Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10296


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Full Text
II
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AfiHO XI.. HOMERO 40.
Por tres mcies ad afilados S$000
Por Ir n|ies vencidos 6$U()0
Porte ao correio por Ires uiczes. 730
y>^tM
. '/.!

SEXTA fEIRA 19 DE FEVEREIRO DE 1864.
Por auno adiantado. ..... 19$00O
Porte ao correio por mu auno 3$00
FNCAKRSGADOS A SBSCRIPgO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrinn d." f ma '-
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Araeaty, "
Sr.A. de Lentos Braga; Oir, o Sr. i. Jos da
Oliveira; Miranhiio, o Sr. Joaquina Marques Ro-
drigues; P?r;i. os Srs. Manuel Pinheiro i ('..-. A-
rnazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
KNCAimEG-Ams DA Sl'BSCMPCAO NO BEL.
Alagoas, o Sr. Claudino Mcio Das; Babia, o
Sr. Jos.' Martns Alvos; Rki do Janeiro, os Sr>. Pe-
roira Marlins & Gasparino.
PAKTLOA DOS ESTAFETAS.
Glinda, Cabo e Estada todos os das.
IguarassuVfioyanna e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Santo Anta, Gravat, Bezorros, Bonito, Caruaru',
Altinho e Garanhons as torras feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Umoeira Brejo, Pessueira,
Ingazoira. Fi.iros. Villa Bella,Tacaratu', Cabrob,
Boa Vista Ouricurj e Exu' as quartas feirast
ibacm, Itio Forraoso, Tamandar, Una, Barre!-
ros. Agua Prott e Pimenteiras as quintas feiras.
(ha de remando todas as vetes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao '/, dia.
EPHEMEBIDES DO MEZ DE FEVEREIRO.
i
7 La nova as 3 h., W m. e s. da t.
14 Quarto cresc. as 11 h., 5 m. e 26 s. da m.
ti La cheia as 2 h., II ni. e 8 s. da t.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 1 horas e 18 minutos da Urde.
Segunda as 1 horas e 42 minutos da manila a.
PARTBA MIS VAPORES IXjSTEIROS.
Para o sal ate Alagoas a 5 e 25; para o norte at
a Granja 7 c22 dcada mea; para Fernando nos
dias 14 dos mena dejan, maro., n aio,iul, seL enov."
PARTIDA DOS OMMBUS.
Para o Reeife : do Aaipnoos as 6 >/?,7, 7 V?, 8 e
8 '/2 da m.; do. Olinda as 8 da ni. e 6 da tarde; de
Jaboat as 6 '/2 da ni.; do Caxaug e Vanen s 7
da m.; do Bonifica s 8 da ni.
Do Reeife : para o Amputes s '/? *> 4 V> 4 V?,
5 Vi, 5 V? e 6 da larde; par Olinda s 7da
manha e 4 '/, da larde ; para Jab alio s 4 da tar-
do ; para Cachang e Varzea s 41'1 da tarde; para
Bemflca s 4 da tardo.
Al'DIENClA DOS TRIBUNAW DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relaoao: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda : quintas s l horas. ."
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphaos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DIA9 DA SEMANA.
lo. Segunda. Ss. Faustino e Jovila inm.
16. Turca. S. Rayimndo de l'enafon e.
ir. Quarla. S. Potycronio b.; S. Komulom.
18. Quinta. S. Tlionioiiiu I prior deS. Cruz.
19. Slita. S. Conrado t ; Ss Cabino Hl.
20. Sabbado. Si Eteulberio e Nilo bb.
21. Do nngo. Ss. Maximiano e Fortunato bb.
ASSIGNA-SE
no Reeife, em a livraria da praca da Independencia
us. 6 e 8, dos proprietanos Manoel Figuoiroa i*
Faria 4: Fimo.
PARTE CFF1CIAL.
fiOVER.W DA PROVINCIA.
iApoilifi le do dia 10 de fciereiro le I Mi i.
liouver inconvoniente, dotormine V. S. que o 2
lente do corno de engenheiros Jos Tiburcio
l'i reir de Ifagalhaes, levante a planta dos povoa-
di d< Gamel ra Moni
Dito ao eommaadaata do carpo de polica.Ex-
|Mca V 8. as anas ordena para quo dos des
, mantos do corpo sob seu cotninando, sojam reco-
lta das esta capital o uuinero de pravas mencio-
Offleioae brigadeiro comniandante das armas. indas na inclusa ma
,Reinetto V. Ec. para os fns convenientes a guie Dito ao coinmandante do presidio do Fernando.
de nove pracas do corpo de gnarnicao do i eara, -Junto achara V. S. por copia a relacao dos ob-
que vieram para esta provincia no vapor Apa, os- ,*dos retnettidos pelo arsenal de guerra no vapor
coltando dez sentenciados (le jostica. Mibiiijim/w para o servioo desse presidio.
Dito ao niesnio.Remeti iV. Etc. para ter o DRo ao jnix de pii mala volada da fregueaia de
c.mvenionte destino, a copia da sentcnca respectiva Hnnangoape. Km vista do que me couiiuunica
do reo excluido do exercito, Faustino Jos Amonio, | 'c em seu offl -io de l'l do correnle, tenbo a di-
e que voio para esta provincia no vapor Princesa
ik oinrille, como me conitnunicou o Exm. presi-
dente das A lagcas, em olflcio de II do crreme,
atini de cuniprir a pena de (arrinho perpetuo, no
presidio de Fernando Coinmunicou-se ao Exm.
presidente las Alagoas.
Dito ao niesino.Com a inclusa copia da infor-
maeao do i ispector da ihcsQiiraria de fazenda, de
43 do crrenle, respondo ab oflicio de 30 de janei-
ro ultimo, com que V. Exc. irouxe ao met conlie-
cimento, o que devolvo firmado pelo coinmandante
da tortaleza de Itamarac, p.-dindo que so marque
urna gratilirafao ao mestru c proeiro da canoa env
pregada m servido da mesma fortaleza.
Dito ao niesnio!Sirva-so V. Exc. de expedir as
suas ordens paia i|ue,o consellio econmico do 4
Ihe que guardados os prasos da lei fa;a a con-
roeacao dos aovos eleitores dessa freguezia para a
eaniao da respectiva junta de qualilicacao que
dever ter* lugar no dia 20 de marco vindouro que
,ara isso fioa designado.
Dito aos agenres da companliia brasileira de pa-
quetes vapor. -Podem Vmcs. fazer seguir para
os parios do sul o vapor Af aaunha hora indi-
o.ala em seu oIRoio de hoje.
Portara.-Os Srs. agentes da companhia bras-
leira de paquetes a vapor inandem dar transporte
Mtra o Rio de Janeiro no vapor Apa em lugar de
destinado passagi'iro de oslado ao eseriptura-
io da Ihesouraria de fazenda Beliodoro Fernandos
da Cruz.
Dita Os Srs. agentes da companhia Brasiloira.
balalhaodo art Iharia pe, atisfaca, como se de- di paquetes vapor mandera dar passagem por
primeiro femestre do anno civil de 1862.
Dito ao Dr. chefe de polio a.Faca V. S. desem-
barcar do vapor Apa, os dez sentenciados de jusli-
ca mencki'iados na rclafai .unta, os quaes vieram
da iiroviniia do Coar com destino ao presidio de
Fernando, para onde devo V. S. remette-los na pri-
meira opinrtunidade.Com nunicou-se ao juiz mu-
nicipal da primeira vara, e remetteu-so as rtspec-
tivas guias ao conimandaute do presidio de Fer-
nando.
Dito ao mesiiio.Mande V. S. desembarcar no
apor Apa, quatro sentencifidos de Juslica, vindos
da Parahj ba, com destino ao presidio de Fernando,
para onde deve V. S. Cue-tos seguir na primeira
opponuni lade, providenciando convenionioi tente
para que regressem aquella provincia as pracas que
os escolta ram.
Dito ao mesmo.D V.&.U providencias ne-
cessarias, para que seja remettido provincia da
Parahyba cumo solcitou o respectivo Exm. presi-
dente, em oflicio de8 do correnle, o criminoso d >
corle e aquello provincia da Babia.
Aos meamos agentes para mandarem dar passa-
gem para a Babia Torquato Jos de Souza, cabo
de imperiaes marinbeiros, e communicou-se ao
coinmandante da canhoneira Itnjahy.
DitaO vice-presidento da provincia, atte.nden-
io ao que requeren Francisca das Chagas Rbeiro
de Oliveira, professora publica de inslruccao pr-
rtlaria da frogupziada Boa-Vista, e lendo em vista
a nformacao ministrada pelo respectivo director
geral resolve conceder-llie trinta dias de lcenea
rom voncimento para tratar de sua sade, a qual
kvo ser contada de 4 do corrento.
Dita.-O vice-presidente da provincia, resolve
conceder a exonoracao que pedio Miguel Alfonso
Ferreira, do cargo de delegado Iliterario do dis-
Iricto de Agua Pieta. Communicou-se ao director
fetal da inslruccao publica.
Dita. O vice-presidente da provincia lendo em
consideraba a pro|>osta do director geral interino
ta instruogao publica datada de 12 do correnle.
termo de Cabaceiras, Thcodoro Jos dos Alijos, que soba, 21 resolve nomear o Dr. Miguel Bornardo
com o noine de Theodoro Jos Mari.i, foi remanido : Vieira de Amorta, delegado litterario do districlo
para a caieia do Limoeiro pelo delegado do termo de Caruaru, fleando exonerado desse cargo por
de Ingazeira. aaaim o haver peJido Antonio Jos Nunes do Val-
Dilo ao inspector da t.icsjuraria do fazenda. I*.Communicoti-sc ao director geral da instruc-
Rostiluo i. V. S. roberlo com o ollicie do chele de ;ao publica.
polica, di.tado le 26 de jutubro do anno prximo ------
passado, ii soh n. 1477, o recibo que veio annoxo Expediente do secrelario do cjOTrrno.
sua infonna?o de honlem i. 77 relauvamente ao oflicio ao brigadeiro coinmandante das armas-, d ..
?lUi!uel vencido desde 11 de agosto ate 11 .le ,utn- ._e ordem de S. Exc. o Sr. presidente da prov.n-1J* ffl^* ^^'&i^cKSa?de
brodaquolle anno, da casa que servio de quartel lia communico V. Exc. que nesla dala autorisou- (
ao destactinento de lutha da freguezia do Bebe- i; 0 director do arsenal de guerra a satisfazer os
'id quando detestados com porfeito pro|M>siio de
perpetua corroern.
rara vos deterrninardes praticaros sentimcntos
do que dovois estar animados, nina consideracad
vos offerecemoil em noine de Jess Clirisio, qual
a do vos recordantes que a renovagio da culpa gra-
ve occasiona (por cada vez) a reiteraco da paixao
e inorle do Filho de Dos, como nos diz o apostlo
S. Paulo, assim como a desobediencia do priinein
homem motivou a encarnaco do Jess Cbrislo.
para salisfazer Divina Justioa.
Filhos e irmaos, nao proloiigueiiios a penitencia
devida aos dolidos, que nos eonstiluam reos en-
pros.Mio.i de Dos e aplaquemos a celeste indigna-
gao, liara nos conceder aquelle espaeo do lempo,
que mistar nossa justificaejio.
Ojejuin quarosmal medicina inais convenien-
te aos transgressores da lei, pela qual temos do
ser ulgados : raziio, porque efflcazmente vos re-
cominendanios sua fiel observancia. Convencmo-
nos que o exercicio das virtudes Heve ser preferido
ao dos vicios, que nos designam mercadores dos
eternos BageUoe, que devem Boflrer os que iegai<
rain a iniquidado.
Concluimos esta nossa carta pastoral, exhortado-
vos digna recepcao dos Sacramentos da Peniten-
cia c da Sacratissiina Eucharislia, instituidos para
nossa santilicacao, e completa victoria contra nos-
sos inimgos espirituacs.
Mandamos finalmente que os Rvms. parochns
leiam em voz intelligivel esta pastoral na occasio
da missa convenlual, em tres domingos da presente
quaresma.
Palacio da Soledade, lo de fevereiro de 1864.
Joo, bispo diocesano.
INTERIOR.
HIO DK jim:iho.
ASSEKBLEA GERAL
CMARA IMIS MMIDItl S
li;i'l TtlMW.
SESSAO EM 23 DE JANEIRO DE 1864.
Presidencia do Sr. T. Franco de Almeida.
s 11 V2 horas da manha, feila a chamada, e
havendo numero legal, abrio-se a sesso.
Lida e approvada acta da sesso antece-
dente.
O Su. 2. Sf.ciietaiuo, serviudo de 1.*, deu conta
do seguale :
EXPEDIENTE.
Tresofficios do ministerio do imperio, coinmu-
nicando, em resposta, que se expedir s respec-
tivas presidencias as convenientes orden>. aliin do
seren exeeutadas as resolucoes lomadas par esta
cmara acerca das eleieGes primarias e secundarias
fetas no .'" distrelo eleiloral da provincia de Mi-
nas-Geraes, no 3 de S. Paulo e na do Amazonas.
Inteirada.
Outro do mesmo ministerio, enviando o requei i-
mento documentado em que a mesa administrado-
ra da ordem lerceira de Nossa Senbora do Carino
ribo, alim de que mande pagar ao respective sub
delegado, ou a iiessoa por elle autorisada. timi vez
que aprsente duplcala do mencionado recibo, a
quanlia de 205J00, em que importa o predito alo-
guel.-Ct mmuiiiepn-se ao Dr. chefe do policia.
Diloaomesrro. Em cumplimento do quo dolor- _
mina o aviso di reparlco la guerra de 30 de ja- j apimlares do convenio do Carmo desia cidade,
guerra
aedidos do almoxarife do hospital militar e do
omtnandante da fortaleza do Bruin a que alinde
os othoios de V. Exc. de 13 do correnle, sob ns.
27o e 277.
Dito aos capitulares do convento do Carmo.
Pela secretaria do governo se rommunica aos Srs.
neiro ultimo, constante da -pia junta, mande V
S. descontar do sold domajor do corpo do estado
maiorde 1" classo, Apolunio Peres Campello Jaco-
nie da Gama, a qiuutia de 604000 rs. mensa 'S, a
que liea elevada do presente mes em diante a con-
-signaoao de .'(0400!) rs. qui deixara na corte.
Communicou-so ao director do arsenal de guerra.
Dito ae mesmo. Iteeonmiendo V. S. que to-
mando em oousidorae.ao o que no incluso requeri-
mentooxpoz o engenbcro W. J. Undsey, mande
pagar oque se Ihe esliver a dever de seus vonci-
metilos como engenheire contratado para servir de
ajudanie do engenheiro encarregado das obras do
melhoramenlo do porto desla cidade, e las quaes
orrem |r conta do ministerio do imperio.
Dito ai mesi 10. Remello por copia .i V S. o
aviso da reparticFio da guerra do 2.*i de Janeiro ul-
timo, para que mande abona:- ao eapilao do 9* ba-
tallfio do infantaria Temoloao Peres de Albuquer-
que Mar.inhao, a gratflcaca do commando do es
(acamento, durante
suas ordens mais
mero fossem eompreliendido> alguns guarda
cionaes.
a uraiucacii 10 cornual uu uo os- ., n.m. 1 ,1
ante o Ion, ,. o;n que ello leVC Sob : ,r' '' Xjr ?,v? ,1 Vf"
m de 40 1 as, embora nesse nu- J*"? ",;"',
aprehendido^ alguns guardas na- JLfi.! "*
d
constan!
tonente
re, a importancia da gratilicaco que veuceucomo ,
recrutador no lempo decorrido de 9 de juubo a 31 ')r h prov.nc.al.
do ojlubro do .nno passado.
I le legando constou do aviso da repartirn do im-
Mno 5 do correnle foi indeferido o re piorimon-
i) em que solicitaran! licenca para bypolbecar ao
tarSo d Livraincnlo o engenho Jardini de pro-
oriedadu do mesmo convenio.
Despachos do dia 16 de evereiro de 1861.
Rtfutrmuntot.
Antonio Symphronio Rodrigues Lima.Salisfa-
;a a exigencia comida na informaco do iaspec-
:or da Ihesouraria provincial por copia inclusa.
Andr do S Albaqaerque.-Nao lera lugar.
Bellarmino Brrelo Acciol.Em vista da infor-
inacao nao lem lugar o que re pier o supplicante.
Cal xa filial do banco do Brasil nesta cidade. -
Informo o Sr. inspector da tbesouraria de fazenda.
Direccao da companhia Vigilante va|Kr desla
cidade.irija-se ao Sr. inspector do arsenal de
inarinha.
Flix Ramos Lieuthier.Dirija-se ao Sr. inspec-
irnha quein se ex pede 01
nlo do menor de que trata o
supplicante.
joaquim Ribeiro de Aguiar Montarroyos.ln-
icas.
ine allega.
Illdoierid.
Mai linbo da Silva Costa.Informe o Sr. inspec-
Dito ao mesmo.Approvando nesta dala o ajus-
te que fez o dir tor das obras militar m con Theo-
doro Rarapk, para o.xorutar pola quanlia de 7:9404
r-.. o do eonformidade com o aviso da reparticao
da guerra de 14 de oulubro do auno passado, as
obras mencionadas no officio n. 8 do 12 do corre-
te, constante da copia inclusa ; assim o coiiiuiu-
nico V. S. para son conliecimento.
Dito ao coinmandante superior da guarda nacio-
nal de Nazareth.Communico V. s. para son co-
nheciraeato, e 1 Hm do quo faca constar ao agra-
ciado para solio lar a respectiva patente, que se-
gunda constou de participar > da diroclora goral
da secretaria de estado dos negocios da jostica de
.". desla mez, S. M. o Imperador por decreto do 23
BINADO DE PERNAMBICO.
D. Joo da Purllcaco Marques l'erdigo. conege
rearante de Santo Agostinho, por graca de Deoa
e da Santa S Apnslulica, bispo de Perna.nbuco,
do conselho de S. M. o Imperador, etc.
O Mura de qoareola dias cquarenla noiles por
J isas Cbrislo pralirado 110 deserto, previainsnle
s la divina missio,OOS proteja e santifique.
Nao sojam os ncommodos na propiia saude,que
nos faeam ontlir a exaeco do principal dever en
nosso iiiinistorio aposiolico, no lampo era que inais
urgente consideramos a manifeslaco da doulrina
e .'anglica. O zelo, que nos domina pela salvaco
d is almas nos impelle declamar contra os abusos
de Janeiro lindo, houve por bem reformar no mes-1 oppostos aos preceitos, ponuia observanda pode-
roo posto o cap o secretario geral desse coinnian- nios obter a verdadeira fulicidade.
do superior, Feliciano Jos de Mello. Dilectos Dlhos, Jess Uiristo, mencionando a
Dito ao inspedoi- do arsenal de maiinha.Defe- p'rpeliaco dos osoandilos aos quaes est annexa
rinii > o re |ucriinento da direceio da companhia I a pena eterna, persuade a retratar de taesex-
VigiUnte sobre que versa a su.i informaco n. 631 C SOS, cuja euormidade causa a perdicao de tantas
(i- io do torrente, antoriso V. s. mandar vesto-1 almas, pela qual sio responsaveu os escandalosos
riar o osla lo da raldeira do vapor d( reboque r.n- \ na tribunal da cierna juslica. Atlendci ao designio
marngibe porte cente a misma companhia, por di santa igreja, quando, como mi caritativa, pro-
conta da qual deve correr a respectiva despeza
Dito ao mesmi.Em vista da sua iiformaci de
13 do correnle sob n. 630, dada sobre o requeri-
mento de Flix Ramos Lieuthier, otoriso V. S.
mandar al star na companhia de aprondizos artili-
Ces desse arsenal, o menor tutelado do supplicante
de nomo Albino
Dito ao capitn do porto.Podo V. S. romelter
para a corte no vapor Ap pedidas a; convenientes orJons, os 7 reorulas
nioiioionados na relafo annexa ao seu offlciin.
S7 del! do correnle que respondaExped-
ram se as necessaras ordens para o embarque
desies rcerotas.
Dito ao mesmo.Mande V. S. detembarcar o
voluntario Arislides Temistocles de Oliveira Costa,
dr que trata o sen officio 11. 26 de I do correnle,
>e annualmeule aos seos lilbos os das quares-
11.10-, como os mais proprios para a meditaco da
p lixo, e inorle do seu esposo, supportada lepois
d 1 trila e tres anuos de idade, nos quaes se dig-
11 >u instruir-nos em nosSQS deveres.
Espantosa e admirare! a insensibilidado, que
Kdo o universo tributa Jess Cbrislo, abandona-
do desi.nfreada insolencia, barbara impiedade,
o inaudita crueldade dos jadeos, segundo narra o
sacralissimo Evangelho I Al quando. porni, a de-
pravada malicia continuar renovar (pela colpa)
o> ultrages e sacrilegas profanagoes dirigidas rom
consumado despreto a Rederap >r do genero hu-
mano, durante sua sagrada paixo c morte I
Filbos e irmos de Jess Cbrislo, nao sendo pos-
sivel visitardes os lugares, onde o adoravel corpo
d nosso amabilissmo Salvador foi borrivolmenle
visto que foi considerado inerpaz para o sorvicou.'.rajado, para os regardts com lagrimas de justo
da armada em inspeccSo de suile, como V. S. de- stutiment i, manifestando voluntaria desistencia da

ciaron em dito
chefe de policia.
Dito ao dire.lor
olcio.Coi:imunicou-sc ao Dr.
da- ol v^ militares.Se nao
culpa, lamnntai o forraaldaspasBa, com que foram
recbidos os sgnaos dhquerfa infinita carldade,
c >m que Jess ChrisB>p.cril>a os dolidos rorumet-
fazeuda.
Outro do mesmo ministerio, enviando o oflicio da
presidencia da provincia de S. Paulo, remetiendo
. copias aulbenticas das actas da organisaco dos
i collegios eleitoraes na eleloraes a que se procedeu
na cidade de Braganeac villa de Alibaia.A* coin-
missao de poderes.
1 Un requeriinento df Eustansle Prezervodows-
. ki, 2 lente da armada, pedindo licenca por ires
anuos, com o sold e gralifleaco de servico activo,
liara na Europa, applicar-se ao estudo de engenta-
ra hydraulica.A' coramisso de pensoes e orde-
nados.
Outro de Pedro Antonio de Paiva, pedindo o lu-
' gar de continuo ou de guarda das galeras dosta
i cmara.A' couunisso de policia.
Dous de Jos Ignacio da Fonseca Masangana e
Jos de Araujo Souza Medeiros, pedindo o lugar
de continuo desta cmara.A' inesina coinmisso.
RUDO M IM'OItMACOKS
Vera mesa, sao ldos. apoiados, e approvados
sem debate, os seguintes requerimentOS .
Requeiro que se pefa ao governo a copia da
correspondencia do ministerio da guerra com a
: presidencia e a ihesouraria d Pernambuco cena
1 do pagamento do sold da guarda nacional desia-
. cada na dita provincia em llns do anno prximo
passado, e se pergunte se os cofres geraes foram
ludemuisados dessa despoja.
1 Paco da cmara dos deputados, 2o de Janeiro
de 1864'.0/1,'s Nctlo.
Requeiro que se peca ao governo o seguinle :
Io Relacao dos olllciaes combaienles, superio-
! res e subalternos, da armada, com declarado do
: destino actual eda data do ultimo desembarque do
cada um.
2" Relacao dos fornecedores do arsenal de
marinha da corte durante os annos civs de 1861
1863, com declaradlo dos objectos foruocdos por
ellos e das datas em que so elfociuaram os forneci-
: montos.
3" Copia dos contratos celebrados no mesmo
arsenal, no referido trennio, para fornecimenlo de
madeirs e carvo de podra.
1 4" Copia da f de ottcio do Io lente da ar-
mada Augu.-lo Jos de Souza Soares de Andrea
Pacjo da cmara dos deputados, 2o de Janeiro
: de 1864.Lopes Sello.
Requeiro que se pergunte ao gowrno quanlo
se lem despendido com ajadas de cust egratifica-
t;df> extraordinarias dos membros d cor|>o diplo-
malico, do 1 de julho de I808 at o presente ;
quaes os individuos que as perceberam, a impor-
tancia e o motivo do cada urna.
Pago da cmara dos deputados, 23 de Janeiro
I de 1864.Jipes Helio.*
lUVoaMA JUDfCIABIA
Vem tambera mesa, lido eapoiado. e da nies-
ma serte approvado sera debate, o seguinle reque-
r men lo :
t Requercmos que se mande publicar no Jornal
do Commercio todos os projectos sobre reforma ju-
diciaria existentes na pasta da respectiva coin-
misao.
1 Sala das sessoes da cmara dos deputados, 23"
de Janeiro de 1864.Silva Perda. Chayas Lo-
bato.
KLF.IC.U) no Piauiiv.
O Su. Aifo.nso Celso :Ao copiar o parecer da
! comn.isso, acerca das eleigocs do Piauhy, dei-
xou de ser mencionada, as conclusoes do mesmo
parecer, a freguezia de laicos, cuja etoicie correa
regularraeute e foi approvada.
Vou, pois mandar urna emenda para ser corri-
gdo osso engao.
t Vera mesa, lido, apoiado e approvado sem
' debate, o seguinto requerimenlo :
Requeiro que no parecer da 1* conunisso do
poderes acerca da eloiyo do Piauhy accrescente-
se no lugar competente :
Approvada tambem a eleicjio primaria da fre-
guezia de Jai coz, presidida pon juiz de paz Arnal-
do Mondes de Carvatho.
t Sala das sessoes, 2 de Janeiro de 1:861.Al-
fonso Celios
O Si:. PaesraRNTEnomanara servir na comis-
sao de fazoiMiu ao Sr. Saraiva. era SUbstiluicio do
Sr. Paos Barreto, que fora nomeaio ministro e se-
cretario de oslado ds negocios ejtrangciros.
ORDEM DO DIA
RUrcXo Do nio-i.i:\mik do sil. l1 dislricti) I
Contina a discus-u do parecei da >'" commis-
s.io il poderes sobre o 2" districlo da provincia do
lli-Grande do Sul, na parte adiada em 26 de de-
embro prximo passado, na qual ornara parte os
Jrs. Praneiro Machado e Maeedo.
A dscusso lica adiada pela hor l.
Dada a ordem do dia, levanta-si a sesso as '1
horas da ia/de.
. SESSAO KM 26 DE JhNEIIO DF. 1864.
Preridencia io Sr. Tito Franco de Alneiia.
As ll limas da manha, feila a chamada, e
havendo numero legal, abre-sc a sesso.
Lida e approvada a acia da sesso antecedente,
o Sr. 2* secretario, servindo de I", deu conta do
seguinle :
EXPEDIENTE.
Dous offlcios do ministerio do imperio, enviando
offlcios das presidencias das,provii cas de S. Pedro
e Rio de Janeiro, remetiendo copia! aulheiiticas das
acias das eleieoes primarias a que se procedeu as
parochias delupeva da Faxiaa, Vil a-Bella da Prin-
ceza, (jucluz e Pnheiros da jiriineii a; e as do mu-
nicipio da Barra-Mansa c Santa .Varia Magdalena,
da segunda.A' coinmisso de poderes.
Outro do mesmo ministerio, enviando o oflicio
da presidencia da provincia do S Paulo, cora as
copias authentieas das actas da irganisaco dos
collegios eleitoraes da capital da mi sraa provincia,
\ c das cidades de S. Joo do Rio Claro e Pindamo-
j nhamgaba.A' mesma commisso ,
Outro do mesmo ministerio, enriando a copia do
! oflicio do Jtvm. bs|o da diocese d j Rio-Grande do
i Sul, pedindo autorisaeo para de: pender 2:00
com a compra de um orgo. de que neeessla a
respectiva cathedral. A' 2* comnisso de orca-
; ment.
Outro do mesmo ministerio, enviando o oflicio da
presidencia do Espirito Sanio, remetiendo copias
I de Ires projectos de lei apresentac os pela assem-
bla legislativa da mesma provincia, aos, quaes a
mesma presidencia negoii a suasancciio |ior julga-
los inconstilucionaes.A' commisso de asserablas
provnciaes.
Um requerimenlo dos emprogai os da recebedo-
ra de rendas internas da Babia, [edindo que seuS
vencimenlos fixos sejam igualados aos dos empre-
gados das alfandegas, segundo a odein,. de cada
provincia.A' commisso de pensoes o ordenados.
Outro dos empregados-da 3 din doria goral do
ministerio da guerra, pedindo que seus vene i mon-
tos sojam igualados aos demais em iregados-das d-
rectorias geraes daquelle ministerio. A' mesma
commisso.
Outro de Domingos da Silva Gu maraes, 1* con-
ferente da atfandega de Pernambu -o, pedindo um
anno de licenca com todos os se s vencimentos
para tratar de sua sade. A' me raa commisso.
Outro do 1 tonente da armada nacional e impe-
rial Joaquim de Paula Marlins e Silva, pedindo
um privilegio por dez annos para ligerear a indus-
Irla da carbonisaco de lenha |>ela Iheona de Fe- j
llppe Le Bon.A' commisso de ro nmercio, iudus-'
tria e artes.
Outro de Jos de Carvatho Cesir, jiedindo ser |
dispensado da repeticao dos exame s preparatorios
era que ja foi approvado, sujeilai do-se, antes de
matricular-se, o de geometra, un co preparatorio |
que Ihe falta. A' coramisso de inslruccao pu- !
Mica.
Outro de Jos Ribeiro dos Santo; Zatnilh, pedin-1
do quo Ihe sejam reconhecidos val los os exames '
de prepratenos foi tos na Faculdadj de Direilo de |
S. Paulo, para se jioder matricular no le anno da
Faenldade de Medicina da corte.A' 11 esma coni-
msso.
Oulro de Antonio Jos de Souza Jeito, pedindo o
lugar de guarda das galeras destv cmara.A'
commisso de polica.
Tres de Carlos Raymundo Pereira de Oliveira,
Jet Deolrado Pirrho e Lucidio Jos Carduso Mon-
tero, pedindo o lugar de continuo d;sla cmara.
A' mesma coinmisso. 1
Lera-se e sao apoiados c approvrdos sem deba-
to os seguintes requerimentos:
l'KIDO DE IMOKMaCoi:
Requeiro que se pecara cora urgencia ao go-
verno imperial pelos respectivos ministerios as lo-
formai;oos soguinles:
t 1.* Se. na confonnidale da rea lucio de 2:i de
oulubro de 1852 e aviso de 27 de dez abro de 1834,
j ha a escolha, por parte da provincia das Ala-
goas, o por quera, das torras devoto Us appropria-
das a colonlsaco livre, alim de que a mesina pro-
vincia possa entrar na Iruic de seis leguas era
quadroque a lei n. 314 de 28 de o itubro de 18'i8
concedeu a cada niadas provinciis do imperio.
E' quando nao lenba bavidoessa escolha, porquera
deve ser frita.
t 2.* Se dentro da legua em quadro, destinada
ao patrimonio da, colunia militar Leopoldina, na
provincia das Alagoas, ha eslabelecida alguma fa-
zenda rural ou engenho de fazer as;ucar, porten-
cente ao proprio director da referida colonia. E,
quando baja, se isto permittido.
3.' Qual a razo por que desde O de fevereiro
de 1832, em que foi inslallada a mencionada colo-
nia, nao se lem estabeleeido em seu districto mrleos
de populaoo laboriosa, como foi urna das razos
que determinaran! a fundaeo desta colonia.
4.1 Qual a razo por que o respectivo director
da mencionada colonia nao consente a livre con-
correneia do commercio dentro do districlo de sua!
jurisdieco.
t Paco da cmara dos deputados. 26 de Janeiro |
de 1864.Jos Angelo.
REFORMA JUDICIAHU.
c Requeiro que seja reinettida commisso de
juslica criminal a praposta do poder execuiivo li-
da na sesso de 14 de agosto de 1862, sobre a re-
forma judiciaria ; o que cora urgei cia a inesina
coinmisso endita o seu parecer a respeilo.
Sala das sossoes, era 26 de Janeiro de 1864.
Tatures Haslos.
ESTRADA ENTRE S. JoAO DE EL-RH E 0OYA2.
O Su. Ciiaoas Lohato :Sr. prest ente, no anno ;
de 1860 0 corpo legislativo votou 100:0004 para
comeen e abertura de urna estrada que, partindo
de S. Joo de El-Rei, na provincia Je Minas, pro-
curasse a de Goyaz, passando pelos municipios de
Oliveira, Tamandu e Foruiiga
Votada essa quantia, foi ella entregue i presiden-
cia de Minas ; (Hirin al boje uo se tem dado
urna s enxadada na projectada estrada, c nem sei
o desuno que se deu a soinina decre.ada. K", pois,
no intuito de saber qual a apeheac dada a essa
quanlia que faeu o presente requei imento, tendo
razes para recelar que oulro lenha sido o seu
deslino.
O Sr. Akfokso Celso ;Foi applii ada a diversas
obras da provincia.
O Sr. Chacas Lobato:E linha. a presidencia
autorisaeo para isso? Creio que nao : a quantia
votada foi para a abertura da estradi, e nao poda
a presidencia, sem volaco da lei, a,qilica-la a um
lira diverso. E' um m BOStaUM OBI que esto os
nossos governos. qur geraes, qur preTkriaes,
era distribuir os dinlieiros nao para os sorvicns
pan que foram designados.
Portante, desojando saber, como drese, o destino
dado supramencionaia quanlia, envi a mesa o
presente requerimenlo, que V. Ese. lera a bondad
de sulmietter approvacSo da casa.
Vem mesa, lido, apoiado e lica adiado por
pi-dir a palavra o Sr. Allons Celso, o seguinle re-
querimenlo :
Requeiro que se pergunte ao governo que ap-
l'licac leve a quanlia de 100:0005, volada em
860 pelo corpo legislativo para oomeco a abertura
de urna estrada que, partindo de S. Joo d'El-ltei,
na provincia do Minas, procurasse a de Goyaz,
passando polos municipios de Oliveira, Tamandu
o Foiniga, naquolla provincial
Sala das sessoes, 26 de Janeiro de 1864 Cha-
yas Lobato.
ORDEM DO DIA.
1* parle.
Continuou a dscusso do parecer solire as elei
cees do 2" districlo da provincia do Rio Grande do
Sul, na pane adiada om 26 de dezembro do anno
passado, e ficou adiada pola hora, orou o Sr. AlTon-
so Alvos.
2* parle.
Enlrou em dscusso o projecto de resposta
falla do tbrono.
A dscusso ficou adiada pela hora.
Oraram os Srs. Nebias. Marlim Francisco, presi-.
dente do conselho e Brotas.
Levantou-so a sesso as 4 horas da tarde.
SESSAO, EM 27 DE JANEIRO DE- 1864.
Presidencia do Sr. Tilo Franco de Almeida.
As 11.1/2 horas fez-se a chamada, e, havendo
numero legal, abro-.-e a sesso.
Lida o approvada a acta da sesso antecedente,
o Sr. 2" secretario sorvind) de 1" deu conta do se-
guinle
EXPEDIENTE
Um ofllcJo do ministerio do imperio, communi -
cando em resposta que se expedir ordens presi-
dencia da provincia de Minas-Geraes, alim de que
seja cumprlda a resoluco tomada por esla cmara
sobre as cleicSas primarias e secundarias (bitas no
3* districlo eleiloral da referida provincia.Intei-
rada.
Oulro do mesmo ministerio, transmiilindo, cora
o olflcio da presidencia da provincia do Rio-Grande
do Norte, as acta's da'cleico feila naquolla provin-
cia para deputados geraes'.A- commisso de po-
deres/
Outro do mesmo ministerio, enviando os offlcios
da presidencia da provincia da Parahyba, remet-
iendo copias authentieas das actas da eleio pri-
mara das-parochias do Taip o Pianc, e as da or-
ganisaco dns collegios eleitoraes do luga e Caba-
ceiras.A' mesma commisso
Outro do mesmo ministerio, enviando o officio da
presidencia da provincia do t. ara, remetiendo
urna copia da acta da organisaco do collegio
eleiloral da villa do Pereiro.-V mesma com-
misso.
Outro do mesmo ministerio, transinitlndo, com
o officio da presidencia da provincia do Cear, as
informaces ministradas pela cmara municipal da
villa da Barbalba e diversas autoridades policiaes
e civis da mesma provincia, relativas cleicao pri-
maria feita na parochia da referida villa.A' mes-
ma coramisso.
Outro do ministerio da agricultura, commercio e
obras publicas, participando que j se requisitra
da presidencia da provincia do Espirito-Santo as
informaces podidas acerca de raedices de Ierras.
A' quera fez a requisico.
Outro do mesmo ministerio, enviando copiada
oflicio em que a sociodade Auxiliadora da Industria
Nacional pede que sojam despachadas, livr.-s de
quaesquer direilos cobrados as alfandegas do im-
perio, as sementes que forera importadas do eslran-
geiro.A commisso do fazenda.
Oulro do ministerio da juslica, enviando o decre-
to polo qual S. M. o Imperador houve por bem apo-
sentar o eonselheiro Joo Lins Vieira Cansancio
d.: Sinmb em um lugar de juiz de direilo, cora o
ordenado annual de 1:000>.-V coramisso do
pensos e ordenado.-.
Dous requerimentos de Francisco Antonio de
Qneiroi c Hygino Jos Machado, pedindo um lugar
de continuo desla cmara.A' coramisso de po-
licia.
ORDEM DO DIA.
I* porte.
(kinliiiuando a dscusso do parecer sol re as elei-
eoes do 2' districlo da provincia do Rio-Grande do
bul, na parle adiada era 26 de dezembro prximo
passado voio mesa a seguinle emenda que foi
lida, apoiada e posta conjLindamente era ds-
cusso.
Substitutivo s conclusoes do parecer:
t 1.* Que sejam approvadas as eleices prima-
rias de todas as freguezias que fiearam adiadas no
dia 26 de dezembro, excepto as das freguezias da
Cruz-Alia e S. Joo do Quarahy, que sao declaradas
millas.
2.* Que sejam approvadas as eleieoes secunda-
rias dos collegios de Piatiuy e Algrete, adiados no
(1110 111.126; excluido oeste ultimo a voiaco dos
sete oleitores de S. Joo de Quarahy, declarados
nollos.
3.* Que se mande proceder a nova eleo as
freguezias annnIUdas.
4.* Que seja approvado o diploma expedido
pela cmara apuradora, ao Sr. Dr. Antonio Gomes
Pinheiro Machado, o declarado 3 deputado pelo 2o
circulo eleiloral do Rio-Grande do Sul 0 mesmo Sr.
Dr. Pinheiro Machado. Alfonso Altes.
A discusso ficou adiada pela hora.
Orou o Sr. Nei y.
2' parte.
RESPOSTA FALLA DO TII1IO.no.
Contina a discusso do projecto de resposta
falla do Ihrono
0 Su. Sai.danhv Marimid :Sr.presidente, prin-
cipiaroi por salisfazer o honrado depulado por S.
Paulo, que enc.etou o debate. Parece-me que, se-
gundo exige S. Exc., o parecer da coramisso de
resposta falla do tluono lica completo manifestan-
do-so nelle o prater que lomos por se acharen) S.
M. o Imperador e sua augusta familia do sade
pe feita. Sciente o nobre deputado disto, me per-
suado que liear satisfelo por ver sua exigencia
cumplida. Devo, porera, dzer que nao houve da
parte da commisso una lacuna deixando de con-
signar no seu parecer algumas palavras a este res-
peilo.
A sade de S. M. o Imperador e da familia im-
perial nao era cousa duvidosa actualmente, e nem
duvidoso era o prater que por tal motivo seniiam
lodos os Brasileiros.
Permita, porra, o nobre deputado por S. Paulo,
que cu Ihe diga quo, acostumados J a ldar cora
os homens do partido de S. Evc, comprebendemos
perteitamente o alcance desta sua observac,o.
(Apoiados). S. Exc. entretanto, devia j oslar con-
vencido de que esta una tctica sdica, conheci-
da e sem mrito.
As intrigas lo ard lesamente levantadas outr'ora
entre o partido liberal e a cora esto ja sem crdi-
to. (Apoiados.)
Pretender reergue-la- na actualidade urna le-
viaudade sem jaslifiraoSu.
O Sr F. Oot.wiaso : u primeiro que tem o bom
I ara nao crer 6 a cora.
0 Sft. Saldamia M.vni.Mio : -Fique portanlo as-
senlado que nao nu: assuslam com teso. Como
membro da coramisso, eu ped a palavra persua-
dido de que o parecer soffresse seria opposico :
enganei-me...
.Mas, desde que J. Exc, Sr. presidente, conce-
deu-me a palavra, eu me servirei dola para dizer
alguraa sousa sobre a presente stuacao politira.
0 paz lodo sabe que na bandeira do partido li-
beral o.-tiverara sempre (criptas as seguintes m-
ximas :fiel e exacta execucao da lei fundamental
do imperio, a maior garanta liberdade indivi-
dual, a descenlralisaoo administrativa bem enteu-
dida, dar ao elemento municipal a irajiorlancia que
Ihe divida, nao consentir que indebiuimente se
militarisc o palz, espeenhnenie com sacrificio im-
inerit dos nossos lnmieits de trabalho, dos nossos
ai lisias, dos nossos agricultores; ampliar regular-
mente c crdito protegendo assim o commercio e a
lavoura, attenco emln ao progresso e felicidads
real do palz.
Estas ideas que, desde as situaces exageradas
ale as mais normaos, tem sido coustantes e inalte-
raveis do partido liberal, formara como que a sua
permanente prottssao de f, na qual espero em
Dos que ello permanecer' sempre.
O partido conservador, porni, finita clara e de-
Unidamcnle era sua bandeira -principio de aulori-
dade absoluto, restnc^o liberdade individual,
como elle o defini, na sua inconstitucional lei de
3 de dezembro, mililarsaco do paiz, como o ve-
rificou na celebre lei da guarda nacional; coarr-
iar as faculdades mujplranacs, roduzindo este ele-
mento essencial nos gojernos representativos ,
simples manlvella do poder; centralisaco da ad-
niislraco a ponto de seren os ministros de esta-
do dtstrahidos dos altos negocios de suas reparli-
coes, p.ra se occupareni de pequeos e frivolos
objectos. que liem podiain ser decididos pelas au-
loridades suBalternas. Vemos aclualmente nesta
corte qi.e o ministro de agricaltura necessiu per-
: der tempo at para concessoes de pennas de agua.
1 por exemplo.
O partido saquarema, boje conservador, com-
prehendeu que o espirite do paiz. ao passo que
I repellla esses principios aniquiladores do svstema
: representativo, se liga va sinceramente s ideas li-
j beraos. O partido conservador conheceu que as
suas pretenedes orara j impratcaveis, conside-
rou-se perdido; mas quu appareoiar vida que Ihe
faltava, e ento com a maior hypocrisia. e simu-
lando o desojo do bem publico, rasgn sua bandei-
ra, e sorrateiro introduziosc no campo liberal a
comnietier urna defraudaco. c veio a esta casa
endeosar aquillo mesmo 'que ja harta condemna-
do. c fazer seus os projeitos do partido liberal.
As reformas da lei de 3 do dezembro. a da guarda
nacional, etc.. nos foram aqui ofTcrecidas cora a
maior coniradicco dos principios professados os-
lentadamenle pelos conservadores.
Desdo ento, Sr. presidente, o paiz ficou eonhe-
cendo que o partido ouir'ora saquarema, ltima-
mente ciamado conservador vennelh, tinha che-
gado ao termo da sua existencia, porque para po-
der susl-jnlar-se, para que hy|iocrilamente (todesse
anda ni.inler ora suas raaos a goveruanca do paiz,
foi necessario vestir o que nao era seu. o adoptar
do campo inimigo aquillo que elle sempre tinha
combatido.
Desde que assim sacrificaram lodo o seu passa-
do. renunciando claramente os seus principios; o
que foi feilo do partido saquarema, do partido con-
servador vermelho t Morreu E porque os seus
maiores llevlos nao podiain dexar de entear-lhe
sobre o sepulcro os ultimas ayunos, tomarara es-
te triste encargo na sesso pastada o Sr. eonselhei-
ro Sayo Lobato, o nesta sesso o nobre depulado
por 9. Piulo, que onretou o dbalo.
M ts, Sr. presidente, esso amigo partido conser-
vador era composto de homens. uns emperrarlos
como bom os defini o nobre Sr. presidente do
conselho outros razoaveis e justos, cujas desejos,
cujas asiM'ratjdes verdadeiramente patriticas sem-
pre foram as de fazer a felicidade do paz.
Estos compreheiiderara a stuacao. e compre-
hondendo tambora o dever do verdadeiro polilico,
e que consiste era proporcionar jaste Iriuiupho a.-
exigencias ratoaveis do espritu publico, tiverama
lealdade e patriotismo de manifestar seu peana-
ment, suas tendencias.
Estes, Sr. presidente, nao podiam achar nimi-
gos entro os liberaes, que prezam os principios.
Dns o outros pugnara pelo interosse publico, sa>
orifleam os caprichos possoaes, sao sectarios de
deas, abracam-se com a opinio geral do paiz, e
assim juntos e uniformes concorrem para um lira
santo e nobre.. assim juntos e uniformes era vistas
polticas formara actualmente o grande partido da
naeo. o partido verdadeiramente liberal. (Apoia-
dos.)
I.Mv Voz : Nao dizcm isto os Srs. ministros.
Ovtra Voz :Ja o disseram.
O Su. S.m.dvmia Marinho :Emendo que o no-
bre depulado se engaa; nos nao podemos dcixar
de ronfessar que do actual ministerio vem osla
mesma n velaco. se attenderraos com consciencia
s palavras que ou vimos ao nobre presidente do
conselho. (Apoiados.)
O Sn. Silveira Lobo :Anda honlem.
O S11. Sai.daniia MariMiio :Nos. Sr. presidente,
exigimos a reforma municipal no sentido mais li-
beral, no sentido de dar Importancia a ossas insii-
tuices, quasi que as princpaes no systema do
governo que nos rege. O que ouvimos anda hon-
lem nesla casa do nobre presidente do conselho ?
Que essas reformas seriam solicitadas do parla-
ment as sentido o mais liberal. (Apoiados.) E cu
devo acreditar na palavra de S. Exc
Do nobre presidente do conselho tambem ouvi-
mos que elle alliou-se aos liberaes e com elles es-
t era um Densamente nico.
Se entre os liberaos, assim como entre os con-
servadores a doulrina da responsabildade ministe-
rial |ielos actos do poder moderador anda objec-
to de alguraa divergencia, nao podernos tambem
deixar de confessar que na bandeira propriamente
dita do partido liberal esla idea da responsabilda-
de minislcrial pelos actos do poder moderador o
idea capital, porque, segundo j live a honra de
demonstrar nesta casa e pela aprensa desde que
desapparecor a responsabildade dos actos do po-
der moderador, corno a entendemos, ficar falsea-
do ipso fado o systema constitucional representa-
tivo. (Apoiados.)
Mesmo ueste ponto, que direi melindroso, n
ouvimos ao Sr. presidente do conselho declarar
que os ministros sao responsaveis perante o parla-
mente o o paiz par lodos os actos da cora, inclu-
sivo os do iwder moderador.
Ora, se estas sao as palavras que ouvimos, pa-
lavras que foram aqu proferidas como expliraco
e complciaento do programma apresenlado pelo
nobre presidente do conselho; o que pode mais o
partido liberal exigir de um governo que comer
seno que sua solemne prontessa seja realizada, c
quo seu compnrlamento corresfionda a essa pro-
messa ? fot ora temos esta promessa, e temo-la
mudo solemne.
E* verdade. Sr. presidente, que descrenca exis-
te, e que nos vem de multas decepces porque te-
mos constantemente passado, vendo que solemnes
y
I

-I
tt



^^^^^^^f^^^w^"^m

a>4a.rf *e PerDwtiTJ prometss feilas d'a \ Eras (aponn ro[1 eco liavjr denppnsecuia lo p*iz. K ?-iltaml sil
r
pan os lugares dos ministro*) nao lm sidoexoru-
todas mas so devenios coaltar na itaaca qo so
levanta, e pie prometi porvtv mellior para optas,
cono cu e itendo | lo que i lempo das tfeccpcSn tambera pas
Entrtanii m .1 ministerio actual rugir de sen p-o-
graa ma algaiua vez. ra lar a son patarra de hon -
ra, ciitao direi que lie nao illodia su gressei'a-
mate o piir, mas lambem qoo sem eonscienci:i o
arrastara no abysmo. Rao espero delta isto.
Mesas circomstaocias, Sr. presidente, dciiar de
apoiar o gabinete seria, especialmente da parte de
quem presa as ideas liberaes, nata falta, nmdas-
vio mesmo dos verdadeiros principios dess pa ti-
do. Aeua-demos os artos do govemo: se o<;es
actos nao ajveram de acensa* eon suaspremes-
sas, rsiigmatisemo-los; neste aceordo estamos 11
dos, esto lodos os lioiuens do bo* t. Mas i 00
com'i-cun- donando d aaatar nm gabinete
tprometteto formalmente i> qoe ss Ihe ouvimas
me parase imprudente
uu Voi:E uoi gebete si nido de nos nta-
lOUS.
O mi. Saldakha Marivho :Sabido le nos ntes-
mos. tire em aparte, e verdade. Estavasm
aiommulM a ver qtu: algn* gabinetes se fon ia-
vam com.iletanicnle ertrankis i casa, ao paltt-
inenio, Isto estranltos opinio dominante to
jiarl: moni>. Me parece qoe esla cnica passou. A
eMa*f dos denotados lera de eleger den'
seas memoras ora que a dirigase, e nomeou ta-
ra si u presidente o Sr. coaselheiro Zacjiar-ias a
cmara Italia, iKirianla, desde logo esculo do
quera d'enire seas nenbros pedesse sei encare-
gado de Bina org%nisae*e ministerial.
ntreos nienil.KK que eorapoc o actual gabinote
coRin jiodorcinos'ir em soceorra da tavoura.qtw tal-
'./. nao toabainaao essu molo para aeharcat*taes
que Ihe falinm ? Como licar o ranmereio (naneo
urna de suas. s?gurancas consista em contractos des-
la orden"
us. ixftXti ra Mm \ :Apoiado.
Sa. BttxDANHA luaome :Peder er conside-
rado fulk o estado d<> nos-a eomniercio Nos sa-
llemos; ijue contra te lo a espirito publico se limitan
deseemmunalmente o o; edito (apoiadot) sabemos
que por tuca da resirlceao foi, por exenplo, o tan-
co Agrcola liquidado f lano scni razan (pie na sua
linuraacSo se mostr* este estabeienneaM em
estada de verdadeira prosporidade.
O resaltado (ai ojm ossa liquidarn caprichosa
trouxe o airara de mnitos coajmerennlas, ebrigou-
realizar.frande pagamentos, que alias pode-
riam ser espadada* sein projuizo du crodor, ecom
proveito doeonmerek) e seguranza de fortuna das
familias dos borneas dessa proflssaa.
'-i nao quero lemorar-me, Sr. presidente ; ape-
nas tenho lenbnflo nn ou outro objecto, para o
qual chamo a-seria attenfo do gfemete, o dora
altor que, convencido de que nao Baaremos an-
da desta ra por ama decepcao, a cmara poder
encontrar no actual gabinete queu perfeitamente
corresponda a soa con lanea.
Se \. Exc e a casa me permuten dous minutos
para tratar de miaba pobre individnaJidade, eu me
utilisarei do favor, dlngndo duas palavras a pro-
vincia ondenasri.
Sr. presidente, om 1837 dcixei Pernamhnco por
siT empregado na pn vincia do Cear all estivo
at 1848. Serv quantn pude aquella pnivincia.
Em I8is ful mandado para esta caara pelo Cear
como sen representante ; honre no Ora do Brimeiro
contamos amigos de longadata i contomos lambira anno a dissoJocio. Por pasa occasiao passei ami-
aquellos que. como o Sr. presidenM dooonseln,
naoserao inlicis as promessas que tan voluntar a-
mcnle nos teem feito, qiw leem feilo ao | ai/..
Assiin, se su om meitliro do actual eaiiiaete iiio
?' do parlamento, sendo j maioria del le lirada da
cmara dos deputados, alo tenho dovidam allir-
mar que tlle parame lar. (Apdlados.)
Sr. presidente, ach.irao-nos em moa jtoca em
que preciso ter lodo o patriotismo eeorsiiem pira entend u que devia manlfeatar ana a
qoe, nn dando vulto a pequeas iudispnicoes par- mea procedimenlo na imureosa; hoi
ticulires i: pessoars, consigamos dar a l^^;l cma-
ra o endita que rila aspira, fazendo con que i lia
dote o paiz daquillo deque absoluiamente rile ja
nao pode prescindir.
eeesmrio, senbores, que o parlamento seona
en am S VOlO, para (|*ie nao deixe passar e-t
sean sem que lenba approvado a reforma hno-
tneearia, o estabeleeimeoto de crdito lerriloria a
reforma d:. le da guarda nacional e a da de :i de
de/.einbro no sentido ja onhecido; sem que d as
nossas mu licipalidades as garantas que ellas de
vem ter. mi pelo neno- qoe lirme para com ellas
as que ja ten de dircilo, mas de que o poder ece-
cutivo as tem esbulhadc.
O 00880 estado de linancas exige muito seria at-
tencao de nossa parte. Esta gravssimauaestaof
pode ser liem esludada, so podemos a resuelto del-
la tomar qualquer deliberaico proveilosa ao paiz
se esquerrlas pequeas diatenedes (apoiadofj e di-
vergencias nos ligarmos para "que nao prejudiq Je-
mos os cofres pblicos com a existencia de un
corpo legislativo sem proveito, para que demos ao
paii aquillo que elle rec ainicoiisUnt^menle e i.ue
tem direito de reclamar ede que ja nao todo pres-
cindir. (Apoiados)
U.K Vi.i.:Apniado: tomamos umcompromiso
le honra.
spondeu perfeita-
oli.i residencia para < llio de Janeiro, e constiwi-
me simples advogadu. A poltica que doininava
eotao malar-me-liia desde qoe me vissepretender
qualquer rousa.
Estova em pleno poder o famoso ministerio deS.
Miguel (Aira/ Obscuro, emumcanto daaserrai
do llio de^aneiro, all perinaiieci at 1860. Nosse
anno apparfeei naimproosa. o Municipio neutro
iprovaeau au
onrou-me com
urna cadeira nesta casa. Essa honra fol repetida '
agora, e eu nunca a esqueeerei.
I'm Su. lEi'i T\i).v,:--Klle que Uto agradece os i
bous servicos que Ihe tem prestado.
Outro Su. Dsputabo :Eorrespol
mente essaconlianci.
Su. Salamia Maiiiniio :Mas, senhores, a
provincia ende nasci, a heroica provincia de Per-;
nambuco, anda nao linha conferido o seu titulo do
approvacao minha conducta.
Urna occasiao. porm, se oferecea, la-so proce-
der a una i'leicjo para senador. Era de minha
paite demasiado arrojo apreeentor-me; estoprovio-:
da cuita mullos outra lilhos, sem duvida de inais
merecmento do que eu.
Apeur disto cadjuvado s c nicamente por ami-
jos partictUarm, a|ire-eiitei-me, pedindo Pernam-
hii'u -na approvacao ameiicom|iortameiito,ccomo!
que sua saoccio de todas as honras que as outras;
diias^ nao menos Ilustres me baviam ja conferido. I
Naotive com esta preteneao outro lim, Sr. presi-
ilenie. lenaoo de contar, cuino felizmente cont, j
essa votacao como urna approvac;w de minha con-,
duela. Mas apresciitando-me a provincia, achei o'
mas franco concurso do todas as parcialidades, a]
quaes u dignaran! adoptar sem escrpulos a mi-
nha candidatura. Digo de todas as parcialidades,
O Su. S.u.damia Maii.mio :Aaeeioadministra-, porque por occasiao dessa eleicaosederam,infeliz-,
intJlui- mente, divergencias, sem que jamis nenhuma del-
tiva, Sr. presidente, lim lada conforme* co
cao politica a tem urascriplo, deve vir em auxilio
do corpo legislativa : o ministerio deve unir-M M
cmaras, devem (rahall ar accordes, pon.ue s is-
?u\ e que as reclamadas leis poder.io ohler 81 ic-
Ao nobre presidente do tribunal do tlnsouro, ao
.5r. ministro da fazenda est actualmente incumbi-
da nina missao gravsima. (Apoiados.) S. Exc. tem
obrigaco, tern necessidade de grande esorco p; ra
jud; r-nos a salvar o paiz docatacl\smaliiiaiiceiro
las se apartasse dos gaos priaipMS de sua fe poli-
Uica. Quando digo parcialidades, nao iiicluo a con-
servadora, a quein nao ped, B que por sua parte
COloprio o seu dever, c me honrou nao me coman-
do entre os seus escomidos.
Anda mais, Sr. presidente,se nao era antipath-
ro aogoverno, mo fui lambem creatina soa nessa
i i'nao, como o nao tenho sido em nenlmma a que '
me lenho proposto.
.Nao iHulia porianio ser nem mais nobre, nem
mais elevado o titulo q\ie me den a provincia onde
que o ameaca.
Os reltanos nos annunciam urna deficiencia de nasci, titulo que nre den ludo quanto eu deJBjava
rendas. I>a parte do governo esta fazer cun cue: dessa eleiejo.
nuttat despezas imitissejamcontadas. (Apoiik S.J! Da Voz :Alli quasi qoenJb havia Vo'tos" cnser-
E i' esta occasiao eu rendo ao nobre ministro da radares.
agrirultura o devido elogio peloconiporlaiuento i|iie U Sr. Su.iumia Maiuniiu :Mcsmo os que
lia dous di;is ten!, acabando em sua repar'ieao com! havia.
que consuma nacaa de Mi a
cnvclve uina
que fosa)
um pessoal Ilegal
18:0(10,5000.
OSn. Khuuiu DA Y :ir.\ :Isto
ceas ira ao Sr. Belleganlc.
OSa. Salovniia Maiiiniio :Alada
V. Kxc. eu a forja.
Di \ Vo: :Seja onem fr.
0 Su. S'.i.iiamia Mmimio: Chamo aatteniau
do Sr. ministro da fazenda para o estado da alf;.u-
dega do Bio de Janeiro. A casa H lemhrara que
en cunprindo um deve nota tribuna, flz o servi-
<_m que podia ao estado, nanifostando como se adia-
ra essa importante reparticao publica.
I.embro ao Sr. ministro da fazenda qu'i o servi-
co que prestei eatio iiiio leve o resultado que -e
devia esperar; lembro ii 8. Etc. qoe.longe de ia-
x-er criterio bastante na admuiisiraeao para as re-
formas ndispensaveis q ae essa reparticao exiga, o
que se fot foi ora justa ora injustamente, e sempre
como que i mello.
Eu que aecusei prevaricar/lesna alfandega dt vo
declarar d.'sta tribuna que entre verdadeiros i ri-
ininosos alguns empregados honrados foiam ca ai-
gados, entretanto qoe a alfandega do Itio de la-
ueiro anda nao est expurgada de prevarica lo-
res.
>le negocio, como infelizmente em mnitos no-
tros, ou om auai todos, o espirito do ministro
obseureeido pelo empenho, pelo patronato, e mi li-
tas vezes pela falla do attencao aos negocios, por
que desgnicadameiite nos lemos lido quem des|ia-
cae sem ter lido ao menos os roquerimentos!
('.hamo tambera a attenc.o do Sr. ministro da fa-
zenda para oque ora Be pana na provincia do llio
Grande do Sal, relativamente .ios donos de cslt.ii-
ciaa arqueada* situadas nos limitas do impeno
pelo lado oriental, e que estao presentemente por
erro ou arbitrio injustilk-avel do governn 80jeitos
a imposto duplo pelo producto de SOU etancia- e
xarqueadas. (Apoiados da depulacao rio-gran-
dense.)
O ait 2o da lei n. .-lo9 de 18 de selemhr de l9
estabcleceti que os cornos, larqae e mais produc-
tos do gac o vaeeum importados pelo interior da
provincia do Kio Grande do Sul de qualquer
ponto dos estados limitrophes fossem considerados
como nacionaes e sujeitos ao mesmo direito quo es-
tes jagavam; entrctanlo o governo estabeleieu
doutrna contraria a esta lei.
Por portara do governo mandou-sc que no llio
Grande do Sulesses gneros queentravam pelo in-
terior, mesmo os perlen:entes a cidadaos brasi ei-
ros, pagassem o imposte de imporlacjio c consono
e mais o da exporiacao, visto tomo lm de sabir da
provincia como cosltime. E' um abuso do j:o-
verno praticado lalvez por falta de conliecimentoda
materia, e contra o qua peco ao nobre ministro da
fazenda siria attencao.
A lodo o ministerio, e especialmente ao Sr. mi-
nislio da fazenda e ao Sr. ministro da agricultura
eu peco encarecidamente em nome dos nossos des-
protegidos agricultores, i es|jndenles. (Apoiadi 8.) l'e;o ao ministerio que
nos ajude a estabelecer o crdito territorial liem
regulado (apoiados); que nos ajude a dar ao | aiz
urna lei hypothccaria que nao temos (apoiadosi,e
que conslitue urna das iiritneiras necess dades, ;i-
ile-se dizi'i. da actualidad*' (apoiados), porque da
.-atisfacao dosu o-eessidade que poder resultar
a prosperidade da nossa lavoura. (Apoiados.)
As poacas disposicoes hypothecartas que lemos,
Sr. presiden!, nao servem actualmente de gar: ti-
lia. (Apoiados.) Especialmente pela divrrsidade
desgraeada das decIsSes de todos os tribonaen, a
descunfianfa tem substituido ao crdito e a conflan-
ea. (Apoad)s.) Os proprios penhores comirer-
iaes, recurso mais lirme que restara, esto i es-
moralisados boje no F;io de Janeiro pela mam ira
irregular porque um dos juizes commerciacs, alias
malta honrado, tem decidido, c que tira a esla es-
pecie de garanta o valor que o cdigo Ibes deu;
os penhores sao actualmente susceptiveis de pc-
nboia por divida eslrsnha, e como oulros qu>es-
qoer bensdisempedidos. (Apoiados.)
As hvaothooaa, segundo a manca legislacao que
temos, nao do nem gerantia ao deveder o m nos
ao credor ; ellas sao lioje um titulo ficticio de se-
giiranca. (Juando se (mer a/.er cITedivo osse titu-
lo, se conneee enio sua inelllcacia, visto que a
fraude est armada para aniquila-lo como, por
excmplo, trontece im dividas que inesperada len-
te apparecem sob a capa de fovivcimento de mnte-
riaet ttc, com que se : Ilude completamente ahypo-
theca.
fcte grande meio de dar mais circulacio ao;. ca-
pitaes se lem desprestigiado por tal ndo qut pa-
\-ini. |Miis, Sr. presideato, V. Exc. e a cmara
perm Itamque e i des e lugar e BSSta ucea-iao Su-
lenine, curdialmente dirija provincia onde na-ci.
a heroica provincia de l'ernambuco, meu sincero,
agradecimenlo pela honra queme den,concedendo-i
me a sua votacao.
Nao quero, Sr. presidente,cansar mais acamara.
Vou concluir como principie!. Desde que os con-
sai vadores nos urania a bandeira de que ellos j-
inaissep.iiliam servir **e apraseatarameom ella
sem eonscieneia neaU casaenopaii as conserva-{
dores renegaran) sua Mitiga wita, rasgaran sua ra-
lba bandeira e disapp oeeeraui do terreno verda-'
deiramente politico, eoiistituindo-se apenas as
condicoes de quem nioconsideravaos meios com'
tanto que stistentasscni o dominio em que se acha-
vam das cousas publicas.
Goncluirei portanlo dinado que aceitando a de-
claracao, que tanto importa O que ou vi do nobre de-1
pinado por S. Paulo, aceitando as suas palavras nao
posso d.ixar de haver como exelinto, e aniquilado
essegrande partido conservador. Perde-lhe 0 paiz
os males que dolle receben o a trra he seja le-
ve. (Minios apoiados muito bem.)
(Conliniim-se-ha.)
PERNAMBCO
REVISTA DIARIA.
Em BOSM oitava pagina abrimos espado boje
resposta dada pelo Exm. Sr. hispo diocesano do
Para ao Exm. Sr. marquei de Olinda, com rolacSo
a qoesto suscitada pelo decreto, que baixou do
ministerio do imperio acerca do ensino nos sem-'
Barios episcopaes.
S. Exc. I'ivma. j se occupoii da questo em si
com a proliciencia e a erudieco *|ue Ihe sao co-
nhecidas, de modo que daqoene ministerio desce-
rara explieacoes ao referido decreto ; mas estas
nao passaram de sua declinacaoconi desvio do que
era esscncial a mesma questo.
Neste estado, pois.o Exm. Sr. O. Antonio de Ha-
cedo Costa de novo lala pela rentada das coasas
com refutacao das explieacoes que foram dadas,
sustentando assim a honra do episcopado brasileirol
de que S. Exc. Itvma. um dos luminares.
O Kvm. Sr. padre Lourenco de Albuquerque <
Loyola, (luanle a presente quresma, acha-se n-|
cumbido da predica sagrada na igreja da Concei-
c'io dos Militares c no "convento do Carmo desla'
cidade.
Os sermoes da prim*. ira igreja sao aos nbbados
Betas 7 horas, e os da segunda s tardes das quar-1
tas-feiras, sendo nestes o mesmo Hvm. padre Loyola,
alternado com o Rvm. Sr. padre Lino do Monte
Carmel lo,
Taes actos nopodeni dcixarde ter a convemen-
lo dignidade e a anecio verdadeira na emissao da
palavra sagrada, attentos os recursos oratorios de
que dispoe o referido Sr. padre Loyola, cuja reno-
laco na cadeira da verdade assaz conhecida en-
tr nos.
Foi eleiiooSr. Cindido Casimiro Gandes AI-
coforado deputado commcrcial em subslituico ao
finado Jos Goncalves Malteira.
Ao passar honteni pela ponte da Boa-Vista foi
om individuo atropellado por um carro, nao obs-
tante ter por diversas vezes advertido ao respecti-
vo boleeiro que o desviarse para evitar o atrepella-
ment ; ao qual nao deu ouvfdos o tal boleeiro, se-
gundo o louvavel e ralbo costume.
Mas o que mais nolavel em tudo isto, que
tendo-o essa pessoa prendido, fosse eoberta de in-
sultos por um inspector de qutirteirao, que levou o
seu destacamento ao ponto de qucre-lo tomar
forra I
Que bello agente de polica, a quem se incumbe
a repressao dos delicitos 111
- Por impulsao do Sr. r. Antonio de Britto de
Souza Garoso e de sua senhora a Exma. Sra. D.
Mara Barbara Gomes de Souza Gajoso, foi ins-
talladano dia 27 de dt zemhro, na capital da l'a-
rahyba. una sociedatle de beneficencia sob o titulo
de Cmdadede & Jalo StxnfeNtla.
Tem por lim princiral esla sociedade libertar
eseravoe de qualquer parte do mundo, e secunda-
rio soecorrer a orphos menores desamparados, e
viuvas honestas desvallidas (com preferencia dos
socios); assim como praticaroutros actos urgentes
e ndispensaveis de humanidade da ordem de dar
de comer a quem estiver com fome, recolher aos
bospitaes os mendigosdoentes e faze-los tratar,en-
terrtres insopalte! r ibres nalaraeson esVaogei-
ros, qiM para iss.i nao leiiU'm metas,CtC
A-svieiedade adiniuc senos de tolos os pai/.es, e
acalla esmotase dadivas de quem qaerqoe deseje
njnda-la em seus tins, cnibora nao qiifiira ser mem-
bro delia. isto estar obligado ao pagamento das
{oas e mensalidades determinadas pelos estatales,
que sai l| por aquellas e 1-3 portos.
Os eseraras Kaertadoa, que lera i do addicientr
ao nome preprieo appriiido de -S. Joo Bvaage-
lista, estabrlecendo-se assim nina irmandade de
mutuo conforto c auxilio, tiearo constituidos na
Obrigacao de trabalhar certo espaeo de teinpo em
provetlo dos que gemeni dekaiXO do captiveiro,
para, par es forma, aognentaren-se os recursos
da anoetaeio e multipllcarem-se m recursos
delta.
A idea que presidio a orgauisaco destt SOCie-
datle, essenetalmente httmamtaria, de grande al-
cance e muito alto falla aforar d"> seatimentos
elevades dos respectivos instiuiideras t aaaim
para desojar que sejam estes seeunda In por tedas
as penos rardadeiraonnte philaniropicas, ptedo-
sas e bemfaxejas, na presta<*o de as auxilios
para conseeucao dos fina da sociedade, Dos ajae -1
prendera Interesan taorecoabecidos a palpitan-
tes, aodendo neste caso entender-se como- referidos
Insta'jidores ou alias con os membros da direc-
tora provisoria os Sr*. Ir. Francisco Clemaolino
de Vasconeoilos Chave-, Custodio Domingos dos
Sanio-, major Francisco Antonio Aranha Caacon
e fono Pinto MoBtaira da Silva, moradores na pre-
dtta capital.
Pela Colfiijni/ foi a i to corrente encontrada
a escura iogleza SeMrH na altura de i" 53" de
tot- N, e de 2(i :W d.: long. O.
B* escull qilc pei'tell'e .10 portO lie JCI'-eJ. ttV
nlia a procedencia de Glasgow com de-lino ao Bio
Grande do Sul, Iraxendo :il tlias de traves-ia.
Escrevem-on MPo-d'Amo em data de i do
crrente o segrale:
i Ainda se faz esperar O invern, e o lempo nao
nos promelle chuvas.
< Keierirainuie que qaaai toda a fabrica do
engenho Garanas destt fregoetia boc-m m fonc i,
ten lo ja sido presos alguns esclavos. K' o caso :
o Sr. Joo Marques Bacalbo, dono do diio enge-
nho nao costumava ter feilor, porm vendo quan-
to era Inconveniente essa falta de sua branda, an-
teo de remedia-la, eospretinbos mal acastaados,
nao querendo estar'pela nova ordem de COOSJS, fo-
ram-se.
Procurarei noticias mais detaUadas |iara Ibas
transinitlir acerca do fado, tpie s boje chegou M
meu conhecimeuto.
L para a estrada Nova, porto desta villa, cer-
to rapaxsiobo deu um couce to forte en outro quo
0 levou horas depois para a dtornidade.
t Oue futuro nao aguarda ao (al rapazsinho. fio
cedo a caminho na estrada to crine I
-Nao havendo sido feila a vestoria no cadver,
foi este a requeriuiento do promotor interino ex-
humado para esse lim.
Continuara em actividade os homens do ca-
bresio, ainda ha dous dias furlaram um cavallo da-
qui meta legua, e logo no outro voltaram ao
mesmo cercado a busca de outro.
Se eu fosse fazedor de leis havia de fabricar
urna considerando o furto de cavados, crime de
roiibo, fosse onde ftsso elle coininetiido^ medida
iiiiiiianrla Adeus.
Pedenj-nos a seguinte publicaco :
Arthch .Napolko.
Seguio hontein para o norte o eximio, pianista
Arthur .Napoleo, que pela segunda vez nieve en-
tro nos, deixartdo-nos satidosos e extremamente
penhoradoS'pelas delicad is maneiras do mais fino
cV.ilheiro, com.que sempre se bouve, durante o
lempo que aqu"nieve.
Dotado de*t|uali lades raras, ainda mata capti-
vou a todos o modo porque elle acceda da mellior
vontade aos multiplicados convites, que de toda
parte Ihe'faziam as familias mais distinctas desta
cidflde, eque almejavam sempre ter o prazer de
ouvi-lo/nunca se causando'de admirar to fecundo
talento.
E agora, se por um lado sentimos que elle to
i' lo bbs teulia deixado, resta-tos por outro a sa-
tisfarn de que rife aqu fra nao s considerado,
como geraluicnte"applaudido e admirado, como se
ser o-genio, onde,quer que elle esteja, e por onde
quer que pasis esse reflexo da iBtelligeacia infi-
nita.
t Lonee e bem longe Ihe chegar ja o echo arre-
fecido de nossas palavras; mas nao importa, por-
que lambem de longe se admira o genio, tamben
de longe se pagam as dividas do coraco.
O Sr. M. A. de Azevedo qoil tambem, |ior stia
vez, dar nina prova de apreeo e Bonsideracio ao
seu tlenlo, olfereeendo-lhe til soiric de despedida
em sua bella casa da ra da Imperatriz, onde o
nosso illusire hospede pela ultima vez se fez ou-
vir.
A reunio estove lu/.idae brilliante.o concurso
numeroso e esrolhido; e nada faltn para que fos-
se completo o prazer desta noite.
i Sobranniajem um dos sales desta casa urna
collecco de diversos tpiadros oleo, representan-
do pairaros, flores e fructas do paiz, oora do hab-
lissimo pintor, e retratista o Sr. L Chapelin. O
colorido de seu pincel oeslM quadros fallava ao
espirite e ao coraco ; todos o sentirn!, e devda-
mente apreciaran! o bem acabado de seu traba-
dlo.
Era a pintura, a retoba das artes, que vinha
associar-se a msica ; e tomar parte tambera em
sua festa.
o meio de lodo esse festim, onde cada con-
viva linba razo de estar contente de si mesmo,
fez-se o joven Arthur, por diver.-as vezes, uvir ao
piano. A- sensacoe-, que elle alii fez experimen-
tar, sao tacis de suppr, mas dilliceis de deerre-
ver, porque a linguagem nao poder altiogi-ta* :
era o genio temando tle junto dos ps de Deas a ly-
ra de um aojo, e deixando ouvir a um auditorio
inebriado eeses sons anvioeos, to sublimes como
os bymnos do co.
O turbittto foi, no piano, o ultimo adeus de
Arthur Pernambuco.
llecije, 10 de fevereiro de IHti'i

Ante-hontem, tarde, corra de pleno na
freguezia da Boa-Vista, que a Sra. D. Maria Jos
de Jess Caoba Guimaraes, casada con o Sr. Joo
Antonio Gomes Guiniares, morador na ra do Se-
bo, havia mandado castigar brbaramente a urna
sua escrava, que tinha suecumbido enormdade
do castigo.
Essa nolicia chegou ao coaheciaiento do subde-
legado de dila freguezia, por intermedio de certa
pessoa que, parante testemnnhas, deelarou o facto
tle marte por sevicias, para o que vcrifiear-se,- fol
posta a casa de Guimares em cerco, que dtirou
toda a noite, leodo alli comparecido o Sr.-Dr. chefe
de polica e r. delegado.
Na iiianha de boje foram interrogados Guima-
res ( sua molher, pelo delegado-, e das dectarar
ees, mdagaees, busca, e mais diligencias que
proceden esta auloridade, nata havia que lizesse
nascejr suspeitas, qor contra Guimares, qur
contra a miilher do mesmo.
Ao passo que em casa de Guimares o delegado
proceda aos trabadlos referidos, no cemiterio pu-
blico o subdelegado referido, com os Srs. rs. Cae-
lauo Xavnr IVieira tle llrito c Silvio Tart|uinio
Villas Boas, procetham exhumaco do cadver
da escrava l.ui/.a, e mais intlagacoes aconselhadas
pela sciencia, para o descobrmerito da verdade ; o
tiue ludo deu em resultado couhtcer-se que 00 ca-
dver ta escrava do Guimares, a exhumada, na-
da ndicava ter a mesma suecumbido sevicias,
c antes foi opinio dos dous peritos havia ella sue-
cumbido a urna hcpatUe.
Toiios os qae foccionaram por parta da jastiea
cuinpiirim os seus deveres, e todo se fez para che-
gar-SQ ao conhecimenlo da vtrtladc.
Em quanto diiravam as indagajoes policiacs,
houvu bastante gente reunida em frente porta
da casa de Guimares.
Pelo delegado do Scrinhem foi preso, no en-
genho Cmfornia, de Joo Florentino Cavalcante
de Albuquerque, Antonio Maranbo, que ferira a
Joo Caelano Ferreira no dia 46 de setembro ul-
timo.
Por nao ler-screunido na segunda dominga
do mea de Janeiro prximo passado as juntas de
qualilicaco das parochias de Agua Pela e Iluique,
reeommendou a presidencia da provincia aos jui-
zes de paz presidentes deltas, que guardados os
Brazo* e mais formalidades da lei, convocassem os
oras eletores daqucllas parochias, reunissem as
referidas juntas no dia 27 de mareo prximo vin-
douro e proseguissem nos respectivos trabadlos,
tendo em vista o disposto no decreto n. 2805 do 21
de dezembro de 1801 o mais disposicoes era vigor.
Foi autorisado, sua solcitaco, o Exra.
eommandaute das armas a nomear mais um ama-
nuense para a respectiva secretaria, em razo de
nao poder o que ali existe dar sabida ao avultado
1 trabadlo da mesma secretaria.
F"i ordenada a saltara ta rerala Artluir da
Silva Soares.
Por a\iso to ministerio da guerra do Ir des-
te rioz, foi declarado aaver-se providenciado no
sentido de aeren concedidos 3:3i4#76fl por coma
11 l- -Presidies e colonias nilitares,e......
I6:974{880 peta > Obras militare-no excr-
cicio crrente para seren applieadas a prmeir*
tlessas quantias as ulnas da eciella da colonia mi-
litar tle Pimenteiras e a segn la as dacapella da
fortaleza de liamarac e do qu irtel a ella contiguo,
conlando-se atendiste, com 8:OOOV5 para as obras
do cano de esgosto do quartel oASoledade e com
igual tpiantia para as do abastecimento d'agna po-
lavel na tartaleta do Buraco f fortaleza do Brum,
Pelo mesmo aviso se detern non qae i despea
de38 iW7*7i autorizada por iVtsode l de Janei-
ro prOXiSM lin lo com M olua do paiol da plvora
e qnarlei contiguo a elle no lugar denominado
Torrecorra porconta do p -oducto da snbserip-
cao nacional.
Bxpediram-se as coovenientes ordena para que
todas essu obras sejam taitas com urgencia.
Ao continuo da secretan i do governo Ansel-
mo Jos Ferreira, foj eoncediib um me/, ile licenca
com vencimento, para tratar d: sua saide.
Heparticvo da raucu:
Extractos tas parles dn dias 17 e 18 de feve-
reiro de 1864.
Foram raeoibldos a casa tle dcieneo no dia 10
do coi rente :
A' ordem do Illm. Sr. Di. el efe de polica, Faus-
tino Jo-e Antonio, pardo, vimiodas lagas, sem
declaraco to motivo ; l Mntenciados, sendo 9
vmdos do Cear, e 3 viudos da Parahiba.
A' ordem do Dr. juiz espe:ial do coinmercio,
Thomaz de Parias, braoco, se u declaraco do mo-
tivo.
\'ordem do in*. delegado da capital, Joaquim
Bonifacio tforeira de Parias, braoeo, sem decla-
raco do moiivo.
A' orden do subdelegado d ) Becife. os nardos
Mano.q laiiz di Silva, e Manuel Francisco do Sin-
cimente, ambos sem declaraco do motivo, Pon-
cima Mana da ConOficao, ranea. BOT embria-
guez, Francisco Joaquin do .faecimento, branco.
Jos, crioulo, escravo de Jos Perras Daltro, am-
bos para correccao, Manoel Honrique de Montes,
pardo, por disturbio, Joo Viiente, crioulo, por
briga.
A' ordem do de S. Jos, os p irdos Francisco Jos
Ribeiru, para arariguaeSes polietaes, Antonia Ma-
ra do Espirito Santo, por ilestnrbtas, e Mana
Francisca Gomes de Mello, poi espancaraento.
17
A' ordem do subdelegado d) Becife, Malaquias
Venancio Porto, branco, paca correceo, Atlo.
crioulo, escravo de Jos Huaile das Noves, a re-
quiriraenlo desta.
A'ordem do da Boa-vista, I uiz Vicente do lle-
go, pardo, e Severino Francia da Silva, ambos
liara recrutas.
A'ordem do da Magdalena. Franqiielina Marta
da Cooceteao. parda, e Francisca Maria da Gon-
ceic, enoola, por briga,
A'ordem do da Muribeca, os crioulos. Damio
Jos de Barros Prato, e ngel) da Bocha tabral,
arabos para averiguajoes noUtiae*.
0 chefe da 2" seceso,
J. G. de Mesqutta.
Passageros do vapor racional Apa, sabido
para- os portos do sul :
Antonio M. e Souza, Jacintlu Tavares dos liis,
Gaspar Antonio V. Guimares Victorino dos San-
tos e Silva, Amelia Andreza d;.( Silva, Joo Bapti>la
(Africano livre), Theotonio Riliro da Silva, Maria
1. Gomes da Silva, Manoel Pacieco, soldado Anto-
nio Soares Galvo, Manoel do Nascunento Casar B.
Thomaz Ferreira Maciel Pin eiro, Senhorinha J.
de Jess, Torqualo Jos de So iza, sete recrutas de
marinha, r. Francisco Anto lio Filgueiras Sobri-
nho, Mara de C. Lins Filgueias e urna escrava,
cabo de esquadra Jos Maria de Figueiredo, Fran-
cisco F. Gantalice, Francisco da G. Bellrao Araujo
Pereira, Antonio Joaquim deFgueiredo, Marcelino
Jos lliliero, Maooel A. Hollauda Cavalcanti, Jo-
sepha Francisca do P. R. Ranos, c urna criada,
Eleodoro Fernandos da Cruz, 2 pravas da guarda
nacional, Antonio Ferreira Pralo, Jos Antonio Ri-
beiro, Prandseo A. Leal, Frantisco F. Leal, Miguel
FelieoBastos da Silva, Bolno Alexandre Rastosda
Silva, 32 esclavos a entregar.
Passageros da barca pcrtiigueza Clamlina,
entrado do Porto :
Joaquim Ferreira Coolho, Jiaquim Airas Cruz
Rrandao, Antonio Soares Nev, e um libo. Benri-
i|ue Gomes, Antonio Jos Pere ra. Manuel Joaquim
dos Santos, Albino Goncalves Coche. Jos de Sou-
za, Joaquim Souza Banasta, IK mingos Comes lra-
sileiio, Antonio Pinto Lapa. Joaqun Das Pereira,
Gaspar Vteira, Bernardino Ferreira Campos, Boa
ventura Gomes da Cosa, Jos ILeite, Manoel Mi-
randa Podra, Gregorio Vilouta Mello.
Passageros do patacho porluguez Jarro, sa-
bido para Lisboa : Uomingus Ferreira de Sou-
za Vasconeellos, sua senhora e dous lilhos meno-
res.
Movimento da casa de deuncao no d! 17 de
vereiro 1864:
Existiam ... 3o! presos.
Km ra ai o... 1!
Sahiram .
Existem. 337
A saber :
Nacionaes. .
Bstrangatros
Mulheres .
Estrangeira
Esclavos .
Escravas .
24'.' presos.
SI
i' .
I i
35;
Alimentados a rusta dos col
Movimento da enferman;
reiro de IBM.
Teve baixa :
Pascoal Ferreira de Cirval ho
Teve alia :
Salvador Pereira Brando.
Obituario do BU 17 DE vr.\
PUBLICO.
Jos. Pernambuco, o meze
coes-
Frederco Carneiro Leo, P
nos, solteiro. S. Antonio; card
l'ossidonia, escrava, Peina
soltoira, Boa-vista; plitysiea pi
Antonio, escravo, Pernamb
Antonio: apoplexia.
es pblicos 119.
no da 18 de feve-
broncbile.
i:iikiiio,noi:k.\iitkiiio
;, S. Jos; convul-
inainliii'O, ai! a-
ile.
nbuc.o, So anuos,
limonar.
:ico, i hora. Santo
UM POUCO DE IODO.
Pedem-nos a publicaco desie artigo :
A SCIXtUA i: A KKI.IGI0.
I
A religio e a sciencia unid;s em doce ampielo,
necessaria e dependente umo portpie a primeira
intlispensavel a segunda, oa mellior sem a pri-
meira a segunda se multiplic:, foram ambas dora
do coa.
Segundo as naciies bblicas a sciencia foi dada
ao primeira hornera, porque era imposnral sem a
revelaco que o homeni pdense elevar seu pon-a-
mento s cousas incorpreas, c sobrenatural-, a
idea tle Deus. Dous eollocandt o primeiro homum
no paraso reveloulhe sua grandeza, seu poder, e
a proximidade era que eslava este daquelle, conhe-
cimento tpie o boinem nao poderia conceber, se
nao Ihe o livesse sido revelado no momento de sua
creacao.
O Egypto laborando na mais crassa ignorancia
herdou dos Hebreos a sciencia, o foi, segundo a
e-rriptura, esclarecido por Jos, que traduzmdo os
sonhos foi, realmente, con.-ideradocorao um hoiuein
inspirado de Deus, e conseguindo posco foi propa-
lando a sciencia revelada, sciencia que nenhuma
parte tinha de humana seno a de ser humano seu
instrumento.
Depois de instruido o Egypto, a Grecia eomeeou
a comprar instrueco naque le mercado lo frtil
quo variado, e embrave se tornou o paiz classico
dos sabios
A sciencia sempre irraa da religio, e conse-
quencia della, s progredia cii quanto ella a sus-
tentava com seu sopro divine : em quanto a Gre-
cia se pode chamar christa, a sciencia se pode cha-
mar verdadeira, mas quant o o edificio social
eomeeou a resentir-sc da fa ta de baze. religiosa,
es-e freio indispensavel aos ccslumes humanos, ao
passo que as sellas diminuan) a religio, tambem
a verdadeira sciencia definha.-a. Assim como ap-
pareceram atheus na religio iprareceram tambem
na sciencia, e os effeilos reseiiliram-se do mesmo
aniquilamento das cousas pela sua intima re-
laeo.
Scrates sacrificando um giio a Esculapio mos-
trava que, desde que havia esquecido o verdadeiro
Deus, tinha sido excluido da mesa sccntifica.
I'lato pregava em Alhenas o culto dos falsos
dense?, so passo que emais guranle d
OS cith lies iliega por meio da t ao couliecimeii-
to do verdadeiro Deus, o mais sublime BBilOWBho
atheniense o desconhecia por suppor nada dever
existir, que n.io compreheiidesse a razo.
Cicero censarava seus collegas Romanos, estes
os Atheniense*, e os Athcnieases os Gregos sem
poderem convir as ideas emitlidas; e assim a
mesmo Cicero foi levado a exclamarNtkilUM
n!i turdun, quod ron .Untar b u/te/uo pkUoso-
phorum.
Desde que os homens perdern a idea de B
da- verdades reveladas, e Iraasmufidas de pai a
filho, submetteram-sc aos outro* homens; inventa-
rain novo- densos, deuses condescendeiitesecmpli-
ces de seus desmandos, invantarain orculos; os
mais -ag.aze- dominaran) os mais traeos : assim
Nuna finga conferenciar com a densa Egeria, para
snbmetter um povoque nao podia suppoHar no
jugo, Pesistrato o t\ rano suslentava-s-' pela ty-
rania.
II
Assim como o syHogiama oecessita de proposi-
efles cartas, e nbidas para a con-' cossao do urna
concluso verdadeira assim lambem toda sciencia
necessita de sciencia, loda vordado de verdade,
toda crenca de crenca etc.
Ora -e o autor ta verdadeira religio, c do ho-
mein infundio nesle aquella, e se os principios
religiosos sao os degrus da sciencia, est claro
que sempre que o sabio protestar na religio, ser
protestante n.\ -ciencia, o sirva di prova o triste
excmplo de palvlno Lotero w reliquat.
Estes, "operar de sena diccionarios, e de as
torneadas phrazes, bem auim Cicero, nao obstan-
te as llores de (betoricas to hbilmente semeia-
das nos rergeis da eloquencia, nunca poderam
tocar capola do ediueio scientifieo porque Ibes
fallava a luz, que guia os sabios, o dom que facilita
as p quizas, aclave do arconago universal, e infi-
nito, e gj ramio de sopposicio em noposicSo vaga-
vam desordenadamente, destrnIndo-S6 sem nada
crear, como bordas volantes BOS inhspitos deber-
los, a que nenhuma lei geni submette, e nao, o
que nao trabalham para um lim commam.
Ni i sendo real, nem confiando ellos na primeira
proposieao sobre que se lirmavam para tirar con-
closoes, a lim de cliegarem a> conneeimente da
rardade, nao podiam eonflar nestas mesma* con-
elusdes ; tarde ou cedo viram-se Toreados a negar
suas mesnias ideas, para abracaren) outras n.u
menos desordenadas; c a razo dessa Babel scien-
lilica e philosophica qae ellos nao eonbeciam a
religio por ezcellencia, que salvou o liomem do
precipicio a a inulher ta escravido; que arreda a
bu baha^ alenta a civili-ae. i, soccorre o desgrana-
do, fortitfca a eonscieneia, repelle o poderoso, res-
taura a humildade e calca o orgulho, para dar
passagera ao verdadeiro progresso
Assim como sem a luz externa nunca veramos
as bellezas que em torno de nos se aeliaiu creadas,
assiin sem a luz interna, nunca cbegarenios acom-
prehender o que nos escapa aos sentidos.
A religio est para a sciencia co no a base para
0 .edificio ; intil seria procurar conseguir esta
sem eoraecarpor aquella, seria tentar atravessaro
espaeo com as azas de [caro.
A Naciio publica :
Obaraode Desken, intrpido viajante, quo se
prepara pela segunda vez a explorar a frica
equatorial.. apresentou tambera na Sociedade geo-
graphica de Berln varios mappas do monte Kili-
maiidjaro, situado na dila regio, o deu alguns
pormenores sobre a sua asceuso aquella monta-
nlia colossal, cuja elevaeao total sobre o nivel do
mar 20,000 ps inglezes, tendo conseguido che-
gar al altura de 13,000 p's. ou lo comeca a nev
jierpetua.

Na Sociedade geograpbica de Berln deu-se con-
ta ltimamente de urna memoria estatifica sobre
j a California, escripia por Mr. Xeaumann, mostran-
do que aquello paiz, quasi uuairameotedeserto ha
l.'i ancos, se tem Bovoado com tanta ra|iidez,"des-
de que em 18i7 se descobriram as suas ri piissimas
minas de ouro, qae boje se calcula em 'i*>0,000o
numero de seus habitantes, procedentes do lodos
os paizes do globo, inclaindo 13,000 Chinezes.
Estas ltimos tambera tomara parte na vida in-
tellectual. porque entre os GO jornacs de todo o ge-
nero que se piiblicam na California, ha um escrip-
to em lingua chineza.

Diz urna olha ingleza que a um fabricante de
Manchester escreveram de Buenos-Avies dizeodo-
Ibe, que alli se seinearam e-te anno mais 00 quin-
tis tle sement de algodo, e que se ttlcuta que
devem prodazir uns 3,000 fardos desta materia
prima, csperando-se que em breve a urodoceao se
elevara a reui mil fardos.

Tem-se feito ltimamente vanas experiencias
eom o tetagranbo-impressor do Sr. Bonetli, entre
Liverpool e Manchester.
A imprento que se obtem lem saludo perfeita,
segundo affirma um jornal hespanhol.

Xo diablo S. Thom celebrou Sua Santidade
consistorio secreto no qual nomeou cardeaI da san-
ta igreja a Mgr. Bonoecbose, arcebispo de RaSo
reservando outro fa petto.
Conflrmou tambem vinte prelados para diversas
dioceses p nacoes entre os quaes se contam o ar-
cebispo de Avibalo, os bispos de Vannes, ede
Soissons, os bispos das dioceses vagas as Roina-
nlia-, as Marcas e na Umbra.
Na manba lo mesmo dia coiilrmeu ao muito
reverendo Sr. Jos Lino de Oliveira, vigario colla-
do na igreja parocbialde S. Paulo da cidade de
Lisboa, hispo da diocese de Angola e Congo, que
se aehava vagopeJo tallecimentodo sen ultimo his-
po, o Sr. Santa Rila de Rarros.
i
Xo anno de 18(3 naufragaran! 47 vapores ingle-
zes, l franceses, i holtaaoezes c 33 de diversas
naceos : total 96, alm dos americanos, pois qoe
em consequencia da guerra nao foi possivel saber
com exactido o sen numero.
I.-se in. Cowmtroia do Porto o seguinte :
Xo caminho de ferro do meiodia tle Franca levo
ltimamente lugar a experiencia de um novo freio
inventado pelo engenheiro Mr. Tabotean, na pro-
senoa de Abderrahaman-Bondschy-Bey, ministro
das obras publicas do Egypto, que foi expressa-
mente l'aris para verificar a importancia tiesto
novo mclhoramento.
O ministro egypcio, depois de ter examinado at-
teiilamente o simples met hanisino do novo freio,
fez una viagem de experiencia, acotnpanhado pelo
inventor e dilferentesengenheiros.
A experiencia dea os sselbores resaltados.
Durante a maraa, deo-se mnitos vezes o slgnal
tle parar, e apesar da sua veloeidado, o trem pan-
va aos 100 metros depois do signal.
Querendo o ministro rayarte ver o effeito pro-
duzido n'iuna velocidadc de 40 kilmetros, que
a ordinaria nos caminhos de ferro do seu paiz. o
trem s porcorreu .36 metros depois Jo signal de
alto.
Por fin, n'unia velocidadc de "0 kilmetros,
n'uma desoda, e apesar de tima chova miada, que
favoreca o resvalainento, o espaeo percorrido at
a dcienco completa, depois do sign;.I, nao exceden
iOO metros.
Assegurain as pessoas competentes que o novo
freio offerece iaeontestareis vantagens, e nao lar-
data a generali-ar-se. com grande proveito para a
seguranca dos viajantes.
CIIKOMCA JUMCUIIi
THIRI \AL DO COJIJIERCIO.
SESSO AI1MIXI.STUATIVA EM |K DE
FEVEIIEIRO DE 1864.
ii.'-ii)k\i:ia DOSBJH su. oiNsn.m-.iiio
. sorzA.
As 10 horas ta manhaa, reunidos os Srs. depu-
tados Lemos, Rosa e Alcoforado, o Sr. pre-
MOepte deciarou aborta ase
l.ida, foi approvada a acta da ultima.
EXPBDIEMTK.
Foi apresentado um officio do director geni da
secretaria de estado dos negocios da agricultura,
eon niercio c obras publicas, remetiendo tira i xem-
plar do rotatorio do mesmo ministerio.Accu
a recepeo c archive-se.
EN SPACBOS,
No reqiierimento de Zeferioo Carneiro de Mi-
randa, visto pelo Sr. desemossirador li--al, pedin-
do ser Borneado agente deleitos. Prestada
flanea peanle o jui/o especial do commcrcio,
1 volte.
N i de An Ir Bronco e Francisco do Prado, lam-
bem visto, pedindo o registro do seu contrato de
dado Declaren) as naturalidades, visto que
-i n Dieran) das nacionatidadas.
\ i de Jos Jerenymo da Silva, pedindo o regis-
tro do no contrato de sociedade com Jos Theo-
don da Silva, igualmente viste.Regi -N ) de Joaquim los de Medeiros Corroa, pedin-
do o registro de una sua procuraco. Regis-
SESSAO JllUCIAIllA KM lis DE FEVEREIIM
DE 1864,
paasioBNcu i-o am. su. aansaasne
noza.
Serretinii), Julio umutra.
A sao. estando presentes o Srs. desembargad
villares, Gaetano Santiago e Silva Goimaraes, c os
Sra. deputados Lemos, llosa e C. Aleoforado.
Lula, foi approvada a acta da sesso antece- *
' dente.
jri.ouiryro-.
Appellanles. os curadores liscaes da fallencia
tle Itosiron Itookcr & C.; appellado, R. M Haslau
de Sosten, por seu procurador.
F .i confirmada a senlenca appellada.
Appellante, I). Miquilina Maria do Livramento,
hen eir de Fejippe Nerv dos Santos ; appellado,.
Elias Marinbo Falco de Albuquenpie Maranbo.
i' spreuram-se os embargos.
Appellanles, Christiani A; Irmao ; appellados, os
curadores Oseaos de Joaquim da Costa Maia e os
da massa de Jos Luiz Pereira e Manoel Seba-tio
da Rocha Lins:
Saneados os Srs. deputados Lemos e C. Alcofo-
rado.
Foi confirmada a senlenca appellada.
Appellante, D. liara Francisca de Souza Ramos;
appellados, os administradores da massa fallida tle
Jos Antonio da Silva Araujo.
Desprezaram-se os embargos.
Appellaotes, Babbe Schamollau & C. ; appella-
da, 0. Maria Rita da Cruz eras,
Sorteado o Sr. Lemos em subslituico ao Sr.
Malveira.
Desprezaram-se os embargos.
Aponanle, Antonio Francisco Chaves; appella-
do, Marcelino de Salles Correia.
Sorteado o Sr. Lemos em subslituico ao Sr.
Malveira.
Annullou-se o processo.
OESIGKACAO DE DA.
Appellante, I). Joauna Maria das Dores ; appel-
tado, Antonio Jos Conrado, suceessor de Julio &
Conrado.
Primeiro dia til.
PASSAGENS.
Appellante, Antonio Goncalves da Silva ; appel-
lados, Mello, Lobo ti C.
Appellante, Manoel Goncalves da Silva ; appel-
dos, os curadores liscaes d Amorim, Fragoso, San-
tos \ c.
Di Sr. desembargador Villares ao Sr. desem-
bargador (laetano Santiago.
Appellante, Luiz Caetano da Silva Campos; ap-
pelldo, Joo de Almeida Monteiro.
Appellanles, Domingos Jos de Amorim c Vic-
torino Luiz dos Santos ; appellados, os curaJores
lsenes de Guilherme Camino A C.
Do Sr. desembargado!" Villares xo Sr. desem-
bargador Guimares.
Appidlantes, os administradores da massa falli-
da tic Amorim, Fragoso, Santos & C ; appellado,
David Wilhain Rowman.
DoSr. desembasgador Silva Guimares ao Sr.
desi mbargador Vilbras.
DISTIUIIIICES.
R'correnle. o commendador Joo Paulino de
Azo"edo Castro; recorrida, a companhia de segu-
ros tTeliz l.embranea.
A ipellante, o brrgadeiM Gaspar de Manean Vaa-
com ellos de Drumniond; appellado, Antonio Alvos
de Camino Veras.
Ao Sr. desembargador Silva Guimares.
Appellanles, os curadores liscaes de Amorim,
Fragoso, Santos & C.: appellados, Daniel A Gui-
mares.
Ao Sr. desembargador Villares.
N ida mais bouve.
CQMMUNICADOS.
Dissemos ha dias que o lelegrapho annunriara
que se manifestara fugo no edificio ta secretara
da fazenda em Tiirim. Iloje temos os seguintes
proinenores tleste sinistro.
0 incendio rehentou s duas horas da noite do
lia II.
T\o se pode conherer com exaciido onde leve
a sua origem, mas snppoe-se se manifestara n'um
aposento to primeiro ailar, cominiinicanilo.se com
rapidez aos amlares superiores. Debaito dos en-
lulhos encontraram-se depois os cadveres carbo-
nisados de dous soldados, que provavelmentc fo-
ram victimas ipiando di'sabaram os pavimentos.
Ficaram feridos mais dou- soldados c um bom-
beiro.
As oflicinas de impressao, e de encadernador,
tuna parte da bibliotheca. e os papis de contabi-
lidades qae existiam naquella parle do edificio, lu-
do foi devorado pidas chammas.
Parece porm, que esta Barda nic lireparavel,
porque todos atpielles documentos eram duplica-
cados, e n'outra reparticao publica existem minu-
tas authenticas.
Ainda que se acredite que > Incendio foi devdo
a circumstancias lorluitas, o governo mandou pro-
ceder logo a um inquerito.
lie snela do dezembargador Ma-
noel liotli!iics Villares.
No expediente da presitlencia foi hoje pablioade
em officio, no qual se manda, que cu responda
denuncia documentada que ao governo impe-
rial apresentou o dezembargador Manoel Bilin-
ges Villares.
E como ahi se nao declara o motivo da denuncia,
julgo dever faze-lo publico.
Em junho de 1860, na qnalidade de chefe de po-
lica desta provincia, pronuncie! por crimo de es-
lelhonato, o fiz recollier priso o bacharel Luiz
Rodligoes Villares, lilho do dezembargador denun-
ciante.
Este facto deu motivo denuncia, nao obstante
estaiem pas-ados os 3 annos, em que a lei a per-
mute.
Opportunamente trarci ao conhecimenlo do pu-
blico o que occorrer acerca d'essa denuncia no
entre tanto apresentarei para roiumeulo a carta, a
promocao, despacho de pronuncia e pelico infra.
Recite, 18 tle feveniro de I8(ii.
Tristode AltmCB Araripe.
CARTA.
Confidencial.Illm. Sr. Tristo de Alencar Ara-
Ipe.Collega, amigo, e Sr.O negocio de meu li-
dio | rovavelmente ha de terminar por um despa-
cho de V. S., rogo-lhe, queoredija do modo mais
honroso para elle. A falta de lisura e sinceridade
do denunciante, suas coutradiccoes, e artificios
fraudulentos claramente se mamfesiam dos docu-
mentos, e o hornera, que lem este carcter muito
capa', de pedir segunda e lerceira vez o pagamento
j recebido. Por ludo quanto V. S. fizer bem do
meu lidio eu Ihe liearei muito agradecido.
De V. S. amigo, collega, abrigado criado.
Manoel Rodrigues Villares.
Sua casa, 24 de marco de 18G0.
PBOatocXo,
Est provado dos autos, que havendo o Lachare!
Luiz Rodrigues Villares ajustado a compra do sitio
Caite em Beberbe, oropriedade de Amonio Lopes
Vianua usou de artificio fraudulento para obter
destt a asignatura do instrumento publico do ven-
da, sem Ihe pagar o proco, como tinha convencio-
nado. A confrontaeo do interrogatorio a fl. 18 a
seguir com os autos de perguntas a fis. 20, 2, 27,
e 90, a os depouuentos, que instruera o presente
summario, poe em relevo o artificio fraudulento,
que Ibera valer o indiciado para obter de Lopes
Vianua o titulo de venda da propriedade em qat tv
to. Assim requeiro, que o predito bacharel Luiz
Rodrigues Villares seja pronunciado priso e li-
vi a nenio, como incurso no artigo 264 y 4 do c-
digo criminal.
Recita, II de mate de 1860.O promotor publico
interino, Gu**3o Lobo.
PltOXUXUA.
Vistos estes autos, era que autora a (ustica, o
reo a bacharel Luiz Rodrigues Villares, mostra-e,
t|ue este, ajusiando com Antonio Jeronyino l^>pes
Vianua a compra do silio Caite em Beberibe, usou
de ; i'titieio fraudulento para conseguir do vende-
dor a asignatura da escriplura de venda ; de |ios-
se a qual negou-se ao pagamento do preco ajus-
tado, oblendo assim por injusto meio a propriedade
alheia, como tudo claramente se manifesto pelos
doc menlos de fl. 8 fl 24, e de fl. 28 a 0. 30, pelo
ilepoimento das teste muidla.-, fl. 54 a fl. 38 par
tanlo julgo procedente o presente procedimento of-
licial, instaurado contra o reo para o lira de o pro-
4
i

>
<
\ >r.-
\
i



Dlnrio de Pemambixr* -- tteat* ir Ira 1 d> iVrrrr. de 13(34.
nunciar Mino incnrso as ponas do artigo W4 i
ii 11 i ligu rriHiu.i!, licando u mcitnu ru sujoito a
prlsao e livranieaio na forma tote*- Seja o seu
11 >me lanoadnno rol dos culpado?, expeea-sc nan-
d deraptara, o compra in mais o escrivao o|
9iHi regiment, nagas as cusas pelo mosmo reo.
Ileeife, 18 di; jtinlio de 1800.
Tiisto de tantear Arsmne. I
l'KTH '."\o.
SeafaorAnte o augusto throno de V. M. I. vem
Antonio Jeroovmo Lipes Via lita, de uto alque-
i, ., opoi cerca lo W annos, deegostos e incom-
n odos de sd pedir c impetrar un ario de ma
ii defoetivel jn-ti .-> da anal i>r ceno nao se con-
ti niara a zumbar i-mdespruveito e oppresso para
n supplicante como al boje comesse se lem ara-
Senbor, o sopplicanle pode diier e assegurara
V M 1. que nardo de pas fc iHibada repinaran
alia-lados mui -unsiderados no rommercio desta
provincia teodo elle OMtmo recubido ama acenrada
acao iqni c em Coimbra, onde cunara as es-
- do mall.ei.iMioa e medicina havondo anda
salo propra-tari > dos dona apandes engenhos Ca-
maragibe a Cncahu na (regosla de Senahaem
comarca do Rio Farmoso, oceunande o pesio de te-
nenie ie eavallaria do milicia, Toreador da cada-
ra, juizonlinari daqnollo disirieto. hoje pidos re-
pitidos golpes da desgrana se v reduzdo j no
ultimo quar'.el da vida, e j arrastando u> pos a-
portas da sepultara vivera cusa dosinaiores sa-
crhVios, a nroarioi reeorsos pessoaes ensinando ;
li. r casas particulares powai i|oe Ihe resta do
que ha aprendido.
Entretanto apenas possvia osanpiicante un sitio
denominado Call na povoacao de Beberibe, qoan-1
do o Dr. Luir. Rodrigues Villares hoje salpresado .
no tribunal do couimerciu dcsta provincia contra
tou eoinpia-lo e de feito eliegoil-se a lavrar a es-
criptura aa nota do labeUiao S, ola eidade, mas
no leudo o dito comprador trado o diaheiro no
acto de a assignar deixou desta ter lugar como se
v do ilorirncnli' junto sob n. I. \
.Nao elleetnado assim esse contrato veio a casa
do supplicante o detembargador da relaeo desta
provincia Manoel Rodrigues Villares (pai daquelle
Dr. l.uiz Rodrigow Villares,) p-dio e instoomuito
coa o tinppflimar para n-aiisar a venda do men-
cionado sitio com o dilo seu lillm e que eslava ar-
ranjada a respectiva importancia, o sappUcanie
aeoslumado a considerar de leda a conlanca indi-
viduo.-, de urna g> ranina fio el jvada com aqnelie
mNrgaitnm alias persuadindVse aoeesse
magistrado incumbido da nobi B ms-ao de dar I
. mu o ano lr seu, nao seria capaz Je apro-
piiar-se para si ou para sea lili o do albeio,acredi-
te! as MaspaJavras emandou lavrar nov:i escrip-
tura na nota do ubellio Aline da, nas no aelo de
assignar-se nella disse o dilo lillio daquelle des-
eatbargadw perstnle o momo cabejlio e as tesl -
munlias prcaeaciaes que nao trazia o diaheiro,
mas lineo snpplicantecom elle nesse reeeM lo em
casa do negociante ingles Henij Gibson quenj
baria revendido o sitio, ao que o supplic.inte as-
o nao duvida ido de prestar soa assignatura
na predila escriptura, sem alias llie ser logo entre-
gue a importancia ou proco da venda do sitio sob a
piona connanea que fhe inspira va o refer do des-
eoibargador, ja entao interventor ou medianeiro
do>se negocio, sendo que fui at o proprtosoppb-
caatoquam pagou o feitio desta escnplura por nao
ter razido o mencionado comprador dinheiro al-
go ni, como declara, tud segando se evidencia do
uanlojunlu >ob n. i.
, plicante levou a milito a sua lioa le aess
eailrato pela iuteiveneao daijuelle detembargador,
pois esperou que o Hlhodelle.cumo comprador por
si BMWM Mo enlrewsse a respectiva importancia,
seiu alias ir reeebeda em casa do referido l
oante infiel Gibeoa, como elle me liavia proposto,
segando se aeitt plenamente provado pelo docu-
menio junio soho n. 'i.
Nao obstante tala esta eoouaaca pelo sopplican-
le lepositada aa inlervenci daquelle desembar-
gailor, que o procurou em sua casa e o arrastrou
a i uVrtnar o predilo cntralo con o dito seu Bino,
iMT.orre i|ue ambos elles lem o desplante dea-- -
vararan que o supplicante fra pago do respectivo
pnro couira pro as tao evidentes e iaeoacassas,
po demonstran ser islo um vordadeiro artificio
fraudulento para apropriar-se do nica bem que
i ma pobreta do supplicanle Ihe reslava.
?enlmr, o supplicante, victimo, desse descommu-
nal abuso de eonrlioca, que de|iosilava nesse ma-
t;is radode gerarchia superior, privado assim vio-
i sua unica propri ida le, i mlra-
riadoeaulm iiomSiaenar um aivogado ueste foro.
qoua reivendiquo, aerajuis que twjulgaiwenlo desta
ca sa noeira afro lar as iras, e expor-se a Infalti-
sel nganoadaqu<)lledeieiabargador par tamanha
aiuiacii. i"' estando elle armado do tremendo po-
ln de julgarda honra, proprieilade e vida de
coi cid.idaos, e no aieio de seus collegas lia muitos
quaes pulcra inlluir parafaierem a clamorosa
injusiica ao supplii-ante, vem oo lio difflcil conjee-
tcri ii- ps de V. M. I. e reverente sup-
plirar-lne que baja por bem de apreciar devida-
nie ne iv- leliberar como melhor entender
em su.f alta sabedora em ordeni coolrariai
tor| issiino plano di eil irso do untco bem do sup-
plicante laicndo que elle nao saja as-im prejudica-
I i. bem como qne caso venham espiar a foeltei
fautores de tunanlio escndalo e iiquidade, am-
lonarios pblicos de subida gerarchia.
Senhor. A ultima esperan^aquo nesse sentido
resta ao .-ii|iplicant: renusa na proverbial juslica
,i,. ;. m. i que aecessariamente nao ha do con-
dir em lo igaobil abaso por aquellas meemos
i|ueadnainistrameni seu nomee sejulgam p h
eleva la i cao abro nielados para tu Jo perpetrar
sem a nimia respou-abilidade.
Restes leaos pele a V.M. L assim se digne de
,t -ihe i reeeber merc.
Il;cile, 30 de novembro de 1899
Antonio teronymo Lopes Kmaa.
PUBLICARES A PEDIDO.
I'eilese is auloridades quem competir, qae
lancem suas vistas para os abusos que se eslao
jommetlendo na ribeira de S. Jos acerca da laxa
jue deve pagar cada carga de farinha levada ao
mercado publico.
Esse enero deve merecer alguma atleneao. e
jamis se deve consentir, quen'ellese exorca pres-
:io alguma, alim de que nao recala sobre o poto
(i monopolio que sobre elle se poeta fater.
Samare, foi do le, e aada boje o cobrar-so
M) rs. por cada carga de farinha, ou mitro qual-
i|iier genera alli conducido; entretanto que agora
exige-se. o delinilivainiiite se lem cobrado til) rs.
par nina carga, o que tem dado lugar a nao pe-
queos disturbios, cheganilo o negocio ponto de
s ir levado ao conherimenje do respectivo subdeJe
gado, que alias nenhoma providencia lem dado,
quic por incomiielenie.
Tem in 'sino snccedido cobrar-se 2W rs., e at
n ais por urna carga.
.Nos das de abundancia, por exemplo, o almo-
I .ve nao acba laafJJt X farinhai ou nao a vende
b da : a lardea conduz para alguma casa de seu
c iiilieciuienlo; no dia segOJUe volla com ella ao
irercado, e ah torna a lagar o mesnio imposto,
que ja havia pago. A lei que eslabeieceu 80 rs.
de imposto aina nao foi reformada, nao vemos
I i- razo (a nao ser o patronato) para se con-
sentir que se esteja exlorquindo do pebre malulo
tributo maior do que aquello que a lSi estatuio.
Bajwramm que appareca )lguma providencia no
sentido de lazer cessar estes abusos, do contrario
vi liaremos carga, e entilo declinaremos os no-
m ;s'proprios dos autores d'essa infracQao.
O iiiii'ittn rie Mu beca.
\ii;i tlniihi peiloral de kcmp
A celebre anaeahuila pei toral de Kemp, de cu-
jas virtudes especificas tantos anuncios apparece-
raia em nnssos jornaes, una composicaodo
vi' >etaes partoraes e nao contera ncnlium astrin-
ge no venenoso ou morralmenle narctico. K"
|ir parada em forma de im xarope delicioso e
um poderoso e etlleaz remedio para irrilacao dos
pnlmoes, angina, calarrh). tosse. resfriamento.
roiiquidao. affeceoes calarrhaes, esiarros de san-
gu3 e todas as innnmeraveis molestias que affec-
tai i os ergios da respirara). Cuidadosa e srien-
lili'menle preparada por l.anmau & Kemp de
Nova York.
Aclia-se venda as lojas de Caors & Barbosa,
rm. da Cruz, b Joao da C. Brava \ C\ ruada
Madre do Dos.
COHMERCIO.
O Novo Banco de Pernambuen convi-
da os cretlores adiiiiiiins ao passivs das
massas ile Mest]niU Dutra e Francisco A-
tocio Correa Cardozo a receber o printoiro
dividendo destas massas, devendo exhibir
is respectivos litlos para ser annuiado u
paramento.
Alfaodega
Keidimento do dia I a 17........ 4'S:77iA.*i7S
Mein do dia 18................. 31:085f079
489:857*657
Horimento dn alfande:a
Voiumes euliados com fazendas... H3
com gneros... 518
Voliines sahiJos com fazendas... 91
v com guaeros... 28."i
743
376
il) quem dnvide da effleaeia do methodo de en-
sillo primario do 'i aselbeiro Antonio Feliciano de
Casi lino, e da preferencia que tem sobre o antigo
-\-tema.
v i'xp. liencia lem porm demonstrado quao
iracas e sem base sao oslas dnvidas e de conOnno
novis 'actos reeracomprovar a necesiidade de sua
IM8 no--:i; escolas primarias.
O 8r. Proilas Gamboa, que algons annos
leem-se dedicado ao ensino da i ossa ai iddi de por
esse nove systema lem adqaerido vantajons no
adiatilamenlo de seus discpulos e conquistado
11 -' irte a estima de todos os paos do familia.
i novo aUdeta -e aprsenla com igual telo
deduandose ao ensino primario pelo methodo do
8r, conselhciro Castilho, queremos fallar do pro-
particular Manoel Jos de Riria Simos.
i a sua aula, ealii vimos amaneira porque
lesem mba o magisterio, for^a
eonfo-.-ar, digno do inais subido lonvor; crean-
eora tres metes de freqneneia lerem eorreta-
o ceno paia admirai se.
Nao um gracioso elogio que tatemos aoSimoes
i exprsalo da verdade e que foi por nos exa-
mina! o o que acabamos de referir.
Felizmente o nosso Jgjto est de accordo com a
opiniodo lUostrado director interino da inslruccao
liublica o Sr. Dr. Jos Soares de Atevedo, escriplo
no Alliom do mesnio Sr. Simos.
Kis 0 juizo:
. Ai vir visitar a escola do Methodo Portuguez
la pelo Sr. Manoel J is de '-'aria Simos, sinto
.i'T pru r em declarar-lhe que aehei o antigo
em que eraeostumo por os meninos a lor-
menlo, convertido n'umjardim ii-onho e animado;
e que em ve? do verdugo, que at aqui era o mes-
o .chi'i sendo o dolo eovicepi de nula e
lanos neninos que o cercavara, lodos alegres e
i, ezecutamlo em rythino dif-
t< i : icios de leilura e antliinelica. e res-
lendo com etaclfdao as variadas questoes que
i Igi.
Vi icilo [lortanto o Sr. Simos pelo bm que
latprehend o Meili i lo Pi rtugoez, que se-
ii i -!i: -o em pouco, segundo esporo o nico ac-
ciitavcl no Brasil. K para salisfaean he deixo aqui
registradas no seu lbum as impressoes com que
ninia visita ollicial.
ufe,: o de Janeiro do 1864.O director ge-
ni interino jila instruccao publ ea, Jo* Sowa de
do.
Sirva asa publica deroonstraco da verdade de
itivu aoSr. Sanees liara a i ysolar in la
o se i zi'lo no ensino de nossa mocidade, e para os
i i os de eon vence-los da preferencia de Ho-
tholo do Castilho sobre o amigo e roliociro sys-
O Emminondas.
l.i m propln i sava o pobre Lope Vianoa 0
nbarnador doi uncanle nao quer deixar pas ar
linc Auifhrii do cx-clicfe lo polica.
Detearregam no dia 18 de fevereiro.
Patacho nacional Dous Amigos carne seeca
Poli ca hospar holaPdii/o vuihos.
I! ir 'a ingleta L'ninnfarinha e bolachinha.
l)ri|.ue escunaustraco (Atrita -farinha de trigo.
Drigue porluguei 6'/(iiKb'nK -diverso- geueros.
Ilrigue inglezCViaiicc -resto de ferro.
ltii;!uo iugloz Aittantr baealhao.
Pobea hospar hola fHedadt carne secca.
Barca ingleza--Minj bai'alho.
Cali ra iuylez.i//// miunecarvo.
lui|>orl;u-.:o.
Accrescni) da barca porluguoia Claudina.
i Mitn vil lio o salpicos ; a Francisco Ignacio
Tinoco e Souz.
1 enltete silpices ; a Paulo Ferreira \ Silva.
2 candes com 2 loos ; a Antonio Alberto de
Soma Agolar.
i barril Tinao ; a Manuel Jos de Souza Car
neiro.
2l> caixoes azuleijos ; a Bario do l.ivramento.
i caixoes linhas, 210 ditos e 50 barris vinho, 79
bar eas sardinhas; a Cuaba Irmao- & C\
3 caixoes obras (le palhela liorde- o podras As
aliai ; a CusloJio Jos Alvos Guiniar.es.
3:.' cunhotos pomada em sobo, 2 caixoes imagens,
id i ilxas arciiotes, 7 amarradoscoadecas, gibo
balainhos, 40 cottos capachos \ a Carvalbo & No-
gue ra.
5 caixoes looca ; a Tasso Irrnaos.
88 saceos feijao ; a Palmeira & Beltrao.
10 barris salpieoes, 1 eaitao retros, t dito aseo-
vas ; a Domingos Rodrigues d'Andrade.
t caixao salpieoes; a Albino Jos dos Santos.
2 caixoes salpieoes; a Maia & irmaos.
1: caaos jarras e figuras de louca a Joaqnim
Igiifcio Hibeiru Jnior.
8 eaitas albos i Eduardo Marques de Oli-
veira.
1 caixao chinellas, IfOdilos vinho* ; a Antonio
Cop.'S de liveira Atevedo & (L
1 caixote ie les e fitas do lia; a Joao Joaquim de
Son'.a Abren Lima.
2l caixas ceblas, 50 ditas inaeaas ; a Angelino
Jos dos Santos Andrade.
80 rodas ib arcos do pau para barril. 112 vola-
mas obras nio Lopes Braga.
9 cunbeles fechaduras, palitos e linhas ; a Jos
Joaquim de Lima Itair.o.
li barris anudas e pregos: a Joaquim Francis-
co S. Jnior.
1 caixao lirha. 1 dito vinho ; a Prente Vianna
&C
I eaixao raizes de llores ; a Jos Baptisla Itraga,
1:0 ro las de arcos depu, meias pipas vinho ;
a Di.vid F. Bailar.
i eanastra palitos, 2 caixoes escovas: a Thoinc
Fernandos da Cimba.
1" fardos louro : a .loa > Teixeira da Rocha.
i|i cafxoes objeclos de louca, l embrulho raizes
de llores ; a lienriqUC Itornardiuo de Uhveia.
1 barril vinho; a Amonio da Silva Campos.
I eanastra naeaas a Antonio de Obveirs Maia.
8 mollios vassouras de pias-sava, 12 Bazias do
. laboas de pin io : a Jos de Suuaa Amellas.
1 gigo raizes do llores ; a Joaquim Peroira
Arante.-.
1 bahuzinh) objeclos de rala ; a ordera.
1 lata ignora-so ; a Amorim Irmaos.
1 saeco notas: a Manuel Aniones da Silva.
1 caixao una iniagein ; a Antonio Lopes Perei-
ra de Mello.
Poiaca bospanhola 'nulo, entrada de Har.elona,
consignada a Amorim Irmaos, manieston o se-
guinte :
::H pipas, 52 meias e 36 quartos vinho, 07 anco-
retas dilosecoo; a ordeiu
Escuna dinamarquoza Pfeil, entrada de Hain-
bur;o consignada a Th. Chrislia isen, nianifestou 0
seguinte :
1 000 ladrilhos de pedra, 20 barricas cimenio,
50 anas cervija, HK) ditas, 199 garrafes e 198
frasinieiras eenelira. 380 garrafes vinagro, 2i0
pra ichoes, 2IX> fardos papel de embrulho, 4 dilos
fazendas de linbo jara sacco, 2 eaitas panos; a
Geb Kaikmaan.
2 caixas chapeos, 2 ditas vinho, 2 fardos papeiio,
1 barrica Icguraes; a Geb CbrisUani.
! caixas eeuro de liislre, 1 (lila metal brillo, 1
dilii |iecas de fazenda de laa, I dita miudetaa, 1
pai ole amostras a Linden Wild > C.
1 caitas lencos de lia ; a Scnafbeitlin <\ C.
12 caixas euro.s de beterro; a Habe Sclun-
mettau.
2 ditas couros ; a Isidoro Nelto & C.
i caixa c i barrica forragens a Joao da Silva
Par a.
7 eaitas agua de colonia, l dita botos, o diius
coaros, 1 dia liaba de bnho para bordar, 1 dita
meias de algodao, e 2 voluines uuoslraes ; a Val
& Leal.
1 calta -al o ; a llenrique & Azevedo.
1 caita amustias; a Uonhard A C.
1 caixa phosahoros, 14 ditas ferragens, t dita
perfiiinaria, 1 dita miudezas ; a Paralo Vian-
na A C.
2 captas lencos de algodao: a Manoel Ignacio
de Oliveira & Filho.
5 caixas rateadas de algodao ; a Joao Keiler A C.
_ 7 caixas fatendas do algodao, 2 fardos dita de
Ha, I parolo amostras i a Cameiro V Nogueira.
I caixa objeclos de prata : a J. F. C. Kladl.
1 caixa pinceis, 1 dita papel deouro a B. Fran-
cisco de Souza.
12 fardos fazendas de linbo pan sacos : -a
ordem.
1 caixa louca, 3 ditas vidros. 1 dita ditos e cai-
xas do papela'o, t caita objeclos iinpressos, 1 dita
iniudezas, 1 dita fazendas de algodao, 1 pacole
amostras; a Th. A. Damroayer.
8 caixas miudezas ; a Alvs Hamburger A C.
2 caixas lithographia ; a N. O Bieber iV Sucee--
sorea.
I caixa obras de mullir, I dia caixiudios, 1
dita litas de seda e algodao; a Tlieod. Clins-
liansen.
U&porta^o.
Briguo ingloz SUmboM, crregon para o Canal.
3:000 saceos com 15.000 arrobas de assucar mas-
cavado.
Barra franceza Oceun, carregou para o Havre.
1:030 saceos com 20:250 arrobas de assucar mas-
cavado e 790 saceos com 4:011 arrobas e 15 libras
de algodao.
Barca portugueza Gruliio carregou para Lisboa.
2:897 saceos 2 barricas com 14:491 arrobas e 5 li-
bras de assucar branca, 586 saceos e 34 barricas
com 3:100 arrobas e 7 libras de dito mascavado,
77 couros salgados e seceos com 1:216 libras, 1
rasco com 3 medidas de agurdenle, lii ditos com
5:411 medidas de inel, e S votamos com 20 arro-
bas de gomma.
Patacho portuguez Juico, carregou para Lisboa,
1:150 saceos 0 7 barricas (com 5:781 arrobas a 18
libras de assucar branco, 402 saceos e 2 barricas
com 2:020 arrobas e 4 libras de dito mascavo,
1:000 couros salgados e seceos com 21:865 libras.
1:013 meios de sola, 75 cascos com 2:850 medidas
do inel e 67 volamos com 246 arrobas de gomma.
Reccbedorla le renda* Internas
sciMc.s de Pernanibiic.
Ilendiroenlo do dia i a 17........ 18:6775271
dem do da 18................. i :2I05019
19:8875290
Consulado provincial.
Rendimentodo dia 1 a 17......... 66:403.5X7:;
dem do dia 18................. 5:536*053
71:939*928
MOYIMENTO DO PORTO.
de
as,
a
Siirius entrados no dia 17.
Hamburgo 13 das.Escuna dinamarquoza /). A.
.Y. do 102 toneladas, capilao Norby, conipagem
7. carga fazendas : a Itabe Schamelou A C.
Porto 18 dias. Barca portugueza Cluuliivi.
301 toneladas, capilao Jos do Souza Ame
equipagem 18 carga vinho e oulros gneros
Confia A. Irmaos.
Havre 37 dias. -Barca franceza Cottgnn, de 284 to-
neladas, capitaii Nicols, equipagem 14, carga
rnercadorias ; a Traso frere.
Macei 3 dias.Patacho inglez Amasan, de 156
l meladas, capilao G. Branscomber, equipagen
8, carga assucar a Jonsthon l'aior A &* i veio
receber ordem e seguio para o Canal.
Terra Nova 34 diasBriguo inglez Uary, do 237
toneladas, capilao Debrix. equipagem !. carga
3718barricas de baealhao; a Jonnston Palor
c C.
Su/i itlos un mesmo din.
Orlos do Snl.Vapor nacional Apa. eoininandan-
10 Joaquim de P. Guedos Alcoforado.
Observacao.
Suspondoram do larnarao para o Uio-Grande do
Norte o briguo inglez kiffda, capilao W. I).
Browm, com o mosmo lastro que trouxe de Cdiz.
dem para Macelo briguo inglez Uswoter, ca-
pitn Newton, com o mosmo lastro que trente da
ilha da Madeira.
MnN ful nulos uo .lu 18 tic fePTwVo.
Bio de Janeiro 18 dias, briguo nacional Plant-
m nu, ile 287 toneladas, capilao Anasiacio Sil-
vena Hondea, equipagem 12, carga 13,300 arro-
bas do earno i > Amorim Irmao.
Pbil.idelphia -30 dias, barca americana tTiwdo, do
183 toneladas, capilao William lleard, equipa-
gem 10. carga 2.200 barricas com farinha de
trigo; a Malhons.Auslin A C
Rio de Janeiro20 da-, briguo hespanbol Muuoel.
de 133 toneladas, capillo Francisco Herrera,
equipagem 14, carga 3,800 quintaos hespanhoes
de carne; a Aranaga Hijo A C.
Stnids suliidos no mesmo dij.
Lisboapatacho portuguez Jmro, capitaoJose Mar-
aal Coilio; carga assucar.
Lisboa -barca portugueza Gralidoo, capilao Anto-
nio Pe eir liurg. s poslana; carga assucar e niel.
Macelobarca ingleta Town of Liverpool, capilao
Joba Boyes : em lastro.
Canalescuna ingleta Stambonl, caprfio Jackson;
carga assucar.
Babia e-cuna dinamarquota Kotter, capilaoE.
Bohn : carga parle da que trouxe do Hamburgo.
<'onsailailo pro ] or-lal.
Pela mesa do ennaelado provmcl d so faz publi-
co que os H dias uleis marcados | ira a arracada-
fio a bocea do cofre dos jmp sto de i sbre
as casas de romnierriu fra da cid ide, prensas de
algodao, Ijpographi.is. cocheiras. cvallaricos, he-
lis botequins, casas do pasto e fabricas, de 8 OH)
sobra consultorios mdicos e ctruriicos, eseripto-
ries e cartorios, dol MI sobre casis de commer-
cki em giu.-so o i retamo, rmate is do recomer,
de de|H)sitos o trapiches, de 505 sobre casas de
buhar, modas, chapeos o roupa foi a estrangetra,
o de cominissao de esclavos, de 300J sobre com-
pauhias aiionyinas e agencias, d 2105 sobre casas
de cambio, de 100-5 sobre correctores commorciaes
o agentes do Iwlo, de 500 rti. por t mellada de al-
v.ireiigas e caneas .iberias, do 305 par oseravo im-
preoaoo ao lervieodas mosmas, de loi|0 sobre o
planto do oapin, e o de carros, ca rocas e mni-
bus aartoneeates ao anno linanceiio vigente de
1863 1804 l"nul,im-se no dia 19 di crreme, ti-
rando siijeilos a mulla de 3 010 sobre seus dbitos
os que pagarom depois daquelle di i.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco, 9
de fevereiro de 1864.O administra Jor,
Antonio Carnoiro M. diado Bies.
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se taz publi-
co que os 30 dias uteis manados para a robranca
a liucea do cofre do Io semestre do : mo financie-
ro corrento do imposto de20 0|0 do consumo de
agurdente das tragoslas desta cid. de, dos Afo-
gados, S. Lonrenco da Matta, Santo Amaro de Ja-
boalao, Varzea o Muriheca, lindam-se. no dia 19 do
andante mes, Ocande injeilos i respe Uva multa os
que pagarom depois desse dia.
Mesa do consulado proviacial de Pernambuco 9
de lovereir de 1864.-0 administrador, -
Antonio Carneiro Mf chado Itios.
Cfliiselho iiliiiiiiisliai vo.
O conselho administrativo para fotnecimento do
ai-en.il do guerra tem de compra- os objectos
seguimos
Para o corpo de guarnicao da Pirahxba.
10 cavados de oleado.
Para o batalhao n. 2 de iufar taria.
iiH) varas de brim branco.
200 ditas de algodosinho.
36 bonels redondos para recnitas.
80 mantas de laa.
Para o hospital militar.
225 varas de fu ni branco.
12 cobortas.
12 copos de vidro para agua.
24 chicaras araos.
2i pires dem.
2 i bacas de rosto.
12castiraes de vidro.
QaOffl quizer vender taes objeclos apresonU'in as
suas pinpusias em caria lechada na secretaria do
conselho, as 10 horas da nianhaa d 22 do cr-
ranle.
Sala das sesadas do conselho administrativo para
fornecimenlo do arsenal de guerra, 11 de fevereiro
de 1804.
Antonio Vedi o de : Uuneo.
oronel presidente.
S. A. >" R. ilarro.
Majar Mgnl secretario.
OKHEIliKHA.
Relaeao das carias securas existentes
un aJiuiuisti'acao d cqi-k desta
cidade paraos si'iihores abaivo de-
clarados
Coronel Antonio Comes Leal
Claudio Diiboux.
Ernesto Dias Monleiro.
Francisco Morcira da Costa. r
Francisco Xavier da Mallos Tolle-,
Joaquim Cabral de Moraas. .
Joaquim l.uiz Vieira i\ C.
Joao Clirisostomo de Oliveira.
Jos Joaquim Alvos Je Amorim (1).
i). Unta Antonia de Siqueira. ., *
Dr. l.uiz Ferreira Maciol Pinheiio.
Manoel Jos do as.-111101110. *
Manuel da Silva Mundonca Vianna.
AYISOS MARTIMOS.
Para o Rio de Janeiro.
Sahir rom brevidade obrlgoe nacional nfr-
"i, receba carga o esoravos a trete : traia-se com
Manoel Ignacio de Oliveira A Pilbo, largo do Corpo
Sanio n. 19.
PAK4 (irOKTI)
pretende sejiuir com muila brevidade o brigoe na-
eiimal Ameliii, tem parle de seu carregamento
prompto : para .-> retn que Ihe falta e passageiros,
para os quaes lem excedentes rommodas, irala-se
rom os seas consignatarios Amonio Luis de OH'
veira Atevedo C, no sen escriptoriorua da Cruz
numero 1.
^ara o Hio de Janeiro
pretende seguir rom milita brevidade o palhahuie
narional l'iednde, lem parte do sea carn jmenlo
a bordo : para o resto que Ihe falta c escravosa
frote, para os quaes lem excellenlis commodos, tra-
ta-se com os seus consignatarios Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo & C no seu escriptorio ra da
Cruz n. 1.
Nova l-aimi.
Este navio que tem superiores cominodos para
passageiros, legoe para l.i-boa e Porto do m do
rorrenle inet de fovereiro : Irata-seconi Marques,
Barros & C. ou cen o capilao Manoel Francisco
dos Sanios.
Para Lisboa.
O brigue potingue! BeOa Vitjuei-
reme, capilao Jos Ferreira Lessa,
vai sabir com minia brevidarte por
ter a maior parte do carregamento
prompto, para carga e passageiros
para os quaes tem excedentes commodos trata-se
com o consignatario K. II. Rebollo, ra da Cadeia
n.55-
LEILOES
tL
m:
.'{(I faidos de frito c 30 barricas com
ar*.
llO.il.
U agente Pinto far leilao per cunta de quem
perlencer de 30 fardos de fono e 30 harneas com
ave i existentes no arinazein de farinha dos Sss.
Henry Postor & C por baixo do Gabinete Portu-
nez, sonde so rflecloar o leilao as 11 Horas do
dia aciaa dilo.
I ni sitio na ra do llemlica na l'as-aiicni
ih:
0 agente Pestaa vender em leilao por ordem
da caixa filial e por sonta 0 risco de quem perlen-
cer duas torcas partos do sitio e Oan cem commo-
dos para numerosa familia sito em Bomflca na
Passagem n. 'i2. onual foi portoncente outr'ora
Seliasliio Jos da Silva e ser vendido sexta-foira
pelas 12 horas em |ionto da maiihaa na porta da
as.-ociaco coinmi rei.il.
Quabpier informaco o agente est prompto a
dar.
LEILAO
GOMPAjNHIA PERNAMBUC
DE
avegas^o coste!ra
Paralnlia, Natal, Macan, Ai acal),
O vapor Muniuiiijii
danto Moura, seguii
do corronte as 5 hor
EBITAES.
0 lllm. Sr. inspector da Ibesenraria de fa-
zeii la de Poinaubuco manda fater publico que li-
ra marcado o dia 17 demarco prximo vindooro
para o concurso que em virtude da ordem do Ihe-
lonro n. 13 de 28 de Janeiro ultimo, se tem do abrir
asa raeama ihosouraria para preencbiinento de
duas vagas do '' escripiurarlo da Ihcsooraria. Os
examos versarlo sobre as seguales materias :
iheoria da escripturacao mercantil i>or partidas
simples c dobradas, o suas applicaeoes ao cornmer-
ci e ao thesooro lradaceio correcta das lingoas
inglesa e franceza, ou pelo menos da ultima: prin-
cipios geraes de geographia e historia do Brasil;
algebra at eqaa^Sos do grao, e pratica do sor-
vico da reparlicao em que o empregado estiver
seivindo.
Secretaria da Iho.-ouraria de fazenda de Pernam-
hiirn 16 de rovereiro do IHii. Serviodo do ofli-
eial-roaior, Manoel Jos Pinto.
0 lllm. Sr. inspector da luesouraria provin-
cial in ciimprimeu! i da ordeiii doExm. Sr. pr-
ndenle da provincia, manda fater publico que no
lia 3 de marco prximo vindooro, val novamenle
. para sor arrematado a quem por monos
ter OS reparos precisos as pontos de Tacaruna.
Sanio Amaro, Arrombado? e Varadooro na estrada
le Olinda, avahados em 73W3O0rs. V. para eons-
.ii se mandn publicar o presente pelo jornal. Se-
cretaria la ihesouraria provincial do Pernambneo
16 do fevereiro de 1881.
O secrelario,
A. V. d'Annunciacio.
0 Dr. Francisco de Araujo Barros, cavalleiro das
ordons de Chrsto e Rosa, juiz municipal e pro-
ve lor de capellas o residuos nesla eidade do
Bocife o seu termo, por S. M. I. o C. quem Den,
guarde etc.
Paco saber aos que o presento edital viran, que
in dia 20 do COrrentO depois da audiencia d'esto
juizo se ha de arrematar a quem mais der, as ron-
las do aruia/.em n. ', constante do esonpto qae
se acba em mo do portoiro, o qual rtoi lencenle ao
patrimonio da irmandade do Senhor Bom Jasas dos
Passos, creca na igreja da Madre de Dos.
Dado e passado nesta eidade do Bocife de
Pernambuco, em lo de fovereiro de 18fi.
F.u Caldillo Temislocles Cabral de Vasconcellos.
) -ub-crevi.
Francisco de Arnujn llanos.
DEGLARACOES.
Arrenialarao.
No dia 22 do corrento inez, (inda a audiencia do
Sr. Dr. jui/. de dircilu do conimercio, su lia de ar-
rematar por venda, a quem mais der, na praca
daquelle juizo,a casa lenca u, 22, sita na iravessa
do Pe.ixoio, frecuezia do S. Jos, com porta na
frente, 2 salas, 2 quartos, porta que deita fra da
ra do Alecrim, quintal em aborto, avallada em
S00& ; dita casa pertenronte Izidto Jos Duar-
le, e vai praca por oveiieo que contra o mes-
mo move Antonia Francisca dos Bois, e nao haven-
do licitante ser a arremalaco feita pelo proco da
adjudicaco, com o abatlmento da lei, astrivae 1*.
le Andrade. So o solo di referida casa fon ro*
r. respectivo prop k tarto appareca \ Moja a praca,
anuncie por is* Diario
ANA
ia|>or.
f Cear.
pe. cominan-
no dia 26
is da larde
para os portOS aeiu a indicados.
Recebe carga al o lia 2.">. En-
I comineadas, naaaageiros o dinheiro a trote at o
| dia da sabida as 3 horas da tardo : e:cnptoro no
I Forte do Mallos n. 1.
COMlANIUA IMiB.NA.MBUt ANA
DE
Xavega^o cotclra a rapoi*.
Macei e rsralas
(i vapor Parakybit, comman-
ilanie Martina, segu no dia 2o
do corronte para os torios cima
indicados,is 5 horas da tardo.
Recobo carga at o dia 24. En-
c iminendas, passageiros e dinheiro a frote at
o dia da sabida s 3 horas da tardo escriptorio
no h'tii'te do Mallos n. i.
COtaPANHIA BRASIL CIRA
DE
PAQUETES A V 1.POH
. Dos portos do nortii esperado
L,A at o dia 3 de inago o vapor
/J^k Princesa de ioincte, eomman-
y^i^ danio o primoiro ion 'lile Araujo.
&Z-Y-!^B9t o qual depois da <\cu ora do eos
luine, seeuir para os portos do sul.
Desde ja recebein-se passageiros 0 engaja-sc a
carga que o vapor poder conduzir, a i nal dever
imbareada no dia de sua ebegada, encommon-
das e dinheiro a froto at o dia da saluda as 2 ho-
ras agencia, ra da Cruz n. I, escrip ario de An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo & C
"IfOMPAffl^WASILMRA-
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos porlos du sul e esperado
al o dia 30 do corr mi o vapor
Cruzeiro do Su/, eon mandante o
capillo de mar e guo, ra Cwrvasio
Mancebo, o qual depi is da demo-
ra il.i costme seguir para os porlos do norte.
Desde ja iveebein-so passageiros 0 eiigaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a nial deveri
ser embarcada ao dia de sua ebega la encom-
mendas e dinheiro a frote at o dia da sabida s 3
horas, agencia ra da Cruz n. I, esjriptorio de
i Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C
para o l'orlo.
A barca portugueza CUmdina, pretende sabir
com brevidade por ter a maior parte Je son car-
regamenlo prompto, para o resto e passageiros
Irala-se com os consignatarios Cnnha Irmaos A
C. ra da Madre do Dos n. 3.
PARA 0 RIO DE JAlST
sabe unpretoi ivelmenlo no dia 20 d( andante o
velcifo patacho Corran, por ter a birdo a maior
parte de seo carregamento: para orssto que Ihe
falla o escravos a freto, Irala-se com os consigna-
tarios Palmeira & Beltrao. largo do CorpoSanlo
n 4, primoiro andar. Adverte-se qu recebe ge-
strangeiros.
I'ara o Bio Grande do Sul segu com muita
brevidade o patacho brasileiro Dont di Desamora,
lem a bardo parta do carregamento i recebe o
restos frote commodo: a iratat no es-:riptorio do
Amorim Irmaos ra da Cruz n. 3.
Bio (iraiidc. < o Sul
0 patacho nacional teojoMina segu: com bre-
vidade, recebe alguma carga a frer, rata-.-e com
os consignatarios Marques. Barres &, largo do
Corpo Simio u. G.
Para o l'orto
proiendo seguir com milita brevidade i barra |>or-
togueza Feh:. tem parlo do sen carn g..monlo a
bordo : para o resto qne Ihe falla e passageiro.-.
paraos qoaes tero escltenles conunod-is, trata-so
com os seas consignatarios Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo A C. no seu eorlptcru) ra da Crui
numero l.
iio*ii:.
O agente PoMana por ordem d.is administrado-
res da inassa-fallida no Lima & Martins cosn auto-
do lllm. Sr.-Dr. juiz do commerrio I'ara
leilao das dividas activas no valor do 23:838f774
rs., pciiencentes a mosmj massa : se\ia-bira t)
de corrate petos ti boras da manhia na porta
da associaco commercial.
Os Srs. pretendenles que precisaren! quatquer
esclarecimonto a raspeilo 00 examinar a relacSo
podem dirigir-so ao agenta que se acba prompto a
salisfazer._________
LILO
Salibailo 20 de fevereiro s 11 lloras a
rui dudalcia n. 53 aimuzem.
DE
IJ nei-agMS rendem 20$ por mez c
mu lerreno de marinlia na ponte
Vellin por dclraz to sobrado novo que
se ai-lia ediKcainlo.
Por inlervein i do agenle Kuzebio se vender
em leilao polo maior proco que se adiar tres
mei-aguas que rendem 205 por mez, as quaes
(lividem o.......puntal da casa terrean, l 0a pon-
te Velha, tendo um terreno de marinos na frente
com 'i l palmos para o caes de Capibaribe e mais
de cem de funde al chegar as 3 caslnnas, ven-
de-se barato, os peohincliciros podem aprovoilar
a opporlunidade qne na melhor.
ilUiflLllJVl
Araba de sahir des prrlos de Mtga
olliciiia oalmanak eivil, ecrlesia>lieor
couimercial, fabril e agricola, conleu-
do todos os empreados, rigubas c
facilites, inclusive as modilicacoes
havitlas al M de dezemhro ultimo ;
>ende-sea 1 $000 nicamente na li-
vraria m. 6 e 8 1 piara dn Indepen-
dencia.
.
o a -a cr a m
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= 3 2.
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o = = o
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o w v. -i T o
> ^
1)1 AS TABERNAS.
Sefna-frira 22 di correnle.
A" roquei iinenlo da invontarianto do casal de
sen fallecido manilo Joao Itaptista da Ib cha a
vinva Mara Pranklim da Ilocha e por ord.-m do
lllm. Sr. cnsul de S. M. Fidelissima e por eonla
de i|uein perlencer o agenle I'tstana fara leilao
do 2 tabernas perleaceniea ao espolio do mosmo
finado a saber :a taberna com todos os gneros
existentes dentro da mesma e a ai mica >, sita na
ra Direita n. '.'-*>: segnnda-feira 22 do crrente
s 10 horas em ponto sem falta.
K a taberna sita na ra de S. Miguel n. 68. cora
i los os gneros o armacao, na segunda-feira 22
do correnle pelas 12 horas em ponto. Os balan-
eos aeham-sc em inao do agente.
O leilao tora lugar em cada una das referidas
tabernas.
AVISOS DIVERSOS. ___
Associaco Typographiea
Pernambucana
De ordem do Sr. presidente convido aos Srs.
socios eOeclivos ase rennirem em sossao da as-
semidea geral. domingo 21 do correnle, as II ho-
ras da manhia' no lugar do cosame.
Os Srs. membros do consejbo sao tambem con-
Vidados a soacliareni aili reunidos as 10 luas.
O mesinoSr. presidente recommenda sos Srs.
bocios efleclivos qne lenham em consideracSo s
disposiefies do T doarl 10, a-sini como os arls.
67, W.W, Tu :i dos estatutos.
Secretaria daAasociacao Typographiea Pernam-
bucaua, 17 de levereiro de 1864.
Carlos Dias. 1" secretario interino.
0 eirargiao Leal mudou
a sua residencia da ron do
(iueinado poca a rua das
Cruzes sobrado n. 3b', pri-
meii'o ailar, por cima do
armazem Progreasista, aon-
de o acliarao como sempre
prompto a qualquer ora pa-
ra o exercicio .de sua pre-
fissi^o, chamado por escripia.
Precisarle do ama ama forra ou oserava pv
' e.\ easa de pruca familia na ro* do Pires n, 5{\.
SabbarJo 27 do correte mez, se ex-
traan a sexta parte da segunda lotera da
Misericordia no consisloriH da igreja de
Nossa Sitihora do Hosario da freguem de
Santo Antonio.
Os hiltietes e meios acham-se venda na
respectiva tbesouraria rua do Crespo n. 15
e as casas commissionadas rua da Impera-
triz n. i4, loja do Sr. Pimentel; rua direita
n. 3, botica do Sr. Chagas; rua estreita do
Rosario n. 12, lypographia do Sr. Mira e rua
da Cadeia n. 45, loja do Sr. Porto.
Os premios de *i:00O500O at 100000
sero pagos urna hora depois da extraccao
at s 4 lioras da tarde, e os outros no dia
seguinte depois da distribuico das listas.
0 thesooreiro,
_________Antonio Jos Rodrigues de Souza,
AOS 5:000,000"
GASA DA FORTUNA.
tullirle* garantidos
A' ma do Crespo n. 23 t casas do costurar
O aballo assignado tendo vendido em seus mui
feliies buhles garantidos o de n. Mfffreem I sor-
te de 1:200*, e nutras muitas de 100, 40 e 20
ila-loiona ne so acaban de extrabir a beneficio
da iproja de N. S. do l.ivramento, convida aos
posuuiores de ditos bilholos a virem reefeber seus
respectivos premios sem descont algnm em seu
estahetecimenlo Casa da Fortuna rua do Crespo
n. 23.
0 mesmo tem c\|wslo venda em seu dito esta-
belecimenlo c as outras casas do cosluine os no-
vos o folizes buhles garantidos da sexta parte da
segunda lotera a beneficio da Santa Casa da Mi-
-ciieordia i|ue se exMaliir no dia 27 do correnle.
Frenos.
Bilhetos intoiros..... 6*000
Meios bilhetos...... :i*000
Para as possaas que compraren!
de lOO* para cima.
Buhte........ 5*300
Meios......... 2*750
_________ Manoel Martins Fiaza.
Club IVriiamburano.
A reunio familiar de fevereiro ter lu-
gar na noile de sabbado 80 do correte.
i oiii pan li i a Pernamliurana
Do ordem do conselho de direceao e em viitude
do arl. 24 dos estatutos sao convidados os senno-
res accionistas a reunirem-se em asscniblea feral
rio dia 20 do correnle, I hora da tarde, no es-
criploriodos Srs. Saupders Brothers A; C
Precisarse do urna ama para o artico de
urna casa de pooca familia : na rua da Cruz nu-
mero ;t2.
Aluga-se o primoiro andar do sobrado n. 63
da rua Imperial com commodos para familia nu-
merosa, e a loja do sobrado n. 20 do pateo do Tor-
eo : a tratai' |na rua do Imperador armazem de
louca n. 41.
D-se ojnalquer quaolia a premio sob firmas
e hypotliecas o compra-w ouro e prata : na rua
Augusta n. 43^______________________________
Precis.i-so de urna ama de boa conducta para
todo servicn de casa de pooca familia: nu pateo
ila matriz de Santo Antonio n. 8.
- Precisa-so de um caixeiro para taberna :
na rua do Qucimado n. 63 loja do Beija Flor se
dir quem precisa._____________
Precisa-so de urna familia capaz que se en-
ea rreeno da lavagem o engonunado da roupa de
um humein e alanos meninos, rom tanto que o
faca com perfoieo o aeeio. l)iriiiir-so a rua Bel-
la "sobrado de 2 andares n. 37._________________
Precisa se singar una sala em um primoiro
andar em a gnma das ras do Imperador Qnei-
mado, estreita o larga du Bosari >, das Cruzes ou
do Crespo, e Caboga, para escriptorio de advoga-
do : (|iiem a livor annuncie._________________
Aluga-se o sitio da Podra Mole, em Apipncos'
cnii exceiteate casa de vivenda com 2 salas de
frente o (i quartos. terraco, estribaria, frucleiras,
bella vista e magnifico banno: a tratar na rua das
Cruzo n. 39, segundo andar._________________
A lio lis de ill.iit|iier|iic Mello
ha 19 annos advogadoj ante os auditorios c tribu-
naos desta eidade, ja na corle e em oulros logares
do imperio, em consequencia de terem-se augmen-
tado ai|iii seasafa.-.eros. tem transferido sua resi-
denciada villa do Cabo para esta eidade ma
treila do Rosario n. 34, onde lem eslabelecido seu
escriptorio, e onde foi o do Dr. Godoy, de enjos
trabalbos nen encarregado o annuncianle. Alii
nlfcrece osmisteres de sua profisso s passoasde
quera mereca conOanca, tanto deste termo como
dos domis' desta o de onlias provincias para os
negocioso trabalbos a seren dcsempenliados aqui.
garanlindo o zcllo, lealdade e actividade que Ihe
sao recoobecidos pelas pessoas que o conhecem.
Incumbo-se tambem do trabalbos para es termos
prximos, onde tem solicitadores de inleira con-
lianea. l> cunsullas verliaes e por escriplo, e
presia-se a ouvir 'seus constitointos a todas as ho
ras. as sextas-foiras das '.I as 4 na villano Cabee
Precisase
de um criado para ludo o servico do casa em um
sirio, pagando-so 10* por mez com comida: na
rua do Cabug, sobrado n. 2, das 10 s 12 horas
da manhn.
- Precisa-** do um criado de i 4 16 annos.
preferindo-secaptivo : a traiar na rua largado
Rosario n. 44, das 6 s 0 da manhaa.___________
Aluga-se o segundo andar da casa da rua da
Cadeia n. 47, proprio para escriptorio, ou moco
soltero : a tratar na loja do sobredito numero.
-Precisa-so de um rapaz que tenha ortica de
taberna : n: roa do Socego, taberna n. 56, dando
fiador a sua conducta^_______________________
D-se dinheiro a juros sob hy|iotheca de,nina
casa terrea livre o desembarazada, ou sob pehho-
res de ouro e prata.
^~Thomaz Welkieson, subdito inglez vai para
Inglaterra.__________________________
Urna senhora, cuja honeslidade so aflanca,
iilTorecese, para com n maior carinbo e desvello,
tratar derri.incas ou de qualquer servicn domos
tico de casa de familia, quer nacional, qur estran-
geira, en mesmo para coser com perfeicao em cs-
taheb'f imento de modista : no pateo de S. Pedro
n. 4 se dir quem e._________________
Precisase de urna ama para servico interior
e exterior de urna casa de. pouca familia : a tra-
tar na rua de He-rtas n. 90.
""k


Harto de f'craauhue* esta felra 1 de Fevereiro de 1804.
PARTIDASDOBRADAS
OFI-KIlEOIIUS
ASSOOIAf.lO COMSBClALBEXEnCENn
DI
pi:r.\aiiiuc.'0
Ter-ciro escriturario da lltesouraria
FOLHINHAS PARA 1864.
Na prega da Independencia hvraria ns. G
e 8, acliam-so venda as seguimos folhi-
nhaspara I80i impressas ncsia typographia
em excellente lypo c bom papel,
Folhnha de porta coniendw as mate-
rias do costume, rs.........ICO
Dita de algibeira, so'o a cpigraphe
religiosa, eontendo alm das materias
do costme os sote passos da Paixo
de Nosso Senhor Jess Chrislo ; cant-
de faiemla c'e IVriianiluioi e reinrctentemrnle au-, do Mariano; hymnos e jacula-
'.orsado |iara t nter o pro-
fesserala particular Y ariiliinclira nan.esuia
provincia.
Aclu-se i'sta obra M prelo da Ivpogranh a
Commercial, d'ondo cid lircve saliiui luz da pu-
lillcidade em ntida ioipressao e ob o fiinnato te
8 portugu
UNDpoe-su os'a obra de um roame, dividido e i
iiflu parle tlieorica e outra pi tica, da fcil alcan-
ce s pessoas que se queiram dedicar ao esludo di
escritiiracao.
tonas ao SanliSSimo Sacramento; ex-
plcales de diversas oraces; cora
Serapliica ; exercicio ao sagrado cora-
cao de Mara; oracJo para visitar as
igrejas no da da Perciuncala ; oracfio
para esculla dos estados da vida ; dita
a Senhora da Conceiciio ; e meditaces
sobre a reforma da consciencia, rs. .
seriptorio de tdvocaciaj
A" rua do Queimado n. 30, ni i
meiro litar.
O adrogado Cicero Pore( rio coatinua |
no exercicio de sua protesto na roa dos
roa do Qoeimado n. 30, prmeiro andar,!
onda pode ser procurado das ll as 3 ha- {
ras da tarde. c
:ao
Dita de dila, sub a epigraphc-Va-
riedade, eontendo alm das materias do
A respectiva asignatura acha-se atete emto- ...,,,. IWPi,a. .,;* P iMtfjMmria*
das as livrarias desteeidade, ao preco de 55000, Cslu1me 'cenas u.u e necesarias
pe vdurae. !aos diversos luyatenos da vida; pbysi-
ai i lca e recreativa ao alcance de todos:
ti i) f K \ i pilheras c relices; poesas; chandas;
l"l Iii.-l mximas e pensamentos colligidos por
Em quanlooSr. Jos Jjaquim Barlsanao vicj u_curjoso
mi mandar da villa do O' (para onde ntudon-se oc- .... ".' *. '.'' ',
cullameme) patlar os aliguis de pelo de dot a Ditas ecclesiasl.cas oh de padre para
annos da casa ero que morou, na ra dos Praxerna resar o ollicio divino, mugida pelo re-
da Boa-Visi.', ver o sea neme ueste jornal pai a verendo conego penitenciario da S de
melhor ser conhecido dos propnetarios. Olilid l
mmmm mm as* jWhhhi; ., ? '^^.-^m
>cgooia-se o machinismo de lavadme EJffl; ttfS&zsrrnr- .-?~ss ?*. "^^f^
BrTffSBE !X"^!'i RA DO IMPERADOR
320
40
EMiOGKOIlll
da l'csli>i>ia(le do un lacroso Saitlo Ama-
ro em sua capclla nns Salinas.
Ai 7 l|2 lioras da aoite do da 19 do corrente
sabir a bandeira da casa do lllm. 8r. tenente-eo-1
iniirl, sendo condolida por meninas c acompanba-j
da por cavalleiros e seabaras, tocando durante o *
Urajelo orna msica militar, at que, rhegadoo|
prestito a frente da capclla.sc, orguer a bandeira, |
soltando-sa em aegaida um lindo balao.
No sabbadp. 2o do crrente, ser cantada noi-
te urna ladainha solemue, largando-so depois um
magnifico balao.
O romper do dia 21 ser annunciado por varias
gyrandolas de fognetos, e as 10 horas oa manbaa
comecara miasa solemne, pregando ao Erangelbo
o haliil e ilistincto orador sagrado padre Antonio j
de Albuqueraue Mello, edirigiodoaorehealra oml -Antonio Leite de Magalhaes Bastos rai
dislinrto prolessor. As i 1|2 horas da tarde do | Europa,
mcsnio da soltar-se-ha un bem acabado halo,
tund i lugar em seguida corridas a cavallo at que
chegoe a noite, occasio cssa ero que, depois de
cantada una grande ladainha se desarvorar a
bandeira cora o mesmo apparaio com que oi ar-
vorada. Em concluso as manfestaees de rego-
sijo pela feslvidado de lao milagroso santo, quei-
nar-se-ba na segunda-feira noite um divertido
fogo de artificio, preparado por um conceiluado
artista.
este o programma que a commissao cncarro-
gada de promover festividadedo miraculoso San
UNIO
32
Alugarn-se as lojas do sobrado n. i'* em |
a ra da Aurora: qtieu pretende-las din- j
ja-se luja dos Sis. lias os \ Uagalhies,
na ra Nova, que adiar..o com quem tra-
tar.
GOMMERCIO
No primeire andar do sobrado n. lo da Ira-
vasa dos Expostos, pieparam-si: llores para todas
as armaedea de testas de igrejas por muito barato
preco, a tein urna grande porci>i feita que se ven-
de muito em cunta, aprompttni se ramos para do-
mingo de ramos, a seis vintn* e meia pataca, lu-
do de muito gosto, e enfeitam-si velas com llores
de cera de muito bom gosto a e '5, comdhahas,
rosas, eiavos e toda qualidade de llores l'eitas de
cera, fazem-se os ramos a gosto de ipiem os man-
dar fazer, c apromptam-se vestidos pretos para a
(o Amaro, espera poder realisar, secundada pela j 'j^fma com l0,la a "'Madi, e gosto de seiu
< com qu.-m se pode tratar dsle negocio. E2
\wnwmi\
8 Sr. Melquades Ferreira de Suiza, que ten
ou leve taboleW deourives m rui de S. Jos, que -
ra dirigir-sc livrana di praca da Independa n,
ti e 8, sobre o aluguel da luja da Scnzala pava,
coja chave inandou entregar sem a importancia d >
awgo 'l__________________________
ttocledadc de seguros mutuo
de vida installada pelo Itanco
r "itlo na cidade do Porto.
Os agentes nesta cidade e provincia Antonio
Lata deOliveira Azevcdo & C,, escriptorio na ra
da Cruz doUecife k. 1, esti autorisados desde j|di obras r>
a tomar assijnaturas e prestar todos os esclarec- | que loo
inentof que forem necessarhs, as pessoas que d ^ res de i
sejarera concorrer para lio mi a benfica ernpr;-|
zas, egurando um futuro lisongoiro aos associadns |
Aluga-se o armazn n. 4 da ra do Apollo, e j
otereciroan lar daeasa n. 38 da ra da Impera-
triz ; na ra da Aurora n. M.
DENTISTA DE PAl
19Una Nova-19
Frederico Gautier eirorgiao dentista,
fjiz tod.-s as operacd leca de Mea artiflciaei, indo cun snperio-
ri4ade i perfeicio, une as pessoas enten-
didas lite reconhecein.
Tem agua e pos dentificio.
II
Na mi Nova n. 26 Su dir quem d.i algun; s
qnantias a joros de 2 0|0 sobre penhores. ____
Xa ra do Crespo a. 5, se altiga una ha
casa B sitio no Monteiro, com frente para o oili.o
da iprejn. a-sini como o segundo andar do sobrado
n. 79 da na do Imperador.
_ 0 !U'liarc V!a\imiano Lopes Hi-|
(liadoad''oga no sen es riplorio da na
do Imporad'oi' n. 71, prmeiro andar,
mide pMe ser procurado das 9 s *. lui-
r* 4a larde para o que oi'concenien-
te ao cxcrcicl* de sua [irolissao.
wmmmm mkmt
O bacharcl Americo Nettode Mendonca -,,
reside e tem aberte o tea escriptorio i
roa Livramento n. 18, 1 an
N. 22.
Grande aniuziii le tintas.
Eteannaxem ntntm lodo manto g
* preciso |iara irfioa industria de pintura, de
qualuer genero que seja, OBsempenbe
sen l'mi, isto enib'.'ilezar, conservar e
i reproduzir.
a Montado em grai de escala e supprido
< directamente por pwada fabricas de l'a-
am ris. Londres e llambiii uu. pmle olTuceer
J2< producios de eonftanca, e satisrazer qnal-
quer i-neoiiiuii ud,i i grosso tiatu a a re-
tlho.
Os Sis. artistas pinlures, e os donus d
tbras poderao ese Itaer vontede, bob
ludo estar vista, as diffierentes co-
in tirorem necessidade.
Ha timas em massa c em [>"> impalpa- Ct|
vel, a cuino nas obras a enveniizar s s<' A
deve empreffitr limas muidas, e au me- iJJ;
recende coiilkincaiwqueveo de araara tX
s B conunerciu, por velhas, C lalvez falsifica- ffi
m& das. iii-sle annazt m se as muera a vis-
ta do censomider, que so assim Inri tin-
tas frescas c rerdadeiras.
Ha tanibein ouro verdadeiro, verde em
p eemfoiha, prala em folba, p debron-
tear de varias cores, diamantea para cor-
lar vldros, bi rnid/res, ncar saperfiaaen-
carnada, amarella o verde, tintes vege-
tees, azul,roa,verde e amarella. inoften-
BVS, nicas (pie se deveiu emprear nas
confeiterias, colleccSea de pinceis para
Bngir madeira, fompropriedadte, e oulroa
de varias qualidades, vernizes, copal,
graixa, bran......u escaro para o interior
e exterior, para e lonetas e qaadroa, tin-
tas linas em tubo-, em erayoes on pastel,
tollas para quadros. caixas de timas finas
e papel p.ua 11.-i'llln i.
Essemfias apomatfea*8 verdadeiras, fras-
cos e vidros para vidraca de todos os ta-
manbes, e muilos outros obyectos, cuja
utilidade e emprego s eoiu a vista pode-i S
piedade e devocSo daqecllas pessoas que coneer-
rerem corn snas esmolas.
Oabaiio aatignado, arrematante das dividas da
loja de miudezas da ra do Queimado de Joaquim
Jos da Coste Pajozea Innioc e da loja de bu n-
das da ra Direila de Fajozes Jnior c Azevedo,
avisa aos deredores das ditas
como do mallo de virem |
na mesnia casa prepar,im-se bandejas pa-
ra bailes com armaciio, e bouquetes de flores de
cera de todo gosto, ditos de allinins, ditos de pepcl
| lino, ditos de gomma, de pan 10 e velludo, ludo
mais barato do que em outra qualquer parle, bor-
dan de fitas de ouro, lantijola | ara os bouquetes,
e lacas para as velas; vende-se tambem um sorti-
mento de folhas de rosas de ranel a IS a groza,
de lodo o tamanho, para as scul oras florislas.
No escriptorio de Antonio Luiz de Oliveira
i ia lano da praca Azevcdo& n m rua da Cruz n t> prectane fal-
pagar sen debites |ar eran o Sr. Luiz Soares Bote lio, lbo de Jos
abaiso ass.gnado no largo do Collegw junto ao so- S(iarcs Bolelho e de F0,.,uuala ,-M\fa de Souza,
lirado amarello, ouna.ua de lloi tas n. Oi aoSr. et0 de Fran,.isco Mail0C, ,le Souza, natural da
Pajotes Junwr ate ao da lo de marco do contra- ||hadc s M 0 ^.^ |er v,ndo es.
rio terioc entregar U MU procurador paraca- |a pidilde em !836 para |he d.r noticias de sua
brar judicialmente. Itecfe, ib de levereiro de uiai eirmaos que se acham no Itio de Janeiro.
1864.
Antonio Joaquim Kerrrandes da Silva.
O Dr. Cosme de S Pereira ronti- g
ma a residir na na da Cruz n. 53, I
Io e 2" andar, onde pode ser procu- j
radopara o exercicio de sua prolis- |
sao medica, e com especialidade
sobre o seguirte
de olhos;
de peito :
dos org3es genili
urinarios.
AIIVOCACI4
O bacharcl Joaquim Pires Michado Portella (io-
do ser procurado,como advocado, no prmeiro an-
dar da casa n. 83 da rua do lu icrador, das 10 ho-
ras da manbaa s :t da tarde.
Io molestias
2o
3o
Em seo escriptorio os doentes se- a
ig rao examinados na ordem de suas
ffi entradas coiiieando o tiaballiopelos
^ (lenles de'olllOS.
8 Dar consultas todos os dias d sj
18 0 as 10 da manha, menos nos do- j@
an mingos. fe
ffi Praticar toda e qualquer opera- ffi
C"io que julgar Convenieote para o |
m proni|ito restalielecimento dos seus K[
S doentes. j!
Bi

mwuvi'Bi ,?-%>-. w?J^ +Kt&i*xk
Pracisa-se de um bom cozmbeiro e de dujs
eriadosactives : a tratar no sobrado n. -'12 da ra
da Aurora.
rao -er mostrados.
.loo Pedro das .News.
(rente.
A lien cao.
Offerecc-se um moco para escrevente de algom
escrintoria commercial ou mesmo de oscrivao e
de advogado, para o que tem boa letra : quem
precisar pode defxar nesta livraria rua, numero
da casa one ?i% deve tratar.
Vi:
O Dr. Casanova pode ser urocurado ein sen
consultorio especial homeopath co no largo da ma-
triz de Santo .intonio n. i. Ru mesmo consulto-
rio ha aentpre grande sortimen o de medicamentos
em tinturas c em glbulos, dnixando elogiar os
nossos medicamentos pelas pes: oas que os tem ex-
perimentado c continuara a ervir-se era nessa
liotica. Temos tambem obras accommodadas a
intelligencia do povo.
g*r--. ::..------.....~--------~:zz:r -.. "'
Libanio Candido ltibeiro. Antonio Emigdio
Bibeiro. Leopoldiuo Ferreira da Silva, Fran-
cisca Malurina dos SaolO! Bibeiro, Auna
Gertrudcs da Silva e Maiia Joaquina de
Mendonca ltibeiru, agradec ni coidealinente
as pessoas que se dignaran i assistir os nlti-
BMS sufragios de seu mui | resado mano e
cunhado o vigark) Jos Malinas Bibeiro, os
mesmo convidam aos aini ros do fallecido
para assistirem a missa do s timo dia que se-
r sexta-Caira til do correnl e no oratorio
licenciado de Libanio, no s M sitio na Torre
s 8 lioras da inantia.
Bccife, lo de fevereiro de 18Si.
Defronte da loja do Pregiilea.
HITARTE AJLnEf IIV
acaba de abrir o seu grande e sortido armazem de molliados denominado Uuio e Cum-
memo. Este grande armazem um dos mais bem montados que temos mnossa praca,
nao s em limpeza e aceio, como r.as qualidades especiaes de seus gneros. O propri
ario do Uuio e Comiiu-rao offerece a todos os senliores da praca, senhores de engenho
e (aviadores a seguinte tabella, por onde verlo a grande economw que lhe resulta em
comprarem em tito til estabelecimento, afianzando o mesmo todo e qualquer genero
saludo de seu armazem.
Bollinbo francez em latas e caixinbas asmis
delicadas que tem viudo ao nosso merca-
do de 7oo a 2,5oo rs. a caixinba.
Mauteiga ingleza perfeitamente flor, mandada
vir de conta propria, a 7oo a 8oo rs, a
libra,
dem franceza chegada pelo ultimo navio a
56o rs. a libra, e em barril teta abatimen-
to.
dem ingleza em potes de i a 16 libras a
8oo rs, a libra e o pote separado,
Cha uxim o melhor neste genero, mandado
vir de conta propria a 2,8oo rs, a libra. Vinho branco o melhor neste genero a 8oo rs
dem hysson, grande, muito bom a 2,t5oo rs. a garrafa e 4,3oo rs. a caada.
a libra. dem Bordean* de differentes marcas, garan-
dem preto muito fino, a 2,6oo rs, a libra., te-se a qualidade, a 8.000 rs. a caixa com
dem preto, mais baixo, a 2,ooo rs, a libra. \ urna duzia, e a 7oo rs. a garrafa,
dem, verde, miudinho. mais iiroprio para Garraoes com o garrafas de vinho do Porte
negocio, a. l,ooo-rs, a libra. do Alto Douro a 2,2oo rs. com o garra lao.
Banlia de porco refinada muito alva a 16o dem com 5 garrafas de vinho Figueira, mais
rs, a libra, e em barril se far abatimento. proprio para a nossa estaco por ser mais
Biscoitos Dglezes das seguales marcas; fresco a 2,4oo rs. com o garralao.
Craknel, Soda, Ceede, Caplain, Travellies., dem com"5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.
Lunch, Cabin, e outras mu tas marcas, a' o garralao,
lk'e^de^>esBedalencommenda,a ^STS ^^ suporinr qualidade a 18o,
2 2oo rs a lata e 22 rS- a llbra do melnor Que na
BiscaitO ng'lez Craknel em latas de S, 7 e lo \Graixa om latas muita nova a 12 rs- a ^
Erva-doce a 000 rs. a libra.
Champanha de 20 a 22,ooo o gigo.
Palitos do gaz a 2,3oo rs. a groza e 2o rs. a
caixinba.
Milho alpista a 16o rs. a libra.
Conmino muito novo a 400 rs. a libra, e
compiando.de 8librs para cima a 32o rs.
Gomma muito alva para engommar a 80 rs.
a libra, e em arroba se far abatimento.
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
Sabao verdadeiro hespanhol, que raras vezes
vem ao nosso mercado a 28o rs. a libra
MpJjMM|
I u avogadoT)r Maoai do Nascim mto
i* llacha lo Portella, contina a ler o seu
^R escripiorio no prinii-iro andar da casa 11.
a 83 da rua do imperador.
wmmt
Xa loja da na Umita n. 82, compra-se 1111
cofre franez em bom uso.
Xo dia Vi do crreme au-i u'aiaui-.-e da casa
har, no sitio do Monteiro 11. 13, juas
vas relimas, de nomes Eugenia e Nic
com os segninlos sbjnaes : a primeira com 301 an-
uos de idade, punco mais 011 menos, alguma barba
110 queiXO, e mu lubinbo em um dos ps. levou
coinsigo um (ilbo pardo de nomo Hanool, de '! an-
nos de id de ; a segt oda de 2-'l anuos de idade.
penca mais oq menos, levon comsigo orna filhal
R cabrinha de 't annos, e levaram daos embrnlbes
deroopa; naturalmente seguiram juntas, igna-
rando-sc qnal adireccao: portanto. rogase s au-
loridades poHciaea a na captura, ou quem dallas
noticias (iver. I va la- a sen seiihor Joo ManjocJ
da Veiga c Soixas, n 1 seu sitio do Monteiro n. 13,
ou na Iraves-a da M. die de Heos ns. 'i e 6.
Saques sobre l'oi'tugal.
Oalaixo assignalo, agente do lauco
merca nil Portneuse nesta cidade, saca ef-
leeiivaiiieiite por todos os paquetes sobre
no banco par o Portee Lisboa, por
omma, vistee a prazo, po-
dendo logo os saqu s prazo sercm des-
contadus do mesmo banco, na razfio de 4
I>or ce to ao anno .ios portadores que as-
sim lhe convier : n is ras do Cres|K> n.
8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim ta Silva Castro.
Gelo, gdo, gelo.
Com a diegada da nova machina nao se ex|ie-
rimenta mais falta de gelo fabricado com agua do
Prala, todos os dias a qualquer hora, para pir-
- grandes ou cncommendas para fra da pro-
vincia devora haver aviso com antecedencia : ma
da Aurora junio a fund cao onde tem a bandeira.
Precisa-sc alagar urna ama com bom e bs-
tenle leite c que nao tenha (ilbo, preferindo-se ;s-
crava : quem estiver nestas circumstaneias, diri-
ja-se rua Formosa, casa n. 29.
mmm
Advocacia.
O bicharel Joo Goncalvcs da Silva |
Monlarroyos tem escriptorio na rua es-Sj
treita Jo Rosario n. 17, onde pode ser JS
procu-ado das 9 horas da manha s 3 *&
da la/de dos dias litis.
mi
I eemilcrio
precisa dt nm jardineiro : a
respectivo administrador.
nu
publico
entender-se con o
Alugi-so o segundo andar e grande soto do
predio da ma de Apollo n. ti, tendo no andar 3
salas, o quartos e grande cozinha, e no soto sal \s,
quartos e cozinha : a tratar na rua da Cadeia do
Kecife n. ti, loja.
Precisa-so de urna ama de leite
Trin-heiras n. iO, prmeiro andar.
na rua das
Curso de preparatorios
Prancez, j
luglez. ^
Geometra, W
Qaagraahte, jS
ltln luiica ;;Sj
a rua do Queimado n. 30, prmeiro andar, w
daa 10 s 2 da tarde. t
mmmmmwMmmmmm
Professor dv piano.
Jos Coelho da Silva e Araujo, bem conhecido
nesta cidade, contina a leccionar piano e msi-
ca vocal por commodo pre$o : qnem de eus .'er-
vicos precisar, dirija-se rua do Livramento n. 21,
segundo indar________________________
tal! a.
Gaetauo Puccini, subdito ItalianOj rai paiaa
Os administradores da massa fallida de Seve
FIRios & C., rogara a todos es credores da mesbia
msta, qoe. sem embarga do convite jfeito or
este Diario anda na i apresenteram es .-cus til
aiim de seren verificados, hajam de faxe-lo den|ro
do praso de tres das, no escriptorio de Augusto
Frederieo de Oliveira, praca do i orpo Santo n 17,
ob pena dos valores de seus crditos niaserm
incluidos na relaco qoe tem de ser enviada ao
iuizo ; assim como ptdem aos outros credores que
ja aprescntarain liiulm, que as venham receber,
%<- i:\ A DI EliKI MUS
Hygino Augusto de .Miranda, leudo sido ltima-
mente nomeado agen e de leiloes, estebeleeen ten
escriptorio na nu da Cruz n. ", aonde pode ser
procurado por aquelles que quizerem se utilisar
de seus servicas.
Ha tres casas terreas para alupar em
Santo Amaro na travessa do Costa, com
saluda de portad para o fundo, a preco f
2g de 10-5 : a fallar na mesma travessa. Sjfi
D-se dinhelro a juros e
eoiiiprii-scouro e prala : na rua
do Kangcl n. .________________
Pogiram 2 escravos um por nome Domingos
e outra Maria, signaes da roupa do negro camisa
de algodo de riscado, a negra'o vestid roxo um
tanto sujo, andam jur tos por serem casados, todos
dnus de idade : a pess)a que os encontrar traga
rua Nova n. 'i.
Permula--e a taberna da rua Imperial n. 139
por outra no Ileeife ou Santo Antonio, ou mesmo
em outro qualquer lugar, com tanto que tenha
coinmodos para familia : a Halar na mesma.
Joa da Silva llamos, medico pela L'ni
versidade de Coimbra, d consultas em
sua casa Sas'.' as ll horas da manbaa, e
das i as (i da tarde. Visita os doentes
en suas casas regularmente nas horas
para ss i designadas, salvo os casos ur-
gentes, que -! a i Bocrorridos em qual-
quer ocea.-iau. D consultas aos pobres
que o procuraren) no hospital Pedro ll,
aonde encontrado diariamente das ti
s 8 horas da manbaa.
Tem sua casa de sade regularmente
montada para receber qualquer deente,
anda mesmo os alienados, para o que
tem commodos aprapriadas e nella pra-
lica qualquer operacao cirurgica.
Para a casa de aade.
Primeira classe 3000diarios.
Segunda dita.... 24500
Tercena dila.... 25000
Este estabelecimento j bem acredi- $;
tado pelos bOUS Servicos que tein pres-
tado,
O proprietario espera que elle conti-
nu a merecer a confianza de que sem-
pie tem gozado.
l'recisa-so de um me lino de 14 a It
annos de idade para caixeiio de loja de fer-
ragens e miudezas na cidade de Macei,
Idandotse preferencia a aqualle que disso -
ver alguma pratica e que in todo caso es-
creva solTrvel, quando rio muito bem:
qnem pretender dirija-a- a loja de ferragens
de Silva a Alves na rua daOadeia do Recife
nesta cidade.
Precisa-se aloyar una osera va para o ser-
vico ile una casa de penca fa nilia : a tratar na
roa do Palacio do Hispo, primeira casa aesquerda,
indo pela rua dos Pires.

Agencia de passapefte.
Claudiuo do lleco Lima, despchame de passa-
portc pida repartilo da polica, tira-os para den-
tro e tura do imperio por commodo preco e pres-
teza : nSF rua da Prala, prmeiro andar n. 'ti.

mmm

Preparatorios comple-
mentares
Carso Commei'cjal.
0 bacliarel A. II. de Torres Bandeira,
piufe.-sor de geographia e historia no
I Gymnaso desta provincia, propoe-se a
)S ensillar as lingnas franceza e ingleza,
(j? preparatorias camplamenteree para o
BB Curso Commercial; eofferece o seu |ucs-
^ timo espeeialmeute aqoellea que se qoei-
aran habilitar nesses preparatorio, com o
intento de matrieular-se no sobredito
curso.
As aulas comecaro do 1" de fevereiro
gg em diante, na casa da residencia do an-
^ nunciante, rua estreita do Rosario n. 31,
c~n lerceiro andar.
BAXC'O U V1AO
BSTABELECIDO NAC1DADE DO PORTO f,
Aycutcs tm Pena nbuco
Antonio I.uiz de Oliveira jg[.
Azevedo k C.
rgj Sacara per tedas as -piquetes sobre a |H
JrS mesmo banco prazo ou : viste, sobre i U
ft caixafllialem Lisboa, e agencias em Pl- H
W. gneira, Coimbra. Aveiro, Vizeo, Villa- \i
gjg- l'.eal. anua de I a-lello. Cuillia- &
it- rae-, Barcellos, lajuago, (evilhia,Braga, gg
R iMiaiiei, Braanca, Anv rante, Angra, Si
liba da Tferceira, Dhade Palas, libada f"
Madeira, Villa do Conde. Valeac, B
Oliveira di Azeuieis. Cbl.ves e l'afe, d. k
oilo dias vista ou ao prazo pie se conven- |
clonar, no seu escriptorio rua da Cruz n
*' _J
Os hachareis Joo Diniz tibeiro da Cuaba e
Francisco do Paula Penna con innam com sen es-
criptorio de advocacia na rua do Queimado n. 2Ji,
onde podem ser procurados da 9 horas da manha
al as 3 da tarde, para os mislores de sua profls-
sao; e enearregando-sc tambem de qualquer ac-
cao nos termos prximos est i cidade.________
A padaria do leo do noite, da rua de Coto-
vello n. 31, precisa de um m.mino portuguez de
12 a 1G annos, para caixeiro de deposito, e que
afiance sua conducta.
libras a 5,ooo c 6,ooo rs, e de l,2oo a
8oo rs, a libra.
ijtieijos do reino pilo baratissimo preco de
l,6oo, 1 8oa e 3,ooo rs os do ultimo
vapor,
dem prato muito fresco a 64o rs, a libra,
dem ondrino muito fresco a 8oo rs, a libra.
Vinlios em pipa: Porto, Figueira c Lisboa, a
48o, 5Go, c 64o rs. i garrafa, e de 3,ooo a
4,000 rs, a caada.
Marmelada imperial dos melbores conservei-
ros de Lisboa.em latas de 1 e mais libras
a 7oo rs, a libra.
Peras secaas em caixinhas de 1,000 a 2,ooo
rs. cada urna.
Figos em caixinhas de 1 '/ arroba e de* 8 li-
bras a 8,ooo, 4,ooo, e ,ooo rs, e a 3oo rs.
a libra, taambem lia serinhas para meni*
nos a 00 rs. cada-urna.
Amendoas de casca, mole a 3Go rs, a libra, e
em arroba tera abatimento.
Sardinhas de fiantes a 3o rs, a lanha.
roucinho de Lisboa muito novo a 3oo rs, a
libra e em arroba a 9,ooo rs.
Massa de tomates a 64o rs, a libra.
Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
Farinha do MaranbSo a lio rs.a libra.
Ceblas a 8oo rs. omolho, Gio.rs. o cento
e 6,8oo a caixa.
TijoUopara lampar facas a Ido rs,
Cerveja das mais acreditadas marcas de "i.ooo
a 7,5oo a duzia, e de ooo a Coo rs,
rafa.
Prezunto para fiambre muito fresco e novo
a 8oo rs. a libia,
Genebra de laranja a l,ooo rs. o frasco,
Chouricas as mak ido mercado a 8oo
rs. a libra,
I Cognac verdadeiro inglez a 900 rs. a garrafa,
e lo,5oo rs. a caixa com urna duzia.
1 Licores franceses e portugueses de todas as
marcas de lo,ooo a l5,ooors. a duzia.
1 Passas muito novas a "Joo rs. a libra e a 8,5oo
rs. a caixa. Ha caixas. m uartos.
1 Btalas a 1,000r& o gigo com 38 libias e
nha, e l,3oo rs. a duzia.
I'eixe em latas muito novo : savel, pescada,
curvin, salmao e outras muibis qualidades
preparados de escabexe, segundo a arte de
cozinha, de l,2ooa 2,ooo rs. a lata.
dem do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado e escolhido pessoalmente por um
dos socios que se acha em Portugal, das
seguintes marcas : Duqoe, Genuino, Ve-
llio seeeo especial, Lagrimas Doces de
1819, vinho especial D. Pedro V, vinho
vlho. Nctar superior de 1833, Duque do
Porto de 1834, vinho do Porto vdho su-
perior, Madeira Secca de superior quali-
dade, vinho do Porto superior D. Ltiiz I
de 187, Lagrimas do Douro, especial vi-
nho do Porto, de l.ooo a 1 2oo rs. a gar-
rafa e de lo.ooo a I2,ooo rs. a caixa com
urna duzia.
Vassouras americanas a 8oo rs. cada urna.
Velas de spermacete as melhores que ha no
mercado a 56o e Gio rs. e masso, e em
caixa se far um grande abatimento,
dem de carnauba e composicao, de 4oo a
32o rs. a libra, e de lo.ooo rs, a U,5oo
rs. a arroba,
Cafe de Ia e 2a sorte de 8.3oo a 8,Goo rs. a
arroba, c de 28o a 32o rs. a libra do me-
lhor,
Arroz da India. MaranhSo e Carolina a 3,ooo,
2,8oo e 2,4oo rs. a arroba e a loo rs. a
libra.
Frasqueira de genebra a 5,8oo rs. ea f>oo
rs. o frasco.
Azeite ilocc em barril muito fino, a G*io rs.
a garrafa, e em caada tera abatimento.
Papel greve pautado e liso a 3,5oo rs. a
resma,
Genebra de BoHanda em botija de conta a
4 4o rs, a botija.
Passas corioteas a 000 rs. a libra e i 2,800
rs. a arroba,
ErvHhas franceza e porlugueza a G40 rs. a
lata de urna libra.
2,000 a caixa com dnas arrobas cadauma., Chocolate francez, hespanhol, suisso e 'por-
Bocetas com doces seceos de 3,000 a 3,5oo tugnez a 1,000 rs. a libra, e a 28o rs. ca-
rs. cada urna. da pao de urna '/i.
, ,;,n*. o (5 S a C.1X, com urna a. f^T^l^. SffZ
OBRAS
Precisa-se de una ana para o sondeo de
duas pessoas : na rua estreita do Rosario 11. 18,
prmeiro ailar.
Jacondino Hibeiro de Carvalho retira-se para
Portugal a tratar de sua sanda
CJuem precisar dt una ama para engommar,
cozinhar e easaboar de Mirlas para dentro, dirja-
se rua de Aguas-Verdes n. 100, nas lojas do so-
brado. ____________________________
Luiz Perra, subdito italiano, val naraoCear.
Preeisa-se de nina ama que faca todo o ser-
vico para dnas pessoas : na rua do Vigario n. 27,
segundo andar.
Precisase de um inoleque para o servido de
urna casa c para o de na, que nao tenha mais de
12 annos : na rua Direila n. 1:1.
de loo Francisco Lisboa.
Esto no prelo as obras de Joo Francisco Lis-
boa, compreliendendo i volumts em oitavo francez,
de cerca de 400 paginas cada um, iinpressos com
nitidez c em bom papel.
O l veame constara da vida do padre Antonio
! Vieira (obra posthama), do discurso d'anystia, e
algnns artigas de critica, sendo ludo precedido do
retrato-coui fac-simile, e da bograhia do Ilustre
litterato.
Os outros Ires volnmes cont ro o jornal de Ti-
mn, cuja l* edieco aeha-s 1 eegottda e hoje
rara.
Preco de cada volume brocl ado para os assg-
nanles 2-5000.
Os 4 volumes depois de com luidos, ein brocha-
ra, para os que nao tiverem issignado li$ : na
rua da Imperatrz 11. 17, prmi iro andar._______
zia.
Conservas inglesas das seguintes marcas:
Mixed, Pickes, e ceblas simples a 800
rs. o frasco.
Mostarda ingleza preparada em potes a 4oo
rs. o pote.
Nozesmoto novas a 160 rs. a libra e 4,8oo
rs. a arroba,
Vasos inglezcs vasios de 4 a IG libras, muito
proprios para deposito de manteiga, doce,
e outro qualquer liquido, de 1,000 a 3,ooo
rs, cada um, '
cada urna; tambem lia frascos e latas d8
differentes lmannos que se vendem por
mdico preco.
Massas para sopa: macarrao, talbarim e ale-
tra a 48o rs. a libra, e em caixa se far
abatimento.
Garraoes com 14 garrafas de genebra de
Iloflanda a 5,500 cada um.
Charutos de todas as marcas c dos melho-
ros fabricantes da Baha de 3,ooo a 4,eoo
is. a caixa.
Francisco Jos Correia, subdito portuguez,
retirase para o Rio Grande do Sul.___________
Precisa se fallar com o Sr. Sezostris S. do
Mora.h Sarment, nsfrua da Imperatrz n. 88, a
negocio que lhe diz respailo.
AVISO.
O Sr. Felppe Carnero deOlnda Campello tenha
a bondade de mandar pagar o que deve au rua da
Imperatriz n. 8 ____
Precisa-se fallar con o Sr. Francisco Igna-
cio Monteiro, que oi morador na ctdade de Ha-
manguape, provincia da l'arahba do Norte, a ne-
gocio que. muito o intcree&a : na rpa do Crespo,
loja de fazendas n. 7.
i?!lii!BiSiiSl!^ B^ImI 1j^
AllIglICl.
Aluga-se o segundo andar do sobrado da rua
V.lha n. W: a tratar na rua do Sebo n. 2i.
Vaecfna pnhllca.
Tendo-se desenvolvido algumas pstulas vacci-
nieas, com o pus ltimamente innoculado, o com-
missario vaccnador convida aquellas pessoas que
precisarcm ser vaccnadas i comparecerein nas
quintase domingos no torreao da alfandega, e nos
sabbados at as 10 1|2 horas da manbaa, na casa
de sua residencia, segundo andar do sobrado da
rua estreita do Rosario n. 30.
Aluga-se 11111 preto cozinheiro, e que faz tam-
bem todo o servioo de urna casa : a tratar na pra-
ca da Independencia ns. 37 e 39.
Attentao.
Precsase de urna ama *de leite, e que tenha rosamente, podendo leva-la ma Direila 11 70, ou
bom leite.'. a tralar na rua de Sauta Rita n. 2. i em Santo Amaro de Jaboatao aonde reside o an-
nuncante, assim como previ e ao aceitante que
nao pague a letra sem sua autorisacao.
Perdeu-se Mina letrada qua itia de 2365 sacada
por Jos Manocl Gomes Torres, aceita pelo Sr.
Manuel Ignacio de Siqueira Cakalcanti, vencida em
dezembro prximo pastado, a pessaa queachar di-
ta letra querendo restlu-la tura gratilieada gene
ATTE.\^AO
Todos os senliores que comprarem para negocio ou casa particular M& para
cima terao mais o a 10 por % de abatimento ; o proprietario scientilica tesvs que todos
os seus gneros sao recebidos de sua propria encommenda, razo esta para poder ven-
der por muito menos do que em outro qualquer estabelecimento.
Joaquim dos Santos
Europa.
Jorg..', Ilrasilerq, vai
i ompanliia fltlclidade de
seguros iii.n-l restres estabelecida no
llio de Vanelro.
ACE.NTES EM 1'El'NAMIIUCO
Antonio Luiz de Oliveira Azcvede k C,
competentemenle autorisados pela direc-
tora da couipanhia de seguros Fdelda-
dc, tomara seguros de navios, mercado-
ras e predios no seu escriptorio rua da
Cruz n I.
Precisa-se alugar dwus pretos que scjaui re-
toslos para servico debaixo e coberta enchuta :
a icatar na fabrica da travesea do Carioca o. 2,
cos-tlo llamos.
do glorioso *. oncalo de Ama-
rante, na povoaco de llapis-
siima, fregiiezia No dia 21 do corrente ha vera a teste do dito
Santo Glorioso com procissao tarde, Te-Oeum e
fogo de vista noite, liavend) ja principiado as
novenas desde o dia 12 sob at influencias dos noi-
teiros.
- I'recisa-se de urna ama de boa conducta para
todo o servico de casa de pouca familia : 110 pateo
da matriz de Santo Antonio 11. 8.____________
Precsase de utua ama de idade para cozi-
nhar : no largo do Paraizan. .
RIVAL
SEM SEGUNDO
Rua lo t|iiciiuado ns. 419 c ."..
loja de miudezas de Jos de Azevedo Maia & C,
principia o novo anno a torrar miudezas pelos pre-
ces que a todos causa admiraeao, a saber :
'ares de sapatosde tranca milito linos a I5C00.
Frascos de oleo babosa dos melhores fabricantes a
210 rs.
Ditos malares a 400 e 500 rs.
I Frascos d'agua de Colonia muito finos a 400 rs.
|Sabonetes muito finos a IGO, 200 e 100 rs.
' Frascos grandes de agua de Lubiu, o melhor,
11300.
LapiS de tinta encarnada muito finos a 10 rs.
Novellos de linha com 800 jardas a 120 rs.
, Ditos de dita com 400 jardas a 80 rs.
Frascos de macass, oleo muito superior, a 100
Duztas do dedaes brancas em caixas de vidro
320 rs.
Papis de agulhas a balao Victoria a (10 rs.
lianlia transparente muito superior a "00 rs.
Dita Japoneza muito lina a 800 rs.
Duzia de sabonetes muito Unos a 720 rs.
Papis de agulha com toque de ferrupem a 10 rs.
Grozas de botoes de madrepcrola muito linos a
5C0 rs.
i Pecas de fita de cs, cstretas, com 10 varas, a
320 rs.
Novellos de linha branca do gaz a 30 rs.
, Carreteis de linha de cores muito fortes a 20 rs.
CartSes c caixas de eolchetes francezes a 40 rs.
'Botoaduras brancas e de cores para copetes a
120 rs.
Frascos debanha, palmicha, a 210 rs.
Bon.'ts para meninos, fazendalina, a 2,5.
Caixas preparadas para costuraras a 1,5500,25 e
3,5000.
Ma-sos de grampas lisas e finas a 30 rs.
Caixas de palitos do gaz e de cera linos a 20 rs.
Duzia de facas e garfos de i botao superiores a
55500.
Duzia de ditas e ditos de 2 botoes finssimos a
G5500.
Grozas de palitos do gaz a 25200.
Arda preta muito tina a 100 rs.
Ca xas de rap com espelho a 100 rs._________
NOVAS
semeiites de hortaliza.
Chafaran no vapor francez Guiene as novas se-
ment* de bortalca : na rua da Cadeia do Recife
n. b' A, loja de ferrageus de Rastos.
T
Itranco em niara,
Vende-se em latas de 28 libras o melhor que po-
de haver a 200 rs. a libra, a dnhero : na rua
larga do Rosario n. 34.
lloctieira
Vende-se a coebeira da rua do Imperador n. 2.*)',
com BMgnJAoos carros e ptimas parcllias : a tra-
tar na rua do Crespo n. i 4, loja.

l


c


nidrio de rernambueo Kc_<_ clra i t(e Fcverero de 18-_.
Alagase am bara i lio cm boa easade t -
rad.i, i:om n uiiosominorlos, copiar atrai i Irenl i
para o rio, cacimbacom I. moa, lanqae, casa pan
precos estrilara coeheira, jardim emnilosar-
\ mides, todo murado, com dous portes, ua Ca>
panga, junti- ao porto *J basserro : a tratar no <
mesino sitio, ou na ra do Hruin n. 74.________j
Francisco Gairido o loso Valdeperas, subdi-
tos hospanlii'> vai Europa.
ttftVXDE REVOllJClO
NO *
ARMAZEM
45
CALCADO.
lina Direita
45;
ZoSo i a Rocha e Silva, socio gerente da ii.-
i ta social Guimares & Rocha, pode ser prcar:.-
do na ra das Crines n. II, primoiro andar, a
qualquer hura do dia. ___________
~no. I Antonio de Azevedo, subdito portt -
!ue.'., Mirase para Macei.____________
Alugam se o segando o terceiro andaros dJ
sobrado da rua do Trapicho n. 18,com frente par
o lado do Ce roo Santo : a tratar no armazem pt
naixo. __________________
Precisare de un monino portognez le Iti
12 annos, que tenha pratiea de padaria m sen
ella, dando fiador a sua conducta: na ra da Sen-
z.ala Vt-Iha n. 00._________________________
OSr. Joaquim Jos.; de Almeida Pires que cur
sou na academia desta cidade, e por ultimo assis-
tio no conventi de Olinda, baja de mandar paga
o que (icou devendo na niadalaiperatrii n. 88
0 abaixo assignado declara em resposta ai-
communicado inserido no Diario le hoje, que en
juio se jusliiicar.
Jos BuarqU'3 Lisboa. ____
r Aluga-S) o terc-iro indar da casa n 88 d;
ruadftImperaUix, e o sbralo n. 193 da ni;. Impe
riil : na ra la Aurora n. 36._______________
O aliis assignado ruga a todas as uessoas
que se julgarem seus crodires o favor appareccrem
no prao de 8 das, afini de seren satiafoitos, na
trivessa. do (Jueimado, loj i dos Srs. Maia ,S I,an-
dulino.Jlo Amonio Pom.___________
O abaixo assignado scientifica aos seus de
vedoros, que no I" de marco far entrega a ser
pvocoralor de letras e coritas do mesmos par;
tratar da cobranca por meios jadiciaes, aquello.-
dns seas devdoros que qceirara evitar despezas
judicfc.es, vertiamat o lint do presente mez pagai
seos dbitos na ra do Imperador n. >">.
Jlo Vigiles.
0 homem do movimento nao estaciona.
mante e m\m
GUERRA AOS INI YUGOS
Nao S admiti a uuiao comuimial.
Xo sequer a liaba da a 11 anca.
Nao se tome a furia dos corsarios.
lisie auno ha de ser blssexto.
Os cautines csto preparados.
F0G0! BOM F0Q0!! MELHOR F0G01!!
Abaixo a liiia d'agua no vinagre
Viva a liga do genuino Clicrcscom i fiambre!
Viva o conservador das conservas inglezas!!
Vivam os liberara freguezes do BALIZA !!!
Vivas todos que lercm este aunando.
SE.VIIOIIES
SEMIOHAS.
COMPRAS.
Cxnpra-se urna escrava" que saiba engom
na re coonhar :.na ra nova de Santa Rita n. II,
serrara de I'aulo los Gomes A; Medeims.______
* Ci>Mpr;i-se una escrava de moia idnde qui
sirva a ma familia de i orlas l.-iitro e fra, !
saiba veader pelas ras : na ra do Passeio, casa
tvpographica da poru larga
Compnt-se papel Diario para embrullio : na
lujada calcaJo n. :8 da roa da Imperatriz.
Contpra-se um oudous escravos de meia ida-
de ^ie habili lades. bem auno un preto da mesm i
idade (|ue sejam robustos. uo pateo da matriz d i
Swrto Antonio n. 8.___________________
Comprase enectivaioente oero e prata eni
<*ras velhas : na praca da independencia n. 2:
lea dd brthetcs. _____
C0JIPft-_-SI-
cobre, latao 3 chumbo : no armazem da bola ama
Telia m oitac da secretaria de polica.
YENDAS.
Vndese una taberna com poucos fundos,
tendo a casa commodos para familia, na fia de S
Miguel o. 83. freguezia des Afogados: qnem :
pretender, dirija-se i misma, que achara coni
(uem tratar
Vi'iide-se urna punai de videos de bocc
larg; i proprios para botica, eontendo al-
mu ios : a tratar na roa do
i. 4.
Vende-se o sitio denominado dol Arcos Jun
toa (reja di! >". S. dos Hemedios, em cta prc-
prio, (om muilo boas tenas de planta^ao, ctain-
bein [-roprio para olaria por tw excetleirte barr
cujosilio fui do fallecido Cypriano Luiz da Pai,
vende se todo ou cm partes : a tratar u na do
Encaniamenlo n. II, on na na do Sev n. 1.
Allendite el Yidele.
7ei de-se urna dentadura deouro e porcelana fi-
na, otra de apurado gostfl e iodispensavel a encu-
brir os effeitos da sencetude ou falta de de
Adveile-se que a supradita lera [muco uso, beni
qoe ic' ia-se em pagamento litros bio brao
co, ni t o. ticas, abac es e papel judiciario : :
juro.
Vende-se um cabriolct Jamcricaoo de duas
rodas ;uin n-hera, o o- competentes arreios, tod)
mullo -beta a condicionado : na ra daCadeianc-
mero 24.
Vestde-se urna mulata de 40annos com todas
as habilidades : ua ruado llorlas n. i, prioieir)
andar.____________________
I'erro^ ii vapor.
Re berain-se o- a-red lados ferros a vapor : i
venda, na mi do Queiniailo n. 'i.
No cscripiono de Urender Brandis de C,
rea da Cadeia n. 38, vendem-so casetniras preta>
agora chegadas, por precos commodos.
Vende se a tal-erua do pateo do Paraizo i.
:, pira seci pagamento : a tratar na inesma.
ixe
V'dide-se o verdadeiro [)ixo da Suecia : no a:-
inaze.n da bola amareila, no oitao da secretaria da
polica. ______________________
Feijao eijao feijao.
Ra da Madre deDeus ns. A e 8.
Ven-l.vM- -accos grandes co'm feijao das seguinles
i|iialid;ules : branco, ama relio, rajado e mulatinlu,
mais barato que em oulra qualqucr parte, assini
como sardinlias em liarrts.de 1,200 pori&OJO, tud i
proprio para, tempo de ipiarrsma.____________
Atleneao!
Urna escrava crioula di idade de 18 80 auno:.,
eom boas tu bilidades, un a lita de idade 39 annes
nicamente para o servico interna por ser insigne
Jiugommade ra, cozinheira c ensaboadeira, per
i'ujiuioilo pie^o, idade 'i-*i annos, boa quitandeirn,
por :M3, um liada criojlinha de idado lOannoi,
um bonito moletjue de idade 7 anuos por520<3, um
liona escravo de idade 30 annos : na travessa do
iariiio n. I.
i r p < a 35 > >
S B. 2 g. 3
I- D uu C.S
g w b ST sT o. 3
3s,ss.S'"."8s:
II II ^ & 8
O O.
a
C3"*3
c; O O
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0 proprieUrk) lo grande Armttaww do Baliza estabelecido rn.i do Livramcnto ns.
.18 e 38 A, dcfiontc da grade da igrefa, acaba de reduzir ns prefoa de quasi todos os
gneros do seu magnifico deppsito.
A tarifa abaixo publicada altes la l)em esta verdade.|
A guerra aos inimigi-s. est portaUto, assim (teelarada.
As pessoas, ainda as mais exigentes, que se dignaren! vir este eslabelecimenlo,
ficaro por certa muilo salisfeilas, nao s) quanto s qualidades dos gneros, como com o
Iratamento lodo allencioso que se lites data.
Alm documprimentodos deveres da boa educaco, haver dora em (liante ainda
mainr capricho em salisfazor ;'i lodos que honrarom esta casa.
Os gneros pelas qualidades c precos annunciados, sero offerecidos ao exame
dos Srs. compradores. Nao recete o publico que se praiiqtie o contrario, como cm ouiras
casas, que at annunciam o que nao tem------O Baliza nao Ilude------
Ameixas francezas emeaixinhas eemtaseos Licores inglezes e francezesem vazos de di-
de diversos tamaitos a i.2oo, l,Coo, versos tamaitos a l.ooo, l,5oo e 4,8oo
2,ooo, 2,5oo c2,8oo rs. e a libra a 8oo n. rs. a duzia.
Aotendoas novas a 82o rs. a libra. Manteiga ingleza flor a 8oo rs. a libra e de q
Azeite doce refinado a 8oo rs. a garrafa. libras para cima ser aborto um barril na
dem de Lisboa a Gio rs. a garrafa e 4,8oo; presenen do comprado'.
rs. a caada. : dem de 2.a e 3.a qnalklade a 7o, Coo c 4oo
Alpiste a 16o rs. alibra, e 4,8oo rs. a arroba. re. I libra.
Arroz do Miranlto, da India, o Java a 8c e dem franceza a 560 rs. alibra, eem barril
loo rs. a libra. por menos.
. ... dem em latas a 25000 e a 15500 a tala.
Alelna branca e amareila a ico rs. a libra. Ma8M de lomateem barri|a 48o rs. a libra.
A|>roveicm cm quanto c tempo!
Borzeguins francezes de lus re pa-
ra homem................. 55000
Borzeguins francezes de cores pa-
ra meninas................ 2000
Borzeguins francezes preto;; para
meninas................. 25500
Sapatos de lustre para senhora.. 15000
Sltalos de lustre s avessas..... 500
Araruta verdadetra a 32o rs. a libra.
dem cm lata a 640 rs. a lata.
Batatas novas em gigos de 30 a 4o libras por Mo8tarda mqk7.x 400 c (i00 m8 0 pote.
l,ooo rs. e a 4o rs. a libra. Mamelada imperial dos melhores rabrican-
Biscoilos inglezes Lunch a 18oo rs. a lata de tes dc Lisboa a 600 n a |i|)ra
abras. Marrasquino de zara a 8oo rs. o frasco e a
dem de diversas marcas cm latas menores g^ a ju/ja
a i,3oo rs. ^Massas para sopa, taJharim e macano a
dem de Lisboa de qnalidadc especial em la- 48q n a ||)ra
tas grandes e pequeas a 3,000 c l,5oo rs. I IlIem ^ es\reln|ia c pevide caixnha
Bolachinbas americanas, a 3,000 rs. a barrica cum y ||)ras a i(oo.
e 2or\ rs. a libra. iNozesa I6o rs. a libra.'
Banbadej)orcoa44ors. a libra, e em barril !Fexe |)repara(i0 ,jc escabedie, da melhor
qualidade que tem vindo ao mercado, a
Ra do inclinado nnineros
4 c 55.
est disposto a continuar a veiider pelos precos
abaixo declarados, pois par." principar o novo
anno.
Caixas de obreiasde cola muito Bnai a 40 rs.
Varas de franja de laa de todas as cores a 40 rs.
Ditas de tranca de laa de todas is cores a 20 rs.
Ditas de Irancelim branco muit-i superior a 0 rs.
Trancas de algodao brancas e dt cores a 80 rs.
Duzias de meias para senliora nuilo superiores a
3*800.
Grozas de pennade ac muilo finas a 500 rs.
Caivetes de duas e ires folbas \ 500rs.
Ditos de tima folha a 80 rs.
Caixas para rap, muito bonitas de calungas, a
100 rs.
Capadlos redondos e comprido;a 500 rs.
Caixas com muito superiores olrcias a 40 rs.
Varas de franjas brancas e de cores, largas, a
160 rs.
Pares de botoes para pnnho mu to bonitos a 120 rs.
Carreteis de linha Alexaudre com OO jardas a
100 rs.
Ca loes de liaba Pedro V com 200 jardas a 60 rs.
Ditos de linha de 50 jardas a 20 rs.
Duzia de meias brancas para homem a 15600.
Caixas com soldados de chumbe a 120 rs.
Tinteiros de vidro com superior tinta a 160 rs.
Ditos de barro & 100 rs.
Grozas de botoes de louca pratiados a ICO rs.
Tesouras muito finas para costura a 320 rs.
Ditas ditas maiores e melhores a 400 rs.
Escovas para limpar dentes milito finas a 200 rs
Ditas para unlias a 800 rs.
Laa de todasas cores para bordar a Ti a libra.
Caitas com phosphoros de segirancaa 160 rs.
Cadernos de papel branco e azi I a 20 rs.
Pacotc de papel amizade a 600 rs.
Caixas com 100 anvelopes n;uilo superiores a
800 rs.
Cadernos dc papel dc cores, g "aile e pequeo, a
40 rs.
Silabarios portuguezes com calungas de todas as
qualidades a 320 rs.
Graxa em latas muilo nova a loo rs.
Cartas e taboadas para meninos a 60 rs.
Caixas com superiores iscas para charuto a 40 rs.
Carreteis de linha de cores com 200 jardas a 60 rs.
Baralhos muilo finos para volta-ete. a 280 rs.
Rodinhas com allinetes francezi s a 20 rs.
Cartas de alfinetes francezes finos a 40 rs.
Caivetes de cabo de m'adrcpciola de duas folhas
a 500 rs,
Luvas brancas de algodao finas a 80 rs.
Miadas dc linha frxa para bordar a 60 rs.
Uffl Doscobrimciito Espantoso!
0 iuiiilo Srimtifico n n ii ii i ni n itrntc o upprova.
a loo rs.
Baldes americanos muito proprios para com-
pras a t.oon rs.
Cha huxym, hysson e pcrola a 3,ooo, 2,8oo,
2.5(io. 2,ooo e l,6oo rs.
dem prelo a 2,ooo, I.Oooe l.ooors. llbra.
Chanpagne a melhor do mercado a 12,oooo
gigo e a I,2oo rs. a garrafa.
Chocolate francez prtmeira qualidade a I,loo
rs. a libra.
dem hespanbol a I,2oo rs. a libra,
dem suisso a 1,000 rs. a libra.
Orveja branca marca Allsopps a ,5oors. a
duzia, ea 4oo rs. agarrafa.
15 a lata.
Prestalo rs. a libra,
dem para Hambre (inglez) a 640 ris a
libra.
dem americano a 400 rs. a libra.
Papel almaco a 3;>000 a resma.
dem de peso a 25 a resina.
Palitos para dentes a ItOrs. o maco.
Dito dito de floj a 200 res
Ditos do gaza 25200a groza
Passas novas a 180 rs. a libra e a 15800 a
caixa.
Cognac ngtoz a 64o rs". agarrafa a 800 e a Qneijos flamengos do ultimo vapor a 25500.
l,,i(io rs. Djto londriiio a WO rs. a libra.
Cenceas ii -lozas em frascos grandes a 75o BHo prato a 640 rs. a libra.
Sardinhas de Naotes a 320 rs. a lata.
Dita de Lisboa a 640 rs. em lata grande.
Sag muito superior a 240 re. a libra.
Sal refina lo,em potes de vidro, a 600 rs.
o pole.
Sabo massa a 120, ICO, 200 c240 rs. a
libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Dito dc Santos e 300 rs. a libra.
ljelo para limpar facas a 140 rs. cada um.
Vassouras americanas a Olo rs, cada urna,
dem do Porto a 400 rs, cada urna.
Velas de carnauba e composico a 320 rs. a
libra e a 105 a arroba,
dem stearinas superiores a 560 rs. o
maco, e em caixa por menos.
Vinho do Porlo, neste geneno temos o me-
lhor soitimcnto possivel, que vendemos
por precos mintojiaixos a 15 a garrafa e
a 10/ e I2:'> a duzia.
dem Clierry, eda Madeira em barril e em
dem seccas a I6o rs. a libra. faiv;l-;1 '-3 a caixa e o barril conforme o
Figos de comadre em caixinhas com 8 libras' tamaito
por i600 rs. j dem de Figueira c Lisboa, em ancoras de
Farinha do Maranbao a 12o rs. a libra. J .8 a Farinha de trigo muito superior a 12o rs. a Dito cm pipa a 35000, 35500 e45ooo a ca-
libra. nada
Prelo em saceos grandes a 4,ooo rs. o sacco dem do Porto, denomiuado Baliza, a 55 a \
Genebra ingleza marca gato a 1,00o rs. a gar-' la-
rs. o frasco,
dem francezas de umitas qualidades a Soo
rs. 0 frasco e a 5,5oo rs. a duzia.
Charutos nosle genero temos grande sorti-
mento tanto da Baha como do BiodeJa-
nriio a l,6oo, 2,2oo, 2,5oo, 3,ooo e4,ooo
rs. a caixa.
Caf do Cear muito superior a 28o rs. a libra
e a 8,009 rs. a arroba.
Mcm do Bio a 3oo c 28o rs. a libra.
Ceblas a9oo rs. o molho com mais dc loo
ceblas.
Cliouricas e paiosa 72o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 2oo rs. a libra.
Cevada muilo nova a 80 rs. a libra.
Copos lapidados a 8 e 6,000 rs. a duzia.
Doce de goiaba em latas a 4oo rs. a libra,
dem de caj em latas a 320 rs. a libra.
Ervilhas francezas e portuguezas a 5oo e 6io
rs. a lata.
rafa.
dem verdadeira de Hollanda em frascos muito
grandes a 1,2oo rs. o Irasco.
dem de Hollanda em frascos pequeos a 5oo
rs. o frasco,
dem de laranja a l,ooo o frasco.
Gomma do Aracaty a 80 rs. a libra.
Graxa a loo rs. a lata e l,Ioo a duzia.
; dem idem em garrafoes a 25500, com o 1
garra fao.
dem dc Bordeaux, das melhores marcas que
v-m ao mercado, a 65 a caixa e a 640 rs.
a garrafa. I
j Vinagre de Lisboa a 15600, I58oo e 25000 a
caada.
I Mtm idem.em garrafoes com o garrafas, por
15 com o garrafao.
A ('oiiiuosifto Aiutcaimita
Peitoral de lcmp.
Por capado le muito tempe se ha nsadows-
Unisaniente m Tampico par .-i cura de
TSICA pulmonar,
CATARREO, ASTHMA,
BROKCfflTE, TOSSE CONVULSA,
CRPO OU (lARROTILHO, c
Inflammaces da Garganta e do Peito,
.- sto i"in um resoltado tao feliz o verdadei-
ito assombroeo o pao on madeka d'nraa
aevoro so caeonti a no Id rico.
A Oomposi9o Anac Jiuita Peito-
ral de Kemp 6 am X'irotic delicioso, intei-
ramoote differento na raa eompoaieao de
t>.los os mais Pcitoraes e K> perforantes ma-
nufaeturados de frnetos asti ingentes,bascas
e raaos, are., 11 momo oto watem nenhom
o ou outros i uaesquer ingre-
dientes venen.
Todas as molestias c affecf oes da garganta
e dos pabuoaa dcsapjMrcccm como por inn
mgico encanto, mediante a aceito doste in
comparare] c irreairtirol ron odio.
A venda as boticas de C.tors 4 Barboza,
ra da Cruz, e Joo da C. Bravo & C, ra
da Madre de Dos.
Venda de una hypotheca.
Os liquidatai'ios da massa fallida de
Jos Antonio Basto vcBdem a hypothe-
ca qnc tem nos engenhos Matto Grusso
c Cajabuss 110 lermo dc Scrinhcm no
valor dc 3t:83oS9H rs ; tratar nas
casas a rua do Trapiche 34.________
"ATTENjJi\
Linguas americanas de grande tamaito a Vinho de caj a 15 a garrafa.
l,ooo cada unta. lem dez annos.
Algodao da Radia
para saceos de assncar e roapa de escravo; tem
para vender Antonio Lniz de Oliveira Azevedo &
G, no sen eseriptorio rua da Cruz ni.
r^fcCZ^^ai/^ym..
Vi OintJKA
c is( nhia.
27Una la Qucimadn 27
Novas laaziobas escossezas muito lindas, bzenda
encorpada, proprlas para vestidos de senhora e
criancinhas, pelo barato preje de 2i0 rs. o covado.
Vndese um sitio no melhor lugar da Ca-
punga, ou permuta-se jwr un sobra lo na cidade' I
ainda que soja do maior valor : onom pretender i
fazer este negocio, dirija-se rua do Vigario n. 31. j
Na rua das Cruzes n. I, se dir;. qnem vende
urna taberna liem afreguezada para a trra com ,
poucos fundos e boa raoradia para familia.
AGENCIA
DA
FNDICAO DE L0W-M00B.
Rua da Scozalla nova n. -12.
Neste estabeleciraento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenlii, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos os
tamanbos para ditos.
Arados americanos e machinas para j
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston & C,
rua da Senzalla Nova n. 42.
Kna da Senzalla "Nova n. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
ferro coado libra a 110 rs., idem de Lo*
Moor libra a 120 rs.
Vende-se ou permutase por predios nesta praca
Este vinho a exoeRmte e rattissima illia da Saudade, em Ga-
meleira, defronte da estagao, mt ito frtil e produc-
_________ tiva, com minios eajueiros, In ixas para capim,
madeira para constnieejio, barr.'ira de louca pro-
pria para urna boa olaria, e com cmivcuientes pro-
porcoes para editiracao ; bem como faz-sc o mes-
mo negocio rom duas rasas novas e muito commo-
das, sitas na mesma povoacao : quem pretender,
annuncie por este Diario, "ou < irja-se rua Au-
gusta n. oG, que se dir quem j o enrarregado do
negocio.
ALLIANCA
dSII.l^BIK
57 RUA DO IMPERADOR 57
Na bem conliecida loja que foi do Sr. Flix alfaiate.
Paulo Fcrrclra da Uva proprietario deste novo estabelecimento, ten lo
ebegado da Europa, aonde escolbeu um grande "e variado sortimento de molhados, tem
a honra de os expor ao rcspeitavel publico desla cidade pelos mais resumidos precos.
Em tao ptima occasio, por estarmos prestes a festa de Natal, o proprietario do
grande armazem Allianca offerece aos seus amigos e freguezes que o conhecem desde
quando foi socio dos armazens Progressivo e Progressista as maiores vantagens em com-
prarem em seu armazem.
Hoje de novo estabelecido mais precisa da concurrencia de todos estes senderes
ao seu estabelecimento. certos dc que esta casa jamis deixarao de ser cumpridas as
glandes vantagens por ella offerecidas.
Maccs de lo a IGu rs. cada urna. Bolaehinha de soda e lunch em latas gra' ''es
Manteiga ingleza a mais superior neslc ge- a 2,ooo rs. cada lata,
ero a 800 rs. a libra, e comprando le 8 Cognac de superior qualidade a 800 rs. agar-
bbras para cima a 72o rs., esta a mais rafa.
superior que pode haver, tambeni ha mais
baixas para menos precos.
dem franceza muito nova a 56o rs. a libra
e 5 lo rs. em barris ou meios.
Peras seccas muito novas a 48o rs. a libra.
Chperola de especial qualidade a 2,800 rs.
a libra,
dem hysson muito superior a 2,"00 rs. a
libra,
dem uxim a 2,r>oo rs. a libra,
lem hvsson a 2,3oo rs. a libra.
dem muito superior a 1,00o rs. a garrafa.
Caf a 28o e 32o rs. a libra, c a 8,000 e
9,000 rs. a arroba.
Ceneja das melhores marcas do nosso mpr-
cado de 0,000 a 6,000 rs. a duzia, e Soo
rs. a garrafa.
Consenas nglezas a 75o rs. o frasco e$/oo
rs. a duzia.
; Doce em calda a 61o rs. a lata.
dem idem a 2.000 rs. a libra.
Ervilhas francezas muito novas a Gio rs.
dem portuguezas a 72o rs. a lata,
dem seccas a2oo rs. a libra.
dem prelo de qualidade muito especial a Bassouras do Porto com arcos de ferro a ??o
2,ooe rs. a libra. 1. rs. cada urna,
dem idem inferior a l,6oo rs. a libra. i Vellas de espermacete da melbor qualidade
Chocolate francez, hespanbol c portuguez, a' a 56o rs. o maco.
9oo c l,2oo rs. a libra. dem de carnauba c composico a 32o c 26o
Charutos dos melhores fabricantes da Baha! rs. a libra e lo,ooo rs. a arroba.
e de qualidades especialmente escolhidos,
de 2,ooo a i,5oo rs. a caixa.
Farinha do Maranho muilo al va a 14o rs. a
libra.
Idem de araruta verdadeira a 4oo rs. a libra.
Vinho do Alto Douro engarrafado, e os mais
bem escolhidos, lagrimas do Douro, 1>. Po-
dro V, D. Luiz I. Duque genuino, Nctar
superior, Malvasia fina, Bastardo, e outros
a 11,000 e 12,ooo rs. a duzia e l,ooo rs.
a garrafa.
dem Cherry e Madeira a I,Soo rs. a garra-
fa e 16,000 rs. a duzia.
dem Bordeaux de diversas marcas de 8,000
a 10,000 a duzia e 800 rs. garrafa.
Bolaxinhas americanas a 3,.*ioo rs. a barrica,
e a 24o rs. a libra.
Batatas muito novas a l.ooors. o gigo, e6o
rs. a libra.
Tijolopara limpar facas a 12o rs. cada um.
Toucinho de Lisboa c Sanios a 320 rs. a
libra.
Si v; da muito nova a loo rs. a libra.
Peixe cm latas grandes, savel, pescada, cor-
vina, e outras qualidades a l,ooo rs. cada
lata.
Passas muito novas a lo.ooo rs. a caixa e
Soo rs. a libra.
Palitos lixados para dentes a i4o rs. omago.
dem de flor a 2oo rs. o maco.
Presunto para fiambre inglezes e americanos
a 8o rs. a libra,
dem do Porto a 48o rs. a libra.
Queijo pralo a 64o rs. a libra.
Idem flamengo \irulos no ultimo vapora
2.0000 e 2,3oo rs. cada um.
Sardinhas de Nantes muito novas a 32o rs.
a lata.
Banha de poico refinada a 44o rs. a libra o! Sag muito novo a 2oo rs. a libra.
em barril a 4oo ts.
Vinho em piqa de Lisboa, e Figueira, de 3,ooo
a 4,000 rs. a caada, e 5oo rs. a garrafa.
dem de Lisboa em ancorctas de 8 a 9 cana-
cas por 27,000 rs.
Idem do Porto muito especial a 5,5oo rs. a
caada e 72o rs. a garrafa.
dem muito superior a 28o rs. a libra.
Sabiio maca de diversas qualidades a 2oo e
24o rs. a libra,
dem inferior de 12o a 18o rs"! a libra.
Genebra de Hollanda em frasqaelras a 6,5po
ris.
dem hamburgueza em frasqueiros a 5,8oo
dem ero, garrafoes com 4 li garrafas por! res.
2,5oo rs. com o garrafao. Mtem de Hollanda era garrafoes grandes a
Vinagre dc Lisboa muito superior a 2,ooo 5,5oo rs cada um.
rs. a caada.
dem mais baixo a l.ooors. a caada, e 2oo
rs. a garrafa.
dem em botija a ioo rs. cada una.
Garrafoes vastos de diversos tamanbos a Soo,
Olo e 1.2oo rs
dem cm garrafoes com 4 '/j garrafas por Gomma do Aracaty a 80 re. alibra muito afca
I,2oo rs. com o garrafao. Graixa a loo rs. a lata, e l,2oo rs. a duzia.
Ameixas francezas em caixinhas com ricas Licores finos francezes em garrafas e fra
estanpas no exterior de 1,2oo a 2,000 rs. i de diversos tamanhos de 600 a 800 rs. ca-
cada nina. { da um.
dem em irasco de vidro dc di na- Marmelada imperial de tod verros
nhos a l.Soo e 2,5oo ra, de Lisboa a 800 e 7oo rs. a libra.
dem em latas de 11/8 o 8 libras a l,3oo e Massa de tomate muito nova a tsio rs. a lt-
2,3oo rs. cada una, e a Km rs. a libra, j ra.
Figos de comadre em caixmhas de l, 8 e l(i Marrasquino de Zara a 640 rs. o frasco,
librrs a l,3oo, 2,5oo e 5,ooo rs. cada :dem em frascos grandes a 800 rs.
urna caixa. ; Cominhos muito novos a Soo rs. a libra.
dem em caixinhas de folha a 32o rs Krva-docc a 24o rs. a libra.
dem em caixas grandes a 2oo re. a libra. Pimenta a 36o rs a libra.
dem cm latas ernietimente lacradas de 1,600 Cravo da India a 64o rs. a libra.
a 3,000 re. Cannelta a I,loo rs. a libra.
Arroz da India e Maranho a 80. 100 e 12o; Alfazema a 2oo rs. a libra.
rs. a libra, e 2,5oo e 2,8oo rs. a arroba. Sal refinado em frascos de vidro'a 600 rs. o
Amendoas de casca mole muifo novas a 4oo fraco.
rs. a libra. Cupos linos para agoa a 5,ooo rs. a duzia.
Ceblas novas a l,ooo rs. os molhos gran- Cliouricas novas a 72o rs. alibra.
des e a 7oors. o cont. Moslarda franceza preparada e muito nova
Alpista a 14e rs. a libra e 4,6oo rs. a arroba. | a 32o rs. cada um frasco.
Macarro, talharim e aletria muito nova a Conservas francezas dc superior qualidade a
4oo e 48o rs. a libra. 6i0 rs, o frasco c 7,000 rs. a duzia.
Biscoitos e bolachinhas inglesas as ultimas Azeite doce a 64o rs. a garrafa.
chegadas ao nosso mercado a l,2oo e Sevadinha de Franca muito nova a 2oo rs. a
l,4oo rs. cada lata. I libra.
ATTENQO.
Neste grande armazem de molhados vende-se em grandes porces e a retalho,
fazendose diferensa consideravel a quem comprar de 100$ para cima.
Rua da Senzalla n. 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston & C,'
sellins e silhoes inglezes, candieirose casti-,
Caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
chicotes para carros e montara, arreios para
carros de um e dous cavallos, e relogios de
ouro patente inglez.
kiim
Vende-se a prouriedadti denominada M.iltez, tita
na freguezia de Tracunliacm da comarca de Naza-
reth, com urna legoa de frente e meia de fundo, e
proporcoes para nella se levanlar um liom enge-
nho dc'fazer assucar, sendo que actualmente ren-
de ella mais de 1:000,1 que pagam os moradores
que tem : quem a pretender entenda-se nesta pra-
ca com o Sr. Antonio Jos Leal Neis, na rua da
Cadeia do Heeifcn. 47.
Cal de Lisboa
chegada ltimamente ; na rua do Vigario n. 19,
prlmeiro andar.__________________________
Fogos do arincio.
No grande armazem de lintaa rua do
Imperador n. ii, se veadVni todos os
productos ehiniii'os iiiipre;:ados na cuni-
posirao dos fogos doarUHci >.
Vende-se o emrenlio S. Manoel, sito na fre-
goezia do Rio Formoso, e margem do rio Seri-
iiliaiiii.o qual demarca com os engenhos Cachoei-
, ra, Chango- e Gamelleira, me com agua e malte
copeiro, lem capacidade para ufrejar 2,500 paes
annoaes, e se acha quasi todo em mala virgem.
distando do embarque Irzlegoa: qnem pretender,
dirija-se rua do Vigario n. ii, que adiar com
quem tratar^_________________________
O O i 0 i_o =_ es _? 0 P- ir-H es V. O O P-5 as es i
td 0 & C3 es T5 O p- i
3?| td B a. 0 PS 0 p-
1 -i g es (TD S -i 2. 23 es
0 1 P-CTJ 3 CO 0
0 CJ 1 *s
cepo h 0 02 es P-es oo r-K P-O
^- ! iK
i1 1 0 CD
GAZ GAZ GAZ
por preeu rediizido.
Vende-se gaz da melhor qualid.de pek
pre.o de 10,3 por lata dc 5 galoes: no ar
mazem do Caes do Ramos ti. 18 e rua dc
Trapiche Novo n. 8.
Vende-se ou arrenda-se ior proco bastante
(LOBOS
Mil
baratas para acabar.
Sedas de quadros e dc listras a 320 rs. o cova
do, lindas laas dc qnadrinhos a 3G0 o covado, si.
periores cassas de cores a 200 rs. o covado, dita
muito Anas a 240 o covado : na loja das colnmn.v
Vendem-so globos de barro vidrado da fabrica na rua j0 creSpon. i^t, de Antonio Correia de Vaf
commodo o sitio C-iiana nafretueila da Varzea,' de Santo Antonio no Porto, proprios paraiardirae concoos &
de muito boas torras para plan'acoes, com varios frentes de casas : na rua do Amorimn 46. i----------- .---_ ja------... ----------'
pos do fructeiras de diversas qialidades, e rom; ------->_-. j_ __ <,.(% v_ln_ Linas de peilira.
urna casa dc taipa j oberta de :elha : a tratar na I ~ ^ enaem-se caxoes vastos a ciie?aram para a loja dgala branca, rita do
rua do Hospicio n. 22. ittOO: UCSta Ijpographla. Qucin.atl^ n. 8.
l^mrnmmmmm


-______ 1


Diarlo de Prrnambiico %rWn felra 1 ile Fevrrrlr de 19 84.
>
ATTENCAO
9 LARGO IIO 4 % K UO O
GRANDE SORTIMENTO
como auarcA iioite
NO
ARMAZEM
ATTENCAO
AOS
DE
t
i
p.
PARA A FESTA.
DUARTE & C.
F'articipam aos seas numerosos freguezes e ao publico em geral que acabam de
recober de sua propria encommenda, o raais lindo e completo sortimento de molhados,
os quaes veudem por grosso e a retalho por menos 10 por cento do que outrn qualquer
annuncia nte, como vero pela seguinte t;ibella que abaixo notamos, garantindo os mes-
mos propietarios nao s o peso comp a qualidade de seus gneros.
AVISO.
Todos os senhores que compraren! para negocio ou casa particular de 1005 para
cima ter3o mais 5 a 10 por cento de abatimcato, os proprietarios scientiGcam mais que
toios os seus gneros si recebidos de sua propria encommenda, razao esta para pode
vender por muito menos do que outro qualquer estabelecimento.
Vellas de carnauba e composico de 32o a
36o rs. a libra e de lo,ooo a l I,oso rs. a
arroba.
O IjARGO HA PEUHA O
l'ranclM'o Fernandez Oiiarie dono dcste muito aireditado armazem
de molhados. acaba de receber oeste ultimo vapor os mui desjate jeneros escomidos
ftxirelle na Europa, todos muito proprios para a festa os quaes est resu vido a vender por
precos baratissimo como vero pela seguinte tabella, e mesmo pede a tsdos os Srs. da
praca, de engenhe e lavradores para que mandem suas relaces para serem despachadas
no armazem do Progresso do largo da Penha n. 10, afim de verem a grande vantagem
que tirar, tanto na superioridade dos gneros como nos precos asss resumidos,
os Srs. que nao podercm vir podero mandar seus portadores anda que nao tenham pra-
tica, que serao to hem servidos como se viessem pessoalmente.
O interesse que tira o proprietario deste acreditado armazem, j deve ser bem co-
nhecdo pelos seus numerozos freguezes, pois simplesmente consiste em servir bem ejja-
nhar pouco, aliin de conseguir a continuaco daquellas pessoas, que a primeira vez se dig-
narem honrar o seu estabelecimento.
Queijos flamengos chegados neste ultimo' Araruta verdadoira a 32o *s. a libra,
vapor a 2,ooo rs. JFarinha do Maranho muito alva e cheirosa
Manteiga ingleza flor a 8oo rs. a fibra.
Castanhas mui te novas a 2,ooo rs. a caixa, e
a 16o rs. a libra.
Bonho francez e em caixinhas de 7oc a
1,580 rs. cada urna,
dem franceza a mais nova do mercado a 56o
rs. a libra, e 84o rs. em barril.
dem de porco refinada muito alva 46o rs.
a libra
Premito para fianbre- a 8oo rs. a libra.
Cha mira miudinho vindo de conta propria,
o melhor do mercado a 2,8oo rs. a libra,
dem hyson de superior qualidade a 2,6oo -s.
a libra.
dem pona o melhor que *e pode desoja- a
2,7oo rs. a libra,
dem preto muito fino a 2.5oo rs. alibra.
dem mai? baixo pou^-o a 2,ooo rs. a libra,
dem mai:; baixo a l,8oo rs. a libra.
Vinho do Alto Douro viudo do Porto engar-
rafado gar.inte-se a superioridade deste vi-
Genebra de Mollanda em botijas de conta a
410 rs. a botija, e em duzia ou em barrica
ter abatimento.
Massas para sopa macarnto, talharim e aletria
a 48o rs. a libra e em caixa ter abati-
mento.
dem estrellinh, rodinha e pevide em eaixi-
* nhas de 8 libras, muito bem enfeitadas de
2,5ooa 3,5oo rs. a caixinha e a Goo rs. a
libra.
Boce de goiaba em oaixas de diversos tama-
nhos de 6oo a i.ooo rs. o caix3o
Sbo massa de 2oo a 24o rs. o melhor, em
caixa lera abatimento.
dem hespanhol a 28o rs. a libra.
Ptixe em latas muito novo ; savel, pescada,
corvina, salmiio e outras muitas qualidades
preparada de escabeche 2*a arte de cosi-
nha de f.oo a 1,8oo rs. a lata,
nho, das segumtes marcas : Duque, Ge- f.jos em caixas de 1 arroba, ''je 8 libras
mimo, velho secas especial lagrimas do- a 8f000 4 000 e 2 000 rs a caxnha.
ees de 1819, vinho especial D. Pedro \., Barris de vinho branco de quinto, marca B
vi ho velho, Nctar superior de 1633, Du- 4 Kilho a UO.ooo rs. o barril,
que do Porto de 1834, vinho do Porto ve- Marmelada imperial dos m Ihores conservei-
Ibo superior, madura secca de superior rns (le LisDo:i, 0n rs a iXumh 1 libra,
quattdade'vinho do Porto superior U. Lo- i ha latas de 1
1 i o 2 libras.
iz I de 1*17, lagrimas do Douro esp;- Massa ,je lomatl! em latas domadas de 1 libra
cial. vinho do Porto de l.oooa l,2oo is.! a q^q rS- a |ata<
a garrafa e de lo.ooo a 14,ooo rs. a caita! Ameixas trncelas em caixinhas elegante-
com urna duzia. maU. enfeitadas de l.Soo a 3.000 rs. a
Bolaohinha de soda especial encnmmjnda h a ,-axnha, tambem lia latas de 1 \l* a 6 li-
musnova que ha no mercado a 2,2oors. a brasde l.oo a i,5oo rs. a lata.
Iax Mim em frascos con tampa de rosca a 1,600
Biscoitos ingleses das memores marcas em j rs. o frasco.
lalinhasde2librasal,3oo rs. a ata. |Chocolate portugus, hespanhol, francez e
I le c inglezes craknel em latas de 5 e 7 libras suisso a 1 2oo rs. a libra.
de 0,000 a 6.000 rs. a lata, e em libra a Conservas inglesas das scg'uintts marcase
800 rs. Mixs-Picles e cebollas simples a 75o rs
Queijos do reino chegados pelo ultimo vapir 0 fi-aHo.
dem do vapor passado a l,8oo rs.
dem prato muito novos e de superior qua-
lidade a 4oo rs. inteiro, e a 5oo rs. a
libra.
Doce de goiaba fino em caixes cora 2 */i
libras por 600 rs.
dem mais baixo a 54o rs,
Manteiga ingleza flor a mais superior do
mercado a 72o rs. a libra.
a 12o rs. a libra.
Sag muito novo 24o rs. a libra.
Sevadinba de Franca a 2o) rs. a libra
Sevada muito nova a loo is. a libra.
Corainhos, ervadoce e p monta do reino a
36o rs. a libra.
Genebra de llollanda a 5,i>oo rs. a frasquei-
ra com 12 frascos, e a retalho a 5oo rs.
cada um.
DO
PROGRESISTA
RITA DAS CRUZES IV. 3C
E
RA DO CRESPO N. 9
:*> fealrro de Santo Antonio.
Joaquina los Gomes de ttouza tem a honra de participar ao respei-
tavel publico, que tem resol vido vender os seus gneros de primeira qualidade por meros
10 a 20por cento cloque outro qualquer annunciar, como se v do presente anuncio,
asseveraodo o proprietario d'estes armazens a aquellas pessoas que frequentarem estes
estabelecimentos, que nunca terso necasiio de reclamar qualquer genero, visto ter-se
adoptado n'estas casas o ptimo systema de s se negociar com gneros especialmente es-
colludos.
CHA
dem de segunda qualidade a 64o rs. a libra. dem em botija hamburgueza a 4oo rs.
Manteiga franceza de primeira qualidade a Genebra de laranja a ,110o rs. os frascos
56o rs. a libra, e 52o rs. em barris ou grandes.
meios. Vinho de caj o melhor que ha no mercado
Cha perola neste genero nao ha nada a de- a l,ooo rs. a garrafa.
sejar, e de especial qualidade, mandado Palitos do gaz 2,3oo rs a groza e 2o rs.
vir de conta propria a 2,8oo rs. a libra. a caixinha.
dem huxim o melhor do mercado a 2,6oo \ dem de denles lixados a 1 So rs. o maco com
rs. a libra. 2o macinhos.
dem de segunda qualidade a 2,ooo rs. a En Ibas seccas chegadas neste ultimo navio
libra.
a 16o rs. a libra, e em porcao se faz aba-
timento.
Banha de porco refinada a 48o rs. a libra e
42o rs. em barril.
Vinho braneo de superior qualidade proprio
para missa a 64o rs. a garrafa,
navio a 1,35o rs. a lata, deste genero ha Ajneixas francezas em ciixinhas elegante-
grande porcao e de differentes margas, mente enfeitadas com ricas estampas a
dem hysson muito superior a 2,5oo rs. a li-
bra."
dem preto heraeopathico muito fino a 2,ooo
rs. a libra.
Bolachinha de soda cherada neste ultimo
que se vendem todas pelo mesmo preco a
volitado dos compradores.
Iem em latas grandes a 2,000 rs.
dem propria para lanche em latas grandes
a l.Ooo rs.
Marmelada imperial dos melhores fabrican-
l,2oo, l,5oo e 2,ooo rs. cada uuia.
dem francezas em frasco de vidro com tam-
pa do mesmo contendo 1 Vj libra a l,2oo
rs. s o frasco val quas; o dinheiro.
dem em latas de 2 lilras por l,4oors.
a retalho, e a 800 rs. a libra.
hysson, uxim e perola a 2.400, 2,600 o
2,800 rs. a libra.
CAF
muito superior, do Bio e do Coar a 8,000
e 8,400 a araoba e 300 rs. a libra.
. VINHO
de Lisboa e da Figueira a 3,500 c 4,000 a
a caada,
do Porto engarrafado de diversas marcas a
1.000 rs. a garrafa.
Bordeaos de diversas qualidades a 7^000,
8,000, 9,000 e 100 a duzia.
CHAMPANHE
a melhor que temos neste mercado a 20.000
rs. o gigo.
CERVEJA
muito superior a 5,000, 5,500 e 6,000 re. a da Babia a 1,600.'^OO*"J.eoo e 4,000 rs.
a caixa.
TOLCINHO
muito novo a 9,000 rs. a arroba e 300 rs. a
CONSERVAS
inglezas a 8,500 a duzia e 760 re. o frasco.
SAL REFINADO
em frascos de vidro com tres libras a 600 rs.
PEIXE
em latas emticamente lacradas a 1,000
rs. cada urna.
PORVOS
do Porto muito bem conservados a 500 rs.
a libra.
MSTARDA
preparada miulo nova a 400 rs. o frasco.
MARMELADA
dos melhores conserveiros a 640 rs. a libra.
ESPEKMACETE
muito superior a 560 rs. a libra, eem caixa
a 550 rs.
CHARUTOS
GENEBRA
de llollanda em frasipieiras a 5,500 e 500
rs. o frasco.
BOLACHINHA
libra.
ERVILHAS SECCAS
de soda em latas grandes a 2.000 rs. cada ;as mais novas do mercado a 120 rs. a ibra.
inglezas em barricas a 4,000 e 240 rs. a PALITOS PARA MESA
libra. t muito bem feitos a 160 rs. o maco.
BISCOUTOS VINAGRE
em latas de todas as qualidades. a 1,300 rs. w Lisboa PRR a 240 rs. a garrafa e 1.600
cada lata. rs. a < aada.
tes de Lisboa a 64o rs. a libra. [Figos de comadre muito novos em bahuzi-
Frutas em calda em latas de l.ooo a 5oo re., nhosmuito proprios paiamimo al,28ors.
neste genero ha diversas qualidades a es- dem em caixas para r:talbo a 16o rs. a
colher. libra.
Champanha superior das marcas mais acre- Passas de carnada a 48o rs. a libra e em
(litadas a l,5oo rs. a garrafa e 15,ooo rs.' quarto com 8 libras poi 2,5oo rs.
o gigo. Bolaxinhas inglezas de superior qualidade a
Serveja das melhores marcas que vem ao: 2,ooo rs. a barrica, e a 2oo rs. a libra.
mercado a 5oo rs. a garrafa e a 5,ooo rs. Chocolate francez o melhor que se pode de-
a duzia sejar ueste genero a l.coo rs. a libra.
dem preta superior a 56o rs. a garrafa e a : Macas para sopa estrelinha. pevide, arroz de
5,4oo rs. a duzia. maca a 48o rs. a libra, e em caixa a 2,ooo
Vinho Bordeaux de differentes marcas, e asi rs. cada urna, macarraa 1, talherim, eale-
melhores do mercado a 7,000, 7,5oo e] tria a 4oo rs. a libra.
8,000 a caixa com urna duzia, e em gar-1 Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra.
rafas a 64o. 7oo e 800 rs., garante-se a Avelans muito novas a 2oi rs. a libra.
boa qualidade. Ervilhas francezas muitf novas em latas
dem Figueira de superior qualidade a 48o j grandes** 64o rs.
Ancoretas de vinho colares
a 72o rs. a garra f
a 00,000 rs., e
a .5oo rs. cada um.
dem prato a 7oo rs. a libra.
Vinho em pipa das mais acreditadas marcas'Sardinhas de Nantes a 32o rs. a latinha.
como 3}amBA F., PRR, JAA, outras Charutos das mais acreditadas marcas de
m lilas marcas. Porto, Lisboa e Figueira ; 2,5oo a 4,000 rs. a caixa.
48o, 5oo, 56o. 64o c 800, rs., e o do Cb unpagnlie a melhor do mercado de 12.000
Porto lino em garrafa, e em caada a a 24,ooo re. o gigo, ede I.00 a 2,000 re. a
3,ooo, 3,5oo, 4,oeo e 6,5oo rs. o meltnr garrafa.
do Porlo. Papel greve paulado ou liso a 3.5oo rs. a res-
ma.
dem de peso pautado ou
4,ooo rs. a resma.
Gomma muito lina e alva a 80 rs. a
dem Bordoaux das mais acreditadas marcas
a 7oo rs. a garrafa, e a 8,000 rs. a caixa.
Garrames com 5 garrafas de superior vinho
do Porto a 2,2oo rs. com o cariafo.
dem com 5 garrafa de vinho da Figueira mais M,,hb a,P18ta V*0 de 1Go a -( rs-a *
proprio para a nossa estaclo porstr milis
izo de 3,5oo 1
ibra.
bra.
fresco a 2,4oo rs. com o garrafo.
dem com 5 garrafas de vinagre a 1.2oo rs.
com o garrafo.
Vi iho branoo mais superior que vem 10
nosso mercado a 56e rs. a garrafa, e a
4,3oo rs. a caada.
Velas de esparmacate as melhores neste g -
ero de 56o a 64o re. o mam, e em i-
xa ter grande abatimento por havjr
grande porfi.
Yzeile doce em barril muito lino a 04o rs.
a garrafa e 4,800 ;i caada.
dem francez ren.nlo a 800 rs. a garrafa.
Srvithas francezas e purluguezas a 64o re. a
lata.
Scelas e_im doces seceos de Lisboa de 3oo
a i.oor rs- cada uina.
Toucinho ieLishoa a 3oo rs. a libra, e a
9,000 a?, a arroba.
13 muito novas a 160 rs. a libra e 4.800
rs. a aro
; ift de 1'.*, 2.1 e 3.a qualidade de 26o, 3oo
e 36o re. alibra, doCear de7,8oo, 8,603,
c 9.2oo rs. a arroba do melhor.
vrros da India, Java eMiranho de 2.800 a
3,ooo a arroba, e de 80 a loo rs. a libra.
las muito novas a 8,5oo a caixa e 5oo
a libra, ha caixas meias e quartos.
>evadinha d; Franca a 24o rs. a libra,
iag mui'x) novo a 28o rs. a libra.
Palitos ilo gaz a 2,2oo rs. a grosa e 2oo rs. a
duzia.
Vasos inglezes de 4 a 16 libras vasios, muito
proprio para deposito de doce manteiga
ou outro qualquer liquido de l.ooo a
3,ooo rs. cada um.
Licores das melhores marcas e mais finos
a l.ooors. a garrafa e em caixa ter abati-
mento.
Cognac verdadeiro inglcz a 9oo rs. a garrafa
e lo,5oo rs. a caixa.
Chouricas as mais frescas do mercado a 800
rs a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a
l.ooo rs. o frasco.
Serveja das ma.s acreditadas marcas de
o a 'i,000 adu/.ia e de mais a 5oo rs.
a garrafa.
dem em botijas e meias, sendo preta da
muito creditada marca T de 6,5oo a 7,800
rs. a duzia.
Ceblas em molhos grandes a 800 o molho
040 o cento, e a (!,5oo rs. a caixa
Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
l'arinha do Maranho a 14o rs. a libra.
Tijolo para limp^r facas a 16o rs. cada um.
Cominho a 4oo rs. a libra.
Erva doce a libra.
Canella a 1,000 rs. a libra.
Batatas a l,ooors. o gigo com 32 libras liqui-
das e 3,000 rs. a oaixadeduas arrobas,
38RA DO IMPESADOR- 38
^
^
i
Agua natnrnl n lito recoinmendada as atreccOes do tubo p.-tro-inteslinal, nos dos rinf, e bexica ourinaria, pelas
propriudades alcalinas, c, o acido carbnico (|e naliiralmenle conten em suspensao, de preco
11H 'omraodo que a agua de Vichy, o de propiedades lalvcz su|teriores |iela grande quanlidade de
carbnico. Injecfo Vroxi, agua > zimo, muito recoiTiiuendada as gonorrheas. Le rroy francez verdadeiro ; na mesina casa tem
lTumas caixas de instr enlos cirurgicos para opericoes de Malieu e Cliarriere.
rs. a garrafa e 3,5oo rs. a caada,
dem de Lisboa a 2.800 rs. a caada
rs. a garrafa.
I dem em ditas pequeas a oo rs.
e 4oo[Maca de tmate em latas de 1 e 2 libras a
64o rs.
dem do Porto de superior qualidade para Salmo em latas de 1 libra a 800 rs.
mesa a 5(50 rs. a garrafa, e 4,000 rs. a ca- Lagostinho em lats granees a 1.4oo rs. ca-
ada da urna.
dem fino do Alto Douro da colheita de 1833,; Sardinhas de Nantes a 36o re. a lata.
como sejam: I). Luiz. Feitoria velho. Nc-
tar, Carcavellos e Cames em caixa de
urna duzia a 0,000 rs.
Lagrimas do Douro, especial vinho do Porto
a l.ooo rs. a garrafa e lo.ooo rs. a caixa.
Duque do Porto. Madeira secco, duque ge-
nuino, lagrimas doces a 9oo re. a garra-
fa e9,5oo rs. a duzia.
Garramas com vinho do Porto
cada um.
Cognhac inglez a 800 rs. '; garrafa.
Licor francez ibs melhons marcas do mer
cado a 800 rs. a garrafa.
Batatas chegadas neste ultimo navio em cai-
xa com duas arrobas por l,6oo rs., e 4o
i s. a libra.
Concervas inglezas a 75o is. o frasco.
Sal refinado em potes a 5oe rs. cada um.
i 2,2oo rs. Mostarda ingle*.a a 1,000 re. o frasco.
dem franceza a 4oo rs. o pote.
ABBOZ
da India e do Maranho a 2.600 e 8,000 a
arroba e 100 rs. a libra.
CEVADA
muito nova a 2,500 a arroba e 100 rs. a
libra.
QUEIJOS FLAMENCOS
viudos no ultimo vapor, sempre por menos
100 rs. do que outro annunciar.
GOMMA.
muito superior em saceos com quatro arro-
bas a 2,000 e 100rs. alibra.
CASTANHAS
piladas muito novas a 320 re. a libra.
PASSAS
as mais novas do mercado a 8,000 a caixa e
e ."OO rs, a libra.
AMEIXAS
francezas em latas de 1 e 1| libra a 1,000
re. a libra.
SABDINHAS
de Nantes muito aovas a 300 rs. a lata.
AMENDOAS DE CASCA
as mais novas do mercado a 240 rs. a libra.
EAIUMIA DE ABARUTA
verdadeira e muito nova a 400 rs. a libra e
10,000 rs. a arroba.
ERVA DOCE
muilo nova a 300 rs. a libra e 9,000 rs. a
11 roba.
COMINHOS
os mais novos e mais superiores a 400 re. a
libra.
NOZES
muito novas a 160 a libra e 5,000 rs. a ar-
roba .
SAG
o melhor que pode haver neste genero a
2>0rs. a libra.
MASSA DE TOMATE
em latinhas de 1 libra por 600 rs. a lala.
SABAO MASSA
lente genero ha sempre um grande sorti-
mento variando o preco de 120 a 240 rs.
por libra.
MAIS ATTJtf{7Ao
Vinagre de Lisboa de superior qualidade a M1II10 alpiste a 16o rs. a libra e 4,800 rs. a
2oo re. a garrafa e l,2oo rs. a caada. arroba.
Azeite doce refinado em garrafas grandes a Graixa muito nova em la as grandes a 120
800 rs.
dem de Lisboa a 64o rs. a garrafa, e em
canaila a 4,800 rs.
Presuntos inglezes para fiambre a 7oo rs. a
libra,
dem de lamego encommenda particular a
48o rs. a libra, e inteiro se faz abatimento.
Toucinho do reino o melhor do mercado a
320 re. a libra, e em arroba a 9,000 rs.
res.
Latas com peixe em posa emticamente
lanadas das melhores < ualidades de pei-
xe que ha em Portugal ; l.2oo rs.
Caf lavado de Ia qualida e a 32o rs., dito
de 2a a 28o rs. a libra 8.2oo re a arro-
ba, dito de 3* a S60 rs. a libra e 7,8oo
rs. arroba.
Charutos suspiros dos melhores fabricantes
Velas de espermacete de 4, 5, e 6 por libra de S. Iv'li.x a 2,5oo rs. a caixa com loo
a 560 rs., e em caixa se faz abatimento. i charutos.
dem de carnauba refinada a 32o rs. a libra dem finos de diversos fabricantes a 1,600.
e 0,000 rs. a arroba. l>8oo e ,ooo rs. a caixi conrloo cnaru-
Idem de carnauba pura do Aracaty a loo rs.
a libra e lo,5oo rs. a arroba.
Gomma muito fina e alva a 80 rs. a libra.
tos. (o preco nao indio a boa qualidade
porm doem-se ao trata lho de virem 011
mandarem c verao a redidade.
ron menos w mi n\\ wm,
CONSERVATIVO
DE
joAori.M siiMAo nos saltos
23-lAi-ro do Terco-23.
O proprietario deste armazem da molhadoB venda u bous j bem conoced os paneros de pri-
meira qaMidftde por menos de des por eento do que em ouira qualquer parir, im iaiiado-se a supe-
rior |ualidade. *
Nao se diz o pie<;o para aeespaatar.
Vende-se
xe da Sucuiu no armazem da
io d? secretaria de polica.
bola amirella oi-
< al de Uaboa e potassa da
Rnssla.
Vender na ra daCdeia do Recite n. M, para
onde se mudou o antlco c acreditado deposito da
- WMdo-M urna meiaagua na ra da 'aleada rnesma ra n. 12, amW; os gneros sae novos e
19; qtie.ii a pretender dirija-se aruad,sr'uze? | legtimos, e se vendem a preco mais barato do que
.1. 33. I utra qualquer, parte.
Vinho das melhores mareas
Manira ingleza flor.
dem liaoceza.
Baolia de ixirco reaadi
Vellas de spcrmacele
dem de carnauba.
Caf bora do Itio.
dem superior doCear
1 Toucinho de Lisboa.
('.lia de diversas qualidades.
Queijos novos ilo vapor.
Milito alpista limpo.
Gomma deengommar alva.
Salifio de diversas qualidado
ChoariCM moito novas.
Arroz de diversos precos.
Ser'eja das methnres marcas
Sardinhas de Nantes novas.
Genebra de laranja suuerior.
dem do HollaiKla marca Gallo
Pliosphoros do caz.
Bolachinha inglesa ero barrica;.
Passas milito novas.
Figos de primeira qualidade.
Biscoutos e bolachinhas do sm 1
Chamlos de diversas qualldadi ?.
Alm dos gneros oimunciados exisiem ootros muitos que enfadoaho mee dona-Ios, a dinliei-
ro contado.
Existe alm d'estes generes, um esplendido sortimento de phospboros, fumo, al-
pista, peras em calda c seccas. figos, copos finos para agua, massas para sopa, azeite. ca-
nella, pimenta, velas de carnauba, banha de pono, papel, e outros muitos gneros, de es-
tiva, que todos serao vendidos por mdicos precos.
leudo o proprietario desrmaseos do progressista deliberado nao concordar
com a liga da Uniao Commercial, Clartm, Allianca, etc., etc., etc., declara que s con-
corda em alliar-se aos seus fregiuv.es. fazendocom estes urna liga de interesses recprocos'
tendo os seus sitiados a faeuldade de comprarem por precos muito em conta o lom fiam-
bre, e formidavel queij e a saborosa bolachinha de soda, que fazem urna boa allianc;i
com a superior ehampanhe e o porto fino, uniros que sabem imitar a uniao destes ar-
mazens cun os seus concurrentes. Vinde, senhores, a->s armazens. aonde podis d'en-
tre um milito explendide sortimento desaborosos alimentos, escolherdes os quemis
vos apetecer, certos de que nunca lereis occasiiio de 'arrepender-vus de gastar o OSSO
dinbeiro oestes estabelecimeot s.
Aon. 29.
Nva l-j.i los liaraleiros ua ra do Queimajh>.
Ricas saias de tostaos i>, camisas inglezas para
senhora a O, x#S0O, .'lie 45, cobertas de fusiiic
brancas a 5-5, imitas com lustro para coberta com
0 palmos de largura s 640 o eovado, cambraia da
cores para vestido s 3W o eovado, lias para vest*
do a 180. 860 e 640 o eovado.
Ae n. 25).
Nava luja dos liaraleiros na na do Qiieimado.
Tai he mas de todas as cores, (axenda muito fina
1 710 .1 -ira. cambraia para cortinado, peca de22
r'IOi, chales de lia por :t, 43, 53 e 83,
iglezas para liomem a 38, 503 a 603.
A o n. 29.
luja dos liaraleiros na na do Qiieiinailo.
pelos, franjas de todas as qualidades,
trancas de seda, de algodio e de lar, manguitos a
camisinhas bordadas, collarinhos punhos. folhos
bordados, botos de velludo, de sed.'' e de fustn,
bandos de cabello, lucias de seda, loques ; cojos
rrligos se vendem por metaos do sen valor por ser
para acabar. ______"_______
FARINHA FONTANA.
Familia da muilo arreUta !i marca
l'ontana icsemltarcaila lio je, vende-se
por preco mais commeJu do que em
qualquer outra parle : ua na da Cruz
n. 4 casa de N. 0. Biebtr A C. succes-
varas, |
camisa
l;
Tinturaras.
Ka ra do Imperador n. ?2, no grande "*|
^ armazem de tintas se vende todas as cu-
jPi res precisas para Ungir pannos.
!^. .;...:. Vf'* fm Wr* v
C1L IIB MSII04
Vendeiu-se barris coiu cal de-
iaprtfeetlencfa, ein podra, chega-
da hoje, e nica nova, que ha no
mercado, na ra do Trapiche n.
13, armazem de Hanoel Tcixel-
ra Basto.
l'arinha superior de Santa C.ulliarina.
Vende-se em porcao ou a retalho, a bordo da
barca Iris, atracada ao trapiche do Barao do I.i-
vramento, ou no escriptorio de Antonio I.uiz de
Oveira Azevedo & C, ma da Cruz n. 1.
\v armazem de fazendas bara-
tas de Mantos C'orilio
RA 1)0 Ql'EIMAim \. 19 VENDE-SE OSE-
(ll'INTE :
Esleir la India
propria para forro de sala, de i. 5 c 6 palmos de
largura, por menos prego do que em outra qual-
qae r parte.
Lrnces
de panno de linho polo barato preco de 23000.
Lences
de bramante de linho fino de um s panno, pelo
barato precede 33000.
('.olleras de chita da India
pelo barato preco de 23000.
Bramante de linho
com dez palmos de largura, pelo baraiissituo pre-
co de 23IOO a vara.
lirctanlia de rolo
Pecas de bretanha de role, propria para saia,
com O varas, pelo baratissimo preco do 33000.
Prcas do cambraia
adamascada com 20 varas, propria para cortinado
de cama, pelo, baratissimo preco de 103000.
Pecas ile cambraia
de salpicos, com 8 1/2 varas, fazeuda suponer
pelo baratissimo proco de h>.
Fil liso lino
pelo barato preco de 680 rs. a vara.
Corles le caira
de ganga amarella de li*iras e de quadros, pelo ba-
raiissiino preco de 13-00 o corte.
loalhas aii-orlioailas.
pan mos, pelo baratissimo preco de 53 a duzia.
Aloalliado adamascado
proprio para loalha de mesa, pelo baratissimo pro-
co de 23 a vara.
Lencos de cassa
brancos Unos proprios para algibeira, pelo bara-
preco de 23 e 23400 a duzia.
A 7^000.
Chapeos de castor pretos finos a 73 c^ttf um :
! s na ra do Queimado n. 43, esquina que volta
' para a Congregaeao.
SiCi-m lodos.
Vende-se porOOOf una divida de 1:0003 com
garanta de tima hypotheca sobre um angenho ; O
: negocio argento' quom pretender pode dirigir-se
i na larga do Rosario n. 50, taberna.
mHIiIMm




>
Diarlo de Pernamhnco \e\:\ letra I de PoTerelr de i4.
i
t



LO JA DO P AVAO
Cassas puritanas.
NOTO RIVAL
Luja de Mulliras
10Rua do tiielmnrto 16
Oitavas de retroz pelo a 140 rs.
Vendem-se as mais modernas cassas puritana; com bonitos desenhos pelo baratissimo preco de navas ae retroz preto a 140 rs.
240 c 280 rs. o covado, por haver grande porcao, nechincha : na rua da Imperatriz n. CO, I oa do; ""pos com superiores grampos a 30rs.
Pavo Enliadores oara cspartilho a 80 rs.
Cassas persianas a 360 rs. o covado.
Vendem-se as mais bonitas cassas persianas a mitacao de laa transparente com
lecidos e uleirameate novos, pela baratissimo preco Je 300 rs. o covado e nao desbotam
Pavo rua da Imperatriz n. 00.
Gorgiuao de laa a oOO rs. o covado.
Vi ide-so gorguro de laa de cor escura propria para vestido de senhora, paletot para homem o jj!,0s Pnenos de concha 15200 e I RS00.
rou>a para menino, pelo barato preco de 500 rs. o ovado : na loia do Pavao rua da Imperatriz n. 60. !?l,os "e '"'tnica a 43 c 55.
i rtlrtli^rt Ar. TK,.^ Hitos pretos de marrara a 33.
AS COlCliaS CIO raVaO. Pan de marraras de massa Ano a 800 rs.
Venlem-se colchas de linhoadamascadas com bonitos lavores de Cor de rosa, azul e branco, f*ws de d.il0 Bonitos botoes para pannos a 160 rs.
i Lindas abonadoras para rolletes a '120 rs.
os desenhos' Piadores pretos e de cores para paletot a 160 rs.
na loia Huzas de lapis de pao a 60 rs.
i Pentes de chifre para alar cabello a 60 e 200 rs.
Ditas de massa em cafeinha a 480 e 720.
Ditos virados imitando tartaruga 15200 e 13500.
Frascos e garrafas de agua de Livandc a 800 c
13280.
Frascos com banha e extracto a 138o.
Frascos de banha fina transparente a 800 rs.
GRANULOS e XROPE
D'HYDROCOTYLE ASITICA
de J.LEPNE
pele baratissimo preco de 53 cada una : na loja do Pavo rua da Imperatriz n. 60.
Orgaiidys a 240 rs. o covado.
Vendem-se organdys matisados fazenda muito fina, de bonitos desonhos, pelo baratissimo prego
de U40 rs. o covado : na loja do Pavao rua da Impeatriz n. 60.
As alpacas do Pavao.
Vendem-se alpacas de seda de cores muito fina propria para ve:-tidg de senhora, soutembar-
ques e roupas para meninos t dita branca muito lina propria para vestidos palelots, p:>r preco mui-
to i'ommodo : na loja do Pav.0 rua da Imperatriz n. 60.
Panno preto a 2-sOOO.
Vende o Pavo.
Vendem-se panno preto muito enrorpado a 250000 rs. o covado, dito a 5500, 35000 t UKMO,
cas mira frota mu to fina a 15800. 23000, 23200 e 35000, isto para apurar dinheiro na loja e ar-
ma tin do Pari, rua da Imperatriz n. 60. de Gama iV Lima.
As calcas do Pavao.
Vendem-se superiores calcas de casimira preta a 35500, 65000, 75000 e 85000 rs., palitots so-
brecasaeoa de panno preto i "t23 45-'.'00 e 55000 rs.; na rua da Imperatriz u. 60, de Luna & Silva.
Al.odaozinko entestado.
Vendem-M algodoznho americano com 8 palmos de largura para len^es, toalhas. etc. etc. etc.
a 15000 rs. a vara, diios estreitos a 55000, 05000, 73009 e 85000 rs. a peca, sendo muito boa ra-
zenda, pecas de mandapolo, por preco muito razoavel, na loja do Pavao, rua da Imperatriz n. 60,
de (una & Silva.
Vestidos pretos do Pavao.
Vcndem-se ricos cortes de grosdenaples preto com ricos enfeites de veludo, pelo barato preco
le 03000 rs.-ca.da um, na loa do Pavao ; rua da Imperatriz n. 60.
Laazinha Victoria.
* Xa loja do Pavo.
Vcndem-se as mais modernas Iaazinhas Victoria tendo 4 palmos de largura com lindas palmas de
sed 1 pelo barato preco de 800 rs. o covado, na loj,i do- Pavao. rua da Imperatriz n. 60. de Gama
i\ Silva.
Os sautaubarques do Pavao.
A O.tftMM rs.
Vendem-se ricos sautantarques pretos ricamente enrollados a 205000 cada um. ricos manteletes
pre os, grandes a imitado de capas pelo baratissimo preco de 203000 rs. cada um. s na loja do
rafia, rua da Imperatriz n. 6<), de Gama & Silva.
0 chales do Pavao.
Vemtom-se chales de merino eslampados a :5000 r?., ditos muito finos de crepom a 65000.
7500O e 85000 rs.. ditos lisos a 45500 rs., muito finos a 53000 rs., s na loja do Pavo, rua da Im-
peratriz 11. 60, de Gama & Silva.
0 brini do Pavao.
Pares de ditas domados a 13-
Pentes de borracha para regacea 800 e 15.
Pentes dourados lisos para regaco a 15280.
Pentes dourados com pedrinhas para regaco a 23.
Pentes para tirar piorno a :12o, 4oo. 900 .; 600 rs.
Pentes da desembaracar a 160, 240. 320, 400,
500, 600, 800 e 15."
Pentes que fecham para rissa a IV
Kscovas para denles a 160, 320 e 480 rs.
Bseoras para cabillo a 000, 15 e 13500.
Voliinhas de aljfar com bonitas eruzes a 15.
Voltas pretascom erates a 13 8 IJBOO.
Voltas muito grandes a Mara Pia a 25.
Voltas de eoral^de mil a 500 o 25.
Massmnos do coral rolico e de rail a 500 rs.
Polseiras de missanga muito bonitas a 13280.
j Gollinhas demissanga muito bonitas a 15280.
Gollinhas de Escos/ia com continhas brancas a 800
Pares do Bonitas rosetas com pedras linas a 15280.
Parea de bonitos brincos dourados a balan a 1 -"..
Pares de brincos pretos a balan a 300 rs.
Pares de brincos de cores a balito a 500 rs.
Pares de brincos preto de rame a 240 rs.
Pares de rosetas pretas a 240 e 320 rs.
Bonitos conservadores de Irancinhas pretas e de
lo.
preta e
cores com cnnlinhas pretas e brancas a
Lavas pretas e brancas de Joavin a 15.
Enliadores pretos para boneguins a 120 rs.
Pecinhas de tranca de laa lisa e de caracol p
de cores a 10o rs.
Pecinhas de tranca de linho de caracol branca e
ni 'sclada a 100 rs.
Pe^as com 13 varas de fita de velludo lavrado a
15300 i s.
Pecas com 14 varas de fita de sarja amarella a
280 rs.
Pecas com 10 varas de fita de sarja encarnada a
S rs.
Varas de bonitas fitas para cintos a 600 e 800 rs.
Varas de bicos pretos de linho a 160 e240 rs..
Varas de bicos pretos ram um palmo de largo a
500 rs.
Varas de hice de seda preto o branco a 240 rs.
Varas de Meto de linho a 240 rs.
Varas de lucos e rendas francesas a 100 e 160 rs.
Varas de franja preta de seda a 300 rs.
Varas de franja preta com vidrilho a 800 rs.
Varas de gal.to branco Javrado a 100 rs.
Bonitas escrivaninhas com tinleiro e arieiro a
15600 rs.
Caixinhas de lacre lino a 200 e 400 rs.
Vendem-se briin de linho puro com quadrinhos proprios para calca e palitots, pelo preco de 500 Pacotes de papel pequeo de cores a 600 rs.
c 6(0 rs. cada covado, sendo fozenda que sempre se vendeu por mais dinheiro; rua da Imperatriz
n. 6t), loja do Pavic de Gama & Silva.
Lilazinlia -a 320 rs.
Wo o Pavo.
Vendem-se tiuzinha mati/.ada proprias para vestido sendo pariroes miudinhos e grandes, sendo
fazenda muito eoeorjwda e que se pode lavar perfeitamente, como se lava achila e nao desbota, sahin-
mperatrit n. 60, de Gama & Silva.
FlBUV.lt
Veadj-sefinnlii de mandioca de superior quah-
dade (medida vellru ensacada oin boa l'izeuda, por
preenetmmodo a gasea de alqueire : uo caes do
Ramas n. 6.
WijaTilhF
Fin taoea*, por preco muito *ommodo : no tra-
piclio di Sr, Gunha, rua da ilotd.i, no Recife, se
achara rota <|uem ti atar.
\eude-6e ou permuta-se por predios Bes a
caile o engento \elhoda frepuezia de Santo A-
iiiaivi de Jaboal, o qual engenho adia-se livre e
descabalgado de qialquer pendencia, e tein ter-
eiio suflioienle p;ir* outro engenho, mu ptimas
obras, trabalha can agua; vendendo-se lamhem
j. salra novatnenlc planuda, e igualmente lodo o
gado, e anmaes : a quem o negocio acama con-
vier, dirija-se ao ieu proprietario no taeuaacn-
genlio.
Os cor luados do Pavo.
Vendem-se ricos corles de cortinados adamasca-
dos proprios para janellas e camas pelo barato
pre;ji de 95 a peca : na rua da Imperatriz n. 60,
loja de Gima \ Silva.
Pechlacha do Pavo.
Para rorliuados a 1-3.
Vendem-se pecas de cassas adamascadas com
linios lloros tendo 6
Pacotes de papel amisade a 700 rs.
Caixinhas de dito a 800 e 1.5.
Caixinhas de dito de phantasia a 15.
Pacotes com lOOanvelopcs a 800 e 13-
Caivinhas de. peanas de lanca a 800 rs.
Cintos para meninos e meninas a 640 e 13-
Bonitas gravatinhas de passador a 800 e 15-
Ditas ditas de lago pretos e de cores a 15-
lloniios chicotes para montara a 800 rs.
Pecas de franja para cortinados a 33.
Meias pretas para senhora a 320 e 400 rs.
Mcias de cores para meninos a 240 rs.
[.uvas de seda para senhora a 1528o.
I.uvas de montara a 500 rs.
culos de armacao prateada a 500 e 13-
Ditos de armacao de ac e balea a OOe 13-
Tesouras llnas'para costura a 600 e 800 rs.
Tesouras ordinarias a 80 rs.
Duzias de colheres para cha a 25.
Dnzias de garfos e facas cabo preto a 35200.
Duzias de caixas de phosphoros a 160 rs.
vara cada peca pelo barato; l'uzas de
preco de 45, ditas com 5 varas a 35, sendo pro- i Uuzias de pomada do Porto a 240 rs.
prias para janellas, camas, bersos etc., etc. : isto Massos de palitos finos para denles a 240 rs.
so na loja do Pavao rua da Imperatriz n. 60, de | Sapatinhos de laa para enanca a 500 rs.
1 Caixinhas com 100 agulhas francezas a 240 rs.
Caixinhas com 100apulhas de Victoria a KOra.
Carteiras rom sortimento completo de agulhas a
Gama A Silva.
II Pavo vende :is eauilraias
a |f.>00 e SU.
Venden-se paOM de cambraias brancas lavra-
das proprias para vestidos lendo 8 1|2 varas a 35,
dit:c4tn 6 l|2 a 23500. (tilas ditas a 35-500, 45
e ilSOO, sto pechineha : na loja de (ama t\
Silva, rua da Imperatriz n. 60.
.Va rua da Concordia n. 2,
no proprio para aprender, por barato preco.
640 rs.
Frasquinhos com extractos finos a 320, 500 c 15.
Frasqulubos com banha franceza a 320, 600, 800
0 1-5000.
I; Frasquinhos com agua de colonia a 400, 800, 15 e
______________ 14-500.
vende-se um pia-1 Frascos com oleo de Babosa a 300 e 600 rs.
Fraseos com oleo philocome a 800 e 13-
Uas experiencias feitas na India, e em
Franca, resulta que as affeccots da pelle, e
todas as que resiiltain d'um \cio orgnico
sao prom|itamenle curadas per este novo
medicamento. Segundo um relalorio feito
na academia imperial de inedinna de Pars,
elle /""( jitUjado uiil t e/jitnz nao smenle
nas affeeflfes leprosas e em tUtrumas nutras
'molestias mis escrfulas e a si/p/iilis. ] enlim, al-
gtins pralicos dislinclns, e especialmenle os
Srs. Devergie, Cazcnave e llillairet, medi-
cos do hospital de San Luiz, de Pars, af-
fectados ao tratamento das molestias cu-
caneas, empregaram as prepflrsfes d'IIy-
drocolyle com um notavel suecesso contra
os eczemas, o pteriasis, o imp* ligo e as di-
versas variedades de -lartrus, contra as af-
feccoes syplulecticas rcenles ou antigs,
;a lepra, as ulceras, escrol'ulosis e ostras,
(os rlieumatismos chronicos, ele
Deposito geral em Paria: E. Vourniei
4t Labeloni/e, pharmaceuticos, na BoarbOB-
Villeneuve, 19.
Km Pernambuco deposito ge ral : na casa
de Caors de Barbosa, rua de Cruz n. 22.
Grande.sortimento re tazeu-
das pretas para a quaresma
na loja e amiazem da Arara
rua da Imperatriz i. 50.
Loo renco Percira Mendes (iiiimarfs.
Fazendas pretas liaralissinas.
Vende->e alpaca preta fina a 500, (00, 800 e 13
o covado, sarja de laa para calca e paletots a 640
e 800 rs. o covado, bombazina pn la lina para
palelots a 15400, iaazinhas pretas >roprias para
luto para vestidos e roupa de meninos por ser mui-
to lina a 720 o covado, menni Uno entestado a
25500 e 35, dito de coadao para palelots e calcas
a 23500 o covado: na rua da Imperatriz loja da
Arara,
tu osileuaple prelo [da Arara a lf>ilO covado.
Vende-segrosdenaple preto parave lidosa 13400,
13600 o covado, dito muito bom a 13*00, 23,
235OO e 33 o covado, sarja preta lespanhola o
melhor que tem vindo : na rua da Imperatriz toja
e armazem da Arara n. 56 de Mondes Guimares.
Arara vende panno fine a I 600 cavad,
Veixte-se panno fino para calca e p; lotot a 13600,
25, 23500 e 35 o covado, cortes de -asemira pre-
ta para calca a 35. 35500 e 43, dito muito supe-
rior a 63 e 83 o corte : na loja da Arara rua da
Imperatriz n. 06.
(.hitas da Arara a 210 rs. e ovado.
Vende-sc chitas de cores lixas para vestido a
240 e 280 rs. o covado, ditas franc?zas finas a
320, 360 c 400 rs. o covado, popeln 1 de quadri-
nhos para vestidos a 280 rs. o covado gorguro de.
linho para vestidos a 280 rs. o covado : na loja da
Arara rua da Imperatriz n. 56.
Arara vende Iaazinhas a 210 e 280 rs. e covado, i
Vende-so Iaazinhas para vestidos 1 240, 280 o :
320 rs. o covado, ditas linas iranspan ntes a 400 e
500 rs., ditas ditas a Hara Pia com palmas de se-,
da a 500 rs., fil de linho de cores pl ra vestidos a
160 rs. o covado : na loja da Arara rua da Im- i
peratriz n 50 de Mendes Guimares.
Chitas de Mearla da Arara a 320 rs. covade.
Vende-se lindos goslos de chita jara cuberas
de cores lixas a 320, 360 e 400 rs. o 'ovado, cha-
les de merino estampados a 23500, d to de laa e
seda a 25 : na rua da Imperatriz na loja e arma-
zem da Arara n. 56 de Mendes fintasries.
vilinhas da Arara a .'iOO rs.
Vende-se sedinhas de listrinhas para vestidos a
500 rs. o covado. ditas linas de quadr nhos a 800
rs., laas espeeiaes eon 4 palmos de largan com
palmas de seda para vestidos a 800 rs. o covado.
lencos blancos 1 200 cada um : na loja da Arara
rua da Inqieratriz n. 56.
Arara veude os manteletes c capas prelas.
Vende-se manteletes pretos ricamente endita-
dos de grosdenaple, soutembarque pretos de gros-
denaple ricamente enditados por preco baratissi-
mo : na rua da Imperatriz n. 56 loja da Arara.
Iluupa frita da Arara. *
Vende-se palelots prelos de alpaca a 35,
ditos de panno fino a 53 e 63, ditos a 85, 103 c
12-J, ditos de lirim a 25500 e 3,ditOS do meia ca-
seinira a 35500 e 45500, ditos de casemira de co-
! res a 65, calcas feitas de meia casemira a 25, di-
tas de brim e panga a 25, ditas de casemira a
j 35500, 53 e 63, ditas prelas a 43, 53 o 63, se-
millas l'rancezas a 15000, ditas de linho a 15800 e
, 23o00, camisas francezas a 25 c 25500, ditas de
cordao e de linboa25C00e 35, roupa feita s se
vende barato na loja da Arara rua da Imperatriz
: n. 56. '
Corles de rassa a 2.
Vende-se eoile> de eassa flanee/.,-. ., 25. lisia-
dos Graneles um corte com 14 eovados a 31, co-
bertores de algodao a 15 e 15600 : na rua da Ini-
i peratriz n. 56 loja da Arara.
Arara vende nanelaf enfeslado a 1^.
1 Vende um novo madapolao (ranees enrestado
'muito bom para camisas a 45 e 45500, algodao
tambem se vende barato, bramante de linho, brim
de linho trancado para calcas a 15 e 15280 a va-
ra, bn-tanlia de linho, brim liso para lences a
440, 800, 640 e 720 rs. a vara, desias poclunehas
s na Arara rua da Imperatriz n. 56 loja de Men-
des Guimares.
Arara vende as cassas a 200 rs.
Vende-se ea-sas para vestidos a 200 c 240 rs. O
covado, organdys Qnos para rostidos a 2S0 e 320
rs. o eorado, cobertasde chita para cama a 25
na rua da Imperatriz ii. 56.
Arara vende os bales rrinolinc de arcos a 3$.
Vendo ie balos crinolinc de arcos ameriranos
de todos os taannos de 15, 20, 18, 30 e 40 arcos
a 33,33500, 43 e 43300, ditos de musselina a
45, ditos novidade a 35500: na rua da Impera-
triz loja da Arara n. 56.
<:io*t COM BA-
\IH.
A aguia branca acaba de recebar os bem conhe-
cjdos e apreciados copos com banha, os qnaes es-
tao sendo distribuidos com aquelles pretendentes
que contr.buirem com 25500 a vista : iss0 na rua
do Queimadn, loja d'aguia branca n. 8.
senhoras e menluas.
meias fra
itUJiTO BOAS 1SEIAS
para senhoras c m
A agoia branca recebcu mu boas
zas, de lino tecido e fio redoudo, o que as l
dc.immensa duracao, porque muito convm, anda
mesmo aislando 7 e 83, como se eslao remiendo
dinheiro a vista, na loja d'aguia branca, na do
Queimado n. 8.
ESCBAVOS FGIDOS.
A.VllU BK.4i\CA
recebe u:
Sapatinhos de setim branco bordados paia bap-
lisados.
Meias de seda branca para o mesmo fim.
Mui bonitas e delicadas touquinhas enditadas
para dito.
I'ulseiras e voltas de contas brancas para senho-
ras e meninas.
Fita branca e preta de borracha, com diversas
larguras.
Transelins de borracha sonidos era cores.
Trancnlia preta de 15a, e outras trancinhas de
laa degosto novo e mui bonitas para enfeites.
Enfeites conservadores para senhoras.
pai'EL im;;/
almaeo e de peso.
Alemdo grande sortimento de papel greve e ou-
tras milita- qtinlldades, que constantemente se
acham na loja d'aguia branca, faz-se notavel pela
superioridade de qualidade o papel inglez almasso
e de peso, que acaba de chegar para a dita loja ;
um o oulro sao mui encorpados e de um assetma-
do lustroso e macio, que na verdade a', odos agra-
dan!. As resmas daquelle tem 480 felhas, e as
deste 500, e custa cada urna 83- Tambem veio da
mesma qualidade e de tamaito pequeo, em cai-
xinhas de 100 fallas, tanto liso como beira doura-
da, cuslando esle 23, e aquelle'15200 a caixinha.
la vem pois os apreciadores do bom papel que
dirigindo-se munidos de dinheiro serio bem servi-
dos : na rua do (Jueimado, toja d'aguia branca
numero 8.
Fivelas com pedrasno-
vo sortimento.
A agola branca recebcu por csse ultimo vapor
um nevo e bello sortimento das procuradas telas
com pedras, podendo assim satisfazer a todos que
dellas preeisarem, urna vez que appareca dinhei-
ro : na rua do Queimado, loja d'aguia branca nu-
mero 8.
OVOS PENTES
de concha.
Cbegaram novos e bonitos pentes de concha,
sendo de tartaruga, massa c dourados; agora, pois,
dirigirem-se com dinheiro rua do Queimado,
loja d'aguia branca n. 8, antes que se acabem.
FRASCOS
com gomma arbica dissolvida : vendem-se na
rua do Queimado, loja d'aguia branca n. 8;
No dia 13 de fevereiro fagio a escrava Tlc-
reza, cabra, com os signaes seguimos : altura rol
guiar, cabellos caxiados, nariz grosso, rosto des-
carnado rom algumas manchas de panno preto,
tem falta de denles na frente, em cima do um p?i|
to tem una queimadura a mitacao de urna chapa,
de trro de engommar, tem as mitos pequeas e
os dedos ,'oinprdos, andaalguma coott apalhcla-
da, tem es reos as pernas, foi vestida de retinao
de chita I na' assento pardo e flores asnea jdes-
bolada e um panno da costa novo com liso as .ver-
de, encarnado e azul : roga-se aos Srs. caprtaed
decampo e s autoridades pohciaes a apprelicnsa
della trazendo na rua da Gloria n. 40, que sei*
generosamente gratificado.
No Batanado ausenUu-se de casa de sea se-
nbor o pri'lo Adi ; o por isso pede-se ;is autori-
dades lu ciaes e capitaes de campo a sna appre-
hensao, e lvalo ao caes de Apollo n. 55. K^
preto escravo do Sr. Domingos Pires i'erreira,
muite conhecido por trabalhar em armazem do fa-
zendas.
Fugio no dia 11 do crreme, pelas nove ho-
rasdo dia, da povoacao do Bom-Jardim, comarca
1 do l.imoeiro, um moleque de nomc Francisco, de
; idade 11 12 anuos, sveco do corpo, bem espiga-
do, pernas e bracos a proporcao do corpo, nao
bem preto, bonita figura, segundo a idade, nariz c
olhos regulares, bocea pequea, quando falla atra-
i palha-se as vezes, dando indicios de gaguejar, an-
, dar pachol a, tem algumas unhas dos pes rnidns,
signaes evidentes de bixos : roga-se todas as au-
toridades, capitaes de campo, ou pessoas particu-
lares que o pegarem, ou delle noticia derein em
Itom-Jardima seu senhor, o abaixo assignado, ou
no Itecife a Jos do llego Pacheco, que ser gene-
rosamente gratificado.-Joaquim Jos dos Santos
No dia 11 de feverciro, a noite, aasenteu-so
de casa o escravo de nomc Marcos, do gento de
: Angola, bf.ixo, enejo do corpo, com ralla de denles
na Trente, usa de barbas, e as vezes tambem as ra-
pa, sahio vestido de camisa e calca do azulao, sup:
poe-se ter lomado a direceao de Serinliem, onde
' j esteve : quem o apprehender, leve-o cm linda
rua de S. liento, em casa de seu senhor o Dr.
Jos Nieol. o Kegueira Costa, e no Itecife rua da.
Aurora, casa n. 26, que ser bem recompensado.
' Tornau a rugir a escrava Justina, de dado.
24 annos pouco mais ou menos, levou 6 vestidos
de chita e 2 chales, sendo um preto, falla desean-
cada, anda de vagar e costuma repartir o cabello :
quem a pegar leve-a rua da Esperanja n. 74,
que se reompensa.
No dia 18 de Janeiro passado fugio o escrve
Miguel, crioulo, de idade de 45 50 annos, j tem
cabellos brancos e usa de meias sainas, tem um
principio ce gomma no peito de um dos ps, usa
de alpergatas, muito regrtsta e intiiula-se forra
Este prelo natural do leo, d'onde veio para aqu
ser vendido, e por algum tempo pertenceu ao Sr.
Jos Gtiilherme Guimares; consta que levara un
sua companhia sua amazia, de nome Mara, parda
acaboclada, alta, e rom (alia de denles na frente;
esta parda costuma embriagarse. I'oucos dia*
depois da luga foram encontrados peno do 11
nlio Camaragibe-, pede-se, porlanto, .IsautoriJ,
competentes ou a quem delle tiver noticia; de ap4
i prehende-to o le.va-lo casa da seu senhor Miguel
Pereira Leal, na rua da Cadeia do Recito n. 19,
que serio bem recompensados.________________
Ksrrava fmjida.
Ause.ntou-se da casa do seu senhor a escrava de
nome Seraphina, preta, crioula, representa ter 35
annos, leven vestido de laa com flores verdes, cos-
tuma embriagtr-se, foi escrava daviuva de Fran-
cisco Malinas Pereira da Costa; por algumas ou-
tras vezes tem fuiido e costuma .ndar pelo caos
de Capiharibe, Mnteiro e Afflictos : quem a pe-
gar leve rua da Cadeia n. 35, que ser recom-
pensado.
DOS PREMIOS IH PARTE DA
I.
LISTA GERAL.
70.a
LOTERA, CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. :I70 DE 13 DE MAlO DE 1855, PARA CONCLUSO DAS OBRA? DA IGREJA DE N. S. DO LIVRAMENTO DO RKCIFE, EXTRAMIDA EM 18 DE FEVEREIRO
DE 1864.
\s. PRVMB. NS. I'HFMS. NS. PREMS-NS. PREMS. NS. PIIEMS. ,NS. PItEMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. I'IEMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. Ni. PREMS. NS. PREMS |NS. PREMS. NS. PREMS NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS.
8 .'4 1C1 53 m 203 4it| -55 619 55 787 53 942 103 1091 53 1230 55 1400 1502 55 1714 55 1860 207 sj 2219 n 1 2395 53 2369 5 2753 55 2900 3 3069 Si 1 3216 <*
9 68 17 53 99 20 88 50 53 92 32 203 8 _ 64 15 61 103 n 23 2400 75 - 57 3 72 23
11 __ 69 20 509 25 91 31 95 31 55 10 __ 63 ~ 17 65 53 >> 27 7 79 59 4 73 24 __
14 71 22 12 31 92 ^ 00 99 403 35 19 .. 70 _ 21 73 3 28 8 81 10 \ 61 M i 74 31 _,
22 74 21 - 15 32 95 H| 59 1102 53 45 21 __ 74 __, 24 75 __ 75 29 9 82 5J 62 10 77 32 10ft
23 76 27 205 10 :8 98 _ 61 103 7 47 _ 25 ^ 75 mam. 29 80 __ 79 32 - 10 85 67 11 80 34 * ^
27 __ 77 31 53 18 39 801 M 62 55 10 103 30 26 _ 76 __ 35 80 _ )1 35 - 13 87 69 13 85 40
28 __. 78 3! 19 47 4 . __ 67 II 53 52 27 ^ 81 __ 37 94 __ 18 39 14 M 88 72 14 87 41 *f
30 _ 80 __ 34 21 49 11 __ 72 13 56 __ 28 _ 83 w 40 105 97 _ 9 42 15 53 94 73 16 88 __ 46
33 203 82 _ 37 23 .50 23 _ 73 14 _ 58 38 __ 88 __ 41 53 99 __ 2101 43 19 95 75 19 92 48 _*
34 55 84 ___ 38 - 20 52 25 .^ 74 1!' 61 _ 40 __ 89 _ H 1901 _ 2 44 25 96 - 78 20 93 56 -
38 89 __ 39 " 29 53 27 __ 77 20 67 43 __ 90 __ 50 3 _ 9 45 36* 2600 83 21 105 94 57 _
M _ 91 M. 40 30 57 36 __ 78 21 73 49 ^ 92 __ 52 4 __ 1 46 37 8 . 86 22 53 97 59
37 9 103 U 32 __ 60 39 __ 80 22 7 i 50 _ 93 _ 53 5 _ 3 48 39 10 87 28 99 60
31 ^H 93 53 42 38 62 42 __ 81 24 79 51 __ 94 _ 58 103 i M :7 49 41 13 91 31 3105 68 -f
W _ 90 45 1005 31 6o 46 --- 83 31 81 52 97 _ 60 53 9 _ 18 _ 51 1003 42 14 92 33 9 77 _.
41 403 97 __ 16 53 30 __ 66 47 85 105 33 82 53 205 99 iU 66 - 22 __ :l 52 53 43 16 93 36 10 101 78 .
42 53 204 __ 47 37 80 51 89 53 35 84 54 53 1601 o 67 26 :5 58 46 17 94 38 12 53 8i
M i _ CO _ 39 _. 85 54 __ 90 36 __ 87 - 55 __ 4 70 __ 27 __ :6 61 47 20 405 95 39 15 82
M 12 ^^ 62 __ 41 __ 87 IB __ 92 37 _ 88 56 5 71 403 29 ;i 66 52 23 3 97 44 18 83
57 19 __ 67 43 mm. 90 56 __ 93 41 92 58 6 72 53 33 ai 74 64 27 103 2801 45 24 87 --
n 24 _ 71! 47 __. 94 57 __ 94 - 42 96 39 8 73 47 ; i _ 77 65 31 53 2 47 25 89
63 27 ^^ 72 50 __ 95 62 --- 96 43 98 61 9 75 58 ;9 405 79 71 .13 4 48 28 205 94
M N _ 73 51 __ 96 63 __ 1000 __ 46 103 99 62 205 12 81 __ 60 4 55 83 73 37 _ 10 50 39 53 95 -v
70 37 80 52 . 701 65 --- 1 _ 47 53' 1304 66 55 13 83 __ 71 49 5:0003 86 78 403 43 11 105 51 44 97
71 38 _ 8 60 3 66 _ 3 _ 52 12 68 16 84 _ 72 .'2 53 95 80 53 44 12 53 53 46 3300
72 44 ^. 90 61 3003 12 71 --- 5 _ 37 13 71 21 _ 86 77 13 97 81 45 18 55 48 1
73 103 45 __ 9f; 62 5J. 10 73 --- 6 58 205 14 77 23 _ 88 79 a _ 99 105 87 48 29 59 52 - 3
77 53 48 __ 94 64 . 22 __ 74 __ 10 . 60 53 17 89 25 89 __ 83 n __ 2300 55 88 56 1:2003 30 66 14 5
70 SO _ 95 M. 68 105 24 75 _ 11 62 20 93 32 _ 95 _ 87 9 __ 2 89 58 53 31 72 55 - 6
41 53 98 _ 71 53 27 __ 77 --- 17 69 23 96 36 96 _ 89 61 __ 1 93 61 33 74 ~ 62 21
3 114 % lo:i 4 8 10 13 14 18 19 55 400 __ 73 28 ^ 79 --- 22 _ 70 24 99 41 1801 __ 93 __ 62 _. 8 mm. 97 66 _ 37 76 103 64 25 ?
62 _ 2 __ 74 _ 29 103 80 --- 25 103 77 29 1500 42 7 __ 2002 II 15 _ 99 72 38 78 o3 66 26
67 ^_ 10 --- 78 --- 34 53 81 --- 29 55 78 103 30 1 44 8 4 105 64 17 2503 73 - 39 81 ^ 71 29 *
68 18 ... 83 * 35 87 --- 31 83 55 32 7 46 9 _ 8 105 SI 19 5 80 43 91 . 74 35
73 _ 22 _^ 86 u _ 91 _ 32 88 38 12 K3 12 _ 10 55 72 __ 23 mm 8 82 49 91 ""** 81 39
74 23 _ 87 _ 46 ^_ 93 __ 39 91 49 13 58 14 M 12 75 __ 24 10 89 51 3000 82 64
79 n ... 88 47 _ 94 _ 43 92 51 16 59 15 M 13 _ '9 __ 31 11 92 51 5 _ 83 57
80 31 __ 89 48 mm 95 __ 46 93 52 19 65 17 __ 18 _ ;2 38 12 94 105 55 12 ~" 84 60
81 31 mk 90 --- 31 __ 98 --- 49 96 56 20 66 105 19 _ 19 _ 04 45 18 96 55 56 14 6003 83 66
82 n mm 92 _ 52 103 903 --- 52 1201 61 23 71 53 20 __ 20 lil 52 22 97 65 18 53 86 103 67 r+
83 42 i 94 57 53 10 --- 54 3 65 24 7'J 25 22 i 55 17 99 - 72 23 wm 93 53 68 20*
21 22 28 33 84 44 ^^ 95 62 12 _ 56 8 72 29 fcO 27 _ 24 93 58 29 702 74 24 ^~ 97 70 !0
92 4S ... 96 . 3 __ 13 57 11 7i 33 82 1003 29 M Hi 60 30 15 77 26 *" 99 72 53
93 50 99 . 65 mm. 16 __ 58 14 78 36 86 53 33 _ 27 m - 1 33 16 80 27 1200 73
99 51 . 601 > 67 _ 17 -70 17 86 42 87 35 39 9 63 35 18 86 41 ^* 1 75
31 03 5* 303 _ 52 _ 3 71 22 --- 71 18 90 46 89 _ 45 42 z)4 70 38 1005 22 87 48 4 85
37 6 61 ^ 4 ._ 77 _ 25 74 19 93 47 92 47 II 205 1 73 47 53 28 89 55 5 86
39 7 _ 68 _ 5 78 __ 26 75 21 98 49 __ 98 53 46 53 8 76 51 32 90 56 10 90
('i 10 _ 70 ._ 8 _ 79 _ 30 82 23 1401 51 1700 _ 57 - 47 10 77 103 52 34 91 58 11 95
18 - II 72 i , 10 80 _ 37 203 86 25 3 57 203 2 58 52 17 79 53 64 48 93 60 12 97
53 60 103' 12 13 84 88 = 11 10 _ 81 85 39 40 53 89 90 26 29 z 4 61 53 8 -~ 59 54 18 ~ 93 mm*m 65 49 98 " 67 14
0 encrivo, Sevtriano Jost' de Moura.
Ptrn.Typ. de U. F. de Faria A FKo.-im.

-i


8
Diarlo de Pernambuco Hext.x felra 19 de Perereho de 1 !.
I
J
LITTERiTDRl.
de regular ello mcsmo o modo da escolha dos profes- 'doulrinas e disposicoes opposlas s leis e moral?
es. soras do seminario, de domin los, quando bem Ihe Me parecem, pois, sem sullicu n
Blspado ilo Para.
Hi -..i duJSxm. Sa. bispo n. Antonio ut M.vck-
II Go T, >. EXM. MINISTRO DO MPKH10.
I ,, episo; la m 1" dejan
,' L- Kxm.Sl.-Teilioa honra do sub
, Bideraeao do go.
\ o anda a ih ? sobre a grave
<, d'M seminarlo*, ein re-posta ao iv'.so qi.e
Kll5 r; em data de i i
,' mo, Mom|fanliando-o copias de ou%
I dirigidos a dous de meus veneraseis rollegas
no episcopado- Nestesdtenmenlos pie s reoeb
! lo vetada visita p; -toral, procuraV
1. i eand ir as prcscripcSes d> decreto numero
I (. t! de abril do anno ; ass ido, qualificando
8*um tempo do injustas c sem fundamento algn
r; o.u-xns n as reprcsanaeoes que ttm feito os
s r. tal respeito.
i\cc V. Exc. que me cscute um instante sera
I urna, com iquclle espirito chelo de
i n<3o c de bcncvolercia que lo nobremente
c distingue.
k questo Exm. Sr ministro, grave, interess.
) pVi; enlndo qac nao ha in-onveniente serlo
r e discut la francamente, grande
In: da publieidade. Lula', como e-las sao dolo-
i.. mas s.'iiipre fecundas. No oslado om que s?
aeaam os epirilos ; cin v sla do espelaculo estra-
flo qce off crece em nossos das o mundo ntellec-
loai c uoral, necessario mais que nunca que \
i;, de lesos Clinsto levante a voz ediga a ver-
im perigo, S pelo contrario o meio mais poderoso
< r ."helo 'cr por toda f parte a paz e a ordem.
ere *- se acharo U onde reina a verdade. Sim,
i,;:, t:t o. ni, (1) claramente, sem rodeios, sem pu-
S la .unidades de rheloric;,; tal ser pois nossa U-
ero, nen sabemos fal ar ouira. F. por que nao
C nws I' rdade toda inteira a um governo que,
f: i ilo diouv-la.csourc assumpto que a todo
i rosna ?
E .; summ.i que se liga esta questo dos semi-
r las, que i arecc a primeira vista um incidente
K, i npertaitcia ? Liga-s essa grande questa)
juo, npre viva na humauidade, a quost
i stocjio dos dous poderes, questo de. alcanc i
t uso no lonto do vista da liberdade religiosa,
XD poni de vista de todas as legitimas liberdade;.
A soparacao dos dous poderes temporal e espi-
a,'- ,1, di/, ui.i profundo pensador, Jaime Balmes, ti
i paudenci a deste relativamente quelle, a dis-
fiarla daspi'-ssoasen. cujasmos elle reside, tal foi
ni\ das mai; poderosas causas dessa liberdade que,
Mbaiin de firmas dilTerertes de governo, o com-
r t. apaarte das nacocs europeas. Este princi-
I i hdepmdenea lio |>oder espiritual, alm do
ec'To en, si por sua nalureza, sua orgem e
Ca flm, lem sido desde o iwinripio da egreja como
c_r. j?r ta po*r civil sao limitadiis, que lia objectos noi
<; :eellc nao jiodc tocar, casos'em que o homem
|. ide e deve dizer : Nao le obedecer!. O misino
cstabdxve II. Guizot, nao uspeito em sua qualida
da do protestante. Elle riostra que a admirave
c. "t lijSo da cliristandadc com um poder legis
miiii, a vista desta ifflrraacao tSo terminante
V EXC A "reia do ltra>il nao e-ii nunca es-'sores d<> seminario, de demitti-los, quando bem llie Me parecem, pois, sem siifrlen rile fundamento, as
,. ';;:' J' "'"",'t- laprouver, sem iutelligencia emi os bispos, de re- medidas vexarorias tomadas ltimamente pelo go-
sujoita ao govowi. Mas. repito, nao estou V|g|ar 05 ,:ulS e os compendios; de marcar verno.
so; o episcopadobrasileiro(^innime em lamentar;quanlo lempo devem os alumnos demorar no se-' Ab Exm. Sr., ouso afflanga lo a V. Exc, nao
comigoessas invasoos que se tem feito, que se vao ruiuano e que estudos devem ter para serem pro- hade ser dos seminarios que lao de partir esses
fazi ndo ca'da dia nos dominios da egreja. Nao es- 'ovidus as diversas ordens; acrescenlando ainda negros allentados contra as l< is du paz e aos di-
,, ^- N Exc. no ultimo aviso a que respondo, i|ue nao reitos da soberana. Fique V. I ;c. descansado por
sabe (naI u a offeasa que aos reverendos bispos fa- este lado.
O arcebispo da Bahia o grande o sempre dio- ri* um ministro de estado em Ibes offereccr uml V. Exc. so vale do mesmo arg umento para jasti-
i) R.n'iiiinidn ,.'<. i,.. -I.-IO iiui- rTJ'n',u raaoa o. Romualdo, esse iioiaein qu Eis os toctos, Exm. Srl Eu os entrego apre-'pi'ndiose a demissao dos profesares. E possivel
iiiuguein jamis tachn de exagerado, que era a ciacao calma \
hraudora e a prodeucia utesau o aretltiapo da si
Baha queamou sempre com lealdade de suMito ]** J1?"^ ae crer W* naooxagore oosbwu uour
. c oppressau em ipie se aelia lulelizin.-ule a egreja do
liel as instituicoes de seu paz, mcrecondo que S. ^1
V. Exc. allirma que o governo, gracas a Detis,
(iel s mximas da egreja catliolira, venerando
"Al. o Imperador loe dissesse commovtdo ri'uma oc-
caso solemne ilt unido que me .-o contorcidos
m tentimnka ; o Sr. 0. Romualdo nos ulti-
mo- lempos do seo longo c glorioso episcopado es-
crevia :
Nao queremos furtar-pos ao esagrado de-
ver da subordinacao e lealdade un poder ios
tituido pelo mesmo Deus o que s queremos e
que baja mais escrpulo em extremar os UautM
do sacerdocio e do imperio, que a aceao dos pas-
toras seja mais livre edesempedida de mil emba-
racos e restriegoes que. acida |i i -torvain a
marcha da sua adroinistraco, deisaado entrever
um certo espirito de desconlianea ou de mal enten-
dido efUUM que os faz acanbar e muilas vetes di-
minuir sua torca moral : queremos que a egreja
seja tambem admittida e t.'iiba sua parte no ban-
quete da liberJade, e (pie a esposa, a filhn do gran-
de Hci. nao seja Hatada como humilde serva, que
se preencham emlim os votos que ella nao cessa
de dirigir ao ro: ut destrucl advertitabat el
errorilms nnicrrsis ecclesia la secura Ubi servia!
lili ilute. Felizmente comeeamkbrilhar no hun-
sonle da egreja brasileira alguns raios de esperan-
ra. que parecem annunciar dias mais felizes.
O governo imperial senliu, como era de esperar
da sua sabedoria, a nece episcopado'a importancia de que depende os suc-
cessos de sua mis-ao, e o nliiino relatorio do mi-
nislerio da justica, tiesta parle, foi um acontecimen-
to da maior gravidade, encelando os prmeiros
passos no oaminho do prognato e melhoramento
do clerob...
Existen) ainda algumasjdisposieoes mai- ou me-
nos eflaasiwu da disciplina da egreja...., mas eu
espero que em breve ellas serio derogadas e mo-
dilicadas, cabcudo ao mesmo governo a gloria de
urna proteccao real e legitima, em vez dessa que o
ibustre Fenelon quabficavadedisfarcadojugo.peior
que urna aberta {rseguico.
At aqui o venerando metropolita. Islo escrevia
elle em face de toda a egreja brasrjeira em 1833.
E em outros muitos lugares de suas obras assig-
uala o espirito de rivalidade, ciume e receio de
que 6 em grande parle eivada a nossa legislacao,
que sob diversos pretextos estorva a aceao do epis-
copado c o submetteao poder civil, ou pelas suas
multiplicadas e muilas vezes antinmicas disposi-
c jes restrictivas, ou pela arbitraria interprelaco
de seus executores; mostra o clero pobre, mendi-
cante, humilhado, que debaixo do imperio de urna
carta que proclainou solemnemente a religiao ca-
tliolica, apostlica romana, ouve resoar at no re-
cinto do santuario os cnticos de urna liberdade
cujos benelicios anda nao pode saborear ; e per-
Ul.vo.uprcno, distincto co [>oder executivo de ca- gun|ao cximio pre|ad M ne&se ca.o Jem Mf
*,a das co.iscienc.as, o l.z ver o despotismo in e afflrmar4e 1||ie ambos os dcreJ mm m
I. c jdndo-si onde quer que o poder espiritual, se (l/)r(|(.((H, fi mfl< mot m se a yisU ^^ abcr
f. m entre, os rabes e os Russos) se lfinll,dll!planijandD|b|lataniia de fazer
11!'?""!;.Sr;;.1*r.q.":''lvolos<,ara,Il,ea "dependencia da egreja toase
entre nos dora em diante urna realidade. lo-
Combteme! pela grande sansa da liberdade reli-
giosa. O gowrno em sna alta sabedoria o compre.
Ir nde. Que depois disto eepHlos saperficiaes ou
I isicnenle prevenidos no;, lancem em rosto tas
paciencias da enreja, a:> cxagcracSes, a ambicao
e sdkerki* d is bispos; qaa nos accosera de fa-
ratisni, do abscurantisma e de inimigos do po-
<''.... Nao importa. Onviremos abracados com
t cruz todas essas injuriosas declamacoes, e, para
t n mesmo do paii, ficaremos firmes em nossos
I o-los e.liara:,ndo o que 6 luz, luz, o que e treva,
treras, defcidendo at olimos direitos, tantas
t violados, da justica ( da verdade. A victoria
t.;r de H
E primeir .mente, Exm. Sr., urna questo de fac-
*o que domiia todo o debate.
F,li-
V. Exc. aflrrn a que quando assignale no govei-
bo fio moa paix a funesta tendencia de ingerirle
na ccanomi; da egreja flz una imputacao gri-
t..''i. < Offl. aecusaco tao grave quao injusta;
juc o governo brasileiro, catholico como i;
lema sacril'ga pretenco de ingerir-se no ensino
os seminal ios, no governo da egreja. Folgo de
;, liar i solemne declaracao ; mas para resti-
(ir sou vordadeiro valor s ideas e declinar de
Bita tola interprelaco pouco favoravel, farei, se
V. Exc. me permitle, urradistinecao.
O governo nao tem apretenco de ingerirse noen-
sif, >d issem nariose no governo da egreja rom anir 10
tsSectidJ e systemalicamente hostil, domi.iado por
essj odio vi jlenlo, por essas intencoes malvolas
pa e da America, concordo plenamente com V-
Bx. Nao, Sr. ministro, na i faco ao governo Jo
i e.i paiz a injuria de cr;r (jue elle intencional.
BU'.U; tsso s instiluic.oe.s catbolicas, as qus.es
lodos os Bia.sileiros abracamos e juramos como o
C' tneulo mais vital do nosso organismo poltico,
tas que c se governo niio lenba muilas vezes, j
f o' sorpreza e inadvertencia a que estao sugeitos
Htosespifilos mais alilados; j por esse desojo
inconsiderado de querer regularisar tudo por si,
iulgaudo ser este o meio de tudo mclhorr e rebr-
, Ja pela influencia do preronceitos injustos, fu-
Bes'.a heranca do seculo passado, preconceitos q ie;
em ciarlos espiritos, posto que bem intencionados,
Biantcmai ida nao sei que di-sconfian^a contra a
Cjjreji-a catliolica, que se suppoe inimiga do venia-
eiro prog-esso e das libeldades publicas; que o
co so governo, digo, por urna ou outra, ou por lo-
a essas uzoes c vi vendo alm disse em um meio
das estas palavras sao do arcebispo, eu teria es.
empalo de encarecer una s. (Ved. 0o, pag. 278,
179,387, t&ettftj.
Kmliin, n'uma representacao dirigida em 1839
ao corpo legislativo, a ultima de tantas em que se
desafogou aquella incansavel zelo pela indepen-
dencia da egreja. mostra ainda o arcebispo o clero
pedindo todos os annos esmolas porta do parla-
mento, privado dos meios deobter urna instrueco
lao ampia como se tem liberalisado outras clas-
ses, com as maos atadas pela propria legislacao
do paiz e quasi o xclusivamente subordinado de-
pendencia do poder temporal. E o mesmo repele
sob formas mais ou menos adoradas cm cen luga-
res de suas obras.
bis os lacios, e.Mi). ar. cu os entrego a apie- pi-uuius e a ueinissao dos proles-ores. fc. pi -
i'iaeii calma de urna razao lao altamente esetare- que os compendios contenhain doulrinas que este-
rina como a de V. I'ac. e e-tnii que no ba de fa- jam em formal opposcao com u cis. os direitos
ter a justica de crr que niooxagorei o estado de e a. honra da soberana; possivel que o bis|io
consinia em sen seminario um professor dyseolo
que ouse afJroniar as regras da decencia e do de-
ver, como se exprime V. Exr. \ jra dada e-la liy-
potheso o dirojlo do inspeccin ir e examinaros
como Ibe compre os principios pie ellas eiicerram ; compendios, o direito de derailtr do magistei
e as eon.-equencias (piedellas dimanain. professores se deduz como co sequuucia neces-
Eu o sci, Exm. Sr., sempre o reconlieci. c jus-; saria.
lamente o que me fas esperar que elle far em| Porde-me V. Exc, mas me parece que o que
lueve desappareeer donosas legislacao essas la- se deduz como consequenca netessaria da liyjto-
uieoiavcis anunomfm harmooisando s direitos da tbe.-e figurada, que o governo lera enlo direito
soberana com a liberdade da egreja ; dous princi- j de fazer que sementantes abuso.- sejam reprimidos
pos que convio nciuiei a todo o cusi, sob pena pWotmn'M legtimos.
deludo confnndir-se, de perturbar-se ludo; sob! O bispo tem superior ja horarebia sagrada.
pena de ser reduzda a ordem social a um chaos, So aperar das representacSes j i-tas do governo,
E o (no foi, Exm. Sr., a vida de D. Romualdo
senao urna long i lula contra cssa tendencia des-
astrosa que cu doplorei na minba Memoria ? O ar-
cebispo, esse homem cuja opiniao linlia um nao
sei que deaur>ustoque irnpunba respeito a todas
no as inlelligencias, o arcebispo era, pois, um homem
exagerado? O arcebispo nao comprehendeu a si-
tuaeao da egreja brasileira, fez tambom imputa-
cfws o aecusacoes tao graves quilo injustas ao go-
verno de seu pas, edeu tambem elle ocoasiao a
transviar-se a opiniao publica sobre objectos que
tao de porto toram nao s ao estado como a mes-
ma religiao Has para justificado, pan justificar-
nos bastara, Exm. Sr. ministro, um olbar rpido
sobre nossa legislacao. Nao citaroi tudo, limitar-
me-bei ao mais saliente.
Nao verdade que o placel entre nos se estende
tanto as medidas disciplinares romo s mesmasde-
finices dogmticas da egreja universal, as quaes
sob pretexto d' poderem ronter disposicoes contra-
rias aos direitos magestaeos, se consideram tam-
bem sujeilas ao exame do imperante civil ?
Nao verdade que as appellacoes como de abu-
so tem constituido o conseibo de estado juiz em ul-
tima instancia dos actos da jurisdiccao episcopal, e
que at bem pouco lempo estavam os juizes de di-
reito por um regulamento de 19 de levereiro de
I8;i8, investidos do jioder das chaves para restituir
s ordens aos clrigos suspensos pelos bispos e ab-
solver de quaosquer censuras, quando o mesmo
conselho de estado achasse que ellas foram injusta-
mente fulminadas f
.Nao verdade que militas de nossas assemblas
provineiaes ba^eando-so no artio 10 paragrapho
primeiro das reformas constitucionaes, jiilgain-se
com direito de crear e dividir as parochias, recor-
rndo apena-, e por mera deferencia aos prelados
para que inforinem a tal respeito?
Nao verdade que os presidentes de provincia
ocia! em trae reina a mais profunda e laslim isa estp autori.-ados a dar licenca de residencia aos
4 i tereniia para as consas da religiao, tenha s*m- parochos, independente dos prelados, como insis-
tir dado i esta toda a doscjavel liberdade c pies-' "* l'm avis0!1 anteriores declarou ltimamente
r. ... i V. Exc. em sen avisode II de junbo do anno pas-
ligio c Ibe garantido a plenitude de seus sagrados sado^dvertindo apenas que essa faculdade dada
ei:> uo que me aparto, anda que com pena, de sua prelados, sempre que seja possivel ?
____:_ a. .._ Nao 6 verdade que por aviso
medonbo, creando-se ou una llieocracia absurda
na mi eja que anniquillaria a aeco propria do poder
secular, ou una autocracia religiosa no estado que
absorveria a autonoma do poder espiritual. De
ambas as parles abysmos. O meio de evita-los i
U meio 1 Todo o mundo o comprehende; s ha
urna lgica e racionalmente fallando extremar
bem os limites dos dmis poderes. Isto nao s no
interesse da egreja, note V. Exc. mas no nteres-
s dos povos. no interesse da liberdade, no inte-
resse da eivilisacao. Aqui todos nos entendemos.
Quero nao o ver O bem dos poras, a liberdade, a
civilisacoexigem que semautenlia inviolavelmen-
te a ordem de Deus; que ambos os poderes func-
cionem livretnenle cala um em sua esphera.
t Nos BMoeios nao smente da f. mas da il--
ciplina eccle.-iasiica, a egreja, a doc-o, ao prin-
cipe, a proteceo, a defeza, a execugo dos cao-
nes e das regras ecclesiaslic^is.
Bossuel que assim falla. E e.m verdade assim
como fra mon-tiuo-o que aegreja usurpasse a di-
reccao das reparliees do estado, assim nao con-
vnr que o estado se intrometta nos institutos da
egreja.
Ou se ha de dizer que estes poderes nao sao in-
dependenles, ou se ha de adinitlir (pie a indepen-
dencia delles repousa sobre a liase le uina |>erfe-
ta reciprocidade. .V. Exc. o admitir, V. Exc. pro-
clama altamente que os institutos ecclesiasticos de-
vem estar dePaixo da jurisdiccao exclusiva dos bis-
pos. V. Exc. diz mesmo do modo o mais cathego-
riro : O governo nao qur intrometter-se na admi-
nistracao dos seminarios.
Mas ah I Exm. Sr. para que affrouxar logo a
maoe deixar escapar um principio lio saudavel e
tao fecundo? Toda essa bella theoria tao laborio-
samente construida solapada, minada e derroca-
da polo direito de inspeccao governamental a que
V. Exc. da, se me nao engao, demasiada lali-
tude.
O direito de inspeccao Preciscmo-lo bem. V.
Exc. sabe quanto se tem abusado deste direito. O
Jansenismo parlamentar, o Febronianismo ou Jos-
phismo acobertaram constantemente suas tenden-
cias invasoras sob esse especioso nome dejas ins-
leclivnis circo sacra, e at sobre outro ainda mais
especioso de jus prolcciionis, o que tudo bem se
pode reduzr em ultima analyse esta formula
inais breve c mais expressivajas in sacra. Pre-
cisemos, pois, bem o sentido daquella palavra.
O governo tem direito de inspeccao nos semina-
rios ; inspeccao geral, de polica, para prevenir e
punir desordens, vas de faeto e qnaesquer offen-
sas s leis do paiz e ordem publica, nada mais
justo ; inspeccao de hygiene ou de salubridade,
examinando o "material do estabeleciment, o nu-
mero de alumnos, nada mais admissivel ; inspeccao
at de economa, informando-sr, se quizer, do bm
emprego dos fundos pblicos destinados ao semi-
nario, mandando seus engenheiros revistar os edi-
ficios e saber os concertos que reclaman), nada
mais natural. Mas desta inspeccao geral e ordi-
naria, desta inspeccao de polica e de seguranoa.
que diz respeito ordem civil, intcrtr que o gover-
no tero direito de influir na parte moral desses es-
tabelecimentos, revistando os estatutos, sujeitando
censura de suas secretarias as doulrinas dos
coin|K!ii(tos, marcando regras para a escolha dos
professores, e dimitlindo os, quando quizer,-eis,
Exm. Sr., o que os bispos do Brasil nao pedera-
mos conceder s*ro abdicar o direito exclusivo que
l-mos na direccao moral e inteilcrtual das escolas
sacerdolaes.
Nein se pode dizer que a tanto se estendem os
direitos do que V. Exc. julgou de ver chamar Epis-
copado exterior.
Eu faria injuria s luzes de V. Exc. se expcas-
se aqui o sentido em que a antignidade deu aos im-
perantes christos o titulo de bispos do exterior,
titulo que, como V. Exc. sabe, nao involve a mni-
ma idea de jurisdiccao sobre a egreja, mas a de
simples proteceo, defeza c apoio prestado de fra,
sem intervencao no rgimen delta. Mas como V.
Exc. insiste ongamente sobre os direitos do pre-
tendido episcopado exterior me pernuttir que eu
cite aqui de passagem um trecho do admirave! dis-
curso dirigido por Fenelon ao principe eleitor de
colonia.
Eis a santa liberdade com que se exprima
aquello insigne prelado em pleno absolutismo de
LttizXIV:
E' verdade que o principe pi e zeloso cha
elle .'c obstinaste a fazer ensinir no seo semina-
rio doulrinas peregrinas, principios contrarios s
leis e compromeitedores da ordem publica ; se elle
persistisse em maoler ,i frente do noviciado sacer-
dotal um lente (pie ousassse affnmtar as legras da
decencia e do dever, seria logo 1-vado ludo isto ao
conhecinento de S Apostlica lar intermedio do
rendo de um seminario para ou- nl.a ja perdido o uso de trabtftar I Pesava-n
xigia entao o maior bem da egreja, m-,0 llin,.i _,.", r<,"aiiiar i esava n
i' n covernc, pm sua sil^darii rrri pinctl, a alleneao causava-me Uin
bUa *'.. ? enorme c fatigador. Lunai '
Felizmente boje, dia.n a accessos felu citantes
um delles transferido de
tro, como o o
proposta que o go
nao dever dar resposta alguma.
gracas Providencia, nao tenlio quasi oulros em-
baracos senao os creados ultimamenle pelo decre-
to de 22 de abril.
Quanto goeixa que ousei fazer SuaMagesla-
de o Imperador acerca das acunas quo deixou o
mesmo decreto no ensino dos seminarios; feliz-
mente concorda V. Exc. ter ella algum fnndamen-
to. mas accreseenta qoe as condioSfls financeirat
do pai/i nao conwntem que o govera faca por ora
maior sacrificio em favor dos seminarios. Aguar
daremos, pois. Exm. Sr., lempo mais felizes, au-
mando-nos desde j a doceconBanca rae o gover-
no imperial, qoe tao liberalinente lem prvido
inslrucco das outras classes da socedade, se dig-
nar lazer om esforco mais em prol dessa pobre
elasse sacerdotal que tao desprezada tem sido en-
tre nos, e nao p,.,le permanecer -mais tempo neste
estado de abaliroento, sem eomprometter-se seria-
mente o futuro religioso c moral de nossa trra.
sent em verdade quo o governo supprimisM ea-
deisas estabelecidas nos seminarios sent mesmo
que supprimisse a de Ibigua indgena no semina-
i lo do Para, pois, se ped em 18ti a suppresso
dessa cadeira, foi s com o intuito d-' substi(ni-la
por urna de milito maior interesse e atilidade, co-
mo julgava ser a de matbematicas elementares, e
nao me lisongoava com a esperain-a que se (piizes-
se fazer ama excepcAO, creando-se una nova ca-
deira s em proveilo do meu seminario. Eis |xir
que recorrj ao expediente de sacrificar una menos
til.
Mas agora que nao s nao se creou aquella, mas
multas
metropolitano ou do concilio provincial o o bispo at se sdpprimin esta que o governo declarou en-
infiel seria reconduzdo ao dever pelos meio, cano
nicos.
Tudo est pois sabiamente p avenido. Assim,
o governo, como protector dos caones, compr
tao ser conveniente conservar, parece que licou
me certo direito de lamentar esta dupla falla, sem
fazer com ludo por isso crimina, -s a > governo.
A dotacao dos seminarios. Exm. Sr.. acabar
na o seu dever provocando a Moma dos abusos com muitos (lestes embarazos o dimeotdadea. E
na ordem espiritual pelos meio- supra indicados, nina medida a un lempo econmica, c do mais al-
ocando ao mesmo lempo com n direito salvo de lo alcanco para a bda organisae/io des-.es esialiele-
reprimir por si mesmo os allentados o desordens clnlentos. v. Exc. pensar nisto. estou certo.
Foi
o que eu disse na Me-
e a lgica
contra as leis civis.
mora.
Tudo esl conciliado; o boro seuso
esto egualmente satisfeitos.
Mas que em vista s da possibilidado de taes
abusos, possibilidade que mui'o provavelmenle
nunca se realisar, que em v sta s desea me-
ra possibilidade de casos tao Mitremos, tao re-
Termino, Exm. Sr. ministro. Julgo ter cumpr
do um dever do meu ministerio, fallando com res-
peilosa franqueza c liberdade ao governo do meu
paiz. Ossentimenlos que nutro para com elle sao
os da mais profunda dedicarn e perfeita lealdade.
Jamis nos labios de um bispo se adiar a palavra
amarga do odio ou da revolta. Nos di as-do perigo
mis estaremos no nosso posto de boma, liis al o
pugnante*, tome desde ja o governo urna medida fin ao culto da segunda mageslade como ao da l'ri-
que snjeila ao seu exame a don ria dos rompen-1 meira.
dios e o torna arbitro do ensini dos professores, I Sempre obedeceremos aos poderes deste mundo,
doulrina e ensino que como V. Ble. mesmo eonfes-; no que nao fr contrario nossa couseieucia. Da-
sa sao da exclusiva competencia dos bipos como remos lano mais fielmente a Cesar o que de Ce-
sueeessore dos apostlos, eis o (ue excede minba. sar, quanto eomecareraoe por dar l>eus o que
dbil compreben.so o o que me [arece que sr con- i de Deus. Sao estes" os nossos senlimerdos. Por isso
ciliar dililcilniente com as ideas do mesino gover- levamos humildes suppeas e respeiiosas reclama-
no imperial. j yoesao p do Ihrono todas as vezes que urna me-
Eis aqui com effeito o que eu I io em urna deci- \ dida menos pensada do governo vena pesar dolo-
sao do conselho de estado de 27 de abril de 1860, rosamente sobre nossa eonsciencia, pondo-nos na
que V. Exc. mesmo te ve a boidade de citar-me. I triste alternativa, ou de faltar aos nossos deveres
E' a conlirmac-ao exacta, poni por ponto do que mais sagrados, ou de reeusar-lbe nossa fiel coope-
acabo de dizer.
t Em taes casos (faHa de perturbado da or-
dem o da introdurco de abuso> nos seminarios)
o governo com a dignidade que Ihe propria sa-
ber chamar a attencao do prelado. E se acaso as
eireumstancias se lornam grave,o bispo na ordem
ecclesiastica tem superior. E em casos exiremos o
governo nao est nunca iiibibido de prover segun-
no as exigencias da ordem publica, ou segundo a
ordem particular dos estabelec mentes constitui-
dos: ordem particular esta que muitas vezes est
ligada com aquella. Mas, pon ue, etn principio,
nao se pode negar esledireilsac governo e porque
taes casos extremos, que eslo f a das regras com-
muns, podeui apparecer, nao deve isto servir de
fundamento para eslabeleeer-se urna legislacao que
tem o eiTeiio iinmediato de carai ter a bem enten-
dida autoridade do bispos e com grande quebra
de sua dignidade e o de alterar a disciplina eccle-
siastica estabelecida pelo concilii de Trento e re-
cehida em todos os paites catholicos e que faz par-
te de seu direito publico sobre (ste oojecto. Em
Franca aonde a universidade extree a inais ampia
jurisdiccao sobre os cstabelecimf ntos de educacao
ou publica ou particular nunca ella tem entrada
nos seminarios episcopaes.
racao.
Tal a afflirtiva situaco em (|ue o decreto de
22 de abril ultimo tem collocado o episcopado do
Brasil. Esso decreto nos opprime, Sr. ministro,
sim, nos opprime. porque reduz-nos necessidade
de nao resistir, mas de Ocar inactivos, e de oppor
a um governo, a quem amamos, aquella sempre
penosa, ainda que umitas vezes necessaria, palavra
dos apostlos : Non possumus.
Deus guarde a V. Exe.-lllm. e Exm. Sr. mar-
quez de Obnda. ministro e secretario de estado
dos negocios do imperio c presidente do conselho
dos ministros.
f Antonio, bispo do Para.
SlaTco tic Treuil
TKHCKHU r-ARTK
(Continuardu f
XIII'
Depois da oltima crise, suscitada pela convesar
com Sopliia, tornou-se tao precario o estado do
Ora, Exm. Srjcono se podero manter as dis- doente, que Ernesto Albn cntendeu que era de
toda a necessidade faze-lo immediatarnente mudar
mado bispo de fra e protector dos sagrados cao-
nes..... Mas o bispo de (ora nao se dora nunca
envolver as funecoes do de dentro ; licacoma
espada em punliu na porla do santuario, mas abs-
tiui-se de entrar nelle..... protege as decises,
mas nao da nenhuma. Nao praza Deus (pie o
protector governc, nem previna de ipialquer modo
que seja o que aegreja regular. O protector da
liberdade nao adiminue nunca ; sua proteccao nao
seria mais un soccorro, mas um jugo disfar-
5dt>. >
.Mas, diz V. Exc, possivel (jue se contcuham
as regras dos seminarios disposicoes contrarias
s leis. Isto incontestavcl. Logo mislcr que
po.-ices suprawiencionadas do decreto e da
enlarde V. Exc. vista desta doulrina tao locu-
bnta e slidamente ex posta pela secro dos nego-
cios do imperio do conselho de Blindo ? Como po-
de o governo examinar os compendios Ibeologicos
e cannicos dos seminarios, mai car a incoen.i de
escolher os professores dos seminarios, julgar da
conveniencia ou inconveniencia das doulrinas en-
sinadas nos seminarios; sujeit ir a seu exame as
regras orgnicas dos seminarios; prescrefer a du-
racao do tirocinio e osesludos que para cada urna
das ordens devem fazer os alumnos dos seminarios,
como pode o governo, digo, fazer tudo islo c por
depois a mao na eonsciencia c dizer milito tran-
quillo : Eu nao me iitlrometlo n is seminarios!
Nao, Exm. Sr., nopossivel; ou entao (ora
renunciar a linguagem humana fura nuster dizer
que os termos tem perdido todo o seu valor lgico
eque nao lia mais meio de nos en enderroos uns aos
ohtros.
Cita V. Exc. o excmplo da Franca o sustenta que
o decreto esta de barmonia com a praxe seguida
neste e nos outros paizes catboli .-os. Peco de novo
perdo V. K\e.
Em Franca o governo ou a i niversidade nao se
importan) nem com as regias, nein rom os com-
pendios, nem com os professoies, nem com os es-
tudos dos seminarios.
Estiva muitos annos nesse paiz, posso asseverar
V. Ex*, que islo verdad,'. 3 governo conten-
la-se de dar a estes pos estabelicimcntos urna sub-
vencao con-i,leiavel; loma ligeramente conta do
emprego desse dinlieiro ; cuida do material do es-
labelcciinooto, de suas condices bygieuicas. Pelo
que respaila aos estud.s ea moralidaue nao se in-
quieta. A mais ampia liberdide deixada aos
bispos.
Na Inglaterra e creio que cm todos os paizes
onde ha calholecismo absoli lamente a inesma
cousa: tudo deixado direrco exclusiva dos
bispos e dos superiores iminedialos.
v. Exc aprsenla anda outra razio para abonar
o espirito conciliador c providente em que foi re-
digido o decreto relativamente ao concurso e de-
eis aqui como
ellas sejam sujeilas ao exame do governo.
Se est argumento proeedesse a respeito das re
gres dos seminarios, teria egual forra a respeito de missao dos lentes pelo govero), t
todos os outros actos, constituice's e leis dioce- discorre
sanas.
lin bispo pode inconlestavelincnle cm urna pas-
toral emiltir principios contrarios s leis caoi-
dem publica ; pde-o : os bispos nao sao inlalli-
veis. Logo devem sojeitar-se as pasturaos ao exa-
me do governo.
tnanciradt pensar.
Quizera
de 10 de maio de
! i835 se acha prohibida a admisso de novicos, e
r engaado, Exm. Sr. quizera: ^ conseqiienc:ia a profisso as ordens religiosas
para sen clero e diocese pode odeuder os direitus
e honra da soberana, ou estbale
Irarias ao bem do estado ; logo
bem ao exame do governo as le
diocesanas.
O mesmo concilio provincial, que nao goza do
previlegio da infallibilidadc, pode cabir nos mes-
mos deplorareis desvos, quem o pode negar ? Lo-
go licam ceualmenle sujeitos os decretes do con-
cilio provincial ao exame e approvaro do go-
verno.
V. Exc v onde nos leva este principio. Toda
a independencia da egreja desapparece como una
illusao. Tudo cabe debaixo do jugo, para me ser-
vir de urna valente exprsalo de Bo.-suel. Me pa-
rece, pois, que o argumento de V. Exc. desses
que provariam de mais, se clicgasscm a provar al-
guma cousa.
i'..ano, com clTeito, admitid em um ponto um di
Dous reverendos bispos de imperio j tinham
consignado estas medidas noi estatutos dos seus
seminarios, bem antes da prumulgaco do decre-
to ; ora, contina V. Exc, qua ido aquellos dos ve-
nerandos bispos se reservaran o direito Je deniis-
sao, podemos estar seguros de pjc nao Ihcs passou
Um bispo as eonstituicoes e leis que promulga pela mente que iam ferir a dignidade do clero ; c
estabelecendo o concurso mostraran! que nao rc-
cir
de ares.
Felippe possuia junto da floresta de r.ompigne,
prximo de Pierrefonds. um casalzinlio, fresco,
ameno e livre de bulicio. Costnmava no estio ir
com Laura |iassaralli algumas semanas. Offereceu-
se Mauricij para ir la estar com elle, porcm nao
o pode resolver, e era tal a obstinaeau que Mauri-
cio oppunha s suppbcas do amigo, que este nao
sabia ojque pensar.
E" porque ainda lem esperama de ver Sq-
phia, redarguiu Laura, como se lesse no cora^o
do mancebo.
Ao dcimo dh, sendo instado ik; novo, res-
pondeu :
Pois bem ; j que assim o querei, partire-
mos amanba.
Semelhava ao nadador quando, exhausto de for-
ras, se deixa ir ao som de agua.
Laura tratou logo dos arraujos netessai ios para
a jornada.
Mauricio, aproveitando o pouco tempo em que o
dmsaram s, laru.-ou mi da penna e escreven a
Supl a urna caria assim concebida :
t Ein poucas lloras terei abandonado Paris. Nao
sei se voltarei, nem mesmo o desojo. E que pra-
zer terei eu ein vultar, se nao cont ver-te meu
lado ? O coracao diz-me que tudo se acabou entre
nos. Ha alo ras que iiisiam comigo para ime eu
v para o cami, c admiraram-su de eu me ter
obstinado em licar. A razio porque ainda te es-
liera va.
Laura, pelo que Ibe li nos olbos, mostreo ter-
mo comp ebendido. A todas as horas conlava ver-
te. Oh! e quantas nao teem soodo sem que o rui-
do dos leus passos me lenba feito estremecer o co-
racao! Agora estou desengaado de que nao vens...
Que o (pie te liz ?
Dizem que aquello que nao amado por
culpa sua. Segundo esta mxima, son eu o culpa-
do, o, todava, ouso tomar a DeOS por leslemunlia
em corno liz (manto de iniin dependa por tocar-te
o conejo e Ruer-te feliz. Talvez esteja ah o meu
peccao : Deus nao recompensa sacrificios a.-siin
absolntos.
t Colloqne-le n'um altar, aijo sanctuario vivo
era o meu corafo.
Sonbei, vendo-te lo joven e tao linda, que ha-
va.- de ser o alvo das minhas aspiraces e o meu
gua, a minba inspraco e a minba recompensa 1
Colloquei-te tao alto, que nunca pude attingir a se-
meinante altura... Ah I te tu livesses querido)
Se livesset naseido pobre, talvez me lerias
oomprehendido melbor;nao.terastido essa especie
de deslumbramenlo que impede de ver alm ou
jlecer.cousas con: ceiavam limitar seu direito ,1o f/K^^i^lttT^^tmum^fiS^Jtm^qmhm
sujeitem-se tam- nao se pode d.zer nem .pie o decreto ferc ad.gm- ,, d d 1 ^rrSn que
?is e eonstituicoes dade do clero, nem que elle irende as maos aos .senara
reverendos bispos.
Eseapa-tne, confesso V. Esc, o vinculo lgico
destas proposices. Me parece que, de poderem os
bispos estabelecer unra medid i para o governo de
seus seminarios e de suas di aceres, nao se sema
d'abi, nem que os oulros bispos estejam obrigados
a adopta-la, nem sobretodo i ue o governo seja o
competente para inp-la.
A questo nao saber se as medida; sao ou nao
convenientes em si, mas, si o governo ou nao
competente para toma-las, I odiando os direitos
dos bispos, como V. Exc. conf'ssa jue com elTeilo
limiten no que respeita ao ci ocurso. Do mesmo
modo nao o poder de demisso em si que bumi-
Iha o oler, mas esse poder, | oslo as mos dos
reito que o boro senso prohibe que se admita em ministros de Sua Magestade, que assim sao consli-
todos os oulros de egual nalureza ? luidos arbitros do on.-ino nos seminarios, podendo
discriconarianiente deinitlir is lentes, quando as
que
itos
cons-
no
pode Bear deb,iixo desta espnda de amocles, em
nao lem-so-realisado, que e muito provayel nao se da; mH am |as (ran.
real.sara nunca, e*a rnera|Kiss.bibdade, e por ven- roiisl,luciia(s.
tura sun.ciente_mot.vo para autorisar a Qdio-a me- Co||lL.ll|e.,e 0 goWroo de |lllial. franrainenle a
dula daexb.bicao dos estatutos ? Naohaver.a pa- do c|)iscol,ado> e 0 ,)olll (,llno c a nl0,.a|.
ra o governo muitos meios e facilidades de v.r ao (|ad(! inai|erau nos nov(.iaJos dericaes, oess.n-
coubeemento desses abusos flagrantes, logo que do rior esle meio bem simple; muitos dos einbara-
ell,s se mtroduzssem as regras desses estabeleci- \iimi v Exc filia
mentes? Ilegrasque se traduzcm na pralica diaria ^ H
de urna casa, que pode ser por todos visitada ; re- A' este proposito talvez eu podesse mostrar-mo
gras que sao promulgadas e explicadas de continuo um pouco magoado de ter Y. Exc. em um ducu-
|tt fcvalado queixas injustas : accusai;es, im- estabelecidas no imperio?
putwjs nunca live iiifencio de faze-las, nao as I Nao verdade que aos bispos do Bio de Janeiro
*,re, nunca. Quizera ler reito queixas injustas, raas ^e^^lSS J^5
BOmo convencerme d'islo? Os testemunhos e os ditos, sendo restituida ao primrro daqoellcs pre-
lados ah esto ltame ue confirmando as tristes lados a faculdade de ordenar por outra portara de
erdad'S iiieeu avaneji na minlia memoria. ; 19 de novembro de 1859 ? a_
Os teste nunh,, Tenlio por miro os do ,odos os JZe^t S S 'eximio' tnal
etni venu-aveis col lejas no episcopado. Se eu es- metropolita do Brasil, determina a organisacao res-
livess,; s, se em materia tao grave me bouvess: de peetiva do pequeo e grande seminario, e que tem
vferir somonte ao meu humilde juizo individual, de cessar estas denominarnos, devendo chamar se
.o v .. i.j u .k.j. j o primeiro seminario arcbiepiscopal de. estudos %cu
atUaiigo-o a V. Exc, desde ja chamara de novo a preparalorioSi 0 seRundo seminario archiepiscopal tos
Came os meus mingudos conhecimentos da his- de estudos ecclesiasticos? I sem
Inri3 religiosa do Brasil, c duvidaria de todos ^ de Emlim, nao verdade, visto o decreto de 22 de tem .
abril e a circular de V. Exc. de 12 de junho do de familia, que estremecidos pola boa educacao de ped ao governo imperial qm elle demittisse lente eu, nao sofrias priracSos nem abandono. Quiz sal-
re" com direito de seus lllhos seriar.) os primeiros a denunciar essas algum do meu seminario, ma: s6 propuz que fusse var-me trabalhando ; porm, oh! desgraca eu li-
span
E-forrei-ine quanto pude por derriba-la, mas
foram impotentes todos os meus esfercos. Faltar-
me-bu o animo ou a paciencia ? Cuido que nao.
Talvez me faltasse babilidade ; quem de veras
me na
. peso
Lungag fraquezas se succe-
antes desconhecia-ine, e
vezes pallnlo, trmulo, desfallecido, quasi
louco, parec.a-me trans|ioriado a urna regio onde
soreinaya o vacuo, o desalent... A minlia cabe-
ra sotnelhava oscura caladopa, em cujo centro re-
agua incgnita. E-lava morlo I
' Mulo defintiar-se a mocidade o esvaecer-se
esse pouco talento ,|ue live. Ser-me-ba possivel ga-
nna-iodc iibvo i Talvez, se se dsse um caso, que
provavelmenle, minea se dar, e sem o qual nada
uesej i, iiiin quero.
Sensibilisam-me os cuidados que Laura e Fe-
lippe ni; prest.,in : a irma mais carinbosa, o ir-
iii.i mais devorado, nao me trataran) com tanto
carinbo. D.io-me os mesmos cuidados que daran)
a una ereanca c eu pago-Ibes com ingratido :
quando a minba mao loca na de Laura, bato-me o
corar o, e com mais saudade pens em li I
Adeus, Sjpha I...... lia poucos das, sur-
prehendi eu nos olbos de Ernesto Albn a mi-
nba seiiienea de morte : alegrei-me___Jame
nao sinlo com forras nem com vontade para
continuar a hitar ; as molas que me moviam que-
braram-se. Bem conlieco, e posso confessa-lo a-
gora que estou tocando -meta da minha existen-
cia ,'slou soffrendo o castigo das minhas cul-
pas.. Perdoa-me, Sopba : no dia em que ahi
me apresentaram, ainava eu Inais a riqueza do
qite o coracao da mulher que poda dar-m a. I
riqueza, para onde os inaus inslinctos me impel-
ham, toqnei-a por momentos e a mao me ticoi.
queimada : foi ella que me destruiu o amor ao
tr.d.allio, o animo perseverante, sem os quaes nada
e possivel conseguir-se. Hoje lenho tanto horr
miserii quanto o medo que a crenca tem a en-
gaos,, phaotasina. V a degradi-ao era que
cali. !...
Mu i'as vezes, cercado de amigos, no meu
quarto. fecho os olhos s para pensar cm ti. No
meio i folies vivo lo solado, que nada vejo nem
oueo lo que elles razcm ou dizem. Vejo-te, ouco-
le, estou junto de ti! Tanto quanto posso gso de
tao sjave illusao : fallas-me, respondo-te. at
(|iie de sbito assalla-me a triste realidade, com
tanta violencia como se tenaz frrea me compri-
misse. Entao abro os |olhos borronsado, banba-
se-me a fronte do fri suor e parece-me sentir j
correi-me por todos os membros a frieza do t-
mulo !
A ultima vez que te vi, oahiu-te junto do meu
leilo urna filinba de velludo, que trasias em volta
do braco ; levo-a comigo, como urna recorda-
to tua : consentes em que eu fique com ella ?
emella o suave perfume |>ecuiar a tudo quanto
leu e que cu reconbecera entre contenares de ob-
jectos estranhos. Palpita-me o sangue as veias
com maior vigor quando a respiro : ao menos, te
nbo una recordaco tua que rae acompanhar at o
lliiiuil >
Quando Sopha recebeu esta carta, eslava a fa-
milia reunida na Colombiere. A senlwra de Treuil
sensibilisou-se e retrou-se para o quarto, toda eo
berta de lagrimas. A me levaatou o papel, que a
nina dexara cahir, quaudo se rclirou da sala. e.
exarmriando-o, exclamou :
E esta!... quatro pazinas I
E, cesassocegida pela sbita retirada da fi!ha.
foi ler com ella ao quarto.
rnister que eu saiba ; disse Sophia
carec' de ir ver Mauricio I
A me, pegando-lhe as maos, exclamou :
Mas tu lens febre ; as mos queimam !
Sophia, tendo lancado um chale pelos hombros.
ia a dar alguns passos para a porla, quando a a-
commrtleu um ataque nervoso, que a obrgou a
encostar-sea urna cadeira, murmurando :
Oh quanto tile soffre I...
A me tocou a campainha com tanta violencia,
que todos os de casa acudiram.
Que ? perguniou o pae, assusado.
Minha fdlia est doente- desmaiou.. Por
causa de urna arta de Mauricio.....Depressa ;
cliamem um medico f
Por mais que Sophia repetisse que nao era na-
da, que queria sabir, fingirn) nao a acreditar
Teve de ceder s instancias dos paes e metter-se
na cama.
A me ordenou imraediatamente qu* Ihe fe-
chassem as jancllas e que nao dssem entrada a
muguen) : viesse qnerr viesse, devia diaer-c qne
a senbora de Treuil eslava rouito doente.
Mauricio nao poz otlios era toda a noute. Quan-
do na manha segunte o metieran) no carro.
olhou para lodos os lados Espora va a todos os
momnnos ver Sophia surgir de algum eanto da
ra. A esperanza ahandonara-o, e. cornludo, cus-
lava-lbe ainda a partir. Conduzram-no estaco
do camiflho de ferro do orle, onde Felippe havia
alugado-um wagn para elle ir mais eommoda-
mente cora elle e com Laura. O doente lancou-
se para um cauto, com e lenco nos olhos.
Levam comsigo uro cadver disse Er-
nesto.
S esquecendo que Mauricio pedera escapar.
Ernesto bem o saba, e, se o mandare para o
campo, era na esperanra-de que a distancia pede-
ra la vez livra-lo da felwe,. a que elle dara o no-
mo dt febre especiante.
Se conseguir deslembra-la, diz elle
poder anda salvar-se f
Felippe. informado dos negocios de Mauricio
por Lamber!, poz ludo em ordem antes de sabir
de Paris.
Se rivermos urna fitha, disse elle a Lau-
ra tei-i de menos um-par de mil francos, que
nao Ibe fero grande taita.
E as benros do cu a felicitarn! res-
ponda Laura.
Quando ella se viu com Mauricio e Felippe
seu casalziul.o, todo risonho com os prine
raios de sol da primavera, julgou-se muito mai-
feliz do que o tinha sido em Paris durante todo e
invern. Corra ligera por toda a parte e entrava
de continuo na salaem que estavam es dous ami-
gos ;i ver se careciam de alguma cousa.
Oh murmurou ella que felicidad,'
a minba, se podesse conservar sempre um marido
como Felippe e um irmao como Mauricio !
Taiver no fundo do seu coracao esejasse in-
verliilos os papis qne dava aos dous, porm era
urna destas mulberes altivas, conscienciosas e
ternas, para quem o dever tudo, e no cumpri-
menlo d'elle encontrara toda a sua felicidade.
Certo da, observou Felippe nc comportameoto
da ir.ullier jwra com Mauricio nao sei que, que
Ihe fez presumir haver-se passa*) alguma coos^
(|ue elle ignorava. Era um cetro sontimento i>
piedude, de mistura com a ternura cuidadosa com
que tila posloma va tratar do enfermo. Wr-se-ia
que 'l|a desejava faze-lo esquecer de alguma coli-
sa. Felippe fez esta observar* a Laura, quando
estiverain a sos.
E' verdade; disse I^ura eu vio-o tao in-
feliz, que nfw pude resistir ao desejode fazer urna
ultin a tentativa de reconciliaro perante os dwis
Sorbiers. Part esta madrugada para a Colom-
biere... Deixarani-me ir ter com elles: infeliz-
mente, tinham gente do fra a almocar.
Entao nao tiveram tempo de te ouvir ?
Mauricio nao o sabe, e comtudo mais d te-
nbo delle I
Nos primeiros' dias, passou Mauricio roelhor o
P pareccu coadquirir algumas forras. Moslrava ape-
ama pouco industrioso.
. I'ropozeste-me pie nao nos reumssemos e ..-i( o passava "dia sem persontar
zosle-me essa proposta com most as.le akgr a que ^ J e||e > -
muito te agradece, l-o. o meu ultimo momento de re?unhceeu Ernesto os primearos sv mp-
fel.c.dadc I Por instantes vacile, mas eu nao po- d ^ ,vc, a ^ m^ 1
! o nome do phtyica aguda, muilas veaes procedida
agora a felicid..-
se nao prolongue.
Ftlippe entendeu que erado son dever pergun-
quena mandar recado mu-
se algumas lagrimas. O amor, ainda o mais sin-
cero, nao isento de egosmo. Se nao a derrama-1
absolutamente estranba, Icem cavado ntrenos.
Te lo-ias, pelo contrario, aprofundado mais, rouban- f^VW^J^^T
do-me a eslima, que, apezar de tudo, nao peders '
negarme. Ao ouvr o nome de Sophia, teve ainda forra pa-
- Bem desojara que a nimba ausencia te custas- n niudar dl! C)-)(. '
Peusou instantes; depois respondeu :
Nio. Se ella nao viesse. fazia-me soffrer
osa.
para dia. Quasi se
caiuinhava accelerado
Tu nao podes imaginar o muito que ei soffi ido P*? d fi dQ g0,
desde o da fatal cm que me v. obr.gado a sabir b ^ \ dm ara a nores,a d &
dessa casa, onde ambos vivamos. Que amargura- .,,,,.
dos dias, que noutes eternas, lgubres e tormento- '
sas !... Pedia-te a todos e a ludo ; ludo o todos ,orp;s desmanteladas de Pirrrofonds. O horisonte
me causavam tedio, porquejiao eras tu. Nunca
O sol allumiava ainda os topos das arvores e as
>i res desmanteladas de Pierrefonds. O horisonte
era fechado por uina cinta de nuvens purpuro es-
perante rinroenta c mais alumnos ; regras que em ment destinado a publieidado citado um meu ollr- me viste, por deiraz das arvores, no Dosquo ac rw- curr< 0 e es,na|lad de cambiantes cores npre-
muitoseminarios se acham at mpressas e nada co reservado de data de 2 dt julho de 1862. Mas lonba ? Nunca me enchergaste, escondido por en- se,av;i nmullaneamente luz e sombra.
tem de secretas: poderiam conter principios opiws- era me vem isto ao pensameuto, porque estou cer-' tre a multidao de curiosos, ao canto de urna porta, Co|no s(0 Mlll Q man,jjP0 exclamou
(i) Math. V.37.
i anno passado, que o governo se er
:

i-
PERNAMBUCO. ITP. UE M. F. F. 4 FIL^T.
1


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