Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10275


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Full Text
AMO H11X MJMEBO 295.
Pw tres mezes odian todos MOOO
Por (res mezes vencida 6$O0tf
QDIKTA FEIRA 3j DEZEMBRO DE 1163.
Pop anno aduntado. .... 19JJO0O
Porte para subscriptor. 3$00
PERNAMBUCO

NCARRBGADOS DA SUtSC: s'O NORTE PARTIDA DOS ESTAFETAS.
iAril, Cabo e Escada todos os das.
'larassu',
Parahyba, o Sr. Antonio Alera
Natal, o Sr. Antonio Mar,"
Sr. A. de Lemos Braga
Oliveira; Maranho, o S Marque
dngues: Para, os Srs. Manonl Pintiefro A, r
mazonas, o Sr. Jeronvmo da (
&
Goyanna e Parah/ba as segundas e
fxfs-foiras.
ntq Antffo, Gravat, Bezerros, Bonito, Cmaro',
Allinho e Garanhtins as tercas reiras.
d'Alho, Nazareth, Limoeirn', rejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaraiu', Cabrobo,
- Ba Vista, Ourirury e Exu' as quartas feiras.
tALARHEGADOS DA SUBSCRIPCAO NO 9T1 Sejhhiem, Rio Formoso. Tamandare, Una, Barrei-
Alasras a *r rinnHin p-is- n t s, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Sr'JS'VaL^^ Dhn^oFernand M ^ *" ^ >" Sahr
reir Marlins A Gasparino. Tod^^os estafetas parten, ao /, dia. "
EPHEMERJDES DO MEZ DE DEZEMBRO.
3 Quarto ming. as 8 h., 49 m. e 2 s. da m.
10 La nova as 4 h., 29 ni. e 20 3. da t.
17 Qnarto cresc. as 8 h., 20 m. e 32 s. da m.
24 La cheia as 11 h., 23 m. e 14 s. da t.
PREAMAR DE HOJE.
Pnmeira as 11 horas e 42 minutos da manhia.
Segunda as 12 horas e 6 minutos da tarde.
Granja a 7 e 22 dcada mez; para Fernando nos TrDanal docommercio: segundas a quintas,
das 14dosSJ^^^n.jo^u,, set.enov. Relacao: tercas e sabbado, as 10 horas.
Para o Recife : do Apipncos s G 'A, 7, 7 >/, 8 e Fazenda: quintas s 10 horas.
I Jabeatio s 6 yz da m.; do Caxang e Varzea as 7
da m.; de Bemlira s 8 da m
6, 5'A, 5 V, e 6 da tarde; para Olinda s 7da
manhaa e 4 Vj da tarde; para Jaboatao s 4 da tar-
de ; para Carhang e Vanea s 4 '/j da tarde; para
Bemfica as 4 da Urde.
DAS DA SBMAHA. '
21, Segunda. S. Thom ap.;S. Themistocte m.
92. Terca. S. Honorato m.; S. Ftoro m.
1*3. Quarta. Ss. Migdonio, Maronio mm.
94. Quinta. S. Deltino b.; S. TarsiU m.
25. Sexta, cgj Nasrimenlo de N. & 1, Christo.
20. Sabbado. S. Estevao prolo-martjr.
27. Domingo. 8. Joio ap. eevang. -,,'
ASSIGNA-SE
Dito de orphlos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meio
da.
Segunda vara do cive.: quarUs e sabbados a 1 hora fc TJ^Z! X^ll^lt^toT^
JFaria & Fifce.
da tarde.
PARTE QFrTOt. !f rE
------- Dito ao
cubicas de obra, composlcao da argama-
e mais camellas necessarias
fazenda.
GOYERW Di tWTW!i.
Expediente do dia H de deieiu*roe1863.
Officio ao Exnr. bispo diocesana.Rogb V.
Exc. Rvm. se sirva de informar aceroa do que
pede no incluso requenmento, o padre Jos Ma-
linas Ribeiro, vigano collado ni freguezia de Cim-
bres.Renov V. Exc. Rvia* os protestos de mi-
nba perfeita estima e distmeta torMideraeao.
Dito ao Exra. presidente 4a prarnoia de Ceara.
Um a inclusa copia do regulamento provin-
cial de 8 de Janeiro de 1833/provideaciando so-
bro os casos de incendio, lica salisfeilo o que V.
hxc. solicitou em seuofflcin n. 32, de 11 do cor-
rente.
Dito ao conselheiro
Queira V. S. informar
Dito ao juiz municipal de Nazareth. Remeti
Vmc. copia da informarlo ministrada em 12 do
crtente pelo conselheiro presidente da relacao
com referencia ao preso Miguel Antonio Ferraz,
de que trata o officio desse juizo dirigido ao Dr.
ojele de polica em 30 do novemoro prximo
lindo.
Dito ao juiz municipal da Boa-Vista.Inteirado
pelo seu officio de 17 do mez lindo, de ter Vmc.
mandado afixar editaes pondo em concurso os of-
licios de partidores desse termo, tenho a dizer-lhe
que remella copia do edital para ser aqui repro-
duzido.
Dito ao director das obras publicas.Podo Vmc.
conforme indica em seu officio de 27 de novembro
ultimo, 6ob n. 239, aulorisar o empreiteiro do cl-
ao da argama- de 18^ 20 e 21 ao corrente, commumeando que recorrido Joaqnim Antonio de Oliveira. Neeou-' do Amsni
is para garan- Sua Magestade o Imperador houve por bem : se a revista. Kn^T 1.1
Exonerar (decreto de 14 do corrente) o Sr. jafz !
nrAsHaota i, ~-!U ?amen|* dtSla ci x?j?mw ^riK;'e,iao do arm"c'" arLosa>na ede -
cipal do termo de Ipojuca.
Di lo ao dezombargador profedar datante f5sa
de Misericordia do Recife. Do-onforidade tm\
as suas informacoes de 18 do corrente, mande V.
S. iuserever nos competentes tpadros, am de se-
ren opportunamente admiltidos nos Mapectivos
consta
para exe-
cueao do calamento da ra do Apollo, devendo
o mencionado empreiteiro receber por esse traba-
lito qaanlia de 420^000 em que foi oreado.
Lommunieou-se thesouraria provincial.
I'ortaria. O Sr. gerente da companhia Per-
nambucana, mande transportar at o porto da Bar-
;."m%^,s,asjssr,qs>ssisrr
e 1", lilho de Hermenegilda Candida Bizerra do A-
maral, a 2-, lllha de Archangela Bernardina, e a
3", deWogo Soares de Albuquerque,-* Auna Joa-
quina \ieira de Mello, abas j finidos.
JSCissfs Sfftrtysis ssssr
saude, segundo consta da relacao que veio annexa
ao seu officio de boje, sb n. 2328, o recruU Jos
tdo a Joao Jos Lins e urna sua sua lillia de no-
rae Candida.
Dita.O Sr. gerente da companhia Pernambu-
cana, mande dar transporte at o Aracaj no pri-
a passageiros de estado ab bacharel
francisco Jos Marlins Penna, juiz municipal no-
de Moura Varejao, pode V. S. andar p-ir em li-
berdade o menciouado recrata. Offlciou-se ao
mesmo commandanle da guarnicao para mandar
por tambera em liberdade o recrut Feliciano Fer-
reira de Mello.
Dito ao mesmo.Deferindo o requer ment do
soldado do corpo de guarnico, Joaquina Pinto de
Siqneira, autoriso V. S. a mandar dar-lhe beixado
servido, aceiUndo em seu lugar o paisano Jos
Francisco Pereira, que esi as cootlicoes do re-
g_ulaiii..'nto do 28 de setembro de 18S9, segundo V.
S. declaran na sua informacao n. 2324, de 19 do
corrente.
Dito ao mesmo.Informe V. S. sobre o que pede
no requerffnento incluso o enfermo do hospital;
militor, Vicente Attilio Regulo.
Dilo ao mesmo. Em vista da sua informacao,
n. 2324, de 19 do co-rente, autoriso V. % a re-
mellar para o presidio de Fernando na primeira
opporlunidade, o sentenciado militar Jos^-Maria
dos Anjos, aflm de cumprir alli apena daj)risao
meado para um dos
pe-
termos da provincia de Ser-
Eipediente do secretaria do gorerno.
Officio ao Dr. chefe de polica. S. Exc. o Sr.
presidente da provincia manda declarar V. S.
em resposta ao seu olllcio de 17 do corrente sob
n. 1651 que deu o conveniente deslino aos recru-
tas Joso Marques da Silva e Joao Bernardo de An
drade.
Dito ao mesmo. S. Exc. o Sr. presidente da
provincia manda declarar V. S. era resposta ao
seu officio de 19 do corrente sob n. 1660, que deu
o conveniente destino ao recruta Manoel Rodrigues
de Souza. "
Despaches de dia 21 de dezembro de 1863.
Hequrrimentcs.
Archangela Bernardina.Mandou-se inscrover
no quadro respectivo para ser admittida opportu-
namente no collegioa menor Isabel, nica que
com traballio que Ihe foi imposta pelo cousem sti- n;s condieces do regulamento.
premo militar de jusiica.
Dilo ao superior do hospioio de N. .S. da PenUa.
Pelo s-u ufleio de 11 d.. corrente, fljuei ineira-
do de haver V. Rvm. expedido as nece-sarias pro-
videncias no sentido de dar cumprimento ao meu
officio de 19 de novembro ultimo.
Dito ao inspector da Uiesoararia de fazenda. -
Autoriso V. S. a mandar pagar ao bacharel Pedro
Sjcundino Menes Lins.omo pede na incluso re-
querimento os venriraenlos, ijue, na qualidade de
juizjuinicipal e de urplios do termo de Sanio
Anto, Ihe foram descontados, a coiar de 28 de
or-
Sr.
setembro al .1 de ouluaro ultimo, considerando can,t o Que allega.
Anua Mara do Sacramento.Prove que
phaa.
. eloBaptisia do Nascimento.Informe o
inspector da thesouraria.de fazenda.
Anstides Barboza Cordeiro Feitosa. Informe o
br. inspector da thesouraria de fazenda.
Emilio Pereira de Araujo. Informe o Sr. com-!
mandante superior da guarda nacional do termo i
do Rio Formoso.
Francisca Silvina de Pinho.Junte certido de
dade da meuor.
Florencia Maria da Conceifao.Prove a suppli- '
de direite Dr. Luiz Jos de Sampaio do carga" de
chefe de polica da provincia de S. Paulo;
Nomear (decreto d'aquella data) o Sr. jult.de
direiio Dr. Joao Guilherme de Agular Witacker
para o referido cargo;
Concede (portara de 18 do corrente) liceHca :
por 6 mezes, a contar de 15 de iuoho ultimo, ao
Sr. juiz de direito Dr. Luiz Antonio Pereira Fran-
co, da comarca da Feira de Sant'Anna.
Prorogar (portarlas de 12 e 20 do corrente) as
licencas concedidas aos Srs. juizes de direito Dr.
Cassio Antonio da Costa Ferreira, da comarca do
Rosario, por mais 6 mezes, sem venc ment al-
Sum, e Dr. Luiz de Cerqueira Lima, da comarca '
e -Bataril, por mais tres mezes, com ordenado.'
Registrem-se e averbem-se.
Da presidencia da provincia do Rio-Grande do
5>ul, de 3 de corrente, communicando que o Sr.
juiz de direito Dr. Antonio Francisco de Azevdo,;
da comarca da cidade, enlrou em gozo de licenca.;
Averbe-se.
Certidoes de exercicio.
Dos Srs. juizes de direito Dr. Jos Antonio da
Rocha, na comarca da Cruz-Alta, desde o Io de
Janeiro ultimo 30 de junho; Dr. Antonio de Cer-
queira Lima, na comarca ta Pomba, desde lo do
corrente e Dr. Amonio Manoel de Arago e Mello,
no cargo de chefe do polica da provincia do Ma-
ranho, desde 9 de julho ultimo.Averbem-se.
Exposicao das revistas.
N. 6461, pelo Sr. Machado Nunes.
N. 6462, pelo Sr. Messias de Leao.
JllLC.AJIENTOS.
Revistas civets.
V.6415.Recrreme Manoel da Silva Passos,
representante da firma Novaes & Passos, do Ro
de Janeiro/ recorridos os administradores da mas-
sa fallida de Novaes S C, de Pernambuco.Ne-1
gou-se a revista.
N. 61:J0.Recurrentes, os indios da aldea em S.
Lourenco, recorrido Jos Luiz Das Diniz.Ne-
gou-se a revista.
Passagem das revistas.
N. 6462, ao Sr. Almeida.
N. 6419, ao Sr. Veiga.
N. 6442, ao Sr. Mariani.
N. 6461, ao Sr. Messias de Lelo.
Conclusao da revista.
N. 6457, ao Sr. Pantoja.
DiVi,
Ficaram com dia para julgamento :
As revistas civeis.
N. 6410, relator o Sr. liarlo de Pira pama.
N. 6426, relator o Sr. Brilo.
X. 6431, relator o Sr. Simdes.
N. 6434, relator o Sr. Almeida.
N. 6433, relator o Sr. Brito.
N. 6438, relator o Sr bario de Pirapama.
.Y 6439, relator o Sr. Pantoja.
X. 6441, relator o Sr. Silva Tavanes.
N. 6444, relator o Sr. Mariani.
Levantou-se a sesslo ao meio-da.
P*3Mgem das revistas.
N. 6461. aoSr. Almeida.
Ns. 1777* 6449 ao Sr. Veiga.
N. 6453, ao Sr. Pantoja.
N. 1785,'ao Sr. Cbicborro.
N. 6445, ao Sr. Messias de Lelo.
v .. Conchudo das revistas.
N. 6469, ao Sr. Br.to.
N. 6470, ao Sr. Silva Tavares.
Dia.
Ficaram oom dia para julgamento.
A revista criminal,
y. 1784, rolator o Sr. Brilo.
As revistas cweis.
X. 6419, relator o Sr. Almeida.
N. 6426, relator o Sr. Brito.
N. 6401, relator o Sr. Chichorro.
X. 64:J4, relator o Sr. Almeida.
X. 64I5. relator o Sr. Siqueira.
X. 6410, relator o Sr. bario de Pirapama.
X. 6413 relator o Sr. Silva Tavares.
X. 6418, relator o Sr. Machado Nunes.
Levantou-se a sesslo '/ hora da tarde.
Xa sesslo de 28 do mez Ando foram distribui-
das as seguintes revistas civeis.
X. 6469.Cidade do Maranho Tribunal do
commercio da mesma provincia.Escrivao Hono-
rato de S.Recrrante Manoel Goncalves da
. Silva, adininislrador da massa fallida de Jos Ma-
! ria Ramonda, recorrido Luiz Rodrigues Ferreira.
Ao Sr. Brito.
N. 6470.Campos.Relacao do Rk).Escrivao
A. Araujo.Recrreme Manoel Joaquim da Silva,
recorrida Marianna Antonia da RochaAo Sr.
Silva Tavares.
e Mello joiz municipal do termo de
para tratar de sua saude
. ~Fi exonerado o lente reformado do exer-
clto Manoel Carneiro Machado Freir do cargo de
ajudante, do corono! recrutador dos municipios do
itecife e Olinda e noraeado para o mesmo emprc-
go o lente tambera reformado Francisco de Paula
Sa Peixoto.
Ao 3. escripturario da thesouraria de fazen-
da Llisses Pcrnambucano de Mello, foi eoncedido
um mez de licenca com vencimontos, para tratar
de sua saude.
Sob proposta do Dr. chefe de polica foi de-
mando Jos Cabral de Oliveira Mello do cargo de
0 supplenle do delegado de Nazareth e para o
o cidadlo Jlo da Costa
a honra oa justica, o assinj, depuis deproiestar
contra as anneaofies contra cesslo de Nice e
Saboya a Franca, contra-a expedc3o de aribaldi
asicilia e aples, deiqittio-se- de senader para
nao ser cumplice da wrgonli.i da patria.
O marquez BrignoW Saje era calholico, ama-
va a Italia e nao a revotu^o.
Em Genova fundou un* collegio de missionarios
para os paizes remotos.
O Sr. Armando remelle-nos aa scguinles
NOTAS A LA.
III
Seja bemvndo, senhor das *oa$ a tintas; eu o>
cumprimenlo militarmente.
REVISTA DIARIA.
assn alnnida > filta> que pir doente den
n aquellos dios o mencionado bacharel.
Dito ao mevao. Trasmuto V.S. paraos con-
venientes ex unes, a inclusa copia da acia do c.ou-
selhj a liniuistrativo do arsenal da guerra, datada
de 11 do corrente.
Dilo ao in pector da thesourera provincial.
Reco.nmendo V. S. que nao havendo inconve-
niente, mande pagir a Jio Carlos Augusto da
Silva, a qittutia de 1:463,5784 em que iiiiportuui
as despezad feilas cem a alimentaclo e dietas aos
presos pobres da casa de detonco, durante o mez
de novembro ultimo,, como se v dos inclusos do-
umentos, quo para esse Um me foram remetltdos
com officio do chefe de polica n. 1664, de 19 do
Francisco Amonio de Parias.Dirija-se ao Sr.
desembargador provedor da Sania Casa da Miseri-
cordia.
Hermelinda Candida Bezerra do Amaral.Man-
dou-se inscrever o lillio do supplicante para ser
opportunamente admiiii.lo.
fgnacia Maria de Sania Anna.Remcltido ao Sr.
desembargador provedor da Santa Casa do Misen-
cordia para allender a supplicante nos termos de ':
sua informacao de 18 do crreme.
SKSSAO EM 28 DE NOVEMBRO DE 1863.
Presidencia do Sr. conselheiro bardo de Mont-
serrate.
(Secretario o Sr. Dr. Pedreira.)
As 9 '/, horas abriu-se a sessao, achando-se
. presentes os Srs. conselheiros bario do Montserra-
te (presidente), Almeida, Siqueira, Veiga, Corne-
lio Franja, barao de Pirapama, Pantoja, Brito,
Silva Tavares, Ernesto Franja, Chichorro, Maria-
ni, SnnSes, Machado Nunes e Messias de Leao,
Por portara da presidencia, datada de hontem,
foi nomeado delegado de polica desta cidade e Sr.
Dr. Luiz de Albuquerquc Marlins Pereira, que
hoje mesmo deve turnar posse.
E' essa urna das melhores nomeacoes que lti-
mamente se tem feilo no ramo policial, porquanto
a par de illustraclo e prudencia, o Sr. Dr. Mar-
lins Pereira conhecedor do traquejo administra-
tivo, e goza de sympathias que, por certo, Ihe hlo
; de facilitar o exereicio do cargo.
Desejanios-lhe feliz xito nessa ardua larefa de
que sequiz incumbir na quadra actual.
Hoje se extrahir, pelo plano das loteras ex-
traordinarias, a 4* parte da 5a da igreja de Nossa
Sen hora do Guadelupe de Olinda, sendo o maior
premio 10:0)05.
AmaaBla celebra a nossa igreja o natalicio do
I Salvador, rajando as galas da alegra que este
fado grandioso da redempcao desperla em toda a
christandado.
substituir, foi nomeado
Ribeiro Souza.
Passageiros do vapor Jannaribe, vindo de Fer-
nando :
Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinho, um ffihome-
nor e um cscrayo, Exm. commandanle das armas; Ah asnm ? As mocas de Olinda *# retiran da
Solidomo Jos Antonio Pereira do Lago, tenente sociedade? ^" sa rearara da
Antonio lardoso Pereira de Mello, tenente Jos An-1 p0s olbe
tomo Ribeiro de Frailas, capillo Manoel Porfirio de digo.
SoraArj fIu^JmI^0"0m6FaM "-T e ()l,oco-me tarde no Varadero, ou na ra de
Wi \nn^ vZ tt naCav' .MaroelrJ.ose d Be,,l nu "* o S- Podro Martyr, e eompraso-rae
m. ,Jt i Mar|a d3S J'rgenf' de Ver rebeutar d'", dalli-eomo os todios fiara
dadL S^L^Sn^ V' mus,cos' dous sol- erguer-se nos adylos dos bosques os genios da sc-
Sm\.K?i^'"SS* d0Ze preSOSe JUS".sa' "d:, Pclas desnoras es,ivas ao luar-lrupos desc-
.s_m-uiheres c cmco "lhos menores pertencentes nhoras lindas, graciosas-ronter nos rninosog-
Antes de encelarmos conversa, um conselho :
tema grande precauclo para que Me nao entor-
ne o Unten o na occasio de tomar a suas nota e
suje-lhe o collele ou a calca branca que Ihe to
predilecta.
eu nao sei disto, no. E" o que Ihe
aos presos.
Passageiros do hiato nacional Sergipano, tambera
vindo de Fernando :
Altores .Feliciano de Lvra, tres soldados, nove
presos de justie. Joao da Silva Capella, Manoel
Cardozo Bibeiro, Manoel dos Santos Nevos, Manoel
Vicenle Gomes, Francisca Candida de Jess e um
lilho menor, Maria Jos da Conceicao, Francisca
Sima, Francelina Lyra, Mana do Carmo da Con-
cedi e urna filha menor, e Rosa Maria e seis fl-
Ihos menores.
Passageiros do hiale Nicolao I, sahido para o
Aracaty :
Francisco Emiliano Pereira, Francisco Pereira
de Queiroz, Joaqnim Bernardo de S Barreto, Do-
mingos Velho Brrelo, Francisco Urbano Xavier
Barreto, Francisco Prxedes Benevides, Francisco
Gurgel de Oliveira Pimenta, Manoel de Mello Al-
buquerque Barreto e quatro criados dos mesmos.
Movimento da casa de detenco do dia 22 de
dezembro de 1863.
A saber
Existiam .
Entraram. .
Sahiram .
Existcm....
Narionaes. .
Eslrangeiros .
Mulheres .
Estrangeiras .
Escravos .
Escravas .
295 presos.
9
11
293
196Jpresos.
33 >
1
2
54
7
293
>

Alimentados a custa dos cofres pblicos. .
Informam-nos que na missa da matriz da Boa- ; Movimento da enfermara no dia 23 de
Vista canlara madama Fanny Boureau difieren- zembro.
; tes pecas da grande missa de natal, escripia I Tiveram baixa :
I pelo compositor francez Adam. Tornar-se-ha as-, Manoel Hermenegildo, sarnas,
i sim mais solemne aquelle acto religioso por meio j Andr Terxera da Silva, idem.
, das oblaces da trra ao co, lio bem expressas
na referida msica, o que serlo anda
113
de-
fallando com causa os Srs. Azevdo e Napuco.
Leu-se e approvou-se a acta da antecedente.
EXPEDIENTE.
O/pcios.
Das presidencias das provincias :
Do Amazonas, do 17 de outubro lindo, envian-
do a resposla dada pelo Sr. juiz de direito Dr.
re
| Caetano Estellita Cavalcanli Pessoa nareclamaclo
bem tra-
duzdas pela voz daquella senhqra; eloquente na
harmona e commovente na expressao.
A galera franceza Solferino, chegada do Ha-
vre, encontrn no dia 6 do corrente na lal. 17* o
long. 28* 15m O. de Paris, a galera ngleza Drus
indo de Londres para Melbourne com 27 das de
viagem. Sem novdade. O brigue porluguez Flo-
rinda, chegado de Lisboa, encontrou os seguinles
navios: 28 do mez passado o patacho porluguez
Boa-F na lat. 32 :J5 m N. e long, 17* e 29 m O.
indo de Lisboa para o Maranho; a 28 e na lat.
Joao Romarico de Azevdo Campos.-Como i
quer pagosos direilos naconaes. I r ,)r- f'dgero Gongalves da Silva.Ajuute-; 30. 22 m N. e long. 17 45 m, a galera franceza
Jos Al ves Barboza.Informe o Sr. inspector do ,a l,rocesso- | Santiago em viagem do Havre para as ilhas Mau-
arsenal de marinha a respeito do orphlo. uo "'"'annao de 2 do corrente, commumean- ncjas ,endo a j7 dias de travessia; 8 do cor-
ese Caliste de Frailas.Informando o Sr. admi-' (|Ue no mez V000 nenhuma alleracao houve no | rente e na )at 14. 49 m N e |ong 26 Um 0 a
Tiveram alta :
Juvno Nunes Pereira.
Domingos, escravo de Albino.
Obituario bo da 22 de dezembro no cemite-
rio publico :
Manoel, Pernambuco, 18;mezes, escravo, Boa-Vis-
ta, denticlo.
Francisca Maria do Espirito Santo, Pernambuco,
45 annos, viuva, Recife ; hepatite-chronica.
Antonio Liberal de Miranda Abren, Pernambuco.
40 annos, casado, Boa-Vista ; phlysica.
Isabel, frica, 40 annos, solteira, escrava, Recife ;
ttano.
Maria do Carmo, Pernambuco, 80 annos, viuva,
Recife ; amollecimenlo cerebral.
Estcvlo, Pernambuco, 3 mezes, Boa-Vista; ps-
tulas.
sa
vo, relativas no alugue! vencido desde abril do -P/ chefe de polica.
anuo prximo passado, at 8 de marco ultimo, da Marte Joaquina de Jess.Informe o Sr. coronel
casa que no termo do Buique, servo de tfmiM ,rf|i!niladr.
0 eadei.i, autoriso V. S. a mandar promasar--* *,Mai:ia Praucisea Soares Brandao.Prove a sup- '0. '"' "oncedida licenca ao Sr. juiz "de direito
s-r paga ao propietario coronel Jos de Carvaho, liante qoe viuva. : Ur- francisco Soares Bernardes de Gouva, da
de Araujo Cavalcanle, quande nsscmla legis- MariaJBurges Carneiro da Cimba.Remettido ao coma7a dt I'aborahy.Averbe-se.
1 ihvi provincial marcar quola. a divida ppoveni- S- desambargador provedor da Sania Caa de Mi- Minas, de 21 do corrente, communicando
ente desse aluguel, visto pertancer exercicios j sarJcordia para aitender a supplicante nos termos ,or c"y'ado ao Sr. juiz de direito Dr. Joaquim Pe-
oiicerrados, nao na razio de 20^000 mensaes carao de sua nformagaa de 18 do crranle dro V iliaca, a portara deste tribunal.
pedio oich-fe de polica em officio n. 932, de 11 de T.-nente coronel .Manoel Duarte da Costa.-Inde- ,. Bequerimento.
junlio desle anno, o consta dos citados documoa- rido em vista da infblrnaclu. m Do br. juiz de direito
to-, e -un na de 'S'XX) ,.0inu havia sido pago an- Manoel Jos de Albu juerque Mello.Remettido
teriormente.- Communicouse ao Dr. chefe di Sr. diructor geral da instruccao publica para mean'o.-o P-ira a comarca do Porte Imperial, na No dia sexta-feira 18 do corrente, pelas 9 ho-
H er a supplicanle nos termos de sua informa- nrov"lcia "'-' Goyaz.Defeno-se. ras da manhaa, leudo de passar cavallo pela bar-
' do crreme.
^5Bb Parre ira da Costa Miranda.Informe o
comarca de Mossoro.-Averbe-se. sr. Dr. promotor publico, ligando a devida
,1 Ja"0iro, de 20 do corrantel commu- importancia ao facto do envenenamento de sete
nao que pela_ presidencia da relacao do dis- pessoas na casa de delenjao, por haverem comido
fructos de estramonium, sera que Ihe conhecessem
os lerrveis effelos, requeren varias diligencias
em ordem veriflear-se pelos meos regalaras se
de parle do agente houve culpabilidad*;.
Ao que nos consta apenas houve nesse acto
urna dessas fatalidades que a ignorancia d
lugar.
uiz ue direito Dr. Antonio Joaquim Ro- Remettem-nos a seguinte noticia, a qual aqui
es, ptdindo o registro da carta imperial m- con>ignamos para correceao do abuso n'ella notado:
polica.
Dilo ao commandanle suprior dagus-rda*-
cionalda Boa-Vista. Respondo ao seu oftVi.
22 de outubro ultimo, dizendo-lhe que, tendo-o-aN &.'%*>$& das otou publicas,
feres secretario Jos Bonifacio de Azevt^M*^ -y#eWiiia Mara da ConcoicOvRemettido ao Sr.
pongas, se apresentado a esse com mando superior .desainbjrgadtM- (irovedor da'Santa Casa de Miseri-
" a respectiva guia de passagem e paiente.'de- cortlte para allender a^uaplicante nos termos de
. b. fazer no verso desta a declaracao 4a- ia-informacao de lda corrente
Exposiro das revistas.
. 6443, pelo Sr. Chidiorro.
. 6448, |ielo Sr. Messias de Lelo.
N. 1785, pelo Sr. Silva Tavares.
com
veV
da de sua apresentaco, e rerneJler-m'a infTmam
do a que corpo convm ser ello aggregado, ali
de lanrar-se na mesma patente a compleme apos-'
lilla.
Dito ao commandanle do corpo de policaEm
vista do attestado junto ao sen officio n. 521 desia
data, mande V. S. dar baixa ao soldado Ceterido
Marques das Chagas.
WAftMr-BAS ARMAS.
Gurate
Per
cominando da guarnirlo de
11. ...,ro, 23 de dezembro de 1863.
l *4o da n 278
Dito ao mesmo Pode V. S. mandar engajar O coronel coi: ante (Ja uaniioa* iax puM
para o servico do corpo sob sea commanao, os ocparaosfln entes que senwd co9-
paisanos Jos Supecinio de Frailas e Joaquim Ser- tou de officio da presideoeta, de hontSl datado,
vulo Vieira da Paz, apresenlados por seu officio u foi exonf
320 des la dala.
aWi-'
ido a seu pedido, domprego de aju-
idante encarregado do recrulaqiento nos mani-
Dito ao director geral da instruccao publica.-^ cipios do Recife e Olmdi, o Sr. lente reformado
Altendemlo ao que ex|)z o coronel tiburiino l'in-'
to de Almeida, no incluso reqoerimento a que se
refere sua informacao de 19 do corrente sob n.
219, mande V. S. admillir no Gymnasio Provincial
<:oino alumno interno gratuito ojilh dw supplican-
te de nome Jos Manoel Cavahfnti d'Almeida.
Dito ao mesmo.Devolvendo a Vine, o requer-
mente a que se refere a sua infermaclo de 18 do
corrente sob n. 214, era que o
guste de Andradc e Silva,
snar particularmente nesl
tras e latim, o autoriso a co
cenca urna vez que o supplicante
esse liui as exigealhi da le.
Dilo ao juiz de Mo do Brejo. Em vista
(pie ponderou Vmc. era data de 11 do mez pas:
Jo, autoriso-o a elfectuar com Emilio Carlos Jor
dio, de conformidade com a planta e orc,amento'
por este aprescnlado, e pela quanta de SOOJWOO
rs., 0 contrato dos concertos do.pavimento terreo
011 cadeia de Pesqueira, sendo a custa do contra-
anle a conducc-lo das grades de ferro da cadeia
de Cimbres para aquella, fleando a inspeecao e re-
Antonio Au-
nca para en-
pnmeiras lot-
r a referida lii
satisfaga
Manoel Cardeiro Machado Freir, e nomeado para
e substitui-lo no referido emprego, e Sr. leneute
tara bem reformado, Francisco-de Paula S Pei-
xoto.
Assgoado.Luiz Jos Ferreira,
Conforme. Jos Ignacio de Medeiros Reg Mon-
teiro, capillo oncarragado do dtalhe.
INTERIOR.
IO DE JA\KIBO.
SUPREMO THIBIJliAL l>B
JLSTICA.
sessao em 25 de novembro de 1863.
Presidencia do Sr. conselheiro bario de Moni-
serrote.
, (iMRario o Sr. Dr. Pedreira.)
As t {-horas abru-srr-a Jls&o, achando-se
ccbimenlo dessa obra cargo de Vmc! de'pois de presente os Srs. cnselh<*iifHBelda, Siqaeira,! ma.Negou-!
previamente approvado o contrato por esta presl'- Veiga, Cornelio Franca, barifrde Pirapama, Pan- I N. 6403.J
JULGAMENTO.
Revisto civel.
N. 6410.Recorrenles Gomes Freir de Andra-
de Tavares e outros, recorrido o visconde de Bom-
Ora.Negou-se a revista.
Passagem das revistas.
N. 6448, ao Sr. Almeida.
Ns. 6447 e 6462, ao Sr. Siqueira.
N. 1783, ao Sr. Ernesto Franca.
N. 6443, ao Sr. Mariani.
Qonclusao da reclamacao.
148, com as respostas de juizes interessados,
ae"Sr. Simes.
Dia.
Alm das revistas que estavo com dia para
jolgamento, ficou mais a de
N. 6446, relator o Sr. Machado Nunes.
SESSAO EM 1 DE DEZEMItRO DE 1863.
Presidencia do Sr. conselheiro bardo de Moni-
serrle.
(Secretario o Sr. Dr. Pedreira.)
As 9 j, horas abrio-so a sessao, achando-se pr-
senles os Srs..: conselheiros bario de Monlserraie
(presidente), Almeida, Siqueira, Veiga, Cornelio
Pranca, bario de Pirapama, Pantoja, Brito, Silva
Tavares, Ernesto Franca, Chichorro, Mariani, Si-
mdes, Machado Nunes e Messias de Leao, fallando
com causa os mais senhor's.
Leu-se e approvou-se a acta da antecedente.
Nao hOuvc expediente.
Exposicao da revista.
N. 6433, pelo Sr. bario de Pirapama.
JULO AMENTOS.
Revi.las civeis.
N. 6131.Recrrante Manoel Jos de Soma Lo-
bo, recorridos D. Joanna da Silva Andrade, o te-
nente Jos Dias de C slro outros, viuva e ber-
deiros do finado Luiz Lourenco do Valle Quares-
se a rev jia.
dencia.
Recom tes Valentim, Serafina e Jus-
toja, Brito, Silva Tavares, 'Ernesto Franca, Chi- tina Maria da Conceic io, por seu curador, recor-
**?^JE!K,?*i t2*PLS2! Tsmo ch9rro- Mariani> S""*. Machado Nunes e Messias rulo Helecdoro Macha Jo Mirques.-Concedea-se a
tu- de Leao, faltando com causa os Srs. Azevdo e revista e designou-se a relacao de Pernambuco
Jordlo pela quanta oreada de 1:4505000, _
ra do novo acude de Cimbres, sob a mesma inspec- Nafeuco
ca. recebimento, e approvacio cima declaradas, Lfeu-sc e approrou-se a arta da antecedente.
e observando-se em ludo oque indica o director, T expediente
las obras publicas na sua informacao n. 248, de Jk Officios.
por copia, sobre a quanfidade^^Ih secretaria de estado dos'negocios da justica,
unta
para jnlgar novamen a a causa.
N. 6444.Recorrai te Joiio Nunes Duarte por si
c como tutor de se Dlhos, recorrido Antonio
Luiz Marques.Negeu-se *i revista.
N. C<433.Recrreme D. i >> i ..- cny-
i reir do Manguinho, nao encontrando o cobrador,
demorei-mc alguns momentos, e como visse que
nlo appareca. segu minha viagem. Quando j
eslava na entrada para a estrada da Ponte de
Uchoa, vejo que me segua um soldado, paris e
este ae chegar agarrou as redeas do cavallo, imi-
mando-me que vollasse para pagar a barreira, Uro
da algibeira 40rs. e Ihe entrego, dizendo-lhe que
nao linhaobrigaco de procurar o barreira, como
este imprudente soldado deixoa rahir a moeda ao
chao, dissesse que nlo era cobrador, e que me
havia de arrastar at o lugar da barreira, e de-
pois de omitas altercacoes, ao apparecerura urba-
no deixou que seguisse minha viagem, dando-llre
outros 40 rs., pois nlo tinha moeda de 20 rs.
F. P. da G.
Dio-nos a seguinte informacao :
t A's 2 horas da noite de 21 do corrente quize-
ram arrombar as portas da casa que habita a Sra.
D. Maria, defronte do sitio de Mr. Robert, na prin-
cipal ra da Capunga, e porque a dita senhora,
spluagenaria, dissesse aos ladrees que nlo (inha
ouro nem prata, era joias, e estava alli por es-
raola, mandaram-n'a calar rom appellidos iajnrio-
sos e nomes obcenos. Ferida em seu- bnos, a po-
bre viuva apila, grita por saa liberta, mulher de
40 annos, e pelo rapaz Damaso, que alli tinha ido
a servicu; redobram os a pilos, dio dous tiros, e s
entao foi que os ladrSes se retira rain seu salvo.
Os visinhos nao acodem, porque sendo a qua-
drilha moradora, romo dizem, ahi na Baixa-Ver-
de, e composta de 12 sucios, nao qnerem expor-
se aserem victimas, havendo quem diga que tudo
isto para desacreditar o actual governo. >
De Pao d'Alho nos escrevem em data de 21
do corrente :
< Nao ha novidades grossas : as bexigas vao
reappareeendo. Sao cousas deste mundournas
morrem ao nascer, outras. crescem ao morrer
I paraS. Pedro, i leguas, um sujeitointri-
gou-se cora outro, e Tingou-se em tomar sou
cargo a cura e tratamento de um bexiguento. para
ter o gostinho de o pr de fronte da. casa do seu
desafleicoado.
< Houve jury, que durou 3 dias o foram julga-
dos 3 processos.
As restas felizes, e que Ihe chegue cheio de
venturas o anno que vai eomecar.
Na Revista de hontem demos a noticia de
que havetia trem ordinario para Gameleira l'na
nos dia 24 e 26. quando 23 e ti.
UM POUCO DE TODO.
A Nacdo publica o seguinte :
Um .Napolitano, por nome Grimaldi, inventen um
novo sysiema de caldeira a vapor, que foi ha pou-
co experimentado em Inglaterra.
Rene as vantagens dos ap'parelhos de evapora-! vella Olinda
cao instantnea e as das caldeiras ordinarias. Ossian, querer que Olinda esloure de um ataque
A fornalha interior c a caldeira est constan- apopltico, em guiza da ria da fbula que estojiroa
olhares ardentessorrisos frvido de felicidade e
de amorgracejos com chisteviva expansao de
prazer erafim.
Eis o que eu noto quasi toda a tarde, que Deus
da, quasi toda a noite, de um cewo lempo para c.
S se eu nlo estou em mim I
Ser assim mesmo, senhor coilega? Que diz?
Como qnr que seja, o certo que essa* appa-
nges eu as vejo, eu as dislingo, euas sigo, por al-
gumas me arrebato, a estas fallo, cora aquellas ri-
me-tudo em muito boa vida d excellenie reali-
dade.
Nao as reputo sombras merencoricas, de rayste-
riosos e carregados conhossombras Ja* tradeoes
indianas, por V. S. citadas.
Tenho assstldo por esta festa a diversas partidas
ou reunides familiares em casa do Illm. Sr. Dr.
juiz de direito e do Dr. Lins Caldas, e me parece
ainda que at a urna mesma no sallo nobre da an-
tiga academiaessa Jerusalm desprelada e ludi-
briada hoje, a qual se pedera muito bem applicar
aquella lamentadlo do prophela: O' vos omnes, qui
transitis per viam etc.
Essas reunides tem sido mais on menos concor
ridas, segundo o grao de humor dos convidados
na razio directa dos banhos no marpanacea sin-
gular de que os mdicos lngara ralo para suppri-
rem as lacinias ou as incapacidades oVsciencia de
Hippocrates no tratamento das grandes enfermi-
dades.
A essas rcunioes hao comparecide nfogas, nao
mocas sombras, porm ataviadas de ctxoHoilettes
e cuja vid, nos ritnrnsllee drv ariftr i jfjntn
sent, ao conchega-las, no calor, no arfar dos eol-
ios offegantesno tremor ou antes na gelidea das
maosinhas sedosas e avelludadasno brlho scin-
tillanle ou mrbido ou lnguido dos olhares, Segun-
do as suas deferentes organsgoes.
Ora muito bem.
Se assim como dizer-se que as mogas em Olin-
da se reliram da sociedadesao sombras das cren-
cas indianasOlinda tem urna vida de estatua
etctera ?
Duas representacSes dadas actualmente no thea-
trinho da ra de S. Bento, hlo sido abundantemen-
te concorridasa ponto de nao chegarem os blll-
tes para os que desejara.
Sendo isto evidente, como tambem que nesse
concurso sio as senhoras quero oceupa era numejo
o primeira lugar, porque negarse qne Olinda ua
sensivelmenle melhorado do marasmo de annos?
Poder o collega contestar cora bas arinas que a
Olinda deste anno nao a mesma de quatro an-
tes ?_
Nlo creio I So se o senhor um emperrado ar-
gumentador, em marruz, o qoe Deus me lvre de
suppor. nem por sonho, em V. S.
Anda mais.
Ha urna festa religiosa; o templo fica repleclo.
Convida a msica ao recolher; o adro da igreja
de S. Pedro Martyr trasborda, ff ou nao ver-
dade?
Querer mais vida do que estaquerer maior
porclo de sangue as veias, outr'ora regeladas, da
dos bardos, como a Caledonia do
temente cheia de agua quente na temperatura de
160 graos centgrados, sem quo possa evaporar-se.
D'aqu resulta que a massa de agua eas pare-
des metlicas s devem absorver a qunti lade de
calrico necessario para elevar a temperatura a
160 graos, e nada mais, o que indispensavel
evaporarlo, isto a quarla parte do calrico ab-1
de vaidade por pretender emparelhar ou saperar
o boi.
Diz o collega : iQue vale a vida, quando nao ha
prazer e risos, festas e cantos?
Ainda mais ? I E muito exigenteal a exage-
racao o senhor tinta I
Ha piahbs, que tocam, reunides familiares, re-
sorvdo pelas caldeiras que se empregava geral-' prcseritagas tiieairaes, serenats, ao luar, passeio
mente, o que permiti por conseguinle diminuir a de noite, passeiosao mar, visitas de familias entre
superficie da fornalha, e nao impede que se con- s mesmas o que mais qur, senhor ?
*
Cbncedeu-se dons me^
respecMft vencimNtfo ao^
de licenca com o
harel joo Baptista
serve o fogo com a mesma aclividade, o raesmo
que se augmente dmnuindo sensivelmente a acti-1
vidade da conbuslo.
A caldeira munida de todos os apparolhos de
s'guranca que se appcam s caldeiras ordina- j
rias. Funcciona da maneira seguinte. A agua
quente sae em pequeos jactas por urna abertura
qoe existe na parede interior, e que se abre e fe-'
cha alternativamente por meio do um regulador.
Cada jacto vae cair sobre um ou muilos tubos ds- j vemos de brigar, meu amiguinho.
postos no centro da fornalha e aquecidos a urna | Escreva os seus apontamenlos que eu conlinna-
temperatura suseeptivel de produzir immediata' rei, quenado Deus, a rabiscar as minbas notas,
evaporacio. Esta temperatura tanto menos ele- Veja : eu sou um rapaz cordato.
E esta!
Arre l com tal fradinho
De tamanha impertinencia I
Pois, meu caro senhor tinta, eu assim que
emendo e comgocreio emende Olinda em
peso.
Mas, escute.
Nem por discordamos no modo de entender, ha-
vada quanto superior o grao de calor da agua, o
que permute a exposicao dos tubos a urna com-
buslao menos activa, e collocal-os bastante altura!
na fornalha para que se nao queimem.
Alm disto, para os preservar do excesso do
fogo no momemto em que a machina deixa de tra-
balhar, continua-se a fazer circular a agua, como
se ella eslivesse em movimento.
Grimaldi assegura poder applicar o sou inven-
to s locomotivas, navegacao e aos oulros ramos
da industria.
Fallecen h i pouco em Genova, sua patria, um
daqnelles horneas, cujo nome a Italia podo pro-
nunciar com vaidade : o marquez Brignoli Sale.
Nasceu elle em 1786 e era neto de um doga ge-
novez.
Quando Genova foi incorporada ao primeira
imperio francez, Brignoli foi governador de Savo-
na durante o captiveiro de Po Vil, que lie chama-
va sorrindo : Homiobuon rurcieri.
No congresso de Vienna advogou enrgica, mas
intilmente,;independencia da sua patria.
Aprecio em excesso a harmona, corno a pri-
meira lei de equilibrio em tudo.
Para prava, supplico-lhe que me ajnde aroetter
pelos ollios da cmara os seus dpveres esquecidos
e postergados, afim de ver se essa senhor a um dia
se emenda.
Seja o thema;
Fallar na bica dos Quatro Cantee, que urna
verdadeira esterqueira.
Fallar nos porcos que accommeKem de aoite os
transentes, to avuliado o seu numero.
Fallar nos eatulhos dos beccee, nos barrancos.
das ladetras.
asjerobebas dos adras das igrejas.
Em indo quanto diz rrspeilo a cmara.
O progresso material tambei progresso.
A cmara o municipio.
Urna cmara composta de ei da dios conspieaos,
imelligcntes, honestos, patriticos, o primeiro
elemento do progresso de urna municipalidad**.
K por isto que deve Itavec acurado criterio da
parte do povo na escolha dos vereadores.
Ao contrario delapidara.-sa os dinheiros, e o mu-
Passando Genova a ser cidade piemonteza, o nicipio anecia de marte e envelhece de regresso.
marquez foi desde 1816 a 1819 plenipotenciario e
tratou o casamento do principe da Carignaa, de-
note ro Carlos Amorto, com a arehiduquexa de
Austria, Wha do grao-duque.
De 18*> a 1821 representen o governo sardo em
Madrid, em 1826 representla a Sardealta na co-
roscan do czar Nicolao, eia 1836 representou a
Sardenba aa coroacao da ramha Victoria, de 1836
a W48 toi embaixa'dor en* Pnris, e a oltiraa vez
que representou o seu paiz, foi em Vienna depois
do desastre de Novara.
Foi nomeado govomedor quando o Piemonte
cstabeleceu o gover eonstitucional, e s appare-
ceu no senado era 4855 para defender as ordens
religiosas.
Brignoli di Sale sentio urna profunda dr, ven-
do adoptada anolica revolucionaria desacatando
E adens, senhor tinta. Para supprir a" cabu-
la da semana passada, espere outra vez por mim
sabbado desta.
Havia antigamente as salas das audiencias *>
Toledo este conceituoso distico :
Nobres, distinctos varoes,
Que governaes a Toledo,
A entrada destes portees
Despi-vos das affeii;oes,
De ambicSes, temor e mede;
Por quaesqoer communs proveilos
Deixai os particulares,
J que Deus vos fez pilares
Destes riquissimos leitos,
firmes e direiti
ir


^
. .
4
tarto de Pfrtsmhnf ... Qntnt felra t4 de Dc/embr de 1S8.

A-
f=
COMMNiCASOS..
Quando cmrespostt s/roud*t
mos acerca da ordem deJHpBPKmi., proliUudo
que as senhoras ntrem > Ras igft$
mos um communioado asignado pelo 8^H
siderainos que tmbaaSMfeCAnteiulor^^^P
ton^a tregua, fuj lal c| que nos cSralae* in-
sulso araaiai^nuo pensamos por termo discos-
sao ; e de urto a teamos abandonadlo,senao lo-
'.^ .n^B^nSRn^B^nk .XteAnut.:
que qualquer maist
modelo do sabedoria o virtu-


Quano nos ncommoda ver um sacerdote
quer
desgosto nos nao causa o vermos o nen-

raa
tm, Srs. redactores, unta cid
qur-se luxar sein se trabalhar,
da rete
hwrtlado
OiSU
rpuwic^ (jj
^\fM Pertugal nest pro ido Je
rofcmto s subditos fQr<
oruaaUan^H

All mesmo por occasjo do casamento de urna que se acha recollfc* casa tedtfflfl^Q a preta ,
iha do 8r. Varella surrapiaram 132,5 dos boleos Narcizs, que diz ser escrm da qaun Lopes da d" ".-^
mal i e nm Francisco Dantas Teixeira ; o sugeito deu o Cunta, a qaal fra apprctiemlida no apgenho da cops|ad -^

Para e Uto de dauciro
do corrente pretende seguir im-
aeho nacional Beberibe, para
arga para os < \cellentes coramodos tratase
asignatarios Antonio Luiz de li-
no seu esenptorio ra da


rr;Ve vi dC r^rato e que S .Vaco fdem que outros, diversas vezes, lli Serra, freguezia da villa do Cabo ; -H*m fOr sea ^IT^^mi
oh um afeitado petimetre, sem um dtelfectivo se^ m pernoita naquolta casa, e dado o caso, o Sr. Sobdelegacia da treguezia de S. Jos, 11 de.de- gim 0& ^mm das v mHi
qaer de saa classe. '"J6'1 qomxa-se de seus escravos. zembro de ISOJ. du caixei'ros e crudos, com as rcspcctiv^H

r^a^n^Jl^TjA"^^sm hum "a5eYode"no"ssoSlemptoN e apoucagrvida
q O &.2?*S nataSS?S s i *> *** ornamentes; o nenhum respeito,. que
J: n Efc 5SF .SE^li I ha da parte do que assistem aos icios divinos,
seollie^a|Ai^soplismr procurar os templos, mais como
Nao safe l -na, que aussOo oonplortem ene-; ii *i5 ^ varja entes eui k^ jura fes l**. "">* j Qucm nos dera\r os vigarios cuidaremde in-
^S^^1S^tS%^^' espido dos raen
a que a quesiM invoivid nessa nuvem dwiana
cutir no espinto _
cousas divinas, e ocoubecinjeoto das verdades e
doutrinas'do christinnismo.
Lilitada ? i---------.,_:* ; .. ._i
refferentes
ra a lo^ca para o taita a arte de Mar mu-' *&&g ? ^J^^^tA J.^
Kn^to ca^a. a bem' Ihcs dev^da, e que mereccm, nor,,ue asslm mais
*r n uito, e nao a .fo cn*ma a oem dcsenvoMdo ^^ espiril0 Kgjm do nosso
'alJin ^nnti, v*iauom tem'P, mais robusta a saa f, e nossa religiao te-
to e de esaVe
raciocinike di;
Passrefcos questo, c nclla se vera qucm tem
obsojuadoas regras daboe rigoresa argumen-
tacSo.
HissentOj nos : se as scuboras as devcni entrar
descobertas nos templos; se com seus chapos
ellas saleTazt-nt ae precerio ; se ueste uso nao lia
alla de decoro e reverencia ; e se finalmente eui
ria sem duvida de prosperar e abrilhantar-se.
Quem nutre tao bons desejos nao deve ser ta-
sado de irreligioso, como o quiz fazer crer o Le-
vita, pregando falsidades. Oxal que todos pen-
sassem a este respeito como nos, que com T e
couvic^.o amamos a religiao do nessos paes, pois
Pobres escravos I Assevero-lhe
ta tal condicao, ju nao quererei
que sujeito a
nunca dormir
O fecal da freguezia de Santo Antonio des*a
cidade, em observancia ao artigo primeiro do titu-
n palacfe do Sr. Varella. ,0 nowdas ta de ;w de fanho de m9 e as
IM^TJ^a05 tte* l?f *" C1"aii; ^'tiradas orlens da illustrissima cmara munici-
fcAfSa2.?,b.afados' Ku?rldads e reparl'0'";1: pal, rat peto to ^^
Vatu |kkJim fidalgwnho filho do decan- j ^^ ^,ej depositadas aetnaJmedte no
S^Z^^lt^S^ wS"e^s os-escandaU a c^na're-
tttA SnS" LsSubCluma'al pro'hi- Hgiosa seria^ mais firme, e seus suhl.mes preceitos
fundain^ito entre ais
liicao ?
l'rovMmos eihuberantemcnte cada urna de nos-
^as pioposfcoos. j3
Quem soubesso logie, devia ilustrar, ou que
)m o chupo o preceiui da igreja nao era satis-
feito, ou (|ae esto uso involvia uina falta de respei-
to, on d;ir urna forte razao, >|ue pistitlcasse a adinis-
sao deste costume em toda a parte, e sua probibi-
^io nesta cidade.
Tora disto nao ha aru;niitacao possivel, sem
ser disparate. -,
Vejamos como precedou o Levita sustenton a
irreverencia do uso dos chapos; e justificou-o
na Europa pela n.ressidade du agasalho.
mais fielmente ejecutados.
Despedimo-nos do Levita sem saudades, por se
ter afiastado da verdade, altribuindo-nos cousas,
que nunca pensamos, nem dissemos.
Recife, 20 de novembro de 1863.
O primeiro bom catholice.
CORRESPONDENCIAS.
ado Sr. Pclintra. Por acaso sera isso mana dos (i-
lalgos dessa ordem 1
Tambera corrente, qtw certo vaqueiro rece-
lendo urna quantia do Sr. Varella e em sua pro-
ria casa, este o convidou para almocar, ou jan-
ir foram mesa, e o sertanejo deixa o sea di-
1 heiro no bol^o da respectiva veste do coro ; ao
oltar do refeitorio nao enconira o dloheiro que
uardra : dooccorrido queixa-se aodono da casa,
I leve em resposta ser sem duvida o roubo feito
slos seus proprios escravos; e ah ficou o neg-
o : o pobre sertanejo chuchou no dedo e na bolsa,
u nto que tendo de comprar urnas encommendas,
ti mou para isso dinheiro emprestado ao mesrao
S -. Varella.
Sirvam estas minlias mal alinhavadas c toscas
li has de guia, e norma para quem procurar seu
d nheiro do devedor Jos Ferreira da Costa, aborto
d inf;ratidao? quem Campos t Lima tirando-lhe
d mo o clao do tresmalho de que humildemente
v via, de camisa e seroula de algedaojis no chao,
nontado s vezes na cangalba de um sendeiro
vi ndendo peixe, o eievou parecer gente na so-
ci :dade !
Oh I miseria I
E' corto que o dia do beneficio, a vespera da
in ;ratidao.
Jodo Evangelista Bello.
Senhoros redactores.Prometti, no Rio Grande
do Norte, onde permanec desdeimaioat das de
novembro deste corrente anno, que em chegando
^'qe^ C0Ctitua10 "rnal aerando ser bem
Tde/So n2aV,cCLSur'0,lar "^ ^ "" ^ A L&rl. de mihha vida- no Rio Grande ou an-
........... .it.rt tes na Bocea da Matta, pciuena villa daquella pro-
J se vi. 7>oii, que o Levita audou sem reftexao ;
que mufla razao tivemos em nao admittir o fri
coiiu fundamento de taf permissao, massim a con-
?iecrio um que estavam a> autoridades ecclesiasti-
cas, de que este costume uada tinha de ineve-
rcuje.
O isvit/t no seu primeiro conimunicado disse,
vincia a seguate :
Os Srs. Campos 4 Lima, negociantes desta pra-
ca, e algunsoutrostambem,encarregaram-mc para
naquelta provincia arrecadar diversas dividas per-
tencentes sua casa commercal, aceilei a com-
missiSo, e passando a aquella provincia, all, na
era indecoroso, e que s- Bocea da Matta, em cujo termo "J?**!1***
mente o fno o faU consentir na Europa : com \ ?rrwra d Costa, um dos dadores du'Umpto^
nossa argumenta^ foi coagido a abandonrosles Lima, tome, mou aposento, e com alguma sagac..
dous baluartes, eugindo >m o menor pejo, ousa dade paz-mea sondar o que seconvewaya *obre
dizer que de nosaat palavras e raz5es s se colhe a* Unancns de Jos Ferreira da Costo efe Mm
futilidades e sopliismas; ei-lo, pois, vencido no aue taes deyedores, dos quaes tinha cu de l.qu.dar
comate
cuou um
leri-lo morlalm
rum Xttuatis. Q ^am}f-^ dg0eu,
quer ser rico!
Depois de* renimar-sr dos dous golpes do primei- tros guardariam para si:
comba*, procurou o Levita novo reducto para f moco nao velho, q
Nao e padre nem hade,
Mora junto de padre,
sua.delxa.j mas lamentamos que desta vez tonha
sido aindamis infeliz, e que mais patente se va
tornando sua (raqueza.
O Letitn qur boje fazer crer que us pregamos
dcsoliedieucia ordem de S. Exc.Rvm., que sobre
ella laucamos o ridiculo, c que irrogamos una in-
juria ao apostlo S. Paulo,
o fjrfa n>m obrigai;ao do conbcccr a liuguaem
que escreveinos, e deve abominar a calumnia e a -
falsidado.
N's dissemos que guardando a devida reveren-
cia par com S. EfcRvin., erespeitaudo a ordem
por ello mandada transmittir aos vigarios ; deseja-
vaios saber qual i> seu l'uiidamento.
N'lSto ufo ha o menor ridiculo, mostramo-nos
liuniiWt'S e itlenelosos, e nacontestamos aS.Exc.
llvm. O poder de transuiillir urna tal ordem : e
qtiando o Levila citou os livros santos, dissemos, -
que So Sicpderaiuos que mesmo assim ello de- presteza anida viera a Boceada Matto Irypotheear
vtsse prohibir o uso dos chapos, porque o precei- os mesmos bens a seu compadre Manoe Varella do
tn dos santos padres para que as sonhoras nao Nascimeiilo, ricasso do lugar, e c
entreo descobertas nos templos, mas nao para que Certo dessa ocurrencia o que
entreo de veos ou de chpeos : porque a patarra '" crfo/o uosja all de preferencia ouira, porque, uessem osen dinheiro.
naipielle lempo era com veos que as senboras co- Inmediatamente rer|uciro certidao dessa hypo-
hriam as cabecas theca, na qual figura \ arclla como hypothecario,
Em que ouaqui o ridiculo ? iencoutrei a rcalidade delta : passo a Touros, en-
Podemos afflauear ao torito, que sem pertencer-, entro o mesmo, sem ao menos ter havido desisten-
mos nobre ctasso ecelesiastica, sabemos rcspdtar. ca dessa pnmeira. ...
as autoridades da igreja, e tudo que respeito i Cliego a captol para frustrar o registro dessa
nossa sublime religiao, como o meltmr sacerdote ; l'ypotheea falsa, acho barreira da parte doentoo
e que conhecemos muitos levitas, que a este respei- J"lz municijial substituto um Sr. Nutra, que e
lo nos sao iuferQres compadre e muilo amigo do Sr. Varella, a favor de
Duer Que um preeeito de S. Paulo mu justifica- quem, e com escndalo frcejou para que fosse re-
de naquelle,lempo, podia depois ser digno de as- gistrada urna tal hypotheca...
E parece frade! Jesuta
Quem quzer que advnbe 1
fomava ou notado tudo ; o diziacommigo mes-
rao : trra pequea, e com pouco estou senhor
da vida dos homens.
Assim succedeu ; meu dito meu feito.
Custou pouco. Soubc logo que Jos Ferreira da
Costa j nao morava no Porto-mrim do termo da
Bocea da Matta, mas no termo da villa de Touros,
ou que morava l e c, souhe mais quo Jos Fer-
reira para nao pagar raeus constiluintes Campos
A Lima, apenas Ihesconstou que estes se achavam
na cidade do Natal correr at a villa de Touros,
c ahi hypothecra todos os seus bens por !):OOf5
sua sgra, e que logo, nao jutgando sua dita so-
gra com bstanle torca para o garantin, com mais
Bocea da Matta hypothecar
_ ompadreManoel
Nascimeiito, ricasso do lugar, e coronel
Certo dessa oceurrenca o que devia eu fazer *
le sabir cora muia Lre-
aotio I apitao Joao
arte da carga :
lase com os consig-
iueira; Bel irlo, largo do Corpo Santo
nacfes c com as niesmaa deClracOes. f^
'As pessoasque nao sonberemescreYererqne'no
tenham que Ihes faca estas relacoes-deverie we}
ao consulado faze-las verbalmentc, onde Ibes I sahrr com a maior brevilade oitem contiendo
rao tomadas todos os dias uteis desde 5 hera-, brigue jiortu^je* Hekmpago : qnem no mesmo
,t s 3 da tarde* qni 'st our d passagem, para o que of-
l'ARt lllOi
PUBLICARES 1 PEDIDO.
|0 major da ra do Imperador applaudio a lem
bi inca do Sr. compadre da Revista Diaria, e dse
ja do' fazer-lbe a sorpreu, qur saber o lugar da ranhao, bacalio.
su i moradia.
\ssegura-lhc bons abacaxis e doces lagrimas do
D( uro, com a condicao de dizer quem para Ihe
ab acar, e certificar-Ihe que seus escriptos tem
ag adado Mnimamente.
) Sr. compadre talvez o nico desta cidade no
gei ero jovial que escreve, critico sem mordacida-
de, estylo ameno, linguagem correcto e chistoso a
ten po.
i evele-se que ser attendido.
caes fe Ramo, quo. fez lavrar os respectivos ter-
mos fe achada, pela infraecao ao rilado artigo pe-
las madeiras all existentes.
E, para que nao appareca ignorancia sobre tal
nfraceo face pubce peto Diario, visto nao ter
sido possivel serem encontrados todos os donos
damadeiras que naquello lugar se acbam.
Fiscalisacao da freguezia de Santo Antonio, do
Recife, 21 de dezembro de 1863.
O fiscal,
M. J. da Silva Ribeiro.
TITULO 9 BAS POSTURAS BE 30 BE JUNHO BE
ia9.
Art. I." Toda pessa que sem licenca da
cmara municipal, depositar as ras, pracas e
outros lugares pblicos do seu tormo, qualquer
objecto que embarace o transito publico, ser mul-
tado em 2000 por cada objecto, que ser removi-
do a sua custa para o lugar que pelo fiscal fr de-
signado ; salvo os"ohjectos mercantes deseinbar-:
cadofi e saludos d'alfaixlega ou os que tiverem de
ser embarcados e qne nao forem volumosos, de- j
vendo ser escolhdos inmediatamente.
C'onsellio administrativo.
Oconselhoadminstrativo para fornecimento do '
arsenal de guerra tem de contratar o' forneci-
ment do rancho da companhia dos menores do j
mesmo'arsenal nos mezes de Janeiro e fevereiro
; do anno prximo vindouro.
Pao de 4 oncas, bolacha, assucar refinado de
' segunda sorte, manteiga franceza, cha hysson, ca-
f em grao, carne verde, dito seca, farinha da tr-
ra, feijao preto ou mulatinho, toucnho de Lisboa,
azeite doce de dita, vinagre Je dita, arroz do Ma-!
da manlia at
Os caixeiros ou mitres quaesquer in>
que nao eetejam em casas portuguesas^
mandar as relacoes relativas a suas pessdB
O cnsul de,Portugal depois de tantas proj
de deferencia que lem recebido de seu*'-coup
trilas aqui residentes, nao pode iluvidsr de fj;
Ibe conceder.) mais esta que desde j agraii
Entretanto v-se na necessidade de Ihes i
que o consulado nao reconhecer comer;,
zes, nem prestar auxilio algum em nome de seu
governo aqullos que at o referido dia 31. de de
zembro nao acudrem a este convite.
Roga-se a todos os portuguezes que deem tod
a publicidade possivel a este annuncio._____. y
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Salsa parrilha de Brlstol.
A salsa parrilha de Rristol exerce suas proprie-
daiMs purificantes por todo o systema nervoso,
nenralisanfe o virus produzido e accumulado pe-
las lceras, escrophulas, abscessos e tumores, o
buto, assim como todas as mais molostias
landulas, da carne e da pe'.le.
listona desta preparado tem_sido, pelo espa- zembro de 18C3.
esco
das
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rcm dio esjiecal para a cura do rheumatismo e
trinta anuos, urna serio nao iatorrompida
uras as mais admirareis e felzes. Todo o
lo medico admitte qne c o methor anfi-scep-
'egetol e anti-escorbutico at boje conhecido,
le-se com toda a certeza affirmar, que um
Vendo-me
bracos
s com um smente de-
Para o arsenal de guerra.
Rrira da Rnssia, varas 300 ; 10 duzias de taboas
de pinbo americano de 1 polegada.
Para o hospital militar.
Cbinellas razas de couro, pares 60 ; bules de
folha para 12 garrafas de liquido 6; 60 colchoes
com travs ieros fe panno de linho cheios de la
tendo 9 palmos de comprimento e 3 e mcio de
largura; 12 copos de vidro para agua; 12 bacas
de rosto; pratos 48.
Para a ronlpanhia dos menores do arsenal de
guerra.
Gaz, galoes 20.
Quem quizer vender taes objectos aprsente
as suas propostos era carta fechada na secretoria
do conselho s 10 horas da manha no dia 30 do
corrente.
Sala das sessoes do conselho rdministrativ pa-
ra fornecimento do arsenal de guerra 21 de de-
ct ~
O X *____
- 1^
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1BABE
ESTADO
I 5
de tidas as alleccoes dos msculos, tendees e con-
junc uras.
Ei contra-se
Caoi i & Barbosa.
Antonio Pedro de &i Barreto,
Coronel presidente.
SebastiSo Antonio do Reg Barros,
Vogal secretorio.
5;
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E.
Consolado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se fax publi-
... n___ r,. co que os 30 lias uteis marcados para a arrecada-
a na botica de Bravo & U e 1 ^ |jocpa do (,ofn! dQ {0 spmeslredo anno r,Dan.
eero corrente de 1863 1804 dos impostos da de-
cima urbana das freguezias desta cidade e da dos,
Afogados, e de o 00 sobre a renda dos bens de
raz pertenrentes corporacoes de mao mora se
principiam a contar do dia Io de dezembro vin-
douro.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco
2o de novembro de 1863.
Antonio Carneiro Machado Hios.
Administrador.
>mmodos/dinja-se ao ponsig-
i*1 Kl Ponseea, raa do Viga-
jo n. 19, pr
>boa pretende sahir cera muito brevi-
pito Jos Marques Coe-
to de seu carregamento
lo que Ihe falta, e passageiros,
ni os .'eus cmisignatarios Palmeira i
largo* Jo Corpo Santo n. i, primeiro
!>:*%________:____________________
Para o RN rtiade do Vul
brevidade o brigue nacional Corntn-
t carga a frete e escravos : quem quizer
eirarentenda-se com Manoef Ignacio de
" Filho^Jargo do Corpo S nto n. 1'..
o
w
t-1
o
>
r^
a o Rio de *f aaeiro.
O pajaonP nacional Capuam, pretende seguir
com nibita hreridnde, mento engajado, para o resto que Ihe falta v es-
cravos. frete paraos quaes lem bons coramodos
trato-se*mjas^ainensgnatanos Antonio Luir
de Oliveira.Aamredo > ('.., no sea escriptorio ra
da Cruz n. i.
m
LEILES.
GRAIDE
LEILAO
i:m oatinnaco de manliSa e a
olte.
J. Falqu, )ueretido liquidar, far leilao de to-
dasa/azerias existentes 110 seu armazem da r,.a
do Crespo n. 4, coaslando de urna grande porca
de roupajeita de todas as uualidades, calcado,,
perfumarlas, bengalas finas, chapeos para hofnens
e senhoras, urna immensidade de artgos de luxor
sen3o tudo vendido sem limites e em lotes a von-
tade dos compradores.
> Hojeas 10 horas da ma-
nha
o
w
COHMERCIO.
NOVO BANCO
BE
rcirAJIBU0
O novo banco de Pernambnco convida os
credbres das massas fallidas de Mosquito A Butra,
c Krmcisot Antonio Correia Cantoso epresenta-
rem seus ttulos no banco para se proceder a rs-
ped ra verificacao.
Alfaudega
Rendimento do dia 1 a 22........ 43ri:6965258
Iderr do dia 23................. 2i:3iii5065
Volu
461:230.5323
Hovlmento da alfandega
Volu nos entrados com fazeudas...
com gneros.
nes sabidos
com
com
fazendas...
gneros...
163
84
-----247
61
288
----- 349
mental 1 ------------- -,-------,--
Adoutrfta Ai kreja, que a sublime verdade, em ijnanto igurou a hypotheca visto romo era
ser samprc a teesma; c dclla nao nos poderemos Corrnte c o propno irmao do Varella (LuizVa-
jamais alfastar sem cahirmos em erro; mas os re- la da Silva) o ajireg.Kiva publicamente ser urna
gulameutos que sao dictados pelas ideas da occa- velhacada, jiois que Jos Ferreira so devia a sea
siao, ho de soJTrer sempre as modificaefes porque raaH0 2:(HXI,3 e nao 8:000;5 como ellos dziam I
estas passarem : tmpora mtlautur, et ui muta- AU| Penas Varella notificado foge para os
mu in illis. sei toes oude seconservou at agosto deste mesmo
Crie que nao ha ueste nosso modo de pensar a anB0>c Pel 'Ia6 reioM protestar contra toes pro-
menor blasphemia, c nem a menor censura S. -cedimentos, e o fiz nao so contra Varella mais ain-
l'aulo; maso Uiita vendo o nenhum valor das, da 'outraJos Ferreira esuasogr., garantindo
razos que aprsenla! em sua defeza, qur ca- seinpre o direito de mcus constituintes.
mar sgbre nos a animadversio das pessoas que Callaram-se por alguns das as cousas; e entoo
nos lerara sem a devida reflexo. Jose Ferreira ao lempo que, por intermedio de al-
OqaeS-. Paulo quero que as senhoras entrera gem, agitava urna tal diplomacia para sorver sua
nosteni|ilos trajadas com decoro e gravidade; e divida com bagatellas, amcagava-me eora mandar-
discreveoque 'seja trajo gravee serio, segundos me espancar, atemorisando-mc nara que eu fugis-
eostumes do seu tempe : ora, se estes vestuario*! se d.a Boeea d; Matta. deixando-lhe o campo 5 mas
forem hoje ridiculos 4 ponto de excitarem riso e
provocaren! mofa, deve-sc evigir que seja elle e
preferido para se'eulrar nos templos?
.Ninguem a nao ser o Lerifa poder manifestar
tao loueo desojo ; o ninguem tambem a nao sw
elle, poder ver nisto urna reforma nadoutrina da
groja e nos preeeitos dos livros santos.
__ Como tem o Levita ailado perdido nesta ques-
tao, que so tem tornado para elle um perfeito la-
byriutho, por querer defender o que no defen-
sa vel.
' qual, fui seropre o mesmo homem, conservei-me
sempre inerme, sahindo comoentrei.
Jos Ferreira da Costa individuo (isto agora
foi de que elle nao gostou) de conscenca elstica,
larapio que est dito, larapo. Hypothecou
' seus bens para nao pagar a quem devia. quic a
sens credores de Pernambuco, e se diz que entre
os bens hypothecados entrara um homem livre de
sua orgem, ou por nascer de ventro livre, sendo
lillio de urna mulhcr livre, que elle ou sua sogra
: possuem como escravo, ha por l o quer que seja
Vendse erabaracado, procurou o Lctufa apoiar- dehsou, porm, de incluir as taes duas hypotbe-
se na auloridade, a fias mu respeitavel do Exm D. cas Ul" pessimo engenho, que o reservou paraen-
Romualdo, fallecido arcebispo da Baha, lirihante lT,fleT. seus redores, arrogando alm disso o pre-
ornamento do olero brasileiro; mas oecuhoa a cir-
cumstanci.i quedra lugar S.Ee.asi%)roceder
que foi somante para nianler a forga 1 jera I de um
seu vigario, dewespeitodo em sua propria matriz,
e tonto /oi assim, que as senhoras mesmo no lem-
po de t. Romualdo, frequentavaiu as igrejae de
chapeos.
vilegjo concedido aos sehores de engenho ro-
priamentc ditos, seido de mais para notar, que se
diz nao ter elle titulo desse chamado engenho, ha-
vido nao sei como, como......
Jos Ferreira da Cesto deu fercas a sua estupida
e maligna maginacao para, principalmente, nao
pagar a mcus constKuintes Campos & Lima, j
A visto fe que temos dito, e da falsa argumen- hypotheeando sens bens da maneira dita e j man-
tocaa com .que o mtaprociirou defender a ordem dar-me aeacar com dar-me ou mandar-rae es-
1e Ene. ftvm., que foi por nos completamente pancar se ame conservasseall, no Cear-mirim
a^da, estamos anda autorisados a pensar
... a^ua, oslamos anua aulonsauo* a pensar que
uina sciihora coip se'u^hpo e um veo cobrindo o
rosto, talsfaz rigorosamente o preeeito da igreja,
e sem menor se deve guardar no templo de Beus ; e que usaa-
do dos os, como geralfuente se costtuna entre
nos, cnbrindo apenas a parto posterior da ealieca,
o mandado deixa de ser cuniprido, pois ebinde-
mos (pie pela palavra capul,eo quiz comprebeuder
loda a caneca, priacipalmente o rosto.
Barc
Itarci
Sumal
Brig
Re<
Rcndi
dem
Rendi
dem
Descarregam no da 24 de. dezembro.
francezaGuerricrcarviio.
franceza Solferino mercaduras,
a hespanholaAwW/acharque.
portuguezF/ormda -diversos gneros.
ebedoria de rendas internas
geraes de Pernambuco.
ento do dia 1 a 22........ 33:7335380
lo dia 23................. 7735127
Pela ihesouraria provincial se faz publico,
que a arrematocSo da obra dos reparos de conser-
vacao de que ecessita a ponte do Anio sobre o ro
Serinhaem, foi transferida para o dia 31 do cor-
rente.
Secretoria da thesourarla provincial de Pernam-
buco, 17 de dezembro de 1863.
O secretorio,
A.F. (f Annunciarao.
Cor re* geral.
Pela adniinistraeao do correio desta cidade se
faz publico que em vrtude da convenci postal
celebrada pelos governos brasileiro e franeez, sc-
rao expedidas malas para a Europa no da 30 do
corrente mez. As cartas serao recebidas at 2 ho-
ras antes da que for marcada para a sabida do
vapor, e os jornaes at 4 horas antes.
Administracao do correio de Pernambuco 19 de
dezembro de 863,O administrador,
Bomingos dos Passos Miranda.
34:506*707
Consulado provincial.
lento do da 1 a 22......... 88:%7894
do da 23................. 7:654*422
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 23.
Ilha de Fernando de Xoronha 40 horas, vapor
nacional Jaguanhe, de 442 toneladas, comman-
dante Manoel Joaquim Lobato, equipagem 31.
Ilha de Fernando4 dias, hiate nacional Svrgipano,
de 54 toneladas, capitao Hcnrique Jos Vieira
da Silva, eimipagem 7, em lastro de
mesmo capitao.
Troou46 dias, barca ingiera Resolution, do 356
toneladas, capitao Alexandre Dudley, equipagem
10, carga carvao de pedra; a Saunders Bro-
. thers & C.
Smios sahidos no mesmo dia.
Ro de Janeiro Brigue nacional Almirante, capi-
tao Jos Moreira Maia, carga assucar.
GrenockBrigue inglez Dante, capitao John Glass,
carga assucar.
Porto Brigue portuguez Mercurio, capitao Joa-
quim Gomes da Cruz, carga assncar, madeira e
ontros gneros.
Lisboa e PortoBarca portugueza S. Manoel II,
capitao Pedro Jos da Rosa, carga assucar e
gomraa.
AracatyHiate brasileiro Nicolao I, capitao Tra-
jano Tbeodomiro de Monra, carga dicrentes
gneros.
ORHFIOGERAL.
Relaeao das carias seguras existentes
na admiaistracao do correio desta
cid?dc para os sehores abaiio de-
clarados
Antonio Jos Ferreira Braga. .
Ghristovao Comes Percra.
D. Eufrazia Maria de Jess.
Francisco Moreira da Costa.
Francisco Xavier de Mattos Telles.
Joaquina Alfonso Maciel.
ofi-ewittiA Jos Joaquim Alves de Amorim (2).
Jos.'^ Joaquim Ferreira de Carvalho.
Jos Mara da Costa Pinto.
Jos Menes Vieira.
Manoel Ignacio Pras.
Br. Tristao de Alencar Araripe.
B. Vicencia Alexandrina Pereira Butra.
Viuva de Venlura Pereira Penna.
EDITAES.
- ...... > ~~ '
e nao sei mesmo se me mandara assassinar 1
Entretanto que eu firme no meu posto de honra
ludo invidti ostra elle e vim pago
Snbio de pomo a sua audacia, qne conheeende
a maneira porque meconduzia, elle mesmo me
dirigi por duas vezes gravsimos ataqnes, o <\ae
nepelli.vconirafazeado-me caai dlzer-lhe quero
ser p?oe nada mm.
Mas o plano era outro; eu conhecl pereito-
meate : arrojava-se obre a miaba pessoa ver se
eu-o.repellia para rae processar, metterem-rae na
(.om a prohibicao muitos senhoras trasgrdem corriU ; mas qual .ora v para l bezouro ; era
n preeeito, porque indo com chapeos at a porta toda minha resposta quero dinheiro.
xlas grejas, ellas e descobrem para assstrem aos Conduzr-roe sempre manso e inerme, e neste
offlems divinos, o que exprossamente prohibido; posto deijtei a Bocea da Matta.
assnu, pois, querenda evitar-ae um mal suspeito, At mroo o Sr. Pelintra na cidade fe Natal,
lirodutio-se mn mal maior. por occxsiSo de en entrar na ana toAerna raimo-
evita encaminhou a discassie para um ter- eou-me com grosseiras palavras, ao paso que eu
reno inconveniente, nuerendo chamar sobre nos o o tratei bem, chamando-me at de catinto, alar-
odiosode havermos ridicularieado a ordem de S. deaado de dalgo ; porm qaal foi minha re&-
fcxc. Hvm., e injuriado S. Paulo : por tonto, nao posta?
voltarcmo-g a carga, porque recelamos que no cor- Respondi-lhe one slra, que outro isso me cba-'
da discussio tenhamos de locar cm pontos mava.
Existcm'na Bocea da Matta exeellentes pessoas;;
mas ertlre estos ettistem tambem boas pistag. i
sos adversarios nao tenham nem de leve abalado E* all a trra proverbia! das fatalidades : ha que-
nossa conviccao. bradeiras em negociantes,o passo, que se oslen- Sattla Usa da ,MtseriCPilia dft RfClfft.
ip-r!!,"04 1HCapazes 11 r)Pormos a menor resis- t, para a trra, um laxo asitico : fazem-se ne- A Illm. junta administrativa da Santo Casa de
S ? "i aconselharmos desobediencia a urna gocios de contos de reis, cujos gneros apenas po- Misericordia do Recife manda fazer publico, que a suas propostaana saeretara do eommando de "dita
erneni at s. Kxm. Hvm., a quera tn batamos tao deriam orear em diminuta quanlia; d-se abales praca do fornecimento dd gneros que houver de
Neraoo respeito : e muito menos de injunarmos a conbideraveis e ganha-so dinheiro I consumir os estabelecinHWtos pies cargo da mes-
>. wulo, ou a outro qualquer santo de nossa igre-' E" voz publica que enforcam-se escravos, ou an- ma santa casa, no trimestre de Janeiro marco
ja; temos pelo contrario votos pelo engrande- tes finge-ge que morrera enfm-oado com a bocea prximo futuro, annunciada para o dia 17, f-i
emento 0 bri/hantisrao de nossa sublime religiao ; ceia de panno, e a polica nad^fcz I transferida para o dia iiSto corrento, e ter lugar
O lUm. Sr. inspector da ikoseuraria fe fazen-
de desta provincia manda fazer publico queperan-
te a mesnia lliesouraria, no da 30 do corrente mez
ao meio dia, serSo arrematados a quem maior pro-
co efferecer, 12 cavallos que transportaram os ea-
pregados do julzo dos feitos da facenda cidade
de oianna, aum de se proceder all a nma nova
avahado dos bens pertencentes ao extincto enca-
pellafe de ltamb. Os pretenfentes ferero com-
parecer na casa da referida thesouraria no da o
non mareados.
Secretaria da thesourarla de fazendafe Pernam-
bueo 23 de dezembro de 1863.Manoel los Pin-
to, rorvindo fe efflcial-maior.
.... <. uimu icunauoB oe mear cm pontos
acerca dos quaes desejamos evitar todae qua/quer
discussao, mas lamentamos que as razoes de nos- 1
DECURAyUES.
-----
Crrelo geral.
Pela administracao do correio desta cidade se
faz publico para flns convenientes, que em vrtude
t ao dodsposto no artigo 138 do regulamento geral dos
corretos de 21 de dezembro de 1844, e artigo 9 do
decreto n. 785 de 15 de maio de 1851, se procede-
r o consumo das cartas existentes nesta adniinis-
traeao pertencentes ao mez de dezembro de 1862,
no da 3 de Janeiro prximo, s 11 horas da ma-
nha, na porta do mesmo correio, e a respectiva
lista se acha desde j exposto aos interessados.
Administracao do correio de Pernambuco 23 de
dezembro de 1863.O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
Batalho de Infartarla n. *.
O conselho econmico do mesmo batalho tendo
de contratar para suas pracas arranchadas no i"
semestre do anno vindouro do 1864, o fornecimen-
to los seguintes gneros alimenticios fe primoira
qualidade, a saber : assucar mascavinho refinado,
arroz pilado, azeite doce, bacalho, caf em grao,
carne verde, carne secca, feijSo preto ou mulati-
nho, farinha do mandioca da Ierra, manlega fran-
ceza, toucinho de Lisboa, vinagro de Lisboa,* le-
nhaemachas: convida aos licuantes que quize
rcm provr taes gneros, a apresentarem suas pro-
postas em cartas fechadas na secretaria do referi-
do batalho, no dia 28 do corrente mez, s 10 ho-
ras da manha.
Secretaria do batalho de infamara n. 2, no
Hospicio em Pernambuco 18 de dezembro de 1863.
Manoel A. Pereira Guimaracs,
Alferes secretario.
Companhia de cavallaria de
Pernaubueo.
Precisa contratarse para o futuro semestre (o 1
de 1864) o .'orneclmeuto dos gneros abaixo men-
cionados :
Ranche.
Arroe pilado, assucar refinado, azeite doce, ba-
calho, af moldo, carne verde, dita secca, fari-
nha, feijao, lenha, manteiga francesa, pao de 6 on-
cas, teuelah e vinagre.
Forragem.
Capim de plaa, milho, farek) e mel.
Os qne se prouoaere.n a este fornecimento eom-
parecam no da 30 do corrente ao meio da com
rm:
companhia.
Quartel no Campo das Prncezas 23 de dezem-
bro de 1863.
Manoel Porfirio de Castro Araujo,
l Capitao commandante.
O agente ALMEIDA competentemente autorisa*
do far leilao das fiuendas cima declaradas, e-
convida aos seus (reguezes e amigos aproveitarcm-
a occasio de se proverem de mnitos arligos ne-
cessaros e outros proprlos para presentes de
festo, cuja acquisicao faro por pouco dinheiro.
0 mesmo agente para satisfazer o pedido de
muitas pessoas tem resotvido fazer om leilao es-
pecial das 6 s 9 horas da noite._____________
LEftLO
DE
l'm sobrado de 3 andares na ra da
Setia'a VHh 142.
HOJE.
O agente Pesua legalmenle autorisado vende-
r em leilao e sobrado de 3 andares da ma da
Seniala Vel ha n. 142, con 29 palmos de frente e
W de fundo,-nui chaos proprios, no valor de.....
13:00j5 vende-se menos urna parte de 2:4685W8
O proprietano dos mesmos espera o bom ac- de um herdeiro que anda nao se acha habilitado :
rapazeada do bom gosto, por sor o' o leilao te, as 10 horas em liento na porta da associaco
commerciat; os Srs. pretendentes podem exam-
nalo com antecedencia ou informarem-sc do-
agente. .. ?
NOS
SalOes do caes de Apollo
A meia noite depois da missa do gallo.
lhimento da
grande dia de festa; assim como das senhoras,
quandu acabar a missa. Acharad o bello entrete-
nimento, de que nada deixarao a desojar os res-
pectivos divertmentos, nestes dias fe festa na-
cional.
AVISOS MARTIMOS.
DO
Casco, anpartlha e r- ais pertences d-
blate naci; I Jagiarinc.
Terca-fera 29 fe cerrentc.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
P4(kIIFTF^ \ V4PA1L
Dos porros do sul esperado A ^juerimento do capitao do hiate nacional
at o dia 30 do corrente o vapor a^!nhfA P^ro Jos Francisco, e por despacho
Cruzeiro do.Sul, commandante o d, ,llm' Srn D.r m!z-do cmmercio por intermedio
capitao de mar e guerra Gervazie' *&mc ^sten ""a? a l,laLtodo? 0S pcr ,;'"'CS
Mancebo, o iiual depois da demo-1 Jo mesmo hiate, consistindo em veame, pobaue,
&A0 *iaantAO mariM irnuinc ffTrO
cabos, correntes, mastros, vergas, ferros, etc., os
DesdrirTccbem-se prsage4ro7'lnga^sea,,P'aes seacba no armazem do barao do Livra-
carga que o vapor poder conduzir, a mal dever, men, na "f nova onde sera effeetoado o leilao
ser embarcada no diado sua drogada-: encom-' Tnarta-leira 23 do corrente pelas 11 boras da
mondas e dinheiro a frete ato o dia da sabida s 3 m
horas, agencia raa da Cruz n. 1, escriptorio de,
Antonio Luiz de Olivera Azevedo & C
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
. Quinla-feira 24 do corrente asi i" ho-
rvs na raa da Cadeta armazem n. oi
DE
Dos nonos do norte o esperado-; rm escravo trabalhador
at o da l-de Janeiro o vapor! -i-,, d_ Mmnl
Princesa de JvmvUlr, coiVuiian-
dante Araujo, o qual depois fe
demora do costume seguir para
os portos do sul.
Desde j recebem-se passageros e ew
carga que o vapor poder conduzir, a qua'
sor emharcada no dia de sua eflegada, encoi
das e dinheiro a frete at o dia da sabida
ras. agencia ra da Cruz n. 1, eScriptor
Ionio Luiz de Oliveira Azevedo & 6.
do ser-
Tifo de
- E' sem limite.
eBnrinteavencao do agente Euzebo se* vender
wNe*ie pelo maior preco ijae se achar um es-
e*J*a, cerra de 30 annos pouco mais ou menos :
o prettttdente* queiram aproveltar a boa pc-
IGIIAO
I>E
l'm grande sobrado de um an-
dar na cidade do Aracaty.
?(penie Alniedafari Idlo reqoerimento dos
s da niassa fallida de Seve Filhos
mandado do Illm. Sr. I'r. juiz especial do
_ eonunCrrio, de um sobrado de nm andar com 35
pajnmede largo tendo 3 janellas na frente, na ra
COMPANHIA miNAMBUCANA
t.E
!Vavega^So coste!ra a ra|
0 vapor, turnare,
liante Lobato, stgOo ai
cerrentc as o liorers da
para Macei.e estalas Penefe e "das I^Jores daciade fe Aracaty emT chaos forei-
Aracaj.' Rteel* carga al o da! ros cmara municipal de dita cidade.
i\. Encommendas, passageros e dintiejro a
te ate o dia da sirtiida as t horas ta tarde
eiiptorie no Porte co Mattos n. 1.
fre-
\avegacao cos eir a \upor.
Par ahj ha, Na Ul, Ifacioj Aracaty e Ceari.
O vapor Manngwi)ii, com-
mndante.Moura. seguir para os
uortos'lima indicados ao dia 28
(lo corrente s 5 horas ^a tarde.
Reeebtr carga at o da 20. En-
hroeiros e dinoeiro a frete at o
da da sahtda 2 hpras ^ ^g^. PiCriptoro no
FoWe do MaTtns n. i._____________________
" PARA 0 RIO EE JANEIRO
pretende sahir com muita brevidade o paUeho
M por ter a maior parte da carga traUda :
pm-a o.resto que luc-falta o escravos afrete, tra-
ta-sc com os consignatarios Palmeira 4 Beltrio,
largo tfo Corpo Santo n. 4, primeiro andar.
i'ipal
Srxta-feir* 8 de Janeiro de 1864
:porta da associaco commercal s 11 horas ; os
pretendentes podem obter qualquer informaco do-
agaaie cima.
Para o Aracaty
O hiate fots IrmCws pretende seguir com bre-
vidade, tendo parte da carga, e para o rest tra-
tt-se na ra fe Amorim no escriptorio de Tasso
Irmoe,______
portdf nata Symnathia : para algnma carga e pas-
tageiro traU-se com Bailar & Oliveira, ra da
ian. 26.
Ro de Janeiro.
O brigue brasileiro Trovator segu eom WuiU
brevidade, pode receber carga o escravos frete,
trata-$e. com os consignatarios Marques, Barros &
C, largo do Corpo Santo n. .
Para a Baha
O palhabote Ganbaldi pretende seguir com bi
vidade para este porto, tendo parte de seu carri
gamento, c para o resto trala-se no escriptorio de
, TassoJIrmSos na ra do Amorim,
AVISOS DIVERSOS.
0 cirurg do Leal mudte
a sua residencia da ra do
Queimado para a ruadasCru-
zes sobrado n 86, primeiro
andar, por cima do armazem
Progressisla, aonde o achardo
como sempre prompto a qual-
quer hora para o exercicio de
sua profissdo; chamado por es-
cripia.
O Sr. Jos Francisco Pinto Guimaracs, cirur-
go pela escola real de drurgte de Lisboa, trans-
forte sua residencia para a ra Nova, n. 60, pri-
meire andar, onde pode ser eonsnltedo todos os
dias uteis das 7 as 10 horas da manha. acerca das
Porto.
Segne at o Om do corrente a mni veleira barca oancas denominadas cirnrgicas mi externas espe-
cialmente daquellas, em rojo tratamento mais fre-
quentemonte intenem a medicina operatoria.
Nesta typographia precisa-se fallar ao
Sr. Frettetico Skiner escultor,
A pessoa que annunciuu precisar de 1:000
a premio, dirija-se ra da Praia n. 9.
Aluga-se o 2 andar do sobrado da ralo
Imperador n. 79, ba&tanto fresco, e decente para
una familia : a tratar com Antonio Jos Rodrigues
de Souza, na ra do Crespo n. Oi.
0 Sr. Luft Panlino CavaJ
jaueraiwulam nma cati
'.
\



s_
Mftrl de PefftattMtfl*
lula*
Mf 4 4c nettemfcro de i sa.

a.UJ

or
0 ab,
trtthir n
dia da aascini
verso, urna lo
a qii
igr a Sei
Olin i
freg to Antonio.
respectiva thesoarwi
e as casas coramisM
triz n. i i, loja do Sr. Pimentel; ra D
n. 8, botica do Sr. Chavas; roa estreita do
Rotara n. *3, typegraphifi do Sr. tfifejrMa f
da Cdeia n. 435, loja do Sr. Port.
Os premios de 40:000,5000 at 2Q0OflO,
serio pagos urna atara depois ida ex ti
e os outros no dia seguate depois <
buicfio das listas.
O ti
_______Antonio Jos Rodrigos de Sotgr.-[
*- Os administrado:
masut fallida dnAifiorimt-wbt
g c tdorts di mtsinti&iQssajinm
nopruzu de 8 ''das apresenta-
rem os seus ttulos, no escripto
rio dn roa do Viga-rio n 21,
primeire andar, afim de<8*wm
verificados, das l /loras da
viitnhaasS da tarde, Per
uambuc 2$ dt de:embro de
* A
I,UUU.UUJ
l1]
os finia'
UM M FURTO
JBllbeea garantidos
Jt COStHWf
. piarla
ladalupe.
amainando o respei-
is awlto afortuiatlos
ts'gaiffcjl vantagem qae.ha
por intetro, por qoanto
grande em bilheie garantido
Nebera somente 8:400*. era "Virtude dos
tontas de 46 jxjt eento qne1tie MRo *m vista
Pb leiS, mas sim os 10:000*, que vem a ser os
) Crespo n. A5 ditos 8:400* e mais 1:000* que Jwgar o atiaixo
ua da Inap' girado, importancia de ditos descontos. "Os pre-
"TQtorSe pagos como de rostirme.
jPrecoa.
Bil botes intuiros ..... 12,5000
Jbios bilhete:..... 6*000
Uarlos........ 35000
Tara as pessoas quo cqniprarem
de 100* para cima.
Bimctes........ 11*200
Meios......... 3*6i'0
Quartos........ 2,5800
- Manoel Martint Fiuza.______
ESTRADA DE FERRO

FOLHINHAS PARA 1864,
Na praoa da Independencia liararia ns. t
e 8, acham-se venda as seguintes folhi-
nhas para 1861 impressas nesta lypographia
cm excellente iypo e bom papi
Foiliinlia de porta conteude as mate-
rias do coslunie, rs.........ICO
ila de algibeira.seb aentgrapie
Religiosa, contendo aim das materias
do costume os sete passos da Paix de Nusso Senlior Jess ChpJsto ; cauti-
vos do mez Mariano; hyoiaus-e jacula-
torias ao Santissiroo Sacramervio: ex-
plicaces de diversas oraces; coroa
Serapliica ; ejercicio ao sagrado cora-
clo tic Mara; oraejio para visitar as
jgrejas no dia da Porciuneuh ; oracao
para esculla dos estados da vida ; dita
a Senbora da Cwneeicao ; e mediUjaes
sobre a reforma da consciericia, rs... 320
Dita de dita, sob a cpigrapbeVa-
i ii'dade, coBlendo alin das materias do
costume : receilas utes eecessarias
us diversos myslerios da vida ; physi-
<:a e recreativa ao alcance de lodos:
pilheriase ratices; poesas; charadas:
mximas e peo&uaaatos colligidos por
tim curioso..............85
CASA DE SAUDE
Em Santo Amar
l>o Ur. Iva Ramea.
nico estabelecimento desta natureza
que existe entre nos, inontTTo' do modo
que |>ode com todo o commodo e zelo tra-
tar qualquer doeule, que nella seja reco-
11,ido.
O edificio magestoso e conserva-se
cm perfeito estado de limpeza e coave-
nieutement mobiliado.
11- .lenles sao separados, segundo os
sexos, natureza das molestias e condicoes
sociaes.
lia quartos fortificados para os alifta-
dos, c urna enermaria para as pffrfn-
lientes. .
0 proprietario encarreja-se f <\\m-
quer upi'rarao.
a O estabelecimento franqueado qual-
;-2< quer pessoa que o queira visitar.
Priineira elasse 3000darios.
Segunda dita.... 2J300
Tereelra dita.... 2*000 >
Para que qualquer doente seja ali rece-
Indo, basta que se mande onome do doen-
te e da pessoa (pie o reniette, com a de-
claracao da morada.
O proprietario aceita contratos annuaes
com iual.|in'i' que queira ter uirf on mak
leitos sua dispDsicio.
ITTEN^AO.
No dia 17 do corrento dcsapparecu do qnarlel
.do i' baUllmo de infantaria um carneiro^iuito
manso, e que acode ao chamado de Tborur, i- mtei-
io, mxo, brancje com mamas pardas, foi ha pou-
co losqaoado : quem dullo souber e o trouw ao
dito qnarlel, sera recompensado: Hem conheeid)
:i -ia cidade, pois sompre que o 2" fonuava elle
i acotnpannava.Nabnco de Araujo, capitao.
Ei
O Dr. Carolino Francisco de Lima
tos, contina a residir na ra do
rador n. 17,2 andar, onde pode ser, pro-
curado a quirtqti.'r hora do dia^e da noite
para o exercicio desoa proflssao'de me-
dico; sendo que os chama-ios, depoil de
meio dia at 4 horas da tardo, de vem ser
deixados "por escripto. O referido Dr.
nao abandonando nunca o estudo das
molestias do interior, prosoguo, com o
maior affttico, no das mais difflceis e deli-
cadas operacoes, conao sejam dos orgfins
ourinarios, dos olhos, partos, etc.
RICIIKVS.FRWCISCI)
Nos dias 23 e 27 do corrente os bllhetes de pas-
sageiii para viagem de ida e volta as ostacoes de
. Gamcleira e Una, no trem ordinario de passa-
igeiros, sero pelo preco dos de viagem singela a
saber :
Gameleira 1> elasse 5J800
> 2* 4,5200
3" 3*100
Una 75200
2* > 5100
3' 4*000
AssignadoR. Austin,
_______ Superintendente interino.
_ Aluga-se a casa terrea n 10 da ra do ahi-
gao, a qual s serv para algum estabelecimento
ou otliciiia : quem o pretender, dirija-se ao quar-
tel de polica tratar com o capito Teixeira, ou
na botica n. 6 da praca da Boa-Vista, que achara
[ com quem fazer negocio sobre o dito aluguel; na
\ musma botica ah encontrar a chave para se cor-
rer a dita casa.
------.
Aluga-se um sitio na Captinga velha, com
boa casa, contendo 4 quartos, gabinete, cacimba
com la ayua, quartos para pretos, estribara e
f rui-tei ras, tod murado : quemo pretender, diri-
ja-sc ra do Crespo n. 18, primeiro andar.
Precisa-se de urna criada que saiba engom-
mar e cozinhar : na ra do Crespo n. 18, primei-
ro andar.____________________
No sitio n. 8 junto ao Hospital Portuguez,
compra-se um nefro de boa conducta, e que en-
tenda bem de plnntaeao : qnem o tiver e qnier
Tender, lev-o ao mesmo sitio, que achara com
quem tratar.
...Mil]
Enslno de preparatorios.
O bacarel A. R. de Torres Bandeir,
prefessor de geographia e historia no
Gymnasio desla provincia, contina a
ensinar estes mesmos preparatorios, e
bem assim rhetorca e philosophia. Os
cursos estao abortos para cada urna des-
tas disciplinas, na casa da residencia do
anunciante, ra estreita do Rosario n.
31. terceiro andar.
Superiores cortes de ^d^^^^^BL 6*,70* 80*, 90* e JOO* cada corte, os mais modernos que tea vinde a ParnMtLaeo.
Je moreantique de cores e prJbs.y ^
lindas seis de drac a 1*100 rs. o eovado.
Bitas dediUsde quadrinhosa l*e a 1*200.
Atoreantiqne carmezim cor da moda a 1*200 o eovado.
Superiores cortes de blonde para noivas.
Lindos cortes de e*epe-U*1*lespanha eom barra de cOres as mais lindas qne" s* p*de desjar.
| Cortes de laa com barra do cor.
? Ditos de laa com Ijarra aquiUe.
Lindos cortes de grinadine de seda com barra de gostos iiitciramente novos.
Linda fazenda para vestidos denominada crep de Hespanha de cores mui lindas.
Superiores laas de cores matisadas.
Grande e variado *ortimonto de percales de cores para vestidos.
Dito de chitas francezas muilo finas escuras, claras e malisadas.
Lindas catilinetas para vestido, gostos inteiramente novos. .... i
Superiores cortes de cambraa brancos bordados e entras muitas azendas de bom gosfo para vestido deanhora.
Para hombros de senlioras.
Superiores capas pretas a 20*, 25*, 30*, 40* c 50*.
Santiembarques de eambraia ricamente enfeitados.
Ditos de cachemira de cores e. arwncos eofeitedos com amito gosto.
Lindas capas de caximira de cores a mais modernas quetem vindoasta praca.
Superiores zuavos de cambraa e de seda preta.
Lindos postilhoes de merino de cores.
Grande e variado sortiinepto de camisinhas bordadas
dem de chales de niorin lisos de barra estampadas de qoadros o de crep a i*500, 5*, 6*, 7*, 8*, 9* e 10*.
Para cabera de senhora.
Superiores chapelinas de palha de Italia.
Lindos chapeos de palha de Italia enfeitados com muito gosto e grande variedade para escolher a 12*, 44* c 16*.
Modernos erifeites de flores rhegados no ultimo vapor francez.
Variado sorimeato de eneites denominados conservadores para cabeca.
Bordados.
Grande sortlmento de entremeios botados a 1*, 1*200 e 1*500 a
Lindas tiras bordadas largas a 2*, 0 c 4* a peca.
Cateas bordadas moito Ihias para sflahora.
Superiores e medernas saias bordados.
Espartilhos superiores e outras muitas fazendas de gosto na loja das columnas ra do Crespo n. 13, de Antonio Correia de Vaseooeeflos
Pechincha sem igaal.
Na mesma loja das columnas venfle.se cortes de eambraia organdvs de barra de duas saias e de babados matisados com 14 a 16 varas cada
corte a 6*, 8*,-|0*e 12* o eorte.
jaVw Iws na Sfll/ilnflp, rom boa
sobrado, foriirirn, etribaria e
Uniqng^Hertbanhoe excellent* aga:
tratar no nrrswe sil:o 3as i horas s
f da boIk.
--------------------------------------------- ------------------------------------------------------...... .*
a |h ntregou una caria no arma-
arua uora dt Ama .Hita h. 19, vinda do
para Mandfcl Pereia Le mes, tenha a boada-
iep|fec*rnomcsmq,rmzain, visto ignorarse
sa morada.. "
Joaquim Peieira do MirandiiTetira-5e para
peca.

. FRAN
Maajvaea aobr,
'Oabnixo assignado, .
mercatrWIMrttici* testa cidaeV,..
fectivamnte por todos os pqoetes sobre
o mesmo banco para o Porto o Lisboa, por
inalquer somrna, j vista a arazo, po-
oendologoos saques a prazo serrn dps-
contados no mesmo ranro^ra razao de *
por eento-tfr'itnno a^s p*i BBresue as-
sim Rio rnnvfer : as rnas^ fwpo "
8 ou do Imiierador n. 51.
Marra" aamiraant 3'
?r W8BiSBnl -^.
Mudanca de estabeleci-
mento.
Flix Venancio do Cantalice avisa os seus nu-
merosos freguezes d'aqui da nrovinria como de f-
ra, (pie lauioa su estatekcWnio dealfaiateda
ra do Imperador, para a ra Nova n. 19, no bu
esta seinpre prompio pira enrprir cen qualquer
enftjmonua tendente a su3 arte
Precisase de urna ama escrava que se^gg
ja boa engommadeira se jircsie a iwjo o
servico de urna casa de familia, excepto
o decosHrt : na ra estreita do Rosario
n. 31, teireiro andar.
wmmmm:
Aluga-se e- *radlm>> da na Imperial n.
40, com excedentes rommodos jiar.-r familia : a
tratar na rita da Cadeia n. 1>3, sfL'iiwto andar.
Precisa-so de 4:0605, ppuco mais ou meos,
mediante um jaro regular, com lnpollwca e m e-
cravos ou predio : a> pessoa que quizer fezer este
negocio pode deixar osennomee residencia sobre-
as iniciaes A. L. P. C. para ser procurado, na ra
do Onro n. 69.
Do primeiro de Janeiro de 1864 at outro aviso, as partidas dos trens serao regula-
das pela seguinte tabella.
ESTACOES
Bibeiro .
Gamelleira
Cuyambuca .
Agua Preta
Una (chegada).
Sahio a luz a traduccao da Eiiiphania do pa-
dre J. yentura, fcila por um catholico. Dividido
em oito leituras, contm este livro a mais bella ex-
posicao do mysterio da vinda dos Magos ao prese-
pio de Bolem'. O noine de seu autor o seu mais
completo elogio.
um livro ulilissimo para a edneacao moral e Frexeiras
{.religiosa das familias nao s pela sua doutrina e Aripib.
ponhecimento de um dos maiores e mais consola-
dores mysterios de nossa religiao, como pelas ora-
ces que acompanham a todas as leituras. E nm
Miteressante oitavario para a celebra^ao da Testa
dos Res Magos.
O seu producto destinado pelo autor para au-
xilio do collegio de orphos, que o virtuoso hispo \
do Cear est fundando na capital de sua diocese :
este'annuncio portante um appello s almas
christaas para tjue concorram com urna esmola
para um Hm fcao pi e to louvavel.
Vende-se na livraria da ra estreita do Rosario 't
n. 12, c na livraria econmica de Nogueira, a 2* o
excmplar encadernado. ____________________ ,
AllAa
Precisa-se de urna ama para ir com urna seuho-
ra para o Rio : a tratar na ra da Imperatriz nu-
mero 82.
Cinco Pontas (partida)
Afogados .
Boa Viagem
Prazeres .
Ilha .
Cabo .
Ipejuca. .
Olinda. .
Timb Ass
Escada
IIIK\S CASA LVIKIIIIHI
Das de W lialho
3 .!- .
MVMIAA
II
M.
7
7
8:
8.
8,
1
9
9
10
10
!?
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12
4S
51
4
11
37
52
10
25
40
53
20
38
o7
17
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56
20
Horud r..i.
.!;. e
3 .-I..-.
TARHK
M
30
50
30

45
5
23
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TAm>K
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30
36
50
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21
40
Domingos
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Passcyeiiosde I.*
e ciaste.
~mS(^T
7
7
8
8
8
8
9
I
9
9
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io,
M
l
H
12
M.
TVBD8
45
51
4
11
37
52
10
5
40
53
20
38
57
17
35
20
50
5G
10
17
ESTACOES
|li;\S IM IMIIUOII
IHhs de tr.'Hillx)
la I i.
Una (partida)
Agua Preta.
Cuyambuca.
i/ Gameleira..
'i'i Bibeiro. ..
Aripib.. ..
Frexeiras ..
iterada ..
ITmb Ass
Olinda .. .
- I pojara.. ..
.abo.....
liba.....
Prazeres. ..
Boa Viagem
Afogados ..
Cinco l'ontas i
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I)c,i)iiiij;..s *
li:is santoN
/Vis.svijrtio. de l', 2.-
e 'elasse
Dentista nenrauo
|l>e \fw-\ntk. rna do Im-
r.ulor u. 63.
Dr. W. H. Me. Gra, Merece ao' res-
l>eilavel publico de Peraamhuro os ser-
vicos de sua profisso, todas as opera-
coes da bocea e denles serao ementadas
com o ultimo e muito methorado princi-
pios de cirurgia dental
ral
HANHA
H. M. II 1
1 1 2 2 2 3 3 3

3 1
6 20
6 36 4
7 3 5
7 10 5
7 24 5
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16
29
35
H. Austin, superintendente interino.
BS
Offerecese urna ama das Unas que
enlende
lodo o servico : na ra da Penha n. 25, loja.
de
SEGUROS DE VIDA EM MTUALIDADE.
A drecc.o do BAXCO U.MAO tendo obtide do governo de S. M. F. a autorisacao para estabele
cer o seguro de vidas em mutualidades, faz publico que desde j toma subscripc5es annuaes por urna
s vez, debaixo das seguintes condicoes :
Com perda de capital e lucros;
Dito capital smente;
Dito lucres smente;
devondo a priineira Hqnidacao ter lugar no Io de Janeiro de 1850.
As vantagens do empreo de capitaes em mutualidade, sao obvias, porque nao sinmle se co-
_ Ihe o juro de quantias diminutas, de que avulsas se nao poderla tirar nenbum resultado; mas alm
Um amigo do lllm. Sr. Jos Curado por nao disso, este rendimeuto augmentado pelo capital ou lucros, ou ambas as cousas, conforme as condicSes
0 enconlrar llie |>ede o favor de mandar por em da subsenpeao, dos que fallecem. Tambem partido pelos socios sobrevi ventes tudo aquillo que os so-
casa do Sr. capitao ajudanle de ordens Miguel da cios morosos nos seus pagamentos, sao por este motivo obrigados a pagar, bem como caducidades que
P. S. a liomba de carrinbo que foi para fazer o fa-, occorrerem pela falta de cumprimento do compromisso social.
As Hquidacoes sao pelo svstema das companhias hespanholas, Tutelar e outras ; e parase poder
nvi ili'.'i ilo nm. nde urrviii7r nma entrada .1nn11.1l de IOS nublira-sp. a semiinte tabella basea-
Por um meniuo de
> de
de
de
de
urna pessoa de
de
de
de
Por
1 dia a 1
1 anno a 2
2 i a 3
3 a 4
4 i a 15
15 t a 20
20 i a 30
30 i a 40
40 a 50
anno
110*
90*
86*
86*
8G*
8C3
86*
86*
90*
- Existe para venderse urna boa casa na po-
lo de Santo Amaro de Jaboatao, cora bastan-
j commodos, e uova veade-se milito baauo :
na praca da Boa-Vista no terceiro andar do so-
brado que foi bolica do Sr. Neves._______"_
Aluga-se a casa n.6 da ra dos Coelhos, jun-
io ao sobrado do fallecido Adete, aropria para
iihores estudantes
de,'o, olaria n. 13.
vor concertar, no estado em que cstiver.
Para se passar a fesla.
Aluga-se urna casa no Cachang com muitos
conmwidos c por preco muito barato : na ra No-
va n. 63.
O Dr. Antonio Vicente do Xascimenlo Feito-
-saj tendo de retirar-se para a corle do Rio de Ja-
neiro, adra ria, cerno deputado assemhla gcral por esta pro-
vincia, avisa ao respeitavcl publico, e com especia-j
lidade aos seus constituales desla e de outras pro-
vincias, que osea eserlptorio na ra estreita de
Rosario n. 23 contina sob a direccao de seu com-
panbeiroe collega o Sr. F>r. Joaquim Jos.'' de Mi-
rauda. Os solidos estudos do Sr. Dr. Miranda em
jurisprudencia, a pfatica que possue dos negocios
(-foreuses, oconhecimeme que tem das causas do
eseriptorio, onde trahalha ha cito annos, e o carc-
ter prolio que o distingue, sao garantas sufncien-
tes deque na attsoncia do Dr. Feitosa os negocios
Isrenses a seu cargo, e OS que occorrerem de novo,
ftresernrao com a mais perfeila regularidade.
"O Dr. Feitosa avi?a, outro sim, ao respeitavcl
publico, que as pessoas que quizerem ouvir suas
jiinioes, p^eraureineuer-lhe para a corte suas
consultas por fei inedio do mesmo Sr. Dr. Miran-
da, certo de que a rpspOflMi Ihos'ser enviada pelo
primeiro vapur que d all partir depois do recebi-
\ menlo da cotiwUa; assim como all se encarrega-
r da dirc/cao de revistas ou de quesquer neg- capital e dentista Julio C. Pedrotta, doutor em va-
cios^
O Wsmo Sr. Dr. Miranda fica munido de pro-
enraca^ bastante para Iratar de qualquer negocio
que diga respeta) ao Dr. Feitosa, .quer particular
quer rense.
fazer urna idea do que pode prodnzir urna entrada annual de 10*, publica-se a seguinte tabella basea
da sobre a experiencia de muitos annos de companhias desla natureza :
Em o annos Em 10 anuos En 15 annos Km 20 anuos Em 25 annos
400* 900*
300* 750*
290* 720*
280* 710*
2705 roo*
270* 700*
270* 710*
270* 720*
300* 750*
2:005
1:700*
1:600*
1:560*
1:550*
1:540*
1.560*
1:6000
1:800*
4:700*
3:7005
3:5005
3:4005
3:3505
3:3305
3:4005
3:700*
5:000*
Nocledadc de sesnros mullios
de vida Inslallada pelo Banco
i 'nio na eidade do Porto.
Os agentes nesta cidade e provincia Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C eseriptorio na ra
da Cruz do Recife h. 1, estao autorsados desde j
a tomar assignaturas e prestar todos os esclarec-
mentos que forcm necessarios, as pessoas que de-
sejarem concorrer para tao til e benfica emprc-
za, segurando um futuro lisongeiro aos associados.
j| Trocam-se imagens do Porto, escultura ^
% em madeira, na loja de Joaquim Luiz dos y
^ Sanios, ra do Crespo n. 1.
Precisa-se alugar urna preta escrava para
cozinhar e fazer o servico de Diua casa de ponca
familia : na rna da Cadiado Recife, em casa do
cabelleireiro francez.
'esii da ttrnhora do Hont.
S. Bie. o Sr. D. abiiade le S. Bento
deaccordo eoni o abaixo assignado teui \
removido a festa da Senhora do lloole
do dia 31 do corread' ntez, pura 17 de
Janeiro viitdouro Olinda, 15 de de-
zembrode 1^65.
Manuel Luiz Vires.
As entradas poruma s vez dau resnludos muilo superiores s annuaes.
Porto, 10 de agosto de 1863.Os directores do Banco Uniao, J<*(: da Slca Machado.F. SI. ron
der Niepoort.
Agentes em Pernambuco : Antonio Luiz de Oliveira Azevedo 4 C, ra da Cruz n. 1.
a tratar na ra do Mon-
\>1A 1>1S 1.1 ITI
Precisa-se-de urna ama que tenha bom leite,
prefere-se sem ftlfio : na roa Direita n. 83, toja de
ferragens.
Precisa-se de um bom cosmlieire ede urna
ma que saiba engommar e lavar : tratar no
0 abaxo assignado faz publico |uc tem con-' sobrado n. 3i, da ra daAurora.______________
tratado cem o Sr. JoSo Leite do Reg Sampaio a thrsotirriro das birrias da
co-npra de seu eslabelecimenlo de ferragens, sito Fa" "" >r- esoureiro aaa senas va
na ra do Queimado n. 30 : se alguem se julgar *."'
eom direito ao dilo eslabelecimenlo, baja de de-1 Bernardino AlveS Forrera tendo perdido o meio
-clarar no praso de tres dias. Recife 23 de dezom-. bilhete n. 2861 da 39 loteria para -o melhorameato
GRANDE
0 dentista que tira (lentes
seni dr.
Acha-se de passagem para Europa nesta Ilustre
DENTISTA DE PARS
19 Rna Nova -19
Frederico Gaulicr, cirui'giao dentista,
Ua toilas as operacoes de sua arto, e col-
loca denles artilicies, tudo com superio-
ridade e perfeco, que as pessoas enten-
didas lhe i econhecem.
Tem agua e pos dentificio.
Ama.
Precisase de una ama para urna casa de pouca
famili i : na praca do Corpu S'ato n. 17.
Aluga-se o sobradiuho de um andar da ra
da Penha n. 13 : na ra Nova, loja de 11. Domonte
se dir quem alnga.
dabaixo a.-signado declara ser morador na,
Piedade na freguezia de Muribeca, podendo ser
procurado para os misteres de sua profiss,io de so-
licitador, na ra do Queimado n. ,'!8, primeiro an-
dar, das ) horas do dia s 4 da larde, depois da
Chegada do vapor, e antes da partida.
Hermenegildo Eduardo Reg Monleiro.
(ai\a filial de LouiioneHr.isiliaH Bank
(limflted era ernainliuc.)
A caixa filial de London e Brasilian Bank em
Pernambuco, faz scicnle ao puliliro e mais esjie-
cialmenle aos seus deposiladores em cunta cor-
rente que se v na rigorosa *brigaeio do alterar
as suas condiccoes deste modo, de deposito, nao
smenic pelos prop ios interesses da caixa, como
Janibcm pea conveniencia do publico, romo a ex-
periencia "o !em mostrad.
Rortanto liqnemas ditas cohdiccoes desde o 1"
de Janeiro prximo futuro em diaie, modificadas
como segu:
Sement se receben] qnantias de SO* para
cima.
Nao sao contados juros sobre quantias deposita-
das por menos de 7 dias.
Os juros fiquem reduzidos a razao de 2 por cen-
taao anno capitalisados como d'antes.
As retiradas do dioheiro podem ser eflecluadas
a vista Sem dislinccao de quantias e sem previa
participara obrigacla e sim obsequiosa se istu fr
possivd.
Os depsitos a tempo flxo as condiccoes sao a9-
seguintes :
Pelo tempo de 30 dias vencerao juros a
razao de 4 0|0-ao anuo
60 5 00 %
90 6 0|0
> > 180 e alem 7 OfO >
Jos Ignacio dos Santos Coetho vai ao Rio de
Janeiro.
Dase dinheiro a juros
n.6.
na ra do Rangel

Jiro de 1863.
Antonio da Fonseea e Silva.
mmwmmMmmm
Joao da Silva Rano?, medico peta un-
versidade de Coimbra d consultas em
na casa na ra Nova n. 50, das 8 s 10
horas da manla e das 1 al 6 da larde e
be igualmente convites para dentro
ou fora da eidade com o Itm de. se ea-i
.;,, carregar de qnalqner servico de sua aro-
.,'} lis.-ao.
Os cltama los deverao vr por escripto.
mmwmmmwmm
' Acha-se justa e coniratada a loja de relojoei-
ro sita na ra do Rangel n. 20, pertencente Fer-
indi) Garzoli : e quem tiver a oppr-se, annnn-
<<' oestes 6 das por este jornal._______________I
. oiTercre-se urna mulher honesta para ama
d casa de liomem solleirtvaara serviros internos |
quera precisar, dirija-se ra da Matriz da ~
Visla, casa n. Si, que se dir.
1 do estado sanitario, de rujo meio bilhete era pos-
suidor, pede ao mesmo Sr. thesoureiro a merc de
dar as providencias que julgar acertadas, acerca
da apresentacao do referido bilhete.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da
ra do Crespo n. 23 : a tratar na loja. ______
- Antonio Jos Rodrigues de Souza aliajaa sua
casa e sitio do Monteiro, em frente ao ottao da
igreja do S. PanUleSo, com bastantes commodos :
a tratar na theseuraria das loteras, ra do Cres-
po n. 15.
ras scicncias, e mora em casa particular, na ra
do Trapiche n. 44, defronte ao hotel de Franca, no
segundo andar. Portanto approveite quem quer
ser operado pela sua leve e segura roao. As se-
nhoras e as familias nao terao incommodo de sa-
hir de casa apanbar sol, o dentista vai em todas
as casas aonde lor chamado. Quando ^presenta-
se a cavallo ao publico as operacSes sao serapre
gratis para a pobreza.
Tem os seguintes remedios:
Mistura kygienica do Dr. Ricaard para amoleccr
os denles Dengosos e faze-los catiir sem ajuda de
ferro ; ambrosia do Dr. Rurhtrdnt para fazer pas-
sar a dor dor denles em dous minutos; pomada
dos padre cpttrhinltos da ierra anta para curar llollca
erysipella, rheumutimo, esaotoinchado* fmint\ j ^ jro ,,,nha ,,guma pra.
xarove tnexieano para curar todas as molestias do n "'' TI t.iu. r. i.nn do m
peto wao plumea potmvnnr. mlhma, pwAniw-;f ^,tart'^ V*it t r ^
totom, enfarra, falla de mph-anto, J.: na ra toara ae Baitholomen & C. -------- _
Aloga-se oarmazem n. 4 drua do A|
o terceiro andar da casa n. 88 da ra da Itnj
triz ; na ra da Aurora n. 36.
Aluga-se o terceiro andar da sobrado da ra
Nova n. 19, com bastantes commodos par fami-
lia : a tratar na roa da Cadeia n. 62, segundo
andar.
do Trapiche n. 44, segunde andar.
Mmmimmmm
inda a ba/er pao de senleio novo nos dias
quartas c de cada semana,- na nadara
o, e
npera-
Felix de Cantaliee tendo oncarrogado ao seu ad-
vogado o bacbarel Luiz Augusto Crespo a cobran
ca de todas as suas dividas activas, pede a Wdos
os seus devedores o obsequio de se cntenderem o administrador da easa do banhos d.
mu o mesmo senlior dentro do praso de 15 dias dqXarmo roga s pie possuem amigos
ao presente,*aflm de darcm cumprimento s suas carroes. bajara de ir trocar por novos at> o
obrigafSes, solvendo os seus dbitos, sob penado deste raez; ficando inutilisados seo naatorem.
se proceder judicialmente contra os mesmos sem praneisco j^ d,. Soaxa Pinto morador na
disliwcciio de pessoa.____________ pOVOacg0 ^n Oroangi (cm no engento Vertente co-
UNraa ao eomprar or &# marca de Nazaretli junto a povoaeao de Vieencia
Ricas chapelinas de seda para senhora, muito do que rendeiro Jos Cabral de Oliveira Helio
bem enfeitadas e do ultimo gosto: na ra do 895*700, quem quizer comprar entenda-se ewa o
I Queimado, loja n. 41. dito Pinto que todo o negocio fora.
Precisa-se de nm pequeo de 12 14 wnoe,
lenba pratiea de laberna : qnem pretender,
onTsant Amaro ae p da fundan, "na ruadam-1 dirija-se ma do Palacio to Bispo n. 40. _____
peralrit n. 82, e ra do Brum, confrunle o cliafa-1 Jos Lourenco da Silva faz ver ao p
riz n. 47, ra dasCroaes, deposito n. 39, na Pas- que por haver um de igual nome, assignar-se-ha
sagem, taberna da esquina do Sr. Bento, qno vira | p0r Jos Lourenco da Silva Oliveira.____________
para o Remedio, e no armazem progresso. largo; A pessoa qilt nnuncioa querer 250* sobre
a de urna rasa, na praca da Independen-
cia n. 16 se dir quem d.
Gratilica-se a qnem prender a eserav Feli-
cia, e levar ao boceo do Padre n. 4, a qual tiin os
signaos seguintes : tem 30 annos de idade, d na-
5o Angola, estatura regular, cheia de corpa, oara
redonda, tem falta de nm dmle na fren*, ps
feios, congote raspado pouco, letn vestido do gan-
ga azul e o corpinaii ate tem forro, um pinnopre-
to j osado, e um vesfido de chita miuda con as-
sent branoo.
D-se dinheiro a premio em pequeas e gran-
des quantias : na ra Augusta b. 45, se dir.
Amga-sc
Aloga-se urna boa proprlcdade de sobrado no
lugar da forre, em muito bom local, muito fresca
e com urna linda vista por ser perto do rio, e est
forrada de papel, com bastantes commodos para
urna grande familia, tendo banheiro, cocheira, es-
tribaria para6cavallos, cacimba com bomba, mui-
tos arvoredbs novos, urna grande baixa de caplin
e muito bem tralada; cuja propriedade perto (
do Sr. Francisco Gomes de Oliveira; ficande a
mesma propriedade confronte a Ca punga nova :
quem a pretender, poderj>rocurar a chave na ra
da Senzala velha n. 100, n primeiro andar, das O1:
horas da manha s 3 1|2 horas da tarde, ou na
Capunga nova (estrada de Jacobina) em casa do
Amara! Futo, no intervalle das horas indicadas ;.
promettendo-se alngar por mn preco razoavet.
Urna casa eslrangcira precisa de om criado
forro oo captivo, que emenda de corintia e o rais
sernco de urna asa de pouca familia : a tratar
na ra da Cadeia n. 62, armazem.
Coinpanhla fitlelidade
seguro muritUaios c ter-
restres estabe lee i ti a no
Rio de Janeiro.
AGEMKS FM PGPNAMBI'CO
Antonio Luiz de Oliveira Azrredo k C.
cornj)etentemeiile autorsados pela direc-
tora da companhia de seguros Fidelida-
de, tomara seguros de navios, uiercado-
rias e predios no seu eseriptorio ra da
Cruz ni.

Precisa-se de urna ama para casa de homom
solteiro : na ra da Praia n. W.
H
"RUADO IMPERADOR
22.
Precisa-se de 4;000* a premio coto hypoth-
ca em um predio de grande valor: queni tiver
annuncie para ser procurado.
Ao av 29.
Neta leja des baraleires na rna de Qaciaado.
Ricas saias de fustao a 5*, camisas lngsa>zas para
senhora a 2*, 2*500, 3* e 44, cobcrlas de fso
brancas a 5& cbitas com lustro para coberta com
6 pahjios ci largura a 640 o eovado, eambraia de
cores tiara vestido a 320 o eovado, laas para vesti-
do a 480, 560 o 640 o eovado.
Ao o. 29.
Neta loja dos baraleires na rea e Queimado.
Tarlalaiias de tedas as cores, faaenda muilo Ana
a 720 mibraia para corlinado, pcc.a de 22
vara*, por 10*, ehales de ta por 3*, 4*, 5*e 8*,
camisas ingteas para hornera a 36*, 50* e 60*.
A* i. 29.
Rsva leja des haratetros aa rna de Queimado.
Bieos pretos, franjas de todas as cualidades,
trancas de seda, do algodto e de laa, manguitos e
camisinhas bordadas, coltarinhos e punhos, folhos!
bordados, bolOes de velludo, de seda e de fustao,
bandos de cabello, meias do seda, loques ; fojos i
arligos se vendom por melado do seo valor por ser
para acabar.________________________ |
Precisase de omcopeiro i aa roa do Trapi- i
che Novo b. 22.
Grande armazem de tintas.
Esle armazem contera todo quanto
o para que a industria de pintura.,de
qualuer genero que seja. dsenipenhe
seu fin, sft> embellezar, cuasurvar e
reproduair.
Montado em grande recala c supprado
directamenfe por grandes fabricas de Pa-
rs, landres e Hamburgo, pode ollenecer
preduetosde eonlianca, e satisfazer qual-
quer encemmenda grosso trato e a re-
tal lio.
Os Srs. artistas pintores, e os donos de
obras podero escolher ventado, pois
que tudo estar vista, a's diffrrentos co-
da qae tfverem neeessidede.
Ha tintas em niassa-e em> p> impalpa-
veU e corao.nas-obras a enveini/ar so se
deve empregar tintas muidas, b nao me
ido cojaBCaasqoevaai ti f'apara
comraerckv, por wmaS, e falslflca-
Aas. neste armazem se as muere vis-
ta do ceasuraidnr, ipie s assim ter tin- |
tas frescas e verdadeiras.
Mi tambem curo verdadeiro, verde em
p eeniRtHia, prafa em folba, p debran-
zear diamantes para cor-
tar vidros, burnidores. ncar supi-rlinaen-
carnada. amniefla e verdfc, limas vnge-
asul.roxa, verde e -miarella. inifTen-
imicas ipie se devem emprogw as
confeitaras. rtteefOes de phteeis para
fingir madeira, com propriedade. e-eulros
d varias qualidadc^ vernizes, copal,
graixa, branco ou escoro para interior
o exterior, para eti(|etas c qosdros, tin-
tas finas era lobos, em rrayoes ou pastel.
tellas para aoafroa, caixas d- tintas linas
e papel para desenlio.
Essencias armaaticas vostradeiras, frc-
eos e vidros para vidraoA de todos os ta-
manhes. e muiros outms objectos, ojo
olilidadc e emnrego $*i eom a visla pode-
rlo ser mostrados.
Jlo Pedro das Revs,
Gerente.
Precisa-se de um idenino pomguea de 14 a
16 annos para caixeiro, e que d dador a en con-
ducta ; na ra Nova a. 58, deposito. ,

;.:-


wm
i
Diarto de re*biteo Quinta fcira t* de ft>e*aibr tic 18t.
ra. dos
Gabnet e<% eiri
flores p. 37.
0 Dr. Estevlo Cavakslpti de Albaqpwqu da
consultas medico cirurgicns em
seu gabinete das
(Niegado pelo yjiok
NO para o vigilante, ma do Cres-
po n. 7.
rhcgaram as iiuto* desojadas cascarri- -
'las de todas as cures com urna iltinlia de velludo
as d manhaa c das 11 at as 3 Iw^.
da tarde, o chamados,deverao*cr por -ritro, ~n**i^ ^ante paxa enfeitc, asara
dessa hora em dame da ver ser procurado na ca-
sa de sua residencia no Chora-Menino.
I. Partos.
t. Molestias de pelle.
3.* dem des olhos.
4.* dem dos orglos genilaes.
Praticari toda e qualquer operacao ra sea ga-
binete oa em casa dos doentes conforme Ibes fr
mais conveniente. ______t
Bilhete perdido.
Rogase apessoa que aetaou o meto bitheten.
2861 -da 39 lotera par melhotaniento do estado
sanitario, o favor dcenWega-lo aa ra do Trapiche
n, segundo aadw, que ser* ewrosaroente re-
compensada^_________________-
Precisa-i de fcW5 a premio, dando liype-
theca em urna casa ; ^nem quiter annuncie para
se tfttar._________________,.__
Casa* par alagar.
Urna loja e prtmeiro andar na ra das Cruzes,
urna casa terrea na ma da Alegra, um terceiro
andar e sotio na ra do Encantamento : tratar
com Joo Ribeiro Lopes, ra da Cadeia n. 53, toja.
de Souza,
como de outras qualidades, e preeos multo razoa'
veis : s no vigilante, ra do Crespo, n. 7.
Para dar de minio.
Chegarara as riquissimas boneeas de todos os
Unannos, vestidinhos ricamentt enfeitados, cada
um em sna caixinha, propriameute para um deli-
cado mimo, por baratissimo preco: s no vigilan-
te, roa do Crespo n. 7.
Para os senhores hachareis.
Chcgou lempo a riquissima fita de chamalote
para cartas dos senbores hachareis, assim como
branca, lisa, propria para abrir lettas, ou para
sintos : s no vigilante, ra do Crespo n. 7.
Pintea de marrafa.
Tarabem chegaram os riquissiwos pentes de
marrara com podrnhas,os lindos pentes de regaco
para meniuas, tneias de seda e sapatinhos proprios
NOTO ESTABEIECIMENTO E MEDICINA HOMEOPATHICA
BA MOV A M. 43.
0 Br. Sabino O. L. Pinho mudou o sea CONSULTORIO para loja de nlarmot
ra Novan. 43, onde continua a dar consultas todos os du uteis desde o meiodi at
2 horas. ,
Os enfermos, que o procurarem logo na invasao da molestia, sem que najara to-
mado qualquer remedio, nem allopathico, nem homeopathico, pagarlo metade dos precia
estipulados. Esta concessao tem por fin facilitar a cura de molestias, que podera tornar-
se complicadas pelos emprego intempestivo da therapeutica e ao mesmo ternpo adquirir
para a homeopalhia maior numero de adeptos pela bateza da cura.
Em attcncSo as pessoas pobres, que nao podem sahir de dia, o Dr. Sabino resol-
veu dar duss consultas por semanas as tercas e sextas-feiras das seis as sete horas di
noite.
Os chamados para visites e conferencias devem ser dirjgidos por escripto ao coik
sultorio desde 8 horas do dia at 8 da noite, na certeza de que sero attendidos na ordero
de quani-
<).
para hapsades", meiaVde seda para senhora, fitas |e sua precedencia, salva a circunistancia de eminente perigo.
de laa para debrum, fiU de Iwhe, trancas de laa, ____-. .
ADVERTENCIA.
na ra do
moleque para o
Antonio lose Rodrigues
Crespo n. 18, precisa alugar um
servtjo de casa de familia, e que saiba bolear car-
ro, sendo de bons costumes.
de linho e de seda, luvas de seda e pellica, e fio de
Escocia e ca-murca, alfinetes de cabeca chata, car-
teirinhas oem todas as agulbas precisas para cos-
tura, fivelas de madreperola esmaltadas de ac
para sintos, llores de todasas qualidades, caixinhas
com pasilhas de perfumara, abafadores i
para senbora, toucas e sap "
nhas de borracha para sej,
cordes de borracha, sabonetes redondos, ditos .^ ^ verificar por si mesmo a forca dynamica, que se lhe attnbue.
chamados de familia, pomadas de todas as quali-. ------- j------:-:**
Pede-se teda alie iicao.
Cnstodio maraes,"
titulada q^^^|Ptl'< na d>
eao
blfco, que I
SUbe i
do por'preeos baratissimos, come
T>ccas com 'e !["* a
Ditas com 45 vM|M WL a 3*-
Lia sortida :i *#
Froco de cores jtortidos, peca a 160 rs.
Manguitos para sonora, o par 800 rs.
Goliahas de bonito* gostosa 400, oOO e 1*.
Salvas de metal principe a liSOO, U o af500-
Ditas com copos de metal propno para meninos a
1*200-
Pacas e garios paja sobre-mesa a 4&a duza.
Ditas e ditos dila com cabo de marnm a o.
Bandejas de todps os tamanUos roo lio finas aj,
Um li400T 1A06X), 1W>, 3S0O e 5#
Ditas redondas para copo de 800 rs. para 2#bO&
Tesouras em carteiras, a duiia a 500 "
800 rs.
Peitus para camisas, a duzia a .
Camisinhas bordadas para senhora a
Chapelinas para senhora a 3.
Ditas para menina a t&.
1WD saniAiL
LOJA DE MIUDEZAS
O novo consultorio est prvido dos melhores medicamentos, esde a primeir
at a trigsima dynaminjsaco.
E como os mdicos hespanhes e allemaes nad cessam de certificar a major effi-
o Dr. Sabino se
[640
I
.timado. 16
i preta e de cores lisa a
de laa preta e de cores, caracol, a
branca de caracol a
de tram-a
de linho
s finito nwsclada de caracol a
apaibihos de laa, pulseiri- cacia das ultissimas dynaminisacoes do tratamento das molestias tronicas, o Dr. Sabino
egurar manguintos, fitas e oceupa agora de elevar os seus medicamentos s potencias mais altas (por ora at 200.
dades e dos fabrcaos mais afamada, c Os mdicos," que quizerem experimentar taes dynaminisacoes
ac
BASCO UXllO
ESTABLECIDO NXIDADE D" PORTO
Agentes m Pernambuco
Aatuuio Lulz de Oliclra
Azevedo k C.
Sacam por todos os paquetes sobre
mttao banco praio ou vista, sobre a
caixa filial em Lisboa, e ageadas em Fi-
gueira, Coimbra, Aveiro, Vizeu, ^ "la-
ReaL Regoa, Yianna de CasteBo, Guima-
ries, Barcellos, Lamego, Covilhaa, Braga,
I'enafiel, Bragana, Amarante, Angra,
liba da Terceira, Bha de Faias, Illia da
Madeira, Villa do Conde, Valenca, Bastos,
Oliveira de Asentis, Chaves e Fafe, a
oitodias vista ou ao prazo que se conven-
cional", ao seu escriptorio rna da Crnz
n. 1.
Furtaram da ponte dos Carvalhos, na noite
de 20 do corrente, um carneiro capado, branco,
muito grande, da raca de lia compnda, sendo de
chifrese estes furados as ponas, bastante manso:
portante, as autoridades pollciaes e pessoas parti-
culares que o apprehende-lo e levar ao _sobredito
lugar casa de Flix Ramos Cinelier, rereber a
gratificado de 10J, eu delle der noticia certa e do
ladrao.______________________________________
Alugam-se duas mei-aguas na na do Pro-
gresso por barato preco : qnem as pretender diri-
ja-serna da Praia. armazem de carne secca n.
34 junto a ribeira do peixe.____________________
Precisa-se de 1:6005 a premio, dando-se fwr
garanta urna boa propriedade : quem quizer an-
nuncie para ser procurado.
__K O DrTSarment^Ino, medico operador
?I5 do hospital Pedro IT, para maior com-
gg modidade ilas pessoas que o honrain com
^ a sus confianca, participa que ser en-
P contrado todos os dias no referido hes-
$M pita! das 7 s 10 da manliaa e dessa hora
|3 em vante Ba ra do Queimado n. 44, se-
*7* gundo andar, onde ha estabelecldo o seu
?!" consultorio, ou em casa de seu paiCam-
p po das Pnncezas.D consultas gratuitas *_
jw todos os dias no dito hospital, onde pra- jSfi
}M tica toda c qualquer operaao de qne os ^
?y pobres precisem para o seu restabeleci-
w ment. Inctrmbo-se especialmente da
"a?> cura das moltstiss do dominio da medi-
^ cia operatoria, que se ha dedicado,
jlf- das alTeccoes do tero e da uretra.
Alnga-se a ca~sa terrea n. 8 da ra da Man-
gueira : a tratar na ra do Queimado n. 38.
i
poderao dirigir
as qiSdadeJ1 consultorio suas' receitas, que sero aviadas 'gratuitamente para os pobres,
retroz em carretel e em novello, e de meada, de, No mesmo consultorio se vende a novissima edicao do Thesou.ro Aomeopaintco
todas as cores, escovas para dentes, dilas para rou- ou Vademcum do homeopatha, obra indispensatel a dos que querem usar da homeo-
pa, ditas para chapeo e ditas para unha, de todos nathj
fJS^Z^:^T^VS^: Tudo o que diz respeto nova medicina sea*a abundantemente ueste novo estabe-
mette-se fazer todo o negocio: s no vigilante, ra aecimentO.
do Cespo n. 7.
Um chapeo por 400 rs.
S no Vigilante
Custodio Jos Alves Guimaraes, tendo arremat-;
do urna grande porcao de chapeos de sol para me-1
ninas, e querendo que seus freuuezes partilhe de
tal pechincha, est os dando pela diminuta quantia
de 400 rs.: quem deixar de comprar mesmo pa-
ra as scnboras irem ao banho cobertas do sol.
S no Vigilante, rna do Crespo n, 7.
Liaba.
Tambcm arrematou tima grande porcao de linha
preta muito forte em massos de libra, que se ven-
de pelo baratissimo preco de 800 rs. cada um : so
no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Botes.
Lindissimos botoes para punhos tanto para ho-
rneen como para senhoras, pelo barato preco de
JiO rs. o par: s no Vigilante, ra do Crespo,
n. 7.
Chapebzinho para meninas de escola ou passeio
2e3J.
Flores francezas, caixos grandes, a 600 rs. "
Luvas de seda com pequeo toque de mofo a 300^
rs. o par.
Toucas de la para menmos a 500 rs., fil a 500 e
600 rs., do seda a 800 rs.
Sapatinhos de merino a 800 rs., e de laa a oOO fs.
Bolsinhas de missauga para meninas de escola a
800 rs.
Botoes dourados para punho a 200 rs. o par.
Tinteiros de mental a 320 rs.
' Trancelins para relogio a 100 rs.
. Ditos de fita chamalote a 200 rs.
Escrivaninhas de metal a 35300.
Colheres de metal para cb a 200 rs. a duna.
Ditas de dito para sopa a 25 a duzia.
; Botoes de duraque pelos a 400 rs. a (troza- .
' Cartas hespanholas para jogos a 15200 a duzia.
ainarellos de metal a 15-
160
Peeas
Peca
100 rF
Pecas com 10 varas de fita de velludo cor de rosa
a 15.
Pecas com 10 varas dalia de veludo preto a 15200
aras de fita do velludo lavrado a 15
Pees-eom SO var dflrga1o lavrado a 15500.
Pecas a: franja branca estrena a 5-
ile franja Jarga para cortinados a 3.
Pecas de lita de seda de cores a 300 e 800 rs.
15500 e 25- Pesas de franja de laa a 15-
rija de-seda preta c de rres a 35-
de retroz preta e de cores a 140 rs.
Eejt**. frai
aJHPTde bicc
icos
Varas de bieus
Varas de bii
Va:
vara^ de
Vam^J
xt%s a 15100 e 15500.
t* a 100 e 160 rs.
a 160 e 240 rs.
oto da largura de um palmo
labyrintuo <$e um palmo de largura a
ris.
eJicffftasIBas para cintos a 500 rs.
fita praflrde borracha a 160 rs.
Sgos'atlOrs.
oco e de cores lavrado a 100
.
Msicas para piano e canto de todas as torcas, e methodos dos melhores autores, e vende-j
se baratissimo.
EXCELLENTISSIMAS SENHORAS,
Aproveitem as pechiachas da loja ra do Crespo d. 17
DE
JOS GOMES VILLAR.
Para apurar dinheiro est vendendo baratissimo,
Aproveitem todos.
Becebeu de New-York 2,000 baldes de 20 arcos e vende a 25500 cada um.
Utraonliiiai'ia peehincha, csemii
Fivelas de ac galvanizadas para sinto a 5500.
Ilicus cintos com fivelas de pedrinhas a 35-
Grvalas 4c seda a 400, 000 c 800 rs.
Grvalas para laco a 800,15 e 15280.
Grava tas com bonitos passadores a 15 e 15280.
Grvalas de i>onta"larga bordadas para seulioras a
I -15280.
l Passadores para grvalas a 500 rs.
Conservadores de continhas pretas e brancas a
Casticaes brancos e .....
Carteiras para algibeira a 500, 600, 800 el 5.
Sabonetes muito finos a 15200,15600 e 25 a duzia. 1508q_
Fivelas para calca a 300 rs. a duzia. VolUs de perolas brancas c de cores, com cruzes,
! Botoes de ac para calca a 320 a groza. i.
Caixinhascmallinetes,grampos e clcheles a iw, voltas pretas a balao com cruzes a 15 e 15800-
lOOeSOOrs. ,. flBs pretas decontas muito gradas a Mana
Fitas de borracha pretas e de cor a 120 e IbO rs. pa a i80Oe5500.
a vara. \ ollas de coral pequeas e grandes a 600 e 25400
Latas com dous massos de agulhas por 800 rs. Maeinhos de coral a 360 e 600 rs.
Brincos de aljofares a balao a 320 o par. Otlavas de retroz preto e de cores a 160 rs.
Alfinetes pretos e de cores com pedrinhas a -t>0 rs.j pares dffgrampbs enfeitados, a balao a 15-
e320.
Camisas para homem feitas em Lisboa a 2*.
Fitas de velludo lisas e lavradas a 800, 15,15500
25 e 35 a peca.
Ditas para sinteiro a 300 e 400 rs. a vara.
Eatnk- de brincos pretos e de cores, a balao, a
640 rs.
Pentes de borracha para regado a 800 rs.
Pentes dourados com pedrinhas para regaco a
25500.
deposito mmm
19 Kua d'Apollo 19 1
Espeelalldade de viuho -;
de Borden x M
pBordeaux superior a dii-|
zk 6^000.
Licoros, cognac, vermoulh o mais barato S
que nunca appareceu.
ATTTUXVAO-
Pedc-sc ao Sr. Becher, professor de algumas
linguas, que tenha a bondade de apparecer na ra
Imperial, onde nao ignora, afim de completar as
licocs de francez, cujo importo ja recebeu._______
Aluga-se o primeiro andar do sobrado de es-
quina, todo circulado de janellas, e muito fresco :
quem o pretender, dirija-so i loja do ourives collo-
cada na ra estreila do Rosario junto a igreja.
PEHIlHA
Custodio Carvalho & Compa-
nhia.
29Ruado tfiieiniado.
Novas laazinhas esrossezas muilo lindas, fazen-
da cncorpada, propria parav vestidos de senhora c
nancinhas, pelo barato preco de 240 cada co-
vado. ____________________________
Brincos de balao.
Xa loja da esperanza, ra do Queimado n. 33 A
vendem-se brincos balde*; dourados finos, fazenda
para a (esta, a 15 o par, ninguem daixa de andar
na moda; luvas de pellica de cores e brancas, fio
elstico branco e preto, trancinha para bordar, de
laa e de seda, e enfeiles nos gneros que se fazem
precisos para os vestidas Mara Pia.
Lias de cores, de quadros a 280 e 400 rs. o covado.
Cassas de cores a 200, 240, 280, 320 o covado I I I
Chitas francezas muilo boas a 320 e 360 rs. o covado.
Madapoles, pegas de 20 varas a 75, 85, 95, 105, 115 e 125 a peca.
Cambraias lisas, pecas de 8 1|2 varas a 25500, 45,55, 65, 75, 5 a peca.
Capas pretas, manteletes pretos bordados a 105 e 325 rs. I
Sotambarques pretos de 255 a 305 rs.
Capas de casemira de cores a 155 e 305 rs.
Outras fazendas de muito gosto.
PROTEJAM TODOS
Cortes de cambraias bordadas ; cortes de vestidos de blonde para noiyas, com capella el
Kmanla. Chapeos Maria Pia a 125 cada um I Meias para senhora a 45, 55, 105 e 1251
rs. a duzia. Bramante de linho, de 10 palmos, a 25 a vara. Bramantes belgas a 35 a vara ;
esguies de linio finissimo ; bombazinas pretas para luto ; merinos pretos etc. etc.; da-
mascos de laa de 8 palmos de largura, proprios para colchas e para cortinas de salas.
oiuamiDOioqBisa ouiissuueijodui! assa e '-sejg -seuixa 'o5aaiojj
-ojioqaip e 'seinissiiejeq.sepudzej
i.-;iijoj!|i: > moa i'\* wi:i|.X(ii|Ood m: ui.>||.>ai.iI\
soai39Nvaisa a soNvaiawvNaad^5
Caixinhas para costura de senhora a 15500> -& Ricas uarnes de pentes dourados com cachos
3,4, 5 e65- e pedrinhas e as mafYafas iguaes a 45 c 55-
Compoteiras de vidro com pratos de metal a 35 e
45000-
COMPRAS.
Compra-sc ama negrinha de idade de 10 12
anaos, e outra de 25 30 annos : a tratar na ta-
berna da ra da Praia do Caldeireiro h. 24.
OIEIJOS L
Vende-se unicameuto no
armazem Allianca da ra do
Imperador n. 57.

yenda de urna hypotheca.
Os liquidalarios da massa fallida del;
Jos Anloii o Itaslo veHdm a livpollio.- >
ca que tem nos cngcuhos .Hallo (in-sm (f:
e Cajabnss no termo de Serinhiem no ^
valor de 3I:835$911 rs.; tratar as j3g
casas a rna do Trapiche n. 34.
AURORA BRILHANTE
LARGO DA SANTA CRUZ N. 84.
Amigos do bom e barato.
Cal de Lisboa c potassa da
Rnssia.
Vende-se na ra da Cadeia do Becife n. 26, para j
onde se mudou o antigo e acreditado deposito da
mesma ra n. 12, ambos os gneros sa no vos e
legtimos, e se vendem a preco mais barato do que
utra qualquer parte._____________________]
Kaa da senzala >ova n. 42.
Neste eslabelecimento vendem-se: tachas de
ferro coado libra a 110 rs., idemde Low
Moor libra a 120 rs.
. Franja de laa para debrunhar tapetes a 25 a peca.
I Palitos de fogo, prova d'agua, a 15 a groza ou 120
rs. a duzia.
Assim como tem grande sortimento demuitos
mais onjectos que se tornara enfadohho mencio-
na-los, que tudo se vender muito barato para li-
quidar : na ra do Crespo n. 7, e rna do Impera-
' dorn. 59, junio ao passo, e casa da liquidadlo.
ra v no omiti v os
E.oja do bel ja-flor.
Voltas do aljofares.
Vendem-se voltinhas de aljofares com pedra,
imitando a brilhantes a 15 cada urna.
Botoes para punhos.
Vcndem-sc botoes para punhos, muito bonitos
padrSei a 200 rs. o par.
Facas para meninos.
Vendem-se faquinhas para meninos, de cabooi'
tavado, a 240 rs. o talher.
Laa para bordar.
Vende-se lia de todas as cores para bordar a
; 65*00 a libra.
Facas e garios.
Vendem-se facas e garfos de cabo preto rravadoj
a 25800 a duzia, dilas de balance de 2 botes para
mesa a 65200 a duzia.
Luvas de Jouvin.
Vendem-se luvas de Jouvin ebegadas pelo ulti-
mo paquete, tanto para homem como senhoras.
Extractos inglexes.
Vendem-se extractos inglezes muito barato por
serem sido comprados em leillo a 240 rs. o frase.
Escovas para denles.
Vendem-se escovas para dentes a 120 e 240 rs.
cada urna, ditas muito Unas rnglezas a 500 rs.
Toucas de lia.
Ricos pentes dourados a 25, 25500 e 35-
Bonitas niarrafas com pedrinhas a 15-
BcmitasTguatnicoes de pentes com lac<) esmaltados,
enm raarrafas iguaes a 55.
Bonitas gnarniees de pentes com laco para luto,
com marrafas iguaes a 35-
Ronits pentes de lartaruga a 45 e 55.
Honilos |icntesde. massa virados imitando tartaru-
ga a 1M0 e 25. ann
I'enlerde massa em caixinhas a 500, 640 e 800 rs.
Penlcspra atar cabello a 80, 160 e 240 rs.
LuvasTe Jouvin brancas o de cores a 15500.
Luvas da Kscossia brancas e de cores a 500.
Bonitos botoes para punios a 160, 320, 480 e 800
ris.
Duzias de bonitos botoes dourados a 480 e 960 rs.
Duzias de bonitos botoes de vidro a 480 rs.
Golinhas brancas o de cores com continhas a 15-
Sapalos de tranca do Porto a 15600- ..-.
Tesouras finas para unhas e costuras a .KK)
800 rs.
Escovas para dentes a 160, 320 e 480 rs.
Escovas para unhas, ronpa, chapeo -
-800TS.
Bonitos toucadores com ps a 25, 25500 e 45-
Caixas de bfalo encasloadas em marlim a 25-
ib do junco e de canna a 640 e 15280.
Chicotes de jutico e de baleia a 15 e 15600.
Oc'ulos de armado de ac prateada, dourada e ba-
toja a ."00 e .
Duzias de colheres do metal principe para cha a
15600 e 25. ,._
Duzia le colheres de inetal para sopa a 3,j>.00 e
55500. \
Pacutes de papel de cores pequeo a 640.
Caixinhas do papel amizade a 800 e 15-
Caixinhas de papel de beira dourada a 15200.
Caixinhas de papel phantasia de cores a 15-
Caixinhas com 100 cnvelopes a 800 e 15-
Caixinhas de lacre a 200 e 400 rs.
C-iixinriasde penna de ac a 800, 15200 e 15600
Caixinhas de obreias de cola a 80 e 120 rs.
e cabello
Vendem-se toucas de Ha para menino a 800,15 "Frasqlnis de tinta azul ou encarnada a 320 rs.
e 15280 cada urna. ... Lapes de cores ou encarnados a 120 rs.
Sapalinhos de lft.
Brincos e rosetas pretos a 160 e 240.
Vendem-se sapatinhos de lia para meninos a Boioes altos de tinta ingleza a ICO.
Chegou ao armazem da Aurora Brilhante
da Santa Cruz n. 84, caixinhas com peras,
AS SENHORAS.
Bicos corles de lia de lindas cores c os mais
largo modernos ( Maria Pia) acabam de chegar a esto
figs. I mercado pelo ultimo paquete da Europa, e vende-
passas, ameixas, doces, ainendoas, nozes, abacaxis, suem porcao earetalho por preco muito e muito
doces de varias qualidades era caixao, marmelada barato: n ruado Crespo,loja que faz esquina para
nova, frutas de calda, queijos novos do reino, de
prato e do sertio, presuntos, chouricas, salpicos e
linguiras, vinhos genuino, e manteiga ingleza
llor.
A Aurora Brilhante este magnifico -estabelecimento est na Boa-Vista disputando a
g primazia, j pelo grande sortimento dos seus gneros de boa qualidade, j pela commodidade
f de pregse por isso o seu proprietario roga aos seus freguezes e amigos e ao publico em
/ geral i|ue mandem comprar para melhor se certificarem do annuncio.
i Manteiga ingleza flor primeira qualidade. Servejas de boas marcas c muitas.
R Dita mais abaixo segunda dita. Queijos novos do vapor e do passado.
Dita francs nova segunda dita. Ditos de prato.
Cha superior preto, verde, hyssounm e pe- Ditos de manteiga novos.
rola. Caixinhas enfeitadas com ameixas francezas.
Doces de goiaba caixoes de varios tamanhos. Latinhas com ditas.
400,500 e 640 cada par.
Tesouras.
Vendem-se tesouras para costura a 500 rs., dilas
l! para unhas a 400 rs. cada urna.
Collarinhos.
Vendem-se collarinhos de papel a 40 rs. cada
um, ditos de linho a 640 rs.
Filas e cordoes para espartilhos a 80 rs.
nliadores pretos para borzeguins a 160.
Caixinhas com 100 agulhas francezas a 240 rs.
Caixinhas com 100 agulhas da Victoria a 320 rs.
Cartas portuguezas e francezas a 200 c 320 rs.
Carlas de alfinetes a 80 e 160 rs.
Massos de superiores palitos lixados a 240.
Caixinhas vazias para guardar joias a 300,400 o
OO rs.
Pentes de travessa.
Vendem-se pentes de travessa para menina, de rjuzias de canudos de pomada a 240 rs.
borracha, a 300 rs. cada um. Sabonetes francezes a 100 rs.
Farinha, milito elcelo
Vende-se saceos com farinha nova, milho e fa-
rdo de Lisboa; na Aurora Brilhante largo da San-
ta Crnz n. 84._______________________
Compra-se urna burra (cofre) em bom esta"
do : na ra da Praia n. 6.________________
Comprase urna escrava de meia idade que
sailia bem cozinhar : na ra do Crespo n. 18, no
segundo andar._________________________
Compra-se urna escrava que tenha habili-
dades e de boa conducta: na ra da Cadeia n. 35.
Compra-se urna mulatinha de 12 14 annos,
sendo sadia c de bons costumes: na rna do Cres-
po, Iota n. 15.
Compra-se euectivamente ouro e prata em
obras velhas: na praea da Independencia n. 22
loa de liimetes.
VENDAS.
Pianos
novos.
Os nwftores qie lew vindo a esta praea fabrica-
dos de eommenda por um dos melhores fabri-
cantes de Pan?, especialmente para este clima:
quem quizer aprereitar a occasilo de munir-se de
un exteWente piano per preco commodo dirija-se
ra Nova a. 19 primeiro andar.
linho puro do Douro.
Tendo viudo de mimo, para passar a esta, um
barril de viuho puro do AJto Douro, mas por falta
de cobres se vende e a dinheiro, na toja de fu
.leiroe lampista, ra estreila do Bosario n. 29.
RELOGOS,
Vende-se em casa de Jolinston Paler &
C, fu do Vigario, n. 3. am bello sorti-
meuto de relogios de ouro patente in-
glee, de um das mais afamados fabricantes
de Liverpool, e lambem urna variedade de
bonitosirancellirts para os mesaos.
INJECCAO BROVV.
Remedio infeltve contra as gnorrhea
antigs e recente, uico deposito na bo-
tica franceza, rna da Cruz n. 22, pre-
ra das Cruzes n. 20.
IBx
Barricas com bren : na ra da Cadeia do Beci-
fe, loja de ferragens de Bastos._________________
Vende-se urna <-ama franceza de amarello,
com pouco aso : na ra da Santa Cruz n. 56.
Amendoas de casca dura e mole.
Azeitonas novas em barris e garrafas.
Presuntos para panella e fiambre.
Bolachinhas inglezas novas.
Chourc,as, paios e linguicas.
Cognac verdadeiro.
Licores e champanhe.
Charutos finos, ha finos em tudo.
Sebolas grandes em resteas.
Copos lapidados e lisos para agaa e vinho.
Passas novas e figos tambem.
Massas para sopa sao das novas.
Nozcs j deste anno.
Farinha, milho, farello e arroz de casca em
saceos grandes.
latinhas com fructas.
Latinhas com biscoutinhos de muitas quali-
dades.
Latas com bolachinha de soda.
Latas com peixe ensopado.
Latas com marmelada nova.
Latas com massa de tomate.
Frascos com eonservas.
Ditos com mustarda.
Ditos com genebra de Hollanda e de laranja.
Ditos com sal refinado.
Vinhos puros da Figueira, nlo ha melhor.
Ditos de Lisboa, nlo ha melhor.
Dito do Porto, nlo ha melhor.
Tocadores de Jacaranda
Vendem-se tocadores de Jacaranda a 25500 e
25800 cada um.
Escovas para roupa.
!' Vendem-se escovas muilo finas para roupa a 400
i' e 500 rs. cada urna
Espelhos com estojo.
Vendem-se espelhos com estojo para navalhas a
) 25, 25500 e 25800 cada um.
Aderecos pretos.
Fiascos de agua de Colonia a 400, 500, 800, 15 e
15500.
Faascos de extractos a 400, 500,800 e 15.
Frascos de banha franceza a 400.500,800 c 15-
.s de patcholy a 400, 500, 800 e 15-
Frascos d8 oleo babosa a 500 e 600 rs.
Frascos de oleo philocome a 800 e 15.
Frascos de extracto desndalo a 15
Frascos (le bihha transparente a 800 rs.
Frascas de banha japoneza a 800 e 15-
Fraseos de agua de Lavande ambreada.
Vendem-se aderecos pretos a 25200 rada ade- Gfalas ue ^na de Lavande ambreada.
Toucinho de Lisboa novo. : Dito branco, nao ha melhor.
Chocolate j felto que bello almoco. : Dito engarrafado em caixa de urna duzia.
Azeite doce temos refinado tambem. Ditos genuinos em caixa e a retalho.
A Aurora Brilhante tem um bello sortimento
A Aurora Brilhante tem um bello sortimento
reg.
Bolles de neroli.
Vendem-se boioes de petla, para collele e vesti-
dos a 400 rs. a aliotoadura:__________
Xo armazem de fazendas bara-
tas de Wantos coelho
Carrafas de agn Florida legitima a 15500.
^^bs compridas de agua de Colonia a 800 rs.
Frascos com banha e extracto juntamente a 15280.
Cestinlias com 4 frasquinhos de extractos a 640.
Vacea de leite.
Yendo, se. una exccllenlc
varea parida de p tucos dias, a <
tjual d bastante leilc ; a tratar i
na ra Nova n. 39, primeiro
andar.
ESJi
i:afeites para cabeea.
Sao chegados os mais ricos e delicados enfeites !
para cabeca, que nao haver urna s senhora que
nao fique encantada do lindo goslo que produz taes
enfeites, pois foi nina pequea porcao que veio de
encommenda s para o vigilante, ra do Crespo
n. 7, pois a vista faz f.
Fitas.
Tambem acharlo um grande sortimento das fitas
mais ricas do mercado, e de todas as larguras : s
no vigilante, ra do Cnsp n. 7.
Vende-se um bom escravo crioulo de 25 an- 560 rs., caixao, palitos lixados a 160 rs.,
nos de idade,e se dir o motivo por que se vende:
no becco do Lima em urna padaria.
ptima acquislco de es-
tabelecimento.
Vende-se a loja de ferragens da ra da Cadeia
do Becife n. 64, eom pequeuo fundo c anda bem
sorlida, tanto de ferragens como de miudezas, as
quaes e9tao em bom estado, vende-se s com as
mereadorias, e garante-se o arrendamento da casa;
propria para algum principiante, nao por ter
pouco fundo como por star j afreguezada e eer
urna das tojas mais bem localisadas desta cidade :
os pretendentes 'podem dmrigir-se mesma loja,
nlo s para examinarem o bal 1050 como o estada
das mercadorias.
Para o dia de natal.
Queijo prato muito fresco a 760 rs. a libra, dito
flamengo do ultimo vapor a 35000, manteiga in-1
gleza llr a 800 e 700 rs. e a franceza a 560 rs.,
cha uxim muito bom a 25560 e 25400, caf de
primeira sorle a 280 rs. a libra e 85500 a arroba,
banha refinada a 400 r*., biscoitos inglezes a 15400
a lata, bolaxinhaa 240 rs. a libra, vinho duque do
Porto verdaueiro a 15500, Oamigo 15000 c 700
rs., Bordeaux fino a 640 rs., Figueira puro a 480
rs. a garrafa e a caada a 35500, Lisboa a 400 rs.
a garrafa e a caada a 25800, serveja branca e
preto a 480 rs., genebra de Hollanda e de laranja
a 480 rs. o frasco, vinagre de Lisboa a 200 rs.,
azeile doce a 600 rs., talharim, cstrellinha e aletria
e 480 rs., farinha do reino e de Maranbao a 120
rs. a libra, gomma a 80 rs., arroz a 80 rs., touci-
nho novo a 280 rs., sag a 280 rs., batatas a 60
rs., estearinas a 50 rs., composicao a 320 rs., car-
nauba a 360 rs., azeitonas a 240 rs. agarrafa, mas-
sa de tomate a 640 rs., lato de doco de goiaba a
lijlos
RA DO QCEIMADO N. 19 VENDE-SE 0 SE-
GU NTI
Esleir da India
para forro de sala; de %o e 6 palmos da largura,
por menor peco do que em outra qualquer pa/te,.
i I i*ni*fie
Camisinhas com manguitos a; de ,nho ,0bara|0 |ireco dc im,_
l#9N so o Pavao. ^,,^8
Acaba de chegar para a loja do !Pavao, um i de bramante de liabo gno pelo barato preco de
grande sortimento das mais finas camisinhas de "^qqq
Cobertas de chita da India
pelo barato preco de 25000.
oi'
3 w a -i=-o-o.o?S='5_22s;^
^
-1 = 3
Hua da Senzala n. 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston & C,
sellins e silhSes inglezes, candieiros e casti-
caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
chicotes para carros e montara, arreios para
carros de um e dous eavallos, s relogios de
ouro patente inglez.
para limpar faca a 140 rs., sebolas, wmenta, albo,
cravo, corainhos, canella, erva-dce, tudo muito
baratissimo; no armazem da Estrella largo do Pa-
raizo n. 14.___________________________
Xozes e batatas.
Vendem-se saceos com oito libras de nozes'pelo
barato preco de 15600, e caixas com urna arroba
de batatos por 800 rs., nada mais barato vista da
boa qualidade na ra da Madre de Dos ns. 5 e 9/
finas camisinhas de,
cambraia com manguitos e gollinhas bordadas,'
que se vende a 15280: ditas de lil, tendo tam
bem manguitos e gollinhas, pelo barato prego de .
15000: s na loja do Pavlo, ra da Imperatrlz, Lenco ae asa
n. 60, de Gama & Silva. brancos, flnissimos, proprios para algibe-a pelo
Manteleles curtos a 38000. t*"*" vtTSSSlSSS *
^^ZfJS^\X^Z^ vm cortado, peto baratissimo preco do 10,000
e de fil bordados, que se vendem pelo barato a P' __,kr.
preco de 35000 cada um ; romeiras de cambraia e | 1 ceas a caanrara
de fil a 15600: s na loja do Pavo, ra da lu-, de tpicos, fina, com 8 1/2 varas, pelo baraussimo
peratriz, n. 60, de Gama Silva. preejo de 45-
Manteletes a 8)5000. Fil liso _M
Vendem-se ricos monlelctes de cambraia borda- pelo baratissimo preco de 680 rs. a vara,
dos com mangas a turca, pelo barato prec Bramante de linho
85000: na ra da Imperatriz, n. 60, toja de Gama flno com ei palmos de largura pelo barato prego
& Silva. I de 25300 a nra.
Gollinhas a 240 rs. Tetinas aleechoadas
Vendem-se finissimas gollinhas de cambraia, para mao pelo baratissimo precede 55000 a du-
bordadas, a 240 rs.: na loja do Pavlo, ra da, zia.
Imperatriz, n. 60, loja de Gama A Silva. Pecas de brelanha
de rolo com 10 varas propria para saia, pelo bara-
to proco dc 35000.
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8
FAZENDAS
baratas para acabar.
Sedas do quadros e de listras a 320 rs. o cova-
do, h'ndas lias dc quadrinbos a 360 o covado, su-
periores cassas de cores a 200 rs. o covado, ditas
muito finas a 240 o covada : na loja dascolnmnas,
ca ra do Crespo n. 13, de Antonio Correia de Vas-
eoneollos & C.
-
Armaco,
Vende-seuma rica armacao envdracada, com
todas as commodidades, propfia para qualquer es-
labeiecimeiito : na rna Nova n. 36.
Panno de algodao teci-
Vende-se urna casa pei|uena com um terreno de _r. ,
13 palmos de frente e 320 de fundo, na travessa (|0 e MaS, tOZenda larga
da ra do Principe na Soledade: quem preten- -. -.
der, dirija-se ra do Brum n. 76, que achara enCOrpada, aprODnada paTO O
com quem tratar. i i
~" servido da lavoiira, querpara
Tranca
Tranca
Trama
Tranca
Trnga
Tranca
, Tranca
Tranca
de laa preta lisa a 80 rs. a pecinha, s na loja de
miudezas da ra do Queimado n. 16,
tes que se acabe.
ATTEU^AOo
No deposito de loura da fabrica do Car-
ita I ho, rna do Imperador n. 44.
30 0(0 menos do que em outra qualquer parte,
louca vidrada de todas as qualidades, e lio boa
como a que vem do estrangeiro e mais barata.
Sontembarqurs tos na loja do Pavo.
Acaba de chegar os mais ricos soutembarqties
. de grosdenaple preto muilo bem enfeitados o d-
rlipa de eSCraVOS, Qlier Dar tos de umtccido do seda decores sendo os mais
2 ^ J modernos qne exislem no mercado c vende-se por
SaCCOS de aSSUCiir I grande preco commodo : na loja do Pavo raa da rpe
i 'a. 1 3n n^-.^^ ratriz n. 60 de Gama & Silva.
deposito no largo do torpo A9 capas do pavo.
fta-nfn Tt 17 acvmrnmVi IaI Vendem-se as mais modernas capas pretas para
OlllU lli J- i otilipiviiv Uvv jpenhora sendo ricamente en&iiLadas e vende-se
raaoavel na toja do Pavao ra da Impe-
60deGama&Slva-
sendo ricamente entoitadas e vende-se
depressa an-1 ^UgllSto F. 6 OUveilU \^T'1

r

(
t-
;
i
A M I I



Qitml.i elra
1.8*13.

CALCADO
45 Ra J
Aproveitem eui qu
Borzeguins fratj
ra homeiii
Borzeguins fra
ra menii
Borzeguins ^H^^^l
meninas
Sapatos de
Sapatos de h
Graade Iiqai4ci<* de f*zeM(Js at a
fe*ta, para sfindar cantas, a pro ci-
veiten que tiestas nccliiuchas nit.ba
sempre : na raa da Inpralriz, loja
e inaaiea di Am-a u. s le imp-
rento Pereirrllcnilcs Gotmaraw.
Cobertores da Arara a 10.
Vende-se cob
robartas de chita a 2 ; na ru
la \f,miliK I
RIJA BA C tIIEIA DO REC IFE A. 13.
NOVO E
f^EAWDS SHAZBtf DE MOLEADOS
RA DA CA1IEIA DO II E IFK ]*. 53.
. ARMAZEM DE MOLHADOS
DE
^ymc
O4toe\
de
etto.
Vende-se laziiihas de urna ladrioSs' rs- a libia'
proprios para capas, com 9 p&hMflfrgura a
$O, e Manteiga franceza a raais superior do raer-
^n-lmSfa^kfla *** cado a 86 rs- a ,,bra< e 52 rs- embarril
Francisco Fernandos Doarle acaba de abrir na ra da Cadeia do Recifen. 53. um grande e sonido armazem de raolhados de-
nominado Unio Mercantil. Neste grande armazem encontrar sempre o respeilavel publico um completo sor tmenlo dos .melliores
36, loja de MendesSa tgneros que Vcm ao mercado, tanto estrangoiros, como nacionaes, os quaes serSo vendidos em porces ou a retalho por precos asss
A Arar* vende as liazinas de 9 pul-1 oommodos.
a K'fli Manteiga ingleza especialmente escolhida Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e Sardnhas deNantesa340 rs. oquartoe 560 '
10200 a caada. j rs. meia lata.
Axeite doce reflnado em garrafas brancas a Latas com pexe em posta: savel, corvina,,
800 rs. vezugo, eberne, linguado, lagoslinha, a
Azeito doce de Lisboa a 610 rs. a garrafa e; 10300 rs.
40800 a caada. iSalmaoera latas, preparado pela nova arte
Genebra de Hollanda a 500 rs. o frasco e decozinha, a 800 rs.
50800 a frasqueira. I Maga de tomates em latas de 1 libra a 600
Camnhas com ameixas francezasj- ornadas r^'s-
com ricas estampas na caUjU exterior, Chouricase paiosem latas de 8 emeia libra
muitopropriasparamirao.a Iffl5'', 105OO1 por 70.
e 20. Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra e
Frasco de vidro com tampa do mesmo, con-1 80600 a arroba,
tendo meia libra de ameixas francezas, a Bolaxlnha ingleza a 320 rs a libra e 40 a
10200. i barrica.
res o
tde primeira qualidade a 800 rs.
jra barril se faz abatimento.
I,00 o covado, ditas
400 rs. o covado: na
Arara n. 5G, do Mendos Quima
ilrlm da Arara a AOO
covado.
Vende-so brim pardo de linljo com pequeo to-
que de mofo, que depois de molhado larga, proprio
para calcas e palitots, a 400 rs. rs. o covado ;
brim branco de linbo a 1 e Ii00 a vara, fustao
de cores para calcas, colles e palitots a 500 rs.
o covado : na ra da Imperatriz, loja da Arara n.
56, de "Mendes Gnimai __,
Lazinka Hara Pa da Arara.
Vende-selazinhas aliara ra muilo linas, Com
quadros e palmas de seda, para vestidos a .'60 o qi.
covado. sedinhas finas a 300 r*. o covado : na ra r-
a conla propna
- ou meto.
! Prezuntos inglezespara fiambre, de superior
qualidade, chegados neste ultimo vapor, a
1 720 rs. a libra.
Queijos flamengos chegados neste ultimo
! vapor a 20000.
Queijo pialo muilo fresco e novo a GIO rs.
a libra.
Castanhas muilo novas a 120 rs. a libra e
e 30000 a arroba.
a 2^800
20560 rs. a li-
para negocio a
uxiti o melhor
da Imperatrix n. 56 maridado vir de
A Arm vende as eapas a -8,000 rs. _. ;s; a hbra-.,
Vende-se ricas capas para senhora a 80, chales tA [lysontllUllO Superior a
de merino estampado a 2&50, ditos finos matisa-, bra ; cha liyson proprio
dos de novo osto a 50, dito de pona, redonda e 10500 rs. a libra.
M?fiffi nai nr da '-mperalm 5C' Ol* pelo muilo superior a 2a a libra.
loja da Arara de Menes Guimaraes. n. r,. ... v ,._
Oh que pecbiicUa, lwnl.as a 280 rs. Biscoulos inglezes em latas com diferentes
Vende-se laaiinhas linas para vestidos -a 280 qualidades, como sejam craknel, victoria,
e 3 rs. o covado, lencos braneos com barras de! piquelez, soda, captain, seed, bornez e
cores a 200 rs., ineias Tinas para senhora a 400 e oulras mulas marcas a 10350.
^^^TSiSKjSSSrP^^A ??'P'n de *> latas grandes a 20.
Apara. l*igos em caixmlias hermticamente lacra-
A Arara vende as eassas'* 200 rs. e covado. das, muito proprias para mimo a 10500.
Vende-se cassasde nuadrinhos a200rs, o ova- Caixinhas de 4 e 8 libras de figos de coma-
do, ditas finas a 250 e 280 o covado, organdysflhos re a 10 e 20 cada Uma.
:w"jad2fA?araVad:nam da lraperalriz n Passas muilo novas, chegadas neste ultimo
Pwbincha, sedinhas da Arara a 800 rs. o covado. vaPor a j',0 rs- a libra e 3^ q"rlO ;
Vende-ce sedinhas com qnadrose lisas, escuras, i e em ca xa se faz abatimento.
proprias para quemest de krto, por ter urna ? cor a800rs. o covado, ditas da mema qualidade \nXi a gfjO l'S.
de cores para vestidos a 800 rs. e ditas de listi- ... ..
nhas a 500 rs. o covado: na ra da iipperatrii n.: Champagne da marca mais superior que
tem vindo ao nosso mercado a 80o gigo,
garante-sc a superior qualidade.
Vinho Bordeaux das melliores qualidades
que se pode desejar de 75500 a 80000 a
caixa e 7-20 a 800 rs a garrafa. ..
de I Caixas com vinho do Porto superior de 95
que ha neste genero^ Marmelada imperial, dos melliores conser- ? m"to nT0 a 24 rs. a l.bra.
veiros de Lisboa, em latas de 1 e meia a ^mbi de Franca a 200 rs. a hbra.
2 libras a 600 rs a libra. fannl a do Maranliao a 120 rs. a libra.
Fructas em calda das melhores qualidades' rarla verdade.ra a 320 rs. a hbra
que haem Portugal-em latas hermtica- ?I!!.! !ISr 'S.3? a arrba-
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muito novas a 610 rs. a libra.
Nozes muito novas a 460 rs. a libra.
Amendoasde casca molle a 400 rs. a libra.
A ve lias muito novas a 200 rs a libra.
Amendoas confeiladas de diversas cores a
800 rs. a libra. .
Maesas e peras chegadas neste ultimo vapor, CaJ?do C0eara mu,t0 suPer,or a 280 rs- a
bra e 80400 a arroba.
Caf do Rio, proprio para negocio, a 85.
Alpistaa 160 rs. a libra e 40800 a arroba.
Batatas muito novas em gigos com 40 libras
por 10 e a 40 rs. a libra.
Cebollas a 10 o molho com mais de 100 ca-
da um.
Caf lavado de primeira qualidade a 300 rs.
a libra e 90 a arroba.
"i-
Iinpc
raes.
56, loja da Arara de Mendes Guimar
Pecbincha na Arara, cortes de chita a 25300.
Vende-se cortes de chita franceza com pequeo
toque de mofo a 25300, cortes 4c riscado francez
com 14 covados a 35, cortes de cassas francezas
pintadas a 24 o corte, ditos de barras a 2, 35 c !
45 : na ra da Imperatriz n. ,"i(i, loja da Arara
Mendos Guimaraes.
(asentirs a 10600 o covado.
Vende-se caseiniras de cores para calcas, colo-
tes e paletots, infestada, a 15600 covado,- cortes
docasemira infestada a 15600 e 25, e em covado a
15 : na ra da Ini|ieralriz n. 36, loja da Arara de
Mendes Guimaraes. v
A Arara vende rotipa frita e barata.
Vende-se palitots de casetnira a 15500, 65 e
85, calcas de 35300 a 35, palitots de panno a H\6,
ditos linos de 125 e 145, palitots*del>rim de cor
a 25300 e 35, ditos do meia casemira a 35300,
calcas de brim de cores a 25 c 25300, ditas bran-
cas'de linbo a 35500 e i-3. ditas de meia casemira
a 25, coletes a 25500 e 35, camisas francezas a
15600, ditas finas a 25 o 25300, ditas de linlio
prega larga a 35, serouias finas a 1$600, dilas de
Moho a 25 e 25500 : na ra .da Imperatriz n. 56,
loja da Arara de Mendes & Cuimaraes.
Baldes da Arara a 30, 30800 o i v
Vende-se bales americanos, os melliores 'que
tem vindo, de 20, 30, 33, 40 arcos a 35, 3^300,
45 e 45300, ditos de brilliauliiia a 45, ditos de
madaDOiao a 35600 : na na da Imperatriz 56,
loja da Arara.
Chitas da Arara a 250 rs.
Vende-se chitas a 2W) rs. o covado, ditas fran-
cezas com pequeo toque de mofo a 280 rs., ditas
limpas a 320, 360 e 400 rs. o covado : ua ra da
Imperatriz n. 56, loja da Arara.
A Arara receben, pelo vapor um sortiraento de ro-
raeiras para senhora, dos melhores (jostos que
tem vind, a preco de 10, 10600 e 20.
Vende-se romeiras para sehoras de cmbfaia
de salpicos brancos e de cores e bordadas a 15,
1:600 e 25, golinhas com botozinno a 380 rs.,
ditas com pcilos e botaozMiho a 15, camizinhas
para senhora a 15,15600 o 25, avenlaes c eorpi*
ulio para meninas a 300 rs. : na ra da Impera-
triz n. 36, loja da Arara.
muito perfeitas, s vista se faz o preco.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada um.
Ervilhas francezas e portuguezas em latas de
1 libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novas a i60 rs. a
libra.
Chocolate francez, o que ha de melhor neste
genero, a 10200 a libra.
Chocolate hespanhol a 10200 a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a 19.
Cerveja branca o preta das melhores marcas
que ha no mercado a 500 rs. a garrafa e
s
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Arroz do Maranho a 100 rs. a libra e 20800
a arroba.
Arroz de Java a 80 rs. a libra e 29400 a
arroba.
Vellas de spermaceti a 560 rs. a libra e a(
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
so e a 90 a arroba.
Doce de goiaba a 640 rs. o caixo.
.Macarra", talharim e aletria a 480 rs. a li-
bra ; em caixa se faz abatimento.
Estrellinha.pevide e arroz demassa para sopa
a 400 rs. a libra e 20 a caixa com 6 libras.
0 proprietario do grande armazem do Baliza, considerando que apro-
xima-se a l'esta, e que de algum modo deve mimosear aos seus fregueies, com alguma cou-
sa que revele o seu contentamento e gratido, resolveu expr a venda quasi pelo custo da
entrada o seu grande sortimento de gneros, que como todos sabem, sao sempre capricho-
samente}_escolhido entre os da melhor qualidade do nosso mercado.
Sujeito a um severo regulamento, o Baliza est firme em seu posto de honra, e j
mais circunstancia alguma o far arribar do magestoso quartel em que se achu abrigado
esperando o inimigo sempre de frente.
Nascido em trras de Portugal, o Baliza teve a fortuna de ver bem cedo esta bella
provincia. Foi na infancia que aportou em nosas plagas. entre nos frequentou a co ta
primaria,seus hbitos forao aqui adquiridos, suasaffeices existem no meio deste povo.
tao generoso quanto hospitaleiro.
A preferencia pois que Ihe tem dado os Pernambucanos, um favor, verdade;
mas um favor que o Baliza tem merecido, e continuar a merecer sempre, a deypeito da
guerra surda que lhe fazem os bomens das libras de tres quaitas, e vinhos falsificados.....
do Porto, Lagrimas do Douro, D. Luiz,
Cames, Madeira secco, Carcavellos, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
Vinho de pipa: Porto, Figoeira e Lisboa, a
400,480 c 3iK) rs. a garrafa, e 30, 30200 Moslarda
e 30500 a caada. 400 rs.
omasso, ditos lixadossem flor a 160 rs.
o masso com 20 massinhos.
Gomma de engommar muito fina a 80rs a
5800 a dtizia.
a lWaduzia, e 900 a 10a garrafa; deste Cognac inglez (le superior qualidade a 800 RaMtoI^'d^e'hMdoswm flr'a "so'rs.
genero ha grande poreTtoe dedifferentes e lazuoagrrala,
marcas acrediladas-que j se venderam Licores francezes das seguntes qualidades:
por! 49 e 150 acaxa,-comosejam_: Duque Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames
e de oulras muilas marcas a 10 a garrafa! libra.
e 100 a caixa. Banha de porco refinada a 480 rs. a libra e
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa 6| 400 rs. em barril pequeo.
90 a duzia. Charutos dos melhores fabricantes de S. Fe-
ingleza em poles j preparada a! lix, em caixas inteiras ou em meias, de
10600, 20e30.
Vinho branco de superior qualidade, vindo Moslarda ingleza em p, em frascos grandes, Presuntos do reino, vindos de conta propria
j engarrafado a 640 rs. agarrafa e a 500 a!0cadaum. I. ele caa particular, a 400 rs. a libra; intei-
rs. de barril. Sal refinado a 300 rs. o pote. rose faz abatimento.
i'
Os senhores que compraren! de 1000000 para cima, terao o descont de 5 por cento, pelo prompto pagamento.
Fita para debruna de vestido.
Vende-se lita para debrum de vestido, a pea
com 11 varas a 400 rs. : na ra do Queimado, lo-
ja do beija-flor.
Trancas de la pelas e de wres.
Sendo lisa a 80 rs. a peca, e de-caracol a 100 rs.
a peca : na loja de miudezas dt rui do Queimado
Luvas de Jotd
brancas e de cores para bomem e para senhora a
153O0 o par : na loja de miudezas da ra do Quei-
mado n. 16.
Tranca prcta de la.
Vende-se tranca "preta de la, lisa, paraenfeites
de vestidos, zuavos e roupas de mmHos a 120 e
160 rs. a peca : s quem tem o beija-flor na ra
e Queimado n. 63.
Na ra do Queimado n. 43, esquina que
volla para a Con^re^aco.
!:' pechincha.
Paletots de casemira a 3, 6, 7, 8, 12 e 145, ditos
de panno proto e azul a ), 10, 12, 16 e 185, ditos
sobrecasacos de panno tnnito fino por 245 e 285,
ditos de alpaca preta ede cordao a 4, 3, 6 e 75,
calcas de oasemiras de cores a 3, 6, 7 e 85, ditas
pretas a G55O, 8, 9 e 105, paletots de fustao e
ganga a 25, 25800,3 e 'i$, caifas e cohetes de to-
das as qualidades e por preco muito barato, len-
i}ts do puro linho a preco ae 25800 e 35, cober-
tas de chita a 25240, coliarinhos de linho puro a
600 rs. cada um, e outros muitos objectos que s
vista : e para isso se pede a attencao dos fre-
gueies.
Vende-se farello de Lisboa, cal lti-
mamente chegada e carvo animal: na ra
do Vigario n. 19, primeiro andar.
Cal de Lisboa
chegada ltimamente ; na ma do Vigario n. 19,
primeiro andar. I
A ssucar do Mon tetro
fyua do Imperador n. 28 e caes de Apollo n.
67, a 200 rs. a libra, e de 8 libras para cima
a 50600 aarroba.
ltOUPA FITA
NO
ABHAZEII
DE
M
k
LETREIRO VERDE.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feita de
todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vontade dos concur-
rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim como tambem tem um
f grande e variado sortimento de faeendas de todas as qualidades, para sehoras,
homens e meninos.
Ul\ DO OlEIHAIKn. M.
Leja de fazenda de ofnsto Frederico dos 8aitsPrto.
ESTEIRAS PAA SAIAS.
A este estaJwleeiraente chegou um ptimo sortim#ito e esleirs para safa, sendo de diversas lar-
guras at 6 palmos e da mais superior qualidade .|Lj se vendem por pre?os mais mdicos qne em
outra qualquer parte.
SOUTEMBARQUES.
Os raais superiores soutembarqus de casemira de teres ricamente eofeit&dos acabam de chegar a
este estabelecimento.
ENFEITES PARA BAILE de lindos gostos.
LUVAS DE PELLICA DE JOVTX para homens c seBhoras.
CHAPEOS DE PALHA DA ITALIA para sehoras, enfeiUdes com finissimas flores a 15 e 65.
CHAPEOS DE PALHA para meninas, enlejiados ricamente a 75- ---
CAMISAS INGLEZAS para homem, colarlnUos, peitos e punhos, de lho, a 42500a duzia.
CAPAS DE SEDA PRETA para senhora?, bordadas e en frutadas di K5 a 805000.
ZUAVOS de seda pretos para sehoras, enfr-ltadas com o melbor gosto a 205.
CHAPEOS DE PALHA para horneen a 35300.
CAMISINHAS COM MANGUITOS E GRAVATA para sehoras, bordadas com muito gosto.
ATOALHADO DE LINHO paramesa fazenda superior.
Finos chapeos pretos de seda, chales do diversas qualidades, grosdeoaplo preto e de cores, pannos
pretos finos, caseroiras pretas e de cores, brim branco e pardo, linas laasinhas para vestido? e outras
umitas fazendas queso vendem por commodos precos. A mesma loja ehegaram os J
Reos cortes de ISa de barra iiiailsada.
i
FAZENDAS BARATAS
^--IJA DO IJEIMAIMI**
Custodio, Carvalho & C.
Finas cambraias organdys indianas pelo baratissimo prego de 300 rs. o covado ou
500 rs. a vara.
Graade sortimento
dos mais fino baloes de arcos para senhora e pelo barato preco de 35 cada um, ditos de ma-
dapolao para meninas a 25500.
Xovldadr
jtos cortes de la com ricas barras, tendo rada corte
covado? e pelo barati?
Fil de linhoyara a
Modernas iiafioha* para vestido f covado a 410 r?.
Casacas de panno preto, 35|5 e 30#000
Sobrecasacas dem, 305 e 250000
Paletos idem e de cores, 25)5,
200, 150 e...... 10000(1
Ditos de casemira, 200, 150,
m, 100 e...... 70000
Ditos de alpaca, 50 e. 30500
Ditos ditos pretos, 90, 70,
50 e........ 30500
Ditos de brim e ganga de co-
res, 40500, 40, 30500 e. 30000
Ditos branco de linbo, 60, U e 40000
Ditos de merino preto de cor-
dao, 100, 70 e..... 50000
Calcas de casemira preta, 120,
100, 80 e......70000
Ditas de cores, 90, 80 e. .. 70000
Ditas de meia casemira de co-
res, 50500 e.....40000
Ditas de princeza e merino pre-
to de cordao, 50, 40500 e 40000
Ditas de brim branco e de co-
res, 50, 40500, 40 e 20500
Ditas de ganga de cores,
30500, 30 e.....20500
Colletcs de velludo preto e de
cores, 90 e......70000
Ditos de casemira preta, 50 e 40000
Ditos de ditas de cores 50
40 e........30500
Ditos de setim preto. 50000
Ditos de ditos e seda branco,
G0 e.......50000
Ditos de gorguro de seda
pretos e de cores, 00, 30 e 40000
20500
20000
10400
20500
Colletes de fustao e brim bran-
co, 30500,30 e .
Serouias de brim de linho,
20490 e .....
Ditas de algodao, 10600 e. .
Camisas de peitos de linho,
50, 40, 30 e.....
Ditas de madapolo, 30,
20500, 20e ..... 10600
Chapeos de massa, pretos fran-
cezes, 100, 90 e. 80500
Ditos de fltro, 50, 40,30500 e 20000
Ditos de sol, de seda, 120,
110, 70 e......40500
Coliarinhos de linho uno, ulti-
ma moda.......
Sortimento completo de grava-
tas.
Toalhas para rosto, duzia, 110,
90 e........
Atoalhado adamascado de li-
nho vara......
Chapeos deso, de alpaca, pre-
tos e de cores.....40000
Lences de linho..... 30000
Cobertas de chita chineza.. 20000
Peonas d'aco, as mais superio-
res, a grosa...... 000
Relogios de ouro orizonlaes,
900,800-e......700000
Ditos de prata, galvanizado,
patentes e orisontaes, 400 e
Obras de ouro, adercos, meios
aderecos, pulceiras, rozetas,
aneis e cjuzes.
640
60000
10280
Para se ganhar dinheiro nao de mister Iludir o povo.
por meios pouco lcitos degrado a quem as possue.
As fortunas adquiridas
Venham, pois, aquellos que ainda nao abastoceram as suas despensas nesta casa ve-
rificar, por si mesmos quanto h de verdadeiro nestas palavras.
O Baliza est a testa do estabelecimento e nada escapar s suasvislas q ne passa
cahir no desagrado dos seus benvolos freguezes.

FARINHA FONTANA.
Faciulia da muito acredita a marca
Fontana fcscmbarca por preco mais comiuod do que em
qualquer outra parle : na ra da Cruz
n. 4 tasa de N. 0. Bieber & C/succes-
sores.___________________________
TAHOADO
Vende-se taboado de peroba e canella de muito
boa qualidade e por preco commodo: a tratar no
Forte do Mattos trapiche do Cunha.
G4L IIE LISBOA
Vendciu-sc barrls com eal des-
ta procedencia, empedra, chega-
da hoje, e niilea nova, que ha no
mercado, na na do Trapiche n.
13, armazem de Hanoel Telxel-
ra Basto. ___________
Meias do Porto.
Vendem-se a, loja de ferraaens da ra da Ca-
deia Vellia n. ii, meias de linho e igualmonte de
algodao, por preco muito commodo.
Azeite doce- refinado, francez e portuguez a
800 rs. a garrafa.
Dito em barril, a 4,800 a caada e 640 rs. a
garrafa.
Arroz da India e do Maranho a 120,100 e 80
rs. a libra.
Amendoas de casca mole a 320 rs. a libra.
Ameixas em diversos vazos a 10, 10500,
20500 c 800.rs. a libra.
Alpiste a 160 rs. a libra, e 40800 a arroba.
Aletria a 480 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 480 rs. a libra.
Biscoitose bolachnhas inglezas recentemente
chegadas a 10500 a lata com qualidades es-
peciaos. ,
Dito mais antigos no mercado a 10300.
Dito lunch ou soda muito nova a 20000 ala-
ta com 5 libras.
Dito de Lisboa muito proprio para- doonte,
visto serem preparados para esse mister,
em latas grandes e pequeas de 30000 e
10500 a lata.
Bolachnhas americanas, em barricas a 30000,
e a libra 200 rs.
Banha de porco refinada a 480 rs. a
e em barril 440 rs.
Batatas novas a 10500 o gigo, e a 00 rs. a
libra.
Cha perola qualidade especial a 30 a libra.
Dito hysson qualidade especial a.20800
a libra.
Dito uxim a 20COO a libra.
Dito hysson a 20400 a libra.
Dito dito a 20 a libra.
Dito nacional a 1/600 a libra.
Dito preto, muito superior a 20 rs. a libra.
Dito dito menos superior a 10600 a libra. .
Chouricas e paios a 800 rs. a libra.
Champagne (marca aguia) do Conde de To-
' r a 150 o gigo ou 105oo rs. a garrafa.
Charutos dos melhores fabricantes do Rio e
Babia a 800, 10400, 20, 20500, 30,
30500, 40 40500. e 50 a caixa com 100
charutos.
Chocolate francez, de canella la Roraain".
Caf a 280 e 320 rs. a libra e a 80, 8/500 e
90 a arroba.
Cognac de muito boa qualidade a 10 a gar-
rafa.
Dito soffrivel a 800 rs. a garrafa.
Cerveija da marca tenente em botija, (en-
commenda feita pelo proprietario do Baliza)
qualidade esla que nao pode continuar
a vir em censequencia de ficar por preco
muito alto a 60500 a duzia de gi-andes bo-
tijas e 80 por vinte quatromeias, ede ou-
tras marcas a 30, 40, 50 e 50500 a du-
zia de garrafas.
manhos a 500 e 10 a garrafa o 40 o par
de garrafas grandes, que depois de vasias,
valem o que se deu por ellas cheias.
Linguasiamericanas de um tamanho admi
ravel a 10 cada uma.
Manteiga, nestegenero ha capricho da parte
do proprietario do Baliza ter sempre o
numero de 6 a lObarris de manteiga a-
bertos, aim de satisfazer os seus amigos
c freguezes, sendo que o prego da r.un-
teiga verdaderamente flor e de 900 rs. a
libra, e as deinais qualidades a 800, GO
e 400 rs. a libra.
dem franceza a 560 rs. a libra, muito nova
e de excedente gosto.
Marmelada imperial dos melhores fabrican-
' tes de Lisboa a 640 rs. a libra.
Massa de tomate a 640 rs. a libra.
Moslarda ingleza em potes grandes a 640
m> o pole. rMi.
;Marrasquino de zara a 64ojrs. o fias, i .
I lira '
' Peixe em latas grandes, savel
10300 a lata.
6 goras

Conservas inglezas, a 800 rs. o frasco e 90
a duzia.
Doces (francezes) em frascoslindamente endi-
tados em calda de assucar e em alcool a
10 e 500 rs. o frasco.
Dito de goiaba em'latas e em caixoos de di-
versos tamanhos e objectos pelo qual se
nao engeita dinheiro avista do grande
psito que ha.
Ervilhas francezas e portugueza a 700 e a 500
r*s. a lata.
Dita secca a 200 rs. a libra.
Figos nevosa 320 rs. a Hbra e a 60 o barrili-
Frutti em calda de assucar em latas a 500
rs. a lata.
Farinha do MaranhSo, muito superior, a
16o rs. a libra.
Dita de trigo, a 120,140 e 160 rs. a libra.
Frasqueras com genebra de laranja, de
Hollanda, e de Hamburgo, de diversos
precos conforme os tamanhos.
Gomma do Aracaly a 100 rs. a libra.
Dita menos superior a 60 rs. a libra.
Graixa a 120 rs. a lata e 10300 a duzia.
Licores francezes das melhores fructas da Eu-
ropa em garrafas lindas e de diversos ta- i
TTTT7

Papel greve pautado c liso a 30300 a res-
ma.
Palitos para denles a 160 rs: o maco.
Dito dito de flor a 240 rs. o maco.
Prezunto para fiambre vindo todos os vapo-
res a 700 rs. a libra.
Dito do Porto em barril a 480 rs. a libra.
Queijos llameogos do ultimo vapor a2/800
e 30000.
Dito prato superior a 800 rs. a libra.
Sardinha de Lisboa muito bem preparadas
era latas grande a 640 rs.
Dita q Nantes a 320 rs. a lata.
Sag novo a 240 rs. a libra.
Sabomassaa IO, 160, 200 e240
libra.
Sevadinlia de Franca a 200 rs. a libra.
Sevada a 120 rs. a libra.
Toucinho de Lisboa, de Santos, a 320 e 3(!0
rs. a libra.
Tijoio para limpar facas a 140 rs. cada um.
Viudos, neste geneno o armazem Baliza lein
o melhor sortimento nossivel, Lagrimas
do Douro, Maria Pia, Cambes, Bucage, D.
Pedro II, D. Pedro V, e Baliza, que se
vende muito barato em vista de sua espe-
cial quahdade a 100000,120000 e 150OOU
a duzia.
dem esquesitos como sejam Cberr v, e Madei-
ra, Velraute, etc., de 150000 a 200000
duzia.
dem de Figueira, Lisboa e Porto a 30000,
40000 e 40500 rs. a caada
dem de Lisboa de minha propria marca em
ancora de 8 i a 9 cauadas por 28000
a ancora, e da Figueira de 8 a a 0 ca-
adas a 280000 rs.
Vinagre de Lisboa em caada a 10600. 108oo
e 20000 rs.
dem mais baixo a 10280 rs. a caada.
dem de Lisboa em garrafoes com 5 garrafas
por 10200 rs. com o garrafo.
Vellas de espermaecte superiores a 600 rs.
o maco.
dem de carnauba de 320 a 3G0 rs. a libra,
em arroba de 90000 a lO0ooo rs.
Vassouras do Porto com arcos de ferro a 4oo
rs, cada uma.
Vinhos de Bordeaux neste genero temos as
merhores qualidades que se tabrkam em
Bordeaux, tanto branco como tinto, e espe-
ramos por todos, os vapores francezes, una
pequeos barris contendo cada um de 85
a 90 garrafas, e qne sei o vendidas o mais
barato possivel.
^lili
II


Mar lo 4* PernaMbttco Quinta letra 4'd BeZatbro de t83.
X

ALLIANQA
ftRAIDE
UUItfCA IIOIVE
ARBIAZEH
57 RA DO IMPERADOR 57
Na bem eonhecida loja que foi do Sr. Flix alfaiate.
Paute Ferrelra da Silva proprietario deste novo estabelecimento, teno
ciiegado da Europa, aonde escriben um grande e variado sortimento de molhados, tem
a honra de os expor ao respeitavel publico desta.idade pelos mais resumidos precos,
Em to ptima oceasio, por estarmos prestes a festa de Natal, o proprietario do
grande armazem Allianca oterece aos seus amigos e fregueses que o conhecem desde


COMMERCIO
O liIRliO DA PE1HA O
Francisco remandes narte dono deste muito acreditado armazem
de molhados, acaba de receber neste ultimo vapor os mui desejados gneros escomidos
por elle na Europa, todos muito propinas para a festa os quaes est resulvido a vender por
precos baratissimos como verlo pela segointe ubella, e mesmo pede a todos os Srs. da
praca, de engenhe e lavradores para que mandem suas relaces para serem despachadas
auando foi socio dos amazcns Progresivo e Progressista as atores vantagens em com- ^> -* y*>* 4- ,^ fT "TJTr^------ ^m
quanuo 101 socio uu ^ arBmeH do ProgrB8JO ^ ,arg0 da Peaha n> 10> aflm de verem a grande vantagem
senhores I*6 tiram' taut0 na suPeriorida(,e dos gneros como nos precos asss resumidos,
Tarem em sen armazem.
P Hoie de nevo establecido mais precisa da concurrencia de todos estes
J ^^a > os Srs- 1ue nao poderem vir podero mandar seus portadores ainda que nao tenam pra-
M seu estabelecimento. cortos de que esta casa jraa.s deixarao de ser cumpndas as. ^
grandes vantagens por ella offerecidas
Manteiga inglesa a mais superior neste ge-
nero a 86o rs. a libra, e comprando de 8
libras para cima a 72o rs., esta a mais
superior que pode haver, tambem ha mais
baixas para menos precos.
Id^m franceza muito nova a 600 rs. a libra
e 56o rs. em barris ou meios.
Peras seccas muito novas a 48o rs. a libra.
|.Cognac de superior qualidade a 800 rs. a
rafa.
dem muito superior a l.ooo rs. a garrafa.
! tica, que sero tao bem servidos como se viessem pessflalmente.
O interesse que tira o proprietario deste acreditado armazem, ja deve ser bem co-
Bhecido pelos seus munerozos freguezes, pois simplesmente consiste em servir bem ega-
nhar pouco, afim de conseguir a continuarlo daquellas pessoas, que a primeira vezeedig-
aarem honrar o seu estabelecimento.
Caf a 28o e 32o rs. a libra, e a 8,000 e
fi 000 rS Si 5UTOl)3
Queijos flamengos chegados neste ultime
Cerveja da> melhores marcas do nosso mer-1 vapor a 2,000 rs.
cado de 5,ooo a 6,000 rs. a duzia, e 5oo
rs. a garrafa.
Cha perola de especial qualidade a 2,8oo rs. Conscrvas Piezas a 75o rs. o frasco e 8,600 ^dem prato muito nevos e de superior qua-
a libra.
t
rs. a duzia.
dem hysson muito superior a 2,7oo rs. a Doce em ^a a -qq rs. a lata.
1 Ervilhas francezas muito novas a 64o rs.
dem uxim a 2,5oe rs. a libra.
dem portuguezas a 72o rs. a lata,
dem hvsson a 2,3eo rs. a libra.
dem idem a 2,ooo rs. a libra.
dem prelo de qualidade muito especial a
2,000 rs. a libra.
dem idem inferior a l,6oo rs. a libra.
dem seccas a 2oo rs. a libra.
Bssouras do Porto com arces de ferro a 32o
rs. cada urna.
Vellas de espermacete da melhor qualidade
a 600 rs. o maco.
Chocolate francez, hespanhol c portuguez, a dem de carnauba e composico a 32o e 36o
9oo e l,2oo rs. a libra. rs. a libra e Io,ooo rs. a arroba.
Charutos dos melhores fabricantes da Bahia Tijolopara limpar facas a 12o rs. cada um.
t.tt^TtST*"'*- Lisboa e M. a 3*0 rs. a
Farinha do Maranhaomuito alva a 14o rs. a Sesada muito nova a loo rs. a libra.
llbra" Peixe em latas grandes, savel, pescada, cor-
Idem de araruta verdadeira a 4oo rs. a libra. j vina, e outras qualidades a l,ooo rs. cada
Vinho do Alto Douro engarrafado, e os mais
1j 111 escolhidos, lagrimas do Douro, D. Pe- Passas nuiito novas a lo,ooo rs. a caixa e
dro V, I). Luiz I. baque genuino, Nctar 1 5oo rs. a libra,
superior, Mlvasia fina, Bastardo, e outros
a H.000 e 12,ooo rs. aduziae i,000 rs. Palitos lixados para dentes a 14o rs. o maco,
a garrafa.
dem de flor a 2oo rs. o maco.
Id sm Caerry e Madeira a l,5eo rs. a garra- PrPSunt0 para fiambre inglczes e amertanos
fa e 16,ooo rs. a duzia. a g5o rs. a iibra.
dem Bordeaux de diversas marcas de 8,000!
a lo.ooo a duzia e 800 rs. garrafa. : dem do Porto a 48o rs. a libra.
, Oueijo prato a 800 rs. a libra.
Bolaxinhas americanas a 4,ooo rs. a barrica,
e a 3oo rs. a libra. ___* dem flamengo vindos no ultimo vapora
2,8oo rs.
Bitabfe muito novas a 1,00o re. o gigo, e6o Sanlinhas de Nantes muil0 novas a 32o rs.
rs. a libra. a [m
Bar.ha de porco refinada a 48o rs. a*bra o s -, muil0 novo a 2oo ^ a rll(ra.
em barril a 44o rs.
~ ,,_.. ; dem muito superior a 28o rs. a libra.
Vinno em prqa de Lisboa, e l igueira, de 3,ooo
a 4,oto.rs. a caada, e 5oo rs. a garrafa. jsWo maca (fe divorsas qualdades a2oo e
24o rs. a libra.
dem do vapor passado a l,8oo. rs.
lidade a 4oo rs. inteiro, e a 5oo rs. a
libra.
Doce de goiaba fino em caixes com 2 /
libras por 600 rs.
dem mais baixo a 54o rs.
Manteiga ingleza flor a'mais superior do
mercado a 72o rs. a libra.
dem de segunda qualidade a 64o rs. a libra.
Manteiga franceza de primeira qualidade a
56o rs. a libra, e 52o rs. era barris ou
meios. f.
Sevadinha de Franca a 2oo rs. a libra
Sevada muito nova a loo rs. a libra.
Cominhos, ervadoce e pimenta do reino a
36o rs. a libra. .
Defrouie 4a loja do Preguiea.
IliAUTE ALJIEIDA
iba de abrir o seu grande e soriido armazem 'fle momaSos denominado Vnio t Com-
nerao. Este grande armazem um dos mais bem montados que temos em nossa praca.
tilo s em limpeza e aceio, como as quatidadw espeeiaes desew generes. '0proprie
tario do Uniao'e Commercio offerece todos ot senhores da praca, senhoras de engenho
lavradores a seguinte tabella, por onde verao a grande economa que lhe resulta em
comprarem em to til estabelecimento, afiancando o mesmo todo e qualquer genero
,ahido de seu armazem. r
Bolliuho francez em latas e caixinhas asmis Cominh> a 4oo rs. a libra,
delicadas que tem vindo ao nosso merca- ...
do de 800 a 2,000 rs. a caixinha. j ^^-doc* a oo rs. a libra.
Manteiga ingleza perfeitamente flr, mandada ChamPanba de 20 a 22,ooo o gigo.
yir de conta propria, a 7oo a 800 rs, a Paltos do gaz a 2,3oo rs. a groza e io rs. a
libra.
caixinha.
dem franceza chegada pelo ultimo navio a Mi,ho a,Pista a 16o rs. a libra.
56o rs. a libra, e em barril ter abathnen- Painco a Seo rs. a libra.
to.
,. ... a Gomma mmt0 a'va para engommar a 80 rs.
dem ingleza em potes de 4 a 16 libras a a libra, eera arroba se far abatimeuto
800 rs, a libra e o pote separado, .
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
Castanhas muito novas a 2,oeo rs. a canas-
tra ea 160 rs. a libra.
Genebra de Hollanda a 5,5oo rs. a-frasquei-
ra cem 42 frascos, e a retalho a 5oo rs.
cada um.
dem em botija hamburgueza a 4oo rs.
Cha uxim o melhor neste genero, mandado
vir de conta propria a 2,8oo rs, a libra.
Wem hysson, grande, muito bom a 2,6oo rs.
a libra.
Cha perola neste genero nao ha nada a de-
sejar, e de especial qualidade, mandado
vir de conta propria a 2,800 rs. a libra.
dem huxim o melhor do mercado a 2,6oo
rs. a libra.
dem de segunda qualidade a 2,ooo rs. a
libra.
dem hysson muito superior a 2,5oo rs. a li-
bra.
dem preto homeopathico muito fino a 2,oeo
rs. a libra.
Bolachinha de soda chegada neste ultimo
navio a l',33o rs. a lata,* deste genero ha
grande porco e de differentes marcas,
vontade dos compradores.
Iem em latas grandes a 2,ooo rs.
dem de Lisboa em ancorlas de 8 a 9 caa-
das por 27,ooo rs.
dem do Porto muito especial a 5,5oo rs. a
caada e 72o rs. a garrafa.
Idum em garrafoes com 4 Vs garrafas por
.Soo rs. com o garrafo.
Vinagre de Lisboa muito superior a 2,000
rs. a caada.
dem mais baixe a 1,000 rs. a caada, e 2oo
rs. a garrafa.
dem em garrafoe. com 4 garrafas por
l,2oo rs. com o garrafo.
Ameixas francezas em caixinhas com ricas
estanpasno exterior de l,2oo a 2,ooo rs.
cada urna.
'dem em frasco de vidro do diversas tama-
itos a l,5eo e 2,5oo rs.
dem em latas de I 1/2 e 3 libras a l,3oo e
,3oo rs. cada urna, e a 800 rs. a libra.
Figos de comadre em caixinhas de 4, 8 e 16
libres a l,3bo, 2,6oe e 5,000 rs. cada
urna caixa.
dem em caixinhas de folha a 32o re.
dem em caixas grandes a 2oo rs. a libra.
dem em latas ermetimente lacradas de 1,600
a 3,ooo rs.
Arroz da India e Maranhao a 80, 100 e 12o
rs. a libra, e 2,5oo e 2,8oo rs. a arroba.
Amendoas de casca mole muifo novas a 4oo
rs. a libra.
Ceblas novas a I,2oo rs. os molbos gran-
des e a l,ooo rs. o cento.
A.lpista a 14e rs. a libra e 4,6oo rs. a arroba.
Macarro, talharim o aletria muito nova a
4oo c 48o rs. a libra.
Biscoitos e. bolachinhas inglesas as ultimas
chegadas ao nosso mercado a l,2oo e
l,4oo rs. cada lata.
dem inferior de 12o a I80 rs. a libra.
Genebra de Hollanda em frasqueiras a 6,5oo
ris.
dem hamburgueza em frasqueiros a 5,8oo
ris.
dem de Hollanda em garrafoes grandes a
5,5oo rs cada um.
dem em botija a 4oo rs. cada urna.
Garrafoes vasios de diversos taannos a 5oo,
64o e I.2oo rs
Gomma do Aracaty a 80 rs. alibra muito alva
Graixa a loo rs. a lata, e l,2oo rs. a duzia.
Licores finos francezes em garrafas c frascos
de diversos tamanhos de 600 a 800 rs. ca-
da um.
Marmelada imperial delodos os conserveiros
de Lisb&a a 94o e 7oo rs. a libra.
Massa de tomate muito nova a 64o rs. a li-
bra.
Marrasquino de Zara a 640 rs. o frasco,
dem em frascos grandes a 800 rs.
Cominhos muito novos a 5oo rs. a libra.
Erva-doce a 24o rs. a libra.
Pimenta a 36o rs. a libra.
Cravo da India a 64o rs. a libra.
Cannella a 1,100 rs. a libra.
Alfazema a 2oo rs. a libra.
Sal refinado em frascos de vidro a 600 rs. o
fraco.
Copos finos para agoa a 5,ooo rs. a duzia.
Cheuricasnovas a 72o rs. alibra.
Mostarda francesa preparada efnuito nova
a 32o rs. cada um frasco.
Gonservas francezas de superior qualidade a
640 rs, o frasco o 7,000 rs. a duzia.
Genebra de laranja a 1,000 re. os frascos Idem pret0 muit0 fiu0j a 2Goo a libra
grandes.
dem preto, mais bai.xo, a 2,ooo rs, a libra.
Vinho de caj o melhor que ha no mercado demf verde nadinho, mais proprio para
a l.ooo rs. a garrafa. negocio, a l,5oo rs, a fibra.
Paulos do gaz a 2,3oo rs. a groza e 2o rs., Banha de porco refinada muito alva a 46o
a caixinha. re' a UDra> e era Darr'l se far abatimento.
dem de dentes lixados a 16o rs. o maco com Biscoitos ingleses das seguintes marcas;
2o macinhos. Craknel, Soda, Ceede, Captain, Travellies.
Lunch, Cabin, e outras militas marcas, a
Ervilhas seccas chegadas neste ultimo navio l,4oo rs, a lata.
a 16o rs. a libra, e em porco se faz aba-',,... .,
limento Bolachinha de siwo, especial encommenda, a
2,2oo rs, a lata.
Banha de porco refinada a 48o rs. a libra e
42o rs. em barril. Biscoito iuglez Craknel em latas de 5, 7 e 15
libras a 5,ooo e 6,000 rs, e de 1,2oo a
Vinho branco de superior qualidade proprio g0o rs, a libra.
para missa a 64o rs. a garrafa. ....
Queijos do remo pelo baratissimo preco oe
Ameixas francezas em caixinhas elegante- {^00t l'Soo e 3,ooo rs os do ultimo
mente enfeitadas oom ricas estampas.a vapor.
l,2oo, l,5oo'e 2,000 rs. cada urna. '. ., ...
dem prato muito fresco a 64o rs, a libra.
que se vendem todas pelo mesmo prc^o a; Idcm taxxa cm fraseo de vidr0 cm ^ dem londrino muito fresco a 800 re, a libra.
pa du mesmo contendo 1 / libra a l,2eo vinhos empipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
rs. s o frasco val quase o dinheiro. 480, 56o, e 64o rs, a garrafa; e de 3,ooo a
dem propria para lanche em latas grandes dem em latas de 2 libras por l,4oo rs. 4'5o rs' a c
a l,9oo rs. a retalho, e a 800 rs. a libra.
Marmelada imperial dos melhores fabrican- F de dre
tes de Lisboa a 64o rs. alibra.
Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa em latas de 1 e mais libras
nhos muito proprios para mimo al ,28o rs. i a 7o rs' a, iDra: ....
Frntasem caldas das seguintes qualidades:
FruUsem calda em latas de:i,oooa-H)ors., a' ameiva n^C\^Mcmfa
ne^te genero ha diversas qualidades a es- ,f?raem caixas para reta!h0 a lb0 ^ al ame,xa' ramha V S? ?! '
L bu,,c,u libra. gmja, pecegos e alperch a 5oo rs, a lata.
colher.
Champanha superior das marcas mais acre
ditadas a l,5oo rs. a garrafa e 15,ooo rs.
o gigo.
Passas de carnada a 48o rs. a libra e em' Figos em caixinhas de 1 '/* arroba e de 8 li-
quarto com 8 libras por 2,5oo-rs.
bras a 8,000, 4,ooo, e 2,ooo rs, ea 3eo rs,
a libra.
Azcite doce a 64o rs. a garrafa.
Bolachinha de soda e lunch em latas grandes, Sevadinha de Franca muito ora a 2oo rs. a
a 2,ooo rs. cada lata. | fibra.
ATTENQ60.
Neste grande armazem de molhados vende-se em grandes porces e a retalho,
fazendo se diflerensa consideravel a quem comprar de 1005 para cima.
Bolaxinhas inglezas de superior qualidade a
Serveja das melhores marcas que vem ao 2,000 rs. a barrica, e a 2oo rs. a libra. I Amendoas de casca mole a 28o rs, a libra, e
mercado a 5oo rs. a garrafa e a 5,ooo rs. em arroba ter abatimento.
a ,]UZa Chocolate francez o melhor que se pode de-;
, scJar neste genero a 1,000 rs. a libra. Sardinhas Ap \int'i a Tan r* a litinha
dem preta superior a 56o rs. a garrafa e a aaruinnas ue ames a 020 re, a latmna.
5,4oo rs. a duzia. Macaspara sopa estrelinha, pevide, arroz de Toucinho de Lisboa a 36o rs, a libra e em
Vinho Bordeaux de differentes mal-cas, e as maCa a 48o rs. a libra, e em caixa a 2,ooo [ an-oba ter abatimento.
melhores do mercado a 7,ooo, 7,5oo e ^J^f'1^^ ta,herim' e ale" Massa de tomates a 64o rs, a libra.
8,000 a caixa com urna duzia, e em gar- 1 lUdd *uu rs- a "ora
raras a 64o, 7oo e 800 re., garante-se a Amendoas de casca mole a 4oo re. a libra. Pimenla do rein0 a 34 rs" a libra'
boa qualidade. I Farinha do Maranhao a 14o re, a libra.
,*,_.- ,., ,a Avelans muito novas a 2oo rs. a libra,
dem I-igueira de superior qualidade a 48o pphftlas a 4no re a rpstea
rs. a garrafa e 3,5oo rs. a caada. Ervilhas francezas muito novas em tetas l
. grandes a 64o re.
dem de Lisboa.a 2.800 rs. a caada e 4oo
rs. a garrala. Wem em ditas pequeas a 4oo rs.
dem do Porto de superior qualidade para m de lomate em Jatas de e 2 ^ a
mesa a auO rs. a ganara, e 4,000 re. a ca- 64o rg
nada. "' I
Salmo em latas de 1 V* libra a 800 re.
dem fino do Alto Douro da colheita de 1833, La tinho ^ ,atas andes a 4
como sejam: D. Luiz, 1-eitona velho, Nec- da uma -
tar, Carcavellos e Cambes em caixa de
uma duzia a 9,ooo re. Sardinhas de Nantes a 36o re. a lata.
Tijollo para hrapar facas a 16o rs,
i Cerveja das mais acreditadas marcas de 5,000
a 7,5oo a duzia, e de 5oo a 600 rs, a gar-
rafa,
Prezunto para fiambre muito fresco e novo
a 800 rs. a libra.
Lagrimas do Douro, especial vinho do Porto Cognhac inglez a 800 rs. a garrafa,
a l.ooo rs. a garrafa e lo.ooo rs. a caixa. cor francez das mo]boKS marcas do mer
Duque do Porto, Madeira secco, duque ge- cado a 800 rs. a garrafa.
nuino lagrimas doces a 9oo rs. a garra- B h & neste uUimo ^
fa e O.boo rs. a duzia. j ^
r. t- 1 i^ n- a ^ xa com duas arrobas por l,6oo rs., e 4o
Garrafoes cora vinho do Porte a 2,2oo rs. ... r
cada um. re' a ,U)ra-
Vin igre de Lisboa de superior qualidade a Concervas inglezas a 75o rs. o frasco.
2oo rs. a garrafa e l,2oo rs. a caada. L e ,
! Sal refinado em potes a 5oo rs. cada um.
Azeite ^doce refinado em garrafas grandes a 'Mostorda iagIe:a a l>mo ^ 0 in^
Genebra de laranja a Ooo rs, o frasco,
Choiiriras as. mais fres** do aereado a Seo
rs. a libra, *
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa,
e lo,5oo rs, a caixa com uma duzia.
Licores fadteezes d des marcus: Ank ,licaUiB-
zete de Bordeaux, Plaisir des dames, e d Srvilhas franceza e portugueza a"040 rs
SabSo verdadeiro hespanhol, que raras vezes
vem ao nosso mercado a 28o rs. a libra.
Vinho branco o memor neste genero a 600 rs,
a garrafa e"f,ooo rs. a caada.
dem Bordeanx de differentes marcas, garan-
te-se a qualidade, a 8.000 rs. a caixa com
uma duzia, e a 7oo rs. a garrafa.
Garrafoes com 5 garrafas de vinho do Porto
do Alto Doaro a 2,2oo rs. com o garrafo.
dem tom 5 garrafas de vinho Figueira, mais
proprio para a nossa estaco por ser mais
fresco a 2,4oo re. com o garrafo.
dem com 5 gareafas de vinagre a l,2oo rs.
o garrafo,
Sabio massa de superior qualidade a 18o,
2o, e 22o rs. a libra do melhor que ha
Graixa em latas muita nova a 12o rs. a lati-
nha, e l,3oo rs. a duzia.
Peixe em latas muito novo: savel, pescada,
curvin, salmo e outras nimias qualidades
preparados de escabexe, segundo a arte de
cozinha, de l,2ooa 2,ooe rs. a lata.
dem do.'Alte Douro viudo do Porto engar-
rafado e escollado pessoalmente por um
des socios que se acha em Portugal, das
seguintes marcas : Duque, Genuino, Ve-
lho secco especial, Lagrimas Doces de
1819, vinho especial D. Pedro V, vinho
velho. Nctar superior de 1833, Duque do
Porto de 1834, vinho do Porto velho su-
perior, Madeira Sccca de superior quali-
dade, vinho do Porto superior D. Luiz I
de 1847, Lagrimas do Douro, especial vi-
nho do Porto, de I.ooo a 1 2oo rs. a gar-
rafa e de lo.ooo a 12,ooo rs. a caixa com
uma duzia.
Vassouras americanas a 800 re. cada uma.
Vela* de spermacete as melhores que ha no
mercado a 56o e 64o re. e masso, e em
caixa se far umjgrande abatimento,
dem de carnauba e composieio, de 4oo a
32o rs. a libra, e de lo,ooo rs, a 11,300
rs. a arroba,
Caf de 1J e 2" sorte de 8.3oo a 8,600 rs. a
arroba, e de 28o a 32o rs. a libra do me-
lhor
Arroz da India, MaranhSo e Carolina a 3,ooo,
2,8oo e 2,4oo rs. a arroba e a loo rs. a
fibra.
Frasqueira de genebra a 5,8oo re. e a 5oo
rs. o frasco.
Aaeite doce em barril muito fin, a 64o re.
a {arrafc e em caada ter abatimento.
Papel greve paulado e liso a 3,5'oo rs. a
resma.
Genebra de Hullaida*#ft botija de conta a
44o rs. a botija.
dem de Lisboa a 64o rs. a garrafa, e em
dem franceza a 4oo rs. o pote.
; Milho alpista a 16o rs. a libra e 4,8oo rs. a a. Rarrafa, e 9,ooo rs.a caixa com uma,du-
canada a 4,800 rs.
Presuntos inglezes para fiambre a 7oo re. a!
libra. I Graixa muito nova em latas grandes a 120
dem de lamego encommenda particular a ris.
48o rs. a libra, e inteiro se faz abatimento.
outras muitas marcas a lo.ooo rs. a duzia;
e a 1,000 agarrafa.
Passas oluito novas a 500 rs. a libra e a 8,600
rs. a caixa. Ha caixas, meias e quartos.
Batatas a ,00o re. o gigo com 38 libras.
Bolachinha ingleza a 4oo rs. a Hbra,
Azeite francez e portuguez refinado a 800 re.
Toucinho do reino o melhor do mercado a
320 rs. a libra, e em arroba a 9,ooo rs.
Latas com peixe em posta emticamente
lacladas das melhores qualidades ik pei-
xe que ha em Portugal a l,2oo re.
Velas de espermacete de 4, 5, e 6 por libra .*, >> j a _>.
a 560 rs, e em caixa se faz abllenlo Caft; l;,vadde ^a'"Iadca3* n" d,to
dem de carnauba refinada a 32o re. a libra de 2?S- "J?Le '^"VK1
e 9,ooo re. a arroba. I ,,a to de V a 26o rs. a libra e 7,8oo
dem de carnauba pura do Aracaty a 4oo rs.! rs' arroba-
I Charutos suspiros dos melhores fabricantes;
de S. Flix a 2,5oo rs. a caixa com loo 1
a libra e lo,5oo rs. a arroba.
zia.
Gonservas ingle/as das Seguintes marcas:
Misma, Haces, e ceblas simples a 800
rs. o frasco.
Mostarda inglesa preparada em potes a 4oo
rs.^opr
Grao de bico a 16o rs a libra, e era arroba
ter abatimento.
Vasos inglezes vasios de 4 a 16 libras, muito
proprios para deposito de manteiga, doce,
e outro qualquer liquido, de 1,000 a 3,ooo
rs, cada um.
lata d(*uma libra.
Chocolate francez, hespanhol, suisso e por-
tuguez a l.ooo rs. a libra, e a 28o re. ca-
da pao de uma !/.
Garrafoes vasios de 5 garrafas at 3 caadas
de 5oo at l,3oo rs. cada um.
Ameixas francezas em caixinhas elegante-
mente enfeitadas, com diversas estampas
no estertor da caixa de 1,500 a 3,ooo re-
cada uma: tambem ha frascos e labis de
differentes tamanhos que se vendem por
mdico prece.
Massas para sopa: rnacarrao, talharim e ale-
tria a 48o rs. a kbra, e em caixa se far
abatimento.
Garraloes com 14 garrafa^ de genebra de
Hollanda a 5,5oo cada um.
Charutos de todas as marcas o dos melho-
res fabricantes da Bahia de 3,ooo a 4,eoo
re a caixa.
Gomma muito fina e alva a 80 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 32o rs. a libra.
Farinha do Maranhio muito alva e cheirosa
a 12o rs. alibra. )
Sag muito novo 24o rs. a
charutos.
dem finos de diversos fabricantes a l,6oo.
l,8oo e 2,000 re. a caixa com loo charu-
tos, Jo preco nao indica a boa qualidade
porm deem-se ao trabalho de virem ou
mandarem c veno a realidade. _
ATTEM^AO
Todos os senhores que compraren para negocio u casa particular de 1003 para
cima terSo mais 5 a 10 por % de abatimento; /proprietario scJentica mais que todos
os seus gneros s5o recebidos de sua propria entommead, raafio esta par poder ven-
der por muito menos do que em outro qualquer estibelccimenta,

t- ~ _r
rrrr



Diario de PeroMubao*'-- nltttfA faAra 94 de DezAMbr* de ft&AS.


==
-----r
-----
ATTENCAO
9 LARGO DO C \lino 9
GRANDE SORTIMENTO
DE
PARA A FESTA.
Participam aos seus umerpsos freguezes e ao publico em geral que acabam de
receber de sua propria encommenda, o mais lindo e completo sortimento de molhados,
os quaes vendem por grosso e a retalho por menos 10 por cento do que outro qualquer
annunciante, como vero pela seguinte tabella que abaixo notamos, garantindo os mes-
mos proprietarios nao s o peso como a qualidade de seus gneros.
AVISO.
Todos os senhores que comprarem para negocio ou casa particular de 100$ para
cima tedio mais 5 a 10 por cento de abatimento, os proprietarios scientiflcam mais que
todos os seus gneros so recebidos de sua propria encommenda, razo esta para pode,,
vender por muito menos do que outro qualquer estabelecimento.
Castanhas muito novas a &ooo rs. a caixa, e
a 16o rs. a libra.
Manteiga ingiera perfeitamente llr mandada
vir de oonta propria a 8oo rs. a libra.
dem francesa a mais nova do mercado a 56o
rs. a libra, e 5lo rs. em barril.
dem de porro refinada muito alva 46o rs.
a libra.
Prez unto para fianbre a 8oo rs. a libra.
Cha uxim miudinho viudo de conta propria,
o melhor do mercado a 2,8oo rs. a libra.
dem hyson de superior qualidade a 2,6oo rs.
a libra.
dem perola o melhor que se pode desejar a
2,7ooj*s. a libra.
dem preto muito fino a 2,5oo rs. a libra.
dem mais baixo pouco a 2,ooo rs. a libra.
dem mais baixo a l,8oo rs. a libra.
Vinho do Alto Douro vindotio Porto engar-
rafa'lo garante-se a superioridade deste vi-
nho. das seguintes marcas :.. Duque, Ge-
nuino, velho secco, especial lagrimas do-
res -le 1819, vinho especial ). Pedro V.,
v
VeHas de carnauba e,composic3o de 32o a
' 36o rs. a libra e de 10,000 a 11,000 rs. a
arroba.
Genebra de Hollanda em botijas de conta a
440 rs. a botija, e em duzia ou em barrica
ter abatimento.
Massas para sopa mararra'o, tarharim e altria
a t8o rs. a libra e em caixa ter abati-
mento.
dem estrellinha, rodinha e pevide em caixi-
nhas de 8 libras, muito bem enfeitadas de
$,5oo a 3,5oo rs. a caixinha e a 600 rs. a
libra.
Doce de goiaba en caisas de diversos taa-
nnos de 600 a l,ooo rs. o caixao
Sabo massa de 2oo a 2io rs. o melhor, em
caixa ter abatimento.
dem hespanhol a 28o rs. a libra.
Peixe em latas muito novo ; savel, pescada,
corvina, saunao e outras muitas qualidades
preparada de escabeche 2. a arte de cosi-
nha de I,2oo a l,8oo rs. a lata.
Figos em caixas de 1 arroba, '.'a e 8 libras
a 8,000 4,000 e 2,ooo rs. a caixinha.
DO
38RA DO UWPERHJOR38
Agua natural de Condllae,
muito recomraendada as affeccSes do tobo gastrointestinal, dos dos rio?, e bexica ourinaria pelas
snas propriedades alcalinas, e o acido carbnico que naturalmente contera cni suspendo de rrero
mais commodo que a agua de Vichy, o de propriedades talvez superiores pela grande qualidade de
acido carbnico. Ayecc-ao rou, agua d l Cheilen, cupahiba de Mege, injecalo Fuqas iezinoo, muito recommendada as gonorrbeas. Lerroy francez verdadeiro ; na nu-sina eaa tem
algumas caixas da instrumentos cirurgicc* para operacSes de Matieu e Charrierc
PROGRESSISTA
RA DAS CltU^ES N. :iC
RA DO CRESPO N. 9
s.
\o halrro de Santo Antonio.
Joaquina los fimmtm de Stonza scientifica a seus numerosos fregu,
zes e ao publico em geral que acaba de estabelecer um novo armazem de molhados
ra do Crespo n 9, aoode se encentrar sempre os melhores gneros de estiva, que
se venderao a retalho e por atacado, por menos dos que se venderem em outra qualquer
parte, affiancando-se aquellas pessoas que comprarem nestes armazens a superior qua-
lidade de gneros, precos commodos e bom acondicionamento.
O armazem da ra do Crespo situado no melhor local desta cidade com o as-
seio que de necessidade manter-se com. estes estabeleementos, fez crer a sea pro-
prietarie, que ningaem deixar de sortir-se n'um estabelecimento aonde se encentra sin-
ceridade, para ir-se comprar aonde se nao oflerecem tantas vantagens.
Seade este armaxem no veradeko pento de partida para os arrabakks desta 6Bnebra verdadeira de Hollanda, marca gallo a 100 rs. a botija,
cidade, nao sera difOcd quelles senhores que tem de partir nos mnibus darem suas ^,bo alPista mais limpo que ha a 160 rs. a libra a 4800 rs., a arroba.
enf/wnmrwlas nPtP .,* it, aw.* 1 Vinho verQadeiro Figueira e Lisboa, a 500 e 400 rs. a garrafa e a caada a 3dOO e 3000.
eucommerKias neste arraaaem, que sempre Ibes offerecera os mats agradavets generes 'dem do Porto, a 4300 a caada.
Cha nprU dp MnA..si ..i^a a a> .u ~. E m ^ gen*"08 anunciados ha outros muitos baratissimos, assim como
specalqualKlade a 2,800 rs. Hem muito superior a i,000 rs. a garrafa. | queijos novos, chouricas, serojas das melhores marcas, aletria, ameixas sevada.
Caf a 28o e 32o rs a lihra e a 8 ana a. vb0t erva"dece' pimenta, sabo, canella, phosphoros do gaz, que tudo se vende wr
wie zoo e azo rs.. a ora, e a 8,000 e meQ08 de 5 10 por anto a dDheiro contado.
9,000 rs. a arroba.. ,.,.
CONSERVATIVO E CONSERVADOR
21 e 23largo do Terco-21 e 23.
Joaquim Simoes dos Santos, proprietario destes estabelecimentos de moldados
participa ao publico e a todos em geral, que vende nos seus armazens os gneros por
menos de & 10 por cento do que em outra qualquer parte, garantido-se pela superior
qualidade..
Manteiga ingleza perfeitamente flor a 800 rs. a libra.
dem franceza, vinda pelo ultimo navio a 560 rs. a libra e 540 rs. em barris ou meio.
Banha de porco refinada, a 400 e 44o rs. a libra-
Velas de espermacete e carnauba a 860, 400 e GO0 rs. a libra.
Gaf do Rio de Ia e 2a sorte a 270 e 300 rs. a libra, e a arroba a 8#S00 e 9/000 rs.
Batatas em caixas com 2 arrobas por 24000, e a 4o rs. a libra.
Toucinho de Lisboa, a 32o r s. a libra, e a arroba a 9000, ou barril.
Ca de Ia, 2, 3* e Ia sorte a 2,5800, 20300, 2,JOO0, e 15800 a libra.
Azeite doce de Lisboa a 35IOOO o galao, e a 600 rs a garrafa.
Wem de Garrapato, a 280 rs. a garrafa, e a 2000 a caada.
a libra,
dem hysson muito superior a 2,7oo rs. a
libra.
Wem uxim a 2,5oo re. a libra.
dem hysson a 2,3oo rs. a libra.
dem idem a 2,ooo re. a Kbra.
dem preto de qualidade muito especial a
2,(*jo rs. a libra.
fdem idem inferior a l,6oo rs. a libra.
Champagne a melhor neste genero a 1.800
rs. a garrafa e 18,ooo re. o gigo.
Cerweja das meflwres marcas do nosso mer-
cado de 5,000 a 6,000 re. a duzia, e 5o
rs. a garrafa.
Conservas inglezas a 75o re..o frasco e 8.600
rs. a duzia.
Doce emealda a 5oe re. a lata-.
dem de goiaba em caixas e diversos tena-
nnos e de diversas quajidades de. 64o a
l.ooo rs. cada urna.
dem inferior a 10,000 rs. o gieoe l.ooo rs. r- u < .. ...
a parrar Emilias francesas raudo, newas de48o a4o
rs.
, 7'v S,Z.,I' ^'"ta4 ftm Ida de diversas qualidades a
inho velho. Nctar; superior de 1333, Da- < oQ rs_ a ^Qha% h %
que do Porto de 1834, vinho do Porto ve-
Itio superior, madeira secca de superior
qualidade, vinho do Porto superior D: Lo-
iz I de 1817, lagrimas do Douro espe-
cial, vinho do Porto de l.oooa l,2oo rs.
a garrafa e de lo,ooo a 14,000 re. a caixa
com urna duzia.
Bo'achinha de soda especial encommenda e a
ni iis nova que ha no mercado a 2, loo rs. a
lata.
Biscoitos inglezes das melhores marcas em
latinhasde 2 libras a l,3oo rs. a lata.
Idex inglezes craknel era latas de 5 e 71ibras
de 5,000 a 6.000 rs. a lat, e em libra a
8 rs.
Queijos do reino chegados pelo ultimo vapor
de 2,000 a 2,2oo rs. cada am.
Idem prato a 7oo rs. a libra.
Vinho em pipa das mais acreditadas marcas
como sejamBA F., PRR, J.VA, outras
muitas marcas, Porto. Lisboa e Figueira :
de i8o, 5oo, 56o, 64o e 800, rs., e o do
Porto fino em garrafa, e em o nada a
3,000, 3,5oo, 4,oeo e 6,5oo rs. o raelbbr
do Porto
a garrafa.
Chocolate francez, hespanhol, e portuevez. a' J__ i -*l
a 9oo e i,* r*. a libra. *" W** 72 rs- M-
Charutos dos raeU.ores faldeantes da. Baha! ^m s^s a 2oo rs. a libra,
ede qualidiules, especiaunente escolhidos, Vassouras do porto.com arcos de ferro a 32o
de 2,000 a 4,5oo rs. a caixat rs. cada urna.
Farmha do Maranho muito alva a 14o rs. a Vias jfc, s^'m^5?,n ''-----"" "* '
dem de araruta verdadeira a 4oo rs. a libra. dem de carnaubae composici a 32o e 36e
Vinhe do Alto Deuro engarrafado, e os mais rs..a libra e lo,ooo rs. a arroba.
bem escolhidos, lagrimas do Douro, D. Pe- ^ lo ,m ar facas a |4o rS- ca(Ia um.
dro V, D. Luiz I, Duque genuino, Nctar r
superior, M;dvasia fina, Bastardo, e outros Toucinho de Lisboa e Santos a 32o rs. a libra.
a "r'ST ta,n0 rS' 4UZa C L00 FS' Sevada muito nova a Io rs- a Ubra'
.dcox Otawa c Mddta a l,oo n. a garra- Peixe ^latas 8rand,esI' vel' Pecada' 2E
vina, e outras qualidades a 1,000 re. cada
lata.
fa e lO.ooo rs. a duzia.
dem Bordeaux de diversas marcas de 8,000'
Marmelada imperial dos m lbores conserve-
iSSX !Ulib^nh3de'Ibra'!"'a'io^aToiSr.toiT5"n5u"-.^ **** 3,000 a 4.coo
Massa de tomate em latas de I libra a 64o, "tg^tSr?1" ^ barrCa' **> muito novas a 8,5oo a caixa e 48o rs.
Ameixas francezasem caixinhas elegante- Batatas uit0 novas a l.ooo rs. o gigo, e 60
mente enfeitadas de l,5oo a 3,ooo rs. a I rs a ,,"ra-
caixinha, tambem ha latas de 1 "2 a 61H Banha de porco refinada a 48o rs. a libra, c ldn a libra.
Palitos lixados para dentcs a 14o rs. o maco.
braede l,2oo a 4,5oo rs. a lata.
dem em frascos com tarapa de rosca a l,6oo
rs. o frasco.
Chocolate portugus, hespanhol, francez e
suisso a 1,00o rs. a libra.
Conservas inglezas das seguintes marcas:
Mixde-Picles e cebollas simples a 75o rs.
o frasco.

.Mostarda ingleza preparada em potes a 4oo
rs. o pote.
Sardinhas de Nantes a 32o re. a latinha.
Charutos das mais acreditadas marcas de
2,5oo a 4,ooo rs. a caixa.
em barril a i lo rs.
Vinho em pipa de Lisboa, e Figueira, dc3,ooo
a 4,000 rs. a caada, e 5oo rs. a garrafa.
dem de Lisboa em ancoretas de 8 a 9 cana-
das por 27,000 rs.
dem do Porto muito especial a 5,5oe rs. a
caada e 72o rs. a garrafa.
dem em garrafoes com 4 "i garrafas por
2,5oo rs. com o garrafo.
Vinagre de Lisboa muito superior a 2,ooo
rs. a caada.
dem mais baixo a l,5oors. a caada, e 2oo
rs. a garrafa.
Champagnhe a melhor do mercado de 12,ooo,
a 24,ooo rs. o gigo, ede l,2oo a 2,ooo rs. a Idem em garrafoes com 4 /* garrafas por
garrafa. l,2oo rs. com o garrafao.
dem Bordoaux das mais acreditadas marcas f Papel greve paulado ou liso a 3,5oo rs. a res- Manteiga ingleza a 600, 7oo, 800 e Ocors. a
a 7oo rs. a garrafa, e a 8,000 rs. a caixa. j ma. libra de primeira qualidade.
GarrafT.es com 5 garrafas de superior vinho} w rf rK^ "" d 3'5 Idem franCeZa a rS a bra
do Porto a 2,2oo rs. com o garrafao. *'000 rs" a resma"
[ Ciomma muito fina e alva a 80 rs. a libra.
Idem com 5 garrafa de vinho da Figueira mais Milho alpista e painso de 160 a 2oo rs. a li-
a 600 rs. a retalho.
proprio para a nossa estaco por s*r mais
fresco a 2, loo rs. com o garrafao.
1
dem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs
com o garrafao^
bra.
Patos do gaz a 2,2oo re. a grosa e 2oo re. a
duzia.
Ameixas francezas em caixinhas com ricas
estampas no exterior de l,2oo a 2,000 re.
cada urna.
dem em frasco de vidro de diversos taa-
nnos a l,5ooe 2,5oo,rs.
Vasosinglezes de 4 a 16 libras vasios, muito'.. dHt/2(l3 .n aon
proprio para deposito de doce manteiga i a 3J ^-^'V 11^ \ libnf
Vinho brancoo mais supenorque V^m ao# ou outro qualquer liquido de 1,000 a! *'0ft'taaaam e a rs< a a"
nosso mercado a 600 rs. agarrafa, e : ",00o rs. cada um. Figos de comadre embazinhes de folhapro-
^ores das melhores marcas e mais fiaos i Prios Para mimos a 48o r8 "^ am'
a 1,000 rs. a garrafa e em caixa ter abat- dem em caixinhas de folha a 32o rs.
dem em caixas grandes a 2oo rs. a libra.
Cognac verdadeiroinglez a Ooors. agarrafa_. ,. ,
Ilo5oors a caixa |Idem em latas ermeticamente lacradas de
, 1.600 a 3,000 re.
Chouricas as mais frescas do mercado a 800!
rs a libra. Arroz da India c MaranhSo a 80, loo e 12o
o lt|i)"l
Geaebra de laranja em frascos grandes a
1,000 rs. o Irasco.
4,2oo rs. a caada.
Velas deesparmacate as melhores neste ge-
nero de 56o a 64o rs. o naco, e em cai-
xa ter grande abatimento por haver
grande porfo.
Azeite doce em barril muito fine a 64o rs.
a garrafa e 4,800 a ranada.
dem francez refinado a 800 rs. a garrafa.
Ervilhas francezas e purluguezas a 64o rs. a
lata.
dem ^portuguez a 18o rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 36o a libra, e em
arrota ter abatimento.
dem de Santos a 32o rs. a libra.
Caf de 1.a, 2.*e 3.a qualidade de 26o, 3oo
e 36o re. a libra, doCearde8,2oo, 8,4oo,
e 0.2oo rs. a arroba do melhor.
Airo/, da India, Java eMaranho de 2,2oo a
3,ooo a arroba, ede 80 a loo re. a libra.
Passas muito novas a S.Soo a caixa e 5oo
a libra, ha caixas meias e quartos.
Stvadjnha de Franca a 2io rs. a libr,
Sag muito novo a. 880 rs. a bra.
F(L\ i 14? A o 0 BOWItf AN-RITA IIZ
IIUIHY. 38.
Este muito acreditado estabelecimento est prvido de um completo sortimento de
machinamos proprios do fabrico de assucar, a saber:
Machinas de vapores as mais modernas e mais acreditadas.
Rodas dagua de ferro com seus pertences.
Moendas e meias moendas de todos os tamanhos.
Rodas dentadas, angulares e de espora.
Taas de ferro batido e coado.
Boceas de fornalha pelo novo systema Wetson.
Alambiques de ferro fundido.
Fornos para cozer farinha.
Moinhos para moer mandioca.
Arados americanos, etc. etc.
SALSA
T.TTA
Prezunto para fiambre inglezes e americanos
a 85o rs. a libra.
dem do Porto a 48o rs. a libra.
Queijos prato de 48o a 600 rs. a libra.
dem londrinos os melhores que se encontram
neste mercado a 800 rs. a libra.
dem flamengos vindos no ultimo vapor de
2,8oo a 3,ooo rs.
Sardinhas de Nantes muito novas a 32o rs,
a lata.
Sag muito novo a 2oo rs. a libra.
dem muito superior a 28o rs. a libra..
Sabo maca de diversas qualidades a 2oo e
24o rs. a libra.
Wem inferior de 12o a 18o re a libra.
Genebra de Hollanda em frasqueiras a 6,5oo
rs.
dem hmburgueza em ditas a5,8oo re.
dem de Hollanda em garrafoes grandes a
5,5oo cada um.
dem em botija a 4oo re. rs. cada urna.
Garrafoes vasios de diversos tamanhos a 5oo,
64e e l,2oo rs.
Gomma do Aracaty a loo rs. a Hbra.
Graixa a^loo rs. a lata, e l,2oo rs. a duzia.
Licores finos francezes em garrafas e fras-
cos de diversos tamanhos de 600 a 800 rs.
cada m.
DE BBXSTOL.
As curas milagrosas de
ULCERAS,
< II1 VS ARTIGAS,
ESFERMDABES SYPHILITICAS,
Erysipelas. Rlieumatismo,
Nevralgias, Esaorbuto,
etc., ce, etc.,
que tem gnageaflo e dud o alto re
nomc a
Salsaparrilha de Bristol
por todas partes do universo, sao to
Bincnte devidas i
Tnica Legitima c Original
SALSAPARRILHl DE BRISTOL,
PltPARAUA XCI.ISIVAMKNIB FOR
LAXMAN & KE1IP DE \OVA YORK,
Mediante a reccila do Dr. O. C. Bristol.
A venda as boticas de Caors & Darboza,
roa da Cruz, e Joo da C. Bravo 4 C, ra
da Madre de Dos.
deLjELOYE
1'hanuamlico da priiucii-a classe
12111 Pars.
Este mdicamente empregado ha mais 1 la
20 annos, com successos conslantes, pelos
melhores mdicos era todos os pai/es, con-
tra as molestias do corato, as Iti/dropisias
e as affecroes do peito, acaba de receber
um novo suffragio por nao ter por ora ap-
parecido outro igual para curar infallivel-
mente todas as doencas do coracao orgni-
cas ou inorgnicas, palpitaroes, fcydvofrsiae
geraes ou parciaes. hydrolhorax, asthmas
chronicas, bronchites nervosas, e fluxos
clironicos, aphonia (extineco da voz), ele.
As gazetas medicas fallam calorosamente
sobre os effeitos preciosos do farope de
Labelotiye, quetem boje adquirido un dos
primeiros lugares no quadro dos media-
menlosos mais afamados e da Lberepeuti
universal, como o declarara os celebres m-
dicos francezes: Andral^iai e filho, Douil-
aud, Collereau, Desruclles, Fouqnier, Le-
maire, Marjolin, Pasquier, Roslan, Rous-
seau, Delaberge, Parmanlier, Puche, Ther-
.iim, Vidal (de Poiliers), etc., c outros a-
cultaticos do9^mais celebres.
Vende-se em garrafinhas de vid 10 verde,
trazendo um rotulo, fundo cor de violeta
clara, jaspeado, no qoal sobresahe o nome
Mbelonye, o gargalo da garrafa ta/, urna
tira azul jaspeada, com a fuma de Labe-
lonye, e a rolha coberla com urna capsula
de metal branco com a inscripcao Sirop
de Digittale de Labelcnye, pharmacien,
Pars.
Deposito geral: em Pars, ra Uouibon-
Villeneiivc, 19.
Em Pernambuco, na casa de Caors & Bar-
bosa na ra da Cruz n. 22.
AGENCIA
DA
FUNDIClO DE LOW-MOOR.
lina da Senialla nova a. 42.
Neste estabelecimento contina a hayer
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e tacnas de ferro batido e coado, de todos os
tamanhos para ditos.
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston A C,
ra da Senzalla Nova n. 42.
Em casa de Mills Latham & C, na ra u-
Cruz n. 38, vende-se ferro galvanisado de um dea
melhores fabricantes inglezes, proprio para cobers
tas de casas.
Amendoas de casca mole muito novas a 4oo
Serveit as mais acreditadas marcas de
5,5oo a B,5oo aduziae de mafs a 5oo rs. AzeKonas superiores a l,2oo rs. o barril.
a 8arrafa- Alpista a 14o rs. a libra e 4,6oo a arroba,
dem em botijas e meias, sendo preta da Letria a 4oo rs. a libra.
raZ1aJtad8marCaTdS,500a7'80'BSC0t0S e bolachinhas inglezas as ultimas
chegadas ao nesso mercado a l,2oo e 1,4oo
Ceblas em melhos grandes a 1,00o o molho j k. cada lata.
e em restea a 4oe rs. cada urna, I ."'.'-,".
Bolaxinha de soda e lunch em latas grandes
Pimenta do reino a 34o rs. a libra. a 3,000 rs. cada lata.
Farinha do MaranhSo a 14o rs. a libra.
Tijolo para limpar facas a 16o rs. cada um.
Commho a 64o rs, a libra.
Erva doce.
Canella a l,ooo rs. a libra. .
Batatas a l.ooo rs. o gigo com 32 libras liqui-
das.
! Cognac de superior qualidade 800 rs. a gar-
rafa.
Marmelada imperial de U dos os conservei-
ros de Lisboa a 64o e 700 rs. hbra.
Massa de tomate muito nova a 64o rs. a
libra.
Marrasquino de Zara a 64o rs. o frasco.
dem em frasees grandes a 800 rs.
Cominhos muito novos a 5oo rs. a libra.
Erva-doce a 24o rs. a libra.
Pimenta a 36e rs. a libra.
Cravo da India a 64o rs. a libra.
Cannellaal.loors. a libra.
Alfawma a 2oo re. a bra.
Sal refinado em frascos de vidro a 600 rs,
o frasco.
K' haratisslmo.
Francisco Pinto 4a Costa Lima rom
estabelecimento de alfaiate na ra larga
do Rosario n. 38, primeiro andar, vende
pannos muito finos a 4fi e 44500 rs. o
eovado, laienda que pela sua superior ]
qualidade val 9* e 10* o eovado. As
pessoas que aproveitaudo a pechincha,
comprarem dos ditos pannos podemque-
rendo mandar fazer as obras no estabe-
lecimento do annunciante, poi serio fei-
tas cem presten e por mdico proco,
tanto sobrecasacas e paletots, como ja-
quetas e paletots para meninos.
ESCRAYQS FGIBQS.
Fugio do ngenho Pirana da comarca (a i i-
dadode Nazareth em 20 do mez de maio do cor-
rente anno 1863, um molatinho de nomo Manoel,
de idade 15 annos, levou vestido camisa e ceroul
de algodaozinho azul, um tanto descorado da cor,
tem os ps fe ios e os dedos delles arrebitadus, os
psadianto largos e QS*calcanhares finos, temo
costume de andar com acabeea baixa, cabellos
estirados, de cabocolo : quem o pegar e trouxer
em dito engenho ser recompensado com OO.
Escravo fgido.
900MOO de gratificado.
Contina fgido desde Janeiro o mualo de nomc
Ravmondo, natural do Ico, estatura regular, idade
de 18 annos, caneca chata, cabellos taraninbos,
testa grande, rosto oval, com urna fstula na face
esquerda, maceas salientes, denles limados pontu
dos, bocea regular e principio de buco, \'s e maos
pequeos, costumara andar calcado, e intitulava-
| se livre : qnem o apprehender, dirija-se ra da
' Cadeia do Recife n. 21, Luiz Antonio Sequeira,
que entregar a referida gratificac,ao._________
ratifleac&o,
Acba-se fgido desde 15 do mee prximo paga-
do o escravo crioulo de nome Augusto, cem 18 an-
nos de idade, secco do corpo, tem o branco dos
I olhos eafumacados, quando anda levanta os dedos
^j k dos ns, muito prosista, traja roupa muito siija,
LooreDco Pereira Mendos GminaraH.vende bo-, teV no\,0mbro um panno de que faz ro-
tinas rrancezas para homens a diaheiro a vista. | h v 0 ap'prehender
,por Pre^queadnura1 v|stoda^Sao da obra. Prua Q Limpment0 n. \ segund0 andar,
* Impertriz P Q"e sera gratificado.____________________
/ Fugio no dia 21 do correte o preto Luiz,
por occasio de ter ido a refinaeao buscar meia ar-
roba de assocar, para (tual tinlia levado o di-
K de hon fabricante
ATTENCAO
BOM E BAHATO
Manteiga ingleza flor a 800 rs., franceza a 600 nheiro, o preto tem os signaes seguintes : idade
rs., chouricas novas a 700 rs., toucinho nevo a 320, 40 annos, pouco mais ou menos, altura regular,
arroz a 100 rs., gomma de araruta muito alva e' corpo secco, barba pouca, com falta de dentcs na
,! nova a 100 rs., espermaceto a 600 rs., vinho da frente, apenas tem 2 no lado superior, tora urna
I Figueira e Lisboa a 400 e 500 rs. a garrafa, cana-' quebradura do lado direito, foi de engenho e por
I j\ n*AnA ra Al A -_____________& t_ *__1 ^__. __ >.. -----------* n 4iMil!nn A n nuil.- Inndn
freguezes
ma
asr de ser mantida pelo proprieUrio destes armazens.



8
/
}
AGRICULTURA.
Manual de agricultor do* generes ali-
menticios on meihode da cultura
mixta (lestes gneros as Ierras
cansadas pelo systema vegeto-ani-
mal e modo de criar e tratar o
Hethodo de cultura.

No que diz res
rom a opiniao do-Sr. Gahlglia
que as atlrlbuera ao derribamento das mallas ; e chavas.
DIrl 4e 'PerMUfriiM *.< feh- t de Beztt>* de 1 Mt.
(~ "i i
mu
-
dou araj"
nundacoes, concordo laes indispVavel as trras cansadas par reter | As mulheres na lempo de sua regra, nao deven jlo verde; isso mespio al s cito horas e 8a
ia, e on*ros physicos, o estreo, que desee de cima^ condntid altor oa.ps dentro d'agua mais.
t> (tte causar & sua suppressab o

m
Entre tres earreirts de caf se planta
""V^HP florestas estad, irgens, e inlaelas carreira de bananeiras.
Uo fago, eljemm no chao as folhas, e detritos As mudas das bananeiras distaro doze palmos'
das arwrestque se rcfazemrfodos jlanos de no- de urna oulra.: As bananeiras tombeni serao
va folhag em. 'plantadas as tapias des tes caflB
lias o detritos, servindo de permamenle nunca deixara o rapim criar sement: pfl
es enfermidades. As pretas neste lempo, o no
da sua gravidez, ni devem ser tratadas com r-
go; porqUtsto muitas veres causa de abortos
suppresse das regras, e de muitos outros inconvei
Dientes (I).
Na occasiao do parto a escrava devV

fl
mm
^^** raa4HB eatravo contra sen se-
so ; embora o preto durma oucas horas de note. i nl,or T 'I"1-' c>umo. Grandes desgracas lem
^, *.:..:. ,i.. .. .i_________ Ll acontecido por este motivo. Emflnt urna grande
asara urna impuro de
O servico nocturna enfquece mulle
cravo. A noute de ve ser reservada para o-'deswn-
a ua eterava com toda a
Indisifensavel para a boa
e ara delia merecer o
dique, obstara ao escorrimento das agua's.pluviaes, capim.'dano sement, enfraquece aJerra ; e sen- i roesma tonino, qoe merece a sua
recer
espirito devu ter algum repouso para cod^H
um somno tranquillo.
dawnoral,
s se*o es-
CAPiTULO Vil
(Conclusao.)
Estou persuadido que a principal causa da falla
ou demora das chuvas na provincia do Ceara a
K a boa educacao a base
virlude ; e lano mais puras
impregnando-se da agua qaepodem absor- do o malto capinado antes de dar sement ostrn cem-naacido os mesmotcuidados que os seas jo- jE^*" .^rfe,,a fJgucl'a- Di
yor, como cooperando, pela resistencia que faz ao ierra. Se houvcr samambaia, ser limpa foice vens senflores. Pralicar o contrario seria fallar fnii; C reWJs3- Acdtica
_ tousi.-te em ser b?rn Cidadao, respeitar
altado, os direiios de ser#s%melhanHj
seu cgrrmieuto, para ella se embeber na Ierra.
Com este embaraco, qnasi todas as aguas das
chuvas sao embebidas na ierra, c assim penetran-
falta de mallos as suas vastas planicies, me, ou do-a, vio paulatinamente augmenlar as aguas dos
nunca existirn), ou sej existiram tem sido des- regalos, ribeirose riachos al chegaremaos grandes
truidos-pela rao imprevidente das seus habitan- fm sem cmvfm al|uvi5es
Longo*de querer censurar a opiniao dos que O contrario acontece nes lugares derribados e
se persuaden! que as maltas nao coulribuem para reducidos capoeiras, catingas e campos.
a fjrmacao das chuvas." na provincia do Cear, _,
ousarei emJtlir a esto-wspeito a minha opiniao, tstes lugares, privados dos entulhos supraditos,
bascado em fictos, quo me parecem anlogos, e o ligada a trra pelo lodo, quo sobre ella se cria,
que lem sidj por mim observados ha mais de to livre passogem s aguas pluviaes, que, gelo-
ere^SaTr.Ius^S^e^uoa0S -rando-so nos valles, regatos e riachos.'co^em
espero que os defensores da opiniao contraria nao impetuosamente para os grandes rios ; e enlo
le ven i a mal osla minha franqueza. causam essas grandes enchentes, qne todo asso
tanto mais rpidas e te-
hoje incluidas nos municipios do l'iranga e '. "es, quanto mais lim|K) o
Queluz, na distancia de nove quatorze leguas ao
sul do nro Preto, linham grande pressa de quei-
Nos dous pruneiros dcceuuios deste seculo os )am na sua
amigos lavradores meus conhecidos, donos das fa- T **
teudas boje incluidas nos municipios do Piranga e m"eis s-l cslas entlenles,
descortinado o lagar aonde cahem as chuvas.
E' por isso qne nos campos de Minas, muitas
mar as suas* rocas at meado de agosto, e o mais
tardar at 24 desse mez ; pois d'aln por diante
conlavam cora as.chavas; o nao se enganavam,
como muitas vze bbservei.
Plantavam'o milho, arroz, etc., no principio de
setembro ; o mais tardar at meiado desse mez, e
faziam boas colheilas. Quando as seccas se dclon-
gavam at o fim de selembro, como em 1833, era
um clamor geral; porque contaram esse anno
como falto de mantimentos. D'ahi por dianle as
chuvas foram-se demorando insensivelmente, e ra-
ras vezes chovia em setembro.
Os veranicos tornaram-sc mais extensos, e o
tempo ebuvoso mais breve. Queixavam-se enlo
os velhos lavradores, que o lempo eslava mudado,
qne tudo ameacava miseria, porque os peccados
eram muitos.
Eu, porm, que nao me satisfazla com essas ra-
jos, poz-me a refleclir sobro a causa quo motiva-
ra a falta das chuvas, e pelas minhas obscrvacSes
conlieci que a causa principal deste phenomeno
era a destruico das matlas pelo augmento da la-
voura nesses lugares.
Ainda mais convicio fiquei dessa opiniao, quan-
do me recordel, que os terrenos situados a urna
legua ao norte de Catas-Altas da Noroga eram mais
favorecidos das chuvas, do que os que ficavam ao
sul desta povoacao e freguezia.-porquc aquclles es-
to prximos a urna grande malta, em orna serra
que divide as aguas do Piranga com as do Quala-
xo, a qual malla se estende desde a preximidade
do Ouro Branco al abaixo do Manja-Leguas, em
ama grande distancia.
A mesma irreguiaridade das chuvas se tem no-
tado as primeiras vertontes do Pomba, e de seus
tributarios da margara esqueeda, como os riachos
Paraopeb.i, Ub e Xopot Novo, epois que se fler-
ribaram as suas maltas, pelo desenvolvimento da
agricultura.
Finalmente mencionarei as verlentes do Muriah
como um testemunbo mais da minha opiniao.
Quaudo em selembro de i83* pela primeira voz
visitei osle lugar, eslava quasi todo elle coberto de
ricosas mallas, e em mui poucos lugares havia cu-
tio alguraas pequeas derribadas.
As chuvas ahi piincipiavam cedo, os camiuhos
eslavum ehelos de lama, e haviam poucos aiolei-
ros. As chuvas enlao continuavam de tal manei-
ra, que obstavam as queimas das rocas, e era isso
a principal causa da falla do mantimentos no Mu-
rialie.
lieje, porm, no decurso de vinte e oito annos,
porque grande parte dessas matlas estao derriba-
das, as chuvas apenas apparecem em outubro. Ra-
rissimas vezes chove em selembro.
As nielliorcs plantacoes de milho, arroz, etc., se
fazcm em outubro ; mas nao passamos sem fortes
veranicos de Janeiro a fevereiro.
Partindo destes fados, por mim observados nos-
ta provincia (Minas), posso argumentar analgi-
camente com clles para o Cear e oulras provin-
cias do norte, que a falta de chuvas que ellas sof-
frem causada pela falta de matlas, pois estas
concorrem muito para a formacao das chuvas,
como pasad a provar.
Sondo o vegetal um ente organisado, que vive,
tem necessidade de ser alimenlado ; lira por con-
seguinte., por urna forca propria, a sua alimcnta-
co das substancias absorvidas do seio da trra, e
da almosphcra, as quaes ella derompoe para se
asscmelhar s materias que lhe convm.
Pelas raizes chupa a arvore o sueco da trra
para a sua nutricao, e pelas folhas absorve o ar
impregnado de tres gazes de que composto, e
assimilaudo-sc ao do azote, e algum carboneo, ex-
polie o oxygeneo que lhe superfluo.
Por esta operarao absorve a arvore grande por-
gao de humidade da trra, que a Iransmitte a at-
mospbera em vapores snbtilissimos, rarefeito pelo
calor do sol, que condensados as regidos superio-
res da atmosphra, e unidos a outros vapores, des-
ce trra em forma de orvallio, chuva ou
nove.
as rogies calidas mais acliva esla operarao,
principalmente quando o sol, aproximando-se do
trpico do sul, dardeja perpendieularmente os seus
raios sobre essas arvores ; o tanto maier a por-
g5o dos vapores que se elevam atmosphra quan-
to mais grande o numero das arvores que os
einilteiii, c maisferte o calor que os volalilisa.
Parece-mc seressa a razao, por que em o nosso
clima vem as chuvas em os dias grandes, por ser
nesse tempo mais forte o calor.
No meu humilde entender, me persuado, que as
arvores nos paizes calidos, cooperam mais que o
mar para a formacao das chuvas, porque, admilli-
da a hypothese contraria, nao faltaran* as chuvas
no Baixo-Egypto, pela proximidade em que est do
Mediterrneo, que na occasiao das enchentes do
Ni lo summamente agitado pelo noroeste, quo ar-
roja este mar sobro o valle daquelle rio, devendo
esta agitacao em lempo calidissimo (como nessa
occasiao no Egypto), produzii grande evaporacao
as aguas do Mediterrneo, e cooperar muito para
as chuvas, o que nao acontece assim, porque ra-
rissimas vezes chove no Egypto.
O exemplosque traz o Sr. Dr. Gabaglia das
teeeas notaveis do Cear, provam a favor da mi-
nha opiniao.
O longo periodo de 54 annos, que mediram en-
tre as seccas notaveis de 1724 e 1778, comparado
com os periodos que se seguem de 14, 17, 8, 10,
18 anuos at 184"; demonstram, que a destruico'
das maltas pelo desenvolvimento da agricultura
no Cear, abreviaram estes periodos dos annos
oIiutosos pela repetijao dos annos seceos.
vezes, pequeos regalos, engrossados pelas chuvas,
levara de rojo ao imprudente cavalleiro que aven-
tura a sua passagem.
A' vista do exposto, concluo, qne se o governo,
ou os habitantes do Cear, arborisassem o seu ter-
reno, obteriam urna favoravel mudanca no seu ar-
dente clima, nao s attrahindoascbuvas, como re-
frescando oar pela emissaofcdo oxygeneo, de que
abundam as arvores, muitas vezes em prejuizo
seu.
Nem todas as arvores teem a mesma forca
absorvente, e emissiva; por isso devem escolher
com preferencia aquellas arvores que tem a pro-
priedade do emitlirem mais humidade, como o ca-
ja, e oulras semelhantes, que mesmo no pino do
meio dia humedecera o chao com a agua que gote-
jam as suas folhas; nao se esquecendo do planta-
rem ao mesmo tempo as arvores que servem para
construccao, que, apesar de nao servirem para os
seus plantadores, podem servir para os seus netos,
de cujo bem-estar nao nos devemos descuidar, por
que tambera os nossos antepassados Irabalharam
para nos. D'aqui se deve concluir, que de summa
necessidade a conservacao das mallas actuaos, o
que e mu fcil, se adoptaren- o meu systema de
cullivarem perennemente em um s lugar pelo
melhodo exposto no cap. III. Os mesnios bananaes,
cuja planiacao aconselho em pomo grande, nao
lera soraente a utilidad de refrescar o terreno in-
termediario, como tambem de prestar as suas
frucias para a sostentacao dos homens, e animaes
domsticos ellos influirlo bastantemente na alle-
raco da atmosphra. E assim posso certificar que,
se os Cearenses aceitarem os meus conselhos,
obterao grandes resultados na sua lavoura, e evi-
larao as calamidades da fome.
CAPITULO VIII.
CULTURA DO CAF AS TRRAS CANSADAS.
Como o fim desla obra ensinar aos agricultores
a aproveitar e tornar uteis os terrenos esteris por
cansados; e teudo j escripto como se devem cul-
tivar nelles os gneros alimenticios, passarei agora
a tratar da cultura do cafezeiro as trras cansa-
das. A experiencia tem mostrado que o cafezeiro
vegeto admiravelinente as derribadas de matlas
virgens, pois que em alguns logares principia a dar
o caf em tres annos, e dos qualro por dianle d
ba colheila.
Mas para obter esse resultado sao indispensaveis
tres condicSes, que sao :
Plantar-se em trra boa, mudas grandes, e ser
bem tratado.
Fra destas condicoes demora mais annos a sua
colheila. as torras cansadas o cafezeiro cresce
com muilo vagar; demora mais annos a sua co-
Iheita, e acaba mais cedo. Estas circurastancias
desanimam aos fazendelros, que nao tem mais
ierras novas para cultivar o caf, porque nenhuma
utilidade podem tirar dessa cultura.
Entretanto para o futuro, quando desapparece-
rera as maltas, flearao os nossos vindouros priva-
dos da cultura desse importante ramo de exporta-
cao, se nao adoptaran un meio de cultivar com
vantagem o caf as tenas cansadas. Esse meio
uuicamenle plantar-se o carezeiro em covas com
estrume, como costume fazer-se nos campos em
Minas.
No centro desta provincia aonde nao existem
mais maltas, escolhem os lugares mais altos, para
evitar a geada; e nesses lugares plantam os cafe-
zeiros era covas com o dimetro de dous palmos, e
um de profundidade; deilam-lhe de'pois dous pra-
tos de estrume, do forma que um alqueire de es-
irume d para dezeseis covas. O cafezeiro cresce
vicoso; chega altura de lo palmos, e dura vinte
annos as trras iras. Quando chega a cerla
edade preciso usar-se de oseada para colher-se
o caf nos ramos superiores. Alguns ps ebegam
a dar de um alqueire dous de caf.
Nos lugares calidos os cafezeiros poucas vezes
excedem a allura de dez palmos.
Este melhodo de plantar-se o cafezeiro pode ser
adoptado polos fazendeiros que tiverem bons var-
gdos com alguma declividade para nao empoca-
rem as aguas das chuvas, comanlo que a Ierra
nao seja brrenla; mas estas covas devem ter um
pequeo esgoto, feilo na mesma occasiao em que
ellas se fizorem, para evacuarem as aguas das
chuvas. as capinas se chegar o matto rapia-
do a estos covas porque serve de estrume, e con-
serva a trra mais fresca o mais fofa ao p da raiz
do cafezeiro; o que inuilo til para a fructiica-
cao. De dous em dous annos se dove por nova
porcao do eslrume nestas covas. Este trabalho
assas remunerado pelo producto que delle tira o
fazendeiro. O cafetal, sendo em terreno plano
deve ser plantado com a distancia de dozo palmos
de p a p em terrenos calidos, e cora dezeseis pal-
mos as ierras fras. Nos lugares monianhosos se
observar oulra regra.' Depois de rogado e quei-
raado o terreno, era que setiver de plantar o caf,
mandar o fazendeiro fazer vallas liorsodtaes com
a largura e profundidade de dous palmos. Estas
vallas atravessarao toda a oxtenso do morro, em
que se ti ver de plantar o cafezal, o smente serao
interrompidas nos lugares em que houver do pas-
sar o caminho de carro. Ellas coraocaro do cume
da montanha para a base, sem>re atravessadas, a
distaro entre si quatorze palmos. Depois disto se
plantarlo os cafezeiros nestas vallas com a distan-
cia de seis palmos de p a p, o se deitorao dous
pratos de estrume em cada p de cafezeiro. As
mudas devem ser grandes, que tenham ao menos
tres palmos, o devem ser aparadas, tirando smen.
te um palmo de hasie. Se houver abundancia de
mudas, plantaro duas em lugar de urna.
Quando se capinar este cafezal, lodo o malto
espinado ser deitado nestas vallas.
No tempo das chuvas se abr rao esgotos nestas
vallas, principiando pelas de cima, para vazarem
a agua nellas retida, para nao matar os cafe-
Os exemplos da Europa, que o Sr. Gabaglia
aprsenla, nao podem destruir esta theoria, porque zeiro's.
o seu clima mui diverso do nosso. j Este melhodo de plantar-se era vallas horison
em quanto a haste est sem galbos, o que muito
fcil de fazer-se, Por esta forma so extingue am
pouco lempo um samambaial; e as s'uas raizes
depois estrumam a ierra. Talvez pareca ao agri-
cultor mui dispendiosa esta maneira de plantar-se
caf, e cnltiva-lo na forma cima dita : confesso
que ao principio d algum trabalho, e gasta algitm'
tempo na factura das vallas; mas depois retribue
sulBcientemenie este trabalho pela colheila abun-
dante que d: alm disto o fazendeiro nao tem
ontro recurso, a nao seguir este methodo.-ou Aca-
ra sem plantar caf, ou se sujeilar a planla-lo era
terreno cansado, o que nao vale a pena; e sobre
tudo porque, no terreno que leva quatro cinco
mil ps, pode levar dez onze mil; o que urna
grande vantagem, por se gastar a melade do tem-
od na capina, o colher-se duplicado numero de
arrobas.
E' verdade que passados seis annos as fileiras
dos cafezeiros flearn cerradas pola copa que elles
criam; mas sempre o cafezeiro d a fructa nos
dous lados que fleam descobertos; e' quando isto
obstar sua fructifleacao, se cortaro os ps inter- \
mediarios, e assim flearao com a distancia de doze
palmos de um outro.p.
am s
T,
res|d
enferinidl
de iluunc* d
9tSS
humanidade e ao nosso interesse. 'U "" scr 'imn C, Kn,.m '^^osdiiviiosdoledKernelhanl^seaBrel,
J>o tempo da atnamentacao nao devem as maes tolerante, corloz e generoso. A religiosa emXr-
*tas aos ra.os do sol, nem darem de ma- var as mximas do Evangelho e os' pleitos da
mar quando estiverem cansadas, porque o leite egreja.
neste estado nocivo, e por isso aconselho que o
seu servico neste lempo seja moderado. Tambem Do nma uoa educac-io dependo a Micidade de
nocivo aos meninos o leite da mo quando estao oma famil'a, e a tranquilizado de um paiz. I'or-
com febro. Os meninos nao devem dormir com as ,anl os Paps de familia tem rigorosa ob'ripacan do
suas mes, mas sim em seus bercos. O contrario dar a sua [amiil* urna cducagjo compalivel com a
disto lera sido a causa de morrerera muitos meni- sua condcao.
nos afTogados e esmagados. Tratar! por ora da educacao religiosa^ Sondo a
Os meninos devem ser lavados em agua moma, "''K'50 o pedestal da nossa felicidade presento e
duas vezes no dia, e mudar a rouja todos os dias """""^ dfvemos a|ralgar as suas santas mximas
e todas as vezes que csti ver hmida, ou suja. No n0 coracao de nossos nlhos e oseravoa se quizermos
tempo da de nticao deve haver todo cuidado com os ter -a nossa farnilia modesto, tranquilla e obdien-
meninos;pois o tempo critico da infancia : e le' homem semreligio umego sem guia, quo
nesta occasiao sao accommeltidos das lombrigas e cam,nhaife,n ues". elropeca a cada instante.
diarrha. Quando os meninos chorarem demasa-. Um cm ,e!ro frefuroso' 1ue em nou,e ,enebrosa
damente ,r motivo de clicas; e ento devem ^o Jovra P*'l>ita no abysmo,
ser purgados com mann, ou oleo de ricino, que ,,
preferivel por scr anthelmlntico. Adverie-sa que E uma nau sem 'eme, que impellida i>elos ven-
os vermes do cabo de grande numero de meni- ts> veleJa com rapidez sobro as ondas encapella-
nos : portonto, assim que apresentarem signaos d das, at esbarrar em um rochedo, aonde acaba
lombrigas, devem ir tomando com prudencia re-' sossobrada.
medios anlhelminticos; e quando principiaran a 1>e' contrario, o homem religioso o viajor pru-
comer, suslenta-los-ho com arroz, caldos de car- aePte que, em caminho escabroso, nao d um pas-
o estrume necessario para adubar o terreno de ne, e mingus (papas); o lhes recusarao foijo, fa- so sem a luz de um pharol que indique o seu des-
un grande cafezal. Esta difflculdade desappare- vas eoairos farinceos, porque sao proprios para tino; o cidadao pacifico, o amigo fiel, o marido
cera se adoptar o mea systema de agricultura mix-!criarem a lombrigas. conslante, o pae desvenado, o ilho obediente o es-
to ; isto fazer pastos para a cracao do gado, o' Quando os meninos principiaren) a engatinhar, Cravo submisso.
aproveitar o seu estrume para a cultura dos gene-1 evitor-se-ba com todo o cuidado sentorera-se na
ros que se quizer plantar, como flea expendido no terra fria : devem sentor-se em esleirs, ou nos
capitulo II. | assoalhos. Quando estiverem mais crescidos come-
Entretanto, fique sabendo o fazendeiro, que dous ^ Juutos e,n ma vasilha propria; e nessa
carros de estrume adunara as covas de mil ps de occai,ao *" nspeccionados por seus senhores, m
caf; e, por conseginte, duzeotos carros chegam \nZZZ!^JST-JfT' mea'nS de' cei,osda 9ia e os nadamentos da le de Dos,
para cera mil ps de caf; o que nao impossivel, I "' lr^\^m alfab.lidade por seus senho- Tdos os dias deve mandar ensinar aos meninos, c
O que parecer talvez mais difflcil ao agricultor
A rcligiao o freio'do hornera impetuoso, o con-
solo do afflicto, o alent do fraco, a esporanca do
desgracado. Por isso o pae de familia deve ter o
maior desvelo em instruir a sua familia nos mys-
terios da religio christaa, e fazer observar os pre-
observando-se risca tudo quanto fica dito a este
respeito.
Nos espacos vastos que ficam entro as fileiras dos
cafezeiros se pode plantar algodo herbceo, dis.
tando as carreiras urnas das oulras seis palmos, e
Ires de p p. As limpas, ou capinas do caf
servem para o algodo; e este nao faz damno aos
cafezeiros por serem pequeas as suas raizes, as-
sim como o seu arbusto.
LSLT lhe,S Cr7 amr; e COracS ,m- \ mals Pssoas nue ignorarem, a
mano rara, vezes de.xa de ser grato ao carinho e da carli,hado abbade Pimen.el
a affabihdade.
Quem quizer mais explicareis acerca do algodo
herbceo, lea um feraeto que trata especialmente n0rar rmal do ,nftl,z'
delle, e se acha venda em casa dos Srs. Laem- '
mert, no Rio de Janeiro.
Portento os senhores destas innocentes em nada
se deslustram em acarinha-los; e assim tambera
nao devem consentir que os seus filhos os maltra-
ten!. A humanidade de qualquer modo que esteja
revestida, lem sempre o direito de ser bem tratada
e lodos aquellos que tem algum poder ou domi-
nio sobre os- seas semelhantes, tem o dever de mi-
que ost debaixo da sua
CAPITULO IX.
EDUCACAO E TRATAMENTO DA FAMILIA.
Depois de ler escripto sobre o estabeleciraento de
uma fazenda, o acerca do melhor methodo da cul-
tor do n-mrn .i;
doutrina christaa
e nos sabbados
noute, mandar repetir a doutrina aos que a sou-
berem para nao a esquecerera.
Nos sabbados, antes da cea, se cantar uma la-
dainlia o salve rainha a Nossa Senhora, e nos do-
mingos noute se rezar o terco de Nossa Senho-
ra, c a ladainha cantada. Eslas cancoes arrebatara
o espirito do prelo ao empirio, e fazcm esqaecer
algum tanto as suas fadigas.
Nos domingos haver missa s oito horas. Toda
a familia a deve ouvir com profundo recolhimen-
to. Ao levantar a hostia cantar a familia algum
hymno com melodiosa entoacao : tudo isto produz
um effeito maravilhoso na moral da familia. Como
Quando os meninos passarem de cinco annos
devem ir aprendendo alguma doutrina christaa, e
principiar a trabalhar em servicos que forem com-
pativeis com as suas torcas, porm por" pouco tem-
pe ; pois isto smente para moralisa-los, e para provavelmente pode acontecer nao haverem sacer-
desenvolver e fortilicar os seus msculos, e nao dotes para todas as fazendas, os fazendeiros se li-
" *- i i?'?.!?, t"1" frUCt d Seu lra9alno' P's so de dez garo entre quatro ou cinco para cada um ter ao
familia do fazendeiro, julgo a proposito dar alsuns ] *'"Tl~' "Jf1"6 p0TOm mr ai?am SrvlC a sens-meiros uma missa por mez.
Nos dias de missa a tarde tero os pretos licen-
ga para folgarem por. espado de duas horas, mas
isto se entender smente as fazendas de seas
senhores, e com os escravos da mesma. Neste dia
o senhor lhes dar uma ou mais manas ou aves
domesticas (conforme o numero dos seus escravos)
para fazerem ao seu modo nm jamar mais lano.
Todo este aooarato pnlluniaema o espirito do pic-ij
to, e adoca e seu capliveiro.
O fazendeiro far a sua familia confessar-se to-
dos os annos dentro da quaresma. Nesse dia o
cscravo ter descanso para rezar a sua penitencia.
O confessor deve ser o mesmo capellao, com per-
(^selhos aos agricultores acerca da educac5dphv-!!"h0reS'/,($mennos devem coraer mais vezes
sica e moral da mesma familia, sem o que o faze- ,ui ^ Prque roquer a sua cns"-
deirono pode passar uma vida tranquilla e sece- Lralu. .. .. ,-,.,..
gada. Hrpioducsao licita.E indubitovel que a raca
- t africana tem a mesma propriedade para a repro-
Opr.me.ro dever do homem na sociedade ser duccao, como a raca branca, e que as fazendas
ut.1 ao seu semelhante, debaixo das regras dos em que ella nao augmenta, deve a sua dimrauicao
pr.ncp.os moraes; o tanto mais rigoroso se torna i causas especiaes : como sao os lugares insalu-
esic dever, quanto mais ligadas sao as relacoes en-; bres das suas habiii.?Oes, u mau iraiamemo oiario,
tre os individuos que formara a mesms sociedad : pouca attencao e abandono mesmo as suas enfer-
e assim a familia de qualquer individuo tem o 'u,Hlaaes> irabalboexcessivo, as vigilias, finalmen-
inauferivel direito de ser cuidadosamente protegida te a falta de casamentos enlre elles, que a prin-
pelo seu pae commum.
Partindo deste principio segue-se que o senhor
de uma fazenda tem rigorosa obrigacao de prestar
aos seus escravos todos os meios que forem indis,
pensaveis para o seu bem-estar, e para tornar mais
loleravel a sua triste condicao; cujos meios sao :
sustento, agasalho, vestuario, educacao, cuidado e
cipal causa.
Portante devem lembrar-se os fazendeiros, que
os seus escravos tambera sao homens e que tem missao do rcsl)ec,ivo parodio; mas este confessor
como elles a mesma propensao para o 'amor e por !deve scr um sacerdn,e escrupuloso, o que cumpra
isso lhes devem facultar casarem-se sua votade \bcmos scus devercs i Pis ura boin confessor o
pois d'ahi proveem o socego e moralidade dos es-! me,hor mestre ,)ara moralisar uma faniilia- A con-
cravos, assim como o lucro e tranquillidade de seus
seus senhores, como vou expor.
O preto casado ordinariamente tem filhos, e os
A>a//o.Apezar de ler j explicado no cap- deve amar, assim como a sua mullier; portento
remedios as suas enfermidades.
fisso o antidoto das insurreigas; porque o con-
fessor faz ver ao escravo que o seu senhor est em
lugar de seu pae ; e portante lhe deve amor, res-
peito e obediencia ; que o trabalho necessario ao
lulo II os meios de que se deve lancar mao para tem mais adheso casa de seu senhor ; e se esto nomem Paraa sua subsistencia ; que esto vida
tornar mais salubre o local de uma fazenda, d.rei lrata bem de seus filhos, l,he cria amor, por uma
agora o que se deve fazer om. particular para sympalhica retribuico. Est iivre depasseiar do
tornar saudaveis as senzalas, ou moradas dos | nou'e, e de perturbar as familias dos vizinhos, o
por isso de sofircr algum desastre.
Alm de ludo isto, a prole enriquece a seu se-
prelos.
Quando se construirem as senzalas, escolherao.
no quadro do lerreiro, o lugar exposto ao vento do nL'or" AdvertMe> Prm. que os escravos casados
norte. Este lugar deve ser mais alto um palmo I "a m Tlver Promiscuamcntc com os solteiros
_______-*. _. nn mn^mn pkiIaa TVftx.x. a. _-^ _. .. *
que o chao exterior, de forma que as a_guas das
chuvas nao possam humedecer o interior das sen-
zalas ; e por isso mesmo ellas devem ser apartadas
dos barrancos, ou cavas duas bracas, para que a
sua evaporacao continua nao humedeca o ar inte-
rior.
Estas senzalas serao bordadas de uma varanda
de seis palmos pela frente, e serao repartidas em.
quartos de quatorze palmos em quadro para cada
preto.
Em cada um destes quartos haver uma torfm-
ba de tabeas com a altura de dous palmos do chao
para o preto nella se deilar. Em cada urna deslas
torimbas haver uma esleir de palha de bananeira,
uma colcha de laa grossa, e um travesseiro de pan-
no grosso de algodo, cheio de farello lavado de
no mesmo pateo. Devem ter paleo separado, e re-
ceberem suas mulheres de noute.
Vestuario.Alm do agasalho e sustento, tem os
senhores obrigajo de dar aos seus escravos o ves-
tuario necessario para abriga-los da inclemencia
do tempo; e assim cada escravo deve recebor para
um auno duas camisas o duas caigas de algodo
grosso de Minas, dous jalecos de la grossa ou to-
la, e uma jaquela de baoto, on panno grosserpara
tres annos. A roupa suja dos escravos ser lavada
pelas pretas de casa, e distribuida por elles no do-
miugo de mauha pelo feitor.
Trabalho.O trabalho do escravo deve ser re-
gulado pelo trabalho ordinario do homem livre, c
deve scr compalivel com as suas torcas. Muitos
fazendeiros deshumanos obrigam os seus escravos
por via de chicote a ura trabalho desproporcionado
milho. Ao romper do dia levantar-se-hao os ore- <"" "rt uc c,l,cuve a U,B >iido aesproporc.onauo
tos, e depois de todos junios resarem ura Padre ^ nfe'ZeS' eSgOtand0 0S U,"mos
Nosso o uma Ave Mara, lavaro o? bracos, a boc-
ea o o rosto na bica, ou chafariz, que deve haver
nesia varanda (capitulo II), e recebero a benco
do seu senhor.
Depois disto receber cada um em sua cuia ou
ligella duas chicaras de eaf e uma broa (bdto),
feilo de fub e doce, cozida no torno. Se eslirer
neblinando, flearao cinco minutos na varanda de-
pois de tomarem caf, para nao constiparen. O
almoco ser pelas oito horas da manha, feilo de
feijo cora couves, adubado com uma onca de tou-
cinlio polo menos, para cada preto, e angd. O jan-
tar ser pelas duas horas da tarde, o mesmo feijo
com duas oncas de carne secca, cozida nelle, arroz
e farinha. A ceia ser pelas seio horas, feita de
hervas, aboboras ou arroz, e ang ou farinha : po-
de tambera ser de batatos, mandioca ou caras. A
ceia deve sor destas substancias variadas. O min-
go de cara e o arroz, continoados muitos diassuc-
cessivos, azedam o estomago, o que nao acontece
trabalhando-se depois.
Enlenda-se sempre que o preto deve ter por adn-
bo em cada comida uma onca de loucinho ou ba-
nha, e duas oncas de carne secca por dia. As prc-
'as regulara o mesmo tratomento; mas o sea ser-
vico deve ser menos pesado; pois a sua constitui-
cao mais dbil.
E assim no tempo da menstruaco e gravidez
devem merecer alguma attencao; portante neslas
occasioes evitarao os calores fortes nos dias de sol,
e o fogodas fornalhas; pois o calor excessivo nes-
tas oceurrencias causa hemorrhagias uterinas e
abortos. Podem comtudo irabalhar ao lempo at
s de* horas do dia, e das tres, da tarde por diante,
ou om ouiros servicos domsticos, como o fiar, te-
ccr, etc. {
atentos, acabara a sua existencia em pouco lempo
com grande prejuizo de seus barbaros senhores.
Mas esies homens desalmados acabam pobres
ordinariamente, como tenho muitas vezes observa-
do. Pelo contrario, os fazendeiros humanos quo
Iratom bem de seus escravos, e lhes do trabalho
proporcionado s suas forjas, teem prosperado
vista dos elhos. Percorra o leitor a provincia de
Minas, e ahi vera esses fazendeiros que teem enri-
quecido pela produeco dos seus escravos, e regu-
laridade dos seas servicos. Quem corre pressuroso
cansa antes-de chegar mla do sea deslino ; mas
quem caminha com diligencia regular chega sem-
pre aonde quer.
O trabalho deve ser regulado pela luz do dia.
Nos dias pequeos o trabalhador deve ter uma
hora para almocar e uma para juntar, o nos dias
grandes duas horas para janlar ; emllm, o traba-
lho diario nao deve exceder ao
horas.
nada em comparacao da eternidade ; que o escra-
vo que soffre com paciencia o seu capliveiro tem a
sua recompensa no reino do cu, aonde lodos sao
eguaes per.inte Deus.
Estes conselhos, dados com alTabilidade pelo
confessor, fazom impresso na afina do prto ;
tranquillisam o seu espirito e produzera elfeito ma-
ravilhoso.
Posso assegurar, sora receio de errar, que, se
todos os fazendeiros do Brasil observassera esto re-
gra, a insurreico seria ura crirae desconhecido
Mas infelizmente as doutrinas religiosas do se-
culo passado, espalhadas entre o povo pela leilura
de esenptos licenciosos, tem causado males incal-
culaveis em a nossa moral, esfriando nos paes de
familias o cumpnmento deste salutar dever.
1'olicin.- V. :\ polica de urna fazenda a tarefa
mais delicada para um homem escrupuloso e te-
mente a Deus. Tem de educar os seus filhos e os
seus escravos; vigiar o seu procedimenlo ; casti-
ga-tos quando merecerem ; e trata-Ios as enfer-
midades. Comqnanto j livesse indicado as regras
que es paes de familia deyem seguir na educacao
religiosa de seus Albos e escravos, farei Jmais al-
guraas reflexes sobre a conducto moral fi mesmo
escravo. /
Assim que os crioulinhos chegarem a dez annos
serao separados das suas pareciras, e smente te-
ro ingresso no quarto de seus paes; porm, as
negrinhas ficaro em companhia das adultos e
com ellas trabalharo separadas dos homenA tanto
as campias como nos outros servicos. Eslas te-
ro por feitora uma preta casada, de bom prece-
d monto e das mais velhas.
Nunca se dere dar lugar as escravas para se eu-
contrarem com os homens ; mas, se anezar das
cautelas nocessarias, apparecer alguma pojada, nao
deve ser maltratada, porque isto ordinariamente
a causa das escravas ipromoverem o aborto. O
feitor do terreiro todos os domingos de manha
far a inspeceo da roupa e das senzalas para se
eeriiftear se etas estao limpas e aquellas rendidas;
e na mesma occasiao receber a roupa suja e en-
tregar a lavada. Alm disto examinar cuidado-
samente se a roupa do algum escravo tem piolhos
(muquiranas), e tendo, as separar das oulras, e
mandar ferver com bosta de vacca. Solfrer en-
lo o paciente um exame minucioso na cama, e
mais objeclos que lhe pertencam para se extermi-
nar o p.olho; pois esto insecto a causa de estar
_ nsecto a
nais alto de dez pret0 pinient0' e ""(?">. Para regularidado des-
. "la inspeceo, ser marcada loda roupa dos escra-
Mais val o servico de um trabalhador robusto; vos com numero dos seus quartos. Nos domin-
e diligente em nma hora, do que o de um preto es-
falfado c morto tome era quatro horas.
gos e dias santos de guarda serSo os escravos dis-
pensados do trabalho ; pois oeste o dia do descan-
so, excepto em nlgum servico indispensavel, como
De noute os pretos s devem fazer milho, desla-' tapar a cerca do pasto, on roncertar o rejio do
lar fumo, aonde o fazem, e descascar favas ou foi- moinho, pois sao servicos do primeira necessidade;
______________________________________ mas se o preto quizer trabalhar em seu servido,
(1) O escravo nunca deve ser tratado com rigor, deve sef ?"*?. mm V ,rabalho "eo
excepcao de quando se mostrar incorrigivel. fn seu espirito Nada affl.ge mais o pobre escravo do
cedendo seu senhor de oulra maneira, fallara a que o trabamar fercado nos domingos,
humanidade e caridade, e dara provas de una Quamlo um ^^^ raerefCr castigo ser este
educacao ma ; pois este infeliz deve sempre olhar ftil0 com moderarlo, pos nunca a ira deve tomar
a seu senlwr como a seu pae o sen bemfeitore nao ,ugar da juslsa. Por ^ quando ^ contratar
como um lyranno. Se isto se observasso nao ha- um faior ou administrador, se attender s suas
venara tantas desgracas, o que tem dado causa a qua|dades maraes, pois este deve ser humano, rec-
sovic.a e maldade de seus senhorfs o fe.toros. O to e ae boug COstumes ; e se fr casado ser me-
escravo, por ser de cor preta, e ser nosso escravo, ||,or
nao deixa de ser nosso prximo e nosso semelhao- j
te ; pois fllho do mesmo pae e obra do mesmo Os teitoros deshumanos e de eostames impuros
Deus, que manda nao fazer aos-outros o que nao sao muitos rezos a causa da sublevaco de escra-
queremos para n, I vos.
fsrmidadei^^m^os den
tratar de seos esnnwoi as suas
queixar
nhor
ida :
Me. truel
do Mus sewnorr snfipondo ser fingida
as fSWs qneaaoUc doeulcs.
E mais justo e prudente darse nm fazendeiro
t porj-nganado do que abandonar o escravo que se
I HBi de docnea ; excepto quando se cenhecer
mmente que ha fraude, e estas reincidencias se
observarom iu\
lam os fazendeiros que o cscravo
ente quando o pulso esto di
IVv> a tePquenle ; svmptomas rales que tni-
camente exigem muitos fazendeiros, para se certili-
earem quo seus-cravos estao doentos, despe-
zando todos os outros symptoiMs dam^BvBdcs
bem graves, fjne a sua ignorancia deseofief, e en-
tretanto a humanidade solfre. Por isso seria mui
conveniente que os fazendeiros soubossem nlgnma
flV do medicina, nao s para alalbarem o pro-
gresso das enfermidades, como para conhecerem
as graves, e mandarem chamar os facultativos a
Mmpo d remedia-las. Em todo caso o fazendeiro
uWb ter medico de partido.
Para esse (fin se ligaro mais ou menos fazen-
deiros, o ajuslarSo uro indino, qae os soccorra
quando for precislas este medico nao deve dis-
tar mais de duas fgua dos fazendeiros remotos
alini do aeudir-llies. a ftempo. Alm disto o fazen-
deiro deve" ler nma bolca em easa, e alguns ins-
trumentos de pharmacia, para soccorrer os enfer-
mos nos casos argentes ; pois muitos vezes esl o
medico era casa, e emquanto se vae botica a en-
ermidade faz progressos, e torna inefilcaz o cura-
tivo.
O desembolco cora o medico e a botica' nao des-
peza propriamenle dito, um emprego de capital
M^JP .lucro> porque lirra de graudes prejuizos.
Nad* so a botica que necessaria para o tratamen-
tos dos enfermos ; tambem preciio um pequeo
hospital, ou enfermara aonde devem ser recolbidos
os doenles da fazenda, a qual consiste em una sala
grande, bem areftda, com mais ou menos leilos, e
camas.coin|>etentes, conformo as torcas do fazen-
deiroe numero dos seus escravos ; pois os escla-
vos nao devem ser tratados em suas senzalas, nem
tari rabas.
CAPITULO X-
CONCLUSAO.
Oconledo dos captulos precedentes, lid com
attencao, convencer o leitor da utilidade que ob-
tom o lavrador soguindo o systema de cultura que
ae.onsjijho; nao s por tornar feriis os terrenos
cansados, como por mullplicar s mesmo terrenos
o aproveito-los em todos os sentidos. Comludo,
apezar de sallar aos olhos a vantagem deste svste-
ma, noduvidfrtpie alguns lavradores menos pers-
pieazes, hesiten) polo logo cm pratica, porqno sao
difilceis de daairraigarem-se dos preconceitos in-
veterados ; e porque este systema, primeira vis-
ta, parece mais-trabalhoso quo a actual rolina, ni-
camente seguida pela indolencia habitual dos nos-
sos agricultores. Entretanto estou persuadido, que
a mxima parle dos agricultores nao hesitar ein
al"iae*T loto este sjrstema, porque intuitiva a sua
utilidade ; e tambem refleetiro que eu nio rae en-
tregara a um trabalho to minucioso e enfadonho,
se nao eslivesse convencido da suaSitMade; e que
cora isto contribua com o meu contingente para
o bem publico.
Nao o prurido de escrever que me inspirou a
redaeco desfe opsculo, pois bem se v do seu con-
lodo quauto me apartei das regras de ora estylo
correcto ; e quanto procurei eingir-me intellegen-
cia do maior numero dos agricultores, etnpregando
os termos mais rommuns e triviaes, irque assim
o julguei necessario.
Entretanto posso afiancar ao leitor, que falla
de mrito Iliterario neste opsculo supprid pela
uUlidaite 4f9eu objecto ; pois quando empretwndi
escrever este livro s Uve em mira prestar asis
um servico ao meu paiz, o que muito satisfaz a mi-
nha cdffcicnca.
Para nao enfadar aa leilor, procurei ser o nis
conciso, que me fui possivel; mas, apezar do meu
desjiio. uo |Mite esquivai-rino a immensas repcii-
oes, em todo o complexo desta obra, para mais
bem impressionar o meu pensamcoto nos meus tei-
tores. Talvez pareca aos agricultores qae eu que-
ro torca-Ios a mudarem seus hbitos domsticos,
corao seja a substituifo da farinha de mandioca
pela farinha de milho (fub), e oulras muitos cou-
sas : nao intento forca-los por meus conselhos a
urna total mudanca em seus hbitos ; smenle de-
sejo modificar oslo melhodo de aiimentacao pela ad-
digao do fub, que muito mais substancial e sau-
davel que a farinha de mandioca, cuja vantagem
se pode conhecer,comparando aescravatura de ali-
as, qne so sustente exclusivameiite com o ang
(massa feila do fub), e a das provincias martimas,
que so sustentara cora a farinha de mandioca. Eu
nao proscrevo totalmente a farinha de mandioca,
antes acqnselho a sua planlaco para se intercalar
com a do milho; e mesmo para ss vradores, ojio povo nos annos de penuria. Oulra
cousa nolarao os agricultores, 'isto : aeonselhar
eu a planlaco de grandes bananaes : nao se ad-
miren) os agricultores da minha insistencia sobre a
planlaco das bananeiras; porque, conhecendo
a sua utilidade, a recommendo nao s como ali-
mento, mas tambem como sombreim para abrigar
as plantes dos raios do sol, e refrescar o terreno in-
termediario ; alm de tudo isto, um dos meluo-
res estruraes.
Quando recommendo aos agricultores a cracao
das quatro especiaes de gado vaceura, langero,
suino, eabrum, porque conheco a grando utilida-
de que tira o agricultor da sua criacao.
O vaceum, alm de concorrer com o estrume auf-
ficiente para adubar o terreno da cultura, da lodo
o mais produelo, que refer no capitulo* IV ; o la-
ngero d carne o la, o a polle que, preparada; ser-
ve para calcado com o nouie de carnoira ; o ea-
brum d saborosa"carne ; e da pclle se faz ocordo-
vo. Qualquer destas duas especies uo precisa
mais de anno e meio para comer-so : alm disto
do muito bom estrume.
A respeito do gado suino, ou porros, nada tenho
a dizer que o nao saiba o leitor, pois bem v que
o adubo indispensavel da nossa mesa : e o traba-
lhador qae nao come bem adubado nao pode ter
torcas para o trabalho.
A pene do porco tambem servo para obras, sen-
do curtida, principalmente para forros ; mas para
c.urli-la proriso extrahir-se toda a gordura, alias
nao pega o cortume. Portonto j lempo de nos
libertarmps do tributo que pagamos 'Europa pe-
las suas pellos, e aos Estados-Unidos pela sua
manteiga. Brasileiros, abramos os olhos 1
vista do ex posto, Oque cerlo o leitor qno nao
escrevi cousa alguma superflua neste opsculo, o-
|tor isso llie recommendo, com a devida venia, qu
siga a risca os meus conselhos acerca dosto metho
o de cultora, rom que nao se achara engaado i
pois o tenho meditado, observado, e experimenta-
do no longo espaco de vinte annos, e para p-lo
em pratica tenho gasto duheiro, tempo, e iraba-
Iho, arruinando por isso minha exigua fortuna ;
comtudo estou satisfeito por ter consciencia de ter
feilo um beneficio ao meu paiz.
Adoptando-se este systema de cultura sobram-
nos immensos terrenos nos lugares mais prximos
ao littoral, aonde elles podem ter um grande va-
lor, parte dos quaes podemos dispor vendeado-os
aos colonos espontneos, que allluiro s nossas
plagas assim que conhecerem as vantogeos que
lhes fazemos, pelo seu estobelecimento aos luga-
res prximos ao mercado. Uma sesmara (meia
legua quadrada,) sendo cultivada por este syste-
ma, da alimento cora abundancia para nais de
duzentas pessoas, e por aqui se v uma das gran-
des utilidades deste melhodo de cultura que a
agglomeraco da nossa populaco na zona prxi-
ma ao litoral, formando assim um ncleo respeita-
vel e forte para repellir, quando for preciso, qual-
quer insulto do estrangoiro que ousar conculca
os nossos diroitos. ()
Espero, portante, dos meus patricios benigna
acolhimento de mais este serpeo que (ac nossa
lavoura.
S. Paulo de Muriah, lude malo de 1863.
O padre Antonio Caetano da Fmseca.
() O terreno aqui mencionado para a sustento-
cao de duzentos individuos ainda o qnadruplo do
que preciso na Europa para o mesmo flm ; por-
que azendo-se o calculo de uma legua quadrada
para dufccntos individuos, estomas na porporco
/.EurPa de l P*ra V que regula a mals'de
d.S individuos por legua quadrada, comprehen-
didas mesmo neste clcalo as naees que lem ter-
renas drsobra, como a Suecia, Rue, Turquia,
ato.(4>f a do mam-.) H '
v

PERNAM\l(,0 npruTfT


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