Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10287


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Full Text


f
*J
* v

AHWO XL. NUMERO 31.
Por tres mezes adiantados 5|000
Por tres mezes vencidos 6SO00
Porte ao corrcio por tres mezes. 750
DIARIO
m&tom?
TERCA FEIRA 9 DE FEVERE1R0 DE 1864.
Por anno adiantado.....49$00O
Porte ao corrcio por um anuo 3$000
PERNAMBUCO.
ENCARREGADO* DA SUBSCRIPQO NO NOHTE
EPHEMKItIDES
MEZ DE FEVEREIRO.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
O inda, Cabo e Escada todos os das.
Iguarassu", Goyanna e Parahyba as segundas el
sexlas-forns. 7 La novk as 3 h., 49 m. e 56 s. da I.
Stiato Antao.Grvala, Bezerros, Bonito, Caruarn', 14 Quarto cresc. as II h., 5 m. e 2C s. da m.
Altinho e Garanhuns as tercas feiras. m i m i Po d'Alho, Nazaretli, Limoeiro, Brejo, Pesqueira, Lua chef ^ 2 h > 4 m. e 8 s. da t.
Ingazcira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob,
Boa \ ista, Ourirurv e Exu' as quartas feiras.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SUL Sennhaem, Rio Formoso Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Uh i de Fernando todas a? vezes que para ali sabir
iiavio.
Toe os os estafetas partem ao Vi dia.
Parahyba, o Sr. Antonio AI*: xandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Araratv,
Sr. A. de Lemos Braga; Cear:. o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranho, o Sr. Joaquim Martines Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C.; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
Alagas, o Sr. Claudino Falcad ias; Babia, o
Sr. Jos Marlins AI ves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Marlins $ Gasparino.
Primeira as
Segunda as "
PARTE QFFICIAL.
GOVERM DA PROVINCIA.
Expediente do dia o de fevereiro de I SCI.
Ofllrio ao brigadeiro commandanie das armas.
Expoca V. Exc. suas ordens para que se apr-
sentelo amaoha ao director chefe de polica oito
pracas e un cabo afn de escollarem quatro cri-
minosos at o termo do Limoeiro.
Dito ao mesmo.Queira V. Exc. mandar por ein
lberdade, dando-lhe baixa se j ostiver alistado
oin algum dos corpos o recoda Gonzalo Jos de
Sant'Anna que provou isenco c.o recrutamento.
Communicou-se ao coronel reclutador.
Ditoao inspector da thesouraria de fazenda.
Prevenindo s V. S. de que segundo me commu-
nicou o brigadeiro commandante das armas em
ofllcio de 4 do corrente, foi substituido em 2 de
Janeiro ultimo, o destacamento le linha da villa
do Bonito por outro commandado pelo furriel Leon-
cio Luiz Pinto Ribiro, tenho a recommendar-lhe
a expedico das convenientes ordens para que o
novo destacamento seja pago dos respectivos ven-
cimentos pela collectoria daquella villa. Commu-
nicou-se ao brigadeiro commandante das armas.
Dito ao mesmo.Participando o juiz municipal
do termo da Escada bacharel l.uiz4Vutonio Pires
que no Io do corrente entrou na goso da licencia'
que obteve : assim o communico V. S. para seu
conhcci ment.
Dito ao mesmo.Deferindo os requerimentos
dos alferes do exercito Joaquim Jos Alves de Sei-
xas e Jos Mara Benjamim de Asss sobre que
Tersa a sua infornaaro n. 53 de 4 do corrente, au-
toriso V. S. a mandar adiantar a cadaum delles
a importancia de 3 mezes de solio para Ibes serem
descontados Da ron formulad e do art. 28 da le n.
514 de 28 de outubro de 1848.
Dito ao mesmo.Para os convenientes exames
transmute V. S. a inclusa copia da acta do con-
cille administrativo do arsenal de guerra datada
de 4 de Janeiro ultimo.
Dito ao inspector da thesouraria provincial,
Se nao heuver inconveniente mande V. S. pagar
Emigdio Geiuho de Oliveira, conforme soliciiou
o chefti de polica em ofllcio de 3 do corrente, sol)
o. 142, a quantia de 995800 rs., despendida [icio
delegado do termo de Tacaratu nos mezes de no-
vembro e deiembro do anno prximo passado com
o sustento dos presos pobres da respectiva cadeia,
como se v das duas inclusas ralas.Communi-
cou-se ao Dr. chefe de polica.
Diio ao mismo. Devolvo Y. S. coberto com
:pa da informado do delegado do termo do Rio
Formoso o requer ment em que Lourenco Nunes
tiimpello na qualidade de procurador de Louren-
ijo Jos da Silva, pjde pagamento do aluguel ven-
cido desde fevereirode 1862 at selembrode 1863
da casa que servio de quartel o cadeia naquelle
iermo, afina deque de conformidade com a sua in-
lormacio de 29 de Janeiro ultimo, sob n. 29 dada
com referencia ao parecer da contadoria dessa
thesouraria mando pagar somente a quanlia de
;;6000 rs. correspondente ao actual exercico, fa-
zendo processar, para ser satisfeila quando a as-
serabla legislativa provincial marcar crdito a
de 1443000 rs. pertencente ao exercico j enecr-
ido de 1862 a 1863 pois que taes quantias uni-
das prtfazem a de 1805000 rs. em que. segundo
aquelle parecer importa esse alagela vontardo
ji-lho di 1862 setembro citado, visto j estar pa-
ga o de fevereiro a junhodo predito anno de 1862.
Dito ao director *li> arsenal d i guerra.Mande
V. S. fazer os coparlos de que cecesstam os bom-
boi da msica do 2 balalho de infantaria como
solicitou o brigadeiro commandante das armas em
ofllcio n. 224 de 4 do corrente, apresentandome a
conta da respectiva despeza para ser satisfeila pe-
lo mesmo balalhao. Communiccu-se ao brigadeiro
commandanie das armas.
D lo ao commandanie do corpo de polica.Po-
de Y. S. contratar para servirem no corpo sob seu
cominando os paisanos Felippe Nery Cavalcanti o
Mancel Patroniano Alves de Figueircdo, que fo-
ram considerados aptos para isso em inspeccao do
sade como V. S. declarou em seu ofllcio n. 88
desta dala a que respondo.
Dito ao director ras obras publicas.Remeta-
me Vmc. urna ratafia do pessoal empregado as
obras nue se executam por administrado dessa
repartirlo acompanhada da declarac.o do venci-
mento i|iie percebe.
Dito ao commandante da canboneira Itajaliy..
No caso de nao barer inconveniente admita Ymc.
ao servico da canh*>neira sob seu commando, como
engajado para a armada, por um anno, o subdito
porluguez menor Francisco de Souza Monteiro, co-
mo reqtiisilou o cnsul de Portugal em ollcio do
Io do crrenle em < onsequencia de pedido de um
tio do referido menorCommuiicou-se ao refe-
rido cnsul.
Dito ao conselho administrativo. Resolvendo
acerca do requerimenlo de Theophilo Antonio Bas-
tos, sobre que versa a informaco do conselho ad-
ministrativo sob n. 10 e data de 30 de Janeiro ul-
timo, tenho por conteniente que seja novamenie
annunciada a com ra de 800 alqueires de farinha
necessarios ao presidio de Fernando, visto que nao
pode esta presidencia, em bem dos interesse? da
fazenda deferir de oulro modo a reclamaco do
supplicante, litando por tanto esr.e conselho na in-
telligcncia deque no uso que d'ora em dianle se
liouvcr de fazer de pesos e medidas deve ser ob-
servados os padroe- legacs estabelecidos pela c-
mara municipal, por ser irregular que os agentes
da adnainislraco ;e sirvam nos contratos da fa-
lenda de outras desconhecidas pida le.
Neste sentido vou otliciar ao commandante do
referido presidio para a devida execuvo por par-
te do respectivo alnoxarifado do que ora recom-
mendo.-Offlciou-se ao commandanie do presidio
de Fernando.
Dito ao mesmo.--Autoriso o conselho adminis-
Irativo a comprar para provimento do almoxarifado
do arsenal de guerra os objectos mencionados no
incluso pedido.Communicou-se ao inspector da
thesouraria de fazenda.
Portara.O vice-presdenie da provincia, con-
tformando-se com a pmposta do Dr. chefe de poli-
ca n. 136 de 29 do mez findo, resolve conceder
Aureliano Cavalcanri da Rocha Vanderley a exo-
jieracao que podio do cargo de subdelegado do dis-
triclo de Larangeiras, 2" da freguezia de Nazaretli.
Commonicou-se a o Dr. chefe de pobcia.
Dila.O vee-presidente da provincia, attenden-
capitn do palhabnl > nacional Artista, resolve con-
ceder-lhe lcenca para levar o referido palhabote
ao presidio de remando, licando porin obrigadoa
fazer transportar gratuitamente at 3 passageiros
desgnalos pelogoverno, e bem assim os objectos
e gneros do estado, que nao excederem do peso
Je urna tonelada, o que ser verificado pelo direc-
tor do arsenal de guerra.
Oulrc sim. Reara igualmente obrigado nao s a
transportar no mesmo palhabote, para aquelle pre-
sidio 04 demais empregados, prisas, senlencjados
militaros e de justic,a, mediante a indemnisacao de
conformidade com a tabella de 27 de outubro de
1862, como tambem a nao consentir que para all
se transporte, sem permisso da presidencia, g-
neros e |uaesquer oulros objectos pertencenles
particulares, nao podeudo effecluar o desembarque
do carregainento q je levar dito navio sem que
por parte do eommundante do mesmo presidio, se
proceda exame, ifim de venficar-se se ha a-
guardeute ou outra qualquer bcb.ila espirituosa.
Despachos do dia ii de levcreiro de 1861.
ilsfiwrMnfos.
Antonio Manoel dos Santos.Prove o que al-
lega.
Antonio Malaquias de Macedo Lima.Remetti-
do ao Sr. inspector da thesouraria provincial para
aiunder ao supplicanle, nao havendo inconve-
uie ile.
Antonio Caelano de Oliveira Coragem.Informe
o S\ director das obras publicas.
A ntonio Francisco do Sacramento. Indeferido.
Cypriana Maria da Cooceicao.Nao ha vaga. .
Firmino Anaslaco Gjedes Alcoforado.Infor-
me o Sr. capto do porto declarando se com effei-
to o supplicanle se oceupa da vida do mar.
Jos Felicio Borges l'ehoa.Remettido ao Sr.
ins[ector da thesouraria provincial para atlender
ao supplicanle nao havendo inconveniente.
Jts Fernandos Marlins.Nao ha consignacao. |
Jcaquim Nunes de Sexas.Dirija-se aoSr. ms- ;
peclor da thesouraria de fazenda.
F\ Manoel do Amor Divino.Informe o Sr. thc-
souieiro das loteras.
Jos Maria Benjamim de Asss.Dirjase ao Sr.
insitfrtor da thesouraria de fazenda.
INTERIOR.
PREAMAR DE HOJE.
horas e 18 minutos da nflnha.
horas e 42 minutos da tarde.
PARTIDA DOS YAPORES COSTEIROS.
Paraosnl at Alagas a 6 e 25; para o norte at
a Granja 7 e 22 de cada mez; para Fernando nos
dias 14 dos mezes dejan, mar^.. maio. jal, set. enov.
PARTIDA DOS MNiBl'S.
Para o Reeife : do Apipucos s 6'/.-. 7, 7 '/,, 8 e
8 V: da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da larde; de
Jaboalo s 6 '/i da m.; do Caxang e Yarzea s 7
da m.; de Bemlica s 8 da m.
Do Reeife : para o Apipucos s 3 '/i 4, 4 Vi. 4 5, 5 '/i. 5 '/} e 6 da larde; para Olinda s 7 da
manhaa e 4 '/j da larde; para JaboatTo s 4 da tar-
de ; para Carhang e Yarzea s 4'/d t tarde; para
I Bemfica s 4 da tarde.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relacao: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda : quintas s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meio
da.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DAS DA SEMANA.
8. Segunda. S. Joao da Malta S. Juvencio b.
9. Teres. S. Apolorlia v. m.; S. Ansberto.
10. Quarta de cinza. S. Silvano b.
11. Quinta. S. Paulo I eremita ; S. Lzaro b.
II Sexta. S. Manello p. m.; S. Eulalia v. m.
13. Sabbado. S. Gregorio p. S. Benigno b.
Ii. Domingo. Ss. Auxenco, e Kphebo mm.
ASSIGNA-SE
no Reeife, em a livraria da praca da Independencia
ns. 6 e 8, dos proprietarios Manoel Figneiroa d*
Faria & Fimo.
RIO DE J\i:iiio.
ASSEMBLEA t.KHVI
CAIARA lOM SIMIOHIS
iu;ii i \ihs.
Discirso de Sr. Lepes N'etto, na srssio de 18 do
pissado, por occasio da aprrsentaro do pro-
ijrainma ministerial.
O Sr. Lopes Netto (silencio) :Sr. presidente,
nao obstante o desejo que tinha d ouvir o pro- ;
graruna do actual ministerio, por me achar fra
da sala quando foi apresentado liquei privado des-
sa s:ilsfac.ao. Nao posso, por conseguinte, fazer ob-
servacoes que tenham o cunho da exactido a res-
peit) da maneira por que os nobres ministros se
propoem a dirigir os negocios pblicos. Sou obri-
gado a referir-mc apenas ao que tenho ouvido hoje !
a anigos do ministerio, relativamente ao seu pro-
gramma poltico.
E possivel, Sr. presidente, mesmo muito pro-
vavul que na referencia me afaste involuntaria-
mente das palavras, e tal vez mesmo das intencoes
do robre presidente do conselho, que, segundo me
parece, foi o orgo do ministerio nesta casa. Peco
S. Exc. e peco aos seus nobres collegas, que, se j
se der este caso, que cerlamente nao est nos meus
dse os, Ss. Excs. me advrtam, prometiendo a to-
dos que he de dar-lhes a devida satisfacao se por !
venura tiver sido injusto com elle?.
A: seguram-me, Sr. presidente, que a principal
condico do programma ministerial a execugo :
da c-instituieo do estado
Se nao tivessemos visto nesta casa tantos pro-
granintai minisieriaes excntricos, nos haviamos
sem duvida de admirar que houvesse ministerio
que irocurassc o ajwio do parlamento, mostrando-1
se so disposto a execular a consliluicao poltica do
imp ro, como se fosse possivel procurar o apoio
da enmara dos Srs. depuiados com a intencao fir-
me manifestada de se oppor propria consttui-
cao
Um Sn. Deplt.vdo": E' cousa em que nao fal-
lou o nobre presidente do conselho.
O Sr. Lores Netto :Eu bem disse que pode-
ra lommetler alguma inexactdo, pelo motivo
que expuz; e bom foi que V. Exc. me fizesse esta
observadlo ; mas apezar dola farei outras consi-
derares.
Peco, porm, cmara que me dispense de en-
trar a anahse do programma do novo ministerio;
reservar-me-hei para cumprir este dever em ou-
Iraa jecasioes e depois que o tiver examinado.
Felizmente, Sr. presidente, sobram-me motivos
para pedir V. Exc. e ao ministerio Ucencapara
enlrtdr emalgumas considerages, que me parecem
gravas e proprias desta occasio.
Sr. presidente, nolavel que quando as deas Ii-
berans transpoem na Europa todas as fronteras
que lareciam inaccessivcis aellas, no Brasil lule o
partido liberal com novos embaraces, ou pelo me-
nos continu a inspirar desconlianca extraordina-
ria Nao sei, nem posso descobrlr a razao desta
prevmcao funesta.
Ha pcrlo de 40 annos que temos a eonstituc/io
mais llrre de todo o universo ; mas propor;ao
que jos affastamos da poca em qne essa consti-
luifao foi promulgada, proporgao que nos adan-
tamos em civilisaro e deviamos ter melhores pc-
nhor.'s da fiel execucao dessa conslituio, vejo
com pozar, Sr. presidente, que cada vez nos affas-
tames mais do espirito, senao da letra della, e, o
! que mais tambem das praticas do systema re-
prcsontalivo. (Nao aiwiados'.
Senhores, nao urna inexaclidao o que acabo de
1 proferir; o que digo est na minha conscicncia e
na consciencia do paiz. (Nao apoiados.) O que digo
tem sido j dilo nesta tribuna talvez por muitos
1 nobres deputados que acabam de manifestar-lhe
sua lesapprovaeao.
Si.ito que nao esteja de accordocom todos elles :
! por n, sentira anda mais se estivesse em desac-
i cordo com a minha consciimca.
Sem querer melter a miio no passado, que per-
lenc* historia, que o ha de julgar com imparcia-
j lidade, eu referirei V. Exc. em um facto signiti-
1 cativo, occorrido rm outra era.
Viomos em 1845 para esta casa, onde passamos
i urna vida de mystilicacoes al 1847 ; nao tobamos
1 liberJade nem para manifeslarmos nesta tribuna
josnossos pensamehtos polticos acerca das refor-
! mas que julgavamos indispensaveis.
Os directores daquella situaco ameacavam-nos
a cada instante com a subida dos nossos" adversa-
ros, se por ventura ousassemos proceder de modo
diverso.
Ein abril, desle mesmo lugar, interpelle urna
das (ommissoes da casa, por nao ter ainda apre-
: sentado o projecto da reforma da le de 3 de de-
zeml ro de 1841, que bavia dado lujar revolla
de duas provincias do imperio ; sabe V. Exc. o
que i esultou dahi 1 Responderam-mc que aquel-
la lei era a melhor arma encontrada nos arsenaes
I dos conservadores ; que cumpria-nos feri-los com
ella mesma, afim de que soubessero tambem por
experiencia para quanto preslava ella.
Desos de urna esterildade parlamentar de tres
| anno.;, chegou a poca das elevos que devia
emancipar o partido liberal. De facto, triumphan-
do ero quasi todas as provincias, conseguio elle
| immonsa maona.
Mss quando parliamosde nossas habitagoes para
virmos verificar nossos poderes e tomar assento
nesta casa, o ministerio foi substituido por outro
allnente conservador, sem que podessemos entilo
satiei romo, nem porque.
A irieloria alcanzada no campo legal da eleiejio
lcou assim perdida para aquelle partido, e os nos-
i sos alversarios, senhores das pastas, como sempre
havitna estado, das posicoes otllciaes, preparavam-
se para nos expellir da "cmara temporaria, onde,
nem mesmo esteris e silenciosos, consenliam que
esthessemos.
Aeonli'cimentos imprevistos, porm, effecluados
naqiiclla poca na Europa, deraui for^a bstanle
maicria, ou, por outra, derribaram esse ministerio.
que ,iao pode resstir-lhe.
Si'iruio-se-lhe oulro liberal: mas este, nao obs-
tante o decidido apoio que tinha na grande maio-
ra da cmara e do paiz. nada logrn fazer em
prol das ideas polticas que represenlava. Deixa-
ram-o viver smente quanto baslou para que na
Europa mellicrassem as cousas publicas e aqui
passasse em terceira dscussao um ornamento,
cheio de medk as de confianza, e que a cmara s
votou, depois que o ministerio, interpellado por
ella, declarou que elle e nao outro baria de ser o
executor desse: mesmo orcamento.
Feto islo, senhores, cahio esse ministerio e su-
bi o de 29 de setembro, cuja cor poltica esru-
sado commemorar.
E' por ventulra constitucional esta pratica ?
Nao quero rpferir outras, Sr. presidente, porque
como j disse,, nao metto a mao no passado sem
grande repugnancia. Bstame o que tem occor-
rido nesles ltimos lempos e o que acaba de dar-
se agora mesmb.
Formou-se o] ministerio transacto sob a influen-
cia de diversos! acontecimentos, que nao referirei
agora por julga-los na memoria dos membros des-
ta casa.
Durante a si a gesto deram-se factos de grande
alcance em tolos os ramos do ser vico publico.
Deu-se de mais a mais, um conflicto muito serio
com a maior potencia martima do universo. As
susceptibilidad jsnacionaes foram intimamente of-
fendidas por tssa potencia. O ministerio preci-
sou appellar para os bros naconaes, e os bros na-
cionaes nao Ihe faltaram ao appelfo
Tambem se deram acontecimentos muito graves
com outras nacoes, como por exemplo a Bolivia.
i uiitrabiram se emprestimos de alto alcance. Fi-
zeram-se mesn o contratos que oneram os cofres
pblicos com lommas enormes. Reformaram-se
membros da magistratura por motivos de conve-
niencia publica que, desde j declaro i cmara,
reconheQo procedentes.
Mas quando nos esperavamos que o ministerio
viesse ao parlamento dar conta de ludo isso ; quan-
do se espera va que depois de obter da cora a su-
bida prova de confianca que produzio a dissolucao
da cmara transada, se considerasse mais habili-
tado, com a nova cmara, para vencer as difHcul-
dades que surg ram no seu lempo e traz em so-
bresalto o paiz, ei-lo que desapparece tambem da
scena poltica, sem ao menos trazer ao parlamen-
to as razoes quo o levaram a proceder de modo tao
inesperado.
At agora ignoramos que razoes foram essas,
embora tenha a sent na casa um dos dignos mem-
bros desse ministerio. S. Exc. nao tem julgado
conveniente dar-nos a menor explicac.o a tal res-
peito.
do estado s podem marchar regularmente, um
ministerio s pode evitar a esterilidade. quando,
ou s conservadores ou s liberaes oceupam todas
ai aottai.
Pergunto agora aos nobres ministros se todos
sao da mesma communhao poltica t
Pergunlo ao nobre presidente do conselho, de
quem, repito, sou o contino a ser discpulo quan-
to theorias consliiuciouaes, se S. Exc, na orga-
conflicto com o ministerio nao me qiero dar |wr qual de ha muito lempo considera que os negocios
mais liberal que os nobres ministros; eslou mes- '
mo dispostoa acreditar que SS. Excs. sejam lo li-
beraes como eu ; mas para edificarme para poder
ter consciencia disto, peco-lhes urna s palavra que
sirva de fiadora ao juizo que se acaba de emittir
acerca dos seus principios polticos. J nao exijo
urna palavra. contenlo-me eom um gcto qualquer
de SS Exea. (Risadas.)
So me iranquillisarem, eu lhes hypotheco o meu I
voto com a maior sinceridade, se bem qoe nao seja | nisacao do gabinete actual, seguio a theora que
de grande importancia. (Pausa.) jnos tem ensinado, o observou as praticas que ha
Mas, Sr. presidente, provoco em vio aos nobres tanto tempo e com tanto proveito cstuda nos ou-
ministros; elles nao seexplicam, nem euesperava tros parlamentos ? Nao, de maneira nenhuma.
que se explrassem. Illudem-se, pois, ioiii elles, os Nesta caso, se o ministerio nao pode, na opiniao
nobres deputados, que mostram assim serem mais do nobre presidente do conselho. reger bem os
ministeriaes do que o proprio ministerio. (Nao i negocios do estado, e s capaz de esterildade,
apoiados.) I pergunto aos nobres deputados que m'o teem con-
(Diversos senhores pedem a palavra.) : testado, pergunto ao nobre presidente do conselho
Senhores, sou liberal, nao dirci de I oa tempera,' que o organisou, porque o havemos de tolerar na s-
minha vaidade nao chega a esse ponto; mas que- tuacao melindrosa em que se acha o imperio ?
ro saber com quem vivo; quero saber seo minis- Nao creio que tenhamos passado por crise tio
terio foi organisado de accordo com a :amara dos longa, nem mais [formidavel: temos nossa indus-
senhores deputados, e se na.realdade lepresenta o Ira quas mora, temos um dficit enorme, que, se
pensamento dominante nesta cmara. j hem me record, foi avahado offlcialmente em
Ninguem me pode tranquilizar a este respeto,' 7,000:0005, mas que pessoas que julgo to bem au
seno os propnos ministros; mas elles nao querem torsadas o consideram ainda maior, temos a nos-
faz-lo, conservam-se mudos... i sa magistratura em tal estado, que agora mesmo
ao actual, acaba de
que foi recebido no
i....- .... wici vaiu-ac iuuiiu>. (ja iiidglMIalura ein l.ll eSl.
O Sn. Martim Francisco .Na respe sta falla f o ministerio, que preeedeu
do ihrono V. Exc. tem occasio para provocar um dar-lhe um golpe de estado,
Pergunto V
por ventura
ja pelo systema
nos a vimos.
Yimos mais,
casio para esl
que sou capaz
Exc, Sr. presidente, esta pratica!
dimitida em paiz algum que se ro-
representativo ? Nao. Entretanto:
Sr. presidente, e aproveitare a oc-
|gmatisa-lo com toda a tmergia de ,
vimos um ministro de estado, ain-
a ha poucos dias chamado a esta casa para res-
IHindi.T a interjiellaoiii-s muito serias, annunciadas
por um nobre djeputado pela Babia, acerca de urna
operac.o financlal, snmmamente grave, to grave
que importou c n nada menos de 3,200,000, res-
ponder a um aparte que daquelle lado Ihe dirigi
outro nobre dej '
seiros...
O Sr. Costa
eslava em erro.
O Sr. Lopes
ro lo distincto
utado com gestos nao direi gros-
'into :Foi a resposta de quem
Netto :... porquo um cavalhei-
nao pode praticar grosseirias,prin-
cipalmente em um lugar destes ; mas sem duvida
altamente inconvenientes, t Ora ora I foi a
nica resposta tue o nobre ex-mnistro dignou-se
dar a um meml ro desta casa!
Podemos nos, Sr. presidente, consentir que se-
mentantes prali:as se reproduzam no seio da re-
presentaco nacional ? Nao, cerlamente nao.
Mas tendo naicido de urna mystiflcacao do sys-
tema representativo,' o ministerio transado nao
desmentio a sua origem ; mostrou-se mysticador
como os seus ar tecessores.
Pergunlo ao robre presidente do conselho^ que
considerares do utlidade publica, que razao de
estado leve S. Ene. para organisar o ministerio com
os elementos acluaes ?
Nos vemos, Si. presidente, com desgosto, que a
pbysionomia do ministerio nao a da maiora des-
ta casa. (Nao apoiados numerosos.)
Bem, meus sonhores, aceitos nao apoiados;
mas devo ponderar cmara que a noticia da sua
organisacao foi 'ecebida pela quasi totalidade de
meus honrados collegas com um silencio quasi
ameacador. (A poiados o nao apoiados numero- i
sos.) '
Eu, Sr. presidenle, creio que nao estou fallando
perante as mesnias pessoas com quem conversei
ha tres das nos corredores desta casa.
(Hilaridade prolongada.)
Est me paree endo que eu tambem estou mys-
titkado ncsla cat a (risadas); mas nao me atrevo a
contestar a ninguem. Nao apoiado-dizem elles:.
mas fra de d trida que a maiora desta casa
liberal. (Apoiados.) Nao me dao agora nao apoa-
do (Risadas e Ipoiados.)
Se a maiora da casa liberal, como demonstra
a votacao da me-a que a est representando pe-j
rante a cmara i peranle o paiz, eu vejo no mi-
nisterio tres mcihbros que nunca quizeram decla-
rar-se liberaes.
O Sr. Viriato Mas declararam-se progressis-
tas ; hojo nao c*)nhc0 differenca entre liberaos e
progressistas.
O Sr. Unu.vNQ Se niio ha differenca declarcm-
se liberaes.
0 Su. LopksNtto : Dizem os nobres deputa-
dos que se declaram progressistas, c nao ha diffe-
renca enlre a palavra progressista e a palavra //
beral. (Apoiados)
1 m\ voz :O conservador moderado.
J Sr. Uriiano : ludo a mesma cousa.
O Sr. Lopes Netto :Eu nao quero, Sr. presi-
! dente, conlrariat o nobre deputado nesia parle ;
1 respeito muito a sua autoridade para pr-mc em
: opposiro aberla com elle. Mas desejo ao menos
I que um desses robres ministros a quem me refiro,
1 e provoco psito ament nesta occasio solemne,
nos diga se liberal: estou certo que nenhum
delles ha de dize-lo.
Uma voz :R alise o ministerio as deas libe-
raes, quanto b isla.
O Sr. Lopes Netto : queslo diversa.
Eu provoco, r;pilo, solemnemente aos nobres
voto de censura.
O Sr. Lopes Netto :Sei que tenho >ccasio na
resposta falla do throno de provocar m voto de
censura ao ministerio; sei tambem, pois a tanto
chegam os meus conhecimentos regina mtaes, que
ainda posso faz-lo n'oulras occasies; comtudo
peco ao nobre depulado que me permita ao menos
a faculdade que no anno de 1862 foi ci ncedida ao
nobre deputado por Minas, o Sr. Martin'io Campos.
O Sr. Martinho Campos :Era entn pelo Rio
de Janeiro.
O Sr. Lopes Netto :Ou pelo Rio < e Janeiro ;
hoje est muito infeliz a minha reminis* enca. (Hi-
laridade.)
Portanto creio que nao estou fra da ordem, e
que tenho exemplos nesta casa a meu favor, e o
nobre deputado nao tem razao para est -anhar-mo.
O Su. Martim Francisco :Nem o ceasurei por
isso.
O Sr. ton Netto :Devo dizer \. Exc. que
no ministerio esto tres caracteres que nuito res-
peito ; est at um dos meus amigos, o Sr. ministro
da fazenda...
O Sr. Martinho Campos :Que por si s um
programma. (Apoiados.)
O Sr. Lopes Netto :Minha k'i f ti na sido il-
laqueada tantas vezes nessa casa, que j; nao acre-
dito oestes programmas encarnados n'uma s pes-
soa.
Demais, o nobre ministro da fazenda nao cons-
titue o gabinete; a mistura de dous lquidos deli-
ciosos produz algumas vezes uma bebda insup-
portavel... (Hilaridade.)
O Sr. Presidente :Attencdl
O 'iff. Lopes Netto : Perianto, se eu considero
que o ministerio na sua organisacao nao desmen-
tio a propria origem, antes se affastou d is praticas
do systema representativo, nao devo perguntar
quaes sao os amigos que nelle tenho, d'onde vicram
e para onde vao esses amigos e os seus compa-
nheiros ?
Na ansencia de resposta satisfactoria corre-me
sem duvida o dever de retirar-Ibes a minha con-
fianza. ..
Vozes :Sem esperar pelos fictos?
O Sn. Lopes Nktto :Esperar pelos factos A
espera de fados esteve a camarade 186:, cuja mi-
noria disputavam a honra de ser mais m.nisterial;
isso porm nao a lvrou de amargas decc ictjes, de-
l>os do encerramento da sessao. A maona foi re-
compensada com a dissolucao de 12 de naio...
Um Sr. Depltaoo :Que era nevtav L
O Sr. Lopes Netto :Que era nevitavel, ver-
dade ; mas eu nao quero cahir na mesnia... (es-
parrella ia dizendo) (risadas) doce llusno em que
ento i-ahiram os nossos antecessores, e ou mesmo
cahi algumas vezes n'outros lempos.
Portanto, se nao tenho ainda fados qie me de-
terminen) a combat-lo j como funesto ao paiz,
sobram-me motivos para nao confiar ncl e.
Nisto cuido que tambem vou de accordo com as
Iif5es que me lena dado o nobre presidente do con-
selho. Estou acostumado a respeilar muito a Ilus-
trada inlelligencia de S. Exc, e este respeito nao
data de agora, mas de longo tempo.
paiz com urna alegra tal vez indecente I
Nao temos marmita, nem temos exercito ; e o
nosso conflicto com a Gr-Bretanha velo revelar
que os nossos arsenaes esto to exhaustos de pro-
visoes, como os nossos cofres de dinheiro.
Como podemos, pois, consentir que um ministe-
rio, que seu proprio organisador declara inca-
paz de produzir cousa alguma de prestmo, fique,
n'uma situaco dcstas, frente dos negocios p-
blicos !
Nao precisava ser liberal e liberal de longa data
para me pronunciar assim ; nao me parecem ira-
possiveis duas opinioes tal respeto ; quera me-
ditar desapaixonado acerca da aclualidade do nos-
so paiz reconhecer fcilmente que esto fra do
ministerio os Brasiteiros capazes de melherar Ihe
a condico.
Mas dizem alguns nobres deputados que se sen-
tana do lado opposto que no programma do minis-
terio, que, j disse, nao tive a satsfaco de ouvir,
nao se trata de liga, mas de fusao I
Oh senhores I Fusao de que ? Fuso para que ?
Fuso feita por quem ? Quem autonsou o nobre
presidente do conselho a fundir-me no seu cadi-
nho, sem ao menos ouvr-me 1
O Sr. I "iima.no : Apoiado.
O Sr. Martinho Campos : Quem aulorisou a
morte da liga foi quem aulorisou o nobre presi-
dente do conselho nova fusao.
Um Sn. Deputado : Fei a forea dos aconteci-
mentos.
O Sr. Lopes Netto : Diz o nobre depulado
que quem aulorisou a morte da liga foi quena deu
ossa autorisaco ao Sr. presidente do conselho;
peco permisso ao nobre deputado por Minas (creio
que agora por Minas) para responder ao seu
aparte.
O Sn. Martinho Campos d um aparte.
O Sr. Godoy : Os partidos esio em p come
dantes.
O Sn. Martinho Campos : A fusao nao facto
novo.
O Sr. Urbano : Nao tive scencia dessa fuso.
(Ha km aparte.)
O Sn. Presidente : Attenco I
O Su. Lopes Netto : Diz o nobre depulado
que quem aulorisou o ministeeio actual a fundir
os partidos foi a mesma entidade, physica ou mo-
ral, que nos aulorisou a declarar a liga inorta em
Pernambuco I
O nobre deputado (eu j tinha observado isso ha
mais lempo) parece que nao tem estudado os acon-
tecimentos de Pernambuco com aquella attenco
com que costuma estudar os aconlecimeutos uas
outras provincias.
O Sb. Martinho Campos : Nao apoiado.
O Sr. Lores Netto : Em todo o caso, preve-
mndo ao nobre deputado t]uo reservo esta dscus-
sao para outra opportunidade, devo dizer V.
Exc. que uma fraeeo do partido liberal, tendo gra-
ves motivos de queixa dos directores da liga em
Pernambuco, julgando se mesmo contrariada alta-
mente ( nao quero serrir-me de expresses mais
enrgicas), tendo perdido a confianza na direccao
desses cteles, rompeu com elles, mas rompeu s-
S Exc umdos nossos estadistas que tem apro- mente na provincia de Pernambuco, e eslava por
fundado mais as theorias do governo representad- cerlo em seu direito; outras provincias do imperio,
vo ; S. Exc depois de ensinar essas tluorias por antes desse acontecmenio, linham feilo a ni tama
mudos annos n'uma das nossas faculd; des, veio | cousa (apoiados e nao apoiados), por exemplo as
ensina-las nesta casa, c ensinou-as tamhi m aos es- Alagas___
tadistas estranbos a ella, eserevendo um memoria
de summo alcance politice.
O Sn. TwAitES Bastos : Nao apoiado.
O Sr. Lopes Netto : Nao apoiado! Onde est
Portanto, se eu sigo as theorias que S. Exc. foi: o Sr. Jos Angelo ?
VozBS : Est na mesa.
O Su. Josa Angelo : Eslou aqui. I,
O Sn. Lopes Netto (diriijimlo-se ao Si: Jos-' Aii-
gelo) : V. Exc. tambem nao pode dar um nao
appoiado.
O Sr. Presidente : Attenco A discusso as-
beber nos oulros parlamentos, parece-mt que nao
merejo nem a reprovac,o de S. Exc, n sin a dos
nobres deputados que me teem consid rado um
pouco fra da ordem.
Pedirei, pois, V. Exc. lcenca para U'r um tre-
cho de um discurso proferido pelo nobre presiden-
te do conselho, acerca de uma organisaeio de mi-1 sim nao pode continuar,
nislerio semelhante que S. Exc acaba le olfere- O Sr. Lopes Netto : O Sr. Jos Angelo que
cer-nos nao tenho o mrito da novidade, nao exi- responda ao nobre depulado pelas Alagas ; sao
jo por isto o diploma de inventor ; alguns deputa- ambos da mesma provincia, l se avenham.
dos que me ouvem e pertenceram a cam: ra de en-1 Outras provincias do norte, Sr. presidente, de-
lo ouvirain as proprias palavras de S. 1 xc, lana- pois de terem tragado o clice das decepetoes poli-
bein essas palavras j foram repetidas |wr adver-! 'cas por mudo lempo, lamliem chegaram ao mes-
saros de S. Exc. nesta casa e na imprensa, em mo resultado ; houve al liberaes lo precaiados,
ministros, para
*om a sua resposta poder*formar
o meu juizo a respeto da poltica do ministerio.
O Sr. Presid ntedo Conselho :Eu ja o disse
formalmente no programma que apresentei, e que
o nobre deputa* lo nao ouvio.
O Sn. Lopes Netto :Confosso que nao ouvi o
programma de. Exc
O Sn. Presidente do Conselho :E como com-
bate V. Exc. o que nao lem ouvido ?
O Sr. Lopes Netto : O nobre presidente do
conselho nao rre quiz comprehender nesta parle.
Estou me referindo ao passado dos nobres mem-
I bros do gabinete a quem alindo ; eslou me refe-
rindo ao silencio que mantera nesta situaco. Ain-
da os provoco |iara que declaren! se sao ou nao
liberaes ; se se declararem liberaes, hypothcco-
lhes desde j c meu voto, porque, Sr. presidente,
eu, meinbro do partido liberal, nao quererei nun-
ca eslar em opposico com os meus amigos quan-
I do se tratar da realisaeo das ideas do meu par-
' tido.
UMA voz :O nobre deputado nao mais libe-
ral do que aqublles que aqui se senlam.
OSn. Vinivao:V. Exc. parece que acordou
hontcm, porqu j nao seguio os acontecimentos. (Ri-
sadas.)
O Su. Lopes
N'etto :Eu nao me quero por ei,
idnticas occasioes.
Portanto. nao faco mais do que escuda r-me com
a autoridade do nobre presidente do comelho para
resistir aos repetidos ataques de tantos u lo for-
midaveis campeoes, que, felizmente pira mim,
acreditam tambem em S. Exc e professam os lo
aferrados pringos liberaes, que eu deftudo e de-
fenilerei seipflfe.
S. Exc, fallando da liga, dizia : A lg, se con-
ta na alta administrac/io do estado numoro igual
de homens de um c outro partido, nada p.-oduz que
seja de presumo. precisamente ( que S.
Exc. fez, organisando o ministerio com res libe-
raes e tres ligueros!
Contina S. Exc. dizendo : porque, as>im como
em mecnica o equilibrio inercia ; assi n em po-
ltica a combinaco dos elementos opfostos em
proporcoes iguaes. iraz comsigo a esterildade ; se
na ligaentram mais homens de estado de uma eren-
ea que de outra, a minora levada a re io.pie pe-
la maiora e sacrificase ; eu s compreh mdo liga.
Sr. presidente, corno uma combinaco transitoria
e de cirmmstnncias. e nuda mais...
Vosas :Nao ouvio o programma !
O Sn. Carvai.ho Res :Nao se trata de liga,
trata-se de fuso.
O Sr. Lopes Netto : -Para haver fusao preci-
so saber quera o absorvido.
Da liga eu passarei fusao noria tuais.....
(Risadas.)
(I Su IVesiukntk : Attenco I
O Sr. Lopes Netto : Contina S. Ex*. : c Po-
de bar-la entre nos, como tem havido em Indos
os paizes, mas nao combinaco propria rio estado
normal das sociedolrs. Em meu humildi modo de
pensar, as cousas s marcluun nn regra, > systema
$6 fioirrioivi normalmente, quando, ou f cunser-
eaions.oa su NfteroM dirigen! na suprema admi-
nsiracjio osdslinos do estado ; mas issa. sera ex-
cluir as advertencias t? censuras de seaadversa-
rios 1 i.
Vean, pois. os nobres deputados r^ie l;.nto,estra-
cJm as niinhas. repugnancias ministerlaes, que
eslou de accordo tom o pensaMenlo de. S. K.vc. o
que nem consentirn! que esse cavallo de Troya
penetrases em suas provincias.
O Sr. Martinho Campos : Nao na provincia
de Minas.
O Sn. Lopes Netto : Eu nao me refiro ao no-
bre deputado, nao desejo contrana-lo de maneira
alguma, tenho-lhe a mais pronunciada sympatliia ;
mas opiMinhe ao seu aparle um facto que me pa-
rece concludenle....
O Sn. Martinho Campos : Inexacto.
O Sr Lopes Netto : Anda nao ouvio o facto e
j o qualiea de inexacto? Com que juizes estou
eu ? O que me vale nesta occasio a proteceo
de V. Exc.; sem ella ci'ido que retrava-me d aqui,
nao poda aguentar a d'scusso
Diz o nobre deputado que houve liga em Minas,
e elle com effeito trabalhou em comnauna cora mu-
tos conservadores ; mas o resultado foi que apenas
triumpharain seus adversarios polticos em um dis-
tricto que alias nao elegeu liberal nenhum, mas
nos oulros era que os liberaes preponderaran! s fo-
ram eleitos liberaes^ pelo menos nunca as cor-
respondencias de Minas publicadas no Rio de Ja-
neiro, nem mesmo as coinmunicae,des dos nobres
deputados de Minas cora seus amigos, quer em pu-
blico quer era particular, classificou-se o partido
que tinha vencido em Minas cono partido da liga
! ou progressista ; elles sempre declararam em suas
communicaces olliciaes que a votacao era do par-
tido liberal.
Nao era s islo; as lisias de eleitores de Minas,
publicadas no Jornal do Commmercio, no Mercan-
til, e no Uiario do Hio, nunca deixram de ser pre-
cedidas pelas qnaliOoaSesaotigas, dos amigos par-
tidos, conservador c liberal.
( Trocam-se diversos apartes entre os Srs. Souza
Carvalho, Godoy e Urbano.)
Nao foi |M>r consequencia um dislate o que prat-
cram os meus amigos de Pernambuco qnaudo re-
conheceram que, em vez de adiados sinceros, ha-
viam introduziiio nos nosses arraiaes inimigos ran-
corosos, que procurav.aai aniquila-los por todos os
meios imaginavcis.
E. Sr, presidento. qieando ruto liVQSSem tido elles
razoes to poderosas para obrarem desta maneira,
bastava-lhes a autoridade do Sr. presidente do con-
selho, que eu uo me cansare de invocar sobre
materia lio importante, para justificar o seu pro-
ced ment.
. S. Exc. declara que a liga nao entidade que
prometa duraco, que mesmo um recurso deoc-
(asan, de circuinstancias, e que nunca pode ser
levada proporcao de urna situaco permanente.
! Ora, devendo a liga durar tanto quanto durasse a
necessidade que a creou, a consequencia lgica era
que, desapparecendo essa necessidade com as ul-
timas eleicoes, tinha a liga perdido a sua razao de
ser, e, por lanto, eslava naturalmente mora.
Qual foi a razo de ser da liga nesta casa ? Sem
duvida a necessidade de debellar o inimigo com-
mum___
O Sr. Barros B\rreto :Nao apeiado.
0 Sr. Viriato :Nao foi esse raesqunho mo-
tivo que deterrainou esse pensamento poltico.
O Sn. Loras Netto :-Sr. presidente, eu nadfa,Q0
reparo na palavra -mesquinho___
ti Su. Presidente :Os nobres deputados podeiu
pedir a pala/ra e responder; dando apartes inler-
rompem o orador, o regiment nao os permute ; se
continuarem, eu chamo-os nominalracnte ordem.
Sr. Lopes Netto : mesquinho, disse o no.
bre deputado o pensamento poltico de um partido'
| que se rene a outro para debellar um inimigo ca-
paz de |utar com arabos isoladamente. Eu, porm,
perguntarei qual tem sido a razo de ser de todas
as ligas que se tem fete em Iodos os parlamentos
da Europa ? Perguntarei mais se esses parlamen-
tos so predominam motivos mesqunhos, e se a es-
tes cedem sempre os estadistas que nelles dirigem
os diversos partidos.
Im Sr. Deputado :No idea que faca unir
membros de um parlido.
0 Sn. Lopes Netto .Nao idea que faca unir
membros de um parlido Eu darei ao nobre de-
putado uma explicacao que o ha de satisfazer.
Quando, Sr. presidente, se ergue no paiz uma
queslo de alta monta, mais importante que todas
as questes de administracao, ou mesmo de poli-
tica interna, que dvidera os partidos, por exemplo,
uma guerra estrangeira, costumam por de parle
esses negocios de ordem inferior para levar a at-
tenco a oulros de nteresse maior___
1 m Sr. Deputado :-Foi justamente o que se
deu.
O Sr. Lopes Netto :Vejara ento em que li-
cam ; deu-se ou nao se deu? 4
Um Sr. Deputado :Ha de ser dOlcil definir as
deas que deram causa separaclo do partido con-
servador.
O Sp. Lopes Netto : Nao quero indagar, nao
me convm mesmo indagar os motivos que deter-
minaram os nobres conservadores moderados a ri-
rem unir-se aos liberaes, que al ento cstavam
proscriptos; quero e deve suppor, conhecendo entre
elles cavalheiros muito distinctos, alguns dos quaes
me honrara com a sua amizade; quero e devo sup-
por, digo, s motivos muito nobres e muito impor-
; tautes os levaram a romper com seus antigos al-
\ liados o a procurarem novos das fileiras con-
trarias,
i Por lanto, a liga formou-se entre nos como se
formou sempre em toda a parte. Comecando com
a cmara actual uma situaco nova, era possivel
que cavalleiros que linham trabalhado em com-
mum, que se tinham empenhado na lula ltima-
mente travada, tivessem tambem motivos muito
nobres e muito legtimos para contnuarem a mar-
char junios na direccao dos negocios pblicos; mas
era necessario novo accordo, era necessano nova
intelligencia, era necessario saber o que esses no-
bres alijados queriana de nos, at onde eslavam
dispostos a acompanhar-nos, e sobre ludo o que es-
peravam de nos, em compensacao do apoio com
que houvessem de honrar-nos.
Nada disto se deu ; enlre tanto dizem os nobres
deputados que a liga subsiste : querem dar-lhe as-
sim os foros de partido, embora sem bandeira co-
ntienda, sem attenderem que assim condemnam
abertamente as theorias do nobre presidente do
conselho que nos disse que a liga era um simples
recurso de occasio e j mais poda ser conver-
tida em situaco permanente em paiz nenhum do
mundo.
Ora, se a liga nao pode ser elevada altura de
uma siluaco permanente, como que nos have-
mos de aguenta-la, depois da ele^o da cmara
dos deputados, que deu a maiora ao partido li-
beral i
Nao estou longe, Sr. presidente, de entender-me
com os nobres cavalheiros a quo me acabo de re-
ferir ; mas elles me ho de permittir que cu, ava-
hando o futuro pela combinaco do passado com o
presente, diga que nao tenho muita razo para mor-
rer de amores por elles, e menos anda para me
por sua disposit;o. Des^am Ss. Excs. da alia
e-pliera cm que os collocou a confianca da cora, e
digana-nos o que sao e o que tenecionam fazer do
fraco apoio que nos Ihe possamos dar.
Provoco urna deelaraejio nesie sentido ; aceite* a
sua palavra de honra, mas ho de dar-m'a, e em
quanto m'a nao derem ho de permittir que os
considere em relac/o ao seu passado a um futuro
que nem os nobres deputados nem eu podemos
avahar agora.
Permtta-meainda V. Exc, Sr. presidente, que
eu aproveile a occasio para fazer urnas perguntas
ao nobre presidente do conselho, como orgo de
seus collegas nesta casa. Mas declaro S. Exc.
que nao tenho o menor desejo de por S. Exc. em
apuros ; se S. Exc julgar que esl inhabilitado
para me dar agora uma resposta satisfactoria, eu
rao contenate! com o adiament, com lanto que
S. Exc. me d licenca para desperlara sua memo-
ria, se por ventura se esquecerdellas. Todas res-
peitam a questes de alto interesse, que provavel-
inente nao liveram lugar no programma do actual
ministerio.
Vejo que os nobres ministros eslo inteiramente
constitucionaes. Nao lhes fa$o accuaco por isto,
nao direi mesmo que obrigaco de todos ns ser-
naos fiis constituigo, quo o palladio de nossas
liberdades; nao os aorei cm concurrencia com os
vermelhos, que hoje tambem os dizem eminente-
mente constitucionaes; aceito os fados como os
factos sao, mas pergunto se S. Exc, no seu cons-
titucionalismo, alias muito louvavel, pretende fazer
observar como ministro as thooras que sustentou
como deputado da opposico acerca do exercico do
poder moderador ?
Pergunto mais S. Exc qual c o pensamento do
ministerio acerca das aposentadoras que acabam
de receber diversos membros da alia magistratura
do paiz ?
Pergunto ainda como encara o governo a ques-
lo suscitada com a cmara municipa^ desta cor-
te, vulgarmente conhecida por queslo do mata-
donro 1
Pergunto. finalmente, S. Exc. qual o seu
pensamento, qual o pensamento do governo
acerca de outra queslo, tambem altamente im-
portante ; fallo da queslo relativa ao prsenle
de entrada de anno feto a companhia l'nio
e Industria, presente que ameaca os cofres p-
blicos com um sacrificio nao inferior a......
10,000:0004000 ?
J me parece ouvir S. Exc. dizer que estas ques-
tes sao por sua propria nalureza alheias ao pro-
gramma de que fallei. Nao me opponno a islo:
observo apenas que, sendo de alto interesse social,
temos todos o direito de indagar como aprecia o
governo essas materias, porque essa apreciaeo
pode tambera servir de elemento ao juizo que
nos cumpre formar do governo, antes de nos de-
liberarmos a suslenta-lo com os nossos votos;
espero at que o nobre presidente do conselho


miarlo de Pernamtmeo Terca felra de Feveretio *e 181.
me loa .-o o ;eb, porque, tendo-se mpromettlA
no program n d.> ministerio de de n
-i r econmico,
, lia do Mo tamban agma, i
aoraveittri tom gosto o eusejo i>*ra uos dar a me-
Itior prava disto. manifestando-se acerca de des
pezas, como a do contrato com a wywg l '"*"
c Industria, pie, alm de enormes, tao esUo auto-
risadas por lei. .
Um Sr. Uki'itauo :Essa desposa anda 11*0 es-
ti decretada pela cmara.
OSt. Lona Nkttm: Eu conUva com t-t
aparte; enginei-ine so qu.au to .1 origem, esperan-1
mitistros. ... 1
E' verdade, Sr. presidate, depende anula di
amaraa soluco desse imprtante negocio; ma;
o nobre depuiado a quera me refiro, e que mi
tionrou com sew aparte, sabe (|ue a cmara mar-
cha ein questoe.-; mesme de ordem secundaria d:
accordo com o miuisterio apoiadopor ella, o quae-
te mais nesta, que tend' a agravar consideravd -
iiieate a situaco Inaaceira do paii, lio allicttv:.
j.i. Pira saber se devo aceitar como meaMC
desta casa a direceo que o go*erno pretende dar
loe a (ai respeito que exijo um prauuiiciattieuto
formal da sua parte.
Sr. presidente, nao irei alm do (|uc tenho dito,
Irqa se tem mo. irado lio, nie direi iiieouimodados,
inas despiii-entes commigo (nao apoiados,) que
nao tenho a limo de continuar neste estyto.
O Su. Ma rumio Camws : Temos ouvido a \.
Kxc coui tirata attencao como merece.
O Sm. Loi-es Nktto : Estou acostumado com
estas pravas de bondad-e do nobre deputado ; in.i-,
como quer que tenhamos nova occaso de nos en-
contrar, nao quero causar a cmara dizendo-lho
cousas que posso dizer-lhe enio ; conduire, siano das Nevcs, pardo, tambem sein deciaraeao do
porm chamando a sua attencao sobre o estado motiva
do pai;;.
tem ebegado ao poni te entraren) por casas par-
tcolares c cm esuhdccimuntos, o alii em granos
euadrMharem o Ceaerem meonveniencias, que se
deviaia corrigir, como deu-se na ra do Fogo ante-
hontem por cerca das 9 horas da noite, por que-
rer um desses mascaras entrar torca em urna
casa d'alli, de modo a promover disturbio com in-
tervena de urna patrulha, que por nao cumprr o
seu dever, deixou impune um insulto ao domicilio
do cidado, e um disturbio que incommodou a to-
da aquella ra.
Apezar da prohibidlo da polica, anda se joga-
ram limas de chairo, principalmente no bairro do
Recife, onde parece nfu chega a torca da lei.
Os tres bailes dados no Santa Isabel estiveram
bellos e concorridos tanto de mascaras como de
familias, que ornavam alguna camarotes, Houve
animaeo e ordem com em nenhum baile publico
se ha podido obtor entre nos.
O theatro acha-sc bein ornado e Iluminado com
gosto e protaaio de lotes.
Moje e o ullimo, para o brilhantismo do qual
tem o director envidado todos os esforeos, a nada
se poupando.
Depois d'amanha se extrahir a ultima par-
te da 3' e 1- da i- lotera do Gymnaso (3* con-
cesso.)
HBPAIlTig.vO DA polica :
Extracto das parles dos das C e 7 de fevereiro
de 1864.
Foram rccolhidos casa de detencao no da 6
do correte :
A' ordem do lllm. Sr. Dr. chefe de polica, An-
touo Jos dos Santos, simi-branco, Luiz Jos dos
Santos, crioulo, viudos de lguarass, sem declara-
cao do motivo.
A' ordem do r. delegado da capital, Jos t
ifl, U---21. v -2-J. X--1I, l'adiga, r assomhrada da scena ai gustiosa que aca-
bavain de
q=19, r -18, s I' 1
yi* z^ .
Dep lis escoll as 7 beata* entre os mas celebres
impugnadores da divindade de Jess Christo, e as-
sim o colloquei cm ordem chronologica.
Arius que nao tendo, por suas intrigas, podido
obter 5onlra S. Alhanasio o bispado de Alexandra,
vingou-se negando a divindade e a consubstancia-
lidadi: do verbo.
Spi losa, judeu de origem hespanhola, expellido
de Amstcrdam por seas propros correligionarios,
o pai dos atheus do XVIII secuto.
Vollaire, cuja vida foi um escarneo perpetuo
contri o Homem-Deos e a santa moral do Evan-
gelio.
Uoisseau, o hypocrita philautropico, um ua-
f|uells que mais estlidos fez entre as pessoas de
presenciar

No da 24 de setembro ultimo, se apresenton ao
chefe da delegacao cm Cezimbra o capto Vaber,
da goleta franceza Berthc, declarando-llic que a
dita embareacao, saluda de Mostiganem, na Arge-
lia, com carga de cevada, para Glocestcr, tinha do
a pique em a noite anterior, a < kilmetros ao
N. do cabo de Espichel; salvand )-se a tripolacao
que se cornpunha de seis pessois, o estando em
deposito alguns objectos insigniQ< antes que liiiham
sido salvos.
Senliores, nao peuse ninguem, nao pense o no-
fcre presidente do conaelho, que motivos que nao
sejam de ordem publica determinen! a minha de
laracio neste momento; nao; estou intimamente
enve'iKide, e conveucido tambem pela autoridad
foesmti do nobre presdeme do conselho, que mi
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio, Fran-
ciaco Antonio, branco, por embriaguez. Jacintho
Rapozo de Almeida, Porluguez, para averiguacoes,
Jos Sergio Ferreira da Costa, pardo, por MDflacas,
c Mana do Sacramento., parda, tombem para cor-
reccaa
A ordem do de S. Jos, Generosa de Santa The-
0 jornal inglez Tlte veterinarian estabelece, que
com auxilio de um chronoscopo o Sr. Hrsch che-
gou a concluir que os ervos transmittem as suas
bemJ iinpres^iies a 2i metros por segundo, diz o Esco-
lle vetius, sophsta pengoso, que tem produzido liaste.
multo mal, tal vez sem o saber, e que trabalhava O Sr. Heinholtz avalou esta velocidade em 190
noite e da para arrancar dos eoracoes dos outros pos por segundo; mas as suas e> perencias foram
urna religue sem a qual elle nao tera conhecido fcias sobre os ervos motores de urna raa, e as do
esta virtude de caridade cliristaa, que pratcava Hrsch nos ervos sensitivos de imuomem.
contra seus principios.
Piondhon, autor da mximaDos o mal.
Eilim, Roan, que despio a batina para nos ex-
plicar a rosurrec.ao de Lauro, como o sabis.
Aleada letra do nome destes senliores dei a cifra
correspondente indicada pelo alphabeto cima, e ,
fazedo a somma achei justamente o numero apo-
ealybtico 8M.
Ari'ifs1 i-lH+l)--l--19=...............
Spiiiosa-l9+i6-l-9+14Tl5+19+l=........
Vollaire22-rloTl2-f*0-i-l-r9f 18+5=.....
Rousseau18+15t2It19-t-19v.">tIt21
Helveliusf-ro-'-lri--">'-0-'.i--2I+19=..
l'roudhon16+18-!-I5+21--4+8;-1ot1o=. .
Renan-l--8-M4--l-rl4=................
UIK0.MU JUDUI4KI4
es
93;
102
119
121
111
51
660
|ior essas promwsas feitas em programnias, que I
juasi nunca sao realsadas.
Os programmas, Sr, prisidente, com que tem
sido entretido o nosso parlamento de certo teinif).
41 esta parte, sao comparaveis aos romances histo-;
ricos que a litteratura moderna creou ; scrveni
.apena.- jiara matar o ocio daquelles a quero o ocio
esta va matando, mas no lim de coalas ningueni
sabe onde esta a verdade, onde a mentira. (Ri-
sadas.)
guez.
A" ordem do de Jaboato, Ignacio l'aes de Sou
za, pardo, sem declaracao do motivo.
Da 7
A* ordem do lllm. Sr. Dr. chefe de polica, Joo,
crioulo, escravo da vuva de tato .Caroll, sem de-
claracao do moivo.
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio,
Perpetua, croula, esrrava de Jos Pedro Gayo
de Miranda, a requermenlo d'este, Antonio Fran-
cisco de Oliveira Campos, branco, por offensas
O Su. Maiitim Fiiam.isco: Isto prava que \. physcas
Exc. fc opposicao a lodosos ministerios, nao acre-1 A' ordem do da Capunga, Joao da Silva c Mello,
diundo em prog'rammas. I preto, por ser encontrado tora de horas no sitio
U Sk. Loi'U Xetto Nao acredito s nos pro ; do cooselheiro Jos Rento da Cunha Figueiredo.
grammas, mas as pessoas. Quando o imusterk | A'ordem do do Poco, Francisco MendesdaRo-
f.ir orj:anisado com as condigoes que o nobre pre ; cha, pardo, a disposieao do Dr. delegado.
sidente do conmlho diz que devem ter ministro:
parlauentar-;s, quando esliverein no miuisterio 01.
conservadores ou liberaes, tenho obrigacao de
acortar nos precedentes de cada um dos membro;
do gabinete a meuior garaniia de seu procedimeuK
futura.
O Su. Mautij Fuakcisco :Logo, nao acredite
m pregrommas.
O Su. Loies Sen:O programma est mais
ao pasado das pessoas do que no papel. Ha no
runisterio alguns cavalheros em quem tenho j
nais completo cooUaaca, individualmente nao te-
nho escrpulo de subscre\er ao seu pensamentc ,
acerca da direccJo dos negocios do paiz: mas col
lectivamente, isto reunidos a outros que nao
estao para raim na mesma relago,_ deixam de'
estar para cominigo na mesma relagao, e dao-me |
motivo para nao approvar seus actos sem rellect-
do esa me.
Senliores, lempo que a cmara dos Srs. depu-.
tidos eleve-se at a posicao em que a consiituica.-
e os interesses sociacs a collocam; necessaro
que fai;a ver aos faiedons de ministerios que nac
fodeiii realiiar taoalu tarefa senao de accordo
rom o pens.'iment da maioria della; compre que-
procuremos restabelecer a realidade do systema'
epresmtativo, realidade que nao aprovela s 1:
nos quando no governo. mas que ainda nos lia de
aproveitar mais quando tormos opposicio.
Colkique-se a cmara nessa elevada esphera, :
ver como csses Polyphmos, esses Adamastorcs
improvisador, que caprichaui em desconsidera-la,
e convertem de repeme em outros tantos Tom
Pouces.
PEBBAMBDGO
RBVISTI. DUKU.
para o Maranhao e Para a
O ehee da 2' seccao,
J. G. de Mesqiuta.
g
2
1 9\ 1 0 r 1 SlasmttHO. SI 2. > ti
1 1 *J 1 w 1 Fe minino. si
w^ 1 1 w N^ m* Masculino. T. 1 C
1 1 . FriniHHO. -
Masculino.
Feminino.
y-
8

>
<
c
A * Masculino. i: 1
:: m m 1 Feminino. = 1
SI 1 . 1 Masculino. l i^- 1
2 A * A 1 Feminino.. SI
I I
TOTAL.
TRIBIVAL DO COMHEHX'IO.
SESS.l AllMlNISTItATIW EM 8 DE
.. FEVEREIRO DE H64.
I'HESIDEMCIA 1)0 KXM. Sil. Co.NStXHEIllO
SOLZA.
As 10 horas da manhaa, reuni los os Srs. depu-
tados Lemos, Rosa e Alcotorad3, o senhor pre-
sidente declama abena a sessao.
Lida, foi approvada a acia da ultima.
KXI'EUIK.NTE.
Um oicio do miuistro dos neg icios da agricul-
tura, cummereio e obras publica-, participando a
E o caso de dizermos como o italiano :x non sua UOnieasao. Accuse-se a lecepcao c arclii-
e cao c bene trvalo. ve-se.
------ Outro do secretario do tribunal do commercio
(tom a denominacao de Meyerbeer t os empieza- 0 Maraubo, juntando a relacao dos commercan-
rhf, le-se no Commercio do Porto : tes que se matricularam no mesino tribunal de ju-
proposiio de theatros, A Africana, dcsiever- \\M a Jezcuibro. Accuse-se a recepcao e archi-
botlr, agora mais do que nunca o assumpto uas Vc.se
corlversacoes. Fallase della na pera como se a ^ despachos.
cousa estivesse em ensaios. Fallase mesmo de >'o requerimento de Bernardino Jos Monteiro,
urna outra obra do Ilustre compositor que sera re- saisfazendo o despacho do 1 do crreme, alim de
presentada este invern no theatro do Odeon. ^r matriculado Matricule-se.
Cm amigo meu escreveu sobre esta obra mus-1 y0 e loi Alves Barbosa, Bernardino Al ves
cal um tirada humorstica, que aqu vou copiar Barbosa e Jos Alves Barbosa Jnior, satisfazen-
por me parecer que ha de agradar aos leitores ao da 0 despacho do 1 do corrente Declarem o lu-
Commercio. Ei-la : gar de seus nascimentos, pois qu; s o fizeram da
Todas as |>essoas ricas tem as suas manas. L,oru nacionalidade
Herlort conservou por muito tempo, n'uma posigao y0 de j, Kosa Goncalves de Je as, pedindo o re-
singular, urna galera de quadros de um valor n- gislro de uma escrptura de hv.otheca Regis-
eslimavel : todos os quadros, amontoados sobre o ^.^
soalho, estavam vollados parajis paredes. Meyer- >j0 da mesraa, pedindo o registro de outra es-
tro de uma
Em notos do (he
sumo d>)s valo-
res de 105000 e
-nperiores. . 440:0004000
Em moeda de tro-
6J622
Eni notas da pro-
459:320*000 5,127:510i."i42
11,592:9015213
Passivo.
ttanco du Brasil conta do cauital.
Valor fontocido pe-
la caxa matriz. 2,000:000*000
Enuto.
Valor em circula-
cu '........ 7,^98:080)000
LtftOl Por dinheiro loma-
do a premio. . *
Por saques..... 21:0005000 21:000*000
DttMraot.
Saldo de varias con
tas........ 1,677:495*503
Camos t verdal.
Lucros sujeitos a
liquidacao. . 98:725*710
11,592:901*213
0 guarda lvros,
Ignacio Xunes Correa.
COMMUNICADOS.
_, pedindo re-
Logo que tem escripto a ultima nota, veste-se e re- (fem- ,juas escripturas de hvpjtheca Kegis-
oqbe os cmnrezaro<. Conversam, discutem, harmo- tre-se.
nisam-se, desdzera-se, reconciliam-se e desaveem-1 n;0 preo\;rco A. P. Pinto e Antonio de Souza
sej de novo; e, como nos tratados de Meyerbeer ha 1^1 p|ore5j pediodo o registrado seu contrato so-
setnpre um artigo 14, este exercicio dura de 20 a ca| Satisfacam e parecer fiscal.
25aonos. j No da compohia Pernambucana de navegacao,
Alm da Africana que cumprio a sua olym- pediudo carta de registro para c seu vapor Pura-
piada, Meyerbeer tem mais uma produccao de dous ^ Satisfajam o parecer Oscil.
annos, cuja historia a seguinle : .No de Silvioo Guilherme de larras, visto pelo
Mr. Henry Blaze escreveu um drama, eu deveT ; r. desembargador fiscal, pedinde matricular-se -
ra; dzer um poema encantador, do qual Goeihe e Matrcule-se.

ADVERTENCIA.
Na tolalidade dos doenles existem 172 alena-
dos.sendo 9 homens e 27 mulhercs.
Foram visitadas as enfermaras estes das :
Pelo Dr. Ramos s 6 40, 0 1|2, 6 l|2, 6 1|2 6
1|2, 6 3|4, 6 Ii2.
Pelo Dr. Sarment s 8, 7 1|4, 7 3|4, 7 1(2,
S I [2, 5, 5 3[4ho-
monar.
Francisco das Chagas Ramo: ; hepatilc bron chite
chronica.
Movimonto da casa de delencao do da l> de
fevereiro de 1864.
Existiam...... 344 presos
Entraram..... 13
Sahiram...... 6
Existem...... 349 >
A saber :
Nacionaes..... m
Kslrangeiros... 3o >
Alulheivs...... 9 1
Batrangeiras... 1 >
Escravos...... 63 >
Escrava:...... 6
349
144
de fe-
Seglo domingo
crvela Mahiamna.
Amauheceu houtem rojibada a taberna da
travssa do Queimado, do lado da ra larga c'o
Rosario, pe. teiiceole ao Sr. Manoel Ribeiro Fer-
nandos, lev indo o ladrao ou ladrocs trinta e lanos
mil rus em diuheiro, 20 libras de rap Meuroi,
50 a 00 libras de velas de spermacelli, Oqueijos ^ l^s"? 20"""^'""
do reino, 3 meias caixas de passas, algumasgarr 1- p.T' ,,' viiias-las s 5 li2.
fas de vinho, alguma latas de savel, crakuel e ca- \ n'JAa
xas de chanilos, e varios objeclos de pouco valer. p|iABeram
Penetraram oc ladros por urna porta que deila j The|)llila ilara do Es.lirit0 santo; tubrculo pul-
para o corredor da escada, e sahiram por duas 01-'
tras que dao para a travessa do Queimado.
Muito tempo tiveram elles para roubarem, po*-
quanto chegar.iai .1 remover um barril com !'i li-
bras de manteiga, de dentro do lialco para junio
da porta de sabida. Veremos o que faz a pobc a
de Saito Antonio para a descoberta desle roub),
pratcado em ra tao publica e frequentada.
Nessa mesma noile foi tambem visitada a
casa de residencia do Sr. Joaquim Pereira Arante*,
na mssma travessa do y.ieiinado, nao lograudo os
ladros realisarem seus lulenlos, por terein enco 1-
trado um moleque desse senhor em uma sala pr> |
sima entrada, para a qual nao poderam cntr ir
por ser ella trancada por uma forte grade ile
ierro.
No da 2 do corre ite foi eucontrada, pea
i>arca porlugueza Flix, entrada do Ro de Jam i-
ro, na lat. S. 15 57" e long. O. 30" 15" a gale.-a
norue-guense Pearsones, sem nenhuma novidade.
De Garauhuns temos noticiae que alcancam
a -t do corrente, e dellas consta o seguuce facti :
Na Cruz de S. Miguel, povoado perlcncente .10
termo da villa de Bom Cunselho, deu-se ha poucos'
das um assassinato na peaaoa de um infeliz que
viva de negocios.
* A victima eslava acocorada aquenlando-se jo '
fogo dentro da sua casa, quando recebeu de un
iadvidu) que sejllie approximara peL retaguarda,
uma punhalada no peito esquerdo, a qual Ihe cau-
sou a morle instantnea : suppoe-se que o ass; s-
sinara o sea proprio caixeiro para rouba-lo, sen lo
que togo depois de commettido o crime, desap-
pareceu.
__ A polica daquella villa prendeu diversos n-
dividuos, s ibre quem tambem recahem suspei as
de compicidade, o contina em iudagaeoes para
descobrir os verdaderos criminosos.'
Pelas duas horas da tarde do dia 3 do cor-
rente, as proximidades da camba dos Remedios,
cahio no rio Capibaribe Braulio Antonio do as i-
ment, que suecumbo (or nao ter sido soccorrilo,
sendo que so dia immediato foi encontrado o ssu
cadver, que foi visteriado.
Tendo dado cabida em nosso Diario, no anuo
passado, aos diversos ralatorlos i'os ministros la
cori brasileires, encelamos hoje, na 8* pagina a
ipublioacao dos additan'enlos apresentados peios
.meamos r uelles relatorios na sessao das camaias
Ao correal i anuo. Para essa pagina, pois, chaa-
mos a atteigao dos.leitores.
O de-ejo que -nos tem mostrado diversos is-
sigsantes tmt leitura do discurso do nosso amigo
o Sr. r. Felippe Lope Netlo, demoveram-no!; a
iatanomper boje a puJdicagao das sessoes da ca-
jnara dos rs depuiados? para dar leitura desse
Maenraa, que rai iransoripto no lugar competen e.
No da 21 do cori eute tem lugar a testa ie
Santo Amaro, na sua capella da cidade Nova.
Sguendo nos informan), as pravas que eoin-
fe flgoaraicio desta i-idade acham-se sob una
|)resso teirivel de trabalho, com grande damao
da regular dade e aceio do serrieo, devido isso aos
grandes destacamentos que existem no centro la
provinea, at mesmo em povoacoes de nenhum
valor. As pj.irdas, desde algi;m tempo esta pr.r-
te, pissam sois e oito lias sem serem mudadas
como convinha, sendo apenas transferida d'ins
para outros prtos,
A'ser isso verdade, chamamos para isso a u-
toridade competente para quo d providencias no
sent lo de HT o mal remediado.
Corrern) calmos os dous primeiros das do
carnaval, Codo havido pouca animaco nos mas-
aras. No entretanto nos informam que entre esics aL b=J, c=3, d=4, c=5, f=6, g=-7, h=8, i=9,
Alimenladosa custodos cofres pblicos.
Movimento da enfermara no da 7
vereiro:
Tiveram baxa:
Joao Ramos Machado: intermitente.
Antonio Jos Alpire ; dem
Movimento da casa de detencao no dia
fevereiro 1864:
A saber
Existiam Entraram. Sahiram . 349 presos 8 > 5
Existem. . 352
Nacionaes. Estraogeiros Mullieres Eslrangeiras Escravos Escravas . 239 presos 35 8 > 1 > 63 6 1
352
Alimentados a cusa dos cofres pblicos 144
OltTI ARIO DO DIA 7 DE KKVKUEIHO, KOCF.lllTKItlo
1TLICU.
Franeisca das Chagas Ramos, Pcrnambuco, 38
annos, viuva. Boa-Vista ; hepalite brandte chro-
: nica.
Leandro Jos Ribeiro, Pernambuco, 34 anuos,
casado, S. Lourenco; tubrculos pulmonares.
Ralbna, Pernambuco, 2 annos, Santo Antonio
tumor.
UM POUCO DE TODO.
Sob o titulo Itcnau i uma ilas bestas do Apoca-
lypse, l-se na Cruz, extrahido do Emancipateur,
de Cambra i :
Nao posso resistir ao desejo de vos rommuncnr
que Mr. Renn i uma das 7 bestas do Apoealypae
L-se no eapitulo XIII do Apocalypse que 8, Joo
vio erguer-se do mar uma bosta, que tinha 7 ca-
beras e sobre ellas haviam nomes de blasphemas!
Elle nos diz mais ser dado besia uma bocea, que
se gloriflcava insolentemente, blasphcmando con-
tra Reos, eonlra sen tabernculo, c contra lodos
aquellos que habitam no co. E' nisto que consis-
te a sabedoria, accrescenta S. Joo, quem tinha in-
telligencia cont o numero da besta, porque seu
numero >' 666.
Trata-se, pois, diz o autor do artigo, de aehar o
numero 666. Eis como foi, e todos podero fazer o
mesmo.
Escrevi desle modo todo o alphabeto :
iN!jri5 existem, que sao
tormam que entre os; es a=t, b=2, e=3, d=4, c=5, ftt, e--=7, h=8,1-=
escravos, cuja audacia J=10, k=fll, I-H2, m^|3, n=14, o=13, p=
[,
o liere. E' um trabalho consummado e de muito
lavor, de extrema graca e delicadeza. No segundo
acto ha uma scena phantastica em que apparece
Mgon. Meyerbeer, tendo casualmente tomado co-
ohecimento da obra, achou ah motivo de inspira-
cao! Animou-se e pedio a Mr. Blaze que lhe dei-
xasse com por coros sobre algumas passageos, a
canco de Mignoo, e nao sei que mais. O offereci-
mento nao era de despresar. As scenas foram um
pouco retocadas para as necessidades da composi-
co musical. Meyerbeer melteu mos obra, e,
estando terminada, lavrou-so um contrato com o
Otleon. Neslas alturas que o procedlmento de
Meyerbeer cometa a ter sua graca. Primeiramen-
te dexa de comparecer quando tinha promettido,
porque est em Berln. Depois, quando yolta de
Berln, para annuncar que torna para l a par-
tir. Por lim sorprende-no em Pars e l o arrastan
ao theatro, onde nao tem outra preoecupaelo senao
adiar por onde se noan escapar. Para reconliecer
o terreno, Meyerbeer coraeca por algumas esca-
ramuzas :
Dz-se que a vossa sala bastante escura ?....
Augmontar-sc-ha a illuminacao.
Parece, por outro lado, que se est real as-
sentado na pilela.
J se deu ordem de arranjar os assentos de
modo que se estoja comraodamente.
Sim, mas dize-me, nao adiis que as vossas
porleiras j esto algum tanto passadas desde Ro-
bins-des-Bos?
Mandar-se-ho Londres para serem esmal-
tadas.
Desalojado do seu reducto, Meyerbeer decde-se
a atacar a fundo.
Olhai, meus amigos, diz elle, tenho um re-
morso; metti-vos em urna sorpreza iinpossvel,
porque, em summa comprehendeis que a minha
opera nao pode ser cantada por Mrs. de Saint-
Lod, lloger, Festier e Porel.
Fica descanQado, haves de ter tenores.
E sopranos r
Sopeamos tambem.
E contraltos ?
Contrallas igualmente.
Ah I e eu que nao tinha previsto uma cau-
sa E bartonos, e bassos cantantes e bassos pro-
fundos ?
Tudo isso ha de haver.
Vos contrariaes-me ; rommetteis loucnras.
Custar-me-bia muito metler-vos em grandes des-
pezas. Alm disto, nao pensastes talvezque me se-
riam precisos cem msicos na orchesira.
Tereis cento e ciucoenta.
Safa Vos dais-me tudo o que vos peco! E
pois para me violentar.
Sr. Meyerbeer, nos estamos resolvdos a exe-
cutar a vossa obra coate o que custar.
Se assim diz Meyerbeer vencido, nao vejo
mais obstculo nenhum ; por mas que procure,
nao o enconlro. Ento esla arranjado o negocio.
Ah eu esqueca nma cousa. Est bem entendido
que nao me daris msicos mal ponteados, com
vakto cor de avela. Creio que saraphins com
harpas de ouro fariam bem a orcheslra. E um de-
lalhe mais insisto por elle, essencial. Demais,
uma cousa to simples e ao natural, que nem sc-
quer tinha pensado em fallar-vos nella.
Isto d motivo alguma demora na resposta, e
Meyerbeer aproveta-se desse momento para se
escapar, tendo-.-e retirado La Rounal para consul-
tar com Tsserant.
Meo Heos I diz Tsserant, demos-lhe alguns
saraphins, mas mostremos carcter, e juremos que
ser a ultima concess).
As cousas estao neste ponto e provavelmentc
ahi llcarao por muito lempo. para crer que o>
saraphins nao sern a ultima exigencia de .\le\er-
beer.
.1 llevolucao de Setembro escreve :
as costas da Sicilia est-se preparando actual-
mente um rarissimo phenomeno.
Ha alguns anuos que all desappa/eceu submer-
gindo-se completamente a ilha Fen^nda. Agora
observa-se que ella vai paulalinamenlt resurglndo
do seio das aguas, de modo que (alta j muito pou-
co para assomar toda ao nivel do mar.
Alguns sabios inglezes foram expressamenle ob-
servar to sorprendente phenomeno n'um navio
que esta cruzando naquellas costas.

l'ma folha eslrangeira annuncia que em Crostad
se est construindo por ordem do governo russo
um navio submarino de collossaes diuiensoea no
qual entrarlo 2.000 toneladas de ferro e ac. Dar-
Ihe-ho impulso duas machinas que funecionaro
por meto do ar comprimido.
Befe navio lera os apparelhos necessaros para
cravar nos cascos de quaesquer navios, fogucles e
outros mixtos incendiarios aosquaespoder logo por-
se fogo por meio da electricidade.
O dito navio ter na proa uns crystaes para que
os tripolantcs possam dirigir o rumo, e que peder
navegar na profundidade que se quizer.
Nao sabemos por que meios so obteem os horri-
veis resultados a que destinado este temeroso
instrumento de deslruico naval.
No de Medrooho & Martns, p< dindo o registro
do seu contrato de sociedade, tan bem visto Re-
gistre-se.
No de Manoel Luiz dos Santos & C, pedindo o
registro do seu contrato social Satisfaga o pare-
cer fiscal.
No de Maia & Espirito Santo, pedindo carta de
registro para o seu brigue Aui eliano Passe a
carta de registro prestando depoi. o juramento.
No de Albino da Silva Leal, c dado portuguez,
de idade 34 annos, commerciantt, pedindo matri-
cular-se Seja ouvdo o Sr. dse nbargador fiscal.
No de Aureliano Augusto de Oliveira, pedindo
ser admittido agente de leiloes O mesmo des
pacho.
No de Joaquim Ferreira de Az vedo Guimares.
pedindo registrar uma procurac > que ajuntaRe-
gslre-se.
SESSAO Jl'DIOARIA EM 8 DE FEVEREIRO
DE 1864.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. 'ONSELIIEIRO
SOL'ZA.
Secretario, Julio Guin araes.
A 'j horada tarde, o Sr. presidente abri a ses-
sao. estando presentes os Srs. desembargadores
Villares e Silva Guimares, ees Srs. depuiados
Lemos, Rosa e C. Alcoforado.
Lida, foi approvada a acta la sessao antece-
dente.
JLLGAMENTOS.
Appellantes, os administrador! s da massa falli-
da de Amoriin, Fragoso, Santos i C.; appellado,
Jos Francisco Rarrote.
Relatado o felo pelo Sr. de:embargador Vil-
lares.
l)es|irezaram-se os embargos.
Appellantes, Henrique Ucba Hijo & C. ; appel-
lados, os curadores da massa fallida da viuva
Amorim & P1II10.
Sorteados os Srs. Lemos e Rosa.
Relatado o feito pelo Sr. de embargador Vil-
lares.
Confirmada a sentenca appell ida com uma de-
claracao.
DESIGNACAO DE DA,
Appellantes, Saunders Brotheis & C.; appella-
dos, Johnston Paler & C.
Piimciro dia til.
PASSAUEXS.
Appellantes, Chrislian fi Irmo ; appellados, os
curadores fiscaes de Joaquim da Cosa Maia a os
d massa de Jos Luiz Pereira 1 Manoel SebaMio
da Rocha Lins.
Do Sr. deserabargador Villa es ao Sr. desem-
bargador Guimares.
AflBAVOS.
Aggravante, D. Auna Delphna Paes Brrelo ;
aggravado, Manoel de Souza Pt reir.
Aggravante, Slvno Guilherme de Barros ag-
gravados, Francisco Antonio de Oliveira c Manoel
Camillo Pires Falco.
Aggravanles, Leite & Irmo ; :iggravados, Eduar-
do Alexandre Burle c C.
Aggravantes, Kalkman Irmos & C.; aggrava-
do, Sam Mendel.
O Exm. Sr. conselheiro presilente negou provi-
mento.
Aggravante, Joo da Silva Para ; aggravado,
Joo Goncalves Ferreira.
Te ve provimento.
DILIGENCIA.
Appellante, D. Leonor Clara Eugenia de Lima ;
appellado, Bernardo Jos do Ba ros.
OSr. desembargador Guimar.ies mandou-os com
vista ao Dr. curador geral.
Nade mais houve, c encerrou-sc a sosso s 2 >*
horas da larde.
Gaita lilial do banco do Brasil em IVr-
naubuco (1).
BALANCETE EM 30 DE JANEIRO DE 1864.
ACTIV.I.
Accionistas do banco do Brasil.
Entradas nao rea-
Usadas de 10,009
accoes localisu-
das na provin-
cia .......'.... 96:240*000
tetras descontadas.
Com duas assigna-
luras residentes
no lugar do des-
corito-..... 684:871*f07
Com urna s dita
dito....... 81:202*739
Letra caucionadas.
Por orno, prata e
ttulos commer-
ciaes.......
Por outros ttulos.
Sem que nos proponliainos de maneira algu-
ma a dirigir censuras a quem quer que seja,
abalancamo-nos a fazer algumas considerares,
com relacao a um objecto que suppomos de incon-
leslavel importancia ; e esperamos merecer apre-
50 na franqueza com que nos exprimimos.
Nao sabemos a razo de conveniencia que moti-
vou de alguns annos a esta parte a mudanca no
transito das procissoes era algumas ruas-desla c-
daile, resultando dessa troca a preferencia nao
poucas vezes concedida a cortos lugares, que por
esse lado nao deveriam merece-la.
A nao existir uma necessidade ou conveniencia
publica, nao vemos que se deve estar a mudar as
cousas do seu amigo estado, e a traustorn.i-l.i- da
ordem em que sempre estiveram n'uma grande
serie de annos, s pelo desejo de estabelecer novi-
dade eu sugeita-las a variedade da moda.
A ra estrella do Rosario, por exeroplo, que at
certo lempo era uma das mais inalleravelmeute
percorridas pelas procissoes, em seu transito or-
dinario, passou de um dia para outro a ser priva-
da dessa honra, sendo alias bem notavel que ne
nhuma illeraco se lizesse semelhante respeito
emquanto essa ra se eonsertou menos decente,
enlameada e mmunda, e que s se lembrassem
de condemna-la desde o momento em que seus
respectivos moradores trataram de calca-la e de
pro|X)rcionar-lhe pelo aceio um aspecto mais ele-
gante.
Desde que temos uso de razo nos lembramos
3ue essa foi sempre uma das ras mais frequenta-
as, pelo que respeila ao transito das procissoes ;
e, sem que descenhocamos o direto de alterar as
cousas e de muda-las da ordem em que at certo
tempo estiveram, entendemos que taes mudanzas
s podem ser autorisadas por motivos de alta pon-
deraco c de reconhecida conveniencia.
Com relacao particularmente ra estrella do
Rosario, nenhuma razo vemos que fundamentasse
a mudanca a que al ludimos : aps muitos annos
de ininterrompido costume ficou ella condemnada
irremessivelmente. ao passo que sem motivo al-
gum preferiram-lhe travessas e ras exquisitas,
por onde o transito das procissoes nao se faz com
mais decencia nem com mais proveito para o culto
publico.
A quem competir pedimos respetesamente se
digne de prestar attencao a estas humildes mas
justas ponderacoes, e rogamos rellcta sobre a con-
veniencia de nao privar por mais tempo os mo-
radores daquella ra da satisfaco de pre-
senciar esses bellos espectculos religiosos, dos
quaes nunca estiveram privados por uma tonga
serie de annos.
Com isto nao offendemos a pessoa alguma : le-
vantamos um brado em prol de um costume inve-
terado e antiqusimo, pois nao vemos razo para
que seja transtornado e destruido ; e esperamos
que o nosso pedido nao fique esquecido, porque o
fazemos uas melhores intencOes, e sem a mas leve
prevenco.
Um catholico.
V estrada de ferro.
Falle antes de hontcm muito seriamente das
irregularidades da estrada de ferro, (ao menos foi
minha intenco) e s jocosa poderia adiar a mi-
nha censura a agencia de dita estrada, porque
s quem pode adiar graca em regular seus relo-
gios pelo dedo, o nunca os que soffrem as pecas
quejaes relogios nos pregam.
Nao poderia deixar de altribuir as mudancas das
horas da estrada ao dedo (e nao systema de dedo
em que nao fallei) porque s o dedo pode alterar
em Tinte minutos de nm dia para outro os relo-
gios da estrada : se nisto ha graca, nao de
quem o diz, de quem a faz.
O amigo da verdade que me responden boje, afir-
ma que nao se faz mudanca sem aununciai -se ;
nao nega noentanto que se (acara taes alteracSes
no relogio da officina do Barbalho, por onde se
regula a estrada, nem to pouco o confessa, adian-
do no entanto desarazoada a minha censura. Jus-
tilica-me porm o clamor de todos os viajantes da
estrada que nao sao avisados dessas gradabas
dos agentes della.
Que importa que a estrada ge regule por Bar-
balho? Isto nao a justifica, utna vez que D0 p
de contestar que esse relogio do Barbalho cons-
tantemente se altera com o dedo na differenca de
10, 15, e uma vez al de 20 minutos para mais
ou para menos.
lu da, quando a estrada de ferro eslava, ha-
via mais de dous ou Ires mezes, com rate minu-
tos de atraso, locou para diante os ponleiros de
seus relogios, e quasi lodos os passageiros de to-
da linha perdern) o trem : s se ulrarem os
viajantes de longe. Este fado ainda um pouco
fresco, e est gravado na memoria de todos os
pacientes que foram mulos.
Vinte minutos 6 brincadera? Quanto prejuizo
deu a lana gente ? S quem nisto pode adiar
graca a estrada de ferro.
Recite, 8 de fevereiro de 1864.
A/fonso CORRESPONDENCIAS.
766:6740896
:>: 123*140
12:094*:.'2O
4,962:996*834
No mar do norte naufragou ha das um navio
hamburguez de grande lotaco a bordo do qual iam
320 passageiros dos quaes 303 foram victimas des-
la ealaslraphe extraordinaria!
O navio tinha deixado Slade qninze das antes.
Na noite de quarta para quinla-feira um vento for-
tissimo o impellio para a costa, e ao romper da
manha elle era despeda$ado de encontr aos ro-
chedos.
Velhos, mulhcres, creancas tudo foi sepultado 1 (1) Em consequencia de se liaver dado um pe-
no rovolio seio das vagas. I quono engao no presente bala ico, de novo o pu-
penas lo pessoas poderam salvar-se n'uma lan- blcamos.
cha podendo alcanear a trra mortos de fome e de ,1 Redaco.
tetras a receba:
Saldo desta conta.
Coutas correnies.
Saldo desta conta.
Diversos.
Saldo de varas con
tas........
Caixa.
Pelos segrales va-
lores:
Em moeda de ou-
ro de 22 quila-
tes ........4,228:183*'..20
17:217*460
301:882*413
320:979*368,
Senliores redactoresA maneira vil e calumniosa,
porque acabo de ser tratado em um aranzel guisa
de correspondencia inserto em o seu Diario n. 293,
de i de dezembro do auno ltimamente lido, me
obliga a uma resposta, de que prescenderia, se o
seu conceiluado jornal nao fosse lido pelos que me
nao conhecem.
Assim, wjo-me constrangido a oceupar-me de
Joo Evangelista Bello, signatario do aranzel, a que
I me retiro, e a quem devena entregar ao mais so-
lemne desprezo, se nao attendesse, que devia jusii-
Ilear-nie das fortes arguices que se me rrogou, e
se nao conhecesse, que essa publicaco calum-
niosa se prenda o lim de desconsiderar-me na
opinio dos que me destinguem anda com suas
relacoes de ainisade, e de inteira confianca.
Mas, alm dessas ronsideraees. os fados all
alluddos, e fflim allribuidos, sao de tal ordem, e
alcance, que convin 1 cslabelec-los, para que nao
paseen) desnaturados, e em grande prejuizo de mi-
nha reputaco adquirida e asseutada na vida do
commercio, a quo me dedique! com dignidade e
honra pelo tempo de 19 annos.
Os prejuizos consideraveis, que, por mas de tres
annos, Uve de, nessa vida, experimentar; a falla
; de pagamenlo da parte de meus devedores; o rece
; bimento toreado de un engenho de assucar, que
' fui levado receber em pagamento na ausencia
absoluta de outros bons, e finalmente a necessida-
de de i.izer nao pequeas despezas com esse esta-
belecimento em ordem que. convenientemente
montado me ds;C lucros, que compensassera o ca-
pital empregado, ludo isso concorreu, para que nao
podesse .1 lempo devido satsfazer meus compro-
misos nessa praca, e por cousequcucia me cons-
trango a pedir sem abalimento de real aos meus
benvolos credores prasos, para, dentro dos mea-
mos, saldar meus dbitos, o que me foi concedido,
sendo que. alera de nao obter abatnente algum,
deu-se, fiz incluir as letras, que passe a Domin-
go Jos Ferreira Guimares os juros doprasol
Oblido, pois. esse praso, voltei-me para o traba-
lho da canna, donde esperava lucros para eccorrer
as inhibas precses, mas o diminuto prego, porque
ltimamente se tem vendido os productos dessa
lavoura, alm dos prejuizos causados pelas gran-
des endientes dos ros, a que eslo sugelos os ter-
renos em quese fazem essa culturaprestou-se
anida a uao soluco de minhas dividas, nao me
esquecendo entreunto de remetter o liquido de
minhas letras a algum dos meus credores. como
bem o podem dzer os Srs. Campos & Lima, para
os quaes appello.
Levado, por tanto, esses apuros, e cercado de
precses entendi-me com o meu amigo e compa-
dre o coronel Manoel Varella do Nascimento, a
quem, para os meus arnuijos nessa praca, e para
acudir as despezas em 1837-feita.- com os salvados
da barca llainha do Pacifico, que a mjm e ao nego-
ciante Domingos Henriques de Oliveira se cQiisig-
nou, fiquei devendo a quanlia de 01I0 contos de
ris, como se verilicoii no ajaste de nossas con-
tas. Fazendo-lhe ver por essa occaso a m situa-
co, em que me ada va, assim como os compro-
inissos estabelecidos para com os meus credores
nessa praca, propz-me elle entao, que me espera-
ra pelo lempo de quatro anuos, se eu lhe garn-
tase seu debito com hypolheca de algum dos meus
bens.
Julgando de vantagem a proposta consignada, e
querendo crr, que, no praso estipulado, podesse
solver todas as minhas dividas, nao hesite em ac-
ceiiar a predita proposic/io, passando effectva-
inente a hvpothecar partes de meus bens, sobro
que se_tem levantado grande celeuma por parle dos
que nao conhecem a conveniencia da medida abra-
cada, deixando de fra o engenho e muitos outros
bens, que, por seus custos, e valores recebidos, sao
mais que sufllcienles para o pagamento de meus
credores, cujos interesses sou eu o prmeiro a pro-
mover, e a zelar.
D'aqui fcilmente se conhecer, que, nessa hy-
polheca, houve de minha parle a melhor boa f, e
intenco, que nao a que me quer emprestar Bello,
visto que alm dos bens hypothecados, ha outros
de nao pequeo valor, bastantes para garantir
meu debito.
Nio, portante, nada lem de eslranheza; porque,
passando a referida hypolheca, era que Cz incluir
bens preveligiados, e incorporados ao engenho,
deixei outros, como j disse, superabundantes em
valores para a soluco dos demais meus credores,
que devem ficar certes, de que estao garantidos,
bem como de que me nao esqueco de fazer extin-
Suir essa divida, que Unte me consomm, como pai
e crescida familia, a quero corre o dever sagrado
de premun-la de meios para sua sustentaco, e
educac,es fulu'ras.
Explicadas, pois, as causas dos meus apuros, e
as que me seduzram a fazer a hypoineca, de que
tenho me oceupado, passare a tratar dos fados,
a que falsa e maliciosamente allude Bello, em o seu
predlo aranzel.
Nao me foi possvel pelos motivos, qoc fiz assg-
nallar, satsfazer as letras vencidas no prmeiro
praso, que me foi concedido; e, por isso, se bem
que inda resUssem duas, a vencer-se uma em de-
zembro do anuo lindo, e outra em dezembro do
anoo correte aqu se apresentou Bello por parte
de Campos tt Lima para exigir nao s a importan-
cia da letra vencida, como das oulraa para ven-
cer-se.
Apenas fui iiuelliceiigiadndaesuda de Bello nesta
provincia, e do lim, que a ella o conduzia, busque!
com elle entender-me, a fin de cnegarmos a um
accordo rasoavel, e conveniente a todos os nitus
credores, aos quaes nao desejo prejudcar.
Nada, absoluuraente fallando, pude conseguir,
pois que Bello s quena diuheiro ser pago de
lodo o debito contrahido, fazendo propallar, que-
acconando-rae, tera o mais completo triumpho, se
nao aqui, no Recife, onde dispunha Campos Li-
ma de todos os recursos de valnenlo e proteceo,
como j o patenlearaiu por occaso das quebras
porque passaram.
Era visu disso, esperei resignado e tranquillo
era mulla consciencia o desfeche de semelbantes
parvoices, al que um amigo roen, intervindo be-
nficamente, e sem minha previa acquiesceoria,
esubeleceu um arranjo, que, ao depois tve de
annuir, por ser vanlajoso o abate, e mais anda,
pela acceilaco de duas letras na importancia de
2:300*000, que me era devedor o roajor Miguel
Ribeiro DanUs Jnior, prefazendo o restante com
o producto de nosso engenho, que foi sacrificado
pelo baixo preco, que encootre.
Accresce dzer, que no mesmo tempo em que
Relio me ameacava com os tribunaes, fazia eu re-
messa de 90 saceos cora assucar Campos A Li-
ma, que, recebendo, e vendendo-os, nem ao menos
me quiz prevenir de seu producto em dinbeiro, de
sorle que esse fado, alm dos demais, prava exu-
berantemente a firme nteuco, em que estou de
pagara quem devo, despresando como devo, os ditos
loucos, egrasseiros de horneas, como Relio, que se
nutrem com a adversdade alheia, assacando-lhe
baldees, que smenle nellcs assentam.
E, porunto, falso, que eu ameacasse: isso repel-
len) minha educaco, e procedimeoio, invocando
sem temor o testemunho dos que por negocios
idnticos me lem procurado, e iratouo.
Nao duvido, e nem me opponho, que no estado de
perfeitaembriaguez emque constante,ediariaraenle
percorria Bello as ras desu villa, vociferando
contra reputaces llibadas.. e at ento respeu-
das, alguem, condoendo-se de sua condico misera-
vel o advertisse, de que, pela eoutinuaeo, lhe po-
desse resaltar algum desgoslo sensvel, cuino lhe
ia acontecendo rom o negociante Luiz Pereira da
Costa, que o fez callar com uma cadeira. que aos
ares (o segura por outrera, como sou informado.
O engenho, que diz esse despresivel hornera rae
pertenece nao sabe, como, havido por justo, e
legitimo titulo, que tenho para apresentar, quando
ello me seja contestado sendo da mesma sorle des-
tinado do menor fundamento, que me sirva de
pessoa livre, como captiva, a respeito do que e de
mais outros factos, tenho dado poderes espociaes
para nessa praca ser chamado a responsabilidade
esse vil detractor da minha rcputac.au.
Em referencia a allegaco de torera os Srs. Cam-
pos 4 Lima me tirado da miseria, e me levado
posicio de negociante, cbeme dzer que em 1831
quando lu apresenlado por Antonio Pereira Mon-
des assistente, boje na Europa, Jos da Silva
Campos, que ento havia comprado a casa de ne-
gocio da viuva Maia, j meu crdito, como nego-
ciante nessa praca, eslava esUbelecdo desde 1844;
unto que o Sr. silva Campos, fiando-mc suas fa-
zendas, contentou-se nicamente cora a minha
tirina, despresando a do Sr. Meudes, que me pre-
sentara i essa senhora.
A esse tempo notei, que o Sr. Pitorra, socio
boje do Sr. Lima, que eulo era simples caixeiro,
e iutciramcnie descomiendo, ligurava, como com-
prador da casa de Silva Campos, em consequencia
de quebra. de que se nao pode rehabiliUr.
Ora, se Pitorra, de presente conhecido por (ira-
pos, nao poda negociar por s pela falu da precisa
rchaLitaeo, c se Lima, seu socio, era simples, e
pobre caixeiro, no entanto que eu j negociava
desde 1844, e tinha crdito esUbelecdo, evidente
em vista disso, que Campos iv Lima, ento nulli-
dades reconhecidas, nao podiara lirar-me da mise-
ria, e levar-me posico de negociante, como sem
o pensar disse o ebrio do Bello, que bem poda pon-
par a seus patres a renovaco desses factos, que
alguma cousa dizem em relacao ao seu estado
actual.
Desde, pois, a poca, em que prncpe a nego-
ciar na casa do Sr. Silva campos, que passou peto
pasnmenfe deate aos Srs. Pitorra Lampos &
Lima. monUm minhas transaos em mas de 130
contos, sendo para admirar, que, apenas de lodo
esse computo licasse no ajuste de minhas couUs,
quando aeabei com a vida de negociante, a dc-
ver-lhes, a quanlia de oito contos de res, fazendo
entrar os juros, que me foram coudos.
Segue-se finalmente desta simplesexposico, que
pode ser comprovada com os meus livros, que
nada de attencoes devo aos Sr. Pitorra Campos &
Lima, a que, pelo contraro, me considero credor
da despensa de v; liosos favores, que nunca seriara
ilc 01 hecidos de almas grandes e generosas.
Nao posso, e nem deve ullmar a presente res-
posta sem protestar contra o que esse miseravel fez
escrever era relacao ao meu amigo e compadre o-
Sr. coronel Manoel Varella do Nascimento, a quem
nao podem chegar as sellas, que a sua perversida-
de e maledicencia lhe fez alirar.
Aqui paro, assegurando, que nao receto de ver
na publicdade os actos du minha vida, que toda
inteira olTereco. como uma prava de que muito e
muito preso, a reputaco, que lenho honestamente
adquirido, e de que felizmente goso entre os que
me conhecem.
Dgnem-se, senhores redactores, de fazerem
imprimir estas linhas em o seu Diario, com o que
muito obrigaro ao su constante leitor.
Villa do Cear-merim, 8 de Janeiro de 1064.
Jos Francisco da Costa.
PUBLICARES A PEDIDO.
im* lins vermfugas de Keatp.
Aspasllhas vermfugas de Kemp sao por sem
duvda alguma infinitamente mas eflJcazes e uteis
do que todos os mais remedios perigosose nausea-
bundos quo existem para a repulso das lombri-
gas. Elles nao soraentc expellem e destrem m
inmundos parasytas, mas tambem removem a rau-
cosdade em que elles se engendrara, mpedrado
por esta forma a sua reproduccao.
f
\

\


Diarlo de rernaauhnco Torea elra de ivrieirtf t> *84H.
mcontra um 16 caso em rao ellas propOr a tater estas obras, i aprttentareffl ttt.
lenb i:n de lado Je prodosir u desoja Ij effeito de rropostas na mencionada directora nos das 9. lu,
e 11 du corrente mez, onde podero oliier as ox-
plieaeSea de me necessitarem relativamente as |
mencionadas obra.
urna maneira satisfactoria. E n Hrtndc do se acha-
rem sontas de ingredientes irritantes, naoca i
iK'h mei de itiaaeoia balsmica Marisa o veolre o o
deivi no islario la mua salunridade pertoita.
.\ ei i incas a-t confunden) fcilmentecom oatros
contritos ordinarios em rasic da sua apparencia e
p gostam di lias, tanto qi.anto goslam de pro-
ferios doces.
X venda as boticas de Bravo i C. o Caors &
Barbosa.
COMMERCIO.
Directora das obras militares de Pornambuoa6
de fevereiro do 1861. Lnii Francisco de Paula
do Albuquerque Maranbio, amanuense.
Pela subdelegara da freguezia de S. Fr. Pe-
dro Gonra I ves do Recife se faz publico que foram
apprehiididos em poder de un individuo que an-
CO.MPANHIA PgRNAMBUCANA

^iyt"';,C5"*0 co>era a vapor.
' Paraba. >'J>la|. ** Aiu-:il>. Orar.
r ..'j-ararii'. ;
.''o da i i as 8 horas da tarde
segu un vapor da rompanhia
para os portos cima Indicados.'
Receben carga at o dia II. En-'
eommendas, passapeiros c dinhei
quem pertencer de KM) barris cora banha de porro
ltimamente despachada, a qnal d veri sabir da
alfandega no referido dia o ser vei dida no arma-
tea) do 8r. Annei em frente a mesma alfandega,
no da e hora cima dito.
liEIfiAli
DE
r
i
- >
i
wwmm,
Mi.ui Ren limenio do dia 1 a 6.......
dem do dia 8.................
IM:0*7J983
38:636*123
23o:2oWI08
tto-viineuto da alfandega
121
dava vendendo, 4 pedaros de tahuas de atiiarello ro a frote al o dia da sabida as i horas da tar-
jara ssoalho : quem se julgar com direito a el- de : escriptorio no Forte do Mallos n. 1._________
lis, compareea nesta suhdelegacia, que provando A ^HT?
Ihc serio entregues. i AHI8HJ
Couselho administrativo. Vai sabir por estes dias para o Ass o palhabote
Oconselho administrativo, para forneciment do Artista, recebe carga a- frete inuilo commodo, e
arsenal de guerra, tem de comprar os ohjectos se- passageiros, para o qne tem muitos bons enmmo-
,'uintes : i dos : a tratar com o capitao a bordo, ou na ruada
Para o stimo batalhao de infantaria. Madre de Dos n. 2.
Papel almaro, resmas 6 ; peonas de ac, caixas
ti; ditas de ave, 200; caivetes 2; tinta preta,'
garrafas 6 ; lapis de pao, duzias C ; arma para es-
MIMOS.
KIODE JANEIRO
O bngue lielizano segne com muita brevidade
Volumcs entrados nom facer das...
< < emii gneros
Voluntes sabidos com
t c com
fazendas...
goneros...
152
674
121
826
barris azeite ; a- ordem.
llenero despachado por consumo.
60 voluntes barricas abatls intimadas, 872 vo-
lumes de 8 ditis abatidas cada um e 100 barriqui-
nhas Nudas; a ordem.
Genero nacional.
50 saceos ca', 150 barriquinbas com quartos de
dit is den'ro; ;. ordem.
Barra |tortuj:ueza Fclix, entrada do Rio de Ja-
neiro, consignada a Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo & C, ntanitostou o seg .unte :
126 pipas vasias; a ordem.
lxportstfo.
Calera franceza Adele, carregou para o Havre,
por Avila, 12 ; traslados. .16 ; lapis de pedia. 18 ;
(aixinhas de instrumentos para desenlio linear, 4 ; i
i ompendio de metrologa, 10; doutrina rhrista, 10.
Para o nono batalhao de infantaria.
Bonets, 50 ; mantas de la, 50 ; britn branco,
varas 450; algodozinho, varas 225.
Quem quizer vender taes ohjectos apresentem as
loas propostas em carta fechada na secretaria do
Desear rt gam no dia !> de fevereiro.
Barra brasleir i//amonin--di versos gneros.
Galera portuguazaNora Firuaidem.
Brigue portuguez Bella Fiqteirensesal.
Galera franceza Utilecarvao.
Barea ingleza Tucn nf l.inrpootcarvao.
Brigue brasileiroAwiWiddiversos gneros.
Importaeio.
Galera portugueza Ateca Fama, entrada do Rio
Jan'iro consignada a Marqui Barros & C, ma-
nila 360 voluntes barricas almillas. 1,249 barriqui-
nhas vasias c 50 saceos cate ; a ordem.
Barca nacional Hermancia, entrada do Rio de l&J .
nei.o consignada a ordem, nanifestou o seguioteY iao se ,erem reunido ,odos scus membros- f
Genero reexportado.
51 cascos, 1 tonel, 2 pipis, 3 meias ditas c 42
Para Lisboa.
O brigue portuguez Helia Figuei-
rente, capitao Jos Ferreira Lessa,
vai sahir com muita brevidade por
ter a maior parte do carregamento
promplo, para carga e passageiros
. para os quaes tem expelientes commodos trata-se
onselho, as 10 horas da manha no dia 12 do cor- \ corneo consignatario E. R. Rabel lo. ra da Cadeia
rente mez.
Sala das sessoas do conselho administrativo para
fornecimento do arsenal de guerra 5 de fevereiro
de 1864.
Antonio Pedro de S Barreto,
Coronel, presidente.
Jo Antonio Pinto,
Tenente-coronel, vogal.
Conselho de compra* navar*.
Nao tendo havido hontem sessao do conselho, por
Qnin!a-fe.ri 11 do correule.
Por ordem da eafxa Tilial c por conta e risco
de quem pertencer irao leilao os eguintes pre-
dios outr'ora pertencentes Sebasti; o Jos da Sil-
va, a ser duas tercas partes do sitio terreno e ca-
sa do sobrado n. 42 na ra do Bemflea justo ao
Sr. Barroca.
O predio da fabrica e terreno de marinba nos
Afogados ao p da fabrica de saba que foi do
Delfino.
Os Srs. pretendemos devem exaninar com an-
ao O agente
um seu poder
tera lugar
qumta-ieira II do correte pelas 1:, horas da na-
nhaa na porta da associarfio commircial.
Corre riepols d'aiuasha.
Qisl*-Wni 11 'lo corn.nle mez, se ex-
1 traliir, a ultima parto da lercenH e pri-
, metra daqoarU lotera do Gymnasio, do
imiissIdmh (|;i orpja de Nossa Senliora do
Rosario da freguezia de Santo'Antonio.
Os hilhetes e meios acham-se venda na
respectiva thesouraria rua do Crespo n. 15
e as 'isas commissionadas rua da Impera-
triz n. 44, toja do Sr. Pimentel; rua Direita
n. 3, botica 6 Sr. Chagas; rua estreita do
Rosario n. 12, typgraphfa do Sr. Mira e rua
da lanicia n. 15, luja so Sr. Porto.
Os premios de 5:0000000 at 10,5000
sero pagos tima hora depois da extraerlo
f at s i horas da tarde, e os outros no dia
v
Joao Caetano de Abroo, Mara Paula de
Abren, e Umbelina Alves Correa de Abreu,
agradecem cordialmente as pessoas que se
dignaram assistir aos ltimos sulTragios de
seu mui presado pai e sogro Josa Joaquim
de Abreu, e de novo couvidam a assistir
urna missaque lera lugar no dia sexta-feira
12 do corrente pelas 6 horas da manbiia na
igreja da ordem terceira de S. Franciso, e
ahi se resar um memento, pelo que eterna
jnentc gratos Ihes licaran.
IHmwmb aHHHCnKSiBHBDmBnHflnBa
Precisase de offleiaes de sapateiro para
obras de seoboa : no largo da riheira de S. Jos seguinte depois da distribuidlo das listas.
Humero 25.

DE
iiihlico de ordem do Sr. presidente, que ficou, pois,
adiada ou transferida para 11 do corrente mez, s
II horas da manhaa, em que se promover a com-
ira nao s dos objectos do material da armada
innuneiada para essa sessao, mais ainda dos se-
gnintes :
200 tubos de metal patonte para caldeiras,
de 2 )4 pollegadas de dimetro exterior e 7 ps e
2 pollegadas do compriment.
200 barras de cautoneiras, ou ferro angular, 2 4'
de canto e J/ de grossura.
SO barras de ferro de 3 pollagadas de largura e
I '( de grossura de um lado e */ de grossura de
outro, proprio para grelhas.
4 chapas de 7 ps e 5 pollegadas decomprimen-
to, 3 ps e II pollegadas de largura, e J/i de polle-
gada de grossura.
4 chapas de 5 ps e 3 pollegadas de comprimen-
largura, e 3/ Je polle-
PARA 0 RIO DE JANEIRO
pretende sahir at 6 de fevereiro o patacho Car-
reia por ter a maior parte da carga : para o resto
que Ihe falta e escravos a frete, trala-se rom os
consignatarios Palmeira & Beltrao, largo do Corpo
Santo n. 4, primeiro andar._____________________
Para Hio de Jaaeiro.
Sahir com brevidade o brigue nacional Miner-
va, recebe carga e escravos a frete : trata-se com
Manoel Ignacio de Oliveira & Filho, largo do Corpo lotes a vontade dos compradores, es pretendentes,
Santo n. 19.
pela Parahyba 3,200 saceos com 16,000 arrobas de
assuear nascavado, 500 ditos com 2.500 ditas de \ ,0 "3'p.s' o 2 pollegadas d
dito branco, 303 ditos com 1,585 arrobas e 6 libras |a de m^g^g^
4c algodio. 1 chapa je 3 p.s e 6 pollegadas de comprimen-
Roeebedoria de renda* Interna* l0, 3 ps e 6 pellegadas de largura e V pollegada
ceraes de Peraaubuc. de grossura.
Rendimento do dia 1 a 6........ 4:176*926 3 chapas de 6 ps e 6 pollegadas de compnmen-
Id im do da t ................. 2:9*>5094 to, 3 ps e 7 pollegadas de largura e Vs de pollegada
-------------- de grossura.
7:163,5020 79 chapas de 5 ps de comprimento 2 ps de
====== largura, e V a Vis grossura.
r .>n vilnlf> uriti liiri-il E I chapa de 6 ps e 6 |Killegadas de compri-
dia f 8:774*W8 g1a.add^nsUerfho de compras navae, 6 de feve-
30:2165440
reiro de 1864.
No largo do Corpo Santo n. 6, segundo aa*
dar, precisa-se de um cozinheiro ptimo.________
Precisa-se de nina ama para todo o servirn
de urna casa : na rua da Concordia n. 65.
O bacharel Thom Fernandes Madeira de
Castro mudou o seu cscriptorio de advogacia da
I rua do Imperador n. 71 para a mesma rua n. 77,
primeiro andar; e contina advogar no adminis-
trativo, commercio, rivel. crime e ecclesiastico.
Aluga-se urna rasa terrea na rua Nova n
; 36 : a tratar com a viuva Cunta, na rua do Li-
vramento n. 28, sobrado.
acintho Moars de Menczes
faz sciente a quem possa interessar que se despe-
dio da casa dos Srs. Vaz de Leal, desde o dia 6 do
corrente mez do fevpreiro de 1864.
Para o Rio de Janeiro
At o dia 8 do corrente pretende seguir o pata-
cho Cfipxo'n, tem a bordo parte do seu rarrega-
mento : para o resto que Ihe falta e escravos a
frete, para os quaes tem excellentes commodos,
trata-se com es seus consignatarios Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo & C, no seu escriptorio rua
da Cruz n. 1.
Movis e outros inHitos artigo?.
Quinla-feira 11 do crtente.
O agente Olimpio em seu arma;:em rua do
Imperador n. 16. far leilao de movis e outros
artigos que se tornam enfadonbo m -ncionar.
ni:
Urna toja de ferragens.
O agente Pestaa fara leilao da toja de ferragens ',
da rua da Cadcia do Kecife n. 64, tom o fundo de '
16:0005, vende em um s lote ou em pequeos
lotes a vontade dos compradores, rs pretendentes, CvGlAo
podem examinar o bataneo em niao do mesmo ...
agente, o leilao ter lugar no dia 8 de fevereiro Precisa-se de u criado, prefenndo-se portu-
proximo futuro. guez, para casa de "" moco solteiro : a tratar na
Em consequencia de ser esse o dia improprio rua do Tambi n. 30. _________
por ser dia de entrudo hca transferido o leilao pa- Aluca-se una ca ra o dia 12 do corrente o qual principiar as 10 W(Jo ^3 quar,os>
C ozlnlirlro.
Aluga-se um l>om cozinheiro : trata-se na rua
dos Quarteis n. 10.
horas em ponto.
AVISOS DIVERSOS.
0 cii'urgiiM) Lea) mudou
a sua residencia da rua do:^^""'*
agua de beber, quinUl muto
grande, acabada e pintada ha poucos dias : a tra-
ar na rua da Imperatriz u. 74.________________
Precisa-se de urna ama que eozinhe e en-
gomme, e faca os mais serviros de urna casa de
pouca familia : na rua dos Pues 11. 27. ________
Aluga-se urna casa terrea piutada de novo,
sita na rua da Gloria n. 80: a tratar na rua da
PARA OruKTO
pretende seguir com muita brevidade o brigue na-
cional Amelia, tem parte de seu carregamento
prompto : para o resto que Ihe falta e passageiros,
^nSS^S'SSQueimado pai*i a rua dasj SANTO AMARO
nfrdo&c-,noseuescrip,orioruadivCr"Onizes sobrado n. 36, pri-! *JE^**ESZ xa-ro,*,
J sua capella das Salinas, nao podendo realisa-la do-
Q0 mingo, 14 do correte mez, como eslava dotermi-
trausferiram para o domingo seguinte 21,
ue o prograinuia sera em breve publicado.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
AOS 51000,000
CASA DA FORTUNA.
Bllhetes garantido
.V rua do Crespo n. 23 r rasas do rstame
lepla d'anaanha.
Quinta-feira, II do corrente, se extrahir a
ultima parte da terceira e primeira da quarta lo-
tera do Gymnasio.
O ahaixo assignado, recommendando ao respei-
tavel publico a compra dos seus mui felize* bilhe-
tes garantidos, lembra-lhe a vantagem que ha em
receber ts premios por inteiro, por quanlo quem
tirar a sorle de .~>:0H04 em bilhete garantido nao
recebera soinenie 1:2004,, m vrtuda loe Heu-on-
tos de 16 "i. que Ihe farao em vista das leis, mas
sim os 5:000,1 que vem a ser os ditos 4:2005 e
mais 8005 que pagar o abaixo assignado, impor-
tancia de ditos descontos, aconlecendo o mesmo
com as outras sortes. Os premios serao pagos co-
mo de costurae.
Preeo.
Bilhetes inteiros..... 65000
Meios bilhetes...... 35000
Para as pessoas que comprarem
de 1005 para cima.
Bilhetes........ 55500
Meios......... 25750
Manoel Martins Fiuza.
mmm
I
dvocacia.
andar,
rara o Hio de Janeiro meiro andar, por cima
ruiUU niUUt, UlNZltU > r inad.T, trausferiram para o domingo seguinte 21,
pretende seguir com muita brevidade o palhabote anillZem iTO^reSSlSia, ROll-, sendo .1
nacional Piedade, tem parte do seu carregamento
O Dr. Aprigio Justiniano da Silva Goi-
maraes contina com o son escriptorio
rua do Imperador n. 17, primeiro andar
(defronte da igreja de S. Francisco) e
pode ser procurado das 10 horas da ma-
nhaa s 3 da tarde. Reside rua do
Seve (lita dos Ratos) n. 10.
|KgSSggaBMS prompto a qualquer hom pa- t^^t^X^^^
O secretario.
Alexan Ir liodriguesdos Alijos.
MOVIMIENTO DO POETO.
IVm'io entrado no dia 7.
Rio de Janeiro -21 dias, galera portugueza Afora
Fnma, de 1,W6 toneladas, capitao Manoel Fran-
cisco dos Santos, eqaipagem 25, carga caf, bar-
ricas vasias e lastro; a Marques Barros & C.
Saludos no \wsmo dia.
Para e cortos intermedios -Curveta nacional Ba-
/i/iHi.oomuiandante o capitao de mar c guerra
Jos Secun lino Gomonsoro.
demVapor injler. de guerra Alecto, comman-
dante Mlake.
1! ivre Salera franceza Aele, capitao Gallier, car-
asquear e algodo.
Rio Grande do SulBarca nacional Africana, ca-
pitao Jos ilinocl de S^uza, carga assuear.
iis entrados no dia 8.
le Janeiro15 dias, brigue inglez Broakiag,
de 218 toneladas, capitao 1. L. Dousley. cquipa-
^'cin 10 em astro a Sa.vnders Brothers t\ C
BabiaII dias, brigue inglez Watter Baine, di
J47 loneladas, capitao Charles Aller, equipagen
11, em lastro; a Johnston Pater 4 C.
'..lilaode Lima65 dias, barca italiana Nkola
Hml'ino, de :i?W tomladas, capitao BenedicK
Kenesi, eq lipagem 12, carga guano ao mesim
capitao, vi o refrescar e seguio para Genova.
y ario salado no mesmo dio.
Rio Grande 1I0S11IRrigce escuna nacional Cysne
capitio Jise Monteiro de Almeida, carga as-
suesr.
THEATRO
DE
S. ISABEL
GRANDES BAILES DE MASCARAS
Sabbado. domingo, segunda e
terea-felra,
6, 7, 8 e ) do corenle.
Miguel Candido de Medeiros Pinto, tendo obtido
de S. I'.xc. o presidente da provincia, o theatro de
Santa Isabel, para dar pelo carnaval quatro bailes
mascarados. avisa aos amadores destes bellos d-
vertiinentos, que se apresentem, e que o program-
ma ser devidamente publicado.
Programma.
As 8 lioras da noite o theatro estar abarlo,
sendo que o director envidou todos os seus estor-
bos para que o publico encontr um salo digno,
para i-*o enbandeirou todo o theatro.
As 9 horas em ponto principiar o baile.
Tocar urna banda de msica marcial das me-
ntores que temos.
Prrco dos camarotes t entrada geral.
A i" e 4* ordem serao consideradas galeras pa-
ra senhoras, sendo o prego mil ris (15000) par
cada entrada.
2" ordem 85, sendo 4 entradas para senhoras e
2 para cavallero.
3* dita 65, sendo 5 entradas para senhoras e
lela inspectora da alfandega se faz publico urna para cavallero.
| :. india '.I do corrente, depois do mel dia, i I Entrada para cavallero' 25, damas mascaradas
aorta da mesma, serao rendidos em leilao 12 p;- gratis e sen o seremno sali 15-
fas de lona, pesando 4: libras, avahadas en
1615200, apprehendidas pelo guarda Joaquim Ri-
cardo Ferreira no dia 23 de Janeiro prximo pau-
sado: sendo a arrematacao livre de direitos ao
arrematante.
Alfandega de Pernarobueo 6 de fevereiro te
1864.O i* escriptorario.
Caetano Gomes de S.
De eniem do Illin. Sr. inspector interino des-
taalbndega, Dr. Luiz de Carvalho Paes de Andra-
de. se faz pillicoa quem interessar pona, quea
dala deste a 30 dias c unecam a ter exerucao is
dhpotiedos dos artigos 1 22 do decreto n. 3217
de 31 de dezembro de 1863, relativas aos intrepi s-
tos, trapich's.e armazens alfandegados, o qual ei
publico no Diario de Pe nambuco n. 14 de 19 Je
Janeiro prximo pass.d 1.
i.1 seccac da alfandega de Pernambuco 5 de le-
vereiro de 1864.O 2" eaeriptnrarlo,
Cr.etano Gomes de S.
EDITAES.
Sero (ielmentc observados os regulamentos do
heatro e polica.
Oliveira Azevedo & C, no seu escriptorio rua da
Cruz n. 1. ________________ra
Para i,i*boa
pretende sahir imprcterivelmente a 15 do corren
te o brigue portuguez Soberano por ter quasi todo
0 seu carregamento prompto, apenas pode receber
a frete cerca de 300 saceos com assuear e passa-
geiros : trata-se com o consignatario T. de Aquino
Fonseca Jnior, rua do Vigario n. 23, primeiro
andar.
ipto a qualquer ora pa
o exercicio de sua pro-
! fisso, chamado por escripia.
Consuitacoes ciri irgieas.
60, Rua Nova, l0.
O Sr. Jos Francisco Pinto Sainarles, cirurgiao
pela escola real de cirurgia de Lisboa, asss co-
ntiendo nesta cidade, onde a tao numerosas quo
brilbantes curas, como a liom 1 niero de opera-
(Bes at entio desoonnoefatts na urlica da cirur-
' gia Pcrnambiicana (lalha,ectnmia. cntemtomia, re.-
secedo de todo o maxillar super or, dametade do
miillar inferior, enncleaaw it \ m corpo fibroso
! uterino com peso de 20 oncas etc.), une longo
A galera portugueza Nova Fama 5egue com Ir- exerricio e |r'inta e ,anlos anns ,,, I(,Pem 0 re.
vidade, recebe carga para arabos os portos tra- f'onhecimpnto dt l5o r,.|evantes s-rvieos prestados
tase com os consignatarios Marques, Barros \ U,. ,R|1|iani(lai,p so|Tredora, o exprimen o glorioso
Ccar,
Xesles quatro das segu o palhabote Garibaldi
a tratar com Tasso Irmos.
LISBOA E PORTO
largo do Corpo Santo n. 6.
impulso por elle dado a arte de curar, em nosso
paz ; sendo tambem o primeiro que nelle tem em-
pregado os anesthescos ellier, el loroformio,amii-
lena- para facilitar a eiecocaodellaa, nem um fu-
lecendo n'uma serie de 40 opinados da segunda
operacao, e. d"entre as outras, al urnas s por elle
tem sido praticadas nesta provii cia, e talvez tos-
sem as primeira* que liveram lugar mesmo no
COMPAMIflA
MESSAGERIES IMPERIALES
At o dia 14
do corrente as>
pease da Euro- imperio, s'eaundo se deprehende i'as'estatisticas da
pa o vapor fran- obra de Sigand Du Climat et Des Malades Du
Bearn, comman- Brsilimpressa em Paris em 1H4: transfeiioo
danto Auliry de Seu consultorio para a rua Nov n. 60, primeiro
la Xo. o qnal andar em que pode ser consultado todos os dias
depois da demora ntois das 7 as 10 horas da roanhfi, acerca das
do costume se- doencas denominadas cirurgcas ou externas com
guir para o Rio de Janeiro tocando na Baha, eapoeValidade daquellas, em cojo tratamento mais
para passagens etc., trata-se na agencia rua do freqnentemente intervem a med -ina operatoria.
Trapiche n. 9.
LEILOES.
DECLMCOES.
(irandes bailes to (iiinaval.
Wabbado. domingo, segunda e
terca-felra.
O proprietario dos mencionados saloes tem pre-
parado com toda a pompa e brilhantismo os bai-
les destes dias; s 8 horas da noite sahir da rua
do Imperador urna banda de msica completa de
primeira linha acompanhada de alguns mascaras
\ni\rH ViXni^i^'i hiukk i sahir tos pn-los de B0?sa
a 1 # ri ir 11 i olliciiM oalnianak civil, ecclesiastico,
Qorli-fei10dcorreDlea II he t3mmm^irittVt^^% co,en-
ras a rua da Ude.a n. o3. k ^ m \^n^ Pneilhl(S c
HlateiCaniaraglbe do lote 3H ne,<>ciaiit<'s, inclusive as modifimfes
(onellad 1*. forrado e prega- havidas al :VI de dezembro nllimo ;
do de cobre. vcnile-se a 1S000 nuirt mente n li-
Pelo agente Kuzebio se vender em leilao pelo; 01 111
maior prcVo qne m adiar o luate Camaragibe, vTaria TI. O C 8 li prsU'.l da Inilepcn-
prompto a navegar e como assjn esta, naquelle dcncj;),
dia o hora em ponto, rujo liquido producto ser
recolhido ao deposito por mandado do lllm. Sr.
; Dr. juiz especial do commercio. requerimenlo
de credores.
Club Pernambucano.
Na noite de 9 da coi rente ter la-
gar urna minia familiar eitraordi-
naria, podendo os socios qne a ella
comparecer i rem mascarados ou nao.
Kecife, o de fevereir de \ 864
A pessoa que quera hypolhecar um preto ou
Tendo chegado do Porto os verdadeiros cordoes urna preta, ou oulra pessoa' que quizer o mesmo
de esparlo, pertencente a veneravel ordem do pa- negocio, dirija-se rua do Queimado n. 4, segun-
triarcha S. Francisco, por isso avisa a todos aquel- do andar._________________________________,
das audiencias, perante o lllm. Sr. Dr. juiz do conv
mercio, ter lugar a reunio de credores para a
nomeacao de administradores da mesma massa,
eoOM j foi previamente annunciado por edital pu-
blicado no Diario de 7 de outubro do anno prxi-
mo passado._____________^^
Aos tereciros franciscanos.
les que quizerem comprar por mdico prego irem
rua larga do Rosario n. 28, fabrica de sellun.
fslabetecimento
Quem quizer comprar a taberna da rua de Joo
Fernandes Vieira n. 24, propria para principiante,
dirija-se taberna grande da Soledade, ou no lar-
go da Santa Cruz n. 84._________________
Aluga-se o sobrado n. 43 da rua Imperial,
cauto da travessa do Lima, altos e baixos, tem tor-
no e telbeiro para padaria, bom quintal e excellen-
le agua de gasto : a tratar na rua do Hospicio n.
50, das 7 as 9 horas da manhaa, e das 3 as 6 da
tarde._________________________________________
D. Felismina Claudiinira de Mello Lns, pro-
tossora jubilada, tendo obtido do Exm. Sr. presi- ornado de figurinos, vinhelas, gravuras sobre a^o,
dente da provincia licenea para ensinar particular- aquarellas, sepias, peras de msica, desenhos de
mente as primeiras letras e prendas domestcas.faz iraua|nos sobre talagarca, de crochet, de tricot, laa
ver aos pas de familia que quizerem se ulilisar P bordados, moldes de vestidos, capas, c em geral
de sana serviros, que se achara aberta a sua aula de (Ud0 o que concernente a trabalhos de senho-
do dia 1" de mareo em diante, em Santo Amari- ras Continua-se a receber assignaturas na livra-
nho, casa confronte a do Sr. Luu Aunes, podendo ra econmica ao p do arco de Santo Antonio, on-
garaatir a todos que Ihe quizerem conliar as suas dejseacham os 1" e 2 nmeros do 2* anno, e
Ulnas o melhor desempenho de suas obrigacoes, e co||ecQoes completas do 1 anno._______________
pertanto o adiamntenlo om pouco lempo de todas --------------- i.; ;..... .. a-,
as suas aiumnas.___________________ Da-se dniheiro a juros: na rua de
Deseja-se alugar por mez unta escrava boa Kangel n. 6. -i______________
Aluga-se o segundo andar do sobra-
do da na da Gran. 40 : a tratar no ar-
mazem do dito sobrado.______________
~ Aluga-se o sitio da Pedra Molle, em Apipuros,
com encllente casa de vivenda, com 2 salas de
frente e 6 quartos, terraco, estribara, frncteiras,
bella vista e magnfico banho: a tratar na rua das
Criizes, sobrado n. 39, segundo andar.
JORNAL DAS FAMILIAS
SEGUNDO ANNO
Pitliliearo mensal. Ilustrada, liltrraria, artstica,
rrrreativa, etc..
vendedeira e fiel
segundo andar.
na travessa do Paraizo n. 18, -----
Prerisa-se de urna ama para casa de familia,
que saiba coznhar soffrivelmente, e que seja de
Conrado Urandis e Hcnriqu: Peter.allemaes, bons costumes, cuja conducta afianzada, nao se
retiramse para a Europa.
A11ii ai le Pernambuco.
Os Srs. assignantes do lbum de Pernambuco,
qne ainda nao receberain os ltimos nmeros, 10-
nham a hondada da os mandar buscar na htho-
graphia de F. H. Caris, rua da Cadeia do Recife
. 52, primeiro andar.
duvida pagar bem :
ra do Varadouro.
a tratar em Ohnda, ua pada-
X!
LEILAO
I)E
Divida de Fajozes Jnior.
(Juarla-foira 10 do corrente.
Por ordem dos administradores da massa fallida
De otdem do Sr. inspector do arsenal Je
mariaoa se Un. publico, que o relogio da torre do
a i ars nal se acha regulando pelo lempo n e-
ilio, por obierraeSea aatronomicas lenas todas u
nas; sjne nao tem as irregularidades de
falla o amigo da verdade em um eommuni'a-
d i do Diario de hoje, procurando defender a i;c-
renci.i da estrada de ferro contra as arguicoes lei-
tas pelo Sr. Alfonso de Albuquerque e Mello (m
communicado anterior.
corto que o relogio tem um pequeo adian a-
mento diurno, que corrigdo, logo que cliega a
:t 0 i 4 minutos, para que possa servir de regula-
dor aos retogioa das peMoas desta capital, que dos
clculos all, tollos se qcizerom ulilisar. sendo que
a torre ica o balao ao meto dia, quando o pentii-
'ouitrca precisaincnte o tem*) medio.
Arsosal J>! mannha de Pernambuco 8 de fe-e-
reiro de if-64.Lucio loaquim de Oliveira, i; ie-
iienle. da armada, ajudante.
o: '.r-lliu ailminisiral Ivo.
O conse ho adminisfativopara fornecimento do
arsenal de gnerra tem de comprar os objectos se-
guinles :
'ara o pres dio de Fernando.
F.irinha de mandioca por medida legal, 800 al-
i -es.
Pira a companhia de cavailaria.
Casimira encarnada 7 1|2 covados.
Quem qiitter vender taes objectos apresenteu as
sus prop stas em caria fechada na secretaria do
conselho s 10 horas (la manha do da 15 do :or-
nez.
S. la da commiss5ei do conselho administra tivo
r i forneri nente do arsenal de guerra 8 de feve-
reiro de Hiii.
Anionin Pedro de Si\ Barreto,
Coronel presidente.
Sebastian AnUmt 4e Reeo Harris,
Vogal secretario.
Directora das obras militares.
Tendo : directora das obras militares de nian-
d .i consti uir um grande cano de esgoto, que i.eve
principiar no quarte1 da Soledade, e ultima na
praia do Hospicio tsshn como de mandar cons-
truir lairinas no dito quartel, e no do 9o bata'hio,
< r i7.er n cada um destes quarteis um reservato-
l'agna: convida as pessoas que se quizerem
direito aos saloes do raes d Apollo, aonde tera lu- de Joa(,um josc ja f,osta Fajozes Jnior e Fajozes
gar os diios bailes ardendo uestes das todas as: junor e Azevedo autorisades pelo lllm. Si. I>r.
vi-ias ltimamentechegadas de Paris,e o admuns- :((j7 (lo ,.omnierrn rao de novo leilao as dividas
trador offerece ao respeiUvel publico um completo aclivas perteucentes a mesma massa : quarta-fe-
sortimento de vestuarios para se aluear |ior preco ra ,0 du corrott p,.|as io |loras da manhaa na
" porta da associa^ao commercial.
A rel.ico aeha-se em mao do agente Pestaa
a r: - . 3 n a r.. O H
c g -i ~r. / -i 3 l'= K w -B9 H c
s et -1 i. ir. -. O v-0 -1 a - 9 a. - c - 9 -7 o- 3"
B O p" a o 9 o a v. -O V. a i * -E e O B z Bl O 3 3 -ce 1 v. i

commodo : na rua do Imperalor n. 52, e a noite
nos Mides, Toda e qualquer mulher tem entrada
gratis, excepto as que forem vestidas de homem.
Sera comprido o regulamento do lllm. Sr. Dr.
chefe de polica.
para ser examinada.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA BRASILEIBA
DE
LE li A O
luarta-felra O do rorrente s
IO horas.
O agente Simos far leilao requerimento dos
PAQUETES A VAPOR.
E'esperado dos portos do norte i' administradores da massa fallida d Manoel los
i o d.al6 do corrente o vapor <\* Faria e jnandado do I l.n. Sr, Dr. juiz especial
ale
Apa, commaiidaiite o primeiro1
lente Alcanforado, o qual de-
pois da demora do costume se-i
gira para os portos do sul,
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual deveri
ser embarcada no dia de sua chegada: encom-
mendas e dinheiro a frete at o dia da sahida s 3
horas, agencia rua da Cruz n. I, escriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
do commercio de 1S ttulos de dividas na impor-
tancia de 5:784,6057 rs., pertencentes a referida
massa, os quaes podem ser examinados no escrip-
torio do mesmo agente, rua da Cadeia n. 28 aon-
de siia eneetuado o leilao.
LEILAO
COMPANHIA BBASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR
Dos portos do sul esperad)
at o dia 14 do corrente o vapor
Prinrcza de ioinrille, comman
dante o primeiro tenentc Araujol
o qnal depois da demora do coS'
turne, seguir para os portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se i
carga que o vapor poder conduzir, a qual deven
ser embarcada no dia de sua chegada, encommen-
das e dinheiro a frete at o dia da sahida as 2 hcj-
ras: agencia, rua da Cruz n. I, escriptorio de Ari-
tonio Liiizde Oliveira Azevedo & C.____________
Freta-se para o Rio da Prata o palhabote
portuguez Serra I. de lote do 120 toneladas o n
10,000 caixas : trata-se rom os seus consignatarios
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C. no seu
escriptorio rua da Cruz n. 1.
Quarta-feira io lo eorrenie s II
horas da manha.
A' rua da ladea 1.53, armazem.
ayas
Fugio do engenho Guerra di Ipojuca um preto
de nome Jos Mnniz, estatura baila, pouca barba,
leu um p inchado; levou vestido calca de azulo,
canisa de algodo branco e envollo em urna bata
eniarnada, levou mais urna foice de rocar, e assm
foi visto no engenho Agua-Fra de Ipojuca.
Irmandade do Divino Espiri-
to-Santo erecta no conven-
to de Santo Aulonio.
O escrivo, por ordem da mesa regedora, convida
todos os irmios para arompanharem a procissao
de tinta, no dia 10 do corre Ue, s :i horas da
tarde.
Recito, 7 de fevereiro de 18( 4.
O escrivo,
Manoel Cerdoso de Souza.
Aluga-se a casa terrea i. 10 da rua do Ara-
gao, propria para taherna ou para qualquer outro
estabelecimento : a tratar com o capitao Teixeira,
no quartel de polica, ou na I tica n. 6 da praca
De urna casa terrea n. 96 na rua Imperial, chao da Boa-Vteta, que ahi se encostrar a chave para
proprio, rende 2403000 por anno, c outra na ver a referida casa.
rua do Acouguinho n. 8, chao torciro, rende o
AVISO.
mesmo.
Por inierveneao do agente Euzebo se vender
pelo maior proco naquelle dia e hora, as casas ter- q aD;,x0 assignado precisa fallar ao Sr. Jorge
reas cima descriptas; roga-se aos pretenden- Seorovirh, subdito austraco, a negocio de grande
tes queiram examinar com antecedencia, allm urg,,nPa na rua da Cruz, cisa dos Srs. Bieber
de aproveitar urna boa compra, garante-se serao
vendidas, e sao livres do menor onu<.
urgencia
A O. n. 4.
Tliomaz Bassich.
LEILAO
- Precisa-se de urna criad i para servir a duas
senhoras estrangeiras : na rua de Apollo n. 19,
primeiro andar.__________________
n
. O abaixo assignado julga nada de ver a pes-
100 bams COm b;>nht ncnorCO inglez I soa alguma, mas se por acaso aiguem se julgar
ii'timiineiili' ilovii-iihuli seu credor ainda mesmo por qualquer titulo que
U limailliniC Oespacnana. seia, baja de anresentar-so nf rua do Queimado
Quarta-feira 10 de levoreiro a.< 10 horas em n 4t semlo |(1?;il sora incontinente pago.
ponto. i Recife 6 de fevereiro de 1884
0 agente Pinto far leilau por conta e risco de | Jos Joaquim di Pinho Mendonca.
i'Uiaiia^ mmm mmmm
Preparatorios comple-
mentares
DO
Curso Commercial.
O bacharel A. li. de Torres Bandeira.
professor de geographia c historia no
(Ainnasio desta provincia, propoe-se a
ensinar as lnguas franceza e ingleza,
preparatorios complementares para o
Curso Commercial; e offerece o seu pres-
umo especialmente aquellos que se quei-
ram habilitar nesses preparatorio, com o
intento de matricular-se no sobredito
curso.
As aulas comecarao do 1 de fevereiro
em diante, na casa da residencia do an-
nunriante, rua estreita do Rosario n. 'II,
terceiro andar.
y mmi
OL \ i A
O padre Jos Esteves Vianna tendo ob-
tido licenea do director geral da instruc-
co publica para ensinar particularmen-
te primeiras letras, latim e franeez, tem
determinado dar principio ao eusinodas
ditas materias no da 1S de fevereiro,
para o que convida a todos os Srs. pais
de familia que quizerem confiar seus fi-
llios ap seu cuidado a compareccrm des-
de j em casa de sua residencia na rua
de S. Bento. assini como se presta tam-
bem a dar llcoes em casas particulares.
Carros fnebres.
Saques.
M. J. Ramos c Silva & Genros sacam
vista sobre a praca do Porto: na rua do Vt-
gario n. 10._________________________
Perda de j"ia.
Xo dia 31 de Janeiro deste anno, desde a rua da
Cadeia de Olinda (casa do Dr. Antonio de Vascon-
celos Meneaos de Drummond) at os Arrombados,
das 7 s 8 horas da noite, pouco mais ou menos,
cabio do pescoco de urna senliora sem ella o ver. e
perdeu-se um lio de cerca 100 perolas grandes,
tendo no centro urna cruz de brlhantes, tambem
nao pequeos, a qual pouco abaixo do tamanho
Xo estabelecimento de Pinto de Magalhaes largo j,, metade do dedo index : quem tiver adiado esta
do Paraizo n. 10, dens estabelecidas no regulamento. sobresahindo nerosa recompensa. Pede-se ainda aos senbores
os de primeira oddi para defuntos e anjos, pelo outives ejoalheiros, que se Ibes for offerecida a
apurado gosto de arcliiietura e riqueza de ornatos, mesma joia, hajadeapprehende-la da mao de quem
sem duvida alguma os memores ora existentes. qLltr qUe seja, mandando disso dar liarte aquella
Na mesmoestaoetecimento encarrega-se de qual- casa Neste sentido, o para o mesmo lint, solicita-
quer enterro de maior ou menor pompa, con- se t0(j0 0 auxilio possivel das autoridades policaes
tent dos interessados, com promptidao e piceos ^e otiiida, ou de outro qualquer lnrar quem che-
gar possa a noticia desse faci. En.l'mi muito se
agradooari todas as pessoas que para isso con-
correrem directa ou iudirectamente.
mmmmmmm m^smmm
K O bacharel Americo Netto de Mendonca -
^ reside 8 tem aberlo o seu escriptorio a *
fe rua dol.ivramento n. 18, 1" andar. jR
tureza, e olTerece, gratuitamente scus scrvicos a prersa.se ,ie nm bom cozinheiro e de dnus
lodos aquelles que forem desvalidos: pode ser cria[ios activos : a tratar no sobrado n. 32 da rua
procurado todos os das uteis em casa de sua re- Auror.
sidencia, na villa do Cabo, e nesta cidade nos das _________' ------------------------------,-------------
de segundas e tercas-feiras. nos escrptorios dos Precisase de um ou dous caneeiros forros
Drs. AITonso de Albuquerque Mello, rua estreita ou captivos, para carregar materiaes dos Reine
do Rosario n. 34, e Carlos Mavignier, rua do Im
porador n. 61. _______________________________
razoaveis.
Procuradura as villas do Cabo c
luojiia.
O solicitador Pedro Alexandrino da Costa Ma-
chado encarrega-se perante os toros cima de co-
branzas, e ludo o mais que for concernente sua
prolisso; tambem se encarrega perante o juizo
criminal da defesa de processos de qualquer na-
Besponde o agente Euzebo ao autor do aviso,
um |Kir parle do hypothecario, datado de 6 do cor-
rente, como ao outro, rommandante do hiatc Ca-
maragibe, 'que foram os proprios que no dia 5 do
corrente, na qualidade de credores, requereram ao
juizo do commercio, por cojo mandado fui intima-
do para proceder a referida venda em leilao, re-
colhesse o liquido producto a deposito, sendo que
poderiam dispensar avisos e sobre-avisos, se at-
tendessem ao annuneio do leilao mandado puhli
dios para o Kecife : a tratar na rua larga do Bo-
sario n. 16.
:pt*ttf
u advogado Dr. Manuel do .Nasciineiito
Machado PerteUa. contina a ter o seu S
escriptorio no primeiro andar da casa n.
83 da rua do Imperador.
A mesa regedora da irmandade do Senhor
im Jess dos Passos da froguezia de S. Pedro
car ueste Otario no dia 6, no lugar competente, o Goncalves do Recife, em vrtudo do convite da
que ora peco, agradecendo ao autor do aviso do mosa regedora da veneravel ordem terceira ae a.
amigo, que deve se lembrar que foi o primeiro que Francisco, convida a todos os irmaos paraeompa-
reeorreu ao juizo do commercio para ser ven- recerem no da 10 do corrente, pelas oras ua
dido o referido hiate para pagamento de sua sol- tarde, na greta do Cortw Santo, allm e acompa-
dada, sendo recolhido deposito o liquido pro- nhar a procissao de ctnra.-D escrivo,
ducto.
Jos da Cuuha.
HiIII.WM
Plm>:. pmnu it"-:'~


V
Diario le Peruambuco Terca fcira O de reverelro de 1 *!.
-r<
;

bmhm
Maques sobre Portugal.
0 aliaixo assignado, agente do lianco
mercantil Portense nesta eidade, sata e-
fectivamente por todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Portoe Lisboa, i>or
qualquer somma, vista e a prazo, po-
dendo logo os saques a prazo seren des-
contados no mesmo banco, na razao de 4
por eento ao auno aos portadores que as-
gimlhe eonvier: as nas do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
IMPERIAL INSTITUTO
DE
NOSSA SENHOK DO BOM CONSELHO.
RA DI .11 HORA W. SO.
Sob a directodo ahaixo assignado acha-se funecionando este Instituto desde o dia 7
de janeiro prximo panado, e nelle se en>inam todas as disciplinas preparatorias para a
matriculado tuvo jurdico, desde primeiras lettras.
Todas as caeeiras acbam-se prvidas pelos melhores professores, cuja lista j foi
publicada neste Diario.
Becebera-se pensionistas, meio-pens onistas e externos, pagando na seguinte pro-
pon-So:
PENSIONISTAS.
Qtartel de casa, ir.esa e luz.....................
MEIO-PENSIONISTAS.
Iden; de mesa.............................
EXTERNOS.
Iden: de cada preparatorio.......................
Os pensionisias e meto-pensionistas pagaro os preparatorios que esludarem razao
de '>*>im ni mensaes, bem como os externos Paula primaria.
Para mais esclarecimontos dirijam-K ao director, a qualquer hora, no Instituto, que
franqueado vis ta dos pas e correspondentes, bem como a todas as pessoas que nisso
tivurem interesse.
1005000
455000
204000
Recife, Io de fevereiro de 180 i.
Antonio Augusto FERREin.v Lima.
OE
,os da casa em que morn, na na dos Prazeres Commercial, d'onde em breve sahir luz da pu-
Z^^lotZSZt01 Pra -* ^0 -oboformato'de
Em quanto o Sr. Jos Joaquim Radiosa nao viej
ou mandar da villa do O' (para onde mudou-se oc-
cultamente) pagar os alugueis de peno de dous
annos
31 da
melhor
ocTedade de seg-uros mullios
de vida 5nsi.ill.Hl.-t pelo naneo
Uniio na cldade do Porto.
Os agentes nesta eidade e provincia Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo C escriptorio na ra
da Cruz do Recife i. 1, esto autorisados desde j
a tomar assignaturas e prestar todos os esclarec-
mentofl que forem necessarios, as pessoas que de-
sejarem concorrer para tao til e benfica empre-
zas, egurando um futuro lisongeiro aos associades
Aluga-se j) 2 andar do sobrado da ra do
Imperador n. 79, hadante fresco, e decente para
urna familia : a tratar com Antonio Jos Rodrigues
de Souza, na ra do Crespo n. 15.
Aluga-se um excellente armazem com um
grande telheiro e urna excellente chamin, proprio
para qualquer eslahelecimento de reflnacao ou na-
dara por ter sido ha mais de 15 annos empregado
uestes negocios, na ra dos Guararapes n. 26 : e
os pretendentcs podem entender-se com Antonio
Alves Itarbosa.
YOVOKS
1PARTIDASDOBRADAS
V ASSOCIlt.O C0HBRGI1 BENEFICITE
DE
PKR.VIJIIII C'O
POR
Terceiro escriturario d i lesmiraria
de fazenda de Pernarabuco e -.omjieteuteniente au-
lorisado para exercer o pro-
essorato particular de aril milica ua mesma
|iniviiuia.
Acha-se esta obra nos prtlo da typographia
portuguez.
Compoe-se esta obra do um volume, dividido em
urna parte theorica e outra ortica, de fcil alcan-
ce as pessoas que se queiram dedicar ao cstudo da
escriturado.
A respectiva assignatura acha-se aberta em to-
das as livrarias desta eidade, ao preco de 550O0
por volume.
S^dntista de pars
19Ra Nova-19
Frederico Gautier, cirurgiao dentista,
faz todas as operacoes de MU arte, e col-
loca denles artiliciaes, tudo com superio-
ridade e perfeicao, que as ]ssoas enten-
didas Ihe reconhecem.
Tem agua e pos dectificio.
mw.mmmmmmmmmmmmm

ROUPA FEITA
NO
a ii H i / i; n
DE
fcVtft^ % ^%^

4Q
JLETREXKO VERDE.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feita de
todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vontade dos concur-
rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim come tambem tem um
grande e vanado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras,
homens e meninos.
Casacas de panno preto, 350 e 305000: Ditos de setim preto
Sohrecasacas dem, 300 e. 250000 Ditos de ditos e sed. tonco!
itfOOGJ
m
Paletos idem e de cores, 250,
200, 150 e......100008
Ditos de casemira, 200, i50,
120, 100 e......
Ditos de alpaca, 50, 40 e .
Ditos ditos pretos, 90, 70,
50, 40 e......
Ditos de brim e ganga de co-
res, 40500, 40, 30500 e. .
Ditos branco de linho, 00, 50 e
Ditos de merino preto de cor-
60 e.......
Ditos de gorgurao de seda
pretos e de cores, 00, 50 e
T(5000 Cohetes de fusto e brim bran-
30500 co, 30500, 30 e .
Seroulas de brim de linho,
20400 e ......
Ditas de algodo, 10600 e. .
lSvvi Camisas de peitos d linho,
4*000, 40, 30 e......
30500
VESTUARIOS PARA O
CARNAVAL
DE
J. V1GNES.
Rf. 55. RA DO IMPERADOR \. 55.
Os pianos desta antiga fabrica sao hoje assaz conhecidos para que seja necessario insistir sobre
sua supe or idade, vantagens garantas que efferecem aos compradores, qualidades estas incontest
teis querelles tem definitivamente conquistado obre todos os que tem apparecido nesta praca ; poi-
suindo um teclado e machinismo que obedecem todas as vontades e caprichos das pianistas, sen
nunca 'alhar, por serem lubricados de proposito, c ter-se feito ltimamente melhorarnentos importan^
tissimos para o clima deste paiz ; quanto as vozes sao melodiosas e flautadas, e por isto muito agrad-
veis aos ouvidos dos apreciadores.
Fawm-ss conforme as encommendas, tanto esta fabrica como nado Sr. Blondel, de Paris, socio
correspondente de J. Vigms, em cuja capital foram sempre premiados em todas as expesicocs.
No mesmo estabelecimento se acha sempre um esplendido e variado sortimento de musioas des
melhores coiipositeres da Europa, assim como I,armnicos e pianos harmnicos, sendo tudo vendido
por precos n uilo razoaveis.
Gimnasio provincial.
-t o dia la de fevereiro esta rao abertas as ma-
triculas das seguinles aulas do gymnasio provin-
cial: latim, francez, inglez, gre,ro, allemao, ma-
thematicas, geographia e historia, eloquencia e
Alugam-se ricos dminos bordados de velludo potica, philosophia, lingua e litteratura nacional,
pelo baratissimo proco de 105 e 125 : na travessa I sciencias naturaes e msica,
dos Expostos, sobrado n. Ifi, primeiro andar, As- Nesse estabelecimento, mediante a mdica
sim como tem um grande sortimento de vestuarios quantia de 15 diarios, tem os alumnos internos ;
a c.iracter, e domines em muito bom estado, que roupa lavada e engommada, medico, botica, luz,
se alugam pelo barato preco de 5 e 65 : as pessoas penna, papel, tinta e criados para o servico.
que o anno passado alugaram na travessa das Os meios-pensionistas pagamnietadedessaquan-
Cruzes, venham nesta casa, que acharo mais ba-1 tia, e os externos 155 por trimestre, podendo fre-
rato do que em outra parte. quemar as aulas que quizerem. O secretario,
Cabral.
Ditas de madapolo, 20500,
dao, 100, 70 e..... 50000 20 e. .
Call de0<,semira Preta, 120, : Chapeos de massa, pretos fran-
'W, 80 e......70000 cezes, 100, 90e. .
70000 Ditos defeltro, 50, 40,30500 e
: Ditos de sol, de seda, 120,
40000 110, 70 e......
Collarinhos de linho fino, ulti-
400001
Aluga-se o armazem n. 4 da ra do Apollo, e j
o terceiro andar da casa n. 88 da ra da Impera-
triz ; na ra da Aurora n. 36.
PII0T0GR4PIIM ARTSTICA
Ra Nova n. 25 esquina da Camboa do Carmo.
Alugam-se as lojs do sobrado n. 44 em
a ra da Aurora: quem pretende-las diri-
ja-se loja dos Srs. Bastos 4 Hagalbies,
na ra Nova, que acharai com quem tra-
tar.
| Ditas de cores, 90, 80 e. .
; Ditas de meia casemira de co-
res, 50000 c.....
Ditas de princeza e merino pre-
to de cordo, 40500 e. ,
Ditas de brim branco e de co-
res, 50, 40500, 40 e .
Ditas de ganga de cores, 30 e
Cohetes de velludo preto e de
cores, 90 e......
Ditos de casemira preta, 50 e
Ditos de ditas de cores 50
40 e........
ma moda.
I Sortimento completo de grava-
20500 tas.
20500 Toalhas para rosto, duzia, 110,
e........
70000 Chapeos deso, de alpaca, pre-
40000 tos e de cores.....
Lences de linho.....
30500 Cobertas de chita chineza.. .
50OOO
40OOO
20500
20000
10400
20500
10600
80500
20000
00000
640
0
70000
40000
30000
noto
avisa ao respei-' ~ Jo escriptorio de Antonio
tavd publico c aos seus fregueses, que em vistas Azevedo* na la Cruz n.
Custodio Jos Alves Guimaraes
Os Srs. Eugenio & Mauricio tem a honra de participar ao respeitaud publico desta
do dia 1 de fevereiro clles jstabelecem os seus preos do modo seguinte :
12 candes de [visita.....125000
25 ditos 2 posicoes.....205000
50 ditos 3 ditas.....355000
100 ditos i dilas.....505000
Cada duzia em maior.....85000
Retratos n. 1.......155000
Ditos n. 2........255000
Ditos n, 3.......405000
As reproducoes cada i ma 25, 35 e 55000
Siles tem recebido um grande sortimento de quadros e molduras para retratos grandes e cartees
de visita, assim como tambem lbum para photogriphia queelles podem vender muito em conta. As
oflicinas ostao abenas todos os diasdas 9 as 4 da tarde.
de se adiar seu estabelecimento em obras afim de
alargar mais o campo para o gallo de novo cantar,
afim de meihor poder servir seus bons freguezes,
com tudo em quanto durar as ditas obras conti-
nuar a servir seus freguezes no seu grande ar-
mazem com frente para a ra do Imperador com
entrada pela dita loja do gallo vigilante, ra do
Crespo n. 7.____________________________
Arrenda-se o encenho ltapessoca na fregue-
zia de Tijucupapo, moente c corrente, com una
grande praca de salinas, contendo 360 marinhas, o
sal que fabrica-se nao inveja-se ao do Ass, com
capital que fornos de cal preta, tendo a pedra com a maior fa-
icilidadc; tem seis sitios de coqueiros todos de
i fructo ; tambem se vende o referido engenho :
quem o pretender por qualquer das (orinas annun-
ciadas, pode-se dirigir ra da Gloria n. 70, que
achara com quem tratar.
LIQUIDACAO
Precisa se de umn ama para urna casa de
pouca familia, para todo o serrieo de casa depor-
tas dentro, de cozinhar e engbmmar : na ra
Nova n. 49, junto a igreja da Conceicao, se dir
quem precisa.
Xa ra do Vicario n. 10, escriptorio de M.
J. Hamos e Silva & Genros, deseja-se fallar com
os herdeiros do fallecido Antonio Felippe Dormont
l'essoa, que residem na ilha de Itamarac, a neg-]
ci de seus interesses.
Luiz de Oliveira
i, precisa-se fal-
lar com o Sr. Luiz Soares Botelh >, filho de Jos
Soares Botelho e de Fortunata Candida de Souza,
e neto de Francisco Manoel de Souza, natural da
ilha de S. Miguel, o qual consta nr vindo para es-
ta eidade em 1856, para lhc dar noticias de sua
tuai e irmaos que se acham no Hir. de Janeiro.
Prof'essor de piano.
Jos Coelho da Silva e Araujo, bem conhecido
nesta eidade, contina leccionai piano e msi-
ca vocal por commodo preco : qumi de seus ser-
vicos precisar, dirija-se ruadoLivramento n. 21,
segundo andar.
Gelo, gelo, gelo.
Com a cllegada da nova machina nao se expe-
rimenta mais falta de gelo fabricado com agua do
Prala, todos os das a qualquer hora, para por-
eScs grandes ou encommendas pan fra da pro-
vincia dever haver aviso com antecedencia : ra
da Aurora junto a fundicao onde em a bandeira.
&an$% m& mm mmmmm
B5 Deseja-se saber onde residi nesta ti- fig}
dade o Hvm. Francisco Itaplu.cl Fernn- g
jjB des, da villa do Principe, e ao mesmo se 1
8 pede que annuncie a sua moi ada.
^mmmsmmmmmmmmmmmmmmam
CAMBRAIAS! CAMBRAIAS!
tfRIJA lio Odlvno--;;
Custodio, Carvalho & C.
Cambraias brancas com grandes flores para vestido cada corte tem 6 l|2 varas
vara de largo pelo barato preco de 35 cada um corte, esta barata fazenda pelo preco
lidade muito convm a urna casa de familia, pois se pode applicar a diversas obras.
Para acabar.
Organdys finos escocezes a 240 rs. o covado, nicamente para acabar.
Fil le linho.
Fil de linho liso fino a 500 rs. a vara.
c urna
e qua-
A pessoa a quem for olerecido o Io tomo do
WSSKk.
Mmmmm mi
lista
ACCOES.
Compram-sc aceoes da eaixa filia! do banco do
Brasil: na ruada Cruz n, 23, primeiro andar, es-
criptorio.
Compra-se a Colotnneida poema heroi-
9
DA LOJV DE
RA A IM
J. KELLER.
ITRIZ
O
cia n. 0 e 8.
COHIMlt-SI]
Em primeiro convido ;.s pessoas que liveram vontade de comprar um bem acreditado estabeleci-
me.-ito de ter a bondade de o visitar. Muito bem mjntadocomo est esta minha loja com a excellente
morada junta e as condiccocs muito razoaveis bao |or certo animar os pretendentes para compra-la
Os mi-n. logistas.
Tambem convido para vir comprar por muito barato como os Srs. mdicos e dentistas tambem
todos os donos de estabelecimentos artisticos de apnveitar a occasiao de comprar por menos do seu
valor as muito acreditadas lerramentas, posso dizer as melhores nesta praca.
O1 respeitavel puliillco em geral'
encontra cm inlinitoat muio rico sortimento em brnquedos. cutilerias, armas para casa com seus
perlences, apparelhos para cha, eslojos de barba e de mathemalica, ferros para corlar e imprimir fo-
has como para cenar babados, seringas, esporas, el icoles etc.. etc.
Aluga-se o segundo andar e grande sotao do > conuco impresso nesta eidade de 1829 a I
predio da ra de Apollo n. 31, tendo no andar 3 1831 : na livraria da praca ta Independen-
Girondinos, vertido em portuguez, e roubado ha sa|aS) ; ,]Uarios e grande cozinha, c no sotao salas,'
poucos momentos ao seu legitimo dono, cujo nome qUartos e cozinha : a tratar na ra da Cadeia do
Dea nesta typographia, pde-o comprar, certo de, Recife n. 61, loja.
que ser indeiiinisado. Nesta mesma typographia
encontrar com quem entender-se.
Advocada.
O bacharel Joo Gonealves. da Silva j
Montarroyos tem escriptorio na ra es- jg|
treila do Rosario n. 17, onde pode ser
procurado das i) horas da manliaa s 3
da tarde dos das uteis.
a Imperial, sendo o dito terreno murado pela TUlim ollao a secretaria de polica._________
?ntc do noente. com 750 nalmos. tendo alcims' Compra se urna vacca tourina iiue seia boa
rado
ra
frente do poente, com 750 palmos, tendo alguns
arvoredos e um excellente viveiro de muita pro-
duco. Outro terreno defronte di casa grande,
com os fundos para o oeste, tendo al^uma cantara,
j aterrado ; tem peno desembarque, e faz quina
para a nova ra, tendo de frente 8,572 palmos.
Compra se urna vacca laurina que seja boa
leiteira, e um negro idoso sem achaques, o que
saiba tirar leite : a tratar na ra da Iniperatriz n.
13, loja de calcado.
Na praca da Independencia ns. 11 e 16 ha
para alugar-se um mulato de 20 annos de idade,
proprio para qualquer servico.
Compram-se Diarios para cmbrulho a 35800
a arroba : junto ao quartei de polica, ra larga
l.m terreno com alicorees para dua; casas, na ra do Itosario ns. 15, 17 e 19.
da Concordia, confronte as casas do Sr. Manoel -----^------------'----------------------.--------------
Anianio de Jess : a tratar na ra estrella do Ho-'. 7 Vin|)r,vse uma cscrava ('"e ^Umov* e 1ne
sario com o mesmo Moteira, em se i armazem. faiba 'avar c ."ngommar com perfeicao : na ra
lar.,1 do Itosario n. -U, botica.
Precisa-se fallar com o Sr. Joao Marques
Bacalho Jniora negocio de seu interesse, na ra
/I0III0 MDKM1RIM.IC0
DO

DR. PEDRO DE ATTAHYDE LOBO MOSGOSO,
MEDICO, I* %II I i;ilt< E OPERADOR.
Ra da Glora, casa do Fimdao 3
0 Dr. Lobo Moscoso d consultas gratuitas aos pobres lodos os dias das 7 s 1
horas da rr.anha. e das 6 e meia s 8 horas da noite, excpeo dos dias santificado s
Pharmacia especial homeopathica
No mesmo consultorio ha sempre o mais appropriado sortimento de carteiras
tubos avtilsos, assim como tinturas de varias lymnamisaces e pelos precos seguintes
Carteiras de l tubos grandes. l#000
de 24 tubos grandes. 18|$O0O
de 36 tubos grandes. 24(5000
de 48 tubos grantles. 30)5000
de60 tubos granees. 35,5000
Prepara-se qualquer carteira conforme o pedido que se fizer, e com os remedios
que se pedir.
Um tubo avulso ou frasco de tfntura de meia onca 15' 00.
Sendo para cima de 12, custaro os precos eslabela'dos para as carteiras.
Ha tubos mais pequeos cada um a 500 ris.
LITROS.
A melhor obra da liomeopathia, o Manual de Medicina Homcopathico do Dr. Jahr,
dous grar.des voluntes com diccionario............ 205000
Medicina domestica do Dr. Hering,........... 100000
Repertorio do Dr. Mello Moraes............. G,>000
Diccionario de termes de medicina ........... 3000
Os remedios deste estabelecimento sao pr r demais|conhecidos e dispensam portan-
te de serem novamente recommendados as pessoas que quizerem usar de remedios ver-
daderos, enrgicos e (lu-adores: ha tudo do melhor que se pode desejar, globos de ver-
dadeiro asurcar de leite, notaveis pela sua boa conservacao, tintura dos mais acreditados
pstabolecimentos europeos, a mais exacta e aecurada preparacao, e portanto a maior ener-
ga e arfen em seas eleitos.
Casa de sade para escravos.
Recebe-se escravos para tratar de| qualquer enfermidade ou fazer-se-lhe qualquer
operado, para o que o annunciante julga-se sullicientemente habilitado.
Otratamento o meihor possivel, tanto ta parte alimentar, como na medica, e
funecionando a casa a mais Je quatro annos, ha inuitas pessoas de cujo conceito se nao
pode duvidar, que ptidem ser consultados por aquelleg que deseiarem mandar seus
doentcs.
Paga-se 2$O0O por dia durante 60 dias e d'abi em diante I,jlS00.
As (.peraces serSo previamente ajustadas, se nao se quizerem ujeitar aos precos
razoaveis que postuma pedir o annunciante.
Precisase dedouscaixeiros de 12 l\ annos de
dade, com ortica de taberna 00 sea ella : trata-
se na ra Nova n. 01.
Aluga-se o armazem do sobrado da ra da
Praia n. 37 : trata-se no Campo Verde, ra do
Destino n. 20, sobrado do Dr. Miranda.
O ceiiiilci'io iMihlico
precisa de um jardioeiro : a entender-se com o
respectivo administrador.
' 0 bacharel Joao Francisco Teixeira
contina com o seu escriptorio de advo-
gaca ra do Queimado n. 28, primeiro
andar, onde pode ser procurado das 9 2
horas da manha s 3 da tarde.
j? \?S
Na ra da Cadeia do Recife n. 13, terceiro an-
dar, precisa-se de uma ama para cozinhar, prefc-
rc-se captiva._____
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da
Camboa do Carmo n. 8 : a tratar na loja de Bas-
tos & Magalhaes.
Ma.
Grande liquidara- de fazendas ale a
festa, para se Andar cenias, aprotei-
vcilem que destas pechinchas nao ha
sempre : na ra da linpcralriz, loja
e armazem da Arara n. 56, de l ou-
renco Pcrcira Mendcs Guimaraes.
Cobertores da Arara a 1$.
Vende-se cobertores de pellos a 15 e 1^600,
cobertas de chita a 25 ; na ra da Imperatriz n.
30, loja de Mendes Guimaraes.
A Arara vende roupa feita e batata.
Vende-se palilots de casemira a 4o00, 6$ e
S-5, calcas de 35300 a 35, palilots de panno a 105,
ditos linos de 125 e 145, palilots de brim de cor
a 25300 e 35, ditos de meia casemira a 35o00,
caigas de brim de cores a 25 e 25300, ditas bran-
cas de linho a 35300 c 45, ditas de meia casemira
a 25, colotes a 25300 e 35, camisas francezas a
150O0, dilas linas a 25 e 25300, dilas de linho
prega larga a 35, seroulas linas a 15000, dilas da
linho a 25 e 25500 : na ra da Imperatriz n. 36,
loja ila Arara de Mendos & Cuimaraes.
- Corapra-se papel Diarios : Bp,m ,Ia Arara rels
ila t'niT n irininrin ito minnin i ni (i,> ni; na ra da Senzalla \ elha n. 18, dcpositn....... t,-uaw.
da Lruz n. 1, CM-riptono de Antonio Luiz de Ol- ------- ------------------------^__J-------- ------ Vende-se brim pardo de linho com pequeo to-
veira Azevedo & L._______________________| Compra-so na ra da Imperatriz. n. :que de mofo, que depois de molhado larga, proprio
O abaixo assignado, como procurador has- 28, 2 bahs de sola de t 112 palmos._____| para calcas e palilots, a 400 rs. rs. o covado ;
tante de Joaquim Francisco do Espirito Santo, de- Compra-se um sellim inslez com os arreios,: brim branco de linho a 15 e 15200 a vara, fustio
' de cores para calcas, coletes e palilots a .>00 rs
o covado : na ra da Imperatriz, loja da Arara n"
56, de Mendes tjuiniraes.
Lazinha Mara Pia da .lrara.
Vende-se laazinhas a Mara Pa muito finas, com
quadros e palmas de seda, para vestidos a 360 o
covado, sedinhas linas a 500 rs. o covado ; na ra
da Imperatriz n. 50
Oh que pechincha, laazinhas a 280 rs.
Vende-se laazinhas finas para vestidos a 280
e 320 rs. o covado, lencos blancos com barras de
'cores a 200 rs., meiaslinas para senhora a 400 e
I 500 rs., ditas croas a 400 rs., ditas para homem a
i 160 e 200 rs.; na ra da Imperatriz n. 30, loja da
Arara.
A Arara vende as rassas a 200 rs. o covado.
Vende-se cassas de quadrinhos a 200rs, o cova-
do, ditas finas a 250 e 280 o covado, organdys finos
a 240 e 280 o covado : na ra da Imperatriz n.
56, loja da Arara.
Pechiucha, sedinlias da Arara a 800 rs. o covado.
Vende-se sedinhas com quadros e lisas, escuras,
proprias para quem est de luto, por 1er uma so
Caixelro. 'do, tarlatana de cores a 500 rs. a vara, sargelim ; cura800 rs. o covado, ditas da mesma qualidade
Precisa-sede um caixeiro de 11 20 annos do d.) cores lioni tas a 280 rs. o covado, ganga encar- d? cores para vestidos a 800 rs. editas de listi-
idade, nacional ou cstrangeiro, que tenha alguma nada a 320 rs. o covado, ltela de cores a 320 r*. o nl.as a 00 rs. o covado: na ra da Imperatriz n.
pratica de fazendas, para uma loja f-a desta pra- novado, manguitos com pafos e titas de cores a ao, loja da Arara de Mendes Guimaraes.
ca : quem estiver nesias circunstancias, dirija-se ^00 rs., camisinhas para-senhora a 25. manguitos I'echiacha na Arara, corles de chita a 25oOO.
ra da Cadeia n. 3o, loja de Alfredo & Matheus.. e gol las bordadas a groxc a 15. ditos de fil a Vende-se cortes de chita franceza com pequeo
_____________________________________15200, velbutinas de cores e preta baratas : ra' toque de mofo a 25500, corles de riscado francez
da Imperairz n. 56, na lujada arara. com 14 covados a 35, cortes de cassas francezas
ue 38 a y) Pintadas a 25 o corte, ditos de barras a 25, 35 e
de
Compra-se um sellim
clara que o luale Camaragibe esta h, polhecado ao estando em bom estado : na ra do Queimado. es
seu constiluinle, e quo a venda voluntaria que o criptorio n. 13, primeiro andar,
proprielario pretende delle fazer em leilao, tem de
patear a propriedadu do mesmo ao c nnprador com
todos os seus onus como de lei; faz-se esta ob-
servancia quem o queira arremal ir, para que
nao se chame a ignorancia. Recife 5 de fevereiro
de 1864.
Manoel Jos Gonealves Braga.
D-se 355000 mensaes pele aluguel de urna
preta que saiba cozinhar e engonuiar, e de um
moleque de lo IG annos, que sail a fazer com-
pras e o servico interno de uma casi de familia :
na ra larca do Itosario n. 28, segundo andar.
Aluga-se um bom sitio na Capunga nova,
com uma casa de excellentes commidos, estriba-
rla, cocheira, tanque para banho, jardim e diver-
sas fructeiras, no qual jmorou por muito lempo
os Srs. John Lilly e Francisco de Albuquerqne
e Mello : quem pretender, dirija-se ao escriptorio
da viuva de Manoel Gonealves da Sil-a, na ra da
Cadeia do Becife n. 3).
Compra-se uma cscrava que saiba bem coser
e engommar : a tratar na ra da Imperatriz nu-
mero 20.
Compra-se una eserava que saiba engom-
mar c cozinhar : na ra nova de Santa Bita n. 13,
serrara de Paulo Jos Gomes & Medeiros.
VENDAS.
Vendeiu-sc ealxes vastos a
lGOO: nesta typographia.
Para o carnaval.
Na loja e armazem da arara ra da
Imperatriz n. 56.
Vende-se fil de linho branco c de cores para i
vestuarios por ser bonitas cores a 160 rs. o cora-1
Precisa-se de uma ama para cozinhar : na rna
larga do Bosario n. 12, segundo andar.
Aluga-se urna casa terrea, ra do Ouro n.
22; a tratar com o solicitador Manoel Luiz da
Veiga, ou com Francisco
perador.
Precisa-se de uma ama para cozinhar em
casa de pouca familia : na ra da Boda, sobrado
de um andar com venesianas por cima da taberna
na esquina.
Criado.
Na ra Formosan. 2, precisase de um criado
escravo ou livre, que nao seja moior Je 14 annos.
Eserava fgida.
Ausentou-se da casa de seu senhor a eserava de
nome Seraphina, preta, crioula, representa ter 3o
annos, levou vestido de laa com flores verdes, cos-
tiima embriagir-sc, foi eserava da viuva de Fran-
cisco Mathas Pereira da Costa; por algumas ou-
tras vezes tem fgido e costuma andar pelo caes
Jos Leite na ra do Im- de Capibaribe, Monteiro o Afllictos: q em a pe-
___^___^^_^_ gar leve ra da Cadeia n. 35, que ser recom-
pensado.
Vende-se um escravo da Costa, .
annos, sem defeito nem achaque, bom canoeiroel** : na ada Imperatriz n.06, loja da Arara
pescador, perito vendedor de leite, por dar sempre Mendos Guimaraes.
boascontas e ser de muita vergonha, muito hab- r Casemiras a I m'.OO o covado.
litado ao servico de campo, e ao comprador se di- Vende-se casemiras de cores para calcas, cole-
ra o motivo por que se vende : a tratar na eidade tes e paletots, infestada, a 15600 o covado, cortes
de Olinda com o deao Dr. Joaquim Francisco de de casemira infestada a 15600 e 25, e' em covado a
Faria, ra do Amparo n. 40.
n. 56, loja da Arara de
de 9 pal-
Precisa-se de uma ama para casa de pouca
familia : na ra Direila n. 62.
Joio Marques Fernandes. subdito de S. M. F.,
vai Portugal.
- Preusa-se alugar urna ama' para cozinhar
fazer o u2 ?co de casa de i^uena familia
na ra das Ui*?es' e,Q Santo Antonio, n. 41, se-
cundo andar.
Na ra do Crespo n. 15, se aluga urna boa
cass e sitio no Monteiro, com frente para o oitao
o 7ti u rua u0 Imperador.
Ensino particular.
L. E. B. Vianna tem aberta aula particular de
latim na casa n. 28, primeiro andar, rua da Ma-
triz da Boa-Vista, s 8 horas da manha.
Precisa-se de um feitor para tomar conta de
um sitio, que entenda de plantario de hortalice,
melocs, etc., tomar conta de alguns pretos, e tra-
balhar com elles : quem estiver nessas circums-
tancias, dirija-se rua Imperial n. 22, ou rua do
Queimado n. 38, a fallar com Hermenegildo Eduar-
do Bego Monteiro.
- D-se a joros L1?* com hypotheca em casa
na rua Imperial n. 80.
Tendo o abaixo assignado de ir Europa
tratar de sua saude, pede a quem se julgar seu
credor, apresenur sua conta no largo do Carmo,
esquina da rua de Ilortas n. 2, segundo andar ;
assim como pede s pessoas que tem penbores em
contrario sero vendidos para seu pagamento. Be-
cifa 4 dj fevereiro de 1864.
Narciso Jos da Costa Pereira.
O Dr. Casanova pode ser procralo em seu
consultorio especial homeopathico no Ii rgo da ma-
triz de Santo Antonio n. 2. No mesmi consulto-
rio ha sempre grande sortimento de medicamentos
em tinturas e em glbulos, deixando elogiar os
nossos medicamentos pelas pessoas que os tem ex-
perimentado e continuam a servir-se em nossa
botica. Temos tambera obras accom modadas
intelligencia do povo.
COMPRAS.
Contpra-se uma preta, mofa, que sai-
lia bem engommar : na estrada Jo Man-
guinho casa n. 21, antes dechegar a ponte.
Palitos de dentes,
Vende-se na ma da Cadeia do Becife n. 25 a
140 rs. o maco, e de 10 para cima a 120 rs., sendo
lichados e muito bons.
Vende-se um carneiro todo branco, castrado
e milito manso, com cangalhaecassuaes, por com-
modo preco : na rua da Gloria n. 94.
Vendem-se 32 travs de fundo, de 40 palmos
de comprdoe 8 pollegadas de grossura : a (ratar
na fabrica de chapeos da praca da Independencia
ns. 24 a 30.
Vende-se o sitio dos Arcos, no lugar dos Be-1 mdapolao a 35600 : na rua da Imperatriz n. 56,
medios, com boa casa de vivenda e grande em ex- ,0Ja a Ara"-.
tensao do terreno, e cacimba, a casa sita a maior r Chitas da Arara a 10 rs.
parte em chaos proprios, tambem se vendem qua-1 Vende-se chitas a 2i0 rs. o covado, ditas fian-
tro moradas de casas confronte a mesma casa dos cezas com pequeo toque de mofo a 280 rs., ditas
Arcos, em chao foreiro: a tratar na rua do Seve limpas a 320, 360 e 400 rs. o covado : na rua da
n. 2, ou na ruado Encantamento n. 11. Imperatriz n. 56, loja da Arara.
15 : na rua da Imperatriz
Mendes Guimaraes.
A Arara vende as laazinhas
mos a1$200.
Vende-se laazinhas de uma s cor e quadrinhos
proprios |iara capas, com 9 palmos de largura a
1,200 o covado, ditas para vestido a 280, 320 e
400 rs. o covado : na rua da Imperatriz, loja da
Arara n. 56, de Mendes Guimaraes,
Baldes da Arara a 3 >, 3500 e i.
Vende-se baloes americanos, os melhores que
tem vmdo, de 20, 30, 33, 40 arcos a 35, 35300,
45 e 45500, ditos de brilhantina a 45, ditos de
Enleites.
A loja da Aurora na rua
n. :t8, recebeu riquissimos
do larga do Bosario
enfeites Maria Pia,
Vende-se
um sof, uma mesa redonda de meio de sala, um
par de consolos, tudo de madeira de amarello, era
No caes d'Apollo n. >5, compra-se
uma eserava moca que seja de boa conduc- os mis modernos que tem chegado pois desta bomUuso"'por" pre^o o'm.'us commodo possvel":"
ta e saiba vestir e pentear meninos, paga- qualidade sao os primeiros que tem vindo a este qUem pretender dirija-se ao largo da Pcnha n. 14,
se bem agradando.
mercado, qualquer senhora que pretender eom-
. prar algum desta qualidade tenha a bondade de
Compra-se cffeetivamenie ouro e prata cm mandar quauto antes, pois vieram poucos c eslao
obras velhas pa praea da Independencia n. 22 se acabando porque estes foram amostras que rc-
loa de bilhete. cebemos e nao sei quando receberemos mais.
que achara com quem tratar.
Vende-se uma pequea taberna e cora pou-
cos fundos, sita na rua da Soledade n. 8, freguezia
da Boa-Vista.



/'

Diario de Peruaiubuco Terca felra 9 de Fevereiro de is4.
ttlMXDE HLVOJLl \\Q
NC
ARMAZEM
DO
0 homem do movimento nao estaciona.
AVANTE E SEXPRE
GUERRA OS INIMIGOS
Nao se admitir a uuio coniuiercial:
Nao sequer a liaba da alliaiica.
Nao se teme a furia dos corsarios.
Este mino ha de ser blssexto.
Os canhes .-s preparados.
FOGO! BOM FOGO!! MELHOR FOGO!!!
Vlwi'.o a liga d'apa no vinagre
Viva a liga do genuino Chores com o fiambre!
Viva o conservador das conservas inglezas!!
Vivam os liberaes fregaezes do BALIZA!!!
Vivam todos que lerem este nuuncio.
CALCADO.
45 Ra Direita 45
Api BorzeguinsIYantiv.es de lastre pa-
ra homcm................. 5)5000
Borzeguins francezes de cores pa-
ra meninas................ 25000
Borzeguins francezes pretos para
meninas.................. 2(5500
Sapatos de lustre para senhora.. I000
Sapatos de lustre s avessas..... 500
UNIAO
MERCANTIL
;<&&
RA 11% i A1IKI V IIO IIKC IFE Hf. 53.
NOVO E
gritds 'ruZ'bu de molsad
"L ^os
auno.
Calzas de brelas de cola muito flaas a 40 rs.
Varas de franja de laa de todas as cores a 40 rs.
Ditas de tranca de laa de todas as cores a 20 rs.
Ditas de trancelim branco muito superior a 20 rs.
Trancas de algodiio brancas e de cores a 80 rs.
Duzia's de meias jura senhora muito superiores a
3J80O.
rozas de pennade ac muito finas a 500 rs.
Caivetes de dnas e tres folhas a 500rs.
Ditos de urna follia a 80 rs.
Caixas para rap, muito bonitas de calungas, a
! 100 rs.
Capachos redondos e compridos a 500 rs.
Caixas com muito superiores obreias a 40 rs.
.Varas de franjas brancas e de cores, largas, a
IGOrs.
Pares de botocs para punho muito bonitos a 120 rs.
I Carreteis de linha Alexandrc com 200 jardas a
i 100 rs.
CarUtos de linha Pedro V com 200 jardas a 60 rs.
Ditos de linha de 50 jardas a 20 rs.
Duiia de meias brancas parahomem a 15600.
, ___ _. Caixas com soldados de chumbo a ISO rs.
O proprietario do grande Arnaiem do fkuua estabolecido a raa do Livramcnto ns. Tinleiros do vidro com superior tinta a itiOrs.
38 t/ZS V, defronte da grade da igreja, acabo de reduzir os precos de quasi todos os Ditos de barro a 100 rs.
geocios o scu magnituo u posiui. vrii,,i.> l Tesooras muito finas para costura a 3 rs.
A tarifa abaixo publicada atiesta bem esu \>t dadej Uilas djtas maiores e melnoros a loo rs.
A guerra aos inimigos, est portanto, aisim declarada. Escovas para limpar dentes muito finas a 200 rs
As pessoas, ainda as mais exigentes, que se dignarem vir este estabelecimcnlo,' Ditas para unhas a 800 rs.
Ccarao por certa muito satisfeiUs, nao s quanto s qualidades dos gneros, como com o Ua de todas as cores para bordar a 75 a libra
. F. ~ ,. ,.{* Caixas com phosphoros de seguranca a 160 rs.
tratamento todo attencioso que S Ibes dar. Cadernos de papel branco e azul a *) rs.
Alm documprimentodos deveres da boa educacao, havera d ora em diante anda pacote de papel anmade a 600 rs.
'maior capricho em satisfacer todos que boRrarem esta casa. Caixas com 100 anvelopes muito superiores a
Os gneros- pelas qualidades e procos annunciados, sero offerecidos ao examc *w rs.
^os Srs compradores. Noreceieo publico tese pra tiqueo contrario, como em oulras %cs dc W*1 *>". rande e pequeo, a
O Baliza nao Ilude. ... Silabarios porluguezes com calungas de todas as
llua do inclinado unmeros
41 e 5 5.
est disposlo a continuar a vender pelos precos Manteiga ingleza especialmer te escolhida
abaixo declarados, pois para principar o novo | ue prme,a qualidade a 00 rs. a libra,
faz abatimento.
SENHORES
m
Francisco Fernandes Duarte acaba de abrir na ra da Cadeia do Heeifen. 53, um grande esortido armazem de moldados de-
5 nominado Vnio Mercantil. Neste grande armazem encontrar sempre o respeilavel publico um completo sortimento dos melhores
gneros que vem ao mercado, lauto esirangeiros, como nacionaes, os quaes sero vendidos em porgues ou a retalbo por precos asss
i commodos.
Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e Sardinbas deNantcsa3iO rs. oquartoe56u
10200 a caada. 1 rs. meia lata.
Azeite doce relinado em garrafas brancas a Latas com peixe em posta : savel, corvina.
800 rs. I vezugo, cherne, linguado, lagostioha, a
Azeite doce de Lisboa a GiO rs. a garrafa e j 1^300 rs.
4^800 a caada. Salmo em latas, preparado pela nova arte
Genebra de Hollanda a 500 rs. o frasco e de cozinha, a 800 rs.
5^800 a frasqueira. .Maca de tomates em latas de 1 libra a 60(
Caixinhas com ameixas francezas, ornadas! ris.
com ricas estampas na caixa exterior, Chouricas e paiosem latas de 8 e meia libra
muito proprias para mimo, a 1520", 15500
e20.
Frasco de vidro com lampa do mesmo, con-
tendo meia libra de ameixas francezas, a
15200.
Marmelada
e meia a
E
mi
SEN II ORAS.
casas, que ate annunciam o que nao lena
Ameixas francezas em caixinhas eem frascos
de diversos tamaitos a l,2oo, l,6eo,
2,000,2,5ooe 2,8oo rs. e a libra a 800 rs.
Amendoas novas a 32o rs. a libra.
Azeite doce relinado a 800 ts. a garrafa.
dem de Lisboa a 64o rs. a garrafa e 4,800
rs. a caada.
Alpiste a 16o rs. a libra, e 4y8oo rs. a arroba.
Arroz do Maranhao, da India, e Java a 8c e
loo rs. a libra.
Aletria branca e amarella a 4oo rs. a libra.
Araruta verdadeira a 32o rs. a libra.
Batatas novas era gigos de 36 a 4o libras por
1,000 rs.-e a 4o rs. a libra.
Biscoitos inglezes Lunch a 18oo rs. a lata de
5 libras.
dem de diversas marcas era latas menores
a 1,303 rs.
dem de Lisboa de qnalidade especial jem la-
tas grandese pequeas a 3,ooo e l,5oo rs.
Bolachinhis americanas, a 3,000 rs. a barrica
e 2oo rs. a libra.
BanLade porco a 44o rs. a libra, e cm barril
a 4oo rs.
Baldes americanos muito proprios para com-
pras a 1,000 rs.
'Cha huxym, liysson e perola a 3,ooo, 2,800,
2,."00, 2,000 e l,6oo rs.
dem prelo a 2,ooo, 1,600 e l.ooo rs. alibra.
Ghanpagne a methor do mercado a 12,oooo
gigo e a l,2oo rs. a garrafa.
Chocolate francez priraeira qualidade a l,loo
r. a libra,
dem hespanhol a 1,2oo rs. a libra,
dem suisso a 1,000 rs. a libra.
-Cerveja branca marca Allsopps a 4,5oo rs. a
duzta, e a 4oo rs. a garrafa.
Cognac inglez a 4o rs. agarrafa a 800 ea
l.ooo rs.
Concervas inglezas em frascos grandes a 7"o
rs. o.irasco.
dem francezas de muitas qualidades a 5oo
rs. o frwco e a 5,5oo rs. a duzia.
Charutos neste genero temos grande sorti-
mento Lano da Babia como do Bio de Ja-
neiro a l,6o<>, 2,2oo, 2,5oo, 3,ooo e4,ooo
rs. a caixa.
_s~~Caf do Cearaiuito superior a 28o rs. a libra
e a 8,000 rs. a arroba.
dem do Bio a 3oo e 28o rs. a libra.
Ceblas a9oo rs. o molbo com mais de loo
ceblas.
Chouricas e paios a 72o re. a libra.
Cevadinha de Franea a 2oo rs. a libra.
Cevada muito nova a 80 re. a libra.
Copos lapidados a 5 e 6,000 rs. a duzia.
Doec de goiaba em latas a 4oo rs. a libra.
dem de caj em latas a [120 rs. a libra.
Bryihas francezas e porluguezas a 5oo e 64o
rs. a lata.
idKtseecis a 16o rs. a libra.
Figos de comadre em eai\inhas com 8 libras
por l6oo rs.
Farinua do Maranhao a 12o rs. a libra.
Farinha de trigo muito superior a 12o rs. a
libra.
Prelo em saceos grandes a 4,000 rs. o sacco
Genebra togteza marca gato a l.ooo rs. a gar-
rafa.
dem verdadeira de Hollanda em frascos muito
grandes a 1,2oo rs. o frasco,
dem de Hollanda em frascos pequeos a I! 00
rs. o frasco,
dem de laranja a 1,00o o frasco.
Gomma do Aracaty a 80 rs. a libra.
Graxa a loo rs. a lata e l.too a duzia.
Linguas mericanas de grande tamanho a
1,000 cada urna.
finalidades a 320 rs.
Licores inglezes e francezes em vazos de di- ,-ir:lxa m |atas muil0 n0Va a 100 rs.
versos tamanhos a l.OOO, l,5oo e 4,8oo Cartas e taltoadas para meninos a 60 rs.
rs. a duzia.
Manteiga ingleza flor a 800 rs a libra o de gft muit0 fmos volUret a280 _
libras para cima sera aberto um barril na Rodinhas com alfinetes francezes a 20 rs.
presenil do comprador. Carlas de alfinetes francezes finos a 40 rs.
dem de 2.a e 3.* qualidade a 7oo, 600 e 4oo Canivqtes de cabo de madreperola de duas folhas
rs. a libra. a 50p rs,
,i._,_ n-, ... ., Luvas brancas de algodao finas a 80 rs.
Mein feancen a o&O rs. a libra, e em barril Miadas de linha frxa para bordar a 60 rs.
por menos.
em barril se
Manteiga franceza a mais supe ior do mer-
cado a 560 rs. a libra, e 520 rs. em barril
ou meio.
Prezunlos inglezes para fiambre, de superior
qualidade, chegadosneste ul.imo vapor, a
720 rs. a libra.
Queijos llamengos chegados leste ultimo
vapor a 25tiO0.
Queijoprato muito fresco e n)vo a 640 rs.
a libra.
Castanhas muito novas a 120 rs. a libra e
e 35000 a arroba.
Cha uxin o melhor que ha neste genero,
mandado vir de conla propria a 25800
rs. a libra.
Cha hyson muito superior a 2(1560 rs. a li-
bra; cha byson proprio para negocio a
141500 re. a libra.
Cha preto muito superior a 25 a libra.
Biscoutos inglezes em latas com differenles
qualidades, como sejam crakoel, victoria,
piquelez, soda, captain, se;d, bornez e
oulras muitas marcas a 15330.
Bolachinha de soda em latas grandes a 25-
Figos em caixinhas hermticamente lacra-
das, muito proprias para m mo a 15500.
Caixinhas de 4 e 8 libras de fii;os de coma-
dre a 15 e 25 cada urna.
Passas muito novas, chegadas este ultimo
vapor a 500 rs. a libra e 35 um quarto ;
e em caixa se faz abatimento.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Caixas com superiores iscas para charuto a 40 rs. rh j. marPa mais unprior aue
Carreteis de linha de cores com 200 jardas a 60 rs. i LnamPa?n? fla marCa j 'oV/JL-
Mem em latas a 25000 e a 15300 a lala.
Massa de tomate era barril a 480 rs. a libra.
dem em lata a 640 rs. a lata.
Mostarda ingleza 400 c 600 ris o pote.
Marmelada imperial dos melhores fabrican-
tes de Lisboa a 600 rs. a Ubre.
Marrasquino de zara a 800 rs. o frasco e a
85 a duzia.
M'assas para sopa, talharim e macarro a
180 rs. a libra,
dem linas, estrelinlia e pevide, caixinba
com 8 libras a 15600.
1 Nozes a 16o rs. a libra.
Peixe preparado de escabeche, da melhor
qualidade que tem vindo ao mercado, a
15 a lata.
P "esu n lo de la mego muito superior a 480
rs. a libra.
, Llera para fiambre (inglez) a 640 ris a
libra,
dem americano i 400 rs. a libra.
P.tpel almaco a 35000 a resma,
bem de peso a 25 a resma.
P ditos para lentes a 160 rs. o mago.
Dito dito de flor a 200 re.
Ditos do gaz a 25200 a groza
Pissas novas a 180 rs. a libra c a 15800 a
caixa.
Queijos llamengos do ultimo vapor a 25300.
Dito londrino a 000 rs. a libra.
Dito prato a 640 rs. a libra.
Strdinhas de Nantcs a 320 rs. a lata.
Dita de Lisboa a 640 rs. em lata grande.
Sig muito superior a 240 rs. a libra.
Sil refina lo, em poles de vidro, a 600 rs.
o pote.
Sibo massa a 120, 160, 200 e240rs. a
libra.
Toqcinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Dito de Sanios e 300 rs. a libra.
Tijolo para limpar facas a 140 rs. cada um.
\assouras americanas a 64o rs, cada urna,
dem do Porto a 400 rs, cada urna.
\elas de carnauba e composigo a 320 rs. a
libra e a 105 a arroba,
dem stearinas superiores a 560 rs. o
mago, e em caixa por menos.
Yinho do Porlo, neste geneno temos o me-
lhor sortimento possivel, que vendemos
por precos muito haixos a 15 a garrafa e
a 10/ e 125 a duzia.
IdemCherry, eda Madeira em barris e em
caixa, a 125 a caixa e o barril conforme o
tamanho.
dem de Figueira e Lisboa, em ancoras de
8 a 9 caadas, por 285000.
tito em pipa a 35000, 35500 e45ooo a ca-
ada
dem do Porto, denomiuado Baliza, a 55 a
caada,
dem dem em garrafoes a 25500, com o
garrafo.
dem de Bordeaux, das melhores marcas que
vem ao mercado, a 65 a caixa e a 640 rs.
a garrafa.
\inagre de Lisboa a 15600,158oo e 25000 a
caada,
dem idem.em garrafoes com 5 garrafas, por
15 com o garrafo.
Vinho de caj a 1.5 a garrafa. Este vinho
tem dez annos.
!UA DO IMPERADOR
N. 22.
Grande armazcn de tintas.
Este armaiem amata tudo cmanto
{precise para que a industria de piitm.i. !
qualiuT peero rae seja, deeempeabe
seiiliiiii, sto, embeUezar, conservare
repioduzir.
Montado en grande escala e supprido
directamente por grandes fabricas Pa-
rs ondres e Hamburgo, pode ofierecer
protl actos de eonflanen, satisfzer anal-
que* encommenda groeso trato e re-
talhc.
Os Srs. artistas pintores, e OS ' obraa podero escoUier vontade, ikis
que 1
res ii
Ha
ral, 1
deve
recen
ta do
tis IV.
lia
po ee
do estar vista, as diferentes co-
qoe livi'ivin iiivessidade.
titilas i'in massa e em p impalpa-
como as obras a envernizar sd se
mwregar tintas muidas, e nao me-
l rnnfiaiii;a :is ijiif v.-iij de lora para
romir ercio, por velhas, e talrai falsifica-
das, reste armazem se as moer vis-
nsamider, me s assim hsri tin-
scas e verdaderas.
ambem onro verdadeira, verde em
nfolba, piafa em folba, p de broa-
leu 1 c varias cores, diamantes para cor-
tar vk ros, buruidoros, ncar >upci linai'ii-
caruai a, amarella c verde, tintas \ve-
Ues, a nl.roxa,verde e amarella. inoflen-
sivas, micas que se devem empregar as
confert iras, colleccdes de pinceis para
Ungir madeira, rom propriedade, e oatros
de varias qualidades, vernizes, eopal,
graiza, branco ou escuro para o interior
e exteror, para etiraelas e qnadros, tin-
tas tinas em tobes, em crayoes ou pastel,
teiias pira quadros, caixas de limas linas
e papel para desenlio.
Esseicias aromalicas veidadeiras, fras-
cos e vdros para vidraea de lodos os ta-
manhos! e amitos outros olijectos, cuja
utilidad^ e emprego s com a vista pode-
ro ser mostradas.
Joao Pedro das Xeves,
rente.
tem vindo aonosso mercadot 185o gigo,
garanle-se a superior qualida Je.
Vinho Bordeaux das melhore qualidades
que se pode desejar de 75503 a 85000 a
caixa e 720 a800 rs. a garrafa.
Caixas com vinho do Porto supsrior de 95
a 1J3 a duzia, e 90Oal5a garrafa; deste
genero ha grande porgoe ce differenles
marcas acreditadas que j ;e venderam
por 149e 155 a caixa, como sjjam: Duque
do Porlo, Lagrimas do Douro, D. Luiz,
Camoes, Madeira secco, Carcavellos, Nec- e 105 a caixa.
a libra e 45 a
por 75.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra e
85tiU0 a arroba.
Bolaxinha ingleza a 320 rs
barrica,
imperial, dos melhores conser- Sag multo novo a 240 rs. a libra
veiros de Lisboa, em latas de I e meia a Cevadinha de.Franca a 200. rs .a1 bra
2 libras a 600 rs a libra. Farmba do Maranhao a 120 .s a libra.
Fructas em calda das melhores qualidades ;Var"ta ^l'^o/J'1-,,
que ha em Portugal em latas hermtica- i V?v?a a !?,rs" a ra e H. f n -v,,
mente lacradas aSOO rs Alpista a 160 rs. a libra e 458CO a arroba
Peras seccas muito novas a 640 rs. a libra. Batatas muito novas em gigos com 40
Nozes muito novas a 160 rs. alibra. por 15 e a 40 rs a libia.
Amendoas de casca molie a 400 rs. a libra.
Avelaas muito novas a 200 rs a libra.
Amendoas confeitadas de diversas cores a
800 rs. a libra.
Magaas e peras chegadas neste ultimo vapor,
muito perfeitas, s vista se faz o prego.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada um.
Ervilhas francezas e portuguezas em latas de
1 libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate francez, o que ha de melhor neste
genero, a 15200 a libra.
Chocolate hespanhol a 15200 a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a 1.
Cerveja branca e preta das melhores marcas
que ha no mercado a 500 fs. a garrafa e
59800 a duzia.
Cebollas a 15 o molbo com mais de 100 ca-
da um.
Caf lavado de primeira qualidade a 300 rs.
a libra e 95 a arroba.
Caf do Cear muito superior a 280 rs. a li-
bra e 85400 a arroba.
Caf do Bio, proprio para negocio, a 85.
Arroz do Maranhao a 100 rs. a libra e 2580C
a arroba.
Arroz de Java a 80 rs. a libra e 29400 a
arroba.
Vellas de spermaceli a 560 rs. a libra
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
so e a 95 a arroba.
Doce de goiaba a 640 rs. o caixo.
Macarro, talharim e aletria a 480 rs. a li-
bra ; em caixa se faz abatimento.
Estrellinha,pevide e arroz demassapara sop*
a 400 rs. a libra e 25 a caixa com 6 libras
Cognac inglez de superior qualidade a 800 Pa|itos de'denle |ixados com flor a 200 rs
e 15200 a garrafa. 0 masso< tlilos ,xados sem flor a ICO rs
Licores francezes das seguinles qualidades : 0 mass0 com 20 massinhos.
Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames Gomma de engommar muito lina a 80rs. a.
e de oulras muitas marcas a 15 a garrafa libra.
Banha de porco refinada a 480 rs. a libra t
tar de 1833, Duque Genuino. Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e 400 rs. em barril pequeo.
Vinho de pipa: Porto, Figoeira e Lisboa, a 95 a duzia. Charutos dos melhores fabricantes de S. Fe-
400,480 c 560 rs. a garrafa, e 35, 35200 Mostarda ingleza em potes j preparada a lix, em caixas inteiras ou em meias, d
e 35500 a caada. I 400 rs. 5600, 25 e 35-
Vinho branco de superior qualidade, vindo Mostarda ingleza em p, em frascos grandes,; Presuntos do reino, vindos de conta propri*
j engarrafado a 640 rs. a garrafa e a 500 a 15 cada um.
rs. de barril. 1 Sal refinado a 500 rs. o pole.
de casa particular, a 400 rs. a libra; intei-
ro se faz abatimento.
Os senhores que comprarem de 1005000 para cima, tero o descont de 5 por cento, pelo promplo pagamento.
CL.RIll
COMMERC
RIA ]IO OCEHIADO W. 43,
Passando o beeco da Congregaco segunda casa.
til I ti
j I
NOV1DADE.
MMfiD
especifico para

Pereira Bocha & C. actbam de abrir na ra do Queimado n. 45 um armazem de moldados denominado Clarim Commercial,
'onde o respeilavel publico cncoitrar sempre um completo sortimento dos melhores gneros que vem aonosso mercado, os quaes
! sero vendidos porpregos muit) resumidos como o respeilavel publico ver pela tabella abaixo mencionada ; gaiante-se obom peso
e boa qualidade dos gneros comprados neste armazem.
Paslil
eriitifiEps
KEMP.
O* mciiii os lia podein gritos, porque
ellas bSo <1< ebeiro, sabor e cor agreda-
veis. A ele rancio, a seirnridiide de uc-
CfiO, o lllofb
Pastilhas
nsivo das
Vermfugas de Kemp
A p.iu DA si.v
f
V
Barricas de brea com 8 arrobas, de superior
qualidade : na na da Cadeia do Recife n. 56 A,
oja Ide ferragens de Bastos| _________
Vends-se o encenho S. Manoel, sito na fre-
guezia do Itio Fo-moso, e margem do rio Seri-
nhem.o qual demarca com os engenhos Cachoei-
ra, Chango! e Gamellcira, moe com agua e muito
copeiro, tem capacidade para safrejar 2,500 pes
aooiiaes, e se ada quasi todo em mata virgem,
distamioSig-^inkj'iue l|2le(oa: quem pretender,
dirija-se ra de Tjeano n. 5, que achara com
quem tratar. ^_________^______
"Cal He EJuboa
chegida ltimamente'; na roa do Vigario n. 19,
primeiro andar. ^.____________________
~ Luvas de pellica.
Qiegaram para a loja d'aguia branca, ra do
Queimado n. 8.
0 >- pd h^ &
3 0 0 P- . H O *~ P-SO
&- " 0
i O I s p p- ce
P - ^ co
H> a H^ CX> P- CO t>
& P El c g
O P 0 co p
co 00 <-*- S3* 5 o-
1 s- ao
ss-
1 Ti *
m
p
p-
p
co
I
Coniposicj) exclusivamente Vegetal,
bo estas pos as anas melhores e mais
completas di todas as recommendacvs
que Be poesa fzer e com justa raafio as
collocao na ategoria d'nm favorito uni-
versal.
A superioi idade <1hs
Pasti has de Kemp
sobre todas is preparaoea destinadas
para o inesin > ni devido Boa sim-
ples conipos: pi o sen aroma agrada-
vel e rapi lez e infallibilidadc com
que alcanca 1 dcstruiyo total das
LOVIBRIGAS.
venda as 1 ticas de Caors & llar boza,
ra da Cruz, 6 J0S0 da C. Bravo S: C, ra
da Madre deJDe|os.
Arroz do Maranhao, da India e Java a 80 e
100 rs. a libra e 25400 a 25800 rs. a ar-
roba.
Ameixas francezas em latas e em frascos a
15200 e 15600.
Amendoas com casca muito novas a 280 rs.
a libra.
Alpista a 100 rs. a libra e a 45600 rs. a ar-
roba.
Azeite doce francez muito fino em garrafas
grandes a 900 rs. a garrafa.
dem de Lisboa a 640 rs. a gariafa.
Araruta verdadeira de matarana a 320 rs. a
libra.
Ave'as muito grandes e novas a 180 rs. a
libra.
Batatas muito novas a 40 rs.
Biscoutos inglezes de diversas marcas a
15300 ris.
Bolathinhas de soda, latas grandes, a 25 rs.
a lata.
Ditas inglezas muito novas a 350X) a barri-
quinha e a 200 rs. a libra.
Banha le porco refinada a 440 rs. a libra e
eem barril a 410 rs.
Cha hvsson, buebin e perola a 15600, 25,
25500, 25800 c 35000 a libra.
dem preto muito superior a 25(00 rs. a li-
bra.
Cerveja preta e branca, das melhores marcas
que vem ao mercado, a 500 rs. a garrafa
c 55800 a duzia.
Cognac inglez lino a 900 rs. a garrafa.
Conservas a 720 rs. o frasco,
dem, s de pepino, a 720 rs.
dem, s de azeitonas, a 750 rs.
Charutos dos melhores fabricantes da Babia
e especialmente da fabrica inperial de
Candido Ferreira Jorge da Cosa, a 15800,
25000, 2:>200, 25500, 25800, 35000 e
35500 a caixa.
Caf do Bio muito superior a 260, 280 e
300 rs. a libia e 75500, 85 e 85500 rs. a
arroba.
Chouricas e paios muito novos a 800 rs. a Palitos de dentes a I20rs.
libra. dem de flor a 200 rs.
Cevadinha de Franca muito superior a 220 Palitos do gaz a 25200 rs. a grosa.
r. a libra.
Cevada a 80 rs. a libra.
Ervilhas portuguezas a GiO rs. a lata.
dem seccas muito novas a 200 rs. a libra.
Figos de comadre e do Douro em caixinhas
de oito libras e canastrinhas le 1 arroba a
15800, 5)500 e 280 rs. a libra.
Farinha do Maranhao a 120 rs. a libra.
Farinha de trigo a 120 rs. a libra.
Genebra de Hollanda verdadeira marca VD
a 560 rs. o frasco e 65200 rs. a frasquei-
ra.
dem em garrafoes de 3 e 5 gales a 5 coo
e 75500 cada um com o garrafo.
Gomma do Aracaty a 80 rs. a libra.
Graixa a 100 rs. a lala e 15100 rs. a duzia.
Licores muito finos a 700 rs. a garrafa.
dem, qualidade especial e garrafas muito
grandes, a 15800rs. a garrafa.
dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, garrafa forma le pera e rolha de vi-
dro, a 150OO rs., s a garrafa vale o di
nheiro.
Manteiga ingleza perfectamente fir, desem-
barcada de pouco a 800 rs a libra, e de 8
libras para cima se far urna dilTerenca.
dem fra'nccza muito nova a 560 rs. a libra,
c em barril (era abatimento.
Massa de tomates em barril a 480 rs. a li-
bra.
dem em lata a 640 rs.
Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa a 600 rs. a lala.
Marrasquinho de Zara, frascos grandes, a
800 rs.
dem regular a 500 rs.
Massas para sopa : macarro, talharim e ale-
tria a 480 rs.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Peixe em latas preparado pela primeira arte
de cozinha a 15 rs. a lata.
Palitos de dentes a 160 rs. o masso.
libra.
Passas muito novas a 480 rs. a libra.
Peras seccas muito novas a 600 rs. a
Painco a 200 rs. a libra.
Queijos llamengos do ultimo vapor a 25400
ris.
dem prato a 640 rs. a libra.
Sardinbas de Nantes a 32' rs.
Sag muito alvo e novo a 260 rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
lijlos de limpar facas a 140 rs.
Vellas de carnauba pura a 360 rs. a li-
bra.
dem stearinas muito superiores a 600 rs. a
libra.
Vinho ilo Porto engarrafado o melhor que
ha ueste genero e de varias marcas, como
sejam : Velho de 1815, Duque do Porto.
Madeira, D. Pedro, D. Luiz I, Maria Pa,
Bocage, Chamisso e outros a 800, OOO e
15000 a garrafa, e em caixa com urna du-
zia a 95000 e 105000.
dem em pipa, Porto, Lisboa e Figueira a
480, 500 e 560 rs. a gariafa e35, 35500
e 45 a caada.
dem branco de Lisboa muito fino a 500 rs.
a garrafa,
dem de Bordeaux, Medoc e S. Julien a 700
e 800 rs. a garrafa, e 75000 e 75500 rs.
a duzia.
Idem.MorgauxeCbateauluminide 1854, a i
a garrafa.
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs, a garrafa e
15200 rs. a caada.
Kirsk garrafas muito grandes a 15800 rs.
Alm dos gneros cima mencionados te-
mos grande porco de outros que deframo
de mencionar, e que tudo ser vendido po-
peras e carnadas, tanto em porces como f
retalho.
Quem comprar de 1005000 para cima te-
r o abate de 5 por cento.
-


I
Diarlo de Pernambnco Terra felra de Fevrrrlro ile ISO-i.
. ATTENCVO
9 LARGO no (Aim 9
GRANDE SORTIMENTO
DE
-i
ARMAZENS
I
123
UA i an (i/.i:s v. :u
PECHINCHA
COMO WUIIA HOITE
KO
ARMAZEM
caes
E
RA DO CRESPO N. 9
\o balrro de Mani Antonio.
Joaquina fos Ciomes de onza scientifica a seus numerosos fregu
zes e ao publico em geral que acaba de estabelecer nra novo armazem Ai molliados
ruado Crespo n 9, aonde se encentrar sempre os melhores gneros di estiva,
se vendero
PARA A FESTA.
DARTE & C.
Participara aos scus numerosos freguezes e ao publico em geral que acabam de
recetor de sua propria encommenda, o mais lindo e completo sortimento de molhados,
os iiuaes ven lem por grosso e retalho por menos io por cenio do que outro qnalquer
annunoiute, cuino verao pela seguinte tabella que abaixo notamos, garantindo os mes-
aros proprietarios n3o s o peso como a qualidade de seus gneros.
AVINO.
Todos os senhores que comprarem para negocio ou casa particular de 1000 para
cima terio m lis 5 a 10 por cento de abatimento, os proprietarios scientificam mais que
todDs os seus gneros sae recebidos de sua propria encommenda, razio esta para pode
vender por minio menos do que outro qualquer estabelecimento.
que
i a retalho e por atacado, por menos dos que se venderem em o itra qnalquer
parte, afllaiicando-se aquellas pessoas que omprarem nestes armazens a superior qua
fidade de gneros, precos enmmodos e bom acondicionamento.
O ai mazem da ra do Crespo situado no melhor local desta cidade com e as-
seio que de necessidade manter-se com estes estabelecimentos, (az crer a seu pro-
prietario, qlue ninguem deixar de ortir-se n'um estabelecimento aonde se encontra sin-
ceridade, para ir-se comprar aonde se nao oflerecem tantas vantagens.
Serjde este armazem no verdadeiro ponto de partida para os arribaldes desta
j cidade, nao ser difficil quelles senhores que tem de partir nos mnibus darem suas
encommenjlas neste armazem, que sempre Ibes offerecer os mais agradareis gneros.
Cha perola) de especial qualidade a 2,8oo rs.! Bolaxinha de soda e lunch em latas grandes
a 2.000 rs. cada lata.
Cognac de superior qualidade 8oo rs. a gar-
rafa,
dem milito superior a i.ooo *s. a garrafa
Caf a 28o e 32o rs. a libra, e a 8,000 e
9,ooo rs. a arroba.
Cerveja das melhores marcas do nosso mer-
cado de 5,000 a 6,000 rs. a duzia, e 5eo
rs. a garrafa.
a fibra. 1
, dem hysson mufn superior a 2,700 rs. a
libra.
; Mem uxinji a 2,5oo rs. a libra,
dem hysson a 2,3oo rs. a libra,
dem idera a 2,000 rs. a libra.
Mem pret)o de qualidade rauito especial a
2,000 rs. a libra,
dem idem inferior a l,6oo rs. a libra.
Champagne a melhor neste genero a 1.5oo
garrafa
O IiARGO HA PEAHA O
Francisco Fernandos miarte dono deste muito acreditado armazem
de molhados, acaba de receber neste ultimo vapor os mui desejados gneros escoltados
por elle na Europa, todos muito proprios para a festa os quaes est resulvido a vender por
preces baratissimos como verao pela seguinte tabella, e mesmo pede a todos os Srs. da
praca, de engenhe e lavradores para que mandem suas relaces para serem despachadas
no armazem do Progresso do largo da Penha n. 10, afina de verem a grande vantagem
que tiram. Unto na superioridade dos gneros como nos precos asss resumidos,
os Srs. que nao poderem vir podero mandar seus portadores ainda que nao tenham pra-
tica, que serb to bem servidos como se viessem pessoaimente.
O interesse que tira o proprietario deste acreditado armazem, j deve ser bem co-
nhecido pelos seas namerozos freguezes, pois simplesmente consiste em servir bem ega-
nhar pouco, afim de conseguir a continuacio daquellas pessoas, qae a primeira vez se dig-
narem honrar o seu estabelecimento.
Queijos fiamengos chegados neste ultimo
vapor a 2,000 rs.
dem do vapor passado a 1,800 rs.
dem prato muito novos e de superior qua-
lidade a 4oo rs. inteiro, e a 5oo rs. a
libra.
Doce de goiaba fino em caixoes com 2 '/i
libras por 600 rs.
Manteiga ingl^za flor a 800 rs. a fibra.
Castanhas muito novas a S:,ooo rs. a caixa, e
a 16o rs. a libra.
Bolinho francez e em caixinhas de 7oo a
1 fioo rs. cada ama.
dem franceza a mais nova do mercado a 56o
rs. a libra, o 54o rs. em barril.
dem de pono refinada muito alva 46o rs.
a tibra.
Pregunto para fianbre a 800 rs. a libra.
Cha uxiirt miudinho vindo de conta propria,
o melhor do mercado a 2,8oo rs. a libra.
dem hyson de superior qualidade a 2,6oo rs.
a libra.
dem perola o melhor que se pode desejar a
2,7oo ?s. a libra.
Ideio preto muito fino a 2,5oo rs. a libra,
dem mais barco pouco a 2,000 rs. a libra,
dem mais baico a l,8oo rs. a libra.
Vinlio do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado gara 1 te-se a superioridade deste vi-
nbo, des seguintes manas : Duque, Ge-
nuino, velho secco, especial lagrimas do-
ces de 1819, vinho especial D. Pedro V.,
vmho velho. Nctar superior de 1833, Du-
qae do Porto de 1834, vinho do Porto ve-
lho superior, madeira >ecca de superior
qiaiidade, vinho do Porto superior D. Lu-
iz I.jdel8i7, lagrimas do Douro es|>e-
cial, vinho lo Porto de l.oooa l,2oo rs.
a garrafa e le lo,ooo a 14,ooo rs. a caixa
com uma duzia.
Bolachinha de soda especial encommenda e a
nova q e ha no mercado a 2,2oo rs. a
lata. [
Biscoitos inglezes das melhores marcas em!
Vellas de carnauba e composico de 32o a
36o rs. a libra e de lo,ooo a H.ooo rs. a
arroba.
Genebra de Hollanda em botijas de conta a
440 rs. a botija, e em duzia ouembarrica
ter abatimento.
Massas para sopa macarr5o, talharim e aletria
a 48o rs. a libra e em caixa ter abati-
mento.
dem estrellinha. rodinha e pevide em caixi-
nhas de 8 libras, muito bem enfeitadas de
2,5ooa 3,5oo rs. a caixinha e a 600 rs. a
libra.
>oce de goiaba em caixas de diversos taa-
nnos de 600 a l.ooo rs. o caixo.
Sabo massa d 2oo a 24o rs. o melhor, em
caixa ter abatimento.
Ilem hespanhol a 28o rs. a libra.
Peixe em latas muito novo ; savel, pescada,
corvina, salmio e outras muitas qualidades
preparada de escabeche 2." a arte de cosi-
nha de l,2oo a l,8oo rs. a lata.
F igos em caixas de 1 arroba, V* e 8 libras
a 8,000 4,000 e 2,ooo rs. a caixinha.
Earris de vinho branco de quinto, marca B
& Filho a 60,oco rs. o barril.
Marmelada imperial dos nvInores conservei-
ros de Lisboa a 64o rs. a Utinhade 1 libra,
ha latas de 1 j e 2 libras.
Massa de tomate em latas douradas de I libra
a 64o rs. a lata.
Ameixas francesas em caixinhas elegante-
mente enfeitadas de l,5oo a 3,000 rs. a
rs. a garrafa e 18,000 rs. o gigo.
dem inferior a 10,000 rs. o gigo e l.ooo rs. Doce em calda a 5oo rs. a lata.
a garrafa.
Chocolate francez, hespanhol, e portuguez,
Conservas inglezas a 75o rs. o fiasco e8,600 demmais baixo a 54o rs.
rs. a duzia.
Araruta verdadeira a 32o rs. a libra.
Farinha do Maranhao muito alva e ebeirosa
a 12o rs. a libra.
Sag muito novo 24o rs. a libra.
Sevadinha de Franca a 2oo rs. a libra
Sevada muito nova a loo rs. a libra.
Cominhos, ervadoce e pimenta do reino a
36o rs. a libra.
Genebra de Hollanda a 5,5oo rs. a frasquei-
ra cora 12 frascos, e a retalho a 5oo rs.
cada um.
a 9oo e 1,2oo rs. a libra.
Charutos dos melhores fabricantes da Babia
e de qualidades, especialmente escolhidos, rs.
de 2,000 a 4,5oo rs. a caixa. dem portuguesas a 72o rs. a lata.
Farinha do Maranhao muito alva a 14o rs. a Wem seccas a 2oo rs. a libra.
libra Vassouras do porto com arcos de ferro a 32o
Idera de araruta verdadeira a 4oo rs. a libra.! rs- cada uma.
Manteiga ingleza flor a mais superior do
mercado a 72o rs. a libra,
dem de goiaba em caixas e diversos tama- Wem de segunda qualidade a 64o rs. a libra. dem em botija hamburguesa a 4oo rs.
nhos e de diversas qualidados de 64o a .Manteiga franceza de primeira qualidade a Genebra de laranja a l,ooors. os frascos
l.ooo rs. cada uma. 56o rs. a libra, e 52o rs. em barris ou grandes.
Ervilhas francezas muito novas le 48o a 64o meios. Vinho de caj o melhor qae ha no mercado
Cha perola neste genero nao ha nada a de-! a l.ooo rs. a garrafa,
sejar, e de especial qualidade, mandado Palitos do gaz a 2,3oo rs. a grosa e 2o rs.
vir de conta propria a 2,8oo rs. a libra. a caixinha.
dem huxim o melhor do mercado a 2,6oo [dem de denles lixados a 16o rs. o maco com
rs. a libra. 2o macinhos.
I;.ludias de '.! libras a l,3oo rs. a lata.
Meco ingl.jzes (raknel em latas de 5 e 7 libras
caixinha, tambera ha latas de 1 a 6 li-
bras de l,2oo a i,5oo rs. a lata,
lem em frascos cora tampa de rosca a l,6oo
rs. o frasco.
Chocolate portugus, hespanhol, francez e
I suisso a l,2oo rs.a libra.
,00o a 13.000 rs. a lata, e em libra a|Consems inglezas ^ sellinus marcase
800 rs.
Queijos do reino chegados pelo ultimo vapor
a 2,ioo rs. ;ada um.
dem prato a Too rs. a libra.
Vinho em pipa das mais acreditadas marcas
como sejaraBA F., PRB, JAA, oatras
muitas manas, Porto, Lisboa e Figueira ;
de 48o, 5oo. 56o, 61o e 800, rs., e o do
Porto fino era garrafa, e em caada a
3.000, 3,oco, 4,oeo e 6,5oo rs. o melhor
do Porto.
dem Bonioau:; das mais acreditadas marcas
a 7oo rs. a ,'arrafa, e a 8,000 rs. a ci xa.
Garrafes com 5 garrafas de superior vinho
di Porto a i!,2oo rs. com o garrafo.
dem aun 5 gai rafa de vinho da Figueira mais
p-oprio para a nossa tacao por ser mais
!. seo 1 2,100 rs. com o garrafo.
dem cora 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.
com o garrafo.
Vinlio branco o raais superior que vem ao
nosso mercado a 56o rs. a garrafa, e a
4,3oo rs. a caada.
Velas de esparmacate as melhores neste ge-
nero d 56o a 64o rs. o maco, e em cai-
xa ter grande abatimento por ha ver
grande por;5o.
Aieiledece en barril muito fino a 64o rs.
a garrafa e 4,8oo a caada,
dem francez retrado a 800 rs. a garrafa.
Ei vilhas francozas e purti'guezas a 64o rs. a
lata.
Boeotm eom doces soceos de Lisboa de 3oo
,1 l(0oon. ala uma.
Ton :inho deLi ;boa a 3oo rs. a libra, e a
t-'.ooo .is. a irroba.
Nozas muito novas a 16o re. a libra e 4,8oo
1 .. a arroba.
Caf de 1.a, 2.a e 3.a qualidade de 26o, 3oo
e 36o rs. a libra, doCear de 7,8oo, 8,600,
c 9.200 rs. i arroba do melhor.
irros da India, Java e Maranhao de 2,800 a
3.000 a arroba, e de 80 a loo rs. a libra.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e 5oo
a Lbra. ha caixas meias e quartos.
Sevadinha de branca a 24o rs. a libra.
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
Mixde-Picles e ceoollas simples a 75o rs
o frasco.
Ancoretas de vinho solares a 5o,ooo rs., e
a To rs. a garraf
Sirdinhas de Nantes a 32o rs. a latinha.
Charutos das mais acreditadas marcas de
2..'>oo a 4,ooo rs. a caixa.
Champagnhe a melhor do mercado de 12,ooo
a 2 i,000 rs. o gigo, e de l,2oo a 2,ooo rs. a
garrafa.
Papel greve paulado ou liso a 3,5oo rs. a res-
ma.
I lem de peso pautado 011 lizo de 3,5oo a
4,000 rs. a resma.
(omma muito fina e alva a 80 rs. a libra.
.Milito alpista e painso de 16o a 2oo rs. a li-
bra.
Falitos do gaz a 2,2oo rs. 1 grosa e 2oo rs. a
duzia.
Vasos nglezes de 4 a 16 libras vasios, muito
proprio para deposito de doce manteiga
ou outro qualquer liquido de l,ooo a
3,ooo rs. cada um.
Licores das melhores marcas e mais finos
a 1,000 rs. a garrafa e em caixa ter abati-
mento.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
e lo,5oo rs. a caixa.
Chouricas as mais frescas do mercado a 800
rs. a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a
l,ooo rs. o frasco.
Serveja das mais acreditadas marcas de
5,5oo a 6,5oo a du/.ia e de mais a 5oo rs.
a garrafa.
Mem em botijas e meia*, sendo preta da
muito creditada marca I de 6,5oo a 7,8oo
rs a duzia.
Ceblas em molhos grandes a 800 o molho
640 o cento, e a ,5oo rs. a caixa
F menta do reino a 34o rs. a libra.
Farinha do Maranhao a 14o rs. a libra.
Tijolo para limpar facas a 16o rs. cada um.
Ciminho a 4oo rs. a libra.
Erva doce a libra.
Canella a l.ooo rs. a libra.
Batatas a 1,00o rs. o gigo cora 32 libras liqui-
das e 3,ooo rs. a caixa de duas arrobas.
38RA DO IMPERADOR38
^P
>
'A
Alina natural ile Conililar.
muilD recooimeudada as affoc(;5es do tubo Rastro-intestinal, nos dos rin.c, e bexica ourinaria, pelas
propriedadis alcalinas, ti o acido carbnico que natiiraliurnio conten em suspensao, de pre
mai comniodo C[U acido carbnico. Injecqw Ihou, agua U le Cluelem, cupaliiba do Hese, injecrn Fuas de talo
noo, muio TCommendada as gonorrbo.is. Lerroy trance! verdadeiro ;'na me'sma casa tem
al.'iiinas cixas i e instrumenios cirurgicos para operiooes de Matieu e Cbarriere.
Ati. o*1ao da Baha
para saceos de tuuear e roupa de escravo; tero
nara vendr Amonio Luiz de Oliveira Azevedo &
C, no seu escrit.torio ra da Cruz n. 1.
pehluchii a 240 rs. o covailo.
Cumbrail de or de superior qualidade a IM rs.
' miado laazin ia> para vestido de ricos gostos a
\M 3 covado : si na ruado Queimado n. VI, es-
Miina qua rolta iara a Congr;gayao : est-so ara-
banco.
afnmMM MMHMHPMB.flMflRc---
Cal de Lisboa c potassa da
Rnssia.
Vende-se na ra daCadeia do Recite n. 26, para
ende se mudou o antieo e acreditado deposito da
riesma ra n. 12, ambos os gneros sae novse
liigitimos, e se vendem a pre^ei mais barato do que
ntra qualquer parte.
Farinha superior de Santa Catbarina.
Yendo-se em porcao oa a retalho, a bordo da
birca/m, atracada ao trapicha do Hariio dn I,i-
vramento, ou no escriptorio de Antonio Luiz de
fliveira Azevedo 4 C ra da Gruzn. 1.
Vinho do Alto Douro engarrafado, e os mais Velas de espermaceti da mellior qualidade, dem de segunda qualidade a 2,ooo rs.
bem escolhidos. lagrimas do Douro, D. Pe-!
dro V, D. Luiz I, Duque genuino, Nctar
superior, Malvasia fina, Bastardo, e outros
a H.ooo e 12,ooo rs. a duzia e l.ooo rs.
a garrafa,
dem Clherrv e Madeira a 1,5oo rs. a garra-
fa e IC.ooo rs. a duzia.
dem Rordeaux de diversas marcas de 8,000
a lol.ooo a duzia, e 800 rs. a garrafa.
Bolaxinhas americanas a 3,ooo rs. a barrica,
e 2oo rs. a libra.
Batatas muito novas a l,ooo rs. o gigo, e 60
rs. a libra.
Banha de porco refinada a 48o rs. a libra, e
em barril a 44o rs.
Vinho em pipa de Lisboa, e Figueira, de3,ooo
a 4,000 rs. a caada, e 5oo rs. a garrafa,
dem de Lisboa era ancoretas de 8 a 9 cana-
das por 27,ooo rs.
dem do Porto muito especial a 5,foa rs.
caada e 72o rs. a garrafa,
dem em garrafOes com 4 "* garrafas por
2,5oo rs. com o garrafo. '
Vinagre de Lisboa muito superior a 2,ooo
rs. a caada,
dem mais baixo a l,5oors. a caada, e 2oo
rs. a garrafa,
dem em garrafes com 4 "3 garrafas por
l,2oo rs. com o garrafo.
Manteiga ingleza a Goo, 7oo, 800 e Doors.a
libra de primeira qualidade.
dem franceza a S60 rs a libra.em barril, e
a 600 rs. a retalho.
Ameixas francezas em caixinhas com ricas
estampas no exterior de l,2oo a 2,000 rs.
cada uma.
dem em frasco de vidro de diversos lma-
nnos a 1,5oo e 2,5oo rs.
dem em latas de 1 1 '2 e 3 libra a l,3oo e
2,3oo rs. cada uma, e a 800 rs. a libra.
Figos de comadre em bazinlios de folha pro-
prios para mimos a l.Goo rs. cada um.
dem em caixinhas de folha a 32o rs.
dem em caixas grandes a 2oo rs. a libra.
Idera em latas ermeticamente lacradas de
1.6oo a 3,000 rs.
Arroz da India e Maranhao a 80, loo c 12o
rs. a libra.
a 600 rs. o maco,
dem de carnauba e composic) a 32o e 36o
rs. a libra e lo.ooo rs. a arroba.
Tijolo para limpar facas a 14o rs. cada um.
Toucinho de Lisboa e Santos a 3 o rs. a libra.
Sevada muito nova a loo rs. a libra.
Peixe em latas grandes, savel, Descada, cor-
vina, eoutras qualidades a l.ooors. cada
lata.
Papel greve pautado e liso de 3 000 a 4.0001
rs. a resma.
Passas muito novas a 8,3oo a caixa e 48o rs.
a libra.
Palitos lixados para dentes a lio rs. o maco.
dem de flor a 2oo rs. o maco.
Prezunlo para fiambre inglezes o americanos
a 85o rs. a libra,
dem do Porto a 48o rs. a libra.
Queijos prato de 48o a 600 rs. a libra,
dem londrinos os melhores que se encontram
neste mercado a 800 rs. a lil-ra.
dem fiamengos viudos no ultimo vapor
2.800 a 3,000 rs.
Sardinhas de Nantes muilo novas a 32o rs,
a lata.
Sag muito novo a 2oo rs. a li'jra.
dem muito superior a 28o rs. a libra.
Sabo maca de diversas qualidades a 2oo e
24o rs. a libra,
dem inferior de 12o a 18o rs a libra.
Genebra de Hollanda em frasqut iras a 6,5oo
rs.
dem hamburgueza em ditas ao,Soo rs.
dem de Hollanda em garrafas grandes a
o,5oo cada um.
dem em botija a4oo rs. rs. cala uma.
Garrafes vasios de diversos taannos a 000,
64o e l,2oo rs.
Gomma do Aracaty a loo rs. a libra.
Grakaa loo rs. a lata, e l,2oo rs. a duzia.
Licores finos francezes em garrafas e fras-
libra.
dem hysson muito superior a 2,5oo rs. a li-
bra.
dem preto homeopathieo muito fino a 2,ooo
rs. a libra.
Bolachinha de soda chegada neste ultimo
navio a 1,3oo rs. a lata, deste genero ha
grande porco e de differentes marcas,
que se vendem todas pelo mesmo preco a
vontade dos compradores.
lem em latas grandes a 2,ooo rs.
dem propria para lanche em latas grandes
a l,9oo rs.
Marmelada imperial dos melhores fabrican-
tes de Lisboa a 64o rs. a libra.
Frutas em calda em latas de l.ooo a 5oo rs.,
neste genero ha diversas qualidades a es-
colher.
Champanha superior das marcas mais acre-
ditadas a l.Soo rs. a garrafa e 15,ooo rs.
o gigo.
de I Serveja das melhores marcas que vem ao
mercado a 5oo rs. a garrafa e a 5,ooo rs.
a duzia.
dem preta superior a 56o rs. a garrafa e a
5,4oo rs. a duzia.
Vinho Bordeaux de differentes marcas, e as
melhores do mercado a 7,000, 7,5oo e
8,000 a caixa com uma duzia, e em gar-
rafas a 64o, 7oo e 800 rs., garante-se a
boa qualidade.
dem Figueira de superior qualidade a 48o
rs. a garrafa e 3,5oo rs. a caada.
dem de Lisboa a 2.800 rs. a caada e 4oo
rs. a garrafa.
dem do Porto de superior qualidade para
mesa a 560 rs. a garrafa, e 4,000 rs. a ca-
ada.
dem fino do Alto Douro da colheita de 1833,
como sejam: D. Luiz, Feitoria velho, Nc-
tar, Carcavellos e Camoes- em caixa de
Amendoas de casca mole muito novas a lo
rs. a libra.
Azertonas superiores a 1.2oo rs. o barril,
Alpisla a lo rs. a libra e 4,6ooa arroba.
Letria a 4oo rs. a libra
Biscoitos e bolachinhas inglezas as ultimas
chegadas ao nosso mercado a l,2oo e l,4oo Sal refinado"em'frascos de
s. cada lata. | 0 frasco,
ATTENCAO
O proprietario dos armazens do Progresista jamis deixar deofferecer aos seu
freguezes todo o que for preciso para que sejam bem servidos, e como a (sta se aproxi-
ma n ptima aoccasiodos seus freguezes experimentaren! a realidade, qu3 nunca dei-
axta de ser mantida pelo proprietario destes armazens.
eos de diversos tamanhos de (too a 800 rs.
cada um.
Marmelada imperial de t'dos o; conservei-
ros de Lisboa a 64o e 700 rs* a libra.
Massa de tomate muito nova a 64o rs. a
libra.
Marrasquino de Zara a 64o rs. o frasco,
dem em frascos grandes a 800 rs
Cominhos muito novos a 5oo rs a libra.
Erra-doce a 2o rs. a libra.
Pimenta a 36e rs. a libra.
Gravo da India a 64o rs. a libra.
C.innella a l.loo rs. a libra.
Alfazema a 2oo rs. a libra.
vidro a 600 rs.
Loja do hcija-floi-. Ua para bordar.
Meias rruas para liomem. Vende-se la para bordar, de diversas cores, as
Vendem-se meias croas para liomem a 25 a du- mais lin(1:is 'l[K se Pod, encontrar, a 65300 : s
zia : na ra do Queimado, loja dobeija-tlor nune- 1uem vonde I'01* esle Pr(t na loja do beija-llor
ro 6:1. O ra do Queimado n 63.
Meias para senhora. rilas Pi,ia debriini de vestidos.
Vendem-se meias para senhora a 3,5200 45 e Vcndem-se lilas para debram de vestido de la
ifiaOOaduza: na ra do Queimado, luja do iei-: Pr(',as bordadas, com 10 varas, alSIOO. dita de
ja-flor n. 6.1. sedaprea a 15200, dita de cor adamascada a
Traiieinha para enfeites. i l*W)' dita branca de a eom 11 varas a 400 rs. :
Vende-se trancinha para enfeites de vestidos ou na rua d^l'e"nailo '"Ja beua-Bor n. 63.
roupa de meninos, que tambem serve para enfeitar' enl,'s lrapssos Paia meninas
camisinha de senhara ; vende-se tranca brauca ; Vendem-se pentes travessos de borracha para
com 40 varas a 800 rs. a peca, com 20 varas a OO meniua a 400e 300 rs.: na rua do Queimado, loja
rs., com 10 varas a 260 rs. : s quem ti m ( na 'do beija-flor n. 63.
loja d beija-llor da rua do Queimado n. 63.
Tesmiras linas para unba e costura.
Papel de diversas qualidades.
Vende-se papel amizadu a 640 c 700 rs., dito de
Vendem-se tesouras finas para unha e costura a corc>!< a *>00 rs., dito adamascado a 1,!'.. dito branco
400, 500 e 640 rs., dilas para costura a 500rs. a 'mr'< di,() ll,,ira domada a I300 : na rua do
na rua do Queimado, loja do beija-flor n. 63. I Queimado, loja do beija-llor n. 63.
Facas e garfos. Iloiocs de mailreprrola
Vendem-se facas c garfos oitavados a 25800, Vendem-se boles de madreperota para rollete,
ditasrravadas a .'15, ditas de cabos pretos a 35200, '1"c tambem servem para casaros de senhora a
ditas de cabos de balanco com 2 botes para mesa i(,,) rs- attoadora : s quem v nde (ir este
a G5300 a duzia : na rua do Queimado, loja do; drceo na rua do Queimado, loja de beija-flor nu-
beija flor n. 63.
Escoras para denles.
Vendem-se eseovas para dentes muito finas a
110, 240, e 300 rs. : na rua do Queimado, loja do
bija-flor n. G3.
Caixinhas rom rampas.
Vendem-se caixinhas de grampas a 40 rs. : na
rua do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Oolarinhos para liomem.
Vendem-se colarinlios de linho para hemem, de
diversos gostos, a 560 e 6W) rs. : na rmi do Quei-
mado, loja do beija-lljr n. 63.
f.ravalas para senbnra.
Vendcm-sc grvalas para senhora, de diversas
cores, a 500 rs., 800 e 15 : na rua do Queimado,
loja do beija-flor n. 63.
Itolors de pnnlio para raangnifos de senhora.
Vendem-se botes de punho para manguitos de
senhora, de diversos gostos, a 200 rs. o par : na
rua do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
mero 63.
Linas de Jonvin.
Vendem-se luvas de Jouvin par 1 homcm c se-
nhora, chegadas no ultimo vapor : na rua do
Queimado. loja do beija-flor n. 63.
C\L DE SIiU
uma duzia a 9,ooo rs.
Lagrimas do Douro, especial vinho do Porto
a 1,000 rs. a garrafa e lo.ooo rs. a caixa.
Duque do Porto, Madeira secco, duque ge-
nuino, lagrimas doces a 9oo rs. a garra-
fa e!),5oo rs. a duzia.
Garrafes com vinho do Porto a 2,2oo rs.
cada um.
Vinagre de Lisboa de superior qualidade a
2oo rs. a garrafa e l,2oo rs. a caada.
Azeite doce refinado em garrafas grandes a
800 rs.
dem de Lisboa a 61o rs. a garrafa, e em
caada a 4,800 rs.
Presuntos inglezes para fiambre a 7oo rs. a
libra.
dem de lamego encommenda particular a
48o rs. a libra, e inteiro se faz abatimento.
Toucinho do reino o mellior do mercado a
320 rs. a libra, e em arroba a 9,ooo rs.
Velas de espermacete de 4, 5, e 6 por libra
a 560 rs., e em caixa se faz abatimento.
dem de carnauba refinada a 32o rs. a libra
e 9,ooo rs. a arroba.
dem de carnauba pura do Aracaty a 4oo rs.
a libra e lo,5oo rs. a arroba.
Gomma muito fina e alva a 80 rs. a libra.
i Ervilhas seccas chegadas neste ultimo navio
a 16o rs. a libra, e em porgao se faz aba-
timento.
Banha de porco refinada a 48o rs. a libra e
42o rs. em barrii.
Vmho branco de superior qualidade proprio
para missa a 64o rs. a garrafa.
Ameixas francezas em caixinhas elegante-
mente enfeitadas com ricas estampas a
l,2oo, l,5oo e 2,000 rs. cada uma.
dem francezas em frasco de vidro com tam-
pa do mesmo contendo t libra a l,2oo
rs. s o frasco val quase o dinheiro.
dem em latas de 2 libras por l,4oors.
a retalho, e a 800 rs. a libra.
Figos de comadre muito novos em bahozi-
nhos mHito proprios para mimo al ,28o rs.
dem em caixas para retalho a 16o rs. a
libra.
Passas de carnada a 48o rs. a libra e em
quarto com 8 libras por 2,5oo rs.
Bolaxinhas inglezas de superior qualidade a
2,000 rs. a barrica, e a 2oo rs. a libra.
Chocolate francs o melhor que se pode de-
sejar neste genero a l.ooo rs. a libra.
Macas para sopa estrelinha, pevide, arroz de
maca a 48o rs. a libra, e em caixa a 2,ooo
' rs. cada uma, macarrao, talherim, e ale-
tria a 4oo rs. a libra.
Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra.
Avelans muito novas a 2oo rs. a libra.
Ervilhas francezas muito novas em latas
grandes a 64o rs.
dem em ditas pequeas a 4oo rs.
Maca de tomate em latas de 1 e 2 libras a
64o rs.
Salmao em latas de 1 l% libra a 800 rs.
Lagoslinho em latas grandes a l,4oo rs. ca-
da uma.
Sardinhas de Nantes a 36o rs. a lata.
Cognhac inglez a 800 rs. a garrafa.
Licor francez das melhores marcas do mer
cado a 800 rs. a garrafa.
Batatas chegadas neste ultimo navio em cai-
xa com duas arrobas por l,6oo rs., e 4o
rs. a libra.
Concervas inglezas a 75o rs. o frasco.
Sal refinado em potes a 5oo rs. cada um.
Mostarda ingle :a a l.ooo rs. o frasco.
dem franceza a 4oo rs. o pote.
Milho alpista a 16o rs. a libra e 4,8oo rs. a
arroba.
Graixa rauito nova em latas grandes a 120
ris.
Latas com peixe em posta ermeticamente
lacradas das melhores qualidades de pei-
xe que ha em Portugal a l,2oors.
Caf lavado de l1 qualidade a 32o rs., dito
de 21 a 28o rs. a libra e 8,2oo rs a arro-
ba, dito de 3a a 26o rs. a libra e 7,8oo
rs. arroba.
Charutos suspiros dos melhores fabricantes
de S. Eelix a 2,5oo rs. a caixa com loo
charutos,
dem finos de diversos fabricantes a 1,60o.
l,8oo o 2,000 rs. a caixa com loo charu-
tos, |o preco nao indica a boa qualidade
porm deera-se ao trabalho de virera ou
mandarem e vero a realidade.
CONSERVATIVO
DE
JOAQ17IM NI JlAO DOS SAUTOS
23Largo do Terco-23.
O proprietario desle armazem de molhados participa ao publico e a todos em geral
que tem um grande sortimento de todo qtianto perlencente a molhados, e que tem
um armazem para somente receber os gneros de maior quantidade, faz suas especula-
res em boas quadras, e que sempre pode vender por menos de 10 20 por cento du
que em outra qualquer parte, garantindo o proprietario qualquer genero sabido do seo
armazem, tanto em peso como em qualidade.
Manteiga ingleza flor mandada vir por conta propria a 800 rs. a libra,
dem franceza, viuda pelo ultimo navio a 560 rs. a libra e 540 rs. em barris.
Banha de porco refinada, propria para pastis a 480 rs. a libra, e om barril a 400 rs.
Ven
da hoje, e unlca nova, ine lia no' r0Da- .__
mercado na rua do Trapiche n.: Batatas novas em caixas com 2 arrobas por 2(5000, arretalham-se a 4o rs. a libra.
13, armazem de
ra Basto.
lanocl Tclxel-
Vendem-se ovas do ierran mui o boas, che-
gadas ltimamente no vapor Mamt miuap'' : no
largo do Orpo Santo n. 6. a rmazem de Palmeira
& Beltrao-
Toucinho desembarcado ltimamente a 3oo r s. a libra, em barril ou arroba a 80800.
Cha de |\ 2a, 3a e 4a sorte a 20800, 20300, 20000, e 10600 a libra.
Azeite doce de Lisboa a 600 rs a garrafa, e de carrapato a 280 rs. a garrafa, e caada
20ooo.
Genebra verdadeira de Hollanda. em botijas, de conta certa, marca gallo a 360 rs.
Milho alpista o mais limpo que ha a 160 rs. a libra a 50000 rs., a arroba.
y


Diarlo de Pcritamhueo Terea felra de Feverera de 14.

i

i
UMO
COMIERCIO
Defroute da lo ja do r regulen..
IMPARTE AIjMEIDA
acaba de abrir o sen grande e sorttdo armazem de molhados denominado Unio e Com-
memo. Este grande armazem 6 um dos mais bem montados que temos em nossa praca,
nao s em limpeza aceio, como as qualidades espeeiaes deseus gneros. O proprie
ario do Unio e Comtnercio offerece todos os senliores da praca, senhores de engenho
e lavraxbres a seguinte tabeHa, por onde verao a grande economa que lee resulta em
comprar jm em to til estabelecimento, atrancando o mesmo todo e qualquer genero
sahido di f;eu armaaem.
ALLIANCA
GBAIDE
Bollinho tranca em latas e caixinhas as mais
delicadas que tem vindo ao nosso merca-
do de 7oo a 2,5oo rs. a caixinha.
Manteiga ingleza perieitamente flor, mandida
vir de conta propria, a 7ooaSof rc,a
libra.
lde;n franceza chegada pelo ulr avia a
56o rs a libra, e em barril tera abatimsn-
to.
dem indeza em potes de 4 a 16 libras a
800 rs, ;i libra e o pote separado,
melhor ueste genero, mandado
Erva-doce a Soo rs. a libra.
Cliampanha de 20 a 22,ooo o gigo.
Palitos do gaz a 2,3oo rs. a groza e 2o rs. a
caixinha.
Milho alpista a 16o rs. a libra.
Cominho muito novo a 4oo rs. a libra, e
comprando de 8 libras para cima a 32o rs.
Gomma muito alva para engommar a 8o rs.
a libra, e em arroba se far abatimento,
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
Sabao vei-dadeiro liespanhni, que raras vezes
vem ao nosso mercado a 28o rs. a libra
Cha uxiri o ..
vir de conta propria a 2,8oo rs, a lirra. Vinho branco o melhor neste genero a 8oo rs.
'dem hyison, grande, multo boma 2,0oo rs.' a garrafa e 4,3oo rs. a caada.
\ a ubre. Iem Bordeaux de differentes marcas, garan-
l lern prito muito fino, a 2,6oo rs a libra, i te-se a qualidade, a 8.000 rs. a caixa com
1 dem prt'to, mais bixo, a 2,ooo rs, a libra. urna duza, e a 7oo rs. a garrafa.
dem, verde, miudinbo, mais proprio para Garrames com 5 garrafas de vinho do Porte
negocio, a l,5oo rs, a libra. j do AI*o D"ro a 2,2oo rs. com o garrafo.
Banha di poreo relinada muito alva a rs, a libra, e em barril se far abatimento. propno para a nossa estaco por ser mais
Biscoitos inglezes das seguintes marcas; fresco a 2,4oo rs. com o garrafo.
Craknjl, Soda, Ccede, Captain, Travell es. Wem com 5 garrafas de vinagre a i,2oo rs.
Lunch, Cabin, e outras multas marcan, a
i,ion rs, a lata.
BoLictiiii a de sodo, especial encommenda, a
2,2oo re, a lata.
Bis* ito inglez Crakuel em latas de 5, 7 15
libras a 5,009, e 6,000 rs, e de l,2o> a
800 rs, a libra.
Qutijos do reino pelo baratissimo preco de
t,6oo, I.Soee 3,ooo rs,, os do ultimo
vapor,
dem prato muito fresco a 64o rs, a lil ra.
dem lonirino muito fresco a 800 rs, a libra.
Vinhos em pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
48o, 56o, e 6io rs, a garrafa, e de 3,oco a
i.ooo rs, a caada.
Malmtala imperial dos melliores conservei-
ros do Lisboa em latas de 1 e mais libras
3. 7oo rs, a Jibra.
Peras seaas em caixiuhas de 4,000 a 2,joo
rs. cala urna.
Figos em caixinhas de 1 '/* arroba e de 8 ti-
tiras a 8,000,4,ooo, e 2,ooo rs, e a 3ec rs.
i libra, taanibei.i ha seriabas para men
nosa ,K) rs. cada urna.
Amendoas de casca mole a 36o rs, a libra, e
em arroba tera abatimento.
Sardinas de Nantes a 32o rs, a latinha.
Toucinho de Lisboa muito novo a 3oo n, a
I i hra e em arroba a 9,ooo rs.'
Massa de tomates a 64o rs, a libra.
Pimenta do reino a 34o rs. a libra,
Farinha do Maranho a 14o rs, a libra.
Ceblas a 800 rs. omolho, 64o rs. o cinto
o (.Soo a caixa.
Tipllo para Impar facas a 16o rs,
Cerveja las mais acreditadas marcas de 5.000
a 7,5xi a duzia, a de 5oo a 600 rs, a jr-
rala,
Prezunt) para fiambre muito fresco e novo
a 8oo rs. a libra,
Genebrc de laranja a l.ooo rs, o frasco,
Chouric-is as mais frescas do mercado a Soo
rs. a ibra,
CogOK verdadeiro inglez a Ooors. aganafa,
i lo,5co rs. a caixa com urna duzia,
Licores francezes e portuguezes de tods as
marcis de 10,000 a 15,000 rs. a duzia.
Passas r mito novas a 000 rs. a libra e a 8 5oo
rs. a caixa. Ha caixas, meias e guarios.
Batatas a l.ooo rs. o gigo com 38 libias e
2,oc a caixa cora duas arrobas eadauma.
Bocetas com doces seceos de 3,ooo a 3.,5oo
rs. cada urna.
Bolachinha ingleza 1 32o rs. a libra,
Azeite fiaacez e po.tuguez refinado a 800 rs.
a garrafa, 9,ooo rs. a caixa com urna du-
zia.
Censen as inglezas das seguintes mar as:
.Mixed, Pickes, e ceblas simples a 800
rs. o frasco.
Mostan a ingleza preparada em potes a ioo
rs. c pote.
Nxzesnto novas a 160 rs. a libra e 4,80o
rs. a arroba,
Vasos inglezes vasios de 4 a 16 libras, muito
proprios para deposito de manteiga, doce,
e outro qualquer liquido, de l,ooo a ,00o
rs, cada um.
o garrafo,
Sabo massa de superior qualidade a 18o,
2oo, e 22o rs. a libra do melhor que ha
Graixa em latas muita nova a 12o rs. a lati-
nha, e l,3oo rs. a duzia.
Pefcxe em latas muito novo : savel, pescada,
curvin, salmo e outras muitas qualidades
preparados de escabexe, segundo a arte de
cozinha, de l,2oo a 2,oo rs. a lata.
dem do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado e escolhido pessoalmente por um
dos socios que se acha em Portugal, das
seguintes marcas : Duque, Genuino, Ve-
lho secco especial, Lagrimas Doces de
1819, vinho especia! D. Pedro V, vinho
velho. Nctar superior de 1833, Duque do
Porto de 1834, vinho do Porto velho su-
perior, Madeira Secca de superior quali-
dade, vinho do Porto superior D. Luiz I
de 1847, Lagrimas do Douro, especial vi-
nho do Porto, de l,ooo a 1,200 rs. a gar-
rafa e de lo.ooo a 12,000 rs. a caixa com
urna duzia.
Vassouras americanas a 800 rs. cada urna.
Velas de spermacete as melliores que ha no
mercado a 56o e 64o rs. e masso, e em
caixa se far umjgrande abatimento,
dem de carnauba e composicao, de 4oo a
32o rs. a libra, e de lo.ooo rs, a H,5oo
rs. a arroba,
Caf de Ia e 2a sorte de 8,3oo a 8,600 rs. a
arroba, e de 28o a 32o rs. a libra do me-
lhor,
Arroz da India, Maranho e Carolina a 3,ooo,
2,800 e 2,4oo rs. a arroba e a loo rs. a
libra.
Frasqueira de genebra a 5,8oo rs. e a Soo
rs. o frasco.
Azeite doce em barril muito fino, a 64o rs.
a garrafa, e em caada ter abatimento."
Papel greve pautado e liso a ,5oo rs. a
resma.
Genebra de Hollanda em botij de conta a
44o rs. a botija.
Passas corinteas a 5oo rs. a lil ra e 12,8oo
rs. a arroba,
Ervilhas franceza e portugueza a 640 rs. a
lata de una libra.
Chocolate francez, hespanhol, sisso e por-
tuguez a 1,000 rs. a libra, e 28o rs. ca-
da pao de urna /*. 1
Ameixas francezas em caixinhas elegante-
mente enfeitadas, com diversas estampas
no exterior da caixa de 1,500 b 3,ooo rs.
cada urna; tambem ha frascos e latas de
differentes tamaitos que se vendem por
mdico preco.
Massas para sopa: macarro, talharimeale-
tria a i8o rs. a libra, e em ca xa se far
abatimento.
Garrafoes eom 14 garrafas de glenebra de
Hollanda a 5,ooo cada um.
Charutos de todas as marcas e d )s memo-
res fabricantes da Bahia de 3,oo) a 4,eoo
rs. a caixa.
57 RA DO IMPERADOR 57
Na beiii coiiecida loja que foi do Si*. Flix alaiate.
Paulo Fcrrelra da Mil va proprietario deste novo estal elecimento, tendo
chegado da Europa, aonde escolheu um grande-'e variado sortimento de molhados, tem
a honra de os expor ao respeitavel publico desta cidade pelos mais resumidos precos.
Em to ptima occasio, por estarmos prestes a festa de Natal, o proprietario do
grande armazem Allianea offerece aos seus amigos e freguezes que c conhecem desde
quando foi socio dos armazens Progressivo e Progressista as maiores v intagens em com-
prarem em seu armazem.
Hoje de novo estabelecido mais precisa da concurrencia de todos estes senhores
ao seu estabelecimento. certos de que esta casa jamis deixarao de ser cumpridas as
grandes vantagens por ella offerecidas.
Marties de 4o a 16u rs. cada urna. Bolachinha de soda e lunch em latas grandes
Manteiga ingleza a mais superior neste ge- a 2,ooo rs. cada lata.
ero a 800 rs. libra, e comprando de 8 Cognac de superior qualidade a 800 rs. agar
libras para cima a 72o rs., esta a mais rafa.
superior que pode haver, tambem ha mais dem muito superior a 1,00o rs. a garrafa
baixas para menos precos. Caf a 28o e 32o rs. a libra, e a 8,000 e
dem franceza muito nova a 56o rs. a libra 9,000 rs. a arroba.
e 54o rs. em barris ou meios. Cerveja das melliores marcas do nosso mer-
Peras seccas muito novas a 48o rs. a libra. | cado de 5,ooo a 6,000 rs. a duzia, e 5oo
Cha perola de especial qualidade a 2,8oo rs.
a libra,
dem hysson muito superior a 2,7oo rs. a
libra,
dem uxim a 2,5oo rs. a libra,
dem hysson a 2,3oo rs. a libra,
dem idem a 2,000 rs. a libra.
rs. a garrafa.
Conservas inglezas a 75o rs. o frasco e 8,600
rs. a dnzia.
Doce em calda a 64o rs. a lata.
Ervilhas francezas muito aovas a 64o rs.
dem portuguezas a 72o rs. a lata,
dem seccas a2oo rs. a libra.
Idem'prelo de qualidade muito especial a Bassouras do Porto com arcos de ferro a 32o
2,000 rs. a libra. i rs. cada urna,
dem idem inferior a l,6oo rs. a libra. 1 Vellas de espermacete da melhor qualidade
Chocolate francez, hespanhol e portuguez, a a 56o rs. o maco.
9oo e l,2oo rs.a libra.
Charutos dos melhores fabricantes da Bahia
dem de carnauba e compjsico a 32o e 36o
rs. a libra e 10,000 rs. a arroba.
LOJA DO PAVAO
Cassas puritanas.
Vendem-se as mais modernas cassas puritanas cora bonitos desenhos pelo baratsimo proco de
rs. o covado, por haver grande porco, pecliincha : na ra da Iraperatriz n. tW, loja do
Pavo.
Cassas persianas a 360 rs. o covado.
e de qualidades especialmente escoltados, i lijlo para limpar facas a 12o rs. cada um.
de 2,ooo a 4,5oo rs. a caixa.
Farinha do Maranho muito alva a 14o rs. a
libra.
dem de araruta verdadeira a 4oo rs. a libra.
Vinho do Alto Douro engarrafado, e os mais
bem escolhidos, lagrimas do Douro, D. Pe-
dro V, D. Luiz I. Buque genuino, Nctar
superior, Malvasia fina, Bastardo, e outros
a ll,ooo e 12,ooo rs. a duzia e l,ooo rs.
a garrafa.
dem Cherry e Madeira a 1,5oo rs. a garra-
fa e 16,ooo rs. a duzia.
dem Bordeaux de diversas marcas de 8,ooo
a lo,ooo a duzia e 800 rs. garrafa.
Bolaxinhas americanas a 3,5oo rs. a barrica,
e a 24o rs. a libra.
Batatas muito novas a l,ooo rs. o gigo, e 60
rs. a libra.
Banha de poico refinada a 44o rs. a libra o
em barril a 4oo rs.
Vinho em piqa de Lisboa, e Figueira, de 3,ooo
a 4,ooo'rs. a caada, c Soo rs. a garrafa.
Idem de Lisboa em ancoretas de 8 a 9 cana-
das por 27,ooo rs.
dem do Porto muito especial a 5,5oo rs. a
caada e 72o rs. a garrafa.
dem em garrafoes com 4 Vi garrafas por
2,Soo rs. com o garrafo.
I Vinagre de Lisboa muito superior a 2,ooo
rs. a caada.
dem mais baixo a l,5oo rs. a caada, e 2oo
rs. a garrafa.
Toucinho de Lisboa c Santos a 320 rs. a
libra.
Sevada muito nova a loe rs. a libra.
Peixe em latas grandes, savel, pescada, cor-
vina, e outras qualidades a l.ooo rs. cada
lata.
Passas muito novas a le ,00o rs. a caixa e
5oo ps. a libra.
Palitos lixados para denles a lio rs. o maco,
dem de flor a 2oo rs. o maco.
Presunto para fiambre inglezes e americanos
a 85o rs. a libra,
dem do Porto a 48o rs. 1 libra.
Queijo prato a 64o rs. a libra.
Idem flamengo vindos 110 ultimo vapor a
2,oooo e 2,3oo rs. cadf um.
Sardinhas de Nantes muito novas a 32o rs.
a lata.
Sag muito novo a 2oo rs. a libra,
dem muito superior a 23o rs. a libra.
Sabo maca de diversas qualidades a 2oo e
24o rs. a libra,
dem inferior de 12o a 18o rs. a libra.
Genebra de Hollanda em Irasqueiras a 6,5oo
ivis.
dem hamburgueza em f asqueiros a 5,8oo
ris.
dem de Hollanda em grrafoes grandes a
5,5oo rs cada um.
dem em botija a ioo rs. ada urna.
Garrafoes vasios de diversos lmannos a 5oo,
64o e l,2oo rs.
dem em garrafoes com 4 \'i garrafas por i Gomma do Aracaty a 80 r5. alifara muito alva
l,2oo rs. com o garrafo
Ameixas francezas em caixinhas com ricas
estanpas no exterior de l,2oo a 2,ooo rs.
cada urna.
dem em frasco de vidro de diversos tama-
itos a 1,5eo e 2,5oo rs.
Graixa a loo rs. a lata, e l,2oo rs. a duzia.
Licores finos francezes em garrafas e frascos
de diversos tamanhos de 600 a 800 rs. ca-
da um.
Marrnelada imperial de te dos os conserveiros
d Li6ba a (>oo e 7oo rs. a libra.
ATirEJsr^Ao
T idos os sonhores que comprar em para negocio ou casa particular
cima te rao mais 5 a 10 por /o de abatimento; o proprietario scientifica reais
os seus gneros sao recebidos de sua propria encommenda, razo esta para pb'der ven-
dtr por muito menos do que em outro qualquer estabelecimento.
jOfS para
que todos
IPKClillM'IIIA
Custodio Carvalho Compa-
nhia.
2 3-Ra do <|uelmado9 9.
Novas l.iazinhasefcossezas nmilo lindas, fazen-
d?. encopada, propra para vestidos de sentiora e
criancinhas, pelo birato prego de 240 caca co-
vado.
GLOBOS
Vendiin-se globos de barro vidrado da (ibrica
d frentes do casas : na ra do Amoriir n 46.
semeutes de hortaliza.
dem em latas de 1 1 2 e 3 libras a l,3oo e | Massa de tomate muito nova a 64o rs. a li-
2,3oo rs. ada urna, e a 800 rs. a libra.
Figos de comadre em caixinhas de 4, 8 e 16
librrs a I,3oo, 2,5oo e 5,ooo rs. cada
urna caixa.
dem en caixinhas te folha a 32o rs
dem em caixas grandes a 2oo rs. a libra,
dem em latas ermetimente lacradas de I.600
a 3,000 rs.
Arroz da India e Maranho a 80, 100 e 12o
rs. a libra, e 2,5oo e 2,8oo rs. a arroba.
Amendoas de casa mole muifo novas a 4oo
rs. a libra.
Ceblas novas a 1,000 rs. os molhos gran-
des e a 7oo rs. o cento.
Alpista a 14o rs. a libra e 4,6oo rs. a arroba.
.Macarro, talharim e aletria muito nova a
4oo e 48o rs. a libra.
Biscoitos e bolachinhas inglesas as ultimas
chegadas ao nosso mercado a l,2oo e
l/ioo rs. cada lata.
bra.
Marrasquino de Zara a 6iO rs. o frasco,
dem em frascos grandes a 800 rs.
Cominhos muito novos a 3oo rs. a libra.
Erva-doce a 24o rs. a libra.
Pimenta a 36o rs. a libra.
Cravo da India a 64o rs. i libra.
Cannella a l.loors. a libra.
Alfazema a 2oo rs. a libia.
Sal refinado em frascos de vidro a 600 rs. o
fraco.
Copos finos para agoa : 5,ooo rs. a duzia.
Chouricas novas a 72o rs. a libra.
Mostarda franceza preparada e muito nova
a 32o rs. cada um frasco.
Gonservas francezas de superior qualidade a
640 rs, o frasco e7,ooo rs. a duzia.
Azeite doce a 64o rs. a garrafa.
Sevadinha de Franca muito nova a 2oo rs. a
libra.
ATTENQO.
Vendem-se as mais bonitas cassas persianas a imitacao de laa transparente enm os dc-
tecidos e iuteiraraente novos, pelo baratissiino preco de 300 rs. o covado e nao desbotam : Da
Pavo ra da Iraperatriz u. 60.
Gorgurao de laa a OO rs. o covado.
Vende-sc gorgurao de laa de cr escura propria para vestido desenhora, paleto! para liomem
roupa para menino, pelo barato prego de 300 rs. o covado : na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
As colchas do Pavfto.
Vendem-se colchas de liuho adamascadas com bonitos lavres de cor de rosa, azul e branco,
pele baratissimo preco de cada urna : na loja do Pavo ra da Iraperatriz n. 60.
rgandys a 240 rs. o covado.
Vendem-se organdys matisados fazenda rauito fina, de bonitos desenhos, pelo baratissimo preco
de iO rs. o covado : na loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60.
As alpacas do Pavao.
Vendem-se alpacas de seda de cores muito fina propria para vestido de senhora, soutembar-
jues e roupas para meninos o dita branca muito fina propria para vestidos e palctots, pjr preco mui-
to commodo : na loja do Pavo ra da Iraperatriz n. 60.
As lftasiiilias do Pavao.
Vendem-se lasinhas cora II palmos de largura de urna s cor e de quadrinhos pelo Lar.itis.-inio
prego de 120 o covado, ditas eneiladas com 4 palmos de largura a 500 rs, ditas matisadas muito
i'raas de bonitos desenhos a 560 rs., ditas a 30 e 360 rs., ditas de quadrinhos a imitado de sedinha
a 400 rs. o covado. ditas a Mara Pa cora palminhas de seda a 500 rs., ditas transparentes com palmi-
nhas matisadas a 440 rs., ditas de quadros grandes a 2'iO rs. o covado, ditas pretas transparenies de
cordozinho a 200 rs.: na loja do Pavo ra da Iraperatriz n. 60.
Os soutembarques do Pavilo.
Vemdem-se os mais modernos soutembarques de grosdenaples preto ricamente cmoi^no?. riiios
de cor de um tecido de lia cora seda muito bem enfeitados, por preco muito commodo : na loja do
Pavo ra da Imperatriz n. 60.
Capas do Pavao.
Vendem-se ricas capas pretas de grosdenaple bastante compridas, azenda superior c mais mo*
derna que ha no mercado, por preco muito em conta : na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
Crinolinas ou baloes americanos.
Vendem-se baloes americanos os mais modernos porserem muito fortes e bem armados do SO
arcos a 3, ditos de 30 a 3J300, ditos de 3o a 45, ditos de madapolo francez do diversos tamanhos a
34, ditos de rausselina com babado e sem elle podendo-se tirar os arcos pelo barato preco de 4 e
4500, ditos para menina, de arcos a 2J>, ditos de musselina a 3<& : na loja do Pavo ra da Imnera-
tria b. 60. '
Cortes de laa do Pavao.
Vendem-se cortes delas matisadas com desenhos muito lindos contendo 15 corados cada corte
pelo baratissimo preco de 75, ditos de cor de caf com palmas matisadas contendo 15 covados cada
corte pelo barato preco de 65 : na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
O Pavilo vende para a quaresma.
Grande sortimento de fazendas pretas para a quaresma, vende-se na loja do Pavo, ra da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Vendem-se ricas capas pretas muito bem enfeitadas com mangas e sem ella : soutambarques de
grosdenaples preto muito bem enfeitados; manteletes grandes a iraitaco de capas, ditas do fil
preto, pelerinas de fil preto bordados, ricas romeiras de retroz enfeitadas com vidrtBO, ricos chales
de retroz preto, superior grosdenaples preto, sendo de 15600, 15800, 25000, 25200, 25500 c 30QO
o covado, sendo muito boa fazenda para o preco, superior mourentique preto, sendo fazenda larga,
e mito encorpado, sarja preta hespanhola muito encorpada a 25000 o covado; todas estas fazendas
vendem-se por preco muito mais barato de que em outra qualquer parte.
Picos vestidos pretos.
Vende o I*av5o.
Vendem-se os mais ricos cortes de vestidos de grosdenaples preto, ricamente enfeitados a vellido
a iraitaco de vestidos soutambarques, trazendo cada corte todos os enfeiles precisos; (Meada mui-
to moderna, e vende-se por preco muilo em conta, na loja e armazem do Pvo, ra da Imperatriz
n. 60 de Gama & Silva.
Rl4D0QUEIMVD0N.il.
Loja de fazeadas de Augusto Frcderico dos Sales Porto.
Fazendas pretas para a quaresma.
Ricos cortes de raoreantique preto para vestidos fazenda superior.
Cortes de vestido de seda preta com barras.
Capas pretas de seda bordadas e enfeitadas de 225 a 505-
Capas de seda preta com mangas ricamente enfeitadas.
Soutembarques de seda preta e casemira de cor com lindos enfeites.
Zuavos de seda preta de multo gosto.
Pannos pretos, caserairas pretas, se tira preto, grosdenaple prete de diversas qualidades ludo
superior.
Chapeos de palha d'Italia para menina ricamente enfeitados de 75 a 125-
Camisas para homem francezas e inglezas de algodao e de linho.
Atoalhado de linho fazenda superior.
Camisinhas de cambraia a Garibaldi para senhoras.
Na mesina casa tem grande sortimento de fazendas de seda, laa, linho e algodao que tudo se
vende por muito commodo preco.
Chegaram tambera a excellentes
KSTEI It A* PARA SALAS.
Xa na do Queimado n. II.
Neste grande armazem de molhados vende-sc em grandes iiorces e a retalho,
fazendose dill'ereBsa consideravel a quem comprar de 1000 para cima.
GAZ GAZ GAZ
HMr preco reduzldo.
Venie-se gaz da melhor qualidide pelo
pre.o ile Ojl por lata de 3 gales : nc ar-
mazem do Caes d:i Ramos n. 18 e rui do
Trapiche Novo n. 8.__________________
" .Vi aamazem do agente Euzebio, ra da Ca-
d<:* n. W, existem para venderse diversas obras
de mar lineiria, novas, bem acabadas e de bom
gusto, lindo de jaca-anda, um rico santuario, pia-
no inglrz, mobilia completa, cabide e par d<) con-
solos de amarello, d>us guarda-vestidos, o nelhor
que kmhvoJ achir-se, secretaria, mesas para
advogat o, ditas elasiicas para 20 pessoas, avato-
n'3, aparadores, sof?, cadeiras, um guardi.-livro,
ou peqieno guarda raupa cora vidro na frente,
parde onsolos e jar lineira de mogno com lampo
de podra, obra bem enfaldada.__________
Carne do sol.
A verdadeira carre do serto a 320 rs. a libra :
no armazn) da Aurora Brilhante, largo da Santa
Cruz a 84.
Chegaram no vapor francez Guiene asi novas se-
mentes de hortalica : na ra da Cadea do Recite
n. 56 A, loja de ferrageos de Bastos.
"farinha fontana^
Farinha da muito acre Jila a marca
Fontana desembarcada hoje, vnde-se
por preco mais commodu do que em
qualquer outra paite : na ra da Cruz
ii. 4 casa de X. 0. Bieber k C. succes-
sores.
Kua da Senzalla .Nova n. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: lachas de
ferro coado libra a ilO rs., idem de Low
Moor libra a 120 rs.
baratas para acabari
Sedas de quadros e de listras a 320 rs. o cova-
do, Hndas las de quadrinhos a 360 o ce vado, su-
periores cassas de cores a 200 rs. o cov; do, ditas
muito finas a 2(0 o covado : na loja das colnmnas,
na ra do Crespn. 13, de Antonio Correa de Vas-
concollos & C.
Kua da Senzalla n. 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johns(ton & C,
sellins e silhes inglezes, candieirols e casti-
caes bronzeados, lonas ingleza, fie devela,
chicotes para carros e montara, arreios para
carros de um e dous cavallos, e relogos de
ouro patente inglez.
RIVAL
SEM SEGUNDO
lua do Inclinado ns. e ."..
loja de miudezas de Jos de Azevedo Maia & C,
principia o novo annoa torrar miudezas pelos pre-
cos que a todos causa admiracio, a saber :
Pares de sapatos de tranca muito finos a 15000.
Frascos de olee babosa dos melhores fabricantes a
240 rs.
Ditos maiores a 400 e 500 rs.
Frascos d'agua de Colonia muito finos a 400 rs.
Sabonetes muito linos a 160, 200 e 400 rs.
Frascos grandes de agua de Lubin, o melhor,
i 5500.
Lapis de tinta encarnada muito finos a 40 rs.
Novellos de linha com 800 jardas a 120 rs.
Ditos de dita com 400 jardas a 80 rs.
Frascos de macass, oleo muito. superior, a 100
Duzias de dedaes brancos em caixas de vidro
3 rs.
Papis de ngulhas a balao a Victoria a 60 rs.
Banha transparente muito superior a 700 rs.
Dita Japoneza rauito lina a 800 rs.
Duzia de jabonetes muito finos a 720 rs.
Papis de agulha com toque de ferrugem a 10 rs.
Groza6 de botoes de madreperola muito finos a
560 rs.
Pecas de fita de cs, cstreitas, com 10 varas, a
320 rs.
Novellos de linha branca do gaz a 30 rs.
Carreteis de linha de cores muito fortes a 20 rs.
Cartes e caixas de clcheles francezes a 40 rs.
Botoaduras brancas e de cores para colletes a
120 rs.
Frascos de banha, pee hincha, a 240 rs.
Bonets para meninos, fazenda lina, a 25-
('.aixas preparadas para costureiras a 15500,25 e
35000.
Massos de grampas lisas e finas a 30 rs.
Caixas de palitos do gaz e de cera finos a 20 rs.
Duzia de facas e garfos de 1 botao superiores a
55500.
Duzia de ditas e ditos de 2 botoes finissimos a
65500.
Grozas de palitos do gaz a 25200.
Arda preta muito lina a 100 rs.
Caixas de rap cora espelho a 100 rs.
AGENCIA
DA
FUNDICO DE .OW-MOOR.
Ra da Senzalla nova n. 12.
Neste estabelecimentc contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e Uchas de ferro batido i coado, de todos os
tamanhos para ditos.
GRANULOS e XAROPE
D'HYOROCOTYLE ASITICA
de J. LEPINE
Das experiencias feitas na India, e em
Franca, resulta que as affecces da pelle, e
todas as que resultam d'um vicio orgnico
s3o promptamenle curadas por este novo
medicamento. Segundo um relatorio feito
na academia imperial de medicina de Pars,
elle foi julgado ulil e e]kaz nao smente
nas affecces leprosas e em algumas outras
molestias da pelle rebeldes, mas tambem
nas escrfulas e a syphilis. E enlim, al-
guns praticos distinctos, e especialmente os
Srs. Devergie, Cazenave e Hillairet, mdi-
cos do hospital de San Luiz, de Parte, li-
beladas ao tratamento das molestias cu-
tneas, empregaram as preparaces d'Ily-
drocotyle com um notavel successo contra
os eczemas, o preriasis, o impetigo c as di-
versas variedades de dartros, contra as af-
fecces syphileclicas recentes ou antigs,
a lepra, as ulceras, escrofulosas e outras,
os rheumatismos chronicos, etc.
Deposito geral em Paris: E. Fowmm
A Labelonye, pharmaceuticos, ra Bourbon-
Villeneuve, 19.
Em Pernambuco deposito geral : na casa
de Caors & Barbosa, ra de Cruz n. 22.
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston A C,
ra da Senzalla Nova n. 12.
"2 H -*
oSlll
x> 5
Ynde-se a propriedade denominada Maltez, fita
na fagonia de Tracunhaen da comarca deNaza-
reth, com urna legoa de frente e meia de fundo, e
proper 'oes para nella se levantar um bom enge-
nho de'fazer assucar, sendo que actualmente ren-
de ella mais de 1:0005 qu.i pagam os moradores
que tem : quem a pretender entenda-se nesta pra-
ca cora o Sr. Antonio Jos Leal Reis, na ra da
Cadeia do Recife n. 47. ^____^______
LUVAS 1)>E PEL,-
lica a oilO rs.
Na loja da Aurora da ra larga do Rosario n.
38, vendem-se luvas deptllica brancas e pretas
para bomem e senhora a 590 rs. o par, ditas de
seda a 100 rs., ditas de ditas a 200 rs., de seda
muito boa, s o que tem s:r a cor um pouco des-
botada, porm sao muito pioprias para os masca-
ras brincaren! uestes tres d as do carnaval; assim
como tambem temos lantejolas de differentes cores
a preco commodo, lencos de retroz a 320 rs., tam-
bera muito proprios para o> mascaras.
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Batatas e ceblas.
Ra da nadre de Dosns. 5e.
Vendem-se caias esm c uas arrobas de batatas
por 15200, cento de cebla a oOO rs., as mais no
vasdo mercado.
Vende-se urna grande casa tenca na
estrada de Joo de Barros, com grandes
Icommodos, grande quintal ata bastantes
fructeiras que do fructos : quem preten-
der dirija-so a mesma casa que achara com
quem tratar, defronte do sitio do Sr. Pou-
rado.
Venda de urna hypuUucn.
Os liquidatarios da massa fa'lidade
Jos Antonio Basto vendera a lijjiolhc-
ta que tem nos engenhos lllto tmsso
e Cajauuss no termo de Seriuhem no
valor de 31:835$91i rs.; tratar nas
casas a na do Trapiche n. 34.
i-mmmmm-m'
Para particulares.
No prlmciro armazem da escadinha,
passando a ponte, esquina da ra da Ca-
deia, vende-se o seguinte:
Milho em sarcos de 24 cuias a V8
Feijao dem idem 35-
Farinha de mandioca de S. Matheu.
Vende-se ou permutase por predios nesta
cidade o engenho Velho da freguezia oe Santo A-
inaro de Jaboatao, o qual engenho acha-sc livre e
desembargado de qualquer pendencia, e tem ter-
reno sufficiente para outro engenho, tem ptimas
obras, trabalha com agua; vendendo-se tambem
a safra novamente plantada, e igualmente todo o
gado, e aniraaes : a quem o negocio cima con-
vier, dirija-se ao seu proprietario no mesmo en-
genho.
ESCRAVOS FGIDOS.
miitii ann
OOf de gra(ffli'co.
Desoppareceu desde o 1 de maio, de 1803, do
poder do seu senhor o tenente-coronel Jos Vicen-
te de Medeiros proprietario de engenho Ptndobft
na comarca do Penedo provincia das Alabeas, o
escravo Jeremas, de c6r cabra, estatura alta, cs-
padaudo, desdentado de um lado mais que de outro,
muito pouca barba, ps grandes e tem alguns ca-
rolos de carne sobre o peito, i bom sapateiro eUm
na cidade do Recife urna irmaa cnonla de nome
Joaquina, liberta, para junto a qual dizem que se
evadir : quem o capturar e entregar em Pernam-
buco ao Sr. Jos Augusto de Araujo (cidade do
Recife) em Macci ao Dr. Mariano Joaquitn da
Silva, receber a qnantia cima declarada.______
No dia 11 de Janeiro passado fugio o escravo
Miguel, crioulo, de idade de 45 50 annos, ja !< a
cabellos brancos e usa de meias suissas, tem um
principio de gomma no peito de um dos ps, usa
de alpergatas, muito regrlsta e intitula-so forro.
Este preto natural do Ico, d'onde veio para aqu
ser vendido, e por algum lempo pertenceu aoSr.
Jos Guilherme Guimares; consia que levara em
sua companhia sna amazia, de nome Mara, parda
acaboclada, alt, e com falta de denles na frente (
esta parda costuma embriagar-se. Poucos das
depois da fuga foram encontrados perto do enge-
nho Camaragibe; pede-se, portanto, s autoridades
competentes ou a quem delle liver noticia, de ap-
prehendelo e leva-lo casa de seu senhor Miguel
Pereira Leal, na roa da Cadela do Recife n. 19,
que scrao bem recompensados.___________^
Desappareceu no dia 2 do corrente o mualo
de nome Andr, idade 35 annos, pouco mais ou
menos, baixo, chcio do corpo, com marcas de be-
xigas, quando falla fica com o olho esquerdo met
fechado, cabellos na gaforina encarolados, c costu-
ma botar cheiros ou banha, ps grandes, grossos o
largos, levou vestido calca de brim fino com qua-
dros aznes, e camisa sacro de riscade encarnado,
filho da serra do Texeira, veio do Aracaty em-
barcado, muito ladino c bem fallante : quem o
apprehender, queira traze-lo ra da Cadea 'lo
Recife n. 49, sobrado, roa do Trapiche, arniaz.m
de assucar de Manoel Texeira Rastos, ou ra da
Alegra n. 9, a seu senhor Jos Antonio Basto, que
alm de se ficar agradecido, ser recompensado
,' ;v.:



loase disfairado: a
lava ao seu valor.
Quando sobreveio
Diario de Pernambuco Terca felra de Feverrlro de iSfll.
ii-ienses, que por isso o elegeram sou ge icral. de alguns artigo* do tratado matrimonial de 26 do maior gravidade, por sua na urcza e alcance, as
Nunca, porm, elle entrou em Paris, que nao Janeiro de 1834. i que venan sobre a disposic io do art. 32 da lei
sua prudencia por vezes lia- Mo ministerio dos socios olraogeiros scrao de 1!> d aSosl de 1840.
prestadas as convenientes nformacoes a respei- Es,as ullimas duvidas se ,r,,am aposentadas
mae> lo dessas quesees, que dependem quasi todas na I Da expos"'"M 1UC ,ne 'K I*10 conselhciro
a rebellio da rainlia
elle fez-se outra vez partidario e acompanhou ao
UTTEMTDRA.
Algn reversos de hroes.
CAllHEKOtn.
i ciusSo.)
Nusui correrias pelo Poitoa encontrn um
iwi fgido da ansa pa- *'"'* I|"m;l51UC de continuo lovocava.. Ten
lerna pw i nava quasi sem re- do 1""'"' Pf*do alguns furtos em cinco 011 seis
cunos, vi-iiadiii-o par alistle no seu ** DM8 Plraos do exordio, julgou prudente
ba n.io. e, pai mais ucrrlvclmentc liga-lo ao mal, flertar para evitar represalias.
lar-Iba a communho do crine, Enfio todas as principaes aatoridades dos arre-
it.'.-lho co: ier pao molhido no saagoe do primeiro dros do Varia resol veram prende-lo por ualgner leem estas assembl&s, em cortos casos, ultrapas-
caadestavel J: Lngnw, que o conservoa aq
servico por sansa de soa indomavel coragem,
seu
ale-
sna parte asseacial de resuluciio do poder legis-
lativo.
Entretanto foi botamente
de fevereiro a licenca de que tem gasado suas al-
director geral da secretaria de estado dos ne
godos do imperio, e que se aeba no annexo I!,
prorcada at o mez Nenhuma deliberaeao nova tomou o governo so-
bre ellas, o ilcixou que os uvos se regnlassem
tesas inperiaes para residiris fra do im
perio.
ASSKMBLASPBOVINCIAES.
No exercieio de algumas de suas auribuices
archciro qie mataram. O misoravel adolescente
nao ard nao lorna-.se a alma dainada do
capito. o mais teuvel dos seus ladros. Nao
obstante bolica e procuron abandonar seus cmplices. Per-
sogo do e agarrado peb seu lerrivel chele, expi-
ran .o gu 10 Ja sua o.-i ada.
Juro tn tar deste nudo a todo aquelle ru
fir, dissv aos seos o cigano.
Elle lev. u seas bandoliros para Paris.
Foi b<> Airala de Fontaincbleau, que Ihe acn-
lacen ama aventara que rccorda um factoatiri
forma, e dar-lhe caer, como a um animal feroz. Sado a esphera que Ibes propda, e, em outros
aarao mais que precaria, elle tomou em- deixado de proceder com a uniformidade que
_ pelas decisoes anteriormente dada-, cnlendendo
que deven) ser resolvidas por acto do poder le.
gislativo, que interprete o cita lo art. M qne Ibes
daorigem.
No annexo C se aeba a ron inuaeao do Irabalho
sobre a eompilacao das decisies do governo em
materia eleitoral, ao qual ja me refer no meu
prestados i) escudos por quinze dias a urna oca guamo aos principios cuniprc manter entre todas.' i relatorio de 3 do maio do anno passado, o cuja
de Corbeil, e na data marcada satisfaz esta divida.
l'oude emlim ebegar ao Languedoc. Depois ret-
rou-se para a Saboia, porque em Franca naojlia-
via eidade em que nao fosse conbecido pela- oas
extorsoes. Tinbam tanto empenbo em prend-lo,
que remetteram o seu retrato mesmo para fra do
pai/. 0 senador de Chamberg. encarregado da
polica, julgou reconbecc-lo urna tarde a passMo,
e ajudado por una niiveiu de policiaes agarrou-o.
de
buido a Giillery. O preboste dos marechaes ra- Em virtude de urna petro do parlamento
ata-lla terco. Elle dis!i.rcou-se em ermito, dis- Bourgngne, mandaran) o prisioneiro para Dijlon,
luce, ao i]Ui parece, rutilo seu familiar. Can onde Carrefour, rondemnado a ser rodado vivo,
esta vestin ma respeilada apresento-se aos soldi-,n,orreu seta I'estanejar a 12 de outubro de 1622.
dos, que o imerrogam : A'I1U termino a minba pequea galera dos n
- Santo bornea), acaso viu Carrefour ? vados Ilustres do lempo de Henrique IV c
Se o ,, a esse maldito Quasi nao me atre- \ Lu'zXII[-
vo a tacanear com segurauea na minba gru a. K* 1ue no meio des,e fervedouro de bandidos,
aoi de elle vem muilas vezes dormir. Talvez l devido as tarb*55 religiosas e polticas, no lei-
esicja ago a...Se querem acompanhar-me, talvet nado d0s dous primeiros Beurbons nao se ene m-
queinc li\rem dcste bospede que cansa borrer.. tre ainda a|Rumas personagens elevando-se aci na
Viilam, e Deas os abeneoar! do nivel vulgar. O animo, porm, me falta em
0; soldlos do re c?deram estas rogativas. v,sla da uniformidade do traco que Ibes distinc-
Accommettdcs, no mais denso do bosque por W) ,IVU : a e*"encia no mal, e, cerno conseuum-
salteadores, team com lelamente derrotados, e o t*> temo Que o leitor esleja farto de retratos, em
pretendido solitario, pcr.-cguindo-os de glado em <* sem')re dominam as cores sangrentas.
punbo, moflrou-lhss o vjrdadero Carrefour. Ee-
pois os ban Jicos tomaram outro acantona ment.
Nuaca se deve dormir duas vezes no mosmo lu-
gar, :epeti. o cigano.
A aventura do compadre Guillery mas drami-
tica. tome delta nao Cz referencia no seu lugar,
faco-o agora para que o etor possa comparar.
Os ,wlici; es da cavallaria de Nantes e das cida-
desci'-cumwsinhas, cercavam-o na mata deMi-
checo.il. Sib.tj apnmeira linba de ataque avis-
ta na especie de camponez srdido, vestido com
um sii optes sacco e mon ado em urna egua verm>-
Ihs, digna de D. Quixote, sem iedeas, sella cu
albard.i. O rjstico assim esquipado passaaof
do chefe da cohorte.
Encontraste Guillery? interrogou este.
Nao, porm ouvi fallar muito nellc.Eu ago-
la vou. comprar cevada ;. aldea.
O despresivil cavalleiro contina seu camin o
naourdando csbarrar-;e com a tropa da reta-
guarda.
Fallas!ecom o Sr. preboste? perguotaran-
ihe com rudeza.
Como respondesse pela afirmativa, o deixaram
utravessar is lileiras; a cocoenla pasaos porio
I*ali, (i alde.o lira dos al.'orges duas pistolas, dis-
l>ara-a> por -ima do hombro e faz cahir dous hc-
mens.
Ileus senhores, exelamou, lembrem-se quj
enconfaram tambem o compadre Guillery I
Eairmaa de Rossinar te toma os andares d)
cavallc do deserto, fende o ar! Largan) a todo o
galope no seu encalco, mas o compadre zomba
evidero emente dos perseguidores. Urnas vezes de-
sappanice ao long?, outras, para ao alcance d;.
voz. Fmfim
lauta.
ve-
nos
Demais nao renuncio a continuar o esboco Bos
reprobos desta curiosa poca de nossos annae:, e
continuarei esse trabalho quando as columnas dj
Universal tiverem alguma cousa esquecido tedos
os crmes, que lhes confiei e de qne talvez
gemeram os prelos. Ao menos fare por nao ar-
regar tanto de vermelho sinistro os meus n< vos
bosquejos.
As faeanhas dos ladroes sao tao cmicas, s
zes, quanto terriveis as atrocidades dos assass
nesta priniera metade do secuto dcimo stimo,
em que a exuberancia da vitalidade franceza pa-
rece-se com o joio que. se deixiria tomar cunta
de um terreno vigoroso. Se os chronistas Blle-
forest e Boistuau, se Straparole e Pedro de l'Btoi-
le, se o Inventario geral do$ ladres, revelarra-
me bom numero de mulos de Cleomas ou dt La
Yigne, fizeram-me ao menos C3nhecer egual nu-
mejfi. de rivaes de Pallioly. Tentarei porUnto
tnbstilnJr o risivel ao severo, no caso qut eu
augmente esta nfima collecgao, cheia de fantasa
na forma, porm histrica no fundo,dos Rever-
ses de hroes.
Jl'LIO CAl V.VIN.
(LL'niversel)
Kstes fados, em geral, tem a sua causa na falta: ,r,nioira l,arlc ela 'UBto a el1"-
de precisao c clareza das expressoes com que sao i'V'-Acios do OOVBRKO das PBOrmciAS.
definidas taes attnbaieost, c cojo estado suscita! Achando-se muito arruinado o predio nacional
duvidas serias, e suggere opiniOes diversas, ainda o 1uo res,de presidente ( a provincia de S.
aos espirtos mais esclarecidos e mais versados na Pai'Ke onde tambera se achara differentes re-
tntell"enca das Ie particoes publicas, o governo tem autorisado al-
Por'muitas vezes leen, sido agitadas no cense, eumas obras mais urgentes. Para se fazerem por
lho de estado questoes de importancia nesta mate
ra, c algumas dellas, as de maior transcendencia,
tem ja o governo trasido alta consderacao da as-
tetnbla geral.
Subsiste entretanto a mesma vacillagao na in-
telligencia das disposicOes da lei, perturbando,
em assumptos graves, as reta^oes e a harmona
do s\ steiiia geral das insttuicoes e da Icgislaca)
do paiz. e otreudendo principios e interesses de
ordem social.
Muitos dos meus dignos antecesores em seus
relatnos trataram deste mal, solicitando a nica
medida que pode remedia-ia- a interpretado dos
artigos da lei que regulam a materia; o a as-
sembla geral, tomando em consderacao este ob-
jecto, deu j um passo para aquelle fim na sessao
de 1861, nomeando urna commissao composta de
Ilustres me mbros de ambas os cmaras, qual
incumbid a elaboracao de um projecto, Os traba.
|hos desta commissao, porm, apenas comecados.
foram interrompidos por circunstancias que soT
brevieranv^
Chamo a atteocao da assembla geral para tao
importante assurapto.
KLKigES.
No da 9 de agosto, designado pelo decreto n.
3,093 da 12 de maio do anno lindo, procedeu-sc
rm todas as reparaedes de q e carece o mcsmr
mesmo mez, que. fiadas as ferias deste mez de ia- *a, rvAPnjB 11 n
neiro,seaprelen.om para entrarem no exercieio t3E* um em comeen no Ha-
de seus cargos sob i.ena de os perderem. | ra ',, ?V1?K ?*y"\c Calhedraes.-Em geral as cathedraes tmem\022EXZ222?h aUl' P?nderando T
de reparos, bem como de alalas e paramentos. I fflK'"^,"?1T.i.ervia-^^Ml,f^ 1- 22"
Kvm. reebispo informa que deploravel o es- jgMta5?iSi!SS ,?al,lhe ?' da"
ludo da catbedral metropolitana, cuja capella-mr Melto^i* i ^ ^ ?\, T- , se aeba tao arruinad, que de rente que so- '"' f f0 u do ^7"" a exPe(,lao1 de ordens
brevenha algara sinistro. Ja exig o oreamento ^S^^JSS&^SSJSSSJ^S^^
da despeza necessaria pata a Tepraoo completa SKTxtuSSSMJSftSS '1 (a.?:
deste templo, un. dos mais importontesdo imperio; "^ *
8 peco a assembla geral haja de altender a esta
necessidade.
predio, cumprc autonsar maior despeza.
Convm portanto que a nec ssidade de se con-
clurem estas repartieres, bem como de melhorar
o estado dos palacios de outras provincias, seja
attcndida na consignarlo dos f indos destinados s
despezas de semelbante natureza.
NEGOCIOS ICCUSIASUCOS.
Hipados.O episcopado brasileiro soffreu, du-
rante o anno findo, duas lamcntavcis perdas pelo
a' fallecimenlo dos reverendssimos bispos D. Manoel
! do Monte Kodrigues de Araujo, da diocese do lli-
do Janoiro. em ti de junho, e l). Domingos Quiri-
no de Sonsa, da de Goya.z cm li de setembro.
Reunido o illm. cabido da anta egreja cathe-
dral c capella imperial no da lo do mez^de ju-
nho, elegeu vgaro capitular o conego b'elix Ma-
ra de Fre tas e Aluuquerque, c ecnomo o cone-
go Antonio Jos de Mello, os quaes na mesraa oc-
casio foram erapossados.
A dioce^dalHiij.TTi sendj regida pelo cone
go Jos Joaqum Xavier de Barros, o qual coramu.
ncou que o respectivo bispo, tor declarado ver-
bal feta in articulo mortis perante testemunhas
para esse fim convocadas, encarregou-o, na quali-
dade de provisor e vgaro geral, do rgimen do
bispado.
O governo, desejando proceder com omaoracer
Para ulnas na do Para intorisou o governo a
despera de 18:000-jOOO ; e 6 preciso que sejam
continuadas,
Acha-so j organisado o cabido da diocese do lo
Grande do Sul. Para sua inaguraco foi necessa-
no fazer na respectiva catbedral algumas despezas,
como iinformou o Bvm. bispo.
Espera o governoque a assembla geral consigne
os fundos precisos para este pagamento, assim
como para a compra dos lvros, alfaiase paramen-
tos, reclamados pelo mesmo prelado.
Solicito finalmente que sejam autorsadasasquan-
tias necessarias para organsaeao dos cabidos das
dioceses de Goyaz e Cuyab, o para que sejam for-
necidos as respectivas cathedraes os vasos, para-
mentos e alteas de que Beeessilem.
Seminarios.Com o intuito de uniformsar os es-
tudos das caderas dos seminarios episcopaes, que
sao subsidiadas pelo estado, foi promulgado o de-
creto n. 3,073 de ii de abril de 1863, como expuz
no relatorio de 3 de raaio.
Este decreto, que alias tirou a sombra de inter-
ferencia que pelos anteriores, se podia entender
que o poder civil liaba nos seminarios, e reconbe-
cen os direitos que compelea aos llvms. bispos no
que respaila a direcco e governo de taes eslabele-
ciraentos tem sido considerado todava, por alguns
prelados como olfensivo dos direitos e dignidade
do episcopado !
Em o annexo D aprsenlo assembla geral to-
da a correspondeceia que tem bavido entre os
Rvms. bispos e o governo acerca do mesmo de-
creto.
Atollara desta correspondencia convence deque
sao infundadas asarguicocs feitas ao decreto, e de
que com a sua promulgco o governo esteve longe
de fenr a independencia-da egreja, que profunda-
mente respeta, e os direitos e dignidade do epis-
copado, que sabe acatar, tendo tdo em meute upe-
oblenha a conveniente instruccao que o habilite .' nhlB~,n ,r>um"u
0QUEV4E PELO MUNDO.
Eis o relatorio apresentado pelo Exm. minis ro
em todo imperio s eleicoes primarias, e trinta dias to na escolba dos successores daquellcs dignos prc-
depois, na forma da lei, s secundarias; para a lados, busca exactas fnformacSts que o guem em
nova composiejio da cmara dos Srs. deputado?, tao delicado assumplo.
em consequencia do acto, pelo qual S. M. o Irape- Fcou reduzida ao estado de i ompleta indigencia
rador houve por bem dissolver da ll legislatu- a familia do Revd. bispo de Goyaz, composta de
ra, e convocar a assembla geral legislativa para sua mae, c de tres irmaas, as quaes todas seacham
o da 1 do corrente mez. loucas.
A exeepeo de urna localidade da provincia do' .E,n tal estado de cousas o pr dente da provin-
Sergpe,onde a exacerbacao das paixoes originou c,,a,omoui de"^racao de autonsar as despezas
serios conflictos, que tiveram lamenUveis resol- do funeral> e de mandar "-nsportar aquella infeliz
lados, nao foi gravemente perturbada a ordem pu. aB"l,a Para a sua Provincia na;al, a de Sergipe.
blca, durante o processo das eleicoes; e esta O governo approvou nao so o primeiro, como o
convencido o governo de que todos os seus imme- i se8u,ldo ael0' e TeioU* conceder urna pensao
1 mesma familia, a qual sera sujeita a approvacao da
do imperio,
brasileiras
por occasiao da abertura das cama as
Augustos e dignissimos senhores representan-
tes da naci.
Cumprindo oldever que a lei exige de api'e.
sentar nesta occasiao a exposicio dos negocios io
noute, desvanece-so como um fan ministerio a meu cargo, tenho a honra de offerecer
a alia consderacao da assembla geral legislativa
o relaiorio que havia preparado com a data de 3
de maio do anno findo, e que deixei de lr por ler
bavido por bem S. M. o Imperador, pelo decr
lo
No ca segninte, Guillery escapou de pa^ar ca-
ro es'.a ronca. Reconbeci.lo por causa do anima!
vermel io; q audo ntenlava alcancar a morada
foi cerrado, iwslo da sella abaixo, agarrado e de- n' ^^ de 12 de maio do mesmo anno, dissolver
s.miado peles soldados do rei. Seus bandoleiros 'a camara dos Srs- deputados. A esse relatorio ati-
alvertilos pjl.i fuzilana, apresentaram-se e de dicionarei apenas as oceurrencas que seseguiram
ram ucia furiosa carga alim de livra-lo; estovara. dcpc
pirm, era pequeo nume-o. Durante este com-
bate re;iara e compadre, (jue apenas dous archei
roso seguran ao lado do preboste de Nantes. Dt e Augustos Prineczas leem continuado a
proposi lodeixa cahir o lenco. Seus guardas lar-
g.m-lhi a mae direita para que possa apanha-lo.
Eotih jiuxa elle da bainha a adaga do chefe do
piqueb e a embebe no vmtre deste I Emquanto
os caimiradas carrera a sester seu commandante,
^ e ca-abal;, elle salt?. .sobre um dos animaes,
toma a; pistolas nos eoldres, abre urna sangrenta
[assafom e iscapa-se!
Por menos brilbaotc nao deixou a proeza de
Carref iur de causar a admiracao dos ladroes pa-
FAMIL1A IMI'KIUAL.
Gracas Divina Piovidencia, Suas Magostadas
gozr
sade.
Foi ltimamente nomeado um professor de
gua italiana para as augustas princezas, e dexla
ram de ter exercieio o professor .de lingua ingl
za e o mostr de danca.
No meu relatorio de 3 de maio expuz que, cm
consequencia da resolucao tomada por suas al
zas imperiaes os Srs. conde o condessa d'Aquila
fixarem sua residencia fra do imperio, se tinh;
suscitado questoes acerca do modo de execui. ao
FOLHETIM.
O PADRE DANIEL.
1STID0S DA VIDA DO CAMPO.
POB
ANDR THEIUET.
11
dalos delegados as provincias, e cm geral as
outras autoridades, cumprirara fielmente suas or-
dens e reiteradas recoramendacoes, para que por
nenhum modo influissem ou interviessem as elei-
coes, salvo e unicamento quando a sua aegao se
assembla geral.
O bispo eleito da Diamantina, o Rev. Dr. Joao
Antonio dos Santos, foi confirma lo por sua santda-
fle em 28 de setembro ultimo, o governo j Ihe
i fi-
n
fizesse ndispensavcl para manter a tranquilidade offlclou para que apressasse a sua sagracao, como
publica, e garantir a plena liberdade do cidadao' ,an, convm ao servivO da relgiao, e do estado,
no exercieio dos seus direitos polticos. I **'* adiantar a inauguracao do bispado foram cx-
Entretanto algumas representacoes, em que sao' Pedidas as convenientes orden, a fim de se tee.
aecusadas diversas autoridades subalternas de ex-. [em os orcamenlos das obras precisas na igreja de
cessos e violencias, teen, sido dirigidas ao governo,! San,.An,omo' ? dcve "J* de ra,hedral. e *>
o qual trata de habilitar-se para proceder, como ( ProP nacional denominado-Contracto-, para
do seu dever, a respeito daque.las contra as quaes' S2L1 P' ^^^ *"
' tw nano tpiscouai.
se provarom fados de scmeltiante naiurp7.i.
ORvm. bispo da diocese de Pernambuco insta
Tambem teem sido feitas com regulandade, as para quc sejam elevadas as congruas do .^
provincias de Minas-Geraes, Baha e Pernambuco. e do vigario gera| de ^^ a ^^ s|a requis_
as eieicoes primaras e secundaras para prceu- ^a0 me parece ^e justica.
chmenlo das vagas que deixaram os finados Srs- Reiaro metropolitanaContina a fazer-se sen-
senadores Francisco Diogo Percira de Vasconcel-; tr a necessidade de melhorar a organisac,ao deste
los Manoel dos Santos Martins Vallasques. e vis- tribunal ecclesiastico. para que s partes, como se
conde de Alhuoueraue. I exPressa Bvm- arcebispo, em olcio de 13 de
conae ae Aii.uqucrque. ^^ mmQ^ lranscrjpl0 D0 mcu re|a[orio de 3 do
Tendo fallecido o Sr. Angelo Carlos Muniz, se-! maio, nao soffram delongas mulo prejudicaes ao
nadorpela provincia do Maranhao, expediram-se; ^ego, einteresse das familia.-.
. ,._* .-' se a situacao econmica do laiz nao nerniitte
em data de 20 de novembro ultim* as necessarias ; que se ^^ numero dos deSen,bargadores mar
ordens para se proceder s eleicoes que em razao cado pela lei n. 83 de 17 de outu )ro de 1839, con-
desse facto devem ter lugar. I vem, ao menos, tomar alguma resolucao fixando
A legislacao eleitoral ainda contina a'dar mo- numero ,,"mrao ,dcJuizes Para a decisao dos fei-
,. -. .. los, como e proposto no mesmo ollicio, e tambem
IIvos pan COOSUltor-M o overno a respeito da providenciando sobre os cabs de faltas dos desem-
intelligencia de suas diversas disposQoes. I bargadores.
No annexo A estao as decisoes que teem sido Entretanto, a fim de obviar os inconvenientes
proferidas nesta materia, durante os ^'glm^S'SS^ISSSS:
metes. I midade com o aviso de 9 de setembro ultimo, ex-
Entre as duvidas que foram propostas, sao de pedido em virtude da imperial r;solucao de 2 do
(CONTINUA QAO.)
Logo que anouteceu, Dar el entrou, accendeu a
1-imparina, e sentou-se ao travesseiro do doente. O
paire dormit.ua O manesbo lhc humedeca de
vez cm quando a fronte com um panno molhado
em agua fra.
Pelas onr.e horas, o primo tevo um quasi delirio,
r so poz a fallar alto. Os nomes de Diomsia e de
Daniel escapaban) por vezes de seus paludos labios.
Despartan sobresiltado e viu seu pupillo que cho-
rava.
i -- Porquiclioras?
-- Primo, tomae este remedio.
Obrigado, estou calino, muito calmo...
Pens a algum Lempo, depois, como um homem
que acaba de turrar urna etiergica resolucao :
Toma papel ecscreve, disse a Daniel. >
Dictoo-lhe tma carta pela qual communicava a
B'iuvais seu accidente. Ajuntava que, d'hora
avante Improprio para dizc- misss, contava logo lo vanor
que se eurasst. ir Templiers, e se Beauvais Ihe i iT,^" SLK
permiilisc, d ivotar-se-hia a educaco da
rphla,
Quand} a c; ru ficou fechada e Ihe foi posto o
subscripto :
Tu me sino a levars amanhaa de man hito
darle, disse o padre...
E ngora, Daniel,quejicosas disto ?...
P so, pr iiio, qucterii sido melhor que meu
braco ti vesse lie ido na machina de debulhar em
lugar de vossa mao.
Nao se trata do accidente; o que pensas
ac rea dista carta?
fi inol abaix >u a cabec, depois respondeu com
a voz eiilrecurt ida do solutos:
Pens que ides ser obrigado deixar-me.
F. o qn! fazias se isia podesse succeder.
Matar-ino-hia, men rrmo.
O padrj olln no com gravidade, e disse :
Firarei curado dentro de um mez. Nao
temos tenqio a perder. Quando Uveros posto esta
rarla smnhaa na caixa, irs ao quartel, e indaga
O padre despedu-se do pulpito de seus paroch a-
nos, que choravam ; depois se poz a bagagem sol re
urna carreta, despediram se da impassivel Maiia
Lene, e a carreta, puchada por um macho poate
jio, tomou o caminho de Tours. O trajelo foim
silencio. Daniel via desapparecer com urna vi: to
melanclica os ltimos grupos d'arvores de slia
aldea; o padre ruminava sabios avisos econsellos
destinados a seu pupillo; que a coragem deve ser
refleclida; que a disciplina sustenta em vez de hlu-
milhar, que os melhores dons do espirito saoineil-
cazes, senao sao fecundados por una vontade for-
te, emfim conselhos aproprados ao carcter de
Daniel.
No da seguinte, em Tours, o mancebo foi alista-
do no_ 49 de linha, de guarnco em Brdeos. O
capitiio incumbido do recrutaniento tendo pergun-
tado se o engajamento era s por dous annos-Por
setcrespondeu bruscamente o primo. Pela tar-
de, ambos tomaram o caminho de ferro, porque o
trem de Brdeos ia na direcco de Templiers. O
padre devia desccr na quarta estajao; estavam as-
sentados um em face do outro, nao dizendo pala-
vra eevlando mesmo olharem-se. Na terceira
estacao, o primo quiz fallar, viu porm que as la-
[rimas Ihe embargariara a falla, e por isso ca-
li
uccao que
para o satisfactorio desempenho' do seu santo mi-
nisterio.
O Rvm. bispo do Para, ponderando no offlco de
6 de setembro ultimo, que se aeba no annexo E,
ser de grande vantagem para sua diocese que al-
guns mocos que se destinam ao sacerdocio frequen-
tem o seminario sul americano de Homa, pede que
a assembla geral auxilie a caixa pa da mesma
diocese com a quantia annual de 4:000$, compro-
mettendo-sc elle a manter ao menos dez alumnos
naquelle importante estabelecimenlo.
Sendo ncontestavel a utlidade que resulta tanto
para a religiao como para o estado da existencia de
seminarios bem organisados, e governo julga acer-
tado que a assembla geral vote urna quantia que
habilite os reverendsimos bispos a contrataron
assim reitores e vice-reitores, como professores es-
trangeiros para o ensino nos mesmos seminarios.
( Kvm. bispo de Cuyab insta para que no res-
pectivo seminario haja um relor pago polos cofres
naciouaes; e o de Pernambuco faz egual pedido
acerca de certos empregados do seminario de Olin-
da. Deste pedido se deu conhecimento cmara
dos Srs. deputados com aviso de 23 de agosto de
I 1861.
Devo aqui observar que o nico seminario em
, que a despeza com o respectivo reitor se tem feto
: pelo thesuuro, A o do Ko Grande do Sul, era vir-
tude do decreto que creou as caderas uelle exis-
tentes.
Devo anda urna vez pedir assembla geral que
conceda com brevidade a necessaria autorisacao,
j solicitada em 1861, para que possa o seminario
de S. Paulo possuir bens de raz. U Ilustre fun-
dador deste seminario, o fallecido bispo D. Antonio
Joaquira de Mello, deixou para seu patrimonio una
fazenda de criar e plantar, a casa que serve de pa-
lacio episcopal, e outra na eidade de It.
Se aquella autorisacao nao for concedida, estes
bens passarao a perte'ncer Santa Casa da Miseri-
cordia da mesma eidade de It.
Para que a assembla geral (cuba intero conhe-
cimento assim desta doacao, como do modo porque
foi fundado e tem sido dirigido este seminario, vio
transcriptos no annexo F o offlco do reverendissi-
mo bispo de S. Paulo e a respectiva verba testa-
mentaria.
O governo concedeu para obras nos edificios de
differentes seminarios os auxilios que cabiam na
verba propria.
Mas to limitados sao estes meios em relacao ae
dispendio necessario para que aquelles edificios na
maior parte possam prestar-se convenientemente
ao seu destino, que poucos sero os melhoramentos
qne nelles se podero ir fazendo, se nao for auto-
risado o governo a empregar quantias mais avul-
tadas.
itenovo, pelas razoes j expostas no relatorio de
3 de maio, o pedido nelle feito para o augmento da
prestado annual cora que tem sido auxiliado o col-
legio q'ue se fundou na eidade de Mauos com a
denoininacao deSeminario.
'alados episcopaes.Pata aluguel das casas em
que residen) os reverendos bispos das dioceses do
Maranhao, Ceara, S. Paulo, Bio Grande do Sul,
Goyaz e Mallo Grosso, autorisou o governo no cor-
remo anno despeza de 11:1005000.
Insisto em fazer ver a necessidade de se cons-
trnirem ou adquirirem predios para residencia
lou-se.
Port-de-Piles gritou o conductor e o trem
parou. >
O padre o Daniel se abracaran) muitos vezes,
depois o primeiro desceu sozinho. Daniel Ihe deu
a mala, suas maos apertaram-se anda urna vez e
o trem tornou a partir.
Era j crepsculo. O cura seguiu com a vista,
o mais longe que pode, o comboio fugindo sob o
Creu distinguir um len-
, co branco que flucluva em urna das portinholas, e
a agtou seu braco esquerdo... Depois o trem des-
appareceu no horisonte ennegrecido, e o padre,
deixando a estacao, tomou rpidamente por um ca-
minho cavado que ficava entre duas sebes som-
bras.
III
voz de um liomcm meio accordado gritou
Quem est ah ?
E quasi logo os postigos se abriram.
Sou eu, murmurou o primo com urna voz
tmida. >
Quem sois ?
Eu, Daniel.
J vou abrir-vos a porta.
Urna grande cara toda barbada tinha-se mostrade
um instante na penumbra. Depois um lio ie luz
coou atravz do guarda-vento, que Beauvais tinha
machnalmente fechado, depois passos pesados re-
soaram na sala.
t Em todo caso, pensou o primo, mnhas
Bruasseries estao mu perto d'aqui.
Teve mesmo um instante o pensamento de tigir.
O fio luminoso se desvaneceu, os passos aftetsv an-
ise. O padre todo trmulo se dirgiu para aporta
I que afinal se abriu. Beauvais se tinha esqcvado
: para dcixar entrar o recem-vindo.
O primo tinha que andar cinco leguas para che- Ei-vos afinal! Ihe disse simplesmentf.
gar a Templiers; a nute, porm, era bella o os Venho um pouco tarde, murmurou fraea-
caminhos condecidos. inguom esquece o cami- menle o primo.
abo que conduz a sua casa. AUm disso elle gos- Beauvais, sem responder, afferrolhou cudadosa-
ava de andar. Nesse momento sobretudo tendo o mote a porta e o conduziu para a sala. Ali so-
co Beauvais Beauvais que outr'ora bastou appa-1 Este exame durou apenas um se tundo. Beauvais
recer para fazer com que fugisse para o seminario... > cellocou a lampada sobre a mesa t disse baixinho :
Felizmente tenho sete annos por mim. E cuidar i Afinal ests aqui!
que vou ver d'aqui poucoafilha de Dionisal... I Depois aperlou em suas raaos grossas a nica
Assim o padre se entretinha melanclicamente' mo do padre,
comsigo mesmo, apressandoo passo. Ao claraoda' Estaos em vossa casa ; e so)-vos agradecido
la, urna sombra delicada projectava-se adianto so- por terdes viudo; nao facaes porm bulla. A rae-
brea estrada alvacenta, e pareca correr a sua i nina dorme ah ao lado ; quero se rprend-la ama-
frente. Dava meia noute quando atravessou a al-! nhaa quando despertar Tend s mudado muito
dea de Pressigny. Templiers eslava quando muito i pouco, meu primo "
meia legua adiante, elle nao quiz parar na povoa-
eao. Entretanto nao previnira Beauvais de sua
chegada naquella noute, e trema s com o pensa-
mento da primeira entrevista; mas urna forga
mysterosa o mpelba para a herdade.
Quando chegou ao cume da colina de Murets, crianza o se poz sua frente,
distingua o tecto agudo da torrinha, documento' Quando conversaran) alguns momentos, sem
esclarecido pela la. Nao pensou mais em Daniel, | deixarem de examinar-se, Beauva s levantou-se e
nem mesmo no acolhimento que Ihe faziam. A na ponta dos ps foi buscar coinha um pouco
torrinha de seus sonhos Jnvenis al eslava adiante I de carne j fra, cm quanto o padre, que tinha fi-
Penetrou no pateo, no portiio do qual a cruz dos cado as escuras murmurava :
templarios est ainda esculpida. Tudo eslava si- Como elle difiere do que pouco pensava !
Icncioso. Foi diroto janella de rez do chao, onde Beauvais voltou com urna toalba e deu mustras
outr'ora dorma seu to, e bateu nos postigos. A de quere-la estender sobre a mesa.
O primo espantado e internecdo replcou :
Nem ros tao pouco, meu primo.
Nao facaos bulba, repetiu Iteauvais a meia
voz.
Depois fez assentar o primo como se fosse urna
M'itrizcs.Chamo novamente a attencao da as-
sembla geral para urgente necessidade de se
prover, quanto for possivel, ao estado deploravel
em que se aeba a maior parte das matrzes, quer
em relacao aos templ quer quanto aos respecti-
vos paramentes e aUaias.
1 onstantemenle dirigem os parocbos ao governo
representacoes ueste sentido; eos reverendos bis-
pos, lastimando que o fervor religioso de outras
eras, sufllecnte ento para manter a decencia e
esplendor do culto divino, tenba infelizmente arre-
fecido, implorara a assistencia dos poderes sociaes
para acudir-so a este importante objecto do caibo-
licismo.
l'nruchi(ts.Xo relatorio de 3 de maio expuz as
raides pelas quaes o governo de conformidade com
o parecer da seceo dos negocios do imperio do
conselho de estado, autorisou os reverendos bispos
a nomearem, em determinados casos, sacerdotes
estrangeiros para exercerem funccSes de vigarios
encommendados.
Dosta providencia se tem continuado a lancar
mao para que differentes egrejas nao fiquem pri-
vadas de parochos.
Os reverendos prelados queixam-se da falta, que
cada vez mais se vae sentindo, de sscerdotes na-
conaes para os diuerentcs servicos das dioceses.
Ha muito que se lula com esta difficuldade, a qual
justifica medida, a que se tem recorrido, de se
conliarem muitos parochias a sacerdotes estrangei-
ros.
_ um mal que deve attrahir a esclarecida atten-
cao da assembla geral, e que se addiciona a ou-
tras razoes para mostrar a necessidade de se po-
lermo profiuin rom que se. criam novasfregue;
alas.
Attendendo o governo representocito que ip
fez o reverendo bispo da diocese do MaranhWo
acerca dos inconvenientes, que resultaxam-par
bom rgimen das paroch[as,ile-08"pa"rochos obt
rem cencas dacompetente autoridade civil sera
ex-
regulando es-
te objecto.
Esse aviso, bem como o offlcio que o reverendo
bispo do Para me dingiu, fazendo sobre elle obser-
vaces, e a resposta que Ihe dei, acham-se no an-
nexo X.
Conventos.So relatorio de 3 de maio ped a at-
tengo da assembla geral para a indieacao feila
pelo meu Ilustre antecessor de urna medida legis-
lativa, que compehsse as ordens religiosas, dentro
de um prazo determinado, converterem em apo-
liees da divida publica com a clausula de inaliena-
bilidade, os bens de raiz e semoventes que ellas
possuem.
Nao posso deixar de insistir sobre a adopeo des-
ta medida, cuja necessidade reconhecida pelos
proprios religiosos de algumas ordens; anda lti-
mamente recebi um offlco neste sentido do pro-
vincial do convento de Nossa Senbora do Carmo da
Baha.
A inalienabilidade dos bens das ordens religio-
sas nao suffleiente para assegurar a conservagao
delles, nao s porque a sua roa gesto os vae pro-
gressivamente diminuindo ou depreciando, mas pe-
lo abuso que frequenles vezes se commette de one-
rar os conventos com dividas excedentes aos seus
recursos ordinarios, eontrahidas imprudentemente,
ou ja com o proposito de dissipar os mesmos bens.
Nesta triste exposcao pede justica se declare nao
estarem comprebendidas todas as ordens.
A' vista de sementante abuso o governo consul-
tan ltimamente a seceo dos negocios de imperio
do conselho de estado sobre seguinte questao
se podem ser executados por dividas os bens das
corporacoes de mao morta em geral e em particu-
lar os das ordens religiosas; e aguarda o seu pa*-
recer para tomar alguma providencia que caiba as
suas altribuices.
FACl'I.DADES DE DIREITO E DE MEDICINA.
J tive occasiao de chamar a aitencao da assem-
bla geral para a necessidade di construir-se ou
adquirir-se um predio conveniente para os traba-
Ihos da Faculdadc doBecfe.
A razo que ento aconselhava esta medida
insuficiencia e ma collocacao da casa, de proprie-
dade particular, em que se acha este estabeleci-
menloaccresce agora outra que i. faz mais ur-
gente.
Terminaram os contratos de arrendamento des-
sa casa, bem como da outra em que existe o colle-
gio das Artes annexo Faculdade.
O propriclario da casa em que est o collegio. e
cujo arrendamento era de 1:4005000 por anno, de-
clarou que no novo contrato sera estobelecido o
prego de 3:0005000, sendo de quatro annos o prazo
de sua duraco, ou de 2:6005000 se este for de 6
9 annos.
O da outra casa em que se aeba a Faculdade de-
clarou tambem que o seu aluguel que era de.....
1:6005000 animalmente, ser elevado a 4:0005,
se llzer-se novo contrato smente pelo lempo ne-
cessario para se procurar outra casa para onde se
mude a mesma Faculdade, ou 3:3005000 se for
lixado o prazo de durarao de 6 9 annos.
Uu se ha de sujetar o governo a tao excessivas
exigencias, ou ter de encontrar grandes ditlieul-
dades para eouseguir por precos rasoaveis o arren-
damento de oulras casas que offcrecam accommo-
dacoes proprias e suflicientespara os trabaihos-dos
referidos estabelecmentos.
(Continuar-se-ha.)
Nao, nao ; disse o primo.
Nao, nao ? replicou Beauvais, a toalba era
para o cura, mas para o primo ser a mesa ence-
rada em que como.
Entiio collocou sobre ella urna torta de caga, e
depois foi buscar urna garrafa de vinho.
-- A garrafa, continuou, estova naquelle canto
a vossa espera ; o vinho vos restalielecer de vas-
tas fadigas; Bordeus.
Bordeus I exclamou o primo pensando era
Daniel.
Chton I E a menina ?... Como ella ser fe-
liz amanhaa I...
Beauvais tomou dous copos que encheu at o
meio, e quiz toca-Ios. O padre olbou-o com ami-
zade. O rude calador linba lagrimas nosolhos.
Tocando os copos,4odaa sua dr u iba sbitamen-
te voltado.
Jamis rei Bruasseries I disse bruscamen-
te o padre, procurando depois comer.
Ambos ticaram ralados, o espirito da defunla es-
lava no meio delles, e ambos faziam esforco por
nada dizer sobre aquella de quem ambos queran)
fallar.
Seu silencio, apenas interrompido por banaes
coracao afnicto, nao tena por causa alguma encur- mente poderam examinarse reciprocamente. reflexes, tornava-se penoso. Passados dez minu-
todo'ocaminho. Estimava estar s. Quando as Sua sorpreza foi egual: ambos parecan) nter-! tos o primo preteslou fadiga para rctirar-se.
abelhas novas, em longos cnxamcs, emigram, ha (|ctos. Beauvais linba quasi o duplo do lalhe de ( Vou conduzr-yos vossa camara, disse
ie repente um silencio ao redor do cortico; assim seu primo, e era de corpulencia proporcional. O' Beauvais, e subiram juntos a escada era espiral da
o silencio envolva-o agora. Nao tinha mais lar em rnb-chambre que o envolva deixava ver pomas de torrinha.
liarle alguma. Isso pouco Ihe importava, nao que- Hercules. Seus cabellos densos e sua espesa bar-] Ides ficar una tanto alto, mas pedistespara
bft mal feila formavam urna moldura desordenada habitar a torrinha.
a seu rosto avermelhado. O quarto eslava prompto. Beauvais acendeu
| O padre, no meio de sua agitacao, o comparava urna lampadazinha e apertou de novo a mao do
r=. que furmali lides sao precisas para sentai pra-' ha de Dionisia?" Como ia ella ser por elle amada' menlalmente a Nemrod, selvagem cacad ir da Es-! primo,
^a no oxercito. Em ura mez le alistars... sem' por causa de Daniel e de sua ma? f Ella substitu- !ciiptura. Quanto Beauvais, pareca procurar I Boa noute, disse elle, amanh; a veris Dio-
ser na cavilan 11 Agora va; dormir, ouve porm! r, pensava, Daniel em minba vida. Terei creado pilo quarto o primo que aeabava de introduzir, o (nizia.
auida i-b : se piizcres negf. o sol em pleno meio-1 essas duas cranlas. E quem poder dizer cnlao primo que sua soulana esticada, c sou embaraco Dcsappareceu e o padre depois de ler feito urna
urna duvides de mim... Vae dormir I ] que minha vida lera
ia ser feliz. Sentia-se nesse memento com forca
le nutrir sua tristeza durante sete annos. E de-
pois nao ia orcupar-se com essa outra creanca, fi
din, mas nun
l!oi qiinto Daniel affastava-se, o bom padre,
calido sobie sin Iravcsseirc, murmurava :
-- A dragona O uniforme Ficar bello, ser
bomlo I
Passado um mal o primo schava-se mais ou me-
B03 curado. O dia lixado para a partida chegou.
sido intil ? Fareide Diomsia tohiavara ainda mais pequeo o definhado que de curta oracao, apagou a lampada e diitou-se.
urna encantadora mo{a, tao sensata como sua mae. ordinario, em quanto que sombra do chapn de
Terei entre mlnhas maos os deslios de dous mo- trtjs bicos.sua carnba imberbe pareca mais magra
eos, e quem sabe ? Talvez qne um dia faca com
que esses dous destinos se abracen) e s formem
)m. O' chegue esse dia e entao poderei morrer.
:das Beauvais que sempre esquece, o rico, o ironi-
e palltda.
i E' urna creanca! dizia comsigo Beau-
va
s.
Irei para Bruasseries. pensou o padre.
O quarto eslava chcio de raios do sol quando pe-
las oito horas da manha a canc,ao das andorinhas
o despertou. Elle esfregou os ollms e esteve um
instante sem saber onde eslava. Corren janella
e abriu-a. Eiableaux, sua direita, elevava sobre
sua collina a pique as ruinas de sei velhn castel-
lo ; no fundo do valle, o Egronne serpeava nos
prados, entre duas filas de amiciros : c a esquer-
da, fumejavam os tectos azulados de Pressigny, a
repreza de Etableaux murmurava, e as andorinhas
soltavam seus agudos gritos rorando com as azas
os espigues da saccada, depois subiam aos ares o
mergulhavam no azul do cea. E o primo ludo via
e ouvia, aspirava a brisa da manha c cria so-
nhar Sbito urna voz argentina subiu teas
ouvidos. a vibrante voz de sua querida Diouizia.
Petit-Penson, cantava esta voz, quando le di-
go que ha vinhos as sorveiras, porque sei I....
Nao, nao, Dionizia, nao tinha morrido, por
quanto aeabava de fallar.
Elle debrucou-se procurando v-la, mas seus
olbos apenas viram os cimos verdes dasarvores.
Escaln ainda algum tempo, mas a voz se tinha
callado. Acaso teria elle ouvido-a ? Nao feria si-
do sonho? J iaretirar-se, quando viu um jarro
com um p de verbena em llorescencia collocado
sobre a borda da janella- (Jiiem o tinha posto ali?
Elle apressou-se em veslr-se para ver a menina, e
cmquanto se vesta lembrou-se que por aquelle
tempo Daniel teria chegado Bordeus. No mo-
mento em que ia sabir, Beauvais que o espiava,
velo vivamente elle, e o impclliu para dentro da
torrinha, dizendo-lhe :
Enlrae, vou correndo buscar a menina !
O padre voltou para sua clula, e ouviu logo o
ruido dos sapatos ferrados de Beauvais que suba,
depois elle dislinguiu mais um como gorgeio e
brando roear.
I'restou ouvidos :
t'ma licito andorinha est ali com seus llti-
nhos, tu vers 1 dizia a voz grossa de Beauvais.
K urna linda voz, a voz que tinha soado pouco,
responda:
Anda devagarinho para nao os espantar.
O primo sentiu seus joelhos curvarem-se e sen-
t u-se.
Papae, entra primeiro, mas devagarinho, bem
devagarinho.... disse ainda a voz argentina.
A porta se cntreabriu, depois se esrancarou de
todo, e Beauvais lancou a enanca nos bracos do
padre.
Dionizia parou interdicta, o primo nao sabia de
sua cadeira, Beauvais os olbava. Afinal o primo
passou a mao pela fronte, depois sorriu com ar
perturbado.
A Dionizia de outr'ora eslava diante de seus
olhos.
Ella era delicada e magrinha ; tinha cabellos
castanhos, rosada tez, levemente dourada pelo sol,
grandes olho-- de um azul sombro, com populas ao
mesmo tempo brlhantes e avelludadas. Sua fron-
te larga e arqueada, sua vista penetrante, firme o
franca, seu narizinho rosado com narinas movis,
davan sua phjMonomia urna notavel expressao'
de aclividade, energa e resolucao, temperadas por j
um bom sorriso de crianca. Nao era precsamen-1
te linda, mas encanta va.
O primo eslendia-lhe seu braco, ella porm nao
susava adianlar-se.
. Acaso vos fajo medo, miuha filha ?
Sim, senhor.
Daniel levantou-se, inelneu-se para ella, c bei-
jou-a na fronte, dUendo depois a Beauvais :
Eis nossa filha, nao verdade ?
Beauvais esrays. radiante de alegra e altivez pa-
terna. Quando comecaram a conhecer-se todos
tres, desceram ao jardni. onde logo encontraran)
a Bruere. Foi preciso parar e escutar suas excla-
macoes.
Oh Sr. cura, caro homem dobomDeus, eis-
vos ahi como quem volta da guerra, com ura braco
de menos 1 Oh I que desgraca, dizei-me, boas
gentes 1 K justamente no mesmo da do enterro de
nossa ama... Ah I bas gentes, quem os dira !
Depois dessas tomentacoes de Bruere, teve de
visitar Templiers em detalhe. Dionizia se havia
furtado a isso.
Ei-los indo de casal em casal, de celeiro em ce-
leiro, Beauvais explicando, o padre recordndose.
Depois de cem vultos, Beauvais exclamou :
Meu primo, eis aqui o ramalhete, a joto ;
lenho-vos reservado isto como o bom bocado.
Introdnzi-o em urna estribarla nova e cora a ca-
beea toncada para traz, os bracos cruzados ; os
olhos lixos sobre o primo, pareceu esperar que
este tom.isse a palavra. O padre olbava com a
maior attencao. Havia nessa estribara um emi-
to e urna varea. Era o cavallo ou a vacca que era
preciso admirar? Grande embaraco para o primo.
Depois de algum silencio:
Vamos, disse Beauvais, com um ar desapun-
tado, pena Emfim nao entendis disto. Faca-
moa de ronta que nao tendes visto nada.
Nesse momento o primo arbou no rosto de seu
antigo ri\al um vislumbre da anliga irona.
Este cavallo, proseguo Beauvais, nao tem
egual 20 leguas em torno. Agora vamos a Bruas-
series.
S entraram em Templiers por volta de meio dia,
para jantar. O primo se achou naturalmente col-
locado entre o pac o a filha; mas muito antes da
sobremesa Dionizia tinha desapparecido, e o primo
a ouvio no jardim discutndo vivamente com Petit-
Penson.
Este era um rapaz de 15 annos, mais alto que
Dionizia, e apezar de sen talhe, chamado obstina-
damente Petit-Penson pela menina. Petit-Penson
era protegido da Bruere, e pastor de Beauvais. a
seu rebanho, havia um burro que era pelo qae pa-
reca de propriedade particular de Dionizia e cha-
mava-se liento. Nesse dia o pastor quera levar
seus animaes a EpinaiesJ e a escolha do pasto nao
era do agrado de Dionizia.
J te disse, |exc.lamou ella com sua mimosa
voz decidida, j te disse Pelit-l'enson, que Bento
nao ha de ir a Epinaies I
Petit-Penson, retinha Bento petos orelhas. Dio-
nizia puehava-o pelo rabresto. De quem sera a
victoria ? pensava o padre que conlemplava a sce-
na. Foi de Dionizia. Ella condnzio tranquila-
mente Bento para a estribara, depois voltou a to-
mar o seu lugar na mesa.
Ella tem vontade, disse comsigo o primo
maravilhado.
Terminado que foi o jantar. Beauvais declarou
que seus negocios o chamavam feira de Lesigny.
Eu vos levara comigo, ajuntou dlrigindo-se'
Daniel, mas que farleis em um mercado de mulos?
(Conhmiar'Se-ha.j
PERNAMBUCO.- TYP. l>E M. F. F. & FJLHO.
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y ii t 11 a n n


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