Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10277


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Full Text
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AMO XHIX OMERO 297.
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Por tres mezes adiantodos
6IO00
SEGUNDA FEIRA 28 DE DEZEMBRO DE 1863.
Por ano adiaatado.
Porte para o subscriptor.

19$00O
3$00U
1 "H
DIARIO DE PERNAMBUCO
ENCARRBGADOS DA SUBSCRTPCAO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima i
Natal, o Sr. Antonio Marques da Suva; Aracaty, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaqnim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoe Piaheiro & C; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.

ENCARREGADOS DA SCBSCRIPCAO NO SO.
Alagcas, o Sr. Claudino Falco Dias; Babia, o
Sr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martins & Gasparino.
EPHEMBRrDES DO MEZ DE DEZEMBRO.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada lodo os dias.
lgsexKefi'aana Paral'yba DaS *CgUDdaS "I l Qnart" min* 8 h- ** Santo Anto, Gravat, Bezerros, Bonito, Caroaru'J ,0 Lna nova *s b., 29 m. e 20 s. da t.
Altinkn .. O.L..L________- ... 'I al* f\___*. .... n -^
Altwho e Garanhuns as tercas feiras.
Pao d Albo, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqneira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob,
Boa \ista, Onricurv e Exu as quartas feiras.
Seriabaera, Blo Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
Js< AJ?ua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
una de Fernando- todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos-os estafetas partem ao "/2 dia.
17 Quarto cresc. as 8 h., 20 m. e 32 s. da m.
24 Lna cheia as H h., 23 m. e 44 s. da t.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 2 horas e 54 minutos da tarde.
Segunda as 3 horas e 18 minutos da manha.
PARTIDA DOS VAPORES COSTE1ROS. AUDIENCIA LOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Para o sul at Alagas a 5 e 25; para o norte at _.. J **- n.
Granja 7e22 decadamez; para Fernando nos Tnl"'' docommercio: segundas e quintas,
das 14dos^^jfn^s^,*> mov. Relacao: toreas esabbados s 10 horas.
Para o Recife : do Apipucos s 6 'A, 7, 7 i/j. 8 e [Fazenda : quintas s 10 horas.
1,2 da m: de Oiinda s 8 da m. e da tarde'; de Juio do comraercio: segundas s 11 horas.
do Caxaug e Varzea s 7 I,.. ,
i .i... ue Deuuica as o aa m. Dito de orphaos: tercas e sextas s 10 horas.
DoRecife: oaraoAnmicos i Si/, i hit. kii. I-:__.______ ,__. J, .
te/cas e sextas ao meiol
Jabeatao s 6 '/2 da m .
Ida m.; de Bemfica s 8 da m.
i / k, ; ^I*,0 AP'Pncos *3 % y 'A, 'A,
B, 5'/,, 5 Vj e 6 da tarde; para Olinda s 7 da ,
manhaa e 4 Primeira vara do civel
DIAS DA SEMANA.
28. SegOBda. Ss. Castor, Cesatro, Caspio mm.
21. Terca/ Ss. Trollno. Primo mnr.
30. Qnarta.- 8. Sabino b. in; S.JAnisio b. m.
31. Quinta. 9. Silvestre |>. m. f S. Zorito tn.
1. Sexta. c Circumclsao do b'cnhor.
2. Sahbado. $, Isidoro b. ; S. Arfeo m.
3. Domingo. S. Aprigio b. de Bja.
ASSK3NA-SE
gxiti?-^^
Faria & Filho.
PARTE OFFICIAL.
lestia temporaria, on outro qualquer impedimento de que foi observado o disposto no artigo antece
a m o- dente.
Sao appllcaveis aos machinistas e aju- Art. 49. Dever explicar aos ajudantes tudo o
machinistas para embarcarem
inerrio.
em navios do com-
niMMlHIO VA NABHUA.
DECRETO N. 3,186 DE 18 DE NOVEMBRO DE 1863.
5BSSa^^=&35 ^^Si^S^S J^J^g^ffiSSJ^ ***-**
preferido, era" iguaes classes, os frtmmW^top^^~^ servico." "~" ex.gir a urgencia do
9 corpo os extranumerarios, de jo ou reparo as pecas da machina, e emprega-los Art. 73. Os machinistas e ajudaMes-machinistas
amda que estes se- nessestrabalhos podero, por motivo de molestia, obter ton"com
| Art. aO. Nao mandara fazer modificacdes, con- vencimento de sold inteiro at seis mezes e de
classe, quando certos ou quaesquer outros servicos na praca da meio sold por lempo maior de seis mezes'e me-
89,
pertencentes
que tratam os arls. 83 e
Dnovo regulamento ao corpo de machinistas dos jam mais amigos..
. k Prts da armada. ArL 20. Os machinistas de 1
Het por bem derogar o regulamento que acom- embarcados nos navios a vapor do estado, gozarao machina sem que para isso tenha obtido autorisa- or de um anno, alem do ual cessar odo
panhou o decreto n. 1,945 de 11 dejulho del857, e ^ honras, isenjdes e privilegios outorgados aos cao do immediato do navio. cimento. cessara wao
a"??r 9"^_excul Que .con> csltbaixa, dan- ; >nentes da armada, aos quaes, todava, cederao Art. 5L Sem autorisacao por escripto do direc-' Salvo o caso de molestia, cima figurado,
o ven-
mare, do meu conselho, ministro e serretario do r?m como prlmeiros machinistas a bordo dos na- sultar prejuizos ou duvidas na prestacao de suas' quer que tenha sido o
estado dos negocios da marinha, assfm o tenha en- v,os va|r da armada, serao durante taes com- contas, nao contrariando, porm, qualquer deter- reunir-se-lia para os e
tendido e faca executar. i missSes equiparados em categora, estes aos pilotos minaco que receber por escripto dos mesmos offl-
Palacio do Rio de Janeiro, em 18 de novembro aquelles aos guardas-marinha, aos quaes todava ciaes, eque nao seja opposta materia do antece-
de 1863, 42 da independencia e do imperio.Com cede/aoa precedencia. dente artigo.
salvo or-
Da
anno, ou de um quinquennio, qnal-
prazo de cada urna dellas,
effeito dos arts. 73 e 74.
CAPITULO Vil.
nomearao, promoeo e reforma dos machi-
L?nb!J dre S ImPerador-^ ioaquim Raf j .A";22" Os machinistas de 1- classe, salvo or- "aiI MTert um livro para a escriptnraco dos Art. 76. Os ajudantes'-machin.^tas da secunda
uPn, ^KRST-^ 'f f dei? Pf8 da secretaria de estado, jamis sero quarlos do servico da machina, que far escriptu-! classe sero nomeados hS di mar ni
RhGULAMENTO DO CORI>0 DE MACHINISTAS. embarcados em carcter inferior ao de 1 machi- rar de conformidade com o modelo que se Ihe for- de cononnidade c2 o^dSsto Tout o^do n e^
n- utmvL0 ... ; mst ao n ,. ;necer e- como suprior e fiscal, sera o principal \ sent regulamento. '
ah i. flT'T corJ-d' "?ch'*"tas- \ A^J3' Ps Pr"lne,ros machinistas serao aloja- responsavel pelas notas que no dito livro lancarem Art. 77. A promoco aos lugares vacos das dif-
Art. Ocorpode machinwtasda armada sera dos a r, e arrancharao com os officiaes na praca os machinistas a quem ca.ba vigiar qoarto. ferentes elasses do coroo de ma.iuni.tas ser fe o
composto.pela forma seguate : d armas. Alera deste, laver ootro livro, rubricado pelo pelo ministro da SXS E
18 machinistas de c asse, J* dema.s machinistas e ajudantes torio aloja- chefe do corpo, para registro dos castigos applica-' ino corpo, e de accSdo cimol7JSSSZ Xb*\l
% !? d/ t c4.aSSe S em 'Ugar raa'S prOIimo P088'1 da ma- d0S,a ca-da,um dos ^pregados da machina, com cidos nWart. 6-, 7?-? combinado"com t
36 mach.n.stas de 3 classe, ebina. declaracao do motivo e natureza de taes castigos. : seguintes regras CmmnMS com *-
-4 ajudantes-mach.mstas de 1 elasse, Art. 24. Os machinistas e ajudantcs-raachinistas,' Art. 54. Dar directamente ao chefe do corpo' g 1.' De anidante de 2- ciarse aldante de 1
24 ajudantes-mch.nistas de > classe. quer Rprteacenles ao corpo, quer extranumerarios, mformacoes reservadas, mui circumstanciadas, o- classe, e dealas 3- machinistas SSSi
,r;i^ Ser*C,hcfe. de?t *"(>? "MWtordo e bem assim os foguistas e carvoelros, fieam su- bre o proced mente, intolligencia, zelo e habilita- por escolha, preferido, em Uldade'de cirrun-
A^t ? aMnli d*. C<)r,e,1 Pn', pf ajud,',n,e JmLS.Jeg' *Ca PeDal e dProcesso em vior na 3es de cada um dos empre|ados da machina, sem tan.ias e otos re.juis to" .ais ntigoam
director das oficinas de machinistas do mesmo ar- mar.nha._ prejuizo das que no mesin sentido deve tambem moderno. g
a r' i. u ,,! h!', o^jante as disposcoes do artigo dar ao commandante ou immediato do navio, para 2. De machinista de 3 classe machinista
crino rta it?" 1m''^o-mestre, a cargo do se- anteceaente, os machinistas de 2- e 3- elasse, e aju- que estes estejam prevenidos, e providencien como de 2- classe, um terco por an.igu dade eteosper
Sil0 ltBsPecCiK> d0 warsenal' Para os ass?nta_ dante^machimstas do e 2- classe, serao isentos o servico e a disciplina exigirem. I escolha, com a limitacio-con da no final do i re-
memos de todos os mach.n.stas, e bem ass.ai os do castigo da gol.lha, ferros e prisao ne poro, Art. 55. No flm de cada viagem o prmeiro ma- cedente naragrapho tn,iaa no l,na' P
2. J,,necessarios Para registro das informa- ^giluiodo-se para elles estas penas correcc.onaes chinsta entregar ao commandante de navio una 3. De machinista de 2- classe a machinista de
pelas de pr.sao nos alojamentos e detencao a parte circomstanciarta do estado da machina e dos 1- classe, metade por antiguidade e outra metade
irt e a. m k reparos precisos, extremando os que se poderem por escolha, com a inesma limitaco.
r3 ni' ,m a KSTu extranomerar.os deve- fazer a bordo daquelles que tenham de ser feitos Art. 78. As vagas que se derei as differentes
?rJJ? toraXl~',vrt0preSe?te refu'amen- ?as on,,nas d0 ?ovcrn. o "as particulares, con- elasses do corpo de machinistas serao preenchdas
te-machi- to ^^^ar no respectivo termo de contrato que forme haja ou nao arsenaes nos portos em que se quando ogoverno julgar opnortuno e medida das
actitam e se stijeitam as suas disposigdes, bem co- acharem ; devendo no primeiro caso remetter urna necesidades do servico
n'iWSKinJroe.K^rerlamenl0tC0nCtr' lgUaLpar,e ao direc,or respectiva offleina de Art. 79. O inspectordo arsenal de. marinha da
n^'^_d'_sc!P,ma_e me,nodo de. .serv' do corpo machinas. corte remetiera, cora a proposta de que trata o art.
ni.- CAPrru'-o v- 77, nao s o resumo das infurmaces e notas re-
as oorigacoes e deveres dos machinistas de quarto. lativas aos machinistas e ajudantes machinistas,
Das ebngaves e dereres dos machinistas. Arl. 56. Sao competentes para vigiar quartos como o seu proprio juzo o o do director das om^
mLL^?mlh0 l machinislal conservar as machinas dos navios vapor do estado os ma- cias de machinas, ierca do comporiamenlo, apt-
em bom estado a machina e seus accessonos, exe- chioistas das diversas elasses e ajudantes machi- do, mrito e sen-icos de cada urn delles
aprove lamento em algum estabelec.mento particu- fular e fazer executar todas as ordens e regras re-' nistas de primeira classe. Art. 80 Quando Z der o caso de exis irem va-
lar de igual natureza. lat.vas a disciplina, asseie e regularidade da praca Arl. 57. Os quartos nunca serio menos de tres
APProvac** n^s materias que constituem o! da mesma machinare a direccae e dislribuicao do salvo nos pequeos navios, cuja lotacao nao offere-
?u co enn S7!.,P rPraVer"S0. a SUa ,*tl canhoneira a vaper franceza d guerra Fdmmu-
tuifao.e que nunca sera mais de qualro mezes. le, SegU,do no mesmo dia par* o Para.
Art. 93. Aos maehin.stas extranumerarios nao NojBa t7 eucerrou a aaseuibla provincial
o seus irabalhos.
Rio-Qrandt.\ fehro amaella dWonvolvra-se
em S. Jos de MipibiL inorrendo dwas pessuas e
Ueando atacadas viotTe tantas. Na capital tam-
bem tulla apparecido um caso dessa molestia, eoat
vomito preto.
Na ultima sesso do jurv do termo de S.
Goncalo, foram absolvidos 2 reos e condemnados
o, dos quaes : 1 pena ultima, 1 20 amos de
prisao com trabalho, 1 dez ditos de prisijo sim-
ples, 1 7 e outro a 1 mez de dita.
O assncar bruto vendia-se mais de 2JO0O
por arroba.
As noticias eleitoraes, para deputados previn-
ciaes, recebidas na capital, do, em sua mairia,
gando ao governo.
Parahyba Achavam-se ja encerrados os traba-
mos da assembla respectiva.
Tendo sido demitlido de terceiro supplente fc
jao
se contara, como de servico para o preenchimento
dos prazo de seus contratos, o lempo que estive-
rem doenies, ou presos em virtudes de sentencas
por faltas graves e contrarias disciplina.
Art. 94. Os machinistas, tanto do corpo, coma
extranumerarios, ajudantes machinistas, foguistas
e carvoeiros, usariio do uniformo e dtstinctivos
marcados pelo decreto n. 1,829, do 4 de outubro
! 3.17 5 de novemhro de 1863.
que estiverem ausentes
anuos consecutivos, em
ou outro qualquer moti-
que trata o art. 72, serao
corpo, salva a disposico
CLASSES.
ces e notas. pelas de
CAPITULO II.
Dos machinistas e ajudantesmachinistas.
Art. 4 Ninguem ser admittido ao e("
machinistas seno na qualidadu de ajudante
nista de 2 classe.
Art 5 Para anomeacao de ajudante-machinis-
ta de 2* classe sao requisitos indispensaveis :
1" Ser brasilelro, menor de 25 annos de idade, que forem posteriormente expedidos,
de bom comportamento, e de constituirn robusta: capitulo iv.
c propria para a vida do mar.
2* Tres annos de pratica, pelo menos, as offi-
cinas de machinistas do governo, ou quatro com
603000
901000
curso da escola de machinistas do arsenal de ma-
rinha da corte.
A'rK 6* Para ser pronArido ajudnte-mch-
nista de 1* classe exige-se : dous annos de embar-
que effectivo como ajudante-machinista do 2* clas-
se, dos quaeslpelo menos quatro mezes em viagem.
Art. 7. Para a promoco machinista de 3" clas-
se requer-se : dous annos de embarque effectivo
como ajudante-machinista de Ia classe, dos quaes
pelo menos quatro mezes era viagem ; o exame de
sufficiencia sobre a pratica das materias constitu-
tivas do curso da respectiva escola, especialmente
na parte relativa s propriedades do vapor da agua
e aos diversos apparelhos que compoein urna ma-
china de vapor martima; devendo os candidatos,
nao s mostrar-se familiarisados com o uso de taes
gas em alguina das elasses de corpo, e nao houver
a immediatamente inferior pessoal legalmente
servico por seus subornidados.
Art. 28. Quando tomar conia de qualquer ma-
clnexamior mimiriwiamente o, etado desta,
da hlice ou rodas e caldeiras, participando imme-
Sf" o commandante do navio c ao director classe ficaro os primeiros machinistas dispensad fe 67;"gMaremdegraduaces iniitarel pod'
das offlcjnas de machinas qualquer defeito ou de- de dirigir quartos, excepto nos casos de imped- ser reformados seguido as renras establecidas o
K0ciaadosqoUmVPr?orsVenlUra t^* ^ ^ ""T? OT* qUe Se "ouvur de^cstabelecer',"" cSnessg de
r S rlt i Arl- ** ma,s raduado ou amigo dos machi- igual favor aos officiaes do corpo da armada.
Art. 29. Como principal responsavel pelo asseio nistas que estiverem de nuarto ter sb suas or- Art. 82. fe m*m.. ,, ,5., n,,r..m ,i
ca pessoal habilitado para preencher esse nu- habilitado para oster accesso, poder conservr-se
m^- nesta ujd excesso de pracas correspondente ,va-
wos navios em quo embarcarem mais de tres gasexistentes naqnella. '
3 Nyy machinistas de primeira o ArtW. Os machinistas, que na forma dos arts.
"lero
caoda machina de. Br o 1- machinista i ^e/diraecoos inais'nuchin^asTaj^^^
inspeccionar o serv.co da l.mpm da mesma, pro- machinistas, foguistas e carvoeiros do mesmo ment do reipectivo Sdc^ Se^is de Tan
videnciando para que essa tarefa seja assidua e es- quarto. servico
crupulosamente desempenhada.
Art. 30. Ter o maior cuidado em que os ma-
chinistas sob suas ordens conserven a mais rigo-
rosa vigilancia quando estiverem de quarto, e he
pois de 'o annos de
, satisfeitas as demais rondiedes consigna-
ati ov. bao obngacoes do machinista ou aju- das as regras cima citadas, confenndo-se, salva
dame machinista chefe do quarto : a cxcepcfio eslabeleeida no arl. 68, a graduacao de
g 1. Uingir o movimento da machina, detalhar 1 lente aos machinistas de classe, a de 2 te-
nscatisar o servico dos seus subordinados duran-1 nenie aos machinistas de 2- classe e a de guarda-
apparelhos, mas ainda dar idea dos meios de veri- participem qualquer eccurrenria extraordinaria te o quarto. aos ac >,
iicar as suas cendico.-s normaes, e-o parallelismo que durante este se d no movimento e trabalho 2. Cumprir e fazer cumpnr escrupulosamen-! Art. 83. Em ambas as hvnotheses cima fi-ura-
daLd,"^ep,eS "haS "i*-0' d0 -&* a ,. '*xTn%~- k m kt, ,e as ordens d0 Pr,me,ro machinista no que for \ das ser ATKilRHtaSE ra a
Art 8 Para a promog^u. a machinistas de 2- Ar 31 Tera sob sua guarda e responsabil.da- tendente a machina, e as do offlc.al do quarto no reforma o lempo de servicoTu antes de pertence-
classeex.ge-se: tres anuos pelo menos, de serv- de alem da machina, a ferramenla e mais acces- que disser respeito marcha do navio, partici- rem ao corpo livere.n prest do como etirauume-
50 effectivo como machinista de 3 classe. sonos enumerados na tabella n. 14, das que bai- pando immedialamenle ambos qualquer oceur- rarios "veiem prcsiauo como exirauuim.
ArL 9o Para a promocae machinista de 1* xaram com o decreto n. 1,921 de 11 de abril de rencia extraordinaria,
classe requer-se : quatro annos de servico effecti- 1857, e quaesquer outros objectos fornecidos para 3. Explicar aos ajudantes machinistas sb
\o na classe precedente, sendo pelo menos, um de o mesmo flm, exeepeo feta dos que devam Iicar suas ordens quanto postsa interesar ao desenvolv-
exercicio de machinista. a cargo do commissario. ment da instruccao prollssional estes.
Art. 10. Os exames de sufficiencia do que trata Art. 32. Acondicionar as pecas e objectos de g 4,0 Escrever no livro competente logo que te-
o art. 7 serao prestados perante urna commisso, sobresalente, de maneira qu estejam sempre mao nha concluido o quarto e segundo os modelos esia-
compostade dous engenheiros machinistas nomea-' e em estado desef promptamente empregados. Iielend.is, as novidades e oceurrencias do mesmo
dos pelo ministro e de um lente da escola de ma- Art. 33. Fiscalisar o emprego e dispendio do quarto.
rinha, que presidir o acto, podendo interrogar o material fornecido para o ensino e conservaco da capitulo vi
examinando ou deixar de o fazer. machina, economisando-o quando seja possivel,
Estes exames terao lugar na offleina de machi-1 sem comtudo levar a economa a ponto de damni- *tos vencimentos e outros vantagens.
as do arsenal de marinha, a bordo de algum na- Iicar o macliinismo. Art. 60. Os machinistas, ajudantes-machinistas
vio vapor, ou onde melbor julgar a commisso
examinadora.
Art. H. O presidente da commisso examinado
ra designada no artigo antecedente dar cunta | nham formado, mandar nch-las d'agua doce,
. _, ni a 4* 1 a t ......>-.**>, .*jv.'.iiii> --iii.n lunilla.'', u iHcseiiie recuii
ommissao Art. j*. Sempre que se offereca opportunidade, foguistas e carvoeiros perceberao os sidos, gratili- daos brasileiros
i rara limpar interior e exteriormente as caldeiras, caeoes e races marcados na tabella annexa este ros nas etasse 1
caminado- removendo as ncrustaees que por ventura se te- regulamento, ,. .nt;.;
.i ,.n|.| ., nllllll fiimn,l^ r,,n,!..., -(.. I... .!'.. Mu 1.1 CI \.____!_ ... WS I UIISBI VdraO.
CAPITULO VIII.
Disposiiyes transitorias.
Art. 84. Na reorganisaeao do corpo, a que, de
; conformidade com este regulamento, se deve pro-
ceder, pdenlo ser contemplados os actuaes ma-
chinistas classificados e extranumerarios, cuja ido-
neidade seja abonada por honrosos precedentes na
1 pratica do servico.
Art. 83. Os machinistas estrangeiros das dffe-
rentes elasses do quadro do actual corpo, que, den-
tro do prazo de dous annos depois de promulgado
o presente regulamento, nao se naturalisarem cida-
sero considerados extranumera-
em que se acliam, cujos vencimen-
varao
Art. 86. Os actuaes ajudantes machinistas de 2S
secretaria de estado dos negocios da marinha, re- varrer e limpar os tubos, conductos e chamins,
metiendo, assignado por elle e pelos de mais exa- esgotar e^limpar o porao no lugar da machina
minadores, o respectivo termo, em que devero ser! ArL 35. Em viagem, examinar e velar em
inscriptos os candidatos approvados segundo a or- que os outros machinistas examinen., durante os
dem de suas habilitacdes e merecimento profls- respectivos quartos, a densidade d agua nas cal-
sional.
Art. 12. Na apreciacao do mrito relativo dos
candidatos ler-se-ha em consideraco as notas, in- perdicio de combslivel. ses, alm do sold oi.p ua enmrwiTr ina rtm
formad eatlestados que cada um delles apre- Art. 36. Jera todo o cuidado em que a aguadas cacao ZmtS^tlSS^>!^ A dacre' n^!?f?J!.aa.M^.em.?^*I?
Art. 61. Os machinistas extranumerarios rece-
,-i^J^m0S venc,men,os /lue os de 'ua?s e3> classe que denTro'do"prazo de douaannVm-
l ,,,"rp0' M nos resPCCtivos contratos nao lados da data deste regulamento, nao se habilita-
se es ipular expresamente outra cousa. rem legalmente para obter accesso as elasses im-
-J machinistas, quer pertencentes ao mediatamente superiores, mostrndose approva-
po, q r extranumerarios, e ajudantes machi- dos na parte pratica das materias constitutivas do
j doras, aflm de regular as extraccoes de modo a^n.stas que, estando desera"b'arc'ad-o;"torera chama- 'S^iTe^SSlS^^^^S^ do
! evitar as incrustares, e conseguintemente o dis- dos a trabalhos das offleinas, vencero durante es- servico
cias, aquelles que tiverem conhecimento das,lin-- nistas de quarto nao consintam agglomeracao de dos nos navios'em disiwnibilidaleou desarmamen-
dos exames e approvacoes obtidas.
Esta carta ser assignada pelo ministro da ma-
rinha, e pagar os emolumentos correspondentes
s dos pilotos.
Art. 14. Os ajudantes machinistas de 1* classe
que houverem preenchido os intersticios marcados
no presente regulamento para a promoco clas-
se immcdiatamente superior podero, se o reque-
rerem, ser admittidos a prestar exarae, ainda quan-
do nao hajam vagas na mesma classe, e obter a
respectiva carta, que smente lites conferir di-
Jnr-.np. rt\?,.," 7 ^ como Pr,meiros machinistas ^ Arl. 88. Os ajudanles-machini
??%?' til?0* da,armada. vencero o sold correspon- emquanto esta se nao extingue,
La Si^nre a tnMa^da i,nmediata- conservarao os ve"cimoaios
que ora percebem.
CAPTULO IX.
Dispostcdes diversas.
Art. 89 Quando o numero de machinistas das
diversas elasses do corpo, seja inferior as necesi-
dades do servico, o governo podera supprir seme-
reito, guardada a disposico do artigo 77 Io, crupulosamente as instrueces que para este effei- nenies depois de 15 annos de servico effectivo, dos Art. 90. Nao sao applicaveis admissao extra-
preferencia no accesso, segundo a ordem de anti-1 to forem expedidas pelo director das officinas de quaes a metade, pelo menos, embarcados em na- numeraria as condices e regras fixadas nos arts.
s, quando fe derem se-! machinas do arsenal de marinha da corte. vos de guerra ou transportes, a de primeiros te- 4* 12 liara a nomeacao e accesso dos inacliinis-
guidade das mesmas carta
iiielliantes vagas.
UAPITII.O in.
Da disciplina t servir? eral do corpo
nistas.
Art. IS^Osprvico das machinas dos navios
Art. 12. Examinar as amostras do combusti vel
] e quaesquer objectos necessarios ao servico das
de machi- machinas, para dar parecer acerca de sua qualida-
de, e Hsealisar por
Ierra e
nenies, depois do outros tantos annos de servico nistas do corpo: devendo aquelles nicamente
efTectivona de primeiro tenente. provar, |r precedentes ou documentos dignos de
da segunda classe do j fe, que possuem a necessaria capacidade profissio-
menio de reparos feitos em seus editicios e outros
novos em construccao, entre os quaes muito sa-
liente se torna o que tem de servir de arsenal das
differentes nffi-inas que nelle tem de trabalhar,
general ijeclara que visilou todos os estabele-
'ntos existentes nesto presidio, e que ticou
se mandara passar carta pelo secretario da escola ArL 38. Regulara e fara regular os rogos de mo- Art. 64. us machinistas de segunda e terceira uffi.ienc tade uue rata o art 7-
de mannha, declarando-se na mesma o resultado do qu mautendo-se a pressao normal, nao haja elasses, embarcados como primeiros machinistas Arl fe Zdaniewnar inl'ins de V lasse
^^ITnlSuVteSo* -g~U"a"?-a' SL!W*5?* fSKSSSE em^anto a^KVSSl na fSma dSS
china funecione sem perder vapor nem
pelas difieren tes juntas e caixas de estopa.
ArL 40. Nos portos, e no alto mar quando nao Art. 65. Os machinistas e ajudantes empregados
se navegar vapor, fara diariamente mover um nos estabelecimenlos do estado vencero segundo
ponco a machina, para impedir a corroso. as respectivas tabellas, ou, na falta destas, como
Art. 41. Conservar sempre no mais perfeito embarcados em navios de guerra, com o descont
estado asseio e eficiencia, nao s as caldeiras, ma- de 15 jior cento.
china e seus accessorios, como todos os outros ob- Art. 66. Os machinistas de primeira classe do Ihante defflcieca admittindo machinistas extranu-
jectos que estiverem a seu cargo, observando es- corpo podero obter a graduacao de segundos te- merarios. contratados por lempo determinado.
marinha poder demillir,
, o exigir, os machinistas e
ajudanles-machinislas no comprehendidos nas
disposieoes dos artigos acuna citados.
Art. 97. Fieam revogados o regulamento que :delegacia"dVNazreth'oSrrJo*se CabraTdeoiieira
fe ,nT hdecr?lS ''945 de- de Jull, de Mel1' substituido nesse lugar pe o r Joo da
1857 e mais dispos.ces em contrario. j Costa Ribeiro Souza.
*Bg* T Rm! de Janoiro 5m 18 de novembro Com a gratificacioannual de 6004000 (ni no-
%J^rJZTnR']'Jm"H'10 de Ij'mar''- meadu oSr- An'ono Seraphim de Souza Ferraz
Jil,Zy^ T ""'"V qU'\ '"'T'T" a para "&' interinamente a cadeira de instruccao
m/id l> mach,msta da "'* Pnmanado sexo masculino da Fazenda Grande', a
----------------------------------- iqual foi restaurada tsob proposta da directora
geral da instruccao publica.
Por iniciativa da cmara municipal, a Com-
panhia do Beberibe vai tratar de remover o chafariz
que fica junto a ponte da Boansta, na ra do
Sol, para o caes all novameute construido, ali.n
de substituir aquello espaco ora por elle oceu-
pado.
Em Buique foi tomado do poder de um ins-
pector de quarteiro um escraro, que o mesmo
havia prendido por infraccao de posturas muni-
cipaes. O respectivo subdelegado coraparecendo
no lugar do delicio, realisou a prisao de um indi-
viduo indicado na referida tomada, e contina em
deligencias para eflectuar a dos domis que prali-
earam esse crime.
Elfectivamente, na missa do natal da matriz
da lioavista, cantn madama Fany Doureau as
differentes pecas de msica do maestro franee/.
1005009- Adam, segundo annunciamos nesta Reruta |r
informaco que nos fdra dada.
A mesma senhora acompanhou-se ao piano, e
fez resoar n aquelle utagestoso templo sua voz ex-
tensa e cadente en harmonas verdadeiraiuente
celestes, com edittcaoes das almas que as ouviam,
e que sb lo doce impresso reuniam as tozes
dos seus coraces em hymnos festivos ao infante
Deus, .ue por um mysterio prodigioso se humana-
ra para redemir a descendencia de Ado, que de-
cahira peta trausgressao deste nosso pai cotn-
mura.
Era laoexpressiva a msica, calavam tanto os
accentos da voz que a traduzwi, quo madama Bou-
reau teve solieitacoes de. repetir os trechos que
cmara com a unecao da alma religiosa, e que
foram por lodos apreciados nos xtasis das gran-
des admiraces.
No Jaguaribe que hootem sabio para os por-
tos do sul de sua escala, seguio para Sergipe o>
nosso collega e amigo-, Dr. Francisco Jo* Mar-
tins Penna, que vai tomar n'aquella provincia eon-
ta do lugar de juiz municipal e d'orphaos da co-
marca da Capella, para o qual fra ltimamente
nomeadopelo governo imperial.
Desejamos, feliz viagem ao nosss amigo, bem.
romo que nesse horisonte mais extenso que se
Ihe abre, colha as vantagens, de que credor
por sua intelligencia e qualidades pessoacsv
Por ser sua viagem resol vida quasi de momento,
deixou do despedir-se de grande numero de amigo
e collegas, dos quaes solicita por nosso iutoriuetUo
as desculpas devidas, offerecendo alli aos mesmos
os seus bons offlcios de amisade e presiimo.
A barca ingleza Commrrce, chegad d Dn-
dee encontrn em viagem : 18 do comente, na
lat 0 -40* N. e long. 26u20" O. de Greenwich, com
65 dias de viagem, a galera ingleza Prince of
Wales, procedente de Mulhouse para Londres,
leudo bordo diversos passageiros; e 23, na
lat. 8-20" S. e long. 34 O. de Greeuwich, com
40 dias de viagem, a galera ingleza Egevia, proce-
dente de Liverpool para Dombaim.
Em sua ultima viagem do norte heuve un
pequeo incendio bordo do vapor Mamtmgiw]*,
em saccas de algodoque vinham no convs, pro-
veniente de alguma ponta de charutOy segunda se
suppe.
Na madrugada de 25, pelas 2 lloras, foi rou-
ba a casa de Quiteria Maria da Hora, suppondo-se.
autor do roubo, Joa jtiim Amancio de Freitas e
Castro, que foi encontrado no seu quarto por Qui-
teria e uina lilha, ao recolhercm-se da missa; as
ra, com temor de tal visita,
entrou no kiterioF de
quintal da casa,,
sendo que vizinho de Quiteria, e comparecendo
ao lugar o Sr. subdelegado Queiroga, pode pren-
der Amancio, contra o qual vai proceder.
Os objectos roubados sao os seguintes : 100 pa-
tacdos, 1 par do rozetas com tres diamantes rosa*
1 medalha de 164000, 1 trancclkn com passadon.
1 annel liso com diamante e 1 dito com cabellos,
propriedade de Quiteria, e 1 teancelim com caco
lela, 1 dito grosso com coracao, 1 dito ehalo^ i
annel com diamante, 1 dito com caixa de abrir, e-
um dedal de ouro.
Machinistas de 1.*
classe _.........
Ditos de 2.* classe..
Ditos de 3."classe..
Ajudantes machinis-
tas de 1' classe...
Ajudantes machinis-
tas de 2' classe...
Foguistas..........
Carvoeiros.........
OBSKRVACES.
1.' Os machinistas, ajudantes-machinistas, fo-
guistas_ e carvoeiros mencionados nesta tabella
vencero, quando embarcados, urna racao igual s
das demais pracas, conforme as tabellas era vigor
na armada.
2 Os machinistas de I* classe vencero, quan-
do embarcados, a racao de velas que competir aos
officiaes subalternos da armada. Este vencimento
ser extensivo aos machinistas de 2* e 3* classe,
quando embarcarem como 1"' machinistas.
3.* Os machinistas de 2' e 3* classe e os ajudan-
les-machinislas durante o embarque vencero a
racao de velas que competir aos officiaes mari-
nuciros e artfices.
Palacio do Rio de Janeiro, em 18 de novembro
de S&'i.Joaquim Raymundo de Lomare.
tmtim DAS ARMAS.
Quartel ymeral do cominando das armas de Per-
namliueo, no presidio de Fernando de Xoronha,
19 de dezembro de 1863.
Ordem do din n. 277.
O general commandante das armas faz sciente
guarnicao desle presidio c seus habitantes, haver
a elle aportado na tarde de hontem, com o desig-
nio de visitar e examinar o estado do suas fortli-
caees e outros eslabeleciinentos n'elle comidos;
podendo desde j declarar, pelo que tem observa-
do, que o seu aspecto o mais lisongeiro, dando
assiin urna pro va de que tudo encontrara na me-
Ih.r ordem e regularidade, devido sem duvida ao
zelo e dedicaco do seu digno commandante o Sr.
coronel Antonio Gomes Leal, a quem nao fallara ha-
bilitaces para bem dirigir quaesquer estabeleci-
menlos confiados sua administracao.
O mesmo Sr. coronel continuar a dirigir a
marcha do servico sem a menor alteraco, nao obs-
tante a presenca do general, salvo naquelles casos
que dependerem de sua inmediata autoridade.
Assignado.Solidonio Jos Antonio Pereira do
Lago.
Conforme.Jos Ignacio de Medeiros Reg Mon-
teiro, capitao cncarregado do detalhe.
20
Ordem do da n. 278.
O general commandante das armas, tendo de re-,
lirar-se hoje para a capital da provincia, sent que "f5 siuram P a ra com le
o pouco lempo que teve dedemorar-se neste pre- ('uo' kem seu consenlimfento ent
sidio, nao Ihe dsse occasiao para o percorrer em ???** Amancio fugio pelo
toda a sua cstencao ; restando-lhe porem a satis-
faco de declarar sua guarnicao e seus habilan-
les que muilo penhorado ficou pela maneira com
que se conduziram tanto uns, como outros, bem c-
modo pacifico que observou nos senlen-
Na noite de 24 para 25 do crreme, alguma.^
sociedades recreativas delineraram dar reunifies,
que se prolongassem das oito horas meia noite.
dando assim o testera un ho mais autentico da capa- i aflm de que M fami|ias convidadas que a esses di-
c.dade e .nlelhgenc.a, que o sea digno e dist.nclo vertimenlos concorressera, podessem depois assislir
commandante o Sr. coronel Leal tem sabido em- ,. ,.m,.c Hns n,.a cL\.n.,.,.nn, ii... ,
pregar para augmento do estabeleeimento que Ihe
tem sido confiado para o administrar.
O general espera que o Sr. coronel
a fa i ^pera,?ao S-r ^oroncl continuara por alguns ^^ dos afo CommercU t Pnnun
no einpenlio de melhorar nao so a parto material' JHCUn0 Ijne ,,. v#Jla ^ onze horas ^ noi,
do presidio, como a moralidade e diciplma de txii piinamp^P R^nA mH..tir.
l oi
.qur particulares,
eipli
r senten-
ArL 67. Os machinistas
tusar por si ou seus subordinados, em corpo podero obter a graduacao de segundos te-! nal para o exercicio das funecoes correspondentes
bordo, o recebiuiento do carvo, aflm de nentes depjis de 30 annos de sorvigo effectivo. j classe em que tiverem de servir.
a a '1,'nil.. MAnh4 aii Aa ntialiitaH^ fina Art llK ^N^rfla avi'lniH.^c .1^ r-nt.,r il,i Ana tr4lm i .-i O tt. -..^__. j .1:..**^ .1., m..k;
vapor e estiibeliciinentos dependentes da repart-. evitar que se aceite tnoinha, ou de qualidade que Art. 68. Sero excluidos de favor de que tratam i Art. 91. Nos contratos de alistamento de machi-
cao da marinha ser feito pelo corpo de raachinis- nao seja a ajustada. os precedentes artigos os machinistas cujo cumpnr- nistas extranumerarios, cujo^ termos devero ser
tas de que trata este regulamento, e pelos foguis-, Art. 43. Participar todas as manhaas ao imme- tmenlo e inorigeraco nao sejara abonados pelos lavrados na inspeccad do arsenal de marinha da
tas e carvoeiros que fr mister admittir. diato do navio o estado da machina, os acontec- seas respectivos superiores, ou que hajam soffrido corte, far-se-ha expressa menso, alera de oulras,
ArL 16. Das tres primeiros elasses do referido mentes que tiverem ocerrido durante a nonte e a alguma condemnacao por fallas graves e contra- das seguintes condices, que sero reputadas es-
corpo sero escolhidos os que houverem de tomar quanlidade de combustivel existente nas carvoei-' rias a disciplina. i senciaes :
a direccao e encargo das machinas vapo^ os; ras. ..... Art. 69. No computo dos praios estabelecidos 1.* Duracao do cootrato e classe em que ter de ; teafoT nreV^c"^
Art. 44. Nasoccasies de faina geral, cabe-lhe, nos precedentes artigos smenle ser attendido o: servir o alistada I a pericia do Sr. coronel ^^modadas pelo* negras, que carregam i cabeca
2." Vencimento ajustado, com especificacao do
seus habilantes,
ciados.
Por esta occasiao determina o general aoSr. co-
ronel que faca demolir, nao s um batlrame col-
locado superficie da ladeira que desee para o
quartel da tropa, por intil, como tambera um
frontal que fra levantado no parapeito do caval-
leiro da fortaleza dos Remedios, pelo aspecto he-
diondo e ridiculo que offerece, parecendo-se mais
com um pequeo campaneiro, cloque para nelle se
col locar um lampio para servir de pharol aos na-
vegantes, cuja fraca luz nao seria vista mesmo da
praia que banha a raz da fortaleza.
Finalmente o commandante das armas muito
agradece ao Sr. coronel os seos bons servicos pres-
aos officios divinos que se costumam celebaar em
honra do nascimento do Redemptor do mando.
Aconteceu, porm, segundo somos informados
mam-
. o
gaz faltn repentinamente,Tirando tudo-nas-trevas,
sendo necessario correr-se a toda presta era bus-
ca de velas de esjiermacete, nao so. para con-
cluirem-se os di vert raeutos, como para poder-sc
cada qual arranjar convenientemente:
E" para lamentar que a companhia, de illumina-
co gaz commetta tao clamorasas billas, e que-
nao tenha serapru sufficienle materia para que-,.
mesmo quando csse a illuminaf publica, possa.
continuar a particular, com a qual ella se a en a
obrigada a sustentar sempre a luz precisa e toda
a hora. Esperamos que a companhia se compene-
tre d'esta necessidade e obtigacao, e que nao con-
tinu a burlar publico ou es particulares.
. I .embramas aos senhores fiseaes
pan que-
lados nesle presidio, servicos que em breve serao: providencie de forma que as passoas que, iransi-
quaes durante o lempo que se conservarcm envse- j
niclhante servico terio a dcnomioaco de l^'ii.a- di
rigir os movimenles da machina, tendo s suas lempo de servico prestado nas elasses de machi-
chinistas. ordens os outros machinistas. j nistas e ajudantes-machinistas que dever perceber* ns diversas posicoes db ser
ArL 17. Compete ao inspector do arsenal de Art. 45. Nas portos, ou no alto mar quando a | Art. 70. Os machinisUis e ajudantes machinistas vifo era que possa ser cotlocado, tudo expresso em
marinha da corte, a nomeajo e distribuigo dos machina nao esliver trabalhando, conservar na das diversas elasses, os foguistas c carvoeiros terSo moi-ua nacional ou libras esterlinas, ao cambio le-
niachinistas a ajudantes para os embarques e ou-! prac;a da mesma machina um vigia, para manter a direito ao asylo de invlidos, para o qual devero gal di 27 dinheiros por liJWOO.
tros servicos.
Fra da corte ser o emprego dos mesmos de-
terminado, de conformidade cora este regulainen-
to, pelas autoridades sob cujas ordens servrem,
devendo estas participa! ao ihefe do corpo qual-
quer alteraco ou inndonca que realisarem.
Os I- iiiachinistas, porm, nao podero ser trans-
feridos de uns para outros navios, destacadeujiu
desembarcados, sem audiencia e consenso do reieV
rido chefe.
ArL 18. Os 2 machinistas substiluiro
com quem estiverem embarcados no caso
os l"i
dern^
ordem e vedar que alli penetrem pessoas estranhas contribuir, na forma da lei, e sero contemplados 3.* Casos era que por urna ou outra parte pode-
que nao forem acompanhadas por algum offlcial na distribuicao das partes de prezas da mesma ; r ser rescindido o contrato.
4.* Declaracao de que se sujeitam, durante o
contrato, s leis penaes edopropesso e regla-
mentos em vigor no imperio.
Art. 92. Os machinistas extranumerarios deve-
! rao, quatro mezes antes de expirar o prazo do res-
ou com pernisso*d de quarto". forma por "qne o frem as elasses que noreste
Art. 46. Prohibir que na referida praca se regulamento sao assemelhados.
gnardem objectos de uso particular e estranha ao j Art 71. Tambem tero direito, bem como os ex-
servico da machina. : Iranumerarios, a ser tratados nos hospitaes da ar-
Art. 47. Logo que chegue aos portos em que te-' mada, de conformidade com as disposieoes que
nha de receber combusti vel far puchar todo oque, regem taes estabelecimenlos, ou na falta destes pectivo contrato, declarar aos commndantes dos
existir nas earvoeiras para perto das portas, alim nos lagares ende o forem as demais pragas da ar-' navios, ou chefes dos estabelecimenlos em que se
que este seja consumido de preferencia. Imada. acharem se.rvuido, se pretenden) ou nao renovar
Art. 48. Antes de receber o combustivel dever Art. 71 O governo podera conceder licencas,' os mesmos contratos, ficando sujeitos na falta des-
certificar-se de que as^arvoeiras esto enxntas, e sem vencimentos de sold e lempo de servico, aos ta declaracao, i servir, sob as mesmas condices,
perici
AssignadoSolidoni Jos
Lago.
Conforme Jos Igtiete de Medeii-os Reg,Mon
tiro capitao encarregado do detalhe.
PERNAMBUCO.
Antonio Pereira do' saceos cem. assncar, pots que, em vez destes cami-
nharenk pela ra, vio. a marche marcha pelos pos-
seios atropellanda o emiwrcalhandft es transe-
ntes*.
En qualquer outra quadra do anno, nao lo
senivel estajoconveniencia, pirque as entradas
d assucar sao diminutas ou naahumas, mas ago-
ta terna-se eneoramodativa a imprudeaeia dos taes
earregadores.
Ainda outro da nos vimos obligados, n'uma das
ras do bairro do Recife, a encostarmo-nos a orna
porta, e deixar passar lalvea quarenla negros com
saceos de assucar oabeca, que aro uns aps ou-
REVISTA DIARIA.
Temos vista cartas e jornaes do norte, dos
quaes toi portador o vapor Mamanguanc, con data' tros correndo, com grave'risco de besutar quei
do Cear at 21, do Rw-Graade at 23 e da Para- se descuida de se desviar.
Temos te que os senhores fiseaes attonderSo as
nossas reclamaedes, e que immedial
byba at 21 do crtente.
Cear.Entrara n porto
da capital, 16, a


nr&tt WfSWB Manvewrav do padre Ag*stinho; dores espas-
durn dos m-us o ut**us
Oajieando a i JJijWo ao Sr. An-
tonio Jos de Pigueired- t rtwfe de Goyanna,
desde 10 do rorrete, sorpreniieu-nos a rcceHSlo
wesiiKi, en que asscgura-nos nao lefios inda e-
ebirin.
filarlo ie Peroamboeo Sgnnda falra t8 de Dezenibro ie I *3.
Uto
mdicas.
MovimenU' da ca*a te detenco no dia 25 de
dezembro de 1883:
Uii posto, rogamos ao Sr. administrador do cor-
rfi i que dgnese do resuonsabtMsar ao respectivo
gomo por seinelhante falta, que nao pode deisar
de'ser relie.
Informam-uos i>oe o R vmk Fr. Joao Budis-
ta, gardiao ilo convento da-S. Francisco Alta
cidade, de combinacaacoai os seos eojapanheros,
acha-se possuido do desojo do restituir sea con-
vento a execuo. das regras franciscana*, *?
cando peto lstabeleoitaeoto do coro rwnofio ;
o como de nealmns rcndimcntos dispoillYU con-
vento appeBamos para os bons calholieos-afim do
forneccMnes una csniola semanal ou mental com
que se consiga tio bein proposito resUlundo
ordum toxlo o sed bruto. .>
Hi-je faz, e asente Pestaua. iVijio Jo ceblas,
farinha de trigo, aleti a e wacatrae, Ma^niaiem
do Anpes, no "ies da Alfandega. -
0 vapor .Vainamjuape tira a mala hoje, fis 3
horas da tarde, para a provneias da Parahyba,
Rio-Grande Cear.
------No lugar compelate vsi publicada uma or-
den do tlia do Exm. SKaogadeiro comraandante
das armas, elogiando ao owito digno actual cora-
inanlm*'do presidio de Fernando de Nonmna
t:orwie> Antonio Gomes lical, pela Intelligenciae
retocen que tem procedido e pelas vafitogens en
(avc 4o governo, que fcm sabido obter, qnr na
parte moral qur na material do referido presidio.
PeiORiios bstanle de registrar em noseat oetom-
aasssa honrosa orden do dia, nao so por que -
tardoa mu distint-t* offleial, como pontee confir-
ma olla quanto temos dito i semelhante respeito
per diversas ver.es.
Pede-se-nos a seguinle publicacao :
Srs. rodadores da HeoiMu Dituia, Farpado
pela inexata noticia que reniotleran Vcs, pu-
blicada no Diario de Pernambueo n. > do
corrente, apresse-me a informar o ae houve, o
qoe ten bavido, finalmente, o que ba do sempre
apparecer se o autor das bobas alli publicadas nao
providenciar como devn, J o taz i lempos a, se-
melhante respetio, resultado que den socego a Sra.
. .Maria. septuagenaria, pela sabida O urna crea-
tura que com ella mora va; e se asskno lace tao
sonante etu satisfaeao ao respeitaeel publico, e
e nao aukun cmico das linhas raneadas de ftl-
sidades, que j nao se sent, c nao se importa de
r completamente derrotado sen autor todas as
vezi-s quo lancar mi da arma da alumina I For-
cado, digo, por que nao pretenda que |ior mim
ossem declaradas, e se soubnsse as noticias e in-
tormaoot que obtive acerca tos no dia 21 do correute s ditas Panto da neite qo-
leraiu arrombar as portas da asa que halla a
septuagenaria D. Mara, con di* as linhas noti-
ciaras daquelle dia.
Assim, pois, direi ipw nesse dia qnando reco-
ll-me de urna diligovia^ue Iw fcr no princi-
pio do (^im|K> Grande com a diminuta forca aqu
iteslacada, aoubo quo Iwuve um pequeo ajunta-
A saber
Extatntn. Entraran. Sahiram. . 338 presos 17 4 >
Existen. . 351
Nacionaas. Estrangeiros Muiheres Estrangeiras Escravos Eacravas . 230 31 1 > J 50 > 7
libra
Ger* to camauki em bruto.
1 Ueiit ktom 4>i
Charutos .....omto
331
!
Colla.
Couros de boi, salgados
Idea idem soceos espe'
dem dem verd
dem dem cabra cortidos.
Idein Mein de onca .
Doces seceos.....
dem en golea ou massa.
dem em calda
un
sent
libra
um
forro de estiras
Alimentados a custa dos cofres pblicos. 127
MevHnenw da enfermarla do dia 26 de oulubro
de 163.
Tiveram baixa :
JpionymoFerroira de Albuquerqae; dlarrba.
Maoel, escravo do Jos Joaqun Soares ; inler-
mittente.
Tiveram.alta : "..',
Francisco Jos Correa.
Manoei Jos de Lyra.
Jos Joaquim do Saut'Ann*.
os I'ereira da Silva.
Joao, eseravo de4). Feliciana.
OniTUAlHO BO DIA 24 DE DBEEMBIK) NO CBMITK-
Illi> l'liBLICO > -
Joo Severiano e Moraes, Pernambueo, 60annos,
casado, Santo Antonio ; hematemeze.
Candido, Pemambnco, 3 mezes, escravo, Boa-Vis-
ta ; syphilidcs.
Maria Joaquina de Attmquerque, Pernambueo, 48
annos, casada, Boa-'Tista ; gastro interitc ebro-
niea. .
Custodia Maria Joaquina, Para, 37 annos, solteira,
Boa-Vista -, phlhysica pulmonar.
Sebastiao Joaquim Bezerra, Pernambueo, 18 annos,
, solteinfc S. Jos ; phlhysica pulmonar.
Anna Rosa, Pernambueo, 20 annos, solteira, escra-
va, Recife ; febre puerperal.
Domina, Pernambueo, 8 mezes, S. Jos ; dentieao.
diente
o ronco DE TUOI.
Sobre o evangelhe do S. Marcos Jmts Christt
Ibes prohibi fallar, escreve a Cruz o seguinle :
I'receiio divino, quo inpertante esta tua or-
dem I
Eusiaas quo a lingua so ateo coracao se serr
para nao confessar o que sentio; mandas que o bo-
niem aureuda a governar-ao, e saiba dirigir-se ;
porm a la docilidade elle a desprea, e s bus-
ca a aspereza para desinquietar o seu propro co-
raQio.
Um ceg tui curado, irmios meus, nos diz o
Cvangellio de hoje e Aquelle quo operou esta ira-
ravilba, prohibi s leslenuuhas fallar, lias ai I
todos fazem-se surdos e comecam a cootar o mila-
gro que viranporque veem que mats difflcil
calar, do que fallar. ____
Assim pralicamos nos todos os alas, aliando a
arma da maledicencia para ferirmos a repulacao
alUeia; coniamlo as fraquozas do prximo e cen-
Ufferocem-nos o seguiilu fado hisli>i*E0 tradu
Mt>:
PKIUtt O CKiA
Qualquer que seja o grao da aVhwtent^ JW de
ordinario entregam-se os ciganus, eomtudo enaon-
tra-se em alguns delles vestigios da seutinwntes
nobres e elovdos.Elles prestam-se' a todos nolles depositan! conlianca, e nio roubam sonao
quem os dejirexa e odein ; |Mftn4o-te com des-
dnm de uuatouer de seus convpMnViMit que assassi-
\j$ por dinbeiro.Coola-se mesmo que um ciga-
no denunciara seu proprio>pai jostie- po seresse
autor de um astassnatoacompanhadode roubo.
0 tacto segulnte prova a delidado e oosinteresse
ttt um eigano :
O con|B.le*Iontral, proscripto durante a revo- EspaiMores grandes
lucio, liona podido alcnncar a roaioira hespanho- dem pequeos,
la ; mas nao Ihtfora pessivel transpo-la sem eipor-
se aos mais graves pcrlgos; visto estarem todas as
passagens conhecidas coreadas por tropas frau-
cezas.
Tendo chegado al aos arredores de Bedaray,
procurando um guia, treveu-so a abrir a porta de Feijaa de qunlquer qudlidade.
uflia pejuei casa solada.O aspecto venerawel Frechaes........um
de ttm anaiao, que encontrn em un leile, provo- Fumo em lolha, bon, .... arroba
ou sua confianza elle descobrio-lhe seu segredo. Idera ordinario o restolho
Dcsenlua-nie se a ininha idade avaneada nao Iden em roto bon. .
me permiti acoiupanharte, disse-lbe ovelho. Meu Iden ordinario ou restolho
tilbn coiihece mu bem lodoso atalhusd'essas man- Gallinbas......
tanbas, elle guiar-te-ha, segue-o, e fla-ro n'elle. Gomma.......
0 nancobo conduzio-o com effeito, depois de Ipeeacuanha (miz). .
muitas horas de fadiga, at o territorio hespanhol, Lenha em achas .
e tendo elles j deixado apt'is si os lugares em que Toros........
estavam postadas as guardas, disse elle ao conde. Linhas e estelos.....
Eis-le salvo, s feliz : nao precisas' .mais de Mel ou nielaco. ....
mim, e posso prtanlo retrar-me. Milho........
0 conde olereceu-lUo aigumas moedas de ouro Papagaos......
em signal de agradecimento. Pao Brasil r .
Que fazes 1 disse-lhe o mancebo. Julgaspor dem de jangada......im
accaso que semeluantes servicos se pagan con ou- Pedias de anotar.....tima
tI Se eu fosse capaz de aceitar alguma cousa de dem de filtrar......
t, e que meu pai o soubesse, nao 'o perdoaria ja- dem de rebelo......
mais. Nao ticare recompensado pelo prazer de4er- Piassava. ......molho
te salvarfo a vida ?< Lenura-le smente de Prez, Pontos, ou chifrea de vace ou
o cigano>.
Q cuade nao insisti ; porm decidi seu guia a
aceitar, a titulo de deposito, uma earteira contando
uma quanlia considera ve!, da qual elle receava
poder ser despojado.
.............Mulo tempo depois, tendo os
acoalecimeatos pernillido M. de Montral voltar
Franca, lnha elle perdido toda a espersnea de
entrar na posso dessa quanlia.
Una noil, porm, conduzirun seas Griteos um
homem sua presenta, o qual depois de entregar
Ibe una earteira, sabio precipitadamente.
A somna que conlinha a earteira estiva in-
tacta.
M. de Montral nao tornou mais a ver o honra-
:i6(i
I 60(1
2500
15,9000
3*500
500
Estoiras para
de navio.
Estotra nacional......arroba
Farinha de de mandioca. iVpwre
dem de araruta-..... arroba

>
uma
arroba
cento
t
um
caada
arroba
um
quintal
rento
de tous
un
libra
novilhos.....
Prancnoes de amarello
costados ....
Iden de lonro. ,
Kap.......
Sabao. "........ '
Sal.......... alqueire
Salsa parrilla....... arroba
Sebo en rana........
ktem om velas........
Sota en vaqueta...... una
Taboas de amarello..... duna
dem diversas....... >
Tapiocas......... arreba
Tatajuha......... quintal
WXl
ijaoo
l^SOti
15600
15700
55090
15800
55060
145000
85500
85000
55000
600
15900
255000
15500
II5OOO
85000
200
15500
25500
55000
55OOO
840
45000
15200
120
55OOO
205000
IO5OOO
15000
I
400
285000
55000
75OOO
25*00
Hogooe
2173 barricas com farinha. de. Kwu; Ai. O.
Bieber Je C.
Cardif-45 dits, bat ingle/a Amm Scott, to 19
toneladas, capao Charles Domelles, equipagem
10, carga carvo no pedra; a Wilson A Hett.
Botberdajn50 das, escuna lioaadeaa. Sjvlu-
lant, de 185 toneladas, eapitoG. Nyland, equi-
pagem 9, cam* arios gneros; Brander a
Braadis.
Navio ithjit no mesmo di*.
PhlaelphiaBarca ingleza Imjtrador, cpitao
John Power, carga assucar e algodo.
Porios.do SgJ Vapor naetoaal Jagaaribe, com-
mandante ManoetJoaquim Lobato.
Nados entrado* me dio 27.
Lisboa36 dias, barca ingtoza S. Omr. de 257 to-
neladas, capilao Boberto Whitenan, eqnipagen
10, em lastro? a I?. O. Bieber & C.
Aracaly 13 dias, hiale-nadonal .SaNtV.4nn(r1 de
43 toneladas, capiuio Antonio Joaquim Alves,
equipagem 7, carga algodio e outros gneros.
Nao houveram sahdas.
EDITAES.
O Illm. Sr. inspector da thetouraria de fazen-
da desta provincia manda fazer publico que peran-
te a mesma thesouraria, no da 30 do correte raez
ao moio dia, scrao arrematados a qnem mair pre-
90 offerecer, 12 cavallos que Iraasportaram os em-
pregados do juizo dos feitos da fazpnda cidade
de Goianna, atim do so proceder all a uma nova
avaliacao dos bens pertencentes ao extincto enca-
pellad de Itamb. Os pretendentes deverao com-
parecer na casa da referida ibesouraria,no dia e
hora marcados.
Secretaria da ihesouraria de fazendado Pernam-
bueo 23 de dezembro de 1863.Manoel Jos Pin-
to, servindo de efficial-maior.
AyiSOS MARTIMOS.
OeKEUTHIA BRAS1XEIBA
DE
PAQUETES A VAPOR-
Dea portes do sul esperado
at o dia 30 do correle o vapor
Cruzeiro do Sul, commandanto o
capMSo de mar e guerra Gervazio
Mancebo, o gual depois da demo-
do centone seguir para os portos do norte.
Desde j reebea-ae pasageiros e engaja-se a
caifa que e vapor poder. condiizr, a qual devera
te embarcada no da de ana chegada: encom-
mendas e dtabeiro a frote at o dia da sahida s 3
horas, agencia ra da r.ruz n. 1, escriptorio de
Antonio Ltuz de Oilvehra Azevedo C
DECLARARES.
O fiscal da freguezia de Santo Antonio desta
vidade, em observancia ao artigo prlmoiro do tilu-1
lo nove das posturas de 30 de junho d 1849, e as cont
retiradas ordens da Hlnstrissima cmara muniei
pal, faz pelo presente constar aos sentieres pro-
prletarios de maderas depositadas actualmedie ncrl
tes do Ramos, que fez lavrar os respectivos ter-
mos de adiada, pela infraccao ao citado artigo pe-
las maderas all oxislentes.
B, para que So appareca ignorancia sobre tal
infraccao face publico pelo Diario, visto nao ler
sido posstvel serem encontrados todos os dpnas
COMPA1THIA BRASILEIBA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do norte esperado
at o dia 1" de Janeiro o vapor
Pr'mceza ie Jtiinville, comman-
dante Araujo, o qual depois da
demora do eostune seguir para
OfMUTCo sul.
Desde j receben-so passageiros c encaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada, eneommen-
das e dinheiro a frete at o dia da sahida as i ho-
ras, agencia ra da Cruz n. i, escriptorio de An-
tonlo Lu; de Oliveira. Azevedo 4 C
COMPANHIA PERNAMMJCANA
me
Vavega^o eo*(eira a vapor.
Parifi.TTr, Nalai, Ibco, traeaf* c Ceari.
O vapor Jfmaaiii/tiape, com-
mandanto Moura,seguir para os
portos cima indicados no dia 2K
do correte s 5 horas da tarde-
Receber carga at o dia 26. Eu.
passageiros e dinheiro a frete at o
735O6O das maderas que naquello lugar se acliam.
nenio, proveniente de dous tires daikwte donW surando.a sem |cini)rarrno-nos, que temos a cons-
-da casa da rotonda Mptuagenana; e1 fe tas as n-, cencta carr dk d(J cr e 'e |ia m com_
da^.-uesneoessarias entre, ne^nh^ii^ que nmcms uma acciu ndigIla; esquecidos desse
os refermos Uros Ibram dados, **"*> una des- e ^ fal)eJS-_VimosB l0(las' as horas rou_
^as cousas que coslumam fazer a f f-'a'nj*P- bando o repouso das familias, revoltando os espi-
postos ladroes, ou para entapar awin .^ W1- ritos e enchendo-os de dissabores.
o,uer cousa provocadas |o prtendciite*qm e- A,tendam(>s ^^ que a maied,cencia a obomi-
ve-IUe entender o autor das hnhas cmicas, que a dw home|is t um Qec|aradQ da ca-
liberu ten murto menos de S^'.^t^T. rfdadc, porque nao tem compaixao do que soffre,
o quo tor o case .pie tadroet tentando a rombar f ^ ^. ^^ ^ ^ f- uma ^ ^_
quaLiuer parta, iralam de o *tter cmn as noces- u ^^ be0l lirmad d os ^
sanas cauleites, e nao usan Iravarem palavras a ?QS ^liioxkto amor e da amisade; um ver
.|uem pretenden roubaren. *"._,-_ _n,P, me destruidor, que corroe pouco a ponco todo o vi-
< D.io assim, desJe ja convido ao autor !* ^ ^ mnl e deixa a deHSordem e o orgulho de
rio para que se aprsenle anata subdelegada a dar j^^ ^.^'
iiilonuafdes dos doze ladrees existentes na Baixa-
Verde, afflrmando-lhe qao se assim o fiaer juntan-
do as providencias que deve dar, flear eoaveiicdo
de quo tirada a causa cessa o .efleiio, e esla a que s innocencai j;t inventondo mentiras, e
Quanlos de vos nao lerao manchado a honra da
doiizella, o proceler honesto da viuva 1
Quantos de vs nao lero erguido a voz para ca-
do depositario, o qual segando sens costones n-
mades j nao hab la va o mesmo lugar.
Do Journal des DemoiselUt traduzimos os se-
guimos emblemas e sylbulos religiosos.
n ancboraSymbolo da esperanca. Atompanha
S. Clemente, papa e martyr.
0 aojoSymbolo do Evangelista S. Matheus.
A paAltributo de Tobas e de S. Fiaero.
As cadeiasAttribulo de & Pedro ni ementa
de S. Paulino de ola.
*
Traduzimos do mesmo jornal o seguinle:
O que o homem t
O escravo da morte, um viajor transitorio, mu
hospede sem babltacoes.

O que o dia ?
Urna provocaeao ao traba lito
O que o invern ?
O exilio do esto.
O que o outono !
O celeiro do anno.
Qual o somno dos acoros ?
A esperanca.

O que a f ?
a certeza das eoqsas ignoradas e inaravi-
Ihosas.
25*00
25000
D5O08
25000
105000
85000
65900
500
Travs.........uma
Unhasdeboi.......Cento
Vassouras de piassava. ...
Ditas de timb......
Ditas de carnauba..... >
Vinagre.........caada
Altando*a de Pernambueo, 20 de dezembro de
1863.
(Assjfnados):
O l.s conferenta, Pedro AUxanirine de Barros.
O i" oanierente, JoU Maria Cesar do Amara!.
Approvo. m Alfandega to Pernambueo, 26 de
dezembro de 1863.Paes Anraie.
Conforme. O 4.* eseripturario, Joao doe San-
to* Portro.
Hecebedorl le rrndas Internas
geraes de Pernambueo.
Rendimenlo do dia l a24........ 35:1045i60
dem do dia 26................, 1:1657Q0
36:3005P60
HW
Consulado provincial.
BendiiiKiitododiaUi......... 100:8835981
Mam OodiaO................* MBiiM
pria sepluagenaria que mura por
mais us ver.
Soudp esta a pura verdade Srs. redactores, a
lespeito do que houve no da 21 do correte, rogo
Vmcs. a publicacao destas mal traeadas linhas,
porm verdade.iras, do que muito obrigado ser
Vmcs.O tubtlelrijado da Capungtt.
Rcfabtic.vo ba polica .:
(Extracto las parles dos dias 25 e 26 de dezem-
bro).
Foram recolhdos casa de detenco no dia 24
lo corrate.
A' ordem do lllm. Sr. Dr. che fe de polica, 6
vindos do presidie de Fernando como sentenciados;
11 viudos do Buique, sem dedaraco do motivo ;
li'smuo Alves Pontos Madeira, caboclo, para te-
crul.i, viudo do Po-d'Alho; Jos Severo Marques,
pardo, viudo de l|H>juea, como criminoso.
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio, An-
tonio Jos Juvenal Dias Brrelo, semi-branco,_por
feri ment leves.
A' ordem do de S. Jos.-, riiomaz Vi I la-Nova,
branco, para averiguacoes peliciaes ; Joao Jos
Santiago, pardo, Damiao'Goncalves Pacheco, crou-
lo, ambos para averiguacoes em erime de nwibo.
25
A' ordem do subdelegado do Beele, Francisco
Madoira ou Francisco Jos Correa, Joao Mantas,
Jos Pinto dos Santos, Jos Fernandos Monteir,
Jos loaquim Leo.Joao Bibeiro, Joao Antonio No-
nes e Francisco do Mattos, braneos, e os pardos
Pedro Jos Bodrigues, Manoel Joaquim Fon oir,
todos por briga.
A' ordem do de Santo Antonio, es pardos Venan-
cio Francisco Cactauo, por brga; Alipio Jos Cao-
oroulos Honorio da
bia urna familia honesta
Estas verdades nao podem ser desmentidas, o
cunbo fiel de muitos caracteres, que volados de-
gradacao a exercom contentes, c nao se abalan,
que as suas victimas padecam; o quem juntos des-
sos monstros poder vlver soeegado ?
Quaudo a saoguo fro veem fechar-se a porta
viuva que procura o pao para malar a tomo de
seus tubos 1
0 nialdizoule. I rio aos meus, unassassino, um
ente abominavel; ugi d'esses lobos devoradores;
apartai-os do seio do vossas familias.
Observemos por consequencia, o que nos cum-
pre saber, nao fallemos, porque a bocea dos sabios
esla om seu coracao.
A seguate poesa foi recitada no theatro parti-
cular do Apollo na recita de 23 do corrente nez
oom dodicacao a senhora que desemponhou o pa-
pel da inarqueza de no Mendigo Negro.
O genio das artos, que esmota, mendigo,
Nao raorre, reaasce dos proprios destrozos.
Si aqu moribundo, sem pao, sem abrigo,
Alm j resurge das cinzas, dos ossos.
Mystoiio esse genio, que as ondas voraces
lio lempo nao podem jumis afagar,
Revive, remoca, sentindo as faces
Uocareii) os secios no seu perpassar.
Essenca animada, que as almas agita,
Respira invisivel na trra, noar;
No seio dos povos, latente palpita,
Fazeudo prodigios, sem nunca parar.
me
PUBLICACOK A PEDIDO.
..... '
SALSl OK IIRISTOL
iior ratasatlas por mineraes !
Fazem-seuso de lodos os venenos activos|na me
diciaa o todos Anal mente encurtam a vida. A al-
sa pariiii.ua na musToi. um dos poneos remedios,
verdadeiramenlc e puramente vegetal.
Ella nao conten um s grao de mercurio, arte-
nio, slrychnina, bromine iodine ou oulro qualquer
veneno.
Alm disso um antidoto contra os mesmos e
cura as molestias que estes eausam. Pela maior
parto das vezes estes venenos curan orna molestia
substluindo-a por outra : porm a salsa paUta
de biiistoi. opera com a natureza e nao contra ;
romovendo para sempre pelo seu poder neulrali-
sador as causas de molestias ulcerosas, cancerosas
c eruptiveis, regulando o ligado, dando vigor ao es-
tomago e instestinos, aliviando o systema de subs-
tancias epidmicas e dando forjas' aos orgaos en-
fraqueciilos. As criancas e as senhoras delicadas
podem toma-la sem susto.
E' a salvacao dos doentes. Cauttda para evitar
as iinitacoes falsificacoes, das quaes existem tre9
A legitima vende-se por Caors & Barbosa e Joao a. uf P
da C. Bravo & C Al roz..........9-wlado da
uno, por desobediencia ; os rimiii -. -- N ^^^ ^.^ nasceu nooriente;
Silva, por disturbios Joaqun,, escra o de Ma- mil transes, mil vezes vencen;
noel Ribero, por uso do armas P^t. '-da. c Q v
A ordem do ita Bna -Vista, oa partos Berthnkto ... H -insaal renawen
llibeiro da Silva, por disturbios ; Joaquim Aman- ,,aha' sat>n> p '<"'. renasecu.
ci do Freitas Casln, por suspeilo em crimo d: >ja j^^ revve, revive pujante
reata Da Europa no slo, nos seus monumentos-,
A ordem do da Varzea, Antonio Francisco de Entre p||tS embora mil vezes errante,
Mendouca, pardo, por desobediencia. Mendigo, supporle voraies tormentos.
O chefe da f seoc^ao,
J. (i. de'Me*q*ita. Abrira-se s gentes de l do alm-mares
Passageiros vindos do Acarac e portos in-1 as trras d'America um novo proscenio;
..ermediosno vapor nacional Mamatujtutpe : Qpiombo nos trouxo p'ra os nossos palmares
Dr. Pedro Leo Veltoso, I criado e 1 escravo, Ce'as crencas paternas o fogo do genio.
Di. Adolioe Antonio de Luna Freire loriado, Dr. j ... ,
Francisco Jos Fernandes Gitrana, sua senhora, I Aqu neste imperio, gigante e fecundo,
sua eserava e 3 criados, Dr. Jorge A. Bro logler, Quo Wra fadado p ra g
-sua senhora e 2 Ikhos menores. Francisca Perreiri
Braga Nelto, Cartas Ernesto de .esquita Falcan,
Antonio da Silva Fialho Jnior, Alfredo Simplicio
ilo Andrade, Joaqun Jos Bodrigues da .(lunha.
Jos Antones (i i maraes, Vicente Ferroira Nbnes
e lanla, Joao Barroso de Carvalln, Manoel Jos
Rodrigues Pinheiro, Manoel Jos de S. Pitonga,
francisco Jos da Cuaba Saturnio, Thereza_de Je- Ma ah 1 esses fracos, quen sao ? esses pobres,
-us Azevedo, sua sobriuha e l escravos, Joao Fer- Que ousados affrontam da serte o revs f
andes Prente Vianna e sua senhora, Joao Fr- Sao almas rdanles, mas puras, mas nobres,
reir de Suiza, I eserava de Mara Jos de A. Bap- Que o genio Ilumina. Que o digasquem s.
tata, MftpioJ Arehanjo do Freitas, Ludgero Braulto ------
Garda, 1 eseravo de G. F. Guirtiarnos, 2 escravas Subiste ao palco: no leu-porte angosto,
de A. B. A. Marcia, T. Sgares do Oliveira e Joo; N'alliva fronte, aooxpresso do gusto,
Alfredo H, Fulgura o sello, que o buril robusto
Passageiros sabidos paraos portos do sul no \)C Deus inprimepor condao funesto,
vapor nacional Jagnaribe:
Dr. Francisco Jos Martins Peona e I e^ravo, Ao leu nfluxo reviveu a chamraa,
Joao Jos Lins e sua fllhn, baro de iragua, l II- Que nal desta arte allumiava o templo;
Iho, I neto, 1 eserava e I criado, Pedro Antonio da,' Subiste ao palco ; resgatas-te o drama
Pureza Yasooneoilos, capitao Jos Joaquim Barros, Do atroz olvido n'um sublime cxemplo.
"i prarat e 3 raojberes, Mara T^eobalda da. An-
nunciacao, Anna Maria de Jess e Manoel Francis-
co Barros.
As artes to orphaas, aneadas ao mundo,
Cercadas de escarneo, de risos ferinos.
I
Sao orphaas; precisan de amparo e guarida;
E os ricos senhores Ihes fccham a porta l
E os traeos e os pobres Ihes votam a vida
En troco da vida, que teem quasi mora.
Viras osla arto precisar do alalo,
Vieste aaeiosa olferecer-lhe a mo.
- Passageiro entrado do Araeatj'no hiato na- f Rasgo soberbo I genei oso intento,
ional Snnf'Anna. Francisco Alfredo Gurgel do Que o mundo estullo nao corapr'ende, nao.
Amaral.
Movimento da casa de detenco do da 24 de Exulta embora! s o genio sent,
Lvre, no peito fermentar das artes-
A seiva intensa des^ amor forvente,
Que l com esta liberal repartes.
Exulta sempre, que a missao nobre!
Quem sent n'alnia voraco e f,
Nao dniaa nunca que a vrtude dobre,
j Hesiste aos transes, leva a erar de p.
; Deixa que a turba na irona immunda,
No vi sarcasmo, com que ao artas fere.
Louca se engolpha l A cormricao funda;
f luirte aqullo, que a virtudo adliere.
! Vem, artitta, curvado ao prestigio
HH Do teu genio glganto, quo assom, .
de- Aos leus pus lo depor os meus versos,
Pobres flores, sem cor sem aroma.
Ah I nao pude abafar este canto,
Que naseeu-me espontaneo do peito.
Son toreado a render-te homenagem;
NeMe canto to envo o meu preito!
dezembro de 163.
Existan . .'03 presos.
Entraran. . 40 .
Sahiram . 13 >
Existen. . 33*
A saber :
4 Naeionaes. . 212 presos.
Estrangeiros . 27 .
Molheros . 2 .
Estrangeiras . 2 .
Escravos . 38
Eserava . 7 .
COMMERCIO.
NOVO BANCO
DE
PERVVUIUCO
O novo banco de Pernambueo convida os!
credores das massas fallidas de Mosquita & Dutra, Bolachinha..
o Francisco Antonio Correia Cardoso a apresenta-
ren seus ttulos no banco para se proceder a res-
pectiva verilicacao.
Batatas......... Vcnderam-se
roba.
Fiscalisaco da freguezia de Santo Antonio, do
Bccife, 21 de dezembro de 1863.
O fiscal,
M. i. da Sata ibeiro.
TITL'LO 9 DAS POSTBAS DE 30 DE JUN'HO.DE
1849.
Art. !. Toda pessoa que sem licenja da
cmara municipal, depositar as ras, pracas e
outros lugares pblicos do seu termo, qualquer
objecto que embarace o transito publico, ser mul-
tado em 25000 por cada objecto, quo ser removi-
do a sua custa para o lugar que pelo fiscal fot de-
signado ; salvo os objectos mercantes desembar-
cados e sahidos d'alfandega ou os qoe tiveren de
ser embarcados e que nao forem voluraososi, de-
vendo ser escolhidos inmediatamente. >
Conselho administrativo.
O conselho administrativo para fornecimento do
arsenal de guerra tem de contratar o forneci-
menJo do rancho da conqianhia dos menores do
mesmo arsenal nos mezes de Janeiro e (evereiro
da anno prximo vindouro.
Pao do i ongas, bolacha, assucar refinado de
segunda sorte, mantega franceza, cha Uysson, ca-
fis cm grao, carne verde, dita seca, farinha da tor-
ra, feijao preto ou mulatinho, toucinho de Lisboa,
aieite doce de dita, vinagre Je dita,'aero* do Ma-
raabio, bacajbo.
Para o arsenal de guerra,
Brim da Bussia, varas 300 ; 10 duzlas de taboas
do pinho americano de 1 poiegada.
Para o hospital militar.
Chinellas razas de couro, pares 60 ; bujes de
folha pata 12 garrafas de liquido 6 ; 60 colchoes
com tuves eiros de panno de hubo cbeos de laa
tendo 9 palmos de comprimento e 3 e meio de
largura; lk copos de vidro para agua; 12 bacas
de rosto ; pralos i8.
Para o corpo da guarni^ao da Parahba.
17 bandas de laa.
Para a eompanhia dos menores do arsenal de
guerra.
Gaz, galfles 20. <
Quem quizer vender taes objectos aprsente
as suas proposlas em caria fechada na secretaria
do conselho s 10 horas da manha no dia 30 do
correute.
Sala das sessSes do conselho rdministrativo pa-
ra fornecimento do arsenal de guerra 21 de de-
zembro de 1863.
.Intonio Pedro de S Barreta,
Coronel presidente.
Stkastiao Antonio do Reg Barros,
Vogal secretarle.
Crrelo geral.
l'ola adminisli ac,ao do correio dosta cidade se
faz publico para fins con venientes-, que em virlude
do disposto no artigo 138 do regulamento geral dos
crrelos de 21 de dezembro de 1844, e artigo 9 do
decreto n. 783 de 13 de mato de 1831, se procede-
r o consumo das cartas existentes nenia admmis-
iracao porlenceutes ao mez de dezembro de 1862,
no dia 3 de Janeiro prximo, s 11 horas da ma-
nha, na porta do mesmo correio, o a respectiva
lista se acha desde j etposta aos interessados.
Administraco do correio de Peruambuca 33 do
dezembro de 1863.O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
1 (insiil-dH provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz publi-
co qne os 30 lias uteis marcados para a arreeada-
por barrica, e a rctalho de 135 gao bocea do cofre do 1* semestre do armo flnan-
a 145000; Tirando em deposi-' ceiro corrente de 1863 1864 dos impostes da d-
te 8,500 barricas. cima urbana das freguezas desta cidade e da dos
dia da sahida s 2 horas da tarde : escriptorio no
Forte do Mattos n. 1.______________________
PARA 0 RIO JANEIRO
iretea.de sahir con omita brevidade o patacho
orrea por ter a motor parta da carga tratada :
para u resto que lae falta e escravos a frete, ira-
la-so com es consignatarios Palmeira & Bollro,
largo do Corpo Sanio n. 4, primeiro andar.
V*am o Iraeaty
O hiato Dous Irmios pretendo seguir con bra-
vida.de, leudo parte da carga, e pan o resto tra-
ta-sc na ra do Amorim no escriptorio de Tassc
Irroaos.____________________________
Rio de Janeiro.
O brgue brasitoiro Trovador segu eon muito
brevidade, pode receber carga e escravos frete,
Irata-ee eon os consignatarios Marques, Barros C, largo do Coi po Santo a. 6.
Para a Baha
0 palhabote Garibuldi pretende seguir con bre-
vidade para este porte, tendo parte de seu carre-
gamento. e para o.resto tratarse no escriptorio de
Tas so Irmaas na rpa do Amorta.
Para o Rio de Janeiro
At o dia 30 do corrente pretende seguir im-
preterivelmente o patacho nacional Beberibe, para
o resto da carga que Ihe falta e escravos a frete
para os qoaes tem excellcntes eemmodos tratase
com os seus consignatarios Antonio Lu de Oli-
veira Azevedo 4 C., no seu escriptorio ra da
Cruz n. 1.
103:4935707
PRAQA DO RECITE
ti 1 1-: in:zt:uBitii in: *.
ls 3 horas da tarde.
Rewlsta sentanal.
Cambios........ Os saques eflectuados at hoto,
sobre a Europa, para o prximo
vapor fraocea etovaran-se a S
133,000 sendo sobre Londres de
28 a 28 X. d. por 15000, sobre
Pai i< a 336 rs. por fr., e sobre
Lisboa de 90 a 96 por.cciito de
premio. .
Algodao........ O desta provincia vendeu-se de
265300 a 265000 por arreba, o
de Maeei, posto a bordo, a
265300, e o da Parahyba 275- A
entrada deste mez subi a 8,600
saceos.
Assucar........ Venleu-se do 35000 a 35400
por arreba do branco, de 35000
a 35200 do somenos, de 25730
a 2590O do mascavado purgado,
e de 25330 a 25700 do bruto.
As entradas deste mez regutou
por 6830Osaecos, sendo dos por-!
tos da Parahyba, Bio-Grande do
Norte e Macei 3,000 saceos,
transportados pela va forrea
23,000 saceos, e por outras con-
dceles 38,300 saceos.
Aguldente..... Vendeu-se a 705000 a pipa.
Couros.........Os seceos salgados veuderam-se
a 180 rs. por libra.
India vendeu-se a
25100 por arroba, o o do Mara-
nho a 25300.
Azeite doce.....O de Lisboa vendeu-se a 25630
por galao ; nao havendo do Es-
tro to.
Baealho....... Em atacado vendeu-se a 135000,
Para a Baha pretendo sahir com muta bre-
vidade o veleiro patacho Thertza, capitao Joo
Correia Lima, por ler a maor parto da carga :
para o resto que lhe falta, tratas con os consig-
natarios Palmeira & Beltrao, largo do Corpo Santa
n. 4, primeiro andar. ___
PIRA LISBOA
sahir com a maior brevtlade o bero conhecido
brgue portuguez Relmpago quem no mesmo
quizer carregar ou ir de passagem, para o que of-
ferece os uielhores commodos, dinja-se ao consig-
natario Thomaz de Aquino Fonseca, ra do Viga-
rio n. 19, primeiro andar.
Para Lisboa pretendo sahir com muita brev-
dade o patacho Jareo, capitao Jos Marques Coe*
tao Soeriiilio, por ter pa*a de seu earTeganionto
tratado : par o resto que lhe falta, e passageiros,
traase con os seus consignatarios Palmeira Jt
Beltrao, largo do Corpo Santo n. 4, primeiro
miar.____________________________________
Para o Rio de Janeiro.
O patacho nacional Cirpnom, pretende seguir
com muita brevidade, tem parte de seu carrega-
menlo engajado, para o resto quo lhe ralla e es-
! cravos frete para os quaes tem bons commodos
i tratase com os seus consignatarios Antonio Luis
I de Oliveira Azevedo & C, no sen esrriptorio ma
da Cruz n. 1.
LEILOES.
a 800 rs. por ar-
Carue secea..
Alandega
Bendimento do dia 1 a 24.......
dem do dia 26.................
472:7125017
8:6745083
481.3865102
Noviuiento da alfandega
Volumes entrados com fazendas...
com gneros.
Volumes sahidos
com
com
fazendas...
gneros...
113
741
1
213
Caf.
Cha..
834
214
338
Alimentados a.casta dos cofres pblicos. .
Movimento da enfermara no dia 23 de
zombuo.
Tiveram baixa:
Kranoisco Joe Correa; ferlmentos.
Jos Bunio des Santos; syphiles
Antenin Manoel da Silva; dores cspa*modirat.
Josa Antonio Fabrieio; sarnas.
Joa'Hoaerln Pereira da Silva ; sama*.
Oescarregam no dia 28 de dezembro.
Ihngue portuguezFlorinda gneros de estiva,
Brgue portuguezIjn //diversos gneros.
Sumaca hespanholaAwefiacharque.
Barca ingleza /brofu/wn-carvao.
Barca franceza-Sol/iprfnomercadoras.
ALFANDEGA DE PBBNAMBUCO.
PACTA DOS l'KRCO DOS G8NEHOS SCJBITOS A DII1EITO DE
BXPOIITACAO. SEMANA DE 28 DO MEZ DE DEZEM-
BRO DS 1863 A J DE JANEIRO DE 1864.
Mercadorias. Unidades. Valores.
Abanos......... cento
Agurdente de cana..... caada
dem resillada ou do reino
dem raxaea........ >
dem ginebra......'
dem alrool oa espirito de agua- >
ardente....., >
Algodo em caroco..... arroba
dem em rana o en laa.
Arroz com casca...... <
dem descascado ou pitado .
Assucar mascavado......
Wem branco. ........ .
dem retinado........
Awite de amendoim ou mende-
' bin......, caada.
dem de coco ....... t
dem de mamona..... >
Batatas alimenticias..... arroba
Bolacha ordinaria, propria para
embarque....... >
dem Una........
Caf bom........
dem eseolha ou restolb* ...
dem torrado ....... libra
Caibrqs......... um
Cal........... arroba
dem branca.......
Carne secca (xarque) ....
Carneiros........ um
Carvao vegetal...... arroba
"Cavernas de sicupira .
65250
255000
15000
-spoo
dem de 35800 a 45800 a harri-
quinha.
A do Bio-Grande do Sul vendeu-
se de 25000 a 35300 por arro-
ba, e a do Bo da Paita de 25300
a 35OOO (toando em ser 83,000
arrobas da primeira e 15,000 da
segunda, tendo se embarcado
destas 10,000 arrobas para I la-
vana no navio Fidela.
Vendeu-se de 75300 a 85200
por arroba.
dem de 15800 a 25300 por li-
bra.
Cerveja.........dem de 45800 a 35200 a duzia-
de garrafas.
Genebra........ dem a 310 rs. a botija.
Manteiga.......A ingleza negociou-se a 720 rs.
por obra, e a franceza a 300 rs.:
licando em ser, 4,00 barris de
atabas.
Massas......... Vendevan-se a 75000acaixa.
Oleo de linhaca,. Vendeu-se de 25000 a 25100 o
galo.
Presuntos....... Continuaran de 135000 a 145
por arroba.
Queijes........ Vmderan-se de 25100 a 25300
cada um.
Sabo..........O amarello vendeu-se a 150 rs.
a libra, e o do Mediterrneo a
240 rs.
Toucinho.......O de Lisboa vendeu-se a 85000
por arroba.
Vinhos......... Os de Lisboa venderam-se dc
100 1905 a 205000 a pipa, e os de
750 ontros paizes de 201)5000 a 2105-
720 Velas.......... As de composieio venderam-se
a 520 rs. o masso.
DesooMos....... O rebate de letras eontinnou de
8 a lOjper cento ao anno.
Fretes......... Para o Canal ingte a 40 o para
Liverpool a /i \ por libra da
algodao.
-*
>o.
"V
MOVIMENTO 90 PORTO.
Nonios entrados no dia 25.
Acarac e poetas intermedios8 das e 20 botas,
vaor nacional Mamanguape, de 337 toneladas,
commandanto Manoel B. dos Santos Moura.
Swansea04 dias baria ingleza.Comier, de 360
toneladas, canille E. Le uros, equipagem 13,
carga earvao de pedra; orden.
Lisboa28 dias, brigue portuguez Laia 11, de 207
toneladas capitao Antonio F. Vieira, equipagem
12, carga violto e outros genero; a Euzebio
500 Rafael Rabel lo.
25700 N5o houveram sabidas.
35000 Nao houveram entradas nem sabidas no dia 2o.
15600 Trieste 30 dias, brigue sueco Osear, de 244 tono-
85OOO1 ladas, capitao H. F. Aira, equipagem 10, carga
T
Afogados, e de 3 0|0 sobre a renda dos bens de
raiz pertencentes corporales de mo norta se
principian a contar do dia \? de dezembro vin-
doure.
Mesa do consulado provincial de Pernambueo
23 de novembro de 1863.
Antonio Carneiro Machado Hios.
Administrador.
Correio jLeral.
Pela admiuistracao do correio desta cklade se
faz publico que em virlude da convenci postal
celebrada pelos governos hrasileiro c francez, se-
1 ao expedidas malas para a Euro|>a no dia 30 do
correute mez. As carias sero recebidas at 2 ho-
ras antes da que. for marcada para a sabida do
vaper, e os tornaos at 4 horas antes.
Admiuislracao do correio de Pernambueo 19 (to
dezembro de 1863,-0 administrador,
Domingos dos Passos Mirajtda.
Batalho de iofaatarla a. *.
O conselho econmico do mesmo batalbao leudo
do contratar para suas pracas arranchadas no !
semestre do anno vindouro de 1864, o fornecimen-
to los segrales gneros alimenticios de primeira
qualidade, a saber : assutar mascavnho refinado,
arree |>ilado, azeite doce, bacalnao, caf em grao,
carne verde, carne secca, feijao preto ou mulati-
nho, farinha de mandioca da Ierra, manteiga fran-
ceza, teacinno do Lisboa, vinagre de Lisboa, e te-
nha em achas : convida aos licitantes que quize-
ren prever taes generes, a apresentaren suas pro-
postas em eartas fechadas na secretarla do referi-
do baulho, no dia 28 do corrente nez, s 10 be-
ras da manhaa.
Secretaria do batalhao de infantaria n. 2, no
Hospicio em Pernamboco 18 de denemoro de 1863.
Manoel A. Pereira Gnimaraes,
Altores secretario.
Companhia de cavallarla de
Pernanbueo.
JPrecisa contratar-se para o futuro, semestre (o l*
de 1864) o fornecimento dos gneros abaiv> men-
cionados :
Rancho.
Arroz pilado, assucar refinado, azeite doue, Ba-
ealho, caf moldo, carne verde, dita secca, fari-
nha, feijao. lenha, manteiga franco pao de 6 on-
cas, toucinho e vinagre.
Forragem,
Capim de planta, milho, farelo. e rael
Os que se uropozerem a este fornecimento com-
paregam no da 30 do correnta ao meio da com
suas propostas na secretaria do comnando de dita
eompanhia.
Quartel no Campo das Princuzas 23 de dezem-
bro de 1863.
Manoel Porlirio de Castro Araujo,
Capilao commandanto.
ti
Pela aJiiiiuislra^ado correio se faz. publico que
smalas que deve conducir o vapor eostero Afa-
manguape com destino s provincias da Parahba,
Rio Grande do Norte e Cear, fechar-se-ho hoje
(28; do corrento as 3 boras da tarde en ponto.
GRANDE
LEILAO
Km contlaua^o de manha e a
noke.
J. Falque, querendo liquidar, fara leilo de lu-
das as fazendas existentes no seu armazem da ra
d>) Crespo n. 4, constando de uma grande porcia-
de ; oupa feita de todas as qualidades, calcudo,
perfumaras, bengalas finas, chapeos para tomen
e seBhoras, uma iinmensiadn de artigos de luxor
sendo ludo vendido sera limites e em totes a vou-
tade dos compradores.
/Inje s 10 horas da ma-
nha
0 agente ALMEIDA competentemente autorisa-
do far leilao das fazendas arima declaradas, c
convida aes seus freguezes e amigos aproveitarein-
a occasiao de se proverem de muitos arligos ue-
eessarios e outros proprios para prsenles de
festa, quja acqujslcio farao por poueo dinheiro.
O mesmo agente para satisfazer o pedido de
muflas pessoas tero reselvido fazer um leilio es-
pecial das 6 s 9 horas da noile.
LKIIiAO
Ura. eapllSes de navios.
0 leilao dos salvados do hiato nacional Jaguari-
be, por causa de molestia do agento nao poile ter
lagar hontent, mas ser elTecluado segunda-fera
28do corrente pelas 12 horas da manha no arma-
zem do bario do Livramento no caes do Apollo,
onde espera a presenca de vossas senhorias.
Casco, apparclh e ais pertences hiate na ion I Jagnarihc.
HOJE
A roquerinento do capitao do hiate nacional
Jaguar ihe, Pedro Jos Francisco, e por despacho
do lllm. Sr. Dr uiz do commerciu por intermedio-
do agente Pestaa rao a leilo todos 00 pertences
do mesmo hiate, consistindo em veame, pulame,
cabos, correntes,, mastros, vergas, ferros, etc., os.
quaes se acham no armazem da baro do Livra-
mento na ponte nova onde ser effectuado o leilo
quarta-feira 23 do corrente pelas 12 horas da
manha.
DE
100 eaxas com cebla^.
, nojEa
0 cente Peslana tora leilo por conta e risco
*jeai pertenrer de 100 eaixas com excellenles
CfCiu, as meltores que ha no mercado desem-
barcadas a emana passada e a sahir hoje da al-
faadega, no amare 11 do Ames as 10 horas da
maaba de boje.
__ V- a-------- *
<


t*Afe'lf ode tMi.
3

BE
aletria e macamlo.
IIOJE.
' agente Pesian* ftri farto de 60 caitas com
massas de superiores qualidaes, aletria e macar-
me, boje W do corrente pdUs 10 hars et pon-
to na porta do Aoncs.
_...................i
Furto

Cma caixa com miudezas.
Torva felra 99 de dezemt>ro.
0 agente Pinlo Tara leilao reijueriwente de
fuilberme Augusto Rodrigues Selle e por manda-
do do film. Sr. Dr. julz do commercio de upia cai-
xa rom a^doias, peuhoradas Francisco de Sales
e Silva, a axistesMes no deposito geral, (casa era
frente a secretaria de plida! onde se cfleciuar o
leilao as II horas ea ponto da dita supra dito.
SrBllOICS (r^deinS
LEILiO
DE
Familia de trigo avariada,
O agente Pestaa far leilao por conla de quem
pertencer, As 14 horas manhia do da 89 do
corrente, de cerca de 38 barricas com farlnha de!
trigo avariada,e de dlnVrentes marras,no amw.era t
K
lni grande sobrado de un an-
dar a a cidndr do Araealy.
O agente Alranida far leilan reqOerimcnlo dos
administradores da massa fallida de Se v Filhos
te mandado do IHm. Sr. Dr. juii (especial do
rommerrio, do m sobrado de \vm andar com 35
palmos de largo tendo 3 janellas na frente, n* ra
mu Flores da cidade do Aracaty em chito* fon-i-
ros acamara municipal de dita cidade. ,
Scila-Mra 8 de Jowriro de 1SM
porta da associacSo commcrcial as 11 hora* ; os
fin-tendentes podem obter qualquer infbrmacjiodo
agente cima.
AVISOS DIVERSOS.
Fui taram do Maofaiano dous ca val las alasoes,
gtaaes, cara os signar segninfc* : w grande
o buniu .Igara, feenie aborta, Ir** p* araos,
lera pianonas branca* naanaa e nm*- amr**a
aaeaesqOJNa^ eonwaa-panto se Miamtatto
est encabetlaade a marca que Me fez a coleta*
anda muito beta do Mn a man; o ontro gran'
de e est um pea* magro, tere uOt estrena na
testa, as ferina aparadas, e os dous ossos da anca
saliente* oa. parados : recompensa-so bota s
quem der aeticia dos rocalos na roa da Cadea do
Recife n. 38._________________;_________
Anjga-se a casa frrea n 10 da na do Ara-
gao, a mal so serve para algum estabelecitnento
oti offlejoa : dflem o pretender, dirija-se ao qnar-
tel de policial tratar com o eapit.w Teixetra. ou
na botrei n. fi d pfafa da Boa-Vi*a, que adiar
com qaei fazer negocio sobre o dito afugnei; na
mesraa botica ah encontrar a chave para se cor-
rer a dita casa. -
Aluga-se um sitio na Capung veiha, cota
boa casa, enmend 4 quartes, gabinete, cacimba
com boa agua, quarios gara greta, estribara o
fructeiras, todo (Durado : qnem o pretender, airi-
ja-se ra da Crespo n. 18, primeiro andar.
Pfectsa-se do urna criada que saiha ertgom-
mar o cazinhar : na ra do Crespo n. rt, prrMei-
ro andar.
DE BOM GOSTO
Knsino de preparatorios.
U bacharel A. R. de Torres Bandeira,
professor de geographia e historia no
Gymnasio desta provincia, contina a
ensinar estes mesmos preparatorios, e
be ni assim rhetorica e phiiosophla. Os
cursos estao abertospara cada urna des-
tas disciplinas, na casa da residencia do
annunoiante, rna estreita do Rosario n.
31, terceiro andar.
Superiores corles de sed#4Mtfr*a loj, ft)|, 4$. %j,toffpf|o cada corte, os mais modernos que tem viudo a Pernambuco.
Ditos de marean tiquo de cagas, e pretos.
^tt sedas de corea a 1_* rr. o consto. 13- '_
Mas de daac o ua*riBnea i#o a t$*M.
Moreantiqde carmezim cor da moda a 1*200.0 covatlo. ***
SuMnaras cortes de bloade para nias. .o;
Lindos cortes de crep de flespanha fm barra de cores as mis lindas que $p pode deseiar.
Cortes o liar com barra de cor. -*1
Ditos de lia com haiin aqniltt.
Lindas earte&ae griaadweda seda oom barr* de gostosioteiranete aovas. -
Linda faienda para vestidos denominada crep do Hespanha de cores uui liKdas.
Superiores las de cOres matlsadas.
Graflde e variado *>rtirhcnto de percates de cores pata vestidos.
Dito da chitas franceas otuito finas escaras, claras e matlsadas.
Liadas catllinetas para vestido, gostos inteiramente novos.
Superiores corlas de cambraat braiaos bordados e eutras muitas fax-,ndasde fio gosto para vestida de senbora.
Para hembros e senhoras.
Superiores capas pretas a #, 4. *. 404 e .'*,
Santiembarques de cambraia ticamente enfeitados.
Ditos de cachemira de cores o agam-a eeHao cslttattto gosto.
Lindas capas de caximira do cores as mais modernas que tem vindoa esta praca.
SapeHoMa tiavos de amaraM e *t aadaareta.
Lindos poslilhoes de merino de cores.
Grande o variado sertimento de camisialias bordadas
dem de chales de merino lisos de barra estampadas de quadros o de crep a 4#>Q0, 5*, 6*. 7*, 8, (ijt e 10#.
rara cabera do senbora,
Superiores chapelinas de palha de Italia.
Liados chapos de pina de Italia cneiudos com muito gosto grande variedade para esoollier a 12A. 145 C 161.
Modernos enfeites ae flores chegaflos no ultimo vajinr francez.
Variado sortinwmio de enfeites denominados conservadores para cabera.
Bordados.
Grande sortimento de ntremelos bordados a 14,14200 e 14500 a
Liadas tiras bordadas largas a 24, 34 e 44 a peca.
Calcas bordadas nitrito finas para senhora.
Superiores e modernas saias bordadas.
EspartiUios superiores e outras muitas fazendas de gosto na loja das columnas ra do Crespa n. 13, de Antonio Correia da Vasconcellos
!Ift'|4
Te .v -'iqerque d
aisullas medico cirargins cm .en i- ibinete das
as 11 horas da manh 11 e das II ;H ; as 3 horas
- .
H
r~
n

peca.
t
Sab.aete eriieo cirnrpco na d>
Flores o. 37.
O D>. EstevO CaValcanti d
ooast
as
da tarde, os chamados drrerio ser \ur escripto e
dessa huraem diante dav r ser iiroearada na e>
a de soa residencia no Chara-lfeulaa.
1.* Partos. '
1 Molestias de pelle.
8." dem dos olhos.
4.a dem des orgos genilaos.
Praticar toda e qualquer opcr.ii;o em sen ga-
binete ou em rasa dos doentes conforme Ibes fr
a conveniente.
Casas para alagar.
l'ralbja e prraeiro andar na ra das Cruzcs,
urna casa torrea na na da Alegra, um terceiro
andar e soto na ra do Encantamento : a tratar
com Jlo Ribeiro Lopes, ra da Cadeia n. 33, loja.
------ mi i iii .i
Os administradores da
mama fallida deAmorim^ra
g<'2t*i Sanios 9. Cconvid'im os
credores d>i mioma massapara
nopruzo de K &kis a presenta-
ran ria.dii ra do Viga rio n 21.
primeirc andar, afim de smem
titpifanitos, das 10 horas da
mantiu n*:\ da
mrmhuc- 21 180:*.
Antonio Jos Rodrignc? de Sonza, na rna do
Crespo n. 15, precisa artigar nm moieque pata o
servico de rasa de familia, e que saiba bolear car-
ro, sendo de bons costumes.
Naques sobre Portugal.
Oabixo assignado, agente do banco
mercantil Portuense nesta cidade, saca ef-
fectivamente por todos es paquetes sobre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
i|iiali|ner somma, vista e a prazo, po-
dendo logo os saques a prazo serem des-
eontados no mesmo banro, na razio de 4
por cento ao anno aos portadores que as-
sim llie convier: as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador *. 51.
Pechineha sem igual.
Na mesma loja das columnas vende.se cortes de cambraia organdys demarra de duas saias e de babados matisados com 14 a 16 varas cada
a 64, 84,104e 124 o corte.
0 e-urtfiao Leal uudou
a 8iia residiiicia da ra do
/\ a al Joaquim da Silva Castro.
Quemiado para a ra das mmwm mmmm fflm
Criizes sobrado il 36, pri-
uieiro andar, por cima do
armnzem Progi'essista, aon-
de o acharao como sempre!r
prompto a qualquer hora pa-|
ra o exercicio de sua pro-i
fisslo. Chamado por escripia,
'Mudanza de estabeleci-
mento.
Flix Venancio de Cantalice avisa aos seus au-
ra, que mudou seu estabelecimento de alfaiateda
ra do Imperador, para a ra Nova n. 19, no qual
est sempre prompto para cumprir com qnakquer
encomenda tendente a sua arte.
O Sr. Jos Francisco Pinto Guimaraes, cirur-
gio pela escola real de cirurgia de Lisboa, trans-
ferio sHa residoncia para a ra Nova, u. 60, pri-
iieiro andar, onde pode ser consultado Iodos os
doencas denominadas cirurgicas ou externas espe-
i-ialiieiiie daquellas, eui cujo tratameulo mais fre-
quentemi-nte intervein a medicina operatoria.
m
AOS 5?()00:()00
T.-i\a-feira, 5 do Janeiro prximo, se ex-
tialiir, [lelo novo plano abaixo publicado,
:i ijuarla part' da segunda lotera da Santa
Casa de Misericordia uo consistorio da tgreja'
de Nossa Senltora do Rosario da freguezia
de Santo Antonio.
Os liilhetes e meios acham-se venda na
respectiva thesouraria na do Crespo n. 15
e as casas commissionadas ra da Impera-
tt i/, n. 44, loja do Sr. Pimentel; ra Direita
n. 3, tintica do Sr. Chagas; ra estreita do
Itosariw n. l, typographia do Sr. Mira e ra
da Cadeia n. 45, loja do Sr. Porto.
Os premios de 5:0005000 at 100000
soro |iagis urna hora depois da extraccao
e os outros no dia seguinte depois da distri-
biiic3o das listas.
0 tliesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
PLANO
para as partes ordinarias das
loteras.
-I 400 hilhetes a 54000 17:0004000
Jlenilicio, sello e commissao 2o *lo 3:4004 L* uido- 13:6004000
1 prt^mio de 5:0005000
1 dito 1:2004000
1 dito 6004000
1 dito 3OO40OO
4 ditos de 1004000 4004000
8 ditos de 404000 3204060
1 i ditos de 204000 2804000
''> ditos de 104000 .'(004600
t'til) ditos de 54OOO 5:2004000
i 100 premiados
-2.100 brancos.
13:6004000
3400 liilhetes.
N. B. As sortos maiores de 4004000 estao sujei-
- aos (lesconios das lei^.
Tliismiraria das loteras lo de dezembro de
IH83.O tliesoureiroAntonio Jos Rodrigues de
So-.iza.
Approvo. Palacio do governo de Pornambuco
16 de dezembro de 1863.Joo Silotira de Souza.
Ksle plano para ter vigor do Io de Janeiro pro-
-xiino em diante:____________________________
- iiaxhtirel Luiz d'.4ibuqueri{De
UaHias i'ereira, delegado do priueiro
Uiliictodo termodesti capital, reside
;i n da llnio n. ).
~T'bacharel Francisco Jos Marlins Penna, ten-
.11 sido ohrigado a partir urRentemoate para a
1 rnvhicia de Sergipe, aflm de tomar psse do I11-
at de juiz municipal, para que foi nomeado pelo
; iverno de Sua Magestadeo Imperador,lno pode
ecasiio de despedir-se dos seus amigos, col-
t'as e constituintes, que honraram-n'o oom a sua
i- "-na e confianca n'esta provincia como, jiorm,
. -ik-ra voltar brovomonla para transportar sua
ia para aquella provincia, pelo presente offe-
a ditas pessoas sen prestimo durante o lempo
iue all estiver, e Ihes assegura que, quando
ir tratar de cumplir seus devores, agora
; -til-ido peta presteza de sua partida. Aos seus
tuintes pede que se eutendam com seus dig-
ii collegas e amigo -f>rs. Antonio Witruvio
H m letra Ac.cioly e Vasconcellos e Jos Ro-
1. da Cuaba Salles, que Ibes inforniarao de
causas._________^ ______________
' Precisase de urna ama livre ou escrava, que
seta boa eagommadeira e se preste a todo o servi-
ro de urna casa de familia, excepto o de coxinha:
ia ra estreita do Uosario n. 31, terceiro andar.
- Alupa-se a casa n.6 da na dos Goelhos, jua-
t., 10 s.ilirado do fallecido Anaclet.., prooria para
*-.. senhores ostudantes: a tratar na ra do Mon-
1, olaria n. 13.___________________________
- Nesta typographia precisa-se fallar ao
Sr. FredeiicoSkincr escultor, ________
- Atuga-se o 2o andar do sobrado da raa do
Ixvpcrador n. 7, bastante /rasco, e decente para
1111.1 familia : a tratar eam Antonio Jos Rodriguas
de Soma, na ra do Cres|>o n. 15.____________^\|
"__ O Sr. Luiz Paulino Cavalcanti de Ali
buiuerque, tem urna carta nesta typographia
;,' ?&1M -^B^KS-IS-j-.^il
Precisase de urna ama escrava que se-
ja boa engommadeira se preste a iodo o
servico de urna casa de familia, excepto
o decosinha : na rna estreita do Rosario
n. 31, terceiro andar.
aaxM'#*'
Aluga-se o sobradinho da ra Imperial n.
40, com exeellentes commodos para familia : a
tratar na rna da Cadeia n. 62, segundo andar.
Ama.
Prerisa-se de urna ama para urna casa de pouca
famili 1 : na praca do. Corpo Santo n. 17.
It A \< O UIAllO
ESTABELECIDO NAC1DAUE DO PORTO
Agales em Perua-baca
Antonio Luiz de Ollveira
A/evedo XV.
Sacam por todos os paquetes sobre o
mesmo banco prazo ou vista, sobre a
caixa tilial em Lisboa, e agencias em Fi-
gueira, Coimbra, Aveiro, Vizeu, Villa-
Real, Regoa, Vianna de Castello, Guima-
raes, Baraellos, Lamego. Cevilhaa, Braga
Penaflel, Itraganca, Amarante, Angra,
Ilha da Tcrceira, lina de Faias, Illia da
Madeira, Villa do Conde, Valonea, Bastos,
Oliveira de Azemeis, Chaves e Fafe, a
oito dias vista ou ao prazo que se conven-
cionar,no seu escriptorio ra da Cruz
n. 1.
\- 7 RA DA IMPERATRIZ 7
\0% III\IIKN \OVUI\UKS
Madama vi uva Lecomte tem a honra de participar ao respeitavH publico que acaba de receber
pelo ultimo vapor francez um grande sortimeuto te ubcelos de jjorcelaua, cryslal, tartaruga, madre-
perolas, bronzes, marllm etc., assim como um rico sortimento de alfhu-tes de pcilo e flvelas para cin-
tos quer de madeira, quer de melal novos modelos.
Cintas para senhoras e moninavS.
Lindas cintas decouro e velludo enfeitadas cora a competente batta, tal e qual esl so usando
em Paris, ligas de seda para senbora, riquissmas caixlnhas para presente de festa com prepares
de costura ou sem ella, de tartaruga, madreperolas, marroquim, etc., capellas brancas e para uoivas
de flores do laranja.
Finissimos chicotes com cartas de marfia, sndalo, etc., para homens e seuhoras.
Perfumaras.
Perfumaras dos mais afamados fabricantes de Londres o de Pars.
Oleo e banhas para cabello. Pos de arroz para refrescar.
Saboaetes finissimos. Rscovas para denles e cabello.
Ditos inferior. Ditas para limpar pentes.
Agua para limpar denles. Pentes de tartaruga de pcnlear.
Pos. Ditos de bfalo dilu.
Agua de.coloaja. Suspensorios para liumem.
Cheiros para lencos e gavetas. Es^lbos grandes e pequeos.
iigua para tingir cabello de todos os ibrieantes.
Na mesma casa contina-se a fazer cabelieiras, tanto para homem como para senhora, assim
como qualquer cabello suppHste.
Corta-ee cabello e frisa-se i>or 500 rs.
Leite autliepeHeo.
approvade pelas academias d-- meili-ina de Paris e Londres.
Este leite cura em poucos dias as sardas, cpheldes. manchas de gravidez, tez queimada. no-
doas, cravos, borbulhas, bortoejas, espinlios, etc.. como consta do livrinlio que o acompanha, cada fras-
co tem um livro que indica o modo de applicar o le le antephelico.
O nico deposito na casa de madama viuva Lecomte.
7 RA DA IMPERATRIZ 7 V
CHEOAHAM
Os lindos chapeos de palha do Italia enfeitados com muito gosto acompanhados do competente
veo de seda copa aMaa Canotier para scnliora : a loia das columnas fu do Crespo n. 13, de Antonio
Correia de Vasconcellos & C
__
6 US!
SEGUROS DE VIDA EM MUTUALIDADE.
ATTE^O.
No da 12 do corrente desappareceu da ra lar-
ga do Rosario desta-cuade tres cavallos, sendo um
meo sujo, de 10 annos de idade, pouco mais ou
mnos, pequeao, mteirb, lam em cada orelba um
talho, sarnelha baixa, as pas um tanto grossas,
signa! eocoberlo, car regador franco de Iranio a
nieo; um caslanho com cangama, castrado, de
idade de 6 7 annos, dous ps calcados, urna es-
trella na testa, algmna cou um tanto pequeo, urna estradinha baixa ; e o
mo tanreem caslanho, de idade de 8 annus, pouco'
mais ou menos, o p esquerdo calcado, estrella n
testa, andador baixo, tamanho regular: quem dri-
les tiver noticia certa far o favor dirigir-se ra
doQueimado n. 28, terceiro andar, que ser grati-
ficado.
Precisa-se de tuna ama que saiba cozinhar e
comprar, prefere-sc escrava : a tratar no becco da
Boia n. 2, primeiro andar.
mmmm-wmmm mmmmm
5jS Trocam-se imagens do Porto, escultura
em madeira, na loja du Joaquim Luiz dos *
! Santos, ra de Crespo n. 1.
Festa da Senhora do Monte.
8. Bf. o Sr. B. aliliade le S. liento
deaecordo cou o abaixo asisiiiadt tea
removido a fesla da Senhora do Monte
tarde, Pmr
de^wbrv de
CASA DE SADE
Bn Salta Aauro
Do Dr. Mil va Rmmm.
Unko estalielecimento desta naturez-
que existe entre nos, montado dx> modo
que pode com todo o cotnmodo e zelo tra^
tar qualquer doenle, 4(ue be seja reco-
mido.
edificio iiiage.stoso e conserva-so
em |M-riViiu estado de limpcza e cobvo-
nicntementc mobiliado.
Os doentes* sao separados, segundo os
sexos, natuvza das molestias t- condioot
sociaes.
Ha quartos fortificados para os aliena-
dos, c urna enfermara para as partu-
rientes.
O proprietario enrarrega-se de qual-
quer operaco.
0 estabelecimento fra_yieado qual-
quer pessoa que o qiwjira visitar.
Primeira classe 33000diarios.
Segunda dita.... 35500
Terceira dita.... 26000
Para que qualquer dnente seja ali reco-
bido, basta que s' mande oiunue do doen-
te e da pessoa que o remelle, com a de-
claraco da anda.
O proprietario aceita contratos amiuaes
com qualquer que queira ter um ou mais
leitos sua disposicao.
Aliga-se
- Aluga-sc urna boa propriedade de sobrado no
lugar da Torre, cm multo bom local, muito fresca
i e com una linda vista por ser perlo do rio, c esl
dO da \ U COrrCnte mez, pira 17 de forrada de papel, com bastantes commodos para
Janeiro villdobTO- Olillda, i' de de- urna grande familia, tendo banheim, conheira, es-
/cmlii-n lo ISAS Itribaria para 6cavallos, cacimba rom bomba, mni-
51anoel Luiz Vires.
tos arvoredos novos, orna grande baixa de caplm
e injuilo liem tratada; coja |iropriedade perto
do Sr. Francisco Gomes de Oliveira; Orando a
(.'iva filial de Lotldone lrisilinn BBk mesma propriedade confronte a Capunga nova:
quem a pretender, poder procurar a chave na ra
A direccao do BANCO U.MAO tendo obtido do governo de S. M. F. a autorisago para estabele-
cer o seguro d'e vidas em mutualidades, faz-publico que desdo j toma subscripcSes annuaes ir urna
s vez, debaixo das seguintes condicocs :
Com perda de capital c lucros;
Dito capital smente;
Dito lucros sement;
O Dr. Antonio Vicente do Nascimenlo Feito"
sa, tendo de retirar-sc para a corte do Rio de Ja'
neiro, aflm de tomar assento na cmara tmpora
ra, cerno deputado asserahla geral por esta pro-
vincia, avisa ao respeitavel publico, e com especia-
lidade aos seus constituintes desta e de outras pro-
vincias, que o seu escriplorio na ra estreita d
Rosario n. 23 contina sob a direccao de seu com-
panheiru e collega o Sr. Dr. Joaquim Jos de Mi-'
randa. Os solidos estudos do Sr. Dr. Miranda em devendo a primeira liquidacao ter lugar no Io de Janeiro de 1839.
jurisprudencia, a pralica que possue dos negocies ; .As vantagens do em prego de capilaes em mutualidade, sao obvias, porque nao smente se co-
forenses, o conhecimenlo que tem das causas do Ihe o juro de quantias diminutas, de que avulsas se nao poderia tirar nenhuin resultado; mas alm
escriptorio, onde trahalha ha cito annos, e o carao- \ disso, este rendimento augmentado pelo capital ou lucros, ou ambas as cousas, conforme as condicoes
ter probo que o distingue, sao garantas sufflcien- da subsenpeao, dos que falleeem. Tambem partido pelos socios sobreviventes tudo aquillo que os so-
tes de que na ausenf a do Dr. Feitosa os negocios cios morosos nos seus pagamentos, sao por este motivo obrigados a pagar, bem como caducidades que
forenses a seu cargo, e os que occorrerem de novo, oceorrereni pela falta de comprimenio do compreaiisso social,
proseguirao com a mais perfeila regularidade. As liquidacocs sao pelo systema das coniphnhi.is hespanliolas, Tutelar c outras; e para se poder
O Dr. Feitosa avisa, outro sim, ao respeitavel fazer urna idea do que pode produzir urna entrada annual de 105, publica-se a seguinte tabella basea-
publico, que as pessoas que quizerera oovir suas da sobre a experiencia de muitos annos decompanhias desla natureza :
upinioes, podero remetter-lhe para a corte suas
cousulus ptr intermedio do mesmo Sr. Dr. Miran-
da, certo de <)ue a resposta ibes ser enviada pelo
primeiro vapor que dalli partir depois do recebi-
mento da consulta; assim cono all se encarrega- i
r da direcgo de revistas ou de quaesquer nego-
cios forenses. i
O mesmo Sr. Dr. Miranda fica munido de pro-
ruracaobastante para tratar de qualquer negocio;
que diga rospeito ao Dr. Feitosa, quer particular
quer rense.
\*i\ aii: i itb Un
Precisa-se de urna ama que tenha bom leite,
prefere-se sem fho : na ra Direita n. 53, loja de
ferragens.
Precisa-se de um bom cosinlietro ede urna
ama que saiba engonunar e lavar : tratar no
sobrado n. 32, da ra da Aurora.
Em aunas Em 10 annns Eut 15 anuos Em 20 annos l'.ni 2o annos
4:70n|
3:7001
3:5004
3:400,1
3:35(4
3:3.105
3:400f
3:7005
5:0085
As entradas por urna s vez du resultados muito superiores s aanuaes.
Porto, 10 de agosto de 1863.Os directores do Banco Uniao, Jsi' da Silva Machado.F. U. van
Mepoort.
Agentes em Pernambuco : Antonio Luiz de Oliveira Azevedo 4 C, ra da Cruz n. 1.
Por um menino de 1 dia a 1 auno U05 4005 9005 2:B005
de 1 anuo a i 905 3005 7505 1:7005
d 2 a 3 865 2905 7205 1:6005
de 3 a 4 . 865 2805 7105 1:5605
de 4 > a 15 . 865 2705 7005 1:5505
Por urna |>essoa de -5 20 865 2705 7005 1:5W5
> de 20 a 30 . 86-5 2705 7105 1.5605
> de 30 a 40 . 865 2705 7205 1:6000,
> > de 40 a50 . 905 3005 7305 1:8005
(limtted em ei nambuco.)
A caixa filial do Indon o Urasilian Bank em
Pernambuco, faz sciente ao publico e mais espe-
cialmente aos seus depositadorcs em conta cor-
rente que se v na rigorosa obrigacao dq alterar
as suas eondk-^oes dos te modo de deposito, nao
smente pelos proprios inleresses da caixa, como
tambem pela conveniencia do publico, como a ex-
periencia o lem mostrado.
Portanto fiquem as ditas condiceoes desde o Io
de Janeiro prximo futuro em diante, modificadas
como segu:
Smente se recebem quantias de 505 para
cima.
Nao sao contados juros sobre quantias deposita-
das por menos de 7 dias.
Os juros fiquem reduzidos a razio de 2 por cen-
to ao anno ca^italisados como d'antes.
As retiradas do dinheiro pedem ser electuadas
a vista sem distinreo de quantias e sem previa
partlcipacao obligada e sim obsequiosa so isto fr
possivel.
Os depsitos a tempo fixo as condiccSes sao as'
seguintes:
Pelo tempo de 30 dias vencero jaros a
razo de 4 0|0 ao anno
60 6 0i0
90 6 0|0
180 i alera 7 0|0
da Senzala velha n. 100, no primeiro anftii, das 9
horas da raanhaa s 3 i|2 horas da tarde, ou na
Capunga nova (estrada de Jacobina) em casa do
Amaral Filho, no intervalle das horas indicadas ;
proinetn-ndo-se alngar por mn preco razoavid.
O Dr. Carolino Francisco de Luna San-
tas, contina a residir na ra do Impe-
rador n. 17, 2* andar, onde pode ser pro-
curado a qualquer hora do dia e da noite
para o exereicio de sua profissao de me-
dico ; sendo que os chamados, depois de
meio dia at 4 horas da tarde, devem ser
deixados por escripto. O referido Dr.
nao abandonando nunca o estudo das
1 molestias do interior, prosegue, com o
"maior afllnco, no das mais difuceis e deli-
cadas operacoes, como sejam dos orgaos
ourinarios, dos olhos, partos, ate
Est justa e contratada a casa por acabar na
ra da Concordia n. 21 A : quem se julcar cora
direito de impedir a venda, appareca na ra do
Amorim n. 41, artnazem.
Existe para vender-so urna boa casa na po-
voacSo de Santo Amaro de Jaboalio. com bastan-
tes commodos, e uova vndese muito barato :
na praca da Boa-Vista no terceiro andar do so-
brado que foi bolica do Sr. N'evcs.
Aluga-se oarmazem n. 4 da ra do Apollo, e
oterceiroandar da casa n. 88 da ra da Impera-
triz ; na ra da Aurora n. 36.

h.

Qaem nao comprar por A
Ricas chapelinas de seda para senhora, mnito
bem enfeitadas e do ultimo gosto: na ra do
Queimado, laja a. 41.
iiliillWI
O Dr. Sarment Filho, medico operador
do hospital Pedro H. para maior com-
modidade das pewoas que o honram com
a sua eonfianca, participa que ser en-
contrado todos os dias no referido hos-
pital das 7 s 49 da manhia e dessa hora
em vaate na ra do Queimado n. 44, se-
gundo andar, onde ha estabelecldo o seu
consultorio, ouem casa de seu paiCam-
po das Pnncezas.D consultas gratuitas
todos os dias no dito hospital, onde pra-
tica toda o qualquer opera5o de que o
pobres precisem para o sen restaheleci-
mento. Incumbe-se especialmente da
cura das njoltstias do deminio da medi-
cina oieratoria, qoe se ha dedicado,
das affeccoes do tero e da uretra.
DE



J- Y
DE
IGNES-
X. ftfr. MCJA 1*0 IMPERADOR 31. AS.
Os pianos desta antiga fabrica sao hoje assaz canbecidos para que seja necessario insistir sobre a
sua superioridade, watagens e garantas que efferecem aos compradores, iptalidades estas inconteeta-
veis qu e elles tem definitivamente conquistado sobre todos os que tem apparecido nesta praca ; poa-
suindo um teclado e machinismo que obedecem todas as voatades e caprichos das planistas, sen
'nunca falhar, por serem fabricados de proposito, e terse feito ltimamente melhoramenlos imjiortan-
tissimos para o clima deste pan ; onanto s tozos So melodiosas e flautadas, e por isto mullo agrada-
I veis aos ovidos dos apreciadores.
Fazam-se confarme as encommendas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Bkmdel, de Pars, socio
. correspondente de J. Vignes, em cuja capital oram sempre premiados em todas as exposicSes. _
No mesmo estabelecimento se arha sempre um explendidu e variado sortimento de msicas do
raelhores compositores da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sendo tudo vendido
' por procos muito razoaveis.
ATTTi;\VAO.
Pede-so ao Sr. Beclier, professor de algumas
linguas. que tenha a bondade du apparecer na ra
Imperial, onde nao ignora, aflm de completar as
lices de francez, cujo importe j recebeu.
O abaixo assignado faz publico -jm- tem con-
tratado com o Sr. Joao Leite do Reg Sampaio a
compra de seu estabeleciuieolo de ferragens, sito
na ra do Queimado n. 30 : se algueui se jatear
com direito ao dito estabelecimento, baja de de-
clarar no praso de tres dias. Recife 23 de dezem-
bro de 1863.
Antonio da Fonseca e Silva.
3i-_<__. i_iSffl<_S^i<_.'__ j______3?
j Joao da Silva Ramos, medico pela um-
g versidade de Coimbra d consultas em
8g sua casa na ra Nova n. 50, das 8 s 10
SE horas da manliaa e das 4 s 6 da tarde e
**5 recebe igualmente convites para dentro
j*W ou fora da cidade com o tim de se en-
3& earregar de qnalquer ter*ico.d> swa pas- |
^ lisso. ^f?
K Os chamados deverao vir por escripto. '/fe
mm mmmm &s*
Acha-se justa e contratad a loja de naiojoca-
rosita na ra do Rangel n. 20, portenfeitts Fer-
nando Garzoli : e quem tiver a oppftr-s<"> annun-
ci nestes 6 dias por este jornal._______________
OITerece-se urna mulhcr honesta para ama
Flix de Canalice tendo enearretad *o sen ad- e **** dc .horaT .snl,eiro- para f viCos interms :
vagado o bacharel Luiz Augusto Ciespo obran ?ue,m precisar, dinja-se a ra da Matriz a Boa-
ea de todas as sitas dividas activas, pede a todos ^aUt' "** 5i- "" m d,ra-
os seus devedoreso obsequio de se entenderem
g| Companhla fldelidade de
seguros martimos e ter-
restres estabeleelda no
iSlo de Janeiro.
A i", KM ES EU PEPNAMBUCO
Amonio Luiz de Oliveira Azeveda & ('...
competentemente autorisados pela direc-
tora da companhia de segnros FideMda-
de, tomara seguros de navios, mercado-
rias e predios no seu escriptorio ra da
Cruz n .1.
_ p,e^.^, t i;ou5 a premio, dando-se t_r
garaotia urna boa propriedade : quem quiz*-< at-
n uacie para er procurado. ^^^^^

I
com o mesmo senhor dentro do praso de 15 dias
ao prosete, afim.de da re ni cumprimento s suas
obrigacfies, sulwado os seus dbitos, sob penado
se proceder judicialmente coutra os mesmos sem
distinceao de pessoa.
Aluga-se a casa terrea n. 8 da rita da Man-
gueira : a tratar na ra do Queimado n. 38.
AlugaTeVprmeiro andar do sobrada de es-
quina, todo circulado de janellas, e muito fresco :
quem o pretender, dirija-se loja do oarives collo-
cada na rna estreita do Rosario junto a igreja.
Precisa-se de nm menitio portuguez de 14
16 annos para caixeiro, eouc P-fiadora sua con-
ducta ; na rna Nova n. 38, deposito.___________
Precisa7se de urna ama nara ra^a de hornera
losteiro : na ra da Praia n. 44.
4M\ IIG LEITE
Precisa-sede urna ama sem filho paraamamen-
lar urna crianca de 4 5 inezes : na ra do Pilar
nnmero 6._________________________________
Precisa-se de urna ama que se queira sujei-
tar acozinhar e oomprar m ra, paga-se bem.:
na ra de Santa Taereza n. 14._________________
Offerece-se urna mulher idosa o it bons en-
tumes para ama de qtialqner pequea familia : a
tratar na ra do Sebo n. w,
Wcle4*de de seguros mutuos
de vida installada pelo Banco
Unio na eldade do Porto.
Os agentes nesla cidade e provincia Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C,, escriptorio na ra
da Cruz de Recife a. 1, estao autorisados desde j
a tomar assignauras e prestar lodos os esclareci-
mentos que foromnecc.-aros, as pessoas que de-
sejarem concerfor para tao til e Iwnelica empre-
za, segnrando um futuro lisongeiro aos assoctados.
D-se diaaeiro a premio em pequeas o gran-
des quantias :#nniaAugii'ta n. 45, se dir.
~ Os adndnistradores da
uassa fallida de Seve Fillios
& 0., Gonvidam aos credo-
res da mesma massa para no
praso de oito dias apreseiita-
!rem os seus ttulos no es-
criptorio da praca do Corpo
Santo n. 17 (de Augusto F.
d'Oliveira) afim de serem ve-
rificados.
Jeronymo Pereira Villar, achando-se moldu-
rado de sua saude, tem resolvido transferir seu
collegio para o centro dasta cidade, e em quanto
nao arranja urna casa que offoreca maiores com-
modos, pretende abr lo na ra do Crespo, esquina
da rna do Imperador, sobrado de tres andares por
cima do arinazem de moldados do Sr. Duarte, oude
os pais dos seus alumnos o oncontrarao.certifican-
do-thes. assim como ao respeitavel publico, que
continua a ensinar mesmas materias do anno
Indo.
*
Aluga-se por commodo preco a casa da raa
Imperial n. 213 com duas granitos salas, 7 quar-
tos. cosiBha fofa, quintal o <__i>ba : a tratar na
padaria da ra Direita n. 84. ___________
Precisa-se de m caeeiro qne tenha pratica
de padaria : a tratar na ra Imperial n. 51.
"STTENQAO.
D. Dina da Silva CaiittntiQ avisa aos pais de fa-
milia que no dia 8 de Janeiro prximo vindouro
tem de abrir sua aula de instruecao primaria na
ra das Cruzes n. 2, primeiro andar, recebendo
alumnas externas, pensionistas e meio pensionis-
tas, assegurando que empenliar todo- os seus ex-
torco* na eituA-ico e misino de suas alumnas.
Precisa-se de mo caixeiro de 12 ti anuos,
que teiitn pralica de Ubsrua : a tratar na ra da
Roda n. 48._________________
Offerece-se um rapaz portuguez para caixei-
ro dc taberna, da qual tem alguma pratica : quem
precisar, dirija-se rna da Senzala aova n. 39, ta-
berna da esquina.
Bu se _
do Rangel n
nheiro a juros; na rna
o.
I. _. Royle vai a Parahiba.
Precisa-se alugar um preto captivo na pa-
daria Unio, junto a fundiera.
Fernando Gazzoli, subdito romano, retira-so
para a Buropa._______-____________
TINTURARA.
Tinge-se com perticao para qualquer
cftr, e o mais q^rato possivel: na roa do
Rangel o. 38, saguock andar.


~
I
DUrlo de l-ema-huw ~ Mefnnda letra 98 de Dezeiuhro de A89.
DENTISTA DE PARS
49Rut Nava-19
Frederico Gautier, cirurgio dentista,
faz todas as operaces de sua arte, e col- i
taca denles artificiaos, tudo coin supe io- ;
ridade e perfeicao, que as pe&soas enten-
didas lhe reconhecem.
Tem agua e pos denuncio.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da
rna do Crespo n. 23 : a tratar na toja. ^_____
Antonio Jos Rodrigues de Souzaalugaa sua
asa e sitio do Monteiro, enr frente ao oitao da
igreja de S. Pantaleao, com bastantes commodos:
a tratar na thesourara das loteras, ra do Cres-
po n. 15.
FAZEMUS
,
baratas para acabar.
Sedas de'quadros de listras a 320 irs. o cov-
do, lindas laas de quadrinhos a 360 o covado, su-
periores rassas de cores a 200 rs. o rotado, ditas
muito finas a 240 o covade : na ioja das columnas,
na ra do Crespo n. 13, de Antonio Correia de Vas-
concollos & C. i
^mmwm w*fc
NOVO ESTABELECIMENTO BE MEDICINA HOMEOPATHIC
RA IOVA M. 48.
ico
o
O
O
&*tt>
(OZOKIO)
o o
0 Dr. Sabino 0. L. Pinho mudou o seu CONSULTORIO para a loja
ra Nova n. 43, onde'continua dar consultas todos os dias uteis desde o
2 horas.
Os enfermos, que o procurarem logo na invasSo da molestia, sem que hajam to-
mado qualquer remedio, nem allopathico, nem hemeopathico, pagarao metade dos preco
Esta concesso tem por fim facilitar a cura de molestias, que podem tornar-
de rnarmor
meio dia at*
Optlnaa acqulsico de es-
tabelecimento.
Yende-se a loja de ferragen da roa da Cadeia
do Recita n. 64, com pequeo fundo e ainda bem
qSfesK'em^ se complicadas pelos emprego intempestivo da therapeutica e ao mesmo tempo adquirii
mercadorias, e garntese o arrendamento da casa; para a homeopalhia maior .numero de adeptos pela bateza da cura.
propria para algum principiante, nao so por ter m attenco as pessoa^ pobres, que nio podem sahir de dia, o Dr. Sabino resol-
uZoSt^ veu dar duss consultas por'Semanas as tercas e sextas-feiras das seis assete horas d
os pretndanles podem dirigir-se mesma loja,
nao s para examinarem o bal meo como o estado
das mercadorias. ______
Vende-se taberna da ra de sT Jos n. 2, bem
afreguezada para a trra : a tratar n mesma, e
faz-se toda vantagem ao comprador, por seu dono
ter necessidade de rUrar-se para fra.
noite.
3-lll'A ESTKEITA DO K0SAKI0--3
Francisco Pinto Oiorio contina a col-
locar deutes articiaes tanto por meio de
molas como pela pressao do ar, nao re-
cebe paga al guia sem que as obras nao
liquem a vontade de seus donos, tem pos
e outras preparacoes as mais acreditadas
para conservacao da bocea.
Os chamados para visites e conferencias devem ser dirjgidos por escripto ao con
sultorio ttasdsg horas do da at 8 da noite, na certeza de que serSo attendidos na orden,
de sua precedencia, salva a circumstancia de eminent"perigo.
ADVERTENCIA.
0 novo consultorio est prvido dos melhoras medicamentos, desde a primeir*
at a trigsima dynaminjsacao.
E como os mdicos hespanhes e allemaes nao cessam de certificar a major effi-
cacia das ultissimas dynaminisacoes do tratamento das molestias chronicas, o Dr. Sabino^se
oceupa agora de efevar os Seus medicamentos s potencias mais altas (por ora at 200.*).
. afim de verificar por si mesmo a forca dynamica, que se lhe attribue.
jiejnru iivviwniinkj. ( Os mdicos, que quizerem experimentar taes dynaminisacoes poderao dirigir ao
Y61lde-SC UlllClineiltG I10 consultorio suas receitas, que sero aviadas gratuitamente para os pobres.
otwo7in Alumina (\<* ino fin' No mesmo consultorio se vende a novissima edicao do Thesouro homeopatlucc
dllml/t*IH AILUUUxi Uil iui uu ou yaciemecum do homeopatka, obra indispensavel a dos que querem usar da homeo-
Impciiidor n. 57. rpatha.
________' _________I Tudo o que diz respeito nova medicina se acha abundantemente ueste novo estabe-
'; aecimento.
I,
Pede-se toda aliento.
Custodio Jos Alves Gujmares, agio da loja in-
titulada Gallo Vigilante, ra do CreB n. 7, avisa
aos seus numerse* freguezes e ao jmpeitavel pu-
blico, que tendo de reformar no fim deste anno seu
aBttbeleciini'iUo, eqoerendo liquidar grande qnan-
tidade de diversos objeclos, est rosolvido a vender
tudo*por precos baratissimus, como sejam :
Pecas com lo varas de franjas de linho a 3*.
Ditas com 4o varas de galo de liulio a 3*.
Lia sortida para bordar, libra a 4*.
Froco de cores sorlidos, peca a 160 rs.
Manguitos para senhora, o par 800 rs.
Golinhas de bonitos gostosa 400,500 e iV
Salva de meUl principe a 1*500, 2* e 2*500.
Ditas com copos de metal proprio para meninos a
i#200.
Facas e garios para sobre-mesa a 4* a duna.
Ditas e ditos dila com cabo de marlim a 6*.
Bandejas de todos os lmannos muito finas a 1*,
1*200, 1*400. 1*600, 2*500, 3*5*0 e |
Ditas redondas para copo de 500 rs. para 2*800.
Tcsouras em carteiras, a "duzia a 500 rs., 640 e
800 rs.
Peitos para camisas, a duiia a 2*-
Camisinhas bordadas para senhora a l*oO0 e 2*.
Chapelinas para senhora a 3*.
Ditas para menina a 2*.
Chapeozinho para meninas de escola ou passeio a
*e3*.
Flores francesas, caitos grandes, a 600 rs.
Luvas de seda com pequeo toque de mofo a 300
rs. o par.
Toucas de laa para meninos a 500 rs., nlo a'SOO e
600 tt de seda a 800 rs. ^~-
Sapatinhos de merino a 800 rs., e de la
LOJA DE MIUDEZAS
16 Kua do Queimado. 16
Pecis de tranca de laa preta e de cores Usa a
Pecas de tranca do laa preta e de cores, caracol, a
Peis de trasca de linho branca de caracol a
100 rs.
Pecas de tranca de linho mesclada de caracol a
lOOrs.
Pecas com 10 varas de fita de velludo cor de rosa
al*.
Pecas com 10 varas de fita de eludo preto a 1*200
< t*40Q-
PeiJaTcdm 13 varas de fitn de velludo lavrado a 1*
e 1*200.
Pecas com 20 varas de galao lavrado a 1*500.
Pecas de franja branca estreita a I*.
Pecas de franja larga para cortinados a 3*.
Pecas de uta de seda de cores a 360 e 800 rs.
Pecas de franja de laa a 1*.
Pecas de franja.de seda preta e de cores a 3*.
Pecas de fita de retro preta e de cores a 240 rs.
Pegas de Lieos e renda* a 1*200 e 1*500.
Varas de bicos e rendas a 100 e 160 rs.
Varas de bicos pretos a 1W e 240 r-.
Varas de bico preto da largura de um palmo a
SOOrs.
Varas de labvrimho de um palmo de largura a
500 rs.
Varas de bonitas fitas para cintos a 500 rs.
Contina a haver pao de senleio nevo nos das
quartas e sabbados de cada semana, na padaria
em Santo Amaro ae p da fundicao, na ra da lm-
peratriz n. 22, e ra do Brum, confronte o chafa-
riz n. 47, ra das Cruies, deposito n. 39, na Pas-
sagem, taberna da esquina do Sr. Bento, que vira
para o Remedio, e no armazcm progresso, largo
da Penha n. 10. ___________________________
O administrador da casa de banhos do pateo
do Carmo roga s pessoas que possuem antigos
cartoes, hajam de ir trocar por novos at o da 31
deste mez; ficando inutilizados se o nao fizerem.
Ao n. 29.
Xova loja dos barateiros na rna do Queimado.
Ricas saias de fusilo a "i*, camisas Inglezas para
senhora a 2*, 2*500, 3* e 4*, coberlas de fuslao
brancas a 5*, chitas com Insiro para coberta com
6 palmos de largura a 640 o covado, cambraia de
cores para vestido a 320 o covado, laas para vesti-
do a 480, 560 e 640 o covade.
Ao b. 29.
Nova loja dos barateiros na ra do Queimado.
Tarlalanas de todas as cores, fazenda muito fina n3o flqU( enranla(]a do lindo goslo que produz taes
a 720 a vara, cambraia para cortinado, pc^a de 22 enfei,eS( pois fo uma peqUena porcao que veio de
encommenda s para o vigilante, ra do Crespo
n. 7, pois a vista faz f.
Fitas.
Tambem acbarao um grande sortimento das fitas
mai ricas do mercado, e de todas as larguras : s
no vigilante, ra do Crespo n. 7. ________
Chegou ao armazem da Aurora Brilhante largo
da Santa Cruz n. 84, raixinhas com peras, figos,
passas, ameixas, doces, amendoas, nozes, abacaxis,
doces de varias qualidades em caixao, marmelada
nova, frutas de calda, queijos novos do reino, de
prato e do sertao, presuntos, chouricas, salpicdes e
linguicas, vinhos genuinos, e manteiga ingleza
flor.
Kua da Senzalla \ova n. 41
Neste estabelecimento tendem-se: tachas de
ferro coado libra a 110 rs., idemdeLow:
Moor hbra a 120 rs._________________'
y anda deuma hypothtca.
Os liquidatarios da massa fallida de!
Jos Antonio Basto vendem a hypol!ie-
e Cajaboss no lenno tic Seriohem no
valor de 31:835$9H rs.; tratar as
casas a ra do Trapiche n. 34.
ii1
Barricas com breu : na ra da Cadeia do RecJ>
fe, loja de ferragens de Bastos.________________
Unfeites para cabera.
Sao chegados os mais ricos e delicados enfeites
para caneca, que nao haver^uma s senhora que
varas, por 10*, chales de laa por 3*, 4*, 5 e 80, i
camisas inglezas para homem a 38*, 50* e 60*.
Ao n. 29.
Nova loja dos barateiros na ra do Queimado. i
Bicos pretos, franjas de todas as qualidades,
trancas de seda, de algodao e de laa, manguitos e
camisinhas bordadas, collarinhos e punhos, folhos
Iwrdados, uoldes de velludo, de seda e de fuslao,
bandos de cabello, meias de seda, loques cojos
artigos se vendem por metade do seu valor por ser
para acabar.
Cal de Lisboa e potassa da
Rnssia.
Vende-sc na ra da Cadeia do Rerife n. 26, para
onde se mudou o autigo e acreditado deposito da
____________________________ mesma ra n. 12, ambos os gneros sao novos e
Akiga-se o terceiro andar do sobrado da ra | legtimos, e se vendem a preco mais barato do que
Nova n. 19, com bastantes commodos para fami- ulra qualquer parte,
lia : a tratar na ra da Cadeia n. 62, segundo | afis;ag j^i2;
andar. ___________
Alugam-se duas mei-aguas na ra do Pro-
gresso por barato proco : quem as pretender diri.
ja-se rna da l'raia, armazem
ti junto a ribeira dojieixe.
r**
de carne secca n.
DEPOSITO FRWCEZ
i
19 Bm d'Apolio 19
Espeeialidade de viulio
de Bordeux
MMI
Msicas para piano e car de todas as torcas, e methodos dos melhores autores, e vonde-j
se baratissimo.
EXCELLENTISSIMAS SENHORAS,
A prove tem as pechinchas da loja 4 ra do Crespo 7
JOS GOMES VILLAR.
Para apurar dinheiro est tendeado baratissimo,
iproveiteiu todos.
Recebeu de New-York 2,000 baldes de 20 arcos e vende a 2*500 cada um.
I \ti'aordinaria pechincha, sem igual.
Laas de coros, de quadros a 280 e 400 rs. o covado.
Cassas de cores a 200, 240, 280, 320 o covado 1 I I
Chitas franrezas muito boas a 320 e 360 rs. o covado.
Madapoloes. pecas de 20 varas a 7*, 8*, 9*, 10*, 11* e 12* a peca.
Cambraias isas, pecas de 81|2 varas a 2*500, i*, 5*, 6*, 7*, 8* a peca.
Capas pretas, manteletes pretos bordados a 20* e 32* rs. I
Sotambarqucs pretos de 25* a 30* rs.
Capas de casemira de cores a 25* c30* rs.
Outras fazeudas de muito gosto.
PROTEJAM TODOS
Cortes de cambraias bordadas ; cortes de vestidos de blonde para noivas, com capella
imanta. Chapeos Maria Pia a 12* cada um I Meias para senhora a 4*, 5*, 10* e 12*|
rs. a duzia. Bramante de linho, de 10 palmos, a 2* a vara. Bramantes belgas a 3* a vara ;
esguioes de linho finissimo ; bombazinas pretas para luto ; merinos pretos etc. etc.; da-
mascos de liia de 8 palmos de largura, proprios para colchas e para cortinas de salas.
ojaoujpaiaqeisa ounssiioeiJodoj! asso e '"sbjs 'seuisa 'orfaaiojd
cnaquip b 'seiuissiieaeq sepuozed
'i:|ii.ioj!|t:,) ijaou wp scq9U|i|39d se uu||oto.n\
soaiaoMvmsa a soNvaiuwvNuad^
Bolsinbas de missauga para meninas de escola a, Varas de fita preta de borracha a 160 r.
800 rs.
Bploes dourados para punho.a 200 rs. o par.
Tinteiros de metal a 320 rs.
Trancelins para relogio a 100 rs.
Ditos de fita chamalote a 200 rs. a
Escrivaninhas de metal a 3*500.
Colheres de metal para cha a 200 rs. a duzia.
Ditas de dito para sopa a 2* a duzia.
{otos de duraque pretos a 400 rs. agroza.
Cartas hespanliolas para jogos a 1*200 a duzia.
Casticaes brancos e amarellos de metal al*.
Carteiras para algibeira a 500, 600, 800 e 1*.
Sabonetas muito unos a 1*200,1*600 e 2* a duzia.
Fivelas para calca a 300 rs. a duzia.
Botoes de ac para calca a 320 a groza.
Caixinhascomalfinetes,grampos e clcheles a 320,
4O0e500rs.
Fitas de borracha pretas e de cor a 120 e 160 rs.
a vara.
Latas com dons massos de agulha por 800 rs.
Brincos de aljofares a balo a 320 o par. ^
AlOnets pretos e de cores compedrinhas a 200 rs.
e 320.
Camisas para homem feitas em Lisboa a 2*.
Fitas de velludo lisas e lavradas a 800, 1*, 1*-jOO
2* e 3* a peca. -
Ditas para sinteiro a 300 e 400 rs. a vara.^
Caixinhas para costura de senhora a 1*500,2*.
3 4 5 e6*.
Con'ipteiras de vidro com pratos de metal a 3* e
4*000.
Franja de laa para debrunhar tapetes a 2* a peca
Palitos de fogo, prova d'agua, a 1* a groza ou 120
rs. a duzia.
Assim como tem grande sortimento demuitos
mais oDjectos que se tornara enfadonho mencio-
na-los, que tudo se vender muito barato para li-
quidar : na ra do Crespo n. 7, e ra do Impera-
dor n. 59, junto ao passo, e casa da liquidacao.
m

nesappareceu no dia 24 do corrente mez, do
porto do capim, una trouxa de roupa que dizem
ter sido visto levada por um preto de calca de es-
topa e camisa de estopa aheita, chapeo de palha de
copa alta : roga-se a quem for offerecida esta rou-
pa, que faca o favor de a tomar e annunrinr, ou
mandar entregar na travessa da ra Bella n. 4, que
ser generosamente recompensado.____________
Precisarse ue urna ama que tenha bom leite
para amamenlar urna crianca de tres mezes : a
pessoa que estiver nestts circumstancias, dirija-se
ra Direita n. 84, sobrado, para tratar do ajusta,
ou annuncie para ser procurado._______________
Quem annunciou precisar de 4:0005, dando
por h\potinca um predio de grande valor, sondo
nesta praca ; dirija-se ao segundo andar do sobra-
do n. 50 da ra das Trincheiras, que achara com
quem tratar.
zia ()$000.
Liioros. cognac, vermoulh o mais barato
que nunea appareeeu.
Ainda est fugide o cabra Seraphim, de 34
aun iS pouco mais ou menos, altura regular, cheio ;
SS?^SM?S5&OT superior a du-$ m
costuma fumar cachimbo, tem um igual visivel' a
no pesquerdo por lhe faltar os tres dedos do meio,
tom apenas tres cotoquinhos, sem unhas, diz elle
ser de naco, tal vez ande calcado para encubrir e
inculcar de forro ; este escravo fji comprado no
dia 20 de novemliro prximo pis receu no dia 7 do corrente, foi comprado a Manoel
Pacheco (j)Uto, residente no olho d'agua dos Ure-
dos, comarca do Brejo da Madre de Dos: peco s
autoridades daquclle lugar e do Buique, onde elle
tem conhecimento, e a qualquer pessoa particular,
a captura do mesmo, e leve a seu senhor na ra
ilo Ai ago n. 8, que pagar todas as despezas e gra-
tilicar generosamente, e protesta contra quem o
liver occulto.
Jos Duarte Continuo.
t
AURORA BRILHANTE
K 1IIM II %
Custodio Carvalho Compa- |E
nhia. y
S9 Ra do Queimado29. \m
Novas laazinhas cscossezas muito lindas, fazen- j jS
da encorpada, propria para vestidos de senhora e j ^S
cnancinhas, pelo barato preco de 240 cada co- [ &
vado. i??
COMPRAS.
IIOlflE B.IHATO
Manteiga ingleza flor a 800 rs., franceza a 600
rs., chouricas novas a 700 rs., toucinho nevo a 320,
arroz a 100 rs., gomma de aramia muito alva e
nova a 100 rs., espermaceti a 600 rs., vinho da
Figueira e Lisboa a 400 e 500 rs. a garrafa, cana-
da a 3* e 3*800, do Porto a 640 a garrafa, cana-
da 4*oU0, azeite doce a 640 a garrafa, de carra-
pato a 280, banha de porco refinada a 400 rs., quei-
jos novos a 2* : na ra das Cruzes n. 24, esquina
da travessa do Ouvidor.______________________
~K de bom fabricante
Lourenco Percira Mendes Guimares vende bo-
tinas franeezas para homens, a dinheiro vista.
i por preco que admira avistada perfeicao da obra :
na sua loja de fazendas e roupas taitas : na ra
da Imperatriz n. 56._______ .
Compra-se um preto de idade de 2o 30 an-
nos, sem vicios : na ra do Cutovello n. 31.
Compra-sc uma cscrava que tenha habili-
dades e de boa conducta : na ra da Cadeia n. 35.
Comprase uma mulatinha de 12 14 annos,
sendo sadia e de bons costumes: na ra do Cres-
po, leja ri. 15._______________________________
Compra-se effectivamente euro e prata em
obras velhas : na praca da Independencia n. 22
loa de bilhetes.
YENDAS.

Pianos novos.
Os melhores que tem vindo a esta praca fabrica-
dos de encommenda por um dos melhores fabri-
cantes de Pars, especialmente para este clima :
quem quizer aproveitar a occasio de munir-se de
um exceilente piano por preco commodo dirija-se
a ra Nova n. 19 primeiro andar____________
Vende-se por preco commodo, por seu dono
so retirar, a casa da ra de Santa Bita n. 31, com
ura graede setao, pequeo quintal, cacimba meei-
ra, umaasa no fundo tambem com sotan, e a fren-
te para a ra nova de Santa Rita : a tratar na ra
A'elha n. 99, na Boa-Vista.
Boa occaslio.
Aioda se n i vendeu a taberna da ra da Con-
ordian. 12 : uem a pretender, compareca na
mesma, que se l'ar todo o negocio vista eapraso
GRANULOS e XAROPE
P'HYDROCOTYLE ASITICA
de J. LEPINE
Das experiencias tenas ta ludia, e em
Franca, resulta que as afeccoes da pe le, e
todas as que resultam d'um vicio orgnico
sao promptatnente curadas por este novo
medicamento. Segundo um relator feito
na academia imperial de medicina de Paris,
LARGO DA SANTA CRUZ N. 84.
Amigos do bom e barato.
A Aurora Brilhante este magnifico estabelecimento est na Boa-Vista disputando a
primazia, j pelo grande sortimento dos seus gneros de boa qualidade, j pela commodidade
de precos e por isso o seu proprietario roga aos seus freguezes e amigos e ao publico em
geral que mandeni comprar para melhor se certificaren! do annuncio.
Manteiga ingleza flor primeira qualidade. Seryejas de boas marcas e mokas.
Dita mais abaixo segunda dita. Queijos novos do vapor e do passado.
Dita franceza nova segunda dita. Ditos de prato.
Cha superior preto, verde, hysson,uxim e pe- Ditos de manteiga novos.
rola.
Doces de goiaba caixoes de varios tamaitos.
Amendoas de casca dura e mole.
Azeitonas novas em barr e garrafas.
Presuntos para panel la e fiambre.
Bolaehinhas inglezas novas.
Chouricas, paios e linguicas.
Cognac verdadeiro.
Licores e champanhe.
Charutos finos, ha finos em tudo.
Sebolas grandes em resteas.
Copos lapidados e lisos para agua e vinho.
Passas novas e figos tambem.
Massas para sopa sao das novas.
Nozes j deste anno.
Farinha, milho, farello e artl de casca em
saceos grandes.
Toucinho de Lisbea novo.
Chocolate j feito que. bello almoco.
Azeite doce temos refinado tambem.
A Aurora Brilhante tem um bello sortimento
A Aurora Brilhante tem um bello sortimento
Caixinhas enfeitadas com ameixas franeezas.
Latinhas com ditas.
Latinhas com fructas.
Latinhas com biscoutinhos de muitas quali-
dades.
Lalas com bolachinha de soda.
Latas com peixe ensopado.
Latas com marmelada nova.
Latas com massa de tomate.
Frascos com conservas.
Ditos com mustarda.
Ditos com genebra de Hollanda e de laranja.
Ditos com sal refinado.
Vinhos puros da Figueira, nao ha melhor.
Ditos de Lisboa, nao ha melhor.
Dito do Porto, nao ha melhor.
Dito branco, nao ha melhor.
Dito engarrafado em caixa de uma duzia.
Ditos genuinos em caixa e a retalho.
KUA to QlKlMiHO 63
Loja do belja-llor.
Voltas do aljofares.
Vendem-se voltintias de aljofares com pedra^
imitando a brilhanles a 1* cada uma.
Uotes para punhos.
Vendem-se botdes para punhos, muito bonito
padrees, a 200 rs. o par.
Facas para meninos.
Vendem-se faquinhas para meninos, de cabooi-
tavado, a 240 rs. o talher.
Lia para bordar.
Vende-se laa de todas as cotes para bordar a
6*700 a libra. ^
Pacas e garios.
Vendem-se facas c garfos de cabo preto cravado
a 2*800 a duzia, ditas de balance de 2 botSes para
mesa a 6*200 a duzia.
Lnvas de Jouvin.
Vendem-se luvas de Jouvin chegadas pelo ulti-
mo paquete, tanto para homem como senhoras;
Extractos inglezes.
Vendem-se extractos inglezes muito barato por
serem sido comprados em leilo a 240 rs. o frasco.
Estovas para denles.
Vendem-se escovas paradentes a 120 e 240 rs.
cada urna, ditas muito finas inglezas a 500 rs.
Toacas de lia.
Vcndom-so toucas de
e 1*80 cada uma.
Sapaiinluis de lia.
Vendem-se sapatinhos de la para meninos a
400,500 e 640 cada par.
Tesouras.
Vendem-se tesouras para costura a 500 rs., ditas
para unhas a 400 rs. cada uma.
Collarinhos.
Vendem-se collarinhos d papel a 40 rs. cada
um, ditos de linho a 640 rs.
Pcntes de travessa.
Vendem-se pentes de travessa para menina, de
borracha, a 500 rs. cada uin.
Tocadores de Jacaranda
Vendem-se tocadores de Jacaranda a 2*500 e
2*800 cada um.
Escovas para roupa.
Vendem-se escovas muito finas para roupa a 400
e 500 rs. cada uma
Espetaos com estojo.
Vendem-se espelhos com estojo para navalhas a
2*, 2*500 e 2*800 cada um.
Aderecos pretos.
Vendem-se aderecos pretos a 2*200 cada ade-
reco.
Botes de perola.
Vendem-se botoes de perola para collete e vesti-
dos a 400 rs. a abotbadura.
Varas de. babado largos a 120 rs.
Varas de galo branco e de cores lavrado a 100
res.
Fivelas de ac galwmisadas para siglo a 1*500.
Bicos cintos com fivelas de pedrinhas a 3*.
Grvalas de seda a 400, 600 e 800 rs.
Grvalas para I ac a 800, 1* e 1*280.
Grvalas cotn bonitos paseadores a 1* e 1*280.
Grvalas de ponta larga bordadas para senhoras a
1*280.
Passadores para grvalas a 500 rs.
Conservadores de eontinbas pretas e brancas a
1*000.
Voltas de perolas brancas e de cores, com ernzes,
al*.
Voltas pretas a balao com cruzes a 1* e 1*500.
Voltas pretas de contas muito gradas a Maria
Pia a 1*800 e 2*500.
Voltas de coral pequeas e grandes a 600 e 2*400
Macinhos de coral a 360 e 600 rs.
Oitavas de retroz prelo e de cores a 160 rs.
Pares de grampos enfeitados, a balo a 1*.
Pares de trincos pretos e de cores, a balao, a
40 rs.
Pentes de borracha para regaco a 800 rs.
Pentes dourados com pedrinhas para regaco a
2*500.
Ricas guarnieses de pentes dourados com cachos
e pedrinhas e as marrafas iguaes a 4* e 5*.
Ricos pentes dourados a 2*, 2*500 e 3*.
Bonitas marrafas com pedrinhas a 1*.
Bonitas guarnieses de pentes cora laco esmaltados,
com marrafas iguaes a 5*.
Bonitas anarnicoes de pentes com laco para luto,
com marrafas iguaes a 3*.
Bonitos peutas de tartaruga a 4* e 5*.
Bonitos pentes de massa virados imitando tartaru-
ga a 1*600 e 2*.
Pentes de massa em caixinhas a 500, 640 e 800 rs.
Pentes para atar cabello a 80, 160 e 240 rs.
Luvas de Jouvin brancas e de cores a 1*500.
Luvas da Escossia brancas e de cores a 500.
Bonitos botoes para punhos a 160, 320, 480 e 800
rfc
Duzias de bonitos botoes dourados a 480 e 960 rs.
Duzias de bonitos botdes de vidro a 480 rs.
Golinhas brancas e de cores com eontinbas a 1*.
Sapatos de tranca do Porto a 1*600.
Tesouras finas'para unhas e costuras a 500
800 rs.
Escovas para dentes a 160, 320 e 480 rs.
Escovas para unhas, roupa, chapeo e cabello
800 rs.
Bonitos toucadores com ps a 2*, 2*500 e 4*.
Caixas de bfalo encastoadas em marfim a 25.
Bengalas de junco e de canna a 640 e 1*280.
Chicotes de junco e de baleia a 1* e 1*600.
Oculos de armacao de ac prateada, dourada e ba-
leia a 500 e 1.
Duzias de colheres de metal principe para cha a
1*600 e 2*. __
Duzia de colheres de metal para sopa a .t*.xw e
5*500.
Pacotas de papel de cores pequeo a 640.
Caixinhas de papel amizad a 800 e 1*.
Caixinhas de papel de beira dourada a 1*200.
Caixinhas de papel phantasiade cores a 1*.
Caixinhas com 100 envelopps a 800 e 1*.
Caixinhas de lacre a 200 e 400 rs.
Caixinhas de penna de ac a 800. 1*200 e 1*600
, Caixinhas de obreias de cola a 80 e 120 rs.
para menino a 800, '#; prasqUnhos' de tinta azul ou encarnada a 320 rsj
Lapes de cores ou encarnados a 120 rs.
Brincos e rosetas pretos a 160 e 240.
Botoes altos de tinta ingleza a 160.
Fitas e conloes para espatilnos a 80 rs.
Enliadores pretos para borzeguins a 160.
Caixinhas com 100 agulhas franeezas a 240 rs.
Caixinhas com 100 agulhas da Victoria a 320 rs.
Carlas portuguezas e franeezas a 200 e 320 rs.
Cartas de allinetes a 80 c 160 rs.
Massos de superiores palitos lixados a 240.
Caixinhas vazias para guardar joias a 300, 400 e
500 rs.
i Duzias de canudos de pomada a 240 rs.
Sabonetas francezes a 100 rs.
Frascos de agua de Colonia a 400, 500, 800, 1* e
1*500.
Frascos de extractos a 400, 500,800 e 1*.
Frascos de banha franceza a 400, 500,800 e I*.
Frascos de patcholy a 400. 500, 800 e 1*.
Frascos de oleo babosa a 500 e 600 rs.
Frascos do oleo philocome a 800 e 1*.
Frascos de extracto de sndalo a 1*.
Frascos de b.tnha transparente a 800 rs.
Frascos de banha japoneza a 800 e 1*.
Frascos de agua de Lavando ambreada.
Garrafas de agua de Lavande ambreada.
Garrafas de agua Florida legitima a 1*500.
Garrafas compridas de agua de Colonia a 800 rs.
Frascos com banha e extracto juntamente a 1*280.
Ceslinhas com 4 frasquinhos de extractos a 640.
botica e armazem
drogas
Ra do Cabug n. II.
de
DE
Joaqnim Hartinkt da Crm Correia.
elle foi julgado til e eficaz nao smente saS^iShaTBrStoi.
as affecedes leprosas e em algumas outras Pastilhas assucaradas de Kemp.
molestias da pelle rebeldes, mas tambem Pastilhas vermfugas de Kemp.
as escrfulas c a syphilis. E enfim, al-j|0bdr3dIeacfccte,*Ctat de 1emd r* ,Thcrmes"
gunspraticos distinclos, e especialmente os|xrp3e apurativo d'odoreto de ferro de Guy.
Xarope peitoral sedativo de Guy.
Pastilhas peitoraes balsmicas de Guy.
Vende-se um grande terreno cora otaria, to-
do murado, em citaos proprios, na travessa dos
i'o Hus n. i a traiar no largo do Carmo, esqu
na na ra de Hurtas a. 2.
Vinho verde
o mais superior que se pode desejar a 64# rs. a
garra/a, em caada a 4*500 : na ra das Cruzes
n. 24, esquina da travessa o Ouvidor._________
Vende-se uma armacao de uma loja de miu-
dezas, propria para qualquer estabelecimento : a
ra da Cadeia do Recife n. 7, toja.
Sis. Devergie. Cazenave e Hillairet, mdi-
cos do hospital de San Luiz, de Paris, af-
fectados ao tratamento das molestias cu-
tneas, empregaram as preparacoes d'Hy-
drocotyle com um notavel snccesso contra
os eczemas, o pi eriasis, o impetigo e as di-
versas variedades de dartros, contra as af*
fecces syphileclicas recentes ou antigs,
a lepra, as ulceras, escrofulosas outras,
os rlieumatismos chronicos, etc.
Deposito geral em Paris: E. Fournier
& La&eonye, pharmaceuticos, ra Bourbon-
Villeneuve, 19.
Em Pcrnambuco deposito geral : na casa
de Caors & Barbosa, ra de Cruz n. 22.
RELOGIOS,
Vende-se em casa de Johnslon Pater &
C ra do Vigario, n. 3. ttm bello sorti-
mento de relogios de otiro patente in-
glez, de um dos mais afamados fabricantes
de Liverpool, e tambem uma variedade de
bonitos trancellins para os mesmos.
Pilulas da vida.
Burel franciscano (mesclado) para imagens.
Injeccao Brow.
Xarope de trato de ferro de Chable.
Pillas contra sesees.
Salsa parriiha de Sands.
Extracto fluido de salsa parriiha de Bailys.
Xarope alcoolico de vellame.
Alm destas drogas ha constantemente um com-
pleto sortimento de tintas, verniz, ouro para dou-
rar, preparados chimicos e pharmaceutices que se
vendem por commodos precos.
Ltriucus de balo.
Xa loja da esperanca, ra do Queimado n. 33 A :
vendem-se brincos baloe* dourados finos, fazenda
para a festa, a 1* o par, ningucm daixa de andar
na moda; luvas de pellica de cores c branras, fio
elstico branco e preto, trancinha para bordar, de
la e de seda, e enfeites nos gneros que se fazem
precisos para os vestidas Mara Pia.___________
Em casa de Mills Latham Cruz n. 38, vende-se ferro galvanizado de um doa
melhores fabricantes inglezes, proprto^pra cobers
tas de casas. I
:*"o armazem de fazendas bara-
tas de Mantos Coc lio
RA DO QUEIMADO N. 19 VENDE-SE O SE-
GUINTE :
Esleir da India
para torro de sala, de 4, 5 e 6 palmos de largura,
por menor preco dg que era putra qualquer parte.
Lencos
de panno de linho pelo barato prego de 2*000.
Lenenes
de bramante de linho fino pelo barato preco de
3*000.
Coberlas de chita da India
pelo barato preco de 2*000.
Lencos de cassa
brancos, finlssimos, proprios para algibeira pelo
baratissimo preco de 2*000 e 2*400 a duzia.
Cambraia adamascada
para cortinado, pelo baratissimo preco de 10*600
a peca.
Peca do cambraia
de salpicos, fina, com 8 1/2 varas, pelo baratissimo
preco de 4*.
Fil liso fino
otilo baratissimo preco de 680 rs.avara.
Bramante de linho
fino com dez palmos de largura pelo barato preco
de 2*300 a vara.
Toalba alcochoadas
para mo pelo baratissimo prego de 5*000 a du-
zia.
Pecas de bretanha
de rolo com 10 varas propria para saia, pelo bara-
to proco do 3*000.
Panno de algodilo teci-
Vende-se urna casa pequea com um terreno de! ,,, i i
15 palmos de frente e 320 de fondo, na travessa ([q ([q MlIUlS, iaZeiKUl lam e
da ra do Principe na Soledade: quem prelen- w
der, dirija-se roa do Brum n. 76, que achara enttMWUL. api^OpilUCUl XKXfl O
com quem tratar. i i
servido da lavoura, querpara
rdiipa de escravos, quer para
saceos de assucar : grande
deposito no largo do Corpo
e Santo n. 17, escriptorio de
\ozcs e batatas. Camisinhas com manguitos a
Vendenv-se saceos com oito libras de nozes pelo, l#' HO s O l'avo.
barato prego de 1*600, e caixas com uma arroba Acaba de chegar para a loja do Pavao, um
i de batatos por 800 rs., nada mais barato vista da grande sortimento das mais linas camisinhas de
' boa qualidade: na ra da Madre de Dos ns. 5 e 9- cambraia com manguitos e gollinhas bordadas,
que se vende a 1*280: ditos de tilo, lendo tam
bem manguitos e gollinhas, pelo barato prego de
1*000 : s na loja do Pavo, ra da Imperatriz,
n. 60, de Gama A Silva.
Manteletes cortos a 3$000.
Acaba de chegar para a loja do Pavo, um bo-
nito sortimento de manteletes c41rtos.de cambraia
e de tito bordados, que se venden pelo barato
prego de 3*000 cada um ; romeiralffe cambraiae
de fil a 1*600 : s na loja do Pavao, ra da Im-
peratriz, n. 60, de Gama & Silva.
Manteletes a 85000.
Vendem-se ricos monteletes de cambraia borda-
dos coro manga a turca, pelo barato prego de
8*000: na ra d Imperatriz, n. 60, loja de Gama
& Silva.
Gollinhas a 240 rs.
Vendem-se finissimas gollinhas de cambraia,
bordadas, a 240 rs. : na loja do Pavo, ra da
Imperatriz, n. 60, loja de Gama & Silva.
Mim
Tranga
Tranga
Tranga
Tranga
Tranga
Tranga
Tranga
Tranga
de laa preta lisa a 80 rs. a pecinha, s
tasqduTsedaacarbe,.d0 ^^^ *' ie?T"s* m' Augusto F. de Olveira.
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9
No deposito de luc da rab ktJK far-
liallio, ra do Impopadaf. 41.
30 0|0 menos do que em outra qualquer parte,
'jouga vidrada de todas as qualidades, c lao boa
como a que vem do estrangeiro e mais barata.
Soutemharques de cores e pre-
tos na loja do Pavo.
Acaba de chegar os mais ricos soutembarques
de grosdenaple preto muito bem enfeitados c di-
tos de um Incida de seda de cores sendo os mais
modernos que existen) no mercado o vende-se por
prego commodp na loja do Pavao ra da Impe
ratriz n. 60 de Gama & Suva.
As capas do Pavo.
em-se as mais modernas capas pretas para
nbora sendo ricamente enfeitadas e vende-se
prego razoavel ua loja do Pavo ra da Impe-
iin. 60deGama&JSil.
/
1
rtr
ffCV ^ 'i


I

CALCADO
45 Ra Dii
Aproveltem em quaato lempo!
Borzeguios franceses do lustre pa-
ra homem................. 50OO]i
Borzeguios fraBcezes de cores pa-
ra meninas-^.. M.. gtr 24|rf
Borzeguins frajcfiesT
meninas 3. W. .17. .,A?1
Sapatos de lulAgffseBbora.. 10000
Sapa tos de taslre s lesss___ 500
Grande liquidar* de fazemlas at a
ffsW, pifrfrsefliufarcenias, apro e-
veitem que destas pc liiuctias ia na
senpre : ia na da loiperalriz, loja
e armazem reico Pereira tendes Guimres.
Cobertores da Arara a 10.
Vewle.se cobertores de pellos a 1 e 1*600,
RUA DA A El A DO RECIFR %. 3.
NOVO E *L i
GEAITDS AS1ZS1 DE l|0^UOS
1WJA DA < A I^VUO m*/p: ^flS,^
I I
91.1
ftMAffCM I)EMOLHADOS
DE
KH1
-1
i
\<.
?22? Zcf

veo.

Francisco Ferriandes Duarte acaba de abrir na ra da Cadeia do ReeHfcn. 53, um grande e sortido armazem de mofeados de- 5H
cobertasdechiaTu vnaTa'd* impvM^Tn. nominado UniqqMercantil. Neste grande armazem encontrar sempre o reapeitavel pubieonrarjoiapleiO'SottiioeoU)' 50, loja de Mendes Gutmares. gneros que vem ao mercado, tanto esirangeiros, como nacionaes, os quaes sero vendidos em porgos ou a i elalho por procos asss (i2
A Arara vende as iaaznaas de 9 pal- commodos.
iuosa1$200. Manteiga ingleza especialmente escolhidai Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e Sardinhas deNantesa3lO rs. oquartoe560 ?
Vende-se Iaazinhas de urna s cdr e ouadrinbos' "8e primeira qualidade a 800 rs. a libia, 10200 a caada. i rs. meia lata. Jg
Azeite doce refinado em garrafas brancas a Latas com peixe em posta savel, corvina,,
800 re. vezugo. cherne, linguado, lagostinha,. a
Azeite doce de Lisboa a 610 rs. a garrafa e, 10300 rs.
40800 a caada. Salmaom latas, preparado pela nova arte
Genehra de Hollanda a 500 rs. o frasco e! decozinha, a 800 rs.
5)5800 a frasqueira. Maca de tomates em latas de 1 libra a 600
Clt*
proprios para capas, coro. 3 palmos de largura a
1,400 o covado, ditas para vestido a 280, 320 e
400 rs. o corado : na ra da Jnperatriz, loja da
Arara n. 56, de Mendes Guimaraes,
IIrlu da Arara a 400 rls o
covado.
Vndese brira pardo de linbo com pequeo to-
que de mofo, que depois de molhado larga, proprio
para calcas e palitots, a 400 rs. rs. o corado ;
briin branco do linho a i J e ijUOO a vara, fuso
de cores para calcas, coleles e palitots a 500 rs.
Manteiga ingleza especialmente escolhida
de primeira qualidade a 800 rs. a libra,
enrbarril se faz abatimento.
Manteiga franceza a mais superior domer-
cado 860 rs. a libra, e 520 rs. em barril
ou mero.
Prezuntos ingfezespara fiambre, de superior
qualidade, chegados neste ultimo vapor, a
720 rs. a libra.
Queijos ilamengos chegados neste ultimo
vapor a 20OUO.
o covado : ua ruada Imperatrii, loja da Arara n. | Queijo preto muito fresco e novo a 640 rs.
56, de Mendes Guimaraes.
l.nziiilia Mara Pa da Arara.
Vende-se l.a/inhas a Mara Pia muilo Anas, com
quadros e palmas de seda, para vestidos a 560 o
covado, sodinhas finas a 500 rs. o covado ; na ra
da Imperatriz n. 56
AArra vende as capas a 8,00(J rs.
Vende-se ricas rapas para senhora a 80, chales
de merino estampado a 5500, ditos finos matea-
dos de novo gosto a 55, dito de ponta redonda e
borlla a 7#oOO : na ra da Imperatriz n. 56,
loja da Arara de Mendes Guimaraes.
Oh que pcchischa, laiiuhas 280 rs.
Vende-se laazinhas finas para vestidos a 280
e 380 rs. o covado, lencos brancos com barras de
cores a 200 rs., uieias finas para senhora a 400 e-
500 rs., ditas cruas a 400 rs., ditas para homem *
160 e 200 rs.; na ra da Imperatriz n. 56, loja da
Arara.
A Arara vende as eassas a 200 rs. o covad.
Vende-se eassas de quadrinhos a 200 rs, o cova-
do, ditas finas a 250 e 280 o covado, organdys finos
a 240 e 280 o covado : na ra da Imperatriz n.
56, loja da Arara. ,
Peehincha, sedinlias da Arara a 800 rs. o covado.
Vende-se sedinhascom quadros e lisas, escuras,
proprias para quem est de lulo, por ter urna so
cora800rs. o covado, ditas da mesma qualidade
de cores para vestidos a 800 rs. e ditas de listi-
nhas a 500 rs. o covado: na ra da Imperatriz n.
56, loja da Arara de Mendes Guimaraes.
PechiBcha na Arara, corles de chita a 20500.
Vende-se cortes de chita franceza.com pequeo
toque de mofo a 25500, cortes de riscado franeez
com 14 covados a .13, cortes de eassas francetas
pintadas a 20 o corte, ditos de barras a 25, 35 c
45 : na ra da Imperatriz n. 56, loja da Arara de
Mendos Guimaraes.
Casemiras a 10600 o covado.
Vende-se casemiras de cores para calcas, cole-
les e paletots, infestada, a 15600 o covado, corles
de rasemira infestada a 15600 e 25, e em covado a
15 : na ra da Imperatriz n. 56, loja da Arara de
Mendes Guimaraes.
A Arara vende roupa frita c batata.
Vende-sc palitots de casemira a 45500, 63 e
85, caigas de 35500 a 55, palitots de panno a 105,
ditos linos de 125 e 145, palitots de bnm de cor
a 25500 e 35, ditos de meia casemira a 35500,
calcas de brim de cores a 25 e 25500, ditas eran-
a libra.
Castanbas muilo novas a 120 rs. a libra e
e 30000 a arroba.
Cha uxin o melhor que ha neste genero,
mandado vir de conla propria a 20800
rs. a libra.
Cb hyson muilo superior a 20560 rs. a li-
bra ; cha hyson proprio para negocio a
10500 rs. a libra.
Cb preto muilo superior a 20 a libra.
Biscoutos ingiezes em latas com dilTerenles
qualidades, como sejam craknel, victoria,
piqueler, soda, captain, seed, bornez e
outras inuitas marcas a 10350.
Bolachinha de soda em latas grandes a 20.
Figos em caixinhas hermticamente lacra-
das, muilo proprias para mimo a 10500.
Caixinhas de 4 e 8 libras de figos de-coma-
drea 10 e 20 cada urna.
Passas muilo novas, chegadas neste ultimo
vapor a 500 rs. a libra e 30 um quarto ;
eem caixa se faz abatimento.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior que
tem vindo ao nosso mercado a 180o gigo,
garanle-se a superior qualidade.
Vinho Bordeaux das melhores qualidades
que se pode desejar de 70500 a 80000 a
caixa e 720 a 800 rs a garrafa.
Caixas com vinho do Porto superior de 90
al09a duzia, e 900 a 10a garrafa; deste
genero ha grande porcao e de differentes
marcas acreditadas que j se venderam
por i 49 e 150 a caixa, como sejam: Duque
do Porlo, Lagrimas do Dourb, D. Loiz,
Cambes, Madeira secco, Carcavellos, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
Caixinhas com ameixas francezas', ornadas
. com ricas eslampas na caixa exterior,
muitoproprias para raimo, a 1020 ', 10500
^.e20.
Frasco de vidro com tampa do mesrao, con-
tendo meia 'libra efe raixas francezas, a
10200.
Marmelada imperial, dos melhores conser-
veiros de Lisboa, em latas de 1 e meia a
2 libras a 600 rs a libra.
Fructas em calda das melhores qualidades
que ha em Portugal em latas hermtica-
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muito novas a 640 rs. a libra.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Amendoas de casca molle a 400 rs. a libra.
Avelas muilo novas a 200 rs a libra.
Amendoas confeiladas de diversas cores a
800 rs. a libra.
Macaas e peras chegadas neste ultimo vapor,
muito perfeitas, so vista se faz preco.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada um.
Ervilhas francezas e portuguezas em latas de
1 libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate franeez, oque ha de melhor neste
genero, a 10200 a libra.
Chocolate hespanhol a 10200 a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a 19.
Cerveja branca e preta das melhores marcas
que ha no mercado a 500 rs. a garrafa e
5*800 a duzia.
Cognac inglez de superior qualidade a 800
e 10200 a garrafa.
Licores francezes das seguintes qualidades:
Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames
e de outras limitas marcas a 10 a garrafa
e 100 a caixa.
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e
90 a duzia.
ingleza em potes j preparada a
res.
Osscnhores que cpmprarem de 1000000 para cima, terao o
cas de linho a 35500 e 45, ditas de meia rasemira
a 25, coletos a 25500 e 35, camisas francezas a
15600, ditas finas a 25 e 25500, ditas de linbo
prega larga a 35, seroulas finas a 15600, dilas de
linho a 25 e 20500 : na ra da Imperatriz n. 56,
loja da Arara de Mendes & Cuimaraes.
Balees da Arara a 30, 30500 e 10.
Vende-se baloes americanos, os melhores que
tem vinno, de 20, 30, 36, 40 arcos a 35, 35500,
45 e 45500, ditos de brilnantina a 45, ditos de
madapolo a 35600 : na ra da Imperatriz n. 56,'
loja da Arara.
Chitas da Atara a 210 rs.
Vende-se chitas a 2M) rs. o covado, ditas fran-
rezas com pequeo toque de mofo a 280 rs., ditas i
liinpas a 320, 360 e 400 rs. o covado : na ra da
ImiWatriz n. 56, loja da Arara. Na Hia do QoCimailO H. 43, Sqina qUC
A Arara recebeu pelo vapor um sortiniento de ro- VOlla iarn a
Vinho de pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
400,48U e 560 rs. a garrafa, e 30, 30200 Mostarda
e 30500 a caada. i. 400 rs.
Vinho branco de superior qualidade, vindo Moslarda ingleza em p, em frascos grandes,
j, engarrafado a. 64/) rs. agarrafa a 500 a 10ca rs. de barril. Sal retinado a 300 rs. o pote.
Chouricnse paiosem latas de 8 e meia libra
! por 70.
i Toucioho dt Lisboa a 320 rs. a libra e
80000 a arroba.
Bolaxinha 'mgleza a 320 rs a libra e 40 a
barrica.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 200 rs. a libra.
Farinha do Maranhao a 420 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 320 rs. a libra.
Cevada a 120 rs. a libra e 30 a arroba.
Alpistaa 160 rs. a libra e 40800 a arroba.
Batatas muito novas em gigos com 40 libras
por 10 e a 40 rs. a libra.
Cebollas a 10 o molbo com mais de 100 ca-
da um.
Caf lavado de primeira qualidade a 300 rs.
a libra e 90 a arroba.
Caf do Cear muito superior a 280 rs. a li-
bra e 80400 a arroba.
Caf do Bio, proprio para negocio, a 80.
Arroz do Maranhao a 100 rs. a libra e 20800
a arroba.
Arroz de Java a 80 rs. a libra e 29400 a
arroba.
Vellas de spermaceti a 560 rs. a libra e a
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
so e a 90 a arroba.
Docedegoiaba a 640 rs. o caixo.
Macarra,, talharim e aletria a 480 rs. a li-
bra ; em caixa se faz abatimento.
Estrellinha.pevide e arroz demassa para sopa
a 400 rs. a libra e 20 a caixa a>m 6 libras.
Palitos de denle lixados com flor a 200 rs.
o masso, ditos lixados sem flor a 160 rs.
o masso com 20 massinhos.
Gomma de engommar muito fina a 80rs a
libra.
Banha de porco refinada a 480 rs. a libra e
400 rs. em barril pequeo.
Charutos dos melhores fabricantes de S. F-
lix, em caixas inteiras ou em raeias, de
10600, 20 e 30.
Presuntos do reino, vindos de conla propria
de casa particular,a 400 rs. a libra; iutei-
ro s faz abatimento.
ee
O propietario do grande armazem do Baliza, considerando que apro-
xima-se a festa, e que de algum modo deve mimosear aos seus freguezes, com alguma cou-
sa que revele o seu coutentamento e gratid5o, resolveu expr a venda quasi pelo custo da
entrada o seu grande, sortimento de gneros, que como todos sabem, sao sempre capricho-
samenteiescollddo entre os da melhor qualidade do nosso mercado.
Sujeito a um severo regulametUo, o Baliza est firme em seu posto de honra, e j
mais circunstancia alguma o far arribar do magestoso quartel em que se acha abrigado
esperando o inimigo sempre de frente.
Nascido em trras de Portugal, o Baliza teve a fortuna de ver bem cedo arta bella
provincia. Foi na infancia que aportou em nosas plagas. entre nos frequentou a escola
primaria,seus hbitos forao aqui adquiridos,suasaffeiees existem no meto deste po\o,
tao generoso quanto hospitaleiro.
A preferencia pois que Ihe tem dado os Pernambucanos, um favor, verdade;
mas um favor que o Baliza tem merecido, e continuar a merecer sempre, a despeito da
guerra surda que lhe fazem os bomens das libras de tres quartas, e vinhos falsificados.....
Para se ganhar dinheiro nao de mister Iludir o povo. As fortunas adquiridas
por meios pouco lcitos degrado a quem as possue.
Venham, pois, aquelles que ainda nao abasteceram as suas despensas nesta casa ve-
rificar por si mesmos quanto h de verdadejro neslas palavras.
Ds
descont de 5 por cenlo, pelo prompto pagamento.
IMITA
m
mi
lucirs para senhora, dos melhorrs goslos que
lein vindo, a prero de 10, 10600 e 20.
Con?;rcgaciio.
e:* pecliiucha.
Paletots de casemira a 5, 6, 7, 8, 12 e 145, ditos
Vende-se romeiras para senhoras de camhraia de panno preto e azul a 9, 10, 12, 16 e 185, ditos
de salpieos brancos c de cores e bordados a 15, sobrerasacos de panno muito fino por 215 e 285,
1:600 e 25, golinhas com botaozinho a 580 rs., ditos de alpaca preta e de rordao a 4, 5, 6 e 75,
ditas com peitos e botaozinho a 15, camizinhas calcas de casemiras de cores a 5, 6, 7 c 85, ditas
para senhora a 15,15600 e 25, aventaes e corpi- pretas a 65500, 8, 9 e 105, paletots de fustao e
nho para meninas a 500 rs. : na ra da Impera- ganga a 25, 25800,3 e 45, caigas e cohetes de to-
triz n. 56, loja da Arara. das as qualidades e por preco muito barato, )en-
ccs de puro linho a preco de 25800 e 35, cober-
tas de chita a 25240, collarinhos de linho puro a'
600 rs. cada um, e oulros muilos objectos que so
vista ; e para isso se pede a attene.ao dos fre-
guezes.
KOUPA FEITA
NO
ARHAZEIi
DE
^Wm fe WlMt
m
t
Fita para debnini de vestidos.
Vende-se fita para debrum de vestido, a peca
com 11 varas a 400 rs. : na ra do Queimado, lo-
ja do beija-flor.
Tranca* de la pelas e.de cores.
Sendo lisa a 80 rs. a peca, e de caracol a 100 rs.
a pega : na loja de miudezas da ra do Queimado
n. 10.
Lavas de Joovin
brancas e de cores para homem e para senhora a
15500 o par : na loja de miudezas da ra do Quei-
mado n. 16.
Tranca preta hc la.
Vende-se tranca preta de laa, lisa, para enfeites
de vestidos, zuavos e roupas de meninos a 120 e
160 rs. a peca : s quem tem o beija-flor na ra I
ao Queimado n. 63.
Vende-se farello de Lisboa, cal lti-
mamente chegada e carvo animal: na ra
do Vigatio n. 19, primeiro andar.
Cal de Lisboa
chegada ltimamente ; na ra do Vigario n. 19,
primeiro andar.
Assucar do Monteiro
Ba do Imperador n. 28 e caes de Apollo n.
67, a 200 rs. a libra, e de 8 bras para cima
a 50600 aarroba.
LETREXRO VERDE.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feita de
todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vontade dos concur-
rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim como tambem tem um
grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras,
homens e meninos.
Ut\ 1)0 0LEni\IK) \.
Leja de fazenda de augusto Frederica dos Santos Porlo.
ESTEIRAS PARA SALAS.
A este estabelecimento ehegou um ptimo sortimento de esleirs para sala, sendo de diversas lar-
guras al 6 palmos e da mais superior qualidade .que se vendem por presos mais mdicos que em
outra qualquer parte.
SOUTEMBABQUES.
Os mais superiores soutembarques de casemira de cores ricamente enfeiudos acabam de chegar a
este estabelecimento.
FNKEITES PAR \ BAILE de lindos gostos. I r
LVAS DE PELLICA DE JOVI.N para homens e senhoras.
CHAPEOS DE PALIIA DA ITALIA para senhoras, enfeilades com fimssimas flores a 145 e 165.
f.HAPOS DE PALHA para meninas, enfeitados ricamente a 75- ..
CAMISAS INGLEZAS para homem, colarinhos, pcitos e punhos, de linho, a 425000 a duzia.
CAPAS DE SEDA PRETA para senhoras, bordadas e enfeiladas de 225 a 50500C.
ZUAVOS de seda pretos para senhoras, enfeitados com o melhor gosto a 205.
CHAPEOS DE PALHA tiara homem a 35500.
CAMISINHAS COM MANGUITOS E GRAVATA para senhoras, bordadas com muito gosto.
ATOALHADO DE LINHO para mesa jazenda superior.
Finos chapeos pretos de seda, chales 1e diversas qualidades, grosdenaple preto e de cores, pannos
T____-.- _..-___j- .-.... i...:. v,..nv.,i,^ n ntnlA HnQc Hocinhric mra ViLlinnc o (Mitras
pretos finos, casemiras pretos e de cores, brim branco e pardo, finas laasinhas para vestidos
miMias fazendas que se vendem por commodos preces. A mesma loja cnegaram os
Reos cortes de la de barra aaatlsada.
IfiBttHKK
I FAZENDAS BARATAS
5 29--KITA DO QUEIMADO*
S Custodio, Carvalho & C.
Finas cambraias organdys indianas pelo baratissimo preco de 300 rs. o covado ou
jK 500 rs. a vara.
CSraade sortimento
dos mais finos baldes de arcos para senhora e pelo barato preco de 35 cada um, ditos de ma-
dapolao para meninas a 25500.
\ovidade
Os mais lindos e mais finos e modernos cortes de la com ricas barras, tendo cada cort
20 covados e pelo uaratissimo preco de 20*
Fil de linho vara a 500 rs.
do a 440 r*
Casacas de panno "Preto, 350 e
Sobrecasacas idem, 300 e .
Paletos idem e de eores, 250,
200, 150 e......100000
Ditos de casemira, 200, 150,
120, 100 e......
Ditos de alpaca, 50 e. .
Ditos ditos pretos, 90, 70,
50 e........
Ditos de brim e ganga de co-
res, 40500, 40, 30500 e. .
Ditos branco de linho, 60,50 e
Ditos de merino preto de cor-
d5o, 100, 70 e.....
Calcas de casemira preta, 120,
100, 80e......
Ditas de cores, 90, 80 e. .
Ditas de meia casemira de co-
res, 50500 e.....
Ditas de princeza e merino pre-
to de cordao, 50, 40500 e
Ditas de briir branco e de co-
res, 50, 40500, 40 e .
Ditas de ganga de cores,
30500, 30 e.....20500
Colletes de velludo preto e de
cores, 90 e......
Ditos de casemira preta, $0 e
Ditos de ditas de cores 50
40 e........
Ditos de setim preto. .
Ditos de ditos e seda branco,
300000 Colletes de fusto e brim bran-
250000, co, 30500, 30 e .
Seroulas de brim de linho,
20400 e ......
Ditas de algodao, 10600 e. .
Camisas de peitos de linho,
50, 40, 30 e.....20500
Ditas de madapolao, 30,
20500, 20 e.....
Chapeos de massa, pretos fran-
cezes, 100, 90 e. .
Ditos defltro, 50, 40,30500 e
pitos de sol, de seda, 120,
110, 70 e. .... ..
Collarinhos de linho fino, ulti-
ma moda........
Sortimefito completo de grava-
tas.
Toalhas para rosto, duzia, H0,
90 e........
Atoalhado adamascado de li-
nho vara......
Chapeos deso, de alpaca, pre-
tos e de cores. .... 40000
Lences de linho..... 30000
Cobertas de chita cbineza.. 20000
Pennasd'acjo, s mais superio-
res, a grosa...... 600
Relogios de ouro orizontaes,
900,8006. .'-. 700000
Ditos de prata, galvanizado,
patentes e orisontaes, 400 e
70000
30500
j
30500
30000
40000
50000
70000
70000
40000
40000
20500
70000
40000
30500
50000
60 e....... 50000 Obras de ouro, adercos, meios
Ditos de gorgurao de seda
pretos e de cores, 60, 50 e 40000
20500
20000
10400
10600
80500
20000
40500
640
0
60000, J
10280
300000
adercos, pulceiras, rozetas,
aneis e cruzes.
FARINHA FONTANA.
Farinha da muito acre tita a marca
Fontana por preco mais commodi do que em
qualquer outra parte : na ra da Cruz
n. 4 casa de i\. 0. Bieber & C. succes-
sores.
Farinha, ilbo e fardo
Vende-se saceos com farinba nova, milho e fa-
relo de Lisboa: na Aurora Brilhante largo da San-
ta Cruz n. 84.
CU HE IJSB04
Vendem-se barrls com cal des-
ta procedencia, em pedra, chega-
da hoje, e nica nova, que ha no
mercado, na rna do Trapiche n.
13, armazem de Hanoel Telxel-
ra Basto. _____________
Meias do Porto.,
Vendem-sena loja de ferragens da rna da Ca-
deia Velha ny 44, meias de linho e igualmente de
algodao, poryreco muito commodo.
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o 5 3 M;
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O Baliza est a testa do estabelecimento e nada escapar s suasvistas
cahir no desagrado dos seus benvolos freguezes.
que passa
Azeite doce refinado, franeez e portuguez a
800 rs. a garrafa.
Dito em barril, a 4,800 a caada e 640 rs. a
garrafa.
Arroz da India c do Maranhao a 120,100 e 80
rs. a libra.
Amendoas de casca mole a 320 rs. a libra.
Ameixas em diversos vazos a 10, 10500,
20500 e 800 rs. a libra.
Alpiste a 160 rs. a libra, e 40800 a arroba.
Aletria a 480 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 480 rs. a libra.
Biscoitose bolachinhas inglezas recentemente
chegadas a 10500 a lata com qualidades es-
peciaes.
Dito mais antigos no mercado a 10300.
Dito lunch ou soda muito nova a 20000 ala-
ta cm 5 libras.
Dito de Lisboa muito proprio para doeute,
visto ferem preparados para esse mister,
em latas grandes e pequeas de 30000 e
10500 a lata.
Bolachinhas americanas, em barricas a 30OCO,
e a libra 200 rs.
Banha de porco refinada a 480 rs. a bbra,
e em barril 440 rs.
Batatas novas a 10500 o gigo, e a 60 rs. a
libra.
Cha perola qualidade especial a 30 a libra.
Dito hysson qualidade especial a 20800 a
a libra.
Dito uxim a 20600 a libra.
Dito hysson a 20400 a libra.
Dito dito a 20 a libra.
Dito nacional a 1/600 a libra.
Dito preto, muito superior a 20 rs. a libra.
Dito dito menos superior a 10600 a libra.
Chouricas e paios a 800 rs. a libra.
Champagne (marca aguia) do Conde de To-
r a 150 o gigo ou 105oo rs. a garrafa.
Charutos dos melhores fabricantes do Rio e
Bahia a 800, 10400, 20, 20500, 30,
30500, 40 40500. e 50 a caixa com 100
charutos.
Chocolate franeez, de canella la Romain-
Caf a 280 e 320 rs. a libra e a 80, 8/500 e
90 a arroba.
Cognac de muito boa qualidade a f0 a gar-
rafa.
Dito soffrivel a 800 rs. a garrafa.
Cerveija da marca tenente em botija, .(en-
commenda feita pelo proprietario do Baliza)
qualidade esta que nao pode continuar
a vir em censequencia de ficar por preco
muito alto a 60500 a duzia de grandes bo-
tijas e 80 por vinte quatronuias, e de ou-
tras marcas a 30, 40, 50 e 50500 a du-
zia de garrafas.
Conservas inglezas, a 800 rs. o frasco e 90
a duzia.
Doces (francezes) em frascos lindamente enfei-
tados em calda de assucar e em alcool a
10 e 500 rs. o frasco.
Dito de goiaba em latas e em caixoes de di-
versos tamanhos e objectos pelo qual se
nao engeita dinheiro avista do grande de-
posito que ha.
Ervilhas francezas e portugueza a 700 e a 500
rs. a lata.
Dita secca a 200 rs. a libra.
Figos novos a 320 rs. a libra e a 60 o barrili-
nho.
Fruta em calda de assucar em latas a 500
rs. a lata.
Farinha do Maranhao, muito superior, a
16o rs. a libra.
Dita de trigo, a 120,140 e 160 rs. a libra.
Frasqueiras com genebra de laranja, de
Hollanda, e de Hamburgo, de diversos
precos conforme os tamanhos.
Gomma do Aracaty a 100 rs. i libra.
Dita menos superior a 60 rs. a libra.
Graixa a 120 rs. a lata e 10300 a duzia.
Licores francezes dasmelhores fructas da Eu-
ropa em garrafas lindas e de diversos ta-1
manhos a 500 o 10 a garrafa e 40 o par
de garrafas grandes, que depois de vastas,
valem o que se deu por ellas cheias.
Lingua8[ americanas de um tamanho admi-
ravel a 10 cada urna.
Manteiga, neste genero ha capricho da parte
do proprietario do Baliza ter sempre o
numero de 6 a 10 barris de manteiga a-
bertos, aim de satisfazer os seus amigos
e fregue/es, sendo que o prego da man-
teiga verdaderamente flor de 900 i s. a
libra, e as demais qualidades a 800, 000
e 400 rs. a libra.
dem franceza a 500 rs. a libra, muito nova
e de excellenle gosto.
Marmelada imperial dos melhon arican-
tes de Lisboa a 640 rs. a libra
Massa de tomate a 640 rs. a lab
Mostarda ingleza em potes g;,..^ 'O
ris o pote.
Marrasquino de zara a 64o rs. o frasco.
Petxe em latas grandes,
1?>:I00 a lata.
savel e gois a
Papel greve pautado e liso a 30300 a res-
ma. -
Palitos para dentes a 160 rs. o maco.
Dito dito de flor a 240 rs. o maco.
Prezunto para fiambre -vindo lodos os vapo-
res a 700 rs. a libra.
Dito do Porto em barril a 480 rs. a libra.
Queijos Ilamengos do ultimo vapor a 2/800
e 30000.
Dito prato superior a 800 rs. a libra.
Sardinha de Lisboa muito bem preparadas
em latas grande a 640 rs.
Dita de Nantes a 320 rs. a lata.
Sag novo a 240 rs. a libra.
Sabao massa a 420. 160, 200 e 240
libra.
Sevadinha de Franca a 200 rs. a libra,
Sevada a 120 rs. a libra.
Toucinho de Lisboa, de Santos, a 320 e 360
rs. a libra.
Tijolo para limpar facas a 140 rs. cada um.
Vinhos, ne>te geneno o armazem Baliza tem
o melhor sortimento possivel, Lagrimas
do Douro, Maria Pia, Camfas, Bucage, D.
Pedro II, I). Pedro V, e Baliza, que se
vende muito barato em vista de sua espe-
cial qualidade a 100000,120000 e 150000
a duzia.
dem esquesitos como sejam Clierrv, e Madei-
ra, Velmute, etc., de 1500UO a 00000
duzia.
dem de Figneira, Lisboa e Porto a 30000,
40ooo e 40500 rs. a caada
dem de Lifiw-a de minha propria marca em
ancora de 8 "t a 9 ranadas por 280o0
a ancora, e da Figueira de 8 ','j a 9 ca-
adas a 280000 rs.
Vinagre de Lisboa em caada a 10600,108oo
e 20000 rs.
dem mais baixo a 10280 rs. a caada.
dem de Lisboa em garrafes com S garrafas
por 10200 rs. com o garrafao.
Vellas de espermacete superiores a 600 rs.
o maco.
dem de carnauba de 320 a 360 rs. a libra,
em arroba de 90000 a !O0ooo rs.
Vassouras do Porlo com arcos de ferro a 4oo
rs, cada urna.
Vinhos de Bordeaux neste genero temos as /
melhores qualidades que se fabricam em
Bordeaux. tanto branco como tinto, c espe-
ramos por todos os vapores francezes, uns
pequeos barris contendo cada um de 85
a 90 garrafas, e qne serao vendidas o mais
barato possivel. .-^



Marte Per.aMbt.co Helada fehrn tg de Deanfcro d t*S
/
ALLIANQA
fiRAIDE
#.!*
57 RA DO IMPERADOR 57
Nalbem conhecida loja que foi do Sr. Flix alfaiate.
Paula, Ferrelra da lira proprietario deste novo estabelecimento, tewte
chegado da Europa, aonde escolheu um grande e variado sortimento de ornados, tttt
a honra de os expor ao respeitavel pubjfeo desta Made pelos mais resumidos pcos.
Em to ptima oceasiao, por estaaos prestas a feste deWlaL o pwprieiario do
grande armazem Allianca offerece aos seus amigos' e fregueze. que o coouecfln de*
quando foi socio dos armaieris Progresivo e Progressista as nk>res tantegens
rarem ero seu armazem.
COMO HCMCA IIOlVE
ABMAZEM **"
UNIAO
2

a^ar^BEaMiakai^,
Defronte da loja da Pregadea.
IO LARGO
PEtfHA IO
acseu
racIeo Ver manar* miarte dono deste muito acreditado armazem
de molhados, acaba de receber neste ultimo vapor os mu desejados gneros escolhidos
por eBe M Europa, todos muito propries para a festa os quaes es*a resolvide a vender por
procos baratsimos como vero pela seguinte tabella, e mesmo pede a todos os Srs. da
em coffi; P1^ te Bfpenhe e Uro-aderes para que mandem suas relacoes para serem despachadas
no armazem do Progresso do largo da Penha n. 10, am de verem a grande vantagem
a. mnmRmi., o tAdos MLtps senhoref Que uram> tant0 M superioridade dos gneros como nos precos asss resumidos,
Hoie de novo estabelecido mais precisa da concurrencia de toaos estes sennon r
* -l .;...* Aa 0r ,>nmjw pstahelecimento. certos de que esta casa jamis deixaro de ser cumaridas as *~
; tica, que serao tilo bem servidos como se viessem pessoataaente.
IH1IITK ALMEIDA
acaba de abrir o seu grande e sortido armazem de motilados denominado Unim t Ctm-
ntercto. Este grande armazem um dos mais bem montados que temos era nossa praca.
aao s em limpeza e aceio, como as qualidadfea espedaes de eeu gneros. 0 prttprte
tario do Unido e Commercio offerece todos os seahores da praca, senhores de engento
e lavradores a seguinte tabella, por onde verio a grande economw que Bw resulta eot
comprarem em Ufo uti! estabelecimento, afiancaodo o meano todo e quafqner genero
grandes vantagens por ella offerecidas.
Manteiga ingleza a mais superior neste ge-
nero a 800 rs. a libra, e comprando de 8 >aia.
libras para cima a 72o rs., esta a mais
superior que pode haver, tambem ha ma
baixas para menos precos.
dem franceza muito nova a doo rs. a lila*
c 56o rs. em barris ou meios.
Peras seccas muito novas a 48o rs. a libra.
Cbi perola de especial qualidade a 2,8oo rs.
a libra.
Idemhysson muito superior a 2,7oo rs. a
libra.
dem uxim a 2,5oe rs. a libra.
dem bysson a 2,3eo rs. a libra. ,
dem idem a 2,ooo rs. a libra.
dem preto de qualidade muito especial a
2,000 rs. a libra.
dem idem inferior a l,6oo rs. a libra.
icteresse que tira o proprietario deste acreditado armazem, j deve ser bem co-
Cognac de superior qualidade a 800 rs. a girj ^^ ^ ^ numer020S fregoezeS) ^ simplesmente consiste em servir bem e ga-
ldn raito superior a l.ooo rs. a garrafa.] nhar Pouc> ^m de conseguir a continuacaoaquellas pessoas, que a primera vez sedig-
Caf a 28o e 32o rs. a libra, e a 8,000 e W N>" asUbelecimeoto.
9,000 rs. a arroba. L. .. u.
IQueijos flamengos ohegados neste ultimo
Cerveja das melhores mareas do nosso mer-1 vapor a 2,000 rs.
cado de 5,000 a e.ooo rs. a duzia, e ooo"
rs a garrafa. f,dara do ^P01" Pss(*o a ,'8o rs-
Consenas inglezas a 75o rs. o frasco e 8,600 Wem prato muito dovos e de superior uu*-

rs. a duzia.
Doce em calda a 5oo rs. a lata.
Ervilhas francezas muito novas a 64o rs.
dem portuguezas a 72o rs. a late.
dem seccas a2oo rs. a libra.
Bassouras do Porto com arcos de ferro a 32o
rs. cada urna.
Vellas de espermcete da melhor qualidade
a 600 rs. o maco.
Chocolate francs, hespanhol e portuguez, a dem de carnauba e composico a 32o e 36
Ooo e I,2oo rs. a libra. rs. a libra e lo.ooo rs. a arroba.
Charutos dos melhores fabricantes da Bahia Tijolopara limpar facas a 12o rs. cada um.
edequalidadesespealmentee8colhidos, q ^^ Q ^^ m ^ a
de 2,000 a 4,5oo rs. a caixa. .
Farinha do Maranho muito alva a 14o rs. a Sevada muito nova a loo rs. a libra.
libra- Peixe em latas grandes, savel, pescada, cor*
dem de araruta verdadeira a 4oo rs. a libra. vina, e outras qualidades a l.ooo rs.cada
lata.
Vinuo.do Alto ouro engarrafado, e os mais
bem escolhidos, lagrimas do Douro, D. Pe- Passas muito novas a lo,ooo rs. a caixa e
dro V, D. Luiz I. Duque genuino, Nctar. 5oo rs. a libra.
superior, Malvasia fina, Bastardo, e ontros
a ll.ooo e 12.ooo rs. a duzia e l,ooo rs.; Palitos lixados para dentes a i4o rs. o maco.
a garrafa.
dem de f!6r a 2oo rs. o maco.
dem Cherry e Madeira a l,5oo rs. a garra- prPSunt0 para fiambre inglezes e americanos
fa e i6,ooo rs. a duzia. a 85o ^ a hra.
dem Bordeaux de diversas marcas de 8,000
a lo.ooo a duzia e 800 rs. garrafa. ildem do Porto a 48o rs. a libra.
, ; Queiio prato a 800 rs. a libra.
Buldxinhas americanas a 4,ooo rs. a barrica,'
e a 3oo rs. a libra. 1 dem flamengo vindos no ultimo vapor a
2,8oo rs.
Batatas muito novas a l.ooors. o gigo, e6o gardinhas de Nantes muito novas a 32o rs.
rs. a libra. a ]ata>
Banba de poico refinada a 48o rs. a Ubra o (SaR mui(0 novo a 2oo rs. a libra.
cm barril a 44o rs.
. ,,.L, dem muit superior a 28o rs. a libra.
Vmho em piqa de Lisboa, e Figueira, de 3,ooo (
a 4,ooo.rs. a caada, e 5oo rs. a garrafa. S^Q ^^ de d,versas ^,,3^ a2oo e
24o rs. a libra.
lidade a 4eo rs. inteiro, e a 5oo rs. a
libra.
Doce de goiat fino em cawSes'com 2 V*
libras por 600 rs.
dem mais baixo a 54o rs.
Manteiga ingleza flor a mais superior do
mercado a 720 rs. a libra.
Ideade segunda qualidade a 64o rs. a libra.
Manteiga franceza de primeira qualidade a
56o rs. a libra, e 52o rs. em barris ou
meios.
Cha perola neste genero nao ha nada a de*
sejar, e de especial qualidade, mandado
vir decontai propria a 2,800 rs. a libra.
dem huxim o melhor do mercado a 2,6oo
rs. a libra.
dem de Lisboa em ancoretas de 8 a 9 cana-
das por 27,ooo rs.
Ifl.'m do Porto muito especial a 5,5oo rs. a
caada e 72o rs. a garrafa.
Idea em garrafes com 4 '/* garrafas por
2,5oo rs. com o garrafo.
Vinagre de Lisboa muito superior a 2,ooo
rs. a caada. ,
dem mais baixo a 1,5ee rs. a caada, e 2oo
rs. a garrafa.
dem em garrafoe.- com 4 i garrafas por
l,2oors. com o garrafo.
Ameixas franco/.;^ en caixinhas com ricas
estanpas no exterior de l.oo a 2,000 rs.
cada urna.
dem em frasca de vid! de diversos tama-
nhos a l.."io u ,*>oo rs.
dem em latas de 11/2 e 3 libras a l,3oo e
,3oo rs. cada urna, e a 800 rs. a libra.
Figos de comadre em caixinhas de 4, 8 e 16
librrsa l,3oo, 2,5oe e 5,ooo rs. cada
urna caixa.
dem em caixinhas de folha a 32e rs.
dem cm caixas grandes a 2oo rs. a fibra.
dem era Utas ermetimente lacradas de 1,6oe
a 3,000 rs.
Arroz da India e Maranho a 80, 100 e 12o
rs. a libra, e 2,5oo e 2,800 rs. a arroba.
Amendoas de casca mole muifo novas a 4oo
rs. a libra.
Ceblas novas a l,2oo rs. os molhos gran-
des e a l.ooo rs. ocento.
Alpista a 14o rs. a libra c 4,6oo rs. a arroba.
Macarfao, lharim e aletria muito nova a
4oo e 48o rs. a libra.
Biscoitos e bolachinhas inglesas as ultimas
chegadas ao nosso mercado a l,2oo e
l,4oo rs. cada lata.
Bolachmha de soda e lunch em latas grandes
a 2,ooo rs. cada lata.
dem inferior de 12o a i 80 rs. a libra.
Genebra de Hollanda em frasqueiras a C,5oo
ris.
dem hamburgueza em frasqueiros a 5,8oo
ris.
dem de Hollanda em garrafes grandes a
5.5oo rs cada um.
dem em botija a 4oo rs. cada urna.
Garrafes vasios de diversos tamanhos a 5oo,
64o e 1.2oo rs
Gomma doAracaty a 80 rs. alibra muito alva
Graixa a loo rs. a lata, e l,2oo rs. a duzia.
Licores finos francezes em garrafas e frascos
de diversos tamanhos de 600 a 800 rs. ca-
da um.
Marmelad imperial de todos os conserveiros
de Lisboa a 94o e 7oo rs. a libra.
Massade tomate muito nova a 64o rs. a li-
bra!
Marrasquino de Zara a 640 rs. o frasco,
dem em frascos grandes a 800 rs.
Cominhos muito nevos a 5oo rs. a libra.
Erva-docea 24o rs. alibra.
Pimenta a 36o rs. a libra.
Gravo da India a G4o rs. a libra.
Gannella a 1,100rs. alibra.
Alfazema a 2oo rs a libra.
Sal refinado em frascos de vidro a 600 rs. o
fraco.
Copos fines para agoa a 0,000 rs. a duzia.
Chouricas novas a 72o rs. a libra.
Mbstarda franceza preparada e muito nova
a 32o rs. cada um frasco.
Gonservas francezas de superior qualidade a
640 rs, o frasco e 7,000 rs. a duzia.
Azeite doce a 64o rs. a garrafa.
Sevadioha de Franca multo nova a 2oo rs. a
hbra.

dem de segunda qualidade a 2,ooo rs. a
Ufe*
dem hysson muito superior a 2;5oo rs. a li-
bra.
dem preto homeopathico muito fino a 2,ooo
rs. a libra.
Sevadinha de Franca a 2oo rs. a libra
Sevada muito nova a loo rs. a libra.
Cominhos, ervadoce e pimenta do reino a
36o rs. a libra.
Genebra de Hollanda a5>3oo rs. a frasquei-
ra com 12 frascos, e a retalho a 5oo rs.
cadaum.
dem em "botija hamburgueza a 4oo rs.
Genebra de laranja a l.ooors. os frascos
grandes.
Vinho de caj o.melhor que ha no mercado
a l.ooors. agarrafa.
Palitos do gaz a 2,3oo rs. a groza e 2o rs.
a caixinha.
dem de dentes lixados a 16o rs. o maco com
20 macinhos.
Ervilhas seccas chegadas neste ultimo navio
a 16o rs. a libra, e em porcSo se faz aba-
tlmento.
Banha de porco refinada a 48o rs. a libra e
42o rs. em barril.
Vinho branco de superior qualidade proprio
para missa a 64o rs. a garrafa.
Ameixas francezas em caixinhas elegante-
mente enfeitadas com ricas estampas a
l,2oo, l,5oo e 2,ooo rs. cada urna.
,ahido de seu armazem.
4 >i C *J>
s.i uiitli
Bolachinha de soda chegada neste ultimo
navio a 1,35ots. a late, deste genero ha
grande poreo e de differentes marcas,
que se vendem todas pelo mesmo preco a' Idem (rmeeau em frasco de Tdr0 eom tam.
vontade dos compradores. pa do mesmo ^,,^0 { 1 s iDra a 4 52eo
Iem m latas grandes a 2,ooo rs. rs. s o frasco val quase o dinheiro.
dem propria para lanche em latas grandes dem em lates de 2 libras por l,4oors.
a 1 9oo rs. a retalho, e a 800 rs. a libra.
Marmelad imperial dos melhores fabrican- Fj de comadre muUo mwQS em bahuz.
tes de Lisboa a 64o rs. a libra. nhos mujt0 propr0> para mmo a| 28o ps
Frotes em alda era latas del 000 a 5oo rs reta'ho a 16o rs. a
neste genero ha diversas qualidades a es- ,-. v
genen
colher.
Passas de carnada a 48o rs. a libra e era
quarto com 8 libras por 2,5oo rs.
Champanha superior das marcas mais acre-
ditadas a l,5oo rs. a garrafa e I5,ooo rs.
Bolaxinhas inglezas de superior qualidade a
Serveja das melhores marcas que vem ao 2j0o rs. a barrica, e a 2oo rs. a libra,
mercado a 000 rs. a garrafa e a 5,ooo rs. ,
a duza Chocolate francez o melhor que se pode de-
sejar neste genero a 1,000 rs. a libra,
dem prete superior a 56o rs. a garrafa e a
5*400 rs. a duzia. Macas para sopa estrelinha, pevide, arroz de
Vinho Bordeaux de differentes marcas, e as mara \ 48 rs- a libra. e em caixa a 2,ooo
melhores do mercado a 7,ooo, 7,5oo e rs: *** uma- m^carrao, lallienm, eale-
8,000 a caixa cora urna duzia, e em gar- ] tna a 4o0 rs-a ,lbra
rafas a 6io, 7oo e 800 rs., garante-se a Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra.
boa qualidade. ,
. n Avelans muito novas a 2oo rs. a libra,
dem Figueira de superior qualidade a 48o
rs. a garrafa e 3.5oo rs. a caada. Ervilhas francezas muito novas em latas
. grandes a 64o rs.
dem de Lisboa a 2.800 rs. a caada e 4oo
rs. a garrafa. dem em ditas pequeas a 4oo rs.
dem do Porto de superior qualidade para Maga de tumate em lats de { e 2 ljbras a
mesa a 5 JO rs. a garrafa, e 4,000 rs. a ca- g4o ^
nada
Salmo em latas de 1 < libra a 800 is.
dem ftao do Alto Douro da colheite de 1833, Lagostinho em lates grandes a l.ioors.ca-
como sejam: D. Luiz, reitori vellio, Nec- da uma
ter, Carcavellos e Cames em caixa de
uma duzia a 9,ooo rs. Sardinbas de Nantes a 36o rs. a late.
Lagrimas do Douro, especial vinho do Porto Cognhac iuglez a 800 rs. a garrafa,
a l.ooo rs. a garrafa e lo.ooo rs. a caixa. cor franc/ ^ m]hort:s mirc.S do raer
Duque do= Porto, Madeira secco, duque ge- cado a 800 rs. a garrafa,
nuino, lagrimas doces a 9oo rs. a garra- m^$ ^ ^ ^ u|Um0 uavio em ^
d e 9,5eo rs. a duzia. ..j \
xa com duas arrobas por l,6oo rs., e 4o
rs. a libra.
Garrafes com vinh do Porto a 2,2oo rs.
cada um.
Vinagre de Lisboa de superior qualidade a Concervas inglezas a 75o rs. o .fiasco.
2*> rs. a garrafa e l,2oo rs. a caada. | WnMo effl po|es a ^ ^ ^ um
Azeite doce refinado em garrafas grandes a Mostanla ingie;a a li000 rs. 0 kBSCQ%
Sito rs.
I dem franceza a 4oo rs..0 pote.
dem de Lisboa a 64o rs. a garrafa, e em
caada a 4,8oo rs. [Mdlio alpiste a !6ors. a libra e 4,8oo rs. a
, arroba.
Presuntos inglezes para fiambre a 7oo rs. a
libra. j Graixa muito nova em lates grandes a laO1
dem de lamego eacommenda particular a ris.
48o rs. a libra, e inteiro se faz aoatiraento.
Bollinho francez em lates e caixinhas asmis! Cominho a 4oo rs. a fibra,
delicadas que tem vindo ao nosso merca- j ,,...
do de 800 a 2,000 rs. a caixinha. j Erva-dooe a oo rs. a libra.
Manteiga ingleza perfeitemente flor, mandada Chanpanha de 20 a 22,ooo o gigo.
vir de contepropria, a 7oo a 800 rs, i| pafios do gaz a 2,3oo rs. a groia 2rs a
libra. caixinha.
dem franceza chegada pelo ultimo navio a *" alpina a 16o rs. a libra.
56o rs. a libra, e em barril ter abatimen- Painro a 2oe rs. a Mbra.
lo.
. .,,.,.. a G01 fo'to alva para engommar a 80- rs
dem ingleza em potes de 4 a 16 libras a fibra, eem arroba se far abatimem
8oe rs, a libra e o pote separado, wwa
. Sag muito novo a 28o re. a libra.
Castanhas muito novas a 2,ooo rs. a canas-'
tra ea 160 rs. a libra.
Cha uxim o melhor neste genero, mandado
vir de cont propria a 2,8oo rs, a libra.
dem hysson, grande, muito bom a 2,6oo rs.
a libra.
dem preto muito fino, a 2,6oo rs, a libra.
Idem preto, mais bawo, a 2,ooo rs, a libra.
dem, verde, miudinho, mais proprio para
negocio, a l,5oo rs, a libra.
Banha de porco refinada muito alva a 46o
rs, a libra, e em barril se far abatimento.
Biscoitos inglezes das seguintes marcas;
Craknel, Soda, Ceede, Captain, Travellies.
Lunch, Cabin, e outras muitas marcas, a
l,4oo rs, a late.
Bolachinha de sdo, especial encommenda, a
2,oo rs, a late.
Biscoito ingle/. Craknel em lates de 5, 7 e 15
libras a 5,ooo e 6,000 rs, e de l,2oo a
800 rs, a libra.
Queijos do reino pelo baratissimo preco de
l,6oo, f 808 e 3,ooo rs os do ultimo
vapor.
Idem prato muito fresco a 64o rs, a libra.
Idem londiino muito fresco a 800 rs, a libra.
Vinlios em pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
48o, 56o, e 64o rs, a garrafa, e de 3,ooo a
4,5oo rs, a caada.
Marmelad imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa em lates de 1 e mais libras
a 7oo rs, a libra.
Frntas em caldas das seguintes qualidades:
araeixa, rainha Claudia, peras, cerejas,
ginja, pecegos e alperch a 5oo rs, a lata.
Figos em caixinhas de 1 */i arroba e de 8 li-
bras a 8,000,4,000, e 2,ooo rs, e a 3eo rs,
a libra.
Amendoas de casca mole a 28o rs, a libra, e
em arroba ter abatimento.
Sardinhas de Nantes a 32o rs, a latinha.
Toucinho de Lisboa a 36o rs, a libra e em
arroba ter abatimento.
Massa de tomates a 64o rs, a libra.
Pimenta do reino a 34o rs. a libra,
Farinha do Maranho a 14o rs, a libra.
Cbelas a 4oo rs. a restea.
Tijollo para limpar facas a 16o rs,
Cerveja das mais acreditadas marcas de 5,ooo
a 7,5oo a duzia, e de 5oo a 600 rs, a gar-
rafa,
Prezunto para fiambre muito fresco e novo
a 800 rs. a libra,
Genebra de laranja a 9oo rs, o frasco,
Chouricas as mais frescas do mercado a 8uq
rs. a libra.
Cognac verdadeiro iuglez a 9oo rs. agarrafo,
e lo,5oo rs. a caixa com uma duzia,
Licores francezes das segwntes mareas: Ani-
zete de Bordeaux, Plaisir des dames, e de
outras muitas marcas a lo.ooo rs. a duzia,
e al,ood agarrafa.
Passas muito novas a 5oo rs. a libra e a 8,5oo
rs. a caixa. Ha caixas, meias e quartos.
Batatas a l,ooo rs. o gigo com 38 fibras.
Bolachinha ingleza a 4oo rs. a fibra,
Azeite francez e portugaez refinado a 800 rs.
a garrafa, e 9,ooo rs. a caixa com uma du-
zia.
Conservas ingleus das seguintes marcas:
Mixed. Pickes. e ceblas simples a 800
rs. o frasco.
Toucinho do reino o melhor do mercado a
320 rs. a libra, e em arroba a 9,ooo rs.
Latas com peixe em poste enneticamente
lacradas das melhores qualidades de pei-
xe que ha em Portugal a l,2oors.
ATTENCftO.
Nesfe grande armazem de molhados vende-se em arandes porees e a reralho,
fazendo se rorooM Idera de carnauba refinada a 32o rs. a libra' de :
e 9,ooo rs. a arroba,
dem de carnauba pura dn Aracaty a 4oo rs.'
a libra e lo 5oo rs. a arroba. Charutos suspiros dos melhores fabricantes
de S. fcelix a 2,5oo rs. a caixa com loo
ba. dito de 3* a 26o rs. a libra e 7,8oo
rs. arroba.
Gamma muito fina e alva a 8 re. t libra.
Araruta verdadeira a 32o rs. a libra
Farinha do Maranho muito alva e eheirosa
a 12o rs. a libra.
9ag muito novo 24o rs. a libra.
charutos.
dem finos de diversos fabricantes a l,6oo
l,8oo e 2,ooo rs. a caixa com loo charu-
tos, {o prefo aao indica a boa qualidade
porra deem-se ao trabalha de virem ou
mandares e *erifo a realidade,
Sabe verdadeiro hespMhol, que raras tezes
vem ao nosso mercado a 28o rs. a libra.
Vinho branco 0 melhor nerte genero a 6oe rs,
a garrafa e 4,000 rs. a caada.
idem Bordeaux de differentes marcas, garaiv-
te-se a qualidade, a 8.000 re. a caixa com
ama dozia, e a 7oo rs a garrafa.
Garrafes com 5 garrafas de vinho do Porte
do Alto Douro a 2,2oo rs. cem o garraGo-.
dem eom 5 garrafas de vinho Figueira, mais
proprio para a nossa estacSo por ser mais
fresco a 2,4oo rs. com o garrafo.
dem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.
& garrafo,
Sabo massa de superior qualidade a 18o,
2oe, e 22o rs. a libra do oiellior que lia
Graixa era latas muite nova a f2o rs. a lati-
nha, e l,3oo rs. a duzia.
Peixe em lates muito novo : savel, pescada,
curvin, salmo e outras muitas qualidades
preparados de escabexe, segundo a arte de
cozinha, de l,2oe.a2,eoe rs.a late.
dem do Alto Douro vindo do Porto engar-
. rafado e escolhido pessoalmente por um
des socios que se acha em Portugal, das
seguintes marcas : Duque, Genuino, Ve-
Iho secco especial, Lagrimas Doces de
1819, vinho especial D. Pedro V, vmho
velho, Nctar superior de 1833, Duque do
Porto de 1834, vinho do Porto velho su-
perior, Madeira Secca de superior quali-
dade, vinho do Porto superior D. Luiz I
de 1847, Lagrimas do Douro, especial vi-
nho do Porto, de l,ooo a 1 2oo rs. a gar-
rafa e de lo,ooo a 12,ooo rs. a caixa com
uma duzia.
Vassouras americanas a 800 rs. cada uma.
Velas de spermacete as melhores que ha no
mercado a 56o e 64o rs. e masso, e era
caixa se far umjgrande abatimento,
dem de carnauba e composico, de 4oo a
32o rs. a libra, e de lo.ooo re, a H,5oo
re. a*arroba,
Caf de Ia e 2a sorte de 8.3oo a 8,600 re. a
arroba, e de 28o a 32o rs. a libra do me-
lhor,
Arroz da India, Maranho e Carolina a 3,ooo,
2,8oo e 2,4oo rs. a arroba e a loo rs. a
fibra.
Frasqueira de genebra a 5,8oo rs. e a 5o
rs. o frasco.
Azeite doce em barril muito fino, a 64o rs.
a garrafa, e era caada ter abatimento.
Mosterda inglesa preparada em potes a 4oo
rs. o pote.
Grao de bico a 16o rs a libra, e em arroba
ter abatimento.
Vasos inglezes vasios de 4 a 16 libras, omito
proprios para de])osito de manteiga, doce,
e outro qualquer liquido, de 4,00o a 3,ooo
rs, cada um,
Papel greve pautado e liso a 3,5oe
resma.
r,
(
Genebra de Hollanda em botija de coate a
44o rs. a botija.
Bacalho a 14,5eo a barrica.
Ervilhas fraoeffi e portiigueza a 640 re a
lata de uma libra.
Chocolate francez, hespanhol, suissp e por-,
tugez a l.ooo rs. a libra, e a 28o re. ca-
da pao de uma ii.
Garrafes vasios de 5 garrafas at 3 caadas
de Soo at l,3oo re. cada um.
Ameixas francezas em caixinhas elegante-
mente enfeitadas, com diversas estampas
no exterior da caisa dp 1,500 a 3,ooo re.
cada uma; tambem lia fiascos e lates de
differentes tamanhos que se vende per
mdico preco.
Massas para sopa: macarro, talbarim e ale-
tria a 48o rs. a libra, e em Jaixa se far
abatimento.
Garrafes com 14 garrafas de genebra de
Hollanda a 5,5oo cada um.
Charutos de todas as marcas c dos melho-
res fabricantes da Bahia de 3,ooo a 4,eoo
re. a caixa.
ATTEM^AO
Todos os senhores que comprarem para
cima tero mais 5 a 10 por % de abatimento;
os seus gneros sao recebidos de sua propria
dar por muito menos de que era outro qualquer
oucasa particular de 1000 para
io scientifica mais que todos
1 para poder ven-
T

el
\
\
'1


< tHrU ** P***mhf ******** feto tfr,tldMifci 4 tBS
I
)
X
IiARttO 1IO 1IIMO 9
GRANDE SORTIMENTO
DE
DO
PROGRESSISTA
RA DA CHIJKG^ W. 36
K
RA SO CRESPO N. 9
Xo fcslrro le ant Antonio.
PARA A FESTA.
Participara aos seus numerosos freguezes e ao publico em geral que acaban de
reccher de sua proprla encommenda, o mais lindo e completo sortimento de molhados,
os quaes vendem por grosso e a retalho por menos iO por cento do que outro qualquer
annunciante, como verSo pela segmnte tabella que abaixo noUmos, garantindo os mes-
aos- proprietarios nSo s o peso como a qualidade de seus gneros.
AVINO.
Todos os senhores que compraren para negocio ou casa particular de IOO# para
cima toro mais 5 a 10 por cento de abatimento, os proprietarios scientifieam mais que
todos os seus gneros slorecebidos de sua propria encommenda, rato esta para poder
vender por muito menos do que outro qualqaer estabelecimento.
CasUnhas muito newas a l,ooo rs. a caixa, e Vellas de.camauba e composico de 32o a
a 16o rs. a libra,
Maaieiga inglesa perfeiLuoente flor mandada
vir de conta propria a 8oo rs. a libra.
dem francesa a mais nova do mercado a 56o
rs. a libra, e oto rs. em barril.
Wem de poico refinada muito alva 46o rs.
a libra.
Presunto para fianbre a 8oo rs. a libra.
:h uxim miudinbo vindo de conta propria
o melbor do mercado a St,8oo rs. a libra.
Mera byson de superior qualidade a 2,6oo rs.
a libra.
dem perola o melbor que se pode desejar a
,7oors. a libra.
dem preto muito fino a ,5tx > rs. a libra.
dem mais baixo pouco a .ooo rs. a libra.
dem mais baixo a l,8oo rs. a libra.
Vinho do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado garante-se a superioi idade deste vi-
nbo, das seguintes marcas : Duque, Ge-
nuino, vetbo secco, especial lacrimas do-
ces le 1819, vinho especial D. Pedro V.,
vinho vellio, Nctar superior de 183:1, Du-
que do Porto de 1834, vinho do Pono ye-
Itio superior, madeira secca de superior
qualidade, vinho do Porto superior D. Lu-
is l.d 1847, lagrimas do Douro espe-
cial, vinho do Porto de l.oooa l,2oo rs.
a garrafa e de lo,ooo a lt.ooo rs. a caixa
com urna duzia.
Bolachinha de soda especial encommenda e a
mais nova que ha no mercado a 2,loo rs. a
lata.
Biscoitos ingleses das melhores marcas em
latinhasde 2 libras a l,3oo rs. a lata.
Idea inglezes craknel em latas de 5 e 7 libras
de 5,ooo a 6.000 rs. a lat, e era libra a
800 rs.
Queijns do reino chegados pelo ultimo vapor
de 2,ooo a 2,2oo rs. cada am.
dem prato a 7oo rs. a libra.
Vinho em pipa das mais acreditadas marcas
como sejamBA F., PRR, JAA, outras
inultas marcas. Porto, Lisboa e Figueira ;
de 48o, 5oo, 56o, 64o e'8oo, rs., e o do
Porto fino em garrafa, e em o nada a
:i,ooo, 3,9o, 4,oeo e 6,5oo rs. o melhor
do Porto.
dem Bordoaux das mais acreditadas marcas
a 7oo rs. a garrafa, e a 8,ooo rs. a caixa.
36o rs. a libra e de lo,ooo a U.eoo rs. a
arroba.
Genebra de Hollanda em botijas de conta a
449 rs. a botija, e em duzia ou em barrica
tera abatimento.
Massas para sopa macarrao, talharim e aletria
a 48o rs. a libra e em caixa ter abati-
meoto.
Joaquina Jos domes de ttouza scientifica a seus numerosos fregue_
2es e ao publico em geral que acaba de establecer um novo armazem de mothados
ra do Crespo n 9, aonde se encentrar sempre os melhores gneros de estiva, que
se venderlo a retalho e por atacado, por menos dos que se venderem em outra quafcraer
parte, affiancando-se aquellas pessoas que comprarem nestes armazens a superior qua_
lidade de gneros, procos coramodos e bom acondicionamento.
O armazem da ra do Crespo situado no melhor local desta cidade com e as-
38RA DO IMPERADOR38
Agua natural de tondllar.
muito recommendada as afleccdes do tobo gastrointestinal, 505 dos rin?, e bexira ourinaria, pelas
suas propriedados alcalinas, e o acido carbnico que naturalmente contm em sospensSo, d proco
mais commodo que a agua de Vichy, e de propriedades talvez superiores pela grande quantidatlc do
acido carbnico. Injecqao frou, agua di 'le Chteleu, cupahiba de Mege, injeepio Fugas de tannto
dezinoo, muito recommendada as gonorrheas. Le rr&y francez verdadeiro ; na mesma casa lein
algumas caixas de instrumentos cirurgicos para operaedos de Matieu e Charriere.
CONSERVATIVO E CONSERVADOR
21 e 23largo do Terco-21 e 23.
Joaquim Simes dos Santos, proprietario destes estabelecimentos de molhailos
participa ao publico e a todos era geral, que vende nos seus armazens os gneros por
menos de 5 10 por cento do que em outra qualquer parte, garantido-se pela superior
qualidade.
Manteiga ingleza perfeitamente flor a 800 rs. a libra.
dem franceza, vinda pelo ultimo navio a 560 rs. a libra e 540 rs. em barris ou ineio.
Banha de porco refinada, a 400 e 44o rs. a libra.
Velas de espermacete e carnauba a 860, 400 e 600 rs. a libra.
Caf do Rio de P e 2 sorle a 270 e 300 rs. a libra, e a arroba a 8*500 e 9/000 rs.
Batatas em caixas com 2 arrobas por 2*000, e a 4o rs. a libra,
seio que de necessidade manter-se com estes estabelecimentos, faz crer a seu pro- Toucinho de Lisboa, a 32o is. a libra, e a arroba a 9*000, oa barril..
prietario, que ninguem deixar de sortir-se n'um estabelecimento aonde se encentra sin-i**1* de <*> 2*< 3* e 4* sorte a 25800, 2*300, 2*000, e 1*800 a libra.
Aserte doce de Lisboa a 3*000 o galo, e a 600 rs a garrafa,
cewdade, para ir-se comprar aonde se nao offerecera tantas vantagens. jMem de carrapato, a 280 rs. a garrafa, e a 2*000 a caada.
Sende este armazem no verdadeiro ponto de partida para os afrabaJdes desta' genebra "verdadeira de Hollanda, marca gallo a 100 rs. a botija.
- ^ Mdho alpista o mais limpo que ha a 160 re. a libra a 4*800 rs., a arroba,
cidade, nao ser djffiml queHes senhores que tem de partir nos mnibus darem suas Vinho verdadeiro Figueira e Lisboa, a 500 e 400 rs. a garrafa e a caada a 3*500 e 3000.
encommendas neste armazem, que sempre lhes etrereeera os mais agradaveis gneros
Cha perola de especial qualidade a 2,8oo rs. dem muito superior a l,ooo rs. a garra.
a libra,
dem nysson raofto supeiior a 2,7oo rs. a Caf a iSo e 32 ** a ,ibra' e a s> '
libra. j 9,ooo rs. a arroba.
Wem uxim a 2w5oo rs. a libra. c,n^, j____,. .
Ceneja das melhores marcas do nosso mer-
|dem hysson a 2,3oo rs. a libra.
dem idem a 2,ooo rs. a libra.
dem preto de qualidade muito especial a
2,eoo rs. a libra.
dem idem inferior a l,6oo rs. a fibra.
Champagne a melbor neste genero a 1.5oo
rs. a garrafa e 18,ooo rs. o gigo.
cado de 5,ooo a 6,ooo rs. a duzia, e 5eo
rs. a garrafa.
' Gmservas inglezas a 75o xs. o frasco e 8,6o
rs. a duzia.
Doce em calda a 5oo rs. a lata.
dem de guiaba em caixas e diversos taa-
nnos e de diversas qualidades de 64o a
dem estrelladla, rodinha e pevide em caixi- dem inferior a lo.ooo rs. o gigo e l.ooo rs.
nhas de 8 libras, muito bem enfeitadas de | a garrafa.
2,5ooa3,5oo rs. a caixinhae a 6oo rs.x rhni,,jnln #_- K, .
Ij.a Chocolate francez, hespanhol, e portuguez, a
a 9oo e l,2oo rs. a libra.
Doce de goiaba em caixas de diversos tama- n. .. ... _, ,.
nhos de 6oo a i,ooo rs. o caixao. iCnarutos d?s,Tlhores fabricantes J?*
! ede qualidades, esijecialmente escolhidos,
Sabo massa de 2oo a 24o rs. o melhor, em de 2,ooo a 4,5oo rs. a caixa.
caixa ter abatimento. '.-..-..
Farmha do Maranhilo muito alva a I lo rs. a
Mem hespanhol a 28o rs. a libra. i libra
dem do Porto, a 45O0 a caada.
E alera dos gneros annunciados ha outros muitos baratissimos, assim como
qneijos novos, chouricas, servejas das melhores marcas, aletria, ameixas sevada, comi-
nho, erva-dece, pimenta, sab5o, anella, phosphoros do gaz, qae tado se vende por
menos de 5 10 por cento, a dinheiro contado.
-------------------------------------------------------------------------------------------------------.,... .
FcnmicAo w> luaiuAviui no
Este muito acreditado estabelecimento est prvido de um completo sortimento de
machinismos proprios do fabrico de assucar, a saber:
Machinas de vapores as mais modernas e mais acreditadas.
Rodas d'agua d ferro com seas pertences.
Moendas e meias moendas de todos os lamanhos.
Rodas dentadas, angulares e de espora.
l.ooo rs. cada urna.
ErviHias francezas muito novas de 48o a 64o
re.
dem portuguezas a 72o rs. a lata.
Taixas de ferro batido e coado.
Boceas de fornalha pelo novo systema Wetson.
Alambiques de ferro fundido.
Fornos para cozer farinha.
Moinhos para moer mandioca.
Arados americanos, etc. etc.
dem seccas a 2o rs. a libra.
Vassouras do porto com arcos de ferro a 32o
rs. cada orna.
Velas de espermacete da melhor qualidade
a 6oo rs. o maco.
Peine em latas muito novo ; savel, pescada, lllem de araruta verdadeira a 4oo rs. a libra.
S^^S^f^SA VnKhe d Ai,D0Ur "ftdof eosmate rs. a libra eYo,ooo7s.7arrobar
p opavua ue escarmene t. a arte ae cos- bemescolhidos, agrimas do Douro, D. Pe-' .. ,. *
nhade l,2oo a l,8oo rs. a lata. dm v> Jfi.TgJ genuino, Nctar.T,JoloPara ,imPar facasa Ho re- cada um
Figos em caixas de 1 arroba, Va e 8 libras superior, Malvasia fina, Bastardo, e outros
a 8,ooo 4,ooo e 2,ooo rs. a caixinha. a li.eoo e 12,ooo rs..a duzia e l.ooo rs.
a garrafa.
Frutas em calda de diversas qualidades a
5oo rs. a latinha.
Idem Gherry e Madeira a l,5oo rs. a garra-
fa e lO.ooo rs. a duzia.
wat melada imperial dos mlhores conservei
ros de Lisboa a 7oo rs. a Ltinhade 1 libra, Wem Bordeaux de diversas marcas de 8,ooo
ha latas de 1 "i e 2 libras. a lo>000 a (,uzia e 8oo rs. a garrafa.
Massa de tomate em latas de 1 libra a 64o Bo|axinhas americanas a 3,ooo rs. a barrica,
rs. a iata. e 2oo rs. a libra.
Ameixas franeezas em caixinhas elegante- Batatas muito novas a l.ooo rs. o gigo, e 6o
mente enfeitadas de l,5oo a 3,ooo rs. a ra a ,ibra-
SS^i 5mbeD h.a ,ataS de. I ,/, a 6 Ba"ha de Prco 1^ a 48o rs. a libra, e
bras de l,2oo a 4,5oo rs. a lata. m barril a 44o rs.
dem em frascos com tampa de rosca a 1,6oo viriho era pipa de Lisboa, e Figueira, de3,ooo
rs. o irasco. a 4j000 rs a cana(ja> e ?)00 rs a garrafa.
Chocolate portuguea, hespanhol, francez dem de Lisboa era ancoretas de 8 a 9 cana-
suisso a l.ooo rs. a libra. das por 27,ooo rs.
Conservas inglezas das seguintrs marcas : dem do Porto muito especial a 5,5oo rs. a
Mixde-Picles e cebollas simples a 75o rs.: caada e 72o rs. a carrafa,
o frasco.
Mostarda ingleza preparada em potes a 4oo
rs. o pote.
Sardinhas de Xantes a 32o re. a latinha.
Charutos das mais acreditadas marcas da
2,5oo a 4,oooxs. a caixa.
dem era garrafes com 4 '/j garrafas por
2,5oo rs. cora o garrafo.
Vinagre de Lisboa muito superior a 2,ooo
rs. a caada.
dem mais baixo a l,5oors. a caada, e 2oo
rs. a garrafa.
Champaifnhe a melhor do mercado de 12,ooo i
a 24,ooo re. o gigo, e de 1,2oo a 2,ooo rs. a, Wem era garrafes com i '/* garrafas por
garrafa. i,2oo rs. com o garrafo.
Papel greve pautado ou liso a 3,5oo rs. a res- Manteiga ingleza a 6oo, 7oo, 8oo e 9oors. a
idem de carnauba e composicJU a 32o e 36o
Toucinho de Lisboa e Santos a 32o rs. a libra.
Sevada moito nova a loo re. a libra.

ma.
Garrames com 8 garrafas de superior vinho '^J g^^ 0U lizo de 3'5o a
do Porto a 2;2oo rs. com o garrafo.
Idein com 5 garrafa de vinho da Figueira mais
proprio para a nossaestagao por str mais
fresco a 2,ioo rs. com o garrafo.
dem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.
com o garrafo.
YmI.o brancoo mais superior que vem ao
nosso mercado a 6oore. agarrafa, e a
i,2oo rs. a caada.
Velas de esparmacate as melhores neste ge-
nero de 56o a 64o re. o maco, e em cai-
xa ter grande abatimento por haver
grande porco.
Azeite doce em barril muito flno a 64o rs.
a garrafa e 4,8op a caada.
. Idem francez refinado a 8oo re. a garrafa.
Ervilhas franeezas epurtugoezas a 64o re. a
lata.
dem portuguez a 18o rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 36o a libra, e em
arroba tara bameiHo.
dem de Santo* a 32o re. a libra.
Caf do 1 .*, 2.* e 3.1 qualidade de 26o, 3oo
e 36o, rs. alibra, doCear de8,2oo, 8,4oo,
e 9.2oo rs. a arroba do melhor.
Arroz da India, Java eMaranhio de 2.2o'a
3,ooo a arroba, ede 8o a loors. aRbra.
libra de primeira qualidade.
dem franceza a 56o re a libra em barrH, e
a 6oo rs. a retalho.
Gomma muito fina e alva a 8o re. a libra. I, ,
Milho alpista e painso de 16o a 2oo rs. a lf- Ame',as fraocezas em caixinhas com ricas
ora, estampas no exterior de l,2oo a 2,ooo re.
cada urna.
Palitos do gaz a 2,2oo re. a grosa e 2oo rs. a .. ., ,.
dujsja, dem em frasco de vidro de diversos tama-
nhosa l,5ooe 2,5oore.
Vasos inglezes de 4 a 16 libras vasios, muito .. ., ,,. ._
proprio para deposito de doce manteiga .*',atas de 1 1/2 e 3 libra a l,3oo e
ou outro qualquer liquido de l,ooo a' 2>3o re- cada ama' e a 8oo re. a libra.
3,ooo rs. cada um. Figos de comadre em bazinbos de folha pro-
cores das melhores marcas e mais finos P05 P31*3 mimos a ,>6o re- c^3 um-
a l.ooo re. a garrafa e em caixa tert abati- idem em caixinhas de folha a 32o re.
ment.
!*.". .:, ^ dem em caixas grandes a 2oo rs. a libra.
Cognac verdadeiro ingles a 9oo re. a garrafa
e lo,5oo rs. a caixa.
Chonrieas as mais frescas do mercado a 8oo
re. a libra.
dem em latas emticamente lacradas de
1.600 a 3,000 rs.
Arroz da India e Maranhlo a 80, loo e 12o
rs. a libra.
u/o.
libra. V
Genebra de laranja era frascos grandes a
l.eoe rs. o frasco. Amendoas de casca mole maito novas a 4oq
Serveja das mais acreditadas marcas de! n% a ''ura'
5,5oo a 6,5oo a dozia e de mais a 5oo rs.' AzeHonas soperiores a l,2oo re. o barril
Alpista a 1 lo rs. a libra e 4,6oo a arroba,
dem em botijas 4 meias, sendo preta da Letria a 4oo re. a libra,
muito creditada marea T de 6,5oo a 7,80o
re. a duzia. Biscoitos e bolachinhas inglezas as ultimas
_.. chegadas ao nosso mercado a l,2ooel,4oo
(abelas em molnoa grandes a 1,00o o mofo] jg. cada lata,
e em restea a 4oo rs. cada ama.
Bolaxinha de soda e lunh em lata grandes
a 2,000 re. eada hta.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa 5oo
a libra, ha caixas meias e quartos.
Sevadinha de Franca ^4o rs. a libra.
Pimenta do reino a 34o re. a fibra.
Farinha do Maranhao a 14o re. a hbra.
Tijolo para limpar fecas a 16o re. cada um.
Cominho a 84o re. a Hbra.
Crva doce.
Canella a 1 ,ooe re. a libra.
Cognac de superior qualidade 800 re. a gar-
rafa.
Peixe era latas grandes, savel, pescada, cer-
vina,, outras qualidades a 1,000 rs. cada
lata.
Papel greve pautado e liso de 3,ooo a 4.000
re. a resma.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e 48o re.
a libra.
Palitos lixados para dentes a 14o rs. o maco.
dem de flor a 2oo rs. o maco.
Prezunto para fiambre inglezes e americanos
a 85o rs. a libra.
dem do Porto a 48o rs. a libra.
Queijos prato de 48o a 600 rs. a libra.
dem londrinos os melhores que se encontrara
neste mercado a 800 re. a libra.
dem flamengos vindos no ultimo vapor de
2,8oo a 3,ooo rs.
Sardinhas de Nantes muito novas a 32o re.
a lata.
Sag muito novo a 2oo rs. a libra.
dem muito superior a 28o rs. a libra.
Sab5o maca de diversas qualidades a 2oo e
24o re. a libra.
dem inferior de 12o a 18o rs. a libra,
Genebra de Hollanda em frasqueiras i 6,5oo
rs.
1
dem hamburgueza em ditas ao,8oo rs.
dem de Hollanda em garrafies grandes a
5,5oo cada um.
dem em botija a loo rs. rs. cada urna.
Garrafes vasios de diversos tamanhos a 5oo,
64e o 1,2oo rs..
Gomma do Aracaty a loo re. a libra.
Graixaa loo re. a lata, e l,2oo re. a duzia.
Licores finos francezea em garrafas e fras-
cos de diversos tamanhos de 600 a 800 re.
cada um.
Marmelada imperial de V dos os conservei-
ros de Lisboa a 64o e 700 re. a ibra.
Massa de tomate muito nova a 64o re. a
libra.
Marrasquino de Zara a 64o rs. e frasco.
dem era frasees grandes a 800 rs.
Coroinhos muito novos a 000 rs. a libra.
Erva-doce a 24o re. a libra.
Pimenta a 36o rs. a libra. -
Cravo da India a 64o re. a libra.
Cannella a 1,100 re. a libra.
Alfazeraa a 2oo rs. a libra.
Sal refinado em frascos de vidro a 600 rsv
o frasco.

Os rasos
OS MAIS AGGRAVANTBS
E
Nimia pertinaz o tintino
DE
ESCRFULAS,
O EROPCOES ESCROFULOSAS,
Ulceras de I oda 1 rspceie,
SYPHILIS. 06 MAL VENREO,
TniORKS,
Ebulliyocs
BERTOFJAS,
OPHTHALMIA,
Hydmpisia,
Empgans,
HERPES,
Dariroa,
ERYSIPEI.AS
KSIORIH 10.
Tiuka,
OHAGAS ANTIGS,
B.ft.&urnjatsma Crjr-04t-ooi8
DEBILIDADE GERAL,
Nervesidadc, Ncvraluias,
PALTA 1 IPPffli'l, F1W
SPPRESSO DAS REGRAS, ou
AMENORRHEA,
Koiiirno das trinas,
EMAdAgAO,
fhi nnunagrerimento /o-al do corpo,j>rov-
ente do estado vicioso do muiyue,
BF1AHHACES CHEOMICAS,
AB09oes Chronicas do Figado.
ASSIM CoMO TODAS A8 1.M8 SI>^LUAXTK HO-
J.KSTTAS, ri!INCll'AI.M!;NTK gUANDO SAO
.ACSADAS, O l'RODir.FDAS PKLO UL'I
mvuk rso do Mkhcihio o
. mo Mnkm prlo frecuente n.o i AR-
MH.Mt'O e oatiiu |>Trpantera MIm-HIMi
"odaii atas Bnferniidades prompta e efBcaz.
nMnt* codeiu a benfica, poderosa e
purificantes qualidade dn mu
justamente afamada
SALSAPABRILHl 015 BRISTOL.
A venda as boticas de Caors 4 Barboza,
roa da Crnz, e Jo5o da C. Bravo dt C, roa
da Madre de Dos.
Ghegado pelo vapor:
s para o vigilante, ra do t'rcn-
po n. .
1 At qae chegaram as muito desojadas casrani-
' Ihas de todas a cores com urna litinha de velludo
i no centro, cousa muito elegante para enfeite, asim
como do ontras qualidades, e procos muito razoa-
, veis : s no rigilanto, roa do Crespo, n. 7.
Para dar de mimo.
Chegaram as riquissimas nonecas de todos os
tamanhos, vestidinhos ricamente enfeitados, carta
um .un sua caixinha, propriamente para um deli-
cado mimo, por baratissime pre\o : s no vigilan-
te, ra do Crespo n. 7.
Para os genitores hachareis.
' Chegonatempo a riquissima Ota de chnmalote
para cartas dos senhores hachareis, assim corno
branca, lisa, propria para abrir letras, ou para
sintos : s no vigilante, ra do Crespo n. 7.
Pellica de marrafa.
lambem chegaram os riquissimos pontos de
marrafa cora pedrinhas.os lindos pentes de rrgrieo
para meninas, meias de seda e sapatinhos pro)Ti->s
ara baptisados, meias de seda para senhora, fitas
e la para dehrum, fita de linho, trancas de laa,
de linho e de seda, luvas de seda e pellica, e Qo de
Escocia e camurea, alfinetes de cabera chala, car-
teirinhas com todas as agulhas precisas para cos-
tura, flvelas de madreperola esmaltadas do ac
para sintos, flores de todas as qualidades, caixinhas
com pastilnas de perfumara, ahafadores de Ia
para senhora, toucas e sapatinhos de laa, pulseiri-
nhas de borracha para segurar manguintos, filas c
cordoes de borracha, sabonetos reduiidos, ditos
chamados de familia, pomadas de todas as quali-
dades e dos fabricantes mais afamad, clcheles
pratiados muilo linos, retroz de todas as tfualidades,
rctroi em carretel e em novello, o de meada, todas as cores, escovas para dentes, ditas para ron-
pa, ditas para chapeo e ditas para unha, de todos
os precos, e outros mais objectes, que se tornara
enfadonho annunciar, e vista dos freguezes pro-
mette-se fazer todo o negocio: s no vigilante, ra
do Cespo n. 7.
I iu t: ha peo por \ til) rs
S no Vigilante
Custodio Jos Alves Guimaraes, tendo arrem.ila-
do urna grande porcao de chapeos de sol para me-
ninas, e qnerendo que seas freuuozes partilbe i]
tal nechncha, esta os dando pela diminuta qtian
de 400 rs.: quem deixar de comprar mesmo ta-
ra as senhoras rem ao banho cobertas do sol.
S no Vigilante, ra do Crespo n, 7.
Llana.
Tarohem arrematou urna grande porcao de linha
preta muito forte em massos de libra, que se vt-,i-
de pelo baratissimo preco de 800 rs. eada nm : s
no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Botoes.
Lindissimos botdes para punhos tanto para ho-
mem como para senhoras, pelo barato preco de
240 rs. o par : s no Vigilante, ra do Crespo,
n. 7.______________________________^__
Kua daSeizallan 42.
Venderse, em casa de S. P. Johnston cV C:,
sellins e silhoes inglezes, candieiros e cnstt-
caes bronaeados, lonas inglezas, fo de vela,
chicotes para carros e montara, arreios para
carros de um e daos cavallos, e retogios d
ouro atete ingles.
ATTENCAO
AGENCIA
FUHMCiO BE LOW-MOOR.
Roa da Senaria tora i. 42.
Neste estabelecimento contina a haver
xm completo sortimento de moendas e meias
O proprietario dos armazens do Progresista jamis deixart de offerecer aos seus
freguezes tudo que for preciso para que seam bem servido^, e cono a festa-se aproxi-
1 Batatas a t.ooors. o g%o con 32 libras qui-.ma ptima a occasiao, dos seus freguezes e.xperimentarera a realidade, que nunca def-
das. axri de ser manda pelo proprietario destes armazens.
ESCRAYOS FGIDOS.
Fitfid do engenho Pirau da comarca daii-
dade de azareth em 20 do moz de maio do cor-
rWM anno 1863, nm mnlatinhn de nomc Manoet,
deidad 15 annos, levou vestido ramisa c ccrotila
da algodoiinho azul, oro tanto descarado da enr,
tem os ps feios e os dedos delles arrebitados, os
pee adiante largos e os calcanhares finos, tem
costume de andar com a caneca baixa, cabellos
estirados, de cabocolo : qnem o regar e tronxer
em dito engenho ser reoempensado com 2009.
Escravo fgido.
Of O 4e graliacaro.
Oentimla ftigldo desde Janeiro o mulato de norae
Raymundo, nataral de Ico, estatura regular, idade
de 18 anuos, caneca chata, cabellos earapinhi ,
testa grande, rosto oval, com urna fisiula na face
esqnerda, macaas salientes, denlos limados ponUir
w, bocea regular e principio de buco, ps e man
pequeos, corturoava andar calcado, e intitulava-
sa Uvre : quem o apprehender, dirija-so ra da
Cadeia do Recife n. 21, Luii Antomo Sequura,
qtre entregar a referida gratificacao.
CiratlOca^aW,
Acha-se fgido desde 15 do mes. prximo passa-
moemlas para engenho, machinas de vapor d0 escravo crionlo de nome Augusto, rwm 18 an-
e tachas de ferro batido e coado, de todos os ?2?.de id-adc' sec-co do corP^ !''"-' branc0- d-s
tamanhos para ditos.
attHBnnnnacsdos, quand anda levanta os dedos
dos ps, muite prosista, traja roupa muilo soja,
Arados americanos e machinas nara tem setnPre no hombro nm panno d que faa re-
lavar mima- m caa da S P Jnhneinn AT id,lha Para ?aunar pe|a ra: quem o aprehender
h.?,s ii x^ h V' JOlmsloa*C-lmi roa do Livratnento n. 31, secundo andar.
ra da Semana Nova n. 42. 1 que ser gratificado.
f

I
\.


8
Mario e PeraanlHice segunda felfa IIAi I>c7cairn de f-363.
>
LITTERATK.
lloHilliiiM swbrooplnclpae mi
la-re-* de fesoa Chrislo. pelo
B. i. Ventura. ** >
DCIMA.
(Conclusa, i
Notemos ju S. Marcos duscrwe esta mesma
cireumstaHOia puristas palavras : Seus vestidos
roa Mihndeceples e ruancos como a
11 urna blancura tal, que tifosri-
ni fazer~alguma cuma de semelian-
! sibre a trra. Quanto sao laniliem iiiysterosas
osl is |i ilavras! Siguiflcam, lao urna pureza un-
ta da uai* leve macula do peceado, islo semb-
la inte de Josas Christo, nao pode existir sobre a
tona. Porm, o que o mais hbil artista isto o
mais rgido e austero penitente nunca poder ob-
ter na trra, Jess Chrislo o f-ir no co, onde pu-
rificar sua egreja triumphante das menores- ma-
culas da alma e do corpo, torna-la-ha to esplen-
dida e branca co ino orecerain seus vestidos so-
bre o Thabor ; porque vestir o corpo e a alma dos
ctalos coma luz e a felicidade eterna.
Mas, quaes sao estes dous tersonagens, elevados
rtmJMWI aos ares, circumdados de magestade e de
gloria, que appareecm de improviso e se ontretcm
OM o Salvador ? Sao Moyss e Elias.
Mas. como podemos reconhece-los ? Pelo mesmo
signal, diz Orgenes, que os deu a conheccr aos
apostlos. Nao vedes que uin traz as taboas da le.
o o outro est sobre seu carro de fogo ? Mas, o que
faena ah, e porque Jess Clinsto os cliamon ? Por
muitas razoes. Etn primeiro lugar considerae-os
bom, diz S. Chrysostomo. Portanto, grandes que
sejam a magestade, a luze a gloria, que figemem
sou frontes, elles se tem perante o Salvador em
Bina atlitude do respeito, como servos promptos a
execuco do ordens, como adoradores que Ihe ren-
dem suas homenagens.
jess Chrislo quiz, pois, que os discpulos vissem
cora seus proprios olhos, quanto se enganava a
anidiO que u tomava por Elias, ou alguna outro
dos amigos prophelas; quera inostrar-ljiesi'que os
personageus da antiga lei nao sao seno seus ser-
vas, seus aradlas, separados delle por urna infinita
distancia; que Pedro, que seis das antes o reco-
nhecra como verdadeiro Filho de Deas, tinba dito
a verdade, e com razao havia sido loando e reeom-
jtonsado por esta consso.
Em segundo lugar, c preciso nao esquecer, que
Moyss havia sido legislador, e tinha morrido, ao
passo que Elias havia sido propheta, eslava vivo, e
est anda.
Tendo, pois, o Salvador rhamado urn morto e um
rivo a renderem-lbe homeiiagein o grande legis-
lador e o grande propheta ensnou-nos assim,
que elle senhor da lei e dos prophetas, dos vivos
o dos morios. Foi tambem para que os apostlos,
vendo-o morrer entre dous ladies, comprehendes-
sooij que o mesmo que haviam visto reinar to
gloriosamente no meio dos dous maiores prophetas.
como o senhor da vida e da uiorle, s morria por
sua limito livre vontade.
Oh magn licencia 1 oh grandeza do Salvador!
Elle rema como Deus soberano entre Moyss e
Elias, representando lodos os santos entre a le e
os prophetas I Um tal cortejo digno de Jess
Chrislo, e explica a divindade de sua missao e a glo-
ria do seu reino.
O evangelista accrcscenta, que estes dous grao-
Oes personagens fallaram com Jess Cbristo. Sobre
que fallaram ? S. Lucas no-lo diz : Fallaram-lhe
do exreSiO de sua bondade e de sua misericordia,
que elle devia em pouco tempo levar aos ltimos
limites, morrendo por nos na cruz.
Mas, nao sao elles somente a fallar da ernz; Je-
ss Cbristo tambem falla, e os tres entretm um
colloquio sobre este grande mysterio. Este entre-
tciiimcnto e este colloquio dos dous prophetas com
Jess Cbristo, e de Jess Cbristo com os dous pro-
phetas, explicara admiravelmente toda a economa
das Escripturas.
Do feito, este colloquio nos faz comprehender,
que os prophetas e a lei deram testemuuhe graca
do Evangflliode Jess Cbristo, e que o Evangelho
por sua vez dea testerauuho lei o aos prophetas.
Sein isto os livros de Moyss e dos prophetas de
nada scrviriam. Quo de nos se daria ao trabalho
de l-los. se os seus autores nao houvessem fallado
juntamente com Jess Cbristo, e se Jess Cbristo
nao houvesse fallado com elles ? isto so Jess
Quisto nao os houvesse inspirado, e se nelles nao
eslivessem as tiguras, os symbolos, os orculos da
vida e da morte de Jess Cbristo?
E, pois, foi este um grande dia, meus irmaos,
porque nelle eumpriram-se grandes mysterios, e
porque nelle nos foram reveladas as verdades fun-
damentaos da religiao.
A lei, os prophetas, o Evangelho, fallam da mes-
illa cousa, posto que em linguagem differente, o
rorrespondem-sc com una maravilhosa harmona.
Os dous testamentos, diz S. Leo, prestam-se um
mutuo auxilio, e communicam um ao outro a gran-
de palavra de verdade, que a ambos serve deteste-
iiiiinba e de prova.
Esta religiao, que havia sido annunciada sob o
vu dos orculos c das figuras, apparece esplndi-
damente cumplida na mysterio destedia. Deniais,
a lei personificada em Moyss, a prophecia em
Elias, e o Evangelho em Jess Cbristo. Moyss
representa as figuras, Elias o orculos, Jess Chris-
to o complemento.
Os dous primeiros figurara o Amigo Testamento,
Jess Christoo Novo; e nestas tres personagens
acham-se reunidas as duas alhanras, todos os mys-
terios e todas as edades.
Vemos, pois, boje, melbor com os olhos do espi-
rito e da f do que pederamos ouvir com os nossos
proprios ouvidos, como o Salvador o fim da lei e
o alvo dos prophetas. Vemos como o antigo tempo
foi urna continua preparado do novo, e como este
explica e realisa aquello, e d delle testemunho.
Vemos, finalmente, toda a economa, undade,
perpetuidade, grandeza e glora da religiao I
Nao deve, pois, maravlhar-nos, que S. Pedro,
como fra de s pela grandeza dos mysterios que
elle considera, pela belleza do espectculo que o
encanta, pela felicidade deque inundado, e pelas
delicias que experimenta ao contemplar em desco-
berto a gloria de Jess Cbristo, desgoste-se dos
bens do mundo e dos prazeres da trra, suspirando
pelos bens eternos, e pedindo somente lcar no Tha-
bor em companhia de Jess Cbristo. Na alegra
ineffavel que inunda o seu coracao, elle exclama :
Senhor, quanto aprazivel estar aquieom-
tosco .' Se consents, (aremos tres tabernculos,
para vos, para Moyss e para Elias.
Mas, o que diz Pedro ? Esqaeceu por ventura o
que aprender na escola do Dvno-Mestre, isto ,
que s depois da quadra dos solTrmenlos pde-se
chegar felicidade I Ah I sem duvida elle baria
esquecido o discurso, que o Salvador Ihe fizraseis
das antes, e em que havia promeltido aos seus san-
tos a gloria e nm reino, nao sobre a trra, mas no
ceu. Razao porque o evangelista diz, que Pedro
pronuncia com a bocea palavras, que o seu cora-
cao nao entende.
Esta reflexo tanto mais verdadeira, quanto
Pedro com o seu pedido trabalha contra os seus
proprios interesses.
i Nao, diz 8. Pedro Damiao, nao um bem para
este apstalo licar com Jetes Chrsto no Thabor ;' amado, objrcio de tra a minkp complacencia : ou- Elias retirara-se, depa*s debaverem rendido esta
porquaato neite caso elle iao leri a tdo as chaves tide o. E, esta voz in#vei; canjeo das UurajM ultima hotnenaga a Jess Chisto. Os servos des-
que Jess Cbristo Ihe prometiera. dos cus, ourtnw-la Jrn os nosoa*uvido*, quan|b apparecea, pois Be Senhi* appareceu; as figu-
Ob quantos chrisiosaram, para qHOsya fell- com elle estovamos sobre a montaaia santa. I ras desvaaecem-se, porque o figurado chegou ; as
cidade terrestre nao seja altrala naa. in*rromp- MaS( na0 ba9la crer os mysterios d'estc divino Prophecias cessm, porque aquelle que as realisa
da! Nosabem, que renunciando as tribulaces Filho ;mvster tambera ouvir com docilidade i esta presente; as sombras deixam o lugar a re-
rW a [nva raticar coin diligencias suas doutrinas e suaaleisl l,dade: avimagens se apagam perante o original;
pode dizer como de Pedro, que orando muito an- razao parqueo, i'*) celeste
gustiados por sua felicidade temporal, nao sabem o Vidc-o. f)h gFtnde palavij
qoe.dim. sina-naf, diz S. Lefio, que a .
Quanto aos tres tabernculos, que Pedro quizra e (|U0 a nva,. estibelwidn:
dificar sobre o Thabor, diz S. Jeronymo que nao tomar alagar de Moyss c
mu lunar pretender tres tabernculos, quandoj Evangelho succedeu le.
Ou- os procuradores rcentram no nada em presenca do
e os homens se anlqaillam em face de
nao pude haver seno um : a egre do Evangelho, ^g ainda) m,,us irm3o6i que nu ,,aptisroo do panbia dos discpulos. Ora,
em qc se resumem a lei e os prophetas. ; salvador o Pae celeste diz somente : Este o sentaram a synagoga; assim
eicentou ;
meas irinl
a#Hian(;aJffs i I
Jess Cbristo veio' Observaremos, para nossa rrlaior consolacao, (pie
rophetas, e que o da mesma sorte que os tres.apostlos, dermis da v-
alo, flraram sos com Jess, Jess llcou s em com-
e Elias repre-
mo creuente,onra ie que se podiam f*bar artigoi polituXi da hnprrtsa portuguesa.
Concluamos, bradava entretanto um medico
materialista por dever de profisso, onde collocam
s senlwres esse agente mysterioso, a que do o
noiae de espirito. teiinannV em appellidar aasa
pomposameiile o ineehanlsiho material, qne a mr-
oas4ir*as,^a pureza dos contornos, a
3 perfil-deixivaiaia sombra os mais
Kpelos danntiga eMhtuaria. Praxisteles
quebrara esesperip as estatuas e o einzel. se
Ihe fosse dado conteatplar as inaexdes suaves, a
perfeicao das formas daquella viva esculplura.
Se algum defeito se Ihe podena notar era a rigi
tmorajla.nliysioxu>ma- Mase que iavm
azes de alterar a
dez marmrea da. physioapmia. Vj
Iristeis ueni at#rfa sefam capaz
Quand sse relojoeiro sombro que I ^fS^ ^tTiuZ f maifnlo^'e
se rtiamao tempo quebra com mao despiedosa as d.on(, en,anavim rah^nJlneUros^^tean-
roda, complicadas do novo systema viial, onde so ,es qiu on|ou,|Ueciau. quem se atrowsw S o"
VSSiSSiSrZSZlSiSi A,,,I""e W^a^va^fumaToIunma'de
os seotioras espirituaiisras qtierem ai as redeas marmore.emc ma da qnalsetiveaottaaa(toarna
ernp deste barro quebra.M, que^onsUtue d f^"* ^ a%^
VL.J^.^*JW Bf'oaourado levemente pelos rellexos de qa.vol-
cao, mas essa physionomia tinha amna sel que
o hemem ? E durante
invisiveis,' que prendem o escravo ao senhor,
i eonjunctamente Jess; raeu Filho bem amado ao passo que no Thabor dro a.sua frente, representan a egreja, nao scom! *}!. Jl ld .!?su.r1P,-Ul?P!a ^!S_l!^?e,?**'* unda'mente.
Cbristo, Moyss e os prophetas, apparece um todo accrescenta f ouvide-o. E que no seu baptism 'odos os pastores que a governam, mas tambem
maravilloso, noqual, de urna parte, vida de Je- j jesus cbristo foi conslitudo solemnemente nosso com todos os fiis que a compdem. Jess Chrsto,
sus Chrislo prova a verdade das figuras da le e Redemptor, e no Thabor foi constituido nosso mes- que Moyss e Elias.deixam hoje com os apestlos,
tre ; que no seu baplismo foi assignalado como o mesmo que a synagoga cedeu e transmittiu
a victima dos nossos peccados, e no Thabor como egreja, que torna-se propredade desta, e nella co-
doutor e legislador da nossa vida. Com eflito eQa a habitar at a consummaco dos seculos. De
esta palavra ouvide-o. Significa claramente; ora avante> Pis' o ministerio de fazer annunciar
que o Eterno dizia aos homens : .Vos haveis *> mundo o Redemptor, que s a synagoga era en-
conhecido at hoje os meus desejos o as minhas eamgada depredtzer, passoua egreja-, daqu em
vontades pelo orgao dos patriarchas eos prophe- <>ian,e esta, quem deve chamar todos os homens
tas ; de ora vante deveis conhece-las por meo de ao conhecimento, amor o posse deste Redemptor,
meu Filho; elle o nico, cujas accSesine sao em qne a synagoga apenas tinha figurado e proraet-
tudo agrada veis, cuja pregacao me d a conheccr, 'ido.
c cuja humildade glorifica-me. Ouvide-o pois;' Finalmente, Jesus Chrsto, que fica scom os
por que ouvi-lo como sea mim mesmo ouvsseis'' an0stotos, depois que retiraram-se Moyss que
elle a minha virtude, a minba sabedona, o ca- amedronta com a sua espada, e Elias que espanta
minho que conduz, a verdade que esclarece, e a com 0 seu carro de fg0) 0 mesrao (|UC fln)U
vida que immortalisa : Ouvde-o. cornnosco e entr nos sob o aspecto da maor bon-
Ouvindo urna voz to magestosa, to magnifica e dade> como um jrmo, um esposo, um amigo; po-
to sonora, os tres apostlos, tomados de um gran- demos pois tratar com elle s, como um egual,
de medo, cahiratn com a face em trra. i usando da maior confianca a sen respeito.
Com efleto, a fr}ueza humana nao pode sup-, Enlretamo uma Tfe5o ^ extraordinaria> nm
portrnestavidaa vista e o peso da magestade fio ,So grande) que ^.^ mta mros
s tres aposudos, Pe- [ eo^PO^matorial e frgil alma ethereaiei iinmor- do ravsterioso e sombri0) que rae Cmp&iEnw pr>~.
fundamente.
mas sobreludo, doudo de JSj? %* SP
<* lurenc*) imposatvd, Nl) tnea|ro os coniuradcTeantari
dos orculos dos prophetas; e da outra, as figuras
da lei e os orculos dos prophetas pravam a divin-
dade de Jesus Chrsto; mas, separadas estas par-
les, fltafn dirndado de Jesus Chrsto provas
offerecidas pelas prophecias; e estas sao privadas
das que demonslram seu cumprmentu na vida de
Jesus Chrislo.
Ora, quando Pedro quera construir tres mora-
das, dava bem a entender, que nSo conhecia ainda
o grande mysterio da unidade da le, dos prophetas
e do Evangelho, qu, ligados emadmiravel harmo-
na, rormam uma s religiao e um s culto. Real-
mente, Pedro nao sabia o qu pedia.
Anda Pedro nao tinha acabado de fallar, e uma
nuvero brilhantissima .cobriu de repente toda a
montanha, involvendo todos os que ali estavam
com a sua sombra luminosa. O que significa esta
nuvem, e que mysterio encerra ? Vamos dize-lo :
o discurso de Pedro era um effeito da ignorancia,
da sorpreza, do pasmo e da alegra; era desorde-
nado e imprudente, mas nao parta d'um espirito
perverso ou mu.
Pedro mereca uma cao, mas nao reprehenses;
era preciso esclarecer este apostlo, mas nao puni-
lo. O proprio Deus dignou-se de instruir esle dis-
cpulo. A nuvem lucida; nao se assemelha
aquella que involveu Moyss sobre o Sinal, a qual
era tenebrosa para nsnar-nos, segundo observa
S. Chrysostomo, que a nuvem do Sinai era destina-
da a incutir o terror, ao passo que a do Thabor
tem por fin instruir.
Pedro havia pedido tres tabernculos, e Deus,
com uma s nnvem que cobre Elias e Moyss e
tambem os apostlos, corrige o erro de Pedro, e
faz-lhe conhecer por este novo prodigio, quo s ha
um tabernculo, uma s egreja de construccao'di-
vina, qne serve para reunir Jesns Chrsto os ho-
mens do Antigo e Novo Testamento, pen'os ao
abrigo da tempestade, e salva-os.
Todava, o Eterno accrescentou pela magnifi-
cencia da sua palavra uma oulra lico que ac-
bava de dar aos tres apostlos pelo milagre da nu-
vem ; por quanto ao mesmo tempo ouviu-se sahir
da meio d'esta uma voz inelTavel, magestosa e so-
lemne, que rradiou pelos ares, retumbando sobre
esta montanha, produzindo um echo, que devia
prolongar-se at o fim dos seclos por todo o uni-
verso : Este o meu Filho bem amado, ohjecto
das minhas ternissimas complacencias : ouvide-o.
Que voz, meus rnros I Quantos mysterios invol-
vem estas palavras I
Antes de tudo, meus irmaos, notemos que, em
quanto se ouve esta vez do Deus Padre sahr da
nuvem, nao se v sua pessoa. Eis pois a desco-
berto este mysterio da Escriptura,no qual ouvimos,
como de uma nuvem mysleriosa, a palavra do
Deus omnipotente; mas, nao podemos v-lo anda,
nem comprehende-lo como elle em si mesmo,
Em lodos os livros da Escriptura,no dos prophetas.
no dos apostlos, ouvimos verdaderamente Deus
quo nos falla ; mas, s o vemos em imagem, como
enigma mysterioso, inrolto as sombras da f. E
n'este mesmo momento, meus irmaos, em jue aca-
bamos de ouvir a leitura do Evangelho que expli.
camos, a voz do dicono, que o fez choar aos
nossos ouvidos, foi a voz de Jesus Chrsto, que se
fez sentir ao nosso coraco. Felizes de nos, se o
nosso coraco correspondeu com piedade e amor !
o proprio Jesus Chrislo, que ouvimos fallar como
do fundo da nuvem, mas sem v-lo.
E como ? Pedro nao drigiu a palavra se nao
a Jesus Chrsto ; por que pois responde o Elerno
por seu divino Filho ? Para cumprir, diz S. Jero-
nymo, a palavra do Filho de Deus, que havia dito:
Nao sou eu, que dou testemunho a mim mesmo,
mas o meu divino Pae que me enviou; elle que
dar testemunho, me annuncar e far-me-ha co-
nhecer. Oh precioso testemunho para a nossa
f. Sabemos, que Jesus Cbristo o Filho consubs-
tancial de Deus, e sabemo-lo, nao s por que Jesus
Chrsto deu-se por tal, mas tambem por que seu
Pae celeste o declarou ao mundo do alto dos cus.
De feito, notae bem, diz S Agostinho, que estavam
ali presentes Moyss, Elias, Pedro, Thiago e Joo ;
mas, o Deus Padre nao diz d'elles, que sao seus /-
llios bem amados, por que quando muito sao filhos
adoptivos. Jesus Cbristo o nico Filho, que te-
nlia a mesma substancia ; por esto e n'este sao
amados os outros filhos. S pois nomeado e lou
vado aquelle, que fez a gloria e a honra dos pro
phetas.
Nao s esle lestemunho divino nos instrue da
divindade de Jesus Chrsto, mas tambem, como
observa S. Cypriano, revela-nos toda a theologia ca-
'nolica da incarnaco ; por quanto Pae celeste nao
diz : < Aqu, n'este homem que vedes, reside meu
Filho como se a pessoa do Verbo fosse separada
da humanidade; mas diz este o meu filho > islo
, Jesus Christo uma s pessoa, uma s hypos-
tase, e tudo o que elle homem e Deus, Filho
de Deus, como tudo o que elle Filho de Mara.
Razao por que Mara, pelo proprio testemunho do
Deus Padre, verdaderamente Me de Deus.
Quanto profunda esta palavra de Deus I Quan-
do Deus falla, falla como Deus.
Lembremos ainda, que David havia dito : t O
Thabor e o Hormn estremeceram de alegra, Se-
nhor, ao soar o vosso nome. Ora, relativamente
ao Hermon, montanha situada nao longe de Gilbo,
prolonga-se cima da paragem do Jordo, em que
Jesus Christo recebeu o baptism. Ali cumpriu-
se uma parte do orculo de David ; por que o Pae

divina, diz S. Jeronymo.
1 exceda muito e muito a intelligencia toda carnal
ZZF?SS%i?S h=aae%ana ^Z^rZ^^lSi
existencia eterna, possa vir aos cemiterios animar,gargamadab' e rePel'a> "do o estribilho.
os restos putrefactos dos res da creaco; quera
tal suppoe, nao sentiu nunca debaxo do escalpello
anatmico o cadver inerte e despresivel, nem po-
de avahar rom a vista infallivel dasclencia o nada
inmenso das valdades humanas
Ah! che baccano-snl caso strano "
Andr dimanr per la citt 1
III
Sem poder explicar a mim mestao a fascinacn
Pora com o materialista, bradou um rapaz irresistivel, que me impeda to imperiosamente
enthusiasla, sabes tu, meu caro doutor, que a pn- contera jlacao daquelle formoso semblante, nunca
meira vaidade humana, cujo nada immenso tu de- mais desvie os olhos do camarote. E elta, ohl ella
vas avahar a vaidade da sciencia 1 Que sabes, fitava-me com urna ineiguice de enlouquecer.
tu, presumpeoso Hippocrates, qne tens de reeuar Estara toda vestida de negro, e isso aindamis
vencido perante o primeiro obstaculosinho, que a contribua para fazer realcar a alvura da sua
natureza caprichosa queira oppr vista infallivel, tez. Trajava elegantissiraamente, mas com urna
como tu dizes, do saber dos homens? E s tu que singeleza, que me encantou, a mrn, que procuro
andas perdido no meio da confuso dos systcmas quasi sempre o bom gosto na simplicidade.
mdicos a procurar no labyrimho scientilico, ofioj S ella oceupavao camarote! Sosinha Quem po-
conductor que te esl sempre a escapar das raaos, deria ser I To nova, to formosa, s I Oh I meu
s tu que preteridos entrar com passo firme no in- Deus seria ella uma dessas mulheres sem pudor,
sondavel labyrintho daeternidade?...... Espera, que arraslam por toda a parte o manto de seda lia
continaoa e'le vendo entrar um mancebo muito ignominia, que foram apanhar da lama, onde dei-
pallido, que foi apellar a mo de Frederico, c cura- > xaram em troca o candido vu da innocencia 1 Im-
primentar a dona da casa, queres-le conven- possivel! O seu porte modesto, a simplicidade de
cer? Pois ah tens tu um homem vivo que teve seu traje eram um protesto vivo contra o descaro,
relacoes directa cora nm phantasma. Roberto sen- e contra o ergulhoso cynismo dessas Messalinas
Alem d esta razao para temer, commum a todos | dQS Judeus ^ Qs tres qs affl(.
os muros homens os tres apostlos traham uma maran)i mesmo com Juraraenlo ^ ^ com o$
outra toda particular, \endo Moyss e Elias en- j proprios ^ jamais cony^^^ de lal os ju.
trarenw nuvem com o Salvador, julgaram, que o deus. pe,0CDlrano cora gemeibaate procedlmen-
Mestre bem amado ia ser arrebatado aos seus olha- l0 le.|os-hiam mais exasperado, e terlam acearre-
res e ao seu amor, como Elias, que havia sido ar- | ,ado ^ Q Salvador mais odio do que amor, mais
rebatido para sempre em um carro de luz e de ciuine do que devolacao eis po^ue je3U8 Chris-
fogo ; e que conseguintemente ficaram sos, como ,0> descendo da monUnha, Ibes disse : A nln-
orphos, sem abrigo e sem defesa, em face da glo. guem conteis 0 que neste da vistes com os vos-
ria e da grandeza de Deas.. E ei-lo, que s a tal sos 0ihos. Jesus Chrsto nao impoz-lhe guardar
pensament tremem, e sao tomados de pavor. Ah f segredo para sempre sobre este mysterio, mas s
O homem abandonado a si mesmo muito e muilo al 0 da em que houvesse ressusctado dos mor-
miseravel, muito fraco, muito pequeo em face de ios_ Porque a ressurreico, pela qual Jesus Chris-
Deus, por que Ihe falta a companhia do Homem i0 devia mudar em uma volta de olhos a miseria
^CuS e a Iraqueza do seu corpo mortal na gloria e ma-
A humanidade, que este tomou de nos por em- gestade de um corpo mmortal, s a sua ressur-
prestimo, a nuvem mysteriosa, que pode pr-nos rej5fl0> dg0 demonstrando a divindade de sua pes-
sombra dos raios da magestade infinita de Deus, soa e a divindade de seu sacrificio, poda toruar
permittir-nos a elevacao de nossos fracos olhares e crivel o mysterio to glorioso do Thabor. S eolito
devia elle ser annunciado aos homens. E com
effeilo, s depois de sua ressurreigo os apostlos!
e evangelistas annunciaram aos povos chrstos
este mysterio, o maior talvex e o mais glorioso da
vida mortal do Salvador.
de nosso coracao tao tmido e vacllante, inspirar-
nos uma confianca familiar e respeilosa para com
a divindade.
Mas o amavel Jesus, accrescenta o Evangelista,
aproximndose com a maior bondade dos tres dis-
cpulos, e extendendo a mo sobre elles, diz-lhes I
< Lcvantae-vos enadatemaes. >
Beindito seja rail e mil vezes, meus irmaos, esse
divino Jesus Eis o encargo deste terno e miseri-
cordioso Salvador, cuja missao vindo a este mundo
foi servir de mediador entre Deus e o homem, isto
, elevar at Deus, por ua misericordia e sua bon-
dade aquelles, a que ai o pensament da grandeza
de sua magestade confunde, e a voz terrivel de sua
juslica espanta o atierra.
Observemos todava, que o historiador sagrado,
contando esta circunstancia, nota que os apost-
os cahiram, nao de um modo ordinario, mas com
a face contra o chao, ao contrario dos soldados que
toram prender o Salvador no jardim das Oliveiras,
os quaes cahiram de costas, flcarulo conseguinte-
mente com a face para o ar. As cousas se passa-
ram assim, porque, diz o interprete sagrado, pro-
prio dos eleitos prostrarem-se perante Deus com
a face no chao, e dos reprobos o contrario. E' que
com effeito oj impos, os peccadores, os reprobos,
quando humilhados e punidos pela magestade di-
vina, caliera com um sentimento de averno e odio
contra Deus, blasphemando como desesperados, e
multiplicando seus delictos na mesma occaso em
que esto sendo punidos. Mas, quanto aos justos
e penitentes, quando Deus se manifesta ao seu es-
pirit por sua luz, e ao seu coraco por sua graga
cahem tambem; prostram-se em sua presenca eti
sentimentos de respeito, resignaco, humildade e
amor do Deus. Razao porque esta queda dos apos*
tolos foi um acto de profunda adoraco de sua liar-
te, no sentir de Orgenes e de S. Joo Chrysos-
tomo.
Nos oulros chrstos liis temos, nao s a f
neste raysteiio, e o cenhecemos, mas tambem a
graca e a participadlo delle ; porquanto, tendo Je-
sus Christo sempro operado em qualidade de che-
fe, a graca e a gloria de todos os seus mysterios
sao por conseguint communs a todos*os mem-
bros.
Esta transuguracao do corpo real de Jesus Chris-
to foi pois uma figura da que elle devia operar
mais larde, e cada dia opera em seu corpo mysti-
co, a egreja, transformando por sua graca os fi-
lhos dos hemens em verdadeiros filhos de Deus.
Assim, o Pae celeste dizendo a Jesus Christo.
< Este o meu Filho bem amado > pronun-
ciou estas palavras, segundo S. Cypriano, tambem
para nos ; quiz gravar era nosso espirito estas
duas denoranacoes de filhos e bem amados, cima
das quaes nada ha de doce c suave. Oh amor
infinito de nosso Pae celeste Elle nao s quiz,
cora estas palavras, cheias de tanta suavidade e
depura, honrar o seu Filho cora substancial, mas
tambera enternecer os coracoes de seus filhos
adoptivos, e ganhar a nossa confianca e o nosso
amor, fazendo-nos saber que se nos unirmos a Je-
sus Christo pela graca, e nos iucorporarmos a elle,
transformar-nos-hemos em filhos de Deus, e tra-
candoem nos os privilegios da pessoa do Salvador
mereceremos receber seus proprios nomes, e ser
tratados como filhos, e filhos bem amados.
E pois comprehendei bem, chrstos, a nobreza
da condico a que soes chamados : a de ser filhos
de Deus !...
cantor sublime fazia tremer de enthusiasmo a pla-
tea inteira, e a voz portentosa de M." Lotti
Porque, pois, tantos cuidados, tantos esforcos,
tantas inquietacoes, tantos sacrificios, e muitas ve-
Entretanto, uma cousa cahir por trra a voz Ies tantas baixezas para obter honras terrestres ?
de Deus como Paulo, e outra cahir como Ananias. Honras vas, que nao vos do o merecnunto que
Paulocahe perseguidor para levantar-se apostlo- nao lindes, e que longo de augmentarem-vos aos
Ananias cahe christo para morrer reprobo. Assim l1^^^^^^^^^^
acontece porque, quando a voz do Deus de mise-, songeando o vosso orgulho tornam desgracado o
ricordia que reprehende-nos, ameaca-nos, hum- vosso corao; homens fugitivos, que no lira de
Iha-nos, fere-nos e derruba-nos, sempre seguida um cerI? .""mero de anuos, de alguns dias talvez,
rt c, r, ort.. c ^. >... ^t^ a i ser-vos-liao tiradas pela mao da mexorave morte
de sua graca e de seu soccorro. estes donos fazem- e na0 deixaro vossa alma seno o desgosto de
nos resuscitar para uma vida nova, converteinnos. ter gosado eo remorso de ter abusado deltas. Por-
santificam-nos, consolam-nos e nos corara. E' isto que, pois, insensatos de espirito e carnaes de co-
precsamenle o que resullou para os discpulos no raco que soes porque tanto busca-las, porque
Th r ama-las ate o ponto de sacnlicar-lhes carpo e al-
*lwuw- i ma, tempo e eterndade ?
Derrubados pela voz de Deus, para sua instrue- ,. .
- r .. .'.r Oh santa fe de Jesus Christo a que te reduzs-
5ao, e nio por castigo, Jesus foi prorapt era soc- ,e enlreos chrislaos 0 que se nao faz, o que se
corre-los e levanta-los. nao tenia, para ser servo de um rei da trra, pou-
0 ,. ___ ... _. co importando o pae? Porque to pouco cuidado
Felizes aquelles, que humilhados, mortificados, pj,ra wr na0 servo> n5o j^m, amig0( nias ,j|he
afflictos por Jesus, nao cessam de ser fiis, obe.-! do grande monarcha dos cus ? Ah I ae o esli-
dientes e resignados, e adoram humildemente Je-' mulante da verdadeira gloria nos instiga, se a am-
sus! Porque Jesus se aproximar delles, e com seu Saft rradoarS.'1*'aSPrem' """^ ^ ^
braco poderoso levanla-los-ha de seu desanimo;
tranquilla-les-ha, e dirigir-lhes-ha soa palavra.! Aprcsserao-nos em reentrar na graca com o nos-
Ora, ha felicidade maior, do que ser tocado pela cus' e,n tomar o vest.do da caridado divina.
mao omnipotente de Jesus, e ouvir a sua voz ?
Oh I como esto seguras e sem temor, e como
resuscitam para a graca e immortalidade, aquelles
a cujo coracao Jesus falla, e que sao curados e vi-
vificados por Jesus, verdadeira sade e verdadeira
vida !
SECUNDA PAUTE.
Tornando a si, do extase da alegra e de medo, e
levantndose, os apostlos, laceando os olhares em
torno, riram de novo o Salvador, mas s. E para
que mais do que Jesus ? Sem Jesus a successo de
aue iransformar-nos-ha desde j em verdadeiros
I bos de Deus, at que possainos repetir com toda
a verdade : < Deus, o Creador, o Senhor do cu e
da trra nosso Pae, e nos somos seus filhos.
Esforcemo-nos para que sejamos taes desde j,
cusle-nos o que nos cusiar ; porque se somos fi-
lhos de i>eus no lempo, seremos cora toda a razao
seus herdeiros na felicidade eterna Amen.
JULIETA.
Cont pbantastieo.
i
Eram onze horas da noute, e eslava-se lomando
celeste fez tambem ouvir estas palavras : t Aqu todos osjbensde|nadaserve;asua posse cnegaabun-
esta o meu Filho bem amado, objecto das minhas oantemeiite para compensar-nos da perda de tudo; cha em casa do meu amigo Frederico B.....em
complacencias. E esta voz divina, que deu ao porquanto, diz S.Paulo, Jesus tudo; a luz que Bemllca. Havia uma roda de ntimos; a conversa
Salvador o seu verdadeiro nome, rettlmbon entao '""mina, a graca que nos sustenta, a alegra eslava animada, e o meu amigo, a quera a alegra
sobre o monte Hormn. Ora, a outra parte da pro- W conso.a; a recompensa que nos dada pa- em ^^^Zt^XaZ^^,
phecia cumpriu-se hoje ; por quanto, a mesma voz ra tudo em uma palavra, tudo se tem quando se aproveitava-se dessa liberdade para contemplar
divina, que proniinciou as mesmas palavras e o ,em Jess. exlasiado sua linda mulher, com quem casara havia
mesmonomede Jesus Chrislo, annuncando-o real- Mas, cslas mesraas palavras do nosso Evangelho^S^ASS^^^Z
mente pelo que elle faz-se ouvir tambem sobre posto que muito simples, encerrem ainda um gran- devoras.
de mysterio. | A conversa animra-se tent, que se ia trans-
._. formando *m algasarra. Discutase acalorada-
Orgenes exphea-o assim : Moyss e Elias que mente a questao da existencia das almas do outro
no flm desta visao, desapparecem e deixam o Sal- mundo, com grande desprazerde nm jornalista que, ta e pura Amelia, como teu, Julieta, noiva gen-
o Thalior.
Que magnifico e precioso testemunho, meos Ir-
maos S. Pedro, em soa segunda Epstola, in-
siste muito particularmente sobre este testemunho,
quando diz : < Nao sobre a autoridad de fbu-
las sabiamente inventadas, que nos tivessem refe-
rido, que havemos pregado a omnipotencia de
Nosso Senhor Jesus Christo, e sua divina presenca
em todos os lugares; e sim por que foraos testemu-
nhas oceulares de sua magestade e de sua gran-
deza. Por quanto Deus Padre, no apparato da
ta-te" ah, e conta-nos inmediatamente a historia
do teu espectro, se Vy. Excs. se nao oppdem a i sao
ainda assim, continou elle, voltando-se para as
senhoras presentes, qne tinham escutado a dis-
cusso metaphysica com ligeiros signaos de abor-
recmento.
Propr senhoras uma historia de phantasmas
ilespertar-lhes a attenco, fazer-lhes passar as
veas o oslremeciraento do enthusiasmo. N5o sei
porque, esses entes frageis, paludos ou rosados, de
olhos negros ou azues, alegres ou melanclicos,
esses entes femnnos encantadores e tmidos ado-
ram tudo o que os faz tremer, e recreiam-se sobre
tudo com essas historias terriveis, em que o leitor
estupefacto encontra um punhal ao voltar de cada
pagina, um ladran esquina de cada periodo, um
phantasma pelo menos em cada capitulo.
Por sso a parte feminina da assembla acolheu
a proposta com enthusiasmo; e a mim eaos outros
homens, que estavam presentes, nao desgradou a
idea de ouvir uma historia terrivet.em pettt comit,
no pino da meia noute, tendo de voltar depois para
casa por aquelles caminhos desertos dos arredores
de l.isbea- a mim sobre tudo, que tinha de passar
pelas casas arruinadas de Campolide, sorria-me a
idea de ir cora a imaginaco povoada de phantas-
mas, que eu poderia distribuir ventado pelos re-
camos dessa paisagem to magestosa, quando a la
envolve os paredes solitarios na branca mortalha
da sua luz, em quanto ao longo se desenlia sobran-
eeiro entre os campos rerdejantes o perfil gran-
dioso do aqueducto sombro.
Roberto, devemos dz-lo para honra sua, nao se
fez rogado, curaprimentou silenciosamente a as-
sembla, e coraecou pouco mais on menos nestes
termos:
Cantava-se em Lisboa pela segunda ou tercei-
ra vez o Baile de mascaras. Era uma nouto de
delirio no theatro de S. Carlos. Fraschini,
a pla-
i des-
penhava sobre o publico palpitante torrentes de
meloda e de sentimento. O personagem de Ame
lia, interpretado como en to o foi, deixava de ser
um typo creado pela imaginaco do poeta para se
transformar, animado pelo Promelhen do genio,
n'um ente real, cujos solTrmenlos traduzidos em
suspiros de harmona, lm arrancar os solucos dos
peitos dos espectadores.
Era o poema da paxo, com todas as suas terri-
veis peripecias, mas dapaixo verdadeira, da pa-
xo que geme e rasga os seios u'alma, da paixao
que verlo lagrimas, de cujas feridas brota o san
gue, c nao dessa paixao ficticia, cuja expresso
convencional anima s a mascara, que a artista,
arranca apenas desee o panno.
Eu, perdido n'um canto da platea escutava, como
escuto sempre quando vou ao theatro lynco. Nisso
devo confessar-lhes que tenho ideas um pouco or-
ginaes. O panno que sebe lentamente no princi-
pio da opera descerra para os outros espectadores
meia duzia de taboas rodeadas por bastidores de
lona, onde un poucos de artistas vio cantar urnas
poucas de arias para divertiinento do publico. Para
mim como que uma janella encantada que se
abre, por onde eu, com grit de enthusiasmo, me
arrojo as azas de ouro da phantasia para os espa-
cos azues do ideal. Os eulros analysam com toda
a paciencia a instruraentacao, e o canto, investi-
gara se foram executadas as leis do contra-ponto,
e depois de satisfeilos applaudem compassadamen
le para se nao rasgarem as luvas, vollam-se boce-
jando, e cumprimentam a senhora condessa de *
ou senhora baroneza de cuja chronica escan
dalosa vo contar inmediatamente ao seu visinho
da esquerda.
Mas eu nao. A minha alma, que Ilumina o fogo
do enthusiasmo, nao pode licar na trra, quando
seute passar no e.^pajoo soprd da harmona da
casia filha do cu. Desappareceu o theatro, desap
pa recera os espectadores, desapparece a fieco.
Arrastada no manto de fogo do ideal, a minha al
ma sent, enleva-se, palpita, geme, prantea, solu-
ca com Maebeth o grito do remorso, suspira com
Desdmona a caneo da saudade, gorgeia com He-
lena o hyinno da desposada, escuta com Rosina a
meiga serenata, solta com Lucrecia o rugido da
envenenadora, e volta depois trra dexando-me
licar pallido, exlasiado, porque entrevi em sonhos
a deslmhrame dardde de um mundo descomie-
ndo.
Tinha comecado o segundo aclo.e eu segua cheio
de um vago terror a scena lgubre do principio.
As notas da aria de Amelia soavam-me aos ouvi-
dos como dobres de finados, e quando a Lotti soltou
aquelle grito de pavor, que vbrava sonoro e plan-
gente pelo theatro fazendo estremecer os especta-
dores, eu levantei-me pallido, convulso, esenti cor-
rer-me pela raiz dos cabellos o hlito de fogo de
uma mysteriosa emoco.
O meu visinho olhou para mim espantado ; eu
sentei-me, deixei cahir a cabera entre as maos e
scismei.
O' ideal, dizia eu, quando poderei finalmente
sor ver a longos tragos o teu nctar precioso na cin-
zelada taca da phantasia ?
< O' virgem dos meus sonhos, anjo das azas
de ouro, quando poder a minha alma, abrasando
se comtgo as regies celestes, aspirar a plenos
pulmoesa balsmica aragem da poesa ? O que s
tu, ente mysterioso, que assim bafejas o espirito
dos grandes poetas, e Ihes vacs murmurar em nou-
tes de inspiraco os segredos sublimes, que o vul-
go profano admira, mas nao comprchende I
t Oh I quaes sero as visdes desses homens
prtenosos, e as suas noutes de feure, de delirio
e de insomnia, em que mysticos amores te enlajas
tu com elles, ideal sublime, ideal inspirador!
E era tanto nos, os desbordados, bebemos com nm
riso alvar a agua inspida e lodosa dos prazoros do
mundo, e caminhamos nesta planicie montona da
vida, olhando com terror para o Sinai chamme-
janie, onde campeiam, cerecados de divina aureola;
os harmoniosos prophetas, os validos de inspira-
cao !
Nao posso : fltame j^v no recinto estreno
da vida social, a prosa denemundoopprme-me o
coraco. A minha alma est sequiosa de amor, e
e esto apparece-me sempre escoltado pela conve-
niencias, trazendo sobre o rosto to formoso urna
mascara ridicula dos interesses maieriaes, ou a
mascara odiosa do capricho sensual.
mor I amor! mas um amor como o teu, cas
vador s, em companhia dos Iros amistlos sicnifi- P0"" Torca quera conduzirao bom caminho aquelles til de Romeu e da sepultura, quero um desses
. ... .. ., discutidores extraviados, propondo que se tratasse amores sublimes, e se elle se nao encontra na ter-
cam que desde este da a le representada por Moy- da bondade do ministerio, deixando de parte essas I ra, surge dos tmulos, paluda virgem por qnem
ss e pelos prophetas personificados em Elias, mu-;-lotices, que nio serviam para nada. Mas ninguom eu anhelo, e mostra-me ao menos n'um relmpago
dou-se e foi perder-se no Evangelho de lesos Chrs- "ie prestava attenco, o que fez com que elle desee- as mysteriosas alegras da eterndade
lo. Segundo um outro interpret, Moyss e Elias, 1*di^? 'er pela centesima vez um artigo seu
, j- '.,,'. publicado n um jornal que eslava em cima de uma
que desappareceram, indicara, que a missao da le das meMg da sala. "
Nislo levntei a caneca, e os meus olhos involun-
tariamente fixaram-sc n'um camarote, que ficava
pouco distante do lugar que cu ocmipava na pa
Essa produeco do seu enge- .
e dos prophelas boje acabada, que Jesus Christo nho, que o jornalista relia com Unto enthusiasmo, tea. Uma senhora de belleza maravilhosa eslava
roanifestou-se afinal na glora de seu reino espiri- raereria indubilavelmente to paterna soheitude, ssinha nesse camarote, e fiiavame com uma al-
maor magnificencia, rendeu-.he a honra e a g.o-1 na., e foi recoohecido por sen Pae celeste, a face g-* SeT^o alTia^ otS EftSa^'lJL. ?W.K .%
ra que Ihe sao devidas, como a Deus, quando fez d cu e da trra, como Filho doSDeus, o Messias, |do e fn| ;idnrirac.o professava pelo seu proprio, piar aquella perfeita formosura.
ouvir sobre elle esta voz : Este o meu Filho bem o Redemptor, c o Senhor do mundo. Moyss e I talento, que peder dizer, sem receto de ser laxa- Raras vezes tenho encontrdo um rosto assim I
venaes.
Mas s! Quem sabe? Talvez a pessoa, que a
acompanhava estivesse escondida na sombra do
camarote, talvez tivesse saido. Tudo poda ser,
mas a suspeila que nao poda manchar nem por
momentos a luz serena daquelle rosto angelical.
E eu fitava-a, fitava-a deslumhrado; e uma
transformaco estranha se operava ern mim. Pare-
ea-me que as luzes do theatro am esmorecendo a
pouco e pouco at se reduzirem claridade sinistra
das lampadas sepulchraes, o palco e a platea con-
fundara-se n'um vasto cemitero, onde o vento da
noute fazia ondular a copa dos cyprestes, por en-
tre cujos ramos passavam os raios da la, da pal-
uda scismadora, da solitaria amiga das sepultu-
ras.
E ella, ella, a formosa desconhecida, vinha d-
zer-me com o seu olhar to triste :
Queres o meu amor, pobre escravo de um
corpo material, doudo, que aspiras ao infinito
sera pensares que tens os pos embarazados na i in-
munda vaza desse ocano de desespero, que se
chama a vida ? Oh! nao queiras conhecer os se-
gredos dos tmulos, porque tu, meu loiro poeta,
volta vas ao mundo de cabellos brancos, se tocasse
nm s minuto com os labios na taca inebriante
dos amores da eterndade.
Oh!_ que me importa a vida, respond eu na
allucinaco febril, se em troca desses dias de pro-
sa vil, me posso arrojar um instante s aos espacos
infinitos das sublimes emoces. A minha alma
como aguia, que se arroja s regies das nuvens,
affrontando a tempestade, e cae depois na trra
fulminada pelo raio que a altiva foi provocar. Que
me importa a mira a morte, a rondemnaeo eter-
na, se poder sorver nos leus labios voluptuosida-
des desconheridas, e ler nos leus olhos o poemasu-
blime do amor, que eu pbantasio ?
A viso desapparecia; mas no palco a voz se-
ductora d'Oscar, o elegante pagem, vinha murma-
rar-me aos ouvidos.
Pieno d'amor
Mi balza il cor;
Ma pur discreto
Serba il segreto.
E no olhar da minha formosa desconhecida lia-se
em letlras de fogo a mesma conflsso inebriante.
Pieno d'amor
Mi balza il cor.
IV
Tinha acabado a opera. Levanlei-me e san.
Fiz um esfurco sobre mim, nio querendo olhar
para o camarote fatal. A pessoa qne o tinha oceu-
pado durante a noute prbduzira em mim uma tal
mpre>so que eu cheguei a ter mdo... mdo da
influencia pasmosa que ella a tomando sobre o
meu pobre coraco.
O' fatalidade! Quando cheguei ao corredor, o
priuieirj vulto que passou por dianle de mim, foi
o vulto elegante e nobre da gentil conhecida. la
s!
Tive como que uma vertigem, quando olla, ao
passar por diante de mim, me lancou um desses
olhares que endoudecem o homem de razao mais
fra, que lancou no inferno o mais virtuoso santo
do paraizo.
Nao ti ve torcas para lutar a fascinaco irresis-
tivel desse olhar. Se elle tinha sobre mim a influen-
cia magntica do olhar de S. Jos Balsamo sobre a
pobre Lorenza ideada por Alexandre Dumas. De
balde a pobre italiana se torca desesperada debai-
xo daquelle jugo oppressor, debalde oppunha toda
a torca da sua vontade e do seu odio lenacidade
diablica do terrivel maguen sador, debalde resista
com todo o ardor da sua devoco, com todo o vigor
da sua alma virginal aquelle poder incomprehen-
sivel, mas horrendamente verdadeiro, tinha de re-
euar dame desse olhar, como diante de uma espada
chamraejanle.at cahir oppressa e desesperada aos
ps de Jos Balsamo. Euto esse corpo quebrado pela
resistencia, reclnava-se nos bracos da voluptuosi-
dade, e a voz que a terrivel a bradarOdeio-te,
terminava supphcante a balbuciar :Adoro-te.
Ao v-la, dsse eu comigo mesrao : Nao que-
ro, nao quero ceder a esse imperio inexplicavel.
E minutos depois sorprendia-me a segu-la apres-
sadaraente pelas ras de Lisboa.
Ha occases em que nos vemos obrigados a
acreditar em torcas sobrenaturaes que nos attra-
bein e nos repeliera, quando a nossa vontade se
aniquila, e quando as leis da nossa organisaco
sao violentamente revogadas por um despotismo
estranho.
Submetto esta reflexao consideraco dos Ilus-
tres materialistas que me escutam.
V
A desculpa quo eu de a mim mesmo. quando
apezar de todos os meus protestos me sorprend a
seguir a senhora de negro, foi a desculpa da cu-
riosidade.
Com effeito, dizia eu comigo, tirando philosophi-
camonle baforadas de fumo de um charuto que es-
lava acabando de acender no momento em que
passou por diante de mim a formosa desconhecida.
o que ha de mais natural do que o que me est
succeendo ? Encontr uma linda mulher em S.
Carlos, mas linda como poucas, e original a mais
nao poder ser. Vejo-a no camarote sosinha, e tor-
no a v-la, sahindo a p, e anda s. Nao tenho
nada que fazer, e por conseguint sigo-a. E' nato
ralissimo.
E a voz da consciencia murmurava-me ao di-
vido.
E' o brilho da cbamma tentadora, douda
borholeta, o olhar fascinador da serpente, ave
descuidosa.
Ora adeus, responda a voz da minha appa-
rente pliilosophia, prejuizo, supersiico, fanatismo,
como dizia o lente Boulraix de um dos roman-
ces de Carlos Nodier. Vou-lhe offerecer o raeu
braco.
A senhora que en segua eaminhava lentamente
a quinze passos dianle de mim quando muito. Pa>-
sava ella cnto por dante da egreja dos Martyre-
Puz o chapea ao lado com modos conquistadores,
colloquei e charuto ao canto da bocea, e aecelerei
o passo.
Apezar disso, e apezar da minha bella nio alte-
rar por forma alguraa o seu andamento, nao dimi-
nu, pelo menos sensi vel mente, a distancia qne nos
separava. O vulto elegante da senhora de negro
ao passar por dianle dos candieiros de gaz, reve-
lava-se com toda a riqueza de formas, com toda a
magestade do seu porte airoso. Hara ama supre-
ma distneco no seu modo de andar, mas apezar
disso havia um nao sei que de misterioso naquelle
mover de estatua, lento e inteincado, qne fazia
orna mpresso pouco agradavel.
('.llegamos assim ra Nova do Carino : ella
voltou para baxo : eu segua.
(Continuar-te-ha.)
^
PBRNAMBUCO.
Jv
n
J
t
\
i
OS M.F.
F. PILHL.


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