Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10299


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Full Text
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AMO XL.HnaSBQ 43.
Por (res mezes tdiaiilados 5$000
Por fres mczes 'eneldos 6$U0U
Porte aocorreio por tres mezes. ,$750
TERCA FEIRA 23 DE fEYERSlnO DE 1864.
Por anno adiantado.....19$00O
Porte ao correio por um aono 3$0J
>Airf*C~.
ENCAHREADOS DA SUBSCRLPVO SO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marines da Silva; Araeatv, o
Sr. A. -le Lomos lirada; Cear. o Sr. J. Jos i|e
Oiiveira; Maranhao, o Sr. Joaruim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro <& C; A-
mazonas, o Sr. Jeroiiymo da Costa.
KNCAltREGADOS DA SUBSCRIPTO NO 8L
Aiagas, o Sr. Claudino Falcio Dias; Bahia, o
Sr. Jos Marlius Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martins A Uaspariuo.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Eseada todos o; dias.
Igt arassu', Goyanna e Parahyba as segundas e
extas-feiras.
Santo Anto, Oravat, Bi zorros, Bonito, Caruaru',
tltinho e"Garanliiins uas torcas miras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Braja, Pesqueira
Ingazeira, FlorespVilla Bella, Tacaratu', CabroL,
Boa Vista, Ouricury (i Exu' as quartas feiras.
Seruihaom, Rio Pormoso, Tamandar, l'na, Barrei-
ns. Agua Prota e l'imenteiras as quintas feiras.
Ilha de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
da.
Todos os estafetas partem ao '/,
BPHBMER1DES 10 MEZ DE FEVEllEIHO.
7 La nova as 3 h., 49 m. e 56 s. da t.
1' Quarto cresc. as i i h., 5 m. e 26 s. da m.
22 La cheia as 2 h., 41 m. e 8 s. da t.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 4 horas e 30 minutos da tarde.
J Segunda as 4 horas e 5i minutos da manhaa.
PABTIDA DO VAPORES COS
Para o sui at Alagas a 5 e 38 ...
a Granja 7 e 22 de cada mez para
dias 14 dos mezes dejan, marc, maio
PARTIDA DOS O.M.Ml
Para o Recife : do Apipucos as /
8 >/i da m.; de Olmda as 8 da na, e 6
Jaiioatao s 6 '/2 da m.; do Caxanga
da m.; de Bemlica s 8 da m.
Do Recife : para o Apipucos s 3 '/?,
5, 8 '/i. 8 Vi e 6 da tarde; para O
manhaa e 4/, da lard.;; para Jal.ata.
de; para Cachang e Vanea s 4 '/, d;
temfica s 4 da ta.-de.
rETROS.
ra o norte at
"ornando dos
j^ul, set. enov.
.7, 7 Vi, 8 e
da larde; de
t Vanea s 7
4, 4 /,, 4 i/,,
inda s 7 da
i as 4 da tar-
tarde; para
AUDIENCIA DOS TBJBUNAB3 DA CAPITAL
Tribunal docommercio: segundas e quintas.
Relaco: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quiata s 10 horas.
Juizo do comnercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DlA DA SEMANA.
22. Segunda. Ss. Paptaa, Abiiio e Pueaelo lib.
2:i Torca, s. Margarida de Cortona f.
21. Quarta. S. Pretxtalo b.; S. Primitiva ni.
25. Quinta, s. Malinas ap.; S. Cesarle m.
ii Sexta. S. Pedro Damin b. r. e dost
27. Sabl.ado. S. Antigono m.: S. lonitiato .iro. m.
28. Domingo. S. Roano al..; S. Cereal ni.
ASSIGNA-SE
no Recife, cm a livraria da praca da Independencia
ns. 6 e 8, dos pronrietarios Manoel Figueiroa *
Faria & Flho.
PARTE OFFICIAL.
wmm da provikcu.
Expcdicn Ic do dia 19 de focreiro de I SCI.
Offielo ao Exm. hispo diocesano.Passo as maos
de V. Ex* Rvm.' o regulamento organisado pela
cmara municipal da villa do Pao d'Alho para o
cemiterio publico da mesma villa alim de que soja
ouvido o respectivo parocho na forma do art. 6b' J
2 da lei do i- de omubro de 1823.
Dito aobrigadeiro commantlante das armas.
Srvase V. Exc. de mandar por em liberdade os
roerulas Honorato Alves do N.isoimonio. que ja
sarrio no exercito por lempo de doze 'anuos, como
V. Exc declarou em seu ollicio n. 301 de 18 do
corrente, e Satyro J os de Moraes. que provou isen-
o,o legal.Commuuicou-se ao coronel recrutador.
Dito ao mesuro.Queira V. Exc. mandar por em
liberdade, dando-Ibes baixa se ja estiverem com
tirara, os retratas Manoel Lburenco Marinho e An-
tonio Jos Velloso.queteemiseucodo rccriitamen-
to.-Communieou-se ao coronel recrutador.
Dito ao memo.Sirva-se V. Exc. de ordenar ao
eommandante da fortaleza do Buraco, que recolha
ao respectiuo paiol 15 cunhetes com 20 mil cartu-
xss do adarme 17. pertencentes ao almoxarifadn
do arsenal de marinha, os quaes derem ser entre-
gues .upiclla reparticao a proporjo que for pre-
cisando para tupprimentos.
Dito ao Dr. chefe do polica.Devolvo V. S.
a conta que veio annexa ao seu offlcio de 10 do
corrente. sob n. 167, relativamente as despezas fei-
tas com o sustento dos presos pobres da cadtia do
termo de Barreiros, durante os mezes de outubro
dezembro do anno prximo pagado, alim de ser
aulheaticada com ovistodo uiz de direito da
comarca de Palmares, conforme indica thesoura-
ria provincial em ollicio de 17 desto mez n. 58.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Anuuindo ao que solicitou o brigadeiro eomman-
dante das armas em offlcio de hontem, sob n. 302,
reeommendo V. S., que nao havendo inconve-
niente mand pagar ao capitao Juaquim Francisco
de Olivi-ira. como pede no incluso requenmonto
documentado, nao s a quautia de 405000. por-
que alugou una canoa, que o transportou de Pira-
ntias ate a cidade do Penedo, mas tainbem a im-
portancia a que tem direito para a condueco de
sua tagagem as diversas marchas feitas em di-
ligencia do servico, as quaes censtam do citado
requeriniento. Communicou-sc ao brigadeiro
eommandante das armas.
Dito ao mesmo.Remello incluso por copia 6
aviso da reparticao da marinba de 30 de Janeiro
ultimo, e bem assini o ollicio e relatorio a que elle
allude para que V. S. tomando em consideracao o
que pondera o chefe da 2* scelo da contadoriade
marinha com referencia as despezas verificadas
poressa thesouraria no Io treine.sire do exercicio
corrente, d as providencias nocessarias nao so
para que se nao reproduzam as fallas aponladas
no mesmo relatorio, mas tambom para que o mos-
tr da cdinpanhia daprendizes inarinheiros repo-
nha o quo receben de mais no referido tremestre.
Dito ao mesmo Communicb V. S. para os
fins convenientes que em offlcio n. 304 do 18 do
corrente participou-me obrigadeiro eommandante
das armas ler fallecido na freguetia dos Afogados
em 24 de julho de 1862. o alferes reformado do
exercito J ao Antonio Villa-Seeca.
Dito a mesmo.Declaro a V. S. para seu co-
nhecimento. que em offlcio de hontem communi-
cou-ine o brigadeiro eommandante das armas baver
apprOTado a nomeaco que fez o respectivo secre-
tario, do cadete do 9 batalhao de infantaria. Ma-
noel Jos de Oiiveira. para o lugar de 2" amanuen-
se da secretaria militar.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.To-
mando em considerado o quo expoz o director da
reaarlicfio das obras publicas, em sua informafo
de 17 do corrente. sob n. 34. da.la acerca do re-
anerimento, .'in que o arrematante dos concertos
a ponte da Jaboatao jiede o pagamento da impor-
tancia da primeira prestacao do seu contrato, re-
commemlo a V. S., que m vista do competente
certificado, mande efiectuar esse pagamento, ebem
aimo daquaniia de 1005, a que tem direito o
mencionado arrematante, proveniente de excesso
de servico que executou, de conformidade com o
disputo no art 11 do orcamento daquella obra, se-
gando consta la predita infirmaeao. Officiou-se
ao director das obras publicas, para mandar lavrar
o competente certificado
Dito ao iiiesuioAttendemlo ao ipie expoz no
incluso reqnerimento h professor publico de ins-
truccao elementar da iwvoacao de S. Vicente. Vir-
gilio Vi.Mia da Costa Pinto, e bem assim ao que a
este respeito informot o director geral interino da
inslruccio publica, em offlcio de hontem, sob n. 25..
reeommendo a V. S. que mande pagar integral-
mente ao supplicaute os seus venciinenlos, relati-
vos ao mez de Janeiro ultimo, considerando assim
abonadas as faltas, que, por doente, deu elle na-
quelle mez.
Dito ao mesmo.Annuindo ao que solicitou o
eniprciloiro da estrada de Pao d'Alho Nazareth,
em offlcio de 17 do corrente, reeommendo V. S.
a exiiedicau de suasordens, para que sejam des-
apropriadas tres pequeas casas, que existem ao
lado daquella estrada, prximo povoaeiio de Tra-
coahiom, afim de que se possa dar o conveniente
declivio aos taludes lateraes da mesma estrada, as
quaes pert neendo Ttiemoteo de. ni. Vicente Bar-
bosa da Silva e urna pobre mulhar, cujo nome W
ignora. pde valer cada urna 605 pouco mais ou
menos, segundo declara o mencionado empreileiro.
Commiinicou-se ao engenbeiro Jas Mainede Al-
ves Ferreira.
Dito ao eommandante do presidio de Fernando.
Coinmunicaiido-me oDr. chefe de polica em olli-
cio de 18 do corrente, n. 200, que deixaram de se-
guir para esse presidio, no vapor Mamanguap?. os
sentenciados de justica, Antonio Bernardo Vieira,
Francisco Jos Baptista, Antonio Joaquim de Oii-
veira e Joao da Molla Virgeni, o primeiro |Mir.exis-
tir na cada de Garanbnns. e os domis por nao
estar prompto o expediente que devia acompanha-
los ; assim o declaro V. S. para seu conhecl-
mento.
Diloao eommandantefisperior d i'.oianna.Re-
meti |>or copia a V. S. para seu eonliecituento. a
relaco d is offleiaes que foram desligados do bata-
lhao n. 19 de infantaria da guarda nacional de Na-
zareth, para serem nggregados ao de n. 15da mes-
ma arma desse municipio, visto cstarem morando
na parte da freguezia de Nazareth. que pela lei
provincia n. 527 de 4 de junho de 1862 pastos, a
perteneer a de Cruangy.
Dito ao director do arsenal de guerra.Mande
V. S. admittir na companhia de aprendaos desse
arsenal, se houver vaga, o menor Gaudeneio Mar-
ques da Trindale, que para esse llmme foi remet-
tdo pelo juiz munici|al e de orphos do termo de
Goianna.
Dito ao mesmo.Informe V. S. se ainda existem
Besas arsenal 66 mil capsulas fulminantes vndas
da corte na bar-a nacional Travia/v, com destino
ao 5* batalhio de infantaria, e no caso de afllrma-
tiva, dd logo as convenientes providencias para
seren quauto antes enviadas ao predilo batalhao
aetualioente em fuarnicao na provincia do Mara-
nhao, com se deterininuu em aviso de 21 de Janei-
ro ultimo.
Dito., o- 'lio administrativo.Reeommendo
ao c Intiflistrativo, que compre para for-
necimentJ do amoxarifad) d. arsenal de guerra
osobjeclos menefonailos no incluso pedido.Com-
municou-Hi ao Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda.
Dio anjuiz municipal supphnte do termo do
Exu Em soluco a duvidas continuadas em seu
offic o de 29 de Janeiro ultimo, tenlio a dizer-lhe
quauto a primeira, imc o conselbo municipal de
recurso desse termo deve funecionar na casa da
respectiva cmara municipal, e quanto a segunda,
que stfl vista da Jisposico do art. 34 da lei de 19
de agosto de 184C. a presidencia do referido con-
seibo perlencc aus suppLmtes do juiz municipal do
mesmo termo.
Di o ao director da colonia militar de Pmente-
ras. Inieirado de quanto Vmc. pondera em seu
offlcio de 12 do corrente, tenho a dizer-lhe em res-
postf que deue trazer ao conhecimenlo da presi-
dencia o projecto de re cionando para em vista Jelle resolverse o que for
conveniente.
Di o ao superintendente da estrada de ferro.
Respondendo ao ollicio que o Sr. superintendente
interino da estrada de Ierro dirigio-me em 16 do
comnie, tenho a dizer-lhe que nao sao proceden-
tes as razos que allega, e pelas quaes duvida po-
der ministrar a lista dos objectos vendidos pela
comranhia, e de que trata o meu offlcio de 12 do
corre nte, visto que nem as nsiruccoes que tem o
Sr. superintendente interino, nem a circumstancia
de nao ter a companhia vendido todos os objectos
de que pode dispr, obstam que satisfaga a exi-
genea feita da referida lista, a qual novamenle
solicito do Sr. superintendente, quem reeommen-
do qie todas as vezes que houver de dispr de laes
objectos mande s.ilisfaznr previamente, na reparti-
cao competente, os direito:; de importaoo, que fo-
recn de v idos.
Eespachus dojdia 19 J fevereire de I mi I.
ffffawrflswa*fnt
Autenie dos Santos Soua Leao. Beinetlido ao
Sr. eommandante do presidio de Fernando para
mancar cumprir a carta precatoria.
Alexandre Fernandos de Magalhaes Bastos.
Infor ne o Sr. Dr. chefe de pocia.
Ca idido Emigdio Pereira Lobo.Indeferido.
Caixs lili il do banco do Brasil desta cidade. -Jun-
te a procuracao que allega ler de Sebastiao Jos
da Si va e sua mulher, para vender os predios de
que t 'ata supplicaute.
Fr.ncisco Bolelho de Andrade. Passe portara
conoi dendo a prorogacao ludida.
Jo; o Correa de Mello e nutro. Passe patente.
Bacharel Jos Antonio Correa da Silva. Passe
porta ria prorogando por um mez a liecnea com
que e acha o supplicaute.
Ma aoel Ignacio das Candelas. Informe o Sr.
inspector do arsenal de marinha.
Rosa Maria da Conceicao. A supphcante nao
tem provado o que allega.
Thereza Porfiria de Jess Jardim. Informe o
Sr. director geral da instruccao publica.
Trnquilbno da Cruz Bibeiro. Nao tem lugar
INTERIOR.
MI DE JANEIRO.
ASSENBLE1 GERAL
CAMAMA. OS MMIllltls
o a; i i i ni os.
SESSAO EM 21 DE JANEIRO DE 1864.
l'rettilrnci'i do Sr. T. Franco de Alenla.
As II l/i horas fez-se a chamada, e haveudo nu-
mero legal, abro-se a sessao.
Lidie approvada a acia da sessao antecedente.
0 Sr. 2" secretario, servindo de 1 deu conta do
seguinle :
EXPEDENTE.
1 m offlcio do ministerio do imperio, enviando
0 ollicio com qiu a presidencia da provincia do
Rio-Grande do Norte transmute urna copia autben-!
tica do exame a que mandn proceder no livro da I
qualilicaco, de votantes da paroebia da villa do!
Princ pe.A co nmisso de poderes.
Oulro do mesmo ministerio, remetiendo, com o I
ollici. <\.i presidencia da provincia de S. Paulo, asj
actas las oleieoes primarias da parecida da cidade
de Campias, e o olfleio em que a cmara munici-
pal daquella cidade pede ser alliviada da multa
que I fie foi imposta pela presidencia da provincia.
A inesm:i comiiussao.
Outro do mesmo ministerio, enriando o offlcio da
presidencia da provincia do Paran, acompanliado
da acta da organisacao da mesa.do collegio eleilo-
ral da cidade de Paranagua mesma commis-
sao.
Outro do mosmo ministerio, remetiendo o offlcio
em que a presidencia da provine a do Paran ex-
pende a razao porque deixou de havereleifao pri-
maria na parocfia de Jaquariah>ra. A mesma
commisso.
l'm requerimenio de Francisco Borges de Bar-
ros, pidindoque Ibes sejam reconhecidos validos os
examtsde preparatorios em queja foi approvado,
pan matricularse no Io anno da faculdade de me-
dicina da Babia. commisso de instruccao pu-
blica.
Outro de Feliciano Placido Puntual, pedindo para
matricularse no 1 auno da faculdade de direito
de l'ei Bambuco, fazendo antes o exame do lalim.
A mesma commisso.
Out'o de Francisco Ferreira da Veiga, pedindo
uaturslisar-se cidado brasileiro. commisso
de constituicao.
I.''eiii-se. julgam-se objecto de deliberaciio, e vao
a imprimir para entrar naordem dos trabalhos, os
proiecjps com que concluem os seguintes parece*
res**
l'KNSAO A D. M. A. I. SAMI'Ml VIANSA.
F il presente commisso de pensoes e orde-
nados o decreto de 13 de mam de 18t:t, pelo qual
, se con:edeu a D. Maria Antonia Jourdan Sampaio
i Vianna. viuva do conselheiroLuiz Antonio de Sam-
paio Vianna, a pensao annual de 8005 ; e, em at-
ten^ao ao estado de pobreza a que licou reduzida
1 a agraciada e servicos prestados por seu finado
marido, vein a mesma commisso olferecer ap-
j provaeaodassoinbia geral a segainto resolacio:
t A assembla geral resolvo :
t A*t. 1* Fica approvada a pensao annual de
8005 concedida por decreto de 13 demaiode 1863
i a D. Varia Antonia Jourdan Sanipiio Vianna, viu-,
! va do ronselbeiro Luiz Antonio de Sampaio Vianna. |
A-t. 2 A agraciada ter direito a perceber a
' pensao desde a data da sua concessao.
A't. 3. Ficam revogadas as disposi^'oes em
contraria,
Paco da cmara dos deputados 27 de Janeiro
de 1864. Luiz Felippe. VaUttotro. Sitveir
Lobo.
KATSJCOLA m; RSTUDAHTR.
A commisso de instroceio publica, a quem
foi presente o requenmento de Antonio Ferreira
Franc:, o qual, provando que tem feilo todos os
Mames de preparatorios para a faculdade de dirci-
i lo de ti. Paulo, cujo primeiro anno ouvio com per-:
' misso sem se baver, porm, malri -ulado, por fal-
ta de iilade, pede se Ibe permita fazer exame des-1
' se primeiro anno, e malricular-se no segundo, pa-
gando as respectivas matriculas, de parecer que,
segundo os eslyl is, se Ihe delira com a seguinle
1 resolirao
Artigo nico. Fica o governo au.orisado a man-
dar aoiniltir Anlonio Ferreira Franca a exame no
primeiro anno do ciirsojuridicoemS. Paulo, e. jen-
do approvado, a matricula do segundo, pagando as
respe tina matriculas : revogadas disposicoes em
eontnrio.
Pico da cmara dos depulados, 26 de Janeiro
de 1864.Barboto de Oiiveira.Marttm Francis-
co.Smzd Banieira.
oisi'E.nsa ao MMtanU) DISTAi:\M.VKA 1. t. X. M
CAsna
Li'-se, c approvado sem debate, o seguintc pa-
recer :
A commisso de polica, allendendo ao estado
de grave enfermidade que solfre o poneiro da se-
cretaria Jos Francisco Xavier de Lastro, compro-
vada pelas attestados dos mdicos que o tratam,
acliando-se impissibililado por sso de. continuar a
exercer aquelle lugar, prope, a exemplo do que
a cmara dos Srs. depulados tem praticado em ca-
sos idnticos, que o mesmo porteiro fique dispen-
sado com o seu ordenado, e para o substituir pro-
pe ao continuo Jos Francisco Xavier de Castro
Jnior.
Fica. portante, este lugar vago, assim comoj
exista outra vaga pelo fallecimento do continuo
Francisco Gil Vaz Lobo, c para preench-las a
mesma commisso propoe os dous acluaes guardas
das galeras Anlonio da Costa Pinheiro Franca e
Paulino Anlonio de Paiva.
t Reconheco a commisso de polica que os dous
lugares de guarda nao sin sufllcientes para o bom
desemponho do servico das galeras, o por isso
tambem propoe a creco de mais dous lugares,
com os mesmos vencimentos com que foram crea-
dos os dous actuaes.
Cmara dos deputados. 28 de Janeiro de 1864.
T. Franco de Almeida, presidente interino. -Pe-
dro Lntz Pereira de Souza, 1 secretario interino.
H. IJmpo de Abren, 2* secretario interino.Jos
Angelo Murcio da Siha, secretario interino.
ATTIUBCICOKS DOS PIIKSIDKNTKS 0E IMIOVI.NCIA.
L-se, julga-se objecto de deliberaciio, evai a im-
primir para entrar na ordem dos trabalhos, o se-
guinle projeclo:
A assembla geral resolve :
_ Art. Compete os presidentes de provincia,
aim das atlrbuicoes que Ibes conferem a carta de
lei do 12 de agosto de 1834, a lei de 3 de outubro
do mesmo anno e mais disposicoes em vigor.
1" Prover definitivamente os omeics de justi-
ca, observando as formalidades prescriptas na le-
gislarlo geral. Nesta disposicao eslo incluidos os
contadores, distribuidores e partidores.
2 Nomear e demitlir, sob proposta dos admi-
nistradores do correio, os offleiaes papelistas, es-
criplurarios, praticantes, porteiros e agentes do
mar das respectivas administracoes ; e bem assim !
os agentes do correio e seus ajudantes. As propos-
tas de nnmeacao e demissao dos agentes e ajudan-
tes do correio da provincia do Rio de Janeiro serio
feilas pelo administrador do correio*da corte.
3* Nomear e demitlir os porteiros e continuos
das thesourarias de fazenda, sob proposta dos ins-
pectores das mesmas.
4 Nomear e demitlir o- emoregados das rc-
partlciies especiaes das ierras publicas, excepeo
dos respectivos chefes.
Nomear e demitlir, sob proposta dos chefes de
polica, os empregados das secretaras de polica,
cuja nomeacao actualmente da competencia do
governo, a excepcao do secretario.
8* Nomear e demitlir os bedeis, conlinuos e
porteiros das Faculdades de direito e medicina ; e
bem assim os offleiaes das respectivas secretarias
e os ajudantes dos bibliotecarios das mesmas Fa-
culdades.
7 Nomear c demitlir os segointos emprega-
dos das diversas repartieres dependentes do minis-
terio da guerra ; amanuenses, porteiros, ajudantes!
de porteiro, apontadores, guardas dos armazens,
feilores, mestres e quaesquer outros jornaleiros,
pedagogos, guardas, compradores, enfermeiros-m-
res e ajudantes.
B> Nomear e demitlir os empregados dos Iri-
bunaes do commercio, excepte o oleial-maior.
9" Nomear e demitlir os empregados da ins-
petcao do sadde do porto, excepto o ns|iector.
10. Nomear e demitlir os seguintes dependen-
te^ do ministerio da marinha : amanuenses e por-
teiros das secretarias das inspeecoes dos aranaes,
escreventcs das direccoes do patro-mr e das ofli-
cinas, desenhadores, "professores de primeiras let-
tras, porteiros e ajudantes dos arsenaes, meslres,
contra-mesires. mandadores das offlenas. mestres
de msica e guardas das eompanhias de aprendi-
zes artfices.
rt. 2.Ficara revogadas as disposiedes em
contrario.
Paco da cmara dos depulados. 28 de Janeiro
de 1864. Jote Antonio Sarama.A. A. de Soaza
Carcalho. -A. C. Tacares Hatlott
aaroaju das admi.mstuac.oks pbovincuis.
L-se e apoia-se, e lica adiado por pedir a pala-
vra oSr. Tavares Bastos, o seguinle requerimento:,
Requeiro queseja remittidoa urna cpmmissao '
especial de cinco membros o projecto n. 5'J apre-:
sentado a esta casa na sessao de 1860. sobre refor-
ma das administracoes prorinciaes, para que a
mesma commisso, tomando-o em consideracao,
apresenle-o com as alterac's que julgar neeessa-
nas para entrar na ordem dos trabalhos, se a c-
mara o julgar conveniente.
Sala das sessfes, 28 de Janeiro de 1864.Le-
liio da Cunlia.t
ORDEM DO DIA.
1" marte.
Continuando a discussao do parecer sobre as elei-
eSes do 2 distrielo da provincia do Rio Grande do
Sul, eom a emenda apoiada. veio mesa a seguin-
le emenda, que foi lida-apoiada e posla conjuucta-
mente em discussao :
1 No caso do se annullar a elei^ao da paro-
chia de S. Joo de Quarahim.seja annullada igual-
mente a da paroclua de Algrele, de que aquella |
forinava o 2" distrielo.
2" No caso de so coutarem ao Sr. Pinheiro |
Machado OS II votos obtidos em caeimbiulias, col-
legto de Piratinin, sejam igualmente contados ao
Sr. Silveira Martins os ipialro votos obtidos no
mesmo collegio. Martinko Camios. Rmssoa ,
Vmma.Letto da Cunlia.Mello franco. Fer- \
reir Rabello.
O Sr. lavares Bastos requereu o encerramento
da discussao, que foi approvado.
Procedendo-se cm seguida votacao, foi appro-
vado o collegio de Piratinim, menos" os votos das
freguezias de Piratinim. que foram declarados nul-
los ; o collegio Ue Algrete, e as freguezias de S.
Borja, Quarabim e Cruz Alia foram latiibem appro-
vados; e licaram prejudicadas as emendas em
contrario.
Esta votacao deu em esultado o eaipate entre
os Srs. Pinheiro Machado e Silveira Martins.
E, declarando o Sr. presidente que tinba duvidas
acera do sorteio de desempate, isto se devia ser
f.'ia iiiimedialamente ou depois, decidi a cmara
que fosse feita immediatarnente.
Em vista do que, o Sr. presidente mandou es-
crever pelo Sr. 3o secretario os nomos dos desem-
patadores em 2 cdulas de igual papel e tamaito,
um em cada urna; e, sendo estas dobradas unifor-
memente pelo Sr. 4 secretario, e depositadas em
una urua, que so vericou estar vasta, declarou o
Sr. presidento que a primeira cdula extrahida da
urna indicara o deputado.
Em seguida o Sr. 1" secretario, a convite do Sr.
presidente, tirou da urna urna cdula, cm que es-
tava eseripto o nome do Sr. Pinheiro Machado, o
qual foi declarado deputado pelo referido distrielo.
Orou o Sr. Martnho Campos.
SEGUNDA PABTE.
RKSPOSTA FALLA DO THR0N0.
Contina a discussao do projecto do resposta
falla do Ihrono.
O Su. Panosa (signaes de attencao; profundo si-
lencio) : -Sr. presidente, parece que depois dos
discursos cloquemos que hao sido proferidos nesta
casa e pelos quaes se ha mostrado quaes as opi-
nies que nclla se manifestam, era desnecessarv
quo eu lamtiem erguesse a minha deotl voz noseio
avel comprehender-se a idea hbrr I. sem que lle aeeordo com a sua consciencia e com os seus
diatamente se Ihe siga a dea .irogretsista principios! Eu, Sr. presdeme, acredito que o
os apoiados); porque todo o libeial deve ser actual gabinete tem todas as condicoes para salvar
da cmara para dizer oque pens; porque. Sr.
prcsiaente, que valor pode ter onieii pensameiito
peanle opiiuoes tao valiosas como o.iuellas que
teem sido a,|ui enunciadas?
\ozr.s : -Mudo.
OSn. Panosa.:Enlretanto, Sr. ptesidente. o
lugar qu' enho occopado Da poiitlca do pata ha
mais de > anuos, me obliga agora, i ue pela*pr-
meira vez lenlw assento no parlamento, a dizer por
que razao. em rumie de que principn s, em nome
de que id^as eu mantive essa lula.
E' mistar, Sr. presidente, que eu d centa demim
perante a nacao aqu reunida.
UnSKarei por declarar que presto a minha adho-
sao leal e franca ao actual gabinete.
E accrescento a isso, que a presto como liberal
c a presto corno progressista porque, orno malte
bem disse o illustrado Sr. ministro do imperio, nao
possive1 -
immed
(inultos
progresista. (Apoiados.)
Mas, Sr. presidente, eu me juico na uecessdade
deemittn- algumas ideas aerra do nudo porque
aprecio a situacao actual.
A situayo actual nao um sophism.i, porque o
sophisma e o resultado da vontade do I oraem, e a
situacao actual o resultado infallive da ordem
dos acontecimentos. (Apoiados.)
A situaeo actual, portanto nao un sophisma,
e quando presto a ella a minha adhesao, presto-lh'a
como reconhocendo urna necessidade ocial e po-
ltica. '
E' mistar, Sr. presidente, que hojo tod is as forras
do paz que teem comprehendido o C: tado dele.
uuer mauenedoras da autoridade, qui manta.....
doras da liberdade concorram unidas pa a salva-lo.
concorram unidas para gua-lo na sen la do pro-
gresso e daeivilisacao arrancando-o di situacao
dolorosaa que o arrastaram aquelles d; quem sa-
bio o poder para ser entregue s foreas la vontade
nacional, aos que actualmente represe nlam a si-
tuacao.
Mas.Sr. presidente, o que exprim eta actuali-
dade 1 Exprime por ventura um partid uniforme,
em suas condicoes elementares um part do no seio
do qual nao naja a combinaco harmnica dos ele-
mentos?
Eu creio que esta a questao manda a questao
principal; porque, por mais que se confunda, a ex-
pressao pi-opr-MM/a corresponde a urna i lea geral;
emister distinguir as ideas mais ou menos particu-
lares que entram em sua confeccao.
Em minha opinio dous elementos entram na
ereaeao da situacao actual: estes dous elementos
sao o elemento conservador moderado, ou da auto-
ridade amiga da liberdade, e o elemento liberal
moderado, ou da liberdade amiga da aut iridade.
E esia a minha intima convicciio, e e i nao pos-
so mentir a minha consciencia.
O elemento liberal moderado, aquel e que nao
duvida fraternisar-se diante da situai ao do paiz
com o principio da autoridade, esse entra na con-
receao do grande pariido progresssla, aisim como
entra m-ile o elemento conservador moderado,
aquelle que nao duvida fraternisar com (
(Ha moJtos apartes o Sr. presidente reclama a Que offensa ha Diste a situacao e ao gabinele T Se
attencao.)
O Su. Millo Faairco : Vai omite bem.
O Su. Panosa : Eu sou obrigado, Sr. presi-
dente, a declararao paizaquillo que pens Maquil-
lo quesinlo;eusou obligado aserverdadeiro, antes
de ludo, para com a minlia eonsciencia: sou obriga-
do a ser leal sempre para com aquellos que aqu der a sua procedenctaY KteTaa oflinTTmesmo
me mandaram, e desde o momento, Sr. presidente, caniinhemo junios memo,
que en digo que a siiuaco tal que mister que iM Sll. Dkpitao':- Para que anlecipar o fu-
os elementos que viviam oulr ora em antagonismo turo? >|uC .u^i
rt'rm-C can,nhemlI Junl P,ara arrancar o paiz o Sn. Fkitosa :- O poltico que nao atiende ao
da situacao em que elle se acha, tenho prestado futuro (Mide perder-sc
B>8L "2 E*Z2l T a TTTeT.- ,od r>l-s"- Datado r-SIo ha necessidade da pre-
nieu apoio, e ao mesmo tempo tenho dito o que venco.
.JL?j!!!5 a & minr,erio.exiKir ***>, coL^ntpara i'e'in'iVix?
de um deputado mais do que a sua adhesao tranca cao.
estou de acardo com o gallineto quanto a reforma
municipal, quanto reforma da lei de 3 de de-
zembro. quanto reforma da lei da guarda nacio-
nal, quanto legislacSo liypotheearia, quauto
crcacao do rdito rural, etc., que os nobres minis-
tros prelendem realisar, porque hei de entao allen-
pqlo con-
xe a situa-
cao. ,
Lm Sr. DtpiTADo :Parece urna prevenco pre-
via.
o paiz da situacao dllieil em que se acha...
L'm Su. Dkpltado : Tambem eu acredito.
Omo Sr. Dentado : O ministerio nada exige
de nos, o que exige a situacao.
O Sr. Feitosa : Os nobres deputados eslao no
seu direito. pensando como pensam, eu estou no
meu expiimindo-me conforme pens, conforme
sinto, segundos diclames de minha conscimeia.
Eu respeito muito a illustraco dos nobres deputa-
dos, sua experiencia dos negocios publico', conhe-
co niesnio que suas hahilitaces sao superiores s
minhas. mas peco aos nobres deputados tolerancia meu modo de pensar
para o liomem que sobre estas cousas falla pela (Ha mutos apartesV
primeira vez nesta recinto, e que qur dizer o que
a sua cabeca pensa, e o que o seu coraco sent...
Um Sh. Dentado : Apelado, preciso que se
oucam todas as opimoes.
O tro Sr. Dentado : Principalmente por-
que estamos na poca de liberdade de opiniocs.
O Sr. Feitosa : Sr. presidente, da nat ireza
O Su. Feitosa : Da parte de quem ? Eu digo
anonamente o que entendo, c nisto nao faco offen-
sa a Dinguem ; nao sei porque nao aproveitaremos
as heoesda historia ; aquillo que se passaem ou-
tros pataes para nos dirigirmos...
Um Sr. Dentado : Mas qual a medida que
se aprsenla que obliga a prever o futuro ?
O Sil Feitosa : O Ilustre deputado pode em
sua alta intelligencia entender que nao seja esta a
occasiao para isso, mas eu pens diversamente, e
sei porque hei de sulfocar os sentimentos do
nao
meu coraco c nao dizer com toda a liberdade o
Eu nao neg a unidade do partido progressisla,
mas vejo qt.e quanto mais fallo menos me faco
comprebender.
Eu digo que o partido progressisla se acha com-
posto de dous elementos, o partido progressisla c
um, mis a sua constituicao elementar dupla; e
eu nao sei se esses dous elementos contimiarao
^- ^ J ta nasei ue. da dous elementos contimiarao
do., governos representativos a existencia de dous sempre unidos ; eu o desojo efficazmente faco vo-
principios; eses dous principios nao se djvem tos para is-^o
para isso..
O Sn. Rayol :Se formos prudentes, a coofra-
ternisaciio ha de durar muito lempo.
O Sn. Feitosa : Eu o desejo eom verdadeira
sinceridade.
principios
guerrear : esses dous principios devem harmoni-
sar-se, devem trabalhar em communbao para a
prosperdade do paiz.
Oim da sociedade nao determinado por urna
so ordem de aspiraedes ; sociedade aspira ao o mesmo nobre deputado pela corte, mesmo tempo e necessanamente a ordem e a li- hontem, emtio urna proposicao nue parece estar
berdade a duracao c ao progresso. Pela domina- na consciencia de todos, isto que o partido con-
eao absoluta e exclusiva de urna forca umer, ou servador falleceu nao mais existe
preiKinderante ao ponte de lornar-se nica, nao Mas, Sr. presidente, eu acredito que o elemen--
que esse duplo c difflcil desidertum pode sei sa- tos de conservaco, aquelles que se prendem espe-
tisfeito. A sociedade ha mister do concurso das chmente autoridade em qualquer nacomudam.
forgas diversas que se desenvolver naturalmen-1 mas nao se auiquillam ; por exemplo, os elemen-
te e se acbam diversamente collocadas no rorpo v,s de conservado antes da constituicao do impe-
*,,al: ..... ri0 erai" uns- c os elementos de conservacao depois
lenho para mira que o poder so pode elevar-se ; da constituicao do imperio sio outros
e manter-se na altura de sua tarefa, s pode re-1 A reaccao que se estabeleccu depois da codsI-
sistir eflicazmente, ora a seus perigos, ora as suas tuie.o do imperio se mostrou em urna combinaco
acoes, quando as classes que exercem natu- de foreas conservadoras amigas e foreas consrva-
mela no estado por sua fortuna, luzes, re- doras posteriores constituicao. Mas se esse par-
nagoe
ral mil,
lacees e trabalhos, obrara juntainenle e do concer- \ tido desappareceu~ porque'adissco e'troo
da autoridade, ora para a ; seio delle ; por consequencia o partido couserva-
piencia
morreu,
nao por aniqula-
vendo considerar-se harmnicas e nao ii unigas ir-
reconciliaveis, acham-se conslituindo atase do ac-
tual partid progressisla.
Mas se cada um destes dous elemento i entra na
confeccao deste partido, nao se segu qie a auto-
noma de cada um desses elementos se ache des-
tijiida, e que algum delles tenha perdido -eu carc-
ter principal e essencial.
E ai de nos, se por ventura algum i esses ele-
mentos, que entrara na confeccao do partido pro-
gressisla, perdesse a sua autonoma real.
I m Sr. Deputado :Nao apenado.
O Sr. Feitosa : l'erdoe-me o nobre deputado
que acaba de dirigir-me um nao apoiado. eu tenho
esludado o syslema representativo nos livros; um
dos autores que mais recommendado m; o Sr.
Guizot. que eu.lou o systema representativo antes
de ser ministro, quando ministro, e depoi; que dei-
xou de o ser.......
O Sh. Barros Pi.mkntei. : -Debaixo do poni de
Vista conservador.
O Sr. Feitosa :Debaixo de todos os wntos de
vista ; esse publicista que conhece perl-lamente
as molas do systema representativo, diz que tanto
na liga como na coaliso, como na fusac, essen-
cial que os elementos sempre se conserve n em sua
autonoma elementar. E' o mesmo Sr. luizot que
reconhece a necessidade de sitaseos como esla ;
que Btesmo aconselha aos homens de ida> liberaes
assim como aos homens de ideas conservadoras,
nao consntam que cada um desses elemei tos perca
sua autonoma essencial....
O Sr. Paila Souia :A conservacaod autono-
ma dos elementos que compoe nm par do ira-
possivel; protesto contra esse pariido neise senti-
do, e a elle nao posso perteneer.
(Ha mais apartes.)
O Sr. Feitosa : -Mas quem disse aos nibres de-
pulados que essas duas autonomas se re, Quera nao sabe que o elemento conserva lor nao
inimigo do elemento liberal, nem o elera. nlo libe-
ral do conservador ? (Apoiados e nao a| oioadosj
Dos livre ao partido progressisla que se \ orea e se
destina a dualidade autonmica dos elementos que
o compoe.
Porque razao niio se considerara os elementos re-
lativamente a seus litis sociaes i
O grande mal do partido conservador i ue cabio
foi o nao lornar-se verdaderamente eons irvador ;
o suppor que hava iiiimisade absoluta entre a au-
toridade e a liberdade : elle sabio de suas fue-
eSes legitimas, elle tornou-se conservado das po-
sicoes offleiaes; os principios em nomo ilos quaes
elle existia, e que converteu em forjas destrui-
doras, elle os abandonou ; e por isso > partido
conservador nos ltimos lempos, havendo perdido
inleiramente o seu carcter essencial, is condi-
coes de sua vida social, de sua misso pol lica. lor-
nou-se un partido verd.ideiramenie pessoil, e leve
de cahir dianta da aeco combinada dos biteresses
geraes. (Apoiados e iio apoiados.)
O Sr. Barros Pimentel : E' preci ;o fazer
mais justica aos adversarios.
O Su. Faosa : Esta a minha opiniao o nao
foi s manifestada por mim ; do alto do senado se
disse, e quem o disse fvi mesmo um cor servador
antigo, que reconheci como conservador na minha
provincia, que ltimamente esse parlidc era ali-
mentado pelo gozo do uli possidelis.
Existem na cmara homens muito imporlantes
que escreveram brlhantes artigos, nos q aes de-
cas rousas ? Nao melhor que este-
lo, ora para a defesa
proleccao da liberdade. A fusao se real.sa quando dor de entao alteceo, .
................. principio | existem neeessidades communs a satisfazer; quan- memo, porque a idea nao morre, mas por dissolu-
V'-ssm ir .,r.i n, a i gambos aqueles principios reconhecem que laes io de partes. Quem dir que elle nao resurgir
*. J"8""1 *: presidente, que as duas ideas que e laes neeessidades devem ser atlendidas .pie do seio do partido prosressista T Nao isto da or-
ut\.;m encaminiiar constantemente urna nasao.de- taes providencias sao reclamadas pelo bem da so- j dem natural
ctedade
rea
Uva
neeessidades, smente por odios pessoaes, ne-1 o Su. Braxdao :Parece que depois do que de-
cessano que cada urna faca o sacrificio desses seus. ciaron o nobre presidente do conselbo nao ha nada
odios para que se possa ebter a medida que todos i a recetar.
considerara boa. Ora.se o actual gabinete est] o Sr. Feitosa : Nao do gabinete actual; creio
ciedade ; que nao se deve embarasar a execucao e jamos acautelados para essa resurreicao ? Eu entro
realisacao das medidas que tendera a tornar effec-1 para o partido prasrressista, mas entro como li-
livas aquellas providencias e a occorrer a essas beraL
de aeeordo e propoe-se a realisar ideas em que que me tenho expressado (Jom clareza ; ms podo
antigos conservadores e antigos liberaes eslao de Mr que nao tcntia dito minhas ideas, minhas opi-
accordo, pon|ue razao ueste ponfo nao deve baver ; oides, como devra
a unio 1 Porque razao nao deve baver a fuso ?...
Um Sr. Dkpltado : Se ha fuso, nao ha Jous
partidos.
O Sr. Fkitosa : Perde o nobre deputado. cu
j disse que a fuso se da logo que ha una idea
geral; mas a idea geral nao obsta a que os i Bli-
ndos tenliam o seu carcter particular, e as es-
pecies, as classes menos geraes sejam considera-
das em sua existencia individual ou genrica.
U.m Sn. Dentado : Teremos a entente cor-
diale da Franca com a Inglaterra.
O Sn. Feitosa : Nao ha tal.
Um Sil Dkpltado-: Tambera baver um Se-
bastopol para conquistar.
O Sil Feitosa : Nao ha} perdoe-mc o nobre
deputado, relaco alguuia entre o seu aparte e a
proposicao que aventure!.
Eu, Sr. presidente, lauto maisjulgo conveniente
emiltir a minha opinio a respeito. quanto sei que
um partido conservador, assim como um partido
liberal, da ordem
ma representativo.
Entretanto, Sr. presidente, urna vez que tenho
emittido o meu modo de pensar, urna vez que te-
nbo/eito sentir cmara em que terreno me ado,
de que natoreza a adhesao leal e franca que pres-
to a situacio e ao actual gabinete, como compre-
ndido o pariido progressisla. creio que tenho dado
satisf.ico de mim, e por isso nao quero gastar
mais lempo, nao quero roubar mais a attencao da
cmara com o que pode ser considerado meras
l-i-oes ou meras banalidades. (Nao apoiados. Muito
bem.)
O Sil Saraiva (atteocio, profundo silencio) :
Eslava convencido deque as nossas questoes de
principios trabara sido pcrfeitamente esclarecidas e
resolvidas as sessfies anteriores.
O Sn. Silveira Lobo :E esto decididas.
O Sn. Saraiva :Gs discursos, porm, pronun-
ciados ltimamente pelos illustres deputados que
me preeederam, deixam duvidas este respeito, e
mister anda una vi
. rez mostrar ao paiz que o par-
natural das cousas no syste- : ndo progressisla perience aetasse dos partidos
grandes e fortes, que se dedicara patriticamente
Dm Sil Dentado : Um no poder, outro na I aos interesses permanentes o vitaos da nossa aocta-
opposicao, dade, enio devem morrer emquanto a sua alta
O Sil Feitosa : Respeito muito asopuuoes do, misso nao estiver conchuda. (Muito bem, muito
nobre deputado como sabio que em materias po- bem.)
lilieas, mas permitU-me ao menos que eu acredite,' Sinto diz-lo. porm forsoso dizer, que a (ba-
que dous partidos se iiodeni fundir diante de nina; trina do nobre deputado que rae preceden, a mor-
idea coinmum, e ser representado no governo por te. e a morta ingloria e sem proveito do partido
o mesmo gabinete, afim de passarein as ideas cuja ; progressist.i. (Numerosos apoiados.)
Para que os partidos politices sejam eQlcazes,
conveniencia ou necessidade uns e outros reconhe-
cem ; se cu erro, erro com muitos publicistas il-
lustrados...
(Ha muitos apartes.)
Senhores, o meu desejo que caminhemos con-
juntamente com o ministerio ; mas quera pode as
dista um grande espirito, "muito illustrado em taes
assumptos, preciso que elles possoan todas a
suas farsas nal unios, e sejara completos e, com-
pactos.
E entretanto o nobre deputado que me precedeu
segurar aos nobres depulados que mais tarde nao qur fazer do partido progressisla dous partidos,
llavera separaco ?
(Ha muitos apartes.)
Por mais. Sr. presidente, que eu tenha procura-
do fazer cora que a minha opinio seja bem conhe-
cida, parece que menos me faco entender.
Sr. presidente, eu j disse cmara que sou
do una unidad! forte urna dualidade infeliz, de mu
elemento nico dous elementos disparatados, de
nuil situacao esperanoosa urna aciuaiidsde estril.
(Numerosos apoiados. muito bem, muito bem.)
Sr. presidente, os partidos nao sao os homens.
Sao as ideas, a? neeessidades de urna poca, as as-
progressista, mas sou progressisla como liberal, e! plracocs da na;,io que os formara, que os organi-
eslou a este respeito e neste ponto de aeeordo com san, quo os habilitara para a execucao de grandes
o Sr. ministro do imperio, que disse : .Sou libe
ral, como liberal sou progressisla, como progres-
sisla entrei para o ministerio com os meus princi-
pios e sahirei do ministerio com os meus princi-
pios.
.Mas porque, Sr. presidente, sou progressisla, de-
vodeixar de ser liberal Por nianeira nenliuma.
E cumpre notar-se que eu nao quero fazer da pa-
lavra liberal urna questao de palanas; nao,
senhores ; quando se argumenta com a palana
por amor delta, urna questao de palavras, mas to-
da a palana corresponde urna idea ; urna patarra
nao mais do que a forma objeeliva da idea, a
qual |ior sua vez a forma subjectiva de urna rea-
lidade. Seja me, portanto, licito dizer que quando
emprego a palavra liberal deve entender-se
que eu tenho ideas, que tenho principios que jul-
engano
O Sn. Fiutosa, : Porua razio, Sr. presidente,
havenios de por tal modo illudir-nos ? Pois desdo o
1 momento em que ha nm |>artido progressisla no
paiz, nfw de receiar que do seio desso partido-
progressisla se crga mais tarde urna fraccao con-
serrador*? Letans a historia de todos os povos.da-
lle.-panlia. Portugal, Franca, etc., emliin de todas
O Sil Barros Pimentel : Referiam-se
garclua.
O Sil Panosa : E' isso mesmo. E io me-
lhor que prestemos actualidade nossa annuencia
formal e leal como liberaes que somos f Que ad-
mitamos a fuso, mas conservando a autonoma do
elemento que nos pertence, que nos c.uacterisa,
do que lbe neguemos esse ap>io ou mosteemos te-
mor de que a fusao fique sem resultado tatisacto-j >' c ""
rio Se o partido pngmtita nao urna fuso d'>; Um Sr. Depitado ; E' possivel, est ni ordem
principios nao licara rediniito a urna coifusado- das cousas.
pessoas ? Nao seria isso antes confundir-nos, do: O Sil Fkitosa :... nosdo esto exemplo; |>or-
qne fundirmo-nos ? | que razia nao rae ser permitlido a mim, que sou
O Sr. Dantas : Est em opposicao l oteas do progressista, porque sou liberal, deserever a si .na-
nobro presidente di> etmselho.. ijo como eutend* que eRa deve sen ouleruliila ?.
para a execucao de grandes
beneficios.
A harmona de vistas, a identidade de fins, a
coiiimunidade de esperanzas do aos partidos corto
carcter de nniformidade que fiz sua vida e
sua brea. O partido progressista nao iiossuir es-
tas (ualidades T
Declaro cmara com a maior convieco, que o
partido progressista corresponde grandes neees-
sidades publicas, aspiracoesdo paiz muito eleva-
das, a interessfs muito legtimos, e que elle a
maioria da nasiO, nao obstante o que disse o Ilus-
tre deputado |K>r Pernambuco, que fallou em pri-
meiro lugar.
Senhores, nao digo boje o que nao tivesse dito
hontem. A ranina bngiiagera de vencedor a mi-
nha linguagein de vencido. No governo e, tira do
governo en tenho reconhecido as novas tendencias
brasileira.
eeaasiao de tero actual e nobre
nselho organisado o ministerio de
eu :
elizmontc nessas pocas vertigino-
sas, era que o paiz se achava a bracos eom a agj.
tacad e a desordein, e era preciso vencer para nao
ser vencido.
n.'feria-ine, >r. presidente, a essa poca, que um
dos illustres membros da depiitafio de Pernambu-
oo rhamou fatal; porque pelo excesso de suas pai-
xoes a dos seus rencores passoaes, collocou fura
da rbita ii.nst lucional os partidos |iolittcos.
Nace as lempos (.liria ou atada) a misso da co-
ra era melindrosa, porm fcil. Diante da agita-
cao o da desordem nao Ihe cumpria se nao dar for-
ca ao poder, p;,ra vencers paixdes quo se haviam
coUwado em i i.vno inconstitucional, lloje a mis-
so da coro:', estudar a opinio real do paiz, para
ver com quem deve oemudiax.


litarlo le Peroara!)neo Tei-ea fclra a de Fevereiro de 18C4.
/'
E porque senbores. me pronunciava e i a>si>n WH i pa>z pelo ministerio quo deixon a g. reu-
iWque mis os conservad* encoclad pul......js.
Bosei rimiamo. por estt forma fi porme es- & ministeriomi deu muius vetes mouvos
TMWreoldo^isfe^aMce88ldadsgeral- dequeixa.e multas vetes pensou diverso de nos
idele sentidas, e dar razio iopiniio ffl questoes geracs.
por conseguinte lodos os convivas chelos de sau-
! irdo da farinosa galera, aojos emprea-
dos to eavalbeirotMMata os hospedou e obze-
I|11HIU.
Dando noticia d'esta grala e saudosa reunan
bordo d'esta navio, nao podemos deixar de dar
Movinn'nio da casa de datai 00
vereiro ih :
Existiam . 350 tresos.
Enlraram. . 12
Sahiram . 10
Existem :titi
A saber :
Xacionaes. . 242 presos.
Estrangeiros . 32 ,
Mulheres . 7 '.
Estrangeira . 1
Esc ra vos . 59 ,
Escravas. . i
henses, c os amigos siDC--------
tativo nrgunt.'ivam uns aos cutios:E po-sivoi
que iiaja no paiz smente um partido! N
so tavr lugar para o partido ronservadiir? Nao
tara chocado a poca da realisaco das ideas l,*J**~
aderadas o legitimas ? A condemnarao das
aspirarnos liberaes do paii nao ser a fernicntaeao
olerna do principio de revoiucao r"
Dai M paii dous partidos regulares, que repte- pos>i\ol.
sentom s/Sversai tendencias da sociedade, c te- Prestemos, poto, devida c sincera homenagom as
, l tu -, ao^SS r^reseatavo inasev* suas intenso,, eao seu patriotismo, (numerosos
Incoes reculares apoiados, muito bem).
Para quHmristo, sensores, se nos os censor- Ago. a. Sr. presidente, o me., pedid* ao m.n.s-
adores moderados nao tivessemes recon iccido a terioaclual.
legitimidad, da< ,- racSe que spparecia.n na n i- gabinete com pequea Zorenca, o deSi
.fo. e se na, tivrsseuH adherido franca e nobr:- de mato L a uossa bandV'r^^JL3K
mente a realisaco de todas as ideas libe -aes roo-. dos, se-lo-ha tambera agora que mMjwwedori -
laridade
que em todo ofiservamoa.
Terminando esta breve resenha da (sta mari-
lima de domingo, tributamos aqui os nossos sin-
coros parabens aoa lujosos proprietanos^ capito e
ran- consignatarios da galera portuguesa Nova Runa,
de valor aol interesses partidarios que se agitavam presentemente sobro as nossas aguas earregando
em derredor do governo. Cuino arbitros da sita- \ com destino f do Tejo e Douro, onde Dos sera
cao, desempenharam o seu dever, porque, snho- servido eonduzi-la.
rea, o paiz pode manifeslar-se com a liberdade | Ante-boqtem,
i dominio universal navii appre-, nios esforcos em favor da causa" do Brasa e
esmdosyslema nipresen- boom do imperio te-los-bim enllocado bem alto
1' nos annaes de uossa historia patria.
.Nao fornm liomens departido, e nem o deviam
ser : oiii suas posi(des nao podiam elles dar
deradas 1 Essas ideal pertenciam smente a um
dos vellios pan idos 1
Km honra do paiz direi que as ideas liberaos
que o parirle praressista lenba por missao reali-
mr, eram as ideas de todos c da nacao.
Conservadores e liberaos de antros tem ms, nos
deixavamos rungos, para curvarmo-nos re-poitosa-
nieiite diaiif da vontade nacional. >a< eramos
vencidos, nuo amos solicitar a proteceo dos ven-
cedores, nem parias de um partido, que i i procu- ye contar com todo o meu apoio,_
raros favores de outro. (Numero-"- apoiados. Mm- i lustro presidente do conseno na
to bem) devida a esses Intevesses.
Eramos ledos borneas considerados as lileiras Nos u desculparemos em tud),
em S. Francisco, o Itev. Sr.
padre Leonardo Joan (reg, elevndose altura
de nm verdadeiro orador sagrado, pregn sobre a
na educarlo, que dase moeidade, e demonstron
com a pericia que me recontaoemos, que delta se
originan! essas proaeSeanos templos, esses es-
respeitus ie eousas sanias, aos sacerdotes ete. etc.
Tal vez nao tivesse o Sr. pldre Grego termi-
u i -en seiinui. quando era apopado no boceo
da Congregacao, dama das ianellas d'aqnelles so-
Seu clu-le por seu talento, por sua illustracau, por brados, um padre, que revestido com o seu luda-
sen patriotismo tamlieiu o chefe da situaefw que lo tal vez, por all paisava em direitura ra do
elle vai servir praticamente. Queimada
No.vos interesses legtimos de partid, assimco-| Que mal poda fazer um padre, a quem somos
mo a uossa honra lieai'u cooila I"- ao seu cavallei- obrigados a respeitar pelo earaeter, de que se acta
risino. E'possivel que nossos interesses de par-
tido estojara algninas ve7.es em antagonismo com
os vcnladeiros interesses do paiz ; e por sso de-
claro por rainta parte ao nobre ministro, que de-
anda qnando o
io d a attencao
mis o apoiare-
eraTuoDhamoscombarido; equooellas taviasa; "ios com todas as nossas torcas, nosJ***
deapparerer distinetamenle, mas que hoje nis^esmoqueixasjusUsquando as tentamos. Se, e-
- ')l eos liara mo ile esperar,
ncoes
to, por qne os interesses publ eos para I mo U esperar, c o seu carcter o a>segura O
iais lo que as considerarles pessoaes. nobre presidente do conselho zettt nossos crditos
e nossa honra, que sao seus crditos e sua honra
acharaos un
nos valen) lois iio que
(Muitj hora, limito bem.,
E para que nao dlzer, Sr. presidente, tenia a yir-
dade ao pai'. A conciliacao croou urna >ocieda le
nova c maln a velha. Eli a applaudi, porque i -
perawaeste resultado; eu a coudemnarii, se nao
proiluzido islo.
As pocas de calma, observa um profundo e-t i-
disla, teeiu a virtude de matar as paixoes forte: e
fataes e de formar nina sociedade nova, i.a qua a
liberlade r possivel, porque os boincns lormados
nesses tenipos de paz pudera dizer :nos temos
erros, porcra nao temos criines pelos quaes pos;a-
r roprebendidos. (Muito beni!.
lis paridos perdoariam militas cousas, dina
Thiers, se ellos se podessem ver e se entender.
isto 0 que acontecen. A calina o a renuncia
de todos os recursos nennstiluciunaes toraou a b-.
berdade possivel em lodos os assnmptos. ros apoiados, muito bem, muito bem.
A conciliacao trouxe a oslo recinto homens le eomprinlenladu geralmenle
mesino aquellos que eram jul-1
tambe u.
Nao s a probidade eo desinteresse, Sr. presi-
dente, que constitaom os dotes eminentes de ura
liomem publico : a lideldadeas promessas ciiiiia-
hdas perante o paiz, a sua prnieira qualdade,
o que constitue era alto grao a sua virtude po-
liuca. ..
Se 0 nobre presidente do conselho nos habilitar
tiara que |ossamos bem desemponhar nossos com-
promisos de houra para cora todo o pai/., bomnl-
remos seu nomo, abencoaremos sua memoria.
Se forraos, porm, lao infelices, que pouco ou
nada possamM fa/.er, ontao s nos restar um re-
curso, e relirarino'-nos para nossas ca.-as, e dei-
xar que ouiros oais fohzes c melbor eneaminta-
dos, acamo bem que nao podemos fazer. (Nume-
0 orador
ambos os aartito,
gados exagerados; conversamos, eslimamo-nos. e
ebegamos conviecao de que todos aesejamo:. a
mestna coasa. tinhamos os mesuios lins. as inesu as
aspirac5e;. e que pouco divergamos nos ineios de
ebegar a esses lins. Esse recoiiheciinento, seubo-
res". fo a primeira pedra em que assentou a orj:a-
nisacaodJ partido progiesssta a que temes a hon-
ra de per lencer. '.Numerososapoiados; muito bem.
muito bem.)
Eramos lodos conservadores em retacad a cois-
tituicao. que lodos veneramos como a reliquia mais
prociosa legada por nossos antepasados.
Erarnos todos liberaos, c liberaes gonuinos, sin-
ceros, qcando querame* e desejavamos a verdade
pratca o completado systema representativo. Mui-
to bem.)
De telos os pontos da nossa sociedade se qoi na
e se pedia :
Que as cmaras fossem a represenlacao sincera
do pensamento do paiz. para o que era preciso de-
purar todas as leis qne pesavam sobre o voto, e so
torsavam urna arma perigosa na mao de gover ios
mal intencionados.
Que se colloeas-e o poder judicial io. ; brigo do
pevo contra o governo. e do governo contra os ex-
celsos do aovo, era sui altura constitucional, ti-
rando-se lei de 3 de dezombro toda a sua Calcio
partidaria e de occasiao.
Que dcsappareee^se. de una vez o antagonismo
entre a nae;ao poder executivo, lirinando-;e o
principio de que pela cscotha dos mini-tros que
o governo pronuncia suas ideas e sua marcha.
Que se fttstM a nao;io gozar de bberdade plena,
na industria, no commercio e era toda a parte onde
a tutella do governo inadmissivel.
Que se dsse vida ao elemento municipal, fa-
zendo-se delle ama esrola de ordera, de liberdade
constitucional e de inolhoramentos materiaes.
Que eonSasse o governo imperial aos seus agen-
tes as provincias todas as attribuicdes de que elles
precisan) para fazer o bem.
Que se promoviese por todas as formas o do ;on-
voivimonto da riqueza publica, al como ineiu de
tornar possivel um corpo eleitoral illuslrado i in-
dependente.
Que se nao tivesse, emfim. mdo da Hbecdade,
porque o setf gooernement nao vive senao pela Con-
lianca na illustracij e bom senso do povo. (Nme-
ros apotados).
Era isto, meus senbores, o que a naoac qutlia;
era islo o que queriam os conservadores ino< era-
dos e os liberaes amigos que se acharan ui idos
neste recinto.
Ainda isto o que queremos hoje; e para con-
segui-lo que eaniiobamos juntos : o fin o mes-
0 Su. Soiza Carvauio, pela ordem, requero
encerramenlo da discusso, e a cmara resolve
pela allirmativa.
Proeedendo-se, portanto. votaeao approvado
o projeclo c enviado niesina omnmissao.
Dada a ordem do dia, levanla-se a sessiio stres
e ineia horas da tarde.
PERRAM6UG0
revestido, para sor assiin tratado, quando cora os
olhos baixos passava inofensivo?
Eis o resultado da ma sdneaeio I
Se. quem qner que (o. tivesse sido instruido nos
praseilos da religiao doG'olgellia convonienteinente.
saberia sen) duvida alguina respeitar os seus mi-
bistros.
Entretanto, como sempre temos feto, nao pode-
Alimentados a costa dos cofres pblicos. 148.
Movimentu da enfermarla no dia 21 de feve-
reirode 18tii
Tiveran alta :
Antonio Jos Gomes.
Joao. oseravo sentenciado.
Francisco, escravode Antonio dj Moura liolin.
Movimcnto da casa de det< ncao do dia 21 de
fevereiro de isni.
no da 20 fe- A oittva pesoa era nm boliqninciro, que
rava pela arte de dar s psrdizes uraa segunda
moeidade.
A nona pessoa era um msico, que almeja va re-
novar, para apropnar-se delles, os fragmentos de
Mozart, d'ilydn o de outros maestros nui eonheci-
dos.
A decima pessoa era um especulador, que ^
nhava avivar a legenda de Ilobert- Mac aire...
IX
As dez horas, o conde Adalberto, por que era el-
lo, sabia do gabinete das consultas, depois de ter
receido elneoenta confidencias.
E reunindose aos seus ampbylrioes do Caf
IngL c. que o esperavain na sala de juntar, apresen-
:iHi ton ao barao qne o desafiara, o snmaario tota
jornada : o, em ura lom framente irnico, ilie per-
guntuu
Coinegais a rrer, meu charo barao, que eu
era pouco conneca os segredos da rida par
Tomai os mil luizes, respoiiJeu o barao.
N.
O conde Adalberto tavja ganho a aposta.
Existiam. .
Bntraram
Sahiram .
3ii.
E\stem.......
Nacionaes.....
Estrangeiros...
Mulheres......
Estrangeiras...
Escravce......
Escrava......
36
KI
33
7
1
fl
I
3i iG
Alimentados i custa dos cofres pblicos..
Movimcnto da enfermara no dia 22 de
vereiro:
Tiveram baxa:
Mara, frica. (Ilvre) intermitiente.
Dionisio Scveriuo Gomes, colite
DcIIIdo Alvos Monteiro. indines So.
IM POICO HE 111)0.
nios deixar dio lainontar.' qne entre nos anda se Hita, escrava de D. Bernardina, intermitiente.
deom desles casos, proprios de lugares, onde j*e
mora as cousas mais rnmasinhn da civlsacao.
O Revd. padre Jos Esleves Vianna pga
ilguns senuiios no convenio de S. I'rancisco desla
cidade.
A reputacao, de que gosa no pulpito o Sr. pa-
dre Vianna assas eonbeeida do nosso publico,
que leu dado pravas significativas do aproe., qne
merece S. Revm.; pelo que contina para nos o
mesmo juizo favoravel, queja temos feilo em nos- ,ifTerentes sumniidades da yentry aura estrangeuo
sa Herista. : qne passava do va^em, o conde hngaro Adalber-
O Hovd. Sr. conego Joaquim Ferreira dos to de
Santos pregn no domingo sobre o amor, que sol Finda a represenlacao gastronmica. {&se lista
de ve ter aos ininigus. paseado ao epilogo da conversa* ao, serpenteando-sc
Sobre as profanaoes, que se pralicam nosiem derredor de lodosesses nada5,quecra seimltun-
templos, prgou no Domingo o Hovd. Antonio de tes casos eXprmein alguraa cousa. quando unidos
Mello o Albuquerque, e nosabbado, no osario da'convvas jejX0U caiur naqu.elle centro esla desas-
lloa-\ista. sobre a conversao do peccador na hora [raja ,)nra#0
da inorte. Assiin pos, charo conde, dexais-nos uesses
O assumpto, sobre que prgou no domingo a jias ? p;iZ(.^ ,na| por,,ue neta curto intervallo
REVISTA DIARIA.
Por informacoes que nos d pessoa chegada da
Parabyba. no da 17 tomou posse da respectiva
presidencia o Sr. Dr. Felisardo Toseano de Brito
Barreto, ultiraameute nomeado 1" vice-presideule
por exoneracao dada ao Sr. barao de Mamangua-
pe. sendo igualmente exonerado o Dr. Diogo yelho
do 2o lugar, para o qual nomeou-se o Sr. barao de,
Mara.
O Sr. Dr. Araujo Lima dexou o palacio, tendo
havido pela posso fogueles, msica e illumnacao
da parte dos liberaes.
Pedir e -obtuve no dia 16 exoneracSo de promo-
tor publico da capital o Sr.Ur.Fraucsco Clementino
de Vasconeellos Chaves; e para substitu-lo fo
Horneado o Sr. Dr. Jos Antonio ISaptisla.
Coromonicam-MS o seguinte :
t Tendo apparecjdo pairar sobre esta povoacao
de Jaboalao, na manliaa de sabbado (20), alguns
urubiis, sgnal cerlo de crnica, descobno-se ser
un corpo morto que a islo dava lugar; e sendo
chamada a polica para wrificar. s appanceu s
5 da larde, assiin mesmo com reoeios de approxi-
mar-se do cadver que extalava mo eneiro, en-
viando era seu lugar um preto que declarou ser o
cadver de ura hornera branco, vestido decente-
menie, c tenilo ao pe de s um caivete de mola
com as armas prusianas o um revolver de (J ti-
ros. Rasgada a roupa, verificou-se ter elle nina
grande facada do lado direito junto ultima 009-
lella, que devia ter proiluzido a morta
Segundo inibrmaeSos de pessoas d'aqui do lu-
gar, consta ter o hornera comprado alguns das
antes urna garrafa de agurdente, e procurado
saber o lugar do banho, que Ihe fo onsinado, de-
sapparecendo .o depois.
> O que ha de mais revotante, em tudo slo
ipie a polica fez enterrar o cadver no mesmo
lugar em que fo encontrado, sem proceder a todos
os e\ames'precisos.
Chamamos. pof1anto a attencao do Sr. Dr. chefe
de polica para a syiidicancia d'este facto, visto nao
not'. na groja do l.ivraienlo. o Revd. Fr. Joa-
qun) do Espirito Santo foi a resignaco e a pa-
ciencia, que deve ter o chrislao nos trabalhos e af-
llccoes.
_ Pessoas da ra do Oibug chamam a atten-
cao do Sr. Iseal para a grande porcao d'agua p-
trida, que todas as noites lanea-se depois das 10
horas mesma ra com horrivel mcommodo de
quem v-se forcado a supportar os seus aromas.
No entretanto quem aulorisa semelhante pratica.
bem podera cohibi-la pela razao apontada,
Pela delogacia do I." districto do termo da
capi al. foram pronunciados, como incurso as
penas do art. 261 do cdigo criminal, Victorino da
Silva Lima, e Jos de tal, este morador no termo
da Escada, e ausente e quelle preso na casa de
delencao; ambos como autores do roubo que leve
l'in cavalheiro poned habituado a fazer espirito
presos em remudes, actava-se una poite em um sala.,
dansando com urna senhora; c quenndo nessao -
l ea-iao tornar-se, para eom ella, demasiado espiri-
tuoso, fez-lhe e.-ti inloressantissima pergunt.i :
Porque nao vem aqu gente de grao, mnlia
A saber: senhora ?
Talvoz soja porque o espirito de V. S. nao s-
b a 2 l/| no thermometro da delicadeza ; respon-
deu-lhe a senhora. .
A Grttz publica o seguinte :
vi:i\n\iii;s.
O respeito aos sacerdotes do Senhor a priracira
qualidade de nmcoracaobom formado: elles sao
146 os representantes de Deus na ierra: a Escriptura
fe- os chama os novos Christos, e ai daquelles que cs-
quecidos desee dever sagrado, ousou levantar mao
sacrilega contra os ungidos do Eterno.
Constantino, o primeiro imperador chrislao, di-
sta : se eu vase nm sacerdote couiineiler ura cri-
ni" eom alguem, eu tirara a minha i apa o o Cubri-
ra, porque bous ou maos elles sao os ministros de
, ura Deus.
Porm os homens de hoje, bem diversos do filho
de Helena, dizera : se en visse um sacerdote eom-
BhistMSH inilizimos a sesuiute '""it una pequea falta, ainda que indilTeronte.
fpedWerm?f&> di',a **>M mmM* ura en-
,,.,-. u.uii.ni.- me enorraissiino.
E*o disiiuciivo maiscerto de amcoracaomal
formado, o pouco respeito ao sacerdocio de Jess
Quisto : e quem vos jespriza, me detprza.
Queris crear nina nacao grande e modelo, man-
dai que seus irnos sejain educados pelos sacerdo-
tes. Ninguem mais desinteressado do que eljes. e
tambem ninguem cora mais zelo pela educa^ao da
moeidade.
Abri a historia, compulsa! os aniaes do nossa
patria, e conhecereis entao a verdade do (jue vos
digo.
Os maiores monarchas tem protegido o clero,
poique reconhecem i|ue dellc qne depende toda
a esiabilidade, todo o progresso e lodo 0 prestigio
de uraa nacao. .
A pedra de toque da civilisacao de ura paiz o o
maior ou menor acatanionlo que tributa ao clero.
Os povos mais civilisados, as nacoes do mundo
mais grandiosas, sempre respeitaram estes entes
privilegiados.
Lde a historia, e veris era Portugal a realidade
de niinhas palavras.
Do Mu mo
ptantasia de Mr
1
Ceiava-se, ha tres semanas, ura gabinete do
Co{<' Imjlez : era urna ceiade amigos oferecida por
nao tiveslos terapo de cbnhecei a vida parisiense.
Enganai-vos. bario ; respnndeu o coude diri-
gindo-se a seu interlocutor. A cousa nao est em
ver por muito tempe, mas sim rpidamente.
Bem Pretendis, em un espaoo Uo breve...
Conhecer Pars tutus e c. m... nao somonte
no exterior, como ainda no mais inlimo de seu
ser.
E' impossivel .
Paco urna aposta.
"~ luizes !
Est dito..... Pego apenas oito dis 1...
No dia snbsequente lia-se noj jomaos o annun- dasjaoftas prinqpaes e lateraes
Icio singular, que aqui exarainoi :
PRODIGIO DOS PROD.GIOS I 1 1
O magestoso templo de S. Francisco de Paula,
sito nesta corte, lera em breve de ser concluido, por
ter chegado de Lisboa o marmore para os adornos
s portas principaes e lateraes.
Nao entendemos de arehiteetiira. mas. segundo
os mestres tica urna obra de posto, sobretudo os
pulpitos, e os apostlos collocados per sobre as co~
ludo quanto procede annos, occorridos nos estados pontilicios.
Bra,-CoiM/i ijiatui- Eudorecos, reunios, assembleas, meinon.as. oT-
de.la dirija-se pessoal- ferias, prntestaooes. inamfostacoes publicas con-
re ehiiiiicodinamarquez, jersdes, ludo eoncorre pan do.iwristrar o axioma
i rna de d,'se grande arcebispo. Ubiest Pelius, ibi ecclesui.
onde est Pedro, ah est a igreja.
[bli saeaodeste annuncio, Malinas, Francfort e Munich oncerram dentro em
s*v. I o domicilio do celebre chimico dlnamar.piez acha- *' """bor dos catholieos, sabios detodos ospai-
*>*' va-se invadido, mesmo muito empo antes da hora ms, sacerdote*, mdicos, mriseonsultos, %*****<
&an- indicada, por nina mullidao impadenie. almirantes, oradores estadista-, escrqore-. d ilo-
A originalidadedo annuncio e a qualidade de se Batas, misionarios, bispos, ll'u1^ ,. ^'.,,
rP,n nrt,.ra ic enncimc h.H.m miralu.lo urna ada liara protestar em nomo da otirisiandailoion-
_ corpo
do cdigo criminal, Thomai Das Soulo, por causa eoracao, inlelhgoncia e
de injurias verbaes dirigidas ao primeiro conferen- os p'henomenos da vida mo
te da alfandega Pedro Alexandrino do Barros Ca-: Uur-Qpm prelender usar u,
valoanli Lacerda, achando-se este no exercicio das' menle ao gaf)inett. do ceiebre ,-himicodinamarquez, rersoes, ludo eoncorre para deinonstrai o axioma
toncedes dejen emprego. | do meio da s i hora na rna de.-.. d,'sl! ?ri,I,de arcebi-ipo. UbiestPetms, ,bi etrlesia .
Prorogou-se por um mez com vencimentos al m onde esta Pedro, ahi esu a igreja,
liceoca concedida ao pi omolor publico da comarca _\o dia posterior ao da publi acio deste annuncio,; Malinas, Francfort e Munich encerram dentro em
de i.ui inna bacharel Jos Antonio Correa da Silva, I domicilio do celebre chimico dlnamanpiez acha-, "> melbor dos oatholicos, sabios (
o por lo dias a que obteve o juiz municipal
m de Pi d'Allio, bacharel Emigdio Harqui
tiago.
REpAitTigAO da rouciA. rem gratuitas as consultas tarianT aitrahido urna >cha para prote-
Extracto da parte do dia 21 de fevereiro de eninlca realmente prodigiosa.
K,,4- I Ao meio dia precisamente, o gabinete do inventor
Foram recolhidos casa de delencao no da 2-4 A ,,r,;,(,fc a,m a nocidade abrio-se, e.
do coirente : Fol introduzida tima primeira pessoa.
A ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica, os par-1 gra uma scnhora.
dos Vicente Ferreira da Silva, Antonio Velloso da I Senhor disse ella corando 'n pouco, com
Silveira, viudos da Esoada, para recrulas; os cnou-effeto ao chimico dinamarquez a quem tenhoa
.o Mauricio Gomes da Silva. Francisco Jo- nonra 0 fa||ar Senhor pan todo o mundo s te-
se de Lima, por feriinentos graves. nho trinU anuos, e dar-me-bii por otfendida se al-
A ordem do
Benedicto Pranc
Mello, ambos para correccao. | digioso annuncio.. para coiv seo, senhor, eu devo
A ordem de de S. Jos, Jos Antonio Botelho,. ser fjncera... [jmPpesar oppressor envenena-me
liraneo. para iverigoacdes policiaes. a vida... tenho qnarenta e see auuos Por favor
A ordem do da Boa-Vista, os pardos liento Nu- Uin frasco desseelixirprodigiiso... meio frasco... al-
oes de oliveira, Antonio Malinas ie tonca, sem de;: gUmas goltas smente... pag i-las-hoi peso d'ou-
elai ario do motivo, e Serafn), oseravo de Jos ro
Duarte Couiinho. a requeinuciilo deste.
O chele da 2." seccao.
ira a invasao dos dominios do chele da igreja.
A as.-embla de Francfort assim termiua a sua
protestarn
A assemWa geral renova sua protestaeio so-
lemne contra todas as violencias, que diiniuuem o
poder temporal do papa, e comprometiera sua po-
sieao internacional.
E' o grito da conscieneia. o brado da verdade
que os obriga a eonfessar, qne as_ portas do inferno
leiiiiieiiiosgiavt-s. nno trinta airaos, e ar-mc-iu; por ouenuiua so ai- 'i"< '- -- ; ..'' c-,' ,k
subdelegado do Recife. os pardos^ KU(!I)1 S(J alrevtsse a |11)r m juvida esta cerlido de Mda podera contra I Raposa do Etei no.
icisco dos Santos e Pedro Jos de bapusma lias para vos... ja |ue tinho o vosso pro- .^^ ________ _
COMMNICADOS.
mo. e nao liiM'ordaraos em lodos estos pontos. VOS,
amigos liberaos, respuitaes os principios conserva-
dores da constiiui\;o com o mesmo zelo eom que
nos desojamos a reattiacie da verdade do systema
constitucional
Reconhecemos todas as tendencias da pera, as
aspiraroes do paiz, c alistamo-nos no numero dos
saeordote- (|ue i|uerau servir a lao nobre causa o
consagrarse a pratiea e ralisac3o dessai aspira-
coes e tendencias. (Numerosos apoiados ; muito
bemi muito bem.)
Nao ha. pois, antagonismo entre nos; n.ao ha
elementos repugnantes com sua especial au .mo-
mia : somos umae a tnesina cousa e cominum as
nossas aspiracoos. Coastituimos, portante, um par-
tido forte que nao tem direito de meirrer, e qu; lem
obrigaoo de depor no altar da patria lodos os
nossos despeilos. e mesmo quaesquer resentmen-
tos que a inexacta apremoao do paseado poder
gerar.
Agora, Sr. presideaic, os nossos amigos que nu-
tren) appreliensoes podem qualilicar-nos.
Qnoromos o progresso em todos os ionios : que-
remos mais do que diz a liberdade do cidadio, pois
queremos tudo ijuan.o pode servir, nao s i sua
Imerdade, como sua feheidadeem todos os sen-
tidas. J se v que -eremos summamente honrados
se nos chamaren) de liberaes, depois de eonbeei-
da a maneira porque encaramos os negocio.-- p-
blicos, i Muito bom. muito bem).
(i Su. Costa Pinto : V. Exc. esta fazei.do a
luz.
t Se, Saraiva : Cngana-se. A luz esta feta
ha mullo lempo ; s os cegos a nao vm.
Tenbo dito de mais para que o nobre deputado
do Pernarabnco, que me precedeu, recon he w os
pongos da sua apreciarlo.
O Sg. Fetosa : E' preciso eonfessar ijue a
aoluaJidade nao um sopliisma.
O Sk. Sabaiva : Nao adagemos era nosso
soio doulrinas e prevenges que podera matar-nos,
o dar iiumenso prazer ao nobre deputado o Sr.
.Nebas e aos seus dignos companlienos. (Hi.adasi
Longo de acharmo-nos divergentes dos homens
qne foram liberaos, eu creio que nem diverge del-
les o proprio Sr. Nebas, desde qne nao iv i- ne-
<('ssidade de ser paladino do que ninguem ataca e
todos querom KSOJ ilar.
Em vez deproctrar materia para diviso, b, i os-
eas aspiracoe- di v -n) ser a ccnipiista dos nbres
dcpuiadcs," que no; observam com natural curio-
sidade.
O Sn. Costa Pmro:V. Exc. seria entao o
conservador de liortem, (U: boje o de ainanha.
O Su. Saraiva : u o s"ret desde que se re-
lireduzirem os meemos exeessos de ontrn, c a
tociodade livor necesidades de dofeza cintra a
igtacao e a desoriiem. Hoje quero om pro -eito do
principio da autoriJado, e para conseguir a ordem
jjenuanenle servir a liberdade.
Faeoisto por amor do meu paiz, e nao ir pode-
ro demover deste proposito as alfrontas (/oe rae
lancaiu aquelles que s podem ler de uii n uma
.jucixa, e have-los deixado, porquo nio polia
.com elles tratar proveitosamenlo de servil o paiz.
(Muitos apoiados).
Agora uma palabra aos minielros que sihinm,
e depois um pedido ao mi Histeria actual.
Seria ingrato, nao eomo homem ele pan do, po
lin como brasileiro, senao reconhecesse | ubliea-
camoiiie esenao azradceesse os ser\ioo6 notaveis
dever licar impune un orinie desla ordem. lancan-
do-se tobre elle o vn do olvido, como o Indica a
iliformacao cima.
Pelo delegada de Goianna, foi preso Joao Ho-
drigues Teixeira, por ler assassinado em 1B
BentoJos. no oiigeuho Poro CoMprido, de Naza-
roth.
Aute-hontem, foi um da de verdadeira festa
abordo da galera porlugueza Noca-Fama.
Logo de inanbaa este lormoso barco apresentOU
ura aspecto festivo, qne convidaya arvisita-lo: em-
bandeirado era arco, desde a.r proa, BObresahin-
- Perdao, senhora, disso o chimico inclinndo-
se ; cu nao vendo o meu talismn, coslumo dalo.
Tende a bondad.; do deixar-m l o endereco de vosea Joaquim Jos Baptista arleiramenie
residencia, que lerei a honra de enviar-vos uraa do ferrte da ignominia sobre a
caixa d'elle d'a.iui ha pouco.
IV
Ao publico.
o dia do beneficio a vesnera da ingratidio l
(Fu.Luiz deSoiza.)
Tendo chegado as mtus ouvidos, que o Sr.
para escapar
sua fronte es-
tampado, propala, que eu pretend perante o juize
municipal da segunda vara cobrar o .pie rae nao
** si nao me derdes do vosso piecoso elxir, sou
"- horaem morto Nao s nao t-mho mais deas no
annun io salvou-me a vida...
um
no ce-
do os pavilhdes das tres nacoes qne boje se aeham
lao estreitamente ligadas petos lacos da mais santa
confraternidad-.', pela eoramunhao dos mesmos
principios e origen, pelas suas tradiedes de gloria
o lieruoidade; era lira fluotuavam. sullas ao vento,
as bandeiras da Italia, Portugal e Brasil !
Pelas 10 horas do dia dingio-se para liordo da
galera, n'um grande escaler, a banda de msica da
sodedade UiuSo Commercial, composta de jovens
portngnezes e brasileiros embregados no coinmer-
co. aqual desde a sua ohegada at se retirar tocoo
variadas pocas, causando verdadeira admiraoao
como estes mancebos,em lao pouco lempo, e alguns
d.lles sem mesmo lerem tielo os principios rudi-
mentales da arle, tocavam j cora lana correc(;ao
e gosto mostrando assim a inulta applicaco e os-
lado a que se leera votado. Esla banda musical
prestou-se espontanea e generosamente a ir realoar
esla festa martima, graciosamente preparada pelo
digno capitn da galera o Sr. Manoel Francisco dos
Santos, secuudadq-pelos respebtiv is consignatarios
os respeitaveis negociantes e nossos amigos Mar-
ques, Barros c\- C.
Pouco depois das 10 horas, comecaram a alluir
bordo da galera militas familias e cavalhciros,
constituindo-se era breve uma sociedade eleganlo.
animada c chcia de coutentamento..
Cavalheiros e damas conversaran), paasearam e
divertiram-se at que foi annunciado o jautar. s
4 horas da tardo, sendo logo conduzidas as senho- -
ras at mesa, a qual licou oceupada por ellas
desde nina outra exlremidade; sendo servidas
com toda a promptidao e alegra nao s polos em-
pregados do navio e consignatarios, como por al-
guns dos concurrentes que gostosos se prestaran
a roadjuva-los.
Houve depois segunda e terceira mesa, destina-
das aos hornens. visto nao ser possivel sorvirem-se
lodos de uma vez pela grande concurrencia. Fize-
ram-se muitos brindes significativos, nao s fra-
toiTiidade e uniao que liga os lilhos das duas na-
aoes portngueza ebrasAelra, amisade de todos e
obzequiosidade dos senbores captao e consigna-
tarios, como aos pro|>relaros de_ tao importante
vaso mercan'.*), os Srs. Sonre Irmos. da praoa do
Porto; remalando-se o festim da mesa eom dous
brindes enthusiastas aos Senbores D. Pedro U e D.
Luiz I, e s duas augustas familias Imperial c
Real.
Depois do janlar foram convidadas para dancar
as senhoras presentes, ao som de uma orehestra
mandada vir exprossainente, e inmediatamente se
formou umacontradanca, prometiendo prolongar-se
odiverlimentoataltanoute; as familias, lembradas
das copiosas chuvas da noott antecdeme, e amea-
cando a carrancuda alhmospbera igual copia, como
ffectivaraente mais tarda aoonteeeu, manifestaran)
deeejos de retirar-se, ao que o capito e consigna-
tarios nao poderam obstar alientos os ju tos receios
que motiva varo a eessacao da festa; retirndose
/. (i. de .Mc'/uld.
Passagoiros do vajior nacional Mmmemauape,
entrado da lha de Fernando : Dr. Livino de Bas-
tos Vareta, lente Henriqoe Tiberio Caprislrano,
sua senhora e 2 lilhos, alfares Luiz Antonio Ferraz, A segUnda pessoa que entren no gabinete de con-1 devia. por me haver j pago, servind .-se paracoui-
cadete Luii Loopuldino A. Barbosa, 1 furriel4 ca- su^ expressou-se desta forn a : i prtfvar a sua to falsa, qoao enorgumena infamia
bos e 7 soldados, IgnScia Hara da ConceicSo, c6 ; Senhor. ou sou autor dramtico. Eserevolde ura recibo que por nimia coiiiiiioa minba pas-
menoros. sentenciados Luiz de Fian-a Ventana, e para to,ios 0 uk.atros, n'isK ganho enormemente,: se; pego ao respeitavel publico a sua benevolen-
Manool Quirino da Silva. Basilio Maguo dos Sanios. e mostro-nie para con os meus collcgascomocons- cia e attencao para a oarracio do laclo, compro-
Bernardino Jos da Silva, e 1 oseravo do teuente riente do meu talento ; mas para eom voseo devo | vado com os documentos que se soguera.
H. T. Caprislrano. : sor franco. O vosso
Passagoiros do brigue nacional AmiranU,
entrado do Hio de Janeiro : Joaquim do Souza
veira. sua irraaa e 1 menor. rebro,como at j beioonlraf ito por lodos os raudos
I'assageiro do hiato nacional Ex hiato vm-; ^ jj(-.as a|hLas... \,-i exhumado os raais antigos
do do Araoaty : J. A. Gurgel do Amara! melodramas, e concertado 0: raanequins raais car-
Passagoiros do brigue porluguez Constante '/,'comidos dos vermes; de sirle que os directo-
viudo do l.iblioa : -Joaquim liouios Jardim. Victo- res comecam a desconfiar adunia cousa. Sentar,
rio de Abneida, Francisco Correa, Miguel Marques, eu Vo-lo suplico, dai-meda v issa agua da mecida-
e Pens Jos Vas. de para me re fazer urna im; ginaoo Senhor, eu
Passageiros do hiaie nacional Sobratemu, sa- na0 sou mas ,j|ic lima jnU[j idade, leude piedade
bidos para Acarac o Ceara :Joao E. i. da Pro- (ie mm
O chimico dai-lhe a nicsna resposta que dora
a primeira postulante.
V
A terceira pessoa era um marido.
Senhor. diz elle, ha del anuos que sou casa-
do. Foi um easamentode aisor: eu adorava minha
mulhcr, e ella me araava extremosamente. Era
DOCUMENTOS.
N. i.
Antonio de S Leitao precisa que o esc ivao
Cunha Ihe d por cortidao o theor do juramento
d'alma. qne em audiencia publica prastou Joaquim
I.....Baptista, a rw|uorimenlo do supplieanle.
Podo a V. S. Illm. Sr. juiz municipal da segunda
vara I te delira, c i eceber merr.
Antonio de S Leitao.
Como requer.Recife, 17 de dezombro de 1S63.
Amtijo B'irrus.
Pedro Tertuliano da Cunha. oavalloiro da imperial
ord.'m da Rosa, capito da guarda iiaeiaual. es-
erivao vitalicio do civel nafta cidade do Recife
de Pernaiubuco por Sua Magesude Imperial que
Heos guarde, etc.
Cor tilico que revendo os autos de juiametUo
d'alma de Antonio de S Leitao, contra Joaquim
Josa Il.ijitista. delle consta de seu auloament ser
o theor do juramento do reo o da forma sc-
guini' :
Amo do na-ciiiinlo de Nosso Senhor Jess
Cliristo de I8Q3, aos 16 de dezembro do* dito auno,
nesta cidade do Recife, em publica audiencia que
aos foi tos e partes fazia o Dr. juiz municipal da
segn la vara Francisco de Araujo Barros, nella
pelo solicitador Joaquim de Albuquerque Mello,
procurador do autor Antonio de S Leitao, foi dito
que para esta audiencia se linha citado o reo Joa-
quim Jos aptista para jurar ou vir jurar ser de-
ved ir da qUantia constante de sua aeco, raque-
rendo fosas apregoado, o que se BOU vea 10 por ci-
tada a acoo por parle do juizo, e qne bese esperada
a primeira do juizo. O (pie ouvido pelo dito juiz
maddava apregoar o reo pelo porteiro interino do
juizo Francisco Manoel d'Almcida. o qual o .izen-
dona forma do estyllo, a rujo pregad cennparecea
o reo Joaquim Jos Baptista, o disse quera jurar.
Avista do que o juiz deferio-lhe o juramento dos
Santos Evangelhos, cnrarregando-lne que bem e
verdadeilamente jurasse sobre a divida pedida ; o
qual era bera do dito juramento sol cargo do qual
juroi: om sua alma nada de ver ao autor e nem ser
responsavel. Avista do que houve ojuzojura-
nient > por dado de nada dever o reo ao autor, ab-
s"lvendo do pedido o mesmo leo, e eoiidomnando
ao autor as cusas. De que foi presente por estar
averiado de suspeito o escrivo Baptista, quem
foi distribuida esta causa por sorteio do reo, sendo-
que pelo dito juiz foi aceita a susjHjico. e mandn
que ao escrivo recebe-.-e esla causa, passando-a
eu assim ; e foi o preseute termo extraludo do pro-
tocolo das audiencias, aehaiido-se assignado
reo.
Eu Pedro Tertuliano da Cunha, escrivo o es-
crevi.
E nada raais se coiitinha era dito juramento aqui
copiado, que cu escrivo bem e fielmente eopiei
por certidao dos proprios aillos que me asparlo,
c esla vai sera cousa que duvida laca, conferida e
cono triada na frraa do estillo.
Ci lade do Recife. 17 de dezembro de 1863.O
escrivo, Pairo Teitulmo da Cunha.
ti. 1
Antonio de S Leitao precisa a bem de seu di-
reito que V. S. mande que o escrivo Cunha Ihe
d por cerlido o theor da pelico de juramemo
d'alma do supphcante conlra Joaquim Jos Bap-
tista ; nestes tormos pede V. S. Illm. Sr. Dr. juiz,
municipal da segunda vara deferimento, recebera
merca.
Antonio de S Leitao
Pedro Tertuliano da Cunha, cavalleiro da imperial
ordem da llosa, capito da guarda nacional, es-
crivo vitalicio do civel nesta cidade do Recife
por Sua Magestade o Imperador, que Dos guar-
de etc.
Certifice que revendo os autos de juramento-
d'alma de Antonio de S Leitao, contra Joaquim
Jos Baptista, delles consta ser o theor da petic
que se pede por certidao, da forma seguinte :
i Antonio de S Leitao, quer fazer citar a Joa
quii i Jos Baptista, para na primeira audiencia
deste juizo juizo jurar pessoalraenle em sua alma,
ser-lhe devedor como responsavoi por uma letra
que Ihe enlregou garantida pelo supplicado, e acei-
ta | OT Francisco Lopes Machado; assim como por
meUde dos juros vencidos e a vencer, sob pena de
ser a revelia reputado confesso pelo juramento de
supplieanle ou de seu procurador, sendo condem-
nado no principal e metade dos juros de indicada
letra, ijuo da quanlia de 116G00 rois.
Pode V. S. Illm. Sr. Dr. juiz municipal da
segunda vara Ihe delira, recetar meri.
Joaquim de Albuquerque Mello.
Destriuinda.
Como requer. Recife, li de dezembro de
18t'3.Araujo Barros.
E nada mais se conlinha as dita pelico e des-
pacho aqu copiado que eu escrivo bera e Belmen-
te eopiei por cerlido dos proprios autos a que rao
re orlo : e esta vai na verdade sem cousa que du-
vida faca conferidae concertada na forma do eslyllo.
Cidade do Recife, 29 de Janeiro de 18tii. es-
crivi e assignei em f de verdade.
O escrivo.
Pedro Tertuliano da Cunlta.
y. 3.
Illm. Sr. Clemente Jos Ferreira da Costa J-
nior.A bem da verdade to presada por V. S. e
para desafeodta da minha reputacio, rogo-lhe que
com a franqueza que Ihe propria responda-nie se
sabe de ura negocio de letra, que em dias de feve-
reiro do crreme anuo tive com o Sr. Joaquim
Jos Baptista. aceita ella pel Sr. Francisco Lopes
Machado, saneada pelo Sr. Antonio Teixeira dos
Santos, e garantida e paga pelo mesmo Sr. Baptis-
ta. e pola allirmaliva V. S. digne-so circunstancia-
da nenie dizer rae ao p d'esta, o que souber a sc-
nulbante respeito. Pcnmltiudo-me a faculdadc de
usar de sua resposta (qualquer que olla soja) com
me approuver.
Sou com estima de V. S. ltenlo venerador e
ciado.
Antonio de S Leetao.
Recife. 24 de dezembro de 1863.
Illm. Sr. Antonio de S Leitao.Salisfazendo o-
se i pedido sou abrigado a aqui mesmo responder.
Ao mais de sua caria tenho a respondor-lho. que
ta, e 1 criado, Joao Clomentino do Monto, Ernesto
D. de Albuquerque, Jos Fernando Ferreira, e 1
escravo a entregar.
H ft Vi M r^
M 3 s 3 *
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1 p -1 s
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' 1 OS | | c ila.irnlino. m H 1 o 1 ~
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1 1 ^ A Feminino. o o.
1 1 51.1. . s Masculillo. i te. 1 i } Pl 1 >
i 1 * te Feminino. r* 1
i -1 1 SI 1 . . i* Masculino- > 2 i -i > 9 --
* * oe Feminino. 30
Ci 1 1 . --i "s| TOTAL.
Quando relacionado cora o Sr. Joaquim Jos
Baptista, terapo depois eateudeu ello casar-so, fal-
lando-lhe os moios deaocudir essai desposas, po-
dio-me, por diversas vetes, dinheiro para occorr-
las ; e assim inontou sonraia de 'MM e tantos
rail ris j realisado o seu casamento deu-rae em
diversas occasies dinheiro em conta de sou debi-
to, que montou soraraa de 8005. licando a ros-
lar-me ceuto o lautos mil ris. .piando om dias do
mez de fevereiro do anuo prximo passado enlen-
deu que devia
estando era das d'este mez cora o Sr. Joaquim Jos
It; ptista no arraazem de Iciles do Sr. Olympio F*f*
reir da Silva leve occasiio de fallar respeito,
aonde fazia hoa ausencia de V. S.: e logo pos do
qi e me disse, que nao duvidaria rosponsabilisar-
se pela letra que tinha vendido um pagamento do
saldo de uma conta que Ihe devia, se por ventura
V. S. tivesse feilo embargo na herancadoSr. Fran-
cisco L. Machado aceitante da letra em qnestao ;
nu-. como V. S. nonhuin passo dera para receta-la,
saldar-.c dosse rastoda seu debito, "j f^.050 M n'i*^'}* > 'axando-o de
leiri fino ni nualidadfl do -arinto teve na,ento ; **MM nl"s 'fue ll,e era mu" ol)rl-
fe n -tve audo-me t '.. .o i d &*>> < 'l'^""" <" *** Uta sido de dinheiro
a L. Francasoo Lopes 1 s- i"" emprestado, enjo emprestimo
recebo la do aceitante della o Sr. Francisco Lope
Machado, que eslava a instantes para recebCT una
taranea, e que assim, era hora que eu a aceiasse
urna vez que eu precisava, 0 elle nao Unta outro
meio de pagar-mo. e que nao se eompromettia la-
ze-lo em menos lempo que o de di/, raezes ; a vista
ADVERTENCIA.
presenca dos estranhos, lini;imos o sorriso de con-
verco ; mas sos este cessa.e fica|a carranca. Dai-
me, senhor, a agua da moc dado qne rejuvenece os
eoraees. i;ir;i ijuo eu e minha inulher bebamos
della em abundancia... Ha tantas familias assim...
De pressa, senhor, e sede abenooado !
VI
A quarta possoa fallou nistes termos :
Eu sou um hornera poltico al orador. Ha
Irinta annos que tenho pro ranciado por sessenta
vezes o mesmo discurso, ce nlendo as mesmas tri-
vialidades, sobre os uicsmo; theinas de ordem al-
lida ao proijresso, de solid irieilade dos puros, de
iiwrulisaco das inaisus. de mucaeo social. Pa-
lavras da exleusao de uma toeza... Mostro-mo con-
fiado nos tractos dessas ra; ravilbas... Desculpai a
expressao. ella pinta o meu pensamento. Aqu
para nos. isto vivor dos issos... tenho abusa,lo
assaz da situaco. Elixir 1 .. Elixir I...
Vil
A quinta pessoa foi um medico.
Sr. diz elle, admirai -vos-ha talvez que um
doulor caa no chamariz d( charlatanismo ; mas o
doente in extrema abraca .odos os ineios de asno-
ranea. A medicina, senher, ha uns anuos a esta
parte que inculca ter feito invences e descoborlas;
mas nos somos os mesmos, nao lia nada disto. Eu
sou to sabio, ou tito ignorante, como meu ave ; o
qual mezinhava como cu M seus seinelliantes. Dir-
rae-heis a isto que a cliui, a assaz simplona para
aperceblo; concordo; mis por mira mesmo... i a ferca do sou animo.
alllijo-me de miuha propri i velhice intelleetual. Se juramento d'alma co
dou o seu debito, e passei-lhe esse recibo que hoje
faz o objeclo de sua nefanda defeza : passados ,1 es
matos, continuando estar no mesmo desembolso.
olfereceu-se oceasio de cobrar a dita letra do Sr.
Baptista, que por nao ter naquolla oceasio meios
depagar-me, m'a dera em pagamento; masque
agora leudo racebido um premio de 1:2005 na lo-
tera, era a oceasio mais ad rem ; man,lei conse-
guinteniente oSr. Guilherniino Concalves dos San-
ios saber se (pieria pagar a letra que me dora era
pagamento, elle responderque tal coasa nao so
tavia dado, e que eslava assaznieiito rito etc.
Nao obstante esse estridor, possoabiienle faliei-lhe
oiiconlrandoo na sala das audiencias en: das ,1o
'zembro prximo passado perante os Srs. Jos
uniz Teixeira Ciiimaios o Casiano Pcreira de
ni
Mun
Brito ; a sua resposta foi a raais nsulluosa ,: ul-
trajante, que sempre a arma do eondemnado
lolhido pelo remorso ; resignei-ine, o requer ura
juramento d'alma perante o juizo municipal da so-
guada vara, visto como de outra cousa dispunta
para dosaggravo meu. e castigo delle ; comnaro-
ecu era audiencia e nao lie-itu dar esse jura-
mento !l... Como se v da certidao (documento
n. 1), jamis pretend cobrar {a letra do Sr. Bap-
tista ; desde que em uiiuba presenca com o maior
destacamento negara a sua palavra,e seria.....uno
loueura obriga-lo judicialmente pagar-me. quan-
do direito alguiu me assistia ; mas a coriosidade o
desejo de melbor U'stemunhar e fazer tesleinuuhar
levou-me a exigir-lbe esse
orno da propria pelico se v
montou a somma de nove rentos e lanos mil res,
ti, ando a devor-lhe ji.tr saldo somma de cont e
olenta e tantos mil res que saldou-a com a letra
do que V. S. trata na presente carta; o quanto
s, i a seinclhantc respeito, o que Ihe afllrmo de-
baixo de juramento (piando soja necessario. Dou-
Ibe permisso para V. S. fazer oso d'esta minba
resposta como Ihe eeavier.
Sou com estima de V. S. venerador e criado.
Clemente Jos Ferreira da Costa Jnior.
Recife. 2C de dezembro de 1803.
ti. .
Illm. Sr. Joaquim Januario Pcreira de Brito.
A bont da verdade to presada por V. S. e para
desafronta da minha repntae3c*rogo-lb<>, que com
a franqueza que Ihe propria responda-mo, se sa-
be de nm negocio de letra, que em dias de feve-
reiro do correle anno, tive com o Sr. Joaquim
Jos Baptista, aceita olla pelo Sr. Francisco Lopes
Machado, saooada pelo Sr. Antonio Teixeira dos
Santos, garantida e paga pelo mesmo Sr. Baptista,
e pola allirmativa V. S. iligne-se eireumstaiu ad-
mente dizer-iue ao p dosta, o que souber a some-
I.lauto respeito.
Permittindo-me a faculdadc de usar do sua res-
posta ( qualquer que ella soja ) como me ap-
prouver.
Sou com estima de V. S. attento venerador e
criado.
Recife, 27 de Janeiro de 1864.
.-Intonso de S Leitao.
Illm. Sr. Antonio de S I.eito.Passando a res-
ponder a carta que V. S. dirigi, pediudo-me quo
he respondesse se estou 00 nao a par de um ne-
gocio de tetra que se deu entre V. S. e o Sr. Joa-
quim Jos Baptista, afDrnio-lho que o sei por ter
ouvido de pessoas lldedignas o seguinte : qne o Sr.
Baptista devia a quanlia de 90OJ0O0, que Ihe em-
prestara para oceorrer as despezas com seu casa-
mento, e sei mais quo no ajuste de comas Ihe dora
urna letra aceita pelo Sr. Francisco Lopes Machado,
paga pelo Sr. Baptista como garante da mesma
! podis me forneeer o mei) de remocar por qual- (eootuneuto n. 2); portanio ossa propaganda ardil
Na total idade dos doenles existem 186, sendo; quer modo na arle medica, eu vos proclamo um com que se serve o Sr. Baptista para com os mal! 3 aceitando-a V. S. como a clausula de (car elle na
alionados 10 homens c 27 mulheres. gigante, ura hornera de onio I... j informados, toda calumniosa, o a busca como ro.sponsabilidade della uma vez que V. S. nao co-
Foram visitadas as enfermaras estes dias : VI.I ; meio de sua salvaco ; se capaz o Sr. Baptista Inhecia o aceianU'.ellenislo^annuioe vendo V.S. que
Pelo Dr. Hamos s 6 i|l, 6 1|2, 6 40, 6 l[, 6 A sexta pessoa trazia omanres de Alexandre conloste-me, e ests cartas abaixo transcriptas, i tinha passado 6 raezes e nao tinha sido embolsado
1|2, i ;ili 7 10 da manha. Dumas, dos quaes quera exlrahir um folhetim no- (documentos ns. 3 e 4) e mais tostoinunhas ; tiesa- da dita quanlia mandara o Sr. Guilherniino Gon-
Pelo Dr. Sarment s 7 3|i, 8 40,8 20, 8, 71 vo, que assignaria em sej uida, depois de t-lo pas- lio perante o publico a sua defeza, que eu com calves dos Santos recetar do Sr. Baptista, ello
3|i, 7 50. sado pela agua da mocid;ide. forra o repillo, e entao faroi rolloca-lo na sua de- responder que cousa alguma devia o nem se n-
Pelo Dr. Villas-Bas s fi, 3 l|2, o 3|i, da larde. | A (stima pessoa era un astrnomo, que procu-1 vida posicao, e depois mediremos a distancia que; nha responsabilisado por letra do Sr. Machado, i;
Falleceu : i rava o meio de emmenio. r um velho planeta pa- nos separa. sube mais que o Sr. BaptisU dera um juramento
Feliciana Benedicta do Rosario, phtysica pul- ra dar-llie o seu nome, e :om islo consumir para I Recife, 22 de fevereiro do 1864. I perante o juiz municipal da segunda vara que uo
monar. si uma renda de omitas mil libras. 1 Antonio de S Leitao. I tinha ficado responsavel pela dita letra. Pode V.
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mX

&mmmk
.


Dlnrlo de Pernamhurfl -'-- Terea felra :i de Ve\et>elr I
V
I

S. faier desta mlnba reifHU o aso rja
vi r.
Sou ic V. S. iltento ve icrador c criado.
Recife. 28 dojaucro d- I86i.
JoaquiH Jaiiitaiiu Pereira de Bata.
t uva o hio de i uncir o \fS^
lie con- faz que prore icr aprendido latim e fntrez, e na No Ala 23 denota da iiutUnilia do ir. Dr.JottJ
le geegrahia, (raneefc I municipal da primeira vara vai praca os bens|
Secretara daFacaldade 20 de fevereiro de I86i.' scgiiintes por venda ; pretende seguir com mnila brevidade o palhabote i
Mt mnrio Bemrra ie Memez. vtm cata atoro, numero 27 na roa do Rangel nacional Piedade, tem parlo do seu rarrogamenlo
fcerotario, em chaos proprios, com 40 palmos da (triara, 7o a bordo : para o resto (|uc Hm falla c escravosa
O Dr. Manoel Gentil da Costa Alvos, jui/. munici- de fundos, duas salas, tres quartos, rosinha fora frete, para os quaestemi'vHkm es rommodos, tra-
pa! supplente da 9* vara nesia cidade do Recife pequea, quintal com cacimba, avahada por i:oO, |.seeom os .cus ccnsignalarii'* Antonio Luiz de
de Pernambuco etc. una tila diia na inesnia rna, em chaos proprios, Oliveira Azevcdo & C, no seo escriptorio ra da
Faco sabor ao> que o presente edital virem cm com 1( palmus de largura, 70 de fundo, duas sa- Cruz n. 1.
como Francisco Jos Regalo Braga, tendo alcanca- las, tres quartos, pequeo quintal inurado.com um i------------------------------------------------------1
Si ii*iort* redactores.Movido por um dever s.- do senteaca pelo superior tribunal da rclacao con- telheiro, fallando Ihe o oito de um lado, o qual so I r0VJI r.lIBa.
trido como seja o da gratdo, venho por mel da ira Manoel Pereira Caldas, e sua mulher, flzcra acha fechado com urnas tahuas, avahada um 1:0005 j Este navio que tan superiores commodos para
imprensa eornealmento agradecer aos lllms. Sr. intimar dita s.-ntenoa aos ditos ejecutados, e nao' orna dita dita na mesma ra, numero :il>, chaos passageiros. seguo para Lisboa Porto no lim do

publicares a pedido.
bem nadas reputacoes launelles meu* prente! aecusada em audiencia, flearan assignados seis un telheiro, sotan dentro, avallada em 1:000*000,
y amkos. basaos executados, e se requeren toasen citados cujos bous vao praca requeriment* da viuva de
Dinnem-se pois aquelles Ilustres cavalleiros, l*>r edites os credoros iucerlos dos ejecutados pa- Jos Antonio de Sonta Quciroz para pagamento de
ipj i"i bem'souberam desempeehsr u- seus-deve- ra opporem o que tiverem a referida penhora no eredorea de seu casal.
lia*de lauU delicadeza eurbanidade.receber praso da leL O que sendo ouvido por miiu dito OitKtilO GERAL
o toslewnnln publico de ininha gratul.o. re.pierimento. mandei passar o presente, por bem' ...
NecuT do fevereirtf de 18G. do qoal alo (lados os oradores incertos de Manoel Relacao llilS CtrlU seguras disientes
Joao da Cunha Soares Gutmarito. Pereira Caldas e sua mulher, para opporem o que UjT a4lUUStPacO do COITeiO tiesta
luverem a allegar a penhora tana em dinheiro por
--------- Francisco Jos Regalo Braga, sob pena do nao
. ..t.,n..n;^., um, i comparocendo no praso da le, ser dita qtiantia
Alim de que naocontioue a *r transraiiitdu una levanUda do d i( b|j U) ,.
a dar-so exactidao muito depor a cor- E ^ ^ J,,,,,.;,,,,,,',,, ,,, ,,
iwiicia que a oar-se exai uuao imnw wg*.... E ch( eonheoimoito do todos
traamorahJadededousagentesdaautondadt> mnci f 0 R,,1|ltlJ S1.r;i publicado e
'alUxalo no lugar publico do costume.
Dado e passarlo nesta cidade do Rccife aos SI
de fevereiru de 186V Eu Pedro Tertuliano da
Cunha, escrivo o escrovi.
MiiiioH Gentil da Costa Aires.
l)r. Luil de Albuquenpic
do do i* districto desta cidade, dirigi ao Dr. juiz
nmnicipal da t" vara o seguinte ofTicio :
t Delegacia de polica do 1" districto do termo
da cidade do Recife. ft d fevereiro de I81V.
t 1! m. Sr. Na tarde de 19 do corrente refi-
ri me o cidadio Keferino de Lima Cavalcanli La-
cerda, haver-lhe dito Manoel Jacome da Silva Pas-
ada iiii se a mulher do Joan Antonio Gomes Gui-
inaraes, nao obstante ser urna asaassina, i'n ava im-
pune, era seroelhante resultado devido grosst
ipaanti i do quarenta co'itos de ris, que fra db-
iribuida peUs gentes da p*leia e m.iis pessoas
ehamndas a tomar parte nas diligencias procedida ,
verilicar-se oque havia de verdade na dt-
cia fetbal. dada p< r dito Silva ao primeiri
lejo subdelegado do 1" districto d;i fr.-
ih II a-Vista, em exercirio.
t Putas 8 lloras da noite do mesmo dia, referi-
i coronel Feliciano J vi lo de dito Pdssoa a historia da distrihuico dos
qnareaaa contos pelas autoridades potieuMa, aaai
precisar o i|uanlum dado a cada nana, o que kl
oatvido de dito coronel pelos seguinles cidadaos :
Antonio Ferrera (TAnBunciacao, empregado pi
Mico, Thomai Carneiro da Cunta, espaciante,
Jos Carneiro da Cunha, propietario, c Francisco
Paulino de Soma Cirne. artista.
Essa noticia contina a grassar. tem tomado
corpo e me parece de toda urgencia urna iodags-
lo minueio para que a verdade appareca.
V. S. comprel ;ndo o alcance deste meu oft.-
i i. ,. en far-lhe-i.i injustica se duvidasse, um
momento se qaer. do bom resultado de seus esfor-
.;>s em proveito dajustica. no nobre e moralisader
mporilm de coueorror para a punicao do crime.
t Ssndo cu um dos agentes policiaes que tomou
parte as deligenciM oiodagaeoea procedidas para
descobrir-se a verdade do que havia Silva denuu-
ci i lo, tenbo particular interesse soja quanio antes
veriftradoo que ha de exacto na noticia de distri-
Bnieao de dinheirosa que cima alindo.
c Renov V. S. a inanifestacao de nieus re-
peiio-.
. I', us -nardo V. S. Illm. Sr. Dr. Hormog :-
nesTavaros da Suva VaseonceUos, dMpiissimo jn /.
municipal da Ia vara. 0 delegado. Lana iic AOii
qiurtpu M PastIHias vermlfug.ns de Keni] .
c.li mamos a attenco de todas as milis para o
rantei lo auis agradavel a til que so eonhece paia
fazer expedir as lombrigasas pastiliias vf.iimi-
rcBM ni: Kkmp.
Km ra de iodos esses inmundos e i>erigosus r;-
nwiflos vermifogos eorapostos de toda a casta ce
mineraes, apresentamos um delicioso confeito ra-
il ir Anpto e infallive na sua operario, alo
causando nauseas aein iacommodo de qnalida e
alguina, pruduzindo sempre o seu effoito do uu>a
ii incica snare a eomplea, nao carecendo depris
a :iss!mci de qualquer um oulro purgante ; mil
o i nq oa Bxcellente meto do fuer renoveras o >i-
ti i 0 a do ventre, mesmo no caso de nao existir n
maaus algons, a Bnalm le loraam-te das dli;-
aa por todos os respeitos de conlianca e approv i-
eao de todo- os pala da familias, os quaes aenariio
aastilhas elegantemente acoodieienadas dea-
tro de frasquinbos deerystal.
Acha-se a venda as nticas de Caon A
bosa e de Joao da <".. Bravo A; C
DECLARARES.
cidade para es seahires aliaiio de-
ca rail ns.
Coronel Antonio Gomes Leal.
Ernesto Das Monteiro.
Francisco Moreira da Costa.
Francisco Xavier de Mallos Telles.
Joaqun Luiz Vieira & C.
Joaquim Rodrigues Canuto.
Jos Joaquim Al ves de Amorim (i).
. Luiza Antonia de Siqueira.
Or. Luiz Ferrera Maciel Pinbeiro.
Manoel Jos do Nascimento.
Manoel da Silva Mcndooca Vianna.
orrein.
Pela admini tracao do correio desta cidade se faz
publico que em vi'rtude da convenci postal cele-
por
ter a maior parte do carregamento
prompto, para caiga e passageiros
para os quacs tem exrellentes c >mmodos trala-se
com o consignatario E. H. Raba lo, ra da Cadeia
u. OJ-
Part o Porto
A bem conhecida a v.deira barca portugueza
Restaurara pretende sabir com brevidade por ter
I a bordo a maior parte de seu carregamento. e pa-
ra o rstanle e paaaageirea, panos ajnas tem
magnilicos commodos, trata-so com os seus con-
signatarioa M. J. Ramos e Silva iv Genros, ra do
Yigario n. 10.
LEILOES.
IMPERIAL INSTITUTO
NOSSA SEXHORA DO BOM CONSELHO. 5
III DA Al HOHA X. .0.

Sob a direccao do aballo a'ssignado acha-sc funecionando esto Instituto i!e,de o dia 7
do Janeiro prximo passado, u nello se ensinam todas as disciplinas preparatorias para a
matriculado curso juridico, desde primeiras lettras.
Todas as cadeiras acham-se providas pelos mclhores professores, cuja lista j foi
publicada ncsle Diario.
Recebem-se pensionistas, meio-pensionistas e externos, pagando na seguinte pro-
por^ao:
PENSIONISTAS.
Quartel de casa, mesa e luz......... ...........
11EI0-PKNSI0NISTAS.
dem de mesa...........................
EXTERNOS,
dem de cada preparatorio......................
Os pensionlas o meio-pensionistas pagaro os preparatorios que estudarem i razio
deSiJOOO monsaes, bem como aa extornos dula primaria.
Para mais esclarecimeulos dirijam-se ao director, a qualquer hora, no Instituto, que
franqueado visita dos pas e correspondentes, boa como a todas as pessoas que naao
tiverem interesse.
innjgtii
ioiOOO
20*000
Recife, Io de fevereiro de 186'i.
DE
3Iobilia e esravos.
A.NTOMi Al OL'STO Fkiiiieiba Lijlv.

ttaata Casa da Hlserlcordia do
Recife.
A Illm." junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife manda fazer publico, que expedidas malas para a Europa no dia lde margo n|ya",]e magno e entras*nanitas pecas de diversas
no dia 2 5 do corrente pelas \ horas da tardo prximo, pelo vapor francez Bearn. As cartas se- madeiras, assim como de diversos escravos de am-
0 agento Almeida far leilao |wr tonta de ipiem
pertem-er de urna mobilia do Jacaranda a Luiz XV,
brada pelos governos brasileiro e francez, serao Um guaajla vestido do jacniainia. urna escrivani-
ltar-
COMMERCIO.
0 N no Banc) de Pernambuco O0>
das credores admillidos ao passive dis
massas de Mesquiia Dutra e Francisco An-
tonio Correa Cardozo a recebar o primeit-o
dividendo destas massas, devendo exhijir
.i- raspectivos ltalos para ser annotado o
pagamentu.
Alfandega
Rettdimento do dia 1 a 20........ oMS-.OJOAfiW
Mora do dia ii................. 41::tHf>5W7
5S7:407#138
Mov meato da alfaudega
na sala do snas sessdes tem do ir a pra$a as ron
das das eaaas abaia declaradas, perteneentea ao
patrimonio de orpliaos por lempo do um tres
anuos, a eoatar do Io de juliio proxim) futuro em
dianto.
Os pretendentes dovoin compare;er acompanlia-
dos de seus dadores ou m inidos de cartas instes.
Praca de Pedro II.
N. 1 particular e 33 publico, segundo
andar............ W3JOO0
N. 1 dito e 33 dito, sala .. .. .. SiO'JOO
Ra do Imperador.
N. 2 dito e 81 dito, dons andares- .. 1:291:000
Largo do Paraizo
\. 4 dilo e 29 dito; dous andaros .. 902JODO
Ra das Larangeiras.
X. .'i dito c 17 dilo, casa torrea .. tOo/WO:)
fAua Volha.
N. 8 dito e 32 dito, casa terrea .. 20*500:)
Ron de S. Goncalo.
N. 10 dito e 2i dito, casa torrea .. 183J0O0
Itua do Pires.
N. 13 dito e.39 dilo, casa terrea .. 1045000
Recco das Boias.
X. 38 dito e 16 dito, dous andares. .. 4035000
Ra da Lapa.
X. 40 dito e 11 dito, casa torrea.. .. 1605000
Un da Mooda.
X. ii dito e 21 dito, casa torrea.. .. 2315030
itua da Cacimba.
X. 66 dito e 12 dito, casa terrea.. .. 1235000
Ra do Vigario.
X. 72 dito e 27 dito dous andares .. 0035000
Ra da Senzala Velba.
N. 78 dito e 136 dito, dous andaros.. 631500D
X. 80 dito tt.132 dito, dous andares / HOJOSO
X. 81 dito e 18 dilo, casa torrea.. .. 1925000
X. Hi dio e 16 dito, casa terrea..
Ra da Guia.
N.8i dito e 29 dito, casa terrea.. .. 123J000 :
Ra do Pilar.
X. 91 dito e 103 dito, casa terrea.. .. 1635009
X. Di dilo e Idi dito, casi terrea.. .. 1635000
N. 9i dito e 93 dilo, casa terrea.. .. 23i50X)
X. 97 dito o 10 dito, casa terrea.. .. 181*000
X. 99 dito e 105 ditj. casa torrea.. .. 1685000
X. 100 dito e 10 dito, casa torrea. .. W3*00 I
X. lili dito o 103 dito, casa torrea. .. 163*200
X. 101 dito e 98 dito, casa torrea .. 181*000
.1. 10 dilo c 96 dito, casa terrea.. .. 173*100
X. 10'i dito o 91 dilo. aasa terrea.. .. 173*00;)
Rosarinho.
X. 3 particular, casa e sitio...... 3225:190
Mirueira.
X. idito. sitio.........2135000
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife. 22 de fevereiro de 1864.
O escrivo,
F. A. Cavalcanli Cousseiro.
No dia 23 denota da audiencia do Sr. Dr.
juiz de orphaos vai praca por venda os bens ;e-
gninles : Jaeinlho, africano com 15 annoa do ida-
de, avahado em 5005000 ; Esperanea, crioula, com
22 anana da Made 700*000; Olympio, filhoda mes-
ma com 3annoa deidade 300*000; llenriquo crioii-
lo lilho da mesma, 18 mozos de idade, avahado em
150*000 ; Maurilho, lilho da mesma. iv tlo 50*000 nma casa terrea na ra da Aurora
numero 7(i avahada em 5:000*000, I cordao, 1 co-
racao com 12 oilavas 37*000; i annel, 1 par do oc-
cuos avahados em (*000, [ par de argolinha I* ;
1 par de catiscal 193 oilavas 38*400 ; 1 dito 128
rao recobidas at 2 horas antes da que for inarca-
da para a sabida do vapor, e os jomaos al 4 ho-
ras antes.
Correio de Pernambuco 20 de fevereiro de 1864.
O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
Consrlhi administrativo.
Oconselho administrativo, para forneciment do
arsenal de guerra, tem de comprar os objeclos se-
guintes :
Para o 2* batalhao de infamara de linha.
Chapos para calceta 3.
Mantas de laa idera 3.
i Algodaozinho 200 varas.
Para a hospital mllilar.
Cobertas de chita 12.
Copos de vidro para agua 12.
Chicara- aziies 24.
Pires dem 24.
Hacas do roslo 24.
Calix de vidro 12.
Para o 4" batalhao de artilharia a p.
Brini branco 250 varas.
Algodaozinho 125 varas.
Bonatl para recruta 50.
Mantas de lia 50.
Para o arsenal do merra.
Livro em branca de papel pautado de Hollanda
do 100 M has 1.
Dilo do dito com 200 folhas 1.
Pregos do assoalbo 10.000.
Rrim da Rosan 500 varas.
Qflem luizor vender laes objeclos apresentem as
suas propottas em carta lecliada na secretaria do
conselho as 10 horas da manhaa do da 29 do cor-1
rente mez.
bos os sexos com habilidades e t ntre ellos um es-
oravo maito iwm cosinlioiro. en; ouima clava mal-
lo bem
iioji:.
no armazom da ra da Cadeia do Recife n. 48.
DE
HvS
PR EDIOS
|ii:irta-feir;t 24 do correte.
O agente Pestaa far leilao por emita o risco
de queni perlencer de urna casa terrea sita na ra Bf
do Alecrim n. 26. rom 108 palmos de fundo o 22 ,
do frente. 4 quartos. eosiaba fra e quintal mura- ^
do com poriao. urna dita na rna lo Orno n. 13, ren-'
dondo a n. 26 25*. o a den. 13 12-3 mames, os
pretendentes podem examina-lase0 leilao tora lu-
gar na quarta-feira 2i di coir me pelas 10 horas
do dia na porta da associaco c immercial.
Qitarla-rira 21 de feverriro as II horas ra da
Cailcia n. 33
M
I 'ma pequea casa lerrea nova,
chao proprio, rende S'ift
*lcdade.
Eua Nora n. 25 esquina da Gamboa do Carmo.
Os Srs. Eugenio (t Mauricio tem a honra de participar ao respeitavel publico desta capital que
do dia 1" de fevereiro ellos estabelecem os seus precos do modo seguinte :
12 carios de visita.....12*000 Retratos n. 1.......15*000
25 ditos 1 posicoes.....20*000 !DJ|0 2........Kim
. 50 ditos 3 ditas......35*000 _.,_ nioAn
100 ditos 4 ditas......0*000 D,,os n, 3 10*000
Cada duzia e mais......8*000 As rt-productos cada una 2*, 3* e 5*890
Ellos tem recebido um grande sorlimento de quadros e molduras para retratos grandes e cartoes
de visita, assim como tambera lbum para photographia queelles podem vender muito em conta. As
cfTiciuas esto aberlas iodos os diasdas 9 as 4 da tarde.
mmm*m
^-/i
ff^sd

-y--/-^
,.-^^.saalkj
INTERNATO
DE
por mez. a rna da
Por intorvencao do agento Ei zebio competente-
Sala das sessoes do conselho administrativo para maaio aulorsado vender em leilao urna casa ler-
2014003 ; forneciraent do arsenal de guerra 22 do fevereiro reaj nova> pequea, na ra da Soiedade a segunda
de 1864.
Antonio Pedro de Si Barreto,
Coronel, presidente.
Jos Antonio Pinto,
Tonenle-coronel, vogal.
AVISOS MABITIMOS.
Vclames entrados com fazeodas... 137
com gneros.. 944
"Volumessahidos com tazendas... l'M
t com gneros... 328
1:041
478
Descarregam no dia 23 de fevereiro.
BrigneportngueiConsbimVi //diverlos generes.
Barca portugueza-Clatulina -diversos gneros.
Briue iglczMury bacalho,
PalaehO nacional Dous Amigos carne seco.
Brigne nacional Fluminense -idera.
Sumaca hespanholaPantovinhos.
Barca frincezaColliginjmercadorias.
Ksciina inglezaFlorensrcarvao.
Receteedorla de rendas internns
' geraes de f'crnambiieo.
Rend.ment do dia 1 a 20........ 22:755*251
Ideas do da 32................- 3:104*1 >5
27:839*4 6
Consulado provincial.
Rend ment do dial a 20......... 81:031*421
tem do dia 22................. 5:141*014
86:472*413
COMPANIIIA l'KKXAMBUCANA
DE
rVavcgac^o coste!ra i vapor.
Parahjlia, Natal, Maco, Ararat), f Ccar.
O vapor Mamungaaiie,comman-
dante Honra, seguir ne dia 26
do corrente as 5 horas da tarde
para os portal cima indicados.
Recejje carga at o dia 23. En-
comtnendas, passageiroa e dnneiro arete at o
dia da sabida as 3 horas da larde : escriptorio no
Forte do Mattos n. 1.______________________
GOMPANHIA PERNAMBUCANA
1)E
Uavcgaco cos el ra a vapor.
Macri e escalas
O vapor Pariihi/hn, comman-
dante Martina, segu no da 25
do corrente para os p irlos acinia
indicados, s 5 horas da tarde.
Recebe carga at 0 dia 2i. En-
commendas, passageiros e dinheiro a froto at
oilavas 25*600": 23 comeres de sopa avalladas em odia da sabida s 3 horas da tarde: escriptorio
38*4Qp ; 22 eolneres de cha avahadas em 25*000; no Forte do Hattes n. 1. ______________
1 concha, I -ario com '.Mi oilavas por 19*H00, 1
santuario com diversas imagens avahado em 60*,'
e diversos movis era inao oslado : vio a praca
junio da esquina que entra par* a ra da Esperan-
ea ouCaminho Novo, contendo 2 salas, ale ova sof-
fnvei, roainha e quintaletc, sao convidados es pre-
l.'iid.i.b'snn previo exame.____________________
LEILIO
DE
MOVIS
reqnerimento do inrentarianle dos bens deixados
de I). Mariana Joaquina da Trindade.
/irrematnco.
Quarta-feira, 24 do fevereiro, depois da audi-
encia do Illm. Sr. Dr. juiz municipal da segunda
vara, escrivo Atliayde, serao vendidas a quem
mais dr as segninles pedras : sendo 3 hombre-
ras cora 50 palmos, avahadas era 305000 1 Jila
COMPANHIA BRASILEISA
DE
PAQUETES A VAPOR
Dos portos do norte esperado
al 0 dia 3 do marco o vapor
Princezu de Sobitle, coiiiman-
dante o primeiro tenente Araujo,
o qual depois da demora do eos-
tumo, seguir para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
com 7 palmos par 4*200, i dita de 9 palmos por carga que o vapor poder conduzir, a qual devora
1*309, 5 ditas com 50 panios por 30*000, 10 cor- ser embarcada no dia de sua chegada. encommen-
des com 80 palmos por 24*000, 2 ditos com 14 das e dinheiro a frote at o dia da sabida as 2 bo-
palmoa por i-i'iiK), 39 cepos com 88 palmospor ras: agencia, ra da Cruz n. I, escriptorio deAn-
9*3,50, 5 ditos com 10 palmos por 2*320 ; vao ionio Luiz de Obveira Azovedo & C.
praca requerimente de Joo Rodrigues da Silva
Vallo, na execuco que movo contra Antonio
Soares de Carvallo. Os pretendentes podem exa-
minar as referidas pedras na Passaiem da Mag-
dalena, era poder do depositario particular Manoel
Ignacio Avilla.
Directora das obras militares.
Tendo de dar comeco ao encanaraento necessa-
rio para abastecer d'agua potavel a fortaleza do
Rrum e Forte do Buraco, convida s pessoas que
se qnierem enearregar desla abra a apresontarem
suas propostas nos dias 22, 23 e 24 do corrente
mez, das 10 horas ao meto dia, na mencionada di
COMPANHIA BSASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
o agente Simoes fara leilao i requer ment do
inventariante do finado Joao da CrrrrTfendonca, e :
mandado do Illm. Sr. Dr. juizd orpbios do 18 ca-
deiras de Jacaranda, 1 sola, o 2 bancas da mesma
madeira, l cama dearmaeao, 1 commoda, mesas, j
1 cadeira de ra. bahs d<- mad 'ira. louca. vidros |
etc.. imagens de diversas ,invoc: i;oes, madeiras no-^
vas e reinas e varios objeclos qie seria enladonho ;
enumerar.
Quinl.i-feira 2o to co rcule
na casa terrea n.82 da ra Velba, s 10 1|2 horas
da manhaa.
Vi.
III.
I'.stalieleciiln na cidade do Recife
Sol) a ProfeecSo do Nitmmo Ponllflce Pi IX.
Director0 Imchare cm malhemnticas
BERNARDO PEREIRA DO CARMO JNIOR.
0 director do intrnalo de S. Bernardo, nao tendo evitado esforcos nem sacrificios
para proporcionar aos seus alumnos urna perfeita educacao phy.ica, moral, intellectual e
religiosa, olforccondo-lhes una habitacao com bastantes condicoes de salubridade, habis
professores que sao solcitos cm preparados convenientemente ao lim que se destinara,
medico praticoque Ihes faca comprehender os ureeetos da bygiene e Ihos cure das docn-
cas, e finalmente um sacerdote Ilustrado e honeste que Ibes explique os principios da re-
ligiao (hrislaa, espora que assim constituido nao deixar o seu estabeleciraenlo de mere-
cer dos Sis. paes de familias o auxilio e conlianca com que j alguns o tem honrado; e
Ihos roga, bem como todas as pessoas interessadas, que se dignem de visitar o mesmo
seu eslabelecimento, onde sempre encontraran franco ingresso.
Cadeiras de ensino :Primeiras ledras dividida era duas classes, tendo cada nma o
seu professor, latim, rrancez, inglcz, arithmetica, algebra e geometra, gcographia, philo-
sofhl a, rhelorica, desenlio o mnslea.
O rollegio tora a sua sede no espacoso edifico n. 32 a-ra d'Aurora contiguo ao do
collegio dos orphaos.
Nos estatutos do collegio. (pie estao a disposicjio de quem os quizer Icr, se arnam
consignadas as cendioes de entrada c matrcula as diversas aulas do eslabeleci-
mento.

' ^is tJc^K^o' bdd'-Avfc- -? vw *&
AOS 5:000,000
m\ \ roRTiM.
Bi Hieles garant los
A' rna do Crespo n. 23 e casas do costuras
Criado.
AVISOS DIVERSOS.
Precsase do um criado Portuguez, para casa de
um moco solteiro ; trata-se na ra do Tambia 11.
30___________________
Dividendo.
Os administradores da massa fallida de Rastos
O ahaixo assignado tendo vendido em seus mu ^ Lemos convidara aos senhorea aradores a virem
folizes bilhetos garantidos o de n. 2656com a sor- com 3S seus ttulos, reeeber o primetro dividendo
i le de 1:200*, e oulras muitas de 100*, 40* e 20* ,, j(, por cent0 ; no largo do Corpo Santo n. C,
O^.*-^ T ^-.1 1... 3 n.r. ** lotera qne ae acaboo de extrahir a beneficio 2o ai.dar.
Cll'Ur^llO LBll llllUlOUda igrejadeN. S. do l.ivramento, cotfda aj> Re;ire, 22 do fevereiro de 1864.______________
Attenco.
Os abaixo assignados, prensarlos e rompedores
dealgodao, vendo o augmento de despeas que tem
acanelado as fortes entradas de n c 1- com algo-
ilin do alto custo das fazendas que servein
. t)QS.-uidores do ditos bilhetos a virem recfcber seus
ft SUiX reSKlCllCia Oa rUa U.0 respectivos premios m descont algum era seu
Queimado pam a ra das un.
Cruzes sobrado u. 36, pri- neScSmT
. estabelecinlent Casa da Fortuna ra do Crespo
m/vUtn niwloi. ivni. /,,iw JA vos e rohzes billietos-arantiuos aa soxia pane ua remendos das sacras rolas, e :
1110110 ailUai, POI Cima UO segunda lotera a beneficio da Santa Casa da Mi- jra(.a, em que se crtnsomme I
ovin-r/mil Pmi71*A&Afiti| OAll-!cordia que se oxtrahir no da 27 do corrente. scs resull:in!S dos emolumentos
ai llia/OlU i 1 O^.1 O Slbia, aOIl- Precos. leemconcordado entre si que do 1
de o acharao coi no sempre
prompto a qualquer hora pa-
ra o exercicio de sua pro-
fissao, chamado por escripia.
lilil lili
Acaba de saliir los pi 'los de nos
ollitiat oalmaiiitk civil, ecclcsiastico,
Dos portos do sul esperado
at odia 30 do corrente o vapor COIllinCPCI I, faliril Caulcola, COlllen-
CruteirodoSMl, commandanle o ^ to#g w cmprc<,a(l0i; tWtmUs e
MOVIMENTO DO PORTO.
Nariuc entrudos no din 22.
llh.i de l'croando ii lioras, tapar nacional A'a-
iii taguape, de 337 toneladas, commandantq ^a-
nm I llodriguesdos Santos Moura. equipagem 'O.
Jiio do Janeiro-2* dias, brig_ue nacional A/min,ii-
te. do 2H toneladas, rpita Jos Mor-ira Ma a.
e piipngem 11, carga 5,000 alquoires do faro ta
do mandioca e oulro.< gneros : a Antonio Li iz
d i Oliveira Aievedo a
11-iliia6 das, galera inglesa Brothers, de 485 o-
nsladas. apilao Predtrick Hoben, equipagem 15,
em lastro : a oidem.
MidJh saludos no mesmo Ha.
Liverpool larra Uinleza James Scott, capito
Charles Sharpe. carga assnear.
Virsoillebarca iranceza L'tHe. eapitao Josepb L
11-remete ; carga assnear.
EDITAES.
lacuMatlo v Uiicilo.
dem do Exm. Sr. director se laz publ co
no dia 1" de marco cetario abertal as inairi
e ii.- il s ilifTcrenles ar n is desta Kaculdade, po-
den lo o pagamento da respectiva laxa realrsa w
faz publico quo as matriculas de aulas preparato-
r is -o conservara) aberlas para as aulas do scien-
<-ias at O :iin do marco, o para as de liiviias a o
ii n de jidho : o pretend ule s primeiras (de seien-
cas) deveri obler pernisso da directora pira
ser admittido, justificando parante esia os moti /os
ijue j rotardaram naqaclle acto. Para matricular-
se as aulas de rhelorica e philosophia, preciso se
capito do mar e guerra Gervasio
Mancelw, o qual depois da dtfmo-nejiiCiailll'S, lUCUlSlVe IS IIIOtlllliMCOt'S
"SffSaa'sff.!^. h^ at^ri;,f in{'mrot m'mr;
cargaqueo vapor poder conduzir, a qual devera I vi'lllle-SC a I5IJUO UUlf Hilen le lia ll-
reeloria, onde poderio lambem obter os esclarec- sor embarcada no dia de sua chegada: encom-.,,.,,.:., n S d iwipi n lmlenon-
menlos de que neeessilarem para ease lim. mendas a dinheiro a frote at o dia da sabida s 3 \'1 u
Directora das obras militares de Pernambueo horas, agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de tli'Hl'ia.
20 de fevereiro de 1864. Luiz Francisco de Paula Antonio I.uiz de Oliveira Azevedo C.
de Albuquerque Maranho, sorvmdo de ama-
nuense.
Arrematacao.
No diateroa-feira 23 do corrente, linda a au-
diencia do Sr. Dr. juiz de orphaos se ha de arre-
matar por venda a eserava Ludovina e seus dous
Ribos menores perteneentea nos orpbios (Ufaos do
aUneido Manoel do Almeida Lopes.
Consulado Portuguez.
*ara o Porto.
A barca portugueza Claudina, pretende sabir
com brevidade por ter a maior parle de seu car-
regamento prompto, para o resto e paasaoeiros
trata-se com os consignatarios Cunha Irmos k
C, ra da Madre.de Deoa 11. 3.
w- Para o Hio Grande do Sul segu cora umita
brevidade o patacho brasillro Dous de Uezembro,
tem a bordo parle do carregamento e recebe o
resto a frete rommodo: tratar no escriptorio de
No da quinta-feira 2o do corrente peina 11 bo- A m tm^ rua da );ruz ;
ras da manhaa, sera |>osto era prai;a a quem mus __^___^_
dr, o pequeo espolio do fallecido portuguez Gas-
par Antonio do Mcdeiros, constando dilo espolio
de alguns objeclos de taberna o movis do casa,
110 lugar da estrada do Porto da Madeira districto
de Beberibe.
Correio geral.
Pela admiotatraeio do correio desta cidade se
Hio (rande <'o Sul
O patacho nacional LupoMina segu com bre-
vidade, recebe alguma carga a Erte, tratase cora
os consignatarios Marques, Barros & C. largo do
Parpo Santo n. 6.
Para o Porto
faz publico para llns conveniente, que em virtude pretende seguir com mnila brevidade a barca por-
dodisposto no artigo 138 do regulamonto geral dos lUgCJ,a ffefr, |em parle de seo carregamento a
correios de SI de dezembro do 1814, e artigo j do |,orj0 : para resto que iho talla e passageiros,
decreto n. 786 de 15 do mam do 1851, se procede- parans qnaes tora excellontos conuiiodos, iraU-se
ra o contorno da- cartas existentes na administra- com os seUS oonsiiiiialarios Antonio Luiz de Oli-
co perteneente ao mez de fevereiro de 1863, no vera Azevedo 4 C, no seu escriptorio rua da Cruz
dia 3 do mareo prximo, < 11 horas da manhaa, lul[lllill j,
na porta do mesmo correio, e a respectiva lista se ------------r------------::------:------------------
acha desde ja ex posta aos interesaados. I ara O Ml OC JailCllM.
Administ:;.(io do correio de Pernambuco 20 de Sahir com brevidade o brigne nacional Stiner-
revereiro de 18f>i.O administrador, m, recebe carga e escravos a frete : tratase com
Domingos dos Passos Miran-Ja. Manoel Ignacio de Oliveira & Pilbo, largo do Corpo
O Illm. Sr. director deste hospital militar Santo n. 19.
manda declarar qne a arrematado dos gneros. _--------------------------
annunciada no Jornal do Recife de 18, 19 e 20 do Para IMaranhao e Para
corrento mez, por falta de eoneorrentes, lica trans- pretendo seguir com mnila brevidade o hriguo na-
ferida para o dia 25. as 10 horas da manhaa. ci mal Amefkt, tom parlo de seu carregamento
Hospital aiilar de Pernambuco 22 do fevereiro prompto : para o rosto que Ihe falta, trata-so com
de 1864.Jos Marcelino Alvos da Fonseca. loteos e m-agnaiarios Antonio Luiz de Oliveira
Escrivo. Azevedo c C. no seu escriptorio rna da Cruz n. 1.
Sabbado 27 do crreme mez, se ex-
trahir a sexta parto da se^ unila lotera da
Misericordia no consistoii da groja de
Nossa Senliora do Rosario d:t freguezia de
recos.
Bilhetes inteiros..... 64000
Meios bilhetes. ..... 34000
Para as pessoas que comprarera
de 1004 para cima.
I'.ilhetes........ 5#K
Meios......... 24750
Manoel Martins Fiuza.
3 -a a t3 cr
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Santo Antonio.
Os bilhetes e meios ach;m-se venda na nlior Manoel Gomes da Ponte, no Hio Formse; a
respectiva thesouraria rua do Crespo n. 15
e as casas commissionada;. rua da Impera-
triz n. 44, loja do Sr. Pime itel; rua Direita
n. .'I, botica do Sr. Chagas; rua estreita do
Rosario n. 12, typographia do Sr. Mira e rua
da Cadeia n. 45, loja do S'.\ Porto.
Os premios de 5:0005 KM) at 10,5000
serio pagos urna hora depois da extracorto
at s huras da tarde, e os outros no dia
seguinte depois da distrib'licito das lisias.
O thest ureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza,
Manoel Feniaiulrs da Costa & C.,
Miciiiiiicam ao publico qu mudaran) o de-
posiiu de saliu da rua da Sizala Velha n.
ClCpara a rua di Amoiin n. 41, onde
continuam a vender o diti genero em por-
c3o e a retalbo e juntamente todos es mais
gneros de estiva._______________________
Aluga-se a casa Ierre:, as Cinco Punas.
confronte a estacao, com 2 sa as, 3 quarlos, cozi-
nha fra, quintal, cacimba, estribarla para tres ca-
vallos ou bois : a tratar na ru da Queimado nu-
mero 71.
O mesmo tem exposto venda em seu dito esta-
as oulras casas do costume os no- Jjj-^'
CeUtes bilheles garantidos da sexta parte da :( rem(!ndos das sacras rolas, e sobreludoo ser-
todos os inters-
alos estabolecidos.
do mez vin-
donro em diante a bracagem |Kir sacca de algodan
seja de 14000,oque ser geral para nao haverem
. contc stacoes.
Recire,22 de revereiro de 1864.
Lobo & C>
Jo5o Baptista de Mcdeiros.
Francisco Alvos de Moraes Pires.
Lourenco de Albuquerque Mello.
Jos Martins do Hio Jnior.
Manoel Antonio Ribeiro.
Brito & J. Lins.
_______Aiigust.i Leite do Albuquerque.
Fugio no dia 17 do corrento da freguezia de
Santo Amaro de Jaboatao o escravo Antonio, de
cor fula, estatura regular, cara larga, nariz chato,
beiciM grossos, a perna direita um pouco torta, o
pnxa por cstaquando anda; levou vestido camisa
e calca de algodao azul; e porque chegasse do scr-
lao da Ic, presurae-se que tivesse seguido para
aquellas paragens : pedo-so s autoridades |>ol-
ciaes o rapites de campo que o pegar levem-o a
seu senhor Ignacio Francisco Pereira da Silva, no
engenho Velho da dita rreguezia, que serao recom-
pensados^__________________________________
Aluga-so urna boa eserava que raz todo o
servico interno e externo do urna casa : na rua do
Imperador n. 50, tereeiro andar._______________
"^Precisa-sede urna ama, prerero se urna ne-
gra eserava. para to.lo o orvic> de urna casa de
poucs familia: na ruada Iinperatriz. loja n. 78
Ernesi llegis. subdito france retirase desta
provincia._________________________________
Precisa-se alug;r um escravo para coznhar.
comprar e fazer qualquer oulro servico que for
chamado, e urna eserava que saiba lavar, engom-
mar o coser : a tratar no escriptorio da casa n.
19 da rua do Trapiche, ou no sitio Chacn, no
Meo.______________________________________
Aluga-so o primeiro andar na rua estreita do
Rosario n. 2 : a fallar na rua da Penha n. 5.
ti.
O abaixo assignado ruga ao Sr. Fran-
ciso Prannos residente na Parahiba do
Norte, quoira dar-lhe noticias suas, visto
como t miv.i's que se acha fallo detias.
Joaquim Alves Comes Velludo.
Esta fgido desee dezembro de 1862 o escra-
vo Gamillo, do naeao Angola, com os signaos se-
guinles : cor fula. idade45 50 annos, estatura
regular, tem alguma barba e cabellos brancos, e
em urna das peinas, pelo lado da canella, urna cos-
tura proveniente de l'erida antiga: consta que ha
pouco tempo andou pidos lados de Olinda : por
isso rogase s autoridades policiaes o capitaos de
campo a apprehensao do mesmo, levando-o Se-
rinhem no engenho Quibeba; era casa de seu se-
Manoel Jos de Miranda na rua Bolla ; e no Reci-
fe. na rua da Cruz, no estabeleciraenlo do Sr. An-
tonio Jos Paulo de Carvalho : Banda bem recom-
pensada qualquer pessoa quo o capture.
Illim MlVAIIOR
Angelo llomeiro Pinhciro tendo comprado o
muito conhecido c acreditado hotelTrovador
sito na rua larga do Rosario n. 4i, participa ao
respeitavel publico que se acha prvido de ludo
qoanto necessario para satislazer a exigencia de
qualquer fregus. Oulro sim coinmuuico. que ha-
vera nello mesa redonda para os assignantese
avnlsos, o que fornocecmida para fra. nao s
para qualquer csiabolecimonlo como para casas
particulares, por proco mdico e a conteni. Este
estabeleeimento acha-se preparado para reeeber
qualquer hospedo que nelle queira assislir. para o
quo olTereee os memores commodos.
Claudio Dubeux, nao Ihe convindo continuar
com a suaeraprezado mnibus, declara aossenho-
res assignantos, que de hoje em dame nao recebo
mais assignatura ; cuja empreza fmdar logo que
se cabera as monsahdades que estao concedo,
visto que os lucros mal dao para pagar impostos.
Aluga-se um sotao na rua da Cruz n. 37 :
quem preten 1er. dirija-se ao mesmo sobrado no se-
gundo Ttudar.
D. Rosa Anglica de Araujo Castro e sua fa-
milia agradecen) curdialmente a todas as pessoas
que se dignaram assisfir a missa do stimo di por
almr. de seu finado marido Manoel Antonio Si-
mos do Amaral.______________________
Precisa-so saber com urgencia onde actual-
mente mora a Sr.* D. Candida Marta do Nasci-
mento. para se Ihe entregar urna encomnwmh de
interesse.
Fugio na manhaa d i da IS do oriente mez.
urna eserava de cor parda, de nomo Florindi, cora
alguns cabellos entre os peilos. baixa e cor|w re-
gular, com vestido de chita escura, levando una
trouia com alguma roupa. s cor azul com floros encarnadas etc.; nSo o a pn-
nieira vez que sahe de casa por achar quem Ihe
d ngazalho, porm desta vez protesta-se contra
quem acouU-la com o rigor da le: giaiiliea-se a
quem leva-la rua da Aurora n. 80, tereeiro andar.
1T~o Sr. Joaquim da Cosa Oonzaga, assistente
na Soiedade, inspector do boceo da Facada, quoira
tor a bondade do vir em S. Pedro liquidar as suas
con asm o mestre entalhador, do contrario usa-
roi dos meios judieiaos.
Joaquim Alves Gomes \elludo.
i


biaft-Vo de Pernambuco Terca feira 3 de kVeverelro de 1804.
H
Sipr.

Em quinto o S\ los Joaquim Barbosa nao f ieJ
ou mandar da villa doO' (para onde mudou-se ue-
cultainent') Juagar os llaguis de perla do. dous
anuos da asa cinque morn, na ra dos Prazeies
da 11ja-Vista, ver o seu nomo nesto jornal para
melhor se: conhecido djs proprielarios.________
O Sr. Melquades Ferrcira de Souza, que i ira
ou leve la nieta faourives na ra de S. Jos, quei-
ra dirigir-?e livrana da praca da Independa is.
6 o 8, sobre o aluguel da luja da Senzala no a,
ruja chave inandou entr>sgar sera a importancia do |
alueucb_______________________________________'
Soefedadc le seguros mutuos
de vida tnstallata pelo Banco
Unlo ua eidade do Porto.
Os agentes nesta eidade e provincia Antonio
Luiz deOljjeira Azevedc c\- C esrriptorio na rua
da Cruz do Recife k. i, '-sirio autorisados desde j
a tomar asignaturas e prestar todos os eselareci-
mentos que forem necessarios, as possoas que de-
sejarem coneorrer para lio ulil e benfica empie-
zas, ijgurando um futuro lisongeiro aos associai os
Aluga-se oannazem n. 4 da ra do A|>ollo, c
o terceiro andar da casa n. 88 da ra da Impera-
triz ; na ra da Aurora n. 36.
DENTISTA DE PftRIS I
49Itua No*a-49
Frederico Gautier, cirurgiao dentista, \m
faz toilas as operaedes de sua arle, e col- f ||
loca dentes artificiaos, ludo com superio- ps
ridade e perfeicao, ([ue as pessoas ecten-
idas I he reconliecein.
Tem agua o pos deatificio.
jEscnptono de advocacia|
A' rua do Qucimado n. 30, pi i
niciro andar.
O advocado Cicero Peregrina continua
Bo etercido de sua profissao na ra do
roa do Qucimado n. JO, primeiro andar,
onde podu ser procurado das ll as ;i ho-
la-da larde.
Alagan)-ce as lojas do sobrado n. 44 em
a ra da Aurora: quem pretende-las diri-
ja-se a hija dos Srs. Itastos t Magalhes,
na ra Nova, que acharao com quom tra-
lar.______________________________
No primeiro andar do sobrado n. 16 da tra-
weesa dos Expostos, preparani-se llores para (Odas
i s armaoSes de testas de Igrejas por muio barato
proco, e tem urna grande porcao cita que se veii-
i e muio em conta, apronipta'm-se ramos para do-
i lingo de ramos, a Ret vintens c mcia pataca, tu-
i.ode milito posto, e enfeitam-se velas com llores
de cera de milito bom gesto a 4 o ii&, comdhalias,
rosas, cravos e toila qualidade de llores feilas de
cera, fazem-se os ramos a gosto de quem os man-
i;u l'azer, e apmmplam-se vestidos pretos para a
Cuaresma com toda a brevidade, e posto de son-
dnos ; na mesma casa preparam-se bandejas pa-
ra bailes rom armado, e bosquetes de flores de
cera de i < 11 > posto, ditos de all'mins, ditos de pepel
fino, ditos de gonima, de panno e velludo, ludo
mais barato do que em nutra qoalqner parte, bor-
da.) ili Ocas de ouro, lantijola para os bouqnetcs,
e laces para as velas; vende-se tambem nm sorli-
mento de tullas de rosas de papel a 15 a groza,
di lodo o tamaito, para as senhoras floristas.
NOYES
DB
PARTIDAS DOBRADAS
OtTOBBCIDAS
A ASSOCIACO COMHGIICIAL lE.NKI CENTE
DE
IM^U.WHUlt'O
ron
v rondeca 'te :/i
TINTURARA.
Tinge-se com pcrfeigSo para qualquer
cor, e o mais barato pos;ivel: na ra do
Knngel n. 38, segundo an lar.
Jos Lopes das Naves, subdito portuguez, re-
tira-se para Macei._______
Precisa-se do um rapaz i ue se sujeite ao ira-
' balho de casa de pasto : na na estrella do Rosa-
! rio n. JO.______________________________________
Engomma-se c lavase p;ra ambosos sexos:
na ra de Santa Hita, sobrado n. 3.
Precisase
de um criado para todo o sen ico de casa em um
sitio, pagando-sc 105 por mez com comida: na
ra do C.abug, sobrado n. 2, das 10 as 12 horas
da manha.
.roclo
-Has
- Na ra do Crespo o. 15, so aluga urna b>a
casa e sitio do Monteiro, com frente para o oitio
da igreja, assim como o segundo andar do sobrado
n. 79 da na do Imperador.___________________
~~ 0 bacliarcl Naximiano Lopes Ha-
chado advog-t no sen esTptoria da ra
do Imperador n. 71, primeiro andar,
onde pdc ser procurad! das 9 s'.) lio-
ras da larde para o que forronccriien-
te ao exercicio de sua prolissa.
a '
m
C?j resida e tem aborto o seu escriptorio a ,.
R rja doLtwauenlo n. 18, Io andar. 5$;
I'recisa-se de um bom coi.inheiro e de dous
criados activos : a tratar no sobrado n. 32 da ra
m
o Dr
u advocado Dr.Manuel Machado Perteila, conliotia a ter o seu
ecriptorio no pnuieiro andar da'casa n.
83 da ra do Imperador.
Naque
O abaixo
nuil
fcctiva
o mesmo b,
Jtialquer
olido logo
m
m
re Portugal.
signado, agente do banco
eidade, saca ef-
todos os paquetes sobre
ira o Portee Lisboa, por
a vista e" a prazo, po- g
es a prazo serem oes- figj
ei ntadosfl niesSo tamo, na razao de 4 Si
[h r cento aunano aos portadores que as- igl
simlh' ras do Crespo n. g
jg 8 ou do 1-npcrador n. 51.
m Joaquim da Si I v.i Castro. jB|
(j}olo,f?e!o, gelo.
Corr, a che; da nova machina nao se expe-
rimenta mais falta de gelo fabricado com agua do
Traa, todos os das a qnalquer Hora, para por-
grandes ou encomm- i fra da pro-
vincia dever haver aviso com antecedencia : ru.i
da Aurora junto a fundirlo ondo tem a l.andeira
Aluga-se o segundo andar e grande ^tio do
predio da roa do Apollo n. :ii, tendo no ;.odar i
randecozinlia, e no sota) salas.
quaitos e cozinha : a iralir na ra da Cadeia do
i bciCb n. Ci, toja.
mmn-wmm wmmm
Curso de preparatorio
Praacez. S
iogte ^
ni.-ti ia. *>;
lai S
Rheti
a i na do Queiinado n. 30. primeiro andar, H
da* 10 a* Ida tarde. K


1
m
mmmm
mmm
Pro[8*r de piano.
Jos i^oclho da Silva e Araujo, betn conhecido
nesta eidade, contina a leceionar piano c pjosi-
ca vocal por commodo proco : qoem de seis ser-
vicos precisar, dirija-se ruadoLivratncnto n. 21,
segunde andar.
.No estriplorio de Antonio Luix de Olivcira
Azevedec C,na ra daCiuz n. 1, precisa-se fal-
lar com o Sr. Luiz Soarcs Botelho, lidio du Jos
Soares llotelho e de Fortunata Candida de Souza,
e neto de Francisco Hanoel le Souza, natural da
ilhade S. Miguel, o qnal a nsta ter viudo |i.ra es-
la ridade em 18oG, para Ibe dar noticias de sua
mili e irraaos que se ac.ham no Rio de Janeiro.
oiupaiiliia l'crnaiuliinum
De ordem do conselho dj drreco c em vulude
do art. 24 dos estatuios sao convidados os si olio-
res accionistas a reunirem-se em assemblea geral
no dia 29 do eorrente, 1 hora da tarde, no cs-
criptorio dos Srs. Saundcrs Brothers & (1_______
Precisa-se de urna, ama que cozinhc e com-
pre para casa de homem soltciro : na ra do Quei-
mado n. 32.
Cameiro fgido.
No dia 18 do eorrente desappareceu do sobrado
n. 74 da ra Direita um cameiro com os signaes
segutntes : ue csr branca, castrado, com o pello
crescido, estando o do pescoco, pe as e bracos
aparados, muito manso, snspeita-se ter sido fur-
tado : quem o achou, ou dille tiver noticia, leve-o
ae sobrado referido, qnc ser recompensado.
Ollerece-se urna niiillier de boa conducta pa-
ra ama de casa de homem solteiro, para os servi-
cos internos : quem precisar, dirija-so a ra da
Gonce i(o u. 8.
Hernardino Prancisc de Azevedo Campos
vai Europa tratar de sua saude, pretenderlo re-
gn ssar em dezetnbro prximo; e no entanto con-
lin.iam tolos os sms tegocios no mesmo gyro, de-
baixo da adminiivaeao di -na mulher, e do Sr.
Jos Joaquim da Silva, a quem deixa procuraeao
bastante.
~~a ra Nova n. 26 so dir quem d algumas
quanti is a juros de 2 0|0 sobre penhores.
B1XCO lU\IAO
ESTAHELECIDO NAC1DADE 1)0 PORTO
Ayetilcs em Pernainlmco
a' Antonio Mili Je Ollvelra
Azevedo k C
Sscam por todos os paquetes sobre o
o banco prazo ou vista, sobre *
iiiali'iii Lisboa, u agencias em Fi-
neira, Coimbra, Aveiro, Vizeu, Villa-
, Vianna d.i Castello, Guima-
' Covilha, llraga,
IViraiiel, Bragauca, .i.marante, Angra,
Hita da Tereeira, Ilha de Faias, liba da
Madeira, Villa do Conde, Valenca, Ba
Olivi ira de Azemeis, Chaves e Fafe, a ,=,
ias vista ou ao pntso que se conven- Wi
cion;T,no leu esenptorio ra da Cruz
n. I.
Na ra da Roda n. 6 continuase a fazer co-
millas pata fra, e encarr(g)-se a mandar levar
rasa de qaalqaer possoa, pw mdico preco.
Precsase de urna es'rava para o servico n-
terin) de urna casa de familia, paga-se bem : alel-
ar na ra Yellia n. 13.
RA DO IMPERADOR
N. 22.
Grande armazcn de tintas.
Este armazem contm ludo ipianto
n'oci-o para que a ndusiriadepititura.de
qualuer genero que soja, desempenhe
son tiiti. isio einbellezar, conservar e
reprodutir.
Montado em grande escala e suppi ido
directamente por grandes fabricas de l'a-
ris, Londres c Kamburgo, podo oflerecer
producios de conlianca, c satisfazer qual-
qoer oiicoiniiit'nda grosso trato c a re-
tallo.
Os Srs. artistas i intores, e os donos de
obras poderio osen her vontade, pois
que Halo estar vista, as diuerenles co-
les de que tiverem necessidade.
lia tintas em tnassa e em po impalpa.-
vel, e como na- ulnas a cnvernizar s se
devo enlpregar linas muidas, e nao me
recend ciili:.neaa.'i|iio\om de fra para
R comiqfrcio, por vellias, e lalvez falsificar
"' das, nVste artnazem se as moer vis-I
la do consumidor, nue s assim ter tin
tas fresca- o verdadeiras.
Ha tambem ouro verdadeiro, verde em
DO oeinl'olha, prala em fnllia. p debron-
/.car de variar cu-es, diamantes para cor-
U lar vidros, burnidores, ncar superfinaen-
earntda, amarefia e verde, tintas vege-
as, azul.ruxa, verde e amarella. inoflen-
,-ivas. nieas que se devem cnipregar as
coneitarias, colleccoes de pinceis para
fingir madeira, eoni iropriedade, e outros
de varias quididades, vernizes, copal,
graixa, braneo,ou escuro para 0 interior
e exterior, para etiquetas e quadros, tin-
tas tinas em tubos, em crayOes ou pastel,
tollas para quWros, aivas de tintas linas
e papel para desenlio.
Esseueiwaromticas verdadeiras, fras-
cos e vidros para vi Iraca de lodosos ta-
manhos, e muitos outros objectos, cuja
otilidade e emprego s com vista pode-
rle sor mostrados.
Joac Pedro das Xeves,
Gerenta
Os adminislradores la massa fallida de Sevc
I" Ihos & C, rogain a todis os rredoresda mesma
n assa. que. sem embargo do convite j feilo por
ente Diario anda n/io apresentaram os seos ttulos
i ini do serem verificados, hajain de faze-lo dentro
de praso de tres dias, no escriptorio de Augusto
Frederico de Oliveira, praca do t'orpo Santo n. 17,
sib pena dos valorea de seus crditos nao serem
incluidos na rol.ncao que tem de ser enviada ao
juizo ; assim como pedem aos outros credores que
ja apresentaram titulas, que os venham receber.
;e\ ia i t:i,Fii,oR:s
Hygino Augusto do Miranda, tendo sido ltima-
mente nomeado agente de leiloes, estabeleceu seu
escriptorio na ra da Cruz n. .'7, aonde pode ser
procurado por aquellos que quiserem se uliiisar
de seus servicos.
mmm m
US Ha tres casas terreas para alugar em >jw
Sanio Amaro na Iravessa do Costa, com i
JW sabida de portao para o fundo, a pceo $K
>.S de 10-5 : a fallar na mesma Iravessa. 5*/
B>-se. dlnhelro a juros e
fompra-sconro eprata : na roa
do Rangcl n. ii.________________
Precisa-se tallar com o Sr. Francisco Igna-
(io Monteiro, que foi mordor na eidade de Ma-
raanguape, provincia da Pa-ahiba do Norte, a ne-
gocio que muito o intere-sa : na ra do Crespo,
toja de blendas n. 7.
- Em a noite do dia 18 do eorrente mez, pelas
8 horas fugirain da eidade de Olinda da casa da
uhaixo assignada dous mualos escravos de nomes
.juiliierine Mojss,,0 primeiro escuro, pouca
barba, traz pera c bigsde, estatura ordinaria, con
1 lade do 10 a 30 anuos e secco do corpo, e padece
de ensipella tendo por isso a peina esquerda en-
chada ; o segundo elaroestalina ordinaria, labios
corados, nariz um pouco chato, grosso do corpo,
sen) barba e representa ter de 18 a 20 annos, tendo
na eabeca una marca de cicatriz sem cabello: am-
bos foram vestidos e calcados com palitos escaros
e calcas de brini brancas, ou pardas : levaramcoin
sigo que roubaram abaixo assignada, um bahusi-
nho de amarello envernisado contendo um saqol-
nbo com cerca de ufnyonio de rcis em peca- de
ouro novas e velhas, tres doblas poi tuguezas, um
dobrao e urna moeda americana grande e urna pe-
quena poreao de moedas de- ourp de cinco mil rcis
e dollars; inultos papis de importancia,algumases-
cripturas publicas de acqoisicao, papis de com-
pras de escravos, entre os quaes est o do mulato
Movsik certides de baplismo dos filhos da abaixo
assignado, conhecimentos de dcima, nm recibo do
banco ingles de 7:100*000, una letra de .):OU05000
nfi-i endossada, e duas letras snecadas por Fran-
cisco Gomes de Oliveira como lestamenteiro do ti-
nado llenry Gybson, e aceitas urna por Mareellino
v c. da quantia de 1:858*180 ea entra da quantia
de 1:015*480 reis aceita por Antonio Correa de
Vascoucellos, com endosso em branco, ambas ven-
civeiscm 30 de marco do eorrente anuo, enjos acei-
tantes j se acham prevenidos para as nao paga-;
reui se nao abaixo assignada : urna eorrente de
ouro ingleza para relogio com sinete, algumas joias
do ouro e pedras c um pequeo caixao de madeira
de lora, de um palmo em quadre, pouco mais oui
menos, comoilucentos a novo eentosmil reis,em pa-
taces: lOBDe-SC que e.-tesescravos segiiirain pela
i-iradado Peixinho, ou do norte em direeeaopara
Cedras lo Fugo ; a abaixo assignada roga encare-
cidamente s autoridades polieiaes de os capturar,
eiiipregando os me ios para seren cites deseober-
tos ; e aos capiles de campo adverle quesero ge-
nerosaniente recompensados. Alm dos objectos e
dinbeiro cima mencionados,Jovaram ditos escra-j
sus (que lalvez digam que so livres) urna ben-
galla de estoque de cana da ludia vermelha com
goinos com o cabo prelo de bfalo.
"baldina Amalia de Mello.
Aluga-se um bom sitio com boa casa de mu-
rada, com muitos commodo?, copiar atraz e frente
para o rio, ca:imba com bomta, tanque, casa para
pretos,estribara e eccheira, jardim e muitos ar-
voredos, todo murado, eom lious portes, na Ga-
punga, junio ao porto do Las6errc : a tratar no
mesmo sllio, rm na ra do Urum n. 74.__________;
Aluga-se a loja do sobrado n. 29, sito no pa-
teo doTerfo, nropria paraqualquor e.-labelecimen-
to por ser bo. localidade : a tratar na ra da Prai
numero 36. ________
Alugair-se o segundo e teroetaa andares do
so irado da r ja do Trapiche ti. 48,-cwn trente para
o lado do Corpo Sanio .: a traor .no armatem por
liaiso,
Terceiro escriturario da lliesouraria
de factula de Pernamliuco t coiii|ieteiiteruciit au-
torisado para evercer o pro-
fcssoralo particular de arilliiuelka na mesma
provincia.
Acha-se esta obra nos prelo da typographial
Commercial, d'onde em breve sabir luz da pu-1
bliridade em ntida impresso e sob o formato de;
8 portuguez. Furtaram do lugar Soccorre, freguezia de Santo
Compoe-se esta obrado um volume, dividido em Amaro de Jaboato, no anianliccer do dia li do
urna parte theorica e outra pratica, de fcil alean- eorrente, do mcio da estrada, ua cavallo casta-
ce as pessoas que se queiram dedicar ao estudo da nho, de 8 a 9 annos de idade, um carocinho no
escriturario. p do cabello junto ao casco da mi direita, urna
A respectiva assignalura aeha-so abena em lo- cicatriz de estrepada ou talho junio a eabeca do
das as livianas desta eidade, ao preco de 0*000 corredor de um dos lados, urna listia natesta do
por volume 1 alto haixo, poneos cabellos ni cauda, e carrega-
O abaixo assignado, arrematante das dividas da
loja de miudezas da roa do Qucimado de Joaquim
Jos da Cusa Fajozes Jnior e da loja de fazen-
das da ra Direita de Fajozes Jnior & Azevedo,
avisa aos deredores das ditas lojas tanto da praca
como do mallo de viren pagar seus dbitos ao
abaixo assignado no largo do Collegio junto .10 so-
brado amarello, ou na ra de Hortas n. I01 ao Sr.
Fajozes Jnior al ao dia 15 de marn, do contra-
rio ter de entregar
orar judicialmente.
1804.
Antonio Joaquim Fernandos da Silva.
LIQU1DACAO
DA LOJA DE J. J. KELLEI.
O RIJA DA IMFERATRI/ 9.
Em primeiro lugar convida-se s pessoas que tiverem vontade de comprar um bem acrediladc*
estabeleciraento de ler a bondade de o visitar. Muito bem montada como est esta loja, com a ex-
cellento inorada junto e as eondieSes muito razoaveis, ha de por certo animar os pretendentcs com-
pra-la.
Igualmente convida-se
aos Srs. mdicos, dentistas, legistas e propietarios de estabelccimentos artsticos para virem comprar'
por menos do seu valor, as melhores e mais acreditadas ferramenlas que ha no mercado.
O respeitavel publico em geral
encontrar um variado e muito rico surlimenlo de brinquedos, cutilerias, armas para caca com seas
pertences, apparclhos para cha, eslnjos de barba e de mathemalica, ferros para cortar e'impnmir fi-
lhos e para cerlar babados, seringa-, esporas, chicotes ele, ele.
Sizer
. se-
gundo andar, ou casa do Sr capitn Paschoai
Soares de Figueiredo. no lugar Olho d'Agua, fre-
guezia da Gloria do Guita.
l'hilogone Adour, subdito franco/., acompa-
nhado de sua familia, vai Ki ropa tratar de sua
saude.
Manoel Marques Dias, su idito brasileiro, re-
tira-sc para fra da provincia.____________
Previne-sc a quem inlenssar, que as ca-a-
ao'"su "procurador" para' co- que tem de ircm praca no dia 23 do crreme em
Recife. l de fevereiro de audiencia do lllm. Sr. r. juz mudicipa te Ia
I vara, esli hypotliecadas, e ato, sobre os alngueis
de algumas ha embargos- por .amo pede-se a es-
ses senhores qnc queiramodec arar quaes sFio as
hypothecas queteem. ____________^^
Maia atenedo ao que nteressa
PKOTEJAM PRTEJAM
EXCEF.LENTISSIMAS SENHORAS,
iVv. lixes. contluuem a proteger ao Importante estabele-
cimento a rua do Crespo n. l ?
DE
sanoya pode ser procurajp em seu lribai&0 fo seiIS riK|,ectivos bi heles sera feila do
^ta?^r.!-^** -2C. os 'l^ oesdei poden, ser procu-
i TI J- ", r Z "' rados em casa do Sr. ihesoureir^ ou na sede desU
e grande sortimcnto de medicamentos i .a^..s
O Dr. Cosme de Sa Pereii a conli-
na a residir na rua da Cruz n. 53,
Io e 2o andar, onde pode ser procu-
rado para o exercicio de sua profis-
so medica, e com especialidafle
sobre o seguinte
Io molestias de olhos;
2o depeito-:
3o dos orgaes geniti )
urinarios.
Em seu escriptorio os (lenles se- j
rao examinados na ordem de soas
miradas comecando o trabalho pelos $
doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias d sj
G as 10 da manha, menos nos do-
mingos.
Praticar toda e qaalqaer opera-
c3o que julgar conveniente para o
prompto restabeiedmento dos seus
H doentes.
O Dr. Casanova pode ser procurado
' consultorio espe
Iris de Santo
\ rio ha sempre grand
i em tinturas e em glbulos, deixando elogiar os
! nossos medicamentos pelas pessoas que os tem ex-
! perimentado e conlinuam a servirse em nossa
botica. Temos tambem obras accommodadas a
intelligcncia do DOTO.
Joo da Silva tanios, medico pela l'i i
versidade de Coimbra, d consultas em
sua casa ,|as 9 s 11 huras da manbaa, c
das 4 as li da tarde. Visita os doen'es
en snas casas regularmente as horas
para isse designadas, salvo os casos ur-
gentes, que serlo soccorrklps em qual-
qner oceasiio. I> con-ultas aos pobres
que o procurarem no hospital Pedro II,
acude encontrado diariamente das i
s 8 horas da manha.
Tem sua casa de sade regularmente
montada para receber qualquer doente,
anda mesmo os alienados, para o que
tem coniiuods apropriados e uella pra-
tica qualquer operai o cirurgica.
I'ara a casa i' sade.
Primeira elasse 3JO00diarios.
Segunda dita.... 24300
Teiceia (lila.... 2^000
Este e.-tabelecimenlo j bem acredi- ^
1'$. tado pelos bons servicos que tem pres-
H tado.
O propretario espera que elle conti-
nu a merecer a conQanca de que sem-
pre tem gozado.
Agencia de, passapoite.
Claudino do lleno Lima, despachante de passa-
E't abaixo assignado, respondo ao Sr. Dr.
Joo Pedro Maduro Fonseea, qu i admira S. S. mos-
trar-se ignorante dos fados < ue pergunto, por
quanto sendo meu tio, cimbado o amigo, nao podia
de cerlo encarregar da gerenci; de miaba casa a
ningoem mclhor do que ao me-mo senhor, como
eflectivamente encarreguei, conmunicando-lhe an-
tecipadamenle o motivo de minia viagem, ejior
seu proprio conselho me retire i ; portanto nao o
pode ignorar; se porm quer iir o prazerde fazer
publico negocios que jamis de 'c sabir do lar do-
mestico, pode encarregar-se di s-a mlssao, se en-
tender assim dever proceder, lecife #20 de feve-
reiro de 1864.
Antonio da Costa e Silva Madur>\.
JOS GOMES VILLAR.
C.rande novidade. Balfiesttl
Baldea de 40 arcos a 3,5, de :i0 a 43 c de 20 a 33.
i*;i:cntl;is proprfas para a quaresma.
Moreantique preto em cortes, ditos de muito gjsto para covados. grosdenaples prelos
de superior qualidade.
Para hombros de senhoras.
Capas pretas, easacSes, easaveques compridos, sotembarques, manteletes de gros, di
tos de guipii, chales pretos deguipd etc., ele, capas de casemira eom capuz, manteletes
de casemira ricamente enfeitados, chapelinas de palha com veo, caitas, cambraias, vesti-
dos para noivas, ditos de seda, vestidos de blondo :om capella e manta a 183, de gros
branco etc etc., madapoloes de 73, 83, 9-3, 103, U3 e 13, cambraias lisas muito linas
transparentes e tapadas a :13, 43, 5-3, G5, 73, 83 e 93 a peca, fazendas de linbo de todas
as qualidades c outras umitas fazendas.
Protecco. Proteccao,
>55Sa--BS>:
Na rua do Hospicio n. 48, | recisa-se de urna
ama de leite que logre perfeila >aude.
Societlatle ti ramal it-n Reereio c
I'niao Familiar.
De ordem do Sr. director par icipo ais -rubores
socios que o espectculo a beneficio desta soceda-
de ter lugar no dia 27 do corr nte mez, e a dis-
. -i.. -_- .i- -_..-________.:____ i.: u.__-.-,'. f..;. ,1.-.
Aluga-se a loja do sobrado n. 52 da rua do'
Rangel. com excellente armaQao para qualquer es
tabelecimenta : a tratar no mesmo sobrado.
Precisa-se de um criado que seja bom copei-
ro, preferindo-se estrangeiro : na rua do Impera-! enca, vende-se as seguinles obras, a IfJOOO
dor n. 29.
LIVROS RELIGIOSOS.
Na livrana n. 6 e 8 da praca da Indcpen-
associa<;ao.
Sociedade dramtica Reereio e Unio Familiar
21 de fevereiro de 1864.
Jos Martins Monteiro.
Io secrel trio.
Casa de campo.
Frederico Chaves aluga sua lasa de campo sita
no Poco da Panella, com os cUm.nodos seguintes:
4 salas, 7 quarlos, cozinha, desiensa, casa para
criados, cocheira, estribarla, Ci cimba, jardim e
terraco, muito fresca, e muil i sadia : qoem a
pu tender, pode-se dirigir rua da Imperatriz n.
13, loja de calcados._____________________________
i Aluga-se na rua da Alegrii. n. 7, una e.-cra.
va que sabe cozinhar, lavar, engo utnar e comprar-
Parraba de trigo SSS a 100 rs. a libra, e ga-
lega a 80 rs. : na rua Nova n. 8.________
Precisa-so de nina ama de I oa conducta para
Iodo servico de casa de pouca h nilia : no paleo
da matriz de Santo Antonio n. 8 __________
Precisa-se de urna familia lapaz que >e en-
earregue da lavagem e engemmado da roupa de
um homem e alguna meninos, com tanto que o
faca com perfeicao eaceio. Diri ;ir-se a rua Bel-
la 'sobrado de 2 andares n. 37. ._________________
Aluga-se o sitio da l'edra Mjle, cid Api.iucos,
com excellente casa de vi venda c^\\ 2 salas de :
frente e (i quartos, terraco, estribara, frucleira-,
bella vista e magnico banho: a tratar na rua das
Ci mes n. 39, segundo andar._______________
I'recisa-se de um rapaz que lenha pratica de
taberna : ua rua do Socego, taberna n 56, dando
Dador a sua conducta.
O Dr. Carolino Francisco de Lima San-
tos, contina a residir na rua do Impe-
rador n. 17, 2" andar, onde pode ser pro-
curado a qualquer hora do dia e da noite
para o exercicio de sua profisso de me-
dico; sendo que os chamados, depois de
meio da at 4 horas da larde, devem ser
deixados por escripto. O referido Dr.
nao abandonando nunca o estudo das
molestias do interior, prosegue, com o
inaiiu- ailinco, no das mais ditflceis e deli-
cadas operaces, como sejam dos orgaos
ourinarios, dos olhos, partos, etc.
COMPRAS.
Compra-se ama escrava de lo 22 annos,
que saiha cozinhar, lavar, engommar c coser : a
tratar na rua da Imperatriz n. 6, primeiro andar.
Comprase una escrava de mcia idade que
sirva a una familia de portas dentro e fra, e
saiba vender pelas mas -. na rua do Passeio, casa
typographica da port larga
Compra-se papel Diario para embrulho : na
loja de calcado n. 38 da rua da Imperatriz.
Compra-se eflectivamente ouro o prata em
obras velhas : na praca
toa de bilhetes.
da Independencia n. 22
AirJTO Compra-se urna escrava sadia e que seja perita
cozinheira : na rua do Queiinado n. 39, loja.
cada urna.
0 livro Mez de Mara ou mez de maio, con-
sagrado Gloriosa Mai de Deus,Novis-
sitna edicio com a uraro mental, novas
devi'i.r's i .\. S. da Cdnceifo da Rocha
e enriquecida cora estampas.
Relicario Anglico de Jess Ghristo e de Ma-
ri;: Santissima, offerecido a Nosso Senlior
[, Jess Cbristo, preso columna.
Visito ao SS. SS. e a Mara Santissima, para
todos us das do mez,Actos de prepa-
rado e aeran de .'raras para a sagrada
coinmunliao, Modo de resar a corta
das Dores de Nossa Senhora, e Actos
qoe o chrisHo deye laaer lodos os dias.
Vdornadascom diversas estampas, e
Sugnentada de novas devoctas N. S.
daGonceiClO da Rucha e Via Sacra.
O Devoto ciiiisiu, instruido no compen-
dio da dutitrina, as regras da vida de-
vota, ii" exam de conscieocia e prepa-
rarau pata a conflssio c comnuinliau, no-
un ilu de uiivir tnissa e nioililar o rosa-
rio, e u conhecimento das indulgcinis
concedidas aos seus confrades.-Novenas
da Assoiii-riu ilu Senhor, da Couceicio e
du Natal, das Almas, a novena e trezeoa
de Santo Antonio, a Via-Sacn breve, e
outias militasdevoedes, cora ndulgenciat
paiochiaes plenarias.
iiO.li sen: Ft36BA-E:u
53 Rua Direita '*>:}.
Camas de vento de louro a 3:5800 e
Compra-- nm selim ingle eom todos os ar- KiUs ti amarello a 55301 '.'3.
Precisa-se de una ama p; ra o servico in-
terno de urna casa de pouca lai lilia : na rua do
reios, contanto que esteja emboa estado : na rua
doQueimadoescriptorion. 13, primeiro andar.
porte pela repartirn da pocia. tira-OS para den- Sebo, n. '10.011 na rua du Queima lo. 11. \.
tro e fra do imperio por commodo pre^-o c pres-
ten : na rua da I'raia, primeiro andar 11. 47.
i Preparatorios comple-
mentares
Tui'so ('ommercial.
O hacharel A. It. de Torres Handeira,
jB< profossor de geographia c historia no
H Ciunnasio desta provincia, propoe-.se a
^ ensinar as linguas francesa e Utglexa,
jjgj preparatorios complementares para o
B Corso Commercial; eofferece o seu pres-
|^ timo especialmente aquellos que se qm i-
BO rain habilitar nesses preparatorio, com o
^ intento de matricular-se no sobredito
}^ curso.
As aulas comecarao do Io de fevereiro
em dianle, na casa da residencia do an-
lg' nunciante, rua estreita do Itosario o. 31,
g lerceiro andar.
Vacciaa publica.
Tendo-se desenvolvido algumas pstulas vacci-
nieas, com o pus ltimamente innoculadu, o com-
missario vaccinador convida aquellas pessoas que
precisarem ser vacclnadas enmparecerem as
quintase domingos no torreao da alfandega, e nos
sabbadns ,iie as 10 1|2 horas da manha, na rasa
de sua residencia, segundo andar do sobrado da
rua estreita do Hosario n. 30.
Precisa-se de urna ama de l:ite, som lillio, c
que lenha bom leite : na rua Nova, n. 16, segundo
andar._________________________________________
Perdeo-se no sabbado, 13 1I0 eorrente, una
malla de viajen! com ferrament; s de en.'enlieiro.
no barro do Itecile : quem a acaou quena resti-
tuir rua da Cadeia n. 5o, annazem, que ser
gratificado.
A lio 11 so de Alliii(|iici-(|iic Mello
ha I'.' annos advogado.j ante os a iditorios c trbu-
naes desta eidade, ja na corte e en outros lugares
do imperio, emeonsequencia de urem-se augmen-
tado aqu seus afazeres, tem trans erulo sua resi-
dencia da villa do Cabo para esta eidade rua es-
treita do Rosario n. 3i, onde tem estabelecido seu
escriptorio, e onde foi o do Dr. Uodoy, de cuios
trabadlos licou cncarregado o ai nunciante. Ahi
offerece os misteree de sua profls&io s pessoas de
quem mereja conlianca, tanto de lo termo como
dos demats desta c de outras prc vietas para os
negocios e irahalhos a serem dse upenbados aqu,
garantindo 0 sillo, lealdade e actividade que lhe
sao reconhecidos pelas pessoas q re o conhecem.
Incumbe-se lamben de trabadlos para os termos
prximos, onde tem solicitadores de inteira con-
lianca. Da consullas verbaes e por escripto, e
prosta-sc a ouvir 'seus constitninbs a todas as ho
ras, as sextas-feiras das 1) as i 111 villa do Caboe
Aluga-se o primeiro andar da sobrado n. 03
da na Imperial com commodos p ira familia nu-
merosa, e a loja do sobrado n. O 1 o paleo do Ter-.
eo : a tratar |na rua do Imperad >r annazem de
louca u. 'i\.__________________^______________
Concertos de rologios
Na rua da Cadeia Nova 11.3o, oncena se 1 elo-
gios de todas as qualidades, eom p reicSo e bre-
vidade, garantindo-so o bom reglamento e 20 a
40 por cento menos do que em aulra qualquer
parte.
iilili
Advocaeia.
O bacharel Joao Goncalvc I da Silva
3 Mniitai royos tem escriptorio ia rua es-
la licita do Hosario n. 17, ondo pode ser
Kregid iras de pnreelana a 300 rs. a libra.
Facas e garios cravados, cabo preto, a 2900.
Ditos Olios ditos cabo branco, a 3f200.
Ditos ditos ditos cabo viado, :-SrJ00.
Ditos diios maso balanco a vm.
Ditos ditos balanco. 1 botao. a SMS 11.
Hilos ditos dito 2 botSes a 6-J.
Bandeljas grandes a i>, i}S 10, 3 :'i-5*i00. c i
muito finas.
- Coinpram-seduas~eTisar terreas que. r.-i.-jam Salitre retinado muito fino, 1 qualidade.__________
em bom estado, sendo em boas roas, no barro de V;nde-se urna porco de madeira cerrada
Sanio Antonio oa Boa-Vista : quem quizer vender, de assoalho, de louro e de amarello, sendo os cos-
Atii'iica.
Compra-se una escrava moca, que eozinbe e en-
gonimc bem; a tratar na rm do Passeio n. 3, loja.
No largo da Santa Cruz 11. 81 compra-se una
preta que cozinhc e faca os mais servicos de urna
ca-a.
deixe seu nomo, morada e o numero da casa,
loja do Sr. Figueiroa.
ua
YENDAS.
Veadeoi-se caixoes vastos a
19000: nesta typugraphia.
tadinhos de urna pollegada, e forro, tudo por me-
nos de seu valor : quem quizer comprar, dirija-se
ao largo da ponte reina, no t'un do caes de Capi-
baribe.
Ven.le-se o sitio e as propriedades do falleci-
do Peitosa, na estrada de Tygipi : a tratar na rua
da Itoda n. 31
Panno de algolao iccido.de Ni-
nas, fazenda forte c cncdi'p'da, apro-
priada para o servico da lavoiira, quer
para saceos, quer para roupa de escra-
vos: grande deposito na praca do Cor-
MimigM)
Vendem-se cinco moradas de casas, um sitio e
tres escravos. a dinheiro ou a praso. aliima-se quo
as casas rende mais de I i\i por rento, en bons
lugares; o motivo da venda por seu dono jr fa-
zer urna viagem : a quem convier este negocio,
dirija-se rua do Matbias Perreira, em Olinda. n.
po Sanio, cscnplot'io de Augusto rrcic- t, taberna.
rico d'Oii'eira.
Ciaz.
Vende-se gaz, ebegado ultimamcnlo da America,
a H0 rs.. no amigo deposito- do barateiro Costa
Nove lloras -, no pateo do Carino n. 16.
Companlila Qdelldadc de jj|j
seguros niaritlmos c ter- ^i
restres estahelecida no jdj
Hio de Janeiro. s
AGENTES EM RPHA1IBOCO Hj
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo k C, rm
competentemente autorisados pela direc- kg
loria da companhia de seguros Fidelii'.a- i
de, tomam seguros de navios, mercado- rgj
rias e predios no sen escriptorio rua da ffl
in H^^^l
Precisa-se alugar dous pretos que sejam ro-
bustos para servico debaixo de coberla enchuta :
a tratar na fabrica da iravessa do Carioca n. 2,
cues do Umiios._________________________________
fA VALLO FURTADO
Ser generosamente recompensado quem appre- ~ V11^''"-" "mJne?'^ ^"I^JI^ 1
hender e entregar no Hecife rua Direita, loa de {*> ;i Sf a,"";'s par:i ca"t0,ro & ?$ fS
calcados n. 45, de Antonio Mana Oconnell Jersey, ie "***?> "a Pf* c0,no, f' [flf?' "lda
. mesmo dando algum lempo para a iremler : quem ,
precisar, dirija-se rua do Rangcl n. ili.
Cavallo.
Vende-se um cavallo gordo e bom andador
Iravessa do arsenal de guerra 11. 7.
na
Vende-se urna boa escrava moca, com alna*
ma babilidade; na rua Direita n."88, terceiro
andar.________________________________________
Vende-se nina mulata com 23 annos de ida-
de e urna lilha de 8 mezes. ambas sadias : quem
pretender dirija-se a rua Helia 11. 3i.
I'avdo.
Vende-se um casal de paves
lina n. 4.
rua da Floren-
Vende-se una mei-agua na rua das Calcadas
n. 19 : quem a pretender, dirija-se rua das Crn
SOS 11. 33. primeiro andar, que achara com quem
tratar.
Vende-so um cavallo preto andrinho, muito
gordo, anda de tudo. da melhor forma para urna
senhora, nao ha melhor : na ma do Cotovello nu-
mero 31.
Feijao feijao feijao.
Riw da Madre de Deus us. c O.
Vende-M saceos grandes com feijao das segnintes
qualidades: branco, amarello, rajado e inulatiuho,
mais barato que em outra qualquer parte, assim
como sardinhas em barrlsde 1,200 por 55000, tudo
proprio para tempo de quaresma.
'.......... .i 1 1*
Cal de Lisboa e potassa da
Rnssia.
s 3
ggj procurado das !1 horas da manbaa
li^t da larde dos dias uteis.
O Sr. Francisco Pereira Lebre queira ter a
bondade de vir fallar com o mestre entalhador em
S. Pedro
Vende-se na rua da Cadeia do Recife n. 56, para
- Vende-se urna arroacao de amarello, enverni- onde semudou o amigo e acreditado deposito da
sada e envidracada, pron'ria para qualquer esta- mesma rua n. 12, ambos os gneros sis novse
belecimento ; assim como dtias prateleiras grandes I-Elimos e se vendem a prego mais barato do que
de louro, proprias para annazem, por prego razoa- ulra 'luallluei'. parte.______________________
vel : na rua do Crespo u. 4.
um cavallo de sella, alasfio claro, com os quatro
ps brancas e a frente iberia, passeiiM e niarcha-
dor, de bom tamaito, o que tem alem de outro
ferro este E; o qual foi fnrtado da Estrada-nova
ao amanhecer do dia 17 do eorrente.
Aluga-se o terceiro andar da casa n. K8 da
rua da Imperatriz, o o sobrado n. l'J3 da rua Impe-
rial '. na rua da Aurora n. 3(1.
Otierece-se 11111 bom cozinheiro para hotel ou
casa de pouca familia : dirija-se ao becco da Lin-
fioeta n. 3(1, taberna da esquina.
Precisase de um eaixeiro que tenha pratica
de taberna: na rua Direila a. li, Iravessa de S.
PdjroJ
Dase dinbeiro a juros sobro bypotlicca em
una casa livre e desembarazada, (U sobre penho-
res de ouro ou prata : na na Din ita n. 20.
Precsase de nina ama forra ni escrava para
casa de pouca familia : na rua do Pires n. 2i.
Preci>a-si; de um trabalhador que entenda de
padaria : no pateo da Santa Cruz r. 6.___________
Deseja-se fallar ao Sr. Anto lio lavares da
Silva a negocio de seu interesse, pilo que roga-se
ao mesmo senhor de declarar a sua morada, ou de
apparecerna rua do Imperador n. 35, primeiro an-
dar, direita.
P.MVt AS SLEVHO-
HAS DK BOM GOSTO! 1 !
lloirenlique, caitas c soulenibai-qnc.
Joaquim 1'ioiljigues lavares de Mello acaba do
receber de Parisede sua propria encommenda um
completo soi lmenlo de inoirentique, capas e son-
lembarque para senhoras. faienda a melhor que
tem vindo a este mercado, os quaes vende por mui-!
Algodo
da Babia
para saceos de assucar e roupa de cscravo; tem
para vender Antonio Luiz de Oliveira .Azevedo &
C, no seu escriptorio rua da Cruz n. 1.
:
XI
*
Vende-se o verdadeiro pise da Suecia : no ar-
to menos preco que em outra qualquer parle : na' mazcm da bola amarella, no oilao da secretaria da
rua do Qucimado 11. 39, loja de 4 port.v.________: polica.
Allcndilcctvidcte.
= Vende-se urna 11.orada de casa 11. 3 do Jugo
Vende-se unu dentadura de ouro e porcelana Q-j da Rola, a moiacao de outra. conjonciameote
na, obra de apurado gosto e indispensavel a encu-1 outra jior acabar e todas annexas na mesma rua
bnr os eflitOS da seneclude 011 falta de denles, ecom Iwus quintaes. sendo tolas juntas ou como
Adverte-se quo a supradila tem pouco oso, bem j convi.-r ao comprador, tambem se atusa um sitio
como que aceita-se em pagamento livros em brau-; na Floresta com commodos para urna familia : na
co, nanas elsticas, abacates e papel judiciaro : a casa de i faces junio a ponte do Varadoaro se dir
tratar na sala do seguro. quem vende ditas ki


*
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Diario dc rtraambnco Tcr^a cira 2 tic Vcvereiro do 1SC4.
RIVAL
SEM SEGUNDO
lina do inclinado oh. 49 c 55.
luja de uiiudoi.as de Jos de Aievado Maia A C.,
principia o novo anuo a torrar miudezas pelos pre-
jos que n todos causa admiraciio, a saber :
'aresde sapaiosde tranca multo Tinosa lC0O.
Frascos de oleo babosa dos melliores fabricantes a
240 rs.
Ditos maiores a 400 o uOO rs.
Frascos ifagua de Colonia inuilo Pinosa 400rs.
Sabonetas muito finos a 160, 200 e 400 rs.
Frascos grandes de agua de Lubin, o mellior,
1*300.
Lapis de tima encarnada multo finos a 40 rs.
Novellos de linha com 800 jardas a 120 rs.
L'itus de dita com 400 jardas a 80 rs.
Frascos de macass, oleo muito superior, a 100
Duiias de dedaes brancos em caixas le vidro
320 rs.
Papis de agulhas a balo Victoria a 60 rs.
Banha transparente muito superior a 700 rs.
Dita Japonea muito lina a 800 rs.
Iiuzia de sabonetes muito fiaos a 720 rs.
Papis de agulha com toque de ferrugem a 10 rs
Grozas de bo'.Ses de madreperla mujto finos a
560 rs.
Pecas de fita de cs, estreitas, com 10 varas, a
Novellos de lidia branca do gaz a 30 rs.
Carreteis de linha de cores muito fortes a 20 rs.
Cartes e caixas de clchete* franceses a 40 rs.
Botoaduras brincas e de cores para coDetes a
110 rs.
Frascos de banha, pechincha, a 240 rs.
It inets para meninos, fazenda fina, a i',.
C;iixas preparadas para costureirasa Io00,2e
Massos de grampas lisas e finas a 30 rs.
Ciixas de palitos do gaz e de cera finos a 20 rs.
Duzia de facas e garfos de 1 bolao superiores a
5*500.
Duzia de ditas e ditos de 2 botocs finissimos a
6*500.
Grozas de palitos do gaz a 2>200.
Ara preta muito fina a 100 rs.
Caixas de rap com espelho a 100 rs.
do n. 29.
.Nata luja dos barateiros na ra do Queimado.
Ricas saina de fusioa 5*, camisasinglezas para
senhora a 2*, 2*500, 3* e 4*. culteras de fusiao
brancas a 5*, chitas com lustro para coberta com
6 palmos de largura a 640 o covuo, cambraia de
cores para vestido a 320 o covado, laas para vesti-
do a 480, 60 e 640 o covado.
Ao e. 29.
Nora luja dos barateiros na ra do Queimado.
Tarlalanas de todas as cores, fazenda muito fina
a 720 a vara, cambraia para cortinado, peca de 22
varas, por 10*, chales de laa por 3*, 45, o* e 8,
camisas inglez;,s para heracm a 38*, 50* e 60*.
Ao ii. 29.
Nova loja dos haralciros na ra do Queimado.
Bicos pretos, franjas de todasas qualidades,
trancas de seda, de algodao e de laa, manguitos e
camisinhas bordadas, collarinhos e punbos, folhos
bordados, botSes de velludo, de seda e de fustao,
bandos de cabello, meias de seda, loquea ; cujos
Higos se vendem pormetade do seu valor por ser
para acabar.
Grande sortimento de fizen- 45
das pretas para a quaresma
na loja e armazeinda Arara
ra da Imperatriz n. 5(3.
DB
Loui'cni'o Perora Vendes O u utais.
Fazctidas arelas liaratissiinas.
Vndese alpaca preta fina a 500, 600, 800 c 15
o covado, sarja de laa para calca e paletots a (lio
e 8d(i rs. o covado, bombaziua pela lina para
paletots a 1*400, laazinhas pretas propras para
lulo | ara vestidos e roupa de meninos por ser mui-
to lint a 720 o covado, merino fino entestado a L pr? ;
Ra Dircita
Oiauu! oi'um!!!
CALCADO
45
fiom o novo, a primeir necessidade para a sau-
di b itrmoseamento do individuo!
lien Dos!... que pos do panto se kbrigarn i or
essas na-: que figura horrenda o nauseante e a
do um palctot bem talhado sobranceiro a un
suata rodo em duas solas! um balio bem lor-
neado e bambaleante dcsculuindo urna pona de
bolina safara e carcomida I I
Santa Barbara Corra roa Dircita, bellas e
rapaiesl sacudara napraiaesseapaldiioa gitedrs,
2.">0O e 3*, dito de cordao para paletots e calcas
a 20 o covado: na ra da Imperatril loja da
Arara.
(inis(lcna|ilc prclii !d Arara a 1#HI0 o r.nado.
Ve de-segrosdenapleprctu para vestid,..-1 I 1400,
1*600 o covado, dito muito bom a 1*800, 2,
2*500 e 3* o covado, sarja preta licspanhola o
melhor que tem viudo: na rita da Imperatriz loja
e arnazem da Arara n. -'o" de Mondes (uimaracs.
Arara vende panno lino a LJGOO o covado,
Vende-se panno fino para calca e pal tota 1*600,
25, 25500 e .'t* o covado, cortes de casemira pre-
ta para calca a 35, 3*500 e 'i-3, dito muito supe-
rior a C* e 8* o corle : na loja da Arara ra da
Imperatril a 56.
(hilas da Arara a 210 rs. o covado.
Vende-se chitas de cores li\as para vestido a
240 o 280 rs. 0 covado, ditas francesas linas a
320, .'60 c 400 rs. o covado, popelina de quadr-
nhos ;>ara vestidos a 280 rs. o covado, gprgurio de
linho |iara vestidos a 280 rs. o covado : na loja da
Arara ra da Imperatriz n. 56.
Arara vende liaiuhaa a20e 2S0 rs. o envido,
Vende-se laziabas para vestidos a 210, 280 e
320 rs. o covado, ditas tinas transparentes a 400 e
500 rs.. ditas ditas a Mara fia com palmas de se-
da a "00 rs., fil de linho de cores para vestidos a
160 rs, o covado : na loja da Arara ra da Im-
peratriz n 56 de Mendos Guimarat
Borzesuins de Nautas 8*000.
Kilos francozes de bezerro J.
Ditos francezes para liomcm 5*.
Hilos para senhora, de lustre, onfeitados, 55500.
Ditos para sonhora. gaspia alta, 4*800.
Botinas de menina 25500.
Ditas de core* para menina 2*000.
SapatSesde Nantes do duas solas 5*.
Ditos de sola u vira 4*300.
Sapatos de lustre para senhora 1*.
Ditos de taple para homcm a senhora 800 rs.
Ditos da liga constitucional 500 rs.
E um sorlimenlo completo em sola, vaquetas,
UUA IDA CA15EIA 1IO KEIFE ]*;. 33.
NOVO E
GE/.1TDS AEUAZ^U DE MOLHADOS
1WJA JIIA CL1UEIA 1IO UEUFE l. 33,
Francisco Fernandes Duart; acaba de abrir na na da Cadeia do becifen. 53, um grande e sortido armazem de molhado* de-
nominado luiao Mercantil. Ntttti grande armazem encontrar sempre o respeilavel publico um completo sorlimenlo d, s melliores
Seeros que vem ao mercado, tanto estrangeuos, como Dacionaes, os quaes sero vendidos; em porcoes ou a relallio por precos asss
couros, btzorro franca como nenhum, courode Manteiga franceza a niais superior
de s.Cansifnand'' ***** perteBM arte do i MO rs. a libra, e 520 rs. i
por precos asss
Manleiga ingleza especialmente escolhida Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e Sardinlias deNanlesa3i0rs. oauartoe oCO
de pnmeira qnalidadca 800 rs a libia, 1(00 a caada. rs mcia |ata H mwvwm
Latas com peixe em posta
em barril se faz abatimenlo.
mtifoi
llua do (tucfiiiado uuiucros
49 e 55,
est disposto a continuar a vender pelos precos
abaixo declarados, pois para principar o novo
Chitas de robera da Arara a 320 rs. o covado. Caixas de obreiasdecolamuilo finas a 40 rs.
! Azeite doce refinado em garrafas brancas
do mer-1 800 rs.
m barril Azeite doce de Lisboa a 640 rs. a garrafa e
ou meio. i 4,>8O0 a caada.
Prezuntosinglezes para fiambre, de superior Genebra de llollanda a 500 rs. o frasco e
qualidade, chegados nesle ultimo vapor, a 5580O a fiasqueira.
XAROPE
deLABELONYE
Pharniaceiilico da piiiucira classe
B-:iu l'nris.
Este medicamento empregado ha mais de
20 annos, com successos constantes, pelos
raelhores mdicos em loaos os patees, con-
tra as molestias do corariio, as hjfdropitu
e as affixres do pcilo, acaba de recuber
uiii.iiovo suffragio por tifio ter por ora ap-
parecido outro igual para curar infaillvel-
menle todas as doencas do coraco orgni-
cas ou inorgnicas, pal| ilacoes, bydropisias
geraes nu parciaes. hydiolliorax, asilimas
chronicas, broncliiies nervosas, e Buzos
ciironicos, aplionia (eilinccio da voz), etc.
As gazetas medicas fallam calorosamente
sobre os effeiios preciosos do AVirope di
Labelomie, quetem hoje adquirido um dos
ptiraeiDs Lugares no quadro dos medica-
mentos os mais afamados e di llicrapeulica
universal, como o declaran) os celebres mc-
.dicos|francezes : Andral pai e fillio, Houil-
aud.iCottereau, Desruelles, Fouquier, Le-
maire, Marjotin, Pasquier, Rostan, Hous-
seau, Dclaberge, Parmantier, Puche, Ther-
rim, Vidat (de Poiliers), etc., e outros fa-
cultaticos dos mais celebres.
Vende-se em garrafhhas do vidro w>rde,
trazendo um rotulo, fundo cor de violeta
clara, jaspeado, no qual sobresane o nonte
Libehnne, o gargalb da garrafa traz urna
tira azul jaspeada, com a liiiua de Labe-
tonge, e l rolha coberla com urna capsula
de metal branco com a inscripcTio St'rop
./c Digilitale de Labelonye, pharmacicn,
Pars,
Uepo.-ilo geral: em I'aris, ra Bourbon-
Villenenve, 19.
Em Pernambuco.na casa de Caors A- Bar-
brous a ra da Cruz n. 22-
Vei de-se lindos roslos de chitas para cobertas
de cotes Bxas a 330, 360 e HW rs. o e ivado, cha-
les de merino estampados a 25500. diio de laa e
seda a 25 : na roa da Imperatriz na I jja c arma-
zem da Arara n. 5(i de Mendos Guiarles.
Retalas da Arara a 500 rs.
Ve i dc-se sedhihas de listrinbas para vestidos a
500 rs. .i covad >. ditas tinas de quadriiibos a 800
rs., lias especiaes com 4 palmos de largura rom
palmas do seda para vestidos a 800 rs o covado,
lenco- brancos a 200 cada um : na loja da Arara
ra da Imperatriz n. 50.
Arara vende os uiantclelcs e capas prclas.
Vende-se manteletes pretos ricamente enhila-
dos d
Varas do franja de lita de lodas as cores a 40 rs.
Ditas do nanea de laa de todas as cores a 20 rs.
Ditas de traneelim branco muito superior a 20 rs.
Trancas de alpodao brancas e de cores a 80 rs.
Duzias de metas para senhora muito superiores a
5*800.
Grozas de penna de acc muilo finas a 500 rs.
Caivetes de duas e tres folhas a 500rs.
Ditos de urna folha a 80 rs.
Caixas para rap, muito bonitas de calungas, a
100 rs.
Capachos redondos e compridosa 500 rs.
Caixas com muito superiores obreias a 40 rs.
Varas de franjas brancas c de cores, largas, a
dos d grosdoijaple, sootembaraue pretos degros-1 n 16 *-.
deoaple ricamente enfeitados por proo baratissi-' ares d.c bVtoe,? ParaP"nho muito bonitos a 120 rs.
na ra da Imperatriz n. 56 loja da Arara. ; "^CmS Alexandre com 200 jardas a
\-,n io o ,f ?Fa trl\a d? A?'a' i ^tvx Cartees de linha Pedro V com 200 jardas a 60 rs.
. Vnde-sc paletots pretos de alpaca a J5, MMO,: Dtoa de linha de 50 jardas a M rs.
lllu
dos le panno fino a 55 eW, ditos a 8J, 103 e Dniia de nu.ias brans para homem lm
12o, ditos de brim a 23.AK) e 5-5,dilos de mcia ca- raxas eo.
jardas
icas par;
Caixas com soldados de chumbo a 120 rsT
Sfft 9SSL9SS'!l d[S de 2*m e' Ti"'ci"-os do vidro com soperior tinta a ICO rs.
res a 6* calca, Mas dmela casemira a 25, di- Dj(osde barro m rs
ta> debrim o canga a 23, ditas de casemira a
'l 55 e (5, ditas pretas a 45, 55 o 63, se-'
roulas franeezas a 13600, ditas de linho a 13800 o ilas d'itas K l K^
2>oK. camisas francezas a 2| e 20000, duas de covas nara limuar denles tu
roMlaoe de linho a 25000 e:5,roupa fei.a s se nit^s pa/ md's'a 800 rs
anvelopes muito superiores a
Sis s a S?"
W9 -*.-? 6 i* O- ,
- 3 o q 3 S
w o 5-
Grozas de botocs ae louca pratiados a 160 rs.
Tesouras muilo finas para costura a 320 rs.
s a 400 rs.
muito linas a 200 rs
vende baratn. loja da Arara'rua "da Imperatriz SfiHaeai coros para bordar a 75 a libra.
. Caixas em phosphorosde segurancaa 160 rs.
Corles de rassa a 2). Caderaos de papel branco e azul a20 rs.
Vei de-se cortes de cassa franeexes a 2-3. risca- Paeole de papel amizade a 600 rs.
dos francezes nm corle com 14 covados a 33, oo-jCaixas com 100 anvelopes mui
bertor a de ato dio i 15 e l-juo : na ra da Im-1 800 rs.
peratrii a 56 loja da Arara. ; Cadornos de pape de cores, grande e pequeo, a
Arara >emlf iiiada|i(ilSo enfeslado a \-\ i 40 rs.
Vende nm novo madapolao francez entestado Silabarios portuguezes com calungas de todas as
nmitu hom para camisas a 5 c 43500, algodao I qualidadcsa320 rs.
tambem se ronde barato, bramante de linho, brim '< Graxa em latas muito nova a 100 rs.
de lini o trancado para calcas a 1-j e 13280 a va- \ Cartas e taboadas para meninos a 60 rs.
ra, bretanba de linho, brim liso para lenoes a Caixas com superiores iscas para charuto a 40 rs.
lio. .'um, 640 o 790 re. a vara, Oestas i ochinchas Carreteis de linha de cores com 200 jardas a 60 rs.
.- na Arara ra da Imperatriz n. 56 loja de Mon- Daralhos muito finos para vollarete a 280 rs.
des Gi imaraet. Uodinhas com alfineles francezes a 20 rs.
Arara vende as cassas a 200 rs. Cartas de alfineles francezes finos a 40 re.
Vende-se eassas para vestidos a 200 e 240 rs. o Caivetes de cabo de madreperola de duas folhas
eovado,orgaiidys finos para vestidos a 2S0 o 320 a '() rs.
rs. o covado, c K-rtas de chita para cama a 2-5 : ',,lvas l'!'ai!!'a1s *J a|Souao finas a 8 ";
na i na da Imperatriz n. 56. Miadas de linha froxa para bordar a 00 rs.
Arara vende os balites criiiolinc de ari(s a 3>.
Um coafeito e especifico para
expeliir os Vermes.
DE
Vermifsps
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No armazem da Aurora lirilhaote ha farinha em
saceos grandes, igual a de Muriheca, a 65500 e 75
O'sacco de dous alqueires.
Matees
a 33500 a oaixa, em porcao se far ahadmento,
cada caixa com 1'30 BMcaas porfeitas : na roa No-
VI n. 8.
Cigarro
turcos-a '3 a caixa, cigarros que em oulra goal-
quer casa se vende per 35 : na ra Nova n. 8.
Sopa
Verdadeira sopa julienne : na ra Nova n. 8.
Vende-se baldes crinolina de arcos americanos
de todas os taannos de 15. 20, 25, 30 d 40 arcos
a 35, 13500, kf o 13500, ditos de rausselina a
45, di os novidade a 3500: na ra da lm| era-
iriz loja da Arara n. 56.
IojTdo beija flor.
Km doQueim'iu numero G3.
Cravatinlias para senhora. >
Venlem-sa nravatinhasde diversos gostos mais'
moder ios a 720 e 800 rs. : a ra do Queimado,
loja do Loijallor n. 63.
rilas para ilclirum de vestidos.
Vendem-se Otas para debrum de vestido de linho
com 12 varas a 400 rs. a poca : na ra do Quei-
mado, loja do beija-lor n. 63.
Peales Iravessos.
Veudem-se pentes travessos de caracol na.
fronte do borracha a 500 rs.: na ra do yueima-
do, loja do beija-llor n. 63. ;
l'ajiel boira domada.
Yende-se-papei beira dourada a 15200 c 15300,
dito di cor de boira dourada a 13100 : na ra do
Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Aavetanee.
Vendem-se anvelopes de diversas qualidades
branco a 800 re. e de cor a 640 rs., para cartas de
visita a 400 1.-., prelo a 720 rs. : na loja do beija-
llor n ra do Queimado n. 63.
Vollas de aljfar.
Tendo receido voltas de aljfar com cruzes de
podra mitando a brillante vende-se a 15 cada
urna : na ra do Queimado loja do beija-flor n. 63.
Camisas de meias.
Vendem-se camisas do. meias muito finas a
15200 e 15300 : na ra do Queimado, loja do bei-
ja-llor n. 63.
Eufcites de lila.
Ton lo recebido enfeiles de fila pretas e de co-
res mais modernas que se esli usando a 15 cada
um : na ra do Queimado, loja do beija-Ibr n. 63.
lila de laa piola para debrum.
Venle-se fita de laa preta para debrum rom 10
varas a 900 rs. apoca : na loja do beija-llor ra
do Qu -imado n 63.
Filas de linho para bordar vestido
Vendem-se lilas de linho para bordar vestido
ou roupinho de meninas com 40 varas a 640 el
800 rs. a peca SO (juein tem loja do beija-flor
ra du Queimado numero 63.
Itoloes de madreperola.
Vendem-se Iwles de madreperola mais moder- ra
nos qi.e tem vindo para piiuhos de senhora a 320 ,ra vio.irn ,1o ronc
rs. o par : s quem vende por este prego na l
ra di Queimado, loja do beija-flor numero 63.
lita de vrlludo para bordar vestido.
Venderte fita de velludo preto com 10 varas a
900 rs. a peca : s quem tem por este prego a
loja do beija-flor da ra do Queimado n. 63.
Fila de velludo bordada.
Vende-se fita de velludo prelo bordada de
versos gestos e mais modernos proprk para qira- ^ dc 31.33^., { f$ ^^ ^
OsmeninoBi porque
>ti 1 de chviro, sabor 1 er agrada-
Vi A. el gauci :. n suguridade de ac-
cao, o ino'on [vo das
Paslilhas Vermfugas de Kemp
a iv\n ha BITA
Composiv.io cxclusivaiucnlc Fegetal,
b3o e las pois s anas mlh ;> a e mais
completas ..- as recominendao5ee
que so po8sa fazer e com justa razfio na
eollocSo ua categora d'iua favorito uni-
versa!.
A Buperioridade das
Pastilhas de Kemp
Gubre todas as preparacfcs destinadas
]>ara o mcsiuo fin duvido Bita sim-
ples COmponieSo o seu aroma agrada-
vel e rapidez o iiil'alliljilidade com
que alcanca a destruie&o toral das
LOMBRIGAS.
venda as boticas de Caors & Barboza,
da Cruz, e Joo da C. Bravo 4 C, na
yenda de unta kyputhtca.
Os liquidalai'ios da massa fallida de
Jos Antonio Basto veaen a hypolhe
;ca (iic tem nos engenhos Matto Grusso
di- o t'.ajabuss no termo de Scrinliaem no
resma : s quem tem a loja do beija-llor ra
Queimado n. 63.
Franja pela.
Vende-se franja preta de diversas larguras para
enfeitr capas ou manteletes os mais lia los pos-
Ios qu se pode encontrar : na oja do beija-flor
ra do Queimado n. 63.
Facas e yaiTus.
Ven lem-se facas c frarfos de balanco de 1 bo-
lao a :5?m a duzia, ditas de 2 botocs a 6-300 :
na ra do Queimado, loja do beija-flor n. 03.
Ilomins.
Ven lem-se dminos muilo finos a
casas a ra do Trapiche n. 34.
AGENCIA
DA
PUNDICO DE L0W-M00R.
llua da Senzalla nova n. i2.
Ncste estahelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
| moendas para engenha, machinas de vapor
dminos muilo finos a 13200 c e taclias de ferro balido e coado, de todos os
WO0 : na loja d? beija-flor da ra do Queimado tamanhos para ditos.
*-*v VJ ,**
Vende-se urna escrava com idado de 30 annos,
pouco mais ou menos, que cozinha, lava e engom-
Visporas.
Vendem-se visporas muito linas a 800 rs.
ra di Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Arados americanos e machinas para
na lavar roupa: em casa de S. P. Johnston de C.
roa da Senzalla Nova n. 42.
70 rs. a libra.
Queijos llamengos chegados nest! ullimo
vapor a 28UQ.
Queijopralo muilo fresco e novo i 640 rs.
a libra.
Castanhas muito novas a 1 rs. a libra e
e3s5O00a arroba.
Cha uxin o melhor que ha nesle genero,
mandado vir de conta propria 3 2800
rs.' a libra.
Chhyson muilo superior a 2ooG0 rs. a li-
bra ; cha hyson proprio para negocio a
IcjOO rs. a libra.
Cha prelo muito superior a 26 a libra.
Biscoutoa inglezes em latas com dilTerenles
qualidades, como sejam craknel, victoria,
piquelez, soda, captain, seed, bornez e
outras muilas marcas a I:."jo.
Bolachinha de soda em latas gram es a 2.
Figos em caixinhas hermeticamen;e lacra-
das, muito proprias para mimo ;t 1^500.
Caixinhas de 4 e 8 libras dc figos ce coma-
dre a IrSc 2> cada urna.
Fassas muilo novas, chegadas nest ullimo
vapor a 500 rs. a libra e 30 um quarto ;
e em caixa se faz abatimenlo.
Ameixas francezas em latas de meii a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior que
tem vindo ao nosso mercado a 18 Jo gigo,
garanle-se a superior qualidade.
Vinho Bordeaux das melliores qialidades
que se pode desejar de 75500 a ;<#000 a
caixa e 720 a 800 rs. a garrafa.
Caixas com vinho do Porlo superioi de 95
a 10$a duzia, e 900 a 15a garrafa; deste
genero ha grande porcao e de dilferentes
marcas acreditadas que j se vtnderam
por I4J& e 155 a caixa, como sejam: Duque
do Porlo, Lagrimas do Douro, 1). Luiz,
Cames, ladeira secco, CarcaveUos, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
Vinho de pipa: Porto, Figaeira e Lisboa, a
400,480 e 560 rs. a garrafa, e 3, 35200
e 35500 a caada.
Vinho branco de superior qualidad i, vindo
j engarrafado a G40 rs. a garrafa e a 500
rs. de barril.
Caixinhas com ameixas francezas, ornadas
com ricas eslampas na caixa exterior,
muilopropriaspaiamimo.a 1520", 15500
e25.
Frasco de vidro com lampa do mesmo, con-
tendo meia libra de ameixas francezas, a
15200.
Marmelada imperial, dos raelhores conser-
ve iros de Lisboa, em latas de I
2 libras a GOO rs a libra.
Frucias em calila das melhores qualidades
que ha em Portugal em latas hermtica-
mente lacradas a 800 rs.
Peras seccas muito novas a 640 rs. a libra.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Amendoasde casca molle a 400 rs. a libra.
Avelas muilo novas a 200 rs a libra.
Amendoas confeiladas de diversas cores a
savel, corvina,
vezugo, cherne, linguado, lacoslinha, a
15300 rs.
Salmao em latas, preparado pela nova arte
dc cozinha, a 800 rs.
Maga de tmales em latas de 1 libra a 600
ris.
Chouiirase paios em latas de 8 e meia libra
por 75.
Toucinho de Li&boa a 320 rs. a libra e
85600 a arroba.
Bolaxinba ingleza a 320 rs a libra e 45 a
barrica.
Sag muilo novo a 240 rs. a libra,
"meia a I Cevadnha de Franca a 200 rs. a libra.
Farinha do Afaranhao a 120 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 320 rs. a libra.
Cevada a 120 rs. a libra e ?4 a arroba,
Alpislaa 160 rs. a libra c 458t0a arroba
llalatas muito novas em gigos com 40 libras
por 15500.
Cebollas a 15 o molho com mais de 100 ca-
da um.
Caf lavado ce primeir qualidade a 300 rs.
a libra e 95a arroba.
800 rs. a libra.
Ma?aas c peras chegadas neste ultimo vapor, Caf do (:ear m,lito superior a 280 rs. a ii
muito perfeitas, s vista se faz o proco, i &ra e 85400 a arroba.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750 Caf(I Rio proprio para nege co,-a85.
rs. cada um. 'Arroz do Maranhoa 100rs. a librae25600
Ervilhas francezas e portuguezas em lates de'. a arrol)a; .,
1 libra a-640 rs. iArroz de Java a 8^ rs- a ,ll}ra e 250 *
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a ^ro,),'r .
lDra# i Veilas de spcrmaceti a 560 rs. a libra e
Chocolate francez, o que ha de melhor Deste1,. ?.40 ,rs-se foi\efn L*aixa;
genero a 15,<}00 a libra I *el as de ^ai-nauLa refinada a 320 rs. o mas-
Chocolale'hespahol a 15200 a libra. n w e a 9* } "?*
n i i i f i .. i t/ocede goiaba a OO rs. o cnixao.
Genebra de laranja em frascoagrindesa 19. Macarr5ob (;l!liarm e alclria a m rs a ,.
Cerveja branca e preta das melliores marcas i Kra ,., "
___ L_ _. i -f.rt f tila t-III C ilAfl O'
qi e ha no mercado a 500 rs. a garrafa e -. ..
5*800 a duzia. Eslrelhnlia.pevide e arroz dem.
Cognac inglez d superior qualidade a 800 Lof.l,i001rs-Ia l*rae34caU
e 15200 a garrafa. Palllos ,le de',,e l,,x,d1os *'*
.. .... o masso, ditos lixadossem fl-n
L.cores francezes das seguimos qual.dades : 0 masso cc m 20 massin08.
para snpa
6 libras.
a 200 rs.
a 100 rs;
Anizelede Bordeaux, Plaisir des Dames Gommade c-.geminar muito fina a 80rs. a.
e do outras minias marcas a 15 a garrafa; |jt>ra
e I0 a caixa Banha de porco refinada a 480 rs. a libra e
Marrasqu.no de Zara a 800 rs. a garrafa e 400IS. m barr, peqHeno.
J" a mm- Charutos dos melhores fabricantes de S. Fe-
Mostarda ingleza em potes j preparada a' lix, om caixas inteiras ou em meias, de
400 rs. | | (oo, 2f5e35.
Mostarda ingleza em p, em frascos grandes, (Presuntos do reino, viudos de conta propria
a 15 cada um. do caa particulada 400 rs. a libra; intei-
Sal refinado a 500 rs. o pote. rose faz abatimenlo.
kN V
Ossenhores que comprarem de 1005000 para cima, lero o descont de 5 por cento, pelo prorapto pagamento.
CL
COAIMERC

n
VMJA 1141 9rEI]fI,lllO *. 45,
Passando o beeco da Congregacao segunda casa.
[tjg
asiiaiii
n orn abe.
Pereira Bocha & C. acabara dc abrir na ra do Queimado n. 45 um armazem de moldados denominado 'Clarim Commercial,
onde o respeilavel publico cncontra sempre um completo sortimento dos melliores gneros que vem ao nosso mercado, oeqoaes
serao vendidos por precos muito re;umidos como o respeitavel pablico ver pela tabella abaixo mencionada ; garante-se o bom peso
e boa qualidade dos gneros compra Jos ncste armazem.
Arroz do Maranho, da India e Jav,- a 80 e
100 rs. a libra e 25400 a 25800 rs. a ar-
roba.
Ameixas francezas em latas e em frascos a
15200 e 15600.
Amendoas com casca muilo novas a 280 rs.
a libra.
Alpista a 160 rs. a libra e a 45600 :s. a ar-
roba.
Azeite doce francez muito fino em garrafas
grandes a 960 rs. a garrafa.
Chourifase paios muito novos a 800 rs. a Palitos de (lentes a 120 rs.
libra. dem de flor a 200 rs.
Cevadinha de Franca muito superior a 220 Palitos do gaz a 25200 rs. a grosa.
rs. a libra. Passas muilo novas a 480 rs. a libra.
Cevada a 80 rs. a libra. Peras seccas muito novas a GOO rs. a libra.
Ervilhas portuguezas a 050 rs. a lata. l'ainco a 200 rs. a libra,
dem seccas. muito novas a 200 rs. a libra. Queijosflamcogos do ultimo vapor a 26400
Figos de comadre e do Douro em eaixmhas] ris.
de oito libras e canastrinhas de I arroba a dem pratoa 640 rs. a libra.
15800, 56500 e 280 rs. a libra. ; Sardinhas de Nantes a 32'> rs.
Farinha do Maranho a 120 rs. a libra. Sag muilo alvo c novo a 260 rs. a libra.
! Farinha de trigo a 120 rs. a libra. i Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
dem de Lisboa a 640 rs. a garrafa. Genebra de llollanda verdadeira marca VD'fijlos de lirnpar facas a 140 rs.
Aramia verdadeira de malarana a 320 rs. a a 560 rs. o frasco e 65200 rs. a frasquei- Veilas de carnauba pura a 360 rs. a i-
1I,G1IINIIA
Mil
la Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
a: quem precisar, drija-se ra da Caeiado Custodio, C ai-valliu A Cumpa- ferro coado libra a 110 rs., idemde Low
11 hia. Moor libra a 120 rs.
27Ruado Queimado 27
Sal do Ass
Para vir, bordo do bri^uc escuna Jovem Ar-
vende-se na ra do Imperador n. 07, a liito-
Novn Bufabas eseossexaa muito lindas, fazenda ria universal,em Dortoroes, por Cesar Cantu, edi-
ti.ur, e para tratar, rom Antonio Luiz de Oliveira jencorpada, proprias para vestidos desenhorne alo enriquecida de 90 estampa, em perfeito es-
Atevedo fi C., uo seu escriptorio r ja da Cruz n. 11 crianc nas, pelo barato prego de iO rs. o covado. lado e boa eucadernajao, por \o$.
libra.
Avelas muito grandes c novas a 1 SO rs. a
libra.
Raalas muito novas a 40 rs.
Biscoutos inglezes de diversas marcas a
15300 ris.
Bolachinhasde soda, latas grandes, i 25 rs.
a lata.
Ditas inglezas muito novas a 35000 a barri-
quinha e a 200 rs. a libra,
liaima de porco refinada a 440 rs. i libra e
e era barril a 4i0 rs.
Cha bvsson. huebin e perola a 16(100, 25,
-.'6500, 26.S00 o 3:>()0 dem preto muito superior a 26000 rs. a li-
bra.
Cerveja prela o branca, das melhores marcas
que vera ao mercado, a 500 rs. i garrafa
e 51800 a duzia.
Cognac inglez lino a 900 rs. aganafa.
Conservas a 720 rs. o frasco.
dem, s de pepiuo, a 720 rs.
dem, s de azeitonas, a 780 rs.
Charutos dos nieiores fabricantes da Baha
e especialmente da fabrica imperial de
Candido Ferreita Jorge da Costa, ;i 15800,1
25000, 26200, 25500, 25800, 35000 e
35500 a caixa.
ra. bra.
dem emgarrafcs de 3 c 5 galesa 55500 dem sicario is muilo superiores a 600 r?. a
e 75500 cada um com o garrafao. libra.
Coraraado Ancaly a 80 rs. a libra. Vinho do Porto engarrafado o melhor que
Graixa a 100 rs. a lata e I510 rs. a duzia.
Licores minio tinosa 700 rs. a garrafa,
dem, qualidade especial e garrafas muito
grandes, a 16800 rs. a garrafa,
dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, garrafa forma de pera e rolha de vi
dio. a 15000 rs., s a garrafa vale 0 di- Idem em pipj> porlo> Lsb6a e Figucra a
480, 500 e 560 rs. a garrafa c 35, 35500
ha ncste genero c de varias marcas, como
sejam: Vtlho de 181L Duque uo Porto,
Madeira, D.Pedro, D. Luiz l. VariaPia,
Bocage, Clian isso e outros a 800, 900 c
I 61 <0 a gr.rrafa, e em caixa com urna du-
zia a 95000 e 105000.
nlieiro.
Manleiga ingleza perfectamente flor, desem-
barrada de pouco a 800 rs. a libra, e de 8
libras para cima se far una dill'ereina.
dem francesa muito nova a 560 rs. a libra,
e em barril lera abatimento*.
Massa de tmales era barril a 480 rs. a li-
bra.
dem em lata a 640 rs.
.Marmelada imperial dos melhores consenti-
ros de Lisboa a 600 rs. a lata,
Marrasquinho de Zara, frascos grandes, a
800 rs.
dem regular a 500 rs.
Massas para sopa : macarrio, talharim e ale-
tria a 480 rs.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Caf do Rio muito superior a 260, 280 c Peixe em latas preparado pela primeir arte
300 rs. a libra e 75500, 85 c 85100 rs. a I de cozinha a 15 rs. a lata,
arroba. Palitos de dentes a 160 rs. o masso.
e 45 a caada.
dem branco de Lisboa muito fino a 500 rs.
a garrafa.
dem dc Bordeaux, Medoc c S. Julien a 700
c 800 rs. a garrafa, e 75000 e 76500 rs.
a duzia.
IdemMorgauxeChateaulumiuide 1854, a 15
a garrafa,
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs, a garrafa c
15200 rs. a caada.
Kirsk garrafas muito grandes a 15800 rs.
Alera dos -'eneros cima mencionad'
mos grande porcao de outros que deixarxos
dc mencionar, e quetudo ser vendido por
s e carnadas, tanto em porcoes como
retalho.
Quera con |rar do 1006000 para cima te-
r o abate de 5 por cento.


ATTENCAO
9 I.AIW.C 1IO CA1U9IO 9
GRANDE SORTIMENTO
DE
Dlstio de Pcrnanilmco Terca felra 81 de Feverelro de 1*16-1.
saqi
1

i p 1
. : la
S
PARA fi FESTA.
DUARTE & C.
Participara aos seus numerosos freguezes e ao publico em geral que acabam de
recetor de sua propria encommenda, o mais lindo e completo sortimento de molhados,
os quaes venden por grosso e a retalho por menos 40 por cento do que outro qualquer
anunciante, como verlo pela seguinte tabella que abaixo notamos, garantindo os mes-
iaos proprietarios nao s o peso como a qualidade de seus gneros.
AVINO.
Todos os senhores que comprarem para negocio ou casa particular de 100(5 para
cima'terao mais 5 a 10 por cento di abatimento, os proprietarios scientificam mais que
lodos os seus gneros s3o recebidos de sua propria encommenda, razo esta para pode
vender por muito menos do que outro qu? lquer estabelecimento.
! Ydlas de carnauba e composifo de 32o a
cumio wuwca hoitvis
NO
ARMAZEM
AOS
JkW
SSISTA
O ii\IC;0 HA l'JKXBIA O
Francisco Fernandez Duarle dono deste muito acre litado armazem
de molhados, acaba de receber neste ultimo vapor os mu desejados gneros escolhidos
por elle na Europa, todos muito proprios para a festa os quaes est resolv lo a vender por
preces baratissimos como verao pela seguinte tabella, e mesmo pede a te Jos os Srs. da
praca, de engenlie e lavradores para que mandem suas retooOes para seren despachadas
no armazem do Progresso do largo da Penba n. 10, alim de verem a grande vantagem!
que tiram, tanto na superioridade dos gneros como nos preces asss resumidos, j
os Srs. que nao poderem vir podero mandar seus portadores ainda que r fio tenham pra- i
tica, que sero to bem servidos como se viessem pessoalmente.
O interesse que tira o propietario deste acreditado armazem, ja dcve ser bem co-
nhecido pelos seus numerozos fregueses, pois simplesmente consiste em servir bem ega-
nhar pouco, afim de conseguir a continuacjo daquellas pessoas, que a prinicira vez se dig-
narem honrar o seu estabelecimento.
Queijos flamengos chegados neste ultimo
vapor a 2,ooo rs.
lldem do vapor passado a l,8oo rs.
dem prato muito novos e de superior qua-
lidade a 4oo rs. inteiro, e a 5oo rs. a
libra.
Doce de goiaba fino em caixoes con 2 '/j
libras por 6oo rs.
dem mais haixo a 54o rs.
Manteiga ingleza flor a mais superior do
mercado a 72o rs. a libra.
Manteiga ingleza flor a 8oo rs. a fibra.
Castanhas muito novas a 2,ooo rs. a caixa, e
alio rs. T libra.
Bolinho frincz e em caixinhas do 7oo a
1.5)0 rs. cada urna,
dem lrance/.a a mais nova do mercado a 56o
rs. a libra, e 54o rs. em barril.
II30 de porco refinada muito alva 46o rs.
a libra.
Pre'.u "ito para fianbre a 8oo rs. a libra.
Cha uxim miudinho viudo de conta propria,
o niclhor do mercado a 2,8oo rs. a libra,
dem riyson de superior qualidade a 2,0oo rs.
a 1 bra.
dem perola o melhor que sepodedesejar a
2,7oo rs. a libra,
dem preto muito lino a 2,5oo rs. a libra,
dem mais baixo pouco a 2.ooo rs. a libra.
Mein mais baUo a l,8oo rs. a libra.
Vlnho do Alto Dmiro vyjdodo Porto engai-
rafido garante-so a superioridade deste vi-
36o rs. a libra e de lo.ooo a H.oeo rs. a
arroba.
Genebra de Hollanda em botijas de conta a
440 rs. a botija, e em duzia ou em barrica
ter abatimento.
Massas para sopa macario, talharim e aletria
a 48o rs. a libra e em caixa ter abati-
mento.
dem estrellinha, rodinha epevjdeem caixi-
nhas de 8 libras, muito bem nfeitadas de
2,5ooa 3,5oo rs. a caixinha e a 6oo rs. a
libra.
Doce de goiaba em caixas de diversos tama-
nhos de 6oo a l.ooo rs. o caixo
Sabao massa de 2oo a 24o rs. o melhor, era
caixa ter abatimento.
dem hespanhol a 28o rs. a libra.
Peixe em latas muito novo ; savcl, pescada,
corvina, salmao e mitras muitas qualidades
preparada de escabeche 2 a arte de cosi-
nha de l,2oo a l,8oo rs. a lata,
nho, das seg.iintes marcas : Duque, Ge- Figos em caix:ts de { arroba y, e g ibras
nu 10, ve lio secco, especial lagrimas de- a 8ooo i>000 e 2ooo rs a caxnha.
! Mt,jtaho especial D Pedro V., Barris de vnho branc0 de quint0> marca B
vino velno, Nctar superior de 18.13, Du- & Fho a t0>000 rs 0 ba|T1.
q i; do Porto de 18,14, vinho do Pcrlo ve- Marmelada imperial dos m-lhores conservei-
l,v superior, mideira secca de superior ros de Liboa a Gio rs a, ltinhade 1 libra,
q'i rtidade, vinho do Porto superior D. Lu- ba |atas de j j e 2 fibras
iz 1 de 1847, lagrimas do Douro espe-- Massa lle omate cmla"tas doura(las de t iibra
ctal, vinho do Porto de l.oooa l,2oo rs. a Qri0 K a |ata
a e-arrafa eil; lo.ooo a 14,ooo rs. acaixi Ameixas francesas em caixinhas elegante-
coinumnlii/a m0|l(e eilfelada5 de Ii5oo a 3i000 rSi a
Boladnnha de soda especial encommenda e i raixin|ia, tamt)em ba lalas de 4 il a 6 b.
m is nova que ha no mercado a 2,2oo rs. a bras (le 2o0 a 43oo rs a |ata
lal?, ,. dem era frascos com lampa de rosca al,600
(coitos inglezes das memores minas em rs 0 frasco
latinhas de 2 libras a 1 3oo rs. a lata Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
ide r injiliv.'scraknelem latas de 5 e 7 libras suisso a 1 2oo rs a libra
5.000 a 6.000 rs. a lata, e em libra j Conservas inglezas 'das seguintes marcase
' n: ... Mixde-Piclcs c cebollas simples a 75o rs
Jiieijos do reino chegados pelo ultimo vapor 0 frasco_
a i.800 rs. cada un. Ancorlas de vinho colares a 5o,ooo rs., e
Mera prato a 7oo rs. a libra. a 70 r. a arra ,
Mnh 1 m pipa das. mtiis acreditadas marca i Sardinhas d NanteS a 3o rs. a Iatinha.
sejamBcV F., PRR, JAA, Mitras Charutos das mais acreditadas marcas de
ni lias marcas, Porto, Lisboa e Figueira; 2.000 a 4,000 rs. a caixa.
1 18 1.5oo, 56o, 64o e 800, rs., e o d) Champagnhe a melhor do mercado de 12.ooo
l'.M-to fino em garrafa, e em casda a a24,onors. ogigo,ede l,2ooa2,ooors. a
3,000, 3,500, 4,oeo e 6,5oo rs. o m?lhor, g.irrafa.
do Porto. papel greve pautado ou liso a 3,5oo rs. a res-
ideni Bordoaux das mais acreditadas marcas ,, ma', ,.
a Too rs. a carrafa, e a 8,000 rs. a caixa.; Ide.m de P090 I,a,llado ou llZ0 de 3'5o a
ariafoes com 5 garrafas de superior vinho n 'no ?',f re?ma-
dn Porto a 2.2oo rs. com o garrafo. S?"13, muil fina e a,va 8o a m*'
com 5 garrafa de vinho da Figueira mais m a,I)lsta e l)auls0 dc 1Go a 2o rs- a '-
prio para a nossaestaco.por ser mais n f?!"3' ,
fresco a 2, loo rs. com o garrafo. Palltos.do 8az a 2.2o rs. a grosa e 2oo rs. a
duzia.
Araruta verdadeira a 32o rs. a libra.
Farinha do Maranho muito alva e cheirosa
a 12o rs. a libra.
Sag muito novo 24o rs. a libra.
Sevadinha de Franca a 2oo is. a libra
Scvada muito nova a loo rs. a libra.
Cominhos, ervadoce e pia.enta do reino a
36o rs. a libra.
Genebra de Hollanda a 5,5o) rs. a frasquei-
ra com 12 frascos, e antalUo a 5oo rs.
cada um.
dem de segunda qualidade a 64o rs. a libra. dem em botija hamburguesa a 4oo rs.
Manteiga franceza de primeira qualidade a Genebra de laranja a l.ooors. os frascos
56o rs. a libra, e 52o rs. em barris ou grandes.
meios. Vinho de caj o melhor qu! ha no mercado
Cha perola neste genero nao ha nada a de- a l.ooo rs. a garrafa.
sejar, e de especial qualidade, mandado Palitos do gaz a 2,3oo rs. ;, groza e 2o rs.
vir de conta propria a 2,8oo rs. a libra. a caixinha.
dem huxim o melhor do mercado a 2,6oo dem de dentes lixados a I6< rs. o maco com
rs. a libra. 2o macinhos.
dem de segunda qualidade a 2,ooo rs. a Ervilhas seccas chegadas neste ultimo navio
libra. a 16o rs. a libra, e em p(rcao se faz aba-
Idem hysson muito superior a 2,5oo rs. a 1-: timento.
bra. i Banha de porco refinada a 80 rs. a libra e
dem preto homeopathico muito fino a 2,ooo 42o rs. em barril.
rs. a libra. Vinho branco de superior q ahdade proprio
Bolachinha de soda chegada neste ultimo! para missa a 04o rs. a girrafa.
navio a 1,35o rs. a lata, deste genero ha Ameixas francezas em caicinhas elegante-
grande porco e de differentes marcas,' mente nfeitadas com iicas estampas a
que se vendem todas pelo mesmo preco a j l,2oo, l,5oo e 2,ooo rs. cada urna.
vontade dos compradores. dem francezas em frasco d( vidro com tam-
Ien em latas grandes a 2,ooo rs. pa do mesmo contendo 1 '/j libra a l,2oo
dem propria para lanche em latas grandes rs. s o frasco val quase o dinheiro.
a l,9oo rs. dem em latas de 2 libras por l,4oors.
Marmelada imperial dos melhorcs fabrican- a retalho, e a 800 rs. a li ira.
tes de Lisboa a 64o rs. a libra. | Figos de comadre muito novos em bahuzi-
Frutas em calda em latas de 1,00o a 5oo rs., nhosmuito proprio? para mimo al ,28o rs.
neste genero ha diversas qualidades a es- dem em caixas para retilho a 16o rs. a
colher. j libra.
Champanha superior das marcas mais acre- Passas de carnada a 48o ri. a libra e em
ditadas a l,5oo rs. a garrafa e 15,ooo fs. quarto com 8 libras por 2,5oo rs.
o gigo. Bolaxinhas.inglezas de supsrior qualidade a
Serveja das melhorcs marcas que ven ao; 2,000 rs. a barrica, e a i 00 rs. a libra.
mercado a 5oo rs. a garrafa e a 5,ooo rs.. Chocolate francez o melhor que se pode de-
a duzia sejar neste genero a l.ooo rs. a libra,
dem preta superior a 56o rs. a garrafa c a Macas para sopa estrelinha, pevide, arroz de
5,4oo rs. a duzia. maca a 48o rs. a libra, e em caixa a 2,ooo
Vinho Bordeaux de differentes marcas, e as | rs. cada urna, macarrao tallierim, e ale-
RA RAS URUZES W. 30
E
RA DO CRESPO N. 9
No balrro de Santo Antonio.
Joaqulm los Cromes de Souzai ten a honra de participar ao respei-
tavel publico, que tem resolvido vender os seus gneros de primeira qualidade por menos
10 a 20 por cento do que outro qualquer annunciar, como se v do presente annuncio,
asseverando o proprietario destes armazens a aquellas pessoas que frequentarem estes
estabelecimentos, que nunca tero occasio de reclamar qualquer genero, visto ter-se
adoptado n"estas cusas o ptimo svstema de s se r.egociar com gneros especialmente es-
colhidos.
CUV
hysson, uxim e perola a 2 400, 2,600 o
2,800 rs. a libra.
CAFE
muito superior, do Rio e do Cear a 8,000
e 8,400 a araoba e 300 rs. a libra.
VINHO
de Lisboa c da Figueira a 3,500 e 4,000 a
a caada,
do Porto engarrafado de diversas marcas a
1.000 rs. a garrafa.
Bordeaux de diversas qualidades a 7,000,
8,000, 9,000 e 10(5 a duzia.
CHAMPANIIE-
CONSERVAS
inglezas a 8,500 a duzia e 760 rs. o frasco.
SAL REFINADO
em frascos de vidro com tres libras a 600 rs.
PEIXE
em litas ermeticamente lacradas a 1,000
rs. cada urna.
PORVOS
do Porto muito bem conservados a 500 rs.
a libra.
MUSTARDA
preparada muito nova a 400 rs. o frasco.
MARMELADA
dos melhores conservemos a 640 rs. a libra.
ESPERMACETE
a melhor que temos neste mercado a 20,000 muitD superior a 560 rs. a libra, e em caixa
rs. ogigo. t 880 re.
C~ELEJA CHARUTOS
muito supenor a o,000, u,500 e 6,000 rs.a da Babia a 1)600, 2,200, 3,000 e 4,000 rs.
duz,a- a cate.
GENEBRA
de Hollanda em frasqueiras a 5,500 e 500
rs. o Irasco.
BOLACHINHA
de soda em latas grandes a 2.000 rs. cada
urna,
inglezas em barricas a 4,000 e 240 rs. a
libra.
BISCOUTOS
TOUCINHO
muitj novo a 9,000 rs. a arroba e 300 rs. a
libra.
ERVILHAS SECCAS
asmiis novas do mercado a 120 rs. a libra.
PALITOS PARA MESA
muito bem feitos a 160 rs. o maco.
VINAGRE
em latas de todas as qualidades, a 1,300 rs. de Lisboa PRR a 240 rs. a garrafa e 1.600
melhorcs do mercado a 7,ooo, 7,5oo e
8,000 a caixa com urna duzia, e em gar-,
ora 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.
com o garrafo.
1 1 10 bran o o mais* superior que vera ao
M> mercado a 56o rs. a garrafa, e a
\ :, >o rs i caada.
'elas de esparmacate as melhores neste ge-
naro de 56o a 64o rs. o maco, eem <:x-
x ter grande abatimento por ha ver
grande porco
Vasos inglezes de 4 a 16 libras vastos, muito
proprio para deposito de doce manteiga
ou outro qualquer liquido de l,ooo a
3,ooo rs. cada um.
Licores das melhores marcas e mais finos
a 1,00o rs. a garrafa e em caixa ter abati-
mento.
tria a 4oo rs. a libra.
Amendoas de asea mole 4oo rs. a libra.
rafas a 64o, 7oo e 800 rs., garante-se a Avelans muito novas a 2oo rs. a libra.
boa qualidade. Ervilhas francezas muito novas em latas
' dem Figueira de superior qualidade a 48o ; grandes a 64o rs.
rs. a garrafa e 3,5oo rs. a caada. | dem em ditas pequeas a 4r>o rs.
'dem de Lisboa a 2.800 rs. a caada e 4oo Maca de tomate em latas de 1 e 2 libras a
rs. a garrafa. I 64o rs.
dem do Porto de superior qualidade para Salmo em latas dc 1 V* libra a 800 rs.
mesa a 560 rs. a garrafa, e 4,ooo rs. a ca- Lagostinho em latas grandis a l,4oo rs. ca-
ada da urna,
dem fino do Alto Douro da colheita de 1833,' Sardinhas de Nantes a 36o rs. a lata.
como sejaril: D-Luz, Feitoria velno, Nec- Cognhac inglez a 800 rs. a garrafa.
tar, Cnrcavellos e CamSes em caixa de Licor francez das melhores marcas do mer
urna du/ia a 9,ooo rs. cado a 800 rs. a garrafa.
Lacrimas do Douro, especial vinho do Porto Batatas chegadas neste ultii 10 navio em cai-
a l.ooo rs. a garrafa e lo,000 rs. a caixa. f xa com duas arrobas po- l,6oo rs., e 4o
Duque do Porto, Madeira secco, duque ge-1 rs. a libra.
nuino, lagrimas doces a 9oo rs. a garra- Coacervas inglezas a 75o rs. o frasco.
fa e 9,5oo rs. a duzia. | Sal refinado em potes a Son rs. cada um.
Garrafoes com vinho do Porto a 2,2oo re. JMostarda ingle-a a l.ooo rs. o frasco.
cada tira. i dem franceza a 4oo rs. o pite.
Vinagre de Lisboa de superior qualidade a Milbo alpista a 160 rs.a 11 ira e 4,8oo rs. a
2oo rs. a garrafa e l,2oo rs. a caada. arroba.
Azeite doce refinado em garrafas grandes a! Graixa muito nova em lab s grandes a 120
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
e lo,5oo rs.a caixa.
izeite doce em barril muito fino a 64o rs. Chouricas as mais frescas do mercado a 800
a g ir rafa e 4,&oo a canaila. rs a libra.
.....' francez refinado a 800 rs. a garrafa. Genebra de laranja em frascos grandes a
tas francezas e partuguezas a 64o rs. a l.ooo rs. o frasco.
Serveja das mais acreditadas marcas de
5,5oo a 6,5oo a duzia e de mais a 5oo rs.
a garrafa,
dem em botijas e meias, sendo preta da
muito creditada mar T de 6,5oo a 7,8oo
rs a duzia.
lata.
las eom doces ie;cos de Lisboa de 3oo
Boo rs. rada urna,
iuho dtLisboa a 3oo rs. a libra, e a
),()o as. a arroba.
muilo novas a 16o rs. a libra e 4,800
rs. a arruta. Ceblas enimolhos grandes a 8ooomolho
l-:1, 2.a e 3. (rualidade de 20o, 3oo 640 o cento, e a 6,5oo rs. a caixa
a 38o rs. alibra, do Cear de7,8oo, 8,6o(, Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
e 9.200 rs. a arroba do melhor. Farinha do Maranho a 14o rs. a libra.
r/, da ludia, Java eMaranbo de c.!,8oo a Tijolo para limpar facas a 16o rs. cada um.
>) a arroba, e de 80 a loo rs. a libra. Cominho a 4oo rs. a libra.
tsas mito novas a 8,5oo a caixa e 5od Erva doce alibra.
1 ibra. ha caixas raeias e quartos. Canella a l.ooo rs. a libra,
vadinha dc Franca a 24o rs. a libra. Batatas a l,ooo rs. gigo cora 32 libras liqui-
muito novo a 28o rs. a libra. das e 3,00o rs. a caixa de duas arrobas,
I L
*i 5X
38RA DO IMPERADOR38
800 rs.
res.
dem de Lisboa a 64o rs. agarrafa, e em Lalas com peixe em posti ermeticamente
lacradas das melhores q lalidades de pei-
xe que ha em Portugal a l,2no rs.
Caf lavado de Ia qualidade a 32o rs., dito
de 2a a 28o rs. a libra e 8.2oo rs a arro-
canada a 4,800 rs.
Presuntos inglezes para fiambre a 7oo rs. a
libra,
dern de lamego encommenda particular a
48o rs. a libra, e inteiro se faz abatimento.
Toucinho do reino o melhor do mercado a j rs. arroba.
320 rs. a libra, eem arroba a 9,ooo rs. Charutos suspiros dos mel lores fabricantes
Velas de espermacete de 4, 5, e 6 por libra j de S. Eelix a 2,5oo rs. a caixa cora loo
a 560 rs., e em caixa se faz abatimento. j charutos,
dem de carnauba refinada a 32o rs. alibra dem finos de diversos fabrioantes a l,6oo
ba. dito de 3a a 26o rs. a libra e 7,8oo
e 9,000 rs. a arroba,
dem de carnauba pura do Aracaty a 4oo rs.
a libra e lo,5oo rs. a arroba.
Gomma muito fina e alva a 80 rs. a lilira.
l,8oo e 2,oo rs. a caixa com loo charu-
tos, fo preco nao indica a boa qualidade
porm deem-se ao trabalho de viren on
mandarem e veno a realidade.
cada lata.
ARROZ
da India e do Maranho a 2,600 e 8,000 a
arroba e 100 rs. a libra.
CEVADA
muilo nova a 2,500 a arroba e 100 rs. a
libra.
QUEIJOS FLAMENCOS
vindos no ultimo vapor, sempre por menos
100 rs. do que outro annunciar.
GOMMA.
muito superior em saceos com quatro arro-
bas a 2,000 e 100rs. alibra.
CASTANHAS
piladas muito novas a 320 rs. a libra.
PASSAS
as mais novas do mercado a 8,000 a caixa e
c 500 rs. a libra.
AMEIXAS
francezas em lalas de 1 e 1|2 libra a 1,000
rs. a libra.
SARDINHAS
de Nantes muito novas a 300 rs. a lata.
rs. a caada.
AMENDOAS DE CASCA
as mais novas do mercado a 240 rs. a libra.
FARINHA DE ARARUTA
verdadeira e muito nova a 400 rs. a libra e
10,000 rs. a arroba.
ERVA DOCE
muito nova a 300 rs. a libra e 9,000 rs. a
arroba.
COMINHOS
os mais novos e mais superiores a 400 rs. a
libra.
NOZES
mui;o novas a 160 a libra e 5,000 rs. a ar-
roba.
SAG
o melhor que pode haver neste genero a
2 >0 rs. a libra.
MASSA DE TOMATE
em lanbas de 1 libra por COO rs. a lata.
SABAO MASSA
neste genero ha sempre tm grande sorti-
mento variando o preco de 120 a SM re.
" por libra.
n VIH ATTJB^AO !
Existe alm d"estes gneros, um explcndido sortimento de phosphoros, fumo, al-
pista. peras em calda e seccas, figos, copos finos para agua, massas para sopa, azeite, ca-
nella, pimenta, velas de carnauba, banha de porco, papel, e outros muitos gneros, de es-
tiva, que todos serao vendidos por mdicos pregos.
Tendo o proprietario dos armazens do progressista deliberado nao concordar
com a liga da Unio Commercial, Clarim, Allianc, etc., etc., etc., declara que s con-
corda em alliar-se aos seus (reguezes, fazendo com estes urna liga de interesses reciproi
tendo os seus alliados a faculdade de comprarem por precos muito em conta o bom fiam-
bre, e formidavel >iueijo e a saborosa bolachinha de sola, que fazem urna boa alliania
com a superior champanhe e o porto fino, nicos que saben imitar a unio destes ar-
mazens com os seus concurrentes. Vinde, senhores, a is armazens, aonde podis den-
tro um muito explcndido sortimento dc sahorosos alimentos, escolherdes os que mais
vos apetecer, certos de que nunca lereis occasio de arrepender-vos de gastar o vosso
dinheiro nestes cstabelerimentos.
TTTrT-|""fl-T"rT''T1M)IlWlIMllliMW
I ROUPA FEITA
'M .iRn.i/KJi
; ; de
I %W^ li ^w^*
#*
**
POR MENOS DE DEZ POR CEMO,
m
CONSE
Agua natural dc Condllac.
"to rec^nimeniiada nss alleccocs do tubo gastrt-inteslina!, nos dosrin?, e be ira ourinaria, pelas
11 pipi ('dados alcalinas, e o acido ca bonico que naturalmente contm en suspensao, de proco
mude qoe aga de Vicky, ee propriMades Uvez superiores |R-la graude quantidade de
bonico. Injrcrilo frou, agua d* le ChMen, cupahiba do Muge, injecqao Fugas de talo
moo, : uiio r''comtn?ndada as gnnorrhoas. Lerroy francez verdadeiro ; na mesma casa tem
1 i.is c iixas lie instrumentos cirurgicos para opraW5es de Matieu e Charriere.
FARINHA FONTANA.
FiHiihii 1 nimio acredita a marca
tana escmliaica'la hoje, vende-se
c preco mais cninmed do me em
al juec tu paite : na ra da Cruz
1 asa deX. 0. Bieber k C.uccc-
Ferros ti vapor.
- arredilados ferro* vapor :
Da mado Qucimado u.32^1zevedo & Innio
IUL DE LISISOi
Vendem-sc hari'is cora cal dcs-
da hoje. c mica nova, que ha no
mercado, na ma do Trapichen.
13, armazem de .Hanocl Telxel-
ra Uasto.
Vende-se um sitio no melhor lugar da Ca-
punga, ou peinala-se por um sobrado na cidade'
ftindftqoa seja do maior valor: quem pretender
11/11 B$M negocio, dirjase rua do Vigario n. 31.
jo.ioriiti H01A0 mm saxtuh
23-Largo do Terco-23.
O proprietario deste annazum do molhados vende os seos j;i bem conheeids gneros de pri-
meira qualidade por menos de dez por cenlo do que em oulra quabjuer parle, {.'ar.ntindo-se a supe-
rior qualidade.
Nao se diz o preco pa-a na espantar.
Vlnho as melhores marcas.
Manteiga ingleza flor.
dem fraseen.
Banha de porco refinada.
Vellas de spermarele.
dem de carnauba.
Caf, bom do Rio.
dem superior dnC.ear.
Toucinho de Lisboa.
Cha de diversas qualidade?.
Qiii'ijos hotos do vapor.
Milliii alpista limpo.
Gomma deenifommar alva.
Sabao de diversas qualidades.
Chouricas muilo novas.
Arroz de diversos precos.
Si'r.vj.i das melhores mareas.
Sardinhas do Nantes novas.
Genebra de laranja superior.
dem do Hollanda marea Gallo.
Phosphoros du gas.
Bolaehmha Ingleza em barrica-.
Paseas multa novas.
Figos de primeira qnalidaile.
Iti Charutos de diversas qualidade i.
Alm dos gneros annunciados existem outros muitos que eufadonho meo:ona-los,a dinhei-
ro miado.
GLOOS
Vendcm-se globos de barro vidrado da fabrica
de Santo Antonio no Porto, proprios para jardim e
frentes de casas : na ra do Amorim n 46.
Farinha superior dc San a Catharina.
Vende-se em porcao ou a n talho, a bordo da
barca Iris, atracada ao trapiel e do Barao doLi-
vramento, ou no escriptorio ( e Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo t C., ra da Cruzn. I.
LETREIRO V1;R.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feita de y
todas as qualidades, tamben se manda fazer por medida, vontade dos concor- S
rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim como tambera tem nm f
grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras, s
homens e meninos.
305000
25,5000
Casacas de panno preto, 355 e
Sobrccasacas idem, 305 e .
Paletos idem e de cores, 255,
205, 155 e......105000;
Ditos de casemira, 205, 155,
125, 105 c......
Ditos de alpaca, 55, 45 e
Ditos de setim prelo. .
Ditos de ditos e seda branco,
65 e.......
Ditos de gorguro de seda
pretos e de cores, 65, 55 e
75000 Cohetes de fusto e brim bran-
35500: co, 35500,35 e .
55000;
55000,j
MMOl
25500$.
Ditos ditos pretos, 95, 75, lnulas de brim de linho,
S. 4 e...... 35500! 2,5.490 e.....
Ditos de brim e ganga de c- Dita de algodao, 15600 e. .
res 45o00 45, 35500 e 35000 Camisas de peitos de linho
Ditos branco de I inho, 65, 55 e 45000 4;, 35 e.
Ditos de merino preto de cor- Ditas de madapolo, 25500,
dao, 105, 75 e 55000 25 e........
Caifas de casemira preta, 125, Chapos de massa, pretos fran-
105,85 c...... 75000 cezes,105, 95e. .
Ditas de cores, 95, 85 e. *. 75000 Dito, defltro, 55, 45,35500 e
Ditas de meia casemira de c- Ditos do sol, de seda, 125,
res, 55000 e..... 45000' l5, 75 e......6^000
25000
15400
25500
15600
86500
25000
Ditas de princeza e merino pre-
to de cordo, 45500 e. ,
Ditas de brim branco e de co-
res, 55, 45500, 45 e .
Ditas de ganga de cores, 35 e
Colletes de velludo preto e dc
cores, 95 c......
Ditos de casemira preta, 55 e
Ditos de ditas de cores 55
45 e........
Collarinhos de linho fino, ulti-
''-5000! ma moda....... 640
Sortimento completo de grava-
255O0 tas. 5
25500 Toaras para rosto, duzia, 115,
i e........75000
75000 Chapos deso, de alpaca, pre-
45000 tos e de cores.....45000
Lences de linho.....35000
35500 Cobertas de chita chineza.. 25000


Blarlo de Pernambnco i'eri-s felra 93 de Feverelro de 1864.
GRANDE RIGVOIiU^AO
\
"0
V
\
4
m
0 homem do movimento nao estaciona.
AVANTE E SfKPRE
GUERRA AOS INIMIGOS
N'o se admilte a uuio comniercial.
Nao se quer a diaba da allianca.
Nao se lome a fui la dos corsarios.
Este auno ha de ser hlsscxto.
Os canhes esto preparados.
FOGO! BOM FOGO! I MELHOR FOGO!!!
VIki'.o a liga d'agu no vinagre
Viva ;i liga lo genuino dieres com o fiambre!
Viva o conservaditi- das conservas inglezas!!
Vivam os iiberaes freguezes do BALIZA !!!
Vivam lodos que lereiu este amuiin io.
SENHOHES E SENHOHAS.
O propritario do grande Armazem do ializa estabelecido raa do Livramenlo ns.
38 38 A, defronte da grade da igreja, acaba de reduzir os precos de quasi todos os
gneros do seu magnifico deposito.
A tarifa abaixo publicada attesla bem esta verdadej
A guerra aos iniraigos, est portatito, a:im declarada.
As pessoas, ainda as mais exigentes, qnii se dignarem vir este estabelecimento,
karao por certa muito satisfeitas, nao s quanto s qualidades dos gneros, como com o
trllmenlo todo altencioso que se IIes dar.
Alm documprimentodos deveres da boa educaco, haver d'oraem diante ainda
maior capricho em satisfazer todos que honrarem esta casa.
Os gneros pelas qualidades e precos annunciados, sero offerecidos ao exame
dos Srs. compradores. Noreceieo publico que se pralique o contrario, como em oulras
ra&is, que at annunciam o que nao tem------ O Baliza nao Ilude-----
Ameixas francezas em caixinhas eem francos Licores inglezes e francezesem vazos de di-
de diversos tamaitos a I,2oo, l.Ooo,j versos tamanhos a l.ooo, l,5oo e 4,8oo
2,000,2,5ooe2,8oo rs. e a libra a 8oo rs. I rs. a duzia.
Aiaendoas novas a 32o rs. a libra. Manteiga ingleza flor a 8oo rs. a libra e de 8
Azeite doce refinado a 8oo rs. a garrafa. libras para cima ser aberto um barril Da
dem de Lisboa a 64o rs. a garrafa e 4,8oo presenca do comprador.
rs. a caada. | dem de 2.a e 3.a qnalidade a 7oo, 6oo e 4oo
Alpiste a 16o rs. a libra, 4,8oo rs. a arroba.
Arroz do Maranho, da India, e Java a 8c e
loo rs. a libra.
UNIAO
COMMERCIO
Defronte da loja do Prcguiea.
UUAllTE AIMEIjDA
acaba de abrir o seu grande e sortido armazem de moldados denominado Unido e Com-
mercto. Este grande armazem um dos mais bem montados que temos em nossa praca,
nao so em limpeza e aceio, como as qualidades especiaes de seus gneros. 0 proprie
ario do Unio i Commercio oflerece todos os senhores da praca, senhores de engenho
e lavradores a seguinte tabella, por onde vero a grande economa que 1 ic resulta em
comprarem em tao til estabelecimento, aliancando o mesmo todo e qu ilquer genero
sabido de seu armazem.
Bollinho francez em latas e caixinhas asmis
delicadas que tem vindo ao nosso merca-
do de 7oo a 2,5oo rs. a caixinha.
Manteiga ingleza perfeitamentc llr, mandada
vir de conta propria, a 7oo a 8oo rs, a
libra.
dem franceza chegada pelo ultimo navio a
56o rs. a libra, e em barril ter abatimen-
to.
dem ingleza em potes de 4 a 16 libras a
8oo rs, a libra e o pote separado,
Cb uxim o melhor neste genero, mandado
Erva-doce a JJoo rs. a libra.
Champanha de 20 a 22,ooo o ijigo.
Palitos do gaz a 2,3oo rs. a groza e 2o rs. a
caixinha.
Milho alpista a 16o rs. a libra.
Cominho muito novo a 4oo rs. a libra, e
comprando de 8 libres para rima a 32o rs.
Gomina muito alva para engon mar a 8o rs.
a libra, e em arroba se far-i abatimento,
Sag muito novo a 28o rs. a li ira.
Sabo verdadeiro hespanhol, que raras vezes
vem ao nosso mercado a 28o rs. a libra
vir de conta propria a 2,8oo rs, a libra. Vinbobrancoo melhor neste g( ero a 8oo rs
dem hysson, grande, muito bom a 2,(3oo rs.
a libra,
dem preto muito fino, a 2,6oo rs, a libra,
dem preto, mais baixo, a 2,ooo rs, a libra,
dem, verde, miudinho, maisproprio para
negocio, a i,5oo rs, a libra.
a garrafa e 4,3oo rs. a caada,
dem Bordeaux de diflerentes narcas, garan-
te-se a qualidade, a 8.000 n. a caixa com
urna duzia, e a Too rs. a gar-afa.
Garrafoes com 5 garrafas de vinho do Porte
do Alto Douro a 2,2oo rs. con o garrafao.
0

Duaite & C, vendan em seus armazms Uniao e Cemii:
go do Carino n. ), armazem [irogressivo, os seguintes gneros desembarca- -
ltimamente.
dos
;S
Verdadeiro vinho collares emaocore-
retas de 9 caadas a 50,000 e 800
rs. a garrafa.
y^, Farello de Lisboa marca N ou Biato
a sacca.
ggg Vinagre 1 R R, em ancorelas de 9 ca-
adas a 18,000 e 2,000 rs. a ca-
ada.
Passas em caixas, meias e quarlas a
8,000 4.000 e 2,000, a 480 a libra.
Peras seceos era caixas de qoatro li-
bras o melhor que se pode desejar
a 2,500, e G40 rs. a libra.
Caixinhas de 4 libras e 2 com ameixas
a 1.500 e 2,500 rs. a caixinha.
' Chocolate portuguez, o melhor qup
pode haver de bom neste genero a
' 1,000 rs. a libra,
p^ Marmelada propriamente dito de mar-
***j!* mello, a 640 rs. a lata e em caixas
de 100 latas a 600 rs.
@5) ac a de tomates a mais nova que se
gj|g pode desejar a 640 rs. a lata e em
caixa de 100 libras a 600 rs.
W: Ervilha portugueza a 700 rs. a lata,
@^ e em caixa de 100 libras a 640 rs.
I Passas corinthias para pudim a (140
rs, a libras, e 400 rs. comprando de
arroba para cima.


-/ yj

Queijos londrinos muito frese/s a 800
rs. a libra e sendo inieiro a 650 rs.
Sebollas em caixas as mais novas do
mercado a 6,500 rs. a caixa, .
rs. o molho, e a 640 rs. o cciito.
Batatas em caixas de 2 arrobas muilo i
novas o grandes a 2.400 rs. a cai.\.
Sextinh; s com Jigos proprias para mi-
mos de criancas a CO rs. cada ima
e comprando em duzia ter gratid.
ibatmeott.
Erva doce muito novas a 5f 0 rs. a U
bra, e comprando em arroba a
10,000 rs.
Cominhos muito novos a 400 rs. a li-
bra c 10,002 a arroba.
Licores portuguezes das manas n,, is
acreditadas de Lisla a 1,000 a
rafa e 10 a 12,000 a duzia. as quali-
dades sao as seguintes: eren
violetas, geroflez, rosa, absiotbo, \es-
peiro, amor perfeito, amendo amar-
ga, percicot tleturin. botefin, moran-
gos. limito, caf, laranja, cidra, gil
ga, canella, cravo, ortelaa. pin tita
e outros muitos de qualidades menos
superior que sero vendidos por 1 re
ros em relacao as suas qualida-
des.




Barita de porco refinada muito alva a 46o dem com agarrafas de vinho Figueira, mais
rs, a libra, e em barril se far abatimento.! proprio para a nossa estaco por ser mais
Biscoitos inglezes das seguintes marcas;! fresco a 2,4oors. como gar-afo.
Craknel, Soda, Ceede, Captain, Travellies.' dem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.
rs. a libra.
dem franceza
a 560 rs. a libra, e em barril
por menos.
dem em latas a 20000 e a 1)5500 a lala.
Massa de tomate em barril a 480 rs. a libra.
dem em lata a 640 rs. a lata.
Mostarda ingleza 400 e 600 ris o pote.
Marmelada imperial dos melhores fabrican-
tes de Lisboa a 600 rs. a libra.
Alarrasquino de zara a 800 rs. o frasco e a
83 a duzia. .
Uassas para sopa, taJharim e macarro a
Ale tria branca e amarella a 4oo rs. a libra.
Ar; ruta verdadera a 32o rs. a libra.
Batatas novas em gigos de 36 a 4o libras por
1,00o rs. e a 4o rs. a libra.
Biscoitos inglezes Lunch a I800 rs. a lata de
8 libras!
dem de diversas marcas em latas menores
a l,3oo rs.
Idera de Lisboa de qnalidade especial em la- j ^q rs
tas grandes e pequeas a 3,000 61,30.3 rs. ,(Iom |nas Cslielinha e
Bolachinhas americanas, i 3,ooo rs. a barrica, com y |ias a iOO.
e 2oo rs. a libra. I \oZes a I60 rs a libra
Banliade porco a 44o rs. a libra, e em barril Peixe preparau0,le escabeche,
a 4oo rs.
Baldes americanos muito proprios para com-
pras a 1,00o rs.
Ch.i huxym, hysson e pe rola a 3,ooo, 2,8oo,
2,5oo, 2,ooo e l,6oo rs.
Id( ni preto a 2,000, l,6coe l.ooors. alibra.
Chanpagne a melhor do mercado a 12,000 o
gigo e a l,2oo rs. a garrafa.
Chocolate francez pnmeira qualidade a 1 ,loo
rs. a libra.
Idi hespanhol a l,2oa rs. a libra.
Idea suisso a l,ooo rs. a libra.
Ceneja branca marca Allsopps a 4,5oo rs. a
duzia, e a 4oo rs. a garrafa.
Cognac inglez a 64o rs. a garrafa a 800 e a
1,000 rs.
pevide, caixinha
da melhor!
qualidade que tem vindo ao mercado, a
liJ a lata.
Presunto de lamego muito superior a 480
rs. a libra,
dem para fiambre (inglez) a 640 ris a'
libra,
dem americano a 400 rs. a libra.
Papel dmaco a 35000 a resma,
dem de peso a 23 a resma.
Palitos para dentes a 160 rs. o maco.
Dito dito de flor a 200 rs.
Ditos do gaz a 23200 a groza
Passas novas a 480 rs. alibra e a 13800 a
caixa.
Queijos flamengos do ultimo vapor a 23500.
Dito londrino a 900 rs. a libra.
Concervas inglezas em frascos grandes a 75o-Dito prato a G40 rs. a libra.
rs. o frasco. 1 Sardinbas de Nantes a 320 rs. a lata,
dem francezas de muitis qualidades a 5oo|Ditade Lisboa a 640 rs. em lata grande.
rs. o frasco e a 5,5oo rs. a duzia. Sag muito superior a 240 rs. a libra.
Charutos neste genero temos grande sorti- Sal refina lo, em potes de vidro, a 600 rs.
ment tanto da Babia como do Rio de Ja-, o poe.
nciro a 1,60o, 2,2oo, 2,5oo, 3,ooo e4,ooo Sabo massa a 120, ICO, 200 e 240 rs. a
rs. a caixa. libra.
..,. .. QO ... Toucinlio de Lisboa a 320 rs. a libra.
Cafe do Ceara muito superior a 28o rs. a libra Dt0 de Santos e 300 rs. a libra.
e a 8.00S rs. a arroba. Tij(,j0 para |mpar facas a j40 rs. Cada um.
dem do Rio a Joo e 28o rs. a libra. Vassouras americanas a 64o rs, cada urna.
Ctlwlas a 9oo rs. o molho com mais de loo I(Jem u0 Porto a 400 rs ai uma
ceblas.
Chouricas e pniosa72ors. a libra.
Cevadinha de Franca a 2oo rs. a libra.
Cevada muito nova a 80 rs. a libra.
Copos lapidados a 5 e 6,000 rs. a duzia.
Doce de goiaba em latas a 4oo rs. a libra,
dem de caj em latas a 320 rs. a libra.
Ei villias francezas e porluguezas a 5oo e 6io
rs. a lata.
Velas de carnauba e composico a 320 rs. a
libra e a 105 a arroba,
dem stearinas superiores a 560 rs. o
maco, e em caixa por menos.
Vinho do Porto, neste geneno temos o me-
lhor sortimento possivel, que vendemos
por precos muito babeos a 15 a garrafa e
a 10/ e I2 a duzia.
dem Cherry, eda Madeira em barris e em
caixa, a 123 a caixa c o barril conforme o
lamanho
dem de Figueira e Lisboa, em ancoras de
. 8 a 9 caadas, por 285000.
Dito em pipa a 33000, 3550O c45ooo a ca-
ada
55 a
Lunch, Cabin, e outras muitas marcas, a
l,4oo rs, a lata.
Bolachinha de sdo, especial encommenda, a
2,2oo rs, a lata.
Biscoito inglez Craknel em latas de 5, 7 e 15
libras a 5,ooo e 6,000 rs, e de l,2oo a
800 rs, a libra.
Queijos do reino pelo baratissimo preco de
l,6oo, 1.8o e 3,000 rs os do ultimo
vapor,
dem prato muito fresco a 64o rs, a libra,
tdem londrino muito fresco a 800 rs, a libra.
Vinhos em pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
48o, 56o, e 64o rs, a garrafa, e de 3,ooo a
4,5oo rs, a caada.
Marmelada imperial dos melhores consenti-
ros de Lisboa em latas de 1 e mais libras
a 7oo rs, a libra.
Peras secaas em caixinhas de 4,ooo a 2,ooo
rs. cada uma.
Figos em caixinhas de 1 V* arroba e de 8 li-
bras a 8,000,4,ooo, e 2,000 rs, ea 3eo rs.
a libra, taambem ha serinbas para men
nos a 60 rs. cada uma.
Amendoas de casca mole a 36o rs, a libra, e
em arroba ter abatimento.
Sardinhas de Nantes a 32o rs, a latinha.
Toucinho de Lisboa muito novo a 3oo rs, a
libra e em arroba a 9,ooo rs.
Massa de tomates a 64o rs, a libra.
Pimenta do reino a 34o rs. a libra,
Farinha do Maranho a 14o rs, a libra.
Ceblas a 800 rs. o molho, 64o rs. o cento
e 6,5oo a caixa.
Tijollo para Impar facas a 16o rs,
Ceneja das mais acreditadas marcas de 5,ooo
a 7,5oo a duzia, e de 5oo a 6eo rs, a gar-
rafa,
Prezunto para fiambre muito fresco e novo
a 800 rs. a libra,
Genebra de laranja a l.ooo rs, o frasco,
Chouricas as mais frescas do mercado a 800
rs. a libra,
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa,
e lo,5oo rs. a caixa com uma duzia.
Licores francezes e portuguezes de todas as
marcas de lo.ooo a 15,ooors. a duzia.
Passas muito novas a 5oo rs. a libra e a 8,5oo
rs. a caixa. Ha caixas, meias e quartos.
Batatas a l.ooors. o gigo com 38 libras e
2,oo a caixa com duas arrobas oadauma.
Bocetas com doces seceos de 3,ooo a 3,5oo
rs. cada uma.
Bolachinha ingleza a 32o rs. a libra,
Azeite francez e portuguez refinado a 800 rs.
a garrafa, e 9,ooo rs. a caixa com uma du-
zia.
Conservas inglezas das seguintes marcas:
Mixed, Pickes, e ceblas simples a 800
rs. o frasco.
Mostarda ingleza preparada em potes a 4oo
rs. o pote.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra e 4,8oo
rs. a arroba,
Vasos inglezes vasios de 4 a 16 libras, muito
proprios para deposito de manteiga, doce,
e outro qualquer liquido, de l.ooo a 3,ooo
rs, cada um,
o garrafao,
Sabo massa de superior qualidade a 18o,
2oo, e 22o rs. a fibra do irelhor que ha
Graixa em latas muita nova a 12o rs. a lati-
nha, c l,3oo rs. a duzia.
Peixe em latas muito novo: savel, pescada,
curvin, salmo e outras muitas qualidades
preparados de escabexe, segundo a arte de
cozinha, de l,2ooa 2,ooe n. a lata.
dem do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado e escolhido pessoalniente por um
des socios que se acha em Portugal, das
seguintes marcas : Duque, Genuino, Ve-
lho secco especial, Lagrinas Doces de
1819, vinho especial D. Pedro V, vinho
velho. Nctar supea'or de 1633, Duque do
Porto de 1834, vinho do Porto velho su-
perior, Madeira Secca de superior quali-
dade, vinho do Porto superior D. Luiz I
de 1847, Lagrimas do Douro, especial vi-
nho do Porto, de l.ooo a 1.2oo rs. a gar-
rafa e de lo.ooo a 12,000 rs. a caixa com
uma duzia.
Vassouras americanas a 800 rs. cada uma.
Velas de spermacete as melhcres que ha no
mercado a 56o e 64o rs. o masso, e em
caixa se far um grande abatimento,
dem de carnauba e composico, de 4oo a
32o rs. a libra, e de lo,ooo rs, a ll,5oo
rs. a arroba.
Caf de 1* e 2* sorte de 8,3oo a 8,600 rs. a
arroba, e de 28o a 32o rs. s libra do me-
lhor,
Arroz da India, Maranho e Carolina a 3,ooo,
2,8eo e 2,4oo rs. a arrob e a loo rs. a
libra.
Frasqueira de genebra a 5,8 >o rs. e a 5oo
rs. o frasco.
Azeite doce em barril muito fino, a 64o rs.
a garrafa, e em caada ter abatimento.
Papel greve pautado e liso a 3,5oo rs. 3
resma.
Genebra de Hollanda em botija de conta a
44o rs. a botija.
Passas corinteas a 000 rs. a ibra e 12,8oo
rs. a arroba,
Enilhas franceza e portugueza a 640 rs. a
lata de uma libra.
Chocolate francez, hespanhol, suisso e por-
tuguez a 1,00o rs. a libra, 3 a 28o rs. ca-
da pao de uma '/*
Ameixas francezas em caixinhas elegante-
mente enfeitadas, com di\ersas estampas
no exterior da caixa de 1,500 a 3,ooo rs.
cada uma; tambem ha fra ;cos e latas de
differenles tamanhos que se vendem por
mdico preco.
Massas para sopa: macarro, talharim e ale-
tria a 48o rs. a libra, e e n caixa se far
abatimento.
Garrafoes com 14 garrafas de genebra de
Hollanda a 5,5oo cada um
Charutos de todas as mareas c dos melho-
res fabricantes da Bahia de 3,ooo a 4,000
rs. a caixa.
Os proprietarios afiancam que estes gneros sao muito novos e tudo
deprimeira qualidade, tudo isto se vende nicamente no armazem Um
Commercio na ra do Queimado n. 7, e largo do Carmo n. 9 armazem pro-
gressivo.
Queijos '
do alemtejo, das ilhas e llamengos, todos chegados neste ultimo vapor, a ^^
2,500 os flamengos e 800 ris a libra do alemtejo e das ilhas, unicamen-
^H te no armazem Unio e Commercio, ra do Queimodo n. 7 e largo
' g mo armazem progressivo.
O
B
1!
e'
o
es
ce
3
5a
P-
3
S
LOJA
1)0
dem seccas a 16o rs. a libra.
Figos de comadre em caixinhas com 8 libras
por I600 rs.
Farinha do Maranho a 12o rs. a libra.
Farinha de trigo muito superior a 12o rs. a
libra.
Farelo em saceos grandes a 4,ooo rs. o sacco, dem do Porto, denomiuado Baliza, a
Genebra ingleza marca gato a 1,00o rs. a gar- caada.
rafa I dem idem em garrafoes a 25500, com o
n-\ i* i**i Po
Idemverdadeirade-llollandaem frascos muito idem de Bordeaux, das melhores marcas que
vem ao mercado, a 65 a caixa e a 640 rs.
a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 1 600,138oo e 23000 a
caada.
dem idem.em garrafoes com 5 garrafas, por
15 com o garrafao.
a Vinho de caj a 15 a garrafa. Este vinho
1 tem dez annos.
ATTJE^AO
Todos os senhores que comprarem para negocio ou casa particular J03 para
cima tero mais 5 a 10 por % de abatimento; o proprietario scientifica imis que todos
os seus gneros sao recebidos de sua propria encommenda, razo esta para poder ven-
der por muito menos do que em outro qualquer estabelecimento.
gran*:
dem de Hollanda em frascos pequeos a 5oo
rs. o frasco,
dem de laranja a i,000 o frasco.
Gomma do Aracaty a 80 rs. a libra.
Graxa a loo rs. a lata e l,loo a duzia.
Linguas amcricinas de grande tamanho
1,000 cada uma.
Kna da Sen/ illa a. 42.
Vende-se, em casa d'j S. P. Johnston 4 C,
sel ins e silhes inglezes, candieiros e casti-
cnes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
chicotes para carros e montara, arreios para
carros de um e dous cavallos, e relogos de
cilio patente inglez.
~GAZ ~GAZ GAZ
por pre$o reduzldo.
Vende-se gaz da mel 1 lor qnalidide pelo
pre.o de 105 por lata de 5 galoes : no ar-
ma?.em do Caes do Ramos n. 18 e ra do
Ta )iche Novo n. 8.
FAZKMAS
i
baratas para acabar.
Sidas de jjaadros ede listras a 320 r>. o cova
do, liadas las de quadriuhos a 360 o covado, su-
|N>riore$ cassas de cores a 100 rs. o covado, ditas
muflo finas a 240 o covade : na loja das columnas,
na r 1a u'o Crespn. 13, de Antonio Gorreia de Vas-
coucollofr & C.
) Os cortinados do Pavao.
Vendem-e ricos cortes de cortinados adamasca-
das proprios para janellas e camas pelo barato
preco de '.)& a poca : na ra da Imperatriz n. 60,
loja de Gama Pcchincha do Pavo.
Para curlinados a if}.
Vendem-se pecas de cassas adamascadas com
lindos floreslendo G varas cada peca pelo barato
preco 4, ditas cora varas a :',&. sendo pro-
prias para janellas, camas, bercos etc., etc. : isto
so na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60, de
Gama fi Silva.
O Pavo vende as cambralas
a t#500 e 3.
Vendem-se pegas de cambraias brancas lavra-
das proprhs para vestidos tendo 8 1|2 varas a 3$,
ditas com -31|2 a 2J300, ditas ditas a 3*500, 4
e 45300, isto pechincha na loja. de Gama
Silva, ra da Imperatriz n. 60.
Os precisos lalheres pa-
ra criancas.
Glicgarain e acham-se venda na ra do Quei-
mado, loja d'aguiabranca n. 8.
J. VIGNES.
M. 55. RITA DO IMPERADOR \. 55.
Os pianos desta amiga fabrica sao hoje assaz cenhecidos para que seja necessario insistir sobre a
sua superioridade, vantagens e garantas que efferecem aos compradores, qualidades estas incontesta-
, veis qu e.elles tem definitivamente conquistado sobre lodos os que tem apparwido resta praca ; pos-
suindo un teclado e machinismo que obedecein todas as vontades ecaprichos tas pianistas,sera
nunca 'alhar, por serem fabricados de proposito, e ter-se feito ltimamente melborai lentos importan-
tissimos para o clima deste paiz ; quanto s vozes sao melodiosas e flautadas, e por i to muito agrada-
veis aos ouvidos dos apreciadores.
Fazcm-se conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Blondt I, de Pars, socio
correspondente de J. Vigiles, em cuja capital foram sempre premiados era todas as exiesices.
No mesmo eslabelecimento se acha sempre un explendido e variado sortimen o de msicas dos
melhores compositores da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sendo tudo vendido
por precos muito razoaveis.
Vende-se S propriedade denominada Mallez, ita
na freguezia de Tracunliem da comarca de Naza-
reth, com uma legoa de frente e meia de fundo, e
proporcoes para nella se levantar um bom enge-
nho de fazer assucar, sendo que actualmente ren-
de ella mais de 1:000$ que pagam os moradores
que tem : quem a pretender entenda-se nesta pra-
Scora o Sr. Antonio Jos Leal Iteis, na ra da
deia do Reeife n. 4".
Cal de Lisboa
chegada ltimamente ; na ra do Vigario n. 19,
primeiro andar.
Brauco em mar;,
Vende-se em latas de 28 libras o melhor qne po-
de haver a 200 rs. a libra, a dinheiro : na ra
larga do Rosario n. 34.
Vende-se o engenho S. Maiioel, sito na fre-
guezia do Rio Formoso, e innri em do rio Seri-
nhem.o qual demarca com os engenhos Cachoei-
ra, Chango e Gamelleira, me om agua e muito
copeiro, tem capacidade para safrejar 2,500 pes
annuaes, e se acha quasi todo em mata virgera,
distando do embarque i|2 legoa: quem pretender,
dirija-se ra do Vigario n. 5, pie achara com
quem tratar.
PAVAO
Cassas puritanas.
Vendem-se as mais modernas cassas puritanas
com bonitos desenhos pelo baratissimo preco de
240 e 280 rs. o covado, por haver grande porcao,
pechincha : na ra da Imperatriz n. 00, loja do
Pavo.
Cassas persianas 30 rs. o co-
vado.
Vendem-se as mais bonitas cassas persianas
imitacao de la transparente cora os desenhos te-
cidos e inleiramente novos, pelo baratissimo preco
de 360 rs. o covado e nao de.-hotam : na loja do
Pavo ra da Imperatriz n. 60.
Gorgurao de la a 500 rs. o co-
vado.
Vende-se gorgurao de la de cor escura propria
para vestido de senhora, paletot para homem e
ronpa para menino, pelo barato prego de 500 rs. o
covado : na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
As colchas do Pavo.
Vendem-se colchas de linho adamascadas com
bonitos lavles de cor de rosa, azul e branco,
pelo baratissimo preco de "o cada urna : na loja
do Pavo ra da Imperatriz n. 6.
Organdys lo rs. o covado.
Vendem-se organdys malisados fazenda muito fi-
na, de bonitos desenlos, pelo baratissimo preco de
240 rs. o covado : na loja do Pavo rua da Impe-
ratriz n. 60.
As alpacas do Pavo.
Vendem-se alpacas de seda de cores muito fi-
nas proprias para vestido de senhora, soutembar-
ques e roupas para meninos e dita branca muito
fina propria para vestidos e paletots, pjr preco
muito commodo : na loja do Pavo rua da Impe-
ratriz n. 60.
Panno preto a 8gOOO.
Vende o Pavio:.
Vendem-se panno prelo muito cncorpado a
250000 o covado, di lo a 2,3."00, 3*000 e 45000, ca-
simira preta muito fina a 1*800, 2*000, 2*200 e
3*000, isto para apurar dinheiro na loja e arma-
zem do Pavo, rua da Imperatriz n. 60, de Gama
& Lima.
As calcas do Pavo.
Vendem-se superiores caigas de casimira preta
a 5*500, 6*000, 7*000 e 8*000 rs., paeltots so-
brecasacos de panno preto a 12*000 rs., ditos sac-
eos a 7*000 rs., toletes de casimira preta a 4*500
e 5*000 rs.: na rua da Imperatriz n. 60,de Gama
i Silva.
Algodozinho eufestado.
Vendem-se algodozinho americano com 8 pal-
mos de largura para lenges, loalhas, ele. etc. etc..
a 1*000 rs. a vara, ditos estreitos a 5 *000,6*000,
7*000 e 8*000 rs. a pega, sendo muito boa fazen-
da, pegas de mandapolo, por prego muito razoa-
vel, na loja do Pavo, rua da Imperatriz n. 60,
de Gama A Silva.
Vestidos pretos do Pavo.
Vendem-se ricos cortes de grosdenaples preto
com ricos enfeites de veludo, pelo barato, prego
de 40*000 rs. cada um, na loja do Pavo ; rua da
Imperatriz n. 60.
Lazlnhas victoria.
Na loja do Wi>;io.
Vendem-se as mais modernas lazinhas Victoria
tendo 1 palmos do largura com lindas palmas de
seda pelo barato prego de 800 rs. o covado, na
loja do Pavo, rua da Imperatriz n. 60, de Gama
& Silva.
Os soutembarqnes do Pavo.
A' 203000.
Vendem-se ricos soutembarques pretos ricamen-
te enfeitados a 20*000 cada um, ricos manteletes
pretos, grandes a imitago de capas pelo baratissi-
mo prego de 20*000 rs. cada um, s na loja do
Pavo, rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os chales do Pavo.
Vendem-se chales de merino estampados a
3*000 rs., ditos muito finos de crepom a 6*000,
7*000 e 8*01X1 rs., ditos lisos a 4*500 rs., muito
finos a 5*000 rs., s na loja do Pavo, rua da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
O brina do Pavo.
Vendem-se brim de linho puro com quadrinhos
proprios para caiga e paletots, pelo prego de 500 e
600 rs. cada covado, sendo fazenda que sempre se
venden por mais dinheiro; rua da Imperatriz
n. 60, loja do Pavao de Gama & Silva.
L.azinhas a lo rs.
mi o Pavio.
Vende-sem lazinha matizadas proprias para ves-
tido sendo padres miudinhos e grandes, sendo fa-
zenda muito encorpada e que se pode lavar perfei-
tamente, como se lava a chila e nao desbota, saina-
do esta fazenda mais barata em proporgo do prego
por que se vende a chita; isto na loja da rua da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
A AGUA IKAKCA
recebeu:
Sapat nhos desetim branco bordados paia bap-
tizado?.
Meias de seda branca para o mesmo fim.
Mui bonitas e delicadas touquinhas enfeifadas
para dito.
Pulseiras e voltas de contas brancas para scntio-
ras e meninas.
Fita branca e preta de borracha, com diversas
largura;!.
Transelins de borracha sonidos em cores.
Trancinha preta de la, e outras trancinhas de
la degosto novo e mui bonitas para enfeites.
Enfeiles conservadores para senhoras.
PAI'EL IM-liZ
almaco e de peso.
Alem do grande sortimeeto de papel greve o on-
tras muilas qualidades, qne constantemente se
acham na lojad'aguia branca, faz-se notavel pela
superioridade de qualidade o paprl nglt-i almas^o
e de peso, que acaba de chegar para a dita loja ;
um e outro sao mui encorpads e de um r.sst tin:i
do lustroso e macio, que na verdade a: odos agra-
dara. As resmas daquelle tem 4Su [ Ibas, a as
deste 500, e custa cada uma 8*. Tambera vcio da
niesmaqualidade e de tamanho pequeo, emeai-
xinhas de 100 folhas, tanto liso como beira lloara-
da, custando este 2*, e aquelle 1*200 a caixinba.
J vean pois os apreciadores do bom papel que
dirigindo-se munidos de dinheiro sero bem u 1 vi-
dos : na rua do Queimado, loja d'aguia branca
numero 8.
JVOVOS FEOTES
de concha.
Chegaram novos e bonitos pentes de concha,
sendo te tartaruga, massa e domados ; Mera, ro?.
dirigirem-se com dinheiro i roa de Qoetinado,
loja d'agnia branca n. 8, antes que se acabein.
FKASCI1S
na
com gDmma arbica dissolvida : vendem-se
rua do Queimado, loja d'aguia Inanca n. 8.
Fivelas com pedrasno-
vo sortimmt'K
A aguia branca recebeu por esse ultimo vapor
um nevo e bello sortimento das procuradas fivela-
com pedras, podendo assim satisfazer a lodos i|ii"
dellas precisarem, uma vez que appareea dinhei-
ro : na rua do Queimado, loja d'aguia branca nu-
mero 8.
COPOS COM Bi-
\1IA.
A aguia branca acaba de receher os bem conlie-
cidos e apreciados copos com banha, os qn.ies 1 s-
to sendo distribuidos com aquellos prrtn'cnl< s
que coitribuirem com 2*500 vista : i-so na rua
do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
MIJITO BIIAS 1EIAS
para senhoras e meninas.
A aguia branca recebeu mui boas meias france-
zas, de fino tecido c fio redoudo, o que as tornar
de imniensa duragao, porque muito convm, ainda
mesmo distando 7 e 8*, como se esto vendendu a
dinheiro vista, na loja d'aguia branca, rua d
Queimado n. 8.__________________________
i.iiviis de pellica.
Chegaram para a loja d'aguia branca, rua de
Queimado n. 8.
ESCRAVOS FGIDOS.
F'ugio do poder de seu senhor o esrrava pre-
to, criculo, de nome Benedicto, de idade 50 auno-.
pouco mais ou menos, alto, com ns pea pnutsor
tem uma cicatriz do lado esquerdo ou direilo d..
rosto, hm vizivel, barbado bastante, o qual finta
rcornpanhia de seu senhor para aajol ser vend
nesta praca. e natural de Quipapa : roga-s.
a todas as autoridades a apprthenso do escrave :
e quem o pegar, leve-o rua do Livranx-nti) 11. J.
ou as Cinco Pontas Jos Carneiro da Silva, que
ser gratificado.
No da 13 do corrente ausentaram-se da casi
de seu senhor, no sitio do Monteiro 11. 13, dn.i-
escravas retintas, de nomes Eugrnia a .\rai is
com os seguintes signaes : a primera com Q ai
uos de idade, pouco mais ou menos, alguma bar
no qucrxo, e um lobinho em um dos pea. levoi
comsigo um filho pardo de nome Manoel, de 3 ai:
nos de idade ; a segunda de 25 annos de Idade.
pouco mais ou menos, letn comsigo ima filh;
cabrinha de 4 annos, e leraram dous embralhi*
de roupa ; naturalmente seguram juntas, gim
rando-se qual adircego: portanto. ropa se s au
toridades policiacs a sua captura. 011 qneni di la
noticias tiver, leva-las a seu senhor Joo Mame
da Veiga e Seixas, no seu sitio do Moiiteiro n. 13.
ou na travessa da Madre de Dos ns. 4 e 6.
- No dia 18 de Janeiro passado fugio o e.-rravi
Miguel, crioulo, de idade de 45 50 annos, j leu
cabellos brancos e usa de meias snissas, tem un
principio de gomma no peito de nm dos ps us;
de alpargatas, muito regrlsta e intiiula-se forro
Este pelo natural do Ic, d'onde mo para aqu
ser vendido, e por algum tempo perienceu no Si
Jos Giiilherrae Guimaraes; consia que levara em
sua companhia sua amazia, de nome Maria, parda
acaboclada, alta, e com falta de denles na frente:
esta parda costuma erabriagar-se. Poucos tt
depois da fuga foram encontrados porto do enge-
nho Camaragibe; pede-se, portanto, s antoridades
competentes ou a quem delle tiver notiria, de ap-
preheLde-lo e lvalo casa de seu senhor Migml
Pereira Leal, na rua da Cadela do Reeife n. 19,
que sero bem recompensados.
liaw"......


^^


8
Dtnrlo de Peroambnco Terca felra 2.1 de Feve rlro de i 4.

UTTERATRA.
OQUE VIL PELO MUNDO.
i pastoral ultirn:. de S. Etc. c Sr. arcebispo
da ). ni "
t A' enreja di Bihla s
Dei- .' -I '
i Ote a;i i i |uarj
ti i.i l > a i ii
q i om
p:u da parle de
Chris'o.
!I1 llt) I IM l'i;. i'
j| iari>i!a diai,
tal l.i piseha, exemplo duque prati-
C3i o aosso Divino Mostr, que ante? d< completar
o junde sacrnew da nossa rade d ;ao je i u jua-
i anta noates; estes sa de verda-
tetra penitencia, porque durante elle? mortifica n >s
o nosso eorp,i.o:n.inw>a rebulla di nossa carne,
i in de que por nwto le umi sincera coullssfu de
nossos peccado! possamos alcanear de Deus o per-
lell'.'-; ed nserfcordia, lamboni oeste touipo
.santa egreja orno mi, pa, e depositarla dos po-
. de Jetas Consto, abre os >eus
-j as suas granas e.om api'.lies
>us filliJ. lera de suas culpas, qu> as
confessam oom un corado cootricto e humillado,
e notaran satisfuer i Deus, cumprindo as u-
dawis penitencias, que Ihes sao impostas por seus
muistros.
Eis, pois. que se aproxima csse lempo favira-
vel, cis que estao prximos os das da sal vacio. E
lima qne uSo haja algum tempo. em que Deus nos
nao cumule de b molidos, e em que por sua piara
Bao possamos ter accesso junto do t'irono de sua
misericordia, convm entretanto, diz S. Leao Mag-
no, que nos oicitemos a fazer raaiores |rogre;sos
na piedade, e nos animemos de urna contianca inais
viva, esforcindo-nos ni retorno anoivorsario do
grande da, em que se operoa a nossa rodena) cao
a multiplicar nossas bitas obras, fim de nos dis-
pralos celebrar o augusto e sublimo mysterk' da
paixo do nosso Salvador, eom urna santidade, ue
se derrame egualraente em aosso carpo, e em norna
alma, purilieando-nos das manchas, que coutrihi-
mos por nossa fragilidade, e solicitudes da vida na
poeira do mando, em que somos forrados p.'ri-
grinar, c assim prepralos possamos dignamente
receber em nossos peiljs Jess Christo, quo se
immolou por nos, e que a nossa paschoa. como
nos onsina S. Paulo. E' por tanto eiT:ito Militar
da providencia, que a sania egreja tem ordenado,
que para reparar tudoquanto tenha podido alterar
a pureza de nossas almas, passassemos quarenta
dias em exercicios de piedade, a lio de expiar por
om jejum santo as faltas, que livermos commettido
em o curso do anno o de as reparar por no isas
Las obras.
t O jejum quaresmal c tao antigo como o chris-
tianismo, elle data do tempo dos apostlos, e entre
as leis ecclesiasticas por certo que se nao contece
nenhama era mais santa nem mais respeitavel
Unto pela sua aniiguids.de, e univentalidade, como
pelo seu prego, e valor e pelos beas espritus es,
que nos ella traz. Foram a interaperaaca, o or a-
Iho. e a desobediencia, quo prec pitarim no; sos
priineiros paes, e toda a .sua posteridade no
abysmo do peccado, ciiusa fatal do se innmero
de males, sob os quaes gememos. Jess Christo,
verdadeiro Deas, verdadeiro II mein. por seus m-
ritos, e soflrimentos satisfez superabundantemeite
seu eterno Pao por tolos nos. verdade, mas 6
tarabem nceessario, para que nosseja applicado o
fructo de suas satisl'aces em roparacao de nossos
crimes, que tacarnos penitencia por elles. e que,
tornando-nos copias vivas do seu proceJimento,
conderaueraos os nossos corpos alguma morlili-
cacao em pena de nossos del icios ; e porque o lac-
eado, no sentir de S. Agostinho, ou lia de ser pini-
do nesle mundo, ouno outro, indispensavcl, que
procuremos satisfazer juslica divina fazendo dig-
nos fructos de penitencia, e mortillcando a nossa
carne e a penitencia sem o jejum infructuosa,
diz o grande S. Dasiiio.
A obrigacao do jejum, oda penitencia 6 impos-
ta todos, poique todos somos mais ou minos pe-
cadores, e ningucm ha. que se.a absolutamente
innocente. E pois que vamos comecar esta quar n-
tena mysteriosa consagrada saudiveis jeja is,
sejamos solicites, lbos dilectos, em obedecer ao
preceito do apostlo purificando nossas almas, o
nossos corpos de toda a inquidaJe, e jejuando 'a-
gamos os maiores esforcos para que os nossos cos-
tuines correspondara pureza, quo exige una por-
eita continencia, cerlos de que o mereciinento do
jejum nao consiste so na abstinencia dos alimentes,
e era vao se recusar ai corpo urna parlo de sua
nutricio, se nao so purificar o coracao de tod; a
ioiquidade. continua o mesmo sanio pontfice e
doutor da egreja S. Leao Magno.
Quando os Hebrer.sopprimdos pelos Phil s-
teus, em punicao de seus peccados gemam sob un
jugo cruel, refere a historia santa,que para recobra-
rem sua liberdade, e triumpharem de seus ioiuii-
gos, se resolveram eslabelecer um jejum geral
que todos se submettessem : o infortunio os ha a
instruido, (|ue elles deviam todas as suas buniill a-
coes, e suas desgracas ao esquecimenlo dos preeci-
tos do Deus. que debalde empregariam suas arrn s
contra sens inimigos.einuteis seriam todos os seus
esforcos, em quanlo se nao corrigissem de seus
vicios; e na sua propria sensualidade foram )s
inimijfos atacados por urna severa abstinencia no
comer, e no beber. E o que aconteceu ? Este
mesmo povo vencido, quindo se acliava na abun-
dancia, retomou o seu ascendente, logo que se sub-
metteu urna indigencia voluntaria E assim como
o povo hebreu, nos adiamos nos tambem sob o
peso das adversidades; haver quera o nao recti-
nheca ?! Appliquemos |is os mesmos remedios,
se queremos ser curados, e salvos dos males, que
nos opprimem. empregimmos o jejum. coja obser-
vancia nos ajiroxima de Deus, c o fortifiquemos
cora a esmola, applicando refeicio do pobre, o
que sutrahirmos ao deleite e praz'er das coniid;is
rom a nossa abstinencia. Usemos de caridade
para cora lodos, de paciencia, e de misericordia,
promovendo a paz entre os dissidentes, perdoantlo
as injurias aos inimigos, eas offensas que nos tivo-
rea eilo, e nao ofrendando nos mesmos nin-
guera: assim conseguiremos desarmar o braco de
Deas, arredar de nos a sua colera, e mover a sua
piedade, e a sua demencia.
Nos primearos scalos do christianismo, quan-
do os fleis eran mais fervorosos, o jejum da qua-
resraa se observava con o maior rigor ; os chns.
taos se abstinham de carnes, de leite, de ovos, e do
vinho, nao lomavam no dia senao urna refoicao
ao por do sol, e na egreja do oriente era aind
maior o rigor durante a quaresma nao se tomara
oulro alimento, que nao fosse pao, fructas seccas, 9
legumo e nao se bebia senao agua : e nao ficava na
observancia do jejum, e na abstinencia das carne.,
o cumprimcnlo dos preceiios quaresmaes, ia-s
mais longe : o povo se abitiuha dos jogos, e dos di-
vertimeutos, parava mesmo o eslrepido do foro, e
at eslavan suspensos os casamentas.
Mas a egreja como urna me desvolada e
j. revidente, tem deixado aos bispos o poder de ro-
0t este rigor; por causas graves e poderosas, por
fto algunus vezes dispensa o bispo toda a sua
diocese alflM parte da abstinencia la falla, e
Cicasse;! da Cotnidas magras, do que temos exen-
r lo em a nossa egreja brasileira onde algans pre-
lados recommendaveis pelo seu saber, e pela su
piedade, tem usado desto poder en baneOoio das
con.~c-i;ncia< de seus diocesanos, e para previnir
a Iransgressl 1 da le. Da mesma maneira nos ten-
do em coosideraco as difficaldades, que etperi-
mentara os Res desta diocese em obter alimentos
nagroi para poJerem camprir o preceito da
abstiiu.'i :ia das cames 111 lempo de qa uv.,na. pelo
notoria escassez, que ha do peixe, pelo que se bao
de vei muios ikrigados a transgredir o precetto
recommdo comida da carne, tfite se tem tornado
a mais usual ; considerando tambem. que o pre-
eeito d> j.'ium so pode cumprir com a alimenta
c5o d 1 carne, qu ifi 1 > |>ara isso ha causas justas e
NMoavnis ; auendenda que o poder nos foi dado
nao para destruir, mas para ediflear, e que dere-
mos ter a maior sollicitnle em prevenir as faltas.
e neceados, e usando das facilidades, que nos foram
concedidas pelo SS. Pedro Pi IX. e que acomjia-
nharan as bullas, de nossa conflrmaeio, dispnsa-
lo >s benignamente em o Senhor aos fiis de um e
outro seiooTatta nossa Hcese o preceito da absti-
nencia das carnes na quaresma desle anno, com
as declarares, e raodilicacao. que se segueta.
I. ijue a dispensa de comer carne s para
os cinco primeiros dias le cada semana, e que com
a corakff de carne nao se poler misturar peixe de
i| iia! i Ja le alguma.
II. Que nos dous ltimos dias de cada sema-
na, bk e, as suxtas-fi-iras, e nos sabbados. se de-
vea guardar a sblinencia da carne; e o mesmo se
Obse vara nos primeiros quatro dias da quaresma-
e em ttdos os sete dias da semana santa.
III- Que por esu dispensa se nao de ve enten-
1 der, que tica tirada a obrigaciio do jejum, como por
vanas vezes o ten decidido a santa egreja.
IV. Que esta dispensa concedida en favor
! dos moradores desla cidade e do lo Jo o arcebispa-
' do, mas somente para a quaitsina do prseme an-
1 no ; o jamis se dever entender prorogada para
os auno.- uturos, sem que expressamente a conce-
1 damos.
E pura que ebegue noticia de todos manda-
mos aos reverendos parochos que publiquem esta
1 pastoral aos seus parodanos estacao da
PHOY1.XCIAS.
llio de Janeiro...
Babia...........
Pernamhaeo....
Maraulio.......
Para...........
S. Pedro........
S. Paulo.......
Paran ........
Parahyba......
t'.ear..........
Santa Catliarina.
Alagas ........
Sergipe ........
Rio Grande do
Norte........
Piauhy.........
M itto4Jrojso____
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4.601 5.717
7.519 6.242
8.549 8.41.1
975 1.159
8,970 3.898
1032 1184
8.t 107
3.011 4.7G;>
78!) 1.100
io: 456
20 12.1
59 50
120.725 IH554
ANXO DK
18G2-180:(.
Tevc
mais.
1.338
132
1.964
1.113
2S:t
!>2S
151
t\
1.754
:II7
261
21
8.288
feve
menos.
5.034
1.287
i:i
6.459
I musa cenventuah
Dadi nesta cidade deS. Salvador da Babia sob
nossosignal, e sello de nossas armas aos 2 do mez
de Janeiro de 18(ii.
t Lugir + do sello.
t -r Ma.voel, arcebispo da Babia.
(Brasil). .
Damos em seguida a continuacao do relatorio
apresentudo ao parlamento brasieiro pelo minis-
tro da fazenda.
En 18611862 o valor de egaaes transaccoes
chegou a 231.220:2795; sendo o termo medio do
quinquennio de 18J71858 1861-1862 de___
233.071:2315.
Deu-sc, pois, no ultimo exerciem urna diminui-
de 10.480.502,5, ou 4,o por cento, comparado
com o de 1861-1862, e de 12-326:4315, ou 5,29
por cento. em rebelo ao termo medio referido.
A impirtacao foi em 1862 1863 de...........
98.190:6475000, menos 12.308:9765000. ou 11.1.1
por cento. que a de 1861-1862, 22.891:5005000,
ou 1,3 por cento, relativamente ao tormo medio;
e a exiKKtaro subiu a 122.554:1305000; maior
1.828:47 iSOOO ou 1.51 por cento que a de 1861
1862 e 10565:0465000, ou 9.4.1 por cento. que o
termo m.idio dos cinco annos anteriores a 1862
1863.
G>mi>arada a exportacao de 18621863 com a
im|>orlac/o do mesmo periodo, foi maior.........
24.363:4835000 ou 24,8 por cento. Em 1861 -1862
a exportacao excedeu a importaeao 10.226:0335000
ou 9,25 |iir cento.
A importaeao de 18621863 procedeu dos se-
grales paizes as proporcoes abaixo menciona-
das :
Na importaeao e exporiaca de 18611861 lo-
era cada provincia a seguinte quola proporcio-
nal :
Importaeao
50,53
17,45
15,34
3 54
368
4.76
2.05
0.31
0,06
1.32
0,19
0.106
0.061
0,004
0.004
0.22
0.21
Importnco de gneros estrangelros com carta
de guia. -Foi o valor desta importaeao no anno de
1802-1863-19.171:3215000, menos 6.811:7815.
que o do termo medio dos cinco annos anteriores
e 5.951: 555 que o anno de 18611862.
A importaeao do 18621863 foi a seguinte :
Provincias. Valores.
Rio de Janeiro... 10.112:1745000
Babia...........
Pernambuco......
Maranbo ........
Para..............
S. Pedro do Sul...
Santos............
Provincias Exportacao
Rio de Janeir 0..... 43,09
Babia............. 14.71
Pernambuco....... 10,17
Maranbo......... 3.85
Para.............. 4,67
S. Pedro........... 0.0a
S Paulo........... 6,86
Paran ........... 1.02
Parahyba.......... 3,18
Cear ............. 1.86
SanlaCatbarina___ 0.08
Alagas ........... 3.89
Sergipe ........... 0.9
Espirito-Santo...... >
Hio-Grande do Norte 0.37
0,15 O.Oi
Matio-Grosso.......
licexiMitacao.Foi a si a importancia em 1802
-1863 de 218:8425000, monos 122:9775000 ou
36 por cento qne em 1801 1802 e l27:5425'00
ou 74 por cenlo relativamente ao mesmo termo
medio.
Navegado.Foram os navios entrados em 1802
1863. 289 eom 76,548 toneladas e 5.184 peas um
de eqiiq.aj.vMi. e os sabidi S 303, com 101,562 to-
neladas o :;.| p issoas de squipagem. V->;a na-
vegaeio, nao se ach eortteinniada a de Uruguaya-
a por falla do mappa que ainda nao foi reme'tti-
do pela alfandega.
Km 1861 1862 consl m 1 11 ivegacao de 379 na-
vios, com 79,352 toneladas e 4.574 pessoas de
eooipagem, as entradas, e 277 navi -.
78,841 toneladas o 1,135. pessoas deequipagcm
as sabidas. Neste auno concorreu a bandeira
nacional com 182 navios, nedindo 18.182 tonela-
das b tripolados por 1,129 pessoas, as entrad 1-.
e!l con 15,829 toneladas 869 marinheiros. as
sbilas. Em 1862 -1863, dea trabamos que ser-
viiam para dedoecio del-* dados, apparece a
bandeira nacional em .V.i navios, com 13.139 tone-
ladas e 619 pessoas de eqt iuagem, as entradas,:
e as sabidas 85 navios, m lindo 19,570 tonela-
das, com 911 pessoas de tri|iolaco.
CABOTAOIM.
A conveniencia, cada ve/, mais reconhecida, de
modincar-sfl as nossas le> d navegacao, na parto
que se refere cbola geni, ilelerrainou a autorisa-
cao consagrada na lei n. 1.177 de 9 de setembro de
181.2. art.13, 5S i", 5je6.
Pareceodo, perm, ao go-erno que a reforma,
que se Oxesse nos limites dessa aulorisacio, nao se-
na completa sem coinprehenleralguinas providen-
cias, qoe excedem a aleada do poder execulivo.
julgoei do meu dever apresi nlar-ros as seguintes
bases de um prejecto do reforma.
As medidas, que vou submeiler a vossa Ilustra-
da consideraco, sao as que. no entender do go-
verno, melhor proenchem ..s Has pretendidos, e
lo mereceu este grave assumpto a seria attenco e
particular Interesse do governo.
nivKiisos utrosToa.
Emolumentos.Sia posso deixar de chamar a
tura, eommerrioe obras pul.h'cas, de 28 de setem-
bro di .mesmo anno, o arrendamenlo feilo ao Dr.
...10 Pedreira do Couto Ferraz : as rasas ns. 74 e
vossa attenco sobre a inaneira por que as dille-! s u rua lla Laii'f*adoza desta rrte, compra-
rentes secretarias de ostado se faz a arrecadaco paraMonsiruccao de um edificio destinado ao
desta ramo da receita publica. Como vos disse'no cons';rvatorio de msica ; e a casa n. 6 c seus an-
mea relatono, elle noasscnla nem na natureza,
nem no vencimento do emprego, mas na designa-
eao do ininisierio, por onde espedida a uomea-
fao. Urna medida, que nonha termo a lamanha
variedado, edesegualdadenacobranea de limadas
coiitril.uieoes publicas, reclamada pela scieni ia e
pela Justina.
r.exos. da rua Fresca destruida por um incendio :
lia provinea .le Sergipe una casa terrea, situada
i 1 ua da^ Conceieo da cidade de Larangeira
1 ue com oulros bens bavia sido adjudicada fa-
zenda em consecuencia de execucao promovida
contra Antonio Manoel de Faro Lei tao : na pro-,
vincia.li l'araln ha a casa denominada do l'e-cado.
Aforos fthoi dlrello. -Reporto-me a e peito as consideracoes. que no meu relatorio snb- 'i '",,,. ;'v ,||V"- m:'t'--naes : na provincia
metti vossa illustraco e zelo. 0 sistema adop- u" 1'") <"',:i" e ''" N "'''' tas situada roa No-
lado acerca desto imposto, me parece Inconvenien- a 7"', e0l'da desde muiio para o estabele-
te. Vos deliberareis como mais acertado possa pa- l"s s '""'s'.'' !'"Mno ""llu". M achava em
recer-vos. appltcacso, e careca de grandes e dispendiosos re-
Setlo.Suscitando-se duvidas sobre a intelhgen- ,p;"'3 : e "a I"'ov.i"ci;> do Para dous dos quatro
eia de difterentes dfsposicoes do relajamente do urrenos, que serviram de hurto Manico, e de vi-
sello, relativas assim ao lempo do pagamento como
ao quantum do imposto, foram ellas resolvidas e
Bxado o verdadeiro sentido das ditas disposieSes
pelo decreto n. 3,139 de 13 de agoste do anuo ias-
sado.
Entretanto fat-se indispensavel a alteracao do
diio regulainento nos pontos indicados no ultimo
relatorio. Chamo sobre esse objeclo a vossa alien
cao, visto qne em virtud "
n. 1,149 de 21 doseleml
augmentadas nem ampliadas a novos arngos
xas cstabelecidas no mesmo regulamento.
I.OTKI1IAS.
terrenos, que serviram de
veiro de especiarias. e que liavendosido abandona-
dos, f .rain mandados vender por ordem de 23 de
junbo deste anno.
Entraran), porm, para o quadro dos propnos
nacionaes, as tojas do predio na lll da ruado
U irives nesta cute, as quaes foram arrondadas por
nove annos pela quantia animal de 3:1205: as
casas ns. 309, da rua da Alfandega, e 102 o 104
tde 11 disposto na resolucao d:1 iM YI0]M; 'aniliem na corte, pertencenles
nbrode 1861, nao poden 'ser a" l''i"inonio do imperial collegio de D. Pedro II.
diadas a novos artigos as ta- ** ''""'* fo^:"T, egualnienle arrendadas, a primei-
ra por tres annos a razao de 3605, e as ultimas
por nove a 8005 por anno ; e finalmente o predio
-No relatorio. que apresentei em maio passade [ ,7 da rua Fresca, tambem na corte, lancado
esta augusta cmara, dei crcuni>i nidada noticia ""da em pagamento da dechna de herancas, o
legados no inventario dos bens deixadoS por Anto-
nio Jo- de Brito, c que foi igualmente arrendado
por nove anuos a 0003 aranaes.
A cmara municipal da villa de S. Borja na pro-
vincia de S. Pedro do Rio grande do Sul, no intui-
to de regularisar as ras da povoagao de S. Luiz
mperio em que bouver alfar degas.
g i." Se a mercadera, que t.ver de transportarse.
fr de proluccoou manufactura nacional, seu do-
no ou consignatario depositar era moeda, ttulos
Paran ..........
Parahyba ........
Cear...........
Santa Calharina .,<
Alagas .........
Sergipe..........
Espirito-Santo___
Rio-Grande do N\.
Piauhy...........
Mattu-Crosso......
801:5135000
351:2945000
173:0485000
112:0445000
1.935:4775000
7.714:6915000
1.219:7525000
1.945:5265090
509:7465000
745:2315000
1.518:6845000
1.221:8315000
518:8425000
332:9135000
171:0435000
594:5125000
Paizes.
Gra-Bre.anha e possessoes.
Franca r possessoes......
Rio da Prata.............
Cidades Ilansealicas.......
Estados -Unidos...........
Portugal c i>ossessr.es.....
Ilespanha e possessoes.....
Blgica..................
Austria................
Sardenba................
Porto* do imperio.........
Ditos da frica...........
Snccia..................
Hollanda................
Portes na especificados...
Valor em Quotas.
contos.
15.503
17.073
0.216
5.079
4.904
4873
1.755
928
758
:s7
851
292
117
131
9.123
46,34
17.38
6.33
5.17
LM
4.97
1.78
094
0.77
0.59
0.87
0.29
0.11
0.13
9.29
Sonima 19.171:3215000
Importuno dos gneros nacionaes siijcitos ao ex-
pediente de 1 e meio por cento.O valor dos ge-
j eros de producto e manufactura nacional, im-
portados e sujeitos a este expediente, foi era 1862
1863 15,917:3305000, menor 1,892:2105000 que
o do anno anterior c maior 1,939:2045000 que o
. do termo medio dos annos de 18571862.
A importaeao de 1862-1863 foi a seguinte :
phovincias.
Rio de Janeiro...............
Rabia.......................
Pernambuco.................
Maranbo...................
Para........................
S. Pedro....................
S. Paulo....................
Paran......................
Parahyba ...................
Cear.......................
Santa Cathariua..............
Alagas.....................
Sergipe .....................
Espirito Santo...............
Rio Grande do Norte.........
Piauhy......................
Albuqiicrque................
98.190
Compaiada esta mportaeao com as das provin-
cias em 1861 1862, do-sc os seguintes resulta
dos:
0 V) ANNO DK
l c C 1862- -1863.
0 0 00 u 3 S
PROM.N'CIAS. 0 i i 0
OC u 11 0 30 1_ Teve Te ve
3 N mais. menos.
> 58.223
Rio de Janeiro .. 49.621 2.601
Babia.......... 17.1.17 17.385 248
l'ernanibico.. .. 15.069 17.838 2.769
Maranbo...... 3.483 3.264 219
Para........... 3.021 3.610 2
S. Pedro........ 4.673 6.407 1.744
S. Paulo....... 2.019 1.777 452
Paran ........ 305 84 221
Parahyba ...... 62 37 25
Cear.......... 1.298 1.017 281
Santa Catliarina. 292 213 79
Alagas........ 104 77 27
Sergipe ........ 60 48 12
Espirite-Santo... 4 2 2
Rio Grar.de do
Norte........ 4 28 24
Piauhy......... 214 257 43
Mate Grosso..... 224 98.190 213 11
110.499 1.121 13.430
Os paizos, para onde se encaminhou a nossa ex-
portacao cm 1862-63, foram os seguintes :
Paizes.
Gra-Bretanha e possessoes.
Franca e possessoes.......
Eslados-Unidos...........
Portugal c possessoes......
Cidades II anseticas.......
Rio da Prita.............
Ilespanha e possessoes____
Suecia..................
Blgica..................
Dinanuirr..............
Chile.................
Pertos do Mediterrneo...
Russia..................
Portes d.Vrica...........
Sardenba ...............
Portes nao especificados...
Valor em
contos.
55.189
13.568
13.416
5.094
4.974
4.983
2.316
2.347
1.044
1.026
961
702
592
442
538
14.462
Quotas.
45.02
11.06
10.94
4.89
LOO
4.07
1.88
1.91
0.85
0.83
0.78
0.57
0.48
036
0.44
11.8
122.554
As importancias com que cada urna das provin-
cias conctrreu em 1861-1862 e 1862-1863, para
a exportacao, sao as seguintes :
VAL0IU5S,
4.302:1005000
733:1635000
3,555:31351 KM)
. dei circumstinciada
da alteracao, .juc havia sollrido o servieo das lote-
ras, passando para o thesouro o valor dos 2 por
cenlo que o finado ihesoureiro reeebia sobre o im-
porte da venda dos seis mil blhetes, de que se
por meio dos quaes se harnii.nisac penVaniente da cmnI,rw cada urna dellas, e contralando-se romo
franquezadacabotasemfacililadaa bandeiraestran- nov" ll|esotireiro por 1 por cenlo este irabalho. O
eireeomnina^aStorau^lto^JuTon- resultado, ora o thesouro tem obtido at o fim de J ,B,ten1,,d" cm Progressivo augnaeato, sol citou a
Vm conceder a navega^'ao nacional deiembro. deduzida a gratificado do fiscal, monta v' n,,a dl! %<<<"propnos nacionaes al. existentes.
Sao estas as b es em 7*:00O5. '' I1"' consistan! em II qnartos dentro do collegio
1." As embarcaeoes estrangeiras podero livre-' V.:"'"lal ""'^'reiro ten entrado para os cofres ^^St^SSS^^^SSS^F^
mente fazer o servieo de transportes" costeiros de Pblicos no divido lempo com os remanescenles ":|Wg'"' '' das necesarias informa-
todos e quaesquer gneros c mercadorias, de pro- das f18 extrahldas, e tem apresenlado as conlas c"f'J" J^didos mesina occa-
dueco nacional ou eslrangeira, entre os jiorios do dc c^ U"";1 &&* "i* n.ezes depois do sorleio. ; r 2** a'.'cnaeau de oulros da
como esta determinado por tima ordem do miraste- "' M":f flla-''" *rt"de do disposio no art. 39 da
rio do imperio, que ainda vigora. i 'J-'1 ?: ^'4 de 28 de outubro de 1848. Tomando na
Tambem tem havido regolaridade as entradas d-vlJa oonsideracio as inforraaces da presidencia
dos beneficios, periencentes aos cnncessionarios; o da provincia a esse respeilo. julguei conveniente
do goreiw.^iietae^ecie^att^de^Dnhias i 'I"c se vorilit-a compre vinta dias depois da extrae- ordenar em lo de julho de 1863 a venda em hasta
acreditadas: ouemel^ bem assim sobre o an- l"ibhca dos menc.cnados propnos, a qual .odavia
assignanie da alfandega, ou |Kr por duas
de conecilo ou reconbecido crdito, a ini
dos direitos de exportacao, para os quaes
de base o valor da nauta sei anal. i ro> 'lue recebe a bocea do cofre a importa... ^^ ,
Si 2.- Se a mercadoria, fr e prodcelo e manu- factura eslrangeira ainda nac despachada para con- 8nde prazo para a iirestafao de suas contas. i CUJ l,DCa0 az PM* dos propnos nacio-
sumo. a cauco ou deposite ser feilo do mesmo Toniarani-sc ja todas as contas do finado the-, "J* .....
modo como no paragrapbo antecedente c igual a foureiro, e as competentes quitacoes esto lio-' illl^"5e,lup,nn,.a d.e "'f do ministerio do
importancia dos d.reitos de cmsumo a que estiver Jf cm poder de seus hordeiros para rsoocio f2L? fSVSSiiXT "***"*
sujeita. de qualquer responsabilidade delles para cm ; T,v Prupno nacional denominado do Coi
3. Quando se tenha j pigo os direitos de con- a faJ.enda nacional. As do actual acham-se
sumo, a cauco ou deposito versar nicamente cm bquidaco, e, a medida que se forem to-
sobre a importancia do valor correspondente ao ex- .mando, ira elle obtendo as quilaces respec-
pediente de i >/j Vo- i "vs- ,
2.* Para annullaco da letra ou levanlamento do' I'epois do men relatorio de maio de 1863 con-
deposilo, de que trata a condicao antecedente, o nrmaram-se mais oito coiieesso|>s do loteras,
douo ou consignatario da mercadoria apresentar dc.,orle (lue existem boje confirmadas as se-
certidao da effecliva descarga paseada |xda alfan- ?u,nt
dega do porto do destino da mesma mercadoria no *-|
praso de seis mezes, que pod ;ra ser prorogado |ior | 2/
mais tres, a arbitrio do iuspe;lor, cobraudo-sejuro
pela demora na forma eslabe ecida no regulamento
Contrato, si-
provincia de Mi-
Revm. bispo da-
3."
4/
5.'
Da opera lyrica nacional.......
Da imperial sociedade auxiliadora das
arles e henifcente........
Da l.ibliotheca fluminense......
Da matriz da Boa-Vista da cidade do Re-
cife...............
Da irmandade do Santissimo Sacramen-
to da amiga S.
22
3
4
;.'
de 19 de setembro de 1860.
3.' Os navios nacionaes, que transportarem g-
neros e mercadorias nacionaes sero isenlos da
cauyo da condicao 1*, e da a( resenlacao do certifl-,
cado de descarga exigido pe) art. 492 do citado' $" f*> matnzes do Piauhy.
regulamento de 19 de seterab -o do 1860.
Ficaro. porm, olirigados a todas as formalida-
des da condicao 1* quando tnnsportarem gneros
e mercadorias estrangeiras mjeitas a direitos de
consumo.
4." Os gneros e mercadorias de produegao e
manufactura nacional transportados em navios na-
cionaes sero isentos do pagai lento do expediente
'/i 7o, a que licaro obrigaios os quo se trans-
portiirem era navios estrangel-os.
5." ()s navios nacionaes coidinuaro a gozar do ,
isenco do imposto de ancoragem, e os eslrangei-
ros a pagar a que se acba estabeleeida na legisla-
cao em vigor.
6.* as tripolacoes das emoarcacoes nacionaes
podero ser admillidos at dous tercos de eslrau- ;* Ja associacao de caridade da corte. .
geiros. 11"- Da irmandade da Misericordia do Sa-
7. Os capites, porm, e mestrs dcstas embar- bara .............
cacoes devero ser brasileiros. Ua matriz
8.' Os presidentes das prov ida
Da irmandade de S. Francisco de Assis
do Pitangui...........
8.' Da casa de caridade do Curvello. .
9." Das matrizes das villas do Olivcira e
Passa-Tempo...........
10. Da associaco de S. Vicente de Paulo.
11. Da malriz da Senhora da Conceicao do
Aracaj.............
12. Da irmandade do Santissimo Sacramen-
to da freguezia da Gloria da corle. .
13. Das matrizes de Nossa Senhora da Glo-
ria e de Santa Thereza do municipio
de Valeaca....... .
14. Da matriz de Ubatuba, na provincia de
S. Paulo.
54:1605000
02:2415000
31:6565000
15,917:3305000
a sua imporlan-
Somma.............
Bee.r.portnrao e baldearn. Foi
cia cm 1862-1803 I,.00 7545000, mais.."......
80:7565000 que a do anno de 18611862 e me-
nos 047:3375000 que a do termo medio dos cinco
annos anteriores.
Provincias.
Rio de Janeiro...............
Babia................
Pernambuco.....
Maranbo.......
Para...........
S. Pedro.......
S. Paulo........
Paran ........
Ceara ..........
Santa Catliarina.
Piaubv.........
1,569:754-3000
navios entrados
Somma..............
.\'tii' de portos estrangeiras foram em 1862-1863 2,733
com 919,529 tonelada e 44,533 pessoas de trino-
lacio, sendo nacionaes 166 com 39,117 toneladas
e 1.952 pessoas de tripolaco : os sabidos foram
2,o87 com 1,065,594 toneladas e 41.722 pessoas de
equipagem, sendo nacionaes 145 com 38.857 tone-
ladas e 1,800 pessoas de Iri jolaco. Nao vao con-
templada nesta navegacao a de Uruguavana, Cea-
ra, Ido rande do Norte e Malte Grosso' por falta
dos mappas.
. ouvidos os ins-
pectores das Ibesouranas" de fazenda, e participan-
741:2245000 do logo ao governo, podero permittir a entrada
727:8425 00 Je embarcaeoes estrangeiras en portos interiores,
3,179:0855000 onde nao bouver alfandegas, iiediante as cautelas
. 826:2755000 e diligencias liscaes que julgarein uecessarias, nas
371:1985000 circumsiancias seguintes:
104:7905000; '" Para o transporte decoonose seus effeilos.
170:0075000: Em casos extraordinariis, como de fome ou
182:3365000 PesIe> quando alguma povoaco do interior necessi-
282:9625000 ile dl3 J'iompios soccorros.
321:769500o! '" Al's navios eslrangeiros. que navegarem cm
270:9095000 ,asO"o. ser permittido tocar nc |wrto de Macao no
Rio G1 ande do Norte, para receber sal.
10. O que se acha eslal.elecido nas condicoes
precedentes nao abrange o tninaporte das merca-
dorias e objectos de qualquer natureza pelos nos.
lagoas e aguas interiores do imperio, o qual s po-
der serelecluado em navios nacionaes.
Paragrapbo nico. Exceptiam-se : l.", as em-
barcaeoes de estados liinitrophi s, que tiverem tra-
tados e convencoes especiaos com o imperio, nos
termos e condicoes rallos eslabelecidos ; 2.u. nos
casos de arribada forjada, varajo, ou outra torca
maior.
11. A infraego deslas dispcsieOes ser punida
com as penas do art 315 g 3" do rcgulameuto de
19 de setembro de 1860.
12. Os direitos que actualmente pagara pela tari-
fa em vigor, as amarras, amrrelas, ancoras, aneo-
reies. fateixas, eordoalnas, lonas e meias lonas, e
outros tecidos para velantes, coare balido para for-
ros, pmbo e outros objectos, quando importados
para serem empregados ua coustrueco e appare-
loo dos navios aacionaes, ser. reduzdos a 10 e
15 y.-
13. Para poderem gozar do beneficio da rondi-
Cao antecedenle, devero os donos dos navios na-
vios nacionaes apreseniar, no acto do despacho.
eonhecimonto com que proven: que a importaeao
dos sobrdaos artigos foi feta p< r sua coala, e pira
seren empregados ua construc;o e apparelbo de
navios nacionaes.
14. Os individuos, que comr.uzcrcm as tripola-
Coes-dos navios nacionaes de ca jotagem, emquaiito
estjiverem embarcados e em elTectivo servio, se-
rao isenlos do reerutanieute para o cxerciio e do
servieo activo da guarda nacional.
15. Na cidade do Itio de Jamiro, .as contribui-
coes para a Santa Casa da Misericordia, de cada
vez que as embarcaeoes sabireiu, sero :
De cada urna pessoa de equij agen das embar-
caeoes. que navegara barra tora para os portes do
municipio e provincia do Rio do Janeiro, 200 rs.
dem das embarcaeoes que navegara para osou-
18.
Valores.
857:7165000
241:314,5000
30:8875000
30:8775000
169:4155000
16:7275000
955000
1:20851 HH
3:6145000
84:1255000
3:9555000
Em 1861-1862 foi o numero dos navios entra-
dos 2,793 com 938,907 toneladas e 43.010 pessoas
de MUpagem, sendo nacionaes 214 cora 30,215
toneladas e 1,721 pessoas de equipagem o o dos
saludos 2,598 com 1,083,128 toneladas e 42,226 tras porios do imperio :
pessoas de tripolaco, sendo nacionaes 128 con .Sendo nacionaes, 20 rs. por tonelada de arquea-
cao brasileira, sendo estrangeiras 30 rs.
16. O governo, no regulament) que expedir para
execucao da lei da cabotagem, podera modificar
com-
portes para
_ embarcaeoes
de cabolagem, no sentido de sira dica-las, alliv'iau-
do as mesillas embarcaeoes das multas e contri-
buicoes a que sao sujeilas, e que julgar nrejudi-
ciaes ao desenvolvimento da nav.'gaco, ou desue-
ccs.-arias aos inleresses liscaes.
Devendo, porm, terminar no iltimo dia do anno
passado os favores concedidos | elo decreto de 28
de setembro de 1859 e art. 486 [ 2" do regulamen-
to de 19 de setembro de 1860. o governo. que leve
por mais acertado nao servir-se por em quanlo da
auloiisaco comida na lei 1. 1.1,77 de 9 de setem-
bro de 1862, e aguardar a Bdopcio das bases que
acabo de apresenlar-vos, ou quaesquer oulras me-
didas qne a vossa illustraco p; recan mais con-
venientes, eniendeu dever exdr o decreto n.
3,184 de 18 de noveinbro prximo lindo, prologan-
do ai.- o ultimo da do crrente anno de 1864 as
di>posicoes do citado art. 486 2 do regulamento
das alfandegas.
27,934 toneladas e 1,319 pessoas de tripolaco.
O termo medio dos annos de 1857 1862 d pa-
WeSKS 2'9i,5 BaTlos con 943,321 toneladas' as forWlWades'eVi^t^lios*"!riDunaa "te
378^. KS?8. ,',u,,,af ?' send0 na,,'onaes mercio, nas alfandegas e capitanas dos portes
n.^.m .,;; tlJn" ad:,s V,'J*8 P4??, d" '!"'- a niatr.cula, registro e despacho das
pagera, e para as saludas 2.743 com 1,016,388 to- '
neladas e 34,283 pessoas de equipagem. sendo na-
cionaes 318 eom 29,015 toneladas e 1,481 pessoas
de eqaipagem.
.Vi'c<7 1861 foram os navios entrados 3.239 com 624 929
toneladas e 45,210 pessoas de equipagem, e os sa-
bidos 3,189 com 620,698 toneladas e 41,862 pes-
soas de equipagem. Nesta navegacao nao est
comprebendida a do Mo Grande do Norte, Cear e
Uruguavana, e a dos mezes de evereiro junbo
do Maranbo.
Em 18611862 enlraram desla procedencia
3,306 navios cora 662,046 toneladas e 47,263 pes-
soas de equipagem, e sahiram 3,262 con 613,055
toneladas e 45,163 pessoas de equipagem.
O termo medio d..s anuos de 18571862 d
para os entrados 3,574 con 626,020 toneladas e
43 70* pessoas de equipagem, e para os sabidos
3,428 cora 585,213 toneladas e 41,119 pessoas de
equipagem.
Commeicio com o llio da Prata.
Importaeao.- Em 1862-1863, foi a inqtortancia
dos artigos viudos destes estados 6,216:4085000
menor 1,895:5635000 ou 23, lerceiro que no an-
no de 18611862 e 84:5405000 ou 1 terco mais
que a do termo medio de 18571862;
Exportacao.- A nossa exportacao para os refe-
ridas esiados foi de 4,983:4915000, maior.......
756:6865000 011 17 e 9 decimos que em 186
1862 e menor 203:2545000 ou 3 e 9 decimos do
que a importancia do termo medio referido.
da parad)ia das Sete La-
goas ..............
Das matrizes da Villa Nova, Pacatuha
e Porto da Folha, da provincia de
Sergipe.........- .
19. Da Associajo Tiqiographica Fluminen
se............... 3
20. Do hospital da Misericordia de S. Joo
d'EI-Rd............. 2
21. Da matriz de Nossa Senhora do I.ivra-
menio de Han meiras....... 2
22. Das matrizes das parochias de Mon-
tes Cl.iro-, Contendas. S. Romo,
Jamara, Barra do Rio das Venias,
Grao Mogol e Curvello, na provincia
de Minas............. 3
23. Do hospital da .Misericordia da ridade
de Jarareby, cm S. Paulo..... 2
24. Da matriz de Santo Antonio da ci-
dade Diamantina, da provincia de
Minas............. 2
25. Do hospital de caridade de Macei 3
Ainda eslo por confirmar as concessoes felas
pido poder legislativo s seguintes matrizes c hos-
pilaes :
Matriz da ilha do Governador....... 2
Dita de Nossa Senhora da Conceicao, S. Jos
e S. Benedicto da cidade deCaxias no
Maranbo............. 2
Irmandade de S. Pedro da cidade de Ma-
rianna............... 1
Matrizes de Itonito, Altinho e Caruar. era
Pernambuco............ 4
Dita de Nossa Senhora de Nazarcth da Tre-
sidella, no Maranbo.
Matrizes da provincia do Amazonas. ... 3
Dita de Nossa Senhora das Brotas do Joa-
zeiro............... 1
Dita de Nossa Senhora da Ajada do Bom
Jardim.............. 1
Nova matriz da cidade de Mand, nas Ala-
gas................ 2
Matrizes da cidade da Victoria, S. Mathcus
e villa de Cuarapary na provincia do
Espirito Santo........... 3
Nao cont aqui com as trese concedidas ao the-
souro nacional para indemnisaco dos adiamnten-
los hilos a Joo Caetano dos Santos, por se adiar
quelle completan/ente indemnisado, e este falle-
cido, solvendo-se assim a duvida que propnz
no meu mencionado relatorio, a respelo do di
tuado na cidade Diumaiitina da
na-Oeraes. para resideucia do
qu'dla diocese.
Sobre as fabricas do chumbo.e de ferro do Pilar
na diia provincia, nenbuma deliberaco pode ser
ainda tomada.
O governo aguarda as inormacoes e esclareci-
menlos, que tem exigido acerca do estado das fa-
tendas nacionaes, suaS diniensdcs, rendimento e
cusleio, para deliberar sobre o melhor aproveita-
menlo dellas, 011 do seu valor, nos termos do art.
11 jjI 6o da lei n. 1.114 de 27 de setembro de 1860.
senseos da nacao.Nada lenho a arrrescentar
ao que a esse respeito foi olTerecido vossa illus-
traco c sabedoria no meu relatorio.
Agaardo e que tiverdes por mais justo e conve-
nn nte deliberar a respeito assim dos qne se acham
ao -cvico das fazendas nacionaes, cmoda manu-
itiisso dos que, por avancada edado ou enfermi-
dades chranicas, tenham de impossibibtar-se para
o servieo da nai;o.
Nao menos conveniente ama deliberaco vos-
sa, regulando, na forma do art. 11 do acto addicio-
nal a consiuuico do imperio, e que sao bens pro-
vin-iaes.
Precedida a necessaria avaliacao e informacao
das coinpetentos reparticoes, foram mandados li-
bertar diSsrentes escravos, depois de enirarem
para os cofres pblicos com a importancia do seu
valor ; a saber :
Na corle : -Leopoldina. Esperanca. Eva, Isabel,
Virgina, Joao e Angelo, ao.servico da Santa Casa
da Misericordia; Floriano, ao servigo do arsenal de
mu iuha ; Manoel Raphacl, Domingos e Alexandri-
na, aodo arsenal de guerra ; Jorge e Zacaras, ao
serigo do ministerio da agricultura, commercio e
obras publicas; e Claudio Fgueredo. ao dos te-
legiaplios elctricos ; destes smente tres Leo-
poldina, Floriano e Manoel Raphaelrecolheram
aos cofres a importancia de sua avaliacao, e obli-
verain por isso a competente carta.
Na provincia de S. Paulo. : Josepha.ao servigo
da al.rca de ferro de Ypanoma.
.Na provincia do Para :Luiza Mara e seus fi-
Ihos menores. Fabncio e Luiza. ao servieo da fa
zonda de S. Lourenco ; Maihilde Maria, Catharina.
Antonio Carlos. Hermogenes. lzidro e Domiciana.
ao servieo da fazenda Arary : Joanna. ao da Fa-
tenda Grande, e Joo e Mafia, ao da fazenda Ga-
ineleira.
Na provincia do Piauhy :Derailtila. menor.
Terrenos demarinlia.A le n. 1.177de9 de se-
terabro de 1881, oreando no art. 9 a receita geral
doimpi-rio. classilicou nos 29 os foros de terrenos
de niarnlias. exceptuando as do municipio neutro
8 dos municipios das capitaes das provincias, que
as tiverem.
Quanlo as do municipio neutro pertencem os
respectivos toros cmara municipal da corte, se-
gundo o disposto no arl. 37 jj 2 da le de 8 de ou-
tubrode 18.14; mas. nada dispondo a citada lei de
9 de setembro acerca do destino das dos munici-
pios das capitaes das provincias, que as tiverem.
e parecendu-meque a sua intenco fora nao alli-
viar os concessit naros dessas mesma? capitaes.
mas alterar a applicagajo dos loros das respectivas
inarinhas. tive de resolver, por circulares de 20 de
Igosto e 2 de setembro ltimos, sob consulta de al-
giunas thesouraraK de fazenda, que continuassem
na arrecadaco e liscalisaeo desse ramo da recei-
ta publica, escripturando-o por deposito, al que o
poder legislativo delibere sobre seu destino.
OBRAS.
Cata da moeda. Como expuz no relatorio do
anno passado. para |x)r termo s questoos suscita-
das na consiiui'co das obras da casa da moeda a
respi .lo do iageainento c forro das ohVinas e do
deposito d'agaa para ilimentaeio das ealdeirat e
outros lins. e huido em vista as disDOsjefies dos
contratos primitivos de 3 de julho de 1858. e sup-
plemenlarde 10 de junbo de 1861. havia por des-
pacho de 29 de abril do anno passado, declarado
os meemos emprezarios obrgados construccao
das referidas obras, marcando-Ibes um praio para
csse eleito. sob pena de roeisio do contrato.
Devo agoraaccrescentar que a esla resolugo do
reito. que s ditas loteras pretenda ter o referido: !? rasponderam os emprurios, em offlcio
finado de 9 de mato segninte, declarando que estavam
Algumas mainzes, cujas loteras anda aio 1 PjgHPK a faaer as mrarieaadaa obras, projesira-
foram craflrnudas, tem o sen direto em p nao; dffeniretaito. contra aquella del.beragao.
succede o mesmo a respeito de outra, que nao Cuando rhegar a nina solucao qne re
requerram al hoje a ronirmaco exigida pelo "f '';racos. que se_ olfereciam a proni
boje a ronirmaco exigida pe
decreto n. 2.874 de 31 de dezembro de 1861, |wr
ter expirado o prazo de oito mezes concedido para
allegaran as crciunstancias, que tivessem era
seu favor, e mais duas proro.u'acoes. cada urna
de oilo mezes, em atteni-o a falla de conheci- ,
mente, que os concesionarios pederan) ter do 'f'! e'";'' ,T'"S .'',n,,r"
referido decreto, principalmente em lugares lis- ""S?*."^"^Jf^
tantes das cajiiaes das provincias.
removesse
proni|ita con-
clu.- deslas obras, l.io urgenlcmnile reclamadas
pelo servieo publico. Iraiei de romnium accordo
cora s emprezarios, de fazer a encampacd do di-
to contrato, o que efectivamente aefei por aviso
, de 22 de agosio, e termo de contrato assignado pe-
- -arios em data de 24 do
inles bases :
PliintiltLAempren entrega ao governo todas
as obras no estado em que se achara, e
E. desojando habilitar-vos a temar tima delbe- f>esSl'
A renda de 12
jKores.~~ "^" v u" """"" *""" u,,s a"-, lodosos seus elidios.
Do quadro n. 19 Ira patente quaes sao as lote-' s<,!""'<'- Poverno f"'a obrgado a pagar aos
ras que se ho de extrahir deste anno em diante, "PESfl ""lK)l'I"m',a ,i*n' w*lw
sem contar com aquellas que deven ser extrahi- s''" J'1.^ valor, segundo avaliacao, que sera feta
das na razo de un. certo numero wr anno. mas l'm Juoarbitral ronstuidu |.r dous arbitros en-
sem lempo definido. genne ros nmneados pelo governoe dous outres de
1110
me
no anno enfrento, comprimi dizer-vos que nem
todos os concessionarios foram nella contempla-
dos por falta da necessaria margem que os abran-
racao justa e sensata, encarn-i:ou o subdirector
das rendas publicas do thesouro, Dr. Jos Mam icio
Fernaudes Perera de Barros, de colligir as infor-
magoes remedidas das previne! era virtude da
circular de 24 de setembro de D62, as que foram
ministradas pela capitana do p^rlo desta corte, e
quaesquer oulras que fosse possivel addirionar em
do contrato primitivo.
TrrceiruNo caso de ser a avalagao inferior
s quantias rocebldas, os emprezarios entraro
com a diflerenea para o thesouro nacional.
Quai ta.Sobre a avaliacao das obras, na qual
os arbitros coinprehendeio as deSBetas depri-
nieiro estabeleeimento e outras, que parante alies
forera jusliueadas pidos emprezarios e reconheci-
das p do engenheiro fiscal, se lngara, a juizo dos
Proprios nacionaes. Do quadro, r,ue acompa- mesmos arbitros a ttulo de beneficio razoavelaos
nlmu o relatorio do ministerio a men cargo, apre- emprezarios, urna quantia que nao poderser in-
0 jiuzo dos arbitras de-
'/. sobre o capital e premios das
loteras da corle e provincia do Rio de Janei-
ro no ejercicio de 1862 1863.
1.017:6005000.-
BENS DA NAgAO.
lll.n| ton cm
01 dera a adquirirse pleno conl cerniente das di- sentado em maio do anno passado, foram" elimina- fer.or a 10 por cenlo.
vmawqnMHSes CDrmuladas na Mencionada clrcu- dos na corte e provincia do l'.io de Jineiro os se- Unitivo, c delle nao podera haver appeltacao.
ar. No annexo encontrareis csses esclarec men- guntes proprios nacionaes: (Contrnuar-se-ha J
tes, os quaes posto nao sejam perfetos nem tao A chcara, e Casas do Morro Ingle; por haver___________________________________________
ampie, como tora para desejar, demonstrara quaa- sido rescindido, por aviso do ministerio da agricui- PERNAMBUCO.- IYP. DE M F. i A FILHO
i
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