Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10265


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Full Text
AMO XXXiX HUMERO 285.
For tres mezes diantados SjJOOO
Por tres mezes vencidos 6SO0D
SABBADO 12 DE DEZEMBRO DE 1863.
Por auno adiantad.....I9g000
Porte para o subscriptor. 3J00U
DIARIO DE PERNAMBUCO.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPgO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alex.indrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Araratv,
Sr. A. de Lemos Brasa; Cear, a Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranhao. o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
mazonas, o Sr. Jeronvmo da Costa.
Alagas. o Sr. Claudino Faleo Dias; Bahia, o
Sr. Jos Marlins Alvos; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Marlins & Gasparino.
PARTIDA DOS ESTAFETAS
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e
scxtas-feiras.
Santo Antao, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru',
Altinho e Garanhuns as trras feiras.
Pao d'Alho, Nazareth. Limoeiro", Brejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tararatu', Cabrob,
Boa Vista, Ourirury e Exu as quartas feiras.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SUL I Sennhaem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
1 ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Una de Fernando todas as vezes que para ali sabir
navio.
Todos os estafetas partem ao >/t da.
EPHEMERIDES DO MEZ DE DEZEMBRO.
3 Quarto ming. as 8 b., 49 m. e 2 s. da m.
10 La nova as 4 h., 20 m. e 20 s. da t.
17 Quarto cresc. as 8 h., 20 m. e 32 s. da m.
24 La cheia as 11 h., 23 m. c 14 s. da t.
PREAMAR DE HOJE.
Primcira as 2 horas e 6 minutos da Urde.
Segunda as 2 horas e 30 minutos da manhaa.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sul at Alagas a 5 e 25; para o norte at
a Granja 7 e 22 de cada mez; para Fernando nos
dias 14 dos mezes dejan, marc., maio, jul, set. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recife : do Api pucos as 6'/?, 7, 7 /?, 8 e
8 >/2 da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatao s 6 V* da m.; do Caxang e Vanea s 7
da m. de Bemfica s 8 da m.
Do Recife : para o Apipueos as 3 /* 4. 4 Vi. 4 '/?
5, 5 Vi, 5 V e 6 da tarde; para Olinda s 7da
manhaa e 4 Vi da tarde; para Jaboatao s 4 da tar-
de ; para Cachang e Vanea s 4 Vi da larde; para
Bemfica s 4 da tarde.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommereio: segundas e quintas.
Relago : tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda : quinta s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphaos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : tergas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do eivel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DIAS DA SEMANA.
7. Segunda. S. Ambrosio b. dr. da egreja.
8. Terca, cfc A (inmaculada Conreigao de N. S.
9. Qnarta. S. Leocadia v. m.; S. Gorgonia v.
10 Quinta. S. Melchiades p. m.; 8. Gemillo m.
11. Sexta. S. Dmaso p. m.; S. Franco c.
12. Sabbado. S. Sereno leitor;9. Epimachom,
13. Domingo. S. Luzia v. m.; S. Eustracio m.
ASSIGNA-SE
no Recife, em a livraria da praca da Independencia
ns. 6 e 8, dos proprietanos Manoel Figueiroa da
Faria 4 Filho.
PARTE QFFIGIAL.
GOVERNO DA PROYOCIA.
Expediente do dia 9 de dezembro de 1863.
Oflicio ao brigadeiro commandante das armas.
Com os inclusos exemplares das inslruceots de 10
de julho de 1822 c do decreto e regulamento do
Iirimeiro de maio de 1858, estabelecendo regras
sobre o recrutamento, tica satisfeito o pedido do
coronel cncarregado do recrutamento nos munici-
pios do Recife e Olinda que allude o oflicio de
V. Exc n. 2243 de 4 do crlente.
Dito ao cnsul de Inglaterra.Respondo ao offl-
co que em dala de 5 de novembro ultimo me diri-
gi o Sr. Q. Lennon Hunt, cnsul de S. M. brilan-
nica nesta provincia, reineltendo-lhe por copia a
informagao ministrada pelo administrador do cor-
reio desta cidade em dala de 7 do correnle, na
qual encontrar o niesmo Sr. cnsul explicados os
motivos pelos quaes aquella adininistrago costuma
enviar pelos vapores de guerra por via de Franca
as cartas que se deslinam Inglaterra.
Ronovo ao Sr. cnsul de S. M. brilannica a se-
guranza de minha perfeita estima e dislincta con-
siderago.
Dito ao Dr. chote de polica.En additamento
aos inous offlcios de 20 de oululiro e 28 de novem-
bro ltimos, remello a V. S. a inclusa copia do
que me dirigi o engenheiro fiscal da estrada de
ferro em 25 de novembro prximo findo, acerca
da oceurrencia havida com um dos passageiros de
orne Frederico de Mornay.
Dito ao desembargada provedor da Santa Casa
da Misericordia do Recife.Pelo seu officio de 5
do correnle fico inteirado de que, tendo de reli-
rar-se para fra desla capital o ihesoureiro da
Santa Casa de Misericordia da Recife cominenda-
dor Jos Pires Ferreira, fiea exercendo interina-
menle esse lugar o mordomo lenenle-coronel Jus-
tino Pereira de Farias.
Dito ao mesmo.Nos termos de sua informacao
de 5 do correnle, mande V. S. iuscrever no res-
pectivo quadro, afim de ser opportunamente ad-
mitliila no collegio das orphaas a menor de nomo
Mara, filha de Antonia Maria Machado Freir.
Dito ao inspector da Ihesouraria de fazenda.
Devolvo V. S. os requerimentos do capitn Jos
ignacio de Medeiros Reg Monleiro e do lente
Antonio Cardaso Pereira de Mello, afim de que, de
conformidade com a sua informacao de 5 do cr-
reme, dada com referencia aos pareceres da con-
tadura dessa Ihesouraria, laucado no verso dos
offlcios que vao conmuto os cilados requernTentos,
mande pagar a importancia rorres|>ondenle ca-
valgadura que compete a cada un desses offlciaes
como ajudantes de ordens do commandante das
arma.-.Communicoii-se ao brigadeiro comman-
dante das armas.
Dito ao niesmo.Em vista do que pondera o
brigadeiro commandanle das armas ne oflicio jun-
to por copia datado de 7 do corrente o sob n. 2255,
a que se refere o do commandante do forte do Bu-
raco que em original val cobrindo os inclusos do-
cumentos, mande V. S. pagar Bernardo Jos Ro-
drigues Pinheiro, a importancia d'agua potavel
outubro e novembro ltimos, como se v dos cita-
dos documentos.Communicou-se ao brigadeiro
commandanle das armas.
Dito ao mesmoO hachare! Ernesto d'Aquno
Fonseca participou que em 5 do corrente passou
temporariamente ao supplenle bacharel Jorge Dor-
nellas Ribeiro Pessoa. o exercicio do cargo de
juiz de orph-os desta capital : o que V. S. com-
munico para seu conhecimento.
Dito ao mesmo,Participando o bacharel Jorge
Dornellas Ribeiro Pessoa, em 5 deste mez, que por
molestia deixou de assumir e passou ao terceiro
supplenle bacharel Joaqun) Cordeiro Colho Cintra,
o exercicio do cargo de juiz de orphos desla capi-
tal, qn- Ihe fra transmitido pelo respectivo pro-
pnetario : assim o communico V. S. para seu
conliecimento.
que se acha doenle, segundo particpou em officio
de hoje. Fizcram-se as necessarias communi-
cages.
Dita.Os Srs. agentes da companhia brasileira
de paquetes vapor mandem dar passagem para a
corte por conta do minisierio da guerra no vapor
Apa que so espera do norte, ao tenente Manoel
Joaquim de Souza e sua familia, composta de mu-
Iher e um tilho menor, e bem assim ao furriel
Rrasilino Ernesto da Fonseca. e o soldado Manoel
Alexandre do Nascimento.Communicou-se ao
brigadeiro commandante das armas.
Despachos do dia 9 de dezembro de 1863.
Requerimentos.
Antonia Maria Machado Freir. Mandou-se
inscrever a filha da supplicante para ser opportu-
namente admitlida.
Jos Felippe Nery da Silva.Informe o Sr. ins-
pector da Ihesouraria de fazenda.
Joao Bento da Cruz.Informe o Sr. director do
arsenal de guerra.
I Bacharel Luiz Carlos de Magalhaes Breve.
Passc-se portara na forma requerida.
Manoel Antonio de Souza.Requeira assom-
! bla legislativa provincial.
I Wenceslao Ignacio da Conceigao.Informe o
Sr. director do arsenal de guerra
PERNAMBUCO.
Dilo ao mesmo.Communico V. S. que o ha-
chare! Felisbino de Mendonga Vasconeellos, sendo
rcconduzido no lugar de juiz municipal e de or-
phos do termo de Barreiros, enlrou no exercicio
desse cargo no primeiro do corrente.
Dilo a mesmo. Annuindo ao que solicilou o
director das obras militares em oflicio de 7 do
corrente sob n. 203, que veio annexo o incluso
parecer do delegado do cirurgiiiomr do exercito,
recommendo a V. S. que mande pagar Theodoro
Itanipk, a quantia de 1:3953 por que contralou a
obra do accrcscimo do muro do quartel do Hospi-
cio e a reedifieacao da parle do dito muro.Com-
inunicoti-se ao director das obras militares.
Diioao mesmo. O bacharel Virginio Carneiro
da Cunha e Alboquerque, promotor publico, remo-
vido para a comarca do Limoeiro, assumio em 29
do mez lindo o exercicio do respectivo cargo : o
que commvmeo V. S. para seu conhecimento.
Dilo ao commandante superior de Santo Antao.
- Envie-me V. S. com loda a brevidade um map-
pa de loda forea activa o de reserva da guarda
nacional dessa comarca, por batalhes.
Dito ao niesmo.A' bem do servico publico,
cumpre que V. S. delira juramento rom urgencia
ao tenente-coronel commandante nomeado para o
batalhao de reserva dessa comarca, e remetta-lhe
a relacao nominal dos guardas nacionaes ltima-
mente qualificados na lista de reserva, de que tra-
tei em mens offlcios de 13 de agosto c 16 de no-
vembro lindo, isto no prazo de 8 dias, contados
desta data.Communicou-se ao lenente-coronel
orneado.
Dito ao director geral interino da instruegao
publica. Designo para comperem a commisso
de exame de que trata o seu officio do primeiro do
corrente sob n. 202, os professores padre Vicente
Ferreira de Siqueira Varejao, Miguel Archanjo
Mindello, e a professora D. Alexandrina de Lima e
Albuquerquo.
Dito ao director das obras publicas.Para qnc
se possa resolver acerca da materia do seu officio
de 27 de novembrj ultimo, sel n. 247, convm
cessaria, afim de que a parte do paes da ra do
Sol fronteira ao oito da ra Nova, fique com a al-
tura quedeveter.
Dito ao juiz municipal deOuricury.Ao conse-
Iheiro presidente do tribunal na relacao, dpo. nesta
data conhecimento do officio de 1 i de novembro
ultimo, em que Vmc. communicou ter fallecido na
cadeia dessa villa o criminoso de marte Franco
Pereira Ferraz, cujo processo, e acha por appella-
cao naquelte tribunal. Offieiou-sc ao conselhci-
ro presidente do tribunal da relacSo.
Portara.O presidente da provincia resol ve de-
signar o hachare! Jos Ladislao Pereira da Silva
para exercer interinamente o lugar de procurador
fiscal da thesouraria de fazenda durante o impedi-
mento do bacharel Fernando A (Ton so de Meti,
REVISTA DIARIA.
Cemecou hontem o exame de verificacao de ea-
pacidade para o magisterio primario, perante a
directora geral da instruccao publica.
Haviamse inscripto os Srs. Francisco Antonio de
Figueiredo, Galdino Eleuterio Teixeira de Barros,
Manoel Thomaz de Freitas e Martinho Jos de Je-
ss; mas o primeiro deixou de comparecer, e o
terceiro, antes de concluida a prova escripta de
grammatica, deu parte de incommodado, obtendo
licenc.a para retir:.r-se ; c continuando os dous
restantes, deram comeco a prova escripta, que
hoje se concluir, bem como a oral.
O vapor Jugunribe, chegado hontem dos por-
tos de sua escala no norte*, foi portador de jornaes
do Cetra at 3 e da Parahyba al 10.
No Ccr exposico nos saloes da Sania Casa da Misericor-
dia, pronunciando o seu vice-provedor o seguinte
discurso : t
A mesa administrativa desta Santa Casa, imi-
taudo um bem pensado, e sein duvda louvavel
procedimento que tantos applausos j mereceu o
anno prximo passado, resolveu promover, e dar
oulra vez sos saloes da mesma urna exiiosigo de
productos naluraes, arlislicos, e agrcolas com o
alto fin de assim, nao s animar o rrescente espi-
rito de industria, e desenvolvimento da provincia,
como excilar a piedade em pro! da indigencia des-
valida ; tendo, por amor de mais solemnidade,
aprazado esta festa toda provincial para hoje, dia
anniversario de S. M. o Imperador.
No emquanlo. jiois, de realisacao da idea ex-
pressada em nome da referida mesa administrativa
dirig em lempo conveniente pedidos a todas as
pessoas intclligentes e industriosas da provincia no
sentido de seu til concurso para o caso da resol-
vida exposico ; o me grato dizer-vos, senhores,
que se senao ostentaran) com expansivo interesse.
e grande concurrencia os sentimentos de patrio-
tismo e caridade dos nr.ssos comprovincianos, ao
menos nao foram invocados debalde, quando, como
idesvr, eonstilue a mesma exposiijao urna boa
porejio de objeclos apreciareis e significativos do
desenvolvimento de industria, e talento artstico da
provincia.
E" fcil de comprehender, c est mesmo de-
monstrado com o exemplo e conhecdos factos dos
mais adianlados paizes do vellio mundo europeu,
que onensamento, e effectivo empenho de urna
exposico de producios nao poderia ser entre nos
allluente, e lilteralmente correspondido, sendo, co-
mo foi, concebido, e executado repelida, e lo con-
junclamente com o que se realisou no referido an-
uo passado.
i Isto, alm dos peniveis, e bem sabidos effeitos
d'uma calamitosa epidemia porque do prximo pas-
sou a provincia, justifica asss a nao abundante
concurrencia.
_t Eis, senhores, inaugurada a fesla da exposi-
co, que hoje aqui nos rene, e que vai ser aberta
pele Exm. Sr. presidente da provincia. >
Da Parahyba e Rio-Grande nada ha digno de
menciio.
i Amanha, pelas 6 horas da manhaa, em sua
capella episcopal, confere S. Exc. Rvma. aos di-
conos seguintes a sagrada ordem de presbylero :
Joo Francisco de S, natural desta provincia.
Joaquim Antonio da Costa Pinto, dcm.
! Manoel Ferreira da Rocha, idem.
Manoel Cavalcant Assis Bezerra de Menezes,
idem
Luiz Ferreira Nobrc Pelinca, Rio Grande do
Norte.
Pedro Soares de Freitas. idem.
Francisco Xavier da Rocha, Parahyba.
Augusto da Costa Lyra, idem.
Saulino Maciel deAthayde, idem.
Um nosso assgnaute nos pede perguntemos,
qiicui compete, se a le, que prohibe os escravos
audarem pelas ras da cidade, depois do toque de
reeolher, se entende ser smente para es escravos
e nao para as escravas ; porquanto escravas ha,
que enfram para a casa dos senhores s horas
que llics convm, sem resultar irem para a de-
tencao.
Depois d'amanhaa se extrahir a 8* parte da
3* lotera do Gymnasio Pernambucaao (3* con-
a-ssao).
O nosso collaborador remette-nos a sua caria:
! Compadre.Nao ha nada mais risvol que ver
o Joley deixar o chaveco para vir defender pela
imprensa o Diccionario topographico, estatistico e
histrico de Pernambuco, e o pai putativo desse
hediondo aleijo, brasileiro, e com (Mudas Ilite-
rato dormir somno sollo na concha da indiffe-
renca t
Para quem quizer, e crie quem souber, diz o an-
nexim, mostrando a verdade de urna segunda na-
tureza mais imperiosa que aquella. Falhou aqu o
annexim; o nosso homem dorme ao som dos vagi-
dos daquella monstruosa enanca, e deixa ama
secca do inglez os cuidados de a acalentar!
Mas... um batateiro fallando da topographia de
Pernambuco, elle que talvez nunca passasse de
becco da Lingucla, es|>ectaculo mais curioso e
divertido, que os burricos de Spalding & Roggers,
darem respostas equivocas soba presso do aziar.
. E falla em palhaco !
E' verdade que a mulla Batam deveria ter muita
ra va do maagual de Andrew Lehmann.
Ficai sabendo que os indios carirys viviam na
Borburema, e os carin/s-velhos moravam no Pilar
da provincia da Parahyba, de maneira que, com
relacao a Parahyba, e segundo a divisao engendra-
da, navia duas castas daquclles indios : os carirys
propriamente ditos, que viviam na Borburema, e os
carirys-velhos, que moravam no Pilar no vale da
Parahyba !
Mas isso, compadre, babozeira ; por que diz
o Diccionario que os carirys-velhos viviam as ser-
ras, que reunem as duas provincias de Pernambu-
co e Parahyba, e tinham sua aldeia no Pilar, mas
no Pilar nao ha erras que reunam as duas pro-
vincias, e s taboleiros de boas mangabas, logo ou
nao moravam no Pilar, onde nao ha serras, ou vi-
viam na Borburema donde dista o Pilar urnas 40
e tantas leguas.
Se moravam no Pilar, nao podiam vicer na Bor-
burema (que na Parahyba se chama cariry-velho),
e se ao contrario viviam na Borburema nao podiam
inorar no Pilar, embora os autores digam pela
liocca do Joley o que bem quizerem, por que lam-
ben) o Sr. Manoel da Costa j avtor, c faz da Bor-
burema o quintal do Pilar, onde os indios, em ter-
reno elevado, pedragoso e assolade por una secca
constante, viviam de plantar cucos, seu especial
alimento!
Essc Sr. Manoel da Costa tem boas btalas; di-
zem que est arranjando um Diccionario inglez
para offereccr ao Joley pelo bem que tem fallado
das cousas da provincia no Jornal do Recife.
E' urna boa permuta.
Agora, compadre, ficai sabendo que o aqueduclo
j nao cmbelleza o bairro da Boa-Vista. O homem
cabio das nuvens; sim, e ah temos o ovo de Chris-
tovao Colombo; mas emfim, quando o dissesse...
a mixn d'nijun... Aqu o Joley lambeu os beicos,
e depois ? nicles, ficou de guela secca, para dizer
concertando o pigarro que as igreias do Rosario,
coqueiros e outras nao sfw templos sumptuosos,
mas igrejas filiaes! Mas ento se naque!le bairro
nao ha templos sumptuosos, como diz o Dicciona-
rio, que ha bellos templos, que com bellos edificios
tornam o bairro bello? Ah! sim, por que bello :
nao sumptuoso ; o sumpluoso o magnfico, e o '
bello o formoso. Est dito.
Ficai ainda sabendo que a historia dos chafari-
fes em Olinda invencio do vosso compadre.
O Diccionario diz assim : a agua do Prata a
melhor que se condece as vizinhancas da cidade
do Recife, e o manancial donde corre por encana-
mentos de ferro, e se dstribue m bellos chafari-
zes, que abastecem s 4 freguezias da capital, a de
Afogados, a Passagem da Magdalena, a cidade nova {
de Santo Amaro e a cidade de Olinda. Isto quer.
dizer que d'aqui vai agua para Olinda, nao por en-'
canamentos de ferro, mas em caneas, que all se
convertem em chafarizes que a abastecem da me-
lhor agua E anda em cima invoca o meu teste-
niunlio t
E se vos disser que cm Olinda ha tanta canoa j
com agua como exacta a nomcac.ao de Francis-
co Barreto de Menezes para governador desta pro-
vincia por Joo IV em 1630, haveis de dar urna
trplice batera de... bellos applausos.
Emfim se a invencao nao foi minha, l so ave-
nha com os pobres habitantes de Olinda, que esti-!
can de sede, como o Tntalo da fbula, em presen-
ta dos chafarizes do Sr. Manoel da Costa.
Ficai finalmente sabendo, que quanto aos cc-
reaes da ordem : da imbaba, amliaba e arvore
da preguica, verdadeira roriK/u de coco, mster
antepr um seilecete, hervas medicinaes, para dis-!
lingur dos cereaes da ordem : das btalas de pur-
ga, dos cabacinhos e das cidras, que em verdade
sao cereaes tao substanciaes como a imbaba e a '
herva de rato medicinal.
De batatas de purga c cabacinhos precisava o Jo- j
/<'// para nao se metter em cousas que nao enten-
de, e passar depois recibo as paginas do Diccio-
nuiio.
Quanto mais que vos disse, correu ludo em or-
den; o seu silencio deu como verdadeiro o resul-
tado da minha precedente caria, tomando como as-:
sentado o cncabecalho do seu arligo. E nao me
agradece: chama-me anda em cima de malvolo I
Dos queira que isto nao seja algum cereal coi |
que pretendesse hourar o vosso compadre, agora,
que a fesfa se approxma. Agradeco-lhe a offerta.,
Vou referir-vos urna cousa, que vos ha de
sorpreender, como mim aconteceu :
OSr. F... homem activo, moo e sao, casado,
com a Sra. D. F..., pessoa bem disposta, tem tido |
de seu matrimonio 11 filhos, c a excepcao de tres,
dos quaes morreram dous, todos os mais sao mu-1
dos o surdos de nascimento I
Aquello senhor mora na Sapucaa, freguezia de |
Bezerros, abastado e gosa de conceito. O seu ul- i
timo filho est com 3 annos, j mudo e surdo, e
lo bem conformado como os oulros.
A' que se poder atlribuir semelhante pheno-
meno ?
A senhora chora e maldiz-se; o marido est re-
signado; ella mais amorosa, elle mais discreto.
Pedem-nos a seguinte publica^o :
Rio Formoso.
SaldauliaMarinho. 33
Paes Barreto..... 30
Fetosa.......... 30
Urbano ......... 9
Brando......... 8
Eleitores de Una.
(Elcico do 3" juiz de paz.)
Paes Barreto..... 26
Feitosa.......... 19
Saldanha Mannho. 16
Brando......... 15
Urbano.......... 7
Eloicao de Una.
(Kteicae do Io juiz de paz.)
Camaragibe...... 25
Paes Barreto..... 25
Urbano.......... 25
Chichorro....... i
Branda o......... I
Saldanha Marinho. I
RsrARTICAO DA POLICA !
(Extracto da parte do dia H de dezembro).
Foram recolhidos, asa de detencao no da 10
do corrente :
A' ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica, Ma-
xonilio, pardo, escravo de Dina Candida Rangel,
sem declaraco do motivo.
A' ordem do subdelegado do Recife, Sdronio
Sabino Montronle Carvalho, branco, para averi-
guacoes em crirae de roubo, arrombamento e in-
cendio.
A' ordem do de Santo Antonio, os crioulos Jos
Luiz Teixeira, Jos Joaquim Carlos, por disturbios;
Luiz Gomes da Silva Maia, sem declaraco do mo-
tivo ; e Feliciano, escravo de Jos Maria do Valle,
por fgido.
A' ordem do de S. Jos, Joo Gomes de Lima,
branco, para averiguaces polieiaes; os pardos
Ezequici Honorato Gomes Palmeira, Rufino Gon-
ralves do Farias, Eusoeio Francisco Dionizio.
crioulo, todos por jogos prohibidos ; Thereza Leu-
tnier, africana, por embriaguez.
A' ordem do da Boa-Vista, os pardos Florencio
de Barros Monleiro, para averiguacSes em crime
de furto ; Lauriano, escravo de Manoel dos Santos,
por fgido: os crioulos Joo, escravo de Francis-
co Acioli Gouveia Lins, por uso de armas defezas;
Malinas da Costa, por suspeito em crime de offen-
sas physicasgraves ; Flix, escravo de Marcolino
de Sonza Leao, por suspeito em crime de roubo;
Antonio, tambem crioulo, escravo de Mello Reg;
os africanos Jos, escravo de Thom Joaquim do
Reg, Manoel, escravo de Manoel Jos Baptista
Braga, lodos por infraccao de posturas.
O chefe da 2' seccao,
/. G. de lesqutta.
Mevimento da casa de detencao do dia 10 de
dezembro de 1863 :
Existiam ... 320 presos.
Entraram. 19 >
Saliiram 10
.o-nos. Principia o
A saber
Existem....
Nacionaes. .
Estrangeiros .
Mulheres .
Estrangeiras .
Escravos .
Escravas .
329
218 presos.
32 .
5 .
2 .
64 >
8 .
329
Alimentados cusa dos cofres pblicos 132
Passageiros do vapor 'nacional Jaguaribe, vn-
dodos porlos do norte :
Joao Severino de Moracs, major Fabrico Gomes
Pedrosa, 3 filhas, 1 filho menor e criada, major
Modesto Pereira do Lago, Manoel Pinto de Carva-
lho, Hermenegildo Pinheiro de Vasconeellos, Joa-
quim Bernardo de Sa Barreto c um criado, Domin-
gos Velho Barreto Jnior, Manoel Alexandre de
Faria, Francisco Caelano, Joaquim Correa Lima de
Macedo, Francisco das Chagas Faeanha, D. Ang-
lica Alexandrna de Oliveira, urna filha, um filho e
urna criada, I). Ludovina Alexandrina de Oliveira
Lobato e urna criada, dous desertores, Cesario
Campello Correa Lima, Augusto Gomes da Silva,
Francisco Jos da Silva e dous sobrinhos menores,
urna escrava com urna cria de Bernardino de Sen-
na da Silva Guimaraes e urna escrava a entregar.
Obituario o da de dezrmbro no cemite-
rio publico :
Jovita da Costa, Africana, 35 annos, solleira, S. Jo-
s, tubrculos pulmonares.
Theodora, escrava, Pyrnambuco, 22 annos, soltei-
ra. Boa-Vista, parto.
Anna Maria da Conceicao, Pernambuco, 60 annos,
viuva, Santo Antonio, congesto cerebral.
Um exposta cujo nome ignora-se, Pernambuco, 4
dias, Santo Antonio, espasmo.
Ul POCO DE TODO.
J urna vez tragando neste trahalho a physolo-
gia do redactor de jornal, dei xamos em perfil pa-
tenleado o quanto diflicil a posicao daquelle, que
pretende agradar a todos; e mais urna prova disto
acallarnos de ter na seguinte carta d'alguem que
nella sendo anonymo, na poesa que a acompauha,
assgna-se R. L.
Aprcciem os leitores a originalidade faceta de
seus tragos.
Boa-Vista.Ento, meu charo doutor, porque
at o presente nao deu publicidade poesa que
Ihe envei ?
Estar por ventura com ciumes da bella ano-
nyma ?
c Era s o que faltava !
t Ora vamos, aqu vai a segunda via'da tal poe-
sa ; e se o Sr. doutor anda desta vez nao publi-
ca-la, entao deeidamente est com zelos.
Anonymo.
E seja-se juiz com tacs mordomos!
Ora, s isto que faltava para o remate da co-
rea de martyrios de um redactor !
De parte esse presumido direito de publicagao
de tudo quanto se enva oficiosamente a urna re- '
daegao sob o veo do anonymo, pretender que seja j
publicado o que nunca Ihe chegou as maos, e por
essa causa que Ihe extranha, responsabilisa-la, \
ainda que por modo facecioso, por certo cousa'
nova, que faz jus ao brevet Tinvention!
E assim, pois, preciso que um redactor, alm
do mais, tenha o dom da adevlnhago, para poder
preconhecer as intengoes officosas, e ter presente
tudo quanto dello queiram os anonymos, cuja via
(primeira) nao cheguo ao seu aecciie !
E isto fique manifest.
Mas, honrando a firma do nosso anonymo R. L.,
ayisa-lhe o redactor que pz hoje o acceitc na sua
via de poesia (segunda) com a publicaco abaixo,
pois s hontem Ihe foi esta apresentad pelo por-
tador : e como os zelos e os ciumes que Ihe consig-
nou pela barca Roavontade, nao conslituam bas-
tante provisao de fundos para o respectivo paga-
mento integral, avisa-llio outrosim que ter de sa-
car sobre elle na importancia restante a favor de
alguem de sua praca, urna vez que conhece tanto
a poetiza quanto sabe quem seja o anonymo R L.
Ambos anonymos, ambos poetas I
Poesia dedicada Sra. Anonyma, em resposta a sua
Se eu morreramanhaaI...
SEBS FELIZ AMANHAA !
A tua alma meiga e pura
Embalada em doces sonnos
E no amor da mama.
Sentir gozos do co,
E ento, anjo meu,
Sers feliz amanha t
Tu pedes por piedade
Urna flor em tua campa
Que seja bella e louga ;
Em lugar da flor, donzella.
Has de ter branca capella.
Sers feliz amanha!
Oh I nao penses que os teas labios
Perdero a cor brilhante
Da linda flor da romaa ;
Do amor no doce riso
Voaras ao paraizo,
Sers feliz aniauha I
Tu podes por despedida
Mina llor e urna lagrima.
Mas, nao a tua irmaa ;
Nao temas o teu pedido,
J foi por amor ouvido,
Sers feliz amanha!
O Sr. Armando remette-nos suas
NOTAS A LAPIS.
* U
Urna partida terca-feira em Olinda.
Partimos, entramos,
concurso.
Toilettes simplices, oitros luxuosos, adornados
de sedas, de fitas, de perolas, de brilhantes.
i Urna physiognomia, que se expande em risos
olhos mrbidos attitode flexivel o p a resva-
1 lar macio e mimoso as roupas a farfalharem so-
noras, como azas de aguia, que levanta o vo.
Un semblante pallido, melanclico e sympathco
fulgindo entre cambraias. como sol entre nuvens
vestes solas, pandaseinto cor de rosatrancas
bastas e negrasperfumosas como um pingo de
incens do Libano, na phrasc candida da Biblia.
Comeca a festa. Ferve o prazer.
O contacto enfebrece, os aromas enebriam, as
luzes deslumbram, as mocas encantam.
No abandono dasschotchs, as mesuras dos lan-
ceros, na escala das quadrilhas, ellas sao tudo
sao como hachantes puras typos vaporosos, que
se animaran) e vestiram as ro'upagens do sexo mi-
moso flores dos ares, desbrochadas na gleba do
um salo radioso modernas Venus, nao nascidas
das espumas ferventcs do mar, porm transforma-
das em mulheres dos flocos de nuvens das alvora-
das estivas de dezembro.
Ai I vestido branco! D-me que eu caia no teu
regago, como flor dentro de vaso. Os tritoes da
mythologia ensopavam-se as vagas cerleas do
ocano : eu quero banhar-me as tuas ondas ma-
cias, frouxas, indolentes.
Os vestidos brancos sao o toilette por excellcn-
ca ; sinto-mc capaz de descer ao Orco por um
delles, como Telemaco desceu por Ulvsses.
E aquclle to interessante, florado, cortado de
rendas, repleto de pafos, bem largo, bem longo I
Nao do vestido que eu quero fallar, que um
vestido por si s o que vale ? E' que se Ihe ageita-
va na cambraia como essencia perfumosa em
urna de crystal um corpinho gil; diaphano, de
clo voluptuoso, de rosto candido, como a mojjo-
rim, porm com uns vislumbres decarmisim, como
as fagulhas do sol, no occaso.
Que garboso entono era o da menina I Quanta
poesia 1
Borb-lela em haste de rosa pousava-lhe una
semprevva sobre a tranga negra, que oscillava.
Meu Deus!
Dansa, D. F... 1
Estou cansada ; nao posso dansar agora.
E depois?
Talvez.
Urna schotischs coinigo f
E' possivel, mas no entanto nao me compro-
meti.
Ora! Eufibnto com ella.
A moga observou com um olhar esmerilhador
todos os ngulos da sala ; procurava alguem, que
nao encontrou diante da vista.
Bem disse. Para salisfaze-lo, danso.
Chegando a hora, apresentou-se-lhe o cavalleiro,
invocando a credencial do compromettimento.
Desculpe; eu havia prometlido essa schotis-
chs ao Sr. F... muito antes de have-lo feto ao se-
nhor ; e se prometti-lh'a, foi porque suppuz, que
elle nao voltasse.
O sujeito massou-se ; eu que, gragas minha
ptima astucia, ouvra tudo, ri-me.
Em um dos ngulos da varanda, dzia-se :
Se eu algum dia for deputado hei de propor
urna lei para que as mulheres concorram com os
homens, a todas as funegoes polticas, administra-
tivas e civis.
Sem duvda; vou com o senhor. Se ellas j
indirectamente intervem em tudo isto, nao amito
que passem a intervir direclamente.
Verdade inconcussa bradei comigo. A mu-
lher do ministro podo mais que o ministro. Um
sujeito aspira um emprego e vai cahir-lhe aos ps;
no outro da esl promovido. Un bicho qur urna
condecorago e pelo mesmo theor, no da seguinte
decreto lavrado.
E o que que tem que urna senhora seja delega-
da, presidenta, deputada. promotora, soldada ? As
amazonas nao eram soldatlas 1
Ao menos pode ser que com essa intervencao, a
sociedade melhore das suas enfeiniidades as mu-
lheres sito ptimas enfermeras.
No outro ngulo eslava a felicidade conversando
por bocea de dous jovens.
Mas a felicidade para conversar tem o seu dic-
cionario technico; falla pelo silencio, pelos olhares,
pelos esta los dos dedos, pelos sorrisos tmidos, pe-
los arroubos.
E quem pode entender essa linguagem, alm dos
bemaventurados ?
E por isso que eu nao sei dizer o que cllcs se
dizam.
Na porta do meo da varanda, um individuo, sen-
tado em urna cadeira de balango, assim se expri-
ma para com outi os:
Vamos ver o que faro o? deputados que
Olinda envin este anno para a assembla provin-
cial.
Promoverao a illnminagao a gz?
Ou a construego de chafarizes de agua po-
tavel ?
Quem sabe?!
Ora, meus senhores! Hoje em dia, logo que
a gente se acha beneficiada, mette o p no bem-
feilor!
6 deputado, que se esconde na sombra, cava
a ruina para si.
Um diadeixarde sercleto, porque voluntas
populis semper est voluntas.
Nao creio em tal. E o patrocinio ?
Nesse momento continuou a walsa a torvelinhar,
em alaridos, espagando-se e estendendo-se pelos
plainos da sala, de modo que eu nao fui senhor de
ouvir cousa alguma ainda.
Tambem com pouco acabou o baile, e com elle a
minha segunda nota a I apis.
O Sr. ? pede-nos a seguinte publicagao:
OVERO CASAR!
Deitado em meu duro leito,
Na mulher logo pensei,
Pulsou mui forte o men peito,
Mui queixoso suspirei,
Com amore sem proveto.
E julguei ver a meu lado,
Me odiando coi paixao.
Urna donzella que o fado
Renda ao meu coracao,
Em delicias enlevado.
Que nctar delicioso
Dos seus labios de carmim!
Que terno olhar primoroso!
E que deslumbrantesetim
Do seu eolio magestoso!
Mas fei engao cruel,
Momentnea phantasia...
Ea julgaria sorver mel;
Mas a imagem me illudia...
E somente libei fel.
Para que scenas guaes
Nao me venham maltratar.
Procuro os meios legaes;
Porque vou m'annunciar
Aos anjinhos terreaes.
Como inda eslou desponivel
E aos lagos do hymineu
Tenho aiTecto irresistivel,
As bellas o peito meu
Offr'egoque mui sensvel!
Rogo as meninas donzellas.
De S. Gongallo devotas,
Isto somente as bellas,
Que nao sejam idiotas,
Que me visitemsingellas.
De branco, como o jasmim,
Venham todas bem vestidas,
E com saias de setim;
Mas sem botes, desabridas,
Que a todas darei osim
E a que casar comigo
Far sempre o que quizer,
Ter um pai e amigo;
Uuanio a mim quero a mulher
Para ter do friabrigo.
Sou viuvo a otava vez,
Sempre fui santo marido;
Fago oiteuta para o mez,
Estou forte, desempedido,
luda prompto a enterrar trez.i
Publica o seguinte o Lecant Herald:
Um roubo dos mais atrevidos foi pratcado na
mesquitado sullao Achmet, em Constantinopla.
Um pouco depois da oraco do meio dia, um in-
dividuo, vestido com uniforme de empregado do
Evcaf, entrou na mesquita e comeeeu a enrolar os
tapetes sobre que oram os fiis.
As explicagoes que Ihe foram pedidas por um
viga, respondeu o homem que era um enviado do
Evcaf e que tinha ordem de tirar os tapetes antes
de collocar outros novos.
Accrescentou que tinha prevenido o guarda em
ebee da mesquita, que se achava n'um caf pr-
ximo.
Pouco satisfeito com esta resposta, o viga deu-
se pressa em ir ao caf para saber do seu chefe.
ou nao exacto o que
iaeabava de Ihe ser
se era
dito.
Quaudo voltou o homem
mesquita tinham desapparecdo, e ser intil ac-
crescenlar que a historia do
invengo.
Suppe-se que muita geni
roubo, em razao do peso eno me dos objeclos rou-
bados.
Este caso produzio em Co istantinopla a maor
sensago, por ser o rnat? audaci )so sacrilegio que all
* lempo.
extrahmos o que se-
todos os tapetes da
lo, e ser intil ac-
Evcaf era urna pura
tomasse parle neste
se tem commetlido ha muito
Da Revolucao de Setembro
gue:
Disse-me em Badajoz um h ispanhol, que os por-
tuguezes eram exagerados en tudo.
Assim ser.
Mas os factos provam quej
parar o sol arvorando-sc
pontap n'um homem
se ha exagerados na
mais extraordinarios
gente da Pennsula, cllus sao
alm da raa.
Espronceda mandava
em Josu.
Um seu patricio dava um
fazendo-o ir para a la.
Outro tinha tanta sede qilc era capaz de beber
toda a agua de Manzanares.
O da presente anedocta af Irmava ter de existen-
cia vinte seculos.
Gabava-se n'um caf par siense um andaluz de
haver viajado por todo o
quanJo um francez para o
guatn :
E diga-me, j esteve al
festa do jubileu ? (Note-se q je esta festa se celebra
de cem em cem annos.)
Ora essa, redarguio
bigode; que pergunta! Ten
la por mais de vinte vezes !
intuido ed altri-parti.
experimentar Ihe per-
urna vez em Roma na
hespanhol torcendo o
lio assistido a essa fes-
COMMUNICADOS.
Os partidos, os gover ios, e a silHaco
IV
O systema representativa
urna tentativa, um eosaio.
do como deve ser.
S se cuida dos homens,
faegoes, e pouco importa qd
despresadas, que os princip os (iquera de parte, e
ue fazem, vo perden-
Jue os homens pela figura
o o prestigio, e produsind a desconflang do po-
vo para com os que se apre ientam como zeladore>
das suas liberdades, dos sei is legtimos interesser^
Todas as parcialidades po ilicas dizem-se defen-
soras do povu, e julgam tt
capazes para regenerar o p;
ao poder, mas, dentro em
lhes sorrio, comeca a aban
r de seu lado homens
\i. O destino leva-as
pouco a fortuna que
lona-las, e a confianga
vai-se dissipando,'e cai o ;overno. Para dar-lhc
a queda basta a indiffiyeng
, entre nos, tem sido
Nao lem sido observa-
das conveniencias das
e as insiiiuigoes sejam
dos proprios amigos.
Escutai os mais decididos deffensores de urna
situago, as vesperas de sua queda, dir-vos-ho
que o governo nao e ab lou pela phisyonomia
3ue as cousas manifestaran que a incaxacidade
os contrarios manifestare que agora e que a
situago est segura pela cinfianga que inspira
cora, e opiuio.
No outro dia tudo mndi, o que fra covardia
na vespera, abnegacao ento, o governo desee
das cadeiras, mas, os deflansores nao abandonan)
o pulpito, nao se confessam vencidos; dizem qne
entregaran) a situago aoi contrarios, para se ri-
rem delles, e votam o qu elles querem, para os
obrigarcm a passar pelas f ircas caudinas, e pres-
tam seu apoio para que o (aiz nao soffra, a mili-
sarao nao pare I
Para destruir, para dei ribar um governo todos
os meios sao boas; o eslrangeiro apregoa o nosso
descrdito fazer rdro < om elle. Conseguido o
lini, que importan) os mei >s ?
Quando um da se fizei a historia destes lem-
pos, conhece.-se-ha a mi; eria e a degradago dos
homens e dos partidos. preciso que os partidos
ponham a mira as suas i leas, e nao se prendan)


Diario de Pcrtuimbnco ... habitado 19 de Dezembro de 1863.
com as fraq4tM eo* caprichos (tos Iwmons, que
vivam mis independemos dos outros.
Ein quanto a srto do paiz estivor condal a
panhadores, n.io temos rejrimem representativo.
preciso caminhar, embra iropecando; alten-
la-se opimo, procure esto manifestar-se pelos
meios da rasao e Justica, que os que hoje apupara
amanhaa eseonder-se-hao, e liearao corridos ao
ver que ella generosa.
Baja conlianoa na opinio publica, e nao se re-
ceie (|ue ella soja despresada; quando livor torca
e raizes ha de governar, embra boje so sirva de
esearneo.
Nao se qneixem do systema e sim dos homen-,
o svstema liom, mos sao os homens. O systema
exige intelligencia, moralidade, e coherencia, os
borneas do-lhe ignorancia, impudor, e apostasias,
o syslema ufferece una luto aos principios, a m
confunde as doutrinas, o egosmo annulla as
honestidades.
Nao sabemos o que predomina entre nos, se a
imbecilidade na hy|iocrosia. Pode o povo estar
condenmado a assisiir impassivel a estes espect-
culos em que se gladiam os hyporrilas que o en-
gaan!, e os devassos que o veiidem, que o humi-
lliam, e que o aviltam f
Pode opaz doixar-so cahir do inacao, conten-
tondo-se que urna ou outia voz protesle contra es-
te estado que ameaca involver-nos de todo, sem
que procure em seus bros forca, u elementos pa-
ra armar urna nova cruzada de poucos que sejam,
mas corajosos, crentes, e dispostos a lutar com
fervor para varrer do campo os saltimbancos e
parsitas polticos, os falsos patriotas, os mlsera-
veis que Iraliram com o voto, com A palavra, e
com a escripia?
A ambicio, a vaidade, o a intriga disputam o
poder; e a mascara, com que encobre o rosto a
cohorte dos predilectos, n.o oceulta as suas rums
paixes.
Seria para estranhar que un povo fosse con-
denmado a permanecer na miseria e no abatimen-
10, s para nao perturbar nos seus clenlos, as
suas illusoes, nos seus prazeres os governantes,
que em noine do esludo que Ihes falta, e da prati-
ca de que caroeem, podem benevolencia para os
desacertos pralicados; perdo para os erros com-
metlidos.
Nao se Iho faz a menor opr**icao, sera que os
seus defensores venham logo apuntar olTensas,
rancores, e injurias, aonde so ha justa indignacao
por muita leviandade. ,
O paiz est pobre, indifferente e abatido, fc
preciso excita-lo a vida, traze-lo as discusses pu-
blicas, interessa-lo no sea bem estar, faze-lo in-
tervir com o seu roto Iivre e desalTrontado na rti-
receo dos negocios, s debates das faceoes sao
esteris e tcm-nos levado a esta situacao.
A justica deve ser superior a todas as suspeitas;
conserva-la vexada, humilhada, porque a aocusa-
to sincera a flagella, augmenUndo o malcomo
silencio e o mysterio, dar a demonstraran mais
cabal de que os santos principios de unta boa mo-
ral nao preside admiiislraeo do estado.
O govcrim que inanliver este estado podera vi-
ver; mas ha de ser triste a sua vida e nao sera
longa. Governo que quizer merecer wt noine ha
de entrar H'outro eaminno, quem quizer ser pro-
gressista, ba de manifesu-lo nos actos, e nao so
lias patarras, nao ta de clamar s, lia de dar
exemplo.
Ao lr uta arlijo.
Li hontera om artigo do emprezario de Santa
Isabel, em que da por mais nina vezprova ex-
liuberaniede suas qualidades e disccrnimento.
Bat palmaspiando souhe que este horneen -
estova alliado ao Sr. Germanoe por certo que
os que se acharem apossados de senso commum -
pens-irao comigo.
Po de grande e extraordinaria ntlidade-as
liazes des mesmos, visto que hagrandeza d'alma
da parte de un e sentimenlos ternes da parte de
oulro; ora pondo de parte -preconoctos estultos
e analizando o proceder de ambos, auirmarei
sem medo de errar, que o publico, fi o nico a
lucrar.
E depois, quera a ter urna inimzade de seis
anuos, niio se curva a urna quebra de capricho, e
da um abraco ainda que sej em publico-no seu
amigo rehabilitado? Ninguem.
Assim o foerame applaudiram espectadores
mni sensatos-e se |*>r acaso ha pecha a increpar
por corto que nao ser ao Sr. Coimbra.
E senderes pws haver quem ousc levantar a
voz |>ara consura-los quandoquiihentos ou seis-
cenias caheoas, deram seu voto dapprnvaeo ?
Ora, ereio bastante e niesino de conviei;aoipio
ja estou massando e por isso -digoaqui limito
em segredo ao Sr. Coimbra tenha muito cui-
dado-a calmara horrivolporm depois se-
gue-so a tempestado e ai do misrrimo que a sup-
porta.
mais
i paz
porta.
Va Sr. Coimbratraga mais palmase
disposiedes theatraes. Va e venha com paz.
CORRESPONDENCIAS.
Elelces provinciaes de Manto
Anta. (')
Srs. Redactores. O que acaba de passar-se
entre mim e o Sr. Dr. jais de direito Jos Felipjie
de Souza Leo, |K>r ocrasie das eleieoes provn-
ciaes nesla freguezia para mim de" tanta sigui-
ieacao, que nao pos^o pelo meu silencio donar
ex|iosto a intriga e ao odio gratuita, que me elle
vola, por mal entendidos mimes de sua influencia
local, certamente a mais nociva para esta freguezia
e comarca.
Ja sabido, que. a minha adhesiio liga por
amor causa publica fez-me correr um veo sobre
o pascado; e como consequenca, que o nosso col-
legio eleitoral se compite em parte de alguns dos
meus antigos desauertos polticos, que vieram para
a liga cem o Sr. juiz de direito o mais rancoroso
delles.
Centra mim o seu odio nunca se arrefeceu;
e antes mais se tem azedado depois que o I ah
Sr. presidente da provincia a buui da uniao e da
cansa publica, fez algumas nomeacoes para a po-
lica e guarda nacional indepcndenles de seu be-
neplcito. Parece que o Sr. juiz de direito esprei-
tava unta occasiao opportuna da vinganca contra
mim; e esto se Ihe olforeceu com a apresontaeao
do meu nomc pelo directorio entre os dos candi-
datos deputocao provincial.
Com a noticia de minha candidatura flzeram-
me a Iwnra de procurar alguns candidatos de in-
fluencia local deste 3." circulo, a din de fazerem
comigo suas transan-oes, no Rerife, onde euifio
me achava : e eu desejoso de que a nossa local i-
daile, assim como as delles, tivesscm todas seus
representantes, porque s bem representada, nao duridei roiuproinetter-me.
aos ajudar; mas logo remettia a lodos para o Sr.
Dr. Jos Felippe, niio s por que elle era seguido
por urna porcao de eleitores que nos podiam aju-
dar, como por que eu j presagiara o que suc-
cedeu.
\pesar dessa minha ingenuidade parece, que o
Sr. juiz de direito nao se dignou de perdoar-thes
peccado de se haverem dirigido a mim, e eu actei-
tade compromissos sem Ihi^pedir mais licenen :
como se esto freguezia fosse unta fetoria sua.
Eatendo que romo candidato da nossa localidade
a aun competa areeitor as transaccoes; e que ao
Sr. juiz de direito como primeira autoridade apoia-
las, e ser lainbem o primeiro interessado pela
nossa representacao local. Mas o que so esses
obren seutimentos de patriotismo em competen-
cia, com o seu amor proprio e ambicio d'inlluen-
cia eielustra?I
interessara-me especialmente pelas representa-
Cus Jooaec, e fui quaoto hasUn para raerecerem o
seo desagrado, excepto alguns amigos seus. Eis
at ccrie p*Htii a razan porque distribuindo eu
de minha parte no rollegie, W) cdulas eom os Do-
mes de todo os candidatos locaes ( qur o Sr. juiz
de direito dizia terein todos tambnn leus camlida-
tos) alguns sahiram com SO e poucos, e al com
16 rotos!
( ) Quatro das depois das ete#5s prorinciaps
chegnu esta correspondencia na tynographia, mas,
a pedido de amigos, uspendl a impresso para
depois do da 0 de dezembro da eleicao sena-
torial.
Constou-me at (nao o afllrmo ) qtw unga-
se, interesse, |xir Pedro OH Paulo para se cense-,
guir dos eeitiiivs menos avisados a 6roc alguns des candidatos, por quem eu me nteres-1
sava e que nao tinhain aili outro padrinho I ;
O resultado parecen comprova-lo.
Para romper comigo ou desmoralisar-me o|
Sr. juiz de direito |kz antes em jogo o nome do i
Sr. l)r. Cicero Odn P.-regrino da Silva, dizendo-
me na matriz no da !. do corrento que em una
distribaigao numrica, que flzera me destinava 00
votos, e ao Sr. Dr. Cicero quasi outros tantos e aos
mais de 50 para batan etc. Pequenino como pre-1
tendeu impor-me o sacrlicio da honra tal can-
didatura Observe-lheque cu nao poda acceitar
numero determinado de votos, embora obtlvesse
menos sem concordata, poli era candidato seu e
do collegio isto da nossa localidade; c que
quanto ao Sr. Dr. Cicero nao era justo para os
candidatos loe es, e nem airoso para o collegio,
que sendo o Sr. Dr. Cicero um candidato de alTti-
eao particular tivesse por concordato minha mais
votacae, do que as influencias locaes comprme!-
(idas a trabalhar a nosso favor. Emsummaque
essas influencias podiam ter 50 votos, e ao Sr.
Dr. Cicero por ser candidato de sua affeicao Ihe
dessemos outros 50, e aos outros menos, de modo
a contentar-mos a todos. Assim nem a votaco do
Dr. Cicero parecera na vergonhosa mposicao,
nem as influencias locaes se poderam queixar do
haver eu concordado nessa preferencia. 0 Sr.
Dr. Jos Felippe que quera comigo ostentar
esse luxo de mposicao, por tildo respondeu, que
eu exposesse estas inhibas raziies no conselho ou
rommissao parochial para isto convocada. Pro-
puz-lhe, que conridass- *intes ao collegio para
assentir essa c"r o numrica de votos,
certamente offensiva .^A liberdade e soberana,
e nao exposessemos^) Wnsoluo a urna repulsa do
collegio. ltespondeu-me que o collegio muito fal-
lara e nada concordara-, e que o conselho linha
forca bastante para sustentar a sua concor-
data.
Xo domingo seguinte comparec porlanto no
conselho, onde o Sr. juiz de direito, ja reconhe-
cendo qno o conselho nao tinba tanta forca para
sustentar a sua concordata, surprendeu-me com
um novo plano, o qual onsstia em voiar-se em
16 dos candidatos do directorio, com a condicao de
serem os 9 primeiros especialmente recoinmenda-
dos por nos ; (cando aos eleitores a liberdade de
votar nos 7 restantes, se o quzessem. Eu logo
desconliei dessa liberdade que se poda converter
em traico contra alguns dos nore (twieo Damos,
ac dona (trentes) mas sempre Ihe pedi que no-
measse, quaes > nore recommeudados. Elle os
foi (litando !. Deliran, 2. Dr. Cicero Odn,
3. Dr. Candido, i. Dr. Cmara, 5." lente coro-
nel Lopes, 6." Dr. Netto, 7. Dr. Amintas, 8. Dr.
Ramos, 9 Dr. Henrique, 10. conego Rochad, il.
Dr. Jos Maiia, 11 major Jos Joaquim etc.
Ora bem se v que s por urna quasi perfidia eu
poderia concordar, em que fleassem fura dos nove
4|ue poderam ter a minha reeommendacao, dous
candidatos de transaeco, como eram os Srs. Ro-
chad c Jos Hara.
Era isto anda urna esparrela armada contra
mim, maliciosamente; porque eu Ihe linha antes
dito quanto me inlcressava |)or estos dous candi-
datos, e at de quem os empenhos que por elles
tinha.
Note agora bem o leitor, que, aehan lo-se no nu-
mero dos nove os Srs. Drs. t.icero, Amyntos e Hen-
rique sem compromissos de transaeco com a ns-
sa localidade, poda o Sr. Dr. Jos Felippe, se de-
sejasse seriamente tal concordata, admillir no nu-
mero dos nove aos Srs. Rochael e Jos Mara sem
d'ali excluir o Sr. Dr. Cicero, seu candidato de
peito e assim estara Caita a concordato, e ludo
acabado sem grande differeuea para os Srs. Henri-
que e Amyntos, que linham* no collegio seus pro-
curadores especiaes; e eram ambos meus candi-
datos d'affeicao, e aos quaes, bem como .ao Sr. ma-
jor Reg Barros, de votacao. Nem linha o Sr. juiz
de direito pelos Srs. Amyntos e Henrique tanto in-
teresse, visto que pela sua distnbucao numrica
s Ihe destinava 30 votos.
visto porlanto que tile s procurara um meio
de coinprometter-me, e nao de concordar cousa al-
guma que nao dsse esse resultado.
Fique porlanto assentado e beinjabido, que, se
nao houve concordata as eleicSes provinciaes
aqui, foi pelo capricho ugratidao e planos mali-
ciosos do Sr. Dr. Jos Felippe contra mim e meus
candidatos locaes, para eu me sahir mal com elles
e medesconceituar ; e nao por eu de maneira al-
guma hostilizar a candidatura do Sr. Dr. Cicero,
com cujo pai c familia tenlio antigs relaooes deami-
zade; e at concorda va que Ihe dessemos (a elle so-
mente) 50 rotos conloaos candidatos de transaeco ;
votacao alias que elle nao obteve, apezar de em-
pregar-se os mais indignos recursos da caballa, e
presumptivamente, a vara do jiiizo de direito at o
castao : e todos sabeui de quanto capaz essa tre-
menda vara. Aqui o auexim veto buscar Ida e
sahio tosqueado.
Na vespera da eleicao achei-me na cdade, onde
logo me constou que se espalhava contra mim
militas falsdades e intrigas ( costume antigo.
Anda ha pouco espalhnu-sc pasquns na vespera
da efelcae contra o Sr. Ferraz ; e em 1850 contra
mim ) toes como que nada se poda concordar
por minha causa I que eu quera impr oito
candidatos que eu quena impor ao collegio nu-
mero determinado de votos I e que o Sr. Dr. Jos
Felippe, autor do novo plano de recommendar-se
nove, era quem quera chamar o negocio para o
campo da liberdade (a gralha ornando se de pa-
tio ).
Conslou-me ainda all na eidade que se estova
convocando urna reunan do corpo eleilural afim
de se concordar na chapa. Nella comparecendo,
maravlhailo liquei ao ouvir o Sr. doulor declarar
que aquella reuniao fra convocada por delibera-
cao d'alguns membros do conselho, sem que eu
que nella represenlava o papel de presidente, ti-
vesse noticia de tal deliheracao !
Aqui permitta-me o leitor una observacao. Por
amor da uniao tenho constantemente tolerado e
carregado com a responsabilidade da dictadura do
Sr. Dr. juiz de direito no conselho; cniretanlo que
pela primeira vez que, por compromelter-me, nao
pude obedecer sua vonlade, excluio-me clandes-
tinamente do conselho e a outros I Como suppor-
tar-se seuielhante intolerancia ? Quem peder en-
trar em conselho e viver em harmona com um
hoinein, que s quer impr sua vontade, para aco-
bertar e autorisar seus caprichos f I
Atiribuindo-me all perante os eleitores a falta
de concordato, e procurando torcer a verdade con-
tra mim, pedi venia reuniao para expr o pas-
sado entre nos me justificar. E (quem o dira ? )
leve o nosso juiz a audacia de pretender impr-mc
silencio, procurando improvisar all um presidente
ad hoc na pessoa que se prestara a convidar os
eleitores I E osla t ? A clera e a certeza do ver
por Ierra os seus planos o tornavam quasi deli-
rante !
Condoendo-me de tonto pequice. levantei-me,
histonei o passado entre nos, e desliz assim todas
as intrigas, com o que ficou o Sr. juiz de direito
to desapuntado e desarmado, que nem tocou mais
em concordata de. chapa, que era o llm daquella
reuniao.
Llmiton-se, porlanto, a recommeudar muito all
os Srs. Rochael e Jos Maria, e todos os candida-
tos locaes, e a perguntar-mc repelidas vezesse
eu eslava satisfeito ? Hisum teneatis !
Quanto ao Sr. Dr. Reltrau ( accresccntou elle )
n.o precisa do minha reeommendacao, porque e
bem conhecido do collegio___ Era a luva que el-
le me atrava para o combale. Pois bem, nao pro-
curei defenderme, nem prevenir os seus golpes.
Quiz mesmo que o publico contarse pelos votos,
que me faltasscm, as feridas que o Sr. Dr. Jos Fe-
lippe fazia e mandava fazer nesle corpo, que, ape-
zar de adoentade, ha pouro tonto lidou e se moveu
em favor da eleicao geral de seu irman, o Sr. Dr.
Luiz Felippe, qu alem do meu nao penleu um s
voto dos 39 amigos que agora me honraram com
seus rotos, o que aqui Ibes agradece.
Sim ; fez-me 32 chagas, e mais faria se podes-
se, as quaes be i jo cerno a melhor prora de bem
aipiilaiar-.se o Sr. juiz de direito de Santo Anio,
Jos Felippe de Souza Lean, esse modele de ingra-
lulao e ruins paixoes, a que todo sacrifica I
Com todos deremes ter paz, acensema S. Pau-
lo ; mas accrescenta si fieri potest tonto sa-
bia o apostlo, que pessoas ha to hisociaveis,
com quem nao se pode absolutamente viver em
paz e uniao.
Engenho Bento-velho, 18 de novembro de 1863.
Pedro Bezerra Pereira Araujo Beltrao.
PUBLICARES A PEBIDO.
Aos lllms. Srs. faculta!i os em meiici-
na no imperio do Brasil
LAMAN & KEMP.chimicos pharmaceuticos com
drogara estabeleelda A. I>. 1808 ns. 69, 71 e 73
Water Street e n. 19 O d- Slp em Nova York, res-
peitosamente chamam i attencao de VV. SS. aos
seguutes factos :
I.A LKGITUIA SALSAPARRILHA DB BniSTOL COm-
posta de substancias j muito conhecidas como go-
zando de propredades depurativas ; entrando em
sua confeccao urna quantidade de espirito de ri-
nho suflicienlc para garantir a sua conserracao
nos crmies calidos.
II.A legitima sALSAPAiuiiLHA de BRisTOL pre-
parada cuida losa e scientiflcamente (mediante a
receito de um medico de talento reconhecido, o
Dr. C. C. Rristrol da cdade de Duffalo no estado
de Nova York) por urna casa de amiga c bem es-
tabelecida reputac.ao.
111.A LEGITIMA SALSAPARRILHA UE BRISTOL tem
sido apresentoda ao publico durante o espaco de
mais de
TRINTA E UM ANNOS 1
e ao publico brasileiro perlo de QUINZE ANNOS.
IV.A LEGITIMA SALSA PAURILHA DE BRISTOL
approvada pela Exm.* inspeccao de estndos da la-
vana e por multas juntas e academias de medi-
cina da
America do Norte,
America Central e
America do Sul.
V.A LEGITIMA SALSAPARRILHA DEBMSTOL USa-
da etn quasi todos os principaes hospitoes cvis,
militares e da marinha, pblicos, privados e de ca-
rdade, e as casas de sado as Antilhas e no
continente americano.
VIA LEGITIMA SALSAPARRILHA DE miSTOL re-
ceitoda pelos seos collegas as ilhas de Cuba e
Porto Rico no Mxico, Guatemala, S. Salvador, Ni-
caragua, llon.-uras, Nova (iiaada, Venezuela,
E(|uador, Dolivia, Per, Chile, Confederadlo Ar-
gentina o Banda Oriental : na India e Australia
onde a salsa acaba de ser ntroduzida, e especial-
mente pelos facultativos os mais eminentes c dis-
linctos neste imperio do Brasil.
VilAs curas devidas legitima salsaparrilha
de llristol em casos de escrfulas, escubuto,
Rheumatismo,
Chagas antigs,
Enfermidades venreas e mer-
curiaes, morpha e todas as molestias provenien-
tes de um estado caquetico do sangue, sao authen-
ticadascom altestodos fidedignos e innegaveis, (la-
dos es|(ontaneamente por pessoas oceupando todas
as posi^oes sociaes.
No caso do James Wyckoff mesmo por parecer
urna cura quasi ncrivel, fizemos esforcos es|>eciaes
para obter as proras as mais incontestoveis, e
porlanto mandamos tirar o retrato pholographico
daquelle infeliz, (o nial pode ser risto em todas
as boticas) e publicamos um relatorio de urna
consulla de exame feta na pessoa de James Wyc-
koff per um certo numero de eminentes mdicos,
conforme vai confirmada pelas certides authen-
ticas dos dous magistrados residentes mais prxi-
mos, assim como pelo ofHcial maior do condado
em que elles residen), ao qual vai afflxada a cer-
tidfta do magistrado em chefe da eidade de Bl-
lalo.
Este relatorio foi lavrado naquelle tempe pelo
Dr. Thomaz fjee, e por elle devidamente ajuramen-
todo perante o magistrado em rhefe da eidade
de Nova York ; cuja assignatura foi attestada e
recouhcclda pdos seguales representantes consu-
lares :
O cnsul de S. M. 1. o Imperador do Drasl:
O cnsul de S. M. el-rei de Portugal ;
O cnsul de S. M. a rainha da Grito Rretanha ;
O cnsul de S. M. i. o imperador de Franca;
O cnsul de S. M. catholica a rainha de Hes-
panha.
Assim como tombem pelos cnsules do Mxico,
Chile, Per, Rticnos-Ayres, Nova Granada, Vene-
zuela, Equador, Uruguay, S. Salvador o Hayti.
VIH.O prego da legitima salsaparrilha de Uns-
tol, longe de ser exorbitante como asseveram al-
guns, pelo contrario BMtto rasourel tomando-se
em consideradlo qae o frete at o Brasil e os di-
reitoa deslaalfindega augmenta o custo della mais
de um mil res cadu garrafa.
IX.A legitima salsaparrilha de Rristol, o Ana-
cahuta peitoral de Kemp, as [.lulas vegetaes as-
sucaradas e as pastilhas vermfugas do mesmo au-
tor podem ser reoebidas em virtude do despacho
de S. Exc. o ministro do imperio toncado em 3 de
novembro de 1803.
Os facultativos recetarao estas proparacoes,
se as acharem Hteis s molestias que tratarem.
X.Em quanto existan tres liTerentes imilta-
eSet e falsicaeoes da nossa original e legitima
salsaparrilha de Bristol, participamos-Ibes que a
verdadeira vende-se :
Rio de Janeiropor Brrini CH. Prins k
C.A. A. Moura Henriques.
BahaGermano 4 C
MaceloClaudiiihu Falcao Das.
Pernambuco Coars & Barboza.J. da C. Bra-
vo & C.
ParahybaThomaz da Cunha.
NatalDemingos Henriques Olivera.
CearBotica do Moreira.
MaranhaoFerreira ic C.
Par-V. Sedeschi, successores Rosa & Pi-
lilos.
S. Paulo37, ra do Rosario.
Porto AlegreMartel, Vicente Porto, successor,
e as sub agencias em todas as partes do imperio
do Brasil.
cozinha exJertto, pei|iieno quintal murado,' man,iei patnr Pitaes que serao publicades pela
'mprensa e affixalos nos lugares do costume.
Reofe, 1 de di sombro de 1863.
En Mannel Maila Rodrigues do Nascimento, es-,
Barca inpleza -Netherton baoalhao.
Se* fSEBS?** \?m! "^ c,l5 f *. KSfia0
Bngue escuna francez -Phenix diversos ge- do a'gnns repiros, avahada por 8003000 ;
eros. perlencente ao menor Jos Pires de Moraes,
Bngue portuguez-fle/onipaflo-gneros de estiva. e que vai praga a requerimento do exe-
-dirersasmer- quenle eu ex.1(llor# Joaquim Anton0 pe.
reir.
E para que chegue ao conliecimento de
quem interessar posa, mandei passar o pre-
sente, que, sellado, assignado e transitado
pela chancellara do triliunal da reladlo, se-
cadorias.
Barca ingleza/mperurfordiversos gneros.
Escuna inglezaMerseymercadorias.
Importaba.
Barca americana Huyh Berrlhead, entrada de
Sife^osoS^ &G->B-raffixado no lugar publico tlo'co'stumV, e
1500 barricas fari'nha de trigo, 100 barrs man- publicado pela imprensa.
teiga do raoca, 200 ditos e 200 caixas banha del Dado e passado tiesta eidade do Recite,
porco, 33 barrs presuntos, 120 ditos carne de |>or- capital da provincia de Pernambuco, aos 22
ttj&jeSiSfftt o^?* W3. 1.^lrngesimo segundo
tos pdxe, 52 caixas oleo, W ditas benzoline, 301 da independencia e do imperto do Brasil.
crivao o subscrev
DE
(onsuln
1 stao de Alencar Araripe.
LARACOES.
lo de Portugal
ditas gaz, 297 ditos velas de sparmacele, 58 volu-
ntes candieiros, 230 caixas oadeiras, 36 cadeiras
com assento de palha, 300 duzias do vassouras, 20
temos e 100 duzias, 54)00 aduellas, 1000 remos,
25 caixas fumo, 525 ditos sabao, 200 ditos gomma,
7 barricas graxa; aos consignatarios.
50 caixas fructas; ao capilao da barca.
Sumaca hespanhola Ardilla, entrado do Rio de
Janeiro, consignada a ordcin. maufeslou o se-
guinte :
8 caixas com 180 libras de chocolate, 'i canarios
e 40 toneladas de carvao de pedra de lastro; a or-
dem.
Barca ingleza Imperador, entrada de Philadel-
phia. consignada a Malheus Austin & C., mauifes-
tou o seguinte:
E eu Joo Facundo da Silva Guimaraes,
escrvo, o subscrevi.
Ernesto d'Aqnno Fonceca.
O Dr. Trist5o de Alencar Araripe official
da imperial ordem da Hosa, e juiz de di-
re i lo especial do commercio desta ei-
dade do Recite e seu termo, capital da
provincia de Pernambuco, por Sua Ma-
gestade Imperial e Constitucional o Se-
nhor D. Pedro II, quem Dos guar-
de, ect.
Faco saber aos que o presente edita! virem
delle noticia tivetem, que por parle de
O cnsul de Portugal nesto provincia, tendo do
proceder ao arrola ment de lodos os subditos por-
tuguezes, nella n sidentes, para a organisacao da
eslatistica geral populacao portugueza residen-
te neste imperio, i > que muito Ihe recemmonda-
do pelo govemo (e S. M. F., convida e pede to-
dos estes seus con ipatriotas, que remettam este
consulado at o da 31 de dezembro prximo,
nina re I adi cont ado os su us nomos, idades, es-
tado, filiaran, natiiralidade e oceupa^o e bem as-
sim os nones das pessoas de sua familia, Inelun
do caixeiros e or; dos, com as respectivas desig-
naedes c com as n esmas declaraces.
As pessoas que i i.o souberem escrevere que niio
tenham quem Ihe fa^a estas relacoes deverao vir
ao consulado faze las verbalmente, onde Ihes se-
rao tomadas todos os das uteis desde as 9 horas
da mandila al s 3 da tarde.
Os caixeiros o outros quaesquer individuos
que nao estojara em casas portuguezas devein
mandar as relace s relativas a suas pessoas.
O cnsul de.Portugal depois de tontos provas
de deferencia que tem recebido de seus compa-
1708 barricas farinha de trigo, 300 harriquinhas Beinardino Francisco de Azevedo Campos, trilas aqui resid ntes, nao pode duvidar de que
bolaxinha, 200 saceos farcllo, 1 caixa materiaes'mfl fn di*M daguerreothypo, 15 ditas vermfuga, c 1000 i f- "'. u'"8lua Pe,ltd0 ">eor se Entreunto r-se i a necessidade de "
para
resmas de papel de embrulho; aos mesnos.
560 barricas farinha de trigo, 200 barrquinhas
bolaxinha, e 5 barricas graxa; a Henry Forsler
& C.
uecebedor i.-i de rendas Intern "f
geraes de Peraamhiico.
Rendirnento do da 1 a 10........ 12:5013027
Wemdodia 11................. 712,5847
guinle :
Illm. Sr. Dr. juiz do commercio Diz
Bernardino Francisco de Azevedo Campos, govemo aquellos
que quer fazer cilar a Amonio Joaquim Vi-'zembro > acodirom a osle convite.
nlns nara na nrimpira amlipnoi-i HpsIp hia RoSS? \Unio s portuguezes que deem
nnas paia na primeira auuiencid ceste juizo, a pubhcidade iws vel a este annuncio.
13:21387i
ver asstgnar os 10 das da le a sua leltra
da quanlia de um cont e noventa mil ris, i o
e como o supplicado se acha ausente, em
lugar incerto quer justificar dita ausencia,
e julgada por sentenga alim de ser citado
Consulado provincial. n0r edictos com a pena de revelia, sendo
5SW*?*:::::::: Sm ^ **do no PnnciPa., ^ ti-
_______ipulados e as cusas.
Ihes declarar
que o consulado i) ao reconhecer como portugue-
zes, nem prestar auxilio aigum em nome de seu
pie at o referido dia 31 de de-
toda
37:388^869
MOYIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 1!.
Pede V. S. assim Ihe delira.E. R. M. g
Penna Jnior, advogado.
E mais seno continha era dita pelico ?
aqui copiada : na qual de o despacho do I",
theor seguinte:
Cite-se.Recife 4 de novembro de 1863. |:
Granja e portos intermedios10 dias, vapor naci- Alencar Araripe.
nal Jaguaribe, de 442 toneladas, commandante E mais seno continha em dito despacho i :
Manoel Joaquim Ubato, e c
o.
5 9
^ tn
Q
5 g>
c
0 perdile do hemispherio eecilental.
AGUA FLORIDA M MlllllW & I.ANMAN.
(Exlrahido do Daily Time-i.)
A verdadeira prora da genuidade e pureza de
qualquer um perfume extrahido das flores consis-
te na sua duradoura existencia quando exposto
inlluencia do ar. O aroma derivado de leos chi-
micos desvanece-so em breve c dexa poz de si
um cheiro por certo mu pouco agradavel; porm
aquello que oblido mediante a dislillaeao de
frescas e odorferas flores se apura e aperfeicoa
pelo conlacto do ar, c por consegumte a sua du-
raco de maior espato de tempo. Eis por isso
que a agua florida dr murray mando nma concentrada produccio das mais ra-
ras (ores do sul, apandadas durante o zenith da
sua florescencia e maior fragrancia, nao s possue
a fresqnidao d'um fresco ramalhete, mas tambem
indestructivel e inextinguirel a nao ser a excep-
f.io da larageni do lenco anteriormente humedeci-
do na mesma.
A' venda em todas as boticas e lojas de perfu-
maras.
COMMERCIO.
NOVO BANCO
OE
PERNA11BUCO
O noro banco de Pernambnco convida os
credores das massas fallidas de Mosquita & Dutra,
c Francisco Antonio Correia Cardoso a apresento-
rem seus ttulos no banco para se proceder a res-
pectiva verilicacio.
Alfandega
Rendirnento do dia 1 a 10........ 1%:993383
dem do dia 11................. 32:543*962
229:6375:145
Movimenf da alfandefa
Volumes entrados com fazendas... -
< com gneros...
Volumes sahidos com fazendas... 148
com gneros... 280
nesearregam no da 12 de dezembro.
Patacho hespanhol Fidelle carne secea.
Barca inglezaTftltish 0nmt=carT5o.

algodao c outros gneros.
Trieste74 das, escuna dinamarqueza Aeolus, de
fra a mesma pelico destribuida ao escri-!
idC
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p 3
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a. o
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185 toneladas, capito J. Rohrs, equipagem 9, v5 Aes^ J,,izo Manoel Maria Rodrigues do
carga 1720 barricas com farinha de trigo ; a! Nascimento; depois se via e moslrava outra
n
^i *
Saunders BioUiers o, C
Boston48 dias, patacho inglez Disputen, de 207
toneladas, capilao C. 11 Grozier, equipagem 10,
carga 2840 barricas com farinha de trigo e ou-
tros gneros ; a Henry Forster & C.
Navios sahidos no mesmo dia.
Parahiba Brigue ingle Titania, capilao J. w.
Thomaz, carga parte da que trouxe de Terra
Nova.
GrenockBrigue inglez Henrieta, capiao J. E.
Hartery, carga assucar.
LiverpoolBarca ingleza Vision, capilao John Asb-
bridge, carga algodao.
LiverpoolBarca ingleza Mary Lord, captao John
G. Moore, carga salitre e la.
Obserraeao.
Fundeou no lamaro urna barca | ignora-se a
rtacao por nao icar bandera.
Passaram para o norte um brigue e urna barca.
EDITAES.
O Illm. Sr. inspector da thesourara provin-
cial, em cumplimento da resoluco da junta da
fazenda, manda fazer publico, que no dia 17 do
Crrente, perante a mesma junta, se hade arrema-
tar a quem por menos fizer, o costeio da Ilumina-
cao publica da cdade de Goianna, avahado cada
um iampiao em 292 rs. por dia.
A' arrematacao ser feila por tem|>o de um
anno, acontar Jo 1 de Janeiro 31 de dezembro
de 1864.
As pessoas que se propozorem a essa arremata-
cao comparecam na sala das sessoes da referida
junto no dia cima mencionado, pelo meio dia,
competentemente Habilitadas.
E pan constar so maudeu publicar e presento
pelo jornal.
Secretaria da thesourara provincial de Per-
nambuco, 5 de dezembro de 1863.
O secretario
.1. F. a"Annuneiiicao.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumplimento da resoluco da junto da
fazenda, manda fazer publico, que se contraa,
por tempo de tres mozes, a contar do Io Janeiro ao
ultimo de marco prximo futuro, o fornecimento
da alimentario e dietas aos presos pobres da casa
de delencao, servindo de base essa arramalaoao
os preces seguintes :
Alimentacao.
Domingo, almogo e jantar-----380
Sogunda-feira.almoeo ejantar. 380
Terca-feira, idem dem.....380
Quarla-feira, idem idem.....360
Quinta-feira, idem idem.....380
Sexui-feia, idem idem...... 340
Sabbado, idem idem......... 340
Oietas.
Xo 1-380.
X- 2400.
X- 3640.
X- 4-400.
X 5 400.
As pessoas que se propozerem a contratar dito
fornecimento, apresentem suas propostas em car-
tas fechadas no da 17 do cor rente, na mesma the-
souraria, ao meio da, aonde se encontrar as la-
bellas dos fornecimentos e condicedes com que
devem effectuardito contrato.
E para constar se mandn publicar pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 5 de dezembro de 1863.
O secretario
.4. P. (TAnnuHciaro.
A' cmara municipal desta cdade tem de
proceder no dia 15 do corrente a apuraeao geral
I pelicSo do theor seguinte:
Illm Sr. Dr. juiz do commercio. Diz
Bernardino Francisco de Azevedo Campos,
que para provar a ausencia de Antonio
Joaquim Vinhas requer V. S. se sirva de
designar dia e hora.
Pede V. S. assim Ihe delira E. R. M.
como procurador Flix Francisco de Souza
Magalhes.
E mais seno continha em dita pelico
aqui copiada, na qual dei o uespacho do
Iheor seguinte:
Hoje s 2 horas da tarde. Recife 0 de
novemluo de I8(>3.Alencar Araripe.
E mais seno conlinha em dito despacho
aqu copiado; depois lendo o stipplicante
pi'oduzido suas testetminhas, sellados e pre-
parados os atilos snliiram a minha concluso
e nelles dei a senlenca do theor seguinte:
Hei |ior justificada a ausencia de Antonio
Joaquim Vinhas, que se ptovou star em lu-
gar incerto: assim mando, que seja citado
por edilos de trinla dias pata o liin reque-
rido.
Recife 7 de novembro de I8fi3. Trislo
de Alencar Araripe.
E mais seno continha em dita senlenca
aqui copiada
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Sabbado I! do corrente, flnda a audieucia do
juiz de paz do distrito da freguezia da Boa-
Vista rao a pra -a 10 cadeiras, 2 pares de bancas
e i marqueza, l ido do Jacaranda e em bom esta-
do, 1 par do lan ornas de vdro gxandes, avahados
estes olijectos et i 613, penhnrados a D. Vicenoia
Ferreira de A Ib
Pela su lid
Por forca da qual o referido | que se acha reo
Naroisa, que di;
'lepara de S. Jes se faz publico
ilhida casa de deteneao a preta
ser escrava de Joaquim Lopes da
fra apprtdiendida no engenho da
da villa do Cabo : quem for seu
e liei por Citado o referido sil|tplicado, para legitimo senhor prorando, Ihe ser entregue. Suli-
que compareca nesle juizo alim de allegar o
escrvo fez passar o presente edilal, com o ^j*'?j
praso de Irinla dias, pelo qual chamo, cito; s,.rra" 'fr"iiezia
iquerque Xascimento por execu-
gaode Jos Fon eir de Moura ; e a ultima praca.
que for de jusiica. Porlanto qualquer pes-
soa o poder fazer sciente de tudo que lie a
dito.
E para que chegue ao conliecimento de
todos mandei passar o presente, que ser
publicado pela imprensa e adixado nos lu-
gares do costume. Recife 10 de novembro
oe I8G3.
Eu, Manoel Maria Rodrigues do Nascimen-
to, escrivo, o subscrevi.
Tristao de Alencar Araripe.
O r. Tristo de Alencar Araripe, official da im-
perial ordem da Rosa e juiz de direito especial
lo comnurcio desla eidade r'.o Recife e seu ter-
mo, capital da provincia de Pernambuco, por S.
M. imperial c constitucional o Sr. D. Pedro II,
quem Deus guarde, etc.
Faco saber pelo presente que no dia 19 do moz
de dezembro do corrente anno, se ha de arrematar
por venda a quem mais dr, em praca deste juizo,
depois da audiencia respectiva, a renda animal do
engenho Roncador, sito na freguezia de S. Lourenijo
da Malta desic termo, com todos os sens pertences,
tetrasc obras, no estado em que se acham, 4injur-
iaos e dous carros, avahado em 1:0005900 animal,
assim como a fabrica de dito enueuho romuosta ite
32 escravos, sendo 24 em bom oslado, avahados em
1203000 polo servieo de cada um delles, animal-
mente, e 8 sem valor, |K'lo seu m.io estado de v-
Ihices e doeneas ; cujo engenho com todos os sous
pertences, trras, obras, animaos e escravos, per-
tcneente ao coronel Jos Peres Campe!lo e sua mu-
Iher, o vai praga de renda animal, por execucan
que contra os niesmos cncamiuha Jos Jcroiiyino
Monteiro.
E na falta de licitantes ser a arrematacao feila
pelo proco da adjudicacao com o abatimento res-
pectivo da le. ,
E para que chegue ao conhecimento d&Jodos,
dclepaeia da fileguezia de S. Jos 11 de dezembro
de 1863.
Pela subdelegara da freguezia de S. Jos se
faz publico que fra apprehendido nm chapeo de
pairaba para se ahora : quem for seu dono dando
dos votos para membros da assembla provincial, mandei passar o presente edilal, que ser ahjxado
e por isso, conforme remmmenda o 12 do art. nos lugares do costume o publicado pela im-
1 do decreto n. 842 de 19 de setembro de 185o, e prensa.
art. 25 do decreto n. 2621 de 22 de agosto de
1860, convida os eleitores do collegio desta mesma
cdade, a comparecerem no indicado dia, alim de
assistirem scmonSante acto.
Pago da cmara municipal do Recie, 11 de de-
zembro de 1863.
Luiz Francisco de Burro Reg,
Presidene.
Francisco Canuto da Boaviagm,
Secretorio.
O Dr. Ernesto d'Aquino Fonceca, cavalleiro
da ordem de Chrsto, juiz de orphos e
ausentes do termo da eidade do Recife,
por Sua Magestade o Imperador, que
ens guarde, etc., efe.
Fago saber que por este juizo, cartorio
Dado e pasado nesto eidade do Recife de Per-
nambuco, aos 27 de novembro de 1863.
Eu Manoel de Carvalho Paos de Ahdrade, es-
crivo o subscrevi.
Tristao de Alencar Araripe.
O Dr. Tristao de Alencar Araripe, official da im-
perial ordem da Rosa e juiz de direito especial
do commercio desta eidade do Recife, captol da
Srovini-ia de Pernambuco e seu tormo, por S.
[. Imperial e Constitucional o Sr. D. Pedro II, a
quem Dos guarde, etc.
Faco saber aos que o presente edital virem
delle."delle noticia tverem, que no da I4dede-
! zembro do corrento anno se ha de arrematar em
praga publica deste juizo, na sala dos auditorios os
escravos seguintes :
Cosme, prcto, que representa ter 38 annos, sem
re-
pac
i\n accriwi/iT.nimjras na noria da sala ria do 6criv4o;t>uiiiwrM.. oa poi w oa aw aas prrsen|a ,,.r38anno5 ., offll.m avalia'lo
audiencias, tem t ser arrematada de ren- 0005, os qaes foram |(eilhorados por exoucn
da, Imdos OS das da le, a Casa lerrea n 25, de Patn Nash & a, contra o risconde de Suas-
sita no largo de Santa Theresa, freguezia de ana.
Santo Antonio, com urna porta e jai)lla de'' E.n naven,M 'angader que cubra o proco da
frente, dezeses palmos de rao, cincoenl., e ^ffi^^riSta^ilfai*rtQ w,or *
quatro de fundo, duas Salas, doos qnartos,' E para que chegue ao conhermena/ do todos,
os signaes Ihe
s, 11 de dezerrl
era cntrecue.
bro de 1863.
Freguezia de S. Jo-
Cim.se ho administrativo.
O conselho a Immistrativo para fornecimento do
arsenal de gu ira, tem de comprar os objectos se-
guintes :
P; ra o arsenal de guerra,
trolla da Ral a, 5 arrollas, fio amarello 50 no-
vcllos, Ibnella para soadores de selins 50 corados,
linhas de barca para caixa de guerra 20 poca-,
bode linho iranco de 1 l|2 pvlegadas 2 pecas,
lencaics de zinc i que preencham o numero de i,iiM
palmos ipiadra los.
Para a enferm ira dos menores do mesmo arsenal
Colxoes com travesseiros cheios de palha 13,
gaz 6 (.'aloes, pira o arsenal, zarco 5 arrobas.
Quem quiz ir vender taes objectos aprsente
?s suas pru|Mbtas em carta fechada na secroLuia
do conselho, s 10 horas da manha do dia 16 do
corrente.
Sala do coi selho administrativo para forneci-
mento do ar: cnal de guerra, 9 de dezembro de
1863.
Antonio Pedro de S Brrelo,
Coronel presidente.
S bastido Antonio do Bego Barros,
Vogal secretoria.
Derroto geral.
Pela admini tracae do ramio desta eidade se
faz publico qi e em virtude da convencao postal
celebrada pelo; governos brasileiro e francez serao
expedidas mal is para Europa no dia 15 do corren-
te pelo va|io^ i nglez Paran. As carias serao re-
oebidas ate. flu as horas antes da que for marrada
para a sahida lo vapor, e os jornaes quatro horas
antes.
Administrado do correo de Pernambuco 10 de
dezembro de 1863. 0 administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
laesooraria araviacial
Saldo ii, da 30 de novembro dt 1863.
Exornen dv. 1363 186-4.......... 16:6613861
Calcamento A: eidade............ 2:1333*100
|Acc,5es................. 2:1333600
Deposito. < Leti as..................TSe^lSSaoi
(Mo< da corrente......... 1:981S2IV
Pela Ihesoiu iria provincial se faz publico, ano
a arrematacao dos reparos de conservacao, do qno
naoessiia a poi te do Anjo, soore o rio Serinbaeni,
foi transferida para odia 17 do corrente.
Secretoria u ihesour.ria provincial de Per-
nambuoo, 5 de dezembro de 1863.
0 secretario
A. F. An*H*ciaco.
A thesouraria provincial rende a quem mais
dr no dia 10 lo com-nto, a maoVra apodrecida,
me foi lirada la panto wha de Motocolomb, a-
raliada em 8J34O0. oanfrrHM.aordem do Exm.
Sr. presidente
ultimo.
Secretaria
nambuco, 5 di
da provincia, de 23 de novembro
Per-
ila thesouraria nririncial do
dezembro de 1803.
O secretario
A. F. Annunciacao.
(

\

{
J
IB


-.
h
Mario de rem*mnto <~ ftabbado I de Dezrmhro de 1.
UiisaMe provincial.
Pela mesa do consulado provincial se fax publi-
co que o 30 lias atis marcados para a arrecada-
c>) bocea do cofre do 1 semestre do armo finan- nel le car rogar entenda-se cora Manoel Ignacio de
Para o ni Cirande do Sul.
Saldr cosf brovidado o brigue nacional Corum-
b,.recebe carga a frele e escravos : qupm quizer
cciro crreme de 1863 486 dos imposto* da d-
cima urbana das treguezias desla cidado e da dos
Afngados, c de 0,0 sobre a renda dos bens de
rail pcrtenrenles corporaedes de inao raorta se
priucipiam a contar do dia 1* de dezembro vin-
mn,
Mesa do consulado provincial de Pernanibuco
35 de novembro de 183.
Antonio Carneiro Macliado Hios.
Administrador.
Batalhao de infartarla .
(Jonsem econmico.
O mesmo conselho contrata para o fornecimen-
to de suas pravas arranxadas durante o 1* semes-
tre do anuo vlndonro es gneros seguintes, de boa
qualidade : arroz, assucar branco de carneo, ou
uiasravado a-tinado, azeite doce em garrafas, ba-
calhio, caf ein grao, carne verde, carne secca,
(arinlia da trra, feijao, lenha ein tenas, manteiga
franeeza, pies de 4 e toncas, toucinlio e vinagre:
quem pis se quizer propr, aprsente suas pro-
pasta* era cartas fechadas na secretaria do dito
batalho at as 10 horas em ponto do dia 21 do cr-
reme mez.
Quartel na Soledade em Pernambuco 9 de de-
zembro de i8o.l. O tcnenle-secretarin,
Jos Francisco de Moraes e Vasconcellos
RfCCht'doria de ivinhs internas.
Pela recebedoria de rendas internas geraes
se faz publico, que no crreme mez tinda-se o pra-
so para o pagamento dos impostes lancados do
exercicio de 1862-63; a saber : renda dos pro-
prios nacienaes, foros de terrenos e de marinha,
dcima addieional de niiio inorta, imposto sobre
Oliwir i Filho, lawo do Corno Santo n. 19.
Barca Lima 1
Sahe em poueos das para o Porto por ter parte
da carga engajada : para o resto passageiros,
trata-se com os consignatarios Carvalho & Noguei-
ra, na roa de Apollo n. 20, ou com o capito na
praca.
Briuf iConlianc.i.
Pretende sahtr brevemente para Lisboa, recebe
carga e passageiros, paM o que trata-se com seus
consignatarios Carvalho & Nogueira na ra do
A|K)Ho n. 20.
PARA 0 RIO DE JANEIRO
Segu impreterivelniente quarta-feira 16 do cor-
rente para aquello porto a escuna nacional Catn-
poneza, so recebe carga iniua e escravos a frete :
a tratar 110 largo do Corpo S.inlo n. 6, segundo
andar.
LEILOES.
LEILAO
DB
Fazcndas, roupa felfa e ouiros
artlgos.
1IOJJE
nistradort* (iluidafarios il\ wass* fallido (fe ca-
qui) Lucio Jfoniein da Franca, far leilao da
propriedade da ra Nota de Santa Wta n... na
qual esli col locadas as fabricas de destilaco e de
sabio, tondo lambem urna grande casa de morada
com todos oscommodos nao s para familia como
proporroes paraarommudnr empregados necessa-
rios para tars slabelecimrntos, urna magnifica
cvstorna para conservar 2O0 pipas de lii|uido, al-
guns terrenos annexos a m sma propriedade, un
dito na ra Imperial, diversos gneros como ge-.
nebra, vinho de caj, cssencias, grands porco de
botijas, garrafas e garrafcs vazios.
Qwai-la -fe ira 1w 1I0 currente.
A' porta da associacao commereial s 11 horas
os pretendentes podero examinar os esUbeleci-
mentos |>ois se acham abortos para esse flu.
FAZENDAS BARITAS
Custodio, Carvalho & C.
-,wv Finas amnraias organdys indianas pelo baratissimo preco de :W0 rs. o eovado ou
500 rs. a vara.
Oraade mh tmenlo
dos mais finos baloes de arcos para senhora e pelo barato preco de 35 cada utn, dilos de ma-
dapolao para meninas a 2500.
Novldade
Os mais lindos e mais finos e modernos cortes de lia com ricas barras, tendo cada corte
20 covados e pelo baratissimo preco de 2G\S.
Fil de linho vara a 500 rs.
Modernas l.azinhas para vestido o eovado a 410 rs.
Quarta-feira 16 ilu corrate s II lio-
ras h raa ta (atleta n. 51.
M
Coa sitio e casa de vlvenda no
principio da estrada do
H-iugiiinlio e esquina da rna
da Amlzade. em eho
proprio.
K" seam limite.
Por interveacie do agente tinzebio se vender
em leilao naquelle dia e hora o sitio e casa de vi-
venda cuja propriedade em chao proprio, tendo de
se vender em um s lote, nao se duvidar no caso
de haucr quem qneira se fxzer a venda emires lo
Arrendase
qnc sirva par;
Sitio.
o sitio Hurlas, junto ao palacio do
Sr. hispo em Kioda. rom carimba de boa Bgua de
beber, e mnil is. arvoredus fuese ada man nega-
dos defrucloi: a tratar na rua dos Guararanes
n. 46.
Precisa-e de una mulher 55 ineia idade, o
todo oservieo de una casa de fa-
milia, danrin-sl'o sustento e do Vertir : na na de
Hrtitasn, l8. sobrado.
a tratar na rus
Sabio e
turne o ti. 2 d
Precisa-i e de um iwqueno para caixeiro de
lojade ferrageis, de queja tenha alguma pralica :
do Queiniado n. 69.
cbi-^u i venda nos lugares do cos-
fnio. Leiam e adinirem-no.
Sabbado 12 da crrenle s 10 hars.
O agente Olympio far leilao na loja de ajfaiate te.^ emo'72 panioj d VrenteT ser" 72 palmos
.s de a rua '1 l,n')m,1'jr n-,57- de azendas de lia, se-, iHcluiudoa casa um lote, o segundo ser
do-so depois a cobranza executiva : outre sim,
que no mesmo mez hnda-sc o praso do pagamento
sem multa, relativo ao Io semestre do exercicio de
186:1-64 dos seguinles impostos : decima addieio-
nal do mi mora, importo sobre lojas o casas de
descont, e dito es|K*al sobre casas de movis,
roupas, etc., fabricados em paizestrangeiro.
Keceludoria de IVrnambuco 3 de dezembro de
186:1.-0 administrador,
Manoel Carneiro de Souza Lcenla.
GtBhETfi HPTIl DEKRCISLIO
Cae.s 22 de Novembro
N. 40
1'm IVciilr ao |iassa'ini do Recife.
MOJE 12 DE EZEMBHODE 1863
Grande apresentarao de novas o importantes vis-
las de diversas partes do universo, como sejam :
vistas de nioviinento onde se v um camponez to-
cando violan, um riquissiino chafar (bulando
augiiincos jorros d'agaa e barcos balancaudo-se ao
impulso das aguas do ocano. Varias cidades,
monimeiitos, vulces, jardins, passeios, etc. etc.
O director deste espacoso e decente sali, estan-
do prximo a retirar-se, faz mudanza de novas
vistas de dous em dous das; gozando as respeita-
veis familias de um abaliinente de 20 0|0 do preco
da entrada.
O salaa esUraberto todas M noitcs, das 6 horas
em dianle.
Entrada 500 rs.
de casemira, rolletes de velludo efuslao e outras
minia- obras de alfaia'c.
AVISOS MARTIMOS.
CO.MFAMIIA PEIINAMBUCANA
DE
.\'avegaco coste! ra vapor.
liba de Fernando de Xoronha.
O vaKr Jayuaribe logo que
chepuc do norte seguir para a
liba de Femando. O dia da par-
tida ser annunciado oportuna-
mente.
COMPANHIA BKASILEIRA
DE
PxVQUETES A VAPOR.
E esperado dos portosdo norte
al (i da 18 do rorrete, o vapor
Aim. commandante o primeiro
lente Alcanforado, o qual de-
pois da demora do costunio se-
guir |iara os portos do sul.
Desde j recebem-sc passageiros c engaja-se a
raiga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no (lia de sua chttgda, cneommen-
das e dinheiro a frete al o dia da sabida as 2 ho-
ra*, agencia rua da Cruz n. I, escriptorio deAn-
t'iiuo Loizde Oliveira Azevedo c\ C.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOH
Dos fiortos do sul esperado
at o dia 14 doeorreiite o vapor
Princesa de JeimtUle, comman-
dante Aranjo, o qual depois da
demora do coslume seguir para
os norloi do Mil.
Desde {i reecbem-se passageiros e engaja-se a
carga ijue o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sita chegada: encom-
mendas e dinheiro a frite at o dia da sabida s 2
horas, agencia rua da Cruz n. 1, escriplorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo A C.
iOHPAYIIIA
DAS
MESSAGERIES IMPERIALES
At o dia 14 do rorrete espe-
ra-se da Europa o vapor francz
Kstremmlure, commandante de
jjSomcr, o ipial de|"'i-s da demora
do costme seguir para o Rio de
Janeiro locando na Babia, para pjssagens etc. tra-
ta se na agencia rua do Trapiche n. 9.
liEUiAO
Sabbadoia docorreateas IO I|'
horas.
0 agente Simdes far leilao requerimenlo do
inventarame e testamenteiro do finado Ventura
da Silva Boa-vista c mandado do Ilhn. Sr. Dr. juiz
municipal da primeira vara, das dividas na im-
portancia de 1:8145140 rs. sendo aquantia.. .
1.07556.30 rs, em urna hypothoca e o mais em
letra e conta de hvro, cuja relacao pode ser exa-
minada no escriplorio do mesmo agente aunde se-
ra elTecluado o leilao.
IEIBAO
DE
Una armaco para armazcm de
fazendas.
IIMF
O agente Almeida far leilao requerimenlo
dos administradores da massa fallida de Seve Fi-
Ihos A C e mandado do Illtn. Sr. Dr. juiz especial
do commercio de urna armacio da pinbo para ar-
mazem de fazendas existente em o armazem da
rua da Cruz n. 50, o qual pertcnce a mesma massa.
As II horas do dia afina.
LEILAO
DE
Charutos da Ilahia.
Segund-fcia.
O agente Pestaa vender por conta c risco de
iquem perteneer cerca de 400 caixas com charu-
tos da Babia marea acreditada e hem condecida
; ante mercado em um ou mais lotes a vontade :
segunda-feira 14 do corrente pelas 10 horas da
manbaa no armazem dj Anuos defronte da al-
fandega.
LEII.IO
DE
28 eabeeas de ^ado vaceum, a ineiacio do escra-
vo de nome Joai|uim, idade 50 anuos, um guar-
da roupa de amanillo, um armario de dito e
urna caixa de prata para rap.
A requer ment dos curadores Oseaos e depo-
sitarios da massa fallida de Joaqnim Vieira Ce-
Iho ca '< e mandado do lllm. Sr. Dr. juiz especial
do commercio o agente Smiles vender em leilao
>s bens cima mencionados pertencente a refe-
rida massa : se^undi-feira 14 do corrento s 10
horas da manilla na coxeira do Sr. Rosa rua da
Imperatriz n. 39.
ix
C
DE
Algodio.
4
SeauMla-fei'a I i do correnle.
O agente Pinto far leilao por conta e risco de
qiiem perteneer de 69 zarcos com algodio, ava
nados, que se acham depositados no trapicho do
algodio onde se elleetuar o referido leilao s II
horas rm ponto.
de 100
o ter-
de200
celro com frente na rua da Amizade cerca
palmos a
o sitio do
pretendentes ao previo" exane, na verdade ser
urna ba acijuisicao de aproveitar a oppor-
tunidade.
SEGUROS DE VIDA EM MUTUALIDADE.
A direccao do BAiN'CO l'.MAO tendo obtido do governo de S. M. F. a autorisacao para
er o seguro de vidas em mutualidades, faz publico que desde j toma subscripcoes annuaes
vez, debaixo das seguintes condicoes :
cer
s
estabele-
por tima
IiEIlJLO
seguintes condicoes
Com perda de capital e lucros;
Dito capital smenle;
Dito lucros smenle;
devendo a primeira liquidacio ter lugar ne Io de Janeiro de 1859.
As vantagens do emprego de capitaes em mutualidade, sao obvias, porque nao smenle se co-
Ihe o juro de quantias diminutas, de que avulsas se nio poderia tirar nenhum resultado; mas alera
disso, este rendimento augmentado pelo capital ou lucros, ou ambas as cousas, conforme as condicoes
da subsenpcio, dos que fallecem. Tambem partido pelos socios sobreviventes tudo aqnillo que os so-
cios morosos nos seus pagamentos, sao por este motivo obrigados a pagar, bem como caducidades que I
occorrerem pela falta de cumprimenlo do compromisso social.
Acha-se a venda o n. 2 do iloyss com sua
competente es[ainpa.
Idramaiica Korrcio e Cniao
Familiar.
Em consequimcia de haver
adoccido um dos socios reprc-
sentanles, flea transferido o es-
oectacnlo para quando de novo
flr annunciado01 secretario,
Eiaminondas Pinto B. e A. de
Va^ow ellos.
Aluga-so barato o segundo andar do so-
brado r. 44 em a rua da Aurora, que ulti-
mamen e fra concertado e pintado de no-
vo : qu ;m o pretender dirija-so loja de
Bastos (| Rege-, na rua Nova, que achara
com quem tratar.
As liquidacoes sio pelo svsiema das companhias hespanholas, Tutelar e outras e parase poder tfar no SCg
Aliig.i -se o terccli'o andar do
sobrado <] a rua larga do Rosarlo
que volia para a do Cabng u.
4, com randes commodos pa-
ra familia e multo freseo : a tra-
indo andar do mesmo.
fazer urna idea do que pode produzr urna entrada annual de 10*, puldica-se a segunle tabella basea-!-----r...
da sobre a experiencia de muitos annos de companhias dcsla natureza : T "J8*84' Ul" homem para cobrar dividas
I no interior da trovmcia e sertes, c outras pro-
Em 5 annos Em 10 annos Em lo annos Em 20 annos Em 23 annos' v'n(,'as ^ norul, o qual d fiador a suacundueta :
DE
de
de
de
de
de
1 dia
1 anno
2 .
3
4
15
20
30
40
2
I
4
15
20
a 30
a 40
a 50
1 anno 1105
90|
3
865
161
I Por um menino
Um grande sobrado de nm an- '
dar na eidade do Aracat.v. )
O agente Almeida far lailn requerimenlo ,
dos administradores da massa fallida de Seve Fi- por uma Mssoa de
Ihos & C. e mandado do lllm. Sr. Dr. juiz especial de
do commercio, de um sobrado de um aadar com ae
35 palmos de largo tendo 3 jaadlas na frente, na da
rua das Flores da eidade do Aracaty em chaos fo-
reros a cmara municipal de dita eidade. As entradas por una s vez dio resultados muto superiores s annuaes.
No dia 19 do corrente Porto, 10 de agosto de 1863.Os directores do Banco Unio, Jos da Silva Machado.
aporta da associacio commerrial s 11 horas ; os der Niejmrt.
865
865
905
4005
:0<)5
29(15
28(15
2705
2705
2705
2705
3005
9005
7505
7205
7105
7005
7005
7105
7205
7505
2: 005
1:7005
1:6005
1:5605
1:5505
1:5405
1.5605
1:6000
id
4-7085 '(,uein l)re(,'sar- IP**> procurar na ramboa do Car-
3-7005''"'' "' ^' casa r ,,r- Maxiraiano '^pes Machado,
3-Mftl! al' ^i* do corrente ao meio dia.
3:5005
3:4005
3:3005
3:3305
3:4005
3:7005
5:0005
-F. M. van
pretendentes podem obter quah]uer informacio do
agente cima.
Agentas em Pernambuco : Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, rua da Cruz n. 1.
AVISOS DIVERSOS.
A o 5:000.
Corre depois d'amanhiia.
Segunda-feira lt do correte se extr.i-
liir a oitava parte da terceira lotera to'
Gymoasio Pernanibucano (teiceira conees-
sSo), no consistorio da igreja de N S. do
Rosario da fregoexia de Santo Antonio.
Os hilhetes e meios acliam-se venda na
respectiva thesounnia rua do Crespo n. 15
e as casas comraissionadas rua da Impera-
triz n. 41, loja do Sr. I'imentel; rua Direita
n. 3, botica do Sr. Ghagas; rua estreita do
Rosari n. 12, typographia do Sr. Mira e rua
da Cadeia n. 45, loja do Sr. Porto.
Os premios de 5:0005000 at 105000
serio pagos ama hora depois da extraccao
e os outros no dia seguinte depois da distri-
buico das listas.
0 tliesoureiro,
Anlonio Jos Rodrigues de Souza.
GRANGEIASantiblennorrhagicas de DUNAND
ex-INT. do HOSP. dos VENREOS de PARS -1? PREMI01854
Superiores alodas as prcparafdes conhecidasal hojcontra as Oonorrhsaa e Ble-norrhafU ts in.iis intensase nbtln*
ElTeito seguro e promplo, sem nauseas, nem clicas, nom tremor. Facis a tomar em segreJo sera tisana.
Injecgo curativa e preservativa
Infallfrl, cura com rapidez *rm oret os escorrimenlos conlagiosos de ambos sexos. Flores brancas. Adslrlnganle e
balsmicai cauHcidaitc,arfica os legumentoao os preserva de qu.ili|ur alicracSo. PAHIS. .'i, me ilu ilarckt-Sl-llemor*.
Deposito geral em Pernambuco rua da Cruz n. 22 em casa de Caros & Barboza
socinihi;
lim.SUS MKCiUMCOS E MIIHIUKS
1 M
IBERNAMBUiX).
De ordem do 8r. director runvido a todos os rlipr-
nos socios dental soclciladc para domingo l.t do
corrente rotapairecerem exlrordiBariamente as 10
limas da iiianliaa na sala di- nossas sc.-socs, atim
do tratai-se de negorja de gande hn|>ortaneta,
que nao pode soirrer demora, pota era razio das
ferias ser a ultima sessao dsle auno.
Secretaria da Soriedade dos Artista.- feduoiros
c Uberaesde Pej-nambnco 11 de dezembro de 186::.
l-\ lix de Valois Crrela
______^_^__ *" swretario interino.
Alupi-se a'casa n. 36 na rua da Marzda
Boa-Vista : a tratar ua Ponte Vellia, taberaa n. til
O Sr. Jos Francisco Pinto Guinaraes, cirur-
0 Dr. Carolno Francisco de Lima San-
tos, contina a residir na rua do Impe-
rador n. 17, 2 o ailar, onde pode ser pro- Hj
curado a ipial pier hora do dia e da imite '
para o exercicio de sua profissao de me-
dico; sendo que os chamados, depois de
meio dia al horas da larde, devem ser
deixados atr escripto. O referido Dr.
nao ahandonando nunca o estudo das /&
molestias do interior, prose;ue, com o ffj]
maior alinco, no das mais dilliceis edeli- J,
c.-ulas (ipi'i-aroi's. como sejam dos orgets i'
ourinarios, dos olhos, partos, etc. h
_ Curso de lingua italiana para as meninas e
senhoras, no novo anno lectivo de 1864. O res-
Desappareceu um cavado no dia 24 do mez
passado da rua da Imperatriz, com ns signaes se-
guinie.s: castanlio-escuro, castrado, tendo escripto'
naaaca porexlcnso lioin-lim, e no quarto dircito
TB : qeera o achoa ou der noticias certas donde
est, pode dirigir-se ao ongenho Boni-Fim em Ipo-
juca, ou rua Direita n. 4. taberna, que ser re-'
compensado.
nm
Na noite do dia 4 do corrente perdeu-se urna
pulseira italiana, de conchas, com un laco, desde j
a rua Imperial at a rua Velha na Uoa-Vista : a
pessoa que a liver adiado c a quizer restilui-la, ,, .,u ,
dirija-se ao armazem de carne secca na ruada Rangel n. .18, ifegnndo andar.
Praia junto a tenda de ferreiro, que ser em rela-
cao recompensada. __________
,jnp
4 oinpaiihla flilelidade le
segiirojs itiariliiiios e ter-
restres estabeleclda no
; Rio de Janeiro.
I AOKNTKS KM l'Kl'NAMIililO
;, Antonio Luiz de Oliveira Azevedo L C,
5 competentemente autorisados pela direc-
I toria da conuianha de seguros Fidelida-
| de, tomam muros de, navios, mercado-
: rias e predios no seu escriptorio rua da
f Cruz n .1. |
tinturara.
^ Tinge-se com perfeign pan qualqtier
cor, e o mais |iarato pnavl: na rua do
gilo pela escola real de cirurgia de Lisboa,' trans- pectivo profesor estabeleceu um mdico ordenado *> lre??5.m Th*- <- <> PW>^ M?t *:
ferio sua residencia para a rua Nova, u. 60, pri- para ensinar perfeiamente esse bello idioma, a es-! ?. a
A pessoa que prevemn a Sr. Delouche para
egar um relogio com o pr
bondade de apparecer no espado de tres
O Sr. Jos Francisco de Souza Jnior tem
nma carta (pie se Jiz de seu particular interes>e.
re de
na rua da .Madre
meiro andar, onde pode ser consultado todos os (rever, lr, traduzir e fallar grammalicalmente. A
dias uteis das 7 s 10 horas da manli, acerca das experiencia acaba de e demonstrar em duas ineni-
doencas denominadas cirurgicas ou exlernas ene- as pernambucanas que fallam a dita lingua com
cialmento daqaellas, em rojo tratamento mais fre- inuila graca coinoipialqner senhora italiana. Aha-
quenteinente inlervem a medicina operatoria. lisados jurisconsultos e lentes da faculdade desla
" cjdadedo Iterife lizeram ao respeetivo professor a
honra de o consultar a respailo, as diversas obras
de dimito de habis jurisconsultos italianos. As
I senhoras que desojaren) estildar em suas casas essa
bella lingua c suas poesas, antes que rhcgucm as
companhias Ij ricas esta provincia, tem as suas
1 ordens o res|ieclivo professor, Iwmem de toda edu-
' cacao e respeito, rua da Soledade na Boa-Vista
; n. 66. 0 mesmo professa as liognas latina, grega e
O abaixo assignado tenib. vendido nos seus mui- franceza, e as falla correctamente.___________
afortunados bilhetes garantidos os de ns. 343 Aluga-se o seaundo andar soto do sobrado
l.OTIHIV
C4SV II \ F0TU\A
Bilhetes garantidos
A' rua do Crespo n. 2:1 e casas coslume
io* .O*'*.
to
com a sorte de i:(KKl5O0O, 2:16 com a de 2:0005, da praca do C.apim n. 6, com muitos commodos :
1302 coui a de 3005000, e outras militas d( 1005, a tratar na rua do Queimado, loja n. 18.
405 e 295000 da lotera que se acabou de extrahir
LEILtO
Porto.
Segu at o fim do corrente a mui veleira b.irca
portaxaeta Sgmpntkia : para alguma carga r. pas-
v.i'i.'iros tratase com Bailar & Oliveira, ruada
Cadeia n. 26.
DE
Um sitio denominado Jang ao norte do sitio do
Diquadas em chaos proprios punco adianto de
Bio Doce.
Terca-feira lo do correnle s \ I horas
O agente Olympio acha-se autorisado a vender
em leilao o sitio cima mencionado, tendo o mes-
mo 233 bracas de frente com posses do curraes,
ronlendo perto de 700 ps do coqueiros, boas bai-
las para capim e matas para o fabrico de carvo,
casa de* taina arruinada com proporcoes para
plantar-se 4 a 5 mil ps de coqueiros por ler mais
de um quarto de legua de fundo. Os pretendentes
desde j podero entender-se com o referido
agente para qualqtier informaco, o leilao ser ef-
fectuado no armazem da rua do Imperador n. 16,
s horas cima.
a beneficio da irniandaile do Senlior Boro Jess das
Dores, e convida aos possuidorai de dilos bilhetes
a virem recefarr seus respectivos premios sem des-
cont algum em seu estabelecimento casa da for-
tuna rua do Crespo n. 23.
O mesmo tem exposto venda em seu dito esla-
belerimento e as outras rasas do coslume os feli-
zes bilhetes da oitava parte da lerceira lotera do
Gynmasio, que se extrahir a 14 do correnle, e as
Jacintha Maria da Conceieao, Iwceleira ami-
ga e bem couheeida tiesta eidade, moradura no pa-
teo da rineira de Santo Antonio n. 17, declara pelo
presente nao dever nada tanto no commercio como
particular; e todo aquelle que se julgar credor
aprsente suas rodas que serio pagas ; e tambem
chama pelo presente seus devedores que venhain
fazer seus pagamentos aellaou sua lilha Manuel-
la Maria do S'ascimento, moradora na rua Direita
n. 7, licandosua lilha isenta de pagar qualqucr
sones que elles ebtiverem serao pela mesma fr- A ', "l,ulu u'1 '""
ma nasos urna bar* Atona da M.*i* Id'Vlda mle aPIfrecer em sua ausencia ; e para que
chegue ao conheciinento de todos faz a presente.
ma pagos uma hora depois da extraccao.
Prceos.
Bilhetes inteims..... 65000
Meios bilhetes...... 35000
Para as pessoas que compraren]
de 1005 para cima.
Bilhetes........ 55300
Meios......... 25730
Mannfl Martin' Finza.
Feitor.
Que gra Aquelle engracado que pedio um chapeo do seda
emprestado para as-istirao baile do Club Pernam-
bucano, se pede o obse piio de mandar buscar o
quedcixnu, e entregar o que levou, pois para gra-
ca basta peca que j pregn ao dono. Fazen-
do-se desentendido, seu ruine em seguida aqu se-
r inserido.
Precisa-se d
nos : quem o ti ve
rua do Trapich
um moleque de 16 a 18 an-
para vender, qneira dirigir-se
n. 12.
Aluga-sc a ci
a tratar na rua D
eos n. 12.
cheira da rua Imperial u. lli
reila n. 6.
O Dr. JosL berato Barroso, partindo para o
Bio de Janeiro tomar assento na cmara teni|o-
raria, deixa encariados de suas causas aos Drs.
Aprigio Justiniano da Silva Guimares e Joao Jos
Ferreira de Aguiar : a tratar em seu escriptorio
na rua dalatfeuwador n. 17. Durante a sua estada
no Bio de Janeiro encarrega-sc de qualqucr nego-
Na tarde do dia !* do crrente, desde rua co relativo a sua prolisso de advogado.
Direita at rua do Selui. perdeu-se um par de
ocios de aros de ouro, com vidros partidos e de
graos diOerentes : quem o aehon qoereodo resti-
tuir leve-o rua Direita n. 91, 1" andar, que ser
recompensado.
ATTENQAO.
Precisa-se de urna mulher para ama secca de
casado ponca familia: na rua do Crespo n. 17,
luja. __________
Jfn escriptorio de Amorun Irmfios. rua da
Cruz n. 3. deseja-so fallar com o Sr. Antonio Joa-
qiiiui da Costa Santiago, cuja morada se ignora.
Precisa-se alugar tuna ama que saiba cozi-
iihar : na rua das Cruzes, em Santo Antonio n.
41, 2 andar.
Jos Mariano de Albuquerque ainda tem par
alugar o sitio da Turre a tratar com oinesmona
rua do Imperador n. 12.
t'aixeiru
Precisase de um caixeiro que tenha pratica do
taberna : na rua das Cruzes n. 39.
Irmaudade de .V *. da Coneei-
eo dos .flilitares.
Em virtude do tit. V art. 26 dus estatutos me
regem esta veneravel irmandsde convido a todos
O Sr. Jos Mendes Carneiro Lew) queira vir os nossos cliarissimos irmaos para coiiiparererem
rna do Apollo n. 23, segundo audar, realisar o no Consistorio de nossa igreja terca-feira 15 do ror-
negocio que contrado. rente mez, s 6 horas da tarde, atim de dar posse
. .. f ~T~ ao novo presidente eleito, e proceder-se a el.icau
Allf'>t(iO da nova mesa que tem dereger a irmandadouj
orrete a OO rs. e caf. ful"ro anno ,le ,8o4-
Haver todos os dias de 1 s 6 horas da tarde o Consistorio da irmandade 10 de dezembro de
apreciavel sorvele de abacaxi o a qualquer hora 186i<- secretario,
caf com po-de-l torrado, xarope de diversas_______________
M. E. Honorato.
llio Grande do Sul.
Segu brevemente a barca oarional Palmita, de
priin ira marcha : recebe carga por fretes baixos
c trata-se com Baltar & Oliveira, rua da Cadeia
b 26.
Para a Baha
O palhab Me Gmdialdi pretende seguir rom bre-
vidade para este poito, tendo parte de seu carre-
{imento, c para o resto trata-se no escriptorio de
Ta4M Irmaos na rua do Aiaorim.
ara o Aracaty
O hiale Oom* Irmaot pretende seguir com bre-
vdade, lendo parle da carga, e para o resto tra-
ta-sc na rua du Ainorim uo escriptorio de Tasso
limaos.
Para n Hin Pretende seguir com nanita brevidade o pata
du nacun.il teheribe. tem parte de seu carrega-
iiicnto promplo para o resto (pie Ihe falta e escra-
vos frele jara os quaes tem excellentes comino-
dos tratase com fl* seus (onsignatarios Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo A C, a> seu escriptorio
rna da Cruz n. 1. ______________________
Para o lllo de Janeiro.
O patacho nacional Capuam, pretende seguir
ca muita hrevhiade, tem parte do sen carrega-
ento engajado, para o resto que Ihe falla e. es-
srata-se com os seus consignatarios Antonio Luiz
de Oliveira Aacvodo & C. no seu escriptorio rua
da Cruz n. i.
Quem precisar de um bom feilor para sitio o
qual allianca o seu comportameuto dirija-se rua
r~i do Apollo n. 4, primeiro andar.
Moura Magalhaes se roffii o m Attencao.
l i i ri s? Em Santo Amaro de Jab atao ha carro
I ObSeqillO de VU* a rUa daS UrU- i & de alue..el e cavallos por preoo comino- SR
i 4 -i -i I + do, as pessoas ou familias que neeossita- <
'ZeS II. 44, SegUndOandar,COll- ^ rondaYlajar dlrijam.se S rowlra no B
i mesmo logaron peder dirigir-se rua
ClUir 0 liegOClO que llSlO lgllO- M "sa de ioaquln atonea da
qualidades para refrescos, serveja, cognac, Bor- Precisa-se de urna ama para rozinliar e ra-
deauxe outras bebidas, bous charutos, cigarros de gominar em casa de duas posoas e que d coiihe-
diversas qualidades e fruclas tudo por preco com-
do arsenal de marinha n. 9.
um bom feitor para tratar de
*4*' um .-i; i dan lo-se em paga as fruclas, verduras
etc., que huuver no mesmo sitio, para infjrmacoes
na rua da Cadeia n. 55, arm izcui.
HE
Escrav scj'iias
Terca-feira 15 de dezembro.
O agente Piulo legalmente autorisado (telo li-
qunlatario da massa fallida de Mesquita & Dutra
e Francisco Antonio Corris Cardse, far leilao
de dous escravos e difTerentes obras de ouro co-
mo sejam 1 pulseira c i par de rosetas de ouro
com 14 brilhautes emais objectos de ouro e pra-
ia ; s 11 horas do dia cima indicado em seu
escriptorio rua da Cruz n. 38.
Tfrfi-feira 15 do eorrpute
11 horas do dia porta da associaeo commer-
rial.
Os pretendentes podem examinar e predio que
se acha patente.
LIvlMO
DE
Uma fabrica de destilaciso seos pertences, nma
dita de sabao e seu pertences, urna grande
propriedade e direrso* terrenos, gneros de
distilaro, botijas e garrafas razias e garrafSos.
O agente Almeida autorisado pelos Srs. tra-
ra, e queja trio velho.
i
ILibanio Candido Bibeiro, Antonio Carnei-
ro da Confia, Auna Paula do Mcudonca, Ma-
ria Joaquina de Mendonca Bibeiro e Joaqui-
na Theodora Carneiro ila Cunlia, genros e
fllhas da finada Joaquina Mana das Dores
Mendonca agradecen) a todas as pessoas que
se digna'ram honrar com sua presenta as
exequias de dita finada e pelo presente com-
vidam a< mssinas pessdai que. se oMgnem
comparecer no dia 14 do crrente as 7 he-
ras da manhaa u remilerio publico, afun
de assislirema inissa -ne deve ser celebra-
da por alma da mesma finada, pelu qne des-
de j du-lhes os divi.los agradeciuientos.
Becife, 9 de d-zemhro de 1863.
Precisa-se de uma ama para cozinhar : na rua
da Itnperairiz, sobrado n. 47, segundo andar.
Aluga-se a casa terrea n. 26 da rna da Ale-
gra : a tratar na rua da Iin|ieratriz n. 40.
Precisa-se alugar urna prvta escrava, que se-
ja fiel : a tratar na rua Imperial n. 29, taberna.
O Sr. Jos da Silva C.ipelli queiraaa- J
nuncinr sua mmada para llie fallar urna pes-
soa chegada de Cora e que deseja ter noti-1
cias suas.
mwm mrn -wMWMmmwm
cimento de sua conducta : a tratar no becco das
Boias n. 2, quarto andar no Forte do Mallos, das
4 horas em dianle.
O Dr. S^rmeiiio Filho, medico operador
do hospital Pedro II, para maior com- f^*
inodidade das pessoas que ohonram com &
a sua confianca, participa que ser en- \j
esntrado lodo.* os dias no referido los- S
pital das 7s 10 da inanhaa e dessa hora T$
em Tanto na rua do Queunadn n. 44, se- ?ji
pondo andar, mide ha eslabelechlo o seu 'p
consultorio, ou em casa de sen paiC^ni- ski
Precisa-sede umi ama escrava que se-' fe 3 po das Princezas.O consullas gratuitas
^.^A ''.Hg.?!!"nll:ltt,ra. s1 ,,r,*.!*,e ,H,,0.o ~ J|R lodosos dias no dito hospital, onde pra
n
servico de urna casa de familia, excepto Zt* >
odecosinha : na rua estreita do Rosario 3
SIS n. 31, terceiro andar.
PHOliliAMiVlA
A testa du Nossa S.mhora da anceija da Con- ***
gregacau ter lujar amanhi 13 do c.orr.'iiie mez,
tica toda e qualquer operao de que os I
pobres prefispm para o su restaMeci- *
ment. Inciimbe-se especialmenle da
cura das mol> stias do dominio da med- i
cia operatoria, a que se ha dedicado, *
das affeccoes do Hiero e da utelra. "i
I Rvd. Sr. padre Primo. A msica do novo lala-
- Precisa-se alugar uma escrava .me sa.l.a co- Mo ,nr,r ant(S p iftoh (los a,[l)S or(|(l|n
zinhar, e seja diligente : na rua do Crespo n. 18, lt ,, e Kxin. Sr_ geilera) CummaniJauU das .
segnndo andar.
Alnga-se nrapreto cozinheiro e outro proprio
para todo o servido, e especialaietile armazem de
assucar: na praca da Independencia ns. .17 e 39.
mas desla |rovincia.
Pa rna do Trapicho n. 44, segundo andar,
precisa-se de uro-i ronheira ; na mesma casa ha
quartos e salas para alugar, e fornece-se comida.
Caixeiro.
Perminla-se s existe lei detenninan.lo aos
ofllciaes de Justina, miando pelo cml flzerem rlta-
ro>s. exigirem dosrHados as suas assignaturas; e
Precisase alugar uma ama para o servico
de uma casa de pouca familia : na rua de SauU
Isabel n. 13.______________________________
- Na rua da Alegria n. 7, alugam-stj duas pa-
rraras, uma sabe ixwnbar, engoinutar e ensalmar.
na falta duas te Precisase de um caixeirwpara taberna : na roa
de. Hurtas n. 106, de. 12 14 annos do idade.
ijrenisn-se de uma ama forra ou escrava :
na iravessa do Veras n. 9.
mesmas cilicdes serem validas, como dizeffl os Rogase encari-cidamenti'a qnein tiverapa-
mesmos ohlriaes; e pnrqoe assim nao procedem hado nma maraca que pelo ultimo vaimr veio da
tambem os ol-iaes deju*tiea no ^)ro commereial! Parahrlia, trndo nma corrente na cinta, rteanr
Parece-nos qne as leis do paiz nao diNtingnem as trazer na rua da Penha n. I, terceiro andar, que
citacOes. Ser por tentura innovacao? se Ihe gratificar, mja ugio na manhaa do dia 7
O cidado. do corrente.


Diarlo de l'ernainbuco anonado 1 de Dezeiubra de 1S3.
FAZENDAS DE BOM GOSTO.
Superiores corles de seda de cor .1 505, 604, 700,800, 00 e 1000 cada corte, os mais modernos que tem vindo a Permambuco.
Ditos do moreantique de cores e pretos.
Lindas sedas de cores a 20200 rs. o covado.
Ditas de ditas de quadrinliosa 10 u a 10200.
Moreantique carmezim cor da moda a 10200 o covado.
Superiores cortes de blonde para noivas.
Lindos cortes de crep de Hespanha com barra de cores as mais lindas que se pode desejar.
Cortes de la com barra de cor.
Ditos de laa com barra aquille.
Lindos cortes de ginadme de seda com barra de gostos inteiramente nevos.
Linda fazenda para vestidos denominada crep de Hespanha de cures mui lindas.
Superiores las de cores matisadas.
Grande e variado sortimento de percales de cores para vestidos.
Dito de chitas francezas milito finas escuras, claras e matisadas.
Lindas catilinetas para vestido, gostos inteiramente novos. _.__.. .... ,,*.,.
Superiores cortes de cambraia brancos bordados c eutras muitas fazendas de bom gosto para vestido de senhora.
Para hombros de senhoras.
Superiores capas pretas a 200, 250, 300, 400 e 500.
Santiembarques de cambraia ricamente enfeitados.
Ditos de cachemira de cores e brancos enfeitados com muito gosto.
Lindas capas de caximira de cores as mais modernas que tem vindo a esta praca.
Superiores zuavos de cambraia e de seda preta.
Lindos postilhdes do merino de cores.
Grande e variado sortimento de camisinhas bordadas
dem de chales de merino lisos de barra estampadas de quadros e de crep a 40oOO, o0, oa, 74, a, 9* e 10*.
Para cabera de seiihora.
Superiores chapelinas de palha de Italia. ,. ,.
Lindos chapeos de palha de Italia enfeitados com muito gosto e grande vanedade para escolner a 12*, l** e 10*.
Modernos enfeites de flores rhegados no ultimo vapor francez.
Variado sortimento de eufeites denominados conservadores para cabeca.
Bordados.
Grande sortimento de entremeios bordados a 10,10200 c 10500 a peca.
Lindas tiras bordadas largas a 20, 30 e 40 a peca.
Calcas bordadas muito finas para senhora.
*!^\l^*,Z^b^ de gosto na loja das columnas ra do Crespo n. 13, de Antonio Correia de Vasconcelos C.
Pechmeha sem igual.
Na mesma loja das columnas vende.se cortes de cambraia organdys de barra de duas saias e de babados mat.sados com 14 a 16 varas cada
corte a 60, 80, 100 e 120 o corte.
7$
AURORA BRUJANTE
NOVO ESTABELECIMENTO DE MEDICINA HOMEOFATHICi
RITA NOVA N. 43*
O Dr. Sabino 0. L. Piano mudou o seu CONSULTORIO para a loja de marmor*
ra Nova n. 43, onde continua a dar consultas todos os dias uteis desde o meio dia aU
2 horas.
Os enfermos, que o procurarem logo na invaso da molestia, sem que hajam to
mado qualquer remedio, nem allopathico, nem homeopathico, pagarSo metade dos preco
estipulados. Esta concessao tem por fim facilitar a cura de molestias, que podem tornar
se complicadas pelos emprego intempestivo da therapeutica e ao mesmo tempo adquirii
para a homeopathia maior numero de adeptos pela bateza da cura.
Em attencio as pessoas pobres, que nao podem sahir de dia, o Dr. Sabino resol-
veu dar duss consultas por semanas as tercas e sextas-feiras das seis as sete horas d;
noite.
Os chamados para visitos e conferencias devem ser dirjgidos por escripto ao con
sultorio desde 8 horas do dia at 8 da noite, na certeza de que serao attendidos na orden
de sua precedencia, salva a circumstancia de eminente perigo.
ADVERTENCIA.
0 novo consultorio esta prvido dos melhores medicamentos, desde a primein
at a trigsima dynaminjsacfo.
E como os mdicos hespanhes e allemaes nao cessam de certificar a major effi-
cacia das ultissimas dynaminisaces do tratamento das molestias chronicas, o Dr. Sabino s*
oceupa agora de elevar os seus medicamentos s potencias mais altas (por ora at 200.a).
afim de verificar por si mesmo a forca dynamica, que se Ihe attribue.
Os mdicos, que quizerem experimentar taes dynaminisaces podero dirigir ac
consultorio suas receitas, que serao aviadas gratuitamente para os pobres.
o mesmo consultorio se vende a novissima edicao do Thesouro homeopathia
ou Vademcum do homeopatha, obra indispensavel a dos que querem usar da homeo-
pathia.
Tudo o que diz respeito nova medicina se acha abundantemente neste novo estae-
aecimento.
Programma da festa de N. S.
da Conceigflo, na ireja de
Santa Rita de Cassia.
No dia 12, ao meio dia, ao som da msica mar-
cial do 7 baialho de fusileiros, benzer-se-ha a
nova magem da Excelsa I*adroeira.
Ao alvorecer do dia 13, depois de concluida a
missa, durante a qual tocar anda a mesma mu-
sica marcial, assim como nos intcrvallos da festa e
Te-Deum, e tarde no exterior da gruja, ter la-
gar o levantamento da bandeira com a eftlgie da
inmaculada, conduzida por tenias virgens irajan-
do candidas vestes.
Comecar a festa s 11 horas, sendo orador do
Evangclho o Rvm. padre Antonio Manoel da As-
sumpcao, e do Te-Deum o Rvm. padre Antouio de
Mello Albuquerque; terminando a festividade com
o liramento da bandeira.
LARGO DA SANTA CRUZ N. 84.
Amigos do bom e barato.
A Aurora Brilhante esto magnifico estabelecimento est na Roa-Vista disputando a
primazia, j pelo grande sortimento dos f eus gneros de boa qualidade, ja pela commodidade
de precos e por isso o seu proprietario roga aos scus freguezes c amigos c ao publico em
geral que mandem comprar para melhor se certificaren! do annuncio.
Manteiga ingleza flor primeira qualidade. Scrvejas de boas marcas e muitas.
Dita mais abaixo segunda dita. Queijos novos do vapor e do passado.
Dita franeeza nova segunda dita. Hitos de prato.
Cha superior preto, verde, hysson.uxim e pe- Ditos de manteiga novos.
rola.
Doces de goiaba caixocs de varios tamanhos.
Amendoas de casca dura e mole.
Azeitonas novas em larris e garrafas.
Presuntos para panollae fiambre.
Bolachinhas nglezas novas.
Chourieas, paios e lingnicas.
Cognac verdadeiro.
Licores e champanhe.
Charutos finos, ha finos em tudo.
Sebolas grandes em resteas.
Copos lapidados c lisos para agua e vinho.
Passas novas e figos tanihem.
Massas para sopa sao das novas.
Nozcs j deste anno.
Farinha, milho, farcllo e arroz de casca em
sarcos grandes.
Tourinho de Lisboa novo.
Chocolate j fclto que bello al moco.
Azeite doce temos refinado tambem.
Caixnhas enfeiladas com aineixas francezas.
Lanillas com ditas.
Lalinhas com fructas.
Latinhas com biscoutinhos de muitas quali-
dades.
Latas com bolachinha de soda.
Latas com peixe ensopado.
Latas com marmelada nova.
Latas com massa de tomate.
Frascos com conservas.
Ditos com mustarda.
Ditos com genebra de Hollanda e de laranja.
Ditos com sal refinado.
Vinhos puros da Figueira, nao lia melhor.
Ditos de Lisboa, nao ha melhor.
Dito do Porto, nao ha melhor.
Dito branco, nao ha melhor.
Dito engarrafado em caixa de urna duzia.
Ditos gemimos em caixa e a retallio.
A Aurora llrilhante tem um bello sortimento
A Aurora Brilhante tem um bello sortimento
mmmmmmMm mmm mm wm m
Jse baralissimo.
EXCELLENTISSIMAS SENHORAS,
Aproicitem as pehinchas da loja ra do Crespo d. 17
DE
JOS GOMES VILLAR.
Para aparar dinheiro est vendenilo baratissirao,
Aproveltem todos.
Recebeu de New-York 2,000 baldes de 20 arcos e vende a 25500 cada um.
I xtraordinaria pcchiuclia, sem igual.
Laas de cores, de quadros a 280 e 400 rs. o covado.
Cassas de cores a 200, 240, 280, 320 o covado I
Chitas francezas muito boas a 320 e 360 rs. o covado.
Madapoloes, pecas de 20 varas a 75, 85, 95, 105. 115 e 125 a peca.
Cmbralas lisas, pecas de 8 1|2 varas a 25500, 45,55, 65, 75, 85 a peca.
Capas pretas, manteletes pretos bordados a 205 e 325 rs. I
Sotamharques pretos de 255 a 305 rs. .
Capas de casemira de cores a 255 c 305 rs.
Outras fazendas de muito gosto.
PROTEJAM TODOS
Cortes de cambraia* borladas ; cortes de vestidos de blonde para noivas, com capella eL
manta. Chapeos Mara Pia a 125 cada um Meias para senhora a 15, 55, 105 e 125 i
rB rs. a duzia. Bramante de linho, de 10 palmos, a 25 a vara. Bramantes belgas a 35 a vara ; ri
, esguioes de linho finissimo ; bombazinas pretas para luto ; merinos pretos etc. etc.; da- .
; mseos de laa de 8 palmos de largura, proprios para colchas e para cortinas de salas.
oiuaiuio3|3qifjs8 oinissuuEjJodui! ossab 'sbjs seiuxg 'orSooioj^
ojjaquip e 'seunssiimq sepaozej
*|UJoj||i: ) i:.ion KJ si:i|.nin|jjl m: iuj|okm somioMvaisa a soMV3iaiVNaad-^
FOLHINHAS PARA 1864,
Na praca da Independencia hvraria ns. 6
e 8, acham-se venda as seguimos folhi-
nhaspara 4864 impressas nesta typographia
em excedente iypo e bom papel,
Folhinlia de porta contendo as mate-
rias do costume, rs.........160
Dita de algibeira, sob a epigraphe
religiosa, contendo alm das materias
do costume os sete passos da Paixo
de Nosso Senhor Jess Christo ; cnti-
cos do mez Mariano; hymnos e jacula-
torias ao Santissimo Sacramento; ex-
plicaces de diversas oraces; cora
Seraphica ; exercicio ao sagrado cora-
dlo de Maria ; oraco para visitar as
igrejas no dia da Porciuncula ; oraco
para escolha dos estados da vida ; dita
a Senhora da Conceico ; e medilaccs
sobre a reforma da consciencia, rs. 320
Dita de dita, sob a epigrapheVa-
riedade, contendo alm das materias do
costume : receitas uteis e necessarias
aos diversos mysterios da vida; physi-
ca e recreativa ao alcance de todos:
pilheriase ratices; poesas; charadas;
mximas e pensamentos colligidos por
um curioso.. ...........320
Contina a haver pao de senleio novo nos das
quarlas e sabbados de cada semana, na nadara
em Santo Amaro ae pe da fundicao, na ra da lm-
peratriz n. 22, e ra do Brum, confronte o chafa-
riz n. 47, ra das Cruzes, deposito n. 39, na Pas-
sagem, taberna da esquina do Sr. Bento, que vira
para o Remedio, e no armazem progresso, largo
da Penha n. 10. i
tiah.nele meiiico cirur^ico ra ros
Flores u. 37.
O Dr. Estevao Cavalcanti de Albuqnerque da
consullas medico cirurgicas em seu gabinete das
8 s 11 horas da manhaa c das 11 at s 3 horas
da tarde, os chamados devero ser por escripto e
dessa hora em diante dever ser procurado na ca-
sa de sua residencia no Chora-Menino.
1." Partos.
2." Molestias de pelle.
3." dem dosolhos.
4. dem dos orgos genitaes.
Praticar toda e qualquer operacao em seu ga-
binete ou em casa dos doentes conforme Ihes fr
mais conveniente. _______________________
Ao il. 29.
Nova loja dos barateiros na ra do Queiinado.
Velludo de cores fazenda muito boa o covado
35000, baldes de panno 35200, ditos de arcos
35000, 45000 e 55000, laas de duas larguras
para vestido o covado 500 rs., chitas francezas o
covado 360 rs., metim branco para forro de
vestido o covado 120 rs., tarlatanas de todas as
cores a vara 720 rs.
A o n. 29.
Nova loja dos barateiros na ra do Queiniado.
Cassa lisa pelle de ovo a peca 75500, cambraia
lisa muito lina a peca de 17 varas 105, cam-
braieta peca de 12 jardas 75000, cambraia adamas-
cada para cortinado a peca de 22 varas 105000,
meias finas para senhoras a duzia 45000, chales
de laa ponta redonda 325500.
Ao n. 29.
Nova loja dos barateiros na roa do Queimado.
Bicos pretos de linho a vara 120, 160, 240, 320
rs., franjas de seda a vara 80 e 160 rs., galoes
de seda de algodo e de laa para enfeites de vesti-
do a peca de 10 e 15 varas a 400, botoes de seda
de velludo e de fuslao duzias 120.
Jos Azevedo de Aodradc faz
sci> lite ao co'po do rom more i o desta
prca e a seu fregneze* cm ger*I, qne
tMiisfero o sea rst'b- lecimento de fa-
zendas silo i na do Crespo loja n. 20
A para a de n. 18 da mesma ra.
Companliia le seguros martimos lti-
lida-ie Publica.
A direccao convida aos senhores accionistas
recebereni o dcimo dividendo de 155 por aeco,
no escriptoro desta companhia, ra da Cadeia n..
42, em os dias uteis, das 10 s 4 horas da tarde. I
Becife 5 de dezembro de 1863.
Os directores
Feliciano Jos Gomes.
Domingos Bodrigues de Andrade.
ttocledade de seguros mullios
de vida Installada pelo Ilauco
i 'uio ua eidade do Porto.
Os agentes nesta eidade e provincia Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo C escriptoro na ra
da Cruz do Becife n. 1, estao autorisados desde j
a tomar assignaturas e prestar lodos os esclareci-
mentos que forem necessarios, as pessoas que de-
sejarem cencui rer para to til e benfica empre-
za, segurando um futuro lisongeiro aos associados.
Antonio Joaquim Dias e Jos Joaquim Perci-
ra, subditos poi tuguezes, retiram-se para o Rio de
Janeiro.
Na ra da Gloria n. 89 aluga-sc um raoleque
e um escravo, por commodo preco.
Alugam-se tres sobrados na ra do Pires da
Boa-Vista, cada um dos quaes offerece mullos com-
modos para grandes familias por conter no andar
superior 5 quartos e 2 salas; e no pavimento ter-
reo, alem des mesmos commodos referidos, cozinha
e 2 quartos no quintal : para tratar do aluguel, na
loja n. 3 na ra do Cabug.___________
Aluga-sc o armazem n. 4 da ra do Apollo, e
oterceiroandar da casa n. 88 da ra da Impera-
triz ; na ra da Aurora n. 36.
DENTISTA DE PARS
19Hu Nova-19
Fredcrico Gautier, cirurgio dentista,
faz todas as operacSes de sua arte, e col-
loca dentes artificiaos, tudo com superio-
ridade e perfeicao, que as pessoas enten-
didas Ihe reconhecem.
Tem agua e pos dentificio.
CASA DE SAUDE
Em Santo Amaro
Do Dr. Silva Ramos.
nico estabelecimento desta natureza
que existe entre nos, montado do modo
que pode com todo o eommodo c zelo tra-
tar qualquer doente, que nella seja reco-
Ihido.
O edificio magestoso e conserva-se
em perfeito estado de limpeza e conve-
nientemente mobiliado.
Os doentes sao separados, segundo os
sexos, natureza das molestias e condicoes
sociacs.
Ha quartos fortificados para os aliena-
dos, e urna enfermara para as partu-
rientes.
O proprietario encarrt!ga-se de qual-
quer operacao.
0 estabelecimento franqueado qual-
quer pessoa que o queira visitar.
Primeira classe 35000 diarios.
Segunda dita.... 25500 -
Terceira dita.... 25000
Para que qualquer doente sejaali rece-
bido, basta que se mande o nome do doen-
te e da pessoa que o remelle, com a de-
clarara.) da morada.
O proprietario aceita contratos annuaes
com qualquer que queira ter um ou mais
leitos sua disposicao.
Ama para ser aliujada.
Urna parda moca com todos os roquesilos para
urna casa de familia, sabe coser, engommar, vestir
; urna senhora, c tratar do criancas : pode ser pro-
! curada a pessoa que est encarregada de aluga-Ia,
no estabelecimento dos Srs. Quinteiro & Agr, na
1 ra Nova, das 9 horas da manhaa 1 hora da
1 tarde.
Antonio Jos Rodrigues de Souza aluga a sua
casa e sitio do Monteiro, em frente ao oito da
igreja de S. Pantaleao, com bastantes commodos :
a tratar na thesouraria das loteras, ra do Cres-
po n. 15.
- Aluga-se o primeira andar do sobrado da
ra do Crespo n. 23 : a tratar na loja.__________
Antonio Jos Bodrigues de Souza, na ra do
Crespa n. 15, precisa alugar um moleque para o
servieo de casa de familia, e que saiba bolear car-
ro, sendo de bons costumes.
Denlisui ameritauo
(De \ew-ioilt. ra do Im-
rador n. (3.
[ Dr. W. H. Me. Grath, offerece ao res-
| peilavel publico de Pernambuco os ser- I
i vicos de sua profisso, todas as opera- j
< cues da bocea e dentes serao executadas ,
{ com o ultimo e muito melhorado princi- I
( pos de cirurgia dental.
O Sr. Luiz Paulino Cavalcanti de Al-
buquerqup, tem urna carta nesta typographia.
- Precisa-se de um bom cosinheiro e de urna
ama que saiba engommar c lavar : tratar no
sobrado n. 32, da ra da Aurora.
w
I
J. VIGNES.
N. A. RA DO IMPERADOR N. 55.
Os pianos desta amiga fabrica sao boje assaz cenhecidos para qne seja necessario insistir sobre *
sua superioridade, vantagens e garantas que efferecem aos compradores, qualidades estas incontesta-
veis qu e.elles tem definitivamente conquistado sobre todos os qne tem apparecido nesta praca ; pos-
-iiimlo nm teclado e machinismo que obedecen todas as vootades e caprichos das pianistas, sem
nunca falhar, por serem fabricados de proposito, e ter-se feito ltimamente melhoramentos importan-
tissimos para o clima deste paiz; quanlo s votes sao melodiosas e flautadas, e por isto muito agrada-
veis aos ouvidos dos apreciadores.
Fazem-se conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Blondel, de Pars, socio
correspondente de J. Vignes, em cuja capital foram sempre premiados em todas as exposicoes.
No mesmo esubelecimento se acha sempre um explendido e variado sortimento de msicas dos
melhores compositores da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sendo tudo vendido
por presos muito razoaveis.
O Dr. Cosme de S Pereira conti-
na a residir na ra da Cruz n. 53,
i e 28 andar, onde pode ser procu-
rado para o exercicio de sua profis-
so medica, e com especialidade
sobre o seguinte
1 molestias de olhos;
2 de peito:
3 > dos orgos geniti
urinarios.
Em seu escriptoro os doentes se-
rao examinados na ordem de suas
entradas comecando o trabalho pelos
doentes de olhos.
Dar consultas todos os das d si
6 as 10 da manhaa, menos nos de-
mingos.
Praticar toda e qualquer opera-
cao que julgar conveniente para o
prompto restabelecimento dos seus
doentes.
Maques sobre Portugal
O abaixo assignado, agente do banco
mercantil Portuense nesta eidade, saca ef-
fectivamente por todos os paquetes sobre
o mesmo bance para o Portee Lisboa, por
qualqner somma, vista e a pra., po-
dendo logo os saques a prazo serem des-
contados no mesmo banco, na razo de 4
por cento ao anno aos portadores que as-
sim Ihe convicr: as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
Aluga-se urna casa com bastantes commo-
dos e c cheira para cavados, na entrada do Ca-
chang: a tratar no Chora-meninos, padaria.
Joao da Silva Bamos, medico pela un- mt
versidade de Coimbra d consultas em
sua casa na na Nova n. 50, das 8 s 10
horas da manhaa e das i s 6 da tarde e
recebe igualmente convites para dentro
ou fora da eidade com o fim de se en-
carregar de qualquer servieo de sua pro-
Hsso.
Os chamados deverao vir por escripto.
:?:*>: mmmwm **;c-
- Precisa-se alugar urna cscrava que saiba co-
zinhare comprar, para urna casa de pouca familia,
ou uina criada forra para o mesmo servieo : na
ra do Queimado n. 39.___________________
| Aluga-se um escravo ptimo padeiro: na ra
do Livrainenlo n. 22, terceiro andar.
Precisase de urna negra ou negro para alu-
gar-se : na ra do Hospicio n. 62.
Aluga-se o sobrado da ra dos Coelhos n. 10,
com grande terrado, por commodo preco, a casa
dos ledes na ra dos Prazeres n. 36, urna dita na
mesma ra n. 32, una dita na ra do Socego n. 7,
a tratar com Jos Carneiroda Cunha.
Irmaudade de Nossa Senhora da Solrdade
da Boa-Vista.
O juiz da irmandade de Nossa Senhora da Sole-
dade da freguezia da Boa-Vista manda convocar
mesa geral para o domingo 13 do corrente, as 10
horas da manhaa, aiim de se proceder a eleicao da
mesa regedora do anno prximo futuro.
Consistorio da irmandade tls Nossa Seuhora da
Soledadc 9 de dezembro de 1863. O escrivao da
irmandade, Salviano Pinto Brandao.
Moleque ou ama.
Precisa-se de um moleque de 12 a (i annos, ou
de urna mulher forra que compre e faca o servieo
de urna casa de pouca familia : na ra larga do
Rosario, loja de charutos n. 30.
OSr. Magno Bruno Marques Bacalho tem
urna carta no largo da Santa Cruz n. 16.
Precisa-se alugar urna preta que saiba en-
gommar e comprar: na ra da Cruz do Recife
n. 24, primeiro andar.
Precisa-se alujar um preto para o ser-
viro de casa : na ra da Cadeia do Recife
n. 0.____________
Arrenda-se a mala da proprfaaade Apipuces
por tempo de um anno, a contar do Io de Janeiro
31 de dezembro de 1864. A arreniatacao ter
lugar nos ilias 26, 27 e 28 do corrente em "casa do
respectivo administrador em dito lugar de Apipa-
eos, pelas 3 horas da tarde, em vista das condicoes
que devem servir de base mesma arrematacao :
os pretendentes devem comparecer com seus fiado-
res, que dtvem ser conhecidamente abonados.
Procisa-se de uina ama para casa de duas
pessoas, dando-se preferencia escrava : no largo
do Cullegio junto ao sobrado amarello, terecir
andar.________________________________
No dia 7 do corrente appareeea um criouli-
nlio na escada da casa do abaixo assignado, diz
chamarse Apohnario, dado de 7 a 8 annos, diz
elle ser do mato e que forro, eseu pai chamar-sc
Faustino, c que do lugar chamado Primavera : a
quem pertencer, dinja-se ao largo do Carnio que
volla para a ra de Borlas, taberna n. 2, que Ihe
etitrcgarei sem minha responsabilidade.
Narciso Jos da Costa Pereira. \4
D-se cffectivaniente dinheiro a premio sob
penhores de ouro c prata e firmas a contento : na
ra Augusta n. 45 se dir.__________________
Perdeu-se booteffl do Caminho-Novo ra
da Cruz, urna letra da nuantia de 505000, vencida
em 1862, sarada pelo Sr. Carlos Antonio Vander-
lnden e acceita por Blandin Ayn; quem achou
poder levar ra da Crol n. 4, que se recom-
pensar se assim exigir.
Aeha-se venda o n. 6 da Estrella do Norte
reinipresso e correto de novo.
COMPRAS.
II iSEC t
Francisco Pinto Ozorio contina a col-
locar dentes artificiaos tanto por meio de
molas como pela presso do ar, nao re- *
cebe paga alguma sem que as obras nao
flquem a vontade de seus donos, tem pos
e outras preparacoes as mais acreditadas
para conservaco da bocea.
m
Manoel Duarte Rodrigues na ra do Trapiche
n. 26 compra aeros da caixa filial do banco do
Brasil nesta.
*VI$i
PARA \ FESTA
Aluga-se orna das melhores casa no Cachang
confronte a igreja, murada com caes e porto para
o rio, pintada e caiada de novo: a tratar na ra
do Queimado, luja n. 43.
Anda se precisa de uina ama : na ra da
Senzala nova n. 39, taberna da quina volunto pa-
ra o becco Largo.
Jos Antonio da Silva Souza, eidadao portuguez,
de hoje em diante se assignar por Jos Maria de
Souza Leo.
llMO t \llO
ESTABELECIDO NACIDADE DO PORTO
Agentes em Pernambuco
Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo k C.
Sacam por todos os paquetes sobre o
mesmo banco prazo ou vista, sobre a
caixa filial em Lisboa, e agencias em Fi-
gueira, Coimbra, Aveiro, Vizeu, Villa-
Real, Regoa, Vianna de Castello, Guima-
res, Barcellos, Lamego, Covilha, Braga,
Penafiel, Braganca, Amarante, Angra,
llha da Terceira, llha de Faias, Ilha da
Madeira, Villa do Conde, Valenca, Bastos,
Oliveira de Azemeis, Chaves e Fafe, a
oito dias vista ou ao prazo que se conven-
conar, no seu escriptoro ra da Cruz
n. 1.
Precisase comprar uina pequea rabera que
sirva para menino aprender : na ra larga do Ro-
sario n. 36.
Compram-sc tres casas terreas ainda novas,
com commodos para familia grande, em chaos
proprios, na Boa-Vista : os pretendentes dirijan-
se ra da Cadeia n. 51, armazem do agente Ku-
zebio.
Compram-se arcoes da caixa filial e do novo
banco : na ra da Cadeia, escriptoro de Leal
Beis.___________________________________
Compra-se para eneommenda alguna escra-
vos, molecotes de 15 a 20 annos, bonitos e sadios:
a tratar com Tasso Irmiios, ra do Amoriin n. 25.
Compra-se una escrava que tenha habili-
dades e de boa conducta : na rua da Cadeia n. 35.
Compra-se urna mulatinha de 12 i li annos,
sendo sadia e de bons costumes: na rua do Cres-
po, loja n. 15.___________________________
Compra-se um escaUr que seja pequeoe
em bom estado : a tratar com .^ntonio Jos Rodri-
gues de Souza, na rua do Crespo n. 15.
Compra-se eflectivamente ouro e prata em
obras velhas : na praca da ndependencia n. 22
loa de hilhetes. ________________ _
Compra-se cobre e latao velho : no arma-
zem da bola amarella no oitao da secretaria de
polica.
VENDAS.
Offerece-se urna ama de leite : na rua da
Gloria no becco do Fundao n. 8.
Aluga-se urna casa terrea com 4 quartos e t
salas, na rua Augusta n 91 : a tratar no deposito
de Joo do Amaral Raposo defronte da cstaco.
Acha-se por alugar parte d'um sobrado que tem
bastantes commodos para rapazes solteiros ou pe-
quena familia : a tratar na rua da Senzala Velha
n. 70, terceiro andar.
Marianna Alves de Araujo, Brasileira, retira-
se. para a Europa.______________________
O Sr. Francisco Jos da Cosa, recebedor de
assucar de engmhos do norte, queira declarar os
dias e lugar onde pede ser procurado,.visto >e ig-
norar sua morada.
Agostinho Marlins Campanhao retira-se para
Europa a tratar de sua saude: quem se julgar seu
rre praso de tres dias._________________________
Precisa-se de urna ama de meia idade que
saiba lavar, engommar e cozinhar para casa de lio-
inem solleiro : na rua do Camaro n 13.
Precisa-so de um menino para caixeiro de
urna loja de calcado, preferindo-se Portuguez : na
rua do Livramento n. 15.
Francisco do Carmo Braga, subdito portu-
guez, relira-sc para fra da provincia._________
Vende-se um excedente carro americano de
' 4 rodas com 4 assentos, e para um cavado, com
'pouco uso, por preco muito commodo : na rua do
Queimado, loja de ferragens n. 33, se dir quem
vende.
I-------------------------------------------------------------------------------------------------------_____________________________________________
i Fita para dehruui de vestidos.
Vende-se fita para debrum de vestido, a peca
I com 11 varas a 400 rs. : na rua do Queimado, lo-
ja do beija-flor.
Abacaxis a 480 rs.,
doce de goiaba a 560 o caixo: no armazem da
estrella, largo do Paraizo n. 14.
Carrosas.
Vende-se duas carrocas para cavado : a tratr.r
na rua do Sebo n. 54, taberna.______________
Vende-se urna mulata pnrfetta enfommedS-
ra e cosinheira : na rua do Cabug n. 3, primeiro
andar.
All.
Precisa-se de urna ama para cozinhar para casa
de familia : na rua larga do Rosario n. 12, segun-
do andar.
TABOADO
Vende-se taboado de peroba e canella de milito
j boa qualidade e por preco commodo : a tratar no
Forte do Matlos trapiche do Cunha.
= Vende-se biscoutos inglezes em latas,
em casa de O. A. Pastwood, rua da Cadeia
n. 24.
I

.



Diario c Pematubuco afoliado 19 de Dezenibro de 1SQ3.
Na ra do Vigario armazem n. 7. ha para ven-
der os segualos artigos :
Panno de algodo da Baha.
Vinagre do Porto.
Vinho especial do Collares, ero ancoretas.
Dito dito do Porto era caitas de 1 e i duzias, o
melhor que ha no mercado.
Dito particular do Cartaxo, era ancoretas.
Pregos caibraes.
Pomada de sebo.
Lnha de rorz.
Di versas qualidades de vidros proprios para bo-
te tica.
Sabio nacional do Rio de Janeiro.
Velas stearinas.
Farinha de mandioca de S. Matheus.
CAVALLO.
Vendc-se um cavailo, cor russa, muito novo c
gordo, e grande; com toilos os andares: a tratar
na cocheira de Jos Furniass, ra do Impe-
rador n. 13._________________^_________
Wnde-se mantiga ingleza (lor a 14 e 800
rs..dii.i hollandeza muitoflna a 880, dita ranceza
a 600 rs., banha de porco a 460, queijos chegados
no ultimo vapm- a 24300 c 24100, tducinho do ser-
tao especial qualidade a 240, carne do mesmo lu-
gar a 360, linguicas do Serid a 320, chouricas no-
vas a 800 r^., paios novos a 560, raacarrao, talha-
nm e eslrelinhas a 480, nozes novas a 240, passas
a 480, figos a 240, alpista a 160, e outros muitos
gneros mnito em conta : no largo do Carmo, es-
quina da ra de Hortas n. 2.
Si
Na roa do Qaeimado n. 43, esquina que
volla para a Conjr/egac.
li' peehineha.
Paletots de casemira a 5, 6, 7, 8, i2 e 145, ditos
de panno preto e azul a 9, 10, 12, 16 e 184, ditos
sobrecasacos de panno muito fino por 244 c 284,
ditos de alpaca preta e de cordio a 4, 5, 6 e 74,
calcas de rasemiras de cores a 5, 6, 7 e 84, ditas
pretas a 64500, 8, 9 e 104, paletots de fustao e
ganga a 24, 24800,3 e 44, calcas e colletes de to-
das as qualidades e por preco muito barato, len-
ees de puro linho a preco de 24800 e 34, rober-
as de chita a 24240, colarinhosde linho puro a
600 rs. cada um, e outros muitos objectos que s
a vista ; e para isso se pede a attencio dos fre-
guezes.________________________________
Farfolla de mandioca.
Vcndc-se farinha de mandioca da melhor e
mais nova que ha neste mercado : no escriptorio
de Manoel Ignacio de Oliveira & Filho largo do
Cerp Santo n. 19, ou a Itordo do palhabotc Via-
meo e brigue Minerva, ancorados no caes do bario
do Livramento.
ATTEM40.
\odeposito de leuca da fabrica<*o Bar-
balho, ra do Imperador n. 41.
30 O|0 menos do que em outra qualqucr parte.
Louca vidrada de todas as quahdades, e lio boa
como a que vem do estrangeiro e niais barata.
~Mllho c farlhaT"
Vende-se farinha e milho da trra, o melhor
Sssivel, a 44, c farelo de LUboa a 34800, 44000,
300 e 54 : no armazcm da aurora brilhante,
largo da Sania Cruz n. 84.
CALCADO
45 Boa Direita 45
ipiorfilcni em qnanto tempo!
Borzeguins francezes de lustre pa-
ra homem................. 55000
Borzeguins francezes de cores pa-
ra meninas................ 25UO0
Borzeguins (rancezes pretos para
meninas.................. 3500
Sapatos de lastre para senhora.. 15000
Zapatos le lustre as avessas..... 500
XAROPE
deLABELONYE
l'haruiaceulko da prinicira dasse
Em Pars.
Este medicamento empregado ha mais de
20 anuos, com successos constantes, pidos
melliores mdicos em lodos os paizes, con-
tra as molestias do corarao, as hj/ilropisias
e as affeccoes do pedo, acaba de receber
um novo sulTragio por nao ter por ora ap-
parecido otilro igual para curar infallivel-
menle lodas as doencas do coraco orgni-
cas ou inorgnicas, palpitares, liydropisias
geraes ou parciaes. hydioiliorax, asilunas
clironicas, bronchites nervosas, e fluxos
ebronioot, aplionia (extinedo da voz), etc.
As gazelas medicas fallam calorosamente
sobre os elTeiios preciosos do Xarope de
Labelonye, que lem hoje adquirido um dos
priiueiros lugares no quadro dos medica-
mentos os mais afamados e da tberapeulica
universal, como o declaram os celebres m-
dicos francezes : Andral pai e filho, Bouil-
(aud, Collereau, Desruelles, Fouquier, Le-
maiie. Marjolin. Pasquier, Rostan, Roas*
seau, Delaberge Parmantier, Puche, Ther-
jini. Vidal (de Poiliers), etc., e outros fa-
cltateos dos mais celebres.
Vende-se em garrafinhas de vidro verde,
trazendo utn rotulo, fundo cor de violeta
clara, jaspeado, no qual sobresahe o nome
lAhelonye. o gargalo da garrafa traz urna
lira azul jaspeada, com a firma de Labe-
lonye, e a rolha coberta com urna capsula
de metal branco com a inscripcao Sirop
de Digilitale de Labelonye, pbarmacien,
Pars.
Deposito geral: em Pars, ra Bombn-
Villeneuve, 19.
Km Pernambuco.nacasa de Caors A Bar-
bosa na ra da Cruz n. 22.
INJECCO BROW.
Remedio infallivel contra as gnorrheas
antigs e recentes, nico deposito na bo-
tica franceza, ra da Cruz n. 22, pre-
co 34.
RELOGIOS,
Vende-se em casa de Johnslon Paler
C, ra do JVigario, n. 3. um bello sorti-
mento de relogios de ouro patente in-
glez, de um dos mais afamados fabricantes
de Liverpool, e lambem urna variedade de
bonitos trancellins para os mesraos.
LOJA DE MIUDEZAS
16 Ruado Queimado. 16
Pecis de tranca de laa preta o de cores lisa a
Pecas de tranca de lia preta e de cores, caracol, a
100 rs.
Pecas de tranca de linho branca de caracol a
100 rs.
Pecas de tranca de linho mcsclada de caracol a
100 rs.
Pecas com 10 varas de fita de velludo cor de rosa
a 14.
Pecas com 10 varas de fita de veludo preto a 14200
e 14400.
Pecas com 13 varas de fita do velludo lavrado a 14
c 14200.
Pecas com 20 varas de galio lavrado a 1500.
Pecas de franja branca cstreita a 14.
Pegas de franja larga para cortinados a 34-
Pegas de fita de seda de cores a 3C0 e 800 rs.
Pegas de franja de lia a 14-
Pegas de franja de seda preta e de cores a 34-
Pecas de fita de relroz preta e de cores a 240 rs.
Pegas de bicos e rendas a 14*00 e 14500.
Varas de bicos e rendas a 100 e 160 rs.
Varas de bicos pretos a 1601 240 rs.
Varas de bico preto da largura do um palmo a
500 rs.
Varas de labyrintho de um palmo de largura a
500 rs.
Varas de bonitas fitas para cintos a 500 rs.
Varas de fita preta de borracha a 160 rs.
Varas de babados largos a 120 rs.
Varas de galio branco c de cores lavrado a 100
ris.
Fivelas de ago galvanisadas para sinto a 14500.
Ricos cintos com fivelas de pedrinhas a 34-
Grvalas de seda a 400,600 e 800 rs.
Grvalas para lago a 800, 14 o 14280.
Grvalas com bonitos passadores a 14 e 14280.
Grvalas de pona larga bordadas para senhoras a
14280.
Passadores para gravatas a 500 rs.
Conservadores de conlinhas pretas e brancas a
14000.
Voltas de perolas brancas e de cores, com cruzes,
a i-i.
Voltas pretas a balio com cruzes a 14 e 14500.
Vollas pretas de rontas muito gradas a Maria
Pa a 14800 e 24500.
Voltas de coral pequeas e grandes a 600 e 2-5400
Macinhos de coral a 360 e 600 rs.
Oitavas de retroz prelo e de cores a ICO rs.
Pares de grampos enfeitados, a balao a 14-
Pares de brincos pretos e do cores, a balio, a
640 rs.
Pentes de borracha para regago a 800 rs.
Pontes dourados com pedriuhas para regago a
24500.
Ricas juarnices de pentes dourados com cachos
e pedrinhas e as marrafas iguaes a 44 c 54-
Ricos pentes dourados a 24, 24500 c 34-
Bonitas marrafas com pedrjnhas a 15-
Bonitas guarniges de pentes com lago esmaltados,
com marrafas iguaes a 54-
Bonitas guarniges de pentes com lago para luto,
com marrafas iguaes a 34-
Bonitos pentes de tartaruga a 44 e 54-
Bomlos pentes de massa virados imitando tartaru-
ga a 14600 e 24-
Pentes de massa em caixinhas a 500. 640 e 800 rs.
Peales para atar cabello a 80, 160 e 240 rs.
I,uvas de Jouvin brancas e de cores a 14500.
Luvas da Escossia brancas e de cores a 500.
Bonitos botos para punhos a 160, 320, 480 e 800
ris.
Duzias de bonitos boles dourados a 480 e 960 rs.
Duzias de bonitos boles de vidro a 480 rs.
Golinhas brancas e de cores com conlinhas a !-;>.
Sajiatos de tranca do Porto a 15600.
Tesouras finas'para unhas o costuras a 500 e
800 rs.
Escovas para denles a 160, 320 e 480 rs.
Escovas para unhas, roupa, chapeo e cabello a
800 rs.
Bonitos toucadores com ps a 25, 25500 e 45-
Gaixas de bfalo encastoadas em mariiin a 25.
Bengalas de junco e de canna a 640 e 15280.
Chicotes de junco c de baleia a 15 c 15600.
Oculos de armagio de ago prateada, dourada e ba-
leia a .'IMI 0 [-.
Duzias ile colheres de metal principe para cha a
15600 e I*.
Dnzia de colheres de metal para sopa a 35500 e
54800.
Pacotes de papel de cores pequeo a 640.
Caixinhas de papel amizade. a 800 c 15-
Caixinhas de papel de beira dourada a 15200.
Caixinhas de papel phanlasia de cores a 15-
Caixinhas com 100 envelopes a 800 e 15-
Caixinhas de lacre a 200 e 400 rs.
Caixinhas de peona de ago a 800. 15200 c 14800
Caixinhas de obreias de cola a 80 e 120 rs.
Plasquinhns de tinta azul ou encarnada a 320 rs.
Lapes de cores ou encamados a 120 rs.
Brincos e rosetas pretos a 160 e 240.
Boics altos de tinta ingleza a 160.
Pitas e cordes para espartilhos a 80 rs.
Enliadores pretos para borzeguins a 160.
Caixinhas com 100 agulhas francezas a 240 rs.
Caixinhas com 100 agulhas da Victoria a 320 rs.
Carlas portuguezas e francezas a 200 e 320 rs.
Cartas de allinetes a 80 c 160 rs.
Masaos de superiores palitos lixados a 240.
Caixinhas vazias para guardar joias a 300, 400 e
500 rs.
Duzias de canudos de pomada a 240 rs.
Sabanetes francezes a 100 rs.
Frascos de agua de Colonia a 400, 500, 800, 15 e
14500.
Fraseos de extractos a 400, 500,800 e 1-5.
Frascos de banha franceza a 400,500,800 e 15.
Fraseos de patcholy a 400. 500, 800 c 15-
Frascos de oleo babosa a 500 c 600 rs.
Fraseos de. oleo philocome a 800 e 14-
Fraseos de extracto de sndalo a 14-
Frascos de b.uilia transparente a 800 rs.
FraaftM de banha japoneza a 800 e 14-
Frascos de agua de Lavando ambreada.
Garrafas de agua de Lavando ambreada.
Garrafas de agua Florida legitima a 15500.
Garrafas compridas de agua de Colonia a 800 rs.
Frascos com banha e extract juntamente a 15280.
Gestionas cam 4 frasquinhos de extractos a C40.
fo tica e armazem de
drogas
lina do Cabng 11. II.
DE
Joaqnim Hartinho da Cruz Corma.
Vende-se o seguinte :
Salsa parrilha de Brislol.
Pastilhas assucaradas de Kemp.
Pastilhas vermfugas de Kemp.
Elixir de citro lactato de ferro do Dr. Thermes.
Rob da Lafcctcur.
Xarope depurativo d'odoreto de ferro de Guy.
I Xarope peitoral sedativo de Guy.
Pastilhas pcitoracs balsmicas lie Guy.
I Pilulas da vida.
I Burel franciscano (mesclado) para imageos.
Injcccao Brow.
! Xarope de curato de ferro de Chable.
\ Pilulas cuntra sesoes.
Salsa parrilha de Sands.
Extracto fluido de salsa parrilha de Bailys.
: Xarope alronlico de vellame.
Alm destas drogas ha constantemente um com-
pleto sortimento de tintas, verniz, ouro para don-
rar, preparados rhimicos e pharmaceuticos que se
vendem por commodos pregos.
Vende-se em casa de Linden IFild &
C.; praca do Corpo Santo n. 13:
Eslrelinhas.
Macarrdes.
Talharins.
Aletrias.
Da melhor qualidade que lera chegada
neste mercado._________________________
Vende-se urna armagio de taberna, na ra
imperial n. 162 : a tratar na mesma.
PECIIINCHA
Grande liquid icio de fazendas inglczas e fran-
cezas e de tollas as qualidades se vende por prego
baralissimo para liquidar na luja e armazem do
arara ra da Imperatriz n. 56, de Lourengo Pe-
reira Mendes Guimaraes.
Vende-so lazinhas de cores e de quadrinhos
transparentes proprias para capas de senhora e
vestidos com 9 palmos de largura a 15200 o co-
vado, ditas de quadrinhos a 280, 320, 400 e 500
rs. ocovado : na ruada Imperatriz n. 56.
Arara vende as capas a S.
Vendem-se ricas capas para senhora a 84, cha-
les de merino eslampados a 24500 e 34, ditos de
pona redonda e borlla a 54, 64 e 74 : na ra da
Imperatriz n. 56, loja da arara de Mendos Gui-
maraes.
Liazinhas da arara a 280 rs.
Vendem-se liazinhas para vestido de senhora a
280 e 320 rs. o covado, gorguro de linho para
vestido de senhora e roupa de meninos a 280 rs. o
covado, popelina de algodao de quadrinhos para
vestidos de senhora a 280 rs. o covado, enfeites
para rabera de senhora a 14, redinhas para segu-
rar cabello a 14 : na ra da Imperatriz loja da
arara n. 56.
Arara vende as cassas a 200 rs.
Vendem-sc cassae de cores com quadros para
300vestidos a rs. o covado, ditas linas a 240 e
280 rs. o covado : na ra da Imperatriz n. 56, loja
da arara de Mendes Guimaraes.
Corles de chitas a 2*300.
Vendem-se cortes de chitas francezas com pe-
queo toque de mofo por 24500, cortes de risca-
do francez com 14 covados a 34, lencos de seda
de urna s cor a 800 rs., ditos de flores a 15 : na
ra da Imperatriz n. 56, loja da arara.
Arara vende as rasemiras a 1 ;->'600, 2;>300 e 30 o
corte de calca.
Vendem-se liazinhas enfestadas cada corte de
caiga por 14600, 24500 e 34, lambem se vende
em covado entestado um covado e tres quartos
nma caiga vende-se por la, 14600,148O o cova-
| do, casemiras lisas proprias para capas de senho-
ra a 14800 o covado : na loja da arara ra da
Imperatriz n. 56 de Mendes Guimaraes.
Arara vende roupa feita.
Vendem-se uniformes completos de paletot, cal-
a e collete de casemira ingleza a 104 o 124, pa-
etols de brim de cores a 24500, ditos pardos a
34, ditos de meia casemira escuras e claras a
34500 c 44, ditos de casemira a 64, ditos finos a
84, calcas feitas de brim pardo a 34, ditas de fus-
tao a 245OO, ditas de casemira a 34500, 44 o 54,
ditas de meia casemira a 24, colletes a 24500 e
134, chapeos de massa a 14600, 24, 24500 e 35,
ditos de palhinha a 24500, seroulas finas a 14600,
ditas de linho a 24 c 24500, camisas francezas a
15600 e 25, ditas finas a 24500, ditas de linho in-
, glezas prega larga a 34, lengos pequeos pintados
a 24 a duzia : na ra da Imperatriz loja da arara
n. 56, de Mendes Guimaraes.
Baldes da arara de 20, 25, 30, 3i r 10 arcos.
Vendem-se bales americanos de arcos os me-
lhores que tem viudo a 20, 25, 30, 3o e 40 arcos
1 a 34, 34500, 44 e 44500, bales de musselina fi-
nas a 44, ditos de panno a 35800 : na ra da im-
peratriz n. 56.
Vendem-se colchas avelludadas a 80.
Vendem-se ricas colchas avelludadas para ca-
ma a 85, ditas de fustao a 55, cobertas de damas-
co a 45, ditas de chita a 25: na ra da Impera-
triz n. 56.
I'echiucha de chitas a 210 rs. o covado.
Vendem-se chitas escuras a 240 rs. o covado,
ditas francezas largas com pequeo toque de mofo
porm logo que se lava fica limpa a 280 rs. o co-
vado, ditas finas perfeitas a 320, 360 e 400 rs. o
covado : na ra da Imperatriz n. 06, loja da arara.
Mais pechincba de cortes de cassa de mi rs a 2 y
Vendem-se corles de cassa de cores a 25, ditos
: de salpicos brancos e de cores a 24, ditos brancos
a 24e34, pegas de cambraia lisa fina a 34, 35500
1 e 45, pegas de cambraia de salpicos de carociuhos
com 8 1|2 varas a 44, cassas para cortinado com
20 varas a 85, ditas do 10 varas a 44500 : na ra
] Imperatriz loja e armazem da arara n. 56, de Men-
des Guimaries.
Oulra peehineha vende-se lnun pardo escuro e cla-
ro a no rs.
Vende-se brim pardo escuro e claro com um pe-
queo toque de mofo porm logo que lava-se de-
sapparece a 400 rs. o covado, garantindo ser de li-
nho : na ra da Imperatriz loja da arara n. 56. de
Mendos Guimaraes.
{ ladapola francez enfestado a i-> t l-viili).
Vendem-se pecas de madapolio francez enfes-
! tado lino a 44 e 44500, dito inglez com 24 jardas
marca moca n. 20 a 65500, dito rainba a 75, di-
to elephante a 74500, dito n. 6 a 84, dito n. 7 a
94, diton. 8 a IOS, pegas de algodao encorpado a
45, 54, 8,4800 e 64, brim de linho branco fino a
14, 142OO e 15400 a vara, bretanha de linho a
800 e 15, hollandade linho propria para forros a
320 o covado, sargelin para forros a 280 rs. o co-
vado : na ra da Imperatriz n. 56 loja e armazem
da arara de Mendes Guimaries.
Tranca< de laa pelas e de cores.
Sendo lisa a 80 rs. a pega, e de caracol a 100 rs.
a pega : na loja de miudzas da ra do Queimado
n. 16.
luvas de .Fon v 11
brancas e de cores para homem e para senhora a
15'iOO o par : na luja de miudzas da ra do Quei-
mado n. 16.
Pede-se toda alU'nco.
Custodio Jos Alves Guimaraes, dono da loja in-
titulada Gallo Vigilante, ra do Crespo n. 7, avisa
aos seus numerosos freguezes e ao respeitavel pu-
blico, que tendo de reformar no fin desto anno seu
estabeleeitnenlo, equerendo liquidar grande quan-
lidade de diversos objectos, est rosolvido a vender
tudo por pregos baratsimos, como sejam:
Pegas com 4o varas de franjas de linho a 35-
Ditas com 48 varas de galio de linho a 35-
Laa surtida para bordar, libra a 44-
Froco de cores sonidos, pega a 160 rs.
Manguitos para senhora, o par 800 rs.
Golinhas de bonitos gostos a 400,500 e 15-
Salvas de metal principe a 14500, 24 e 24500.
Ditas com copos de metal proprio para meninos a
Facas e garfos para sobre-mesa a 44 a duzia.
Ditas e ditos dita com cabo de marllm a 64-
Bandejas de todos os lmannos muito finas a 14,
15200. 1(400, 15600, 2450O, 345OO e 54-
Ditas redondas para copo de 500 rs. para 25800.
Tesouras em carteiras, a duzia a 500 rs., 640 e
800 rs.
Peitos para camisas, a duzia a 24-
Camisinhas bordadas para senhora a 15500 e 24-
Chapelinas para senhora a 35-
Ditas para menina a 24.
Chaueozinho para meninas de escola ou passeio a
24e34.
Flores francezas, caixos grandes, a 600 rs.
Luvas de seda com pequeo toque de mofo a 300
rs. o par.
Toucas de lia para meninos a 500 rs., fil a 500 e
600 rs., de seda a 800 rs.
Sapatinhos de merino a 800 rs., e de lia a 500 rs.
Bolsinhas de missauga para meninas de escola a
800 rs.
Botes dourados para nunho a 200 rs. o par.
Tinteirosde metal a 320 rs.
Trancelins para relogio a 100 rs.
Ditos de fita chamalote a 200 rs.
Escrivaninhas de metal a 34500.
Colheres de metal para cha a 200 rs. a duzia.
Ditas de dito para sopa a 24 a duzia.
Botes de duraque pretos a 400 rs. a groza.
Cartas hespanholas para jogos a 14200 a duzia.
Castigaes brancos e amarellos de metal a 14-
Carteiras para algibeira a 500, 600, 800 e 14-
Sabonetes muito finos a 14200,14600 e 24 a duzia.
Fivelas para calca a 300 rs. a duzia.
Boles de ago para caiga a 320 a groza.
Caixinhas com alfinetes,grampos e colchetes a 320,
400 e 500 rs.
Filas de borracha pretas e de cor a 120 e 160 rs.
a vara.
Latas com dous massos de agulhas por 800 rs.
Brincos de aljofares a balio a 320 o par.
Alfinetes pretos e de cores com pedrinhas a 200 rs.
e320.
ARMAZEM DE MOLHADOS
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O propietario do grande armazem do Baliza, considerando que apro-
xima-se a festa, e que de algum modo deve mimosear aos seus freguezes, com alguma cou-
sa que revele o seu contentamento e gratido, resol veu ex por a venda quasi pelo custo da
entrada o seu grande sortimento de gneros, que como todos sabem, sao sempre capricho-
samente', escolliido entre os da melhor qualidade do D0686 mercado.
Sujeito a um severo regulamento, o Baliza est firme em seu posto de honra, e j
mais eircumstancia alguma o far arribar do magestoso quartel em que se acha abrigado-
esperando o inimigo sempre de frente.
Nascido em trras de Portugal, o Baliza teve a fortuna de ver bem cedo esta bella
provincia. Foi na infancia que aportou em nosas plagas. entre nos frequentou a escola
Camisas para homem feitas em Lisboa a 24. primaria,seus hbitos forao aqui adquiridos, suasalTeices existem no meio deste novo,
Fi,2 f 34eaUDe0aISa8 e ^ generoso qnanto hospitalero.
Ditas para sinteiro a 300 e 400 rs. a vara. A preferencia pois que lhe tem dado os Pernambucanos, um favor, verdade;
Caixinhas para costura de senhora a 14500,24. mas um favor que o Baliza tem merecido, e continuar a merecer sempre, a despeito da
3,4,5 e64- guerra surda que lhe lazan os homcris das libras de-tres quartas, e vinhos falsificados.....
C' 45000ra$ 0m PralS Para se gan,iar dinh,'iro n3 e de mistar Iludir o povo. As fortunas adquiridas
Franja de lia para debrunhar tapetes a 25 a pega, por meios pouco lcitos degrado a quem as possue.
Palitos de fogo, prova d'agua, a 15 a groza ou 120 Venham, pois, aquelles que ainda nao abasteceram as suas despensas nesta casa ve-
rs. a duzia. rificar por si meemos quanto h de verdadeiro nestas palavras.
Assim como tem grande sortimento de muitos
mais objectos que se lomara enfadonho mencio-
na-los, que tudo se vender muito barato para li-
quidar : na ra do Crespo n. 7, e ra do Impera-
dorn. 59, junto ao passo, ecasa da liquidagio.
i:-i ii usitot
Vendena-se barrls com cal des-
i a procedencia, em pedra, chega-
da hoje. e uuii a nova, que ha no
mercado, na na do Trapichen.
13, armazem de Hanoel Telxei-
ra Basto.
O Baliza est a testa do estabelecimento e nada escapar s suas vistas que passa
cahir no desagrado dos seus benvolos freguezes.
Azeite doce refinado, francez e portuguez a
800 rs. a garrafa.
Dito em barril, a 4,800 a caada e 640 rs. a
garrafa.
Arroz da India cdoMaranho a 120,100 e 80
rs. a libra.
Amendoas de casca mole a 280 rs. a libra.
Ameixas em diversos vazos a 15, 13500.
25500 e 800 rs. a libra.
Azeitonas novas a 15200 o barril.
Alpiste a 100 rs. a libra, e 45800 a arroba.
Aletria a 480 rs. a libra.
ma da Senzalla 11 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston 4 C, Xraruta verdadeira a 480 rs. a libra,
sctlins e silhes inglezes, candieirose casti- Biscoitosepolachinhas inglezas recntenteme
caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela, chegadas a 15500 a lata com qualidades es-
chicotes para carros e montara, arreios para. peciaes.
carros de um e dous cavallos. e relogios de Dito mais antigos no mercado a 15300.
ouro patente inglez. _____; Dito lunch ou soda muito nova a 25000 ala-
libras.
Cliegado pelo vapor:
So para o vigilante, ra do Cres-
po n. 9.
At que chegaram as muito desojadas cascarri-
lhas de lodas as cores com urna lilinha de velludo
no centro, cousa muito elegante para enfeite, assim
comodeoutras qualidades, e pregos muito razoa-
veis : s no vigilante, ra do Crespo, n. 7.
Para dar de mimo.
Chegaram as riquissimas lioneras de todos os
lmannos, vestidinhos ricamentr enfeitados, cada
um emsua caixinha, propriamcnle para um deli-
cado mimo, por bar.itissimo prego : s no vigilan-
te, ra do Crespo n. 7.
Para os scuhores hachareis.
Chegou lempo a riquissima fita de chamalote
para cartas dos senhores hachareis, assim como
branca, lisa, propria para abrir letras, ou para
sintos : s no vigilante, ra do Crespo n. 7.
Peaira de marrafa.
Tambcrn chegaram os riquissimos pentes de
marrafa com pedrinhas.os lindos pentes de regago
para meninas, meiasde seda e sapatinhos proprios
para baptisados, meias de seda para senhora, fitas
de lia para debrum, fila de linho, trangas de lia,
! de linho e de seda, luvas de seda e pellica, e fio de
Escocia e camurga, allinetes de cabera chata, car-
teirinhas com todas as agulhas precisas para cos-
tura, fivelas de madreperola esmaltadas de ago
para sintos, flores de todas as qualidades, caixinhas
com pastilhas do perfumara, abafadnres de laa
para senhora, toucas c, sapatinhos de laa, pulseiri-
nhas de borracha para segurar manguintos, fitas e
cordes de borracha, sabonetes redondos, ditos
chamados de familia, pomadas de todas as quali-
dades e dos fabricantes mais afamadas, colchetes
pratiados muito finos, retroz de todas as qualidades,
retroz em carretel e ero novello, e de meada, de
todas as cores, escovas para dentes, ditas para rou-
pa, ditas para chapeo e ditas para unha, de todos
os pregos, e outros mais objectos, que se tornara
enfadonho annunciar, e vista dos freguezes pro-
mette-se fazer todo o negocio: s no vigilante, ra
do Cespo n. 7.___________________________
Um casal de paves.
I Vende-se um mui lindo casal de paves : na ra
do Trapiche n. 26._________________________
! Y'EWE
a taberna da travessa da ra das Cruzes n. 6 com
poneos fundos e bem afreguezada, e garante se o
aluguel ; a qual vende-se por o dono estar doente
e ser preciso rctirar-se para tratar de sua saude :
a tratar na mesma.
Vende-se urna armagio do urna loja de
miudzas propria para qualqucr estabelecimento,
na loja n. 7 da rna da Cadeia no Reclfe.
leuda tic urna Ivypothr.ca.
Os liquida (arios da massa fallida de
Jos Antonio Basto vendem a hypothe-
ra que tem nos engenhos Mallo Gn>sso
e Cajabuss no lermo valor de 3i:83o$9M rs.; Halar as
casas a rita do trapiche n. 34._______
IlllY no QUMhlHr N. 63
Loja do beija-Oor. -
\Hilas do aljofares.
Vendem-se voltinhas de aljofares com pedra,
imitando a brilhanles a 1.5 cada urna.
Botes para punhos.
Vendem-se botes para punhos, muito bonitos Dito hysson a 25400 a libra,
padres, a 200 rs. o par.
Facas para meninos.
Vendem-se faquinhas para meninos, de cabooi-
tavado, a 240 rs. o talher.
Lia para bordar.
Vende-se lia de todas as cores para bordar a
6^700 a libra.
Paras e garfos.
manhos a 500 e 15 a garrafa e 45 o par
de garrafas grandes, que depoia de vasias,
valem o que se deu por ellas clieias.
Linguasiamericanas de um tamaito admi-
ravel a 15 cada urna.
Manteiga, neste genero ha capricho da parte
do proprietario do Baliza ter sempre o
numero de OalObarris de manteiga a-
bertos, aim de salisfazer os seus amigos
e freguezes, sendo que o prego da man-
teiga verdaderamente flor de flOO rs. a
libra, e as demais qualidades a 800, C0O
e 400 rs. a libra.
dem franceza a 560 rs. a libra, muito nova
e de excellente gosto.
Marmelada imperial dos melhorcs fabrican-
tes de Lisboa a 640 rs. a libra.
ta com 5
Dito de Lisboa muito proprio para doente, Massa de tomate a 610 rs. a libra.
visto serem preparados para esse mister,
em latas grandes e pequeas de 35000 e Moslarda ingleza em potes grandes a 0 tO
liStSOO a lata. ; ris o pote.
Bolachinbas americanas, em barricas a 3-)000, Marrasquino de zara a 64o rs. o frasco.
e a libra 200 rs.
Banha de poico refinada a 80 rs. a libra.
e em barril 440 rs.
Batatas novas a 15101)0 o gigo, eaOOrs. a
libra.
Cha perola qualidade especial a 35 a libra.
Dito hysson qualidade especial a 25800 a
a libra.
Dito uxim a 2;>600 a libra.
gors a
Pefoe em latas grandes, s.ivel e
15300 a lata.
Papel grave pautado e liso a 35300 a res-
ma.
Passas a 85300 a caixa c 480 rs. a libra,
limito novas.
Palitos para dentes a 160 rs. o maco.
Dito dito de flora 240 rs. o maco.
Prezunto para fiambre viudo lodos os vapo-
res a 900 rs. a libra.
Dito dito a 2-5 a libra. Dt0 do Portn em ban.| a 480 rs a ||brai
Dito nacional al /600 a libra Queiios londrinos chegados no ullimo vapor
Dito preto, muito superior a 25 rs. a libra. a ^ ps a ^rA
Dito dito menos superior a 1 -5600 a libra.
Chouricas novas a 480 rs. a libra.
Champagne (marca aguia) do Conde de To-
ro a 105 o gigo ou 15 rs. a garrafa.
Vendem-se facas e garfos de cabo preto cravado Charutos dos melhores fabricantes do Rio e
a 2^800 a duzia, dilas de balauco de 2 boles para
mesa a (i-5-"o a duzia.
Luvas de Jouvin.
Vendem-se luvas de Jouvin chegadas pelo ulti-
mo paquete, lano para homem como senhoras.
Extractos inglezes.
Dito flamengos do ultimo vapor a 2/200 e
25000.
Dito prato superior a 640 rs. a libra.
Dito dito menos superior a 480 rs. a libra.
Sardinha de Lisboa DHia bem preparadas
em latas grande a 640 rs.
Dita de Nantes a 320 rs. a lata.
Bahia a 800, 15400, 25, 25500, 35,
35500, 45 45500, e 55 a caixa com 100
charutos.
Chocolate francez, de canella la Romain. baSu novo a 2* a ll,,,a-
Caf a 280 e 320 rs. a libra e a 85, 8/500 e Sabo massa a 120, 160, 200 e 240
Vendem-se extractos inglezes muito barato por 9$ a arroba. libra,
serem sido comprados em Icilio a 240 rs. o frasco.' Cf)gnac dc mui,0 ]m qm]\(\M]e a |$ a gar. I Sevadinha de Franca a 200 rs. a libra.
Escovas para denles.
Vendcm-*e escovas para dentes a 120 e 240 rs.
rada urna, dilas muito finas inglezas a 500 rs.
Toucas dc lia.
Vendem-se toucas de lia para menino a 800, 1,5
e I 280 cada urna.
Sapatinhos de la.
Vendem-se sapatinhos de lia para meninos a
400,300 e 640 cada par.
Tesouras.
Vendem-se tesouras para costura a 500 rs., ditas
para unhas a 400 rs. eada urna.
Collarinhos.
Vendem-se collarinhos de papel a 40 rs. cada
um, ditos de linho a 640 rs.
Peales de travessa.
Vendem-se nenies dc travessa para menina, de
borracha, a 500 rs. cada um.
Tocadores de Jacaranda
Vendem-se tocadores de Jacaranda a 2J500 e
2,5800 cada um.
Escovas para roupa.
rafa.
Dito soflrivel a 800 rs. a garrafa.
Cerveija da marca tenente em botija, (en-
commenda feita pelo proprietario do Baliza)
qualidade esta que nao pikle continuar
a vir em censequencia de ficar por preco
muito alto a 65500 a duzia de grandes bo-
tijas e 85 por vinte quatro m< ias, e de ou-
tras marcas a 35, 45, 55 e 55500 a du-
zia de garrafas.
Conservas inglezas, a 800 rs. o frasco e 95
a duzia.
Doces (francezes) em frascas lindamente enfei-
tados em calda de assucar e em alcool a
15 e 500 rs. o frasco.
Dito de goiaba em latas e em caixes de di-
versos tamanhos e objectos pelo qual se
nao engeita dinheiro avista do grande de-
posito que ha.
Vendem-se boles 1
dos a 400 rs. a abotoadura.
Vendem-se escovas muito Unas para ronpa a 400 ^tas francesas e portugueza a 700 e a 500
e 000 rs. cada urna .
Espelhos com eslojo. I ** aww-,nft ...
Vendem-se espelhos com estojo para navalhas a tilla secca a ztKJ rs. a IiDra.
2, 2J500 e 2800 cada um. Figos novos a 320 rs. a libra e a 65 o bar ili-
Adereeos pretos. j nho.
Vendem-se aderecos pretos a 2200 cada ade- pruta em calda de assucar em latas a 500
re5- rs. a lata.
lSSroTira collete e vest- Frta do Maranho, muito superior, a
I 46o rs. a libra.
------------------- Dita de trigo, a 120,140 e 160 rs. a libra.
,Bo,,1?.1e?c,!aT0.8*(, ., Frasqueiras com genebra de laranja, de
I raulatinha recolhida.de elegante figura, idade 'ii-,,,!- P rf- Hamhnnm de diversos
de 13annos, cora habilidades, 3 eseravas, 1 bom "0anua, e ae HamDUigo, ae aiversos
cscravo mulato, Iwm criado, cozinheiro e boleeiro, precos conforme os tamanhos.
t escravo de idade 38 annos para lodo o servico Garrames vazios, de 5oo a 15200.
por 8SQE : na travessa do Carmo n. i.________ Gomma do Aracaly a 100 rs. a libra.
HaiW da Pnrtn Dita menos superior a 00 rs. a libra.
Meid uu rui tu. Graiu a ,20 ^ a lata e 15300 a duzja
devS! R 'adSlTe SS*& U*** francezes das melhoresfructas da Eu-
algodao, por preco mullo commodo. i ropa em garrafas lindas e de diversos ta-
Sevada a 120 rs a libra.
Toucinho de Lisboa, de Santos, a 320 e 300
rs. a libra.
Tijolo para limpar facas a 140 rs. cada um.
Vinhos, nc^tegeneno o armazem Baliza lem
o melhor sortimento possivel, Lagrimas
do Douro, Maria Pia, Cames, Rucage, D.
Pedro II, D. Pedro V, e Raliza, que se
vende muito barato em vista de sua espe-
cial qualidade a 105000,125000 e 1550OO
a duzia.
dem esquesitos como sejam Cherry, e Madei-
ra, Velmute, etc., de 155000 a 205000 a
duzia.
dem de Figueira, Lisbda e Porto a 35000,
45ooo e 45500 rs. a caada
dem de L-sb-a de minha propria marca em
ancora de 8 '/i a 9 caadas por 285000
a ancora, e da Figueira de 8 1 a 9 ca-
adas a 285000 rs.
Vinagre de Lisboa em caada a 15600,158oo
e 25000 rs.
dem mais baixo a 15280 rs. a caada.
Idtm de Lisboa era garrames cora ? garrafas
por 15200 rs. com o garra fio.
Vellas de espermacete superiores a 600 rs.
o maco.
dem de carnauba de 320 a 360 rs. a libra,
em arroba de 95000 a 105ooo rs.
Vassouras do Porto com arcos de ferro a 4oo
rs, cada urna.
Vinhos de Rordeaux neste genero temos as
melhores qualidades que se fabricam em
Rordeaux, tanto branco como tinto, e espe-
ramos por todos os vapores francezes, uns
pequeos barris contendo cada um de 85
a 90 garrafas, e qne sero vendidas o mais
barato possivel.



Diario de Pernanibiico Wabbailo 11 de Dezembre de 1863.

III\ DO QUEMADO L0J4 \. H.
ESTEIRAS PARA SAEAS.
Loja de fazenda de Angosto Fredcrico dos Santos Porto.
esleirs para sala, com diversas larguras
mnis mdicos do que em otitra quakmer
A csie cstabclci-imcnto ebegou vira ptimo sortimento de
da mais suporior qualidde que se vendem por presos
parte.
Enfeltes pura bailes.
Os mais Mirados enfeites para baile se cncontram neste estabelecimento : assim como:
LVAS fK PELLICA DE JOVIN para homens e srahoras.
CU APEOS I)K PALHA DA ITALIA para .senhoras, entenados com flnissimas flores.
CHAPEOS DE PALHA para meninas, enlejiados com finos veos de seda, litas e flores fiaas.
CHAPEOS DE PALHA DE COR para homens a 1,5*01), 3*300 e 45000.
CHAPEOS DE SEDA PRETOS para homens, de superior qualidde a 95000 e 105000.
CAMISAS INCLEZAS carn colarinhos, peilos e pininos, de linho, a 425000 a duzia.
CAPAS DE SEDA PRETA para senhoras, enfeitadas, e bordadas de diversos gostos de 225 a 505000.
CAPAS ESCOCEZAS DE CASEMIRA para senhoras, enfoiUdas com ricas franjas, a 228 e 235000.
Ti'i i'slc t'-taliclecimeiilo sorlimcnio de fazendas de seda, laa, linho e algodao, como sejam sedas
pretas e de cores, lias para vestidos, panos finos, easemiras pretas e de cores, toalhas para mesa e
eiinnlanapos de linho, bramante largo para lenges, platillias, baldes do arcos e de masselina, esgniSes,
dam seos, chilas e outras limitas fazendas que se venden por mdicos precos ; na ra do Queimado
m. 11.
m
ROUPA FEITA
NO
ARJIIZ11I
DE
^>wm fc ^%Wk
*fc
D~a d wramDD-n'D
IETREIRO VERDE.
Neste estabelecimento ba sempre ura sortimento completo de roupa feita de
todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vontade dos concor-
rentes, para o que tem um dos raelhores professores, assim como tambem tem um
grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras,
homens e meninos.
gv Casacas de panno preto, 350 e 3O50O0
&> Sobrerasaew idem, 300 e 25*000
f* Paletos idem e de cores, 255,
.< 20*. 15,1 e......10,5000
& 12?, 103 e......
>T| Ditos de alpaca, 5# e. .
<& Ditos ditos pretos, 95, 73,
>M 50 e........
te.' Ditos de hrim e ganga de co-
<> res, 4 5500, 4, 35500 e. .
f Dilos branco de linho, 05, H e
*-, Ditos de merino prcto de cor-
?} dao, 105, 75 e.....
'A Galeas de casemira preta, 125.
m ID L vS5 e......
J' Ditas de cores. 95, 85 e. .
S*
2& Ditas de meia casemira de co-
Colletes de fusto e brim bran-
co, 35500, 35 e 25500
Seroulas de brim de linho,
25400 e......25000
Ditas de algodao, 15000 e. 15400
Camisas de peitos de linho,
55, 45, 35 e.....25500
Ditas de madapoln. 35,
25500, 25 e.....15600
Chapos de massa. pretos fran-
cezes, 105, 95 e. 85500
45000 Ditos de fltro, 55, 45,35500 e 25O0O
Ditos de sol, de seda, 125,
55000 H5, 75 e......45500
Collarinhos de linho fino, ulti-
75000 rna moda....... 640
75000 Sortimento completo de grava-
tas.
75000
35500
35500
35000
ESTABELECIMENTO COMMERCIAL
DE
;G4LDER4RI4 E FUMIGO DE 1ETVFS,
Sito aa rna do Briim n. 40 Junio
a fundirn do Mr. Bowmam. pertenecnte a
Villana linio A C.
Neste estabelecimento encontrar os freguezes um completo sortimento i
de tudo que diz respeito as artes de caldereiro, funileiro, latoeiro, ferreiro e '
fundifao, e os abaixo asssignados que o dirigem, promettem servir a todas as
pessoas que se dignaran de os procurar, com promptidao, sinceridade e pro-
cos milito raseaveis. 0 dito estabelecimento estando montado em ponto
grande, tanto no que diz respeito a pessoal, como em materia prima, e tendo
habis officiaes, pode executar cora toda a perfeicSo e seguranca qnalqaer
obra tendenle as artes cima mencionadas e alToitamente pdem os abaixo as-
signados assegnrar ao publico que nenhum outro estabelecimento lhe pode
fornecer mais barato e mais perfeito do que elles, visto que recebem de sua
propria encommenda todas as materias empregadas em ditas obras.
Alambiques simples e continuos de to-. Sinos de 16 libras 8 arrobas.
dos os tamanhos e dimencoes.
Machinas de cobre para destilar e res-
tilar espirito at 40 graos pelos sys-
temas de Logier e Derosne.
Carabucas e serpenfinas de cobre, a
estando, avulsas.
Takas e tachos de cobre para engenho Bombas para cacimbas,
e refinace. de repucho.
Paroes de cobre e todos os cobres ne- Bombas para destilaces.
cessarios para o fabrico do assucar. Ditas para regar jardins, hortas e
Cobres para rodas de moer mandioca. I capim.
Machinas econmicas para lavar roupa Ditas para navios e barcacas de varias
o melior possivel. I qualidades e dimencoes.
Cobre em lencol e arrodellas, estanho em barrinha, chumbo em barra,
lencol e canos de todas as grossuras.
Villana hmo A C.
38RA DO IMPERADOR38
Parafuzos de bronze e ferro para ro-
das d'agua.
Torneiras de bronze e bronze para
engenho.
Encanamentos de cobre e chumbo de
todas as grossuras.
aspirantes e
res, 55300 e.....45000 Toalhas para rosto, duzia, 115,
Di as de princeza e merino prc-
to de cordo, 55, 45500 e
Ditas de l>rim branco e de co-
res, 55, 45500, 45 e .
Ditas de ganga de cores,
35500, 35 e.....
Coiletes de velludo preto e de
cores, 95 e......
Ditos de casemira preta, 55 e
Ditos de ditas de aires 55
He........
Dilos de setim preto. .
Ditos de ditos c seda branco,
65 e.......
Ditos de gorguro de seda
pretos e de aires, 65, 55 e
5
65000
15280
95 e
45000 Atoaihado adamascado de li-
nho vara......
25500 Chapeos deso, de alpaca, pre-
tos e de cores.....450001
25500 Lences de linho..... 35000 8|
Cnbertas de chita chineza.. 25000
75000 Pennasd'aco, as mais superio- n
45000 res, a grosa...... 000 yJ
Relogios de ouro orizontaes,
35500 905. 805 e......705000 |P
55000 Ditos de prata, galvanizado, H
patentes e orisontaes, 405 e 305000
55000 Obras de ouro, adercos, meios
aderecos, puleeiras, rozetas,
45000 aneis e cruzes. 5
m$%xm
%,/$%*&< ^\7\ /JA *?
NOVA LIQUIDACAO
de faadas ntrleras, francesas, allemaase snissas'
1 ne |iri'Ii'iiili'iii li<|iii(!ar antes ila fcsla dona
11!, puf pnros liar.itissimos, aliiu de apurar di-
nlieiro, sendo a niaior parle destas fazendas in-
teiramenti' nova, ehegadM pelos ltimos rano-
res ; ita ludas se dao amostras, dcixando penlmr :
na luja c :u iiiazcni do pavao, ra da Inipcratriz
n 60,de Cama & Silva.
As l,i /.inlias do paran.
yendra-se as modernissimas lazinhas eom 9 As bretanhas do pavao.
p:i!:iin< de largura, sendo lisas e de qiudrinnns, I Vcnde-se lirelanha de alirudao cm pecinlias de
|ir i; i' is |Kira vc-!iilns. capas soniamliaipics pelo rolo, cada peca cun 10 varas, pelo diminuto preco
Agua Hatural de Condllae,
muito recommendada as affeccoes do tubo pastro-inlestmal, nos dos rins, e bexica ourinaria, pelas
snas propriedades alcalinas, e o acido carbnico que naturalmente'contm em susnensao, de precc
mais commodo que a apua de Yichy, e de propriedades tal vez superiores pela frrande quantidade de
acido carbnico. Injecqao Hrou, agua d l Chalen, rupahiba de Mepe, injertan Fugas le talo
de zinoo, muito recommendada as fronorrheas. Le rroii franrez verdadeiro ; na mesma casa tem
algumas caixas de instrumentos cirurgicos para operagoes de Matieu e Charriere.
SDRt'lWFSTO PARA & ffA
SO
3ON A H H 1WAZXS
CONSERVATIVO E CONSERVADOR
M
N. 21 e 23UKGO DO TERQO -V 21 e 23
li:iam.
Manteiga ingleza perfeitamente superior a 880 e 900 rs. a libra.
dem franceza, a 560 rs. em barris, ha almiimento.
Caf do Rio da Ia qualidde a 280 rs. a libra, e a arriba a 8,500 e 8,700 rs.
Arroz pilado, HHi a libra, e a arroba 2,800 em sacco 2,700.
Cha de primeira, segunda e terceira sorte a 2,8oo, 2,5oo e 2,ooo rs. e i,800 do preto.
a libra.
Palitos do gaz mandados vir por conta a 2.3oo rs. a groza.
Vinho Figueira e Lisboa, a 48o e 4oo, rs. a garrafa e a caada a 2,8oo, 3,500 e
4,ooo rs.
Goma de engommar, 100 rs. a I bra e a arroba a 2,700 ou sacco.
Milho alpista o mais limpo que ha a iOOrs. a libra a 5,000 rs., a arroba,
lijlo francezde grande tamanho a 44o rs. cada um.
! Toucinho de Lisboa muito novo, a 32o rs. a libra.
Queijos do reino do ultimo vapor, a 2,ooo rs.
Velas de espermacete, e carnauba a 6oo e 3oo rs. a libra.
Azeite doce de Lisboa a 61o rs. a garrafa, e de carrapalo a 28o
Baidia de porco relinada, a 48o e 44o rs. a libra.
mmmmmmmmam
PERCALAS DE LAA
a :iO rs.. so o pavo
Vcnde-se esta nova fazi-nda de laa denominada
prccala. lea i palmos de largura, com os mais mo-
deruos padrOcs, de qnadros elistran, com lindas
cores, priprios para vestidos, e sendo una das fa-
zendas mais modernas que ha |iara a (esta, e vcn-
de-se pelo barato preco de :il>0 rs o covado : na
loja do pavao, na da Fmperatrli n. 60, de Gama & | Servcja de todas as marcas a 500 rs. a garrafa.
I Silva.
barato precu de IJllO o covado, ditas com 4 pal-
lims, i-> deiptadrinhos aSOO rs., ditas garibal-
ina a 400 rs., ditas enfeitadas de quadrinhosa
300 r<., bareges matisados mnilo linos a 500 rs
li.izinlias transparentes com palmas de seda a 500
i-., ditas inatisndas a ;I20 rs. o covado : s na loja
ai, na da Iniperatriz n. 60.
Orosili-aaiilcs a 1:500, na loja do pavSo.
Ia;.iil.i a 14380, 15CO0, 14800 c 48000 : sna
q|a do pava, i na da liuperatriz n. 60.
0 pavo vende os earlinarios.
Yervlem-se riens cortinados adamascados pro-
pi ios para jaih'llas, c camas para noivos, pelo la-
ralo prei.i de 93000 o par : na ra da Iniperatriz
ii. 60, l"ja do pavao.
Instan do pavo.
Vende-se fusto liranco para vestido e roupa de
ineiHnas a 800 rs. o rovado, dito de palminlias a
3* rs., tariaiana de palminhas a USO r>., !i! bran-
eo liso, e tai latana liranca e de cores a 8(10 rs. a
vara-: na ra da (mpCratriz n. 60, loja de Uama 4
Silva.
A caiiialia do pavo.
Vendo-so Para de carnauba em sacco.-. por preco
muito em cunta, mi mais barato do ipie em oulra
oiialqoer paite : a tratar na na da Imperatriz n.
0, luja de (iaioa i\ Silva.
A 104000; s pavao.
a' >oiiIi i'liaiqiie.
vestidos a tOgOOO, so na loja
do pavo.
dem se os mais modernos vestidos de laazi-
nhas li'.iiisjiaii'iiles com lindas lianas bordadas,
s i! t-eniiai'|!ie, irazendo cada um o enleje pre-
risn para u enr|, sendo fazenda chepada pelo ul-
li'iio rap >r fraieez, mallo propria para o teinpo de
Ir-si*, e venil.'iu-se |>t'lo daratissimo preco d 103,
na I ija do pavao, ra da Iniperatriz n. 60, de Gama
<\ Silva
G'i ricos vestidos a sonlambar-
qne. qaic chegaram para a loja
lo pavo.
r.liejraraiii pelo ultimo vapor francez os mais
reos vestidos soutambaripie, sendo com assaias
ji feilas e ricamente enfeitadas e guarnecidas,
leudo a prwis fazenda para fazer o enrpo; com
mus c.ini|ieteiites soutambarques primorosamente
licitado.-, rindo tudo cm um s carian, assim ro-
ino as mais modernas ramisinhas com niaiicnilne e
|Hinnos a lialaoricamenle enfeitados, e veidem-se
puf proen favorawl : na loja o armazem do pavao
na ra da Iniperatriz n. CO, de Gama Silva.
Os modernissimos vestidos do
pava*.
Araba de chegar um variado sortimento dos
mais modernos cortes do laazinhas, propriis para
restlos, tendo as barras priinorosamente matiza-
tratewto bada um corle se.u n^urin' para
mo-tia : e veinle-se na loja do pavao, na da Jm-
reatriz n.CO, de Gama & Silva.
de 3 muito superiores a 25 a duzia : na loja do pavao,
ra da Imperatriz 11. 60, de Gama 4 Silva.
0 pavo vende para lulo.
Vende-se finissinio setim da China, fazenda sem
lustro, profiri para vestidos de scnliora, para ca-
pas e roupa para homeni, tendo esta fazenda seis
palmos de largura e sendo muito leve, vende-se
pelo baratissimo preco de 3-00 o covado, Raran-
lindn-se qoe nao se" torna ruca, e vende-se nica-
mente na ra da Imperatriz n. 60, loja do pavao.
Scvaila nova, a toO rs. a libra a a 2,80o a arroba.
Passas nov*s, a 480 rs. a libra e emcaixa ha abatimento.
Sabio amarcllo de 200 a 240 rs. a libra.
Batatas a 4o rs. a libra.
S nos armazens do largo do Terco.
FUi\I)I(AO DO BOWiHAtf-RUA DO
Este muito acreditado estabelecimento est prvido de um completo sortimento df
machinismos proprios do fabrico de assucar, a saber:
Machinas de vapores as mais modernas e mais acreditadas.
Rodas d'agua de ferio com seus pertences.
Moendas e meias moendas de todos os tamanhos.
Rodas dentadas, angulares e de espora.
Taixas de ferro batido e ceado.
0 pavo vende rrtrs de caifa.
Vendem-se cortes de caifas de casemira de co-
res a 23400, dilos de cachemira da Escossia a
23240. ditos de panga a 13600, ditos de brim de, _
uma s c.- a ?324o, ditos de castor a 13280, ditos Boceas de fornalha peto novo systema Wetson.
de casemira preta a 43000 e 53000, ditos do case-1 Alambiques de ferro fundido.
Fornos para cozer farinha.
Moinhos para moer mandioca.
Arados americanos, etc. etc.
mira fina de cor a 53500 : s na loja do pavao,
ra da Imperatril n. 60, de Gama & Silva.
iiaura prcla ie Ha,
Vende-se tranca preta de laa, lisa, para enfeites
1 de vestidos, zuavos e roupas do meninos a 120 e
160 rs. a peca : s juciii lem o ueija-flor na ra
d Queimadn n. 6:1.
Sal Lisboa
Vende-se superior sal de Lisboa, abordo do brt
I (file Constante : a tratar com Manoel Ignacio de
Oliveira & Fillio, larjiodo Onrpo Santo n. 19.
x armazem de fazendas bara-
ta de Mantos Coellio
RA DO QUEIMADO N. 19 VENDE-SE O SE-
GUISTE :
Esleir da India
para forro de sala, de 4, 5 e 6 palmos de largura,
Vendem-se as casas terreas seyuintes: urna por menor preco q que em outra qualquer parte.
na na de Santa Rila n. 31, coin um prande soto
I repartido, non dita no fundo com a frente para a
ra Nova n. 22, uma dita na rna Velha u. 59, bair-
o da Boa-Vida: a tratar nesta ultima.
Cal de JLlsboa e potassa da
llnssia.
Vende-se na ra da Cadeia do Recite n. 26, para
onde se niudou o antipo e acreditado deposito da
inesina ra n. 12, amlios os eneros sao novse
leeitimos, e se vendem a proco mais barato do que
utra i|iiali[uer pane.
Iiua da se7.a I la Nova u. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
ferro coado libra a 110 rs., idem de Lo*
Moi-tr libra a 120 rs.
Sapatos para senhora a 210 rs., sapatoes de cou-
ro de lustre framvzes a 33, burxeguins para ho-
mein a 2.3'iOi), ditos franeezes a 43, sapatos de to-
pete para seulHira a 6i0, pira li nnein a 800 rs., to preco de 33000.
snalos de marroipinn com salto obra de 33 a
13500, mi patos de rastre para senhora a 800 rs. :
na ra dos Quarteis n. 2i, junto a loja de funi-
leiro.
Lencos
do panno de linho pelo barato preco de 23000.
Lentes
de bramante de linho fino pelo barato proco de
33000.
Cohf ras de chita da India
pelo barato preco de 23000.
Lencos de cassa
brancos, finissimos, proprios para algibeira pelo
baratissimo preco de 230 X) e 23400 a duzia.
Gatabraia adamascada
para cortinado, pelo baratissimo proco de 103000
a peca.
Pecas de eambraia
de salpieos, fina, com 8 1/2 varas, pelo baratissimo
preco de 43-
Fil lis fine
pelo baralissimo preco de 680 rs. a vara.
Bramante de linho
fino comdez palmos de largura pelo barato preco
de 23300 a vara. ^
Toalhas altochoadas
para mao pelo baratissimo preco de 53000 a du-
zia.
Pecas de brelanha
de rolo com 10 varas propria para saia, pelo liara-
Sebolas em resteas a 600 rs. o cenlo, muito
novas, vindas no Sijmpathia : na ra do Vigario
n. 8.
Na ra Imperial, defronte do cliafariz. vendem-
se as seguimos mercaduras, pelos baralissimos
precos :
Duzia de marroquim 183, uma pelle 13600.
Duzia de bezerro 403, urna pelle '13500.
Duzia de meias cruas para lioiuem 13800, par
160 rs.
Duzia do meias brancas para senhora 23500, par
240 rs.
Duzia de baralhos de cartas portuguezas finas 23,
baralho 200 rs.
Duzia de baralhos de sartas francezas 33200, bara-
lho 280 rs.
Duzia de pentes em masso para atar cabello 13700,
um masso 2i 0 rs.
Duzia de ditos em caisinha 43500, uma caixinha
500 rs.
Borracha para borzeguins, jarda 13800.
Filas do laa para liorzeguis, peca 180 rs.
Ditas de seda n. 1 1|2, pega 210 rs.
Fivelas para sapalos, groza 400 rs.
Fita* lavradas n. 4, peca 13-
Ditas largas n. 6, peca 13600.
Ditas dilas n. T, peca 13*10.
Ditas ditas n 9. peca 23.
Dius ditas n. 12, |ieca 23500.
Duzia de sapatos de tranca escosse 183000, par
13600.
Pini it'KNTA
Bolos franeezes em caixinhas com diversas es-
tampas no exterior da caixa, e em latas as mais
deliradas para mimo, e muito proprias para en-
feites de bandejas ou pralos a 800, 13000,13200,
13500 e 23 as caixiHhas : na ra do Queimado n.
7, armazem unio c rommercio, e pateo do Carino
n. 9, armazem progressiv.
PECHINCHA
como WUtfCA IIOI VE
NO
ARMAZEM
io im iu.o ha pi;\ii \ to
Francisco Fernandes imarte dono (leste muito acreditado armazem
de molhadns, acaba de receber neste ultimo vapor os mui desojados gneros escolhidos
por elle na Europa, todos muito proprios para a festa os quaes est resulvido a vender por
prec >s baratissimos como verSo pela seguinte tabella, e mesmo pede a todos os Srs. da
praca, de engenhe e lavradores para que mandem suas relaces para serena despachadas
no armazem do Progresso do largo da Penlia n. 10, alim d verem a grande vantagem
que tiram, tanto na superioridade dos gneros como nos precos asss resumidos,
os Srs. que n3o poderem vir poderlo mandar seus portadores ainda que n5o tenham pra-
tica, que ser3o ti5o bem servidos como se viessem pessoalmente.
0 interesse que tira o proprietario deste acreditado armazem, j deve ser bem co-
nhecido pelos seus numerozos freguezes, pois simplesrocnteconsiste cm senir bem ega-
nhar pouco, aflm de conseguir a continuafao daquellas pessoas, que a primeira vez se dig-
narem honrar o seu estabelecimento.
Queijos flamengos chegados neste ultimo Sevadinha de Franca a 2oo rs. a libra
vapor a 2,ooo rs. : ., ...
r Sevada muito nova a loo rs. a libra.
dem do vapor passado a l,8oo rs. .
Idem prato muito novos e de superior qua- Cominhos, ervadoce e ptmenta do reino a
lidade a 4oo rs. inteiro, e a 5oo rs. a m r9' a "ra-
libra. Genebra de Hollanda a 5,">oo rs. a frasquei-
oce de goiaba fino em caiies com 2 /*! H^J2 frascos' e a reta,ho a ^
ibras por 6oo rs.
dem mais baixo a 5io rs.
cada um.
dem cm botija liamburgueza a 4oo rs.
Manteiga ingleza flor a mais superior do Genebra de laranja a i,ooors. os frascos
mercado a 72o rs. a libra. grandes,
dem de segunda qualidde a 64o rs. a libra. ...
Vinho de caj o melhor que ha no mercado
Manteiga franceza de primeira qualidde a a l.ooo rs. a garrafa.
5tio rs. a libra, e 52o rs. em barris ou' .. ,
meos< Palitos do gaz a 2.3oo rs. a groza e 2o rs.
a caixinha.
Cha perola neste genero nao ha nada a de- dem de denles lixados a IGo rs. o maco com
sejar, e de especial qualidde, mandado 2o macinhos.
vir de conta propria a 2,8oo rs. a libra.
dem huxim o melhor do morcado a 2,0oo Ervilr ceas cliegadas neste ultimo navio
rs. a libra. a.,(, rs- a llbra- em porfo se faz aba-
Idem de segunda qualidde a 2,ooo rs. a tmenlo.
Banha de porco refinada a 48o rs. a Vibra e
42o rs. em barril.
libra.
dem hysson muito superior a 2,5oo rs. a li-
bra.
dem preto homeopathico muito fino a 2,ooo
rs. a libra.
Vinho branco de superior qualidde proprio
para missa a 64o rs. a garrafa.
Bolachinha de soda chegada neste ultimo
navio a 1,33o rs. a lata, deste genero ha |
grande porco e de differentes marcas,'
que se vendem todas pelo mesmo preco a Wem francezas em frasco de vidro com tam-
vontade dos compradores. Pa (l' mesmo contendo 1 '/libra a 1,2-o
Ameixas francezas em raixinhas elegante-
mente en'eitadas com ricas estampas a
1,2io, 1,500 e 2,ooo rs. cada tuna.
rs. s o Irasco val quase o dinheiro.
dem em litas de 2 libras por 1,4ors.
a realho, e a 8oo rs. a libra.
Iem em latas grandes a 2,ooo rs.
dem propria para lanche em latas grado*
a I.Oou rs.
... ... .. ... Figos de comadre mnilo novos em bahuzi-
Marme ada imperial dos me hores fabrican- n|,os inuilo propr0; Iiara mimo al ,28o n
tes de Lisboa a 64o rs. a libra.
.. ,. j i f ,,lem em caix'1s P-ira relalho a 16o rs. a
Frotas em calda em latas de l.ooo a 5oo rs., j5ra r
ne.-tc genero ha diversas qualidades a es-
colher. Passas e carnada a 48o rs. a libra e em
, quarto com 8 libras por 2,5oo rs.
Champanha superior das marcas mais acre- K '
ditadas a l.ooors. agarrafa e 15,000 rs. d- ...
o R0 "olaxmhas mglezas de superior quadade a
2,ooo rs. a barrica, o a 2oo rs. a libra.
Serveja das melhores marcas que vem ao
mercado a 5oo rs. a garrafa o a 5,ooo rs.
a dii/.ia
dem preta snperior a 56o rs. a garrafa e a
5,4oo rs. a duzia.
Vinho Bordeaux de dilTerentes marcas, e as
melhores do mercado a 7.ooo, 7,5oo e
8,ooo a caixa rom uma duzia, e em gar-
rafas a O'o, 7oo e 8oo rs., garante-se a
boa qualilade.
dem Figueira de superior qualidde a 48o
rs. a garrafa e 3,oo rs. a caada.
dem de Lisboa a 2.8oo rs. a caada e 4oo
rs. a garrafa.
dem do Porto de superior qualidde para
mesa a 5 JO rs. a garrafa, e 4,ooo rs. a ca-
ada.
'dem fino do Alto Douro da colheita de 183Q,
como sejam: D. Luiz, Feitoria vellio, Nc-
tar, Carcavelles e Cames em caixa de
uma duzia a 9,ooo rs.
Lagrimas do Douro, especial vinho do Porto
a l.ooo rs. a garrafa e lo.ooo rs. a caixa.
Duque do Porto, Madeira secco, duque ge-
nuino, lagrimas doces a 9oo rs. a gna-
la e 9,5oo rs. a duzia.
Garrafoes com vinho do Porto a 2,2oo rs.
cada um.
Vimgre de Lisboa de superior qualidde a
2oo rs. a garrafa e l,2oo rs. a caada.
Azeite doce refinado em garrafas grandes a
8oo rs.
dem de Lisboa a 64o rs, a garrafa, e em
caad a a 4,8oo rs.
Presuntos ingiezes para fiambre a 7oo rs. a
libra,
dem de lamego encommenda particular a
48o n. a libra, e inteiro se faz a!>atimento.
Toucinho do reino o melhor do mercado a
320 rs. a libra, e em arroba a 9,ooo rs.
Velas de espermacete de 4, 5, e 6 por libra
a 56 rs., e em caixa se faz abatimento.
dem de carnauba refinada a 32o rs. a libra
e 9,ooo rs. a arroba.
dem de carnauba pura do Aracaty a 4oo rs.
a libra e lo,5oo rs. a arroba.
Gomma muito fina e alva a 8o rs. a libra.
Aramia verdadera a 32o rs. a libra.
Farinha do Miranho muito alva e cheirosa
a 12o rs. a libra
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
I
Chocolate francez o melhor que se pode de-
sejar neste genero a l,ooo rs. a libra.
Macas para sopa estrelinha, r-pvide, arroz de
maca a 48o rs. a libra, e em caixa a 2.ooo
rs. cada uma, m cariaao, tallierim, eale-
triaa 4oo rs. a libra.
Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra.
Avelans muito novas a 2oo rs. a libra.
Ervilhas francezas muito novas em tetas
grandes a 64o rs.
dem em ditas pequeas a 4oo rs.
M;u;a de tomate em latas de 1 e 2 libras a
64o rs.
Salmo em latas de 1 [i libra a 8oo rs.
Lagostinho em latas grandes a l,4oo rs. ca-
da uma.
Sardinhas de Nantes a 36o rs. a lata.
Cognhac inglez a 8oo rs. a garrafa.
Licor francez das melhores marcas do Bar
cado a 8oo rs. a garrafa.
Batatas chegadas neste ultimo navio em cai-
xa com duas arrobas por l,6oo rs., e lo
rs. a libra.
Concervas inglezas a 75o rs. o frasco.
Sal refinado em potes a 5oo rs. cada um.
Mostarda ingle a a l.ooo rs. o frasco.
dem franceza a 4oo rs. o pote.
Mdho alpista a 16o rs. a libra e 4,8oo rs. a
arroba.
Graixa muito nova era latas grandes a 120
ris.
Latas com peixe em posta ermeticamente
lacradas das melhores qualidades de pei-
xe que ha em Portugal a l.Soo rs.
Caf lavado de 1* qualidde a 32o rs., dito
de 2 a 28o rs. a libra e 8,2oo rs a arro-
ba, dito de 3a a 26o rs. a libra e 7,8oo
rs. arroba.
Charutos suspiros dos melhores fabricantes
de S. Eelix a 2,3oo rs. a caixa com loo
charutos.
dem finos de diversos fabricantes a 1,6oo.
l,8oo e 2,ooo rs. a ciixa din loo charu-
tos, fo preco nao indica a boa qualidde
porm deem-se ao tratalba de virera ou
mandarem e ver3o a realidade.
L
J


Mario de PernaMbuce Mabbauo 1 de Rtzewbro le iGS.

ARMAZENS
DO
UNIO
COMMERCIO
PROGRESISTA
RIJA HAS CUITZjES \. 36
E
RA DO CRESPO N. 9
! balrro de Manto Antonio,
joaquim Jos ornes de Soiiza scientiGca a seus numerosos fregue-
zes e ao publico em geral que acaba de estabelecer um novo armazem de molhados nao s em limpeza e aceio, como as qualidades especiaes de seus gneros. O proprie.
ra do Crespo n 9, aonde se encentrar sempre os methores gneros de estiva, que tario do Unido e Commercio offerece todos os senhores da praga, senhores de engenho
se venderao a retalho e por atacado, por menos dos que se venderem em outra qualquer e lavradores a seguinte tabella, por onde verlo a grande economa aue lhe resulta om cousa'de muitogosto, e a primara vea qu appa-
^ rece para as senhoras de bom gosto : s no Vgi-'
parte, affiancando-se aquellas pessoas que comprarem nestes armazens a superior qua" comprarem era Ufo til estabelecimento, afianeando o mesmo todo e auatauer llenero ,ante rua do Cn*v n. 7.
Pentes de concha.
lidade de gneros, precos commodos e bom acondicionamento. sahido de seu armazem.
O armazem da rua do Crespo situado no mclhor local desta cidade com o as- Bollinho francez em latas e caixinhas asmis
., delicadas que tem vindo ao nosso mrca-
selo que e de neeessidade manter-se com estes estabelecimentos, faz erer a seu pro- ,j0 e 8oo a c,00o rs a caj^nua.
pnietario, que nioguem deixar de sortir-se n'um estabelecimento aonde seencostra sin- Manteigainglezaperfeitamente flor, mandada
VJBQV1MI
Hefronte da loja do Preguiea.
DUARTE A fiUKIll A
acaba de abrir o seu grande e sortido armazem de molhados denominado Unido e Com-
mercio. Este grande armazem um dos raais bem montados que temos em nossa praca,
AGENCIA
DA
FUNDICO BE L0W-M00R.
Rua i Sema lia ora a. 42.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos os
tamanhos para ditos.
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston & C,
rua da Senzalla Nova n. 42.
0 GALLO CANTA
Ja sabido que, quando chega o vapor da Eu-
ropa, o gallo cania annunciando aos seus numero-
sos freguezes as galanteras de mais gosto e da ul-
tima moda que |ior elle recebe, como sejam :
Camsinhas para senhoras.
Riquissimas camisinhas com na ugn iros e gra-;
vatinlias para senhoras : s no Vigilante, rua do
Crespo a. 7.
Cirigolinhas.
Rlqoissimas cirigolinhas ou gravatinhas, sendo
Pentes sen Iguaes.
Riqusimos pentes de concha para o novo
ponteados conforme os figurines (tic vem na
incsiiia caixioha : ua loja do gallo vigilante tua do
Crespo n.7
0 PcrtiRie da Moda.


AG-TTA FLORIDA
De Munay & Lanman.
ceridade, para ir-se comprar aonde se ro offerecem tantas vantagens.
Scndt este armazem ao verdadeiro ponto de partida para os arrabaldes desta
cidade, nao ser diflicil quelles senhores que tem de partir nos mnibus darem suas
'ucommendas neste armazem, que sempre lhes offerecer os mais agradaveis gneros.
Cha pereda de especial qualidade a 2,8oo rs. dem muito superior a l.ooo rs. a garrafa.
a libra,
dem hysson muito superior a 2,7oo rs. a &f a 28 e 32 m a ,ibra' e a 8'000 c
libra. j 9,000 rs. a arroba.
K^2&V& Ceneja dasmemor? marca, do nc^ me,
Klrm ana a 2,ooo rs. a libra. | "da d ^ a 6,ooe rs. a duzra, e Seo
dem prelu de qualidade muito especial a "
2,ooo rs. a libia. Conservas inglezas a 75o rs. o frasco e 8.600
lilein idem inferior a l,600 rs. a libra. rs. a duzia.
Champagne a tnelhnr neste genero a i.000 Doce em calda a Boa rs. a lata.
'$. a garrafa e 18,ooo rs. o gigo. -, "'. .
dem inferior a 10,000 rs. o gigoe l.ooos. Idem de g?,a,)a. em caixase diversos tama-
a garrafa. 1 nQ0S e ^ diversas qualidades de 6io a
l.ooo rs. cada urna.
Chocolate francez, hespanhol, e portuguez, a .
a 9oo e 1,2oo rs. a hbra. Erv,,has franc8MS mu,to novas de 48 a 64
Charutos dos metliores fabricaates da Bahia ,, __
ede quahdades, especialmente escoltados, Idwtt ""** a 72 lafa-
vir de conta propria, a 7oo a 800 rs, a
libra.
de 2,ooo a ,5o rs. a cabra.
I
de-m seccas a 2oo rs. a libra.
K.w uha do Maranho muito alva a i 4o rs. a Vassouras do porto com arcos de ferro a 32o
libra
rs. cada urna.
Idem de araruta verdadeira a ioo rs. a libra. vaia~ 1 ,. ,., ,
1 Velas^ de espermacete da melhor qualidade
Viiilio do Alto Douro engarrafado, e os mais a 600 rs. o maco.
superior, Malvar lina, Basiardo, e outros
a ll,doo e l2,ooo rs. a duzia e l.ooo rs.
a garrafa.
Idem Clierrv e Madeira a t,3oo rs. a garra-
fa e 10 000 rs. a duzia.
Mein Hordeaux de diversas marcas de 8,oooJj
a lo.ooo a duzia, e8oo rs. a garrafa.
Bolaxinhas americanas a 3,ooo rs. a barrica,
e 2oo rs. a libra.
Batato! muito novas a 1,000 rs. o gigo, e 60
rs a libra.
Banha de porco retinad:! a i8o ES. a Fibra, e
m barril a Vio rs.
Vuiho era pipa de Lisboa, e Figueira, de.3,ooo
a 4,000 rs. a caada, e 5oo rs. a garrafa.
Mi iu de Lisboa em ancoretas de 8 a 9 cana-
das por 27.000 rs.
Mm do Porto muito especial a 5,5o* rs. a
.aada e 72o rs. a garrafa.
Mem em garrafoes com i '* garrafas por
.%oo rs. com o garrafo.
Vinagre de Lisboa muito supuriar a 2,ooo
rs. a caada.
I'bnu masbaixo:i I.Soers. a caada, e 2oo
garrafas por
rs. a garrafa.
Idem em garrames cora 4 lf%
l,2oo rs. cora o garrafSo.
.Manteiga ingtuza a 600, 7oo, 800 e 9oors. a
libra de primeira qualidade.
Ideai franci'za a 5tk> rs a libra em barril, e
a (ioo rs. a retalho.
Ammn fraiicezas em caixinhas com ricas
stampas 110 exterior de l,2oo a 2,ooo rs.
na urna.
Mari em frasco de vidro de diversos tama-
nhos a l,5oo e 2,5oors.
Man em latas de 1 I 2 e 3 libra a l,3oo e
2,3m rs. cada una, e a 800 rs. a libra.
Figos de comadre em bazinhos de folha pro-
prkis para mimos a 1,600 rs. cada um.
Idem em caixinhas de folha a 32o rs.
Htm em raitas grandes a 2oo rs. a libra.
Mem em latas ermeticamente lacradas de
I .fioo a 3,ooo rs.
Vi 1 rs. a libra.
Amen-toas de casca mole muito novas a 4oo
is. a libra.
Azeiconas superiores a 1,2oo rs. o barril.
Alpista a 14o rs. a hbra e 4,6oo a arroba.
L"tria a 4oo rs. a liBra.
Iti-uitos e bolachinhas inglezas as ultimas
'llegadas ao aesso Mercado a 1,2oo e f ,4oo
m. rada lata.
rs. a libra e lo,ooo rs. a arroba.
Tijolo para limpar facas a 14o rs. cada um.
Toucinlio de Lisboa e Santos a 32o rs. a libra.
Sevada muito nova a loo rs. a libra.
Peixe era latas grandes, savel, pescada, cor-
vina, eoutras qualidades a 1,000 rs. cada
lata.
Papel greve pautado e liso de 3,ooo a i.000
rs. a resma.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e 48o rs.
a libra.
Palitos lixados para dentes a 14o rs. o maco,
dem de flor a 2oo rs. o maco.
Prezunto para fiambre inglezes e americanos
a 85o rs. a libra,
dem do Porto a 48o rs. a libra.
Queijos prato de 48o a 600 rs. a libra,
dem londrinos os methores que se encontram
neste mercado a 800 rs. a libra.
dem flamengos vindos no ultimo vapor de
2,ooo a 2,4oo rs.
Sardinhas de Nantes muilo novas a 32o rs.
a lata.
Sag muito novo a 2oo rs. a libra.
dem muito superior a 28o rs. a libra.
Sabo maca de diversas qualidades a 2oo e
24o rs. a libra.
dem inferior de 12o a t8o rs a libra.
Genebra de Hollanda em frasqueiras a 6,5oo
rs.
dem hamburgueza era ditas a5,8oo rs.
dem de Hollanda era garrafoes grandes a
3,5oo cada um.
dem em botija a 4oo rs. rs. cada urna.
Garrafoes vastos de diversos tamanhos a5oo,
64o e t,2oo rs.
Gomma do Aracaty a loo rs. a libra.
Graixaa loo rs. a lata, e ,2oo rs. a duzia.
Licores finos francezes em garrafas e fras-
cos de diversos tamanhos de 600 a 800 rs.
cada um.
Marmelada imperial de 1/ dos os conservei-
ros de Lisboa a 64o e 700 rs. a libra.

Massa de tomate muito nova a 64o rs. a
libra.
Marrasquino de Zara a 6*0 rs. o frasco.
Idea em frasees grandes a 800 rs.
Cominos amito nevos a 5oo rs. a libra.
Erva-doce a 24o rs. a Hbra.
Pimenta a 36o rs. a libra.
Cravoda india* 64o rs. a libra.
Bohxinba de soda e lunch em latas grandes
a 2,000 rs. cada lato.
Cognac de superior qualidade 800 rs. a gar-
rafa.
Canaetla a I.ioors. a libra.
Aitazema a 2oo rs. a libra.
Sal refinado em irascos de ridro a 600 rs.
o frasco.
ATTENCAO
O proprietario dos armazens do Progressista jamis deixara de offerecer aos seus
freguezes tudo o que for preciso para que sejam bem servidos, e como a festa se aproxi-
ma ptima a occasiao dos seus freguezes experimentaren a reatidade, que nunca dei-
xara de ser manlida pelo propFietark destes armazens.
dem franceza chegada pelo ultimo navio a
56o rs. a libra, e em barril ter abatimeu-
to.
dem ingleza em potes de 4 a 16 libras a S3039 verdadeiro hespanhol, que raras vezes
800 rs, a libra e o pote separado,
Cha uxim o raelhor neste genero, mandado
vir de conta propria a 2,8oo re, a libra.
dem hysson, grande, muito bom a 26oo rs.
a libra.
tdem preto muito fino, a 2,6oo rs, a libra.
dem preto, mais bao, a 2,000 rsv a libra.
Mera, verde, miudnho, maisproprio para
negocio, a l,5oo rs, a libra.
Banba de porco refinada muito alva a 46o
rs, a hbra, e em barril se tara abatiraento.
Biscoilos inglezes das segumtes marcas;
Craknel, Soda, Ceede, Captara, Travelties.
Lunch, Cahin, e outras multas marcas, a
l,4oo rs, a lata.
Bolachinha de sdo, especial encomraenda, a
2,2oo rs, a lata.
Biscoito inglez Crakne! em latas de 5, 7 e 45
libras a 5,ooo e 6,000 rs, e de l,2oo a
800 rs, a libra.
Queijos do reino pelo baratissimo preco de
l,too, 1 80 e 2,ooo rs os do ultimo
vapor.
dem prato muito fresco a 64o rs, a libra.
tdem londrino muito fresco a 800 rs, a libra.
Viudos em pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
48o, 56o, e 64o rs, a garrafa, e de 3,ooo a
4,5oo rs, a caada.
Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa em latas de I e mais libras
a 7oo rs, a libra.
Frntas em caldas das seguintes qualidades:
ameixa, raiuha Claudia, peras, cerejas,
ginja, pecegos e alperch a 5oo rs, a lata.
Figos em caixinhas de 1 '/* arroba e de 8 li-
bras a 8,000,4,ooo, e 2,ooo rs, e a 3eo rs,
a libra.
Amendoas de casca mole a 28o rs, a libra, e
em arroba ter abatimento.
Sardinhas de Nantes a 32o rs, a latinha.
Toucinho de Lisboa a 36o rs, a libra e em
arroba ter abatimento.
Massa de tomates a 64o rs, a libra.
Pimenta do reino a 34o rs. a libra,
Farinha do Maranho a 14o rs, a libra.
Ceblas a 4oo rs. a restea.
Tijollo para limpar facas a 16o rs,
Ceneja das mais acreditadas marcas de 5,ooo
a 7,5oo a duzia, e de 5oo a 600 rs, a gar-
rafa,
Prezunto para fiambre muito fresco e novo
a 800 rs. a libra,
Genebra de laranja a 9oo rs, o frasco,
Chouricas as mais frescas do mercado a 800
rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa,
e lo,5oo rs. a caixa com urna duzia.
Licores francezes das seguintes marcas: Ani-
zete de Bordeaux, Plaisir des daraes, e de
outras mu i tas marcas a 10,000 rs. a duzia,
e al,ooo agarrafa.
Passas rauito novas a 5oo rs. a libra e a 8,5oo
rs. a caixa. Ha caixas, meias e quartos.
Batatas a l,ooo rs. o gigo com 38 libras.
Bolachinha ingleza a 4oo rs. a libra,
Azeite francez e portuguez refinado a 800 rs.
a garrafa, e9,ooo rs. a caixa com urna du-
na.
Conservas ingle/as das seguintes marcas:
Mixed. Pk*es, e1 ceblas simples a 800
ks. o frasco.
Mostarda ingleza preparada em potes a oo
rs. o pote.
Grao de hico a 16o rs a libra, e em arroba
ter abatimento.
Vasos ingtezes vastos de 4 a 16 libras, muito
pTOprios para deposito de raanteiga, doce,
e entro qualquer liquido, de l,ooo a 3,ooo
rs, cada um,
Este raro quilo delicado perfume i
qiKisi que imximgnivul e 13o ehvn i!o
Ha para chegar rii|uissimas guarnicoes de pen-: utnaoM iVayiaiieiu e ftnaewa eania u
tes de lindo gosto, tanto para atar, como para mar-i j_mj. .i_-_. ......... ,.,.,.
Palitos do gaz a 2,300 rs. a groza e 2o rs. a rafas, por procos razoaveis : s no Vigilante, rua ddido c,!t'lr', dil P^P" x ou-:" '"
caixinha. 4o Crespo n. 7. i tes flores. DuraiKe rts inezea CT
tos lo vario o sen uso toruo-eo miiu!
teniente prazivel >, descjuvel em
Bequencta da influcueia refriginuil
MMtVQ em quanto que nzada no baalio eii i
imparte /> corjx) langn'ulo e ca
nina certa eTaeticidade do vigor c fwc.
EIUl imparte truHxpannciii as j'tia, .
e remniin panno*, sarda* e herUn-jar *k
sobre apelle.
Milho alpista a 16o rs. a Hbra.
Paincoa 2oo rs. a libra.
Gomma muito alva para engommar a 8o rs.
Fouro do ar
Recebem-se encommendas de fogo do ar e de
a libra, e em arroba se far abatimento ITistas: B0 armatem da bola amarella no ofto da
secretaria de polica.
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
vera ao nosso mercado a 28o rs. a hbra.
Vinho branco o melhor neste genero a 6oo rs,
a garrafa e 4,ooo rs. a caada.
dem Bordeaux de diffei entes mareas, garan-; j
te-se a qualidade, a 8.000 rs. a caixa com
urna duzia, e a Too rs. a garrafa.
Garrafoes cora 5 garrafes de rihho do Porto
do Alio Douro a 2,2oo rs. com o garraao.
dem Gom 5 garraias de vinho Figueira, mais
propro para a nossa estacSo por ser mais
fresco a 2,4oo rs. com o garraao.
dem coa 5 garrafa* de vinafr 1 ,aoo w.
o garrafo,
Sabo massa de superior quaHdade- a Mo,
2oo, e 22o rs. a libra do melhor qnc ha
Graixa era, latas muita aova a lio rs. a lati-
nha, e l,3oo rs. a duzia.
Peixe em Tatas muito novo: savel,. pescada,,
corvin, salmo e outras muitas quadades
preparados de escabexe, segundo a arte de
coziuha, de l,2ooa 2,ooo rs. a lata.
dem do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado e escolhido pessoalmente por um
dws socios que se aoha em Portugal, das
seguintes marcas : Duque, Genuino, Ve-
Iho seceo especial, Lagrimas Doces de
1819, vinho especial D. Pedro V, vinho'
velha. Nctar superior de 1833, Duque do
Porto de 1834, vinho do Porto velho su-'
perier, Madeira Secca de superior quali-!
dade, vinho do Porto superior D. Luiz I
de 1847, Lagrimas do Douro, especial vi-
nho do Porto, de l.ooo a 1 2oo rs. a gar-
rafa e de lo.ooo a 12,ooo rs. a caixa com
urna duzia.
Vassouras americanas a 8oo rs. cada urna.
Velas de spermacete as melhores que ha no
mercado a 56o e 64o rs. o masso, e em
caixa se far umjgrande abatimento,
dem de carnauba e composicao, de 4oo a
32o rs. a libra, e de lo.ooo rs, a ll,5oo
rs. a arroba,
Caf de Ia e 2a sorte de 8.3oo a 8,6oo rs. a
arroba, e de 28o a 32o rs. a libra do me-
lhor,
Arroz da India, MaranhSo e Carolina a 3,ooo,
2,8oo e 2,4oo rs. a arroba e a loo rs. a
fibra.
Frasqueira de genebra a 5,8oo rs. e a 5oo
rs. o frasco.
Azeite doce em barril muito fino, a 64o rs.
a garrafa, e em caada ter abatimento.
Papel greve pautado e liso a 3,5oo rs. a
resma.
Genebra d Hollanda em botija de conta a
44o rs. a botija.
Champagne a melhor neste genero a 25,oou
rs. o gigo.
Bacalho a 14,5oo a barrica.
Ervilhas franceza e portugueza a 640 rs. a
lata de urna Hbra.
Chocolate francez, hespanhol, shsso e por-
tuguez a 1 ,ooo rs. a libra, e a 28o rs. ca-
da pao de urna '/.
Garrafoes vasios de 5 garrafas at 3 caadas
de 5oo at 1^3oo rs. cada um.
mente enfeitadaB, com diversas estampas '
no exterior da caixa de 1,800 a 3^000 rs.
i cada urna; tambera ha frascos e tatas de
differenles tamanhos que se vendem per
mdico pree>.
Massas para sepa: macarrSo, talharim e ale-
tria a *8o'rs. a Mbr, eerffcaxa se far
abatimento.
Garrafoes com 14 garrafas, de genebra de
Hollanda a 5,5oo cada um.
Charutos de todas as marcas e dos melho-
tes fabricantes da Bahia de3,ooo a 4,eoo '
rs. a caixa.
ATTEtf^AO
Todo os senhores que comprarem para negocio Ou casa particular de 10OA para
ana terao mais $ a 10 por "/de abatimento; o propr ietario scientifica mais que todos
os seos generes sao recebidos de sna propria encommenda, razo esta para poder ven-
der por muito meaos do que em outro* qualquer estabelecimento.
RUA DO IMPERADOR
N. 22.
Grande armazem de liaras.
Este armazem contm tudo quanto
preciso para qnc a industria de pintura, de
qoaruer genero pie seja, desempenhe
seu llm, isto embellezar, conservar e
reproducir.
Montado em grande escala e supprido
directamente por grandes fabricas ae Pa-
rs, Londres e Hamburgo, podu offerecer
productos de conGanca, e satisfazer qual-
quer encommenda grosso trato e a re-
Mritm
s Srs. artistas |intores, e os donos de
obras poderao escolher vontaiie, pois.
que nulo estar vista, as difTcrentes co-
res de que tirerem neeessidade.
Ha, tintas ent massa e em p iuipalpa-
vi'l, e como as obras a onveriuaar s se.
| deve empregar tintas muidas, e nao me-
1 recendo conflancaasquevem de frapara
commercio, por "venias, e tnlvez falsifica-
; da, neste amnazetn se as moer vis-
ta do consumiu>ir, iiue s assim tora tin-
tas frescas c veidaJeiras.
Ha lainli.'in ouro verdadeiro, verde eni
I p M'in le .Illa, prata em Tulla, p de bron-
zear do varias cures, diamantes para cor-
tar vidros, burnidores, ncar superlinaon-
carnada, amarella e verde, tintas v.ge-
l'taes, azul, roxa, verde e amarella, inoffen-
sivas, nicas troe se devem empregar as
uonfeitaiias, collec,(oes de pinreis para
fingir madeira, com propriedado, e outros
de varias qualidades, vernizes, copal,
graixa, branco ou escuro para o interior
e exterior, para etiquetas e quadros, tin-
tas linas em tubos, em crayes ou pastel,
f' relias para quadros, caixas de tintas finas
e papel para desenno.
Esseucias aromticas verdadeiras, fras-
cos e vidros para vidraca de todos os ta-
maiilms, e muitos outros objectos, cuja
utilidade e emprego s com a vista pode-
ro ser mostrados.
Joao Pedro das Noves,
Gerente.
2i?2cooi sr---; u o o o
O WH HHHl BE Wt$
PARA OS CABELLOS.
E nina prepara^o admiravel para im-
par, atonnoeear, coneerrar e restable-
cer os cabellos.
*enda as boticas de Caors Barhoza,
rua da Cruz, e Jo3o da C. Bravo &C, rua
da Madre de Dees.
oK*
r^e; w Z, 3 tfl
C S 3
o a,
's.
9-5 wg.- "ja f
Q.CB <*
ro ^^_ D -. r~i ...-.-. *
Vende-se piche pedra : no armazem da hala sma
relia ooilioda secretaria de poliria.
Cera da.
Vendem-se sacras com cevaila muito nova c' pi r
menos do que em outra qualquer parle : no i
rilptoride Manuel Ignacio de Uliviia k fl.a,
largo no Corpo Santo n. 19.
Pianos noYOs.
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se
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barata para acabar.
Sedas de quadros c de listras a 320 rs. o cova-
do, Kndas laas de quailrinhos a 360 o covado, su-
periores cassas de cores a 200 rs. o covailo, ditas
muito finas a 240 o covadit: na loja das columnas,
na rua do Crespo 11.13, de Antonio Correia de Vas-
concelos & C.
FARINHA FONTANA.
Farinha da muilo acre i la a marca
Fontana > csemliai ca-'a hoje, vende-se
pop preco mais eummodi do qae em
qualquer outra pa< te : na rua da Onz
. 4 rasa de Ni. (*. Hieuer k C succes-
Aineixas francezas era caixinhas alegante- -'OrCi.
m\
S^* Rua o crespe n. &.
Na loja de Marcelino a C,., vende-se
. bareoo de la de cores muito linos a 310 9K
rs. o covado, ditos lisos com 8 palmos de w
largura, ricos soulemba rques de cam-
braa honrado e outras mnitas tazendas (
\ o-pwto1 proprim para tempe de fVt
chegadas neste uliime vayor, prego mu-
'1 em conta.
hl
Barricas com brre : na rua da Cadera 4o heeit
te, loja de ferragens de Bastos.
RAKDE
Madapolao francez o mai snperior qae tem vln-
da a esre tnwadn, rent^-sea 900 rs. a ara, sen-
[doN pe;: aa rwt do Qneunado 46, eaM*||al
Os melliores que tem vindo a esta praca fabrica-
dos de enmmmenda por um dos melhores f:i!a i-
cantes de Pars, especialmente rara este clima :
qnem quizer aproveilar a ocrasiao de inunir-se i!e
um exrcllente piano por preco coinniuilo dii ija-se
rua Nova n. 19 primeiro ailar.
ti anual le COI tas fritas
para compra e venda de assucar e outros cenen s,
obra.inuito ulil para os negociantes e sniores re
enjjenlios ; |wis com um lance de teta podifrC
saiier o valor de quaesquer qnaiuidadfl t ;>inl M
e libras: vende-se na livraria econmica ao p o
arco de Santo Antonio.
A 03OO um baSo.
Custodio Jos Al ves Gu maraes dono da leja in-
titulada pallo vigilante roa do Crespo n. 7. avi.-a
ao respeitavel publico que temi rn-rl ido um
grande sortimento de saias de balad tanto brao-
cascomo encarnadas e para liquidar de promplu
est resolvido a vender pelo baratissimo | reco de
25.0O cada um
Transparentes.
Tambem cliegaram os lindos transparentes para
janellas que se venderao pelo barato prego do IG5
opnr.__________________________
Assucar do Mov erro
Rua do Imperador n. 28 e caes de Apollo n.
07, a 200 rs. a libra, e de 8 Libras para cima
a 53600 aarroba.
Cortinados bordados.
Superiores cortinados bordarlos para camas fran-
cezas, ou para portas : vende-so simiente na 1 ua
do Queimado n. 46, loja de Guimaiaes & liases.
Cal de Lisboa
rhepada ltimamente ; na rua do Vicario n. la,
prinu'iro anriar_____________________________ 1
Em casa de Mills Latham ('.., na rua il-
Crnz n. 38, vende-se ferro galvanisailo de um dea
melliores fabricantes inglezes, propro pura cubis
tas de casas.
Plassaba.
: Vendem-se feixes de piassaba a 2'iO, e cm por-
gad a 200 rs. ; no armazem da aurora lnilbaute,
jargo da Sonta Cruz 11. 84.____________________
- Venilein->e em Olimla as enm sejmiiili .
1 casa no Varadouro com torios os coinmodos, ca-
cimlia, quintal murado, chao proprio.
1 dita na na do Carmo com pequeo sitio.
I dita nnsQualro Cantos com tasa d taberna.
^ dita na rua doBanno.
i sitio na Estrada Nova, com baixa de capim, con-
fronla com trras do do fallecido Gybson e do
i Salles.
1 casa no Jopada Bolla c 1 escravo.
i esciava de li a 12 annos : a Halar na rabera
da esquina dos Qnalro Cantos, roa de Malinas lYr-
reira n. l.ouminoSr. Luiz Jos Pinto da Cuita,
padaria na ladetra da rlbeira.
ESCRAVOS FUCIEOS.
Fbgio no da 7 de deeembro corrente o esera
vo cabra de nomo Seraphim, de idade Mr aimoa
altura regular, ebeio do corpo, barba serrad, com
marcas de bexigas, um signal visivel no p esquer-
do por Ule faltar os tres dedos do meio, j de ims-
'cenga, Wla macio, imita fata de nnilln-r, lew
caica, camisa o paletot, chape le bnta preto *
paralos, talvn* para s inculcar de lucro. e>k! s-
cravo vei'i do olho d'agua do Bredo comarca d
Pajc de Flores, fol comprado a Mannet Pacheco
Coio, morador no anua tugar, su|>poe-s> que
subira para o centro : rogase aos capfws
cam|K> e autoridaifes poficiaes a apprelieti-ao >
mesnw, e tera-ra i re do Aragn n. 8, que aerad
turna recewpewadiw.
Escrava fu^da
Guimaraes & Bastos.
Fugi n# da O do carmte da casa de seu k-
nhor, o barlurel Trajano Viriato de Medeiros, a
eserara rcnla, mulata, rte M annos de ida.le, na
tnrat rk Sntiraf'. estatura ececpn regnl.ires. ttlihr
liiHailfs araws, eabehw mrriili* e iituttorr-
tados. Rucase a autoridades poliewps rapitds
de campo a captura delta, e entregara a Domingos
dos Pasms'Miranda, na rna rm Hospicio n. M, o
pwBfraramewo, jirrti'starvie-se
I igualmente contra quem a tiver aculado.


Diario de Pernanbitco Vibbailo lt de Dezemfcro de 1 ).
LITTERATORA
despezas amctade se poderia ter frente da ad-
ministragao, para conservar as tradigoes universi-
Urias, um conselho restricto composto de homens
wi- ,.nf,,..mi mi nolaveis, que seriam ao mesmo lempo adminis-
A ustncca paWica e a reforma mi- radoros p inspectoreSi e deDois em dez ou dozc
versitaria na Italia.
(Conrlusao.)
centros convenientemente escolhidos, delegados do
ministerio, semelhautes aos reitores das academias
fraucezas, armados de nina autoridade sufflciente
Can effeito, na Prussia, o budget da instrueeao para realisar verdaderamente o principio da dcs-
l>abliea de 12 e meio milhes; e em Franca centralisagao.
*>23iwlles. dos quaes 17 poaco mais ou menos, Conmn ag()ra cxaininar as dua8 se,cSes do
m a tapan suportada jg fdo. Para bud da nstrucgS bHca mie comi)rt|,endem
omiparacoes fjsseni inteiramenle exactas,
d wr-sc-hia arrrescenlar ao budget franrez os
fanJja consagrados ao instituto, s bellas artes e
crias estolas especiaes, que figurara no bud-
get do ministerio de estado c do ministerio das
obns publicas. O que sobretudo importa eorrigir
no budjet da instrucgao na Italia, o que forma o
seu virio capital, a m repartigo da despeza
Mal entre os differentes ramos da adminstrago
t a frqueza das recetas, que traz como resultado
a cxiguidade excessiva das retribuges univer-
sitarias.
Nos chegaremos fcilmente a provar essas ver-
iata pelaanalysc dos capitales principaes do bud-
gel, que compreliendem a administragao propria-
tiirnle dita, as universidades, os estabclecimen-
t de instrucgao superior e as escolas especiaes,
tal artes, a instrueeao secundaria, as es.
celas noriuaes primarias e a instrueeao elemen-
tar
Dekiixo do titulo de administrado, entende-se
l>ouco niais ou menos na Italia como na Franca o
?rvico central, os inspectores geraes c a admi-
iu>tnirao proviacial ou acadmica. No budget
fraacez. com csses differentes servigos despende-se
.;il:j0 francos ; na Italia, esta despeza de
l,na\3M francos. Esta parte do budget italiano
que poderia ser totalmente melhorada ao passo
que se adopUsse urna organisagao mais simples e
mais uniforme. I'ma s provincia teve desde ha
muito lem|M urna lei de administragao escolar.
has celebres conslitutc'ies da universidade de Tu-
mi, das qnaes fallamos precedentemente, o ma-
g,;'ra1o da reforma urna especie de ministro
rrr.-ado de um conselho superior de instrueeao
imblica, e que tcm a altribuigo de nomear pro-
viaavaa para as escolas secundarias das provin-
cia1:.
Seria para desejar que, esta organisagao tao
MSpiea, que da va a urna autoridade ampias attri-
i ieSai e urna tota independente, tivesse chega
do ate aos nossos dias desembaragada de minu-
ciosas formalidades- propinas ao tempo em que ella
tai fundada. Infelizmente, desde 1818 e at mos-
i .u:n pouro ames, as vicissitudes da vida rons-
Ctucional submetteram esta organisacao ama se
rie de reformas muito incoherentes e precipita-
das.
As mudancas, na instrueeao publica sobretudo
1*0 devem ser mais do que urna transformado
I ita e progressiva das antigs instituicoes ; mas
m nobre seutimento de patriotismo e de progres-
so leva va os ministros do rci Carlos Alberto a pro-
curar todos os meios de estender e desenvolver
rpidamente a instrucgao elementar e secundaria
no paiz : d'ahi a origem de um tao grande nume-
r de leis, e por ultimo da lei picmonteza de 18">t>,
que passa por muito complicada c impregnada do
espirito offkial
Xas nutras parles da Italia uunca houve orga-
uisreao escolar propriamente dita ; houve semi-
narios c collegios confiados certas ordens reli-
giosas, escolas elementares e gymnasios depen-
taria inleiramente das autoridades municipaes, e
muito antes que se fallasse da liberdade de ensi-
110, cxisliram na Toscana escoltas livres ou pri-
vadas funecionando quasi sem vigilancia e ins-
|.acta da parte do governo. O governo italiano
rtatwtoil lastaMec escolares, encontrn pois
c- nvsmosobstculos qne na maior parte dos ou-
Iros ramos de sua administraban. Havia de um
l.do os systemas e as leis do antigo Piemonte. fir-
1 -. rgidas, total necesariamente complicadas
c res entro lado, as nutras partos da Italia, institui-
tnais simples, mais econmicas, total geral-
nienle mais enfraquecidas.
Hw convencidos de que nao ha ramo al-
gum do ministerio publico, que exija com mai=
urgencia de urna lei de harmona que a adminis-
tragao geral. De um lado devenios evitar um
l .sienta complicado e despendioso, eque nos for-
jara a recorrer a um grande numero de adminis-
tradores tomados geralmente no corpo docente
, r-ta que, as condicoes em que nos acha-
mos, seria razao bastante para perdermos bons
professores sem ganharmos administradores flr-
e habis De outro lado acautelamo-nos de
cahir no excesso contrario e de nos deixarmos a--
rastar por um prejuiz popular, cujo resultado
tna ludo abandonar com preeipitagfra as pro-
vincias a* tmtitunas.
O estado s pode c deve conservar sb sua pro-
l iota um certo numero de escolas secundarias
siperiores.onde os estudos classicos acham os des-
envolvimientos necessarios para tornar-se a base
di) una elucagao verdadoiramcnle liberal, c de um
preparativo solido s universidades. As provin-
cia* e as communas devero ministrar a instruc-
(3o, que se chama professlonal ou technica, porque
o proveilo que se lira della sentido por todo o
mundo e responde urna necessidade suprema
de nossa poca : justamente por esta razao que
o estado mais que nunca obrigado em nossos
dias a promover a instrueeao classica. Se errara
cm peral, multiplicando muitos lyceus antes de ter
ruii bons professores, estendendo muito os limites
deste ensino e fazendo com que discpulos mui
jovons se entrannassein nos estudos scienticos
nos quaes s se pode mais fcilmente ter bom
cxito n'uma edade mais avanzada. Provavelmen"
te se diminuira o ensino oral para deixar um
espaco mais largo ao trabalho espontaneo do disc-
pulo. Que se acautelen! todava organisando os
esludo* secundarios de roubar direccao do esta-
do um certo numero de lyceus, destinados a offe-
recer o t>po das boas escolas Iliterarias.
A condicao das provincias meridonaes, a aver-
as universiilades. os estabolecimontos de instrue-
eao superior, e as escolas espociaes ; a despeza
total se eleva 5,237,085 lires.
E' esta a parte mais onerosa do budget da ins-
trueeao do reino da Italia, e a que dosgracada-
mente a mais improductiva. As sote universidades
da Prussia cuslam ao estado pouco mais ou menos
tres milbdes, eein Franca a despeza da instrue-
eao supcrior.ou mais exactamente a das facilidades
figura no budget por 3 e meio milhes, que foram
cm grande parte nos ltimos annos reembolcados
pelas relribuices universitarias.
Nao diffjcilse explicara decadencia das uni-
versidades italianas, e comprehender tao bemeomo
aps a ultima revolucao estas universidades m
poseram ao estado urna despeza sempre crescente,
quando mesmo sua disciplina se acbava em estado
de decadencia. Basta lembrar o que temos dito
da universidade da meia-edade. Ahi nao se acha-
ra principio senao cursos privados, limitados
ao ensino da jurisprudencia, da theologia e da
philosophia. Ao lado das grandes universidades,
havia em quasi todas as cidades de a guma im-
portancia cadeiras para explicar as pandelas e as
'eis romanas.
As municipalidades tomara m pouco a pouco as
despezas seu cargo ; mas universidades assim
formadas nao custavam muito, e com effeito, se
exceptuarmos certas cidades, que eram brigadas
a pagar 700 a 800 e a at mesmo 1,000 escudos
poranno a eminentes professores, as cadeiras arara
de ordinario retribuidas da manera mais mo-
desta.
agitardes, e vimo-nos na necessidade de propr ao Eu, pois, nao hesitei mais era contentar-me com
re Vctor Emmanuel o encerrar aquella universi- nma le quo, sem abracar toda a organisacao esco-
dade.
lar, estabelecesse ao menos por t>)da a parle as
mesmas retribulcoes, melhorasse a condigao dos
professores, e dsse ao ministro a faculdade de es-
tabelecer em todas as universidades um mesrao
systema de estudos e de exames.
O regulamento universitario, que foi estableci-
do para a applicacao desta lei (de 31 de jullio de
1862> foi posto era vigor, de.-do o mez de novem-
Se se exceptuar deste calculo as universidades br0 do mesmo anno, cm todas as universidades do
de aples e de Turin, a proporcao dos recusados reino,
nao mais do que de 3 '/i para 100.
Quanto fraqueza dos exames basta-nos apenas
citar alguns algarismos.
Na sessio exames do anno escolar de 1861
1862 houve sobre 11.865 candidatos 11,147 accei-
tos; o numero dos recusados pois apenas de 6
para 100.
Em Bolonha e em Pava, o numero dos disc-
pulos era alias tao ctnsideravel, que d'ahi provi-
nha grandes lucros para as cidades. Assim nos-
sas communas e nossas repblicas da meia edade
nao smente tinham a honra de possur centros
de instrueeao, mas d'ahi Ihes provinha grandes
lucros. Devemos lancar urna vista d'olhos sobre
a grande revolucao que Galileu e seus discpulos
fizeram -inventando a mecnica e o methodo ex-
perimental para comprehender a modiflcacae pro-
funda que os estudos superiores e a economa das
universidades soffreram desde essa |>oca.
As tres quartas partes dos ensinos superiores
modernos, e que datam dessa poca eternamente
memoravel para a scienca e para a humanidade,
exigem colleccoes, laboratorios, gabinetes, obser-
vatorios, que cuslam sommas enormes ; tima vez
que se falla de ensino superior, nao se deve mais
licar nos meios imperfetos. Devc-scoor frente
desses estabelecimentos homens distinetos, que
tirem dos ordenados dados pelo estado os meies de
consagrar-se nicamente ao servico da scencia,
e nao se vejam reduzidos a procurar recursos as
applicacoes industraes.
O que resultou dessas exigencias para as nos-
sas universidades ? Advinha-se : os pequeos es-
tados da pennsula, quereudo conservar todas as
universidades da meia edade, proeuram ajunta -
Ibes todos os ramos de ensino moderno: nao tendo
bastantes homens capazes, nao podendo grangea-
los por grandes ordenados, nao sendo muito ricos
para fundar e desenvolver grandes estabeleci-
mentos, nao poderam necessariamente conservar
senao universidades inertes, onde vida intellec"
lual e a disciplina tendiam sempre a extin-
guir-se.
S em algumas provincias que, por combina-
ces locaes. por esforcos parciaes eqnasi ndivi-
duaes, se tem mantido um certo gru de vida c de
celebridade.
Chegamos assim revolucao de 1839 com 19
universidades; devenamos dizer 21, per quanto
Koma e Padua sao sem duvida universidades ita-
lianas.
Os novos governos, de alguma sorte notorio, se
teem nnpenliado todos com o zelo louvavel no
inelhoranieiito e desenvolvmienlo do ensino supe-
rior augmento os emolumentos dos professores, o
numero das cadeiras, a dotacao dos estabelecimen-
tos scienticos; e, como se 19 universidades nao
fossem aiuda suficientes, creou-se em Hilo urna
academia de philosophia e de bellas leltras, em
Florenca um instituto completo de sciencias mo-
raes e polticas, de philologia, sciencias phisicas e
naluracs, e de medicina.
Em urna palavra todos os novos governos da Si-
cilia, de aples, da Tascana e Emilia, obrando
como se cada urna destas provincias se devesse
tornar o verdadero centro intellectual da penn-
sula, deveram crear assim um fardo insupportavel
para as financas do reino e patentear mais que
nunca a m organi>acao do ensino superior.
A maior parte de nossas universidades frequen-
tadas por um mui pequeo numero de alumnos,
collocadas em centros secundarios de populacao
vao indo em decadencia; as salas dos cursos v-se
vasias e os professores nao encontrara mais ahi o
incentivo da gloria e da emulacao.
Estas ms condicoes deviam produzir natural-
mente as consecuencias desagradaveis, que se
observa hoje na disciplina e nos exames.
A grande maioria dos estudantes, c, conviria
talvez accrescentar, a de suas familias, tem chega-
do a acreditar que as universidades nao sao feitas
senao para conferir um titulo acadmico e um di-
ploma com o menor gasto possivcl de tempo e
ditata.
Seria superfluo intentar aqu as cifras relati-
vas s universidades estrangoras: basta recordar
smente que na escola de medicina de Pars o me-
dio dos recusados varia entre 18 e 26 para 1005
em Oxford, este numero oscilla entre 18 e 38; na
Blgica para os exames do doutorado, ha at 30
candidatos recusados sobre 100, e esta proporcao
sobe at a ametade para os exames dos estudantes
das universidades.
Como sahir a Italia de urna posicao tao contra-
ria dignidade dos estudos superiores, tao perigo-
sa para o estado e para a sociedade, e tao desastro-
sa para as suas financas ?
Houve sempre, e mais entre nos que em outra
qualquer parte, homens de talento, eruditos, theo-
rcos, que imaginaram que era bastante proclamar
a liberdade do ensino e abolir os regulamentos
para restabelecer nossas universidades.
Nao pretendemos offender as pessoas que susten-
tara tal opinio dizendo que ellas se collocam, com
relacao a nossa ordem escolar, na mesma posicao
que os garibaldinos frente do exercito regular.
Nao reproduziremos aqui as generalidades que
se conhece sobre a liberdade de ensino; sabe-se
muito bem quo para os estudos superiores esla
liberdade nao pode florescer senao a favor de una
grande curiosidade scientiQca, de hbitos espalha-
dos, de trabalho intellectual, de relribuices uni-
versitarias bastante fortes e de urna cifra elevada
de fortuna publica.
Sao estas as condicoes que encontrara actual-
mente na Allemanha e na Inglaterra os prvat-do-
cent e as universidades livres.
Na verdade nao devemos impedir por nossas
leis que semelhantes instituicoes se dosenvolvam
entre ns, devenios pelo contrari secundar os
exforcos privados que se podem produzir; mas
sera urna illusao contar com este recurso para
conseguir fortificar nosso estudo e restabelecer
nossos ensinos superior.
Na hora em que estamos, nao se adiara na Ita-
lia era urna cidade, nem urna companhia privada
que quzesse fundar sua custa estabelecimentos
de physica, de physiologia, escolas de matheraat-
cas, de philologia, de historia, etc.
E em todo o caso, nao um estado nascente como
o nosso, era urna nacao apenas formada que pode
comproraetter seu futuro privando-se inteiramente
da alta direccao dos estudos superiores.
Nao se trata de cortar as azas ao genio, nem de
coar todas as inteligencias no mesmo molde, como
o dizera nossos garibaldinos em materia de en-
sino.
Nos tomo? necessidade de cnsinar a nossos estu-
dantes. mal preparados pelas escolas secundaras,
pouco habituados ao trabalho, o que Ibes neces-
sario para tornarem-se magistrados, mdicos e
administradores; devemos formar bemens de es-
pirito recto e desenvolvido; e que tenhaui apenas
prendido, como dizia o imperador Napoleo, desde
a escola elementar at universidade, o que eada
um deve eus, seus paes e sua patria.
Quando chegarmos (infelizmente nao snpponbas
que seja em breve) a ver entre nos, como as uni-
versidades allemes, mdicos mocos seguirem nos
laboratorios cursos de analyse e de chimica org-
nica, oa theoJogos entregarem-se com ardor aos
estudos de philologia, ento pederemos talvez im-
punemente lancar por trra os prograramas- uni-
versitarios.
Nao tratamos aqui de reaovar as praticas pedan-
tescas, que ridieularsavam alguraas de tossas
universidades no tempo em que os jesutas eram
os meslres da instrueeao publica : nao pensamos
tao pouco que todas as universidades italianas de-
vam seguir rigorosamente as mesmas regras e ter
todas as disciplinas acadmicas; mas o primeiro
deTer do governo Ualiano nao menos estaftele-
ccr urna organisacao sobre principios fixos uni-
formes, no interesse da liberdarfe e da naci.
O horror dos programmas dte estudos domina
sobretudo no espirito de certcs philosophos. Um
hegeliano teme taVvez que um ministro rosminiano
nao o impeca de desenvolver seu systema, e vice-
versa.
Com effeito, desde que se introduzo de urna ma-
neira um pouco brusca, como o fez a lei de 1859,
a liberdade, para os estndanles de se apresenta-
rem aos exames do doutoramento sem que tivesse
sido previamente fizado um mnimum de annos de
curso, viu-se mocos tomarem em um anno oite,
Se acreditamos qne em philosophia umprogram-
ma redigido por mestres sabios e honesto* pode
ser til as escolas secundarias, pensamos todava
que, as escolas superiores, as universidades, se-
ria difflcil e pouco conveniente traear ao professor
seu ensino.
Quanto as sciencias exactas, as sciencias natu-
raes, historia, os programmas sao da essencia
mesmo dessas sciencias, nao serven) se nao para
tragar a ordem necessaria, segundo a qual deve-se
expo-las e determinar-Ibes os limites.
Agora, que temos exposto nossas ideas sobre as
escolas universitarias, ser fcil tarabem indicar o
caminho a que seria prudente seguir e a ter-se.
Quando fomos chamados pela conflanca do rei a
diritfir a instrueeao publica, nosso programma era
simples : deixar em algumas cidades importantes,
custa das autoridades provinciaes, na as uni-
versidades imperfeitas, que existera hoje, mas s-
mente faculdades de direit 1 ou de medicina, nao
conscrvnr seni ura numero muito pequeo de
grandes universidades, completando-as sob todas
as relacoes, fundar nos grandes centros algumas
boas escolas praticas para os engenhoiros e os m-
dicos, engrandecer a escola normal classica de Pi-
za e transformar o musen de Florenca em urna
escola normal destinada a crear sabios e professo-
res para as sciencias physieas e naturaes.
Nada mais natural, sobretudo ncslas materias e
na Italia, do que a opposieo que encontrn por
toda a parle esse regulamento substituindo a usos
amigos, corrigindo abusos, melhorando a discipli-
na e introduzmdo por todas as partes um pouco
de ordem e uniformidade.
Nos deixaremos de parte esla questao de fami-
lia, para a qual estavamos preparados, e que nao
deveria nunca ter tido outra consequencia senao
a de fazer sentir mais vivamente a necessidade de
reformas inevitaveis.
Permittam-nos os nossos leitores o recordar os
caractersticos principaes deste regulamento. Eu
tinha escolliido para auxiliar-me homens como o
abbade Peyron, Sibrario, Piria, R.cotti, Thoramazi,
Brioschi, Cavour, Renzi, Moleschott, etc., etc., e fc-
licilo-me de poder aqui agradecer-lhcs o zelo que
naquella occasifio manifestaran!.
O novo regulamento corrige o abuso das vacan-
cias, autorisa os reitores e os professores a faze
rem appellos ou inscripgoes extraordinarias, d
aos conselhos acadmicos e aos reitores mais lar-
gar attribuices, distruiges, distribue as materias
de cada faculdade era um certo numero numero
de annos, introduz as grandes universidades os
exercicios praticos de chimica, physiologia e phar-
macia, e fixa um certo numero de premios ou pen-
ses, que devem ser dadas annualmimte aos jovens
doutores mais distinetos para que elles possam ter
estmulos em aperfccoar-se. A parte mais subs-
tancial do regulamento a dos exames.
Comeca-se primeiro por um exame de admis"
saoou de alumno universitario, como se diz na
Blgica, sobre materias differentes, segundo as fa-
culdades; depois seguem-se es exames especiaes
no lira de cada curso, e filialmente os exames ge-
raes de doutoramento, que comportara urna these e
um exame oral.
Os prograramas dos esames, redigidos por urna
comraisso nica sobre as proposices dos conse-
lhos das universidades, sao divididos em captulos,
dos quaes cada umabraga, como os de ura tratado,
urna larga sorama de conhecimentos.
Temos acreditado que, podendo os examinado-
res escolher ura ponto qualquer do capitulo, evitar-
se-hia assim essas respostas preparadas de ante-
mo, c que reduzem os exames c os estudos dos
ltimos mezes a um simples exercicio de memoria.
A innovacao, que mais ferio os pretendidos pri-
vilegios ou antes os prejuizosde certas universida-
des, a das seis coromisses nomeadas pelo mi-
nistro abrangendo seis circumscrpce uni-
versitarias e cncarregadas de todos os exornas do
doutorado em cada cirrumscripclo.
Este systema deve permittir, entretanto, ao mi-
nistro o escolher para examinadores os homens- os
mais firmes e os mais estimados e reduzir de 300
ou WO 120 o numero delles.
Tem-se pretendido que a lei de 31 de julho e 0
regulamento universitario terna por effeito des-
truir cedo ou tarde a pequeas universidades.
Easta affirnur que o regu amento universitario nao
produziu augmento algum no budget, o que era
impossivel imaginar outro systema de estudos ede
exames applkaveis s instituicoes imperfeitas da
Italia em materia de ensino.
Qnanlo aos estabelecimentos de instruegao su-
perior e s escolas especiaes, fez-se tndo que era
possivel fazer. Reorganisou-se a escola normal
de Pa dando-se-lhe um director altivo e intelli-
gente-*r para ella foram chamados de Fforcoga dis-
tinetos professores. A mocidade de todas as partes
da Italia, scgue-lhe os cursos.
O muscu de Florenga abriu-se tambem a profes-
res eminentes, entre os quaes cicanei um dos jo-
vens physiologistas mais inteligentes de nossa
poca, Mr. SchifT, cncarregado nV ensinar neste
estabetecimento a physiologia e a anatoma com-
parada.
Acreditamos tambem que um grande centro de
riqueza agrcola e industrial, orno- Milito devia
acolhef com reconhecmento urna escola especial
de engenheiros, e as nossas previsoes- a este respei-
to foram realisadas.
Nao me demorarei aqui sobre o* paragraphos
do budget italiano relativos aos archivos, s acade-
mias,, aos corpos scientifleos e s bellas artes, e cu-
jas despexas chegarant pouco mais eu menos a 2
e l|3milhdes. Nao porque naohouvesse muito
que fazer para melhorar esses servigi*s diminuin-
do as despezas.
Os pequeos estados da pennsula possuiam to-
dos galeras, archivos, sociedades de sabios, e se-
nos nao livcssemos eousas mais urgentes a fazer,.
(riamos de coordenar essas reliquias de nossa
gloriosa historia, segundo principios uniformes.
Ha, em quasi todas as cidades da Italia, investiga-
ces. histricas a emprchender que nao devoramos
abandonar aos phyloiogos estrangeiros ; ha monu-
mentos e paineis a cstudar e a conservar.
Seria vergonhosa para o governo italiano tao.se
mostrar zeloso dessas riquezas enterradas ; nos
deveriamos deixar explora-las como fortunas pro-
pras pelas differentes provincias, ajudando-as coa
recursos do estado, dando-lhes urna direccao co-
mum.
sanca ignorancia de uraa parte do clero torna dez eatdose matriculase se apresentarem aos exa
mais que nanea necessario conservar na roe- mM do doutorado em d.re.to e em medicina depois
Cao pnraaria e secundara uraa ingerencia activa o de ,rcs c mesmo dous annS de es,udo sraente-
cfflcaz do estado. Que me sej 1 permitldo apoiar- Um outro exemplo: sendo as taxas universta-
me sustentando esta opinio no resultado de ex- ras muito mais fortes em Pavia do que em Mode-
toreos pessoaes. Urna obre a administracao es-: na e Parma, os estudantes de Pavia emigraram
rolar foi para mim um assumpto constante de es- logo em grande numero para prestarem os seus
tudo, e se comprehender que minha tengao se exames na universidade da Emilia.
t-nha a ella ligado mais anda quando o ministe-' Quando quizamos, como era do nosso de ver,
rio da instrnegao publica me foi confiado. Eu obrigar estes estudantes a justificaren) os estudos
consulte! soire esta materia os homens mais cora- que tinham feito e os exames que tinham prestado
potentes, e nao rece affirmar que reduiindo as antecedentemente em Pavia, rebentaram algumas
Esta parte da Instrucgao secundaria, que se cha-
ma profesional ou technica, n3o tem sido em par-
te alguma da Italia, a nao ser o Piemonte, objecto
de lei alguma.
Os estados romanos, a Toscana e as provincias
meridonaes nao possuiam senao gymnasios com
cursos de humanidades e de rhetorica, aos quaes
accrescentava-se ura pouco de geometra, philoso-
phia e algumas vezes physica. Nunca exislio na
Italia nenliuraa outra escola normal superior se-
nao a de Piza, fundada por dez ou doze alumnos
perlencentes Toscana.
Os professores dos lyceus, segundo as leis pie-
montezas, devem ter grus acadmicos para se
apresentarem aos concursos das cadeiras vagas,
da mesma sorte que ha lugares de aggregados as-
pirantes s cadeiras da universidade.
No novo regulamento das faculdades de leltras e
de philosophia se tem introduzdo cursos praticos
e exercicios. Evidentemente estes meios se acham
ainda imperfetos e mui inferiores s necessida-
desde nossas escolas secundaras. E rasoavel ac-
crescentar que, muito antes da liberdade de ensi-
no ser escripia as leis pemontezas, houve as
Romanhas c na Toscana sobretudo escolas secun-
darias privadas e mesmo collegios inteiramente
condados administrares particulares, corpo-
races religiosas ou s communas, mas nunca es-
tes collegios e estas escolas foram visitados por um
inspector do estado, nem a escolha dos professores
e a forma dos exames foram submettidas urna
autoridade superior. Algumas cifras bastarao pa-
ra mostrar as tristes consequencias do defeito or-
gnico de nossa instrucgao secundaria.
Temos hoje 87 lyceus dos quaes 21 smente se
acham as provincias meridonaes, 2 na Sardenha
e 61 no resto da Italia. Pouco mais ou menos a
metade desses estabelecimentos foi fundada uestes
ltimos tempos satisfazendo de alguma sorte a
maior parte do corpo docente.
Estes 87 lyceus nao sao frequentados hoje senao
por 4,000 discpulos, dos quaes ?ouco mais ou
menos 900 pertencem ao terceiro anno e devem se
apresentar ae ultimo exame.
Temos lyceus que custam ao estado 30 ou 33,000
francos por anno, eque tem apenas doze ou qnin-
ze discpulos. Temos alm disso 25 institutos te-
chnicos, frequentados por 6 7,000 discpulos, dos
quaes mui pequeo numero se prepara para as
escolas especiaes.
D'onde pode, pois, vir 2,000 estudantes, que en-
tran) todos os annos em nossas universidades ?
Em um celebre relator apresentado em 1842
sobre o estado da instrucgao secundara em Fran-
ga, Mr. Villemain se preoecupava com razao do
gru de instrucgao, que deveriam receber nos ly-
ceus um grande numero de empregados superio-
res, de quem nao se exiga titulo algum acadmi-
co. Adoptando as cifras deste relatono e appli-
cando-as Italia, que se aecusa frequentemente
de um excesso de influencia indebita da parte eos
empregados pblicos, nos deveriamos ter anuual-
mente 1,500 2,000 empregados deste genero a
conferir.
D'onde sahem, pois, os voluntarios e os empre-
tta de nossos ministerios, de nossas prefeituras
e de nossos trihunae? Nao temos ainda acabado
este triste quadn*. Reunndb todos os discpulos
dos gymnasios, dos lyceus e do mstilufos techni-
eos de tado o reino, nos nao contamos 30,000 dis-
cpulos, isto 1 discpulo entre > meninos cm
estado de receber a instrucgao seetmdaria. A
Franca, qne nao o pa onde essa instrucgao se
acha mak> derramada, tinha j no lempo de Mr.
Villemain urna proporgo quasi dupfc de um so-
bre triuta e cinco.
Os paragraphos 10 c H do budget tratara das
aselas noriuaes, primarias e da instvuago ele-
mentar. Muito antes do auno de 1848- o-Piemon-
te tinha estatelecido escolas de nrtataon esco-
las normaes primaras, que fizeram ura> grande
era esta pvovincia e mais tarde ao- :v.-to da
Italia.
assiin que sobre o ponto de vista da instruc-
gao elementar o Piemonte e a Lombardia nao sao
inferiores aos estados mais avancados da Europa,
infelizmente nao-se pode dizwr outro tanto das Ro-
manhas, da Toscana e das provincias meridonaes,
que tem anda, muitas communas onde nacha es-
colas primarias sobretudo para o sexo femi-
nioo.
Os instituidores sao geralmente mal pagote as
escolas mngtsttaes- oreadas > pressas em aples
e na Sicilia nao tem produzidoat aqui senao re-
sultados imperfeiles. De tres milhes de meni-
nos que estivessem em estado de seguir as- esco-
las elementares, na verdade muito pouco- tirar
ura. milho.
A.- provincias meridonaes- dao somonte avoitava
parte deste numero. A soheitudc das autoridades
municipaes foi vida, e Ihes- foram dados subsi-
dios para o desenvolvimenlo da instrucgao. pri-
maria.
O paiz responden a este appello ; o impulso foi
dado, certo que elle nao para. Apezar do- esta-
do pouco florescente de nossas financas, estamos
certo.de que o parlamento italiano nao deixar de
cumplir o de ver de ajudar. nossas escolas elemen-
tares ; precisamos de boat>livros para o povo, bi-
bJiotiiecas para os operarios-, edificios para>estabe-
lecer asylas ; o estado deve reunir neste ponto
seus osfuagos aos das communas e da caridade pri-
vada, e emprebender de-lia vontade, como-se di-
zia ltimamente na Heyta^ uraa sauta eampanha
centra a ignorancia,
Tal em seus prinaipaes aspectos, fielmente in-
dicados pelo budget da 1*63, o estado da instruc-
gao publica na Italia.. Se o estudo que acabamos
lie faier sem temor de chmalo muitas vezes
nossa propria cxpeiracia tivesse atlra&ido para a
transformago de nossas instiluiges escolares a
atti-ngo de horneas competentes tanto eslrangei-
ros, cuino peninsulares, seria para ns a mais
agradavul das recompensas.
Quando urna vet&i sociedade como a nossa se
acha em preseaca de urna revolugao poltica radi-
cal, e que devo transformar sem violencia seus
laaricia 4e Tren.
PltlMKIRA PAtTE
1
Sao onze horas da noule. as ras circuravisi-
nhas praga l'intimille reina profundo silencio,
i|iic s quebrado pelo rolar peridico do mni-
bus, que ao subir 011 descer a roa Clichy acouta o
pavimento com suas toscas e pesadas rodas. N'uma
ou n'outra casa l so ouve ranger urna porta nos
gonzos; depois, completa mudez. Todo o bairro
dorme tranquillo com se fracidade de provincia.
Neste momento parou um mancebo dinnie da
porta da rasa que forma o ngulo da ra de Donai:
balen apressado ; cntrnu ; recebeu das mos do
porleiro urna luz e subiu ligeiro os cinco langosde
escada, que o separa vara da sua habitago.
O porloiro seguiu o mancebo cora a vista, mur-
murando :
Ello nao cantarela, nem diz nada !... Man
simal... Pobre rapaz !... Mas tem um gen ta
altivo I
Anda este curto monologo nao estara acabado
e j o mancebo havia chegado ao quinto andar o
entrado no seu aposento. Langou a capa sol/re urna
cadeira, accendeu duas velas, pegou n'uma, e. ele-
vando-a cima da altura da cabega, collocou-sc
tata de um quadro pousado em alto cavallete p
observou-o longo tempo e com minuciosa altengo.
Nao est mu,disse por lime como que fal-
lando comsigo mesraomas anda nao est bom '
Recuou dous passos, e, fazendo projeclar os ralos
da luz alternadamente sobre todas as partes da
pintura, examinou-a no todo e nos menores acces-
sorios com o minucioso cuidado do um perito, que
quizesse fazer o rea torio das bellezas c dos defei-
tos de tima obra submctlda ao seu exame.
Sim, sim I continen elle, como se tentar-
se completar a sua ideaO zephiro brinca com a
folhagem das arvores; ha movimento as aguas : o
colorido bom; mas o que falla a este quadro...
... o que ha-de ser ? E' o estudo f o trabalho!
Patetas I acrescentou o mancebo.encolben'
do os hombros teceram-me centos de elogio?-
disputa vara a qual me dara mais aperlos de miras'
Que louvores me enloavam todos em coro !...
Prognosticavam-me glora e fortuna I... Segundo
elles, genio e mocidade. havjam-se dado as mao
para rae tornaran oenle mais feliz do universo. Ti ve
de olhar-me a um espelho para ver se os ionros me
engrnaldavam j a fronte I... E todo este tacen'
so porque ? Por uns bocaditos de destreza de mo,
de facldade de execugo e de habilidade em eun-
ceber I... Os mais audazes apenas arriscaram ti
midasjibservaces. Que cfila de tolos I... Era
manha pareck-me o meu quadro soffrivel, ma
depois dos insensatos louvores que me prodigalisa-
ram, dao-me fortissimas tenlaces de o pul veri-
sar a pon tapes l...
E, mudando repentinamente de tom, o Ilion ri-
sonho para o quadro, dizendo :
Mas, por lira de contas, elle est vendido
quem o pagou que faca d'elleo qne muito bem Ihe
parecer !
Acabado este monologo, deu com os olhos n'um
papel dobrado era forma de carta, que eslava do
chao, junto da porta.
O artista levantou-o e leu : Mauricio 4e Trenil.
E' para mira disse comsigo.
AI>riu-o e achou estas pafcrvras :
Meu caro ritinho. Se naorecollieT ttmilo tar-
da, venha tomar urna chaven de cha cumigo, e
ento saberei o que com tanta impaciencia atajo
saber.Laura.'
Pl 9.Muito tarde qur dizer depois dti meia
noule;
Mauricio ptichou rpidamente d rclogio.
Onze e-tres quartos aindataoOndoue-pra-
so... corramos!..
Pegou cm um eastical, fechou a porta cltove e
foi bater a outra situada ao mesmo tivel que a- sua,
mas em outro corpo do edificio.
Um leve ruge^-ruge annunciou que- Laura, anda
.'lava e a prt* abriu-se quasi iif mesmo m-
tante.
Urna menina, corada de pejo appaoeceu no la-
miar e apresentou a mao a Mauricio.
J nio huta- esperanca de o ver Hoje, disse-
ell mas entre ; micha lia pediu-nw que a de>
culpasse : bem. sabe trae ella nao creanga ; nao
pode esperar mais, foi deilar-se.
Multo bem respondeu Miurci; segundo-
Lauraaum quartn pequeo e com um nica ja-
nellayque da va para- um terrago.
Este quarto, quandbmuito, dara parquartode
toucador de dama, era forrado de chita tlnissima.
e o seu maior realce provinha-lhe do terrago, onde
se vi urna extraordinaria profusao |de llores:
rame presos do pavimento ao tocto ajudvam as
trepadeiras e ervilhas decheiro a subir at sloa-
sas do-beiral, de modo-que, aberta a janella, fica-
va-se cllorado n'um gabinete de verdura, fresco e
perfumado.
Dou* ou tres assemos rustiros de maeira se
achavam eollocados movediga sombra da. folha-
gem : era all o recanto-reservado medsmao-e
intimiiiade. O resto do- terrago era par' pat-
atar.
Apeaos-Mauricio enfrou na pega, que qaafi;ser-
via de ante-sala ao florido Imlca, voltou-se Laura
vivamente para elle, !levando-lhe a luz de ollapa
altura do peito. Signa) d afflieliva decepcaotrans-
pareceu no rosto da dondla
Entoperguntou ellaainda nada ?*!'
Oh sim tenho avoruzrespondeu Mauricio-
com ar indifferente.
O resto de Laura tingu-se de viva purpura >
E'sem m'o dizep !replicou ella em ar de
arguo5o-Nao sabia dlzer-m'o em voz bera.alta lu-
do fundo da escada ?
E acordar todo* os- nossos vsinhos ?
Que importava que <*s acordasse ? Fazia-me-
Miz ,'inco minutos mais cedo?
Laura, tendo assim< repetido em prosa,, sem d:i*
por isso.a famosa exclamarlo do vellio HeeaoiOiGor-
reu suacaixa de costura, abriu-a, cortou um. boc.v
dinho defita encarnada, o com gesto risonho e en-
gragado prendeu-o casa do casaco do anlisliv Os
dedos porm, tremiam-lhe levemente.
Esperedfese ella, remando pana, metaor
gasar do effeitoComo Ibe fica hem 1
Mauricio prenden as suas as maos da dun-
zella.
Pelo que vejo, Laura, j havia pensado...
Oh I nao era pensar, era urna quasi rerte-
za... alguma cousa me dizia qne ha vi* de ganhai
a cruz... Tem tanto talento !
Sim Pois- veja, essa alguma cou6a, nada me.
dizia a mim. Condecorar-me portopooeot A
muniflceneja do-ministro chega a ser prodigalida-
de. Isto nao recompensa, urna inania.
Esta rasposta, cuja amarga rota, semolhante
a espadajle-diMM gwvw*^tanto term, a personalida -
Foi este pensamento que fundou-secra Florenga
urna sociedade de historia toscana, come j existia
uraa no Piemonte, e que foram concedidos meios
para assegurar a publicaco do Archivio storico
de Mr. Vieusseux.
Essas sociedades publicam documentos, inspec-
cionara e dirigem investigages archeologicas. Foi
tambem fundado um museu de antigedades ; mas
em aples e sobretudo na Sicilia que se deve-
Infelii mente este programma nao pode ser ap-
plicado senao em urna medida mui restricta. Al-
guns dias antes da formago do ministerio, de que ra organisar museus e archivos e dar um grande
eu fazia parte, mou predecesor tinha apresentado impulso aos trabalhos archeologicos. Infelizmente
s cmaras um projocto de lei, qne s dizia reipei- este genero de estudos oxige mais tranqulllidadc
to s universidades das antigs provincias, e que e seguranga publica que essas bellas provincias
reduzla a um tergo as attribuiges universitarias, at aqui nunca poderam ter.
Este projecto era agradavel aos estudantes ; a Os paragraphos do budget de 1863 relativos
corarais?.ao da cmara encarregada de examina-lo instrucgao secundaria nos do a entender que ella
Ihe era favoravel.
Neste interm rebentaram as desordens
cusa ao estado 4 milhes.
da uni- Se exceptuar-se as antigs provincias e a Lom-
versldade de Pavia, e manifestou-se quasi por to- Lardia, o resto da Italia nunca teve, como en J
da a parte urna grande relaxago na disciplina e disse, urna organisacao completa da instrueeao se-
no; exarnes. cundaria.
I
costumes e suas instilui^oes^uo DdjMtrTbar-nr de"o ministro, como a d"elle Mautkio, nao podi
do ao mesmo tempo. -ft-ito todo o calculo, deve-
mos agradetsr -Providencia 0$ resultados que a
Italia nova tem obtido desde tres annos. Fraoos
por nossas davisdes, s temos pensado, depois da
guerra de 8o9, em garanlir-nos desse grande be-
neficio da independencia nacional, origem nica
da dignidad e da felicidad da um pove, e que
a Franca nos ajudara a reconquistar prego de
seu sangue. Gracas ao Piemonte e as seus reis
guerreiros, ha hoje um axercilo italiano. Agora
est dado um grande desenvolvimento aos traba-
mos : a liberdade das transaeges rommereiaos.
troduz seus fructos, acelera a produccao as mf-
irentes provincias e aproxima todos os Italianos.
Este despertar da vida econmica, augmentando a
riqueza geral, nos pormittir restabelecer pouco a
pouco o equilibrio em nossas financas ; mas
tempo de organisar-se seriamente a edueacao na-
cional, tempo de as communas, as provincias e
o estado emprebender esto obra, cada um na es-
phera de seus deveres e de seus direitos.
As geracoes se adiantim, e a Italia nao poder
consolidar as suas institnices nem tomar o seu
lugar entre as grandes nagdes modernas sem res-
tabelecer o nivel geral de seus estudos, sem re-
conquistar sua amiga gloria as sciencias e as
leltras.
Ch. Mattencci.
fita-He des Deux Mondes.^Castra.}
scapar a observaeo de Laura.
E* injosto,replicou elli eom energadttas.
vezes injusto. Acautele-se : a e-xcessiva modastia
escendtt s vezes excessivo ormino.
Pode serreplicou Mauricio.-Desde a.alvo-
recer (Teste da, que levar meu nome aos? quatrt*
ventos da publirdade, unto-roe com nao. sel wk>
fermentagdes, em que a ira, militares de saudades
a desejos incriveis occiipam egual parto na espe-
ranga que nutro !.. Laura, fez bem eav mo es-
crever; conversemos, o a sua preseaga arabani
de calmar este resto de febre qne ainda me
agita.
Laura e Mauricio dirigiram-se para o terrago.
Da extrema al :ura em que elle eslava situadoa
ra de Donai urna das mais elevadas de Pars
domina va o terrago quasi toda a cidade.
Era clara a noute. O ocano de ledos o de cha-
mines que do novo quartoirao, edificado sobre o.,
jardins do antigo Tvoli, se estende at o Luxera-
bourg, eslava como que afogado n'nma nevoa
transparente, e d'ondo surgam de pontos diversos
as torres e os zmborios mal distinetos de Nossa
Senhora, de S. Sulpicio e do Pantheon, semelhando
navios serat'tiaufragos as ondas proceltosaj.
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