Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10278


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Full Text
I
. i
AUNO millBUKBO 298.
Por tres mezes adiantados 51000
Por tres niezes vencidos 6f00
DIARIO

ENCARREGADOS DA SUBSCRIPQO NO NORTE

TERCA FEIRA 29 DE DEZEMBRO DE 1863.
Por anuo adiantado.....19J0OO
Porte para o sabscriptor. 3JJ9U
RNAMBUCO.
*
k~*

v.
'
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima!
ate!, o Sr. Antonio Marques da Silva; Araeaty,
8r. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Marqnes Ro-
drigues: Para, os Srs. Manoel Pinheiro 4 C. A-
monas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO gtt
-Attftos o Sr. Claudjtfo'Falcao Dias; Baha o
Sr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martin.- PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Eseada todos os dias.
Iguarassu'.^oyanna e Parahyba as serondas
sextas-reiras.
Santo Antao,
A'^o e Garanhus as trras feiras. 117 Quarto rese, as 8 h., SO m. e 32 s. da m.
Pao d Alho, Nazareth, Limoero, Brejo, Pesqueira, 24 La cheia as 11 h. 23 ni e 14 s da t
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu", Cabrob,
Boa Vista, Ourirury c Exu' as qoartes feiras.
Sennhaem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-J
rs. Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Una de Fernando todas as vezes que para ali sahir _
navio. Primelra as 3 horas e 42 minutos da tarde.
Todos os estafetas partem ao '/s da. I Segunda as 4 horas e 6 minutos da manhaa.
EPHEMERIDES DO MEZ DE DEZEMBRO.
3 Quarto ming. a 8 h., 49 m. e 2 s. da m.
Gravat, Bczerros, Bonito, Carnaru',110 Lna nova as 4 h., 29 m. e 20 s. da t.
PREAMAR DE HOJE.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sul at Alagas a e 25 para o norte at
H intJ j a 7 8 22 de cada mez; Para amando nos
(Las 14 dos mezes dejan, marc., maio,jal, set enov.
PARTIDA DOS OMNIIilS.
P*" o Recife : do Aprpocos s 6 'A, 7, 7 /j, 8 e
8 Vi da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da tarde i de
Jabeatao s 6 '/i da m.; do Caxang e Varzea s 7
da m.; de Bemfica s 8 da n.
lu ^ Recfe : P"* AP'Poeo 3 '/ 4. 4 /,, 41/
o, 5'/,, 5 Vi e 6 da tarde} para Olinda s 7 da
manhaa e 4 Vi da tar*; par Jahoatao s 4 da tar-
de t para Cachanga e Varzea s 4/da larde; para
lBemflcas4daterde. ^
PARTE OFFICIAL.
tratar de sua
nicnte.
saude, onde Ihe for mais conve-
fiOVEHM DA PROVINCIA.
^sediente do dia 23 de dczembro de 1863.
Ezpediente do secretario de governo.
dade, quando nao existissem ahi outros muitos do-
cumentos de grande valor, bastava o trecho da
carta do Sr. lago, porque, sendo elle amatista, e
ao mesmo tempo dotado de um carcter superior
rcr
I AUDIENCIA DOS TRIBUNA DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
RelacSo: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quintas as 10 horas.
Juizo do eommerrio: segundas s II horas.
Dito de orpbaos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara V civel: quartes e sabbados a 1 hora
d* tarde. *

DIAS DA SEMANA.
28. Segunda. Ss. Castor, Cesarlo, Agapio mm,
9, Terca. Ss. Trofino. Prlno mm.
30. Quaita. S. Sabino b. in.: S.JAnso b. m.
31. Quinta. S. Silvestre j>. m.; 8. Zotico iri.
1. Sexta, tga Circumciso do S'.-ihor.
|. Sabbado. S. Isidoro b. S. Arg-ed m.
. Domingo. S. Aprigo b. de Bjtt:
ASSIGNA-SE
no Recife, em a livraria da praca da Sldepeodanr '
ns. 6 e 8, dos proprietariee Manoel Figusiroa d
Faria & Fiiho.
nhas
Movimento da casa de detencao no dia 27 de
de wElJu Dr Pr *"*' ,Idro' Movimento da enfermar
r* 'embro.
wrnme estava provado e smente baria em fa-' Tiveram baixa :
Offlcio ao tenente Izidoro Jos da Silva Mascare-' a qualquer cVp^l^.^pVTiaTo'aWte.! mesmo ftfcoSad^So'So S&blGIS M&XvSSSZP *?*mi*-
tes. S Exc. o Sr. presidente da provincia tendo munho de um pre? verdaderamente inestimavel. na occasiaoera que desenvofveu S MortShl "' Sar"aS'
por^portana de lo de outubro ultimo nomead {.. J* pelo que d,z respe o rect.do, e imparcia- qual sendo reconheida pe'o jry fi porSfro' dezTmbnSSs
a$ne... ~"d.?mnad0 "o mnimo do artigo 205 do cdigo Exrstiam.
I tilia
pros
ds que viurain do pre^.u
nicouse ao Dr. chafe do polica ."<> ao commandante superior da guarda na- *6 de novembro ultimo, publicado no Progresista
Dito ao inspector da thesouraria da fazenda ? OI,nda e 'suarass.O Exm. Sr. presi- de do corrente, no segundo trecho do qual avi-
Autoriso V. S. nos termos do sua informJjin'rt,, n, LProvincia manda accusar recebido o offl- so *; marquez de Olinda, depois de accusar a
a co de 20 do corrente em que V. S. communicou- reeepqaa do officio de 30 de outubro do Sr. Dr.
lyntho, exprime-se
ipm'a.
no dia 27 de de-
Entrarnm
Sahiram.
inforinacao de
buntem, sob n. 942, a maudar pagar a Jos Marce-
lino Alves da Konseca e Bernardino Pereira de
linio como pcdein nos inclusos requer raen los a
gralillcagao que Ihes foi descontada na qualidade
de escnvao e amanuense do hospital militar relati-
vamente aos das 1 a 4 de novembro ultimo em
Ihe haver reassumido o exercicio.de sen posto.
Despachos do dia 2 de dczembro de 1883.
Requerimentos. w
Capitao Aurelio Joaquim Pinto.Dirija-se ao
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
quepnr nojo deixaram do exercer "as funccdes\'A D' A.nna EsPinola Cavateanti Informe o Sr.
herentes aos seus empregos; certo de que vou aesembargador provedor da Santa Casa de Miseri-
leyar ao conheciraenio do governo imperial essa I co,d,a- ,r. .
minha reselucao como V. S. solicilou em sua citada j ""nardo Vieira de Mello.Remettido ao Sr.
infonnaeao. desembargador provedor da Santa Casa de Mise-
Dto ao inspector da thesouraria provincial ^irordia Para attender ao supplicante nos termos
Annuindo ao qu solicitou o ehefe de polica em of- deiua ,nformacao de 22 do corrente.
cio de hontem, sob n. 1,675, recoinmondo V S Eduardo Daniel Cavalcanti de Guivara.Entre-
que^iande indemnizar o cofre daquella reparlico gu5'se metlianle recibo.
da ijuantia de 13*400, que foi adiantada aoalferes Francisco Borges de Lima.-Drija-se ao Sr.
de 2" batalhode infamara, Francisco Jos Gomi* insPec,or da thesouraria de fazenda.
e por este despendida com o sustenio de seis pre- francisco Batelho de Andrade. -Nao tem logar
sos, que seguiram desta capital para as cadeias de av,sta da '"formaco.
n estes termos O governo
imperial,, /cando de tudo intetrado, Ion va a pru-
dencia t commedimenio com que V. Exc. se tem ha-
tido, etc.
Parece-me que nao preciso dizer mais nada
em favor do Sr. Dr. Olyntho.
Assegura-se por aqu, que foram despro-
nnnciados em recurso pelo Dr. Alcovta, juiz de di-
rato interino, os vereadores e supplentes, que
clandestinamente se constituiram en cmara, e
deram diplomas aos Srs. Leao Velloso e Bezerra
Cavalcanle.
Dizem-me que as razoes mais fortes da sentenca
consistiram em desabonos, e allusoes malignas ao
presidente, Sr. Dr. Oljratho, e juix de direito Costa
Lobo.
Nao sei porque nao vi; posso, porm, afflrmar ,
Ihe que se o Dr. Lobo pronunciou-os, foi porque o dilho.
facto, "
_ habilidade
e conhecida, a nada atiendeu
fazer jnstica, como fez.
fcncerrou-se a sessao smente com este iolga-
mento, visto ser o nico reo que tinha a res-
ponder. -
Foi presidente do conselho o capitao Pedro .fos
Montenegro, bello carcter, e cidado prestimoso,'
tendo feno parte do conselho, o capitao Manoel Joa- i
quira da Fonseca Galvao, o capitao Antonio Gomes
Lordeiro de Mello, e o tenente Manoel Jorflao.
Pratique sempre o tribunal dos jurados assim,
que sera respeitado: honra pois ao iurv de Isua-
rass. c
Communicam-nos o seguinio:
Hontem 27,vindo um mnibus de volta de Olin-
da, com 9 irmas da earidade, 6 educandos e urna
senhora, foi invadido por diferentes mocos, que
oceupando o tejadilho, pozeram-se d'alu disfeilean-
doas inofensivas senhoras com epitelhos de corujas,
corja^cabanda, e outras que taes injurias, alm de
baterem -
saber:
Existent.
341 presos
3v .
33
Nacionaes. .
Estrangeiros
Mulheres .
Estrangeiras
Escravos .
Escravas .
213
25
2
2
59
7
351
sarnas.
com toda a forca com os oes no dito teja-
Sanlo Antao, Caruard e Via_Bca7como'se"'ve'dos ^ Jose Lournfo Bastos.-Inrorme o Sr, inspector l^10,' ^omoie,le medisse, estava provado, nao s mnibus, tivesse este de estacad ou'etnperrar no?
inclusos documentos.-Communicou-se ao Dr. che- da thesouraria de fazenda. P "?c1"!leT;s "nen*H. como pela conflssao diversas vezes, nesta occasiao pedia o bolieiro,que
fe do polica. Bacharel Joao Baplista .do Amaral e Mello.- S"h!. i^? llsad,os' B,,a com ,odas as solemai-1 os 'aes rapazes descessem, mas elles nao o ouize-
Dito ao coronel Francisco fcaquim Pereira Lolw Pa^e POf'aria concedendo a licen?a pedida.
Tenente Julio Pompeo de Barros Lima.Dirija-
se ao inspector da thesouraria de fazenda.
Jos Andr Lobo.'- Remettido ae Sr. desembar-
gador provedor da Santa Casa do Misericordia
para attender ao supplicante nos termos de sua
infonnaeao de 22 do corrente.
Mana da Annunciacao Cavalcanti.Remettido
ao Sr. desembargador provedor da Santa Casa de
Misericordia, para attender ae supplicante nos ter-
mos de sua infonnaeao de 22 do corrente.
Ein resposta ao offlcio que V. S. me dirigi sob
n. 10, tenhoadeclarar-lheque achando-seemexer-
cicio o commandanle superior da guarda nacional
de Olinda e Iguarass coronel Joaquim Cavalcanle
de Albuquerque, como me pa'rticipou em offlcio de
20 do corrente, tem V. S. de entrar no exercicio
de seu posto de ebefe do respectivo estado-maior
?como j determinei em offlcio de 19 deste mez.
Dito ao commandante do presidio de Fernando.
Communico V. S. para seu conhecimento que
ern offlcio n. 1,667 de 21 do corrente declareu-me
o Dr. chefo de polica que deixaram de embarcar
no vapor Jaguaribe com destino a esse presidio os
sentenciados de justica Eloy ou Liborio, escravo, i
Manoel F.delis Pereira e Manoel Henrique de Lia, QMrt.| afnf.T.i n -- .,,. .. .
o e 2 per ja terem sido enviados para ahi, este "^ u .. V e?""""do da 9"rnifl de Per
m 20 de junho e aquelle em 26 de setembro do' D"ueo, 21 de deienbro de 1863.
anno passado, e o 3 por ter adoeeido. Orden, do da n. 278
t2!?& *^ Si cJonvenl' em 1ue ao eiD" PW*** concedeaX portrK de 19 lo comente
^^0^SnZe^tiSAl^m nS' dalada'.tr" me^iS^n, soi'simp t
na raz.oae izuwuo por braca cubica de obra de Sr. majur do coffio de enenheiros SehisiiS Jn
s&zsP* -*citt,to oflt"1 ^^^^s^^srts^ssi^
COMMAMK DAS ARIAS.
nJMll % f|le ,,nleDdeu *JU0 J?cl0 eracn- ran)zer,' obrgando usTmaT pobres senhoras a
minoso, como j tem-se assim entendido, e ultima- fazarom-n'o por unas poucas de vezes!
mBm^Le,,e!M,en na4Parahyba,e .Seripe d'EI-Rei" S om ,al Procedimento se houveram elles todo
r,n., Pn "vld0 Dr" ^^ d! er-'qae P?" caminho, de modo que mais pareciam garotos de
ranie elle, como juiz, so enxerga cidadaos e nao praca do que mocos de educacao .
vrmiK;,t,COS* corn}i&!***io* .00 adversarios, : Em lugar competente vai inscripto um an-
afiuasu.es'eduv'do por isso que so ago-1 nuncio sobre a venda do grande e importante
mJfa ,!m e Amt *r?' qe.mdechnavel-: Uboratorio de lavagem de roupa vapor, que ha
h!fi?Mi.? observado ha *" de 'f"" annos de lempos suspendeu seus trabalhos por circumstan-
juuicaiura cias peculiares dos proprietarios.
bupponho que esse negocio foi para a relagao; K4e lamentar se este estabelecimento de tanta
Strtffr? t'Ju '0S o^JW^nuc sera a ver- utilidade para as familias nao encontrar quera se
r! ; qat\ ha de a,um,ar as ,revas de ponh* a ,es,a delle de mdo a nao mais interrom-
nosso fraco entendimento. per o seu movimento.
rinT,) ^!s Vm.offlC10 do delegado de polica da j O palhabote lindo Paquete, entrado hontem
m -- .ir a Prfsidenc'a- dlz,nd0 nue de* do Maranhaoe Cear, encontrla 17 do corrente,
casos fates de febre amarella, e a barlavento da Fortaleza o hiato Santa Rita,
Alimentados a custa dos- cofres publicos.. 126
Movimento da enfermar do dia 28 de outubro
de 1863.
Teve baixa :
Marcohno da Costa do Nasdmento.
Tiveram alia:
Jos Rumo dos Santos.
Antonio Manoel da Silva.
Ursulino Francisco de Castro.
Manoel Hermenegildo.
Obituario bo da 25 dr dkzembro no ckmite-
hio public :
Jos Dias, Parahyba, 22 annos, solteiro, S. Jos,
varilas.
Jos Prancrseo do Sacramento, Pernambuco, 20
annos, solteiro, Boa-Vista, tubrculos pulmo-
nares.
26
Francisco, Pernambuco, 2 annos, Boa-Vista, con-
vulsdes.
Francisco, Pernambuco, 5 mozes, ReeHe, entente
agnda.
Amalia, Pernambuco. 2 annos, Santo Antonio, be-
xigas.
xorrinho, mmlia semWa : que intelligcwf ia que
elle tem... eomprehende tudo I como elle procu-
ra o cllo de V. Exc. i elr. Por causa desias e
outras, a senhera do presidente elogia as maoei-
ras polidas do palaciano, e tica disptwta a defn-
de-lo, em qualquer oecasfo propicia.
O palaciano gosla de" tudo, que o presidente gos-
ta. Se este amigo dos prazeres, elle tambem o
t; se devoto, elle apremie logo urna lnguagem
religiosa e repassada de unco, reza o bemdito de-
pois de jamar, nao fatta mtsso, torna-*? erafim
um abalisado carola.
Sua educacao especiad Sabe danear. jogar.
dizer gaiatiecs, e^crever communirados, e nada
oslo sal quando conveniente mo sabe-le. K
Jpois, pao para loda a obra, ou era para todo o
I molde. '
Se na mesa, o presidente gaba o requeijoes, e
roostra-se audosodelles,corro o paiaeno casa,
assenla-se a sua mesa e conteca a- eserever ama-
veis cartinhas aos fazendeiros e vaqueiros> sendo o
assumpto de todaso requeije, Seu es^lo pa-
laciano. Comeca desejando aos presadieMm's ami-
gos :primeiro que tudo feliz sade e seguida
encommeada o requeijo, dizeado-que epara o
prndente, de-quem intimo amigo, e concUje pe-
rfmdo-IlH encarecidamente que dsponh dejseu
limitado prestiwo, certo de que suas orden-,, etc.
Sendo-lhe necessario ne estar nunea em> ron-
iradk;ao eoift o- presidente, o. palaciano- as-vezes
atrapalha-se, exeinplo : durante jaatary entre
um bocado de Hambre e um gole de vinho, pevgun-
ta-lhe S. Exc.: meu caro Sr. Fuao, gosia de ja-
ropa fFiea o bomem meo vexado ; para tfaer
que gosla, pode desconcordar do exncllentisaioio
goslo, suscita-se urna queslao, e queslees.-seguado
o seu pensar nunea sao boas com gente dessa er-
dem. Avista disto, se pcrfeito palacian, frasee
a testa, echa um. pouco os olhos, e com o franzkto
de Iwcca ou momo ijue exprime a duvida, diz :-
Conforme... as vezes... nem sempre..... Se o
presidente accrescenta :Pois olhe,doua.vidapo5
urna garpa gorda fEntao o palaciano torna-s
outro e exclama enthusiaslica e prasenleiraeiente r
Sim! quando est gorda
^-v^s^,^'Minas-60a,wo9' v^vszjr
28
s execucao do menciona- provincia : o que constou do offlcio da mesma nre-
do calcamento, e que nao se achara consideradas, sidenc.a da referida date P
nem no respectivo contrato, nem as modiflcacoes! 0 mesmo coronel faz trascrever ahaixo o aviso
feias pela assemblea legislativa provincial.-Com- do ministerio dai guerra d SKio mei^ aue no?
,nun.cou-se ao inspector da thesouraria provin- copia Ihe fui transInSo con offlcio da prSn-
Diio ao conselho administrativo.-Com a inclusa ^ ^'LlS^^^XSS^SS-
copia do offlcio do coronel commandante do presi- preteco que se tei^toii>
dio de temando datado do 9 do corrente, a que vai. 31 do cdigo do proessso crim nal c ia execuefo
annexo em original o do respec.ivo almoxarife de Ihe hariasido reooramendada n vUdSdaTepr^
senlacao do Exm. Sr. presidente do tribunal da
relacao.
1." Directora geral.Rio de Janeiro.Ministe-
lfi-is "P^oe'os da guerra, em 5 de dezembro de
lm. e Exm. Sr. Levei ao alto conheci-
o Imperador, o offlcio n.
agosto do corrente anno, em que V.
7 deste mez, fica satisfeito o que solicitou o conse-
lho administrativo, em offlcio de 17 de outubro ul-
timo, cora referencia ao pedido de livros para o
neatno presidio.
Dito ao mesmo.Autcriso o conselho adminis-
trativo a comprar para a offinna de sapateiros es- ment de Sua Masestade
no presidio de Fernando os ohjectos > 693 de 6 de agosto do c
i ram-se all dons
que ficavam affectadas vintc pessoasT
Supponho que a presidencia vai despachar um
medico com urna ambulancia para aquella cidade.
ISesti capital acaba de dar-se um caso fatal de
febre amarella com vomito negro, que tem causa-
do sspeitas de que temes esta peste no meio de
nos.
0 tenente Joao Carlos de Bacman, que este-
va no coramando interino da companhia de 1* li-
nha, atacado desse mal, suecumbio era seis dias
no meio dos mdicos, e de todos os mais recursos
sem excepeo desta cidade.
O enente Joao Carlos era moco, vigoroso e sa-
dio. Deixou viuva e dous filhos pequeninos.
O jury de S. Goncalo, que trabalhou a sema-
- Pelo delegado do termo de Buique foi preso
o indio Francisco Lino Ribeiro, por sspeitas de
ser cmplice no assassinalo de Pedro Honorato,
que teve lugar 19 do passado.
Rwartiqao da polica :
(Extracto das partes dos dias 27 e 28 de dezem-
bro). *
Foram recolhios casa de detencao no dia 26
do corrente.
A' ordem do subdelegado 'do Recife, Domingos
Ferreira da Silva e Jos Dias Listo, braucos, por
insultos.
A' ordem do de Santo Antonio, os pardos Arge-
miro Eleulerio da Silva, Francisco, escravo de Para-
philo de tal e Theodoro Vaz de Jess, crioulo, to-
na passada, fazendo su segunda sessao deste dos por embriaguez
. esteve, contra as regras ordinarias, um A'ordem do de S. Jos, Jos, crioulo, escravo de
; Anna Francisca do Couto, para correceo.
27
A' ordem do subdelegado do Recife, Manoel
Francisco do Nascimento, pardo, psr insulto.
A' ordem do de Santo Antonio, Jos Benicio do
S Nascimento, crioulo, dsposicao do coronel re-
crutador.
mencionados no pedido incluso.Coinmunicou-se
nspidor da thesouraria de fazenda.
T)itc) ao mesmo.Recoinmendo ao conselho ad
luinfftrativS que nos termos do
Ex
pouco severo.
De 7 reos, creo eu, que julgou, absolveu a 2, e
condemnou 1 pena ultima, 1 20 annos de pri-
so com trabalho, 1 10 annos de priso simples,
1 7 mezes idem e 1 a um mez idem.
Ignoro que recursos houveram a esle respeito.
Estamos corn 4 embarcacros no porto carre-
gando algodao, assucar e couros ; a saber : urna
arca franceza, 2 brigues hamburguezes e 1 pata-
te. submette a consideraco do governo a'duvi- cho inglez ; ou senao urn brigue inglez, um dito
pelo commandante das armas dessa e um patacho hamburguezes, e a barca.
interpretaciio que se deve dar Assegura-se que ha muito algodao l fra j pre-
e que anda
provincia acerca da
O chefe da 2" seccao,
J. G. deMesqvita.
aujnsp.!Ror da thesouraria de fazenda. da snsria i ^,r.'wr^.".',".T..^8,''t,,'v T"' l""n'*, i,""r"T "'" u,,bu,"B'--*. >" Passageiro da barca ingleza Recife, sabida
tnesmo.-Rerommen.lo ao ennsfilhn ad- .t-^l^.?0?mu_,,n!S das armas de?sa e W..*** .haurguezes. e a barca. para Liverpool :-John Watson.
Passageiros do vapor ilamanguane, saludo
para o Cear e portos intermedios : -Dr. Mileno
de Torres Bamleira, Jos Severiano de Mendonca
ifc-ncionados no incluso pedido -Communicou-se acn"T^"r^2r^I!Sr "" S'f? m *+ -"" """' ';. nosso cotre provinctal se Furtado, Luiz Manoel Fernandes Flho, Theopliilo
fTinspector da thesouraria de fazeVX \ ^JA'^J^^W*** aury.sen- ^em|,?he atc 0,n. da safra. ou fl1ue Pro,xim^ Fernandes Carneiro, Fabrico Gomes Pedrosa,4 li-
ten) entrado ate Ihos e 1 criado, Manoel Modesto Pereira Lagos,
mais olgada- Luiz Jos Soares de Macedo, Rvd. Pedro Soares de
- pelo menos a polica, os presos pobres, e Freitas, Dr. Felizardo Toscano de Brito, Francisco
..rnvinPi, i i rahp,i ?m0 auetJs, senhor. por sua immediata alguns empregados acharase pagos em da.
etc. E no mesmo dia>
a tarde l vai o pebre palaciano para a praia-com-
Luduvina, Pernambuco, 26 annes, solfeira, Boa- Kf.?? ein^mio.iuna garpa gorda pasa nao-
Vista ttano traumtico da"k* a Exc- eum -Ia sedlV> re,'ado 1ne e
Sabino \STTSat Pernambuco, 38 annos, i ^ a""T dS c,riados de S" E\- k
casado S Jos mnnletK fn minante bora Palaciano tem- sempre urna histomzinha-
Jose Paes Barre o ftnarabfro 75 annos solteiro aned-cla para con,ap a Proposito, das qeaes al-
Poco da pS^raSo70 ^ ""^ TSSAErX. ?reiM* nS5'
innaa,e ao'pa-
ainiga intimada
convulsa st;l"ul< uu presiuenie, e. as.-im uuier desta alguia
Trellna de Albuquerque Lins Peixoto, Pernarabu- ^'"^'i?^ at^ fam'liandade. Feliz do que pos-
eo, 19 annos, solteira", Boa-Vista, tubrculos pul-; ^%$l?J 1^ f T Q"anden,{lIU>
manares p^ provincial, este proinpto para responder a*
Benedicto da Costa. Arr.ca,. 90 annos, solteiro, S. | r*rUDto. fue Ihe am sobre D. Fifinba, e so-
Jos, ascite.
Mara Jeronyma de Souza Vivina, Pernambuco,
11 annos, Santo Antonio, congesto cerebral.
Arrelina, Pernambuco, 45 dias, S. Jos, desyn-
teria.
Anastecia, Pernambuco, 3 dias. S. Jos, espasmo.
UM POUCO DE TODO.
Ferreira Braga Netto, Domingos escravo de Joao
ja acuna de 25 a arroba, Soum, Geovani Olasci, B. Gurgel do Amaral.
o quee preco muito alio aqu; infelizmente p'.rm
do corrente.
Dito a cmara municipal da villa da Boa-Vista.
Inteirado do que expe a cmara municipal da
villa da Boa-Vista, era seu offlcio de 25 de julho
ultimo, tenho a dizer-lbe que opportonamenle se
providenciar sobre a creacao da cadeira de pri-
meiras lettras, de que trata o seu citado offlcio.
Dito ao juiz de paz do primeiro distrirto da fre-
goezia do Recife.Com copia do officio do coronel
commandante do presidio de Fernando datado de 2
dp outubro ultimo, devolvo a Vine, a carta preca-
toria a que alinde o seu offlcio de 10 de setembro
ueste anno, indo annexa a ella a certido de notili-
cacao e os documentos a que se refere o mesmo
commandante.
Dito ao juiz de paz do segundo dstrictoda fre-
guezia do Recife.Com copia do offlcio do com-
mndante do presidio de Fernando datado de o do
corrente, devolvo a Vine, a carta precatoria a que
alludto\eu offlcio de 17 de oulubro ultimo, e a
ella vai annexa em original a rerlido da notifica-
cao feita ao sentenciado Ignacio Gomes Marinho.
Dito aojuiz de paz do terceiro anno do primeiro
dislricto da fregueza da Boa-Vista.Responden-
do ao offlcio de 22 do corrente, em que Vine, me
comifmnca ter o segundo juiz de paz por doente
leixado de fazer a convoracao da junte de qualifi-
cacidMessa freguezia om tempo de funecionar na
poca lixada na le, tenho a .lizer-lhe que deve Vmc.
em vista do dispo-to no final do artigo 2 da lei de
19 de agosto de 1846 fazer a referida convocagao
logo que este receber.
Dito ao engenbeiro encarregado das obras da
ponte de ferro do Recife.Com a inclusa copia do
contrate celebrado para a ronstrnecao das obras da
jmnte de ferro do Recife, tica respondido o seu of-
ticio de 16 do corrente.
Portara.O presidente da provincia conforman-
do-se com a proposte do Dr. chefe de polica n. 9
qual- o nao ha, senao em quantidade insignificante, vis- .
em pn- to que as nnundacoes mataram quasi toda arana. $:
e expe- No principio deste mez houve urna morte no
duido-se a favor d'elle ordem de babeas corpus, a termo do Cearmerim ; um caboclo matou a outro
autondade militar cumpre o precedo do artigo 351 caboclo seu concunhado, por estar este esbordoan-
do cdigo do processo, mandando apresentar o do a mulher daquelle.
preso a autordade civil, acompanhado por um in-
ferior ou offlcial, conforme a qualidade do mesmo
preso.
O que declaro V. Exc. para sea cnheciraenlo
e devida execucao.
Deus guarde V. Exc. Antonio Manoel de
Mello. Sr. presidente da provincia de Pernam-
buco.
Cumpra-se.Palacio do governo de Pernambu-
co, 18 de dezembro de 1863. Joao Silveira de
Souza.Conforme Antonio Leite de Pinho.
jtssignado.Luiz Jos Ferreira,,
Conforme Jos Ignacio de Medriros
tiiro capitao encarregado do detalhe.
O delnqueme acha-se recolhido cadeia deste
capital, para onde neste mez tem entrado mais al-
guns criminosos, que por ahi algures vagavam
sollos.
Se a policia tivesse forca, oh que outro gallo nos
cantara I
Mas, coitada, ella nao a tem nem para fazer as
rondas desta capitel I
Concluirei este, dizendo-lhe, que continuamos
em paz, e a admimslraco era sua marcha normal;
as mesmas intrigas vao-se arrefecendo mais, por
| isso que tem-se ausentado alguns dos coriphos,
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Masculino.
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Masculino.
INTERIOR.
Reg Mon- qne mais as entretinham, e outros, consta-me, es-
. to de partida.
^^^^^ Tenho conviccao, que quando chegar a decisao
^^5H5 da cmara dos Srs. deputados sobre os eleitos da
; provincia, escolhendo ella os que eu supponho, as
; Densas aqui tomaro muito melhor carcter, e en-
____ i tao respiraremos urna atmosphera muito mais be-
Feminino.
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9 g

Masculino.
Feminino.
<
o
RIO CiRAKDE DO NORTE.
Natal, 23 de dezembro de 1863.
n.
deste date, rsolve conceder ao bacharel Antonio a adranisiraco de S. Exc., e mostra a sem-razao
llerculano de Souza Bandeira aexonoracao que pe- daquelles que a censurara o deprimen)
din do cargo de delegado de policia d primeiro I Lonfesso-lhe ingenuamente, que nao esteva ao
distrirto do termo da capital, o para o substituir facto do tanto amor romntico, de tanta idolatra
nomea o bacharel Luiz de Albuquerque Martins do Crrelo para cora o Sr. ir. Olyntho ; porqnan-
Pereira.
Dita.O presidente da provincia attendendo ao
que propoz o director geral interino da instrurgao
nigna.
P. S.As noticias, que temos dos collegios elei-
toraes, que se reunirn) a 20 do corrente para a
eleiciio de deputados provinciaes, sao muito favo-
Tenho gostedo summamenta, e rae divertido rav,,'s ao 'riumpho da chapa do partido progres
bastante de lr os nmeros 283 e 284 do seu Dia- s,si?'
no do quinte feira (10) e sexta ( 11 do corrente) No vaPr sesuinte Ihe darei noticia mais ampia
no primeiro dos quaes sob a epgraphe-Nwco a este TesPeil-
do Rio-Grande do Nortevem una recapituladlo -^-------------------------------
dos encomios e elogios feitos, assim como do in-
cens queimado pelo CorreioNataletue ao Exm.
Sr. Dr. Olyntho, dolo desse jornal, quando aqui
chegou, e em quanto esperou convert-lo sua
le ; e as publicaeoes a pedido n'oulro numero o
trecho de urna carta, que a seu irino nesse Per-
nambuco esrreveu o Sr. lago Francisco Pinheiro,
inspector da thesouraria provincial, no qual louva
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
T: m * A GH Masculino. 1 ^
h* ^ i Feminino. i 5 >
i!. . fes Masculino. v-%
i * 4 A 1* Feminino. >
3 (. . 1* TOTAL.
3
-6

3


3

Por portara de 26 do corrente foi aposentado no
lugar de medico do hospital Pedro II o Sr. Dr. Pe-!
dro Dornellas Pessa com os venciinentos
cempetirem por lei.
Por nao ter-se verificado no dia competente
a convocaco dos eleitores e supplentes da pare-
cida da Boa-Viste deste cidade, para qua ificacao
to, desdo iras do anno passado, em que esse jornal dos votantes para eleitores, juizes de paz e cama-
desceu para o chao, da altura em que estava, dei- ristes, foi marcado o da 24 de Janeiro prximo
xei de o Jer, e s a intervallos e accidentalmente futuro para organisacao da junta qualiflradora.
publica, em offlcio desta data sob n. 221 com refe- sabia o que nelle se publicava. Remetlem-nos a seguinte nota sobre os tra-
rencia ao offlcio de 11 de julho ultimo, sob n. 115, i Lontevam-me, sim, que o Correio procurava ar- balbos do jury do termo de Iguarass
resolve restaurar a cadeira de instrnecao elemen-! teiramente lisongear o espirito, e afagar o amor t Na primeira sessao deste anno oi levado har-
tar do sexo masculino da freguezia de Fazenda proprio do Sr. Dr. lyntho, esforcan lo-se por tor- ra do tribunal do jury de Iguarass Joao Pereira
brande, e ordena que pete secretaria se facatn as na-lo mansuefacto, como um novo Antonio Galdl- '
no, ao seu dominio e sujeiro; ninguem, porm,
me refera as empbases, s> hyporboies, as corapa-
rafes e allegoras, de que se servia a serpente
para converler o seu neophito religio que Ihe
neressarias eommunicacdt's.
Por portarla da mesma data foi nomeado Anto-
nio Serfico de Souza Ferraz para a cadeira res-
taurada, e de ludo fez-se as necessarias commuui-
I cardes.
Dita.O presidente da provincia tendo em vista
o que requeren amanuensecartorario da thesou-
raria provincial Antonio Jos Duarte, e bera assim
o que a esse respeito informou o respectivo inspec-
tor, em offlcio de hontem sobn. 615, resolve con-
ceder ao mencionado amanuense 3 mezes de li-
cenca com ven' .Tiento, de conformidade com o ar-
tigo 49 do regui ment d'aquella thesouraria, para
prega va.
Mas, apenas se evaporou essa esperanca, mal
houve a conviccao, de que o Sr. Dr. Olyntho nao
perfilhava a causa do Correio, nem a advogava co-
mo sua propria, i mbora nada flzesse fra das
de Mattos, por ter ferido gravemente a Joao Soares
Ferreira.
Presidio entao o tribunal o consclheiro Paes Bar-
reto, e funecionou como promotor publico Interino
o Dr. Domingos Jos Alves da Silva : foi o reo ab-:
ADVERTENCIA.
Na totelidade dos doentes existem 176, sendo
que Ihe alienados 9 homens e 27 mulheres.
Foram visitadas as enfermaras estes dias :
Pelo Dr. Villas-Bdas s 7 :<|4, 7 li2, 7 Ii2,
7 1(4, 7 3|4, 7 1(4, 7 1|2 da manhaa.
Pelo Dr. Sarment s 8 314 8 1|2, 8 1|2 8, 8
1|4,8 1|2. 81|2horas.
Falleceu :
Custodia Mara Joaquina, crioula, phtysica pul-
monar.
Movimento da casa de detencao do dia 26 de
dezembro de 1*63.
Existiam ... 351 presos.
Entraran). 6
Sahiram 16
solvido, pelo que aquelle digno conselheiro appel-
loo para a relacao do districto ; este mandn sub-
metter a cansa a novo julgampnto, e assim se ten-
do feil, foi neste segunda sessao, e no dia 23 do
corrente mez de dezembro foi o reo coodemnado
A saber
condicoes da ini|>arcialidade e da Justina, todo esse um nno e dous mezes de prisa com trabalho, e
aranzel de hymnos e hosannas converteu-se em multa correspondente a metade do tempo.
injurias e vituperios. Foi o tribunal presidido pelo Dr. juiz de direito
Entretanto que, para confundir essa parcmK- da comarca Jos Nicolao Rigueira Coste, e aectka-
Existem. .
Nacionaes. .
Estrangeiros
Mulheres .
Estrangeiras
Escravos .
Escravas .
341
245 presos.
25 .
2
t
60 i
7
341
Alimentados a custa dos cofres pablicos. ., 127
-* ^.A-J
l
mi iTii Ano

Sob o titulo O Palaciano publica o Pere-
grino o que segu :
Apresento-vs, amigo letor, umdos personagens
mais importantes e temiveis das provinciaso pa-
laciano. Importante, por que do paio provincial,
toma cha cora a primeira autordade da trra, e
palita os dentes ao lado de S. Exc. :temivel, por
que, ai daquelle que o desagrada fica inhabili-
tado para toda e qualquer pretencaosinha perante
o poder.
Aprecicmo-lo, amigo leilor.
O palaciano a entidade mais calculista da fa-
milia dos prelendentes, e ao mesmo tempo um per-
feilo cavailieiro, isto un) homem agrartavel, que
o que antes do seculo das luzes, chamava-se em
bom portuguezadulador.
Com toda a franqueza, nao ha mais aduladores
no mundo. A civilisacao enxergando melhor com
I as decantadas luzes do seculo, mudoii-lhes, o no-
mo no chrisma; chamam-se bojedelicados, agra-
j daveis e diplmalas. Sao bem rcebidos na melhor
sociedade, alcancam para si e seus pihotes os me-
! Inores pedacinhos do pao-de-l provincial, e con-
quistara a aureola de homens de bem.
Aqui entre nos, leitor, entendo que isto devia ser
como actualmente ; por que alm de ser ante-
poetica e pouco sonora a palavra adulador,
era urna daquellas injurias que s podi. ser lava-
da por nieia cauada de sangue seguramente, n'um
duelo a franceza ; porm boje, gracas ao chrisma
civilisador, trocado o notne adulador por agr-
davel oadiplomata, longe de offender-se cora elle o
melindroso cidado, agradece o com um sorriso nos
beicos. V-de um exemplo : aquelle joven aca-
ba de cumprimenter um seu amigo dizendo :
Voc, hornera, consegue tudo quanto quer, um
diplmala de primeira ordem 1
O tal amigo tornou-se alegre, e para mostrar-se
mais sabido, responde com urna risadinha velhaca :
Qual, fulano, voc est cacoando; eu nao presto
para essas cousas, sou franco de mais.
Mas, agora que vejo que, tomando as azas da
critica voei aos campos da digresso, abandonando
o meu palaciano, que, saiba apenas o leitor, ficou
em seu gabinete, vestindose, escovando-se e estu-
dando cumprimentos para ir fazer a sua visite dia-
ria ao palacio da presidencia.
Volto materia.
O palaciano vai todas as manhaas ao palacio sa-
ber como S. Exc. passou a noite; passa urna hora
com as excellentissimas pessoas, e retira-se para
voltar as ave 7narias, para jogar ou conversar cora
S. Exc. e tomar-lhe o confortevel cha. Nos domin-1 os eiores
gos e das-santos do guarda muda-se para o palacio i amistosa,
e l jante.
Se o presidente tem filhos pequeos, est o pala-
ciano como quer; temdivertimento para todas as
horas, e raeios de agradar a S. Exc. Beija-os, le-
va-Ihes nonecos e botutossenta-os na pernarao-!
ve-a deiiois compassadamente, do que a enanca
muitogoste o chamacavallinlio;seo menino fal-
la, conversa com elle -conte-lhe historias -finge-!
se zangadofaz depois as pazesfinalmente faz
tudo quanto posstvel para agradar a criancinha.
So esta traquina e malcriada, o que acontece
quasi sempre, pobre palaciano I Quanto tem elle .
de soffrer rom o semblante mais alegre do mundo f
Agora o malcriadinno pucha-lhe a orelhadepois <
passa-lhe a maosinha suja as calcas brancas, que;
naquelle d) vestir, se repara em algum dos seus:
defeiton, aponte-o, declarando o era alte voz cem:
ar de mote, desfaz-lhe o laco da grvala, debutan-1
tela-ttie o riogio, etc. E tudo isto soffre pala-
ciano, cora paciencia de Job, sorrindo e descul-
pando.
O palaciano nao perde un baile, quando sabe
que S. Exc. tambera nao o perde. Entao danca e
passeia com a senhora do presidente, e se esta tem
urna filhinba de oito annos, mais ou menos, enga-
ja-a para nina quadrilha, deixando com a maior
indilferonra do mundo, muite moca bonita sentada
por (hite de par; depois e antes da tal quadrilha
sempre o cuidadoso io da megna, com quem
brinca e passeia.
Se a seuhora do presidente- possuo um caxorrt-
nhti de estimagao, este ammalzinho tem um lugar
dstincto no corncao dp palaciano ; folga com eTle,
d Ihe pao-de-l e consagra-lhe sincera amizade
c Ai, diz eilr muirs, vezes, que graca oeste ca-
br os meninos se os tem. Inventa algutua cousn
i para tornar mais interessante a conversacao ; ota
| Fifiuha ficou cora dor de cabeca de um banho que
toraou, e isto naquelle dia que ella tinha declinado
para fazer arroz de leite para S. Exc. :ora Fifi-
nha manda um recado sobre aquelles bicos, aquel
las rendas, aquelles puces ou labyrinlos, etc.
Conduz a pobre muihes araiudadas vezes palacio,
e torna-a enfenneira da, intima amiga, costureira.
cozinheira, etc. pois, urna mulher um dos tras-
tes indispensaveis ao palaciano.
Entretanto alguns nao a possuem, e por isso,
alm de outros meios de agradar, agarram-se aos
(ilhinhos e caxorrinlio-ou gatinho mimoso de S.
Exc.
O palaciano olha sempre para o futuro, e paula
as suas accoes por este mxima :-Quem nao agra-
da, nao arranja nada.
Em suas curtes moditec5es diz elle :Se h6jc
nao pretendo, posso amanhaa pretender; tenlio
parentese amigos a servir, por que tmbenme
serven; o tenho empregos que me honrara, e que
nao convem-me perder. Com estas e outras sene
xoes, noite em seu lelo adormece roncando como
um palaciano.
Barriga cheia, algum dinheiro no boleo, segu-
ranza do emprego, felicidade ims preteiigoes>.e. IL-
vre o corpo da cadete,-sao os dourados capitula
do livro da sua ventura.
Odio lisonja, sisudez, nobreza de sentimento.
e outras imeijandas, om sua opiniao, sao cousas du
romances e poesas.
O seu thuribulo est sempre cheo de acenso, c-
a bocea de palavras asucaradas, para.as ostfssi-
raas e excellentissimas pessoas do poder.
Em concluso o palaciano sabe compnelvcndei
e compenetrarse das theorias do seculo das lua
um verdadeiro representante da poca
O Sr. P. R. remettendo-nos a seguinte poesa,,
cobre-a com as liuhas em seguida nos endere -
cadas :
Amigo doutorAgradeco-lhc a bendade que
teve em publicar a poesa Esperance de. amor;
e anda essa vez vou ncommodar ao meu Sfliigp,
pedindo-lhe a publira(ao de outra, intitulada
Tristeza e Esperanza, offerecida a prmi. esquiva.
O meu amigo ha de desculpar-me esses ia-
commodos, senao em attengao mim,. pelo menos
em consideraco prima esquiva, que me tem bi-
to andar em roda viva, e por isso que eu. sem-
pre digoTnistis es, anima mea !
Adeos, meu amigo.
ti B.>
leit-
Como v o nosso amigo, satisfazemos ao sea po-
dido, c isto pela dupla razao de dar-lhe gostoe de
assim reabrir-lhe o caminho at o roracao dpi/-
ma esquiva.
Poderiamos desde j dar-lhe a puridad*
alegrao- com certa confidencia, mas como os I
res sao pessoas segredeiras, nao faremos. ceremonia
em publicar amanhaa esse alegrao, que met
amigo vai ter; pelo que o felicitemos, convidando
a acompanharem-nos nessa expansao
TRISTEZA E ESREHANQA.
Era pranlos esgoto meu. ser,louepn I
S por sonnos d'amor e de ventura
De urna virgpm,. q.ue amei;
E desse araor suavissimo n rdesete
As melindrosas flores da existencia,
Insano, requeiraei.1
Qual entre as brancas nevas da alvorada
Emerge a luz do sol lmpida, ornada,
Por sea tenue fulgor,
Assim tambem surgi d'entre em minlia alma.
J mais activa, j dormeate, calma,
A febre d'esse amor.
Do meu porvir rutilante estrella,
Da rainba juventude. a Sor roais bella,
Luzk) e desmahu;
E minha alma, sonliando n'este vida,
Ao clara, da esperanca adormecida,
Inda um canto vibrout
E quando a trra toda extenuada,
A' noite acalentava os seus rumoses
En relia no livro da minha alma
Meus ltimos amores...
E dos bosques sombra perfumada
Me embalando ao clarao d'argeotea la.
E da brisa ao correr brando e suave,
Eu va a imagen* sua.
Fui um louco em amar com tanto extremo,
Eu que os gosos de amor pouco fru:
Na febre da paixao a flor da vida.
To cedo cofisnrai.
r



.
\
! -.^ : -.
Mtrlo de Priinbuce tyr?a ItlfA i de Dezeinl>ro de 183.
4<
=x:
t (1 resta agoi
Proa osi ie ilo balde alen*",
t'ina saudade, que me \ itp,
Urna dr, um tormento!
L-se na Gazeta de Port ugnl:
O astrnomo fraucez G. Taropol descubri lti-
mamente um cometa na dircceao OSO.
O cometa telescpica foi observado de Amicns,
! coruprehauder, que, por suppostas conveniencias
I su piucurem boje allianeascem homens que, lion-
tcM nos aUcavam desleal e vilmente feriudo-W
t'ousclho administrativo.
[ 0 conseibo admBsiralivo para ornecimento do
arsenal de guerra tem de comprar os objectos
----------- ----------, .._l_.. J- Jn f/imiuvm jivi IU HUIOS l HUia U1 allloTIld uu scu unn tvivo ti.uini t^o u una
e aprsente urna cauda de compiuueulo aou chefecoin os sulista, os representantes dessa tinelos este imperio do Brasil.
aielros.
COMMWICADQS.
Cada vet mais convencido de quo s vista se
pode bt-m avallar d'um facto ou objecto qualquer,
leudo de ornecer-mc de gneros para a fasUJfui
verificar a veracidad* da baratera, asseio, intaire-
za e prompudo prometlidas felo Sr. Francisco
Fernandes Utiarlo, cotn armawm de motilados
ra da Cadeia, do bairro doltecife, n. OT,mos
annuados que fe* distribuir-com este Dimis, e sou
forca*) aconfessar nao s*uo tudo isso verdade
como que os gmeros ahi vendidos sao de boa qua-
lidanVcqueda parte dos empregados-se encentra
sempTe Inaneza e atteneao para con loaos. Com-
parando, porm, esse pr*,eco1mento mi n do pro-
IffietariO d'um armazem semelhantocste, sorpren-
den me a mane ira intrigante porque-procura va este
asuadir-medalli ir, pretextando qne os procos an-
nonciados erara de eros corruptos e que os dos
bons eram outros nttis caros. Encontrando o con-
trario de todo isso, uuevo-me convidar, as pes-
uas que flesejam fomecer-se Ha bons generse
por preces commoclos, que all vio ter, pois qhe
sahirao satisfeitas no todo.
0 iiuitulo da umelleira.
PUBLICARES A PEDIDO.
1UJ GRANDE DO NORTE.
Lina eipiicato necessari.
Influencia nefasta, serte a de seu aaoiquitta- VII-As curas devidas legitima salsapartilha
ment ; o distincto chefe-arriscava-se a acliar-se s de Bristot em casos de escrfulas, cscuboto,
nos arraiaes inimigos. Rheuraatsmo,
^Foi esse partido, que apoiou minha administra- Chagas amigas,
Co, o mesmo que generoso adoptou minba caoi
datura; amigos
eram somenle
poder. ticadascom attestados liJedignos einnegaveis,
ridade, e as casas de sade ias,.AnOOia:> eos Meso referidas eleitores e supplentes queincoi-
eontinente americano. BM penas 4a lei os que dcixarem de compa-
VIA LSITIMA SALSAPAHlllLliAjM BRISTUL V- mott justiflcavel.
em imssas reputacoespesaaaes com sanha de sel- ceitada pelos seus collegas bmlites de Catee Eleitores. 'seguintes
Vagens. Porto Rico no Mxico, Guatemala, S. Salvador*!- JEmpregadn publico Manoel Ooelho Cintra. i Para 0 pre:u0 e Fernando.
Ha ainda urna outra razo; o partido nortista caragua, Honduras, Nova Granada. Venes***, Tewmte-eorapel Antonio Carlos de Piniyo Borges. 4 arrobas de reas de carnauba, 10 libras de
oulr'ora, moderado boje, tem urna missao especial, Equador, Bolivia, Per, Chile. Confederac5*Ar- Tenente-coronel, Antonio Carneire M;achado Rios. ditas de spermacete, 6 arrobas de caf do de me-'
seu destino combajer a restauraco da funesta gentina e Banda Oriental : na India e Aupaba IJr. Luu de Larvalho Pae&deAadi'ade. [hor qualidaUa, 3 caadas de vinho de Lisboa, O
inllueitcia, que com mae de ferro pesou sobre nnde a salsa acaba de ser introdnzila, e esirlal- tApWo1 Amaro de Barroi Corroa. libras de doce do goiaba, 4 caixoes de sabo, 3,
provincia por lo annos; a horada allianea de seu mente polos facattntivos osmais eminentes^ dis- { Z?a i'i^oa^>^> ,,lisJ,??lw* 8anUa*- resmas de papel pautlo, 4 caixas de pennas de
ac, 20 caetas de p, 10 arrobas de sal, 3 pecas
de madapoln, 1 libra de linha de nevello, 20 li-
bras de manteiga iugleza, 20 drtasde cha, 20 ditas
de banba de poreo,arrobasde assucar Tellnad,'
600 meios de sala, 300 vaquetas, 00 couros de
forro, 24 caixas com seda, 4 gamellas de cera
amarella, 2 caixoes com retraeos de vidros, i quin-
taos de tachas de ac para neostar, 1 dito de ditas
.para sallo, 2 arrobas de dita com cabeca pa-
para palmilhar, 4 duzias de facas inglezas, 4 duzias
de martellos, 'l arroba de linba crua ou parda,
26 livros em branco de papel de Hoilanda pautado,
' sendo 2 de 400 folhas cada um e os mais de meia
Ilollanda, papel pautado, tendo todos de compri-
menlo 17 polegadas e 8 ditas de largura.
Quem quijcr vender taes obioctos aprsente
as suas propostas em carta fechada na secretaria
do conseibo as 10 horas da maubaa do dia 4' de
Fara
Empregado publico Mfcnoel Luiz Vi raes.
Desembargado!- Caetano Jos da Silva Santiago.
Major Gustavo Jos do Reg.
Tenente-coronel Tbeodoro Machado Freir Partir
darSilva.
EVfe'rmidades venreas e-tter- Empregado publico Manoel Garnairo de Souza La-
que quicram mostrar, que sao enriaes, morpba e todas as molestias provenien cerda.
do distribuidor das graoas do s de ura estado eaquetieo do sangue, sao anttien- dem ypobto (lassiano de Vasconcellos ATbuquer-
ticadas com attestados liiiediauos einnegaveis, da- que Maranho.
Confiado umeamonte na lealdade delles, me' dos espontneamente por pessoas occaindo todas dem Joaquim de Gusmao Coelho.
osicSes sociaes. 1(1oin Pedro Alejandrino de Barro
apresentei candidato ; na posi^o de delegado do as postee
governo, m'iwnem mais habilitado a conhecer da j No caso de James Wyckoff mesmo por parecer
sinceridade de son programma de absten?o, e por 1 urna cura quasi iucrivel, Uzemos esforcos espe-
tanto a ncahum dos membros do gabinete pedi, ciacs para obter as provas as mais ineontestaveis,
protec^o. e portanto mandamos tirar o retrato photographico
Meiitiram aquolles que andaram a espalhar, qne i daqoelle infeliz (o qual pode ser visto em todas
Barros Cavbante.
Padre Francisco Alves do branles.
Commereiante Jos Cieilio CarneiroMonteiro.
Empregado publico Fraucisco de Lemos Duarle.
dem Jos Antonio dos Santos e Silva.
Proprietario Thom Carlas Pirette.
Segu ao Indicado porto com a possvel brevi-
dade o veleiro hiato Linio Paquete, eapito Anto-
nio Maria daosta eSihn :f>ara carga, tratase
com o consignatario Antonio de Almiida Gomes,
ra da Cruz n. 21, primeiro andar.____________
PARA OMOK JANEIRO
pretende sanir com muita brevidade o patacho
Correa por ter a maicr parte da carga tratada :
para o Testo .ue (be fclta e scravos a frele, ira-
ta-se com *s consignatarios Palmeira & Beltrao,
largo do CorpoSanto n. 4,primeiro andar.
Para Araemty
O hiate bous /muios pretende seguir com bre-
vidade, tendo parte da carga, e para o resto tra-
ta-se na ra do Amorm no escriptorio de Tasso
lrmaos.
me inotilea-va candidato do govet no ; o que eu di- as boticas) e publicamos um rc'.atorio de urna con- Commereiante Evaristo Mendes da Cunta Azevedo.
xia a todos, que o governo nao tinha candidatos, e; sulla de cxaine feita na pessoa de lames Wickofl Empregado publico Porfirio da Cunha Moreira
poda eu reociar hostMtdades por I por umeerto numero de eminentes mdicos, an- Alves.
forme val confirmada pelas certidOes authenticas Commereiante Nicolao Tolentino de Carvalho.
dos dous magistrados residelitcs mais prximos, -Major Francisco Martins Kapozo.
Cx)rrfesso-que tenho ambiefios polticas:'e se nao
'*em ellasassento em mcu mereciiuirto, as legili-
'wn o deverde procurcr servir a menpsiz ; mas
nao ha estimulo defina nem sedur^hs de inte-
russes, que me facam desviar do aminlio da
henra.
At hoje descmteTO n'uma cadeire de depotado
tnoftiitos que me possam fater esqneeer, no intuito
*e alcanea-la, do homem.
Sob taes insrflr*oes entendo qne de meu de-
vw, eom relaaocs ltimos acofRecimeiitos elei-
toraes da provincia do Rio Grande do Norte, dizer
om publico algwnas cousas qie sirvam de expli-
car minha poslgo em face delles, acobertando-me
na preseate e ne futuro de inhnpretaQoes menos
airosas lealdade de meu car*cter.
Nunca me faltn coenpeS] para dizer o que pen-
s, e nao m'a faltar de certa hoje; nao sou da-
quelles de quem falla Cicero :Siui tnm ti,
quod smtmnt, etiam se optimvm est timen incida-
rnttit non auiient dicere.
Tomando canta da adiiiinwtracao da provinciano
Rio-Grande do Norte, e estndando as condicees
cm que a encontrava depois de omalcicao, tomei
por pro|K)sito serenar os-nimos, e, para consegoi-
10, pautei meu proceder jh'Ios principios de rigoro-
sa justiea, e proenrei dominar-me dos sentimertos
de moderacao; nisto acompanhara as hispiranes
do governo imperial; o Sr. Saraiva como ministro
do imperio, depois do Sr. Souta Ramos, e sempre o
Sr. |iresidente do connelho me recommendaram
nnia marcha administrativa moderada c impareial
qne nao fiodesse levantar queixas |r parte dos
partidos : e sobre lude a maior prudencia na*, des-
tiluioues de funccionrios.
I.i se v por tanto que tomei posiciio sobranrei-
ra aos partidos; pelo que todos elles se mostravam
contentes, e mais anda os vencidos, a quem tive
de fazer algunias reparacoes.
A esse tempo o *efe do partido conservador,
deputado Rezerra Cavalcanti, advogando na cma-
ra temporaria com nobre isencao, por occas-iao da
verilicacao dos poderes, a causa dealguns litioracs.
e approximando-se dos conservadores moderados,
furria no desagrado dos nrritanos.
Ha na provincia um grupo que tem por cheles
os Srs. Cabraes, que se intitulando os puros con-
servadores, e tendo naquella oecasiao uro deputado
seu, muito se applaudia da posiciio, que tomava o
Sr. Bennn Cavalcanti, e mirando o ponto rubro de
que fallou o Sr. couselheiro Zacaras, que se asso-
mava nohorisome, enchia-sede esperanzas ?. elle
unio-se o tenente-coronel Bonifacio Francisco Pi-
nheiro da Camnra, at a vespera alliado e amigo
do Br. Bezerra 'Cavalcanti, a quem abandonava, Ji-
zia aquelle, por que se arhava este separado dos
rrrdmieiros confer-adores, havia trabido os princi-
pios : o Sr. Bonifacio at a vespera era inimigo fi-
gadal dos Srs. i.ahraes.
Nio admira a repentina e inesperada r.Uimca :
no Rio-Grairde do Norte cuusa muito comnium
alliarem-se boje os inimigos encarnicados de hon-
tem para deMigarMMe amanha.
Mais prximo dos favores do governo, do que o
Sr. Bezerra Cavalcanti: entended o Sr. Gabriel que
era tonino de anniquillar aquelle, montando na
provinria um partido conservador s 3reitat; mas,
ja se sabe, isto na se consegue sem os meios offi-
ciaes ; foi a provincia o deputado, procurou-me,
revellou-me sen pensamento, e reclamou meu
apoio^ nao a pude prestar, porque era contrariar
minhas eonviccoes, as instruc^oes do governo, e
prejudicar a marcha pacifica, em que ia a provin-
cia.
F!iittitoi'-me o deputado goverm'sta com seu des-
agrado, e fez com que os seus rompessem em for-
te hostilidad* a presidencia, convencido de que im
aiao semlUnites era prderosa rrrzo para quefos-
nao se resolver auxilia-los.
Botos comigo os punanos, n'outra parte seria
isso motivo para que os liberaes raais se apron-
masseni; assim porm nao aconteceu no Rio-Gian-
de do Norte, porque infelizmente os liberaes d'alk
nao se Ihesdaomuitoda coherencia dos principios
nem da honestidade de proceder, qnando milam
algum interesse; convenceram-se de que a victo-
ria seria do deputado governisla. e portanto poze-
ram se na expectativa ver se ftiaram algnm des-
pojo.
Convivendo intimamente com os puritanos nao
cessavam de protestar sua adheso ao presidente :
era ailar a dov.s carrtnnas,
Veio a reuniao da assembla provincial, c foram
forrailos os liberaes mostrarera a luz do dia sua
liga latente com os partanos, adversarios declara-
dos da presidencia; entretanto ainda pretendiam
Iludir, prolestando-me a mainr adhesia i
Na apparencia vivemos lm, at que rigoroso
dever me obrigou demittir do cargo de inspector
da tbesoui aria provincial o Sr. J0S0 Carlos Wan-
derley, cuja prevaricagao ficou provada at a evi-
dencia.
Assanharam-se os furiosos liberaes contra mim :
de feito o crime que commetti nao tinha qualilica-
co : nuviim crimen antehunc diern iuaudum!
D"ahi coineeon iniuha luta com os Uberae-, nao podiam deixar de arrepelar -se ; pois <|ue io-
contesta-eel que o Sr. Joo Carlos "R'anderiey
"eu venU-ieiro chefe, sua alma c cora^ao.
. .ut-me desabrida opposicao, e tao vilenla
quanlo injusta ; confessa entretanto que d'alu nao
me viaram difleuldades. o apoio franco, decidido,
leal e desinteressado do partido moderado, que
constitue a maioria da provincia, foi bastante para
burlar os manejos da monstruosa liga dos liberaes
com os puritanos : verdi'.deiro cont danmmlo, co-
mo a ik'iiomincu um libera-i deslindo que por alli
passou.
Devo aqu declarar cm hotra da verdade : na
provincia do RiowGrandc do Strte nao ha se nao
11111 partido que mereja onomepor sua coherencia,
di 101 plina e moradade, aqieHc que tem por
ehefe o t)r. Bezerra llivaicanti; que o dirije com
muito tine, lealdade abnegaco.
811a infk-encia msilo natural e legitima, porque
se funda em sua nosieSo, inlelgenoia, aclividade
*'. dedicacao aos amigos : tem atrazado sua fortuna
om a poltica, e della nao tem tirad* mais duque
orna eadeira.no parlamente,
E o verdadelro partido progressista naquella
provincia, seguiudo a direceao de seu befe i cuja
lealdade s novas ideas nao pode ser contestada,
semgrave injustiea e ngra'dio.
Nao desconheco as benficas intencSes de dis-
tinetos cavaeiros, chafes do novo partido que se
esforcam por estaheteeer a allianea entre os mode-
rados e liberan da provincia do Rio-Grande ; elies
porm nao empregariam seus osmreo6 para tal
Om, se conliecessem as eomlicoes necliarias da
provincia ; a recusa e formal resistencia doSr. Be-
zerra Cavalcanti a tal allianea foi aiodaurna prnva
da lealdade do sen caracter,'que mnilo o hmira ;
qiialqner que spjam m males qne tfahi Iho pos-
sam vir.
Comprehendeu os homens de bro, qoo se esque
portento nao
parte delle.
Cmifiei na lealdade do partido, qne apoiou mi-
nha administracao, confiei na lealdade do distioc-
te oavalleiro chefe desse partido.
E nao confiei de balde, aqui confesso publica e
solemnemente meu reconhecimeuto a t3o leal ami-
go ; sei dos embaraces com que lulou, sei (|ue sua
fidelidade foi posta em aperladas provas, passou
por dolorosos transes, mas os factos desmentirn!
aquolles que dcsconhecendo o que sejain carac-
teres nobres e generosos prediziam o contrario
de que se deu.
Em face do tanta lealdade sei oque me est dic-
tando met dever ; contem os amigos por sua vez
com minha lealdade c dedicacao.; regeito tudo
que nfw fr cempativel com minha gratidao para
com elles.
Atirando meu nomo aos mares eleitoraes, eu sa-
bia que nao ia navegar com ventos e mares ile fei-
cao ; eu cenhecia qual a casta de inimigos, com
que teria de me acuar na lica : tinha como certe
que na viagem havia de encontrar corsarios.
Elles se mostraran! taes quaes sao : nb recua-
rain diaute de nonlium recurso, com o fim de me
hostiiisarem.
Um de nossos contendores nao cessava de apre-
goar valiosas protcegoes, que da corte Ihc assegu-
ravara, que se tranqullisasse, que seria candidato
do governo; 'foram as vozes apregoadas prin-
cipio.
Mas chegaram convencer-sc de que aineuloa-
da intervenjo nao appareccria ; e reenrreram a
novos planos ; assoalaram no eiuprego da fraude
om larga escala, ainda apregoando, que seria ella
sanecionada na verificayao dos poderes, pois qne
assim asseguravam da corte.
Nao desmenliram jua coherencia : os mesmos
homens, que em I806 incaram de duplcalas o 2
disiricto, que idntico expediente reenrreram em
1860, no o haviam de desprezar agora ; onde
perduran, e poderam encontrar instrumontos, re-
correram elle.
Al alii nao ir'uunmal: c nao os procuran a-per-
turbar em seus esperanzosos jubilas, se nao fpsse
o remate da historia : de antemo sabia-se que a
cmara municipal somonte apurara as duplcalas
sulistiu; e do feito, reunida ella, para ageilar-se
urna maioria, nao duvidou o seu presidente tenen-
te-eronel Bonifacio Pinheiro da Cmara (chefe dos
puritanos) atrepellar a lei, dando assento um
vareador, que havia mudado de domicilio, jura-
mentando a um supplente, quando havia maioria
de vareadores effeciivos, e suspendendo a apura-
cao sob falsos pretextos ; o que deu lugar a que
qualro vereadores de numero se retiras.-em, for-
wasseni cmara, procedessom a apuracao, e ox|e-
dissem diplomas a mim o ao Sr. Ueterra Caval-
canfi.
Nao entro na apreciarn do proceder de verea-
dores de.-aidentes, abijssus abussum invocat ; foi
un protesto contra as tropelhas da faacyo rubro-
sulista.
Em dia diverso xeuuio-se a cmara ageitada, c
cascacUliando entre as duplicatas expedio diploma
ao Sr. Dr. Moreira Brando e a mim.
O facto nao poda deixar de sorprender aos moas
amigos, quando me virain com diploma de parce-
ra com o implacavel adversario da vespera : foi
smente isla que me trouxe 111 prensa.
Sei que faro justiea a meu carcter, nao acre-
ditando na mnima liitervenco de minha parte
para esse resultado ; todos sabem que nao tenho
relacoes com essa gente, que tanto me otfeudeu.
Mas o facto pode causar apprehensoes sobre mi-
nha conducta futura; de meu dever destruir
taes apprehensSes : esse incidente nao modificar
o plano de proceder, que pretendo seguir, se, como
espero, a cmara dos deputados me fizer justiea ;
e como neste caso igual juslica ser feita ao ami-
go, que comigo foi eleito, com elle marcharei de
accordo ; podendo sempre os amigos contar com o
meu reconhecimeuto e lealdade.
Nosso adversario commum ufana-se de que
triuinphar, porque se adonna com as roupagens
de liberal, e elle o os seos tem-nos mandado apre-
.goar como permelkas, cuidando que assim nos le-
ra votado proscripcSo ; e para os proscriptos nao
haver justiea ; sao polticos de ablea, que euten-
dem qne todas as quesloes se bao de resolver, nao
segundo os principios de justir:i c moralidade, mas
segundo aquillo a que chaman) conveniencias
do seu partido.
Nao confian) no bou resultado de sua fraude os
nossos adversarios, se nao porque Ibes impossi-
vel coniprehender o que seja para um partido
honestidade, pundonor de coherencia, justiea ;
desconhecendo que os partidos, como os homens
vivem e fortificam-se pela moralidade de seus
actos.
Descansamos na convceo, de que nova eama-
fa nao faltaro aquelles sentimenlos de justiea,
cuja excellencia to brilhanteniente demonstrou o
Sr. Chrisliano Ottom na verilicacao dos poderes de
1861, nao se mostrar antipoda do pensamento ma-
nifestado pelo Sr. Paes Brrelo, quando sustentava
que na verilicacao de poderes a cmara nada tem
que ver com a opiniao puhtica do candidato ; con-
fiamos no triumpbo daquelles principios proclama-
dos pelos Srs. Oclaviano e Saldnha Marinho, quan-
do coinbatiam as duplicatas do 4 districlo do Rio
de Janeiro; confiamos que o novo partido nao
querer pralicar hoje o que hontem censuravam
em seus adversarios.
Eleito com o meu distincto amigo o Sr. Bezerra
Cavalcanti, minha sorte est unida delle, seu di-
ploma to legitimo quanto o meu ; se elle nao
deputado iambem o nao sou eu.
O que fica dito devia eu dizer da tribuna, mas
recelando nao poder estar presente as sessoes
preparatorias, porque na posicao de contianca, que
m-cupo, nao a posso transmltir a um adversario
do governo, e o nico vicepresidente de confianca,
que V: o primeiro, mora d'aquia 180 leguas, d'onde
e mandei convidar a tomar as redeas do governo;
resolv a dizer pela imprersa o que me eslava exi-
gindo minha lealdade.
Perca-se tudo, menos a honra.
Therczna, 3 de novembro de 1863.
Phoro Leo Vei.oso.
assim como pelo official maior do condado ein que Commereiante Francisco Joaquim de Mello Ta- j Iem|,r0 je i^fi;.
aneiro do anno prximo vndouro.
Sala das sessoes do couselho administrativo
ra ornecimento do arsenal de guerra 28 de

vares.
elles residem, ao qual vai aflixada a certidao do ,
magistrado em chefe da cidade de Bfalo. | Empregado publjco Simplicio Jos de Mello.
Este relatorio foi lavrado naquelle lempo polo Proprietario Joaquim Jos Ferreira da Penha.
Dr. Tbomaz Lee, e por elle devidanieute ajuramen- Dr. Nabor Carneiro Bezerra Cavalc.ante.
lado perante o magistrado em chefe da cidade de
Nova-York, cuja assignatura foi attestuda 'reoo-
. cuja
nhecida pelos seguintes representantes consulares :
O eonsul de S. M. I. o Imperador do Brasil;
O cnsul do S. M. el-rei de Portugal ,
O cnsul de S. M, a rainha da Graa-Bretnha ;
0 cnsul de S. M. 1. o imperador de Franca ,
O cnsul de S. M. Catheiica a rainha de lles-
panba.
Assim como tambem pelos cnsules do Mxico,
Chile, Perii, Bueiios-Ayres, Nova-Granada, Vene-
zuela, Equador, I'ruguay, S. Salvador e Hayti.
VIII.O i^reefi da legitima salsaparrilha de tris-
lol, longe de ser exorbitante, como asseveram al-
guas, pelo coutririo muito razoavel tomando-se
om considerajo que o freb: at o Brasil e os di-
reitos desta alfandega augmentan o custo della
inaiS'denm.'mtf res cada garrafa.
JXA legitima salsaparrilha de Brislel, o Ana-
cahuita,peitoral de Ketnp, as pilulas vegetaes as- Tenente Decio d'AquIno Fonceca.
Empregado publico Francisco Jos Alves de Albu-
querque.
dem Francisco de Barros Gorreia.
ConimeFCiante Christovo Santiago do Nascimento.
Proprietario liento dos Santos Ramos.
dem Mauoel Antonio Teixeira de A'buquerque.
Commereiante Francisco Joaquim da Costa Fialho
Jnior.
Tenente-coronel Francisco do Miranda Leal Seve.
Artista Manuel do Nascimento Vianna.
Dr. Bento Jos da Costa.
Artista Manoel Rodrigues do O'.
Teneule fienjamim Viraos Dulra.
Capitao Jos Maria Freir Gameiro.
Empregado publico Francisco
Couseiro.
Tenente Manoel Marques de Abreu Porto.
Proprietario Jos Carneiro da Cunha.
Supplentes.
Aaforna Pudro de S Barreto, <*
Coronel presidente.
Jos Antonio Pinto.
Tenenie-csronel vogaL
Consulado de f'ortugal
O cnsul de Portugal nesta provincia, tendo de
proceder ao arrobnenlo de todos os subditospor-
tugnezes, nella residentes, para a organisa^o da
estatstica geral da populacao iiortugueza residen-
te neste imperio, o que muito Ihe recommonda-
do pelo governo de S. M. F., convida e pede lo-
dos estes seus oompatriotas, que remettam este
consulado at o dia 31 de dezembro prximo,
urna relaco contendo os seus nomes, idados, es-
tado, filiarlo, naturaldade e oceupacao e hem as-
sim os nomes das pessoas de sna familia, Incluin
Antonio Cavaleanto-io caixeirosn criados, con as rospectivas desig-
naces^e com as mesmas declaracoes.
As .pessoas que nao souberem esc.rever e qne nao
tenham quem Ibes faca estas relacoes devero vir
ao consulado faze-las verbalmente, onde lhes se-
rao tomadas todos os dias utois desde s 9 horas
da manhaa at s 3 da tarde.
Os caixeiros ou outros .juaesquer individuos
que- nao estojan) em casas portuguezas devem
' mandar as relacws relativas a suas pessoas.
O cnsul44.Portugal depois de tantas provas
'.. de deferencia qne ten recebido de seus compa-
triotas aqu residentes, nao pede duvklar de que
. Ihe concederao mais esta que desde j agradece.
Entretanto v-se na necessidadfl de lhes declarar
que o consulado nao reconheenr como portugue-
aes, nem prestar auxilio algnm em nome de seu
Desembargador D. Francisco Balthazar da SiWeira. I governo aquelles que at o referido dia 31 de de-
, Commereiante Flavio Ferreira Catao. zemliro nao acudirera a-este eonaite.
Capitao Jos Francisco Lavra. Rogase a todos os portiiguezes que deem teda
Teiiente-cnrcnel FeHeiano Joannm dos Santos. a publcidadepossiveln este amiuncio.
Commereiante Joanuim Augusto Ferreira Jacottna n
Tenente Luiz Jos da Siha Guimaraes. t 3.
Manuel Joaquim Fernandes d'Aae-
Para a Baha
0 palhabote Garibaldi pretende seguir com bre-
vidade para este porto, tendo parte de seu carre-
gamenlo, e para resto trala-se no escriptorio de
Tasso lrmaos na na do Amwriu._____________
Para o Rio de .lancho ^
At o dia 30 de corrnte pretende seguir im-
preterivelmente o patacho nacional Beberibe, para
o resto da carga que Ihe falta e escravos a frete
para os quaes tem excellentes commodos trala-se
com os seus consignatarios Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo & C, no seu escriptorio ra da
Cruz n. 1._____________________________
Para a Babia pretende sahir com muita bre-
vidade o veleiro patacho Thereza, capitao Joao
Gorreia Lima, por ter a maior parte da carga :
para o resto que Ihe falta, tratase com os consig-
natarios Palmeira & Beltrao, largo do CorpoSanto
n. 4, primeiro andar.
Para o Hiodc a.tnelro.
O patacho nacional Capuam, pretende seguir
con muita brevidade, tem parte de seu carrega-
nwnto engajado, para o resto que Ihe falta e es-
; cravos frete para os quaes tem bons commodos
trata-se com os sen consignatarios Antonio Luiz
i de Oliveira Aaevedo v C, no sen escriptorio ra
da Cruz n. 1.
1
Major Manoel do Nascimento da Costa Monteiro.
Dr. Caetano Xavier Punir de Brito.
Dr. Lourenco Trigo de Leureiro.
Df. Sil vio.Tai-quino Villas-Boas.
Desennrgador Agostinho Moreira Guerra.
Capitao Antonio Jos da Costa e Silva.
Proprietario Thentaz dAquino Fonceca.
dem Clorindo Ferreira Catao.
Desembargador Firmino Antonio de Sonta.
CouHiiercninte Tbomaz Garrett.
Dr.-Joaquim de Oliveira e Souza.
LEILOES.
Proprietario
vedo.
dem Joo Pacheco de Queiroga.
Despachante Jcojarthoiomeu Gongalves da Silva
: Capitao Joaquim Francisco Franco.
Desembargador Manoel Rodrigues Villares.
sucaradas e as pastUUas vermfugas do mesmo au-
tor podam ser reeebidas em vrtudo de- despacho
de S. Exc. o ministro do imperio lancado em 3
de novembro de 1863.
t Os facultativos receitarao estas preprameos,
se as acharem utels s molestias que trataren.
X.Em quanto existen tres dllferentes imita-
coes e falsilicafoes da nossa original e legitima
salsaparrilha de Bristol, parlicipamos-lhes que-a
verdadeira vende-se :
Rio de Janeiropor Brrini l C.- H. Prins^
CA. A. Moura Manriques.
BabiaGermano C. '
MaceiClaudinbo Ealco Dias.
PernambucoCoars fc Barboza.J. da C. team
AC.
ParabybaTbomaz da Cunha.
Natal-Domingos Henriques Oliveira.
CearBotica do Moreira.
MaranhoFerreira A C
ParaV. Sedeschi, successoresRosa & Filhos.
S. Paulo37, ra do Rosario.
Porlo-Alegre-Martel, Vicente Porto, successor,
e as sub-auencias em todas as partes do imperte Proprietario Antonio Pires Ferreira.
do Brasil. 1 Tenente Symphroaio rympio de Queiroga.
____ Proprietario Francisco Rufino Correia de Mello.
dem Ignacio Jos Pinto.
PaSlllhas vermfuga de feemp. .Tenente Joaquim Jorge de Mello.
Chamamos a attenco de todas as mais para o'Artista Pedro de Alcanira e Silva,
remedio mais agradavl e til, que seconhece |- Commereiante Antonio Jorge (uerra.
ra fazer expellir as lombrigas : AS PASTILHAS dem Manoel Antonio de Samiago Lessa.
VERMFUGAS DE K.EMP. Em vez-de todos esses Propnelario Francisco Acoioly de Gouveia Lins,
inmundos e perigosos remedios vermfugos com- Artista Francisco Mendes Martins.
postos de toda a casia de mineraes, apresuntemos dem Jos Joaquim Ramos eSitva.
um delicioso confeito vegetal, prompto e infallivel Tenente Leopoldo Perroira Martins 'Ribeiro.
na sua operaco, nao causando nauseas -nem en- Artista Manoel Francisco Honorato,
commodo de qualidade alguma, produzindo sem- dem Francisco Antonio de Menezes.
pre o seu elfeito d'uma maneira suave e completa, r. Antonio Vaseonsellos Menries de Drummond.
nao carecendo depois a assistenca de qualquer E para constar mandei passar o presente em qte
um outro purgante : til como um excediente me assiguo aos '23 de dezembro de 1863.En
mcio de fazer remover as obstruc^oes doventre. Francisco de Barrof Correia; escrivo que o es-
mesroo no caso de nao existrem vermes alguus, erevi.
e finalmente tornam-se ellas dignas por todos os j Thomaz Antonio Maciel Mvnteito.
respeitos. da Banftaaffc e approvaeo de todos os i O l||m. Sr. inspector da tbeseuraria de fazen-
pais de familia, os quaes acharao estas pastilhas da desta provincia manda fazer publico queperan-
elegantemente acondicionadas dentro de frasipri- te a mesma thesouraria, no da 30 do correte mez
nhos de crystal : venda as boticas de Caors & ao mcio dia, serao arrematada a quem maior pie-
Barbosa e de Joo da C Bravo & C.
CQMMEBCIQ.
NOVO BANCO
DE
PBRHAHIBUCO
ce olfereeer, 12 cavados que transporlaram os em-' g'
pregados do juizo dos feitos da fazenda cidade :
de Goianna, aiim de se proceder alli n urna nova
avaliacao dos fcens pertencentes ao extmeto enca-
pellad de Itamb. Os pretendentes devero com-
parecer na casa da referida thesouraria no dia e
hora marrados.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Pcrnam-
buco 23 de dezembro de 1863.Manoel Jos Pin-
to, servindo de otlicial-maior.
O novo banco de Pernambuco convida os
credores das massas fallidas de Mosquita & Dutra,
c Francisco Antonio Correia Cardoso a apresenta-
rem seus ttulos no banco para se proceder a res-
pectiva verilicacao.
DECLARACOES.
fowsiilMto provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz publi-
co que os'SO fias uteis marcados para a arrecada-
Urna caixa com miudezas.
IIO.Ilu
0 agente Pinto far leilao requerimer's de
Giulherme Augusto Rodrigues Sctte e por manda-
Jo do film. Sr. Dr. juiz do commercio de umacai-
xa com miudezas, perihoradas Francisco de Sales
e Silva, e existentes no deposito geral, (casa em
frente a secretaria de polica) onde se effectuar o
leilao as 11 horas em ponto da dita snpra dito.
Transferencia de ceblas.
PARA HOJE.
As doze horas om ponto serio vendidas em lei-
lao as RK) caixas com excellentes ceblas despa-
chadas hontem e annunciadoo leilao para hontcril
eVclua-se sem falta hoje s 12 boras da manhaa,
ero ponto, en um ou mais lotes._____________
Smhorcs i> deiros
LEILAO
DE
Farinha de ti%o avai-iadn.
O agento Pestaa far leilao por coma de quem
pertencer, s II boras da manhaa do dia 29 do
corrnte, de cerca de 300 barricas com farinha de
trigo avariada.e de differentes maicas.no armazem
do caes do Apollo n. 7. ________________^^
Srs. r>piles il nvis.
Quarta-fclra 30 do corrate,
s 18 horas.
Os salvados do hiate nacional < Jaguaribe j
aanunciailos scro vendidos quarta-feira 20 do
correte pelas 12 horas da manhaa, pelo agento
Pestaa no largo do Corpo Santo, sem falta.
IIIBAO
Crrelo geral.
Pela administracao do eorreio desta cidade se
AlfaMega co que os 30 lias uteis marcados para a arrecada- faz publico para los convenientes, que em virtude
Rendimento do dia 1 a 26........ 481:386&102 gao boceado cofre do Io semestre do auno finan-1 do dsposto no artigo 138 do rcgulamento geral dos
dem do di* 28................. 12:348*530 ceiro corrnte de 18G3 1864 dos impostos da de- crrelos de 21 de dezembro de 1844, e artigo 9 do
---------- cima urbana das freguezias desta cidade e da dos decreto 11. 783 de 15 de maio de 1831, se proeede-
493:734*652 Afogados, e de 5 0,8 sobre a renda dos bens de r o consumo das cartas existentes nesta adimnis
novitnenlo da alfandega
Volumes entrados com fazendas.
coui gneros.
Volumes sahidos
com
com
fazendas...
gneros...
49
467
12
55
316
67
Descarregaxn no dia 29 de dezembro.
Barca ngleza.imie Scotl carvo.
Barca ingleza Revaluton carvo.
Barca franceza Solferinocemento.
Brigue portugnezLaia IIgneros de estiva.
Escuna hollandezaSpccit/rt/=d i versos gneros.
Brigue in^lezHebe 0} Ihe Ex.farinha.
Kecehcilorla de rendas internas
geraes de Pernambuco.
Rendimento do dia 1 a 26........ 36:3004960
dem do dia 28................. 2:457*422
raiz pertencentes corp-oraces de mo morta se
principiara a contar do dia Io de dezembro vrn-
doure.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco
25 de novembro de 1863.
Antonio Carneiro Machado Hios.
Administrador.
iappa das conci i cesdoaiino de
183#
38:7584382
Provincia de Pernambuco.
Comarca do Kecife.
Termo do Recife.
Freguezia do Sautissimo Sa-
cramento.
Primeiro districlo.
CONCIUACOKS.
a
a
364
69
Pio verifi-
cadas.
o
448
o
47
Consulado provincial. j^ e p^ do ldistrieto da fregueziauoSan-
Rendimento do dia 1 a 26......... 103:4934707 tissimo Sacramento rio bairro de Santo Antonio da
dem do da 28................. 9:163*738 ci(lade do Recife, 26 de dezembro de 1863.
Eu Joaquim da Silva Reg, escrivo que o sobs-
112:057*443
crevi.
MOVIMENTO DO PORTO.
traco perlementes ao mez de dezembro de 1862,
no dia 3 de Janeiro prximo, s 11 horas da ma-
nhaa, na porta do mesmo correia, e a respectiva
lista se acha desde j exposta aos interessados.
Administracao do eorreio de Pernambuco 23 de
dezembro de 1863.O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
1 tu-i-i-o peral.
Pela administracao do eorreio desta cidade se
faz publico que em virtude da renvencao postal
celebrada pelos governos brasileiro e francez, se-
1 ao expedidas malas para a Europa no dia 30 do
corrnte mez. As cartas sero receidas at 2 ho-
ras antes da que for marcada para a sahida do
vapor, e os jornaes at 4 horas antes.
Administracao do eorreio de Pernambuco 19 de
dezembro de 1863,-0 administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
Aos MIws. Sr. facultativos en me lici-
u;i no i niperio do Brasil
LAMAN & KEMP, chimico pliarmaceuticos com
drogara establecida A. D. 1008 ns. 69, 71 o 73 |
Water Street e n. 19 O d- Slip em Nova York, res-
peilosamente chaman 1 attenco de W. SS. aos
seguintes factos :
I.A legitima salsapAulha df. snisTOL com- LiverpoolBarca inglea Kecife, capilo Dowglos,
posta de substancias j muito conhecidas como go- carga algodao.
zando de propriedades depurativas ; entrando em Cear e portes intermediosVapor Mainanquqpe>
Navios entrados no dia 28.
Trieste84 das,escuna ingleza Coila, de 171 to-
neladas, capitao J. II. Schrader, equipagem 7,
carga 1,500 barnras com farinha de trigo ; a
Johnston Paier & C.
Maranho e Ciar28 dias de Io porto e 11 do 2,
palhabote nacional Undo Paquete, de"205 tone-
ladas, capilo Antonio Maria da Costa e Silva,
equipagem 11, carga arroz e lastro de pedra : a
Antonio de Alenla Sumes.
Navios sahidwt nu mesmo dia.
O juiz de paz,
Jos Luiz Pereira.
Demonstrarse das conciliaroes havidas no jhzo de
paz do 1 districto da freguezia* de Santo An-
tonio, desde o anno de 1831 1863.
1854 426 concliacoes.
1855 328 *v *
1836 177 >
1857 183 1
1858 485 i
1859 231 1
1800 313 1
1861 712
1862 800
1863 564 >
sua confeeeo urna quantidade de espirito de vi-
nho sufficicnlc para garantir a sua conservaco
nos crime* calidos.
II.A legitima salsaparrilha de wusTOL pre-
parada cuida losa e scienlilicamente (mediante a
recolta de um medico de talento reconhecido, o
Dr. C. C. Hri.-U ol da cidade de Uuffalo no estado
commandante
Moura.
Manoel Rodrigues dos Santos
EDITAES.
Recife, 26 de dezembro de 1863.
O escrivo, Silva Reg.
Conselko de compras navaes.
Faz publico o conseiboque promove no dia 5 de
Janeiro prximamente vndouro sob as condicoes
do estylo a compra dos seguintes objectas do ma-
terial da armada :
3 apparelhos de lalrina, 150 brochas sortidas, 4
AVISOS MABITIMOS.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR
Dos portos do sul esperado
at o da U do corrnte o vapor
Cruzeiro do Sul, commandante o
capitn de mar e guerra Gervazio
Mancebo, o qual depois da demo-
mora do costume seguir para os portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga ane o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada: encom-
mendas e dinheiro a frete at o dia da sahida s 3
horas, agencia rua da Cruz n. 1, escriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR-
Dos portos do norte esperado
at o dia 1 de Janeiro o vapor
Princeza de Jainrille, comman-
dante Araojo, o qaal depois da
demora do costume seguir para
os |H)rtos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
DE
i'im grande sobrado de iiin an-
dar na cidade do Aracaiy.
O agente Almeida fura leilao requei imenin dos
administradores da massa fallida de Seve Filhos
& C. e mandado do lllm. Sr. Dr. juiz e.^eciaL^lo
commercio, de um sobrado de om andar com 35
palmos de largo tendo 3 janeilas na'frente, ift rua
das Flores da cidade do Aracaty em chaos forei-
ros acamara municipal de dita cidade.
Seita-feha 8 dr Janeiro de IMi 91
porta da associaco conimercial s I i boras : ds
pretendentes poden obter qualquer informaco do
agente cima.
arrobas de fio de algixlito, 50 varoes de cobre de ^r embarcada no dia de sua chegada, acommen-
3/8. 100 ditos de 4 ditos, 100. ditos de 3 ditos, 1! das e dinheiro a frute ate o da da sahida as J bo-
de Nova York) or urna casa de antiga e beia es- O tenente Tbomaz Antonio Manuel Monteiro, juiz grosa de parafusos de metal de 1/2 3 pollegadas, j rM) agencia rua da Croa n. I, escriptorio de An-
tabekcida repuleao. de p3z presidente da junta "8e qoalilicaco da 200 lijlos i nglezes, 400 na vainas de mannnoiro, jonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
IILA lec.itima saus.aparbiliia de BnisTOL tem freguezia do Santissimo Sacramento do bairro da 20 arrobas de sebo em pao, 1 peca de tapete, 20
sido apresentada ao publico durante o espaco de! Boa-Vista em virtude da lei etc. arrobas da verde francez, 3 manmetros para ma-,
mais de Faco saber, que nao tendo podido ser feita acn- chinas, e S jugos de tarrachas de Whitwoilh com
TItINTA E UM ANNOS vocaco dos eleitores e supplentes ne pcazo marcado seus utencilios.
e ao publico brasileiro perlo de QUIXZE ANNOS.' por lei, para o fin de faz-r-se a qualilicai;ao dos el- E convida aos pretendentes venda destes ob-
IV. -A legitima salsa 1'ARiiu.iiA de BiusTOL dados, que teein o direito a votar as eleicoes de jectos presentaren suas propostas em cartas fe-
approvada pela Exm. insperca de estados da Ha- [ eleitores, juixes do paz e veriadores da cmara mu- chadas no dito da at s II horas da manhaa.
vana e por mullas juntas e academias de medi-
cina da
America do Norte,
America Central e
America do Sul.
Y-A
umitima salsaparjulha de bristol usa-
cam divergencia polticas 110 intento de alranrar- da em quasi lodosos principaes hospitaes cjvjg,
se um tira til ao jil mn?- no podero de crto 'mililares e da inarmba, pblicos, privados e de ea-
*ici|ial desta cidade do Recife; e em vista do quo Faz mais publico o conselha que em todas suas
determinot! o Exm. Sr. presidente da provincia, por sessoes tambem promove. a compra, a vista de pro-
offlcio datado, cen virtude da mesma lei convoco poetas, de maneiras de construeco para um trans-
aos eleitores e supplentes ahaixo declarados para porte de guerra.
que cottqiarecam no corpo daegreja matriz s9 ho- Sala do conselbn de cempras navaes 28 de de-
ras da manhaa do dia 14 de Janeiro de 1864 a fim zerabro de 1863.
de organisar-se a junta qu.-ilificadoraque tem de re- Aloxandro Rodrigues dos Anjos,
ver a qualiflcaco do anno antecedente, ficando sei-1 Secretario.
ISKOi
Segne com brevidade para o indicado portlo
veleiro brigue portuguez Jovem Amelia, capilo
Rodrigo Antonio Branco : quem quizer carregar,
dirija-se ao seu consignatario Antonio de Almeida
Gomes, rua da Cruz n. 23, primeiro andar.
Para Lisboa pretende sahir cem muita brevi-
dade o patacho Jareo, capitao Jos Marques Cee-
IhoSobrinho.nor ter parto de sou carregamcnlo
tratado : para o resto qne Ihe falta, ejwssageiros,
trata-se com os seus consignatarios Palmeira t
Beltrao,
ndar.
largo do Corpo Santo n. 4, primeiro
AVISOS DIVERSOS.
0 cirurgio Leal mudou
a sua residencia da rua do
Queimado para a rua das
Oruzes sobrado n. 36, pri-
meiro andar, por cima do
armazem Progressista, aon-
de o acharao como sempre
prompto a qualquer hora pa-
ra o exercicio de sua pro-
fissSo. Chamado por escripta,
O Sr. Jos Francisco Pinto Guimares, ci(ur>
gio pela escola real de cirurgia de Lisboa, trans-
ferio sua residencia para a rua Nova, n. 60, pri-
meiro andar, onde pode ser consultado todos os
dias utes das 7 s 10 horas da manh, acerca das
doencas denominadas cirurgicas eu externas espe-
cialmente da.picllas, em rujo ratamente mais fre-
quenlemente interven a medicina operatoria.
AOS 5:000,000
GAS.4 D\ F0R1M4
Ullhctes garantidos
A' rua do Crespo a. 23 e casas do costume
No dia 5 de Janeiro se extrahir a qnarta parte
da segunda lotera da Santa Casa de Misericordia.
O abaixo assignado recommendando o resnei-
tavel publico a compra de seus muito afortunados
bithetes garantidos, lembra-lhe a vantagem que ha
em receber os premios |or inteiro, por quanto
qnem tirar a sorte grande em bilhete garantido
nao receber smente 4:2004, em virtude dos
descomes de 16 por rento que Ihe faro em vista
das leis, mas sim os 5:000,, que vem a ser os
ditos 4:2005 mais 800fi qne pagar o abaixo
assignado, importancia de ditos descontos. Os pre-
mios sorao pagos como de costume.
Preeos.
Bilhetes inteiros..... 62000
Meios bilhetes...... 3*000
Para as pessoas que comprarem
de 100* para cima.
Bilhetes........ 5*300
Meios......... 2*750
1___________Manoel Slartins Fiuza.
Contina fgida a esc ra va Felicia, cana os
signaes seguintes : estatura regular, cor nreta,
cara redonda, ps feios, pescoco raspado ponen,
falla de um dente na frente do lado de cima, ievou
vestido de ganga azul sem forro no corpinhu, mais
um vestido de chita muida de assento branco e
um lencol de hrim : quem a pega4j|eve-a ao bec-
codo Padre n. 4 que se grata

>
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J.
* ImaW^T


' Diarlo de Piras ai Mico Terea felm de Dezembi-o de 1*3.
#
.
AOS 5,(> Teixa-Mr, 5 de Janeiro proximo, se ex-
trahira, polo novo plano abaixt) publicado,
a (|uai ta parte da segunda lotera da Santa
Casa de Misericordia no consistorio dt igreja
de Nossa Senhora do Rosario da freguezia
de S;into Antonio.
Os billieics 0 meios acham-se venda na
respectiva tesouraria ra do Crespo n. 15
e as casas comraissioodas na da Impera-
triz n. 14, loja do Sr. Pimentel; ra Oireita
n. 3, botica do Sr. Chagas; ra estrella do
Rosara n. 12, typographia do Sr. Mira erua
da Cadeia h. 45, loja do Sr. Porto.
Os premios de 5:0005000 at 10,5000
serio pagos urca hora dcpois da extracto
e os ootres do da segu nte depois da distri-
buigo das listas.
O thesoureii o.
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
PLANO
para as partes ordinarias das
lotera.
3.400 blheles a 5*000 17:000W)00
lleniucio, selK e romnisso 2n "I 3:40utOQ
M juMo 13:600*000
1 premio de 3:0004000
1 dito 1:300*000
1 dito 6004000
1 dito 3064000
4 ditos de iooaaoo ieoaooo
8 ditos dV 4*tO oaooo
2V ditos de OdOOO WI4OO0
30 ditos de 10000 3O0O00
10U) ditos de ooo 5:2004000
| F u rto
Furliram do Manguinho dous cavados alasdes,
grandes, com os signaes seguinles : nm grande
e bonita figura, frente aberta, tres ps braneos,
lera piutinhas brancas na anca e un cicatriz na
anca esqnerda como ha aouee se botou no carro
est encabelland a marca que Ihe fez a coleka,
anda muito bem de baixo a meio; o outro gran-
j do e est um ponto magro, tem nma estrella na
i testa, as dinas aparadas, e os dous ossos da anca
salieHtes ou esporados : recompensa-se bem a
qnem dor noticia dos meamos na ra da Cadeia do
Recife n. 35._________________________________
Aluga-se a casa terrea n 10 da ra do am-
' gao, a qaal s serve para alguin estabelccuncnto
; ou offlciua : qnem o pretender, dirijn-se ao quar-
tel de polica a tratar com o capitSo Teixeira, ou
' na botica n. ft da praca da Boa- vista, que achara i
' com quent fazer negocio sobre o dito sluguel; na
mesma botica ah encontrar a cbave para se cor-
ter a dita casa._________ ,. |
Aluga-se um stio na Gapunfa vatba, aom,
boa casa, contendo 4 quartas, gabinete, cacimba
cora boa agua, qaarlos pata prela, estribara a
fructeiras, todo murado: quem o pretender, dln-
ja-se ru da Crespo n. 18, primeire andar. 4
Ensino de preparatorios, j
t) bacharel A. R. de Torres Bapdera,
professor do geographia e historia n
Gvinn;i>io desta provincia, contina a
ensinar estes raesmos preparatorio, e
bem assm rhetorica e phlosophia. Os
cursos cstao abortas para cada urna de*-'
tas disciplina, na casa da residencia do
aununciante, ra estreita do Rosara u.
I tii rreiro andar.
FAZENDAS DE BOM GOSTO.
Superiores cortes de seda-de cf te 504-, 604,704,804,90J tf #004 cada corte, os mas modernos que tem rinda a Persamboeo.
Ditos de moreantiquc de cores e pretos.
Lindas sedas de cores a 34100 rs. o cavado.
Ditasdeditasde quadrinhoeav14e a I42W.
Moreantique carmezim cor da moda a IftiOOo rosado.
Suaenates cortes do Monde para noigas.
Lindos cortes de crep de Hesjianba cora barra de cores a mais lindas, que se pode dcsejar.
Cortes de laa com barra de c*r.
D os de l .la com barra aqu i He. ->
Lindos cortea de grinadine de seda cosa barra de gosto inteiramente oras.
Linda fazendn para vestidos daaominada crep de llespaaba de cores mu lindas.
Superiores lias de core matisadas.
Grande e variado sortimento de percales de cores para vestidos.
Dito de cintas francezas muito finas escoras, claras e matisadas.
Lindas catilinelas para vestido,gostos inteiramente novo.
Superiores cwtes da cambraia braneos bordados e muras muitas fazendas de bom gosto para vestido o> senhora:
Para hombros de sethoras.
Superiores capas pretas MI, S5# 3*4, 404-e 504.
Sanembarques de cambraia ricamente enfeilados.
Ditos de cachemira de cores e w*fo* aafeluaos eonn*n*.ito gosto.
Lindas capas de caximira de cores as mais modernas que tem vindo a esta praca.
Saperiores toaros de cambra* de sedapreta.
Lindos postilhoes de merino de cores.
Grande e variada sortimento de camisinhas bordadas
dem de chales de wern lisos de barra estampadas de quadros e do crep a 44300, 34, 64, 74,84,94 e 10#.
Para cabe$a4e seiihora.
Superiores rhapellnas de paliu de Italia.
Liado chapos de paito da Italia eafeilados com muito gosto e grande varedade para escolher a 124,144 164
Modernos enfeitos de flores chegados no ultimo vapor francez.
Variado sortimento de efifeites denominados conservadores para caneca".
* Bordados.
peca.
1100 premiados
33W) brancas.
13:6004000
3*00 bi I heles.
N. B. As sortes maiores de 4004000 estilo sujei-
tas aos desconlos das leis.
Tliesouraria das loteras lo de dezembro de
1863.<) tbesonreireAntonio Jos Rodrigues de
Souza. *
Approvo. Palacio do governo de Pernambiteo
10 de dezembro de 1863.Jado Silveira de Souza.
Este plano 6 para ter vigor do Io de Janeiro pr-
ximo em diante.
A114 HE LEITB
Precisase de urna ama sem fi!ho para amamen-
tar urna crianza de 4 5 mezes : na na do l'ar
numero 6. _________
Precisa-se de urna ana que se quera suje-
Ur acoziiihar e comprar na ra, paga-se bem :
na na de Santa Thorea n. 14.__________________
OITereee-se urna inulher idosa e de bous cos-
tumes para ama de qualqucr pequea familia : a
tratar ni ruado Sebo n. 45._____________________
Mucledade de sesnros mutuos
de vida installada pelo ai uno
l nio ua cldade do Porto.
Os agentes nesla eidade c provincia Antonio
Luiz deOliveiraAzevedo C,. escriptorio na ra
da Cruz do Recife 1. cstao autorisados desde j
i ('imar assignaturas e prestar todos os eselarecf-
rueatos que forem neiessarios, as pessoas que de-
cjaniii eoncorrer parato til e benfica empre-
ta, segurando um futuro lisongeiro aos associados.
Precisa-se de um bom cosnbeiro e de urna
roa que saiba eogommar e lavar : tratar no
sobrado n. 32, da ra da Aurora._____________
O bacharel Francisco Jos Martins Penna, ten-
do sido obrigado a partir urgentemente para a
provincia de Sergipe, afim de temar posso do lu-
gar de juiz mtloieipal, i*ra que foi nomeado pelo
governo de Soa Magestade o Imperador, |nao pode
ter occasiao de despedir-se dos seus amigos, col-
lejas e constituintes, que honraram-n'o com a sua
estima e conflancan'esta provincia; com> porm,
esliera volfar brevemente para transportar sua
famia para aquella provincia, pelo.presente offe-
rece ditas pessoas sen prestalo durante o tempo
em que all estver, e Ibes assegura que, quando
voltar, tratar de cuinprir seus deveres, agora
preteridos pela presteza de su partida. Aos sens
constituintes pede qoe se enteudam com seus dig-
nos collegas e amigos Drs. Antonio Witruvio
Pinto Bandeira Aerloly e Vaseoncellos o Jos Ro
Grande sortimento de entremeios bordados a 14,14*00 e 14300 a
' Lindas tiras bordadas largas a 24, 34 e 44 a peca.
Calcas bordadas muito finas para senhora.
Superiores e modernas saias boPd-adas. .,. n ,- j,.
Espartlhos superiores e outras muitas fazendas de gosto na loja das columnas ra do Crespo n Id, de Antonio u>rrela (fe >asconeenos
Pechincha sem igual.
Na mesma loja das columnas vende.se cortes de cambraia organdys de barra de doas saias e
corte a 64, 84,104 e 124 o corte.
Gab nete m*iiir-o einirgiro na das
Flirts h. 37.
O I)r. Estevo Cavalcauti de Albuqucrquc d
consultas medico cjnirgicas cin sen gabinete das
8 s 11 horas da manhaa e das II ate s 3 horas
da tarde, os chamados deverao ser por esciipto e
dessa hora era dlante dever ser procurado na ca-
sa de sua residencia no Chora-Menino.
1. Partos.
2 o Molestias de pello.
3. dem dos olhos. am^aan aa I
4.a dem des orgios geaitaas.
Praticar tuda t qualquer operacSo cm seu ga-
binete ou em casa dos docntes conforme Ibes r
mais conveniente.
Casas para alugar.
Urna loja e prmoiro andar na ra das Cruzes,
urna casa terrea na ra da Alegra, um terceiro
andar e soto na ra do Encantamento : a tratar
com Joao Ribeiro Lopes, ra da Cadeia n. 33, loja.
Os administradores da
massa fallida deAworimf-Fra-
g*za, Santos i Cconvid-m os
c cdores da mesma massa para
nopmzo de 8 sitas apresenta-
rem os seus Ututos, no scpto
rio da ra do Viga rio n 21,
primeirc andar, afim de serem
verificados, das 10 /Wa* Ha
manha as 3 da
nambuc 12 de
180:i.
de babados malisados con 14 a 16 varas
tarde, Per
de.embra de
N e-ata* tyiejrapbia
Sr. FredttjicoSkinor escultor.
receber
madre-
para cin-
Dase dinheiru a premio em pequeas e gran*
des qiianas: na rita Augusta n. 4.1, se dir.
GROOE
ArisiiQdM
0 dentista que tira deutes
sein r.
Acha-se de pusagem para Europa nesta Ilustre
rpita) dentista Julio C. Pedrotta, doutor cm va-
rias setnelas, e mora em rasa particular, na ra
'dii Trapiche n. 12. Portante approveite quem quer
ser op rado pela sua leve e segura mao. As se-
inoras e as familias nao terao incommodo de sa-
l, r de casa apanhar sol, o dentista vai em todas
as .asas aonde for chamado. Quando apresenta-
m a carado ao publico as operacoes sao sempre
ralis para a pobreza.
Tem os seguintcs remedios:
. Mistura hvgienica do Dr. Ricaard para amo-
lecer os domes |>erigosos e taze-los cahir sem ajnda
do ;,iro: ambrosia do Dr. Buchardat para fa-
zer passar a ddr dos dentes em dous minutos;
pomada dos padres capuchinhos da trra santa
iiara curar erysipella. rheumatismo, escroto in-
cli.ido o feridas; xarope mexicano para curar to-
das as molestias do peito como phtysica pulmonar,
asthina, puchamanto, loase, catarro, falta de respi-
io, etc.: na ra do Trapiche n. 12 hotel da
Europa._______________________________________
Ka ra do Destino n. 10 precisa-se de uina
ama que saiba cunprar e cuzinhar, para duas pes-
7 RA DA IMPERATRIZ 7
NO Vil ADES MOVIADES
Madama viuva Lecomte tem a honra de participar ao respeitavel pdMico que acaba de
K. rin daTnha S.llci nue" Ihes infortnarao de Pe'o ""mo vapor francez um grande sortimento de obipc.tos de wrceUaa,, crysUil, tartaruga,
?M?fli imormarao v^q]^ j-^ niarfim ^ ^ comoum r|cfl sort[mcmode a!flneIes de |)fil0 e QveIas pJ
-------'----------------------------------p------------------------- tos quer de madeira, quer de metal no vos modelos.
^pnad^i^KS^^ Cintas para senhoms e meninas.
50 de una casa de familia, excepto o de cozinha: Lindas cintas decouro e velludo enfeitadas com a competente bolsa, tal e qnal est se usando
na ra estreta d^ Rosario n. 31, terceiro andar. em. ParJS) |jgas de seda para senh(>ra, rqussimas caixinhas para presente de festa com prepares
precisa-se faHar ao de costura ou sem lia, de tartaruga, madreperolas, marroquim, etc., capellas brancas e para nolvas
de flores de laranja.
Fnissimos chicotes com cartas de marfim, sndalo, etc., para homens e senhoras.
Alugfrse o 2 andar do sobrado da ra do PrfllillMv'l Imperador n. 79, bastante fresco, e decente para cillliuunuo.
urna familia : a tratar com Antonio Jos Rodrigues Perfumaras dos mais afamados fabricantes de Londres c de Pars,
de Souza, na ra do Crespo n. 15. (Meo e banhas para cabello. Pos de arroz para refrescar.
Sabonetes fnissimos. Escxms para dentes e cabello.
Ditos inferior. Mas para lmpar pentes. J
Penles de tartaruga de pontear.
Ditos de bfalo dito.
Suspensorios para homem.
Cheiros para lencos e gavetas. Kspeluos grandes e pequeos. #
Agua para tingir cabello de todos os fabricantes.
Na mesma casa contna-se a fazer cabelleras, lanto para homem como para senhora, assun
como qualquer cabello supnnste.
Cortare eabello e frisa-se por 500 rs.
OSr. Luiz Paulino Cavalcanti dtj-.
luquerqo, tem urna carta nesta typographia/ Xga parTinpar dentes.
Agua de colonia.

las grandes casas terreas na Ponte de 1 choa, com
imodos em deinazia e grande sitio : a tratar na
ra do Antoras no Recife n. M,
(){)\\m m
lula particular de latina e
francez.
O padre Keliv Barrete de Vaseoncellos com auia
.anicular de latim e francez na ra do Imperador
n 33 segundo andar, da impretervelmente coine-
o m seu ensino na segtmda-feira II do prximo
.iadiuro mez de Janeiro. Tambem da lces de
irirhinetica e grammatica portugneza e franceza
i. ir casas de familia, e se contrata para ensinar la-
:im e francez em algiira nutlegio particular, sendo
esa horas que nao prejudiquem ao ensino em sua
i~i o qual principiara as 0 horas da manhaa, e
encerrar-se-ha as 2 da tarde em todos os djas da
..m'i:i, excluidas as quintas-reirs que scrao da-
(l:w aos alumnos para o estudo do gabinete, cujas
,< Ihesaetin marcadas as quartas-reiras,_e
,!,-ilas darao conta as sextas, da* em quejlevcrao
apresentar-se na aula as 8 horas da manhaa.
O ensino do francez contina a ser gratuito aos
iltanos sonaante que com o annunciante estuda-
mi o latina; advertind". porm, que esta raga
i feia somonte aquellos que se matricularen-.
i''o fim de Janeiro, tendode perde-la quelles que
\i.'ie:n dopots.
is pagamentos serao mensaes e sempre adian-
-,!,< a vista dos recilus. ....
Tambem recebe alumnos de primeiras letras,
ni. norque ensine por si mesmo as respectivas
materias, mas porojM tem em sua casa professor
ti.ir.ilitado para eiisina-las.
RA DO IMPERADOR
N. 22.
Grande arniazfin de tintas.
Este armazem contiu ludo quanto
SujCDCiao para que a industria de pintura, de
quakicr genero (no soja, desempenhe
seu fim, isti> enilie.llezav, conservar e
reproiluzir.
Miinlaflo em grande escala e supprido
Arectamente per grandes fabricas de Pa-
rs, Londres e llamburgo, jiode offerecer
productos de connsnra, e satistazer q/UV
qner encnmnlenda a grosso trato e a re-
teffio.
Gfe Sis. ai lisias piuliiies, e os dunos do
olivas \>o4erio e.scoVUer k vontade, \viis
qne tudo estar vista, U differentes co-
re- de que tiverem necessidade.
Na lintas em maata e em p impalpa-
vel, e como as obras a cnvernizar_ s se
ilcvc emptegar tintas muidas, c nao me-
recendo coiiiiancaasquevem de fora para
commercio, por vclhas, e talvez falsilica-
das, ueste armazem se as moer vis-
la do consumidor, uu so assim tesa tin-
tas frescas e veidadeiras.
Ha tambem orno verdadeiro, verde em
p eemfolha. prata em folha, p debron-
zear de varias cores, diamantes para cor-
S8*tar vidros, burnidores,ncarsupeiiinaen-
carnada. aiuarella e verde, tintas vege-
t.ics, azul, roxa, verde e amarella. inolfen-
sivas, nicas que se devein empregar as
confeitarias, colleccoes de piaceis para
ungir madeira, com propriedade, e outros
de varas qualidades, TOrnizes, copal,
graixa, brauco ou escuro para o interior
r exterior, para etiquetas e quadros, tin-
tas linas era tubos, em craydes ou pastel,
tollas para quadros, caixas de tintas tinas
e papel para desenho.
Essencjas aromticas verdadeiras, fras-
cos e vidros para vidraca de todos os ta-
maitos, e niuitos outros objectos, cuja
utilidad.- e eraprego s cm a vista pde-
nlo ser mostrados.
Joao Podro das Jeves,
Gerente.
B
Leite antliepelico.
Abroado pelas academias de mftnaa da Pars e Undvcs.
doas,
co tem
No dia 12 do cor/ente desapparecen da ra lar-
; ga do Rosario desta eidade tres cavaltes, sendo um
^ rufo sujo," de 10 anuos do idade, pouco mais ou ,
I menos, pequeo, inteiro. tem em cada orelha um
taino, sarnelbn baixa, as pas um tanto grossas,
: signa! encoberto, earregador franco de baixo a'
meio; um astanho com cangalh'a, castrado, de
' idade de 6 7'amos, dous ps calcados, urna es-
j trella na testa, alguma eousa, circundo, tamanho
um tanto ptqueno, nma estradinha Iaixa ; e o ulti- j
mo tambem castanho, de idade de 8 annos, pouco!
mais ou menos, o p esquerda calcado, estrella na!
testa, andador baixo, tamanho regular : quem del-
les tivep noticia certa far o favor dirigr-se ra
do Quemado n. 28, terceiro andar, que ser grati-
ficado. V
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar e
comprar, prefere-sc escrava : a tratar no becco da
Boia n. 2, primeiro andar.
mmm-mmmm wmm..
;i Trocam-se imagensdo Porto, escultura
W* em madeira, na loja deJoaquimLuiz dos
3r Sanios, ra do Crespo n. I. 3R
)t*\) \*>&%S.*?''', ',fi$Wtr*f*
ISz&M&i Mm.miM.Mi. R&tSRmM
Festa da Senhora do Monte.
S. Ext'. Si". D. a libado de S. HoiltO : offerece-se um rapar portuguez para caixei-
deaeeonlo COI O abata asssnado tem ro de 5W, da rmal tem algonn pratca : quem
... .. j w^ 'precisar, duua-se a ra da Seuzala nova n.. 19, ta-
PMitfim a fesla da Senaori do woute bL,rBa S esqniia.' ______________
do dia 31 di. carrale mez, p-;n 17 'le .. i>.l9e 0 nbeira ajaros; na raa
jiiiiriro vindunro- Olinda, 15 de de- ()0 Rnn^el n 6.
CASA DE SAUDE
Santa Amar
Do Dr. II va Hamos.
Unieo estabelecimento desta naturea
que exisr entre nos, montad) do iudo
que pode rom tedo o retnmodo t zelu tra-
tar qualqu*r doente, que nella se^ reco-
Ihido.
O edificio- fr raagestos* e conserva-se
nn perfeito eslad de Kmpeza e conve-
nv*nreiiienle sv-biliado.
t)s doenies so separa**, segundo os
sesos, natnreiri das- molestias e condinVs
syesaes.
Ha quartos fc*tilicados para os aliena-
dos, e una eafcrmaria para asi partu-
rientes.
O iMiopretaro- enearrega-se de qual-
quer iperacao.
O esRibelPci ment frampi*ndo qual-
quer pessoa que ipieira visitar.
Priineiua c\9W .'tSltOU-diria*.
Segunda dita So00
TeTceira ilila 24W0U *
Para que qualque* doente s-jaali rece-
bido, basta que se manda onome do doen-
te e da pessoa que o remette, com a de-
claracao da morada.
O propretario aceiaaeentrates annuaes
rom qualqiwr que quera ter um ou mais
leitos sna aispesieao.
zrmbro de 1S60.
faneei Luiz Vires.
I. M. Rovle vai a Parahfca.
Este leite cura em poneos dias as sardas, cphelides, manchas de. gravidez, tez queimada, no- 1S^ffij
, envof, borfcu/has, hortoejas eSbho?, rtc, como consfa do fivrinho que o acompaaha, cada fnis- "n''ll'
m um livro que indica o modo de applicar o leite antephelico. !----------!!_!_
O nico deposito na casa de madama vtava Lecomle.
7 II VA J>A IMPERATRIZ
CHEHRAM
Os lindos chapeos de palha de Italia enfeitados pora muito gosto acompanhados do competente
EtA. justa e contratada a casa por acabar na
ra da Concordia n. 21 A : quem se juutar com
dir a venda, appareca na
armazem.________________
Musa-se o armazem n. \ da raa do Apollo, e
o terceiro-andar da casa n. 88 da ra da Impera-
Iriz ; na roa da Aurora n. 36.
Precisa-se alngar um preto captivo
dara Vniao, junto fuadi^ao.
na pa-
veo de seda copa alta a Canotier para senhora : a loja
Correia de Vaseoncellos & C
das columnas ra do Crespo n. 13, de Antonio
SEGUROS DE VIDA EM MDTALIDADE.
A dreccao do BANCO UNIAO tendo obtdo do governo de S. M. F. a autorisacao para estabele-
|' cer o seguro de vidas em nratualdades, faz publico que desde j toma snbscripces annuaes por nina
s vea, debaixo das seguintes condicoes :
Com perda de capital e lucros;
Dito capital smente;
Dito lucros smente;
devendo a primeira liquidadlo ter lugar no 1* de Janeiro de 1859.
As vantagens do emprego de capitaes em mutualidade, sao obvias, iiorque nao smente se ca-
Ihe o juro'de quantias diminutas, de que avulsas se nao poderia tirar uenhum resultado; mas alem
disso, este rendimento augmentado jielo capital ou lucros, ou ambas as cousas, conforme as condicoes
da subsenpeao, dos que fallecem. Tambem partido pelos socios sobreviventes tudo aquillo que os so-
cios morosos nos seus pagamentos, sao por este motivo obrigados a pagar, bem como caducidades que
se poder
tabella basea-
Xo dia 18 do correte desappareceu um par-
dinho de 12 annos de dado, o qnal defeituoso de
um dos dedos de una das raaos, levon chapeo
branco de bata, calca velha de panno escuro; o
menino desappareceu cm viagem da Luz para o ,
engenho Santo Amaro, na Vanea, suppondo-se ter j ,
sido seduzido por um sertanejo vendedor de car- p^
neiros, j vlho, rom chapeo de cauro : quem ,
pegar leve-o ao subdelegado do Barro. ,
Precisase de 2:5005 a premio, dando hypo- j
theca em urna casa : quem quizer annuncie para :
ser procurado. __________________________
Santa llosa, brasileo, vai
Por um
raa
a experiencia de muitc s annos de c ompanmas nt sta nat
En ;> annos Lu 10 annos
menino de 1 dia a 1 auno HOS 4005
de 1 auno a 2 > 904 :too5
de 2 a 3 > 865 tKi
t de .3 > a 4 . 865 .sos
> de 4 a 15 865 2705
pessoa de 15 20 > 865 2705
de 20 > a 30 > 865 705
de 30 t a 40 865 2705
de 40 > a 50 905 3005
annos Km 20 annos Em 25 annos
9005
7505
7205
7105
71K35
7005
7105
7505
2:6005
1:7005
1:6005
l:3Gl
1:5505
1:5405
1.5005
1:6000
1:8C05
4:7.)5
3:7005
3:5005
3:4005
3:3505
3:3304
3:4005
3:7005
5:0005
Benedicto di
Baha a negocio.
Precisa-se alugar urna escrava para o servi-
co nternoe externo de urna casa de familia, pagan-
do-se 205 mensaes : a tratar na ra dos Guarara-
pes n. 18, sobrado de um andar._________________
As entradas por urna s vez diio resultados muito superiores s annuaes. ._,_
Porto, 10 de agoste de 1863.Os directores do Banco Umao, Jou da Stha Madiade.r. _. van
Agentes em Pernambuco : Antonio Lote de Oliveira Azevedo 4 C, rna da Crnz n. 1.
. __,----------------------------.......-------
T%^m
DE
J.
\
Prec-ase alugar uina ama forra ou escrava
lela idade, que tenha b. conducta, e saiba co-
zinhar e engommar bem : na ra das Cruzes n.
.;.;. primeiro andar. Paga-se bem. __________
" Oabaixo asonado, guardiao do convento de
Santo Antonio desta eidade do Recife, declara ao
i-e-peitavel publico que os devotos de N. S. da Sau-
de ereeta na portara do mssmo convento, estao
:iui irisados a procurar csmolas para o festejo da
mesma Senhora, bem como zelar dita capella como
antes era; Tirando por esta declaracao destruida
qualquer prevenc.ao qne por ventura possa ha ver
( mtra os mesmos. Convento de Santo Antonio to
jlcct/e 21 de dezembro de 1803.
Fr. Baptista do Kspirite Santo.
Uuardio.
O Sr. Jos Lo|ies Machado quera apparecer
ti i ra do Amorim n. 35. segundo andar, que se
|he deseja fallar a negocio de seu interewa.
Precisase alugar urna ama para cozinhar cm
casa de pouca familia : na ra das Cruz s em
Santo Antonio n. ii, segundo andar.
Diz Quitera Mara da Ora que tendo ido
missa de Natal, Uvera sido roubada cm quantia de DE
2005 e mais um bocado de cobre etn um sacco, e
tenao-se sumido junto a esta quantia algumas joias
se declarara por esta fulha publica para que nin-
gera aceite contrato nenhum sobre as mesmas, I
protestndo a toda c qualquer pessoa, pois este ou-1
ro roubado. e enjas joias sao estas abaixo decla-
radas : 1 trancelim rolico em duas voltas com um
coraco lavrado, arabos com 12 oitavas, l dito mais
Uno bem parecido com um gancho e urna cassole-
tinlia, 2 varas de colar cora um coracao de fila-
gran,' 1 passador cbaliulio cara C oitavas, 1 dedal
de ouro de le com 2 oitavas, lavrado, 1 annel com
5 oitavas, lavrado c com um diamante, 1 dito de'
' cabello com 2 oitavas com lirma entralancada,
dito de qnina com 1 oitava e um diamante,
'decaixinha de abrir com 1 oitava, lavrado.
nel de clwpinha lavrado rom 1 oitava, 1 moeda de nun^alhar ^.^^"^TS^o^oies sao" melodiosas"e flautadas, e por isto muito agrada-
165 cem laco lavrado, 1 volta de anaayo cora um tisawnos paia o elunauesK pa qu^mo i~
diamante e com 6 oitava, 1 par de rosetas de dia- veis ^ uvidos ^-^e^mraendai. tonto nesta brica como na do Sr. Blondel, de Pars, socio
urna ordem de V^"1^*^^, forara sempre premiados em todas as exposicoes.
NoTeS estatoell-imente se' acta sempre u,n explendido e variado sortimento ilemiisieas dos
como harmnicos e pianos harmnicos, sendo tudo vendido
VIGNES.
VJk I0 IMPERADOR X. &&.
H. 55.
Os oanos desta antifia fabrica sao hoje assaz conbecidos para qne seja necesaario insistir sobre a
sua su^roridad? vantagens e garantas que effererem a,s cora,.radores, qualidades estas >mntestv
mante rosa, tendo em cada urna
tres diamantes._____________ .
Guarda-livros.
Offerece-se para qualquer casa commercial um
hbil euarda li.vros. enearrega-se de qualqucr es-
cripta iior partidas siaaates ou dobradas : a tratar
a rna da Imperatru n. 42, segundo andar.
J
o escravo Adao, de vi nte c tantos annos de idade,
boa ffgura e r.tyo de um olho : quem o pegar le-
ve-o a ra da Cadeia n. 33, toja, que sera bem
recompensado.
No mesmo i
melhores compasilares da Europa, assim
por precos mnite raiaaveis.
LIOUDACO
de fazendas e roupas feites, par precoa baratissitnos: na ra do Crespo n. 4.
Conapannia Qdelidadc de
negaros futirali-o.* c ter-
restres estabeleeida no
Rio de Janeiro.
AGENTE* EMPEPN.VMBCCO
Antonio Luiz de Oliveira Azerede A C,
"competentementi' autorisados pela direc-
teria da companhia de seguros Fdelida-
de, tomam seguros de navios, mercado-
ras e predios no sen escrijitorio ra da
Cruz n .1.
a
Flix de Cantalice tendo encarregado ao sen
vogado o bacharel Luiz Augusto Crespo a cobr
Pernando GanoK, subdito romano, retira-se
ra do paran Europa._________________________________
TLNTIRAWA.
T'uige-se com perfe'icao para qua\qucr
cor, e o mais liaralo possivel: na ra do
, Rangel n. 38, segundo andar.
i O l)r. AutoaiO Vicente do Nascimento Feito
sa, tendo de retirar-se pata a curte do Bo de Ja-
neiro, s/im de temar a*sente na cmara tempora-
ria, como depuudo assembla geral por esta pro-
vincia, avisa ao respoitav*! publico, e com especia-
lidade aos seus constituintes desta e de outras pro-
vincias, que o seu escriptorio na ra estreila d
Besarte n. 23 contina sob a dreccao de seu com-
panheiro o collega o Sr. Dr. Joaqun* .los de Mi-
randa. Os solidos estndos do Sr. Dr. Miranda era
jurisprudencia, a pratiea que possoe dos negocies
forenses, o conhecimento que tora das causas do
escriptorio, onde rrabamaha rito annos, e o carc-
ter probo que o distingue, sao garantas sufticen-
tes de que na ausencia do Dr. Feitosa os negocios
forenses a seu carg, e os que occorrerem de novo,
proseguiro com a mais perfeita regularidade.
O Dr. Feitosa avisa, outro sim, ao respeitavel
uuvir anas
corre suas
Dr. Miran-
I wlM.rcnvr*. a.i^i, viiu o...., ..
publico, que as pessoas que quizerera c
nt1" opimoes, podenio rennetier-lhe para a
!n : consultas por intermedio do mesmo Sr.
ao presente, afim de darem eumprimento s suas
obrigares, solvendo os seus dbitos, sob pena de
se proceder judicialmente contra os mesmos sem
distinreao de pessoa.
- (fe administradores da
massa Mida de Seve Filhos
& C, convidam aos credo-
res da mesma massa para no
praso de oito dias apresenta-
rem os seus titulos no es-
criptorio da praca do Oorpo
Santo n. 17 (de Augusto F.
d'Olivemijafimdeserem ve-
rificados.
r da dreccao de revistas ou de quaesquer nego-
cios forenses.
O mesmo Sr. I*. Miranda fica munido de pro-
enraco bastante para tratar de qualquer negocio
que diga respeite ao Dr. Feitosa, quer particular
quer rense.
\*!A UU LllTE
Precsa-se de urna ama que tenha bom leite,
prefere-se sem filho : na ra Dneita n. 53, loja de
ferragens.
Jeronymo Perera ViMar, achando-se melho-
rado de sua saude, tem resolvido transferir seu
collegio para o Caatro desta eidade, e em quanto
nao arranja urna casa que offereca maiores com-
molos, pretende abr lona rna do-Cre?|>o, esquina
da ra do Imperador, sobrado de tres andares por
cima do armazem de motilados doSr. Duarte, onde j
os pas dos sens alumnos o encontrar.lo.rertilican-
do-lhes, assim como ao respeitavel publico, que
contina a ensinar as mesmas materias do anno
Ando._______________________________
Aluga-se o sobradinho da ra
40, com excellentes commodos para
tratar na ra da Cadeia n. 62, segundo andar.
Ama
Precisa-se de urna ama para urna casa de paoea
familia : na praca do Corpo Santo n. 17.
luein nfo eomp-rar por .,<
Bicas ebapelinas de reda para senhora, muito
bem enfeiladas e do ulliaw gosto ua rna do
Queimado, loja n. 41.
O Dr. S.nnenio Filho, medico operador
do hospital Pedro para maior com-
modidade das pessoas que o honrara com
a sua conllanca, participa que ser en-
contrado todos os dias no referido hos-
pital das 7 s 10 da manhaa e dessa hora i
em vanto na ra do Queimado n. 44, se- **J
gundo andar, owle ha estabele!do o seu **
consultorio, ou em casa de seu paiCam-
po das Princezas.D consultos gratuitas
todos os dias no dito hospital,, onde pra-
tica toda e qualquer operaeao de que os
pobres precisem para o seu restabeleci-
mento. Incumbe-se espevKilmeiite da
cura das molestias do dotna-io da medi-
cia operatoria, quev se ha dedicado,
________ fP das affeccSes do ulero e da uretra.
g*! mmum mm aw as
Aluga-se a cssa terrea a. 8 da ra d Man-
guejra : a tratar na ruado Queimado n. 3&____
na ra do
m
Antonio Jos Rodrigues de Souza,
Crespo n. 15,. prensa aluga* um molequs liara o
servido d casa de familia, e que saiba bolear car-
ro, sendo de bons costumcs._
BASCO UMltO
ESTABELEC1DO NA QDADE DO PORTO
Agentes em Pernambuco
Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C
Sacam por todos os paquetes sobre o
mesmo banco prazo ou visla, sobre a
eaixa filial om Lisboa, e agencias em Fi-
gucira, Coirabra, Aveiro, Viieu, Villa-
Real, Regoa, Vianna de Castello, Guima-
res, Barcellos, Lamego, Covillia, Braga,
Penaliel, Braganca, Amarante, Angra,
Ilha da Terceira, liba de Faias, Ilha da
Madeira, Villa do Conde, Valeaca, Bastos,
Oliveira de Azemets, Chaves e Fae, a
oito dias vista ou ao prazo que se conven-
c.ionar.no seu escriptorio ra da Cruz
n. 1.
Pree&a-se de um cnixTrodo ii 14 annos,
que tenha pratca do taberna : a trator na ra da
Roda n. 48.
Naques sobre Portugal.
Oabaixo assignado, agente da banco
mercantil Portuense nesta eidade, saca ef-
fectivameate por tollos os paquees sobre
o mesme banco para o Porto e isboa, por
Sualquer semma, vista e a prazo, po-
endo toga os saques a praz serem des-
contados no raesmo banco, na razao de 4
por cento aoanno aos portadores que as-
sim Ihe roavier : as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 54.
Joaquira da Silva Castro.
Mudanza de estabeleci-
mento.
Flix Venancio de Cantalice avisa aos sous nu-
merosos freguezes d'aqul da provincia como de to-
ra, que inudou seu estbelecimnnto de alfaiate da
rna do Imperador, para a ra Nova n. 19, uo qual
,est sempre prompto para eumpru* com qualquer
I encotnenda tendente a sua arto.
\
llUMblli
^


Ui.ulo <. reioauF.mo ... Terca fIra 99 de Dezeuibro de iNttS.
c
ohom
HTiSTA DE PARS
19Km Neva-49
Frcderico Gauticr, cirurgiao dentista,
faz todas as operac.oes de sua arte, e col-
loca denlos ariiticiaes, tudo com superio-
riiade e perfeiciio, que as pessoas entett-
onnee
didas Ihe reconhecem.
Tem agua e pos denuncio.
Alaga-se o primeiro andar do sobrado da
ra do Crespo n. 23 : a tratar na toja.
Antonio Jos Rodrigues de Souza aluga a sua
as* e sitio do Monteiro, em frente ao oilao da
igreja de S. Pantaleo, com bastantes commodos :
a tratar na thesourara das loteras, ra do Cres-
po n. 13.
C/>
usa Gp
" rozMH o
o o
0 Dr. Cosme de S Pereira conti- fl
viia a residir na ra da Cruz n. 53, 1
Io e 2 andar, onde pode ser procu-
ado^para-^exerclcio de sua" proiis-
so medica, e com especiadade
sobre o seguinte
Io molestias de olhos;
2o de peito :
3 os orges geniti
urinarios.
Ein seu escriptorio os doentes se-
ro examinados na ordem de suas
entradas comefando o trabalho pelos
doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias d sj
6 as 10 da manha, menos nos de-
mingos.
Praticar toda e qualquer opera-
cao que julgar conveniente para o
prompto restabelecimentp dos seus
doentes.
\
3-Rl'A ESTRENA DO R0SAR10--3
Francisco Pinto Ozorio contina a col-
locar dentes arliliriaes tanto por meio do
molas como pela pressao do ar, nao re-
cebe naga alguma seni juo as obras nao'
liquenra vontade de seus donos, lempos
e outras preparaedes as mais acreditadas
para conservacao da bocea.
Contina a naver pao de senteio novo nos dias
quarlas e sabbados ile cada semana, na padaria
em Santo Amaro ae p da fundicao, na ra da Im-
peratriz n. 22, e ra do Bru, confronte o chafa-
riz n. 47, ra das Cruzes, deposito n. 39, na Pas-
sagem, taberna da esquina do Sr. Sent, que vira
para o Remedio, e no armazem progresso, largo
da Penha n. 10. __________________
__0 administrador da casa de banhos do paleo
do Carino ruga as pessoas que possuem anligos
cartoes, haj.un de ir trocar por novos at o da 31
deste mez; licando inutilisados se o nao lizerem.
"" A o n. 29.
Nova loja dos haraleiros na ra do Queimado.
Ricas saias de fuslao a'5. camisas Inglesas |>ara
senhora a 23, 2300, 35 e 45, coberlas de fuslao
brancas a 55, chitas com lustro para coberta com
6 palmos de largura a 640 o covado, cambraia de
cores para veslido a 320 o covado, lias para vesti-
do a 480, 360 e 640 o covado.
Ao n. 29.
Nora loja dos barateiros na ra do Queimado.
Tarlalanas de todas as cores, fazenda muilo fina
a 720 a vara, canibraia para cortinado, pega de 22
varas, por 105, chales de lia por 35, 45, 55 e 85,
camisas inglezas para liomuin a 385, *05 e 605-
A n. 29.
\ova loja dos barateiros na ra do Queimado.
Bicos prelos, franjas de todasas qualidades,
naneas de seda, de algndao c de laa, manguitos e
camisinhas bordadas, collarinbo* c punhos, folhos
bordados, bot6>s do velludo, de seda e de fuslao,
bandos de cabello, meias de seda, loques ; ctijos
arligos se vendoiii por inelade do seu valor por sor
para acabar.
Precisa-se de urna ama de leito: na ra das
Trincheiras, sobrado n. 17.__________^__________
- Aluga-se a casa terrea da ra da Paz n. 28 :
a tratar na ra Uireita n. 24.__________________
Vende-se um escravo moco, crioulo, de bonita
figura, cozinheiro e marinheiro : quem o preten-
der, dirjase Antonio de Almeida Gomes, ra da
Cruz n. 23, primeiro andar.
COMPRAS.
NOVO ESTABELECIMENTO DE MEDICINA HOMEOPATHICA
RA NOVA M. 4.
O Dr. Sabino O. L. Pinho m'udou o seu CONSULTORIO para a loja de marmori
ra Nova n. 43, onde continua a dar consultas todos os dias uteis desde o meio dia at<-
2 horas.
Os enfermos, que o procurarem logo na invasao da molestia, sera que hajam to-
mado qualquer remedio, nem aUopathioo, nem homeopatliico, pagarlo metade dos preco
estipulados. Esta concesso tem por im facilitar a cura de molestias, que podem tornar
se implicadas pelos emprego intempestivo da theraputica e ao mesmo tempo adquirir
para a homeopathia maior numero de adeptos pela bateza da cura.
Em attenco as pessoas pobres, que nao podem sahir de dia, o Dr. Sabino resol-
veu dar duss consultas por semanas as tercas e sextas-feiras das seis as seta horas d>
noite.
Os chamados para visites e conferencias devem ser dirjgidos por escripto ao con
sultorio desde 8 horas do dia at 8 da noite, na certeza de que sero attendidos na orden
de sua precedencia, salva a circumstaucia de eminente perigo.
. ADVERTENCIA.
0 novo consultorio est prvido dos melhores medicamentos, desde a primeirf
at a trigsima dynaminjsaco.
E como os mdicos hespanhes e allem5es n5o cessam de certificar a major effi-
cacia das ultissimas dynaminisaces do atamento das molestias chronicas, o Dr. Sabino se
oceupa agora de elevar os seus medicamentos s potencias mais altas ( por ora at 200.*).
afim de verificar por si mesmo a Jorca dynamica, que se Ihe attribue.
Os mdicos, que quizerem experimentar taes dynaminisaces podero dirigir ao
consultorio suas receitas, que sero aviadas gratuitamente para os pobres.
No mesmo consultorio se rende a novissima edico do Thesowo homeopathia
ou Vademcum do hofnebpatha, cora indispensavel -a dos que querem usar da homeo-
pathia.
Tudo o que diz jespeito nova medicina se acha abundantemente neste novo estabe-
aecimento.
Compram-se casas terreas bem construidas e
em boas ras : a tratar na ra da Cadeia do Hoci-
fe n. 49. sobrado.____________________________
Compra-se urna cscrava que seja boa cozinheira,'
sadia e de boa' figura : na ra do Queimado n. 39,
loja._______________________________________ I
- Compra-se um preto de idade de 23 a 30 an-
nos, sem vicios : na ra do Cotovcllo n. 31._____j
Compra-se urna eserava que tenha habili-
dades c de boa conducta : na ra da Cadeia n. 33.
Compra-se urna mulatinha de 12 14 annos,
sendo sadia e de bons costumes: na ru do Cres-
po, leja n. 15. ________________________^^ j
Compra-so efectivamente ouro prata em
obras vinas : na praca da Independencia n. 22
loa de bilhetos.
-KS9E
17
YENDAS.
Aluga-se o terceiro andar d* sobrado da ra
Novan. 19, com bastantes coinuiodos para fami-
lia : a Indar na roa da Cadeia n. 02, segundo
andar.
Precisa-se ae ama ama que tenha bom leile
para amamentar urna enanca de tres metes : a
pessoa ifoe estlver nestas circumsiancias, dirija-se
a ra Dlreila n. 84, sobrado, para tratar do ajusto,
ou annuncie para ser procurado.
Jj O Dr. Carofino Francisco de Lima San-
'fSg tos, contina a residir na na do Impe-
"V rador n. 17, 2 andar, onde pode ser pro- #ft
^ curado a quahpur hora do dia e da noite $
para o exercick) do sua prolissao de me-
dico ; sendo trae os rhaniados, depois de
meio dia at 'i horas da tarde, devem ser Ifi
deixados por escripto. O referido Dr.
nio abandonando nunca o estudo das f>
molestias do interior, prosegne, com o
maior affinco. no las mais dimeeis e deli-
cadas operaeoes. romo sejam dos orgaos '
urinarios, dos (jlhos, partos, etc. {
flhnhas Vara \m,
Na prara ila Independencia livraria ns. 6
o '', acliam-se venda as seguro tes folhi-
nhas para I8C mpressas tiesta lypographia;
em L'xcellente lypo e bom [iapel,
Foiinlia de porla conlend as mate-
rias do costunie, rs. ........ICO
Dita de algibeim, sob a epigraphfl
religiosa, contendo -a!cin das materias
do costiuM os sele passos da HaixfSo
de Nosso Senlior Jess Christo ; cnti-
cos do mez Mariano; bymnos e jacula-
torias ao Sautissimo Sacramento; ex-
plicacTies de diversas orajes; cora
Seraphica ; exercicio ao sagrado cora-
i'o de Alaria ; orago para visitar as
igrejas no dia da Porciuncula ; orago
para escolha dos estados da vida ; dita
a Senbora da Conceicao ; e medilates
sobre a reforma da consciencia, rs. 320
Dita de dita, sob a epigrapheVa-
riedade, contendo alm ilas materias do
costume : receitas uteis e necessarias
aos diversos mjsterios da vida ; physi-
ca e recreativa ao alcance de lodos:
pilheriase ralices; poesas; charadas;
mximas e pensamentos colligidos por
um curioso.............320
Ditas ecclesiasticas ou de padre para
rosar o offic.io divino, redigida peto re-
w rende conego penitenciario da S de
Otada...........fitO
jt Joao da Silva HariK>s, mediro pela oni-
jr^ versidade de Coimbra d consultas em
0% sua casa na na Nova n. SO, das 8 s 10
)Af, horas da manbaa e das 4 s 6 da tarde e
Pianos novos.
Os melhores que tem vindo a esla praca fabrica-
dos de eneommenda por um dos melhores fabri-
cantes de Pars, especialmente para este clima:
quem quizer aproveitar a occasio de munir-se de
um excellente piano por preco commodo dirija-se
ra Nova n. 19 primeiro andar.
IPIiiT
Vende-se o grande labo-
ratorio de lavagem de rou-
pa vapor, com todos os seus|
pertences: na ra Nova n.
oO, se achara com quem
tratar.________________
- Vende-so una annacode amarcllo envidra-
cada, propria para qualquer estabelecimenio : na
ra da Imperatriz n. 24, fabrica de chaiios de sol.
Venda de navio.
Vende-se o bem conherido hiato brasileiro Lin-
do Paquete, de 203 toneladas, lodo construido, de
madeiras do paiz, forrado de metal de composicao,
o prompto a navegar paca qualquer parlo, sendo
o navio de primeira marcha, e bom acreditado na '
cari cira do norte : a iratar com Antonio de Al-'
i meida Gomes; roa da Cruz n. 23, primeiro andar.
Vende-se por proco commodo, por seu dono
se retirar, a casa da ru de Santa Rila n. 31, com
um grande sotao, pequeo quintal, cacimba inoei-
ra, urna casa no fundo lambcm com sotan, c a fren-'
le para a ra nova de Santa Hita : a tratar na ra |
Velha n. 59, na Boa-Vista.____________________
Boa occasio.
Ainda se na i vondeu a taberna da ra da Con-
cordia n. 12 : quem a pretender, compareca na
mesnia, que se far todo o negocio vista e a'praso >
Yinlio verde
o mais superior que se pode desojar a 6i6 rs. a >
Musieas para piano e canto de todas as forcas, e methodos dos melhores autores, e
Isa baralissimo.
EXCELLEN1ISSIMAS SENHORAS,
Aproveitem as pechioclias da loja ra do Crespo .
DE
JOS GOMES VILLAR.
Para apurar dinheiro esta vpudendo baratissima,
A|i'ovci(eiu todos.
! lteceheu de New-York 2,000 baloes de 20 arcos c vende a 2500 cada um.
Lxtraordinaria pechincha, sem iss.ua!.
Laas de cores, de quadros a 280 e 400 rs. o covado.
Cassas de cures a 200, 240, 280, 320 o covado 1 11
Chitas francezas muilo boas a 320 e 360 rs. o covado.
Madapoles, pecas de 20 varas a 7, 85, 05, 105, 115 e 125 a peca.
Cambraias lisas, pecas de 8 1|2 varas a 25500, 45,35, 05, 75, 85 a peca.
Opas pretas, manteletes pretos bordados a 205 e 325 rs. I
Solambarqucs iretos de 255 a 305 rs.
Capas de casemira de cores a 235 e 305 rs.
Outras fazendas de multo gosto.
PROTJAME TODOS
Surtes de cambraias bordadas ; cortes de vestidos de blondo para noivas, com capella el
Pmanta. Chapos Mara Pia a 125 cada um I I Meias para senhora a 45, 55, 105 e 125 J
rs. a duzia. Bramante de linho, de 10 palmos, a 25 a vara. Bramantes belgas a 35 a vara
esguioes de_ linho finissimo bombazinas pretas para luto ; merinos pretos etc. etc.; da-
mascos de laa de 8 palmos de largura, proprios para colchas e para cortinas de salas.
ojuoiupaiaqeisa oinissijuEiJodui! assa t '-seis "SBUisg 'oeSoajojj
ojioquip v 'seiuissiiBJuq sepuoiej
-i:|ii.io|||i:,) v.tou i:p scqoniqaad se iuoijoAOJdv
soamoMvaisa a soNV3iaKVMH3d'
mwMmmmw&
AURORA RRILHANTE
;*:
do a
se
garrafa, em caada a 45300 : na ra das Cruzes i
n. 24, esquina da travessa do Ouvidor.
Vende-se urna armacao de una loja de miu- i
deza, propria para qualquer estahelocimenlo : a' \
tratar na ra da Cadeia do Recife n. 7, loja.
Hrincos de b'o.
Xa loja da esperanca, ra do Queimado n. 33 A
vendem-se brincos baloes dourados linos, fazenda
para a fesla, a 15 o par, ningucm daixa de andar
' na moda; luvas de pellica do cores e brancas, fio
elstico branco c preto, trancinha para bordar, de
laa e de seda, e enfeites nos gneros que se fazem
precisos para os vestidas Maria Pia.
FAZEMKS
baratas para acabar.
Sedas de quadros o de lisiras a 320 rs. o cova-
do, lindas laas de quadrinhos a 300 o covado, su-
periores cassas de cores a 200 rs. o covado, ditas
mnito finas a 240 o covade : na loja das columnas,
na ra do Crespo n. 13, de Antonio Correia de Vas-
concollos cv C.________________________
ptima acqulsico de es-
tabelecimento.
Vende-se a loja de fewagens da ra da Odeia
do Kecife n. 64, com pequeo fundo c ainda bom
sortida, tanto de ferragens como do iniudezas, as
qnaes eslo em bom estado, vende-se s com as
mercadorias, e garante-so o arreodamonto da casa;
propria para algum principiante, nao s por ter
pouco fundo como por estar ja afreguezada e ser
urna das lojas mais bem localisadas desta cidade :
os pretendentes podem dirigir-se misma loja,
nao s para examinarem o bal juco como o estado
das mercadorias.
LARGO DA SANTA CRUZ N. 84.
Amigos do bom e barato.
A Aurora Brimanto este magnifico estabelccimento est na Boa-Vista disputaml
primaria, j pulo grande sortimonto dos seus gneros de boa qualidade, j pola commodidade
de preeose por isso o seu proprietario roga aos-seus freguezes e amigos e ao publico em
geral quemandemcomprar para mellior seceitilicareni do anirancio.
Manteiga ingleza flor primeira qualidade. Sorrejas de boas mareas e umitas.
Dita mais abaixo segunda dita. Queijos novos do vapor c do passado.
Pila franeca nova segunda dita. Ditos de prato.
Cha superior preto, verde, hysson;uxim e pe- Ditos de manteiga novos.
'r. rolr\- CaixinMs enfeiladas com ameixas francezas.
Doces de guiaba caixoes de vanos tamaitos.. Lalinbas com ditas.
Latinhas com fructas.
Latinhas com biscoutinhos de muitas qnali-
dades.
Latas com bolacbinha de snda.
Latas com peixe ensopado.
Latas com marnielada nova.
Latas com massa de tomate.
Frascos com conservas.
Ditos com muslarda.
Ditos com genebra de Hollanda e de laranja.
Ditos com sal refinado.
Vinhos puros da Figueira, nao ha mellior.
casca om Ditos de Lisboa, nao ha mellior.
Dito do Porto, nao ha melhor.
Dito branco, nao ha mellior.
Dito engarrafado em caixa de urna duzia.
Ditos genuinosem caixa e a relalho.
Amendoas de casca dura e mole.
Azeilonas novas em liarris e garrafas.
Presuntos para paueHa e fiambre.
Bolachinhas inglezas novas.
Chouricas, paios e linguicas.
Cognac verdadeiro.
Licores e champauhe.
Charutos linos, ha finos cm tudo.
Soblas grandes em resteas.
Copos lapidados e lisos para agua e rinho.
Passas novas e figos tambera.
Massas para sopa sao das novas.
Nozcs j dosle anno.
Farinha, tnilho, farello e arroz de
saceos grandes.
Toucinho de Lisboa novo.
Chocolate j feito que bello almoco.
Azoite doce temos refinado lamhem.
Pede-se toda atienco.
Custodio Jos Alves Gujmares, ouo da loja in-'
titulada Gallo Vigilante, ra do Crespo n. 7, avisa
aos seus numerosos freguezes e ao respeitavel pu-
blico, que teudode reformar no fim deste anno seu
oslabeleciinonto, equorendo liquidar grande quan-
tidade de diversos objeelos, osla rosolvido a Tender
ludo por precos baralissimos, como sejam :
Pecas com 45 varas de franjas de linho a 3.
Ditas com 43 varas de galade linho a 35.
La sortida para bordar, libra a 45.
Froco de cores sonidos, peca a 160 rs.
Manguitos para senhora, o par 800 rs.
Golinhas de bonitos gostosa 400,500 e 15-
Salvas de metal principe a 15300, 25 e 25300.
Ditas com copos de metal proprio para meninos a
15200.
Facas e garfos para sobre-mesa a 45 a duzia.
Ditas e ditos dita com cabo de marfim a 65.
Bandejas de todos os tamaitos muilo finas a 15,
15200, 1,400, 15600, 25300, 35300 e 55.
Ditas redondas para copo de 500 rs. para 25800.
Tesouras em carteiras, a duzia a 500 rs., 640 e
800 rs.
Pellos para camisas, a duzia a 25-
Camisinhas bordadas para senhora a 15500 e 25-
Cha poli as para senhora a 35-
Ditas para menina a 25-
Chapeozinho para meninas de escola ou passeio a
95e35.
Flores francezas, caixos grandes, a 600 rs.
Luvas de seda cora pequeo toque de mofo a 300
rs. o par.
Toucas de la para meninos a 500 rs., fil a oOO e
600 rs., de seda a 800 rs.
Sapatinhos de merino a 800 rs., e de laa a 500 rs.
Bolsinbas de missauga para meninas de escola a
800 rs.
Botos dourados para punlio a 200 rs. o par.
Tinteirosde metal a 320 rs.
Traneelins para relogio a 100 rs.
Ditos de fita chamalote a 200 rs.
Eserivaninhas de metal a 35300.
Colheres de metal para cha a 200 rs. a duzia.
Ditas de dito para sopa a 25 a duzia.
Botos de duraque pretos a 400 rs. a groza.
Orlas bespanbolas para jogos a 15200 a duzia.
Casticaes brancos e amarellos de metal a 15-
Carteiras para algiboira a 300, 600. 800 e 15-
Sabonetes muilo finos a 15200,15600 e 25 a duzia.
Fivelas para calca a 300 rs. a duzia.
Botos de ac para calca a 320 a groza.
Oixinhascomalfinetes.grampos e colchetes a 320,
400 e 500 re.
Filas de borracha pretas e de cor a 120 e 160 rs.
a vara.
Latas com dous massos de agulhas por 800 rs.
Brincos de aljofares a balo a 320 o par.
Allinetcs prelos o de cores com pedrinhas a 200 rs.
e320.
Camisas para homem feitas em Lisboa a 25-
Fitas do velludo lisas e lavradas a 800, 15. 15500
25 e 35 a peca.
Ditas para sinteiro a 300 e 400 rs. a vara.^
Oixinhas para costura do senhora a 15300,25.
3,4, 5c65.
Compotciras de vidro com pratos de metal a 35 e
45000.
Franja de laa para debrunhar tapetes a 25 a peca.
Palitos de fogo, prova d'agua, a 15 a groza ou 120
rs. a duzia.
Assun como tem grande sortimento de muitos
mais objectos que se tornara enfadonho mencio-
na-los, que tudo se vender muito barato para li-
quidar *. na ra do Crespo n. 7, e ra do Impera-
dor n. 59, junto ao passo, e casa da liquidacao.
ltl!\ iiil QlfJMUIft V 65
Loja do beija-flor.
\ollas do aljofares.
Vendem-se voltinhas de aljofares com pedra,
imitando a brilbantes a 15 cada urna.
Iloics para punhos.
Vendem-se botes para punhos, muito bouitos
padres, a 200 rs. o par.
Facas para meninos.
Vendem-se faquinhas para meninos, de cabooi-
tavado, a 240 rs. o talher.
La para bordar.
Vende-se laa de todas as cores para bordar a
65700 a libra.
Facas e garios.
Vendem-se facas c garios de cabo preto cravado
a 25800 a duzia, dilas de bataneo de 2 botes para
1 mesa a 65200 a duzia.
I.innv de Jouviu.
Vendem-se luvas de Jouvin chegadas pelo ulti-
mo paquete, tanto para homem como senhoras.
" Exlraclos inglrzes.
Vendem-se extractos inglezes mnito barato por
kerem sido comprados em eilo a 240 rs. e frasco.
Escovas para denles.
Vendem-'e escovas para denlos a 120 e 240 rs.
I cada urna, ditas muito finas inglezas a 300 rs.
Toucas de laa.
Vendem-se toucas do laa para menino a 800, 15;
e 15280 cada urna.
Sapaliulios de la.
Vendem-se sapatinhos de laa para meninos a
400,300 e 640 cada par.
Tesouras.
Vendem-so tesoura> para coilura a 300 rs., ditas
para unhas a 400 rs. cada urna.
Gollariulios.
Vcndem-sc collarinhos de papel a 40 rs. rada
um, ditos do linho a 640 rs.
Peules de travessa.
Vendem-se pontos do travessa para menina
borracha, a 300 rs. cada um.
Tocadores de Jacaranda
Vendem-se tocadores de Jacaranda a 25300 c
25800 cada um.
Escovas para roupa.
Vendem-se escovas muito linas para roupa a 400
6 500 rs. cada urna
Espetos com estojo.
Vendem-se espelhos com estojo para navalhas a
; 25, 25300 e 25800 cada um.
Adereces pretos.
Vendem-se adereeos pretos a 25200 cada ade-
reco.
Botes de perola.
Vendem-se botos de perola para collete e vesti-
dos a 400 rs. a ahotoadura.
1 .C
LOJA DE MIUDEZAS
16 Ruado Uueimado. 16
Pecis de tranca de laa preta e do cores lisa a
80 rs.
Pocas de tranca de la prela e de cores, caracol, a
100 rs.
Pecas de tranca de linho branca de caracol a
100 rs.
Pecas de tranca de linho mesclada de caracol a
100 rs.
Pecas cora 10 varas de Ola de velludo cor de rosa
al*.
Pecas com 10 varas de lita de veludo preto a 15200
e 15400. ^
Pecas com 13 varas do fita de velludo lavrado a 15
e 15200.
Pecas com 20 varas de galao lavrado a 15500.
Pecas de franja branca estrena a 15.
Pecas de franja larga para cortinados a 35.
Pecas de lita de seda de cores a 360 e 800 rs.
Pocas de franja de la a 15.
Pecas de franja de seda preta e de cor, s a 35.
Pecas de fita de retroz preta e de cores a 240 rs.
A Aurora Brilhante tem um bello sortimeuto
A Aurora Brilhante tem um bello sortimento
Pecas do bicos e rendas a 15200 e 15HJ.
Varas de bicos e rendas a 100 e 160 rs.
Varas de bicos pelos-a 160 e 240 rs.
Varas de bico pret da largura de um palmo a
500 re. -
Varas de labyrintho de um palmo de largura a
500 re.
Varas de bonitas fitas para cintos a 500 rs.
Varas de lita preta de borracha a 160 rs.
Varas de babados largos a 120 rs.
Varas de galo branco e de cores lavrado a 100
ris.
Fivelas de aro galvanisadas para sinto a 15500.
Bicos cintos com fivelas de pedrinhas a 35.
Grvalas de seda a 400,600 e 800 rs.
Grvalas para lago a 800, 15 e 15280.
Grvalas com bonilos passadores a 15 e 15280.
Grvalas de ponta larga bordadas para senhoras a
15280.
Passadores para grvalas a 300 re.
Conservadores de continhas pretas e brancas a
15000.
Voltas de perolas brancas e de cores, com cruzes,
a 15-
Voltas pretas a balao com cruzes a 15 e 15500.
Voltas pretas de contas muilo gradas a Maria
Pia a 15800 e 25300.
Voltas de coral pequeas e grandes a 600 e 254'
Macinhos de coral a 360 e 600 re.
Oitavas de retroz preto e de cores a 160 re.
Pares de grampos enfeitados, a balo a 15-
Pares de brincos pretos e do cores, a balo, a
640 rs.
Penles de borracha para regaco a 800 rs.
Pentes dourados com pedrinhas para regaco a
25500.
Ricas guarnieses de pontos dourados rom cachos
e pedrinhas e as marraras ipuaes a 45 c 55-
Ricos pentes dourados a 25, 25500 e 35-
Bonilas marrafas com pedrinhas a 15-
Bonitas guarnices de pentes com lago esmaltados,
com marrafas iguaes a 55-
Bonitas guarnices de pentes com laco para luto,
com marrafas iguaes a 35-
Bonitos pentes de tartaruga a 45 e 55-
Bonitos lientos do massa virados imitando tarlaru-
ga a 15600 e 25-
Penles do massa em caixinhas a 500. 640 c 800 rs.
Pentes para atar cabello a 80, 160 e 240 rs.
Luvas de Jouvin brancas e de cores a 15300.
Luvas da Escossia brancas e de cores a 500.
Bonilos botes para punhos a 160, 320, 480 e 800
ris.
Duzias de bonitos botes dourados a 480 e lGOrs.
Duzias de bonitos botes de vidro a 480 rs.
Golinhas brancas e de coros com continhas a 15-
Sapatos de tranca do Pono a 15600.
Tesouras finas para unhas e costuras a 300
800 rs.
Escovas para dentes a 160, 320 e 480 rs.
Escovas para unhas, roupa, chapeo c cabello
800 rs.
Bonitos mocadores com ps a 2.5, 25500 e 45-
Caixas do bfalo eneastoadas em mai fnn ;i 25-
Bengalas de junco e de canna a 640 e 15280.
Chicotes de junco e de baleia a 15 e 15600.
Orillos de armacao de ac prateada, dourada e ba-
leia a 300 o I?.
Duzias de colheres de metal principe para cha a
15600 e 25.
Duzia de colheres do metal para sopa a 35300 ev
5I8Q0,
Pacotes de papel de cores pequeo a 640.
Caixinhas, de papel amizade a 800 e 15-
Caixinhas de papel de boira dourada a 12O0.
Caixinhas de papel phantasia de cores a 1-5.
Caixinhas com 100 cnvelopes a 800 e 15-
Caixinhas de lacrea 200 e 400 rs.
Caixinhas de penna de ac a 800, 15200 e 15600
Caixinlias de brelas de cola a 80 e 120 rs.
j Frasqoinhos de tinta azul ou encarnada a 320 re,
j Lapes de cores ou encarnados a 120 rs.
Brincos e rselas prelos a 160 o 240.
Boides altos do tinta ingleza a 160.
Filas e conloes para espartilhos a 80 rs.
{talladores prelos para borzeguins a [69.
Caixinhas com 100 aguilus francezas a 240 rs.
Caixinhas com 100 agulhas da Victoria a 320 rs.
Cartas porlnguezas e francezas a 200 e 320 rs.
Cartas do alneles a 80 e 160 rs.
Massos de superiores palitos lixados a 240.
Caixinhas razias para guardar joias a 300.100 e
300 rs.
le Duzias de canudos de pomada a 240 rs.
Sabonetas francezas a 100 rs.
Frascos do agua de Colonia a 400, 300, 800, 1-*j o
15300.
Frascos de exlraclos a 400, 300, 800 e 15.
Frascos de banha franceza a 400, 500,800 e 15.
Frascos de patchoK a 400, 500, 800 c 15-
Frascos de oleo babosa a 300 o 600 rs.
Frasco's do oleo philocomc a 800 e 15-
Frascos de extracto de sndalo a 15.
Frascos de b.uiha transparente a 800 rs.
Frascos de banha japoneza a 800 e 15-
Frascos de agua de Lavando ambreada.
Garrafas de agua de Lavando ambreada.
Garrafas de agua Florida legitima a 15500.
Garrafas compridas de agua de Colonia a 800 rs.
Frascos com banha e extracto juntamente a 15280.
Cestinhas com 4 frasquinhos de extractos a 640.
..T recebe igualmente conviles para dentro
V 011 fon da cidade com o fim de se en-
carrejar de qualquer servico de sua pro-
li.-so.
Os chamados devero vir por escripto. jB
Aloga-se por commodo preeo a casa da ra
Imperial n. 213 com duas grandes salas, 7 (piar-
los, cozmlia fra, quintal e cacimba : a iratar na
:adaria da ra Direit n. 84.
Pivcisa-se de um esjxetroqoe umha pratica
ile padaria : a tratar na xua imperial o. 51.
'MfcV
Na ra da Cadeia do Befife n. J3 precisa-se d*
una ama para cozinhar.
Vende-se laberna da ra de S7 Jos n. 2, bem
afreguezada para a Ierra : a tratar n mesma, e
faz-se toda vantagem ao comprador, por seu dono
ter necessidade de retirarse para fra._________
Kua da SeHzaa \ova 11. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
ferro coado libra a 110 rs., idemde Low
Moor libra a i20 rs.___________________
Venda ile una hypotheea.
Os liqnidatarios da massa fallida de
Jos Antonio Basto vedem a hypothe-
ca que tem nos cngenltos Mittto Grosse
e Cajabuss no termo de Seriuhaem no
valor de ;M:835$911 rs.; a Halar as
casas a na do i'rapicac n. 34._______
~ ATTENQAO.
D. Dh da Silva Contrallo avisa aos pais de fa
inilia que wj dia .8 de Janeiro prximo vindouro
lem de alirir sua aula de in>trueeao primaria na
ra das Cruzes n. 2, primeiro andar, recefaondo
\ozos e batatas.
Vepdem-se saceos com oito libras de nozcs pelo
barato preco de 15600, e cantas com urna arroba
do batatas por 800 rs., nada mais barato vista da
boa qualidade : na ra da Madre de Dos ns. 5 e 9"
IEl 111 \< II %
Custodio Carvallio Compa-
nh ia.
56 5 -Una ilo Inclinado 565.
Novas laazinhas escossezas muito lindas, fazen-
da encornada, propria para vestidos de senhora e -.
cnancinhas, pelo barato preco de 240 cada co- de ",0.a ^'j!*!';
vado.
n
Barricas com breu : na ra da Cadeia do Reci-
fe, loja de ferragens de Bastos.
Enfeites para caneca.
Sao chegados os mais ricos e delicados enfeites
para cabera, que nao haver urna s senhora que
nao fique encantada do lindo gosto que produz taes
enfeites, pois foi urna pequea porcao que veio de
eneommenda s para o vigilante, ra do Crespo
n. 7, pois a vista faz f.
Imitas.
Tanibom acharao um grande sortimento das filas
mais ricas do mercado, e de todas as larguras : s
no vigilante, ra do Crespo n. 7.
Cal de Lisboa e potassa da
Rassia.
Vende-se na na da Cadeia do Recife n. 26, para
onde se mudou o antigo e acreditado deposito da
mesma ra n. 12, ambos" os gneros sao ngrose
legtimos, e s utra qualquer parte.
m
t'amistabas com manguitos a
#'iO so.o Pavo.
Acaba de chogar para a loja do Pavao, um
grande sortimento das mais finas camisinhas de
cambraia com manguitos e gollinhas bordadas,
que se vende a 15280: ditas de fil, tendo tam
bem manguitos e gollinhas, pelo barato preco de
15000 : s na loja do Pavao, ra da Imperatriz,
n. 60, do Gama 4 Silva.
Manteletes curtos a 38000.
Acaba de rliegar para a loja do Pavo, nm bo-
nito sortimento de manteletes curtos de cambraia
e de fil bordados, que se vendem pelo barato
preco de;i5000 cada um ; romeirasde cambraiae |
de fil a 15600: s na loja do Pavo, ra da Im-
peratriz, n. 60, de Gama & Silva.
Manteletes a 8)5000.
Vendem-se ricos monleletes de cambraia borda-
dos com mangas a turca, pelo barato prego de
85000 : na ruada Imperatriz, n. 60, loja de Gama
& Silva.
fiollinhas a 240 rs.
Vendem-se finissimas gollinhas de cambraia,
bordadas, a 240 rs.: na loja do Pavao, ra da
Imperatriz, n. 60, loja de Gama & Silva.
"DEPOSITO FRANCEZ*
19 ma d'\polo 19
Kspeelalldadc de viuho
de Bordeux
ggptordeaiix superior a (lu-
zia 6#000.
** Liceros, cognac, vermoulh o mais barato
que nunca apparecen.
:.
Vende-se um irrande lerreno com olaria, to- Em casa de Mills Latham
Mo armazem de fazenda bara-
tas de Mantos Coelho
RA DO QUEIMADO N. 19 VENDE-SE O SE-
GUINTE :
Esleir da India
para forro de sala, do 4, > o 6 palmos de largura,
por menor preco do que em outra qualquer parte.
Lencos
de panno de linho pelo barato preco de 25000.
Lcuces
de bramante de linho fino pelo barato preco de
35000.
Coberlas de chita da India
pelo barato preco de 25000.
Lencos de eassa
brancos, finissimos, proprios para algibeira pelo
baralissimo preco de 25000 e 25400 a duzia.
Cambraia adamascada
para cortinado, pelo baratissimo preco de 105000
a' peca.
Pecas do cambraia
de salpicos, fina, com 8 1/2 varas, pelo baralissimo
preco de 45.
Fil liso fino
pelo baratissimo preco de 680 rs. a vara.
Bramante de linbo
fino com dez palmos de largura pelo barato preco
de 25300 a vara.
i albas alcerhoadas
para mo pelo baratissimo preco de 55000 a du-
zia.
Pecas de brelanha
de rolo com 10 varas propria para saia, pelo bara-
to proco de 35000.
BOM K 11% e* ATO
Manteiga ingleza flor a 800 rs., franceza a 600
rs., ehoiirioas novasa 700 rs., toucinho nevo a 320,
arroz a 100 rs., gomma do araruta muito alva e
nova a 100 rs., espermaceti a 600 rs., vinho da
Figueira e Lisboa a 400 o 500 rs. a garrafa, cana-
da a 35 o 35800, do Porto a 640 a garrafa, caa-
da 45500, azeite dore a 640 a garrafa, de carra-
pato a 280, banha do poroo refinada a 400 rs., quei-
jos novos a 25 : na ra das Cruzes n. 24, esquina
da travessa do Onvidor.
3-a>ac002 ST'i. a? 2 9 SJ O
09
2 m a -1
= o. 5. 8 =: S
* W e 8
a. yj
alumna* externas, pensionistase meio pensktujs-1 do murado, era chaos proprios, na travessa. dos Cruz n. 38, Vende-se ferro galvanisado de um doa
tas, assogurando que empenhar todo* os seus ex j Coelhos a. 1 : a tratar no largo do Carino, esqu- melhores fabricantes inglezes, proprio para cobers
torcos na educaco e ensino de suas aJumnas. # na ra 4e Hortas n. 2. tas de caas.
: de bom fabricante
Lourenco Pereira Mendos Guimares vende bo-
tinas francezas para hoinens, a dinheiro vista.
por preco que admira visia da perfeico da obra :
na sua loja de fazendas e roupas teitas : na ra
da Imperatriz n. 56.
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ATTE^40.
No di psito de laura da fabrica da Bar-
liallio, ra do Imperador n. \\.
30 0|0 menos do que em outra qualquer parte,
qouca vidrada de todas as quahdades, e lio boa
como a que vera do estrangeiro e mais barata.
Wontemliarques de cores e~prc-
tos na loja do Pavo.
Araba de chegar os mais ricos soutembarques
de grosdonaple preto muilo bem enfeitados c di-
tos de um lecido de seda de cores sendo os mais
modernos que existem no mercado o vende-se por
preco commodo : na loja do Pavao ra da loipo
ralrirn. 60 de Gama & Silva.
j As capas do Pavo.
VenJom-se as mais modernas capas pretas para
senhoH^ sendo ricamente enfeiladas e vende-se
por Breco razoavel na loja do Pavao ra da Impe-
ratrin. 60 de Gama i Silva.
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'

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v\

i


Diario e PcrnaiuJmco Terca clra O tie Dczcjubio de iS3.

CALCADO.
45 Ra Direita 45
Aproveltem em quanto lempo!
Borzeguins fraucezes de lustre pa-
ra homem...........'...... 55000
Borzeguins francezes , ra menina. .....
Borzeguins franctes.'.pretos para
meninas-----..............
Sapatos de lustre para senhora..
Sapatos de lustre s avessas.....
4000
23300
13000
500
Gratis liquiuaca. de fazendas ale a
festa, para se findar cotilas, a pro ei-
veilem que dcstas perhinenas nu ha
sempre : na ra da Impcralriz, loja
earuazem d.t-Arara n. 56, de loa-
repco Pcreira Hiendes Guimaraes.
estertores da Arara a IJ*
RIJA II % C % IIKI % DO KE1TFE 53.
NOVO E EY1
G-EAWDE A'RUAZ'BU DE lOLEADOS

ARMAZEM PE MOLHADOS
DE
ae
i
Ii MA DA < VIIKI V DO MECIFE *? 53.
Francisco Fernandes Duarfe acaba de abrir na ra daCadeia do Recifen. 53, um grande esortido armazemde molhadosde-
Vende-se cobertores de pellos a i& e 1#600, nominado Unido Mercantil. Neste grande armazem encontrar sempre o respeitavel publico um completo suriiiMnto dos melhores:
cobertas de chita a Vi; na na da imperatrii n. .'gneros que vera ao mercado, lanle esirangeiros, como nacionaes, os quaes serao vendidos em poryoes ou a relallio por presos asss
o^, loja de Mendes Guimaraes. | riimmnr|ns U '
200 rs. a garrafa e Sardinhas deNaotesa3iO rs. oquartoe560 i
| rs. meia lata.
A Arara vendeas lazinhas de 9 pal-1 Manlega jngieM especialmente escolhida
mes a 1 $200. de primeira qualidadea 800 rs. a libia,
Vende-se laannhas de urna s cor o quadrinhos
proprios para capas, com 9 palmos de largura a
1,200 o covado, ditas para vestido a 280, 340 e
400 rs. o covado : na ra da Imperatriz, ioja da
Arara n. 36, de Mendes Guimaraes,
itrlm da Arara a IOO ris o
covado.
Vendc-se brim pardo de linho com pequeo to- j
que de mofo, que depois de molhado larga, proprio
para calcas e palitots, a 400 rs. rs. o covado ;
brim branco de linho a 1-5 e 1,5*00 a vara, fustao
de cores para raigas, coletes e palitots a 500 rs.
o covado : na ra da Imperatriz, loja da Arara n. j
em barril se faz abaitmenlo.
Manteiga franceza a mais superior do mer-
cado a 5G0 rs. a libra, e 520 rs. em barril
ou meio.
Prezunlos ioglezes para fiambre..de superior
qualidade, ellegados neste -ultimo vapor, a
720-rs. a libra.
Queijos flaniengos cliegados neste ultimo
vapor a 25600.
Queijo pialo muito fresco e novo a 640rs.
a libra.
56, de Mendes Guimaraes.
Lazlnha Mar i a Pa da Arara.
Vende-se lazinhas a Maria Pia muito finas, com c
quadros o palmas de seda, para vestidos a 560 o LlM in 0 meinor que
covado, sedinhas finas a 500 rs. o covado ; na ra
da Imperatriz n. 56
Gastanbas muito novas a 120 rs. a libra e
e 35000 a arroba.
lia neste genero,
Salmoem latas, preparado pela nova arte
mandado vir
rs. a libra.
de conla propria a 25800
A Ar*ra vende as capas a 8,00t) rs. Chhyson muito superior a 25560 rs. a li-
Vende-se ricas capas para senhora a 8$, chales
de merino estampado a 25500, ditos finos matisa-
dos de novo gosto a 5$, dito de ponta redonda e
borlla a 75500 : na ra da Imperatriz n. 56,
loja da Arara de Mendes Guimaraes.
Oh que peehineha, laziukas a 280 rs.
Vende-se lazinhas finas para vestidos a 280
e 320 rs. o covado, lencos brancos com barras de
cores a 200 rs., meias finas para senhora a 400 e
bra ; cha liyson proprio para negocio a
10500 rs. a libra.
Cha preto muito superior a 25 a libra.
Biscoulos inglezes em latas com differenles
qualidades, como sejam craknel, victoria,
piquelez, soda, captain. seed, bornez e
outras muilas marcas a 15350.
*;un;s a i>\nj rs., incida iiim w.wa auiurui < w 500 rs., ditas cruas a 400 rs., ditas para homem a Bolachmha de soda em lalas grandes a 20.
Figos em caixinhas hermticamente lacra-
das, muito proprias para mimo a I&50O.
Caixinhas de 4 e 8 libras de figos de coma-
dre a 15 e 23 cada urna.
Passas muito novas, chegadas neste ultimo
vapor a 500 rs. a libra e 33 um guari ;
e em caixa se faz abatimento.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 a.
^Champagne, da marca mais superior que
tem vindo ao nosso mercado a 185 o gigo,
garante-sea superior qualidade.
Vinho Bordeaux das melhores qualidades
que se pode desejar de 75500 a 85000 a
caixa e 720 a 800 rs. a garrafa.
Caixascom vinho do Porto superior de 95
a 109 a duzia, e 900 a 15 a garrafa; deste
genero ha grande porcao e de differenles
marcas acreditadas que j se venderam
por 145 c 155 a caixa, como sejam: Buque
do Porto, Lagrimas do Douro, D. Lniz,
Cambes; Madeirasecco, Carcavellos, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
Vinho de pipa: Porto. Figaeira e Lisboa, a
160 e 200 rs.; na ra da Imperatriz n. 56, loja da
Arara.
A Arara vende as cassas a 200 rs. o covado.
Vende-s cassas de quadrinhos a 200 rs, o cova-
do, ditas finas a 250 e 280 o covado, organdys finos
a 240 e 280 o covado : na ra da Imperatriz n.
56, loja da Arara.
Pechincha, sedinhas da Arara a 800 rs. o covado.
Vende-se sediohascom quadros e lisas, escuras,
proprias para qnem est de Into, por ter urna s
cor a 800 rs. o covado, ditas da mesma qualidade
de cores para vestidos a 800 rs. e ditas de listi-
nhas a 500 rs. o covado: na ra da Imperatriz n.
56, loja da Arara de Mendes Guimaraes.
Pichincha na Arara, cortes de chita a 23300.
Vende-se cortes de chita francezacom pequeo
toque de mofo a 25500, cortes de riscado francez
com 14 covados a 35, corles de cassas francezas
pintadas a 25 o corte, ditos de barras a 25, 35 c
45 : na ra da Imperatriz n. 56, loja da Arara de
Mendos Guimaraes.
Caseiuiras a 15000 o covado.
Vende-se casemiras de cores para calcas, cole-
tes e paletots, infestada, a 15600 o covaJo, corles
de casemira infestada a 15600 e 2-5, e em covado a
13 : na ra da Imperatriz n. 56, loja da Arara de
Mendes Guimaraes.
A Arara vende roupa frita e batata.
Vende-so palitots de casemira a 45500, 65 o
85, calcas de 35500 a 55, palitots de panno a 105,
ditos finos de 125 e 145, palitots de brim de cor
a 25500* e 35, ditos de meia casemira a 35500,
calcas de brim de cores a 25 e 25500, ditas bran-
cas de linho a 35300 e 45, ditas de ineia casemira
a 25, coletes a 25500 e 35^ camisas francezas a
15600, ditas finas a 25 e 25300, ditas de linho
prega larga a 35, seroulas finas a 15600, ditas de
linho a 25 o 2500 : na ruada Imperatriz n. 56,
loja da Arara de Mendes & Cuimares.
lia bies da Arara a 33, 33500 c 13-
Vende-se bales americanos, os melhores que
tem rindo, de 10, 30,35, 40 arcos a 35, 35300,
45 e 43309, ditos de hrilhantina a 43, ditos de
madauolab a 35600 : na ra da Imperatriz n. 56,
loja da Arara.
Chitas da Atara a 210 rs.
Vende-se chitas a 240 rs. o covado, ditas fran-
cezas com pequeo loque de mofo a 280 rs., ditas
litnpas a 320, 360 e 400 rs. o covado : na ra da j\a rila do QllCllUailO n. 43, CSI|Uina qUC
Imperatriz n. 56, loja da Arara.
A Arara receben pelo vapor nm sortimento de ro-
meiras para senhora, dos melhores goslos que'
tem viudo, a preco de 13, 15000 e 23.
Vende se romeiras para senhoras de cambraia
de salpico brancos e de cores e bordados a 15,
liOOO e 25, golinbas com bolaozinlio a 580 rs.,
litas com peitos n botaozinho a 15, ramizinhas
para senhora a 15,15600 e 25, aventaes e corpi-
nho para meninas a 500 rs. : na ruada Impera-
n-i?, n. 56, loja da Arara._________
rita para debriiin de vestidos.
Vende-se lita para debrum de vestido, a peca
com 11 varas a 400 rs. : na ra do Queimado, io-
ja do be ja-flor.___________________________
"Tranca" de la pelas e de cores.
Sendo lisa a 80 rs. a peca, e de caracol a 100 rs.
a peca : na loja de miudzas da ra do Queimado
n. 16.
linas de Jouvin
brancas e de cores para homem e para senhora a*cnpgada ltimamente ; na ra do Vigario n. 19,
15500 o par : na loja de miudzas da ra doQuei- primeiro andar.
Vinagre de Lisboa a
15200 a caada.
Azeiledoce refinado em 'garrafas brancas a Latas com peixe em posta: savel, corvina,,*
800 rs. i vezugo, .cherne, Hnguado. lagosliolia, a
Azeite doce de Lisboa a 640 rs. a garrafae.. 133(|0 rs.
45800 caada.
Genebra de Hollanda a-500 rs. o frascoe, de cozmia, a 800 is.
53800 a frasqueira. ; Maca 'tie tmales em latas de 1 libra a 600
Caix-irfhas com ameixas francesas, ornadas re'8;
com ricas estampas na caixa exterior, Cnouncas e patos em latas de 8 e meia libra
mu i l proprias para mimo, a 1520 ,15500 Por ]& .., nn
e i Toucmho de Lisboa a 320 rs. a libra e
Frasco de vidro com tampa do mesmo, con- i 83600 a arroba,
tendo meia libra de ameixas francezas, a Boajynha ingleza a 320 rs a libra e
13200. I barrica.
Marraelada imperial, dps melhores conier.igS..7^^L2^rV,^
veiros de Lisboa, em latas de 1 e meia a ",h.a F2J? ,% i .'i
2 iihrasl6(10 r< a lihra .Fannha do Maranhao a 120 rs. a libra.
Fri5 ImSd.^ t^lbore. qualidades' Arola ver*
3a
que ha em Portugal em talas hermtica-
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muito novas a 640 rs. a libra.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Amendoasde casca molle a 400 rs. a libra.
Avelaas muito novas a 200 rs a libra.
Amendoas confeiladas de diversas cores a
800 rs. a libra.
Macas% peras chegadas neste ultimo vapor,
muito perfeitas, s vista se faz o preco.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada um.
Ervilhas francezas e portuguesas em latas de
1 libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate francez, o que ha de mclhor neste
genero, a 15200 a libra.
Chocolate hespanhol a 13200 a libra.
Genebra de laranjaem frascos grandes a 18.
Ceneja branca e preta das melhores marcas
que ha no mercado a 500 rs. a garrafa e
5800 a duzia.
Cognac inglez de superior qualidade a 800 pait7edri1ie7Mto^^
Gevada a 120 rs. a libra e H a arroba.
Alpistaa 160 rs. a libra e 45800 a arroba.
Dtalas muito novas em gigos com 40 libras
por 15 e a 40 rs. a libra.
Cebollas a 15 o molho com mais de 100 ca-
da um.
Caf lavado de primeira qualidade a 300 rs.
a libra e 95 a arroba.
Caf do Cear muito superior a 280 rs. a li-
bra e 85400 a arroba.
Caf do Rio, proprio para negocio, a 85.
Arroz do Maranhao a 100 rs. a librae 23800
a arroba.
Arroz de Java a 80 rs. a libra e 2*400 a
arroba.
Vellas de spermaceti a 560 rs. a libra e a i
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
so e a 95 a arroba.
Doce de goiaba a 640 rs, caixo.
Macarro, talharim e aletria a 480 rs. a li-
bra ; em caixa se faz abatimento.
Estrellinha.pevide e arroz demassa para sopa
a 400 rs. a libra e 23 a caixa com 6 libras.
H
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ITO

e 15200 a garrafa.
Licores francezes das seguinles qualidades :
Anizete de Bordeaux. Plaisir des Dames
omasso, ditos lixadossem flor a 160 rs.
o masso com.20 massinhos.
' Gomma de engommar muito fina a 30rs a
e de outras muilas marcas a 15 a garrafa. libra.
e 103 a caixa. Banha de porco refinada a 480 rs. a libra e
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e 400 rs. em barril pequeo.
95 a duzia. Charutos dos melhores fabricantes de S. Fe-
4(, 480 e iiO rs. a garrafa, e 35, 35200 -Jtfoslarda ingleza em potes j preparada a lix, em caixas inteiras ou em meias, de
e 335O0 a caada. 400 rs. 13600, 23 e 35.
Vinho branco de superior qualidade, vindo Musanla ingleza em n, em frascos grandes, Presuntos do reino, vindos de conla propria
j engarrafado a 640 rs. a garrafa e a 500 a 15 cada un. | de casa particular, a 400 rs. a libra; intei-
rs. le baitil. Sal refinado a 50O rs. o pule. rose-faz abatimento.
Os senhores que compraren! de 1003000 para cima, terao o descont de 5 por cenlo, pelo prompto pagamento.
volla para a Conju'cgaco.
t:' pechincha.
Paletots de casemira a 5, 6, 7, 8. 12 e 145, ditos
de panno preto e azul a 9, 10, 12, 16 c 185, ditos
sobrecasacos de panno muito fino por 245 e 285,
ditos de alpaca preta e de cordiio a 4, 5, 6 e 75,
calcas de casemiras de cores a 5, 6, 7 e 85, ditas
pretas a 65500, 8, 9 c 105, paletots de fustao e.
ganga a 25, 25800,3 c 45, calcas e colletes de to-
das as qualidades e por preco muito barat, len-
ces e puro linho a preco de 25800 e 35, cober- i
tas de chita a 25240, collarinhos de linho puro a
600 rs. cada um, e outros muitos objertos que s
vista ; e para isso se pede a attcneao dos fre-
goqzes.
Vende-se farello de Lisboa, cal lti-
mamente chegada e carvo-animal: na ra
do Vigario n. 19, primeiro andar.
Cal de Ijfsboa
KOUPA FEITA
NO
AIUIAZUI
DE
%Vtft^fc fe
fes
t
4D311ii 3)1) (5Tr2Hia!J>)a^l)
O proprietario do grande armazent do Baliza, considerando que apro-
ximase a festa, e que de algum modo deve mimosear aos seus fregueses, com alguma coli-
sa que revele o seu contentamento e gratidao, resolveu expr a venda quasi pelo custo da
entrada o seu grande sortimento de gneros, que como todos sabem, sao sempre capricho-
samenteiescolbido entre os da melhor qualidade do nosso mercado.
Sujeito a um severo regulameuto, o Baliza est firme em seu posto de honra, e j
mais circumstancia alguma o far arribar do magestoso quartel em que se acba abrigado-
esperando o inimigo sempre de frente.
Nascido em trras de Portugal, o Baliza leve a fortuna de ver bem cedo esta bella
provincia. Koi na infancia que aportou em nosas plagas. entre nos frequentou a escola
primaria,seus hbitosfoio aqu adquiridos,suasaffeicoes existem no meio destepo\o,
tao generoso quanto hospitaleiro.
A preferencia pois que Ihc tem dado os Pernambucanos, um favor, c verdade;
mas um favor que o Baliza tem merecido, e continuar a merecer sempre, a despito da
guerra surda que Ihc fazem os bomens das libras de tres quartas, e vinhos falsificados.....
Para se ganhar dinheiro nao de mister Iludir o povo. As fortunas adquiridas
por meios pouco lcitos degrado a quem as possue. .
Venham, pois, aquelles que ainda nao abasteceram as suas despensas nesia casa ve-
rificar por si mesmos quanto h de verdadeiro neslas palavras.
O Baliza est a testa do estabelecimento e nada escapar s suasvistas que passa
cabir no desagrado dos seus benvolos freguezes.
manhos a 500 e 15 a garrafa e 45 o par
de garrafas grandes, que depois de vastas,
valem o que se deu por ellas cheias.
Azeite doce refinado, francez e portuguez a j
800 rs. a garrafa.
Dito em barril, a 4,800 a caada e 640 rs. a
Aj^^IndiaedoMaraimaoaiaOJWea)HffiSSKL? m **"** ^
rs. a libra. ravel a 15 cadauma.
Amendoas de casca mole a 320 rs. a libra. Manteiga, neste genero ha capricho tia parte
madon. 16.
Tranca preta de la.
Vende-se tranca preta de la, lisa, para enfeites
de vestidos, zuavos e roupas de meninos a 120 e
166 rs. a peca : s quem tem o beija-ffor na ra
do Queimado n. 63.
Assuear do Monteira
Ba do Imperador n. 28 e caes de Apollo n.
67, a 200 rs. a libra, e de 8 libras para cima
a 55600 aarroba.
LETREIRO VERDE.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feita de.
I todas as qualidades, larabem se manda fazer por medida, vontade dos ewcor-
te rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim como tambem tem um
jj grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras, '
& homens e meninos.
Casacas de panno preto, 353 e 305000 Colletes de fustao e brim bran-
SoBrecasacas idem, 305 e 255000, co, 35500, 35 e .
Paletos idem e de cores, 255, Seroulas de brim de linho,
205, 153 e......103000 23400 e.....230OO
Ditos de casemira, 205, 153, Ditas de algodo, 15600 e. 13400
123, 105 e...... 75000 Camisas de peitos de linho,
25500
RU4D0QliEIM4D0N.il.
Lojii de fazenda de upsio Frcdenco dos Saut.sPorto.
E$T EIRAS PARA SAIAS.
A este estabelecimento chegou nm ptimo sortimento .de esleirs para sala, sende de diversas lar-
guras at 6 palmos e da mais superior qualidade .que se vendem por pre?os mais mdicos que em
oulra qualquer parte. ___ .____;-j, ,*
% SOUTEMBARQUES.
Os mais superiores soatembarques de casemira de cores ricamente enfeitados acabam de chegar i
este estabelecimento.
KNFEITES PAR \ BAILE de lindos gostos.
LUVAS DE PELLICA DE JOVIN para homens e senhoras.
CHAPEOS DE PALIIA DA ITALIA para senhoras, enfeitados com finissimas flores a 1*5 e I05.
CHAPEOS DE PALHA para meninas, enfeitados ricamente a 75. _____ .
CAMISAS INGLEZAS para homem, colarinhos, peitos e punhos, de linho, a 425000 a duzia.
CAPAS DE SEDA PHETA para senhoras,'bordadas e enfeitadas de 225 a 505000.
ZUAVOS de seda prelos para senhoras, enfeitados com o melhor gosto a 205-
i;H APEOS DE PALIIA para homem a 35500.
CAMISIMIAS COM MANGUITOS E GKAVATA para senhoras, bordadas com muito gosto.
ATOALHADO DE LINHO para mesa fazenda superior.
Finos chapeos nretos de seda, chales de diversas qualidades, grosdenaple preto e de cores, pannos
pretos linos casemiras pretas e de cores, brim branco e pardo, finas laasinhas para vestidos e outras
muilas fazendas que se vendem por commodos precos. A mesma loja ehegaram os
Rieos cortes de la de barra niatlsada.
FAZENDAS BARATAS
99--RITA MO QUEIMAiDO--*
Custodio, Carvalho & C.
Finas rambraias organdys indianas pelo baralissimo prego de 300 rs. o covado ou
500 rs. a vara.
Grande sortimento
dos mais finos baloes de arcos para senhora e pelo barato preco de 35 cada um, ditos de ma-
dapolao para meninas a 25500.
Alovldade
Os mais lindos e mais finos e modernos cortes de laa com ricas barras, tendo cada corte
20 covados e pelo baralissimo preco de
Fil de linho vara a 500 rs.
Modernas l.izinlias para vestido o covftdo a 440 rs.
Ditos de alpaca, 55 e.
Ditos ditos pretos, 95, 75,
55 e........
Ditos de brim e ganga de co-
res, 45500, 45, 35500 c. .
Ditos branco de linho, 65,55 e
Ditos de merino preto de Cor-
do, 105, 73 e.....
Calcas de casemira preta, 125,
103, 85e......
Ditas de cores, 95, 85 e. .
Ditas de meia casemira de co-
res, 53500 e.....
Ditas de pnnceza e merino pre-
to de cprdo, 55, 45500 e
Ditas de brim bra-o e de c6-
res, 55, 43500, 45 e .
Ditas de ganga de. cores,
35500, 35 e.....25500
Colletes de velludo prete e de
cores, 93 e......
Ditos de casemira preta, 55 e
Ditos de ditas de cores 55
45 e .
Ditos de setim preto. .
Ditos de ditos e seda branco,
65 e -
Ditos de gorguro de seda
pretos c de cores, 65, 55 e
35500 55, 45, 35 e. 25500
1 Ditas de madapoln, 35,
35500
35000
45000
55000
75000
75300
45OOO
45OOO
2550
75000
45000
355OO
55OOO
55000
43000
15600
85500
25000
640
5
65000
23500, 25 e
Chapeos de massa, pretos fran-
cezes, 105, 93 e. .
Ditos defltro, 55, 45,-35500 e
Ditos de sol, de seda, 125,
115, 75 e....... 43500 I
Collarinhos de linho fino, ulti-
ma moda.......
Sortimento completo de grava-
tas.
Toalhas parroslo, duzia, 115,
95 e........
Atoalhado adamascado de li-
nho vara......15280,
Chapeos deso, de alpaca, pre-
tos e de cores.....45000
Lences de linho. .... 35000
Cobertas de chita chineza.. 23000
Pennasd'ago, as mais superio-
res, a grosa......
Relogios de ouro orizontaes,
903,805 e......
Ditos de prata, galvanizado,
patentes e orisontaes, 405 e
Obras de ouro, adercos,.meios
aderecos, pulceiras, rozetas,
aneis e cruzes.
600
705000
305000
5
FARINHA FONTANA.
Farinha ria muito acredita a marea
Fontana por preco mais commodu do que em
qualquer outra parte : na ra da Cruz
u. 4 rasa de M. 0. Bieler & C. sBeces-
sores.
Farinha, milito efarelo
Vende-se sacros com farinha nova, milho e fa-
felo de Lisboa: na Aurora Brilhante largo da San-
ta Cruz n. 8 i.
C4LDESB0V
vendeiu-se barris com cal des-
ta procedencia, em pedra, chega-
da hoje, e unlca nova, que ha no
mercado, na roa do Trapichen.
13, armazent de Hanoel Tcixel-
ra Basto.______ ____________
Meias do Porto.
Vendem-se na loja de ferraeens da ra da Ca-
deia Velha n. -44, meias de linho e igualmente de
algodao, por preco muito commodo.
Ameixas em diversos va/.os a 15, 15500,
23500 e 800 rs. a libra.
Alpiste a 160 rs. a libra, e 45800 a arroba.
Aletria a 480 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 480 rs. a libra.
Biscoitose bolacliinhas Inglesas recentemente
chegadas a 15500 a lata com qualidades es-
peciaes.
Dito mais antigos no mercado a 15300.
Dito lunch ou soda muito nova a 25000 ala-
ta com 5 libras.
Dito de Lisboa muito proprio para doenle,
visto serem preparados para r^sse- mister,
em Litas glandes e pequeas de 35000 e
15500 a lata.
Bolacliinhas americanas, em barricas a 33000,
e a libra 200 rs.
Banha de porco refinada a 480 rs. a libra,
e em barril 440 rs.
Batatas novas a 15500 o gigo, eaOOi?. a
libra.
6h perola qualidade especial a 35 a libra.
Dito hysson qualidade especial a 23800 a
a libra.
Dito uxim a 23600 a libra.
Dito hysson a 25400 a libra.
Dito dito a 23 a libra.
Dito nacional a 1/600 a libra.
Dito preto, muito superior a 23 rs. a libra.
Dito dito menos superior a 15600 a libra.
Chouricas e paios a 800 rs. a libra.
Champagne (marca aguia) do Conde de To-
r a 153 o gigo ou 135oo rs. a garrafa.
Charutos dos melhores fabricantes do Bio e
Bahia a 800, 13400, 25, 23500, W,
35500, 43 45500, e 55 a caixa com 100
charutos.
Chocolate francez, de canella a la Bomain
Caf a 280 e 320 rs. a libra e a 85, 8/500 o
93 a arroba.
Cognac de muito boa qualidade a 15 a gar-
rafa.
Dito soffrivel a 800 rs. a garrafa.
Cerveija da marca tenente em botija, (en-
commenda feita pelo proprietario do Baliza)
qualidade esta que nao pode continuar
a vir em consequencia de ficar por preco
muito alto a 65500 a duzia de grandes bo-
tijas e 83 por vinte quatromtias, e de ou-
tras marcas a 35, 45, 55 e 55500 a du-
zia de garrafas.
Conservas inglezas, a 800 rs. o frasco c 95
a duzia.
Doces (francezes) em frascos lindamente enfei-
tados em calda de assuear e em alcool a
15 e 500 rs. o frasco.
Dito de goiaba em latas e em caixes de di-
versos tamanhos e objctos pelo qual se
n5o engeita dinheiro avista do grande de-
posito que ha.
Ervilhas francezas e portugueza a 700 e a 500
rs. a lata.
Dita secca a 200 rs. a libra.
Figos novosa 320 rs. a libra e a 63 o barrili-
nho.
Fruta em calda de assuear em latas a 500
rs. a lata.
Farinha do Maranhao, muito superior, a
16o rs. aJibra.
Dita de trigo, a 120,140 e 160 rs. akbra.
Frasqueiras com genebra de laranja, de
Hollanda, o de Hamburgo, de diversos
precos conforme os tamanhos.
Gomma do Aracaly a 100 rs. a libra.
Dita menos superior a 60 rs. a libra.
Gnuxa a 120 rs. a lata e 15300 a duzia.
Licores francezes das melhores fructas da Eu-
ropa em garrafas lindas e de diversos ta-
do proprietario do Baliza ter sempre o
numero de 6 a 10 barris de manteiga a-
bertos, alim de satisfazer os seus amigos
c fregu?es, sendo que o preco da man-
teiga verdaderamente flor de 900 rs. a
libt a, e as demals qualidades a 800, G0O
e 400 rs. a libra.
dem franceza a 5G0 rs. a libra, muito aova
c de excellenle gosto.
Marmelada imperial dos memores fabrican-
tes de Lisboa a 640 rs. a libra.
Massa de lmate a 640 rs. a libra.
Aloslarda ingleza em potes grandes a OVO
ris (i pote.
Marrasquino de zara a 64o rs. o frasco.
Peixe em latas grandes, savel e gorfe a
15300 a lata.
Papel greve pautado e liso a 35300 a res-
ma.
Palitos para (lentes a 160 rs. o maro.
Dito dito de.llora 240 rs. o maro.
Prezunto para fiambre vindo lodos os vapo-
res a 700 rs. a libra.
Dito do Porto em barril a 480 rs. a hl
Queijos flamcngos do ultimo vapor a2/800
e 33000.
Dito prato superior a 800 rs. a libra.
Sai ilitiha de Lisboa muito bi-m preparadas
em latas grande a 640 rs.
Dita de Nantes a 320 rs. a lata.
Sag novo a 240 rs. .a libra.
Salmo massa a 120, 160, 200 c2io
libra.
Sevadinha de Franca a 200 rs. a libra.
Sotada a 120 rs. a libra.
Toucinho de Lisboa, de Santos, a 320 e 360
rs. a libra.
Tijolo para limpar facas a 140 rs. cada um.
Vinhos, neste geneno o armazem Baliza lem
o melhor sortimento possivel, Lag mas
do Douro, Maria Pia, Cambes, Boeagc, D.
Pedro H, D. Pedro V,. e Baliza, que se
vende muito barato em vista de sua espe-
cial qualidade a 105000, 125000 c153000
a duzia.
dem esquesitos como sejam Cherry, e Madek
ra, Velmule, etc., de 1550U0 a 205000
duzia.
dem de Figueira, Lisboa e Porto a 33000,
45000 e 43500 rs. a caada
dem de Lisboa de minha propria marra em
ancora de 8 ,,s a 9 caadas por 2850OO
a ancora, e da Figueira de 8 2 a 9 ca-
adas a 285000 rs.
Vinagre de Lisboa em caada a 13600,138oo
e 23000 rs.
dem mais baixo a 15280 rs. a caada.
Id<-m de Lisboa em garrafors com l garrafas
por 5200 rs. com o garrafo.
Vellas de espermaecte superiores a 600 rs:
o maco.
dem de carnauba de 320 a 360 rs. a libra,
em arroba de 93000 a IO5000 rs.
Vassouras do Porto com arcos de ferro a 4oo
rs, cada urna.
Vinhos de Bordeaux neste genero tomos as
melhores qualidades que se fabrican) em
Bordeaux. lanto branco como tinto, e espe-
ramos por todos os vapores francotes, uns
|.i-'quenos barris conlendo cada um de 85
a 90 garrafas, e qne serio vendidas o mais
barato possivel.
/V


, *
Harto dePeraattkne Tere f*lra tO de Deatembro de t3.
ALLMDA
57 RA DO IMPERADOR 57
Najbem conhecida foja que foi do Sr. Flix alfaiate.
Paulo Ferrelra da Silva proprietario este novo estabelacimento, teado
ciiegado da Europa, aonde escoUieu um grande e variado sortimento de molhados, 1
PECH1NCHA
COMO \UtfCA IIOI VE
HO
ABMAZEM
PBHSSO

IO
DA PEH1 O
honra de os expor ao respeitavel publico destaidade pelos mais resumidos pwos.
Em to ptima occasiao, por estamos prestes a festa de Natal, o propietario do
grande armazem Alfianca offerece aos seus amigos e fregu** que *^^J. P-ca, de engenhe e aradores para que mandm suas reais para serem despachadas
i no armazem do Progresso do largo da Pedia n. 10, afim de verem a grande vantagem
em em seu armazem.
Francisco Fcrnandcs IHiarte dono deste muito acreditado armazem
de molhados, acaba de receber neste ultimo vapor os mui desejados gneros escolhidos
por elle na Europa, todos atrito propries para a fesU os quaes est resulvido a vender por
procos baratissimos como verSo pela seguinte tabella, e mesmo pede a todos os Srs. da
quando foi socio dos armazens Progressivo e Progresista as maiores
ao seu esta"belecimento. cortos de que esta casa jamis deixaro de ser cumpridasas
grandes vantagens por ella offerecidas.
o t senhflws Ve t,ram> tant0 M soperiondade dos generes como nos presos asss resumidos,
Hftio de novo estabelecido ma s precisa da concurrencia- de todos estes stnnor <
. -' os Srs. que nao poderem vir podero maadar seu* portadores anda que.nao tenham pra.
tica, que serao to bem servidos como se viessem pessoahnente.
O inters que tira o proprieterio desta acreditado armazem, j deve ser bem co-
nhecido pelos seus numerozos freguezes, pois simplesmente consiste em servir bem e ga-
Dhar pouco, afim de conseguir a contimiaco daquellas pessoas, que a primeira vezsedig-
u\iAo
M
COMMERCIO
Manteiga ingleza a mais.superior neste ge
ero a 800 rs a libra, e comprando de 8
libras para cima a 72o rs., esta a mais
superior que pode haver, tambem ha mais
baixas para menos precos.
dem franceza muito nova a 600 rs. a libra
c 56o rs. em barris ou meios.
Peras seccas muito novas a 48o ts. a libra.
Cha perola de especial qualidade a 2,8oo rs.
a libra. 1
Cognac de superior qualidade a 800 rs. a gar-
rafa.
dem muito superior a 1,000 rs. a garrafa.
Caf a 28o e 32o rs. a libra, e a 8,000 e Barem *W seu estabelecimento.
9,000 rs. a arroba.
Cerveja das melhores marcas do nossa mer-
cado de 5,ooo a 6,000 rs. a duzia, e 5o
rs. a garrafa.
Consenas inglezas a 75o rs. o frasco e8,600
rs. a duzia.
dem hysson muito superior a 2,7oo rs. a Doce em calda a 5oa rs. a lata.
Ervilhas francezas muito novas a 64o rs.
dem uxim a 2,5oe rs. a libra. __ .
dem portnguezas a 72o rs. a lata.
dem hysson a 2,3eo rs. a libra.
dem idem a 2,ooo rs. a libra.
dem preto de qualidade muito especial a|
2,oog rs. a libra.
dem idem inferior a l,6oo rs. a libra.
dem seccas a 2oo rs. a libra.
Bassouras do Porto com arcos de ferro 32o
rs. cada urna.
Vellas de espermacete da melhor qualidade
a 600 rs. o maco.
Chocolate .francez, hespanhol e portuguez, a dem de carnauba e composico a 32o e 36o
9oo e l,2oo rs. a libra.
rs. a libra e lo.ooo rs. a arroba.
Charutos dos melhores fabricantes da Baha Tijolo para limpar facas a 12o rs. cada um.
e de qualidadesespeda^ente escolhidos, ^.^ fc ^^ q SanU)S a 320 ^ a
de 2,000 a 4,5oo rs. a cuxa.
libra.
Fa:inha do Maranho muito alva a 14o rs. a Sevada muito nova a loo rs. a libra.
ra* Peixe em latas grandes, savel, pescada, cor-
ldem d araruta verdadeira a 4oors. a libra. vina, e oatras qualidades a l,ooo rs. cada
Vinho do Alto Douro engarrafado, e os mais
bem escolhidos, lagrimas do Douro, D. Pe- Passas milito novas a lo.ooo rs. a caixa e
dro V. I). Luiz I. Buque genuino, Nctar 1 5oo rs. a libra,
superior, Malvasia fina, Bastardo, e outros
a ll.ooo e I2,ooo rs. a duziae l.ooo rs. palitos xados para dentes a i4o rs. o maco.
3 garrafa.
; dem de flor a 2oo rs. o maco.
Id un Cberry e Madeira a l,5oo rs: a garra- Presutlk( .)an, fiami)re inglezes e americanos
fa e te.uoo rs. a duzia. a 85o Wi a 1nra.
[dem Bordeaux de diversas marcas de 8,000
a lo.ooo a du:-.ia e 800 rs. garrafa. dem do Porto a 48o rs. a libra.
. Queijo prato a 800 rs. a libra.
Bolaxinhas americanas a 4,000 rs. a barrica,
c a3oo rs. a libra. dem flamengo vindos no ultimo vapora
2,8oo rs.
Batatas muito novas a l.ooors. o gigo, e6o Saniinh.m e Nantes mul0 n0Vas a 32o rs.
rs. a i.bra. a ,ata
B.nha de poico refinada a 48o rs. a libra o ^ muit0 novo a 2oo ^ a]ibra_
em barril a 44o re.
_ .... > dem muito superior a 28o rs. a libra.
Vi ihoeni piqadeLisba*eFigueira,de3,ooo
a 4,000 rs. a caada, e 5oo rs. a garrafa. Sab-0 ^ fc ^^ ^dades a2oo e
, 24o rs. a libra.
dem do Lisboa em aneorctas de 8 a 9 cana-
das por 27,ooo rs. Uem inferior de 12o a I8o rs. a libra.
dem do Porte muito especial a 5,5oo rs. a Genebra de Hollanda cm frasqueiras a 6,5oo
caada e 72o rs. a garrafa. ris.
dem hamburguesa em frasqueiros a 5,8oo
Queijos lameugos chegados ueste ultimo
vapor a a.oofl rs.
I dem do vapor passado a I.800 rs.
Idem prato muito noves e de superior qua-
lidade a 400 rs. inteiro, e a 5oo rs. a
libra.
Doce de goiaba fino em cakBes com 2 ', s
libras por 600 rs.
dem mais baixo a 54o rs.
Manteiga ingleza flor a mais superior do
mercado a 7o rs. a libra.
dem de segunda qualidade a 64o rs. a libra.
Manteiga franceza de'primeira qualidade a
56o rs. a libra, e o2o rs. em barris ou
meios.
Cha perola neste genero nao ha nada a de-
sejar, e de especial qualidade, mandado
vir de conta propria *2,8oo rs. a libra.
dem huxim o melhor do mercado a 2,6oo
rs. a libra.
dem de segunda qualidade a 2,ooo rs. a
fibra.
dem hysson muito superior a 2,5oo rs. a li-
bra.
dem preto homeopathico muito fino a 2,ooo
rs. a libra.
Sevadinha de Franca a 2oo rs. a libra
Sevada muito nova a loo rs. a libra.
Cominhos, ervadoce e pimenta do reino a
36o rs. a libra.
Genebra de Hollanda a 5,5oo rs. a frasquei-
ra com 12 frascos, e a retal no a 5oo rs.
cada um.
dem em botija hamburgueza a 4oo rs.
Genebra de laranja a 1,00o rs. os frascos
grandes.
Defronte da I o ja do Pregulea.
HITARTE AI; JI El DA
icaba de abrir o seu grande e sortido armazem da molhados denottinado tim e Com-
merao. Este grande armazem um dos mais bem montados que temos em nossa praea.
nao s em limpeza e aceio, como as qualidades especiaos de seus gneros. O proprie
tario do Unio e Commercio offerece todos os senhores dapraea, senbores de engeuho
e lavradores a seguinte tabella por onde verao a grande economa que lhe resulta em
comprarem em Ufo til estabelecimento, aflamando o mesmo todo e qualquer genero
sahido de seu armazem.
olhnho francez em latas e caixinhas asmis. Erva-doce a 5oo rs. a libra,
delicadas qae tem vindo ao nosso merca- -. ttm
do de 7oo a 2,5oo rs. a caixinha. Champanha de 20 a 22,ooo o gige.
I
Manteiga ingleza perfeitamente flor, mandada! Palitos do gaz a 2,3oo rs. a groza e 2o rs a
vir de conta propria, a 7oo a 800 rs, a caixinha.
libra. I...,. .
IMilho alpista a 16o rs. a libra.
dem franceza chegada pelo ultimo rumo a
,56ors. a libra, e em barril ter abatimen- Commho muito novo a 4oo rs. a libra, e
^ i comprando de 8 libras para cima a 32o rs.
dem ingleza em potes de 4 a 16 libras a Gommamnito alva para engommar a 80 rs.
800 rs, a fibra e o pote separado, a ,,Dra' e m arruDa se far abatimeoto
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
Cha uxim o melhor neste genero, mandado
vir de conta propria 2,8oo rs, a libra. 5^ verdadeir0 hespanhol, que raras vezes
,. ,A a wm ao nosso mercado a 28o rs. a libra,
dem hysson, grande, muito bom a 2,600 rs.
a libra.
(dem preto muito fino, a 2,6oo rs, a libra.
Idem preto, mais baixo, a 2,ooo rs, a fibra.
dem, verde, miudinho, maisproprio para
negocio, a l,5oo rs, a libra*.
Vinho de caj A melhor que ha no mercado ^tt{ ,je porco recada muito alva a 46o
a l.ooo rs. agarrafa.
Palitos do gaz a 2,3oo rs. a groza e 2o rs.
a caixinha.
rs, a libra, e em barril se far abatimciito.
Biscoitos inglezes das seguintes marcas;
Craknel, Soda, Ceede, Captain, Travellies.
dem de dentes lixados a 160 rs. o maco com' Lanch, Cabin e outras muitas marcas, a
2omacinhos. l,4ou rs, alata.
iBolachinha de sdo, especial encomraenda, a
Ervilhas seccas chegadas neste ultimo navio 2,2oo rs, a lata,
a 16o rs. a libra, e em porco se faz aba-
timen to.
Biscoito inglez Craknel em latas de 5, 7 e 15
fibras a 5,ooo e 6,000 rs, e de l,2oo a
800 rs, a libra.
Banha de porco refinada a 48o rs. a libra e
42o rs. em barril.
Queijos do reino pelo baratissimo preco de
Vinho branco de superior qualidade proprio. i,600, 1 8o e 3,000 rs os do ultimo
para missa a 64o rs. a garrafa. vapor.
Ameixas francezas em caixinhas elegante-1 dem prato. muito fresco a 64o rs, a libra,
mente enfeitadas com ricas estampas a, dem londrino muito fresco a 800 rs, a libra.
l,2oo, l,5oo e 2,ooo rs. cada urna.
Bolachinha de soda chegada neste ultimo
navio a 1,35o rs. a lata, deste genero ha
grande porfo e de differentes marcas, *"a* yinhos em pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
niip vpnrlpm todas nela mesmo nreco a ,, r 48o, 56o, e 64o rs, a garrafa, e de 3,ooo a
que se vermein un* iciw uicsuiu t iuW 1(lem francezas em frasco ae m\ro com t;,m. > '.'
vontade dos compradores. mj.MaUMMUi* j tu iu>_ 1 a^'< 4,000 rs, a tanaua.
pa do mesmo codtendo 1 '/ 4il>ra a l,iwo '
rs. s o frasco val quase o dinheiro.
Iem em latas grandes a 2,000 rs.
dem propria para lanche em latas grandes dem em latas de 2 libras por l,4oors.
a 1 9oo rs. a retalho, e a 800 rs. a libra.
Marmelada imperial dos melhores fabrican- F de comin mull0 novos em bahuzi.
tes de Lisboa a 64o re. a libra. nhosmuito proprios pare mimo al,28o re.
FruUsemaldaemlatasdeloooaSoor^ ,dem ^^ t ,h |(.
neste genere ha diversas qualidades a es- jJhra >
collier.
Champanba superior das mares mais acre- Passas de caraada a 48 rs- a libra e em
ditadas a l,5oo re. a garrafa e 15,ooo rs.
Marmelada imperial dos melhores conservei-
Vinhijbranco o melhor ne*te genero a 80 rs,
a garrafa e 4,3oo rs. a caada.
dem Bordeaux de differentes marcas, garan-
te-se a qualidade, a 8.000 rs. a caixa com
urna duzia, e a 7oo rs. a garrafa.
Garrafoes com 5 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 2,2oo rs. com o garrafao.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira, mais
proprio para a nossa estacao por ser mais
fresco a 2,4oo rs. com o garrafao.
dem com 5 garrafas de vinagro a 1,2oo rs.
o garrafao,
Sabo massa de superior qualidade a 18o.
2oo, e 22o rs. a libra do melhor que lia
Graixa em latas multa nova a 12o rs. a lati-
nha, e l,3oo rs. a duzia.
Pei-xe em latas muito novo: savel, pescada,
curvin, salmo e outras muitas qualidades
preparados de escabexe, segundo a arte de
cozinha, de l,2ooa 2,ooe re. a lata.
dem do Alto Douro viudo do Porto engar-
rafado e escoltado pessoalmente por um
dos socios que se acha em Portugal, das
seguintes marcas : Duque, Genuino, Ve-
quarto com 8 libras por 2,5oo re.
ros de Lisboa em latas de 1 e mais libras lho secco especial, Lagrimas Doces de
1819, vinho especial D. Pedro V, vinho
velho. Nctar superior de 1833, Duque do
Porto de 1834, vinho do Porto velho su-
perior, Madeira Secca de superior quali-
dade, vinho do Porto superior D. Laiz I
de 1847, Lagrimas do Douro, especial vi-
nho do Porto, de 1,00o a 1 2oo rs. a gar-
rafa e de lo.ooo a 12,ooo re. a caixa com
urna duzia.
a 7oo rs, a libra.
Peas sccaas em caixinhas de 4,00o a 2,ooo
rs. cada urna.
Figos em caixinhas de 1 '/ arroba e de 8 li-
bras a 8,000,4,ooo, e 2,ooo rs, ea 3o re.
a libra, ta:unbem ha serinhas para men
nosa O rs. cada um:i.
Amendoasde casca mole a 36o rs, a libra, e
em arroba ter abatimento.
Idam em garrafoes com 4 lJ% garrafas por
2,5oo rs. com o garrafao.
Vinagre de Lisboa muito superior a 2,ooe
re. a canada.
dem mais*baixo a 1,5oe rs. a caada, e 2oo
rs. a garrafa.
dem em garrafSis cum 4 \ garrafas por
l,2oo rs. com o garrafao.
Ameixas francrv.as *-ni caixinhas com ricas
estanpasno exterior de l,2oo a 2,ooo re.
cada urna.
dem em frasco da vidro de diversos tama-
itos a l,5o e 2,000 rs.
dem em latas de 1 1/2 e 3 libras a l,3oo e
i,3oo rs. cada urna, e a 800 re. a libra.
Figos de comadre em caixinhas de 4, 8 e 16
hrrs a l,3oo, 2,5oe e 5,ooo rs. cada
" urna caixa.
dem em caixinhas de foi lia a 32o rs.
Ideal em caixas grandes a 2oo rs. a libra.
dem em latas ermetimente lacradas de 1,600
a 3,000 rs.
Arroz da India e Maranho a 80, 100 e 12o
rs. a fibra, e 2,5oo e 2,8oo rs. a arroba.
Amendoas de casca mole muifo novas a 4oo
rs. a libra.
Ceblas novas a l,2oo rs. os molhos gran-
des e a l,ooo rs. o cento..
Arpista a 1 \o re. a libra e 4.6oo rs. a arroba.
liacarrao, talharim e aletria muito nova a
4oo e 48o rs. a libra.
Biscoitos e bolachinhas inglesas as ultimas
chegadas ao nosso mercado a l,2oo c
l,4oo rs. cada lata.
Bolachinha de soda e lunch em latas grandes \ Sevadinha de Tranca muito nova a 2oo rs. a
a 2,ooo rs. cada lata. | fibra.
res.
dem de Hollanda em garrafoes grandes a
5,5oo rs cada um.
dem em botija a 4oo rs. cada urna.
Garrafoes vasios de diversos^tamanhos a 5oo,
64o e 1.2oo rs
Gomma do Aracaty a 80 re. alibra muito alva
Graixa a loo rs. a lata, e l,2oo rs. a duzia.
Licores finos franeezes em garrafas e frascos
do diversos tamanhos de 600 a 800 rs. ca-
da um.
Marmelada imperial de todos os conserveiros
de Lisboa a 94o e 7oo rs. a libra.
Massa de tomate muito nova a 64o rs. a li-
bra.
Marrasquino de Zara a 640 rs. o frasco,
dem em frascos grandes a 800 rs.
Cominhos muito novos a 5oo rs. a Mbra.
Erva-doce a 24o rs. a libra.
Pimenta a 36o rs. a libra.
Gravo da India a 64o rs. a libra.
Cannella a l.loors. a libra.
Alfazema a 2oo rs. a libra.
Sal refinado em frascos de vidro a 600 re. o
fraco.
Copos finos para agoa a 5,ooo re. a duzia.
Chouricas novas a 72o rs. a libra.
Mostarda franceza preparada e muito nova
a 32o rs. cada um frasco.
Conservas francezas de superior qualidade a
640 re, o frasco e 7,ooo rs. a duzia.
Azeite doce a 64o rs. a garrafa.
o gigo.
Bolaxiuhas inglezas de superior qualidade a
Serveja das melhores marcas que vem ao 2.000 rs. a barrica, e a 2oo rs. a libra,
mercado a 5oo rs. a garrafa e a 5,ooo rs.
a yyj;, t Chocolate francez o melhor que se pode de-
sojar neste genero a 1,000 re. a libra.
Wem preta superior a 56o re. a garrafa e a
5,4oo rs. a duzia. \ Macas para sopa estrelinha,' pevide, arroz de Massa de tomates a 64o rs, a fibra.
Vinho Bonieaux de differentes marcas, e as' uiaca a 48u a ,ibra>_e em caixa a 2,0001 pimenta do reino a 34o re. a libra,
mcihorjs do mercado a 7,ooo, 7,5oo e cada uma macarraao, talhenm, e ale-
Sardinhas de Nantes a 32o rs, a latinha.
Toucinho de Lisboa muito novo a 3oo re,
libra e em arroba a 9,ooo rs.
tria a 4oo rs. alibra
Farinha do Maranho a 14o rs, a libra.
8,000 a caixa com urna duzia, e em gar- j
rafas a 84o, 7oo e 800 rs., garante-se a Amendoas de casca mole a 4oo rs. a fibra. Cbalas a 800 rs. omolho, 64o rs. o cento
boa qualidade. 1
Avelans muito novas a 2oo rs. a libra,
dem Figueira de superior qualidade a 48o
re. a garrafa e 3.5oo rs. a caada. Lrvilhas francezas muito novas e% layjs
grandes a 64o rs.
dem de Lisboa a 2.800 rs. a caada e 4oo
rs a carrafa. 'dem cm "ltas Pequenas e 4oo re.
dem do Porto de superior qualidade para Maca de tomate em latas ()e 4 e 2 libras a
mesa a 500 rs. a garrafa, e 4,000 rs. a ca- ^0 K
nada.
Salmo em latas de 1 '.j fibra a 800 re.
e6<5oo a caixa.
Tijollo para fimpap facas a 16o rs,
Cerveja das mais acreditadas marcas de 5,ooo
a 7,5oo a duzia, e de 5oo a 600 rs, a gar-
rafa,
Prezunto para fiambre muito fresco e novo
a 800 rs. a libra.
dem fino do Alte Douro da cojheita de 1833, Lag0stinho em latas grandes a l,4oo rs. ca*
como sejairt: B. Luiz, Fetona velho, Nec-, uina
tar, Circavellos e Camoes em caixa de
urna duzia a 9,ooo rs. Sardinhas de Nantes a 36o rs. a lata.
Lagrimas do Douro, especial vinho do Porto Cqgnhac inglesa 8oe r> a garrafa,
a l.ooo re. a garrafa e lo.ooo rs. a caka. cor fraftce ^ mMns marcas do ^
Duque do Porto, Madeira secco, duque ge- j cado a 800 rs. a garrafa.
fS*STdr *" *"* I ^ chegate eStc mm navio cal-
xa com duas arrobas por 1,600 re., e 4o
re. a libra.
Garrafoes com vinho do Porto a 2,2oo rs.
cada um.
Vinagre de Lisboa de superior qualidade a
2oo rs. a garrafa e l,2oo rs. a caada.
Conceryas inglezas a 75o re. o frasco.
I Sal refinado em pides a 5oo rs. cada un.
Azeite doce refinado era garrafas grandes a Mo9tara ngre,a a I>000 rs. 0 frasco.
800 re.
dem de Lisboa a 64o rs, a garrafa, e em
caada a 4,8oo rs.
dem franceza a loo rs. opote.
Mdho alpista a 16o re. a fibra e 4,800 rs. a
Presuntos inglezes para fiambre a 7oo rs. a -
libra. i Graixa muito nova em latas grandes a 120
dem de lamego encomraenda particular a ris.
48o re. a libra, e inteiro se faz abatimento.
Genebra de laranja a l.ooo rs, o frasco,
Chouricas as mais frescas do mercado a 800
re. a libra.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa,
e lo,5oo rs. a caixa com urna duzia.
Licores francezes e portugueses do todas as
marcas de 10,000 a l,ooo rs. a duzia.
Passas muito novas a 5oo re. a libra e a 8,5oo
rs., a caixa. Ha caixas, meias e quartos.
Batatas a 1,000 re. o gigo com 38 fibras e
.oeo a caixa com duas arrobas cadauma.
Bocetas com doces seceos de 3,ooo a 3,5oo
re- cada urna.
Bolachinha ingleza a 32o rs. a libra,
Azeite francez e portuguez refinado a 800 rs.
a garrafa, e 9,ooo re. a caixa com urna du-
zia.
Conservas ingle/as das seguintes marcas:
Mixed. Pickes, e ceblas simples a 800
rs. o frasco.
Toucinho do reino o melhor do mercado a
320 rs. a libra, e em arroba a 9,ooo rs.
Velas de espermacete de 4, 5, e 6 por libra
a 560 rs., e em caixa se faz abatimento.
dem de carnaaba refinada a 32o rs. a libra
e 9,ooo re. a arroba.
dem de carnauba pura do Aracaty a 4oo rs.
Latas com peixe em posta Cnneticamente | osterdajngleza preparada em potes a 4oo
lacradas das melhores qualidades de pei-
xe que ha em Portugal a ,2oo re.
ATTENpao.
Neste grande armazem de molhados vende-se em grandes porcocs e a retamo,
fazendo se differensa T.nsideravel a quem comprar de 1005 para cima.
a libra e lo,5oo rs. a arroba.
Gomma muito fina e alva a 80 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 32o rs. a libra.
Farinha do Maranho muito alva cheirosa
a i 2o re. a libra.
Sag muito novo 24o rs. a libra.
Caf lavado de 1* qualidade a 32o re., dito
de 2* a 28o rs. a libra e 8,2oo rs a arro-
ba, dito de *' a 0o rs. a libra e 7,800
) re. arroba.
Charutos suspiros dos melhores fabricantes
de S. Elix a 2,5oo rs. a caixa com loo
charutos.
|ldem finos de diversos fabricantes a 1,600.
l,8oo e 2,ooo rs. a caixa com loo charu-
tos, Jo preco nao indica a boa qualidade!
rs. opote.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra e 4,8oo
rs. a arroba,
Vasos inglezes vasios de 4 a 16 libras, muito
proprios para deposito de manteiga, doce,
e outro qualquer liquido, de 1,00o a 3,ooo
rs, cada um,
Vassouras americanas a 800 rs. cada urna.
Velas de spermacete as melhores que ha no
mercado a 56o e 64o rs. e masso, e em
caixa se far urajgrande abatimento,
dem de carnauba e composico, de 4oo a
32o rs. a libra, e de lo.ooo rs, a 11,5oo
rs. a arroba,
Caf de 1 e 2 sorte de 8.3oo a 8,600 rs. a
arroba, e de 28o a 32o rs. a libra do me-
lhor,
Arroz da India, Maranho e Carolina a 3,ooo,
2,8oo e 2,4oo rs. a arroba e a loo re. a
fibra.
Frasqueira de genebra a 5,8oo rs. c a 5oo
rs. o frasco.
Azeite doce em barril muito fino, a 64o rs.
a garrafa, e em caada ter abatimento.
Papel greve pautado e liso a 3,5oo rs. a
resma.
Genebra de Hollanda em botija de conta a
44o rs. a botija.
Passas corinteas a 5oo rs. a lila-a e I2.8oo
rs. a arroba,
Ervilhas franceza e portugueza a 640 re. a
lata de urna libra.
Chocolate francez, hespanhol, suisso e por-
tuguez a l.ooo rs. a libra, e a 28o rs. ca-
da pao de urna '/*
Ameixas francezas em caixinhas elegante-
mente enfeitadas, com diversas estampas
no exterior da caixa de 1,500 a 3,ooo re.
cada urna; tambem ha frascos e latas de
differentes tamanhos que se vendem por
mdico preco.
Massas para sopa: macarro. talharim e ale-
tria a 48o rs. a ibra, e em caixa se tara
abatimento.
Garrafoes com 14 garrafas de genebra de
Hollanda a 5,5oo cada um.
Charutos de todas as marcas e dos melho-
res fabricantes da Bahia de 3,ooo a 4,eoo
rs. a caixa.
Todos os senhores que comprarem para negocio ou casa particular de 100,5 para
. cima tero mais 5 a 10 por "a de abatimento; o proprietario scientifica mais que todos
por'm deera-se ao trabalho de virem ou i os seus gneros sao recebidos de sua propria ^ncommenda, razo esta para poder vea-
mandarem o verto a realidade. | der por muito menos d que em.outro qualquer (fesUbetestoeoto.
(


Diario de Feroaafeaco Terca feka t de Dtzembro de l SOS.
ATTENCAO
9 IARCiO do (iiino n
GRANDE SORTIMENTO
DE *
1
ARMAZENS
DO
PRGRESSISTA
RU 1 DAS CRUZES Jf. SO
*T '5*
PARA A FESTA.
DUARTE & C.
Participam aos seas numerosos freguezes e ao publico em geral que acabam de
receher de sua propria encommenda, o mais lindo e completo sortimento de molhados,
os quaes vendem por grosso e a retalho por menos 10 por cento do que outro qualquer
annuncianle, como vero pela seguinte tabella que abaixo notamos, garantindo os mes-
mos proprietarios nSo s o peso como a qualidade de seus gneros.
AVISO. J
Todos os senhores que comprarem para negocio ou casa particular de 1005 para
rima terao mais 5 a 10 por cento de abatimento, os proprietarios sclentificam mais que
todos os seus gneros sao recebidos de sua propria encommenda, razo esta para pode
vender por muito menos do que outro qualquer estabelecimento.
Castaiihas muitonoVasa 2,ooo rs. a cafoa, e Vellas de carnauba e composico de 32o a
36o rs. a libra"e de io.ooo a H,ooo rs. a
arroba.
Genebra de Holanda em botijas de cona a
440 rs. a botija, e em duzia ou em barrica
ter- abatimento.
Figos em caixas de I arroba, '/j e 8 libras
a 8,000 4,ooo e 2,ooo rs. a caixinha.
a 64o rs. a lata.
Ameixas francezas em caixinhas elegante-
mente enfeitadas de I,5oo a 3,ooo rs. a
caixinha, tambem ha latas de I '/i a 6 li-
bras de 4,2oo a i.Soo rs. a lata.
dem em Irascos com tampa de rosca a 1,6oo
rs. o frasco.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
suisso a i,2oo rs. a libra.
Conservas inglezas das seguimos marcas
Mixde-Picles o cebollas simples a 75o rs dem do Porto muito especial a 5,5o rs.
o frasco. caada e 72o rs. a garrafa. .
a 10o rs. a libra.
Bolinho francez e em caixinhas de 7oo a
l,."oo rs. cada urna.
Wem franceza a mais nova do mercado a 56o
rs. a libra, e 54o rs. em barril.
dem de porro refinada muito alva 46o rs. Massas para sopa macarrao, talharim e aletria
a libra. a 48o rs. a libra e em caixa tura abat
Prezunto para fianbre a 8oo rs. a libra.
Cha uxim miudinho vindo de conta propria,
o melhor do mercado a 2,8oo rs. a libra.
dem hyson de superior qualidade a 2,6oo rs.
a libra.
dem perola o melhor que se pode desejar a
2,7oo rs. a libra.
dem preto muito lino a 2,5oo rs. a libra.
Idem mais baixo pouco a 2,ooo rs. a libra.
dem mais baixo a l,8oo rs. a libra.
Yinlio do Alto Douro viudo do Porto engar-
rafado garante-se a superioridade deste vi-
nho, das seguintes marcas : Duque, Ge-
nuino, velho secco, especial lagrimas do-
ces de 1819, vinho especial D. Pedro V.,
vinho velho, Nctar superior de 1833, Du-
que do Porto de 183*. vinho do Porto ye-
Ino superior, madeira secca de superior
qualidade, vinho do Porto superior D. Lu-
iz I "de 1847, lagrimas do Douro espe-
cial, vinho do Porto de l,oooa l,2oo rs
a garrafa e de Io,ooo a 14,ooo rs. a caixa
com urna duzia.
Bolacliinha de soda especial encommenda e a
m lis nova que ha no mercado a 2,2oo rs. a
lata.
Biscoitos nglezes das melhores marcas em
latmhasde 2 libras a l,3oo rs. a lata.
Idea) inglezes craknel em latas de 5 e 7 libras
de 5,ooo a 6.000 rs. a lata, e em libra a
800 rs.
QuetjoB do reino chegados pelo ultimo vapor
de 2,000 a 3,ooo rs. cada um.
dem prato a 7oo rs. a libra.
Vinho em pipa das mais acreditadas marcas
como sejamBdr F., PRR, JAA, outra
militas marcas. Porto, Lisboa e Figueira ;
de 18o, aoo, 56o, 6io e 800, rs., e o do
Porto lino em garrafa, e em cenada a
3,000, 3,5oo, 4,000 e 6,5oo rs. o melhor
do Porto.
dem Bordoaux das mais acreditadas marcas
a 7oo rs. a garrafa, e a 8,000 rs. a caixa.
fiarrafoes com 5 garrafas de superior vinho
do Porto a 2,2oo rs. com o garrafo.
dem com 5 garrafa de vinho da Figueira mais
proprio para a nossa estacao por str mais
fresco a 2,'ioo rs. com o garrafo.
dem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.
com o garralao.
Vinho branco o mais superior que vem ao
nosso mercado a 5(5o rs. a garrafa, e a
i,3oo rs. a caada.
Vetas de esparmacate as melhores ueste ge-
nero de 56o a 61o rs. o maco, e em cai-
xa ter.4 grande abatimento por ha ver
grande porco.
Azeile doce em barril muito fino a 64o rs.
a garrafa e 4,8oo a caada.
dem francez refinado a 800 rs. a garrafa.
Ki-vilhas-francezas e purtugueas a 64o rs. a
lata.
Btelas eom doces seceos de Lisboa de 3oo
a 3,5oo rs. rada urna.
Toueinho deLisboa a 3oo r^. a libra, e a
9,ooo s. a arroba.
ores muito novas a 16o rs. a libra e 4,800
rs. a arroba.
Cafe de l.\ 2.1 e 3.* qualidade de 26o, 3oo
e 36o rs. alibra, doCear de 7,8oo, 8,600,
e !).2oo rs. a arroba do melhor.
Arroz da India, Java eMaranho de 2.2oo a
3,000 a arroba, e de 80 a loo rs. a libra.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa s 5oo
a iihra. ha caixas meias e quartos.
Sevadioba de Franca, a 24o rs. a libra
38RA DO IMPERADOR38
e\
Agua natural de Condllae,
muito reronimendada as afeccSes do tubo gastro-intcstmal, nos dosrin>, e bexica ourinaria, polas
suas proprkdadcs alcalinas, e o' rido carbnico que naturalmente contm em suspendo, de pi ero
mais commodo que a agua de khy, e de propriedades talvz superiores pela grande quantidade-de
acido carbnico. Injecco Uro*, agua di- le Ckeelen, cupahiba de Mege, injec.qao Fuias de tumtlo
ie zinoo, muito recominendada as gonorrheas. Lerroy francez verdadeiro ; na mesma casa tea
algumas caixas de instrumentos cirurgicos para operarnos de Matieu e Charricrc.
a libra,
dem hysson muito superior a 2,7oo rs. a
libra,
dem uxim a 2,5co rs. a libra.
dem hysson a 2,3oo rs. a libra.
dem idem a 2,000 rs. a libra.
dem preto de qualidade muito especial a
2,eoo rs. a libra.
dem idem inferior a l,6oo rs. a libra.
Champagne a melhor neste genero a 1.5oo
rs. a garrafa e 18,000 rs. o gigo..
dem estreHinha, rodinha e pevide em caixi- ,. .
has 2,500 a 3,5oo rs. a caixinha e. a 600 rs. a; a f>arra,a-
nbra. Chocolate francez, hespanhol, e portuguez, a
Doce de goiaba em caixas de diversos tama-! a Ooo c i,2oo rs. a libra.
nhos de 600 a 1,000 rs. o cabrito. Charutos dos melhores fabricantes da Babia
Sabao massa de 2oo a 24o rs. o melhor, em de quididades, especialmente escolhidos,
caixa ter abatimento. ,lt! *. a *^0 caixa.
dem hespanhol a 28o rs. a libra.
RA DO CRESPO N. 9
\o feafrro de Manto Antonio.
loaquin fos (ornes de Wonza scientifica a seus numerosos fregu,
zes e ao publico em geral que acaba de estabelecer um novo armazem de molhados
ra do Crespo n 9, aonde se encontrar sempre os melhores gneros de estiva, que
se venderao a retalho e por atacado, por menos dos que se venderem em outra qualquer
parte, affiancando-se aquellas pessoa que comprarem nestes'rmazens a superior qua_
lidade de gneros, preoos commodos e bom acondicionamento.
O armazem da ra do Crespo situado no melhor local desta cidade com e as-
. ... Tii- odiauts eiu dixas uiu a aiTuoas uur apuuu, e a *o rs. a uura.
seio que e de necessidade manter-se com estes estabelecimentos, faz crer a seu pro- Toucnh0 de Lisboa, a 32o 1 s. a libra, e a arroba a 9000, ou barril.
prietario, que ninguem deixar de sortir-se n'um estabelecimento aonde seencontra an-,^3 de I", 2a, 3* e 4a sorte a 2>>800, 2ij300, 2^000, e 1800 a libra.
Azeite doce de Lisboa a 3000 o galio, e a 600 rs a garrafa,
ceridade, para ir-se comprar aonde se nao offerecem tantas vantagens. test de carrapato, a 280 rs. agarrafa, e a 25000 a caada.
Sendo este armazem no verdadeiro ponto de parda para os arrabaldes desta' S01? vfdadeira de Hollanda marca gallo a 400 rs s1 botija.
r Milho alpista o mais lanpo que ha a 160 rs. a libra a 4800 rs., a arroba,
cidade, nao ser diflkil queHes senhores que tem de partir nos mnibus darem suas Vinho verdadeiro Figueira e Lisboa, a 500 e 400 rs. a garrafa e a caada a 35500 e 3<5W0.
pucommendas neste armazem, que sempre lhes offerecer os mais agradaveis gneros ,Mem donri!''!5?? 1acanada- k k .-
e > i r e ,c j E alem dos gneros annunciados ha outros mudos baratsimos, assim romo
Cha perola de especial qualidade a 2,8oo rs. dem muito superior a !,ooo rs. a garrafa.,queijosnovos, chouricas, servejas das melhores marcas, aletria, ameixas sevada, com-
CONSERVATIVO E CONSERVADOR
21 e 23Lmw Ao Terco21 e 23.
Joaquim Simoes dos Santos, proprietario destes estabelecimentos de mofhados
participa ao publico e todos em geral, que vende nos seusarmazens os genero- por
menos de 5 10 por cento do que era outra qualquer parte, garantido-so pela snpe ior
qualidade.
Manteiga inglcza perfeitamenteJr a 800 rs. a libra.
dem franceza, vinda pelo ultimo navio a 560 rs. a libra e 540 rs. em barris ou meio.
Banha de porco retinada, a 400 e 44o rs. a libra.
Velas de espermacete eoamauba a 860, 400 e 600 rs. a libra.
Caf do Rio de Ia e 2a sorte a 270 e 300 rs. a libra, e a arroba a 8500 e 9/000 rs.
Batatas em caixas com 2 arrobas por 2000, e a 4o rs. a libra.
' ho, erra-doce, pimenta, sabao, canella, phosphoros do gaz, que tudo se vende por
Cafe a 28o e 32o rs. a bbra, e a 8,ooo-e imum de 5 10 por cento, a dinheiro contado.
9,ooo rs. a arroba. 1
Cen-eja das melhores marcas do nosso mer-
cado de 5,ooo a 6,ooo rs. a duzia, e 5eo
rs. a garrafa.
Conservas inglezas a 75o re. o frasco e 8;6oo
rs. a duzia.
Doce era calda a 5oo rs. a lata.
dem de goiaba em caixas e .diversos tama-
itos e de diversas qualidades de 64e a
l.ooo rs. cada urna.
Ervilhas francezas muito novas de 48o a 64o
rs.
dem portuguezas a 72o rs. a lata.
dem seccas a 2oo rs. a libra.
Vassouras do porto com arcos de fero a 32o
rs. cada urna.
Fl \ IVAO DO BOWAI-RC1 DO
liRUM N. 38o
Este muito acreditado estabelecimento est prvido de um completo sortimento de
macbinismos proprios do fabrico de assucar, a saber:
Machinas de vapores as mais modernas e mais acreditadas.
Bodas d'agua de ferro com seus pertences.
Moendas e meias moendas de todos os tamanbos.
Bodas dentadas, angulares e de espora.
Taixas de ferro batido e coado.
Boceas de fornalha pelo novo systema Wetson.
Alambiques de ferro fundido.
Fornos para cozer farinha.
Moinhos para moer mandioca.
Arados americanos, etc. etc.
Velas de espermacete da melhor qualidade
a Ooo rs. o maco.
Farinha do Marauho muito alva a 14o rs. a
libra
Peixe em latas muito novo ; savel, pescada,'.. vma.lpira 4ft0rs a uhra
corvina, salmo e outras muitas qualidades 1UIIU ae *,rai uw vewa4le,ra a rs-a "Dra-
preparada de escabeche 2 a arte de cosi- Vinho do Alto Douro engarrafado, e os mais
l,2oo a l,8op rs. a lata. bem escolhidos lagrimas de.Douro, ^! Tijo,0 para limparfacasa 14o rs. cada um.
dro v, D. Luiz I, Duque genuino, I^ectar J l *
superior, Marvasia fina, Bastardo, e outros
a ll,ooo e 12,000 rs. a duzia e l.ooo rs.
dem de carnauba e composic3i a 32o e 36o
rs. a libra e lo,ooo rs. a arroba.
GRAGEAS
deGELISe CONT
Ao lactate de ferro
Barris de vinho branco de quinto, marca B a garrafa.
B rima a (io.ooo1 rs. o barril. ^m ,erry e Ma(lek.a ., |5oo rg a garra.
Marmelada imperial dos m lhores conservei- fa e 16 ooo rs. a duzia.
lmSlaLLdeb0ia ?'ite02rhbrastnhade ^'lm tota de diversas marcas de 8'0
ha latas de 1 j e 2 libras a lQ0QQ a duzjJ) eSoors A garrafa
Massa de tomatejmlatasdouradas de 1 libra Bolaxlnhas am(Ticanas a 3,ooo rs. a barrica,
e 2oo rs. a libra.
Batatas muito novas a I,ooo rs. o gigo, e 6o
rs a libra. _,
Banha de porco retinada a 48o rs. a libra, e
em barril a 44o rs.
Vinho em pipa de Lisboa, e Figueira, de3,ooo
a 4,ooo rs. a caada, e 5oo rs. a garrafa.
I
dem de Lisboa em ancoretas de 8 a 9 cana-
das por 27.ooo re.
Ancoretas de vinho colares a $0,000 rs., e.Idem em garraoes com 4 '/i garrafas por
2,5oo rs. com o garrafo.
a 72o rs. a garrafa.
Sardinhas de Nantes a 32o re. a latinha. -
Charutos das mais acreditadas marcas de
2,000 a 4,000 rs. a caixa.
Vinagre de Lisboa muito superior a 2,ooo
rs. a caada.
dem mais baixo a l.ooors. a caada, e 2oo
Champagnhe a melhor do mercado do I2,ooo rs' a ^arra a"
a 24,ooo rs. o gigo, e de I,2oo a 2,ooo rs. a dem era garraoes com 4 'i garrafas por
garrafa.
Papel greve pautado ouliso a 3,5oo rs. a res-
ma.
dem de peso pautado ou lizo de 3,5oo a
4,000 rs. a resma.
l,2oo rs. com o garralao.
Manteiga ingleza a Goo, 7oo, 800 e Ooors.a
libra de primeira-qualidade.
dem franceza a 56o rs. a libra em barril, e
a 600 rs. a retalho.
Gomma muito fina e alva a 80 rs. a' Hbra.
Milho alpista e painso de 16o a 2oo rs. a h- Ameixas francezas em caixmhas com ricas
bra. estampas no exterior de l,2oo a 2\ooo rs.
("Jjl'l 111TI*1
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a grosa e 2oo rs. a
duzia. dem em' frasco de vidro de diversos tama-
,,., nhosa l,5ooe 2,5oors.
Vasos inglezes de 4 a 16 libras vasios, muito!
proprio para deposito de doce manteiga >dem em latas de 1 1/2e 3 libra a l,3oo e
ou outro qualquer liquido de l,ooo a) 2,3oo rs. cada urna, e a 800 rs. a libra.
3,ooo rs. cada um. ^.gos de eoma(lre em bj^^og de f0ina prf>
Licores das melhores marcas e mais finos' Prios Para mia,8 a *>6o re. cada um.
a l.ooo rs. a garrafa e em caixa ter abat- iem em caitinhas de fclha a 32o rs.
ment. |
n dem em caixas grandes a 2oo rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa 1
e lo,5oo rs. a caixa. Wem em latas ermeticamente lacradas de
Chouricas as ma9 frescas do mercado a 800 '
re a libra. Arroz da India^Maranbfio a 80, loo e I2o
Genebra de larania em frascos grandes a n' a 'wra*
l.ooo rs. o frafco. Amendoas de casa mole maito novas a 4oo
Serveja das mais acreditadas marcas de i a 'l')rz-
5,5oo a 6,5oo a duzia e de mais a 5oo re.' Azeitonas superiores a l,2oo rs. o barril.
a garra/a.
Alpista a 14o rs. a libra e 4,6oo a arroba,
dem em botijas e meias, sendo preta da Letria a 4oo rs. a libra,
muito creditada marca T de 6,5oo a 7,8oo ,. ,
rs. a duzia. Biscottos e bolachiuhas inglezas as ultimas
chegadas ao nesso mercado a 1 ,oo e 1, 4oo
Ceblas em melhos grandes a 800 o molho' K. cada lata.
640 o cento, e a 6,5oo rs. a caixa
Bolaxinha de soda e lunch em latas grandes
a 2,000 rs. cada lata. '
y,
2
Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
Farinha do Maranho a 14o rs. a libra.
Tijolo para limpar facas a 16o rs. cada um.
Cominho a 4oo rs. a libra.
Erva doce a libra.
Canella a l,ooo rs. a libra.
Batatas
j Cognac de superior quadade 800 re. a gar-
rafa.
Toueinho de Lisboa e Santos a 32o rs. a libra.
Sevada muito nova a loo re. a libra.
Peixe em latas grandes, savel, pescada, cor-
vina, e outras qualidades a l.ooors. cada
lata.
Papel greve pautado e liso de 3,ooo a 4.000
rs. a resma.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e 80 rs.
a libra.
Palitos lixados para dentes a 14o rs. o maco.
dem de flor a 2oo rs. o maco.
Prezualo para fiambre inglezes e americanos
a85ors. a fibra.
dem do Porto a 48o rs. a libra.
Queijos prato de 48o a 600 rs. a libra.
dem load rios os melhores que se encontrara
neste.mercado a 800 rs. a libra.
dem flamengos vindos no ultimo vapor de
2,800 a 3,ooo re.
Sardinhas de Nantes muito novas a 32o re.
a lata.
Sag muito novo a 2oo rs. a libra.
dem muito superior a 28o re. a libra.
Sabo maca de diversas qualidades a 2oo e
24o rs. alibra.
Wem inferior de 12o a 18o rs a libra.
fe
Genebra de Hollanda em frasqueiras a 6,5oo
rs.
dem hamburgueza era ditas a5,8oo rs.
dem de Hollanda em garrafes grandes a
5,5oo cada um.
dem em botija a 4oo rs. rs. cada urna.
Garrafes vastos de diversos tamanhos a 5oo,
64e e l,2oo re.
Gomma do Aracaty a loo rs. a libra.
Graixa a loo rs. a lata, e l,2oo rs. a duzia.
Licores finos francezes em garrafas e fras-
cos de diversos tamanhos de 600 a 800 rs.
cada um.
Marmelada imperial de t' dos os conservei-
ros de Lisboa a 64o e 700 rs. a libra.
Massa de tomate muito nova a 04o rs. a
libra.
Marrasquino de Zara a 6io rs. o frasco,
dem em frascos grandes a 800 rs.
Cominbos muito novos a 5oo rs. a libra.
Erva-dece a 24o re. a libra.
Pimenta a 36o rs. a libra.
Cravo da India a 64o rs. a libra.
Cannella a 1,100 rs. a libra.
Alfaftma a 2oo rs. a libra.
Sal refinado em frascos de vidro a 600 re,
o fraseo.
Chegado pelo vapor:
So para o vigilante, na do Cres-
po a. 9.
1 At que chegaraiu as muito desejtdas cascain-
lhas de todas as cures com urna fitiuha de velludo
1 no centro, coosa muito elegante para piifeitc, assim
como de outras qualidades, e preces /uuilo razoa-
Approvadas da academia imperial de medicina Veis : s m vigilante, ra do Crespo, n. 7.
de Paris. para dar de mimo.
Segundo O relatorio feito na academia em 1 Chegaram as riquissimas nonecas de lodos o?
4 de fevereiro de 1840 pelos Srs. profes-' laman"os.Tes,i,,il,hos ricamcnt( enfeitados, rada
wre sores Douiuauu, rouquier e iwiiy, ebie icr cado mi baratissimo preco: s no vigilan-
ruginoso e reconnccido superior a lodos os te, ra do Crespo n. 7.
outros para curar.: a chlorosis (pales cou-. Para o seakores hachareis.
leurs). e leucorrha (pertes blanches), a1 Chegou tempo a riquissima lita de chamaloe
anemia (flaqueza de temperamento nos dous flird -'artas dos senhores tachareis, anim romo
sexos), diflkindade de menstruagao sobre H"? }!**< W P f'ii.r l,,Iras- ,oa <'arri
, sintos : so no vigilante, ra do Crespo n. 7. .
tudo as mocas, incontinencia de un- F
as, etc. Peotea de marraa.
E' 0 mais agradavel de tomar por sua ; ambem chegaram os riquissimos peines frma Ac nilnlas avnrirad.'K ft ppnrhl- 1 marrafa com pedrintias.os lindos pentes de n f:<..
lorma e pumas assocaraaas, e essenciai- para men meiasdesedae sa|',aInhos ,1IV,.ril..,
mente mais elficaz do que as outras prepa- para baptisados, meias de seda para senhora, Dtas
rafoes etc., por ser muito SOluvel no SUCCO de lia para debrom, fita de linlu-, tranrasde 15a,
gstrico, COniO COllSla do relatorio lido re-; e ,inho e de ^'uvas de seda e pclhr, e lio de
centemente na academia de medicina de BffiSEaJf^SK&S
Pars pelo Sr. Flix Boudet, em nome de tura, fivelas de madreperla esmaltadas de ac
urna commissao composta dos Srs. Velpeau, parasintos, flores.de Masas qaalia i.s, caiiiul s
Depeau, Bouchardat, Trousseau, etc., to- com pastilhas de perumaria, aharadores de lia
cinrln ne PTnprii'ni'i-is fpitas rihro a nrinri- Para SPnhora. toncas e sapatinhos ile hia. puls.ii i-
canuo as experiencias tenas soie os prmci- nhag de l)0rra(.ha.pata seurar manntos, Btaie
pes seres ferruginosos com um sueco gas- cordes de borracha, sabonetes redondos, ditos
trico fresco no laboratorio do Sr. Boudaul,; chamados de familia, pomadas de todas asquau-
pelos Srs. Drs. Corvizart e Barreswil, que |dades e dos fabricantes mais afamada, clcheles
n lartatn de forro o mak nluvel p nnr ,pratiados muito finos, retroz de todasas qualidades.
o laciaio ae ieno e o mab sout\ei e por re|roz em carretp| e cm novo(|(i p f mM|da ^
COnsequencia O mais euicaz. j todas as cores, escovas para dentes, ditas para roti-
JeposilO geral: em Pars, ra Bourbon- : pa, ditas para chapeo e ditas para unha, de todos'
fVillneuve 19 'os presos, e outros mais objectos, que se turnara
Em Perambuco, na casa de Caors Bar-! ^"hf,9ann!I",ciar'e visla felZ!^ KZ
i r,- rs *<* me,tp_sp fazer todo o negocio: so no vigilante, ra
bsoa, ra da Cruz n. 22.
Um confeito e especifico para
expellir os Vermes,
Pastilbas
ps
ATTENCAO
O proprietario dos armazens do Progressista jamis deixar de offereeer aos seus
freguezes tudo o que for preciso para que sejam bem servidos, e como a festa se aproxi-
latatas a l.ooo rs. o gijro enm 32 libras liqui-' ma ptima a occasio dos seus freguezes experimentarem a readade, que nunca dei-
das e 2,*Joo rs. a caixa de duas arrobas, axr de ser mantida pelo proprietario destes armazens.
11 la jf/J-LL -~ ^ i-----------~~
DE KEMP.
I do Ccspo n. 7.
l'iu chapeo por 400 rs
S no Vigilante
Custodio Jos Al ves Guimares, tendo arremata-
do urna grande porcjio de chapeos de ;-ol para me-
ninas, e querendo que seus irwnnM partiHie de
tal pechincha, est os dando pela diminua qnantia
de 400 rs.: quem deixar de comprar mesmo p.v
ra as senhoras irem ao banho cobertas do sol.
' S no Vigilante, roa do Crespo 11, 7.
Unha.
Tambem arrematou urna grande porfao de linha
preta muito Ibrte em massos do libra, que se ven-
de pelo baratissimo preco de 800 rs. cada um : s
no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Botdes.
Lindissimos botoes para punhos tanto para ho-
mem como para senhoras, pelo barato prcc,o de
240 rs. o par : s no Vigilante, ra do Crespo,
n. 7.
Os nieninoH s pedum i gritos, porque
citas si> d hcirn, aanr e cor agrada-
ve, A eh'sranei, n seguridade de ac-
cft>>, o inoffcneivo das
Pastilas Vermifugas de Kemp
A PAR DA SUA
(niposicso exclusivamente Vegetal,
sao estas pois as suas melliores e mais
completas de todas as recotnmenda^es
que se posM fneer e cmn justa razfto as
eollocio na categora d'nin favorito uni-
versal.
A superioridade das
Fastilhas de Kemp
sobre todas as preparaces destinadas
para o mesmo fim devido sua sim-
ples composioo o bou aroma agrada-
vel e rapidt'B e int'allibilidade coui
qn alcanea a destrnico total das
UOMBRIGAS.
I A venda as boticas de Caors & Barbosa,
ra da Cruz, e Joio da C. Braro dt C, ra
da Madre de Dos.
11 ua da Seozalia 42.
A.6ENCJA
DA -
FNDICAO DE LOW-MOOB.
. Ra da Senulla nova n. 12.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenbo, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de lodos os-
tamanhos para ditos.
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston cV C,
ra da Senzalla Nova n. 42.
ESCRAVOS FGIDOS.
Fugio do engenho Pirao da comarca da ci-
dade de Nazareth em 20 do mez de maio do cr-
reme anno 1863, um mtriatinho de nome MamI,
de idade 45 annos, leven vestido camisa e ceroula
de algodaozinho azul, um tanto descorado ria eor,
tem os ps feios e es dedos delles arrebttados, os
psadiante largos e os calcauhares linos,' tetn o
eostume de andar com a eabeca liaixa, cabellos
estirados, de rabocolo : qoem o pegar e trouxer
em dito engenho ser recompensado com 2001.
Escravo frgido.
100*000 de gratifleavae.
Contina fgido desde Janeiro o mulato de nome
Raytnundo, natural do Ir, estatura regular, idade
de-s ern cao cIp VWWe se, em Casa ae S. P.JonnstonftC, tP!ita grande, rosto oval, com una fistola na Tace'
sellms e Sllhoes inglezes, candieiros e castl- esquerda, magaas salientes, denles limados pontu-
Caes bronzeados, lonas ingleas, fio devela, dos, horca regulare principio de bue*), lsemios
chicotes para carros e montara, arreios para Rueos, costumava a*dar calcad... Jaa*
__- j j. i. .wiwo Fm <(j j apprehender, dirna-se a ra da,
carros de um e dous cavallos, e relogios de c,^ d0 ^f, nMM, a Ld Antonio Seqneira,


ouro patente inclez.
que entregar aTeferid* graticaviu.


t
s
Vlttrfo de Peroaftibrico Terra fetr tf> 4e flexeitihfo de i 4*33.
JURISPRUDENCIA
inestSo eaiubi.il.
&rr valido o aeceile escripto
fra da letra, ou em acto separa-
do? Sim.
I
Por occasio do meu primeiro concurso una
das vagas de lente substituto da Faculdade du D-
retto desta cldade offereci a seguiuto these de di-
reilfl commercial :
t A" valido o acuite de urna letra mo es crift o
no proprio corpo delta.
Na discussao oral do predtto concurse (aos 21 de
iuilio de 18G2) argumentei sobre essa mesma Ihese,
conforme Dous me ajudou, e se euto (modestia a
part) nao fui vencedor, parece-meque tambera nao
liqufi vencido, como muila gente Ilustrada presen-
iou. Entend pois que nessaarenalcra morta tal
discussao como era natural.Erre porm inste
meu julio, porque nos primeiros das de setembro
do corrente auno tive a prova em contrario rece-
bendo o n. 8 do jornal acadmico intitulado Fa-
culdade do Rectfe (publicado 30 do mez an-
terior), em que encontrel um interessante artigo
contra a dita minha these.
Provocado assim directamente, do meu bro e
honra acceitar essa nova discussao, o que venho
fazer rom as poncas ideas, que ainda me restam a
respeito, bem como com as fracas forcas, que me
sao reconhecidas. Devo anda declarar, em abono
da verdado que, bem meu pezar nao pude ser
mais pressuroso em acudir essa provocacao, em
razao nao s do meu estado de sade (ltimamente
pouco lisongeiro) seno tamhem pelos trabalhos
que sobre mim pesaram desde outubro na quali-
dade de lente examinador do 4* auno daquella Fa-
culdade, c commissario por parte delta nos exames
preparatorios noCollegio das artes at o Io do cr-
reme mez, como bem sabido nesta cidade.
Explicado assim com toda lisura o meu actual
procedimeuto, creio, que de outra forma, ou m
parte nao poder ser elle interpn tado.
II
O primeiro argumento agora offerecido contra
aquella minha these o seguinte :
0 art. 39i do Cdigo Commercial Brasileiro
dispdc :
0 aeceile deve ser puro c concebido nos seguinlet
termos acceito, ou acceitamos escfiplo no cor-
jio da letra : o sacado nao poder riscar, nem re-
tractar o sen aeceile depois de assignado.
Ora, o art. 124 do mesmo Cdigo determina que
os contratos sujeitos formas e solemnidades par-
ticulares tulle estabelccidas nao produziao acedo
em juizo commercial, se as memas formas nao ti-
terem sido observadas.
Logo, nao tendosido observada a forma prescrip-
ta pelo Cdigo Commercial, (art. 394) para o aecei-
le de urna letra (isto ser escripto no corpo delta)
nao pode caber accao em juizo commercial, quan-
do essn acceite for em papel separado, islo nao
6 valido.
Em primeiro lugar o Cdigo Commorcial Brasi-
leiro nao designo* forma, ou solemnidade particu-
lar para o caso vertente, como alias fez acerca de
diversos contratos, v. g., os juros mercantis (sobre
a sua eslipulagao) art. 248; as companhias (sobre ser
licito o seu objecto e fim) art. 287; as sociedades com-
merciaes (sobre o modo de prova-las por escriptnra
publica ou particular) art. 300; o seguro martimo
(sobre a sua prova instrumentara chamada apoltce)
arts. GG6, G77 e 686; o risco ou cambio martimo
(sobre as drclaraces substanciaes, qne deve con-
ter o respectivo instrumento) art. 634, etc.
III
Digo e sustento, que o Cdigo Commercial Brasi-
leiro estatuiu solemnidades, ou formas particulares
para os contratos que cima nicnrionei, c nao para
acceite das letras ser inrulavelmente posto no cor-
po della, sob pena de nullidade, porque vejo, que
nas disposices relativas taes contratos, se deca
rou serem da essenela delles aquella* formas, ou
acha-se logo comminada a prohibirn, ou a pena de
nullidade do acto, aflm de serem religiosamente ob-
servadas.
Assim por cxemplo- pelo art. 248 do Cdigo
Commercial Brasileiro os juros mercantis sio
cxigiveis desde o tempo do desembolso, ainda que
nao sejam estipulados, mas isto somente nos casos
fixados pelo Cdigo. Fra, porm, destes casos, nao
sendo estipulados taes juros s sao exigiveis de
quantias liquidas pela mora do pagamento, e das
Ilquidasdopois da liquidarao.
Eis-ahi aquella disposicao consagrando um re-
quisito essencial c immediatamente a sua commi-
uaeao para o caso de sua inobservancia.
No art. 287 do Cdigo Commercial Brasileiro,
acha-se designada como solemnidade particular
para as companhias terem objecto e fim licito,
porque ahi est expressamente consagradoque
essa condic.o fF da essencia. ^3
No art. 300 do Cdigo Commercial Brasileiro ve-
ri uVa-se ainda a designadlo de forma ou solemni-
dade particular, porque esta disposicao termi-
nanteque o contrato de qualquer sociedade
commercial c&*s pode procar-se por escriptura
publica ou particular ^-n salvo nos casos dos
arts. 304 e 32o.
No art. 634 existe tambem a designacao de for-
iv." s, ou solemnidades particulares para o instru-
mento do contrato de dinlteiro a ruco ou cambio
martimo, porque na segunda parte do 8 dessa
dJsptwicao se acha expressamente estatuido que
o instrumento, em que faltar alguma das declara-
cues enunciadas, ser consiilerado como simples cr-
dito de dinlteiro de empreslmo ao premio da lei,
sem hypotlieca nos effeitos sobre que tiver sido dado
nem privilegio algum.
Eis-ahi a sann-ao positiva da leia comminacao
de perder as garantas, privilegios, e desnaturar-se
o instrumento de cambio martimo, quando honver
inobservancia das rondicoes, que essencialmente
Ihe foram designadas O Sr. Senador Pimenta
Bueno nos Apontamentos sobre o Processo Civil,
pag.3, diz acerca disto o seguinte, que muita appli-
caeo tem : Desde que a lei diz nao pode, nao
far lira toda autondade legal, toda a faculdade,
ou possibilidade legitima de obrar em sentido con-
trario.
O mesmo ainda succede nas hypothescs figura-
das pelos arts. 666, 677 e 686 do Cdigo Commer-
cial Brasileiro, porquanto em taes disposices se
estabeleceu expressa e. terminantemente o modo por
que s (e exclusivamente) se pode provar o contra-
to de seguro martimo, bem como a nullidade resul-
tante quando se effectuar por pessoa incompetente,
sobre objectos prohibidos, com fraude, etc.; emfim
se prohibiu positivamente o predito contrato,
versando sobre cousas licitas, a vida de pessoa li-
vre, soldadas eventuaes, ele.
Entretanto observo, que do mesmo modo nao
procedoo o legislador brasileiro a respeito da dis-
posicao do art 394 do Cdigo Commercial, porque
mandando eserever o acceite no corpo da letra nao
fallou de modo absoluto bem da ordem, ou do in-
teresse publico, de cuja transgresso possa resultar
a invalidarte do acto, nao deixou entrever, que
aquella formalidado fosse da essencia para o res-
pectivo instrumento, nem estatuiu prokibicao, era
fulminan nullidade para o caso de aberracao no
preenchimrito da predita formula, ou solemnidade,
nem emflm manifestou por.forma alguma, qne da
torea desuas expressbes havia o intuito ou venta-
de de pronunciar essa nullidade.
IV
Em segundo lugar indispensavol, e juste mes.
mo, que seja considerado absolutamente nullo todo
e qualquer processo, ou acto, em que Ihe Afilar al-
guma solemnidade particular ou substancial, porque
no adimplemento de taos formalidades repausa e
cons|ste a razao de ser a orlgem, existencia e manu-
tenco do acto ou o elemento necessario da sualegiti-
inUade forma dat esse re,ou como ditera os Frau-
oezos la forme emporte le fond;bem entendido
quando essas formas forem necessarias para consti-
tuir e conservar direitos, ou na ausencia prejudicial
dascondicoes, que a lei designou, por nao ser de
uutro modo admissivel que a forma possa tolher e
prejudicar os mosmos direitos.
Em verdade a omissao de taes solemnidades con-
siderar-se-hia desde logo odiosa, bem como licaria
frustrado o fim, que a lei teve era vista, era urna
palavra desappareceria eanniquillaria radicalmen-
te o proprio acto, como se nunca existirNam mu-
tata formaprope nterimt substantiam rei-h. 9g 3
D. ad exhlb 16. Em taes casos a nullidade, como dit
Soln (Traite des Nullitps) deve ser o triumpho da
te no juizo commercial, desnaturarse emflm bio da substancia do respectivo contrato, ao pas-
sem tpso fado ncorrer em nullidade. Sim, este j so que a qustao wjtra mal diversa, isto se
vicio nao resulta somente da simples violaco da
=S
le. A inobservancia das formas (nao snbstan-
claes) em regra nao produz nullidadeDig. Port.
liv. 3 33.
Demais esse art. 124 do Cdigo Commercial
Brasileiro corresponde ao art. 216 do de Portugal
da substancia da letra de cambio, o aeceile escnpfo
no proprio instrumento, ou no corpo della. Est no-
dos queestonis.
Nioguem pora em duvida que pela legislacao
-patria vigente,a escriptura publicar necessaria para
certos contratos, bem como sustancial para ou-
em que se acha bomixada aquella completa tros. Mas, a despeito dlsso, nac tendosido exprs-
distinecao entreimprocedencia de accao em juizo
e a nnidade do arlo praticado emita a forma legal.
EfJectivameutedispoe o art. 246 do Cdigo.'
Commercial Porttiguez -que sniio pontualmente
observadas as formas, e solemnidades estabelccidas
determinadamente nesse Cdigo para certos contra-
tos-pena de'improcedencia da accao em juizo, e
de nullidade. oppondose qualquer das palies.
A mesma disposicao se encontra ainda no art.
236 do Cdigo Commercial da Ilespanhanos se-
grales termosaquellos contratos sobre que se
estabelecen determinadamente en este cdigo for-
mas y solemnidades particulares, las cuales se ob-
tararn pontualmente, s pena de declarrse-
la nullidade del contrato en caso de opposicion de
cualquiera de las partes, y de ser ineficaces ad-.
missibleten juicio para intentar accin alguna etc.
VII
=r
.*
T
Brnatirtt, "M&Aiadoiil!
traria a nossa frara (ipinit
qne$ acctinrrstajkrm ac\
letra otmfaractelrcamb'
pies prometa para tornar
a doutrina con-
jla sustenlam
> arado faz perder
mas rule como sim-
ejfecliva, tegundo a
smente estipulado -nullidme para a onnssao
dessa solemnidade, mgfejegfc' dever considerar
nullo o contrato, que effecUioi -se por.Oth escrip-
to particular, tendo havido oVcivbimento dopreco,
a tradieao, e o pagamento dolm > >sto fiscal, porque
o vinculo do- contrato (rnrmlum inris) se acha
destarte devidamente manifestado,a obiigaciio fir-
mada por acto, que a comprova, embora este nao
seja tao regular, e tSo perfeito como por aquell'ou-
tro meio, que alias foi instituido para maior authen-
ticidade, e pcrfeieao desse mesmo contrato.
Do mesmo modo, nao se dever considerar nullo
o Indosso de urna letra, por ter sido escrito no alto
della, embora pelo art. 361 1, do Cdigo Cora-tj
mereial Brasileiro Jera ser escripto no dorso ou nas
costas de qualquer das respectivas: vias.
Nouguier (verdadeira auloridade a respeito do
Contrato Cambial) assim opina sobre este ponto.
A lei permute o que nao prohibe.
Destas djsposicdes da legislacao estrangcira que
incontestavelmente servirao de fonte ao art. 124 dado phantasiar' nulflades(que ella nao commiiwu,
justica remedium juris. Mas, releva nao con- do Cdigo Commercial Brasileiro se evidencia a especialmente em materia de conwacdes, em que se
fundir este genero de formalidades que se denomi-' grande differenea existente entre a madmissibili- deixa as partes a maior lattituae 'possivel, coarc-
nam em direito subslanciaes, intrnsecas, visceraes,' dade. ou improcedencia da acedo em juizo, e a mil- 'do lhes apenas a liberdad em culos casos, e de-
absolutas, oude pleno direito etc., com as que s tem dade de qualquer acto pela inobservancia de suas &* de certas regras.
por objecto authentear, revestir de maiores garan- formas, ou solemnidades particulares., Desde que em qualquer conve&cao verificam-se
tas, e assegurar o verdadeiro carcter e realidade O Legislador Brasileiro na consagracao da dispo- s elementos essenciaes, ou constituidos para sua
do acto a que ellas estao annexas.as quaes sao cbnhe-! gjcio do art. 124 do Cdigo Commercial s quiz no" validade, como a capacidade civil das partes con-
cidas por formalidades arcidentaes, relativas, extrin- g*r a accao em juizo commercial quera pre- "atientes, o reciproco consentiraento, eacausa licita
prescindir deltas, renun-i ou substitu las
porootro qualquer ineio eipiipofente.fcais rpido
a prasimento.das pifies, e com seguiinca do ori-
ginario connUo. *"
XIII n
era se diga, que essa questSo suscitada entre
os commercialti legislacao nao tem applicaciio algnma no dimito
patrio. do uval (art. 112 do rod. comm. franrez), em que
Se a legislacao desses paizes nao fosse appliea-'.signatura do acceifl&e pode ser prestada em
vel ao raso vertente, por ceno nao se teria invoca- aciu separado (>ara naajjbctar o crdito do deve-
do o apoio della (citando- 122 e 125 do dor principal. 4r 1
cdigo commercial frawez, art. Meo da Molan- XVII
da, e ate" urna sentones que transcrevu Rogron) Quanto a legislacao codunercial das n
para a these contraria que sustentamos, e o que mitas sobre o ponto ffllMvertido,dcvi
sua forma especial; donde se segu, que em iodo
caso, e por qualquer modo do acceite nrma'se 0
vinculo da brigaci. .
i este parecerlemiir o casu
mais como a mais philosophiea, e mais jurdica
interpretaeao da legislacao pertria sobre o que
pedimos a devida venia.'
Com eflWtose as questoes de direito patrio se
resolvem primeiramente pelas dlsposijoes combi-
nadas, e bem interpretadas da legislacao do paiz.
como ex-adrersofoi devidamente reconhecido,
6 rlaro que taes autoridades citadas s deveriam
ser invocadas por nos, que enxergamos similitu-
de entre aquellas, disposices, e as da legislacao
patria.
XIV
Em auxilio da opnian contraria que sustenta-
mos sobre a especie vertente transcreveu-se a seo-
tenca, quede um dos tribunaes da Franca apresen-
tou Rogron, nas suas annotaecs ao arl. 122 do
ninguem cdigo commercial desse palz, como a mais plii'u-
sopnica, e mais jurdica interpretaeao dessa dtspo-
co e da do art. 123 do mesmo cdigo, idnticas a
do art. 394 do nosso.
A respeito deste asserto, pedimos ainda vista
para embargos com susiensCto, ou nos proprios
autos.
Antes de tudo, para trocar aresto por aresto,
isto olho por olho, citaremos o da certe de
secas, probantes ou secundarias.
Neste ultimo caso, a falta de regulardade, que a
lei fixou para o acto, a omissao mesmo da respec-
tiva forma nao pode destruir a sua existencia ma- necessarios, art. 682 do rogulamento n. 737 de 25" ella possa ser provada por qualquer modo. E' es-
terir as formas estabelccidas para qualquer acto, e da obrigacao isto nao prohibida por lei, nem of-
nunca fulminar de nullidade esse mesmo acto, sal- ensiva moral, e ordem publica, deve-se conside-
vonos casos para isso expressos ou absolutamente rar valida de pleno direito essa convencao embora
terial, ou ofTender a substancia do mesmo acto,
porque dahi nao resulta verdadeiramente um acto
nullo, mas sim destituido da perfeicao intrnseca,
de novembro de 1830 ; menos que se queira ad- t* o csmtnuin accofdo dos jurisconsultos.
mitlr o absurdo de que o Legislador Brasileiro na' Assim o acceite de urna letra de cambio importa
redaeco do art. 124 omittramachinalmente.e sem a promessa ou obrigacao de paga-la. (Visconde de
embora valido para certos fins, e dadas certas cir- razao alguma, ou por nao ter comprehendldo bem Cayr, Dir. Mercant. tr. 4, cap. 27. Pothier, Trait.
eumstancias Multa per i prohibentur qua si (acta
fiinint obstinent firmitatem, cap. 10 X de regula-
memo.
Fra desta hypothese, s pode existir nullidade,
quando a lei expressamente irroga-la.
Sempre tao fortes embaracos encontrarlo os
Icios, to grave difficuldade existiu sempre para
saber-se se a formalidade dever-se-hia considerar
mesmos Icios para isso fixaram algumas limitacoes,
regras e distineces, das quaes as seguintes sao as
principaes:
1." A formalidade substancial quando se ba-
zcsr na equidade natural; accidentul-se fr fun-
dado sobre alguma disposicao arbitraria.
2. A formalidade substancial, quando por ter
fundada sobre consideracoes de ordem e interesse
publicse nao pode renuncia-la, e accidental daquellas que mo sao pagareis ordem f Por ven-
quando sendo baseada sobre interesses indivi- tura poder haver alguma duvida, que o legisla-
as ultimas palavras do mencionado art 246 do Co- <* Conlrat. de Chang. part. 1, cap. 3. 3, n
digo Commercial Portuguez (e de nullidade,) que 43, etc.)
constituem urna phrase disjnnctiva da ante-1 Logo, quando o acceitante houver manifestado o
rorimprocedencia da accao em juizo, alias sem sea consentimento a respeito da obrigacao repre-
synomnia, ou equipolencia entre ellas. sentada pela letra, que contra elle houver sido sa-
Logo fim do legislador Brasileiro foi somente cada, esse acto de sua vonlade de prestar a solu-
affectar de perda da accao em juizo commercial cao ou pagamento da mesma letra quer seja ver
a inobservancia das formas particulares esta- bal, quer seja escripto nella, quer por outro qual-
belecidas no Cdigo para certos contratos, e nao quer modo equivalente para constituir tal decla-
' 'l'f"!^a'^..queosl fulminar ainda esse acto com a pena de nullidade racio, produz a predita obrigacao jurdica, "como
(cousas alias visivamente muito distinctas) por amplamentedemonstraraoBaldesseronipag. 131
aquella falta de sua perfeicao intrnseca ou.regu- e 133, Azuni 5 pag. 16, Blasktone Commntario
laridade. das Icis nglezas vol. 2 liv. 3 cap 30 etc.
i Logo nao da essencia do contrato figurado
Por ventura nao se acha esta mesma doutrina pelo acceite da letra o ser prestado no proprio
no art. ,164 doCodico Commercial Brasileiro.quando instrumento della por que esse contrato se acha
sao considerados validos com effeito de cessao civel perfeito, e acabadopor qualquer modo em que
otindossos de letras ja vencidas, ou prejudieadas, e seja fixadaa obrigacao resultante.
Logoo legislador exigi, que o acceito seja es-
cripto no corpo da letra, smente em beneficio
duaes, ou privados essa renuncia inadarissivel. j dor Brasileiro neste caso contentou-se em fazer das pessoas, que tem de dar-lhe circulacao, que
3." As formalidades de qualquer acto" de nova perder somente a accao cambial a letra assim in- n'ella figuram e nao como indispensavel.
instituicao, que as partesanles nao titiham o poder dossada depois de vencida, ou prejudicada, ou nao X
de praticar. sao consideradas substancian nao sendo ngavel a ordem, sem alias impor-lhe a pe- O contrato de cambio regido nao s pela legis-
assim as que se acham annexas ao acto da antiga na de nullidade ? Por ventura podtr-se-ha contes- laco especialsenao tambem sugeito, aos prin-
instituicao. tar, que taes letras s vem a soffrer esse effeito, cipios da legislaclo commum, que domina a uni-
4 A condicao'legal indispensavel para qne o ou consequencia sem alterar a sua essencia, ou versahdade dos contratos,
acto prehencha o seu fim constitue forma subs. validade, quando se observaque ainda neste ca-' A letra de cambio pode com effeito ser imper
tancial; quando porm o preceitoda lei teve em so nao perde o privilegio do foroAssenlo n. 14 feito, mas nem por isso deixa de constituir urna
vista indicar os meios preferiveis e melhores que de'9 de julho de 1857 ? I obrigacao natural, ordinaria, e at mesmo algumas
asparles devem observar em beneficio proprio' Parece-nos tudo islo to intuitivo e evidente que vezes commercial Pardessus v. 461,462, e
i offensa do interesse publico custa-nos crer que seja susccptivel de contra-. **>3 etc.
versia. O"0"0 Pis a invalidada da letra, por que falta.
Ihe alguma circunstancia accidental para attingi
a maior perfeicao na sua forma, e organisaco ?
Ser crvel, que os sabios redactores do nosso C-
digo Commercialdesconhecessem a possibilidade
de eserever o acceite fra do corpo da letra para
desde logo fulminaren) em tal caso a rigorosa pena
de nullidade desse acto ? Ser crvel que elles
impuzessem essa pena em outros casos, ou a dei.
xassem entrever, e na especie vertente se reco-
| son, la sauve garde de la fortune de rhoimeur, de lhessera ao mais |eft) si|enc0 ? Ser
Dah. tambem resulta, que a legislacao appWca- *V* JfT e"e' *"" ^ '^eau, qu, que elles de.xassm essa comminacao para ser ad-
vcl a especie vertente i, -oreg,.lamento n. 737 de eclaire el gai-de la marche des magistrats^L-juge niiltda ,,, ind, M de novembro de m0, art. 682 dispoe do mes-! *a* forme est un pilote sans biusole : Une que esses eximios Idos Brasileiros ignorassem
mo modo-t a nullidade dos contratos-s pode ^^ ZZlLlZk* S '5 U foSsem providencias DeeeT
ZZZ&^gSrtt'^^^ ras-para obviar essa questo .ov.nti.ada em
S ou uand"V^^1(:f loLn^rieum.risle naufrage. Mas, se com diz &>,* *g&^?rr-~
a
somente, e
estabeleceu forma accidental.
Sempre foram esses os principios jurdicos con-
E realmente louvavel lodo zelo na observan-
sagrados pela legislacao patria Assento de 23 de cia das formas, porque ellas rcgulam a appli-
julho de 1811, e at pelas das naces mais cuitas cacao das leis nos actos, ou transaccoes, sao em
Reforma Jud. de Portugal art. 841, Cod. do Proc. geral de Direito Publico, que se nao pode dero-
l.iv. da Franca, art. 173 e 1029, Cod. da Prussia, gar : em urna palavraservem poderosamente pa-
1 p. t. 3 art. 43, em urna palvra pelos mais exi- ra evitar o arbitrio. Por isso dizia sabiamente
mos letos Toullier-Dir. Civ. Franc. tit. Prelal t. d'Aguasseau-/^ formes ton! laviede la loi. Com-
1 pag. 22, Crrela TellesDig. Port. t 1 22 ment sans elles on la metlrat en execiilion ? Elles
o 23 etc.
i algum
substancial para existencia do contrato e fim da lei l,er (7~482 e W7.) 9o permttlido supprir nul-
(art. 265, 303 e 406 do Cdigo.)
V
As disposices,invocadas ex-adrerso dos arts.
393, 394 e 398 do Cdigo Commercial Brasileir0
tambera nao pdem favorecer a opiniao que se
procura sustentar de que pelo art. 394 do mesmo
Cdigo nullo o acceite, que nao fr escripto no
corpo da letra ou extrjn-litteram.
Em verdade o legisl.
lidades. que nao estao estabelccidas por lei em ter-
mos assaz precisos, e assaz evidentes para serem
geralmentereconhecidas. Com maioria de razan este
principio applicavel em mateiia commercial, em
que f'segundo ao opiniao de Fremory,) deve-se se-
gregar as regras de pura forma, apreciar a subs-
tancia, e realidade das cousas, e julgar de accordo
Tanto indfferentismo, e tanta insciencia, ou
cohere ncia nao se deve rasoalmente attrihuir
pessoas to versadas em jurisprudencia, e tao en-
canecidos, e abasados legisladores. Logo elles
estabeleceram simplesmonte aquella doutrina, sem
irrogar ao acto contrarioa supposta nullidade
como tem sido a soluco que feralmente se tem
prestado essa controversia. Nem da forca das
Brasileiro claramente
. suas expressoes resulta, ou se devo entender nne
com a equidade. Assim, accrescenta elle, embo- .. '..., ,, '. ww.iiuer, que
. j j i elles implcitamente quizeram pronucc ar essa
ra o indosso den operar o transporte de urna le- ni,,a nnr .. ;
. r nullidade, |ior que para isso fa am- ios as condi-
-------------- ---------------- tru, nao se segu necessanamente, que por outro .. .
estabeleceu nos citafos arts. 393, 394 e 398 do qualquer modo nao possa ser elle prorado, como pe- coes acima ,nlcada*-
mesmo Codigo-m oUtcceite dece ser escripto pelo lo consentimento das parle, ou pelo pagamento do Nos contratos, ou transaces eommerriaes toda
sacado no corpo da primeira va da letra, sendo preco, que acompanhou a entrega da letra etc. f?," ,1 S /ado e simplicidade
que o commercianle nao ser obligado paga-la, se Persil tratando da mesma queslao do indosso a.S Uid" nefieT-rfc Xn'o 'JrtTST!
o portadoi- na Ihe entregar o respectivo exemplar assjm sc exorime. marssimo, pela renfade sabida, como' se evidencia
su/ro mo caso de extravio, e sob certas precau- % do disposto no art. 22 do tit. nico do cdigo com-
roes. legislador em taes casos so quiz regular a mereial brasileiro, ou mercantilmente. na frase
..... forma, dar-lhe urna presumpcao legal, mas nao da le de 22 de dezembro de 1761, tit. 3, 4.
Mas,dalndever-se-ha concluir que o acceite proscrever outra qualquer, que' possa outro tanto Elisessa faeilidade.e celeridade na iransmissao
deve ser s, essencial, e exclusivamente posto no rmnartnr da ?' *.***,**,. SrS?WffiyKSKSIJS:
Nao por certo, nornue a lei nao declarou exores- i j. u quer instrumento separado.
i |ui<|Ut, smente, que essa solemnidade era substancial nem ... .. souiuu, que a cana ue a\iso precee c
rn-..n.-;. a """!'"\ SM0""".nfm fraudes quesequeiram afigfurarna transmissibilida- multas vezes, e entregue ao sacadoantes de se
pi onunciou directa ou indirectamente nullidade, pa-1 ,,'., a Ihe apresentar a letra
__,_____. .... .. de da letra, cujo acceite houver sido poste forado '"~"i""'"'. <
ia o caso de inobservancia della, como se eviden- del|a ou Cm acto seoarado-v e urna car- 0ra' hav a menor duvida, que o meio de
cia do proprio contexto das cidadas dsoosicSes f ^ cm acto separado v. g. urna car ,ancar 0 predl|0 acrei,c naf|Uea carla de ^
i h tiuauas uisposicoes. |tmissiva, ou mandadeira.-Quando verdadeiras, mais pn.mplo. do que fazer esperar al que a letra
Nem a lei poderia assim determinar, porque do taes consequencias inherentes quaesquer actos seja apresentada, para ser acceita, dentro das 24
contrario seria contradictoria consigo mesma humanos, embora evttaveHteom attenco ordinaria, hra?. do estyllo (art. 393 do cdigo commercial
desde queadmitt.u pelo art. 400 do Cdigo Com- na phrase de Aauzet, nem por isso fariam com qu Gavera ainda a menor duvida de que no ac-
raercial a possibilidade do pagamento da letra por' o predito acceite ficasse nullo de pleno direito ceite prestado dest'arte na carta missiva-de aviso
qualquer das suas vias, e em que nao se adiar o t nem aresponsabilidade de acceitante deixaria de ~se acna tambem mantida a seguranca necessaria
acceite, ou pelo proprio sacado, que alias a nao ac- estar asss firmada por aquelle ou por algum ou- paI? !Slh5io da mes.ma'"ra?
ceitou,e s em face do respectivo protesto (art.401 |,ro meio probatorio. i J^^9^"^^
do mesmo (cdigo.) Logo o acceite nao essen-l As nullidades estao subordinadas sprescrp- de seguranca, e mais rpido para circulaco
cial na propria letra, porque sua solucao se tor-: ces legaes, art. 686 do Begulamento n. 7*7, de 25 daquelle titulo !
na sempre realisavel na pluralidade dos casos, e de novembro de 1850. Ubi lex non distingu!, nec H
ainda mesmo independentemente ou sem esse ac- nos distinguere debemus. Tal o salutar principio ar8nmeno de que sendo o acceite o comple-
ceite. conservador de todos os direitos men, do ronira]0'nao se deve prescindir desse acto
v, cons.,rvauor oe todos os direitos. complementar do instrumento do mesmo contrato,
. Embora o flm da !ei seja sempre o interesse pu- que tem urna forma especial, e a lei outhorgou rc-
ffluito menos anda poder ser applicavel es- blico, ou da sociedade (como a conservacab de di- Ka"as necessarias para um fim nas transaces
pecie vertente a disiwsicao do citado art. 124 do reitos e cousas, que Ihe perloncem, os bous eos- *mmerriaes, tambem, nao parece procedente.
Cdigo Commercial Brasileiro-isto^^^ turnes e o que esta fra do commercio), todava J^Z^^i^mJ^SS
contratos para os guaes no mesmo Cdigo se esta- muitas vezes o alcance desse interesse se acha Ion- ou acompanhar ao primitivo contrato, urna "vez"
belecerao foi-mas,e solemnidades particularee, nao giquo, ea lei primeramente considera, e consulla Q1"'por qualquer modo seja elle provad'o, ou possa
produziro accao em juizo commercial, se as mes- em sua prohibicao o interesse des particulares ou C2.,ar,;, -
mas formas e solemnidades nao tiverem suio obser- privados, donde nao resulta prejuizo a ordem ou obrigaS^IUnteS tS$X$Jt
tanas porque: i- ja demonstramos que a dispo- interesse publico. Primario spectal
sco do art. 394 do Cdigo Commercial nao es- privatam, el secundario publicam.
Utuiu forma, ou solemnidade particular para o ac-
ceite da letra mercantil, para que da sua omissao
possa resultar a supposla nullidade. 2. o facto de
nao produzir acedo em juizo commercial ou nao
utittatem, dir "do mesmo acceite, como nos casos dos arts.
400, e 401 do cdigo commercial, porque ellaexis-
| te, e realisa-se com a sua solucao, independente-
mente do mesmo acceite, ou na falta delle, em
Lige, de 10 de agosto de 1814, que em nada
somenos quelloutra, e alias se jironunciou no
sentido da opiniao, que seguimos, como refere
Goujet el Merger, dic. de dir. com. tom. 3, pag. 271
n. 290.
Alm disto, a autoridade dos casos julgados
nada mais tem feito do que enfermar a jurispru-
dencia, bem como continuar a estraga-la em
quanto fr dominante no foro, como se exprimen)
os estatutos da l'niversidadc de Coimbra, tit. 6,
cap. 8, 11 e 12, porque a mininia differenea nos
lacios pode occasionar a mais conslderavl nas
decises, na frase de.DumoulinMdica rrcuns-
tanla facti maximam indiicit juris dirersitalem.
E' sem duvida pratica muito errnea, e abusiva
pretender-se decises por imitacan, quando cada
facto tem sua physionomia particular, seus carac-
teres proprios, e s se deve applicar-lhe as
disposices das leis Ugibus, non exemplis judi-
candum I. 13 cod. de sentet interior, omniun jud.
Demais taes casos julgados podenam ter algum
valor, se andassem sempre de accordo cora as leis
vigentes, mas nao quandocomo dizia Guiliber
nas suas viagens as sentenras sao para quem as
atranca, mxime se forem m um paiz em que se
Jutga por espirito de interesse, ou por vinganca
miseravel......
Alm disto, o mesmo Rogron, no lugar cita-
do aprsenla outro julgamcnto do dito tribunal que
admittiu a obrigacao que esntrahira, alguem de
pagar letras, independente do respectivo acceite.
Emfim essa deciso citada pelo dito Rogron en-
cerra a mesma doutrina j expendida sobre nufli-
dade do acto por omissao da forma legal para o
acceito, opiniao, que com diversos argumentos
temos combatido, pelo que materia velhaj deci-
da, e sedica.
XV
Em contraposicao opiniao citada pelo mesmo
Rogron, offereremos as seguintes autoridades mui-
to respeitaveis, e attendiveis dos mais eximios
Icios, que poderosamente auxiliam a nossa
these.
Pardessus, t. 1, pag. 462, n. 362. sustenta, que o
acceite pode ser escripto em acto separado, com
tanto que seja expresso, e formal, pois que o accei-
tante nao Qea desligado por isso da obrigacao de
pagar a letra, do mesmo modo, que um vendedor
assignando as rondiees do contrate fica obrigado
assigaar a escriptura publica.
Gouget el Merger Dice, de Dir. Com. tom. 3 pag.
671 n 290 dizqne na discussao no Conselho
d'estado so declarou que, embera fosse contrario ao
uso o modo do aceite em acto separado, principal-
mente em carta missiva, nao era prohibido por lei
alguma ; que se se perdesse seria imputavel do
proprio portador ; emfim.qne a ordem publica nao
se oppe por modo algum que um acceite seja da-
do em semelhante forma, e que desde cntao possa
produzir effeito. Merlin v. letre de change 4 n.
10, Nouguier I. 226, E. Vincennes t. 260 n. 18.
Lacr t. 1 pag. 407 ao art. 122 diz :
O aceite de ordinario prestado sobre a propria
letra de cambio. Mas, muilos autores estrangeiros,
principalmente doutores hollandezes, allemaes e hes-
panhes pensam que tambem o acceite pode ser es-
cripto cm alguma carta missiva. Esta opiniao foi
adoptada pelo Conselho itestado, e ^ acha-se con-
sagrada no art. 122
s mai-
re-
connecerque m geral est de accordo fcom o
disposto no art. 394 do cod. comm. brasileiro
isto que o acceite deve ser escripto tobre o
mesma tetra, como sejam os da Franca at. 122,
l'russia arl. 19l,Hollanda art. H5,Begica t; t. art
16, Hespanha art. 4^6, Portugal art 336, Orde-
nanza da Dinamarca art. 24, Noruega art. 6, He-
gulamento geral dos Estados da Confederac lo Gar-
manica art. 21, Digest da Rusta art 331 et i.
Apenas abracaran) doutrina oppostao od. da
Italiaart. 12 dizendo que o acceite Metano
letra pode prestur-s por carta; os Estados-Uni-
dos na lei sobre letras de cambio art. 12, e i Gra-
Bretanha no Estatuto sobre a mesma materia
art. 29 admittindo o acceite da letra prest. -/
verba/mente, ou por escripto; com a restriccao
porm de que os ditos Estados s isso admitiera a
respeito das letras de tetra.
Alguns Can toes porm da Suissa comoSaint-
Gal!, Lurerne,Ordm&ncn sobre a letra de cam-
biotit. 3.", art. 3 infine,"Zi/rteA cap. 2, art. 5, bem
como outros CantSes da AUrmanha admittiram ex-
pressamente, e consideraram sem valor algum, ou
nullo o acceite da letra escripto em acto sepa-
rado etc.
XVIII
.
Do expendido se conclue1." que tendosido
sempre interpretado, e entendido pelos mais exi-
mios commercialislas francotes, allemaes, hol-
landezes, bespanhes, e portuguezes (como se
exprimirn) Locr, e Ferrcira Borges)d'arcordo
com a supra citada legislacao commercial quasi
universal, e idntica nossaser admissivel.
valido o acceite prestado fra do eorpo da letra, ou
em acto separado, (porque trfda essa legislacao nao
exigiucomo substancial a formalidade de ser o
acceite no vropro corpo da letra, nem irrogon ex-
pressamente a pena de nullidade para omissao des-
sa solemnidade), nao se pode, nem se deve arbi-
trariamente concluir que no Hrasil.onde se adoptou
disposicao semelhanteconsidera-se nii/to, e rfenc-
iihiini effeito o acceite escripto em acto separadora
letra.
Se os sabios redactores do nosso cod. comm. (re-
petire sempre) houvesscm reconhecidoque a
doutrina mais rasoavel, mais justa e mesmo mais
corrente era a que abracaran) os mencionados
Cantes da Suissa e Allemanha de harer nulli-
dade no acceite posto fra da letrate- lhiam
feito expressamente como se praticou a res-
peito na legislacao citada desses-paizes. O seu si-
lencio pois bem indicativode que aquellos dis-
tinctos Ictos consagrando no nosso cod. comm. a
disposicao da generatidade d'aquella legisiacao es-
trangeira reeonbeceram e aduiittiraiu a interpre-
taeao dessa doutrina prestada pelos mencionados
commercialislas de* outras nagocs romo a mais
verdadeira, mais lgica, e mais jurdica, e porron-
seguite proscreveram a contraria como menos con-
veniente, e pouco seguida.
XIX
Em apoio da nossa opiniaode ser valido o.ar -
ceite escripto fra do corpo da letracont ainu,.
a do distincto lente cathedratico de direito com-
mercial na Faculdade desta cidade o Sr. Dr. Ma-
nwel do Nascimenlo Machado Portella, como sus-
tentou-a com vigorosa argumentaco por occasio
dos actos do 4." anno, que ltimamente ali tiveram
lugardizendo-me assim proceder por convicelo
propria a respeito desse ponto controvertido, bem
assima de outro lente cathedratico da mesma
Faculdade o Sr. Dr. Braz' Florentino Henrique.s
de Souza, que para mim s-pessoas mui habilita-
das na materia sujeita.em urna palavraacho-me de
accordo com alguns dos mais nota veis, e acredita-
dos advogados desta capital.
J se v, pois, que se existe da minha parte er-
roacerca dessa opiniao um erro muito doce,
por que animado e fundado no muito que ori-
nante e sabiamente tem escripto, entendido e ex-
plicado aquelles insignes Ictos, verdadeiros, e ni-
cos interpretes da quasi. universal legislacao-a
respeitobem idntica a nossa, alm das valiosas
opinies de to distinclos collegas meusnaquella
Ilustre Faculdade de Direito, e neste esclarecido
furo.
Seja-me emfim permittido dize edm toda a
franqueza, e sem querer nem de leve offender
susceptibilidad)!* alheias apraz-me o mais que
pessivel, para mim summamente grato e sua-
veseguir e sustentar antes esse erro commum de
pessoas professionaes de subido mrito e renome
era taes materiasdo que partilharopinidessingn-
>
no art. i 22 de que nos oceupamos. j?& ,
Com effeito ubsliceram-se de dizer nesse artiqo lar.es> e sem fundamentos plausivos, por mais res-
re a propria letra de Pos-que me merecam as pessoas-que as espo-
san). .^
N'isso nao ha da mnli..tp..,,e" p'vrromsk, Alas
sim os melhores desejos de acer"- m
XX
Recapitulacao. ^
Recapitulando, pois,estas minlias tenues conside-
racoes sobre a queslao vertentese ou nao
valido o acceite da lettra escripto fra do corp..'
delladirei:
Io Que embora o nosso Cod. Commercial dispo-
nhaque o acceite deva ser escripto na propria le-
tra (art. 394), todava nodeterminou clara, ou im-
plcitamente em alguma outra das suas disposir^T
que essa formalidade substancial, nao pode etfec-
tuar-se de outro qualquer modo etc.
2 Que o mesmo Cod. Bras. nao declarou em
parte alguma, ou por qualquer modo, que da omis-
sao dessa solemnidade resulla Heressariamente
nullidade de pleno direito no acceite da letra.
3- Que nestes dous nicos casos^-apenas se po-
deria considerar a existencia legal da nullidade do
que o aceite fosse prestado sobn
cambio, com receto de parecer estubelecer urna re-
gra alisoluta da gual resultara tuio operarse o
aeceile por cartas missivas. De outro lado, o Con-
selho d'estado pensou, que = como a lei nao ex-
clum o acceite por cartas missivas, se poder
Concluir naturalmente, que ella o permiltio
Emfim a intencao do Conselho d'estado foi nao
ligar os tribunaes a regras absolutas, mas deixa-los
pronunciar segumlo as circumstancias arespeilo
desses casos. -
As regras absolutas sao em geral perigosas em
um cdigo commercial, e ante juizes, que pela na-
lureza da sua instituicao devem tomar a equidade
quasi como sua nica regra.'
XVI
et Sacre pag. 426, assim se expri-
Haschester
mem :
O acceite prestado em acto separado tem o mes-
mo valor como se fra dado sobre a letra de cam-
bio?
asta queslao era por diverso modo resolvida accede esenpto fra da letra, por forca do arl 682
Virando vigorara a ordenanca de 1673, mas tambem j do Regulamento n. 737, de 2o de novembro de
C^ a controversia nao se tornou menos vi-! 1850.
M, depois da publicacao do cod. do commercio. 4 Que tanto o Legislador Brasileiro nao admittio
A jurisprudencia das cortes, e dos tribunaes em como solemnidade essencial da letra o rsped i vo
gei-al, recusa ao acceite por carta missiva, ou por j acceite,que reconheceu e consagrou a solucao
outro qualquer acto separador os effeitos do acceite; della, independente do mesmo acceite em diversos
sobre a propria letra de cambio. Entretanto, casos, como em face do protesto por falta delle;
C^* Win todos os autores pelo contrario Pur (Iua|q,er das vias da mesma letra, em que nao
decidem. qne este modo de acceite deve ser admit- "ouver Sld escr,jl accei,e-
5" Que a disposicao do art. 394do Cod. Com-
mercial Brasileiroe idntica ou equipolente a*Ja
mxima parte dos Cod. das Naees mais civiliza-
das (cimacitadas), cujos melhores e mais abasa-
dos interpretes tem admittido a possibilidade, ou
existencia legal do vinculo da obrigacao resultan-
te pelo acceite da letra, ainda mesmo prestado fra
della.
6" Que o Legislador Brasileiro que to sabio, e
hdo.
Ferrera Borges, Dice. Jurid. Com. verb. Acceite,
diz
A lei quer o acceite escripto ; esta egualmenle
a legislacao franceza, Cod. Com. da Franca, art.
122, e mesmo de muitas ordenanzas. Entretanto
entre os Ingleses nao s so admile o acceite ver-
bal (Mvelats, Maxwell, Bayley Williams), porm
mesmo o indirecto, por exemplo, dizende o sanea-
XXI
do = a letra boa. venham amanhaa, e euaaccei- providente se mosirou em todo Cod. Commercial,
tarei = tifo equivale a um acceite, porque estase conscio dessa mportaiite controversia e da opiniao
owfrns phrases impedem o portador de fazer as di- Rfa|s00.1* P0"10 SUJ'''<>. Pr certo nao teria
ligencias do protesto (Mortimer, William). Assim sldo sl'eBe e omisso-sem acautellar esse abu-
lia Prussia Schiebe p. 96, ele so ou liT.'doutrinadiversa era suas disposices
Nos diremos, que o rigor pede tal vez que o acceite T^e Pr e"1.1"0 nouvesse optad, e nao a consi-
se faca na letra ; porm se o succado numa sim- derasse a mais razoavel, justa, segura, e corrente.
pies carta disser = acceito tal letra =, a sua obri-
gacao ser equivalente.
O Diccionario Universal do Commercio, v. Letre Tenho destarte procurado sustentar a these
de Change, tom. 2 pag. 1075, diz = que o acceite queoffereci, o foi ltimamente combatida.
indispensavel para letra de cambio, mas nao para o Para attingir esse fim fui obrigado a ser proli-
refutar a argumen-
. por haver-rae parc-
ndispensavel apresentar as
dentemente delle, /cando o saccador e os endossado- principaes bases, ou fontes dessa minha opiniao
res garantes sollaros do mesmo acceite (art. 118, bem como alguns argumentos de propria lavra.
e accresconta = a falta, ou recusa do acceite cons- Peco |iois desculpa aos benvolos leitorespor
tam dos respectivos protestos, e sendo nulificados os essa involuntaria e justifieavel falla, assim como
endossadores e o saccador sero abrigados apestar pela completa incorrerco do estylo, edesalinho
cauedo para garanta do pagamento no da do ven- das ideasque necessanamente encontraro ne^-
inmspensaretpara letraae cambio, mas nao para o araauragir a esse ttm rui o
contrario -= justamente o contrario do que se diz xoj por ter entendido de ver
ex adverso, (isto que o acceite acto complemen- taeaoproluzida ex-adverso, ja
tar,) porquanto o pagamento pode operarse imlepen- cid necessario, seno indispen
cimento, oh embolso com as despezas do protesto e las minlias fracas locubrac/Seselaboradas com a
. recambio, succedendo porm que esta rgida pies- inhabilidade propria, e ainda muita pressa pelas
Nem tambem pode ser invocado com prove lo fa" do respectivo protesto, ou por qualquer das cripcao foi adoptada na cmara dos deputados. e consideracoes cima ponderadas, e para nao demo-
ra o caso sujeito, o art. 690 do citado regula- \^s a mesma letra, e era que alias nao estiver o desde longo tempo existe nos estylos commcrciaes, rar a presente rosposta por mais lempo.
- n. 737, pois aue esto disnosieSn o. refnm ..acce!te_____, elcL Possa ao menos esta minha incenm
para
ment
que esta disposicao se refere Isl0 yor cerU n5o suocederia> 0 acccite fossc
poder obrigar por qualquer acto oraticado contra : i ^S "^"v =^c., |Sl0 f)or cer|# nao succederja ^ 0 acrcite
rfrm-, IpLi V, pra,'Cad0 C00,ra claramente aos actos, que tem forana substancial, o complemento, ou parte integrante da letra,
a forma legal-no se pode traduzr como equiva- rnia missao arra a
lente
a arrastrar nullidade ao mesmo
equiva
acto.
cuja omissao arrastra nullidade insanavel, e na i XII
hypothese vertente justamente o que se contesta.] Pulro s,m' as rcPallas outhorgadas pela le, e
Para isso nao precisa a analyse, basta a significa- n rnnirai.ln i>.>.^r..,r i,. m i i inherentes a forma do acceite, isto ser escripto
3 ,:, ..JL. ,. contrario importara, dar como provado, liquido, no corpo da letra, por certo nao sao preferiveis s
cao desses termos jurdicos, ou a sua influencia na
respectiva construccao textual.
possivel que um acto venha a perder o seu
carcter mercantil, a forca obrigatoria unicamen-
e incontroverso, quod demonslrandum est, ou alias que podem ri-sultar da sua mais prompta, e fcil
seria um verdadeiro sophisma denominadovelitio c,j*calaCao Por outra qualquer meio para isso
vrincivi admittido, ou probatorio.
, "! Nem essas ephemeras, e insignificantes vanta-
Afflrma-se que o instrumento da letra de cara- gens, sao de ordem publica, que se nao possam
el<'- 'ossa ao menos esta niinlia ingenua confisso
Pothier, Trait du Contrat de Change, part. 1 cap. merecer justiflcaco que sollcto,eespero,fnaxime
3, n. 43, pelo modo seguinte, e com o seu profun- por nao contar mais voltar a cargiisobre essa ma-
do salier expende a sua opiniao : teria j assaz discutida, e prejudicada, e dever me-]
O escripto s exigido para prora do acceite, e lhor erapregar o pouco tempo que resta-me
nao para substancia, porque seo succado tinhapro- minhas oceupacoes.
meltido rerbalmcnle ao portador de paga) a letra na
poca ilo seu rencimento, este accede verbal to
valido no foro da consciencia, como se fra por es-
cripto, e mesmo no foro externo o proprietario da
letra deveiia ser admittido prestar o juramento
decisotio de pagn-lu no vennmenlo.
Recife, 15 de dezembro de 1863.
Dr. Antonio di Vasconcsuos M. djc BrvmmoJ
PERNAHHtm- TYP. uE M. ff F. & K
_k_.# -i
i
v\
^r
r^
t
f
c


Full Text
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