Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10300


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Full Text
I
if
f
1.
AHffO XL. HUMERO 44.
Por tres mezes adiaimdos .88000
Por Ins mezes vencidos 6JO0U
Port ao coricio por Ire.s mezes. 750

OARTA FEIRA 24 DE FEYERE1R0 DE 1864.
Por anno adiantado.....19$00O
Porle ao correio por ura anno 3J0OU
EiNCARREGADOS DA SUBSCrUPgO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracat\. o
Sr. A. de Lomos Braga; Coara. o Sr. J. Jos de
Olivara; Maranho, o Sr. Jonquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Mano. I Pinheiro & C.; A-
mazoaas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SUL
Alagas, o Sr. Ciaudino Falcao Dias; Bahia, o
Sr. Jos" Martins Al ves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Marlirs d Gasparino.
EPHEMER1DES LO MEZ DE FEVEREIRO.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassii'. Goyanna e Parahyba as segundas e,
sextas-feiras. 7 La nova as 3 h., 49 ni. e SG s. da t.
a mi"ta0'r aV?,a' B"zerr05' B9nit0- Caruaru'J || Quarto cresc. as il h., 5 m e 2G s da m
Altiuno e G.-ir.-inhiins n.is f,re.i faina ... > '" c o s- ua m-
Altiuho e Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira
Ingaze ra, Flores, Villa Bella, Tacarat', Gabrob,
Boa Vista, Ourieury c Exu' as quartas feiras.
Sermhaem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
lita de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas parteni ao "/i da.
22 La ebeia as 2 h., 41 m. e 8 s. da t.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 5 horas e 18 minutos da manhaa.
Segunda as 3 horas e 42 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sul -at Alagas a a e 25; ;>ara o norte at
a Granja a 7 e 22 de cada mor.; pan Fernando nos
dias 14 dos mezes dejan, maro., mabjul, set. enov.
PARTIDA DOS OMNIB S.
Para o Reeife : do Apipocoa as 6 /,, 7, 7 '/2, 8 e
8 Vi a m.; de Olinda s 8 da m. e 8 da tarde; de
Jaboatao as 6 "/, da m.; do Caxanga e Varzea s 7
da m.; de Bemlica s 8 da m.
Do Rerife : para o Apipocos s 3 % 4, 4'/,, 4 '/,,
5, 5'/,, 5 >/i e 6 da tarde; para Olinda s 7 da
I manhaa e 4 1/2 da tarde; para Jaboat.io s 4 da tar-
de ; para Cachang e Varzea s 4 'A ta larde; para
|Bemficas4datarde.
AUDIENCIA DOS TRIBINAES DA CAPITAL.
Tribunal docommercio: segundas e quintas.
Relaco: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DiAS DA SEMANA.
22. Segunda. Ss. Papias, Abilio e Pascado bb.
23. Terca. S. Margarida de Cortona f.
2i. Quarta. S. Pretxtalo b.; S. Primitiva m.
25. Quima. S. Malinas ap.; S. Cosario m.
26. Sexta- S. Pedro Damio b. c. e dou.
27. Sabbado. S. Antigono m,; S. Torqusdo are. m-
28. Domingo. S. Romaoab.-, S. Cereal 111.
ASS1GNA-SE
no Rerife. era a livraria da praca da Independencia
ns. 6 e 8, dos proprietanos Manoel Figueiroa d*
Kana & Fimo.
PARTE QFFICIAL.
G0YEJW0 DA PROVINCIA.
Eipedienle da dia 20 de feverrro de I SCI.
Ole.10 ao bario de Vera-Cruz, secretario do Im-
perial Instituto Pernambucano do AgriculturaRe-
mello V. Etc. para ser archivado nesse Instituto
um exemplar do relatorio, ltimamente presenta-
da i assembla geral legislativa pelo Btn. Sr. mi-
nistro da repartieo da agricultura, commercio e
obras publicas, o qual, para ter aquelle deslino nao
foi traiismittido eom o aviso de 5 do correte.
Olio ao inspector da Ihesouraria de fazenda.
Communieo ;t V. S. que emoflkio de 18 do corren-
te, parlicipou-me o director da colonia militar de
Pimenteiras, haver prestad) juramento no dia 15
deste. mez o respectivo facultativo Si nplicio Lius
de Souza Fonles.
Dito ao mesmo.Remeti V S. para os conve-
nientes exames as cuntas legihsadas do hospital
militar relativas ao mez de Janeiro ultimo.
Dito ao mesnao.Em ad liamento ao meu officio
de 10 do crreme, declaro V. S. que segu para
a corto, o alfares do corpo do esiado-maior de 2*
classe Henrique Everaldino de Bittencourt Touri-
nlio.
Dilo ao mesmo.Ao 2 lente do 4* batalho.
de arlilharia a p Zeferino Jos Teixeira Campos,
que vai commandar o destacamento da villa do
Br.jo, mande V. S. abonar com urgencia o quanti-
tativo a que livor direilo para condueco de sua
bagagem.
Dilo ao inspector da Ihesouraria provincial.To-
mando emeoosideraco o que expi e director das
obras publicas em ofllcio de 18 do corrente, sol
n. 36, rcommendo V. S. que contrate com o arre-
matante dos concejos da ponte do Gurja na ra-
initicaco do Cabo, a execueao dos no vos reparos,
de queaiuda precisa a mesma ponte, na importan-
cia de 1:3205:) JO, como so ve do orgamenlo e clan
do 'crino do Pao d'Alho bacharel Kmigdio Marques o Sr. 2* secretario servind) de Io, deu conta do se-
Foi tambera julgado objeclo de deliberacao c vai' ra da feslividade de S. F. de Paula do
imprimir o seguale projecto I teve to
"~"T" "'"."" "" "^""^'v"" *ai "" '"" ic o. r. ue i-aula uu ('achanga
EXMOURUTE 5 J?!' ".^"'".'''[""J'--1''" : leve loda a decencia e brllho conveniente ; e que
n, jHffgL-*. rmnn. ^tt^Lr^PHmido, os lugares! bri^no"" tttom Sd "*""
&T,ttHtttt?Z &eS?S?ft ^retarlas Se esu*,, c
presso, e por estes deas dias distribuir
dis|K)si^6es em contrario.
a cin am- Fonsaa VUnntKAgento Ceo.Sa os Loo*.
:cita o des- llorn tle Arauio.
Santiago, resolve prorogar por lo dias- a licenca
com vencimentos que he fora concedida.
Dita.O vice-presidente da provincia, altendemlo
ao que requereu o promotor publico da comarca de
Goi inna, bacharel Jos Antonio Gorraia da Silva,
resolve prorogar i>or um inez a licenca com veuei-
meiitos que llie fora couciuida. bas as tmaras, e qoe a jvnopsc da receita o des- llorla de irauio
Despachos do dia 20 lie frverciro de ISCf. Pxa de 1861-I8M se acta na typographia na- Foi lido, anotado, posto em discussio c approva-
RtputiWMtot. uonai, j:i em conferencia de pravas, e poder em do o seguinte requerimento
Monsetihor Francisco Muniz Tavares.Satisfaga breve ser tambem destribuida. Aquem fez a re-
a exigencia da ihesouraria de fazenda constante da lU'S'Vc'o.
copia inclusa. Outro do mesmo ministerio, communicando, em
Justino Marques de CruzInforme o Sr. coronel rospoatt, que por aviso do ministerio de negocios
estrangeiros foi autorisado o pagamento das reda- Luna Dmirt.
nfiSmvSSFZ?. "ir imI,or,anf;i1t,,,al d1-;- FW *ptam lido, apoiado e ficou adiado por pe-
! Lnrn n~,,'1.^.s,c f^SS, h"u,r" '"'0 d-'r a pol,m Sr ABoaS0 Cel0 set:uinte req.ie-
Sr. inspec- Souro "-'conal aos Srs. ministros de Hespanba, Dr.
Jos Caetano de Andrade Pinto,
A festa annunciada como devendo ler loda .%
pompa.
A. representacao que a sociedade dramtica
fecretoe Unido Familiar deve dar no sabbado pr-
ximo nao beneficio, mas sim a recita mensa).
A sociedade Ihealral Mel/tomerte Pernimbu-
alo mensa! sabbado 27 do
scena Um myslerio de familia.
Dia 22.
A order.) do Illm. Sr. Dr. chefe de polica, os par-
dos Francisco Mara da Luz, e Manoel Quirino da
Silva, vincos de Fernando, como sentenciados.
A ordem do Dr. delegado da capital, Candido,
crioulo, essravo de Maria Lorelo de Barros Cani-
pello, por fgido.
A ordeiu do de S. Jos;, os crionlos Bernardino
de Sena, por disturbios. Vid ir de Oliveira Draga,
para averigo.ac.oes policiaes, Antonio Joaquim Jos
de Sant'Anna Jnior, e Angelo Seraiim da Silva
Santos, disposie^ao do coronel recrutador, Jos,
recruiador.
Manoel Alves Barbosa.Informe o Sr. inspector
da tlicsouraria de far.enda.
Manoel Colho Pinheiro.-Informe o
tor da ihesouraria da fazenda.
Dr. Minoel Jos di Silva Xeiva.Informe
inspector da ihesouraria de fazenda.
como invcntari-
oSr.
INTERIOR.
HIO DE J WIIHO.
ASSENBLEi I.KIU!.
1 in vit 1 ims s^Mioitis
llll'ITVIKK
SESSAO EM 29 DE JANEIRO DE 1864.
Presidencia do Sr. T. Franco de Almeida.
As 11 1/2 horas fez-se a chamada, e ha vendo nu-
mero legal, abrio-se a sesso.
Lila e approvada a acta da sessao antecedente,
o Sr. 2" secretario, servindo de 1" deu conta do
seguinte :
EXPEDENTE.
Onzo ofOcios d) ministerio do imperio:
1 Datado de 23 do crreme enviando por copia
a representacao em que o secretario da sociedade
< l(c.|uciio qoe o projecto n. 13 aprsenlado em cana d o seu espectac
sessao ile I8i2 seja rcinettido coflmhsjto de com- corrente, levando scei
DaST^SSitffi Para fnV ,Me dar SeU ,7-X Tiasn -1' tL've *** a festa de S- St- escravode An'na Franasca"do"Canto"po7fu:rt.
', ..! ,;..t,".m<",',,ea"l amo lulear conveniente.- basti.m. na Vanea, como foi annunciada, correndo : A orden do da Roa-Vista, os pardosJoao Carlos
ludo na melhor forma, e excedendo expectativa, dos Santos, para averiguacoes policiaes, Joo de
nao se deu cm todo o dia e noite a menor des- Dos Eufrasio, |>or insultos os rnoulos Francisco,
seguinte reque- oruem, apesar da concurrencia, como sucrede as escravo de Albino Jos Ferreira da Silva por in-
. Heiim-irAonn ni m' i S .ir,r?b:,li, edoespohodeAntom^ ^es de-pava^- ^^^t^SPtf^ ^^^ ** "* M ^\^tC^^^^Z^^3
Rml tadoe2^VK,V^Mfi^rda fflMW T,ra ?V,iZ de d"'ei0 *T' ? 6Sp,rito de rel8Hladc, remoque all amorte- Jor de&nT ? *"**
n ini nano tcssionano de Jo> Lndgero Gomes da ca de Paran, Dr. Manoel Jos Pinto de Vasconcel- cido, reappareceu, e a prava que tudo se fez em ; \ ordem do da Mnrihm-i Ih.d Miri rto F*ni
fwnffa&-AS 'ou.ra""^"!''!'"; vsirUuin,inoTeixeira creur"^sidos"assadores"S *S* *$S&^SJfffM r?d0EbP'
fez a re,/uisic.5o. g Q auton>e.- A quem e ouiroj., naj'dade de_l beralm. ^_________ .c,b,?m^Pr !ua''. "'> Jwnlc verao principal- 0 chefe da 2.- seccao.
/. G. de Mesqwta.
assageiros sahidos para o Par na escuna
" nciimi:
"eliciano Pmta Guimaraes, Jos Pereira
rnesto Feruandes Tqomaz.
Movimjnto da casa de detencao no da 25 fe-
vereiro 1864:
i quim d.' Atevedo Montoiro Ferreira ia Veiga.
Rodrigu
Juiz por devo^ao.
t foram a o Sr. Pinto Luna envin mesa di-ersos docu-: O Illm. Sr. Jos Luiz de Souza Ferreira.
s trabamos menlos relativos eleicao do 2 disti icio da pro- Escrivao por eleicao.
vmcia da Baha, que foram remellidos a commissao O Illm. Sr. Antonio Servulo Rezrra.
sulas junlaspor copia, sendo esse contrato effectua-:' ropagadora das Bellas Arles do Rio de Janeiro
do cora o abate de 11 % no valor do mesmo orea-' I***10 l,ln auxilio pecuniario em Mvor do Lyceu de
ment, e sob as condicoes do primiiivo, marcan-1 Arles e Otlicios fundada pela
do-se alera disto ura novo praso rasoavel para a
monm
buco,
con
I ordenado.A' lerceira commissao de ornamento.
Julgaram-se objeclos de deliberacao
imprimir, para entrarem na ordem dos
os seguinles projectos:
1. Da commissao de instruc^ao publica. I de poderes.
Art. nico.O governo Pica autorisado a man-: ORDEM DO DIA
dar matricular em qualquer das faculdades de {. parte
medicina do imperio o estudante do anno juri- j Eleicao da mesa
Vnltfn, S;.,,au, l0* Rib,,|.ro d0; S10* z">i'h.- Para presidente em 71 cdulas sabio eleilo o Sr.
M'iitim 11 ancuco. Darboza de Olicetra.Souza Furtado com 61 votos.
*n.*'!I'.'c ,, c. ?*P v'W-presidenics em 77 ceduUs salilram
almJ \r, i .C e OU,r0S- ?,cil* os Srs- Saldanha Marinho com 6o votos, Val- Jos Januario de Carvalho Paes de Andrade.
Asamblea geral resolve. detar com 58 e Barbosa de Almeida cera 50. Roque Antunes Correa,
tica o governo autorisado a contratar os Para | secretario em 64 cdulas sabio reeleito Estevao Jos Simos
Escrivao por devocao.
O Illm. Sr. Manoel de Carvalho Paes de Andrade.
Mordoraos.
Os Olma. Srs. :
Jo.iquim Francisco de Paula Esteves Clemente.
Joaquina da Assampcjio Queiroz.
Francisco Thomaz do Barros Campello.
A saber
1."
trabalhos necessarios para
S. Francisco.
conclusa do taes concertoi.Cora uunicou-se ao
director das obras publicas.
Dito ao mesmo.Devolvendo V. S. a conta que j
Artes e Otlicios fundada pela dita sociedade.A
2" commissao de orcamento.
2*, *) e 4", datadas de 27 do mesmo enviando,
a navegacao do Rio de o Sr. Franco de Almeida com 57. Thesoureiro.
, Pi ** secretario em 63 cdulas sal io reeleito O Illm. Sr. Joaquim Antunes de Oliveira.
JV Urna carada de ferro, pelo systema amen- o Sr. Pedro Luiz com 31 votos. Procuradores.
s em 64 cdulas sahirai
de Abreu com 43 votos o
cano da cidade do Pacanypuna at o Rio das Ve- Para 3" e 4* secretarios em 64 cdulas sahiram Os Illms. Sis.:
Inas\, ; reeleitos os Srs. Limpo
J.' A garanlir os capitaes empregados na ex-, Jos Angelo com 46.
sio Machado.
Manoel Soares Mendes.
cora cOlcios dos respectivos presidentes copias das' 'Jl G.aranKn os can,?ts empregados na ex-, Jos Angelo com 46. Manoel Anselmo Correa de Figueircdo.
actas da organisaeao do collegio da capilal da pro- ^U!2 ?*_iTaba'"s mencionados no art. 1 e Ficaratn supplentes os Srs. Jo'w Leite e Ambro- Joajuin Francisco de Sant'Anna.
de 7 por cento no mximo.
importancia de 1113400, provenientes de despezas parochiasda cidade da Franca, e villa ile Cacapava
feitas com o sustento dos preso:
do termo do Bonito, durante os ...
dezeinbro do anno prximo passado, tenho a di- s*0, de poderes.
zer em resposta que dessa quanlia mande pagar al* >' ^* ^6 '8ua' data, participando ter expe-
pessoa indicada em meu officio de 11 do corrente, "'Jo ordens noca ss arias para que sejam cum-
smente a de 944800 rs., visto ter de descontar-se Pr'das as resolucoes lomadas por esta cmara ap
6J600, correspondente ao escravo Daniel, recolhi-1 prvando as dewoes primarias o secundarias feilai
do i atosaaa cadeia as quacs devora ser satisfeitas n0 ** disir.ci.1.1 nmwinna n n,.,i- no t- &..
pelo respectivo senhor, licando nesta parte alterado *
. u.. ....aaiau uu uonc^io ua capnai ua pro- *, com 0 nrpmm
veio annexa ao seu offlcio de hontem, sob n. 62. na v,nci:i do Parahyba ; da eleigao de eleitores das i. "n ','."'o ,
)vementes de despezas : parochiasda cidade da Franca, e villa de Cacapava ,__" i? Sq 1:les,,u1(i dlsPos'oes cm con- | o Sr. presidente declarou que, dando-se actual-! A Exma. Sra. D. Maria Felicia Porflria Alves.
'esos pobres da cadeia *i provincia de S. Paulo ; e da parochia da cidade i-arln,7 i .J,, i aT "0"? ,-,T mente urna, vaga na commissao de poderes c outra Juiza por devocao.
I os mezes de ouluhro de Tres Pomas da provincia de Minas. -A corarais- SSS^XJ' Ab^Z. *""
Juiza |>or eleifo.
Celso. Fonseca
m TIuJL Abn^ZJ'"{l^'' ClimPs- na d jusdea 'crTmYnal''omava para prcenche-Tasi IA Exma. Sra. D'Tn'na Umbeurde Barros Cam-
"?i*ctofa.-BMawonrt Simptuo. os srs, Saldanha Marinho e Barbosa di Almeida. pollo.
3. Dos Srs. Mello Franco e B. Sampaio. j. parie%
Continuou a disenssao do parecer sobre as elei-
Existiam . 36C presos.
Entraram. . 19 .
Sahiram . 17
Existem 368
Xacionaes. . 254 presos.
Estrangeiros . 32
Mulheres. . 13
lstrangeira . 1 >
liscravos . 63
Escravas. . 5
o citado officio.
Dito ao commandante superior da guarda nacio-
al de Goanna.- cios dos respectivos presidentes copias das actas co"}r*-M'o Frmnco.-Bitencourt Smnpaio
da eleicao de eleitores a que se procedeu as paro- ,ei a "esa W",te rei|uenmeuto que foi
s_ lido, apoiado, posto em diseossao a approvado :
A asamblea geral resolve :
r'!m?nSn?r?7^ ,*?, ,S6M!ar c dePuUd0 a_ iCes do 3" districto da provincia do Rio do Janeiro
com a emenda apoiada.
A discussio licou adiada pela hora.
Oraram os Srs. Jos Angelo c Pereiri da Silva.
Levanlou-se a sessao s 3 Vt horas da larde.
em
que o balalliao n. 12 de infamara da guarda na-' cnias ua v'"a de Barcellos do provincia do Ama-
cional sob seu corainando superior accompanhe a i "as ; da organisaeao dos collegios da cidade de ,!ll"llr,?'iue se pecara ao governo as segun-
imagem do Senlior Bom Jess dos Passos. que lem j Guaratingucta, e das villas de BoLucat, Queluz, ,. n,'';0? ,, -ir .
de sahir em procissao nessa cidade.-(>)m.nuni- Araraquara e Penha da provincia de S. Paulo ; e i-s2!ii2?Sf!jiE?,!S2S despendida
rou-se Joaquim Goncalves de Albuquerque e' da eleicao do eleitores da parochia do Abre Campo m a i.npoilac.w de colono,, por renta da autor.-
Silva. H da provincia de Minas.-A commissao de poderes. ?S,."5!*?0.5!?B BJ2 no Mt l d decr,!"
Dilo ao director do arsenal de guerra.-Mande T De igual dala, enviando um officio em que (
V. S. iwollicr um dos armazns desse arsenal presidente da provincia de Minas d os esclarec
um machado, urna fouce e duas paz de ferro que "lentos pedidos aceren das eliedes primarias e se
estavam cargo do forte do Buraco e foram dadas cundiras feitas no 6 districto daquella provincia,
ni consumo p>r ordem do brigadeiro commandan- 'lial destino. ': *SS
te das armas como elle declarou-me em officio Lm requerimento do 2o sargento do corpo de
316 de 19 do corrente.Communicou-se ao bri- guarnirn da provincia do i.earb, pedindo
FERRAMBDGO
REVISTA DIARIA.
.Amanhecen hontem exposta na portx da n
Escrivaa |>or eleicao.
A Exma. Sra. D. Francisca, esposa do Illm. Sr.
Francisco Sotter de F. Castro.
Escrivaa por devocao.
A Exma. Sra. D. Francisca Pereira de Brilo.
Mordomas.
As Exmas. Sras.:
D. Francisca Stepple de Brito Bastos.
i D. Joaquina Maria de Albuquerque.
1 D. Maria do Carmo Monteiro Guimaraes.
D. Guilhermina, esposa do Illm. Sr. Antonio Car-
Miro.
D. Ludovina Ucha Cavalcanti.
D. Feliciana Joaquina Correa de Figueiredo.
Offerecemos a sciencia do publico a seuinte
n. olo de ti ao corrente.Communicou-se ao bn- guanneao ua provincia do i.eant, pedindo que se
gadeiro commandante das armas. I 'be mande pagar a 2* preslago de seu engajamen-
Dito ao mesmo.Ordeue V. S. ao 1 escriturario to ve "''da cm 2 de Janeiro de 1863. commissfto
dessa reparlicao Francisco Seralioo de Assis Car- de narinba e guerra.
valbo. que pague na recebedoria de rendas nter- : Outro de Ignacio Accioli de Cerqueira e Silva,
as a importancia dos emolumentos que segundo a | pedin lo quo se llie mande pagar desJe o principio
nota por copia inclusa est a dever reparticao do corrente anno linanceiro. aquantia de 100que
da guerra, pela prorogac.io da li-enca que obteve st mandn alionar para escrever a biatoria
ultimarnente, a qual deve ser considerada com o contempornea do imperio ; e que Ihe soja aug-
vencimento de 2 tercas partes do respectivo orde- mentida aquella somina. commissao de fa-
ado, como se declara no-aviso de 19 de Janeiro muda.
pa-sado tambem por copia incluso.Offlciou-se ao Foram lulos, apoiados, postos em discussao e ap-
inspector da Ihesouraria de fazenda. prov. Jos os seguinles reijuerimentos :
Dilo ao director geral interino Ja inslruccao pu- i* Requeiro que vio a commissao competente,
MicaDe conformidade com o seu officio de 30 afim le dar ella seu parecer respeito, as 3 pro-
t: dozembro ultimo, sob n. 224
para ter o conveniente destino qui
dos relatriosdo ministerio da guc
diante.
Rcnietteu-se ao mesmo director
Jis e relatnos das provincias de
nos do 1862 e 1863 e da do Rio de
nos de 1860 1863. i" yuantos oiuciaes do servico
Dito ao juiz de paz presidente da junta de qua- "lada se achavam embarcados em navios das dif-
lilicacfio da freguezia da Varzea.Nao estando de-, erenies compaas de navegarn do imperio, no
viilameiitc assignadas pela junta revisora de qua- correr do anno de 1861.
lilicacao dessa freguezia aljamias paginas da c-' Se nesse anno foi ou nao expedida ordem pa-
pia da qualilii n;:o dos votantes no corrente anno, I ra qin esses olliciaes voltassem ao servico da ar-
que acoinpaiihou ao officio de Y. S. de 10 do cor- mada. sendo-llies cassada as liceneas com qoe an-
rcute, devolvo a referida copia para sor nreonclii-; davam embarcados era navios daquellas compa-
I ninas.
3, Se essa ordem (a t-la havido) foi geral ou
se a guns d iquelles olliciaes .rnente.
4' Quantos olliciaes voltaram effoclivamente
368
Alimentados a custa dos cofres pblicos. 151.
Movimento da enfermara no dia 23 de eve-
reirode 1864.
Teve tana.
Maria Francisca de Salles, intermitente.
Obituario do da 20 bk fevbrriro, no cxmite-
nio PUBLICO.
Joaquina, frica, 50 annos, solleira, escrava, Reci-
fe; dor no estomago.
Joseplia, Pemambuco, 14 mezes, S. Jos; convul-
soes.
- 21 --
Manoel, Peraambuco, duas horas, S. Jos; es-
pasmo.
Anna Francisca de Paula, Pernambuco, 55 annos,
viuva, S. Jos; phlysica.
Severina, escrava, Pernambuco, 30 annos, solleira,
Boa-Vista; ttano.
22
Maria, Pernambuco, 7 mezes. Boa-Vista; ioterile
aguda.
Maria Juvencia das Dores, Pernambuco, 13 annos,
solleira, S. Jos, congesto cerebral.
Luiz. frica, escravo, 40 annos, solteiro, Boa-Vista;
frialdade.
um delles.Silea Pe
teem formadi
colonos existentes em
reir.'
ORDEM DO DIA.
Entrou em discussio, foi posto a votos c appro-
vado o parecer da mesa sobre o meio de supprir-
se a falla de presidente c viee-presidente desta c-
mara, apresentado na sessao de 21 do eorrente.
Entrou em discussao o requerimento do Sr. Jos 'os^sjdo inhumada no mesmo convento.
Angelo (adiadona sessao de 2li e foi retirado a pe-1 77 0s exames de preparatorios havidos na Fa-
dido do seu autor. culdade de Direilo no dia 20 do corrente deu o e-
Entrou depois em discussao o requerimento do : inte resultado :
Sr. Barros Pimentel (aliado tambem cm 21 do fcl" lalim foram approvados plenamente 1, sim-
corrente) e foi igualmente retirado pedido do seu P|e5mente 9 e reprovados 2 ; e em aflea plena-
autor. mente .1, sfmplesmeiite 7 e reprovados 2.
Entrou em seguida em discuss'io o requerimen- 7" Queixamse pessoas de urna ra da Boa-Vis-
ticao, tendo de 5 6 mezes de idade.
Encontrou-se outra crianca igualmente mor-
a na portara do convento de S. Francisco, do que
lendo sciencia o respectivo subdelegado supplente,
mandando um inspector de quarteiroacompaiiha-
do do Sr. Dr. Dias Fernandos, para a verifteaco
competente ; aconteceuque a mesma crianza j ti-
Dito 11.Antonio Fernandes deAzevedo, igual in-
fraeco, 6.
Dito 22.Claudio Debeux, infracto da 2* parte
do art. 9 das posturas addicionaes de 18 de junho
de 1855, 205.
Dito 25. .Manoel Rabello de Oliveira, infraccao
dos arts. 7 e 9 do regulamento de 4 de agosto de
1855 o 2' parte do art 9 das posturas addieionaes
de 18 de julho de 1853, 603.
Dito, dito.Joao Ilenriques da Silva, idem, 205.
Dito, dito.Eduardo Boarceoia, idem, 40
Dito, dito.Joao BapUsla Numeriano, idem, 105.
Dito, dito.Joaquim de Oliveira Pinto, idem,
505000.
Dito, dito.Jos Marques dos Santos Agolar,
_ A commissao indicada pelo Sr. deputado Lei-
tao da Cunha emittir parecer sobre as disposi-
Ces do projecto de 1860, nao prejudicadas pelo of-
ferecido ante-hontem.Tavares Bastos.'
Indo pr-se a votos, reeonheceu-se nao haver
casa, pelo que fez-se a chamada.
Levantou-se a sessao 1 1/2 hora da tarde-
Tendo vindo, em um dos ltimos v.iporcs do
sul, um individuo, que se diia oUDcial do vapor
Albame, e agente consular dos confederados dos
idem, 65.
Mein 10.Bastos 4 Magalhaes. infraccoes do ar-
tigo nico das posturas addicional de 28 de maio
SESSAO EM i DE FVEREIRO DE 1864.
Presidencia do Sr. T. Franco de MmeUa.
111 '/ horas da manhaa, feita a chamada, e
da sobre- havendo numero legal, abrio-se a sessao.
Lida e approvada acta da sessao antece-
t Quantos se formaram, sahindo do servico dente,
dessas companhias sem que effectivamente rceii- O Su. 2." Skcuktaiuo, servindo de L. deu conta
trassem ainda na armada. do seguinte :
8" Finalmente, quantos ofBciaes existem ac- EXPEDIENTE.
Servido daquellas companhias, a Um officio do ministerio da agricultura, commer-
quant > lempo, quaes as suas patentes o lempo de ci e obras publicas, enviando as copias dos rea-
nervio j na armada.Isito da Cunha.t torios da eommisso encarregada dos estudos e
ORDEM DO DIA. exaims ijue serviram de base para o contrato de
Primeira pane. transferencia da estrada de rodagem l'niao e lu-
Entrou em discussao, e foi approvado o parecer dustria, que o governo celebrou com a respectiva
da commissao de poderes sobre urna eoncluso, companhia.A quem fez a requisioao.
da aquella fon alidado nos termos da le.
Dilo ao superintendente da estrada de ferro.
r.ommunirando-mo o cngeuhciro liscal, que nao foi
contemplada as rentas da receita dessa estrada a
somma proveniente dos transportes por contado ao servico da armada em consequencia
governo no mez de Janeiro prximo lindo, contra dita ordem.
o que precedentemente se tem praticado, declaran-
do o Sr. superintendente interino que este facto se
deu por nao ser inmediatamente realisavel a im-
portancia de taes transportes, tenho a dizer ao
mesmo Sr. superintendente, que fazendo essa im- lualm nte ao
portaneia parte real e effertiva di receita da es-
trada s anl pode ser contemplada, de outro modo
seria irregular c traria o inconveniente de olfere-
cer ao governo urna receita inferior aquella que
realmenle hnuvcr produzidoa estrada.
Alm disto lendo a companliia al aqu conside-
rado em conta da receita a
transportes, cumpre que con
que o governo imperial resol
paila
Portara.O Sr. gerente da eompanhia Pernam- a eleicao de um denotado pan 3 districto" da" pro- metade do ordenado que percebe, para freqentar
bncaoamanda dar transporte para Macelo no pn-|vincia do Rio de Janeiro ; \eio mesa a seguinte a Faeuldade de Direito de S. Paulo..V conunis-
tneiro va|-or qoe seguir para a Imha do sul ao ca-1 emenda que foi lida, apoiada, e posta conjuucta- sao de panadea e ordenados.
Lo de sao-adra Joao Florencio de Santa Anna e | mente em discussao : Dous de Jos Joaquim de Souza e Carlos Domin-
eveado a respectiva | Supprimam-se as duas conclusdes do parecer, gos de Souza Caldas, continuos desta cmara, pe-
e digk-so : dindo o lugar dc'ajudante do |rteiro da secretara
1" Que sejam annilladas as eleicoes das fre- da mesma cmara, cujo lugar se acha oxtincto por
guezias do Porto das Caixas, do Collegio de Itabo- deliberacao de 19 de maio de 1856. -A' commissao
rany, isdeSuruhy e Paqneqaer, do collegio de de polica.
Mag is de Remposta, do collegio da Parahyba do Foram lidos (res pareceres da commissao de pen-
Sul, as de Santa Uabei, presididas pelos e 2 soes e ordenados, que concluem com os segnintes
te aa nove praeas de 1' Imha mencionadas na re-1 juizes de paz, do collegio de Valenca. projectos que, sendo julgados objeclos de deliliera-
laeao jimia por copia, devendo a un|iortancia das I 2- Que seja approvada eleicao da freguezia de cao, vo a imprimir para entrarem na ordem dos
despeua de transporte ser paga naquella provin- Noaai Senhora de Valonea. trabalhos :
cia. -Communicou-se ao brigadeiro commandaute t Que seja approvada a deliberacao do colle- !. A assembla geral resolve :
das armas. gio de Valenca em relaco aos dous'eleitores da Artigo nico. Fica approvada a pensao de
Dita.O vice-presidentc da provincia, atienden-' fregu na de Santa Thereza, do mesmo collegio. 205 maanes, concedida ao soldado da guarda na-
do ao que requeren Mainel Thomaz dos Santos,! v.Q|le. s(,Ja. declarado deputado o Sr. coronel cional da provincia do Cear por decreto de 5 de
ieIve i onceder-lhc licenca para ir ao presidio de Fredenco Carueiro de Campo. Martinlio Campos, agosto de 1863, revogadas as disposicoes era con-
Fernando com o sen eaixeiro de nome Adclino Ce- Jes: Angelo.faiol. ; trario.Valdetaro.'
ver de 6 tiros e ura caivete de mola.
Coincidittdo tudo isto com o quanto noticiamos
hontem sobre o cadver encontrado em maltas do
^engento Snoatnna, em Iaboatao, cr-se ser eaae o
aasaaainado, e nao suicidado como se tem espalha-
|do, porquantoa querer elle suiciilar-sc recorrera
antes ao rewolver do que urna faca de ponta,
j instrumento que nao foi encontrado, alcm de que
o ferimento que produzio a morle achava-se occul-
lopela ronpa, nao cortada pelo golpe, como que
para encobrir o motivo da morte.
At hontem noite nao chegra de folla opro-
prio mandado pela polica em busca dos objeclos
adiados junto ao cadver.
Para servir interinamente o lugar de procu-
rador fiscal da ihesouraria provincial, llorante o
despeaf ser paga na provincia das Alagas. Com
muiiicou-se ao brigadeiro commandante das ar-
mas.
Dita.OSr. gerente da romparhiaPernamhuca-
na mande dar passagens para a capital do Cear
no primeiro vapor que seguir para a linba do or
Malino de Menilonca, no palhaboto nacional Artista
eneros constantes da relaco junta assigoada pe-
H -ecretario do governo, nao po.leiido porm of-
fectuar o desetabarqna des referidos gneros sem
que por parte do coininan danre do mesmo presi- I
dio se proceda a exame para se verificar se ha
aguntente, oooolra qoakjoer bebida esperituosa, |
fouito alm disto obrigado a apresrntar ao predito
conmandanM a radon dos refiridos gneros at-j
testada .juanto aos procos pelo presidente da junta:
ile eorroetorea.
Dita.-O vice-presidentc da provincia atienden- mero legal, abrio-se a sessao.
do ao que requereu o juiz municipal e de orphos | Lida c approvada a acia da sesso anleeadente..
A discussao ficou adiada pela hora.
Oraram os Srs. Martinho Campos e Paranagu. j
Aclnndo-se na sala immediata o Sr. Pinheiro
Machado, deputado pelo 2" districto da provincia
do Rio-Grande do Sul, foi introduzido com as for-
malidades do estylo, presin juramenlo e tomou
asenlo.
Levantou-se a sesso s 3 >/* horas da larde.
gratuito
Provincial, o menor Augusto filho de
Bemvinda da Cunha Souto-Maior.
No Presidio de Fernando falleceram ltima-
mente os reos Manoel Peregrino de Almeida, de
S. Paulo, e Leo, crioulo, da Parahiba.
Foi nomeado delegado Iliterario de Agua-
Prela, o Dr. Mendo de S Barreto Sampnio.
Inda ante-hontem nao teve lugar a eonclu-
so do conselho que responde na freguezia do
Poco da Panella o guarda da Ia eompanhia do ba-
talhao de infamara n. 4, Bernardo Rodrigues da
Dilo, dito.Maria, idem, 105-
Dilo, dito.Julio Cesar Pinto de Oliveira, idem,
1051100.
Dito 13Francisco Solano Pereira Ramos, dem
do art. 1 tit. U das posturas de 30 de junho de
18-49, 65.
Dito. dito. Proprietaro da Aurora Brante,
idem 65.
Pelo capito Joaquim Francisco de Oliveira,
| delegado de noticia do termo de Tacarat, foipro-
I so o grande faccinoroso Joaquim Antonio do Nas-
eimenlo Beija-fldr, criminoso de cinco nortes.
Este importante faccinora, tendo sido conduzido
i escoltado desta capital para a comarca do Gara-
nhuns, alim de responder o jury, fugio em cmi-
nhodo poler da escolla, efoi bomiaiar-ae no termo
, de Tacarat, onde em novembro do auno prximo
pasaado, .ilcito ao erirae.assassinoo a um seucom-
panlieiro de bomisio tambem criminoso de morte.
E' digno de lodo o louver o Sr. capito Oliveira
pela importancia de semelhante captura, devida s
acertadas providencias, que para esse tina empre-
gou.
Rkpaiiticao da polica.
Extracto da parte do dia 22 e 23 de fevereiro de
1864.
Foram recolhidos casa de delenco no dia 21
do corrente :
ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica, Sil-
vestre Rosa Nunes, branco, os pardos Manoel Fer-
reira Segundo. Antonio Gomes Benicio, como de-
SESSAO EM 30 DE JANEIRO DE 1864.
Presidencia do Sr. Tito Franco de Almeida.
As II horas fez-se a chamada, e, 11;, vendo uu-
-Luiz Felippe.
2.a A assembla geral resolve :
t Artigo nico.Fita approvada a pensao men-
sal de 205, concedida a Maria Rosa da Conceicao,
viuva do soldado da guarda nacional. Marcelino de
Araujo Leite, por decreto de 15 de julho de 1863,
revogadas- as disposicoes em contrario.Valdeta-
ro.Luiz Felippe.
* 3l* A assembla geral resolve :
Arligo nico.-Fica approvada a pensao men-
sal de 205 concedida ao soldado do cerpo de arti-
lks da corte, I^ocadio Ferreira de Lacerda, por
decreto de 21 de outubro de 1863, revogadas as
disposicoes em contrario. Valdetaro.Luiz fr-
Silva, por crime de insubordinarn aggravada. Deu aertores, Francisco Ferreira da Silva, JeronymoCe-
lugar ao adiamenlo descobrir-'se que havia sido leslino da Cruz, Manoel Francisco do Nasoim.mlo,
enxertado no corpo do processo com ins>?lenci.a do Dionisio Jos do Espirito Santo, crioulo, Jos- Frao-
presidente do conseibo e do advogado doaecusado, flsco Bezerra, tamlieiii crioulo, todos para recnHas
um termo falso em que foram descriplos com inl- e enlomo Francisco Xavier, tambem craoulo, sena
dtlidade os acentecimenios da ultima noaiao, al- declaradlo do motivo.
tnbuindo-se agentes da polica epragas da sec- ordem do subdelegado do Recife, Jnaquim los-
^o urbana haverem insultado e ameayado ero ses- da Silva, pardo, por hriga.
sao do dia 8 do corrente aos membros d > coiiselho ordem do de Santo Antonio, Domingos Antn-
qne se haviam ento declarado em estano de nao nos Fernandos, portnguez, para conrorco.
poder deliberar por se julgarem em coai cao.De- ordem do de S. Jos, Manoel Rodrigues da
clarando o guarda secretario por interneUacio do Costa, pardo, por disturbios, o Joao, crioulo, escra-
advogado.qno esse termo fora lavrado f.-a da sala vo de Affonso de Alliuquerquc-, por fgido,
da sesso, eem sua propria casa, segundo imacopia ordem do da Roa-Vista, langero, pardo, esora-
que particularmente Ibes fora ministrada, o presi- i vo do Js dos Anjos Vioira, Je Amorina, re ueri-
dente resol ven suspender a sesso e sujeitar o co-1 ment deste.
nhecimento e apreciaco desse faets). mtoridade A ordem do da Capu-.aga, os pardas Joaquim dos
compotente. I Anjos Barros Falco, a disposieo do coronel re-
de esperar que o Sr. commandante do;4* bata-1 crutador, Antonio 'Mathias de Sbuza, por di-stur-
Mt.iod providencias em ordem. ser punidjo,o au- bk.
tor desse falso termo, qu por tal modi alterau e ordem do i'^o Peres, os pardos Anlao ou Antu-
inverteu os arentecinoentos. nes Jos daSi'.va, e Justino Correado Barres, para
i hiformam-n,c:que o.!ev.twtam>nto ia-bandei- averiguacoes policiaes.
UM POICO DE TUDO.
Lo-se na Cm: :
O Diario O/ficial de 8 do corrente. Iraz urna lon-
ga consulta do ministerio do imperio aos bispos do
Brasil, acerca do ensinp religioso nos seminarios, e
junta a resposta dos Exms. prelados brasileiros.
Par ahi v-se o espirito que anima o nosso epis-
copado, era que todos os bispos sentindo de urna
s maneara, em tu lo unnimes desoonbecem no
ministro a misso que se arroga para a reforma do
ensino religioso.
Destes trabalhos alguns sao primorosos c todos
bons pela maior parte.
Nonos Arnera emboras receba o episcopado de
DOttO malfadada trra, onde tanto se falla era refor-
ma do clero, e tanto se faz para opprimi-lo e depri-
mi-lo.

O santo padre dignoti-se dirigir ao abbade de
Margotti, ox-redactor da Harmona, era Turiin, urna
carta latina, aiaimando-o pelos escriptos que publi-
ca com um zelo inlatigavel, em defeza da religio,
da igreja, da santa s e de scus direitos.
Foram sempre os papas os primeiros a premia-
rein os tioiis servieos de seus subditos.
.Nao a primeira vez que o actual pontfice pra-
tica una aeco igual.
r *
Folhas allemas notician) que no anno de 1863
foi consideravel o numero de peregrinos na Alle-
manha catholica.
Grande numero de habitantes de Yienna fizerara
urna |ieregrin.ieo Alt-CElling, o santuario das
antigs provincias bavaras, alim de dar grabas a
Den* pela cura de sua imperatriz.
Estes peregrinos pela maior parte fizeram a p
este longo trajecto.

Diz um proverbio portuguez, que na hora da
tribulaco que se conhece o amigo. Esta verdade
se ten agora ronhecido mais que nunca da parle
da igreja, a respeito das quesles ltimamente sus-
citadas, por motivo da revoluco da Polonia.
Emquanto is grandes potencias recoam e te-
rnera proteger a patria de S. Casemiro, que se bate
para alcancar a sua liberdado. o summo pontfice,
o pobre veino sem armas e sem riqueza, manda fa-
ter prorisses, ordena preces em favor desse bom
povo que soflre, que morre mesmo em defeza da
igreja inherente liberdade de sna patria.
Esta idea, porm, nao s nutrida pelo chefe do
catbolicismo, varios bispos francezes, imitando o
proceder do mestre, tem feilo pastoraes, escripto
memorias em favor dessa naco.
O sabio e denodado arcebispo de Orleans, em
urna etoqnente pastoral pede o auxilio de S. Esta-
nislao em favor da restauraco desse reino.
E o que fazem aquellos que tanto gritam contra
o clero r
t;hamam-no de desptico e egosta, e ser des-
ptico e egosta o pie se compromette e se expe
pela liberdade de um paiz ?
Remettem-ni)s esta poesa :
DEGK.NERACAO.
Ei-lo, voMe-o ; caminha a passos lentos,
Absorto em pensamentos qoe se agitara
Xaquelle crneo onde se arreigam firmes
Instinctos rancorosos I
Nena mas \irtudo aMi se abriga,
Neane antro de carne onde a mentira^
A calumnia, r. traico c o cynismo
Entrarain fcilmente.
Parou alm-----era frente da taberna
Entrou-----correi se queris ouvir aliento
Phrases aerriveis que all profere
l'm pat desnaturado t
DeaoMofare ahi a bilis da calumnia,
Diieudo mal de si, de Deus, de ludo ;
Nao dispensa cm seus excessos de maldade
A honra de seus (lilaos I
Honra, bro, virtude e- caslidade
Sao utopias banaes qu'elle detesta ;
Fallera-lhe r>. into vil da negra infamia
S o querem ver comente.
^



litarlo de I'crnnrabnco <-- <|ur(n teten 24 de Ve ver piro de ifc4.
Entregue s ;i > e a us rano
Despn;.a rssos devore* (joca natureza
Primen o do que ni.Iu aconsellia
Ao hornera ['ai.
Ei-lo, vde-o, l sopue eabisbaixo,
Humilde transitar do eondoninado,
A cada Paulo de ra onde elle para
Mi ucculta o impelle t
A Estrella do Surte publica :
rbspetm aos rtBPLos-
Tem os turcos un til respeito a suas mesfnifcis,
que n5o passaiu por iiaute dellas_ sem darem il-
guiu sutnal publico de Ma veneraoo.
Coitido do cavalleiro qne passar por alguina
dclbr; som se apeiar c abaixar a cabera ; 6 l< go
rese o levado a riguroso castigo.
Nio se Taz idea da profunda .atlencao e rec. 1u-
trcnlo com qne estao os uiouros ncssasjucsquitoj
all ntin por sombras se conversa, nao se volm o
rosto, nao *e 0H1.1. nao se tosse, nao so. falla a ne-
I alavr, parecen tanas estatuas mudas do si-
lencie eda modestia.
Duranteaoracao, amis pequea colisa qu-: se
perca otar a um inouro, elle nao responde : ah.da
se lh< tocando ou ferrado, elle nao volta a cali ra.
Ah I qne mu dia estes? mlkis bao de servir de
etnn enfu.-ao e vctgonha a tantos ehn-t
viaoiil e Insensatos cin tao de resto tratam os lim-
pios (ie Deus vive !
Pciler-sc-hia dier destes (pie parecein as ios-
sas (rejas urnas estatuas vivas da distraocao o da
Inapidade.
BO\OOTTRI>"A K SElillRE.
A um autor nao suspeto, e que esereve tuba
influencia impa do si-culo XVHI.e elle mesmo m-
po le marca, tscai-ou-lbe a rellexo segrate :
Ei tre os Romanos, diz este autor, quando
uba lamosa, loinava o dono da casa un copo
com vinho e delle derramava algumas gottas no
chc ; e reputavam estas libacoes como homena-
gem devida a Providencia.
Em todos os lempos os christaos oravaui a 1-us
ante; e depois da comida, para dar-lhe graras de
um al beneficio.
sei [torque. ha cincoenta annos para ca, se
tem esquecido na Franca um acto tao natural de
rvcoiiheeimento e religan, tratando isso o muido
por ceremonia pueril. Mas bem condemnavcl e
at ilunoso e ridlcalo scmelhanle esqiieeimeir.o ;
pon me os nossos subalternos vendo-nos ingratos
par, com Deu*, nao o lardarao a ser para com
HOSCO.

PROMESAS DO BAPTISMO.
Qjando cni nossa infancia nos levaram bipti-
sar, a santa igreja por bocea de seu ministro per-
k'untou-nos se criamos em Deus, se queramos vi-
ver segundo as mximas do Evangelho. e se re-
nuoiavamos os engaos do mundo e as obr;s e
pompas de Salaaaz; e s depois de urna respista
formal e aflirmativa, que se uos alistou n nume-
ro dos fllhos de Deas.
Foi portanto face do cn c da Ierra, em pre-
senca de Deus e i!e HM anjos, que promelttinos
seguir a lei de Jescs Cnristo.
Nao tinhamos, entao, na verdade, o uso d;. ra-
zao ; quem nos amava respondeu por nos, e o ra-
tificamos todes" os dias em quatquer acto de reli-
giao que fazemos.
X oracao, o sigcal da cruz, a assistencia a inis-
sa, o uso dos Sacramentos, cm ludo isto coutir-
OjmIo estamos o que por nos se prometteu.
^po esquejamos jamis taes promessas. Mas
esli escripias no litro da vida, e por ella seremos
jujeados 0.0 tribunal divino.

Kxran.0 das FonsuoAs.
gbenles e preguicosos, dzia cerno o re Sa-
lo um pastor de almas, ide aprender com a
i a diligencia e o traballio.
Este pequeo insecto vos ensinar a ser :ru-
atunes, e prevenir-vos de obras que vos mere;am
oco.

O APOSTATA.
Um santo dicono adminstrou -o baptismo a um
moco chamado Elpidofihoro. mas depois leve a i H
d ver apostatar e tornar-se perseguidor dos
christaos.
l'm dia em que este exercia publicamente seu
tiiste efflcio, appareceu-lhe de repente o dicono
tiazendo com sigo as roupas brancas de que elle
usara no baptismo. e apresenlando-a> dirigic-lhe
estas lerriveis pslavras :
Eis aqui o testemunho de tua apostaste I Eis
aqni o testemunbo que te ha de acensar peralte
c Supremo Juiz Estas vestes brancas, qne em
ten baptismo trajaste, clamarao vinganea contra
ti, e se mudarao em vestes de fogo que te abraza
j ao eternamente.
Elpidophoro abaixou o rosto, e retirou-sc Her-
rado.

REMEDIOS AL.MA.
Um sacerdote zeloso dizia gemendo :
Oh! quantos doentes procure m com tongas
viagens e despozas de hanhos saudaveis de Bjur-
n, de Victiy. de Barges e outres. para obtorem
saiide cm suas corporaes molestias E temi a
igreja de Deus as fontes saudaveis dos Sacramen-
tos que eiiram tao fcil as doeneds d'alnia, quan-
tos peceadores enfermos as despresam e nao pro-
cu ram ? ?
I.e-se no Dote de Agosto o seguinte :
.\ isoaufio Tvi-MGRitraicA Lbbonbnsb.
Teve lugar no dia 3 do oorrente a leuniao pro-
movida pela Associacao Typographica Lisboi ense.
para traiar-se de una rqiMSeillacao ao governo
de S. M., para que elle se entendesse com > go-
verno do Brasil sobre urna convencao de proprie-
dade Iliteraria.
Das redaecoes dusjornaes de Lisboa apiuss ha-
via representantes do Coutmercio de Lisboa, Uno-
luaw de Sttmbro e Doze de Agosto.
Representantes dos jornaes da provincia s vi-
mos o Sr. Costa Pereira.
Abrise adiacussao, que correu placida e inie-
ressanle.
Com a questao da coBvenco Iliteraria, < eio a
Sueslao do imposto sobre o pa|Kl, e a de red cgao
ti port -s para o Brasil, que actualmente si.o ca-
rissimos.
Quanto a convencao litleraria, diese o redactor
piincipal do Doze de Agosto, que Ibe conslav i. que
o governo ponuguej. havia j proposto ess i con-
v certo.
O governo icrtuguez propoz uiaa convenc;o lit-
leraria ao governo trasileiro ja o armo passado ;
porm, este nao Ibe lem dado andamento, e lalvez
queira que se trate, mi eomjiensacaa de una con-
Yoncao colonial.
avemos de tratar mais de espaco da convencao
literaria, da convencao colonial; ou. nu-lhor. de
um tratado gsral, que deve olferecer grandes van-
la gens aos dous povos irruios.
Devomos conceder ao Brasil para que el o nos
HfJKda.
Tomando por bases juslica e rti-iprocidade, es-
fcunos i-ertos, que o dous povos ho de vir a um
arcprdixiiilissimo para ambos ellos.
ao que aspiramos, ao para que oncoriemos,
no pouco qai de nos possa depeuder.
Resoleu-fe que se pedisse ao governo. que tra-
ts.sse a convencao litleraria, que se ped sse as
enmares a iseneo do impo-lo sobre o papel, e que
so reprsent-isse sobre a conveniencia de so redu-
zirem OS poites para o Brasil, e para que o ?OTi;r-
no brasileiro diminuisse alli o imposto sobre as
nossas produec&'s Iliterarias,
O Sr. presidente Vieira da Silva, agradece em
ti irnos delicadissunos a comparencia dos ostranbos
associacSc typographica.
Pela nossa parte confessamos, que ficamos pe-
nboradissimos pele bom acolhimcntc que tivenws
naquella baaemerita associacao, e que nos maravi-
lhou a cordura, delicadeza e illuslracao dos setis
i ocios.
Tributamos-lhe o noseo respeito, e a nossa gra-
lidao.

inventor do piano era 1717, Chrtien Teopliile
lebroeter nasceu em llohem-nstcin na Suissa sa-
jonia, a de agosto de MHH, como se acaba de
teriflcarnllimamcrte.
Seu pai exercia o mister de tecelao, e sua mi
era Dina de um pnfessor de primeiras leltras.

Stplen lleller aeaba de dar a luz em Pars urna
tova composit-ao p ra piano, intitulada jolhat iou-
iomno, e qne deve alcafar popularidade.

O duque de Saxe-Cobourg-Gotha, autor dt Diana
de Solaogcs e de Sanla-Clara, acaba de ancluir
urna nova obra em tres actos.
ciutoxicA mmm
TKIltl VAL 1MI COSIMEKCIO.
SSSAO ADMINISTRATIVA EM 44 DE
EEVKREIBO DE 1804.
PUBIDENCIA H) EX.M. su. CONSBLUBIRO
sol 7.A.
i As 10 horas da manhaa, reunidos os Srs. depu-
tados Rogo, Lemos, Rosa e A]coforado, o Sr. pre-
sidente (fecMtron aborta a -essao.
Lida, foi approvada a acta da ultima.
DESPACHOS.
Tin requerimento de Andr Blanco e Francisco
do Prado, satisfazendo o despacho de 18 do cornm-
te. pata o registro do son contrato social.Begis-
lr4e com a deelaraeo.
porcoes de despnvoado territorio para govcronr e cansadores de nossas actoaes d-ssgraeasemiserias,
fruir. Iivrando-se do jugo hollan.l;/.. Elles'cumpriram e
o- docrel da metropole loiaraa contra g- pojo ws*rano tanto|mais hemea e gloriosamente
na de nossos donatarios e governadores, pava evi-, lio alto de ver, quantas foram a i (acaahas que pra-
tar a escravido dos negros o dos indios. licaram, os sacriticios que lizeiam. a abnegacao
de que deram prova, "deixando nos exemplos'su-
blimes de amor liberdade ti independencia, os
e de que
Dr. Silvino Cavalcanli de Albuquerqie.
I ir. Manuel de 1'igueira Paria.
Manoel Barbo.-a da Silva.
Juizas protectoras.
As Exmas. Sras. :
Viscondessa da Boa-Vista.
I). Rita Zeferiua l'aes de Audrade.
D. Anua Martins Pereira de Brito.
SKSSAO JUDICIABIA El 22DE FEVEREIRO
DE IW4,
naStMNOM DO BUL su. COHSltHBWO
S0I7.A.
Secretario, Julio (tiimartcs.
A \ hora da larde, o Sr. presidente abrm
sao, estando presentes o Srs. desembargdmeos
Villares, e Silva Guimaraos, e os Srs. deputados
Rogo, Lemos, Itosa e C Alcoforado.
Lida, foi approvada a acta da sesso antece-
dente.
Assignou-sc o aecordao proferido na ultima ses-
sao, entro partes :
Appellante. Antonio Francisco Chaves appclla-
do, Marcelino do Salles Correia,
Jl M.AMKNTOS.
Appellantes. Francisco Xavier de onvcJra, como
administrador do sua innllior, e Laia Pedro das
Nevos : appellado. Jos Cordeiro do Reg Pontos.
Foi reformada a senteiiea appellada.
Appellantes. Arana-a llio tV (".. ; appellado*. 08
curadores fiscaes de Antonio Ce*ar0 Moreira
Dias.
Foi confirmada a sentenea appellada.
Appellantes, o Dr. Jos Cardoso de Queiroz Fon-
seca c outros 5 appellado, David William Bow-
man.
Foi reformada a senl mea appellad*.
ui:.-Iina(;\o DI o a.
Appellantes os curadores liseacs da fallencia
da viuva Ainorim A Fillio ; appellado, David \\ il-
liam Itowman.
Primciro dia til.
passac.f.ns.
Appellantes, os curadores fiscaes de Amorim,
Fragoso, Santos & C.: appellados, a viuva Nevcs
& Cardoso.
Appellante, D. Leonor Clara Eugenia de Lima ;
appellado, Bernardo Jos.-de Barros.
Apprllaiites, os administradores da massa falli-
da de Ainorim, Fragoso, Santos & C.; appellado,
Jos Francisco de Azevedo.
Do Sr. desembasgador Silva Guimaraes ao Sr.
desembargador Villares.
ACGHAVu>.
Afgravanle, Tiburcio Valeriano Baptista; aggra-
v.hlo. o depositario geral.
OEiol Sr. conselheiro presidente denegou pro-
mento.
O abuso Minen a lei, e como mu fcil vencer
sob um governo desptico, porque elle faz a lei
que exceuta. e oxenla emqtiantj quer e os ne-' quaes soubemos bem imitar duas vezes,
ros Acaran eserams e todos me continnaram nos tomos esquecido pouco iiouco pelo contacto i D. Mapbalda Coeibo Cintra.
MWpre a vir d'Afnea, como at ainda a pouco, e .oppressivo das provincias nossi s irmaas. Escrivio por eleieao.
anda contra I lei. e por vonlade dos que goferna-. Ha anda quem opine que ai u 'lies esforeos de O Illm. Sr. Joaquim de Oliveira e Mello.
vam. Os indios, porm, foram libertados para so- j nossos Mtepassados podi-riam ier em proveito de Bscrivia por eleieao.
rem entregues a toda a sorte de persoguieo c e\- nossa indi pendencia, e nao para continuarmos A l-Aina. Sra. D. Maria Francisca de Castro Araujo,
terminio. unidos e colonos dos Porjuguezjs. Se porm, ha lilha do Illm. Sr. capilo Manoel Porfirio de Cas-
l'in povo deste nao poda se leinlnar de liber- tambera minios que pensem qce quando uos con- tro Araujo.
dado, que dalla nem idea linlia, sendo muito mais cederamjt independencia ainda :iao estavamos habi- Escrivau por devoco.
escravo que o da metrepole. litados para ella, por que nao tinhamos bomens BO-IO Illm. Sr. Dr. Fclippc Xery Collaco.
Na decadencia de Portugal comeeog a vir me- Qeientes para a gerencia dos alies negocios, d'ondej Escrivaa por devoca.
Ihor gente para este paiz, e elle foi se povoindo,
ja dos nascidos aqui. j de novos colonos por-
tuguezes ajoe sempre ehegavam em angmenti.
()s nascidos no Brasil ja eram muitos, e se oc-
cupavam quasi exclusivamente do traballio da
agricultura. E por isto os govornadores viudos de
Portugal; em vez de Ierras despovoadas a gover-
nar, e indios a persegnir, j tinbain povo de quem
cobrar tributo e sobre quem exercer sen mando
absoluto. V, lodosos empreados eram vindos de
Portugal e todos os cargos eram dos Porluguezes,
etodo o eoiiiuiercio, einliora pequeo, mas muito
lucrativo, era monopolio dalles, que passav* Bem-
pre de sogro a genro porlnguez ; e como eram
muitos os porluguezes o todos se oceupavam nos
cargos pblicos ou no conirserci, todo o rude e pe-
sado e pouco lucrativo Irabalho de todas as classes
era a partilha dos Brasilelros.
E como csses portogoezea nao obstante serem
maitOS, enricavain c faziam grandes fortunas, to-
das sabidas do rude trabalbo dos nascidos aqui,
cada vez eoinecou a ser mais duro o vexaoM e a
extorsaida meiropoleou de seus toveraadores so-
bre os Brasileiros. para poder resultar disto os be-
neficios dos Porluguezes.
Alguns Brasitemw, nao obstante, haviam aecu-
mulado fui luna e maiulado inslriiu seUS lilbos
metropele,*i08 quaes nunca ss pederam por a testa
dos negocios da torra natal, e estes como lodo o
resto dos Brasileiros eomecaram ajsentir a dureza
do jugo dos Porluguezes; que se cuiilavam tantos
aqui, quantos tinham o poder de governador ou
a Beeesstdade de lazer-se dos btimigs da tal inde-! A Exma. Sra. D. Franciscs
pendencia nossos coucidadaos. como poderiamos reir, lilha do Illm. Sr. I
ser independentes de Portugal nsquelles lempos i
Todos sabem que todo o bei i em ejeesso dege-
nera no vicio opposto a liberdade alm do grao
de i|ue um povo capaz de go ar, torna-se em li-
cenca ou despotismo. Defendendo portanto os nos-
sos inaiores naqnelles lempos o dominio lusitano
contra o bollandez. defendern) a liberdade de que
eramos soscepuveis de gozar, -:onlra lei, cosiumes
doininacao ijue nos vinha degenerar e sop-
ea Xavier
Francisco
reir.
Thcsoureiro.
O Illm. Sr. Ludgero Teixeira Lopes.
Procuradores.
Os lllius. Srs. :
Joa-pjim Francisco Dias.
Manoel Goncalves I'e-rreira Cosa.
Domingos d Silva Ferreira Jnior.
Mordomos.
Os Illms. Srs. :
Dr. Jorge Domellas Ribeiro Pessoa.
de Paula Fer-
Antuue- l'or-
planlar.
O Brasil muito poderia ser por esse feito gran-
dioso, se. em vez de nossos irri aos das outras pro-I Manoel Polyearpo Moreira de Azevedo.
vincias nos olbarem com dones c proourarcm \ Jos Francisco de Oliveira.
supplantar-nus na explosao de nossos sentimentos Jos I.uiz Innocencio Poggi.
livres que livemos, se exaltas -em na leitura de Dr. t lmente Ferreira da Costa,
nossa lusioria. (alendo por tornar comnium todo 01 Jos Francisco da Cosa Lobo,
sentir brasileiro. Jos Augusto da i osla Guimaraes.
E que nem nina Mstoria bou escripia temo* ao Antonio do Bego lledeiros.
alcance de todos, propria a ele -ar a alma a quan-
to se presta um tal feilo. E n ais que urna histo-
ria (I.-vena ser, devia ser um i oema ; embora se
diga que para tal nao temos bem alto assompto.
Esse feilo foi por tanto para ios os de Pernam-
buco urna escola, cm que. aprendizes, fomos mes-
tres. fomos grandes.
Alii aprendemos a sentir pe a liberdade, a ama-
la ; aprendemos a derramar o i osso sangue, apren-
demos a abnegacao, o sacrificio, a esquecer a vida
em amor da diguidade e do diieilo dobomem.
Os outros Brasileiros ho tWerem esta escola ;
Jos Simos do Alnieida.
Florencio Jos Barbosa.
Domingos Jos da Costa Guimaraes.
Manoel Coelho Cintra. .
Commendador Joaquim Francisco Paes Brrelo.
Dito Manoel Luiz vlraes.
Mordomas.
As Lxma?. Sras. :
R. Carlota Maria do Bogo Barros.
1>. Jesuina Evarsia Dornellas Pessoa.
D. Luiza de Almoida Pinto.
I). Maria da Conceieio Veiga.
D. Anna Joaquina Vianna.
D. Rita de Cassia Pereira Vianna,
senbor sobre os Brasileiros, pois liubam a protec- por isto feliz ou infelizmente lemos andado semprc
Cao dos seu- qe.e nos governavam. muito adiante ; por isto Boten senhores, os cor-
Bm todo o Brasil assiin se couiecava a sentir e cundas, anos mais odiam que aos outros ; por isto i D. Anna Felicia Guimarae-.
receiar do jugo dos Porluguezes, que nos trnlavam excitamos os eramos das provhcias nossas irmaas; \ ). Theodolinda Joaquina AI ves Pereira.
como povo de outra rafa e conquistado, pira su por isto nos temos visto sos ir., conquista e na de- ( D. Anna Ferreira Diniz de Mello.
locupletareiii de nosso irabalbo. Se para os Por- feza das bberdades... Continuemos, e vamos ver I). Maria Jovina de Moura.
lagaetes o governo era absoluto com modibeacoes como isto tem sido.
para algumas iustituicoes sempre respeitadas pelos Depois da questao dos mas:ates houve tambem
senhores, embora os abusos da pratica em taes go- em Minas Geraes oulro signal de revolta contra o
vernos, para nos a lei era a vonlade de cada por- dominio porluguez ; mas poico e pouco todo o
tugues. Brasil comprehendia insuppor'avel a tyranniapor-
Desde que mu povo sent o jugo do despotismo, tugueza, no s em sua lei es Tipia, como ainda i
comprebende a necessidade da liberdade e faz-se mais. as suas extorco* sempre crescentes, c na
digno delta; assim como emquanlo ou desde que o proporcao do numero dos Pirtuguezes que aqui
D. Paulina Seuhorinha Correa de Al muida.
O vigario,
Manuel Jo iquin Xai'ur Sobreira.
THIIIIAV I. DA RELA^JO.
SESSO EM 4.1 DE FEVEREIRO DE 1864.
l'UKSIDENCIA DO EX.M. SR. CO.NSELHEIUO
SILVKUIA.
s 10 horas da manhaa, presentes os senhores
desembargadores Caetano Santiago, Gitirana, Lou-
renco Santiago, Motta, Pcretti, Accioli, Doria, e
Guerra, procurador da coroa, faltando com parti-
cipado o Sr. desembargador Assis, e sem ella o Sr.
desembargador Reis e Silva, abrio-se a sessao.
Passados os feilos e entregues os distribuidos,
deram-se os seguintes
Jl'LGAMENTOS.
Recurso commerctal.
Recrreme, o juizo; recorrido, Tbomaz de
Faria.
Relator o Sr desembargador Motta.
SeNeados os senhores desembargadores Peretti.
Accioli e Lourenco Santiago.
Befurmada a pronuncia.
Habeas-corpiis.
Concodeu-se ordeni de babeas-corpus pedida em
Delicio por Joo Jos Bozerra de Menezes. para o
dia 47 do corrente, as 11 horas do dia, ouvida a
competente autoridade.
Appellacao cicel.
Appellante, Domingos Francisco de Souza Lefio ;
appellado, Joaquim Manoel do Bego Barrete.
Desprezaram-se os embargos do appellado.
DESUiNACAO DE DIA.
Assignou-se dia para" julgainento dos seguintes
feilos :
A relista crime.
Recrreme, padre Joaquim Leite de Araujo; re-
corrida, a juslica.
Appellares crimes.
Appellante, ojuizo ; appellado, Antonio Correa
da Silva.
Appellante, o promotor appellado, o De Anto-
nio Firmo Figueira de Saboia.
Appellacao civel.
Appellante, o barao 'de Muribeca ; appellado,
Francisco Casado da Fonseca.
passage.is.
O Sr. desembargador Caetano Santiago passon
ao Sr. desembargador Gitirana
As appellari's i -iris.
Appellante, Manoel dos Sanios Oliveira Goncal-
ves ; appellados, Felippe Nery e outros.
Appellante, Domingos Jos Pinto ; appellado.
loaquim Jos Vieira e oulros.
Appellante, Jos Thomaz da Silva Jnior; ap-
ellado, Antonio Carlos Leite e Albuquerque.
Appellante, o cnsul porluguez ; appellados, os
credores do espolio do finado Jos Bibeirc de Pa-
rias.
O Sr. desembargador Gitirana passou ao Sr.
desembargador Lourenco Santiago
.1 appellai-do crime.
Appellante, o juizo ; appellado, Jos Moreira de
Oliveira.
A apprllariio cive
Appellanles c appellados conjuuctamente, Anto-
nio Carlos Pereira de Burgos e Antonio de Siquet-
ra Cavalcanti.
O Sr. desembargador lourenco Santiago ao Sr.
desembargador Beis e Silva
A appellarao crime.
Appellante, o juizo ; ap[x-llado, Antonio Manoel
de Souza.
As appella^ves civeis.
Appelante, Felippe Gomes da Frota Jnior; ap-
pellado, Francisco Ferreira de Mello.
Appellante,EuzebioPinto; appellado, Elias Emi-
liano Hamos.
O Sr. desembargador Motta passou ao Sr. des-
embargador Peretti
A appcllaifio cicel.
A ip'-llanie. Jos Joaquim das Neves Canella ; ap-
pellado, Manoel Nones Bonson.
O Sr. desembargador Peretti passou ao Sr. des-
embargador Accioli
A appellarao crime.
Appellante, o juizo ; appellado, Manoel Teixei-
ra de Carvalho Ralalo.
A appellarao cicel.
Appellante, D. Josephina Sebastiana Cavalcanti
de Albuquerque \ appellado, Bernardo Jos de
Barros.
O Sr. desembargador Doria ao Sr. desembarga-
dor Caetano Santiago
.4 appillaqao cicel.
Appellanb"-, Dr. Joo Ferreira da Silva e outro ;
appellado, Joaquim Jos Alvos Lima.
A' 1,' horas encerrou-se a sessao.
Pilu'as vegetas assucaradas de Kemp
A saiide depende principalmente do estado do
estomago do ligado e dos intestinosvigorise-se
sofre com satisfacao. como nos lempos de agora, ehegavam e que por lodos es .netos, de menos Ira-1 feT: gSTniraraf dosiSs"
craqueos queediziam mais livres, caminha.n baibe. se queriam locupletar do nosso e fazer de- tce^t 2\i^J
triumpbautes no enterro das nossas libertades,_e pressa grandes fortunas.
iffonso de Albuquerque Mello.
contentes no servteo dos senhores, desdo entao
um povo indigno da liberdade, e nao ha t speran-
ca de que elle a venha merecer.
Se em todo o Brasil so senta assiin, em Per-
Ao lermos o proemio com qne o Sr. Dr. Cosme
nambuco o sentimente da liberdade comecon a de S Pereira incetou a publieacao de sua clnica
germinar e a desenvolverse mais cedo nopeito de medico cirurgiea, oeste Diario, julgamos de nossa
seus filbos, e foi nesta Ierra que primeiro os Bra- dignidade nao deixar passa.' sem contestaejio, o
sileiros deram o signal da revolta contra os se- seguinte tpico :
nhores, e foi aquella celebre guerra dos mscales Que serciros prestou, ou presta aos mdicos o
que tanto deu que fazer e que fallar e que sollrer, hospital Pedro II* eu respondo, tirar dous medi-
e que mostrou e ensmou a todos qne os Brasilei- eos do tenia climco urbano pira csconde-los no
ros j tocavam o signal da arvorada do diaao as- serrco clin ico dos beatissimos mordomos portas
cer da liberdade. E d'ahi em diante sempre foi fechadas : e ainda hoje este hospital pelo seu reg-
nesta trra de Pernainbuco onde se soulw sentir e men medico mais me mrece SB1 comvn/o, que um
obrar em prol da liberdade, com mais foi cade ci-
vismo, dedicacoe abnegacao, sende semprc esta
provincia com as suas irmaas mais visinhas, as
cinco que formavam a capitana (*) a primeira e
a ultima que sustentaram o (Kisto de lionra na
defeza da liberdade. De nossa parte temos pago
o proco da grande divida : o nosso sangue lem cor-
rido a jorros pela mao dos lyrannos, mas nos sos
centro de mdicos e de doentes. appi opriado ao es-
tudo d'aquelles, e ao ailivio dales.
Desculpe-nos o collega; em soa narrativa ha
urna inexactidao, que offende nossa dignidade.
As clnicas do hospital Pedo II nao estao fecha-
das aos mdicos, que ali quizt rern comparecer pa-
ra as frequenlar. porque temos consciencia do
modo porque nos cumprimos nossos deveres para
o uso das pilulas regetaes as-
sucaradas de Kemp, e a dyspepsia, a constipacao,
flalulencia e as caimbras do ventre desapparece
rao como por um encanto. Nao podem existir es-
tas enfermidades sem que eslo saudavol aperitivo
conserve o vigor e a regularidade das funecoes in-
testinas.
As plalas de Kemp sao summamente agradaveis,
absolutamente isemptas de toda a especie de subs-
tancias mineraes e adequadameotc reguladas es-
pecialmente para as molestias peculiares do bello
sexo. Achar-se-hao venda em todas as princi-
paes boticas e em Pernambuco as lojas de Caors
& Barbosa e Joao da C. Bravo 4 C.
COMMERCIO.
nao psdeinos pagar tao grande divida. Era com- nao termos empenho em nos esconder s vistas
pensacao somos hoje os primeiros e mais extremes ( dos mais competentes juizos. Diariamente visita-
ua abjeogao da obra infame que se consimma. | mos as enfermaras, e qualquer collcga dado
Donde vem isto ? acompanhar-nos neste servico, com o que tereraos
E' que onde, maior a forca do sentimente li- grande prazer : por conseg linte pode o digno
vre, nao o podendo vencer os senhores pela vio- collega tirar d'ahi o proveito, que quizer para sua
lencia, abi temempregado a arma mais ctticaz que illuslracao, que de nossa pa-tc nao encontrar o
podiam ompregar no Brasil, a corrupco. menor embarace
E ser porque provimos de melhor sangue, ou Varios collegas tem ali astistido aos traballms
por causa do clima, ou dos alimentos que nos operatorios; e em quanto ;. clnica medica nao
produz o solo que se tem tanto distinguido o nos- temos at hoje recorrido ao auxilio dos praticos
so genio c o nosso sentimente pela causa da lber- exlranhos casa, por delle:. nao termos anda
dade ? Parcce-me que nao ; pareee-me que sao os precisado.Pelas palavras rico clnico dos bea-
fados- da historia de um povo. os acon'.ecimcnlos tmimos mordomos. poder aL;uera entender que o |
que se do sobre elle, circumstancias ponderosas servico clnico ali dirigido i inspeccionado felos
de sua vida, que, concorrendo para formar ou for- mordomos.
mando sua educacao, formara assim o si u carcter Enganar-se-ha formalmente quem assim o pen-'
e e seu genio. sar. porque temos livros, e s; bemos presar nossa
Antes dessas manifestacoes do sentimente livre, posico para nao consentidnos influencia de pes-
quando assim ainda nao e.-iavam to vivos os soas nao profissionaes cm objecto lio grave: a i
odios entre os vencidos em trras tao distantes, clnica ali exereida com a maior liberdade, e'
quando Porluguezes c Brasileiros ainda se honra- sem a intervenco dos dignos mordomos, os quaes
vam em cousiderar-sc um povo de una s nacan. cuidara, nao por bealice m is por nobres senti-
dou-so aqui um facto que foi motivo de um feilo mentes de humanidade, e pbilantropia da supre-
grandioso que fazein urna das mais bellas e adini- ma inspoccSo do estabelecraonte no que muito se
O Novo Banco de Pernanibuco convi-
da os credores admitlidos ao passive das
massas le Mesijuita Dutra e Francisco An-
tonio Correa Cardozo a receber o primeiro
dividendo des tas massas, devendo exhibir
os respectivos, ttulos para ser annotado o
pagamento.
PBAC.A DO BECIFE 22 i>E FEVEREIRO DE 1864.
Cota^es offlelaes.
s 3 horas da tarde.
Algodao da Parahiba23550*3 por arroba posto a
Dordo (cora lp de i.)
Cambios sobre Londres 27 5]8 d. por 1,5000 a
90d|v.
Cambio sobre Paris3 W rs. por franco a 90 djv.
23
Assucar mascavado regular do Bio Grande do
Norte25680 por arroba posto a bordo.
Cambios sobre Londres 27 5)8 d. por 15'.K)0 a
90d|v.
Fretes de algedao para Liverpool 3|4 d. e 5 0|0
por libra.
Dubourcq Jnior, presidente.
. Guimaraes, secretario.
Alfaadega
o meias L;u ricas sardinhas; Manoel Jos Con.
(alvos da Fonceca.
6 calas mercurio; Cunha Irmos & C.
4 lucias pipas [e 10 barril vinagro, 10 barricas
sardinhas e 10 ditas nozes; Luiz Jos da Costa
Amorira & C.
10 barricas carvao animal, e 2 garrafoes acido
sulpbui ico; Domingos Jos Farinba Guimaraes.
6 volumes drogas ; P. Haurcr & C.
1 barrica castanhas, e 1 cesta macaas ; Fer-
reira 4 Matheus.
6 quartas de cal em pedras; Mearon & C.
Barca franceza Colligny, entrada do Havre, con-
sign ida a Tisset freres, manifcslou o seguinte :
500 barucas farinha de trigo, 500 ditas cimente,
100 figos batatas. :00 barris o 300 moios mantei-
ga, 22 caixas papel, i dita cartee* ; aos consig-
natarios.
200 gigas batatas, 8 volumes calcado, chapeos c
fazeilda de laa ; E. A. Burle & C.
300 gigos batatas. 10 banis cognac e 22 volu-
raes fazenda de algodao, dita de laa, de dita e algo-
dao, dita de lnho. e roupa fela ; Joan Keller
&C.
4 caixas um bilhar e pertences, 27 volumes se-
das, blendas de laa e seda, pannos, calcado, per-
fumara, roupa, arcoes. pannos, chapos de sol, e
ubjertos para ditos ; Flix Sauvage & C.
230 barris c 290 meios dilos inantega, 3 caixas
calcado a J. Pater c C,
60 barris e 60 meios manteiga ; Vicente Fer-
reira da Costa,
barris e 25 meios manteiga : C. S. da
Motta.
1 caixa perfumara ; Fonceca & Silva.
I dita papel; l.ehamn Irmios.
1 dita amostras de licor ; A. V. da Silva Bar-
roca.
10 ditas espingardas; Drander Brandis.
I eaixa accido sulfrico ; Seraflm.
4 eaixas fazendas de algodao c de laa, 1 volume
litas de seda : Scliaflieitlim.
7," barris e 78 meios manteiga ; Rabe Sehmet-
tau iV C,
\ raixas vinbo champanhe. 1 dita perfumara ;
J. A. Faria.
6 caixas chapeos de feltro : Christani.
1 caixa acido sulfrico, 6 barris tiula ; B. F.
de Souza.
W caixas cha|)os, perfumara, couros' chales,
ditcs de laa, calcado, pannos, vestidos, agulbas,
pentos. selini de laa. bicos, azendas, bonos, papel,
tinh. espoletas e 6 barris pregos Monteiro Lo-
pes &C.
4 volumes espelhos. 2 ditos porcelana e miude-
zas, 2 caixas couros, crystaes e miodezas, 2 jaidos
papel, 2 caixas mercearia, 1 dita amostras or-
den i.
1 caixa fumo; J. B. dos Reis.
11 volumes medicamentos, instrnmentos cirur-
gicos Denkcr A- Barrozo.
1 barril vmho, 4 caixas papel amarello e rtu-
los, 50 dilas chumbo em folha; Meuron & C.
10 barris e 20 meios manteiga, 6 caixas rap,
ins-omentos de msica, cooros, miudezas e ac-
Ces ; Roberto Filho.
2 barris vinbo, 3 caixas e 6 fardos fazendas de
algodao ; Linden Wild 4 C.
13 caixas chapeos, bons, perfumara, papel e
roupa; AI ves HamburRer & C.
1 caixa figuras de barro, 4 ditas e 1 fardo me-
dicamentos e tintas; Caors & Barboza.
I caixas medicamentos e alcanTr refinado ;
Almeda Pinto.
22 caixas fazendas de linho e algodao, chapeos
de laa, ditos de palba e couros; Ferreira A A-
raujo.
i caixas fumo, caiximbos e f ditas objectos para
cliapos de sol; Manoel & C
1 caixa papel para msica, 2 ditas instromentosj
H. Domonl.
2 caixas chapeos ; A. C. de Abren.
7 caixas fazendas de algodao e de lia; A.
Dammayer.
30 ditas papel; Manoel F. de Faria & Filho.
Potaen hespanhola Guadalupe, entrada de Mon-
tevideo, consignada Amorim Irmos, manifestoa
o si punte :
2,800 quintaes (hespanbes) de charque; ao
mo -mos.
Reccbedorla de rendas Internas
geraes de Pernambuco.
Reidmento do dia 1 a 22........ 27:8595426
Idcra do da 23................. 1:9835615
raveis paginas da histeria universal. Foi a defeza distinguen!, o pelo que se tornara" dignos do>' Recdimenlo do da 1 a 22........ 587:4075135
29:8435041
Consulado provincial.
Reudimento do dia 1 a 22......... 86:47755fi2
dem do dia 23................. 8:15I523
94:6295385
CONMVNICADOS.
A liberdade no Brasil.
Seu nascimento, vida, merlo t sepultura.
III
Filhos e colonos dos iiortuguezes, vivemos sob
a lei de seu governo absoluto, a vonlade dos se-
nhores, pouco limitada por algumas instiluicoes.
ora revogaveis seu arbilrio,ora sustentadas pela
valenta daquelle povo, ora desprezadas pelo ca-
pricho o lyrannia dos governantes.
Ao principio e quando Portugal era grande a
colonia era quasi exclusivamente formada de
ruim gente, perdidos avcnlureiros e criminosos de
todos os crimes, porquo osla trra era de degredo
ede A/iicanos escravos, todos estes que vicram
desalojar do suas selvas a seus livres liabitadores,
com o Lu quasi exclusivo de cxplorarem as suas
minas e colher a preciosa roodeira de tin-
elos Pernamb,ucanos contra os llollamlezes. a ex- maiores lovoore
polsio destes, de poderosa nacao por tira punhado Temos rasode pensar ajan o digno collega Dr.
de bomens desprovdos de todos os roe usos, e tu- Cosme nao teve a menor i itencao offensiva para
do contra a vonlade da metropole de quem eslava- comnosco, mas entendemos dever dar esta expli-
mos abandonados. cacao ao publico qne l o |ue se esereve, c que
Foi esta a escola que nos educou, o berco em nem sempre est habilitado para bem julgar.
que se emballou nosso patriotismo, que a invasao Fazemos votes com noss3 collega para que se
estrangeira Bzera nasesr. crie entre nos urna sociedale medica, e um am-
Entao conjatemos todos, protos, brancos, indi- phithcatro anatmico, e mus u palhologico, porque
genas e Porluguezes, em defeza da patria, em de- avahamos o poderoso aux io destes meios para
feza da soberana do re de Portugal, era defeza de nossa illustraeo. A croaca) de urna sociedade
medica depende smenle da vonlade e harmona
dos membros da classe, o que nao mu grado
nosso, mu fcil do eonsegu r, como a experien-
cia j o urovou. O csialieleciinento de um am-
phitheatro e de um musen ralhologco depende de
outros poderes: e nos como mdicos do hospital
Pedro II, nada podemos fazer para sua consecu-
cao (piando vemos a junta d i Santa Casa de Mise-
ricordia lotar com serios embaracos para occorrer
s despezas mais imprtame; e indispensaveis do
eslabelecimenlo.
Com isto temos desfeito ojuizo desfavoravel que
so poderia lormar de nosse carcter vista das
palavras do Dr. Cosme, que lizemos transcrever.
Dr. Luciano Xaciei de Moraes Sarment.
Dr. yoiio da Silva llamos.
nossa liberdade, porque o estrauzeiro ra conquis-
tador"'; vinha espoliar-nos, loenpletar-se de nosso
Irabalbo, iraza cosiumes differentos que nos im-
poram, falsa religiaoque nos escandal sava.
Tem sido objecto de questao, se seriamos mais
felizes se licassemos Hollanttezes, e ha muito quem
siga a aflirmativa. achando falta de diseernimonto
nos Pernambueanos que defemleram o dominio
porluguez contra a conquista estrangeira.
Affirraa-sc que nos estaramos mais felizes... Mas
nos quem 1 Nos os descendentes dos Porlugue-
zes 1 Nao ; em tal caso, o da conquista, felizes ou
nio, nao o seriamos nos, mas outros, os que des-
oenderiam dos Hnllandezes : outro povo. outra
raga ; mas nunca nos, que seriamos em ludo ab-
sorvidos pelo povo daquella nacao.
Nem se poderia notar no herosmo daquelle es-
foreo dos Pernambueanos, herosmo Je una rafa
contra outra, eujo eslabelecimenlo nesta natureza
tao rica, podesse ser mais ulil I umamdade ;
porque era verdade naqnelles tempos nao havia o
toe preferir da raga hollande/.a portugueza.
Embora Portugal nao estivesse ne alte grao de es-
plendor de que gozar, todava o povo porJnguex
era credor de muito maiores glorias de que o bol-
landez. Embora ohollandez tivessemais industria
e gozasse de liberdades de que nos arada nao era-
mos capazes. nos porluguezes entao. esta segunda' Juiz por ehi'cao.
circumstancia mosma faria que. nao podendo com O Illm. Sr. commendador Antonio de Souza Leao.
os conquistadores nivelar, s poder amos seres-! Juz por devocao.
plorados colonos de companhia de nurcadores. No O Illm. Sr. lente directoi da colonia de Piik-h-
entanto que no quanto podamos ser livres, ne- teira Antonio Vilolla de Cistro Tavares.
nhum povo soube, naqucllcs tempos. com as armas | Juiza por eleieao.
ou com decidida firmeza, sustentar tanto sua von-
Mem do dia 23................. 36:3355377
623:7425ol2
Hovlntento da alfandega
Volumes entrados com fazendas...
c com gneros...
Volumes sahidos
C I
com
com
fazendas...
gneros...
678
125
271
678
396
PUBLICARES A PEDIDO.
Elcico dos juizes ces, e mais
devotos que ho de festejar a e-
uhora da Boa VisfMi, no anuo de
1865.
tade e suas insttuiooes contra as fraquezas ou ar-
bitrio dos soberanos, do que o povo porluguez.
Por outro lado nossos feitos fra do paiz eram de
tao alta e merecida fama, que isto o as outras ra-
zoes que ah estao, nao podiam fazer crer que. pro-
vindo de um povo forte e dstinclo, podessemos
boje, tao depressa, apenas fomos un. povo parte,
rahir em tao grande degeneraco.
Os nossos cosiumes lilbos de nossa religiao, se-
riara ambos motivos snlHcientes para ludo empre-
hender contra a dominacie bollandeza, porque,
embora muita gente nao lenba em conla a diffe-
renca de religiao, quem entrar seriamente em
dscussao nao se poder sustentar, se quizer ver
possibilidade de verdadera liberdade fra do ca-
tliolicisme. Porquanto sem o respeio do alheio di-
reilo, assentado na consciencia, sm o amor do
A Exm." Sr." D. Joaquina Hermenegilda Santiago
Guimaraes, mulber do II m. Sr. Dr. Aprigio Jus-
tiniano da Silva Guiraara ;s.
Juiza por d;vocao.
A Exm." Sr.' D. Idalina de Souza Moulinho.
Escrivio por eleieao.
0 Illm. Sr. Dr. Vicente Peieira do Reg.
Escrvao por devocao.
O Illm. Sr. tenente-coronel Joo Vieira de Mello o
Silva.
Escrivaa por eleieao.
A Exm." Sr.* D. Ignez Leoj oldina de Carvalho.
Escrivaa por devocao.
A Exm.' Sr.' D. Bernardina de Sena Lemos.
Mordomos.
Todos os senhores c ser horas que se acharem
na |)ovoacao da Boa V'iagcm em o mez de dezembro
do crreme anno e Janeiro de 1865.
es achara com o catholicisino.
Nao sirva de prova em contrario o estado dcs-
graeado em que nos acharaos ; porque nos, a nata
da socicdadi- e a gente do meio. a gente que lera
mais ou menos participaeo no governo, nao somos
calmbeos, nem temos religiao alguma.: s ba hy-
turaria qneibe deu seu nome era lugar do de i P:ris,a w testem. A religiao est i ntre nos, quan-
Santa Cruz que Ihe (lera o seu casual descubridor.'do as c'assesmedias, as mullieres,.! mais no povo,
Nio foram simiente escravisados os Africanos 1ue' ""trenos, o besta de carga e se tonta cer-
que foram traxidos para trabalhar por alguns an- romper. Os horneras do meio em regra s tem Un-
nos smente, pois s indios cor do cobre, que asi i,a "e.ligiao qoant; Ihes parece necessano para
fugiram espavoridos dos brancos. tambera forasu
reduzidos a escravidSo e postos a trabalhar as
minas de furo e de diamante.
Toda esta gente viva .-wb o despotismo e lyran-
nia de militares senhores, a quem eram dadas era
recompensa de serreos on esservicos extensas
prximo pelo amor e temor de Dos, nao ha liber-
dade, pois la lei e todas as humaras instiluicoes' D. ,
nao sao suficientes garant-la ; e estas cousas s MCICaO dOS (ICVOtOS i|0C lem de feste-
jar o glorioso Sanio Amaro da ci-
dade Nova, ne prximo anno de
186o.
Jniz por eieicao.
0 Illm. Sr. Manoel Alvos B:rbosa.
Juiz por devocao.
O Illm. Sr. Manoel Custodie Peixoto Soares.
Juiza por i-leiofm.
A Exma. Sr. D. Henrqu -ta Libana de Lemos
Araujo.
Juiza por devocao.
A Exma Sra. D. Isabel Tt ripala de Araujo Sal-
daaba
Juizes prouctores.
Os Exm. Srs.:
Visconde de Camaragibe.
para
guardareni e resguardaren! o pudor de suas fami-
lias... Basta que j vamos anlecipando muito do
.N'ao foram portanto os nossos ante passados os
(* Cear. Rio Grande do Norte, Parahybae Ala-
fOifl,
Descarregam no da 2'i de fevereiro.
Brgue porluguezConstante //diverlos gneros.
Sumaca hespanholaPautovi ubos.
Pataclio nacional Dous Amigos carne secca.
Barca franceza-Collignycemento.
Galera ingleza//ciwioiwcarvao e gigos.
Iiuportaeo.
O hiato Exhallneao. viudo do Aracaty, consig-
nado a Gurgel Irmos. manifestou o seguinte :
21 saceas algodao; Prente Vianna & C.
'i dilas dito. 15 saceos feijo. ol ditos cera de
carnauba, 100 moios de sella, 16 mlhos esleirs,
1 embrulho pennas, 222 couros salgados, e 83
caixas volas do carnauba; ordem.
17 saceas algodao e 17 saceos gomma, e 30 di-
tos farinba ; Jos de S Leito.
0 brgue portuguez Constante II, vindo de Lis-
boa, consignado Manuel Ignacio de Oliveira &
Pilbo, manifestou o seguinte :
243 saceos farello; Jos de Sa Letao Jnior.
10 pipas e 30 barris vinbo, 30 moios sal, 70
barris azeile, 20 ditos alpiste, 2 caixas doce, 2
dilas massa de tmalos, 300 ditas ceblas, a 4 pi-
pas vinagre; Manoel Ignacio de Oliveira c Fi-
lho.
63 pipas, 2 meias e 13o barris vinho, 40 ditos
az.-ite, 20 ditos e 6 pipas vinagre, 3 caixas massa
de lmales, 4 dilas doce, 21 dilas velas de cera,
16 ditas, 31 meias e 108 qnartos passas, 4 barri-
cas cera em grumo, e 100 meias ditas sardinhas;
Thomaz d'Aquino Fonceca Jnior.
7 pipas e 15 barris vinagre, 50 ditos toucinho,
20 barricas sardinhas, 144 eaixas figos. 80 ditas,
90 meias e 100 quartos passas; Jos Marcelino
da Rosa.
10 pipas e 20 barris vinho, 40 ditos vinagre, 30
ditos azeite. 30 ditos toucinho. 62 ditos alpista, U
barricas milho. e 30 caixas velas de cera; En-
sebio Itaphael Babello.
10 barris azeite. 50 ditos toucinho; Palraeii a
Bell rao.
50 ditos azeite ; a Marques & Silva.
14 ditos vinho, Joao Martins de Barros.
4 volumes mobilia de ferro, e 30 caixas velas
de cera: Christovao Guilherrae Breokenfield.
2 barris vinho; Manoel Kibeiro de Carvalho
50 ditos toucinho ; Tasso limaos.
2 ditos vinho; Vicente Ferreira da Costa.
1 dito vinagre ; Antouio Joaquim Panasco.
6 ditos dito; Ricardo Jos Bandeira.
50 caixas velas de cera, e 34 meias barricas
sardinhas ; Manoel Joaquim Ramos o Silva &
Genros.
i ditas doce. 2 ditas massa de tomates, 15 ditas,
3i meias e 68 quartos passas; Jos Pedro Pedro-
so Lemos.
2 ditas amendoas, e 1 fardo campeche ; Joa-
quim d'Almeida Pinto.
130 ditas ligos, 3 ditas chouricas, 10 saceos erv-
Ihas, e 30 barricas alpista ; Custodio Jos Alves
Guimaraes.
2 volumes drogas ; Joaquim Martinho da Cruz
Corroa.
3 ditos dita ; Caors & Barbo a.
20 meias barricas sardinhas ; Joaquim Jos
Pereira Alhandra.
15 pipas e 25 barris vinho, 20 ditos chouricas. e
2 caixas mercurio; Marques, Barros & C.
25 eaisas velas de cera ; a Domingos Rodrigues
d'Andrade.
MOVIMENTO DO PORTO.
.Varios entrados no dia 23.
Itio de Janeiro-17 dias, barca nacional Jr/s". de
309 toneladas, capitao Joaquim Monteiro Moirel-
les, equipagem 13, carga 10,000 alqueires de fa-
rinha de mandioca ; a Amorim Irmos.
Rb de Janeiro -33 dias, barca iogleza Paragon,
de 495 toneladas, capito Samuel Flow. equi-
pagom 16, em lastro ; a Thomaz Jefferes.
Rio de Janeiro14 dias- barca ingleza hristish
Monarch, do 538 toneladas, capilaoS. Trammar,
equipagem 14, em lastro; a ordem.
Rio do Janeiro- 18 dias, barca franceza Bar ornee
de 374 toneladas, capitao Pencette, equipagem'
10, em lastro ; a J. Keller & C
Montevideo--M dias, sumaca hespanhola Guadalu-
pe, de 131 toneladas, capitao.Fontanello.equipa-
gem II, carga 2,800 quiutaes hespanbes de
carne ; a Amorim Irmao.
Rj de Janeirolo dias, lugre portugnez Julio, de
374 toneladas, capitao Francisco Antonio Merel-
les. equipagem 13, em lastro; a Thomaz de Aqui-
no Fonseca.
.Yunos sahidos no mesmo dia.
ParaEscuna nacional Ernestina, capitao Manoel
Jos Pereira Marinho, carga varios gneros.
EDITAES.
Faiuldade De ordem do Exm. Sr. director se faz publico,
que no dia 1 de marco cstaro alienas as matri -
culas dis differentes nnis desta Faculdade, po-
dendo o pagamento da respectiva taxa realisar-se
do da 22 do corrente por diante. Igualmente se
faz publico que as matriculas de aulas preparato-
rias se conservaro abertas para asaulas de scien-
cas at o fin de marco, e para as de linguas at o
flrn de julho : o pretndeme s primeiras (de scien-
cias) dever obter permissao da directora para
ser admittido, justificando perante esta os motivos
qae o retardaram naquelle acto. Para matricular
se as aulas de rhetorca e philosophia, preciso s
faz que prove ter aprendido latim e francez, e na
d>5 geograhia, francez.
Secretaria da Faculdade 20 de fevereiro de I86L
Jos tlonrio Bezerra de Menezi>.
Secretario,
DECLARIS.
Tribunal do commcrcio.
Pela secretaria do Tribunal do commercio s\>
chamados os abaixo mencionados, afiui de que ve-
nha m resgatar os seus papis, pagando os emolu-
mentes devidos fazenda nacional.
Francisco Jos Pereira Borges, urna procuraco-
3,5000.
Samuel Power Johnston & d, urna rerldo
(V/iOO.
Souza Leao & C, contrato de sociedade 45500.
Guimaraes & Azevedo, dstrato social 3.
Andr Jos Dias Pereira, urna esciiptura de com-
pra t
Antonio C. l-'erreira Veracruz, certidao 55900.
Salvador Esteves de Oliveira, certidao 2600.
O proprictario da baresca Flor do Giqu, es-
ijriptura de compra 6JL
Fonseca S Martins, distrato social 15500.
Antonio Jos de Siqueira, conidio 65600.
Manoel da Fonseca A. Lima, copia de proviso-
35000.
C C. da Silva Sanios, nomeacao de eaixeiro
15500.
Joanna Maria da Conceieo, certidao 55500.
Amonio Valentim da Silva Rarroca, certidao 75,
Azevedo Pereira, certidao 25200.
D. Anna J. de Jess Barrete, escriptura de hy-
potheea 95.
Antonio Floriano de Viveiros Sabugo, nomeacao-
de eaixeiro 15500.
Joo Lopes Ferreira, procuracao 45300.
Jos Baptista da Fonseca Jnior, notas 45800.
Antonio Jos de Siqueira, certidao 65600.
Joao Pinto de Lemos Jnior, escriptura de hype-
'.ibeca 125-
/
4
1


I>lar!o de Prrnaml>ueo Qn.ii-ia l>lra 4 de Feverelio de I8A4.
V
?
3
eseriptnra de ratificarlo
4 C, contrato social
HapoH \lves Ferreira,
do ivootlieca 115500
JuSo Jos da Silva Villar
3*000.
C impanhia Pernambucana, carlldio 43500.
A mesma. decreto, estatutos, e publicacio dos
mesmos :!43.
Anglica Mara Ferreira d<> Jess, contrato an-
trenupcial 4*300.
Guimares A ftmeeea, distrato social 1*500.
Companhia Indemnisadora, parte da acta :i,S.
Francisco do Prado, escriptura de arrendamen-
to 4*500.
Antn*) Bal* a Areunha. proeuracao 1*400.
J ni hwymo da Silva A (".., contrato social
'iViOO.
loel l-eao de Castro, netas 3*.
Vi noel Estanislao da Costa, notas 4*.
Manoel Antonio Marques, notas 1*.
Secretaria dxi tribunal do rommercio de Per-
nambuco, 21 de fevereiro de 1804.
Julio Gnimartirs.
Ollieial-maior.
Santa Casa da Misericordia do
Reclfe.
A lllii). junta aJministrati\a da Santa Casa da
Misericordia do Hecifo manda fazer publico, que
do da 25 do corrente pe as 4 horas da tarde
na sala di sua.- lasados tem Je ir a praca as ron-
das das cusas abaixo declralas pertencentes ao
patiImonio de orphios por lempo de nm tres
anms. a contar do 1* de julho prximo futuro era
Cante.
Os pretenden!s devem comparecer acompanha-
dos de seus (adores ou munidos de cartas destes.
Praca de Pedro II.
N. I particular e 3 publica, segundo
andar............ 4815600
N. 1 dito e 33 dito, sala...... 220*000
it na do Imperador.
N. 2 dito a 81 dito, dous aodircs- .. 1:202:000
Largo do 1', raizo
N. 4 dte o 29 dito, dous andares .. 902*000
ilua das Laraogeiras.
N. 3 dito 17 dito, casa tema .. 203*000
Rna Velha.
N. 8 dito a 32 dito, casa terrea.. .. 904*000
Ra de S. Gonzalo.
K. 10 dito e 22 .lito, casa terrea .. 183*004
Kua do Pires.
N. 11 dito e 39 dito, casa terrea .. 104*000
Becco das Bulas.
N. 38 dito e 18 dito, dous andares. .. 403*000
Ra da Lapa.
N. 40 dito e 11 dito, casa terrea.. .. 160*000
Ra da Moeda.
T. 44 dito e 21 dito, casa terrea.. .. 251*000
Ra da Cacimba.
N. 66 dito e 12 dito, casa terrea .. 123*000
Ra do Viga rio.
N. 72 dtoe 27 dito, dous andares .. 603*000
Ra da Senzala Velha.
N. 7.3 dito e 136 dito, dous andares.. 631*000
N.80 dito o 132 dito, dous andares. 410*000
N. 81 dito e!8 .lito, casa terrea.. .. 192*000
N. 8-' din e 16 dito, casa terrea.. .. 201*000
Ra da Guia.
N. 84 dito e 29 dito, casa terrea.. .. 123*000
Ra do Pilar.
N. 91 dito e 105 dito, casa terrea.. .. 163*000
N. 9i dito o 104 dito, cas i terrea.. .. 163*000
N 94 dito o 99 dito, casa terrea.. .. 234*000
N. 97 4110e40 dito, casa terrea.. .. 162*000
N. 9' dito a 106 dito, rasa terrea.. .. 1684000
N. 100 dito e 104 dito, casa terrea. .. 163*000
N. 102 dito e 100 diM. casa terrea. .. 163*i0.l
N. 101 dito e 98 dito, casa terrea .. 182*000
H. 104 dito e 96 dito, casa terrea.. .. 173*200
N. 103 dito e 94 dito, casa terrea.. .. 173*000
Rosarinho.
N. 3 particular, casa e sitio...... 322*990
Mirueira.
N. 4 dito, sitio......... 213*000
Secretan* da Santa Casa da Misericordia do Re-
cite, 22 de fevenino de 1864.
O escrivo,
F. A. Cavalcanti Cousseiro.
Directora das obras militares.
Tendo de dar cometo ao encanamento necessa-
ri i para abastecer (Tagua poiavel a fortaleza do
Ifruiu e Forte do Huraco, convida as pessoas que
lizere i cm-arregar desta abra a apresentarem
propostas nos dias 22, 23 e 24 do corrente
mez, das 10 horas ao meio dia. na mencionada di-
rectora, onde poderlo tambera obter os esrlareci-
meniosde que necessitaram para esse flm.
Directora das obras Mirares de Pernambuco
20 de fevereiro de 1864.Lniz Francisco de Paula
de Albuquerque Maranhao, servindo de ama-
nuense.
Consulado Portuguez.
N i da quinia-feira 25 do corrente pelas 11 ho-
ras 11 a maiiiaa ser posto era praca a quera raais
der, o pequeo espolio do fallecido portuguez Gas-
par Antonio de Mcdeiros, constando dito espolio
do alguna objectos de Uberna e movis de casa,
no lugar da estrada do Porto la Madeira districlo
de Bebente.
Crrelo geral.
GABINETE PTICO DE
RECHEIO
Caes 9* de Sloveanbron. 40.
1 rente ao passatliro do Itecife.
Moje e amanha de noite.
Extraordinaria apresentacao de 45 vistas das
nais importantes do globo, divididas em tres mu-
langas.
Entrada 500 rs.
Offerece-se um menino Rrasileiro, de idade de
4 15 annos. para caixeiro de qualquer casa de
negocio, tanto na praca como lora delta, anda mes-
mo dando alguna tempe para aprender : quem
precisar, dirija-se ra do Rangel n. 46.
LEILAO
MOVIS
O agente Simos fara leilao requerimento do
inveniarianle do finado Jlo da Cruz Mendonea, e
mandado dolllm. Sr. Dr. juiz deorpbaos de Pl'ca-
deiras de Jacaranda, 1 sof, e 2 bancas da mesma
madeira, i cama de armario, I commnda, mesas,
1 cadeirade rna. banda de' madeira, le lea. rdros
etc., imagens de diversas tnvocaedes, tn ideiras no-
vas e velhas n varios objectos que seria enfadonho
enumerar.
Quinln-fcira 25 ilo coirculc
na casa terrea n.82 da roa Velha, as 10 1|2 horas
da nianha.
I MOFI.Vl !
Era quanlo o Sr. Jos Joaquim Barbosa ao vid
ou mandar da villa do O" (para om e nutrioti-se oc-
cullaniente) pagar os alugueis de perlo de dous
annos da casa era que msrou, na rna dos Praterea
da Boa-Vista, ver o sou nomo oeste jornal para
raelhor ser ronhecidn dos propret;irios. i
O Sr. Melquades Ferreira de Souza, que ten
ou leve t a boleta deounves na ra de S. Jos, quei-
ra dirigr-se livrana da praca da Independa ns.
i e 8, sobre o alujruel da luja da Senzala nova,
cuja chave raandou entregar sen a importancia do
ahume!.
s.sg&&
l>K
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegaeo eostelra vapor.
Paran*ba, Natal. Macan, Aracaly, e Cear.
O vapor Mamannuape, cominan-
dantc Monra, seguir no dia 26
do corrente as 5 horas da lardo
para os arta* cima indicados, i -
Recebe carga at o dia 25. En- Qlllllla-foTil 20 (lo COiTeiliC as 11 j |2
Wociedade de seguro* mutuos
de vida In.stallada pelo Blauco
i "tifio na cidade do Porto.
Os agentes tiesta cidade e provincia Antonio
Lniz deOliveira Azevedo A ('. escriptorio na rua
da Cruz doRecife a. 1, estilo antoris.'kdos desde j
a tomar assijrnatnru e prestar ui-tn os esclarcci-
nientos que forera Becessaiios, as p soas que de-
R DO flUEHADO \. II.
Leja de fazciiri.is de Augusto Frcilerico des Santos Porto.
l'aimdaspretas para a qunresma.
Ricos cortes de raoreantkiue prete para vestidos faZ?nda superior
Cortes de vestido de seda preta com barras.
Capas preta de seda bordadas c enfeitadas de 22* a SP*.
(j|W;' ile seda preta com mangas ricamente enfeitad.s.
Soutembarques de seda preta e raseraira de cor cora tintos enfeite?.
Zuavos de seda preta de mullo gosto.
Pannos prefos, casemiras pretas, wtim prclo, grosder.aple arete de diversas
superior.
Chapeos de nalfei d'Ilalia para meniti ricamente enleilados (le 7* a 12*v
Camisas para hornern francezas e inginas de algodo e de linae:
Aloalhado de linho azenda superior.
Camisinhas de cambraia a Garibaldi para senliorns.
Na mesma casa tem grande soHimento dt- tazendas de seda, lia, rho c alpodao aue
vende por nraito conmino! prefo.
Chegarara tarabern a ezrcllentes
qualidades tudo
tu*i sr
ESTEIRAS RARA SAIAS
EscraVOS, Cabriolis, WOUC$, "lM,wwewiiatl e (neteaempr- -la ra do Inclinado n. II.
zas, egurando um futuro Hsongeiroaos associados >Kvs%rva*vB*%-B*v*v-.v-v^M^^^m- _
crystaes e outr.s mmtos rm^omKttemn.tdar,at)AlMll0.e M&tiBfflM]axKmiiww objectos.
cominondas, passageiros edinheiro afreto at o
cia da sabida as 3 horas da larde : escriptorio no
Forte do Mallos n. 1.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Xavegaco eostelra a vapor.
Macri e escalas
O vapor Pariikyba, comman-
dante atartinn. aejw no dia 2.
do corrente para os portos cima
indicados, s 5 horas da Urde.
Recebe carga at o dia i\. En-
comnicndas, passageiros e dinheiro a frote at
o dia da sahida s 3 horas da tarde : escriptorio
no Forte do Mallos n. 1.
horas.
O agente Olinipio far ieilao em sen armazera
ra do Imperador n. 16, do seguinte ; 1 mobilia
de Jacaranda, um guarda roupa do dito, marqtie-
zas largas e estreitas, 1 sanctuario, 1 cartetra lia-
ra escriptorio, 1 candelabro e 2 serpentinas com
p de vidro, 1 espelbo grande, 1 machina para
costura e outros muitos objectos.
Aluga-se oarmazem n. 4 da r ia do Apollo, e
oterceiroandar dacasa n. 88 da raa da Irapera-
Iriz; na ra da Aurora n. 36.
DENTISTA DE PAR
19Ilua Xova-l!l
Frederico Gautier, cirurgiao dentista,
faz todas as operacSes de sua arte, e col-
loca dentes artificiaos, tudo con superio-
ridade e perfeclo, que as pessoas enten-
didas Ihe reconhecem.
Tem agua e pos dentiflrio.
AVISOS DIVERSOS.
0
T Na rna do Crespo n. 15. se aljga urna boa
IjPIi mildOU r;i>;1 '-'s',irt no Monleiro, com frent- para o oit.o
da ifEreia, assim como o segundo andar do sobrado
AURORA BRILHAH1E
LARGO DA SANTA CRUZ N. 84.
O proprielario do grande armazera de molhados denominado Aurora Bnlhante acaba db
reduzr o pre?o dos seus gneros, precos estes que mu.ta bao de agradar aos senbres com-
pradores.
cirurgiao
a sua residencia da ra tln-n-7iJ **rua do '"i^dor.
Queimado paui a rua das1 7 V,acha,'e,Maxi,nT TsMa'
wi%- n ., ]ma op 1 chado advoca no seu es1 riptuno da rua
pendo Uruzes SODraaO U. ob, pn-dolmpeailoi- i. 71, piimeiroandar,
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
1PAQUETES A VAPOR
Dos |>ortos do norte e
ri*La j,S^LX-meiro audar, por cima do o>'ie H >cr procurado das y *s 3 u- ^
dante o priraeiro lenle Araujo,'
o qual depois da demora do cos-
l une, seguir para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada, eneoramen
S:^MA%SS^m&\n o exercicio de sua pre-
fissao, chamado por escripia.
: armazem Progressism, aon- *{mk g"J 'iuft fo: '"roen- m a2?^ *
|j 1 tCaO CXCI'CIClOdcSUa prollSaO. St Dito perola a .
1'de o acliarao como uQ^p^'m^mm^^mm*m
. prompto a qualnuer ora m- m 9 i.aphar.?i .\mercoNettodc!
J* r -, r {| reside e tem aberlo o seu escr
Manleiga ingleza flor a 720 e .
Dka hamburgueza muito nova a
Dita franceza a iO e 500 rs. e em
barris a......
Queijos do reino novos a 2j00 e .
Presuntos novos de Lamego, libra a .
Chouricas do reino novas, libra a
Esperraacete muito lino a 720. 640 e .
Velas de carnauba arroba 105 e libra
muito superior a S900 e
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
s |>ortos do sul esperado
1)0:
al o d>a 30 do corrente o vapor
Cruzeiro do Sul, commandante o
iRBKx&n l'-''l>'':"1 '''' '"ai''' guerra Gervasio
'"JSttGBBP Mncelo, o qual depois da demo-
ni do coslume seguir para os portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual devera
ser embarcada no dia le sua chegada: encom-
mendas e dinheiro a fre'.e at o dia da sahida s 3
horas, agencia rua da Cruz n. 1, escriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo 4 C.
ara o Porto.
A barca portugueza Clautlina, pretende sahir
ce m brevidade por ler a roaior parte de seu car-
regamenlo promplo, para o resto e passageiros
trtta-se cora os consignatarios Cunha Irmaos k
C rua da Madre de Dos n. 3.
'Ii'inlonca
iptorio
^5 rua do Livramento n. 18, I" andar.
l'recisa-se de um bom coznheiro e de dous
criados activos : a tratar no sobrado n. 32 da rua
i da Aurora.
Acaba de, sahir dos prelos
eflicinn oalmannk civil, ecc
comii'iri I
t lili" Mi
lesiastico,
faliril e agricol.i. r.onten-
u advocado Dr.Manoel do Niscimenio
Machado Portella, contina a ler o seu
escriptorio no primeim andar da casa n.
83 da rua do Imperla.
Sk'iBEsW
UMum empreados, ^\*Jt?*S*JJ.Sl
MgOCUltes, inclusive as modilicacocs psito de sabio da roa da Ssda Velha u.
ridas at SI de dezcmiue ultimo ; 13Cpara a rua do Araorim n. 41, onde
vewde-sca 1$000 nicamente na l- contimram a vender o dito (enoro em nor-
vraria n. 6 e 5 di praca da Indepen-
dencia.
rauf a retaiho e juntameote todos os niais
eros de estiva.
A
Sabbado 27 do corrente mez, se ex-
Irahir a sexli parte da segunda lotera da
Misericordia no consistorio da igreja de
I Nossa Senhora, do Rosario da frogue/ia de
j Santo Antonio.
Os bilhetes meios acham-se venda na
Para o Hio Grande do Sul segu cora mnita
brevidade o patacho brasileiro Dous de Dezenibro,
te n a bordo parte do carregamento e recebe o
resta a frete commodo: tratar no escriptorio de
Amorira Irmaos rua da Cruz n. 3.
Kio Grande 'o Sul.
O patacho nacional I^ipoldinn segu cora bre-
v dade, recebe alguna carga a (rete, tratase cora respectiva] thesouraria rua do Crespo n. 15
i consignatarios Mar.pies, Barros A c. largo do; e as casas commissionadas rua da Irnpcra-
(.irpo hamo n. t,.____________________________^ fi ^ ^ a Sp pmentd ria Direil3
n. 3, botica do Sr. Cltagas; rua ostreita do
Para o l*or(o
P'etende seguir com mnita brevidade a barca por-
tigueza Feliz, tem parte de seu carregamento a
bordo: para o resto que Ihe falla passageiros,
piraos quaes tem eteellentes comraodis. tratase
Rosario n. 12, typographia'do Sr. Mira e rua
da Cadeia n. 45, loja do Sr. Porto.
Os premios de 5:0003000 ato 1041000
Aluga-se a rasa terrea as Cinco Pontas i,
I confronte a estacao, cora 2 salas. 3 jaartos, cozi- I
nha fra, quintal, cacimba, estribarla para tres ca-' a
i vatios oa bois : a tratar na roa da Oueimado nu-' *wi^^,^.
j ___________m i
ffl Maques sobre Portugal.
Oabaixo assignado, agente do banco
i HB mercantil Portuense nesta cidadi, saca ef-
1 W fectivamente por todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
aualquer somma, vista e a prazo, po-
^ deudo logo os saques a prazo .-i rera des-
I contados no mesmo banco, na n zao de 4
w por cento ao anuo aos portador que as-
B simllic convier : as nas do Crespo n.
8 ou do Imperador n. Si.
Joaquim da Silva Castro.
Dito miudinho a 25'MK) e
Dito preto muito superior a 15^00, e
Latas com bolachinha de soda de "
libras a......
Ditas com biscoitos de varias qualida-
des.......
Doce de goiaba e banana lino a 100.
360 (eaixao) e -
Marmelada nova dos melhores auto-
res, libra a 640 e ....
Latas com peixo savel, capuxo. fango.
congro, salraonte e outros muitos
bem preparados a ...
.. Sardinhasde.Nantes. latas a .
y Frascos com geneloa de Hollanda da
verda leira. a oo o frasqueras a
Sr Garrafdescom genebra de 2.*i garrafas a
'J? Frascos com genebra de laranjaa .
Vinhos daFigueirao Lisboa, a 400,
500 e...........
Dito do Porto fino a 610, 720 c .
Dito branco proprio para missa a .
Serveja de boas marcas a 500 rs. a
garrafa c a dnzia a.....
Cognac verdadeiro. a garrafa por.
Vinhos finos engarrafados no Porto, a
garrafa por 1-3, 15200 e .
800 Dito museatel c Setubal a 800 c .
800 Licores liaos a 800, flJOOOe
Caixinhas com amcixas muito enfei-
tadas a 14600 e......
Latinhas com ditas a lo00, 2 e
Ditas com figos de comadre novos a
1-ViOOe.......
Ditas com ervilhas francezas c portu-
guezas a .......
Ntts com ostras a.....
Hitas com massa de tomates .
Ditas com Iroctas de Portugal a 560 e
Azeitonas deElvas era frascos a
Fraseos con conservas a 750 e .
[>itos com BtosUrda franceza a .
Macos com 20 raacinhos de palitos de
denles a........
Tijolos de limpar a.....
Arar uta ve rdadeira vinda de
meada, a libra a .
Gomma dtr engomraar a 2i00 a
roba e a libra a 100* o .
Tapioca muito nova, a libra a 140 e
Ervilhas < -reas egrao de hico, a han
Massas para sopa, macarrao, lalharin
c l.-tria. a libra.....
Dit>s brancas, viudas de Lisboa, a .
PUvide, estrellinhas e rodinhas a .
Caf' de pr n*^ira s. re, :: libra a 280 o
Sabio verdadeiro bespanhol, a libra .
Dito massa a 160, 200, 240 e .
Alpista a 4,5800 a arroba e a libra .
I'ainco a 5& a arroba e a libra
Amendoas le casca mole a 360 c dora
Vzeite doce refinado, a garrafa a 800 e
Moflios con maisde 100 ceblas a. .
ICisianhas aovas, a libra ....
IffOOOl.N'ozes, a ti ora......
520
w
640
600
:)20
SJ700
tfitm
:t-5ooo
25230
35000
15400
640
720
1-V>H1
320
35-iOD
8,5000
15000
BM
800
640
55880
15000
oncom-
ar-
157500
15280
2.1000
35800'
25000'
640
720
600
640
800
800
500
200
140
500
80
160
160
Assim mnitos outros gneros que deuam de se mencionar, tudo da raelhor qualidade
por precos muito commodos.
/
w&wusa wM^mmmm
IGE\(I1 niuiiois
llygino Angosto de Miranda, tendo sido ltima-
mente nomeado agenle de leiloes, estabelereu seu
escriptorio na rua da Cruz n. 57, aonde pode ser
procurado por aquellos que <;uizerem se ulilisar
' de seus serviejps.
D-sc dinheiro a juros c
eonipra-scoiiro r traa : na rna
do Itnngcl n. a.
veira Azevedo & C, no seu escriptorio roa da Cruz
ni.mero 1.
Para o Hio de Janeiro.
Sahir com brevidade o brigue nacional Miner-
va, recebe carga e escravos a frete : tratase com
Pela administras*) do correio desta cidade se M inoel ignac0 e Oliveira 4 Filho, largo do Corpo
Santo n. 19.
Para llaranuo c Para
p'etende seguir com umita brevidade o brigue na-
cional Amelia, tem parto de seu carregamento
promplo : para o resto qie Ihe falla, trata-se com
o/ seus consignatario Antonio Luiz de Oliveira
n i porta di. mesmo correio, c a respectiva lisia se | Azevedo St (i, no seu escriptorio rna da Cruz n. 1.
acha desde ja exposta aos inl iressados.
Adiinmslrato do correio ile Pernambuco 20 de
fevereirodfl 1854.O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
O lllm. Sr. director dcste hospital militar
mana declarar que a arrerialacao dos gneros,
com os seus consignatarios Antonio Luiz de OH- ser3o pagos urna hora depois da extraeco
" at s 4 horas da tarde, e os outros no dia!
seguinte depois da distribuico d?slistas.
0 thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza,
faz publico para fis convenientes, que em virtude
d/idisposto no artigo 138 do regulamento geral dos
correios de 21 de dezembro de 1844, e artigo fl do
decreto n. 783 de 13 de raaio de 1831, se procede-
r o consuno das cartas existentes na admini-tra-
(''i pertencente. ao mez de fevereiro de 1863. no
dia : de marco prximo, s II horas da manliaa,
fara o I lio de Jane tro
pretende seguir com milita brevidade o palhabote
racional Piedade, tem pirte do seu carregamento
a bordo : para o resto que the falta e escravos a
fr.'te, para os quaes tem eicellentes commodos, tra-
annunciadi no Jornal do Hecifede 18, 19~e 20 do|ta-se com os seus censignatarios Antonio Luiz de
ci rente mez. por falta de enneorrentes, fica trans-
ferida para o (lia 13, as 10 horas da manhaa.
II -; i t a I militar de Pernambuco 22 do fevereiro
de t864.Jos Marcelino Alves, da Fonseca.
Escrivo.
Oiiveira Azevedo A C, no
Cruz n. i.
seu escriptorio rua da
A(Mi Fama.
Este navio que tem supriores commodos para
passageiros, segu para Lisboa e Porto no fin do
Correio geral. corrente mez de fovereini : trata-se com Marques,
Pda adniinistracao do coerci desta cidade se | Farros<5 C. ou cera o eipitao Manoel Francisco
faz publico que as" malas que tem de conduzir o dos Sanios.
vapor eosleiro Paiahiba para Maeei e portos in-
ti rn edios, serio fechadas no dia 23 do corrente
s 3 horas da tarde.
Correio geral
Pela adniinistracao do correio desta cidade se
faz publico que as malas que, tem de conduzir o
vapor costeire tumanguape para a Pa rali iba, Rio
Grande do Norte, Gear o pertos intermedios, se-
rao lechadas no dia 26 do correle, s 3 horas da
tarde.
Correi>>.
Pela administraban do correio desta cidade se faz
publico qmi em viftude da convenci postal cele-
bra-la petos governos brasileiro e francez, sero
expedita malas para a Europa no dia lde mareo
prximo, pelo vapor francez Hearn. As carias se-
ro reeebidas ale 2 horas antes da que for marca-
da para a sabida do vapor, e os jornaes at 4 ho-
ras antes.
O i reio de Pernambuco 20 de fevereiro de 1864.
O administrador,
Domingos des Passos Miranda.
f.iins Iho administrativo.
Oconsellio alministrativo, para forneciraent) do
arsenal de guerra, tem de comprar os objectos se-
grales :
Para o 2 batalhae de infamara de linha.
Chapeos para calceta 3.
Mantas de laa dem 3.
laozinho 200 varas.
Para a hospital miiilar.
C liertas de chita 12.
Copos de vidro para agua 12.
i'.locaras zoes 24.
I'ires dora 4.
Badas de rosto 24.
Catia de vidro 12.
Pari 4' baialhao de artilharia a p.
f! im brinco 230 varas.
Alyodoinlio |]S varas.
II ineti para recruta 30.
utas Je lia 50.
Para o arsenal de guerra.
L vro era brnnco do |>apel n.uitado de Hollanda
i 100 folhas I.
luto de dia com 200 folhas I.
l'.-egosde assoalho 10.000.
; im da Itussia 500 varas.
Qncm qaizer vender laes objectos apresenlem as
s ri- propostas em carta fechada na secretaria do
liba as 10 loras da maulia do dia 21) do cor-
rete raez.
Para Usboa.
0 brigue portuguez Helia Figurt-
ren*e, capiao Jos Ferreira Lessa,
vai sahir cem muia brevidade por
ter a raaior parte do carregamento
promplo, pf.ra carga e passageiros
pira os qnaes tem excellentes commodos trala-se
com o consignatario E. R. Rabello, rua da Cadeia
n 55-
AOS 5:000,000
m\ U FOiTj;
nllhctes garantidos
A' rua do Crespo n. 23 t casas do costume
O abaixo assignado tendo vendido em seus mu
felizes bilhetes garantidos o de n. 2636 com a sor
te de 1:2005, c outras umitas de 1005, 405 e 205
da lotera que se acabou de exlrabir a beneficio
da igreja de 8. S. do Livramento, convida aos
possuidores de ditos bilhetes a virem rooMsSf MW
respectivos premios sem descont algum em seu
eslabelecimento Casa da Fortuna rua do Crespo
n. 23.
O mesmo tem exposlo venda em sen dito esla-
beleeimenlo e as outras casas do costume os no-
vos e felizes bilhetes garantidos da sexta parte da
segunda lotera beneficio da Santa Casa da Mi-
sericordia que se extrahir no dia 27 do corrente.
Presos.
Bilhetes inteiros..... 65000
Meios bilhetes...... 35000
Para as pessoas que comprarem
de 1005 para cima.
Bilhetes........ 55300
Meios. ........ 25750
Manoel Martins Fiuza.
Gelo,gelo, gelo.
C un a chegada da nova machina aao se expe-
rimenta mate falla de gelo fabricado com agua do
Prala, lodos os dias a qualquer hora, para por-
cCies grandes ou cnrommemlas para fora da pro-
vincia dever haver aviso cora antecedencia : rua
da Aurora junio a fundicao onde tem a bandeira
Precisa se fallar com o Sr. Francisco Igna-
cio Monteiro, que fo morador na cidade de Ma-
1 mangnape, provincia da Parahiba do Norte, a ne-
' godo que muito o interessa : na rua do Crespo,
. loja de fazendas n. 7.
Ingle7.
(o'ometria,
Geagrapbia,
\ Bhetorica
rua de Queimado n. 30yi>riiii'- re
das 10 ;is 2 da tarde.
kdar
Aluga-se a loja do sobrado n. 29, sito no pa-
teo doTerfo, propria para qualquer estaln'lecimen-
lo por ser boa localidade : a tratar na rua da Prai
numero 36.
O abaixo assignado roga ao Sr. Fran-
cisco Prannos residente na Parahiba do
Norte, quoira dar-lhe noticias sitas, visto
ada Uto deltas,
pin Alus, (liimes Velludo.
Aluga-se o segundo andar e grande sotao do
predio da rua de Apollo n. 34 tendo no andar 3 ;L.|jmo y m,w ,.,, S(, ac||;, f.
salas, o quarlos e grande coznha. e no sotao salas, ,. ...
quarl is e coznha : a tratar na rua da Cad- *
Recite n. 64, loja.
! i mmmmmm m wmm
Curso de preparatorios
Francez,
Esta fgido desde dezembro de 1862 o escra-
vo Camillo. de nacao Angola, com os signaes se-
guintes : cor fula.' idade 18 a BO anuos, estatura
regular, lera alguma barba e cabellos brancos, e
em urna das penas, pelo lado da canella. urna cos-
Thfalro de Apolle.
S0i:iF.I) Vllt ICLPOHE.NE rWlIHGIHtt
De ordem do lllm. Sr. director sao de novo con-
vidados tolos os senhores socios para em assem-
bla geral tratar-se da discussao dos estatuios,
quarta-feira 24 do corrente, s 6 horas da larde,
no salao do thearro de Apollo.
Recite 23 de fevereiro de 1864.
O 1" secretario,
M. Vianna.
Na rua Nova 11. 53, existe um tacho de eobre
quefoi apprchendiuo a urna pessoa que o venda
por baixo orees e que por isso dnironflBsVi no
fosse furtado se leua voz de preso a esse indivi-
duo c elle o deixou ficar largndose a fugir :
quera for seu dono e que Ihe o roubassem procu-
re na casa cima o qual dando signaes cerlos Ihe
ser entregue; pagando a despeza deste annuncio.
Aluga-se urna boa escrava que faz todo o
servico interno o eterno de uina casa : na rua do
Imperador 11. 50rterceiro andar.
Precsa-se de-urna ama. prefere-se urna ne-
gra escrava. para lodo- o servico de urna casa do
[iouca familia: na ruada Imperalriz, loja 11. 78
Ernest Regis,
provincia.
subdito francez. retira-se desta
\wmmmmm-WM.
P po fsso r d c p i a n o
Jos Coelho da Silva e Araujo, bem conhecido
i nesia cidade, contina leccionar )iano e rausi-
I ca vocal por commodo preco : quera de seus ser-
vil- >_> precisar, dirijaso rua do Li vi menlo n. 21,
segunde andar.
tura proveniente de ferida antiga; consta que ha
I pouco tempo andou pelos lados de Olinda : por
I isso roga-se s autoridades policiaes e capitaes de
campo a apprehenso do mesmo, levando-o Se-
rinhem no engenho Quibeba; era casa de seu se-
nhor Manoel Gomes da Fonte, no Rio Formoso; a
Manoel Jos de Miranda na rua Bella ; e no Reci-
te, na rua da Cruz, no estabelecimento do Sr. An-
tonio Jos Paulo de Carvalho : sendo bem recom-
pensada qualquer pessoa quo o capture.
Prccisa-se alugar nm escravo para cozinhar,
comprar o fazer qualquer outro servico que for
chamado, e urna escrava que griba lavar, engom-
i mar c coser: a tratar no escriptorio da casa n.
19 da rua Jo Trapiche.
Neo.
ou no sitio Chacn, no
HOTEL THOVAIIO
i!
Angelo Romeiro Pinheiro tendo comprado o
muito conhecido e acreditado hotelTrovador
sito na 1 ua larga do Rosario n. 44, participa ao
respeitavel publico que se acha prvido de tudo
quanlo necessario para satisfazer a exigencia de
(j
Para o Porto
A bem conhecida e velelra barca porlugueza
flnttwrapao pretende sahir om brevidade por tr
a bordo maior parte d< seu carregamento, e pa-
r, o restrate e passageiros, para os quas tem
ir agnifieos commodos, trata-so com os seus con-
signatarios M. J. llamos e Silva & Genros, rua de
V igano n. 10.
LEII.0ES.
DE
PR EDIOS
110.1t:.
O agente Pestaa far leilao por conta e risco
d; quera pertencer de urna casa terrea sita na rua
dj Aleerini n. 26. cora 108 palmos de fundo t 22
de frente. 4 quartos, cosinha fra e quintal mura-
i'o cora porlao, urna dita na ruado O uro n. 13, ren-
cendo a n. 26 255. e a don. 13 129 mensaes, os
jrelendenles p1em exaiwisia-las e o teillo ter lu-
gar na quarta-feira 24 do corrente patas 10 horas
do dia na |iorta da asxieiaeao commercial.
rua da
HVsME
(Jiiarta-fira 2 i t fevereiro s H horas
Cadeia n. 53.
M
Tina pequea casn terre.i nova.
chao proprio, ren le i'ifi
ipor mez. rna la Saledade.
s ila das loconselho ailministralivo para Por internuncio do agente E iznbio eompeteSJte-
inie.ito do arsenal de guerra 22 de fevereiro neute autorisido vender em leilao urna casa ter-
1 H64. 1, nova, pequea, na rua da Soledade a segunda
Antonio Pedro di S Barrito, 'junio da esquina que entra para a rua da Esperan-
Coronel, preildeatc. oul^miuho Novo, contendo 2 salas, alcova sof-
Jos Antonio Pinto. i frivel, cosinha o quintalete, sao convidados os pre-
Tenente coronel, vogal. 1 tendentes ao previo exame.
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9r = S z ?
Aluga-se o priraeiro andar na rua estreita do
Rosario n. 29 : a lidiar na rua da Penha n. 5.
O Sr. Joaquim da Cosa Gonzaga, assislente
na Soledade,. inspector do becco da Pacada, queira
ter a bondadede vir em S. Pedro liquidar as suas
contas com o mesire entalhador, do contrario usa-
rei dos m ios jodieiaes.
Joaquim Alves Gomes Velludo.
Tendo-ss ausentado do lugar do Breje da
Madre de Dos, no dia 30 do mez prximo pausa-
do, o pardo Alexandre, escravo de urna orpha, o
qual tem os signaes seguimos : claro, rosto redon-
do e com alguinas marcas de bexiga, olhos gran-
des, cabello quasi corrido e bastante crescido, sem
barba abruma; estatura quasi regular, corpo gros-
so, ps bastantes chatos, e tem os bracos voltados
de mod, pe ao andar se conheee ter algum de-
leito ; 6 cantador e tem 25 annos, pouco mais ou
menos : raga-se s autoridades policiaes a captu-
ra delle, ou a qualquer pessoa, a quem se dar
ritiH.it %tI vi 1
DA
m
No escriptorio de Antonio Lu z de Oliveira
Asevedodi ('...na rua da Cruz n. 1, irecisa-sc fal-
lar cora 0 Sr Luiz Soares Ilotelho lilho de Jos | ij^ freguez." Outro sim eommunicoT que ha-
Soares Botellw e de Fortunata Candida Bs^DOza, Jertiielte mesa redonda para os assignantese
e neto de Francisco Manoel c Souza, natural da avn| fornece cmnida para fra. nao s
ilhades. Miguel, o qual consta ter .ndo para es-; para qu;l,(' r estabelecimenio como para casas
, la cidade em I806, para Ihe dar nrticias de sua p^jcnia,^ por proco moWoe a eonteoto. Este .
ui.il e irmaos que se acnara no itio e Janeiro. | estahelecimento acha-se preparado para receber gratilicaao vantajosa, levando-o rua do Cotovet-
I Em a noite do dia 18 do corrente mez. pelas : qualquer hospede que nelle queira assislir. para o
8 horas ragiram ria cidade deOlindi dacasa da 1 que wfferece os melhores commodos.______________
aballo assignada ilous saulfeM escravos de Minea Claudio Oubeux, nao Iheeonvindo continuar
: Guilherme e Moyss, o primeiro escuro, pouca com a SUa emprezade mnibus, declara aos senho-
; barba, traz pera e bigade, estatura ordinaria, cora res assignantes. que de hoje em diante nao recebe
1 idade de 25 a 30 annos c secco do corpo, e padece mais assignalura ; cuja empreza Ihular logo que
do erysipetla lendo por isso a pema esquenla en-1 se r.rabem as mensabdades que eslo correndo,
lo, casa n. 5.
O escrivo da irmandade do Senhor Bom Jess
sem barba e representa ter de 18 a 2") annos, tendo
na cabera una marca de cicatriz sera cabello; am-
bos forara vestidos e raleados com \ alits escures
e calcas de brim brancas, ou pardas : levaram com
sigo que roubaram abaixo assignada, um babusi-
dos Afflietos, erecta na igreja de S. Jos de Riba- jnlw de amandlo envernisado ron temi um saqui-
mar, de ordera da mesa regedora, convida a todos; nbo cora cerca de um cont de rei- eso pagas de
diada ; o segundo claro estatura o dinaria, labios j visto que os lucros mal dao para pagar impostos.
corados, nariz um pouco chato, groso do corpo,
os seus irmaos para que no dia 28 do corrente cora-
parecam as 2 l|2 heras da larde no consistorio da
mesma, aiim de acoinpanharem a proc -sao do seu
padroeiro, como acto quaresmal ;
de a todos os habitantes das ras
ouro novas e velhas, tres doblas portuguezas, um
dobrao e una raoeda americana grande e una pe-
quea porcao de niocdas de ouro de cinco mil res
assim como pe- e doilars: minios papis de importara a,algunases-
abaixo declara- 'cripluras publicas de acquisicao, papis de coiu-
Aluga-se um sotao na rua da Cruz n. 37 :
quem preten ler, dirija-se ao mesmo sobrado no se-
gundo andar.____________________________
Criado.
Fugio do engenho Sebastopool, freguezia do.
("abo, um escravo de noineZacliaiias,iiuilato, idade
25 airaos, pouco mais ou menos, com os sigo
seguintes : altura regular, um lalbo na-faee, ca-
bello cres|>o, ps fcios, as orelbas um pouco lorias,
eicalrizes as costas de surra : rogase, porUMlo,
s autoridades competentes, ou a quem delle tiver
noticia, de apprehende-loe lvalo ao seu senhor
Francisco Paes Barrcto, no mesmo engenho, ou a
Felippe Santiago de Senna. morador na rna de
Apollo n. 34, m rua do Crespo n. 8, loja de 4 por-
tas, que serio bem recompensados.
Precisase de um criado Portuguez, para casa de
um moco solteiro trata-se ua rua do Tambi n.
30.______________________________
Dividendo.
Os administradores da massa fallida de. Bastos
& Lomos convidara aos senhores credores a virem
das, para ue limpeni as frentes de suas casas. Pfaa de 'escravos, entre os quaet esi.i o do mulato I cosa os saos ttulos, receber o primeiro dividendo
poH sendo que se achem em raao estado, deixara Hoyss, certides de baplisino dos filhos da abaixo &. jo por cento no largo do Corpo Sanio n. 6,
de transitar por ellas, cujas mas sao as seguintes assignado. eonhocimentos de dcima, um recibo do *. andar.
as sahir da igreja seguir em frente, vollando a banco inglezde 7:100000, nina letrado 5:000000. Hecife. 22 de fevereiro de 1864. ________
rua do Nogueira do lado esquerdo, Assumpcao, na-j endorsada, e duas letras saccalas por Fran-, ---------------
Calcadas, Pescadores, Santa Rita, Sam.-i Cecilia em i cisco Gomes de Oliveira como testal icnleiro do li-
dirercao ao pateo da Ribeira, rua do Bangel, Qnei- nado llera y Cybson, e aceitas rana por Marrelliuo I ^ abaix)> a< mao" estrella do Rosario, Larangeins, Cabng, &C da quaniia de l:8o8180 ea m Ira la qnanlia deateoda0 vendo oansmento dede-pezas ipio tera
Trinclieiras, pateo do Carino, a entrai na rua daj.de OlWMO reis Mjlttp ;\nIr""}..;','m':l. ? aearreUdo'as (ortes entradas de Bacaas com
falcadas que serven!
Atlengo.
Os abaixo assignados, prnsanos
rua de Aunas-Verdes VaseonceHos, com endosso era bramo, ambas
. "':us ou sria de 1-X000,oque sera geral para nao liaverera
menos, com oiiocenlos.movecentosi ul nis.era pa- '*.,-
Soeledade dranntlea Itecrcio e taedes: SUpp6e-se que estes osemos segniram pela W9to?W
es'.i.na do Pi'ixnbo, ou do norte em direccao para
Pedias de POgo ; a abaixo assignado roga encare-
cidaraenle s autoridades policiaes do os capturar,
serem 'lies descobcr-
l'nlo raiulllar.
De ordem do Sr. direcl ir participo aos senhores
socios que o espectculo deste mez ter i lugar no
da 27. e a distribocao de bous rospec ivos bilhe-
tes sera feita do da 22 26, os quaes desde j
podemser procurados em casi do Sr. thesoureiro,
ou na sedo desta associaco.
Boeiedade dramtica Rerete o lniaa Familiar
21 do fevereiro de 1804.
Jos Marlins Monteiro.
1" secretario.
empregando os meios para
tos ; e aos capitaes de campo adver e quo sern ge-
nerosamenle recompensados. Alni dos ol
dinheiro cima mencionados, levaram ditos estra-
tos ( que talvez digam que aio llvic-s 1 nina ben-
galla de estoque de cana da India "ormellia com
gomos com o cabo preto de bfalo.
Vbaldina Amalia Je Mello.
Rccife, 22 de Tcvereirode 1804.
Lobo A C."
Joo Itaptista de Medeiros.
Francisco Alves de Horaes Pires.
Loureiico de Albuquerque Mello.
Josi Martms do Rio Jnior.
Manoel Antonio Ribeiro.
Ilrito (Se J. Los.
Augusto Leite do Albuquerque.
Theodoi-o Christiansen raudou seu escripia-
rio pafa u. 10 ruado Trapiche Novo.
AITEiNO.
Acha-sc fgido o escravo 3e norae Faustino, de
idade 40 anuos, pomo mais. ou menos, oor fula,
altura regular, grosso do corpo, bem espadado,
barbado e j cora alguns uabellos brancos na bar-
ba, bracos e pernas grossas e bastante cabelludas,
leudo as remas arqueadas, porra nao muito, cos-
turaa and ir sempre pe* Barro, Giqui, Afogados,
eU'.. era sambas, e as vezes co-tuma embriaga i
bastante por gostar de beber : portaje*), roga-se s
autoridades policiaes e aos capitaes de campo e es-
pecial favar de o aprehender e condnzi-lo rasa
de seu seahor, o iiujor Antonia da. Silva Gusino,
na na Imperial, que gratificara generosamente.
.. Tornou a fjgir a escrava Justina, de idado
24 airaos pouco mais ou menos, levou C vestidos
de chita a 2 chiles, sendo ura preto, falla desean-
cada, anda de vagar e costuma repartir o eabell ;
quera a pegar leve-a rua da Es|ieranoa ik. 74,
(ue se reMinpen-a.________
Prei'isa-sc de um menino d 14 18 annos.
que tenlw pratica .le nadara e d. fiador a sua
conduela : na rua das Cruzes n. 31___________
- O Lacliarel Thom Fermuiries Madeira rio
Castro mudou osen escnplor do advogacia.la
rua do Unperador n. 71 para a mesma rua n. 11,
primoiro andar, e contina a advagar no_adminis-
trativo, coraraercio, civel. eiimo c cci-lesiasuao.
Alugarnse as casas na rua do Oirtedor do
Rispo ns. 18 e 22 por 2o cada um : a Halar na
rua larga do Rosario, na taberna ditrwte da boti-
ca do Sr. Bartholomeu,
i
igMgBtMil
/". J



Diarlo de Pcr^ainbuco Qii.-vi-ta felra 94 de Fevereiro de 1884.
DE
PARTIDAS HORRADAS
QfftMC !US
A ASSOCIAglO COMMKliClAL BEXEHOE YIB
DE
i-:nvt.ii.i*i'C"
POR
Tereeiro escriturario da lliesouraria
it fazenda de Peruamltuee e eoinpetenlcnieiile au-
torisado para eiereer o pro-
fessoralo particular de trillitiiclira naraesma
praviana.
Acha-se ela obra nos prclo da tynographia
Commercial, d'onde em breve satura luz da pu-
blicidad em ntida impressao e sob o formato de
8o porlugiu z.
Compoe-se esta obra de um volume, diviilido ein
urna paite timonea e outra pratica, de fcil alcan-
ce as pessoas que se queiram dedicar ao estudo da
escritunco.
A respectiva assignatur;. acha-so aborta em to-
das as livrarias desta cidade, ao preco de 3,5000
per volume. ________^^___
Oabaixo assignado, arrematante das dividas da
loja de miudezas da ra do Queimado de Joaquim
Jos da Costa Fajozes Jnior e da loja de fazen-
das da ra Direita de Fajo'.es Jnior 6c Atcvedo,
avisa aos deredores das ditas lujas tanto da praca
como do mallo de virem pagar seus dbitos ao
abaixo assignado no largo do Collegio junio ao so-
brado ainarell), ou na ra Je Hortas n. iOi ao Sr.
F;jozes Jnior al ao dia 15 de marco, do contra-
rio ter de entregar ao seu procurador para co-
brar judicialmente. Recife, 16 de fevereiro de
1864.
Antonio Joaquim Fernandes da Silva.
Jos Lopes das eros, subdito porluguez", re-
tir~se pura Marci._________________________
Precisase de utn rapaz que se sujeite ao Ira-
balho de casa de pasto : na ra eslreita do Kosa-
rio n. 10.__________________________________
- Engomraa-se e lavase para ambos os sexos:
na ra de Santa Rila, sobrado n. 3. ___________
Precisase
de um criado para todo o servico de casa em um
sitio, paganco-se 105 por mez com comida: na
ra do Cabuga, sobrado n. 2, das 10 s 12 horas
da manlifia.
ATTKW
Fnrtaram do lugar Soccorre, fnguezia de Santo
Amaro de Jaboato, no amanlieccr do dia 14 do
corrente, do meio da estrada, um cavallo casta- '
nho, de 8 annos de idade, um carocinho no
p do cabello junto ao casco da mao direita, urna
cicatriz de estrepada ou talho junto a cabera do
corredor de um dos lados, urna listra na testa do
alto baixo, poucos cabellos na cauda, e carrega-
dor baixo : quem o appreheuJer ou delle quizer
dar noticia, dirija-so ra do Queimado n. 28, se-
gundo andar, ou rasa do Sr. capito Paschoal
Soares de Figueiredo. no lugar Ollio d'Agua, fre-
guezia da Gloria do Goit.____________________
Pliilogoue Adour, subdito francez, acompa-
nhado de sua familia, vai Kuropa tratar de sua
saude. ___________________
Manoel Marques Das, subdito brasileiro, re-
t ra-se para fura da provincia.
Previne se a quem interessar, que as casas
que tem de rom praca no dia i\ do corrente, em
audiencia do Illm. Sr". Dr. juz modiepal da l
vara, esto liypothecadas, e at sobre os alugueis
de algumas ha embargos : porianto pede-se a es-
ses senhores que queiramodeclarar quaes sao as
hypothccas queleem. __________^________
liquidacaO
DA L0.I.V DE J. J. KELLER.
9 IUM DA IMB'IIMTKI/ 9.
Em primeiro lugar convida-se s pessoas (JO1) tiverem vontade de comprar un bem acreditado
estahelecimento de ter a bondade di o visitar. Muilo bem montada como est est; loja, com a ex-
eellente morada junto c as coudicoes muito razoaveis, ha de por certo animar os pre endentes com-
pra-la.
Igualmente couvida-sc
aos Srs. mdicos, dentistas, logistas a proprietarios de cstabelecimentos arlistcos par; virem comprar'
por menos do seu valor, as melhoret. c mais acreditadas ferramentas que ha no mercado.
O rcspcltavel publico em geral
encontrar um variado 6 milito rico sortimento de brinqnedos, ('utileras, armas para caca com seus'
perteoces, apparelhos para cha, estajos de barba e de mathemalica, ferros para cortar eimprimir f-
Ihos e para cortar babados, seringas, esporas, chicotes etc., etc.
j MI
O Dr. Cosme de S Pereira comi-
nea a residir na ra da Cruz n. 53,
Io e 2o andar, onde pode ser procu-
rado para o exercicio de sua prois-
so medica, e com especialidade
sobre 9 seguinte
Io molestias de olhos;
2o de peito :
3o dos orgaas ger.ili
urinarios.
Em seu escriptorio os docntes se-
rao examinados na ordem de suas
entradas comecando o trabalho pelos
doentes de olhos. .
Dar consultas todos os dias d sj
6 as 10 da inanha, menos nos do-
mingos.
Praticar toda e qualquer opera-
cSo que julgar conveniente para o
prompto restabelecimento dos seus
do-intes.
O (r. Casanova pode ser procurado tm seu
consultorio especial homeopalhico no largo da ma-
triz de Santo .Antonio n. 2. No mesmo rctisulto-
n: ha s-mprc grande sortimento de medicamentos
era tinturas e em glbulos, deixando elogiar os
i8 medicamentos pelas pessoas que os tem ex-
imet.tado e continuam a servir-se em nossa
Ixitica. Temos tambem obras accommodadas a
inlelligencia do povo.
Joao da Silva Ramos medico pela l'ni
versidade de Coimbra, d consultas em
sua rasa da.- 9 as II huras da maithaa, c
das i s 6 da tarde. Visita os docntes
en suas rasas regularmente as horas
pararse designadas, salvo os casos ur-
gentes, que serao socrorridos em qual-
quer occasiao. D consultas aos pobres
que o prorurarem no hospital Pedro II,
aonde encontrado diariamenle das 0
s 8 horas da manhaa.
T>m sua rasa dr sade regularmente
montada para receber qualquer doeote,
anda mesmo os alienados, para o que
i.-ii rommodos apropiados e nella pra-
tica qualquer operacao cirurgica.
Para a casa de sade.
Primeara classe :i5ooo diarios.
Segunda dita.... 2*800
Tercera dita.... 25000
Fisto r-tabelecimenlo j bem acredi-
tado pelos bons servieos que tem pres-
tado.
O proprietario espera que elle conti-
nu a merecer a eenfianca de que sem-
pre tem gozado.
ompauliia Pernambucana
De ordem do eonselho de direceo e em virtude
do art. 24 dos estatutos sao convidados os senho-
res accionistas a reuniremse em assembla geral
no dia 29 do corrente, 1 hora da tarde, no es-
ci iptorio dos Srs. Saunders Brothers & C______
Na ra Nova n. 20 se dir quera d algumas
quantas a juros de 2 OdJ sobre penhores.________
Na ra da KoJa n. 0 continuase a fa zer co
midas para fra, e encarrega-se a mandar levar
casa de qualquer pessoa, por mdico preco.
Precisase de urna escrava para o servico in-
terno de urna rasa de familia, paya-so bem : atra-
ar na ra Velha n. 13.
Preparatorios comple-
mentares
DO
Curso Commercial.
O bacharel A. R. de Torres Bandera,
professor de geographia e historia no
Gyinnasio desta provincia, propoe-se a
ensinar as linguas franceza e ingleza,
preparatorios complementares para o
Curso Commercial; eofferece o seu pres-
timo especialmente aquelles que se quei-
ram habilitar nesses preparatorio, com o
intento de matriculir-se no sobredito
curso.
M aulas comecarao do 1* de fevereiro
em diante, na casa da residencia do an-
nunriante, ra estreita do Rosario n. 31,
tereeiro andar.
Na ra do Hospicio n.-48, precisa-se de urna
ama de leite. r.ue logre perfeila saude.___________
(.'asa de campo.
Frederico (.baves aluga sua casa de campo sita
: no Poco da Panella, com os commodos seguintes :
4 salas, 7 qurtos, coziuha, despensa, casa para
criados, cocheira, estribara, cacimba, jardim e
terraco, muito frescti, c maito sadia : quem a
pretender, po 13, loja de ca'jados.__________________________'
I Farinha de trigo SSS a 100 rs. a'lhra, e ga-
lega a 80 rs. na rua Nova n. 8._______
Aluga-se o sitio s Podra Mole, em Appucos,
com excellen'.e casa de vivenda com 2 salas de
frente e 6 quartos, trrico, estribara, frucleras,
bella vista e r laguifico banho: a tratar na rua das
! Cruzes n. 30, segundo andar._________________
Precisase de um rapaz que tenha pratica de
taberna : na rua do Soc;go, taberna n. 3G, dando
fiador a sua conducta.
Alfonso de Alliuqucrquc Mello
ha 19 annos advogadoj ante os auditorios e tribu-
naes desta cidade, j na corte c em outros lugares
do imperio, emeonsequencia de lercm-se augmen-
tado aqui seu; afueres, tem transferido sua resi-
dencia da vill i do Cabo para esta cidade rua es-
lreita do Ros! rio n. :i'i, onde tem cstabelecido sea
escriptorio, c onde foi o do Dr. Godoy, de cujos
jtrabalhos ficiu encarregado o annunciante. Ahi
I oltereee os mi iteres de sua profisso s pessoas de
; quem mereca conllanca, tanto deste termo como;
dos demais desta e de outras provincias para os
negocise irabalhos a serem desempenhados aoui,
garantindo o zello, lealdade e aelividade que lhe
sao reconheeiJos pelas pessoas que o conhecem.
Incumbe-se tambem de trabadlos para os termos
prximos, onde tem solicitadores de inleira ron-
lianca. D consultas verbaes e por escripto, e
presta-se a ouvir 'seus conslituintes a todas as lio
ras, as sexlas-feiras das 9 as i na villa do Caboe '
Aluga-se o primeiro andar do sobrado n. C3
da rua Imperial com commodos para familia nu-
merosa, o a li ja do sobrado n. 20 do pateo do Ter-
co : a tratar i ja rua do Imperado! armasen de J
louea n. 41. __________^__^^_
Concertos de relogios
Na rua da Cadefa Nova n. 36. concerta-so reJo-
gios de todas as qualidade-s, rom perfeiro e bre-1
vi.lade, garaniindo-se O bom regulamelo e 20 a
40 por cento Denos do que em outra qualqiHi
parle.
Advocada.
O bacharel Joo Goncalves da Silva f&St
Mofltarrtiyos temescii|ii< i in na rua es- jgt
treitado Rosario n. 17, onde pode ser |-.r~
procurai o das 9 horas d.i manhaa s 3 J!l
da tarde dos dias uttis.
O Sr. Francisco Pereira l.ebre queira ter a
bondade de vr fallar com o racstre entalhadur em
S. Pedro________________,__________________
Offerec-j-se um menino Brasileiro, de idade
de 14 18 ainus. para ciixr.ro de qualqoer casa
de negocio, tinto na praca como fra delta, ainda
mesmo dandi algum tempo rara aprender : quem
precisar, drija-se rua do Hangcl n. 16.
Da-sc dinheiro a juros sobre hypotheca em
tuna casa livre c desembarazada, ou sobre penho-
res de ouro ou prata : na rua Direita n. 20.
Precisa-se de urna ama forra ou esrrava para
rasa de pouca familia : na rua do Pires n. 24.
Precisa-se deum trabalhador que calenda de
padara : no pateo da Santa Cruz n. 6.
Dcsejase fallar ao Sr. Antonio Tavares da
Silva a negocio de seu iuteresse, pelo que roga-se
ao mesmo senhor de declarar a sua morada, ou de
apparecer na rua do Iiiqierador n. 36, primeiro an-
dar, direita.
Milita attencao ao que interessa
nOTEJAH PROTEJA)!
EXCELLENTISSIMAS SENHORAS,
IVv. Mves. condnuem a proteger ao importante c.itabele-J
cimento a rua do Crespo n. 19
DE
JOS GOMES VILLAR.
Grando novidade. Balites 11 |
Baldes de 40 arcos a Sf, de 10 a 45 e de 20 a 35.
Fazcndas proprlas para a quaresma.
Moreantique ireto em eoriUB, ditos de muito gosto para covados. grosdena des pretos
de superior qualidade.
Para hombros de senhoras. .
Capas pretas,casacot^s, casive tos de guip, chales pelos deg lipa etc., etc, capas de casemira com capuz, manteletes
de casemira ricamente enfeilados, chapelinas de palha com veo, chitas, cambraias, vesti-
dos para noivas, ditos de seda, vestidos de blondo com capella e manta a 18,5, de gros
branco etc etc., madapoloes de 75, 85, 95, 105, ll c 12, cambraias lisas nuilo finas
transparentes e tapadas a 35, i5, 55. 65, 75, 85 e 95 a peca, fazendas de linlio de todas
as qualidades e outras muitas fazendas.
Proteccao. Proteccao.
Aluga-se a luja do sobrado n. ii da rua do
Hangel. com exrellrnte armacao para qualquer es-
labelecimento : a tratar no mesmo sobrado.
Precisa-se de um criado que seja bom copei-
ro, preferindo-se estrangeiro : na rua do Impera-
dor n. 29.__________._____________________
Jos Mara da Silva Ferreira. tintureiroe
muito conhecido, achando-se com algumas melho-
ras de seus incoinraodos, esl resolvido a fingir
por novo methodo toda e qualquer qualidade de
fazenda pretas e de cores, tanto para lejas, arma-
zeas e particulares, garantindoas cores e perfecao
das fazendas. e por sso convida a todos os seus
amigos e freguezes que o quizerem ajudar com a
sua proteccao, de procurarem na rua dos Pires n.
29, na Boa-Vista.___________________
Muda tica.

los Antonio da Cunta Guimares participa ao
respeilavel corpo do coramercio e aos seus fre-
guezes que traosferio seu estabelecimeiito de sec-
eos o molhados da rua da Senzala Velha n. 104
para a rua da Concordia n. 23, onde pmmetle ser-
vir aos freguezes que o honrarem, com lidrlidade
e precos commodos.________________
Offerece-se urna mulherpara amado casa de
familia, prestndole a todo o nrrico, excepto co-
zinhar e comprar: quem precisar, dirija-se ao
largo do Hospital n. 35.
- Offerece-se para feitor de eogenno um ho-
rnera, o qual tem milita pratica : em Santo Amaro,
ao p da fundico, taberna.
COMPRAS.
Conipra-se urna escrava de mcia idade que
sirva a urna familia de portas dentro e fra, e
saiba vender pelas ras : na rua do Passeio, casa
tvpographica da poru larga
Comprase papel Diario para emtrulho : a
loja de calcado n. 38 da rua da Imperatriz.
Comprarse effectivamente ouro e prata em
obras velhas: na praca da Independencia n. 22
loa de bilhetes.
Vaecina publica.
Tendo-se desenvolvido algumas pstulas vacci-
nieas, com o pus ltimamente innoculado, o com-
missario vacciaador convida aquellas pessoas que
precisaren! ser vaccinadas comparecerem as
quintase domingos no torreao da alfandega, e nos
sabbadosat as 10 1|2 horas da manhaa, na casa
-li saa residencia, segundo andar do sobrado da
rua eslreita do Rosario n. 30.
Precisa-se alugar dot.s pretos que sejam ro-
bustos [ara servico debaixo de coberta eochula :
a tratar na fabrica da travessa do Carioca n. 2,
caes do R*mos.
scriptorio de advocaciai
A' rua meiro andar.
O aduogado Cicero Peregrino continua 8
no exetricio de sua prolissao na rua do Jg|
rua do Queimado n. 30, primeiro andar, |^
onde pede ser procurado das lt s :t ho- ^
ras da tarde. fsji
wmmw&aaam
Alugam-se as loja- do sobrado n. 44 em
a rua da Aurora : quem prelendc-las diri-
ja-se loja dos Srs. Bastos & Magalhes,
na rua Nova, que acharo com quem tra-
tar.
Compra-s tima esrrava sadia e que seja perita
cozinheira : na rua do Queimado n. 39, loja.
Comprase umselim ingles: com todos os ar-
rotos, contanto que esteja em bom estado : na rua
do Queimado cscriptoii i n. 13, primeiro andar.
Attencao.
Compra-sc urna escrava moca, que cwinhe e en-
gomrae bem ; a tratar na rua do Passeio n. 3, loja.
No largo da Santa Cruz n. 84 compra-so urna
preta que cozinhe e faca os mais servieos de urna
casa._________________^________________
Compram-sedoas casas terreas que estejam
em bom estado, sendo em boas ras, no bairro de
Santo Antonio ou Boa-Vista : quem quizer vender,
deixe seu nome, morada e o numero da casa, na
loja do Sr. Figueiroa.
Comprase efectiva-
mente
ouro e prata cm obras velhas, pagando-se bem ,
na rua larga do Rosario n. 4, loja de ourives.
rO.1V Ii: FEK1AC.E1I
53 Eua Direita 53.
Camas de vento de louro a 35800 c i>5.
Ditas de amarello a 55-jOO e 65.
Fregderas de porcelana a 360 r.-. a libra.
Facas e garfos cravados, cabo prclo, a 25900.
Ditos ditos ditos cabo bran:o. a 35200.
Ditos ditos dilos cabo vado a 35600.
Ditos ditos meio balance a 4 >500.
Ditos ditos balanco, i boto, a 55500.
Ditos ditos dito 2 botos a 65-
Bandeijas grandes a 25, 25500, )5, 35300, e 45
muito linas.
Salitre refinado muito fino, 1" qualidade.
Vendem-sc eaixftes vastos a
1 gftOO: nesta typographia.
Panno de lgtf lecido de Mi-
nas, fazenda forte e cncnrpida, apro-
priada para o servico da lavoura, quer
para saceos, quer para roupa de escra-
vos: grande deposito na praca do Cor-
po Santo, escriptorio de Augusto Frede-
rico d'Ol reir.
Cavallo.
Vende-se um cavallo gordo e brm andador ; na
travessa do arsenal de guerra n. 7.
Vende-se una mulata rom 23 annos de ida-
de e urna lilha de 8 raezes. amba- sadias : quem
pretender dirija-se a rua Bella n. 34.
Pavdo.
Vende-se um casal de pavSes : rua da Florea-
tina n. 4. *
ltlt* tS Ni \ 1IO-
RAS DE IIOll OTO! '
Moimiiique, tanas e soulembarque.
Joaquim ltodjigues Tavares d> Mello acaba de
receber de Pars ede sua propria encommenda um
completo sorliuieiito de moirentique, capas e sou-
tembarqoe para senhoras, fazen la a melhor que
tem viudo a este mercado, os quaes vende jor mui-
to menos preco que era ouira qualquer parto : na
rua do Queimado n. 39, loja de 4 portas.
Allendilcll videtc.
Vende-se una dentadura de ouro c porcelana fi-
na, obra de apurado gosto e indispensavel a encu-
brir os effetos da senectudo pu falta de dentes.
Advcrle-se que a supradita tem iouco uso, bem
como que aceita-se em pagamento livros em bran-
co, metas elsticas, abacates e papel judiciario : a
tratar na sala do seguro._____________
Vende-se urna porro de i.iadeira cerrada
de assoalho, de louro e de amarel o, sendo os ca>
tadinhos de urna polle*ada, e fono, tudo por rae-
nos de seu valor : quem ouizer comprar, dirija-se
ao largo da ponte velha, no fim do caes de Capi-
baribe.
Vende-seo sitio o as propritdades do falleci-
do Fetosa, na estrada de Tygipi a tratar na rua
da Roda u. 32.
VENDAS.
Aluga-se o tereeiro andar da casa n. 8S da
rua da I nperatriz, e o sobrado n. 193 da rua Impe-
rial : na rua da Aurora n. 36.
Offerece-se um bom cozinheiro para hotel ou
asa de pouca familia : dirija-se ao becco da l.in-
gteta n. 30, taberna da esquina.
- Precisase de um caixeiro (pie tenha pratica
de uiiina: na rua Direita n. 14, travessa de S.
Pedro,___________________________________
Aluga-se urna boa escrava cozinheira : a tra-
tar na Iratressa das Barreiras n. 1
Irabalhos de escripiuracao.
O gnarda-u'v-ros de urna caa commercial, em
suas ho-as vagas, propoVse a fazer tr.ibalhos de
/-.ripturar.'io : quem de seu presumo quizer uti-
ii,sar-se, annaneje por esto Diarto.
Precisa-se de um moro que tenha pralica do
n:iir,'o d aii'.liite para se admittir no dito oflcio
c n obra grande, dando-lb,e'j que merecer: na rua
Direita u. 17. ___________________
- Aluga-*e o primeiro andar do sobrado dama
Dfreita a. 88: a tratar na boif a. oy jo segundo
andar do m&m sobrado.
No primeiro andar do sobrado n. 16 da Ira-
vessa dos Exposlos, preparara-se flores para todas
as armacoe de festas de igrejas por muito baralo
prego, e ten urna grande porcao feita i|ue se ven-
de muito em conla, apromptam-se ramos para do-
mingo de ramos, a seis vinlens e meia pataca, lu-
do de minie gosto, e enfeitam-se velas com llores
de cera de muito bom gosto a 4 e 55, com dhahas,
rosas, cravos e toda qualidade de ftoios feitas de
cera, fazem-se os ramos a gosto de quem os man-
dar fazer, e apromptam-se vestidos pretos para a
quaresma rom toda a brevidade, e gosto de seus
joos i na mesma rasa prepanm-se bandejas pa-
ra bailes cora armacao, e bouquetes de flores do
cera de todo goslo, dilos de allinins, ditos de pepel
fino, dilos de gomma, de panno e velludo, ludo
mais baralo do que cm outra qualquer parte, bor-
dao de fitas de ouro, lantijola para os bouquetes,
e laces para as velas; vende-se tambem um sorli-
mento de odas de rosas de papel a 15 a groza,
de todo o lamatiho, para as senhoras lloristas.
Alugam-se o segundo e tereeiro andares do
sobrado d;. rua do Trapiche n. 48, com frente para
o lado do Corpo Sanio : a tratar no armazem por
baixo.
D-SO 2:4005 a juros, ou todo ou a melade.
coui hypolheca em algum predio nesta cidade :
na rua do Queimado n. 24, se dir quera d.
Precisa-se de ama ama que cozinhe c com-
pre para casa de homem solteiro : na rua do
Queimado n. S, loja. _____________
Quem precisar de una ama sena, dirjase
rua da (ionceico da Boa-Vista n. 30, que adia-
r com quem tratar.________________________
Prarisa-se alugar una escrava para o servi-
co Interno de casa de familia, e um moleque de
boa conducta : p rua da Cadeia do itecife n, 5;
tereeiro andar.
LIVROS RELIGIOSOS.
Na livraria n. 0 e 8 da praca da Indepen-
dencia, vende-se as seguintes obras, a 1)5000
cada urna.
0 Novo Mez de Mara ou mez de mato, con-
sagrado ;t Gloriosa Mai de Deus, por um
sacerdote da diocese de Deten, trdozido
do italiano e adoptado pelos reverendissi-
mos padres capuchinhos de N. S. da Pe-
nha da cidade do Recife.
Relicario Anglico de Jess Clirislo e de Ma-
ra Santissiraa, olTerecido a Nosso Senhor
Jess Cliristo, preso columna.Novis-
sima edicao com a orai;ao mental, novas
devoces N. S. da Conceic3o da Rocha
e enriquecida com estampas.
Visita ao SS. SS. e Mara Sanlissima, para
todos os dias do mez,Actos (h' prepa-
racSo e acco de gracas para a sagrada
COmmunblO, Modo de tesar a eoroa
das Dores de Nossa Senhora, e ActOS
que o chrisfao deve 6izer ledos os dias.
Novissima ediCQSo adornadas com diver-
sas estampas, e augmentada de novas de-
voeQea N. S. da GooceicSo da Rocha c
Via Sacia.
0 Devoto ChristSo, instruido no compen-
dio da (lotitriiia, lias regias da vida de-
vota, do exame de Gonsctencia e prepa-
rarfio para a conflssao e coiiimuiihao, no
modo de ouvir missa e meditar o insa-
no, e no conhecimento das indulgencias
concedida! aos seus confrades.Novenas
da AsM'iicfio do Senhor, da Conceicao e
do Natal, das Almas, a novena e trezena
de Santo Antonio, a Via-Sacra breve, e
outras multasdevocQes, ruin indulgencias
parochlaese plenaiias.
Vendem-se cinco moradas de casas, um sitio e
tres esrravos. a dinheiro ou aprasi, atianca-se que
j as casas rende mais de 1 l| por cento, em bons
i lugares ; o motivo da venda po seu dono ir fa-
zer uina viagem : a quem convi.T este negocio.
dirija-se rua de Malinas Ferreira. em Olinda, n.
1, taberna.
Vende-se uina uei-agua na rua das (".aleadas
n. 19 : quem a pretender, dirija-se rua das Cru
zes n. 33, primeiro andar, que achara com quem
tratar.
Vende-se na rua do Imperador n. 67, a histo-
ria universal, em porluguez, por Cesar Cantu, edi-
cao enriquecida de 9(1 estampas, em perfeito es-
ttdoeboa encadernaco, por 155
Feijfio feijao eijao.
Una la Madre de Deus ns. 5 e O.
Vende-se saceos grandes com feijao das seguintes
qualidades: branco, amarello, rajado e mulatinho,
mais barato que em outra qualqier parte, assitn
como sardiiihas em barrisde 1,200 por 55000, ludo
proprio para lempo de quaresma.
Cal de Lisboa c potassa da
Rnssia.
Vende-se na rua da Cadeia do Recife n. 26, para
onde se mudou o antigo e arredrado deposito da
mesma rua n. 12, ambos os gneros sao novos e
legtimos, e se vendem a preco mais barato do que
utra qualquer, parte.
Algodao da Baha
para saceos de Batucar e roupa de escravo; tem
para vender Antonio Luiz de Oli /eir Azevedo &
C, no seu escriptorio rua da Cru: n. 1.
ixe.
Vrnde-se o verdadeiro pixe da Suecia : no ar-
mazem da bola amarell, no oitc da secretaria da
pulira.
= Vende-se urna morada de casa n. 3 do Jogo
da Bola, a meiacao de outra. conjunclamenle
outra por acabar e todas annexas na iih-iiki rua
e cora bons quintaes. sendo todas untas ou como
conver ao comprador, tambera sr aluga um sitio
na Floresta rom rommodos para una familia : na
casa de 4 faces junto a ponte do Yaradouro se dir
quem vende ditas casas.
Grande sortimento de fazen-
das pretas para a quaresma
na loja e armazem da Arara
rua da Imperatriz n. ti,
DE
Lourcnco Pereira Mcndcs Guimatts.
Fazendas pelas baratsimas.
Vende-se alpaca preta lina a 500, 600, 800 e 15'
o covado, sarja de la para calca e paletots a 6401
e 800 rs. o covado, bombazina preta lina para
aletots a 15400, lazinhas pretas proprias para
ulo para vestidos e roupa rio meninos por ser inui-
to_fina a 720 o covado, merino fino enfeslado a
25500 e 35, dito de cordao para paletots e caigas
a 25500 o covado: na rua da Imperairiz loja da
Arara.
rosdenaplc pelo {da Arara a 4i00 o covado.
Vende-se grosdenaple preto para vestidos a 15400,
15600 o covado, dito muito bom a 15800, 25,
25500 c 35 o covado, sarja preta hepanhola o
inelhor que tem viudo : na rua da Imperatriz loja;
e armazem da Arara n. 56 de Mendos Guimares.
Arara vende panuo fino a 15600 o covado,
Vende-se panno fino para caiga e paletota 15000,
25, 25500 e 35 o covado, cortes de casemira pre-'
ta para calca a 35, 35500 e 45, dito muito supe-
rior a 65 e 85 o corte : na loja da Arara rua da
Imperatriz n. 56.
Chitas da Arara a 210 rs. a covado.
Vende-se chitas de cores fixas para vestido a
240 e 280 rs. o covado, ditas francezas finas a
320, 360 e 400 rs. o covado, popelina de quadri-
nhos para vestidos a 280 rs. o covado, gorgurao de
linho para vestidos a 280 rs. o covado : na loja da
Arara rua da Imperatriz n. 56.
Arara vende lazinhas a 210 c 280 rs. o covado,
Vende-se lazinhas para vestidos a 240, 280 e
320 rs. o covado, ditas finas transparentes a 400 e
500 rs.. ditas ditas a Mara l'iaeom palmas de se-
da a 500 rs., fil de linho de cores para vestidos a
160 rs. o covado : na loja da Arara rua da Im-
peratriz n 56 de alendes Guimares.
Chitas de cederla da Arara a 320 rs. o rovado.
Vende-se lindos gostos de chitas para cobertas
de cores fixas a 320, 360 c 400 rs. o covado, cha-
les de merino estampados a 25500, dilo de la e
seda a 25 : na rua da Imperatriz na loja e arma-
zem da Arara n. 56 de Mendes Guimares.
Sriiinlias da Arara a 500 rs.
Vende-se sedinhas de listrinbas para vestidos a
500 rs. o corado, ditas Unas de quadrinbos a 800
rs.. lias especlaes cora 4 palmos de largura com
palmas de seda para vestidos a 800 rs. o covado,
teneos brancos a 200 cada um : na loja da Arara
rua da ImpeMrk n. 36.
Arara vende os manteletes t capas pretas.
Vende-se manteletes pretos ricamente enfeita-
dos de. grosdenaple, soutembarque pretos de gros-
denaple ricamente enfeilados por prego baratsi-
mo : na rua da Imperatriz n. 56 loja da Arara.
Iloupa feita da Arara.
Vende-se paletots pretos de alpaca a.15, 35500,
dilos de panno lino a 55 e 65, ditos a 85, 105 e
125, ditos de brim a 25500 e 35,ditos de meia ca-
semira a 35500 e 45500, ditos de casemira de co-
res a 65, calcas feitas de meia casemira a 25, di-
las de brim c ganga a 25, ditas de casemira a
3#3d0, 55 e 65, ditas pretas a 45, 55 e 65, se-
roulas francezas a 15600, ditas de linho a 15800 e
25500, camisas francezas a 25 e 25500, ditas de
cordo e de linho a 256O0 e 35, roupa feita s se
vende barato na loja da Arara rua da Inqieratriz
n. 56.
Cortes de rassa a 2-'>.
Vende-se cortes de eassa franceses a 2-5. rosca-
dos franceses nm corto rom n invado a 35, co-
bertores de algodo a 15 u 15600 : na rua da Im-
peratriz n. 56 loja da Arara.
Arara vende inadapolo enfestado a i\
Vende um novo madapolo francez enfestado
muito bom para camisas a 45 e 45500, algodao
tamoem se vende barato, bramante de linho, brim
de linho trancado para calcas a 15 e 15280 a va-
ra, bretanba de linho, brim liso para lences a
440, 500, 640 e 720 rs. a vara, destas pechincbas
s na Arara_rua da Imperatriz n. 56 loja de Men-
des Goitnaraes.
Arara vende as rassas a 200 rs.
Vende-se ras-as para vestidos a 200 e 240 rs. o
rovado. organdys finos pan vestidos a 2S0 e 320
rs. o covado. cobertas de chita para cama a 25 :
na rua da Imperatriz n. 5(1.
Arara vende os baldes rrinoline de anos a 3o.
Vende-se balos crinoline de arcos americanos
de todos os tamaitos de 15. 20, 25, 30 e 40 arcos
a 35,35500, 45 e 45500. ditos de musselina a
45, ditos novidade a 35500: na rua da Impera-
triz loja da Arara n. 56.
LOJA DO BEIJA FLOR.
Una do Queimado numero ('>:.
Cravalinhas para senhora.
Vendem-so gravatinhas de/Iiversos gostos mais
modernos a 720 e 800 rs. : na rua do Queimado,
loja do beija-llor n. 63.
Fitas para delirum de vestidos.
Vendem-se litas para debrum de vestido de Jinho
com 12 varas a 400 rs. a pega : na rua do Quei-
mado, loja do beija-llor n. 63.
Peales Iravessos.
Vendem-se pentes Iravessos de caracol na
fronte de borracha a 500 rs.: na rua do Queima-
do, loja do beja-flor n. 63.
Papel lirira dourada.
Vende-se papel beira dourada a 15200 e 15300,
diio de cor de beira dourada a 15100 : na rua do
Queimado, loja do beija-llor n. 63.
Aiivelopes.
Vendem-se anvelopes de diversas qualidades
branco a 800 rs. e de cor a 640 rs., para cartas de
visita a 400 rs., preto a 720 r?. : na loja do beija-
llor ua rua do Queimado n. 63.
\ lillas de aljfar.
Tendo recebido voltas de aljfar com cruzes de
pedra imitando a brilhanle vende-se a 15 cada
urna : na rua do Queimado loja do beija-flor n. 63.
Camisas de mcias.
Vendem-se camisas de meias muito finas a
15200 e 15300 : na rua do Queimado, loja do bei-
ja-flor n. 63.
Enfeiles de lila.
Tendo recebido enfeiles de fita pretas e de co-
res mais modernas que se esto usando a 15 cada
um : na rua do Queimado, loja do beija-lbr n. 63.
Fila de la preta para delirum.
Vende-se fita de la preta para debrum com 10
varas a 900 rs. a pega : na loja do beija-llor rua
do Queimado n 63.
Fitas de linho para bordar vestido
Vendem-se fitas de linho para bordar vestido
ou roupioho de meninas com 40 varas a 640 e
800 rs. a pega s quem tem loja do beija-flor
rua do Queimado numero 63.
Botoes de madreperola.
Vendem-se boles de madreperola mais moder-
nos que tem vindo para punhos de senhora a 320
rs. o par : s quem vende por osle prego na
rua do Queimado, luja do beija-flor numero 63.
Fita de velludo para bordar vestido.
Vende-se fila de velludo preto com 10 varas a
900 rs. a pega : s quem tem por este prego a
loja do beija-flor da rua do Queimado n. 63.
Fita de velludo bordada.
Vende-se fita de vellado prelo bordada de di-
versos gostos e mais modernos proprios para qua-
resma : s quem lera a loja do beija-flor rua do
Queimado a. 63..
Franja preta.
Vende-se franja preta de diversas larguras para
enfeitar capas ou manteletes os mais lindos ges-
tos que so pode encontrar : na oja do beija-llor
rua do Queimado n. 63.
Facas garfos.
Vendem-se facas e garfos de balango de 1 bo-
tan i ."5500 a duzia, ditas de 2 botes a 65400 :
na rua do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Dminos.
Vendem-se dminos muilo finos a 15200 e
15400 : na loja d n. 63.
Visporas.
Vendem-sc visporas muilo finas a 800 rs. : na
rua do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
A AGUA BRAMA
receben:
Sapalinbos desetim branco bordados pata bap-
lisndos.
Meias de seda branca para o mesmo fim.
Mu bonAas e delicadas louquinbas enfeiladas
para dilo.
Pulseiras e volias de contas brancas para senho-
ras e meuiuas.
Fita branca e preta do borracha, cora diversas
larguras.
Transelins de borracha sonidos em cores.
Trancinha preta de la, e outras tranciultas de
la denosto novo e mu bonitas para enfeiles.
Enfeites conservadores para senhoras.
PAPEL INGLEZ
almaco e de peso.
Alero do grande sortimento de papel greve e ou-
tras muitas qualidades, que constantemente se
acham na loja d'aguia branca, faz-se notavel pela
supenoridade de qualidade o papel inglez alma-so
e de peso, que acaba de chegar para a dita loja ;
um e ouiro sao mui encorpados e de um asselma-
do luslroso e macio, que na verdade ai odos agra-
dara. As resmas daqueile lem 480 folhas, e as
deste 500, e cusa cada urna 85. Tambem veio da
mesma qualidade e de tamaito pequeo, em cai-
xinhas de 100 folhas, tanto liso como beira doura-
da, custando este 25, e aquelle 15200 a caixinha.
J vi'em pois os apreciadores do bom papel que
dirignlo-se munidos de dinheiro serao bem servi-
dos : r a rua do Queimado, loja d'aguia brauca
numero 8.
MOTO PEITE^
de concha.
Chefaram novos e bonitos pentes de concha,
sendo de tartaruga, massa e dourados; agora,- pois,
dirigirem-se com dinheiro rua de Queimado,
loja d'gnia branca n. 8, antes que se acabem.
FRASCOS
com gomma arbica dissolvida : vendem-se na
rua do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
Fivelas com pe dr asno-
vo sortimento.
A aguia branca recebeu por esse ultimo vapor
um ero e bello sortimento das procuradas fivelas
com i" dra-. podendo assim' satisfazer a todos que
dellas irecisarem, urna vez que appareca dinhei-
ro : n.'i rua do Queimado, loja d'aguia branca nu-
mero .
COPOS COM BA-
A aguia branca acaba de receber os bem conhe-
cjdos e apreciados copos com banha, os quaes es-
to serdo distribuidos com aquelles pretndanles
que corilribuireo com 25500 a vista : isso na rua
do Queimado, loja d'aguia branca o, 8.
MIJITO BOAS MAS
paira senhoras e mesillas.
A ag a branca recebeu mui boas meias france-
zas, de tino tecido c fio redoudo, o que as tornam
de immensa duraco, porque muito convm, ainda
mesmo custando 7 e 85, come se estao vendendo a
dinheiro vista, na loja d'aguia branca, rua do
Queimado n. x.
I^uvas de pellica.
Chegaram para a loja d'aguia branca, rua do
Queim.'.do n. 8.
RIVAL
SEM SEGUNDO
Hita do tuelmado ns. 49 e 55,
loja de miudezas de Jos de Azevedo Maia & C,
priocipia o novo annoa torrar miudezas pelos pre-
ces que a todos causa admiragao, a saber :
Pares de sapatosde tranga muito tinosa 15600.
Frascos de oleo babosa dos melhores fabricantes a
240 n.
Ditos maioresa 400 e 500 rs.
Frascos d'agua de Colonia muito finos a 400 rs.
Saboneles muilo finos a 160, 200 e 400 rs.
Frascos grandes de agua de Lubin, o inelhor,
1550).
Lapis d 3 tinta encarnada muito finos a 40 rs.
Xovellos de linha com 800 jardas a 120 rs.
Ditos do dita com 400 jardas a 80 rs.
Frascos de macass, oleo muilo superior, a 100
Duzas de dedaes brancos em caixas de vidro
320 rs.
Papis de agulhas a balo Victoria a 60 rs.
Banha transparente muito superior a 700 rs.
Dita Japoncza muito lina a 800 rs.
Duzia (c Jabonetes muilo finos a 720 rs.
Papis de agulha com toque de ferrugem a 10 rs.
Crozas de botoes de madreperola muito finos a
560 rs.
Peras de fita de cs, estreitas, com 10 varas, a
320 rs.
Novellos de linha branca do gaz a 30 rs.
Carreleis de linha de cores muito fortes a 20 rs.
Carmes e caixas de clcheles francezes a 40 rs.
Botoadtiras brancas e de cores para colletes a
120 rs.
Frascos de banha, pechincha, a 240 rs.
Ilonets para meninos, fazenda fina, a i.
Caixas preparadas para rostureiras a 15500,25 e
35000.
Mssos de grampas lisas e finas a 30 rs.
Caixas de palitos do gaz e de cera finos a 20 rs.
Duzia de facas e garfos de 1 bollo superiores a
55500.
Duzia de ditas e ditos de 2 botoes finissimos a
65500.
Grozas de palitos do gaz a 25200.
rea pieta muito fina a 100 rs.
Caixas de rap com espelho a 100 rs.
C/3
;-
S.C.
I* CHINCHA
Custodio, farvallio & l'oiupa-
nlila.
27Kua do Queimado27
Novas lazinhas escossezas muilo lindas, fazenda
encorpada, proprias para vestidos de senhora e
crianrinhas, pelo barato prego de 240 rs. o covado.
_ rj r. !l *** **
c s s; g. & M -M
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O O. T:
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Vende-se
urna cabra de leite muito mansa : na rua Direita
numen) 83.___________________________
Vende-se urna boiiitavrioulinha de idade de
7 8 ;.nnos. muito propria para unta casa de fa-
milia tambem urna preta crioula de 30 40 an-
uos de idade, boa lavadeira e disposta para lodo o
servico de casa c de rua : a tratar na rua do Im-
perador, sobrado n. 2, entrada pela rua de S. Fran-
cisco.
Uvas di snlao.
Vencfem-se ovas do sertao : na rua do Queimado,
loja de ferrapens 11. II.
Vende-so oa rua da Cadeia n. 55, tereeiro
andar, urna escrava mora de naco, propria para
o servico de casa de familia.
Armacao

Vene e-se a armagao da taberna da rua larga do
Rosarc n. 35, propria para qualquer negocio por
preco cominodo : a tratar na mesma.
/



Diarlo de reruaoibuco (fctiai'fa elra 55 f de Fcvercii'O Je 1S64L.
N
S
\
GRAUDE RDVOMJClO
VA
NO
ARMAZ
DO
0 honiem do movinieuto nfio estaciona.
AVANTE E SEHPRE
GUERRA AOS INIMIGOS
Mo se admitte a unio comuiercial.
Xao sequer a (liaba da allianca.
Nao se teme a furi i dos corsarios.
Este anuo ha de ser bisseilo.
Os cuntios esto preparado.
FOGO! BOM FQ60!! MELHOR FOGO!! I
Abaixo a li w d'iiia no vinagre
Viva a liga do genuino Clicres cora o fiambre!
Yi'y'a o conservador das conservas inglezas!!
Vivara os 'iberaes freguezes do BALIZA !!!
Vivam todos que lfcro este aunuii io.
SENIIOIiES E SEIS HORAS.
O proprietario do grande Armazem do Baliza estabelecido rua do Livramento ns.
38 e 38 A, defronte da grade da igreja, acaba te reduzir os precos de quasi todos os
gneros do seu magnifico deposito.
A tarifa abaixo publicada atiesta bem esta vet dade.|
A guerra aos inimigos, est portanio, assim declarada.
As pessoas,ainda asmis exigentes,quese dignaren vir este estabelccimento,
ficarlo por certa rauito satisfeilas, nao s quanto s qualidades des gneros, como com o
tratamento todo altencioso que se llies dar.
Alm documprimentodos deveres da bon educado, haver d'ora em diante ainda
maior capricho em salisfazer lodos que honraren asta casa.
Os gneros pelas qualidades e precos annunciados, sero offerecidos ao exame
dos Srs. compradores. Noreceieo publico que sepraliqueo contrario, como em oulras
casas, que at annunciam o que nao tem-----O Baliza n5o Ilude....
Ameixas francezas em caixinlias e em frascos Licores inglezes e francezes em vazos de di-
de diversos tamanhos a l,2oo, l,Goo,' tersos tamanhos a l.ooo, l,5oo e 4,8oo
2,000,2.5oo e2,8oo rs. e a libra a 8oo rs. rs. a duzia.
Amendoas novas a 32o rs. a libra. Manteiga ingleza flor a 8oo rs. a libra c de 8
Azeite doce refinado a 8oo rs. a garrafa. '''ras para cima ser aberto umbarril na
dem de Lisboa a 64o rs. a garrafa e 4,8oo! presenta do comprador.
45 Ra Direita 45
Oicam! okam!!!
CALCADO
liuin e novo, a primira necesaidade para a sau-
dc e aformoseamento do individuo I
Meu Dos I.,. qoe pi de patrio ?e lobrigam por
essas ras! ame lijiura horrenda e nauseante a
de um paletot bei talhado sottranceiro a um
quedes mido ana duas solas I un balio bem tor-
neado e bambaleante deseobrindo una ponta de
botina safara o carcomida 11
Sania Barbara! I Corran ra Direita, bellas e
rapazcsl sacopam na praia csses malditos quedes,
e compren):
BoraeguiDS do Nantes 8A00O.
Ditos francezes de bezerro 75.
Ditos francezes para homcm '--
Muoa para senliora.de lustre, enfeitados, o&oOO.
Ditos para senhora, caspia alta, 43800.
Botinas de menina 25KH).
Ditas de core* para menina 25000.
Sapatoesde Nantes do duas sotas
Ditos de sola c vira -Voo.
Sapatos de lustre para senhora 15.
Hitos de tapete para honiem e senhora 800 rs.
Ditos da liga constitucional .'ioo rs.
E um sorlimenlo completo em sola, vaquetas,
couros, bezerro francez como nenhum, couro de
lustre muito grande, e ludo quanto pertence arte
de S. Chrispim.
rs. a cariada.
Alpiste a 16o rs. a libra, e 4,8oo rs. a arroba.
Arroz do Maranhao, da India, c Java a 8c e
loo rs. a libra.
dem de 2.a e 3.* qnalidade a 7oo, 6oo e 4oo
rs. a libra,
dem franceza a 560 rs. a libra, eem barril
Djr menos.
. dem em latas a 23000 c a 15300 a lala.
Aletrta branca e amarella a 4oo rs. a libra Massa de tomale cm b5rri| a 480 rs a ,bra
Araruta verdadeira a 32o rs. a libra. idemem lata a 640 rs. a lata.
Batatas novas em gigos de 36 a 4o libras por; Mostarda in I.ooo rs. ea 4o rs. a libra.
Biscoitos inglezes Lunch a 18oo rs. a tata de
5 libras.
dem de diversas marcas em latas menores
a l,3oo rs.
dem de Lisboa de qnalidade especial em la-
tas grandes e pequeas a 3,ooo e 4 ,5oo rs.
Bolacliinhas americanas, a 3,ooo rs. a barrica
e 2oo rs. a libra.
Banha de porco a 44o rs. a libra, e em barril
a 4oo rs.
Baldes americanos muito proprios para com-
pras a l.ooo rs.
Cha huxym, hysson e perola a 3,ooo, 2,8oo,
2,5oo, 2,ooo e l,6oo rs.
dem preto a 2,ooo, l,6oo e l.ooo rs. alibra.
Chan|>agne a melhor do mercado a 12,oooo
gigo e a l,2oo rs. a garrafa.
Chocolate francez pnmeira qualidade a I,loo
rs. a libra.
dem hespanhol a l,2oo rs. a libra.
dem suisso a l.ooo rs. a libra.
Cerveja branca marra Allsopps a 4,5oo rs. a
duzia, e a 4oo rs. a garrafa.
Cognac inglez a 64o rs. a garrafa a 8oo e a
600 ris o pote.
Mar melada imperial dos melhores fabrican-
s de Lisboa a 600 rs. a libra.
Marrasquino de zara a 8oo rs. o frasco e a
S0 a duzia.
Massas para sopa, ta-lharim e macarrao a
480 rs. a libra.
dem finas, eslrelinha e pevide, caixinha
com 8 libras a 15600.
Noces a 16o rs. a libra.
Peixe preparado de escabeche, da melhor
jualidade que tem vindo ao mercado, a
15 a lala.
Prosanto de lamego muito superior a 480
re. a libra,
dem para fiambre (inglez) a 640 ris a
libra,
dem americano a 400 rs. a libra.
Papel almaco a 35000 a resma,
dem de peso a 25 a res na.
Palitos para denles a 160 rs. o maco.
Dito dito de fjpr a 200 rs.
Di los do gaz a 2?200 a groza
Paisas novas a 480 rs. alibra e a 15800 a
caixa.
Queijos flamengos do ultimo vapor a 25300.
Dito londrino a !)00 rs. a libra.
Rita do 4|ueiuiado unineros
4 e ...
esta disposto a continuar a vender pelos precos
abaixo declarados, pois para principar o novo
anno.
('.aixas de obreiasde cola muito finas a 40 rs.
Varas de franja de laa de todas as cores a 40 rs.
Ditas de tranca de laa de todas as cores a 20 rs.
Ditas de trancelim branco muito superior a 20 rs.
Trancas de algodo brancas e de cores a 80 rs.
Duzias de meias para senhora muito superiores a
3*800.
Grozas de penna de ac muito finas a 500 rs.
Caivetes de duas e tres folhas a 00 rs.
Ditos de urna folha a 80 rs.
Caixas para rape, muito bonitas de calungas, a
100 t.
Capachos redondos e compridos a oOO rs.
i'.ai xas com muito superiores obreias a 40 rs.
Varas jde franjas brancas e de cores, largas, a
160 rjs.
j Pares de botCes para punho muito bonitos a 120 rs.
; Carreteas de linha Alexandrc com 200 jardas a
| 100 rs.
Ca toes de linha Pedro V com 200 jardas a 60 rs.
1 Ditos de linha de 50 jardas a 20 rs.
1 Duzia de meias brancas para homem a IG00.
: Caixas com soldados de chumbo a 120 rs.
i Tinleiros de. vidro com superior tinta a ICO rs.
Ditos de barro a 100 rs.
Grozas de botoes oe lou^a pratiados a 160 rs.
i Tesouras muito finas para costura a 320 rs.
' Ditas ditas maiores e melhores a 400 rs.
; Escoto para limpar dentes muito fins a 200 rs
I Ditas para unhas a 800 rs.
; Laa de todas as cores para bordar a 75 a libra.
Caixas com phosphoros de segranos a 160 rs.
Cademos de papel branco e azul a 20 rs.
j Pacotc de papel amizade a 600 rs.
Caixas com 100 anvelopes muito superiores a
800 rs.
J Cadernos de papet de cores, grande c pequeo, a
' 40 rs.
. Silabarios portuguezes com calungas de todas as
qualidades a 320 rs.
Graxa em latas muito nova a 100 rs.
) Cartas e taboadas para meninos a 60 rs.
| Caixas com superiores iscas para charuto a 40 rs.
i Cairelis de linha de cores com 200 jardr.s a 60 rs.
i Baralhos muito linos para voltarete a 280 rs.
Rodinhas com alfinetes francezes a 20 rs.
Cartas de alfinetes francezes finos a 40 rs.
Caivetes de cabo de madreperola de duas folhas
a 500 rs,
I.nvas brancas de algodao finas a 80 rs.
Miadas de linha froxa para bordar a 60 rs.
GRANDE CUSA ~~
PARA TODAS AS MOLESTIAS DO
Ti.lT In
. 6 WM l M ITMIIHIS.
l.ooo rs.
Concervas inglezas em frascos grandes a 78ojD prato a 010 rs. a libra.
rs. o frasco. I Sardlnhas de Nantes a 320 rs. a lata,
dem francezas de muitas qualidades a 5oo Ditade Lisboa a 640 rs. em lata grande.
rs. o frasco e a 3,5oo rs. a duzia. Sag muito superior a 240 rs. a libra.
Charutos neste genero temos grande sorti-[Sal refina lo, em potes de vidro, a 600 rs.
ment tanto da Babia como do UiodeJa- Pole-
Sabo massa a 120, 160, 200 e2i0 rs. a
libra.
Tcucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Hito de Santos e 300 rs. a libra.
Tijolo para limpar facas a 140 rs. cada um.
Vassouras americanas a 64o rs, cada urna,
dem do Porto a 400 rs, cada urna.
Velas de carnauba e composicao a 320 rs. a
libra e a 105 a arroba.
dem stearinas superiores a 560 rs. o
maco, e em caixa por menos.
Vinhodo Porto, neste geneno temos o me-
lhor sortimento possivel, que vendemos
por precos muito haixos a 15 a garrafa e
a 10/ e 12.5 a duzia.
dem Cherry, e da Madeira em barris e em
caixa, a 125 a caixa e o barril conforme o
tamanho
dem de Figueira e Lisboa, em ancoras de
8 a 9 caadas, por 285000.
Dito em pipa a 35000, 35500 e45ooo a ca-
ada
neiroa l,6oo, 2,2oo, 2,5oo, 3,ooo e4,ooo
rs. a caixa.
Caf do Cear muito superior a 28o rs. a libra
e a 8,oo rs. a arroba,
dem do Rio a 3oo e 28o rs. a libra.
Ceblas a 9oo rs. o molho com mais de loo
ceblas.
Chouricas e paios a 72o rs. a libra.
Cevadinlia de Franca a 2oo rs. a libra.
Cevada muito nova a 8o rs. a libra.
Copos lapidados a 5 e 6,ooors. a duzia.
Doce de goiaba em latas a 4oo rs. a libra,
dem de caj em latas a 320 rs. a libra.
Ervilhas francezas e portuguezas a 5oo e 6 lo
rs. a lata.
dem seccas a 16o rs. a libra.
Figos de comadre em c3i.\inhascom8 libras
prr 16oo rs.
Farinha do Maranhoa 12o rs. a libra.
Farifiha de trigo muito superior a 12o rs. a
libra.
Farelo em saceos grandes a 4,ooo rs. o sacco
Genebra ingleza marca gato a 1 ,ooo rs. a gar-
rafa.
dem verdadeira de Hollanda em frascos muito
grandes a 1,2oo rs. o frasco,
dem de Hollanda em frascos pequeos a 5oo!
rs. o frasco,
dem de laranja a l.ooo o frasco.
Gemina do Aracaty a 8o rs. a libra.
Graxa a loo rs. a lata e l.loo a duzia.
Linguas americanas de grande tamanho
l.ooo cada urna.
dem do Porto, denomiuado Baliza, a 55 a
caada,
dem idem em garrafoes a 25300, com o
garrafo.
dem de Bordeaux, das melhores marcas que
vem ao mercado, a 65 a caixa e a 640 rs.
a garrafa.
i Vinagre de Lisboa a 15600,158oo e 25000 a
caada.
; dem idem.em garrafoes com 5 garrafas, por
15 com o garrafo.
Vmho de caj a 15 a garrafa. Este vinho
tem dez annos.
Kua da Senzalla n. 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston & C,
sellins e silbos inglezes, candieiros e casti-
gaos bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
chicotes para carros e montara, arreios para
carros de nm e dous cavallos, e relogios de
ouro patente inglez. ______________
"GAZ GAZ GAZ
por preeo reduzitlo.
Vende-se gaz da melhor qnalidade pelo
pre.o de 105 por lata de 5 galoes : no ar-
mazcm do Caes do Ramos n. 18 e ra
Trapiche Novo n. 8.
do
FaZEWiS
baratas para acabar.
Sedas de qoadros ede listras a 320 rs. ocova-
do, lin-las laas de qualrinhos a 360 o covado, su-
periores cassas de cores a 200 rs. o covado, dita;,
muito inas a 240 o covade : na loja das colnmnas,
na rua do Crespn. 13, de Antonio Correia de Vas-
concollos d C.
o.s cortinados do l'avo.
Vcndem-se ricos cortes de cortinados adamasca-
dos proprios para janellas e camas pelo barato
iieco de 9 a peca : na rua da Imperatriz n. 60,
oa de Gama > Silva.
Pechlncha do l'avo.
Para corliuados a i.\
Vendem-se pecas de cassas adamascadas com
lindos Bordes tendo 6 varas cad.i pe^a pelo barato
pieco de 4,8, ditas com li varas a 35, sendo pro-
prias para janellas, camas, bercos etc., etc. : isto
s na loja to l'avo rua da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
a S05OO e 3.
Vcndem-se pecas de cambraias brancas lavra-
das proprias para vestidos tendo 8 1(2 varas a 3,
ditas com G 1|2 a 2*500, ditas ditas a 3*300, 4*
c 4*300, isto pecbindia : na loja de Gama
S Iva, rua da Imperatriz n. 60.
Os precisos lalheres pa-
ra criancas.
Cliegaram e acbam-se venda na rua do Quei-
mado, loja d'aguiabranca n. 8.
AS
Pihuas Yegctaes Assucaradas
De Kemp
Compostas dos dois ovos resinoides cli mia-
dos l'onopiiiLixA e LaPTAMomifA, o inteira-
mciite livres de Mercurio on ootroa venenos
minenue o metellieos, sao de grande ut>
ilado i.,>> paizoa clulos en cazos de
DYSPEPSIA, ENCHAQECA,
l'onstipacao ou Prizo do Ventre,
PADECIMENTOS DO HGADO,
Afectes Biliosas,
HEMORRHOIDS, CLICA,
Ictericia,
FEBEE GASTEO-HEPATCA,
li otitras fiifcrmidadrs nntilotai
Eilas vao rpidamente substitiiindo os ant'go
purgantes drsticos.
venda as boticas de Caors A Barboza,
rua da Cruz, e Joo da C. Bravo &C., rua
da Madre deiDeos.
Venda de urna hypotheca.
Os liquidalariosda massa fallida de
Jos Antonio Basto vendem a liypnlhe-
ca que tem nos cngcnlios Mallo Gmsso
c Cajabussn no termo de Scrinhacm no
valor de 31:83o$9i1 re.; tratar as
casas a rua do Trapiche n. 34.
AGENCIA
DA
FUNDCAO DE LOW-MOOR.
Rua da Senzalla nova o. 42.
Neste estabelecimento contina a baver
um completo sortimento de moendas c meias
moendas para engenhe, machinas de vapor
e taclias de ferro balido e coado, de todos os
tamanhos para ditos.
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em asa de S. P. Johnston C.
rua da Senzalla Nova n. 4.
Rua da Senzalla .Nova n. 42.
Neste estabelecimento vendem-sc: tachas de
ferro coado libra a 110 rs., dem de Low
Moor libra a 120 rs.__________________
Vende-se urna armacao de amarello, emerni-
sada e enviilracada, propria para qual<|ucr esta-
belecimcnto ; assim como duas pratelclras grandes
de louro, proprias paraarmazcm, por ireco razoa-
vel : na rua do Crespo n. i.
RUA ttA CADEIA 1IO RECTFE2 M. 53
NOVO E
GEA1IDS AB1CZB1 DB MOLSADOS
RUA DA CAMBIA HO RECIFE 53.
Francisco Fernandes Duarle acaba de abrir na rua da Cadeia do liecifen. ta, um grande 2 sortido armazem de mellados de-
nominado Uniao Mercantil. Neste grande armazem encontrar sempre o respeilavel publico um completo sorlimenlo dos melhores
gneros que vem ao mercado, unto estrangeiios, como nacionaes, os quaes sero vendidos ein porpes ou a retalbo por precos a*s
commodos. *
Manteiga ingleza especialmente escolhida Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e
de primira qualidade a 800 rs. a libra, | 10200 a caada.
em barril se faz abatimento. Azeite doce retinado em garrafas brancas a
Manteiga franceza a mais superior do mer-1 800 rs.
cado a fitO rs. a libra, e 520 rs. em barril Azeite doce de Lisboa a G40 rs. a garrafa e
ou meio. 4^800 a caada.
Prezuntos inglezes para fiambre. Je superior Genebra de Hollanda a 500 rs. o Irasco e
qualidade, chegados neste ultimo vapor, a 50800 a frasqueira.
rs. a libra. Caixnhas com ameixas francezas, ernadas
Queijos flamengos chegados neste ultimo
vapor a 20800.
Queijo prato muito fresco e novo a GiOrs.
a libra.
Castanbas muito novas a 120 rs. a libra e
e 30000 a arroba.
Cha uxin o melhor que ha neste genero,
mandado vir de conta propr a a 20800
rs. a libra.
Cha hyson muito superior a 20LGO rs. a li-
bra ; cha hysoo proprio par negocio a
10500 rs. a libra.
Cha preto muito superior a 20 a libra.
Biscoulos inglezes em latas com differenles
qualidades, como sejam enluto!, victoria,
piquelez, soda, captain, seed, bornez e
outras muitas marcas a 10350.
Bolachinha de soda em latas grandes a 20.
Figos em caixnhas hermticamente lacra-
das, muito proprias para minio a 10500.
Caixinhas de 4 e 8 libras de Dgcs de coma-
dre a 10 e 20 cada urna.
Passas muito novas, chegadas neste ultimo
vapor a 50o rs. a libra e 30 um quarlo ;
e em caixa se faz abatimento.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior que
tem vindo ao nosso mercado a 180 o gigo,
garanle-se a superior qualidade.
Vinho Bordeaux das melhores qualidades
com ricas eslampas na caixa exterior,
muito proprias para mimo.a 1020", 10500
e20.
Frasco de vidro com tampa do mesmo, con-
tendo meia libra de ameixas francezas, a
10200.
Marmelada imperial, dos melhores conser-
vemos de Lisboa, em latas de I e meia a
2 libras a GOO rs a libra.
Fructas em calda das melhores qualidades
que ha em Portugal em latas hermtica-
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muito novas a G40 rs. alibra.
Nozes muito novas a IGO rs. a libra.
Amendoas de casca raolle a 400 rs. a libra.
Avelas muilo novas a 200 rs a libra.
Amendoas confeitadas de diversas cores a
800 rs. a libra.
Sardinha.s de Nantes a 340 rs. o quarto e 560
rs. meia lata.
Latas cora peixe em posta : savel, corvina,
vezugo, cherne, linguado, lagoslinha, a
10300 rs.
Salmo em latas, preparado pela nova arte
de cozinha, a 800 rs.
Maca de tmales em latas de 1 libra a GOO
ris.
Chouricas e paios em latas de 8 e meia libra
por 70.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra e
80GOO a arroba.
Rolaxinha ingleza a 320 rs a libra e 40 a
barrica.
Sag muilo novo a 240 rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 200 rs. a libra.
Farinha do Maranhao a 120 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 320 rs. a libra.
Cevada a 120 rs. a libra e.0 a;arroba.
Alpislaa 160 rs. a libra e 408CO a arroba
Batatas muito novas em gigos com 40 libras
por 10500.
Cebollas a 10 o molho com mais de 100 ca-
da um.
Caf lavado de primira qualidade a 300 rs.
a libra e 90 a arroba.
Macas e peras chegadas nesle ultimo vapor, Car do Cear muito superior a 280 rs. a li-
muito perfeilas, s vista se faz o preco. I bra e W0 a arroba.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada um.
Caf do Bio, proprio paranegocio, a8>.
Arroz do Maranhao a 100 rs. a libra e 20800
Ervilhas francezas e portuguezas era latas de a arr?ua;
1 libra a 610 rs. | Arroz de Java a 80 rs. a libra c 25400 a
Ervilhas seccas muilo novas a 160 rs. av arroba-
libra. IVellas de spermaceti a 560 rs. a libra e
Chocolate francez, o que ha de melhor neste' v **? [s-se fo^Kem cPaixa: oaA
genero, a 10200 a libra. IV e carn3llha refinada a 320 rs. o mas-
Chocolate'hespahol a 10200 a libra. L so e,a !)^ a arr^a-
n .' ,. Uocede goiaba a 640 rs. o caixao.
Genebra de laranja em frascos grandes a 19. Macarr3o> la,harim e a!etria a 480 r8_ ;i.
que se pode desejar de 70500 a 80000 a Cerveja branca e preta das melhores marcas bra e caixa ,
caixa e 720 a 800 rs. a garraf;,.
Caixas com vinho do Porto superior de 90
a 10*a duzia, e 900 a 10a garrafa; deste
genero ha grande porcao e de differentes
marcas acreditadas que j se venderam
por 149 e 150 a caixa, como sejam: Duque
do Torio, Lagrimas do Douro, D. Luir,
Camoes, Madeira secco. Carca ellos, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
Vinho de pipa: Porto, Figueira 3 Lisboa, a
400,480 e 500 rs. a garrafa, e 30, 30200
e 30500 a caada.
Vinho branco de superior qualidade, vindo
j engarrafado a 640 rs. agarnfa e a 500
rs. de barril.
500 rs- a garrafa e
qualidade a 800
que ha no mercado a
W800 a duzia.
Cognac inglez de superior
e 10200 a garrafa.
Licores francezes das seguinles qualidades :
Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames
e de outras* muitas marcas a 10 a garrafa
e 100 a caixa.
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e
90 a duzia.
Mostarda ingleza em potes j preparada a
400 rs.
Mostarda ingleza em p, em frascos grandes,
a 10 cada um.
Sal refinado a 500 rs. o pote.
Eslrellinha,pevide earroz demassa para sopa
a GOO r>. a libra e 30 a caixa com G libras.
Palitos di dente lixados com flor a 200 rs.
o masso, ditos lixados sem flor a 160 rs.
o masso com 20 massinhos.
Gomma de engommar muilo fina a 80rs. a.
libra.
Banha de porco refinada a 480 rs. a libra e
400 rs. em barril pequeo.
I Charutos dos melhores fabricantes de S. F-
lix, em caixas inteiras ou em meias, de
10600, 20 e 30.
.Presuntos do reino, vindos de conta propria
de casa particular,a 400 rs. a libra; iniei-
ro se faz abatimento.
Os senhores que comprar^m de 1000000 para cima, terio o descont de 5 por cento, pelo prompto pagamenlo.
RUA DO QfJEOIAllO I. 45,,
Pausando o becco da Congregado segunda casa.
NOV1DADE.
Pereira Rocha onde o respeitavel publico cncor liar sempre um completo sortimento dos memores gneros que vem ao nosso mercado,
sero vendidos por precos muili resumidos como o respeitavel publico ver pela tabella abaixo mencionada ; garante-se obom peso
e boa qualidade dos gneros comprados neste armazem.
Chouricas e paios muito novos a 800 rs. a Palitos de dentes a 120 rs.
libra. dem de Tora 200 rs.
Cevadinha de Franca muito superior a 220 Palitos do gaz a 20200 rs. a grosa.
rs. a libra. Passas muito novas a 480 rs. a libra,
Cevada a 80 rs. a libra. Peras seccas muito novas a 600 rs. a libra.
Ervilhas portuguezas a 640 rs. a lata. l'aineo a 200 rs. a libra,
dem seccas muilo novas a 200 rs. a libra. Queijos IImcngos do ultimo vapor a
Figos de comadre e do Douro em caixinhas! ris.
de oito libras e canastrinhas de 1 arroba a dem prato a GO rs. a libra.
Arroz do Maranhao, da India e Java a 80 e
100 rs. a libra e 20400 a 20800 rs. a ar-
roba.
Ameixas francezas em latas e en frascos a
10200 e 10600.
Amendoas com casca muilo novas a 280 rs.
a libra.
Alpista a 160 rs. a libra e a 40600 rs. a ar-
roba.
Azeite doce francez muito lino ?m garrafas
grandes a 960 rs. a garrafa.
dem de Lisboa a 640 rs. a garrafa.
Araruta verdadeira de matarana a 320 rs. a
libra.
Sardinhas de Nantes a 32" rs.
Sag muito airo e novo a 260 rs. a libro.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
10800, 50500 e 280 rs. a libra.
Farinha do Maranhao a 120 rs. a libra.
Farinha de trigo a 120 rs. a libra.
Genebra de Hollanda verdadeira marca VD Tijolos de limpar facas a 140 rs.
a 560 rs. o frasco e 60200 rs. a frasquei- Vellas do carnauba pura a 360 rs.
ra. bra.
a ii-
Avelas muito grandes e novas a 180 rs. a dem em garrafoes de 3 e 5 galoes a 50500 dem stearinas muito superiores a 600 rs. a
libra.
Batatas muito novas a 40 rs.
Biscoulos inglezes de diversas marcas a
I vlOO ris.
Bolacliinhas de soda, latas grandes, a 20 rs.
a lala.
Ditas inglezas muito novas a 30000 a barr-
quinha c a 200 rs. a libra.
Banha de porco refinada a 440 rs. a libra e
e em barril a 410 rs.
Cha hysson, buchin e perola a 10600, 20,
24500, 20800e30000 alibra.
dem prelo muito superior a 20000 rs. a li-
bra.
Cerveja preta e branca, das melhores marcas
que vem ao increado, a 500 s. a garrafa
e 50800 a duzia.
Cognac ingle/ lino a 900 rs. a garrafa.
Conservas a 720 rs. o frasco.
dem, s de pepino, a 720 rs.
dem, s de azeitonas, a 780 rs.
e 70500 cada um com o garrafo.
Gomma do Aricaly a 80 rs. a libra.
Gratxa a 100 rs. a lata e 10100 rs. a duzia.
Licores muito linos a 700 rs. a garrafa.
dem, qualidade especial e garrafas muito
grandes, a 1-S800rs. agarrafa.
dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, garrafa forma de prae rolha de vi
dro, a 10000 rs., s a garrafa vale o di-;
nheifo.
Manteiga ingleza peifeitauiite flor, desem-
barrada de pouco a 800 rs a libra, i de 8
libras para cima se (ara urna differenca.
dem franceza muito nova a 5G0 rs. i libra,
c em barril lera abatimento.
Massa de tomates em barril a 480 rs". a li-
bia.
dem em lata a 610 rs.
Marmelada imperial dos melhores corservei-
ros de Lisboa a 600 rs. a lata.
Marrasquinho de Zara, frascos grandes, a
800 rs.
Charutos dos melhores fabricantes da Rabia i(]em regular a 500 rs.
c especialmente da fabrica imperial de
Candido Ferrara Jorge ta Cosa, a 10800,
iJOOO, 20200, 20500, 208(0, 30000 e
30500 a caixa.
Caf do Bio muito superior a 260, 280 e
300 rs. a libra e 70500, 80 e 80500 rs. a
arroba.
Massas para sopa: macarrao, talharim c ale-
tria a 480 rs.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Peixe em latas preparado pela primira arte
de cozinha a 10 rs. a lata.
Palitos de dentes a 160 rs. o masso.
libra.
Vinho do Porlo engarrafado o melhor que
ha ueste genero e de varias marcas,
sejam : Velho de 1815, Duque do Porto,
Madeira, l>. Pedro, Luiz I. Mari
Bocage, Chamisso e outros a 800, 900 e
10000 a garrafa, e em caixa com urna du-
na a 90000 e10000.
dem em pipa, Porto, Lisboa e Figueira a
480, 500 e 500 rs. a garrafa e 30, 3^00
e 4-> a caada.
dem bra.ico de Lisboa muilo fino a 500 rs.
a garrafa,
dem de Bordeaux, Medoc e S. Julien a TOO
e 800 rs. a garrafa, e 70000 e 70500 rs.
a duzia.
IdemMorjjaiixeChatcauluminidc 1854, a 10
a garrafa.
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs, a garrafa e
1A200 rs. a caada.
Kirsk garrafas muito grandes a 10800 rs.
Alm dos gneros cima mencionad s te-
mos grande porcSo de outros que deixattos
de mencionar, e que ludo ser vendido
pecase carnadas, tanto cm porcoes COffl
retalbo.
Quem comprar de 1000000 para cima
r o abale de 5 por cento.
., 0'ui,,<0al ..: ..--.


Diarlo de Pernanibnco Quarta felra 94 de Feverelro de t4.
ATTENCAO

EiARGO HO CARUO 9
GRANDE SORTIMENTO
DE
II FESTA.
DUARTE & C.
Partieipam aos seas numerosos freguezes e ao publico em geral que acabam de
re:eber de suapropria encommenda, ornis lindo e completo sortimento de molhados,
os quaes vendem por grosso e a retalho por menos 10 por cento do que outro qualquer
ir ranciante, como vero pela seguinte tabel.a que abai'xo notamos, garntanlo os mes-
aos proprietarios nao s o peso como a qualidade do seus gneros.
AVISO.
Todos os senhores que comprarom pira negocio ou casa particular de 1005 para
cimn ter5o mais 5 a 10 por cento de abatimento, os proprietarios scientificam mais que
to 1 >s os seus gneros sao recebidos de sua propria encommenda, raz3o esta para pode
ve ider por multo menos do que outro qual([uer estabelecimento.
Vellas de carnauba e composigo de 32o a
36o rs. a libra e de lo.ooo a li,ooo rs. a
M.tnteiga ingleza flor a 8oo rs. a ibra.
Castanhas mu to novas a 2,ooo rs. a caisa, e
a 16o rs. a libra.
Iknlio francez e em caixinhas de 7oo a
l.^tio rs. cada urna.
Id'J.m franoeza a mais nova do mercado a 56o
rs. a libra, o 540 rs. em barril.
Id im de pono refinada muito alva 46o rs.'
a libra. i
arroba.
Genebra de Hollanda em botijas de conta a
410 rs. a botija, e em duzia ouem barrica
ter abatimento.
Massas para sopa macarrito, talharim e aletria
a 48o rs. a libra e em caixa ter abati-
mento.
I'.wu ito para fianbre a 8oo rs. a libra.
- uxim miudinho vintlo de conta propria,
o mel' or do mercado a 2,8oo rs. a libra,
libro, hyson de superior qualidade a 2,6oo rs.
a libra.
Id :n perola o melhor que se pode desojar a
2,7oo rs. a libra.
a preto milito fino a 2,5oo rs. a libra,
dem mais baixo pouco a 2,ooo rs. a libra,
dem mais baixo a l,8oo rs. a libra.
dem estrellinha, rodinha e pevide em caixi-
nhas de 8 libras, muito bem enfeitadas de
2,5ooa 3,ooo rs. a caixinha e a 6oo rs. a
libra.
| Doce de goinba em caixas de diversos tama-
nhos d 6oo a l.ooo rs. o caixo
Sabao massa de 2oo a 24o rs. o melhor, em
caixa ter abatimento.
dem hespanhol a 28o rs. a libra.
Peixe em latas muito novo; savel, pescada,
corvina, salmo e oulras militas quahdades
preparada de escabeche 2 a arte de cosi-
nha de l,2oo a l,8oo rs. a lata.
PECHINCHA
COMO HUMCA HOU1E
NO
ARMAZEM
ATTEISC40
AOS
IO liAli^O HA PJENHA O
Francisco Fernandes iHiaito dono deste muito acreditado armazem
de molhados, acaba de receber neste ultimo vapor os mui desejados gomros escomidos
por elle na Europa, todos muito propriospara a festa os quaes est resulvido a vender por
precos baratissimos como vero pela seguinte tabella, e mesmo pede a todos os Srs. da
praca, de engenho e lavradores para que mandem suas relacoes para sere.n desechadas
no armazem do Progresso do largo da Penha n. 10, afim de verem a gnnde vantagem
que tiram, tanto na superioridade dos gneros como nos precos asss resumidos,
os Sr. que nao poderem vir podero mandar seus portadores ainda que na j tenham pra-
tica, que serao to bem servidos como se viessem pessoalmenle.
O interesse que tira o proprietario deste acreditado armazem, j de\ e ser bem co-
nhecido pelos seus numerozos freguezes, pois simplesmente consiste em servir bem e ga-
nhar pouco, afim de conseguir a continuaco daquellas pessoas, que a primara vez sedig-
narem honrar o seu estabelecimento.
DO
RESSISTA
Queijos flamengos chegado^ nesie ultimo
vapor a 2,eoo rs.
dem do vapor passado a 1,8oo rs.
dem prato muito novos e de superior qua-
lidade a 4oo rs. inteiro, e a 5oo rs. a
libra.
Doce de go'iaba fino em caixes com 2 l\
libras por 6oo rs.
dem mais baixo a 54o rs.
Manteiga ingleza flor a mais superior do
mercado a 7o rs. a libra.
Araruta verdadera a 32o rs. a fibra.
Farinha do Maranhao muito alva e cheirosa
a 12o rs. a libra.
Sag muito novo 24o rs. a libra.
Sevadinba de Franca a 2oo rs. a libra
Sevada muito nova a loo rs. a libra.
Cominhos, ervadoce e pimenta do reino a
36o rs. a libra.
Genebra de Hollanda a 5,5oo rs. a frasquei-
ra com 12 frascos, e a retalho a 5oo rs.
RIJA HAS CKUZES ]. 30
E
RA DO CRESPO N. 9
Ufo balirro de Santo Antonio.
Joaqnlm Jos Gomes de Souza tem a honra de participar ao respei-
tavel publico, que tem resolvido vender os seus gneros de primeira qualidade por menos
10 a 20 por cento do que outro qualquer annunciar, como se v do presente annuncio,
asseverando o proprietario d'estes armazens a aqrellas pessoas que frequentarem estes
estabelecimentos, que nunca ter) occasio de reclamar qualquer genero, visto ter-se
adoptado n'estas casas o ptimo svstema de s se negociar com gneros especialmente es-
colhidos.
CHA
hysson, uxim e perola a 2.400, 2,600 o
2,800 rs. a libra.
CAF
muito superior, do Rio e do Ceai a 8,000
e 8,400 a araoba e 300 rs. a libra.
YINHO
de Lisboa e da Figueira a 3,500 e 4,000 a
a caada,
do Porto engarrafado de diversa^ marcas a
1.000 rs. a garrafa.
Bordeaux de diversas qualidades a 7,000,
8,000, 9,000 e 100 a duzia.
a melhor que temos neste mercado a 20,000 muito superior a 560 rs. a libra, e em caixa
cada um.
dem de segunda qualidade a 64o rs. a libra. dem em botija bamburgueza a 4oo rs.
Manteiga franceza de primeira qualidade a Genebra de laranja a l.ooors. os frascos CHAMPANHE
56o rs. a libra, e 52o rs. em barris ou grandes.
meios. : Vinho de caj'o melhor que ha no mercado' rs. o gigo.
Cha perola neste genero nlio ha nada a de-; a l.ooo rs. a garrafa. rpnvpii
sejar, e de especial qualidade, mandado Palitos do gaz a 2,3oo rs. a groza c 2o rs. mn,nanno .. "\.LJ;*Art nnn
vir de conta propria a 2,8oo rs. a libra. a caixinha. | "T'"upenur a 5>' **> e .000 rs. a
dem huxim o melhor do mercado a 2,6oo: dem de dentes lixados a 16o rs. o maco com
rs. a libra. 2o macinhos. GENEBRA
dem de segunda qualidade a 2,ooo rs. a Ervilhas seccas chegadas neste ultimo navio de Hollanda em frasqueiras a 3,500 e 500'
libra. a 16o rs. a libra, e em por^o se faz aba- rs. o frasco,
dem hysson muito superior a 2,5oo rs. a li- timento.
Banha de porco refinada a 48o rs. a libra e .
42o rs. em barril. m atas graiu,es a 2.000 rs. cada
Vinho branco de superior qu.'Hdade proprio
para niissa a 64o rs. a garrafa.
Ameixas francezas em caixinhas elegante-
CONSERVAS
inglezas a 8,500 a duzia e 760 rs. o frasco.
SAL REFINADO
em frascos de vidro com tres libras a 600 rs.
PEIXE
em latas ermeticamente lacradas a 1,000
rs. cada urna.
POUVOS
do Porto muito bem conservados a 500 rs.
a libra.
MUSTARDA
preparada muito nova a 400 rs. o frasco.
MAKMFXADA
dos melhores conservemos a 640 rs. a libra.
ESPERMACETE
Figos em caixas de 1 arroba, '/* e 8 libras
Vinlio do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado garante-se a superioridade deste vi-
nho. das segantes marcas : Duque, Ge-
nuino, velho secco, especial lagrimas do- a 8i000 4-000 e 2>(l00 rs. a ^mti*.
oes do 181, vinho especial D. Pedro V., arris do vinho branco de qufnt0 marca B
vinao velho Nctar superior de 1833, Du- Filno a 60ooo rs 0 barril.
qae do Porto de 1834, vinho do Porto ye- Marmeladi imperial dos m-ll.ores conservei-
l&o superior, raadeira secca de superior ros (Ie Lisboa a G io rs a ;tinhade Hbra(
qual. lade, vinho do Porto supenor D. Lu- ha latas Je { c ,jl)ra:.
de 1847, lagrimas do Douro espe- Massa de lomate Cmlatas douradas de 1 libra
al, vinho do Porto de l.ooo a l,2oo rs.
a garrafa e de Io,ooo a 14,ooo rs. a caixa
a urna duzia.
B'achi i!ii df! soda especial eneommenda e a
miis nova que ha no mercado a 2,2oo rs. a
lata.
Bis :i' 9 iri'lezes das melhores marcas em
I il unas de 2 libras a I,3oo rs. a lata.
11 d iBfflezes craknel em latas de 5 e 7 libras
Vi a 6 li-
de 5,ooo a 6.000 rs. a lata, e era libra a r,
1 rs.
Quoijos do reino chegados pelo ultimo vapor
a S.800 rs. rada um.
dem prato a 7oo rs. a libra.
Vinho em pipa das mais acreditadas marcas Sardinhas de antes a 32o rs. a latinha.
como sejamBA F., PRR, JAA, outras Charutos das mais acreditadas marcas
a 64o rs. a lata.
Ameixas francezas em caixinhas elegante-
mente enfeitadas de I.Soo a 3,000 rs. a
caixinha, tambem lia latas de 1
brasde l,2oo a 4,5oo rs. a lata.
dem em frascos com lampa de rosca a l,6oo
rs. o frasco.
' Chocolate 'portuguez, hespanhol, francez e
suisso a l,2oo rs. a libra.
Conservas inglezas das seguinUs marcase
Mixde-Picles e cebollas simples a 75o rs
o frasco.
Ancoretas de vinho colares a 5o,ooo rs., e
a 72o rs. a garra f
bra.
dem preto horaeopathico muito fino a 2,000
rs. a libra.
Bolachinha de soda chegada neste ultimo
navio a 1,35o rs. a lata, deste genero ha
grande porco e de differentes marcas,
que se vendem todas pelo mesmo preco a
vontade dos compradores.
Iem em latas grandes a 2,ooo rs.
dem propria para lanche em latas grandes
a l,9oo rs.
Marmelada imperial dos melhores fabrican-
tes de Lisboa a 64o rs. a libra.
Frutas em calda em latas de l,ooo a 5oo rs.,
neste genero ha diversas qualidades a es-1 dem em
colher. libra.
BOLACHINHA
mente enfeitadas com ricas estampas a
l,2oo, l,5oo e 2,ooo rs. cada urna,
dem francezas em frasco de vidro com tam-
pa do mesmo contendo 1 \k libra a l,2eo
rs. s o frasco val quase o dinheiro.
dem em latas de 2 libras por l,4oo rs.
a retalho, e a 800 rs. a libra.
Figos de comadre muito no\os em bahuzi- muito nova
nhosnwiito proprios para mimo al ,28o rs.; uDra-
caixas para retalho a 16o rs. a;
.muito superior
urna,
inglezas em barricas a 4,000 e 240 rs. a
libra.
BISCOUTOS
em latas de todas as qualidades, a 1,300 rs.
cada lata.
ARROZ
a 50rs.
CHARUTOS
da Babia a 1,600. 2,200, 3,000 e 4,000 rs.
a caixa.
TOCINHO
muito novo a 9,000 rs. a arroba e 300 rs. a
libn.
EKVILHAS SECCAS
as mais novas do mercado a 120 rs. a libra.
PALITOS PARA MESA
j muito bem feitos a 160 rs. o maco.
VINAGRE
de Lisboa PRR a 240 rs. a garrafa e 1.600
rs. a caada.
AMENDOAS DE CASCA
as mais novas do mercado a 240 rs. a libra.
FARINHA DE ARARUTA
da India e do Maranhao a 2,600 e 8,000 a: verdadeira e muito nova a 400 rs. a libra e
10,300 rs. a arroba.
ERVA DOCE
arroba e 100 rs. a libra.
CEVADA
Champanha superior das marcas mais acre- Passas de carnada a 48o rs. a libra e em
ditadas a l,5oo rs. a garrafa e 15,ooo rs.' quarto com 8 libras por 2,5oo rs.
o gigo. Bolaxinhas inglezas de superior qualidade a
Serveja das melhores marcas que vem ao' 2,000 rs. a barrica, e a 2oo rs. a libra,
mercado a 5oo rs. a garrafa e a 5,ooo rs.' Chocolate francez o melhor que se pode de-
a duzia sejar neste genero a l.ooo rs. a libra.
dem preta superior a 56o rs. a garrafa e a Macas para sopa estrelinba, pevide, arroz de
5,4oo rs. a duzia. maca a 48o rs. a libra, e em caixa a 2,ooo
a 2,500 a arroba e 100 rs. a
GOMMA.
em saceos com quatro arro-
Vinbo Bordeaux de differentes marcas, e as
melhores do mercado a 7,000, 7,5oo e
muitas marcas. Porto, Lisboa e Figueira ; 2,5oo a 4,000 rs. a caixa.
de
de 48o, 5oo, 56o, 64o e 800, rs., e o do Champagnhe a melhor do mercado de 12,ooo
Porto fino em garrafa, e em cenada a a 21,000 rs. o gigo, e de 1,2oo a 2,ooo rs. a
3,000, 3,.!)00, 4,ooo e 6,5oo rs. o melhor garrafa.
'lo Porto. Papel greve paulado ou liso a 3,5oo rs. a res- Lagrimas do Douro, especial vinho do Porto
rs, cada urna, micarrao, tdherim, e ale-
tria a 4oo rs. a libra.
8,000 a caixa com urna duzia, e em gar- : Amendoas de casca mole a 500 rs. a libra.
rafas a 64o, 7oo e 800 rs., garante-se a, Avelans muito novas a 2oo rs. a libra.
boa qualidade. Ervilhas francezas muito novas em latas
dem Figueira de superior qualidade a 48o | grandes a 64o rs.
rs. a garrafa c 3,5oo rs. a caada. | dem em ditas pequeas a 4oc rs.
dem de Lisboa a 2.800 rs. a caada e 4oo Maca de tomate em latas de 1 e 2 libras a
rs. a garrafa. 64o rs.
dem do Porto de superior qualidade para Salmo em latas de 1 '.'* libra a 800 rs.
mesa a 560 rs. a garrafa, e 4,000 rs. a ca- Lagostinho em latas grandes a l,4oo rs. ca-
ada, da nina,
dem fino do Alto Douro da colheita de 1833, Sardinhas de Nantes a 36o rs. a lata.
como sejam: D. Luiz, Feitoria velho, Nec-,Cognhac inglez a 800 rs. a garrafa.
tar, Cnrcavellos e Cmes em caixa de Licor francez das melhores marcas do mer
urna duzia a !),ooo rs. cado a 800 rs. a garrafa.
basa 2,000 e 100 rs. a libra.
CASTANHAS
piladas muito novas a 320 rs. a libra.
PASSAS
as mais novas do mercado a 8,000 a caixa e
e 500 rs. a libra.
AMEIXAS
francezas em latas de 1 e 1(2 libra a 1,000
rs. a libra.
SARDINHAS
de Nantes muito novas a 300 rs. a lata.
muito nova a 300 rs. a libra e 9,000 rs. a
arroba.
COMINHOS
os man novos e mais superiores a 406 rs. a
libra.
NOZES
muito novas a 160 a libra e 5,000 rs. a ar-
roba.
SAG
o melhor que pode ha ver neste genero a
2*0 rs. a libra.
MASSA DE TOMATE
em latinhas de 1 libra por 600 rs. a lata.
SABAO MASSA
neste genero ha sempre um grande sorti-
mento variando o preco de 120 a 240 rs.
por libra.
dem Bordoaux das mais acreditadas marcas
a 7oo rs. a garrafa, e a 8,000 rs. a caixa.
Ga mides com 5 garrafas de superior vinho
do Porto a 2,2oo rs. com o garrafo.
Id na com 5 garrafa de finito da Figueira mais
proprio para a nossaestaco porstr mais
fresco a 2,4oo rs. com o garrafo.
11 'ni com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.'
com o garrafo.
Vinho branoo mais superior que vem ao
nosso mercado a 56o rs. a garrafa, e a
4,3oo rs. a caada.
Vetes de esparmacate as melhores neste ge-
nero de 56o a 64o rs. o maco, e em cai-
xa tora grande abatimento por haver
grande porco.
Aceite doce em barril muito fino a 64o rs.
a garrafa e 4,8oo a cunada,
dem francez refinado a 800 rs. a garrafa.
F.r.has francezas e purtuguezas a 64o rs. a
lata.
Bocetos eom doces soceos de Lisboa de 3oo
a 3,9o rs: cada urna.
Tcucinbo deLisboa a 3oo rs. a libra, e a
9,ooo js. a arroba.
Nozea muito novas a 16o rs. a libra e 4,8oo
rs. a arroba.
Ci de 1., 2. e 3. qualidade de 26o, 3oo
e 36o rs. a libra, doCearde7,8oo, 8,600,
c O.200 rs. a arroba do melhor.
A'.roz da India, Java eMaranhao de 2,800 a
3,ooo a arroba, e de 80 a loo rs. a libra.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e 5oo
a libra, ha caixas meias e quartos.
Sovadinha de Franca a 24o rs. a libra.
Sij muito novo a 28o rs. a libra.
ma.
dem de peso pautado ou fizo de 3,5oo a
4,000 rs. a resma.
Gomraa muito fina e alva a 80 rs. a libra.
Milho alpista e painso de 10o a 2oo rs. a fi-
bra.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a grosa e 2oo rs. a
duzia.
Vasos inglezes de 4 a 16 libras vasios, muito
proprio para deposito de doce manteiga
ou outro qualquer liquido de l.ooo a
3,000 rs. cada um.
Licores das melhores marcas e mais finos
a 1.000 rs. a garrafa e em caixa ter abati-
mento.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
e lo,5oo rs. a caixa.
Chouricas as mais frescas do mercado a 800
rs a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a
l.ooo rs. o frasco.
Serveja das mais acreditadas marcas de
5,5oo a 6,5oo a duzia e de mais a 5oo rs.
a garrafa.
dem em botijas e meias, sendo preta da
muito creditada marca T de 6,5oo a 7,8oo
rs. a duzia.
Ceblas em molhos grandes a 800 o molho
640 o cento, e a (!,5oo rs. a caixa
Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
Farinha do Maranhao a 14o rs. a libra.
Tijolo para limpar facas a 16o rs. cada um.
Cominho a 4ot> rs. a libra.
Erva doce a libra.
Canella a l.ooo rs. a libra.
Batatas a 1,00o rs. o gigo com 32 libras liqui-
das e 3,ooo rs. a caixa deduas arrobas.
a l.ooo rs. a garrafa e 10,000 rs. a caixa.
Duque do Porto, Madeira secco, duque ge-
nuino, lagrimas doces a 9oo rs. a garra-
fa e 9,5oo rs. a duzia.
Garraes com vinho do Porto a 2,2oo rs.
cada um.
Vinagre de Lisboa de superior qualidade a
2oo rs. a garrafa e l,2oo rs. a caada.
Azeite doce refinado em garrafas grandes a
800 rs.
dem de Lisboa a 64o rs, a garrafa, e em
caada a 4,800 rs.
Presuntos inglezes para fiambre a 7oo rs. a
libra,
dem de lamego encommenda particular a
48o rs. a libra, e inteiro se faz abatimento.
Toucinho do reino o melhor do mercado a
320 rs. a libra, e em arroba a 9,ooo rs.
Velas de espermacete de 4, 5, e 6 por libra j
a 560 rs., e em caixa se faz abatimento.
dem de carnauba refinada a 32o rs. a libra
e 9,ooo rs. a arroba,
dem de carnauba pura do Aracaty a 4oo rs.
a libra e lo,5oo rs. a arroba.
Gomma muito fina e alva a 80 rs. a libra.
Batatas chegadas neste ultimo navio em cai-
xa com duas arrobas por !,6oo rs., e 4o
rs. a libra.
Concervas inglezas a 75o rs. o frasco.
Sal refinado em potes a 000 's. cada um.
Mostarda ingle-.a a l.ooo rs. c frasco.
dem franceza a 4oo rs. o poto.
Milho alpista a 16o rs. a libra e 4,8oo rs. a
arroba.
Graixa muito nova em latas grandes a 120
ris.
Lalas com peixe em posta ermeticamente
lacradas das melhores qualidades de pei-
xe que ha em Portugal a 1 2oo rs.
Caf lavado de 1* qualidade 1 32o rs., dito
de 2a a 28o rs. a libra e 8.2oo rs a arro-
ba, dito de 3* a 26o rs. a libra e 7,8oo
rs. arroba,
i Charutos suspiros dos melbc res fabricantes
de S. Eelix a 2,5oo rs. a caixa com loo
charutos.
dem finos de diversos fabricantes a l,6oo.
l,8oo e 2,ooo rs. a caixa com loo charu-
tos, {o preco nao indica a boa qualidade
porm deem-se ao trabalho de virem ou
mandarem e vero a realidade.
MAIS ATTJEJ^O !
Existe almd*estes gneros, um explendido sortimento de phosphoros, fumo, al-
pista. peras em calda e secas, "figos, copos finos para agua, massas para sopa, azeite, ca-
nella, pimenta, velas de carnauba, banha de porco, papel, e outros muitos gneros, de es-
tiva, que todos sero vendidos por mdicos precos.
Tendo o proprietario dos armazens do progressista deliberado nao concordar
com a liga da Unio Commercial, Clarim, Allianca, etc., etc., etc., declara que s con-
corda em alliar-se aos seus freguezes, fazendo com estes urna liga de interesses recprocos-
tendo os seus alliados a faculdade de comprarem por precos muito em conta o bom fiam-
bre, e formidavel queijo e a saborosa bolachinha de sola, que fazem urna boa allianca
com a superior champanhe e o porto fino, nicos que sabem imitar a unio destes ar-
mazens com os seus concurrentes. Vinde, senhores, aos armazens, aonde podis den-
tro um muito explendido sortimento de saborosos alimentos, escolherdes os que mais
vos apetecer, certos de que nunc tereis occasio de arrepender-vos de gastar o vosso
dinheiro nestes estabelecimentos.
i ROUPA FEITA I
I'
38RA DO IWIPERADOR38
k
t
Agua natural de Condilae,
nr.io ntrnmiTPndadanas afTecgfles do tubo gastro-inteitmal, nosdosrin?, e bexica ourinaria, pela?
so prc>prie eonmod que a agua de Vichy, e de propiedades lalva superiores pitia grande quantidade de
bonico, njec^ao frou, agua d le Cheel-u, ctipalijba de Megc, tnjetqao Fugas de tanate
moilo recomraendada nu uonorrheas. Lerrog mncei verdadeiro ; na mesma casa
Usat do instrumentos cirurgicos para opsngOea de Matieu e Chaniere.
POR m:\os de uez por cento.
NO
CONSERVATIVO
DE
JOAQUN NlifflAO 1M>$ SAXTOS
23-Largo do Ter O proprietario deste armazem de motilados vende os seus ja bem conhecidos gneros de pri-
meira nualidade por menos de dez por cento do que em outra qualquer parte, garanlindo-so a supe-
rior qualidade.
Nao se diz o preco pana nao espitar.
NO
AHJI.IZR1I
DE
HHRI IDD yWMttf-O
i, LETREXRO VERDE.
fij Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feita de %|
i todas as qualidades, tambera se manda fazer por medida, vontade dos concor- s
B rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim como tambem tem um
* grande e variado sortimento de fazendas de tocias as qualidades, para senhoras.
FAUINHA FONTANA.
S'.\.-inlia lia muito acre-Jila a marca
1 "!:u! ' p';r rco mais commoiio do que em
ijitlijmer outra parte : na ra da Cruz
n casa de S. 0. Bieber k C. socces-
gore*,
Forro ti vapor.
Refoberam- os acredtalos ferros vapor :
v. lite, .1 ra do Queiinado 0.35,Azeve4o & Irmao
cm m \:\m\
Ycndem-sc barris coui cal de-
ta procedencia, cm pedra, chega-
da hoje. c tnica nova, que ha no
Ulereado, na ra do Trapichen.
13, armazem de lanocl Telxel-
ra Rasto.
Vinlio dss melhores mareas.
Manteiga ingleza flor.
dem franceza.
ton! Banha de porro refinada.
Vellaa de spermacete.
___[Wem de carnauba.
Caf bom do Hio.
I dem superior doCear.
; Toucinho de Lisboa.
Cli de diversas qualidades.
Queijos novos do vapor.
Milho alfisla limpo.
Goniina deeogoromar alva.
Salino de divefsas qualidades.
Chourieas imito novas.
Arroz de diversos precos.
Serveja das melhores marcas.
Sardinhas de Nanles novas.
Genebra de laranja superior,
dem do Hollanda marca Gallo.
Phosphoros do paz.
Bolachinha inglesa em barricas.
Passas milito novas.
Figos de primeira qualidade.
Bfscontos e Imlacliinlias de soda.
Charutos de diversas qualidades.
Aleados gneros annunciados existen) outros muitos que cnfadoulio mencionados; a dinhei-
ro contado.
GMlilOS
Gaz.
Vende-se gaz, chegado ltimamente da America, Vendem-se globos de barro vidrado da fabrica
a 410 rs., no antigo deposito do barateiro Costa de Santo Antonio no Porto, proprios parajardime
Nove Horas; no pateo do Carino n. 16. frentes de casas : na ra do Amorim n lo.
Farinha superior de Santa ((harina.
Vende-se em porcao ou a retalho, a bordo da
barca Iris, atracada ao trapiche lo Bario do Li-
vramento, ou no escriptorio de \ntonio Luiz de
Oliveira Azevedo 4 C, ra da Cru:n. i.
K bomens e meninos.
Casacas de panno preto, 355 e 305000
Sobrccasacas idem, 305 e 255000
Paletos idem e de cores, 255,
205, 155 e......10500G
Ditos de casemira, 205, 155.
125, 105 e...... 75000
Ditos de alpaca, 55, 45 e 35500
Ditos ditos pretos, 95, 75,
5. 45 e......35500
Ditos de brim e ganga de co-
res, 45500, 45, 35500 e. 35000
Ditos branco de linbo, 05, H e 45000
Ditos de merino preto de cor-
dao, 105, 75 e..... 55000
Caifas de casemira preta, 125,
105, 85e......75000
y Ditas de cores, 95, 85 e. .
Sfe Ditas de meia casemira de c-
S| res, 55000 e.....
C^[ Ditas de princeza e merino pre-
W to de corlo, 45300 e. ,
j& Ditas de brim branco e de c-
)*: res, 55, 45300, 45 e .
^ Ditas de ganga de cores, 35 e
S Colletes de velludo preto e de
75000
Ditos de sem preto. 55000
Ditos de ditos e seda branco,
65 e.......55000
Ditos de gorguro de seda
pretos e de cores, 65, 55 e 45060?
Colletes de fusto e brim bran-
co, 35500, 35 e 25500
iSerouhs de brim de linbo,
25*00 e......25000
Ditas de algodo, 15600 e. 15400
Camisas de peitos de linho,
45, 35 e......25600
I Ditas ie madapolo, 25500,
25 e........15600
I Cbapos de massa, pretos fran-
i cezes, 105, 95 e. 8#>0O
Ditos de fltro, 55, 45,35300 e 25000
45000
Ditos de sol, de seda, 125,
iiifc 70 e......65000
I Collarinhos de linho uno, ulti-
450OO ma moda....... 640
Sortimento completo de grava-
25300' tas. 5
25300 Toalhas para rosto, duzia, 115,
e........75000
cores, 95 e ..".... 75000 Chapeos deso, de alpaca, pre-
Ditos de casemira preta, 55 45000 tos de cores.....45000
Ditos de ditas de cores 55 Lenccs de linho.....35000
45 e........35500 Cobertas de chita chineza.. 25090
. \*, ? ? t
mmmfrm*"***"
1


Diarlo de Pernambtico 4|narta felra tt de Feverelro de 1S84.

ALLIANCA
GRADU ABillilXE
DE
MOLHADOS
0 nico que mais vaiitagens offerece ao publico.
57 RA DO IMPERADOR 57
DE
Paulo Ferreira da Silva.
O projiiii'lariu tate grande istabelccinvntu de molhadns, recebe por lodos os
vapores a navios os nu-llieros gaocros (jue veo ao mercado, os qoaes vende ein sen ai-
nuuem pelos mais resumidos procos.
Tendo chegado a pooco da Europa, aonde deixou pessoas encarroadas para a es-
culla de seus ganaros, tena a honra de aniuiuciar ao respeilawl publico, que DJngaem co-
me elle pode vender tao barato e por tao resumidos precos; senindo como costuiua a<>s
seos ragneses com os mefbores gneros qjo se pode desejar.
ATTENCO.
(ui-rondo o proprietaiio desle tao utii aatafastaainaaia a concurrencia da boa
fiefunzia, tem deliberado \endor nnmpm por nonos do que antro qualquer, garantindo
aos si'iis fivguezcs todo e qualquer genero sahidn de sen nmwlllldfl ariuazrm.
lina (-besada
Manti iga ii gleza a mais nova e
ueste ultimo vapor a 800 rs. a libra e de 8
libia para cima leraabatimento.
dem francza ainelhor e mais superior ta
iiosso mercado a 56o rs. a ljra e 52o em
barril ou meios.
Baiilia da pono roanla e muito alva a 44o
rs. a libra, eem barril a 4oo rs.
Cha hyssot o melltor neste, genero aspecial
(iicoumieuda do proprietaiioa 2,7oo rs. a
Lbia,
Ideai idem menos superior e que em outras
tasas se vende a 2,600 rs., custa neste ar-
inazem 2,2oo rs. a libra.
Velas estearinas a 56o rs. a libra e cm caixa
a 5io rs.
dem de carnauba pura e retinada a 360 rs.
a libra e lO.ooo a arroba.
dem de composico emmacadas a 32o rs.
j maco e 0,ooo rs. a arroba.
Massa de tomate em latas a 600 rs. a libra.
Doce em calda das mais especiaos frutas da
Europa a 600 rs. a lata.
Osiras em latas multo bem preparadas a
1,000 rs.
Peras seccas muito novas a 5oo rs. a libra.
Massas para sopa estrellinba muito nova em
caixas de 8 libras a 3,oooe 5oors. a libra.
UMAO
COMMERCIO
Sr
Defronte da loja do Preguiea.
HITARTE AliiflEIDA
acaba de abrir o seu grande e sortiOo armazem de molhados denominado Uiio e Com-
mercio. Este grande armazem um dos mais bem montados que temos em rossa praca,
nao so em limpeza e aceio, como as qualidades especiaes de seus gneros. O proprie
ario do Unio e Commercio offerece todos os senbores da pra^a, senhores de engenho
e lavradores a seguinte tabella, por onde vero a grande economa que lhe resulta em
comprarem em tao utd estabelecimento, afianzando o mesmo todo e qualquer genero
cabido de seu armazem.
Bollinho francez em latas e caixinhas as mais
delicadas que tem viudo ao nosso merca-
do de 7oo a 2,5oo rs. a caixinha.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, mandada
ldein uxim o melhor que pode haver neste dem talliarini, macarrao o aletiia a 4.00 rs.
genero a 2,6oo rs. a libra, garante-sea qua- dem macaran um pinico mais baixo a 24o
lnI;de. is. a libra.
Idempreto muito especial a 2,ooo rs. a li- Sevadinlia muito nova de Franca a 2oo rs. a
bra, e mais baixo, porem muito sufrivel a libra.
I,2oo rs. a libra, vende-se por estespre- Sag o melhor que possivel a 24o rs. a
eos em razo de nestes ltimos navios ter-1 1 bra.
srecebido grande prelo (Me genere, Faiinha do Maranbo a melhor que preson-
a deferenca de preco he de 600 a 800 rs-1 (emente tem vindo ao nosso mercado a
a libra do que se vende en outra qualquer 1 14o rs. a libra.
pane. | Goruna do Aracaty moitissimo alva a 80 rs.
dem do rio em latas de 1 at 6 libra a l,4oo' a libra.
re. a libia, licite genero o melhor pos- Faiinha de araruta verdadeira a 32o rs. a
sivi'l. libra.
Bi*:oitos nglezes em latas com differentes Licores muilo linos de Bordeanx e toda as
qualidades como sejao craknei, victoria marcas que ha neste genero a 800, l.ooo
pie me, soda, captaim. seed, osbome o ou-1 o l,2oo rs. a faarafc
Iras muitas marcas a 1,35o rs. a lata. Pin stores do gal a 2oo rs. a duzia 1 2,2oo
Bolaxinha de soda em latas grandes a 2.000: rs. a potar
is. cada urna. j Bolixinha-americana em barrica a 3,ooo rs.,
Figos em caixinhas hermiticamente lacradas
e muito proprios para mimo a i ,600 e
,6oo rs. cada urna.
dem (ira caixinhas de 8 libras a 2,ooo rs. ca-
da una.
( en libia a and re.
lijlo para limpar facas a 12o rs. cada um.
Va.-souras de piassaba com dnus arcos dc
f ;rro prendendo o cabo a :to rs. cada
1 ma.
vir de conta propria, a 7oo a 8c>o rs, a
libra.
dem franco/a chegada pelo ultimo navio a
56o rs. a libra, e em barril ter abatimen-
to.
dem ingleza em potes de 4 a 16 libras a
80 rs, a libra e o pote separado,
Cha uxim o melhor neste genero, mandado
Erva-doce a 5oo rs. a libra.
Champanha de 20 a 22,ooo o gif 0.
Palitos do gaz a 2,3oo rs. a grozi e 2o rs. a
caixinha.
Milho alpsta a 16o rs. a libra.
Cominho muito novo a 4oo rs. a libra, e
comprando de 8 libras para cima a 32o rs.
Gomma muito alva para engommar a 80 rs.
a libra, e em arroba se fara abatimento,
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
Sabo verdadeiro hespanhol, qu( raras vezes
vem ao nosso mercado a 28o -s. a libra
vir de conta propria a 2,800 rs, a libra. Vinho branco o melhor neste gent ro a 800 rs
dem hysson, grande, muito bom a 2,600 rs.! a garrafa e 4,3oo rs. a caada.
Paseas muilo novas a 8,000 rs. a caixa e 48o Escovas de piassaba proprias para esfregar
i-s. a libra. I" (asa a 32o rs.
Afliafoa francezas em latas de libra e meia e Sardinhas de Naiites muito novas a 32o rs.
3 libra a l,2oo 2,000 e 800 rs. a libra. | 1 lata.
Carnudas com ricas estampas a l,4oo rs. Pei\e em lata muito bem preparado savel,
ino-iii", mate ido libra e meia de anieixas. lata.
Champagne da marca mais superior ave ten En ilhas portnguezas
vindo ao nosso menado a 18.000 re.ogi-
;o, o l,8oo rs. a garrafa, garante-se a su-
perior qiialida lo.
Vinho Bordeaux das melhores qualidades que
se pude desojar a 7,ooo e 7,5oo rs. a cai-
xa o 64o rs. ; garrafa.
Canas com Vinho do Porto superior de 9,ooo
U 10,000 rs. a duzia, o !)oo e l.ooo rs. a
jarris, neste genero ha grande porcJoe de
diferentes marcas muito acreditadas que
j a se venderai por 14,000 18,000 rs. a cai-
\a -iimo seja, Duque do Porto, lagrimas
do ouro, 1). Luiz, Caninos, Madeira sec-
co Nctar ; Genuino e malvasio lino e ou-
tras como Chorry e .Madeira para 12,ooo e
13,00o rs. a caixa.
Vi 1I10 de pipa Porto, Lisboa, Figueira, a 4oo,
is- e 5#0 rs. a garrafa, 3,000 3,2oo e
3,000 rs. a caada.
id -ni Branco o melhor neste genero vindo de
iiiniiiiinonda a 600 re. a garrafa, e 4,5oo
rs, a caada.
lea do Porto em barril muito especiad a
64o rs. a garrafa, o .',000 rs. a caada.
Vinagre poro di Lisboa a 2oo rs. a garrafa o
l/ioo rs. a ciliada.
den en garrafea aun garrafa.
\,ciii doce de Lisboa superior qualidade a
64o rs. a garrafa e 4,8oo rs. a caada.
Batistas em ajgoa de trinla a triuta a tantas li-
bra a 800 rs. o gigo e 4o rs. a libra.
Genebra de llollanda a mais superior a 6,000
rs. a (rasqueira e 56ors. o frasco.
I< en em garrafoes com 25 garrafas a 8,000
rs.
S-rv.-ja das ni^lhoros marcas de 5,ooo a
"i a duzia e 5oo rs. a garrafa,
ac superii r a 800 e 1,000 rs. a garrafa,
e en-eaha Mri abatimento.
Mai ni'-liada imperial dos memores o mais
afamados concerveiros do Lisboa em latas
de libra e de libra e meia e duas libras a
(00 rs.
i onec-vas ingiezas 0111 fraseis grandes a
75o rs. rada um.
Mom francza do todas as qualidades de
ligumes o fruto a 5oo rs.
s c francozas j propa-
ladas 61o e 72o rs. a lata.
Caf lavado de pi imoira sorte a 3oo rs. a
libra, e 8,5oo a arroba.
Iden do Rio muito bom a 28o a libra e
8,000 rs. a arroba.
Arroz do Maralo a loo e 120 rs. a libra.
Id-Mil do Java a loo rs. a libra.
Amendoas de casca mole a ioo rs. a libra.
Avelaes muito novas a 2oo rs. a libra.
Noj.es muito novas a 2oo rs. a libra.
Cbouricas e paips a 7oo rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra ou a
8,5oo rs. a arroba
Presuntos de lamego de superior qualidade
(bogados ueste ultimo vapor a 48o rs. a
libra.
atrista muito novo e limpo a 16o rs. a li-
bra e 4,6oo a arroba.
Painco muito novo a 18o a libra e 5.ooors.
; arroba.
Salo maca, amarello e castanho a 22o e
iio rs. a libra.
Mi m mais baixo um pouco a 16o, 180e2oo
rs. a libra.
Ca: tanlias polladas a 24o rs. a libra.
i Chocolate Enana de priinoira ipialidade a
l,2oo rs. a libra.
dem de Santo muito superior e medicinal a
l,3oo rs.
O),ios lapidados propnos para agua a-'i.ooo
is. a duzia, que cm outra qualquer parte
(! 7 e 8,000 rs.
Charutos dos melhores e mais afamados fa-
bricantes dr s. Felfa o do Rio de Janeiro
le ,5oo a 5,ooo a caixa.
Col-ollas novas a 800 rs. os molhos grandes
o 7oo rs. o cento.
Do.: do goiaba a 64o rs. o caixo.
Lentilhasexcellente logiimo para sopa egui-
sado a 24o rs. a libra.
Erdlhas seccas j descascadas a 2oo rs. a
libra.
Pinenta do reino muito nova a 36o rs. a
ibra.
Qo uinlios o erva doce a 32o e 4oo rs. ali-
ara.
Cravo da India a 600 rs. a libra.
Mostarda francezas em potes preparada a.Canella muito nova a l.ooo rs. a libra.
laors.
Palitos para (lentes 12o rs. o maco.
I Lu lixados muito fino 14o rs.
Alfizema a 2oo rs. a libra e 6,000 rs. a ar-
roba.
Giixa a loo rs. a lata e l,loo rs.a duzia.
Ma#ies
i. 3^S(iO a caixa, em porcao so far abatimento,
(.ida caixa cora 100 macjias perfeitas : na ra No-
va n. 8.
Cigarro
lurow a ii t caixa, cigarros (ue em outra qual-
i|uor caca se Tend: por 3& : na ra Nova n. 8.
Sopa
Yeriladeini sopa julienne : na roa Nova n. 8.
ESCRAVA
VeBile-sc ama oscrava com idade de 30 annos,
(rauco mais ou menos, que cozinha, lava e engom-
1 na : quKn precisar, dirija-se ra da Cadeiado
Recita, loja 11. 41, que achara com quem tratar.
mih
No armazem da Aurora Brilltaote ha farinha m
accoi grandes, igual a de Muribeca, a 6^500 e ~i
o sa#o de dau aiqueires.
Vende-so um i-avallo prelo andrinho, muito
Corda, anda de todo, da melhor forma para urna
.'aliara, nio ha melhor : na ra do Cotovello nu-
mero 5.
a libra.
dem preto muito fino, a 2,6oo rs, a libra,
dem preto, mais baLxo, a 2,ooo rs, a libra,
dem, verde, miudinho, maisproprio para
negocio, a l,5oo rs, a libra.
Banha de porco refinada muito alva a 46o
rs, a libra, e em barril se far abat ment.
Biscoitos inglezes das seguintes marcas;
Craknei, Soda, Ceede, Captain, Travellies.
Lunch, Cabin, e outras muitas marcas, a
l,4oo rs, a lata.
Bolachinha de sdo, especial encommenda, a
2,2oo rs, a lata.
Biscoito ingle/. Craknei em latas de 5, 7 e 15
libras a 5,ooo e 6,ooo rs, e de l,2oo a
8oo rs, a libra.
Querjos do reino pelo baratissimo preco de
l,6oo, l,8oee 3,ooo rs os do ultimo
vapor,
dem prato muito fresco a 64o rs, a libra,
dem londrino muito fresco a 8oo rs, a libra.
Vinhos em pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
48o, 56o, e 64o rs, a garrafa, e de 3,ooo a
4,5oo rs, a caada.
Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa em latas de 1 e mais libras
a 7oo rs, a libra.
Peras secaas em caixinhas de 4,ooo a 2,ooo
rs. cada urna.
Figos em caixinhas de 1 */j arroba e de 8 li-
bras a 8,ooo, 4,ooo, e 2,ooo rs, ea 3eo rs.
a libra, taambem ha serinhas para men
nos a 60 rs. cada urna.
Amendoas de casca mole a 36o rs, a libra, e
em arroba ter abatimento.
Sardinhas de Nantes a 32o rs, a latinha.
Toucinho de Lisboa muito novo a 3oo rs, a
libra e em arroba a 9,ooo rs.
Massa de tomates a 64o rs, a libra.
Pimenta do reino a 34o rs. a libra,
Farinha do MaranhSo a 14o rs, a libra.
Ceblas a 8oo rs. o molho, 64o rs. o cento
e 6,5oo a caixa.
Tijollo para lanpar facas a 16o rs,
Cerveja das mais acreditadas marcas de 5\ooo
a 7,5co a duzia, e de 5oo a 6eo rs, a gar-
rafa,
Prezunto para fiambre muito fresco e novo
a 8oo rs. a libra,
Genebra de laranja a 1 ,ooo rs, o frasco,
Chouricas as mais frescas do mercado a 8oo
rs. a libra,
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa,
e lo,5oo rs. a caixa com urna duzia.
Licores francezes e portuguezes de todas as
marcas de lo,ooo a 15,ooors. a duzia.
Passas muito novas a 5oo rs. a libra e a 8,5oo
rs. a caixa. Ha caixas, meias e quartos.
Batatas a l.ooo rs. o gigo com 38 libras e
2,oeo a caixa com duas arrobas endauma.
Bocetas com doces seceos de 3,ooo a 3,5oo
rs. cada urna.
Bolachinha ingleza a 32o rs. a libra,
Azeite francez e portuguez refinado a 8oo rs.
a garrafa, e 9,ooo rs. a caixa com urna du-
zia.
Conservas ingiezas das seguintes marcas:
Mixed, Pickes, e ceblas simples a 8oo
rs. o frasco.
Mostarda ingleza preparada em potes a 4oo
rs. o pote.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra e 4,8oo
rs. a arroba,
Vasos inglezes vastos de 4 a 16 libras, muito
proprios para deposito de manteiga, doce,
e outro qualquer liquido, de l,ooo a 3,ooo
rs, cada um.
dem Bordeaux de differentes ma xas, garan-
te-se a qualidade, a 8.000 rs. j caixa com
urna duzia, e a 7oo rs. a garrafa.
Garrafoes com 5 garrafas de vinho do Porte
do Alto Douro a 2,2oo rs. com o garrafo.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira, mais
proprio para a nossa estacao por ser mais
fresco a 2,4oo rs. com o garrafo.
dem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.
o garrafo,
Sabo massa de superior qualidade a 18o,
2oo, e 22o rs. a bra do melhor que ha
Graixa em latas muita nova a 12o rs. a lati-
nha, e l,3oo rs. a duzia.
Peixe em latas muito novo: save pescada,
curvin, salmo e outras muitas qualidades
preparados de escabexe, segundo a arte de
cozinha, de 1,2oo a 2,ooe rs. a lata.
dem do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado e escolhido pessoalmente por um
des socios que se acha em Portugal, das
seguintes marcas : Duque, Ge mino, Ve-
Iho secco especial, Lagrimas Doces de
1819, vinho especial D. Pedro V, vinho
velho. Nctar superior de 1833, Duque do
Porto de 1834, vinho do Porto velho su-
perior, Madeira Secca de superior quali-
dade, vinho do Porto superior D. Luiz I
de 1847, Lagrimas do Douro, especial vi-
nho do Porto, de l.ooo a 1.2o) rs. a gar-
rafa e de 1 o,ooo a 12,ooo rs. a caixa com
urna duzia.
Vassouras americanas a 8oo rs. Velas de spermacete as melhores que ha no
mercado a 56o e 64o rs. e masso, e em
caixa se far um grande abatimento,
dem de carnauba e composico, de 4oo a
32o rs. a libra, e de lo,ooo rs a ll,5oo
rs. a arroba,
Caf de Ia e 2* sorte de 8,3oo a 8,6oo rs. a
arroba, e de 28o a 32o rs. a libra do me-
lhor,
Arroz da India, Maranho e Carolina a 3,ooo,
2,8oo e 2,4oo rs. a arroba e a loo rs. a
libra.
Frasqueira de genebra a 5,8oo rs. e a 5oo
rs. o frasco.
Azeite doce em barril muito fine, a 64o rs.
a garrafa, e em caada ter ab; timento.
Papel greve pautado e liso a 3,5oo rs. a
resma.
Genebra de HoHanda em botija de conta a
44o rs. a botija.
Passas corinteas a 5oo rs. a libra e 12,8oo
rs. a arroba,
Ervilhas francza e portugueza a 640 rs. a
lata de urna libra.
Chocolate francez, hespanhol, suisso e por-
tuguez a I.ooo rs. a libra, e a 28o rs. ca-
da pao de urna '/*
Ameixas francezas em caixinh.'.s elegante-
mente enfeitadas, com diversas estampas
no exterior da caixa de 1,500 a 3,ooo rs.
cada urna; tambem ha frascos e latas de
differentes tamanhos que se vsndem por
mdico prego.
Massas para sopa: macarrao, talliarim e ale-
tria a 48o rs. a libra, e em ciixa se far
abatimento.
Garrafoes com 14 garrafas de jenebra de
HoHanda a 5..'ioo cada um.
Charutos de todas as marcas e ios melho-
res fabricantes da Bahia de 3,ooo a 4,eoo
rs. a caixa.
Duarte & C, vendem em seus armazens Unio e Cemmercio e lar-
go do Carmo n. 9, armazem progressivo, os seg jiotes gneros desembarca-
dos ltimamente.
Verdadeiro vinho collares em ancore-
retas de 9 caadas a 50,000 e 800
rs. a garrafa.
Farello de Lisboa marca N ou Biato
tigo a ;> a saeta.
Vinagre P R R, m ancoretas de 9 ca-
adas a 18,000 e 2,000 rs. a ca-
ada.
Passas em caixas, meias e quartas a
8,000 4.000 e 2,000, a 80 a libra.
Peras seceos em caixas de quatro li-
bras o melhor que se pode desejar
a 2,500, e 640 rs. a libra.
Caixinhas de 4 libras e 2 com ameixas
a 1.500 e 2,500 rs. a caixinha.
Chocolate portuguez, o melhor que
pode haver de bom neste genero a
1,000 rs. a libra.
Marmelada propriamente dito de mar-
mello, a 640 rs. a lata e em caixas
de 100 latas a 600 rs.
ac a de tomates a mais nova que se
pode desejar a 640 rs. a lata e em
H caixa de 100 libras a 600 rs.
^ Ervilha portugueza a 700 rs. a lata,
e em caixa de 100 libras a 640 rs.
Passas corinthias para pudim a 640
rs, a libras, e 400 rs. comprando de
arroba para cima.
fJSjVJ
Uueijos londrinos muito fresas a 800
rs. a libra e sendo inteiro a (50 rs.
Sebollas rm caixas as mais nova?
mercado a 6,500 rs. a caixa, a ti.ir
rs. o molho, e a 640rs. tente.
Batatas en caixas de 2 arrobas mui I
novas e grandes a 2.400 rs. a ca
Sextinhascom figos proprias p; ra lui-
mos de criancas a 60 rs. cada una
e comprando em duzia ter grande
abatiment*.
Erva doce muito novas a 5C0 rs. a li-
bra, e comprando em arroba a
10,000 rs.
Cominhos muito nov(s a 400 rs. a li-
bra e 10,002 a arrota.
Licores portuguezes das marcas mais
acreditan as de List.a a 1,000 a gar-
rafa e 10 a 12,000 a duzia, as quidi-
dades sao as seguintes: crome de j
violetas, geroflez, rosa, absintho, ves-
peiro, amor perfeito, amendoa amar-
ga, percicot deturin, botefin, moran-
gos. limio, caf, laranja, cidra, gin-
ga, canella, cravo, ortela, pimenta
e outros muitos de qualidades menos
superior que sero vendidos por i ri-
cos em relaco as suas
des.
Os propietarios afiancam que estes gneros sao muito novos e ludo
de primeira qualidade, tudo isto se vende nicamente no armazem nfio e
Commcrcio na ra do Queimado n. 7, e largo do Carmo n. 9 armazem pro-
gressivo.
Queijos
do alemtejo, das ilhas e flamengos, todos chegados neste ultimo vapor, a
2,500 os flamengos e 800 ris a libra do alemtejo e das ilhas, nicamen-
te no armazem Uniao e Commercio, ra do Queimodo n. 7 e largo do Car-
mo armazem progressivo.
PAVAO
Cassas puritanas.
Vendemse as mais modernas cassas puritanas ""-1
)m bonitos desenhos pelo baratissimo preco de | 'ecco

GRANULOS e XAROPI
D'HYOROCOTYLL ASITICA
1. LEPINE
Das experiencias feilas na Inuia, e era
Franca, resulta que as affecces da pelle, e
todas as que resultam d'um vicio orgnico
(sao promtameiile curadas por este novo
medicamento. Segundo um rotatorio feilo
na academia imperial de medicina de Pars,
elle foi j>tlgado til e efficaz nao smente
as affecrSes leprosas e em alguvias outra
molestias da pelle rebeldes, mas tambem
as escrfulas e a syphilis. E enfim, al-
guns pralicos dislinctos, e especialmente os
Srs. Deve.rgie, Cazenare e Hillairet, mdi-
cos do I ospital de San Luiz, de Parte, af-
fcciados ao tratamento das molestias cu-
tneas, empregaram as preparafes d'Hy-
drocotyle com um nolavel successo contra
os eczemas, opreriasis, o impongo e as di-
versas variedades de dartros, contra as af-
ean bonitos desenhos pelo baratissimo preco de I incoes svpluleclicas recentes ou antigs,
240 e 280 rs. o covado, por haver grande portao,' a lepra, as ulceras, escrofulosas e outras,
pechincha : na ra da Imperatriz n. 60, loja do 0s rheumatismos chronicos, etc.
Deposi'.o geral em Pars: E. Fourvier
Pavo.
Cassas persianas : O rs. o co-
rado.
Vcndem-se as mais bonitas cassas persianas a
imitago de laa transparente com os desenhos te-
cidos e inteiramento novos, pelo baratissimo preco de Caors k Barbosa, ra de Cruz n. 22.
de 360 rs. o covado c nao desbotam : na loja do
Pavao ra da Imperatriz n. 60.
Ciorguro de ia 5 O O rs. o co-
rado.
Vende-se gorpurao de laa de cor escura propria
para vestido*de senhora, paletot para homem e
roupa para menino, pelo barato preco de 500 rs. o
covado : na loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60.
As colchas do Pavo.
Vendemse colchas de linho adamascadas com
& Labelo.-iye, pharmaceuticos, ra Bourbon-
Villeneuve, 19.
Em Pernambuco deposito geral : na casa
Botica e armazem de
drogas
ATTEJV^AO
Todos os senhores que comprarem para negocio ou casa particular JO0 para
cima terao mais 5 a 10 por % de abatimento; o proprietario scientifica n?s que todos
os seus gneros sao recebidos de sua propria encommenda, razao esta para poder ven-
der por muito menos do que em outro qualquer estabelecimento.
DE
DE
J. VIGNES.
\. 53. RIJA DO IMPERADOR X. 65.
Os pianos desta antiga fabrica sao hoje assaz cenhecidos para que seja necessario instir sobre a
flO II. \t. sua superiondade, vantapens e garantas que efTerecem aas compradores,,qualidades esta.) incontesta-
:>'m loja dos liarateiroi na ma do Queimado. veis qu e .elles tem detlnitivamente conquistado sobre todos os que tem apparecido nesta praca ; pos-
lacas saias de fustaoa >i, camisas Ingiezas para suindo una teclado e maclunismo qua obedecem todas as voatades e caprichos das pianistas, sem
senhora a U, 25500, 3$ e 44, cuberas de fuslao;nunca alhar' Pr serem fabricados de proposito, e ter-se feito ltimamente melhoramentos importan-
brancas a 5, chitas com lustro para coberta com bssimos para o clima deste paz ; quanto as vozes sao melodiosas e flautadas, e por isto n.uito agrada-
6 pulmos de largura a 640 o covado, cambraia de veis aos "vi"s ds apreciadores.
or )s para vestido a 3*0 o covado, las para vesti- Fazem-se conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Blondel, df Paris, socio
do i 480, 560 e 640 o covado. correspondente de J. Vignes, em cuja capital foram sempre premiados em todas as exposi^oes.
No mesmo estabelecimento se aclia sempre um explendido e variado sortimento de msicas dos
melhores compositores da Europa, assira como harmnicos e pianos harmnicos, sendo ,udo vendido
por precos muito razoaveis.
Ao n 29.
Ii'ova loja dos harateiros na ra do Queimado.
Tarlatanas de todas as mres, faz en da muito fina
a 7:0 a vara, cambraia para cortinado, peca de 22
varis, por 10,5, chales de laa por 34, 44, 54 e 84,1
camisas ingiezas para homem a 384,504 e 604-
Ao n. 29.
Itova loja dos barateims na ra do Queimado.
lucos pretos, franjas de todas as qualidades.
MfH'iKgD
Branco em nuca,
Vende-se em latas de 28 libras o m< Ihor que po-
dinheiro : ua ra
Vende-se a propriedade denominada Maltez, sita
---, na rreguezia de Tracunhaem da coman-a de Naza- de haver a 200 rs. a libra, a
iranias m, seaa ai aigooao e ac i.a, manguitos e reUl comuma legoa de frente e meia de fundo, e larca do Rosario n '11
cam.sinhas bordadas, collar.nhos e pnnhos, folhos pr0pV6es para nella se levantar um bom -
bordados, botoes de velludo, de seda e de fustao, nho de fazer assucar
lil Mina ni\ nntinllrt ntAit <1 ii i-rnl Uim.. marmv '
Pilulas da ui.i.
Burel franciscano (mesclado) para imagens.
Injeccao Brow.
Xarope de citrato de ferro de Chable.
Pilulas contra sesees.
Salsa parrilha de Sands.
Extracto Huido de salsa parrilha de Baih.
Xarope alcoolico de vcllamc.
Alm (K'.-ias drogM ha constantemente um com-
pleto sortimento de tintas. Tenis, 01110 para c*ou-
rar, preparados rhimicos e pharmaceuticos que se
vendem por commodos presos.
enge-
Modo que actualmente ren-
Vende-se o ewrenho S. Manoel, sito na fre-
v?,^! 1 "?" e seda, leques ; cujos de ella mais de 1:0004 que pagam os moradores guezia do Rio Formoso, e margem do rio Seri-
v, ; ,-',h. ^ meiaae ao seu valor por ser que ,era quem a pretender entenda-se nesta pra- nbem, o qual demarca com os engen hos Cachoei
pa.-a acabar.
ca com o &r. Antonio Jos Leal Res, na ra da ra, Chango e Gamelleira, me com gua e muito
Cadeia do Recife n. 47.
Sal do Ass
Para ver, a bordo do lirigue escuna Jovem Ar-' Cal de I.Kboa
thur, e para tratar, com Antonio Luiz de Oliveira; chegada ltimamente ; na ra do Vigario n. 19,
At'iVddo 4 C, no seu escriptorio ra da Crzn n. 1 primeiro andar.
, copeiro, tem capacidade para safreja- 2,500 pe*
annuaes, e se acha quasi todo em nata virgem.
distando do embarque i|2 legoa: que n pretender,
dirija-se a ra do Vigario n. 5, que achara com
quem tratan
Rua do Cabng n. 11.
DE
Joaquim Martinbo da Cruz Corrcia.
Vende-st: o seguinte :
1 Salsa parrilha de Bristol.
bonitos lavoresde cor de rosa azul e branco, iasiilhas azucaradas de Kemp.
pelo baratissimo preco de 54 cada Uma : na loja, Pasli,nas v,,rmifugas de Kennil
do Pavao rua da Imperatriz n. 60. 1 Ellxir de cltro lac^al0 dc fc.rr'0 d Dr T,iermcs.
Organdys a rs. o covado. Rob do Laf^cteur.
Vendem-se organdys matisados fazenda muito ti-1 Xarope depurativo d'odoreto de ferro de f.uv.
na, de bonitos desenhos, pelo baratissimo precio de Xarope peitiiral sedativo de Guv.
240 rs. o covado : na loja do Pavao rua da Impe- Pastilhas 1 eitoraes balsmicas de Guv.
ratriz n. 60.
As alpacas do Pavo.
Vendemse alpacas de seda dc cores muito fi-
nas proprias para vestido de senhora, soulembar-
ques e roupas para meninos c dita branca muito
lina propria para vestidos e paletots, pjr preco
muito commodo : na loja do Pavao rua da Impe-
ratriz n. 60.
Panno preto a 0OOO.
Vende o Pavo:.
Vendemse panno preto muito encorpado a
240OOO o covado, dito a 24500, 34000 e 44000, ca-
simira preta muito Gna a 14800, 24000, 4200 e
340OO, isto para apurar dinheiro na loja e arma-
zem do Pavao, rua da Imperatriz n. 60, de Gama
& Lima.
As calcas do Pavo.
Vendem-se superiores calcas de casimira preta
a 5450C, 6000, 75000 e 8*000 rs., paeltots so-
brecasacos de panno preto a 124000 rs., ditos sac-
eos a 74000 rs., coletea de casimira preta a 44500
e 54000 rs.: na rua da Imperatriz n. 60,de Gama
& Silva.
Algodozlnho entestado.
Vendemse algodaozinho americano com 8 pal-
mos de largura para leaces, toalhas, etc. etc. etc..
a 140OO rs. a vara, ditos estreitos a 5 4000,64000,
74OOO e 84000 rs. a peca, sendo muito boa fazen-
da, pecas de mandapolao. por preco muito razoa-
ve, na loja do Pavao, rua da Imperatriz n. 60,
de Gana & Silva.
Vestidos pretos do Pavo.
Vendem-se ricos cortes de grosdenaples preto
com ricos enfeites de vi-ludo, pelo barato preco
de 404OOO rs. cada um, na loja do Pavao ; rua da
Imperatriz n. 60.
Lazinhas Victoria.
Na loja do Pavo.
Vendem-se as mais modernas lazinhas Victoria
tendo 4 palmos de largura com lidas palmas de
seda pelo barato preco de 800 rs. o covado, na
loja do Pavao, rua da Imperatriz n. 60, de Gama
& Silva.
Os soutembarqiies do Pavo*.
A' 20,5000.
Vendem-se neos soutembarques pretos ricamen-
te entenados a 204000 cada um, ricos manteletes
pretos, grandes a imitaco de capas pelo baratissi-
mo pre?o de 204000 rs. cada um, s na loja do
Pavao, rua da Imperatriz n. 60, do Gama & Silva.
Os chales do Pavo.
Vendem-se chales de merino eslampados a
34000 rs., ditos muito tinos de crepom a 64000,
74OOO e 8*000 rs., ditos lisos a 44500 rs., muito
Anos a 54000 rs., s na loja do Pavo, rua da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
O brina do Pavo.
Vendem-se brim de linho puro com quadrinhos
proprios para caiga e paletots, pelo prego de 500 e
600 rs. cada covado, sendo fazenda que sempre se
vended por mais dinheiro; rua da Imperatriz
n. 60, loja do Pavao de Gama & Silva.
Lazinhas 3CO rs.
Si o Pavio.
Vende-sem lazinha matizadas proprias para ves-
tido sendo padroes miudinhos e grandes, sendo fa-
zenda muito encorpada e que se pode lavar perfei-
tamente, como se lava a chita e nao desbota, sahin-
do esta fazenda mais barata em proporcao do preco
por que se vende a chita; isto na loja da rua da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
ECRAVOS FGIDOS.
Fugio no dia 17 do corrente da freguezia de
Santo Amiro de Jaboatae o escravo Antonio, de
cor fula.estatura regular, cara larga, nariz chato,
beicos grasos, a perna direita um pouco torta, e
puxa por esta quando anda; levou vestido camisa
e calca de algodao azul; e porque chegasse do Mr-
tao do Ico presume-se ane livesse sepnido para
aquellas psragens : pede-se as amorMadn BOU-
ciaes e car itaes dc campo que o pegar k vi 111-0 a
seu senhor Ignacio Francisco Pereua da Silva, no
engenho Velho da dita freguezia, que serio recom-
pensados.
Fugio na manhaa do dia 19 do mrente mci,
uma escrava de cor parda, de nome Florinda, rom
alguns cabillos entre os peilos. baixa e rorpo re-
gular, com vestido de chita escura, levando urna
trouxa com alguma roupa, sendo um vesiido de
cor azul com llores encarnadas etc.; nao a pri-
meira vez que sahe de casa por adiar aaeat lhe
d agazalho. perm desta vez protesta-se contra
quem arouta-la com o rigor da lei: gratifica-se a
quem leva-la i rua da Aurora n. 86. terceiro andar.
No dia 13 do corrente ausentaram-se (a casa
de seu senhor, no sitio do Montriro n. 13, duas
escravas rotintas, de nomes Eugenia e Niracia,
com os seguintes signaes : a primeira com 30 an-
uos de idace, pouco mais ou menos, alguma barba
no queixo, e um lobinbo em um dos ps, leu 11
romsigo um filho pardo de nome Manoel. de 3 an-
nos de idade ; a segunda de 25 aunas de idade,
pouco mais ou menos, levou comsigo una lilha
cabnnha de & annos, o levaram dous cmbrullios
de roupa; naturalmente seguiram juntas, igno-
rando-se qual adireccao: portanto. rogase s au-
toridades p iliciars a sua captura, 011 quem dellas
noticias tiver, leva-las a sea senhor Joo Manon!
da Veiga e Seixas, no seu sitio do Monteiro n. 13,
ou na travessa da Madre de Dos ns. 4 o 6.
No da 18 de Janeiro passado fugio o escravo
Miguel, crioulo, de idade de 45 50 annos, j 1.111
cabellos brancos e usa de meias suissas, tem nm
principio de gomma no peito de um dos ps, usa
de alpergatis, muito regrlsta e intilula-se forra
Este preto i\ natural do Ico, d'onde veio para ,ii|ui
ser vendido, c por algum tempo pertenceu ao Sr.
Jos Guilherme Guimaraes; consta qne levara en;
sua compauhia sua amazia, de nome Mara, parda
acaboclada, alta, e com falta de dentes na (rente ;
esta parda costuma embriagar-se. Pinicos dios
depois da f Jga foram encontrados perto do enge-
nho Camangibe; pede-se, portanto, s autoridades
competente; ou a qnem delie tiver noticia, rie ap-
frehendelc e leva-lo a casa de seu senhor Miguel
ereira Leal, na rua da Cadeia do Rocife n. 19,
que serlo bem recompensados.


Diario de Pcrnamfcnco Djn.trtfa letra 94 de Veverelro de 1 4414.
'

LITTEMTRA.
Devcrcs do cura.
(LAMARTINE.)
un in era cate parochi qae to lera
da familia da todos ; que o 6ha-
temonlia, com> ceasemeiro, o. co-
n. utos os mais solemnes da
; o qual ninguem pode nascer nem
,, liouiciii dd seio materno, e
lio no tiiuiu'o; que abennVi ou
thro nupcial, o li'ito ilo mor-
i homem quo os meninos cusln-
ir e temor; que os desconlieci-
e paz; discpulo daquelle que recusou derramar
urna golta de sangue era sua defeza, o quo disse
Pedro : melle a espada na bainha
wussao, siijeitando-nos sempre a toda, c qualquer
cnrrcccao, que nos seja dada pela auloridade com-
petente, qoando nidia nao liaja claramente alguna
a auto-
primeiros
lasaros nao
nem ambicionar autoridade na intinicipalidade ; difTeria do dos laicaes ; e os ministros sagrados
elle nd deve nunca esquecor, que sua autoridade por alguns tres seclos nao Irajavam as suas
comer; e acaba ao Miniar de sua egreja, ao p de mnecoes do forma diversa do rommum. S. Jero-
seii altar, na cadeira da verdado. na porta do indi- nymo foi o primeiro dos padres, que tratou dos
gente c do cnfei no, e cabeceira d. moribundo ; hbitos usados pelos ministros do altar para o ser-
ah elle homem de Deus ; n'outros logares o i vieo divino. Poucodepois da par. da egreja, foi
mais humilde e insignificante dos homens. prohibido aos ecelcsiasliros o habito proprio dos
Bm reiaclo i sua rafirica, seos deveres se liml- seculares. Baronio er que a cor fosse o parda
tam ordem e e i momia, que a pobreta da maior ou roxa. Benedicto XVI diz que o habito decre-
parledas paroctas comporta. Quanto mais nos lado pelos pontfices romanos, petos concilios, in
oblinuerint, si postquam ai Episcopo suo etiam
per edictum publicum moniti fueriut. honeslain
habilum clenealem, illorum onlini. el dignila-
ti congruentem; et juxta ipsius Episcop ordi-
t nationcm, et mandatum non detulerint, per mis-
pensionen) ab ordinibus, ac officio, et bene-
ci, ac fruetibus, reditibus, et prorentibus ipso-
ruin benefletornm, nec non si semel rorrep-
ti denos in hoc deliqueriiit, etiam per priva-
tionem offlcioram, et beneGcierora hojusmodi
oMrcerl possint, et debeam, secundum consttu-
tionem Clementis V. in coi cilio Viennens edi-
tam. ana ineipit: Quoniaoi innovando el am-
pilando ele.
Tradcelo. Apezar de habito niio fuer o
monge, todava convra qoe os clrigos usem das
Vistes proprias da sua ordem. para que pela de-
n meo pae : ao ps do quilos adiantamos na civilisaeao e na intelligcncia de elusivamente o concilio de Trente veiu depoisde cenca do habito extrnseco n oslrem a honestidade
miar suas conssoes as mais urna religiao toda immaterial, tanto menos o laxo I-'IOO. Como escrevemos para quemdeve entes- intrinca dos eosnunes; mol no da d'hoje tem
igrimas as nuis secreta*; un ho- exterior torna-so nceessario nossos templos, dar alingua latina, nos serviremos dos textos la- eraseido tanto a temeridade, n o despreso da reli-
mem que o consolador por estado e;u todas ai mi- Simplicidade, asseio, decencia nos objectos, que tinos, segurado o sabio monsi-noor Scolti, qoe mol- guo por parle de alguns houens da egreja, que
d'almi e do corpo o intermediario p ir nbri- servem ao culto, 6 tudo quanto o cura deve pedir 10 bem esereveo nesta materia. despresando j dignidade usim publicamente de
iqueza e da indigencia ; que ve" o |i ibro parsita fabrica. Militas vezes a pobreza inesmo L O habito do sacerdote deve edificar os ex- ura trage laical, pondo os pe cm partes diversa-.
Ico balereut alternadamunte a sua port :o do altar tem algjma cousa de veneravel, tocante peeladores : Sed quid exist videre Hominem mol- um tn divinis, o oulro fe car mitins; motivo por-
riQ para ahi derramar a esmola clandestina, o potico, que impressiona e internere o coracao libus vestitiml Bees qui imhhbus vestiuntor, tu que tedas as pessoas ecclesiaslieas, ainda cxemptis,
i receb-la -em corar ; que. nao ssndo pelo contraste, mais do que os ornamentos de seda dmnibiis regnm sunt fS. Math. XI 8.) que ou forem constituidas in sacris, ou tenhan
de ordem alguma social, nertence egualmente ,; os candelabros de ouro. Sed quid exist vUereT As turbas mmcm obtido dignidades, honras (eclesisticas, oueios,
is ria*ses s claaeea inferiores poto vida I O que sao nossos dourados e nossos graos d'ara multido para ver o Baptista, c hoavam edificados, ou qoaesquer beneficios eclesisticos, se depois
izes va humildade de nisci- scintillantes, di.-ule daquellc que crcou o cu e o observando o modo porque elle estova vestido: de serem advenidos pelo seu hispo, mesmo por
classes elevadas, [la educacao. si ien- semeou de estrellas? O clice 'estanho faz curvar habebal rcstimrntum de filis cumelorum, et sonam edicto publico, nao osaren) de um habito clerical,
,,', mtimeotos, que urna rel.giao '.auto as frontes quanto os vasos de pfata ou ouro. pellirnn ria tumbos suos. (S. Math. 111. i.) honesto, conveniente, c conferruc .i ordem e man-
philanli pliiea inspira 9 preneinia ; um homem, O luxo do ehrisiianismo est em suas obras, e o As turbas arada agora ollum para os sacerdo- dado do mesmo hispo, podem e devem ser sus-
"'te do seu pensos das ordens do officio. e beneficio, e dos
exterior ; fructos, rendas, e proventos lesses beneficios; as-
a aos sim como se urna e outra 'ez, sendo advertidos
eos paos. ecelesiasticos o habito eeclesiaatieoj ut per de-, delinquircni, podem. e dewm ser privados do
Para alimentar-se, e
tentar a humilde niulhe .
ruiido preencie "T7atta" sua alta missao social. ||wraaberte todasu indigencias dos que o procu- acredita mais no que v do que nos ouve ;e por
O que um cura ? E' o ministro da religio de, ram, o cura tem duas retrbuieGes : urna do estado leso edificarse mais do vestido o das maneiras, do
soleremos ccincoenta francos; outra autonsada pelo que dos mesmos discursos : euoniam magis oca-
uso, c que se chima casual. Esta renda bastante lr, quam atiribus credunt homines ; necesse est,
elevada cm certas cidades, onde serve para pagar ut saeerdos bonum prabeat ex.mplum, tam in suo
os vigarios, na maior parte das aldeias pouro ou vestitu, quam in reliquis suis actionibus. (Synod
nada produz ao cura. Apenas lem elle o estricta- Urgellens, an. 1380.) Este habito concorre para
mente necessario, o ns augusta domi, e entretan- que se respeite nao so o sac< rdote. mas todo o
io nos Ihe dizemos anda, no interesse da religiaol clero, por promover a edificarlo dos fiis: Ue-
como no de sua oonsideracao local : esquecei o; ricorum honestas in habitu c xterion ad populi
casual, e recebei-o do rico que insiste para que o dificalionem. et ad sui etiam psorum, atque to-
aceileis; recusae-o do pobre, que cora por nao tius elcricalis ordims reverenliam, et digiutatem
pbilanl! pliiea inspira o preivila ; um homem, O luxo do ehrisiianismo esl em suas obras, e o As i urnas anda agora ottim paraos sace
emflm, que tudo sabe, que tem direito de tudo di- Ucrdadeiro ornato do altar, sao os cabellos do sa- tes, ejwo pudendo examinar : santidade do
ser e cuja palavra cae do alto sobre as intell gen-' erdote encanecidos na supplica. e na virtude. e a coracao, querem conbece-la pelo habito exteff
sobre os coracoes rom autoridade de una e piedade dos Qeis ajoelhados ante o Deus dos motivo porque o concibo de Trento inculca
j coracoes .
missao divina e o imperio d'uma f robusta 1
liste homem o cura : ningnem pode fazer aos
ns maior numero de bens ou de males, se-
e
Cbrino, encarregado de conservar seus dogmas,
de propagar sua moral, e de administrar eeas be-
do rebanho, que Ihe foi conl ada.
is tre* funcfoes do sacerdote dimanan as
tres qualidades soh as quacs vamos considerar o
cura, si,, 0. como padre, como moralista, e corno
administrador espiritual do ehrisiianismo no mu-
nkipio. D'aqui decorrem tambem as tres esp jes
de deveres, que elle tem de cumplir, para ser m-
tei ramn te oigno da sublimidade de suas fun na tena, e da estima e veneraeao dos homens.
Como padre ou conservador do dogma chnstao,
os devores lo cura nao sao accessiveis a nosso
ex:me ; o dogma divino o mysterioso de sua atu
reza, imposto pela revelarlo, acceito pela fe. esta
virtude da ignorancia humana, se recusa a toda
<:ri!ica ; o padre s tem a dar contas. como I el a
su:, c osciencia, e sua egreja, nica antori Jade
de quein depende. Entretanto, aqu mesmo a alta
razio do sacerdote pode influir utilmente na pra-
tie i sobre a religiao do povo que elle instrue. Cre-
dulidades banaes, superstiSes populares se tem
confundido as edades de trovas e ignorancia, com
as altas crticas de puro dogma christao; a sui>ers-
tic.io o abuso da f ; pertence ao ministro escla-
recido de urna religiao, que supporta a luz, por-
que toda luz delta vem, dissipar as sombras que
embaciam sua santidade, e que fariam coqfunlir a
oros prevenidos o cbristianjsnio, esta civilinacao
pfatica, esta raz,ao suprema, com as industrias pie-
do; as, cr credulidades grosseiras dos cultos do er-
ro tn di fraude. O dever do cura deixar eahir
abusos da f, e reduzir as crencas demasia-
damente euniplaeenles de scu povo grave o mys-
a simplicidade do dogma christao, contem-
pheao de sua moral, ao desenvolvmento progres-
siv de suas obras de perfeicao. A verdade nunca
ter.i nei tssidade do erro, e as sombras nada aug-
mentan! a luz.
Como moralista, a obra do cura mais tella
anda. O ehrisiianismo una pbilosophia divina
escripia de duas maneiras : romo historia, na vi-
da e norte de Christo ; como preceitos, au su-
blimes doutiioas que elle trouxe ao mundo, listas
duas palavras do ehrisiianismoo preceito e o
oxemploacham-se reunidas no NovoTestanc_nto
on Evangelho. O cura deve telo sempre as raos,
sempre ante seus olhos e sempre no coracao.
Um bom sacerdote um coiimieniario vivo des-
sc ivro divino. Cada palavra misteriosa des e II-
vro responde justamente ao pensameoto, que o in-
terroga, o em-erra um sentido pratico c social que
esclarece c vivifica a conduela do homem._
Nao ha verdade moral ou poltica, qoe nao csteja
em germ n n'um verieulo do Evangelho ; odas
as philosophias modernas commentarain um teHes
o equeceram depois ; a pttilosophia nasetu do
sen prim -iro e uuico preccito, a caridade.
A liberdade lem marchado no mundo sobre seos
pastos, r Donhnma degradante servidao tem podi-
do subsi-tir diante de sua luz; a egualdadc |ohti-
ca nasceu do recenhee.iment que o Evangelho nos
ten forc ido a fazer de nossa egualdade, de nossa
fraternidado diante de Deus ; as leis se tem abran-
dalo. o usos deshumanos tem sido abolides, os
griibdes lem cabido, e a mulher reconquistado o
respeilo uo coracio do homem.
A' medida que sua palavra tem soado, nos ::ecu-
los, tem esuiagado um erroou urna lyrannia, o p-
de-se di?er, que o mundo actual todo inleiro, com
suas luis, s, us costumes, suas instUuicfes, sotis es-
peranea:, nao senao o veibo evanglico mais ou
menos'incarnado na civilisaeao moderna! Mas
sua obra anda est lengc de ser completa ; a le
do progtessfrou da perfeicao, que a dea activa e
poleros.i da razio humana, tambem a lei do
Evangelho elle nos prohibe de parar no bem, elle
no i excito sempre ao melhor, nos prohibe de des-
esperar da hiimanidade, diante da qual elle inces-
sa itemente abre horisontes mais esclarecidos ; e
quanto mais nossos olhos se abrem a luz, tanto
mais prcmessas temos emseus mysterios, verc ades
cm seus preceitos, c futuro em nossos destinos.
O cura tem, pola, toda moral, toda razio, toda
civilisaeao, toda poltica em sua mao, quando tem
esse livru. o tem mais do que ahri-lo, l-lo, c
derramar em redor de si o Inesouro de luz ede
perfeicao, cuja chave a Providencia Ihe tem con-
liado. Mis como o de Christo, seu ensino dev: ser
duplo : pela vida e pela palavra, .-ua vida deve
ser,Unto quanto comporto aenfirmidade humana,
a expUeacao sensivel de sua doutrina, una pala
vra viva !
A egnja o tem constituido antes como o exem-
plo do que como orculo; a palavra pode faltar
e vestir-se. para pagar e sus- centam habitus exlriseci morim honestatem OS-1mesmo modo dos officlos, lieneficosl segundo a
Iher, que o serve, para ter sua tendanl. (Sess. XIV. De Iteform. C. VI.) O povo constituicao de Clemente
vos poder offerece-lo, ou da casa, em que se mistu-
ra a alegra do casamento, a felicdade da pater-
uidade, o lulo do funeral, com importuno |>cnsa-
inento de procurar no fundo de sua bolsa alguinas
raras moedas para pagar vossas heneaos, vossas
lagrimas ou vossas supplicas: lembra-vos de que
se nos (levemos gratis iras aos outros o pao da vida
material, eom mais forte razio devemos gratis o
pao celeste fugi da censura de fazer com que os
lilhos paguem as grasas sem preco do pae commum,
o evitae formulai urna tarifa para a oracao I Mas
nos dizemos aos Geis : o salario do altar in-
: ulliciente 1 >
Como homem o cura tem ainda alguns deveres
puramente humanos, que Ihe sao impostes somen-
tc pelo cuidado de sua boa tama, por esta granada
vida civil e domestica, quo como o bom perfume
da virtude.
elucere mxime oportel. (Synod. Bastan an.
De llonest. Clericor. C. I) Meditem-se bem aquel-
las palavras do sabio : ex visu congiioscitur vr,
amienta corporis, et risus denlium, el ingressus ho-
minis cnuncianl de lio. (Eccl. XIX. 26. 27.) Por-
tante conclu-se quantos bens resultaram a egre-
ja da com|voslura do vestuario dos clrigos! Que
merecimento tero os que assim fizerem !
Ser porventura este um negocio de pouca im-
portancia ?
Ai! que contas darao no tribunal divino os
sacerdotes, que nao Ihe derem importancia, e os
lindados que nao rcprlmirem um abuso tao escan-
daloso I
t 11 Deve condemnar o luxo mundano.
t Hominem mollibus testitum? S. Joao com
aquello seu habito pregava a pe uteneia, e condem-
nava o luxo do mundo; julgava nao convr ao pre-
Retirado em seu humilde presbvterio, sombra! gador, nem sequr ao menos, um vestido de toa,
de sua egreja, raras vezes deve sabir della. I,he por s.-r ainda brando, e de luxo : reputaba! vest-
lermiltido ter un:a vnha. um jardiin. um |>omar mentum de lana mollitiem, qua? non convemt tira;-
algumas vezes um pequeo campo, e cultivado com ticaton. (S. Thom. Expos. in S. Math. C. III V)
suas proprias maos, crear alguns animaes domes- Ora que diro no tribunal divino os pregado-
ticos, por prazer ou utilidade. a vacca, a cabra,! res, que declamara contra o lux) mundano, quando
"Mes mesmos sao aouelles que andam tao escanda-
ovclhas, porabos, passaros cantadores, sobre tudo eUe
o cao, este movel vivo do lar, este amigo d#s que: tesamente vestidos pela sua moleza e pelo seu 1uxo.
mundo, e que por tanto teem I Com muita razo os Synodos impoem aos clrigos
te lem esquecido do
necessidade de seren amados por alguem Deste.
.sylo de trabalho, silencio e paz, o cura poucas
vezes deve arredar-se para se ingerir as sociedades
ruidosas da vizinhanca : nao deve seno em al-
gumas solemnes occasioes inolhar os seus labios
rom os felizes do secute na laca de urna hospitali-
dade sumptuosa ; o pobre desconfiado e riumen-
to, aecusa logo de adulaeao ou de sensualidade o
que as suas vestes sejam noa vanitate notandie.
(Synod. Consent. an. 1399. Sess VI.) Nao deve in-
dicar animi etalionem, aut levitatem. (Synod. Fa-
vent. an. 1580.) Devem mostrar urna gravidade
contraria immundicia, e ao fausto Cuttus Ciar i-
ct-----reilotent gratitatem, ab tmnt fastu vrossus,
ac sordibus alienam. (Conc. Melud. Tit. XVII.)
Quera se aprsenla com demasiado cuidado de
homem, qwi mollas "vezes na porta do rico se embellezar, ede parecer janota e galante; se
hora, em que a fumaca do scu telhado se eleva, e guramente se n.o se aprsenla como convem a um
Ihe annuncia una mesa melhor provida do que a sacerdote, que e juiz do mundo, mas apresenta-se
delle. como um sequaz das suas maxmas : fucile ton-
Algumas vezes na volla de suas pledosas viagens,' vincitur rebus ipsis pomparum stiecuh essesectator.
< u quando as nupcias ou baptismos teem reunido (S. Aug. De Serm. Domini in Monte. L. IIC 12.)
os amigos do pobre, o cura pode sentar-sc um mo-1 Examinem portante bem como se vestem, e temam
lenlo mesa do lavrador e comero pao negro com de se achar no numero daquelles que trajam como
elle; o restode sua vida deve passar-se no altar no j nenvo em vez de trajar como clrigos: tales quum
raeio dos meninos, aos quaes ensina a balbuciar o nderts, sponsos magis a-sttmato,quam elencos. (S.
rathecismo, este cdigo vulgar da mais alto philoso- Dieron. Ep, ad Eustach.) Lenibrem-se que se nao
phia, este alphabeto de una sabedoria divina. Nos I devem vestir como esposas, mas como guardas da
rstudos serios entre os livros, soeiedade mortal Esposa de Jess Christo, que a egreja; ei por Isso
do solitario, tarde, quando o sacristao recebe a nao se devem assemelhar a aquelle sacerdote, que
chave da egreja, quando toca Ave Mara no sino ao velo Sponsam potis putabis, quamudem,
da aldea, pode-so ver algumas vezes o cura, com o' s/wnsw autoden. (S. Bem. Serm. LXXMll
ie Clemente V publicada no conci-
lio viennense. que comeca : Quonium innovando,
et ampliando etc.
(Concil. Trid. Sess. XIV. & VI. De Re-
onn.)
t Quanto pois s opinioes dos moralistas a este
respeite, seria entrar n'um nwre magnum, se qui-
zessemos examinar o que diz o Salmaticease,
Escobrar, Navarro. Sylveslre, Solo, Hohinann,
GobaL etc. sobre a m.ior ou menor imputarlo
de-ia falta.
Contentaino-nos cora pir aqui poucas palavras
do grande Sanio Alfonso de L gnori. Patet ex uni-
verso jure cannico, elencos leen deferre Itabitum
clericalem.
Apoia-sc o sanio moralista, em o cap. do
Tridentino, que cima citamos; e passa em re-
vista varios moralistas como ;osluma, para notar
as suas opinioes sobre a maior ou menor gravida-
de da falla em questo.
Julgando ler posto na ;ua verdadeira luz es-
ta importante questo. sej<-nos licito dizer que
JA E TEMPO de acabar com o escndalo, que do
os ministros sagrados, que lesprezam os canos
da egreja.
Em quanto periga a sua decencia pelos insul-
tos feites ao seu habite, embira se vislam de turco,
e chineza; mas actualmente na nossa cidade se
veem com siimnio prazer o confessamos, varios
ministros do altar trajando com a devida de-
cencia; e se esses nao se censideram arriscados,
tambem os outros assra se devero considerar sem
duvida.
Perdoe-nos Deus, se neste nosso arligo exce-
demos a nossa missao, se bem que nos parece
justillcar-nos o prembulo que fizemos a este res-
peite.
t Perdoe-nos o clero, se por ventura se possa
julgar que, do algum modo I e podessemos fallar
aquelle respeite, que Ihe (edicainos, comer;ando
pelo magno, que nao duvida que Ihe dedica-
mos nao s respeilo, mas unor, e gratido por
tantos favores, de que confessamos ser-lhe de-
vedor.
E estando certos de que o nosso prelado n3o
duvida, e acredito na expresso destes nossos
sentimentos : nos vollamos para ello pedindo-lhe
que, servindose da sua autiridade remdete to-
dos os males deste genero, lembrando-lhe o con-
cilio, que em caso de nao ser ouvida a sua voz,
tem o remedio que nesse caso nao s pode, mas
deve applicar.
t Recommendemos este glande negocio ao sum-
mo sacerdote por essencia, u pecamos, todos os
liis sem pausa, caminhanco desde Bethelem at
as Calvario; e se pedirmos ?om f viva, atranca-
remos a graca, que implorai ios, donde poder re-
sultar, bem que accidental, mas donde podera re-
sultar grande gloria de Deus
breviario, ou debaixo das inacieiras do seu pomar,
ou nos caminhos elevados da montanha, respirar
o ar suave e religioso dos campos e o repouso.que
pode obter no dia, urnas vezes olhar para o cu,
ou o horisonte do valle, e desrer passos Ionios
para a santo e deliciosa contemplafao da natureza
o do seu autor, oulras vezes parar para ler um ver-
sculo das poesas sagradas.
Eis sua vida e seus prazeres; seus cabellos en-
canecen!, suas maos tremen) elevanlb o clice, sua
voz enfraquecida nao enclie mais o santuario, mas
repercute ainda no cortead do seu rebanho; elle
morra; nina pedra sem nome marca seu lugar no
cemilerio, perlo da porta de sua egreja.
Eis urna vida passada eis um homem, esque-
cido para sempre Mas esse homem foi repousar
na (lernidade, onde sua alma antecipadamento vi-
va, e elle praticou neste mundo o que liavia de
melhor a praticar, elle continuou um dogma Im-
iiKJit.il, servio de anel a urna cada immensa do
f e de virtude, e.deixou s geracoes futuras urna
crenca, urna lei, um Deus.
Da Narao. jornal de Lisboa, transcrevemos o se-
gu nte artigo do Sr. marquez de I.avradio. publi-
cado sobre o titulo 0 habito rlcrkul.
Ha longo lempo que anhelamos de dizer algu-
ma cousa acerca do habito clerical. Conhccemos
que a infelicidade dos nossos lempos tem perint-
tido que a di.-cipllnae.-iabeleeida pelos caones da
egreja nao esteja no seu rigor para evitar maio-
res escndalos; mas julgamos que agora ser
be, se a natureza Ihe recusou esse dom ; mas a lor A6 Pf.dr ,um *** mipropno dos
palavra que se faz ouvir por todos, a vida : nc- mimsirosda religiao, do que um ou outro insulto
nh una lingos humana too eloquente e tao per- a
su isiva como una virtude.
O cur i ainda administrador espiritual do; sa-
crr.ment s de sua egreja e dos beneficios da 'ari-
dade. Seus deveres nesla qualidade se approxi-
mam daquelles que toda administracao impoe.
Em relami aos homens, deve connecer o; ho-
mens ; cm rclaco s paixoes humanas deve c cu-
ra ter a mao delicada c branda, cheiade pruden-
cia c circumspecco. Elle tem em suas atlribui-
qoos as fallas, os.arrepen9imentos, as miserias, as
eoessidades, as indigencias da humanidade elle
deve ter o coiaeio rico e trasbordando de tokran-
cia, de misericordia, de mansidao, de compa xao,
de caridade e de perdes I Sua porta deve alar
aberta toda hora aquelle que o despena sua
alampa, a sempre acesa, tendo sempre o hasto na
mao ; nao deve conhecer nem estacoes nem dis-
tancias, nem contagio, nem sol, nem nev, se ira-
ta-se de levar o oleo ao fendo, o perdo ao culpa-
do ou seu Deus ao moribundo.
vo deve haver perante elle, como nao ha pe-
ralte Deus, nem rico nem pobre, nem pequeo
nem grande, porm smente homens c irmo: em
miserias e em esperangas. Mas se elle nao deve
recusar seu ministerio a ninguem, nao deve offe-
rere-lo sem prudencia aquellos queodesprsam
ou desconhecem. A importunidade da caridade
mesmo irrita e repelle mais do que atlrahe, imi-
tas vezes deve esperar que vao elle, ou que o
rlamem ; rao deve esquecer que sob o rgimen
da lber Jade absoluto de todos os cultos, que a
le do nono estado social, o homem nao deve onta
de sua religiao seno a Deus, sua consciencia.
Os dircitos e os deveres civis do cura nao come-
cam senao quando se Ihe diz : son christao.
O cura tem relaeoes administrativas de difieren-
tes natnrezas : com o govemo, com a autor'ade
municipal com sua fabrica.
Suas relaeoes com o governo sao simples; elle
Ihe deve o que Ihe deve todo o ridadao frai eef
nern mais nem menos, obediencia as cojsas
justas.
Elle nao deve apaixonar-sc nem pro nem cor Ira,
as formas ou os chefes dos govemos das tenas ;
as formas se modifican); os poderes mudam de
nomes e de maos, os homens se precipitam alter-
nadamente do throno : sao as cousas humanas,
{lassageiras e inconstantes por sua natureza ; c re-
igio, governo eterno de Deus sobre a consciei ra,
esta cima destaesphera das vicisstudes, das ver-
satilidades polticas. Ella se degrada deseendo a
ah: sea ministro deve conservar-se cuidadosa-
mente separado dessa espliera. O cura o tnico
cidado. que tem o dever e o direilo de ficar neu
tro as causas, nos odios, as lutos dos partidos,
educado, que por ventura
se observe ainda boje.
Recitamos sempre por un) pouco quando nos
lembramos de entrar nestas materias, sendo nos
um menihro da egreja (sim,) mas um membro da
egreja collocado no estado laical.
O exemplo de um Oza faz-nos varillar e tre-
mer. Nao ha duvida que a egreja se acha funda-
da sobre o sacerdocio aparando-se sobre o funda-
mento dos apostlos, e principalmente sobre aquel-
la pedra angular visivel, de que trato S. Malheus
(C. XVI. 18.) Tu es Petrus, est super hanc pe-
tram ardifitabo ecclesiam meam. Entretanto nao ha
cuslodein.
Cant. n. 1.)
t Mediten) no despreso, com que Deus os tratar
se se apartarem destos doutrnas; e no que o uni-
verso far no dia de juizo, quando as vaiades do
mundo apparecerem na sua verdadeira luz.
111 Deve mostrar quem seja o seu rei.
Ecce qui mollibus vestiuntur in domibus Re-
gum sunt.
' Se nos palacios dos reis d? Ierra se veem os
homens vestidos com habites delicados, na casa do
Bel dos reis, onde habitara os sacerdotes, nao se
deve consentir um lal modo de trajar. E' neces-
sario, que todo o exterior de um etelesiastico indi-
que ao povo que o sacerdote KTtni Jesu Christi.
como o apostlo se intitula. (S. Piul. ad Rom. I, 1.)
A veste talar deve representar aquello Jess,
que se vesta deste modo, e que :.ssim appareceu a
S. Joao. (Apoc. III 13.) A cor negra deve excitar
nao s ao luto petas miserias e.'pirituaes c corpo-
raes do povo, mas tambem a humanidade da alma,
pela qual sao ministros daquelle, que foi humillis
corde.
Nizra vests insinuat humilitatem mente. (S.
Bern.) aut quivis alius, de modj benc vivendi (C.
IX in fine.)
A tonsura deve trazer memoria que a mente
dos ecclesiasticos nao deve por causa das oecupa-
edes lemporaes deixar a contemplaco das cousasj
divinas: me mens temporalibus oceupationihusa
conteniplaiione Divinaron! retardetur. (S. Thom.
in IV. Pent. Di.t X XIV quaest. :i arl. 1.1
E se a tonsura deve ser moderada, tete e. nao
se deve rapar demasiadamente, tambem se nao de-
ve trazer os cabellos milito cre.'cdos; isto denoto
que se nao deve cuidar tanto na salvaeao dos ou-
tros. qoe se esqueea a propria : ut sacerdotes co-
' gitationes de 'vita subdilorum ne se funditus am-
I putent, neo rursus ad crescendu n nimis relaxent.
(S Grog. Pastoral P. II, Cap. XIII, in fine.
A cora deve-lhes trazer s memoria o sacer-
docio real, aobrigacao da perfeicao; porque na
cora nao se encontrara embararos* nos ngulos :
tilo qui Divinis mysleriis applieantur, adipiscun-
tur. l'.egiam Dignitotsm. et perfecti in virtuteesse
d.beni. (S. Thom. in IV. Pent. Dist. XXIV. qu.-est.
3, art. I.)
t Por ultimo deve mostrar a cora de espinos,
que pozeram sobre a cabera de Jess Christo, cm
signal.de humildade: Exemr.lum corona; habe-
duvida que na egreja tora lugar de diretto divino a i mus in Christo, qui spincam (oronam in signum
parte ensillante, e a parte, que aprende. Ha dou- humiltalis gostavit in capite suo. (Petr. Bles, in
lores e pastores para ezuinar a verdade aos liis,' j0|,. Cap. I. post. nied.)
e para os nnduzir pelos rairrinhos da virtude. Pa-; t E ja que os padres com todas estas cousas es-
rece portante ser aquelle Hocete exclusivo. Assim to fazendo lembrar aos outros qual seja a sua mi-
, mas vemos no dia de hoje tantos obras catholi-' Hcia, isto mesmo Ibes deve servir de estimulo para
cas, entrando nesse numero a da propagaeio da se soparaiem das conversacoes porimisH dos secu-
f eatholica. confiada em grande partea homens lares: heis sgdis secernuntin a Lairorum con-
de tima f pura, mas laicaes. Oh I que consola- ver-atione. (Tom. IV, App. edil. Maur.)
r;5es immensas, que zelo, que abnegatao, que fer- Tambem grande o incentivo para conservar
vor I E quantos destes sao de curta edade 1 a modestia, e todas as outras virtudes o nao se es-
Ora vemos que a egreja, que a nossa nica querer eom as aceoes o qoe se pmfossou com o ha-
guia, nao reprova estes actos ; era no anno pas- hito : ex ipso elereali habitu obstrictos se obliga-
sado re|irovou o congresso do Malines. onde se tione modestia}, ac lemoprantiss cognoscunt. (Sy-
trataram materias religiosas, sendo talvez a maxi- nod. Aquiloens. an. 1596. Tit. De vita ct honesl.
ma parte dos seus membros laicaes; portante jul- Cleric.) Portanto digna de admirarn a Mbedo-
gamos de nao fazer cousa dcsagradavel egreja ra celeste da egreja, em dar ao clero divisas tao
entrar no assumpto, que nos propomos tratar do mysteriosas, e to uleis. E' conitudo digna de las-
habite clerical. E que entendeu S. Paulo, quando tima a cegueira daquelles que nao entendem ver-
fallando aos Corinthios, Ibes disse : Uniculque an- dades lao luminosas. Deus Nosso Senhor os Hu-
rn datnr manifestatis spiritus ad utilitutem (Ci-' mine, e inflamme os seus coraff es para que se rc-
rinth. C. XII v 7 ?) Que diremos de um Justino, solvam a reformar a maneira de trajar, e que os
que nrmete da sua apologa conseguii e fez com seus hbitos d'aqui po'" 'liante correspondan) as
que o imperador Antonino sospendesse as pene- vistas da santa madre egreja, perseverando ate a
guices T Atnooagoras larabem dedlcou a ana apo- morte. Sacerdotes tui induantur justiam. (Ps.
logia do ehrisiianismo a Marco Aurelio e a Com- 121 v. 9.) Domine tu seis necessitatem meam,
modo. Clemente Alexandrino deu luz a sua quod adominer signum siiperbia-. Sim esse vis-
Exortaro aos pagaos c os seus sabios Stromntas. luarin de justiea o (pie desojamos que seja o dos |
Damos em seguida a concluso do relalorio apre-
sentado ao parlamento brasileiro pelo ministro da
fazenda:
Quinto.Se houver empate sobre alguns pontos
da avahaco, liquidar-se-ha o mais e submeiter-
se-ha a questo empatada deciso de ura outro
arbitro nonieado pelo goverr o, e aceito pela em-
preza, o qual decidir sem appcllac,o.
Sexta.A avaliacao das o iras ser feila por or-
dem da construeco, levanco-se em conta, para
augmento ou diminuirlo, cm relaco ao valor ac-
tual, asoscillaeoes de preco, attendendo-se a que a
avaliaeao seja sempre referida poca em que foi
feita a obra avahada.
Stima.Asavaliacoes paiciaes sero toncadas
cm protocollos e assgnadas pelos arbitros.
Uitava. Terminada a avaliacao e determinada
a porcentagem de indemnisaro, que ser regulada
pelo grau de difliculdade na mtstroceao, perfeicao
do trabalho e.outras causas, que os arbitros jul-
guem atlendiveis, o governo pagara o que for de-
vido aos emprezartos.
Nona.O sub-empreiteiro mostr de obras, Luiz
Hosxe assignar o respectivo termo de encampa-
nad em signal de assentimento a esto acto dos em-
prezarios sob as condices ex postas, declarando-se
que esto intervono.o do dito sub-empreiteiro fei-
la a pedido dos mencionados empresario?, c nao
porque seja elle reconhecido como parto legtima
em relaja ao governo par figurar neste con-
trato.
Por aviso de 2 de selembr >, o na forma da con-
dieo segunda do contrato de encampacao, nomeei
o lente coronel do engenhi iros Christiano Perei-
ra de Azevdo Couliuho e o I'r. Gabriel Milito de
Villanova Machado, arbitros por parte do governo,
e aceitei os indicados por p; lie dos emprezariosi
Drs. 1). Jorge Eugenio de Lorio Selblz e Eplpha-
nio Candido do Souza Pitanga, para procodercra
avaliavo das obras ja feitas.
Os engenheiros prosegueni com asiduidade no
exame e avaliacao das obras e espero em breve
ver terminados os seus trabadlos.
As obras com o assentame no das machinas na
referida casa da moeda caniinliain regularmente.
Alfandega da rete.De li de abril a :tl de ou-
lubro do anno passado, fizera n-se nesla reparlico
as seguintes obras internas.
Alm de diversos coneertos c reparos em diffe-
rentes armazens, lueram-se :t.'.881 palmos qnadra-
dos de soalho parafusado e foi ain assentadas qli-
ronla hombreras, vinte e cinco peiloris, e Irinla
vergas, tudo de cantara, as paredes que cirenn-
dam o armazem de ferro, na exlenso de 31.8M
palmos cbicos de alvenaria ; tondo |>or isso, como
informa o respectivo engeuhei o, de ser breveinen-
lo entregue ao servido, a que destinado o sobre-
dito armazem.
No armazem n. 2, prescjnJ.ndo de outras obras
de menor importancia, foi su p sosa e concertada
quas toda a cobertura de ferro e cntadas e liga,
das por tirantes tambera de hoto as respectivas pa-
redes.
No de n. 10 c de n. 12 realisaramse grandes
coneertos e melhoramentos, cuno fosse no prime-
Se no exercicio vindouro esses trabalhos conti-
nuaren! com a mesma actividade, pensa o enge-
nheiro que poder-se-lia flxar a sua concluso no
decurso do seguinte anno.
Fazendo um esboco do estado actual da alfaude-
ga da corte, em relaco sua capacidade para o
fim a que destinada, assim se exprime o referido
engenbeiro:
Os edificios amigos, que ainda formam a al-
i fandega actual, apresenUin um aspecto lamen-
lavel de ruinas, e ameacam a vida de milhares
de pessoas, que diariamente transitara pelos seus
vastos c escaros telheiros cheios de mereado-
ras.
A m dsposieo dos armazens, alguns dos
quaes mais pareeein escondrijos do que deposi-
tes de mercadorias, torna incompleto e ioexequi-
vel qualquer systema de administracao regular.
* e exige um sem numero de empregados. fiis de
armazens e vigas, que aeompanhem os volumes
no longo e afadigoso transite porque pssam
< dentro da alfandega desde a entrada al a sa-
hida.
Os embaraces maleriaes, com que nao con la o
regulamento, que estabelece os termos Oseaos
dos despachos dos volumes, consomem muito
lempo e dinheiro, o que redunda em pura perda
t para a fazenda e para o commerco. Nao raras
vezes, por mais diligencia e actividade, que te-
> nham os despachantes e empregados. gastara os
volumes mais lempo em atravessar a nossa al-
fandega do que gastaram na viagem do lonco
curso da Europa ou da America a este porto.
Por outro lado, a m dsposieo dos armazens,
forrando a que se faca imperfetamente a arma-
zenagem de cortos gneros de qualidades hete-
rogneas, outros mais ou menos inflammaveis-
em edificios, enjos compartimentos dssymetri-
cos e encadeiados ons aos outros, sem ar, sem
luz c sera as condc5es essenciacs para, cm ra-
sos eventuaes, de incendio, por exemplo. vedar
que elle se communique aos demais deposites,
contrbue tambera poderosamente para diminuir
a garanta da fazenda, que ali depositada de
grandes valores.
Paredes desaprumadas, fenddas e sem alicer-
ees seguros, assenlando em terreno falso e des-
prezivcl esto pela maior parte cntadas e liga-
das por fortes tirantes de ferro para impedir
que o pender augmente e que ellas venham a
desabar.
t A oitava parte da rea real oceupada pelos ar-
mazens perdida por grossas paredes, pateos
desiguaes e divisoes pequeninas. que nao tem
utilidade, e portante sao desprezadas.
< A distribuir,, das aguas pluvlaes pessima .
as aguas levadas por conductores, cujos bocaes
j esto obstruidos pela elevaco do nivel dos
atorros fetos para as obras do caos, que circula
a baria de descarga dos navios, sao absorvidas
por estes aterros; produzem um effeto perni-
cioso ao referido caes e, quando sao demasiadas,
derramam-se nos armazens e do lugar a ava-
rias. Os coneertos, que se fazem nos telhados,
nao polem ter duraco por falta de estabilidade
do terreno, e isto acarreto annualmento urna
verba de despeza avultoda.
c O trafego das mercadorias feito sobre linhas
de trilhos dispostos segundo permitte a m dis-
tribuico dos armazens, em forma de labyrintho,
percorrendo em grande circuito as avenidas dei-
xadas ao transto, exigem maior costeio, maior
numero de bracos c eonseguintemente maior des
peza.
A conferencia feita mesmo nos armazens, on.
de se acham as mercadorias depositadas, Ion.
ge da sala do expediente, a guarda-mora no ex
tremo opposto do edificio, distante tambera mui-
; tas bracas da sala do expediente, prolongam por
tal forma a marcha de um despacho, que um da
inteiro mal chega para o aviar, preenchendose
i todas as formulas exigidas.
de um projeclo a adoptar, cheguei depois de ma.
Juro exame a tragar o plano geral que na minha
opinio, melhor satisfaz debaixo de todos os pon"
ios de visto, e que fundado as seguiules
bases :
> I." Elevar a rea aproveitavel ao dobro da ac-
tual.
por
< A marcha da administradlo nao pode deixar de
ser morosa e cheia de difflculdades em urna re-
partiente sem as condices de conveniencia e sem
capacidade baslante e farilidade no movimento
interno.
Amold nao s ca laical, mas simples ralhecume- nossos [.adres. Deus, que bem conhece esta gran- j ro 0 barrotatneiito e soalho en una sala cora 2.I1M)
no, quando esereveu o seu litro contra os Gentos, de necessidade, permita que o clero porluguez abo
Ora todos ellos eram leigos, e ninguem se atreven mine todo e qualquer signal de soberba o de vai
a dizer, que niio tinham missao para isto. Terlu- dade.
liano na sua (Apologa ad gentes C II, diz : In Vejamos agora o que nos diz o concilio de
reos majestath et pblicos hostes omnis homo mi- Trente desta materia :
les est. Que lodos os fiis devem pela sua parle,
e segundo as suas tercas combator os inimigos de
Dea*. E havor queii diga que os nossos lempos
nao sao semelhantes aquellos. Se do mesmo Lac |
lando e Taciano, se bem a egreja condenmou as
Instituiroes Divinas do primeiro a sua falta do!
exaeco'thcologici; e no Discurso contra os gen-
tos do segundo cendemnou os erros no que dizia
respeite aos Encratitas, todava tem conservado'
que dividem as opinioes e os homens; porque an- com grande solicilude aquellas obras.
Procuremos preparar-nos bem para a defeza
da boa cansa, e cm visto do que deixamos exposto
tes de tudo ello cidado do reino eterno, pa
commum dos vencedores o dos vencidos, homem
de amor e de paz, nao podendo presar senao amor
nio duvidamos ter tambem nos, de cerlo modo a
Quia vero, et si habitus non facit monachiim,
portel lamen elencos vestes proprios congruen-
tes onlini semper deferre, ut per decentiam ha- guinte:
bitas exlriseci morum honestatem ntrinsecam
ostendant; tanta autom hodic aliquorum inole-
vit (emritas, religionisque conlamptus, ul pro-
priam dignitateni, et honoreni clericalem parvi-
pendentes vestes etiam defera.it pnblce laicales,
podes in dversis ponentes, tiiiiiin in divinis, al-
terum in carnalibus; propter eaomnes ecclesias- tarvo de pedra......
tica- person.-e, quantunieiimqiie exemptss, qua; Ac.................
aut in sacris fuerint, aut dignitates, personaras, Cobre...............
onicia, aut beneficia qiiahacunique ecclesiastica Ferro...............
palmos quadrados, e no segundo o concert do
soalho e vigamento e o repiro de todo o viga-
mente.
O material empregado as obras mencionadas,
alm do ferro das obras inuti Usadas, foi o se-
1 i .S '5 o 2 o c < 13 1
1! 0 0 0
0 1 1 19
0 :t 0 14
4 4 3 10 fl
Se no interior a m distribuicao da alfandega
actual, pelas razoes expendidas, e a sua pessima
construeco, esto abaixo de toda a apreciaro
sob o ponto de visto de economa, solidez e con-
veniencia, no exterior ainda mais salientes sao
as suas desvantagens.
As estoeoes lscaes da ordem das que se desti-
nara a arrecadaco de direilos e impostes, como
as alfandegas, estacoes de estradas de ferro, cn-
tropostos liscaes, ele, devera estar completomen.
te soladas dos demais edificios urbanos, j para
facilitar a sua guarda e polica durante o tcinivu
em que as reparticoes nao funccionain, j para
evitar os casos de incendios no proprio edificio e
impedir que estes se commumquem aos outros
edificios contiguos ou visinhos e j finalmente
pura dar trajelo fael ao trafego aelvo, que ha
as ras adjacentes. A alfandega, como se sa-
be, acha-se situada entre ruasestreitas e de mui-
to transito, limita ao nordeste com a doka, a no-
roeste com a ra da IY.ua dos Miueiros, oeste
com a ras do Mercado, Direila, onde est ligada
coma praca do Commercio, caixa da amortiza"
ro e crrete : a sueste limita com o boceo dos
Aelos e ra do Rosario. Todos os predios das
i poreoes destas ras, que conlinam com a alfande"
> ga, constara de trapiches o casas de negocio de
. toda a especie, principalmente de vveres. As
ras cima mencionadas, alm do serem estroi.
, tas sem capacidade para o activo movimeuto,
que nellas ha durante o dia, tem mais o grave
inconveniente de serem irregulares a ponto de
i tornaren) impossivel qualquer prujecto bem com-
> binado.
A inconveniencia, que a primeira vista resalto,
estar a alfandega ligada a outras reparticoes de
i afazeros tao diversos dos seus, o onde, como no
correio, se trabalhi durante a noule, o facto de es-
lar rodeada |ior pequeas casas de negocio, que
funecionam tambem durante a noule e que por ver
tura nao guardara as cautelas, que exigem as re"
parlioes, que encerram dentro dos seus muros
a fortuna publica, sao razoes que por s s re-
pelleiH toda a confianza que se deve ter na se-
guranza e garanta dos valores ali depositados.
c A difliculdade do transito muitas vezes impedi-
do as portas de sabida dos volumes por falto de
Banana para o maneje e evoluco dos trense car
ros empregados no activo trafego, que abranfe
i urna tal reparlico, tambem um motivo de de-
< sordem nocivo marcha do trabalho.
Finalmente, por lodos os lados que se encare
o sysienia da alfandega actual quer quanto sua
siluaeo c construeco, quer quanto ao seu re-
t gimen interno, chegar-sc-ha concluso do que
se deve desde j tratar de adoptar um plano ge-
ral, que eomprehenda todas as condices que a
pratiea da administracao e o estado actual da
nossa civilisaeao reclaman).
Comprovada, como cima se deduz, a necessi.
dade que tem a alfandega actual do um plano ge
ral que, simplificando a sua distribuicao interna
complete, harmonise e coordene as suas difieren"
tes partes sob um rgimen homogneo e regu-
lar, em que estojan) calculadas tedas as condi-
oes econmicas, que determinara a preferencia
2." Isolar a alfandega dos demais edificios
ineo de ras espaeosas.
3. Dividir a rea oscolhida em parles eguaes
e simtricas, e nellas construir armazens soli-
dos, espaeasos, uejados c com bastante luz.
4." Aprovelar e coordeoar com as novas as
:ouslruc(,-es antigs que osiiverem cm bom es-
todo.
5. Eslabelecer urna rede de trilhos, que, cr-
i alando a doka e percorrendo lodos os caes de
descarga, atravesse todos os armazens, reunindo.
i os sala da abertura e conferencia.
< G. Empregar guindastes hydraulieos em todos
)s pontos de descarga e em todos os arma.
zens.
7. Collocar lorneiras de agua com os accesso-
ros necessarios para extinguir incendios.
8. iteunir todaa administracao na seceo cen-
iral do edificio, a saber : as reparlioes de ex-
pediente, conferencia e servyo do mar.
Tomando esta proposta na consideraco que ella
merece, atienta a importancia de seu objecto, pro-
curare! esluda-la ; e o governo resolver a esse
respeilo como melhor convenha aos inleresses do
commercio e do thesouro.
Relativamente s obras hydraulicas da mesma
alian,lega, a mais importante que se levou a effeito,
depois do relalorio do ministerio a meu cargo de
mate do anno Iludo, foi no lado occidental da ba.
ca, concluindo-se o ultimo lanco da muralla em
urna extenco de crea de 230 ps.
Ao mesmo tempo fez-se o segundo lanco, com
240 ps de comprimento, do telheiro do mesmo la-
do occidental da hacia, sendo restituida sua altu-
ra original a muralha frouteira da primeira poreo
do dito telheiro, que bavia descido em consequen-
ci i do abatnenlo do atierro novo.
Esto j entregues ao servco da alfandega, cerca
de mil ps do comprimento total do caes formando
o lado occidental da baria.
Alfandega da Baha, Para coatinoacao das
obras, que restoni no novo edificio da alfaudega da
Babia, foi aberto respectiva thesouraria de fazen-
da, pela ordem do 20 de juoho do anno passado, um
crdito na quanlia de 40:000,5,
Em consequencia das circunstancias desfavora-
veis do thesouro, nao me foi anda possivel auteri-
sar a desapropriaco dos predios vizinhos mesma
alfandega, facultada pelo art. 7 20 da lei n. 1,117
de 9 de selembro de 1862.
Alfatulega de Porto-Alegre.O estado de ruina,
em que se achava a ponte dessa alfandega, ternou
necessaria a sua reconstruceo, autorisando-se para
SU fim a despeza de 5:847^.
Alfandega do Rio-Grande do Snl.Satisfizendo
as instancias do inspector da alfandega dessa cida-
de, e da thesouraria de fazenda da respectiva pro-
vincia, autonsei o concert do telhado e reforma
do madeiramento da mesma alfandega, e seu soa.
Iho, e o engradamente das respectivas janellas, lu-
do na importancia de 3:437)>480.
j Achando-se quasi obstruida a barra dessa cidade,
coui notavel prejuizo do commercio, e da fazenda,
lite por conveniente, na presenca das consideracoes
feitas pelo insjiecter da mesma alfandega e presi-
dente da provincia, expedir as ordens necessarias
para o melhoramento da referida barra, aulonsan-
do a despeza, que para isso foi competentemente
oreada, da quautia de 17:090700.
Alfandega de Paranagu.Sendo urgente o con-
cert do edificio da alfandega de Paranagu, abr
pura elle um crdito na somma de 8:928*.
Alfandega da Parahyba.As nformaces do che-
fe da alfandega desta provincia e da respectiva the-
sooraria de fazenda convenceram-me da necessi-
d.,de de um prompto reparo no edificio, que serve
de auxiliar aquella repartico, para o qual foi abor-
to um credilo da quantia de 2:736*.
DIVERSOS OBJECTOS.
A lei de 9 de selembro do 1862 n. 1,177 aboliu,
no art. 18, o terceiro concurso exigido pelo decrete
n. 2,549 de 14 de marco de 1860, para a promoco
d,.3 lugares de tcreera entrais das reparlieoes
de fazenda, mas, nada dispondo a respeite das ha-
MlttaoDes, cujas provas deviam exhibir os candida-
tos, evidente que lornava-se indspensavel dis-
tribu-las pelos dous concursos, que Acarara sub-
sistindo.
Alm disto, como o regulamento das alfandegas
de 19 de setembro do referido anno continha dis-
pi si cues dillerentes das daquelle decrete sobre a
iiusma materia, convinha harmonisar as regraspor
ambos estabelecidas, preparando-so assim as bases
de um regulamento, que prescreva o processo dos
concursos em todas as reparticoes do ministerio
ineu cargo.
Com esse fim foi expedido o decreto n. 3,114 de
27 de junlio de 186).
Outro assumpto nao menos importante reclamava
a Ittemjio do governo.
Nos anteriores relatnos os meus dignos anteecs-
so es expozeram os inconvenientes que rcsultarara
da execuco das instruceoes de 16 de Janeiro de
18-.0, as quaes regularan) o pagamento das ajudas
do custo aos empregados de fazenda nomeados ou
reuovidos.
Apezar do modificadas sensivclmente pelas do 1*
de mareo de 1861, demonstrou a experiencia que
aii da davara lugar a abusos que cumpria de urna
vo evitar.
J a disposicao do art. 7 10 da lei n. 1,177 de
9 ile selembro de 1862 bavia limitado a amplitude
daquellas instruceoes, determinando expressamen-
te me aos individuos nomeados pela primeira vez
para empegos de fazenda nao se concedesse ajuda
de cusi; mas laso nao era bastante.
Exped, pois, as novas instruceoes de 24 de julho
do anno passado, c posto que o tempo decorrido
desde ento nao seja sufflciente para mostrar todo
o effelo de suas restriegues, confio que estas dim-
nu rio consideraveluiente as despezas que se faziam
pela verba de que trato.
Ha muito que o eslabeleomento do monte-po
geral dos servidores do estado lutava cm tiiftleul-
ilades a respeite do pagamento i\c seus pensionis
las residentes fra da corte, e provincia do Rio do
Janeiro.
Vanos contribuintes reqnereram que o mesmo
pagamente fosse foilo as provincias em que resi-
de n pelas thesourarias de fazenda, e, em conse-
quencia disto, solicitou a respectiva direeloria a ne-
cessarii permisso do governe, propondo as provi-
dencias que julgou indispensaveis para a fiscalisa-
eo que Ihe incumbe.
Teado-se j permittido que as thesourarias arre-
c,las.-eiii a renda do monte-po, e sendo jaste o re-
qiierimenio dos contribuintes, nao duvdei acquies-
cer ao pedido, e, pelas lstruceoes de 12 de novem-
bro ultimo, harmnisei a prousta da directora com
as conveniencias do servco publico, lendo princi-
palmente em visto nao sobrecarregar os cofres p-
blicos com o dispendio, embora insignificante, que
foi rosamente ha de resultar da medida adoptada.
Kio de Janeiro, S de Janeiro de 1864.Marques
de branles.
PRNAMBUGO. TYP. DE M. F. F. 4 FILH,
/


MtiMtoiilfStf'**



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