Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10266


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Full Text
^
aiwo wl mmo m.
.1:
Por tres mezes adiautados
Por Ires mezes vencidos .
SEGUNDA FEIRA 14 DE DEZEMBRO DE 1863.
Por aiiT* Cantado. .... I9$000
Porte para subscriptor. 3$00U
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPgO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Araratv o
Sr. A. de Lomos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
O.iveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
maznos, o Sr. Jeronyino da Costa.
ENCARREGADOS DA SCBSCRIPCAO NO SFL
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Obnda, Cabo e Escada todos os das.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
EPHEMERIDES DO MEZ DE DEZEMBRO.
3 Quarto ming. as 8 h., 49 m. e 2 s. da m.
Santo Anto, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru" 110 Lua nova as 4 h> *9 m. e 20 s. da t.
Altinho e Garanhuns as tercas feiras.
Sermhaom, Bio Form'oso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Ajzua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.

reir Martns & Gaspariuo.
I Todos os estafetas partem ao '/2 da.
17 Qnarto cresc. as 8 h., 20 m. e 32 s. da ra.
24 Lna cheia as 11 h., 23 m. e 14 s. da t.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 3 horas e 42 minutos da tarde.
Segunda as 4 horas e 6 minutos da manba.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sulI at Alagas a 5 e 25; para o norte at
Granja a 7 e 22 de cada mez; para Fernando nos
das 14 dos mezes dejan, marc., maio, jul, set. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
war/,m feA,d0,A,!ipSC0S s 6 ''* 7, 7 8 Vi da m.; de 01 inda as 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatao as 6 y, da m.; do Caxang e Varzea s 7
da m.; de unifica s 8 da m.
Do Reeife : para o Apipucos s 3 y,, 4, 4 >/4, 4/?,
_, 574, o v, e 6 da tarde; para Olinda s 7da
manhaa e 4 y, da larde; para Jaboatao s 4 da tar-
de ; para Cachang e Varzea s 4'/,da tarde; para
Bemfica as 4 da tarde. i
I AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relacao: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orpdos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : tergas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
PARTE 0FFICIAL.
DAS DA SEMANA.
14. Segunda. S. Agnello ab. m.; S. Pompeo m.
13. Terga. Ss. Ceciiano e Cliristiniano mm.
10. Quarta. Ss. Ananias, Mizael e Azarias mm.
17. Quinta. S. Floriano m.; S. Colonico m.
18. Sexta. S. Theotimo m.; S. Bassiano m.
19. Sabbado. S. Dario m.; S. Pautillo m.
20. Domingo. S. Foligonio b. m.; S. Julio m.
ASSIGNA-SE
no Recife, em a livraria da praea da Independencia
ns. 6 e 8, dos proprietarios Manoel Figueiroa d
Faria & Filho.
wmm DA PROVINCIA.
Endiente do dia 10 de dcirmhrode 1863.
Officio ao brigadeiro commandante das armas.
fcm deferimento ao requerimenio do soldado da
companhia decavallaria Justino Jos de SanfAnna
sobre que versa a sua informaco n. 2,200 de 9 do
correte, autoriso V. Exc. mandar dar-lhe baixa
noel Augusto de Oliveira, que est as condigoes
o regulamento annexo ao decreto n. 2,478 de 28
de setembro de 1859 segundo consta da citada in-
formagao.
Dito ao mesmo.Mande V Exc.
i1, visto ter provado que servio
rid.'! i da Dinamarca, comconsen- t.nuam os combates sanguinolentos as florestas urna assembla do mais de mil
pn.in r,n SJBd'T ner"*torw .(,id *> desde da Polonia; mas apezar dlsso cada dia se mostra dos, na qual foi vota lo un el I,
SESS*25 -0S ma,s ?rox,.,n.os Paren,es com ma,s Caramente a decadencia da forca do levanta- lago ao' rie MF letS
direito de successo, segundo a lei monarchica da
Dinamarca, e tambem de accordo com S. M. o
imperador da Russia, chele da linha mais velha
da casa de HolsteinGoltorp, havendo declarado
sua intencao de regular a ordem de successo nos
seus estados, de mancira que na falta de herdeiro
varonil do rei Frederico Vil da Dinamarca, em
linha directa, a corda seja transfeiida S. A. o
principe Chnsiiano de Schleswig-Holsten-Sonder-
burg-Ulucksburg, e aos ilhos descendentes do seu
matrimonio com a princeza Luiza de Hesse, as
a las partes contratantes de commum accordo se
obrigam, no caso de urna realisago da eventua-
lidade prevista, a reconhecer o direito de successo
do principe Christiano
forca
ment.
Desde entao a neutralizado mais ou menos con-
descendente que a Austria at agora observara
;>ara com a mesma, toma urna forma sempre mais
uostil. As communicaedes da Galicia encentram
sempre maiores '
sempre maiores impedimentos, sempre medidas tein convidada antes de hontem para KieI fui Inlii
repressivas mais serias de parte das autoridades bida de sahir de Copenhague A a^emllea a.ir
austracas, e somente a fronteira da Bessarabia disso teve lugar mu a3Z..'f 22?
, de Schleswiq-Holstein-Son-
poi em liberda-, derbiirg-Glucksburg e dos descendentes raronis de
cruta Joo Oetrario da"Par" nn.'J!?^m JV"?," \m'm"":"0'"" dita princeza em linha di-
v3utro lado dos respec-
ducados de Schleswig e
acba-se aberta ao levaotameoto para o recebimeo-
to de soccorros cstrangeiros, e isso s em tanto
que o cordo sempre mais aperlado das tropas
russas o permute.
Para nao fatigar
mu particularmente
quenas
Berlim
da cau
; junto
os nossos leitores deixamos se- curacj
guir ero resumo a bija do throno, com que no nipotenciario pelo Holslein" e noiVird' lcar
Pn.Ll novembro fi a^.rta em Berlim a Dieta Francfort M*Maa^D&T2radi
Prussiana, novamente eleita pelo rei Guilherme :J-
em pessoa :
S. M. come^ou fazende votos para que seja
postoum termo ao conflicto entre o governoe urna
parte da representado nacional. El-re annunciou
pessoas dos duca- dias surgem e se succedem, julgo indispensavel
lacao ao' X^^KdS.TT de congratu- d.zer todo o meu Densamente os soberanos a quem
Urna m a Z,2i .de AuSus emburgo. esta conliado o destino dos povos.
co devia ter K Tfr T ^n""" '. Sempre '",e ?randes abals ,e,n feit0 oscillar
lau Weiroar Tr52"LSSft Em .Bres" 2 bases e lem d"locado os limites dos estados,
reuo,snn mLmCobao,ambem "^ ** ttSSSttSS VZt %?*P"* *****
Aasse^eadosmembrosdacamara do Hols- f. tn^S!^^b?^ ^"leao e o conde Russell podem se,
do tratado de Westphalia no seculo XVII e das ne- Franca na----- ,u ___,
goeiace. de Vienna e,n 1815. E' sobre este ul.i- |^ EAS* ?.I.?;^rr7he^
cas, acharam nesses tratados a sua aurora de sal-
vaca"' e que nao estao agora dispostos a p-los de
pane. Alero disto, urna cousa modificar e oulra
e revolucionar,
A revisao geral suggerida
no
congresso pro-
geral.
ser gene-
n. 2.
conseguio azer com que o
btirg por sua pessoa
renunciasse a seu direito c reconhecesse as dispe
sires do protocollo de Londres, mas nao aconte
onde ll.ucunvier "3 *** "'fnento de successo segundo o protocollo
qu^q^l^rot?Kn^SroaSS ^}^T~^^^^
venciroemos na frmo da ar^^ rat^de sTa SoTSu'Sfif^^'S pr"St for,nal
sade. u V\ um acl de violencia, nfw podendo todava ser
Dita.O Sr. gerente da romninhia ^---- ,nduz.ldos,a reconhecer o direito do assim chamado
cana mande CTnAn^JESdA: ,ril",'P de protocolo Christiano. Finalmente taro-
a o presidia de bero a confederaco allerola recusou acerca da
SeTtW rtrSS^Sc I
bero coroo a mulber deste, 2 lilbos de menor ida^
ue e o soldado Francisco Antonio do O', cantarada
/lii rn.niMii ilr..>...> /'--------
ao cuinma 11-
Communicou-se
agentes da companhia Bra-<
do in-siiio alferes.
danta das armas.
Dita. Os senhores
sil
P
rio
guarn
vai
Lrigadeire coinmandanle das armas.
Londres.
Assim aconteceu, que apenas estava morto o
re Frederico Vil, e eroquanto que em Copenha-
gue o principe Christiano de Glucksburg toma va o
governo na Dinamarca ejmt Schleswig e Holstein
por meio de urna proclamacao, o'actual principo
>.....1..... .1 a._____- r.
um mam-
datado do
do corren-
_j governo nos
dous ducados como duque Frcdencw de Schleswig-
Holstein, que nao chamava o povo a oppor a forca
Dcsparltos do dia 10 de .Iczemhr.. Ae ira '' COr"r- a,l,surpacr,(> de Cnristian.. IX da Dinamar-
K un1111 aczenibro de 186.1. ca, nao tendo o povo ainda armas, mas que em
Antonio de PlTu 7T ?"# c Pr,me.ir lu8ar dirigira aos governos da confe-
to, das obrts Sr orme ,reC" ^ Para que Pro,e8"ssem o seu direito e o di-
nHL; i- p,ul)".ca!s- reito legitimo dos ducados.
peSS^SsaSSk fSendInfrme ^ "S', A """l S"1* d''Ue dt Cobure decla
ZZ MVroehno A vpfdf 1." : 55 rern"^"iento do duque Frederico como
StuSSVJSSJt ,,,u"rcarInforme U,,IC,Sberano '*o d<>^hleswig-Holstein, se-
I admiltisse na assembla da dieta um enviado ple-
nipotenciario do rei Christiano pelo Holstein, e que
so se desse assento e voto um enviado do duque
i Frederico. '
E mais, o governo balense consentio cm que o
duque Frederico autorisasse devidamente ao en-
viado federal de Bade para representar o Holstein
em sen noroe junto confederaco. Deve-se espe-
rar agora como procedern os governos allemaes.
Segundo o primero acto governamental do rei
Christiano IX, lia certa probabilidade, que a maio-
na se entender a reconhecer o duque Frederico.
Ksse pnmeiro acto foi, que o rei sanecionou a
nova constituicao resol vida pelo Reichsrath dina-
marqus, a qual incorpora o Schleswig na Dina-
marea, desistmdo assim da maneira a mais ecla-
tante aos tratados, sob base das quaes a Prussia e
r~-----y uhw.. ^i 1. ( ,111111.11' ci
a apresentagao de uro projecto de lei destinado ..
regular os poderes do governo, no caso que o or-
eamenlo nao fosse regulado com a concurrencia
do parlamento. A nova organisaco do exercito
nasceu da necessidade incontestavel de marchar
par do augmento das forcas militares dos paizes
visinbos e de dar conta dos interesses econmicos
di populacao por urna destrbuico mais justa da
obrigacao legal de cooperar na defeza do aaiz.
Ser apresentado um projecto de lei retocado
acerca da obrigagao do servco militar,
dar finalmenle urna solucab legal essa
As receitas de 1802 deram um
em
... qual ser discu-
tida a questao acerca do reconheclntento dessapro-
curacao. Segundo os orgos oOiciaes da Prussia
parece que em Berlim nao se oceuparo proviso-
riamente da questao do reconhecmento do duque
Frederico, mas que tambem nao querem reconhe-
cer o re Christiano IX como duque em Schleswig-
Holstein, exigindo a immediata oceupacao milita/
do Holstem.e tencionando smente.sob base dessa,
entrar em negociacoes acercada successo. O go-
verno graa-ducal de Oldemburgo j no da 17 do
crrante expedio para Copenhague o seu protesto
contra a subida ao tlirono do rei Christiano come
duque de Schleswig-Holstein.
Segundo urna communicajao de Stutlgart, falle-
ceu hontem o rei de Wurtemberg, na idade de 82
L& I 5m&- Ellt Kvt"rnava Pa d"s Jl^J?816, O seu successor seu filho o principe
. orgamento TiS '^J****-** "W d 3 e casado
governo apresentar os orinientos para iml^SSST do imperador Ni-
1H01. o deiicit aperonte deste ultimo exeretcio,
desapparecer em 1865 [telo augmento das recei-'
las do novo imposto territorial c sobre bens de.
raz, o parlamento ser igualmente convidado a'
ajuslar as centas de 1859, 1860 e 1861, assim co- '
'"" a5.receitas e despezas de 1862. Sero apre-
DIARIO DE PERNAMBUeO
pretor da tliesouraria do fazenda.
Manoel Ignacio do Oliveira e Filho.-Em vist
da informaeao do inspector da alfandega, constan-
te da copia junta nao ha que deferir.
sentados s cmaras projeclos de lei sobre a cons-
truegao de novas estradas de ferro, sobre
gao legal das sociedades, assim como
provisoria contra excessos de imprensa, modific'a-
goes da lei de 1851 sobre a imprensa e o cdigo
penal. -----'--
Temos a vista cartas e jornaes da Europa, dos
quaes foi portador o vapor francez Estrenuidure,
abre a posi- chegado hontem, sendo suas datas : Hamburgo 20
a ordenanga ; Londres e Pars 23, Porto 26 e Lisboa 28 do pas-
sado.
Na ausencia da carta do nosso
correspondente
pena rtS agitagdes nsurreccionaes tendentes ao, de Londres, damos a do nosso de Hambco o re-
resiaoelecimunto do amigo reino da Polonia amea-1 sumo dos jornaes que recebemos e os nrecoscrr..n.
A*Pon1r?n&U!Id.*d6 "" Pro,v!nc\as ''ropbes. te deUverpeol e Hamburgo,que'mencio.taui os pre-
A concentraeao de tropas e a attitude enrgica das gos dos generps brasileiros.
autoridades (ireservaram a Prussia de prejuizos se-' Coinefaremos o resumo das noticias ttor Por-
nos. o governo trata de sustentar a unio das, tugal, para inteirar os leitores do pavoroso incen-
alfandegas da Allemanha, sustentando o tratado dio havido em Lisboa, na note de 19 do pasado o
concluido com a Franga, assim como de regular qual consujnmio ero poucas horas os pacos do cen-
as relagocs com a Austria. O governo commum-, selho da cidade de Lisboa, a casa do banco de Porta-
traordinanos, o governo far propostas
esse respeito. El-rei concluio dizendo
a Dieta a do Arsenal, ra do Ouro e ra dos Capellislas.
----- ---------. >os nos Com inauditos esforgos salvaram-se mutos ralo-
entr IdTde ".llS d,;sassoce.8ado. e talvtZ ,na "*, A escripturagao, joias e valores do banco de
Dunoa ae um futuro anda mais desassocegado ; Porr
na tem sido destruidos, modificados, desconheci-
dos ou ameacados. Dahi provem deveres sem re-
gra, direitos sem ttulo e pretengdes sem limite.
1 rate tanto mais temivel porque os aperfeigoa-
ntentos inlroduzdos pela civilisaeao.que tem liga-
do os povos entre si pela solidariedade dos inte-
resses materiaes, tornara a guerra ainda rifis
destruidora.
E' este um assumpto de graves meditagoes.
Para tomar um partido nao esperemos que aconte-
ciroenlos repentinos, irresistiveis, perturbem o
nesso juizo e nos arrasfein, apezar da nossa von-
tade, para direegoes contrarias.
Vendo, pois, propor-vos (jue se regule o pre-
sente, e que se assegure o futuro n'um con-
gresso.
Chamado ao throno pela Providencia c pela
vontade do povo francez, porm, educado na esco-
la da adversidade, talvez me seja menos permitti-
do do que a outro o ignorar tanto os direitos dos
soberanos, como as legitimas aspiragSes dos
povos.
Por isso estou prompto, sem opniao antecipa-
da, a levar a um conselho internacional o espirito
de moderagao e de justiga, parlilha ordinaria da-
quelles que tem passado por tantos transes di-
versos.
So tomo a iniciativa de unta tal negociagao,
nao cedo a um movimento de vadade ; porm,
como sou o soberano a quem se atlribue maior nu-
mero de projectos ambiciosos, quero provar, por
esle passo franco e leal, que o meu nico Um
chegar sem agitagao pacilicago da Europa. Se
esta proposta for acolhida, pego-vos que aceitis
Pars como lugar de reuniao.
Caso os principes adiados e amigos da Franca
' Austria renunciara sem duvida Venesa :
e a Kussia a Polonia, e no fim da conferencia a Eu-
ropa estara n urna idade de ouro. Maravilha-nos
ter de destruir urna laobrilhante illuso ; mas te-
memos que o resultado do congresso seja outro, e
que desse congresso jamis vejamos consa alguma
alem de urna tdea. J porm, alguma cousa
chegar a proposta de um congresso, quando espe-
ravamos urna mensagem bellica.
Napoleo III declarou francamente que o dever
nao obriga a FYanca a fazer a guerra a favor da
1 oioma ; assim se poupam grandes calamidades
franca e a Europa. Primeiro que o congresso se
rena estaraos certos de que pelo menos ter des-
apparecido do campo unta discussao para a pacifi-
cacao da Polonia... y
L-se no Times :
A questao polaca como mais importante foi re-
servada para o lint do discurso. Reata parte do
seu discurso o imperador elevou-sc at eloquen-
ca, e todava fallou urna lnguagem calculada, e
ninguem pode dizer que tenha abatido as nangas
com urna nica expresso aroeagadora. Aquelles
que se recordam da linguagem da imprensa fran-
ceza, c que conhecem as sympathas reaes do povo
francez, e a forca da tradigo polaca em Franca,
licaram sorprendidos da franqueza com que o im-
perador admitte que a allianga russa existia desde
a guerra da Crimea at agora. Sabemos que as-
sim era, mas esta verdade nunca nos tinha sido di-
ta de tao alto.
Quando rebentou a insurreigao da Polonia,
os governos da Russia e da F'ranga estavam as me-
l dores relages. Desde a paz as grandes questdes
europeas tinham-sc encontrado de accordo; nao
r -..... ^w .. hesito em o declarar aaui
aatoSS^I *5S?iS pela,SUa *3*Z -' Eslas Pa,avras Proauziram a segulnte expl.co-
auiondade as del.beragoes, ufanar-me-hei de Ibes cae notavel-:-0 imperador nao insultar nem lesa-
EXTERIOR.
< iM:\4 ia do DIA-
RIO DE l'KIIv vnni o.
U.I.KHtVHt.
Hamburgo 20 de novembro.
O grande acontecintento do dia neste momen-
de el-rei F'rederico VII da Dina-
por isso dirijo as cmaras anda mais instante
mente o pedido de realisar a solugo das questdes
interiores, coro a vontade seria de chegar um
accordo.
Os nossos leitores verao que nao ha grande es-
peranga deum cntendimento entre governo e are-
presentagao nacional.
Entretanto foi apresentado s duas cmaras a
ordenanga da imprensa do 1 de iunlto do torren-
te anno, e com ella a novidade acerca da lei da
Portugal, contrato e companhia das Lezinas foram
salvos.
Succumbiram quatro vctimas; wuitos ferdos.
lrata-se de reedificar, e vai-se reorganisaro serv-
go dos incendios.
O archivo da cmara, de muito valor archolo-
gico, foi salvo.
Avalam-se os prejuizos em 800:0005, moeda
Do edificio da cantara municipal, escaparam o
pavimento terreo e o primeiro andar da parte onde
iinpi-ensa annunciada na falla do throno, e se com estava o banco e o contrato No pi lar
S"ass5 alguma parte o pensamento de onde funeconava a companhia de seguros SS
ama conc.liagao eventual, o contedo da novidade dade abateu ludo, porui e nao era defendido Z-
ult.raamente mencionada tambem faz desapparecer abobada. ^ q defendido por
as uliimas duvidas. Ella torna a imprensa livre, Escaparam as casas fortes do binro de Pnrtn
ein todo o respeito de roa illuso. Urna gazet 'gal e do contrato do tabaco A abSSda SL
precsa somete de ter sido condentnada por cri-: forte do banco abri, mn^ tacTboiive nerda\lc .
^JS!J*>J** taco nos, roa. A abobada da caSt 0Hdeet 'o archivo da
offerecer a minha bospitlidade.
ra, talvez, alguma
donde tantas vezes
ordens, se tomasse
tinadas a lancar as
geral.
Aproveito esta occasiao para vos reiterar os
protestos da rainda sincera affeicao e o vivo inte-
resse que tomo pela prosperidade dos estados da
confederaco.
Muito altos e Ilustres principes soberanos, c
cidades livres que compem a serenissima confe-
deragao germnica, pega a Deus que vos tenda em
sua santa guarda.
Dada em Pars a 4 de novembro de 1863.-iV poleo.
O governo expedio urna circular aos agen-
tes diplomticos do imperio no estrangeiro, ao
mesmo lempo que o imperador faza expedir a sua
caria.
Aquello documento ser publicado no chamado
hvro amarello, que ha de ser destribuido prxima-
mente as cmaras. Parece que os representantes
das potencias
A Europa ye- ra gratuitamente a potencia que Ihe prestou o seu
olonia tero direitos imprescriptiveis, j como povo
histrico, j como povo que a F'ranga deseja ha
muito tempo vingar. Que existe urna difflculdade
e que elle hesita nao querendo romper urna allian-
ga com a Russia, nem deixar perecer os Polacos
sem auxilio, o que o imperador nos quer fazer
pensar. Somente a insurreigao, os excessos coro-
mettidos de ambos os lados, e tambem a triste cir-
cunstancia de se ter a luta tornado ainda mais.
cruel em cemsequencia da intervengo das tres po-
tencias. Mas nao julga que haja s a alternativa
da guerra ou do silencio. Na sua linguagem cui-
dadosamente cortez para toda a Europa, declara
que na sua opiniao os tratados de Vienna perde-
raro todo o seu valor e que podiam sem perigo ser
completamente reformados n'outro congresso ge-
ral. Se a Russia quizer suhmctter a questao pola-
ca a consideragao de urna assembla daquella na-
tureza, outras poderiam tambem ser ali apresenta-
das potencias acreditadas en, Paris, j sto prev- das, e a or^ is^Ta ^
!***: Droyn de""lra,a de "*?"; produzindo o SSSSSXffS em Sdee:
to o ulleciroento
marca
8
do
rpida.
arca, que vera lugar no dia 15 do correte s a Austria consentirn, no protoclode Londre do
' ",rf arde n" Pa|ac.o de Glucksburg, no anno de 1852. Nesses tratado*; achaV, se espino
icado de Schleswig. A mor.e foi excessivamen.e lada ex^umti^Z^^Z^
\i i.-. 1* n r i^, a- < ^ramente que a lesao violenta dessa estipulaeao
!'l:,.,.-,0.:r_c'_ailoe,c?u dumaerys.pela, eos sera respondida de parte da Allemanha com me-
namarca, e que sobretu-
_a sua Gooperagao. A
aes da dietapensa-se
bandonaria a execugo
lugar disso, voltando ao estado ante-
> compredender a alta importancia desse SiSL iSlWS de S0 afvosa
f2Z223l***S*++ ''ue rei *** EP* a separaco dos mismos da I) amaren
narragao exacta das discussoes da" Dieta nao tor-
nava responsavel unta gazeta pelo contedo das
ntesmas, essa isengo se acha agora abolida pe-
la nova le, e as fallas dos deputados ficam dora
em dame sujeitas
segrate ao anoitecer, estava grande quantidade
de mobiba. Sentraellas da guarda municipal prohi-
Diain a passagem nessas ras junto aos predios in-
cendiad#s, de pessoas estranhas ao servigo dos in-
.... que a Dinamarca e a Atleminho
successo era dilferente em ambos. o ministerio da guer?a % cxpe'hra SmHZ
Na I inamarca traban, direito de successaoos des-' cessarias duas divisoes SnaSB mtl homen,
eendentes aguateos e cognaticos de Frederico III, 'para preparago guerra e que idenTicasdiTo
^Sftssss .someD,e os dcscenden,es 1 n^SS^r*5 "r ssyra
l marinlia de guerra.
Logo, pois, que se extingui a linha varonil de Entretanto cresce de dia cm dia no novo ille
Fred. "o III, a un.ao dos dous paizes achava-se mo a agitagao ero fe-Jo Schleswle Holstein o
diaselvida, reinando na Dinamarca os descenden- pela sua separago da Dinamarca. "
- deputado
f.rabow, para primeiro via'-presidente em lugar
do antigo Behens, o qual esta vez nao quiz aceitar
um mandato para a cmara dos deputados, o de-
putado de L'nruh, do partido progressista, e para
segundo vice-presidente de novo o deputado de
Bokum-Dalffs. Alm dessas e das nomeaces das
commissoes, a cmara dos deputados
primeiras sessoes teve de
I-e.?.nae _de Frederico ao ."i ^^n^^^^n^^ a par!
urna resolugo
que no Srblessvig.llolstein subiain ao throno os po legislativo de Francfort I
deseen, entes asiticos de Christiano I. Coro a em sentido idntico
morle de Frederico \ II, esse caso teve anota lunar 1 O convite nara m -nn^..
e emquanto que tja Dinamarca suecederla'a E ; nuncia^o na^novi^^^imT"ff b7o So"rTme'
grave Carlota de Hesse, o governo no Schleswig-' rador Napoleo, foi dirigido na Alb-manha STm
!,?ls,oe,!1.,Ca_t.":T^ a_c.as.a.d,.lcal_de Sohleswig-Hols- deas cortes de Berlim Vienna,
tein-Soiidcrburg-Angustemburg.
Assim o nejocio seria muito simples e nao ha-
veria motivos para questdes, se nao existisse por
infelicdade o assim chamado protocollo de Lon-
tambem aos reis
e Wurtemberg, e
da llaviera, Saxonia, Hannover
ae mesmo tempo confederago alleraa in"coV-
re. Ate agora em nenhuma parle se tomou urna
dec.sao defimiiva acerca da aceilagao do convite.
dres do anuo de 1852. Como sabido o mesmo Como"coTpa"sS,qTO dado o cas^o mZ s,
fon urna consequenc.a da guerra allemaa-dina-: seria aceito pelos respectivos estados SS de
marqueza, e da idea que da mesma resultou e se condieSes muitn ^ fez valer pelo apoio das gran
assim chamado estado central
a perseguigao judicial na im- cendios. O contrato do tubaco oerdeu
S2SSJS ,Caraar.a d-s dPutad0S comprehende.se papis do expediente. ^LSSTitPSui
Pirfe,taroenteas.,uagao,mas esta-se decidido a sal vou todos os seus papis e K s sakados
tanto mai cautela, o por isso esta do banco e do contrato foram recolhdos na iareia
lereco de rtSPnder a faa d '"roo por deS.Julio. Os Srs. Jos LvSclfo da KafK
fnnSu^a. f a gUS Xav,er da Silva e ina'S directores, o Sr F.l-
ra preMdente fot ele.to de novo o deputado gue.ra, tdesoureiro do banco, o muitos empregados
daquelle eslabeleciroento de crdito, comparecern!
logo no principio do sinistro.
Falleceu 110 Porto o insigne patriota Jos da Sil-
va Passos.
Nao estava ainda decidida a concessao dos ban-
eos dypothecanos. Continuavam a receber-se do-
nas suas : nativos para os farontos de Cabo-Verde
oceupar-se principal-1 lam-se inaugurar, com apnarato no 1- de de
51 ^ITfiT daS el"i^es- Hl)uvera"> *- "mbro, glrio% anniver?io da wtauracao de
sa occasiao descobertas multo inleressantes acerca 1640, es trabalhos das forlificacfcs de K na
dos eleitores do governo, e o ministro do interior, i Serr do Monsanto ,um"La?oes ae LlsDOa- na
deTn,aev ,"burg' vse obrigado por mais Ainda nao estava decidido qual seria o pleni-
Z^lLx Z' a,r reProvar ostencivamente os seus potenciarlo portuguez destinado a representar Por-
empregados. Urna outra discussao rebrio-se tugal no congresso de Pars no caso1 de che a
suspeugao do procedunento jurdico encelado reunir-se. Ues"a
u^rtt dop,ltadS Barre e Frese por cri.ne de \ El-rei e a rainda tindam saddo de Lisboa a
imprensa, durante o presente periodo da sesso. 18 para o Porto, com destino cidade de Braga
A suspensao foi resolvida e o ministro da justga onde SS. MM. iam pessoalmente fazer a destribui-
prometteu de expedir a respectiva resolugo ao gao dos premios aos que os mereceram na exposi-
tnbunal competente. gao agrcola.
Finalmente ja no da 18 teve lugar a relacao Acompanharam os reaes viajantes os ministros
acerca da ordenanga da imprensa do de junho, do reino e da marinda. Os outros ministros fica-
e o; dous relatores, os deputados Dr. Sirasoa e ramem Lisboa.
Dr. Gneist, propozeram a nao approvago e urna A recepgao em todos os pontos das provincias foi
declaraco da cmara que esse regulamento era brildante. No Porto lora esplendido o baile da
ante-constitucional. A discussao dessa proposta Bolsa, e altamente significativo o almogo dado por
teve lugar hontem, e a ordenanga da imprensa foi el-rei D. Luiz la 117 voluntarios da rainha vete-
rejeitada pela cmara dos deputados por 278 vo- ranos, muitos delles estropados, e a maior parte
tos contra 39. em pobrissimas condigoes. Este acto de consum-
bntretanio a cmara dos senhores tambero cum- mado tacto constitucional
urna memoria que comprehende o programma das H^ToaifSSrTl^^ e^aJoVs"
diversas questoes que o imperador se prope sub-' ph.lantropos ^
metterao congresso. Diz-seque s depois daen- O imperador, propondo esta erande commiwo
trega desta memoria que os d.fferentes governos > das nacoes, expr me com mu t? hbilidade a et
JflSmTmm-m COnV"e d ^^^^[^^^^ilS0^ ba'!!egadrlo os
JJ^ Porm, em diversas ^^ a*.\%%S BIBWB5
imnrenso d. niff_,. ^ _J TttittSXBZ *?!%.
sar entrar no camindo da paz, poder serobrigada
a entrar n outro que, tarde ou cedo, conduza
guerra. Esta ameaga eventual, porm, fela no
tom eoMim"-
Vienna,
imprensa dos differentes
ingleza tero-se occ
e especial
mente a '
questao.
O Moming-Post assevera que esse convite fra
r drPVeSdaa;Pe,r^nrC fVSS "SSfe* ^ -7=
.' 1 ___*- ------------------ v ,uu UU-H.UI3U, i: UL-tl'IIHO ItlI-
Segundo o citado jornal sao treze aspo-' permanecer em im
tencias convidadas ; a Presse diz que sao quinze,'
iren,
outros aflirmam que sao quatorze, e ainda outros
que o numero chega a dezanove.
O Observador Romano v s no congresso
xes
um
meio para o Piemonle ptupar urna nova guerra,
exemplo do que praticou o conde de Cavour, com o
congresso de Paris em 1856.
A idea da reuniao dos homens de estado para
regularon as questoes pendentes bem recebida
geralmente, mas todas as considerages da impren-
sa tendero a manifestar a pouca conlianca que tem
no resultado.
O Uorning Herald diz : t Nao um cumprimen-
to banal que fazemos Franga ou ao seu impera-
dor, quando vimos dizer que respiramos mais li-
0 Times em outro artigo faz as seguintes refle-
.. augmenlou, se era pos
mesma resultou e se condigoes muitoposiis'"e wb^eTudo" mm nm P!"'raa-sua elei5aod,! Puente, nomeando como sivel, a affeigo e popularidade do soberano,
des ,wtencias, de nm programma fixo dos assiroiftoTaStr m^I TpMM '.M. eoDde Hde Stolberg-Wern- _-Novas concessoes de terrenos baldos em
I d,amarquez,_ unin-; gresso. Em Vienna p^am se tlS fLie pa,ra Pr?.,deD.fe.e ao?,S.rsJ de WS
berg frica para a cullura do algodae foram feilas.
Arada que os tratados de Vienna tendam sido
violados, as provincias rdenanas s estao protegi-
das por aquella le fundamental da Europa. Os
soberanos legtimos agarram-se ao que resta do
yeldo systema, com tanto mais tenacidade quanto
e o terreno que lem perdido. O discurso que pre-
cedeu a proposta do congresso produzio tal sensa-
go, que o imperador parece querer recitar da po-
sigo que tomou na abertura das cmaras.
Prelende-se que as palavras do imperador te-
ndam sido urna forma de linguagem que somente
significa que os negocios da Europa nao estao ar-
ralados, que militas questoes estao pendentes, e
JnnS.g^?qU0 a"OU "O"10' E alvei one por consequencia seria melhor toma-las em
S,e"T,e":",poucoin* ,gn-e TIe: Sons,dera^0- Pretende-se mesmo que o impera-
rao nene a paz, em quanto que outros hao de ver A
a guerra ; mas no seu conjuncto, como manifest
imperial feilo n'um momento de complicage? mais
do que ordinarias, o discurso do imperador pode
ser considerado como pacifico e conciliador.
Deixara desapontados sem duvida ataa des-
ses prophetas que, pretendendo gozar da confian-
ga imperial, indicaran, o da de hontem como pon-
to de partida para urna era de desenvolvimento
constitucional em Franca. Nao corresponde a to-
das as esperangas dos Czartorvs"
rt^rim 1 iniHiiuii u*unju iuiuoi uiiuiiKii un, uuiii- Kiiu. um > tenna Do7iT.iin.il> om ni..ii:____:. i r *%----------. '-------.. _. ------ _^ ""' >'" ai^uu.io luiaiu tenas.
do os ducados de Schleswig-Holstein e o reino da' com o gabinete inglez! *re^ne! o '!C i i nA\ Bruh ,Pa ytce-presidentes. Resolveu-se O estado sanitario era Portugal era excellen-
nn-..,m-. ,,r mm a nm nnn r.oi n.run ,.___..;.B_C. CSbV respe'to em Berlim responder a falta do t trono or um enderecn da te. O temnn corra am.,n com o gamnete rae ez esse MuMtn om B..ti^, _.----- "'..,[""? "--k"~"^. ^".^u-. w w Miliario era ronugai era exce en-
Dinamarca por mc.o de urna unio real. | parece que se estesperandouamSlarik f 'i sP^erAl*\li do tdrono por um enderogo da te. O tempo corria amenissimo, cliegando j a fa-
fflaierra a Ha r,' .." JL!.?"? da ,n"! cmara. Ja se acha presente o projecto proposto zer-se sentir a falta de chuvas a tmpni.ira. ~-
res|>ec.tiva comn
rtancia notavel,
da cmara.
Berlir/rSVma sesso at agora,
disso.-; cortes da A.lemanda 2^^a^-.'$^^'m WB ,odo
r isso a deesoes das duas grandes potencias allenW \PTJ^^-.\______.... ,. _____
Para que o mesmo estado livesse garanta de glaterra e a da Russia, para determinar
-cstabilnlade era naturalmente preciso de cuidar "
en que o estado central nao fosse de novo
vido [tela morte do rei F'rederico Vil, e por isso a decisoes das duas grandes potencia
Inglaterra, Franca, Russia e Suecia, e finalmente Entretan"
ambem a Prussia e a Austria se reuniram em'giaosseus armamentos militares, reunindo no-' deliberar
Londres, alim de deliberaren, acerca de urna nova i meadamente na fronteira austraca e turca sem-' rife
tuccessao commum, as (diferentes partes da roo- pre maior numero de tropas,
narchia central dinamarquea. Tambem a Turqua nao Oca oMosa, e a Austria
O resultado foi o protocollo de Londres de 8 de trata de mandar reorgos sobre reforges para a
maio de 1852, o qual determina verbalmenle: I Galicia.
c Depois de maduro examc dos interesses da I A insurreigao poloneza sustenta-se ainda e con-
projecto proposto zer-se sentir a falta de eduvas. As sementeras es-
*?." i?! IP respectiva commissao, o qual sem qualquer tavam feitas em quasi todo o paiz.
0 A mais momentosa questao que actualmente
anda na ordem do dia, a do congresso dos sob-
is membros do Zollwerem em ranos provocada pelo imperador Napoleo.
sesso at agora, e resolveu O Moniteur publicou a carta que o imperador
provisoriamente as questoes de ta- dirigi aos principes allemaes,convdando-os a um
! congresso onde se regule o presente e segure o
_ 21 porvr, a qual a seguinte:
u movimento a favor da separago dos ducados ; i Muito altse muito Ilustres principes sobera-
ae ^nteswig-Holstein toma sempre maiores di- nos e cidades livres que compoem a serensima
mensdesentreapopulagoda Allemaima. confederago germnica.
Antes de hontem teve lugar aqui em Hamburgo, Em presenga dos aconlecimentos que lodos os
esperangas dos Czartorysky e de seus ami-
gos. Nao satisfar s potencias continentaes, que
tem que defender alguma nacionalidade opprimida,
a rectificar alguma fronteira, finalmente, como diz
o imperador, que nutren, projectos secretos ; mas
conten promessas tanto mais satisfactorias quanto
sao feitas sem rodeios... Desta proposta do con-
gresso inferimos nos que nao da ver guerra na
primavera.
Nao ser por falla do imperador se o seu mag-
nifico projecto se malograr, gragas arobigao
egosta dealgumas potencias. Mostrou mais urna
vez que est frente das ideas modernas. Provou
de urna mancira muito lgica que a Franga nao
pode fazer a guerra porque a Russia se inquieta
(iouco dos tratados quando a sua existencia est
ameagada pela rebelliao armada. O congresso
substituir perfeitamente e um perigo em Campa-
ndo sodre o Vstula, e desejamos todos os xitos
possiveis^ mas nao temos condanga nella. Napo-
leo III nao lem razo de amar os tratados de 1815;
debaixo do seu ponto de vista sao odiosos e oppres-
sivos; mas ha outros soberanos que em certas po-
dor tem em muita attengao alguns pontos daquel-
les tratados, que quera ver confirmados por no-
vos tratados.
O imperador tem o direito de explicar as suas
provas ou de as retirar. Os governos fazem
muito bem em lde perguntar quaes sao os pontos
que devem ser reformados. A Inglaterra procede-
r com muito acert em recusar a discussao sobre
questoes que nao pode esperar se regulem.
O Morning Post julga que a questao polaca, com
todas suas difflculdades, ficariareduzida umaver-
dadeira insignificancia a par da questao romana
que o congresso tem tambem de discutir.
O Times referindo-sc n'outro artigo ao pensa-
mento de um congresso, diz :
Qual seria a nossa posigo, se o congresso ede-
gasse a realisar-se ?
E' evidente que nao da nellc posigo para
nos.
A honrada guerra ou da paz forgada, a ini-
ciativa da idea, a dospitalidade, tudo est do lado
da Franga.
' Naoinvejariamosessas vantagens Franca, se
soubessemos que prtese nos davae que papel ali
representa vamos.
Poderiaroos contentar-nos com um segundo
ou terceiro papel; mas nao se nos deixa algum
Os boatos com maior voga a presentan, a Ingla-
terra, a Aastna e a Prussia, e alguns a propria
Russia, oppondo-se do modo mais absoluto der-
rogaco dos tratados de 1815 ou antes do pouco
que delles resta. S o re da Italia se tem mostra-
do at hoje prompto a acceiter o programma do
i
ILEGIVEL


.
_______________..
S!ffafe^^5^ ^attiS^t 'c..-n^V^h3Vmo;Sltl!b r poda comprometer gravemente a
adherir, tem, a carta mparial, so nao !h, resti- Jo S >tivo &nSC dfc< v **** do *encral THonmom^
tuirem as provincias dos seus estados governaflos jecte habilita o (der ser reaoiuua. asi ,,io-
lioje por Vctor Emmanuel. setn o con- eterno, ao que parece-, a passar
-4'de-sc dizer que o projecto do congresso para assump' -flrs0 legislativo taquelle importante
nidrio de rpfhjunhra Segunda fclra 14 Je iio/ciubro e 183.
______
ipa da Europa faz um completo;
Se *>
.^ando todas as presumpeoes a maioria liberal
tetarla o projecto.
celaren S. M. que nao pedia sem prejudicaras
iiiaoamieavel dos monarchas da Europa. *' mais importantes prerogalivas da cora,
cine Napol.a,., segundo ditero os seus l*- ninasolucao que nao garante a """""^nSf"
hesita e.u recente organ.sagao do excrete. Entretanto d
tria Z nnem ha de Mea" --^'*ve+. e 1ue 'IHC o seu governo a presentara um projecto do le
a Attbttiajaquero na oew w tttst is. J nao modfflcado, obro o praae do servi militar.
segredo para i v un [i ^ ^ ^^ gfl prep,ira; nwto q^fo qn, lem havdo nconcilavel di ver-
para a luta,.mu ii| iin- ^ fls seu(. armamentos;' cenca com a casa electiva. Se no gabinete Bgtt-
parece que yiir ^^y^^i mandra dizer ao rasse bomem mpnos antipalhico c detestado do
''r0ialo^'||RI .-te-ewe crtava decidido a acom-| que o conde de Rismark, seria posslvel attingir
pa!ilia-lo tao jflg^ceme ello quizer na questao das um compreniisso^honroso que pozesse termo aos
a reforma ao P>\,
fiasco. Todos esperam a guerra, que nao pode
deixar do rebentar aflm do se realisar pelas arma--
\ maioria do torpo legislativo francez, maio-
a que como se sabe, foi eleita sob os auspicios
*la autoridade, mosira-se pouco disputa a ouvir as
rcclamacoes da minora proposito das numero-
sas c evidentes irregularidades conimettidas as
ultimas eleiroos.
A verificacao dos poderes provou mais urna vez
que, nem o poder, nem a maioria da cmara, ad-
niliiam a possihilidade d erro ou presso no cor-
po oleitoral, durante o periodo que precedeu ou
acompanhou a luta junto a urna.
A Franca esta actualmente sofrendo urna crise
monetaria que ameara tornar-so muito m, e que
nao so Ibe dando remedio, poder tornar-se urna
verdadeira t-ala.-trophe. O banco de Franca cle-
vou o preco do seu descont de 6 a 7 por reato.
Trala-se al, sea crise se prolongar por mais al-
guin lempo, da promulgaoo de um decreto confe-
rindo ao imperador a faculdado de dar curso for-
rado aos hilhetes do banco.
' No entauto, para prevenir esta medida que teria
um clfeito desastroso, o consclho do banco acaba
de decidir a emissao de bilhules do banco do 58
francos no valor de 50 milhfies,
TawlNM so diz que provavel quo se ponham eni
circulaeo olas do 25 francos. Esta medida |>ro-
duziiia um lcito salutar em outra orcasio, isto
, if una poca MI que houvosse abundancia de
dinheiro, em quanto que hojo, haveudo falla de
numerario, para receiar queproduzao effeito dia-
ineralmonte pposto aquello qoe se espera.
O eulhusiai-mo com que o re Vctor Emma-
miel (em sido rocebido as provincias meridio-
uaes.e principalmente em aples, nao diminue.
A grande revista da esquadra italiana, um dos
principaos motivos da viagem d'el-rei veriflcou-se
antagonismos e as diseussSes.
O rei protesta que est resolvldo a conservar
cmara dos deputados todas as suas allribuiccs,
no que diz respeito (Inanias.
O governo procurar assegorar a existencia do
Zolhverein, sustentando ao mesmo lempo o tratado
de commercio celebrado com a Franca e regular
brevemente as relaeoes commerciaos com a Aus-
tria.
Se a cxccucao federal no Holstein reclamar por
parte da Russia um desenvolvimento extrordina-
rio de tercas, far-seho as competentes propostas
s cmaras.
Logo depois da abertura da dieta prussiana, el-
rei doixou o palacio e a sua earruagem alravessou
a inultido silenciosa o iudifferenle. O principe
real foi saudado com accIamacOes unnimes. \
mutlido esperava com impaciencia a apparicao
de Mr. Waldeck, que foi recebido com urna forte
salva de applausos; mas o publico nao vio reali-
sada a sua esperanza quanto a ver Mr. Schultzc-
Dehlzch, por isse que este nao assistio ceremonia.
O antigo presidente da cmara dos deputados
Mr. Grabow, e o deputado por Berln Mr. Taddel,
foram saudados com gritos de enthusiasmo.
A cmara dos deputados proceden eleicao da
mesa. Tomaram parto no escrutinio 268 depu-
tados, e foi el-'ito presidente Mr. Grabow por *
votos contra 37 que leve o candidato do governo
Mr. Yedz.
O novo presidente Grabow proferio um Matar-
toonoga.
Por outro lado os exercitos federaes tinham re-
cebido ordem de executarom simultneamente na
Virginia e no Tenessee, um movimenlo aggressivo,
e Mead acceder a estas instrucc,oes, deUando li-
vro o Rappahanock,
Soja i|ualqur quo for o resultado destes di ver-
aceitar sos movinientos, as chuvas e os rigores da esta^ao;
da dovem nocessariamente deter as opera^es mili- I
lares.
A campanha de 186:1 smente consisti em sa- '
crificio do homens e grandes despezas de guerra.
Depois de urna derrota desastrosa em Chancei-
lorville, sob o commando de Hooker, os federaes
salvarsm a sua capital, gracas enrgica rosis-
tendt do Mead em Getlysourgo.
Tomaram Wicks))urg e Post-Undson, ondocorao |
medida estratgica, condemnada hojo, Jefferson
Davis tinha encerrado um consideravel numero de
confederados.
Este foi o resultado nico que o norte pode con-
seguir; desde entao nao teve progresso algum
nem realisou nenhuma das suas promessas At
mesmo a tomada destas duas cidades nao trouxe o
resultado que se esperava, de fazer livre a nave-
gado do Mississipe.
As ultimas correspondencias da Nova Zelan-
dia, onde se sabe que rebentou urna insurreicao,
sao ms para a Inglaterra.
As hostilidades ttm-se propagado consideravel-
mente, e toda a populacao branca da illia parece
ameacada de urna guerra de exterminio. A raca
indgena em massa, excepto muito poucas tribus,
sublevou-sc contra a auloridade da metropole.
For ora anda a respeito de algumas tribus nao
ha perfeila confianca.
Os fortes construidos pelos naturao*, segundo a
apreciarlo dos Ingieres, podem offerecer grande
resistencia.
A' data das ultimas noticias, as colonias haviam
pegado om armas para coadjuvar os Inglezes nessa
guerra em que esto empenhados, nada menos do i
quo a sustentadlo ou a perda daquella colonia.
Os ltimos telogrammas recebidos em Lis-
boa sao:
Paris, 7 de novembro. O Constitueionfl de
pela hostilidade que
112
Car......
Gstenlo, por 1 l *' :
Do Para nova. .
Sebo do Rio Grande, por
Bou e duro......
Mediano.......
Escuro.......
Cera de carnauba, por 1 l ti.
Glfltres, por 123 :
De vacca........
De boi.........
Clina, por 'tf :
Decavallo......
Do vacca ......
Couros, por "3 :
Rio, seceos de 30 a 35 'S. .
20 a 24 .
Rio Grande, por, salgados
de 65 a 70 .....
Ditos de 45 a 50 'S. .
Salgados de vacca, 40 a 48
de cavallo seceos, 10 a 13 <8
> salgados, 23 a 37 i
> 16 a 20
dem de Pernambuco, Babia,
Maranhao c Para, por :
Seceos salgados. 2i> a 30 tf
> espichados, 16 a 20
Mol hados sal gados, 40 a 46 S
dem do Ceara, Parahyba e
Macci, por S :
Seceos salgados, 30 a 32 :
Molhados > 45 a 50 :
Cumar, por "S :
Bom.....Nominal
Ordinario. ...
Farinha de mandioca :
Boa, por 112.
65/0 a 72/0
17/6
48/6
41/6
40/0
63/0 70/0
li/0 a 13/0
20/0 a 35/0
10 d a 12 ,1
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4 '/ d a 3 d
4 /, d a 4
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7/0 a 10/6
5/0 a 6/6
it
A d a 8
d a 5 V,
d a 5 d
V,
d
Gomma ou bueno de peixe, por "3
6 '/d a 6 / o
4 d a 4 Vi u
1/7
1/3
18/0
Gurujuba 1
2*
*
Pescada !
2
3*
Pirahyba. 1*
3
Bagre. !
2*
Ipecacuanha, por
qualidade
>
hoje contm um artigo que. .
manifesta contra a Dinamarca, na questao dos lu-
so agradecendo a"camara~ e fazendo notar as difll-1 cados de Scbleswig e do Holstein causou sensaciio.
cuidados das suas funecoes em presenca da sita- j Julga-se ser elle destinado a incitar a guerra a con- Jacaranda, por tonelada :
cao em que so acha o paiz. | federacao germnica. A importanciai do artigo Ro......
' Acerescentou que o seu mais vivo desejo, assim ongina-sc de ser o jornal orgao semi-offlcial. Baha.....
como o da cmara, censislia em ebegar a urna so- i t dem.Acaba de chegar um despacho annun- Jerzelim, por J... .
luco das desintellgencias existentes, e qoe isto ciando a entrada de tropas allemas no Holstein, o Piassava, |>or 2,240 ii
:':!'
Mitin MO IIIIHMU> Uca VIdKrill ucnti iviniwu.v u'V"' u(w uviiii.iii(vii<.io .HaH.. -,-- -- .j.
no da 16, e as acclamacoes do iwvo foram entao | se i-ealsaria no dia em que a constituicao jura la que causou grande bmxa as bolsas de l-onares e
Nominal
mais vivas e eiithusiaj-tfeas do que no dia da sua
chogada. .
El-rei dova chegar Turim no da 22. Ja la ti-
nham chegadoos princi|iosdeCarignane Amadeu,
assim contos representantes das potencias cstran-
goiras que acompanharam o rei na sua viagem
Napotes.
Diz o Sfifclator que lord John Russol ser
substituido por lord Clarendon.
fosso interpretada eplaticada segundeo espirito ram
que adietou.
lisculindo-se na cmara alu no dia 19 a men-
sagom ao rei, proteslou o conde de Buuski cen-
tra o paragrapho em que a cmara felicitava o go-
verno pelas medidas adoptadas para impedir que
a insurreicao se pro|gasse, ponnie este, disso o
orador, tinha por intuito a emanci|iaco da Polonia.
Julgava o orador prussiano que urna causa cuja
ordinaria .
l'rucii. por "tf, Para bom
A cmara dos representantes na Blgica base so apoia no direito inalienavel, e que susten-
inaugurouos seustraballios, consagrando a svssao
do da II ao oxam edos diplomas, sem qiieuesse
exaaie oecorresse incidente algum notavel.
Os jornaes russes puhlcam um ukase que no-
meta o general Borg teneute-general do reino da
Polonia, em suisiituico do gran-duque Constanti-
no, cuja demissao foi aceita pelo czar.
Na carta que dirige seu rmo, para Ihe an-
niuifiar que o exonera das suas funecoes, o impe-
rador Alexaudrc reserva-so reclamar o seu con-
cut.-o, imandoa tranquilidade dos aiiiiuos Ihe per-
miti- introduzir na Polonia as institui;fies liberaes
que os acontecmontos impedram de esUbclecer
all.
O im|erador falla -da reliellio sempre crescen-
te, e elle mesmo mostrou por consequencia o pro-
gresso da insurreicao.
O governo de S. Potersburgoprosegue sem inter-
rupcao nos armamentos |ior mar e por torra. Fa-
zem-so grandes preparativos na Itussia meridional,
ao longo do vastolittoral domar Negro, e acredi-
la-.-*-, ipic jornada o toipcrador o de sena dou*
irmos a Crimea, naov>bra do acaso.
No Caucaso o gran-duque Miguel que dirige os
armamenios. Pretende antis do invern estar se-
nhor do movimento insurgente que rebentou em
Daghestan e do lado da Circassia.
Diz-se i|ue paraapriineira campanha da prxima
primavera dovo oslar promplo uiiiexercitoouensivo
para npear na Armenia Turca. Na Bossaraba
deve-sc encontrar outro exercito para poder entrar
nos principados e dar apoio Servia. Este gran-
de plano annunciado per um correspondente que
allirma que as conimuuicaeoes entre os dous exer-
citos se far pela Crimea, sendo esta linlia de rom-
muitcaco coberta pelo campo enlriiiclicirado de
Kertocir.
O principo de Coma abri as sossoes da as-
semblea nioldo-valachia. No seu discurso que foi
diversas vezos applaudid), o principe aniiuncia a
apresontacio de nina serie do leis de alta importan-
cia e com carcter muito liberal.
Entra ollas (gura em prhneiro lugar a reforma
eleitoral, a descontralisa^ao administrativa, o me*
Ihoramento da sjiI dos camponez -s, a n-truccao
gratuita e obrigatoria, assim como a construcijo
de urna rede de caininhosde ferro.
t^oncluindo o principe allude a< inventualidades
de un conflicto europeu, e declara que defendi-r
a independencia o os direilos da Romana, so che-
gar a sor amcacado, collocando-se ao lado daquel-
les que inorecerem as sympathias do paiz.
As medidas tomadas pelas autoridades aus-
tracas na Galicoia para conter os manejos dos
agentes e dos partidarios da insurreicao polaca,
suscitaram na cmara de Vienna urna viv i dis-
cusso provocada por um deputado da Galicoia.
O ministro da Justina defendeu energicamante o
procodiuiento da polica, fundndose em que na
Cracovia existe urna commissao oceulta e autori-
dades revolucionarias que procedem a alistamen-
tos o cobiam impostos,
O deputado cliegou a pedir a exonrracao do mi-
nistra em consequi ncia dos rigores extremos em-
pregados pela policia e da violacao da lei sobre a
libordado individual.
O ministro declamo, que as autoridades, as me-
didas que lomaran), se nao afastaram da legalda-
de, o que so tivcrain em vista combater es manejos prever anda quai ser
dos revolucionarios que prelendem estabelecer a
scso entre a Galicoia e a Austria.
Toado nutro deputado, que tomn parto adis-
cus.-o, feilo urna pintura borrivel dos actos plati-
cados pola autondade, o ministro oppz-se a qoe
deputado continuasse na sua apreciacao sobre os
fados coiisunimados na Galicoia.
Na iiionionlo, disse o ministro, om que um go-
verno oceulto installa n'um paiz como a Cracovia,
um coiiimand.inte revolucionario que recruta sol-
dados e hvanta dinheiro, e (piando do toda a parte
allluem homens >us|K'itos e e-trangeiros, do de-
ver do governo empregur toda a vigilancia. 0
governo ha de mostrarse infatigavel em manter
intacta a auloridade e as leis, procuraudo preser-
var de qualquer violencia os habitantes pacilicos.
No BeicliMatli austraco deu-se modernaniente
um facto digno de se mencionar, e que foi repro-
duzido pelos jornaes de Vienna.
A couimissao de fazenda resolveu propr a sup-
presso dos vencimentos do cmbaixador em ap-
les, cargo que o governo austraco conservava,
porque, como sabido, a Austria, ainda nao reco-
nheceu a Italia, c aquella verba tem continuado
por consequencia a ligurar no orea i nenio.
O conde de Rechberg apresentou-se na commis-
sao, e pedio que a resolucao fosse reconsiderada,
mas a commissao nao annuio.
ta os principios santos da liberdade c da indepen
dowcia nao pode ser abandonado. .
Mr. de Bismark, perin, nao foi dessa opiniao :
t o goverao, disse eMe, tem de julgar petos tactos.
Os tribunaes tem as suas mos as provas de que
a insurreicao nao se dirige nicamente contra a
Russia. Alm disto o governo prussiano tem in-
teresse poltico social e moni, em que a insurrei-
cao polaca nao trumphe. Urna Polonia indepen-
dente seria sempre um perigo para a monarchia
prussiana oabsorviria grande parte de suas tor-
cas militares. Emlim o movimento polaco esta de
anteino condemnado pelos crmes de que se ha
coberto
Este discurso prova patente da allianca russo-
turca. .
Falleceu o rei da Dinamarca Frederico III.
Nascido em 6 de outubro de 1808, succedera a seu
pai Cristiano VIII em 2 do Janeiro de 1848, outor-
gando pouco depois urna constituiejio a Dinamarca
e aos durados de Schleswig-Holstein eLaomburgo.
No l. de novembro do 1843 espo60U a princeza
Guilhermina Mara, filha mais nova do rei Frede-
rico VI entilo reinante. Esta uniao estril foi dis-
solvida por divorcio pronunciado em 1837.
Em 1841 contrado nova uniao com a princeza
Carolina Marianna de Mecklemburgo Strelitz, da
qual se divorcinu cm 1846 por nao ter filhos.
Tentou esposar urna princeza sueca, porm as
iiegociaQoos entaboladas para esso fin, aborlarain.
Em 1850 legitiinou o seu casamento morganatico
com Luiza Christina, condessa de Domeer, nascida
a 21 de abril de 1815.
No dia 16 o principe Christiano de Schleswiz-
Holstein-Senderhourg-Glucshourg foi na conformi-
Par
Bahia.....
Chogaram a diversos portos inglezes, proce- Prxnrim, por *, bom
dentes de Pernambuco : 5, o S. Grttvgt,* Deal; Tapioca, |r 112 S :
6, Juanita, i Liverpool; 9, Imoyenr, idem; Rio, superior
17, KHillt, idem ; e 20, James Sltward, dem.
Sahiram dos ditos para Pernambuco: 9,
Gnzelle, de Swansca; 10, Anttie Scott, de Cardiff;
II, Margarttk, de Liverpool; 13, Ocean, de Banco de Inglaterra (Acedes) ^
Swansea; idem, David, de Liverpool; dem, Stam- Consolidados.....3
boul, idem; idem, Litliun, de Milford; e 16,
VUle, de Cardiff.
Recebemos de nossos correspondentes de
Hamhdrgo e l/mdres as seguintes noticias com-
merciaes :
Hamburgo 21.
Na quizena passada nao houve alteracao neste
mercado, o alto descont e a posco dos negocios
polticos, sobretodo a ipiesto do Holstein, exer- Holhndezvs.
cen urna influencia oppre.-siva. n
Caf.As noticias do Rio de Janeiro, que ac- f Mexicanos ,
batn de chegar, al t3 de outubro, foram conside- Portuguczos.
radas favoravam ; mas a situacao actual impede
todas as iransaccoes maiores, e o mercado est
hoje muito froux. Os suppnmentos do caf bra-
sileiro ltimamente recebidos nao excedem de
12,000 saceos.
Venderam-se 18,800 saceos de caf do Rio c de
Santos, dos qaaes 6,800 saceos fltictuatites.
O caf do Rio-mas ordinario vale 7-7 l/4schil-
lugs.
.4Kcr.-MuHo firme em consequencia do des-
falque da colhoita da beterraba. As partidas que ,
anda se achavam noj mercado encontraram logo
compradores precos mais altos de 812 schil- Ouro cm barra,
lugs por 100 libras.
Os cauros, visto a estaca o avancada. acham-se
em posicao muito calma; o deposito reduzido apr-
senla pouca escolha.
Tabaco. Sempre procurado. As vendas de ta-
baco brasileiro foram de 1,358 bailas a 3 1/26
schillings ; em leilao venderam-se 112 bailas o
schilliiigs, tormo medio, o 29 ditas avariadas
4 1/4 seliilliiig, termo medio.
AlyoMo. Segu ndo as occorrenctas no merca-
do de Liverpool, este mercado mostra urna tendeo-' Mcdas de 5 francos.
novos.
3/3 a 3/6
/9 a 3/0
2/3 a 2/4
3/6 a S/9
3/2 a 3^
2/6
2/10 a 3/0
2/6 a 2/7
2/0
i/4 a 1/9
7/6
39 I 16
S8 a 10
45/0 a 54/0
26
12 5/
m
34 0 a 38/0
26/0
3 d a 7 d
So na risinhanea do ferimento ponto aqjum, om-
quo a podesse suspender completamente, resolveu
o operador praticar sem detenca a laqueaeao da
arteria femoral no seu toreo medi, com que ob-
levo instantnea interrn|>cao dessa perda de
sangue.
Assistiram operacao os Srs. crurgo Alves,
encarregado da enfernaria de marmita, e o Sr.
Dr. Rocha Bastos, encarregado igualmente da-
quella dos menores aprendizes do mesmo arsenal,
a cujo cuidado eslava o referido africano.
Este doulr convidando ao Sr. Dr. Sa Pereira
para assistir a operacao, no acto della, offereceu-
Iheos instrumentos, instando para que praticasse
elle a laqueaeao ; ao que acquiesceu o mesmo
com declaracao de faz-lo em obediencia smenle
Esclavas.
7
318
Alimentados a casta dos cofres pblicos. LT
Movimento da enfermara no dia 12 de de-
zembro.
Teve baixa:
Francisco Jos de Asss, ferimento.
Teve alta :
Marcos Antonio da Cruz.
Passageiros. do hiato nacional lwoencicel,
sahno para o Aracaiy Antonio Joaquim Sevc o
sua familia, Feliciano G. da Silva e 2 esclavos,
Joaquim Jos da Costa.
Estremad me.
Passageiros do vapor francez
vindos da Europa :Philip Len de Ploege, Ilen-
ao seu collega, quem agradeca mais esta prova jamin Coblentz, Max Komburger, Nathan Danhei-
de distiiiecao que Ihe dispensava. ser, B. de Maciel, Mano da Costa Moreira e 1 cria-
Todo o trabalho correu regularmente, sem ter do, Wilhelm Brambeer e ana senhora, Francois
carecido do chloroformisar-se o doente, e nao Romeo Platuda, Antonio Augusto Coelho de Sou-
obstanto haver-se encontrado ombaracos, que a za, Jean Charles, Emile Koher, Jos Pereira da
urgencia do caso nao poda prevenir. Cunha, Joao Francisco da Silva Novaes, Antonio
O operado contina sem alteracao. | Lopes Pereira de Mello, Manuel Feraandcs da
Na ra da Roda ha una casa que attrahindo Costa, Paulo Jos Gomes, Manoel Barreiros Po-
mocos inexperientes, s os deixa depois de de- reir e Domingos Pereira.
pennados pelo jogo.
E' preciso que a policia verifique isto, e faja
desapparecer senielhante espelunca.
Fundos inglezes.
234 a 236
92 Vi a 92 V
Redimidos......3 90V890"/2
Fundos Novos.....3 90 J/al Vt
Estrangeiros.
Brasileiros.....5 100 a 101
......'4 Vi 90 a 91
Hespanhcs.....3 53'/*^
Diffendos .3 47 Vi a *
Passivos .3 34 a 34 '/i
. 2 /i 64 a 64 '/i
. 4 WO Vi a 101 Vi
.... 3 38 a 38 /4
. 1853 3 48 / a 49
.. 1856 3
... 1857 3
t ... 1859 3
... 1860 3
... 1862 3
t Serp (Camellas) 3
Russos......8
.......4
Banco de Franca (Accoes) frs.
Fundos fraeezes. 4 Vi
, 3
Metaes preciosos.
.Por omja 77/9
h
48 a 48 Vi
3'APr-
92 a 94
90 a 92
3350
95.15
67.15
portuguez cm moeda
do Brasil ....
(meas hespanholas .
americanas. .
Prata cm barra .
Patacas brasileras .
Pesos columnarios hes-
panhos......
i Ditos ilas repblicas hes-
panholas e mexicanas
dado do tratado de'ixmdros de 1842, proclamado I ca frouxa; nao temos de notar vendas de algodao Cruzados
rei da Dinamarca com o neme de Christiano IX. do Brasil.
O novo re da Dinamarca, lem 45 annos de Ida-
de ; nasceu em 8 de abril de 1818. Em 1842 ca-
sou com a princeza Luiza Guilhermina de Ilesse-
Cassel, da qual tem seis lilhos, entre os quaes se
conla o principe Guilherme, que ha pouco subi
ao throno helnico, por escolha dos Gregos, e a
princeza de Galles, quo um dia dos-e subir ao thro-
no de Inglaterra.
S. M. cousorvou o mesmo ministerio. L'ma men-
sagem real manifesta a firme resolucao cmque S.
M. est de inauter mmutavelmenle a constituicao
e as leis, e de tratar todos os cidados com a mos-
ma juslica e benevolencia. Elroi concliiindo, or-
dena quo os negocios prosigain sem alteracao, e
declara que os ministros e os diversos funeciona-
rios continuarao as suas respectivas fiuiccoes.
Bospondendo s felicitacoos dos membros do Ri-
gsraad, disse que aconstituieao exigi da sua par-
te maduras refluidos, do mesmo modo que o
c\igio o Rigsrard que a discutio durante semanas
inteiras.
A coroa^o do re Christiano IX ter lugar em
Copenhague no prximo mez de Janeiro, com umi-
ta pompa e solemnidade.
O fallocmeiito do re da Dinamarca continua
: Lislwa
Porto
Cambios.
. .OOd.d
Oico Sem novidade, sustentando comtudo os
precos.
Savias partidos para o Brasil tui ipiinzena passada: Riodi- Janeiro (Nominal) 60 d.
Para o Rio Grande do Sul: Helena, Thorbecke, Amsterdam......3 m.
c iintina.
Para o Rio de Janeiro: StrtRJ e Trifolium.
Esto carga para o Brasil :
Para o Rio de Janeiro : Scandta, Dora, Perle,
Haus-Etjede.
Para Pernambuco : Pfeil.
i Baha : Catharina.
o Rio Grande : Mara, Superb, Johantm.
Santos : Abendrosh.
Para o Maranhao : Johanna.
Cambios,
i mezes
77/5
77/7
T6/0 a 76/6
75/0 a 75/6
5/1 'A
4/11 1/4
4/1 i Vi 5/3 Vi
4/11 '/i a 4/11 Vi
4/11 Vi
4/UVi
52 '/i a 52 %
52 /i a 52 Vi
25 V, a 26 /,
11.19 a 11.19 Vi
13.8 Vi a 13.9
25.67 Vi a 25,72'/
25.25 a 25.36
Hamburgo
Paris.........
, .............3 d.v.
Numerario.A txa do juro conserva-se a 6 por
cento. .
Manchester. O nosso mercado esta Ir
eos snbindo.
Algodao.Desde a publicagao da nossa ultima o
mercado tem-se conservado frouxo e com pouca
procura, o precos do do Brasil, baixaram de K
d. a Id. por Ih. 'Em qnanto que se conservar
Sobre Londres, 3 mezes data, 13 marcos 3/4 sen. apprensao de que o banco de Inglaterra elevara
banco por libra esterlina-prazo curto 13 e laxa do juro de 6 a 7 por cento ede crerqiu.o
3 3/4 por libra esterlina. mercado se conserve sem animacao. O total no
Pars, 3 meies data, 194 francos por 100 algodao em ser de todas as quahdades e Wl,ro
marcos banco- prazo ceno 191 marcos fardos contra 351,200 fardos no mesmo penedn ,u
banco 1862. As vendas esla semana montam a 28,/uu
Lslioa, 3 mezes daU, 45 7/8 "schillings fardos inclusive 12,230 por especulacao, 9,ol6para
banco por mil ris.
Descont 66 1/4 %
Liverpool 23,
(Precos lvres de diroitos para o vendedor).
sendo um dos importantes assumptos da poltica
estrangeira. Ja se falla dos esforcos que se esta fa- A,(M]ao-je pornambuco **
zendo para collocar em intimas relaeoes a Ingla- i
Ierra e a Russia por mediaeo do novo ro da Di-
namarca.
A agitaco grande no Holstein. Nao se pode
a selucao das novas dilli-
culdades com que a morte do rei da Dinamarca
veio complicar a questao dos ducados; ignora-se
tambero qual ser a actividade da Dinamarca, e
qual ser a da dieta em presenca das pretencoes
do duque do Augustemburgo. Portanto limitar
nos-hemos a indicar o estado dos espritus no Sch-
leswig-Holstein, e o sentido da- manifestacoes.
O movimento da opinio publica, porm, parece
quasi unnimemente favoravel ao duque. Ape-
zar das prohibidos das autoridades diuamarque-
zas, i uiouibros dos estados do Holstein se rcuni-
ram em Liol e rot-iram por unanimdade urna
mensagero, que j se enviou a rranctort, na qual
pedein dieta que proteja os direitos de sua nacio-
nalidado. Os mombros dos estados que nao pode-
rain chegar reunio, foram convidados a adherir
a este passo.
O Correio do Hanover certifica que a dieta orde-
nara aos goveruadores do Hanover e Saxonia que
esiives.-ein preparados para verificar a exaccao
no Holstein, cada um cem 6,000 homens, em vez
dos 3/300 que anteriormente se Ibes exigir.
Julga-se que a dieta ordenara a ocupacao pro-
visoria dos ducados.
Dizem de Rerlim que o prncipe de Augustem-
burgo partir para Francfort, aliro de submetter
as kuas pretencoes decisao da dieta.
Um despach o de Francfort diz que o duque de
O ministro fl depois interpellado. Mr. Knran- Saxe-Meinmgemburg-Gotha reronheceu o prnci-
de, deputado por Vienna, perguntou a Mr. Rech-' pe herdeiro de Angnstemburgo romo duque do
berg, quaes eraui as consideracoes que tinha felto Schteswg-Holsteln. Este principe nomeou para
valer a favor da conserva^ao da verba, piando o seu representante na dieta o conselheiro Mohl, de-
Reirhsrath nSo poda votar despezas lomis. legado do gro-ducado de Badn.
O ministro dos negocios estrangeiros austraco' Os direitos do rei da Dinamarcar sobre os duca-
replieou que a proposta de um congresso, apresen- dos sao contestados pela Baviera e pelos ducados
Oda pelo imperador Napoleo creava orna situacSo de Badn Weimar c Gotha.
ova, e quo eonvinba que os poderes do estado na Este facto vem ainda complica mais a questao
Austria nao dssem o menor motivo para se snp- da Dinamarca com a confederaeao germnica.
por, ame da reuniao desse eongresso, e em quamo Chegoa a Copenhague Di Id para terminar defl-
se nao reminciava a esperanza de o ver reunido, nitivamente o tratado de amanea entre a uina-
que w resolva qualquer das questes de potinca marca e a Suecla.
enrepe em que a Anstria est envolvida. Vo sahir para o Bltico vanos vapores e ou-
mais uma snMilcza da diplomacia! tros navios e transportes.
Abrile o parlamento pru*Hane no da 9.' As nltimas noticias da America sao muito
O rei da Prmtia no sen discurso manifesta arden' knnortames.
t* Vsejo de vdr terminadas as diww^tes aetuaes, Os oonfcderados ganharam sobro Brunsidn um
29/d
28 Vid
27 d
28 d 28 Vid
27 d
30 d
29 d
28 d a 28 1/2 d
29d
28 d 28 Vi d
27 Vid
26/0 a 29/0
25/0 a 25/6
22/0 a 25/6
Bom
Mediano.....
Ordinario. ...
dem da Bahia:
Bom....... >
Mediano.....
Ordinario ....
dem do Maranhao, por 3 :
(Fibra longa).
Alcntara ....
Itapicur ....
Caxias.....
(Maquina) :
Bom......
Mediano.....
Ordinario ....
Asaucaf do Rio, por 112 3
Rranco ........
Louro.........
Mascavado.......
dem de Pernambuco :
Branco.........26/0 a 29/0
Louro.......... 2o/0
Masca vado........ 22/6 a 25/6
dem da Baha e Macei :
Branco.........26/0 a 29/0
Louro..........25/0
Maseavado........21/5 a 25/6
Melaco..........10/6 a 14/0
Agurdente cachaca, por gal : 1/6 a 5/0
Balsamo de copahiba, por 3 :
SE:::::::::! **/
Borracha, por 9 :
Fina.....(Nominal) 1/llaI/H',
Mediana........!/7 a 1/9
Ordinaria........1/4 a 1/6
Cabe?adengro..... l/2al/2'/i
Sernamby. .
Do Ceara, pelles .
Sernamby .
Cacao, por lli
Para, bom. .
Bahia, bom .
Caf, por 11*:
Rio, sorte......70/0 a 72/0
2.......96/0 a 68/0
Escolhido......75/0 a 85/0
lahia, 1 sorte. 67 d
lOda lid
consumo, e 7,013 para exporlacao.
Assucar. O movimento do mercado desde a
nossa ultima tem sido animado, e as vendas rea-
lisadas importantes e a precos mais subidos. O
total do assncnr do Brasil vendido desde a data do
nosso ultimo preco corrente, at hoje monta a
2,880 caxas e 65,260 saceos aos precos de 24/ a
24/6 pelo da Baha ; 25/3 pelo do Cear: 25/ pelo
do Maranhao; 23/9 a 24/ pelo de Pernambuco;
24/ pelo da Parahyba e Macei. Em Londres o
mercado est muilb excitado e desde o dia 16 do
corrente os precos subiram de 2/ a 3/.
Borracha.-Em 19 do corrente foi offerecida em
leilao, uma grande porcao principalmente da fina,
e pouca se vendeu. Porm depois os possuidores
rosotveram lomar precos mais baixos, e venderam-
se urnas 50 toneladas' aos seguintes procos: 1/11
pela fina-, 1/11 Vi pela fina velha ; i/6,1/9, a
1/IOX pela mediana o quasi fina ; e 1/2 /i a 1/3
pela de Cabera de Negro. Nao tem havido chega-
das. Em ser licam 400 toneladas.
Cacao. Venderam-se 90 saceos do Guayaquil
de 60/a 60/6 por 112 lilis.
Caf.Tanto aqui como em Condres o mercado
esta em apathia.
Gomma de pexc. As pequeas quantidades of-
fereeidas emleiio encontraram prompta venda
precos favoraveis.
Algodao.A' ultima hora. 0 mercado est mais
firme, -t vendas hoje montam a 6,000 fardos com
uma subida de >4 d. por Ib.
PERNAMBUCO.
43/0 a 44/0
Bahia,
f
Escolhido
63/0 a 64/0
70/0 a 75/0
REVISTA MAMA.
No sabbado concluio-se o exame de veriQcacao
de capacidade para o magisterio primario, que so
proceda peraate a directora geral da instruccao
publica.
Hoje deve ter lugar a votacao da commissao de
, examo sobre as provas dadas pelos concurrentes.
Devemos declarar, qae a nota correspon-
dencia do Sr. Dr. Pedro Beltro do mesmo se-
nhor ; visto quo a suspensao da respectiva publ-
' cacc nao parti de nos. que nada temos qae ver
' com as elei^Ss que ella se refere.
j Na sexta-fera ultima pela manhaa, o Sr. Dr.
S Pereira praticou a laqueagao da arteria tibial
1 posterior no africano livre, de nome Amaneio, que
ha dous mezes perda sangue por uma ferida, que
{Ihe Azora um vidro entre o calcneo o o malelo
, interne. Ora, como a hemorrhagia apenas tivessu
um decresciinetito, e alm disto nao se encontras.
Inforinaiii-nos quo na ra do Jardn) ha quem
exerca sevicias sobro una pobre enanca, filha da
pessoa com quem convive ; e sendo inUloravel
essa pratica, que altela aos sentmentos de huroa-
nidade, importa que respeilo se providencie.
Duranle o impedimento do Rvm. promotor
do bispado, foi nomeado pelo Exm. hispo diocesa-
no para exercor as respectivas funecoes interina-
mente o Rvm. padre nieslre Lino d Moute Car-
inello Luna.
Foi relevado da multa de 505 que Ihe m-
poz a directora geral da instruccao publica o pro-
fessor de Taquaritinga Manoel Joaquim Xavier Ri-
beiro por nao ter elle remettido no prazo improro-
gavel de tres mezes como exigi a mesma direc-
tora, o attestado medico comprovando sua mo-
lestia.
Sob proposta do director da colonia militar de
Pimenteiras, foi nomeado o segundo sargento do
segundo batallio de infamara Mauoel Ignacio de
Jess, para o lugar de escrio da mesma co-
lonia.
Foram concedidos dous mezes de licenca
com vencimentos ao professor de Timbaba Jos
Francisco de Souza, para tratar de suasade.
Corrigio-se o equivoco que se deu na porta-
ra de 5 de outubro ultimo, declarando^ que o atie-
res secretario nomeado para o batalhao n. 23 de
infamara da guarda nacional de Santo Anlo,_
Hermogenes Braulio Ferreira da Cunha, e nao
Hermenegildo Braulio Ferreira da Cunha, como
all se escreveu.
Hoje se estatura a oitava parte da tercera
lotera do Gymnasio Pernanibueauo (tercera con-
cessao.)
O resultado dos collegios do Recife, Pao
d'Alho, Olinda, Iguarassii Cabo, Esoada, Limoeiro,
Nazarelli, Santo Anto, Sorinheiii, Goiauna, Boni-
to, Rio Formoso, Barreiros, Caruar e Brejo, ex-
claidas todas as duplcalas, forma assim a lista
Eara senador :
ir. Joaquim Saldanha Marinho........... 972
Conselheiro Francisco Xavier Paes Barrete.
Dr. Antonio Vicente do Nascimento Feitosa. 826
Dr. Urbano Sabino Pessoa de Mello....... W)l
Dr. Francisco Cirios Braudao.............
Conselheiro Chichorro.................... 257
A Companhia Pernambucana expede para a
ilha de Fernando de Noronha no dia 16 do corren-
te s i i horas da inanlia, em ponto, o seu vapor
Jaguaaribc
Sahiram do porto do Havre : para Pernam-
buco, 15 do passado, a galera franceza Solferi-
no ; e para o Maranhao, 10, o brigue francez
Belm.
Chegaram ao mesmo porto : 12, o brigue
francez Fernand, do Para ; 13, o brigue fran-
cez Beaujeu, do Cear; e 15, a barca dita Co-
lignu, de Pernambuco e Perahyba.
O vapor que deve ser portador da mala de
Southamplon, no crrenlo mez o Magdalena.
Ficaram carga no Havre : para o Maranhao
e Para, a barca Marte Sicolas ; para o Ceara, o
brigue Beaujeu, e para Pornambuco, a galera
franceza Adle, que dovia partir 10 do corrente.
No porto de Marselha estava carga para
Pornambuco, o brigue francez Pyrrhus.
Hontem leve lugar, na casa de detenrao, uma
missa cantada e prdica, celebrando o Rvm. co-
nego Henriques de Rosendo, vigario da freguezia
de Santo Antonio, e pregando o Rvm. frei Gamil-
lo do Monte Carmelio, plegador da capolla impe-
rial.
O aclo estove solemne c cheio de magestade, ja
pela riqueza dos ornatos, e j pela suavidade da
msica, que soava no recinto do edificio.
Conoorrram algumas pessoas convite do Sr.
administrador Dr. Rufino Augusto de Alroeida,
que tanto se tero esmerado em tornar digno do lirn,
que se destina csse nosso estabelecunento, por
ceito um dos mais notaves do imperio.
Era para apreciar a ordem e regularidade, com
que os presos assistiaro ao acto religioso, que an-
da mais excitou a compuncao pelas palavras do
Ilustre pregador.que procurou lancar consolacao
no animo afilelo dos infelizes, quem o rigor das
leis tero levado a esse lugar do expiacao.
Seria bem para desejar, que esse ensaio da pre-
dica podesse continuar, realisando por esse modo
osdesejos, que temos sempre visto o Sr. adminis-
trador apresentar para temar do cstabelecimenlo
que dirige, nao um sitio de intil sunplicio, mas
um lugar de ensino e corrccco : e nao conhoce-
mos meio mais elcaz e |>oderoso do que o nflnxo
da religio, que consolando o afilelo preso, Ilu-
da forcas para sW regeneracao moral, como tao
acertadamente tem entendido o Sr administrador.
Fazemos votos para que assim contine tao no-
ble empenho, conseguindo o Sr. administrador os
bons resultados do seu zolo polo crdito do estabe-
lecmento confiado sua dlrecgao.
Ainda houveram hontem as seguintes festas
da Immacula Conceigo de Maria :
Na igreja de Santa Rita de Cassia, orando ao
Evangelho o Rvd. padre Assumpco e no Teeum
o Rvd. padre Mello.
Na dita da Congregacao, orando ao Evangelho o
Rvd. fre Joaquim do Espirito Santo, e no Te-Deum
o Rvd. padre Vianna.
Todos os templos achavani-se decentemente or-
nados, e foram muito concorridos noite.
Na matriz do Corpo Santo houve uma missa
cantada, Santa Luzia, pela madrugada,_na qual
oroa o Rvd. padre A. Manoel da Assumpco.
Hoje celebram os Rvms. frades carmelitas a
[esta da excelsa Senhora da Conceigo, orando ao
Evangelho o Rvd. padre-meslre Luna c note o
Rvd. padre Coyol la.
Seguem para o sul
Dr. LuizF. de Souza Loo e 1 criado, Dr. Anto-
nio Alves de Souz Carvalho e 1 criado, Dr. An-
tonio Epaminondas de Mello, Dr. Ambrozki Macha-
do da Cunha Cavalcante e 1 criado, Dr. Bernardo
Duarte Brandan e 2 criados,.EIias Jos dos Santos,
Dr. Jos Liberato Barrozo e 1 criado, Augusto Jos
da Costa, Raymundo Correa de Mcndonca,
Hoje (14 do crreme), vender-se-ha por in-
tervencao do agente Pinto, 69 saccas com algodao
avariadas, e existentes no trapiche do algodao.
Reparticao da polica :
(Extracto da parlo do dia 12 dedezembro).
Foram recothidos, casa de detengo no dia 11
do corrente :
A' ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de policia, Sil-
vestre Rodrigues de Veras, semi-branco, vindo ue
Goianna, como sentenciado.
A' ordem do subd*lega Emilia, crnala, escrava de Joaquina Maria Theo-
dora, por briga.
A' ordem do do Poco, Felismino Ferreira de
Mello, branco, sem declaracao de motivo.
A' ordem do do Peres, Manoel, Francisco, pardo,
por crlme de furto.
A' orAflB do delegado do terceiro distriete, Po-
lycarpo Pereira da Lu, branco, por crime de fur-
to de ea vatios.
O chefe da 2' scelo,
/. G.deMesquita.
Movimento da casa de detenco do dia II de
de zc muro de 1863 :
A saber
Existan) .
Entraran). .
Sahiram .
Existem. .
Nacionaes. .
Estrangeiros
Mulheres .
Estrangeiras
Escravos .
320 presos.
5 >
16
318
215 presos.
31 >
a .
i
61 >
Ul POUCO DE TdOO.
Transcrevemos o segu nte :
Hoje diz-se mal casado do individuo que nao
cuinpre bem os deveres do esposo _; quando ao con-
trario por aquella denominacao so se deve enten-
der queelle nao o culpado, mas o padre que o
nao cmoit direito.
A proposito. Um poeta mal casado, ao despedir-
se de sua mulhcr, pede-lhe o lbum e comeca a
cscrever o que se segu:
Saudade, cruel saudade,
Porque me buscas e queres f...
N'isso inlerrompeu-se para ver os animaos que
Ihe traziam para a sua viagem.
Entao a inulher por acaso abre o lbum e, lemlo
aquellos dous versmhos, ficou despelada e com-
pleta a quadra com estes dous:
Porque nao quero t'esquecas
< Della por utras mulheres I
6 poeta, voliando depois e encontrando este fe-
liz remate, dizemvaina a verdade!Tornou-se
d'ahi em (liante um bom marido.
Oxal sirva tambem de proveim a outras o mes-
mo especifico : o que porm, nao garantimos.

Na eleeao de 18..., um desses enrags caba-
listas do matto dirigo-so ao seu compadre da roca
e perguniou-lhe ipao gente Ihe podio dar.
Comigo fazem oto pessoa, respoudeu-lhe o
rustico.
Bem. No dia... apresentem-sena minha ca-
sa que Ihcs darei uma molhadura.-E o nosso im-
provisado poltico, se retira muito satisfeito com
esla rolheila.
No dia da eleicao so Ibe apresenlam em casa as
oito pessoas.
Pois que I assim s rae trai, compadre, OM-
ITO homens 1
E com minha inulher e aquellas tres rapa-
rigas sommam oto : nao o que me pedio c Ihe
prometli f
0 nosso patrila rio-se ; mas sem gostar muito
da ingenuidade do compadre da roca.
Quanto nos, para nao perder assim quatro vo-
tos, faramos as quatro mulheres se vestirem de
hornero e se apresentarem na igreja para volar, a
menos que e seu pudor se revoltasso contia essa
transformacao.
Nao me tomem, porm, por conselheiro.

Um ujeito perguntou a outro :
Meu amigo, voc tambem anda em partido f
^ Nao; ando sempre inteiro.

No imperio do Brasil,disse um collega de Pal-
merston,ha mais couselheiros do que conselhos.
Fallara com razo, o tai Iuglez?

Cerlo medico do hospital militar da corte ao
fazer minuciosa anscullacao na regiaodos pulmdes
de um soldado, concluio :voc nada tem, seus
pulmoes sao fortes e seu corago funeciona opti-
niamcnte.
Outro medico do mesmo estabelerimento, fazen-
do o dito exame no mesmo soldado, conlestou
aquella altestacao, e declarou ao enfermo que po-
da requerer sua baixa, pois soffria de molestia
que o lornava incapaz de todo o servieo.
isso resultou uma grandeogerisa entre os dous
esculapios; mas o prmeiro, em segunda lasrulta-
cao, foi forcado a reconhecer a verdade, Mar-
eando porm a sua contradiego com alguns frivo-
los pretextos.
O Sr. Victoriano Palhares pedo-nos a legumU
publicacao:
DESILLUSAO.
Recebo e bebo da amargura as feses
J sem esp'ranca de poder merrer;
Chorando o amando, delirante s vezes
Sinto que mais do que morrerviver.
Que a vida lda cujo louro d'ouro
A folha molha no jordo do pranlo;
Esp'rancas mansas, deliroses gosos,
Ai, ludo"mudo nem soluca um canta
Por fado .tado da agona ao potro
Minh'alma a palma do martyrio ergueu,
Ai I sem ninguem que me fallasse n'outro
Abrigo amigo, que nao fosse o cu.
N'um outro abrigo, na ventura, immensa
De um soio amigo que por nos palpita ;
Queri-se apenas quando nos son irnos,
E chora as penas de noss'alma aflocta
Foi este o sonho qne dourou meu leito
Quando em men pcito despeilra o amor :
Sonhei com as flores de festiva aurora;
Foi sonho... agora a desillusao dor.
Sonhei : despert procurei ao certo
Onde a alegra para um sorna,
Cahi cantando, e m'ergui chorando,
Minh'alma fra de descrer morria.
Murria, roorta ; que ninguem conforta
Magoa que corta as illusoes em flor.
Ai, mondado, j perd-te I idade
Da flicidade te aftogas-te em dr.
Ai, dcste mundo, lasronte immundo,
Ai, desta vida aborrecida festa,
S levo a magoa que na fragoa cevo
De idea incesta que ahrasou-me a testa.
Sou merto : o poste que nos leva trva
Tambem s vetes nos conduz p'ra luz ;
S quero e espero p'ra minh'alma a calma
Do raio santo que rehix da cruz.
Carceo epeco da abarrida vida
Sentir cahr a esmagadora hora ;
Terei, que eu sei, o paraso em riso.
Com Deus nos cus a salvadora aurora
Remettem-nos o seguinte :
Um dos vigarios qoe teve a rregnezia de X Senhora da Gua dos Patos (Parahiba do Norie)
intrigon-se muito com certo hornera de sua paro-
chia de cor parda.
N'uma qnarta-feira de enza o dito homem apro-
sentou-se para rom es demaw Iroguetes temar cin-
ta"; ajoelheu ante wu parocho qno, fazendo-lhe
a crui do etylo, nao se serro da formula usada
memento homo, ornia ptutit H etc., mas oxpri-
' mio-se assim: mementomo-oum piuvit esla
1 et in pfumvm iwrrcrito.
Pessoas contemporneas desee facto m'o deram
como verdadeire.
I
Ato pouco tempo tinham o% membros da assem-
bla legislativa de certa provincia a diaria de 3,5.
Mas um depotado, levado em dnvida pela razan
de que esse honorario nan corresponda posicao
de ilm legislador prormriai, aprrmntou, na occa-
sio competente uma emenda acrescentando mais
i
u


Diario de Pernambuco rgirar? felra IJ dr Dezembro d 18(13.
Amu {j/jc* ; a medida, Uue un verdade erado
gmn-if alcance, passoa, depois de caloroso debato,'
c tica rain de entao para c os ele tos i referida as-
ir.ubica |iercebendo dez patacas por da.
O Sr. ? pede-nos esta publicagao:
A.. ..
i ili I en te vi ein manhaa nascente,
Qual flor vrente, ja banhada em nev !
E os leus labios, que o carnum c'loriam,
l'ra Deusseabriamn'uinsursok'vel
E a brisa amena te fallava amores
Com os esplendore do crescer dodia...
Tii suspravas, oceultande o pejo,
Ao abrir dura beijo, que a pureza cria.
Amo-te, vtrgem, quai a doce aragem
Ama a imagcni do ideal da flor.
Ai se eu podera perscruta-la un da,
Eu dira, suspirando, amor :
Es dos meus sonhos primoroso enlevo,
A que a vida devoo anwre a luz -
Ali! cu te amo, qual amante vrgem
Ama a origem, que revela a cruz I
T s meu anjo, oh bella florinha,
E aestrcllinha dos primores meus!
Se fui ousado em te amar, perdi I
Dame a prisao dos encantos leus I '
CHIOMCA JIDICIARU.
TRIBOAL A RELATO.
SESSAO EM 12 DE DEZEMBRO DE 1863.
I'IIKSIDE.NCIA DO KXM. SR. CONSELIIEIRO
SILVRIfU.
As I i) lioras da manhaa, achando-se presen-
tas os Srs. deseinhargadores Caetano Santiago,
(itirana, Lourenro Santiago, Reis e Silva, Motta,
lVretii, Aecioli, leha Cavalcanti, Assis, e Doria,
aMa-M a sessao.
O Sr. Vscrabargauor Guerra, procurador da ca-
na, nao comparecen.
Pausad*s os feitos e entregues os destrilmidos,
deran-t* os seguirte*
jruJAMEirros.
Brciums crines.
Rcemele, o juizo ; recorrido, Joao Manocl do
X'asr ment.
Relator o Sr. desembargador Doria.
Sorteados os senliores desembargadores Ucha
Cavalcanti, Aecioli e Motta.
Mandoii-se proceder urna diligencia.
Recurrente, o juizo; recorrido, Joaqun), esera-
v- de Antonio Quirno de Souza.
Ri'lalor o Sr. desembargador Lourenco Santiago.
Sorteados os scntwres desemliargadores Ucha
Cavalcanti, Gira na e .Molla.
Improcedente.
Appefaron vivis.
Aji|t.Hlaaie. o bacba'nl Antonio T. de Serpa
r.r.i .i: a;.dlado, Ji>:i<|iiim Goncalves Lima
l. 'afirmada a sentenca.
A'lh*Hant.'. Andr Pires Visgueiro de Albuquer-
ip|Kllad), Jose Kelip|ie Bezerra de Meneres.
C Milu iii.nla a sentenca coin declaraciio.
A.ip.-i!antes. Manoel' Pereira Caldas c sua mu-
liier ; appellado, Francisco Jos Regalo lliaga.
Confirmada a sentenra.
Appella'roes crimes.
Ap|H-H.iDle. o juizo : apjM-llado, Jeronymo Jos
Ranmaa < mitro.
A" novo jur\.
ApjKlbiile, Pedro Pasehoal de Queiroz ; appella-
da. ajuslira.
Nulbi o ih-ocsso.
Appellanie, o juizo ; appellada, Mara Joaquina
iza Rolim.
A" novo jur\.
A|ijH'llantf.ojuizo ; appellado, Francisco AI ves
Jo aximeiilo.
A" novo jur\.
A,liante, o juizo: apellado, Rufino, oscravo
dV D. Juauna de llollanda Cavalcanti.
ferempta a aerjio.
A pj 'liante, o juizo: appellado. Antonio Catba-
rinu, ocravo.
Coatiiuda a sentenca.
DII.ICE.NCIAS.
Cobi vista aoSr. desemhargador promotor da
COMUNICADOS.
s parlHw, os goYcrnos, c a siliiacio.
V
f
Volumes saludos
m
elcitoraes da prinihefci, beral contra a torca da polica a Sen-ico da fraccao Volumes entrados coiu'fajiandas.
conservadora, vindo assiin os vcrdadeiros liberaes com fcrt!ueros
a extreuiarem se completamente oin toda a pro-
vincia.
Alm da pressio ollldal, a mais violenta e eyoi-
ca que jamis se empregou contra um adversario
com
com
fatondas...
gneros...
ftesrarregain no dfa 14 de dezembro.
lo
153
341
30,1
A* situscoes diflnem-sc pelas deas, e pelos prin-.
cipiosos homens sao apenas instrumentos. II- P0""*;". fez-se o maislorpejogo com a dilamaeao,
lustram-na so prastam o seu talento, e o seu tra- a m,9Ra. a nwatir a calumnia, e isto pelo pro- Rrigue forlifei-l?f/((mw(/o-diversns gneros,
balho com tealdade o cora framutoza ; perdem-nas I""'" Jornal que se dizia orgao do partido liberal, llarcainglia^Jra(^'-*vBreoaraftn>.
se trallcan con os negaemi pnWlcbs, se abrem "plisado df>oatiVf, pula loUia-olIlcial, e por Barca americana, Hi*h Vmkktu -, eneros de
mercado de conscencias, de opines e de em- meio de .pasquina, que a polica mandava aBxar
pregus. as esi|uinas e at (o que excede as proporgoes
Ha partidos que Hgnm a sua sorte a certos e 50nli"'i!?.as do cynismo II carUs orgicadas como
determinados nomes, vivem quando elles gover- jae cidadSos resjieitaveis de outras provincias to-
nara, morrera quando elles caera. E os partida- i ram apreMnladas ao eleitores du diforenes colle-
rios exagerados s acbaiu defeitos nos contrarios K>s Tudo isto para
e virtudes nos seus, entretanto o erro pode chegar *" Como setnpre
a todo?, pois, as cousas humanas n5o difflcil o "laxima conflanca do grande partido liberal de
engao e a illusao i tr,M"n*U00 0 que a nao ser a machina policial.
Esta vida dos' partidos quo se prende aos capri- 0!'"ia uma vo^ iral ? espontanea, como o es-
chos eas fraquezas dos homens epbemera, e ,,a demonstrando o resuludo da eleicao.
quas sempre ngloria. Frimeiro do que o hornera 1ue resta P's 7 Rt*ta Q a %* P>o a idea, equalquer ue ella seja, o quo a realisar o, Sislat liro as ullimas conclusoes; descnvol-endo
que a defender o que merece louvores e applan- contra P.arl,d0 'beral a tnais audaz e inexoravel
sos, pouco importa que sejam os adversarios, os j Pfrseguicao, qual,a de que sao capazes esses lio-
amigos, u que lizer o bem, ser o bom. men/> que constitu.am o grupo ardenW e atrabila-
Esta a nossa opnio. Que se levante uma si- ri0_du 9^ verraelho de Pernambuco.
tuaco que estabeleca o dominio da le, que obser- Tem abaixo assignados dado ti razoes
re o mais escrupuloso cuidado na gerencia dos f seu procedimento. beshgando-se do directorio
homens do poto, que seja liberal sera hypocresia, d, ParI,do progressista, para participarem do ana-
iij^ranio =c aTZJku nwn^iiuiar da thema a que esUo votados os liberaes que na ul-
tima cIcicAo se extfemarara. Os alixo assigna-
dos soltara um brado contra essa poltica altamen-
toleranle, mas, nao por fraqueza, e respeiladora da
opiniao, e havemos de applaudi-la, e defende-la
comJnthusiamo.
!Ho sao s os mo governos, que tera sido nma
das principae causas do abatimento e atraso em
que nos adiamos, inercia, ao deleixo, O a igno-
rancia involuntaria do povo tambera cabe um gran-
de quinho de responsabilidade.
estiva.
Escuna dinamarquezao/msfarinha.
Barca ingleza -TmeHU-ridm.
Patacho lu-spanhoi -FiMIe -carne secca.
Briguo inglez-GrtMM-carvao.
Tudo isto para excluir um candidato que Imnnrirn
como sempre gosou, de pron.nda.esma o ri,nic por,ugne2 ^^ST^tno de Lis-
boa, consignado a Thomaz de Aquino Fonseca,
inanifostau o seguinte :
SOO saceos farello, 96 barris toucinho, 10 ditos
chouncas, 15 ditos e 6 pipas vinagre, 100 caixas
sebolas ; a Euzcbio R. Rabello.
3 barris carne ensacada, 3 ditos toucinho -, a Se-
bastiao Jos da Silva.
120 caixas flgos, 25 barris cal; a Joao Lucio
Marques Jnior.
38 caixas muscatel e vlnhos ; a Marcelino Jos
Goncalves da Fonte.
112 caxinhms e 16aix8e paseas, 3 ditos e 260
caixas figos; a Custodio Jos Alves Guimaraes.
35 saceos Minea a L. A. Siqneira.
8 caixas vnho ; a Manocl da Silva Santos.
7 ditas velas de cera ; a Alexandro Jos da
Silva.
1 barril vinho, 1 dte azeitona : a GuiRienne
Jos da Molla.
50 barris vinho ; a Carvalho & Nogueira.
200 barris e 48 pipas vmhos, 51 ditas e 130
barris vinagre, 10 ditos azeite doce, 50 ditos ca-
valla, 80 ditos e 3 caixas pcxe, 2 ditas ervilhas,
rei"; 6 ditas marmelada, 60 barricas sardinhas, 50 ca-
provincia, poltica de phrenetica e
arroba
alqueire
arroba
c
um
arroba
te damnosa
louca intolerancia, do mais despresvei personals
mo, poltica de violencia, corru|cao c venalidade.
Pensara osabaixo assignados "dar urna garanta
de leaklade mltandoaos seus antigos arraiaes, pre-
Q"**2^\i?6u parcialidades ve,nin,i" os berays de Pernambuco dos perigos da
polticas, que dalle se servem como instrumento *incao, e convidando-os a const.tu.rem-sc dentro
das suas ambiciosas vaidades, desconhecendo a da espheri legal e pacifica, para que urna barrei-
verdade, ador.neceu na inercia, e asiste impassi-! ^f2^?^te|^,'!^^l1^^ i nutras caslanhas, 100 caixas batatas, W ancore-
vel a todos os escndalos, a todos os erros dos po- gH "i adversarios, disrarc^dos com o titulo de Us e 6 caixas ^^ d( |oma, |00 ancoretas
deres pblicos. f 2f '?"*''"* ..
Acorrupco, a venalidade, a falta de patrio- ecife, J2 de dezeml.ro de I8b.l.
lisuio, de moraUdade, e de energa de que sao ac- *' tfimdn 4e Godog Vusconcellos.
cusados os homens, que em differentes pocas teem Antomo Jos da Cesta RJbeiro.
estado frente dos governos, sao vicios de que e Dr Apn 0 JusUmmto da Sika Guimaraes.
povo teria tambera de aecusar-so se a impwnsa, Anlotuo Rangel de Torres Bandeira.
longe de lisongear-lhe as paixoes, Ihe fizesse ver anoel Peienade,Voraes Ptnneiro.
que elle mesmo se suicida tratando com Indiffe- Lmz t'^imo do Reg. ______
renga seus interesses moraes e |Militicos.
A esta inercia, falta de vida e moralidade po- j Srs rcdacforM.-Profondamente mageado aca-
htica do paz, teem chamadorfocihrfrafc os cor- ^ de )er 0 peril)(ico Proqressisla n. 47, ea quo
tezaosdo povo, do mesmo modo que aos crimes dos j ne|,8 Dfonveniente e deslealmente aggredido
res diaiiian i-irtiul-s. i om dos meus melhores amigos desta comarca, o
Dos nos hvres de um povo revolucionario e distincto Sr. Dr. juiz municipal, e interino de di-
turl.ulento ; mas entre a exaltado de uma plebe reib), Jo3o Francisco Duarle, por meu filho Lou-
renco de Carvalho de Araujo Cwalc.anli, sem que
para seraelhaale desai-ataraenlo se teuha dado o
menor motivo, havendo pelo contrario sobejas ra-
zoes para nao smente eu, como esse moco indis-
creto, esiimarmos respeitosaraente o amigo, que
descmfreada, e um povo completamente morto, ha
um meio termo de dignidade e de energa para co-
nhecer os seus dreitos e fazer respeitar os seus
foros.
A imprensa de todas as pocas e de todos os
partidos, nao s tem escondido ao povo as suas
faltas, mas, tem chegado militas vezes a lisongear-
lhe os erros, dexando-o em ignorancia completa
dos dreitos sagrados, que coiiquistou com o san-
gue derramado nos campos de batalhas e nos ca-
dafalsos do despotismo.
tem sabido ser digno da amisade dos homens sen
satos desta comarca.
Se nao triuinpbar-se em uma eloico prova
de desapreco, como pelo oigiio de meu filho quize-
ram inculcar ; entao milito- lioiiiens distinctos
I desta, e outras provincias seriara desapreciados
Advogando hoja principios, que hontcm repro-1 pe|os'seus concda'daos.
h- 0 profundo pezar, qnc me causou esta publica-
Ai appeUmrie etmut.
Mwetar; a|i|ellado, Antonio Fir-
mu Fuut-ia de Saboia.
Aj^-llaa**, o juizo: aMaHade, Manoel Jacio-
ka,
AwWaBle. o juizo : appellado. Manoel Joaquira
dr (Uncir.
A|i]M-Uanlc. o juizo ; appellado, Antonio Correa
da Silva.
Apj-i-ilant^, o promotor : appellado, Manoel Ro-
rif-s Gqairi.
Cwi vLsta ao Sr. rw^irglitor procurador da
mens que a pouco Ihe apnnlaram cerno flagellos,
renegando nos palacios as doutrinas que prega-
rain as choupanas;os escri|itores polticos teem
desmoralisado a opiniao, levando o suptecismo as
almas e o cynismo as consciencias.
as crses eleitoraes temos visto mediocridades
mendigando com indignas hateas o voto do ope-
rario, por qiiem passaram na vespera sem corres-
ponder se quer com um sgnal de cortezia ao com-
prniento, c|iie o pobre Ihe dirige. Obtido o trum-
phoa cortezania docandidato dtosappareee, e a fabos
do denotado continua a olhar por cima do hombro
os qnc tiveram a innocencia de Ihe dar o diploma.
Estas scenas repetem-sc sempre, c o eleitor cor-
rompe-se pela mesma forma, acceitando a lista,
que a autondade Ihe impoe na esperanca de com-
prar com o voto a escusa de um dever.
Falle-se uma vez verdade ao povo, acabem-se
com esses doeslos pessoaes, com essas injurias, em
que lao enlodado fica oaggresssor como o aggre-
dido, e diga-sc ao pove quaes sao os seus dreitos e
deveres, e qual o modo do os fazer valer.
Mostre-se a necessidade em que todos estamos,
ricos e podres, grandes < pequeos, de fazer sacri-
ficios para alcancar todos os melhoramentos de que
carecemos. Incite-se o povo para que tome a par-
devf no governo do estado.
cao, priva-me de poder continuar na manifestaeao
dos meus legtimos e verdadeiros sentimentos da
mais pura c sincera amisade, quo voto ao hornero
de bem, ao juiz toda prova, ao amigo at a pre-
sente data leal, ao magistrade integro, ao honrado
pai de familia, finalmente, ao prestante cidadao,
Sr. Dr. Joao Francisco Duarte.
Allice-sc meu filho com qnem qnizer para de-
primir es homens honestos ; diga, e assigno o que
Ihe iinpozerein -, o publico ser juiz severo enire
os verdadeiros sentimentos de um pai, que, grapas
ao Supremo Arbitro, nao precisa bajular para dar
o seu seu dono ; e a indiscripcao de um filho que
mal cncaminhado se tem prestado a servir de
echo pessoas que com isto me olTendera.
Protesto alto e bom som contra cssa publicacao,
azclonas, 10 barris toucinbn 23 barricas cevada,
26 ditas copirttos, 4 ditas erra doce, 20 ditas
amendoas, 10 ditas nozes* 3 caixoes e 260 caixi-
nhas ligos, 246 ditas passas, 68 caixas velas de
cera, 100 saceos seraea, 130 barris cal, 1 barrica
mostarda, 2 ditas Hnhaca, 1 dita sal amargo,20 di-
tas carrao animal, 1 sacco roldas, 1 lata livros de
ouro, 1 caxa pinceis, nitrato de prata e bollo para
dourar, 1 caixa livros, 1 dita drogas, roluas para
vidros, e cera branca, 100 varas quadradas de la-
gedo ; a Thomaz do Aquino Fonseca.
80 caixas ceblas, o pipas e 106 barrilinhos vi-
nbos; a Thomaz de Aquino Fonseca Jnior.
100 saceos fardo, 30 caixas ceblas, 2." barris
chouricas e 50 ditos toucinho : a Antonio Jos
Arantes.
70 barris cal; a Pinto Barbosa & C.
10 barricas nozes, 15 ditas sardinhas, e 20 barris
azeile doce; a Laiz Josfi da Costa Amorim.
1 saceos cevada, 8 caixas grao, 1 dita moinhos,
5 barris b animal; a Domingos Jos Ferreira
Guunares.
6 barricas sal amargo, 4 ditas linhaca. 1 caixa
oleo de dita, 1 dita dito de erva doce, 1 dita dro-
gas : a Joao da Silva Faria.
4 caixas chinellas de orello ; a Joaquira Pereira
Arantes.
1 caixa chinellas de orello; a S. Seram da
Silva.
1 dita ditas de dito ; a Miguel Teixeira da
Costa.
Barca ingleza Tnanller, entrada de New-York
consignada a Plupps Rrolhers & C, manifestou o
seguidle :
2,815 barricas c 200 meias ditas farinha de tri-
go, 1 caixa ; aos mesmos.
Hiate nacional Nicolao ), mitrado do Araraty,
consignado a Prente Viana & C, manifestou'o
seguinte :
:I0 barricas cera de carnanlia, 136 pelles de ca-
bra ; a Jos de S Ldlo Jnior.
i O saceos algodao, 293 meios de sola ; a Pa-
rele Yianna A C.
Ya por nacional Jagunribc, entrado dos portos
do norte consignado a agencia, manifestou o se-
Idein dem era velas ....
Cha..........
Cliarutos........ecnto
Cevados (porcos)......um
Cocos (seceos).......eento
Colla..........libra
Couros de boi, salgados ... <
dem dem seceos espichados. >
dem idem verdes.....
dem dem cabra cortidos. nm
Iitem idem de onca.....eento
Doces soceos.......libra
Idera em gela ou mansa.
dem em calda......
Espanadores grandes um
dem pequeos.......
Esleirs liara forro de estivas
de navio........eento
Estopa nacional.....
Farinha de de mandioca. .
dem de araruta.....
Fejaa do qualquer qudlidado.
Frechaes.......
Fumo em Mlia. bom .
dem ordinario ou reslolho
dem em rolo bom.......
dem ordinario ou restme >
Gallinhas........una
Gomina.........arroba
fpecacuanha (raz).......
Lenha em aehas......eento
Toros. ......... ,
Linhas c estelos.......um
Mel ou melaco.......caada
Milho..........
Papagaios........
Pao Brasil........
dem de jangada......
Pedras de amolar.....
liliin de filtrar......
dem de rebolo......
l'ias.-ava.........
Ponas, ou chifres de vaccas ou
iiovIIkis........eento
Pranchoes de amarello de dous
costados......
dem de louro. ....
Ra|i........
Sabao........
Sal........
Salsa parrilha.....
Selw em rama.....
dem em velas.....
Sola em vaqueta. .
Tahuas de amarello. .
dem diversas.....
Tapiocas.......
Tatajnba.......
Travs.......
(Jobas de boi.....
Vassouras de piassava. .
Ditas de timb ....
Ditas de carnauba .
Vinagre.........caada
360
14500
2A50
15000
3*300
300
165
240
100
350
Muo
1*000
320
900
4*000
2J000
15*000
1*600
1*500
80000
1*900
5*000
14*000
8*500
8*060
5*00
600
1*700
25*000
1*800
11*000
8*(XX>
200
1*000
2*800
5*000
,')*000
840
4*000
1*200
120
3*000
20*000
10*000
1*000
120
400
255 MJO
5*000
7*000
25-00!
H05000
735000
25800
1*000
6*008
25000
105000
50IK
oloo
808
Alfandega de Pernambuco, 12 de dezeinbro de
1863.
(A-signados) :
O 1." conferenle, Jos Affonso Ferreira.
O 2. conferente, JMfHM Ignacio de Carvalho
Mendomy.
Approro. Alfandega de PernambHco, 12 de
dezembro de 1863. Carralho Res.
Conforme. O 4." escrpturario, Joo dos San-
tos Porto.
Hecebetlorla de rcn<1ns Internas
geraes de Pernambuco.
Rendimento do dia 1 a II........ 13:213*874
dem do da 12................. 2:0025586
Descontos....... Otbala de letfM continuou de
8 a 10 por ccnlo ao nnno.
Fretes......... Para Liverpool, earrrgaiMto na
Parahyba, a 20 pilo hwsfla e /,
lelo aigodiio. e para o Canal 40
pelo lastro.

sr
arroba
um
quintal
nm
una
mol lio
um
libra

alqueire
arroba
uma
duzia
>
arroba
quintal
uma
Cento
>
MG7IMENT0 DO POETO.
iWrWe ent railos no dia 12.
Araraty10 dias, hiale nacional Nicolao /, de 43
toneladas, capiteo Trajano Theodomiro de Mon-
a, equipagnra 7, carga algodao e otros gene-
ros -, a Prente Yianna & C
Wej'-Vrk33 das, barca ingleza Trunllir, de
30.) toneladas, capilo Randle, equipagein 14,
carga 2,843 barriras com fai inha de trigo e ou-
tros gneros; a Phpps Brothers & 6
Terra-Nova23 dias, brigue inglez Dante, de 176
toneladas, capilo John Glass, iquipagem 12,
carga 2,365 barricas com baca I bao; a Jehnston
Pater & C.
Terra .Nova28 dias, barca ingleza Cora, de 283
toneladas, eapilao James Wallaee, equinagem
12, carga 2,610 borricas cora bacallao e 600 di-
tas com farinha de trigo; a Johnston Pater & C.
Navios sahidot no mesmo dia.
BahaCorveta nacional I). Jaunariu, comman-
dante o capitao de fragata Joao Gomes de
Aguiar.
demBrigue barca nacional de guerra llamara-
c, commandanle o rapitao-tenente Ignacio Ac-
cioli de Vasconcellos.
WwnBrigue esnraa de guerra..........., cora-
mandante o 1 lente Francisco Romano Step-
ple da Silva.
demHiate nacional de guerra Cmjra, comman-
danle 1* lente Amerieo R. Sil vado.
Aracaty Hiate nacional Invencirel. capitao Jos
Joaquim Alves da Silva,carga varios gneros.
Ubscrvarao.
Fundeou no laraarao uma barca ingleza, mas
nao leve communcacao cun a tena.
Navios entradas no dia 13.
Bordeaux e portos Internadlos 17 das, vapor
francez Estremudare, de 1,267 toneladas, eom-
inandante H. de Somer, equipagein 115, carga
dilurentes gneros.
Rio Grande do Sul33 dias, barca nacional Recife,
de 333 toneladas, capilao Francisco de Assis
Goncalves Penna, equipagein 14, carga 11,000
arrobas de carne ; a viuva de Manoel Goncalves
da Silva.
labio Hay (no Cabo da Boa Esperanea)25 das,
barca ingleza Marn Sumes, de 786 toneladas,
capitao Samuel M. Lean, equipagein 20, carga
azeite, laa e muros gneros; ao me-ino capitao.
Vejo refrescar e receber ordens.
Nato snhido no mamo dio.
Rio do Janeiro e BabiaVapor francez Eslrema-
dure, coniiiiandanteH. de Somer.
EDITAES.
como filha da levandade, o oriunda dos que, por
meio da instigacaonoduvidam perder no concei- 6u""o
to publico um rapaz inexpi'iii'iite, cora tanto que ... alaraliyba.
levem effeto seus planos : mas o que me uao ca,x;,s *bsky ; a Vrava Raymond & C.
convem, e jamis o consentiiei! ,.,., Do Granja.
Declaro anda mais ao publico,' que nesta data ,. b,,i netos de sola, 1 raixa,5 saceos gomma, 6
dei ao digno delegado de polica de Garanhuns, o d."S carnauba, el sacco farinha de mandioca
Sr. tenente Antonio Baptista de Mello Peixoto, a
sntisfaco que me cunipria dar-lhe ; Picando toda-
va salvo como autoridade, para miin e muitos.
te que Heve no governo do estado. bem conceluado, proceder como Ihe convier o fr
Nao somos de nenhiini governo que turnar o era- de razio.
.4* apiuilaaies citis.
A|j-I!ant\ a Exni.* niarqueza do Recife ; ap-
fH-tta4 Ap).-iiaiile. Joaquira Ribeiro Puntes ; appdlados,
Ant-iiii> Al ve- Itarlio-a e a fazenda.
MSMBUCM 1>K DA.
A-suou-se dia parajulgainentu dos seguintes
Apitellnces criill'-s.
Am*-llat o juizo ; apjicllado, Manoel Antooio
appellado, Jos
penlio de dominar contra a vontade nacional. As
nossas deas j sao conhecidas, nao deixamos de
nos associar tuna grande obra por pequeas dis-
cordias, nao ii taremos nos adversarios os erros,
que applaudimos nos amigos, e nao no* prestare-
mos is fraquezas dos partidarios, aos intereeses
paqueaos e miseraveis com prejuizos das ideas.
Sitio da Extremadura, em 8 de jtinho de 1863.
Jos de Garcallio de Araujo Cavalcanti.
Extremadura 9 re junho de 1863.
Illm. Sr. Dr. Joo Francisco Daarte. Foi com o
mais profundo desprazer quo proced letura da
presente carta de Y. S. datada de 7 do correte, a
qual veio appenso o apocrypho commnnicado de
Viuva de Manuel Goncalves da Silva.
1 couro de becerro ; a ordeni.
100 indos de sola; a Joao Jos de Carralho Mo-
raes
100 ditos de dita, 3 saceos cera de carnauba ; a
S. Bastos De Ceara.
123 saceos caf pilado, 6 barricas carnauba, c
' 2 saceos algodao; a ordein.
De Macao.
26 saceos algodao : a Marcelino & C.
2!) inolhos rourinhos, ?8 saceos cera de carnau-
ba c 4 ditos algodao ; a Manod Jos da Silva
Grillo.
Aj/fn-llante. o juizo ; ap|iellado. Manoel Jos da
Sdva.
Al'l-llaaics vivis
bate, a fazenda nacional ;
< Se Miranda.
liante, J i-ivalcanti e outras.
ApfHlaates, Adriano X.nier Pereira de Brlo e
otr-s : a|t^Hlada. a fazemla.
O m de apparecer.
id i. J aqiiiin Antonio daSlveira ; appel-
la::l-. o liaruarcl laa Rudiigues do Passo.
PASSAKN-.
'i Sr. dfsifnbargailiM- l-u-tano Santiago passou
* Sr. d^setnhargadurliilirana
.4 apprtlaro crime.
A|i-!!anti-. o promotor: aiqiellado, Raymundo,
asanam
Ha de appareccr.
Aballado. Fr. Joaude Nossa Seuhorado Rosa-
apfieltaute, D. Candida Francisca de Mi-
randa.
Ir. Iriwaafcirgador Lourenro Santiago passou
- r. deaeuafcafgadr Motu
A ap/fltarfio civel.
\iqn-IUwi Vueiii. Ferfira de Salles ; appella-
MsruxH Ignacio de Araujo Sampaio.
' Sr. drvmlargador Perelli |a.ssoa ao Sr. des-
<- A nppttlaiao vive!.
mi. Joaquim Jos Ferreira da Costa Re-
i; appellado. Raphael Fcruandes Porto.
<> Sr. dr m aurgadr Accioli passou ao Sr. des-
' l'rkte Cavalcanti
A* Hppeilttrdes vi veis.
o barao de Mu beca ; appellado,
!-'. inrMcu Casado da Fonseca.
A l'Msdi, a cmara rauaici|al.
Afjfriltj, os berdriros le Bernardo Antonio
.1
A* Sr. dcTraalurgadei Assis
A* appefarifs citis.
Apjn-IUni.-. Jnaquim de'Souza Leo ; appellado,
J i'iira MamH do Reg Brrelo.
\,4* llamv. Malina* da (.osla Barros; ap|ielladn,
J AattNiio Pacbei o.
Sr. desetakargadur Re e Silva passou ao Sr.
MotU
A appellac&o crime.
o juizo ; appellado, Jos Francisco
Xarier.
As asmrUncie* ciceis.
a cmara municipal ; appellado,
de Alentar.
Silvestre Doiuingues da Silva Pimen-
t'-^: afffMadu, Jos Joaquim de Alineida Leite
sSr. atwwhriador Ucha Cavalcanti passou
a #r. desfalurgjailur Assis
A apprllarae rriute.
AMvMaaae, Antonio Franc-co Martns Caxeade ;
lada, ajauaiaa.
AIS horas da tarde onrerrou-se a sesso.
PUBLICARES 1 PEDIDO.
meu indiscreto (nao por educacao minhn) filho
Lourenco, contra a obvia reputacao de V. S. e do raja0 ca 5 CUrus sc,.( 12 sa(.eos aI.
Sr. delegado de pol.c.a tenente Antonio Baptista ^Q a Cunha |nn-0;. & c
de Mello Peixoto. Nunca o instru para proced-. 3i m()||u)s de t.ollrillho (iacole pennas do cma
ment semelhante ; pelo contrario tenho sido in-' 4 ,.aix(,,e ovos a Sabino' 'd Ko/ario
cessantoem he prescrever salutares conselhos ; 1;J8 saccos,, |5 cm a Franeis(.0 Emi.
mas >. S. sabe que ordmananicnte os lllhos (prin-1 ||ano Fcn-,.]^
II caixas velas: a
AO PUBLICO.
herido i allianca cil)al"lenle os 'lue a criados ra de poder p-
lido liberal e al- terno) n"n,'a seguem e observam a educacao de
e se deu o nomo seus ,,ais' ex'cPtn se sSo tfpadMU*: os" dedos
Os ahaxo assignados, tendo adh
feila nesta provincia entre o partido
guns conservadores, allianca a que Sto u
de partido proprestista, e leudo acceilado, co no re- as.m',os ";' *> ^f- Co.iliec.do |r \. S. ha
presentantes do principio libe.al, o cargo de inem- mu.,,os. ***> -e mn^n !tm"0' ,nvoco- es!a nlesma
bros do directorio da nova siluacao, persuadidos
Francisco Simes da Silva
Mafra.
26 saceos algodao em pluma : a Jos do Nasc-
mento Oliveira.
1 volume carne secca
que por sua illustracao e bondad,; $,, M;1I1|a Jllnjor
0 saceos algodao ; a Joaquim
mullos anuo,
amisade aura de
se digne desprezar plenamente este inquatiflcavel
e repreben-ivel com|)orlaincnto do meu treslouca-1
do filho. que estultamente prestando-se niisera-
vel serventa de inslrumento despeiloso, ousou as-!
signar um hbello infamatorio contra V. S. e o dito i
Sr. delegado ; lauto mais quanto em um resumido
mais real manifest, que ora mando para o prlo,
desininto toda essa rilada argucosade qnem, pre-
valecendo-se de sua inexperiencia e reluclancia,
aos meus paternos conselhos, delle se servio para
os detrahir: pudendo tanto V. S. como o referido
publicar a pie-
de que a liga era un meio adoptado a promover a
realisacao dos principios e legtimos interesses do
grande partido a que pe tencem, e vendo-se alnal
illinldos em todas as .-uas esperanzas, pos que pa-
rece-lhes ter-se tornado a liga absolutamente in-
c iinpativcl com os generosos principios que. pro-
fess;iin, e cora a moralidade e bem-eslar da pro-
vincia, resolverain desligar-se do supradto direc-
torio.
E por que desta resoluc5o dos abaxo assignados
tem direito a tomar contas o grande numero de l-
beraes cuja acclamaeao forain eleitos, cumprera Sr delgado alera dislo, mndal-
os abaxo assignados um dever com a exposicao sent, so o julgarem de misier.
de motivos, que passain a fazer. '" cndusao reiteiro-lhe r
A /'.;". dirigida pt
da no presidente da ,..
cia, doris instrumentos de suas paixes, nao tem
sido nutra colisa mais do que a continuaran desse
doloroso passado de quinte anuos, pois s reco- A 8cllsa|ai*l'llha de Itrislol.
nboce o principio da autoridade, com seu cortejo Os climas dos paizes trpicos sao o laboratorio
de violencia e comipcao. de todas as enfermdades cutneas o ulcerosas.
A luja nao tera revelado outro fim, que nao o da esta pos, a razao porque esta irrpnrarao, que as
elevacao de certas individualidades, que nenhuina subjuga com ma segundade proverbial, lilte-
eomo no |
a Francisco Siraes da
Rodrigues Fer-
pela fraccao conservadora apoia- *mi*ad e ,^>^. reapeilo, por ser co
da provincia c no rtele de poli- de v s-a,niR brigadissimo e s,;rvo,
neutos de suas paixoes, nao tem Jo$e de ^>'roUio de Araujo Cae
constante
como sempre
reir.
58 ditos dito; a Jos Torqualode S Barreto de
Natal.
30 ditos dito ; a JustnoJos de Souza Campos.
12 ditos dito : a A. Correa Vasconcellos.
24 ditos dito : a Reg & Silva.
:2 ditos dito ; a Fabricio Gomes Pedrosa.
6 ditos dito ; a ordem.
Do Aracaty.
130 ..aceos algodao ; a Prente Yianna i\ C.
18 ditos dito ; a Jos de S Lelto Jnior.
105 ditos dito : a ordem.
Escuna dinamarqueza Aeoliis, entrada de Tres-
te consignada a Saunders Brothers & C, mani-
festou o seguinte :
1,720 barricas farinha de trigo: aos mesmos.
Barca ingleza Netherton, entrada de Terra Nova
consignada a Saunders Brothers & C, manifeitou
o seguinte :
3,000 barricas bacalbao ; aos mesmos.
ALFANDEGA DE PERNAMBUCO.
garanta offerecein ao priucipio liberal e a publica ramente indispensavel tanto no Brasil
raoralisa?ao, devendo servir de mero instrumento resto da America Hespanbola. i PAUTA nos raice dos amaos sojsrros a diiikito de
para tal lira o grande partida liberal. As e^ uiliulas era todas as suas terriveis fr-! exportacao. semana de 14 a 10 do hez de
Na eleicao de deputados geraes foi o partido li- mas pmmptamente suecumbem medante a appli- dezemrii de 1863.
beral sacrificado em uma parllha leonina, e trai- ca?ao deste poderoso agente detersivo. Belvaduria.-. l'nidade.
Coeiraraente hostibsado um candidato liberal, alias Xsc.haKas se curara, as erupfdos desapparecem, 'Abanos.........tem*
incluido na chajia, o que servo de exactissimo pa- as conjuncturas contrahdas recobrara sua elasti-' AguardeiUe de cana.....caada
drao da sinecridade dos directores da lituaoio. cidade as inflammacoe* e tumores se desvanecem,' dem restilada ou do reina .'.''
Na elcicaode raembro da assembla provincial, os cancros seatalham, os abeessos se secam e o'Mein caxaca........
tendo o directorio ampliado o circulo de escolba rheumatsmo se allivia por meio da salutfera
tos eleitores, M esta dehberaeao sophismada, operarn deste grande pnrfleador e curativo
havendo proteccao e hostihdade offlcial a certos getal | nao suppriinindo, mas sim
candidatos, tudo sempre nos interseos da fraccao completamente.
anpellados, Joaquira Jos do Miranda conservadora. A verdadeira salsa de Bristol preparada por
Na eleieao senatorial que acaba de ser feita, ten- Lamman S Kemp, Nova York, e acha-se venda
do o directorio liberado nao apresenUr chapa, uas lojas do Caors & Barbosa e Bravo 4 C.
ve-
extingnindo
foi esta prudente e poltica delibcraeao perfidumente
violada, pois qne a frac^io conservadora eombimra
clandestinamente com a sua polica uma chapa
cerrada, que foi imposta cora o mais cyuico abuso
da torca offlcial. Por esta orcasiao desenvolveu-se
feroz guerra conlra um candidato literal, que sem-
pre ocrupou a mais eminente posicao entre os seus
correligionarios, dermmando o governo a maos
clieas |ior toda a provincia prouwssas, anteabas,
violencias e corrupeo, seduzindo e desvairando
as eonseieieias com o oRereoiraento de empregos,
condecoraces e ttulos, com a perspectiva de em-
prezas ind'ustriaes, e at'; com a sacrilega proraessa
de Sentencas favoraveis era pleitos judiriaes. Em
snmma chegou o eyrasmo a tal ponto, qnc na pro-
pria capital se nnmerarara e carimbarain chapas I
fernamhnco nnnea vio em eleiedes secundarias o
que arahou de ver I
Ja esgotada pelo partido liberal a medida da pru-
dente e pannea expeetaiiva, atiri este generoso
partida, por neotil da ultima eleieao senatorial,
uma lula de vida e de morte em tous o* collegios
COMMEBCIO.
aiToba


Man gcuebra.......
Ideai alcool ou espirito deagna-
ardente....., .
Algodao ora caroco.....
dem cm rama ou em laa. .
Arroz cora casca......
dem descascado ou pilado .
Assarar masen vatio..... .
dem braxico........ *
Idira reliaado....... c
Azeite de amendoim ou mendo-
bira.........canadi
Idera de coco.......
Valores.
1W0
600
600
400
(r"rf
700
652.30
235000
l*0fl0
25000
25400
352.^
45100
deui de iamona.....
Batatas alimenticias.....
Bolacha o diara, propria para
embarque .......
Idera lina........
NOVO BANCO
DE
PiERI\TA]9IBU0
O novo banco de Pernambuco convida os
credores das musas fallidas de Mosquita & Dutra, I Caf bom
c Francisco Antonio Correia Cardoso a aprsenla-1 dem eseolha ou reslolho
rem seus ttulos ne banco para se proceder a res- i dem torrado
pectiva verilicaeao. ICaibros. ........ um
... ~~ 'Cal...........arroba
Alfandega dem hranca.......
Rcndimenlo do dia 1 a 11........ 221>:63753t5'. Carm secca (xarquej ....
21:3645310 Carneiros........um
I Can-o vegetal
arroba
libra
*
dem do dia 11.
..... arroba
254:00|i5855 Cavernas de sienpira .... uma
====r= Ora de carnauba enl bntto. fibra
25000
15600
800
15200
35080
75000
85000
7J000
440
360
280
5D0
25700
35000
15600
85000
230
15:2165460
Consulado provincial.
Rendiraenlo do dia 1 a 11......... 37:3885869
dem do da 12................. 2:02351% j
39:4145263
PRACA DO RECIFE
Vi I>E DKZK.nBKO 1E 19S3.
s 3 horas da lardr.
Hei Isla semanal.
Cambios........ Os saques da semana variarain
de 27 J.,, 28, 28 ',. 28 ), 28
Vi, e 28 Londres ; sobre Pars a 343 re.
por fr. e sobre Lisboa da 90 a
A cmara municipal de Olnda faz publico
pelo presente que lica transferida para o dia 13 do
Brrente a ultima praca do Imposto de 40 rs. por
p de enqueiro de prodcelo, lervindo de base a
quantia de 4003 olferccida por Marfil Bezerra
de Paula. Paco da caraira municipal era sessao
de 12 de dezeinbro de 186.1Manod \ntonki dos
i Pasaos e Silva, presidente. Antonio Ferreira Lo-
I bo. secrdario interino.
O Dr. Tislaode Alencar Ararpe, offlcial da im-
perial ordem da Rosa e juiz de direito especial
do commerrio desta cidade do Recife, capital da
provincia de Pernamlmro e seu termo, por S.
M. Imperial e Constitucional o Sr. I). Pedro II, a
quera Dos guarde, etc.
Paco saber aos que o presente edital virem e
delle delle noticia tiverera, que no dia 14 de de-
zeinbro do corrate anno se ha de arrematar em
praca publica deste juizo, na sala dos auditorios os
cscravos seguintes:
Cosme, prelo, que representa ter 38 airaos, sera
oOicio, avahado por 6005 ; Siman, prelo, que re-
] presenta ter 38 annos, sera oflieio, avallado por
6003. os quaes forara penhorados por ex-cueo
de Patn Nash & C, *mtra o vlsoaiide de Sus-
suia.
E nao havendo lanzador que cubia o preco da
avaliaco, a arreniatacao sera feita |K'lo valor da
1 adjidicae.o com o abatimento da lei.
E para que chegue ao conheci ment de todos.
93 por cento de premio, elevan
do-se a 120,000 ^ os saques pa- mandei passar editacs que scrao publicados pela
ra o vapor de 14. imprensa e alixados nos lugares do costme.
O desta provincia vendeu-se de Recife, 1* de dezembro de 1863.
Alentar.
Algodio........
aoJMOO a 235300 por arroba, o
da Parahvba, posto a bordo, de
263600 a'273000. nao tendo ha-
viilu venda do de Macei.
O branco vendeu-se de 35200 a
338U0 por arroba, o somenos de
25730 a 25900, o masca vado
purgado ile 25630 a 25730 e o
bruto de 25400 a 25300.
Agurdenle..... Yendeu-se de 605 a 635000 a
pipa.
Couros.........Os sirceos salgados venderam-se
a 170 rs. jior libra.
Opilado da India vendeu-se de
23000 a 23100 por arroba, e o
do Marunhao a 25300.
O de Lisboa vendeu-se a 25630
por galao. Nao havendo do Es-
treito.
Em atacado vendeu-se a 135000,
e a ivunio de 135000 a 145000;
por barrica; tirando em deposi-
Eu Manoel Mana Rodrigues do Nascimento. es-
crivaoo subscrevi.
Tristao de Alentar Araripe.
DECLARACOES.
Arroz.
Azeite doce------
Bacalbao'.
Batatas...
Bolachinha...
Carne seeea...
Quarta-feira 16 do corrente, linda a audien-
cia do juiz santo Antonio, irao praga varios bens penhora-
dos a Joaquim Emilio de Medcirus por execuc.o
de Jos Bernardo de Sena.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo para foruecimento do
arsenal de guerra, tem de comprar os objectos se-
guintes :
Para o arsenal de guerra.
Colla da Rabia, 3 arrobas, fiu amarello 30 no-
vcllos, flanella para soadores de sdins 50covados,
linhas de barca para caixa de guerra 20 pecas,
bo de bul id branco de 1 1|2 pelogadas 2 pecas,
to 8,000 barricas : alera de dous I lenccsde lineo que preenchain o numero de 1,600
carregamenlos chegados hoje palmos quadrados.
que anda nao tiveram destino. | Para a enfermara dos menores do mesmo arsenal
Colxoes com travesseiros Chata de pallia 13,
gaz 6 gales, para o arsenal, zarcao 3 irrobas.
Quera qnizer vender laes objectos apraartifl
?s suas pro|M)stas em carta techan na secretaria
do conselho, s 10 huras da manhaa do da 16 do
corrente.
Sala do conselho administrativo para forneci-
mento do arsenal de guerra, 9 de dezembro de
1863.
Antonio Pedro de S llnvrclv.
Coronel presidente.
Sebasliao Antonio do llego llanos,
Vogal secretario.
(nsal'de provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz publi-
Yenderam-se a 800 rs. por ar-
roba.
Idera a 35800 a barriquinha.
A do Rio-Grande do Sul (ni-
ca que ha no increado) vendeu-
se de 25400 a 35300 por arro-
ba ; llcando era ser 31,080 ar-
robas.
Caf...........Vendeu-se de 75000 a 85000
por arroba.
Cha............dem de 15800 a 25200 por li-
bra.
Carvandepedra. Venden-sede 125000 a 135000
por tonelada.
Cervejn......... dem a 35230 a duzia de gar-
rafas.
o co que os 30 lias litis marcados para a arrecada-
Farinha de trigo. ReU JjJJ e 09 J.k ^ uo ^ MWl,s|re (l ,.
New York d. IsfllfiS c"iro corr,>nk' de im a ,%i dus in,|ms,os (l'n ^
, \ ix iim ri j7-*1 iT, <-i"'a "r,'ana das tnmmbt desta cidade c da dos
2250W a d Trieste"ffiid bogados, c de 5 00 sobre renda dos b,ns de
9 raz iiertencentes corporages d. mao mora se
Feijao.......
em ser 6,000 barricas da pri-
mara 2,000 da segunda, 3,000
da tercuira, i,ooo da quarla;
alera de algn carregamenlos
que esperam noticias das pro-
vincias do sul para tomarera
destino.
Vendeu-se de 65000 a 85000 a
saeca.
dem a 310 rs. a botija.
A ingleza ordinaria vendeu-sc
principiama cootar du dia 1" de dezembro vin-
douro.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco
23 de novembro de 1863.
Antonio Orneiro Machado Hios.
Administrador.
< onmbifh de forltijal
Genebra........dem a 310 rs. a botija. O cnsul de Portugal nesta provincia, tendo de
Louca..........A ingleza ordinaria vendeu-se proceder ao arrolamentn de toilcs os suMilae |mr-
com 310 por cento de premioso- tuguezes, ndla residcnlis, para a orgauisarao da
brea factura. esiati.-tcagcral da p-ipulacau iwrtugueza residen-
Mnnteiga.......A franeexa vendeu-se a 500 le neste fmperi, o que minio Ihe e rrommenda-
re. a libra, e a ingleza de 715 a do pelo governo de S. M. F., convida e pede to-
730 rs. ; licando om sor 3,800 dos estes seus conijiatriotas, que reinettam este
barris de ambas. ; consulado at o dia 31 de dezembro prximo,
Massas......... Yenderain-so a 75000 a caxa urna retacan contendo os seus nomes, idades, es-
Oleo de linhaca.. Vendeu-se a 25000 o galao. tado, tiliaeSo, naturaldade o oceupagao e bem as-
Passas.......... dem a 7511OO a caixa. sim os nomes das pessoas de sua familia, Incluin
l'resunios....... IoVra a 135000 a arroba. do caixeiros e criados, eom as respectiva dcsig-
Queijos........Os uamengos vemleram-se de nacoes e cora as mesmas declaraeoes.
15700 a 25000 cada um. As pessoas que nao souherem escre ver quo au
Sabio..........O amarello vendeu-se a 150 rs. tenham quem Ibes faca estas retajos everao vir
a libra, e o do Mediterrneo a ao ronsulado faze-las verbalmenlc, onde Ibes so-
240 rs. ro tomadas toilos os dias uteis desdo as 9 horas
Toucinho.......O de Lisboa vendeu-se a 85000 da manhaa al s 3 da tarde.
aarroba. Os caixeiros ou uniros quaesquer individuos
Vinagre........ O de Portugal vendeu-se de 1225 que nao estejam em casas pwUiguezas devera
a 1255 a pipa. mandar as retardas relativas a suas iwssoas.
Vi altos......... Os de Lisboa venderam-se de O cnsul de. Portugal depiH de tantas provas
2005 a 2205000 a pipa, e os de do deferencia que tera recebido de seus compa-
draros paizes a 2005- trilas aqu resilientes, nao pode duvidar de une-
Velas.......... As de composicao venderam-se Ihe roncederfw mais esta que desde j agradece.
a 520 rs. a libra. i Entretanto v-so na necessidade de Ihes declarar


,
T
y
Diarlo de rcrnawhuru segunda felra 4 de Dezeiunro de 1S3.
o consulado nao reconhecera como portugue-
aem prestar auxilio algum em nome de seu
amelles que al o referido da 31 dede-
- oao acudirem a este convite.
Rogase a lodos os portuguezes que deem toda
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GM\ETE PTICO DE RECREIO
Ches 22 de Novembro
iV. 40
Em fren le ao passa 'ico do Recife.
HOJE 12 DE DEZEMBRO DE 1863
Grande apresentaco de novas e importantes vis-
ta-: de diversas parles do universo, tomo sejam :
vistas de movimento onde se v um camponez to-
cando violan, uin riquissimo chafariz deitando
magnficos jorros d'agua e barcos balanrando-sc ao
impulso das aguas do ocano. Varias cidades,
monumentos, vulcoes, jaidins, passeios, etc. etc.
O director deste espacoso c decente salao, estan-
do prximo a retirar-se, faz mudanca de tiovas
vistas de dous em dous dias; gozando as respeita-
v.is familias de um abatimenlo de 20 0(0 do preco
da entrada.
O salao estar aborto todas as noites, das 6 horas
em (liante.
Entrada 300 rs.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA BRASELEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
K' espendo dos portosdo norte
at o da 18 do comente o vapor
4pv, commandante o primeiro
lente Alcanforado, o qual de-
Iiois da demora do coitumo so
t'iur para es |iortos do sul.
Desde ja racebem-se passageiroa e engaja-se a
ipu' o vapor poder conduzir, a qual dever
er sakareada no dia de sua chegada, encommen-
dai e dinhciru a frute at o dia da sabida as 2 ho-
ras, agencia ra da Crata.1, eseriplorio de An-
tonio l.uiz de Oliveira Azevedo G.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR
Los [torios do sul esperado
at odia II do correte o vapor
'niirrza de JotucUle, comman-
daatt Araujo, o (pial depois da
demora do costante seguir para
tos do sul.
Desde j reeelw-ae paseageiros e engaja-se a
ne o vapor poder conduzir, a qual nevera
- i mhaivada no dia de sua chegada: encom-
. u !a- r dinlieiro a frote al o dia da saluda as i
I na, agencia ra da Crnz n. 1, eseriplorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo C.
COMPANHIA PERXAMUUCANA
DF.
Xavegaeo eosteira a vapor.
I'ara a llha de Fernando.
Segu no dia l as 11 horas
ila uianha o vapor laguar'e,
commandante Lobato. Recebe
carga al o dia 13. Encommen-
da*, i asaageiros e dinheiro a fre-
c.dja da sabida as 10 horas: eseriplorio
i.. Parle do Mattw n. 1.
l'orto.
Para o Rio de Janeiro
Pretende seguir com muita brevidade o pata-
cho nacional Beberib?, tem parte de seu carrega- Au.,r|a.fpiPa l( da rarronti' < 41 h-
mentopromptopara o resto que Ihc falta e escra- UdPia-ieird 10 00 crreme ds II na
vosa frote para os qaaes tem cxccllentes commo- PUS II1 FUH da LilUOia II. 51.
dos tratase com os seus consignatarios Antonio
Luiz de Oliveira Azovedo & C, ne seu cscriptorio
ra da Cruz n. 1.
Barea Lima 1
Sabe em poucos das para o Porto por ter parte
da carga engajada: para o resto e passageiros,
tratse cornos consignatarios Carvalho 4 Noguci-
ra, na ra de Apollo n. 20, ou com o capitao na
praca.
Segar, at o fim do correnle a mu veleira barca
i flaqueza SijmiHilkm : para alguma carga c pas-
tm trata-se com Raltar 4 Oliveira, ra da
< adeia n. 26.
lo Grande do Sul.
Sepie brevemente a barca nacional Pitimin, de
ponvira marcha : reebe carga por freles haixos
e irau-se com Rallar S, Oliveira, ra da Cadeia
26.
Brigue
cConfianca.)
Pretende sabir brevemente para Lisboa, recebe
carga e passageiros, para o quo trata-sc com seus
consignatarios Carvalho 4 Xogueira na ra do
Apollo n. 20.____________________________
PARA 0 RIO DE JANEIRO
Segu impreterivelmente qaarta-feira 16 do cor-
rente para aquello porto a escuna nacional Cam-
poneza, s recebe carga miada e escravos a frete :
a tratar no largo do Corpo S.mto n. 6, segundo
andar.
Para a Baha
O palhabote GtribaUi pretende seguir com bre-
vxlade para este porto, tendo parte de seu carre-
^amenlo. e para o resto trata-se no cscriptorio de
Tasso Irmaos na na de Amorim.
Para Araeaty
O haie Dous Irmaos pretende seguir com bre-
vidailc. lendo |arte da carga, e para o resto tra-
a sr aa ra do Amorim no cscriptorio de Tasso
Para o Rio C. runde do Mu.
Sakin rom brevidade o brigue nacional Corum-
h*, rardie carga a frete e escravos : quem quizer
ek rjrre#rar rntendu-se com Manoel Ignacio de
miwsra 4 Kilh, larc do (>>rpo Santo n. 19.
Para Rio de Iaaelro.
O patacho nacional Capuam, pretende seguir
rom sauita brevidade, tem parte de seu carrega
tealo eagajado, para o resto que Ihe falta e es-
rravws a frete para os quaes tem bons commodos
trata-se rom 4r Oliveira Azevedo & C, no sea cscriptorio ra
da Cruz a. I.
Para Valaaraizo.
Segac at o dia 20 do corrente mez a barca
aateneaaa Hifh Perrkkeai, recbese passageiros
para os faaes lera excellentes commo eao scaasigaatarios Henry Forster & C. ra do
Trapiche a. 8.___________________
LEILOES.
LEILO
DE
Uw sitio e casa de vlveuda ao
prineiplo da estrada do
Hau|Biilnho c esquina da ra
da Amizade. em ehio
proprio.
l" sem limite.
Por interven?ae do agente Euzebio se vender
em leilao naquelle dia e hora o sitio e casa de vi-
venda cuja propriedadeem chao proprio, tendo de
se vender em um s lote, nao se duvidar no caso
do hauor quem queira se fazer a venda emires lo-
tes, tendo 172 palmos de frente, ser 72 palmos
iwluindoa easa um lote, o segundo ser de 100
at a equina com 200 palmos de fundo, e o ter-
ceiro com frente na ra da Amizade cerca de 200
palmos a 300, com todo o fundo a extremar com
o sitio do Sr. Gadault, pelo que sao convidados os
pretendentes ao previo exame, na verdade ser
urna t>a acquisico de aproveitar a oppor-
tunidade.
liKIlitO
DE
Charutos da Baha.
HOJE.
O agente Pestaa vender por conla e risco de e a CorP anl. !>de
quem pertencer cerca de 400 caixas com charu-
tos da Bahia marca acreditada e bem conhecida
neste mercado em um ou mais lotes a vontade :
segunda-feira 14 do corrente pelas 10 horas da
manha no armazem do Annes defronte da al-
fandega. _______ .,
Um carro americano de i rodas com arreios
para um cavallo.
luinta-felra 19 d dezembro.
O agente Pinto far leilao por conta de quem
pertencer de um cabriolel americano novo de 4
rodas com arreios para um cavallo, as 11 horas
do dia cima dilo no trapiche do Barbosa em fren-
podero os pretendentes
examinirem o referido carro aa vespera e entre-
vespera e dia do leilao, podendo entenderem-se
com o mesmo agente em seu cscriptorio ra
Cruz n. 38.
da
LEILAO
DE
28 caberas de jado vaceum, a meiagao do escra-
vo de nomo Joaquim, idade 30 annos, um guar-
da roupa de amarello, um armario de dito e
urna caixa de prata para rap.
IEIIAO
para
DE
3 careos de passeio americano
passr a festa.
Quinta-feira 17 do corrente.
O agente Pestaa far leilao por conta de quem
pertencer de 3 carros de passeio americanos vin-
dos de New-York no patacho inglez Mersey, dos
A'reqerimenfo dos'curadores fiscaes e depo-' gostos mais modernos que tem vindo a esta praca
sitarios da massa fallida de Joaquim Vieira Coe- e muito elegantes, os quaes serao vendidos cada
Iho C. e mandado do Illm. Sr. Dr. juiz especial um de [iersi na porta da associacao commercial,
do commercio o agente Simoes vender em leilao quinta-feira 17 do corrente pelas i! horas da ma-
os bens acuna mencionados perlencente a refe-
rida massa : segunda-feira 14 do corrente s 10
horas da manha na coxeira do Sr. Rosa ra da
Imperatriz n. 39. ____________^_______
quinta-feira 17 do corrente pelas
nha onde se acharfio expostos concurrencia
coma qual desde j o agente espera._________
fCL
DE
Algodo.
HOJE.
0 agente Pinto far leilao por conta e risco de
quem pertencer do 69 saceos com algodo, ava
riados, que se acham depositados no trapjche do
algodo onde se effectuar o referido leilao s 11
horas em ponto.
IiEIJLAO
LEIIAO
DE
l'm grande sobrado de um an-
dar na eidade do Aracaty.
O agente Almeida far leilao requerimento
dos administradores da massa fallida de Seve Fi-
lhos & C. e mandado do Illm. Sr. Dr. juiz especial
do commercio, de um sobrado de um andar com
:)."> palmos de largo tendo 3 janellas na frente, na
ra das Flores da eidade do Aracaty em chjs fo-
reirus a cmara municipal de dita eidade.
No dia 19 do corrente
aporta da associacao commercial s 11 horas ; os
pretendentes podein obter qualquer informaco do
agente cima.
DE
do sitio do
adianto do
L'm sitio denominado Jang ao norte
Diquadas em chaos proprios pouco
Rio Doce.
Terca-fcii'a lo do correle s 11 horas
da manha.
0 agente Olympio acha-se autorisado a vender
em leilao o sitio cima mencionado, tendo o mes-
mo 22o bracas de frente com posses de curraes,
cerniendo perro de 700 ps de coqueiros, boas bai-
xas para capia) e matas para o fabrico de_ carvo,
casa de taipa arruinada com proporcocs para
plantar-se 4 a o mil ps de coqueiros por ter mais
do um quarto de legua de fundo. Os pretendentes
desde j podero entender-se com o referido
agente para qualquer informaco, o leilao ser cf-
fecluado no armazem da ra do Imperador n. 16,
s horas cima.
AVISOS DIVERSOS.
2>rs!>
/.
Vos 5:000#.
Corre boje.
Stgtinda-feira 11 do corrente se extra-
bir a oilava parte da terceira lotera do
Gymnasio Pernambucano (terceira conees-
s'o), no consistorio da igreja de .Y S. do
Rosario da fregneja de Santo Antonio.
Os bilhetes e meios acham-se venda na
respectiva thesouraria ra do Crespo n. 15
e as casas commissionadas ra da Impera-
triz n. 44, loja do Sr. Pimentel; ra Direita
n. 3, botica do Sr. Chagas; rita estreita do
Rosari n. 12, typographia do Sr. Mira e ra
da Cadeia n. 4o, loja do Sr. Porto.
Os premios de 5:000/5000 at 10#000
serao pagos urna hora depois da extraeco
NOYES
DE
PARTIDAS DOBRADAS
i OFKKIIECIAS
A ASSOCIACAO C0HUEUCIAL BENEFICENTE
DE
PERNAMBIICO
POR
Tereeiro escritnrario da thesouraria
de fazenda de Pernambuco e competentemente au-
torisado para exercer pro-
fessoralo particular de ariihmeca ai mesma
provincia.
Acha-se esta obra nos prelos da typographia
Commercial, d'onde em breve sahir luz da pu-
blicidade em nitida impressao c sob o formato de
8o portuguez.
Compoe-se esta obra de um volume, dividido em
urna parte theorica c outra pratica, de fcil alcan-
ce s pessoas que se queiram dedicar ao estudo da
escrituraco.
A respectiva assignatura acha-se aborta em to-
das as livrarias desta eidade, ao preco de *>000
por volume.______________________________'
Imperial lusliluio dei\. 8. do Uom Con-
selho, ra da Aurora n. 50.
Como consta da declaraco feita por meu cu-
nhado, o Dr. Joaquim Barbosa Lima, no Diario de
Penwinbucodc 9 do correnle, Joi-mc por elle trans-
ferida a propriedade e direceo deste instituto.
A longa pratica que tenho do movimento desta
casa, em que por espaco de cinco aunos exerci as
fuuecoes de vice-director; a estima e consideracao
com que muitos pais de familias sempre me hon-
raran!; e sobretudo a animago que ti ve de alguns
amigos, com especialidade do Illm. Sr Dr. Jos
Soares de Azevedo, a cujo cargo est confiada a
direceo scientirica do estabelecimento, resolveram-
un' a tomar sobre meus hombros tamatiha emprc-
za, que continda sob a invocaco c protec^o de i
X. S. do Bem Conselho.
Nao tenho pretengao de exceder a altura a que
a direceo de meu cunhado tlevou o estabeleci-
mento, mas pretendo desvelar-me para que nao
perca elle o grao de crdito que Ihe deixou, pro-
meltendo por mim e por minha senhora todo o dis-
vello para com os meninos que nos forem con lia-
dos, tanto na educago scientilica como na moral
e religiosa.
Xe dia 7 de Janeiro prximo achar-se-ha, pois,
de novo aberto o estabelecimento concurrencia
dos alumnos, tanto internos como externos, conti-
nuando no mesmo predio da ra da Aurora n. 30,
onde passarei a residir com minha familia.
Hecife 12 de dezembro de 1863.
Antonio Augusto Ferreira Lima.
Muita uttenco.
*
Avisa-se ao respeitavel publico que nao faca
transaccao alguma com a letra de 1:0003 vencida
em maio, aceita pelo Sr. Pedro Alexandre de Mat-
tos e proveniente de arrendamento do engeuho
Macaco, por quanto essa letra foi raptada ao pro-
prio dono e sacador juntamente com o seu facto
na oc-asio em que csteve agazalhado na noite de
quinta para sexta-feira, gralifica-se generosamen-
te a quem apresentar na Estancia casa n. I, um
signal qualquer que conslitua prova de quem seja
o autor do sobredito roubo, o qual consta no todo
dos seguintes |objectos : palitot de panno pelo
c ni umacartejra contendo 103, alguns papis e
a referida letra, um colletc de fustao de cor com
salpicos brancos, urna calca de merino de cordo
e chapeo inglez de palhioha branca e bengala,
duas saias urna de madapolo e outra de sarja
preta, um corpinho branco guarnecido com enfei-
tcs de (raucas pretas e mais 13 que cstava sobre
urna mesa de marmorc.
m$m
WOS ARMAREIS
CONSERVATIVO E CONSERVADOR
21 e 23Largo do Tert}0~21 e 23.
Joaquim Simoes dos Santos, proprietario destes estabelecimentos de molhados
participa ao publico e a todos em geral, que vende nos seus armazens os gneros por
menos de 3 10 por cento do que em outra qualquer parte, garantido-se pela superior
qualidade.
Manteiga ingleza perfeitamente flor a 800 rs. a libra.
dem fraoceza, vinda pelo ultimo navio a 560 rs. a libra e 5i0 rs. em barris ou meio.
Banha de porco refinada, a 400 e 44o rs. a libra.
Velas de espermacete e carnauba a 860, 400 e 600 rs. a libra.
Gaf do Rio de Ia e 21 sorte a 270 e 300 rs. a libra, e a arroba a 8(51300 e 9/000 rs.
Batatas em caixas cora 2 arrobas por 2|J000, e a 4o rs. a libra.
Toucinbo de Lisboa, a 32o rs. a libra, e a arroba a 90000, ou barril.
Gh de Ia, 2l, 3a e 4a sorte a 2,51800, 20500, 20000, 10800 a libra.
Azerte doce de Lisboa a 30000 o galo, e a 600 rs a garrafa,
dem de carrapato, a 280 rs. a garrafa, e a 20000 a caada.
Genebra verdadeira dellollanda, marca gallo a 400 rs. a botija.
Milho alpisla o mais limpo que ha a 160 rs. a libra a 4800 rs., a arroba.
Vinho verdadeiro Figueira e Lisboa, a 500 e 400 rs. a garrafa e a caada a 30300 e 30000.
dem do Porto, a 4300 a caada.
E alm dos gneros annunciados ha outros muitos baratissimos, assim como
queijos novos, chouricas, servejas das raelhores marcas, aletria, ameixas sevada, comi-
nho, erva-doce, pimenta, sabo, canella, phosphoros do gaz, que tudo se vende por
menos de 3 10 por cento, a dinheiro contado.
Jos Azevedo de Andradc faz
sci< ote ao co< p<> do commercio desla
|ir tea e a seu freguezes em ger-l, que
transferid o seu zendassito ra do Crespo loja n. 20
A para a de n. i 8 da mesma ra.
Gompanhia lidaifc Publica.
A direceo convida aos senhores accionistas
receberem o dcimo dividendo-de 135 por aegao,
no escriptorio desta companhia, ra da Cadeia n.
42, em os dias uteis, das 10 s 1 horas da tarde.
Recife o de dezembro de 1883.
Os directores
Feliciano Jos Gomes.
Domingos Rodrigues de Andrade.
ftocledade de seguros mutuos
de vida fnstallada pelo Banco
r ii i So na eidade do Porto.
Gs agentes nesla eidade e provincia Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C escriptorio na ra
da Cruz do Recife n. 1, esto autorizados desde j
a tomar assignaturas e prestar todos os esclareci-
iii' utos que forem necessarios, as pessoas que dc-
sejarem concorrer para tao til e benfica empre-
za, segurando um futuro lisongeiro aos associados.
CASA DE SAUDE
DENTISTA DE PARS
19Kua Nova-19
Frederico Gautier, cirurgiao dentista,
faz todas as operacoes de sua arte, e col-
loca denles artificiaes, tudo cora superio-
ridade e perfeico, que as pessoas enten-
didas Ihe reconhceein.
Tem agua e pos dentificio.
pao de senteio novo nos dias
quarias e sabbados de cada semana, na padaria
em Santo Amaro ao pe da fundico, na ra da Im-
peratriz n. 22, e ra do Brum, confronte o chafa-
riz n. 47, ra das Cruzes, deposito n. 39, na I'as-
sagem, taberna da esquina do Sr. Rento, que vira
para o Remedio, e no armazem progresso, largo
da Penha n. 10.
Escrav-s cjuias.
Terca-feira 15 de dezembro.
O agente Pinto legalmente autorisado pelo li-
quidatario da massa fallida de_ Mesquita & Dutra e OS OUtros no dia segtlinte depois da distri-
buivo das listas.
0 thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
e Francisco Antonio Correia Cardoso, far leilao
de dous escravos e differentes obras de ouro co-
mo sejam 1 pulseira e 1 par de rosetas de ouro
com 14 brilhantes emais objectos de ouro e pra-
ta : s 11 horas do dia cima indicado em seu
escriptorio ra da Cruz n. 38.
Gab.nete medico cirurgico ra dos
Flores n. 37.
0 Dr. Estevo Cavalcanti de Albuqucrque d
consultas medico cirurgicas em seu gabinete das
8 s 11 horas da manha e das 11 at s 3 horas
da tarde, os chamados deverao ser por escripto e
dessa hora em diante dever ser procurado na ca-
sa de sua residencia no Chora-Menino.
1. Partos.
2. Molestias de pelle.
3." dem dos olhos.
4. dem dos orgos genitaes.
Praticar toda e qualquer operaco em seu ga-
binete ou em casa dos doentes conforme Ibes for
mais conveniente. _______________________
Ao u. 29.
Nova loja dos barateiros na ra do Queimado.
Velludo de cores fazenda muito boa o covado
3,5000, baldes de panno 3$200, ditos de arcos
35000, 45000 e 55000, laas de duas larguras
para vestido o covado 500 rs., chitas francezas o
covado 300 rs., metim branco para forro de
vestido o covado 120 rs., tarlatanas de todas as
cores a vara 720 rs.
Ao n. 29.
Nova loja dos barateiros na roa do Queimado.
Cassa lisa pelle de ovo a peca 75300, cambraia
lisa muito tina a pera de 17 varas 105, cam-
braieta pera de 12 jardas 75000, cambraia adamas-
cada para cortinado a peca de 22 varas 105000,
mcias finas para senhoras a duzia 45000, chales
de la ponta redonda 325500.
Ao n. 29.
Nova loja dos barateiros na ra do Queimado.
Bicos pretos de linho a vara 120, 160, 240, 320
rs., franjas de seda a vara 80 e 160 rs., galoes
de seda de algodo e de la para enfeites de vest-
m.-sraa propriedade, um | O rnesmo tem exposto venda em seu dito esta- ? .?_,??**,lt '"*!*.^bot5es de sda
Em Santo Amaro
Do Dr. Silva Ramos.
nico estabelecimento desta natureza
que existe entre nos, montado do modo
que pode com todo o commodo e zelo tra-
tar qualquer doente, que nella seja reco-
mido.
O edificio magestoso c conserva-se
em perfeito estado de limpeza e conve-
nientemente mobiliado.
Os doentes sao separados, segundo os
sexos, natureza das molestias e condicoes
sociaes.
Ha quartos fortificados para os aliena-
dos, e urna enfermara para as partu-
rientes.
O proprietario encarrega-se de qual-
quer operaco.
O estabelecimento franqueado qual-
quer pessoa que o queira visitar.
Primara classe 35000diarios.
Segunda dita.... 25300
Terceira dita.... 25000 >
Para que qualquer doente sejaali recc-
bido, basta que se mande o nome do doen-
te e da pessoa que o remette, com a de-
claraco da morada.
O proprietario aceita contratos annuaes
com qualquer que queira ter um ou mais
leitos sua disposicao.
3
Antonio Jos Rodrigues de Souza aluga a sua
casa e sitio do Monteiro, em frente ao oitao da
igreja de S. Pantaleao, com bastantes commodos :
a tratar na thesouraria das loteras, ra do Crcs-
10 n. lo.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da
ra do Crespo n. 23 : a tratar na loja.
Antonio Jos Rodrigues de Souza, na ra do
Crespo n. 15, precisa alugar um moleque para o
servico de casa de familia, e que saiba bolear car-
ro, sendo de bons cosiuines.
Dentista americano
De Xew-Vork, ra do Im-J
rador n. 63.
!Dr. W. H. Me. Gralh, offerece ao res-
peitarel publico de Pernambuco os ser-
l vicos de sua profissao, todas as opera-
I coes da bocea e denles serao executadas
| com o ultimo c muito melhorado princi-
[ pos de cirurgia dental.
aitii
BR
I
0 Sr. Luiz Paulino Cavalcanti de Al-
buquer<|ue, tem urna carta nesta typographia.
Precisa-se de um bom cosinlieiro e de urna
ama que saiba engommar e lavar : tratar no
sobrado n. 32, da ra da Aurora.
O Sr. Jos Francisco Pinto Guimares, cirur-
giao pela escola real de cirurgia de Lisboa, trans-
ferio sua residencia para a ra Nova, n. 60, pri-
meiro andar, onde pode ser consultado todos os
dias uteis das 7 s 10 horas da manh, acerca das
doencas denominadas cirurgicas ou externas espe-
cialmente daquellas, em cujo tratamento mais fre-
queutemente inlervem a medicina operatoria.
LOTE 311 A.
G4S.4 1)4 FOIITIJU
Terca-feira 18 do correute
s II horas do dia porta da associacao commer-
cial.
Os pretendentes podem examinar o predio que
se acha patente.__________________________
LEiLO
" Uilhetes garantidos
Urna fabricado destilado e seus pertences, una v rua do c 23 fasas do t
dita de sabio e seus perlences, urna grande .. ftft#mftfcft
propriedade e diversos terrenos, gneros de Aos *,WUU&WUO.
distilaco, botijas e garrafas vazias e garrafoes. IIOf 12
O agente Almeida autorisado pelos Srs. admi- O ahaixo assignado tendo vendido nos seus mi-
nistradores liquidatarios da massa fallida de Joa- to afortunados bilhetes garantidos os de ns. 343
quim Lucio Monteiro da Franca, far leilao da' com a sorte de 10:0005000, 236 com a de 2:0005,
propriedade da rua Nova de Santa Rita n... na 1302 com a de 5005000, e outras militas de 1005,
qual esto collocadas as fabricas de destilaco e de 405 e 205000 da lotera que se acabou deextralur
sabo, tendo tambem urna grande casa de morada; a beneficio da rmandade do Senhor Bom Jess das
com todos os commodos nao s para familia como Dores, e convida aos possuidores de ditos bilhetes
proporcoe para acommodar empregados necessa-: a vircm reeeber seus respectivos premios sem des-
rios para tacs estabelecimentos, urna magnifica cont algum ein seu estabelecimento casa da for-
cysterna para conservar 200 pipas de liquido, al- tuna rua do Crespo n. 23.
Ama para ser alugada.
Urna parda moca com todos os roquesitos para
urna casa de familia, sabe coser, engommar, vestir
urna senhora, e tratar de crianras : pode ser pro-
curada a pessoa que est encarregada de aluga-la,
no estabelecimento dos Srs. Quinteiro & Agr, na
rua Nova, das 9 horas da manha 1 hora da
tarde.
Maques sobre Portugal.
O ahaixo assignado, agente do banco
mercantil Porluense nesta eidade, sacaef-
fcciivamenlc por todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
qualquer somma, vista e a prazo, po-
dendo logo os saques a prazo seren des-
contados no mesmo banco, na razo de 4
por cento aoanno aos portadores que as-
sim Ihe convier : as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
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ozono]
93
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US o o
C-5
la uni- fjL*
Para 'rio
A barra portugueza S. Mtmorl H segu imprete-
nwliuit para o Porto no dia 24 do corrente, e
-4 reofce pawigeiras, para os quaes tem cxcel-
MKs cimwili.' : a tratar no escriptorio de M. J.
Ubm* e Sihn Genros. na roa do Vigario n. 10.
jtuii> terrenua .......:v;> a 111 mili |iiu|>iiuuauc, um ; \j iiioruii mu c.\|psiu ,i m-iih.i <;iii wu uiiu esia- i vplliinup (1p fnslao ilii7'i
dito na rua Im|>eral, diversos gneros como ge- belecimento e as outras casas do costume es feli-!ae >enuoee ue lusut------------
120.
nehra, vinho de caj, essencias, grand;; porco dezes bilhetes da oltava parte da terceira lotera do
liotijas, garrafas e garrafoes vazios.
uarla-feira 16 do corrente.
A' porta da associacao commercial s 11 horas
os pretendentes podero examinar os estabeleci-
mentos pois se acham ahertos para csse fim.
LEILAO
Urna armaro de amarello envidracada e ou-
tros objectos,
Quarla-feira If. de dezembro.
O agente Pinto far leilao requerimento de
Cala & Irmaos e por mandado do Illm. Sr. Dr. juiz
especial do commercio da armacao de amarello
envidracada, 1 balcao, 1 banca, 2 cade i ras. 1 ca-
bido, 2 armarios, 6 chapeos para meninos, 7 tou-
cas. 24 enfeites para cabera, 3 chapeos de castor,
e 20 caixas de papelao objectos pertencentes a
madama Rosa-Hardy e existentes na loja do sobra-
do da rua Nova n. 0.
LEILAO
en
DE
Um sobrado de um andar
Manto Amaro.
Quarta-feira 16 do corrente.
O agente Almeida competentemente autorisado
far leilao de um sobrado de um andar sito em
Santo Amaro rua do Lima ou travessa da Fundi-
co do Star, cora 45 palmos de frente e 96 de fun-
do, cosinha fra, cocheira, quartos para criados e
escravos, carallarice, tudo era ponto grande, mu-
rado com portao de ferro, com fundo at o rio,
comprehendendo um viveiro, alguns terrenos pr-
ximos que se venden em separado.
O leilao ter lugar corta da associacao com-
mercial s II horas do dia cima.
Gymnasio, que se extrahr a 14 do corrente, e as
sortes que elles oblverem serao pela mesma for-
ma pagos urna hora depois da extraccao.
Precos.
Bilhetes inteiros..... 65000
Meios bilhetes...... 35000
Para as pessoas que compraren]
de 1005 para cima.
Bilhetes........ SfMO
Meios......... 25730
Manoel Martina Fiuza.
*- Ao Sr. Dr. Joio Jos de
Moura Ma^aMes se roga o
obsequio de vir a rua das Cru-
zes n. 44, seguudoaudar, con-
cluir 9 negocio que nio igno-
r% e que ja tao velho.
lrmandade de Xossa >etiliora Mai dos
Honiens.
Por orlem da mesa regedora convido todos os
nossos irmaos a reunirem-se em mesa geral a fim
de se tratar de assumptos de grande interesse pa-
ra a rmandade, quarta-feira 16 do corrente, s 6
horas a tarde, no consistorio da igreja da Madre
de Dos.O escrivao,
Joaquim Gerardo de Bastos.
Casas para se passar a festa.
Anda no Cachang existe por se alugar casas
para se passar a festa, entre a* quaes urna nova;
quem pretender, dirija-se rua do Queimado n.
IV, que poder dar informacoes.
PAII4 \ FEST4
(1 ul.
Aluga-sc urna das melhores casa no Cachang
confronte a igreja, murada com caes e portao para
o rio, pintada e caiada de novo : a tratar na rua
do Queimado, loja n. 43.
Anda se precisa de urna ama : na rua da
Senzala nova n. 39, taberna da quina vollando pa-
ra o becco Largo. ___________________
O Dr. Antonio Vicente do Nascimenlo Feito-
sa, tendo de retrar-se para a corle do Rio de Ja-
neiro, afim de tomar assente na cmara tempora-
ria, cerno depulado assemblca geral por esta pro-
vincia, avisa ao respeitavel publico, e com especia-
lidade aos seus constituimos desta c de outras pro-
vincias, que o seu escriptorio na rua estreita do
Rosario n. 13 contina sob a direceo de seu com-
panheiro e collega o Sr. Dr. Joaquim Jos de Mi-
randa. Os solidos estudos do Sr. Dr. Miranda era
jurisprudencia, a pratica que possuo dos negocies
forenses, o conheciment quo tem das causas do
escriptorio, onde trabalha ha cito annos, e o carc-
ter probo que o distingue, sao garantas sufficien-
tes de que na ausencia do Dr. Fe tosa os negocios
forenses a seu cargo, e os que occorrercm de novo,
proseguiro com a mais perfeita regularidade.
O Dr. Feitosa avisa, outro sim, ao respeitavel
publico, que as pessoas que quizerem ouvir suas
opimes, podero remetter-lhe para a corte suas
consullas por intermedio do mesmo Sr. Dr. Miran-
da, certo de que a resposla lhes ser enviada pelo
primeiro vapor que d'alli partir depois do recebi-
mento da consulta-, assim como all se encarrega-
r da direceo de revistas ou de quaesquor nego-
cios forenses.
O mesmo Sr. Dr. Miranda fica munido do pro-
curasao bastante para tratar de qualquer negocio
que diga respeito ao Dr. Feitosa, quer particular
quer forense.
c*..'. ...., .-.T:
Joo da Silva Ramos, mele .
versidade de Coimbra d consultas em
sua casa na rua Nova n. 50, das 8 s 10
V.' horas da manha e das 4 s 6 da tarde e
> recebe igualmente convites para dentro
ou fora da eidade com o fim de se en-
carregar de qualquer servico de sua pro-
fissao.
Os chamados deverao vir por escripto^
Precisa-so alugar urna escra va que saiba co-
zinhare comprar, para urna easa de pouca familia,
ou nina criada forra para o mesmo servico : na
rua do Queimado n. 39.___________^_^^____
Aluga-se umescravo ptimo padeiro: na rua
do Livramento n. 22, tereeiro andar.__________
Precisase de urna negra ou negro para alu-
gar-se : na rua do Hospicio n. 62.
tVIWI
Jos Antonio da Silva Souza, eidado portuguez,
de hoje em diante se assignar por Jos Maria de
Souza Lco.
3-RUA ESTREITA DO ROSARIO-3
Francisco Pinto zorio contina a col-
locar dentcs artificiaes tanto por meio de
molas como pela presso do ar, nao re-
cebe paga alguma sem que as obras nao
fiquem a vontade de seus donos, tem pos
e outras preparaces as mais acreditadas
para conservaco da bocea.
Curso do lingua italiana para as meninas e
senhoras, no novo anno lectivo de 1864. O res-
pectivo professor estabeleceu um mdico ordenado
para ensinar perfeitamente esse bello idioma, a es-
crever, lr, traduzir e fallar grammaticalmente. A
experiencia acaba de o demonstrar em duas meni-
nas pernambucanas que fallam a dita lingua com
muita grara como qualquer senhora italiana. Aba-
lisados jurisconsultos e lentes da faculdadc desta
eidade do Recife lizeram ao respectivo professor a
[ honra de o consultar a respeito, as diversas obras
de direito de habis jurisconsultos italianos. As
senhoras que desejarem cstudar em suas casas essa
bella lingua c suas poesas, antes que cheguem as
companhias lyrcas esta provincia, tem as suas
ordens o respectivo professor, homem de toda edu-
cacao e respeito, rua da Soledade na Boa-Visla
n. 66. O mesmo professa as lngu.is latina, grega o
franceza, c as falla correctamente.
Offerece-se urna ana de leite
Gloria no becco do Fundo n. 8.
Aluga-se urna casa terrea com 4 quartos c 2
salas, na rua Augusta n 91 : a tratar no deposito
de Joo do Amaral Raposo defronte da eslacao.
Marianna Alves de Araujo, Brasileira, retra-
se para a Europa.
O Sr. Francisco Jos da Costa, recebedor de
assucar de engenhos do norte, queira declarar os
dias e lugar onde pede ser procurado, visto ig-
norar sua morada.
Aluga-se o segunde andar sotao do sobrado
________ i da praca de Capim n. 6, com muitos commodos :
na rua da a tratar na rua do Queimado, loja n. 18.
<2>
Precisa-se de urna ama para cozinhar : na rua
da Imperatriz, sobrado n. 47, segundo andar.
Precisa-so alugar urna preta escrava, que se-
ja fiel : a tratar na rua Imperial n. 29, taberna.
Precisa-se alugar urna escrava quo saiba co-
zinhar, e seja diligente : na rua do Crespn. 18,
segundo andar.
Feilor.
Quem precisar de um bom feitor para sitio o
qual afilanca o seu comportamento dirija-se rua
do Apollo n. 4, primeiro andar.
mmmmwmmm*.
M A t encio.
S Em Santo Amaro de Jaboatao ha carro
de aluguel e cavados por preco commo-
do, as pessoas ou familias que necessita-
ren) de viajar dirijam-se coxeira no
mesmo lugar ou poder dirigir-se a rua
Direita casa de Joaqun) Antunes da
Silva.

i
Aluga-se a casa terrea n. 6 da rna da Ale-
gra : a tratar na roa da Imperatriz n. 40.
/


Diario de Pern*ntbuco Segunda clra 14 de Dezeniluo de 18G3.
5

^
Sitio.
Arreada-so sitio Hurta*, junto ao palacio do
Sr. hispa esa (fuit. cesa caeknba de boa agua de
beber, a atonas arvoredos que se acham carrega-
de* de troclas : a tratar aa raa dos C.uararapes
a- VI_______________________________
Precisa-se de ama mulber de meia idade, c
qae sirra para todo o servico de urna casa de fa-
ilia, daaaVse o sustento e de vertir : na ra de
Berma,, obrado.______________
Precisa-se de uro pequeo para caixeiro de
laja de ferragens, de queja lenha algurna pratica :
a tratar aa raa do Qaeimado n. G9.
Aluga-se barateo segundo andar do so-
brado a. 14 en a^rua da Aurora, que ulti-
aMauaila fin concertado e pintado de no-
vo : quesoo pretender dirjase luja de
Bastos & Ib-ge, aa roa Nova, que achara
_ etratar.____________________________
Alagase a casa n. 36 na roa da Matriz da
Boa-Vista: a tratar na Ponte Yelha, taberna n. 39
wmwmm
adelidade de
segar* aaaritiuios e ter-
restres estabeleclda do
Rio de laaciro.
Acorras km pepimmbico
lataaie Lat te Oliveira Azevede k C,
competentemente autorisados pela direc-
tora da companhia de seguros Fidelida-
de, toaum sefuros de navios, mercado-
ras e predios no seu escripiorio ra da
Crazn .1.
< Oenpamhia
TINTtBABIA.
Tmge-se com perfeicao para qualquer
cor, e o mais barato possivel: na ra do
Rangel a. 38, segundo andar.
O Sr. Jos Francisco de Souza Jnior tem
urna carta qae se dii de seu particular interesse,
aa roa da Madre de eos n. 12.
Precisa-se de uro luulequc de 16 a 18 an-
sas : ac o tiver para vender, queira dirigir-se
a raa do Trapiche n. 11_______________________
Alaga-se a coebeira da ra Imperial n. 111 :
a tratar na raa Direila n. 6.
0 Dr. Carolno Francisco de Lima San-
tos, contina a residir na rua do Impe-
rador n. 17, 2 andar, onde pode ser pro-
curado a qualquer hora do diajs da noite
para o exerciciu de sua profissao de me-
dico ; sendo que os chamados, depois de
meio dia at horas da tarde, devem ser
deitados per escripto. O referido Dr.
nao abandonando nunca o estudo das
molestias do interior, prosegue, com o
maior afflneo, no das mais difflceis e deli-
cadas operae/ics. como sejam dos orgss
ourinarios, dos olhos, partos, etc.
PECHINCHA
Grande liquidara de fazendas inglezas e fran-
| Compra-se um escaler que seja pequeo e
em bom estado : a tratar com .ntonio Jos Rodri-
gues de Souza, na rua do Crespo n. 13.
-------=------------ ....------;------_ ... cezas e de todas as qualidades se vende por preco
- Compra-se effeci.vameiite uro e prata em baral6siolo para ldar Ba ,ejt e trmazelVdo,
?nb,r,,SV,e!n1aS(:napraCa d* IndePcndenc'a f arara, ua da lmperatriz n. 36, de Lourenco Pe-!
loa de b.lhetes. reir Mendes Guimaraes.
' I Vende-sc lazinhas de cores e de quadrinhos :
transparentes proprias para capas do senhora e i
vestidos com l palmos de largura a 15200 o co-;
vado, ditas de quadrinhos a 280, 320, 400 e *
rs. oeovado : na ruada Imperatnz n. 36.
Arara vende as tapas a 85.
Vendem-se ricas capas para senhora a 85, cha
VENDAS.
500
CALCADO
J. Puo Tiiiunra !* ,es de "nerio"estampados a"25300 e 3, lits de
^'J ILUl 1/11 Clld *?J ponta redonda e borlote a 5, 65 e 75 : na rua da
Apiovtieiii eiMquaatotempo! griz "'56'loJa da mn de Mcndos Gui'
- Aluga-se nm^reto cozinheiro e outro proprio Borzeguins francezes de lustre pa- Lazinhas da arara a 280 rs.
para todo o servico, e especiajmente aaze.UJde |. ra homem................. 55000; Vendem-se lazinhas para vestido de senhora a
assocar : na praca da Independencia ns. 37 e 39. Borzeguins francezes de cores pa-
Alugam-se tres sobrados na rua do Pires da ra meninas................ 25000
Boa-Vista, cada um dos quacs olTerece muitos com- Borzeguins francezes pretOS para
mudos para grandes familias por conter no andar meninas
superior 5' quartos e 2 sala-: e no pavimento ter-
reo, alcm dos mesmos commodos referidos, cozinha
e 2 quartos no quintal : para tratar do aluguel, na
loja n. 3 na rua do Calinga._________________
Aluga-sc o armazem n. 4 da rua do Apollo, e
o terceiro andar da casa n. 88 da rua da Impera-
triz : na rua da Aurora n. 36.
Aluga-se o sobrado da rua dos Coelhos n. 10,
com grande terraco, por commodo preco, a casa
dos lefios na rua dos Prazeres n. 36, utna dita na
mesma rua n. 32, urna dita na rua do Socego n. 7,
a tratar com Jos Carneiro da Cunlia.____________
Precisa-se alugar um preto para o ser-
vico de casa : na rua da Cadeia do Recite
.20.______________________________
Dase effectivamente dinheiro a premio sob
penhores de ouro e prata c firmas a contento: na
rua Augusta n. 43 se dir.
e Dr. Jos Liberato Barroso, partindo para o
i Janeiro lomar asseato na cmara tempo-
i deiva eocarrrgados de sitas causas aos l)rs.
Aprieto Juktiaiaoo da Silva Guimaraes e Joa Jos
Fffrera de Aguiar : a traUtr era seu escripiorio
a tan da biiariiiir n. 17. Durante a sua estada
o ftia e Janeiro eacarrega-se de qualquer nego-
AiTEXVlO.
Jos Uaraoo de Albuquerque anda inri para
-l airar o sitio da T*rre : a tratar com o mesuro na
rua lui|ierador n. 12.
Caixeiro
Precisa-se de aro caixeiro que toaba pratica de
utTua : aa raa das Creaos n. 39.
Irssaaithide de X. W. da Concel-
eo dos Militares.
Ba virtud? do tic V art. 26 dos estatutos que
recen cala raer wl irniandadc envido a todos
i rhrrissimos irmos para comparee.crem
de nossa igreja terca-eira 13 do ror-
reate atea, as 6 horas da tarde, fini de dar posse
* ** aresideote eleitu, e proeeder-sc a eleieao
da aova aMsa que tem de reg.-r ?. irmandade uo
lutoraaaswde 1864.
CaariHarto da irmandade 10 V dezembro de
ixoX-e-asrnuri,
M. E. Honorato.
Precisa-se de um pequeo para caixeiro de
deposito com algurna pratica: a tratar na rua da
Senzalla Velha n. 48._______________________
Agostinho Martina Campaohao subdito por-
tuguet vai a Europa.
Aluga-se a casa terrea na rua da Cal-
cada n. 48 : a tratar na rua do Sobo n. 24.
O abaixo assignado previne que ninguem
contrate negocio algum com Martinho Francisco
da Silveira relativa a parte do sitio que foi do fi-
nado Jlo Itaptista da Costa, no Caxang, pols
est em letigiocom o mesmo.
Vicente Ferreira da Costa Miranda.
Aluga-sc a casa da rua de S. Francisco n.
27 : tralar na rua da Florentina n. 32.________
Precisa-sede urna ama deleite : na rua es-
treita do ltosario sobrado n. 8, segundo andar.
Prec^a-se d
e nina ama |r.i cozinbar c en-
A pessoa que annunciou precisar fallar ao
Sr. Jos da Silva Capella para informacoes pode
dirigirse i rua da Cruz n. 36.
Agencia de passaporte.
Claudiuo do Reg Lima, despachante de passa-
iwrte, tira-os para dentro c fra do imperio por
commodo preco, e com presteza : na rua da Praia
n. 47. segundo andar.
Sabio luz a traducco da EpipbaoJa do pa-
dre i. Ventura, feita por um catholico. Dividido
em oito leituras, conlm este livro a mais bella ex-
posicao do mysterio da vinda dos Magos ao prese-
pio de Belem. O nome de seu autor o seu mais
completo elogio.
V. um livro utihssimo para a educa^-ao moral e
religiosa das familias nao s pela sua doulrina e
conhecimento de um dos maiores c mais consola-
dores mysterios de nossa religiao, como pelas, ora-
jes que acompanham a todas as leituras. K um
'itileressante oitavaro para a celebracao da festa
dos Reis Magos.
O seu producto destinado pelo autor para au
Sapatos de lustre para senhora..
Sapatos de lustre s avessas.....
$500
1,5000
500
yenda de urna hypotheca.
Os I iquilla (tirios da niassa fallida de
Jos Antonio Basto vendem a hypothe-
ca que tem nos engenhos Mullo Grosso
e Cajabuss no termo de Seriuhcm no
valor de 31:835$911 rs.; tralar as
casas a na do Trapiche n. 34.
Cal de Lisboa e potassa da
Rnssia.
Vende-se na rua daCadeia do Recife n. 26, para
onde se mudou o antigo e acreditado deposito da
mesma rua n. 12, ambos os gneros sao novos e. _
legtimos, e se vedem a preco mais barato do que Ta "i^?,1^ por 1> ,*600' ,*80, c
utra qualquer parte. 'a Z ST3?"",CapaSde *
ra a i#oo o covado : na loja da arara
lmperatriz n. 56 de Mendes Guimaraes.
Meias do Porto.
Vendem-se na loja de ferragens da rua da Ca-
deia Velha n. 44, meias de linho e igualmente de
algodao, por preco inulto commodo._____________
Vende-so manteiga ingleza flor a 14 e 800
rs.. dita hollandeza muito fina a 880, dita franceza
a 600 rs., banha de porco a 460, queijos chegados
no ultimo vapora 2-3300e 2-5100, temeinho do ser-
ian especial qualidade a 240, carne do mesmo lu-
gar a 360, linguicas do Serid a 320, chouricas no-
vas a 800 rs., paios novos a 560, macarrao,' talha-
rim e estrelinlias a 480, nozes novas a 240, passas
280 e 320 rs. o eovado, gorgurao de linho para
vestido de senhora e roupa de meninos a 280 rs. o
covado, popelina de algodao de quadrinhos para
vestidos de senhora a 280 rs. o covado, enfeites
para cabeea de senhora a 15, redhibas para segu-
rar cabello a 14 : na rua da lmperatriz loja da
arara n. 36.
Arara vende as cassas a 200 rs.
Vendem-se cassa? de cores com quadros para
JuOvestidat a rs. o covado, ditas linas a 240 e
280 rs. o covado : na rua da lmperatriz n. 36, toja
da arara de Mendes Guimaraes.
Cortes de chitas a 200.
Vendem-se cortes de chitas francezas com pe-
queo toque de mofo por 24300. cortes de risca-
do francez com 14 covados a 34, lencos do seda
de urna s cor a 800 rs., di los de flores a 14 : na
rua da lmperatriz n. 56, leja da arara.
Arara vende as casemiras a I ,->600, 2.->300 c 3.6 o
corle de taifa.
Vendem-se lazinhas enfestadas cada corte de"
calca por 14600, 24500 e 34, tambem se vende
em covado entestado um covado e tres quartos
cova-
nho-
rua da
Arara vende roupa feita.
Vendem-se uniformes completos de paletot, cal-
ca e collete de casemira ingleza a 104 e 124, pa-
letots de brim de cores a 24300, ditos pardos a
34, ditos de meia casemira escuras e claras a
34500 e 44, ditos de casemira a 64, ditos finos a
84, calcas feitas de brim pardo a 34, ditas de fns-
tao a 24500, ditas de casemira a 34500, 44 e 34,
ditas de meia casemira a 24, cohetes a 24300 e
34, chapeos de massa a 14600, 24, 24300 e 34,
ditos de palhinha a 24300, seroulas finas a 14600,
ditas de linho a 24 e 24500, camisas francezas a
ARMAZEM DE MOLHADOS
pe
etto.

ce
95

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0 proprietario dograude armazeiii do Ilallza, considerarulo que apro
xima-se a festa, c que de algum modo deve mimosear aos seus freguezes, com algurna coli-
sa que revele o seu contentamento e gratidiio, resolveu expr a venda quasi pelo costo da
entrada o seu grande sortimento de gneros, que como todos sabem, sao sempre capricho-
samente{.escolhido entre os da mellior qualidade do nosso mercado.
Sujcito a um severo regulamento, o Baliza est firme em seu posto t> liorna, e j
mais circumstancia algurna o far arribar do magestoso quartel em que se ada abrigado
esperando o inimigo sempre de frente.
Nascido era trras de Portugal, o Baliza teve a fortuna de ver bem cedo esta bella
provincia. Foi na infancia que aportou em liosas plagas. entre nos fiequentou a escola
a 480, llgosla 240, alpista a 160, e outros muitos 114600 e 24, ditas finas a 24500, ditas de linho in- primaria,seus hbitos foi ao aqu adquiridos, suasalleicoes cxistem no meio (leste po\o,
gneros, muiloiem conta : nolargodoCarmo.es- glezas prega larga a 34, lencos pequeos pintados to generoso quanto bospilaleiro.
(juina da rua de lionas n. 2.
Mfi FUTA
Na rua do Queimado n. 43, esquina que
volla para a f.ongregacao.
i:" pechineha.
a 2-a-VMia /aru? da imPeratriz Nida arara A preferencia pois que Ihe tem dado os Pernambucanos, um favor, e verdad*;
RalAMta a^M KM 14 in rrns mas 6 um favor 1uo Baliza t('m merecido, e continuar a merecer sempre, a despeito da
InSofnS ^ue,Ta iurtla 'luo lhe faz( os 1,omcns *** libntsde tres quartas, e vinlios falsificados.....
As fortunas adquiridas
Vendem-se balos americanos de .
; Ihores que tem vindo a 20, 23, 30, 35 e 40 arcos "ara se ganhar dinheiro nao e de mister illudir 0 povo.
'a 34, 34500, 44e 44500, baloes de musselina II- por meios pouco lcitos degradao a quem as possue.
as a 44, ditos de panno a 34800 : na rua da im- Venham, pois, aquelles que anda nao abastercram as suas despensas nesla casa vc-
** rVeadem-se colchas avelludad.s a 8^. riflcar P0'RS mesmos quanto b to verdadeiro nestas palavras.
Vendem-se ricas colchas avelludadas para ca- L. ,Ballza ^ ^sUi do estabelecimeiito e nada escapara as suas vistas que passa
ma a 84, ditas de fustao a 54, cobertas de damas- can'.r no desagrado dos seus benvolos freguezes.
co a 44 ditas de chita a 24: na rua da impera- Azeitc doce refinado, francez c portuguez a mnnlios a 500 e 1$ agarrafa e 4(5 o par
Paletots de casemira a 5, 6, 7, 8,12 c 144, ditos triz n. 56.
de panno preto e azul a 9 10 12, 16 e 184, ditos Pechineha de chitas a 210 rs. o eovado.
sobrecasacos de panno nuuto fino por 244 e 284, Vendem-se chitas escuras a 240 rs o covado
ditos de alpaca preta e de cordao a IJ 6 e 74, uStSSiJSSSSSL "que dTmSfo
casa deduas poaaatt, eque de conhc- :xj|0 do collegio do rphaos, riiie o virtuoso hispo
-ar sna roafuiU : a traur no beceo das U9 Cear osla'fundando na capital de sua diocese :
kV- ^arf" ar n" Mallos, d-,-; te annuncio f ortanto um appello s almas
* *,*as"<* otante._____________________________ christaas parir que concorram coai una esmola
IbTaaparwvu um ravalle uo dia 24 do mez para un liin tao -jiio c lao louvavel.
da rua da luqierauiz, ?om os signaes se- Vende-se na livraria da rua estreita c'o Rosario
casianbo-es<-iira culpado, lendo eserloM '2, e na livraria econmica deNogucira, a 5 o
uaaca.i-er esu-nso Itom lim e no (|iiarlo tlireiio exemplar cncaderaado.___________
TB qaa o ach.-u aa lar aoaViii cortas donde
i- Me rjor-ae ao eacoaba Boaa-Fiai em Ipo-
iaca, ti rua Direila n. I tVaraa, que sei i re-
Jo.
600 rs. cada um, e outros
vista ; e para isso se
guezes
800 rs. a garrafa.
Dito em barril, a 1,800 a caada e GIO rs. a
garrafa.
da India edoMaranlio a 120,100 e 80
a libra.
Amendoas de casca mole a 280 rs. a libra,
xas em diversos vazos a 1$, 1500,
25500 e 800 rs. a libra.
utros muitos objectos que s de "Ipicps brancos c de cores a 24, ditos brancos -_Xn Z tA9fifia taml
se pede a altenco dos fre- a 2f e34, pecas de cambraia lisa linaa 34, 34500 Azctonas novas a 1,5200 0 bal I.
e 44, pecas de cambraia de salpicos de carocinhos Alpiste a lo rs. a libra, c 4;)80 ;
!\o deposita de totea da fabrica 'lo Bar-
baiho, rua do Imperador i, II.
30 0|0 menos do que em outra qualquer parle.
Louca vidrada de todas as qualidades, e tio boa
como a que vem do eslrangeiro e mais barata.
com 8 1|2 varas a 44, cassas para corlinado com
20 varas a 84, ditas de 10 varas a 44300 : na rua
lmperatriz loja e armazem da arara n. 36, de Men-
des Cu maraes.
Outra perhiucha vende-se bi im pardo escuro e cla-
ro a 100 rs.
a arroba.
Aletria a 480 rs. a libra.
Araruta verdadera a 480 rs. a libra.
Biscoitose bolacbnlias inglezas reeentemente
chegadas a 1 >*>00a lata com qualidades es-
peciaos
Vende-so brim pardo escuro e claro com um pe- Dito mais antigos no mercado a l()30O.
queno toque de mofo porm logo que lavase de-
sapparecc a 400 rs. o covado, garanlindo ser de i-
de garrafas grandes, que depois de vastas,
valem o que se deu por ellas cheias.
Linguasjamericanas de um tamanlio admi-
ra vel a 1)5 cada urna.
Manteiga, neste genero lia capricho da parle
do proprietario do Baliza ter sempre o
numero de ta lObarris de manteiga a-
bertos, alim de satisfazer os seus amigos
e freguezes, sendo que o preco da man-
teiga verdaderamente flor e de 000 rs. a
libra, e as demais qualidades a 800, ('00
noefamilS S^LTU^^ -Vende-se um excellenle carro americano de nho: na ruada lmperatriz loja da arara n. 36, de
rBKn.4
do dia 4 do cmate perdou-se uom
ana. d conclia*. < :u ui.i I ico, desde
t lr> nal al a rua Velha na Boa-Vista : a
: m- a liver ackadt a a quixer reslitui-la,
do^a-" a> arin.i/em de canse eco na rua de
a t-nda de fen.il : aoe ser ana rela-
rio re af eB.~ada.
A i.--s aa r um pafagM eaai a proprio bilbete, le- nlu a Loadade de apparecer ao espaeo de iros --------------------------------------^
Aix._ Desojase fallar cum pessoa encarregadados
pequea familia para fazer comiiras c cozinliar :
na ruado llrum, ealdeiraria n. 40.
Tendo de sor arrematado de renda o enge-
nbo Honcador na fixRiiezia de S Loiircneo da Mal-
ta, do coronel Jos Pires Campello por exocugao
que lhe move los Jeronymo Monteiro pelo juizo
commercial, escrlvo l'aes de Andrade, faz-se e*irio
a quem convier, que o dito engenho tem de ser
arrematado por seis asnos como foi determinado
pido juizo, sendo que dia da arrcaialacao ser a
19 do correte romoj fiira publicado por edilal
do mesmo juizo.
Aluga-sc o silio da Capunga, perteneente
Sra. viuva Torres : a tratar na rua Dtreita, loja de
o.
4 rodas com 4 assenlos, e para um cava I lo, cum
pouco uso, par preco muito commodo : na rua do
Queimado, toja de ferragens n. 33, se dir quem
vende.
Mendes Guimaraes.
UadapulM francez entestado lije i -'.'loo.
Vendem-se pecas de madapolao francez entes-
tado lino a 44 e 44300, dito inglez com 24 jardas
Fita para deh un de vestidos, marea mtira n.W a 64300, dito rainha a
Vende-se lita para debrore de vestido, a peca f-'. a jR00' di' ." ? ^' dil
com II varas a 400 rs. : na rua do Queimado, lo- ;* ?.J0!!- .*! .,(*.PW8 ^ a ?eda0 m-orpado a
ia ilo hpa-Ror l> '-' ->*'<' c fio, brim de linho brauco lino a
-------------------------------------- 14. 14200 e 14400 a vara, breanba de linho a
800 e 14, hollandade linho propria para forros a
320 o covado, sargelin para forros a 280 rs. o co-
a balar vado : na rua da lmperatriz n. 3C loja e armazem
da arara de Mendes Guimaraes.
CiUTOCllS.
Vende-se dnas carracas para avallo
na ruado Sebo n. 34, taberna.
Na bmk' do dia 9 do ewreutc, desde
Ifcrta a j rua do Sebo, pardeu-se um par de
orVt* "s de ouro. com vidros partidos e de
pra.i* OiOVi ni pn-m aehou qoerando resti-
tuir leve-o rua Direila n. 91, I andar, que ser
urpi usado. I
i rertai wj de aau aralhar pan ama secca de
nejiocos, nesla cidade, da Sra.
a Pedrosa. na rua Nova n. -31.
I). Candida Mil ia
FOLHINHAS PARA 1864,
Va prafa da Indepewlencia livraria ns. ('
Vende-se urna muala perfeiUi eogommadoi-
ra e cosinhofra : na rua do Cabuga n. 3, primeiro
andar.
TAIMADO
Vende-se taboado de n-sroba -e eanella de murta
boa qualidade e por prec.-i commodo : a tratar na
Forte do Mattos trapichelo Cuntta.
= Vende-se biscoutos iuglezes em latas,
e 100 rs. a libra.
dem franceza a 560 rs. a libra, muito nova
e de excellente gosto.
Dito lunch ou soda muito nova a 000 ala- Marmelada imperial dos memores febrican-
ta com o libras. ; t(,s e |,s|l(ia a (540 rSi a \\\,vh
Diiode Lisboa muito proprio para doente, Massa de tomate a 640 rs. a libra.
visto serem preparados para esse mister,
em latas grandes e pequeas de 35000 e Moslarda ingleza em potes grandes a OVO
1,5500 a lata. i ris 0 pote.
74, dh Bolacbinlias americanas, em barricas a 3^000, Marrasquino de zara a 64o rs. o frasco.
e a libra 20U rs.
Banda de porco retinada a 480 rs. a libra,
e em barril 140 rs,
Batatas novas a I #000 ogigo, eaGOrs. a
libra.
Cbi'i perola qualidade especial a 35 a libra.
Dito bysson qualidade especala 25800 a
a libra.
Peixe <'iii latas grandes, savel e gors a
15300 a la la.
Papel greve pautado c liso a 35300 a res-
ma.
Trancas de laa prclas e de cores.
Sendo lisa a 80 rs. a peca, o de caracol a 100 rs.
a peca : na toja de miudzas da rua do Queimado >to uxim a 25000 a libra.
n-16. Dito hjrsson a 25400 a libra.
Liras de Jouvill Dito dito a 25 a libra,
brancas e de ores para homem e para senhora a Dito nacional a 1/(500 a libra.
{JnIJr: M k,Jade "'''zas da ruadoQuei- Dito pn.t0) muito Slip0n01- a 25 rs. a libra.
Dito dito menos superior a 15000 a libra.
.-.< le
lia.
aaaaa
.!. uina inuiiier para ama secca de <3 8, acbam-sc venda as seguiuies fuLiai- em casa de O. A. Pastwood, rua da CadeU
fam.ha : na rua do Cnapo ... 17. ^ a |8(}i mpressas ncsl ,yp0firaplla D-24.
para 1804 i mpressas nesta typogr
v-^,, ,- ,imnr ,: 3-----r em excellente ivpo e botn papel,
V xni n.2. desojase fallar com o Sr. Amonio Joa- rulllinlia de porta contendo as mate-
foiai 4a Casta Santiago, cuja morada se ignora, j l'iasdo COSlume, l'S.........
- iyw- aiu-ar una ama q&; saiba cozi-l J'.la de algibeira, sob a epigraphe
n! .r na raa das Craxes, em Samo Amonio n. religiosa, contendo alin das materias
v. aadar._____________________________I d0 ^ostume os sele passos da Paixao
aataMs de um ih.o. feitor para traur de! de Nosso Senlior Jess Cbrislo ; canli-
um siii Jan !<-* eni |iaga as fructas, verduras
iKtuver no mesmo silio,
na rua da Cad-ia 11. 33, anaasem
ICO
Manual de contas (Vitas
Ciiegado pelo \auor:
so para o vigilante, i-ua do Cres-
po u .
At q'ie chesarain as muito desejadas casearri-
O Sr. aW 1I.1
rructas, vcruras cos jfl mez Mariano: livmnus e jacula-
'.^"^'"^^toriasao Sanlissimo Sacramento; ex-
..r;-------:------- plicacSes Je diversas oracoes; cora
s.lva apella que.raan- $$. exercicio ao sagrado com-
para compra e venda de asnear e outros generas, .. v* "**'" "'"" Sfl"Kuas. >-
obra muito ulil para os negociantes e senhores d "?* louas ^ c0,m "f ",mli:i;'. vt-llaido
engenhos; pois com um lance de atfla pdese o "nti o, cousa muito elegante para enfeile, assim
saber o valor de quaesquer quantidade de arrobas B?,,le.ou,ra? lM|>e*. J V* """i0 raioa-
e libras : vende-se na livraria econmica ao p do Vils s0 no gdaate, rua do Crespo, n. 7.
Para dar de mira.
Chegaram as riquissimas lionecas de todos os
tamaitos, vestidinhos ricamonb enfeilados, cada
un. ar sita taorada para lite fallat urna pes-
as* chegada de fora e que deseja ter noti-
cirS suas.
* "db'*" d'V-Vv4>*'W'*:.^'i
]a Precisa-s' de ama ama escrava que e-
" .a Ifia 'M^.M.'nma'leira se preste a iodo o
M ierrn de urna casa de familia, excepto
SK cAe r,.-inda : na rua estreita do Rosario
a. 31. terceiro andar. ______ SIJ
WMMWtMM MWM&Pffim
Xa roa do Trapiche n. 44, segundo andar,
preritt-sv de urna couaheira ; na mesma casa ha
guanos e tatas para alngar, e fornece-sc comida.
Preeka-se de urna una forra ou escrava :
na travesea do Veras n. 9.
aroH-alo Pilho, medico ofierador
a sneatial Pedro U, para maior com-
saadsdade da pessnas que o honram com
a sua confianza, participa que ser en-
contrado lodos os das no referido hos-
pital das 7 a> 10 da manhaa e dessa hora
I vanle Ba rua do Queimado n. 44, se- M
" 1 andar, onde lia estabelecido o seu ^
, mi em casa de seu paiCan- |
Pnncezas.D consultas gratuitas g
losdias no dito hospital, onde pra- $)
tica loda e qualquer operavo de nue os fo
pobres prerisem para o seu resul>eleci-
sta Incunhe-se especialmente da
cura das molestias do dominio da medi-
cina operatoria, que se ha dedicado,
das afsrces do otero e da uretra.
Cao de alaria ; orarlo para visitar as
igrejas no dia da Porciuneula ; orac5o
para escolha dos estados da vida ; dita
a Senhora da Conceigao ; e meditacoes
sobre a reforma da consciencia, rs. .
, Dita de dita, sob a epigrapheVa-
riedade, contendo alera das materias do
costme : receitas uteis e necessarias
aos diversos mysterios da vida; physi-
a e recreativa ao alcance de todos:
pilheriase raliceg; poesas; charadas;
mximas e pensamentos colligidos por
um curioso..............320
arco de Santo Antonia.
.^_________________________________^
Cortinados bordados.
Superiores cortinados bordados para camas fran- um em sua caixinha, propriamenie para u deli-' Cognac (le milito boa qualidade a 15 a Gar-
cetas, ou para portas : vende-so somente na rua cada mimo, por baratissime preco: s no vigilan-1 rifa
do Queimado n. 46, loja de Guimaraes & tastos, te, rua do Crespo n. 7. rv. rr 1 onn
Parios seuhoreshachareis. IJ'10 solT,''vcl a 800,rs- **+ .. ,
Chegou tempo a riquissima f.ia de chamalote Cerveija da marca tenente em botija, (en-
Eara cartas dos senhores hachareis, assim como i
ranea, lisa, propria para abrir letras, 011 para
siniOS : s no vigilante, rua do Crespo n. 7.
Peulea de marrafa.7
Tambem ehegaram os riquissimos pentes de
marrafa com pcdriiihas.os lindos pentes de regaco
para meninas, meias de seda c sapatinhos propris
para baptisados, meias de seda para senhora, lilas
Cal de Lisboa
, ehegada ltimamente ; na rua do Vigario n. 19,
primeiro andar.__________________________
Em casa de Mills Latliam v C, na rua d-
Crti n. 38, vende-se ferro galvanisado de um doa
320 i melliorcs fabricantes ingle/, s. proprio para cobcr6
i tas de casas.
a vir em consequencia de litar por preco
muito alto a G5500 a duzia de grandes bo-
tijas e 85 por vinte quatro m ias, e de ou-
tras marcas a 35, 45, 5 8 55i>0O a du-
zia de garrafas.
t ^L^^^^^TV'A Conservas inglezas, a 800 rs. o frasco c 95
a duzia.
Passas a 8JS00 a caca e 186 rs. a libia,
milito novas.
Palitos para tientes a 1(50 rs. o maco.
Dito dito de flora 240 rs. o maro.
- Frezante para fiambre viudo todos os vapo-
res a !KK) rs. a libra.
Dito do Porto em barril a 480 rs. a libra.
Queijos londrinos chegados no ultimo vapor
a800rs. aluna.
Dito Oamengos do ultimo vapor a 2/200 e
2000.
Dito prato superior a 040 rs. a libra.
Dito dito menos superior a 180 rs. a libra.
Sardinlia de Lisboa mijito bem preparadas
em latas grande a 040 rs.
Dito de Nantes a 320 rs. a lata.
Sag novo a 240 rs. a libra.
SabSo massa a 120, ICO, 200 o 210
libra.
Sevadinha de Franca a 200 rs. a libra.
Sevada a 120 rs. a libra.
Toueinho de Lisboa, de Santos, a 320 e 300
rs. a libra,
commenda feita pelo proprietario do Baliza) Tijolo para limpar facas a 140 rs. cada um.
qualidade esta que nao pode continuar I Vinhos, notte geneno o armazem Baliza tem
Chouricas novas a 480 rs. a libra.
Champagne (marca aguia) do Conde de To-
r a 105 o gigo ou 15 rs. a garrafa.
Charutos dos melhores fabricantes do Rio e
Bahia a 800, 15100, 25, 25500, 3&
35300, 45 45oOO. e 35 a caixa com 100
charutos.
Chocolate francez, de ranella la Romain.
Caf a 280 e 320 rs. a libra e a 85, 8/300 e
95 a arroba.
COMPRAS.
Taberna grande da Moledadc
familia e farello.
Vende-sc (arlaba de mandioca a 15 a sacra e a de linho e de seda, lu'vas de seda e pellica, e fio de
400 farello muito novo. _____ Escocia e ca marca, alfinetcs de cabeea chata, car-
--------------- --------------- teirinhas com todas as agulhas precisas para cos- Doces (francezes) em frascos lindamente enfei-
CjAVALilA) ,ura' fivelas de madreperola esmaliadas de ac' tados em calda de assuear e em alcool a
Vende-se um cavallo cor russa, muito c^mnS^
novo, gordo e grande, com todos os anda- SE senCa! toucal e sTpIm^ ,lc S1* em latas e em caixoes de di-
res : tratar na cocheira de Jos Furniass nhas de borracha para segurar manguintos, Atase [ versos tamaitos e objectos pelo qual se
rua do Imperador. cordes de borracha, sabonctes redondos, ditos! nao engeita dinheiro avista do grande de-
______ Plianiadnc ilix fomilio luini-i.l-i.: Aa Indiu te nnnl! rkrtollrt ffiiA ln
II % BKC14
chamados de familia, pomadas de todas as quali-
% islas linas. dados c dos fabricantes mais afamados, clcheles 'p1.^ur!!!!!l,,'1, ..,, n -f^, ,.nn
A loja da aurora na rua larga do Rosario n. 38 pratiados muito finos, retroz de todasas qualidades, ^ *nas liant izas e poi lugueza a 7O e a oOO
receben bonitas vistas sendo de Lisboa, Porto e relio/, em carretel e em novello, e de meada, de r- ;l ''''a.
Precisa-se comprar urna pequea rabeca que diversas, tambem recebeu estampas muito finas todas as cores, escovas para dentes, ditas para rou- Dita secca a 200 rs. a libra,
sirva paranienino aprender : na rua larga do Ro- em ponto grande sendo a morte do justo, a morte pa, ditas para chapeo o ditas para unha, de todos piaos nOVOS a 320 rs a libra e i 65 o banili
do peccador. inferno e para izo, assim como rece- os precos, c oulros mais objectos, que se tornara hn
300
do Cespo n. 7.
sirv
sario n. 36.
Comprani-se tres casas terreas ainda novas beti rejral?s de D- Lui D- Maria P"3. D- Pedro enfadonh annunciar.e vista dos freguezes pro- Uli-
com commodos para familia grande, em chaos "ea 'am'l'a- _________________________ mette-se fazer todo o negocio: s no vigilante, rua rutaem calda de assuear em latas a
propris, na Boa- Vista : os pretendenles dirijam-! Vende-se sement de coentro muito nova a
se rua da Cadeia n. 51, armazem do agente Eu-, 240 a garrafa, oles de ricino a 400 a libra : no
j Z(-'bio._________________________ j largo do Carino, esquina da rua de Hortas n. 2.
Coinprain-se accoes da caixa filial e do novo i Vende-se um cabriole! em bom estado : na
.banco: na rua da Cadeia, escripiorio de Leal na rua da Roda, cocheira que foi do Sr. Paulino,
R*-'is-__________ _'_______ na qual achara, com quem tratar.
VENDE SE
Dase dinheiro
1.6.
a juros : na rua do Rangel
Prorsa-se de ama ama para casa de duas
pe sanas, daado-se preferencia escrava : no largo
do Collegio jante ao sobrado amarello, terceiro
aadar.
rs. a lata.
Farinha do Maranho, muito superior, a
IGo rs. a libra.
Dita de trigo, a 120,140 e IGO rs. a libra.
Frasqueiras com genebra de laranja, de
Hollanda, e de Hamburgo, de diversos
precos conforme os tamaitos.
Garraoes vazios, de 5oo a 152oo.
Gomma do A'racaly a 100 rs. a libra.
Dita menos superior a 60 rs. a libra.
- Compra-se urna muiatinha detfl n^oT lez,'. de mx\ dos mai* afamados '"cantes fu do Imperador n. 28 e caes de ApoHo n. Graixa a 120 rs. a lata e 15300 a duzia.
sendo sadia e de bons costumes: na rua do Cres- ?e Liverpool, e tambem urna vanedade de 67, a 200 rs. a libra, e de 8 libras para cima Licores francez.es dasmelhores fructas da Eu-
Compra-se para encommenda alguns escra-
! vos, molecotes de 13 a 20 annos, bonitos e sadios:
a tratar com Tasso Irmaos, rua do Amorirn n. 25.
Compra-so urna escrava que tenha babili-
RELOGIOS,
Vende-se em casa de Johnslon Pater A
C, rua do Vigario, n. 3. um bello sorti-
a taberna da travessa da rua das Cruzes n. 6 com
poucos fundos e bem afreguezada, e garntese o
alugnel; a qual vende-so por o dono estar doente
c ser preciso retirar-so para tratar de sua saude :
a tratar na mesma.
- Compra-se urna escrava que tenha habili-i*"' 'Ud V8".' H,u ,lo,sor"-| A C?//>/7r f/ MfinfPim
dadese de boa conducto .na rua da Cadeia n. 35. mento de relo8,os .de ouro Palenfe in" ^Sdfltar UU MUHlCirO
po, loja n. 15.
bonitos trancellins para os mesmos.
. a 50600 aarroba.
ropa em garrafas lindas e de diversos ta-
o raelhor sortimento possivel, Lagrimas
doDouro, Maria Pia, Cambes, Bocage, l>
Pedro II, D. Pedro V, e Baliza, que se
vende muito barato em vista de sua espe-
cial qualidade a 105000,125000 e 155000-
a duzia.
dem esquesiU'S como sejam Cherrv. e Madef*
ra, Velmute, etc., de 155000 a" 205000
duzia.
dem de Figueira, Lisboa e Porto a 35000,
45ooo e 45500 rs. a caada
dem de Lisboa de minha propria marca em
ancora de 8 '/a a 9 caadas por 285000
a ancora, e da Figueira de 8 2 a 9 ca-
adas a 285000 rs.
Vinagre de Lisboa em caada a 15600,158oo
e 25000 rs.
dem mais baixo a 15280 rs. a caada.
dem de Lisboa em garrames com S garrafas
por 15200 rs. com o garramo.
Vellas de espermacete superiores a 600 rs.
o maco.
Idepi de'carnauba de 320 a 300 rs. a libra,
em arroba de 95000 a 105ooo rs.
Vassouras do Porto com arcos de ferro a 4oo
rs, cada urna.
Vinhos de Bordeam neste genero temos as
melhores qualidades que se fabricara em
Bordeaux, tanto branco como tinto, e espe-
ramos por todos os vapores francotes, uns
pequeos barris contendo cada um de 85
a 90 garrafas, e qne sero vendidas o mais
barato possivel. >


Diario d Pernaiubnco -'- egnnda lelra I 4 de Dembro de lg3.

I

Os (lasos
OS MAIS AGGRAVA1VTKS
Huma pertinaz mirara
ESCRFULAS,
OU ERIIPGOES ESCROFULOSAS,
Ulceras de twia a especio.
8YPH1LIS, OU MAL YENRB
TIBORES,
Ehiiliiye*,
BERTOEJAS,
PHTEaLMA,
Iljdtopfcia,
Ernpgens,
HF.lil'KS.
Dar tros,
nwnm
KSIORIUTO,
Tinhn.
HAGA8 AHTICAS,
Rheumatsmo Chrontco,
DEBILIDADE GEEAL,
Nervosidad^. Ni'vnilsiiis.
nm m atm&, hsm.
SPPRESSO DAS REGRA.S, oti
AMENOBUHEA,
l-K \* 1IIII\L7 A C Na rBa d? Vgari arm"em n- 7> ha Pm Ven'
LO JA DE MlUDfcZAS erose8asa?pSs^
-. r, YC i r\ -i / Pann0 de a^50 dah,a-
16 Ra do Queimado. lo ofcrto.
. I Vinho especial do Collares, .em ancoretas.
Pects de tranca de I na prett o do cores Usa a nto dito do PortoemtsaixaS de 1 e 2 duzias, o
80 rs. melhor que ha no mercado.
Pecas de tranca de laa preta e de cores, caracol, a f)t0 particular do Cartaxo, era ancoretas.
lO rs. .... Prego caibraes.
Pecas de tranca da Unho branca de caracol a Pomgd* de sebe*
lO rs. i,tah.a de roriz.
Pecas de tranca de Itnho mesrlada de caracol a Diversas qualidades de vidros proprios para bo-
100 r>. nuca. \P*\
Pecas com 10 varas de Ot de velludo cor de rosavSJhSpjjadonal Jb Rio de Janeiro.
al*. VeTaTstearial
Pocas rom 10 varas de lita de vellido prelo a 1*200 Farinha de mandioca de S. Matheus.
,1*100. ----------------------------------------------
Piras rom i:t varas de fita de velludo lavrado a 1*
" 1*200
Pecas com 20 varas de galao lavrado a 1*500.
Pejas de franja branca estrella a I*.
Per de franja larga para cortinados a 3*.
Pecas de lita de seda de cores a 360 c 800 rs.
Pecas de franja de laa a 1*
Peras de franja de seda preta e de cores a 3*.
Pifas de lita de retroz preta e de cores a W) rs.
Pivas de bicos e rendas a 1*200 e 1*500.
Varas de bicos e rendas a 100 e 160 rs.
Varas de bicos pretos a 160 e 240 rs.
Viras de breo preto da largura de um palmo a
300 rs.
Varas de lalivriotbo de um palmo de largura a
.00 l s.
Varas de Umitas filas para cintos a 500 rs.
Vanas de lila preta de borracha a 160 rs.
Varas s> bahados largos a 120 rs.
Varas de galao branco e de. cores lavrado a 100
ris.
Fivelas de aro galvanisadas para sinto a 1*500.
aes cintos, com fivelas de pedrinhas a 3*.
Gi.v.(ias de seda a 400, 600 e 800 rs.
Gra ..mas para l.ioo a 800, 1* e 1*280.
r.i.-valaseoin bonitos passadores a 1* e 1*280.
Grvalas de pona larga bordadas para senhoras a
1*280.
Passadores para grvalas a 500 rs.
Conservadores de rontinhas pretas e brancas a
1*000.
\ ollas de perolas brancas c de cores, cora cruzes,
a i*.
\ eUM prelas a balo com cruzes a 1* e 1*500.
Votas pretas de ron las milito gradas a Mara
Pa a 1*800 2*500.
Vanas de coral pequeas c grandes a 600 e 2*400
Marinlios de coral a 360 e 600 rs.
Otara* le retro, prelo e de cores a 160 rs.
Kara de pavanas enfeiudns, a taina a 1*.
Paree de brincos pretos e de cores, a balao, a
OVO rs.
I'.'i.s de borracha para regaco a 800 rs.
J'iiiics dourados com pedrinhas para regaco a
HHl
Airas ,'iurnicies de nenies dourados com cachos
c peYinhas a as marrafas naos a 45 e 5*.
Rtrw partea dourados a 2*. 2*500 e 3*.
Benitas nmhi com pedrinhas a 1*.
DrtilM ejaraieSea de lientos com laco esmaltados,
i Barrates ignaea a >*.
D gaarnicfrs de penles com laco para lulo,
f.....Brralas ajoassa 3*.
Bonil pentes de tartaruga a 45 e 5*.
Um ; .-;.....i"s de mese virados iinitande tartaru-
ga a 1*100 e 2*
! entes de ntassa en caixinhas a 500, 640e800rs.
!'.;..- para alar cabello a 80, 160 e 240 rs.
Lavas de Jnuvin brancas e de cores a 1*500.
ha as da BsOMb brancas e decores a 500.
o- botos para pubes a 160, 320, 480 e 800
D n ias de benitas botOes dourados a 480 e 960 rs.
Dnatas de baantoa bssBes da eMn a 480 rs.
ji.iioli.s brancase da cores com ronlinhas a i*.
alas da maca do Pastea 1*000.
1 para unlns e costuras a 500 e
i: ms para damas a 160, 320 e 480 rs.
i ras para millas, renen, atenea, a cabello a
*O0 I s.
Re lihn Inacadores com p* a 2* 2*300 e 4*.-
..i- ds btalo oneastoadas eni niailhn a 2*.
I. -salas de janeo e de cuma a 640 e 1*280.
I ees de junco e de balea a 15 e 1*600.
innacia de ac prateada, doorada e ba-
a a "?** a |.-.
II lemibrres de metal prinripe para cha a
m i*.
ilecoiueres de metal para sopa a 3*500 e
1*590
..pe de cores pequeo a 040.
infcas de pand amizade a 800 1*.
r,Ti\ioi.;is de papel le beira doorada a 1*200.
anasdeiapel phanta.-ia de cores a 15-
i.... ualtas rom !" enfotepes a 800 r 1*.
' kinhas de lacrea 200 e 400 rs.
I |m ana de aen a WM. 1*200 c 1*600
- de brelas do rula a 80 a 120 rs.
: ile tinta azul ou encarnada a 320 rs.
CreS mi encarnados a 120 rs.
! .. roa las pecios a 160 a 240.
1.
ESTABELECIMENTO COMMERCIAL
^ DE
;CALIO\IUiKFl!MIKl\l) D METAES,
ftlto ras do Brum n. 40 junto
fnndlfSo do Hr. iiownmiu. perteatoene a
Tlllaca Irmo A C.
Neste eslabelecimento encontrarJe os freguezes um completo sortimento
de tudo que diz respeito as artes de caldereiro, funileiro, latoeiro, ferreiro e
fundifo, e os abaixo asssiguados que o dirigem, promettem servir a todas as 4
pessas que se dignaren ile os procurar, eom promptido, sineeridade e pre- :j
eos muito raseaveis. O dito estabelecimento estando montado em ponto 1j
grande, tanto no que diz respeito a pessoal, como em materia prima, e tendo
habis officiaes, pode ejecutar com toda a perfeicfio e seguranca qnalquer
obra tendente as artes cima mencionadas e alToitamente pdem os abaixo as-
signados assegurar ao pHblico que nenhuu outro estabelecimente Ihe pode
fornecer mais barato e mais perfeito do que elles, visto que recebem de sita
propria encommenda todas as materias empregadas em ditas obras.
Alambiques simples e continuos de to-
dos os taannos e dimencoes.
Machinas de cobre para destilar e res-
tilar espirito at 40 graos pelos sys-
teraas de Logier e Derosne.
Carapucas e serpentinas de cobre, e
estando, avulsas.
Takas e tachos de cobre para engenho
e renaco.
Paros de cobre e todos os cobres ne- Bombas para destilacoes.
cessarios para o fabrico do assac3r. Ditis para rogar jardins, hortas e
Cobres para rodas de moer mandioca, capim.
Machinas econmicas para lavar roupa Ditas para navios e bareacas de varias
o memor possivel. I qualidades e dimencSes.
Cobre em lencol e arrodellas, estanho em barrinho, chumbo em barra,
lencol e canos de todas as grossuras.
Villana Irmo & C.
PECHI^CHA
COMO VL % IIOI V :
KO
ARMAZEM
B
Sinos de 16 libras 8 arrobas.
Parafuzos de bronze e ferro para ro-
das (Tagua.
Torneiras de bronze e bronzes para
engenho.
Encanamentos de cobre e chumbo de
todas as grossuras.
Bombas para cacimbas, aspirantes e
de repncho.

38RA DO IMPERADOR38
de tinta inplez.i a 160.
. loes para csnarsMhosa 80 rs.
prelos |iara liorzegiiins a 160.
ibas roen 1 : ;- c ;n loo agullias da Victoria a 320 rs.
;! tii-'in zas a francezas a 2lKI e 320 rs.
is de allinnles a 80 e 160 rs.
- >* de siij/eiior.'s nalHos Nudosa 240.
r.aixinfcas najas pira guardar joias a 300, 400 e
rs.
!), as de ranudos de pomada a 240 rs.
leles li.nicc/es a 100 rs.
le agua de Colonia a 400, 500, 800, 1* e
:
\:iadosa 400. 500. 800 e IV
de banha llraama a 4oo. 500.800 e 1*.
de iiclioly a 400. ;), 800 e 1*.
i ..:- .is de oleo tomea a 500 a 600 rs.
i i.'.-ins da aten plsanane a 8(H>e 1*.
i de exiraclo de sndalo a 1*.
> de liioli: Iraasnarcnt* a 800 rs.
li..-i.^ de banis jamnieta a 8(X) a 1*.
i d l.avaiide anilireada.
arracaa de agua de l.iv.inde anilireada.
Esa da anua Kioi da legitima a l*.*i00.
Carraf.iscoinprida- ita tfittt de Colunia a 800 rs.
^... ms eaaa anona > extrarin jantaanonaa a 141410.
I liu las com 4 fr.i-|ii:o!ms (!, eMiaclos a 1)40.
wsm,
SiVimao das I'riuas,
HMACIATAO.
(>'( i ,,i)ti'i;;i-i rJuii uto gtral do 'ti/-j>t,jir(i>'e-
'. ,./<; (A. catado ricioao do snH-fftUi
HFL4MAC0E8 CHEONICAS,
Alscjoss Chronicas do Figado,
\-~im civil :h:i\r \s M ms siMii.ii w'l k- MO-
I.R8TIA8, l'i:ixcir.\l..\l:xi i; QUAMia SAO
( \l s\:.\<, OU i'i:iii>r/.ii) \8 PJLO III i
UVKR Iso no MmROUJUO OC
Qui.nuhi,
\^^iii rontn tiitnlii-ni pelo IVrqr.rille ni. iIm \l-
SliMC e iilrii.s >re[:irnt M BltaesaoBi
Toila3 catas Bufarmidadea prompta e efficaK
-.nsta oednm a bauefica. poJeroza e
purificantes qiialidactos da mtd
justamente nfomada
uifflrwNiJH he m\m\,
venda as boticas de Caors & Barboza,
ra da Cruz, e Joo da C. Bravo cV C, ra
da Madre de Dos.
Agna oatnral de Condilae.
rauito recommendada as affeccoes do tubo gastrointestinal, nos dos rins, e bexica ourinaria, pelas
suas propriedades alcalinas, e o acido carbnico qne naturalmenle contm em snspensao, de preco
mais eommodo que a agua de Vkky, e de propriedades talvez superiores pela grande quantidade de
acido carbnico. Injeafio llrou, agtia oV U Ckeelen, cnpahiba de Mege, injecfo fttgas ie tanalv
dr zhihi, muito rocommendada as gonorrheas. Le rrotj francez verdadeiro ; na raesma casa lem
algumas caixas de instrumentos ctrurgicos para operacSes de Matieu e Gharriere.
FUWIIICAO DO BOWMAI-RIIA INI
BRUIff \. 38.
Este muito acreditado estabelecimento est prvido de um completo sortimento de
machinismos proprios do fabrico de assucar, a saber:
Machinas de vapores as mais modernas e mais acreditadas.
Bodas d'agua de ferro com seus pertences.
Moendas e meias moendas de todos os taraanhos.
Bodas dentadas, angulares e de espora.
Taixas de ferro batido e coado.
Boceas de fornalha pelo novo systema Wetson.
Alambiques de ferro fundido.
Fornos para cozer farinha.
Moinhos para moer mandioca.
Arados americanos, etc. etc.
Furiar. i
Ingnj krnna :.
na sjne lia ajenh
* el Ignario i
-.ni!"
briam
dr ;i aiior.i.
i lualiiiiiica da lin'llinr i
;,|. liado : no escr|ilor('
Oliciiia & r'illio largo d(
i. lo, mi a bordo do pnlhaliotd ra-
Mint-mi. ancorados no raes do harao
(! i iarramento.
liOJa do bcija-Oor.
tollas do aljofares.
Vendem-se vollinlias de aljofares com pedra,
imitando a brilhanies a 1* cada urna.
Ilolops para punlios.
Vendem-se boloes para punhos, muito bonitos
padrdas, a 200 rs. o par.
Facas para meninos.
Vendem-se faquinhas para meninos, de cabooi-
tavado, a 240 rs. o talher.
Lia para bordar.
Vende-se laa de todas as cores para bordar a
6*700 a libra.
Facas < garios.
Vondem a 2*S0) a du/ia, ditas de balanco de 2 boloes jiara
mesa a 6J2IM) a duzia.
I.nvas de Jonvin.
Vcinlem-se luvas de Jonvin chegadas pelo ulti-
mo paquete, lauto para boinem como senhoras.
lAlrarlos innlczrs.
Vendem-se extractos ingleses muito barato por
lereo sido comprados em leilao a 240 rs. o frasco.
KsniMis para denles.
Vendem-e escovas para dentes a 120 e 240 rs.
W i I lio c farlohi.
m' m fui'ia emilho da Ierra, o melhor cada urna, ditas muito finas inglezas a 500 rs.
v v i'. x n tanta de Lisboa a 3*800, t*0:0. Toncas de laa.
| : no aimazeni
i S aia Crtii n. 84.
da aurora brilhantc,
A .tM> um balo.
stodki los Altos Giiimaraes dono da loja in-
lutada grillo i'mita ota na do Cresno n. 7, avisa
s i -so.'itavel pulilico ipe tiMido rerebido um
-'imh-iim alaaaaanda balan tanto hran-
i i-'-.iiiu i'iicaruadas e para liquidar de prompto
i -olvido a vender pelo baralissimo pceco de
i cada um
Transparentes.
Tamben rhegaram os lindos transparentes para
laa que se venderlo pelo barato proco de 164 '
i par. ________________.
Vendem-se toucas de laa para menino a 800, 1*
e 1*280 cada urna.
Sapaliiilios de lia.
Vendem-se sapatiulios de laa para meninos a
400,500 a 640 cada par.
Tcsonras.
Vendem-se tesouras para costura a 500 rs., ditas
para nidias a 400 rs. cada urna,
Collarinhos.
Vendem-se collarinhos de papel a 40 rs. cada
um, ditos de linho a 640 rs.
Penles de Iravrssa.
Vendem-se pentes de iravessa para menina, de
borracha, a 500 rs. rada nm.
Heates sena Igsiaes. v Toeidot-es de jcarand
ssn,K panjnj de concha para os novos 9JS^f adores de Jacaranda a 2*500 e
dos conforme os figurinos quo vem na z*oocaaum.
i raixinla : na loja do gallo vigilante rua flo Escovas para ronpa.
>) n. 7
PICHE
se pirnc |>edra : no armazem da bala ama-
relia nonitanda secretaria de |toliria.
C evada.
Vi i tarcas com cevada muito nova c por
r>e:v.s do pie em oulra qualquer parle : no es-
irforM iW Xa*nel tgnario de Oliveira tt Plttio,
ijiino Corno Santo n. 10.
Vendem-se escovas muito finas para roupa a 400
e 500 rs. cada nma
Esprlhos cam estojo.
Vendem-se esfielhos com estojo para navalhas a
*, 2*500 e 2*800 cada um.
Adereces pretos.
Vendem-so aderecos pretos a 2*200 cada ade-
reco.
Roles de perola.
Vendem-se botes de perola para collele e vesti-
dos a 400 rs. a abotoadura.
Pcde-sc (oda at'nico.
Custodio Jos Alvos Guimaraes, dono da loja in-
titulada Gallo Vigilante, rua do Crespo n. 7, avisa
ac seus numerosos freguezes e ao respeitavel pu-
blico, que lendo de reformar no fin dcsie anuo seti
estabelecinienlo, equerendo liquidar grande quan-
tidade de diversos objoctos, est rosolvido a vender
ludo por precos baralissimos, como sejam :
Peras com 45 vara:- de franjas de linho a 3*.
Ditas com 45 varas de galao de linho a 3*.
1 Laa sortida para bordar, libra a 4*.
Proco de cores sonidos, peca a 160 rs.
Manguitos para senhora, o par 800 rs.
Golinhas de bonitos gostos a 400, 500 e 1*.
Salvas de metal principe a 1*500, 2* e 2*500.
Ditas rom copos de metal proprio para meninos a
1*200.
Facas e garfos para sobre-mesa a 4* a duzia.
Ditas e ditos dita com cabo de mariim a 6*.
Bandejas de todos os tamaitos muito finas a 1*.
1*200, lj400, 1*600, 2*500, 3*500 e 5*.
Ditas redondas para copo de 50 rs. para 2*800.
i Tesouras em carteiras, a duzia a 500 rs., 640 e
800 rs.
i Peitos para camisas, a duzia a 2*.
Camsinlias bordadas para senhora a 1*500 e 2*.
! Chapelinas para senhora a 3*.
i Ditas para menina a 2*.
Chapeozinho para meninas de escola ou passeio a
2*e3*.
; Flores francezas, caixos grandes, a 600 rs.
| Luvas de seda com pequeo toque de mofo a 300
i rs. o par.
Toucas de laa para meninos a 500 rs., fil a 500 e
600 rs., de seda a 800 rs.
Sapatinhos de merino a 800 rs., o de laa a 500 rs.
Bolsitihas de missauga para meninas de escola a
800 rs.
Boloes dourados para punho a 200 rs. o par.
I Tinteiros de metal a 320 rs.
Trancelins para relogio a 100 rs.
Ditos de fita chamalole a 200 rs.
Escrivaniuhas de metal a 3*500.
Colheres de metal para cha a 200 rs. a duzia.
! Ditas de dilo para sopa a 2* a duzia.
Boloes de duraque prelos a 400 rs. a groza.
Carlas hespanholas para jogos a 1*200 a duzia.
Caslicaos brancos c amarellos de metal a 1*.
Carteiras para algibeira a 500, 600, 800 e 1*.
Sabonetes minio linos a 1*200,1*600 e 2* a duzia.
Fivelas para calca a 300 rs. a duzia.
Botoes de ac para calca a 320 a groza.
Caixinhas rom allnctes,grampos e colchles a 320.
400 e 500 rs.
Filas do borracha pretas e de cor a 120 o 160 rs.
a vara.
Latas com dous massos de agulhas por 800 rs.
I Brincos de aljofares a balo a 320 o par.
! Alfineles pretos e de cores com pedrinhas a 200 rs.
e320.
Camisas para homem feilas em Lisboa a 2*.
Fitas de velludo lisas e lavradas a 800, 1*, 1*500
2", e 3* a peca.
Ditas para sinteiro a 300 e 400 rs. a vara.
Caixinhas para costura de senhora a 1*500.2*.
3,4, 5 e6*.
Compoteiras de vidro com pratos de metal a 3* e
4*000.
Franja de lia para debrunliar tapetes a 2* a peca.
Palitos de fogo, prova (Tagua, a 1* a groza ou 120
I rs. a duzia.
Assim como tom grande sortimento demnitos
mais otijectos que se tornara enfadonho menrio-
tia-los, que ludo se vender muito barato nara II-
Juidar : na ruado Crespo n. 7, e ruado Impera-
or n. 50, junto ao passo, e casa da llquidacao.
AH % I IfSTl
Bolos francezes era caixinhas cam diversas es-
tampas no exterior da caixa, e em latas asmis
delicadas para mimo, e muito proprias para en-
feites de bandejas ou pratos a 800,1*000,1*200,
1*500 e 2* as caixinhas : na rua do Queimado n.
7, annazem unifioerommercio, e pateo doCariao
n. 0, armazem progresslvo.
O JL titea DA I ti* IIA IO
Francisco Fernandes Duarte dono deste muKo acreditado armazem
de molhados, acaba de receber neste ultimo vapor os mal desejados gneros escolhidos
por elle na Europa, todos muito proprios para a festa os quaes esti resorvido a vender por
precos baratissimos como verao pela seguinte tabella, e raesmo pede a tedos os Srs. da
praga, de engenho e lavradores para que manden suas relacoes para serem despachadas
no armazem do Progresso do largo da Penha n. 10, alim de verem a grande vantagem
que tiram, tanto na superioridade dos gneros como nos precos asss resumidos,
os Srs. que n3o poderem vir podero mandar seus portadores anda que nao tenham or-
tica, que serao tao bem servidos como se viessem pessoalmente.
0 interesse que tira o proprietario deste acreditado armazem, j deve ser bem co-
nhecido pelos seus nnmerozos freguezes, pois simplesmeote consiste em servir bem e ga-
nhar pouco, aflm de conseguir a continuadlo tlaquellas pessoas, que a primeira vez se dig-
naren honrar o seu estabelecimento.
Queijos flamengos chegados neste ultimo Sevadinha de Franca a ioo rs. a libra
vapor a 2,ooo rs. ^.^ majt0 nQva a |fl0 rs a 1U)ra
lidade a 4oo rs. inteiro, e a 5oo rs. a *0 rs" a m)ra-
lil>ra. Genebra de Ilollanda a S,5eo rs. a frasquei-
ra com 12 frascos, e a retamo a oo rs.
cada um.
dem em botija hamburgueza a 4oo rs.
Doce de goiaba fino em cauces com 2 Vi
libras por 6oo rs.
dem mais baixo a 5o rs.
Manteiga ingleza flor a mais superior do'Genebra de laranja a l.ooors. os frascos
mercado a 72o rs. a libra. grandes.
dem de segunda qualidade a 64o rs. a libra. I --
Vtnlio de caj o raebor que ha no mercado
Manteiga franceza de primeira qualidade a; a l.ooo rs. a garrafa.
56o rs. a libra, e 52o rs. ein barris ou ... a
Palitos do gaz a 2,3oo rs. a groza e 2o rs.
a caixinha.
meios.
Cha perola neste genero nao ha nada a de-
sejar, e de especial qualidade, mandado
vir de conta propria a 2,8oo rs. a libra.
dem huxim o melhor do mercado a 2,6oo
rs. a libra.
dem de segunda qualidade a 2,ooo rs. a
libra.
dem hysson muito superior a 2,5oo rs. a li-
bra.
dem preto homeopathico muito fino a 2,ooo
rs. a libra.
dem de dentes lixados a 16o rs. o maco com
2o macinilos.
Errilhas seccas chegadas neste ultimo navio
a 16o rs. a libra, e em porcao se faz aba-
timento.
Banha de porco refinada a 48o rs. a libra e
42o rs. em barril.
Vioho branco de superior qualidade proprio
para missa a Olo rs. a garrafa.
Ameixas francezas em caixinhas elegante-
mente enfeitadas com ricas eslampas a
l,2oo, l,5oo e 2,ooo rs. cada urna.
Bolachinha de soda chegada neste ultimo
navio a 1,35o rs. a lata, deste genero ha
grande porco e de differentes marcas,
que se venden todas pelo mesmo proco a Wem francezas em frasco de vidro com tam-
vontade dos compradores. Pa (1? mfmo uniendo 1 libra a 1,2a
Sebolas em rsteos a 600 rs. o cenlo, muito
oras, vindas ne Sifmpathhi: na rna do Vicario
n. 8.
Na rua Imperial, dofronle do chafariz, vendem-
se as segu ntes mercaduras, pelos baralissimos
precos :
Duzia de marroquim 18*, urna pe.lle 1*600.
Duzia de bezerro 40*, urna pe I le 3*500.
Duzia de meias cruas para homem 1*800, par
160 rs.
Duzia de meias brancas para senhora 2*500, par
240 rs.
Duzia de baralhos de cartas porluguezas linas 2*,
baralho 200 rs.
Duzia do baralhos de Garlas francezas 3*200, bara-
lho 280 rs.
Duzia de pentes em niasso para alar cabello 1*700,
um masso 200 rs.
Duzia de ditos em caixinha 43500, urna caixinha
500 rs.
Borracha para borzeguins, jarda 1*800.
Filas de laa para borzeguins, peca 180 rs.
Ditas de seda n. 1 1|2, pega 240 rs.
Fivelas para sapalos, groza 400 rs.
Fitas lavradas n. 4, peca 1*.
Ditas largas n. 6, peca 1*600.
Ditas di las n. 7, peca 1*800.
Ditas dilas n l, peca 2*.
Ditas ditas n. 12, peca 2*500.
Duzia de sapatos de tranca eseossoz 18*000, par
1*600.
\o armazem de fazendas bara-
tas de Mantos Coelho
BA DO QUEIMADO N. 19 VNDESE O SE-
GUINTE :
Esleir da India
para forro de sala, de 4. 5 e 6 palmos do largura,
por menor proco do que em oulra qualquer parte.
Lencos
do panno de linho pelo barato proco de 2*000.
Leiifes
de bramante de linho fino pelo barato proco de
3*000.
Cobertas de chita da India
pelo barato prejo de 2*000.
Lencos de cassa
brancos, finissimos, proprios para algibeira pelo
baralissimo proco de 2*J00 e 2*400 a duzia.
Cambraia adamascada
para cortinado, pelo baralissimo proco de 10*000
a peca.
Pecas da camhrai
de salpicos, fina, com 8 1/2 varas, pelo huralissimo
preco de 4*.
Fil lisa fino
pelobaratissimotireco de 680 rs. a vara.
Bramante de linho
fino com dez palmos do largura pelo barato proco
de 2*300 a vara.
Toalhas aleoehoadas
| para miio pelo baralissimo proco de 5*000 a du-
zia.
Pecas de brelaaha
| de rolo com 10 varas propria para saia, pelo bara-
to preco de 3*000.
LiiEusitin
Vendem-sc barris com cal des-
ta procedencia, em pedra, chega-
da boje, e nica nova, que ha no
mercado, na rna do Trapichen.
13, armazem de Manoel Telxel-
ra Basto.______________________
iiua da iSenzalla n 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston C,
sellins e silhoes inglezes, candieiros e casti-
caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
chicotes para carros e montara, arreios par
carros do ura e dous cavados, e relogios de
1 ouro patente inglex.
rs. s o frasco val quase o dinheiro.
dem em latas de 2 libras por t,4oors.
a retalho, e a 8oo rs. a libra.
Figos de comadre muito novos em balmzi-
nhos muito proprio.- para mimo a1,28ors.
Dmpradores
lem em latas grandes a 2,ooo rs.
dem propria para lanche em latas grandes
a l,9oo rs.
Marmelada imperial dos melhores fabrican-
tes de Lisboa a 64o rs. a libra.
dem em cantas para retalho a 16o rs. a
Frutas em calda ein latas de l.ooo a uoo rs., |Dra.
neste genero ha diversas qualidades a es-
coiher. Passas de carnada a 48o rs. a libra e em
. quarto com 8 libras por 2,5oo rs.
Champanha superior das marcas mais acre-
ditadas a I,5oo rs. a garrafa e 15,ooo rs. bj_._i__. mmm m ... ,
"oidxiunas inglezas de superior qualidade a
2,ooo rs. a barrica, e a 2oo rs. a libra.
Serveja das melhores marcas que vem ao
mercado a 5oo rs. a garrafa e a 5,ooo rs.
a duzia
dem preta superior a 56o rs. a garrafa e a
5,4oo rs. a duzia.
Vinho Bordeaux de diferentes marcas, e as
melhores do mercado a 7.ooo, 7,5oo e
8,ooo a caixa com urna duzia, e em gar-
rafas a 6lo, 7oo e8oors., garante-sea
boa qualidade.
dem Figueira de superior qualidade a 48o
rs. a garrafa e 3.5oo rs. a caada.
dem de Lisboa a 2.8oo rs. a caada e 4oo
rs. a garrafa.
dem do Porto de superior qualidade para
mesa a 5J01& a garrafa, e 4,ooo rs. a ca-
ada.
'dem fino do Alto Douro da colheita de 1833,
como sejam: D. Luiz, Feitoria veliio. Nc-
tar, Circavelles e Camoes em caixa de
urna du/ia a 9,ooo rs.
Lagrimas do Douro, especial vinho do Porto
a l,ooo rs. a garrafa e lo.ooo rs. a caixa.
Duque do Porto, Madeira secco, duque ge-
nuino; lagrimas doces a 9oo rs. a garra-
la e 9,5oo rs. a duzia.
Garrafoes com vinho do Porto a 2,2oo rs.
cada um.
Vinagre de Lisboa de superior qualidade a
2oo rs. a garrafa e l,2oo rs. a caada.
Azeite doce refinado em garrafas grandes a
8oo rs.
dem de Lisboa a 64o rs. a garrafa, e em
caada a 4,8ki rs.
Presuntos inglezes para fiambre a 7oo rs. a
libra,
dem de lamego enconuaenda particular a
48o rs. a libra, inteiro se faz abatiraenlo.
Toucinho do reino o melhor do mercado a
320 rs. a libra, e em arroba a 9,ooo rs.
Velas de espermacete de 4, 5, e 6 por libra
a 560 rs., e em caixa se faz abatimento.
dem de carnauba refinada a 32o rs. a libra
e 9,ooo rs. a arroba.
dem de carnauba pura do Aracaty a ioo rs.
a fibra e lo,5oo rs. a arroba.
Gomma muito fina e alva a 8o rs. a libra.
Araruta verdadera a 32o rs. a libra.
Farinha do Maranhlo muito alva e cheirosa
a 12o rs. a fibra
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
Chocolate francez o melhor que se pode de-
sfijar neste genero a l,ooo rs. a libra.
Macas para sopa estrelinha, pevide, arroz de
maca a 48o rs. a libra, e em caixa a 2,00a
rs. cada urna, nucarrao, talherim, e ale
tria a 4oo rs. a libra.
Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra.
Avelans muito novas a 2oo rs. a libra.
Ervilhas francezas muito novas em Utas
grandes a 64o rs.
dem em ditas pequeas a ioo rs.
Maca de tomate em latas de I e 2 libias a
64o rs.
Salmo em latas de 1 i libra a 8oo rs.
Lagostinho em latas grandes a l.ioo rs. ca-
da urna.
Sardinhas de Nanles a 36o rs. a lata.
Cognhac inglez a 8oo rs. a garrafa.
Licor francez das melhores marcas do mat
cado a 8oo rs. a garrafa.
Batatas chegadas neste ultimo navio en cai-
xa com duas arrobas por l,6oo rs., e 4a
rs. a libra.
Coacervas inglezas a 75o rs. o frasco.
Sal refinado em potes a 5oe rs. cada um.
Mostarda ingle a a l,ooo rs. o frasco.
dem franceza a 4oo rs. o pote.
Milho alpista a 16o rs. a libra e 4,8oo rs. a
arroba.
Graixa muito novata latas grandes a 120
ris.
Latas com peixe em posta emticamente
lacradas das melhores qualidades de pefc
xe que ha em Portugal a l,2oors.
Cafe lacado de Ia qualidade a 32o rs., d.to
de 2* a 28o rs. a libra e 8,2oo rs a arro-
ba, dito de 3a a 26o rs. a libra e 7,8,,
rs. arroba.
Charutos suspiros dos melbores fabricante
de S. Eelhc a 2,5oo rs. a caixa com loo
charutos.
dem finos de diversos fabricantes a 1,6oo.
l,8oo e 2,000 rs. a caixa cora loo charu-
tos, |o preco no indica boa qualidade
porm deem-se ao trahalho de virem oa
I mandarem e verio a realidade.
;
t;



i
Diario de Pernanibiieo Segunda folia 14 4c De/embro de I 83.
ARMAZENS
DO
PROGRESSISTA
Rll II %S (IU/IS M. 0
E
RA DO CRESPO N. 9
\o b.iirro de Manto Antonio.
Joaquina los Gomes de ttouza scientifka a seus numerosos fregue-
ses e ao publico em geral que acaba de estabelecer um novo armazem de molhados
parte.
UdanY
uniao
COMMERCIO
Defronte da loja do Pregulea.
llllMK %IiHIEID %
acaba de abrir o seu grande e sortido armazem de molhados denominado Uniao e Com-
mercw. Este grande armazem um dos mais bem montados que temos em nossa praca,
nao s em limpeea e aceio, como as qualidades especiaes de seus gneros. 0 proprie.
ma do Crespo n 9, aonde se encentrar sempre os melhores gneros de estiva, que'tar0 do Unido e Commercio oflerece todos os senhores da praca, senhores de engenho*'
se venderlo a retafeo e por atacado, por menos dos que se venderem em outra qualquer e lavradores a seguinte tabella, por onde ver*) a grande economa que lhe resulta em
affiancando-se aquellas pessoas que comprarem nestes armazens a superior qua* comprarem em t5o til estabelecimento, aancando o mesmo todo e qualquer genero
de gneros, precos commodos e bom acondicionamento. sabido de seu armazem.
O armazem da ra do Crespo situado no melhor local desta cidade com o as- Bollinho francez em latas e caixinhas asmis
AGENCIA
FUNDICAO DE L0W-M00R. ,
Kua di Semita nota 12.
Neste estabelecimento contina a haveri
um completo sortimento de moendas e meiasi
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos os
tamanhos para ditos.
NOYA LIQUIDACO
de fazendas inglezas, francezas, aHcmaas p suidas.
que se pretenden) liquidar antes da fi sta (!o na-
tal, por precos baratsimos, alim de aparar di-
nheiro, sendo a maior parte destas fazendas in-
teiramente novas, chegadas pelos ltimos va pu-
rs ; de todas ic dao amostras, dvixando peahor :
na loja e armazem do pavao, ra da tai] cratriz
n. 60, de ama Silva.
\s laazinhas do paran.
Vendem-se as modernissinias laazinhas com 9
palmos de largura, sendo lisas < do <|o;
propnas para vestidos, capas soutanbamics pelo
barato preco de 13200 o catado, ditas rn
mos, lisase dequadrinhos a 300 rg., ditas piril al-
dinas a 400 rs., ditas enfeitadas da qoam-inhos a
360 rs, bareges matisados omito Unos S0rs.,
J sabido que, quandochega o vapor da Eu- l*atobas transparentes com palmas do seda a 300
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston & C,
ra da Senzalla Nova n. 42.
0 GALLO CANTA
seio que do neeessidade manter-se com estes estabelecimentos, faz crer a seu pro-
prietario, que ninguem dcixar de sortir-se n'um estabelecimento aonde se encontra sin-
eerklade, para ir-se comprar sonde se nao offerecem tantas vantagens.
Seikte este armazem no verdadeiro ponto de partida para os arrabaldes desta
idade. ro ser diflieil aquellos senhores que tera de partir nos mnibus darem suas
mmmmmm neste armazem, que sempre lhes offerecer os mais agradaveis gneros.
Cha penda de especial qualidade a 2,8oo rs. dem muito superior a l,ooo rs. a garrafa.
a libra.
delicadas que tem vindo ao nosso merca-
do de 8oo a 2,ooo rs. a caixinha.
libra, e a 8,ooo e
Ueai hysson miiiln superior a 2,7oo rs. a
Mea.
UM uxim a 2,3oo rs. a libia.
M Id dem pn-to di- qualidade muito especial a
2.MCMI rs. a libra,
dem id>m inferiora l,6oo rs. a libra.
Cliamjtasnio a mrllmr neste genero a 1.5oo
rs. i na e 18.000 rs. o gigo.
dem interior a lo,ooo rs. o gigo e l.ooo rs.
a garraia. i
Chocolate francez, hespanhol, e portuguez, a
** lM rs. a libia.
Charutos d** nielhoresfal cantes da Babia
*d- qualidail.-s. especialmente escomidos,
d i.aui a i,5ttn rs. a caixa. dem secis a 2oo rs. a libra.
Fj!? do **l,,uit0 a,va a li() rs- a Vassouras do porto com arcos de ferro a 32o
rs. cada urna.
Caf a 28o e 32o rs. a
9,ooo rs. a arroba.
Cerveja das melhores marcas do nosso mer-
cado de ,ooo a 6,ooo rs. a duzia, e Seo
rs. a garrafa.
Conservas inglezas a 73o rs. o frasco e 8.600
rs. a duzia.
Doce em calda a 000 rs. a lata.
dem de goiaba em caixas e diversos tama-
nhos e de diversas qualidades de 64o a
l.ooo rs. cada urna.
Ervilbas francezas muito novas de 48o a 64o
rs.
dem portuguezas a 72o rs. a lata.
I.i
lilra
Idea de araniti verdadoira a -loo rs. a libra.
Vi!* lo .vito Honra anjarnMt, eos mais
Uw escolliidos. lagrimas do ouro, D. Pe-
dro v, o. Luiz 1, Duque genuino, Nctar
superior, Vatan lina, tosanlo, e ontros
a li.eoo e I2.ooo rs. a duzia e l.ooo rs.
a garrafa.
Mein Cherry e Madeira a l,3oo rs. a garra-
fa 16 tMMi rs. a duzia.
U.im Honleaux de diversas marcas de 8,000
a I0.000 a ditzia. eSoo rs. a garrafa.
viuhas americanas a 3,090 n. a barrica,
- iM rs. a libra.
Batatas muito novas a 1,000 rs. o gigo, e 60
1- a lilira.
Haulia de pan 1,tinada a iSo rs. a abra, e
a lonil a iio rs.
Vinho em pipa de Lisboa, o Figueia, deS.ooo
a a.oon rs. a caada, e loe rs. a garrafa.
Moa de Lisl.ua em aurrelas de 8 a 9 cana-
das |M Mem A ISrto muito espvial a 3,3o rs. a
acuda e 72o rs. a garrafa.
m garris com l t garrafas por
Zo rs. cnn o garrafo.
Vm.igr.' de Lisln'ta muito su|H-rior a 2,ooo
rs. a .iiia I !in nuisbaixoa |.;)or$. a caada, e 2oo
i~. a gairafa.
I<1ib -iu garnuTx'S o -m i j garrafas por
i,io rs. com o ganafo.
Vi .i--;.'.! inglez.1 a 6oo, 7oo, 800 e 9ooi*.l
Juca de primeini qualidade.
Ili fran-eza a 56o rs a libn em barril, e
a 00 rs. a ivtalho.
An>ei\as feanaecas em caixinhas com ricas
Marapas m estarior de l,2oo a 2,000 rs.
. aila urna.
Idcui era frasco lie vidro de iltamM t.iina-
nbs a I..Vni e i.'-'*> rs.
Idein em latas de I I 2 e 3 libra a l,3oo e
2.4Vki rs. cada urna, e a 800 i*s. a libra.
- iW e.imadn- em bazinlios de folha pix>-
I-h |iara mimos a 1,60o rs. cada um.
Mn em caixinlias de ftdha a 32o rs.
|i|tii em c.iixas grandes a 2oo rs. a libia.
Meai em latas erm4icamente lacradas de
I . Arroz fb India e Maranho a 80, loo e 12o
1 s. a libra.
Aiueodoas i-, a libra.
tama superiores a l,2oo rs. o bail.
Alista a 14o rs. a libra e t,6oo a arroba.
Lrtria a ion rs. a libra.
fcaonnf e bolacbiolias inglezas as ultimas
awpwias ao wusso mercado a l.2ooe i,4oo
*. cada lau.
otauuha de *'ida e lunch em latas grandes
a 2.ofo rs, cada lata.
Gafaac de superior qualidade 800 rs. a gar-
ran.
Velas de espermacete da melhor qualidade
a 600 rs. o maco.
dem de carnauba e composicaj a 32o e 36o
rs. a libra e 10,000 rs. a arroba.
Tijolo para limpar facas a I io rs. cadafum.
Toucinlin de Lisboa e Santos a 32b rs. a fibra.
Sevada muito nova a loo rs. a libra.
Peixe em latas grandes, savel, pescada, cor-
vina, e outras qualidades a l,ooors. cada
lata.
Papel grave pautado e liso de 3,ooo a 4.000
rs. a resma.
Pana muitonovasaS.Sooa caixa e 48o rs.
I libn.
Palitos lixados para (lentes a 1 io rs. o maco,
dem de flor a 2oo rs. o maco.
Pre/.unto para fiambre inglezes e americanos
a 85o rs. a libia,
dem do Porto a 18o rs. a libia.
Queijos prato de 48o a 600 rs. a libra,
dem londrinos os melhores que se encontram
neste mercado a 800 rs. a libra.
dem flamengos vindos no ultimo vapor de
2,000 a 2,oo rs.
Sardinhas le Nantes muilo novas a 32o rs.
a lata.
Sag muito novo a 2oo rs. a libra.
dem muito superior a 28o rs. a libia.
Sabo maca de diversas qualidades a 2oo e
24o rs. a libra.
dem inferior de 12o a 18o rs a libra.
Genebra de Hollanda em frasqueiras a 6,000
rs.
dem hamburgueza em ditas a5,8oo rs.
dem de Hollanda em ganafoes grandes a
Vioo cada um.
Idfm em botija a ioo rs. rs. cada urna.
Garrafoes vasios de diversos tamanhos a 000,
64o c 1,2oo rs.
Gomma do Aracaty a loo rs. a libra.
Graixaa loo rs. a lata, e l,2oo rs. a duzia.
Licores finos francezes em garrafas e fras-
cos de diversos tamanhos de 600 a 800 rs.
cada um.
Marmelada imperial de t dos os conservei-
ros de Lisboa a 64o e 700 rs. a libra.
Massa de tomate muito nova a 64o rs. a
libra.
Marrasquino de Zara a 64o rs. o frasco.
dem em frascos grandes a 800 rs.
Cominhos raoito novos a 5oo rs. a libra.
Erva-doce a 24o rs. a libra.
Pimenta a 36o rs. a libra. .
Cravo da India a 64o rs. a libra.
Cannella a I,loo rs. a libra.
Alfazema a 2oo rs. a libra.
Sal refinado em frascos de vidro a 600 rs.
o frasco.
ATTENCAO
dos armazens do Progressista jamis deixar de offerecer aos seus
que for preciso para que sejam bem servidos, e como a festa se aproxi-
Manteiga ingleza perfeitamente flor, mandada
vir de conta propria, a 7oo a 800 rs, a
libra.
dem franceza chegada pelo ultimo navio a
56o rs. a libra, e em barril tera abatimen-
to.
dem ingleza em potes de 4 a 16 libras a
800 rs, a libra e o pote separado,
Cha uxim o melhor neste genero, mandado
vir de conta propria a 2,800 rs, a libra.
dem hysson, grande, muito bom a 2,6oo rs.
a libra.
dem preto muito fino, a 2,6oo rs, a libra.
dem preto, mais bakxo, a 2,ooo rs, a libra.
dem, verde, miudinho, mais proprio para
negocio, a i,5oo rs, a libra.
Banha de porco refinada muito alva a 46o
rs, a libra, e em barril se far abattraento.
Biscoitos inglezes das seguintes marcas;
Craknel, Soda, Ceede, Captain, Travellies.
Lunch, Cabin, e outras muitas marcas, a
l,4oo rs, a lata.
Bolachinha de sodo, especial encommenda, a
2Joo rs, a lata.
Biscoito inglez Craknel em latas de 5, 7 e 15
libras a 5,ooo e 6,ooo rs, e de l,2oo a
8oo rs, a libra.
Queijos do reino pelo baratissimo preco de
l,6oo, 1 8 vapor.
dem prato muito fresco a 64o rs, a libra.
dem londrino muito fresco a 8oo rs, a libra.
Vinlios empipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
48o, 56o, o 64o rs, a gairafa, e de 3,ooo a
4,5oo rs, a caada.
Vlarmeladajmperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa em latas de 1 e mais libras
a 7oo rs, a libra.
Frntasem caldas das seguintes qualidades:
ameixa, nimba Claudia, peras, cerejas.
ginja, pecegos e alperch a 5oo rs, a lata.
Figos em caixinhas de 1 l/i arroba e de 8 li-
bras a 8,ooo, 4,ooo, e 2,ooo rs, e a 3oo rs,
a libra.
Amendoas de casca mole a 28o rs, a libra, e
em arroba lera abatimento.
Sardinhas de Nantes a 32o rs, a latinha.
Toucinho de Lisboa a 36o rs, a libra e em
arroba ter abatimento.
Ilasn de tomates a 61o rs, a libra.
Pimenta do reino a 34o rs. a libra,
Feriaba do Maranho a i 4o rs,a libra.
Ceblas a 4oo rs. a restea.
Tijollo para hmpar facas a 16o rs,
Cerveja das mais acreditadas marcas de 5,ooo
a 7,5oo a duzia, e de 5oo a 6oo rs, a gar-
rafa,
Prezunto para fiambre muilo fresco e novo
a 8oo rs. a libra.
Genebra de laranja a 9oo rs, o frasco,
Chou ricas as mais frescas do mereado a 8oo
rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa,
e lo,5oo rs. a caixa com urna duzia.
Licores francezes das seguintes marcas: Ani-
zete de Bordeaux, Plaisir des dames, e de
outras muitas marcas a lo,ooo rs. a duzia,
e a 1 ,ooo a garrafa.
Passas muito novas a 5oo rs. a libra e a 8,5oo
rs. a caixa. Ha caixas, meias e quartos.
Batatas a l.ooors. o gigo com 38 libras.
Bolachinha ingleza a 4oo rs. a libra,
Azeite francez e portuguez refinado a 8oo rs.
a garrafa, e 9,ooo rs. a caixa com urna du-
zia.
Conservas inglezas das seguintes marcas:
Mixed, Pickes, e ceblas simples a, 8oo
ks. o frasco.
Mostarda ingleza preparada em potes a 4oo
rs. o pote.
Grao de bico a i 6o rs a libra, e em arroba
ter abatimento.
Vasos inglezes vasios de 4 a 16 libras, muito
proprios para deposito de manteiga, doce,
e outro qualquer liquido, de i.ooo a 3,ooo
rs, cada um.
Palitos do gaz a 2,3oo rs. a groza e 2o rs. a
caixinha.
Milho alpiste a 16o rs. a libra.
Pamco a 2oo rs. a libra.
Gomma muito alva para engommar a 8o rs.
a libra, e em arroba se far abatimento
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
Sabo verdadeiro hespanhol, que raras vezes
vem ao nosso mercado a 28o rs. a libra.
Vinho branco o melhor ne-ste genero a 6oo rs,
a garrafa e i.ooo rs. a caada.
dem Bordeaux de dilferentes marcas, garan-
te-se a qualidade, a 8.000 rs. a caixa com
urna duzia, e a 7oo rs. garrafa.
Garrafoes com 5 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 2,2oo rs. com o garrafo.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira, mais
proprio para a nossa estaco por ser mais
fresco a 2, ioo rs. com o garrafo.
dem com 5 garrafas de vinagre a 4,2oo rs.
o garrafo,
Sabo massa de superior qualidade a 18o,
2oo, e 22o rs. a libra do melhor que ha
Graixa em latas muita nova a 2o rs. a lati-
nha, e i,3oo rs. a duzia.
Peixe em latas muito novo: savel, pescada,
curvin, salmo e outras muitas qualidades
preparados de escabexe, segundo a arte de
cozmha, de l,2oo a 2,ooo rs. a lata.
dem do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado e escolhido pessoalmente por um
das socios que se acha em Portugal, das
seguintes marcas : Duque, Genuino, Ve-
Iho secco especial, Lagrimas Doces de
1819, vinho especial D. Pedro V, vinho
velho. Nctar superior de 1833, Duque do
Porto de 183 i, viuho do Porto velho su-
perior, Madeira Secca de superior quali-
dade, vinho do Porto superior D. Luir. I
de 1847, Lagrimas do Douro, especial vi-
nho do Porto, de 1,000 a 1 2oo rs. a gar-
rafa e de lo.ooo a 12,ooo rs. a caixa com
urna duzia.
Vassouras americanas a 800 rs. cada urna.
Velas de spermacete as melhores que ha no
mercado a 060 e 6io rs. o masso, e em
caixa se far umjgrande abatimento,
dem de carnauba e composico, de loo a
32o rs. a libra, e de 10,000 rs, a U,5oo
rs. a arroba,
Caf de Ia e 2* sorte de 8,3oo a 8,600 rs. a
arroba, e de 28o a 32o rs. a libra do me-
lhor,
Arroz da India, Maranho e Carolina a 3,ooo,
2,8oo e 2,4oo rs. a arroba e a loo rs. a
fibra.
Frasqaeii a de genebra a 0,800 rs. e a 000
rs. o frasco.
Azeite doce em barril muito fino, a 64o rs.
a garrafa, e em caada ter abatimento.
ropa, o gallo eanta annuneiando aos seus numero-
sos freguezes as galanteras de maisgosto c da ul-
tima moda que por elle recebe, como sejam :
Camsinhas pura sevhoras.
Riquissimas camisinbas com mauguitos e gra-
vatinlias para senhoras : s no Vigilante, ra do
Crespo a. 7.
Cirijolinhas.
Riquissimas cirigolinhas ou gravatinbas, sendo
cousa de muitogosto, e a primeira vez que appa-
rece para as senhoras de bom gosto : s no Vigi-
lante ra do Crespo n. 7.
Pentes de concha.
Ha para chegar riquissimas guarnicoes de pen-
tes de lindo gosto, tanto para alar, como para mar-
rafas, por precos razoavels: s no Vigilante, ra
do Crespo n. 7.
RA DO IMPERADOR
N. 22.
Grande armazem de linlas.
Este armazem contm tudo quanto
[preciso pan que a industriado pintura, de
qualuer genero que seja, desempenhe
seu lili), islo embellezar, conservar c
reproduzir.
Montado em grande escala e supprido
directamente por grandes fabricas de Pa-
rs, Londres e Hamburgo, pode ofterecer
productos de conlianca, e satisfacer qual-
quer encommenda grosso trato e a re-
tamo.
Os Srs. artistas pintores, e os donos de
obras podero escollier vontade, pois
que tudo estar vista, as differentes co-
res de que tiverem necessidade.
Ha tintas em massa e em p impalpa-
vel, e como as obras a envernizar s se
deve MBprwar Untas muidas, e nao me-
recendo conlianca as que vem de frapara
commercio, por'vclhas, e talvez falsifica-
das, neste armazem se as moer vis-
ta do cnsumidr, que s assim ter tin-
tas frescas e verdadeiras.
Ha taxibem ouro verdadeiro, verde em
p eem folha, prata em folha, p debron-
rear de varias cores, diamantes para cor-
tar vidros, burnidores, ncar superfina en-
carnada, amarella e verde, tintas vege-
taes, azul, roxa, verde e amarella, inoffen-
sivas, nicas que se deveni empregar as
confeitarias, collocres de pinceis para
fingir madeira, con pnipriedade. e outros
de varias qualidades, vernizes, copal,
graixa, branco ou escuro para o interior
e exterior", para etiquetas e quadros, tin-
tas Hnas em tubos, em crayoes ou pastel,
(ellas para quadros, caixas de tintas linas
e papel para desenlio.
Essencias aromticas verdadeiras, fras-
cos e vidros para vidraca de todos os ta-
manhes, e muitos outros objectos, cuja
utilidade e emprogo s com a vista pode-
ro ser mostrados.
Joiio Pedro das Neves,
Gerente.
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Pai)el greve pautado e liso a 3,5oo rs. a
resma.
Genebra de Hollanda em botija de conta a
44o rs. a botija.
Cbampagne a melhor neste genero a 2:,oou
rs. o gigo.
Baealho a 14,ooo a barrica.
Ervilbas franceza e portugueza a 610 rs a
lata de uma libra.
Chocolate francez, hespanhol, saisso e por-
tuguez a l.ooo rs. a libra, e a 28o rs. ca-
da pao de uma '/*.
Garrafoes vasios de 5 garrafas at 3 caadas
de 5oo ate l,3oo rs. cada um.
Ameixas francezas em caixinhas elegante-
mente enfeitadas, com diversas estampas
no exterior da caixa de 1,500 a 3,ooo rs.
cada uma; tambem ha frascos e latas de
differentes tamanhos que se vendem por
modko preco.
Massas para sopa: macarro, talharim e ale-
tria a 48o rs. a Mbra, e em caixa se far
abatimento.
Garrafoes com 14 garrafas de genebra de
Hollanda a 5,5oo cada um.
Charutos de todas as marcas e dos melho-
res fabricantes da Babia de 3,ooo a 4,eoo
rs. a caixa.
FAZENDAS
baratas paiaa acahar.
Sedas de quadros e de listras a 320 rs. o cova-
do, lindas lilas de quadrinhos a 360 o covado, su-
periores cassas de cores a 200 rs. o covado, ditas
muilo finas a li 1 o covade : na loja das colnmnas,
na ra do Crespo n. 13, de Antonio Correia de Vas-
concollos & C.
rs., ditas matisadas a 320 rs. "o covado : so na !"ja
do pavao, ra da Imperatriz n. 60.
(irosdenaples a 1:1)00, na loja do pavao.
Fazenda a IJBJOO, I^UUO, 1^800 e 23000 t Da
oja do pavao, ra da Imperatriz n. 60.
O pavao veude os corlinailos.
Vendem-se ricos cortinados adamascados pro-
prios |iara janellas, e eamas para noivos, pi-|u ba-
rato preco de 9,&000 o par : na ra da Imperan iz
n. 60, loja do pavao.
r'ustao do pavao.
Vndese fustao branco para vestido e repa de
meninas a 300 rs. o covado, dito de palminnns a
320 rs., tarlatana de palminhas a 120 rs., l I lau-
co liso, c tarlatana branca e de cores a f0 1 -. a
vara : na ra da Imperatriz n. 60, loja de Gama j
Silva.
A carnauba do pavo.
Vende-se cera de carnauba em saceos, por preco
muito em conta, ou mais barato do que ni 011 ira
qualquer parte : a tratar na ra da fmiieatiiz 11.
60, loja de Gama & Silva.
A 10$000, s o pavao.
A' Souta 111 liar que.
Vestidos a 10#000. s na loja
do pavo.
Vendem-se os mais modernos vestidos i!c lx./i-
' nhas transparentes com lindas barras bordadas
I Soutan-enharque, (rateado cada um o cnfciic | n-
' ciso para o corpo, sendo fazenda rhegaila |Hdo nl-
| timo vapor francez, milito propria para <> iciiq n de
fesla, e vendem-sc pelo baralissimo pino de II 3-
na loja do pavao, ra da Imperan iz n. ti'., de Gama
& Silva
os ricos vestidos anntaaahar-
que, que chegaraiu paru a loja
do pavo.
Ghegaram pelo ultimo vapor francez os mais
ricos vestidos soutambarque, sendo com as saias
j feitas e ricamente enfeitadas e guarnvcidps,
tendo a precisa fazenda para fazer o curpo; ctm
seus competentes soutambarques primorosamente
enleitados, vindo tudo em um s carian, as.sim co-
mo as mais modernas camisinbas com inaiuruilos e
punhos a balo ricamente enfeilados, o vi-ndcm-se
por prego favoravsl : a loja a armazem do pavo
na ra da Imperatriz n. 60, de Gama ,\ Silva.
Os inodcrnissimos vcslblus do
pavo.
Acaba de chegar um variado sorliinriiin dos
mais modernos corles de laazinhas, propiias para
vestidos, tendo as barras primorosamente matiza-
das, trazendo bada um corte sen gurins par
amostra-, e vende-se na loja do pava, ruada Im-
peratriz n.60, do Gama & Silva.
PERCALAS DE LAA
a 300 rs., s o pavo
Vende-se esta nova fazenda de lila denominada
precala, lera 4 palmos de largura, com os mais mu
deruos padroes, de quadros e listras, com lindas
cores, proprios para vestidos, c sendo uma das ta-
zendas mais modernas que ha para a (sta, 8 ven-
de-se pelo barato pivca) de 360 rs o corado: r.a
loja do pavao, ra da Ini|>eralrz n. CU, de (ama \;
Silva.
As bretauhas do pavo.
Vende-se brelanha de algodiio em pecinhas de
rolo, rada peca com 10 varas, pelo diminuto preco
de 342OO cada peca, assim como lencos hranes
muito superiores a 23 a duzia : na loja do pavao,
ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
O pavo vende para lulo.
Vende-se limssimo selim da China, fazenda sem
lustro, proprio para vestidos de senhora, |iani ra-
pas e roupa para homem, tendo esta fazenda seis
palmos de largura e sendo muilo late, vende-w
pelo baratissimo preco de 23'2(10 o aovado, garan-
tindn-se que nao se torna ruga, a vende-se nuca-
mente na ra da Imperali iz 11. 60, loja do pavao.
O pavao vende corles de caira.
Vendem-se corles de calcas de casemira de co-
res a 23IOO, ditos de cachemira da Esrossia a.
232W), ditos de ganga a 13600, ditos d biim de
uma so cor a 23210, ditos de rastor a I4S8A, ditos
de easemira prea a 430(X) e 53000, ditos do case-
mira fina de cor a 53300 : s na bda do pavo,
ra da Imperatriz u. 60, de Gama i\ Silva.
FARINHA FONTANA.
rariiilin da muilo acreiita a marca
Fontana escmliaica-ia hoje, vende-se
por preco mais commodu do que cm
qualquer outra parte : na ra da Cruz
n. 4 rasa de X. 0. Bieber k C. succes-
sore*-.
wmwmmmmmmMM
t^ Ra do Crespo n. 5.
Na loja de Marcelino A C, vende-se ?
bareec de laa de cores muito finos a 320 sp
rs. o covado, ditos lisos com 8 palmos de MB>
largura, ricos soutembarques de cam-
braia bordado e outras muitas fazendas
do gosto proprias para o tempo de festa
chegadas neste ultime vapor, precos mui-
to em conta.
il!
Barricas com bren : na ra da Cadeia do Reci-
to, loja de ferragens de Bastos.
GRANDE
PECHINCIIA
Madapolao francez o mais superior que tem via-
da a este mercado, veude-sea 600 rs. a vara, sen-
do em peca: na ra do Queimado n. 46, casa de
Guimaraes S Bastos.
de r auataa
Todos os senhores que comprarem para negocio oucasa particular de 400| para
rao mais 5 a 10 por % de abatimento; o proprietario scientifica mais aue todm
aoccasodos seas freguezes experimentaren! a realidade, que nunca den; os seus gneros sao recebidos de sua propria eucimmeada, raao eiU oaranoder *iern
nuda pelo propnetano destes armazens. J der por muito mellos do que em outro qualquer estabelecimento I ?.!
Pianos novos.
daa ter5o
Fugio no da 6 do corrente da casa de sen ^p-
nhor, o baeturel Trajaoo Viriato de Meileiros, a
escrava Urcula, mulata, de 24 annos de iilade, na-
tural do Sobral, estatura e corpa regulares, labios
Os melhores que tem vindo a esta praca fabrica- bastantes grossos, cbelos corridos o muito lar-
dos de encommenda por um dos melhores fabri- tados. Roga-se as autoridades poticiaps c rpitaes
proprietario SCientitica mais que todos c**** de Pars, especialmente para este clima : de campo a captura della, e nilr.?-la Domingo*
m quizer aproveitar a occasiao de munir-se de dos Passos Miranda, na roa do Hos^iirio b. ^1, o
excellente piano por preco commodo dirija-serqoal gratificar generosamente, prleslandoVe
a roa Nova n. 19 primeiro andar. 1 igualmente contra quem a tiver aci itado.
Sapatos para senhora a 240 rs.. sapatOes de fon-
ro de lustro francezes a 33, borieafuins para liu-
mem a 23500, ditos francezes a 43, sapatos de ta-
pete para senhora a 640, para homem a 800 rs
sapatos de marroquim com salto nina de 33 a
13500, sapatos de lustre para senhora a HOO rs :
na ra dos Quarteis n. 22, junto a luja de funt-
leiro.
iranra preta 'a.
Vende-se tranca"prela de laa, lisa, para enfcitfs
de vestidos, zuavos e roupas do meninas a 120 e
160 rs. a pega : s quem tem o beija-flor na i ua
do Queimado n. 63.________
Sal de Lisboa
Vende-se superior sal de Lisboa, a bordo do Lri
guc Constante : a tratar com Manoel Ignacio de
Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo n. t9.
Kua da Senzalla Nova n. 4 '
Neste estabelecimento vendem-se: tachas i!e
ferro coado libra a 110 rs., idein de l.i.vr
Moor libra a Ors.
ESCRAVOS FGIDOS.
Fugio no da 7 de dezembro torrente o esna-
vo cabra de nome Seraphim, de idade 34 anuos,
altura regular, cheio do corpo, barba serrada, com
marcas de bexigas, um signal vsimI ao esquei-
do por lhe faltar os tres dedos do meio, j de uas-
cenca, falla macio, imita falla de mnlher, leven
raiga, camisa o paletot, chapeo le bata puto o
sapatos, talvez para so inculcar de forro, este !
cravo veio do olho d'agua do Bredo, romam de
Pajeii de Flores, fui comprado a Manoel Parhicu
Coulo, morador no mesmo lugar, suppibwe que
subira para o reotro : roga-se aos rnntlBnr do
campo e autoridades policues a apprilieu.-ao d-i
mesmo, e lvalo ra do Aragao n. 8, que serao
bem recompensados.
Escrava ftigida.
i
I

o
L


Diario de Pernambueo Segunda letra 14 de Dezembro de i 69.
LiTTERifRA
.
de Treiil.
L PAITE
I
ll.'-.f
que en poda fornecer da minha propria substan-1 Naorespondeu Laura.
cia, ja alguem o va ? E todava, ahi quo est a' O enthusiasmo de nm parvo...
verdadeira torca do artista, dato que llie provm Sr. Closeau du Tailli ?
a faculdade de crear, de viver, de sobreviver aira- Muito pouco.
vez dos secutos. Oh t como ou o demonstrara com
evidencia, se tivesse terapo de aperfoeoar o que
apenas esbeo!
k Porque nao o toma ?
Conhece o
Mas quanto basta. Estava elle na grande
festa que tantos artistas e curiosos reuna no Lou-
vre, e qunndo ouvu chamar pelo meu nome, an-
tes que eu pudesse prevenirme contra os ataques
du seiitouco enthusiasmo, abra os bracos e saltou-
me aorpescuco cora tal gritara de parabens e de
flCilMirri-)
,MM,iit ha Bada que
]ilk wli it ir"-"" do que Porque nao posso, perqu careco de viver.
enante a> na panto culminante A Semeltio o lavrador imprudente que certa o trigo protestos de'amisade, qm
erat-j-se n'em erisrate sem limites; antes que o sol sazone a espiga. Entende agora i mMo ca$|0 offrear;im as
as trevas como Laura? Iro-me contra mim mcsino ao comparar
a pfcantw atecade entre as *s obras que foco com as que poderia fazer, se me
Ij,. ^ enes aa tange sabr o pavi- ao aguilbora a uecesidade.
V roa* arara* "" c"hrar surdo IBO- j O que chama uecessdadc, Mauricio, ser
mar as inias, rartiraia o estaco de mar- (realmente necessidade ?
f> nr. e a claridad*
jj ^5^, | Laura, quero ser sincero comtigo I se eu
*
Que tolo
Ibes desaflou.
o estrangular !..
Tenho ouvido dizer que
amigo.
gargalhada que elle
Deram-me-arrepios de
elle muito seo
Qual meu amigo I E o meu assasssino I Nao
sei como elle me ganhasse seraelhante amisade.
tnat 4 dsse costas ao mundo.se me relegas, se n'uma ab- Acna sempre pretextos para "ir ter comigo
mi-
i soluta solidan, se vivesse com os pannos e os pin- j nha offlcma acha pretexlos? Sobe sem pnj|ex,0
araparrues, gracas
se aiiraz a- *'* adquirira o que me falta, mas a custa nenhum; a minha sombra o meu Pvlades Adora
dequanttsprivaooes?!... E como desfazer-me das as artes, diz elle, mas atormentaos artistas... A-
. leml* ancas do passado e do viver na roda do
^j*numunri | grande mundo, cujaideas me vieram com o pri-
meiro Mte, e anda hoje sobem ao cerebro como
-sea
o
timas feiemtem-
novos;
m em aera de po-
da furtona.
como Iw-
aamareeaneao a> inulher.
martas forras e
t'i adanirio mome e o fu-
triuniphos: eu
aanire 0 |
dk wv vida obscera e rc-
Wir,<*eadc
rifte, sarcastico, quasi
I... Xia a priaMra
awaira*. motivada
4a oe por cansas
ja liras ocea-
jorca: trata-
ne ecraheeem ;
e aerara; a sua
passariaho que
ra francos o es-
metaJttQoec
agr e irnica
a aabre para
aneinr contra
-se as artistas
issiM oceulur
a f atoro he-
ede'baaToatade. Nao
e adiga na oc-
as risonbas re-
os seus
est assim
eaaMe teauva de-
vec aol sejtu
fallar assim, mas
sinViln, ligam-nos
cantelo qoe a si me
oe o possa destruir.
Mauriciobem o sei;
; as a>sfraoi< soffridas deram-lhe
i e caritide ;
resaaader-lbc sincera-
ao innato de mim
a aau a
rajadas de vento era abril, que, agitando as floi es-
tas, as povoam de melodiosos cantos ?
Laura deixou pender a fronte entre as duas
maos. Se Mauricio tasse os olhos nella, talvez
ibe riase una lagrima suspensa das palpebras;
mas nao a viu.
Confessa-lo-hei'continuou o mancebo com
dora vehemenciaTemo a pobreza, temo a falta
de commodidades, temo a luta, porque ella trai
comsigo*soffrimentos de que j estou cansado I Te-
nao orgulhonota vel contradiccao I -do talento
qoe possuo sem que alguem o conheea, c quasi me
envergonho do que me tem careado tantos applau-
sos. Eveja at que ponto chega a minha extra-
vagancia ; os louvores que me dispensam, longe de
me alegraren!, axedam-rae, irritam-me. Sinto-mc
muito cima da roputaeo nascenteque os produz,
e sinto-mc amargamente desanimado quando pen-
s que talvez nunca ultrapasse os curtos limites
em que os nieus prmeiros ensaios me circumscre-
reram.
Oh! agora comprehendo-o elamenlo-ol
mnrmurou Laura.
Ah! que se cu fosse rico! mesmo sem ser
rico, comquauto por instiucto eu goste de viver
com luxo ; se ao menos eu tivesse com que viver
para s trabalhar a hora que cu quizesse e quando
a inspiracao m'o pedisse ; se eu tivesse meios que
me pennittissem escolher, compdr, retocar e aper-
fficoar. talvez viesse a ser alguma cousa, porm
assim.. careco de trabalhar sempre e depressa.
porque mister que faga militas obras.
Mauricio comecou a passear pelo terraco com
certa agitarlo, e depois correu a mao pela fronte,
como que para expulsar ideas afflictvas : o ar
fresco da noute, acariciando-lite o rosto ardente,
pouco e pouco foi acalmando a febre que o devo-
rava.
Pormdisse elle por llm a Laura, parando
junto d'ellanio me diz nada de si, e todava,
creio qoe tambem tem seus cuidados e suas horas
de tristeza.
Oh eu dou lices... bastantes. O que ga-
ndo dame para viver honradamente com minha
lia neste aposentinho. Julgo-me feliz por poder
adoear-lhe as soffri raen tos da velhice com o meu
trabalno, e mais feliz seria, se ella nao fosse tao
achacada.
E a donzeMa volloo a cara pari occullar as la-
frimas que se loe deslisavam pelas faces.
Aioda bem;redarguiu Mauricio ao me-
nos que um bocadinho de felicidade visite este re-
tiro habitado por coragem tao magnnima e por tao
(trovada dedicacao !
Aproximou-se de Laura, e, pcgando-lhe na mao'
disse-llie :
Atou esta fila ao meu peito ; os seus dedos
ennobreccram este distnctivo, que talvez um dia
eu venha a merecer.
Permitla-me qHe Ihe d tambem urna recorda-
cao d'cstcdia.
Se de futuro tivermosde separar-nos, tenha com-
sigo a Vuihranc.i de um amigo, que qualqucr que
seja a aurte que Ihe esteja destinada, Ihe conser-
var sempre a mais viva c respetosa affeico.
Dizendo islo, tirou um annel do dedo e metteu-o
no dedo da donzella.
Aceitc-oe conserve-o ;continuou o mance-
bo era de minha mae, e depois d'ella nao conh-
co ninguem mais digno de e possuir. Possa elle
dar-lhe toda a felicidade de que merecedora I
Laura olliou para Mauricio em silencio : nao era
nm presente o que ella contava receber .. talvez
contasse ouvir palavras que a consolassem. In-
descriptivel emocao Ihe cemprimiu o coracao e
embargou a voz. Reccou exprimir mui fra ou
mu vivamente os seus agradecimentos, e sentiu
quelle de quem elle for amigo nao Ihe pode caber
raaior calamidade I Pois nao se Ihe metteu em
eabeca conduzir-me a casa de uns amigos que elle
tem no campo, ah para as bandas de Mariy i
casa do Sr. Sorbier ?
Exactamente. Quem o tal Sr. 'Sorbier
Pens que tem mulher ?
Tem.
E que faz o tal par Sorbier ? Em que se
oceupam ? O hornera banqueiro, negociante, ex-
sub-perfeito, horticultor, amigo das artes, ou o
qu?
Nada de tudo isso. Vieram de Pithiers e vi*
vera das suas rendas.
e oSr. Filippe ; tenho quem me proteja, se o care-
cer ; tenbo, alm de tudo isso, a cnidar de urna po-
bre raulher de quem sou o nico amparo,-e bem
sabe, Mauricio, a forca que nos d a idea de ter-
mos debaixo da nossa salva guarda ama creatura,
qoe confia tudo da nossa proteccao, do nosso ani-
Que mythologia murraurou o artista. Amanhaa almoga-se em Bougival com Felippc.
0 Sr. da Tailli bateu forteraente com a bengala A tua nova dignidade permitte-te que comas fane-
n'uma mesa, exclamando ao mesmo tempo :
Parccc-lhe que exaggero ? Pos va domingo
a casa do Sr. Sorbier e ver sua filha Sophia.
Mauricio lembrou-se entao da conversa que ha.
mo e do nosso trabalho Quando estou s o d'este' via tido na vespera com Laura,
ponto elevado deseo a vista para cssa vasiissimaj Masperguntou elle qaal o motivo porque
Pars, que tanta miseria acoberta, militas rezas sob j se lembrou de mim para casar com urna menina
urna engaadora mascara de opulencia, dou mil 'o rica e formosa ?
gracas a Deus por me haver concedido lio feliz e
suave sortc.
Ah !exclamou Mauricioque nao dara eu
por ter esse pensar tao recto, esse coracao tao
firme I
Porque sympathso comsgo.
E por mais nada ?
Pois nao Ihe parece bastante? Sympathise
comsgo desde a primeira vez que o vi. Eu c sou
assim, fallo coro o coracao as maos. Metteu-se-
me em eabeca ajuda-lo a fazer fortuna, e chegou
Porm Laura fallara verdade? Tera dito o'essa occasiao mesmo a pedir por bocea. 0 meu
que realmente senta?.. Ohf ella tinha o rosto amigo o Sr. Sorbier eccarregou me de arranjar
desmaiado como o marmore ; os labios tremiam- marido para sua filha, que tambem minha afilha-
Ihe; os olhos brlhavam-lhe como se um vu de'Ja logoiwnsei em si, meu caro Mauricio. O meu
lagrimas Ihe percorresse as pupillas, distendidas amigo tem Ulento, ella tem dinheiro ; logo, um
por violento esforco, e a voz tinha um timbre que
Ihe nao era usual t
Apenas Mauricio sahiu, conservou-se ella im-
movel por alguns momentos a cscntar-lhe os pas-
sos, que se iam escoando em eccos pelo corredor,
e, quando nada ouvu, dexando pender a cabera
entre as maos e chegando aos labios o annel que
casamento inuilo egual. Para eu tractar d'este ne-
gocio tanho o eouseutinento do pao ; trato agora o
meu amigo de obter o da filha c de boje a tres
semanas temos os banhos publicados.
Masoo-v? que nao tenho nada de meu ?
E' escusadoo dinheiro; tem em lugar d'elle
reputaciio artstica, a cruz da Legio de Honra e a
Muito bem ; quer dizer que eiles nao tem
outras qualidades que os recommendem se nao as
suas rendas. 0 Sr. Closeau du Tailli fez-me d'elles
um elogio que me rausou espanto. Desconfi das
pessoas de que elle fr muito amigo. Ha do natu-
ralmente ser urna familia toda soberba com os
seus railhoes... por que rae parece ter-se-me dito
que sao ricos I
Muito ; dous ou tres railhoes.
Oh I meu Deus Onde os foram elles apa-
nhar?
Ganhara 111-nos...
Ganbados ou apanhados tudo a raesraa
cousa.
lie Ihe dra, exclamou entre lagrimas e solucos : partcula ile... Mauricio de Treuil merece bem So-
,. phia Sorbier.
Ah .' olio nao rae tem amor /
II
No dia que seguiu a scena que deixamos descrip-
ta, ainda muito de manhaa, tocava um bomem a
(jom tocar porta de Mauricio.
Era elle um tanto gordo, um tanto baixo, um
tanto corado, e com barbas em volta de todo o
rosto.
Trajava gravata de setim preto, com ponas pre-
Estas ultimas razoes abalaram Mauricio ; arre-
pendeu-se das dcsconfiancas que bavia tido contra
Closeau du Tailli, c, apertando-lhe a mao. excla-
mou :
Oh I sois um bomem de bem !
Entilo estaraos de accordo ? replicou du
i Tailli De hoje a tres das apresento-o ; d'aqui a
um mez estarao casados.
Mais devagar Safa o meu amigo corre mais
que urna locomotiva Suppondo que cu agrade a
sas por um magnifico alfinete ; casaco azul abotoa.' madamoiselle Sorbier, carecemos ainda de saber se
do no peito do qual transparecia a orla do collete me ella tambem agrada.
de velludo amellado; caiga cinzenta, cora presi-
llas; botas u ni tanto grossas, mas muito bem en-
grasadas Na mao direita tinha urna linda benga-
la com castao de ouro, da qual se serva para bater
porta com torca e sem interrupeo, era quanto
que com a mao esquerda puxava quanto poda pelo
cordo da campainha.
Mauricio foi abrir.
Pelo estrondo logo vi quem era... disse o
artista Temos fogo em casa, meu caro Sr. Clo-
rcferver-lbe no peito tumultosa tempestado.
s 00 rea, r
refcnre e rog essa A este tempo, o sussnrro de Pars ia-sc enfra-
i-xiste, quecendo, serocllianca das vagas do mar, quan-
diaa- do, passada a tempestado, se espreguiram lenta-
neste ddalo de an-
Lanra.
Os aJagrlnr, con-
laavores cas
leai dado a conbe-
mente as areias que, pouco antes, fizeram rede-
moinhar. A cidade, que lia pouco produza forte
rumor, agora s tenue murmurio deixava ouvir. O
ruuxinol cessra de cantar. Pareceu a Laura que,
a essa hora fugitiva, licra decidido o scu futuro-
Da grade, a que eslava encostada, avistava-se urna
luz na officina de Mauricio. Quando os dous co-
mecaram a conversar, brilhava a luz tanto como
urna estrella ; passados minutos, la-se extinguindo
pooco a pouco. Laura nao desprenda a vista da
luz moribunda, na qual via como que a imagem
de orna esperanca desde muito escondida no sane
tnario do seu coracao. Mais alguns instantes e a
hiz de todo se extinguira I Com que tristeza nao
Ibe segua a donzella os ultimes e trmulos ful-
gores!
Tambem Mauricio olhava para a luz que se es-
anewra de apagar quando sahiu da officina.
Vdisse elle a Lauracomo aquella luz
vae morrer ? Que brilho o que ella ainda ha pou-
co de si lancava I E agora ei-la desmaiada e pres-
tes a sumir-se t Se eu fesse poeta, diria ser ella
a vera imagem da minha vida. Assim brilhar
ama hora ; depois apagar-se-ha por falta de um
la-' arara de oleo... de nm pouco de oleo cor de ouro!
O candieiro crepitou, lancou um ultimo claro e
a* s pode! morrea. 4 officina Ocou innundada de trevas.
aera me ai-
Laura tramra por todo o corpa.
Mauricio, agitando a eabeca, como para e
sar de si pensamenlos afflictivi
Sabe o qoe dea cansa
de mais mu humor ?
O Sr. Sorbier negociou em farinha.
Moieiro I bom I nao Ihe falta va mais nada t
Parcce-me estar d'aqui observando o viver intimo
da familia Sorbier. Ora ouca: o marido l anda de
bonet de cotira cor de chumbo a cultivar um tabo-
leirode salsa, hortela e goivos. Aos domingos vae
collocar-sc na estrada para ver passar o mnibus.
Manda vender os fructos e legumes do scu pomar
e de sua horta ao mercado do S. Germano. Usa
um paleto-sacro de grossa estamenha, capaz de re.
sistir a mais de um secuto. A mulher traja coifa
de flores anarellas. E' extremamente baixa e
gorda. Entrctem as horas de ocio a fazer massas
e conservas, mas no quo ella mestra em mani-
pular tortas de marmcllo, as quaes embute a lodos
quantos se Ihe senlam mesa! A casa frequen-
tada petos prenles d'esle par ditoso. Quando es
to em familia e de bons humores, sempre pon-
to toreado de conversa o baile que o sub-perfeito
de Pithiviers dra em 1837.
Nada de tudo isso. Nem coifa de flores ama-
relias, nem tortas de marmello. 0 que l ha a
menina Sorbier.
Ah ah Pois elles tem unta fllha ?
E muito linda que ella ; cabello magnifico,
estatura de nympha... Sophia tem as maos to
(indas como eram lindos os ps de Cendrillon e um
timbre de voz que encanta. Pode comparar-se a
gotas de agua cabidas em bacia de ouro.
Apre I E assim seductora ?
Sim... ver.
Isso o que nao se ainda apesar do meu
terrivel amigo Closeau du Tailli fazer quanto pode
por me l levar. ..inda esta manhaa me conv-
dou para r no prximo domingo, e, vendo que eu
hesitava: < Faz mal. Ah I oh ninguem sa-
be. .. > acrescentou elle, rindo com ar de finura
Ah exclamou Lauraenlao o Sr. Closeau
du Tailli acrescentou...
Oh o tal meu Mecenas da ra de 5. Lzaro
muito dado a ideas mystcriosas... Sem duvida
conspira para me pregar alguma peca. Nao se
que peccado cu commettesso para Ihe merecer tan-
to affecto. 0 que sei que elle chega a assustar-
me, e pens n'isso mais de urna vez no remanso
do meu gabinete.
O mancebo disse isto rindo, porm Laura nen-
hura desejo tinha de rir e replicou com ar serio :
Se fr a casa do Sr. Sorbier, l me encontrara
provavelmente.
Por que me nao disse isso ha mais tempo ?
Escusava eu de hesitar tanto.
Eu nao quera de modo nenhum que a mi-
nha presenca influisse as suas resoluces.. .re-
plicou Laura com singular accentuacao.Se nao
quer ir a casa do Sr. Sorbier, nao se encommode
por minha causa.
Veja quo cabera a minha !exclamou o
artista, sem dar attcnco ao que Laura dissera, e
como completando a idea coraecada.Esquec-me
completamente, Laura, de que madamoiselle So-
phia a sua mais intima amiga.
E acredita, Maurico, que urna menina rica
possa ser amiga intima de urna pobre mestra de
piano, como cu sou ?
difHcil; todava, Laura, tao sympathica,
que, apezar de ser um caso excepcional, nao me
admirara que elle se dsse.
Concordare... Mas o que nao admitle du-
vida que a familia Sorbier me protege e que
gracas s discpulas que roe tem obtdo^ a ella
que devo a mor parte do bem estar de que goso.
um bem estar bem mosquinho !
Cera elle rae contento.
Sabe que mais, Laura ? Parece-me que ha
em si muila phlosophia.
Ignoro-o.
Falle serio ; jttlga-so feliz ?
Muito, e s peco a Deas que me deixe sem-
pre assim s-lo. Que o que nos falla t Se nasc
rica e perd a riqueza, deu-mo Deus resignajao
bastante para me consolar d'essa parda. Minha
lia cheia debondade. O mea tempo est tao to-
eau du Tailli ?
Nao ha fogo era parte nenhuma, a nao ser
aqui I respondeu o visitante, apontando com o
edo para a testa.
Oh I Santo Deus t Isso assusta-me 1.. De
que procede esse incendio t
Est zombando, meu caro Mauricio, e, conitu-
0 capitalista, encolhendo os hombros, replicou :
Ella tem um milho de dote.
Mas tem-se visto donas de milhoes com pes-
simo genio.
A minha defunla mulner tambem tinha mui-
to mu genio, e, comtudo, ella foi e eu anda aqui
estou vivo.
E, emfim, o casamento um negocio muito
serio. A sua proposta vera de improviso..... e
para dizer tudoo meu amigo propc-mc que
passe de salto o Kubicon, e cu, mesmo a passo, te-
nho receios de o transpor.
0 Sr. Closeau du Tailli, filando de frente o man-
cebo, perguntou-lhe com voz pausada :
Falle com sinceridade : nao tem outro moti-
vo que o faca hesitar ?
Nao sei o que qur dizer.
A cousa mais simples do mundo. Talvez al-
guma paixosita....
Nada....
Nao tenha vergonha de o dizer. Sou homem,
tambera sou fraco. Se por causa de alguma Pa-
mela. .. nao Ihe d isso cuidado... Finge-se urna
do, urna verdade, arde-me o cerebro, tenho-o em viagem ao Cairo e acaba-se com isso. Bem sabe
eachao! Parece-me que chegou o momento de eu que as viagens de artistas ao Oriente eslao muito
Mlir de colisas serias em moda- Se n5 ,em anim9 de ir annunciar a
fallar de cousas senas. sua pmiA:i V(JU cu em seu ,ugar.,, Enlao> diga,
Cautella 1 Se comeca em tom assim magosto, onde tenho de ir, a alguma agua-furtada ou a al-
traz-me memoria o Sr. Beauvallet da come- K"m palacete?
Ohrigailo, meu caro Sr.
so,
dia franceza.
bem sabe, no Mtlhridtitcs :
----o momento chegado
De meu segredo, alfim, nao mais guardar!
E j que os votos mcus protege o fado,
Meus projectos ouv saliereis tudo !
Ri-se? Poissaiba que esses versos, de que
eu j mo nao lembrava, sao o fiel complemento do
que eu quera dizer-lhe.
Eolio trata-so de algum projecto magno ?
E' como diz. E este projecto, naseido ha um
'011 dous mezfs, mais se me arreigou na idea desde
hontem. |
Ah I desde hontem !.. Porque ?
Porque tem ahi ao peito urna pontinha de illa
encarnada, que Ihe deram muito a 'proposito para
se realisar o sobredito projecto.
Mauricio olhou para o Sr. Closeau du Tailli, ti-
rou de um vaso urna pilada do tabaco migado, en-
olou-a e accendeu um cigarro.
N'esses seus modos replicou o Sr. Closeau
du Tailli bem vejo que nao me comprehende.
Mas que qur ? Eu sou apenas um capitalista, po-
rm a minha eabeca de um verdadeiro dipl-
mala.
Esperarei que a sua diplomacia se digne ex-
plicar-se.
Diga meu joven amigo, vae ou nao vae do-
mingo a casa do Sr. Sorbier ?
Faz favor de me dizer que relacao tem o Sr#
Sorbier com esse seu gigantesco projecto ?
Mas responda primeiro.
Ainda na sei-
Pois faz mal.
Permitla-me urna observaco, meu caro Sr.
Closeau du Tailli ; julgo que em oito dias osta a
tereeira vez que o meu amigo, abanando a eabeca,
ca frita ?Jorques L.
Quem eram Mimi Soleil e Jacques L fcil de
advinhar: ella, urna rapariga to imprevidentc
como a cigarra; elle, um desses muitos artistas fa-
talmente inclinados a um viver desordenado, sem
pensarem no dia d'amanhaa.
Sim, irei; murmurou o mancebo, respon-
dendo in mente aos seus companhelros de officina
e se o almoco durar al noute, o Sr. du Tailli
que coma o meu janlar e o delle em casa do Sr.
Sorbier...
Acabado o monologo, pegou no chapu e sahiu.
0 piano j nao tocava.
(Contimw-se-ha.)
Homilas sobre os plnelpaes mi-
lagres de alesus Chisto, pelo
ll. P. Ventura.
NONA.
O paralvtico da piscina.
(Joan. V, l-lj.
Dizei aos pusilnimes: tomae
amimo, e nao temaes ; o proprio
Deus vira e vos salvar.
(is. XXXV).
S. Agoslinho ousa afflrraar, que o Salvador nao
curando neste dia seno um doenle, nao fez cousa
milito grande, ltenlo o seu |>cder ; porquanto,
diz o santo doulor, Jess Chrislo poda com urna
s palavra curar todos os enfermos que estavam
na piscina. Foi realmente pouco para sua infiuita
bondade s ter soccorrido a um entre tantos infe-
lices. O que devemos concluir? continua o mes-
mo padre. O seguinte : que o divino Salvador ti-
nha |tor lim, em seu infinito poder e sua soberana
bondade, antes instruir as almas sobre os myste-
rios da salvacao eterna, do que livrar os cornos
dos males temporaes. Ora, sto infinitamente
inaior e mais vantajoso; porquanto maior e mais
digno de Dous destruir os vicios da alma immor-
tal, do que ter curado as enfermedades dos corpos-,
que mais tarde ou mais cedo deviam perecer.
Se, pois, o Mossias se tivesse particularmente ap-
plicado a molhorar a condicao material e physica
dos homens, leria sido um Salvador como os judcu
insensatos se figuravam e ainda esperara, istoe,
um Salvador terrestre e mortal; mas, tendo prin-
cipalmente prestado seus cuidados salyaco das-
almas, mostrou-se desgranada humanidade, tal
como se havia feito annnnciar por seu propheta :
um Salvador Deus, como tinda sido promettido.
Ora Jess Chrislo, conclue este grande doulor,
deu-nos no paralvtico hoje curado um bello ensaio,
um magnifico preludio e um preeioso penhor da
sublime missao de um Deus Salvador, que curar
as enfermidades das almas, que creem nelle. E
precisamente o que vamos ver na exposicao d um
tao bello prodigio.
PKIMEIRA PARTE.
O que se passava no terapo de Jess Chrislo en-
tre os judeus, acontece ainda hoje entre os chris-
laos : rauitos horaens grandes, ricos, sabios e poli-
ticos, nao assisliam s solemnidades publicas ; te-
man) avillar a sua dignidade, mostrndose no
meio da mullido adorando Deus no seu templo.
Para confundir o orgulho dos que, por sercm dis-
linclos entre os homens, esquecem que nao passam
de abjectos vermes mnita vez indignos do olhar de
Deus, o Filho do Eterno vinha de proposito a Je-
rusalem, e fazia-se ver sempre em primeiro lugar
nos dias de feslas, pralicando a religio em publi-
co e misturado ao povo.
Eis a bella instruccSo que o santo evangelista
quiz dar-nos, eomecandi* a sua narrao pela cir-
cumstancia (Testarse na proximidad* da (esta da
Pa$choa, e de haver Jess Chrislo ido de proposito
Jerusalem para celebra-la.
Ora, havia nesta cidade, contina o historiador
sagrado, urna piscina Prebatica, chamada em he-
braico Bethsaida.
Era um grande viveiro ou reservalorio Yagua,
chamado Bethsaida, islo hieor da caca, porque
ah apanhavam o peixe. Chamavam-na pitbatka
ou piscina de ovethas, porque os sacerdotes costu-
mavam a lavar em suas aguas as ovelhas qoe ser-
viam para os sacrificios. Cinco magnficos portes
de forma concntrica circumdavam-na completa-
mente, e sob esta vasta galera jazia urna nmirido
immcnsa de paralylicos, cgos, cxos e atacados de
febre.
0 que folian nesle lugar tantos doenles ? Espera-
vam oanjodo Senhor, quede temposa tontitos des-
cia piscina e agitava as suas aguas : feliz aquel-
le que nellas racrgulhava primeiro, porque no
mesmo instante sarava, qualqucr que fosse a sua
enfermidade.
Ora, todos os padres da egreja, todos os inter-
preles catholicos veem neste grande milagre, que
Deus operou em Jerusalem a figura d'um grande
raysterio.
Esta piscina, cingida de cinco prticos, repre-
senlava, segundo Reda, o povo judcu encerrado no
circulo dos cinco litros da le mosaica, que o prc-
servava do peccado. Os cinco livros da le* mosai-
ca faziam dos judeus que a professaram um povo
parle, separado das eulras nacoes, e como que
encerrado em cinco prticos; assim se exprimir,
antes de Reda, Santo Agostinho.
Notae, accrcscenta este padre, que os prticos
da piscina continham, sem cura-tos, unta grand-
sima mullido de enfermos. Esta circunstancia
du Tailli; no meu
viver nao ha nenhum n gordio que caree da es-
pada de Alexandre.
E ainda hesita?
que...
Esta louco I
O capitalista, passeiando pela sala, dava furiosa-
mente com a bengala no soalho. Por llm prorom-
peu com vehemencia:
Nao v, meu caro, que Ihe venho metler a
fortuna peto porta dentro? Quando ti ver casa bem
montada, der jamares e gosar de todo o luxo que
pode gosar um railionario, ver como as suas obras
ainda as mais insignificantes, sero procuradas
cora avidez e lento valor raui difireme do que
teem hoje. Que lite acontece agora? Talvez esteja
esperando impacientemente que a benevolencia de
um ministro se digne de olhar para o seu quadro,
pendurado entre a mullido de mullos oulros as
paredes da exposicao, ou que a mania de algum
amador oallrahia a esta mesqninha officina. Quan-
do for rico, nao carecer de ninguem. Apenas as
suas obras deixarem de ser offerecidas, lodos as
procuraro. Olhe para aquello ca vllele; qne
o que lav? A carantn ha de urna vetha, qual
se cansa em dar vigor e intclligencia, que o origi-
nal lalvez nunca tivesse. E quanto he do por
isso? Por ahi uns mil francos, e por to diminuta
quantia qualqucr patela se julga com dircito de Ihe
comprar tempo e inspeccao. Case-se, meu amigo,
' e mande-me os retratos para o inferno I J tem
Irabalbado de sobra lempo de arrumar pinceis,
palhelas, e pannos. ivirla-se, gose o mundo, e,
se vier a ter saudades dos seus pinceis, tintas e lo- onmn nrasltral o espirito da lei : esta aecnsava.
na nunca faltan). Que sortc hrilhante a sua I De-
linhar, para ter fama de grande artista, n'um quin-
to andar, e, quando passar a melhor mundo, deixar
c por epilaphio cinco linhas de annuncio nos jor-
naes! Pens que a isso quo se chama gloria, mas
para a alcanear ser misler correr sempre a p
atraz della? Ande decoup, e chicotea, cocheiro!
Colloque-sn diante deste espellio e diga-m se o
convenca os peccadores, mas nao poda por si
mesma salva-la do seus peccados. Depois, citando
e commentando a famosa passagem de S. Paulo so-
bre a eslcrilidade da lei mosaica, diz : Esta pas-
sagem a explicacao mais clara o mais evidente
do mysterio dos cinco prticos e da mullido dos
onfermos que ah jaziam.
Os cinco prticos sao, pois, a lei. Porque os
bocea um cachimbo e na eabeca um chapu ve-
Iho? Nol o meu amigo um passarinho apanda-
do na rede, e eu, quebrando as malhas, digo-lite
vel
Closeau du Tailli continuou ainda a fallar muito
lempo por este ilteor com mistura de enthusiasmo
e de baixas banalidades, mas como as doutrinas
me diz cora ccrlo ar mystenoso : Pois faz mal! queelleexpendiaharmonisavam perfeilaraenle com
os pensamenlos intimos do mancebo, toieuvidocom
interna avidez. Mauricio, convencido, nem lentou
repeilir to vivo ataque, e, levanlando-so de repen-
te s disse :
Itou-me por vencido Domingo l vou a casa
Nao ser abusar muito d'csla phrase ?
Por vida minha que nao I
O Sr. Closeau du Tailli, dizendo isto, levantou-
se, collocou a mao no peito, por dentro do casaco,
e, imitando a posico heroica da estatua bronzea; do Sr. Sorbier.
de Napoleo na columna de Vendme, diriglu a
Mauricio esta solemne pergunta :
Apraz-lhe casar se ?
Casar-me ? Irepeliu o mancebo, dando um
salto na cadeira.
Sira; com um milho de dote.
Mauricio senta urna especie de verligem.
O Sr. Closeau, todo vanglorioso com o trumpho
alcatifado, batendo estrepitosamente no pavimento
com a bengala, continuou :
Disse um milho e sustento que tem um mi-
guarda-avaneada de mais milhoes ? perguntou
Mauricio.
Eis-nos chegados ao ponto que eu quera.
Confess que urna quantia de arregalar o olho.
Ora o que o meu amigo receia que ella pertenca
bcr.
Nao ; disse Mauricio cora ar orgulhoso
prso-me e eonheeo-me bastante para poder asse-
gurar quo ninguem ousaria fazer-me proposiedes
de semelhante n tureza, e menos o Sr. Closeau da
Tailli.
Esto crou um tanto e replicou vivamemte.
E tem razo. Ahi vae em poucas palavras o
retrato da pessoa a quem pertence o milho de que
roste que elle reflecto proprio para Jrazer na ocntes nao eram curados debaixo destes prticos f
S. Paulo no-lo diz : porque a lei dada aos judeus
nao podia justificar ; pois alias ler-se-hia crido ser
a jiislilicaco e frueto da letlra muda da lei, que
nao presta'va, segundo a escripia, senao para indi-
car todas as especies de peccado.
Mas, porque os doenles nesles prticos, que nao
podiam cura-Ios ? Porque assim como os doentes
ahi estavam sempre |erto da piscina, que poderia
cura-Ios, da mesma sortc a lei, posto que nao po-
dendo curar o peccado, conlinha a promessa do
Redemplor ; indicava-o aos crentes como a verda-
deira fonle dagraca, e recommendava a f no mes-
mo Redemplor, como a nica que poderia justi-
ficar.
Se, pois, o doente nao podia ser curado sob os
Sorticos, podia todava olhar sempre para a piscina,
ra, esta mullido inmensa de enfermos, lomados
do toda a sortc de niales que permaneca debaixo
dos prticos, com os olhos arrasados de lagrimas,
o coracao bichado, os odiares sempre filos sobre
essa agua milagrosa, que poda reslituir-lhcs a
sade, representa admiravelmenle a mullido dos
judeus fiis, que, segundo a linguagom de S. Paulo,
estaro sempre oceupados em contemplar com os
olhos do espirito c a fe do coracao o futuro Messias,
quede longe saudavam como um symbolo de mi-
sericordia e de perdao.
A libelos por nao |Ktderem, com suas propnas
torcas, cumnrir urna lei, cujas palavras ouviam
cada dia recitar, esses judeus fiis esforearam-se
por apressar a vinda do Redemplor, procrando-o
em todos os seus sacrificios, o pedindo do todo o
coracao o soccorro de sua graca.
Que notavel semelhanca com esses doenles dos
prticos da piscina Mas, esta mullido do cegos,
cxos e fobris representava muito mais perfeita-
menle. ainda os povos dos Gentos, ainda maiscj/o*
do que os Judeus, porque ignoravam al as primei-
ras verdades fundamentaos ; disformes, porque se
haviam tornado impotentes para pralicar mesmo a
lei natural, da qual s Ihcs restavam algumas con-
fusas nocSes; febris, porque o fogo do amor profa-
no havia desseccado e inleiramenle extinguido
nelles toda a nncao, todo o sentimcnlo d amor di-
vino ; s o s Jess Christo poderia cura-Ios. Este
grande medico desceu, pois, dos cus, porque a hu-
manidade inteira jazia como um doenle desespera-
do e abandonado, que nenhum outro medico na
trra poderia curar.
Du Tailli pegou no chapen e fingiu relirar-se,
mas, ao levar a mo ao boto da porta, parou, e,
vollando-se para Mauricio, disse-lhe:
A proposito, para tirar todo o carcter offical
sua apresenlaco, e at para dar-lhe certa origi-
nalidade, v vestido de artista, colcte branco ou de
ganga aroarclla, com chapu de palha. Eu dire
le-lo encontrado e que o convidei para tomar parle
no janlar de familia.
Apenas Mauricio ficou s na sua offlcinn, ouvu
as sonoras notas do piano de Laura, que, enlrande
em vagas pela janella dentro, i utida vam a salado
maviosas melodas. Laura tocava um minuete de
Mozart
O mancebo presin ouvidos por alguns instantes
lbo, e advirla que s para comeco de vida.
- A quera diremos que pertence esse milho '5*mJBlo^,as de.uma *** oxefu,ada com extrema
, H t, i destreza o gosto apurado. Lcmbrou-se entao da
11' promessa Ma ao Sr. Closeau du Tailli e profunda
tristeza se apoderou do mancebo. Lancou os olhos
para o terraco e para a folhagem agitada por le-
pda e suave viraco. E pensando que aquella
pequenna habitaco to casta e torisonha abriga-
va em si graca, bondade, coragem, intelligencia
a alguma velha e honrada viuva, de vestido de seda depurada e santificada pela resignaco de urna me
cor de pulga com largas ramages, de caosinho no nina> cujo rosto expressyo, torno e senhoril, rujas
_ ... ...,:.. ._.__ i palavras chotas de uncao denoiavam um coracao
regaco, ou a alguma estrangeira aventure.ra, que frmados das qualidades mas nobres e to trans-
0 acaso conduzisse a Mari y, a casa do Sr. Sor. prenle como o puro crystal, suspirou triste-
mado, que nem me deixa vagar para pensar em 'he fallc : edade dczoilo annos, ps de divindade-
cousas que poderiam affbgr-me. Tenho sinceros maos de fada, rosto de cherubira, espirito de de,
amigos que me estimara, particularmente Mauricio mooio e voz de sereia.
mente e murmurou a sos comsigo:
Ah! se eu tivesse ao menos vrate mil francos
de renda!...
O som da campanhia distrahiu-o das suas medi-
tacoes.
Temos mais alguem? disse Mauricio.
E, dirigindo-se para a porta, achou-se de face
com o porteiro, o qual, entregando-lhe um lindo
raraalhete e urna carta, disse-lhe:
Trouxe aqui islo um homem de recados.
Mauricio abriu a carta e leu estas poucas e enig-
mticas palavras:
t Tanto peior! eu o abraco.Jfttm Soleil.'
E mais abaixo haviam duas linhas assim conce-
bidas :
(Conlinuar-sc-haK
PERNAMBUCO.- IYP. uE M. F. F. & FILHO.


+fi mm*r



Full Text
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