Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10285


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Full Text
Un
7
AMO li. flMESO 29.
Por tres nezes ndiantados 58000
Por tres mezes vencidos 6SOA0
Porte aocon eio >>>r tres mezes. 730
a
DIARIO
E.NCARftBGADOS DA SUBSCRIPgO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Aleandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Araratv, >
Sr. A. de Leos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
mazooas, o Sr. Jeronymo da Costa.
BNCARREGADOS DA SIW.R.IPQAO NO BOL.
Alagas, o Sr. Ciaudino Falcan Dias; Baha, o
Sr. Jos.- Martins Alvos; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martins <\ Gasparino.
t ya
1 0
.'' '

jl^P
SABBADO 6 DE FEVRE1RQ D 1864.
Por auno adiantado.....19$000
Porte ao correio por ura anuo 3JJ0OO
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguaras.su', Goyanna e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Sar.toAnto, Grvala, Bezerros, Bonito, Caruar',
Altinho e Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro* Brejn, Pesqueira,
Ingazeira, Ploras, Villa Bella,Tacaiatu', Cabrob,
Boa Vista, Ouricury e Exu' nas quartas feiras.
Sermhaem, Rio Formoso, Tanundar, Una, Bar re -
ros, Agua Prcta e Pimenteir.is nas quintas feiras.
Ilha de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os esufetas partem ao V dia.
PERNAMBUCO.
EPHEMER1DES DO MEZ DE FEVKHEHIO.
La nova as 3 h., 49 ni. e M s. da t.
14 Cuarto cresc. as II h., 5 m. e 26 s. da rn.
22 La eheia as 2 h., 41 m. e 8 s. da t.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as i horas e 6 minutos da tarde.
Seguida as i horas e 30 minutos da manna.
PARTE 0FFICIAL.
fiOVKliO DA PROVINCIA.
Cediente do dia 3 de tararear* de 18C.
Oflicio ao Exm. presidente da provincia da Ba-
bia.-Constando de participado da directora ge-.
ral da secretaria de estado dos negocios da justira
de 18 do mez lindo, que por derrito de 14 do mos-
mo mez S. M. o Imperador hoave por bem nomear
o bacharel Francisco Goncalves Martins para o lu-
gar de juz de direito da comarca de Tacaral ncs-
ta provincia, rogo a V. Ene. que se digne fazer
constar isso mesino ao referido bacharel, marean-
ai >- Ihe prazo para entrar em exercicio, e enviando
o incluso oflicio que Ihe dirigido por aquella di-
rectora, servindo-se declarar-mc o prazo que Ihe
or marcado.
Dito ao brigadeiro commandanle das armas.
Pode V. Exc. mandar por era liberdade o recrula
Joaquim Ferreira Pinto, que foi considerado inca-
paz do servico em inspeccao do sade, como V.
vc. declarou em seu oflicio n. 213 desta data, a
que respondo.
Dito ao mesmo.Queira V. Exc. informar acer-
ca do quo impetra Adelaide Marcellina de Brito,
oo requerimenlo junto, que me foi reincttido com
aviso da reparbeao da guerra de 19 do Janeiro ul-
timo.
Dito ao mesmo. Em resposta ao oflicio de V.
Exc. n. 176 de 27 de Janeiro ultimo, tenho a decla-
rar-lhe que em oflicio n. 48, cotnmunicou-me o ins-
pector da thesoiraria de fazenda haver expedido
ordem collectoria da villa de Barreiros acerca do
qiianiiaiivo estipulado para o pagamento de etape
ai pracas de primeira linha no semestre cor-
renta.
Dito ao mesmo.Remello incluso por copia o
aviso de 18 de Janeiro ultimo, alim de que V. Exc.
se sirva de habilitarme com a sua informacao, do
inodo a poder satisfazer o que exige o Exm. Sr.
ministro da guerra em dito aviso, relativamente ao
reengajanaento do cabo de esquaclra do 7o batalho
de infantaria, Dimingos Rodrigues.
Dito ao consclheiro presidente da relacao.Sir-
va-se V. Exc. de inlerpor o seu parecer sobre a
materia do incluso oflicio que em 2 do mez lindo
dirigime o juiz de direito da comarca do Brejo.
Dito ao Dr. chela de polica.Remello por copia
V. S. as ioformacoes ministradas pela thesoura-
ria de fazenda acerca do pagamento da quanlia de
4?500, de que trata o seu oflicio n. 108 de 23 de
Janeiro ultimo, proveniente do aluguel da casa que
serve de quartel ao destacamento do districto de
Daixa-Verdc, alim de que sejam satisfeilas pelo
subdelegado do mesmo distrielo as exigencias da-
quella repartirn, constantes das preditas informa-
edes.
Dito ao mesmo.A etape na importancia de
105800 alionada segundo V. S. declarou em seu
oflicio n. 1,657 de 18 da dezembro ultimo pelo juz
municipal de Strinhem, cinco pracas que all
oram em diligencia conduzindo presos, nao pode
ser paga pola thesouraria de fazenda, como decla-
ra nas informacoes por copia inclusas, por ter si-
do salisfeita em vista de prels do corpo de guarni-
^o que perteneem as mesmas pracas, relativa-
mente ao mez de outubro ultimo, cumpre porlanto
brigadeiro commandante das armas.Communi-
cou-se ao brigadero commandante das armas para
providenciar convenientemente no sentido de ser
paga aquella quantia pelo sobredito corpo.
Dito ao mesmo.Ao ofQci que V. S. dirigio-me
sob n. 128 e data, de 27 de Janeiro ultimo, respon-
do declarando-lhe que a despeza diaria com o sus-
tento do cavallo do soldado da companhia de ca-
vai'aria Antonio liezerra, que se acha em diligen-
cia no termo de Santo Anlao, nao deve exceder de
800 rs., valor arbitrado para urna racao de forra-
geni no semestre corrente, e para pagamento desse
quantitativo, bem como dos vencimentos do predi-
to soldado est competentemente autorisada col-
lectora respectiva.
Dito ao mesmo.Coustando de aviso da secre-
taria de eslado eos negocios estrangeiros de 18 de
Janeiro ultimo que S. M. o Imperapor houve por
bem conceder o doro Damnyer para cnsules, o l- de Brenien e o
2 do Grao Ducado de Oldemburgo nesla provin-
cia assim o communico V. S. para seu eonhec-
mento. Fizeram-se as necessarias communica-
^Ces.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Remeti por copia V. S. para seu conhecimento
o aviso expedido >ela reparlicao da guerra em 13
de Janeiro ultimo relativamente ao recurso nter-
posto pelo procurador fiscal dessa thtsourariaacer-
ca dos pagamentcs ordenados a favor dos recria-
dores Francisco Joaquim Pereira Lobo e Manoel
Carneiro Machado Freir.
Dito ao mesmo-Devolvo V. S. coberlo com
oflicio do brigadeiro commandante das armas, de
16 de dezembro ultimo, sob n. 2,310, os papis que
vieram annexos a sua informacao do 1" do corren-
te n 51, alim do que, de conformidade com esta,
man Je pagar smente a quanlia de 125480, despen-
dida pelo capitao l'Vencisco Borgcs de Lima, quan-
do lenle commandanle do destacamento de Na-
zare'.h, com o fosn.'cimento de luz para o respecti-
vo quartel durante os mezes de agosto a novembro
deste anno.Coinmuiiicou-se ao brigadeiro com-
mandante das armas.
Dito ao mesmo.--Devolvo as conlas de que traa
o incluso oflicio do commandante daguarnicao.
datado de 22 dedei.embro ultimo, para que de con-
formidade com a informara.) da contadura de fa-
zenda a que allude o seu oflicio D.50 de 30 dejanei-
ro prximo, manee V. S. creditar o alferes com-
mandante do destacamento do Granito. Francisco
do Freitas Moreno, pela quantia de 333400 despen-
dida com oalugue, da casa que serve Je quartel ao
mesmo destacamento e com luz tudo nos mezes de
julho novembro do anno passado.
Dito ao mesmo. Participando o juiz de direito
da comarca de Goyanna, bacharel Francisco Gon-
calves da Rocha, que no do crreme entrou no
goso da licenra do um mez que obtuve para tra-
tar de sua sade: assim o communico V. S. para
sen conlieciiiienio.Fez-se igual communicagao ao
supremo tribunal de jusliea.
Dio ao capilao do port.Respondo aos oflicios
de V. S., sob ns. 3 e 5 de 8 o 15 de Janeiro ultimo
remellendo-lhe por copia as infnrmaces ministra-
das pela thesouraria de fazenda, relativamente a
despea*, a fazer-se com a collocaro de boias nos
baixes do Olinda e do Inglez.
Dito ao director lo arsenal de guerra.O Exm.
Sr. ministro e secretario de estado dos negocios da
guerra approvando a licenca de 3 mezes concedida
ao esrripiuraro desse arsenal Francisco SenpMco
de Assis Carvalho prevenio-me em aviso de 9 de
janei' o ultimo de que seriam expedidas as conve-
ncnttis ordens relativamente ao pagamento dos
vencimentos qin por lei competirem ao iiiesmo es-
cripturario: o que communico a V. S. para seu
conhecimento.Communicou-se ao inspector da
tlicscuraria de fazenda
Dio ao ins[ctor do arsenal de marinha. -De
confermidade com o aviso de 16 de Janeiro ultimo,
communico a V. S. que por decreto de 13 da-
quelle mez houve S>. M. o Imperador por bem no-
mear o censelheiro Joao Pedro Dias Vieira para o
cargo de ministro o secretario de eslado dos ne-
gocios da mannha.Comintinicou-so tambem ao
capitao do porto.
Dito ao commandante superior da guarda na-
cin de Olinda.Communico V. S. pira seu co-
nhecimento e alim do que faca constar ao agracia-
do pira solicitar em lempo a sua patale, que se-
gumo constou de participado da directora geral
da retarla, de estado dos negocios da jusliea de
14 do mea Ando, S. M. o Imperador houve por bem
nomear o bacharel Jos Cardoso de Queiroz Po-
eeea major commandante da scelo de balalbao
de reoerva da guarda nacional dessa comarca.
Dho ao commandante do corpo do polica.Po-
de V. S. contratar para servir no con sob seu
coinmando o paisano Carlos Cruz da Purificacao,
que foi considerado apto para isso em inspeccao de
sade como V. S. declarou em seu oflicio n. 53, do
1" do corrente a que respondo.
Dlo ao engenhero fiscal da estrada de ferro.
Respondo ao seu oflicio do 1 do corrente dizendo-
Ihe que a isencao para o reerutamento dos traba-
jadores da estrada de ferro concedida nos ter-
mos da !! condic.io do decreto n. 1,030 de 7 de
agosto de 1852.
Dito cmara municipal do Recife.Tendo sido
approvadas pela cmara dos deputados, segundo
me foi declarado por aviso da reparlicao do impe-
rio de 13 de Janeiro prximo lindo as eleiedes pri-
man, s da parochia de S. Jos do Recife e secun-
darias dos collegios da capital, c da villa do Po-
d'Alhu para a 12* legislatura e perlencente ao 1
districto eleitoral desta provincia, assim o commu-
nico cmara municipal do Recife para seu co-
nhecimento e lim conveniente.Communicou-se
cmara municipal do Po-d'Alho a approvacao
que Ihe diz respeito.
Dito cmara municipal de Caruar.Constan-
do de aviso da reparlicao do imperio de 15 de Ja-
neiro prximo lindo haver a cmara dos deputados
appro'adoaseleices primarias e secundarias para
a 12' legislatura nas parochias que compdem o 4*
districto eleitoral desta provincia e resolvido : !
que se adi a eleicao primaria de S. Caelano da
Raposa ; 2 que sejam aiinullados os diplomas dos
eleiloics (cujos votos se lomaram ein separado^
excedenles, em ambas as parochias de Caruar e.
Raposa ao competente numero legal de conformi-
dade com o decreto n. 1,082 f, 10 art. assim o
communico cmara municipal de Caruar para j
seu conhecimento e um conveniente.Iguaes s .
cmaras municipaes do Bonilo, Garauhuns, Bom-'
Conseho.S. Bento eBuique.
Dito a cmara municipal do S. Bento.Res pon-,
dendo ao oflicio de 23 de Janeiro prximo Codo,
em que a cmara municipal de S. Beulo me com-
montea ter deixado de deferir juramento ao cida-
do volado em 5* lugar na lista dos juizes de paz
para substituir ao 4" dos mesmos juizes Francisco'
TeixeiradeMacedo, que fallecer, por ser escrivao
interino dp delegado de polica do termo, e Ihe pa- i
recer incompativeis estes dous cargos, tenho a di- \
zer-lhe que, em vista da doutrina do aviso de 28 i
de majo de 1860, incompativel o exercicio simul-!
laneo dos referidos cargos, devendo por conseguin-
le aquellc cidadc julgar-se impedido para servir o
oflicio Je escrivao de polica, q lando esliver no'
exercicio do cargo de juiz de paz.
Dilo ao juiz de paz mais votado do 1 districto!
da freguezia de Ipojuca.Tendo >do approvadas
I'Ola cmara dos deputados segundo me foi decla-
rado por aviso da reparlicao do imperio de 15 de
Janeiro prximo lindo as leicoes primarias e se-
cundarias para a 12* legislatura nas parochias do
que se wnpoe o 3 districto eleitoral desla provin-
cia, cumpre que Vmc. convoque nos termos da lei
para a reuniao da junta de qualieacao dessa fre-
guezia, que devora ter lugar no dia 13 de marco
vindouro, que para isso novamente designo, os elei-
tores da actual legislatura, Besado sem cITeito as
ordens que j se tiverem expedido para a reuniao
da referida junta no dia 6 de marco, como Ihe foi
determinado em oflicio de 26 de Janeiro ultimo.
Dito ao juiz de paz do 2 anno do 1 distrielo da
freguezia de Iguarass.Inteirado |>elo seu oflicio!
do 19 de Janeiro ultimo de se nao ter inslallado a
junta de qualicacao desta freguezia pelos motivos
por Vmc. declarados em seu citado oflicio, tenho
a dizer-lhe que teude sido approvadas, segundo
consiou de aviso do ministerio do imperio de 9 do ,
corrente as leicoes primarias e secundarias para
a 12' legislatura feitas no 2 districto eleitoral des-
ta provincia, como communiquei Rimara muni-
cipal de Iguarass' em 18 daquellemez, deve Vmc.
convocar nos termos da lei para a reuniao da re-
ferida junta que dever ler lugar no dia 13 de mar-
co vindouro que para isso designo, os eleitores da
actual legislativa, visioter caducado os poderes dos:
que clegeram os deputados assembla legislativa!
ltimamente dissolvida.
Dito ao juiz de paz do 2' anno do I" districto da I
freguezia de Serinhaem.Em solucito ao seu ofB
ci de 31 de Janeiro ultimo, tenho a dizer-lhe quo!
leudo sido approvados, segundo constou de aviso
da reparlicao do imperio de 15 daquelle mez, os
ivos eleitores dessa freguezia, cumpre que Vmc.)
os convoque nos termos da lei para a reuniao da ]
junta de qualificaciio dessa parochia, que dever!
ter lugar no dia 13 de marco vindouro, que para
Isso designo.
Dilo ao juiz de paz mais a-otado da freguezia de I
Caruar.Respondendo ao seu oflicio de 17 de ja-1
neiro ultimo, em que Vmc. me communica que I
deixra de inslallar a junta de qualilioacao dessa
freguezia pelas razoes nelle declaradas, Tenho a di-1
zer-lhe qae tendo sido approvadas pela cmara dos
deputados, segundo constou de aviso do ministerio
do imperio de 15 daquelle mez. as leicoes prima-
rias e secundarias para a 12' legislatura feitas nas
parochia;. de que se compoe o 4" distrielo eleitoral
desta provincia, (cando adiada a de S. Caelano da
Raposa e annullados os diplomas dos eleitores (cu-
jos votos se lomaram em separado) excedentes, em
ambas as parochias dessa freguezia e da Raposa,
ao competente numero legal, deve Vmc. convocar
nos termes da reuniao da referida junta que deve-
r ter lugar no dia 13 de margo vindouro, que para
esse lim lica designado, os eleitores da actual le-
gislatura visto ter cessado os poderes dos que cle-
geram os deputados assembla legislativa ltima-
mente dissolvida.
Teen
PARTIDA DOS VAPORES COS TEROS.
Para o sul at Aiagas a 5 e 23; para o norte at
a Granja 7 e 22 de cada mez; para ."ernando nos
dias 14 dos mezes dejan, marr.. maio, jul, sel euov.
PARTIDA DOS OMNIBCS.
Para o Recife : do Apipucos s 6 '/ 7, 7 >/z, 8 e
18 '/i da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatao s 6 '/ da m.; do Caxang a Varzea s 7
Ida m.; de Bemlica s 8 da m.
Do Recife : para o Apipucos s 3 /? l, 4 V. 4 '/z,
15, 5'/i. 5 Vz e 6 da larde; para Olinda s 7da
jmanhaa e 4 '/j da larde ; para Jaboatao s 4 da tar-
de ; para Cachang e Varzea s 4 '/z da tarde; para
I Bemlica s 4 da tarde.
ALDIENCLA DOS TRIBL'XAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relacao: tercas e sabbados s 10 horas. .
Fazenda : quintas s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphaos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da larde.
DIAS DA SEMANA.
1. Segunda. S. Ignacio b. m.: S. Rrigida v.
2. Terca, rgs A Purificacao de Senbora.
3. Quai la. S. Tilo b.; 3.' Braz b.
.4. (Juinla S. Andr Corsino b. c.
S. Sexta. S. gueda v. m.; S. Avilo b.
. Sabbado. S. Dnrotha v. m.; S. Vidasto b.
7. Domingo. (Entrudo.) S. Romualdo ab.
ASSIG.NA-SE
no Recife, em a livraria da praca da Independencia,
ns. 6 e 8, dos proprietanos Manoel Figueiroa d
Faria & Fimo.
5* companhia.
e Manoel Rodrigues de Carvalho Brito
Altere.; Joao Pinto Airas Mariz.
I 6* companhia. .
CapilU Antonio Riboiro da Silva.
Tenenlb Ignacio Jos Kandeira.
All;red Solero Rodrigues do Carvalho Jnior.
Communicou-se ao respectivo commandante su-
lierior.
Ilopadws do dia 3 de fefreir de 18BI.
Hequerimentus.
Augusto Pacheco de Queiroga Informe o Sr.
director! do arsenal de guerra.
Cypriana Mara da Conceicao.Informe o Sr.
drectordo arsenal de guerra.
Irmantfade de Nossa Senhora do Rosario da fre-
guezia dp Santo Amonio desta cidade.Informe o
Sr. thesclurero das loteras.
2" tenante Joao Velloso SoaracInforme o Sr.
commandante superior da guarda nacional do mu-
nicipio db Recife.
Jos Peregrino de Miranda.- Passe patente.
Joao Joaquim Rabel lo Pessoa. Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Manoella Mana do Espirito Santo.Remettido
ao Sr. ddsembargador provedor da Santa Casa de
Misericordia para mandar inscrever no respectivo
quadro, a|im de ser opportunamente admittida, se
nao houvdr inconveniente.
Rosa Mirada Conceicao.Como pede.
Vidal das ('.hagas Coclho. Indeferido.
Virginio Felippe Nery.Indeferido.
guerra e da marinha, sao inlroduzdos cada um por
sua vez, comas formalidades do eslvlo i lera as se-
gu ules proposlas.
. '.LF.ixar"l" as forC;,s e 'erra para o exercicio
de 1864 a 18t.' :
Augustos -c dignissimos Srs. represenlanteS'da
nacao -4)e ordem deSua Mageslade o lm|>erador,
era virtnde do preceito da lei, venho apresontar-
vos a seguinte :
HIOTOSTA.
' .';! As 'oreas de ierra para o anno finan-
ceiro de 1864 1865 constarao :
l. Dos ofliciaes dos corpos moves.da repar-
licao ecclesiaslica, e dos corpos : de saode, d es-
tado-maior de 1* e 2- classes de engenheiros e do,
eslado-maior general.
2. De rinle e duas mil pracas de pret de li-1
nha, em todas as circumstancias. '
Art. 2. As forras ruadas para todas "as cir- ra no lugar de
3* Enviando com oflicios do presidente da pro-
vincia do Cear as acias das-leicoes primarias e '
. icoes primarias e panha d'aquella provincia, pedindo que as el.-i-
Tam Un J I rocinas da Imperatriz, Telha, cues de deputados sejam direclas.-.V coraraisso
i amboril, Jardun, Lachocira. Granja, S. Bernardo de poderes w..Uwv
Riodt S2L12^? *2.I2Sfi5!? A" P*T!*150 Sm Te'^ev'"n6at(> dairmandade de Nossa Se-
"l0,?e Ja,1P;,r?- as das Parochias de Iguassu-e Pa- uhora do Amparo da cidade de S. Christovao, da
provincia de Sergipe, pedindo dispensa das leis
rabyl.a do Sul ; e com" oflicio do presidente da
provincia de Pernambuco, as Je Cabrob e Villa
Bella.Igual destino.
Oulro do ministro de agricultura, commercio e
obras publicas de igual data, parlicipando que no
da 12 do corrente a 1 hora da larde, achar-se-ha
presente nesta cmara para responder interpel-
lacao que tem de ser-lhe feta sobre a companhia
Lniao e Industria. Inteirados.
Oulro do ministro da guerra datado do 4 do cor-
do amortizar,o para possuir bens de raz at o va-
lor de 20:0005000. .V commisso de faieoda.
Oulro da Manoel-Albino de Barros, pedindo dis-
pensa de lempo para uaturalisar-se cidad brasi-
Wiro.A' commisso de poderes.
Vai commisso de poderes o diploma do Sr.
Theodoro Rodrigues de Moraes, deputado pela
provincia de Goyaz.
Igual destino se deu a diversos documentos
INTERIOR.
KIO DE JAMIHO.
ASSEMBLA GERAL
Portara.O Sr. gerente da companhia Pernam-
Im ana mande dar urna passagem al o Rio Gran-
de do Norte no primeiro vapor que para alli se-
guir em lugar de r destinado passageiros de es-
tado, ao pr. Adelino Antonio de Luna Freir.
Igual pas-agem se mandou dar Joaquim Germa-
no Ramos.
Dita.O vicc-presidente da provincia confor-
mando-se com a proposla apresentada pelo tencnle
coronel ommandante do batalho n. 52 de inf.m-
tarlada guarda nacional do municipio do Ex, so-
br que informou o respeltivo commandante su-
perior em oflicio de_23 de novembro ultimo resol-
ve nomear os cidados abaixo declarados para of-
ficiaes do referido batallio.
Eslado-maior.
Tenente quartel meslre Severino Pereira Fil-
pueira.
Aleres jorta bandeira Firmino da Cosa Mi-
randa.
1* companhia.
Tenente Raymundo de S Brrelo.
Alferes Joaquim Pereira Lima.
2' companhia.
Capilao Antonio Pereira de Carvalho
Tenente Absalo Moreirada Costa.
Alferes D.vid d Souza Reg.
3' companhia.
Capitao Cmrado Moreira da Cosa.
Tenente Candido Baptisla de Araujo.
Alferes Joao Jos da Costa Agr.
4* companhia
Capilao Raymundo Pereira Lima.
Tenente Joo Moreira da Costa
Alferes Ti jurcio Ferreira Neves.
i vnvit \ DOS simioris
DEPUTADOS.
SESSO EM 5 DE JANEIRO de 1864.
Presidencia do Sr. Zacharuis.
As li X horas da manha, feita a chamada, e,
havendo numero legal, abre-se a sesso.
L se e bpprova-se a acta da sessao antece-
dente.
O Sr. 1 Seciietaiuo deu cunta do seguinte :
EXPEDIENTE;.
Dous oflicios do ministro do imperio de 15 de de-
zembro prjimo passado enviando copias dos ofli-
cios emque os bispos de Cuyab. e do Rio Grande
do Sul, pedera providencias em favor do bem espi-
ritual daquella diocese ; e da inauguracao do cabi-
do desta. Vio ambas s commissoes "de negocios
ecclesiasticoil, e 2- de orcamento e conlas.
Oulro do iiiesmo ministro datado de 16 do mes-
mo mez euviiindo um requerimeulo em que o his-
po de Mananta pederoncessiio de duas loierias em
favor dos dous eslabelecimenlos de caridade por
elle ali fundados.A' commisso de fazenda.
Mais oilo oflicios do mesmo mioistro e de igual
dala enviando copias dos decretos com os respec-
tivos d oc umenios, concedendo as seguinles pen-
SO'-* .
1." De 205*00 mensaes, a Mara Rosa da Con-
ceicao.
! Tamben^ de 205000 mensaes, ao guarda na-
cional da profiucia do Ceara Timolheo Francisco
de Souza.
3. Igualmente de 205000 mensaes, ao soldado
do corpo de arlilices da corte, Leocadio Ferreira
de Larerda. I
4. De 800)00 annuaes. a D. Anna Amalia Si-
moes dos Sanios Lisboa.
S." De 6005000 annuaes, ao conego Jos de Sou-
za Lima, vigaHo collado da Ireguezia do Pilar, ca-
pital da provincia da Babia.
6.' De 8005000 annuaes, a D. Maria Antonia
Jourdan Sampaio Vianna.
7." De 6005000 annuaes, a D. Theodorados Reis
Pecanha.
8. e 600JMKJO annuaes, a D. Joaquim Candida
de Lomos.Va a todos commisso de pensoes e
ordenados.
Oulro do secretario do senado datado de 2 do
corrente, participando quaes os memhros quecom-
poem a mesa domesma senado na prsenle sesso
Inteirada.
Mais dous oficios do ministro da marinha, data-
dos de 4 e 5 dp eorrente, pedindo designacao do
dia e hora para i presentar proposta de lixayao da
forca naa-al para o anno linanceiro de 1864 1865,
e o relalono da|re|)arlico a seu cargo.Marcou-
se para o primeiro pedido o dia de boje, 1 1|2
hora da tarde, d para o segundo o dia 8 do corren-
te, 1 hora da Barde.
Achando-se na sala immediata o Sr. Jos Lean-
dro de Godoy e Vasconcelos, deputado pelo 4o dis-
trielo da provincia de Pernambuco, foi introduzco
com as formalidades doestylo, prestou juramento e
tomou assento.
Vm mesa, lao lodos apoiados, poslos em dis-
cusso e approvados os seguintes requerimentos.
Requeiro qule ouvida a commissaj respecliva
seja submetlida a votarn da cmara a seguinte
conclusao, que por engao deixou de ser incluida
entre as do parecer da I commisso de verillca-
cao de poderes, relativo ao2u districto do Mara-
nhao.
Sao annulladas as duplcalas dos segundos jui-
zes de paz, Candido Honorio Ferreira, na matriz da
Conceicao, e Benedicto Goncalves Machado, no lu-
gar do Curralinl^o, freguezia de Burity, ambas do
collegio do Brejo.
E bem assim a eleicao secundaria do collegio
em que so reunirain aquellos eleitores nullos.C.
B. Oltom.
t 2. Requeiro que se peca ao governo informa-
cues sobre os fundamento da medida lomada pela
[Maliciada corte sobre a tarifa dos carros e tilburys
da praca.Siloeirt Lobo.
Veio mesa a seguinte interpellaeao marcando o
Sr. presidente o dia 12 do corrente, pela 1 hora da
tarde para ter lugar a sua discussao.
t A quo descont se realisou o emprestimo con-
trabido em Londrei ltimamente, ou qual a diffe-
renca enlre o capital nominal e o que realmente se
recebeu T
t 2." Qual arazo da preferencia da praca de
Londres, nesla conjuctura, sobre as de Paris Fran-
kforl, ou Ametardam Y
i 3/ Que correlagem se pagou e a quena T
4*. Que rotaeo tiuliain na praca desta capital
as apolires da divida publica quauio se fez a emis-
so de 5,500:0005 desses ttulos a 90 i|2 ; e que
razoes teve o governo para fazer essa dupla, e si-
multanea operago d; crdito?
c 5", Em que disppsico legislativa se fundou o
governo para curan par nas vesperas da abertura
da assembla geral a companhia da estrada l'nio
e Iudustna, concedenilo aos cessionarios alm dos
subsidios passados muis 3,500:0005 de apolires, es-
tando o negocio aflecto ao corpo legislativo ?
t Payo da cmara, em 5 de Janeiro de 1864.
Junqueira.
ORDUM DO DIA.
i* parte.
Continuou a eleicolde commissoe-.
Para a 3" de orcamfcnto e conlas em 63 cdulas
cum,launas serao divididas em quatro grandes di-
i visoes estacionadas nos lugares convenientes do ter-
ritorio do imperio.
Arl. 3.a As forras fixadas n. g t' do arl. 1 se-
rao completadas |>or engajamenlo volunl irio e pelo
I reerutamento, nos termos das disposicoes que exis-
lirem. *
Art. 4. A respeilo dos individuos que assen-
| larem praca voluntariamente ou forem rscrutados,
ohservar-se-ha as seguintes disposicoes :
1.* Os recrutados servirn |>or nove annos,
e os volunlararios por seis. Tanto tins como ou-
tros, porm, se depois de concluido o seu lempo de
servico, quizerem continuar nas fileira, poderao
aze-lo engajando-se por dous ou mais annos.
5 2* Os voluntarios, alm da gratificacao dia-
na igual ao sold inteiro, ou ao meio sollo de pri-
meira praca, emquanto forem pracas de pret, con-
forme tiverem ou nao servido no exerciti o tempo
marcado na lei, perceberao, como premio de en-
gajamento, urna gralilicaco que nao exceda a 4005
; para os primeiros, e a 3005 para os segundos, pa-
j ga pelo modo que for eslabelecido nos rtgulamen-
tos do governo ; e, quando forem escusos do servi-
| co, se Ihes conceder nas colonias militares, ou de
i nacionaes, um prazo de Ierras de 22,500brarasqua-
dradas.
O premio para os que quizerem continuara
servir na forma do 5 deste artigo, ser pro-
porcional ao tempo, pelo qual de novo se enga-
jarem
i 3. Os recrutados e voluntarios podero exi-
mir-se do servico militar por substituido- de indi-
viduos que tenhara a idoneidade precisa para o
mesmo servico.
Art. 5. O governo aulorisado a destacar at
dez mil pracas da guarda nacional, em cir:umstan-
cias extraordinarias.
t Art 6." Ficam revogadas todas as disposicoes
em contrario. Palacio do Rio de Janeiro em 5 de
Janeiro de 1864 Antonio Manoel de Mello.
1 2.* Fixando a forca naval para o mesmo exer-
cicio. ,.
r Art. !. a torea naval para o anno financeiro
de 1864 1865 constara :
: 1. Dos ofliciaes da armada e das demais
classes, que for preciso embarcar conforme as lo-
! tardes dos navios e eslado maior das di visoes na
1 vaes.
i 2. Em circumstancias ordinarias le 3,000
pracas de marinhagem e de pret, dos corpes de ma-
rinha embarcados em navios armados c t -anspor-
tes, e de 5,000 cm circumstancias extraordina-
rias.
i 3 Do corpo de imperiaes marinheros, das
companhias de aprendizes marnheiros, creadas
pelas leis anteriores, do batalho naval e ci corpo
de imperiaes marinheiros da provincia de Mattc-
Grosso, continuando a autor sarao para eleva-la ao
seu eslado completo.
Art. 2o A forca cima mencionada ser prc-
enchida pelos meios aulorisados no arl. V da lei
n. 613 de 21 de agosto de 1851.
Art. 3- Eicam revogadas todas as disposicoes
em contrario.
t Palacio do Rio de Janeiro, em 5 de Janeiro de
: 1864.Joaquim Raymundo de Lomare.
Finda a leilura o Sr. presidente declaro i, quea
cmara lomar na devida consideraran as propos-
i las do poder exerulivo.
Os ministros reliraram-sc com as mesmas for- !
\ malidades rom que enlraram ; e as proposlas vo '
; remedidas commisso da marinha e gera.
Leu-se o seguinte parecer, que foi posto em dis-
cusso e approvado :
, A commisso de eonstituieao c poderes a qu?m '
. foi prsenle o diploma do Sr. Joaquim Jos Affonso
I Airas depulado pelo 2 districto da provincia do
| Rio Grande do Sul, achando-o conforme com as
i actas da eleicao do mesmo districto, de parecer
que se Ihe d assento.
Sala das commissoes, 5 de Janeiro de 1864.
! Jos Bonifacio.Paranagu.Fui lado.
E achando-se na sala immediata o refer do se-
, nhor, fui iniroduzido com as formalidades do esty-
' lo, preslou juramento e tomou assento.
2' parte.
Entrando em discusso o parecer sobre as elei-
| C"5es do 3" districto da provincia do Rio de J ineiro,
vem mesa a seguinte emenda que foi lida, apoia-
da e posta conjuntamente cm discussao :
Que se ade tambem o conhecimento i a fre-
guezia de Nossa Senhora da Gloria de Valenca.
Martinho Campos.Tarares Bastos.
Encerrada a discussao, foi approvado o parecer,
a bem assim a emenda ; sendo declarados d-puta-
dos os Srs. Joaquim Manoel de Macedo, e Jos i Fer-
nandos Moreira.
Passandose discussao do parecer sobre as
leicoes do 3- districto de S. Paulo,
rente enviando com os respectivos documentos o aposentados pelo Sr depulado MouraTre7ra"das
decreto que aposei.lou a Jos Francisco de Siquei- eleiroes feitas no V districto TpTovinc Tda bT
coinnussano pagador da extincta [ hia.
pagadoria da provincia de Minas.A' commisso j
^als'douSirdo^mmislro da fazenda e inte- Kad&tt ceuX 3i
nno de estrangeiros, datados de 5 do corrente pe-1 deitosos Srs. tfon^ddabo e Santos Jpel com
d.ndo da e hora para apresentar um additamento 54 votos cada um e Irhano com
ao relatorio daquella reparlicao, que leu nesta ca- Para a de justtoa crrainal em M cdulas sahi-
mara em maio prximo passado; e bem assim o ram eleilos i Srs.: Esa ora 50 votos Pa-
relatono desta reparlicao que deixou de ser pie- ranagui com 42 e Furtado com M '
^",1= a,,noPaSSada : pais.um additamento Para a de c.plomacia, em 65 cdulas saturara
tarde Z* 7T??V', IV hra G Mi da 2KS2 0S Srs" Sa Abuquerque, com 53 voto
rtuiE 2 a L1 '. w Fleur>- c0"';i0 e Junqueira, com 42.
nrdfn2 LtZX?f! i m{">nl datad. de hoj,e' L Sr ** secretario, obtendo a palavra pela or-
Sfrin t o ar ,-d ,e hra paP* aPreseMnlar *: l **.. leu o seguinte parecer que foi posto era dis-
lono da reparlicao a seu cargo. Marcouse o cusso e apnravado
mvZdim8P^^0raSda!,ar.de- A "SS do eonstituieao e poderes a
rnmm?a^a ^1,r me,tl,d C0^ "/T-1* ,! i '^m foi diploma do Sr. Theodoro Ro-
5l& fP"tado pelo 1- districto da provm- Goyaz, achando^a conforme com as actas da elei-
ca uc o. i aulo.
U Sr. Pamplona mandou
mesa o seguinte re-
querimento, que foi lido, apoiado, posto em discus-
sao e approaado :
Requeiro que se peca ao goa-erno copia dos
oflicios do presidente do Cear de 12 2o de no-
vembro, ao ministerio do imperio, sobre a ida do
major commandanle do corpo policial ao Crato, na
Cao da mesina provincia, de parecer que se ihe
d assento.
Sala das commissoes, em 8 de Janeiro de
1864.Furtado.Jos Bonifacio.Paranagu.
E arhando-s na sala nniiiediata o referido se-
nhor, foi iniroduzido cora as formalidades do es-
tylo, preslou j aramento c tomou assento.
Achando-se tambera na sala immediata os m-
" ,dadeJ? delegado de polica ; bem como a do nistros da marinha, de estrangeiros, interino da
oflicio de 2 daquelle mez ao ministerio da jusliea,; fazenda e o do imperio, foram ntroduzidos cora
sobre a npmeacap do reendo major para o dito as formalidades do estylo cada um por sua vez, e
cargo, e do Dr. Jost-Thomaz Arnaul, para promo- ; tomando lugar esquerda da mesa, lem os relalo-
n tCrarCa ld0.c^a<>-ftwi*ffl i ros de suas rcpart.coes, que foram remettidos s
O Sr. secretario obtendo a palavra pela ordena, respectivas cor iraissoes de orcamento; retirando-
tou o segrate parecer que foi posto em discussao se depois cora as mesmas formalidades com que
approvado : enlraram.
A commisso de constilniclo e poderes] a ; j. tw/f.-Continuou a discussao do parecer so-
quem foi presente o diploma do Sr. Joao da Silva |,re as leicoes da 1 distrielo na provincia de
Carrao deputado pelo 1 districto da provincia de Sergipe, com a emenda apoiada.
S. Paulo, achando-o conforme com as actas da elei- Vieram mesa as seguintes emendas que o-
cao do mesmo districto ; de parecer que se Ihe ram lidas, apoiadas e postas conjuntamente era
de assento. discussao :
Sala das commissoes 7 de Janeiro de 1864.- : |. Que sej:im approvadas as leicoes de S.
tarlado.Paramuna,Jos Bonifacio.' Amaro, presidida pelo juiz de paz; Missio de
b achando-se na sala immediata o referido Sr. Japaratuba, presidida pelo l'juizdepaz; Rosa-
Carraofoi iniroduzido com aslormalidades do es- r0> presidida pelo 1 juiz de paz; Villa Nova
lylo, prestou juramento e iomou assento ; e bem presidida pelo 1 juiz de paz Curral de Podras
assim os Srs. Joaquim Manoel de Macedo e Jos presidida jielo | juiz de paz ; Nossa Senhora das
Fernandos Moreira deputados pelo 3" districto da Dores, presidida pelo 3* juiz de paz do P de Ban-
provincia do Rio de Janeiro, e Antonio da Costa Co; P de Banco e Pacaiuba, e todas as mais jul-
gadas nullas.
Pinto e Silva pelo 3 da de & Paulo.
oiiemoo oa.
1* parle.
Continuou a eleicao de commissoes.
Para a 5* do orcamento e contas em 70 cdulas,
sahiram eleilos os Srs. Marlinho Campos, e C. Ma-
dureira com 58 votos cada um, e Gomes de Souza
com 57.
Para a 6a do orcamento e contas em 64 cdulas
sahiram eleitos os Srs. Brusque, Paula Souza e Sa-
lusiiano Souto com 55 votos cada um.
Para a de pensoes e ordenados em 66 cdulas,
sahiram eleilos os Srs. Valdeiarocom 62 votos, Sil-
veira Lobo com 61 e Luiz Felippe com 56.
Para a de fazenda em 63 cdulas, sahiram elei-
los os Srs. Carrao com 57 votos, baro de Mau e
Paes Brrelo rom 5o cada um.
2" parte.
Continuou a discussao do parecer sobre as elei-
Coes do Io districto da provincia de Sergipe.
Veio mesa a seguinte emenda, que foi lida,
apoiada e posta em discussao.
Propo'-ho que se annullem todas as leicoes
primarias do Io districto, excepto as das parochias
de l'acaluba e P do Banco, e que se proceda
nova eleicao primaria e secundaria. Silvcira
Lobo.
A discussao foi adiada pela hora.
Orramos Srs. Furtado e Silveira Lobo.
Levanlou-se a sessao s 3 1|2 horas da tarde.
sahiram eleilos os Srs
fonso Celso com 54 vo
nha com 41.
Para a 4" do orcamc
eleitos os Srs. Tavares
Eduardo de Andrade c Af-
os cada um, e Leite da Cu-
nto em 64 cdulas sahiram
Bastos com 54 votos, Silvino
com 53 e Felicio dos Santos com 46.
Achando se na sal; immediata os minlulros da

SESSO EM 8 DE JANEIRO DE 1864.
PnsidcHi-iu do Sr. consclheiro Eackariai de Get.
s 11 3|4 horas fez-se a chamada, e havendo nu-
mero legal, abrio-se a sessao.
Lida e approvada a acta da sesso antecedente,
o Sr. secretario deu conta do seguinte :
EXPEDIENTE.
l'm oflicio do minislro da fazenda, datado de
honteui, parlicipando que licou inleirado do ter si-
do marcado o dia 12 do corrente, 1 hora da tar-
de, para responder s nterpellaroes do Sr. depu-
tado Junqueira.Inteirada.
Outro do mesmo ministro, datado de 11 de maio
do anno passado, enviando o mappa das operacoes
occorridas na seceo de substituico de papel-moe-
da, durante o mez de abril do dito anno. -V 1'
commisso de orcamento.
Oulro do ministro do im|ierio. datado de 17 de
dezembro prximo passado, enviando copia do de-
creto que concede a D. Joanna Mariaili, viuva do
-, approvado, almirante reformado Frederioo Hartan a penso
sendo declarado deputados os Srs. Antonio da Cos- animal de 6005 e a cada urna de suas tres filhas a
ta Pinto e Silva, baro de S. Joao do Rio Claro e de 2005000. A' commisso de pensoes e orde-
Joaquim Oclaviano Nenias ; os quaes, estaidona nados.
Que sejam approvados os collegios das elei-
coes cujas parochias sao approvadas.
Que sejam reconhecidos deputados es Srs.
Leandro Bezerra Monteiro, e Thomaz Alves la-
nior.Ferreira da Veiga.J. O. Xebias.
2" Requeirc que sejam approvadas as leicoes
das freguezias do Rosario, presidida pelo juiz de
paz Jos Bernardino Dias Coelho e Mello; S. Ama-
ro, pelo juiz de paz Francisco Jos Travassos; Ja-
paratuba, pelo > juiz de paz de N. S. das Dores ;
Villa Nova, pelo 3 de Pacatuba; e Curral de Pe-
dras, pelo 4a juiz de paz da mesraa freguezia de
Curral de Ped; s.
Que na 2* conclusao do parecer em vez das
palavrasannullados todos os outros collegios nao
mencionados nesta conclusao-se digaapprova-
dos os collegios do Rosario, presidido interina-
mente pelo juiz de paz Jos Bernardino Dias Coe-
lho e Mello; Sanio Amaro, pelo juiz de paz Fran-
cisco los Travassos; Japaratuba, pelo 3 juiz de
paz de Nossa Senhora das Dores; Villa Nova, pe-
lo 3 de Pacatuba; e Curral de Pedras, pelo 4* da
raesma freguezia de Curral de Pedras.Bitten-
court.Sampaio.
A discussao licou adiada pela hora.
Orramos Srs., Bittencout Sampaio e Leandro
Bezerra.
casa, prestara juramento e tomara assento.
Em seguida passa-se discussao do parce ir so-
bre a eleicao do 1 districto de Sergipe, na qual
toma parte o Sr. Silveira Lobo, ficando adiada pela
hora.
SESSO EM 7 DE JANEIRO DE 1864.
Presidencia do Sr. consclheiro Zacliarias de Ges.
As 11 1|2 horas fez-se a chamada, e, havendo
numero legal, abrio-se a sesso.
Lida e approvada a acia da sessao antecdeme,
o Sr. 1 secretario deu conta do seguinte
EXPEDIENTE.
Mais cinco oflicios do ministro de agricultura,
commercio e obras publicas :
1" Datado de 25 de abril do anno passado, en-
viando copia do decreto que ap,->rova o contrato
celebrado rom a companhia Pernambucana de na-
vegaco costeira por vapor, pelo qual foi ella auto-
risada a estender a sua linha do sul at Aracaj, e
a dar seis viagens annuaes a ilha de Fernando de
Noronha.A' commisso de commercio, industria
e artes.
2 De 22 de julho do mesmo anno, enviando ura
requerimento em que a companhia hydraulica Por-
to-Alegrense pede isencao de direilos para o mate-
Quairo oflicios do ministro do imperio, datados rial que fr preciso importar para sus obras.A'
de 17 de dezembro prximo passado, enviando com commisso de fazenda.
os competentes documentos copias dos decretos; 3 De 14 de dezembro do mesmo anno, envian-
concedendo as segrales pensoes annuaes de 6005 do copia do requerimento, emque Jos Pinto de
a cada una
le 2 Aos padres Jacintlio Jos de Almeida, e
Jos Miguel Martins Chaves.
3' A D. Luiza Carlota da Costa Pmenlel, viuva
do marechal de campo Joao Jos da tosa P-
menlel.
4 A D. Joaquina Elisia de Almeida Vasconcel-
los, e D. Leonor Maria Pereira de Vasconcellos,
viuva e flllia do fallecido senador Francisco Diogo
Pereira de Vasconcellos.
Vo todos commisso de pensoes e ordenados.
Mais 3 do mesmo minislro datados de 5 do cr-
reme :
! Participando que S. M. o Imperador ficoii in-
leirado das pessoa* que compoera aclualmeite a
mesa desla cmara.Inteirada.
2' Enviando com oflicio da presidencia da pro-
vincia do Cear a correspondencia havida, entre o
mesmo presidente e o juiz de '
da Telha, e delegado de poliq;
duplcala clandestina feita :*
commisso de poderes,
SESSAO EM 9 DE JANEIRO DE 1864.
Presidencia do Sr. consclheiro Zacharias de Ges.
As 11 1/9 horas fez-se a chamada, e, havendo
numero legal, abrio-se a sesso.
Lida e approvada a acta da sessao antecedente,
o Sr. 1 secretario d conta do seguinte :
EXPEDIENTE
l'm oflicio do ministerio do imperio, enviando
as representaces dirigidas presidencia da pro-
vincia de Minas-Genes, relativamente aleicao de
eleitores das parochias de S. Joaquim e S. Sebas-
tio do Paraizo do 5" districto eleitoral, e de Mor-
rinho do 7". a' commisso de poderes.
Outro do mesmo ministerio, enviando, com o of-
licio da presidencia da proa-incia do Rio de Janei-
ro as acias da organisacao do collegio de Macah,
e das leicoes primarias das parochias de Nossa
Senhora das Neves, Macah, Barretto, Quissama,
Macab e Carapebs. A' mesma commisso.
Outro do mesmo minislerio, enviando as actas
da eleicao primaria, que teve lugar em agosto ul-
timo lia parochia de S. Miguel e Almas, perlen-
cente ao 6 districto eleitoral da provincia de Mi-
nas. A' mesma commisso.
Outro do mesmo ministerio, enviando o oflicio
da presidencia da provincia, de Minas-Geraes,
acompanhado da acta do rerebimento das cdulas
na eleicao primaria, que teve lugar ltimamente
na parochia da cidade do Pomba, perlencente ao
3o disiricto eleitoral da dita provincia.A' mesma
commisso.
Outro do mesmo ministerio, enviando as copias
do orcamento da despesa precisa com objectos de
que carece a capella imperial, os quaes acompanha
o oflicio do naonsenhor inspector da nesraa capel-
la.-A' 2- commisso de orcamento.
Outro do mesmo ministerio, enviaudo o requeri-
mento a que acompanha o oflicio da presidencia
da provincia da labia, em que o Dr. Domingos.
Carlos da Silva, oppositor da seccao de sciencias
cirurgicas da faculdade de medicina daquella pro-
vincia, pede o pagamento de todos os seus venci-
mentos duranle o tonino em-que tem eslado avul-
I Carvalho, solicita um emprestimo de 20:0005 para so e sera exercicio. A" commisso de pensoes e
fundar um eslabelecimento agrcola nas cabecei-
ras do Rio Japaratuba, provincia de Sergipe.
Igual deslino.
4 De 15 do mesmo, enviando urna represenla-
Cao em que a cmara municipal da Villa de Pira-
hy da provincia do Rio de Janeiro, pede, entre nu-
tras providencias a favor da lavoura. a reforma
da legislaeo bypotbeearia e a eraaeio de bancos
agrcolas. A's commissoes e commercio, indus-
tria e artes, e jusliea civil.
5* De 28 do mesmo, enviando as inforr,iacoes
solicitadas por esta cmara em oflicio lho do 1862, acerca da companhia de navegaco
COStoira vapor da provincia do Maranhao.A'
ijiaem fez a requisico.
Urna representacao da cmara municipal da ci-
dade de llajub, provincia de Minas, pedindo a
faena
eslatistica.
ordenados.
Outro do minislerio da agricultura, commercio
e obras publicas, transmitlindo o requerimento em
que a directora da companhia hydraulica Porto-
Alegrense, na provincia de S. Pedro do Rio-Gran-
de do Sul, larde isencao dos direitos de importa-
cao para .>do o material que for preciso importar
para vealisaco de suas obras de enranamento de
?.gua potavel e eslabelecimente de oilo chafarizes.
A's commisses de fazenda e obras publicas.
Oulro do ministerio da marinha, enviando o re-
querimento do commissario de i" classe Joaquim
Slarques de Sant'Atina, pedindo que Ihe seja con-
tado para sua reforma e para poder obter o habita
de S. Bento de Aviz, o lempo que na qualidade de
offlcial de fazenda extranumerario da armada es-
tora desembarcado, e prestando contas da commis-
so de que fura incuthbido. A'commisso de ma-.
rinha e guerra.
Dous dos Srs ministros da guerra e da iustlra.
pedicin oa, va para apresentarem os relatnos

'
iTi. i


infrio de PeroamllicB ahitado t icvereiio de 184.
_ -
das suas repaftJcfos Marca-se para o (irltiielro
ii ,i .1 do| o da iii- io da.
Outro da presidencia Ja provincia do Para, re-,
encuendo don exemplarcs do relatorio anreseniar
do iassemblaprovincial por eecasioidin*tal-
tafia du essie ordinaria do auno pMMflbi ar-
ir-se.
(ni requerimento do Quimera Ellis, pedio*)
parmissao para fazer acto do primeira anno da Fa-
cuidado de Direito de S. Paulo, o matricular-leo
segundo. \' couinussio de inslruccao i unlca.
Achau-se sobre a mesa, e sao reoaeitidos
missio de poderes os diplomas dos Srs. Franelseo
Carlos Brandan e ''.arlos Fernando Rtbeiro, depu-
udos elcitos pelo 5" districto da provincia do Per-
naiubuco. e pelo I" do Maranho.
O Sis. Maiiti.mm Cami-os ( pela ordem ) : Sr.
i sedente, tenho i'in niao nina represeiHae que
a etta cmara dirige urna das notabilidades do ira-
i Para da cmara, dos dtipolMios bm fe Janei-
ro de tml.Tiriitlo.
PIUMEIUA PARTE DA ORDEM Do DA.
sumi das cotmasdes.
Contina a elceo das coramissdes e sahem ele-
tos :
Marinhu e guerra (63 redlas.)
Os Srs. barao de foto-Alegre, t8 votos ; Alvim,
"i; Moreira, M.
Iledacrao. (lio ladillas. I
Os Srs. Epamhtondas, 53 vetos; Maeedo. 39 \
Liberato. U
Can iras muacipaes. (Gfi cdulas.)
(i- Srs. Abelardo de Brito, 37 votos ; Aristdes
Lobo, )(>; Lima Duarte, 51.
AtamiOtMM irocincitus. (70 cdulas.)
parec
minor
OS
paciencia
Nio
i<-o tr
creio
mais.
pnblie
mu ta
O S
do
O S
rompa
que &\
me f|uo a lj commissao de (i I n e
escrupulosamente.
nao i xa*
Vos K8 :Uli I ol I
i. Ftjuuhba da Vbwa :Ouoam-mo, tenliara
porta franca a todas as mocos e propostas queap- da c terceira ordem, para polos disposico del- Vistos abysmos, que se alm devisa
parecessnin i tal ri speto. las; e ahi com eflbitp uoderito estar vontade na Er,i pralas espantantes, fras, hrrida-,
O Su. Sai.lamia Maiiiniio :l'de discutir per- apreciacjSo do toivelinhar da dansa eda variedade Faieui em minha'alma congelar-se o sangue,
foiiamente em occasio oppoituna. i dos mascaras. K escar-se m'avida em ais doridos,
O Su. Nkhias :Nao sei se estarei habilitado : Boje da a sociedade recrelativa CurybantUu Fajendo-me libar o tel d'anguslias;
o examinou escrupulosamente, por que para estou fallando com toda a -onscienca. Tonicm
Ivs fosse mister deseucadernar o livro, e einbora como erro a moca o de meu Ilustre am
Ipie ilM a eomini-so nao poda fazer; de
al ves precisasse ella do auxilio do notarios
nem t a sua partida mensal, a qual annuneia-se agrada- E prestes deixa a crenca o crneo, e foge,
ligo, vel como sao sempre os seus sordos. E vai inorrer nos paramos do acaso,
llena Na laf.iiude 11* 9'' N. c longitude 10 O. foi Onde um raio d'esperanca fugitivo
repillara-a como erro, nas sbram di-cussao plena
sobre materia tao grave e de tanto alcance moral, encontrada, a 13 de dczeinbro prximo passado, a
i-, mais proprios que qualquer de nos para Se nao bom e eficaz o expedient embrido |elo barca francesa Vmiers,
exame. ""-'" oofcre amigo, deixem que elle passe para mos- Esta barca do porto do Havre, e naquella dala
i. Sai.iiamia Mvuimio :E o nobre dcpola-: trarem depois em temiKj, na discussao, que lal me- ia sem incidente algum, ignorando-se o respectivo
na i. Fkiihkiiia da Vkic.v : Examinei-o em I victoriosa ; mas qualquer expediente de.-ta ordem
ilna de llgOOS collegas, e declaro cmara au vejo que deva ser njeilado pelos nobres depu-
lembrauca do meu
estou em erro a respeito da taisiiicacao.os; ves rosse um erro a
Os Srs Pamplona ."8 velos; Ara gao o Mello. 57 desM llvro. esfio em erro contigo csses nobres col- illuslre amigo, ionio guppde ) nobre deputado pelo
Pernandes Moreira?56. I'^'s- tm ,. 'o de Janeiro; n.as lani.ada na casa esta dwcU)
11 Se I" Sbcbetuuo obtendo a palavra pela or- Para mim fura de duvida que csse livro esta i reto que a lilosire eomnissiio, nao so pela sua di-
dem, procede a leilura dos segumtes pareceres faisilicbdo ; miuha opiniao que do exame a que gnidade, que nao |>recisava desta prova, mas para ,
M prondeu na capital do Car licou claro e evi- uem confundir a nos oulros, devia abracar a me
Europa. Querendo conservar-se all por mais
ga n lempo para re.>ta!i,deee."-se, representa i a-
s!iobla "eral pedindo-llie liceuca com veaci uen-
Saldanha Ha-1 "Su. Mkrsas :Sr. presid-intc, en nao sei a par
te que leve na eloicao do Ceara o seu digno presi-
to' que Ihe perlencem. commissao ue consniui(;ao e pouero, ..,....,
F.' miiiio bonrnco nara o sr vkeonde de Jequi- quem foi presente o diplomado Sr. t'.arlos Fernn- este re;,.-,
tmhonl'a ni ces^twTsolfeittr este auxilio da na- So Ribeiro, denotado pelo I- districto eleitoral da Disseque esse exame fora feito por 3jodividuos nobre deputado em retaeaojv
C. Vantn>tijiM.-F. J. htrtao. I "' lapartes dos Srs. C. Ottoni
ki.kii'.aii do \i\i;a.\u\o. il' districto.) rlnho.
A' commissao de consiiiuuao e poderes, a E 0 i ue disse em seu parecer a l"
peito *
ili ndo a
va, ereio (jue
V. Exc que a dirija eommissio respecti- Paranami,
toda a cmara e todo o pail estarao Achando-se na
sala immediata os referidos Srs.
formalidades
denle | nao sei se elle usou de artimanhas ou ar-
; nao me record de que palavras se servio o
presidente no
O Su lUio i.r Mu v -Sr. pie-i. ente, desejo pedindo a nomeacao de una commissao de tres
III mu sil I ninilffir-f- da casa um projeol* membros desta cmara ou dous ntanos PUDiicos
Mtolacae sobre materia importante, e qoisera mo- para examinarem o llvro das actas, do tu. eg, o da
va-losuccintainente se me for |iermitlido. Ilarbalha, do .1 districto eleitoral da provincia do
< Su. 1'ukmokntk : E" opportuoa a occasio ; Ceara, argido de estar falsificado;
conforme com que peilteucem parcialidade conservadora, pare- empenho de ageitar a elei<;ao a bem de um parti-
cendo-i e que com cs-adeclaiacao quir. invalidar o do; poderla 00 cmtanto ja anticipar algumas in-
anto de exame. Nao porm, exacta esta asser- fonnacoes que tenlio acerca de um circulo do Cea-
cao, lu dos peritos que servio nesse exame. o ra; poderia talves emprazar 00 Ilustres reprsen-
se. Dr. r.ordolino, como podein aflirmar os nobres tantes do priuieiro circulo daquclla provincia que
diputados do Ceara, um dos memhros mas im- estao com assento ua casa, pira que nos dissessem
porlantis do partido liberal uesta provincia, amigo se comeITcilo oSr. presidente do Ceara empenhou-
dedieadl do Sr. Dr. Pompeo, a quera defendeu na se em proteger a candidatura dos conservadores;
assembla provincial rom todo o estreo, e o Sr. Dr se por ventura naquelle prii leiro circulo, tao dig-
Cor.loinio assignou esse auto de exa'me senx res- mente representado pelas nobres deputados, o
presidente da provincia intervi-io com sua autori-
dad,. com >u.i iiiihiencia.....
im Su. Dkp< tai.o :(juai.do o nobre deputado
quiser ha de ser Mllsfcilo.
O Su. .N'khias : ... para censeguir a cleicao libe-
destino.
Pepai;ticao da polica :
Extracto da parte do da o de fevereiro de 1864.
Foram recomidos casa de deteuco no dia 't
do corrente :
A' ordem do Dr. delegado da capital, Miguel
1 Lopes de Muraes l'assos, branco, como indiciado
em crime de roube.
A ordem do subdelegado do Recife, Antonio de
Asevedo, branco, para eorreeelo.
iiao-. A' ordem de Santo Antonio, Galdino, criuulo,
nobres escravo de Bernardo Jos da Costa Valente, rc-
us des- querimento deste; e Joaqun dos Sanios Torres,
exame pardo, por crime de rapto.
A' ordein de S. Jos, Pergcntino de Miranda Pi-;
meiitel, branco, Jos Xavier Mondes Goncalves,
semi-branco, Diogenes Francisco (Camello Pessoa,
pardo, todos por s.-rem encontrados no quintal da
casa de Modesto Francisco Canabarro, com urna
chave falsa.
A" ordem do da Boa-Vista, Miguel Arcliaojo de
San Anua, crioulo, por disturbios.
O ebefe da 2* sec^ao,
J. G. de Mesquita.
Movimento da casa de detencao do dia 'i de
fevereiro de 1884.
Existiam...... 3o' presos
Entraram..... 10
Saliiram...... l'J
O anno prximo passado esta
di) a approvaeSo desta cmara, se nao livess
enseriada em um projeete de le, que nao pissou.
esperanca fugii
Ao menos nao scintilla t
Emblemas fnebres, de sanguentas ve-tes,
Vejo-as porta da realeza eterna
Er. recuo... horroriso-ine... ai de mim !...
E o mumln* este sorri sem coraoao,
l-Ncrevendo as folhas do destino :
Eis mais um viajorque naufragou
No mar d'esea existencia.
E" a lampada da vida, que bruxola,
Ar curvar-mo submisso forca estranha,
i: exhaurido aos signaes do vencimentol
Me estala o eoracio ao tnetar l'ahna ,
Os olhos volvo aos cos... arquejo... e morro ?...
Minh alma lego Dos, e o corpo trra,
Para pasto dos vermes!
Ol! vida, o que es t ? que representas f
I ni Drama indecifravel n'este mundo,
lu vale de lagrimas, um pelago deAnatktmas.
Sota um veo mv:terioso... e profundo,
Onde ilehruca-se o deslino, e sorri candida
Florindo illusoes.
Qual o sol na inanhaa da primavera,
Que desfaz-se ao formar-seda tormenta...
Assim me arrojas em escabrosas penhas
D'espinbos inoiliferos!
Existem
A saber :
1'llK-lliE^TK
alm de tudo quanlo as folhas publicas leein em
-Essa proposicao envolve correspondencias e comniuoicados olTerecido ao
inecao. I
i lia diversos apartes. |
Protcja-me, Sr. pneidote, para que cu posea
proseguir
O Sr. Arromo Ciuo a um aparte.
O Su. Phesioe.xte :Attencio, Sr. Alfonso Celso: ral ou conservadora empra.ava os nebres depula-
j pedio a palavra, e, pota, brevemente poder dos para esta solucao.
dizer o me Ihe parecer necessario. M Su. Dehtauo : Em tem|io opportuno o no-
podiodo toda a correspondencia da presidencia da O Su. Fkhhkiha da Vkioa : -A cmara pode re- bre deputado sera saUsfeito.
1 n Sn li lo iTm v Sr BresMeate una messaa provincia, respeito das eleicoes do mesmo jeiiar o meu requ.rimento. mas uqueni os nobres O Su. Nemas :Mas. seja como for, o presiden-:
.las ueces-ad l'-s ue lioi se senem no Brasil districto e provincia. deputad.s cellos de que, se assiui acontecer pode |6 da provinca t.unbem fez participacao ol nial a-
tsitraesfi^cAute wdstribue de lr.na O8b. Saldanha Mah.su.. :-Sr. presidente, ao a opiniao publica dizer .ue boave_ rece.o de que cerca desle triste incidente, acerca do estadoJmm
u.e mt&^nnScte da' tra.isacc.os do apresenlar-se o requerimenlo que agora entra em aqu se lescobrisse a verdade. ( Naoapo.ados re- l.yro; cre.o que al.-m desia partic.paao oiluial.
|p da inds'ti a do pata. i discussA-. en ped a palavra, dando isto lugar en-1 pendas. )i
Desde a anuo de IH estou profundamente tioao adiamento.
envencido de que a orgauisacao do banco do Bra- Estou convencido que poderia ler poupauo
sil, tal qual se acha formulada em seus estatuios, delonga, porquanto a materia do roque
xo satisfaz a esa importante Beeessidade. Por tal, que. independeote da menor coniestae
i^S ta el*? ider rah^" efi | ^S^S'^^rt, l sa.isfarei o STS Sra, m cuja mora.idade >, por qu, Ora, quaudo se da por un, lado a fe que merece
tarandas iiolisda.iu-lie hinco em todo "o imperio, compromisso que tomei. Serei inuit-1 breve, mesmo estou c, rto que ella nao querera augmentar a sua a commissao, a sua dignidade, a cooltanca que tras
1,.. teria inereci-! porque o lempo muito precioso (apoiados), e nao' maioria, aproveiLindo-se urna fraude e justificando para esta tribuna, e por ouiro essas duvidas todas,
ees sido o devenios consumir com urna materia que inop- um crine. Nio apoiados. ) cssas tao senas coutestaces desde o presidente da
portunamente trazida discussao, e sem ne- Vozk. : Hepelliinos completamente a insinuacao. provincia at oulras autoridades, at aoisoussao
.or imi ou dous votos. I nhuma conveniencia, como voii mostrar. (OS-. Fer reir da Vciga depois de sentado troca da imprensa, creio que nao de ve ser tao censura-
MeiMssKM cilla.), tem Sr. presidente, V. Exc. c a casa SUMO) que urna com o :5r. Ottoni algumas palavras que nao ou- do o meo illuslre amigo poi ter pedido um segun-
for Hicid. a miiilia i-i nvircao da utilidade Ja ne-' commissao coin|>osla de cinco membros, entre os vimos. do exame sobre a materia, nem poder achar-se
l'ur.Mi.KNTK :-Atleucr.o. Sr. Ferreira da nisto urna ollunsa grave com ra o pundonor e digni-
Sr. Alfonso Celso. dade da illuslre commissao.
pronuncia um discurso que Reste sentido, Sr. presid ute, eu pens que po-
j demos sustentar o reqnerinento do meu Ilustre
fotos amigo; pens que a nobre nommisso mesmo deve
Nacionaes.....
Estrangeiros.
Mulheres......
Estrangeiras...
Escravos......
Escrava:......
310
235
:y\
:
l
07
i
316
116
de le-
pado esta I ama n: inuai;o, de ime parece que o orador se de- exame e reexao geral sobn esta materia, temos o Joaquira escr
rmente vera alister. exame fcito no Cear, que sem duvida olferece al- Passagei
ao. serta 0 Su Pibjubea m Vehja : Assento-me. Sr. gomas consideraijoes que me parece nao foram do no dia 1 pa
te, entregando a sorte do meu requenmea- bem apreciadas pela Ilustre commissao.
ara, em ruja moralidade confio, por que Ora, quando se da por um lado a f que
to que ella nao querera augmentar a sua a commissao, a sua dignidade, a conlianca <
8,008:000.5.
da defeituosa i Esta commissao disse que Ihe havia sido presen
11.000:000*, sendo isto devido exclusivamente a vrada nesse livro nao coutinha neubum defeit
ser a circulado das natas restringida ao hcal de | a podesse invalidar.
(Apoiados.'
jue
sua emissao.
Nao ha razao a'lguma para que o cstsbelecimente
continu a ser prado em sua acejiopor senu litante
terma.em daino nao s dos legtimos nter-
dos seus accionistas, porm sobre tudo do pa z, por
que eu entondo que a elevada laxa dos dc-contos
i,ue o banco tem sido obligado a sustentar 6 em
grande parle devida a nao ler a circulacao de suas
notas o elastei o de que suscef'tivel, o me se
acha provado exuberantemente com as oeciltacfies
do fundo dis|ionivel a que me tenho referido, em
circumstancias em que nenbuma outra razao plau-
sivel, alm do deleito dos estatutos, poda determi-
nar este tacto.
Sr. presidenl*, creio nao ser preciso repetir que
una taxa de juros excesivamente alia e i m dos
ioais graves males que pede pesar sobre qualquer
pas; um dos eniliaracos niaiores a i dcsenvolvi-
mento das iransac(;oes. o commercio, que auxilia
< om seus capilaes a lavoura a nascente industria
lo pai?.
I'si Sn. Dei-i taoo :E' um llagcllo.
O Su. Barao M Mai \ l'm firdadeiro I agello,
como bem diz o nobre deputado, que, cranlo cm-
baraeos producrSo, impede o Incremento da ri-
I'.iiU ndo, pois, Sr. presidente, que se nao deve
demorar mais a adopeao da medida que vou pro-
|M"ir. que, facilitando a circulacao das notas di pri-
ineira e quasl nmea insiituieao de crdito que go-
ja do direito emissorio no Brasil, pode concn >r
liara diminuir os males que por essa causa atfec-
lam os inleresses que te prendera ao moN mente
da circulacao monetaria.
Aindaassiin, julguei conveniente, Sr. i residente,
estabelc-cer alimilacao de que a erculaco de taes
notas em todo o imperio 80 ser perinitli la eni-
quanto o banco realizar lesnas notas em ouro
vontade do portador (apoiados); porque esti sena
o nico pretexto ou razao que se poderia aptos li-
tar contra essa expanslo (apoiados!, que a nin-
-uem pn-judica, antes consulla bem os mieressis
O exame, pois, exigido no roquenmento que se
discute eslava leto.
Quando fomos eleitos para essa commissao cer-
tamenle merecamos coufianca da casa; ou esta
conlianca desappareceu, e s em tal hypothese de-
veria ser satisfeite o meu nobre collega, ou ella
subsiste, como temos razia c direito de acreditar,
e o seu requeriuiento ipsufado devecahir. (Apoia-
dos.)
Eramos cinco membros da I* commissao de po
deres ; o nobre deputado quer
cinco membros leuha menos
O Su. Mautim FitAsr.isco :Quatro palavras para ser a primeira, por generesidade verdadeira, em
fundan entar o meu voto. O requerimenlo nao po- conceder este meio que pedimos, porque alinal a
de ser: ceito nesta occasio, por que a questio de Musir commissao, consci:. como est de sua ra-
moralii ade est justamente envolvida na queslao zao, de seu direito, lera m; is este exame para nos
de conlianca que a cmara depositou na Ilustre confundir: no entanto que ha de sempre recordar-
connniisao encarregada do exame desta materia. se em pocas posteriores, di ante de seus adversa-
Alen: disto, o nobre deputado foi completamente ros, diante da opiniao publica bem esclarecida,
inconsiquenle,quando, para corrigir os erros pos- que n'uma occasio solemiecomo esta, ella pro-
siveis de urna commissao, propoe anomeacao... pria, apezar de roconhecer 3 erro do illuslre depn-
de um:, outra commissao, o commissao menos nu- tade. apezar de estar certa da posicao que tomou
meros) que a primeira. no esludo deste negocio, foi a primeira a facilitar
O nebre deputado propoe tarabem o exame por todas as portas para o exaree publico, todos os re-
profissionaes do livro relativo cleicao da Barba- cursos pedidos pela opposii;ao e sem duvida ne-
Iha, m;is devia saber que esse livro existe na casa, nhuma que assira iicar m; is perpetua, mais soli-
l que pede ser examinado isoladamente por cada um da e respeitada a morald:.de que acamara dos
I de nos e anda mais que nos lcito na discussao deputados pretende regenerar no paiz. Tenho con-
er quo o juizo desses arguiiionlarcoin o mesmo lvro,adduz-lo como pro- fluido.
s valor do que o dos va de nossos argumentos, apontar os vicios que o Sr. Mj
tres que agora dese.a que sejam escolhidos ; e co-
mo que desconfiando .linda desses tres, que po-
dan! por si meemos faser a inspeccao devida, c
conhecer se nesse livro ha ou nao falsiOcacao,
quer 0 nobre deputado louvar-se em dous tabel-
liaes '
0 exame, senhores, consiste em atlendcr, vis-
la do livro, se a folha em que esl lavrada a acia
estranha, de papel diverso, etc.; se nacase
acha escripia rom emendas, entrelinhas ou cousa
que duvida laca. Todas estas cousas estao ao al-
cance da penetraeao de qualquer de nos: qualquer coUega
de nos pode fazer esse exame com bom resultado
para eonhecinienlo da verdade, e o mesmo nobre
deputado. seguramente habilitado excrcer oofll-
cio de notario 00 tahelliao publico, pode, indepen-
dente de soccorro alheio, inspeccionar por si mes-
mo esse livro na occasio da discussao, ou antes
della, e assim preparar-se nao s para votar, como
cao de todos nos. A que vem, pois, a exigencia de mais cjnsiderado, mais examinado por outra com-
fUTiUim C.A.Mios (pela ordem):Sr. pro-
por ve Hura ahi existam, podendo qualquer de nos Bidente, estamos a 'J de Janeiro, inuilos dos Meaos
chama:' a attencao da casa para os erros que exis- collegas que teem ble bou direito como nos para
tirem io mesmo livro. estarem aqui neste recinto esperam as ante-salas.
I'odi ra ser mais longo, _Sr. presidente ; m.v, (Apoiados.)
lendo i implesmehte a intencjki de manifestar a mea a qucsto deste requerii lento una queslao que
vol neta materia, termino aqu, vendo que a ca- -
niara isla ancusa por voiar. ( Apoiados.)
O Si. Nkbias :Estou cello que o meu Ilustre
amigo nao quiz suscitar queslao de desconliauca
ou de ar para a nobre coiiimi.-sa-i ; aceitando
mesme como erro a proposta offerecida pelo meu
n..^:n t.n... Nnft ., ... i,ii,, .". Un, illli'IVI.I
creio bem que a commissao nao
l a que veio. (Apoiados.)
Pruponho, pois, o encei i amento desla discu--'i"
(Muito besa.)
A cmara, sendo consull ida. responde pela attir-
mativa.
Posto votos o requerimenlo, rejelado em
querera ambas as partes.
rahirtni outro erro, fazendo a opposicao que fazao l'assa-se a continuacao i a discus.-a0 do parecer
pedido ou exame que reclama o meu Ilustre sobre as eleicoes do primciro districto de Sergipe,
amigo. na qual tomara parle os Srs. Urbano e Thomaz
QuaHas vezes na casa, Sr. presidente, temos vis- Alves, que conclue mandando a mesa asegrate
to com precedente aquillo que o robre deputado emenda
pede no seu requerimenlo ? E alguera por ven- Seja supprmida a con.lusiio quarla do parc-
turajsc Icmbrou de repellir como ollensivo ou cer Thomaz Moa Juuioi.
mesme para discutir, e esclarecer-nos. insultuoso um requermcHto que lanas veses se Ninguem mais tendo a pilavra, o Sr. presidente
Esse livro ja esleve DOSta casa, ja andou de nao tem roroduzido no corpo legislativo, pedindo que oeclara encerrada a discussao, nao se votando por
i ni mao e esla na secretaria as oroens e disposi- um ne:ocio examinado por urna commissao seja nao haver casa.
\ Betotucao de Sttembro publicaoque segu:
i Os vapores de rudas que compera a armada
bespanbota sao os seguintes :
Is-ibcl I. 10 canboes. forca de "J00 cavallos,
construido cni I8.*0.
. Francisco de Atsis, idera, dem, idem.
J). hubel a Cutlmliai, dem, idem, idem.
Blasco de Guian, 6 canlious, 390 cavallos,
1845.
Colomba, idem, dem, 1819.
D. Jorot Joiio, dem, 1851.
D. Antonio Llla, idem, idem, idem.
l'izzanu, dem, idem, idem.
Fertumdn Corte:, dem, idem, 1836.
Vasco tiuHes, idem, idem, idem.
Leio. M38, I84&
Yule.um. li.i(X), idem.
Ispanto. i, idem, idem.
D. Alcuro de Buzan, 5,160, 1840.
HiUitha de Cattella, z, idem, 1846.
PiUs, 1,130, 1814.
lisien, 2,120, 18">6.
Viijtlantc, dem, dem, 1843.
Alerta, dem, dem, dem.
Cumie de Venaditu, idem, klem, 185.
Seytuno. idem, idem, idem.
D. iodo d'Austria, dem, dem, 1849.
Mat/allanez, idem, 100, 1846.
Elcauo. idem, idem, dem.
GHadiiliuicir. I, idem, 1S31
Gtnerul Leso, dem, idera, idem.

Segundo o estado geral dos navios da arma:
di, a Hespanliacoula 2 navios de vela, 18 fragatas
a hlice e I de vela, e coura.-adas; 9 corveta-, 6
Alimrn'-ados custa dos cofres pblicos.
Movimento da enfermara no dia G
vereiro:
Tiveram baixa :
Casemiro Marinho Falco, contosoes.
Teve alta :
Loil de Franca Carvalho, intermiltente,
escrvo de Bailar e Olivera.
ros do vapor nacional Paran, sahi-
para o sul: Dr. Emigdo Jos Marlms
de S c 1 criado. Prxedes C. de Souza Bitanga,
Joao Antonio de T. B. Cordeiro, Antonio T. Bento,
Francisco G. P. de Araujo, Francisco Gomes de
Andrade Lima e I escravo, Joao Borstelmaun, Ma-
noel de U. Brrelo e I criado, Manuel F. dos San-
tos, D. Amelia M. de Barros e :t filhos, Eduardo
i;aroll, Jos de Albuquerque e Mello. Dr. Agosti
nho Erraelndo de Leao, Jos Trajano de Mello,
Miguel Marques Xogueira, Luiz Jos Teixera J-
nior, Jos E. de A. Duro, Jos Antonio Carvalho
Dantas, Galdino dos P. Correa. Clementino de P. j b.'rgantins, 2i escunas, i palabote, 2 Muchos, 18
S. Malagueta sua senhora c 3 filhos. Genuino Fran-1 canhoneiras, 26 navios a vapor de rodas, 17 trans-
asen da Silva, Gilo Pedrotta, Jos Monteiro Maia, j partea, 33 navios de pequea lotacao, 10 lanchas,
Austerliano C. de Castro, Jos A. do Reg, Tibur- z3 falas e 9 escaieres.
co A. de Carvalho, Manoel C. P. Falcao, Cerselia
Bessa da Silva e 1 escrava, Manoel V. D. Fernan-
dos, Leoncio Jos I\, Jos D. Pedro, Manoel Bispo,
Custodio Taborda, Angelo Pinto, Jos dos Santos
Ramos de Olivera, e 31 escravos a entregar.
Passageros do vapor nacional Mam/int/uape,
entrado do Cear e iiorlos intermedios: Joao An-
tonio Garca e 1 filha, Dr. Jos Rodrigues Lima,
Ernesto Deocleciano de Albuquerque, Jos Cle-
mentino do Monte, Antonio Sabino do Monte, Joo
Evangelista Mara Frota, And re Vicente, Bemvin-
do Gurgcl do Amaral, Andr de Abren Porto, S-
mao Jo.iquini Souza. Manoel da Silva Ribeiro, Luiz
Jos Nuihs Castro, Luiz Ambrosio l'er.-ira, Manoel
Jos Ferreira, Pedro de Alcntara Pinheiro, Jos
Francisco de Paula Moreira, Joao Procopio Macha-
do, Jos Pedro de Castro, Julio Francisco de Aze-
vedo, Joaquim Ignacio Pereira e I escrava com 1
cria, Antonio Marques da Silva, Dr Joaquim F.
Cisneiro de Albuquerque. Cuilherme A. de Sique-
ra, Cyrilto Alves dos Sanios.
Oiiti uno un iua 1 de i kvi:iu:iiio, no Oturnu
ri nuco.
Mara, Pernambuco, 2 inezes, S. Jos, vermes.
3
Merenciana, Pernambuco, 80 anuos, solteira Boa
Vista, erjsipeta recolbida.
Ib-rculano, escravo, frica, 33 annos, soltero, S.
Antonio, hydrophoros.
Francisco Jos da Silva, Pernambuco, 23 annos,
soluiro, Boa-Vista, urna lumoptysia consecu-
tiva.
tuna nova commissao para o exaniiuar ?
So eu nao conheiesse que o nobre deputado, por
sua educacao, por sua posicao social, e por sua n-
dole, absolutamente incapaz de dirigir pensada-
mente a seus collegas urna ii.-inuacaoque os desai-
re, cu acreditara que elle linha rom o seu reque-
rimenlo pretendido simplesmente molestar-nos;
do paiz, harmonisando-os com os do banco, que ; mas, nao, longo disso ; o nobre deputado apenas |
r que vai gozar de favoi alj
addicional, de-de que nenbuma
missac
Xesi a queslao, que por sua natureza grave,
de all alcance por sua moralidade, e de rehabil-
taeao para a cmara actual ( nao apoiados )...
0 Sil. PiiKsinr.Nti: : Eu peco ao nobre orador
que retire a ezpresso.
0 3a. Nkiiivs : -Vou explicar.
0 Su. Pansmnim :Dizer que a cmara, para.
Dada a ordem
horas da larde.
do dia, levania-se a sessao as 1
ii.-iii se pode dizer que vai gozar de favoi algum i conimelteu um acto de irrellexao. e errou. -Nao es- rehabilitar-so, precisa votar em certosentido,impor- j
-nliuma :dt.-r.-.e:"io ge pede leve na sua iutenco desairar a collegas queja- tao niesino que declarar que ella decalho na opi-
.o liea esiabelecida pelo meu projeclo'no que tuca mais Ihe derain direito ameiMapreso de sua parte, mao publica, e bem se v que uao ha niaior of-
a sua base enUesorfo, Nao posso, pois, altribuir o requerimenlo senao a Censa.
Por isso. Sr. presidente, limito-me aoc?;poste, e erro do nobre deputado. 0 Sa. Nkbias :-Eu faltan de rehalnlitacao na
noraliil '
asse ly
aprsenlo o meu projecio. que em i erasiaxi uppor-
inalerei occasio de defender, se for impngnado.
Vem a mesa, lido, julga-se objecto de delibe-
racao, e vai a imprimir para entrar na ordem dos
ira'balhos, o sepi.-uite projecto :
A assembla geral resol ve :
Art. nico. As notas do banco do Brasil emit-
lidas pela caixa central do mesmo banco (eran re-
moralidade publica | Ah
em...
) lalvez nao me expli-
cebidas cuino inoeda legal as estaces publicas de uen't.a
todo o importo, eniquanio forem realizareis em f rl ''
ouro na referida caixa
can.
Paco da cmara dos deputados,
de 1884.Barao de Man.
no acto de sua apresenta-
l d ? Janeiro
O requerimenlo que >e discote tem anda una ca
segunda parte : pede-se mais que toda a corres-
pondencia sobro a cleicao do 3 districto do Cear "> Sn. PnEsroETTE .-Anda assim, acno inconve-
seja remettida a esta cmara. A cmara po le de- niente a propo.-ie.io ou nao comprehendo-a bem,
ridlr como melhor entender; mas devo declarar ou ella da a entender que a cmara para se reba-
queo que ha at hoje sobre aeleicSo do 3- di-'m- bilitarldeve votti como o orador entondo.
to do Ceara acha-sc na casa: ludo' quanto o presi- O Slt. Nkihas : V. Ext val ouvir miuhas pata-
Eu faliava de rehabilitacao para a mprall-
uhlca, por que so te constantemente pro-
lo que estamos em nova era, que. queremos
ter a corrupeao passada, que queremos re-
ar os cosiumes poblicot. ( Apoiados. )
n'uma poca destas, perante nina cmara
dente da provincia do Ceara pode fazer para ageitar vras.
ABOI.ICAU n\ l-KNi ni: HOMO
O Sn. Viiiiato.Sr. presidente, ninguem duvida
hoje da necessidade urgente de reformar os nossos
cdigos na parle penal. Como magistrado, militas
vi i* s me lenho adiado cm lula entre o ilever im-
posto pela le escripia c os reclamos de m.nlia con-
sciencia, movida e dominada por principios io-
caes, que sao hoje de inncgavcl c eterna verdade
c conquista da civilisaeao do sceulo em que vive-
mos.
Qualquer demora na gra
nas penas um alternado
(Apoiados.)
A pena de morte, escripia em nosso corpo de
direito criminal perturba tristemente a harmona
de nossos cnticos de progrosso. Ella nao pode
mais existir. As exageiacoes do principio de au-
toridade, leimando em ver no rigor das penas a
base nica e segura de sua vida nao tem mesmo
no processo forca para sustenta-la...
O Sr,. IIoiita :(.Muilo bem.)
O Sr. vodato : E tal o poder de urna idea,
de um principio do verdade, quea mesmn lei cur-
va-se vencida Entre nos de fado a pena de morte
est quasi abolida, o somonte fuliiiinad.i e execu-
tada rara vez, contra nina infeliz classe de nos-a
sociedade. E' lempo de sanecionar, com um acto
o c para sempre, a sentenca lavrada peta opi-
juao publica e pela sociedade em bem di. humani-
tfa-
Apreser'0"vos' scnnorcs, um projecto ,-liolindoa
pena de morie "J taperio. A occasio i o pro-
pria para dlzcrvos ."" razot* l0,i:iti 'l"c wveram-
me a dar esse passo, e qu:" i"^'"'/"1' V "'rf^.
Em lempo conveniente, (lu;Mtd) entrar elle em
discussao, o farei. Dos qoeira .,.7" sialia frac-a
voz, elevando-io cnlao contra a elVuso r 3,"gu<;
humano, encontr eco entre os mona c-iHekT^ .
nao expira ahulada pelo prelnisos, e pe'as falsas
opinioKS du urna poca, queja leve seus das de
vida infelizmente, masque boje pertence io passa-
do, e a um passado amargo.
Vem mesa, l-se. julga-se objecto de delibera-
cao, e vai a imprimir para entrar na crdem dos
trabalhos o seguinte projecto :
A assembla geral resol ve :
- Art. 1." Fica abolida a pena de morte no im-
perio.
ArL 2." Apenado morte sera subsii luida pela
de gales perpetuas.
'. 3 Ficam revogadas as jisposicdes em
eoblrarfa
oes do 2 e do :- districto daquella provin-
ca ja aqui est.
11 Se. I'ami-i.om :Apoiado; agotar.
O Su. Saloamia Maiiiniio : Eu disse : ludo
quanto pode fazer para ageitar al eteifScs. l"-t.i pro-
posicao parecer um punco arriscada, mas cu
guardo a deinonslraco della para occasio rompe'
dado |
clama
comb)
babilii
Ora
como
grave,
tente, essas eleic5es nao estn anda em discussao. 0 Cea
Limito-me, portento, a dizer rasa que se a con-
lianca que a commissao Ihe merecen, no acto da
sua uomeacio, contina infallivelmenle o requeri-
iii uto do nobre doputado tem de ser rejelado
significando isto que o nobre deputado, sem que-
rer DCfender a seus collegas, errou na sua propo-
-ieo. (Apoiados, muito bem.)
O Su. Fkiiiiimii i d \ Vkjua : Sr. presidente, agr-
, i f deco ao nobre deputado a justica que me fez, acre-
contrai hucindade ,1"""1" 1ue l'"- luando Presente] o requerimenlo
contra a nuriamdadi. (].....,a se (llscu1) nrl0 Uve em vista .....testara
neiilium membro da 1* commissao, e muito monos
a S. Exc, a quem voto profunda cousideraco e
respeile.
Permilla-me, porm, o nobre deputado, que eu
nao creia esteja em erro que S. Exc. me attribue.
e por csse motivo nao peco para retirar o meu re-
querimenlo.
Tratase, Sr. presidente, de urna grave questao,
de urna questao de moralidade, sobre a qual nao
possivel uenhuma Iraiisaccao-----
ii Su. Su.iuniia MniiMio : Apoiado.
o Sn. FrniiKn da \ih;a: -----sobre a qual
nao possivel lionliuma concessao...
OSr.Saldanha Mabinho : -fi preciso ser muito
justo.
() Su. Fkiuikiiu da Vkma :.. -trata-sc do saber
so o livro das actas da eleieo da Ilarbalha est ou
! nao falsificado. O nobre deputado diz que o meu
: requermento deve ser rejelado, por que a asa
deve aceitar o parecer da nobre cominisso o/M
examinou escr ipulosamente esse livro.
O S. Saldanha Maiumh :Por que o livro esl
na casa e pode ser examinado;por todos.
(lia mais apartes. )
todos
cao al
camai
oflens
de una questao ane se tem discutido desde
al a corte, desdo aqaclla provincia at
is pontos do imperio, desde poca da elei-
- o da presente, pdfe-se considerar que
a, que a illuslre commissao, lome como urna
ido do meo illuslre amigo quo quer a
missa
seio d
ra'
PERKAMBOCO
REVISTA DIARIA.
No dia 7 do corrente lera lugar a festa de
Xossa Senhora da Paz, na freguezia dos Alocados,
com a pompa c brilbanti.-mo devidos ao culto de
to excelsa Virgen.
Pregar no Evangelho n distinetoorador sagra-
do o Itvmd. padre Antonio de Alboqnerqne Mello,
e no fe Ueuin o Itvmd. padre meslre Leonardo
Joio Qrogo, um dos ornamentes da noesa tribuna
religiosa.
Tainbem se far no dia 8 do corrente na mesina
fregaetia a festa do Santtssimo Sacramento, com a
deeepcia e suinpluosidade do cosiuuie. Sio ora-
dores da festa e TsDeum os mesmos llvds., seguin-
do por ordem diversa
A' larde hovera cavall ada, e a noile se for pos-
sivel. funilii)iijt>.<.
De urna caria do termo de Cimbres, de 20 do
. passado, copiamos texii alenlo o seguate, que
I, quando se trata de i na questao ^poranios n'im,ra d Sr Dr. diere de polica toda
a attencio
recot) ideracao desta materia, por urna outra com-
que sem duvida oenhuma tem Se sabir do
i maioria da cmara, que nomeou a primei-
tl creio, Sr. presidente, que os illUStres un la-
bros ila commissao, ciosos, como devem ser. e BO-
e como lodos nos devenios ser. de sua dig-
nidad?, nao podem recusar-so
ecessarlo, olTerecido pelo
ao reqiieiiiuenlo
meu digno col-
tio
lega.
I'm\ Voz :E urna hcao que nos da.
O lia RBU8 :Nao V- urna licao: eslou apenas
citaiii lo precedentes da cmara: meu illuslre col-
lega -abe que em todas as sessoes umitas vezes se
tem ubmettido negocios mnito graves, muito im
prtanos reviene de ootYW membros
O Ir. C. Orrem :Por oxemplo.
o Su. Nkbias:Em tantasquesioes nao posso
agor;, lembrar-me especialmente dcalguma; mas
nao temos vi-io que nesla cmara, nas enmaras
provinciaes, una materia minio debatida militas
vezes, e por ser muito debatida, muito contestada,
vai s;r novamente remettida a urna commissao .'
Eu nao posso citar aqu de repente um exemplo;
mas ) nobre deputado, que tem sido membro des-
ta caa, pode por em duvida que precedentes exis-
; ten
O >n. Ottoni :Precedente setnelliante nao lia.
ii Su. Nkiius :Nao havera semelhante; estou
lepre sotando urna proposicao geral; V. Exc, par-
| lamentar antigo, sabe muito bem que militas vezes
M ull'erei-em pedidos para que o negocio seja re-
0 Su. FiiiiuiiiA da'Vbma :Os nobres depnia-' considerado por urna oulra commissao. e Diste nao
dos membros da commissao bao de permillir | acholi ninguem offensa, ninguem aclum que fosse
me* eu no os creia representantes da razao e da contrario esteapoello aosesiylos parlamentares, e
'ia.i.. sobre n Ierra, que nao aceito seu juizo' muio menos que ne offendesseo bro o as suscep-
co no infiln "ei i 8e "-''"* f"?sc 0;i pareceres subs- libil dados dos primeiros (Jepuladoi que por ventu-
criptos por Ss. .IXOs. nao il.'v;?m ser aqui dis- I tijvesscm dado parecer a respeito de tal ou tal
cutidos, o serium approvados sem gma s obser-! materia,
vago.
( Ha diversos apartes.)
A polica deste lerm i nao tem vida Se olha-
mos para a freguezia >\ih Alegdi de Haixo, iin ve-
mos um subdelegado de iloravelinente omisso no
cumprimento de seus de-eres, e no mais estrello
contacto coa os criminme e'sentenciados Carlos
Jos de S. Joo dos Santos, Louronco de tal, e
oulros assassinos do infeliz Eugenio Ferreira de
Albuquerque !
Aqu em Cimbres, al- ni de alguma prs.io que
se faz por mera vinganCa, anda por causa do vo-
to livro, a polica intu: ; ao paseo que 6 pnblieo
e notorio que vagoeta impone Manuel Corren da
Paixio, que assasemoa publicamente para roubar
a Joo de L\ra, no anuo de M6S, assim como a
um pobre velho, que, secundo se diz, andava ven-
deudo miudezas; e lina mente acensado de haver
atirado em Marcolino Jcs de Carvalho, matando-
Ihe o cavallo em que vinha montado, e licou-se
'cora urna carteira com 1005 rs. I Dzem mtiitos
| que este tal l'aixo protegido pelo Sr. director
dos Indios, o contra isto io ha remedio possivel.
No Collegio das \ites li/.eram exames di
l'ianoiv, lio dia 4 do corrente, l esludantes. dns
quaes (i foram approvado; plenamente, i approva-
dos simplesmente e "i rep 'ovados.
\ correspondencia do Sr. Manoel Haymundo
da Ciinha deram-se os sejOrntes engaos: em vel
de Manoel lta> mundo d i Cunta, deve ler-se Ma-1 fmaiferido do pungentes dores,
noel Figueirdo da (anilla; e onde diz-morador SoUa ., mnihalma ao enlrabrir dos labios,
neste termo desde 1800, -leve ler-se \xb Xas azas ,m.v;1i d.um orrii0 imarg0
Com bastante sorpreza do publico seguio ante-, J;l rori.ja(|as de aqueridas lagrimas,
hontem a tarde o va|)or Parnnd, para os portes do ,,U(, sfnr arrancado tem as palpebras...
sul do imperio, deixando-so tmm de parte o m-' oh ,. j0,..inc o fu-ir ento daesp'rauca,
teresse do commercio e i aquellos que tem negocios ,^ue w gmiora n'um pungir cruel
para as provincias uaqmille lado. pe acerbas dores I
Em verdade, quasl qee sem valor para o norte '
vio Picando as viagens desta companhia, qm-r pola Porque o mundo; que altivo se aprsenla
UM POUCO DE TOO.
No aMOMadl GnHpasskw deste anno vera o se-
guinte calculo:
L ni comb -io de caminho de ferro com a velo-
cidade de ;t0 millias por hora, ou 10 leguas, che-
gana da trra ala em II niezes, mas gastara
353 anuos para chcgaraosel.
Assim se o combte lvesse partido no anno de
181 Quando livesse rhegado ao sol, gastara anno u
meio para oatravessar at ao centro, na snpposi-
co de pie no sol houvesse um tunnel; e tres an-
uos para o alravessar todo; e 10 liannos para ir
ao redor dclle.
Ouinlo sao grandes estas dimensoes do sol pode
se ei-ieeber pensando que o niosuio comboio, com
a ine-nia volocidade, eln-garia ao centro da Ierra
em que vivemos em o dias e meio, atravessaria to-
da a lena em 11 das, e iria ao redor da ierra em
37 dias.
No Jornal do Havre l-se :
o I ir. Paulo Topmard publica na L-'iho BMiMa
o famoso segredo DardfUe, para a cura do carbn-
culo e da pstula maligna.
Este segredo foi legado por Mr. llardelle. Per-
rero, ao Dr. Missa.
A recolta assim indicada por este ultimo :
Corlo urna rodelta de panno de linho, conforme
as dimensoes da pstula, o cubro esta rodella com
urna ligeira carnada de ungento stirax. iseaob
este ido sobre o ungento urna carnada de subli-
mado (deutochlorelo de mercurio,) da espessura
de dous inelimetros.
Ento com iodo cuidado possivel, colloco este
emplastro bem precisamente sobre o lugar doenle,
seguraiido-o por meio de ligadura-de tal'eta agfln-
linativo, e dei.xo esto apparelho collocado i
horas.
iiecorrido este tempe, retiro o apparelho, e te-
nho lido sempre a salisfacio de ver a molestia
destruida.
0 curativo i i/.-se depois Ires vezes por dia
com o ungente itirbc, estendido em panno de
buho, sendo necessario de todas as vezes dar fo-
menU(0ea oleosas no lugar doenle e superficies
minificadas com leos de liz. de liuhaca, de easno>
milla e de hi/pericum.
Depois de'10 dias de tratameiilo, a erusta cabe,
e achaga cura-se romo urna ftida simples.
Tenho sempre recoobecido que nesta doenea
o sublimado assim applicado, tem una aceto es-
pecifica.
0 Sr. P. Jnior pede-nos esta puMicico :
DCslT.K.NCA.
Quando absorvo-me em pensar na vida,
Son apagar-se-me no peito a esperanca
i Da luz intonsa, da lirilhante estrella,
Que ao meu futuro despontava rrente.
Leda e benfica!...
Um empregado publico, que se mudou hoje da
' casa em que hab lava, porque o senhorio Ihe cle-
vou a renda ao dobro do que elle pagava, deixou-
Ihe pregado na porta da escada o seguinte papel.
que um loquilmo teve a paciencia de copiar para
ro-lo oflerecer:
Famiiita sanguesuga, antropopliago das minhas
algilieii as, abysmo onde se sunurain os meus ma-
gros cobres, salteador dos leus mquelinos. degra-
dacao da especie humana, eu le abomino !
Vejo-me livre de tuas garras e nao quero crr
Alina de marmore, cabeca de vampiro, eoracio-
de tigre !
A pobreza para ti um jubilo !
As lagrimas dos desgranados sao chuva que to
incommoda 1
A razao e a justica para ti sio vaas utopias !
S pensas em laz'er victimas, s souhas com o
roubo cousentiiido pela tolerancia dos que tem a
desgranada M cahir nas unhas. Mas odiabo vin-
j:a-se do leu egosmo, porque tu comes, e uao en-
gordas, roubas e nao enriqueces.
Lina mulher, vil como lu, te absorve a toriuna
que nos delapidas. Aboncoada ella foja. Hoaba
u /./roo, tem mil anuos de arduo.
Peior que urna plin-iea pulmonar, mais medo-
nha (|ue as vascas do cholera-morbus, mas horri-
eel que a peste sao as las garras, infame ladro-
do ineu dinheiro.
Fico-le a dever liiiOOO. Tenho-os, mas nao l'os
don ; quero que te enterques por causa delles, ig-
nolul Judas.
Qw Satans ta esconda para sempro nas pro-
fundas do inleruo, e te sustente de ferro cm bra-
za e de caluchas por todos os secutes dos secutes..
Amen !

O capital do banco de Hospanha em :)1 de de-
zoaabtn de 18(>1 era de 8,878:73A&4li.
Quem mos dera.
COMMNIGDOS.
Sr. presidente, eu examine! csse livro.....
Atora. Sr. presidente, V. Exc. v que ?ste nego-
cio n realmente grave pela parle moral que encer-
ra. i nesta parte moral esl comprehendida em re-
o iiir^nHiiir, cu c.\,imili':i tv ii.iw..... --- -- i-, .;., .
Cm Su. Dm-TAiin :-Entre tanto vem propof tilladoa moralutade da cmara; creio que ntste
ama nova commissao de exame. nao il ClNf Ora, mesmo por este principio lid
O Sr. Pkwvma da Vewa :Proponho, verda-; alto quo dizia 2 potico aos illustres membros da
de, a nomeocio de urna commissao para proceder i conmisso que devia! ser os primeiros consctos
> um exame miaoctesg sobre esse livro, por que de s ja dignidade, da justci do sen parecer, a abrir

irregularidad* das saludas e chegadas de seus va-
pores, quer pelo ronceirsmo delles.
-Tendo o Sr. Mi,Miel Candido de Mederos
Pintoobtido othealro de Sania Isabel para dar al-
guns bailes de mascaras durante o carnaval, da
comeco a isto boje, achando-se no lugar compe-
tente deste Diario o prof rammados mesmos.
Na flor dajuvenlude,
illudindo ao mancebo inexperiente,
Sorrndu ao eoracio por labios (Tanjo,
Cliems da luz da vida, que o embriaga,
Faz sonhar essos sonhOS magestosos,
Em que elle er libar o mel divino
Nos labios carmesins d'uma mulher,
Segundo somos inforii.ad is, acha-se bem prepa-1E parece d'amor, e esperanca
rado c ornado com apualo goslo o salo, em que
devem ter lugar os bailes, nada havendo o Sr.
Pinto poupado para o verdadero brilhantismo do
eri.'releiiiiiii5plo que otToi-ece ao publico.
O mesmo Sr. Pinto desojando a concurrencia de
algumas familia-, preparnos camarotes de segun-
ludicar-llie um futuro de delicias...
Mas engao I que o mundo tracoeiro,
Insensivel... sem alma... c coraco...
Desbola da esperanca a verde nuvem,
E rpido a impelle, acezo em colera.,
Ao seio do nada !
A estrada de ferro urna antitheso da regulari-
dad.! e poulualidade inglesas. Em primerio lugar
is alioraefiesiinMiinMl das partidas dos Irens fa-
lem-sc tao repetidamente que ninguem pode nun-
ca estar corto por que tabella se regule.
Isto nao basta, e com infrareo do respoclivo rc-
gulesnealo esees avisos do ditas alteraces sao fei-
tos com poneos dias de sepnco s ale nas fesperas-
dolas, quando determinado que taes altera
nao se possam fazer sem serein annunciadas um
mes antes.
Tudo isto nao hasta, e a estrada de ferro t,
os das la?, as altor.ii-oes (pie bem Ihe apraz s-m
aviso nem anniincio algum, por um simples inuvi-
moiiiu de dedo sos ponteils de seu relogio.
A estrada de ierro aanuucia que os tren- pailein
a laes e taes horas, que podem partir depois mas
nunca antes.
Mas quaes sao as horas da estrada de ferro r
por onde se ha de regular o publico desta eapilal '
Ser pelo dedo ou pela calicca de seus agentes *
As lloras para toda a parle sao reguladas pelo so!
no ponto de meio dia. i'.omo adevinhar quando a
estrada de ferro para conveniencia ou coniuuulo
de -cus agentes altera as partidas com a ajtoraco
<\x' seus retogios Parece que nao ha ama hora para
a estrada de ferro e outra para o curso do sol; e
se a hora da estrada de Ierro differente, se o sol
nasce mais cedo para olla, seria bom que avisa-so
ao publico disto, porque do contrario irrisorio a
garanta ou promesea ou compromisso de que os
Irens nao sahem antes da hora marcada.
Mas, anda que a estrada de ferro annuncinsse
que o sol sahe para ella tanto ou rinanto lempo
mais cedo que para todos, ainda assim devena an-
nunciar sempre as alteraces que o sol faz em seu
aaschneato para ella, pois que os relogios da es-
trada ora esto com vinte minutos de adiantamen-
lo, ora com den, e a semana pa-sada e do.-do o
principio do Janeiro o sol nasce igual para ella e
para tolos; de domingo para r, porem, 00 retogios
da estrada se adiantarain quinze SBtBKSM.
Todos sdom que nao isto urna simples irrego-
laridade dos relogios; urna conimodidade dos
agentes em alterar as partidas sem se Monmoda-
rein em avisar ao publico. Parece que sendo os
avisos das aluraces to freipient.-s. a o.-trada ta
envergonlia de repeti-los ainda mais e todo o dia,
segundo os seus comraodo, e por isso recorre a->
dedo. Mas parece-mo que isto Ihe Pica mnito mal
(porque estarhieana ou sophisma nao passa desaper-
c-lido, e causa grandes prejuizos)do que se live-
se a franqueza de avisar rada dia que altera seas
relogios, ou antes de declarar que nao tem hora de
partida como nao tem de chegada.
Recife, 8de fevereiro de IStH.
djfsSMS de Albuquerque Melh-
0 Amazonas e o presidente.
E' para lamentar que essa magestosa o rica por-
eio do territorio brasilero continu sob a pressao
caprichosa de, urna companhia, que inconveniente-
mente vai exercendo immenso poder sobre esse
frtilssimo valle !
As eleicoes de 1963 sao diste o mais vivo c so-
lemne testeniunho !
Sob o imperio dessa mal entendida Influencia
que a companhia do Amazonas vai tomando nos
m| icios da provincia, todo emprego de nudos a
oblenco de melhoramentos maleriaes e moraes da
parte do governo provincial, ser improticuo e Ilu-
sorio.
Ter semelbautc inferencia nos destinos do Ama-


Piar.'o de Pemanibnoo *u libad 8 le Frtreho de lfts.
-I
t*w
I-
lonas, pdr bices ao son progresso, crear tu- [frescas a odorfoheras floivs, se apura
. pi-.-i'.rg
i miis pador o presare* do sal, a anhadis durante o inh\ di sua II
iradmir efii<-*i'Tnino era realiJadi
as deas resrencia n maior fragrancia, no so povsdd .1 fres-
frjii rosa.*, qae germinara ora seu cura- iu laude un fresco r.iiual'ieio, mas (aratMni lo-
c,o pelo bein do pin. de;lructivel e iaoxtiagaivet, a nao ser a exceavjlo
A provincia, que tem a frente do seu goveroo da lavagem do lenco anteriormente humedecido
Uhi administrador rimo o Sr. Dr. Sinval, inioJJi- "
aperf.i- 0 !r. Luiz do AlbttlUeratAT lh.rtte?. *'",de"
li^ado do nrim-ir >Ji4i'(i'!. P"W Keci-
I1 rnamfJ ic 1 em irkdd late f*
Paje saber a qiem convier ju. se tmiti m
inteiro vigor o regulamento de 13 de fcvoreiW de
ira disto abaixo se m&Mea a 11-
Entrada para earalleiro 2.5, dama.-" mascaradas
graiisjB sen o serena no sali |J
1 fielmente observado? os reg ilameojtos io
hcatro e polica.
na mesnia.
..' venda cm todas as bol cas
ma ias.
c lojas de porfu-
COMMERCIO.
tente, bonrido toda prova, e um Jos maisslnce-
Ss collaboradores do progresso, deve alentar as
raneas rolo seu desenvolvimenlo
material u utellectual. Ilomens, como o Sr. l)r.
Sinval, sj dignos de proviiio : as necessidades e
o> interesses do paiz reclamara todos os das ad-
minislraoooi honestas o Ilustradas.
Se ias Ja coiitou das de gloria por PIUCA DO RECIFE o DE PEVKIIEIRO DE 1HG4.
dos seus destinos os distnctos ('o;tci>tvs offlciaes.
Biaranhense.- eonsullieiros Furtado o Das Vieira, {. |(ora. ja iarjc
tZ^t^^^^^;^ Ca-obioso^ondres-Od, vista ,7 7,8 d, por
*Ktant(, a presidencia do Sr. Dr. Sinval con-' &&!!*.&&. 2 3: P?r *W
tina a ser censurada pelos horneas da opnosico,
segundo referem os peridicos daojaelta provincia.
Era abono, porera, da verdade, forcoso aqu '
Acedes da ca xa filial do llanca do Brasil 22l5
cada urna.
Dubourcq Junior, presidente.
Qotauuries, secretario.
1858, o pai a seic
lo mearan
\i 1 I K'expresamente prohibido o .!>
enlrudo e o lancar-se agua sobre as pessoas *|ti
Iransitarem pelas ritas, quer seja Uso feito per
nielo de vasos ou seringas, quer pelo ompeago das
chamada' limas le clieiro, e be ni assim o uso de
tintas, lamas o oajros objertos, que lera sido em-
preados em tao pernicioso jago.
\r. 2. 9io permittidoe os grupos de owseara-
dos earaoterisadoi por qualquer modo porm som
allusdes o especialmente das que digan respailo a
retigiad e seas ministros.
Arl. 3. .Nos ditferentes caracteres rom que se
apresentarem os mascaras nt sera permitilo' parado"com toda
SAliOKS
GUSVMI
firamlrs liaili's n'MHinaval.
v. :!>I>:idn. <1 oral nao. -e.suaili c
terf.vfeira.
O proprielario dos mencionados saloes teni pre-
rT\ J ,.,/K *"' i QuuiU-feira H ft> Carente
Lili rIODrMIO tte llUl Piular tnhir;ultima parte tfatcrwrr
0111 Santo Amaro,
Seguii'ia-feira 8 ilo COffeiile.
0 agente Almcidl ompetBiiU-meiiie aulorisado'
ara leilao do sobrado de um andar sito Santo I>A<
Amaro ru;. do l.in.a o* liaVessa da funoTcac>t' W"1"* *
star, com ."i i palmo; ,i,. fr(;niM nliafra. coeheira,qu;>rtospara criados o escra- Ifiz n. If, lojado Sr. Pmentel; riU Uireiti
i yovcavallance ludo em i^no gemde, mundo n. 3, )>.>t ,a do Sr. Chaoas rtit estreitl do
ltender-se como agente para imalquer iif!)Cmarrio. aa u* '. If'ia do Sr. Porto.
mez, se ex-
iwmi P
mena daqnarta lotera do Cymntllo, ni
storii ,1a groja de Nossa Sentara do
Rosario .la freguezta de Santo Aolonio.
Os oJf^tes e mejp acliara-se venda na
" Ctfado Crespo d.IS
:r:,ter=S^;';*''- Ba=iKBfl!r,:nsiVassa i..,
de papelao ou madeira frgil.
Art. V Nao por modo algum permittido a in
O l.il'io tera lugar defronle da asMciacio QM-
tnercfl a i">rta d Sfs. IWmeira & Itelnao. as 11
do Imperador urna banda de msica eompleta de
NOVO BANCO
DE
PESiWJIIHJCO
pracas do Rio de Janeiro e Babia.
Descarregam no dia li de fevereiro.
Barca ingleza Tmrn <>( uuftt uarvAo.
Gal ira francezaVtilecarvao.
confessar que todas essas censuras sao baldas ce
Inndaraento, nao merecem as honras de urna re-
fatacioseria, nao sao, senao toces et rerba pro-
terenque nihil!
Con elf-ito, impugnar urna" administracao, que
se tem empenhado cora vontade para elevar a pro-
vincia a altura do projresso, smejite ponjuo nao
prestou apoio a cansa da oppo$icao no pleito elci-
toral, cominetter tima revoltane injuslioa para
cora o digno actual delogado do governo imperial,
olfeoder inesmo a provincia, que conhada uos
melhores osforeos cora o que o Sr. Dr. Sinval bus-
ca desenvolver a sua industria e comnereio. n;io
pode deixar de laucar um brado do indignarao i ._ 1
com ver censurar-so urna administrarao, cujos Alfandega
actos t !m sido pautados pelos dictames' da raz;io Re dimento do dia 1 a 4.......
do direito dem do dia 5................
uando uta presidente de provincia procura (azer
da liberdade de voto uraa rcalidade pratica.oppondo
om Ibl3 dique a todas essas farca iininoiaes, qi.e
de ordinario se representa nos tbeatros eleiloraes,
i
confiada p.do governo do Sua Magest.-nle o Impa-
rador, nao interrera no processo eleitoral, >i'w\) "u a ingiera///=id na.
ara manter a ordein e reslabeteeer a paz. as m>- Pol;.ca nacionalMarinhocharque.
Ikias ilos homeus clamara logora administra- Escuna ingleza -Muvijnr?t\ baealhao.
$iio, mo governo Brigue inglezBetle of /*c J/ers;/mercadoiias.
Entretanto, desdo que os arios preeidenoiats re- Escuna ingleza -Slamboulferro e pedra.
cebera o verdadeiro ninio da justic.a, em loda sua Bri,rue brasileiroAmelia -pipas vasias.
pleniliide. per mus [.cantes que sejara os boles { _, t i i
da maledicencia, nao podero jamis reduzi-los ao C onsillailo prOYlncial.
dominio das parcialidades e das injustos ; porque Rer dimento do dia i a i ......... 15:873^836
a Im da verdade tera raais brillio que as trovas do 'dein do dia o................. 3:f)6l5Wo
erro.
Oppor, Sem basee sem fundamento, ao goverro \
do urna provincia, como actualnaont* acontece no|
AmaaooM, >' Inlar contra a propria conscicncia,
repnes^nlKir um triste papel anlo a opiniao publi-
ca, fiaalinente servirdoescarneo aos hmeos -11-
satos e impareiaes do paiz.
Qiem esliver par dos negocios do Amazonas,
quera coubceer o Sr. Dr. Sinval, no peder dir
crenca a es-as aecusages aereas, com que os ho-
in ras io buscara marear a Ilustrada aJ-
laiflistraeao do dutiacto cavalieiro.
sirv.i-ll e-, pois, de iinmorredouro paJrao um
proce lira a) > injusto e c indemnavol!
flecife : de fevereiro de 1884.

EM DE FEVF.ltEIRi) DE 186*.
O banco descouta na presente semana a oito por' Um para com os oufros,e principalraenle para
cento ao anuo at o praso dt quatro mezes, e a dez Com as faraili.as dos camarotes a que se dirigirem
por cento ale o de seis mezes, e faz emprestimos Art. 7. Toda a pessoa mascarada que por al-
solire mulos coramerciaes, <> toma saques sobre as gum modo olfender a decencia provocar rixa
trodueeo de eseravos no u.eio do, macaras, e os tSS^&STSX^AS9^ i ^T*
SSr^K ao *,0Tem enco,,lrados: ^e ? 5 mSAJSt A5cs SSfS t
Art. S, Os ma
cia, nao praticar,
raittido vagar
noi le.
ATt ti. Aquelles que formaren! reunioes para
bailes nos tbeatros, prohibido dar assobios, gri-
tos, c praticar assuadas.
Ser respeilado o segredo dos vestuarios e mas-
caras, e ninguem poder dirigir Ibes pe juntas o ,-,,.- ..,__ t,-, ^ .^.
travar cora elles conversarnos que nao sejam de- GABINETE OPTl O BE
rentes e dignas de repetir-se" uas melhores reu- I V ^
nioes. Do mesmo modo se baverao os mascaras
LELO
perturbar a uniera mantida nos saloes sera raan-
Idado retirar iinraediatanienlo.
Art H. Xa falta de observancia das providencias
107:89^4734 cima, a iwlicia proceder contra os infractores
50:2882033'[ como desobedientes.
---------- j E |iara constar se passou o presente que ser
158:1834707 i punlicadu pela imprensa. Hecife 5 de fevereiro
de I80i.Eu Francisco do Barros Gorreia, escri-
vao que escrevi.
REGREIO
Cae 93 le \ovcmhrn n. IO.
Frcnlc ao passadiro dn Rerifr.
Auianhaa 7 do i orrcnlc:
Extraordinaria apresentacao de vis as anianba
domingo 31 do crrente.
I* apresentacao das 6 s 7 li horas da noitc.
i' das 7 1|3 8 e l|V
'i' das 8 e 1|4 em diaute.
Os premios de 5:000JOOO at 10300O
serao pagos urna hora depois da extracfo
ats i horas da tarde, e os outros no dia
segante depois da distribuido das listas.
0 thestuireiro,
_______Antonio Jos Rodrigues de Souza.
AOS 5:000,(HKI
CAS.4 D4 FORTUNA.
llllhetes garantida
Y rua da Crespa n. 23 e casas da rosttimr
ijiiinta-feira, H do correte, se eztrahir a
ultima parte da tercelra c priiueira da quarta lo-
tera do Uy nnasio.
O abaixo assignado, recommendando ao resjiei-
(ivel publico a compra dos seu* mu felizes bilhc-
les iraiiiiit)*, U-nibra-lhe a vantagem que ha em
recatar os premios por inteiro, por quanlo queni
tirar a sorte de 5:0005 era hilhele garantido nao
O agente Pesta'na far leilao da toja de'ferrag.-ns ^Jraaoenla *:*>"*, en virtude dos descon-
da rua da Cadea do Hecife n. trt, cora o fundo de '"s "' "I" (',le lhc farao era vista das leis, mas
16:0004, vende era um s lote ou era pequeos !i^2.0LSi2M* <>ue TSf- KT "s (li,os 4:W0* e
lotes a vontade dos compradores, os prelendeutes !, *, mH,.ll'u' pagara o abaixo assignado, impor-
podem examinar o balanco em mfw do mesmo "os dL'scn'S acontecendo o mesmo
nos saloes. Toda e qualquer mulher tem entrada O agonte Almeida far leilao por con la e risco
gratis excepto as que forera vestidas da horaem. de quem perlencer de diversos eseravos de ambo-
Sera compndo o regularaento do 'lira. Sr. Dr. os sexos, alguns deltas cora habilidades.
cl,efe de plida I. 8fganda-fera8d4frreiLft
porta dos Srs. I'almeira i Bellro, as 11 horas
do dia.
M
Urna loja do ferrageus.
O salan estar alwrto de noitc nos domingos e das agente, o leilao lera lugar no dia 8 de fevereiro ^? ,a.s oufras sor,ts- Os premios serio pagos co-
saalos disposirao do respeitavel irablico. prximo futuro. \mo t cosiume.
respeitavel |Kibl
Entrada 500 rs.
M.
t9:535|S61
0 cidadao Manoel da Silva Ferreira, juiz de
paz do V anno do *" districto da freguezia de san-
to Antonio do Recife, faz scienle a quem convier,
que d as audiencias nos das quartas e sabbados
s 10 horas da mauhaa, na casa de sua residencia
na rua Direita n. 10, sendo as audiencias mudadas
' para os dias anteriores quando os marcados bren
; santos ou feriados, e despacha todos os dias das ti
horas da manba s <> da tarde.
De ordem do juiz de paz do I* anno do I"
MOYIMENTO DO POSTO.
AVISOS MARTIMOS.___
C0MPA1HIA. BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
E esperado dos polios do norte
at odia Iti docorrenie o vapor
Apa, commandnnie o primeiro
teiieule Alcanforado, o qual de-
|K)is da demora do costme se-
guir para os pnrlos do Mil,
^L
M
dislricto da freguez^ de Saino Antonio do Recfe,' ~* "S-*3 .^^"^
Qiuula-feira 10 do correte s i\ ho-
ras rua <11 Cadea n. 53.
M
lliae Cainiragibc de lote 3S
touelladns, forrado e prega-
do de eobre.
Pelo afrente Kuzebiose vender era leilao [telo
maior pnro que se achar o hiato Cnmaragibe, j
pronipto a navegar e como assim est, naqnellc
dia e hora era ponto, cujo liquido producto ser
recolhido ao deposito por mandado do lllra. Sr.
rmenlo
?UiLIACJ2S A PEDIDO.
Eu abacia aaafgnado, cnsul interino d'Ausiiia
nesu provincia, certiOco que Thomai Bassicb, na-
tural de Cailaro (Austria), & lillio legitimo de Hi r-
co Bassicb e Margarida vizzcovich de Cattaro.
Consulado d*Austria em Pernambuco, aos 5 de
fevereiro de isn'i.
O consol inleriiM.
C. /.. /'. R
Natrio 'nlrn lo m dia i.
Iti i de Janeiro19 dias patacho portuguez Tarto,
de 207 toneladas, capito Jos Alexandre L. Ro-
sa, equipagem 'J, em lastro ; a Amorini lr-
i to.
Napiot entrados no dia 5.
Cera o portes iutermedios 6 dias o 12 horas va-
por nacional |fawaw|SiB!, de 337 toneladas,
coinmandante Manoel Rodrigues das Santos Mou-
ia,equipagem 20. carga algodao e outros g-
neros.
dislricto da freguezia de Santo Antonio do Recfe, e ;,/" v linr nodV condizir a imade^ I>r. juiz especial do cl.ramercio. >aqari
o lllm. Sr. ma or Antn o lemardo Qu nteiro, faco C3r>''i |,,,r |K!ULr. -"""'"'r- a ual uevera de credorS
scionto a quera convier. que as audiencias dosM SLTf22 > w "' SI uTSXSTK ------~~------7"^--------------------------
i juizo continuara a ser na. ierras e scxlas-feira, as d,,'!''''ro f fl0"-;.ato 2^*" 1 ,FI I A l
3 Horas da larde, na sala publica do andar terreo */f2f rS ^ (;r"7' t V Jwr,l)torio ue jIjLiAI.
da casa que foi cadeia e rua do mesmo nome, e Antonio Lu.z de Ohve.ra Azevedo & C.
boje do Imperador, a quando estes dias forera san-
tos ou feriados. >era>as audiencias nos dias ante-
riores, t) niesino juiz de paz de.-pa.ha das (i huras '
da manhaa s 6 da tarde, nao SO na cas,-, de sua
residencia na rua Nova n. ti3, eomo em (|ualquer
lugar onde for encontrado, escrivao,
Silva Re
Pela administrarao jo cotrcio desta cidade
| se faz publico, que de confonnidade cora o decreto
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES .1 VAPOR
Dividas de Fajozes Inuior.
Quarta-feira io do cormte,
Por ordein dos administradpres da massa fallida
de Joaquim Jos da Costa Fajozes Jnior e Fajozes
Precos.
Bilhetes inteiros..... 6OOO
Meios bilhetes...... .'tJOOO
Para as pessoas que comprarem
de 1004 para cima.
Bilhetes ........ 55300
Meios......... 25750
Manoel Mmtins Fiuza.
WBm-mmwm
Advocacia,
O Dr. Aprigio Justiniano da Silva Gui-
inar.ies continiia com o seu escriptorio
rua do Imperador n. 17, primeiro andar
(defronte da igreja de S. Francisco) e
pode ser procurado das 10 horas da ma-
CluU >iibiiCiiio.
Na noile de Ir-d crreme ttri li-
KViaa retalia f.miliar e\traordi-
narin, podcudo os socios que a ella
l^poros do s^ee^rado ^^^'^^^^J'^Jit^mtt inmmU^U ll> IM.
i Odia II do corronle o vapor ac,ivas |)erlencentes a mesraa massa : quana-foi- """^ f- a. JOC1
bmsjI imnvill* comman- ra 10 do corr;nte pelas 10 horas da raanluia na
lllm. Sr. cnsul de s. M. o Imperador d'Auslria.
Diz Tnoinaz It.issirk, subdito auslriaco, que a
n d seu direito precisa que V. S. se digne man-
dar. 111 seu respeitavel despacho, que o chancel-
ler respeetiv isulado llic d por ceidlo
o da, mezo anno da ebagada do supplicante nesia
provincia, e bem assim o nome do navio e cora-
indante di......sino, no qual veio o supplican.e,
ni como, se llie consta alguma cousa em desa-
nda comiucla civil e moral do supplicanto cm
sua patria o linalinentc a qual familia pertence o
supplicante : portanto pede a V. S. que porequi-
Jigne deferir-lbe romo requerido lera.
I." K. J.
Thomaz liu'ic!,.
uro (|ue consta do prntocollo desse consu-
lailo que Thomaz Bassch chegou ueste p.orlo DO
rae austraco Trieste, espita 1 Giarcoreta, rindo
derrame nc> dia 20 de mareo de 1060.
Nio un; enasta noosa alguma sobre a conducta
de Thomai llassieh na sua patria, e sei apenas q w
elle pertence a urna familia respeitavel w Cattaro.
J: : Coosnladod'Aostriaem Pernambuco, aos
5 de fevereiro de 186*.
C. L P. Boeck,
Cnsul interino
I I'almeira A ellio, negociantes em
l'eina'olpuco. X beta do nieu direito qui
responderiMi -me ao p desta, -e verdade o que
:r.-i diz-r que Vv. Ss. i mi correspondeaou
mi o Iaid. monsenlior Antonio Bassicb, cavallei-
la irdiin au.-triara aprotonoUrio apostlico, e
:.! dade, o qual se actia era pro-
llaro na Austria, assim como, se s.a-
mea prenle : perraiitindo-rae fazer o
Qooda MHi resposla que bem e melbor me aprouvrr.
Boa de Vv. Ss. atiento e criado,
Thomta Batkh.
Riteife, i de fevereiro de I8t>4.
Temos rucebido carias do Kv.ni. Sr. Dr. e mon-
.s.'idioi' Aiitoni 1 Bassteh, e sabemos que tfa) legiti-
mo doSr. T.iomaz Bassicb.
Ktrif,-, g de fevereiro de I6I.
Palmeim & Betro.
IIIn. Sr. capitn Alexandrs 1'anuricli, comman-
d.iot: da colara Boatriaca Marfarido, em l'ernain-
.A bem do meadireile ifoeira Y. S. raspoa
der-in 1 ao p desta sobn.....|uesitos aeguinlas :
I. lie qii;.:ilo tempe que V. S. me conhece, e
c;ii que qual ida de de emprego conheccu-mc.
1 Me responda qual o ineu procediineuto civil
e moral e 11 miaba patria.
V. 8. sabe a razao porque tenho sabido da
ininha patria.
1 Se ,-ab.' ou nao a familia ile quem sou decen-
late, peiinillindo-rae fazer o uso que me convier
de soa veapeata.
De V. S. criado a venerador,
Thomas Boaalaa..
Sr. Thomaz Bassicb.Em resposla aos seus qoi-
-i'o- respundo-lhe :
].' "jue o cooheco na quatorze anuos como pilo-
to i- capiQo de navios da marraba mercante.
2." lira quanto aos seus proaodifflenlos rivi- e
nio
publ
i:rai,uanlo a sabida de sua patria, sei que foi
cm raria da nao saber de seus irmioe, os ojoada
ora n donos c capilaea dos navios em que navega-
vai.i.
i Sei qur. pertence a una Ilustre familia de
Cal aro em Austria a que lillio legiiirao do capt-
Marco Bassieh oda Bim.'Sr.1 .Margarida Vin-
co i di, e sobrinliu legitimo de monsenhor lr. ca-
valieiro Antonio Rassich, todos de Cattaro era
Terra Nova- 30 dias, patacho ingles Glnevit, de I a. 183 de II do mata de 1864 e respectivas ins
I 'i'. toneladas, capilao Mnhael Power, e.juipa- truccoes, teve lugar hoje o processo da abertura das
i;em I, carga 2,:i;M barricas com baealhao a carias atrasadas |iertencentes ao mez de Janeiro de ,
. Imston Pater 4 C. Seguio para os porlos do 180.1, condeinnadas a consumo pelo artigo 138 do \ car^a "jue o vapor poder conduzr, a qual
tul, regulamento dos crrelos de 21 de dembro do | ".fe4* "!* ,9,?hePdat ,*&*
Bic de Janeiro 19 dias, brigue nacional lJ>/ o, de 2l.' toneladas, capilao Manoel Marciano Joo Baptisla Fernandos. Iesti abertura nio re-
J'erreira, equipagem II, carga diflerentes gene- Balitado achar-sedinhtirooudocumentoqualqu ir,
ros; a Marques Barros cV u, e duas escravas a '' procedeu-se ao queima dallas, do que se lavrou o
entregar. j respectivo termo, que o que se segu.
Rabia- lidia, vapor inglez de guerra .l/ccro, com-! Crrelo de Pernambuco 3 de fevereiro de 1864.
nandante Illake. O administrador e tbesoureiro,
Domingos dos Passos Miranda.
Terma de consumo das carias pe tencenlos ao
mez de Janeiro de 1803.
Aos tres dias do mez do fevereiro de ISG'i. as II
horas da manhaa, na sala da admiuisinro do
crrelo desta cidadr. estando presentes o Sr. .ad-
at o dia II
Princ
dante o primeiro tenenle Araujo, (la assorario comiIlori.iai.
..-sOtiy qual depois da demora do ros- A rd;H.ri0 ..,,.,., f ,, ,, ,
turne, seguir para os portas do norte. ,,,,., s.,-,vainillada.
Desde ja recebom-se passageiros e engaja-se a
dever "ggg^""=^
encommen-'
das e dinheiro a frele at o dia da salida as 2 ho-
ras : agencia, rua da Cruz n. I, escriptorio de An-
tonio Luwde Oliveira Azevedo i\ C
AVISOS DIVERSOS.
Sahido no me*mo dia.
Ariicaju' e porlos intermedios vapor nacional Pa-
raliyba, commandante loaqum los Marlins.
Oaaercoofio.
Suspendeu do lamario para Falinowtbe a barca
baiaburqueza Frtmcitta, rapito Kaier cora a mes-
raa carga que truuxe do .'queque 1110 I'eru'.
Vai sahir por estos das para o Assd opalhabote
Artista, recebe carga a frele mullo ?omraodo, e
Assoeici^rto Typographica
Pnianibucaiia,
De ordem da presidencia convido aos membros
passageiros, para o qne tem muilos bjns coiuino- doconselho para resoirem-se amanha s 10horas
dos: a tratar com o capilao a bordo, (u na rua da no lugar do costme.
M dre da De >s n. 2.
Vara o Araeaty.
O hiato NicoUo /est prestas a seguir viagem
Secretaria, 6 de fevereiro de 1864.
Curios Das, i- secretarlo interino.
EDITES.
~ A cmara municipal desta cidade leudo de
proceder no dia ti de fevereiro prximo vindouro
a apurayao geral de votos para um senador que
deve dar esta provincia para preencher a vaga
deixada no senado pelo Exra. VMOOnde de Albu-
querque, convida, de conformidrde com a ulliina
parte do art 88 cap. 3* da le n. 387 de 19 de
agesto de 1846 aos ridadaos que quizerem assistir
a dita apuraran,
Paco da cmara municipal do Recife 30 de Ja-
neiro de 1884.Luir Francisco de Barros Bago,
; n -i lente. -Francisco Canuto da Iloaviagem, se-
cre tarto.
IVIa inspectora da alfondega se faz publico,
que no dia do correte, dep >is do meio dia,
porta da uiesma, serio vendidas era leila 1
robas de carne de charque, avahada era 1:3
0 cirurgio Leal miidou
ministrador e tbesoureiro Domingos dos Passos I para O Aracaiy: pode anda roceber alguma car-1 #i J 1
Miranda e mah emprogados, proeodea-so emvir-fga, parao que ss traa caaos, consignatarios na ft Sua rOSKlCllCia (la l*lltl (10
lude do artigo 138 do regulamento dos convios rua da Cadea n. 57._________________________-\r\ -, -
de Jl de dwembro de 1844 o consumo do 100 car-1 Frott-se para o Rio da Prata o palhabote ullCllliadO \Yi\U\ l Y\\\[ (lilS
tas e 44 jornafs, sendo 71 selladas e 12lJ c 44 jor- portugus&ira f, de lote de 12o lanciadas ou p,,..,.^, atJkmn r>f ,vi
naes nao selladus, ludo na Importancia de Mff304, |o,000 caixaa: trata-se com os seus consignatarios l/l UZC5 oUU.uM.lO II. OU, ])11-
como cusa da factura, cuja importancia yai des- i Antonio l.uiz de Oliveira Azevedo i C, no seu ,v\i-.r. ourl.j,. vrv -.i. ,1<^
carregada nesta dala ao mesmo Sr. administrador escriptorio rua da Cruz n. 1. llltllO aU(lUI, 1)01 Clllll (10
e tbesoureiro, o empregados abaixo declarados.
E cu Eduardo Firmino da Silva, ajudante c con-
da Silva Pmentel.
Tribuna I do coiiniimio.
Pela secretaria do tribunal do commercio do
Pernambuco so tai publico, que nesta data foraoi
inscriptos no livro da matricula dos eommercian-
les os Sis. M.iiiocl Jos da Silva (Juimarars. Il;a-i-
leiro, de 33 aun is da idade, Francisco uedes de
apprehendi.as ao capilao'd paladio'l^'pairaol Araujo. Partiigoat, de 42 .mu de idade, ao
.1// rih pelo offlcial de descarga Jos Herculano
Thomaz de Aquino; cujo leilao se faz de confonni-
dade com o S nico do artigo 7 do regulamento
de 111 do aalambra de 1860; sendo a arrematara)
livre de diroitoa ao arrematiinte.
/Vlfandega de l'eriiamliuco 3 de fevereiro de
I8b4.0 2o escripturario.
Carta no Gomes de S.
O Dr.Tristo de Abracar Ararip1, oflbial da impe-
rial ordein da llosa, e juiz de direito especial do
i i nraercio desta cidade do Recite e seu termo,
i.ipiial da provincia de Periiainburo. por Sua
istado Imperial e Constitucional o Sr. D. Pe-
dro II, a quera Deus guarde, ele.
saber pelo presente, que por este juizo c
astablecidos nesta eidade
ros de estiva era arosso.
com negocio de gene-
nambuco Io do fevereiro de 1864.
Julio Cuiniai
OlDciai-maior.
lioiisi'lliii adaataaaliallia
Oconsem administrativo, para forneciment do
arsenal de guerra, tem de comprar os objei tos -
gulntes :
Para o stimo batalhio de afautaria
Papel al.'liarn, re.-nias li : jiri t- de aeu. ima.i-
6; ditas de ave, 2(M); caivetes -j.; linia preta,
garrafas 6 : tapia de pao. daifas 6 ; arria para es-
cripta, libras 6; colleeeo de cartas para princi-
piantes, 36; tab>adas, 36; urauraalieas nortuaue-
ca lorio do_escrivao que asta sobserevea, corre L, de Montevrrde, 12; c^npendie de antii.iiei, a
rt _. .-i ., i-i, li n nu uii i, i-\ iiii< .- li' ii. iMinr.^ \ um
Secretaria do tribunal do commerno de Per- Manoel Ignacio de Oliveira & Film, largo do Corno
Para o lia (irainlc dn Sul
pretende seguir com malta brevidadea barca Afn-
cima, podo alada reeeber alguma caiga afrete .
trata-se com os tona consignatarios Amonio l.m'z
de Oliveira Alorado A C, no seu escriptorio, rua
da Cruz n. 1.
Para o ho de Jaieiro.
Sabir com brovidade o brigue nacional Muter-
va, recebe carga e eseravos a Ireta i l ata-so rom
Santo n. I'J.
ssfio, chamado por escripia,
m M LKITK
Quem precisar de urna ama sadia e cora abun-
dancia de leite, dirija-so rua do Sebo n. .'!'>.
No berro do .Marisco casa n. 7, primeiro
an I ir, ha lona eseravos bous para se vender: das
lias H da raanbaa e das 3 a- 5 da tarde podem
ser vistos.
Hecife, o de fevcreiio de 1864.
Precis.t-se de um I'ortugnez de 12 14 an-
tiiis de idade,qae toaba alguma pratica, ou mesmo
sen olla, para caiseiro de urna padarla : a tratar
na rua larga do Ro>ario n. 40.
OKIlITfl TKRCEIRA
0 '.IKMO
A mesa regadora da veaeravel ordem terceira
de N. S. do Carino convida a todos os seus charis-
simos raos para compareceren na ajrreja de nos-
sa ordem, p iramenlados com seus hbitos, no dia
10 do crrante, pelas 2 horas da larde, paraacom-
panhar a procissao'de ciuza, para o que f>mos
convidados.
Secretaria da ordem terceira do Carmo do Re-
cife 4 de fevereiro de 1864.O secretario,
____________Fwuwann iiw'i do.; Sanios Jnior.
Precisa-sede ama ama para fazer companhia
a una senhora viuva, pessoa de bous costuraos :
a tratar na ma d'Aguas-Verdes n. 21.
Alugam-se o segundo c lerceiro andares do
sobrado da rua da Lapa n. 13, por conimodo pre-
cio : a tratar na praea da Roa-Vista n. 1).
Desoja-se minio fallar com o Sr. Miguel Gal-
COZ de tal, morador na freguezia de Santa Rita da
provincia da Parahiba, que consta estar actual-
mente nesta praea : na rua do Livramento, era
casa do Sr. Albn > da Silva Leal.
Preteodo-se comprar Sra. D. Goilhermina
Rosa Silrcira Lagos, sua casa era S. Miguel dos
Afosados n. SS : sealguem jalgar-se cora direito
ella, annuncie, certode que raais larde nao se
altender a reclamacao alguma.
(lub Commcrrial,
A reuniao familiar do correle mez de feverei-
ro lera lugar na noile do dia 8 do mesmo.
l*ara o lllo de y.iurh-o
Al o dia 8 do correnle pretende seguir o pata-
cho CapaHM, tem a bordo parle do seu carrega-
ni'iito : para o resto que Ihe falta e eseravos a
para os quaes lein exe comtnodos,
trata-se eoffl < seus consignatarios Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo \ C., no seu escriptorio rua
da Cruz n. 1.
un a execacS i de sentenea. entre partes, a saber :
da una como axaqaonte Joaquim Jos.- dos Baates
Andrade, e de oulra como cterutado Joaquim IV-
rei a da Silva Sanios, que tendo-se feito penbora
ni piaiiiii de 2 -1173 V44. perleucen'e ao ejecuta-
do, o que se acha reeolhiila ao deposito geral. em
audiencia do dia 14 de deienibro de H(>4, pelo so-
liciador Manoel l',a\mundo Pctiaforte, procurador
do -xequente, me fura feito o requenmento se-
guinle :
Aos 4 dias do mez de dezembro de 1863, nesta
cidade do Recife de Pernambuco, era putt au-
die icia, que aos feilos e parles fazia o Dr. juiz de
direito especial do commercio Tristao de Aleonar
Arrripe, nella pelo solicitador Manoel lta\mundo
Penaforle, procurador do excipiente, fura acensa-
da a penhora que se segu t'eita em dinheiro per-
PABA 0 POTi)
r Avila. 12 : traslados, 30 j lapis de pe Ira. 18 P'^teode seguir com rauita brovidade o brigue na-
laixinhasde iiislriimeiilus |,ara .lescnho lin-ar, 4 ; !0lolial ,'" ''' ''''" PWte de seu enrregamento
'oinpcndio de metrologa, 10; doatrinachristaa, lo. prompto : para o pasto que Ihe falla e passageiros,
mas, sou a dizi'rlhe que ali; ao sabir da palria '"-enteao executado, requereudo que nao so li-
ara sempre ptimos e sati.faelorios iterante o ns;,'m assignados os seis dias da le como dez
blicvi. aos credores incertos, passando-se os editaes do es-
Austria, pessoas de mim conbecidaf. Em f do
que iKxIer.i fizer resta o uso que Ihe convier.
lernambuco, 5 Je fevereiro de 1861
.1. I'ni'iiii.li.
lyk.
O queouvido pido juiz assira deferio.
Extrahi a presenta do protocolo das audiencias
e junto o segainta mandado de penbora.
I." i l-'aiistino Jos da Fonseca, escrevenle jura-
nientorto a escrevi.
Ea Manoel de Carvalho Paos de Andrade, escri-
vao o subscrevi.
Par (orea do deferimenta dado a osla requeri-
meulo o escrivao respectivo fez passar o prsenle
edilal cora o praso de dez dias pelo quai sei o ci-
tados os credores incertos para que dentro do re-
fer lo prazo coinparecain ueste juizo allegando o
Para o nono batalliao de in'.iniaria.
Bonots, ol) ; maulas de lia, SO ; luiui branco,
varas 430; algodaoiinhOj varas 2-.'.
Quem quizrr vender taes objectos apresentcm as
suas propostas em carta fechada na secretaria do
conseibo, as 10 horas da manba no dia 12 do cor-
rente mez.
Sala das sessoes doron-dhoadmioistrali
fornecimento do arsenal de guerra ."i
de IBM.
Antonio Pedro t Su H/irrcto.
Coronel, presidente.
Jota Antonio Pmto.
Teuenle-coronel, gol.
para os quaes tem r\ ., nala-se
rom os seus consignatarios Antonio l.uiz de Oli-
veira Azevedo c\' C, no seu escriptorio rua da Cruz
numero 1.
rara o ttio de Janeiro
pretende seguir com multa brevidade o palhabote
OLIUU.
O na lie Jos.'' Estoves Vianna tendo ol- fi3
lido iicenca do director geral da inslrue- ig
i i i publica paraensinar parlicularmen- B
l primeiras letras, lalim e francez. tera jjg!
i'eterininado dar principio ao ensino das *S
i itas materias no dia 15 de fevereiro. jH
para o que convida a lodos os Srs. pas Sg
de familia que quizerem confiar seus fi- 85
Diosas seu cuidado a compareccrcm des- 91
de i em casa de sua residencia na rua 5
de s. liento, assira como se presta tara- 8
bem a dar Itooes em casas particulares.
Saques.
M. J. Ramos e Silva & Genros sacam
vista sobre a praea do Porto: na rua do Vi-
gario n. 10.
Precisa-sede uincaixeiro que tenha alguma
iiiusiraiixo para nacional Pttaoe, tem parte <\o seu c.irregamento pratica de taberna, de 14 Id anuos, era Santo
a o a fevereiro a bordo : l,ar:i o resto que Ihe falta o eseravos a Amaro confronte
frete, para os quaes tem excellenles rommodos, ira- Snares de Honra.
Ita-se com os seus consignatarios Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo ^V C, DO seu escriptorio rua da
Cruz n. i.
Ea abaixo assignado, cnsul interino d'Auslria (ue fr a bem de sea direito e justica, sob pea
provincia, certifico quo a assignatnra suppra1"
auslria-
ido Paicu-
d .iicxandre Paicuricb, capilao da polaca
ea .lni:jiiridn. ( a (iropria do mencionad
lie!.
i'.ni-ulailo iTAustria cm Pernambuco, aos de
retro de 1864.
O cnsul interino,
C. /-. /'. RoecJf.
/Estav.irn mellados.)
0 perfume do heiuisplierio occi-
(leiltili.
!\jna llnrida il^ Marraj k l.anraan.
wii im no D'ie'ii Ti
a rerdail ilra priva da geauidado e pureza de
rpi ilq ler um per fura oxtrdnido das llores consiste
n i su duradoiira mlsteocia quando eiposto in-
11 leucia lo ar. O aroma derivado de leos rhimi-
r.ts dtsvanec i-ra breveedeis.1 aps de si nm
por certo mui pouco agradavd. portiu
;ijoelle que
lo mediante a destillacao de
THEATRO
DE
S. ISABEL.
BAAlfDta BAILES DE MASCARAS
Mabbado. iloniingo. sr^imiJn r
tcr(fa-feira.
6, 7, 8 e (J do correnle.
Miguel Candido de Me lejos Pinto, tendoobtido
de S. Exc. o presidente da provincia, o lh*tro de
Santa Isabel, para dar pelo carnaval quatro bailes
mascarados. avisa aos amadores lestes bellos di-
vertimentos, que se apresenlem, e quoo. prograra-
ma ser devidamenle publicado.
Pro|ramma.
As 8 horas da Boito o theatro estar abertD,
sendo que o director envidan todos os seus esfor-
eos para que o publico encontr um salo digno,
para isso enlnndeiroii todo o tnealrd.
As!) horas em poni principiar o baile.
do, u faz publico a quera Interessar possa, que da' Tocar orna banda de rnusiea marcial das me-
data destea 30 dias eomaeam a ter execui;aoas Ihores quo tomoa
disposiedes dos artigos i 22 do decreto n. 311? rwpj ios oamaratM e
de 31 de dezembro de 1883, relativas aos inirepos- A
tn?, trapichea,e armazens alfandegados, o qual foi ra s
publico no Dirio de Pemamhuro n. 14 de 19 de e;
jai eiro prernmo paseado.
<.. seeco da alfandega de Pernambuco, o de fe
vereiro de 1S64.0 2' escripturario,
t\ ino Comes de S.
I' para que cheguo a nolicia a quem inti
poata mande! passareditaes que sero allixados c
pnhlieados nos lugares do costurae.
Halo e passado nesta cidade do Recife, capital
da provincia de Pernambuco, aos 3 de fevereiro de
lSli.
Cu Manoel de Carvalho Paes de Andrade. esrri-
vao o subscrevi.
Tiistio deAlencar Araripe.
De ordem do lllra. Sr. inspector interino des-
la : If.nidega, Dr. Luiz de Carvalho Paes de Andra-
l*ara Usboa
pretende sahir impreterivelmente a 15' do corren-
te o brigue portuguez Soberano por ter quasi todo
0 seu cu reg,miento prompto, apenas pode reeeber
a frete cerca de 300 saceos cora assui ar a pasaa-
geiros : trata-se cora o consignatario T. de Aquino
Fonseca Jnior, rua do Vigario n. 21, primeiro
andar.
Cear.
N'estes quatro das segu o palhabote Guribaldi
a tratar com Tasso Frmaos.
Ozorio de Lima Bston faz sciente ao publico
c principalmente ao corpa commercial testa pra-
ea. que nesli data comproa Cario; Amonio da
CoSta Carvalho a sua taberna do caes de Apollo n.
57, e como i ode ser que alguem alada seja credor
da mesma, por isso convida a qualquer pessoa
que esteja oeste caso para apre-enlar as suas cun-
tas ao dito ir. Carvalho, no praso de tres dias, na
mesma taberna, do contrario a nenhuma reclama-
c/io annuir mais. Recife 4 de fevereiro de 1864.
Aluga-se o segundo andar do sobra-
do da na da Cruz'n. 40 : a tratar no ar-
mazem do dilo sobrado.
AH A
Precisase de urna ama para comprar e cozinhar
para urna pessoa so : na rua da Cruz n. 9, pri-
meiro andar.
d tic n cao.
Precisa-se alegar nina ama de meia idade para
casa de um somera witeifo: a Iraaw na ruada
Senzalia V'elha n. 70, tereciro andar.
l'rerisa-se de um pequeo para caixeiro : a
tratar na rua do Livramento n. 23.
Aluga-se o sitio da Pedra atolle, em Apipuces,
cora eXCCllente casa de vivenda, cora 2 salas de
frente e (i quartos, terracp, estribarla, frncteiras.
bella visia i raagnilico banbo: a tratar na rua das
Crnzes, sobrado n. 39, segundo andar.
luTNflTDASFaryiLis"
SKl'ND AN.Ml
Publicaran nensal. Ilustrada, liltcraria, arlislira,
rerreativa, rlr.,
ornado de fixurinos, vinheias, gravurassobre ago,
cellos Menezes de Druramond) at os Arrumbados, aquarellas, sepias, pecas do msica, desenhos de
das 7 s 8 horas da noile, pouco mais ou menos, trabalhos sobre talagan;a, do crochet, de tricot, la.t
caluo dopescoco de urna senhora sem ella o ver,el cbordados, moldea de vestidos, capas, e em geral
perdeu-se ura lio de cerca KK) perolas grandes,' de ludo o que concernente a trabalhos de senho-
lendo no centro urna cruz de brilhantes, tanibem ras. Continua-se a reeeber assignatoras na livra-
Olo pequeos, a quai pouco abaixo do tamaita ra econmica ao p do arco de Sanio Antonio, on-
de motade do dedo ndex : quem livor adiado esta de i se achara os 1- a 2' nmeros do 2" anno, e
joia, e a levar sobredila casa, recebera una ge- eoljcccocs completas do 1 anno._______________
n. roa recompensa. Ptdo-M ainda aos senhores "Precisase de nina ama pie sailn perfeita-
ourives cjoalheiros, que se Ihes for ollerecida a j niente engommar o cozinhar: na rua da Concor-
mesmajofa, hajadea|>prehendo-la da mao de quem I da n. fio.
quer que seja, man lando diSSO dar parle acuella I
| casa Neste sentido, e para o mesmo firo solicita-
a capella, taberna de Joaquim
Per de j'ia.
No dia 31 de Janeiro deste anno, desde a rua da
Cadeia de Olinda (casa do Dr Antonio de Vascon-
LEILOSS.
DE
PR EDIOS
IOJS
Por ordem da caixa lilial por con! \
se tedo o auxilio possvel dasaulorida-,"u.s polieiaes
de Olinda, ou de nutro qualquer locar quem che-
gar possa a noticia desse fado. nifun niuito se
agradecer todas as pesso?s ,, .,ara isso con-
oorrerem directa ou >sm1I> ectainente.
ft
.1 1,10
est com um
... .-.....s. lano a (......... --------
pnan? /j;li a r|]n ()(! s.|n(a | !,; P'ecoja conhecido.
av'saa rapar w.ai]a (|ll(, eS|a con um ^to e eleganie
' ue vi-tuarios. lano a carcter coima
Precisa-se do urna ama
Cruz n. 24, primeiro andar.
a tratar na rua da
-- l)-ser dinheiro a juros: na rua do
rbiigel 6._______________________
Precisa-se 5e urna ama para cozinhar e com-
prar : na rua da Cadeia do Recife n. 8, segundo
andar.______________________________
A pessoa que deixou por esquecimento um
emhralhO encostado a urna das portas de *
Ivpographii, queira ler a bondade de vir busca-io
na praea da Independencia na. 6 e 8, que dando
os signaes cerlos e declaraudo o contedo sor*
ama para casa de familia,
ivclmenle, o que seja de
conduela allantada, nao se
tralar em Olinda, ua pada-


Diarlo de re .Bambuco *ahlKtdo 6 tle Fevereiro de 1884,
~>
ATTENCAO
o
Segunda-feira, 8 de fevereiro de 18 ABERTURA
[ DENTISTA DE PARS
19ttua *ova-19
Frederico Gautier, eirurgiao dentista,
faz todas as operaeoes de sua arte, e col-
loea di-ules artiflciaes, ludo con snperfcv
ridade e perfeieao, qui as pessoas enten-
didas I he recon'hri i ni.
Tem agua e p > dentifieio.
DO
.....-"""' ma
DE LTNIVEttS
RA DO TRAPICHE N. 2
ROPA FEITA
NO
AKJIAZKJI
y^ iom :^s w j i
MEDERIC AliNOULT pre-fne ao respeilavel pnblicoj'que nesta data acha-se aberio este sen novo estabclc-
ciment. As pessoas que quieren honra-lo com sua presenca acha-lo-ho totlo montado de novo. OS QUAKTOS sao os mais
decentes possiveis; a limpeza e a cekrktade no servico, assim como a amen dado e o agrado dos donos e dos empn-gados nada dei-
\aro a desejar aos senhores viajantes.
.Veste estabelecimento acham-se reunidos um CAFE e um RESTAURANTE <> CAF ser sempre prvido
das bebidas e dos licores de primeira qualidade. ,.,.. ,,
O proprietario achando-se relacionado com os prmeros fabricantes de PAR e de BOHhALX, recebe todos esses gneros
de primeira mao, por isso acha-se habilitado para poder vende-tos por proco mais barato do que em qualquer outra casa. Acbar-
se-ha cerveja das marcas as mais afamadas nesta piuca ; c os amadores do JUGO DE BILIIAll hao de adiar um, novo e muito bom,
no (pial podero destraliir-se agrada-vjlmente. -No escriptorio de Antonio Luiz de Oliveira
> nnnmiiTn i vn *, / i Azevedo* C, na ra da Cruz n. 1, precisa-sc fal-
0 RESIAURANI achar-se-ha prvido das melhores conservas da Europa, afim de satisfazer o gosto de seus |ar com 0 Sr. Luiz Soares Uoteiho, runo de Jos
fi-eguezes, que adiarao sempre comidas mu variadas. j Soares Botelho e de Fortmatt tondida de Soum,
Tomim-se pensionistas e manda-se comidas para (ora por precos razoaveis. 8; To nuai^nsl! ?er vmd" Tara es
As pessoas que quizerem dar jamares em suas casas acharas sempre oMKDKRIC AR.\OlLr as suas disposicoes, mediaHe ,arijade em 1836, para he dar noticias de sua
ajuste previo.
(vmnasio provincial.
Al o dia lo de fevereiro estarlo abortas as ma-
triculas das seguintes aula.-, do gymnasio provin-
cial : lati, francez, inglez. greg, allemo, ma-
thematicas, gcographia e historia, eloquencia e
potica, pbiloaopbJa, lingua e litteratura nacional,
seieneias naturaes e msica.
Neme estabelecimento, mediante a mdica
i|uan!ia de 13 diarios, tem os alumnos internos ;
roupa lavada e engommad;., medico, botica, luz,
penna, papel, tintaecriado; para o servico.
Os meios-pensionistas pagam metadedessa quan-
tia, e os externos 133 |>or trimestre, podendo fre-
cuentar as aulas que quiz;rem. O secretario,
Cabral.____________'___________________
Precisa-se de urna criada, forra ou escrava,
para servir a una s pessor. : na ra das Laran-
geiras n. 5, primeiro andar
DE
Wi.^ % ^W^
b-
*4D
5)50002
Alugam-se as lojas do sobrado n. 44 em
a ra da Aurora : quem pretende-las diri-
ja-se loja dos Sis. Bastos < Magalhes,
na ra Nova, que a :haro com quem tra-
tar.
\m^m
%
foaf
IMPERIAL INSTITUTO
DE
NOSSA SEXHORA DO ROM CONSELHO.
Jk DI AURORA X. SO.
Sob a difeo^i, yeMUfo assignado acha-se funceionando este Instituto desde o dia 7
de Janeiro proxmojisssado, c nclle se cnsinam todas as disciplinas preparatorias para a
matriculado curso jurdico, de-de pri(Miras letlras.
Todas as cadeiras acham-se providas pelos melhores profesares, cuja lista ja foi
publicada nesle Diario.
Recebcm-se pensionistas, mcio-pensionistas e externos, pagando na seguinte pro-
porcao:
PENSIONISTAS.
Quartel de casa, mesa e luz...................... 100.5000
MEIO-PENSIONISTAS.
dem de mesa............................... 453000
EXTERNOS,
dem de cada preparatorio........._. ...... ........ 205000
Os pensionistas e raeio-pensionisias pagar.lo os preparatorios que esludarem razo
de 33000 men>aes, bem como os externos d'aula primaria.
Para mais esclarecimcnto- dirija Ti-se ao director, a qualquer hora, no Instituto, que
franqueado visita dos pas e correspondentes, bem como a todas as pessoas que nisso
tiverem interesse.
Recife, 1' de fevereiro de 1864.
Antonio AcocSTO Femieira Lau.
Maque obre l'ortngal
O abaixo assignado, agente do banco
mercantil Portuense nesta cidade, saca ef-
fectivamente por todos os paquetes sobre
o niesmo banco para o Porto e Lisboa, |ior
qualquer somma, vista e a prazo, po-
dendo logo os saques a prazo serem des-
contados no niesmo banco, na razo de 4
por cento ao auno aos portadores que as-
sim lhe convier : as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
tuiti e irmaos que se acham no Rio de Janeiro.
Prof'tssor de piano.
Jos Coelho da Silva e / raujo. bem conhecido
nesta cidade, contina le:cionar piano e musi-
, ca vocal por commodo preco : quem de seus ser-
j vicos precisar, dirija-se rua do Livramento n. 2t,
segundo andar.__________________________
Gelo, gelo, gelo.
Cora a chegada da nova nachina nao se expe-
' rimenta mais falla de gelo fabricado com agua do
Prata, todos os dias a qualquer hora, para por-
i-oes grandes ou encommendas para fra da pro-
] vincia Aerara haver aviso com antecedencia : rua
da Aurora junto a fundico onde tem a bandeira.
Aluga-se urna ama qua tenlia bons entumes,
e que se sujeite a dormir vm casa : na rua larga
do Rosario n. 3.1, segundo .indar.
/
INTERNATO
mm-

DE
@BW(M
tsial f Icrid na cidade de Rerife
Mob a Protec^So do Wiimmo Poniiflce Pi IX.
Director0 hachare! em nialheniaticas
BERNARDO PEREIRA DO CARMO JNIOR.
O director do inlernato de S. Be nardo, nao tendo evitado esforcos nem sacrificios
para proporcionar aos seus alumnos una perfeita educacao physica, moral, intellectual e ri
religiosa, offerecendo-lhes urna habitado com bstanles condicSes de salubridade, habis "J
professores que sao solcitos em prepar i-Ios convenientemente' ao lim que se destinara, 3
medico pratico que Ihes faca comprehender os preceitos da hygiene e Ihes cure das doen- Sj
cas,_e finalmente um sacerdote illustraco e honesto que Ihes explique os principios da re- i\
ligio chrisla, espera que assim constituido nao deixar o seu estabelecimento de mere- jx
cerdosSrs. paes de familias o auxilio c confianca com que j alguns o tem honrado; e ro
Ihes roga, Ix'm como todas as pessoal Interessdas, que se dignem de visitar o mesino ^
seu estabelecimento, onde sempre cncootrariio franco ingresso. ^.
Cadeiras de ensino :Primeiras lettras dividida em duas classes, tendo cada urna o f.lf
seu professor, latim, francez, inglez, arilhraetica, algebra e geometra, geographia, philo- S|
sophi a, rhetorica, desenlio e msica. v
0 collegio tem a sua sede no espacoso edificio n. 32 rua d'Aurora eontiguo ao do rt
collegio dos orphaos. ty.f
Nos estatutos do collegio, que estao a disposicao de quem os quizer ler, se acham '
consignadas as condi^oes de entrada e matricula as diversas aulas do estabeleci-
mento.
1QS2,
Alugim-seduas boas casas na rua Imperial, o ceiulterio
S;,,^.enrn6ntC,0m commoos P f^ide familia, I precisa dc um jardinciro a entender-se
e muito propnas para armazens de sal porter op- re*DeCtivo adminitr
timo desembarque no fundo, tendo urna dsllas,
grande quintal com tclheiro proprio para fabrica
de velas ou de qualquer especie. Urna casa na
roa do Cotovello n. 32, com bons commi>dos, s ul-
limamente pintada e catada : a tratar na padaria'
da rua Direita n. 84. '
UMM
trador.
K-----------------Wv&C&Hf&iifgi SWJS8S9
O bacharel Joao Francisco Teixeira
continua com o seu escriptorio de advo-
gacia roa do Queimado n. 28, primeiro
andar, onde podo ser procurado das 9
horas da manhaa s 3 da tarde.
Em quanto o Sr. Jos Joaquim Barbosa nao viei
ou mandar da villa do O" (para onde mudou-se oc-
cultamente) pagar os alugueis de perlo de dous
! i annos da casa em que morou, na rua dos Prazeres
da Boa-Vista, ver o seu nome neste jornal para
melhor ser conhecido dos proprietarios.
Wociedade de seguros uiuiuos
de vida Installada pelo Banco
i"nio na cidade do Porto.
Os agentes nesta cidade e provincia Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo Si C,, escriptorio na rua
da Cruz doBecife i. I, esto autorisados desde j
a tomar assignaturas e prestar lodos os esclarcci-
mentos que forem necessarios, as pessoas que de-
sejarem concorrer para to til e benfica empre-
zas, egurando um futuro lisongeiro aos associados
Aluga-se o 2U andar do sobrado da rua do
Imperador n. 79, bastante fresco, e decente para
urna familia : a tratar com Antonio Jos Rodrigues
de Souza, na rua do Crespo n. 15.
Aluga-se um excellcnte armazem com um
grande telheiro e urna excellente chamin, proprio
para qualquer estabelecimento de rednagao ou pa-
daria por ter sido ha mais de lo annos empregado
estes negocios, na rua dos Guararapes n. 20 : c
os pretendentes podem entender-se com Antonio
Alves Barbosa.__________________________
Precisarse de uma ama para casa de um es-
traiigeiro : a tratar na rua da Cadeia do Rerife n.
40, loja de rclojoeiro.
VESTUARIOS PRAO
CARNAVAL
Alugam-sc ricos dminos bordados de velludo
pelo baralissimo preco de 103 e 123 : na travesea
dos Expostos, sobrad n. 16, primeiro andar, As-
sim como tem um grande sortimento de vestuarios
a c.irarter, e domines em mtnto bom estado, que
se alugam pelo barato preco dc 3 e t>3 : as pessoas
que o anno passado alugaram na travessa das
Cruzes, venham nesta casa, que acharao mais ba-
rato db que em outra parte.
Aluga-se oarmazem n. 4 da rua do Apollo, e
oterceiroandar da casa n. 88 da rua da linpera-
triz j na rua da Aurora n. .'li.
Na rua de Apollo n. 20, podem-se dar infor-
macoes do Sr. Joaquim Thomaz da Cunha, que re-
side presentemente em Una.
Aluga-se a casa lerrea da rua Augusta n. 81,
edm 4 quartos, 2 salas, I quarto para despejo, quin-
lal e cacimba fra : a tratar com Joao do Amaral
Raposo, defronte da estacao das Cinco Pontas.
ATTENCAO.
Custodio Jos Alves Guimaraes avisa ao respei-
tavel publico e aos seus freguezes, que em vistas
de se adiar seu estabelecimento em obras aflm de
alargar mais o campo para o gallo de novo cantar,
afim de melhor poder servir seus bons freguezes,
com ludo em quanto durar as ditas obras conti-
nuar a servir seus freguezes no seu grande ar-
mazem com frente para a rua do Imperador com
entrada pela dita loja do gallo vigilante, rua do
Crespo o. 7.
Precisa-se dc uma ama para todo o \
ser vico do uma casa de familia: na rua
cstreita do Rosario n. 31, terceiro andar.
ATTENQAO.
Xa noite de 2 do corrent perdeu-se um relogio
de ouro e 1 cadeia com 3 bolas, 1 no nielo e as ou-
tras as pontas, vindo do Pojo at a entrada de
Sanl'Anna, e teve-se por nolicia no dia seguinte (3)
que foi adiado de manhaa cedo por um crioulo :
ento pede-se a uem o acliou que dirija-sc ta-
berna do Manguinho, da calcada alla,que ser bem
recompensado pelo seu adiado, ou en to declare
sua morada para ser procurado._____________
UM fallida de Auioiiiu, Fra-
goso, Mantos tfc C.
Aos senhores credores que ainda nao apresen-
taram seus ttulos'roga-se queiram faze-lo no pra-
so de 8 dias, contados dest;. data, sem o que del-1
xarao de ser contemplados i;omo laes._________|
O abaixo assignado faz sciente aos seus fre-
euezes e detectores, eaorespeitavel corpo do com-
mercio, que no dia Io do crrente mez venden o
seu estabelecimento de calcado ao Sr. Jos Mar-
ques de Airosa Braga, ficando o mesmo senhor
obrigado ao activo e passivo do mesmo estabeleci-
mento. Recife 3 de feverei '0 de 1864.
F. J. Rcgallo Braga. _____I
O abaixo assignado fa/. sciente aos freguezes
e devedores, e ao respeitavel corpo do commercio,'
que comprou o estabelecimeoto de calcado do Sr.!
I'rancisco Jos Regallo braga, silo no largo do Cor-
po Santo, e que firou ao seu cargo o activo e pas-j
sivii do mesmo estabelecimento, o qual promette
continuar a servir bem, e com a mesma prompti-1
dao que sempre se encontrou no espaco de 20 an-
j nos que pertenceu ao Sr. Francisco Jos Regallo;
| Braga, pois mejulgo apto paa isso, visto eu te-lo
administrado quatro annos. Recife 3 de fevereiro
! dc 1864.Jos Marques Airosa Braga.
$> i iisiuo de Inglez e francez.
Joaquim Pedro da Rocha Pereira, autorisado
pela directora geral de instnircao publica, ensina
partcnlarmeote inglez e francez, no primeiro an-i
dar do sobrado da rua Direila n. 93, onde pdei
i ser procurado. ____
LETREIRO VEROS.
Nesle estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa ?ita de
todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vontade dos concur-
rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim como tambem tem um
grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras,
bomens e meninos.
Casacas de panno preto, 350 e 300000 j Ditos de setim preto. .
Sobrecasacas dem, 300 e 250000, Dl{os de ditos e seda branc0)
Paletos idem e de cores, 250, 60 e.......
205, i 50 c......10000'; Ditos de gorguro de~ seda
Ditos de casemira, 200, 150, pretos e de cores, 60, 50 e
120, 100 e .... 70000 Golletes de fustaoe brim bran-
Ditos dc alpaca, 50, 10 e 30500. co, 30500, 3^ .
Ditos ditos pretos, 90, 70, Seroulas de'brim de linho,
i 50.4e......30500, 20iOO e .
Ditos de brirn e ganga de c- ; Ditas de algodao, 10600 e. .
i res, 40aOO, 40, 30OO e. 30000 camisas de peitos de linho,
! Ditos branco de linho, 60,50 e 4^000 44, 35 e. ,
! Ditos de merino preto dc cor- Ditas de madapolo, 20500,
j dao, 100, 70 e..... 50OOO| 20 e........
i Calcas de casemira preta, 120, Chapeos de massa, pretos fran-
l 100,80c. 70000 cezes, 100, 90 e. .
i Ditas de cores, 90, 80 e. .
i Ditas de meia casemira de co-
res, 50000 e.....
Ditas de princeza e merino pre-
! to de cordao, 4#500 e. ,
Ditas de brim branco e de co-
\ res, 50, 40500, 40 e .
Ditas de ganga de cores, 30 e
Colletes de velludo preto e de
cores, 90 e......
! Ditos de casemira preta, 50 e
\ Ditos de ditas de cores 50
40 e........
70000 Ditos de fltro, 50, 40,30500 e
Ditos de sol, de seda, 124,
40000 110, 70 e......60000
Collarinhos de linho fino, ulti-
''0000 ( ma moda.......
Sortimento completo de grava-
20500' tas.
20500 Toalhas para rosto, duzia, 110,
e........
Chapeos deso, de alpaca, pre-
tos e de cores.....40000
Lences de linho.....30000
Cuberas de chita chineza.. 20000
70OOO
40000
30500
'n^iw^MiMiniiiiii
0 Pavto vende para a quaresma.
Grande sortimento de fazedas pretas para a quaresma, vende-se na loja do Pavao, rua da Ira-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Vendeni-se ricas capas pretas muito bem enfetadas com mangas e sem ella: soulambarqucs de
grosdenaples preto muito bem enfeitados; manteletes grandes a imitagao de capas, ditas do fil-
preto, pelerinas de fil preto bordados, ricas rotneiras de relroz enfeitadas com vidrilho, ricos chales
de relroz prelo, superior grosdenaples preto, sendo de 13600, 13800, 23000, 23200, 2*300 e 33000
o eovado, sendo muito boa fazenda para o preco, superior mourentique prelo, sendo fazenda larga
e muito encorpado. sarja preta hespanhola muito eurorpada a 23000 o eovado; todas estas fazendas
vendem-se por preco muito mais barato dc que em outra qualquer parle.
Ricos vestidos pretos.
Vende o Pavo.
Vendem-se os mais ricos corles de vestidos de grosdenaples prelo, ricamente enfeitados a velado
a iniitacao de vestidos a soutambarques, trazendo cada corle todos os enfeites precisos; fazenda mui-
to moderna, e vende-se por preco muilo em conta, na loja e armazem do Pavao, rua da Imperairiz
n. 60 de Gama & Silva.
CAMBRAIAS! CAMBRAIAS!!!
:--!UM IIO QUEOIADO--39
Custodio, Carvalho A C.
Attencao.
Cambraias brancas com grandes flores para vestido cada corte tem 6 1|2 varas
vara dc largo pelo barato prego de 33 cada um carie, esta barata fazenda pelo preco
lidade muito convm a uma casa dc familia, pois se pode applicar a diversas obras.
Para acabar.
Organdvs finos escocezes a 240 rs. o eovado, nicamente para acabar.
Filo de ,linho.
Fil de linho liso fino a 500 rs. a vara.
I
Gustav Haucke, Allemao, vai para Kuropa.
Alogl-se a casa terrea da ruada Mangueira
n. 9 : a tratar da rua da Cadeia n. 21, loja da Pri-
mavera.
.los senhores sacerdotes.
Precisase de dous caixeiros de 12 14 annos de I .precisa-se de um padre para coadjutor da ma-
idade, com pratica de taberna ou sem ella r lala-1 ""." d? c'dade do Aracaty, da-se boa vanlagem, e
se na rua Novan. 61.
Precisa-se de uma ama para casa de pouca
familia : a tratar na rita Direita, loja de fazendas
n. 62.
D-sc 143000 pelo aluguel deum escravo on
urna escrava de 14 16 annos, para o servico de
uma casa de duas pessoas ; a tratar na rua o Li-
vramento n. 9.
pode fazer mais de 2:0003, o que melhor que o
ordenado de um iuiz de direito : os pntendeutes
dirijam-se rua da Cadeia do Recife n. 37.
Uma canoa.
Precisa-se comprar uma canoa de um su
trala-se na rua da Cadeia n. 37.
J. Borstelman vai l Macei,
-- Aluga-se o armazem do sobrado da rua"?
Irata-se no ("ampo Verde, rua do
Aluga-se um bom sitio na Capunga, a
casa de vivenda com inuitos eommodos e l
tes arvoredos de boas fructas, cacimba con
tu, finque para banho d'agua doce, a beira
Junto ao porto do Lasscrre : a tratar na
pao
be;,no-n:'20,XadodolJraTranVdr9' W SW.Vmm*. 74.
ati mil r\
i\\\l\!i\
1x4 ou crvS
Precisa->e de ama ama para cozinhur : na rua
larga do Rosario 11. 12, segundo andar.
Aluga-se uma casa terrea, rua do Ouro n.
?2; 1 tratar com o solicitador Manoel Luiz da
m boa
astan-
bom-
do rio
rua do
AMA.
O homem soiV'ro> estrangeiro ou brasloijro, que
precisar de nma mC< de boa conducta, paira ser-
vicos internos, dirija-si.
rua da Gloria n. |.
A o pubt^o
No dia 7 do correnle gavera uma rrda de ca-
veiga, Qqcoiu Francisco Jos Leite na rua do Im-' valhadas no Monleiro pelos distinctos cavalleiros
- 'ugar, tocara uma banda de m "
perador.
Advocada.'
O bacharel Joao Goncalves da Silva $ \
Montarroyos tem escri|itorio na rua es- 1J
Ireita 1I0 Rosario n. 17, onde pod-) ser !
procuiado das 9 horas da manhaa is 3 }j
ila larde dos dias ntcis. M
UM
do mesmo lugar, tocara uma banda de mJs'ca ('as
mais afamadas deste lugar, e subir um ba,.'' ao
acabar o divertimeato.
Antonio Jos Rodrigue.- de Souza alaga a sua
casa e sitio do Monteiro, em frente ao oitao da
igreja de S. Panlaleao, com bastantes eommodos :
a tratar na thesouraria das .oterias, rua do Cres-
po n. 15.
Sja I)eseja-se saber onde reside ne^ta ci- g
a dade o Rvm. Francisco Raphael Fernn-
jg| des, da villa do Principe, ao mesmo se
82 pede que annuncie a stn morada.
Aluga-se o segundo andar e grande sotio flo
predio da rua de Apollo 11. 31, tendo no andar 3
salas, o quartos e grande cozinha, e no sotao salas,
quartos e cozinha : a tratar na rua da Cadeia do
Recife n. 64, loja.
Fo^o do ar
Na fabrica da viuva Rufino da eslrada de Joao
de Rarros recebem-se encommendas de qualquer
artigo tendente a esla afte, assegurando-se boa
execucao c modicidade nos procos : a tratar no
oito da secretaria de polica, armazem da bola
amarella._______________^___________
- Arrenda-se o eneenho Itapessoca na fregu- seu cohsiiiuinte e quu a venda
zia de Tijucupapo, moente e corrale, com uma l'^Pnclano pretende delle fa/.ei
grande praca de salinas, contendo 360 marinhas, o >iass;ir pmpnedade do mesmo
sal, que fabrica-se nao inveja-sc ao do Ass, com
fonos de cal prela, tendo a pedra com a maior fa-
cHidade; tem seis sitios de eoqueiros lodos de
fruclo ; tambem so vende o referido engenho :
quem o pretender |r qualquer das lrmas annnn-
ciadas, pode-se dirigir a rua da Gloria n. 70, que
achara com quem tratar.
Na praca da Independencia ns. li e 16 ha
i'.'ira aJUj-ai ;; um mulato do 80 annos de ida de.
jtrnprio"piw,|V|n.i| ^.-r sorvlco.
Na rua da Cadeia do Recifo n. 13, terceiro an-
dar, precisa-se de uma ama para cozinhar. prefe-
re-se can;-;-,
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da
(jmhoa do Carmo n. 8 : a tratar na loja de Bas-
tos & Magalhaes.
iemaul;is na villa da Escada.
Izidoro Camello da Rocha Cavalcanti faz sciente
que legalmeule autorisado para solicitar causas no
foro la Kscada, encarrega-se de promover quaes-
quer quesloes ou cohrancas dc dividas por mdico
ajuste : quem uois dc sus serviros quizer se uli-
lisar, dignar-se-ha procura-lo na villa da Eseada,
casa defronte da Cadeia, e na cidade do Recife, en-
tender-se como solicitador Hurgo- poijce de Len,
rua Imperial, sobrado n. 6\.
Precisa-se de 6003 a premio de 2 0|0 por oito
mezes, dando-se seguranza em um predio.
Precisa se de umn ama para uma casa de
pouca familia, para todo o serviro de casa de por-
tas dentro, de cozinhar c engommar : na rua
Nova n. 49, junto a igreja da Coticcicao, se dir
quem precisa.
Na rua do Vigario n. 10. escriptorio de M"
j. vamos e Silva & Genros, deseja-se fallar com
os borJeiros do fallecido Antonio Felippn Dormont
Pesi'oa, que residem na ilha de Itamarac, a nego-
cio d. seus inleresscs.
"ao cmrmval
por 8/?000.
Alnaa se "'"sluario e cabelleira : rua do Qoei-
Jos Moreira da Silva vende o terreno sepa-
rado pela linha frrea, que leon alm do sitio da
rua Imperial, sendo o dito terreno murado pela
frente do poenle. rom 780 palmos, tendo algtins
arvoredos e um excellente viveiro de muita pro-
duccao. Outro terreno defronte da casa grande,
cornos fundos para o oeste, tendo alguma cantara.
j aterrado ; tem perto desembarque, c faz quina
para a nova rua, tendo de f-ente 8,372 palmos.
'm terreno cora alicerecs paia duas casas, na rua
da Concordia, confronte as cisas do Sr. Manoel
Anlenio de Jess : a tratar na rua estreila do Ro-
sario com o mesmo Moreira, em seu armazem.
- Precisa-se fallar com o Sr. Joao Marques
Racalho Jniora negocio de seu interesse, na rua
da Cruz 11. I, escriptorio de .\utonio Luiz de Oli-
veira Azevedo & C.
O abaixo assignado, como procurador bas-
tante de Joaquim Francisco do Espirito Santo, de-
I clara que o hiate Camaragibe est hypolhecado ao
la voluntaria que o
er em Icilo, lem de
ao comprador com
todos os seus onus como de lei; faz-.se esla ob-
servancia a quem o queira arrematar, para que
nao se chame a ignorancia. Recife 6 de fevereiro
de 1864.
Manoel Jos Gcncalvcs Braga.
I>-se comida para lora, por preco muito di-
minuto : na rua Direita n. ",.
Dase :I35000 mensaes pela aluguel de uma
preta que saiba cozinhar e engommar, c de um
moleque de 13 16 annos, que saiba fazer com-
pras e o servico interno dc urna casa de familia ;
na rua lama do Rosario n. 2f-, segundo andar.
Acha-se anda em branca o asenlo do bap-
tisado de uma filha do Sr. Francisco Ferreira da
Rocha Leal por falla do nome Je sua senhora, que
na occasiao no souberam dar.O vigario,
V. II. de Rezende.
Jos da Silva Aroso, subdito portuguez, reti-
ra-se para a Europa.
Aos .senhores dc engenho.
OITerece-se uma pessoa para leccionar em qual-
quer engenho primeiras letras, grammatica portu-
gueza e irithmetca : qtiem pretender, dirjase
rua Augusta 11. 65, das 6 as 9 horas do dia, e das
4 em diante, que se dir quem .
Tendo o abaixo assignado de ir a Europa
tratar de sua saude, pede a quem se julgar seu
credor, apresenlar sua conta no largo do Carmo,
esquina da rua de lionas n. 2, segundo andar ;
assim como pede s pessoas que tem penhores cm
seu poder de os ir remir no praso de 13 dias, do
contrario serlo vendidos para seu pagamento. Re-
cife 4 de fevereiro de 1864.
______ Narciso Jos da Cosa Pereira.
Precisase de uraa ama para cozinhar em
casa de pouca familia : na rua da Roda, sobrado
de um andar com venesianas por cima da taberna
na esquina._____________________________
Ensino particular.
L. E. II. Vianna tem aberla aula particular de
latim na casa n. 28, primeiro andar, rua di Ma-
triz da Boa-Vista, s 8 horas da manhaa._______<
A viuva do tinado Jacintho Jos Cactano con-
tina com o mesmo negocio de cozinha para as-
signantes particulares, procos eommodos; cuja
viuva moradora na rua da Cadeia do Recife n.
8, segundo andar.______________________
Precisa-se de um feitor para tomar conta do
um sitio, que emenda de pianlago de hortalice,
melocs, etc., tomar conta de alguns pretos, e tra-1
balhar com elles : quem estiver nessas circuios-.
lancias, dirija-se rua Imperial n. 22, ou rua do
(Jiiiimado n. 38, a fallar com Hermenegildo Eduar-1
do llego Monteiro.________________________
Ilontem 3 do corrente desappareceu da rua;
da Moeda n. 33, um menino por nome Joaquim,
tendo uma belide cm um dos olhos : quem o adiar
pode entregar na casa cima, que muito se agra-
decer^^_____________________________
I A pessoa a quem for offerecido o 1 tomo do
Girondinos, vertido em portuguez, e roubado ha
poneos momentos ao seu legitimo dono, cujo nome j
tica nesla typograpliia, pde-o comprar, certo de j
que ser indemnisado. Nesta mesma typographia
encontrar com quera entender-se.
O Dr. Jerooyin) Vilella de Castro lavares
contina a advogar no crime e civel, commercial
e ecclesiastico, em seu escriptorio na rua do Cres-
po, sobrado de um s andar h. I, defronte da li-
viana economica.do Sr. Nogueira. Pode ser pro-:
curado al 3 horas da tarde.________________ i
Precisase alugar uma escrava que saiba en-!
gommar e cozinhar solTrivelmente, que naolenha!
vicios nem molestias, ou faz-se hypotheca em ;il
guma que tenha as qualidades cima : a tratar em
Olinda, na padaria do Varadouro se dir quem faz
esse negocio.
Compra-se cffeclivamenle ouro e prata em
obras velhas: na praca da Independencia n. 23
loa de bilhetes.
Compra-se urna escrava que saiba bem coser
e engommar : a tratar na rua da Imperatriz nu-
mero 20.___ _^____________
Compram-sc accoes da caixa filia! do banco do
Brasil: na ruada'Cruz n, 23, primeiro andar, es-
criptorio.
Compra-se a Columneida poema heroi-
co cmico inapresso nesta cidade de 1829 a
1834 : na liviana da praca da Independen-
ra 11. rj e 8.
Compra se uma vacca tourina que seja boa
leiteira, e 11111 negro idoso sem achaques, c que
sai a tirar leite : a tratar na rua da Imperatriz n.
13, loja de calcado.
Compram-so Diarios para erabrulho a 33800
a arroba : junio ao quartel de polica, rua larga
do ''osario ns. 13, 17 e 19.
OMFRi-i:
cobre, latao e chumbo : no armazem da bola ama-
rellano oito da secretaria de polica. ________
~ Compra-se urna escrava que seja mena e que
saiba lavar e engommar com perfeico :" na rua
larga do Rosario n. 34, botica.
YENDAS.
Ycudeiu-se cai*5es vastos a
1 JJfttOO: nesta tvpographia.
Vende-se uma pequea taberna e com pou-
cos fundos, sila na rua da Soledade n. 8, freguezia
da Roa-Vista.___________________________
Para o carnaval.
Xa loja e armazem da arara rua da
. Iriz n. 06.
AVISO.
COMPRAS.
O abaixo assignado precisa fallar ao Sr. Jorge
Seocovich, subdito austraco, a negocio de grande
urgencia : na rua da Cruz, c isa dos Srs. Ilieber
i\ C. ii- 4. Thomaz Bassich.
A mesa regadora da irmaodade do Senhor
Bom Jess dos Passos da freguezia de S. Pedro
Goncalves do Recife, em vi ludo do convite da
mesa regedora da veneravel i rdera terecira de S.
Francisco, convida a todos os irmaos para eompt-
recerem 110 dia 10 do corrente, pelas 2 horas da
tarde, na igreja do Corpo Santo, alim de acompa-
nhar a procissao de cinza.O ssrivao,
___________ Jos da Cunha.________
Precisase de um moro i'e 13 20 anuos pa"
ra Sr caixeiro para lora da cidade : quem pre-
tender, tlirja-sc rua do Livramento n. 4.
Compra-se uma preta, moca, que sai-
lia bem engommar : na estrada do Man-
guinho casa n. 84, antes dechegar a ponte.
vC>f
<~s- cm
S[f3 M
Coenpra-se os ulencilios para una pa-
daria : a tratar na rua Nova nume-
ro 30.
jjao,:^^ m^ c^^nsaaa
m
No c;'n'> d'Apollo n. 55, compra-so
uma escrava moca que seja de boa conduc-
ta e saiba vestir e pontear mnteos, paga-
se bem agradando.
Compram-so tres venesianas goles eu ici-
to, com algum uso : na rua do Imperador n. 20.
Imper.
Vende-se fil de linho branco e de cores para
vesluarios por ser bonitas cores a 160 rs. o eova-
do, tarlatana de cores a 500 rs. a vara, sargelira
de cores bonitas a 280 rs. o eovado, ganga encar-
nada a 320 rs. o eovado, tlela de cores a 320 rs. o
eovado, manguitos com pafos e Otas de cores a
300 rs., camisinhas para senhora a 2, manguitos
e gollas bordadas a grox a 15, ditos dc fil a
152D0, velhutnas de cores e prela baratas: rua
da Imporairiz n. 56, na lojada arara.__________
Vende-se para~seguada e torca-feira um ex-
cellente domin de velludinho de bom gesto em
cor e modello, que se faz negocio por todo e qual-
quer preco : na rua do Livramento n. 10.
\ i 11I10 puro de Lisboa
a 3J a caada, e 400 rs. a garrafa, queijos frescos
; a 25, manteiga ingleza flor a 720, franreza a 340,
l caf a 260, cha uxim a 23600 e 45400, preto a
i*>6i)0, espermacele a 340, do Aracaty a 320, tou-
cnho novo a 280, chourica a 640, arroz a 100 rs.,
alpsta a 140 rs., azeilc doce a 640 a garrafa, vi-
nagre de Lisboa a 200 rs., cavallinhas a 60 rs.,
sabao massa a 200 e 240 rs., gomma a 80 rs., fa-
rdo c milho a 33300 o sacco, cm cuia a 160 rs. :
no armazem da estrella, largo do Paraizo n. 14.
Palitos de dtntet,
Vende-se na rua da Cadeia do Recife n. 23 a
140 rs. o maco, e de 10 para cima a 120 rs., sendo
lich.'.dos e muito bous.
Masqu
Na rua do Queimado n. 32, loja em frente do
Livramento, vende-se um lindo vestuario de ser-
lanejo por preco commodo, proprio para o diver-
timento do Carnaval.
-.
T


Diario de Peraanibuco ftabbado ; de Fevereiro de 1S4.
- r
I
l.K Win: ME1 <>IU{O
NO
ARMAZEM
DO
CALCADO.
45 Ra Direita 4o
Aproveltem eiu (|iianto lempo!
Borzeguins francezes de lustre pa-
ra homem................. 50000
Borzeguins francezes de cores pa-
ra meninas................ 20000
Borzeguins franeczes pretos para
meninas.................. 20500
Sapatos de lustre para senhora.. i#000
Sapatos de lustre s avessas..... 500
0 homem do movimiento nao estaciona.
MNTE E SE1IPRE
GUERBA AOS INIMIGOS
Nao se admitte a uniao comiiiemal.
Nao seqaer a diaba da allianca.
Nao se teme a loria dos corsario.*.
Este anno ha de ser hlssexto.
Os canhdes estito preparados.
FOGO! BOM F0(*0!! MELHOR FOGO!!!
Ab ixo a liga d'agua no vinagre
Viva a liga do genuino Cheres com o fiambre!
Viva o conservador das conservas inglezas!!
Yivam os liberaes freguezes do BALIZA!!!
Vivam todos que lerem es le a u nuncio.
SENHORES E SENHORAS.
O proprietario do grande Armazm do lializa estabelecido rua do Livramento ns.
.38 e 38 A, defronte da grade da igreja, acata de recuzir os preeos de quasi todos os
gneros; do seu magnifico deposito.
A tarifa abaixo publicada attesla hern esta verdade.|
A guerra aos inimigos, est portanto, assim declarada.
As pessoas,anda asmis exigentes,qiese dignarem vir este estabelecmento,
ficarSo por certa muito satisfeilas, nao s quanto s qualidades dos gneros,
tratameato todo attencioso que se Ibes dar.
UNIAO
MERCANTIL
RA A i A IIKIA 1IO REOFF. HT. 5.1.
NOVO E
Rua do <|neliuado uniueros
4 e 55,
sta disposto a continuar a vender pelos preeos
baixo declarados, pois para principar o novo
uno.
Caixas de obreiasde cola muilo finas a 40 rs.
aras de franja de laa de todas as cores a 40 rs.
I i tas de tranca de laa de todas as cores a 0 rs.
lillas de trancelim branc muito superior a 20 rs.
Trancas de alfmdao brancas c de cores a 80 rs.
Duzi.is de meias para senhora muito superiores a
[3,5800.
Grozas de pennade ac muito finas a oOO rs.
Caivetes de duas e tres folhas a 500rs.
Ditos de urna folha a 80 rs.
Ca[xas para rap, muito bonitas de calungas, a
00 rs.
Gabachos redondos e compridos a 500 rs.
Caixas com muito superiores obreias a 40 rs.
Varas de franjas brancas e de cores, largas, a
60 rs.
Patos de botifea para punho muito bonitos a 120 rs.
Car retis de linha Alexandre com 200 jardas a
I X) rs.
Car oes de linha Pedro V com 200 jardas a 60 rs.
Ditos de linha de 50 jardas a 20 rs.
Iuz a de meias brancas para homem a 15600.
Gaias com soldados de chumbo a 120 rs.
Tint.-iros de vidro com superior tinta a 160 rs.
Ditode barro a 100 rs.
Gro as de botOcs ue louca pratiados a 160 rs.
i Tescuras muito finas para costura a 320 rs.
I Dita ditas maiores e mclhores a 400 rs.
' Escc vas para limpar dentes muito finas a 200 rs
I Dita i para unhas a 800 rs.
' Laa le todas as cores para bordar a 75 a libra.
Caixis com phosphoros de segurancaa 160 rs.
Alm documprimentodos deveres da boa educaccf, haver dora em diante anda! Cadcrnos de papel tranco e axol alo r*
maior capricho em sasfazer i todos que honiarem esta casa. Pacoie de papel nmuade a 600 rs.
Os gneros pelas qualidades e preeos annunciados, sero offerecidos ao examc,^!,5 com l anveloPes mui, superiores
dos Srs. compradores. Naoreceieo publico que se pratique o contrario, como em outras Icadern- de papel decores, grande e pequeo a
casas, que ate annunciam o que nao tem___O UaUza nao Ilude___ 40 rs. '''
T ,, ,. iSilaLarios portuguezes com calungas de todas as
Licores tnglezes e francezes em vazos de di-1 qmiidades a 320 rs.
versos tamaitos a l.ooo, l,5oo e 4,8oo! Graxa em latas muito nova a 100 rs.
rs. a duzia I **arti s e taboadas para meninos a 60 rs.
Manteca inoleza flor a 8oo ra n lihra o ,in 9** ?om s"Periores iscas para charuto a 40 rs. Champagne da marca mais superior que
tihnSrSSuSta^^^JEii S^fi de ""? de cores T1 m *2fi* w rs- ^ *<> s*> mercado a 18^0 gigo,
Ilutas para Cima seta aoettO umoarril na Rara hos muito linos para voltarete a280 rs.
Ameixas franeczas em caixinhas e em frascos
<3e diversos tamaitos a l,2oo, l,0oo,
2,ooo, 2,5oo e2,8oo rs. e a libra a 8oo rs.
Amendoas novas a 32o rs. a libra.
Azeite doce refinado a 8oo rs. a garrafa.
dem de Lisboa a 64o rs. a garrafa e 4,8oo
rs. a caada.
Alpiste a 46o rs. a libra, e 4,8oo rs. a arroba.
Afroz do Maranho, da India, e Java a 8c e
loo rs. a libra.
Ale tria branca e amarella a 4oo rs. a libra.
Araruta verdadeira a 32o rs. a libra.
Balitas novas em gigos de 30 a 4o libras por
I ,ooo rs. e a 4o rs. a libra.
Biscoitos inglezes Lunch a 18oo rs. a lata de
5 libras.
GENDB ARUZEU DE MCLEADCS
RUA DA CADEIA 1IO RECTFF \. ..
Francisco Femandes Duarte acaba de abrir na rua da Cadeia do Hecifen. 53, um grande e surtido armazem de molhados de-
nominado Vnio Mercantil. Neste grande armazem encontrar sempre o respeitavel publico um completo sortimento des melhores
gneros que vem ao mercado, tanto estrangeiros, como nacionaes, os quacs sero vendidos em porces ou a retalho por preeos asss
'commodos.
Manteiga ingleza especialmente escolhida
de primeira qualidade a 00 rs. a libra,
em barril se faz abatimerto.
j Manteiga franceza a mais superior do mer-
cado a 5(50 rs. a libra, e 50 rs. em barril
ou meo.
Prezuntos inglezes para fiamlre, de superior
qualidade, chegados neste ultimo vapor, a
720 rs. a libra.
Queijos lamengos chegados neste ultimo
vapor a 20tOO.
Queijoprato muito fresco e novo a 040 rs.
a libra.
Castanhas muito novas a 120 rs. a libra e
e 30000 a arroba.
Cha uxin o melhor que ha neste genero,
mandado vir de conta propria a 25800
rs. a libra.
Cha hyson muito superior a 20560 rs. a li-
bra ; cha hyson proprio para negocio a
10500 rs. a libra.
Cha preto muito superior a 23 a libra.
Bscoutos inglezes em latas c )m diflerentes
qualidades, como sejam criknel, victoria,
piquelez, soda, captain, ;;ecd, bornez e
outras muitas marcas a 1350.
Bolachinha de soda em latas grandes a 20.
Figos em caixinhas hermticamente lacra-
das, muito proprias para nimo a 15500.
Caixinhas de 4 e 8 libras de figos de coma-
dre a 10 e 20 cada urna.
Passas muito novas, chegadas neste ultimo
vapor a 500 rs. a libra e 30 um quarto ;
e em caixa se faz aba timen.o.
Amexas francezas em latas do meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e Sardinhas dcNantesa 340 rs. oquartoe 560
15200 a caada. | rs. meia lata.
Azeite doce retinado cm garrafas brancas a Latas com peixe em posta : savel, corvina,
, 800 rs. vezugo, cherne, linguado, lagostinha, a
Azeite doce de Lisboa a GiO rs. a garrafa e 15300 rs.
45800 acanada. Salmoem latas, preparado pela nova arte
Genebra de llollanda a 500 rs. o frasco e I de cozinha, a 800 rs.
55800 a frasqueira. .Maga de tomates em latas de 1 libra a 600
Caixinhas com ameixas francezas, ornadas! ris.
com ricas estampas na caixa exterior, Choui cas e paiosem latas de 8 e meia libra
muitopropriasparamimo,a 1520o, 15500; por 75.
e 25- jTouc'mho de Lisboa a 320 rs. a libra e
Frasco de vdro com lampa do mesmo, con-' 85C00 a arroba.
tendo meia libra de ameixas francezas, a Bolaxinha ingleza a 320 rs a libra e 45 a
15200. barrica.
Marmelada imperial, dos melhores conser- Sa8u muit0 novo a 2i0 rs- a llbra-
veros de Lisboa, em latas de 1 e meia a Cevadnha de Franca a 200 rs. a libra.
2 libras a 600 rs a libra. Fannha do Maranho a 120 rs. a libra.
Fructas em calda das melhores qualidades1 Aramia verdadeira a 320 rs. a libra,
que haem Portugal em latas hermtica- levada a 120 rs. a libra e25 a arroba.
dem de diversas marcas em latas menores
a l,3oo rs.
dem de Lisboa de qnalidade especial em la-
tas grandes e pequeas a 3,000 e l,5oo rs.
Bolachinias americanas, a 3,000 rs. a barrica
e 2oo rs. a libra.
Banha de porco a 4lo rs. a libra, e em barril
a 4oo rs.
Baldes americanos muito proprios para com-
pras a l.ooo rs.
Cha huxym, hysson e perola a 3,ooo, 2,8oo,
2 5oo, 2,ooo e l,6oo rs.
dem preto a 2,000, l,6oo e 1,qo rs. alibra.
Chanpagne a melhor do mercado a 12,oooo
gigo e a l,2(io rs. a garrafa.
Chocolate francez primeira qualidade a I,loo
rs. a libra,
dem hespanhol a l,2oo rs. a libra.
dem suisso a 1,000 rs. a libra.
Cerveja branca marca Allsopps a ,5oors. a
duzia, e a ioo rs. a garrafa.
Cognac inglez a 64o rs. agarrafa a 800 e a
l.ooo rs.
Concervas inglezas em frascos grandes a 75o
rs. o truco.
dem francezas de muitas qualidades a .'ioo
rs. o frasco e a 5,5oo r>. a duzia.
Charutos neste genero temos grande sorti-
mento tanto da Babia como do Hio de Ja-
neiro a l,6oo, 2,2oo, 2,ooo, 3,ooo e4,ooo
rs. a caixa.
Caf doCear muito superior a 28o rs. a libra
e a 8.000 rs. a arroba.
dem do Itio a 3oo e 28o rs. a libra.
Ceblas a 9oo rs. o molho com mais de loo
ceblas.
Chouricas e paios a 72o rs. a libra.
Cevalinlia de Franca a 2oo rs. a libra.
Cevada muito nova a 80 rs. a libra.
Copos lapidados a 5 e 6,000 rs. a duzia.
Doce de goiaba em latas a 4oo rs. a libra.
dem de caj em latas a 320 rs. a libra.
Ervilhas francezas e portiiguezas a 5oo e 64o
rs. a lata.
dem seccas a 16o rs. a libra.
Figos de comadre em caixithascom8 libras
por 16oo rs.
Farinha do Maranho a 12o rs. a libra.
Farinha de trigo muito superior a 12o rs. a
libra.
Farelo em saceos grandes a 4,000 rs. o sacco
Genebra ingleza marca gato a 1,00o rs. a gar-
rafa.
dem verdadeira de Hollanda em frascos muito
grandes a l,2oo rs. o frasco.
dem de Hollanda em frascos pequeos a 5oo
rs. o frasco.
dem de laranja a l.ooo o frasco.
Gomma do Aracaty a 80' rs. a libra.
Graxa a loo rs. a lata e I,loo a duzia.
Linguas americanas de grande tamanho a
l,ooo cada urna.
presenca do comprador,
'dem de 2.a e 3.a qualidade a 7oo, 600 e 4oo
rs. a libra,
dem franceza a 560 rs. a libra, eem barril
por menos,
dem em latas a 25000 e a 15500 a lala.
Massa de tomate em barril a 480 rs. a libra,
dem em lata a 640 rs. a lata.
Mostarda ingleza 400 e 600 ris o puto.
Marmelada imperial dos melhores fabrican-
tes de Lisboa a 600 rs. a libra.
Marrasquino de zara a 800 rs. o frasco e a
85 a duzia.
Massas para sopa, tailiarim e macarrao a
480 rs. a libra,
dem finas, eslrelinlia e pevide, caixinba
. com 8 libras a 15000.
Nozes a 16o rs. a libra.
Peixe preparado de escabeche, da melhor
qualidade que tem vindo ao mercado, a
15 a lala.
Presunto de lamego muito superior a 480
rs. a libra,
dem para fiambre (inglez) a 640 ris a
libra,
dem americano a 400 rs. a libra.
Papel almaco a 35000 a resma.
I lem de peso a 25 a resma.
Palitos para denles a 100 rs. o mafo.
Dito dito de fiar a 200 rs.
Ditos do gaz a 2|200 a groza
PassasDovaa a 480 rs. a libra c a 15800 a
caixa.
Queijos flamengos do ultimo vapor a 25500.
Dito londrino a 000 rs. a libra.
Dito prato a GiO rs. a libra.
Sardinhas de Nantes a 320 rs. a lata.
Dita de Lisboa a 010 rs. em lata grande.
Sag muito superior a 240 rs. a libra.
Sal refinado,em potes de vidro, a 000 rs. i
o pote.
Sal.o massa a 120, 160, 200 e240rs. a
libra.
Inucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Dito de Santos 300 rs. a libra.
Tijolo para limpar facas a 140 rs. cada um.
Vassouras americanas a 64o rs, cada urna.
b em do Porto a 400 rs, cada urna.
Velas de carnauba e composico a 320 rs. a
libra e a 105 a arroba,
Icem stearinas superiores a 560 rs. o
maco, e em caixa por menos.
Vinho do Porto, neste geneno temos o me-
lhor sortimento possivel, que vendemos
por preeos muito haixos a 15 a garrafa e
a 10/ e 12 a duzia.
dem Cherry, e da Madeira em barrs e em'
caixa, a 125 a caixa e o barril conforme o
tamanho
dem de Figuera e Lisboa, em ancoras de'
8 a 9 aadas, por 285000.
Dito em pipa a 35000, 35500 e 45ooo a ca-
ada
dem do Porto, denomiuado Baliza, a 55 a
caada,
dem idem em garra/oes a 25500, com o
garrafo.
dem de Bordeaux, das melhores marcas que
vem ao mercado, a 65 a caixa e a 640 rs.
a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 15600, !58oo e 25000 a
aada.
Idtm idem.em garrafes com 5 garrafas, por
15 com o garrafao.
Vinho de caj a 15 a garrafa. Este vinho
lem dez annos.
Rodinhas com allinets francezes a 20 rs.
Cart; s de alfineles francezes Dnos a 40 rs.
Cani retes de cabo de raadreperola de duas folhas
a .VM) rs,
-uvas brancas de algodao finas a 80 rs.
Miadas de linha frxa para bordar a 60 rs.
O Vihiiic (la Moda.


WB&&
garante-sea superior qualidade.
Vinho Bordeaux das melhores qualidades
que se pode desejar de 75500 a 85000 a
caixa e 720 a 800 rs. a ganafa.
Caixas com vinho do Porto superior de 95
a 109 a duzia, e 900 a 15 a garrafa; Oeste
genero ha grande porcio e le differentes
marcas acreditadas que j se venderam
por 145 e 155 a caixa, como ejam: Duque
do Porto, Lagrimas do Doc ro, D. Luiz,
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muito novas a 640 rs. a libra.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Amendoas de casca molle a 400 rs. a libra.
Avelas muilo novas a 200 rs a libra.
Amendoas confeitadas de diversas cores a
800 rs. a libra.
Macas e peras chegadas neste ultimo vapor,
muito perfeitas, s vista se faz o preco.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada um.
Ervilhas francezas e portuguezas em latas de
1 libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate francez, o qnfha de melhor neste
genero, a 15200 a libra.
Chocolate hespanhol a 15200 a libra.
Genebra de laranja cm frascos grandes a 19.
Cerveja branca e preta das melhores marcas
que ha no mercado a 500 rs. a garrafa e
5*800 a duzia.
Alpstaa 160 rs. a libra e 45800 a arroba
Batatas muito novas em gigos com 40 libras
por 15 e a 40 rs. a libra.
Cebollas a 15 o molho com mais de 100 ca-
da um.
Caf lavado de primeira qualidade a 300 rs,
a libra e 95 a arroba.
Caf do Cear muito superior a 280 rs. a li-
' bra e 85100 a arroba.
Caf do Rio, proprio para negocio, a 85.
Arroz do Maranho a 100 rs. a libra 6 25800
a arroba.
Arroz de Java a 80 rs. a libra e 25MOO a
arroba.
Vellas de spermaceli a 560 rs. a libra e
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
so e a 95 a arroba.
Doce de goiaba a 640 rs. o caixo.
Macarrao, tailiarim e alelria a 480 rs. a li-
bra ; em caixa se faz abalimento.
Eslrellinha,pevide earroz demassa para sopa
a 400 rs. a
AOTA FLORIDA
De Murray d' Lanman.
Este raro qno delicado perfume (
q uisi que incxtingnivel c to chelo imosa fragrancia o frescura como o
d .'licado cheiro des proprias verdoen-
laflorcs. Durante oa meses calren-
la do vero o sen tuso torna-se nineu-
tbnicnte aprazivel o deeejavel ein een-
qnencis da influ lica refrigirante u
Biave que ella prodni sobre a pelle:
qnanto que usada no banho ella
aparte ;i" Corpo lnguido e caneado
urna certa clasticidade de vigor o forca.
1 'la imparte tnin-yair/n-ia as feiqcs,
". panno, tarda t lertoeja di
Lie apelle.
.'i
Cognac inglez de superior qualidade a 800 'n^,^,3 l,ibr,ae !* acaixam GJ^-
t 1 j->on -. oarrif-, i Palitos de dente hxados com flor a OO rs.
e i0zuu a garrata. Q ^^ ^^ |ixados gem flr g m ^
Licores francezes das seguintes quabdades: I 0 maso com 20 massinhos.
Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames Gomma de engommar muito fina a80rs. a.
e de outras muitas marcas a 15 a garrafa ii,ra
e 105 a caixa.
15 a garraf
800 rs. a garrafa e
Cames, Madeira secco, Carcivellos, Nec-'
tar de 1833, Duque Genuino. Marrasquino de Zara a
Vinho de pipa: Porto, Figuera e Lisboa, a' 9# a u"117-'3-
400,480 e 560 rs. a garrafa, e 35, 35200 Mostarda ingleza em potes j preparada a'
e 35500 a caada. 400 rs.
Vinho branco de superior qualidade, vindo Mostarda ingleza em p, em frascos grandes,
j engarrafado a 640 rs. a garrafa e a 500 a 15 cada um.
rs. de barril. 1 Sal refinado a 500 rs. o pote.
Banha de porco refinada a 480 rs. a libra e
400 rs. eni barril pequeo.
Charutos dos melhores fabricantes de S. F-
lix, em caixas inteiras ou em meias, de
156O0, 25 e 35.
Presuntos do reino, vindos de conta propria
de casa particulada 400 rs. a libra; met-
ro se faz abalimento.
Os senhores que comprrem de 1005000 para cima, terao o descont de 5 por cenlo, pelo prompto pagamento.
J TOMO ORIENTAL BE KEMP
PARA OS CABELLOS,
una preparacao admiravel para lim-
p ir, afonnoeear, eoneervar e restbale*
ccr os cabellos.
venda as boticas de Caors & Barboza,
rua da Cruz, e Joao da C. Bravo A C, rua
da N adre de]Deos.
'ara particulares.
No primeiro armazem da escadinha,
hassando a ponte, csipiina da rua da C.a-
Ueia, vende-se o seguinte :
Milho em saceos de 24 cuias a 4.
Feijo dem idem a -\,%
Mil
zr as as c P O
> r. T 33 **J H 2
x> -S ra c f> 'A
ili's-s-|3s:s-i
crea.
83 >
o t
Jl
g-l
ea. a
3. fcr: 2 sa.'
Barricas da breu com 8 arrobas, de superior
qualidade : na rua da Cadeia do Recite n. 56 A,
oja Ide ferragens de Bastosj _______________
Vende-se o enyenlio S. Manuel, sito na fre-1
puezia do Rio Formoso, e a mnrgem do rio Seri-1
nhacm.o qual demarca com os engenhos Cachoei-
ra, Chango e Gamelleira, me com agua c muito
copein, tem capacidade para safrejar .oOO pie.
annuajs, e se acha quasi todo em mata virgem,
distando do embarque l|4legoa: quem pretender,
dirjase rua doVigario n. 5, que achara cora
quem tratar.____
Cal de Lisboa
rh.'gai'.a ltimamente ; na rua do Vigario n. 10,
primeiro andar_________________________
l,uvas de pellica.
Chegaram para a toja d'aguia branca, rua do
Qneimado o. 8.
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COMMERCIAL
Kil IIO OUKl U %SIO M. 46,
Passando o becco da Congregado segunda casa.
mmi mwMm' ide n^a
NOF1DADE.
Pereira Rocha AC. acabam de abrir na na do Qneimado n. 15 om armazem de molhados denominado Claiim CommerckU,
ondi' o respeitavel publico encontrar sempre um completo sortimento dos melhores gneros (pie vem ao nosso mercado, osquaes
serao vendidos por preeos omito resumidos como o respeitavel publico ver pela tabella abaixo mencionada : garante-se o bom peso
e boa qualidade dos gneros comprados neste armazem.
Arroz do Maranho, da India e Java a 80 e
I (JO rs. a libra e >400 a 2*81)0 rs. a ar-
roba.
Ameixas francezas cm latas e em frascos a
1-5200 e I 000.
Amendoas com casca muito novas a 280 rs.
a libra.
Alpista a ICO rs. a libra e a l600 rs. a ar-
roba.
Azeitr doce francez muilo fino em garrafas
grandes a OOO rs. a garrafa.
dem de Lisboa a 010 rs. a garrafa.
Araruta verdadeira de matarana a 320 rs. a
libra.
Avelas muito grandes e novas .1180 rs. a
libra.
Batatas muito novas a 40 rs.
as t p

1
o
2 er
09
22.
er

Varrcduras de farinha c milito
por preco commodo : defrontc da escadinha, no
armazem do Anncs n. 7.
Bscoutos inglezes de diversas marcas a
lf300 ris.
Bola'clinhas de suda, latas grandes, a 2;$ rs.
a lata.
Ditas inglezas muito novas a 3r>000 a barr*
quinha e a 200 rs. a libra.
Banha de porco refinada a 440 rs. a libra e
eem barril a 410 rs.
Cha hysson, huchin e perola a I r)600, 2#,
20, 2^800 e 30000 a libra.
dem preto muito superior a 10000 rs. a li-
bra.
Cerveja preta e branca, das melhores marcas
que vem ao mercado, a 500 rs. a garrafa
e 50800 a duzia.
Cognac inglez fino a 000 rs. a garrafa.
Conservas a 720 rs. o frasco.
dem, sude pepino, a 70 rs.
dem, s de azeitonas, a "50 rs.
Charutos dos nielliores fabricante.; da Babia
e especialmente da fabrica imperial de
Candido Ferreira Jorge da Costa, a 10800,
2SO()0, 20200, 20500, 20800, 30000 e
30500 a caixa.
Caf do Bio muito superior a 200, 280 e
300 rs. a libra 1 7 >'oo, 80 e r-0500 rs. a
arroba.
Chouricas e paios muito novos a 800 rs. a Palitos de dentes a 120 rs.
libia. Id.'indcfra200rs.
Cevadinha de Franca muito superior a 220 Patitos do gaz a 20200 rs. a grosa.
rs. a libra.
Cevada a 80 rs. a libra.
Ervilhas portuguezas 1 GiO rs. a lata.
dem seccas muito novas a 200 rs. a libra.
Figos de comadre e do Douro em caixinhas
de oito libras e canastrinhas de i arroba a
10800, 50500 e 280 rs. a libra.
Farinha do .Maranho a 120 rs. alibra.
Farinha de trigo a 120 rs. a lihra.
Genebra de Hollanda verdadeira marca VD
a 560 rs. o frasco e 00200 rs. a frasquei-
ra.
dem em garrafes de 3 e 5 gales a 5->.'iOO
e 70500 cada um com o garrafao.
Gomma do Arcaly a 80 rs. a libra.
Graixa a 100 rs. a lata c 10100 rs. a duzia.
Licores muito finos a 700 rs. a garrafa.
dem, qualidade especial e garrafas muito
grandes, a l>800rs. a garrafa.
dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, garrafa forma de pera e rolha de vi-
dro, a 10000 rs., s a garrafa vale o di
nheiro.
Manteiga ingleza perfectamente flr, desem-
barcada de pouco a 800 rs a libra, e de 8
libras para cima se far urna dilTcrenca.
dem franceza muito nova a 500 rs. a libra,
e em barril lera abalimento.
Massa de tomates em barril a 480 rs. a li-
bra,
t dem era lata a 040 rs.
Marmelada imperial dos melhores conserva-
ros de Lisboa a 600 rs. a lata.
Marrasquinbo de Zara, fiascos grandes, a
800 rs.
dem regular a 500 rs.
Massasparasopa : macarrao, tailiarim e ale-
tria a HO rs.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Peixe em latas preparado pela primeira arte
de cozinha a 10 rs. a lata.
Palitos de (lentes a 160 rs. o masso.
libra.
Passas muito novas a 480 rs. a libra.
Peras seccas muito novas a 600 rs. a
Painco a 200 rs. a libra.
Queijos flamengos do ultimo vapor a 20400
ris.
dem pialo a 010 rs. alibra.
Sardinhas de Nantes a 320 rs.
Sag muilo alvo e novo a 260 rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tijolos de limpar facas a 140 rs.
Vellas de carnauba pura a 360 rs. a li-
bra.
dem stearinas muito superiores a 600 rs. a
libra.
Vinho do Porto engarrafado o melhor que
ha neste genero e de varias marcas, como
sejam : Velho de 1815, Duque do Porto,
Madeira, O. Pedro, D. Luiz I, Mara Pa,
Bocage, Chamisso e outros a 800, 900 e
10000 a garrafa, e em caixa com urna du-
zia a 90000 e 100000.
dem em pipa, Porto, Lisboa e Figuera a
480, 500 e 560 rs. a garrafa e 33, 3*S|
e 40 a cunada.
dem branco de Lisboa muito fino a 500 rs.
a garrafa,
dem de Bordeaux, Medoc e S. Julien a 700
c 800 rs. a garrafa, e 70000 e 70500 rs.
a duzia.
Idem.MorgauxeChateauluminide 1854, a 10
a garrala.
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e
10200 re. a caada.
Kirsk garrafas muito grandes a 10800 rs.
Alm dos gneros cima mencionados te-
mos grande porcao de outros que deixanos
de mencionar, e que tudo ser vendido |>or
pecas e carnadas, tanto em poires como a
retalho.
Quem comprar de 1000000 pata cima te-
r o alate de 5 por eento.



\
Diario de Pernaoibueo NaMadott de Fererolro de 1861.

ATTENCAO
9 LARGO IDO CARMO O
GRANDE SORTIMENTO
DO
I-E
P3
PROGRESSI
37% IMS CKUZES jtf. 3
E
RA DO CRESPO N. 9
\o bairro de *ano Antonio.
Jo.iqtiiui lime (iomes de Souza seientifica a seas numerosos fregu
zes e ao publico cm geral que acaba de establecer um novo armazem le molhados
ruano Crespo n 9, aonde se encentrar serapre os melbores gneros de estiva, que
L\
OREO 3 ,A
NO
ARMAZEM
O liARCO M BK\aiA IO
lYumisco remande* Ouare deno deste muito acreditado armazem
se vbndero a retalho c por atacado, por menos dos que se vendcrc-m cm outra qulqer de molhados, acaba de receber neste ultimo vapor os mui desejados gneros escolhidos
parte, afhancando-se aquellas pessoas que eomprarem nestcs armazens l superior qua por elle na Europa, todo muito proprios para a fasta os quacs est resuivido a vender por
P.
A FESTA.
DARTE & C.
parte, alliancand o-se aquellas pessoas que omprarem nestes armazens i supen
lidade de gneros, precos commodos e bom acondicionamento.
0 armazem da ra do Crespo situado no mellior local desta cidad; com as-
seio que de necessidade manter-se com estes estabelerimentos, faz crer a seu pro-
prieario, que ninguem deixar de sortir-se n*um estabelecimento aonde se encontra sin-
cerii ade, para ir-se comprar aonde se nao oITcrecem tantas vanjagens.
Senda este armazem no verdadeiro ponto de partida para os arrabaliks desta
cidaje, nao ser dilieil quelles senliores que tem de partir nos mnibus darem suas
encotnmendas neste armazem. quesempre lhes olTerecer os mais agradi\eis gneros.
Participam aos scus numerosos freguezes e ao publico em geral que acaten de a lpbra.
precos baratsimos como ver5o pela segumte tabella, e mesmo pede a tedos os Srs. da*
praca, de engenhe e lavradores para que mandem uas relaces para serem despachadas
no armazem do Progresso do largo da Pcnba n. 10, afim de Terem a grande vantagem
que tiram, tanto na snperioridade dos gneros como nos pregos asss resumidos,
os Srs. que nao poderem vir poderao mandar seus portadores ainda qae nao tenham pra-
tica, que sero to bem servidos como se virasem pessoalmente.
O interesse que tira o proprietario deste acreditado armazem. j deve ser bem co-
nhecido pelos seus nnmerozos freguezes, pois simplesniente consiste em servir bem e ga-
Ch terola de especial quaiidaile a 2,8oo'rs.' Bolaxinha de soda e lunch erc latasVaides'nhar pouco, afim de conseguir a continaacodaqoeU-is pessoas, que a primeira vez se dig-
a 2.000 rs. cada lata.
rafa.
ber de sua propria encommenda, o mais. lindo e completo sortimento de molhados, dem hysson muito superior a 2,7oo rs. a Cognac de superior qualidade8oo rs. a gar-
Os qttacs vendem por gTOSSO e a retalho por menos 10 por cento do que outro qualquer liara.
annunciantc, como vero pelaseguinte tabelh que abaixo notamos, garantindo os mes-' Idem| uxim a 2,5oo rs. a libra,
mos poprietarios nao so o peso como a qualidade de seus gneros. | Idemlhysson a ,3oo rs. a libra.
I Idemlidem a 2,ooo rs. a libra.
narem honrar o seu estabelecimento.
Queijos flamengos ebegados neste ultimo Ararula verdadeira a 32o rs. a libra.
ATUSO.
.- i i .**. 2,qoo rs. a libra.
Todos os senuores que compnrem _p ira negocio ou.caM particular d^1005 para Heml-dem inferor a i>6oo rs. a
dem muito superior a l.ooo rs. a garrafa
Cal a 28o e 32o rs. a libra, e a 8,ooo e
9,ooo rs. a arroba,
dem preto de qualidade muito especial a Cerveja das melhores marcas do nosso mer-
libra.
vapor a 2,ooo rs.
dem do vapor passado a 1 ,8oo rs.
dem prato muito novos e de superior qua-
lidade a 4oo rs. inteiro, e a 5oo rs. a
libra,
cado de 5,ooo a 6,ooo rs. a duzia, e Seo Doce de goiaba fino em eaix5es com 2 *'*
rs. a garrafa. hbras por 6oo rs.
cima te.-o mais 5 a 10 por cento de abatimento, os proprietarios scientificam mais que CQampagne a mt,|h,. t(m \ r;oo Conservas nglezas a 75o rs. o frasco e 8.600 dem mais baixo a 54o rs.
todos os seus gneros sao recebidos de sua propria encommenda, razio esta para podej rs l, garrafa e 18ooo ggo re a duzia
vender por muito menos do que outro qual iner estabelecimento. ^ dem nferior a 10,000 rs. o ffiro e i 000 rs Doce em calda a 5oo rs. a lata
M.-nteiga ingleza flor a 800 rs. a /ibra.
Castanhas muito novas a 2,000 rs. a caixa, e
a 16o rs. a libra.
Farinha do Maranho muito alva e cheirosa
a 12o rs. a libra.
Sag muito novo 24o rs. a libra.
Sevadinha de Franca a 2oo rs. a libra
Sevada muhv>nova a loo rs- a libra.
Cominhos, emdoce e pimenta do remo a
36o rs. a libra.
Genebra de Holhmda a 5,5oo rs. a frasqwei-
ra com 12 frascos, e a retatuo a 5oo s.
cada um.
Bolinho fr.mc.ez e em caixinhas de "00 a
4,060 rs. cada urna.
Ide-m francesa a mais nova do mercado a. 060
rs. a libra, e 54o rs. em barril,
dem de porco refinada muito alva 46o rs.
a tib-a.
Prezun'o para fianbre a 800 rs. a libra.
Cha o m miudinho vindo de conta propria,
o mellior do mercado a 2,8oo rs. a libra.
Idea hyson de superior qualidade a 2,600 rs.
a libra.
Idjin pe.rola o melhor que se podedesejar a
2,Too rs. a libra.
Id m preto muito fino a 2,5oo rs. a libra.
Ideo mais batan pouco a 2,000 rs. a libra.
,Idem mais baixo a l,8oo rs. a libra.
Viubo (ni Alto Douro vindo do Porto engar-
ral'ido garante-se a superioridade deste vi-
nh). das seguintes marcas : Duque, Ge-
du no, vel 10 secco, especial lagrimas do-
l 18I9, vinho especial ). Pedro V.,
vit no v-'lio, Nctar superior de 1833, Du-
que do Porto de 1834. vinho do Porto ve-
itie superior, madeira secca de superior
quali iade. vinho do Porto superior D. Lu-
izl de 1847, lagrimas do Douro espe-
ciai, vinho do Porto de l.oooa I.ioo rs.
a garrafa o de lo.ooo a 14,000 rs. a caixa
com urna duzia.
Bobchinha de soda especial encommenda e a
mais nova que ha no mercado a 2,2oo rs. a
lata.
titos inglezes das melhores marcas em
litmhasde 2 libras a l,3oo rs. a lata.
Idi 3) inglezes craknel em latas de 5 e 7 libras
000 a 6.000 rs. a lata, e em libra a
) rs.
Queijos do ruino chegados pelo ultimo vapor
a i.Soors. cada um.
lil'im prato ;i "00 rs. a libra.
Manteiga ingleza flor a mais superior do
mercado a 72o rs. a libra.
Vellas de carnauba e composicao de 32o a *"va" gL"rra"' j uem c goiaba cm caixas e civersos tama-! dem de segunda qualidade a 64o rs. a libra. dem em botija hamburgueza a 4oo rs.
36o rs. a libra e de 10,000 a H.ooo rs. a < Cnoco|ate |raBCWj hespanhol. e portuguez a ^xos e de diversas qualidales de 64o a!Manteiga franceza de primeira qualidade a Genebra de laranp a l,ooo rs. os frascos
arroba. a 9c|o e l,2oo rs. a libra l-ooo rs. cada urna. 56o rs. a libra, e 52o rs. era barris ou grandes.
Genebra de Hollanda em botijas de conU a Cnam*os d((S me|||0res fabricantes da Babia Emilias francezas muito nova;, de 48o a 64o meios. Vmho de caj o melKir que ha 1 mercado
440 rs. a botija, e em duzia ou em barrica; e d qualil].1(I(S especialmente escolhidos, rs. CM perola neste genero nao ha nada a de- a l.ooo rs. a garrafe.
sejar, e de especial qualidade, mandado Pahios do gaz a 2,30o- rs. a groza e 2o rs.
vir ik conta propri a 2,8oo rs. 1 libra. a caixkiha.
dem huxim o mellio- do mercado a 2,6oo tkm 2n macinhos.
ter abatimento.
de .ooa 4.."ho rs. a caixa. dem portugnezas a 72o rs. a lata.
Massaspara sopa macarrao, talhanm e aletria Farnh*fa d Mar.inhr to H ldm ser,^ a -2nn rs. a libra,
a 48o rs. a libra c em caixa tera abati-
mento.
libra
dem (
dem estrellinba. rodinba e pevideem caixi-. yinln
nhas de 8 libras, muito bem enfeitadas de!
2,5ooa 3,5oo rs. a caixinha e a 600 rs. a
libra.
Boce de goiaba cm caixas le diversos taa-
nnos de 600 a l.ooo rs. o caixo
Sabo massa de 2oo a 24o rs. o melhor, em
caixa ter abatimento.
dem hespanhol a 28o rs. a libra.
Peixe em latas muito novo ; savel, pescada,
corvina, salino c outras militas qualidades
preparada de escabeche 2 a arte de cosi-
bem
dro
Vassouras do porto com arcos de ferro a 32o
e araruta verdadeira a 4oo rs. a libra.! rs- ^"a,la "na- I a,,il,ra- .
do Alto Douro engarrafado, e os mais Velas de espermacete da ra Uior qualidade dem de segunda qualidade a 2,oo rs. a
escolhidos, lagrimas do Douro, D. Pe-] a 6o rs. o ma?o.
600 rs. o maco. libra.
V, D. Luiz I, Duque genuino,' Nctar IJtm ,lc carnauba c composie) a 32o e 36e dem hysson muito superior a 2,5oo r. a li-;
superior, Malvasia fina, Bastardo, e oatros! rs- a 1'l,ra e lo,ooo rs. a aToba.
a 11,
nha de l,2oo a l,8oo rs. a lata. nQiao Ln;A nna 1 <^* /
1 n o n oataias minio no\as a 1,000 rs. o gi?o. e 60
Figos em caixas de 1 arroba, 'e 8 libras |,.....
a 8,000 i,000 e 2,ooo rs. a caixinha.
Barris de vinho braneo de quinto, marca B
A Filho a 60,000 rs. o barril.
Marmelada imperial dos mtlhores conservei-
ros de Lisboa a 64o rs. a Utinbade 1 libra,
ha latas de 1 c 2 libras.
Massa de tomate em latas deliradas de 1 libra
a 64o rs. a lata.
Ameixas francezas em cakinhas elegante-
mente enfeitadas de l,5oo a 3.000 rs. a
caixinha, tamhem ha latas de 1 ','* a 6 li-
bras de l,2oo a 4,5oo rs. a lata.
\ dem em frascos com lampa de rosca a l,6oo
ErviUi.is seceas chegada neste ultimo-navio
a *6o rs. a libra, e e porcao se faa aba-
timentO'.
Banba de porco refinada a 48o rs. a libra e
.000 e 12,ooo rs. a duzia e 1 000 rs I Tijl-' para limfnr facas a 1 o rs. cada um. dem pretohomeopathicomuito fino a 2,ooo I 42o rs. em barril,
agarrafa Toueinho de Lisboa e Santos a 2o rs. a libra.: rs. a libra. Vmho .'jraoco de superior qualidade proprio
dem Cherrv e Madeira a LSoo rs a garra- Sevada muito nova a loo rs. si libra. Bolachinha de soda chegnda neste ultimo | para missa a 64o rs. a garrafa,
fa e 6 000 rs a duzia Peixe em latas grandes, savel, pescada, cor- navio a 1,35o rs. a lata, deste genero ha Ameixas francezas em caixinhas elegante-
vina, e outras sjualidadesa r,ooo rs. cada grande porco e de diferentes marcas,
|aia que se vendem todas pelo mesmo preco' a
Papel greve pautado e liso de 3,ooo a 4.000 vontade dos-compradores.
rs. a resma. tem em latas grandes a 2,000- rs.
Passs muito novas* 8,5oo a cafan e 48o rs. dem propria para lanche era latas grandes
a libra. a l,9oo rs.
Palitos lixados para dentes a 14o re. o maco. Marmelada imperial dos mellwres fabrican-
Idem Bordeara de diversas marcas de 8,000
a loiooo a duzia, e 800 rs. a garrafa.
Bolaxinhas americanas a 3,000 rs. a barrica,
e 2o(i rs. a libra.
rs. o frasco.
j Chocolate portoguez, hespanhol, francez e
soiaso a l,2oo rs. a libra.
Conservas ioglezas das seguintes marcase
Mixde-Picles e cebollas simples a 75o rs
o frasco.
AtuGoretas de vinho colares a 5o,ooors., e
a 72o rs. a garraf
Vinhr em pi ia das mais acreditadas marcas Sa rd i nhas de .Nantes a 32o rs. a latinha.
> sej;imBA F., PUB, JAA, pairas
nanitas marcas, Porto, Lisboa e Figtielra;
5U), 50o, 04o e 800, rs., e o do
Porto fino r;n garrafa, e cm esnada a
3,000. 3,Soo, 4,ooo e 6,5oo rs. o melhor
i Porto.
Id :u H' rdoam das mais acreditadas marcas
a loe rs. a garrafa, e a 8,000 rs. a caixa-
Gan Q "> garrafas de superior vinho
1! i Port' a 2,2oo rs. com o garrafao.
dem com garrafa de vinho da Figueira mais
proprio para a nossa estaco por ser mais
fn seo a i, loo rs. com o garrafo.
11 m som 5 carrafas de vinagre a l,2oo rs.
com o garrafo.
Vi ,,( !; toco o mais superior que vem ao
nosso mercado a 5Go rs. a garrafa, e a
4,3X) rs. a caada.
esparmacate as melhores neste ge-
ncr) de 56o a 64o rs. o maco, e em cai-
xa lera grande abatimento por haver
graade porcSo.
Azeil 1 h,ce ^m barril muito fino a 64n rs.
.1 girrafae 4,8o, 1 a canaik.
dem francez retiido a Noo rs. a garrafa.
:lhas francezas e purtuguezas a 64o rs. a
lata.
Bobetas eom doees SOCC is de Lisboa de Son
a 'i ;'i00 rs. rula urna.
Toueinho deLisboa a 3oo rs. a libra, e a
!),im.k) js. 1 arroba.
a muito novas a 16o rs. a libra e 4,800
. a arrolla.
Cal d') I-.*, 2.1 e 3.1 qualidade de 26o, 3oo
o rs. a libra, do Cear de 7,8oo, 8,600,
e O.ioo rs. a arroba do melhor.
4,1 o/. 1a India, Java cMaranho de 2,800 a
3,0(0a arroba, ede8oaloors. alihra.
Pdssa; muito novas a 8,5oo a caixa e 5oo
1 libra, ha caixas meias e quartos.
ia de Franca a 24o rs. a libra.
Saj finito novo a 28o rs. a libra.
Charutos das mais acreditadas marcas de
2.5oo a 4,000 rs. a caixa.
Cbampagnhea mellior do mercado de I2,ooo
a 2 i,000 rs. o gigo, e de 1,2oo a 2,ooo rs. a
garrafa.
Papel greve paulado ou liso a 3,5oo rs. a res-
ma.
dem de peso pautado ou lizo de 3,500 a
4,000 rs. a resma.
Gomma muito fina e alva a 80 rs. a libra.
MtthO alpista e painso de 16o a 2oo rs. a li-
bra.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a grosa e 2oo rs. a
duzia.
Vasos inglezes de 4 a 16 lunas vaste, muito
proprio para deposito de doce manteiga
ou outro qualqoor liquido de l,ooo a
3,000 rs. cada um.
Licores das melhores manas e mais finos
a 1,000 rs. a garrafa e em caixa ter abati-
mento.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
e lo,5oo re. a caixa.
Cbouricas as mais frescas do mercado a 800
rs a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a
1,000 rs. o frasco.
Serveja das mais acreditadas marcas de
5,5oo a i>,;>o:) a danta e de mais a 5oo rs.
a garrafa.
dem em botijas e meia*. sendo preta da
muito creditada marca T de 6,6oo a 7,8oo
rs. a duzia.
Cenote em moflios grandes a Sooomolho
640 o cento, e a 6,000 rs. a caixa
Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
Farinha do Maranbao a 14o rs. a libra.
TLjolo para limpar facas a 16o rs. cadaum.
Cominbo a 4oo rs. a libra.
Erva doce a libra.
Canella a 1.000 rs. a libra.
Batatas a l.ooo rs. o gigo com 32 libras liqui-
das e 3,ooo rs. a caixa de duas arrobas.
rs. a libra.
Banha de porco refinada a 48o rs. a libra, e
em barril a 14o rs.
Vinho em pipa de Lisboa, e FigmHra, deS.ooo
a 4,oop rs. acanalla, e Boa rs. a garrafa.
dem de Lisboa em ancoretas de 8 a 9 cana-
das por 27.000 rs.
dem do Porto muito especial a 5f6oo rs. a
canadr e 72o rs. a garrafa,
dem em garrames com 4 i garrafas por
2,5oo rs. com o garrafo.
Vinagre de Lisboa muito superior a 2,ooo
rs. a caada,
dem m;is baixo a f.rioors. a caada, e 2oo
rs. a garrafa.
dem em garrafTies com 4 j garrafas por
1.2ooj rs. com o garrafo.
Manteiga ingleza a 500, 7oo, 800 e- Ooors. a
libra de primeira qualidade.
dem franceza a 56o rs. a libra rm barril, e
a GofL rs. a retalho.
Ameixas francezas em caixinhas com ricas
estarrtpas no exterior de l,2oo a 2,000 rs.
cada urna.
dem em frasco de vidro de diversos taa-
nnos a ,5n:> e .."ou rs.
dem em latas de 4 12 e 3 libra a 1,3oo e
2,3o 1 rs. cada nina, e a 800 rs. a libra.
Figos do comadre em bazinhos da folha pro-
prio- para mimos a 1,60o rs. cada um.
lien ''ni eafadnbas de folha a 39d rs.
dem coi caixas grandes a 2oo rs. a libra.
dem em latas ermeticamente tecradaa de
1,6o a 3.0110 rs.
Arroz da India e MaranhSo a 80, loo e lo
rs. a libra.
dem de flor a 2oo rs. o ma Preznnto para fiambre ingleses e americanos
a 85o rs. a libra,
dem do Porto a 48o fs. a lib a.
Queijos prato de 48o a 600 rs. a libra.
dem tondrinos os meiores qtiseencontram
neste mercado a 800 rs. a libra.
tes de Lisboa a 64o rs. a lit-a.
Frutas em calda em latas de 1 ,coo a 5oo re.,
neste genero ha diversas qualidades a es-
eolher.
Champanha superior das marcas mais acre-
ditadas a 1,5o rs. a garrafa e 15,ooo rs.
o gigo.
dem flamengos viudos no ull mo vapor de Serveja das melhores marcas qpc_vem ao
2,800 a 3,ooo rs.
Sanlinhas de Nantes muito novas a 32o rs. a duzia
a iaia dem preta superior a 56o rs. a garrafa e a
mem.e enfeitadas com ricas estampas- a
l,2oo, l,5oo e 2,ooo rs. Gada urna.
dem francesas em frasco drvidro com taaa-
pa do mesmo contendo I j libra a 1,2^0
rs. BO o frasco val quase o dinheiro.
dem em latas de 2 libras por l,4oore.
a retalho, e-a 800 rs. a libra.
Figos de comadre muito noros em bahuzi-
nhosmuito proprios para Mimo al,28o rs.
Wem em .caitas para retalho a 16o rs. a
libra.
Passas de carnada a 48o rs. a libra e ero
quarto com 8 libras por 2,5oo rs.
Bolaxinhas ingb>zas de superior qualidade a
2,000 rs. a barrica, e a 2ors. a libra.
Sag muito novo a toe rs. a libra,
dem muito superior a 28o rs. a libra.
Sabo maca de diversos qualidades a2oo e
21o rs. a libra.
11 inferior de Lio a 18o rs a libra.
Genebra de Hollanda em frasqueiras a 6,5oo
rs.
dem hamburguezaenvditas ai,800rs.
dem de Hollanda em garrafiies grandes a
.'I.'loo-cada 11111.
dem eia botija a 4oo rs. rs. c ida urna.
Garrafos vasios de diversos tamanhos a.'ioo,
64o e-l,2oo rs.
Gomma do Aracaty a loo rs. a libra.
Graixa a loo rs. a latay e 1,2' o rs. a duzia.
Licores finos francezes em g; rrafas- e fras-
cos de diversos tamaihos de 600 a. 800 rs.
cada um. *
Marmelada imperial de 1 dos os censervei-
ros "le Lisboa a 64o e 76 rs. a libra.
Massa de tomate muito nova' a <>') rs. a
libra.
Marrasqoinode /.ara 1 Mo re o frasco,
dem 1 ni frascos graneen a 8( o re-
Cominhos mnito noves a 5oo is. a.libra.
Erva-doce a 24o re. a libra*.
mercado a 5oo rs. a garrafa t-a 5,000 rs. | Cbocolate Graneas o melhor sejar ueste genero a l.ooo rs. a libra.
Magas para sopa estrelinha, pevide. arroz de
maca a 48o rs. a libra, e em caixa a So,ooo
"i, 4oo rs. a duzia.
Vinlio Bordeaux de dilerentes marcas, e as
melhores do mercado a 7.000, 7,5oo e
8vooo a caixa eaea urna duzia, 9 em gar-
rafas a 64o, 7oo e 800 rs., garante-se a
boa qualidade.
dem Figueira de-superior qualidnde a 48o
re. a garrafa e3.5oo rs. a caada.
dem de Lisboa a<2.8oo re. a caada e 4oo
re. a garrafa.
dem do Porto de superior qualidade para
rs. cada urna, macarrao, talherim, c alc-
triaa 4oo rs. a libra
Ameni'oas de casca mole a 4oo rs. a libra.
Avelans muito novas a 2oo rs, a libra.
Kr-.ilhas francezas muito novas em latas-
geandes 1 6ee rs.
dem em ditas pequeas a 4oo rs.
Maca (le tomate em latas de I e 2 libras a
64o rs.
Salmao em latas-de l '/ libra a 800 rs.
Amendoas de casca mole muito novas a 4oo
rs. a labra.
Azeitonas superiores a 1,200 re. o barril. Pimenta a 36e rs. a libra.
Alpisla a 1 lo rs. a libra e 4,6o a arroba. Gravo da India a 64e> rs. a libr;.
Letria a 4oo rs. a libra. i.aunella a 1 ,loo rs. a libra.
Biscoitos e bolachinhas inglesas as ultimas Alfazema a2oe rs. a libra.
chcgailas ao nosso mcrcadoa l,2ooe l,4oo Sal refinado em fraseos de \n n a 600 rev
bs. cada lata. 0 frasco.
ATTENCAO
O proprietario dos armazens do Progresista jamis dekur deoffemeer aos seu
freguezes tudo o que for preciso para que sejam bem servidos, e como a festa se aprexi-
me, ptima aoccasio dos sena freguezes experimentaren a realidade, que nuncadt-
asr de ser mantida pelo proprirtario deetes armazens.
Loja do beija-llor.
Jifias crnas para liomcm.
Yi'iulcin-se owita eraaa ira Immcm a i'> a tln-
zia : na ra do Quuinadu, loja do bcija-lor uume-
ro63.
.lirias |iara seubura.
Yondem-se meki.- para senhora a 33200. 45 e
iAJeu a duzia : na ra do (Jueimado, loja do tti-
ja-llor n. l!.
lranrinlu para rnfeitrs.
Vende-se tranrinha para cnfciles de fesjMn mi
rbupa de meiiim s, ijiio lamben um para enlVii >r
camisinha de senhora; vende-sa tranca branca
38RA DDIW1PERAD0R38
Agua natural de Condllar.
rnnito lerornmondada as affecc^es de tobo gastro-intcstmal, Dosdoarhv. c Lxica ourinaria, pela!.
-u is propriedades alcalinas, e o acido rarbonico que naturalnit-nit; conten em su-pensao, de prego
mais cunmodo que a agua de Vichy, e de propriede des tal vez superiores pela grande (juantidadu de
b) carbnico. Injrcro Drou, agua d t Clweliu, cupaliilia de Hese, i*jee$ao Fuga* d tanato
'lemuta muito recomrnendada as gonorrlieas. Lerrvf francez verdadeiro ; ai mt-sma casa tem
afumas caixas de instrumentos cirurgicos para operaeoes de Matieu e Charriere.
Cal de U.shoa e potassa da
Knesia.
Vcnde-se na ra daCadeia do Recife a. 26, par
onde se mudou o amigo e acreditado deposito da
mesma ra n. 12, ambos os gaera sw novos e
legtimos, c se vendem a prego mais barato do que
peeaIncln a40 r. o corado. 'ra qualquer parto.---------------------------------
CfcnlKHia de. cor de superior qualidade I :."0 rs. Farinha superior de Sania Calhariua.
1 "ova. o liaiiahai para rostido de neos gnsJai a Vende-se em porcao ou a retalho, R bordo da
'iVOo C'vado na ra do Qneimado n. i't, es- barra Iris, atracada ao trapiche do Bario do Ll-
liiina nue rolla para a Congregacao : ust-e
bando.
Algodao da Baha
is de aisoear o roupa de cscravo; tem
usni vi-rder Antonio Luiz de Oliveira Azev.-do &
C n ; ao esc ;ip:orio ra da Ouz n. 1.________
Lia para burilar.
Vndese 13a para wfdiar, im Ji\'irsas aeres, as
mais lindas ajiu se pode encoadrar a &ft900 : s
queca vende pw este preco 0 m loja do U-ija-ilor
da ra do Queimado n m.
Itaa para drliriiiu de M'siiks.
YemUni--e lilas para deU'iim de vestido de laa
pretas bonbtdas. com 10 varas, :i 1-3100. dita de
seda nrdta a ijihi, dita de cor adamascada a
I200, dita branca de laa com 11 varas a 400 rs. :
n.i ra do (jueimado, loja do beijallor n. 3.
rentes tnmsaaa para nmiiuas
mesa a oi50 rs. a garrafa, e 4,ooe rs. a ca- Lagostinho em latas grandes a i,4oo rs. ca-
da urna.
Sardinlias de Nantes a 3Co rs. a lata.
Cognhac inglez a 800 rs. a garrafa.
Licor f anee/, das melhores marcas do mer
aado a 800 rs. a garrafa.
Batatasebegadas neste ultima navio em cai-
xa l)iii duas arrobas por l.Ooo rs., e 4o>
rs. a libra.
Coacervas ingiezas a 75o rs. o frasco.
S il reinado em potes a 5oo>rs. cada um.
Mostar la ingiasa a l,ooo rs. o frasco.
dem franceza a 4oo rs. o pote.
Milho alpista a i60 rs. a libra e 4,8oo rs. a
' arroja.
Graixa innato nova em latas grandes a 120
res.
Latas com peixe em pesia ermeticamente
lacra Jas das melhores qualidades de pei-
xe que ha em Portugal a i.oo rs.
Caf lavado de Ia qualidade a 32o rs., i
de i' a 28o rs. a libara e 8,2oo rs a arro-
ba, dito de 3a a 26o rs. a libra e 7,800
rs. arroba.
Charutos suspiros dos melhores fabricantes
do S. Eelix a -2.:> o rs. a caixa c*>m loo
charutos.
Idom finos de diversos fabricantes a I.Coo.
l,8oo e 2,ooo rs. a caixa com loo charu-
tos, jo preco nfc) indica a boa qualidade
porm deem-se ao trabalho de virem ou
mandarem e verilo a realidade.
nada.
dem fino do Alto-Douro da colhciSn de 1833,
como sejam* Ds Luiz, Keitoria vtllio, Neo-
lar, Careavellos- e Cam5es em^ caixa de
urna duzia a !),ooo rs.
Lagrimas do ouro, especial vinho do Porto
a l,ooo rs:. a gaaril e lo,ooo rs. a caixa.
Daque do Porto, Madeira S66CO, duque ge-
nuino, lagrimns doces a O00 rs. a garra-
fa e 9,8oo rs. a duzia.
'GarrafTies com vinho do Porto a 2,2oo rs.
cada um.
Vinagre de Lisboa de superior qualidade a
2oo rs. a garrafa e 1,2oo rs.. a caada.
Izeil d we refinado em garrafas grandes a
800 rs.
dem de Lislxia afiio rs. agarrafa, e em
caada a 4.800 rs.
Presuntos inglezes para fiambre a 7oo rs. a
libra.
dem de lamego encommenda particular a
48o rs. libra, e inteiro se faz a'iatimento.
Toueinho do reino o mellior do mercado a
:i0 rs. a libra, e em arroba a 9.000 rs.
Velas de espermacete de 4, 5> e 6 por libra
a 360 rs., e em caixa se faz abatimento.
dem de carnauba refinada a 32o rs. a libra
e ),oeo rs. a arroba.
dem de-carnauba pura do Aracaty a ioors.
a lil>ra e lo.Soo rs. a arn^a.
Gomma muito fina e aha a 80 rs. a libra.
mMm
V'enden-se peales Bwressoa di borracha para
ttSyznsr a ,;,Va;^m mz^rx % ** -; d ^^ S
rs., com 10 varas a 2IH) rs. : s quem ti ni na >cija-iior n. i..
loja du beija-fler da ra do Queimado n. 63. | Iapcl df diversas qiialn ades.
I, Maras linas Mra unlia e costura. Vende-se papel anutade a 6M o 70 rs., dito de
Ven lem-se tesoorasluias para unha e costura a tB^*1 '1'"' SS?ftSiv rT?
400, oO:.r.;in,,, ditas para co-tura a :,00 rs. : a -'iWrs d, o he,ra dmuaila a t^.!.K) : na ra do
na ra do Queimado, loja do beija-Qor n. 63. CH'^mdo. loja ,1o |.,M4tor n 83.
F iras e liarlos ,,,,l(ifS ,i,, mailreprrola.
Vendem-sc facas e orn oivados a 2*800,: Vndeme lioies de madrenerola para rllele,
d.tascravadas a 33. ditas de cal.os pretos a 342IH. 'ine Umhem rain para casan s de senl
.alancocom i botOes para mesa VH) *.a aKdiira : so. quem vende por este
a 6*200a duzia : na ra do Oueimado,
beija llor n. 63.
VATIVO
DE
joAQiiof inAo mm sawtos
23-Larco do Terco-23.
-" MI'oi'i"td''i *e5'' na rua d Queimado" loja do beija'or nu- i que tem um grande sortimento de tudo quanto 6 pertencente a molliadns, e que t<
mero 63. -------------->-.....------- "
Iseava para ilrnlfs.
Yendem-so 0H0WW para denles muito finas a
120. MO, e BOO rs. : na rua do Queimado, loja do,r
habja-flor n. 83.
C.aixiiihas nuil ijraiiipas.
Vendem-se caixinhas de gramu a 40 rs. : na
rua do Queimado, loja do beija-llor n. 63.
llolaiinlies para liimirm.
Vendem-se colarinhoa de linho para hemem, de
diversos gostos, a .'O o 6V0 rs. : na rua do Quei-
mado, loja do beijafl r n. 13.
Clvalas para scnliora.
Vendcm-so grvalas nafa suohora. de diversas
cores. 1 900 rs, HOO e I* : na rua do Queimado,
loja do beija-llor n. 63.
Hflliies de ponli para nianijnilos de senhora.
Venileui-.-e boldes de punho para manguitos de
ac- vramentn, ou no escriptori'o de Antonio Loir delseahora, de diversos postos. a_2l)0 rs__o|iar : na
O proprietario deste armazem de molhados participa ao publico ea todos em geral
tem um grande sortimento de tudo quanto perteiiccnte a mol
tim armazem para somente receber os gneros de maior quantidade. faz suas especula-
,. Luvas de Joinin. 'roes em boasiiuadras, e que sempre iide vender por menos de 10 20 por cento du
'^T^adarno'"^'^ Sabido do seo
ihieiiuado, loja do beya-flor n. 83. i armazem, tanto em peso como em qualidade.
__________________________________Manteiga inglesa H6r mandada vir por cenia propria a 800 rs. a libra. ,.
(1 i 1 lil"1 l 1 C 5) i\ l l&Bk franceza, viuda pelo ultimo navio a 560 rs. a libra e 540 rs. em barris.
J L \'h S JvM?U \ l!in,ia ,ie P0IT0 relina(la. propria para pasleis a 480 rs. a libra, o em barril a 400 rs.
Oliveira Azevedo Ac C, rua d3 CrOZn. 1.
I rus do Queimado. loja do beija-flor n. 63.
anvla ec i i iii i1>h Velas de espermacete e carnauba do Aracaty a ROO rs. o masso e 400 p 440 rs. a libra.
t.i procXnrf n\ e'. pSl Vhc^l' t> lavado do Rio e do Cear. o melhoi des,,. gero, a 280 rs. a libra e 85oo a a, -
ila hoje. e unir nova, que ha no
mercado, lyi.ia loTrapichen.
13, armazem ra ita.sio.
Vendem-se ovas do serlao milito boas, chu-
padas ltimamente no vapor mtmtmipiape : no
larpo do C.orpo Psntn n 6. a mastn de Palmeira
^ Heltrao-
Batatas novas em caixas com 2 arrobas por 25000. rretalham-se a 4o rs. a libra.
Toueinho desembarcado ltimamente a 3oo is. alihra, em barril ou arroba a 88C0.
Cha de Ia. 2\ 3" e 4a sorte a 2*900, 25500, 2fi000, e 1$C00 a libra.
Azeite doce de Lisboa a 000 rs a garrafa, e de carrapato a 280 rs. a garrafa, e caada
2<5ooo.
Genebra verdadeira de Hollanda, em botijas, de corta certa, marca gallo a 3G0 rs.
Milho alpisia o mus hmpo que ha a 100 rs. a libra a MOOO rs.. a arrotn.
r


,.,
s


i-
#.
if
I*
?larlo de Prroamhnco -*- fcabbado de Fevercli'fl de 1884.
UNIO
112
COMMERCIO.
sr
lac Fronte da lo|a do Pregnfea.
DUARTE ATHEEIDA.
acaba de abrir o seu grande e sortido armizem de moldados denominado Unio e Com-
Memo. Este grande armazem um dos nais hem montados que temos em nossa praca,
nao so em limpeza e aceio, como as qua idades especiaos de seus gneros. 0 proprie
ario do Uniao e Commercio (Merece a todos os senhores da praca, senhores de engenho
e lavradores a seguinte tabella, por onde verlo a grande economa que lhe resulta em
comprarem em Uto til estabelecimento, ahajando o mesmo todo e qualquer genero
sahlo de seu armazem.
Bollmho francez em latas e caixinhas asmis
d -1 cadas que tem viudo ao nosso merca-
do de 7oo a 2,5oo rs. a caixinka.
Mante;ga ingleza perfeitamente flor, mandada
ALLIANCA
GRIIDE
vir de corita propria, a 7oo a 8oo rs, a
libra.
dem francesa chegada pelo ultimo navio a
5 to.
dem ingleza em potes de 4 a 16 libras i
8oe rs, a libra e o pote separado,
Cha uxim o mellior ueste genero, mandado
Er,va-doce a oo rs. a libra.
Cliampanha de 20 a 22,ooo o gigo.
Palitos do gaz a 2,3oo rs. a groza e 2o rs. a
cai\inha.
Milho alpista a 16o rs. a libra.
Combino muito novo a loo rs. a libra, e
comprando de 8 libras para cima a 32o rs.
Gomma muito alva para engommar a 8o rs.
a libra, e em arroba se tari abalimento,
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
Sabo verdadeiro liespanhol, que raras vezes
veiu ao nosso mercado a 28o rs. a libra
vir de conta propria a 2,8oo rs, a libra. Vinbo brancoo mellior ueste genero a 8oors.
dem hysson, grande, muito bom a 2,<>oo rs. I a garrafa e 4,3oo rs. a caada.
a libra.
dem preto muito fino, a 2,6oo rs, a libra.
dem preto, mais bate, a 2,ooo rs, a libra,
dem, verde, miudinbo, maisproprio para
negocio, a l,5oo rs, a libra.
Banlia de porco refinada muito alva a 4Go
rs, a libra, e em barril se far abatimentc.
Biscoitos inglezes das seguintes marcas
dem Bordeaux de diferentes marcas, garan-
te-se a qualidade, a 8.000 rs. a caixa com
urna duzia, e a 7oo rs. a garrafa.
Garrafes com o garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 2,2oo rs. com o garralTio.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira, mais
propno para a nossa estacao por ser maiS
fresco a 2,4oo rs. com o garrafn.
Craknel, Soda, Ceede, Captain, Travellies! Wem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.
Lunch, Cabin, e outras muitas marcas, 1 j garraao,
i,loo rs, a lata.
Itoliichinha de sudo, especial encommenda, 11
i,2oo rs, a lata,
lscoto inglez Craknel em latas de 5, 7 e 1
libras a 5,ooo e 6,000 rs, e .de 1,2oo a
800 rs, a libra.
Qutijos do reino pelo baratissimo preco de
i,600, 1 8oe e 3,000 rs os do ultimo
vapor.
dem prato muito fresco a 64o rs, a libra,
dem londrino muito fresco a 800 rs, a libra.
Vimos empipa: Porto, Figueira e Lisboa, ;i
48o, 56o, e 64o rs, a garrafa, e de 3,000 l
4,5oo rs, a caada.
Mar melada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa em latas de 1 e mais libras
, a 7oo rs, a libra.
Penis socaas em caixinhas de 4,ooo a 2,oo>
rs. cada urna.
Figos em caixinhas de 1 '/a arroba e de 8 li-
bras a 8,000,4,000, e 2,000 rs, e a 3eo rs.
a libra, taambem ha serinhas para meni
cesa 60 rs. cada urna.
Amendoas de casca mole a 36o rs, a libra, i
em arroba ter abatimento.
Sar linbas de Nantes a 32o rs, a latinba.
Toucinlio de Lisboa muito novo a 3oo rs, a
libra e em arroba a 9.000 rs.
\lasa de tomates a 64o rs, a libra.
Pimienta do reino a 34o rs. a libra,
Faiinba do Maranhao a lio rs. a libra.
Ceblas a 800 rs. o muido, 64o rs. o cento
(.'mi a caixa.
Tijf lio para Impar facas a 16o rs,
Cerveja das mais acreditadas marcas de 5,ooo
< 7,5oo a duzia, e de 5oo a 600 rs, a gar-
rafa,
Prezunto para fiambre muito fresco e novo
i 800 rs. a libra,
Geneora de laranja a l.ooo rs, o tasa .
ChoHricas as mais frescas do mercado a 800
rs, a libra.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs.a garrafa,
t lo,5oo rs. a caixa com urna duzia,
Licores francezes e portuguezes de todas m
marcas de lo.ooo a 15,ooo rs. a duzia.
Passas muito novas a 000 rs. a libra e a 8,5co
rs. a raixa. Ha caixas, meias e quilo.
Batatas a l,ooo rs. o gigo com 38 libras e
2,oeo a caixa cmnduas arrobas cadaumi.
Bocetas com doces seceos de 3,ooo a 3,5oo
rs. cada urna.
Bolacbinlia ingleza a 32o rs. a libra,
Azeite francez e portuguez refinado a 800 rs.
;i garrafa, c 9,ooo rs. a caixa com urna du-
a.
Conservas inglezas das seguintes marca.';:
Mi sed, Pickes, e ceblas simples a 800
rs o frasco.
-larda ingleza preparada em potes a 4oo
rs. o pote.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra e 4,8oo
re. a arroba,
Vasos inglezes vasios de i a 16 libras, mui'.o
proprios para deposito de manteiga, docs,
e entro qualquer liquido, de 1,000 a 3,00o
rs, cada um.
Sabao massa de superior qualidade a 80,
2oo, e 22o rs. a libra do melhor que da
Graixa em latas muita nova a lio rs. a lati-
nha, e 4,3oo rs. a duzia.
Petxe em latas muito novo: savel, pescada,
curvin, salmiio e outras muitas qualidades
preparados de escabexe, segundo a arte de
cozinha, de l,2oo a 2,000 rs. a lata.
dem do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado e escolhido pessoalmente por um
dos socios que se acha em Portugal, das
seguintes marcas : Duque, Genuino, Ve-
llio secco especial, Lagrimas Doces de
1819, vinho especial D. Pedro V, vindo
veldo. Nctar superior de 1833, Duque do
Porto de 1834, vindo do Porto vdho su-
perior, Madeira Secca de superior quali-
dade, vinho do Porto superior D. Luiz I
de 1847, Lagrimas do Douro, especial vi-
ndo do Porto, de l.ooo a l;2oo rs. a gar-
rafa e de lo,ooo a !2,ooo rs. a caixa com
urna duzia.
Vassouras americanas a 800 rs. cada urna.
Velas de spermacete as melhores que ta no
mercado a 56o e 64o rs. e masso, e em
carra se far umjgrande abatimento,
dem de carnauba e coraposicao, de 4oo a
32ors.a libra, e de 10,000 rs, a il.too
rs. a arroba.
Caf de I* e 2 sortc de 3,3oo a 8,600 rs. a
arroba, c de 28o a 32o rs. a libra do me-
llior,
Arroz da tedia, Maranhao e Carolina a 3,ooo,
2,800 e 2,4oo rs. a arroba e a loo rs. a
libra.
Frasqueira de genebra a 0,800 rs. e a 5oo
rs. o frasco.
Azeite doce em barril muito fino, a 64o rs.
a garrafa, e em caada ter abatimento.
Papel greve pautado e liso a 3,5o rs. a
resma.
Genebra de Hollanda em botija de conta a
44o rs. a botija.
Passas corinteas a *ioo rs. a lilira e 12,8oo
rs. aaprpba,
Ervilbas franceza e porlugueza a 640 rs. a
lata de urna libra.
Chocolate francez, dcspandol, suisso e por-
tuguez a l,ooo rs. a dora, e a 28o rs. ca-
da pao de urna '/*
Ameixas francezas em caixinhas elegante-
mente enfeitadas, com diversas estampas
no exterior da caixa ele 1,500 a 3,ooo rs.
cada urna; tambem bi frascos e latas
diferentes taannos que se vendem por
mdico preco.
Massas para sepa: Ducarr'o, taldarim e ale-
l ja a 48o rs. a libra, e em caixa se far
abalimento.
Garrafes com 1 garrafas de genebra de
HoHanda a o,5oo cada um.
Charutos de todas as mircas e dos melho-
res fabricantes da Baha de 3,ooo a 4,>oo
rs. a caixa.
57 RA DO IMPERADOR 57
Na bein conliecidi loja que bi do Sr. Flix alfaiate.
Paulo Ferreira da fcilva propretario deste novo estabelecimento, tendo
chegado da Europa, aonde escoldeu um grande'-'c variado sortimento de molhados, tem
a honra de os expor ao respeitavel publico desta cidade pelos mais resuniidos precos.
Em tfio ptima occasio, por estarmos prestes a festa de Natal, o proprietario do
grande armazem Allianra offerece aos seus amigos e freguezes que o conhecem desde
quando foi socio dos armazens Progressivo e Progressista as maiores vantagens em com-
prarem em seu armazem.
Hoje de novo estabelecido mais precisa da concurrencia de todo estes senliores
ao seu estabelecimento. certos de que esta casa jamis deixaro de ser cumpridas as
grandes vantagens por ella offerecidas.
Vaciles de lo a 16u rs. cada urna. I Bolachinba de soda e lunch em latas grandes
Manteiga ingleza a mais superior neste ge-i a 2,ooo rs. cada lata,
ero a 800 rs. a libra, e comprando de 8 Cognac de superior qualidadt a 800 rs. agar-
libras para cima a 72o rs., esta a mais rafa.
superior que pode haver, tambem ha mais dem muito superior a 1,000 rs. a garrafa,
baixas para menos preeos. Catea 28o e32ors. a libra, e a 8,000 e
dem franceza milito nova a66o rs. a libra 9,ooors. a arroba.
Ceneja das melhores marcas do nosso mer-
cado de 5,ooo a 6,000 rs. a duzia, e 5oo
rs. a garrafa.
Conservas inglezas a 75o rs. o frasco e 8,600
rs. a duzia.
Doce em calda a 61o rs. a lata.
Ervilbas francezas muito novas a 64o rs.
dem portuguezas a 72o rs. i lata.
[ dem seccas a 2oo rs. a libra,
dem preto de qualidade muito espeial a Bassourasdo Porto com arce s de ferro a 32o
2,ooo rs. a libra. | rs. cada urna,
dem idem inferior a l,6oo rs. a libra. Vedas de espermacete da meldor qualidade
Chocolate francez, hespanhol e portuguez, a! a .*H>o rs. o maco.
9oo e l,2oo rs. a libra. dem de carnauba e composi-;So a 32o e 36o
Charutos dos melhores fabricantes da Babia; rs. a libra e lo.ooo rs. a arroba,
e de qualidades especialmente escolhidos, Tijolopara limpar facas a 12o rs. cada um.
LOJA
A V-kv#
Cassas puritanas.
Vendem-se as mais modernas cassas puritanas com bonitos desenhos pelo baratissimo prego de
240 e 280 r?. o covado, por haver grande porcao, pediiucha : na ra da Irnpsratriz n. 60. lua do
Pavao.
Cassas persianas a 360 rs. o covado.
e 54o rs. em barris ou meios.
Peras seccas muito novas a 48o rs. a libra.
Cha perola de especial qualidade a 2,8oo rs.
a libra,
dem hysson muito superior a 2,7oo rs. a
libra,
dem uxim a 2,5oo rs. a libra,
dem hysson a 2,3oo rs. a libra,
dem idem a 2,ooo rs. a libra.
\endeni-se as mais bonitaj masas pentenaa a imit&c2o de lia transparente com os sennos
tecidos e inlciramente novos, pelo baratissimo preco de ;J(iJ rs. o covado o nao desbotaui : na loja
Pavao ra da Imperatriz n. OU.
Gorgurao de laa a 500 rs. o covado.
Vndese gorgurao de laa de crescura propria para vestido desenhora, paleto! para homcm
roupa para menino, pelo barato preco de 500 rs. o covado : na loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60.
As colchas do Pavao.
Vendem-sc colchas de linho adamascadas com bonitos lavres de cor de rota, azul e branco,
pelo baratissimo preco de cada urna : na loja do Pavfu ra da Imperatriz n. 10.
Organdys a 240 rs. o covado.
Vendem-se organdys matisados tazenda muito fina, de bonitos desenhos, peli baratissimo preco
de 240 rs. o covado : na loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60.
As alpacas do Pavao.
Vendcmsc alpacas de seda de cores muito fina propria para vestido de senhora, soutembar-
ques e roupas para meninos e dita branca muito fina propria para vestidos e paletots, i mui-
to commodo : na loja do PavSo ra da Imperatriz n. DO.
As laasinlias do Pavao.
Vendem-se laasinhas com 9 palmos de largura de una s cor e de quadrinhos pelo baratissimo
proco de 14200 o covado, ditas enfeitadas com 4 palmos de largura a 500 rs, ditas matfsadas mOito
fluas de bonitos desenhos a 5G0 rs., ditas a 320 c 360 rs., ditas de quadrinhos a imitaro do tediara
a 400 rs. o covado, ditas a Mara Pa com palininhas de se Ja a 500 rs., ditas transparentes com patMi-
nhas matisadas a 440 rs., ditas de quadros grandes a 240 rs. o covado, ditas pelas transparentes de
eordaozinho a 200 rs.: na loja do Pavao ra da Imperatriz. n. 60.
Os soutembarques do Pavao.
Vemdem-se os mais modernos soutembarques de grosdenaples preto ricamente entci.ano?. ditos
de cor de um tecido de laa com seda muito bem enfeitados, por preco muito commodo: na loja do
Pavao ra da Imperatriz n. 60.
Capas do Pavao.
Vendem-se ricas capas pretasde grosdcnaple basnte compridas, fazenda superior e mais mo*
derna que ha no mercado, por proco muito em conta : na loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60
Crinolinas ou baldes americanos.
Vendem-se balos americanos os mais modernos porserem muito fortes e bem armados de 20
arcos a '.i. ditos de 30 a 3,5500, ditos de 33 a 4, ditos de mauapolao francez de diversos tamaitos a
M, ditos de musselina com liabado e sem elle podendo-se tirar os arcos pelo barato preco de 44 e
13500, ditos para menina, de arcos a 2, ditos de musselina a 33 : na loja do Pavao ra da Impera-
triz n. 60.
Cortes de laa do Pavao.
Vendem-se cortes de laas matisadas com desenhos imito lindos contendo 15 corados cada corte
pelo baratissimo preco de 74, ditos de cor de caf com palmas matisadas contendo 15 covados cada
corte pelo barato preco de 65 : na loja do Pavao ra da 1 oiperatriz n. 60.
de 2,ooo a 4,5oo rs. a caixa.
Farinha do Maranhao muito alva a 14o rs. a
libra.
Idem de araruta verdadeira a 4oo rs. a libra.
Vinho do Alto Douro engarrafado, e os mais
bern escolhidos, lagrimas do Douro, D. Pe-
dro V, D. Luiz I. Baque genuino, Nctar
superior, Malvasia tina, Bastardo, e outros
a il.ooo e 12,ooo rs. a duziae l.ooo rs.
a garrafa.
dem iCherry e Madeira a 1,5oo rs. a garra-
fa 16,ooo rs. a du/i.i.
IdemjBordeaux de diversas marcas do 8,ooo
a lo.ooo a duzia e 8oo rs. garrafa.
: Bolaxnhas americanas a 3,5oo rs. a barrica,
e a 24o rs. a libra.
Batatas muito novas a l.ooors. o gigo, c6o
rs. la libra.
Toucinho de Lisboa e Santos a 320 rs. a
libra.
Sevada muito nova a loo n. a libra.
u em latas grandes, savel, pescada, cor-
vina, e outras qualidades a l,ooo rs. cada
lata.
Passas muito novas a lo,ooo rs. a caixa e
5oo fs. a libra.
Palitos lixados para dentes a i4o rs. o maco,
dem de flor a 2oo rs. o maco.
Presunto para fiambre ingleesc americanos
a 85o rs. a libra,
dem do Porto a 48o rs. a 1 bra.
Queijo prato a 64o rs. a libra.
Idem llamengo vindos no ultimo vapor a
2,0000 e 2,3oo rs. cade um.
Sardinhas de Nantes muito novas a 32o rs.
a lata.
S";;;<


Duarte A C, receberam de sua propria encommenda pelo brigue
Flonixld. rhr<*ado ltimamente de Lisboa os seguintes gneros todos de pri-
meira qualidade por serem escolhidos pelo Sr. Duarto chefe de nossa casa
ltimamente chegado daquella praca.
Baiiba, de porco refinada a 44o rs. a libra a Sag muito novo a 2eo rs. a libra.
em
Vinho
a4
dem
das
dem
barril a 4oo rs. dem muito superior a 28o rs. a libra,
em piqa de Lisboa, e Figueira, de 3,ooo' Sabo maca de diversas qualidades a 2oo e
ooo'rs. a caada, c 5oo rs. a garrafa, j 24o rs. a libra.
de Lisboa em ancoretas de 8 a !) cana-. dem inferior de 12o a 18o rs. a libra,
por 27,ooo rs. Genebra de Hollanda em frasqueiras a 6,5oo
do Porto muito especial a 5,3oo rs. a! ris.
canada e 72o rs. a garrafa.
hitan
2
rs.
dem
rsJ
ao,8oo
em garrafes com 4
oo rs. com o garralao.
Vj
dem hamburgueza em frasqueiros
garrafas por ris.
ld.m de Hollanda em garrifbes grandes a
Vinadre de Lisboa muito superior a 2,ooo 5,5oo rs cada um.
a canada. ,Jem em botija a 4oo rs. ca la urna.
mais baixo a I,5oors. a canada, e 2wo! Garrafes vasios de diverso; tamanbos a 5oo,
a garrafa. 64o e 1.2oo rs
dem em garrafes com 4 'agarrafas por | Gomma do Aracaty a 8o rs. ilibra muito alva
l.ioo rs. com o garrafo. Graixa a loo rs. a lata, e i ,2oo rs. a duzia.
Ameixas francezas em caixinhas com ricas Li. ores linos francezes em garrafas e frascos
espmpas no exterior de l,2oo a 2,ooo rs.
csjda urna.
de diversos tamanhos de Uqo a 8oo rs. ca-
da um.
Iderfem frasco de vidro de diversos tama- Marmelada imperial de todos os conserveiros
nhs a I 5eo e 2,5oo rs. de Liba a 6oo e 7oo rs. a libra.
Iderh em latas de i'I 2 e 3 libras a l,3oo e -Massa de tomate muito nova a 64o rs. a 1-
2L3oo rs. cada urna, e a 8oo rs. a libra. | bra.
Figs de comadre em caixinhas de 4, 8 e l(i Marrasquino de Zara a 640 rs. o frasco,
lijbrrs a l,3oo, 2,5oo e 5,ooo rs. cada dem em frascos grandes a 8oo rs.
tma caixa.
Idein em caixinhas de folba a 32o rs
Idein em caixas grandes a 2oo rs. a libra.
Cominhos muito novos a ood rs. a libra.
Kiva-dixea 24o rs. a libra,
l'infeiitaa 36o rs. a libra.
Gravo da India a 6(0 rs. a libra.
Cannella a l,loors. a libra.
em latas ornielimonte lacradas de l.6oo
3,ooo rs.
Aifoi da India e Maranhao a 80, 100 e 12o l Alfazema a 2oo rs. a libra.
s. a libra, e 2,5oo e 2,800 rs. a arroba. 1 Sal refinado em frascos de vidro a 600 rs. o
lendoas de casca mole muifo novas a 4oo, fraco.
h. a luir;,. Copos finos para agoa a 5ooors.
Ceblas novas a l,ooo rs. os molbos gran- Chouricas novas a 72o rs. a libra.
ATTEH^AO
Todos os senhores que comprarem para negocio ou casa particular JOS para
cima terao mnis o a 10 por % de abatim ?nto ; o proprietario scientifica isas que todos
eos gneros sao recibidos de sua propria encommenda, razao estapara poder ven-
der por muito menos do que em outro qualquer estabelecimento.
a duzia.
des e a 7oo rs. o cento.
listo .'1 i le rs. a libra e 4,Coo rs. a arroba.
narran, talharim e alelria muito nova a
iiio e 48o rs. a hlwa.
bcoitOS e bolacbinhas inglesas as '.iltimas
Chente ao nosso mercado a l,2oo e
l,4oo rs. cada lata.
Mostarda france/a [ireparada e muito nova
a 32o rs. cada um firasoc.
Conservas francezas de superior qualidade a
(iO rs, o frasco e7,ooo rs. a duzia.
\/.tiie doce a 64ors. a garrafa.
Sevadinha de Franca muito nova a 2oo rs. a
libra.
ATTENgAO.
em barris de
rs. a gar-
Wnladeiro vinho collares em ancore-
retas de 9 caadas a .'10,000 e 800
rs. a garrafa.
tfiM Vinho branco B Filhos,
5^ quinto 60,000 e b60
rafa.
Vinagre P B B, em ancoretas de 9 ca-
adas a 18,000 e 2,000 rs. a ca-
nada.
Passas em caixas, meias .e quartas a
8,000 4.000 e 2,000, a 480 a libra.
Peras seceos em caixas de quatro li-
bras o melhor que se pode desejar
a 2,500, e 640 rs. a libra.
Gaixinhas de 4 libras e 2 com ameixas
a 1.500 e 2,500 rs. a caixinba.
Chocolate portuguez, o melhor que
pode haver de bom neste genero
1,000 rs. libra.
Marmelada propriamente dito de Bar-
mello, a 640 rs. a lata e em caixas
de 100 latas a 600 rs.
Maca de tomates a mais nova que se
pode desejar a ('jO rs. a lata e em
'aixa de 100 libras a 600 rs.
Ei vilba portugueza a 700 rs. a lata,
e em caixa de 100 libras a 640 rs.
Passas corinthias para pudim a 640
rs, a libras, e 400 rs. comprando de
Nozes as msis novas que se pode de-
sejar a 160 rs. a libra, e comprando
em barricas a 4,500 rs. a arroba.
Sebollas em caixas as mais novas do
mercado a 6,500 rs. a caixa, a 800
rs. o molho, e a 640 rs. o cento.
Batatas em caixas de 2 arrobas muito
novas e graniies a 2.400 rs. a caixa.
Sextinhas com figos proprias para mi-
mos de criancas a 60 rs. cada tima
e comprando em duzia ter grande
abatimento.
Erva doce muito novas a 5C0 rs. a li-
bra, e comprando em arroba a
10,000 rs.
Convnhos muito novos a 400 rs. a li-
bra e 10,002 a arroba.
Licores portuguezes das marcas m
acreditadas de Lisboa a 1,000 a gar-
rafa e 10 a 12,000 a duzia, as quali-
dades sao as seguintes : ceme ue
violetas, geroflez, rosa, absintbo, ves-
ga, pereicot leturin, botefin, mor
peiro, amor perfeito, amendoa am^
rcicot
gos. limao, caf, laranja, cidra, gin- '
ga, canella, cravo, ortcla, pimenta
e outros muitos de qualidades menos

superior que scrao vendidos por pre- leg-
eos em relacio as suas qualida-
des.
arroba para cima.
Os proprietarios afiancam que estes gneros s5o muito novos e ludo
I toprimeira qualidade, todo isto se vende nicamente no armazem Uniao e
Commercio na ra do Queimado n. 7, e largo do Carmo n. 9 armazem pro-
fe8 gressivo.
@3
Q mijos
do alomtejo, das ilhas e flamengos, todos chegados neste ultimo vap
2,500 os flamengos e 800 ris a libra do alemtejo e das ilhas, nicamen-
te no armazem Unio e Commercio, ra do Queimodo n. 7 e largo do Car-
mo armazem progressivo.
-N-



Neste grande armazem de molhados vende-se em grandes poices e a retalho,
fa;:endose differeusa coasideravel a quem comprar de 1006 para cima.
RIVAL
SEM SEGUNDO
lina ilo lurlinado ns. 4 e ...
M. J. Bamosr Silva Genros, ten
para vaote* em sea escriptorio na ra do
Vgario ti. 10. o seguinte :
Ricos e elefantes pianos.
AlgoSo da Bahia para saceos e roupa de (-
clavas.
Fio de ilgodio para coser e pavio de vela6.
Cera de L: ba em velas.
I 'a a de Lisboa era grumo.
Superior viaho do Porto em caixa de uioa
BBM.
Dito dito em barris de 5*.
Colla dt Bahia.
MOXEH
una da IIidre de lieus n-. & e 9
Vi-nde-e s&ftoi com oiU libras de ozes pelo
bnralo prero de J5003, aproveitem a (chincha,
sao novas.
JPECIfI]VHA
Cwtodio Carvalho t Compa-
/i'ti'a.
83 Hitado (iiielmado--.
otaa laaiiohas escessezas muito lindas, fazen-
da encorpada, propria para vestidos de senhora e
enancinha?, pelo bar.ito preco de 240 cada co-
vado.
GLOBOS
Vtmiro-ic globos Ae Santo Antonio no Porto, proprios para jardini e
freirt de easa! na rua do Amorim n 46.
MOV AS
semeutes de kortalica.
Ghegaram no vapor franci'z Guiene as novas se-
m> rites de hortalica : na un da Qdcia do Itecife
n. 36 A. loja de fefragens de Bastos. j
FARINHA FONTANA.
Farinha da muito acredita i marca
Fnt;tna iicsembarcaila hoje, vende-se
por preco mais coiuiiiodo do que cw
qualquer outra parte : na rua da Cruz
n. k casa de l\. 0. Bichee k C. succes-
sores.
Kua da Senzalla uva n. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
ferro coado libra a 110 rs., idemdeLow
Moor libra a 120 rs.
lojaj
de miudozas de Jo de Azevedo Mala & <'.,
pri ripia o novo auno a torrar miudezas pelos pre-
cos que a todos causa aduiir.irao, a saber :
f'arjs de sapatoade tranca muito linosa l600.
Fracos-deoleo bai>os;i dos melhores fabricantes a
2i0rs.
Ditos maiores a 400 e 500 rs.
Frascos d'agua de Colonia muito finos a 400 rs.
SabJnetes muito finos a 160, 200 e 400 i.
Frasros grandes de agua de Lubin, o melhor,
l300.
I^apii (le tinta encarnada muito finos a 40 rs.
NovJllos de linha cum 800 jardas a 120 rs.
AGENCIA
PA
rUNDICO DE LOW-MOOR.
Rua da Senzalla nova n. ?.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos os
tamanbos para ditos._____________m
~ Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston A C,
rua da Senzalla Nova n. 42
GRANGEIASantiblennorrjagicas de DUNAND
ex-int. do hosp. do* venreos de Pars -1? premio a'54
Superiores a todas as preparatfles conhecidas at hoj conira as Cooor*hs c Blannorrhagias as mais intensas e rebeldes.
Bffeilo seguro e prompto, sem nauseas, nem clicas, nem tremor. Facis a tomar em sepredo sem tisana.
Injecgo curativa e preservativa
lna*alUvl, cura com *apide2 sem dores os escommentos contagiosos le ambos setos. llores brancas. \dstriofnt
mica sen cauttu.dadt, fortilica os tegumento* e os preserva de qualquer alteracao. PARS, 5, ru du MTehe-St-Honor.
Deposito geral em Pernambuco rua da Cruz n. 22 em casa de Caros & Barboza
Xo
lliU
Pape
Groz
Pecas
baratas para acabar.
Sedas de quadros ede listras a .'120 rs. o cova-
do, lindas las de quadrinhos a 360 o covado, su-
periores cassas de cores a 2G0 rs. o covado, ditas
muito finas a 210 o covade : na loja das colnmnas,
na rua do Crespn. 13, de Antonio Correia de Vas-
coneollos & C
IIua da Senzalla n. 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston C,
sellins e silhCes inglezes, candieiros e casti-
ces bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
cbia)tes para carros e montara, arreos para
carros de um e drnis cavallos. e relogios de
curo patente inglez.
de dita com 400 jaraas a 80 rs.
Frascos de macass, oleo muito superior, a IM
Duzi;n *
320
Pape
Danhbi traosparente muito superior a 700 rs.
Dita apooeza muito lina a SOO r<.
Ituzii de sabonetes muito finos a 720 rs.
s de dedaes brancos em caixas de vidro
rs.
s de a"ulhas a balito a Victoria a 60 rs.
>s de agulha cora torjue de ferrugem a 10 rs.
s de botoes de inadreperola muito fiuus a
5(i i rs.
de fita de cs, estreitas, com 10 varas, a
20 rs.
Nove los de linha branca do gaz a 30 rs.
Carr teis de linha de cores muito fortes a 20 rs.
Carles e caixas de clcheles francezes a 40 rs.
Boioaduras brancas e de cores para colletes a
120 rs.
Frasrlos de banha, pechinelia, a 210 rs.
Bonejs para meninos, fazenda lina, a 2,5.
Caixas preparadas para costureirasa loOO, ifie
3,5000.
Massos de grampas lisas e finas a 30 rs.
Caixas de palitos do gaz e de cera Unos a 20 rs.
Duzia de facas e garios de 1 botao superiores a
35500.
Duzia de ditas e ditos de i botoes finissimos a
0J0QO.
Grozas de palitos do gaz a 25200.
A rea preta muito fina a 100 rs.
Caixas de rap cora espelho a 100 rs.
Vende-se a propriedade denominada Maltez, sita
na frflguesia de Tracunhaem da comarca de Naza-
relb, eom urna legoa de frente e meia de fundo, e
proporcoes para nella se levantar um bom enge-
nho de fazer assucar, sendo que actualmente ren-
de ella ail de 1:0005 que pigam os moradores
que tem : quem a pretender e itenda-se nesta pra-
ea com o Sr. Antonio Jote Leal Keis, na rua da
Cadeia do Recife n. 47.
VDESE
o diccionario de Moraes da 4* ed i cao, com pouco
uso, eper preco barato : na i ua Neva n. '!$.
Vende se
urna taixa de ferro fundido eom pouco uso, eom
seis palmos de dimetro, por preco razoavei : no
armazem da bola amarella no oitao da secretaria
de polica. _________________
RELOGIOS,
Vende-se em casa de .Vohnston Pater A
C, rua do Vigario, n. 3. um bello sorti-
mento de relogios de juro patente in-
glez, de um dos mais afamados fabricantes
de Liverpool, e tambem urna varedade de
bonitos trancellins para os mesmos.
aranazcui de fazendas bara-
tas de Mantos C'oelho
ni'A DO QUEMADO N. 19 VENDE-SE O SE-
GDIIfTE :
Esleir da India
propria para forro de sala, de V, o e 6 palmos de
largura, por monos prego do que em outra qual-
quer parte.
Lenres
de panno de linho pelo barato preco de 25000.
Lcnces
de bramante de linho fino de um s panno, pelo
barato precede 35000.
C.tliei las de cliila da India
pelo barato preco de 25000.
bramante de linho
com dez palmos de largura, pelo baratissimo pre-
co de 25400 a vara.
Ilrelanlia de ruin
Pecas de bretanha de role, propria para saia,
com 10 varas, palo baratissimo preco de 3iOO'J.
Pecas do cauhraia
adamascada com 20 varas, propria para cortinado
de cama, pelo baratissimo preco de IO5OOO.
Pecas de camliraia
de salpicos, com 8 1/2 varas, fazenda superior
pelo baratissimo pre^o de 45.
Fil liso fino
pelo barato preco de 680 rs. a vara.
Corles de calca
de ganga amarella de listras e de quadros, pelo ba-
ratissimo preco de 15200 o corte.
Toalbas alcocboadas
para maos, pelo baratissimo preco de 55 a duzia.
tioalhado adamascado
proprio para toalha de mesa, pelo baratissimo pre-
co de 25 a vara.
Lencos de cassa
brancos linos proprios para algibeira, pelo bara-
tissimo precio de 25 e 25400 a duzia.
GAZ GAZ GAZ
por preco red 11 /ido.
Vende-se gaz da melhor qualidade pelo
pre.o de 105 por lata de 5 gales : no ar-
mazem do Caes do Ramos 0. 18 e rua do
Trapiche Novo n. 8. I
ESCRAVS FGIDOS.
No dia 13 do crreme l'ngio da villa de li.ir-
; reiroso estuvo Euzebio, idade de 43 anuos, altu-
ra regular, preto, clieio do corpo, eom 1 barba
crescida, pomas lina?, e amia qtiasi setnpTe (de-
do, 6 mettido a valente, tem alguns pareles na ci-
' dade de Olinda, tem estado por um DOttt Bjdafle
do iecife, foi escravo do Sr. Dr. Louroacp Aveji-.
no de Albuquerque Mello, que o vendeu ao Sr.
Francisco Ferrao Castelld" Branco, proprietario do
engenho Morim, e fugio pouco depois da compra :
quem o pegar leve-o ao referido seulior. ou Ma-
noel Alves Ferreira na rua da Moda n. que se-
r generosamente recompensado. |
~OOg de gratlOcaoo.
Desoppareccu desde o i" de maiojde 1863, do'
poder de seu senhor o tenente-coroncl Jos Vicen-
te d3 Medeiros proprietario do engenho Pin
na comarca do Penedo provincia das AlatMS, o
escravo Jeremas, de cor cabra, estatura alta, cs-
padaudo, desdentado de um lado mais que de outro,
mui:o noura barba, ps grandes e tem alpnns eft-
rocos de carne sobre o peito, bom s.ipateiro en m
na cidade do Recife tima irmaa amula de nomo
Joaquina, liberta, para junto a qual dizem qu.
evadir : quem o capturare entregar em Pernam-
buco ao Sr. los Augusto de Araujo (cidade t'o
Recife) em Macei ao Dr. Mariano Joaquim da>
S11 va, receher a quantia cima declarada.
, Fugio no dia 1 do crrante o escravo du mi-
me Cosme, tem os signaes seguintes : cabra escu-
ro, bastantes marcas de bexigas no rosto, alto,
cosmma andar de alpercatas nos ps a maneira de
serianejo, 6 muito regrista, caiador, faz palitos
para dentes, tocador de viola, nao se sabe de quo
traje andar porque levou urna pequea trouxa
de roupa que se ignora as cores, mas costmna ni 1
domingos andar com caiga branca engommadae
ialetol de alpaca preta ; foi escravo do Sr. Jos
oar uim da Silva, da villa do Bonito, em 1856 veio
para esta cidade, e foi vendido ao Si. Manocl la-
vares de Araujo com padaria na ma da Gloria, e
ltimamente pertencia ao Sr. coronel Feliciano
Joa.|uim dos Santos ; elle j acoquinado a fugir.
mas aqui mesmo pelos arrabaldes da cidade, na
terca-feira, 2 do corrente, foi visto na praca da
Boa"-Vista, por isso jnlga-se que nao andar por
muito longe : quem o pegar e levar rua do Quei- .
madon. 77, ser generosamente recompensado.



!' UM
*4m
-=*-


8
Dlitrlo de Pernauhuco ttabbado H de Feverelro de 1 9*4.
LITTERATURA.
o
Mauricio ile Treuil.
timo para ir sol vendo eom o producto das obras res e da? offlcinu, as reunios de pessoas escolbt-
que lizesse. das e de loa ediiearo. Que motivos poda elle
Deu este passo sera conimutiirar oousa alguna altegar para obrigar urna fillia a separar-se do pae
a nenhum dos seus amigos. Era brioso, honrado o da naife, que adoravam e nunca cessavamde dar-
e altivo; preferiu solTrer o calar as angustias que Me provas da sua ternura? Era assim t|ue elle
tutcam, i'.vkte o flagollavam na parle mais sen-ivel do seu co- cumpria o t|iie prometiera ?
Xl raeao. Argumentos por este theor nao faltavam : repro-
Nao! vio! Deixe me; i L'ma hora depois di ter nhido da magnifica ha- doziam-se, o sempre eom novas variantes; de mo-
- disse ella. Esuffocando am leve Hto|io da nn codot-e-Mauroy. InsUllou-se o do qne breve fol Mauricio eonJemnado por aquesta
1i0|'cjc ara o rclogio, e replicoa : mancebo ni sua pobreofflclna, eom os trastes ros- tribunal a ser lido o bavido por ingrato, prodigo^
Com, i' tarde I A inamia di amanilla
baHe Olaaque cores hel de ter... E dias que a oceultas at onlao havia trabalhano.
que a uor I Osgessos, os lebux estados, toda? essas
E foi deitar-se. bagalellas reunidas urna a una em muilos anuos,
No dia seguinte, quando acordou, achou sobre j recordaeeesda suamocidade ornas, ontras das suas
loocadoc mu aderado de perolas o i ubis egual a) viagens, haviam sido transportadas de mistura
que tiuba a Sra. de Vitteaux, Sopha corou de pra- urnas eom outras as costas de carrojVs. S o seu
ier. Junio do aderece achou mu bilheu contesta1 quaito de solieiro eslava linda como outr'ora.
palavrat esc iptas pela mi : l,e ,uJ {'ua"t0 adornara o seu quarto ua ra de
tVii quero que percas nada. Godot-dC Mauroy, so um objecto levara : era o re-
E i esta a mi de quem elle me quer sepa- rato de Sophia. Fizera-o elle n'uma das primei-
rtl | dq Sophil. ras m,nB^M do seu casamento, emquanto ella dor-
0 baile, em que ella tanto receiava apparecer d: mia- N*> tirou mais que um esbozo, mas o amor
rosto desmado, era o rrais sumptuoso de todcs anerfeieoou-o, e podia dizer-se ao ver asemelhan-
quantos a ma costumava dar uaquella eslaco. \ C e o desenlio que fura felo por mi de mostr.
Era o anmvirsario do dii do seu casamento Ai| Quando o mancebo se viu sozinho na sua deser-
rado dia havia-se apeiado um correio de secretan i 'a ofllcina, e eom o retrato junto de si, nao i>ode
O senhor de Marvejols deu u n pulo. SolTreu a
-i'iis:n-;io do homem que, brincando eom um globo
de caout-chour, o visse de improviso Iransformar-se
era mortifero obs. O pobre m: ncebo licou petri-
ficado !
Depois do que acaba de di '.er. replicn Mau-
ricio desmatado de clera, urna palavra mais que
pronunciaste era um novo insulto. D'qui a una
hora ter em sua i asa os meas p idrinhos.
O senhor de Marvejols, sahiucrasternado. Quem
o culpado? perguntava o manee bo a >i nesmo. O
senhor de Courtalin; e a mim a quem Mauricio
desanal Obi nao pode (aser-se um obsequio a um
un luciamente indispensavcis, e o grande quadro, em mau genro e pessimo mando. Sophia nao foi das amigo!
ultimas a chancellar a sentones. Ao deitar. quan- ( E fosse alguem dizer ao senh ir de Marvejols,
do diante do loueador desfaxia as trancas, nao lia 'I'"' sea procedimento linha : ido de am infame
via airelo que nao (raqueasse ese extinguase ao SfJ ,!"' nlo! gritara elle, e admirar
. i i, i muito de ihe consurarom una ac-ao. que tinha por
recordarse do crime de a elle ter abandonado: multo innocente.
condemaava o marido emnnmc da sua belleza. No dia seguinte tinha o snior de Marvejols o
Estas accu saees cspalhadas por centenares de ,rac? "asado por urna espadaga la. e por feliz de-
joccas. correratu lodos os salos de I-a.is onde] ^.^g.Porque Maurieio bem quiz dar-lhe inais
Mauricio era conhecido. e um grito unnime se! Este iucidente abriu-lhe os olhos acerca dos pe-
elevou contra o mancebo. E quasi geral a pre- rigos que corre quem se intromette onde nao o
eo pateo do palacio, portador de um despacho mi-
nisterial eom este carimbo cm relevo sobre lacra
encrnalo tediara de estado.
lzidoro Sorbier abnu-o eom mo trmula, e viu
a portarla qne o nonwava cavalleiro da Legio de
Honra. A mulher levantou-se, e foi direita aoSr
de Courtalin, que bavia ido pedir dealmocar fa-"
milia.
Ah exclamou ella Que agradavel sur.
preza nos fez Quero dar-lbe um abraco I
E obngou Supina a imita-la, dizcndo-lhe :
Anda, miaba Giba, deves-lhe esta recom.
peusa.
Ah murmurou o deputado ao tocar coni
os labios as ai denles faces da menina ento
comprehendeu que pelo pae de Sophia que im
uapoUltt, e nao pelo Sr. Sorbier?
A Sra. de Treuil fez-se mais corada : iquelta
luucura pare, eu-lhe urna lineza impaga vel.
Para o recompensar, concedeu-lhe a primeir;.
valsa; porque o Sr. de Courtalin ainda val-
sava.
Maar ci appareceu no baile, onde o sogro esla-
va figar indo iiom a Gta encarnada de desmezuradi
largura ao peito. O mancebo, dominado por ideas
qual a ais triste, nao deu logo pela condecorapo
o so in is tarde deu os parabens ao sogro.
Pni o ultimo a felicitar-te... disse Aga.
l)ia ao ouvido do marido parece que est a mor
dar-so 'le inveja I
Mauricio tinha o pensam.mto absorvido na mu.
Iher, a qual passeiava pelas salas do baile, osten.
lando, (rgulbosa.as perolas e rubis que a me Un
dora
OSr. de Treuil cumprimenlou a Sra. de Vil'
leax, a -jual Ihe mostrou desejos de danzarcem elle
ao que o artista accedeu de bom grado.
Ajui entre nos lhe disse ella o senhor
parece-me erianca Julga prudente indispor-sc
cora um cofre recheado de dinheiro, quando lo f-
cil fea i apossar-se da chave ?...
A Sri. de Vitteaux, ao pronunciar estas ultimas
palavra s, apontou cora o lejue para Agatha, e de-
pois co:tinuou :
fl fazer-me uraa risita, e ver que Ih hei-
de dar muito bous conselhcs.
Conselhos n'um quarlo de toucador -res-
pondet Maur ci eom modos galanteadores um
extremo de bondade, senhora I
(i que me disse, minha chara amigadisse
a Ira. ce Vitoaux a Sopaiaparece-me menos
ex icio ; o Sr. de Treuil um pcrfeltn cavalleiro...
Nao 6 marido para ser tratado de resto.
Pelippe e Laura tinbam ido ao baile da Sra. Sor-
bier. Felippe bem conheceu quo profunda era a fe-
Laura, eom o instincto natural das mulheres, e rida que corroa o coraco do seu amigo. Notava-
sohretJdo das que sao amigas ternas o sinceras, lo- Ihe o inquieto olhar, como de quem espera eom
go cwJioceu na physionomia de Mauricio, que al- impaciencia alguma cousa. Durante todo o tempo
suffocar um jirofundo suspiro. Que fundo abvsmo
se bavia cavado na sua existencia, desde o da em
que eonduziu Sophia igreja da Magdalena at es-
se em que se via s de posse de um retrato! Ilu-
medeceram-se-lhe os olhos, mas pegando do pincel
eom mao firme e sentando-se diante do cavalete,
murmurou : Esqueca-se o passado !
Quiz passar a primeira larde s, aflu de se ha-
bituar desde logo solido a que se condemura:
trabalhou al muito tarde, e, quando sobreveio a
noute, foi dar um passeio at os melanclicos ar-
redores do cerro de Monlmartre. Pretenda forca
de cansado acalmar o agitado pensamenlo; mas el-
le de mais em mais teimoso, debuxava-ihe urna
por urna as perfeioes da mulher que o abandona-
ra. Eslava escuro o cu, carregada a atraosphera,
comecava de cahir miuda chuva e o mancebo tinha
lo escuro e carregado o coracao como a noute
que o cercava. Voltou a l'aris, e como que ma-
chinalmente desceu pela ra Branca na direejao
da Chausse d'Anlin. l'ma forca incgnita o im-
pellia para a casa da ra Godol-de-Mauroy.
Eslava porta um coup, que o artista reconhe-
ecu ser o da Sra. Sorbier. Eram horas de ir para
a Opera : tal vez Sophia eslivesse por dentro dos
vidros : Mauricio passou sem se demorar. Quando
ia seguindo vagaroso e pensativo pela latneda, che-
gou-se a elle um amigo, prximo a um lampeao
de gaz, cuja luz, acornada pelo vento, se espelhava
trmula na superficie do asfalto. Mauricio evan-
tou os olhos ; duas lagrimas se Ihe deslisavam pe-
las faces, sem que elle as sentisse ; no rosto deno-
tava dr lo pungente o .concentrada, e tinha tal
pallidez, que o amigo se retirou, sem ousar per-
guntar a causa de lo interna afflicco. Mauricio
apenas reconheceu o amigo c foi continuando o
seu caminho. Por volta da meia noute entrou no
aposento da ra Douai: semelhava um homem a
quem um choque violento tivesse roubado as facili-
dades : deitou-se e adormeceu como .urna nedra.
Quando acordou era dia alto : o cu eslava azul
e sereno.
Felippe avisado por um dos criados da ra Go-
dol-de-Mauroy, apresenlou-se na offleina de Mau-
ricio.
Bem vsdisse este ao seu amigoestou
mais pobre do que era antes de mo casar.
Felippe fez eom que Mauricio Ihe narrasse todos
os incidentes, que derain causa separaco que
uvera lugar, e depois de ter ouvido o amigo, ap-
provou completamente o seu procedimento, termi-
nando por dizer-lhe :
Agora misler que lances denso vu sobre
o passado e que irabalhes como se fosses comecar
a tua carreira : firma no trabalho toda a tua espe-
raoca.
guia cousa o affhgia; dando-lhe pois o braco, per-
giiiilo i-llie :
Que o quo tem ?
que esteve eom elle observou que o desgracado
mancebo trema e mudava de cor ao menor ruido
que na cscada ouvia ; vira va se para a pona
ou
Mauricio fitou-a tristemente, c sentiu pulsar o corria janella, seinpre que as rodas de quaiquer
coacocom mais violencia.
Tenho o espinto vivamente atormeniado
respondeu elle.
vehculo abalavam o pavimento.
Felippe voltou a sua casa como coracao oppres-
so e consternado. Laura pediullie noticias de Mau-
Nem eu, nem Felippe poderemos dar-lhe al- ricio apenas o marido entrou.
guni allivio ?perguntou ella eom ancieda.de e
tristeza.
O mancebo, agitando a cabeca, responden :
Nao... Amanhaa lhes contarei ludo.
A presenca do artista no baile acabou de Ilssi
par quaesquer receios que Sorbier pudesse ter ain-
da (rca da separaco do enro.
Oh ludo esl acabadorespondeu ellese-
parou-se da mulher.
Mas elle I como est elle ?!exclamou Lau-
ra eom urna vibracao de voz que bem denunciava
a amizade que Ihe linha.
Elle! ? desgranado I Ainda ama]apaixonada-
meute a mulher 1
Ficou convencido de qu o projectode Mauricio t A partida de Mauricio causou bastante pertur-
seineiiiava-se as tempestades do estio, que so des- b1aaon, I0 da fa""lia Soibier- Nos Prt*
fezen apenas estalam dous trovoes, e cahem dez d,as aiuda ,'veram yancas de o ver vollar. A
gotas de agua Mas na serite manha, quando luesma A*a,ha nunca sa^01 'lue een 'evasse
depois do aln,o0 eslava m salo cem a mulher c as cousas,a a(uelle cx,ren' *luando se co"-
a MI, viu entrar o genro. Vinha elle lo palli- ^J^S ^H' f?2*i? .*t.
do, que a mulher, assustadi, se levantou, como se
quanto Ihe assacavam. Abandonou sem causa urna amigo Felippe. Havia escolhido Lamber! e um ou-
mulber linda e moga; era portante um monstro'lro. ami" Para -seu^ padrinhos. cncarregando-os
que devia ser bauido da sociedade. un,cmen, regularen, as coi diefies do comba-
.. ... ,p- >l'" enlrarem era exphc3coes de especie
Mal decorrera um mez, depois do aeontecimento alguma.
que deixamos narrado, e j a familia Sorbier quasi! Xa mesma larde do duello escieveu urna carta
nem se lembrava de Mauricio. Davam os inesraos! S0Rra-, Preven',ndo-a do acontecido c pedindo-lhe
i -i i cora plirases cheias de dignidad(, que velasse pela
jantares, os mesmos bailes; frequentavam os mes- reputaeo da lilha. Bu,uau<> !"< --<- i
inos passeios; iam aos mesmos diverlimenlos: a Estacarla, onde nem urna nica palavra havia
nica dilferenca era haver de menos um marido que pudesse rensurar-se, serviu, todava, de theina
naquella casa. Triumphava Closcau du Tailli. eo Bv?l Para Agatha recriminar 0 genro.
c .i,,-.....,,; ,__A i Quererla o senhor de Treui dizii el a, ensi-
Sr. de Courtalin, o amigo intimo da familia, e con- naNhe 0 seu dever, Se ^ ^ ,-0 jfa da
selheiro privado da Sra. Sorbier. autova a aurora honra de sua mulhor, a qual, kuvado Deus, nem
de um novo dia. I s?nibra de perio corria, devia ; caso compromet-
it_. .,..__ j > i t-la por causados mexericos de im estou vado? Se
Lma noute. em que o deputado dava o bra5o a e|le tivesse laclo e prudencia d -vu rir-se de se-
Agatba. na sabida de um baile ofllcial. para o qual melhantes loucuras e nao divulgi-las e dar-lhes
elle Ihe arranjara convite, nao pode ella conter-se. importancia.
e fazendo-lhe leve pressao no braco.exelamou eom ",0,nvjacssa me mprevdei te. que leudo a
. r v. i carta a todas as iiessoas da sua amisade, additan-
cerla eraotao de ternura retrospectiva : j do-a eom enramemos da sua lavia,divulgava mais
- Ah se se tivesse attendido ao que eu di- do 1ue d.cvj* l*S^ do duelk do Benro com
. senhor de Marvejols ?!
"V*!:.. .__^_ f. ., ,| O arruido causado por este successo fez com que
O resto da phrase foi suppndo por um lancarde a senhora de Vitteaux concebesse a idea de ir vi-
olhos, cuja muda eloquencia o deputado perfeila- sitar Mauricio, idea que immediataraenle pz em
mente comprehendeu. pratica.
p,___ ., _.i..-. c u- j m marido bater-se por causa da mulher, depois
Em quanlo que no palacio Sorbier succed.a a de ,er.se bCparado del|f um; mrklti l0
placidez e a alegra inquietaco dos primeiros rara era Paris, que vale bem a pena de um passeio
das da separaco de Mauricio, esforcava-se este para ir ver.
na sua triste ofHcina por esquecer o passado, a for- ^ senhora de Vitteaux entre*:, pois, na offleina
ca de trabalho. Porm nao consegua o apetecido tf'0' e eslendendo-lhe co. dealmente a mao,
esquecimenlo, o o trabalho mal satisfazia o artis-, Faeo o mismo que Mahomet fez com a mon-
to : entre elle e o quadro que pintava, l Ihe aprc- tanha : como o senhor de Treu nao quiz incom-
sentava a imaginaco de permeio as feicoes da mu- moJar-se por minha causa, incoiamodo-me eu por
Iher de quem queriadeslerabrar-se. Kars vezes sa-: "^ saVmos que Mauricio nunca svmpa.hisra
hiade casa, porem nessas poucas como que tnvo- com a senhora de Vitteaux; man na 'sua actual
luntariamenle. s sabia o caminho dos sitios que : disposico de espirito, acolhia benvolamente a
ella mais costumava frequentar. Quando de longe
a entrevia elegante e descuidosa a passeiar, ou
magnficamente vestida de baile, mais se Ihe alar-
gava a fenda, e de novo gotejava. Entra va na sua
solido, desorientado e quasi louco; quando torna-
va a sabir, soffria o mesmo martvrio. Por vezes
todos guantes Ihe recordassem Sophia. Esqueceu,
portante, as suas prevengoes, esperanzado de que
esta visita tal vez dsse era resultado a sua recon-
ciliaco com Sophia, e_assira respondeu senhora
de Vitteaux, que se nao fura o ruceio de a incom-
modar ha muito que teria ido visiu-la. Continuan-
do a conversar, foi a senhora de Vitteaux cami-
nhandopara o ponte que desejava debater; nao
sentava-se diante do cavallete. e dava-se todo a es- porque tivesse projecto algura astate, mas sim
sa arte que Unto o encamara, e a qual a sua ima- porque na ociosdade em que viva, quaiquer ha-
ginaeo prestava horisoutes vastissimos e lumino- i Ptella que lhe,d,lsse hras de di Uracciio aprovei-
... tava-a com avidez,
sos. Era occasioes dessas. animado o pincel pelo J Mauricio dexou-a discorrer vontade, sempre
enthusiasmo do seu genio, fazia em uraa s na- esperanzado era ouvir-lhe dizer que Sophia lamen-
uha mais obra do que n'um semana; porm no tava yr-se separada dclle.
seguinte dia. profundo desalent se apossava delle ."^dStt.Ls^nhoKra f ) "eaux, sente-se
. w .L_. i .... Ia"1 e tire-me o retrato : hei de fallar delle a urna
epassava horas mteiras em perfeita immob.lidade, pessoa da minha amisade e quando eu aqu voltar,
pensando to smente naquella que j ali nao vi- talvoz nao venha s.
via. Beeordava-sc ento dos maviosos sons do A senhora de Vitteaux soltou estas palavras sem
piano tocado por Laura; do terraco, agora occu- i IRar-|ne a menor importancia. Se nao conseguisse
pado por urna eslranha, onde outrora Ihe appare-1 LTo P^^^taT,%^ikr "ri.
ca um rosto meigo e amigo por enlre verdejantes nica espectadora de urna scena dramtica, que
trepaderas e ervilhas de cheiro. E que era feito 'nedaria excellente theraa para cenversar um par
da paz e da animacao laboriosa desses das de fe.i- ^S??j n^tS^urat
cidade ? Em roda de ai, so abandono e solido des-, moso artista, o qual com a sua blusa de trabalho,
cobria ; em si. l no amago do coraco, a febre era bem e mais elegante que mu los outros com
que o devorava. O seu genio alegre a expansivo casacas e .raques.
fugira-lhcacossado pela pungente tristeza que ana-] n~t tme 21 ponsul,ado, continuou ella
6 tiuoua quando VIU Mauricio |>egar nos pinceiscomUl
da ceda. ardor, que a fez sorrir, parece-me que nao se teria
,^. ,, separado de sua mulher.
Us seus amigos, e entre elles Felippe e Lamber!, Ento que quera que eu fizase ?
boa companhia Ihe fazlam, e km forcejavam por, Tudo, menea o que fez. Quando ura militar
distrahi-lo; mas'desammavam. vendo que os seus ^"Pa ama praca forte, o modo de a conservar
amigaveis cuidados eram impotentes contra a cha- na0 %,?"?0ne"' endona-la.
..,_._ *; ; Salvo, correspondeudii a sua metaphora, se a
ga interna que o ralava. t ehppejssustado com os cidade deshabitada e nao da recursos guar-
soffrinienlos do amigo, que j no roste se denun- i nico.
ciavam. tentou arrncalo de Paris. Julgava que'.. Ha"s semP'"e- Concordo en que a Sra. Sor-
o raoviraenlo de uraa viagera. ou o vi ver no campo, ^ .^^S^TS^ e "dS m"ai
poderiam salva-lo; mas Mauricio nao cedeu as della, Deus me Mvre aba da muiheridolalra-me,
suas supplicas. era as de Laura. Dava por des- nas, cm fim, nao ha albergue tao mu que nao
culpa que quera acabar o seu quadro; norra o M!?-e" ^^^ de tempestade, e. dous ou tres
que elle nao dizia. que sorae.hanle ao nauf^go I SStSt" C 1XS
armos para
, w n,... www v"' i*^ iuii*! com irn*
era alto mar. que lanca vidas vistas pelo horison- queza, meu caro renlior de Treuil ? o senhor nao
te a verse enxerga salvadora vela, assim elle abra soube vi ver.
Concordo.
Fez um magnifico casamento, o que, seja dito
de passagem, me deu urna alta idea do seu juizo;
e feito elle, |tor urna palavra, pi r una ninharia,
os olhos. apurava ouvidos. tentando descobrr ou
ouvir Sophia.
Quantas vezes, em meio de seu passeio. Ihe nao
a idea querella poda estar sua espera, em' por um nada, bola tudo a perder! E para coroar
delle J Entao corria apressado ra Douai, a obra
fjsst machina movida por mola, e perguntou-lhe :
Que tens ?
O liomem, sem responder-lhe, pousou sobre a
int.u urna pequea rarteira, que trazia na mao, c
disse ao sogre :
Aqui tem os trinla mil francos, que devo
Sra. du Treuil, c mais seis mil e selecentes francos
quo nos adiantou a ella e a mim... Agora que as
nossas comas es lo saldadas, posso ausentarme.
Trinta e seis mil francos Iexclamou Sor-
bieronde que fot buscar tao forte qu intu ?
Muiricio, sem responder, virou-se para a mu-
lher, dizendo Ihe :
Tem amor bastante a seu marido para o
acompanhar ?
Sophia quiz responder, mas nao pode : camba-
len, o (ahiu meio desmaiada nos bracos da me.
Mauricio avancou um passo ; a sogra f-lo pa-
nbum capricho passagero, massim ama rcsoluco
ramio real e meditada, empenliou-se cm elevar mais
a barrera que separava o genro da lilha, e neste
seu empenho foi ella poderosamente coadjuvada
por todas as pessoas que se acereavam de Sophia.
O Sr. de Courtalin por Ulerease; o Sr. du Tailli
por maldade e vinganca ; a Sra. de Vitteaux por
leviandade; e Guiiuermu Marvejols per tolire, nao
sahiam do lado de Sophia, nem Ihe deixavam tem-
po de pensar na sua posico Para extinguir ura
resto de affecto, que nunca linha sido muito vivo,
: emp egaram ludas quantas aunas podera fornecer
a vaidade, o amor proprio e essa iuiiidadc de
paixes raesquinhas, que eorroem o coraco da
mulher como os vermes a madeira, ainda a mais
dura.
Qual o crimediziamque Sophia commeltera
para o marido a abondonar taquelle modo? Fra-
quissiino era o amor que Ih: tiulia para ir as do
cabo [m.h- causa de levssiuias contrariedades. O
Sr. de Treuil nao pagava com a mais uegra logra-
ra r com ura gesto :
Nio se chegue, senhor, nao se chegue que a lida0 os mmensos beneficios (ue devia aoSr. Sor-
mala I Jier? Ninguem pretenda menoscabar a posico
Sophia abri i os olhos.
Ah t Mauricio I... pego-te...
que o seu merecimento artstico Ihe havia adquiri-
do, mas o que era verdade, e que quando o Sr. do
Quer-me acompanhar ?perguntou o marido Tailli, por um excesso de amisade, oiutroduzio na
cor farca.
S>phia escondeu o rosto no seio da me. e nao
reqioiideu.
O tr, de Treuil abaixou-lhe a cabeca. o reti-
ro u -se.
Pois ben
n?o somas nos que o mane amos I
foi a
casa delle EnTo corra apressado ra Douai, a obra vae crusar a sua espada com um rapazelho
com coraco e bracos alenos a recebe-la: suba a vaidoso! O seulior de Marvejols um dos paletas
eseada, dominado pela chimenea illuso de a ir que nic faz a corle, e esta circunstancia atena
adiar porta do seu aposento; j Ihe via as fei- o mal que o senhor fez, mas, unda assim, fez
coes risonhas----a mo estendida___ que em-, mal.
briaguez! que loucura!... Chcgava. entra va. e Ento quereria que eu deixasse manchar o
vase ssinho! E nao se passavara muitos das' nome de minha mulher e o meu por quantas toli-
sem que a mesma allucioaco o accommettesse! ees Ihe dsse em cabeca espalhar?
Outras vezes rebellava-se contra semelhante phan-
tasma. c forrejava pelo vencer, applicando-se mais
ao trabalho. e procurando mais os seus amigos;
mas estas lulas de que. quasi sempre, sabia venci-
do esgotavam-lhe forcas e talento. Passava as nou-
tes sem dormir, os das sem repouso.
Eslava o triste mancebo neste estado, quando um
da, parecendo ao senhor de Marvejols, que o se-
nhor de Courtalin se nao comportara com elle como
perfeito cavalheiro, travaram-se de razos, e ficaram
de mal. O senhor de Marvejols tentou vingar-se
A respeito do senhor de Courtalin, nao e
isso ? Ora com effeito !.... Que o que prova
isso, se nao que a senhora de Treuil formosa, e
que ha quem tenha olhos para o nconhecere boc-
ea para o dizer 1 Todas as mulheres ouvem mais
ou menos lisonjas. O senhor de Vitteaux, meu
marido muito querido, nunca se liateu por ninha-
riasdessas .. se o lizesse tinha ic bater-se lodos
os das o pobre do homem Ora diga-me, er que
sejam perigosos csses bonecos qno fazem p de
alteres diante de urna mulher lind;.? Oh! nao Ibes
e para isso lembrou-se de Mauricio, de quem quas, ] faca honras que nao merecem Fie-se no que Ihe
se havia esquecido, desde que j nao o enconlrava! digo: nao ha nada a temer da parte ielles; deixe-os
nos saldes, onde elle Guilherme era o que impunha em paz, elles e sua espada. E assim quo faz o
a moda nos artgos coletes e grvalas. Sahiu, pois. senhor de Vilteaux e abro de par tm par as portas
urna manha, c foi ler com elle ra Douay. Mau- do meu toucador a lodos os ociosos que frequentam
rielo, sempre cora o pensamento fixo no' mesmo os sables de Paris.
ponto, suppoz que elle sera portador de alguma I Ah senhora 1 Se eu fosse o senhor de
mensagem de Sophia. I Vitteaux, consentira de bom grado quo o tou-
E' um milagre v-lo! exclamou o artista cador da senhora se iransformasse em um novo
quando o viu chegar, e quasi sem saber o que edn, com a condco porm de que quanlos l
dizia. enirassein levariam gravadas n( coracao .as pa-
0 sonlior de Marvejols desculpou-se com as suas lavras que o Dante gravou nas portas "do n-
muitas oceupacoes: as manhas no bosque de Bo- f erno.
lonha e as noute* no club, nenhum tem Ihe dei- A senhora de Vitteaux sorriu-sc, replicando :
xavam para visitar os seus amigos. Dito isto fez Pois seja assim ; |>orm sempre Ihe pego
cahir a conversa para Sophia. O coracao de Mau- Que note o quo que lucrou com toda essa sua
ricio bateu com violencia. poesa... o abandono, a solido.
Viahontem, disse Guilherme, estava no thea- Oh I nao, nao estou s mesmo de longe.
tro italiano, toda vestida de branco; pareca urna v'vo perto d'ella : veja !
poinbinba........ Ella sempre muito linda! Cus- Mauricio foi a um canto mysteiioso do quarlo
lame a acredilar como que o meu amigo teve e apresentou senhora de Vitteaux o retrato de
animo de abandonar! Sophia. Era to melanclico o olhar do mance-
E' um medianeiro, pensou Mauricio. i bo, e fra to ingenua a sua aceo, que a senhora
E apurou os ouvidos. S Ihe pareceu exlrava- de Vilteaux, sentindo-se vivamente eommovida,
Lolomiere, viva elle em um mesquinho aposento gante a escolha, mas, em fim, lancou por ento de perguntou-lhe :
u'um quinto andar da ra Douai. E todos sabiam parle os reparos que poderia fazer. | Ora diga-me ; mas falle-mc com sincerda-
como elle recompensara o seu bemfeitor I Por Guilherme senlou-se n'uma cadeira, e disse que de, ainda a ai ia muito ?
causa delle nao tinbam os Mea de Suba n-cnsa- seu an,i'0 yAarkt0 lin,,a anda(l" naquelle neg- Se a amo exclamou Mauricio- por
causa uuie nao uniiam os paes de bepbu recusa- c0 com muj)a mprudenrja. Nio d(.Vt abando- causa d'ella que tanto sofTn a se.is paes... urna
do excellentes casamentes para essa mesma que nar-se, contrauou elle, urna mulher inda e moga, palavra, um geste, um sorriso Sun, me faria a-
deixa-loirlexclamou Agatha to indignamente abandonara ? Faltou alguma vez como ella era, no mundo tao abundante de va-. char encantes no quemis me devia causar tris-
te o mancamos! a mulher aos seus deveres? verdade que Ihe ti- dios. Porque, em fim, noprimeiro raez, ainda ella tea Muito soffn por causa d'ella durante um
!..._ .,...___.!,..,.. ... a se lemlra dos seus deveres; no segundo, vae afrou-:anno, o continuara a solTrer ate (|ue o animo me
Em quanto que a me, com gesto iracundo, es- nhan feito leves observacoes acerca de urna quan- xando>]e no lerceiro nem se lembra. As mulheres Wteeesse, n'essa casa que tanl: s amarguras e
I? i lia o braco para a porta, o velho commercianle lia de dinheiro, bastante forte, de que elle havia ijdas assim sao. Era (erto que a senhora de Treuil' humilhagoes me prodigalsou! Se aqu a tivesse,
onlava as noias do banco, que o genro Ihe entre- disposto mui levianamente; mas qual o pae que tinha c[n sua defeca a me e a sua educaco; nao! nesla triste e abandonada offleina, nao trocara a
f ir, e, izuanl ardo-as na cirtera, murmura va :
Trinla eseis mil francos I Onde diabo os foi
I le buscar?
XII
Mauricio das antes de eparar-se da mulher e
por o'casiio das tentativas infructuosas que fizera
para que ella o acompanhasse, havia vendido a sua
jofficina a um negociante de quadros, seu freguez,
sem faltar aos seus mais sagrados ilercwo, nao
faria o mesmo que o Sr. Sorbier fez ? E deveria
elle, s por evitar o desagrado de certa classe, que
arespeito de inancas vive sem rei nem roque,
abandonar a um prodigo a fortuna que bavia ga-
nho a forca de suor e ecooomia ? Todos sabiam
como elle era tratado pelos paes de sua mulher.
Tinba s suas ordens seges, criados e cavallos. Se
va Apoca em qno morava na ra Douai. O que os seus amigos appareciam raras vezes nos saldes
apurou na venda, nao chegava para pagar ao so- de seu sogro. de quem era a culpa? Delles, que
gio; o .ssim io-se obrigac.o a contrabir empres- preferiam o vivac desordenado e livre dos ba?tido-
Bcara abandonada e entregue a si mesma no cen- minha mesquinha habitaban peh paraizo terres-
iro de urna cidade desmoralisada: mas com tudo, tre.. -Oh amo-a mil vezes mais do que ella pode
sabiam todos que o senhor de Courtalin frequenla-1 imaginar! Mas pelo muito que Ib; quero, unagi-
va milito a casa do Sr. Sorbier: eelle senhor de ne, senhora, quanlos amargores aie nao fizeram
Marvejols, amigo como era de Mauricio, nao poda \ soffrer para rae forcarem a scpirar-rac d'ella!
deixar i e o prevenir. Por fim fez urna multido de. Ouviu-me ella uunca urna palavra a queixar-me
nacoes eenericas acerca do procedimento d'ella ? Nao Ihe dei quanto
icerca do procedimento a eiia t ao me uei quanto poma uar-ine,
i das generalidades s ap- coraco ? Nao consunimu ainda c* dias a
jvado pela sua eloquencia la e esperanzado em a ver? Estr:meco ;
a Mauricio que era mais leve ruido que quebra o silencio da esea
ennsidenaces g
das mulheres, e descendo
plicacoes pessuaes, e lev
filente, deu a entender a Mauricio que era mal
que lempo de nlervir, se nao quera ver compro
mettida a honra da senhora de Treuil.
Veja que insulta a senhora de Treuil. excla
mou Mauricio.
i|uanto podia dar-lhe, vida e
"" a invoca-
ao mais
que quehra o silencio da eseada que
aqu conduz, e nunca aquella porta se abre sem
que me sinta fra de mim. Se gora aqui a rie-
la, cabira a seus ps como diante da imagem da
Hedcmpco. S por v-la um tnirnto mo occulto
horas em sitio por onde me parece que ella tem
de passar, e se a avisto, selloe-me o Mague ao co-
raco com tanta violencia, que parece querer suf-
lcalo! Ha dias estava ou to perto d'ella ao sa-
bir do theatro, que Ihe ouvi o som da voz, e me
rossaram os vestidos d'ella ; n'esse momento urna
nuvem me eobru os olhos... Toda a noute cobri
de beijos este retrate ; toda a noute chorei sobre
esta imagem !
A senhora de Vitteaux estava eheia de pasmo
ao ouvir o que Mauricio dizia. Nnnca egual Un-
gnagem Ihe havia (rido os ouvido-. Nunca na
atraosphera resguardada c lapida em que havia
vivido como cm estufa, alcanzramos sons,vi-1
brantes de nm amor assim juvenil, puro, apai-'
sonado e infeliz. O qne ouvia poderia comparar- j
se i mu raio forte do sol, que entrando de re- i
lenle em escura masinorra, de sbito a illumi-
nasse. At entao s sentimOntos eufesados, frou-,
xos a impotentes Uvera occasio de observar ;'
amor assim vivo, forte, sincero eapaixonado, era |
a primeira vez que o ouvia. Levantou-se, e pe-
gando com forca em ambas as nios de Mauricio,
sera saber o que fazia, exclamou :
Oh meu Deus estou atnita Ser possi-
vel que baja quem possa assim amar!
A parisiense da moda havia-se sumido, cedendo
0 lugar a mulher bondosa e sensivel. Esqueceu-se
de que era urna senhora de alto tora : abundan -
les lagrimas Ihe innundaram os olhos, sincera
emocao Ihe fez palpitar o coraco.
Ah !exclamou ella se cu o tivesse sabi-
do ... Mas quem podia acreditar, que senti-
mentos d'estes existitseiu em Pars ? Veja que
me arrancn lagrimas, Sr. de Treuil Que
felicdade a d'ella om ser assim amada! Cont
comigo.J senhor : vou ter com Sophia e faliar-lho
a seu respeite. Oh 1 s se ella nao tiver cora-
So, que o hade dexar por mais terapo assim
esgra^ado !
A iihora de Vitteaux correu a casa de Sophia,
a quem disse :
Acabo de fallar com seu marido; causou-
rae tanto d. que jure leva-la l, minha amiga,
e hei-de leva-la.
E contou cora extrema volubildade evivesade
phrases, tudo quanto ouvira e presenciara. Se-
melhante narrarn comnioveu a senhora de Treuil;
mas anda assim nao se animou a tomar resolu-
to alguma sem primeiro consultar a rae.
Pois entoreplicoua senhora de Vilteaux
varaos fallar j com ella.
Foram procura-la, mas tinha sabido.
{Teste caso continuou a senhora de Vit-
teauxvenha visitar seu marido, e consulte de-
pois sua me.
Sophia hesitou. Semelhava um ramo curvo,
que desempeado momentneamente pelo vento,
breve retoma a forma anlga. Tenlou livrar-se do
dominio materno, porm breve recahiu na usual
submisso.
N essa mesma noute voltou a senhora de Vil-
teaux a casa da senhora Sorbier a quem Sophia j
tinha contado tudo.
A intervenido a fauor de Mauricio, da parte
de urna senhora tidapor Agatha na conta de sua
maor amiga, muito escandalisou a Sorbier : mas
comiudo leve prudencia bastante para se nao dar
por oflendida, por nao querer de modo nenhum
indispor-se com quem estava em vesperas de a
apresentar em um dos sales mais aristocrticos
dobairro Saint-Honor. Fingu at que nao se
oppunba pela sua parte a que se tralasse de urna
reconciliaco, mas que antes de dar-se passo al-
gum, era misler preparar o Sr. Sorbier, para que
consentisse n'essa reconciliaco, que ella Agatha
ffluito desejava ver realisada : que seu marido
era o chele da familia e que nao podia dissimu-
lar-se que o procedimento do Sr. de Treuil o bavia
olenddo o mais que era possivel.
D Sophia um abraco no pae replicou a
senhora de Vilteauxe elle esquecera iinmedia-
tmente a offensa do genro.
Agalha aiou a cabeca em ar de duvida. Nin-
guem como ella conhecia o Sr. Sorbier. Elle ti-
nha sido to bondoso para com o Sr. de Treuil,
que por isso mesmo mais sentia a injuria recebida.
E que ah eslava Sophia, que bem poda afflrmar
quanto o pae tinha sotfrido. Sophia respondeu a
esta nterpellaco cora um suspiro, que a custo
arrancou do peito.
Mas que o que elle fez ? perguntou Ma-
thilde.
Ao ouvir esta pergunla, levantou Agatha os
olhos ao cu, e respondeu resignada, que nao
quera agravar as culpas do genro, recordando os
trinla mil francos que lo loucamente havia per-
dido, por que. emfim. a questo nao era de dinhei-
ro. Mas que alm d'aquella loucura, que por cer-
to nao era nenhuma ninharia, era elle to suscep-
livel, inlralavel e caprichoso era lodos os actos da
vida, cpie a todos os de casa havia feito curtir nao
pequeo numero de maguas. Tudo censurava, de
ludo ralhava ; nao bavia pessoa amiga da casa,
cujo eomporlamenio elle nao crilieasse, e que ella
Agatha podia citar muilos ditos delle em desabo-
no das pessoas que ella mais estraava.
A senhora de Vilteaux bem comprehendeu o fim
de tas insnuaces, e para as alalhar replicou,
encomend os hombros:
Que tem isso ? se elle me era pouco afeicoa-
do, eu pagava-lhe na mesma raoeda. E, para di-
zer ai verdade, eu tinha-lhe o meu bocadito de
odio, por elle fazer pouco caso de mim ; mas que
direito tem de se escandalisar, por urna ou outra
phrase mais picante, quera, como eu, de tudo falla
e a ninguem poupa ? Havia de ter que ver se me
eu dava por esrandalisada Vamos, vamosJor com
0 Sr. Sorbier !
Agalha, vendo que nada faria por este lado,
teve de recorrer a novo estratagema. Nao devia
ir incommodar o marido, porque estava conferen-
ciando com senhor de Courtalin. e com o tabclliao.
acerca de urna escriplura social para as minas de
chumbo. E tambera porque antes de Ihe falla
; rem, convinha sonda-lo e predispo-lo acerca dessa
reconciliaco, para a qual ella desde j se compro-
meda a usar de teda a sua influencia para que
viesse a realisar-se : porm que nao era negoci
que podesse resolver-se em vinte e quatro horas.
A senhora de Vilteaux relirou-se sem ter oblido
cousa alguma. Nos das seguintes insistiu de novo,
mas sempre sem obter resultado. Oppunham-se-
Ihe tantas e taes difculdades, qne nao Ihe era
possivel deliela-las. Os esforcos da senhora de
Vitteaux nao encontravam a resistencia que o ca-
lliau oppe baila de arlilheria. encontravam pelo
contrario a forca inerte de urna baila de algodo,
que nada ha que a quebr ou despedace.
Mtthilde nem animo tinha de tornar a procu-
rar Mauricio ; bons desejos tinha de o reconci-
liar com a mulher, porm era urna senhora da
alia sociedade, e nunca Ihe faltavam objectos que
a dstrahissem do pro;xtsito formado.
lio dia disse ella a Sophia:
Sabe que mais ? se eu eslivesse no seu lu-
gar, j linha |mslo o chapea, e subido quatro a
quatro os degrus da eseada de Mauricio. .-Todas
as nossas joias, e todos os nossos bailes, nao va-
lera urna hora de verdadeiro amor. Admira-se
do que Ihe digo ? Pois digo o que estou sentuado.
Oh I se eu fosse amada como a minha amiga,
i quo feliz eu nao sera !
Sophia suspirn, e mudou de conversa. Pasea*
! do ura mez. nao tornou a senhora de Vitteaux a
fallar de Mauricio.
Urna manha, em que Agatha estava corabinan-
1 do com a filba o programma de um jantar a que
deviam assislir certas notabilidades linanceiras e
i o secretario do ministerio do reino, apresentado
1 pelo Sr. de Courtalin. entrou Felippe.
Senhora,disse eilese nao trata de recon-
ciliar a Sr." de Treuil com o marido quanlo antes,
| teremos de soffrer grave desgosto... Mauricio nao
| dura muito...
Sophia soltou um grito e cihiu nos bracos da
, me.
Senhor 1exclamou estasao cousas que se
, digam diante desta menina ?
Sao, porque sao verdades -replicou elle scc-
! camente.A amisade que tenho a Mauricio foi
| que me irouxe aqu. Se a m nova que tragjj cau-
saste verdadelra emoco Sr.* de Treuil, nao des-
. maava ella, voaria apressurada a salvar o ma-
rido.
E, dito isto, retirou-se.
Como elle grosseiro!murmurou a Sr."
Sorbier.
A este tempo chegou o Sr. du Tailli e achou a
Sr." Sorbier a prodigalisar conselhos a lilha, a
qual linha sabido do seu tor|>or com a visita feta
por Felippe.
A questo que entre as duas se agilava era a de
saber se deviam ou nao mandar saber da sade
de Mauricio. Sophia inclinava-se a ir pessoal-
mente c j. Poucas palavras bastaran! para por
Closeau ao facto do que se havia passado.
Ah pois do Sr. de Treuil que estavam
fallando tdisso elle em tora de zombaria.Elle,
com erteito, est muito mal Encontrei-o hontem
I nos Campos Eiysios, fumando o seu charuto !
A Sr.* Sorbier mosirou-se iudignadissima.
Que vil e odiosa farca I... exclamou ella.
E contlnuaram eom o inlerrompido programma
do jantar.
Lancemos urna vista retrospectiva ao que se ti-
nha passado.
Depois da visita da Sr." de Vilteaux, a esp*
de abatnenlo e de excitaco nervosa qulf havia
atacado o joven pintor tornara-se cada vez mai-
perigosa. Concebera esperancas. que depois viu
destruidas.
As angustias que o devoravam, e as quaes, por
altivez de senliiiienios. nem a Felippe ousava con-
essar mais se iam augmentando. Passava das
inteiros diante do seu quadro, JMovel, inerte.
oPiano senl ver, ou passeando pela oflicina, com
a porta fechada, sosinho.lodo entregue a pungen-
do passado. Por niio saberraos
que mcopcebivel capricho do espirito, comprba-
se em aecusar-sea mesmo e em fazer reviver
0 mal que internamente o corroa. Collocava-se
simultneamente no lugar de juii e de victima.
NS.....a elle diziao nico culpado das afflc-
c8es que soffria f Porque nao deu ouvidos aos con-
selhos de Pelippe, quando em Buugival Ihe conliou
os seus projectos Porque razoartista sem ani-
mo, homem sem energa-se havia curvado a essa
preeisao de cosos, preferndo assim a riqueza em
troca da liherdade ? A quem. seno a si. era (tarri-
do o castigo que soffria 1 Nao era a justa pun-
cao do seu orgnlho, e despreso da propria digni-
daie Mas oh quo cruel Ihe era que asorte
Ihcdeslinassc Sophia para seu algoz !
(lomo ccrlos hroes de theatro, succedla-lhe
maltas vezes fallar em alta voz, e muito sorpre-
hendido ficava quando, ao fazer pausa, ouvia os
chos Jas suas fallas. Ento estremeca e lanca-
va-se sobre urna cadeira, com as lagrimas nos
olhos. Outras vezes lenlava trabalhar phrenetica-
menie, mas os pinceis treraiam-lhe na mo e es-
vaecia-sc-lhe da idea a insprai;o. Bedobrava os
esforcos; decorriam longas horas de uta, e cada
urna deltas, roubando-lhe parcellas de energa,
apenas Ihe dava em resultado o convcncimenlo da
sua impotencia. Ento amarra va as maos na ca-
beca, e chorando desanimado, murmurava :
Nada J nada !
Acsles soffrimentos raoraes-nuncios dos seus
soffriirentos pliysicos-juntava-se ainda outras an-
gustias, nao menos dolorosas.
Os [ioucos recursos que Ihe ficaram da venda
da sus offleina estavam consummidos: presenta-
se atacado pela penuria e nao quera abrir o co-
raco a ninguem.
Depois do luxo cm que vivera, mais o aterra va
a pobreza do que em tempo nenhum.
Nao se julgava rom animo de soffrer privaces
e nao via modos de as evitar. A somma das di-
vidas augmentava de dia para dia : quaes os muios
de as solver f Nao os sabia: deixava-se ir ao ora
de agua.
Pe ip|ic, tendo-o sorprehendido duas vezes em
accessos de desesperaco, e adivinhando urna par-
te dos segredosque o amigo Ihe oceultava, com o
pretexto de reunir a jantar alguns amigos de in-
fancia, levou a casa de Mauricio um joven medi-
co, intimo amigo de ambos desde o lempo dos pri-
meiros estudos e dos primeiros irabalhos. Ernes-
to Albn, ento medico na Piedade, passava por
1 um doi mais distinclos orculos da sciencia. Per-
severa nca nos estudos, inlelligencia viva, genio
observador e tocio singular carearam-lhe, apesar
i de moco, um lugar eminente entre os seus colle-
gas da faculdade de Pars.
As necessidades physicas da vida haviara-no af-
fastado de Mauricio e de Felippe, mas sem cessa-
rem de se estimar. Urna palavra, um encontr,
urna caria de longe a longe, realava o fio das suas
antigs relacoes.
Mauricio recebeu Ernesto com summa alegra.
0 joven medico olhou ltente para as bagalellas
que adornavam a offlcioa do seu amigo c que Ihe
i recordavam annos de infancia; depois fallou des-
ses primeiros lempos em que se conheceram, at
3ue fez cahir a conversarn, cora mais minuciosi-
ade, pira o prsenle.
Os gestos e o olhar de Ernesto tinham tal firme-
za varonil, e um nao sei que de franco,, expansivo
e benevolente, que inspirava confianca e indicava
socego e paz de espirito.
A expressao da physionomia do medico, onde
; reflecto, como em esjielho, a sua felicidade intima
causou seosaco em Mauricio.
Oh tu s feliz, nao s ?perguntou o ar-
' tista.
Trabalho ;respondeu Ernesto-vivo com
os homens, como rom os meus problemas; esludo
uns e outros, e isso d-rae prazer extremo.
Mauricio lancou os olhos a Pelippe. E, vendo
que estes dous homens, que to animosos caminha-
vam na senda da vida, sem se desviarem um api-
ce da liiha recia, haviam encontrado pasto abun-
dante s suas necessidades intellectuaes, nao pode
deixar de fazer comparaces entre si e elles.
Os seus dous amigos nao tinbam pedido socie-
! dade mais do que aquillo que ella legtimamente
j podia dar-lhes e a sua prolisso o alimento diario
: para a activdade que a Providencia depositou em
todos os homens. A sua recompensa dava-lh'a o
' trabalho; nenhum delles ambicionava ser rico. E
| elle Mauricio tinha feilo o mesmo que elles i
Estas mudas considerarles amorteceram o raio
luminoso que a visita do medico levara aos olhos
| do triste pintor.
Foram jantar ao campo e na mesma hospedara
onde outr'ora Ernesto beber com elles um par de
garrafas de Champagne em obsequio ao seu diplo-
ma de medico.
No da seguinte reuniu Felippe os mesmos dous
amigos para jantarem conjunctamenle com Lam-
bed, de modo que iiaquelles tres ou quatro dias
passara.u juntos bastantes horas.
E ento ? perguntou Felippe a Ernesto, quan-
1 do Ihe | areceu que o professor tinha lido tempo
bastante de estudar o enferme.
Mauricio morrerespondeu Ernesto.Esta
atacado de urna molestia que tem muilos pontos
i de aflinidade com esse soffrimento ntoleravel que
irapelle os montanhezes da Escossia *ao suicidio,
se por acaso ouvem os sons do pibrorh das suas
serras, nas margens de S. Lourenco : lima es-
pecie de nostalgia. Mauricio casou-se, nio as-
sim ?
A mulher era muito linda e tambera muito rica,
segunde me disseram ; pergunto este casamento
feilo por interesse, veiu a dar em resultado amar
elle a mulher ?
E verdade.
Separou-os um acontecimento que ignoro ;
ha bastante tempo que viven, separados : ha es-
i peranca de que venham a congracar-ee ?
Nao.
Pois bem ; poucas palavras faro com que
me comprehendas melhor do que se te lizesse lon-
gos discursos: banram Mauricio de casa de sua
mulher. Para moleslias deslas nao conheeo re-
medio. Tudo Ih'a rerorda e nada lh'a reslitue. O
seu pensamenlo est lo distendido como a corda
de um arco, para um ionio que nunca alcanzar.
o supplicio do proscripto.
Ini ler com Sophia -murmurou Felippe, co-
i mo que fallando com sigo.
Acensen a esta disposicjio, que exeree sobro
a alma a mesma accao corrosiva do acido sobre a
carne viva, a influencia dissolvenle de cerlos habi-
tes de que Mauricio nunca pode desfazer-se, sto
: horror a pobreza ; necessidade de luxo; te-
mor excesivo de lulas, que urna extrema Irrita-
bilidade nervosa faz chegar a um estado agudo.
Multido de cousas que nos impossivel analysar
e combater ; um som, um cheiro, una palavra ca-
sual, una data, o mais insignificante facto da vida
quolidiana, o impellem fatalmente a urna corrente
de ideas que o enervam e maiam. Corre direilo
ao seu termo por um caminho coberto do sil vados
e pedregulbo.
Mas o remedio, o remedio 1
S esquecendo-a pode curar-se... Tu, que
conheces a Sr." de Treuil, dize-me -replicou Er-
nesto, depois de momentos de silencioque o
que adas nella para ser assim amada pelo nosso
pobre Mauricio ?
Nao sei. linda, |>do dizer-se mesmo for-
mosa ; sobreludo, o metal de voz arrebata : um
timbre de ouro. Poderia compararse ao loyue de
nina |ierola em vaso de crystal; porm, de parte
islo, nao ha entre os dous nenhuma aflinidade de
carcter : no espirito della nao ha nem sombra de
elevar,ao. Nasceu com o coraco vazio e o cere-
bro gelado. Que ella agradass ura dia, ura raez
ou anda um anno, va ; mas que ella possa ser
amada com seraelnante violencia, o que me cus-
a a coinprehender.
Oh replicou Ernestoha um verso de
Bacine que poda applicar-se a este phenomeno.
J lenhi visto exemplos de amores destes, que
quasi se podem dizer inexlnguveis. Mauricio lo-
cou a mo de Sophia, houve entre a epiderme dos
: dous um contacto mystcnoso, urna troca de fluido,
! e operou-se o milagre. Amores destes nao se com-
; baieni. Certa predisposico para a ternura e pa-
jra aconcentraco, exaltaos e d-lhes mais forca.
! o caso em que Mauricio se acbava, quando se
separou da mulher... E, demas, Sophia nao o
amava,ou pelo menos, amava-n pouco, e mais
urna razio para elle nunca deixar de a amar. Be-
nito o que j te disse ; Mauricio nao escapa. A
vida esvae-se-lhe gola t gola pela ferida que tem
! aberla.
I (Cofniiflr-f-U
IpEBNAMBUCO.- IYP. DE F. P. 4 FILHO.
r
f
'


V
.-.


Full Text
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