrate
oQlcio com que o Sr._ conselbeiro Pires
municado, e arredar a Inmerecida censura que
elle faz pesar sobre as autorida. es poticiaes, que
nos lesleinunba presencial do o .'corrido, escroac-
mos as presentes lindas.
t Observando Dinz Ferreira la Cruz, morador
a margem do Jaboatao, em tenas de Soassona,
no dia 20 do correnle uue algui s urubs paira-
vam no aceiro da nata, que lira por detraz de
sua casa, e nao sabendo que heuvesse algum ani-
mal reoentemente morto nessas proximidades,
mandou examinar por um seu escravo, o qual vol-
tou dizondo estar um corpo mu lo na malta em
um corrego.
lsto mesmo cnmmnnicou dito Diniz ao' ins-
pector da povoacao, que immed.alamente se diri-
gi M lugar cora alguns soldados do destacamento
e reconheceu o cadver de um hdtneui branen,
vestido de pilelo! de panno prol, caiga de sase-
mira escura, rollete branco, lior'.eguin etc.. tendo
junto a si un revolver de 6 Uros e urna quarlinlia
de barro branco.
t Eram 3 horas pouco mais o i menos.
I inmediatamente eomuiunicou o inspector ao
u liipnm as ditas notas sujeitas dedcelo
vorilicar-sn o duposlo no art. 3*Jote l\-
que tao
pos-1
do Dtus de Carvalho.
O senado naouaceionou no da 10, eein sua
Kessao de 41 leu assoo o ao Kvm. Tbomaz Pompe i
le Souza Brasil, o discuti ao depois a respost
falla do lltroao, orando os Srs. I'imenta Bueno e
-Souza Franco.
A cmara dos deputados tambera nao func-
cionou na da 10, e no da II oceupou-se com a
discussao do parecer da commissao especial sobre
aposentadoria de naaistrados.oraodo os Srs. Leitiio
da Cunha, Ar ..Urbano e F. Octaviano,
e Qcaodo a discussao addiada, apo a apresentacae
da segunle emenda:
< Aecreseanie-se a eoaelnsao: Kao podendo
omtudn ser approvados |ior oHcnderejn os arts.
tSl, i-'i I e 17.J da cor*Wuicao do imperio.tUr-
bao. >
Nessa mesma sesiilio foi aprosenlada a pro-
posta abaixo, por parte do governo, j reduzjda a
projecto :
A commissao de manaba o guerra examiniiu
passou a administrarlo ao Sr. conselbeiro Amaral Sr. subdelegado snpplente em exercimo, Jovno
Gurgel : Coelho da Silva, o qual demoiando-se apenas o
lllin. e Exm. Sr.Hontem, depois de urna hora; teiupo necessario para vir do sen engenho Palmei-
da tanle, recebi o decreto pelo qnal Sua Magestade ra, distante urna Ugua desla povoacao, ahi seapre-
o Imperador liouve |tqr bemconceder-me demissau, seiniwr%companliado dos peritos nomeados ad
e immedatamenlequi1*. pelo nllicio que transmuto {hoc para essa vestora, do inspector, do sargento
a V. Exc fui sciente que o Exm. Sr. Vicente de commandanie do destacamento, soldados e um
Souza Queiroz, muito digno presidcnle nomeado, grande numero de pessoas importantes se dirigi
escusava-se de aceitar a oincacaoVum s momen- ao lugar em que jazia o morto, e ahi encarregando
to nao demorei-me em entregar a V. Exc. cora in- aos peritos de examinar o cadver alim de coohe-
timo ronlentamento o eovemo da provincia. ] cer aorigem da morte, estes pncederain a todos
t Pondo as raaos de V. Exc. copia da falla que os exames e acharara urna lanada no lado esqner-
honlem mesmo irigi assembla provincial na do a baixo do peito e un ouraco no alto da cabe
occasiae de sua jnsiallacao.rumpro, anda que mal, ca, e mais nenhum vestigio de fjrimentos ou enll-
oque mauda a circular le ti de marco de 1848. As tusoes, nao se podendo reconhevr a identidade
inipereicoes' dessfl cscripto tosco, mal alinhado e de pessoa por estar o rosto completamente dcsli-
muio de'fnVienle, mhguem conhece mais do que gurado e decomposto.
eu. De tudo isto lavrou-se o competente termo
Devo declarar V. Exc. qile graves conside- e o subdelegado arrecadando os objectos que
racoes lizeram-me adiar o estabelecimento das bar- cncontrou e julgou necessarios | ara descobrimen-
nras creadas pelo art. 29 da ki vigente do orea- to da verdade mandou sepultar n corpo commun-
menio provincial. j cando o occorrido ao Sr. Dr che fe de policia.
O que ha pois de rendanle em tudo isto, e
para onde quera o conimumcanle que se eondu-
zisse o cadver de um homem cuja religao se g-
Existiam . 368 presos.
Entraram. . 21 >
Sahiram . lo
Existcra 374
Xacionaes. . 2o3 presos.
Estrangeiros . 32 .
Mulheies . 17 >
Estrangeira . 1 >
Escravos . 66 >
Escravas. . 0 >
374
Alimentados a cusa dos cofres pblicos, lol.
Movimento da enfermara no dia 24 de feve-
reiro. de 1864.
Teve baixa.
Francisco (escravo) de Francisco Luiz Cavalcante
de Albuquerque ; promonite.
Tiveram alta :
Joao Gomes Damascenn.
Passageiio do brgue brasileiro Imperial Ma-
rinheiro entrado do Rio Grande do Sul .Jos Joa-
quim Moieita.
I'assageiros do vapor nacional Persinunga en-
trado dosportosd sul Marcelino Goncalves Bosa,
Severno Antonio Rodrigues, Vicente Jos de Brito
Jnior.
OuiT.UAniO DO DA 23 DE FEVEULMllO, N'O CEMITE-
HIO PUBLICO.
Carolina Mara Ferreira, Pernambuco, 28 annos,
casada, S. Jos ; molestia ch/onica.
Abelard, Pernambuco, 14 inezes, S. Antonio ; gas-
tro intente.
Incgnito, encontrado na porta da matriz da Bua-
Vista ; 3 annos, Boa-Vista ; dentico.
Luiz da.Boa-Ventura, Para, 3aunos, solteiro, Re-
cite ; gastro intente.
Mara, Pernambuco, 7 mezes, S. Jos ; espasmo.
Jos Lopes de Oliveira, Portugal, 79 anuos, casado,
S. Jos ; congesto cerebral.
= 24 -
Vicente Ferreira da Rocha, Pernambuco, 40 annos,
casado, Boa-Vista ; culvle ebronica.
Emilia, Pernambuco, 18 dias, Recife; convul-
soes.
Hara, Pernambuco, 7 dias, S. Jos ; espasmo.
Alexandrina Felicia dos Santos, Pernambuco, 33
annos, casada, Santo Antonio ; tubrculos pul-
monares.
Joaquim, Pernambuco, 2 airaos Santo Antonio ; he-
patite chronica.
tesantes, sob o noroe do estado, mas na realidado
era beneficio dos calholicos; e o vosso correspon-
dente do Standard daqu a trinta annos ter de fal-
lar das igrejas protestantes de S. Paulo, de S. Jlo,
da Santsima Trindade, e de S. Jorge, como ca-
tholieas.
Corre voz que o arcebispo Hughes j eslava se-
cretamente negociando, por ineio de um amigo, a
compra deste ultimo e esplendido templo, que sera
duvida em breve se chamar a igreja catholca de
S. Jorge, o grande vencedor de dragues.
W-so na Gazeta de Franca :
o Hontem o Sr. cura de B***, peqnena freguezia
pern de S. Dionisio, regressava da casado urna
ranuba de carapenezes, que sofria muito de mise-
ria e molestias.
A's consolacoes evanglicas, offerecidas pelo bom
sacerdule a estes infebzes, ajuntar elle o pequeo
producto ile snas economas, e apoiando-sc na sua
bengala, voliava a sua residencia, lastimando que
a exiguidade de seus recursos nao Ihe permiltisse
ser mais generoso ; e quando entrava em ca-a, en-,
comrou a criada em questdes com ura recoveiropor
causa do porte de urna caixa muito fechada e la-
crac a (ue elle traza ordem de entregar.
a criada recusou aceitar a caixa, porque julga-
va o porto excessivo, e de certo superior ao valer
da caixa, fosse qual fosse o conledo della.
O cura, porm, depois de verificar que Ihe era
indubitavelmente enderecada, reuniu todo o dinhei-
ro que Ihe restava e pagou o porle.
A caixa traza o sello de S. Francisco da Cali-
fornia.
Alwrta ella, appareceu dentro urna barra de ou-
ro ajompanhada de um bilhete cm que estavam
escripia- as segrales palavras.
Ao Sr. cura de B*", fraco penhor de urna
ter ia graiido. itecordaco do dia t8 de agosto
de 1848.Carlos F...... outr'ora sargento primeiro
do I<" de ludia ; boje na colheita douro na Cali-
foro a.
\-jamos agora o que se passara cm 28 de agosto-
de 1848.
Neste da voltava de visitar a urna pobre familia
0 bom do ecilesasiico, quando viu um joven solda-
do, ouecora os olhos espantados, as feicoes altera-
das, se diriga alravs dos campos para um rio. O
veneravel sacerdote chegou-se a elle,einterrogou-o
cora toda a bondade.
A respost quo obteve do militar foi unta torren-
te dt lagrima, que Ihe rebentaram involuntaria-
men e dos olhos.
O militar continuava o seu caminho, mas o bom
padre correu apoz elle, embaracou-o de continuar,
e apezar de grande resistencia, conseguiu traze-Io
comsgo para sua residencia.
Deu-lhe all tao bom agasalho, supplicou-lbe com
tantas instancias, que o joven nao pode deixar de
perder o temor de abnr-lhe seu coracao. Cnnfes-
sou que desencaminbara dinheiros por que era
responsavel como sargento primeiro de sua com-
panbia.
Esla penosa eonfissao era interrompida por solu-
cos : o pobre mancebo a cada passo repeta cho-
rando.
Minha triste ma! minha triste raai I se tu
chegasses a saber isto I
A^ vista de tal desesperacao e de arrependmen-
to tao profundo, urna paternal admoestacao devla
ser sufllcientc.
O digno parodio nao Ih'a fez seno depois de Ihe
ter dado 130 francos, que Una era a sonima sub-
trabiia a caixa militar da companliia.
E" quasi quanto tenho de meu, Ibe disse o aa-
cio cora anglico sorriso : roas vos de hoje era
dianfo seris prudente, trabalhareis.... e um dia vi-
ra em que vos, meu ulho, me ganhareis esse di-
nheii.. que mais dos pobres do que propiamen-
te meu.
De:>crever o enleio, a gratidao e a alegra do jo-
ven soldado seria impossvel. Nao Ihe aeudirara
palavras, nem que acudissera, houvera voz para as
proferir ; teve porm forcas para estender ao ve-
nerando pastor seus bracos convulsos, e estreita-la
nelles por muito lempo.
Passada a emocao disse-lhe :
Sr. cura dentro de tres inezes acabare i o
lempo de servico. Passado este praso, eu traba
Iharei de modo que ficareis contente comigo.
Pn metto-o diaute de Dos I
Partiu, levando as maos o dinheiro e sobre a ca-
bera nclnada a bengao sacerdoal.
Curapriu a palavra.
A barra de ouro que enviou ao cura avallada
en 3 000 francos.
Aos pobres daquella tao afortunada paroebia nao
lia de faltar este anno nem lenha nem pao.
Poce-nos a seguate publcaQao:
ASPIIUCOBS.
1
Dinheiro muilo eu quizara,
Sade, amor e impostura, .
Para ao mundo atirar-me
Com destemida bravura.
Excellencias me dariam,
Seria, eu grande ua historia;
Pois sabena elevar-rae
Sera dar maos palmatoria.
Receberia as barreadas
Dos senhores figuros,
Que desmamados das teas
Ficarara as eleicoes.
E se algum, por mais ousado.
De iiiim depozesse entao,
Lb'eu dina como o vulgo
Alto la I .. sou cidadao I
II
Dinheiro muito eu quizera,
Sade, amor e impostura,
Para ao mundo atirar-me
Com destemida bravura.
Sui... Entao seria um Deus
Ma pessoa d'ura (dalgo;
Ter i a mimosadama
Mais essecaozinho galgo.
E se ella arrufada e pbrenetca.
Me cbanasse pescador,
Me lancaria aos seus ps,
Sera o mais leve pudor...
i proviiH-iin.
A V. Exc. serio apresenfailos os relatorios da
commissao incumbida do exame da thesouraria
provincial, do dslincto coronel i|ue inspeeciooou
O piaiioante da reeebedora Maximiano An-
tonio Correa, para igual emprego no Ihesouro na-
cional :
O 2." confereiite da alfandega de Albuquer-
que Domingos Facundo de Castro Menezes, para
4. escripturario da de Pernaubuco ..
- ^idjuulos da escela preparatoria aunexa
minar o tenente reformado dn exercito Eduardo soffreu alteraces, "sendo necessario
de 6 Jereira de Castro e Jos Joaquim Vieira nellas e tocar no telhado.
o corpo de municipal permanentes, da Ilustrada ora e j em putrefaecaof
commissao que examinen o hospicio dos alienados, t Hojo (lelas pesquizas e indagncOes tem-se che-
e um offtcio de benemrito e muito digno chele de gado a erer ser o morio, uin estiangero que com-
polica, n-ferindo o uue observoo oaquelle estabe-' prou em urna taberna urna quar inlia e urna Imli-
lecimento. 'ja de genebra, cujo casco se achou e qni proco-
. Tendo mandado reparar a estrada da Penha,' rava o rio. Tem-Se inesmo pn sumido pelos tra-
partedos*serviros foi contratado por c-mprciteiros; jes que esse estrangero parece ser Osear Rocl
Souto. Para toda esta obra deu-me o governo 30:0005,
Da ordem do dia do ajudame-gencral consta: quantia ittsufOeiente, attenta a immensidade do
Nomeae&es.Dos Srs. major do corpo de es- edificio, eesse dinheiro mesmo foi-me concedido
tado-maior de t.* classe Joaquim Jeronymo Bar- com intervalos.
o-i contratos nao estao pagos integralmente por nao Bleuf, conhecido |r labami, o qual aqu
estaren ainda concluidas as obran, I estove no dia da fesa de Santo Amaro.
Emprehendi a reconstruccao do palacio, e co-1 Finalmente hoje o Sr. delegado supplente em
nheio i|ue foi em mim tem'eridadc: dentolio-se exerccio Autonio Francisco Paes de Mello Brrelo
loda'a parte posterior do edificio, p reedilcou-se de combinacao com o mesmo subdelegado exhuma-
de novo, e um lanco que fofa feito ltimamente rain o cadver e liraram aroufaatim de ver se
rasgar as ja- assim chegam ao eonhecimento dD individuo morto,
I e do assassino, caso haja.
directora 4a fabrica de
Em 28 de Janeiro ul-
rao, para ajudante da
plvora da Estrella.
timo.
Capitao de dito corpo Frederieo Cavaleanti de
Albuquerque, para commandanie interino da for-
taleza da Lage.Era 30 de Janeiro ultimo,
Alferes do 3.* balaUo de infantaria Frederieo
Ordens, s as receberia
Da mulber que rae elevasae;
Cumprina sempre risca
Tudo qu'ella me ordenasse.
DI POLCO DE TL'D.
L-se no Standard o segunde :
Os catbulicos desla cidade (Nova-York), guiados
palo seu arcebispo Hughes, fazem constanles pro-
gressos e augmentara uo siaeule as suas igrejas,
mas arada as suas coDgregacocs.
Quando ura templo uu capella de algum outro
corpo religioso ando sor vendido, logoavida-
uienie conprado pelos calmbeos para o seu culto.
Conhoco vinte destas igrejas ipie ha poucos annos
pastaran ao seu poder.
Na semana passada a vellia igreja dos pres-
byterianos, ao canto das ras tlenry e Rulgers, tor-
nou-si- aa igreja catholca sob aiovocaeaode
Santa Tbereza. O veneravel arcebispo a consagren
e preguu all o primeiro serino.
Esle arcebispo e u chele de mais um inilho de
nossos concidailus ueste estado, e suas vistas po-
lticas lera nmita mportaucia----- a caneca mais
avisada do nosso continente. Se podesse elle viver
mais cincovula annus, nina s igreja existira neste
paiz, e seria esta a reja culmina rumana.
O arcebispo lluglies. um boniein que v de lon-
go ; de muito que deveria ter sido nomeado car-
deal; se o papa de Roma espera aqui a sua salva-
cao, deve mandar o chapeo cardinalicii* esta ve-
neravel cabeca que tem feito mais do que poderiam
ter faite dei mil crdanos da escola europea por r|0(..\rt Aait: i tna b4 ,iA f..i ;_ .
espalhar a rel.gio caihulica entre os nossos mi- L'e^d? ^ J"*Cb qnc lia tic festejar
llu.es de habitantes.
E' um grande honieni e poderoso sacerdote e.-te
arcebispo Hughes.
A historia o elassiOear um dia com Ricbelieu e
Wolsey, porm melhor do que elles, porque mais
humilde.
Entao este altivo mundo
as maos havia-o prender;
Seria a dama o meu guia,
A minha luz o seu ser.
Se do mundo essa a le,
Quera censurar me ha vera ?
E que a mulber faz milagros
Quera a negar se atrevera ?
III
Dinheiro muilo eu quizera,
Sade, amor e impostura,
Para ao mundo atirar-me
Com desteida bravura.
Quanto aspiro!. Mas em vao
Sempre no mesmo terreno,
Sem ao menos ter a glora
Do votante, que o feno 1
FUBLICCOES A PENDO.
Christiano Buys, para ajudante do mesmo bata-
lhao.
Exoneraces.Dos Sr. major do corpo de este- vao chegando. e mais alguns materiaes, e as gra
a proposa do governo {ara a fiaeao da forea de do-maior de i. classe Joaquim Jeronymo Barrae des de ferro feiOs na casa de correceo.
mar, durante j auno linaneeiro de 864 a 18d5, c do commando interino da fortaleza da Lage.Era Fica na secrearia o Inventario dos materiaes
aehaiiilo-a no aso de merecer a approvacao da au- 2* de Janeiro ultimo. que exislera era ser, e que ao importam muito
gusta camai a dos Srs. deputados, a f.oawrto nost-' Cupiao do dito eorpo Frederieo (^valcant de pouco
Ambos nao censan em diligencias para melhor
conhecimenlp do facto.
Eis-ahi verdade do facto.
f Nao est nos hbitos das auloridades desta lo-
Para suppnr as despezas absolutamente ncres- calidade deixarem impunes cr mes por amor de
sarias, e sem as quaes hava perigo de perder-se o seus com modos ou olvido de seus deveres, mas
que eslava teilo, e arruinar-seo edificio, lomei por tambera nao costumam proeedei precipitadamente,
empresiimo da Uiesourara provincial sob minha s com o desejo de fazer ostentaeao de seu poder ;
responsabilidad 7:0004, dos quaes paguei o:000J. e assim procedendo desprezem Di maldizentes e in-; Ihem e lancam todos os das o maior preco sobre As Exm." senhoras :
O trabalho de reielhar o palacio, de rebocar justos censores, que o publico sensato agradecido as cou-as mais delicadas dos mercados e leem os D. Caiouna Eugracia da Cunha Bailar, esposado
anto o exterior eomo o interior do edificio, feito Ihes far juslica. | melhores vinhos as adgas.
por empreitada, e uo est pago. Tambera niio
estao paya. as madeiras encommendadas, e que
Senhera dos Remedios no anuo pr-
ximo vimlouro.
Juiz por eleicao.
0 Illm. Sr, Joaquim Fraucisco do Espirito Sanio.
Juiza por eleicao.
Elle e a sua igreja viciara para aqu pobres, A Exm.* senhora D. Mara da Cunha Magalhes
quando a nossa cidade nao tinha mais do que cera ; de Oliveira. esposa do Illm. Sr. Henrique Ber-
mil habitantes. Agora que temos um minin e du-i narJo de Oliveira.
tantos mil, sao elles riquissimos. Juizes por devocao.
A igreja anglica possuia entao trina milhoes Qs'" ns-s?nllores ;
de dotares e quatro capellas magnificas. Nada tem Coronel Joao Joaquim do Reg Barros,
augmentado. Jos Pereira da Cunha.
s vigarios angelicanos, gordos e ociosos, oseo I Juizas por devocao.
JaneatIo,'83 de fevereiro de 186i. Os seus beus vo crescendo ao mesmo lempo, e D. Elvira, esposa do Illm. Sr. Dr. Jos Roberto de
Por haver provado isencao legal mandou-se montara agora cera milhoes; mas as suas igre-1 Moraes e Silva,
por em liberdade o recrula Corolano Paes dos jas, ainda que de entrada livre, estao todas vasias, Juizes protectores.
Amos. e ninguein cuida nellas. Os lllms. senhores:
A seu pedido mandou-se entregar Tbereza D'aqui a menos de trinta annos, os poderes exe- Coniniendador Manoel Figuera de Faria.
AJves da Silva, sua lilha de igual nome, educauda cutivo, legislativo e judiciario do esttido serao ca-, Teoeiite coronel Francisco de Miranda Leal Se ve.

guinie projechrWTeT:
, do cuUegio das orpliias.
tholcos romanos.
Dr. Francisco Cordeiro da Rocha mqielk).
Alhuotierque, do lugar de ajudanle da directora, y, Exc. testemunha do que lera feito, a-. Autwisou-se ao fommaolaoe docorjiodt! 0 estedo sera duvida confiscar estes beus pro- Capitiio Jos Joaquim Pereira de Oliveira.


t .
Piarle de P<-mum!>iio> Quii* reir de Fevrirelro de ll.
r*
Capillo Jos Mariana do Albuqucnpu1.
Major Honorato la Cunlia Rejo Barro.
Dr. i ilo Correia de Oliveira Andrade.
Capitao Luiz Pereira da Parla.
Capio Anlonio Cantoso de Queiroz Foneeca.
Capitao Aniooio Valentina da Silva Barroca.
Bani i do Livramento.
Dr. Julio Augusto da Cunu Guimarcs.
Man'"'I Jos do Souza.
toad enristran,
Maniol Jalo de Amorim.
Manoel Mara Rodrigues do Nasoimenlo.
Antonio da Silva Prreira Junior.
Antonia DuartoCarneiro Vianna.
Francisco Jos da Cosa Araujo.
I lo Jos Ja Costa Araujo.
Vctor C.randio.
Jos da Silva Loyo Junior.
Adolpho Koop.
(iMlh.rme llallidaj.
Finmiio Pereira da Cunta.
Jo.o Pereira da Canha.
Jacialho Elesbo.
Sehasliao Jos da Silva.
Manoel Antonio de Jess Jnior.
Dminos Antunes Villaca.
Joaqun Antonio Pereira.
Juizas protectoras.
A Exm." senhoras :
D. Candida, esposa do Ulna. Sr. major Belarmino
do Mego liarros.
Esposa do illai. Sr. Joao Pornandes Prente Vi-
anna.
D. Irioa, esposa do Illm. Sr. Dr. Amaro Joaquim
Fonrwa de Albaquerque.
Esposa do Illm. Sr. Frederico Lopes Guimaraes.
1). Carolina, esposa do Illm. Sr. Amaro de Barros
Correia.
D. hila, esposa do Illm. S. capitao Jos Marcelino
Alnts da Foneeea.
D. Maria, Alna do Illm. Sr. Manoel Custodio Pcixo-
to Soaros.
D. Candida, esposa do Illm. Sr. eommendador Al-
berto Soudr da Motta.
"D. Francolina, filha do Illm. Sr. Jos Velloso Soa-
res.
D. Braselna, (ilba do Illm. Sr. capitao Joaquim
Francisco Franco.
D. Maria. lha do Illm. Sr. Bemardmo de Sena
Das,
D. Adbule, lha do Illm. Sr. Dr. Jos dos Anjos
Vieira do Amorim.
J). Carlota, esposa do Illm. Sr. Alexandre Americo
de Caldas Drandiio.
D. ArcHina, esposa do illm. Sr. Cae tao Pereira do
Bril.i.
D. Maria, esposa do major Claudino Benicio Ma-
chado.
D. Amia, esposa do Illm. Sr. Miguel Francisco de
Souza Mego.
D. Maana, filha do Illm. Sr. eommendador Joao
Ignacio de Mcdeiros Rogo.
D. Anglica, esposa do Illm. Sr. major Jos Joa-
quim Antunes. .
A esposa do Illm. Sr. capilao Joaquim Mauricio
Uoni alvos liosa,
. Can tida, filha do Illm. Sr. eommendador Manoel
Juaq i.ii II unos e Silva.
J>. Auna, filha do Illm. Sr. Joao Jos do Amorim.
D. Malina filha do Nlm. Sr. Francisco Jos da
Cost Araujo.
A Exu esposa do Illm. Sr. Augusto Pinto de
Leu
D. Oliidina Carlota de Qu'ralao Pernambuco filha
do II m. Sr. capitao Miguel Jos de Almoida Per-
nam
D. Francolina, esposa do Illm. Sr. Joaquim Caval-
canli' do Albuquorque.
D. Mariana, esposa do Illm. Sr. Dr. Francisco do
Bogo Marros de Lcenla.
D. Anua, esposa do Illm. Sr. Jos do Bogo Pa-
cha
1>. Mari Coelho da Silva.
1. Mara Rita Rndsigues.
D. Anua Lopes Rodrigues.
D. Emilia, filha do Illm. Sr. Joao Carlos Augusto
da gilva.
Commissao da testa.
Os Illm.- Sr.':
Capitn Jos Mariano de Albuquorque.
Capilao Jeroaymo Emiliano do Miranda Castro.
Samuel llalliday.
Manoe i .liri.-o.-tlioioo de Souza.
Lidio Mariano de Albuquorque.
Dr. Ai ionio Vitruvio Pinto Bandeira Acciole de
Vasconcellos.
Antonio J.aquim Pereira de Oliveira.
Thesoureiro.
Tenente Jos Pereira da Cunha Jnior.
Remedios, 31 de Janeiro de 186i.
y. A. f. Gonmlces Guimaraes.
ftalH de Brlstol.
As eifenuidades externas produzem muitas vc-
zes resultados terriveis. e se a massa viciosa do
,1 a causa da inesma nao se pu-
riit-nr do sen veneno mediante o uso da salsa par-
rilha le Bristol lo abstersivo mais poderoso de
qnantu- se oonherem), os doenles nao s busca-
riam a vio om vio. mas sim tnnbem transmita-
rtan s las enfermedades a seus ilhos como urna
herane, maldita. As possoas de ambos os sexos
adiar > om todos 06 periodos da vida, que este
admiravel e imcomparavel remedioveget.il cura
una maneira rpida e radicalmente as chagas,
erupco --. ulceras, inflammaces glandulares, rheu-
in.Uis'mo todas as mais molestias anlogas, in-
-cluindo as alTee.;oes mercuriacs que disfiguram ou
onlraliem as eicoos.
Aehar-se-ha venda em todos os estabeleci-
mcutea pliarmaceuticos do Brasil em Pernambuco
por Bravo .i C, e Uors & Barboza.
COMMERCIO.
O Novo Banco de Pernambuco eonvi-
(].i os :redores admit idos ao passivo das
massas de Mes [oita utra e Francisco An-
tnio Potrea Cardozaa receber o primeiro
dividendo deslas massas, devendo exhibir
os lespecvoa tittdos para ser annotado o
pagamento.
NOVO BANCO
DE
PERNAMBUCO
EM 23 DE PEVERKIRO DE 186i.
O banco desconta na presento semana aoito por
OBlo ao anno at o praso de quatro mezes, e a dez
por cunto at o de sois mozos, e faz emprestimos
aobre titules commereiaes, e toma saques sobre as
pracas do Rio de Janeiro e Baha.
Alfandega
Beodimento do da 1 a 23........
Mein do dia 2i.................
Consulado Portugus,
Consulado prorluclal. ,
Rendimentodo da 1 a 23......... 94:6638
dem do dia t\.........'........ 3-2911380 ->o da quinla-feiraw do crranlo pulas 1! iw>
' ras da manliaa. ser posto em praca a quein mais
97:9111038 ,'1'1' peqoeao espolio do fallecido poriiiguez Gas-
par Antonio de Medoiros, constando dito espolio
de alguna objectos de taberna e movis de casa,
i no lugar da estrada do Porto da Madeira dis'ricio
de Bebente.
Convelo gcral.
I Pela administragao do correio desla cidade se
faz publico para lins convenientes, que em virmde
do disposto no artigo I3H do regalamento feral dos
MOVIMENTO DO PORTO.
Conlimiaro das entradas do dia 23.
Xow-Yoik 37 dias. sumaca hespanhola 'rompa,
de 147 toneladas, capitn I). Gerardo Maristanv.
carga 1,200 barricas com farinha de trigo; a corroios de 21 do dezotnbro de iMVe artigo 0 do
Bailar 4 Oliveira. neereto n. H' ae la de maio do 1851, se procede-
Yicis mlnilos no dia 2i. I ri* consumo das carias existentes na admmistra-
Sanlos-21 dias, bvigue inglez Faetk, de 1C8 tono-' feveroiro do I8lii.O administrador,
ladas. capilao F. F. Gebbs, oiuipagem 'J, einlas- n Domingos dos Passos Miranda
tro ; Moth; Bidoulae '"nl- Sr- director oeste hospital militar
Pbiladelphia-39 dias, barca americana ileaco, de manda declarar quo a arrematacao dos gneros,
299 toneladas, capitao II. Wortingen, euui|agem' annunciada no Mu do Rmfi de 18. 19 o 20 do
9, carga I,79i barricas com farinha de trigo : correnle moz. por falta de concorronios. Oca trans-
llonry Foster & C. '
Halifax-31 dias, patacho inglez /ra/ui,de 156 tone-
ladas, capitao Rechard Mayes, equipagem 8, car-
ra 2.221 barricas com bacalho ; Saunders
Brothers & C.
Terra-N'ova 30 dias brigue inglez Mafgareth Re-
dely, de 178 toneladas, capitao James Brovon,
equipagem 10, carga 2,100 barricas com baca-
lho ; Saunders Brothers it C.
Rio de Janeiro28 dias, barca franceza A'ofr< Da-
ma de Pourtierres do 228 toneladas capitao Gari,
equipagem 12 em lastro; a Tisset-freres.
ferida para o dia 25. as 10 horas da manha.
Hospital militar do Pernambuco 22 de fevereiro
de 1864.Jos Marcelino Alvos da Konseca.
Escrivao.
No dia 27 do correte mez, a urna hora da
tarde, depois da audiencia do Sr. Dr. juiz munici-
pal da 2- vara, escrivao Santos, so qo de arrema-
tar por venda cinco sextas parios de urna casa ter-
rea com sotao, muro na frente e porto de ferro,
e com um pequeo sitio na estrada do Giquia da
freguezia dos Afogados, avahada cada sexta parlo
por 5005; e cinco sextas partes de urna parte as
l.iverpool-(i dias, escuna ingleza Qwen of the \terras ^ Paf Giquia e Cassotes na mesma fro-
Jkirf.ilr 139 loiieladas, capiUoGelibs, equipagem
8, carga fazondas ; a James Ryder & G.
Rio de Janeiro- 18 dias. vapor nacional ftwftami-
oa, de 432 toneladas, commandanle Francisco
Jos da Suva Rales, equipagem 22, carga varios
gneros|
NMn sahidos no mesmo da.
Livor|iool pelal'arahyba Briguo inglez Alexandre,
c ipuo James Goldeuvorthey ; em lastro.
Ubserra^ao.
Sjspendeu do lamarao para a Parahyba, a galera
ingleza Broliurs, captao P. Robeiu, coin o mcsino
laslio que trou\o da Baha.
IlECLABACOES.
Maata Casa da Misericordia do
Recite.
A lllm.'junla administrativa da Sania Casa da
Misericordia do Mecifo manda bisar publico, qui-
no dia 2o do crrente pelas i horas da tardo
na -ala de mas sessoes tein do ir praca as ren-
das das casas abaixe declaradas, perteneenles ao
patrimonio de orphos por tompo de um tres
anuos, a coutar do de jullio prximo futuro em
(liante.
(i. preteodentas dovemcomparecer acompanha-
dos de seu fiadores ou munidos de cartas destes.
Praqa de Podro II.
N. 1 particular c 33 publico, segundo
andar ............
X. 1 dito o 33 dito, sala......
Roa do Imperador.
X. 2 dito e 8J dilo, dous andaros- ..
Largo do Paraizo
N. i dito e 29 dito, dous andares
Ra das l.arangeiras.
N. G dito e 1" dito, casa torrea .
Rna Velha.
N. 8 dito e 32 dto, casa terrea .
Ra v S. Goncalo.
X. 10 dito e 22 dito, casa terrea ..
Ra do Pires.
N. 13 dito e39 dito, casa torrea
Boceo das Boias.
X. 08 dito e 10 dito, dous andares. ..
lina da Lapa.
X. 40 dito e 11 dito, casa terrea.. .-
Rus da Moeda.
X. 44 dito e 21 dito, casa torrea.. ..
Ra da Cacimba.
X. (ti dito e 12 dito, casa terrea.. ..
Ra ilo Vigario.
X. 72 ditoe 27 dito, dous andares ..
lina da Sanaaia Velha.
X. 78 dito e 136 dilo. dous andares..
N.H ) dito e 132 dito, dous andares.
X. { dito e 18 diio, casa terrea.. ..
X. ti dito o 16 di'o, casa terrea.. ..
Ra da Guia.
X.84 dito e 29 dito, casa terrea.. ..
Ra do Pilar.
X. I dito e 105 dito, casa terrea.. ..
X. i 2ditoe 104 dito, asa terrea.. ..
N i dito e 99 dilo, casa terrea.- .,
X.i'7 ditoe 10 dito, casa terrea.. ..
N. 99 dito o lOfi dito, casa terrea.. ..
X. 100 dilo e 104 dito, casa terrea. ..
X. 102 ditoe 100dito.casa terrea. ..
X. 103 dito e 98 dito, casa terrea ..
->. 104 dito c 9(5 dito, casa terrea.. ..
X. 105 dito e 94 dito, casa terrea.. ..
Rosarinho.
X. 3 particular, casa o sitio......
Mirueira.
X. 4 dito, sitio.. ......
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re
cife 22 de fevereiro O escrivao,
f. A. Cavalcanti Cousseiro.
4835000
220JO00
1:202:000
9i)25000
2055000
2043000
1835009
1045000
4i:i5HOO
1605000
2i>l5e00
1235000
6035000
guozia, contendo o ahligo trapiche, oan, viw
ros, um cruzeiro de podra o urna cacimba, tud >
om ruinas, avahada cada sexta parte por 1785405,
peuhoradas Antonio da Cunha Machado como ad-
ministrador de sua mulher, e Jos Florencio de
Oliveira e Silvacomo administrador de seus quatro
llhos menores lote Florencio de Oliveira Silva Ju
nior, J.'iiuiiia Agnela de Oliveira e Silva, Mara
Isabel do Oliveira e Silva, Vtilpiann, e aos tres
primoiros maiores de 12 e 14 annos. por execucao
de .Manoel Joaquim Baptista. conformo o eaeripto
que so acta em rno do porleiro do juizo. Se nao
honrar audiencia no dia indicado, a praca ter lu-
gar no da primeira audiencia do memo juiz.
Manoel Joaquim Raptisia.
Xo dia 26 do crreme, inda a audiencia do
Illm. Sr. Dr. juiz de orphos doste termo, sero
arromatados diversos objertos pertencente ao espo
lio da finada Flornda Isabel Kinoth, que constara
de diversas obras de ouro e urna asenta de raeia
idade, conforme o escriplo em mao do porteiro.
loneio.
Pola adminislracae do correio dosta cidade se faz
publico que em viftude da convenc postal (''le-
brada pelos governos brasileiro e Granees, serla
expedidas malas para a Europa no d.a de marco
prximo, pelo vapor franco;. Banm As cartas se-
ria receidas al 2 horas antes da qwfor marea-
da para a sabida do vapor, e os jomaos ale 4 ho-
ras antes.
Correio do Pernambuco 20 de fevereiro de MM.
O administrador.
Domingos dos Passos Miranda.
Para o l*rto
pretende seguir com muita brevidad) a barca poi'-
jugueza Feliz, tem parte de son c.arregamcnto a
bordo : para o resto que Ihe falla e passageiros,
paraos quaes tem enslenles eominvlos, trata-se
com os seus consignatarios Antonio Luiz de Oli-
veira Asevedo 4 C, no seu escriptom ra da Cruz
numero 1.
Para Ifaraubo e lar
pretendo seguir cora muita brcvldado o hriguc na-
cional Amelia, tora parte de sen carregamento
prompto: para o resto que Ihe falla, irata-se cora
oj seas consignatarios Antonio Luiz da Oliveira
Azovedo & C, no seu escriptorio rna da Cruz n. 1.
-'ora o liio de Janeiro
pretende segnir com muila brevidadt o palhalioto
nacional Piedade, Un parto do sen ''arrodamente
a bordo : para o reslo que Ihe falta e escravosa
frete, para os quaes lera exeellentes c< maaodos, tra-
ta-se com os seus ceiisiimalarios Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo ii C, no seu escri,)toro ra da
Cruz n. 1.
Para o Porto
A bera conhoeida e veleira barc porlugueza
RettawrtiqBo pretende sahir om brevidade por t-r
a bordo a maior parte de seu carregamento. e pa-
ra o restante e passageiros, para os quas tem
magnficos commodos. trata-se com os seus con-
signatarios M. J. Ramos e Silva & Gfl ros. ra de
Vicario n. 10.
i'flKM.ec i un \
DA
LEILOES.
LEILiO
DK
MOVIS
O agente Simos fara leilao reqummento do
invonlarianto do tinado Joao da Cruz .Mendonea. e
mandado do Illm. Sr. Dr.juiz do orphos de 18'ca-
deiras do Jacaranda, l sof, o 2 bancas da mesma
mad.-ira. I cama do armagao, 1 coran oda. mesas.
1 cadeira do ra. ialnis do madeira, I raga, vidros
etc., imagons de diversas invocacoes, i ladeiras no-
va- s ramas s varios objectos quo serii enfadonho
enumerar.
II04E.
na casa terrea u. 82 da ra Velha, s 10 l|2 horas
da manhaa.
SaSSSaA""
MOCISSAO.
O escrivao o'i rmandado do Senhor Bom Jess
dos Affliclos, erecia na Igreja de S. Jos de Riba-
mar, de ordera da mesa feaedora, convida a todos
os seus innaos para queco dia 28 do correte com*
parepam as 2 1|2 horas da larde no consistorio da
mesma. aflm de acompanbareai aproriwao do seu
padroeiro. como arlo quaresmai; assim como pe-
de a lodos os babilantes das ras abaixo declara-
das, para ne lmpem as frentes de S08S casas,,
pojs sendo qtn se acbetn em mao estado, donar
de transitar por ellas, cujas ras sao asseguinles:
as sabir da igreja seguir em fronte, rallando a j
ra do Nogaeira do lado esquerdo, Assumpcio,
Calcadas. Pescadores, Santa Rita, Sania Cecilia em |
dirt'cgo ao paleo da Miheira, ra do Mangel, Quei-
mado, estreita do Rosario, Larangeiras, Cabog, i
Trinchoiras, pateo do Carino, a entrar na ra de
[tortas, pateo de S. Pedro, ra de Aguas-Verdes, I
travesea dos Hartynos, ra do mesmo nome, Au-1
gusta. Imperial, Cinco Ponas, pateo do Terco, ra i
Direita, Livramento. Penha, segunda parte da As-!
snmtajao, abobada da Peato, S. Jos, recolher.
Jos! Joaquim Hilario da Silva.
_______________________Escrivao.________
Crenlo.
Precisa-se de um criado Porluguez, para casa de
um moco solleiro ; trata-se na ra do Tambi n.
30_______________________________________
h ideado.
Os administradores da massa fallida do Bastos
& Lemos conyidam aos senhores eradores avirera
com os seus titules, receber o primeiro dividendo
de 10 por cento ; no largo do Corpo Santo n. 6,
2" andar.
Recito, 22 do fevereiro de 1864._____________ j
Precisa-so de urna ama, preferc-so urna ne-
gra escrava, para todo o servido de urna casa do
pouca familia: na ruada Imperairiz, loja n. 78.
Ernest Regis, subdito francez, rolira-se desta (
provincia.
Em quanlo o Sr. Jos Joa.uiim Barbosa nao viei
ou manda- da villa do O' (para onde ntudJmi-ae oc-
cutament-) pagar,os algoels de prrio de dous
annos da ;asa emque m9rou, i;a rna dos Praz
da Boa-Vista, ver o seu nome este joroal ara
melhor ser canhecido ros.
O Sr. Melquades Yerreira do Soraij, que lem
ou leve taboleta do ourives na ra de S. Jos, qnei-
ra dirigir-se livrana da praca da Indcpencfa ds.
i < X. sobre o alugiiel da loja da Senzato iwva,
oja chave mandou entregar sem a importan* do
aluguel.
Wocicdadc de segaros mu tito*
de vltla lusfallaria pelo Baneo>
I 3i> na cidade do Porto.
Os agentes nesta cidade e provincia Antonio
Luiz de Oliveira Azevede & C escriptorio na ru
da Cruz dn Meeife n. 1, eslao autorisados desde j
a tomar assignaturas e prestar ton"os os psclareci-
mentos que forem neeessarios, as jiessoas que de-
sejarem concorrer para ao til e Iwnefica empre-
zas, egurardo um futuro lisongeiro aos associades
Aluga-se oarmazem n. 4 da ra do Apollo, o
oterceiroand.ar da casa n. 88 da ra da lm|>era-
triz ; na n da Aurora n. 36.
I>F.
'.nioveuj,
utos
AVISOS MARTIMOS.
COM PAN 111A l'ERN AMBUC ANA
DE
.aregaeo costeira vapor.
Parahjba, \atal, Mao, Aracatj, c Oar.
O vapor Mumanipiape, comman-
dante Moura, segnir no dia ii
do eoironlo as o horas da larde
para os porlos cima indicados.
I Recebe carga at o dia 2o. En-
commondas, passageiros c dinhoiro a Irctc at o
dia da sabida as 3 horas da larde : escriptorio no
Forte do Mallos n. I.________________________
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR
Dos portes do norte esperado
*-^J_t^\ ai! o da 3 de maren o vapor
6oi5000 "J^a^-T^^. !'r''"''':" '''' J""""'7/e, comman-
410500:1 -5^=^3fefi ''ante o primeiro lenle Araujo.
l')25000 i ^&SbS3P qua' depois da di mora do eos-
2015000 I Inme, seguir para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
1255000 carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
I ser embarcada no dia de sua chegada, enoommen-
1635000 das e dinheiro a frete at o dia da sabida as 2 ho-
11(35000 j ras: agencia, ra da Cruz n. 1, escriptorio de An-
2.V45000 ton' *u'z ('e Oliveira Azevodo & C____________
S5000' COMPANHIA-BRASILEIRA
1639000
Escravos, cabriolis,
orystaa a outr s m
ohjp.ctns.
llO.Ii:
Qun(a-fcra 2o Jo correiitc s 11 t|2
llol'S.
O agente Olmipio f.ira ioilao em seu
ra do Imperador n. l, do seguinle ;
do Jacaranda, um guarda roupa do dit
zas largas o estrellas, 1 sanettiario. 1
ra eseriplt*rio, 1 candelabro e 2 serte
p de vidro, 1 espolho gran.lo, 1 ma
costura e oraros muitos ohjecios.
No mesmo dia e hora cima so vond
aderezo de ouro cora podras linas.
Precisa-so alugar um eseravo para cozinhar,
comprar o fazor qualquer ontro servido <|ue for
chamado, e urna escrava que saina lavar, engom-
inar e coser : a tratar no escriptorio da casa n.
19 da ra do Trapiche, ou no sitio Clucmi. no
Ptjyo.___________________________^______
Aluga-seo primeiro anlarna ra estrella do
Rosario n. 22 : a fallar na rna da Penha n. "i.
Precisa-sede um menino de 14 18 annos,
que tonha pratica do pal.uia o d fiador a sua
conducta : na ra das Croes n. 32
DENTISTA DE PARS
i9Rna Nota -Vi
Frederico Gautier, cirurgiao dentista,
faz todas as operacies de sua arte, e col-
loca deHesartilieiaes, todo com superio-
ridade <; perfeicao, que as pessoas enten-
didas Ihe reconhocem.
Tem agua e pos denuncio.
m-mmmm-
Na ra do Crespo n. 15, se alaga urna boa
casa e sitio no Monteiro, com frente para o oitao
da igreja, assim romo e segundo audar do sobrado
n. 79 da ra do Imperador.
0 kicliai'cl llaximiaiio Lepes Ha-
chado advoca no seu es< i iptori da roa
do Imperador n. 71, primeiro andar,
onde |iinl -it i-ronn-iiilo das 9 s 3 bu-
ras da larde para o que for(ouetnien-
le ao eurcicio de sua prulissa.
felM
armazein a
1 mol.iha
>, marque-
cartoira pa-
nillas com
china para
I ;ra um rico
LEILAO
DR
Salvadas d patache inglez Ijndine.
Scxla-fcira 21 da crrente.
Por ordem de James Heffeman capil: o do pata-
cho inglez L'ndme, naufragado em Poi ta de Po-
li i- e por coma o risco de quoni pertencer cora
liceaea do Illm. Sr. inspector da a fandega, o
agente Poslana fara leilao de todos os Jvados do
mesmo patacho eon-i-!indo em pannos, vergas,
cadornacs,cabos, coriyntes. 'enjarcias, virad nos.
sineta, phares. resto- Jo manmenlos e mais oh-
jectos perteneenles aos mesmos salvad is. os qnaes
serno vendidos sexta-Cetra 36 do correle pelas lo
horas da manhaa na alfandega amen un n. II.
IEILAO
DE
^! PAQUETES A VAPOR.
1H25000
173500
173|000
3225090
H3JO09
I^os portos do sul esperado
ate o lia 30 do crrente o vapor
Cmimirn i Sur, couiraandauto o
capikie do mar o guerra Gervasio
Mancebo, o qual depois da demo-
ra do costme seguir para os porSw do norte.
Desde j recebem-se passageiros e encajase :i
carga que o lanefl poder conduzir, a <|ual devera
ser embarcada no dia de sua che gada : encom-
mi'iidas o dinheiro a frote at o dia da sahida s 3
c horas, agencia ra da Cruz ib I, escriptorio de
uelarao das multas impuslas pela delegara .lo 1 Amonio Lujz de 0|jvtjra mvvto & C.
ilistriclodu termo Jesta cidade, e recvlhidas ao
riifrc da municipalidade.
623:7125- 12
20:272*093
Janeiro 2-'iJoaqun Paes Pereira da Silva, io
fi ai cocs dos arts. 7 o 9 do regulamenlo de 4 de |
agfte do I88S, o 2' liarte do art. 9 das posturas
addicionaes do dito auno.............. 90000
demTeizera i Pinto, ditas infrac-
ce-................................. 505000
Os donos dos eslabelecimentos nao exceptuados j
i no artigo nico da lei provincial n. 323 de 28 de
mal) de 18'3 o silos as ras e casas abaixo men-
cioradas.
Praga da Ba-Vista n. 18.
Ra da Imperatriz ns. 8 e 72.
Ii em Nova ns. 14, 21, 2o, 26, 35 e 47.
dem Larga do Rosaric ns. 24 e 28.
dem do Queimado ns. S, 8, 12, 19, 31, 33, 38,
42, 49, 52 e 73.
Largo do Livramento n. 4.
Fu do Crespo ns. 7 e 25.
Caes de 22 de .Novenihro n. 5.
II ua Direita n. 53 e 76
I lem da Cadeia ns. 17, 56 c 56 A.
dem da Cruz ns. 33. 39, 58 e 68.
Mein do Trapiche ns. 10 o Uk
dem do Vigario ns. 17 e 23.
Mein da Madre de Dous n. 28 e 30.
644:0155205
Movlmento da alfaudega
Votamos entrados com fazendas...
com gneros...
323
Volumes sabidos com
com
fazendas..
gneros...
46
58
323
104
COMPANHIA pERNAMBUCANA
DE
Navega?o c*steira a vapor.
Macei e Sergipe
Xo lia 5 de mareo prximo
BOguiri o vapor Walii/lm, rom-
mandante Hartins, para os por-
tos cima indicados, s 5 horas
da tarde. lWobe rarga al o dia
4. Em;oramehdas, passageiros e dinheiro a frote
at o di da sabida s 3 horas da larde : escrip-
torio no Forte do Mallos n. 1.
OUIA\IIlA
DAS
MESSAGERIES
IMPERIALES
o dia Io de
1*
mareo espera--
dos portos o vapor francez
/ieoni, eomman-
dante Aubry de
a Xo, o qual
depois da demo-
ra do costume
A int.'gra do artigo da lei cima citada e a se- SiRr;i |)ara Bordeaux tocando em S. Vicente e
gu'i'te : Lisboa.
Artigo nico. Todfs as casas de negocios o es- Em s Y\tmto ha um vapor era eorresponden-
tabelerimenlos de commercio ou industria, se con- lcacom Gore.
servarao fechadas nos domingos e dias santos mo Para fretei 0 passagens trata-se na agencia ra
dis|iensados, tirando exceptuados desta disposicao : ,j0 Trapiche n. 9.
as liolieas, lahernas, aeougues, padarias, hoteis,'
Descarregarn no dia 25 de fevereiro.
Patacho nacional Dous Amigos carne secca.
Sumaca hespanholaPaulovinhos.
flrigue wuutlArgonauta carne secca.
nacionalFluminense iiloiii.
-Hermionecarvao.
i inglezaMargarel bacalho.
J ip-.i lortugueza Claudina mercadorias.
Pata-ho inglezValia bacalho.
io poriuguezComlanli- //mercadorias.
Iniportafo.
Barca nacional Iris, vinda do Rio de Janeiro,

i'i alqueires de farinha.
estrangeiros j despachados para con-
t caixas eanella ; a ordem.
Brigue nacional Almirante, viudo do Rio de Ja-
Tioir les le Oliveira Junior, ma-
segtllotc :
i ros estrangeiros.
'i canas papel alinae, dito de linho, 20
S fardos brinzo, 2 barricas tintas,
400 i ordem.
idlica, 188 rolos
c 4o neos caf,
i caix leijo ; a o
HiMM-bedorla de rendas Internas
cerne de Pcrnaubtico.
nlo do dia la 23........ 29:84350'-!
da t ................ I-S85A31H)
bottipiins, rasas de pasto, typographias e cocheiras.
c A infraccio iesla dispo-icao ser punida com
a multa de 105000, e no duplo no caso de reinci-
dencia, paga pelo dono do estabelceimenle.
Importancia das multas desta relaeao. 5605000
li'iial da que foi publicada no numero
anterior........................... 4095000
Duas reincidencias................ 205000
Vara Lisboa. *
Sahlr com toda a breviidado o inuilo velero
briaue portugus Omtante II, por ter quasi
prompto todo o seu carrogjamonto, tem excollcnles
commodos para passageirejs, e para estes e o res-
tante da car/a trata-se tora Manoel Ignacio de
Oliveira & Fdho no largo do Corpo Santo n. 19.
Total......... 9895000
ara o forlo.
A barca portugueza Claudina, pretende sabir
Consclho administrativo.
O consclho administrativo para fornociinonto
_ cora brevidade por ter a inaior parte de seu car-
regamento prompto, para o resto e passageiros
do '
tr.ua- com os consignatarios Cunha Innaos k
ars al do guerra tem de contratar os gneros ali-1 ^" d;l Madrc ,lc Des n- 3
menticios para a companhia dos aprendiaes mean- i Para o Rio Grande do Sul segu com muita
res do arsenal de guerra nos mezes de marco e brevidade o patacho brasileiro Dosis abr prximos vindouros. tem a bordo parto do carregamento c recebo o
Pao de 4 oncas, bolachas, caf, cha da India, a* I reste a (Tele comando: Irator no oscrintorio de
car refinado do 2' qualidado, maiileiga franceza, Amorim limaos rna da Cruz n. 3.
sueal
carne verde, dita secca, arroz do Maranho, fari-
51:398fi3t)l
|
'nhado mandioca, toiicinho do Lisboa, vinagre de
Lisboa, azeite dem, bacalho, feijao preto ou mu-
latiiiho.
Para o arsenal de guerra.
Zinco era foluas de 9 palmos de comprimento c (;or|l(| Santo n. 6.
4 1|2 do largura, cujas folhas devero completar
o numero de 1,600 palmos quadrados.
(. iiem qurzer contratar taes gneros aprosentPin
as uas propostas em caria techada na secretaria
do consolho, s 10 horas da manhaa do dia 29 de
coi rento.
Sala das sessoes do consclho administrativo para
for.iecinionlo do arsenal de guerra 24 do fevereiro
de 1864.
Antonio PaaYooV&i Brrelo,
Coronel presidente.
Sebastiao Antonio do liego Ranos,
Vogal secretario.
liio (raililc. o Mil
O patacho nacional leopoldina segtK cora bre-
vidade, recebe akuiina carga a froto, tratase cora
os consignatarios Marques, liarros A C. largo do
DE
Fazendas avarladan.
Sexla-feira i do corren te.
Santhal Motior 4 C. faro leilao por utorvoneao
do agento Pinto, e por coala e risco de (juera per-
tencer, de urna porco de fazendas araadas a
bordo dos navios Slom'mnt e Bellf uf .he. Mers]
constando de madapdao eoqueiro, algMlozinhos.
cimas o saceos vasto, existentes era si uarinaiem
da ra do Trapicho n. 38, onde se eTt-ctuar o
leilao. Principiara as 10 horas.
O baeharel Thonn'- Pernandes Madeira de
Castro mudoii o seu escriptorio de advogaciada
na do Imperador n. 71 para mesma ra n. 77.
primeiro andar, o contina a advogar no adminis-
trativo, conimoreio. etvel, erime e ccolciasiieo.
Alngam-se as casas na ra do Corredor do
Rispo ns. 18 e 22 por 205 cada urna : a tratar na
ra larga do Rosario, na taberna defronie da botl-
ca do Sr. Rartholomoii._______________________
Aluga-se um solio na roa da Cruz n. 37 :
quem protn ler. dirija-se ao mesmo sobrado no se-
glllldo andar. ___________
Casa de ifMflil de escravos na i ua
do Imperador n. 4o, terecuo andar
Nesta casa recebem-so escravos por commi para serem vendidos por conta de seus senhores,
nao se poupando exfoivos para sm 's mesmos se-
jam vendidos com pr.....plidao alim do seos senho-
res nao sollrerom empato coin a venda dalles. A
ca.-a tem todas as eouMoedidedee precisa, e sega-
ranea, assim como alianea-se o bom tratamento.
II i wmjpra para vender escravos de ambos os se-
xos, velhos e novos.
ai i
. mm mmmmmm
*?: baeharel Americo Netto de Mendonea *J
j resido c tem aborto o seu escriptorio S?
& ra do Livramento n. 18, 1* andar.
mmmmm wm mmmm
Precisase de nm bom cotinheiro e de dnos
i ciados activos : a tratar no sobrado n. 32 da ra
da Aurora.
PillISfii
jMS i ad.'o.L'ado I>r.Manoel do Naseimenlo
z Machado Portel la, contina a ter o son
tgS escriptorio no primeiro andar da casa n.
MS 83 da ra do Imperador.
Manoel Fernandesj da Costa & ('.,
scii'iililicar.i ao publico que militaran) o de-
posito de snlifm da na da S-n/ula Vtjllia n.
I3C para ;i rna do Amorim n. 41, orvl'
continuam a vender > lito genero < j)or-
;o i; a ii'tallii c juntamente todos os mais
gneros >li estiva._______________________
Aluga-se a casa terrea as Cinco Pontas
confronte a lstaco, com 2 salas. 3 quartoe, coz-
nha fra.quintai. cacimba, estribara para tre9 ca-
vallos ou bois : a tratar na ra da Queimado nu-
mero 71.
SMS
[tova I-.una.
Bsla navio que tem superiores commodos pare
passageiros, segu para Lisli ia e Porto no m do
correiiie inez de fov.-reiro : trata-seeo n Marques,
Rarros ('..ou cera o capitao Hanoel Kiaucisco
dos Santos.
I'ara o m ile.laneim.
Saldr coin brevidade o brigue nacional Miner-
va, recebo carga e escravos a frele : trata-se com
Manoel IgAeio do Oliveira t Filho, lario do Corpo
Sanio n. 19.
avisos diverso:;.____
0 c'iirgiao Leal mudou
a sua residencia da :rua do
Queimado pac a ma das
Cruzes sobrado n. 3:>, pri-
meiro andar, por cima do
armazem Progressista, aon-
de o acharao como sempre
prompto a qualquer hora pa-
ra o exercicio de sua pt>
fissilo, chamado por e'scripta.
(orre depois Tanianlsa.
Sabbado 27 do corrente me;., se ex-
traliir a scxla parte da segunda lotera da
Misei'ii'orilia no consistone da igreja de
Nossa Scnnora do Rosario da freguezia de
Santo Antonio.
Os liilln'tes e meios acham-se venda na
respectiva thesouraria ra do Crispo n. io
e as casas comraissionadas ra almpera-
triz n. 44, loja do Sr. Pimentel; rna Direita
n. 3, botica do Sr. Chagas; ra estreita do
Rosario n. 12, typographk do Sr. Mira e ra
da Cadeia n. 43, loja do Sr. Porto.
Os premios de 5:0003000 ato lOOOO
serao pagos urna hora depois da extraerlo
ateas 4 horas da tarde, e rJs outros no dia
seguinle depois da distribuicao d; s listas.
O thesoureiro,
_______Antonio Jos Rodrigues de Souza,
AOS 5:000,000"
C4S4 114 FOIITIJNA
Bllhetes garantidos
A' ra de Crespo n. ti t casas de costume
O abaixo asstgnade toado vendida em seos nrai
feli/.os billietes garantidos o do n. 263f wn a sor-
lo de 1:2003, e outras muitas de 1004. W e 90}
da lotera que se- acaboii de extrahii a lh>nelcio
da igreja de N. S. do Liviamenlo, convida aos
possaideres de ditos bilheies a viren leclur seos
respectivos prsalos sem descont al;uin em son
osiaboleciinento liksa da Fortuna ru;. do Crespo
n. 21.
O mesmo tem exposto venda em sen dito esta-
betocimento e as outras casas do cos'ume os no-
vo- e foli/.os hilhetes garantidas da soda parte da
segunda lotera beneflcie da Santa i", isa da Mi-
sericordia que se exlrahir no dia 27 do corrento.
Presos.
Bilhetes intoiros ..... 65000
Meios bilheies...... 35000
Para as pessoas )ue compra -em
do 1003 jiara cima.
Bilhetes ......... 55S0O
Meios......... 25730
Manoel Marti** ''inzu.
Quem precisar de urna ama |.ira o servieo
de casa, dirija-so ra da Seiuala .N va % 30.
O abaixo assignado apressa-se a rogar s autori-
dades policiaes c mais possoas, e bom assim aos
empregados das barcas de vigas e das estac5es da
eslrada do forro, do pegaren o met eseravo, abai-
xo declarado, meu sitio da estrada do Arraial, no da 22 de fe-
vereiro do I86V .-vdolplio. preto, crioulo, idade M
annos. altura regular, beicos grossos. padece do
frialdado, raarcineiro, pintor, e caiador, tora pai
forro por nomo Francisco, morador na Estrada
Nova, totn ama irtnia por nomo Porcia, minha es-
crava ; lovou vestido calcha do brira liso bramo,
camisa usada do azulao, chapeo preto de feltro;
do sappAr que tenha mudado de roupas, o |ueal-
gumas vetes ande calcado: protesto proceder con-
tra quera o livor azilado : quera o pegar poder
lev.i-lo minha otaria n. i:i, na ra do Mondego
da freguezia da Boa-Vista, quo pagarei o trabalho
e despeza.Marcelino Jos Lopes._____________
Negocia-so um le reno na Gameleira, no lu-
gar denominado Riacho de Manoel Ferreira, com
300 palmos de fronte e 400 de fundo : a tratar na
rna da l'raia n. 6.__________________
Precisa-se do um official de carpintlro : na
ra do Imperador n. 1\______________________
A viuva de Jos Antonio do Souza Queiroz
convil;! aos senhores rrodores de seu casal, que
tem nypetneca ora aans de mesmo casal, com-
paracerem no escriMar de seu advogado, o Dr
Angelo Henriquos da Silva, na ra do Queimado
n. 2V. muni'los do seus ttulos, para ah roceberem
o que so Mies deve o passarem os competentes re-
sjbas, visto ipio se arrematarao em praca para pa-
gamento dos mesmos credores as casas do casal
da anntini-ianie. e o producto dessa arrematacao
deve ser reeolhida nestes dous das em poder do
mesmo advogado, como determinou o juiz de in-
ventario.__________________________________
Precisa-so do urna mulher que quoira cozinhar
ptra pequea familia, com tanto que sja lirapae
cozinhe bom : a tratar na ra Nova de Santa Rita
n. 17. ou 57), serrara.________________________
TMEATRO DK APOLLO.
Socicdadc Helporaeiie Penmiubucnna.
De arden do Sr. director participo aos senhores
socios que o espectculo do corrente mez lera lu-
gar no dia sabbado, 27 do corrente. Igualmente
participo aos mesmos senhores qnefleverao procu-
rar os seus bilhetes era casa do Sr. thesoureiro, na
ra do Cabnga n. 8. o qual fara a distribu^ dos
mesmos do da 2o ao dia 27, at as 11 horas da
manhaa.
Recife 21 de fevereiro de ISfii.
M. Vianna,
1 .-ecreiario.
Maque sobre Poring
O abaixo assignado, agente do banco
mercan il l'ortuense nesta cidad', saca {-
fectivainente por todos os paiiuetes sejpre
o mesmo banco para oPortoe Lisboa, |r
iraalquor soinma, vista e a praso, po-
dendo logo os saques a prazo serem des-
contados no mesmo banco, na razio de 4
por conioao anno aos portadores que as-
sim Ihe convier : as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
m
s
po n. I
mm
(Mo, gelo, gelo.
Com a ebogada da nova machina nao se expe-
rimenta mais falla de gelo fabricado cosa agua do
Praia, todos os dias a qualquer hora, para por-
cws grandes ou encommendas para tora da pro-
vincia deyer.i haver aviso com antecedanHa : ra
da Aurora junto a fundieao onde lera a bandeira
- Aluga-se o segundo andar e grande sotao do
predio da rna do Apollo n. 34, tendo ao aadar 3
salas, ."i quartos o grandecozinha, o no sotao salas,
rruartos o cozinha : a tratar na ra da Cadeia do
Recife n. 64, loja.
< iirsi ile preparatorios
Praneei,
bflat,
Gewnetria.
< -"iirajiliia,
RJketerira
ra do Queimado n. 30, primeiro andar,
das 10s 2 dataren.
Proftisfor de piano
Jos Coellio da Silva e Araujo, bera eonhecd*
nesta cidade, contina leccionar pia*w e msi-
ca vocal por cora modo preco : quera de seos ser-
vicos precis.r, dirija-se ra do Livramento n. 21,
segundo andar.
No escriptorio de Antonio Luiz de Oliveira
Azevodo 4 C, na rna da Cruz n. 1, precisa-.-e fal-
lar com o Si. Luiz Soares Botelho, tUhp de Jos
Soares Botel io e de Fortunata (".andida de Sonsa,
e neto de Francisco Manoel le Sonsa, natural da
ilhade S. Miguel, o qual consta tor wido para es-
ta ciliado em 1856, para Ihe dar noticias de sua
uiai e irmaot i|ue se acham no Rio de Janeiro.
AdvocaC'ia.
Os advogados Manoel Jos Pereira de
Mello e Antonio Rangel de Torres Ban-
deira tem o seu escriptorio na rita es-
treita do Rosario n. 10, primeiro andar,
e aln podem ser procurados das tO horas \j
da manhaa al as 3 da tarde.
aros mmm ec^^t:
Fallcncia de Luiz Ignacio aiel.
Prente Vianna 4 C administradores da massa
fallida de Luiz Ignacio Muciol, urevinem a todos
os credores da massa. que por determinaci do
jnizo especial do coinraercio,!!-! transferida para
o da 27 do corrento as 12 horas, a reuniao que
eslava iksignada para o da de bjo.____________
No dia 19 de Janeiro desa|i|iarecen da fregue-
zia de Pao dos Ferros do Apudi, um mulato de no-
mo Manoel, de mediana estatura, magro, cabellos
caxiados, pona do barba luxmeixo.caracompridav
e Dexigosa, nariz unibudo, bom pareciilo, o um
tanto blcttde, olliar de pret>, canellas o reg i lo li-
no, p couipi ido o- descarnado, com nm signa! de
ferimeuto : quem o |iegar leve-o mesma fregue-
zia a Jo-,- G rgonio da Silva, no riacho das L.,es,
que sota recnmpensado ; podendo quem o encon-
trar at o da 27 do corrente, procurar no arraa-
zem do sal na ra da Gonceico da Roa->Vista,
Claubo Dubeux, om addilainento ao annun-
cio lia liqnidacao de sua empresa de-mnibus, do-
clara aos senhores assignantes (jive podera anda
reformar a sua asaignalura at o fira de marco
prximo vindouro, lempo era que Andar a dila
empresa.__________________________________
O Sr. Francisco de Sillos Andrade Luna quei-
ra tor a boadade de responder a carta (tic Ihe to
entregue, nois a pessoa que Rio remettea pode en-
carecidamente que de boje 2o de fevereiro nao
paaa, pois que o ooai urgencia, do contrario o Sr.
nao tornar desculpa ou engauo.
Em a aoile do dia 18 do corrente ates, pelas
8 horas fugiram da cidade de Onfc da rasa da
abaixo asignada dous mulatos osecavot. de nomes
Guilherrae e aoyss. o primeiro escaro, pouca
barba, traz i era e bigude, e-tarura.or.bnaii;i. cora
idade de 2o, 30 anuos e seceo do corpo, e padece
de erysipella tendo |ior isso a perna esquorda en-
chada ; o segundo claro estatura ordinaria, labios
corados, nasiz um |>oiio clwtol gross do cor|io,
sera barba e reprsenla ter de \S a 2lV anuos, leudo
na caheea. una marca de cicatriz sem tabello; ara-
bos forara vestidos o calcados cora palitos oscuros
o calcas dnbrim brancas, ou pardas : Urvaranicom
sigo qae roubaram abaiao asstgnada> um bahu>i-
nho de uar dio envernisadn contenda um saqui-
nlio con cerca de ura cont de res em pajas de
ouro aovas ei relhas, tres doblas portuguesas, ura
dobfia e uma moeda aiaafteaaa grande e urna pe-
quea porcao de inoeiit-de ouro.I* cinco milreis
e doilars; nuiitos pa|>eis-de aD8rtancia,algusafOS-
crpnras publicas de acquisie.ao, papis de com-
pras de escravos, entro os quaes. est o de mulato
Mowss, certddes de baplisino dos lillios da abaiso-
ass'ignado, ccnheciinentos de deciraa, nm recib/dc
banco inglez de 7:W03000,.umalelrade o:00050OU.
nao endossada, e alias letras sacadas por J?ran-
iseo Gomos de Oliveira cou> i>taiueiiterodo Bi-
nado Henry Gvbeon, e acetas urna por Marceliuo.
C. da quanlia de 1:83S|fM ea nutra da quantia.
(b' 2:OI556liO rois aceita por Antonio Correa. di>
Vasconcellos., coin eodosso em brawa.araban v.on-
civeis em IMkde manjodivcorrenuiaiii&o.cnji.b.acei-
tantos ju so achara prevonidos para as nfvi paga-
rom so nao abaixo assignada : rana correle l
ouro ingleza para relngio com abiete, alguraas joias
do ouro e \> Mas o mu peajmne cai\ao J,. madeira
de fura, de um palmo era qiiadis. ponen.' mais u
menos, eomoitocentosrHivi' centosfu,rei>em pa-
tacoes: sup[ioe-s> qne estoM'-cravos. sjbHiifara pela
estrada do Peixinho, ou do norte cm niren;arriai'a
Piedras de Fogo; a aliaixo assigiuula rog encare-*
Pillamente ns auloridaaes pociaes de osfapturar,
empregamtos meios pata seren riles dcscobcr-
tos ; e aos (apilaos do campo advoi le que sern go~
nerosainenio recompensados. Alora dos i Jijee tus o
dinlieiio cima mencionados, Invaraui ditos esera-
vos < que talvez digara )ue sao livres) urna ben-
galla de esl iqne de cana da India verraell cora
gomos cora o cabo preto de bfalo,
i Ubaldina Amalia de Mello.
Iilit^jJatir^'--


Diario de l*croioi'uC(f (|uii tetra 23 de Fcvcrtiro de 1**4.
noyes
PARTIDAS DOBRADAS
Kl AS
.A ASS-M'.IAg.lO COHMHICIAL HENIFCENTE
l'K
PGH.\lHUt'CO
POR
Tnceiro tu riturario da Ihcsouraria
de fazenda >te l'ernanihuro e emnpetentemente au-
lortsado para cwrcer o pre-
fcsser' particular de arilhmelica na mesma
provincia.
Precisase
&&encia IM1IIUUS
Hygioo Augusto de Miranda, leudo sido ullima-
lin um irii/t Iivglliu .AiigUMU uo miianud, iciiuu aiuu uuuna-
r nr" ta,ldu"0 '** Pr mez com comida: na escriptorio na rua da Cruz n. 57, aondo pode ser
.o Cahuga, sobrado n. 2, das 10 as 12 lioras procurado por aquelles que qu lerem se utilisar
'* manhaa. ______________________ de seus servicos.________^_______^^
D-se dinheiro a juros e
eoiupra-seoiiro e prata : na ra
do llangel n. t._________________
Precisa-se fallar coni o Sr. Francisco Igna-
Na ra do Hospicio n. 48, precisa-se de urna c0 Monteiro, que foi morador na cidade de Ma-
ama de leite que loirc perfcita saudc.__________ mangua|>e, provincia da Parahibu do Norte, a ne-
I ;|s;l ,|(- canino. t-'"1'"' 'I"1' milito o interessa : na ra do Crespo,
Frederico Chaves aluga sua casa de campo sita. loja de fazendas n. 7.
no Poco da I'anella, com os commodos seguintcs : | Aluga-se a loja do sobrado n. 21), sito no pa-
i salas, 7 quartos, eozinha, despensa, asa para teo do Tergo, propria para qualquer cstabelecimen-
criados, cocheira, estribara, cacimba, jardim e io por ser boa localidado : a tratar na ra da Prai
i terrago, muito fresca, e muito sadia : quem a numero 36.
Aetia-se esta obra nos prelo da typograpliia pretender, pode-se dirigir ra da lmperatriz n.' ^|w St a |0a 0 obrado n 5- da
Cominercial, d>nde em breve satura luz da pu- t3, loja de calcados.__________________________,,,,, f *m cxce,|,;nl0 armac> para qualq
blindado m ntida impressao e sob o formato de Fannha de lrig0 gss a m rs a |ihra> ga. labe,ecmenW, a tralar no mosm, s,,|,rado.
ra do
iuer es-
8* porluguez.
Compon-se esta obra de um volume, dividido em
lega a 80 rs.: na ra .Nova n. 8.
l'recisa-se de um criado qut seja bom cope i-
uma pa'rte theorica e outra pratica, de fcil alean- Aluga-se o sitio daPedra Mole, en Apipucos ro, preferindo-se es-angeiro : na ra do Impera-
ce as pessoas que se queiram dedicar ao estudo da com exeellente casa de vivenda com 2 salas de dor n. 29._________________________________
escrHuragio. frente e t quartos, terraco, estribara, fructeiras, Jj^j Ma|ia da Si|Va ferreira, tintureiro e
A respectiva assignatura acha-se aberta em :o- bella vista emagiiiheo banho: a tralar na ra das mnjt0 conneci0) achando-se com algumas melho-
das as livrarias desla cidade, so prego de 55000 Lruzes n. .1.1, segundo andar.________________ ras ue S(JUS commodos, est resolvido atingir
por volume._____________________________ precisa-se de um rapaz que lenha pratica de por novo methodo toda e qualquer qualidade do
i taberna : na ra do Socego, taberna n. 56, dando fazeilda pretas e de cores, tanto para lujas, arma-
I Dador a sua conduela.___________________ zens e particulares, garantindo as cores e perfeicao
1 (Tunen do illiiiuuoi'iiiip Mplln **as fazendas, e iwr isso convida a todos os seus
amigos e freguezes que o quizerem ajudar com a
Oabaixo assignado, arrematante das dividas da
loja de miodezas da ra do Queirnado de Joaquim
Jos da Costa Pajozes Jnior e da loja de fazen-
das da ra Direita de Fnjozes Jnior & Azcvedo,
avisa aos deredores das ditas lojas tanto da praga
como do mallo de virem pagar
abaixo assignado no largo do "
brado amarillo, ou na ra de
Fajoies
rio
bra
1804:
Antonio Joaquim Fernandes da Silva.
negocios e trahalhos a seren dcsempenliados aqui,
garantindo o zello, lealdade e actividade que llie
O Dr. Casanova pode ser procurado em seu sao reconhecidos pelas pessoas que o conhecem.
consultorio especial homeopathico no largo da rr.a- |ncumbe-se lambem de trabalho para os lermos
ha 19 annos advgadoj ante os auditorios e tribu- sua proteccao, de procurarem na na dos Pires n.
nacs desla cidade, ja na corle e em oulros lugares jo^ na Boa-Vista.
do imperie, em consequencia de terein-se augmen- --------------------.--------------------------------
Udo aqui seus afazeres, tem transferido sua resi- JJUdtllXCil.
Jos Antonio da Cunlia Guiuiarai s participa ao
respe ilavel corpo do commercio e aos seus fre-
KIWM1 que transferio seu eslabeleciniento de sec-
104
ser-
fldelidade
precos
i",ir seus dbiles ao dencia da villa do Cabo para esta cidade ra es-
l> GoIIbK) junio ao so-. (reita do Rosario n. 34, onde tem eslabelecido sen
b Uorlas n. 104 ao Sr. escriptorio, e onde foi o do Dr. Godoy, de cujos
triz de Santo Antonio n. 2. No inesmo consulto- jproxmo;:, 0nde tem solicitadores de iuleira ron-
no ha sempre graudesortimento de medieamcnios |nanca Da consultas verbaes e por escrlpto, e
em tintura* e em glol)tilos, deixando elogiar os'
Offerere-se urna mulherpara ama de casa de
familia, preslando-se a todo o servico, excepto co-
linhar e com[irar : quem precisar, dirija-sc ao
largo do Hospital n. 35.
nossos medicamentos j*las pessoas que os tem ex-
perimentado e continuam a servir-se em nossa
botica. Tetos lambem obras accommodadas a
intelligenria do povo.
i-1^*
Joao da Silva Hamos, medico pela um
versidade de CoimUra, d consultas em
sua casa das 1) s 11 horas da manhaa, e
das 4 as 6 da tarde. Visita os doentes
en suas casas regularmente as horas
para isso designadas, salvo os casos ur-
gentes, que serio soccorridos em qual-
quer oceasA. D consullas aos pobres
. que o procurarem no hospital Pedro II,
aonde encontrado diariamente das 6
s 8 horas da manhaa.
Tem sua casa de sade regularmente
montada para receber qualq er doente,
anda inesmo os alienados, para o que
tem coramodes apropriados e nella pra-
licaqtuilqucr operacao cirurgica.
Para a rasa de saiiilc
Priineira classe 35000diarios.
Segunda dita.... 25500 >
Terceira dita... 24000
Esle tstaheleciinento j bem acredi-
tado pelos bons servicos que tem pres-
tado.
O pnprietario espera que elle conti-
nue a merecer a cenlianca de que sem- T
pre tea gozado. |
Olferece-se para fetor de ngenbo um ho-
presia-se a ouvir 'seus conslituintes a todas as lio mem, o qual tem muita pratica : em Santo Amaro,
ras, as scxias-feiras das 9 as 4 na villa do Caboe ao p da fundi>;o, taberna.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado n. 63
da ra Imperial com commodos para familia nu-
merosa, e a loja do sobrado n. 20 do paleo do Ter-
co : a tratar (na ra do Imperador armazern de
louca n. 11.
COMPRAS.
loja.....niHK.ni Grande sortimento de fazen-
das pretas para a qnaresma
na loja e armazern da Arara
ra da lmperatriz n. 56.
53 Ra Direita 53i
Camas de vento de louro a 35(00 e 55.
Ditas de amarello a 55500 e 6<>.
Fregideiras de porcelana a 360 rs. a libra.
Facas c garfos cravados, cabo prelo, a 25900.
Ditos ditos ditos cabo tranco, a 35200.
Ditos ditos ditos cabo vi ido. a 35600.
Ditos dilos meio balanco 145500-
Ditos ditos balando, 1 bol io, a 55500.
Ditos ditos dito 2 bol es a 65.
DE
l.uuiTiini rerelra tiendes Guimares.
I azniilas pretas haratissimas.
Vende-se alpaca pela lina a 500, 600, 800
Uandeijas grandes a 25, 2550), 35, 35500, e 45 o covado, sarja de la para calca e palelots a 610 j. s.
A AGUA BRANCA
recebeu:
Sapalinhos deselim branco bordados paia bap-
tisado.
Meias de seda ljranca para o mesmo fim.
Mu bonitas e delicadas louquinlias enfeitadas
pars dito.
Pulseiras e rollas de conlas brancas para senho-
ns : meninas.
Fila branca e prela de borracka, com diversas
muito finas.
Salitre refinado muito fino, rualidade.
e 800 rs. o covado, bombazin preta fina para
1 palelots a 15400, lazinhas pretas proprias para
luto para vestidos e roupa de meninos por ser mul-
lo lina a 720 o covado, merino Uno enfestado a
25500 c 35, dilo de cordao para palelots e calcas
Vendeui-se caiques vastos a
IJJttOO: nesta iypo(;ra|ilil.
- FM de ^itio-ao tecido de Mi- iSr?8 covado: "a rua da ""pera,riz ioja da
n1S, fazeilda forte e eilCOrpida, apio- Grosileuaple prelo Jda Arara a 1#400 o covado.
priada para o servico d lavoura, quer. t]!^^^^ple^^n^M^Jl^'
r r 15600 o covado, dito muito bom a 15800, 25,
para SUCOS, quer para l'OUpa leCSCra- 25500 e 35 o covado, sarja preta hespanhola piachamnalojadagniaMa, faz-se noUvel pela
VOS: grande deposito M. pi'aca lio Cor- "'Klhor ,|ue 'em,vin(l : na rua d imperaini lo> supenoridade de qualidade o papel inglez almasso
c -1 t j i n e armaaem da Arara n. 56 de Mendes Guimaraes.
PO Sanio, CSCriptoriO de Augusto FrCde- Arara vende panno fino a 1<$000 covado,
C0 d'O Cira. Vende-se panno lino para calcac paletota 15600,
Tianselins de borracha sonidos em cores.
Tiancinha preta de la, e oulras Irancinlias de
la de gosto novo e moi bonitas para enfeiles.
Er feites conservadores para senhoras.
PAiL I\GLEZ
a I maco e de peso.
Aiem do grande sorlimemo de papel greve e en-
tras muitas qualldades, que constantemente se
Cavallo.
Vende-se um cavallo gordo i bom andador ; na
traveseado arsenal de guerra i. 7.
lmperatriz n. 56.
l.liilas da Arara a 240 rs. o corado.
Vende-se chitas de cores lixas para vestido a
240 c 280 rs. o covado, ditas francezas finas a
320, 360 e 400 rs. o covado, popelina de quadri-
nhos para vestidos a 280 rs. o covado, gorgurao de
linho para veslidos a 280 rs. o covado : na loja da
Arara rua da lmperatriz n. 56.
Moirenlique, Canas C SOUlembarqiie. Arara vende lazinhas a210e 280 rs. o cavado,
Joaquim Rodaigues Tavares de Mello acaba de Vende-se lazinhas para veslidos a 240, 280 e
Vende-se urna mulata co n 23 annos de ida-
de e urna filha de 8 mezes. anbas sadias: quem
pretender dirija-so a rua Bella n. 34.
V\H\ %S MI \IIO-
ras iii; non gosto: t'
e de leso, que acaba de chegar pina a dita loja ;
um ; nuii y sao uiui encorpados e de um assetina-
, do lustroso e macio, que na verdade a! odos agr-
25, 25500 e 35 o covado, cortes de easemira pre-1 dam As resmas daiiuee tem 480 felhas, e as
ta para cal^a a 35, 35500 e 45, dito muito supe- deste 500, e cusa cada urna 85. Tambem veio da
rior a 65 e 85 o corle : na loja da Arara rua da mesma qualidade e de lamanho pequeo, em cai-
xinhas de 100 folhas, lano liso como beira doura-
da, cusiando este 25, e aquel le 15200 a caixinha.
J v 'cin pois os apreciadores do bom papel que
dirigindo-se munidos de dinheiro serao bem servi-
dos : na rua do Queirnado, loja d'aguia branca
d tunero 8.
Advocada,
O bacbarcl Joo Gom;alves da Silva
Montarroyos tem escriptorio na rua es-
trella do Rosario n. 17, onde pode ser
procurado das 9 horas da manhaa #s 3
da tarde dos dias uleis.
O Sr. Praneisee Pereira Libre queira ler a
bondade de vir fallar com o mestre enialhador em
S. Pedro
Coinpra-se papel Diario para embrulho : na
loja de calcado n. 38 da rua da lmperatriz.
Comprase effeclivamente ouro c prata em
obras velhas : na praca da Independencia n. 22
loa debilteles.
M
is
Offerece-se um menino lirasileiro. de idade
de 11 a 15 mw, para caixeiro de ipialquer casa
I de negocio, tanto na (iraca como fra dola, anda
Compra-se urna escrava sadia e que seja perita
rozinlieira : na rua do Queirnado n. 39. loja.
Compra-se um selim inglez com lulos os ar-
reios, contanto que esteja em bom e>lado : na rua
do Queirnado escriptorio n. 13, primeiro andar.
Atlencao.
Compra-se urna escrava moca, que cozinhe e en-
I mesmo dando algum lempo para aprender : quem gomme bem; a .tratar na rua do Passeio n. 3, loja.
precisar, dirija-sc rua do Hangcl n. 16. ____ Nolargo da Sania Cruz n. 84 comprase urna
Da-se dinheiro i joros sobre hypotheca em preta que cozinhe e fa^a os mais servicos de urna
urna casa livre e desembarazada, ou sobre penbo-. casa. i
res de ouro ou prata : na rua Direita n. 26. | Compram-se duas casas terreas que estejam
Precisa-se de um Iraaalbador que enlenda de em bom estado, sendo em boas rua, no bairro de
padaria : no paleo da Santa Cruz n. 6. Sanio Antonio ou Boa-Vista : quem quizer vender,
deixe seu nome. morada e o numero da casa, na
fompanliia Pcrnamhucana
De ordein do conselhn de direceo e em virtude
do art. 21 dos estalulos sao convidados r? senlio-
res areionisiasa reunirem-se em assembla ge: al
no da 23 do correle, a I hora da larde, no >!S-
crfptorlo dos Srs. Saunders Brothers & ('
dir quem d algunas
quantias a juros de 2 0|0 sobre penhores.
Na rua da Roda n. 6 continuase a fazer co
midas para fura, e encarrega-se a mandar levar
casa de qualquer pessoa, por mdico preco.
FW8m 98MH iHS
paratorios comple-
mentares
* DO
Corso Commercial.
O bacharel A. R. de Torres Bandeira,
profv-ior de geographia e historia no
Gymnasio desta provincia, propoe-se a ;
nar u lniguas fianceza e ingleza, gg
preparatorios complementares para o
Curso Coiniiierciai', eofferece o seu pres-
umo especialmente aquelles |ue se quei-
ram habilitar nesses preparatorio, rain o
intento de matricular-se no sobredito
curso
aulas comecarao do Io de fevereiro
em diante, na casa da residencia do an-
nuncianle, na estreila do Itisario a. 31,
lerceiro andar.
Deseja-se fallar ao Sr. Antonio Tavar.- da
Silva a negocio de seu interesse, pelo que roga-se
ao mesmo senlior de declarar a sua morada, ou de
appai-ecer na rua do Imperador n. 36, primeiro an-
dar, direita.
iscriptorio do advocacia
A' rua do Queirnado n. 30, pri )
ineiro andar.
O advogado Qcero Peregrino continoa g
no exercicio de sua proflssao na rua do J5J
rua do Queimado n. 30. primeiro andar. !r3
o ule pude ser procurado das II s 3 lio- 88
ras da tarde. B
loja do Sr. Figueiroa.
ompra-se effccUva-
mente
ouro e prala em obras velhas, pagando-se bem ,
na rua larga do Rosario n. -24, loja de ourives.
Compra-se una philisophia de (Jeruzes, para
padre : na rua do Cabug n. 10.
Cf-t>
Compra-se
L'm cscravo que niio seja vicioso, paga-se bem :
na Iravcssa do Carmo n. 1.__________________
a oficina de funileiro da rua larga do Ro-
sario n. 22 se dita quem compra urna armacode
balcao envernisada ou envidrafada.mesmo piulada,
sendo barata.
Alugam-se as lojas do sobrado n. 41 em Comprr.se uma prela de m(ia idadc que co-
a rua da Aurora : que,,, pretende-las din- zjnne cenMboc na r'ua dos Pires n. 62 ox*n ou
ja-se a loja dos Srs. Bastos & Magalhaes, aiua.,e
na rua Nova, que acbaro com quem Ira- c '
tar.
VENDAS.
Vaecina puhlica.
! dar fazer, e apromplam-se vestidos prelos para a
' quaresma com toda a brevidade, e goslo de seus
donos : na mesma casa preparam-se bandejas pa-
i ra bailes com armacao, e bouquetes de llores de
I cera de todo goslo, dilos de aluins, dilos de pepel
fino, ditos de goniina, de panno e velludo, tudo
Tendo-se desenvolvido algumas pstulas vatct- mais barato do que em outra qualquer parte, bor-
nicas, com o pus ltimamente innoculado, o com- dao de (jHS de ouro, lanlijola para os bouquetes,
roissano vaccinador convida aquellas pessoas cue e iaeg para as velas; vende-se lambem um sorti-
preiisarem ser vaccinadas a comparecerem nas ment6 de fo|nag de rosas de papel a 1(j a gn,za)
quintase domingos 110 torreao da alfandega, e nos dfi ,0,|0 0 tamanho, para as senhoras floristas,
sabbados ale as 10 1(2 horas da manhaa, na casa
de sua residencia, segundo andar do sobrado da
rua esireita do Rosario n. 30.
No primeiro andar do sobrado n. 16 da tra-
vessa dos Exposlos, preparam-se flores para todas _____
as armacoes de fotas de igrejas por muiio baralo
prego, otein una arande porcao feila i|iie se ven- 1 I\/"|AC liP1! K > |( fsi W
de muito em cunta, apromptaiu-se ramos para do- *-i* a.lx_rij XIJLiJ_iJmci\^k?\/CJ
mingo de ramos, a seis vintn e meia pataca, tu-i N i;vr,r., n r. P e ,ia nn-i rl-i Indnnpn-
do de muito gosto, e enfeilam-se velas com llores m. arara n. O e 8 Ua pra,a da ia(.pLn
de cera de muito bom goslo a 4 e 55,eomdhahas, dencia, vericlc-seasseguinles Obras, a I50O
rosas, cravos e loda qualidade de llores fetas de cada nina.
cera, fazem-se os ramos a gosto de quem os man- q \, ,, ||ez (ie Mura 011 mez de maio, con-
Aluga-se o terceiro andar da casa n. 88 da
roa da lmperatriz, e o sobrado n. 193 da rua Im/>e-
rial : na rua da Aurora n. 36._____________
Precisase de um caixeiro que tenha pralica
de taberna: na rua Direita n. 14, travessa de S.
Pedro.____________________________________
Aluga-se uma boa escrava cozinheira : a tra-
tar na travessa das Rarreiras n. 2.
Traballios de escripluraco.
O guarda-livros de uma casa commercial, em
suas horas vagas, propde-se a fazer trabalhos de
eserirHurac.o : quem de seu prestimo quizer mi-
li^arse^aninmcieporesleD^ ____________
Precisase de um moco que tenha pratica do
oflcio de alfaiate para se admiuir no dito ofblo
em obra grande, dando-lheoque merecer: na rua
Direila n. 17._____________________________
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da rua
Direila n 88 : a tratar na bolica, ou no segur do
andar do inesmo sobrado.____________________
Jos Lopes das Neves, subdito porluguez, re-
lira-se para Hacei. ___________
Alugain-S o segundo e terceiro andares do
so arado da rua 4o Trapiche n. 48, CDm frente para
o lado do Corpo Samo : a tralar uo armazern por
baixo.
Dase 2:4005 a juros, ou lodo ou a melade,
com hypotheca em algum predio nesta cidade :
na rua do Queimado 11. 24. se dir quem d.
Precisa-se de uma ama que cozinhe c com-
pre para casa de bomcm soltoiro : na rua do
Queimado n. 32, loja. _______
Na rua Nova n. 55, exislo um lacho de cobre
que foi appreliendido a uma pessoa que o vendia
p ir baixo preco e que por isso desconfiando -se
losse fuado se lena voz de preso a esse ind vi-
duo e elle o deixou ficar largando-se a fugir :
quem fr seu dono e quo llie o roubassem pro'ii-
rena casa cima o qual dando signaes certos he
ser entregue, pagrndo a despeza deste annunrio.
tiepelivao
Pede-se a digna directora c mais socios da so-
ciedade dramtica Recreio e l'nio Familiar, o es-
pecial obsequio de repetirein a um;dia-Os dous
calta nios opposlospelo que grato I u-s
seraoAle un?, convidados.__________________
- Precisa-se de urna ama forra ou captiva pira
casa de poica familia: no pateo do Collegio n. 4,
loja de bal s.
a\
Precisase do urna ama muito capaz, boa erii-
nheira e habilitada para lomar sonta di casa de
um astrang iro solieiro que ora em sitio, e fa;:er
lodo o servico, ando escrava, timbem se podir
eampra-la, agradando os servicos, raso queira-se
veade-la : a quen eonrttr, dirjase rua .Viva
n. 19, primeiro andar.
Quem precisar de uma ama secca, dirija-so
rua da Conceicao da Boa-Vista 11. 30, que acha-
r com quem tralar.________________________
Precisa-se alugar uma escrava para o servi-
co interno de casa de familia, e um moleque de
boa conducta : na rua da Cadeia do Recife n. 52;
terceiro andar.
"llOTKL TROVADOR
Angelo Romciro Pinheiro tendo comprado o
muito conhecido c acreditado hotel Trovador-
sito na rua larga do Rosario n. 41, participa ao
respeitavel publico que se acha prvido de ludo
quanto necessario para satisfazer a exigencia de
qualquer freguez. Ontro sim communico, que lla-
vera nclle mesa redonda para os assignanles e
avnlsos, e que fornece comida para fra, nao s
para qualquer estabelccimento como para 1 a-as
particulares, por preco mdico e a contento. Bate
eslabelecimento acha-se preparado para receber
qualquer hospede que nelle queira assistir, para o
que offerece os melhores commodos.____________
sagrado Gloriosa Mai de Deus, por um
sacerdote da diocaae de Helm, tiaduzido
do italiano e adoptado pelos revCTWidissi-
mos padres i apiicliinhos de N. S. da Po-
llita da ('dado do lii'iife.
Relicario Anglico de Jess Cliristo e de Ala-
ria Santissima, olerecido a Nosso Senhor
Jess Christo, preso i columna. Nov-
sima edie,o com a ora(;o mental, novas
devoces N. S. da Conceigo da lloclla j
e enriquecida com estampas.
Visita ao SS. SS. e .Mara Santissima, para
todos os dias do mez, Actos de piepa-
raciio e accS de "jacas para a sagrada
roiiiiiiiinliao, Modo de rosar a cora
das Dores de Nossa Senliora, e Artos
lo menos preco que em ouira qualquer parle : na peratriz n 50 de Mendes Guimarae-.
rua do Queimado n. 39, joja de 4 [.orlas._______ chitas de caberla da Arara a 320 rs. o covado.
Wlt'lldill' el V (lele Vende-se lindos goslos de chitas para cobertas
como que aceita-se em iiagamealo livros em bran- ,r ^"'""as ca traa a oUU rs.
co, meias clasicas, abacates e papel judiciario : a !.AAendc-se ^djuhas de listrinhas para volidos a
tratar na sala do seguro. oU0 s- covajtoj ditas linas de quadrinhos a 800
---------------------.-------^--------;------------- rs., lias especiaos com 4 palmos de larcura com
_ Vende-se uma poreao de madeira cerrada palmas de s.'da |,ara vestidos a 800 rs. o covado.
de assoalho, de louro e de ama -ello, sendo os eos- |,.m,K liran,os a m rada m na ,oja da Arara
tadmlios de uma pollegada. e lirro, tudo por me- rua da lmperatriz n. 66
nos de seu valor : quem quizei1 comprar, dirija-se it..,r j- .._____*.i.*.. ..... --.1..
ao largo da ponle velha, no li n do caes de (ipi- v" ^J ,m"lf'f,fs '.CapaS Prelas'f ,
baribe > ende-se manteletes prelos ricamente enfeita-
-------^-------------------------------------------------- dos de grosdenaple, soutembarque pretos de gros-
Vende-se o sitio c as propriedades do fallec- denaple ricamente enfeitados por preco baratissi-
do Felosa. na estrada de Tygipi : a tralar na rua mo: na rua da lmperatriz n. 56 loja da Arara.
da Roda n. 32.______________________________ RoU|ia ffla da Ararl<
Vende-se na rua do Imperador 11. 67. a bislo- Vende-se paletols prelos de alpaca a 35, 35500,
ra universal, em porluguez, per Cesar Cantil, edi- ditos de panno lino a 55 e 65, dilos a 85, 105 e
rao enriquecida de H) e.-lamras,' em perfeito es- 12-3, dilos de brim a 25500 e 35,ditos de meia ca-
lado e boa encadernacao, por 455. semira a 35500 e 45500, ditos de easemira de co-
res a 65. calcas feitas de meia easemira a 25, di-
tas de brim e'ganga a 25, ditas de easemira a
35500, 55 e 65, ditas prcias a 45, 55 e 65, se-
roulas francezas a 15600, ditas de linho a 15800 e
, ditas de
feila s se
Feijao feijao feijao.
IIna da Madre de I us us. c 9.
hoto pestes
de concha.
Chegaram novos e bonitos pentes de concha,
dourados; agora, pois,
inheiro rua do Queimado,
antes que se acabe 111.
FRASCOS
na
com gomma arbica dissolvida : vendem-se
rua lo Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
Fivelas com pedrasno-
vo sortimento.
A agula branca recebeu por esse ultimo vapor
um nevo e bello sortimento das procuradas fivelas
com pedras, podendo assim satisfazer a todos que
dellas precisarem, urna vez que appareca dinhei-
ro : na rua do Queimado, loja d'aguia branca nu-
mero 8.
toros com Bi-
A aguia branca acaba de receber os bem conhe-
cidos e apreciados copos com banha, os quaes es-
tao sendo distribuidos com aquelles pretendentes
que '-ontribuirem com 2550 vista : isso na rua
do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
IIIJITO BOAS tEIAS
proprio para tempo de quaresma.
Cal de Lisboa e potassa da
Rnssla.
Vende-so. na rua da Cadeia di Recife n. 26, para
onde se mudou o amigo e acreditado deposito da
mesma rua n. 12, ambos os g ;neros sao novos e
legitfanos, e se vendem a preco mais barato do que
utra qualquer parte.
para senhoras e meninas.
A aguia branca recebeu mui boas meias france-
Imperatriz i zas> de lino tecido e lio redoudo, o ' de inmensa duracao, porque muito convm, anda
mesmo custando 7 e 85, como se estao vendendo a
dinheiro vista, na loja d'aguia branca, rua do
Queimado n. 8.
i*, t
xt
Cortes de cassa a 2->.
Vende-se cortes de cas-a francotes a 25. risca-
dus francezes um corle com 14covados a 35, co-
bertores de algodao a 15 o 15600 : na rua da lm-
peratriz 11. 56 loja da Arara.
Arara vende madapnlo enfeslailo a -ii.
Vende um novo madapolao francez enfestado
muito bom para camisas a 45 e 45500, algodao
tambem se vende baralo, bramante de linho. brim
de linho trancado para calcas a 15 e 15280 a va-
B ra, bretanba de linho, brim liso para len^es a
140, 500, 640 e 720 rs. a vara, destas pecliinclias
s na Arara rua da lmperatriz n. 56 loja de Men-
,. des Cuimaraes.
Vende-se o verdadeiro pxc da Suecia : no ar- 1 .0 ..asi.a. onn r,
mazem da bola amarella, no o tao da secretaria da : _. Arara "Mr ,s (as,sa,s a "'" "
p0lCja Vende-se cassas para vestidos a 200 e 240 rs. o
'____________________________________covado, orgamlxs finos para vestidos a 2s0 e 320
= Vende-se urna morada de casa 11. 3 do Jogo rSy covado, cobertas de chita pan cama a 25 : 250 rs.
da Rola, a mencSo di- oulia. ronjunclamenle na rua da lmperatriz n. 56. Dito> maioresa 400 e500 rs.
outra por acabar e toda? aune as na mesma rua Arara vende os baldes crinoline de arcos a 33.. Frascos d'agua de Colonia muito finos a 400 rs.
ecoui bous quintaos, sendo todas jaulas ou como Vende-se baloes crinoline de arcos americanos Sabcneles muito finos a 160, 200 e 400 rs.
convier ao comprador, lamben se aluga um sitio de todos os tamaitos de 15, 20, 25. 30 e 40 arcos Frascos grandes de agua de Lubin, o melhor,
na Floresta com commodos pa a 111,1a familia : na a 35,35500, 45 e 45500, ditos de musselina a I 15500.
casa de 4 faces-junio a ponle d > Varadouro se dir 45, dilos novidade a 35500: na rua da Impera-i Lapis de. tinta encarnada muito finos a 40 rs.
quem vende ditas casas.__________________iriz luja da Arara n. 56. I Novellos de linha com 800 jardas a 120 rs.
i-uvas de pellica.
Chegaram para a loja d'aguia branca, rua do
Queimado n. 8.
RlVAL
SEM SEGUNDO
lina do 4|uciiuado us. 49 e 5..
loja de miudezas de Jos de Azevedo Maia A C,
principia o novo annoa torrar miudezas pelos pre-
Sos que a lodos causa admiracao, a saber :
artsde sapatosde tranca muito tinosa 15600.
Frascos de oleo babosa dos melhores fabricantes a
Cal de Lisboa
chegada ltimamente ; na ru;. do Vigario n. 19,
primeiro andar.________________I
Vende-se urna armacao d; amarello, enverni-
sada e envidracada, propria lara qjalijuer esla-
belecimento ; assim como duas prale.leiras grandes
de louro, proprias para rmatem, por preco razoa-
vel : na rua do Crespo 11. 4.
GRAGEAS
deGELISe CONT
AO l:i-l:il-
Approradas da academia
v. ferro
imperial de medicina
de Paris.
LOJA DO BEIJA FLOR.
|u;i do Quciiuailo numero 63.
Cravalinlias para senliora.
Vendem-se gravatinhas de diversos gostos mais
modernos a 720 e 800 rs. : na rua do Queimado,
loja do beija-flor n. 63.
Filas para drlirum de vrsliilus.
Vendem-se fitas para debrum de vestido de linho
., com 12 varas a 400 rs. a pega : na rua do Quei-
mado, loja do beija-flor n. 63.
Paites Iravessos.
Vendem-se pentes. iravessos de caracol na
1 frente de borracha a 500 rs.: na rua do Queima-
do, loja do beija-flor n. 63.
Papel licira domada.
Vende-se papel beira dourada a 15200 e 15300,
que i) cliristio (leve a/ri todos os dias.
Novissima eic$te adornadas com diver-
sas estampas, e augmentada de novas de-
voces N. S. da Couceigao da Rocha e
Via Sacra.
O Devoto GhristSo, instruido no compen-
dio da doutrina, nas regras da vida de-
vota, no exame de consciencia e prepa-
rar! 1 para a coofissao e communlio, no
modo de ouvir missa e meditar o rosa-
rio, e no conliecimenlo das indulgencias
concedidas aos seus confrades.Novenas
Segundo o relatorio feit j na academia em d,it0.de c6r de beira dourada a 15100 : na rua do
i de fevereiro de 1840 pelos Sis. profes-.Que,mado' loJa do beija-flor n. 63.
sores Bouillaud. Fonquier e Bally, este fer- \ Vendem.?e anveloSpn;eTdiversas qua.idades
ruginoso e reconhecido superior a lodosos branco a 800 rs. e de cor a 640 rs.. para cartas de
outros para curar : a chkiosis (pales cou- visita a 400 rs., preto a 720rs. : na loja do beija-
letirs), e leuconlia (perles Manches), a (orna rua do Queimadon. 63.
anemia (flaqueza de temperamento nos dous I .J',a,s '? aljfar.
\n^ lifTicnIrlidp di nipnclrnac'in snhrp Tenil rer(,ulllo vollas de aljfar rom eruzes de
sexos), ciiiuciiiaae oe mensti uac.o sore pedra initando a bri|hante vende-se a 15 cada
ludo nas mocas, incont nencia de un- Uma : na rua do Queimado loja do beija-flor n. 63.
nas, etc. Camisas de meias.
E' O mais agradavel dti lomar por sua, Vendem-se camisas de meias muito finas a
forma de pilulas assucn das, e essencial- ^00 e WOO : na rua do Queimado, loja do bel-
mente mais eflicaz do que as oulras prepa- ja n- 63- .. f
rages ele, por ser muilo soluvel no sueco | Tendo recebido J* dee J pretas e de co.
gstrico, como consta-do lelatorio lido re-
centemente na academia de medicina de
Paris pelo Sr. Flix Boudet, em nome de
uma commisso composla dos Srs. Velpeau,
epeau, Bouchardat, Trcusseau, etc., to-
cando as experiencias feils sbreos princi-
pacs seres ferruginosos c res mais modernas que se esli usando a 15 cada
um : na rua do Queimado, loja do beija-fbr n. 63.
Fila de la preta para debrum.
Vende-se fila de laa preta para debrum com 10
varas a HX) rs. a pega : na loja do beija-flor rua
do Queimado n o"!.'
Fitas de linho para bordar vestido
Vendem-se lilas de linho para bordar vestido
Ditos de dita com 400 jardas a 80 rs.
; Frascos de macass, oreo muito superior, a 100
Duz.as de dedaes brancos em eaixas de vidro
. 3S0 rs.
Papis de a?ulhas a halSo Victoria a 60 rs.
Banha transparente muilo superior a 700 rs.
Dita Japoneza muito lina a 800 rs.
Duzia de sahonetes muilo finos a 720 rs.
Pap?is de apulha com toque de ferrupem a 10 rs.
Groias de botSes de madreperola muilo finos a
5'iO rs.
Pecas de Illa de cs, estreitas, com 10 varas, a
3!!0 rs.
Novillos de linha branca do paz a 30 rs.
Carreteis de linha de cores muilo fortes a 20 rs.
Carlees c eaixas de clcheles francezes a 40 rs.
Botcaduras brancas e de cores para colletes a
I'.IO rs.
Frascos de banha, pechinrha, a 240 rs.
Bonets para meninos, fazenda fina, a 25.
Caixas preparadas para coslureirasa 15500,25 e
35000.
Massos de grampas lisas e finas a 30 rs.
Cah.as de palitos do paz e de cera finos a 20 rs.
Duza de facas e garfos de 1 boto superiores a
5,5500.
Duzia de ditas e ditos de 2 botiies flnissimos a
6.S500.
Grotas de palitos do paz a 25200.
Ara preta muilo fina a 100 rs.
Caixas de rap com espelho a 100 rs.
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da Asscnco do Senhor, da ConceicSo e consequencia o mais efficaz.
trico fresco no laboratorio do Sr. Boudaut, ou roupinho de meninas coin 40 varas a 640 e
pelos Srs. Drs. Corvizart e Barreswil, que',80 r.s-l,cCa s,(luem tem aloja do beija-flor
o lclalo de ferro o mais soluvel e orruado QueTfllLeT'rLbi--
INJECCAO BROW.
Rt!nift(Ji.o infallivel contra as gnorrheas
antigs e re* ente*, nico deposito na bo-
tie.i franceza, rua da Cruz n. 22, pie-
jo U.
Claudio Uulieux, niio llie convindo continuar
com a sua emprezade mnibus, declara aos senho-
res assignantes, que de hoje em diante nao recebe
mais assignatura ; cuja empreza lindara logo
se acabem as mensahdades que estao correndo,
visto que os lucros mal dao para papar imposlos.
AUencdo.
i
Os abaixo assignados, prensarios e recebedores
de algodao, vendo o augmento dedespezas que tem
acarrelado as fortes entradas de saccas com algo-
dao, alm do alio rusto das fazendas que servem
para remolidos das suecas rolas, e sobretudoo ser-
vico brazal sm que se consomm todos os interes-
ses resoltantes dos emolumentos estabelecklos,
leem concordado entre si que do Io do mez vin-
douro eig diante a bracagem por sacca de algodao
seja de 1.3000, o que sera geral para nao haverem
conle-l.e
Recife. 22 de fevereiro de 1864.
Lobo Se C
Joao Bapiista de Medeiros.
Fiamiseo Alves de Moraes Pires.
Loureneo de Albuquerqiie Mello.
J' s Martina do Rio Jnior.
Manool Antonio Ilibeiro.
Brilo & J. Lins.
Augusto Leile de Albuquerquc.
Thouioro Chrisliansen mudou seu escripto-
rio para n. 16 rua do Trapiche Novo.
do Natal, das Almas, a novena e tiezena
de Santo Antonio, a Via-Sacra breve, e
oulras muilas devoces, com indulgencias
parocliiaes e plenarias.
Calcadoeoua elstico estragado.!
Borzeguins gaspiados de verniz para huuiem a
35, ditos para meninos a 25 : na praca da Inde-
pendencia, loja do Arantes.
Vende-se manleiga ingleza fiar a 880 rs., I
dila mais baixa a 800 e 640, dita franceza a 640 e nailfr'"uia dc, Tracunhaem t a comarca de ISaza-
560. banha de porro muito al va a 400 rs., casta-1reln ^?nBI* ?* de **"* e "^ d* t0**** *
lloloes de madreperola.
Vendem-se botes de madreperola mais moder-
Deposito geral: em l'ai is, rua Bourbon-' nos que tem vindo para puntaos de s. nhora a 320
Villeneuve, 19.
Em Pernambuco, na casr de Caors & Bar-
bsoa. rua da Cruz n. II.
Vende-se a propriedade denominada Mal tez, fita
Vende-se farinha de inilho em barri-
cas, muilo nova de excellente ipialidade e
preco commodo : no armazern de Ifatheus
Austin A C, rua da Senzalla Velha n. I0(J.
que tem : quem a pretender e lemla-se nesla pra-
ca com o Sr. Antonio Jos Le.d Reis, na rua da
Cadeia do Recife n. 47.
VE\DS-SE
Vende-se um lindo inulatinho de 12 anuos
de idade, um moleque de 13 auno-, una negrinlia
de 7 annos, um eaaaJ de -cravos proprio para d-0 murauo, dous portoes de fe-ro, una cisterna de
servico de campo, um boniio cabra carreiro, e peura e ,.ai rom 0|ho d-apiia (H.rmanenie, Un-
um sobrado de um andar com muilos commodos
que accommoda duas familias, com cocheira e
quintal para eriaeo, murad, com grande sitio lo-
urna negra cosinheira : na rua Nova 11. IV. ler-
ceiro andar.
Vende-se uma negrinha pequea de idade
6 annos, pouco mais ou menos, o um moleque de
idade de 8 anuos, poaco mais ou menos : na rua
Nova n. 4(1. so dir quem os vende.
ir
Vendem-se saceos com farinha igual a de Muri-
beca, por prego mais commodo do que em oulra
qualquer parte : no Forte do Mallo, armazern de
Joaquim Francisco de Alem.
lo para beber como para bauln, lauque de lavar
roupa, nina cacimba e lauque, udo de pedra e cal,
com multo boa agua, e muilos arvoredos de fruc-
10 vellios e nevos, muilo perto do banho salgad >. e
outros muilos commodos par 1 grande familia :
quem o pretender, dirija-se a" pateo do Carmo, na
cidade de (Minia, que achara com quem Iraiar.
Ontro sim, lem baixa para canini e verduras de
sena verao, e commodos para oulras multas
planlaroes.
Vendem-se caibros servilos em audaimes, e
novos, por preco milito comiuvdo : na travessa da
Madre de Dos n. 21.
rs. o par : s quem vende por esle preco na
rua do Queimado, loja do beija-flor numero 63.
Fila de velludo para bordar vestido.
Vende-se fita de velludo preto com 10 varas a
900 rs. a pega : s quem tem por esle prego a
loja do beija-flor da rua do Queimado n. 63.
Fila de velludo bordada.
Vende-se fila de velludo prelo bordada de di-
versos goslos e mais modernos proprios para qna-
resma : s quem tem a loja do beija-flor rua do
Queimado n. 63.
Franja preta.
Vende-so franja preta de diversas larguras para
enfeitar capas ou manteletes os mais lindos gos-
los que se pode encontrar : na loja do beija-llor
rua do Queimado n. 63.
Facas e garfos.
Vendem-se facas c garfos de bataneo de 1 bo-
tio a .'5500 a duzia, ditas'dc 2 bolees a 65400 :
na rua do Queimado, loja do bei.ja flor n. 63.
Dominas.
Vendem-se dminos muito fino; a 15200 e
I-Vino : na loja d* beija-flor da rua do Queimado
n. 63.
Vsperas.
Vendem-se visporas muilo finas a 800 rs. : na
rua do Queimado, toja do beija-flor n. 63.
PICHINCHA.
Custodio, Carvalho t& Conipa-
nhla.
27Rua do Queimado27
Novas lazinhas escossezas muito lindas, fazeilda
enrorpada, proprias para vestidos dn senliora e
criancinhas, pelo baralo prego de 240 rs. o covado.
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urna cabra de leite
nunero53.
Vende-se
muito mansa : na rua Direila
Vende-se uma bonita crioulinha de idade de
7 8 annos. muilo propria para uma casa de fa-
mil'a ; tambem urna prela crioula de 30 40 an-
nos de idade, boa lavadeira e disposta para lodo o
servico de casa c de rua : a tralar na rua do Im-
perador, sobrado n. 2, entrada pela rua de S. Fran-
cisco.
Ovas do serta.
Vendem-se ovas do serlao : na rua do Queimado,
loja de ferragens n. 14.
Vende-se na rua da Cadeia n. 55, lerceiro
andar, uma escrava moca de naco, propria para
o servico de casa de familia.
A r macelo
*
Vende-se a armacao da taberna da rua larga do
Rosario n. 35, propria para qualquer negocio (ior
preco commodo : a tratar na mesma.
'*
hiA'<
MMMlMai


IMirlo de l'ernambuco <{iiu(a fe ira 35 de Fevereii'o de 1S4.
Y
UltVAHE lUUYOIil VO
NO
ARMAZ
LO
0 hornera do movimento nao estaciona.
AVANTE K SE.HPRE
GUERRA AO$ INIMIGOS
Nao se admiti a unan comnucial.
Nao se quer a diaba da allianca.
Nao se teme a furia dos corsarios,
Este anno ha de ser bissexte.
Os cantaoes esto preparados.
FOGO! BOM FOGO! I MELHOR FOGO!!!
Abaixo a liga d'agna no viDagre
Viva a liga do genuino Chores com o fiambre!
Viva o conservador das conservas ingiezas!!
Vivara os liberaes freguezes do BALIZA !!!
Vivara, lodos que Icrcm este tiaaicit.
M)
SENHOIiES E SEMIHAS.
O proprietario do grande rmate do Baliza estabelecido rna do Livramcnto ns.
38 e 38 A, defronte da grade da igreja, acaba de reduzir os precos de quasi todos os
gneros do seu magnifico deposito.
A tarifa abaixo publicada atiesta bem esta verdade.
A guerra aos ininigos, est portanlo, assim declarada.
As pessoas, anda asmis exigentes, que se dignarem vir este cstabelecimento,
ficaro por certa muito satisfeitas, nao so quinto as qualidades dos gneros, como com o
tratamento todo attencoso que se Ibes dar.
Alm do cumprimentodos deveres da boa educaco, haver dora em diantc ainda
maior capricho em salisfazer todos que honrarem esta casa.
Os gneros pelas qualidades e procos annnnciados, serao offerecidos ao exame
dos Srs. compradores. Nao receie o publico que se pralique o contrario, como em oulras
casas, que al annunciam o que nao tem.... O Baliza nao Ilude....
Ameixas francezas em caixinbas e em frascos Licores ingleses e francezes em vazos de d-
45 Eua Direita 45
Oigam! oicam!!!
CALCADO
Bom e novo, a primeira ifecesildade para a sao-
de e aformoseamnto do individuo!
Meu Deas !... qae ps de pavAu se lobrigam per
Mttl roas t|ue lisura horrenda e nauseante a
de uin paletol bem talliado sobranceiro a ura
quedes ruido tm duas solas! un balito bem tor-
neado e bambaleante dcscubrindo urna ponta de
botina safara e carcomida I I
Sania Barbara!! Corran) rua Direita, bellas e
I sacudam napraia asos malditos ft4e$,
e eompren :
Uorzeguins de Xanles 8,5000.
Ditos france7.es de bezei ro 75.
Ditos francezes para homein 5.
Ditos para senbora.de lastre, enfeilados, 55500.
Hitos para senhora. gaapia alta, ifiSOO.
Botinas de menina 25300.
Hit.is.le cores par menina 25000.
SapatSeide Nautes de duas solas 55.
Ditos de sola e vira 1,3500.
Spalos de lustre para senhora 15-
Ditos de tapete para homein e senhora 800 rs.
Ditos da liga constitucional 500 rs.
E um sorliiuento completo em sola, vaquetas,
couros, bezorro francez como nenhum, couro de
lustre muito grande, e tudoiraanlj perteuce arte
de S. Chrispim.
URIAO
versos tamanhos a i.ooo, l,5oo e 4,8oo
rs. a duzia.
Manteiga inglcza flor a 8oo rs. a libra e de 8
libras para cima ser aberto um barril na
presenca do comprador,
dem de 2.* e 3.a qnalidadea 7oo, Coo e 4oo
rs. a "libra,
dem francesa a 560 rs. a libra, e em barril
por menos.
. dem em latas a 20000 e a 10500 a (ala.
Aletna branca e amarella a 4oo rs. a libra Massa de tomateem barril a 480 rs. a libra.
Araruta verdadetra a 34o rs. a libra. Idem era |ata a 640 rs a ,ata
Batatas novas em gtgos de 36 a 4o libras por Mostarda inglcza 400 e 600 ris o pote.
^1,000 rs. e a 4o rs. a libra. ^ Marmelada imperial dos melhores fabric
tes de Lisboa a 600 rs. a libra.
Marrasquino de zara a 8oo rs. o frasco e a
80 a duzia.
Massas para sopa, ta-lharim e macarrao a
de diversos tamaitos a l,2oo, l,6oo,
2,ooo, 2,5oo e2,8oo rs. e a libra a 8oo rs.
Ainendoas novas a 32o rs. a libra.
Azeite doce refinado a 8oo rs. a garrafa,
dem de Lisboa a 64o rs. a garrafa e 4,8oo
rs. a caada.
Alpiste a 16o rs. a libra, e 4,8oo rs. a arroba.
Arroz do Maranhao, da India, e Java a 8c e
loo rs. a libra.
Bis<;oitos inglezes Luncb a 18oo rs. a lata de "
5 libras.
dem de diversas marcas em latas menores
a l,3oo rs.
dem de Lisboa de qnalidade especial ern la-
las grandes e pequeas a 3,ooo e l,5oo rs.
Bolachinhas americanas, a 3,ooo rs. a barrica
o. 2oo rs. a libra.
Baribade porco a 44o rs. a libra, e em barril
a 4oo rs.
Baldes americanos muito proprios para com-
pras a l.ooo rs.
Chi huxym, bysson e perola a 3,ooo, 2,8oo,
2,5oo, 2,ooo e 1,6oo rs.
dem preto a 2,ooo, 1,6oo e I ,ooo rs. alibra.
Chanpagne a melhor do mercado a 12,coo o
gigo e a l,2oo rs. a garrafa.
Chocolate francez primeira qualidade a I,loo
rs. a libra,
dem hcspanhol a l,2oo rs. a libra,
dem suisso a l,ooo rs. a libra.
Cerveja branca marca AUsopps a 4,5oors. a
duzia, e a 4oo rs. agarrafa.
Cognac inglez a Oio rs. agarrafa a 8oo ea
l,ooo rs.
Concervas ingiezas em frascos grandes a 75o; Oilo pialo a 640 rs. a libra.
rs. o frasco. Sardinbas de Nantes a 320 rs. a lata,
dem'francezas de mudas qualidades a 5oo&iade Lisboa a 640 rs. em lata grande.
rs. o frasco e a 5,Seo rs. a duzia. Sag muito superior a 240 rs. a libra.
Charutos nesto genero temos grande aorti-jSal refinado, em potes de vidro, a
ment tanto da Babia como do Rio de Ja-l
480 rs. a libra,
dem finas, eslrelinba e pevide, caixinba
C(nn8 libras a 15600.
Nozes a rOo rs. a libra.
Peixe preparado de escabeche, da melhor
qualidade que tora vindo ao mercado, a
15 a lala.
tesunto de lamegornuito superior a 480
rs. a libra,
dem para fiambre (inglez) a 640 ris a
libra,
dem americano a 400 rs. a libra.
Papel almaeo a 35000 a resma,
dem de peso a 25 a vsma.
Palitos para denles a 160 rs. o maco.
Dto dito de flor a 200 rs.
Ditos do gaz a 25200 a groza
Passasnovas a 480 rs. alibra e a 15800 a
caixa.
Quejos flamcngos do ultimo vapor a 25300.
Dito londrino a 900 rs. a libra.
neiro a l,6oo, 2,2oo, 2,5oo, 3,ooo e4,ooo
rs. a caixa.
Caf do Cear muito superior a 28o rs. a libra
e a 8,ooa rs. a arroba,
dem do Rio a 3oo e 28o rs. a libra.
o pote.
Sabo massa a 120, 160, 200 e240 rs. a
libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Dito de Santos e 300 rs. a libra.
Tijolo para limpar facas a 140 rs. cada um.
Vassouras americanas a 64o rs, cada urna.
Cbolas a 9oo rs. o molho com mais de loo iuem a0 pori0 a 400 rs, cada urna.
ceblas.
Cbouricas e paios a 72o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 2oo rs. a libra.
Cevada muito nova a 80 rs. a libra.
Copos lapidados a 5 e 6,000 rs. a duzia.
Doce de goiaba em latas a 4oo rs. a libra,
dem de caj em latas a 320 rs. a libra.
Ervilhas francezas e portuguezas a 5oo e 64o
rs. a lata.
Id m seccas a 16o rs. a libra.
Figos de comadre em caixinhas com 8
por 16oo rs.
Farinha do Maranhao a 12o rs. a libra.
Farinha de trigo muito superior a 12o rs. a
libra.
Farelo em saceos grandes a 4,ooo rs. o sacco
Genebra inglcza marca gato a 1,00o rs. a gar-
rafa.
libras
Velas de carnauba e composicao a 320 rs. a
libra e a 105 a arroba,
dem stearinas superiores a 560 rs. o
maco, e em caixa por menos.
Vinho do Porto, neste geneno temos o me-
lhor sortimento possivel, que vendemos
por precos muito haixos a 15 a garrafa e
a 10/ e 125 a duzia.
dem Cherry, e da Madeira em barris e em
caixa, a 125 a caixa e o barril conforme o
tamanho.
dem de Figueira e Lisboa, em ancoras de
8 a 9 caadas, por 285000.
Dito em pipa a 35000, 35500 e 45000 a ca-
ada
dem do Porto, denomiuado Baliza, a 55 a
caada,
dem idem em garrames a 25500, com o
garrafao.
dem verdadeira de Hollandaem frascos muito dem de Bordeaux, das melhores marcas que
grandes a 1,2oo rs. o frasco. vem ao mercado, a 05 a caixa e a 640 rs.
dem de Hollanda em frascos pequeos a 5oo, a garrafa.
rs. o frasco. 1 Vinagre de Lisboa a 15600,108oo e 25000 a
dem de laranja a l.ooo o frasco. caada.
dem idem.em garrafoes com 5 garrafas, por
i 15 com o garrafao.
a Vinho de caj a 15 a garrafa. Este vinho
1 tem dez annos.
Gomma do Aracaty a 80 rs. a libra.
Graxa a loo rs. a lata e l,loo a duzia.
Linguas americanas de grande tamanho
1,000 cada urna.
Rna da Senzalla n. 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston A C,
sellins e silhes inglezes, candieiros e casti-
caes bronzeados, lonas ingiezas, fio de vela,
chicotes para carros e montara, arreios para
carros de um e dous cavados, e relogios de
ouro patente inglez.__________________
"GAZGAZ GAZ
por pre^o rcdiizido.
Vende-se gaz da melhor qualidade pelo
pre;o de 105 por lata de 5 galoes: no ar-
mazem do Caes do Ramos n. 18 e rua do
Trapiche Novo n. 8.
FAZEMttS
baratas para acabar.
Sedas de quadros e de listras a 320 rs. o cova-
d'i. lindas laas de quadrinltos a 360 o covado, su-
periores cassas e cores a OO rs. o covado, ditas
n ito finas a 2U> o covade : na luja das columnas,
ni rua do Crespcn. 13, de Antonio Oorreia de Vas-
ci meollos & C.
Os cortinados do Pavo.
Vendem-se ricos corles de cortinados adamasca-
dos proprios para janellas e camas pelo barato
preco de {<& a peca : na rua da Impcratriz n. CO,
leja de Gama Silva.
Pcchincha do Pavo.
Para cortinados a i>.
Vcndom-sc pecas de cassas adamascadas com
lindos doros tendo 6 varas cada peca pelo barato
f preco de 4j|, ditas com 8 raras a :i5, sendo pro-
priai para janellas, camas, bereoa etc., etc. : isto
s na hoja do l'avao rua da Imperatriz n. CO, de
Gama v Silva.
I Pavo veude as cainliraias
a .*><> Vendem-se pecas de camltraias brancas lavra-
das proprias para vestidos leudo s l|i varas a 35,
ditas com C 1|2 a 25500, ditas ditas a 35500, i5
e i-'iOO, i.-to pecnincha : na loja de Gama &
Silva, rua da Imperatriz n. 60.
Os precisos fallieres pa-
ra criancas.
Chegar.tm e acbam-se venda na rua do Quei-
mado, loja d'aguiabranca n. 8.
Kua do tiichiiailo nnoieros
4 c 5.
est disposto a continuar a vender pelos precos
abaixo declarados, pois para principar o novo
auno.
Caixas de obreiasde cola muito fina a 40 rs.
Varas de franja de laa de todas as cores a 40 rs.
Ditas de tranca de laa de todas as cores a 20 rs.
Ditas de trancelim branco muito superior a 20 rs.
Trancas de algodao brancas e de cores a 80 rs.
Duzias de meias para senhora muito superiores a
35800.
Crozas de pennade ac muito finas a 500 rs.
Caivetes de duas e tres folhas a 500rs.
Ditos de unta folha a 80 rs.
Caixas para rap, muito bonitas de calnngas, a
100 rs.
Capadlos redondos e compridosa 500 rs.
Caixas com muito superiores obreias a 40 rs.
Varas de franjas brancas e de cores, largas, a
160 rs.
Pares de botoes para punlio muit bonitos a 120 rs.
Carreteis de liulia Alexandre com 200 jardas a
100 rs.
Cartoes de linba Pedro V com 200 jardas a 60 rs.
Ditos de linha de 50 jardas a 2( rs.
Duzia de meias brancas parabomem a 15600.
Caixas com soldados de chumbo a 120 rs.
Tinteiros de vidro com superior tinta a 160 rs.
Ditos de barro a 100 rs.
Grozas de botoes oe louca pratiados a 160 rs.
Tesouras muito finas para costura a 320 rs.
Ditas ditas maiores e melhores a 400 rs.
Escovas para limpar dentes muito finas a 200 rs
Ditas |iara unlias a 800 rs.
Laa de todas as cores para bordar a 75 a libra.
Caixas com phosplioros de segurancaa 160 rs.
Cadernos de papel branco e azul a 20 rs.
Pacote de papel amizade a 600 rs.
Caixas com 100 anvelopes muito superiores a
800 rs.
Cadernos de papet de cores, grande c pequeo, a
40 rs.
Silabarios portuguezes com calungas de todas as
qualidades a 320 rs.
Graxa em latas muito nova a 100 rs.
Cartas e taboadas para meninos a 60 rs.
Caixas com superiores iscas para charuto a 40 rs.
Carreteis de linha de cores com 200 jardas a 60 rs.
Raralhos muilo linos para volta/ete a 280 rs.
Rodinhas com alfinetes francezes a 20 rs.
Cartas de allineles francezes finos a 40 rs.
Caivetes de cabo de madreperola de duas folhas
a 500 rs,
I.uvas brancas de algodao Gnas a 80 rs.
Miadas de linha froxa para bordar a iW rs.
SALSA PARRILHA
<
DE BRXSTOL.
As enras i
r.scsio FULAS,
C'il.lCiAS AMIGAS,
EKFERMEDES SYPHILTICAS,
Erysipelas, Rhoumatismo,
Nevralgias, Esjorbuto,
ele, l'iC, flC,
que tem graogeado o dado o alto re-
noine ;i
Salsaparrilha de Bristol
por todas partes do tiiiiverso, sao to
gmente devalas :i
nica Legitima e Original
SLSPRHLRA DE BRISTOL,
nUCPAKADA EXOI.1SIVAMKM1; l'Olt
LAIVrtlR & KEWP DE \0VA Y Mediante a receadofh. C. C. fretoi.
A yenda as boticas de Caors & Barboza,
rua da Cruz, e Joo da C. Bravo & C, rua
da Madre de.Deos.
Venda de urna hypothuca.
Os liquidatarios da massa fallida de
Jos Anlouio Baslo vendern a hypolhe-
ca que lera nos ena;cnlios Mallo Grosso
e (njaluissii no termo de Scrinhacra m
valor de 31:83o$911 rs.; tratar as
casas a rna do Trapiche n. 34.
AGKNC1A
PA
FUNDICAO DE LOW-MOOR.
Kua da Senzalla nova n. 12.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenhe, machinas de vapor
e tachas de ferro batido c coado, de todos os
tamanhos para ditos.
Arados americanos e machinas par
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston A C.
rua da Senzalla Nova n. 42.
Kua da Senzalla Kara n. 41.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
ferro coado libra a 110 rs., idem de Low
Moor libra aliOrs.__________________
Algodao da Baha
para saceos de assocar e roupa de cscravo; tem
para vender Antonio Lun de Oliveira Azcvedo &
C, no seu escriptorio rua da Cruz n. 1.
MERCANTIL
RUA V CAWEIA INI REIF H. 53.
NOVO E
O-SAIDB A3MZm DE MOCEADOS
II IIA tAUEIA IIO UECIFEI \. 53.
Francisco Fernandes Duarte acaba de abrir na rua da Cadeia do becifen. ii3, um grande e surtido armazemdc molhados de-
nominado IWifl Mercantil. esle grande armazem encontrar sempre o respeilavel publico um completo sorlimenlo des mell.ores
gneros que vem ao mercado, tanto esuangeiios, como nacionaes, os quaes serao vendidos em porcOes ou a relalho por precos asss
com modos.
Manteiga ingleza especialmente escolhida Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa
de primeira qualidade a 800 rs. a libra, 1$200 a caada.
em barril se faz abatimento. Azeite doce refinado em garrafas brancas a,
Manteiga fianceza a mais supjrior do mer- 800 rs.
cado a 500 rs. a libra, e 523 rs. em barril Azeite doce de Lisboa a 6i0 rs. a garrafa e
ou meio. I 40800 a caada.
Prezuntos inglezes para fiambre, de superior Genebra de Hollanda a 500 rs. o frasco e
qualidade, chegados neste l I timo vapor, a 5/580O a frasqueira.
720 rs. a libra. Caixinhas com ameixas francezas, ornadas
Quejos flamengos chegados neste ultimo
vapor a 20800.
Queijo pialo muito fresco e ovo a 640 rs.
a libra.
Castanhas muilo novas a 12C rs. a libra e
e 30000 a arroba.
Cha uxin o melhor que ha neste genero,
mandado vir de cunta prepria a 20800
rs. a libra.
Cha hyson muito superior a i 0560 rs. a li-
bra ; cha hyson proprio jara negocio a
10500 rs. a libra.
Cha preto muito superior a 2il a libra.
Biscoutos inglezes em latas com differentes
qualidades, como sejam era tnel, victoria,
piquelez, soda, captain, sued, bornez e
outras muilas marcas a 10:150.
Bolachinha de soda em latas grandes a 20.
Figos em caixinhas hermticamente lacra-
das, muito proprias para mimo a 10500.
Caixinhas de 4 e 8 libras de 1 gos de coma-
dre a 10 e 20 cada urna.
Passas muito novas, chegadas neste ultimo
vapor a 50j rs. a libra e 3 J umquarto ;
eem caixa se faz abalimen.o.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior que
tem vindo ao nosso mercado a 180 o gigo,
garante-sea superior qualidade.
Viubo Bordeaux das melhores qualidades
que se pode desejar de 70530 a 80000 a
caixa e 720 a 800 rs. a ganafa.
Caixas com vinho do Porto su lerior de 90
a 101* a duzia, e 900 a 10 a jarrafa; deste
genero ha grande porcao e de differentes
marcas acreditadas que j se venderam
por 145 e 150 a caixa, como sejam: Duque
do Porto, Lagrimas do Doaro, D. Luiz,
Cames, Madeira secco, Carcavedlos, Nc-
tar de 1833, Duque Genuio.
Vinho de pipa: Porto, Figueita e Lisboa, a
400,480 e 560 rs. a garrafa, e 30, 30200
e 30500 a caada.
Vinho branco de superior qmilidade, vindo
j engarrafado a 640 rs. ag;rrafa e a 500
rs. de barril.
com ricas eslampas na caixa exterior,
muito proprias para mi rao, a 1020", 10500
e20.
Frasco de vidro com lampa do mesmo, con-
tendo meia libra de ameixas francezas, a
10200.
Marmelada imperial, dos melhores conser-
vemos de Lisboa, em latas de 1 e meia a
2*libras a 600 rs a libra.
Fructas em calda das melhores qualidades
que ha em Portugal em latas liermetica-
meule lacradas a 500 rs.
Peras seccas muilo novas a OiO rs. a libra.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Amendoas de casca molle a 400 rs. a libra.
Avelas muito novas a 200 rs a libra.
Amendoas confeiladas de diversas cores a
800 rs. a libra.
Macaas e peras chegadas nesle ultimo vapor,
muilo perfeitas, s vista se faz o preco.
Sardinbas de Nantes a 340 rs. o quarlo e 360
rs. meia lata.
Latas oom peixe em posta : savel, corvina,
vezugo, cherne, linguado, lagoslinha, a
10300 rs.
Salmo em latas, preparado pela nova arle
de cozinha, a 800 rs.
Maga de tomates em latas de 1 libra a 600
ris.
Cbouricas e paios em latas de 8 e meia libra
por 70.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra e
80GOO a arroba.
Bolaxiuba ingleza a 320 rs a libra e 40 a
barrica.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
Cevadhha de Franca a 200 rs. a libra.
Farinha do Maranhao a 120 rs. a libra.
Araruh verdadeira a 320 rs. a libra.
Cevada a 120 rs. a libra e 30 a arroba.
Alpislaa 160 rs. a libra e 40800 a arroba
Batatas muito novas em gigos com 40 libras
por 10500.
Cebollas a 10 o molho com mais de 100 ca-
da um.
Caf lavado de primeira qualidade a 300 rs.
a liba e 90 a arroba.
Caf de Cear muilo superior a 280 rs. a li-
bra 3 80400 a arroba.
Conservas ingiezas em frascos grandes a 750 Caf dc Rio- proprio para negocio, a 80.
rs. cada um. i Arroz do Maranhoa 100 rs. a libra e 2
Ervilhas francezas e portuguezas em latas de a an^ua; rtlM
1 libra a 640 rs i Arroz de Java a 80 rs. a libra e 2JM00 a
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate francez, o que ha de melhor nesle
genero, a 10200 a libra.
Chocolate hespanliol a 10200 a libra.
arroba.
Vellas Je spermaceti a 560 rs. a libra e
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
so e a 90 a arroba.
Doce d 3 goiaba a 640 rs. o caixo.
Genebra de laranja em f. ascos grandes a l. MacarrJo talliarim e alelria a 480 rs. a ii-
Cerveja branca e pela das melhores marcas( bra em caixa se faz abatimento.
ZV^T.wZ ^ a g Estrellinba.pevideearrozdem^^n.to-pa
e io-t u a garraia. Q msg0^ dUos |xa(Jos seffl %T a m ^
Licores francezes das segrales qualidades : I 0 masso cora 2o massinhos.
Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames Gomm de engommar muito fina a 80rs. a.
e de outras muilas marcas a 10 a garrafa m,,.,
e 100 a caixa.
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e
90 a duzia.
Mostarda ingleza em potes j preparada a
400 rs.
Mostarda ingleza em p, em frascos grandes,
a 10 cada um.
Sal refinado a 500 rs. o pote.
Banha de porco refinada a 480 rs. a libra e
400 rs. em barril pequeo.
Charutos dos melhores fabricantes de S. F-
lix, em caixas inleiras ou em meias, de
I0GOO, 20 e 30.
Presuntos do reino, vindos de cor.ta propria
de casa particular,a 400 rs. a libra; intei-
rose faz abatimento.
Os senhores que comptarem de 1000000 para cima, tero o descont de o por cento, pelo prompto pagamento.
COMMERC


[
RUA DO QUEOIA1K IX. 45,
Pissando o becco da Congregado segunda casa.
m&m imm
iiffi
NOFIDADE.
Pereira Rocha & C. acabara de abrir na rua do Queimado n. 45 um armazem dc molhados denominado Clarim mm
onde o respeitavel publico encontrar sempre um completo sortimento dos melhores gneros que vem ao nosso mercado, ostji
serao vendidos por precos muito resumidos como o respeilavel publico ver pela tabella abaixo mencionada ; garante-se o bom peso
e boa qualidade dos gneros comprados nesle armazem.
Arroz do Maranhao, da India e Java a 80 e
100 rs. a libra c 20400 a 2 >800 rs. a ar-
roba.
Ameixas francezas em latas ( em frascos a
10200e 10600.
Amendoas com casca muflo nevas a 280 rs.
a libra.
Alpista a 160 rs. a libra e a 45600 rs. a ar-
roba.
Azeite doce francez muilo finD em garrafas
grandes a 960 rs. a garrafa.
dem de Lisboa a 640 rs. a girrafa.
Araruta verdadeira de matara la a 320 rs. a
libra.
Avelas muito grandes e novis a 180 rs. a
libra.
Batatas muito novas a 40 rs.
Biscoutos inglezes de diversas marcas a
10300 ris.
Bolachinhas de soda, latas grandes, a 20 rs.
a lata.
Ditas ingiezas muito novas a 3 $000 a barri-
quinha e a 200 rs. a libra.
Banha de porco refinada a 443 rs. a libra e
eem barril a 4i0 rs.
Cbi hyssoD, bochn e perola a 10600, 20,
20500, 20800 e 30000 a li ira.
dem preto muito superior a 20000 rs. a li-
bra.
Cerveja preU e branca, das melhores marcas
qnevero ao mercado, a 5(0 rs. a garrafa
e 5800 a duzia.
Cognac ingle/. lino a 900 rs. i garrafa.
Conservas a 720 rs. o frasco.
Idem, 80de pepino, a 720 rs.
dem, s de azeitooas, a 780 rs.
Charutos dos melhores fabricantes da Baha
c especialmente da fabric i imperial de
Candido Ferreira Jorge da Costa, a 10800,
2,5000,20200, 20500, 2,1800, 30000 c
30500 a caixa.
Caf do Rio muito superior a 260, 280 e
300 rs. a libra e 70500, 80 e 80500 rs. a
arroba.
Chouricas e paios muito novos a 800 rs. a Palitos de dentes a 120 rs.
libra. dem de flor a 200 rs.
Cevadinha de Franca muito superior a 220 Palitos lo gaz a 20200 rs. a grosa.
r?. a libra. Passas muito novas a 480 rs. a libra.
Cevada a 80 rs. a libra. Peras seccas muito novas a 600 rs. a libra.
Ervilhas porlugeezas a 640 rs. a lata. Painco a 200 rs. a libra.
Idem seccas muito novas a 200 rs. a libra. Qiu'ijos flamengos do ultimo vapor a 20400
Figos de comadre e do Douro em nixinhas ris.
de oito libras e canastrinhas de 1 arroba a dem prato a 640 rs. a libra.
10800, 50500 c 280 rs. a libra. | Sardinbas de Nantes a 32" rs.
Farinha do Maranhao a 120 rs. a libra. Sag rruito alvo e novo a 260 rs. a libra.
Farinha de trigo a 120 rs. a libra. i Toucinho de Lisboa a 320 rs a libra.
Genebra de Hollanda verdadeira marca VD Tijolos de limpar facas a 140 rs..
a 560 rs. o frasco e 60200 rs. a frasquei- Vellas de carnauba pura a' 360 rs. a li-
ra, bra.
dem em garrafoes de 3 e 5 gafos a 50500 dem stearinas muito superiores a 600 rs. a
e 70500 cada um com o garrafao.
Gomma do Ancaty a 80 rs. a libra.
Graixa a 100 rs. a lata c 10100 rs. a duzia.
Licores muito finos a 700 rs. a garrafa.
Idem, qualidade especial e garrafas muito
grandes, a 10800 rs. a gnala.
dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, garrafa forma de pera c rolba dc vi
libra.
Vinho do Porto engarrafado o melhor que
ha neste genero e de varias marcas, i nao
sejam : Velbo de 1815, Duque do Poito.
Madura, I). Pedro, D. Luiz I, Mara l'ia.
Bocagc, Chamisso e oulros a 800, 900 e
1 Oi) a carrafa, e cm caixa com urna du-
zia a 90000 e 100000.
dro, a 10000 rs., s a garrafa vale o di- Illem ^ ?Qr[0j Lisb6a c Fglicir;i .,
480, 500 e 500 rs. a garrafa c 30, 3
e 40 a caada.
dem branco dc Lisboa muito fino a 500 r.
nheiro.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, desem-
barcada de DOUCO a 800 rs a libia, e do 8
libras para cima sefar-uraa dilerenca.
dem franceza muito nova a 560 rs. a libra,
e em barril ter abatimento.
Massa de tomates em barril a 80 rs. a li-
bra.
dem em lala a 640 rs.
Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa a 60< rs. a lata.
Marrasquinho de Zara, fraseos grandes, a
800 rs.
dem regular a 500 rs.
Massas para sopa : macarrao, talliarim c ale-
lria a 480 rs.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Peixe em latas preparado pela primeira arte
de cozinha a 10 rs. a lata.
Palitos de dentes a 160 rs. o masso.
a garrafa,
dem de Bordeaux, Medoc e S. Julien a
e 800 rs. a garrafa, c 70000 e 70500 rs.
a duzia.
IdemMorgauxeCbaleauIuminide 1854, a 10
a garrafa.
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs, a garrafa
I fSQQ rs. a caada.
Kirsk garrafas muito grandes a 10800 re.
Alm dos gneros cima menciona.'
mos grande porco do outros que deixaaos
de mencionar, e que todo ser vendido por
pecas e carnadas, tanto em porcoes como
retalho.
Quera comprar de 1000000 para cima te-
r o abate de 5 por cento.
ttlWWCi-*'"

:
- T- '


..--


Diario de Pernambneo tilinta felra 25 le Pcvereiro de 1381.
TV
ATTETSCAO
9 IAIIC.O O AUlfIO 9
GRANDE SORTIMENTO
DE
PECHINCHA
COUO WIJffCA IIOHT13
NO
ARMAZEM
ATTENCAO
AOS
PARA k FESTA.
i'
DARTE & C.
Participam aos seus numerosos freguezes e ao publico em geral que acabara de
receber de sua propria encommenda, o m lis lindo e completo sortimento de raolhados,
os quaes venden por grosso e a retalbo por menos 10 por cento do que outro qualquer
anunciante, como verlo pela seguinte tabella que abaixo notamos, garantindo os mes-
mos propietarios nao s o peso como a qualidade de seus gneros.
AVISO.
Todos os senhores que coraprarem lara negocio ou casa particular de IOOjJ para
cima torio mais 5 a 10 por cents de abatinento, os proprietarios scientificam mais que
t) i is os s.'us gneros sao recebidos de sua propria encommenda, razao esta para pode
veader por muito menos do que outro qualquer estabelecimento.
Manteiga ingleza flor a 8oo rs. a fibra. I Vellas de carnauba e composico de 32o a
Casimbas muite novas a 2,ooo rs. a caixa, 8 j 36o rs. a libra e de lo,ooo a 11,oso rs. a
a loo rs. a libra. arroba.
Bolinao francez e em caixinhas de 7oo a' Genebra de Hollanda em botijas de conta a
id rs. cada urna. 410 rs. a botija, e em duzia ou em barrica
dem franceza a mais nova do mercado a 56o! tera abatimento.
rs. a libra, e 54o rs. em barril. I Massas para sopa raacarro, talharim e aletria
Mera de poro relinada muito alva 46o rs. I a 48o rs. a libra e em caixa ter abati-
a libra.
PrflMlt para fianl)re a 8oo rs. a libra.
Cha uxim miudinho vindo de conta propria.
o meluor do mercado a 2,8oo rs. a libra.
I Jetn" hyson Je superior qualidade a 2,6o rs.
a libra.
dem perola o melhor que se pode desejar ;,
2,700 rs. a libra.
dem preto muito lino a 2,5oo rs. a libra.
dem mais baixo pouco a 2,ooo rs. a libra.
Mera mais baixo a l,8oo rs. a libra.
Vinio do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado garahte-se a superioridade deste vi-
mento.
dem estrellinha, rodinha epevideem caixi-
nhas de 8 libras, muito bem enfeitadas de
2,5ooa 3,5oo rs. a caixinha e a 6oo rs. a
libra.
Boce de goiaba em caixas de diversos tama-
nhos de 6oo a l.ooo rs. o caixao
Sabo raassa de Seo a 24o rs. o melhor, em
caixa ter abatimento.
dem hespanhol a 28o rs. a libra.
Peixe em latas muito novo ; savel, pescada,
corvina, salmo e outras muitas qualidades
preparada de escabeche 2 a arte de cosi-
nha de I,2oo a l,8oo rs. a lata,
nho. das segantes marcas : Duque, Ge- Figos em caixas de 1 arroba, l% e 8 libras
numo, velbo seccoves?ecial lagrimas do-' a 8>ono Vooo e 2ooo rs. a cajxinha.
le lsii), vmbo especial D Pedro V., Barris ll(, vill!l() hrmc0 je (.uinl0) marca R
vinho velbo, Nctar superior de 1833, Dm- & Fi|ho a t0,ooo rs. o barril.
lo Porto de 1834, vinho do Porto ve- Marmeladi imperial dos nv Inores conservei-
I io superior, madera secca de superior, ros (le Lisljoa, oio rs al.tinhade 1 libra,
qualidade, vinho do Porto superior t>. Lu-, ha latas -dt t i-, e 2 libraS-
I "de1847, lagrimas do Douro espe--Massa de tomate em latas douradas de 1 libra
da), vinho do Porto de l.oooa l,2oo rs. \ a q^0 rs a iala
a garrafa c de lo.ooo a 14,ooo rs. a caixa Ameixas francezas em caixinhas elegante-
mente enfeitadas de l.Soo a 3,ooo rs. a
caixinha, tambera ha latas de 1 '/ a G li-
bias de l,2oo a i,5oo rs. a lata.
DO
IO LARttO BIA l'JEXHA IO
Francisco Fernandes Dnarle dono deste muito acre litado arraazem
de raolhados, acaba de receber neste ultimo vapor os mui desejados gneros escolhidos
por elle na Europa, todos muito propriospara a festa os quaes est resulvi lo a vender por
preces baratissimos como vero pela seguinte tabella, e mesmo pede a tedos os Srs. da
praca, de engenho e lavradoros para que mandem suas relaces para seiem despachadas
no armazem do Progresso do largo da Penha n. 10, am de verem a grande vantagem
que tiram, tanto na superioridade dos gneros como nos precos asss resumidos,'
os Srs. que nao poderem vir podero mandar seus portadores ainda que nao tenham pra-
tica, que serlo to bem servidos como se viessem pessoalmerrte.
O interesse que tira o proprietario deste acreditado armazem, j d ;ve ser bem co-
nhecido pelos seus numerozos freguezes, pois simplesraenteconsiste em narr bera e ga-
nbar pouco, alini de conseguir a continuaco daquellas pessoas, que a pin 4eira vez se dig-
narem honrar o seu estabelecimento.
Queijos flamengos chegados neste ultimo
vapor a 2,eoo rs. .
dem do vapor passado a l,8oo rs.
dem prato muit novos e de superior qua-
lidade a 4oo rs. inteiro, e a 5oo rs. a
libra.
Doce de goiaba fino em caixes com 2 V*
libras por 6oo rs.
dem mais baixo a 54o rs.
Manteiga ingleza flor a mais superior do
mercado a 72o rs. a libra.
Araruta verdadeira a 32o rs a libra.
Farinha do Maranhio muito alva e ebeirosa
a 12o rs. a libra.
Sag muito novo 24o rs. a libra.
Sevadinha de Franca a 2oo is. a libra
Sevada muito nova a loo rs. a libra.
Cominhos, crvadoce e pimenta do reino a
30o rs. a libra.
Genebra de-Hollanda a 5,5oo rs. a frasquei-
ra com 12 frascos, e arotalho a 5oo rs.
cada um.
PROGRESSISTA
RA DAS CR1JZES Y. 30
E
RA DO CRESPO N. 9
No bal rio de Sanio Antonio.
Joaquina los Comes de Moiizn tera a honra do participar ao respe-
tavel publico, que tem resolvido vender os seus gneros de primeira qualidade por menos
10 a 20 por cento do que outro qualquer aBn;iiuiar, como se v do presente annunrio.
asseverando o proprietario d'estes armazens a aipiellas pessoas que frequentarem estes
estabelecimentos, que nunca tero occasio de reclamar qualquer genero, visto ter-se
adoptado n estas casas o ptimo systema de s se negociar com gneros especialmente es-
colhidos.
dem de segunda qnatidae a 64o rs. a libra. dem em botija hamburguesa a 4oo rs.
Manteiga Tranceza de primeira qualidade a Genebra de laranja a l.ooors. os frascos
. 56o rs. a libra, e 52o rs. era barris ou grandes.
meios. Vinho de caj o melhor qu; ha no mercado
Cha perola neste genero nao ha nada a de- a l.ooo rs. a garrafa.
sejar, e de especial qualidade, mandado Palitos do gaz a 2,3oo rs. i groza e 2o rs.
vir de conta propria a 2,8oo rs. a libra. a caixinha.
dem huxim o melhor do mercado a 2,6oo dem de dentes lixados a I6t rs. o maro com
rs. a libra. 2o macinhos.
dem de segunda qualidade a 2,ooo rs. a Ervilhas seccas chegadas neste ultimo navio
libra.
CHA
hysson, uxim e perola a 2.400, 2,600 o
2,800 rs. a libra.
CAF
muito superior, do Rio e do Cear a 8,000
e 8,400 a araoba e 300 rs. a libra.
VINHO
de Lisboa e da Figueira a 3,500 e 4,000 a
a caada,
do Porto engarrafado de diversas marcas a
1.000 rs. a garrafa.
Bordeaux de diversas qualidades a 7,000,
8,000, 9,000 e 10?? a duzia.
CHAMPANIIE
CONSERVAS
ingieras a 8,500 a duzia e 760 rs. o frasco.
SAL REFINADO
em frascos de vidro com tres libras a 600 rs.
PEIXE
em latas ermeticamente lacradas a 1,000
rs. cada urna.
PORVOS
do Porto muito bem conservados a 500 rs.
a libra.
MUSTARDA
prepirada muito nova a 400 rs. o frasco.
MARMELADA
dos melhores conserveiros a 640 rs. a libra.
ESPERMACETE
a melhor que temos neste mercado a 20,000 muit3 superior a 560 rs. a libra, e em caixa
rs. o gigo.
a 550 rs.
CHARUTOS
da Bihia a 1,600. 2,200, 3,000 e 4,000 rs.
a 16o rs. a libra, e em perco se faz aba-
timento.
Banha de porco refinada a 48o rs. a libra e
42o rs. em barril.
Vinho branco de superior qualidade proprio
para missa a 64o rs. a garrafa,
navio a 1,35o rs. a lata, deste genero ha|Ameixas francezas em cabinhas elegante-
grande porcao e de differentes marcas, mente enfeitadas com r cas estampas a
dem hysson muito superior a 2,5oo rs. a li-
bra.
dem preto homeopathico muito fino a 2,ooo
rs. a libra.
Bolacbinha de soda chegada neste ultimo
que se vendem todas pelo mesmo preco a
vontade dos compradores.
Iem em latas grandes a ,oeo rs.
1 dem propria para lanche em latas grandes
a l,9oo rs.
Marmelada imperial dos melbores fabrican-
tes de Lisboa a 64o rs. a libra.-
Frutas em calda em latas de l.ooo a5oo rs.,
neste genero ha diversas qualidades a es- dem em caixas para
colher. libra.
Champanha superior das marcas mais acre-, Passas de carnada a 48o
O urna duzia.
BoiachiBha de soda especial encommenda e a
mais nova que ha no mercado a 2,2oo rs. a
"** dem em frascos com lampa de rosca a l,6oo
B:scoitoi inglezes das melbores marcas em rs 0 frasC0-
latmh 19 de 2 libras a 1 3oo rs. a lata chocolate portuguez. hespanhol, francez e
Ideno inglezes craknel em latas de o e 7 libras suisso a 1 2oo rs. a libra,
de 5,ooo a 6.000 rs. a lat, e em libra a Conservas ingezas das seguintes marcase
800 rs. Mixde-Picles e cebollas simples a 75o rs
Queijos do reino chegados pelo ultimo vapor 0 frasC0-
a 2.000 rs. cada um. Ancoretas de vinho colares a So.ooors., e
dem prato a 7oo rs. a libra. a 7-0 r a garra f
Vin'ao em pipa das mais acreditadas marcas Sardinlias do autes a 32o rs. a latinha.
como sejam B & ., PRR, JAA, outras Charutos das mais acreditadas marcas de
multas marcas, Porto, Lisb"a e Figueira ; 2.5oo a 4,000 rs. a caixa.
de 48o, 5oo, 56o, 64o e 800, rs., e o do Champagnhe a melhor do mercado de 12,ooo
Porto fino em garra/a, e em amada a| a24,ooors. o gigo, ede I,2ooa2,ooors. a
3,ooo, 3,5oo, 4,ooo e 6,5oo rs. o melhor garrafa.
do Porto. i Papel gieve paulado ou liso a 3,5oo rs. a res-
iden Bordoaux das mais acreditadas marcas ,, ma". ..
a 7oo rs. a garrafa, e a 8,000 rs. a caixa. ,de.m de Peso Paut;lJo ou I|Z0 de 3'5o a
Garrafes (om o garrafas de superior vinho *'2!)0 rb'?rer'na' 1 o m
do Porto 2,200 rs. com o rrafao. ,n"ll fina c alva a 8oQrS- a l,br-
1 com 5 garrafa de vinho da Figueira mais Ml1'10 ali,lla e Pa,nso ^ l0 a 2o rs- a Im-
proprio para a nossa estaco por str mais' ,.,ra* Q Q a
uL, a 2.too rs. com o garrafao. IPal'tos. do aza 2'2o rs" a8rosa e 2o rs- a
. om ,-i garrafas de vinagre a l,2oo rs. "?' ,,.. .,
com o carrafo Vasos ,n8lezes de 4 a 16 libras vasios, muito
Vinho hraU o mais superior que vera ao1 Proprij-Pni deposito de doce manteiga
ooseo mercado a STn. agarrafa, e a! outro ^nw ll,PJldo de l' a
Uwn. a caada. 3,ooo rs. cada um.
Velas de esparmacate as melhores neste Se- L,C0Tte* das melbores marcas _e mais finos
ero de 56o a 6 io rs. o maco, e em cai-! a {'.00 rs; a 8arrafa e cm caixa ter abatl"
xa ter grande abatimento por haver n me"10,
ifrande norcao Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
8 y v e lo.ooo rs. a caixa.
Azeite doce em barril muito fino a 6io rs. Chouricas as mais frescas do mercado a 800
a garrafa e 4,800 a caada. rs a libra.
dem francez retinado a 800 rs. a garrafa. Genebra de laranja em frascos grandes a
Ervilhas francezas epurtuguezas a 64o rs. a l.ooo rs. o frasco,
lata. Serveja das mais acreditadas marcas de
l,2oo, l,5oo e 2,ooo rs. rada urna,
dem francezas em frasco de vidro com tam-
pa do mesrao contendo 1 '/libra a l,2oo
rs. s o frasco val quase o dinbeiro.
dem em latas de 2 libns por l,4oors.
a retalho, e a 800 rs. a libra.
Figos de comadre muito novos em bahuzi-
nhosmuito proprio* para mimo al ,28o rs.
retalho a 16o rs. a
CERVEJA
muito superior a 5,000, 5,500 e 6,000 rs. a, a mu.
duzia- TOUCINHO
GENEBRA muitl) novo a 9'000 ** a arrha e 300 rs. a
' JSfeT f,a'qUeraS a 5'5 e ^ ,bra' ERVILHAS SECCAS
as miis novas do mercado a 120 rs. a libra.
BOLACMINHA i PALITOS PARA MESA
de soda em latas grandes a 2.000 rs. cad? ,.. ,m ... irn
uma e muito bem fetos a 160 rs. o mago.
inglezas em barricas a 4,000 e 240 rs. a' VINAGRE
libra. de Lisboa PRR a 240 rs. a garrafa e 1.600
B1SC0UT0S rs- a caada,
em latas de todas as qualidades, a 1,300 rs. AMENDOAS DE CASCA
cada lata. as mais novas do mercado a 240 rs. a libia.
ARROZ FARINHA DE ARARUTA
:da India e do Maranhao a 2,600 e 8,000 a verdadeira e muito nova a 400 rs. a libra e
10,000 rs. a arroba.
rvyKfK ERVA D0CE
muilo nova a 2,500 a arroba e 100 rs. a ***" a 3 rS- a libra e 9>00 fS- a
rs. a libra e em
f
arroba e 100 rs. a libra.
mito n(
libra.
GOMMA.
arroba.
COMINHOS
ditadas a l,5oo rs. a garrafa e 15,ooo rs. quarto com 8 libras por !,5oo rs.
o gigo. iBolaxinhas inglezas de supi rior qualidade a
Serveja das melhores marcas que vem ao' 2,000 rs. a barrica, e a 2 )o rs. a libra,
mercado a 5oo rs. a garrafa -c a 5,00o rs. | Chocolate francez'o melhor jue se pode de-
a duzia1*
dem preta superior a 56o rs. a garrafa e a
5,4oo rs. a duzia.
Vinho Bordeaux de differentes marcas, e as
melhores do mercado a 7,000, 7,5oo e
8,000 a caixa com uma duzia, e em gar-
sejar neste genero a l.ooo rs. a libra.
Macas para sopa estrelinha, nevide, arroz de
maca a 48o rs. a libra, e ora caixa a 2,ooo
rs. cada uma, macarrao, talherim, e ale-
tria a 4oo rs. a libra.
Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra,
rafas a 64o, 7oo e 800 rs., garante-se a Avelans muito novas a 2oo rs. a libra,
boa qualidade. | Ervilhas francezas muito aovas em latas
dem Figueira de superior qualidade a 48o' grandes a 64o rs.
rs. a garrafa e 3,5oo rs. a ranada. j dem em ditas pequeas a ioo rs.
dem de Lisboa a 2.800 rs. a caada e 4oo'Maca de tomate em latas de I e 2 libras a
rs. a garrafa. 64o rs.
dem do Porto de superior qualidade para Salmo em latas de 1 '/i libia a 800 rs.
mesa a 550 rs. a garrafa, e 4,ooo rs. a ca- Lagoslinho em latas grande:, a l,4oo rs. ca-
ada I da uma.
j dem fino do Alto Douro da colheita de 1833, Sardinhas de Nantes a 36o rs. a lata,
como sejam: D. Luiz, Feitoria velho, Nec- Cognhac inglez a 800 rs. a garrafa.
400 rs.
muito superior em saceos com craatro arro- "R novos e WUi suPcnores a
bas a 2,000 e 100 rs. a libra. NOZES
muito novas a 160 a libra e 5,000 rs. a ar-
roba.
SAG
0 melhor que pode haver nesle genero a
CASTANHAS
piladas muito novas a 320 rs. a libra.
Licor francez das melhores marcas do mer
cado a 800 rs. a garrafa.
Batatas chegadas neste ultimo navio em cai-
xa com duas arrobas por l,6oo rs., e 4o
rs. a libra.
tar, Carcavellos e Cambes em caixa de
uma duzia a 9,ooo rs. *
Lagrimas do Douro, especial vinho do Porto
a l.ooo rs. a garrafa e lo.ooo rs. a caixa.
Duque do Porto, Madeira secco, duque ge-
nuino, lagrimas doces a 9oo rs. a garra- Concervas inglezas a 75o rs. o frasco.
fa e 9,5oo rs. a duzia. 1 Sal refinado em potes a 5oo rs. cada um.
Garrafbes com vinho do Porto a 2,2oo rs. iMostarda ingle-.a a l,ooo rs. o frasco.
cada um. j dem franceza a 4oo rs. o pote.
Vinagre de Lisboa de superior qualidade a Milho alpista a 16o rs. a libra e 4,800 rs. a
2oo rs. a garrafa e l,2oo rs. a caada.
Azeite doce refinado em garrafas grandes a
800 rs.
dem de Lisboa a 6io rs, a garrafa, e em
caada a 4,8oo rs.
Presuntos inglezes para fiambre a 7oo rs. a
libra,
dem de lamego encommenda particular a
48o rs. a libra, e inteiro se faz abatimento.
Toucinho do reino o melhor do mercado a
320 rs. a libra, e em arroba a 9,ooo rs.
arroba.
Graixa muito nova em latas grandes a 120
ris.
Latas com peixe era posta ermeticamente
lacradas das melbores quilidades de pei-
xe que ha em Portugal a 1,2oo rs.
Caf lavado de 1* qualidade a 32o rs., dito
de 2a a 28o rs. a libra e 8,2oo rs a arro-
ba, dito de 3* a 26o rs. < libra e 7,8oo
rs. arroba.
Charutos suspiros dos melhores fabricantes
cora doces seceos de Lisboa de 3oc
a 3,5oo rs. cada uma.
To.iL-i.'iho I Lisboa a 3oo rs. a libra, e
9,ooo js. a arroba.
N '.os muito novas a 16o rs. a libra e 4,8oc
rS. a arr iba.
Cafe de i.\ 2.a e 3. qualidade de 26o, 3oo
e 30o rs. 1 libra, do Cear de 7,8oo, 8,600,
e 9.200 rs. a arroba do melhor.
5,5oo a ',5oo a duzia e de mais a 5oo rs.
a garrafa.
a dem embotijas e meia;' sendo preta da
muito creditada marca T de 6,5oo a 7,8oo
rs. a duzia.
Ceblas em molhos grandes a 800 o molho
640 o cento, e a 6.5oo rs. a caixa
Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
Farinha do MaranhSo a 14o rs. a libra.
Arroz da India, Java eMaranho de 2,800 a Tijolo para limpar facas a 16o rs. cada um.
3,ooo a arroba, e de 80 a loors. a libra. Cominho a 4oo r*. a libra.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e 5oo Erva doce a libra.
a libra, ha caixas ncias e quartos. Canella a l,ooo rs. a libra.
S vadinha c Franca a 24o rs. a libra. Batatas a l.ooo rs. o gigo com 32 libras liqui-
S.i.tii muito novo a 28o rs. a libra. das e 3,ooo rs. a caixa de duas arrobas.
fcs
38RA DO IWIPERADOR38
aiN
L
,\
Agua natural de (onilllar.
rprommondada as aliecrui's do tuho Rastro-intestinal, nos dosrin?, e bexica ourinaria, pela>
!>nipries alcalinas, e o acido carbnico que naturalmente conten em suspensao, de preco
1 ni- comino tu qoe a afrua de Vichy, o de propriedades talvez superiores pela grande quandade de
c irlKxiicii. fitjrrean Urnu, agua d le Chnlen, cupahilia de Hese, injereo Fugas de tanal
too, milito reeomineadada nns gonorrheas. Lerro;/ francez vordadeiro ;"na mesma casa lem
nxas de instrumentos cirurgicos para operacoes de Matieu e Charriere.
Velas de espermacete de 4, 5, e 6 por libra i de S. Eelix a 2,5oo rs. a 3aixa com loo
a 560 rs., e em caixa se faz abatimento. j charutos,
dem de carnauba refinada a 32o rs. a libra dem finos de diversos fahri sontas a 1,60o
e 9,ooo rs. a arroba. l,8oo e 2,ooo rs. a caixa com loo cnaru-
Idem de carnauba pura do Aracaty a 4oo rs.' tos, fo preco nao indica i boa qualidade
a libra e lo,5oo rs. a arroba. porm deem-se ao traballo de virem ou
QOtnma muito fina e alva a 80 rs. a libra, i mandarem c vero a realidade.
POR >IK\OS DE DEZ POR CENTO.
NO

CONSERVATIVO
DE
JTOAQUIM SIJflAO OS AUTOS
23Largo do Terco-23.
O proprietario deste armazem de molliados vende os seus ja bem conhecidos gneros de pri-
meira qualidade por menos dedez por cento do que em outra qualquer parte, garailtndo-M a supe-
rior qualidade.
Nao se diz o piefo Mi-a nV espanlar.
FARINHA FONTANA.
Farinha da muito acreta a marca
lana escmbaica'la hoje, vende-sr
por prero mais coitinu-.i do que coi
ijualquer 011 lia parle : na ra da Cruz
11. 4 asa de N. 0. Bir-lier & (". succes-
sore.
Ferros a vapor.
V, acreditados ferros vapor : i
Venda, na ra do Queimado n.32,4zevcdo & Irnio
HiLimUSBAl
Tendem-se harrls com cal des-
(aprocedencin. empedra, chega-
da liojc, c mica nova, que ha no
mercado, na ra do Trapichen.
13, armazem de Manoel Telxei-
ra Basto. .
Gas.
Vendo-segar, chegado ltimamente da America,
a 440 rs.. no antigo deposito do harateiro Costa
lloras; no pateo do Carino n. 10.
Vinlio oas melhores marcas.
Manteiga ingleza flor.
Mein franceza.
lanha de porco relinada.
Vellas de spermacete.
dem de carnauba.
Caf bom do Rio.
dem superior do Cear.
Toucinho de Lisboa.
Cha de diversas qualidades.
Qm-ijos novos do vapor.
Millin alpista limpo.
Gomma deencommar alva.
Sabio do diversas qualidades.
CfcMVteas milito novas.
Arruzde diversos ptefos.
Nr.vji das iinlli'ires marcas.
Sardinhas de Nantes novas.
Geneb de laranja raperior.
dem do Hollanda marca Gallo.
Phosphoros do gaz.
Botaebmha inglesa em barricas.
Passas muilo nova-.
Figos de primeira qualidade.
BisCOMOS 8 liolarllilllias dfl S(h1s.
Charutos de diversas qualidade
Alm dos gneros annunciados existem oulros muil'w que enfadouho meiic.ona-los, a diuhei-
ro contado.
Farinha superior ilc Santi Catliarina.
Vende-ce em poi-cao 011 a re'alho, a bordo da
barra Iris, atracada ao traphh; do Bjirao do Li-
vramento, on no ecriptorio d1' Antonio Luir, de
O iveira Azcvedo A C, ra da Gran. 1.
(illliO^
Vendem-se globos de barro vidrado da fabrica
de Santo Antonio no Porto, prnprios para jardim e
1 frentes de casas : na ra do Amorim n 46.
PASSAS
as mais novas do mercado a 8,000 a caixa e
e 300 rs. a libra.
AMEIXAS
francezas em latas de 1 e Ij2 libra a 1,000
rs. a libra.
SARDINHAS
de Nantes muito novas a 300 rs. a lata.
2*0 rs. a libra.
MASSA DE TOMATE
em latinbas de 1 libra por 600 rs. a lata.
SABO MASSA
nestt genero lia sempre un prande sorti-
mento variando o preco de lO a 2iO rs.
por libra.
MAIS ATTK^O !
Existe alm d'estes gneros, um explendido sortimento de phosphoros, fumo, al-
pista. peras em calda e seccas. figos, copos finos para agua, massas para sopa, azeite, ca-
nda, pimenta, velas de carnauba, banha de porco, papel, e outros muitos gneros, de es-
tiva, que todos sero vendidos por mdicos precos.
c^3
Tendo o proprielario dos armazens do progressista deliberado nao concordar
com a liga da Unio Gommcrcial, Clarim, Alliancs, etc., etc., etc., declara que s con-
corda em alliar-se aos seus freguezes, fazendo com estes uma liga de interesses recprocos'
tendo os seus alliados a faculdade de comprarem por precos muito era conta o bom fiam-
bre, formidavel queijo e a saborosa bolachinha de so la, que fazem urna boa allianca
com a superior champanhe e o porto fino, nicos que sabem imitar a uniao destes ar-
mazens com os seus concurrentes. Vinde, senhores, aos armazens, aonde podis d'en-
tre um rauito explendido sortimento desaborosq< alimenlos, escolherdes os quemis
vos apetecer, certos de que nunca tereis occasi de arrepender-vos de gastar o vosso
dinbeiro nestes estabelecimentos.
mmmmmmmwmmmmmmm mmsmmMmmm
1 S AURORA BRILHAH1E
I
:rVv
LA11G0 DA SANTA CRUZ N. 84.
O proprielario do grande armazem de molhados denominado [Aurora Hrilhanle, acaba de
reduzir o proco dos seus gneros, precos esies que muito bao de agradar aos senhores com-
pradores.
Manteiga ingleza flor a 710 e 800
Dita hamburgtmu mallo nova a 800
Dita franceza a .'i lo e 560 rs. e em
barris a......520
Queijos do reino noves a 23*100 e 35000
Presuntos novos de Lamego, libra a HO
Chouricas do reino novas, libra a ttio
Espermacete muito lino a 720. CiO e 600
Velas de carnauba arroba I0 e libra
360 e.......320
Cha hysson muito superior a 23500 e 23700
Dito iwrola a.....MAN
Dito iniudinho a 24S0O^e 34000
Dito preto muito superior"a 1480), e 24250
La las com bolachinha de soda de 5
libras a......35000
Ditas com biscoiios de varias qualida
jfes.......14'00
Doce de goiaba e banana fino a i.00,
500 (caixao) e 610
Marmelada nova dos melhores auto-
res, libra a 6W> e .
Latas rom peta savel, espato, fango,
contra, Mlmontt e outros muitos
bem preparados a ... 13000
Sardfnha-d.'Nani.'s, hrtas a 320
Fraseos com genebra de Hollanda da
verdadeira, a 500 e frasqueiras a 550l)
GarrafcH'scomgeni'brade 25 garrafas a 83"oo
Fraseos con fenefera de laranja a 14000
Vinhos da Figueira e Lisboa, a 400,
500 e........... 560
Dilo do Porto lino a 610, 720 e 8011
Dito branco proprio para missa a 610
Serveja de boas marcas a 500 rs.
garrafa e a duzia a.....55850
Coguac verdadeiro, a garrafa por. 14000
Vinhos inos engarrafados no l'urto,
garrafa por l3. 14200 c .
n Licores tinos a 800, 14000 e 1.5280
>)aixfnbas com ameixas muito rnfei-
teda a 15600 e...... 24000
Latinbas com ditas a 14500, 25 c 34800
Ditas com figos de comadre novos a
13500o....... 24000
Ditas C un ervilhas francezas e portu-
guezas a....... 610
Dilas rom o>lras a..... 720
Hilas com massa de tomates 600
Ditas com fructas de Portugal a 560 e 640
Azeitonas deElvas era frascos a 800
Frascos com conservas a 750 e 800
Ditos com mostarda franceza a 500
Hacos com 20 macnhos"de palitos de
antee a. .....200
Tijolus de limpar a.....lio
Aramia verdaJeira viuda de encom-
menda, a libra a.....500
Gomma de sngommar a 24100 a ar-
roba e a libra a 100 e 80
Tapioca minio nova, a libra a 140 e 160
Brvilhas seccas e grao da Meo, a libra 160
Massas para sopa, maearrfw, talharim
e b'tria, a libra.....
Dit is brancas, vindas do Litboa, a .
Pevide, cstrelHnbas e mlinhas a .
'.af de primeira s irte, a libra a 280 e
Sabio verdadeiro hespanhol, a libra .
Dito massa a 160, 200, 210 e .
Alpista a 44W0 a arroba e a libra
Painco I 53 a arroba e a libra
Amen loas de casca mole a 360 e dora
Azeite doce retinada, 1 garrafa a 800e
Molhos com mais de 100 ceblas a. .
481)
320
180
lili)
280
160
20)
240
14000
lOuuu
160
200
1'.asanlas novas, a libra .
1<-iVH}\ ',<, 1 libra.....
Aasim muitos outros seeros que deixam de se mencionar, tudo da melhor qualidade
por precos muito commodos.
i
mmwmwmmmm a


Diarlo de Prrmmhnro --- 0.nlnla (eir 2a de IVverdro de 183 4.
'
ALLIANCA
CUA^IIE ARM4ZE9I
DE
MOLHADOS
0 nico que mais vanta^eus oFerece ao publico.
57 RA DO IMPERADOR 57
DE
Paulo Ferreira da Silva.
0 proprietario deste grande estabelecimento de molhados, recebe por todos os
vaporea e navios os melhores generas que \ein ao mercado, os (pues vende em mu ar-
u.i/eni pelos inais resumidos procos.
Tendo chegado pouco da Europa, amule deixou pessoas encarroadas para a es-
i"l a de seas genros, tem a honra de annunoiar ao respeitavel publico, que einguMB ch-
imo elle pode vender tu barato e por tao resumidos piceos; servando como costumaaos
si'iis freguezes cornos melhores geueroi que se pode desejar.
ATTENQftO.
Querendo o proprietario deste tao util ostak'lecimento a concurrencia da boa
freguezia, tem deliberado vender sempr por menos do qne outro qualquer, garantindo
os seus Ireguezes todo e qualquer genem sabido de seu acreditado armazem'.
Manteiga inglesa a mate nova e fina cfaogada Vetes estearinas a 96o rs. a libra e em caixa
oeste iilnino vapor a 800 rs. a libra e de 8: a 51o rs.
libra para cima ter abatimento. I dem de carnauba pura e refinada a 360 rs.
dem franceza a melbor e mais superior do! a libra e 10,000 a arroba.
nosso mercado a 56o rs. a libra e 52o em; dem de composicao emmacadas a 32o rs.
barril ou meios. o mago c 9 000 rs. a arroba.
Banlia de poico refinada c milito alva a 44o Massa de tomate em latas a 600 rs. a libra.
rs. a libra, cembarril a 4oo rs. J Doce em calda das mais especiaea frutas da
Cha hysson o melbor nestegenero especial Europa a 600 rs. a lata.
eitcommenda do proprietario a 2,7oo rs. a Ostras em latas muito bem preparadas a
libra. l.ooo rs.
dem dem menos superior e que em outras Peras sectas muito novas a 5oo rs. a libra.
casas se vende a 2,(oo rs., custa neste ar-j Massas para sopa estrellinba muito novaem
mazem 2,2oo rs. a libra. caixas de 8 l.bras a 3,ooo e 800 rs. a libra.
dem u\im o melbor que pode haver neste dem talbarm, macarrio e aletria a 4oo rs.
genero a2,tioo rs. a libra, garante- se a qua- dem macarra. 1 um pongo mais baixo a Mo
lidade. rs. a libra,
dem preto muito especial a 2,ooo rs. a l- Sevadinha muito nova de Franca a 2oo rs. a
ha, e mais baixo, porem muito sufrivel a. libra.
1,200 rs. a libra, vende-se por estes pre- Sag o melhor que possivel a 24o rs. a
pos em razio de uestes ltimos navios ter- libra.
sta receido grande porfi deste genero, 1'arinba do Maranbao a melhor que presen-
a deferencia de preco he de 6 a libra do que se vende en outra qualquer 14o rs. a libra.
parte. Gomma do Araiiaty muitissimo alva a 80 rs.
dem do rio em latas de 1 at 6 libra a l,4oo a libra.
rs. a libra, neste genero o melhor pos- Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a
sivel. libra.
B&oitos inglezes em lats com differentes Licores muito linos de Bordeaux e toda as
qualidades como sejao crakuel, victoria marcas que lia ueste genero a 800, 1,000
pie nic, soda, captaim. seed, osborne e ou- e l,2oo rs. a gamita.
ti as muitas marcas a 1,35o rs. a lata. Fnosforos do gjz a 2oo rs. a duzia e 2,2oo
BoLxiuha de soda em latas grandes a 2.ooo rs. a groza-
rs. cada urna. Bolaxinha americana em barrica a 3,ooo rs.,
Figos em caixinhas hermiticamente lacradas' e em libra a 2oo rs.
e muito proprios para mimo a l,6oo e lijlo para limpar facas a 12o rs. cada um.
2,Go-j rs. cada urna. 1 Vassouras depianeaba rom deas reos de
klemem caixinhas de 8 libras a 2,ooo rs. ca- ferro prendendo o cabo a 32o rs. cada
da urna. urna.
Pastas muito novas a 8,000 rs. a caixa e 48o Estovas de. piassaba propinas para esfregar
rs. a libra. casa a 32o rs.
Auna francesas en latas de libra e meia e Sardinhas de Nantes muito novas a 32o rs.
3 libra a l,2oo 2,000 e 800 rs. a libra. a lata.
Caixinhas com ricas estampas a l,4oo rs. Peixe em lata muito l)em preparado savel,
iada urna, frascos de vidro com rolha do corvina pescada e outros a l.ooo rs. a
mesHK), contendo libra euteia de ameixas. lata.
Champagne da marca mais superior que tem Fjvilhas portuguezas e Infrian jii prona*
UNIO
COMMERCIO.
~WLJ
lefroule da luja do Prcgulca.
;
IIUAUTjE AOIEIDA
acaba de abrir o seu grande e sonido armazem de molhados denominado Unio e Com-
merco. Este grande armazem um dos mais bem montados que temos en nossa praca,
nao so em limpeza e aceio, como as qualidades especiaes de seus gneros. 0 proprie
ario do Unie e Commeicio offerece todos os senhores da praca, senhoros de engenho
e lavradores a seguinte tabella, por onde vero a grande economa que loe resulta em
comprarem em to util estabelecimento, aliancando o mesmo todo e qualquer genero
sabido de seu armazem.
Bollinho francez em latas e caixinhas as mais
delicadas que tem viada ao nosso merca-
do de 7oo a 2,5oo rs. a caixinha.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, mandada
vir de conta propria, a 7oo a 800 rs, a
libra.
dem franceza chegada pelo ultimo navio a
56o rs. a libra, e em barril ter abatimen-
to.
dem ingleza em potes de 4 a 16 libras a
800 rs, a libra e o pote separado,
Cha uxim o melhor neste genero, mandado
vir de conta propria a 2,8oo rs, a libra.
dem hysson, grande, muito bom a 2,600 rs.
a libra.
Erva-doce a 5oo rs. a libra.
Champanha de 20 a 22,ooo o gigo.
Palitos do gaz a 2,3oo rs. a groza e 2o rs. a
caixinha.
Milho alpista a 16o rs. a libra.
Cominho muito novo a 4oo rs. a libra, e
comprando de 8 libras para cima a 32o rs.
Gomma muito alva para engommar a 80 rs.
a libra, eem arroba se lar i abatimento,
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
Sabo verdadeiro hespanbol, que raras vezes
vem ao nosso mercado a 28o rs. a libra
Vinho branco o melhor neste genero a 800 rs
a garrafa e 4,3oo rs. a caada.
, dem Hordeaux de differentes uarcas, garan-
Idem preto muito fino, a 2,6oo rs, a libra. t te-se a qualidade, a 8.000 rs. a caixa com
dem preto, mais baixo, a 2,ooo rs, a libra. urna duzia, e a 7oo rs. a garrafa,
dem, verde, miudinho, mais proprio para Garrames com 5 garrafas de vi ho do Porte
negocio, a l,5oo rs, a libra. do Alto Douroa 2,2oors. com o garrafao.
Banha de porco refinada muito alva a 46o dem com 5 garrafas de vinho Figueira, mais
>.- n I 1 1 m 1 >kft ti n >> 1 r* i\ fu i"i <\ I aran ...vi Itl*, iTtlMft Tt'*- n n r .-.. > m-if ___________________
viudo ao nosso mercado a 18.000 rs. o gi-
go, o l,8oo rs. a garrafa, garante-se a su-
perior qualidade.
Vinlio Hordeaux das melhores qualidades que
s' pxle desejar a 7,ooo e 7,5oo rs. a cai-
xa e tio rs. a garrafa.
Caixas com Vinho do Porto superior de 9,ooo
radas a Ci e 72o rs. a lata.
Claf lavada de prneira sorte a 3oo rs. a
libra, e 8,000 a arroba,
dem do Rio muito bom a 28o a libra e
8,000 rs. a arroba.
Arroz do Maranbao a loo e 120 rs. a libra,
dem de Java a loo rs. a libra.
e lo.ooo rs. a duzia, e 9oo e l.ooo rs. a Ameudoas de casca mole a 4oo rs. a libra.
garrafa, neste generaba grande porcSoe de vettes muito novas a too rs. a libr.
d eferentes marcas muito acreditadas queJNozes muito novas a 2oo rs. a libra.
j se venderlo por 14,000 lo.ooo rs. a cai- Cboaricas e paios a 7oo rs. a libra.
xa como seja. Duque do Porto, lagrimas loucinbo de Lisboa a 320 rs. a lil
do Douro, I). Luiz, Cames, Madeira sec-
C < Nctar ; Genuino e malvasio fino o ou-
tras como Cherry e .Madeira para 12,ooo e
i3,ooo rs. a caixa.
Yin.10 de pipa Porlo, Lisboa, Figueira, aloo, Alpista muito novo e limpo a ICo rs. a li-
ibra ou a
8,5oo rs. a arroba
Presuntos de lamego de superior qualidade
chegados neste ultimo por a 48o rs. a
libra.
48o, e 58 rs. a garrafa, 3,ooo 3,2oo e
3,5ihi rs. a caada,
dem branco o melhor ueste genero viudo de
e icuiiimenilaa 600 rs. a garrafa, e 4,5oo
rs, a caada,
dem do Porto em barril muito especial a
(M rl. a garrafa, e 0,000 rs. a caada.
Vinagre puco de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e
l.ioo rs. a ranada.
Idrfn em garrafoes com 5 garrafa.
A/..'ite doce de Lisboa superior qualidade a
Co rs. a garrafa e 4,800 rs. a caada.
Batutas em gigos de trinta a trinta e tantas li-
bra a 800 rs. o gigo e 4o rs. a libra.
Gcnebr de llollauda a mais superior a 6,000
PS, a frasqueira e 50o rs. o frasco,
dem em garrafoes com 2.* garrafas a 8,000
rs.
Srvela das melhores marcas de 5,ooo a
0,000 a duzia e 5oo rs. a garrafa.
bra e 4,600 a arroba.
PaiiH;o muito novo a 18o a libra e 5.ooors.
a arroba.
Sabo maca, amarello e castanho a 22o e
24o rs. a libra,
dem mais baix.i um pooflO a 10o, 180e2oo
rs. a libra.
Castlidas pelladas a 24o rs. a libra.
Chocolate francez de primeira qualidade a
l,2oo rs. a libra.
Idm de Sant muito superior e medicinal a
l,3oo rs.
(opos lapidado proprios para agua a5,ooo
rs. a duzia, cue em outra qualquer parte
7 e 8,000 rs.
Charutos dos memores e mais afamados fa-
biMantea de S. Flix e do Rio de Janeiro
de l,5oo a 0,000 a caixa:
Cebojlas novas a 800 rs. os molhos grandes
e 7oo rs. o cento.
Qognac Mipenor a 8 e em caixa ter abatimento. Lentilhasexcellenle legante para sopa egui-
Marmellada imperial dos melhores e mais
afamados coucerveiros de Lislxja em latas
de libra e de libra e meia e duas libras a
DOO rs.
Coacervas inglezas em frascos grandes a
Too is. cada um.
dem franceza de todas as qualidades de
ligones e fruto a 5oo rs.
Mostarda francezas em potes preparada
oo rs.
Palitos para denles 12o re. o maco.
dem lixados muito lino lio rs.
zado a 24o rs. a libra.
Lrvilhas seccas j descascadas a 2oo rs. a
libra.
1'imenta do reino muito nova a 36o rs. a
libra.
Ceminhos e erva doce a 32o e 4oo rs. a li-
bra.
Gravo da India a 600 rs. a libra,
a Canala muito nova a l,ooo rs. a libra.
Alfazema a 2oo rs. a libra e 6,000 rs. a ar-
I roba.
Graixa a loo rs. a lata e l,loo rs.a duzia.
Mac&es
a :t>300 a caixa, em porcao se far abatimento,
rd; caixa com 100 macaas perfettas : ua rna No-
va 11. 8.
Cigarro
lurris a t a cnixa, cigarros que em outra qual-
quer casa se vende por 35 : na ra Nova n. 8.
Sopa
V>rdadeira sopa julienne : na ra Nova n. 8.
ESCRAVA.
io n. 29.
Xsva luja de* barateirus na ra de Queimado.
Ricas saias de futaoa i, camisas inglezas para
s 'iiliora a i&, a*oOi>, 3i e U, colarlas de fustao
brancas a o&, chiUf com lustro para coberta com
6 palmos de largura a 640 o covado, camtiraia de
c vea para vestido a 3iO o covado, laas para vesti-
d) a 480, 560 e 640 o covade.
Ao n. 29.
Neta leja des barateires na ra de Queimade.
Tarlalanas de todas as cores, fazenda muito fina
a 740 a vara, cambriia para cortinado, peca de 22
, chales de la por 3,9, 45. ">5 e 8,
rs, a libra, e em barril se far abatimento.
Biscoitos inglezes das seguintes marcas;
Craknel, Soda, Ceede, Gaptain, Travellics.
Lunch, Gabin, e outras muitas marcas, a
l,4oo rs, a lata.
Bolachinha de sdo, especial encommenda, a
2.200 rs, a lata.
Biscoito inglez Craknel em latas de 5, 7 e 15
libras a 5,ooo e 6,000 re, e de l,2oo a
800 rs, a libra.
Queijos do reino pelo baratissimo preco de
l,6oo, l,8oee 3,000 rs os do ultimo
vapor,
dem prato muito fresco a 64o rs, a libra,
dem londrino muito fresco a 800 rs, a libra.
Vinhos empipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
48o, 56o, e 64o re, a garrafa, e de 3,ooo a
4,5oo rs, a caada.
Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa em latas de 1 e mais libras
a 7oo re, a libra.
Peras secaas em caixinhas de 4,ooo a 2,ooo
rs. cada urna.
Figos em caixinhas de 1 V* arroba e de 8 li-
bras a 8,000,4,000, e 2,ooo rs, ea 3eo rs.
a libra, taambem ha serinhas para men
nos a 60 re. cada urna.
Amendoas de casca mole a 36o rs, a libra, e
em arroba ter abatimento.
Sardinhas de Nantes a 32o rs, a latinha.
Toucinho de Lisboa muito novo a 3oo rs, a
libra e em arroba a 9,ooo rs.
Massa de tomates a 64o rs, a libra.
Pimenta do reino a 34o rs. a libra,
Farinha do Maranbao a 14o re, a libra.
Ceblas a 800 1 s. o molbo, 64o rs. o cento
e 6,5oo a caixa.
Tijollo para limpar facas a 16o rs,
Cerraja das mais acreditadas marcas de 5,ooo
a 7,5oo a duzia, e de 5oo a 6eo rs, a gar-
rafa,
Prezunto para fiambre muito fresco e novo
a 800 rs. a libra,
Genebra de laranja a l,ooo rs, o frasco,
ChoHricas as mais frescas do mercado a 800
rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez a loo re. a garrafa,
e lo,5oo rs. a caixa com urna duzia.
Licores francezes e portuguezes de todas as
marcas de lo.ooo a 15,ocore. a duzia.
Passas muito novas a 5oo rs. a libra e a 8,5oo
rs. a caixa. Ha caixas, meias e quartos.
Batatas a 1,00o rs. o gigo com 38 libras e
2,ooo a caixa com duas arrobas cadauma.
Bocetas com doces seceos de 3,ooo a 3,5oo
re. cada urna.
Bolachinha ingleza a 32o rs. a libra,
Azeite francez e portuguez refinado a 800 re.
a garrafa, e 9,ooo rs. a caixa com urna du-
zia.
Conservas inglezas das seguintes marcas:
Mixed, Pickes, e ceblas simples a 800
rs. o frasco.
Mostarda ingleza preparada em potes a 4oo
rs. o pote.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra e 4,8oo
rs. a arroba,
Vasos inglezes vasios de 4 a 16 libras, muito
proprios para deposito de manteiga, doce,
e outro qualquer liquido, de 1,000 a 3,ooo
rs, cada um.
proprio para a nossa estacao por ser mais
fresco a 2,4oo rs. com o garrafao.
dem com 5 garrafas de vinagro a l,2oo rs.
o garrafao,
Sab3o massa de superior qualidade a 18o,
2oo, e 22o rs. a libra do nulhor que ha
Graixa em latas muita nova a l:io rs. a lati-
nha, e l,3oo rs. a duzia.
Peke em latas muito novo: savel, pescada,
curvin, salmo e outras muitas qualidades
preparados de escabexe, segundo a arte de
cozinha, de l,2ooa 2,ooe rs a lata.
dem do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado e escolhido pessoalmsnte po:
dos socios que se aeha em *ortug
seguintes marcas: Duque, Genui
Iho secco especial, Lagrimas Do_
1819, vinho especial D. Pedro V, vinho
velho. Nctar superior de 1833, Duque do
Porto de 1834, vinho do Porto velho su-
perior, Madeira Secca de siperior quali-
, dade, vinho do Porto superior D. Luiz I
de 1847, Lagrimas do Douro, especial vi-
nho do Porto, de l.ooo a l,S:oo rs. a gar-
rafa e de lo.ooo a 12,ooo rs. a caixa com
urna duzia.
Vassouras americanas a 800 re. cada urna.
Velas de spermacete as melhores que ha no
mercado a 56o e 64o rs. e masso, e em
caixa se far um grande abatimento,
dem de carnauba e composicao, de 4oo a
32o re. a libra, e de lo.ooo rs, a ll,5oo
rs. a arroba,
Caf de 1 e 2 sorte de 8,3oo a 8,600 rs. a
arroba, e de 28o a 32o rs. a ibra do me-
lhor,
Arroz da India, Maranhao e Carolina a 3,000,
2,8eo e 2,4oo rs. a arroba e a too rs. a
libra.
Frasqueira de genebra a 5,8o) rs. e a 5oo
rs. o frasco.
Azeite doce em barril muito fino, a 64o rs.
a garrafa, e em caada ter < batimento.
Papel greve pautado e liso a 3,5oo rs. a
resma.
Genebra de HoUanda em botija de conta a
44o rs. a botija.
Passas corinteas a 5oo rs. a Dra e 12,8oo
re. a arroba,
Ervilhas franceza e portuguez 1 a 640 rs. a
lata de urna libra.
Chocolate francez, hespanhol, suisso e por-
tuguez a 1,000 rs. a libra, e a 28o rs. ca-
da pao de urna '/.
Ameixas francezas em caixinhas elegante-
mente enfeitadas, com diversas estampas
no exterior da caixa de 1,5(K) a 3,ooo rs.
cada urna; tambem ha trastos e latas de
differentes tamanhos que se vendem por
mdico preco.
Massas para sopa: macarro, lalharim e ale-
tria a 48o rs. a hbra, e en; caixa se far
abatimento.
Garrafoes com 14 garrafas de genebra de
Hotlanda a 5,5oo cada um.
Charutos de todas as marcas 3 dos melho-
res fabricantes da Babia de 3,000 a 4,oo
rs. a caixa.
mmmm
Duarte a C, vendem em seus arma/ens Unio e Cammercio e lar-
go do Carmo n. 9, armazem progressivo, os seguintes gneros desemba ca-
aos ltimamente.
i-
{5
Verdadeiro vinho collares em ancore-
ras de 9 caadas a 50,000 e 800
rs. a garrafa.
Farello de Lisboa marca N ou Biato
tigo a 4;> a sacca.
y/- Vinagre P B R, em aurrelas de 9 ca-
adas a 18,000 e 2.000 rs. a ca-
ada.
Passas em caixas, meias e quarlas a
8,000 4.000 c 2,000, a 480 a libra.
Peras seceos em caixas de quatro li-
bras o melhor que se pode desejar
a 2,500, e 640 rs. a libra.
Caixinhas de 4 libras e 2 com ameixas
a l.oOO e 2.500 rs. a caixinha.
Chocolate portuguez, o melhor que
05) pode haver de bom neste genero a
1,000 rs. a libra.
Marmelada propriamente dito de mar-
mello, a 64o rs. a lala e em caixas
de 100 latas a 600 rs.
ara de tomates a mais nova que se
pode desejar a 640 rs. a lata eem
caixa de 100 libras a 600 rs.
Ervilha portugueza a 700 rs. a lala,
e em caixa de 100 libras a 640 rs.
Passas corinthias para pudim a 640
re, a libras, e 400 rs. comprando de
arroba para cima.
Os proprietarios afiancam que' estes gneros sao muito novos e ludo
de primeira qualidade, tudo isto se vende nicamente no armazem l
fc| Commercio na ra do Queimado n. 7, e largo do Carmo n. 9 armazem nro-
1<." gressivo.
Queijos
do alemtejo, das ilhas e flamengos, todos chegados neste ultimo vapor, a
2,500 os flamengos e 800 ris a libra do alemtejo e das ilhas, nicamen-
te no armazem Uniao e Commercio, ra do Queimodo n. 7 e largo do Car-
mo armazem progressivo. 5^
Queijos londrinos muito frescf s a 800 *P
rs. a libra e sendo inteiro a 650 1
Sebollas em caixas as mais novas
mercado a 6,500 rs. a caixa, a Si
rs. o molho, e a 640 rs. o cent,.
Batatas em caixas de 2 arrobas mu i
novas e grandes a 2.400 rs. a tai
Seitinhas com figos proprias para n -
mos de criancas a 60 rs. cada um
e comprando em duzia ter grai
abatimente.
Erva doce muito novas a 500 rs. a li-
bra* e comprando em arroba a
10,000 rs.
Cominhos muito novos a 400 rs. a li
bra e 10,002 a arroba.
Licores portuguezes das marcas mai
acreditadas de LisLa a 1,000 a Bar- *$(
rafa e 10 a 12,000 a duzia, as quali- %
dades sao as seguintes : crome
violetas, geroflez, rosa, absintho, v
peiro, amor perfeito, amendoa am,
ga, percicot deturin. bolt/in. moran- .
gos. limo, caf, laranja, cidra, gin- X->
ga, canella, cravo, ortela. pimei
e outros muitos de qualidades menos M?
superior que sero vendidos por pre-
ces em relaco as suas quali.i
des.
TmiA
D0-
rua
ATTEtf^AO
Todos os senhores que comprarem para negocio ou casa particular JCs5 para
cima tero mais 5 a 10 por % de abatimento; o proprietario scientifica ibs que todos
os seus gneros sao recebidos de sua propria encommenda, razo esta para poder ven-
der por muito menos do que em outro qualquer estabelecimento.
ATTfiJI'$AO
27 Ra do Queimado
27
pouco mais ou unios, que cozinha, lava e eii,.'oin-1
na : quem precisar, dirija-se ra da Oadeia do
Kecife, loja n. 41, que adiara com quem tratar.
FAHIMU
No armazem da Aurora Brilhaate ha farinha 1 m
saceos grandes, igual a de Mu beca, a 65300 e 7$
o sarco de dous alqueires.
Vende-so un cavallo preto andrinho, muito Sal 00 ASS
Korlo, anda de ludo, da melhor forma para urna Para ver, a bordo .io brigue escuna Jove-m r-
walionj ne ha melhor : na roa do Cotovello nu-, kur, e para tratar, com Antonio Luiz de Oliveira
mero 31. ^oevedo 6i C.., no seu escriptorio ra da Grza n. i
A preco de '.lo prca.
Cortes de cambraia branca adamasceda proprias para vestido e cortinados pelo barato oreco
de 35OOO a peca. v v
Finos entrrmeins.
ntremelos muito tinos bordados a 15 e 15300 rada urna peca.
Para acabar.
Finos organdys indianas padrdes escuros a prejo de 510 rs. cada covado para acbar.
A 1AS00 a dnaia.
Lencos do cambraia brancos a 15800 cada urna duzia.
Lcnaea
e cobertas a 25000.
Fino li..
Fil ile 1111I10 bordado rom Uw|ue deagua doe a preco de 400 rs. a vara.
RIA DO QUEMADO N. 11.
Loja de fazendas de Augaslo Frcderico dos Sautos Porte.
Fazendas preAas para a quaresma.
Ricos cortes de moreanliqae preto para vestidos fazenda superior.
Cortes de vestido de seda preta com barras.
Capas pretas de seda bordadas e enfulladas de 225 a 505.
Capas de seda preta cora mangas ricaraenle enfeitadas.
Soutembarques de seda preta e casemira de cor com lindos enfeites.
Zuavos de seda preta de mullo gosto.
Pannos prelos, casemiras pretas, selim prete, grosdenaple prele de diversas q alidades ludo
trancas de seda, de algodao e de laa, manguitos e superior.
ramisinhas bordadas, collarinhos e punhos, folhos Chapeos de palha d'Itaiia para menina ricamente entenados de 75 a 125.
(dados, boloes de velludo, de seda e de fustto, | Camisas para homem francezas e inglezas de algodao e de linho.
jandos de cabello, meias de seda, leqoes ; cajos Atoalhado de linho fazenda superior.
ertigos se vendem por metade do seu valor por ser | Camisinhas de cambraia a Garibaldi para senhoras.
Na mesma casa tem grande sortimento de fazendas de seda, laa, linho e algodio que tudo se
vende por muito commodo prec,o.
Chegaram tambem a excelentes
varas, por
camisas inglezas para homem" a 385, *>5 8 oU5-
Jante aa aana aeran coto idade de 30 anuos, j \% n 29
Nova luja dos barateirus na rna do Qneitnado.
Bicos pretos, fraijas de todas as qualidades,
Cassas puritanas.
Vendem-se as mais modeFnas cassas puritanas
com bonitos desenhos pelo baratissimo pre^o de
1240 o 280 rs. o covado, por haver grande porcao,
i pechincha : na ra da Imperatriz u. t>o, loja do
i'avo.
Cassas persianas a ttO r. o co-
vado.
Vendem-se as mais bonitas cassas persianas
imitacao de laa transparente com os desenhos te-
cidos e inleiramente novos, pele baratissimo preco
de 360 rs. o covado e nao desbotam : na loja do
Pavo rna da Imperatriz n. 60.
Ciorguro de la 500 rs. o eo-
vado.
Vende-se gorgurao de la de cor escura propria
para vestido de senhora, paletot para homem e
roupa para menino, pelo barato preco de oOO rs. o
covado : na loja doPavio ra da Imperatriz n. 60.
As colchas do Pavo.
Vendem-se colchas de linho adamascadas com
bonitos lavres de cor de rosa, azul e branco,
pele baratissimo preco de 55 cada urna : na loja
do Pavo ra da Impe'ratnz n. 60.
Organdys *40 rs. o covado.
Vendem-se organdys matisados fazenda muito li-
na, de bonitos desenhos, pelo baratissimo prego de
240 rs. o covado : na loja do Pavao ra da Impe-
ratriz n. 60.
As alpacas do Pavo.
Vendem-se alpacas de seda de cures muito fi-
nas proprias para vestido de senhora, soutembar-
ques e roupas para meninos c dita branca muito
fina propria para vestidos e paletots, pjr prego
muito commodo : na loja do Pavao ra da Impe-
ratriz n. 60.
Panno pre^o '000.
Vende o Pavao:.
Vendem-se panno preto muito encorpado a
25OOOO o covado, dito a 25500, 35000 e 45000, ca-
simira preta muito fina a 158CO, 25000, 25200 e
35000, isto para apurar dinheiro na loja e arma-1
zem do Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de Gama
& Lima.
As calcas do Pavo
Vendem-se superiores calcas de casimira preta
I
~t Branco era maca,
f' Vende se em latas de 28 libras o melhor que
i de haver a 200 rs. a libra, a dinheiro : na
larga do Rosario n. 34.
^ IssralvTrGios.
Tendo se ausentado do lugar do Brejo da
Madre do Dos, no dia 30 do mez prximo ;
do, o pardo Alexandre, estrave de una orphii) o
qual tem os signaos seguintes : claro, rosto redon-
do e ron, algunos marras de bexiga, olbos gran-
des, cabUlo quasi corrido e bastante crescido, sim
barba alguma, estatura quasi regular, carpo ros-
so, ps bastantes chatos, e tem os bracos voltaos
de modo, que ao andar se Mohece ter algara de-
tallo ; cantador e tem 2o annos, pouco mais ou
menos: roga-se s autoridades pociaes a mi tu-
ra delle, ou a qualquer pessoa, a (UN se dar
gratificacao vuntajosa, levando-o ra do Cotovel-
lo, casa u. o.
Fuizio do engenho Sebastopool, freguezia do
Cabo, um escravodenomeZachaiias.nuilato, idade
25 annos, pouco mais on meqos, com os ifgnai s
seguinte;: altura regular, um talho na face, ca-
bello crespo, ps feios, as orelhas um pouco lorias,
cicatrize- na.- costas de surra : roga-se, porta ato,
s autoridades competentes, 011 a quem delle tiver
noticia, de apprehende-lo e lvalo ao sea senlior
Francisca Paes Barreta, no aaaaana engeobo, ou a
Felippe Santiago de Senna, aaorador na ra de
Apollo n. 3, eu ra do Crespo n. 8, loja de 4 por-
tas, que serao bem recompensados.
ATTENAO.
Acha-se fgido o escravo de neme Fanstini
idade 40 anuos, pouco mais oq meno<, cor I
altura regular, grosso do corpo, bem espadaildo,
barbado e j com alguns cabellos brancos na bar-
ba, bracos e pernas grossas e bastante cabelludas,
tendo as pernas arqueadas, porm nao mno, 1 ob-
tuma anJar sempre pelo Barro, Giqoia,
etc., em sambas, e as veres costama ir-so
bastante por gostar de beber : portanio, 1
autoridades policiaes e aos rapities de campo o es-
pecial favor de o apprehender e condnzi-lo' casa
de seu senhor, o major Antonio da Silva Gusrco,
na ra Imperial, que gratificara generosamente.
Tornou a fugir a escrava Jusiina, de idade
24 annos pouco mais ou menos, levou 6 vciiidos
do chita e 2 chales, sendo um preto, falla
cada, anda de vagar e costuma repartir o cabello:
quem a pegar leve-a ra da Espcr.wa n. 74,
que se rjcompensa.
Fugio no dia 17 do correte da freguezia de
Santo Amaro de Jaboalao o escravo Antonio, ,e
cor fula, estatura regular, cara larga, nariz chato,
beicos g-ossos, a perna direita um pouco toi:
puxa por eslaquando anda; levou vestido ra: i-a
e caifa ele algodao azul; e porque rhegasse do ser-
tao do Ico, presume-se que tivesse seguido para
aquellas paragens : pede-se s autoridades po-
ciaes e tapiaes de campo que o pegar kvem-o a
seu sen I or Ignacio Prancisco Pereira da Silva, no
engenho Velho da dita fregnezia, que serao reeom-
pensado.
I> I i:i IC 1S PARA SAIAM.
1%'a ra do luelmado n. II.
e 55000 rs.; na ra da Imperatriz n. 60,de Gama
it Silva.
Algodozinho enfestado.
Vendem-se algodaozinho americano cjm 8 pal-
mos de largura para lences, toalhas, etc. etc. etc.,
a 15000 rs. a vara, ditos cslreitos a 5 5000,65000,
7500O e 85000 rs. a peca, sendo muito boa fazen-
da, pecas de mandapolo, por preco muito razoa-
vel, na loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60,
de Gama & Silva.
Vestidos pretos do Pavo.
Vendem-se ricos cortes de grosdenaples preto
com ricos enfeites de veludo, pelo barato preco
de 405OOO rs. cada um, na loja do Pavo ; ra da
tmperainz n. 60.
Lazlnhas Victoria.
Na loja do Pavo.
Vendem-se as mais modernas laazinhas Victoria
tendo 4 palmos de largura com lindas palmas de
seda pelo barato preco de 800 rs. o covado, na
loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama
& Silva.
Os soutembarques do Pavo.
A' 205000.
Vendem-se ricos soutembarques pretos ricamen-
te enfeitados a 205000 cada um. ricos manteletes
prelos, grandes a imitacao de capas pelo baratissi-
mo pre^o de 205000 rs. cada um, s na loja do
Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama t Silva.
Os chales do Pavo.
Vendem-se chales de merino estampados a
35000 rs., ditos muito linos de crepom a 65000,
75000 e 85000 rs., ditos lisos a 45500 rs., muito
finos a 550OO rs., s na loja do Pavo, ra da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
O brlm do Pavo.
Vendem-se brim de linho puro com quadrinhos
proprios para caifa e paletots, pelo preco de 500 e
600 rs. cada covado, sendo fazenda que sempre se
venden por mais dinheiro; a na da Imperatriz
n. 60, loja do Pavo de Gama 4 Silva.
I.azlnhas a 390 rs.
S o Pavao.
Vende-sein lazinha matizadas proprias para ves-
tido sendo padrdes miudinhos e grandes, sendo fa-
zenda muito encorpada e que se pode lavar perfei-
tamente, como se lava a chita e nao desbola, sahin-
do esta fazenda mais barata em propureo do preco
per qne se vende a chita; isto na loja da ra da
Imperatriz n. 60, de Gama di Silva.
Fugio na manha do dia 19 do concille
urna eserava de cor parda, de nome Florinda. 'om
alguns cabellos entre os peitos, baixa e corpo re-
I guiar, rtun vestido de chila escura, levando urna
de
pri-
que sane de casa por achar quem Ihe
d agazalh. peten desla vez protesta-se contra
quem acouta-la com o rigor da lei: gratifica-e a
quem leva-la ra da Aurora n. 86, tere el ro ai
No dia 13 do frrente ausentaram-se da 1 asa
de seu senhor, no sitio do Monteiro n. 13. duas
escravas retintas, de nomes Eug.nia e Mirada,
com os seguimos signaes : a primeira com 38 an-
uos de klade, pouco mais ou menos, algn:. I
no queixo, e um lobinho em um dos ps. levou
comsigo um filho pardo de nome Manuel, ele o an-
nos de idade ; a segunda de 2o annos de idade,
pouco mais ou menos, levou comsigo orna fiiha
cabnnha de 4 annos, e levaram dous euibrulhos
de roupa; naturalmente segniram juntas, igno-
rando-se qual adirecao: porlanlo. rogase s au-
toridades policiaes a sua captura, ou qiiem d
noticias livor, leva-las a seu senhor Joao Manocl
da Veiga e Seixas, no seu sitio do Monteiro n. Vi,
ou na triivessa da Madre de Dos ns. 4 a C.
No dia 18 de Janeiro uassado fugio o escravo
Miguel,. rioulo. de idade de 45 90 annos, ja teni
cabellos brancos e usa de meias suissas, ten ura
principio de gomma no peito do um dos pee, uja
de alpergatas, e muito regrtsta e iulilula-se forro.
Este prelo natural do ico, d'onde mo para aqu
ser vendido, e por algum lempo pertenceu ao Sr.
Jos Gui herme Guimares; consta que levara em
sua companhia sua araazia, de nome Maria. parda
acaboclada, alta, e com falta de dentcs na frente ;
esta parda costuma embriagarse. Poucos dias
depois da fuga foram encontrados perto do enge-
nho Camaragibe; pede-se, porlanto, s autoridades
competentes ou a quem delle tiver noticia, de ap-
prehend3-lo e leva-lo casa de seu senhor Miguel
Pereira Leal, na ra da ('.adela do Itecife 11. 19,
que sero bem recompensados.___________|
Est fgido desde dezembro de 1862 o escra-
vo Gamillo, de nacao Angola, com os signaes se-
guintes : cor fula, idade 45 a 50 anuos, oslaban
regular, em alguma barba e cabellos brancos, e
em urna das pernas, pelo lado da canella. lima cos-
tura proveniente de ferida antlga; consta que I1.1
pouco tempo andou petos lados de Olinda : por
isso roga-se s autoridades policiaes e rapies de
campo a apprehenso do mesmo, levando-o Se-
rinhem no engenho Quibeba; em casa de seu se-
nhor Maaoel Gomes da Ponte, no Rio Formoso; a
Manuel Jos de Miranda na ra Bella; e no Reci-
fe, naru. da Cruz, no estabelecimento do Sr. An-
tonio Josi Paulo de Carvalho : sendo bem recom-
pensada qualquer pessoa quo o capture.


8
Diario de Prrnanbaco Quinta felra 35 de Feverelro de 1 I.
LITTERTRA.
0 QUE VAE PELO MUNDO.
o mea antecessor, rapprecsao dos lugares que se
lem conservado vagos M I* directora, sendo un
de Io offlcial o ootrode amanuense a a ereacio
de mais un 2o ollieial na mesma, bom como a de
un subdirector na 4* director i; medida esta que
nao produzir augmento de despesa.
Conseiho supremo militar.
Do Diario Commtrcial de Lisboa transcrevomos
iblicado sb o titu o
apa
i O pensamenlo que dtolou o appello do impe-
l (olieranos da Europa, pro-
la so luis seUS resultados
..i- erifeos, as i as afflnidu-
i -tado da -. el< ladeen) g< ral.
ir prendo! esse ponsamento cera
IV. qM ireteod u, elle tambeni,
i nina sosia cnofederacao. pensa- los de codi
que B evapoitm O ultimo suspiro i o nimal militar, foram remedidos s-rco de guer
: asta re o filiemos na .., fa m.uWi ,{nMU de a;si|n ,., a
daded das, aonde nao sera ditlieil eu-
t iracado eom ella, e disposto a vence U"I;| eommissao especial laeurobia-se orejeis-
i conbaiendo. fo de um projecto marcando as aitribuinv- e
> Este principio, que tende a Iraduzr-se ein competencia de trbunaes militares. Todos estes
SXrtt&S2 Irabalhus exigen, meditae,, pao convindo ence-
ler aos lempos primitivos da civih- lar reformas sem maduramente pesar o sen atese-
i heiicica. eqneirradiou eom luspbospbo- ce. Ao desojode proceder com escrpulo ein ma-
oo meto das trvas da sociedade pagia, 6 teria tao iaportonie, deve-so attribnira demora,
icipto socialista. ,.>. ene ambas as commissdes lem tido em apresentar
t Glorificado por uns. abominado por outros, 6 '
mniado por mudos, o principio socialista, os 001 Iraballios. Adiareis junio o mappa dos
pata as sociedades modernas o que a alavanra julgamentos que o eonselho supremo militar de
lina. jusilla proferto depote da apresentacao do rclalo-
Pergnntae atodosesse grandes pensadores ri d0 meu antecessor.
que actualmente representan um papel importan-
te i frente dos destinos da Europa, ma I a forra leudo fallecido o manchal de campo Joan Jo-
ii que mpelle os governos pira o caminno s ja CostaPimentel, fui o brigadeiro Folydore da
nomeado
dos por meses, c at por um anno, se devessem es.
parar a promocao geral. Concillado*, pois, os inte-
resses do servico com os dos oCDciaes, parece-me
que a medida tomada por este ultimo decreto foi
til o razoavel.
t Armantenlo.
t Do armamento encommendad na Europa, se-
to nomeauo em sua
Iho supremo militar.
Escolat militares.
das reformas, para p e.igranderimento dMsocto- Foaseei Qunianillia Jordo
liara a aboheao do.- monopolios, e todos \rs ...... ,
nderao que essa torca motora deriva de urna substiiuicao, vogal do conse
.o i M e -e socialismo l .
Em 1848, a l-'ranca, cedendo ro impulso des
rea, toma-o per pretexto, para derribar umal Pelo decreto n. 3,083 de 28 de abril do anno
rchia, gloriosa, por mais de um titulo e que pasfilu0 foran)i como ewo( 0 meu antecessor, re-
1 ^^raSplc^^sS^nnadas as escola, militares. Este decreto ,ove.
menlo rpido e imprevisto dessa monarrhia. depois da sua promulgacao, gradual execueau.
Todos al m que apoz essa queda fatal se se-,conforme o permitliaiu as disposicGVs dos precc-
gu iran eonvulsdes qm\ fazendo estremecer oslo
franeez, prorocraffl essa roarco sangranolent i
que naa sobre a caluma do principe Luiz Napoleac,
a cora de forro de Napoleo i.
Que poder era esse que apparecia de repente
as coas, com programmas feilos. com planos de
organisaeo social, e que pretenda reformar -
socicdul pelos fundamentos'? Como que ell?
snrgiu armado com todas as suas pecas, disposto
a asentar o sen imperio sobre as ruinas dos ve-
Ibos systemas? Donde tinham partido esses ini-
ires. qm u'nm momento dado, se impunban
as massas como os nicos reguladores dos seus
(tesBos, como os Mcssias da nova redempcao se-
al ?
Em que escolas haviam aprendido os noves
discpulos dessa pliilosophia transcendente ?
A resposta nao diflicil de se dar, porque a
patente a todas as vistas.
Fra s aguas do baptismo da philosopnia do
secoJo XVIII que os modernos reformadores li-
nlnm ido buscar a seiva, a unreao, o vigor das
as doutrinas.
su Humen; do futuro, neommodava-os o presen -
>m o seu immenso quadr de miserias, de tor-
petas, de desegualdades, de humilacoes e de es-
cndalos.
Abater esse collosso, fazer de todas as nacSes
urna s-i naci, de todas as familias una s fami-
lia, nao Ibes pareceu empreza superior as suas
toreas. E tenlaram-n'a.
Organisar o irabalho sobre outras bases, fa-
zer com qu quete eominiim, estreitar os povos entre si, nao
pelas alliaucas caducas do antigo rgimen, funda-
das sobre a'oppressao, mas pela allianca dos po-
vos. assentando sobre a harmona dos interesses
econmicos, tai foi o problema grandioso que o so-
cialismo se propoz resolver.
Fnisirnirm-se porm as suas primeiras ten-
tativas, pagas talvet demasiado caras pelo muilo
sangue que correu, e sobretudo iiorque fizeram
duvidar per muto tempo da eflicacia do principio,
e da forca que elle continba.
t Nao' ac i I nunca esubelecer um systema an
priineiro golpe, nao s porque sao dencienles os
scus meios de acc.io,"mas porque nma vertigem
fatal precipita as mais das vezes os fautores dessn
ma.
O conseiho supremo militar contina a au\i- gando as ordens do meu intecessi r, ja lem chega-
liar o governo i luzes, sempre que este do urna parte coasfderarel do que perteneca-
o cunsulta. e o de justica conhece, em ltima ios- vallara e infamara; o resto, kem como o de ar-
tancia,'nos processos rorcrimesmilitares. tilliaria. espera-seque chegue at o fim de mar-
. Como vos esposo meu antecessor, Mprojee- jo*>corrento anbo;e vos ser apresentado o
os criminal militar e de procos cri- n,3p|U lam" oada am dai armas'comu da sua
importancia.
Chegado todo o armamento, taremos as fortifi-
carles e o exercito com o augmento de forca devi-
dos aos recentes mellioramenlos.
Forti/Uaroes.
t Os Irabalhos eom a reparaeao das Dossas, for-
talezas teem progredido, mas elfos nao devem limi-
lar-se a isso.
O exame a que procederam distinctos oBciaes
engeiiheiros. deu a cunliecer nao so os melhora-
inentos de que anda careeem as fortalezas mais
importantes destinadas defeza dos portos princ-
paes, como as obras acoessoriaS, qae convm le.
vastar para completar, com estas, o systema de-
fensivo, que em alguinas nao esla bem eslabele-
cido.
O governo nacional espera que o auxiliareis
com os motos indispensaveis para tao inqiortante e
necessario niellioramenlo.
Fabricas.
t A fabrica de plvora da Estrella marcha satis-
factoriamente; a sua direceo e fabrico, sempre
I aperfeieuado. estando a cargo de dous intelligenies
e zelososofficiaes engenheros, j produz animal-
mente oito mil arrobas de plvora, de qualidade
egual a melhor que nos vem da Europa, e dentro
em pouco tem|w poder produzir dez mil arro-
bas.
* Da fabrica de plvora mandada crear em Ma-
ros e desvarios d'aquelles que lentaram applica-lo,
i1 un principio sublime, nao somos nos que o di-
-. toda essa pleada de philosopbos alle-
;. cujo saber, cuja inlelligencia uiiiguem con-
testa.
\ 1'raiHi abalada pelo terramoto do 1848, pe-
las insurreicoes que rebentaram depois nesse an-
no, entregou-se as miios de um poder absoluto, o
deixou partir os reformadores para os presidios
de Cayenue.
Mas nao deseonheccu o novo poder symboli-
sado em Napoleo HI, que as medidas violentas do
repressao nao podiam consolidar por muito lemp i
a nova orlem de consas, e promulgou odecreti
de i dedexembro, e o de 4 de novembro.
t Hoiive como urna iiielamorphose no seio da
.lociedade francesa com estas novas concessdes.
Coraprebendcu-se que um poder intelligente
drigia ot destinos da Franca. Acalmaram-se os
denles regulanientos. que se acliavam em vigor
naquella poca, lloje adiase elle em execucao
completa. Em virtude das suas disposices foi
creada nesta corte urna escola preparatoria, anne-
xa militar, e outra escola preparatoria na pro-
vincia do Rio Grande do Sul. Para os estudos em to-Grosso anda nao receb coinmunicacoes satis-
ambas estas escolas preparatorias urganisaram-se factoras; espero que o novo presidente se esfor.
os programmas e fizeram se as nomeacSes dos len- car para bem desempenhar aquella incumben-
tes e professores. Em lugar compleme adiareis
os mappas do movimento as escolas central e mi-
litar em o anno lindo ; podendo-nos lisongear de
que a mocdade applica-se, com aproveitamento,
ao estudo das materias aellas ensilladas.
Instrucrao pralica.
t A instruccao pratica de excrcito vac progre-
dindo, fundada as ordenanzas, em uso no exer-
cilo portuguez, que foram provisoriamente adop-
tadas por decreto de 2 de outubro de 1862, o man-
dadas distribuir ; e at o presente nenbuina alte-
raefio a rospeito dolas tem sido proposta pelos
estudiosos ofliciaes do nosso exercitp.
Tendo o distincto capitao do estado maior do
cia, prestando assim um valioso servico ao es-
tado.
A respeito da fabrica de ferro de Ypanema
julguei de absoluta necessidade obter informaeoes
sobre certos e determinados pontos, e aguardo o
relatorio do Dr. Guillierme Schuch de Capanema
que disso foi incumbido, para se poder deliberar
sobre a manera de aproveilar aquello importante
estabelecimento, nao s para a fundicao de artillia-
r5 e machinas de guerra, como para a produceao
do ac e do ferro maleavel, necessarios ao fabrico
do armamento.
t O laboratorio pyrotechnico do Campnho. vae
sempre em augmento e perfeicio de seus productos-,
, devido isto ao seu activo e intelligente director, e
exercito de Portugal D. Luiz da Caman Leme, aos melliorameulos do inachnisino, que ali se lem
ollereeido 30 voluntes dos seus Elementos da arte introduzido.
< Arsenaes.
Ajiczar da importancia destes estabelecimen-
militar, e contendo essa excellente obra as noces
iudispensaveis mesmo aos ofliciaes, que nao tm
os cursos de suas armas, mandou-se proceder a
compra dos volumes ainda necessarios para a con-
veniente distribuidlo pelos ofliciaes do nosso exer-
cito.
t Exercito.
tos. anda se nao pode verificar a sua reforma, pa-
ra qae o governo acha-se autorisado.
c Adiantados estilo os trabadlos da commisso
t Annexo acharis o mappa da forja existente incumbida de auresentar o projecto de reforma i
em todo o imperio, e nao posso deixar de repetir, os acontecimenlos, porm, de Janeiro a esta parte,
o que tanto se lem dito, que se acba ella muito' chamaram a atteneao quem das necessidade dos servico.
De lodos os pontos do imperio pede-se o auxi-
lio de forca para proteger a seguranza dos cda-
objeclos de servieo e ofliciaes do exercito, que na7
queda referma col laboravam, foram distrahidos pa:
ra oecorrerem a esses objectos urgentes. Con(p
todava que, anda no decurso da presente sessao
daos. Alm das tncursSes dos selvagens em algu- 00 COrp0 legislativo, concluir-se-hao aquelles tra-
mas partes, como infeiumente acaba de acn- !1)a|hos> e levar-se-ha a effeito urna medida altamen-
tecer no Paran, nao faltan, ocurrencias, em que I ,e rer|amada dando<-ntretanto o governo todas as
a presenc da forca e ndiapensavel. providencias a seu alcance para bem daeconomia
Os corpos de guarn.gao nao sao snfflcientes e ,ii(.a,isaao dos dinheirus pblicos e da maior
para todo o servico, para o qual nao dexa a guar- promptido no irabalho.
da nacional de ser chamada. Resulta nao s que
ocidado constantemente distrahido das suas Gumprc-nos, porm, nao esquecer que o local
occupacSes, de que ra a subsistencia, mas tam- em 1ue se acha arsenal da c'ir,' alm de ara"
bem que a forca de linlia disseminada pelo interior nl,ad"' iml>roP"o e at Dengoso, pela sua posicao.
das provincias, em pequeos destacamentos, perde CreseeMo os tornecimentos ao exercito, augmen-
a disciplina que convm minter rigorosamente no ,ando'se melhorando-se as ofllcinas, falta o espa-
exeiclto, para que este possa corresponder aos fins ? """*> para acommodacao de operarios e de
i de sua ereaco. objectos.
t Por oulro lado, em caso de conflicto mariti-
Sena conveniente que os cornos policaes as n)0 art,nal aolia.se visivelmcnt0 exposto a qmU
odios para com o imperador' com a amnista qm' provincias fossem preenchidos afini de poderem qU(%r g0,((. e com tempo dtvemes ir osco|hendo
elle conceden. O espirito publico, abafado deba- acudir e desempenhar todo o servico proprio da limis val0 c seguro local, dcixando esse para ser
surinst.tmeao, de modo que ero a tropa de linha fon a,,r0Veitado como ponto defensivo do porto,
seja continuamente distrahida para a captura de
:to de una atmosphera de ferro, respirou ao ar
vr\ e humilhado que eslava peranle a Europa,
ipr'SPiitoii-se |X!rante ella de rabee levantada.
Nao fui ent;io possivel continuar a aecusar o
imperador do querer centralisnr em si iodos os
poderes, e substituir a iniciativa da Franca pela
Boa propria iniciativa.
t Para neulralisar todas as resistencias, de-
ITOJr todo,-s os pretextos, dissipar todas as da vidas,
o imperador lenlou recruzar adeptos at nas flle-
ras dos sen mais implacaveis inimigos.
Efoi direilo s neg* iac.es, offerecer-lhes un
vasto cani|io para ellas doaenvolverem a sua act -
vidade. E transformou Paris para empregar mi-
niares de bracos nessa transformaco. Para reii-
lisar e tornar applicavel esse direilo ao irabalho,
que Luiz lanc proclama va com tanto enihusas-
mo no palacio do Luxembourg. Tornou Pars a
cidade riis brilbantc da Europa, (>ara cegar con
--lis esplendores aqurlles que dziam que o im-
perio h.ivia de ser a negacao de lodos os pro-
-os.
t O socialismo sentlndb-se adevinhar por este
apostlo cornado, julgou ao principio que nao pas-
saria de nma mystitlcacfio o que se passava em
torno delle.
Mas quandoo imperador Napoleo, anticipan-
do-se aum dos mais queridos pensamenlos des
socialsl.ts. fez o tratado de ronimercio eom a In-
glaterra, e pode pela forca da sua vontade, pe-
lo prestigio do seu nome. abater as barrenas con-
merciaes, que separavam as duSs naces, os socia-
listas exoliaram porque viram realisar um pensa-
mento que porventnra ellos nao poderiam realisar
se estivessem no poder.
t Desl'arte quebradas todas as resistencias da
parte quelles <|ue actoam poderosamente no
da ociedade franceza, prtde o imperador ek-
var-si' to alto na conseiencia de todos, que urna
tentativa para o desconceituar no animo dos povos
nao sena li"je bem recebida.
Sini que o imperador tcm'podido sem abi-
to realisar glandes cousas, abalanear-se agrandes
commettmt-ntos, conduzir a Franca Italia pm
ir reeeber das inos da imperador Francisco Jos
a Lombardia que ella eniregou nobre e lealmenie
ao rei Vctor Emmanucl, Crimea para abaler a
potencia moscovita e fase-la parar na sua marcha
invasora, ao Mxico para vingar ultrajes feitos a
liandeira franceza, e para protejer os nteresses do
conimerco naquellas pavagens, Syria para sal-
va-guarda ts vidas e as fortunas dos eferistaos
ma.-sacrados pelos Drusose pelos Marionitas, el i
lim a toda a parle aonde a civihsaeao too reda-
mado o Mecano da Franca.
criminosos o outras eguaes commissOes, para as
quaes nao esl convenientemente educada, nem
a guarda nacional s en verla, por semelbante
maneira, em forca permanente de linda.
< .Nao poderlo, porm, ser preenchidos aquel-
les corpos e os do exercito sem que se active o
reerntamento; porquanto do engajamento pouco
auxilio lem viudo as Idearas do exercito. Ein um
paz, onde a populaeo acha-sc disseminada por
Pagadoria das tropas.
t Autorisado o governo pelo artigo 9, paragra-
pho primero da le n. 1.101 de 'JO de setembro de
1860, e pelo artigo 7 da le n. 1.163 de 30 dejunho
de 1862, procedeu a reforma da pagadoria das tro-
pas por decreto n. 3.202. reorgansando aquella
reparticao.
Por esta oecasiao fui aposentado o porteiro Vi-
cente de Araujo Lima, e o addido Jos Francisco
de Siqueira. Juntos a este relatorio acharis o de-
uma vasta superficie, onde abundara os meios de creio de 24 de dezerabro e o reglamento, que com
subsistencia, nao se pode conseguir grande nume- 0 mesmo baixou.
ro de voluntarios, ou engajados. Resulla, pois, e I Presidio de Fernando de Noronha.
a experiencia o demonstra, que s por meio do I o offlcial de engenheiros mandado pelo meu
recrutamento poder-se-ha preencher a forca de-1 antecessor a examinar tudo o que fosse tendente ao
cretada ; mas pVa a rcalisacao desta medida de estabelecimenlo de boa adininiaraco, disciplina,
esperar que afasteis o maior dos obstculos, com | soccorros, e guarda daquelle irqiortante presidio,
que se lem sempre lutado, modificando convenien- (acha-se de volta e formulando o longo relatorio,
tmente a le da guarda nacional, marcando as cir- j resultado de suas interessantes e laboriosas infor-
cumstancias, em que o cidadao poder nella ser macoes, que deve apresentr ao geverno, aflm de
se adiar o meio de transformar o presidio, at bo-
je dispendioso, em una colonia penal.lode a sor-
alislado.
Facilitado ao exercito o conveniente alisUmen-
a organisacSo e a
to, cuni|ire dar-lhe a extensao,
distribuidlo necessaria.
A forca de 11,000 pracas do pret, aulorisada
pela lei actual, reconhecida por nsufflciente,
e o seu dobro nao seria de mais, attenta a gran-
deza do nosso territorio; comtudo, rreioquecom
22,000 praeas se ixider inanler o respeilo s leis
do paz, e repellras aggresses externas.
Para este fim parecc-me que o exercilo deve-
le dos presos seja melhorada, e unta fonte de re-
ceita nacional substitua a de act jal despeza.
Oratto tocar em outros ramos do servico, por-
que nos dous precedentes relatnos se acham so-
bre ellos consignadas ideas e informaeoes impor-
ta utos.
No decurso da preses te sessao, quando o vos-
so esclarecido patriotismo tenha de auxiliar o go-
verno, ou quanto defeza da nossa costa, ou quan-
to mellioramenlos e reorganisacao nas reparii-
Damos era seguida o relatorio apresentado is
cmaras brasileiras pelo ministro da guerra :
Augustos e dignissimos senhores representan-
tes da naco.
< Em desempenlto do dever que a lei me impue
venho apresentar-vos o relatorio dos negocios que
correm pelo ministerio da guerra a meu cargo. Se-
rei conscisu, liraitaado-ine a algumas reflexoes so-
bre o relatorio do meu antecessor, pois que coq-
cordo, na maior parte, com as opinioes nelle emit-
tidas.
t Secretaria de estado.
* A secretoria de estado contina a funecionir
regularmente depois da ultima reforma porque pas.
sou; mas parece-me conveniente, como j india-a
incumbidos.
Rio de Janeiro, 11 de Janeiro de 1864.Am/o-
mo Munoel de Mello.
rt ser composto de quatro grandes divses, dis- ^ SUMOruinadaS ao ministerio a meu cargo, en-
trtbuidasem pontos afaslados entre s, ,sto na con|rafVS de minha parle todo.; os eselarecimen-
corte, em o norte, no sul e no centro do imperto, ^ dft pre(;isardeS) e mais vvo ^ d(J
fornecendo estas, por meio de destacamentos, que cooperar com vosco em a nobre laref. de que sois
nunca dovam durar mais de tres annos, as guar-
niees as cidades em torno, e essas s villas e po-
voacoes; Dcando comprehendidas nas grandes
divses todas as lompanhas e corpos xos, que
devem ser abolidos, porque delles provin o maior
obstculo necessaria mobilidade do exercito.
.No plano geral, que terei.a honra de apresen-
tar-vos, quando julgardes necessario, veris in-
cluido o desenvolviuiento, que se deve dar im-
portante arma de artilharia, cuja necessidade j
vos foi apresentada no relatorio do meu anteces-
sor.
Promorao.
0 SEGKfcllO 1)0 ArtBABB.
POR
Arnalilo Gama.
I
A' Delpkim Mara de Olivara Maia.
A t, meu charo Delphim, amigo da infancia,
amigo verdadeiro, corayo de poeta, Inlelligencia
robusta, hoinein de antes quebrar que torcer ;
a ti, a quera tenho na conta de irmo, e de cuja
i O decreto u. 1.634 de a de setembro de 1855 amisade lio tonga, tao provada e jamis nem ao
eslabeleceu as proir.oces annuaes para o exerci- deleve torrada, tenho defeque h ido durar entre-
, ___,. .. .... tanto que a vida nos dure : a ti o Tereco eu es-
to, e esta medida pareceu ao governo que dev.aser tt efcr*pl0> orgulhoso ufano de |K>Jer $0,ltur
revogada, como foi ,)elo decreto n. 3.168 da 29 de altamente astuas grandes e nobles qualidades, de
outubro de 1863. par com a felicidade de le ler eucontrado, quasi
. Pela regra das promoces annuaes anterfores 2,^ princi|,iar a mDha ei ^ iuaa "esle
llcavam os postos v.igos e por muito tempo, e em n |Vro, que te dedico, encerra una historia ver
detrimento da disciplina pelo decreto ultimo nao dadei
so o servico lucra, porque as vagas preenchem-so
propercao que se 'erilicam, mas tambem os ofli-
ciaes percebem vantagens, deque icariam priva-
dadeira. De romance lia nelle snieute aquello mo-
vimento, aquello pouco mais ou menos do que
se sentiu c se dsse nos lances, quj a tradicae nos
transmiitiu descarnados e sem os enfeites do dia-
logo e do remexer dos affectos.
Isto imaginei-o ; c por isto ]ue llie chamo no-
vella e nao historia, porque |or esta feiclo que
a historia sedissemelhadasnevi lias, que nellapro-
curam o euredo. No mais -llit s tud-j quasi com-
Diura.
Arabas teem de respetara vtrdade dos factos e
do seenario ; ambas devem acatar a lidelidade dos
caiacteres e dos costumes. -Na juillo se apartara
tmente.
A historia narra o acontecninloserco e
eilado ; a novella adonaira-o com as oalas do mo-
viinento e dos affectos. A bisi ira cinzcla o typo,
apura-llie as forma,, cria a esta na : a novel la in-
sullli-llie a vida, d-lhe voz, fa-b.caminhar. E' os-
lo, pola, que a hisloria que te dedico, novella
que nu ni iis .' pura realidade, de qae anda boje
restam vestigio, bem fundes na recordafao das fa-
milias, que infeliclou em outro: lempos.
I.roiiiras-t.', amigo, ilaquella espacosa e amena
planicie, que. a principiar do apraiivel e delicioso
lugar, onde o Ave opulenta e eiigmssa a corrate
com as andas clarissimas do '/Tsella, se estn le
para nordeste, abracada como ptninsula pelos dous
los, partidas em vrzeas e campias graciosas, e'
vanadas por ouleiros e colinas /cejantes ?
Oh (|ue saudades que tenho laqielles das, tao
poucos, que foste al pssar cora go, e que nos, mo-
cos descuidados e para quera > futuro en ainda
sonto radioso de aodazes c generosas aspiracSes,
gastamos em visitar aquellas campias cuberas de
llores, em trepar aquellas collin; s d: borisonte tao
largo e tao piltoreseo, e em descobrir prodigios de '
graca e de amenidade nas frescas e deleitosas ri-
beiras do Ave I
Aqu, a beijar o rio e destaca fle-sc na frente de
copado e vicosoarroredo, a azerha i<: tecto palbi-
co com a sua grande rola pe i parte de fra a
espadaar a agua em mil llocos cor de nevo aco-
la, um estreito pontilhao lancadi, como oscillante,
de margein a inargein ; all, Menso e tortuoso
acude, do sobre o qual a agua s) despeaba era ca-
chito, espirrando para cima da relva e das llores
da ribeira ; mais alem, urna fra ra roberta de mus-
go dourado e de irepadeiras en toradas de azul ou
de braneo. de rxo ou de rosa l. um renque de
aores com os ramos deluucadis sajare a agua.mi
a prumo e formando vteosa e espessa parede de
cor de esmeralda, de dentro da cual parece que se
deslisa surraieiramente a eocrente : a atmos-
phera doce e perfumada ; sobre a relva a violeta,
o rosmaninlio, o carvalho da India e outras mil
toninas suavissimas ; o arvore o copado, estn-
dendo os ramos, emmaranhando os, abraeando-os
capricliosaiiiente ; e per cima do tudo isto'unt on
transparente, de purissiino azul, daquelle delicioso
azul celeste que tilo docemente se hela e combina
com aquella atmosphera balsanica, com aquellas
flores tao formosas, e com aquellas aguas tao lm-
pidas e que tao suavemente se derivara. Leiubras-
le, Delphim ?
E aquelte osso tao desassomLradoouteiro de ao
lado da egreja de S. Miguel das Avesrecordas-le,
amigo ? E' impossivel que le nao lembres bem
delle, lu poeta de amor e de n. lureza, que sabes
libar gola gota as docuras suavissimas da vida
de familia, a felicidade da vida intima, a nica real
neste mundo ; tu que, j nessa poca e em frente
daquelle duleissimo panorama, orinaste um dese-
jo, que mpcava o sacrificio dfs fogosas aspira-
ces dos vinte c quatro annos vida do coraco,
! toda amor "toda poesa.
Felfees aquelles que nasrem.issim Felizes os
que nao senienf arachoar-lhes no seio as paxes
tumultuosas, que nao do paz nem soreg um ins-
tante, que s se alimentara do lurbilho, e para
i soffrear as quaes sao precisos pro-ligios de vonia-
, de, que eonsomem metade divida! Ah que
; poucos sabem o quanto cusa a conter a lava de
qualquer daquelles eoMea, appinnlemente extra-
cto pelo orgulho, que nao quir que Ihe charaera
dever !
E a nossa lida egreja e o sosso formosissmo
outere? Kilos la estao, amigo ella no meio
daquelle deleitoso e copado bos|U.) de carvalhus e
castanheiros, qae a abraca por tres lados, mas
com a frente desassorabrada a olhar para as cam-
pias d'alra do Ave; elle donairosamente erguido
distancia, vendo-a esquerda ao sop, e mais
ao longo, la em baixo, a immensa planicie do ou-
tro lado do rio, repartida era ;ampinas e prados
regados por militares de riachos, dividida por fi-
Icira de arvores verdejantes, e esmaltada por pa-
lacios, casas e arribanas, lanc.; das como que
granel sobre aquello ta|mte cr de esmeralda. Aqui
e acola ergue-se una collina, im ouleiro, um ca-
beco ; e nos topos delles, n'e; te branqueja urna
capella, n'aquelle negrejain os restos derrocados
de um velho castello senhoral.
Vs al ? Aquillo foi o alcacer dos condes, se-
nhores de Vermuim ; acola, a> longe, foi a torre
de Outiz, mais alm a de Penal oia e mais c a de
Juncosa. Aqui vs o que resta los celebres passos
e torre de Nomais, tao famosa tielas deszracas de
ura dos seus cundes ; e l, ao lunge, est Landire,
solar primitivo dos Pereiras, al o lempo em que
o conde D. Goncalo Rodrigues da Palraeira o pas-
sou para S. Fins de Riba de Avt. aqui mais prxi-
mo, em razio de ler doado aquello couto, que tam-
bem se nomeava da Palraeira. ao mosteiro edifica-
do dentro delle pelo conde D. Rodrigo Forjaz, seu
famo'issimo ascendente, conhei ido pelo glorioso
epitheto de Cid portuguez.
Ao Andar de um dia de ve rao. quando o sol se
aproxima do occaso, nao ha quadro que venen
em formosura o panorama, qi.e se avista do alto
daquella nossa collina. Os cabeos daquelles oulei-
ros coloram-se de puro ouro. e as sombras que
projertam de s sao como grand w massas transpa-
rentes, Ungidas da suave cor da hortensia. No val-
le os passariohos principiara a pjpitar.gorgeaudo os
seus ltimos cnticos a luz do dia; os riachos e os
ribeiros reflectem, como eepelhue de pura prata. a
luz do firmamento ; e a aragen sacude docemente
as flores, e embalsama a atmosphera suavissima.
A nalnresa prepara-se para repoosar O magesio-
so e indelinivel ruido do dia principia a acalmar,
quando a boa noule principia a franzir a corulla.
A essa hora rumegam os palacio i, as casas e as ar-
ribanas ; e o fumo, ondulando um momento sobre
as chamins, estende-se como li nga fita neblinosa
ao rez dos telhados. misturando o seu eheiro resi-
noso com o perfume das Odres, los arbustos e das
aguas. Enlao comeca a ouvir-se o ciliar preguicoso
dos carros que se recolhem to trabadlo ; e. um
quarlo de hora mais larde, s o rijo latido dos caes
da aldeia que ronipera o sileicio deliciosamente
melanclico, que precede momentneamente o to-
tal desapparecimenio do da.
A' Iresqnarlos de legua, par;, o norte, daquelle
outeiro, donde se avista o bel issimo panorama,
que tu tanto admira vas, lieliiin, aislo una fregu-
lia, pobre ti ignorada, que se el ama Santa Clinsti-
na de Cerzedelo. Fot n'ella, ai ligo, que tope] ca-
sualmente, ha ja bem anuos, con o mobil primero
da inspraco dessa novella.
Santa Christina de Cersedeili. pelo que toca
belleza e amenidade do sitio, nana lem de mais no-
tavel do que qualquer das outra; aldeias. que es-
tanceara n'aquella formosissima pennsula, forma-
da pelas correles do Ave e do Vizella. Esta si-
lilaila na encosta de tuna grande collina ou monte,
como falla de montos Ihe chamara por l, assoin-
brada |ior arvoredo copado vinoso, fresca, ame-
na e d-'leilu-a. como lonas as de nato. A sua egre-
ja, porm, que iles|ierta a curtosidade e allrahe
profundamente a atteneao dos que passain por ali.
Imagina que, ao sabires pa a fra de extensa
avenida, lateralmente abobadada pelos ramos frun-
dentes dus muitos carvalhos gigantes, que Ihe
erescem dos lados, desembocas n'uma pequea
clareira, no meio da qual deparas com urna modes-
ta egreja, liio profundamente metlda pela trra
dentro, que o tediado Oca-lhe quasi que de todo
nivelado com o slo que pisas. Depois de pasear-
de o assombro momentneo, con que tal apparicao
te abalou, aproximas-te, e vs pie aquillo real-
mente urna egreja. e que a cov, era que se acha
metiida muito folgadamente, um paraledogram-
mo, profundamente cavado, c forrado por fortes
paredes, para tlentro do qual se desee por urna
boa escadaria de granito. Rodelas enlao os odios
era volta de li. A' esquerda e pequea distancia.
cullea-se ura ouleiro cultivado, wr sobren qual se
levantara aqui e acola alguns daquelles enormes
penedos redondos, especie de talas titnicas, que
se encontrara em todos os out -iros, e mesmo cm
todas as monianhas do Miuho. Desees rateo a es-
cadaria, e encentras-te em frente d'uraa egreja da
edade media, ura pouco altor ida pelos reparos
posteriores, mas com as foicots prineipaes perfei-
tamente conservadas. Em fre te tiesta antiguda-
de antolha-se-le logo a verdad lira razao daquella
profundid.tde, inexplcavel ao piimeiro rolan- e.
I Ion ve um lempo em quo aquella collina foi
mais alia, em que mereceu talv.-z o nome de mon-
te. Enlao edifiraram ali os fundadores a egreja.
Depois passarain os seculos por sobre urna e oulra
cousa; e, ao rocar delles, o raonto foi-se desgas-
tando pouco pouco, tornou-si collina, e, ao des-
bser-se, a trra, que cobria aquelles penedos,
vera, arrasiada pelas aguas, di encontr velha
egreja, ameacaudo assola-la cem o peso ou sepul-
ta-la debaixo do enorme volume. Acudiu a isto a
piedade dos fleis, anteparando a sua egreja com
forle muralha contra as grossas mX^^^^m^S^SS^S^
Mas pomo le '
bre amigo A tua morte mimro-a eu na conta
i
- que a egreja, a obra dos horneas, nao
desapparecer antes disso.
A primelra vez qu passel em Cersede
que arabos alravcssavamos aquel
las^nipinas, aqueltos collinas e aquelles montes,
atrw das [ erdlses, das lebres.....atraz de tudo
j foi era 0llllil11.'''" -uja pi.-ta se lanca um rapaz de vinte
1849! la eni au s, i s eslava a oradado n'aquella a"".l>s,:"'"" al? desatrellado.
occaslo. Des* a escadaria, e depois de exami-l e'mn ouitas cousas disse-Jbe o
Cera em Cersedello, -
aquello horaera.
E' o morgadoda torre de Guardizella.
Mas quu faz ali fpergtonlei.
U(
nar a porta principal, -le oiubnira- profundas e
formadas de aren- ponteagddos, que se abaixara e
estreilam, medida que mais entrara no miiru ; a
fi i Hitara de pedra nua, onde ha evidentes vestigios
de tmulos amigos; e o campanario esguio e de um
s panno de muralha, rodee) i egreja, e parel por
lim a pona Iravessa, i|ue, resguardada por um al-
pendre moderno coberto de tedia, e apoiado em
dnas tusca- columnas de pedra, que se baseiam so-
bre dous grandes tmulos, collocados cada ura a
seo lado da purta. Sao elles dous eompridos, lar-
gos e fundos atades de granito, abertos n'uma s
pedra, e eobertos por dnas pesadas lampas, primo-
rosamente bruidas, sobre as qnaes abriram a alto
relevo, nado eequerdo ama espada de -las mios,
a que entau chaniavaiii muiitanle, ent d-i direilo
urna llor. uinarosa, sebera me record.
Estas antiguidades, adiadas assim tao inespera-
damente, prtnderain-rae por grande espaco a a>
teuco. Desejei saber o que aquillo era,' e para
isso dihgi-ine a ura homem, que, ao tiescer, linha
encontrado, sentado a porta da capella, e para o
qual mal enflo reparei, embebido como a, no meu
imprevisto adiado. A quede hornera era o nnico,
que por rallo me poda dizer algunta cousa acarea
do tudo aquillo, por que ali nao liavia mais nn-
guem que nos dous.
Encaminhei-me, por tanto, para a porta da egre-
ja, mas o hornera ja l nao eslava. Olhei, e vi-o a
subir apressado a alta escadaria, da qual a quasi
a chegar ao topo. Era de estatura ra ais que regu-
lar, espadaudo e reforjado ; de edade avaneada ao
que pareca, nao pelo passo e pelos gestos, que
esses eram vigorosos e desempeados, mas pelos
cabellos eompridos e brancos, que Ihe fugiara de
debaixo do chapeo desaliado, que leva va derribado
sobre es olhos. Vestia japona do panno grossero,
calcas da mesma fazenda, e nos ps urnas botas
grossas e de solas com pregara de ferro. Suba,
como disse, apressado, com a cabeca pendida para
o pedo, e gesticulando com ares de impaciente e de
contrariado.
qae me aconte-
perguntei-llie quera era
Que se eu o que elle faz ?replicou-nie. Ha
meio secuto qoe amia naqnelle fadario, naoei bem
pelo qu. Ninguem tambora ja o indaga, porque o
afasiraento faz com que ninguem repare ja nelle.
I.pinli-a-me, porm, deouvir dizer a rainha av
que e le I ii militar, e que ha ah no cont nao se
que desgostos de amor. Bmfim nao se o que te
aeonsellio que nao tornes a metter-te com elle,
porque foi milagreo nao arremetter comtigo. co-
mo o postuma fazer cun lodos que o vo dislrahir
das snas meditacSes. Aviso-te que nao turnes l.
Quera diz'im que sabe raudo delle o velho abba-
de de Gandareltn.
l'.n linha relaeSes com o abbade, e por isso fiz
logo lenejio de ir ler com elle e indagar daquelle
caso.
Passaram, pocm, dous annos, durante os quaes
tive (Kva-iao de ver muila- vez.es o inorgado da
Torre, ao perpassnr pela egreja de Cersedello; mas
nunca poOpoi urna hora para cumprir aquelle de-
sejo.
Nar rae crescia, faltava-me enlao o tempo para
as rapaseadas; e nessa poca en quera saber
mais de rapazeadas, do que^de satisfazer curiosi-
dades que respeitavam a myfierios alheios.
Des le 1831 deixei de ir ao Mmlio. Troquei to-
taliiienij os verdea do campo pelos veres de junto
domar. Como, saltos, fui sempre raais amigo do
mar, que do campo. Esquect enlao Cerzedello e
aquelle homem singular.
Em 185(5 encontrei-me no Porto com o abbade
de Gandarella. Feslejou-me como quem ha lano
tempe me nao vira, e depois fez-me prometter que
ira passar alguns das com elle, na abbadia. Em
junho desse mesrao anno, cumpri a promessa, e
part para l. A' meia legua de distancia, ao atra-
vessar um outeiro, da planura do qual se descobre
livla 3. forraosa pennsula de entre o Ave e Vizella,
parei o cavado, c puz-me a espraiar a vista e as
Ao primeiro impelo, que me imprimi este ines-
perado estorvo tenco que trazia, r.hamei rija-
mente por elle. Nao respondeu, e coiitinuou a su-,
bir, como se nada ouvira. Irntou-rae aquella sur- saudades por aquelles deleitosos sitios, tao conhe-
i raais de rijo clJos. Por nuin, como quem nelles linha passado
des Visivelmente acintosa. Ghamei mais de nj
por outras duas ou tres vezes. ultima voltouse
de golpe e com gesto de vivamente agestado. Uue
rosto e que aspecto aquelle, amigo I Ha quartoze
annos que vi aquelle hornera pela priraeira vez, ha
doze que o nao lornei a ver, e nunca da memoria
se me varreu aquelle vulto, e ainda boje o tenho
lao vivoe tao claramente representado pela recor-
dago, que se rae afiigura que estou odiando para
elle.
Era velho, mas velbo robusto e vigoroso. A bar-
ba era espessa, branca como a nev, e crescda ate
metade do peito. Os odios, assombrados por gran-
des sobrancelhas j brancas, eram fundos, e l de
dentro das rbitas luziam como dous candes ac-
cesos. Tinha aspecto soltera no e magesloso, o qual
e a expressao de liritasdidade selvagera, cora que
me filava, nao me deixaram proferir nais palavra.
Estove assim um momento a olhar para iium ; de-
pois encolheu desdenhosamenle os hombros e poz-
se de nvo a subir, mas agora vagarosamente, a
escada, at que por lim desappareceu no altod'ella.
A fascinaeao da enriosidade, com que eu obser-
vava os gestos e o porto extraordinario d'aquelle
homem, findou. apenas elle se occuliou por deiraz
da elevacao do terreno. Parti enlao a correr pela
escada cima, para ver a direceo que elle tomava.
Quando cheguei, linha ja desapparecido.
N'o dia seguinte, mesma hora, debrucava-rae
eu no parapelo, que da muralha, que forra o adro
da egreja, cresce c em cima sobre o slo, para
ver se aquelle homem eslava ali. L eslava de
faci, vestido da mesma maneira. e na mesma po-
sicao. em que o tulia adiado no dia antecedente
sentado na solerada porta da egreja, com os coto-
vellos apoiados nos tontos e a cabeca mergiilhada
eulre as mos. Durante qua-i que urna hora, que
a enriosidade me collou o corpo aquelle muro e
os olhos aquello vulto, nao nuidou de posi(o, nao
tantos das felizes e agradaves. Ao repassar os
odios por sobre aquellas aldeias amenissimas, dei
com elles na de Gerzedello ; e o mesmo foi avsta-
la qie logo recordar-me do morgado da Torre, e
do que, fallando delle, me dissera do abbade de
Gandarella o meu pobre Freitas Machado. Nao
i|iiiz dar tempo a transfundir-se n'outras reeorda-
Qes aquella. Metti esporas no cavado, e encami-
nhei aara a abbadia.
Em breve cheguei ao porto do espacoso pacal,
dentro do qual est a residencia do abbade.
O radre Fernn de Alpoim, abbade de Gandarel-
la, era hornera alto, magro e reforjado de eorpo-
ratura. Tinha naijuella jtoca setenta e tres annos
de edide, o que demonstra va smente nas cas,
alvas como a nev, que Ihe cobriam a cabera, e
nas p jucas rugas que he sulcavam o rosto ; que
no m;.is, pelo que respeita o vigor, actividade e
caracer folgazo e jovial, nao havia ahi raais ho-
mem lo que elle. Apzar dos annos, era ainda ex-
cellente conviva. Na Ihaneza dos modos, na fran-
queza com que agasalhava os hospedes, e na lar-
gueza com que os obsequiava, mostrava ser ho-
rnera bem nascido, do eduraco esmerada, e crea-
do no meio da abundancia e da grandeza. E de
facto o velho abbade de Gandarella pertencia
urna das familias mais nobres daquelles arredores,
da qual, ao tempo. era representante. Fra militar
na me cidade. e d'aquelle vrer lieara-lhe um certo
despla nie e desempenho, que attrahia para aquelles
setenta annos os rapazes mais airados dos vinte.
Era .sacerdote exeniplar e esmoler, e possuia in-
lelligencia clara e profunda erudicao, que davam
realce um perfeilo bom senso e um sentimento
apon dissimo do bello.
Enliei pela larga porta do pacal, e fui parar no
pequeo largo, sobre o qual foi edificada a rasa
! da residencia. Ao tropear da ravalgadura, acudiu
la roli;
ja aoia a ver quem era, e a chamar os crea-
dos para segurarem e levarem para a cavallarica
fez um movimento. nao se mxeu Z Ju^M-1 *"^> f **- ^o veiu ahlo velho abba-
leralmente urna estatua. Cansado d'aquelle longo de- 'n.da de ,,al",', a receter-me nos braco, e a
e infructfero espiar, desci a pressa a escada e fui agafa har-me1 rom a'ue la franq, n?^.,r !
descaradamente colocar-me m frente delle, a a?-,0 av!- '.I realCa a ma.s nao poder, a
odiar para a fronlaria da egreja. Elle enlao er- na,unl P'la'dada m.nhota.
gueu o rosto, litou-ine, e mediu-me cera aspecto al-
tivo e carregado. Depois deixou cahircorao desa-
lentado a cabeca para o peito, e assim esleve alguns
minutos ; era seguida levantou-se, e dirigio-se para
a escada, que subi vagarosamente, e no lopo da
qual rae desappareceu oulra vez.
Quera seria aquelle homem ? Lavrador, proprie-
tario, homem de cidade, mendigo, a nada d'is.-o se
asseinelliava. Ilavia n'elle vsivelmenle um mys-
teno ; e o desalent, cora que deixra cahr a ca-
beca, e a funda melancola que Ihe irradiou do as-
pecto, depois de me ha ver rudemente filado, ti-
nham-me feito profunda impresso, linham-me en-
eludo d'aquelle sentimento indefinido, mixto de cu-
riosdade, de dedicaco o corapadecimenlo, que o
resudado do despear do inslincto, que presente
as grandes desgranas, mesmo atreves do raais es-
pesso ven de rayslerio com que ellas prelendara
encobrir-se.
Por quatro ou cinco dias mais voltei al, ora de
raanhaa, ora de larde, e sempre a c'ilTerenlos lo-
ras ; como, porm, a egreja de Gerzedello est so-
lada no meio da aldeia, live sempre i inrelicidade
de nao encontrar quem mefallasse daquella velha
egreja e'daquelle homem singular. A elle aehei-0
sempre l, sempre no mesrao loca!, sempre na
mesma posicao e serapro iuimovel, horas e horas
fio.
Ao quinto da rcsolvi-me a cortar por mira mes-
mo a dilliculdade, arreineltendo de frente com
aquelle enigma provocador. Desci, pois, a escada,
e dirig-lite audazmente para elle
Faz favor de me dizer perguntei-lhe, des-
barretando-rae de quem sao aquelles tmulos,
que estao al porta travesa da egreja ?
Ergueu de repello a cabeca, e bradou-me rijo e
com aspecto irritado :
Que me quer 1 Que pretende de raiin f
Nao rae abalou o de.-aui menlo. Esperava-o, o
eslava preparado para elle. Repet, portante, a
pergunta.
I Elle litou-me um momento com odiar enfuriado,
depois erguett-se de repente, e disse-rae rijo e cora
mau modo :
Que ton que fazer cora o passado ? Melhor o
senhor tralasse do presente, que Ihe perlenca, e
nao aodasse a remexer nas rnsas daquelles que
eslo gozando, ha muito. da paz do sepulehro. Quer
i saber de quem sito aquelles tmulos t aerescen-
lou voz em grita e cora gestos furiosos. Bata ahi
[ porta dessa egreja, evoque as soqjbrjs dos senho-
res de Cerzedello, e veja se consegue dos sobornos
1 baroes que llie venhain narrar a historia daquella
raca orgulhosa.
Assim dzendo. arrancou agentado em direceo
I escadaria.
A pequea distancia estacn, vollou-se para
'mim. e mediu-me rom odiaros enfurecidos e tendo
os punhos convulsivamente cerrados ; depois deu
a subir apressado pela escada cima, e sumiu-se
por fim no topo delta.
Eu segni-o at ali com os olhos.
E' um doudo disse enlao para mim. Em
boa estivo en medido. Mas esta toucura lera um
legrado acrescentei mentalmente e cuino na
tinha ali quera rae podsse fazer a luz no raeo da-
quelles trovas cahotiras, sub tambem a oseada e
relre-nie.alheado e em hita com o mysterio e cora
a minha desapernada enriosidade.
Oito dias depois chegou sua casa da Rarca, em
S. Miguel das Aves, vralo de urna pequea jorna-
da, o meu amigo Jos Ignacio de Frailas Machado.
Lembras-te delle Delphim ? Reeordas-fe daquelle
escolente rapaz, daquelle moco cheio de tondade,
Ihano e dedicado, que te presava a ti e a mim es-
treuieeia-me 1 llera novo morreo, pobre moco I
Arrebatou-o una pbtysica pulmonar na llor dos
annos, e no momento em que ia tal vez arredar dos
labios o calix de fel. que o destina Ihe tinha posto
inmerecidamente a bocea, quasi desde a infancia.
Morreo antio; apMou-se-lhe ;i vill:l quando Ihe a
limlar.....artyrio Dens assim o quiz. Foi elle mn
desses horaens, que. a Providencia, para llns que
I nao sabemos explicar, faz nasrer cora <> triste con-
' do de sollrerem desde o berco al i campa. Po-
No auge do seu
sincero e bondoso conlnlamenlo, estendeu-me os
bracee, e deu-rae os emboras da viada, saudaudo-
me com urna citacao de Horario.
Nao descreverei a residencia ; apenas direi que,
apesar de ter mudo de casa de parodio aldeio,
havia nella urna excellente livrara, estava limpa
e aceiada, e tinha certas commodidades. que nota-
velmente a dilferencavam das daquelles abltades
saloos e verdadeiros avaros, que enthesouram
para as sobrinhas e para as afilhadas, e que s se
destirguera dos freguez-s, .quando, ao domingo,
sobeni paramentados ao altar. Fazia gosto respirar
no meio daquella sa limpeza e aceto da aldeia.
e sentir o suave desusar daquella vida tao sim-
ples, lo alegre, e tao sera cuidados e desassont-
brada das estpida* convencoes, que nas cidades
us trasera entalados.
Re-alei-me tres dias ali. floa cama, mesa suecu-
lenta, coraeoes sinceros, e ar balsmico e purissi-
ino. que mais se poda desojar ? Tanto me con-
tentoi. e me encheu tudo aquillo. que, por dous
das, perd a lembranra do morgado da Torre, e s
ao terceiro que me, lornei a recordar delle.
Estavamos jamando. |0 abbade alegrava a refei-
eao cora gargalhadas francas e cordines, e com
chistes c apodos folgazos ; a ama an-lava em ro-
da viva, ordenando o que era preciso ; as iguarias
suceulentas fu mega vam appetitosas diante denos;
o vinho saltava nos copos, nao havia ahi mais que
pedir
Vamos, meu amigo ;dizia-me o velho ab-
bade, for&ande-me um peito de gallnha para den-
tro de pralo. onde j fumegava enorme talbada de
appet.toso presunto cosidonao me deixe descon-
solado. Quem se resigna a vir aturar por alguns
das ira velho abbade da aldeia. deve vir prepara-
do para comer e para dormir. E' o que aqu se
pode fazer. Se eu tivora papos de anjee, dava-
Ih'os. E ainda assim era pouco para quera anda
alfeitc aos regalos da cidade. Mas que quer ?
i .oi-iil>iiui, et prado domitam Galeno
T bibesuvam. Mea nec alornaj
Temperan! vites, nec Fonniani
Pocula colles. (1)
Antes de partir para Gandarella, eu tinha re-
passado Horacio, por saber quanto elle era favori-
to do meu hospede. Assim acud logo : -
Prsicos odi. puer. apparatus :
Displieent nexa phylira corona; :
Millo sectari rosa quo locum
Sera moretur. (2)
Mas, iiieu abbade, isto nao comer, isto devorar,
c eu nao tu voto de Polyphemo. Pelo amor de
Dous tenha rompaixSo desta minha exiguidade.
Nao queira fazer de raim a ra da fbula....
A qual
......dum vnlt validius .
Infl-'rc sese. rpto jacuit corpore. (3)
-acudi o abbade, soltando jovialissima gargalha-
d.t. Ah I tpie se aqui estivesse algura verdadeiro
gastrnomo, fngia indignado. A ouvi-lo, o meu
collega vigario de Gerzedello nao lite perdoava
c.ihia-lhe de certo ein cima com lodo o poso da
excoramunlio maior.
Ah I miser,
Quanta laboras in Charybdi.
Digne puer raeliore flamraa I (4)
(Conlinuar-seha.)
(l llor. Carra. Lib. I. ode XXTu bebes o vi-
nho do monte Ccu jo,- e o que reeuma a uva es-
premida nos lugares de Galeno. E os meus copos
nao se enchem, nem do vinho das vides de Faler-
no, nem do que produzido pelos outeiros For-
inianos.
(2) Hor. Garra. Lib. I. ode XXVTIIOdeio as
siiinptuosidades da Persi ; desagradani-me as cu-
rdas aperladas pela philyra ; deixa-te, pois, de in-
dagar onde que ha as rosas mais serodias.
(3) Phedri Fab. Lib. I. 55 : quando quer in-
cbar-se mais, cae com o cerpo arraleniado.
(i) Uor Carra. Lib. I. XXVII. Ah I desgrana-
do, em que modonlia Charybde lo ests revolvendo,
tu, mancebo, digno demelhores amores.
PMLXAMBUCa- TYP. UE M. F. F. & FUJiQi.

-
I"


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