Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10264


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Full Text

AMO XHIX HUMERO 284.
Por (res mezcs adiantados 5)000
Por ires mezes vencas 6O0
Jfuak'*< *

SEXTA FEIRA11 DE DEZEMBRO DE 1863.
Par auno adiantada.....19$000
Porte para o subscripto?. 3$00
DIARIO DE PERNAMDUGO.
ENCARRE6AD0S DA SUBSCRfPgO NO NORTE
Parahvb, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Araratv. o
Sr. A. de Lemos Bra?a; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranhao. o Sr. Joamiim Marques Bo-
drignes; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C.; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SURSCRPCAO -NO SUL
Alagas. o Sr. Claudino Falcad Dias; Baha, o
Sr. Jos Martins Al ves; Rio de Janeiro, os Srs. Pc-
reira Martins A Gasparino.
PARTTOA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassu", Goyanna e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Sanio Antp, Gravat, Bezorros, Bonito, Cmara',
Altinho e Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob,
Boa Vista, Ouricurv e Exu' as quartas feiras.
Serinhaem, Bio Formoso, Tamandar, Una, Barrci-
rs, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Una de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao / da.
EPHEMERrDES DO MEZ DE DEZEMBRO.
3 Quarto ming. as 8 h., 49 m. e 2 s. da m.
10 La nova as 4 h., 29 m. e 20 s. da t.
17 Quarto rese, as 8 b., JO m. e 32 s. da m.
24 La chcia as 11 h., 23 m. e 14 s. da t.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 1 horas e 18 minutos da tarde.
Segunda as 1 horas e 42 minutos da manha.
PARTIDA DOS VAPORES COSTE1BOS.
Para o sui at Alagas a 6 e 25; para o norte at
a.Grarna a 7 e 22 de cada mez; para Fernando nos
dias 14 dos mezes dejan, marc., ni.iio.jul, sel. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recife : do Apipucos s 6 '/i, 7, 7 '/, 8 e
8 V, da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatao as 6 '/, da m.; do Caxang e Varzea as 7
da m.; de Henifica s 8 da m.
Do Recife : para o Apipucos s 3 '/*, 4, 4 A, 4 /,
' l~ 'l e 6 ^ tarde i rara Olinda s 7 da
manha e 4 >/ da tarde; para Jaboatao s 4 da tar-
de ; para Cachang e Varzea s 4 'A da tarde; para
Btmflcaas4daurde. F
AUDIENCIA DOS TBIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relaco: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quinta?, s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphaos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do eivel: tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DIAS DA SEMANA.
7. Segunda. S. Ambrosio b. dr. da egreja.
H. Terca, tfc A (inmaculada Coneeicao de N. S.
9. Quarta. S. Leocadia v. in.; S. Gorgonia v.
lf>. Quinta. S. Melchiades p. m. S. Gemillo m.
11. Sexta. S. Dmaso p. m.; S. Franco c.
12. Sabbado. S. Sereno leitor;S. Epimachom,
13. Domingo. S. Luzia v. m.; S. Eustracio m.
ASSIGNA-SE
no Rerife, em a livraria da praga da Independencia
ns. 6 e 8, dos propietarios Manoel Figueiroa de
Faria & Filho.
PARTE 0FFICIAL.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
Reuno-se lontem o Instituto Archeologico e
Geographico Pernambucano com assistencia do
Mm. monsenhor Muniz Tavares e dos Srs. Drs.
INascimcnto Feitosa, Witruvio Pinto Bandeira, Ro-
drigues Lampello e Mena, maior Salvador Henri-
que e padre mestre Lino.
Na falta do secretario perpetuo, oceupa o lugar
deste o segundo secretario, que substituido pelo
Sr. Dr. Witruvio Pinto Bandeira couvite do Exm.
presidente.
O Sr. secretario perpetuo interino, dando conta
do evpediente, le" um offlcio do consocio Dr. Tor-
re< Bandeira,em que participa este nao ter com-
parecido as anteriores e na presente sesso por
incommodoem sua saude; pelo que solicita va
desculpa do .Instituto. Inteirado.
Vem mesa urna proposla do Sr. padre-mestre
Lino, na qual prope para socio effectivo o Sr.
Dr. francisco Leopoldino de Gusmo Lobo, pe-
dindo a retirada de urna outra em que prepozera
o mesmo doutor para socio correspondente, visto
nao haver ento vaga de socio effectivo.A" com-
raissaode admisso de socios.
O Sr. Dr. Nasciraento Feitosa tomando a palavra
mamfesta ter de retirar-se prximamente pan a
corte na qualidade de representante desta provin-
cia, e assim, aproveita o ensejo para communica-
lo ao Instituto, cujas ordens solicita para all, onde
devera o mesmo Instituto contar com a sua boa
vootade e esforcos no que fr do servico delle e
de seus merabres, agradecendo por esta oecasio
a distiucgao que ha merecido de seus consocios e
do Exm. presidente, e solicitando a consignacao
destas suas expresses na acia.
O Exm. presidente, depois de retribuir com
honrosas expresses, significativas do reconheei-
mento do Instituto, e de fazer em nome do mes-
mo votos pela feliz viagem de to distincto mem-
bro, de quem espera todos os bons offlcios em
prol do Instituto, conclue por mandar inscrever
na acta as expresses do mesmo Sr. Dr. Nascimen-
to re tosa.
Em seguida nomea o Exm. presidente e Sr. pa-
dre mestre Lino para substituir interinamente o
&r. Dr. Nascimento Feitosa no lugar de orador ; e
marca oadia 7 de Janeiro futuro para ter lugar a
prxima reunan, levantande-se a sesso.
fm concedida professora publica de ins-
truecao pri marta de Nazareth, D. Maria Benedicta
da Motta Silveira, a gratilieago da 5a parte dos
respectivos vencunentos, por contar mais de 15
annos de magisterio com desiinccao no ensino.
O Sr. Dr. juiz de direito d segunda vara,
em audiencia de lionteiu oocupou-so do proNMPO
ilt icji.-t-nrta u coauao
Ciri jac leu pui errme fl
Jos Francisco dos Anjo-,
U)YER\0 DA PROVINCIA. '
Expedirme do dia 7 a> deieabre de 18.
Offlcio ao brigadeiro commandante das armas.
Deferindo o requerimooto do sentenciado militar
Feliciano Pereira da Costa, sobre que versa a in-
formaeo que devolvo, firmada pelo commandante
da fortaleza do Bruin, autonso V. Exc. a mandar
transferi-lo para o presidio de Fernando na pri-
meira opportunidade.
Dito ao mesmo. Queira V. Exc. mandar pre-
sentar ao Dr. chefe de polica ainanha s 11 ho-
ras do dia, 15 pracas de pret para cscoltarem 11
rrimiuosos que tem de responder ao jury no termo
de Ipojuca. Comuiunicou-se ao Dr. chefe de po-
lica.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda
Mande V. S. pagar com urgencia os venciraentos
que se esliver a dever as guarnieres dos navios da
2* divisad naval surtos no porto desta cidade como
requi.sitou o respectivo commandante em offlcio n.
90 desta data.Communicou-se ao commandante
da divisan do 2" districto.
Dito ao mesmo. Transmittindo por copia V.
& > aviso de 13 de novembro ultimo, em que o
Exm. Sr. ministro da guerra declara os vencimen-
Im a que tem direito o capilo Apolonio Peres
Campe I lo Jacome da Gama, pela commissfio a que
foi ltimamente provincia da Parahyba exami-
nar a artilharia e reparos da fortaleza do Cabe-
dello, o autoriso a mandar pagar-1 de a importancia
doea vencimentos.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Oim o offlcio que V. S. me dirigi em 5 do corren-
te, sob a 586, recebi urna copia do termo de arre-
matagb dos reparos da ponte de Mamucabinha na
estrada provisoria de Tamandar.
Dito ao mesmo.Em vista do incluso requeri-
miento documentado, mande V. S. abonar ao em-
presario do theatro de Santa Isabel, Antonio Jos
Duarie Cuimbra, a 2' prestado a que tem direito
por haver cumpridocom as condiedes de seu con-
trato, quando para isso houver quota disponivel.
Dito ao commandante do corpo do polica.Pelo
offlcio de V. S. n. 497, de 5 deste mez, flquei in-
teirado de ter o soldado do corpo sob seu comman-
do Jos Eugeoie da Silva, concluido o seu engaja-
mento e contrahido novo.
Dito ao commandante do presidio de Fernando.
Faca V. S. regressar a esta capital com seguran-
za, na primeira opportunidade o sentenciado de
justira das Alagas, Vicente Ferreira Ferro, como
requisitou o juiz municipal da Ia vara desta cida-
de no offlcio desta data.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.Visto
tinuar no servijo do seminario episcopal de Olinda,
o africano livre Amancio, como V. S. declara em
seu offlcio n. 591 de 3 do corrente, cumpre que V.
S. assim o declare ao conego reitor daquelle esta-
belecimento em resposta ao offlcio incluso em que
elle o requesila.
Dito ao director da arsenal de guerra.Faca V.
S. apromptar para serem enviados no vapor liujuu-
ribe, logo que este chegue do norte, os objectos que
existirem nesse arsenal com destino ao presidio de
Fernando.
Dito ao director geral interino da instrucc/io pu-
blica.Atlendendo ao que expoz o desembargador
Antonio Baptista Gitirana no incluso roquerimento
a que se refere a sua informaran de 3 do correnle,
sop n. 203, mande V. S. adinitlir quando houver
vaga no Gymnasio Provincial como alumno inter-
no gratuito, o menor tutelado do suf plicante de
nome Francisco Antonio de Oliveira.
Dito ao juiz municipal da 1* vara desta cidade.
Faga Vine, apromptar para serem enviados no
va|K>r Jwjuaribr, logo que este chegue do norte, os
sentenciados de justira destinados ao presidio de
Frrnando, os quaes devem ser postos a disposicao
do Dr. chefe de polica, remettendo-me Vine, com
antecedencia as guias nao s destes como dos que
alli existem sem ellas.Communicou se ao Dr. che-
e de polica.
Portara. O Sr. gerente da companhia Pernam-
Jjucana mande dar transporte por conta do minis-
terio da guerra noprimeiro vapor que seguir para
o presidio de Fernando ao brigadeiro commandan-
te das armas, offlciaes e pracas de pret que tem de
arompanliar ao mesmo brigadeiro. Fizeram-se a
este respeito as necessarias communicages.
Despaclius do dia 7 de dezembro de 1863.
Requerimrntos.
Bernardo Joaquim Jos.Informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria de fazenda.
Braz Antonio da Cunha Albuquerque.Informe
o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Feliciano Pereira da Costa. Drija-se ao Exm.
general commandante das armas.
Frmino Jos de Mello.Informe o Sr. Dr. chefe
de polica.
Segundo lente Joaquim Francisco de Souza Na-
varro.IW-se.
Joanna Maria da Cnnceicao. -Informe o Sr. des-
embargador provedor da Santa Casa da Miseri-
CJos'Theodoro da Silva. -A'vista da informa- SS2T2? <"""ermo, pa"ra"o"submUer i
cao nao ha que deferir. |lraU"e"t, raeM:0-J 1L .
Joanna Francisca Lins. Informeo Sr. desem- ,* "^,0,sof ia.de molestia que Ihe interessa-
fcargador provedor da Santa Casa de Misericordia.' ** ?r,ar^0,.ha,Jfx,,8a' eslenI,'en Fr.Jo.io Baptista do Espirito Santo.-Ficam ex- SfrL?.amai, Sr ^e Franc.sco P.nto
!>edidas as convenientes ordens no sentido que re-' 888, para ? examinar: venh-ou este que o
nuer o supplicante. do?nle Padec,a. de uJma Pedra,na bexiga, ja em
Manoel Jos de Albuquerque Mello.-Remetlido ^TlZ* t^
ao Sr. director geral interino da instrurcao pubii- ,V LP"Z?I*< ?-Pera?ao : a Pra''coc' 5r
.para attender ao supplicante de conformidade *^.F^^K. ^'"t0 ^""araes, ass.stido do Sr.
com a sua informacao de i do corrente, sob n. 204. P// A.nt0Dl0 08 t.erreira AIYes,
Rufino Manoel da Cruz Cousseiro. Informe o
Sr. director das obras militares.
Urna guarda de honra do 4o batalhao de arti-
lharia far as continencias do estylo.
Chegot, hontem, procedente da Baha, a ca-
nhc-nelra franceza de guerra Fulminante.
Rbparticao da polica :
(Extracto da parte do dia 10 de dezembro).
Foram recolhidos, ca?a de detencao no dia 9
do corrente :
A' ordem do subdelegado do Recife, os pardos
Joao Benedicto, por briga, Joao Amaro Diniz,
Joaquim Jos do Nascimento, ambes para corree-
gao ; Antonio Francisco Barbosa, por ferimentos
leves, e Anna, escrava de um fuao Franco, por
suspeita de andar fgida.
A' ordem do de Santa Antonio, Francisco da
Silva, branco, e Clemente, crioulo, ambos por dis-
turbios.
A' ordem do da Boa-Vista, Manoel Gon?alves
Bezerra, pardo, para averiguages policiaes; Sa-
bino Joao Climaco da Silva, crioulo, para cor-
reccao.
A ordem do da Magdalena, Paulino Jos Be-
zerra, pardo* para correccao.
O chefe da 2* seccio,
/. G. itt Mesquita.
Casa de dtencao.Movimento da enfer-
mara da casa de detencao do 1" a 30 de novem-
bro de 1863.
Exstiam................ 32
Entraran)................ 54
Sahiram................. 57
Existem................. 29
Molestias nella tratadas :
Rheumatismo........ 8
Uritrite.............. 1
Syphilis............. 8
Panaricios........... 5
Ophtalmia........... 3
Peneumonia......... 1
Bronchites........... 6
Sarnas.............. 10
Paraplegia........... 1
Dartros.............. 6
Erysipella.....:.....
Anemia............. 4
Peleurodinia......... i
Cephalagia........... 6
Hepatite............. 2
Lombago............ 1
Ascite.............. 1
Feridas contusas...... 3
Oiagas.............. 5
Urticaria............ i
Febre beliosa........ 1
Intermitientes......... 3
Diarrha............ 4
Total................ 86
Existem em tratamenlp a sabor":
Aimmro^irt tva Koraa^numaTrsmo.
Candido Pereira de Abren, uritrite.
Manoel de Freilas Nogueira, syphilis.
Antonio C. Gognminho, panariclo.
Jos Pereira Coelho, ophtalmia.
Manoel Joaquim do Monte, peneumonia.
bebaslio Baptista Teixeira, bronchite.
Jos Ferreira da Silva Pinto, peneumonia.
Jes Henriques de Sania Anna,, sarnas.
Joao Olegario, sarnas.
Joao Luiz de Souza, paraplegia.
Jos Pereira da Silva, dartro.
Miguel Ferreira dos Santos, dartro.
Francisco Martins Gomes, ervsipella.
Estou trahldo I
Trahida estou eu, pobre innocente, torna ella
chorando ; es um ingrato I
-- Ingrato eu t responde elle quasi a chorar
tambem. M
Ingrato e prfido! Pagas a felicidade com o
insulto I
M. L. caio de jpelhos aos ps de sua mulhcr bal-
buciando:
Perdao.
Pedi-lo-has tambem ao primo ?
Pedi-lo-hci.
Ergue-te, misero.
M. L. ergue-se.
Ahi vem urna patrulha.
Fecha a porta. Vamos ao cha que sao horas.
Fechou-se a porta.
Reslabeleceu-sc a piz nos lares.
Os dous esposos^foram tomar cb.
E a patrulha nao conseguindo saber o molivo
dos apitos, foi tomar ar.
0
, que pelo Dr. juiz muni-
cipal da segunda vara ra pronunciado pur in-
curso no artigo 116, primeira parte do cdigo cri-
minal.
Estiveram presentes esse acto o Sr. Dr. pro-
motor publico Gusmao Lobo e o advogado Dr.
Jos Roberto da Cunha Salles; levantou-se a au-
diencia a 1 hora da tarde.
Achando-se impedido tomporariamente o Sr.
procurador fiscal da fazenda geral, foi nomeado
para snbstitut-lo o Sr. Dr. Jos Ladislao Pereira
da Silva.
Amanhaa comeca a feslividade da Iinmacu- .
lada Virgem da Coneeicao, na igreja de Santa Bita Jos Joaquim de Santa Anna, sarnas,
de Lassia, com a benejio da i'magem. Manoel Thomaz de Oliveira, svphilis.
Domingo ter lugar a fesla, orando ao Erange- Antonio Gomes Benicio, svphilis.
llw o Kvd. padre Antonio Manoel da Assumpcjio e Pedro Antonio Bibciro, anemia,
ao Te-I)rum o Bvd. padre Antonio de Mello Al- Ignacio Jos Guimaraes, anemia,
buquerque Ki-Ix Jos Bodrigues, anemia.
~ Concluio-se ante-hontem noite a festi vida- Joao Barqueira da Silva, pleurodinia.
de de Nossa Senhora da Coneeicao, na igreja dos- Domingos Francisco de Uliveira, cephalalgia.
militares, com um fogo de artificio que esteve o Antonio Gomes Senua, ervsipella.
peior que era possivel. I Antonio Manoel dos Santos, hepatite.
Lastimamos, durante as horas que durou elle, a I Joo Nery de Santa Anna, lombago.
maneira poueo conveniente porque precederam os! Francisco, cscravo de D. Marcolina, ascite.
agentes da polica, em duas prisoes que realisa-' Bernedicto, escravo de Augusto de Oliveira, ferida
ram, pois que, alm de porem em alarma toda a I contusa.
populacao que alli estava, com gritos e correras,' Bita, escrava de D. Bernardina, anemia.
esDaldeiraram earrastaram os presos como se fos-1 Narcisa, escrava de Joo Marinho, parto,
sem grandes criminosos. Da autoridade superior, I Movimento da casa de detencao do dia 9 de
porem, de esperar quecessem taes abusos, com- dezembro de 1863
medidos por seus agentes pouco conhecedores de
seus de veres.
Remetteu-nos o Sr. Joaquim Manoel Ferreira
de Souza o seguinte, pedindo-nos a publicacao :
O abaixo assignado vem pela imprensa tornar
publico, e por todos sabido, mais um fado de hon-
ra para a clnica do muito distincto e abalisado
cirurgiao Jos Francisco Pinto Guimaraes.
E' de publica ulilidade que a pericia medica
seja condecida, que receba os applausos e acela-
mages a que tem jus da parte daquelles para
quem ella se assigna-la.
Nessasmanifestaces ha um pensamento hu-
manitario e fraternal aos que precisan, aos que
gemem, indicando-se-lhes o beneicio que i foi
experimentado.
0 abaixo assignado recebeu do Sr. Joo Fer-
reira Tabosa Jnior um seu seu escravo de nome
A saber
Exstiam .
Entraram. .
Sahiram .
Existem. .
Nacionaes. .
Estrangeiros
Mulheres .
Estrangeiras
Escravos .
Escravas .
332 presos.
10 >
22 >
320
215 presos.
31 .
6 >
2 .
58 .
8 i >
320
Alimentados custa dos cofres pblicos
Movimento da enfermara no dia 10
zembro.
Tiveram baixa:
Sabino Joo Climaco da Cruz, contuses.
Joao, escravo de D. Feliciana, sarnas.
Teve alta :
Jos Miguel da Silva.
. 135
de de-
, e de um modo
tao admravel que bem se pode di/.erjque tocou o
limito da dexteridade do possivel na arto opera-
toria.
* Dentro de tres ou cinco minutos tinha elle j
feilo a extraccio da pedraque era quasi do ta-
maito de um ovo, e estava livre o paciente da
causa phisica de seus soffrimentos. Foi um segun-
do nascer. Sao passados cinco dias, e o mesmo pa-
ciente nada tem soffrido, que comprometa o seu
estado ; pdese dizer que est salvo.
t Devc-o ao Sr. Pinto, cuja reputacao de ba-
bilissimo operador alias nada venho a acrescentar.
Seu nome tao condecido nesta provincia que a
presente publicacao, e menos alguma cousa que
venda mais illusira-lo do que a tradcelo do en-
tusiasmo, reconheciment o estima que Ihe con-
sagra -Joaquim Manoel Ferreira de Souza.
Coronel Tiburtino Pinto de Almeida.Ljfortne o
Sr. director geral da instrucco publica.
William James Lindsey.Informe'o Sr. engenhei-
ro encarregado das obras em melhoramento do
porto.
commno das armas.
Ouarlrl feteral do cemaando das armas de Per-
nambofo. 8 de dnembro de 1863.
Ordem do da n. 273.
O general commandante das armas determina
que fique nesta data desligado do 2 batalhao
de infamara ao qual se acha addido, o Sr. tenente
do 4* batalhao da mesma arma Manoel Joaquim de
Souza que segu para a corte no vapor que se es- Depois de amanhaa ter lugar no convento
pera do norte. de S. Francisco de Olinda a feslividade religiosa
O mesmo general faz certo para o lim conveni- da respectiva padnoera, a Senhora das Neves, com
ente que rmprovou o engajamento que a 27 de no- vesperas no sabbado noite,e depois de urna salva
vembro ultimo eonlrahio- para servir por mais 6 real de 21 tiros pela madrugada do dia seguinte.
annos, precedendo nspeeco de satide nos termos Orain no Evangdko o Rvm. padre mestre Amo-
do decreto e reculamente do 1 de mato de 1858, o nio de Moli e Albuquerque, e no Te-Deum o Rvm.
nspecada da 7" companhia do referido batalhao 2 padre mestre Leonardo Joao Grego ; e rege a or-
Francisco Antonio d'0/iveira, coatorme participou diestra o professor Manoel Antonio de Poriinn-
o respectivo commandante em offlcio n. 1152 cula Ferreira.
AssignadoSo/idoaJo Jos Antonio Prrwra do O templo acha-se decentemente decorado.
Lago. Duas msicas tocarlo peras diversas m> decur-
ContormeJos Ignacio de Mrdeiro* Reg Mon- so dos actos religiosos, e pela tarde aehar-s-ho
teiro capifao ajudante de ordens encarregado do no patoo do templo, donde snbiro aos aros al-
detahe, gunsbales.
Ul POUCO DE TODO.
A Revoturao de Setembro, no seu noticiario, diz
o seguinte:
A polica andou hontem noite affrontada na
ra de S. Bou-Ventura, i|iie foi para ella nesta
noite urna ra de m ventura, porque ouvindo pro-
longados e estridulos apitos fartou-se de correr e
de indagar, e nao houve saber o motivo porque
reclamavam o seu auxilio.
A causa explica-no-la um nosso informador.
curiosa e engracada.
O Sr. M. L. entra va em casa aquella hora quan-
do vio a cara metade da sua alma a conversar
porta muito mo enm um primo. Ora a con-
versarlo era a mais ingenua e Innocente deste
mundo : versava sobre recorda^oes da infancia.
Mas M. L. ama perdidamente sua mnlher (e tem
razao para isso) e como um grande amor anda
sempre ligado a um grande ciume, estes dous sen-
timentos venceram nelle a razao e a prudencia,
e segredaram-lhe ao ouvido que os primos sao os
mais pengosos prenles deste mundo. D'aqui urna
scena caricata. M. L. colloca-se em frente dos
dous, e brada .
Traidores! estou deshonrado t
O primo enfureee-se com a rerrimiuacao. e aii-
ra-se a elle.
Lutam os dous braco a brago.
A pobre Lilia vendo o caso mal parado, e ro-
ceiando que o primo, por ser mais novo e mais
dbil, fosse victima do conflicto, foi para apagar-
se com o sanja da sua devocao, mas adiando em
vez do santo, um apito apegou-s* a elle sapran-
do-o. Mt>.
Os hiranorfts en!Ao pararan*.
O primo evadio-se por causa da polica.
E o esposo dirige- esposa, e clama :
Um dramaturgo novel anda va concertando o pla-
no de um drama, e para esse effeto perda as
noiles em largas discusses em casa de um es-
criptor seu amigo.
Ora, elle era casado e tnha urna esposa muito
rispida e ciosa a quem nao da va parte das suas
tentativas lterarias. Vendo ella o mysterio que
o marido guarda va sobre e motivo das suas ex-
curses nocturnas, comecou a crr-se atraicoada,
e espretava-lhe todos os passos, palpava-lhc as al-
gideiras, e lia-lde a correspondencia.
Todava o drama devia concluir se, e o nosso
dramaturgo estava afilelo por nao saber o desti
no que devia dar protogonista, pois na ultima
sessao que ti vera com o amigo nao Acara esse pon-
to resolvido. Escreveu-lhe, pois, dizendo, que ina-
tava a personagem, pois era o nico desfecho que
va peca. O amigo respondeu-lhe uestes ter-
mos :
Acho bem o teu plano. o nico meio de
nos vermos livres delta. Mas, em quanto nao fal-
lares comigo, nao mates tu a mulher.
Mr fatalidade, este bildete foi escripto pressa,
e apaste do u do pronome / Ocou ligada ao ar-
tiga-a lendo-se claramente Um.
A esposa do nosso joven escriptor apanha o bi-
lhele noite, abre-o lu-o, e exclama :
Estou perdida. Infame I Tenta assassinar-
me. Emquanto nao fallares comigo nao mates tua
mmer Pois nao ha de matar-me.
Madou chamar oregedor, ojuizeleito e alguns
cabos, e frente delles cohrio o marido de impro-
perios terminando por dizer que deixava para
sempre aquelle assassino.
O atribulado dramaturgo poz ludo em prato
limos explicando o caso, e a comedia terminou
pela reconciliacao.
A copla finaifoi contada pelos cabos de polica
1"c se lili mi mu 3 ni .ullmjng. w
Quem eram os actores, e onde o lugar da scena,
eis o que o chronista nao revela ; e o que ficar
eternamente guardado nos archivos secretos do
noticiario.
Esta poesa da Sra. anonyma :
as cordas de mikha lvba.
I
Minha lyra tem tres cordas,
Cada qual mais afinada,
Que sola harmnicos sons
Quando por mim vibrada.
A primeira nobre, santa,
Como um presente dos cos t
Quando a tiro, ella s canta
O grande poder de Dos.
Retrata com vivas cores
Mas cheias de singcleza,
As delicias I do cu...
As gracas da natureza !
Dos cus o azul celeste,
O sol, a la, as estrellas,
A aurora, quando desponla,
Com suas nuvens tao bellas.
Os bosques, montes, campias,
O mar, as aves, as flores,
Da primavera os encantos,
De triste invern os rigores.
II
Mas a segunda, quanto doce...
Ilarmoniosa !
Sendo amisade s delicada,
Tambem enleva, commove,
Quando vibrada !
Sim, ella pinta cem bellas cores,
Gratos primores,
Desta cadeia to meiga e forte,
Que nao se quebra, que tao constante,
At a morte !
E quem a sent, mil sacrificios
Oh I com prazer,
Porum amigo faz sem queixar-se I
Vindo este lago pela desgraca
Mais estreitar-se t
III
E a terceira oh que esta
Mil sons tem em si!
* Um dia a feri I
Fiquei transportada I...
Ah I que sons tocantes;
Aos peitos amantes,
Quaado ella vibrada !
Ah I como ella exprime
Em som tao cadente
A grata corrente,
Que os pulsos'nos prende
Com tanto vigor I
Este samo amor
Oh I como compre'nde !
A grata amisade,
A nobre firmeza,
Esta singelleza
Que tanto captiva...
De Dos esta chamma
Que s almas inflamma,
To pura e activa !
Do cium o doer,
Agudo e cVuel,
Que o pcito fiel
Ferindo martyrisa,
E que, quando nasre,-
Na paluda face
Lago se divisa \
E a terna saudade,
Que cheia de espmhos,
Nos rouba os carinlros
Do objecto amado !...
As schsmas, os sonhos
Alegres tristonhos,
De um peito magoado 1
Que corda divina !
Das outras innaa,
Doce talismn.
De casia aDeifo,
Consola a minha alma,
E as dores acalma
Da minha affiiccb !
IV
Minha lyra tem tres cordas,
Ferindo ellas sempre estou ;
Mas nao sei a qual mais amo
A qual mais apreco dou ;
A da amizade eu venero,
A' de Dos devo gratido,
A do amor preza me sinto...
Lhe entreguei meucoracao !
Eu amo todas tres cordas,
Todas dizem meu sentir !...
Meus pensamentos, minh'alma,
Sei com ellas repartir.
O Jornal do Porto diz o seguinte :
Falla-se em Hespanha do projecto de casamento
do conde de Pars cora a filha mais velha do duque
de Montpensier.
A joven infanta de rara belleza, e conta apenas
quinze annos de idade.

Escrevem de Allemanha, que entre os velhos sol-
dados que ltimamente lomaram parte na celebra-
cao do quincuagsimo anniversario da batalda de
Leipzig, cerimonia que teve lugar em Budweis, se ,
apresenlaram duas vivandeiras que assistiram a;
esse feilo de armas, e que hoje contam 85 annos
urna dellas e 105 a outra.

Na Bdgica ha em todas as carruagens de pri-
meira e segunda classe nos caminhos de ferro,
lugares reservados para as senUoras que viajam
sos.
O ministro das obras publicas convidou ltima-
mente todas as companhias a estabelecerem igual-
mente lugares especiaes para as senhoras as car-
ruagens de terceira classe.
E esta, sem duvida, urna acertadissima medida
que muito conveniente seria que se adoptasse tam-
bem entre nos.
panhadas de latidos, e de expresses de tal manei-
ra dcscompostas, que do ueste seu descomedi-
menio, urna idea de quanto extraordinario o es-
pirito humano.
Pela manha despertou, abri a porta, deu al-
guns passos na ra, sempre nos quatro ps, la-
drando a quem passava e raspando no terreno, a
ponto de tirar com as unhas em sangue.
Obrigam-no a entrar de novo, mas depois fugio
ejJesappareceu. Passou-se todo o dia em indaga-
coes por toda a parte procura daquelle infeliz ;
a inquietacao era grande, quando pela manha
voltou s ; tinha feilo um passeio de vinte leguas
e recobrado a razao nesta ionga viagem. O acces-
so tinha desapparecido com a fadiga e com o ar
livre.
O Sr. Y. Jnior remette-nos a seguinte poesa
0 NOME DKI.I.A.
No tronco d'um arvoredo
Verde, bello e delicado,
Escrevi nome encantado,
Nome do coum segredo,
E o arvoredo feliz
Que tem no tronco esse nome
N'ura retir pitoresco
Por entre outros se some; '
E alli o meu segredo
No retiro esta guardado,
S a perfumada brisa
Ahi o tem bafejado,
S o terno passarinho
No seu sonoro gorgeio,
Pousado no verde ramo
O pronuncia com enleio.
E, pois, a brisa quem sabe,
Mas mysterio, e nao diz,
E o passarinhoeu guarda-lo
Deutro do scio feliz;
E tu, corarn, bem sabes
O nome que no arvoredo
Escrevi ;mas nada digas,
Nada digas, que segredo.
CHRONICA JIDICIARLA.
TniBIVAL DO COJHHERCIO.
A cidade de Nantes trata de erigir am monu-
mento memoria do fallecido ministro Btauli
Para este fim acha-se alli nomeada un* grande
commisso.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM 10 DE DEZEM-
BRO DE 1863.
, PRESIDENCIA DO EXM. SR. CONSELHEIRO F. A.
DE SOUZA.
O Commercio do Porto escreve o seguinte : As 10 horas da manha, reunidos os Srs. depula-
Na bibliotheca da velha cidade de Evora est dos Lemos e Reg, o Sr. presidente declarou
exposto o pendo da inquislcao daquella cidade, o aberta a sessao para mero expediente.
qual foi ha pouco adiad. i XKDinm.
E-is as inforraacoes uue a respeito doste fatdico Foram asacaatoa : .
estandarte d una folha da localidade : Urna participado de John Gatis, datado de 7 do
A sua largura aproximadamente de metro e corrente, de ter entrado em exercicio de corrector
meio ; e todo de rico damasco encarnado, bordado geral desta praga.Annote-se e archive-se.
em relevo, e est perfeilamente conservado. | Foram presentes as cotaces offlciaes dos pregos
De um lado tem bordado a ouro finissimo S. Pe- correnles da praga das semanas findas.Archi-
dro, chefe e martyr da ordem, e em torno a se- vem-se.
gunte legenda : Pro sancto muere martirii pal- \ despachos.
mam tneruit obtinere ; e do outro, a oliveira, a ; Ura requerimento de Joao Carlos Bastos de Oli-
cruz e a espada, e em torno a seguinte inscrip- j veira, pedindo o registro da escriptura de hvpo-
io : Exurge Domine el Judica causam tuam. theca que ajunta.Como requer.
Sj73. j Outro de Thom, Burkingamg & Boberls, pedin-
fc. guarnecido de franjas do ouro, assim como do o registro da procuraco que apresentam.O
de sanefas de um e oulro lado. mesmo despacho.
O valor do ouro, calcula-sc em 300. Oulro de Maia Espirito Santo, pedindo que se-
O irabalho do bordado precioiissimo. ja registrada a nomeago de seu caixeiro Manoel
O fallecido Joao Baphael de Lemos confessou Jos Goncalves Braga.Igual despacho.
Outro de Lourengo Pugi, pedindo o registro de
hora da morte aonde exista este pendao.
Efectivamente estava em casa da viuva Espada, I
no Terreiro d'Alvaro Velho.
Existia tambem urna estola, que veio com o
pendao, e outros paramentos ; porm de pouco
valor.
urna procuragao.O mesmo.
Oulro de Antonio Muniz Machado Jnior, pedin-
do o registro de sua nomeago de caixeiro de
Johnslon Pater & Cdem.
Oulro de Hygino Augusto de Miranda, pedindo
I ser nomeado agente de leudes desta praga.Vista
A nardo publica o seguinte : i ao Sr. desembargador fiscal.
Em Londres est succedendo um faci, que tem Outro de Antonio Joaquim de Vasconcellos, pe-
dado que pensar. I dindo por eerlido so o bacharel Bento Jos da
Repelem-se a miudo os casos de asphyxiagao em Costa acha-se desonerado da fianga que prestou
enancas. I agencia de leudes Vicente Camargo. Como re-
0 Etening Star refere que n'um s dia se pro- quer.
cedeu a iuqueritos nos cadveres de cinco crian- j ___
gas, asphyxiadas por seus pais.
Do resultado dos corpos de delicio, nao pode de-! SESSAO JUDIC1ARLA EM 10 DE DEZEMBRO DE
duzir-se se a asphyxiagao fra preduzida, nos cin-!
eo casos, por acto voluntario ou involuntario; isto |
, se as criangas foram asphyxiadas pelo peso dos
corpos do pai e mai, ou se pela acgo de travessei-
ros cellocados sobre ellas.
A justiga preoecupa-sc desles factos, cuja repe-
tigao na verdade, singular.
Se ahi ha um infanticidio premeditado, grande
a nialdade de seus pas.

Comamos a algum tempo a historia de um ho-
mem papagaio. Segundo diz agora o jornal, de que
a extrahimos ento. houve-muita gente que duvi-
dou de ser verdade, mas agora refere oulro caso
nao menos notavel acentecido em Franga.
um caso singular de alienago acontecido em ""' Jo" Ha^lVa" Santn
Comniegne, e que se relata com as circunstancias J*y Dor^va(irSmin,iait,is
1863.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. CONSELHEIRO F. A.
DE SOUZA.
seguintes
Um criado, que serVia havia quatro mezes era
casa de M. A..., mostrava um certo carcter ta-
citurno ; nao fazia convivencia com a familia, nem
tinha com seus araos as relages que o servico do-
mestico proporciona.
Todos soffriam com' aquelle genio, e apezar da
regularidade do seu servico, foi prevenido de que
devia procurar outro patrao, e acrescentaram-ihe
que poderla eonservar-se na casa emquanto nao
encontrasse outra mais conveniente ; mas que se
nio quera um criado, que tinha ares de cao de
fila.
De repente, como se fosse ferido no coragao e no
espirito, o pobre rapaz banhado em lagrimas la-
menta-se e declara que nunca amou ntnguem cora
tanta affeieo, e por consequencia elle era um ver-
dadeiro cao. Sahe e volta poneos minutos depois
com as mos no chao; nao fallou mais, mas uiva-
va e ladrava, tomando todas as attilndes do cao.
Estava completamente louco. n criada chama soc-
corro, vem gente o promettem-lhe que ficar na
casa; entao senta-se e conserva-se immovel por
albura lempo.
A criada, querendo distrahir-lhe as ideas d-lhe
um prato para elle levar sala de jantar, onde
estava reunida a familia com alguns amiuos; elle
pe-o no chao, toma de novo a attitude de quatro
ps, e comeca a comer no prato, rosnando, uivan-
do e ameagando morder um cao pequeo, quepro-
curava aprximar-se para tomar a sua parte.
Julgue-se do effeito que esta scena produzio as
pessoas presentes ; vem o amo, toma-o pela mo,
desculpa-o, e trata de o tranquiKsar e de o chamar
razao; faz com que se sent junto delle e apre-
senta-lhe um copo de vinho, mas lile, em lugar de
beber como todos nos, comee iH)cber como um
cao.
O rfeste da tarde passou-o fazendo toda a quali-
dade de loucura, oceultando-se nos ngulos fla ca-
sa, laucando por toda a parte vistas espantadas, I ^^"s^ntoTAcT
inquietas, como se fosse victima de alguma visad. < e ^ j0Ve nrorima
A noite nao se quiz deltar, consexvou-se de joe-
lhos, em supplicas c palavras incohareotos, acom-
Secretario, Julio Guimaraes.
A meia hora da tarde, o Sr. presidente abri a
sessao, estando reunidos os Srs. desembargadores
Villares, Gitirana, Silva Guimaraes, Lourengo San-
tiago e Reis e Silva, e os senbores deputados Rogo,
e Lemos.
Lida, foi approvada a acta da sesso antece-
dente.
Foi lido o offlcio, de 5 de corrente, do Sr. conse-
lheiro presidente da relaco, communicando que,
com a designagao dos Srs. desembargadores Cae-
e Bernardo Machado
satisfeitas as requisigos
deste tribunal nos offlcios de 3 do referido mez.
Nao tendo comparecido os Srs. deputados Mal-
veira e Rosa, nio pode haver julgamento.
DESIG.NACAO DE DA.
appoilado,
Joa-
Appeantcs, Almeida & Cai;
quim Antonio da Silva.
Appellante. Ignacio Barroso de Mello; appoila-
do, Antonio de Azovedo Villarouco
Recrreme, Guilherme Berg ; recorrida, a com-
panhia de seguros Fidelidade.
Appellante, Joo Francisco Ferreira da Silva
Braga ; ppellado, Alipio Annes da Silva Freir.
Ap Killante, Eustaquio Antonio Gomes ; appella-
do, Manoel de Barros Cavalcanti.
Designado o primeiro dia til.
PASSAGENS.
Appellantes, os curadores da massa fallida de
Amorim, Fragoso, Santos & C ; appel lados, Cals
| limaos.
Appellantes, Jos Gongalves Mal veira e outros ;
1 appellados, James Crabtree & C.
Do Sr. desembargador Villares ao Sr. desembar-
gador Silva Guimaraes. a-i
DISTRIBUICES.
Appellante, Joaquimtfh 1
rWrflIv
ppellado,
Ferreira
Joaijim Elviro Alvos fli silva.
Ao Sr. desembargador Villares.
Appellante, Francisco de Paula Carneiro Lelo
ppellado, Manoel Antonio de Carvalho.
Appellantes, Antonio Luiz de Oliveira Axevedb k
C, agentes da companhia de paquetes brasileiros
vapor; appellados, Jlo Francisco Pardelhas e
outros.
Ao Sr. desembargador Silva Guimaraes.
ACGRAVOS.
Aggravanles, os curadores flseaes da massa fal-
lida da viuva Amorim & Filho; aggravados, os
administradores da massa fallida de Amorim, Fra-


mm
O/k -^______------------------------ ? -
^-
Btarlo le PernftmbHM Hexia felra f i de ftezembro de 183.
____________________________
-.
n
186.1
Cnika Filiad ttouco aofTi^sl.
BALANCETE EM 30 DE NOVEMDRO DE
ACTIVO.
Accionistas do banco do Brasil.
Entradas nao rea-
lsadas de 10,009
aeros localisa-
da's ua provin-
cia ...........
litro descontadas.
Com duas asigna-
tura* residentes
no lugar do des-
cont....... 804-.31fl.58lt
Gnu una so dita
dito....... 66:150*7 870:470*o46
101:9004000
Istias caucionadas.
Por miro, prata e
ttulos roinuier-
ciaes .......
Por outro* Ututos.
35:489*790
1:8o8*0U0
Isti Saldo i tosa eonta.
Diverso*.
Saldode varias ron
tas........
Cai.ru.
Pelos seguintes va-
lores :
Ein utooda de ou-
ro de 22 tuila-
M........2,001: 780*110
Ero notas do me-
sn ro dos valo-
res de 10*000 e
superiores. 760:000*000
Em inoeda de tro-
co ........ 9*953
Eni otas da pro-
pria caixa. 4,027:69(\&000
51:317*790
:t(9:291*726
1,349:761*208
'TnVVs oVRifluoncla, nem partos frativos,' ncm
frafissecoes polticas, que valham a dignidade
pruna o o respeito da ideas.
111JJ.U- 'JL-LU-Ul--! -Ul.--- ', H
CMESPQNDENCIAS.
Stnhm-es redactores.Venho protestar eom toda
a torca da minha ndtgnaciio cunta o aponluado
de junas, calumnias o torpes qualficacoes quo
pelo rapilao Antonio Cabral de Mello Leoncio fo-
raiu dirigidas no Diario do tiontem ao meu res-
peitavel prenlo o tcnenle-corooel Dimas Lopes de
Siqueira, assim como declarar que pausaremos a
chamar a responsabiliiade o dito capitn, afim de
que prove em juizo todas ai infames iniputacdes
| que faz ao tenente-eoronel Dimas, caja reputadlo,
carcter, bouradez e prubidade slao uiuito acuna
dos tiros da mais canina raiva do maldlzente ou-
sado, <|ue nao trepidou ferir tao cruelmente a vic-
tima do seus desatinos.
E pelo que toca ao Sr. Dr. juiz de dirtito Anto-
nio Ruarqae de Marede, prometi em tempe op-
' portuno levar ao conheriment do paiz os tactos
I de repreuensivel parcialidade que tem elle prati-
cado, como juiz, naquella comarca; ficando certo o
Sr. juiz de direilo do que o tenente-coronel Dimas
nao defunto sem choro, e que dentro da esphera
legal os sens prenles estao dispostes a sacrilicar
I ludo por elle. I,mito-me por agora a este simples
protesto.
Recite, 10 de dezembro de 1863.
A. J. de Siqueira Carvutlto.
liberdade do voto. (Noticiario numero ttSde 1. JtasRacemn a declarar sucintamente a data e
de agosto.) os motivos da oppasjrao que esl fazendo.
< S. Exc. liel ao seu pensamenia de garantir a Anda no principio de setembro o Sr. Amaro,
liberdade do voto e manter a ranqumidade pu- depois de sua volta do centro da provincia, nm
blra, fez partir para S. Hento o para a fteaaa es tato esqevo porque o Sr. presidente nao guerreou
alferes Jos Olympio de Paula Moreira Francisca Sr. Mweira Brandao, mostrava-se cubicoso das
Antonio do Deus e Costa. *** relacSes de S. Exc, como o declarou mais
Al hoto S. .Exc. anda su uau auaslou da 1J- d"e urna pessoa queni disee que tiaba vontade de
nha de cuaducta quepan si tr acn, sendo soas ir a patelo, mas acanhava-se por nao saberse
decisocs, que ver os nossos lortores na parle of- seria bemrecebido.
Acial, todas cuuhadas pula justiea e imparcalida-
de. (Noticiario numero 1*4 de 8 de agosto).
A.s,.24 de julho.
Chegado o dia 9 de outubro, a eamara reunida
para proceder apuragogeraldingio-se S. Exc.
pedmdo a authentiea do colegie da Maioridade,
c Segu boto desta cidade para ah o Exm. Sr.: uniea que Ihe faltava, e consultou qual devia ser o
Dr. 01mi Jos Meira, depois de ler assistidf eom sen proeeaimento.
6,7*9:159*063
12,572:230*333
Passtvo.
Banco <* Brasil conta do capital.
Valor turnee ido pe-
la caixa matriz. *,000:000*000
Emisso.
Valor em circula-
ele........ 4.252:310*000
Letras a pagar.
Por dinheiro toma-
do a premio. ..
Por saqnes..... 169:716*260 169:716**60
Cantas correntes.
Saldo desla conta. 627:089*136
inversos.
Saldo de varias con
tas........ 5,432:9*2*831
Uanltos e perias.
horras- sujeitos a
liquidaran. ... 90:102*106
12,572:230*133
O guarda livros,
Ignacio Nunes Cona
COMMNICADOS.
Os partidas, es gorcruus, e siluacao.
in
Ha dous systeinas de reformadores, uns que se
eslorcam pelo aperfeicoameulo de todas as insti-
tuieoes, e acceitaiH lodo progresso anda que seja
gradual; outros que dizem desejar todas as refor-
mas, mas, as regeitam quando so apresentam por-
que nao veein na onlrm que elles tinham em vista.
A estes sinceros refoi madores se Ibes apresen-
tardes ligninas reformas dir-vos-ho que demais,
3ue prog resso muito rpido, que preciso nto-
nartio as reformas, que nielhor conservar o
que est.
NO* desconfiamos da sinceridade dos reformado-
res, que regeitam as reformas que se Ibes ajire-
senlam, porque nunca estao na ordem em que as
querem.
Se apparece qualquer reforma a apresentacao
repoutiiu, precipitada, se nao apparece o gover-
no nada sabe, iucapaz de goventar. Este meio
de mamr ludo no staiu quo nao illude a nin-
ueui, sao COttSernaJor** itnrqu d.*j**>> ^... ..
prugresso pare sua porta.
Se anearmos urna vista d'olhos para os que ac-
ceitam todas as reformas, vemos, que nao cmdam
de reformar o estado do paiz mas sim, melhnrar
sua condicqo pessoal; ambos os systemas encer-
raia-M no eu. .
Muilam-se os governos, nuidain-se as situacocs,
s a poltica fica stacionana, impassivel como a
materia, ella contempla todo esse tumultuar dos
partido*, indo esse lluxo c refluxo deainbiroes
lasteiras, sem urna idea nobre, sem um pensa-
meate i. cundo.
A poJitica entre nos mo tem sido um flm, tem
sido um meio, tom sido um instrumento de espe-
culaees o urna arma de riaganBU mesquinhas.
Aspira-se o iwder para ser-se governo e nao pa-
ra governar. Todas essas ambicoes que se gla-
diain, sao interesses inascarados e nao glorias de-
sinter.ssadas. O patriotismo entra so nos caria-
ses no cs|ieclaculo trabalba o egoisino.
A rorrupcao alastra |>or toda a parte. Ca um
governo sobe outro, e toda a energa se gasta em
abrir os asylos do ornamento tnendiridade do
partido que triumpba.
De sino qu (ara nos, e para o publico, de
me diocre interesse, quo caia ou deixe de cahir
airosamente um governo, mas, ineommoda a mo-
ral e o bom senso ver glorificar o rosiume de de-
sacreditar alguan como estratagema poltico.
.V.io se pense que exageramos, basta lauca irnos
urna vista pelo ue se passa em torno de vos, e
veremos inte para ser-se confervwtor o baptismo
descompor-se e attacar-se fortemente o partido
progressiste, principalmente (ao conselbeiro Paes
Brrelo e ao Dr. Peitosa,) c para ser-se proymsis-
t'i 6 fazer-se a mesma vonsa para eom os conser-
vadores, especialmento (aos-Srs. de Camaragbe e
Mmibera) e fallar-se em olygarcuia de familia,
l-ntretanlo nue todas as familias querem dominar,
terem grande parte nos negocios do paiz, e d'abi
as rivalidades d'umas familias para eom asoutras.
As lutas locaes, que se dad todos os das, nao sao
por causa de ideas, e >m por ciumes dos potenta-
dos entre s, pois, todos querem dizer : disponko
de si tenia ou mais eiedores, tiei de (aser dpnta-
dus. de sorte que todos sao olvgirchas, alar.loam
dtsiw de setenta c Untas consetoncias, e entre-
tanto gruam contra a preponderancia deste oh ifa-
qnetle individuo, d"eMu ou a"aque4ia familia.
s localidades ja se querem jndependisar, ne-
nliuiBa qur recelar imposicoes, e. breve t.-i emo<
. ntre nos o, rejilaljetocimenlo do feudalismo. Em
nosso paiz pofs, sempre havemos de ler olvgar-
clias, o meio ie acabar eom cilas nao o dos' Plu-
tarcos de um partido injurarpm os homeus Ilus-
tres to partrdo contrario, e sim procurar instruir
o imvo e criar urna classe media.
En quanto o paii aao tiver instruccao c mora-
lulade e uma classe media havemos de ter sempre
olygarchian, ej ramos timdo a peior deltas, qne
o propno governo.
Tem-so estebelecidn eBtre nos orna doutrina he-
rtica e perifosa, que faz concentrar todo o pon-
samento de governo nos hotnens que o exercem ;
1 Mra nacao. segundo estes polticos.
_ ----- TO. oy.w,, ?L-guii., csies P"""eos, (.rri.siu,,,i,.,,.;.,.
delega nos governoA sna plena liberdade de pen-1 d fls
sar, o governo pensa por todos. i In ^^^ p
.Negocios do Uro Grande do Norte.
O Sil. AMAItO CAHNEinO BKZKIIRA CAVAM.OiTI DANDO
POR PAOS F. Pa PKDRAS.
tais de presta se pega um
mentiroso 4o que um coxo.
Nao temos em vista responder a serie de insul-
tos que o Sr. Amaro em um communcado incerto
no Jornal do Commercio n. 300 de 31 de outubro
atrou ao Exm. Sr. presidente da provincia do Rio
Grande do Norte, prelendendo ao momo tempo
salpicar de lama os Exms. Srs. D. Manad, Souza
Franco e ttoui. Outros se encarregaro de o
fazer.
Vamos apenas cem a publicacae que se segu,
mostrar a verdade do enunciado e epigraphe que
ncam cima.
Entraremos na materia citando alguns trechos
desse alrabiliosoaranzd, do qual bem se v que
S. S. tem consciencia de nao ser depuUdo, pois se
pensasse de outra surte, nao ter-se-lua dado tanta
pressa, nem esgrimido eom tanto desespero.
Diz o Sr. Amaro :
Appeiiei, pois, eom toda a canlianra para a
provincia, e sabia que nella luvia de vencer, como
venc despeito de todos os manejos inunoraes e
criuduosos do Sr. Olyutbo Jos Meira, que chegou
a tempo de excrcer ainda toda a sua influencia ofi-
cial e malfica no processo da eleicao primara, e
coui lauto mais vaolagem, quanto desenciiirau-
do-uie eu de S. Exc. em uma vagem que j sem
o esperar z ao centro da provincia, nao pude a
lempo descobnr as insidias, tondo-lbe nos ollios,
como o fu depois, a expressao vaga e incerta do
homem refalsado c tratooeiro.
Sem que eu soubesse, pois, afim de prevenir-
me os golpes, deseuvolvcu S. Exc. todo o seu pla-
no salvo, autorisando na capital a turbulencia e
a desordem, por meio da qual foi violentamente
arrancado de sua cadeira, e expellido empur-
ros para fra da matriz, maltratado, reto e apu-
pado o 1 juiz de pazuujor Joao Ignacio de Losla
llanos, fazendo-sc tumultuariamente um epigram-
ua ou caricatura de eleicao sol a presidencia do
4" juiz de paz, porque o 2 e 3o recusaram-se a
sanecionar eom a sua presenca essa orgia, votan-
do pan a orgauisacao da mesa eleitores que ha
viam perdido seus lugares por inudaoca de resi-
dencia, e eom outros vieios insanaveis MNW ho-
nestidadt mi verifkarito de poderes.
Para o interior demitlo S. Exc. delegados de
polica, que anda nao 11 avia ni tomado pusse, leudo
sido nomeados por seus antecessores para preen-
eber vagas; e inandou para outros pontos offlciaes
de polica e de Imha munidos de demissoes das
respectivas autoridades policiaes, |ara ao menor
pretexto Ibes serem apreseiitadas. Essas autori-
dades, porm, se porlaram d* tal modo ua eleicao
que.laes demissoes ,ni> -"Jeram ter efleito.
Veja-seagora u'qaSulsse.o Correto Autaiense
n. 137 de 27 do mesmo mez, redigido pelo Sr. Ama-
ro c seus amigos :
Em 29 de agosta o Sr. Olyntho Jos Meira jan-
lando em seu palacio eom o Sr. Dr. Amaro, eom
quein naturalmunle'conversara sobre negocios |>o-
lilicos etoitoraes, asseverou ao inesino doutor sobre
sua palavra de honra, que ueuhiima parte tomara
ua eleicao, mas que estimara que fossem eleitos
os Srs. Amaro e Moreira Brandao.
Na mesma hora em que S. Exc. nrocurava il-
ludir assinaquem Ihe na > pedia senio a lu exe-
cucao do programma minsti'rial, caininhava o Sr.
Moreira Brandao para o seran munido de fortes
reeommendacoes de S. Exc. contra o Sr. Dr.
Amaro I
Que necessidade tinha S. Exc. de empenhar
sua palavra de honra para fazer cre q que mdhor
do que nnguem sabia elle que nao era exacto ?
(Juem pod'-ria forcar o Sr. presidente a nao
empenhar todos os recursos de sua autordade
contra o Sr. Bezerra Cavalcanti ?
All, no jIoiii/ do Cumnurcio diz o Sr. Amaro,
que /cH nos ollws de S. Exc. a expressao vaga e
iiueita do hoinein refalsado, aqu, no Crrelo Na-
talense, diz que S. Exc. deu a sna palavra de hon-
ra I Es o Sr. Amaro adiando reservado o Sr. pre-
sidente, lewh-llie apenas nos olhos, e ao tuesmo
tempo ouvndo asseveracoes de S. Exc. 1 !
Aqui pergunta-se : quem palera forrar o Sr.
presidente a nao cmpenltar todos os recursos da sua
autordade contra o Sr. Ankiio; all se afirma que
S. Exc chegou ainda tempo de exercerlala a sita
influencia ofjkial e malfica no processo da eleiro
pi imaria I
Ainda mais. O Sr. presidente exercru toda a sua
inlftiencin nnlefica, fez tantos males e horrores,
como despejadamente afirma o Sr. Amaro, e toda-
va jantava este em palacio eom S. Exc. n* dia 29
de agosto, quando j tinha do lugar, 9 do mes-
mo mez a eleicao de que se trata'I I
Nem ao menos o Sr. Amaro pude allegar que o
fez em consequeucia de couvite previo, a quo nao
quizesse faltar por delicadeza, pois nem se deu
convite alguui, nem esse senhor poderia annuir
elle, quando so bouvesse dado, sem quebra de sua
dguidade, depois de empregados lanos manejos e
deponerlas tantas insidias con ira a sua pessoa,
como procura inculcar.
0 que c bem sabido que S. S. enratxou-te eu
palacio quasi todo esse dia at que S. Exc. sondo
avisado para jamar fez o oflerecmcuto que faria a
qualquer outro, e o Sr. Amaro aceitou.
E que tal a descoberla de ter u presidente man-
dado offlciaes, eom as demissoes das autoridades, a
quem nao foram entregues por tercia procedido
bem ? I
Qne grande vontade e empenho tinha S. Exc
as dcmilr, quando assim praticou Que ponto de
aecusaco? I
Gusta a crcr, como o Sr. Amaro falta a verdade
por um modo tao revoltanteecom tanta impuden-
cia no seu coiiiuiiinicado ; mas para pi ova lo bas-
ta a transcrpcao que passamos a fazer de diflurea-
tes tpicos de artigos edictoriacs, ikimmunuados,
e noticiario do Crrelo Nula en-
xc chegou a esta provincia no dia
nosco dous das, nos quaes tem sido visitado pelas
pessoas importantes da comarca, excepto o nosso
eotmnandaTite superior e o Dr. Anio, quescacha
Xra.
t S. Exc. proporciona uma discricao, em que a
intellifencia e o coracao enconirain saudavel ali-
mento ; o seu espirito arde tao puro ne amor da
justtoa e do prximo, a sua dedicacao ao servijo
pnWioo legou a todos os habitantes"thesouros tao
preciosos de prudencia e abnegaco, que esquec-
los fra commetter um crime de lesa razao e le-
sagratido.
Ao chegar respirava-se infdizmenle nesta ci-
dade uma atmosphera impura, que conseguio dis-
sipar, snugaudo-nos immedialamente do ruido e
das turbulencias da prseguco.
Quando S. Exc. entrn por esta cidade, nao foi
um liowetn que se vio acompanhado de numerosos
cavalleiros; foi urna poca sublime que se apre-
sentou.
Para fallarmos eom esperanja de sermos es-
cutado, preciso confessar-se qne a negada de
S. Exc. a esta cidade foi um acto providencial.
A proporco que se avisinhava a hora de sna
chegada, crescia a anciedade ; e os espiritos cada
vez mais atribulados procuravam anciosos a es-
trella parahyhana.
t S. Exc, como fra annunciado, veio e hal-
tou entre os Assucnses, ainda que pouco tempo,
ltenla a necessidade de chegar quanto antes
capital.
Empregou os recorsos da amabilidade, para
restabelccer a harmona entre lodos, pedindo que
cada un o ajudasse n'esse empenho, cedendo al-
guma cousa de seus intentos.
Identilcado eom o cargo de juiz, que fez-nos
ver que em tudo obrara e se decidira, como juiz
.que muito se preza de ser. etc. ( Correspon-
dencia publicada no n. 124 de 8 de agosto.)
No n. 126 de 19 de ag-jsto foi publicado em ar-
tigo editorial o seguinte :
De Canguaritima recebemos uma carta nestes
termos:
A nossa eteieo tem corrido, sen durida do
nosso vencmento, eom quanto desde o dia 9 se re-
cebam misos de que a parcialidade sulista pretende
vencer at eom meios violentos ; e ha presninp<;oes
de que se projecta o roubo da urna e outras arbi-
Os venadores do lado do Sr. Amaro era mmo-
ria nao qnizeram assgnar e de facto nio signa-
ran! o offlco (ja estavam de plano feto.)
S. Exc. responden qne tambem nao a tirina rece-
bido; que em tal caso devia ler lugar o.adiainen-
to, e que a cmara era competente para o determi-
nar de conformidade eom os avisos n. 20 de 9 de
fevereiro de 18*8 e n. 419 de 6 de setembro de
1862.
Adiada a apuraco para odia 13, quando presu-
mi a cmara que estaa na capital a authenlca,
que faltava, dirigio-se oSr. .^maro clandestina-
mente eom 4 vereadores para a casa da assembla,
onde fez juramentar dous supplentcs, um dos quaes
havia sido previamente chamado de longe para
aquclle fim, c fingio-se uma apuraco, em virtude
da qual loi-lhe expedide um supposto diploma, tao
Ilegal e falso como ella.
S. Exc. nada praticeu immediatamente contra os
autores do crime, para que se nao dssesse que
havia tido em vista nutilisa-los no dia 13 ; mas
feita a apuraco nesse da por haver cessado o
impedimento pelo qual fra adiada, suspendeu os
vereadores e determinou ao juiz de direito que
procedesse contra elles.
Os proprios criminosos nao desconheceram a
sua culpa, tanto assim que declararan posterior-
mente terem levado as suas patentes na aigilieira,
aquelles que eram offlciaes da guarda nacional,
para que sendo presos fossem logo recolhidos ao
quartel c nao cadeia; mas o Sr. Amaro levou
muito a mal, que a autordade tocasse nos seus
amigos, que Ihe tinham prestado aquelle ser-
vico.
Importa sauer-se eom que authenticas foi feita a
apuraco, pois achavam-se todas m poder do pre-
sidente da cmara, excepto a do collego da Maio-
ridade, que so depois cliegou.
Est sbulo e fra de toda a duvida, que ao me-
nos em militas lugares nao b/viam sido tiradas
certidoes das actas dos collegios; e s quem pre-
tendesse fazer uma apuraco falsa e em separado
poderia prevenir-se de todas ellas!......
BS~ O vereador por quem foi oecupada a presi-
dencia da lal cmara um homem que ja foi
comlrnmqdo por crime de fajsidade I
- Vamos ouro faci.
O Rio-Grande do Norte acha-se em pessimo
AO PUBLICO (*)
necessario que se estela de m f e que se te-
dia feito firme proposito d calumniar n torto e a
direito, para que se tenha a coragem de fazer es-
tampar em uma folha como o Diario de Pernam-
buco, um trecho como o que se l em uma corres-
pondencia de Carnar eom retacan ao Dr. Joaquim
do Reg Barros, promotor publico daqudla co-
marca.
E na verdade dizer que o Dr. Burros um jo-
vem-de poucas afleicoes na comarca do Bonito, e
que deve a sua eloiciio, nao ao seu mrito, Tnas a
iuiluencia de iilgwm. mentir dcs|iejadainente,
entender que as faces que se acuhertaiu eom a
mascara do anonymo nao devera corar quando os
labios deixam escapar como verdadeiras proposi-
coos de tal jaez; ualutcule suppur o publico tao
papalvo que aceite como dogmticas noticias de
encapados.
Fique, portanto, o publico certo de qne o corres-
pondente de Caruar mentio e mentio levado pelo
despeito, quando disse do Dr. Barros o que se l
no trecho a que nos referimos : e senio fallera
por nos a comarca do Bonito e as mais outras on- j
do o Dr Barros tem servido o cargo de promotor. I
Estamos convencidos de que o correspondente |
de Caruar lera mais ampia resposta dada por
quem o conheca ; por isso paramos aqui, aconse-
Ihando-o, entretanto, que a bem do sen crdito nao
continu a jogar a arma da intriga e da mentira,
procurando ferir reputacocs como a do Dr. Barros,
noticiando morios casuaes como suicidios, etc. etc.
Recite 10 de dezembro de 1863.
J. Baptista.
Multo admira que um religioso, que deve agra-
decer a aquelles que proeuram o engranderimento-
para o seu convento, se porte assim sem para isso
lera menor razio. Mas coma la I vez o publico es-
teja crente no annuncio do mesmo padre, e pense
qne os encarregados sao ociosos, ladrdes, etc., re-
corremos s paginas dos Jurnaas mostrando a in-
justicalo mesmo padre para Comnosco, e ao mes-
mo lempo publicarinos os documentes que temos em
nossas maos, para quo o publico faca justca a quem,
merecer.
O thesourero.
Manoel Pedro de Alcntara.
DOCUMENTOS.
N. i.
Becebi do Sr. Cometi Augusto do Espirito San-
to tres mil res de uma chapa de cofre do esmola.
Recife, 12 de judio de 1861.
Joao Baptista Raimundo dos Santos.
( Eslava sellado.)
N. 2.
Becebi da mo do Sr. thesonreiro Cornelo
Augusto do Espinto Santo a quantia de dous mil
res proveniente do concert de uma caixa do
Nossa Senhora da Saude.
Nao tem assignalura, mas est sellado. )
N. 3.
mil
Ba-
trarirdades; nao erno que tal se di, porque o Exm. stado de (nangas; oSr. Dr. Olyntho mandou cha-
presidente tem tomado as mais enrgicas providen-, mar a con^s todos os encarregados de obras pu-
cias,para que a ordem publica seja sustentada, jj blicas.que receberam dinheiro dos cofres, e orde-
mantitta a liberdade do voto, e em S. Exc. todos nou que fossem cobradas todas as dividas em favor
ronfamjnteiramente,porque a posieo que temto-da provincia, que muito j tem lucrado eom
mudo nesta quadra, est cima de todo o elogio.
Alguns emissaros sulistas teem propalado por
aqui, que o actual presidente projecta uma reac-
cd na provincia em favor do execravel corrilho,
o que nao merece o mnimo crdito, pois, a ser
pata.
O Sr. Amaro que era um dos devedores, talvcz o
mais remisso, offendeu-se eom esta medida.
E' preciso notar, que sendo a divida de dezesseis
contos, e podendo S. Exc mandar exacuta-lo por
ella realisado: c
exacta mediante prediccao, j ha muito setena "h os e puu o w. man .ar n u.-.o p.,
-. c de mais os honrosos precedentes. toda ella pois era ohngado so idariamenle como o
do Ilustrado administrador repelle lio chimeneas tro fiador permiUio que fosse encaminhada a
esperancas. ((^rrespendencia do Cearamrim n. "*og ^Xra o Sr. Amaro e esse oa.ro, locan-
1*8 de 27 de aeoo ) do metade a cada um visto que tal dtvisao, em
. Que venta quem tivermaioria legal de cleito-' analyse escusado entrar, feita por um dos
res, que seja derrotado quera a nao tiver, o que seus antecessores, nao prejud.ca a fazenda, cujo
Lmanle de querer o presidente que 'soube-tol-! reto esta salvo contra todos e cada um de
lonn-se estranlio lula eleitoritl e defender o dtrei- t"^;
to e a justiea, quando postergados. (Artigo edi
torial n. 129 do 1 de setembro.)
No mesmo n. 129, em um artigo intitulado Ao
corpo eleitoral da provincia que at se attri-
bue ao Sr. Amaro, o qual ento eslava nesta capi-
tal, se l o seguinte :
i A poltica de absfenco do Exm. Sr. Dr. Olyn-
tho Jos Meira no grande pleito eleitoral, travado
na provincia, servir para provar ao paiz a torca
e moralidade do nosso partido, se, como espera-
mos, triunipliarein os nossos candidatos os Drs.
Amaro Carneiro Bezerra i.avalcanl e Pedro Uao
Velloso.
Em um, communcado eom o tltqlo : Eleicao
aa capital, inacrto no n. 130 de o de setembro,
lem-se as seguintes palavras :
Anda n5o se tinham passado duas horas, j
s mos do juiz de paz chegava a resposta do Exm.
administrador da provincia, declarando que ao
corpo eleitoral e nao ao presidente da provincia
rouqieija resolver a questo agitada.
Da resposta presidencial comiremos qne o
Exm. Sr. Dr. Meira estasa no empenho de garantir
os di re i tos Ue todos os cidados, e de concorrer
para que as urnas se manifestassem livremente,
licando por conseguirte de mentirosos 05 qne
se linviain encarregado de espalhar que S. Ext.
piutegia n causa do partido do Sul I...-
E mais adiante estas :
t Descubrimos urna palpitante eontradicao nos
rariocinos do Progresista: elogia ao Exc, Sr. pre-
sidente da provincia e ao Sr. Dr. cliefe de polica
pela attitude nobre e distinda, que toma rain por
oeeasiao do processo eleitoral ; entretanto que lo-
go depois censura acremente a policio da provincia
pela sna intervenrao na ekirao!....
liisum teucalis !
t Em resposta a esle pedarinlm deouro, diremos
ao Progresshlu e a quem nos quizar ouvir, que a
pulira do Rio-Grande do .Norte, antes e depois do
pleito eleitoral, nao se tem desviado da senda que
a le Ihe prescreve, que o gowrno reeommenda e
?ue o bom senso approva. O chromsta. Natal,
de setembro do 18(3. Nao sabe S. S. que esta devendo, segundo geral-
E111 urna correspoiulencia escripia do Ass e pu- mente se fflrma, os cabellos da cabeca e ue os
blicada no n. 133 de 2o de setembro l-se : interesses da fazenda devem ser acautelados
Permita que Ihe nergunlemos mais.
Es as palavras de Guizot : Tomai cuidado, Teria sido bonito dirigir S. S. ao Inspector da
senhores. os governos lirres viven em materia de, fazenda provincial tima peticao, opina* fez tose
pro-jresso n'ttma sil nardo bem differrnte de outros : pagamento inioltiniano cobrando as migalhas qui
em derredor delles tudo se agita e se more, todas as se Ihe devem das diarias de deputado provincial,
ideas e ambiroes ; pede se nudo ; quer-se obter mxime sendo anda devedor, como de antes, pois
mu/o Tal qual se d |ior aqui ; pois ainda bem o1 qnanto o est o outro fiador contra quem se
Exm. Sr. Dr. Olvniho nao buha empalmado o le- procede!?
me da governanca j w centava eom a demissao pof associ 3o dc ^as perguntamos ainda.
do jlelegado deste termo do promotora comarca, Q ,em jf^^ 0 Sf A ^ fe?toienfeiro
do delegado de Pao dos Ferros, do subdelegado de I do f^dQ An(Jr de Albu(|uerque MarallhSo ArC
Santa Auna do Mattos, para serem nomeados em Verde desde 1857 ?
lugar destes o estouvado Lacerda, o eartoeo Ma-
ri procurador fiscal e o inspector da thesouraria
provincial, o Sr. lago Francisco Pinneiro, de quem
o Sr. Amaro em seu communicando disse ser ami-
go, representaran) que. era wcessart uma forra
para poder ser effectuada a deligencia; mas S. Exc.
deixou assim mesmo de presta-la declarando que
o faria, se de outra sorto nao fosse ella effec-
tuada.
0 outro fiador adversario poltico daquelle
senhor.
Perguntamos.
Aonde que se descobro violencia, se qur m
vontade nesses actos ?
O Or. Amniv l3poi U -orrtJr-Bvciytt o Mocorr
os oiivaes de S.uMarem fez o pagamento de oitn
contos mais ou menos, que segundo se diz pode
obter mediante hypothoca. A deligencia foi expe-
dida contra o outro fiador, que hoja arranca os
cabellos por haver cabido em tal esparella pedi-
dos e rogos do Sr. Amaro em outros lempos.
Convm notar que essa fianca foi presada a dous
homens pauprrimos que S. S. apresenlou como
arrematantes do dizimo do gado em 1859, figuran-
do elle como fiador, que por ser considerado insu-
fflciente llaquiou e involveu no negocio aquelle
infeliz.
Porque razao o Sr. Amaro nao pagon a sua di
vida independente de ser fustigado f Porque nao
salva dos apuros em que se acha esse pobre pai de
familia, a quem complicou, e por cujo quinliao de-
ve reconhecer que ainda est responsavel ?
Nao sabe o Sr. Amaro que ha nesta provincia
empregados pblicos, a quem se devem dousannos
e mais de ordenados ?
Nao Ibes tem ouvido as lamentacoes, uo Ihes
tem visto as lagrimas?!
No sabe que alguns tem vendido os sens orde
nados eom o abale do 20 e 30 por cento ?
AO PUBLICO.
O abaixo assigoado, na quadade de empreza-
rio do theatro de Santa Isabel, antes de so retirar
para a provincia do Marantio, para ond lein de
seguir do primeiro vapor que passar para o norte-,
vem perante o respoitavel publico, testemunhar-
Ibe o seu profundo reconheciment, pelas provas
de sjiHpalliia, sempre fornecidas sua empreza do
theatro de Santa Isabel.
0 meu profnndo recoirtiecimento e gratido
geral, e eom especialidade para eom os Srs. assig-
nantes, e autoridades que souberam atiende r as
duras provacoes que tive de atravessar, durante
essas pequeas, mas ferinas desintelligencias, que
quasi sempre so d -param em todas as emprezas,
cojos elementos sao heterogneos!
A minha demora na provincia do Maranho, ser
apenas de tres mezes ; lindo os quaes vollarei a
esta sempre heroica provincia a continuar aqui a
entra empreza, tendo por meu associado nella o
Sr. Germano Francisco de Olivdra, reorganisan-
do-se a eompauhia de maneira tal, que o Ilustra-
do publico, nada lera que dizer, visto que todos
eonhecem o trabalho e dedicacao a arte do mes-
mo Sr., e os rneus ampios desejos.
Julgo nada dever a pessoa alguma, tendente a
minha empreza, no enlanlo se ahjuem julgar-se
credor, pode dirigir-se a casa do Sr. Joao de Si-
queira Ferro, ra do Quemado n. 10, que all
ser inmediatamente pago, logo que aprsente
qualquer documento legalisado.
Sinto nao ter expres?6es snfflcientes, para ex-
pandir a meu reconhecimenlo e gratido; para
eom um publico, a quem s devo atteneoes e be-
nevolencia obrigacoes estas que j mais se risca-
r de minha memoria no cntanto cumpre-me
pedir-lhe mmousas desculpas, porque os meus
desejos, conheep-os, que nao estavam na razao
directa dos do publico.
Mas, quem ignora as duras provacoes porque
passei!
NwKuem. E' quanto basta..
Recite. 9 de dezemlirode 1863.
Antonio Jos Duarte Coimbra.
Rccebi do Sr. Cornelo a quantia dc cinco
reis do concert que fiz ua capella dc Nossa
111 lora da Saude.
Recife, 18 de junho de 1861.
O pcdrclro.
Anacleto Coirea de Mello.
( Estava sellado.)
N 1.
0 Sr. Cornelo Augusto compran a Francisco
Jos Arantes 50 lellia* para S. Francisco por 3*000
Recebi o importe desta conta.
Recife; 27 de junho de 1861.
Por Francisco Jos Arantes,
Manoel Jos Alces.
( Es*3va sellado. )
K. 5.
Cmara municipal do Recife. N. M. Reis
4*000.
A folha 36 verso do livro de rendimentos di-
versos, ticain (..arregados em receila ao |irocurador
da eamara Jorgo Vctor Ferreira tapes, a quantia
' de quairo mil reis. recebidos do Rvm. Sr. Fre
Joaquim do Espirito Santo, importancia do impos-
to para soltar fgo d ar, em frente do convento
, de Santo Antonio, nos das 1 e de fevereiro fu-
| turo, por occasio da festa de Nossa Senhora da
Saude. De que se Ihe passou o presente conhoci-
I ment assignado pelo dito procurador, comigo cn-
1 carregado da contadoria municipal do Recife, m
S9 de jaaeiro de 1862.
O procurador.
FeTeira Lopes.
O contador.
Ilodovallio.
( Est sellado. )
N. 6.
aoel Jeronyino. a professora removida, nm tal E|-
phanio e um ral Chi -o de Barros, que ainda estes'e
pir aqu tres das espera, saliind deiwis a caba-
lar "dizendo que at o dia da eleicao chegaria tudo,
porque S. Exc. era sulista e havia premunido.
Mas felizmente pde-se asseverar que nada
disso st realisou, nem se realisar^porque a pro-
vincia tem sua frente um administrador cuja
Porque j se nao fez esse inventario, enjos inle-
ressarlos sao orphos e a fazenda publica T
Pobresorphaosl!...
Triste e affrontosa postergacd das leis mais
sagradas do paiz em detrimento de traeos (e at
dos poderosos como a fazenda !!-----) em favor de
um representante que j foi, da naco, e que
alardea falsamente deachar-so reeieito.
Esse inventario nao se fez ainda, porque no Rio
29 de iulho a| bom pouco tempo. Pedimos toda
-A taRaTiaTi.Xna S ^ Kr^ S ^ '
icnsservk n5n ai..inno -^ No da 30 do mez prximo lindo eolfou
Assim, dia-M, o overno jiropz, o governo de
di-
W adranstratao da provincia o Exm. Sr. )i: 6\y-
're tho Jos Meira, uouieado presidenta por carta im-
zem os notificas servs, nao a discutamos, perqu
a nossa baldado partidaria nos impoe o dever
acceiiar o que fazem os nossas amigos.
Esta a ilontriaa corrento em hvlaj
na
em toda* as igrejas
polticas. Discutir 111 ventou so para os desperta-
dos. Se o governo que nos apoiamos propoe e
sustenta um abuso sigana^* sem examo-
Pedro, que foi o inelMrnpiigo do Divino flfes-
tre, pude discordar, duvdir c at riegar a Chrit-
i*so nd foi assiinilnado a Judas, e
peral de 2 de abril de correte anno.
_ J^> sua intojligencia nao vulgar, sua Ilustra-
cao, sea espirito eminentemanto justiceiro, espera-
mos um governo fecundo de beneficios. S Exc
nao um hornera que comece agora sua vida im-
em sua carreira de juiz o administrador
blica
to, e cym lucJo i
assim, bao de os
raute^ ?
nossos gpvernos ser menos Me-
I 1-111 r>
tem dexado precedentes que muito o honrara e
Ihe garaatem um ffltur.o brilhanic
1 Damos provpcia os parabens por Ihe ler
tocado um cavalli'roiaudstincli) uara diriuir seus
0.peioresininWos,quo pode lar um homam, da,Unoil (Artlg0 dtofria numero 123 de 4 de
sao os que o estad envenenando eom a lisonja e -otio) ""'ero iz. ae qe
adulaco 0 governo passado caldo porque o en- A 8; Kxc. conhecendo na vjagem que fez poto
venenou a taca apurada, eom que os Ganymedas interior da provu-j,, ,|ue em algumasTncamJaiJo*
cortesaos esuram def.ciando a Jpiter va.doso das M recelava atette ordem publica; resolvcu
sua> gi muito acertadamente mandar como delegados :
^itt ^T08 ,sem,1.re ,gJal,aen/e .""{"to da nara Pao dos Ferros o lente da eompauhia de
adula**) a da calumnia, para nos nao ha qui- ^adores Perfro Carlos Nogucira de ifamman e
-----------------------------------1 1 1 para o Jardiui o teiiente commandanle dc polica
() Por afluencia de trabalho delxoo hontemde Podo Joaquim do Reg Barros. Militare honra-
ser publicado, como devia, o presente batanete. dos e exactos r.umpridorcs das ordens da presiden-
A rtdaceo. ca, vio all 'Sef garantas do gocego publico e da
ein todos os espiritos, pelo menos em sua grande I pro,,ura raanter-se as altas posicSes para tao
aiaiona. hiixo flns
' Eis o que tem feito e vai fazendo o Exm. Sr.
Dr. Olyntho, vivendo em presenca da liberdade, I E S. S. conclue o seu communcado blasonando
ouvndo suas reclamacdes, julgando-as e repellin- de homem que nao descr da regkut, do dever o
do-as, ou eom me 1 ten do Ma execuco, como rom- dos principios e termos de justiea a de or-
! mellen durante o pleito eleitoral, que soube dirigir dem Itt.............
] oom tanta sabetloria e imparcialidade, que mo hou-' 0 Sr. Amaro pode ir para acOrte, mas v dizen-
ve a lamentar a menor desordem, alias tao natural do que s pagon a sua divida lito velha depois que
{$m taes pocas. i a justiea bateu-lhe de rijo porla; va dizoodo que
Nao sabemos, que outra provincia peder inventario do fallecido Arco-Verde anda se nao
oontar a mesma gloria, fraoas, a Deus. fez, assim como outras militas cousas nao tem sido
E>t visto, que S. M. o imperador obrou como feitas> a,is ndispensaveis causa da justicac da
por in^piracao, escolhendo para sen delegado nes- moralidade : v duendo que o seu desespero s
ta provincia o Exm. Sr. Dr. Olyntlw los Meira, 've lugar om consequeucia da suspensao e pro-
que achando-se em presenca de uma necessidade ces*.aos seus vereadores e da cobraoca que Ihe
real, sentida e recotihocida peta maiorla da pro- f' '"-''to.
Tincia, nao hesita em aocelta-la e emprehender <> s n-,,^ n, onmsidente nnn leve a rantrem
rovo-la, dexando s 4 ^^
{ress, nao sentido e provocado ou ImpM.no. J,gS "iSnSl te^tovf X ga?a "So.
Eis ahi o que teem dito os proprios amigos do 32.^ f,^ l^iS
k te "SL*SSSA rgo dos elcores, se ^JP +g* *%* a mare V" e
0 Dr. Olyntho Ihe tivesse feito guerra, pota bem '
sabido que a sua influencia strtenla-se as porta-
ras do governo.
Ahi est para prosa disto a assembla provin-
cial, em que apenas ba um deputado ou dous do-
mis do seu lado ; ahi asta a cmara municipal,
Jie.
Todos as suas dentis asserroen sao tao falsas
i nomo estas, que (cara refutadas, e tem por fim
! sorprehender a opinio publica.
mesqunha intriga eom o Roverno.
Os actos de 8. Exc estao no dominio do publico;
elles tem por si tnrsmns e terao a todo o tempo a
mais completa e exuberante defeza.
O 9r. Amaro qne mate a verdado e ponha em
seo lugar a mentira.
JflttjU.
Natal, 2J de novembro de 1863.
Ao publico.
O respeitavcl publico desla cidade acaba de ser
um annuncio cm que o Sr. Fre Joao de Nossa Se-
nhora do Rosario chaira a atlcncao para uma cd-
lerciio de ociosos, entre elles alguns negros captivos
eom capa de devocao, que esto pedindo esmolas,
ou rao pedir para a (esta de Nossa Senhora da
Saude, erecta no conrento-de Santo Antonio do Re-
cife, sem licenra, nem conseiUuenlo do respectivo
prelado.
Quem vir um annuncio nestes termos necessa-
riaiiionUi ha de crer que aquelles que se tem oc-
cupadojla devocao de Nossa Senhora da Saude as-
sim o sao ; mas convem que o publico nao se deixe
levar pelas palavras de um homem, que, abusando
do habito que e orna e da autordade que Ihe foi
confiada, procura desacreditar aos que se inte-
ressam pela prosperidad da devocao, sem que
d'alu tenliain interesse algiim se nao o engrande-
ciuiento da rdigao. Por isso tacamos a defeza
clara e verdadeira centra a accusaeao do Sr. Krei
Joao.
Existe na portara do convento de Santo Anto-
nio desta cidade uma capella dedicada a Nossa Se-
nhora da Saude, que j estovo sob a guarda de um
devoto c que por varios annos fui zeiada regular-
mente ; mas que de cellos lempos para c tem si-
do entregue ao desprezo quasi comptobi. Algumas
pessoas entendern! que deviam se encarregar
desta capella pois que estava muito arruinada : e,
sendo permitido pelo reverendsimo padre guar-
diao do convento, o Sr. Fre Rento de Santa Flo-
rencia, concertou-se a coberta, que estava toda ar-
ruinada, limpou-se a capella, fez-se toalhas para
o altor, pois nem isto lidia, ornou-se o altar cora
cera c o mais que era preciso, poz-so uma alam-
pada que alumiavaa capella sempre. e at se man-
dava eelebrar o sacrificio da missa na mesma ca-
polla sem o menor detrimento nem prejuizo do
consento.
Em 2 de fevereiro de 1862 fez-se a primeira fes
ta para a qual o ineamo padre guardio receheu a
quantia de 200*000 res, em 186M fez-se a festa
nao faltn anda nada para o brilhantismo da mes-
ma capella.
O mismo Sr. Fre Rento protegen aos encarre-
gados da capella, ja facilitaiido-lhcs a maneira de
zela-la. e j animando os niesmng afim de conti-
nuar eom mais fervor a devocao. Por consenl-
menlo do mesmo padre se poz urna caixinha na
portara para deposito das esmolas rom qne os liis
quizessem ajudar a devocao, esta caixinha era
aberta de ires em iras roetes na presenca do mes-
mo padre guarJo que coutava o dinheiro e en-
iregava-o ao thesourero para as des|ezas da
mesma capella. Varias pessoas de importancia
tem se dignado coadjuvar aos encarregados o at o
reverendissimo padre meslre visitador o Sr. Frei
Antonio de Santa Anglica Pum-nid, se dignou
aceitar o juzado da festa que devenios fazer em
fevereiro da 1864. Agora, porem, que es Srs. Fre
Anienio do Santa Anglica e Frei Rento foram
Baha para aasistlr ao capitulo da sna ordem, li-
cou no convento na qualidade de presidente in ra-
pite o Sr. Frei Joao quo se tem portado da maneira
por que passamos a expor.
Apenas o Sr. Fre lenlo entregou a goardania
do convenio ao Sr. Frei Joao, e retirou-se para a
Baha este senhor tratoa de tomar conta da ca-
pella : nao por aquellas meios que a delicadeza e
a dignidad* aconsalham, mas por um modo que
tem sida censurado per todo*. <
O Sr. Frei Joao-aM a capella e tirou mnia arro-
ba de cera que eslava |iendr;ula sem que desse a
inenor.satisfagau.carregou oaaeihtcom queseacen-
diaa lampada, arrancmacaisinliadasesHKilassem
que se saifia o fim que elle deu ao dinheiro que
linha dentro, o finalmente desUaiou ao encarrega-
dos, pondo-os de ociosos, ladres, oto.
Recebi do rmao thesourero a quantia de trnta
e tres mil res, que foi do fogo do ar para a festa
da Mai de Dos da Saude.
Recife, 2 de fevereiro de Mtt
Quintino Jote Cyrillo.
( Est sellado.)
N. 7.
Recebi do Sr. fliesoureiro Cornelo Augusto do
Espinte Santo a quantia de quairo mil reis prove-
niente doaluguel docaixoda estante que servto na
testa de Nossa Senhora da Saude na igreja do con-
vento de S. Francisco.
Recife, 3 de fevereiro de 1862.
Antonio Alees da Fonreca.
i Est sdlado.)
N. 8. .
Recebi do thesourero da irmandade de Nossa
Senhora da Saude a quantia de dozentos mil reis
para a msica, armagao, cera e o convento, e para
constar passei o prsenle.
Convento do Santo Antonio do Recife, 5 de fe-
vereiro de 1862.
Fre Bento de Santa Florencia.
Guardio.
( Est sellado. )
N. 9.
O Sr. Manoel Ramos da Cunha compren a Olym-
pio Francisco de Mello.
20 duzias do togo do ar a l*o00 36*000
1 salva 165000
- Somma 46*000-
Rccehi do mesmo Sr. Manoel Ramos da Cunha
thesourero da devocao de Nossa Senhora da Sau-
de a conta cima.
Recife, 2 de fevereiro de 1863.
Olympio Francisco de Mello.
( Est sellado.)
N. 10.
Recebi do Sr. Manoel Rodrigues da Cunha a
quantia dedezeseis muris importancia do alugucl
de quatro lustres e quarenta glolws que scrvjram
para a feslmdade de Nossa Senhora da Saude no
convento de S. Francisco desla cidade.
Recife, 3 de fevereiro de 1863.
I'or Ladislao Jos Ferreira.
Jernimo Jos Ferreira.
(Est sellado. )
N. 11.
Recebi do Sr. Manoel Ramos da Cunha vinte rail
reis pelo sermao da festa de Nossa Senhora da
Saude.
Convenio de Sanio Antonio do Recife, 4 de fe-
vereiro de 1863.
Frei Ignacio de Santa Umbelina Medeiros.
( Est sellado.)
() Dando cabimento a onrn>Bpondwria siinra,
nao podemos deixar da considerar no Sr. i. Bata-
ta I que, quande seaianoam propnniee* como as
suas junlam-se-lhes documentos comprobatorios,
para cvitarvse continu o publico st a influencia
da primeira impressao. qn uo podo ser distniida
pela*ua simples sReroti. filha law* da gratbtio
que Ihe inunda caraca. Deixamos a resposta
eabal ao nosso correspondente.
A redaceao.
Uma lagrima
sobre o tmulo da Etna. Sra. R. *nna M. da Cunha
Tanorda, no dia anniversario do sen farlrri-
mento.
Faz hoje umanno que dentre nos parti para ir
gozar na mansad celeste o premio da suas virtides
preciosas a Exm.* Sr. D. Anna Mara da Cunha
Ta horda.
Fu hoje um anno que a mais extremosa das
mais [Mostrada em um leilo agonisante,loado ra-
beceira o ministro do Altissmo, e, cercada de nu-
merosas amigas que lacrimosas presenriavam too
triste scena, despeda-so de seu esposo e de seus
innocentes filhiutios que neste mundo iam hVar
filhos sem mai : i|uando o inin-tro do Seulior 1 e-
saudo as oraeoes do seu breviario so preparas-
para receber-lhe o ultimo suspiro, cerrar-lhe as
palpebras, e enconinieudar-lhe a alma ao.Supremo
Deus ; qndo suas amigas, fmulos e fiJhinlios
prostrados e banbados em lagrimas aos ps da Vir-
gem Santissiina, resavam a ladaiuha de todos os
santos, ella chama ainda seus innocentes lilhinhos,
lia-os, e dz-lhe nao me mporuva morrer s
vs me acom|tanbassis, meus queridos filhos
depois crava os olhos na sacrosanto imagem do-
Senhor e exhala o ultimo suspiro___
Espasa extremosa, amiga verdadeira, ella nao
pode jmats ^ar esqueciua por aquelles .pie t vera m
a dita de a conhiter e nella vram o modelio da
m."tis, puposas e amiga*, nem por aquelles a quem
ella miDgva aflliccocs, queresmolando, querpra*-
tando seu valioso prestimo praticando a mais rara
das viriudes -r a caridade, raostraado quo era
verdadeira dirislia.
Nao distante estanta* convencidos de que sna
alma se arlu na presenca do Alt-imo gozaiido da
bemaventuranca, nao podamos drixar de hoje unir
no-sas procesas de seu* innocentes lilhlnbos e de-
positar sobre o tamulo em que se achara encerra-
dos os restos moriaec do too virtuosa senhora ama
lagrima de mudada e eterna gratelo, e almenado
seus innocentes filhiujios divr-lhes inostai-*wa
sempre dignos fllhos da mai que tlvestea.
_______ M. JV. -mu
" '' "i pww
AHcabyiU fritar* 4t kenp.
Alegrem-ee talos aquelles que per espaco de
annos irteirea teem vivido aponiadtis e afflica>s
petos soffrimeiitos da astenia e dos bronchtos. Es-
te aareilente e inonVnsv* remedio vcgul aWaca
promptamente e eom invariavel eegnranea ea
molestias mesmo as suas leteme formes. A ar-
vore d'onde o rico balsamo extrahido tem sido
verdaddramente a arvore da vid pura milhares
de nessons qne pereeiam das afleccoesilos putaees
e da garganta. Cimpa e faz remover todas as
mucosidades acumuladas nos vasos bronebios,
U
w.
i



w-
Ddarlo ile Pe
*e*ta felra 11 de lczenibr* lid*.
fortifica a membrana da trace>arteria o de delira- j Alfaadega
do terido dos palmos e inparte utn vigor renla- Rendtmontd do dra"i af.......
deirameote nuravilhoso lodo aparol!*> da Ns- Idem, Jodia 10................
pirae.ao. &icnntr.vse tas drogaras do Caors & '
Barloza c de Bravo A: C.
|teto-4bF joiptwm tn**i.' ttfUao Manuel foustlho xlmlpNtwitivo.
171-M05717! Joai|inni Andrf, carga asstienr e gemina. OrOnidi aJuitnklralivn para fiieriuientu do
MK1Mfl0a>iBgl"a ~i M"i" italiana JwUt, rajptttu .Aliglo ar>rajl dV gStrra, leru do comprar 0< ohjertos se*
196:9935383
Movituenio la alfandega
SM
Volumes sahidos com fazendas...
324
78
206
284
AOJiillUS. Sr-. facultativos eni Ble lid- Voluntas adrado eom (anudas...
M iaoerio ti* Brasil f com eBer08
LAMAN & KEMP,chimicos pliarmaccuticos com
drogara rstabeleeida A. n. 1808 ns. 69.71 a 73 en> gneros.
Water Street o n. 19 O d Slip em Nova York, res- rmanarr..!. -. ,iw ti a. HMM.h.
mili i i i. ^un aiiAtrln Ae- VV SS aos "esoarregam no da 11 cw deze.mbra
5r5aHn: Brigr esCUM-fraoce -/** uivers< 86-
I.A [.EGiTiM.v SALSAr.urtULtu d ihustol com- c.riguo ngbjz-G/ posl di* substancias j;i muito mohecidas romo go- t>tna ing|tta .n,nu,tau \^.m
zando de propriedades depurativas; entrando em B;irca jngleza-iJW; 0.*u=carvao.
sua cenleegai. uaia quaatdade do espirito ilo vi- Rri{fue nglez-0 nbo ufllciente para garantir a sna conservacao paucho hespanhol-r'iWWfc-carne secca.
nos crimes catidu*. Escuna inpleza-.Mrrwwgneros de estiva.
Il.-A i.Kr.iTiMA salsai'arhilha ue bristol pro- bvct americana/fi^A /rAAend-farinha.
parada mida losa e seientaicamcnle (mediante a jinila
Ittf^mJfcVES^ Barca portug/e?"pS^n,rda do Porto,
Tra VeTkft aS? da amiga e bem es- c2 Ba,tar 1Vera' muMam S*"
la n!^LKS!liJtArAHMi.HA be bus* Milij '>"* vinho a Bernardo Crrela Rodrigues
sido presentada *> publico duraH.e o espago de ^ < ^^ & ^^
n,a" TRINTA S UM ANOS I caixao eseovas o capachos; a Thomaz Fernau-
e ao pablico brasilero perto de QUI.NZE ANNOS. des da cn-
1 caixao livros, 1 dito frehaduras, escotas e pen-
tes; a Jos Joaquim do Lima Bai rao.
1 fardo capachos, 1 caixao bride* e pieadoiras,
1 dte eseovas, 1 dito nozes, retrz e coxonihos, 2
Larris pregos; a Joaquim Ferreira de Araujo Go-
mes.
IV."A LRorriMA salsa i'Abbilha pe bristol e
approvada pela Exm." inspoege de estndos da Ha-
vana o por muitas juntas e academias de medl-
eina da
America do Norte,
America Central e
America do Sal.
V.A LKOlTtUA SALSAPAHIOLMA Dt BRtSTOL IUSt
daem (|iiasi lodos os principaes hospilae^ civis,
militares e da marinha, puhhcoi, privados de ca-
ridade, e as rasas de saodc as Antill' s o ao
continente a man cano.
VIA LCG1TIMA BALMPAMtlfcHA DB BRI 8 re-
cciUda pilo seus collegas as ilhas de Cuba I u..
Porto Rico no Mxico, Guatemala, 8. 3a vador. Ni-,R f *> ^>"J*
caragua, Honraras, Nova Granada, Venezuela, m5r^xas lin]la' a J0
Eiiuador, Bolivia, Per, Chile, Conrederacao Ar-, "*""
gentina e Randa Oriental : na India e Australia ^a x J"i a JrtSL HE2*-?-
onde a salsa acaba de ser introdnzi-ia, e espeiMal- gg/gg ;, ^ttaS a JoS m" An-
inente pelos rarnlutlvw os rnais eminentes e dis- j ,wio Perera '
h*ri, carga parto da que tttwxe d ttenova.
Obse ractio.
r^indou > lana -ao urna esenM dinamarqueza,
mas nao tero eommunicacao com a Ierra.
..... ...____LJI-il.
-'-inla r-
Para o arsenal de guerra.
Olla da Babia, i> arrol.is. lio amarello SO no-
vellos, llanella para soadores de selins oOcdvados,
linhas de barca para caixa de gaerra 20 pecas,
El m A p C cabo de linlio branco de 1 1|2 plegadas 2 pecas,
O I 1 M m O lengesde zinco que preencham o numero do 1,600
- O IUm. SC. inspector d*lftW****? tm? 2$& dos menores do mesmo arsenal
cial, em cumprinienlo da resoluto da junta a
fazenda, manda fazer publico, que no da 17 do
crranle, perante a mesma junta, se hade- arrema-
lar a quera por meaos teer, o costeto da inamina-
cao publica da cidaite de oianna, avahado cada
uin lampio em 292 rs. por dia.
A' aTTcmatacao ser feita por tempo de un
anim, acontar lo t- de janeiro 31 de dezeomro
de IHtii.
As uessoas que se propozerem a essa arremata-
cao comparceam na sala das sassSes da referida
junta no dia cima mencionado, pelo meio da,
competentemente nabHitadas.
E Kara constar se mandeu publicar e presente g^^jy^ do ^ Bnda audiencia
pelo jornal.
ColxSes com travess'iros clu'ios de palha 13,
gaz 6 galoes, para o arsenal, zarcao i arrobas.
QHem quizer vender taes objectos apresi-nlc
ps suas propostas em carta fechada na secretaria
doeonselho, s 10 horas da nianhaa da dia 16 do
crreme.
Sala do conselho administrativo para forneci-
menlo do arsenal de guerra, 9 de dezerabro de
1863.
Antonio Pedro de S Btirreto,
Coronel presidente.
Sebastio Antonio do Regn Marros,
Vogal secretaria.
MKSJtEBIES- IMKRIALIS ^X'l
Al o illa 14 tUi corrala espo-
ra-se da Europa o vapor francz
Kstremmlure, commandante de
.Somer, o qual depnis da demora
'do costume seguir par o Rie He
Janeiro tocando na Babia, para pjssagcns etc. tra-
ta-fe a agoaeia roa do Trapiche ii. #.
LE X4
LEILES.
pelojxirnai. ..______,.------,__.., ,, do Sr. Dr. juiz municipal da 1" vara, serao arre-
Socretam da th^'HJa;'\Kl0Tmc,il1 d Ur matados por venda os utencilios da fabrica de sa-:
naiubuco, 5 de dezembro (** bao, sita na ra do Rangel, ludo por prego mui
A FiinwZeimw toinmodo c proprio para qualquer princip.ante.
- O IUm, Sr. inspector 'da ibesouraria provin-, alhao de infantarla n. 9.
cial, em cumprimenlo da resolucSo da junta da Consellm rconemico.
fazenda, manda fazer pnWico, qne se contrata, O mesmo conselho contrata para o fornecimen-
por tempo do tres motes, a cantar do Janeiro ao to de suas praeas arranxadas durante o I' semes-
ultimo de marco prximo futuro, (orneciment tre do anno vlndouro os gneros seguintes, de boa
da alinentac,ao e dietas aos presos pobre* da casa qualidade : arroz, assucar branco de caroco, ou
de detencao, servrndo de base essa arrapiataco mascavado refinado, azeite doce em garrafas, ba-
., .,v*n*a famiinfM CaltUIO. Caft' (Mil ffHft Pim V.TJ' l':in\l' ^.M't'A
DE
Heveis, P8P,raYs,joas rfe (Miro, tle pra-
ta, raindczas, ekarttos, crvstacs c
oulros muilusolijectos.
tPaWt.
Scxta-feira 11 do eerrente, ia 11 horas
da manlia.
O agente OI> mpio fara leilao em seu arraazem
na ra do Imperador o. 16, do obras de marcinei-
rias novas e usadas, carro para comfuzir faewlai
e oulros muitos objctos que ser enfadonho men-
cionar.
1 cuntate fechadnras; a Manoel Duarie Rodri-
gues.
1 caixote doce, 3 ditos vinho; a Francisco de
Assis Bflto.
5 caixes vinho; a Joao Carlos Bailar de Oli-
veira.
4 cunhetcs retroz; a Izidoro Netto dt C.
12 barris iiresanlos o salpicoes : a Dominfos
Alexandre da Silva Gui-
os preces seguintes
Alimeataelo.
Domingo, almoco e janlar-----380
Sefcunda-era,almogo ejantar. 380
IfpO
tinotos neste imperio do Brasil.
VilAs curas daridas legitima salsaparrilha
de Bristol. em caaos de escrfulas, eseubuto.
Rheumatismoi
Cbagas antigs,
Enfermidades venereai e mer-
curiaes, morpha e todas as molestias provenien-
tes de un e;4ado caquetieo do sangue, sao authen-
tiradas cm attestados fi tedignos einnegaveis, da-
dos espoutaneameBte por pessoas oceupando todas
as posieoes soeiaes.
No caso de James Wyckoft" mesmo |>or parecer
urna cura quasi ncrivel, fizemos uafoicm especiaes ,
para obter as provas as mais ineonteslaveis, e
perianto mandamos tirar o retrato pholographico
Aiquelle infeliz, (o qual pode ser visto em todas
as botkas) e. puWkviiiios mu relatorio de urna
consulta de exame feita na pessoa de James Wyc-
kotr |r um rerto numero de eminentes mdicos,
conforme vai confirmada pelas rerfnles aulhen-
lii-as ilus doii ma^istra'los residentes mais prxi-
mos, assim como pelo official maior do condado
ni que files reshlem, ao qual vai afflxada a cer-
tido do magistrado era cftefe da ridade de Buf-
ia lo.
Kste relatorio foi lavrado naquelle tempo pelo
Dr. Thoniaz Lee, por idle devidamonteajuramon-
lado perante o magistrado em chefe da chtade
de Nova York ; cuja assijniatura foi atfestada e
reconbeeida pelos seguintes representantes consu-
lares :
0 coasul de S. M. I. o Imperador do Brasil:
O cnsul de S. M. el-re de Portugal :
i) cnsul de S. M. a rainha da Graa Bretunha ;
o cnsul de S. M. I. o imperador de Franca ;
O cnsul de S. M. catholica a rainha do Hes-
panha.
Assim como tainhem pelos cnsules do Mvxieo.
Chile, Per, Buenos A\ res, Nova Granada. Vcue-
ziii'la, Equador, Uruguay, S. Salvador e Uayti.
VIH.O preco da legtima salsaparrilha de Bris-
tol. toURC de ser exorbilante romo assever^m al-
guis, pelo contrario muito rmoarel tomndole j
ea consideraQao que o fivte al o Brasil e os di-
reitos d.'siaalfaudega augmenta ocuslo della hus
de '"" ritl rftt enda giirmfn.
IX.A legitima salsaparrilha de Bristol, o Ana-
cahuita peitoral de Kemp. a* pillas veg.taes as-
awaradM e as pastilhas vcrinilugasdo mesmo au-
tor podom ser receidas em virtude do des|iacho
da S. Bift o ministro doHi|rio hincado ew 3 de
oveinliio de 18li.'i.
Os facultativos receitarao estas preparacoes,
?< asacliarem uteis s molestias que trataren.
X.Em quanto existem tres diferentes iiuilta-
ees e falsilicacoes da nosa original e legitima
sal.-apai rilha de Bristol, participamos-lhes que a
verdadeira vende-se:
Rio de Janeiropor Brrini k CH. Prins &
C.A. A. Moura Ilenriques.
BahaGermano j ('..
MaceiClaiidinho Falcao Dias.
I'.niambuco Coars d Barboza.-J. da C. Bra-
*o A- C
ParahvbaThomaz da Cunha.
NatalDomingos Delinques Oliveira.
Ci-arBotica do Mureira.
MaiauhaoFerreira 4 C.
l'ar -V. Sedeschi, succesfores Rosa & ri-
Ihis.
& Paulo37, rna do Rosario.
Porto AlegreMarlel, Vicente, Porto, sticcessor,
t as suli agencias em todas as partes do imperio
do Brasil.
Illn. Sr. alferes delegado do ttio Formo-
so. Jos Correia de Luna reijuer a V. S.
3ue s? sirva ordenar por seu respeiiavel
eSpacho que dnirgiS Hanoel Caetano
de Aliueiila Andratle, se sirva attestar ao
p.'; dsla o que s-mber sobre O pontol se-
gutntoj : Io sequandn falleceu a sobrinha
me/ pasando, elle C9iis irreo ni casa do stip-
pbcinte para o im de se proceder a exame
e vistoria na mesma Emilia; e segundo fi-
Hiltne ite qnaes forana as ra'.es dadas por
6ii8 referido ciruigio relativo a mesma
luorle: nestes termos pede a V. S. Illm.
Sr. delegado de polica fiesta cnla-le do Rio
Firmivo se digne deferir-llie.E R. Me
Jds Correia de Loia.
Atieste queren lo. D^egaeia de polica do
Hio Formse 8 de novenrliro de 18153. Si-
qneira.
Atiesto que sendo chamado pelo Sr. de-
legado para vistorir o cadver de Emilia
de tal, nao eneontrei o menor indicio de
violencia externa e pelas infortmees pres-
tidas pela familia julgo ter ella succumbiilo
a mi indigesto, pois e seu mil comecou
tres horas dep lis do jaotar ; a fallecida era
rhtsrotica, oque fica dito ver^AI ejuro
se fr preciso.
Rio Formosol de novembrodo 1863.
Manoel Caetano de Almetda Anlrade.

ERRATA.
Na ptiblieacao feita no Di'rrio de 10 do eorren-
t^, asignada' por Maia Jt Espirito Santo em vez
dee logo depois representamos contra a thesou-
r.nia o que se cha ose ripio no 3* S Iinha4*
l,!i:wte e logo depois representamos thesoura-
ria.
bellas dos forneeimeatos a coadicSes com nuo
devem effectuar ditp contrato.
E para constar se mandoit publicar pelo jornal.
Secretaria da thesonraria provincial de Per-
nambuco, 5 de (fczembro de 1813.
0 secretario
A. F. f Anmmciiirfo.
69 barris sardinhas; a Marques Barros & ti
I barril vinho, 1 caixa com um selim, cabeza-
das e mantas; a Porster & C.
1 amarrado cextos; a Jos Antonia Feroandes
Fradique.
1 eiinliele livros ; a ordem.
35 barrls e K) eoinoef vinho, JO bafr salpl-
eSes, 1 caixote reina o 100 roifcu de arcos de pao;
a Thomaz de Aqumo Fonreca Jnior.
2 saceos milito alutsta e painco, 2 caixoes salpi-
cSes e 2 fardos arehotes ; a Eduarda Marques de
Oliveira A C.
2 caixas linha e tealhas; a Francisco Guedes de
Aranjo.
II sarcos cola, 2 fardos dita de pelica e meios
de sola, 1 caixoaalha, agua ingleza, etc.; a Jos
Cantazo da Silva mo.
22 caixoes globos e vosos
pentes; a Joaquim Prancftro
2 raixos linha, 1 barril mriniiMi ri
nozes, castatthai e macaas; a Prente Vianna ffflgg^^^^^TJ^S.
Terca-feira, idem dem...
Quarta-feira, idem idem.-
Quinta-feira, idem idem..
Sexta-feira, idem idem...
SaJibado. idem idem......
Dietas.
N 1380.
N 460.
N 3-640.
N- 4-400.
N 5400.
380
380
3M)
3ft0
* W-----mw. _. pvuNia;.< mano p^j y, i r i rr]>* if_f'iin hmf.moi nii"
As pessoas que se propoiercm a contratar ano te |(0((> yajMr jn8))jl p^,,,^ A, c,rtel s6rj0 r,.
fornecimento, atiresentem suas ftr0005"8 *m (j*r" cabidas al duas horas antes da que or mareada
tas fechadas n" dia 17 do corrente, na mesma tne- para a^ahida de vapor, e os jornaes qualfo horas
sourarla, a meloda, acdese eneouiraraas ta- ,,,1,.,.
calho, caf em grao, carne verde, carne secca,
farinha da Ierra, feijo, lenha em achas, manteiga ti r
franceza, pues de 4 e 6 ticas, toucinho e vinagre: LSD lugar daS, CliaUPOS (le-SOl
quem pois se quizer propor, aprsente suas pro- % i
postas em carts Techadas na secretoria do dito 6 lllUlS.
batalho at a 10horas em ponto do dia 21 do cor-
rale mez.
Quartcl na Soledade em Pernambuco 9 de de-
zembro do 1863.O tenenle-aeerela/io.
Jos Francisco de Moraes e Vascoacellos
Crrelo geral.
Pela administraran do corrido desta cidade se
faz publico que em virtude da convencao postal
celebrada petas gayarnos umsilaire e francez serio
tiethdas malas tara Eurofia no dia IR DECLARACOES.
Administra?ao de correia de Peraambiieo 10 de
dezembro de 18*;i. O administrador,
Domingos dos Pagaos Miranda.
Tliesouraria provincial
Saldo no di 30 de novembro de 1863.
Exercicio de 1883 1864.......... 16:661-5861
Calamento da cidade............ 2:13358011
Aecfes................. 2:*:.it00
i Deposito. ( Letras................. MfcWMPP
(Moeda corren! e......... 1:9815263
Pela thesonraria provincial se faz publico, que
.^ I //^ si/i iP/ytttmi n I a arremataeao dos re|ros de coirservacao, de qiic
OHSUUIO (16 f 01 lllfljtll nacessMa aponte do Anta, sobre orio Rermhaem,
ii *., i Him 0 cnsul de Portugal nesta provincia, tendo de foi transfunda pata o dia 17 do corrente
LiteTaL procederaoarrolamento de todos os subditos por- *W.* tl.esourtna provincal de Per-
n wJr? C'ricas Sguoxos, nella residentes, para a organisacao da nambuoo, 5 de dezembro de 188.1.
i vinagre, 3 barricas ? mil^-in nnrtueneza residen- O secrelarto
4 lle.ll .
O agento Pinto fara i cilio por canta e risco do
quem pertencer de urna eaixa cota lazarinas, una
dita com chapeos de sol de seda e de panno, e
urna dita com linhas, existentes no armazein da
ra do Imperador n. 47, onde se effectuar o leilao
s 11 horas do dia cima dito.
imio
DE
Diversas mlndezas.
MOJE.
O agente Pestaa far tailau por ordem dos ad-
ministradores da ina.-sa fallida de Se.ve Filhos A
Bu* pRIees, unta
c aabao u mu pertcagr., Hma grande
propriedade e diversos terrlbos, gneros de
distilacau, botijas e garrafas vatias garrafoes.
O agente Almeida autnrisado lelos 8rs. admi-
DlstradoTes liquidatarios da massa fallida d.- Joa-
qm Lucro Munteiro ,4a Franca, far leilao da
propriedade da ra Nova de SaiiU* Rita n... a
qual eslo r.ollocadas as fabricas de deatiJaco c de
sabio, tendo tambera urna grande casa de morada
com todos oseo.nmodos nao s para familia cumo
oroporcSes para acommdar empregados uecessa-
i os para taes eslabelecimenlos, urna magnifica
cyserna para conservar 200 pipas da liquido, al-
eaos terrenos annoxos a ni sma propriedade, um
dito tu ra Imperial, diversos gneros romo ge-
aebra, vinho de caj, essencias, grands porcao de
botijas, garrafas e garraffics vazios.
(uarla-feira 16 do corrente.
A' porta da awoeiacao eommercial s 11 horas
os pretndante* poder"; examinar os estabeleci-
raentos pois se acham abertos para esse fim.
IiEIlAO
M
l ni graade sobrado de aun an-
dar na eldade do raeaty.
O agente Almeida far leilao requerimento
dos administradores da inassa fallida de Seve Pi-
lilos & i'.. i: mandado do Illm. Sr. Dr. jan especial
do commercio, de um sobrada de um andar com
3o palmos de largo tendo 3 janrllas M frente, na
ra das Flores da cidade do Aracaty em cha >s fo-
reirvs a cmara municipal de dita cidade.
No dia 10 do corrente
|>orta da aasoeiaeo eommercial II hora*; os
pretendentes podem obler qualquer iaforma^.-o do
agente cima.
&C.
ro
DR
Canarios de Hambnrgo e g.iiolas
iioji:
Sr. presidente da provincia, de 2:1 de novembro ( 1 h 12 a i s da rdf) j
ultimo. '. .' ,-
rna da Imperalru b. i i.
A. F. WAnimnciaro.
A thesouraria provincial vende a quem mais
dr no dia 10 do corrente, a madrina apodrerida, t
que fot tirada d ponte'velha de Motocolomb, a-
valiada em 825400, conforme a ordem do Exm.
recommenda-
1 caixao doce; a Jos Baptis.a Braga. <\ P' !7ti' StiE?it*
i rt(i chinetii*- tftaMh rii Ttinhi Medei- ds estes seos compatriotas, que reniottam a este
1 caixao (hineflas, a Lstevao da Lunna Mcaei ^^^j,, al 0 dia 3t de dezembro prximo,
t' liarril vinho a MbiicI JaM Al ves uma relaeao conteni os seas nomes idades. es-
i aarrit vinno, a siignei jos aptos, {{. ~ naUira|ja( e e oceupacao e bem as-
i caixoes ...acias; a Joaquim V.eira de Bar- JVnmtea das pesane sua'farnilra, incluin
00 ancoretas azei.onas, 60eaix5es vinho. 1 bar- *> ^?^^%J22^ *1'
n. carne de porco, 3 caixoes. roupa eobjectosde g^ JgJ^ prever e que nao
anana uvas I iau* tre* aaS doct-s 1 lata se- a0 consolado faze-las verbalment onde les se-
Sel l"br S m a s^SesT'rti l? urna rao tomadas todos os dias uteis desde as 9 hora. Pela ai^ d Cllslllado provin,ial fitI pul(li.
naaira I c.ixao botn as a Fc.ncisco Ferreira da manhaa ate" as .1 da tarde. c0 qne os 30 has uteis marcados para a arreca.la-
Ewr rrautiaeo rerrawa. ft p|iXRtBJ oa 0,ltros qmesquer individuos cj0'a boceado cofre do 1 semestredoar.no fiiian-
* ceiro corrente de 1863 1864 dos impostos da d-
cima urbana das freguezias desta cidade e da dos
AVISOS BIYEBSOS.
AOS 5rOH>J^.
Sfgunda-feira 14 do Tente se c*tra-
hir a oitara parte da terceira lotera do
Gvmnasio Pernambucano (terceira cone-
siiu), ro consistori ib i;ji eja de N S. do
Rosario da fregue/.ia de Sanio Antonio.
Os liilhetes e meios acham-se venda na
C. e por coma e risco de quem pertencer de di-1 respectiva tliesbratia ra do Crespo n. 15
versas redomas de vidro e mangas para castieaes i e nas enmmisaionadas ma da Impera-
potcao de resmas de papel brancoe azul, ditas em ., ,, ... ., rJ.
caixi.ihas marca pequea branco e de.r, sapatos triz n- **. lnla do Sr. Pimentcl; roa Dretta
demarroipiiiii para sentara, ditos de tapte para ti. 3, liotica do Sr. Cliagas; rna estreita do
homem, ditos ib; cauro ile lustre para meninos, h- Rosara n. 12, typooraphii do Sr. Mira e ra
vros em branco, Ih!.:h era carreteis oculos de a CMt n 45 w ^ S|. p fo
S^SiS^^LK,,! s premios de 5:0005000 at 10*000
em lotes a votitade : sexta-feira 11 do corrente, serao pagos lima hora depois da extrarcSo
petas 10 horas da oawMa no armazem da BBajM>e os oiltros no dia seguinte depois da distri-
buieu das listas.
a O thesotireire,
Antonio Jos Rodrigues de Sotrza.
ra da Cruz.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 5 de dezembro de 1803.
0 secretario
A. F. i'Annunciaco.
Cnsul-'do [i!()' i >ri;il
C. Brandes tendo de seguir para o 'norte no va-
por do dia 15 do corrente, far leilao por inter-
vencSo do agente Pinto, de utn grande sorlimenlo
de canarios e gaiolas para os mesmos existeates
em seu armazein da ra da Imperalriz n. 17, onde
se effectuar o leHao no dia e hora cima indi-
cados.
irVancorc.asazei.ona,, 3 caixoes salpicos,) f^"t*XJJ2fEZ
mandar as relacoes relativas a suas pessoas
LEILAO
DE
der.is
rda
llios.
7 mmeles iccnanums i fetnu pregos, as ca-
xas albos; a Angello Jos dos Santos Andrade.
1 caixao raixas para faqueiro e folhas de faca;
a Moreira & Duarte.
5 caixes azulcijos, 533 ancoretas azeilonas, 63
barricas nozes, 4 meias pipas e 30 barris vinho ;
aos ronsignalarios.
100 ancoretas azeilonas, 20 latas salpicoes, 10
barricas nozes. 100 tijollos de lousa, 20 pedias de
dita, 6 caixoes vasos, doce e inacaas a Henrique
Bernardes d'Oliveira.
50 caixoes vinho; a Manoel Joaquim R. a Silva
& tiento.
2 caixoes frucla; a Antonio de Oliveira Leite
Basto.
2 caixoes pentes: a Carvallio & Nogueira.
8 caixas peras e ameixas, 8 barris nozes; a
Palmeira & Beltro.
3 candes doces, |>ras, maguas, caslanhas e rc-
Ibas: a Antonio Lopes Braga.
1 caixao magaas; a Paulo Pinto F. e Souza.
1 barril vinho; a Joao Pinto Reges de Souza.
277 sacros nozes e caslanhas; a Francisco L.
C. d'Azevedo.
Brigne portuguez S. Jos, entrado de Setuhal,
consignado a A. Ltiiz de Oliveira Azcvedo & C,
manifcstnu o seguinte :
362 motas de sal a granel, e 32 caixas figos sec-
eos ; a ordem.
Brigne inglcz Glaurus, entrado de Terra-Nova,
consignado a Sanadora Brothers A C. maiufestou
0 seguinte:
1,240 barricas bacallao e 230 toneladas de car-
van de peilra ; a Saunders Brothors A C-
Patacho inglcz Mersy, entrado de New York,
consignado a Juhnston Pater & C. manifestou o
seguinte :
2 caixas materias para denles, 2 barricas em-
plastro ; ao Dr. T. T. V.
1 parole cabo, 1 dito merlim, e 20.pecas de cabe
da Russia; a Phipus Brothers & C.
2 caixas mercaduras ; a A. T. Renald.
52 caixas drogas, 1 dila pertences de botica, e
3 pacotes caileiras ; a Caors & Barbosa.
58 caixas drogas; a Henry Forster A C.
1002 barricas farinha de "trigo, 289 ditas cimen-
I CS, llalli l'ICSl.ll.I rtliAiii'/ ..'-S>i *-' --
govopno k^uoIUa^uo t o rofariaa dia :11 .te dr-...
zemhro nao acudirem a este convite. |
Roga-se a todos os portuguezes que deem toda
a pulilicidade possivel a este anntinc.io.__________
A Ji.uni.tr ^dir.
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COMMERCIO.
NOVO BANCO
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PER\.UfBlTO
O novo bantfo o> Pnraonihucn fon vida os
crotores daamaaaas fallblaa *; MusquiU & Dutra,
MMNi Antonia Correr Cantoso a anresenta-
rein seus ttulos no banco para se procodof a res-
{tiTa erlea$ao.
3T f i o
O CJ V
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c o g a. 1
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O

AVISOS MARTIMOS.
COMI'ANHIA PliK.NAML'CANA
DE
.\avega^5o costeir vapor.
liba de Fernanilo de Xoronha.
O va|ior Jtigtiaribe logo que
chegue do norte seguir para-a
llha de Fernando. 0 dia da par-
tida ser annunciado ojiportuna-
niente.
COMPANHIA BRASILEIRA-
DE
PAQUETES A VAPOR.
E' es|ierado dos porto* do norte
at o da 18 do crranla o vapor
Apa, commandante o prinieiro
lente Alcanforado, o qual de-
pois da demora do costume se-
. guir para os portos do gol.
Desde j recebem-sc passageiros e engaja-se a
carga nuo o vapor poder condtizir, a qual dever
Vazcoila, roii|>a fcit e ontros
artlgos.
Saltli.iiln 12 do frrenle s 10 horas.
0 agente Olympio far leilao na loja de alfaiate
ra do Imperador n. o7, de fazendas de laa, se-
0 Sr. Jos Francisco Pinto Giiimaraes, rirur-
giu pela escola real de rirurgia de Lisboa, trans-
ferio sua residencia para a ra Nova, i>. 60, pri-
meiro andar, onde pode ser consultado linios os
dias uteis tas 7 s 10 horas da manfla, acerca das
docncas denominadas cirurgicas nu exlernas espe-
cialmente dai|iiellas, em cojo trntamento mais fre-
qnentemente intervem a medicina operatoria.
ron ia
Bilhetes saraaildos
A' ra do Crespo i. 23 e casas do eoalnmr
AO ..O0lf(>1O.
O abaixo assignado tendo vendido nos seus mili-
to afortunados bilhetes garantidos os de ns. :ii:i
com a sorte de 10:0004000, 236 com a de 2:0005,
1302 com a de 5005000, c nutras militas de 1U0,
405 e 205000 da lotera que se aeahou deextrahir
a beneficio da irmandade do Senhor Bom Jess das
das, sobrecasaros e paletots de panno fino, calcas par,.s ,. enarlda aos possudnres de ditos bilhetes
fft" OOTfmirm? U i*aa.4ae walluJu aa /uabiu MaWaue.
muitas ubras da alfaia e.
fiEIIita
DE
>rfm>M
conto algnm em seu estabelccimento casa da Tor-
tuna ra do Crespo n. 23.
O mesmo tein expo belecimento e nas mitras casas do costume os feli-
zes bilhetes da oitava parte da terrena tetarla do
; Gynmasio, que se extrahir a 14 do crtente, e as
sones que elles Mtivi?retii serao pida mesma fr-
fSarrbatlolS do corrate as IO lg'i m pag"8"ora 'r'*extracco.
horas.
O agente Sinioes far leilao requerimento do ,
inventariante e lestamenteiro do finado Ventura
da Silva Boa-vista e mandado do Illm. Sr. Dr. juiz .
municipal da primeira vara, das dividas na im-
pHrlancia de 1:8145140 rs. sendo a quantia .,
1.07oiS630 rs, em urna hypotheca e o mais em
letra e cunta de h vio. cuja Manto pode ser exa-;
minada no e.-criptorio do mesmo agente aonde se-1
r efT-ctiiado o leilao.
a.i:as,\o
HK
tTrna arasaro para armazem de
fazendas.
Saliliailo 12 do oriente.
O agente Almeida far leilao requerimento
5>
- I, | \J ,l_''lll'' 1 lili'- l'll* lili ll IIKI7 rt IWllMVimivii.
ser emliarcada no dia de sua rhegada, encnmnien-! dos julmininraiorus da massa fallida de Seve Fi-
das e dinheiro a frete ale o da da sah.da as 2 ho-
ras, agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de An-
tonio Luiz de Oliveira Azcvedo 4 C.

8
drogas, 2 ditas um carro, rodas e |iertonces, 1 pa-
cota pilulas ; a J. Pater & G.
Brigne inglcz Titania, entrado de Terra Nova,
2
I
-
Delegacia de polica do tormo de (Joianna,
COMPANHIA BEASILEIRA
DE
^PAQUETES 1 VAPOR
fl i Dos portos do sul espetado
at o dia 14 do crrente o vapor
Prtmestt dr Joinrille. comman-
dante Araujo, o qual depois da
demora do costume seguir para
oa portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-sc a
carga que o vapor poder conduzr. a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada: eneom-
mendas e dinheiro a frete at o dia da sabida s 2
| horas, agencia,na da Cruz n. 1, escriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Axevedn f C.
consignad a J. Pater A C., manifestou o seguinte: dezembro de 1863.Illa. Sr.-Communico V.
261)0 barricas e 143 meios ditas bacallao ; aos S que fiz prender na madrugada do da 3 do cor-
mesinos rente, a Silvestre Rodrigues Veras, por ser eon-
a<*plirflni>ii fio rrndis Internas demnado a 12 annos de prisao, com trabalho, o ter l" rata-se eom o,
llet ehetioi n tic renaas nierna ( do djo ()e Pt,rnandSt ftm 2, n0 mn ()c Lata de ohveira Aie
geraesde Pernamonco. agosto passado, como elle confessou, onde eslava ra da Cruz n. 1.
I*ata o Uin tic Janeiro
Pretende seguir com milita brevidade o pata-
cho nacional Beberibe, tem parte de seu carrega-
ment prompto para o resto que Iho falta e escra-
vosa frete jara os quaes tem expelientes commo-
do9 tratase com o-seus (onsign.ilarios Antonio
te vedo & C, no seu escriptorio
P.endimnto do dia 1 a 9 ........ 11:1455563 umprindo sentenca.
Idem do dia 10................. 1:3555464
MOVIMENTO DO PORTO.
Para o Rio Ciraadc do *al.
Peus guarde V. S.Illm. Sr. Dr. Abilio Jos Sahir rom rev(|a(|(, 0 |,rgUl) nacional Covum-
i-ieaiju7 Tavarcs da Silva, dignsimo chefe de polica. fi,i, recebe carga a frete e escravo, : quem quizer
__!__: O eapito dalegado, nelle carregarenlenda-se com Manoel Ignacio dd
".--------i Francisco Antonio de Sa Barreto. oliveira A, Filho, larj:o do Corno Santo n. 19.
Coasnlado proTinciai. --------=--------- .^, --------------
Rendimentododia U9......... 27:5375088 Ittm. Sr.No dia 28 do mej passado foram por Lima l-
Idom do da 10................. 3:382*418 mim presos no povoado de Gamelcir do dislricto Sane em poneos das para o Porto por ter parte
-------------- de Duas Barras deste termo, como indiciados em da carga engajada : para o resto e passageiros,
30:9195520 crime de, furto de cavallo Manoel Joaquim Dantas tratt.-e cornos consignatarios Carvalho A Noguei-
_________________________________ e Claudino Alvos de Araujo, tendo-os passado rf, aa ra de Apollo n. 20, ou com o capitn na
disposico do Dr. jniz municipal deste termo, aSm praga.______________________________ .
de contra os mesmos proceder na forma de di reito, ll !,** .t'nnfl.Hci
oquevenhotrozeraoconhecimcBlodeV.S.Jcomo BnSUC CLOnHanC.1.1
m cumpre. Pretende sahir brevemente para Lisboa, recabe
iVoi-io entrados no dia 10. Deus guarde V. S.-Delegacia do polica do carga e passageiros, para o que trata-se com seus
Lisboa28 dias, brigne porluguez Relampaiio, termo do Serinbem, de dezembro de 1803. consignatarios Carvalho & Nogueira na ra do
de 235 toneladas, capito Joao Epiphanio da Sil- Illm. Sr. Dr. Ablho Jos" lavares da Silva, dignis- Apuno n. 20. .............
veira, equipagem 42, carga vinho, ceblas e ou- limo chefe de polica. Para o RO de daneiro.
tros genero*; a Tlmmaz de Aquino Fonsera Manoef Nicolao Biaucira Pinto de Smza, nniaclm BtM-iml Carmam nretende seguir
Rio de Janeiro-25 dias, sumara hespanhnla Ar-'. Delegado de polica 1 supplente.
ib///, de 178 toneladas, capillo Jaime Ferror,' Sabbadn 12 do corrente,
equipagem 10, em lastro ; i ordem. juiz de paz do Io distriato
Bahia 11 dia. canhoneira franceza Fulminante, Vista iro a praca 10
commandante o capillo T. Ernesto Cotpslm. e 1 marqtieza, todo depcaranaa e \n <,, met,
Phila.lelphia-38 dias, barca americana Jmaeratior, ~-
Ae 280 irovladas, caitito Power, equi|item 12,
Perreira de Albwiuerqn Maacimento por execu-
go de Jos Ferreira d Moura \ a ni tima prac.v
Boje II do corrente, depuia- da amliencia do
lhos& C. e mandado do Illm. Sr. Dr. juiz especial
do-commercio de unta amasia d. pinno para ar-
mazem de fazendas existente em o armazem da
ra da Cruz n. 50, o qual pertence a mesma massa.
As 11 horas do dia cima. ._____________
LCZIIi.lO
DB
Um sitio denominado Jang ao norte do sitio do
Diquadas em vlios proprius pouco adiante de
Ro DiHe.
Terca-feiFi \ do trrenle s 11 horas
da manlia.
O agento Olympio acha-se autorisado a vender
em leilao o sitio cima mencionado, leudo o mes-
ma22.> bragas de frenie com posses de curraes,
conttmdo pe'rto de 700 ps du coqueiro*, boas bai-
xa para capia e matas para o fabrico de carvo.
casa de taipa arruinada com proporges para
plantarse 4 a 5 mil pos de coqueiros por ter mais
de um quarto de legua do fundo. Os pretendenles
desde j podero cntender-ae com o referido
agente para qualquer inforniagao, o leilao ser ef-
fectuado no armazem da ra do Imperador n. 16,
s horas cima.
Prrfos.
Bilhetes inteiros..... 65000
Meios bilhetes...... 35000
Para as |tessoas que comprarem
de 1005 l'ar cima.
Bilhetes........ 55500
Meios......... 25750
Manoel Martin* Finta.
AoSr.Dr. Jeito Jos de
Moura MagaMes so np o
obsequio de nraruadasOru-
zes ii. 44, segundo andar, con-
cluir negocio que nfio igno-
ra, e queja tito velho.

Libanio Candido Rtbeiro, Antonio Carnei-
ro da Cunha. Anua Paula de Mendonca, Ma-
ra Joaquina de Mondonga Rilairo c Joaqui-
na Theudnra Carneiro da Cunha, genros e
lilhas da finada Joaquina Mana das Dores
Mondonga agradecem a todas as pessoas qae
se dignaran! honrar com sua preseiica as
exequias de dita finada e pelo presente con-
vidan as mesmas pessoas que se dignem
omparerar nu dia 14 do corrente as 7 ho-
ras da manlia na cemiterio publico, adra
de assislirem missa .pie de ve *fr celelra-
da por alma da mesma tinada, pelo que des-
de j do-lhes os devidosagradecimentos.
Recife, 9 de dezeahro de 1863.
o so-
Quarta-feira iCdocorreite s II ho-
ras na ra da (laieia 11. 51.
DE
Un sitio easa de vlvenda no
principio da estrada do
flausuinho e rsqnlna di raa
da Ainlzad*. em chao
proprio.
i:" sem limite.
Por intervenca do agente Euzeuio so vender
em loilo naquelle dia e hora o sii.) e casa de vi-
venda cuja propriedade emchlo proprio, leudo d-
se vender em um s lote, nao sa duvi.lar no casoi
de hauer quem queira se fazer a venda e.mtres lo-.
les, tendo 172 palmos de rrentt, ser 72 palmos
inelnlndoa easa um lote, o segundo era de 100
at k wqillna com 2*) palmos^ de Jundo, C
ceiro A
palmos
Ahiga-so barato o segundo andar do so-
brado n. 44 em a ra da Aurora, que ulli-
= mmente lora concertado o pintado do no-
vo : quem o pretender dirjase Iqja de
Bastos A Rege, na ra pava, que achara
com quem tratar.
Suciedadc dmnairc Herrlo e Gaiao
hiuiiur.
Pela respectiva secretaria avi-
sa-a aos Sis. socios, que os bi-
lhetes para a rerita inaugural do
dial2do corrente serao distri-
buido nos dias 10. 11 e 12 pejo
Sr. thrsoureiro, a quem poderao
se dirigir os mesmos senhores
socios.
O 1* societario,
Epaminondas Plato B. e A. da Vasconcellos.
Alaga^tercelro ailar ilo
sobrado da raa larga do Rosarlo
eircm frente na rua'ds ttiizade Cerra de 200 que rolta para a do #bag u.
lalmos a :t00, com todo o fundo a extremar com J ^^^ craades commodos pa-
.;.:. .1 c_ .'..1....U i, .1. .ni n-Li l.loul.l.llIflS (W ^ ""
'J^^Jt&iSTS&XS
carga 2.268 barrira* com farinha de trigo e ou- Perreira de Alhuquerqne Nascimento por execu- D4T1A UTO TIF IftNFIRl
tros gneros i Mattiens Austin A L gao de Jos Ferreira de Moura ; a ultima prag.v I JAUJA JUU JJJ* JXiiUluy
Natos- sahidot no mesmo Jia. Boje II do corrente, depot da audiencia (te Svaue impretenvalmente quaria-feira l rto eer-
BahiaPalacho nacional Jeqnitata, capito Jos Dr. juiz municipal da vara vai praa diverso rente >araqoolte aerio aesenna nar.mnal Cmt-
Maria, carga farinha de triira e outros gneros, movis peuhoradas a Antonio Gome de Pigaeire- peneca, s recel carga muida e esclavo* a frea v
J*ew- YorkPatacho ingle* WiUiam M Dodge,*t- do, |wr execugi de Innocencio Rodrigues Lima, a tratar no largo do Urpo Snlo n. 6, segundo
pitao Anderson, carga couros e outros gneros, escrivo Molla. andar.
una ltoa
tnnidade.
acquisigo de aproveitar
Tera-fek kd a^^rran
a oppor- tar ao segando andar do mosMao.
________ OnVreve-se utn liomeiu para cobrar dividas
bo nterin- da provincia e sertocs, c outras. pro-
sHhoras dodia ipmte *a a*fc*te5ao corntuer- iffi^J&l*^
& pretenderes podem examinare predio rao ^^Jfg^mUm Machado,
se aclia patente. i
sal


Diarlo de Pernambuco Sexta lelra 11 de Dezeuibro de 1863.

:
FAZENDAS DE BOM GOSTO
Superiores cortes de sed de cor a 303, 60, 704,80$,90JI e 1001 cada-corte, os mais modernos que tem vtndo a Pernambuco.
Ditos dlrmoreantique de cores e prev.
Linda sedas de cores a 2*200 rs. o covado.
Ditas de ditas de quadrinhos a 15 e a 1,8200.
Moreantique earmczim cor da moda a 1JS00 o covado.
Superiores cortes de blonde para noivas.
Lindos crtes de crep de Nespanha com barra de cores as mais lindas que se pode desejar.
Cortes de lia cera barra de cor.
Ditos de laa cora barra aquille.
Lindos cortes de grinadine de seda com barra de gostos inteiramente nevos.
Linda fazenda para vestidos denominada crep de Hespanha de cores mu lindas.
Superiores las de cores matisadas. .
Grande e variado sortimento de percales de cores para vestidos.
Dito de chitas francezas muito finas escuras, claras e matisadas.
Lindas catilinelas para vestido,tgostns inteiramente novos.
Superiores cortes de cambraia brancos bordados e entras muitas fazwidas de bom gosto para vestido de senhora.
Para hombros de senhoras.
Superiores capas prelas a 20*. 234, 30*, 40* e SO*.
Santierabarques de cambraia ricamente enditados.
Ditos de.cacbemira de cores e Areos enfeitados com muito gosto.
Lindas capas de caximira de cores as mais modernas que tem vindo a esta praca.
Superiores zuavos de cambraia e de seda preta.
Lindos postilhocs de merino de cores.
Grande e variado sortimento de camisinhas bordadas
dem de chales de merino lisos de barra estampadas de quadros e de crep a i*o.X), 5#, b*, 7#, #, a* e iu#.
Para cabera de senhora.
Superiores chapel'nasde Palta de Italia- ,. ,. ...
Lindos chapos de palha de Italia enfeitados com muito gosto e grande vanedade para escolher a 12*, 1W e Ib*.
Modernos enfeites de llores rhegados no ultimo vapor francez.
Variado sortimento de enfeites denominados conservadores para cabeca.
Bordados.
Grande sortimento de ntremelos bordados a 1*. 1*200 e 1*500 a peca.
Lindas tiras bordadas largas a 2*, 3* e 4* a peeJ.
Calcas bordadas muito finas para senhora.
EspaSw st!Sriore"e,OTs mittufuendas de-gosto na loja das columnas ra do Crespo n. 13, de Antonio Correia de Vasconcellos & C.
Pechincha sem igual.
Na mesma loja das columnas vende.se cortes de cambraia organdys de barra de duas saias e de babados majisados com Ii a 16 varas
corte a 6*, 8*, 10* e 12* o corte.
cada
Acha-se por alugar parte d'um sobrado que tem
bastantes commodos para rapazes solteiros ou pe-
quena familia : a tratar na ra da Senzala Velha
n. 70, lerceiro andar._________________
MarUnna Alvos de Araujo, Rrasileira, retira-,
se para a En ropa. _____________^_^___
O Sr. Jos Mondes Carneiro Leo queira vir
ra do Apollo n. 25, segundo andar, realisar o
negocio que contrahio._____________________
Fugio no dia 7 de dezembro corrente o escra-
vo cabra de nome Seraphim, de idade 34 annos,
altura regular, cheio do corpo, barba serrada, com
marcas de bexigas, um signal visivei no pe esquer-
do por Ihe faltar os tres dedos do meio, j de as- i
cenca, falla maco, imita falla de mulher, levou
calca, camisa c paletot, chapeo le bata
O Dr. Carolino Francisco de Lima San-
tos, contina a residir na ra do Impe-
rador n. 17, 2." andar, onde pode ser pro-
curado a qualquer hora do dia e da noite
para e exereicio de sua profissao de me-
dico ; sendo que os chamados, depois de
meio dia at 4 horas da tarde, devem ser
deixados pe-r escripto. O referido Dr.
nao abandonando nunca o tstudo das
molestias do interior, prosegne, com o
maior afflnco, no das mais diflceis e deli-
cadas operaces. como sejam dos orgass
ourinarios, dos olhos, partos, etc.
sapalos, talvez para se inculcar de forro, este es-
eravo veio do olho d'agua do rodo, comarca de
Paje de Flores, fui comprado a Manoel Pacheco
Couto, morador no inesino lugar, suppoe-se que
subirapara o centro : rogase aos capites de
campo e autoridades policiaes a appreheuso do
mesmo, e leva-lo ra do Arago n. 8, que serao
bem recompensados._______________________
O Sr. Francisco Jos da Costa, recebedor de
assuear de engtnhos do norte, queira declarar os
dias e lugar onde pode ser procurado, visto se ig-
norar sua morada.
Progmmma da festa de 8.
da Conceico, na igreja de
Santa Eita de Cassia,
No dia 12, ao meio dia, ao som da msica mar-
cial do 7 baialho de fusileiros, benzer-se-ha a
nova imagem da Excelsa Padroeira.
Ao alvorecer do dia 13, depois de concluida a
inissa, durante a qual tocar ainda a mesma mu-
sica marcial, as-im como nos intervallos da festa e
Te-Deum, e tarde no exterior da igreja, ter lu-
gar o levantamenlo da bandeira com a effigio da
mmaculad:
Curso de lingua italiana para as meninas e
senhoras, no novo anno lectivo de 1864. O res-
pieto e pectivo professor eslabeleceu um mdico ordenado
a, conduzida por tenras vhgens trajan- fazer seus pagamentos acllaou sua lillia .Manuel
lo ramudas vuIu. ''" "'' .-"n-ininuiu, inuraaora na ra Dirt'lt
'.ini.'raia tusca as ji horas, sendo orador do
Rvangelho o Rvm. padre Antonio Manoel da As-
sump&i, e do Te-Deum o Rvm. padre Antonio de
Mello Albnquerque; terminando a festividadecom
o tiramento da bandeira.
para ensinar perfeitamente eue bello idioma, a cs-
crever, lr, traduzir e fallar grammaticalmente. A
experiencia acaba de o demonstrar era duas meni-
nas pernambucanas que fallam a dita lingua com
inuita graca comoqualquer senhora italiana. Aba-
lisados jurisconsultos e lentes da faculdade desla
cidade do Recife lizeram ao respectivo professor a
honra de o consultar a respeito, as diversas obras
de direito de habis jurisconsultos italianos. As
senhoras que desejarem estudar cm suas casas essa
bella lingua c suas poesas, antes que cheguemas
companhias lyricas esta provincia, tem as suas
ordens o respectivo professor, horneen de toda edu-
cacao e respeito, ra da Soledade na Boa-Vista
n. 66. O mesmo professa as linguas latina, grega e
franceza, c as falla correctamente.____________
Aluga-se o segundo andar e sotao do sobrado
da praca de Capim n. 6, com muitos commodos :
a tratar na ra do Queimado, loja n. 18.
Jacintba Maria da Conceicao, boceteira anti-
ga e bem conhecida nesta cidade, moradora no pa-
teo da ribeira de Santo Antonio n. 17, declara pelo
presente nao dever nada tanto no commercio como
particular ; e todo aqnelle que se julgar credor
aprsente suas cortas que serao pagas ; e tambem
chama pelo presente seus devedores que yenham (lilb.lll'le
a
FOLHINHAS PARA 1864.
Na praca da Independencia livraria ns. 6
e 8, acham-se venda as seguinies folhi-
nhaspara I8(ii impressas nesta lypographia
em excedente typo e bora papel,
Folhinha de porta contendo as mate-
rias do costume, rs.........160
Dita de algibeira, so'o a epigraphe
religiosa, contendo alm das materias
do costume os sete passos da Paixao
de Nosso Senlior Jess Christo ; cnti-
cos do mez Mariano; hymnus e jacula-
torias ao Santissimo Sacramento; ex-
plicaces de diversas oracues-, cora
Seraphica ; exereicio ao sagrado cora-
co de Mara; orarlo para visitar as
igrejas no dia da Porciuncula ; oracSo
para escolba dos estados da vida ; dita
a Senhora da Conceic5o ; e meditaces
sobre a reforma da consciencia, rs. 320
Dita de dita, sob a epigrapheVa-
riedade, contendo alm das materias do
costume : receitas uleis e necessarias
aos diversos mysterios da vida ; physt-
ca e recreativa ao alcance de todos:
pilherias e ratices; poesas; charadas;
mximas e pensamentos colligidos por
um curioso..............320
Contina a haver pao de senteio novo nos dias
quartas e sabbados de cada semana, na nadara
em Santo Amaro ae p da fundico, na ra'da em-
peratriz n. 22, e ra do Brutn, confronte o chafa-1
riz n. 47, ra das Cruzes, deposito n. 39, na Pas-
sagem, taberna da esquina do Sr. liento, que vira
para o Remedio, e no armazem progresso, largo
da Pcnha n. 10.
NOY ESTABELECIMENTO DE MEDICINA H0ME0PATHIC1
RIJA MOTA \. 43.
O Dr. Sabino O. L. Prho mudou o seu CONSULTORIO para a loja de marmore
ra Nova n. 43, onde continua a dar consultas todos os dias uteis desde o meio dia at
2 horas.
Os enfermos, que o procuraren! logo na invaso da molestia, sem que hajam to-
mado qualquer remedio, nem allopathico, nem homeopathico, pagarlo metade dos preco
estipulados. Esta concesso tem por flm facilitar a cura de molestias, que podem tornar-
se complicadas pelos emprego intempestivo da therapeutica e ao mesmo tempo adquirir
para a homeopathia maior numero de adeptos pela bateza da cura.
Em attencao as pessoas pobres, que nao podem sahir de dia, o Dr. Sabino resol-
veu dar duss consultas por semanas as tercas e sextas-feiras das seis as sete horas di
noite.
Os chamados para visitos e conferencias devem ser dirjgidos por escripto ao con-
sultorio desde 8 horas do dia at 8 da noite, na certeza de que sero attendidos na orden,
de sua precedencia, salva a circumstancia de eminente perigo.
ADVERTENCIA.
O novo consultorio est prvido dos melhores medicamentos, desde a primeira
at a trigsima dynaminjsaco.
E como os mdicos hespanhes e allemaes nao cessam de certificar a major efi-
cacia das ultissimas dynaminisaces do tratamento das molestias chronicas, o Dr. Sabino se
oceupa agora de elevar os seus medicamentos s potencias mais altas (por ora at 200.a).
am de verificar por si mesmo a forra dynamica, que se lhe attribue.
Os mdicos, que quizerem experimentar taes dynaminisaces podero dirigir ac
consultorio suas receitas, que sero aviadas gratuitamente para os pobres.
No mesmo consultorio se vende a novissima edico do Thesouro homeopathia
ou Vademcum do homeopatha, obra indispensavel a dos que querem usar da homeo-
pathia.
Tudo o que diz respeito nova medicina se acha abundantemente neste novo estabe-
aecimento.
AO PUBLICO.
Bemjamin Franklin da Cunta Torrea negocio
urna letra da quantia de 5004, que garanti e pa-
gou por Joaquim Codito Cintra : a tratar na ra
do Queimado u. 1S.
Antonio Olas de Lima, subdito porluguez,
retira-se para fra da provincia.
Jos Goncil ves Regulo declara que mudou
seu nomo para Jos Goncalves Ribeinx
D-se dinheiro a juros sob hypolhcca emuma
casa: quera pretender, dirija-se ra do Impera-
dor n. 48, primeiro andar, que se dir quera da.
Aluga-se o segundo andar do sobrado na ra
Nova n. 67 : a tratar com o morador do andar
do mesmo sobrado. .
Aluga-se um sitio na Capunga velha cora boa
casa, contendo 4 quartos, gabinete, carimba cora,
boa agua, quartos para pretos, estribara e fruetei-
ras, todo murado : quera o pretender, dirija-se
praca da Independencia ns. 37 e 39, ou ra da
Palma n. 41.
Jos Azevedo de Andrade faz
se i > ate ao corpo do commercio desla
inca e a seas fregneze* em ger*l, que
transferid o sea esMi leiiiueiilo de fa-
zenda s silo roa do Crespo loja o. 20
A para a de o. 18 da mesma ra.
ra dos
Escrava fgida,
Fugio no dia 6 do corrente da casa de seu se-
nhor. o bacharel Trajano Viriato de Medeiros, a
escrava Urcula, mulata, de 24 annos de idade, na-
tural do Sobral, estatura e corpo regulares, labios
lia-tantos grossos, cabellos corridos e muito cor-
tados. Rogase as autoridades policiaes e capites
de campo a captura della, c entrega-la Domingos
dos passos Miranda, na ra do Hospicio n. 31, o
qual gratificar generosamente, protestando-se
igualmente contra quciii a tiver acritado.
Aluga-se a casa terrea n. 26 da ra da 73*
gria : a tratar na ra da Iinpcralriz n. 40.
Precisarse alugar urna preta escrava, que sc-
ja liol : a trabir na ra Imperial n. 29, taberna.
- Claudio Dubeux, proprielario das linhas de
mnibus, faz scienle a quem convier que sabbado
12 do corrente principia a linha de mnibus para
a Vanea, partindo do Recife s 4 e meia horas da
'arde, c da Varzea s 7 e meia da inanhaa.
Precisa-se alugar urna escrava pie saiba co-
zinhar, e seja diligente : na ra do Crespn. 18,
segundo andar._______
- Aluga-.se um preto cozinheiro e outro proprio
para todo o servjco, e especialmente armazem de
assuear : na praca da Independencia ns. 37 e 39.
Caixeiro.
I'recisa-se de um caixeiro para taberna : na ra
.le Moras o. 106, de 12 14 annos de idade.
?
Qm gra$a!
Aquelle eagracado que pedio um chapeo de seda
emprestado para assistir ao baile do Club Pernam-
bucano, se peie o obsequio de mandar buscar o
quedeixou, e ntregaro-que levou, pois para gra-
ca basta peca *jne j pcegou ao dono. Fazen-
do-se desentendido, seu poe em seguida aqu se-
r inserido.
n. 7, licandosua lilha iscnta de pagar qualquer
divida que apparecor em sua ausencia ; e para que
chegue ao conhecimento de todos faz a presente.
Precisa-se de urna ama de meia idade que
saiba lavar, engommar e cozinhar para casa de ho-
rnera solteiro : na ra do Camarao n 13. I
Precisa-se de um menino para caixeiro de
urna loja de calcado, preferindo-se Porluguez : na !
ra do Livramento n. 15.
Pede-se ao Sr. thesoureiro das loteras desta
cidade que nao pague, sendo que saia premiado o
meio bilhete n. 2411 que foi comprado por mim na
mesma thesonraria no dia 7 do crrenle.
____________Jos Patrocinio do Remedio.
Francisco do Carino Braga, subdito portu-
guez, retira-se para fra da provincia. ____
Precisase de urna ama para cozinhar para casa
de familia : na ra larga do Rosario n. 12, segun-
do andar.
Feilor.
IVa tarde do lia 9 do crrente, desde ra
Direita at ra o Sebo, perdeu-se um par de
orlos de aros de oaro, com ved ros partidos e de
graos diflerentes : quem o achou querendo resti-
tuir love-o ra Direita n. 91, n> andar, que ser
recompensado.
Precisa-se de uina mulher para ama secca de
casa de pouca familia : a ra do Crespo n. 17,
Joja._______________________
Xo escriptorio de Ampr.m Irmaos, ra da
Cruz n. 3, deseja-sc fallar com o Sr. Antonio Joa-
quim da Costa Santiago, cuja morada se ignora.
Precisa-se alugar urna ama que saiba nhar : na roa das Cruzes, em Santo Antonio a.
41, fe andar.
besappareceu um cavallo no da 24 do mez
passado da na da Imperatriz, com os signaes se-
guintes : caslanho-escuro, castrado, teado escripto
na anca .por extenso Rom-llm, e no quarto direito
TB : qnem o achou ou der noticias certas d'onde
est, pode dirigir-se ao engenhe Bom-Pim em Ipo-
juca, ou rita Direita n. i, taberna, que ser re-
compensado.
PEIIA
Xa noiu do da 4 do corrala perdeu-se urna
pulseira lUliana, deonchas, enm um laca; desde
a ra Imperial ata ra Velha na Boa-Vista : a
pessoa que a tiver adiado e a quiter restitui-la,
dirija-se ao armazem de ctrne secca na roa da
Praia junto a tenda de urrejw, que ser em rela-
cao recompensada.
-~ 4 P?580 1"e prevemo o 8r, Delouche para
nao cnVgai ^m reogio cora o proprio bilhete, te
nna a bottdad de apparecer no esnaoo de tre
Quem precisar de um bom feitor para sitio*o
3nal affianea o seu comportamento dirija-se ra
o Apollo n. 4, primeiro andar.
Noticias frescas de Malackoff!
O gra sultao Barb Dalmeid prosigue nos seus
brutaes caprichos, na firme convircao de que nao
haver ebristao que se atreva pr-lhe a calva ao
sol I... Coitado 1 como se engaa... Haver at
quem lhe arranque o ultimo dos pouros cahelli-
nhos que lhe restara na cadavrica cachola. Eis a
prov :
Ha perto (se nao mais) de dous mezes que se
lhe requereu por certido o theor de um contrato
com elle celebrado (na qualidade de presidente de
conselho) alim de com ella se lhe provar a arliiir*-
riedade que como tal commetteu excluindo da ar-
rematacao do dia o de setembro ultimo, a um dos
concurrentes, e no entanto at hoje por ella se es-
pera, apezar de solicitada com instancia, e at por
intermedio do advogado do prejudicado, como nao
contestar o Illm. Sr. Secretario I Que relaxa-
gao I 11
Esse mesmo hornera, o tambem como presidente i
de conselho, acaba de commetter nova arbitrarie-
dade excluindo da arrematado que teve lugar a 5,
do corrente, a um dos proponentes, pelo simples
faci de haver este softndo a recusa de um genero ]
que Incontinente substituio por outro que foi acei-1
to, ao ao passo que admittio aos senhores fornere-
dores Velloso, Matta e Praga, a quem tinham igual-
mente sido engeitados diversos gneros, dos quaes
ainda na occasiao da arremataco existan por-
ta do almoxarifado algumas barricas de baealho
pertenecntos ao segundo, e que orara vistas por
todos os concurrentes I
Que escndalo 1 I I
Pasta por hoje : volcaremos breve, que para
mangas ha panno de sobra___
T. C.
medico cirurgico
rtores n. 37.
O Dr. Estevao Cavalcanti de Albnquerque d
consultas medico cirurgicas em seu gabinete das
8 s II horas da manhaa e das 11 at s 3 horas
da tarde, os chamados devero ser por escripto e
dessa hora em diante dver ser procurado na ca-
sa de sua residencia no Chora-Menino.
I. Partos.
2. Molestias de pelle.
3." dem dos olhos.
4. dem dos orgos geni taes.
Praticar toda e qualquer operacao em seu ga-
binete ou em casa dos doentes conforme Ihes fur
mais conveniente.
Ao o. 29.
Nova loja dos haraceiros na ra do Queimado.
Velludo de cores fazenda muito boa o covado
3000, bales de panno 35200, ditos de arcos
3*000, 45000 e 55000, laas de duas larguras
para vestido o covado 500 rs., chitas francezas o
covado 360 rs., metim branco para forro de
vestido o covado 120 rs., tarlacanas de todas as
cores a vara 720 rs.
Ao n. 29.
Nova loja dos liarateiros na ra do Queimado.
Cassa lisa pelle de ovo a peca 75500, cambraia
lisa muito fina a pega de 17 varas 105, cam-
braieta peca de 12 jardas 75000, cambraia adamas-
cada para cortinado a peca de 22 varas 105000,
mcias finas para senhoras a duzia 45000, chales
de la ponta redonda 325500.
Ao o. 29.
Nova loja dosbarateiros na ra do Queimado.
Bicos pretos de iinho a vara 120, 160, 240, 320
rs., franjas de seda a vara 80 e 160 rs., gales
de seda de algodo e de laa para enfeites de vesti-
do a peca de 10 e 15 varas a 400, botdes de seda
de velludoe de fustao duzias 120.
Companhia de seguros marilimos Iti-
lidade Publica.
A direccao convida aos senhores accionistas
receberem o dcimo dividendo de 155 por accao,
no escriptorio desta companhia, ra da Cadeia n.
42, em os dias uteis, das 10 s 4 horas da tarde.
Recife 5 de dezembro de 1863.
Os directores
Feliciano Jos Gomes.
___________Domingos Rodrigues de Andrade.
Aluga-se a casa terrea n. 6, do pri-
meiro becco da Camboa: a tratar ra da
Cadeia n. 62, segando andar.
Aluga-se o armazem do sobrado no Forte do
Mattos : na ra da Moeda n. 5.
CASA DE SAUDE
Em Santo Amaro
Do Dr. uva Ramos.
nico estabelecimento desta natureza
que existe entre nos, montado do modo
que pode com todo o commodo e zelo tra-
tar qualquer doente, que nella seja reco-
lhido.
O edificio magestoso e conserva-se
em perfeito estado de limpeza e conve-
nientemente mobiliado.
Os doentes sao separados, segundo os
sexos, natureza das molestias e condicoes
sociaes.
Ha quartos fortificados para os aliena-
dos, e urna enfermara para as partu-
rientes.
O proprfetario encarrega-se de qual-
quer operacao.
O estabelecimento Tranqueado aual-
quer pessoa que o queira visitar.
Primeira classe 35000 diarios.
Segunda dita.... 25500
Terceira dita.... 25000
Para que qualquer doente sejaali rece-
bido, basta que se mande o nome do doen-
te e da pessoa que o remette, com a. de-
claracao da morada.
O proprietario aceita contratos annuaes
com qualquer que queira ter um ou mais
leitos sua disposicao.
Sociedade de seguros mullios
de vida installada pelo Daaco
CJnlo na cidade do Porto.
Os agentes nesta cidade e provincia Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo St C escriptorio na ra
da Cruz do Recife n. 1, estao autorisados desde j
a tomar assignaturas e presCar todos os esclareci-
mentos que forera necessarios, as pessoas que de-
sejarem concorrer para tao til e benfica empre-
za, segurando um fuluro lsongero aos associados.
! DENTISTA DE PARS I
19Roa Nova -19
Frederico Gautier, cirurgiao dentista, g
faz todas as operacfcs de sua arte, e col- fi
leca dentes artificiaos, tudo com superio- S
ridade e perfeicao, que as pessoas enten-
didas lhe reconhecem.
Tem agua e pos dentificio.
Antonio Jos Rodrigues de Souza aluga a sua
casa e sitio do Monteiro, em frente ao oito da
igreja do S. Pancaleao, com bastantes commodos :
a tracar na thesouraria das loteras, ra do Cres-
po n. 15.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da
ra do Crespo n. 23 : a tratar na loja. ______
Antonio Jos Rodrigues de Souza, na ra do
Crespa n. 15, precisa alugar um moleque para o
servico de casa de familia, e que saiba bolear car-
ro, sendo de bons costumes.
Den i isia americano
[De \cu Vork. ra do mi-
rador ii. 63.
c Dr. \V. II. Me. Grath, offerece ao res-
peicavel publico de Pernambuco os ser-
l vicos de sua profissao, todas as opera-
i coes da bocea e dentes serao executadas
t com o ultimo e muito cnelhorado princi-
[ pos de cirurgia dental.
O Sr. I. G. P. queira Man-
dar pagar o Importe que eve
de um debito que fez em nome
de outro, alias se publicar seu
uome por extenso, e se darn
outras expllcacdes que lhe se-
ro desagradareis.
Na ra das Cruzes n.
de um bom forneiro.
3 precisa-se
Antonio Joaquim Dias e Jos Joaquim Perei-
ra, subditos portuguezes, retiram-se para o Rio de
Janeiro.
Na ra da Gloria n. 89 aluga-se um moleque
e um escravo, por coramodo preco.
JVlugam-se tres sobrados na ra do Pires da
Boaista, cada um dos quaes offerece muitos com-
moroLpara grandes familias por eon"r no andar
supe 5 quartos e 2 salas; e no pa ment ter-
reo, /n des mesroos commodos referidos, cozinha
e 2 quartos no quintal : para tratar do aluguel, na
loja n. 3 na ra do Cabug.______________
Aluga-se o armazem n. 4 da ra do Apollo, e
oterceiroandar da casa n. 88 da ra da Impera-
triz ; na ra da Aurora n. 36.
Aluga-se b sobrado da ra dos Coelhos n. 10,.
com grande terraco, por commodo preco, a casa
dos lees na ra dos Prazeres n. 36, urna dita na
mesma ra n. 32, urna dita na ra do Socego n. 7r
a tratar cora Jos Carneiro da Cunha.
Augusto Jos da Costa, subdito porluguez,.
chegado da Europa no vapor Paran, segne para o
Rio de Janero.
Irmaadade de N'ossa Senhora da Soledade
da Boa-Vista.
O juizdairmandade de Nossa Senhora da Sole-
dade da freguezia da Boa-Vista manda convocar
mesa geral para o domingo 13 do corrente, as 10
horas da manha, afira de se proceder a eleicao da
mesa regedora do anno prximo futuro.
Consistorio da irmandade de N'ossa Senhora da
Soledade 9 de dezembro de 1863. O escrivao da
irraandade, Salviano Pinto Brando.
Moleque ou ama.
Precisa-se de um moleque de 12 a 14 annos, ou
de urna mulher forra que compre e faca o servico
de urna casa d posea familia: na r'ua larga do
Rosario, loja de charutos n. 30.
OSr. Magno Bruno Marques Baealho tem
urna caria no largo da Sanca Cruz n. 16.
Precisa-se alugar urna
gommar e comprar; na ra
n. -i. primeiro andar.
preta que saiba en-
da Cruz do Recife
Precisa-se alugar um preto para o ser-
vico de casa : na ra da Cadeia do Recife
n. 20.
O Sr. Luiz Paulino Cavalcanti de Al-
buquerque, tem urna carta nesta tvnngmpliin
- Precisa-se de um bom cosinhero e de urna
ama que saiba engommar e lavar : tratar no
sobrado n. 32, da ra da Aurora.
Ama para ser alugada.
Urna parda moca com todos os roquesitos para
urna casa de familia, sabe coser, engommar, vestir
urna senhora, e tratar de enancas : pode ser pro-
curada a pessoa que est encarregada de aluga-la,
no estabelecimento dos Srs. Quinteiro & Agr, na
ra Nova, das 9 horas da manha 1 hora da
tarde.
apparecer no espaoo, de tres
Attenco.
Em Santo Amaro de Jaboatao ha carro
de aluguel e eavallos por preco commo-
i do, as pessoas ou familias que necessica-
Tcm de viajar, dirjjam-se coxeira no
Diesmo lugar ou ?od.ef. dirigir-se ra
Direita casa de Joaoum Antunes da
Silva.
O Dr. Cosme de S Pereira conti-
na a residir na ra da Crufc n. 53,
Io e 2o andar, onde pode ser procu-
rado para o exereicio de sua profls-
so medica, e com especialidade
sobre o seguinte
Io molestias de olhos ;
2o de peito:
3o dos org5os geniti
urinarios.
Em sea escriptorio os doentes se-
rio examinados na ordem de suas
entradas comecando o trabalho pelos
doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias d s
6 as 10 da manha, menos nos de-
mingos.
Praticar toda e qualquer opera-
cao que julgar conveniente para o
prompto restabelecimento dos seus
doentes.
Saques sobre Portugal.
O abaixo assignado, agente do banco
mercantil Portuense nesta cidade, saca ef-
fectivamente por todos os paquetes sobre
o mesmo banca para o Porto c Lisboa, por
qualquer .-omina, vista e a prazo, po-
dendo logo os saques a prazo serem des-
contados no mesmo banco, na razao de 4
por cento ao anno aos portadores que as-
sim lhe convier: as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
:? m c? e?y va
9
o 0
C"l
Aluga-se urna casa com bastantes commo-
dos e c cheira para eavallos, na entrada do Ca-
chang: a tratar no Chora-meninos, padaria.
AO COMMERCIO.
O abaixo assignado participa ao commercio ha-
ver eslabelecido nest praca urna casa de com-
misses sob a razode Pereira Carneiro de C sen-
do socio commandicario della o Sr. Joo Fras, do
Ro de Janeiro. Pernambuco 1 de dezembro de
1863.
Adolpbo Peroira Carneiro.
lscrlptorlo na ra do Trapiche
n. 6.
3--RIA ESTREtTA DO R0SARI0--3
Francisco Pinto Ozorio contina a col-
locar denles artiticiaes tanto por meio de
molas como pela presso do ar, nao re-
cebe paga alguma sem que as obras nao
fiquem a vontade de seus donos, tem pos
e outras preparaeoes as mais acreditadas
para conservago da bocea.
Manoel Duarte Rodrigues na ra do Trapiche
n. 26 compra accOes da caixa filial do banco do
Brasil nesta.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado
da ra do Amorim n. 58, proprio para es-
criptorio .' a tratar ra da Cadeia n. 62,
segundo andar.
Aluga-se o sebrado de tres andares da
ra da Cruz n. 9, com soto grande, que
equivale a um quarto andar, com i-xcellente
ista para o mar pela parle posterior, e jun-
tamente um grande armazem terreo, muito
proprjo para deposito de fazend is ou mes-
mo para qualquer estabelecimento eommer-
cial: quem o pretender, dando-se prefe-
rencia a aunen quizer alugar todo o predio,
dirija-se mesma ra da Cruz n. 38, que
achara com quem tratar.
.j u r. baruiento rilho, mdico operador UK
fi (1 ll0SPlla' Pedro II, para maior com- H
raodidade das pessoas que o honrara com |B
\M a sua confianza, participa que ser en- \2
SB contrado todos os das no referido hos- c*S
|R ptat das 7 s 10 da manhaa e dessa hora flg
>M era vanee na ra do Queimado n. 44, se- '^S
T lfundo andar, onde ha eslabelecido o seu ^p
fS|j consultorio, on em casa de seu paiCan- *gg
B po das Princezas.D consultas gratuitas H
& todos os dias no dito hospital, onde pra- jfig
v^ tica coda e qualquer opcrao de que os -../
ffi pobres precisen) para o seu restabeleci- ;"-<
SUR; nurato. Incumbe-se especialmente da
S cura das niobstias do dominio da medi-
a cia operatoria, que se ha dedicado,
fui das alleccoes do ulero e da uretra.'
Precisa-se de urna ama para
estrangeiro solteiro : a tratar na ra
do Recife, n. 40 loja de relojoeiro.
casa de
um
da Cadeia
D-se dinheiro
n. 6.
a juros: na ra do Ranget
Precisarse de urna ama que camine e en-
gomme, para casa de familia: a tratar na praca
da Independencia n. S.
Precisa-se alugar urna ama para o servico
de urna casa de pouca familia : na ra de Santa
Isabel n. 13.
%nfc

Precisa-se de urna ama para cozinhar : na raa
da Imperatriz, sobrado n. 47, segundo andar.|
Ainda se precisa de urna ama : na ra da
Senzala nova n. 39, taberna da quina vpliando pa-
ra o becco Largo.
rm A FESTA
Aluga-se ama das melhores casa no Cachang
confronte a igreja, murada com caes o porto para
o rio, pintada e caiada de novo : a tratar na ra
do Queimado, loja n. 43.
Roga-se ao Rvm. Sr. Jos Roberto da Silva o
favor de declarar neste jornal o logar de sua resi-
de.qr!3 Vfa praca aflm de ser visido por um
artigo.
Joo da Silva Ramos, medico pela uni-
versidade de Coimbra d consultas em
sua casa na na Nova n. 50, das 8 s 10
horas da manhaa e das 4 s 6 da tarde o
recebe igualmente convites para dentro
ou fora da cidade com o tira de se en-
ea rrogar de qualquer servico de sua pro-
fissao.
Os chamados deverao vir por escrif
Vicenso d'Antuono, subdito italiano, retira-
se para fra do imperio.
i Prccisa-se alugar una escrava que saiba co- I
zinhar e comprar, para urna casa de pouca familia,,
ou urna criada forra para o mesmo servico : na I
ra do Queimado n. 39.____________
Antonio di Leonardo Peluehi, subdito italia-
no, retira-se para fra da provincia.
Aluga-se um escravo ptimo padeiro : na ra
do Livramento n. 22, terceiro andar.
It A \ C O VMllO
ESTABELECIDO NA CIDADE DO PORTO
Agentes em Pernambuco
Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo k C.
Sacam por todos os paquetes sobre o
mesmo banco prazo ou visca, sobre a
caixa filial cm Lisboa, e agencias em F-
gueira, Coimbra, Aveiro, Vizeu, Villa-
Real, Regoa, Vianna de Castello, Guima-
res, Barcellos, Lamego, Covilha, Braga,
Penaflel, Brag^anga, Amarante, Angra,
Ilha da Terceira, llha de Faias, Ilha da
Madeira, Villa do Conde, Valenca, Bastos,
Oliveira de Azemeis, Chaves e Fafe, a
oito dias vista ou ao prazo que se conven-
nonar, no seu escriptorio ra da Cruz
n. 1.
ATTEJYC&Oo
Prccisa-se da quantia de 6005, pagndose o ju-
ro de 2 0(0 ao mez, o dando-se em hypolheca um
escravo : quem tiver, annuncie com urgencia para e.m sacada pelo Sr. Carlos Antonio Vander-
Na ra da Alegra n. 7, alugam-se duas cs-
cravas, urna sabe cozinhar, engommar e ensaboar,
a outra ensaboar e cozinhar.
Rogase encarecidamente a quera tiver apa-
nhado urna macaca que pelo ultimo vapor veio da
Parahiba, tendo urna corrente na cinto, de a vir
trazer na ra da Penha n. 1, terceiro andar, que
se lhe gratificar, cuja fugio na manhaa do dia 7
do corrente.
Arrenda-se a maca da propriedade Appucos
por lempo de um anno, a contar do Io de janeir
: a 31 de dezembro de 1864. A arrematado lera
i lugar nos dias 26, 27 e 28 do corrente em 'casa do
I respectivo administrador em dito lugar de Apipti-
I eos, pelas 3 horas da tarde, em visca das condicoes
que devem servir de base mesma arrematarn :
os prelendentes devem omparecer com seus tfado-
res, que dtvera ser conhecidaraenCe abonados.
Procisa-se do urna ama para casa de duas
pessoas, dando-se preferencia escrara : no largo
do Collegio junto ao sobrado amarello, terceira
andar.
No dia 7 do corrente appareceu um criouli-
nho na escada da casa do abaixo assignado, diz
chamarse Apolinario, idade de 7 a 8 annos, diz
, elle ser do mato e que forro, e seu pai chamar-se
Faustino,nue do lugar chamado Primavera : a
quem percenen, dirija-se ao largo do Carino que
volta para a ra de Hortos, taberna n. 2, que lhe
entregarei sem minha responsabilidade.
____________Narciso Jos da Costa Pereira.
D-se cTectivamente dnhere a premio sob
penhores de ouro e praca e firmas a contento : na
ra Augusto n. 4o se dir.
Perdeu-se hontem do Caminho-Novo i na
da Cruz urna letra da quantia de 305000, vencida
Precisa-se de tuna negra ou negro para alu-
gar-se : na ra do Hospicio n. 62.
ser procurado.
- Acha-se a renda aa livraria dos
Srs. fiHiinai-es Oliveira m opuseu-
A Vl$<) '*> W l,'m por 'ilulo-Eleico de |863
Jos Antonio da Silva Souza, eidadao portuguez,! em ^('I'iiamlniro-preco 1 $ *
da hoje em diante se assignar por Jos Maria de i
Souza Leo.
"""Olfcreee-se urna ama de leite
Gloria no beeco do Fundao n. 8.
Pergunto-se aos administradores da massa de
Mosquita e nutra Cantoso, porque ainda nao se fez
na ra da o dividendo da quantia apnrada.
Agostinho Martins Campanhao retra-se para
tt:. ~ ., .____----------:-------------------;--------------------- '_ .-p,w....iiv# .tai tina v>tniuduiito n.tii->t; liara
i7a S', aSS*.?8* o?"re* ?m. qUaJrt0S i EurP* a ,raurde *a sa salas, na ra Augusta n 91 : a tratar no deposito credor, dirija-so
de Joaodo Amaral Raposo defronte da estaeo. praso de tres das.
linden o acceita por Blandin Ayn; quem achou
podera levar ra da Cruz n. 4, que se recom-
pensar se assim exigir.
- Acha-se venda o n. 6 ixEttitUado Norte
reimpresso e correto de novo.
COMPRAS.
no
R%IIEC4
Precisa-se comprar ama peqnena rabeca que
sirva para menino aprender : na raa larga do Ro-
sario q. 36.
I
I,



*
liai fo de Peraambuco tiext* leira lt de Dezenibro de 18*3.
Compram-se tres casas torreas nimia novas,
com eommodos para familia grande, em chaos
propios, na Boa-V&jta : qs pretenentes dirijara-
se roa da Cadeia a. SI, krmazcdr do agente Eu-
zebio.
Compra-s uin preto ft a idade de 30 annoss,
sem vicio nem achaque, e tambetn se compra ama
negrinha de idade de 10 annos, sadia e carinhosa
para meninos : a tratar na na do eotovello, pa-
daria n. 31.
Compram-se aerees da caixa filial e do novo
banco : na ra da Cadeia, escriptorio de Leal
Res.
Comprase para encommenda alguns escra-
vos,' molecotes de 1S a 20 annos, bonitos e sadios:
ajratar com Tasso Irmios, ra do Amorim n. 25.
Com pra-se urna escrava que tenha habili-
dades e de boa conducta : na ra da Cadeia n. 3o.
Compra-e urna mulatinha de 12 14 annos,
sendo sadia e de bons costumes: na roa do Cres-
po, loja n. 15.
Comprase um escaler que seja pequeoe
em bom estado : a tratar com .nntonio Jos Rodri-
gues de Santa, na rna do Crespo n. 15.
Compra-se effectivamente euro e prata em
obras velhas: na praca da Independencia n. 22
loa de bilheles.
Comnra-so cobre e lati volho : "no arma-
zem da bola amarella no oitao da secretaria de
polica.
Na ra doLivramento n. 11, segundo andar,
compram-se pennas de ema.
li
IDfi
LOJA DE MIUDEZAS
16 Ruado Queimado. 16
Pocas de tranca de laa preta
e de cOrcs lisa a
45--RUA DIREITA--45
i
Eia, rapasiada, corageml parece queja
entregastes os vossos joanetes aos duros sei-
xosrdo pessimo calcamento da nossa cidade I
ftcaVdB tranca de 15a preta e de cores, caracol, a gj? ^,em fs !** botinas acalca-
100 rs. nhadas e gastas ate ultima sola; sapatoes
Pecas de tranca de linho branca de caracol a rasgados e quasi sem saltos___nem tanto!
J??r,t. .. ... t quebradeira nao de ve chegar at este pon-
Pecas de tranca de l.nho mcsclada de caracol a to Vinde rua Dreita mimir.vos de ^j.
Pe?as com 10 varas de fita de velludo cor de rosa, 'ente calcado com 40 e at 60 por cento
_a menos do seu valor.... attendei:
TSo 10 Varas *ita de Velud pre, a ,*2 ^"ais. Nantes, bezerro e va-
Pecas com 13 varas de fita de velludo lavrado a 1*' D ^eX,k.2 e eia **** 80500
e 1*200. | Borzeguins, Nantes, bezerro, va-
Pecas com SOvaras de galiio lavrado a 1*300. queta e lustre 2 solas. 80000
Borzeguins, francez e hamburguez,
bezerro, lustre e couro de por-
VENDAS.
_ 1*300.
Pecas de franja branca estrena a I*.
Pecas de franja larga para cortinados a 3*.
Pecas de fita de seda de cores a 360 e 800 rs.
Pecas de franja de lia a 1*.
Pecas de franja de seda preta e de cores a 3*.
Pecas de fita de retroz preta e de cores a 240 rs.
Pecas de bicos e rendas a 1*200 e 1*500.
Varas de bicos e rendas a 100 e 160 rs.
Varas de bicos pretos a 160 c 2i0 rs.
Varas de bico preto da largura de um palmo a
500 rs.
Varas de labyrintho de um palmo de largura a
500 rs.
Varas de bonitas fitas para cintos a 500 rs.
Varas de fita preta de borracha a 160 rs.
Varas de babados largos a 120 rs.
Varas de galao branco c de cores lavrado a 100
ris.
Fivelas de ac galvanisadas para sinto a 1*500.
Ricos cintos com fivelas de pedrinhas a 3*.
,. Grvalas de seda a 400, 600 e 800 rs.
I Grvalas com bonitos passadores a 1* e 1*280.
; Grvalas de poma larga bordadas para senhoras a
1*280.
Passadores para grvalas a 300 rs.
Conservadores de continhas pretas e brancas a
1*000.
Voltas de perolas brancas e de cores, com cruzes,
a 1*
Voltas pretas a bailo com cruzes a 1* e 1*500.
Voltas pretas de contas muito gradas a Maria
Pia a 1.3800 e 2*500.
Voltas de coral pequeas e grandes a 600 e 2^400
Macinhos de coral a 300 e 600 rs.
Vende-se um excellente carro americano de
* rodas com 4 assentos, o para um cavado, com
pouco uso, por preco muito commodo : na rna do
Queimado, loja de ferragens n. 33, se dir
vende.
Vita para delruin de vestidos.
Vende-se fita para debrum de vestido, a peca
com 11 varas a 400 rs. : na rua do Queimado, lo-
ja do beija-ftor.
Abacaxis a 480 rs,,
doce de goiaba a 560 o caixao: no armazn da
estrella, largo do Paraizo n. 14._________________
Meias do Porto,
Vemlem-se na loja de ferragens da rua da Ca-
deia Velha n. 44, meias de linho e igualmente de i Oitavas de retro preto e de cores a 160 rs.
algodo, per preco muito commodo.
Carrosas.
Vende-se daas carrocas para ca val le
na rua do Sebo n. 54, taberna.
Pares de grampes enfeilados, a balito a I*.
" I Pares de brincos pretos e de edres, a bailo,
640 rs.
a tratar i Pentes de borracha para regaco a 800 rs.
Pentes dourados com pedrinhas para regaco
3*990.
Na rua 4o Vigario armazem nT^, lia para ven-
der os seguales arligos :
Panno de algodo da Radia.
Vinagre do Porto.
Vinho especial do Collares, em ancoretas.
Dito dito do Porto em caixas de i e 2 dorias, o
melhor que ha no mercado.
Dito nartictilar do Cartaxo, em ancoretas.
Pregas caibraes.
Pomada de sebo.
I.inlia de roriz.
Diversasquadades de vidros proprios para bo-
tica.
Sabio nacional do Rio de Janeiro.
Velas stearinas.
Familia de mandioca de S. Matheus.
^ co 70 e....... 6^000
' Sapatoes, Nantes, bezerro e vaque-
ta 2 e meia solas..... 50500
Sapatoes, Nantes, vaqueta, lustre e
! bezerro 2 solas...... 50000
Sapatoes, Nantes, sola e vira. 40000
Ditos para menina, com laco. 30500
Ditos de ditas, de cores. 20800
Sapatos para senhora e homem,
tapete......... 800
Sapatos de borracha para senhora. 10400
dem idem para meninas. 10000
Sapatos de lustre para senhora. 10000
dem de lustre s avessas 500
ROUPA UTA
Na roa da Queimado a. 43, esquina que
valta para a Con^rcgacao.
:* pcfliinrhii.
Palctols de casemira a 3, 6, 7, 8,12 e 14*. ditos
de panno preto azul a 9, 10,12, 16 e 18*, ditos
sobrecasacos de panno muito Uno por 24* c 28*,
ditos de alpaca fweta e de eordao a 4, 5, e 7*,
calcas de casemiras de coresa a, 6, 7 e *, ditas
pretas a 6*500, 8, 9 e rOfi, paletols de fustao e
ganga a 25, 2*800,3 e 45, calcas e rolletes de to-
das as qualidades e por proco mnito barato, len-
Ces de puro Irrrtlo a preco de 25800 e 35, cober-
tas de chita a 2*240, colarinhos de Imito puro
ga a 1*600 e 2*.
Penles de massa em caixinhas a 500, 640 e 800 rs.
Pentes para atar cabello a 80, 160 e 240 rs.
Lavas de Jouvin brancas e de cores a 1*300.
Lavas da Eseossia brancas e decores a 300.
onitos botes para puniros a 160, 320, 480 e 800
ris.
Duzias de bonitos botdes dourados a 480 e 960 rs.
DuziasMe bonitos botoes de vidro a 480 rs.
| Gohnhas brancas e de cores com continhas a 1*.
Sapatos de tranca do Porto a 1*600.
Tesouras finas' para unlias e costuras a 300 e
800 rs.
Escovas para dentes a 160, 320 e 480 rs.
Escovas para unhas, roupa, chapeo e cabello a
800 rs.
.*ssa&sgsast: garr.*a.;-..jBr
- Oculos de armacao de ac prateada, dourada e ba-
Ricas *uarocoes de pentes dourados com cachos f5l*- i".^ e Utr0S ?",,os objec-os 2a* ,s
e pedrinhas e as marrafas iguaes a 45 e 5*. !"* e P" se pede a attencao dos fre-
Ricos pentes dourados a 2*, 2*300 e 3*. KUCTCS-_______________________________
Benilas marrafas com pedrinhas a 1* I>I,^, 14 TVTf'l A
Bonitas guarnices de pentes com laco esmaltados, i H\j ITlll LiO IV
com mamuts iguaes a 5*. Grande liquidacao de faeendas ingiezas c fran-
Bunias gnarnicoes de penles com laco para luto, cezas e de todas as qualidades se vende por preco
com marrafas iguaes a 3*. baratissimo para liquidar na loja e armazem do
Benitos pentes de tartaruga a 4* e 3*. arara rua da Imperatriz n. 56, de Loarenco Pe-
Bonitos pentes do massa virados imitando tartaru- reir Mondes GuimarSes.
Pede-8 toda ali#nco. ,
Custodio Jos Alves Guimaraen, dono da loja in-
titulada (alio Vigilante, rua do Crespo n. 7, avisa j
aos seus numerosos freguezes e ao respeitavel pu- j
blico, que tendo de reformar no fim deste anno seu
estabelecimento, equerendo liquidar grande quan-
lidade de diversos objectos, est rosolvido a vender
tudo por preces baratissimos, como sejam :
Pecas com 45 varas de franjas de linho a 3*.
Bitas com 45 varas de galao de linho a 3*.
Laa sortida para bordar, libra a 4*.
Froco de cores sortidos, pega a 160 rs.
Manguitos para senhora, o par 800 rs.
Golinhas de bonitos gostos a 400,500 e 1*.
Salvas de metal principe a 1*300, 2* e 2*500.
Ditas com copos de metal proprio para meninos a
1*200.
Facas e garios para sobre-mesa a 4* a duzia.
Ditas e ditos dita com cabo de marlim a 6*.
Bandejas de todos os tamanhos muito finas a I*,
1*200, 1J400, 1*660, 2*500, 3*500 e 5*.
Ditas redondas para copo de 500 rs. para 2*800.
Tesouras era ca teiras, a duzia a 500 rs., 640 e
800 rs.
Peitos para camisas, a duzia a 2*.
Camisinhas bordadas para senhora a 1*500 e 2*.
Chapelinas para senhora a 3*.
Ditas para menina a 2*.
Chapeozinho para meninas de escola ou passeio a
2*e3*.
Flores francezas, caixos grandes, a 600 rs.
Lavas de seda com pequeo toque de mofo a 300
rs. o par.
Toucas de lia para meninos a 500 rs., fil a 500 e
600 rs., de seda a 800 rs.
Sapatinhos de merino a 800 rs., e de lia a 500 rs.
Bolsinbas de missauga para meninas de escola a j
800 rs.
Botes dourados para punho a 200 rs. o par.
Tintcirosde metal a 320 rs.
Trancelins para relogio a 100 rs.
Ditos de fita chamalote a 200 rs.
Escrivaninhas de metal a 3*500.
Colheres de metal para cha a 200 rs. a duzia.
Ditas de dito para sopa a 2* a duzia.
Botoes de duraque pretos a 400 rs. a groza.
Cartas hespanholas para jogos a 1*200 a duzia.
Casticaes brancos e amarellos de metal a I*.
Carteras para algibeira a 500, 600, 800 e 1*.
Sabonetes muito finos a 1*200,1*600 e 2* a duzia.
Fivelas para calca a 300 rs. a duzia.
Botes de ago para calca a 320 a groza.
Caixinhas com alfinetes.grampos e colchetes a 320,
400fS(J0rs.
Filas de borracha pretas e de cor a 120 e 160 rs.
a vara.
Latas com dous massos de agulhas por 800 rs.
Brincos de aljofares a balo a 320 o par.
Alfinetes pretos e de cores com pedrinhas a 200 rs.
320.
Camisas para homem feitas em Lisboa a 2*.
Fitas de velludo lisas e lavradas a 800, 1*, 15300,
2* e 3* a peca.
Ditas para sinleiro a 300 e 400 rs. a vara.
Caixinhas para costura de senhora a 1*500,2*.
3,4, 5 e6*.
Compoteiras de vidro com pratos de metal a 3* e
4*000.
ARMAZEM DE MOLHADOS
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M
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99 m'
O) &
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cm
m
n
O proprietano do grande rinazem do Baliza, considerando que aprc-
xima-se a resta, e que de algum modo deve mimosear aos seus freguezes, com alguma coli-
sa que revele o seu contentamento e gradlo, resolveu expr a venda quasi pelo cu-lo da
entrada o seu grande sortimento de gneros, que como todos sabem, sao seninre capricho-
samentejescolhido entre os da melhor qualidade do nossomercado.
Sujeito a um severo regulamento, o Baliza est firme em seu posto de honra e j;i
mais circunstancia alguma o far arribar do magestoso quartel em que se acha abri"ado--
esperando o inimigo setnpre de frente.
Nascido em trras de Portugal, o Baliza teve a fortuna de ver bem cedo osla bella
provincia, hoi na infancia que aportou em nosas plagas. enlre nos frequenton a encola
primaria,seus hbitos foro aqui adquiridos, suasaffeicoes existem no meio deste n.
tan ffi'iipnKii niiriiiiii ii,.iiii'ii,,',i-..
O\0.
t5o generoso quanto hospitaleiro.
A ?referencia pj?is.. 1ue ,ne *m dado os Pernambucanos, um favor, vertlade,
pete para senhora a 640, para homem
sapatos de marroquira eom salto obra
1*300, sapatos de lustre para senhora a
na rua dos Quarteis n. 22, junto a loja
loiro.
de
800 rs. :
de funi-
l^m I)pst>l)rmeiilo Espantoso!
II Jluml* Srjrulifire t< un ni mnui-ntr o apprera.
leia a 300 e 1.
Duzias de colheres de metal principe para cha a
1*600 e 2*.
. Duzia de colheres de metal para sopa a 3*300 e
Sebolas em resteas a 609 rs. o eento, muito 5*300.
novas, vjndas no Sympatliia : na rua do Yigario Paeotes do papel de cores pequeo a 640.
n- 8.___________________________________j Caixinhas de papel amizade a 800e 1*.
' ^ tirif TA Ca'xin,ias de papel de beira dourada a 1*200.
\j\ V AJ^IjI) Caixinhas de papel phantasia de cures a I*.
Vende-se um avallo, cor russa, muito novo e ':a!x!n'as >m 100 envelopesa 800 e 1*.
*rdo, e grande; com todos os andares: a tratar E"!5E e ,arre *** e mJ,$; ,** ,,,^
na cocheira de Jos Furniass, rua do Impe- .a!x!,"asd,e l,ena de ac a 800 1*200 c 1*000
radar n 13 i ('aixin,ias de ohreas de cola a 80 e 120 rs.
! Frasquinhos de tinta azul ou encarnada a 320 rs.!
Lapes de cores ou encarnados a 120 rs.
Brincos c rosetas pretos a 160 e 240.
BoMSes altos de tinta ingleza a 160.
\ Fitas e cordes para espartilhos a 80 rs.
I Enliadores pretos para borzeguins a 160.
; Caiinhas com 100 agulhas francezas a 240 rs.
, Caixinhas com 100 agulhas da Victoria a 320 rs.
Cartas porluguezas e francezas a 200 e 320 rs.
i Carlas de aldeles a 80 e 160 rs.
Massos de superiores palitos (vados a 240.
Caixinhas vazias para guardar joias a 300, 400 e
f 300 rs.
Duzias de canudos de pomada a 240 rs.
: Sabonetes francezes a 100 rs.
Frascos de agua de Colonia a 400, 300, 800, 1* e
! 1*300.
Frascos de extractos a 400, 500, 800 e 1*.
! Frascos de banha franceza a 400, 500, 800 e I*.
, Frascos de patcholy a 400, 300, 800 e 1*.
Frascos de oleo babosa a 300 e 600 rs.
Frascos de oleo pliilocome a 800 e 1*.
I Frascos de extracto de sndalo a 1*.
Frascos de banha transparent a 800 rs.
, Fra.-.cos de banha japoneza a 800 e 1*.
I Frascos de agua de Lavande ambreada.
I Garrafas de agua de Lavando ambreada.
Garrafas de agua Florida legitima a 1*300.
Garrafas compridas de agua de Colonia a 800 rs.
Frascos com banha e extracto juntamente a 1*280.
Vende-se laanhas decires e de ^uadrinhos
transparentes proprias para capas de senhora e
, vestidos com 9 palmos de largura a 1*200 o co-
vado, ditas de quadrinhosa 280, 320, 400 e 500
rs.ocovado: aa ruada Imperatriz n. 56.
Arara vende as capas a 8L
Vendem-se ricas capas para senhora a 8*, cha-
les de merino estampados a 2*300 e 3*, ditos de
pona redonda e borlla a 5*, 6* e 7* : na rua da
Imperalriz n. 36, loja da arara de Mendos Gui-
maraes.
Lazinlias da arara a 280 rs.
Vendem-se laazinbas para vestido de senhora a
-80 e 320 rs. o rovado, gorgurao de linho para
vestido de senhora e roupa de meninos a 280 rs. o
I covado, popelina de aigodao de quadrinhos para
i vestidos de senhora a 280 rs. o covado, enfeiles
para cabeca de senhora a 15, redinhas para segu-
, rar cabello a 15 : na rua da Imperatriz loja da
arara n. 56.
Arara vende as cassas a 200 rs.
Vendem-se cassas de cores com quadros para
veslidos a 300 rs. o covado. ditas linas a 210 a
2ro rs. o covado : na rua da Imperatriz n. 56, loja
da arara de Mendes Gumaraes.
Corles de chitas a 2^300.
Vendem-se cortos de chitas francezas com pe-
queo loque de mofo por 25300, corles de osea-
do francez com 14 co vados a 35, lencos de seda
ilii nmi ba ...*... i UAA ... .1!__a_ m .
Franja de la para debrunhar tapetes a 2* a peca. _,.
Palitos de fogo, prova d'agua, a i*a groza ou 120 mas c um ,avor rs- a duzia. guerra surda que Ihe fazem os homens das libras de tres quarts, e vinhos falsificados
.... s.sim.como ,en,.Krand.e swimeDio de mullos ^ Para se ganhar dinheiro nao de mister Iludir o novo. As fortunas admiirici .'
mais objectos que se tornara enfadonho mencio- or meins nnnm \wiit\< .lam-i.i^ .... >m o<. ^ F wnuiidh auqun uta.,
na-los, que ludo se vender muito barato para li- ^ vlf" "J'-!101' (Jef.,ada0 a !l,'t!m as Pfsue.
quidar : na ruado Crespo n. 7, e rua do Impera-1 ._ vennam, pois, aquelles que anda nao abasteceram as suas despensas neeta caa ve-
dorn. 59, junto ao passo, e casa da lii|uidacao.
DL IIK LIMIII\
Vendem-se barra com cal des-
da boje, e nica nova, que ha no
mercado, na rua do Trapichen.
13, armazem de Manoel Telxel-
ra Basto.
rificar por si mesmos quanto ha de verdadeiro nestas palavras.
O Baliza est a testa do estabelecimento e nada escapar s suas vistas que Dana
canir no desagrado dos seus benvolos freguezes.
Azeite doce refinado, francez e portuguez a
! 800 rs. a garrafa.
Dito em barril, a 4,800 a caada e 040 rs. a
garrafa.
__------_------ ---------- Arroz da India edoMaranho a 120,100 e 80
Hoa da Senzalla n. 42. rs. a libra.
Vende-se, em casa de S. P.JohnstonC, Amendoas de casca mole a 280 rs.
sellins e silhoes inglezes, candieirose casti- Ameixas em diversos vazos a l&,
caes bronzeados, lonas ingiezas, fio de vela, i 2&5O0 e 800 rs. a libra.
a libra.
i #>00,
c Cajabuss no iermo de Scrinheiu no
~TStf! oo; STafaSTa **: Da Vdlor de 31JW1 rs- l,'alar nas
Arara vende as casemiras a 1^600, l|SM e 3$
chicotes para carros e montara, arreios para Azeitonas novas a 1200 o barril.
carros de um e dous cavallos, e relogios de Alpiste a 160 rs. a libra, e 4*800 a arroba.
ouro patente inglez.____________________ Aleiria a 480 rs. a libra.
leuda de urna hunntht-ra Ararata verdadeira a 480 rs. a libra.
i; ...iY 1 nyP()t,^a- iBrcoitoseholachinhas ingle/.as recentemente
s liquiddlanos da massa lallula de chegadas a 15300a lata com qualidadeses-
Jose Antonio Basto xmmIciii a livpothe- peciaes.
fa que tem nos engenhos Matto Gmsso :Dil raais ant|gos no mercado a l300.
Dito lunch ou soda muito nova a 2^000 ahi-
ta com 5 libras.
Dito de Lisboa
manhdl a 500 e J# a garrafa e 4J o par
de garrafas grandes, que depois de vastas,
valem o que so deu por ellas chelas.
Linguasiameiicanas de um tanunho admi-
ravel a 1|{1 cada urna.
Manteiga, neste genero ha capricho da parte
do propietario do Baliza ter sem pie o
numero de 6 a 10 harris de manteiga a-
bertos, afim de satisfazer os seus amigos
e freguezes, sendo que o preco da man-
teiga verdaderamente flor de 000 rs. a
-libra, e as domis unalidadw a 800, fioo
e 400 rs. a libra.
Idom franceza a 360 rs. a
e de excellente gosto.
i lint, muito nova
casas a rna do Trapiche n. 34.
A (ninosiiilo Anarahuita
Pcitoral de Keinp.
corle de caifa.
Vendem-se laazinbas entestadas cada corte de
; calca, por l*(iO0, 2*300 e 3*, tambem se vende
em covado enfestado um covado e tres qnartos
una caira vende-se por 1?, 1*600, 1*800 o cova-
d0' casemiras Usas proprias para capas de senho-
i ra a 1*800 o covado : na luja da arara rua da
Imperatriz n. 56 do Mondes Guimaraes.
Arara vende roupa frita.
Vendem-se uniformes completos de paletot, cal-
ca e collete de casemira ingleza a 10* e 12*, pa-
lctols de brim de cores a 2*300, ditos pardos a
l<5, ditos de meia casemira escuras e claras a
3*800 e i*, ditos de casemira a 6*, ditos linos a
8*, calcas feitas de brim pardo a '(*, ditas de fus-
lao a 2*'00, ditas de casemira a :t*300, 4* e o*,
ditas de meia casemira a 2*, colleles a 2*300 e Facas e garlos.
i*, chapeos de massa a 1*600, 2*. 25300 e .15, Vendem-se facas e garfos de cabo preto cravado
ditos de palhinha a 2*300, seroulas fiuasa 1*600, a 2*800 a duzia, dilas de balanco de 2 botdes para
i?L ho a 25 e im' oam!;as francezas a mesa a 6*200 a duzia.
1*600 e 2*, ditas linas a 2*500, ditas de linho in- Luvas de Jouvin.
g-iezas prega larga a 3* lencos pequeos pintados' Vendem-se luvas de Jouvin checadas pelo ulli-
V, M^esffliwraS1** "*' da arara mpaquete' ,an' para ho.mcmcoino senh"ras-
ilLv (10 \m\\\H) Y 63
E.oja do heija-flor.
tollas do aljofares.
Vendem-se voltinhas de aljofares com pedra,
imitando a brilhantes a i* rada urna.
toldes para puulios.
Vendem-se botoes para punhos, muito bonitos
padroes, a 200 rs. o par.
Facas para meninos.
Vendem-se faquinhas para meninos, de cabo oi-
tavado, a 2iO rs. o lalher.
La para bordar.
Vende-se laa de todas as cores para bordar a
6*700 a libra.
Marmelada imperial dos mollinees fabrican-
muito P^V^i^'^X1^^!^
visto serem preparados para esse mister, wmaiea 0*0 is. a libia.
em latas grandes e pequeas de 3,5000 e Mostarda ingleza em potes grandes a CO
; 1#500 a lata. | ris o pote.
Bolachinhas americanas, cm barricas a 3WO, Marrasquino de zara a 64o rs. o (raseo
e a libra 200 rs.
Bales da arara de 20, 23, 30, 33
Vendem-se baldes americanos de
Por espaco le milito tempo se ha uzado ex-
tcusaineata em Tampieo para a cura de
TSICA PULMONAR,
CATAREHO, ASTHMA,
BRONCHITE, TOSSE CONVULSA,
CHUPO O GARROTILHO, e
Inflammafdes da Garganta e do Peito,
c t>to com um resultado to feliz c verdadei-
i'ament assombroso o pao ou madeira d'ums
arvoro que cliamo Anacaiiuita, c que s
se encentra no Mxico.
A Composiijao Anacahuita Peito-
ral de Kemp c nm Xarope delicioso, intei-
ramente differentc na sua e todos os mais Peitoraes e Expectorantes ma-
nufacturados de fructos astringentes, cascas
e raaos, &c, o mesmo nao contem nephm
Acido Prnico ou outros qijpcsquer ingre-
dientes venenosos.
Todas as molestias e affec<;dcs da garganta
e dos pnlmdes desappareccm como por um
mgico encanto, mediante a acc.ao deste in
.Dinparavel e irresistivel remedio.
Ceslinhas com 4 frasquinhos de extractos a 640.
a 10 arcos.
. arcos os me-
l 23- 30> M e 40 arcos
a J&, ,i&.m, 4* e 4*300, baldes de musselina fl-
a 4*, ditos de panno a 3*800 : na rua da im-
8;?.
peratriz n. 36.
Veodcm-se colchas avelludadas a
Vendem-se ricas colchas avelludadas para
ma a 8*, ditas de fusuio a 5*, cobertas de damas-
co a 4* ditas de chita a 2* : na rua da Impera-
triz n. 06. r
i'ecliincha de cliilas a 210 rs. o covado.
Vendem-se chitas escuras a 240 rs. o covado,
covado
Cliegado pelo vapor:
%<* para o vigilante, rna do Cres-
po n. 9.
At que chegaram as muito desejadas cascarri-
nas de todas as cores com urna lilinha de velludo
no centro, cousa muito elegante para enfeite, assim
como de outras qualidades, e precos muito razoa-
veis : s no vigilante, rua do Crespo, n. 7.
Para dar de mimo.
Chegaram as riquissimas lioneras de todos os
tamanhos, veslidinhos ricamenti enfeitados, cada Mais Dcchinrha de rnrtn U ce, a. .a..
um emsua caixinha, propiamente para um deli- vJdZ, f., ff 5 f ^
cado mimo, por baratissimo preco: s no vigilan- deSuKh^n^ ,.Ssa de*r^-a 2"" u"";
te, rua do Crespo n. 7. *! branco^ e de res a 2*. ditos brancos
Para os senhores hachareis. g *2SStSStl nn a U V
Chegou tempo a riquissima fita de chamalote t&fF^ft^^J^^
para cartas dos senhores hachareis, assim como 20 varaa^a 8*, ditas^c 10 varas a 4*30C"-na ra
g*y* WP Pr a^.r letras, ou para Imperatriz loja e armazem da araraVw de Me
i sintos : so no vigilante, rua do Crespo n. 7. ; des Guimaraes. '
v,mK Pe"lM iC marrafar i Btra PMWatba vende-se brim pardo escuro e ela-
Tambem chegaram os nquissimos pentes de nn r e c,a
marrafa com pedrinhas.os lindos pentes de regaco' Vfindo .. ,,r;m '.. r8- ,
; para meninas, meias de seda e sapatinhos proprias -V ,nrdo escuro claro com u
Extractos
Vendem-se extractos inglezes muito barato por
serem sido comprados em leilao a 240 rs. o frasco.
Escovas para denles.
Vendem-e escovas para denles a 120 e 240 rs.
cada una, dilas muito finas ingiezas a 500 rs.
Toucas de la.
Vendem-se toucas de laa para menino a 800,1*
I e 1*80 cada urna.
Sapatinhos de la.
Vendem-se sapatinhos de lia para meninos a
400,300 c 640 cada par.
Tesouras.
Vendem-se tesouras para costura a 300 rs., ditas
ditas francezas largas com pequeo toque de mof Para lobas a 400-rs. cada urna,
porem loga que se lava fica limpa a 280 rs. o co-1 Colarinhos.
?a.d.0',d,tas finas erfcHa a 320, 360 e .400 rs. o' Vendem-se colarinhos de papel a 40 rs.
na rna da Imperalriz n. 36, loja da arara, um, ditos de linho a 640 rs.
a a* I Pentes de travrssa.
se cortes de cassa de cores a 2*. ditos
cada
.. jm pe-
queo toque de mofo porem logo que lava-se de-
sapparece a 400 rs. o covado, garanlindo ser de li-
nho : na rua da Imperatriz loja da arara n. 56, de
Mendes Guimaraes.
Madapolia francez enfestado a 10 e 4*500.
Vendem-se pecas de madapol.o francez enfes-
A venda nas boticas de Caors Barboza,
rua da Cruz, e Jo5o da C. Bravo A C, rua
da Madre de Dos.
para baptisades, meias de seda para senhora, tilas
\ de laa para debrum, Ota de linhe, trancas de la,
de linho e de seda, luvas de seda e pellica, e fio de
Escocia e camurca, alfinetes de cabeca chata, car-
teirinhas com todas as agulhas precisas para cos-
tura, flvelas de madreperola esmaltadas de ac
para sintos, flores de todasas qualidades, caixinhas imo uno a ** e **300, dito inglez com 24 jardas
com pastilhas de perfumara, abafadores de laa marca n'o?a n. 20 a 6*300, dito rainha a 7*, di-
para senhora,toucas e sapatinhos de la, pulseiri- Jte,f'hantc. a 7<3500, ,n0 n. 6 8*, dito n. 7 a
nhas de borracha para segurar manguintos, filase J*> "'t0.n-, A'0!' Pe^3 dc algodo encorpado a
cordes do borracha, sabonetes redondos, ditos **- ??'J$,?,S?' bnm de ,inho branco fino a
______ chamados de familia, pomadas de todas as qnali-. 'i '2no e '''y0 yara, breanha de linho a
na rua dades e dos fabricantes mais afamadas, colchetes ^00 c 1*, hollandadc linho propria para forros a
pratiados muito finos, retroz de todas as qualidades, 32 covado, sargelin para forros a 280 rs. o co-;
" carretel e em novello, e de meada, de l
Vende-se ama armacao de taberna,
Imperial a. Igi : a tratar na mesma._______
- Vende-se manteiga ingleza flor a I* e 800 > em
rs dita hollandeza murto fina a 880, dita franceza todas as cores, escovas para dentes, ditos para rou-
a 600 rs banha de norco a 460, queijos chegados Pa> dlta Para chapCo e ditas para uuha, de todos
no ultimo' vapor a 2*300 e 2*100, taucinho do ser- s precos, e outros mais objectos que se tornara
lio especial qualidade a 240, carne do mesmo lu- onno annunciar.e a vista dos freguezes pro-
gar a 360, linguicas do Serid a 320, chouricas no- mee-se < todo o negocio: so no vigilante, rna
vas a 800 rs., paios novo a 560, macarrao, talha-1 d0 ^SP '
nm e estrelinhas a 480, nozes-novas a 240, passas .-----------------------_----------_---------------
a 480, figos a 240, alpisu a 160, e outros mnitos Un easal de p.nvoes.
gneros muito em conta: no largo do Carmo, es-1 Vende-se um mu lindo casal de paves : na rua
quina d roa de Hortts n. 2. do Trapiche n. 26.
Vendem-se pentes do travessa para menina, de
borracha, a 500 rs. cada um.
Tocadores de Jacaranda
Vendem-se tocadores de Jacaranda a 2*500 e
2*800 cada um.
Escovas para roupa.
Vendem-se escovas muilo finas para roupa a 400
e 500 rs. cada urna
Espelhos coiu estojo.
Vendem-se espelhos com estojo para navalhas a
li, 2*500 e 2*800 cada um.
Adereros pretos.
Vendem-se adereros pretos a 2*200 cada ade-
reco.
Botoes de pcrola.
Vendem-se botoes de perola para collete e vesti-
dos a 400 rs. a abotoadura.
Bons escravos.
1 mulatinha recolhida.de elegante figura, idade
de 15 annos, com habilidades, 3 escravas, 1 bom
escravo mulato, hdm criado, cozinheiro e boleeiro,
1 escravo de idade 38 annos para todo o servico
por 650* : na travessa do Carmo n. 1.
YEMIE $ti
vado : na rua da Imperatriz n. 56 loja c armazem '
da arara de Mendes Guimaraes.
Trancas de la prelas e de Cores. : a taberna da travessa da rua das Cruzes n. 6 com
Senda lisa a 80 rs. a peca, c de caracol a 100 rs. poucos fundos e bem afreguezada, e garante se o
a peca : na loja de miudezas da rua do Queimado aluguel; a qual vende-se por o dono estar doente
n. 16. e ser preciso rctirar-sc para tratar de sua saude :
LVaS de JoOVl'n | trauma mesma.______________________
brancas e de cores para homem e para senhora a Vende-se una armacao de urna loja de
1*300 o par: na loja dc miudezas da rua do Quei- miudezas propria para qualquer estabelecimento,
mado n. 16. na loja n. 7 da roa da Cadeia no Recife.
Banlia de pnreo refinada a 480 rs. a libra.
e em barril 440 rs.
Batatas novas a I #000 o gigo, e a 00 rs. a
libra.
Cha perola qualidade especial a 30 a libra.
Dito hysson qualidade especial a 26800 a
a libra.
Dito uxim a 2,5'fiOO a libra.
Dito hysson a 2*400 a libra.
Dito dito a 2f? a libra.
Dito nacional a 1/600 a libra.
Dito preto, muito superior a 20 rs. a libra. |
Dito dito menos superior a 15600 a libra.
Chouricas novas a 480 rs. a libra.
Champagne (marca aguia) do Conde de To-
r a 10^ o gigo ou lfl rs. a garrafa.
Charutos dos melhorcs fabricantes do Rio e
Bahia a 800, 10400, 2*, 20300, U,
30500, 40 40500, e 50 a caixa com 100
charutos.
Chocolate francez, de canclla la Romain.
Caf a 280 e 320 rs. a libra e a 80, 8/500 e
90 a arroba.
Cognac de muito boa qualidade a 10 a gar-
rafa.
Dito soffrivel a 800 rs. a garrafa.
Cerveija da marca tenente em botija, (en-
commenda feita pelo proprietario do Baliza)
qualidade esta que nao pode continuar
a vir em censequencia de ficar por preco
muito alto a 60500 a duzia de grandes bo-
tijas e 80 por vinte quatro mi ias, e de ou-
tras marcas a 30, 40, 50 c 50500 a du-
zia de garrafas.
Conservas ingiezas, a 800 rs. o frasco e 90
a duzia.
Doces (francezes) em frascos lindamente enfei-
tados em calda de assucar e em alcool a
10 e 500 rs. o frasco.
Dito de goiaba em latas e em caixes de di-
versos tamanhos e objectos pelo qual se
n5o engeita dinheiro avista do grande de-
posito que ha.
Ervilhas francezas e portugueza a 700 e a 500
rs. a lata.
Dita secca a 200 rs. a libra.
Figos novos a 320 rs. a libra e a
nho.
Fruta em calda de assucar em lats a 500
rs. a lata.
Farinha do MaranhiSo, muito
16o rs. a libra.
Dita de trigo, a 120,140 e 160 rs. a libra.
Frasqueiras com genebra de laranja, de
Hollanda, e de Hamburgo, de diversos
precos conforme os tamanhos.
Garrafoes vazios, de 5oo a 102oo.
Gomma do Aracaly a 100 rs. a libra.
Dita menos superior a 60 rs. a libra.
(Ira xa a 120 rs. a lata e 10300 a duzia.
Licores francezes dasmelhores fructas da Eu-
ropa em garrafas lindas e de diversos ta-
grandes, savel o -eras a
e liso a ''"'
rs.
IM-
. ra,
vapo-
o barrili-
50
superior, a
l'eixe em latas
10300 a lata.
Papel greve pautado
ma.
Pamas a 80.*jOO a caixa e 48u
muito novas.
Palitos para dentes a ICO rs. o maco.
Dito dito de llora 240 rs. o maco.'
Prezunto para fiambre nodo todos os
res a 900 rs. a libra.
Dito do Porto em barril a 480 rs. a libra.
Queijos londrinns chegados no ultimo vapor
a 800 rs. a libra.
Dito flamengos do ultimo vapor a 2/200 o
20000.
Dito prato superior a 640 rs. a libra.
Dito dito menos superior a 480 rs, a libra.
Sardinha de Lisboa muito bem preparadas
em latas grande a 640 rs.
Dita de Nantes a 320 rs. a lata.
Sag novo a 240 rs. a libra.
Sabio massa a iIP, 160, 200 e2'o
libra.
Sevadinha de Franca a 200 rs. a libra.
Sevada a 120 rs. a libra.
Toucinho de Lisboa, de Santos, a 320 e 360
rs. a libra.
Tijolo para limpar fajas a I iO rs. cada um.
Vinhos, ne;leKcneno o armazem Baliza lem
o melhor sortimento possivel, Lagrimas
do Douro, Maria Pia, Camoes, Bucagc, 1).
Pedro II, D. Pedro V, e Baliza, que so
vende muito barato em vista de sua espe-
cial qualidade a 100000,120000 e 15000o
a duzia.
dem esquesitos como sejam Cherrv, e Madei-
ra, Velmnfe, etc., de 150000 a 200000 a
duzia.
dem de Figueira, Lisboa e Porto a 30000,
40ooo e 40500 rs. a caada
dem de Lisboa de minha propria marca em
ancora de 8 a 9 caadas por 280000
a ancora, e da Figueira de 8 i a 9 ca-
adas a 280000 rs.
Vinagre de Lisboa em caada a 10600,108oo
e 20000 rs.
dem mais baixoa 13280 rs. a caada.
dem dc Lisboa em garrafoes com h garrafas
por 10200 rs. com o garrafo.
Vellas de espermacete superiores a 600 rs.
o maco.
dem de carnauba de 320 a 360 rs! ^ libra,
em arroba de 90000 a 10*ooo rs.
Vassonras do Porto com arcos de ferro a 4oo
rs, cada urna.
Vinhos de Bordeaux neste genero temos as
melhores realidades que se fabricam em
Bordeaux, tanto branco'como tinto, e espe-
ramos por todos os vapores france/es, uns
pequeos barris contendo cada um de 85
a 90 garrafas, e qne serao vendidas o mais
barato possivel.
.


r
pp
mm
a
HUHo de Pernan.b,co Sexta Mr. 11 de Dezembrn de t8S.

RIA DO OliElJMAINI LOJA X. U.
ESTEIIIAS PARA SAJLAS
Laja de faieada de Aiislt Frederifo (tos Santos Porto.
A este estabetoaasots cliegou um ptimo sortimento de esleirs para sala, com diversas larguras
ila mais suprior qualidade que se vendem por presos ntai aiodirtls do que em outra qualquer
parta.
Enfeltes para bailes.
i)s mais delirados enfeitcs para baile se encontram neste estahelecimento ; assim como:
LOVAS DE PELLICA DE JOVIX para homens e senhoras.
.:iiAi t>'>S l)R PALIIA DA ITALIA para senhoras, enfeitados com finissimas fi&ris.
r.JI.-\ll506 Di: PALMA para meninas, enfeitados com finos veos Je seda, lka9 o flore ftaas.
CHAPEOS DK PALMA DF. COR para homens a 1280, ;5O e 4fiO0O.
CHAPEOS !)!; SEDA PHETOS para homens, de superior qualidade a 95000 e lOfiOOO.
].\ tfISAS INCLEZAS rom colarinhos, peitos e pannos, de linlio, a 425000 a duzia.
CAPAS DK SEDA PRETA para senhoras, enfeitadas, e bordadas de diversos gostos de 225 a 304000.
CAPAS ESCOCEZAS DE CASEMIRA para senhoras. enfeitadas rom ricas franjas, a 225 e 235000.
Tea este estahelecimento sortimento de fazendas do seda, laa, linho e algodao, como sejam sedas
pretas e > cores, lias para vestidos, panos Anos, casemiras pretas e de cores, toalhas para mesa e
^gjprdanapos de linho. bramante largo para leles, platilhas, baldes de arcos e de musselina, esgntes, : *
damascos, chites o oulras muitas fazendas que so vendem por mdicos presos ; na ra do Queimado $
n. II

ROUPA FEITA
NO
AIMAKIIJI
UETOEIltO VERDE.
Neste estabeleciniento ha sampre um sortimento completo de roupa feita de
^ todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vontade dos coneor-
fi rentes, para o que tem um dos melhores profeseores, assim como tambem tem um
pande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras,
homens e meninos.

Casacas de panno preto, $SA e
Bubrecasaeas idera, 303 e
Paletos idem e de cores, 250,
201, \Ha ,. .
Ditos d casemira, 20, 150,
W, W e '. .
Ditos d alpaca, 55 e. .
Ditos ditos, pretos, 95, 75,
:. e
25500
2500
5400
25500
305000 Colletes de fustao e brim bran-
255000 co, 35500, 35 e .
Seroulas de brim de linho,
105000 25400 e ......
Ditas de algodao, 15600 e. .
75000 Camisas de peitos de linho,
Ditosdaatoca. Me. 35500 55, 45, 35 e.....
Ditas de madapolo, 35,
35500 25.500, 25 e.....15606
Chapeos de massa, pretos fran-
35000 cezes, 105, 95e. 85500
isbrancodelmho,65,55e 45000 Ditos de fltro, 55, 45,35500 e 25000
hitos de merino preto de cor- | Ditos de sol, de seda, 125,
P ao, 105, 75 e..... 55OO0 115, 75 e......45500
i de i-isemita preta, 125, Collarinhos de linho fino, ulti-
(5, S-5e. .' 75000 rna moda.......
(tas de cores, 9JL 85 e. 75000 Sortimento completo de grava-
I >t:is de meia casemira de c- i tas-
res, 55300 .....45000 Toalhas para rosto, duza, 115,
l Di:os de brim e ganga de c-
gj res, 43300, 45. 35500 e. .
! Ditns branco de linho, 00, S5 e
Agua natural de C oodllae.
muito reconimendada as. afTece,oes do tubo gastrointestinal, nos dos rins, e bexica ourinaria, pelas
Lsjias pcopriedades alcalinas, e o acido carbnico que naturalmente contm em suspensao, de preco
mais commodo que a agua de Vicliy, e de propriedades talvez superiores pela grande quantidadc di-
cido carbnico. Injecio Urau, agua d le Chalen, cupahiba de Mege, injecqao Fugas de tanato
tzinoo, muito rceommendada as gonorrheas. Le rrou francez verdadeiro : na mesma casa tem
algumas caixas de. inslriinienios cirurgicos para operares de Maticu e Cbarriere.
640

-%'
V
Ditas de princesa 6 merino pre-
to de tordao, 80, MBOO e
U tas de brim branco e de c-
res, 55, 45500. 45. e
Ditas i!o jjanga de cores,
00, 35 c .
'.: Betos de velludo preto ede
cores, 95 o......
Dil is de asemira jireta, 55 e
Ditos de ditas de cores 55
V.i e......: .
Ditos de -i-tim preto. .
: is de utos c seda branco,
95 e
45000 Atoalhado adamascado de li-
nho vara......15280
25500 Chapos deso, dealpaca, pre-
tos e de cores.....45000
25500 Lences de linho..... 35000
Cobertas de chita chineza.. 25000
75000 Pennasdaco, as mais superio-
45000 res, a grosa...... 600
Helogios de ouro orizontaes,
905,805 c......7O50O
Ditos de prata, galvanizado,
patentes e ortsontaes, 405 e
35500
55000
305000
e...... 55000 Obras de ouro.adercos, meios
Ditos ''. gorgurjo de seda
%;, pretos o de cures, 65, 55 e 45000;
I
HOYA LIQUIDACAO
je f... lexas, trancezas-, allomiias e suissas,
ie se |ii.ti'udeiii liipiidar antes da testa do na-
baratissipos, alliii de apurar di-
11(11., r. !n .1 inaior parte dcstas fazends in-
novas, rhegadas pelos ltimos vapo-
aderegos, pulceiras, rozetas,
aneis e cruzes.
ESTAREIJeCIMENTO COMMERCIAL
DE
aLHMWiii nT\i)ii:\ Sito m rm do Brnrt n. 40 ,|niio
a ftindl?o m *tr. Rowmm. ptrtcnvcntr
Vlllaea Irino A C.
Neste estahelecimento encontrar os freguezesum completo sortimento
de tudo que diz respeito as artes de caldereiro, fuuileiro, laioeiro, ferreiro e
fimiifao, e os abaixo asssignados que o dirigem, prometiera servir a tedas as ,-jg.
pesHas que se dignaren de os procurar, com promptido, sinceridade e pro-
cos muito raseaveis. O dito estahelecimento estando montado em ponto
grande, tanto no que diz respeito a pessoal, como em materia prima, o tendo
habfrs offiriaes, pode executar cora toda a perfeicao e seguranca qualquer
obra tendente as artes cima mencionadas e affoitamente pdem os abaixo as- qjj
sigoades assegurav ao publk que neuhua outro estahelecimento Ihe pode -m
fornecer mais barato e mais perfeito do que elle, visto que recebera de sua
propri encommenda todas as materias empregadas em ditas obras.
Alambiques simples e continuos de to- Sinos de 16 libras 8 arrobas.
dos os lmannos e dimencoes. I Parafuzos de bronze e ferro para re-
Machinas de cobre para destilar eres- das d'agua.
tikr espirito ate 40 graos pelos sys-! Torneiras de bronze e bronzes para
. temas de Lofier e Derosne. engenho.
Cara|)acs e serpenfinas de cohrev Encanamentos de cobre e chumbo de
estn ho, avulsas. todas as grossuras.
Taisas e tachos der cobre para engenho Bombas para cacimbas, aspirantes e
e refinace. de repucho.
Parees de cobre o todos os cobres ne- Bombas para destilac&es.
cessamoa. para o fabrico do assacaf. Ditas para regar jardins, hortas e
Cobres par* redas de moer mandioca.! caplm.
Machinas econmicas para hvar roupa Ditas pira navio* e barcadas- de veria*
o raemor possivet. I qualidades e u%neng5es.
Cobre em lencol e arrodellas, estanho em bariinha, chombo em barra,
lenco] e canos de todas as grossuras.
Yillafa Irmas 38RA DOIMPERADOR38
PECHINCHA
cOiiio mmeA HorvE
ARMAZEM
SDRTIMFHTO PARA & FSTA
PERCALAS DE LAA
a :$ttO rs., s o pavo
Vende-se esta nova Fazenda de laa denominada
precala, tem 4 palmos de largura, com os mais mo-
dernos p.'nli'es, de ipiadrcs e lislras, rom hadas
cores, pr-iprios para vestidos, e sendo urna dasfa-
: la se iljn amostras, deixaudo penhor : zendas mais modernas ijue ha para a festa, e ven-
;iii mnazem do pavo, ra da Impcratriz de-se pelo ha rato prego de 300 rs o rorado : na
:. Gama \ Silva. lote do pavao, ra da Impcratriz n. 60, de Gama &
Silva.
\s liiaiinlias du pa>p.
se as mudcrnlssimas laazinlias com 9
nra, senda lisas e de quadrintios,
para v.-sii.los. rapas soutamhaipies pelo j,. ;iix) rada pega, assim re
le I5*H o covado, ditas rom 4 pal- nilljl0 sup.-rioros a t& a dalia :
iso .i.MiM.-iilriiihos aa'OOrs., diUs paritol- rwa (ia Iniperatriz n. O, de Gan
I rs., ditas enfeitadas le quadrinhosa
d
- ui.-itisados muito linos a 500 rs..
;.'. i., nspnrentflt; rom patinas de seda a 500
rs. ii, is n 'i- k:is :i :i rs. o covado : s na loja
, i na da nperatr n. 60.
Grostli /les i \:l'M, na loja dn pavio.
..',;; |;i n I550Q, leiiiOO, 18()0 0^5000 : sna
i; du paviio, ra da iinperalriz n. 60.
; i reade cbafos le sol para senhoras a
1:000.
Ver, lm-e rhanos de sol, a ingleza, sendo ro
is.c IiiiIhi ( fniiailos lie verdfl, pro|irios para
rini |)assara festa, on para meninas
; i ;. esrola pelo barato pyeo de 15000,
ihos de seda com franjas c rabo de
00, ditos de sW para homens sendo
rom ai ;5n de btela a 65000 e 7,3000, iMo para
I ii...... no : s na loja do pa,vo, ra da Im-
: ... 80.
i luwo viide os >i'siiilos Illancos bordados.
. e.i|.'iii-se os mais rici* v.-!ii!.:s. /ti; cainliraia
tirantas, lxirdado> a i-MeRii, -indi os Mais modei-
% ni viudo u'icail nido as saias 4
., e rendem-sv : 'hw liarahij iiieeos de 105.
i! 64000 : s mi Lija do uavao, ra da Impc-
l.itni .). 60, de G.uu ,

Sedan it ; a.'iwlM-s.
Vrndero-M sdilac '- i|iM*ridteM ''"<" pcipieno
.' pido l ;:.;i'i--iu,. preci de 500 rs.o
lii iierfrtn estallo i 8110 rs., ditas
KSI i p:ira acabar a 4(M) rs., <;or|2liraii de sda
p .. vestidos i; roupa de meninos a tOOOo rova-
i pavao, i na da Iiii|iciip;riz n. 60, de
ij.una v Silva.
0 pavao vf me os cortinados.
X'enili'iii-se. ricos cortinados adamascados pro-
Vi 08 p na jan das, e camas para noivus, pelo lia-
rato |ieco de 95000 w par : na ra da inperatriz
i). 60, loja do pavao.
Fusto da paiao.
Vende-se fusta branco para vestido e roupa de
meninas a 500 rs. o covado, dito de palininhas a
::*/ rs., tarlalana de palminhas a 30 rs., fil bran-
co liso, e tarlalana branca e de rros 800 rs. a
vai a : na ra da Impcratriz n. 60, loja do Gama &
silva.
A carnanba do pavao.
Vende-se rra de carnaiihaem saceos, por prefo
muito em cunta, mi rnais barato do que cni mitra
ijualqucr parte : a tratar na ra da lmperatriz n.
60, lija de Gama A Silva.
A 10^000, t o pavo.
\' .*tulla'"l>*n|ii do pavao.
''icclemsi' os mais modernos veslidffl de laazi-
Mtias transparentes rom lindas haras,.bordadas
As bretauhas do pavo.
Vende-se brelanlia de algodao em pecinhas de
rolo, rada peca com 10 varas, pelo diminuto preco
romo lencos branros
na loja do paviio,
Gama 4 Silva.
0 pavao vende para lulo.
Vende-se fimssinio setim da China, fazenda sem
lustro, proprio para vestidos de senhora, para ca-
las ir roupa para hornera, lindo, esta fazenda seis
palmos de largara e sendo mii|to leve, vende-se
pelo haratissimo preco de 35200 o covado, garan-
tindo-se que nao se torna ruca, c vende-se nica-
mente na ra da Iiiiperatrizn. 60, loja do pavao.
0 pavao vende cortes de ralea.
Vendeni-se cortes de rateas de casemira de co-
res a 25400. ditos de cachemira da Escossia a
25240. ditos do ganga-a 14600, ditos de brim de
urna s coi a 25240, ditos de castor a 15280, ditos
de casemira prea a 45000 e 35000, ditos de case-
mira fina de cor a 55500 : s na loja do pavao,
ra da lmperatriz n. 60, de Gama & Silva.
OH ricos vestidos souianihar-
jcie. que chegaran para a loja
ils pao.
I'.liei'arain pelo ultimo vapor francez os mais
riro vestidos soulaniharque, sendo enra as saias
ja feias ii ricamente enfeitadas e guarnecidas-,
temi a precisa fazcmJa para fazer o corpoi com
seus competentes soutanibarqnes primorosamente
enleitad*, viudo nulo em um s rartoassim co-
Hi as mais modernas camisinlias rom manguitos e
puuUus a balan ricaineiile, enfeitados, e vem4em-s
por pceo favoravel : na loja c annazem do pavo
na rna ifci lmperatriz n. 60, de Gama & Silva.
O iiiodertiissliiios vestidos do
pavo.
Araba de chegar um variado sortimento des
mais modernos cortes de lazinhas, preprias para
vestidos, tendo as barras primorosamente matiza-
das, trazendo bada um corte seu tigurino para
amostra; e vende-se na loja do pavo, ra da lm-
peratriz n.60, de Gama 4 Silva.
SO
IO AR9IA%EI
CONSERVATIVO E CONSERVADOR
D
N. i\ e 23LABfiO DO TERCO -N. 21 e 23
LEAN.
Manteiga ingleza perfeitamente superior a 88t) e 900 rs. a libra.
dem franceza, a 560 rs. em barris, ha abaiimenlo.
Caf do Rio da Ia qualidade a 280 rs. a libra, e a arroba a 8,500 e 8,700 rs.
Arroz pilado, 10o a libra, e a arroba ;- 2,800 em sacco 2,700.
Gb de ^tmeira, segunda e torceira sorte a 2,8oo, 2, joo e 2,ooo rs. e 1,800 do preto.
a libra.
Palitos do gaz mandados vir por conta a 2,3oo rs. a groza.
Vinbo Pigueira c Lisboa, a 48o e 4oo, rs. a garrafa e a caada a 2,8oo, 3,500 e
4,000 rs.
Goma de. engommar, 400 rs. a l bra e a arroba a 2,70* ou. sacco.
Milho alpista o mais limiK) que ha a 460 rs. a libra a 5,000 rs., a arroba.
fijlo francez de grande tamanuo a lio rs. cada um.
Toucinho de Lisboa muito novo, a 32o i s. a libra.
Qoeijos do reino do ultimo vapor, a 2,ooo rs.
Velas de espermacete, e carnauba a 6oo e3oo rs. a libra.
Azeito doce de Lisboa a 6io rs. a garrafa, e de carrapato a 28o.
Banlia de poico retinada, a 48o e 44o rs. a libra.
Serveja de todas as marcas a 500 rs. a garrafa.
Sevada nova, a 4o0 rs. a libra a a 2,80o a arroba.
Passas novS, a 480 rs. a libra e emcaixa ha abatimento.
Sabo amarello de 200 a 240 rs. a libra.
Batatas a 4o rs. a libra.
S eos armazens do largo do Terco..
FILVIH^A DO BOWMAtf-RUA DO
IIRUJI ] 38.
Este muito acreditado estahelecimento est prvido de um completo sortimento de
machinismos proprios do fabrico de assucar, a saber :
JUachvsas de vapores as mais modernas e mais acreditadas.
Rodas d'agua de ferro com seus pertences.
Moendas e meias moendas de todos os tainanhos.
Rodas dentadas, angulares e de espora.
Taixas de ferro batido e coado.
Boceas de formina pelo novo systema Wetson.
Alambiques de ferro fundido.
Fornos para coier farinha.
Mbinhos para moer mandioca.
Arados americanos, etc. etc.
flO IiARGO DA PKAH'A lO
Francisco Fcrnandcs Dnarc dono deste muito acreditado armazsm
de mi ilhanos, acaba de receber neste ultimo vapor os mu esejados gneros escomidos
por elle na Europa, todos muito proprios para a festa os quaes est resulvido a vender por
precos baratissimos como verSo pela seguinte tabeHa, e meSrao pede a tedos os Srs. da
praca, de engenho e lavradores para que mande reto?ow para serem despachadas
no armazem do Progresso do largo da Penha n. 10, alim de ver a grande vantagem
que tiram, tanto na superioridade dos gneros como nos preces asss- resumidos,
os Srs. que nao poderem vir poderlo mandar seus portadores anda que nao tenham pra-
tica, que serSo t3o bera servidos como se viessem pessoalmente.
O interesse que tira o proprietario deste acreditado armazem, j deve ser bem co-
nhecido pelos seus numerozos freguezes, pois shnplesmente consiste em servir bem e ga-
nhar pouco* afim de conseguir a continuacao daquelas pessoas, que a primeira vez se dig-
arem honrar o seu estahelecimento.
Queijos flamengos chegados neste ultimo
vapor a 2,ooo rs.
Sevadinha de Franca a 2oo rs. a libra
Sevada muito nova a loo rs. a libra.
Cominhos, erradoce e pimenta do reino a
36o rs. a libra.
dem do vapor passado a 1.8oo rs.
dem prato muito novos e de superior qua- '
lidade a 4oo rs. inteiro, c a 5oo rs. a!
libra. | Genebra de Hollanda a 5,ooo r*. a frasquei-
Boce de goiaba fino em caixes com 2 '/i' ra ,Com 12 fra8C0S' e a reta,ho a ^ "'
cada um.
libras por 6oo rs.
dem mais baixo a 54o rs.
dem em botija hambargueza a 4oo rs.
\o ariuazem de fazendas bara-
tas de Mantos C'oelho
RA DO Ql'EIMADO i\. 19 VEXDE-SE O SE-
GUINTE :
Esleir da India
para forro de sala, de 4, 5 e 6 palmos de largura,
por menor preco do que em mitra quabpier parte.
Lentos
de panno de linho pelo barato preco de 25000.
Lcnries
de bramante de linho tino pelo barato preco de
31000.
tai!' ; las de chita da India
peto barato preeo de 25000.
Lencos de cassa
biancos, finissimos, proprios para algibeira pelo
baralissimo preco de 24000 e 9400 a dazia.
Vende-se um eahriolet em bom estado : na Cambraia adamascada
nuda Ruda, cocheira que foi do Sr. Paulino, na |Mra cortinado, pelo baratissimo pre$o de tO^OOO
qual adiar com quem tratar.
Iianea preta "e la.
>'ende-se tranca "preta de laa, lisa, paraenfeites
de vestidos, tuavus e roupas de. meniuns a t>0
160 rs. a peea : s quem tem e o beija-flor ua ra
da Queimado n. 6-1.
Sal dr Lisboa
Vende-se superior sal de Lisboa, a bordo do brl-
Hifl Cons/ttiile ; a tratar rom Mauoel Ignaoi* de
Olive ira Vende-se um re.vado tiaslaate grande) dus
cariocas de lenha, tres cepos proprios para acou.
gue : a tratar na taberna defronte do 3. Jos do
Manijuinho.
pea-
Petas do cambraia
de $alpicos, fina, com 8 1/1 varas, pelo baratissimo
preco de W5.
Fil liso fino
pelo baratissimo preco de 080 rs. a vara.
Bramante de linho
9no com dez palmos de largura pelo barato preco
e J300 a vara.
Toalhas alcochoadas
para mao pelo baratissimo proco de 50000 a du-
na.
Pecas de bretanha
de rolo com 10 varas propria para saia, pelo bara-
te preco do 35000.
Na ra Imperial, defronte do chafarir. vendem-
se as seguintes mercaduras, pelos baratissimos
precos :
Diizia de marroquim 185, urna pella 15000.
Duzia de-bezerro 405, una pelle :500.
Uuzia de meias cruas para humen 15800, par
1(50 rs.
Duzia de meias brancas para senhora 25500, par
240 rs.
Duzia de baralhos de cartas portuguezas Anas 25.
haralho 200 rs.
Dzia de baralhos de cartas francezas 35200, bnra-
lho 80 rs.
Duzia de pentcs em masso para atar cabello 15700,
um masso 2t 0 rs.
Dola de ditos em caixinha 45500, urna caixinha
500 rs.
Borracha para borzeguins, jarda 15800.
Fitas de laa para borzeguins, peca 180 rs.
Ditas de seda n. 1 l|2, peca 240 rs.
Fivelas para sapatos, groza 400 rs.
Fita lavradas n. 4, peea 15.
Ditas largas n. 6, peca 15O30.
Ditas ditas n. 7, |K!?a 15800.
Ditas ditas n 9, peca 25-
Ditas diUs n. 12, pega 25500.
Duzia da sapatos de tranca escosso 18500, par
15600.
> Vende-se una rasa terrea no balrro da Boa
Viste, na da Mangueira n. ), mu 2 salas, tquar-
totf eoziuba fra, e carimba : quem pretender,
dii-ijii-se Capunga vellia, para tratar rom a vtuva
' du Sr. Juan EvangHista da Cosa e Silva.
ll/arqui1, traenno cada om. deJifi-ite pre- "sLzl_______. ,". ----------1----------------i
cis.i pura ii Mtrjf, sr*l Tazenda hegM'fa [icio el-' Vendein-W as casas terfeas seguintes: urna
.......vi;, ir fi.m e7. imili iii-iii -e notn haralisfimo pnofo te 105, repartido, urna dita no rundo com a fronte para a
na lula do pavao, ra da knperatru 80; do Clama I rna Nova q. 22, urna dita na ra Velha u. 59, hair- V wr C
,i Sifva I ro da Boa-Vista: a tratar nesta ulaia. estf mercado.
Bolos francezes em caixinhas con diversas es
lampas no exterior da caixa, e em latas as mais
delicadas para mimo, e muito nroprias para en-
feites de bandejas ou pratos a 800, 15000, 15200,
15300 e t& as caixinhas: na ra do Queimado n.
. -+ Vende-se etl casa fie Liadet trild & '7, armazem uniaoeeommeriio, e pateo doCarmo
C, nraga do Gorpo Santo n. 13: in. 9, armaiem progressiva ____________
S4lreli',bas Farinha de mandioca.
MUCarroes. Yende-sc farinha de mandioca da melhor e
Tlilhtrlns. nwis nova que ha neste mercado : no esrriptorio
Aletrias. de Maneel Ignacio de Olivejra t Pilho largo do
Da mplhfu* mialirtafie me tem che&ada -rpo ,Sa.n, n- ,9'ou boro do palhaboto Kta-
.1 ^!1 ^ua,,aaae ^e tem PHeaaa no e briguo Minerva, ancorados no caes do bare
do Livramcnto. -i
Manteiga ingleza flor a mais superior do Genebra de laranja a l.ooors. os frascos
mercado a 7o rs. a libra. grandes.
dem de segunda qualidade a 64o rs. a libra.'.,,..
Vtnho de caj o melhor que lia no mercado
Manteiga france/a de primeira qualidade a a l.ooo rs. a garrafa.
56o rs. a libra, e 5o rs. era barris ou!
os | Palitos do gaz a 2,3oo rs. a groaa e 2o rs.
a caixinha.
Cha perola neste genero nao ha-nada a de- idera de dentes lixados a 16o rs. o maco com
sejar, ede especial qualidade, mandadoj 2o macinhos.
vir de conta propria a 2,8oo rs. a libra.
dem huxim o melhor do mercado a i,6oo E*ias seccas chegadas neste ultimo navio
^ a libra. a 16o rs. a libra, e em pnrrao se faz aba-
Idem de segunda qualidade a 2,ooo* rs. a | ment.
Dra- .. JBanha de porc* refinada a 48b rs. a libra e
dem hysson muito superior a 2,uoo rs. a li- 420 rs. em |>arril.
bra. !
dem preto homeopathico muito lino a2,ooo Vmho branco de superior qualidade proprio
rs. a libra. Para "^s3 a fi4 Ps- a garrafa.
Bolachinba de soda chegada neste ultimo Ameixas trawezas em caixiirfias elegante-
navio a 1,33o rs. a lata, deste genero ha mente enditadas com ricas estampas a
grande porcao e de diferentes marcas. l,2oo, l,5oo e 2,ooe rs. cada una.
que se vendem todas pelo mesmo preco a dem francezas era frasco de vidro com tam-
vontade dos compradores. P do mesmo contendo 1 '/ libra a 1,2o
rs. s o frasco val quase o dinheiro.
Ieiu em Ua> grandes a 2,000 rs. dem em latas de 2 libras por l,4oo rs.
dem propria para lanche em latas grandes a relalho, e a 800 rs. a libra,
a l,9oO rs.
. ... ... Figos de comadre muito novos em bahuzi-
Marmelada imperial dos me kores fabrican- nhos muit0 vraaT{^ para mimo a 1,28o rs
tes de Lisboa a 64o rs. a libra. r v
.. t. 4 y I,,em em caixas para retalho al6ors. a
Frutas em calda em latas de l.ooo a 5oo rs., |Dra_ v
neste genero ha diversas qualidades a es-
colher. Passas de carnada a 48o rs. a libra e em
, I quarto com 8 libras por 2,5oo rs.
Champanha superior das marcas mais acre-, F
ditadas a l,5oo rs. a garrafa e 13,ooo rs.' R. ., .
0 gg0> ^"olaxinhas mglezas de superior qualidade a
Serveja das melhores marcas que vem ao
mercado a 5oo rs. a garrafa e a 5,000 rs.
a duzia
dem preta superior a 56o rs. a garrafa e a
5,4oo rs. a duzia.
Viuho Bordeaux de dilerentes marcas, e as
melhores do mercado a 7,000, 7,5oo e
8,000 a caixa com urna duzia, e em gar-
rafas a 64o, 7oo e 8oo rs., gaiante-se a
boa qualidade.

dem Figueira de superior qualidade a 48o
rs. a garrafa e 3,3oo rs. a caada.
dem de Lisboa a 2.800 rs. a canaJa e 4oo
rs. a garrafa.
dem do Porto de superior qualidade para
mesa a 5 JO rs. a garrafa, e 4,000 rs. a ca-
ada.
'dem fino do Alto Douro da colheita de 1833,
como sejam: D. Luiz, Feitoria vellio, Nc-
tar. Carcavellos e Camoes em caixa de
uina du/.ia a 9,ooo rs.
Lagrimas do Douro, especial vinho do Porto
a l,ooo rs. a garrafa e lo.ooo rs. a caixa.
Duque do Porto, Madeira secco, duque ge-
nuino, lagrimas doces a 9oo rs. a garra-
fa e 9,5oo rs. a duzia.
Garrafoes com vinho do Porto a 2,2oo rs.
cada um.
Vinagre de Lisboa de superior qualidade a
2oo rs. a garrafa e l,2oo rs. a caada.
Azeite doce retinado em garrafas grandes a
800 rs.
dem de Lisboa a 64o rs. a garrafa, e em
caad a a 4,800 rs.
Presuntos ingleses para fiambre a 7oe rs. a
libra,
dem de lamego encommenda particular a
48o rs. a libra, e inteiro se faz abatimento.
Toucinho do reino o melhor do mercado a
:t20rs. a libra, o em arroba a 9,ooo rs.
Velas de espermacete de 4, 5, e 6 por libra
a 560 t., e em caixa se fas abaUmento.
IJem de carnauba refinada a 32o rs. a libra
e 9.000 rs. a arroba.
I dem de carnauba pura do Aracaty a 4oors.
a libra e lo,5oo rs, a arroba.
Gomma muito fina e alva a 8o rs. a Hbra.
Aranita verdndoira a 32o rs. a libra.
Farinha do Maranhao muito alva e cbejfosa
a 12o rs. a Hbra
y^fi muito novo a 24o rs. a libra.
2,000 rs. a barrica, e a 2oo rs. a libra.
Chocolate francez o melhor que se pode de-
sojar neste genero a l.ooo rs. a libra.
Macas para sopa estrelinha. pevide, arroz de
maca a 48o rs. a libra, e em caixa a 2,ooo
rs. cada urna, m-icarraao, talherim, e ale-
tria a ioo rs. a libra
Amendea de casca mole a 4oo rs. a libra.
Avelans muito novas a 2oo rs. a libra.
Ervilhas francezas muito novas em latas
grandes a 64o rs.
dem em ditas pequeas a ioo rs.
Maca de tomate era latas de I e 2 libras a
64o rs.
Salmo om latas de 1 libra a 800 re.
Lagostinhoem latas grandes a l,4oors. ca-
da urna.
Sardinhas de Nantes a 36o rs. a lata.
Cognbac inglez a 800 rs. a garrafa.
Licor francez das melhores marcas do 111.1
cado a 800 rs. a garrafa.
Batatas chegadas neste ultimo navio em cai-
xa com duas arrobas por l,6oo rs., 4o
rs. a libra.
Concervas inglezas a 73o rs. o frasco.
Sal refinado em potes a 5oo rs. cada un.
Mostarda ingle a a l,ooo rs. o frasco,
dem franceza a 4oo rs. o pote.
Milho^Hpista a 16o rs. a libra e 4,800 rs. a
arroba. #
Graixa muito nova em latas grandes a 120
. rls.
Latas com peixe em posta erraecameate
lacradas das melhores qualidades de pei-
xe que ha em Portugal a l,2oo rs.
Caf lavado de 1* qualidade a 32o re., dito
de 2a a 28o rs. a libra e 8,2o rs t tm>
ba. dito de 3" a 26o rs. a libra e .800
rs. arroba.
Charutos suspiros dos meihorfes fabricantes
de 9. Eellsa S,3*> ri. a caixa com loo
charutos.
idem Anos de diversos fabricantes a l.&w,
1,800 e 2,eoo is. a caixa ora loodnr-a
tos, |o proco nSo indica a boa portre doem-se ao tr^bam do vlrcm oa
mandarem e vero a realidad.



ajnjnnn>p

m.:.--
Diarlo de Pernaiubnc* ftexta lefra 11 de Dczetubr* 4c 1 US.

DO
PROGRESSIJSTA
RA HAS ClltTZEsS W. 36
DIJARTE AIMEIIIA
RA DO CRESPO N. 9
No foalrro de Manto Antonio.
aoaqnlm fos ornes de Nouza scientifica a seas numerosos fregue-
les e ao publico em geni que acaba de estabelecer um novo armazem de molhados a mrC10' E*l pwrfe armazem um dos mais bem montados que temos emnossa praca,
rm do Crespo n 9, aonde se encntrala sempre os melhores gneros de estiva, que! n8 em Hmpeza e aceio, como as qualidades especian de seus gneros. O proprie.
unio
33
COMMERCIO
cj/m.
LJbESMUbVM
Defronte da loja do Preguiea.
se venderlo a retalho e por atacado, por menos dos que se venderem em outra qualquer
part, affiaocando-se aquella? fossoas que comprarem nestes armazens a superior qua-
lidade de gneros, presos commodos e bom acondicionainento.
O armazem da ra do Crespo situado no melhor local desta cidade com o as-
seio que r> neeessidade maoter-se com estes estabdecimentos, faz crer a seu pro-
pnietario, que ninguem deixar de aortir-se n'um estabelecimeDto aonde se encontra sin. j
ceridade, para ir-se comprar aonde se nao offerecem tantas vantagens.
Sende este armazem no verdadeiro ponto de partida para os arrabaldes ^\^t^UZ^TTl^Z^
cidade, no ser diflicil quelles senhores que tem de partir nos mnibus darem suas
encommendas neste armazem, que sempre lhes offerecer os mais agradaveis gneros
AGENCIA
FUSOICiO DE LOW-MQOR.
Ra da Scnialla nova b. 12.
Neste estabelecimento continua a. haver
um completo sortneoto d moendas e iaeias
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos os
tamanhos para ditos. _________
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johhston & C,
ruada Senzalla Nova n. 42.
O GALLO CANTA
J sabido que, guando chega o vapor da Eu-
ropa, o gallo caula amillonando aos seos numero-
sos freguezes as galanteras de mais gusto e da ul-
tima moda que |>or elle recebe, como sejam :
Carnsinhas para senkorat.
Riquissimas camisinhas rom manguitos e gra-
varinbas para senhoras : s no Vigilante, ra do
acaba de abrir o seu grande e sortido armazem de molhados denominado Unio e Com-1 &eSP 7- ,. .
Cirtgohnlias.
Riquissimas cirigolinhas ou gravatinhas, sendo
causa de inuitogosto, e a primeira vez que appa-
rece para as senhoras de bom goslo : s no Vigi-
lante ra do Crespo n. 7.
Pentes de concha.
Ha para chegar riquissimas guarnieses de pen-
les de lindo gosto, tanto para alar, como para mar
.rafas, por precos razoaveis
comprarem em to til estabelecimento, artancando o mesmo todo e qualquer genero'de-Crespo n. 7._________
salud de seu armazem.
Pete Mein I a; ca es.
RiquissinortH' ra os
perneados conforme os figurin-s que vc._
mesmacaixinlja : ua luja do ga uto mi do
Crespn. 7
no vos
en na
PICHE
Vende-se piche pedra: no arma?.;:i da bala ama-
rella no oltijo da secretaria de polica.
Vende-se una urna de Jacaranda para depo-
sito de ossos : na ra da Imiieralriz, loja do mar-
c""'irn n. "<.
(evada.
Vendem-se saceas com evada muito MM e por
menos do que em ouira qualquer parte : uoes-
criptone d'Manoel Ignacio Be Otlvdra
largo no Corno Santo n. 49.

Pianos
tarto do Unio e Commercio olferece todos os senhores da praca, senhores de engenho
e krvradores a seguinte tabella, por onde _verlo a grande economa que lhe resulta em
Bollinho francez em latas e caixinhas as mais
delicadas que tem vindo ao nosso merca-
do de 8oo a 2,ooo rs. a caixinha.
libra.
Ca perola de especial qualidade a i,Son rs. dem muilo superior a l,ooo rs. a garrafa,
ahbra.
dem hyssen multo superior a 2,7oo rs. a
titira.
dem uxim a 2,5oo rs. a libra,
dem hysson 2,3oo rs. a libra,
dem idem a 2,000 rs. a libra,
dem preto de qualidade multo especial a
,mo rs. a libra.
|nm idem inferiora l,6oo rs. a libra.
Caf a 28o e 32o rs. a libra, e a 8,000 e
9,000 rs. a arroba.
Cerveja das melhores marcas do nosso mer-
cado de 5,ooo a 6,000 rs. a duna, e 5o
rs. a garrafa.
Conservas inglezas a 75o rs. o frasco e 8.600
rs. a duzia.
Champagne a melhor neste genero a 1,5oo Doce em calda a !>oo rs. a lata.
rs. a garrafa e !8,oo rs. o gigo.
dem inferior a lo.ooo rs. o gigo e i,000 rs.
a garrafa.
dem de goiaba em caixas e diversos tama-
nhos e de diversas qualidades de 64o
1.000 rs. cada urna.
Chocolate francez, hespanhol, e portugus, a
a9oo e l,2oo rs. a libra. .
Pianitos dos melhores fabricantes da Bahia ,
ede qualidades, especialmente escomidos, Wm Portu?zas 72o rs. a lata,
de 2,000 a i.Soo rs. a caixa. 'dem seccas a 2oo rs. a libra.
Fariulu do Maranhao muito al va a lio rs. a Vassouras do porto com arcos de ferro a 32o
libra
dem de araruta verdadeira a 4oo rs. a libra.
Ervilhas francesas muito novas de 48o a 64o
rs.
rs. cada urna.
Vinhrt do Alto Douro engarrafado, e os mais
Velas de espermacete da melhor qualidade
a 600 rs. o maco.
^^^-^^Ua^M**!
dro V, D. Luis I, buque genuino, Nctar
superior, Mdvasia tina, Basiardo, e outros,
a II.ooo e 12,000 rs. a duzia e 1,00o rs.
a garrafa.
Idem Caerry e Madeira a I,"ioo rs. a garra-
fa e 16 000 rs..a daa.
dem Bordeaux de diversas marcas de 8,000
a 10,000 a duzia, e8oo rs. a garrafa.
Unlaxinhas americanas a 3,ooo rs. a barrica,
e 2oo rs. a libra.
Batatas muito novas a 1,000 rs. o gigo, e 60
rs a libra.
*Banha de porco relinada a 48o rs. a libra, e
.ai barril a i4o rs.
Vinho em pipa de Lisboa, e Figueira, de3,ooo
a 4,000 rs. a caada, e 5( rs. a garrafa.
dem de Lisboa em ancoretas de 8 a 9 cana-
das por 27.000 rs.
dem do Porto muito especial a 5,5oo rs. a
caada e 72o rs. a garrafa.
dem em garrafoes com 4 V* garrafas por
2,ko rs. com o garrafo.
Vinagre de Lisboa muito superior a 2,ooo
rs. a caada.
4 a 32o e 36o
rs. a libra e 10,000 rs. a arroba.
Tijolo para limpar facas a lio rs. cada um.
Tourinho de Lisboa e Santos a 32o rs. a libra.
Sevada muito nova a loo rs. a libra.
Peixe em latas grandes, savel, pescada, cor-
vina, eoutras qualidades a l.ooo rs. cada
lata.
Papel greve pautado e liso de 3,ooo a i.000
rs. a resma.
Passas muito novas afl.Soo a caixa e 48o rs.
a libra.
Palitos lixados para dentes a 14o rs. o maco,
dem de flor a 2oo rs. o maco.
Presunto para fiambre inglezcs e americanos
a85ors. a libra,
dem do Porto a 48o rs. a libra.
Qtieijos prato de 48o a 600 rs. a libra.
dem londrinosos melhores que se eucontram
neste mercado a 800 rs. a libra.
dem flamengos vindos no ultimo vapor de
2,000 a 2,4oo rs.
rs. a garrafa.
Vt
garrafas por
Sardiahas de Xantes muito novas a 32o rs.
a lata.
dem maisbaixoa 1.5oors. a caada, e 2oo Sag muito novo a 2oo r$. a libra.
i Meta muito superior a 28o rs. a libra.
Sabo nuca de diversas qualidades a 2oo e
24o rs. a libra.
dem inferior de 12o a 18o rs a libra.
Genebra.de Hollanda em frasqueiras a 6,5oo
rs.
dem hamburguesa em ditas a5,8oo rs.
dem de Hollanda em garrames grandes a
3,5oo cada um.
dem em botija a 4oo rs. rs. cada uma.
Garrafbes vasios de diversos tamanhos a5oo,
6ie e !,2oors.
Gomma do Aracaly a loo rs. a libra.
Graixa a loo es. a lata, e 1,2oo rs. a duzia.
Licores finos francezes em. garrafas e fras-
cos de diversos tamanhos de 600 a 800 rs.
cada um.
Marmejada imperial de V dos os conservei-
ros de Lisboa a 64o e 700 rs., a Hbra.
Massa de tmale muito nova a 64o rs. a
libra.
Marrasquino de Zara a 64o rs. o frasco,
dem em frascos grandes a 800 rs.
Cominhos rnnito novos a too rs. a libra.
Erva-doce a 24o rs. a libra.
Pimenlali 36o rs. a libra.
Gravo da India a 64o rs. a Hbra.
CanneHa a 1 .loo rs. a liara.
Alfazema a 2oo rs. a libra.
Sal retinado em frascos de vidro a 600 rs.
o frasco.
dem em garraDcs cora 4
!,2oo rs. com o garnrfao.
Mauteiga inglesa a 600, 7oo, 800 e Ooors. a
libra de primeira qualidade.
dem franceza a 56o rs a libra'era barril, e
a 4ioo rs. a retalho.
Ameixa francesas em caixihhas com ricas
estampas no exterior de 1,2oo a 2,ooo rs.
cada urna.
dem em frasco de vidro de diversos tama-
nlios a 1 ,'ioo e 2,oo rs.
Idem em latas de 1 1/2 e 3 libraal,3oo e
2,3oors. cada urna, e a 800 rs. a lidia.
Fgosde comadre em basinhos de folha pro-
prios para mimos a 1,600 rs. cada um.
dem em caixinhas de folha a 32o rs.
Id-m em caixas grandes attoo rs. a kbra.
dem em latas ermecamenle lacradas de
1.600 a 3,000 rs.
Arroz da India e Maranhao a 80, loo e 12o
rs. a libra.
A nienduas de caica mole muito aovas a 4oo
rs. a libia.
Ataitoaafl superiores a I,2oors. o barril.
Alpisu a 14o rs. a libra e 4,600 a arnoba.
Letria a ioo rs. a libra. 1
"
Biseoitos e bolachinltM inglesas m ultimas
ehegadas ao aosso raereadoa l.looe l,4oo
s. cada lata.
Bbhrxnha de soda e lunch em latas gratules
a 2,000 rs. cada lata.
Cognac de superior qualidade 800 rs. a gar-
rafa
dem franceza chegada pelo ultimo navio a
56o rs. a libra, e em barril ter abatimen-
to.
dem ingleza em potes de 4 a 16 libras a
800 rs, a libra e o pote separado,
Cha uxim o melhor ueste genero, mandado
vir de conta propria a2,8oors, a libra.
dem hysson, grande, muito bom a 2,600 rs.
a libra.
dem preto muito fino, a 2,6oo rs, a libra.
dem preto, mais baixo, a 2,ooo rs, a libra.
dem, verde, miudioho, maisproprio para
negocio, a IJioo rs, a libra.
Banha de porco refinada muito alva a 46o
rs, a libra, e em barril se far abatimento.
Palitos do gaz a 2,3oo rs. a groza e 2o rs. a
caixinha.
Milho alpista a 16o rs. a libra.
Painco a 2oo rs. a libra.
Gomma muito alva para engommar a 80 rs.
a libra, e em arroba se far abatimento
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
Fo*jo di ar
Recebem-se encommendas de fogo do ar e de
vlstw : no armaEem da beta amarella no otto da
secretaria de polica.
GRAGEAS
deGELISe CONT
novos.
Os melhores que lem vindo a esla praca f! rica-
dos de enrommenda por um dus mellm'rc~ fatiri-
cantcs de I'aris, especialmente para c>[- clima:
qium quuer aproveilar a occsi;io de inuni-sc de
um cxi flente piano por preeo commodo 'iijarse
ra Nova n. 19 primeiro andar.
7lina da Cruz9
Vinlii Bonleaax superir a dn- l
ai^ nadiOO
mmmmm wwmmm
Manual de entilas feilas
par* contra e venda de IWOHI e outros p-neros.
obra muilo til para oe negociantes e venlwre (te
cngcnl.Kus ; pois com um lance de isla |wdMM
UDeY b valor de quaesquer quanlid:;d<: de aii
e libras : vende-sc na livraria eeenomica ao n<$ do
arco 4e Santo Antonio.
Ao ltate oe icno
Appravadas da academia imperial de medicina
de l'aris.
Segundo o relatorio feilo na academia em
Vinho branco o melhor neste genero a 600 rs, 4 de fevereiro de 1840 pelos Srs. profes-
a garrafa e 4,ooo rs. a caada.
Sab5o terdadeiro hespanhol, que raras vezes
vem ao nosso mercado a 28o rs. a libra.
Cal de Lisboa e pc.Jn.v-;. da
Rnssia.
Venie-se na ra daCadeia do RecHe n. ? onde se uiudou o antipo e acreditado el. j mesma ra n. 12, ambos s gciien.- m$ m
legtimos, e se vendem a preco mais barate >;,;.
ntra trualquer parte.
Hua da Senzalla \o\a n. 4
Neste estabelecimento vendem-s^': Un.-ui> d(
sones Bouillaud. Fouquiere ItaHy, este fer- ferro coado libra a 110 rs., idem de Lu*
ruginoso reconliecido superior a lodos os Moor libra a 120 rs.
dem Bordeaux de difTerentes marcas, garan- ttulfOS 8ra C(U.ar a CHtor(8 te-sea qualidade, a 8.000 rs. a caixa com ^^^ e leucorrlien ipertesblonches), a rCCtlTnClia
urna duzia, e a 7oo rs. a garrafa. anemia (fraque/a de teroijeramento nos dous 1 Baldes de 30, 33 e 40 arcos a ?,>: na ra dp
Garrafoes com 5 garrafas de vinho do Porte &), diflkuidade de aemtruacio sobre Q"^^n^4.
do Alto Douro a 2,2oo rs. com* ofarrafao.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira, mais
proprio para a nossa estacao por s
fresco a 2,4oo rs. com o garrafo.
dem com 6 garrafas de vinagre a 1,2oo rs.
o garrafo,
Ludo as mocas, incontinencia de uri-
as, etc.
E' o mais agradavel
FARINHA FONTANA.
Familia da muita acrcil a marca
de tomar por sua Fian* rvabarfitida linio wniMn
proprio para a nossa estacao por ser mais. frma de pilulas assucaradas, e essencial-i;*' .* istamiunn iioji., wvnm ,r,
roentemaisefficazdoq..easoutrasprepa-|P;r |re?o mais cmiiMr-!ii o que m
races etc., por ser muito soluvel no sueco qialqtier ontra pai te : na ra da ( na
a. 4 rasa de If. u. Bielicr i C s mces-
Biscoitos ingleses das seguintes marcas;
Craknel, Soda, Ceede, Gaptain, Travellies.
Lunch, Gabin, e outras mu i tas marcas, ai
l,4oo rs, a lata.
Bolachirrha de sdo, especial encommenda, a
2,2oo rs, a lata.
Biscoito inglez Craknel em latas de 5, 7 e 15
libras a 5,ooo e (5,ooo rs, e de l,2oo a
800 rs, a libra.
A .. ,v.- cozinha, de l,2ooa2,ooo rs. a laU.
Queijos do reino pelo baratissimo preco de
Ilnnr' 18o0e2'000 rs os dou,tini,> dem do Alto Deuro vindo do Porto engar-,
rafado e escoltado pessoalmente por um'bsoa, ra da Cruz n. 22.
das socios que se ada em Portugal, dae
seguintes marcas : Duque, Gemiino, Ve-
tho secoo especial, Lagrimas Doces de
1819, vinho especial D. Pedro V, vinho1
vell, Nctar superior de 1833, Duque do
Porto de Mtt, vinho do Porto velhe su-1
periar, Madeira Secca de superior quli-'
dade, vinho do Porto superior D. Luiz I,
de 1847, Lagrimas do Dquro, especial vi-
nho do Porto, de t,000 1 2oo rs. a gar-
rafa e de I o,000 a 12,ooo rs. a caixa com
uma duzia.
gstrico, como copsla do relatorio lido re-
centemente na academia de medicina de
'dSabSo massa de superior qualidade a 18o, Paws pelo Sr. Flix Boudet, em mime de i
2oo, e 22o rs. a libra do melhor que ha ama commissao composta dos Sis. Vulpeau.i
~^..' ': ., Depeau, Bouchardat, Trousseau, etc., to-r
Grnxa em latas mmta nova a 12o rs. tan-; caiJ ^ expei ei)cias feilas & m princ
una, e i,joo rs. a duzia. |paos fm fer,.u}?rios<,s cou, um.scco gas-.,
trico fresco no laboratorio do Sr. Boudaut,
reixe em latas nuuto novo: savel, pescada,! peios Sis. Drs. Corvizarl e Barreswil, que
curvm, salmao e outras. muitas qualidades ,0 lclalo de ferro o mais soluvel e por
preparados de escabexe, segundo a arte de consequencia o mais efficaz.
vapor
dem prato muito fresco a 64o rs, a libra.
dem londrino muito fresco a 800 rs, a libra.
Viohos era pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
48o, 56o, e 6io rs, a garrafa, e de 3,000 a
4,."oo rs, a caada.
Marmelada impeVial dos melhores conservei-
ros de Lisboa em latas de 1 e mais libias
7oo rs, a libra.
ATTENCAO
Frutas era caldas das seguintes qualidades:
ameixa, rainha Claudia, peras, cerejas,
ginja, pecegos e alperch a 5oo rs, a lata.
Figos em caixinhas de 1 '/i arroba e de 8 li-
bras a 8,oo, 4,000, e 2,ooo rs, ea Sao rs,
a libra.
Vmendoasde casca mole a 28o rs, a hbra, e
em arroba ter abatimento.
Sardinhas de Nantes a 32o rs, a latinha.
Toucinho de Lisboa a 30o rs, a libra c em
arroba ter abatimento.
Vlassa de tomates a 64o rs, a hbra.
Pimenta do reino a 34o rs. a libra,
Farinha do Maranhao a 14o rs,a libra.
Ceblas a'4oo rs. a restea.
l'ijollo para hrapar facas a 16o rs,
Cerveja das mais acretritadas marcas de 5,ooo
a 7,500 a duzia, e de 5oo a 600 rs, a gar-
ran,
Prezanto para fiambre muito fresco e novo
a 8oe rs. a libra,
Genebra de laranja a 9oo rs, o frasco,
Chourieas as mais frescas do mercado a8o
rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez a too rs. a garrafa,
e lo,5oo rs. a caixa cora urna duzia,
Licores francezes das seguintes marcas: Ani-
zete de Bordeaux, Plaisir des daiues, e de
outras muitas marcas a 10,000 rs. a du/.ia,
e a 1,(kx) agarrafa.
Passas muito novas a 5oo rs. a libra e a 8,5oo
rs. a caixa. Ha caixas, meias e quartos.
Batatas a 1,000 rs. o gigo com 38 libras.
Botachinlw ingleza a ioo rs. a Hbra,
Anerte francez e portuguez refinado a 800 rs.
a garrafa, e9,ooo rs. a caixa com urna du-
zia.
Conservas inglezas das seguintes marcas:
Mixed, Pickes, e ceblas simples a 800
rs. o frasco.
Deposito geraU em l'aris, ra Bourbon-'
Villeneuve, 19.
Em Pernamhuco, na casa de Caors A Bar-
RA DO IMPERADOR
N. 22.
Grande armazem de tintas.
Este armazem contm tttdo ijuanto
precise para qne a industria de pintura, do
quaiuer genero que seja, desempenlie
seu lii, isto eiubellezar, conservar e
reproduzir.
Mo
Vassouras americanas a 800 rs. cada uma.
Volas de spermacete as melhores que ha no
mercado a 56oe 64o rs. e masso, e em
caixa se far unjgnmde abatimento,
dem de carnauba e coraposicao, de 4oo a
32o rs.a libra, e de 10,000 rs, a li,5oo
rs. a arroba, J
Caf de e 2* serte de 8.3oo a 8,oo rs. a!
arroba, e de 28o a 32o rs. a libra do me-!
wm
Arroz da ludia, Maranhao e Carolina a 3,ooo, I
2,8oo e 2,4oo rs. a arroba e a too rs.
libra.
Frasquera de genebra a 5,8oo rs. ea
rs. o frasco.
1
5oo
1
Mostarda ingiera preparada em potes a ioo
rs. o pote.
Grao de bico a 60 rs a libra, e em arroba
ter abatimento.
Vasos inglezes vasios de 4 a 46 libras, muito
proprios para deposito de marrteiga, doce,
e outro qualquer liquido, de 1,000 a 3,000
rs, cada um.
Azeite doce em barril muito fino, a 64o rs. |
a garrafa, e em caada ter abatimento.
Papel greve pautado e liso a 3,5oe rs. a
resma.
Genebra de Hollanda em botija 4e coma
44o rs. a botija.
Champagne a melhor oeste genero a 2a,oo
rs. o gigo.
Bacalho a i4,5oo a barrica.
Ervilhas franceza e portugueza a 640 rs. a
lata de uma libra.
Chocolate francez, hespanhol, shsso e por-
tuguez a 1,000 rs. a libra, e a 28o rs. ca-'
da pao de uma '/i.
Garrafoes vasios de 5 garrafas at 3 caadas
de 5oo at l,3oo rs. cada um. ,
Montado em prande osala e supprido
direciain-nte por p-andes faltriras de l'a-
ris. Londres e ilamliurgo, pode oflereccr
productos de ronfianca, e satisfazer qual-
quer encommenda grosso trato e a re-
talho.
Os Srs. artistas pintores, e os donos de
obras podero escolher vontade, pois
que tudo estar vista, as difTerentes co-
res de que tiverem necessidade.
Ha tintas em massa c em p impalpa
ve|,.e caaio as obras a envernizar s
deve eni|regar tintas muidas, e nao me..
reeendo eonliancaasquevem de frajiara
commercio, por tenas, e talvez falsifica-
das, neste armazem se as moer vis-
ta do causumidm'. que s assiin lera im-
U-s frescas c verdadeiras.
Ha taiubem ouro verdadeiro, verde em
p eera folha, prata em folha, p debron-
zear de varias cores, diamantes para cor-
tar vidros, burnidores, ncar superfina en-
carnada, amarella e verde, tintas veg-
taes, azuiroxa, verde e amarella, inoiren-
si vas. nnieas une se de vem emprear as
coafoitaiia, colleceoos de piyeis pata
fingir raade'a, com* propriedade, e outras
4e varias qualidades, vernlzes, copal,
graixa, lraneooa escuro para o interior i
exterier, para etiquetas e quadros, tin-
tas linas eiu tubos, em < rayos ou pastel,
.tollas para quadros, caixas de tintas finas
papel para desenlio.
Esseacias aromticas verdadeiras, frai-
leas e vidros paca vidraea de lodos os. la-
niaahss, e niuitos outros objectos, cuja
utidade e emprega s com a vista pode- v
nio ser mostrados.
Jom Pedradas Nevee,
t^* Hua do Crettuo n. 5. &
Na loja de Marcelino & ('.., ven'te-se &
baretre de 15a de cores muito linos a :I2D ">
rs. o eovado. ditos lisos com 8 palmos i!
lardara, ricos sonrembarque? da can;- *
braia bordado e outras untas facendas h*
de gosto proprias para o terupi de f'Sta *
chepadas nesle ultime vapor, precos mui- .'.'i
lo em eonta. l\
Barricas coin bren : na na da Cadeia do Ret
fe, loja de ferragens de Bastos.
RAN0E
PKCIIIlfSIA
Madapolao francez o mais laperior (|i lera >.,i-
do a este mercado, vende-se a C(K) rs. n vara.jsen-
doemncea: na roa do Queimadi n. 46, ca$d le
GuimaraesV Basios.
A 1500 IIIII lal:.
Custodio Jos AI ves Giiimaraes d#tm fla !-:i w-
titulada gallo vigilante ra do Qrespo n. '. avf:a
ao respeitavel publico que lando rcreriiflo inri
prande soitimenlo do saias de balo lano bran-
cas romo encarnadas e para liquidar de pren
esl resolvido a vender pelo baratlssimo m
2*"i00cada um
Transparentes. '
Tambem ebegaram os lindos trans arefil > para
janellas que se venderao pelo barata p> i lis 16
O par.__________________________
A.ssHcar do Mw*tetro
Ra do Imperador n. 28 e caes de Apollo n.
67, a 200 rs. a libra, e de 8 libias para cima
a 5d600 aarroba.
Cortinados bordajes.
Superiores cortinados bordados para camas fran-
cezas, ou para portas : vende-so somente na roa
do Queimado n. 16. loja de Goimara.-s fj Bslon.
Cal de Lisboa
chepada ltimamente ; na ra do Wcnrto n. Io.
prfmeiro andar._________________________
En casa de Mills Latham l!.. a raa i-
Cnu n. 38, vende-se ferro galvanisad'. iii um.i^Ji
melliores fabricantes inglezes, prqnj o par; i > i :-
tas de ritsas.
--------i---------------------------------------------------------------!--------B-
Plassaba.
Vendem-sc feixes ile pias.-aba a tM, c em por-
cao a 2 largo da Santa Cruz n. 84.
*rtiff!:ili-n*fl
3
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l 90 Z-
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S F? 5 2 2 ^? *
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" oT 3 S; a.
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I 3
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Ameixas fraucezas em caixibas elegaate- o
mente eo/eitadas, com diversas estampas o
no exterior da caixa de 1,500 a 3/k>o rs-J
cada uma tambem ha frascos e latas de
difTerentes tamanhos que se vendem por
mdico preco.
Massas para sopa: macarra, tamarim e ate-
tria a 48o rs. a libra, e em caixa far
abatimeato.
Garrafoes com 14 garrafas de genebra de
Hollanda a 5,5oo cada um.
Charutos de todas as marca e dos memo-
res fabricantes da Babia de 3,ooo a 4,eoo
.rs. a caita.


VI Ct>
ATTB.^iO

O pwprietario dos armazer do Progressista jmaTs deixar de ofTereeer aos seus Tbdos os senhores que Mmorarem para neeocio ou casa narlicnlar da 1004
BS tudo O Que fbr nrec.L'in nara me siam hem servidos, n rnmn a insta p anmTJira lartin mito n > ja r.n o/. jTTi..:__57. 8 u ** lf-,'u'*u 1UW
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O

- Vimleiii-se em Olimla as casas segnihl
1 caa no Varadotiro com todos os rootltiMlos, ra-
cimba, quintal murado, chao prr>|>rio.
1 dita iu ra do Carinn eim pe<|ueno sitio.
t dita QosQuatro Cantos com rasa de laberoa.
i ilil.i na ra do Han lio.
i sitio na EstradH Nova, rom baixa de rap'm, ron-
frrmia com Ierras do do fallecido GvtMwn ta
Salles.
{ casa no Jogo da Bolla e 1 escrro.
leseravadett 12 annos : a tiatar ra f.'l-errr.
da esquina dos Q*JroOttos,riia il" Halhiw lu-
reir n. 1, ou com o Sr. Luiz los Tinto
padaria na ladeira da ribeira.
.-
ESCRAVOS FGIDOS.

Fngio honlem 2 de dezembro as 7 rMra?
noite e preto Luis, de nacao Anfola. iilaiie de M a
38 aaiitfs, estatura baixa, rasto redondo, lail.a fer-
iada, porm pouca, espessa, denles limado; na,
frente, empregado no servico af reffn;
o torna bem eonheeido peMaeMfm qne-MM m*-
raaos. Este preto fui pegado ba tns para i|U*a?o
aitaos em trras do engenho AnJiuuuis, u rontt BM
seguido para o mesmo engenho, ou ten :- do i h-
genho das Lagcns : quem o pegar levi-o i ta '.
'Coneorda n. 8, reflnacao, que ser grn.tvsnime'.e
gratificada
.
baratas para aeaJtar.
Sedas de quadros e de listras a 320 rs. oeova-
ma e onUraa oocastao dos seus frecuezes exDerhneiitarem a realidade. aue. nunca /t., o* ****** ai ~*h*. a* ...____;' ._r,_pa .l *"?"** mangue loaos
Fucio 00 dia 5 oeste currcMle tutu ik UeiUia-
bro (sabbado), as i horas da tarde, pnuro mais ou
menos, o esrravo mulato, de nome Zefi'rino, rom
s signe seguintes : ia4e 31 aniMi-. afeara ivju-w
Jr.eaewd curpd, trai sarta ftfcaj'itn c^iih
andar de esuada aberta aa rasera, muito p. iila,
em os denles limados, nop direito lem unas eei-
rttjras, levo* vestido calca de brim Kianco as-
da. earnta > etwta com urnas flores ene.in.-K'a*,
? a#-aio branco, chap doebii iim'I4vim im
asaao na aba. o quaJ cscravu ronduzie i"dn a
pa |hp tinha em casa, sendo de su; por ipi i
^'eawida para o centro, viste ter* vindo para esta
fm>**x* "* desnso deer a; f*n;mm titm
ma e ptima a occasiao dos seus freguezes experimentarera
xara de ser marnida pelo proprietart deatei armaiens.
para desliadas ISu de quadriuhos a 360 o rovado, su- ga-ses autoridadespoliciaes e capiai -
o4qs nores cassas de cores a 500 rs. o rovado, ditas a apprehensSto de dito escravo, reim lien '
a reaudade, que auneattei-i os seus geavros sao receidos de saa pmpria encommenda razo esta nara nodfT vwi- "u0fi **> ,,vd# i na Uj das.arenas, ..
| der por muito menos do que em outre qualquer SKEmVmo ^ ^^ (SSfk fT de ** *"* *"i
sentur nTW. Deodor Vlplano f,oetro -Catauho i>a
raa4 liaperador a. 8i,qoa gratificar a quemo*
apprehender.
1



Muri A* Pernnatnnco -* HeUa felr 11 d irtzttabr de t LITTERATRi
tancia, e se acredltassem que a Allemanha se af-
f fasta completamente dos principios que preralecem
_ I na Franja e Inglaterra. E' sempre a egreja ou o
. ..nfArm MBi.lestado' segundo o espirito nacional e as differengas
A instroccan publica c a reforma ubi t proprias a cada pmo e ^ suas tradj?6es quem
\ersitaria Ba llalla. funda e sustenta as instituijoes de ensino.
'.oraraudo descrever em nma coliecgao fran-' G f.Ol
nao
tetii
cada.
> o est ido das institnijocs escolares na Italia, 'bie o passado, veremos que nunca exista
dcix.mos de conhecer o quinto esta torca em ncnlium dos estados que a compunham, ex-
uirticularnwnto para nos, de difflcil e deli- ce"0 remonte, urna organisajo de estudos
' lirOIiriaiIli'MlA dita ana i.i.l., r.. ,..,i,. ...,,., nuAr ia
Nao ha assumptoquc mals morecesse despertar
una attenjao sympalhica em todos os paites, que
sb inleressaui alguma cousa pelos destinos do no-
vo reino. Organisar a instruejo publica, com
propriamente dita, que tudo foi entregue qur s
corporages religiosas, qur s autoridades muni-
cipaes, que nenhuma escola grando nanea func-
cionou para formar os professores dos gymnasios
e dos lycus, que cada provincia, quasi qoe se
effoito para os Italianos um negocio de primeira ^TJZlt^V"? T' T22
r losse sua universidade. A conducta, que deve-
or em mps ter, nao est trajada pelos acontecimentos ?
l'retendera-se que o conde do Cavour s havia Nao devenios, logo que fundarmos o nosao ensino
imaginado apresentar ao parlamento leis sobre a segundo as exigencias do espirito moderno, polo
in-.trurjo publica com o fim de desviar a alten- em harmona com a nossa unidade nacional?
jao das cmaras de certas questes de alta poli-' Devenios consentir que as poucas forjas viras
tica. Nada lia mais contrario realidade c s opi- que possuimos, se dissipem por nao estarem con-
nives professadas pe|o grande estadista. Ello co-
ndeca muito bem a Europa, tinha estudado muito
beni os costumes da Inglaterra e da Franja, par-a
ignorar quanto as instituicoes escolares dessas
duas najoes contribucm para o seu poder. Nao
a seus vellios collegios d'EJlon o de Rugby, suas
antigs universidades d'Oxford c de Cambridge,
que a Inglaterra deve em grande parte, nao s-
mente esse espirito seientieo que caracterisou
sempre os trabalhos da Sociedade Real, mas anda
essa (irme educacao, essa alta instruejo classica
que formam a forja de sua aristocracia e de suas
classes medias ?
Assim tamlicm os lycus fundados por Napoleao
I. a escola normal de Pars e as oulras nstituijoes
universitarias formam umsvsteaia que serve po-
derosamente para a grandeza da Franja : M. Gui-
zot lambem dizia ha pouoo era suas memorias,
que o ministerio da instraejo publica neste
paiz mais popular das repartij5cs ministeriaes,
agella para quem o publico mostra-se mais be-
nvolo. .
Esta urna ligad de que a Italia pouco se pode-
rla aproveilar, [>orque se ha alguns espiritos es-
clarecidos que hguem urna importancia capital
creajo de um systema nacional de ensino e edu-
cacao, desgrajadamente certo que a opino pu-
blica pouco se importa, como o devera, com a in-
ferioridade das escolas italianas, e pouco se pre-
oceupa com gloria scientifica e litteraria de urna
najao, cajos mais bellos ttulos na historia sao
e invenjo scientifica. eve-se restabelecer os es-
tudos na pennsula, preparar para as geragoes fu-
turas nstituijoes proprias a augmentar seu saber,
n fortificar seu juizo-e carcter.
Talvcz nos seja permittido, a nos que temos
iuilo tempo vivido no meio das universidades ita-
lianas, que tivemos a honra, em urna poca mui
recento, de dirigir a instrurjao publica no governo
aV.aosss paiz, tal vez nos soja permittido expor nos-
sas vistas sobre a aba da reforma escolar tal e
qual ella comejou, tal e.qual ella deveria prose-
guir. Que principio nosgaiar neste estudo? Se,
para nos esclarecer a este respeto, lanjarmos um
golpe de vista spbre as differenles najoes da Eu-
ropa, c se procurarme* saber qual para cada
urna dilas a idea principal que preside ao ensino-
veremos logo que na Inglaterra a egreja ou antes
a infidencia religiosa quem prevalece na instruc-
jao publica.
centradas ?
Nao se deve refundir, pelo interesse da najao
e da scencia, varias dessas nstituijoes, que
nao representan) mais qae antigs divisos poli-
ticas ou vaidades munlcipaes ? O estado s pode
obter csses resultados na Italia. E' a elle qu
sustentado pela opiniao publica, compete ao mes-
mo tempo levantar o nivel dos altos estudos e ani-
mar a iastrucjo popular, agora to despresada'
Nao suppoifho que em vinte" annos a Italia possa
renovar este exemplo famoso dado pelo exercito
prusso, no qual em duzentos mil soldados, dzem,
s havia seis que nao sabiam lr nem escrever.
Infelizmente ella tem provincias, na, quaes os
termos desta proporgae sao pouco mais oq menos
destruidos, e este um estado de cousas fjw eli-
ge um remedio enrgico. Poder-se-ha por ventu-
ra dizer qne queremos leis coercitivas contra as
familias, que nao mandam seus filhos escola, ou
urna chusma de inspectores para obrigar es me-
ninos a irem ? Processos taes entraram no espi-
rito dos prncipes absolutos, quando entrava em
sua poltica esclarecer seus subditos, quando elle
lutavam por exemplo contra a egreja; mas, em
um paiz que livre ou que qar se-lo, cania por
trra oa tomar-se-hia tyrannica ama lei, qaedsse
am carcter obrigatorio instrurjao elementar, e
que so appoiasse sobre sanejes penaes. Nada
mais queremos do qae urna ingerencia mais
modesta da parte do estado, algans agentes minis-
teriaes bem escolhidos, observando de pertoas es.
ywu. mivj i'i aquelles qne ella conquistou pela cuitara litteraria '"'" elemen,aires e ^andanas, e capazes dr Ihes
dar ama impalsao efficaz e urna direejao esclare-
cida.
estudantcs que corran) de todas as partes da
palia.
Ao ensino das leis romanas, que fundn a repu-
tajo da aniversidade de Bolonha, augmentou-se,
desde o XII seculo, o ensino do direito cannico, da
philosophia e da medicina. A principio cram os
estudantes e os mais ricos habitantes da cidade
que cotisavam-sc para pagar os proftsseres; mas
Quando se fandaram os collegios de examina-
dores, estabeleceram-se institaijdes de ensino pri-
vado em aples, e os carsos da aniversidade dei-
xaram de ser os aicos seguidos.]
Os historiadores assigoalam esta poca como a
data da decadencia dos estudo- e da benevolencia
exressiva nos exames.
Elles lamenlam que a conferencia do doutorado
o concurso de discpulos tornou-se to grande, e se tenha tornado urna vaa formalidade, c qae se
tamanho foi o proveito q Je d'ahi resullou para a tenba feil doulores fracos e ignorantes que nun-
cidade, que o magistrado municipal julgoa que se
devia enrarregar das despezas da universidade.
ca deveriam obter este gru.
As-cousas chegaram a tal ponto que a aculdade
Pretende-se ter havido una poca em que o na. de conferir o doutorado, tornou-se privilegio ex-
mero dos estudantes reunidos em Bolonha subi elusivo da familia dos Caraccioli, principes d'Ave-
doze mil.
A reputajo de sua universidade tinha airares-
sado os Alpes, e ella chatnava a si estudantes de
diversos paizes da Europa. Quatorzeeollegiaosquff
reuniam os estudantes de diferentes najoes ali fo-
ram tundidos por papas,e principes esrangeiros.al-
guns por doajoes privadas. Ao lado desses colle-
gios nacionaes erigiam-se collegios de urna oatra
natoreza : erara corporacOes principaJmOTte en-
carregadas de fazer examinar os discpulos eeenfe-
rr-lhes o doutorado. Ellas oram instituidas por bai-
las poatieaes para a theDlogia, e por decretos iro-
periacs-para a jurisprudencia e medicina, e confe-
ran) o (Halo de doutr em Dome da autoridade
pontifical oq imperial.
O exempfff de Bolonha, a gloria de soa univer.
side, a riqueza qae o concarso dos professores e
dos estudantes- espalhava na cidade rtcffaram a
lino.
Esses principes, v-se logo, nao se mostravam
rigorosos na esculla dos doulores e s procura-
vam augmentar os. rditos quo liravam deste em-
prego. *
Isto posto, ningucm se admirar de que a uni-
versidade de aples tenha decahido, e qu tenha
acabado |>or perder todo o crdito, posto que ho-
mens clebres como Dellas, Colonna, Leonardo de
Capua, tenham Janjado tempos a lempos algum
Brilho sobre ella.
Nao terminaremos este esbojo da historia das
antigs escolas italianas, sem dizer aljamias pata-
rras j'sobre a tmiversidade de Pisa. Ella adqui-
rm urna repalaciio toda especial pela direcco1
scentiflea que^omaram os estudos desde sua {un-
dajSo, e inflaia grandemente nesse movimento fe-
cundo; qoe renovou a sciencia, eqoe fundoa a
phffosopliia nataral sobre o melliodo experimental.
emulajao das oulras. Foi assioi que eomejaram Galitei o inventor deste raetlieda e o fundador
a surgir, no XII e X-III scalo, sflccessivamente tmi-
rersidades, e sobvetado escok de direito, em
Padaa, Modena, Pacenja, VerceBios, Parma, Fer-
rara, e depois, no XV seeulo.em PVia, Pisa, Peru-
sa, Sienne e Tarn. Em todas as universidades, a
principio, dominou o ensiao da jurisprudencia1 e da
theofogia.;
OS estados litterarios, aquelles que ettiamos ajo1
ra como o fundamento da edocajo liberal, s fu-
rain BcHas admiltidos ir.ais larde, imitajo da
Franca o Inglaterra. Esses- estudos comecavam
pelo-VtiM*, frammatica, dialetca e rhwlrica, e
assim adquiria-se o titulo de-bactiarel ; depois pas-
sava-se as artes do quadnv i uto, que comprehendia
a ariilmwtiea, a> geometra, a astronoma a m-
sica, nao- sendo t-sta a siencia' da harmona dos
swns, mas urna especie de ramft da arithmetica
Assim cnaniou-se da r rawra, onde viva desier- Nem lao pouco
rado Melloni, para estabelecer am curso de phy*'' rra, o que para
ca ; roas a cadeira nunca foi creada. Nomearam-f de'um principe
director do observatorio do Vesuvio, mas nao Ihe ^j anteoassade
Tanto as escolas classicas como as elementa-
res, tratase sobretudo, dizem os Inglezes, de crear
urna forte disciplina moral. Um regulamento ha
pouco estabolecido pelo prevy coaiicil ofeducalion
prescreve que as escolas, para serem protegi-
das, devem pertencer um culto reconhecido e
deve-se 1er nellas todos os dias a Biblia por urna
vei=ao autorisada.
Em Franja a instruejo publica, como todas as
oatras partes da organisajo social nao poda ser
fundada c sustentada seno pelo estado ; ama
necessidade que resulta ao mesmo tempo darevo-
I lijao e do genio da najao.
A egreja catholica, um fado, nao pode mais,
em nossas sociedades, ser cncarregada da inslrac-
j.So da moridade como o era outr'ora; ella nao tem
aplidiio para ensinar as sciencias modernas, e entre
os estudos moracs a thcologia nao oceupa mais o
pnmeiro lugar.
A Franja, como todos os paizes catholicos, foi
desia maneira obrigada fundar fura da egreja
cu systema de educajao nacional, ce estado devia
tomar a alta direejao dos estudos.
O espirito que presidio a essa fundajao c indica-
do mui claramente pelo proprio imperador Napo-
leao 1, cujas palavras ven) citadas n'um relatork)
sobre a universidade por Fourcroy e Fonianes :
t Entre as questes polticas, a do estabelecimenlo
e organisajao do corpo docente de primeira or-
dem. Nao ha estado poltico fixo, senao houver
um corpo docente com principios fixos. Em quan-
to se nao aprender desde a infancia se deve-se ser
republicano ou monarchico, religioso ou irreligio-
so, etc., o estado nao formar ama najas; elle re-
poosar sobre bases incertas e vagas; estar cons-
tantemente exposto s desordens e s mndancas.
O que acabamos de dizer da Inglatrrra e da Fran-
ja applrca-se maior parte das najoes da Enropa,
e nao conhecemes definitivamente paiz algum, no
qual se teuha podido estabelecer urna organisajo
escolar fra da egreja ou do estado.
Algomas pessoas pretenderam talvez qne a l-
emanlia ama excepjo desta regra. Attribac-se
cem eTeito algumas vezes liberdade de ensino e
instituijao dos privat-do-cont o grande desenvol-
vimento intellectual desse paiz, onde quasi todo o
mundo sabe ler e escrever, e onde os sabios e os
espiritos especuladores sao to numerosos. Esta
opiniao nao ponco motivada. Na verdade, os es-
tabelecimentos de instruejo primaria e as escolas
secundarias superiores foram fundadas na Alle-
manha pela iniciativa do estado e sao mantidas por
sua impulso ; mais que nunca esses esUbelec-
nenlos e essas escolas receben) hoje um soccerro
poderoso do ministros da religie. Nos nao con-
testaremos que ha urna espontaneldade notavel na
vida scientifica das universidades allemas. Nao
nos demoraremos at mesmo em observar que esta
poderosa emancipajo do espirito, qae desde a re-
forma tem illastrado a Allemanha, Ihe deu em
summa mais theologia que religie, mais sciencia
que vontade pratca. Confessaremos francamente
que ha nessas universidades urna viva curiosidade
scientifica, om grande ardor de indagajoes de toda
a especie, na ausencia de leis e de regulamentos
universitarios. O estudante de medicina, por exem-
plo, julga-se obrigado a seguir nos laboratorios os
corsos de chimlca orgnica e histologa; o doutor
em theologia ao mesmo tempo um pbilologo ver"
sado em todas as linguas orientaes. Estamos bem
lenge de dizer que nada haja que invejar-se da or-
ganisajo das universidades allemas; mas enga-
nar-se-hiam, se Ihe quizessem ligar muita impor
Pedimos que se conceda subsidios maiems
communas, sobretuae as provincias meridiaaaes,
para ajuda-las a fundar asylos, escolas tarde (dn
soir) para os adultos, bibliothecas popiilares-i pe-
dimos premios, incentivos para os instituidores
quo conservarem em melhor estado suas esaoto
e que alliciarem niaier numero de discipalw-para
suas aulas.
A objecjo dirigida contra o systema coorcil*-
vo nao a nica de mais que tenha de comfcaier
aqaelle, que emprehender reformar as institai^5s
escolares; elle lem to bem que liiiar contri .esses
prejiiizos que, em nome da liberdade, se oppjwnt
que se introdaza no plano dos estados toda a idea
de ordem e de aniformidade. Qaereis tratar
tem se nos dito, de nossas escolas como de caser-
nas, por todas as cabejas em ara s ml(!* -, che-
gareis, por vossos estados ramio regulados; subo-
car nos homens toda a espontaneidade de eepir,
a destruir as mulheres a gracas simpl-Mes a as
virtudes de seu sexo 1 Seria fcil responder
essas criticas que nanea o molde universitario
destigurou cabejas de genio. Se os esp:rilstrea-
dores sao raros em todos os tempos e seb todas as
latitudes, nao dos regolamentos escolares qa* s
devem queixar.
de nossas escolas secundarias, aos d*z ou deze
mil estudantes de nossas desanove universida-
des, nao podem passar sem regras- d'eslados-
Deve-se pois dar-lh'as dev-se sobre tudo dar"
lli'as aquellas que esto concebidas n'um es-
pirito mais elevada e mais italiaso, do qne as
que nesje genero deixaram os amigos gorernos
cwno o emendiaiB eerlos autores gregos. tri- j duranfe ama epidemia, par outra cidade da Tos-
viaar-e o umirmnm, as ideiar-cabalislita da|can*; ..'_' ^
.._____, ^_ ,____ l A vida era alem oisso mais-eara em Pisa do qae
pora, correspondiam aos dous lados trvs e yalro _^ _,
. ^ .. .."^t.^ em BWemVa e Padtafc e emlim; se acreditarmos os
d um triangulo rectngulo ; acha-se nisto tanwem .. .
- .. j_ A^.|antieos-cm,onistasr os habitantes tinltacn nm ca-
umallgajao myslic* cora o na mero- sagrado des(__J^j________.,_i ~.......___._
Hebreus e com- o diagrauuna nupeial dos Egip-
cios.
desta escola1.
Desde o anne de I.'lli. orna bulla pontifical fal-
la da universidade de Pisa, que tinha cemejado
como as oulras pe ensino das pandectas e do- di-
reito cannico ; eMa aagmenton logo1 cursos de
cosmographia e de medicina.
Foi sobretodo no lm do XV seculo, sr> a> diree-
jao de Lourenjo de Mediis, qa&esta aniversida-
de leve am grande' desenvolv ment.
Nessa pocar foi edificado o palacio da Sapmia,
que anda hoje o edificio principal da universi-
dade, e urna somma d 8,000 florius foi destinada
o ara pagamento-do reitor e dos profemores:
Ihfeliamente o ar da cidade nessa poca nao era-
sadio,-e a peste faria freqoentes estragos, d sorfe-
qn a- universidade toda rnteira foi transportada, 1 !?!i ^esenvolviraento : o sea-numeiw<*?***
de 18 a 911, o o de seus discptiles de 2t)i.:i'9',H4.
aples um coltegio cdnl intrnalo paraJormar agtigo reino daitali,se fltelxam hoje e com razad
mdicos e cirurgioes, urna sociedade realera as ^ obstculos officiaes das superfetajes cnsto-
sciencias, casas de educMo para as mojas e ama Ms que a|ej ,,iem0ntcza sc*re a instruejo publica
escola de pontes e calcadas; mas esta organisajo jniroduzlu no rgimen de sM escolas,
precipitadamente importada de Franea, nao ara Fallemos agorada Toscan, de quem se pode
sustentada pelas tradicjoes do paiz, e nao achava dizer ter sido o maior luzeiro intellectual da Italia.
esp ritos cond.joes fitvoraveis para se desenvolver. 0 ensino superior ainda se rsente ahi do impulso
Alem disso raltcm-lhe lempo e paz para hilar con-1 qut recebeu em 18.18, ento que um governo pa-
ira o maus hbitos, desde niuilo lempo enralsa- lerna| e esclarecido charomVa iara a univer>idadc
dos e quando voltaram os Bourbons e.n 1815 el;. do p,^ paA a ^i, e,*edllM e p.>ra o muse,.
nada t,nhafan<)ado que elles nao podessem fcil- *. piormca, lodos os sabios Ilustres q.re a perse-
cTo IJ^T^IZ^uL raf"rla 'nS'fc RC='opol.lioa exnnlsava das oulras parir* Italia.
f? Ih, i ?:"l t'"? ftlo.-.po^ ,!Jd0 Pca fo chamado nm amigo disclpnlo da
TJ^^TTmi sn'?nto9. d"l*rdade e escola po|,,e,lmica de Paris, M. Gorcini, espirito
de gloria nacional. Elles sofcserraram o qae po- jU;t0 0 administrador firme, para dirigir a iirstruc-
; |0rtCr 3 sPer!i|l<.^e o servilismo Os col- Jcao pul)Ii(,a ,,, Tuscana lte lorno-se nofavel
legms foram confiados aos Jesutas Alfastaram de |10r ^ra8 wsl(lu,c6es utefe e sofcrcudo pela fan-
inrnP,?in,-,c~aiorfPar,,f J* T,daB,es CT**W, Ba9 da?So ^ escota normal de Pisa, tmica que, como
U^l^^.SSt^^^^i?^I"' i o dissemos, existe actualmente na Italia para
te nao exista senao as eslatisl.cas min.sleriaes. formaros profre90res dos Ivreos. Infelizmente a
5-^nluppwn,,aquc e*rto9 ro,m,str* nIHtfnos reforma de 1838 nao estendeu-sc mstrncjo se-
nao procurassem passar no estrange.ro por tibe- cundaria, que estar quasi nteirameote as maos
rae- _, ... dos irmaos scolope*.
1 vma d*feI-. -V> lao pouco se estendeu instraejo prima-
admirare-ia negliceaea da parte
que imha como guia c eXenrplo de
seus antepassados. O ensmo soffreu maito dWan-
deram os instrumentos necessanos, e quando can- os dez aBnos da reacro seguirn* os aron-
sado de os exigir, comprou-os a sua cust, houve jecimeni, ^ 184g *
mil difllculdades em reembolsa-Ib do custo. A A. universidade de Pisa fb destruida sob prr-
desordem estava em toda a parte, t nao hara mais tetb de ter ella sido um tecw de ideas rtfwluciv
que urna so- cousa organisada as escolas, a poli- nanas.
cia ,..,,... .-. J Aesco-a "vma I leve depote urna vida inerte:
Esta decadencia das mslituijoes mversilarias A srganisajo das escolas secundarias e da ins-
oi prove.tosa aos eslabelecimenlos de instruejo trueco prolajpienal, que eslava preparada desde
livre, e estabelereranvse ento em aples prnat- \%>^y s vej0 a jpparecer depois de ter solTrido a'
docenl, que reuniom doienlos ou trezenlos disc- mfluenria do espirito revoluciortarior da (oca. Eri
pulos. O governo-tblerou esle ensino observando i839, as autoridades provisorias da Toscana esfor-
dc perto, orgulhando-se dwlle algumas vezes ;-ina,, caram-ss para reparar o mal que-Ante feito o go*
se houve entre csses professores livres horsens dis-' yerno precedente.
anctos, como Savaresse, Pisanelli, Palmieri, a'maior, As despezas da iasfraccao pnMw;. no gro-du-
perte delless se applieou a ganhar dinheiro pre- cado, que se elevavam a I milhao de fraucos em
parando o mais depressa possWel seus discpulos- 1855, dapliearara em 8l.
para exames irrisorios-.
A revoliijo de I8W>-achou, pois, as Duas-Si-
cilias-o nivel dos estudos muito baixo, mas poze--
ram logo raaos obra para- reerjfue-la. Tanto no
continente como na Sicilia, apressafam-sc a funiltir
escolar elementares, e s>pararam-perante a diffl-
culdadede achar instituidores, que-nao fossem ou'
bourlioRS ou sacerdotes hostis a nova- ordem. Im -
provisaram escolas normaes primarias, nomearam
ama commisso central deinspecec inspectores,
conselhos- provinciaes de instraejae, deraai sabsi-
dios s coauuunas mais pobres.
No fim de 1861, as provincias napolitanas, que
lem 1,855 eommunas, tinharo apenas 1^054 escolas
elementares- ftequentadas por 23,569 rapaw e' 778
escolas frei|Uenladas por 18.U- moca.
No mez denoven>bro de 186,ellastiiinnn 1,603
escolas frequenladas por 66,080 rapazesy e- W2 es-
eolas Irequemada por 30,567 mojas. As escolas
da larde para-o adultos tomaram sobretudo nm
Naverdade, este- divis.o corresponde'- exaat-
ment-aasdoas-ramos de nossos eenhecimentas,
por issoqae ell^separa as leis ow regaln a
cuantidades e as-propercoe das leis que regen
aespressio oormota- rprecisade naesos pensw-
mento!*:
Reinar urna virn* eimt.teao entre essas dirsri
sns universidades, naset* em repuilwas riraes-e-
qie muas vezes estavam em gaerra. Esta ceic-
correneia rinha alomas vezes em iroveito das P-
Iras e das sciencia*, poma ainda mais em vaita-
gem d'awaelles qu as ensiaavam : oeprofessoie
traiaviii*, res pe de sea ordenado,-, e nao se
coraprcmetliam a liear em unta univtnstdade s-aa
por um eerto numero de annos quand queriam
augmeeiar osou ordenad araeacavam partir pana
urna cidad rival. Havia especies da-empresasiea
que n-uuam iiuia<'oinpania. iima.ttnfia da Bao^
fessores,. e ajust:vam deuitt lado roa), elles,. e-do
com as eidades, que queam fundar oa engraaritt^
cer suastaaiversidades^ A sna oceupaea era tor-
nar farao pouco costosa a vida, da* estudantes.
Assim, esa Bolonha, em Padua, a cidade Ihes- toa-
necia guarios por coinmodos prejosr e< os isenlava
de pagardireitos as aibndef as por seos trastes-e
vveres Elles tamben gosavam do mui loe pri-
vilegiost.lao^coaMo'deUaaar arctasrraute a-dm,
ter unta jarisdiceo especial, e noiaear d'eotco si
'."",. .'?_..JI I ou uraireitor. ouum.ittk qae presidisse um tribu-
!uanl aos s nal cemposto de delegados dos diligentes coliugtos
nacionaes.
Acabamos de ver como o movjnento boionez se
tinha propagado as differenles eidades da. penn-
sula, .sobretudo na Italia central e septentrional.
A universidade de aples iw offerececa, agora
alguas detalhes- particulares. Ella foi fundada em
18% pelo imperador e re Frederico lt Desde a
n||c
E' imrWisivel que os italianos nao acaben) por origem nota-so-nell* o germen das facubJades ; ti-
comprehender isto. Elles tem ca tndo sentido a nha cadeiraa para o direito aivil e eononko, oulras
necessidade de organisar-se, sabem que am exer- para a. phUosophia e matheraaticas, oulras ainda
cito forte, bem disciplinado, i necessario sna para, a medicina. Ella s conferid o. grao de dom-
existencia e gloria ; elles viru- eertameole a con- tr em medicina ao estndante quu vesse estnda-
vencer-se de qae urna boa organisajo Testudo do tres annos philosophia e cinco medicina e-ci-
uma suprema necessidade para o nava reino da rurgia. Erara necessacios cinco annos de estudo
Italia.
racter- pouco sociarei. Por todas essas razes, a
universidade de Pina nunca tere um grande nu-
mero d discpulos f eontava-ser em 1474r 220 es-
tudantes-em direito o-cerca de 100 em medicina ;
em 1 -MS, o numero total era do 460 : -acifra
maior queseaeha na historias-da poca.
Pisa, como todas as -oulras cundes da Italiay qae
possuiam urna unirersidade, tere collegios de
dilTereatea-nacoes, fandados qor por hispas qur
por particulares, e ntaitos dmw subsist'maa at
estes ult toios annos.
Os estrujantes, quand recebium- o titulo de dou-
tor, paga vam ra xa. da universidade iflorins c 3
aos examioadores.
Era alem disso necessario. para ser adtnistido
aos exanses, justificar cinco anuos de universida-
de, ou apresentar certificados ewjitvalentes dos pro-
fessores- livres.
Os ordenados dos- professores da universidade
eram omito varia vis : aquelles-mie tnham algu-
ma i'epulajao rerebiam 120 esetufus, lioux ulgun
que rteberatn 500 -vt- cu dos; mas^ esta quaatta era
reservada s grandes celebridades. O reitor ti-
nha 15 aorns e a casa.
Accnteceu muitas vezes qoeoge-verraveos rei-
tores so queixassem. da negligencia doo professo-
res em leceionar seus cursos; as lijoes quo a prin-
cipio eram futadas. era cento ecincoenta por anno,
se rtduziram a oento e dez, e depois. a.sessenta ;
foi emio que se tea urna lei para lirar-aa a cente-
sima, parte do ordenado dos professores por cada
lii-r.o que elles deixassem de dar.
"V.universidadf de Pisa foi una da^mais glorio
sase das mais-atis Italia, Consagrada princi-
palmente s sciencias naluraes, ella leve um jar-
dim botannieo, um musedde historia-.natural e de
physica, urna.escola de aaatomia, um laboratosio
dechimica, antes de todas- as outras universidades
ira lianas. V-se anda na aula mjgna, em Pisa,
entre os retratos dos professores, os de llostrps
sabios taes como Paloonio, Cisalpino, Mercunale,
Castelli e Boivlli.
Se agora procurarraos resumiros trajas qne ca-
racterisam. as universidades italianas da meia
edade e polos quaes ellas se distinguen) das- nsti-
tuijoes. anlogas, que existan), nos odre* paizes
da Euro,, veremos que, ao passo que em Franja,
na uiu.vei'.-iilaile da Pars, a Mieologia e a> philoso-
phia oceupam o primeiro lu^ar, ao passo que na.
1
Algumas palavras sobre a origen),das universi-
dades italianas devem preceder o exame de sua sl-
tuajo actual. Nao se traa, aqu,, bem entendido,
de abrajar o todo de suajhistora.; aquelles, qoe. de-
sejam conhece-la detalhadament,. podem consultar
as obras celebres de Muratori, de Tiraboscai, a his-
toria de aples por Grinab, a da universidad
de Pisa por Fabbroui, e, enlre os modernos, o.h-
vro de M. Cibrario sobre a economa poltica da
meia edade, assim como a historia da escola de Sa-
lerno por de Renti. Nos qneremos smente, nos
para adquirir-se o gcu de doutr em direo,. e
doze em theologia.
Pedro de la Vigne,. secretario do imperador, fb
encarregado de fazer regulamentos para a univer-
siilade, o mandar tiadpzir as obras gregas e an*-
bes, qae deviam servir as escolas.
Chamase par aples os sabios mais clebres
da Italia e do eslrangeiro.
& Thomaz doAquioo, que ensinava direito can-
nico, recebia urna onea de ouro por moa, o o la-
moso jurisconsulto Belviso recebia cincoenta, Pro-
hibia-se rigorosamente tudo o que podesse fazer
opposijo universidade de aples : as leis pu
Inglaterra, em Oford e era.Cambridge, sao as an-
tes do triviume do (untrivium qae o. oceupam-,.a-
Italia, herdeira immdiata, das civilisaedes romana
grega, chamada pela seraelhanja do. Oriente a
A instruejo- secundaria nao segniu-o mesnio
raorimento de-progresso -, perqu ella nao pode
iwerfeijoar-se seno ajudada por protessores- ins-
truidos e eduendotr-em una bm escala nermaUso-
periar.
Qtianto universidade de Sapales, cometo a
roslabetecer-se-de sen nivelamaMo : o -namerodas
cadeiras c os ordenados dos professores foram aug-
rnwiados, as salas reparadas engrandecidas, as
coMecroes e os laboratorios enriquecidos.
Ao autoridade napolitana-- pretndeme quoos
cursos da universidade sao roguidos aetuaimanCe
por 9on 10,000studantes ; roas, como atagoua
nm tem havido ihscripjes, esta cifra nada temla
offimal, e quando en visitei ao-salas das-liuoos-em
lS^os eursos-mo parecern nao serfrequenta-
cms'por mais do-i 3,000 discpulos ao todo.
0-qme certa,1- ie professores illuilres vieran
de-todas as parteda Italia paca a uairersidade-do
aples; Veva,Spaventa, Etnervini, MannarH-
lx-iani, PisaneHvso nomes coaherides- as srien-
cmsmoraes e polticas, TrwbV.de Gasparis, Batm-
gaiv Palmieri. Costa, de Lea, Scacchi, Gaspariniy
de-Bonzi, Albioi, as scienrias naturaos e medicas.
Ht de esperar quo taes psefessores- des pe rumia
erauiajo do* pwnU-doctnt, najo crdito nao se-po-
dca sustentar-seno pela doprecace. dos estudos
iiai-versifarios, o que elles por seu turno se poobam
(-ni. estado de~fazer frente ao ensino- oficial lego-
nerado.
Im movitunto lecundo/se manlfssta as pnaanv
cia meridiaaaes, e estamos persuadido de qoe elle
nao pare. O'^overno da, toadenciade Napctes-po-
Nieou sobre- a instrueco publica. urna lei geral,
(me urna inlaco da lei piemaalaea de 1H.'!(J> que
ne mesnio superior am alguns pontos.
A autoridad dictatorial promal^ou, quasi na
loesma.poca na Sicilia^ urna lei ama semetoftale
de aples
E'. par lamentar q>e csses ibas governes tem
porarios tenham-se apressado fundar cada ura
um systema completo de iustreKjVipublica. Pre-
feririainos ve-Ios esp,ear. que fosse possivet orga-
nisar aomesmo tempo o ensino em todo o reino.
As autoridades prorisorias que goveraaram os
Marches a Ombra, as Koraaabas, Parraa o Mode-
na, antes de sua aaaoxajo ao reino da. Italia, es-
forcarara-se egualmente em roorganisat 'xlo o en-
sino.
Nas-duas priraairas pro vietas, os commissarios
extraordinarios, eujo podor.oolretanlo durou pouoo
lempo, deram (iressa em comear inspectores, abo-
nar soccorros vcommunas pobres para.a.fuoda-
qode asylos o-de escola&elementares, augn)enter
o pessoal dos Ipceus apronelando-so dos legados,
de que gozavam os jesutas e as outras coepora-
ges religiosas. Elles declararan) livre, isto o dei-
xaram cargo dos bdgels provmciaes e wunici-
paos, a antiga universidade de Perusa, que nao ti-
nha mais que ans ceraidtscipalos,.ea de Camerino,
que tinha o. terco.
A niesuia medida, foi tomada par Fariniv.dictidor
Heconherando qaac exlraordinaria esta des-
peza para o Uudgct. nb'se deve esqfleeer os tito
los que Florenca pede apresentar para* revindicar
um lugar distincto no eneino superior d1 Toscana
e da Italia.
Todos conheeem esse grande movimento litera-
rio, scienlifico e nacional, qjie illustrou a-Florenja
durante meio scalo, e-dlrqnal um dos-mam mo-
destos, porm mais uteis- actores, M. Yleueseux,
morren ha pouco lempo.
Floren ja lem ttoos estabrtt'rmentos, rjjos bri-
ifiante servicos e annaes iialla-nos tem rs^istrado
desde innito tempo: o museiij-coja origennremen-
t? i (ialilt-u e ao 'Hmirnlo, e ooja gloria tt-m sido
continuada at os nossos dias petos traballes dos
Fontana, dos Falduroni, dos Nobili e a escota"pra-
ticade medicina ccrrnrgia, qne-nnnea detxoa>de
ser Hrgda por pralicos celebres,- taes como-Imfi-
lini e'Begnoli, e de- formar exceflenles discpulos.
Kss,-;- idhis estabelesimeBtos, prvidos de preciosos
recarso, poderiam ser desenvoriidos, e podoese-
hia bzer ovilesduas escolas nerones para o reinoi
urna destinada ao cnsian superior das sciencia
pliys'.tMs. a outra ao da medicinal Desgrajada-
mente-porm, a seei-ui- do instituto- superior,.qo
foi fundado em Florenea em 1859, o qne comjire-
hende a philosophia. a .historia, as seieneias moraes
e poltica- na a pode al boje alcaaoaros mesmos
ttulos de-gloria.
Coma.oanto semelhantesinstituijcwpwsam ape-
nas exiWr em ura grama* centro con Paris, an-
da assifooosamos dizenqneo collefiodeFranc-.c
o Jardn das Plantas- nada perdern se fossem
transformados em escotes normaes d-ama eleva-
da. Ainda assim, Floienca com sea'mnseu e sua-
escola de medicina traastormados, como o disse-
mos, sua biblothecasvsuns galeras, seus archivos,-
Pisacomua universidade e urna esoata-normak1
onde o estado deveria raonter sessento discpulos,
em vez de rinte, Livor no rom urna esoola para os
diseipntos de marinhaN dao irremJssiTelniente s
Toscana o lugar privitegrado, que efla.: merece na.
organisaeo do alto ensiao da Italia
Quanto s antigs provincias do reino, se ellas-
foram as ultimas bg>nrar na historia-mtellerli:
da Italia, tm comtudonew. representado desds-o-
meiado do scalo passado om papel t.rbanie e cisivoi.
A jtdgar pelos homens de lettras e petos sabios.
sem contar os estadistas e os militares, que o ta-
monte tem produzidojdesde essa poca, parece que
o reine, subalpina tai ebamailo petttrovidenea
para marchar sol>re todos os pontos- frent'.-do
moviiiiente nacional.
Os-principes da casa de Salioia, sempre atltmlos
obra da regenerajao italiana, comprehenderam
desde tofo quanto importara fornur>.por umaJioa
disciplina dos estudos, o povo quelles deviam
destinar grandes empiezas.
.-la etmstituiroe da untrrrsidai'e tle Tm < -t. que
taran estatuidas por Orlos Manuet.HI (177},.so
ainda boje um monumento de alta sabodoria.e nao
se pode ler sem admiFaco os termos no ores-ft se-
veros, que estabeleeom as attriamrfies fa-magi*-
tr.ait* da reforma, .quem essas(^stituteoflodo-
wun a alia direejao db ensino.
Havia excedentes instituicoes que a vaina mo-
narehia legava. na. reine sardo sentativo; entre os.homens quemis contribuirn)
para conservar oo melhorat essa gloriosa heranja
devenios cilar o conde Balbo, pae do hislawadnr e
primeiro ministro de Carlos Alberto om 18. e
em lempas mais recentes o marque JJtleri. En-
tretanto aevemos. dizer queos-nunierosos ministros
rastraejo publica que se succedanam era Tn-
da
antigos annaes de nossas adversidades, quo tive-1 niam com tres annos de desterro os estudantes-
ram tamanha gloriaba meia edade, procurar o que que segujssem carsos parliculares j era prohibido
pode lanjar alguma loz sobre os problemas qne
neste momento oceupam a Italia.
Na origero, encontramos o genio organisador de
sol as penas mais graves, estabelecer escolas as
oatras eidades do reino, e a nica excepjo esta
regra era a escola de medicina de Salerno. Para
Carlos-Magno, que havia cstabelecido as prioci- chamar, ao mesmo lempo, universidade do Na-
paes eidades da Italia escolas de grammatica e de' polos os estudantes das differeutes partes da Ita-
bellas-letras, e as tinha principalmente confiada lia, so Ihes conceda exempjo de toda a especie
aos bspos. ae >tnpo*K>s para os objectos necessarios vida, e
/y. a i a m ,i,m mncii- nomeava-se ura magistrado, cujas nicas atlri.
Os papas, de seu lado, mantinnam nos manaste- ... ,j -;
i. i i..-___ m c^ a buicoes eram defender seus nteresses contra a
nos o culto das lettras gregas e latinas. No Bm do
i a< i in -.arana mmt avidez dos negociantes de vveres e alugadores de
XI seculo, ama especie d escola de medicina, caja 8
origem parece remontar mais alta antiguidade, Entretanto regulamentos especiaes prohiban)
se organisa em Salerno sob a dominacaa de con ^ cursos da unVersidade aos filhos de Milo, de
quistadores normandos. Esta escola rene sabios ^^ e d&& ou..as cdades )ombardas, qne ento
judeus, latinos, rabes, e institue um^estudo da me. estavam ^^^^ contra o imperador; as nni-
dicna to regalar qaanto o comporUva a poca | versidaoes italianas offereceram mullos exemplos
ella obtem urna grande celebridade, e, pouco mais desU8 prohibQO>s por cansa das|ulas polticas que
de cera annes depois da fuudajao, urna ordenanja agitaram ^ muit0 ,ernpo a pennsH|a
de Frederico II, imperador da Allemanha e reidas ^ successore9 de Frederco ,, at pa|nha
Duas-S.cd,as,prescrevequenaosepoderaexe^rjoanna ^^^^^ pe,os progressos dj> un.
a prolissao de medico era seu remo sera a appro- ^.^ de ^^ m o ^^
vacao do colleg.o medico de Salerno. | foram ^^ as Pn8lMkat que formam m
Mas, para vormos nascer os primeiros germens regulamento universitario cempleto; ellas estabe-
de nossas universidades propriamente ditas as re- cciam collegios de examinadores e resulavam D0,ann'C0 e os n*dlcos
.j t v 'nuil iiiii'la nnllnnuiui' lia '
publicas agitadas ent 10, mas tao vivazes, aevemos minuciosamente a forma dos exames, ponto de
avanjar at o grande movimento religioso poltico descrever as ceremonias que deviam acompanhar
e intellectual do XI e XII seculo. Bolonha deu a conferencia do doutorado.
um exemplo que devia ser seguido de felizes resul- Observa-se ainda a menguo de cinco inscrip-
*ados, chamando em 1196 de ..avena, onde era gees ou matricalas necessarias aquelles qoe qu-
jate, o sabio jarsconsnlto Iroerins, e encarregan- riam apresentar-se ao dontorado. E' carioso achar-
do-o de ensinar publicameiHe a jurisprudencia ro ^ nellas indicado os presentes que os candidatos
da Emilia, a respetio.da aniversidade du-Ferrara,
eolher-lhes as razes, dwigiu a principio seus estu- qiie apeaas ,nha gem estadantes. De erto, dese-
dos universitarios para a jurisprudmpia, auP9t jamos tanto, qaaato oatra qualquer pesse;i, ver na
para a medicma, as matheinaticas- e as semencias ,,alia essas osttt,noes escolares sostontadas oa
nataraes. Qae nos resta de toda,esta vida de nos- p^.,.. provinria&ou pelos municiiiios mas precisa-
sas antigs nniversidades? Resta-nos primoira-. menl0 ^raue tanjamos ver esta transformajo se
mente os ttulos de gloria que nao se podem apa- rel|isar> .qUf> tomemos qUe o suaeesse nao seja,
gar de nossos annaes; em segando lugar preciosos doinnrometikto por mcdidtis tomadas cora preciph-
exemplos, uns bons, outros maus, de tal sorte que ^^
pedemo-aos aproveitar de uns evitar outros. Pode-1 ^as tentanvas feiu&^ condiedes 'ras nao po'
mos.ostadar para evita-las, as causas que tem en-1 dera0 ler r fiin ^^ resu|lado imperfeilos e de
fraquecido a disciplina as escolas que tem desviado Ballirezataj a desgostar as autoridades locaes (testa
os estudantes do trabalho. e oa professores de suas! ini(.auva. E- nas eidades, era que reina grande
ligues evemos tambera prender nossa attengao ac.vidade esC0|a|.( ^e poc. &&, ao& csfor.
paradaludeduzrmosuteislijoes sobro os colle-1 nuniciaes as instjluiote;i de ensino ah o
gios onde os estudantes viviara e trahalhavam em pub|ico Cinprehede o proveilo que Ihe pode re-
commum sobre os collegios de examinadores so- $u||ar e v ^ ^,.^^08 recompensado.,; mas.
breos cursos eslabelecjdos por jovens pnoar-do. | as universiada |vres de Perusa, de Camerinoe
cenf, sobre essa emula jo que aceitava as um ver-! de errara s conseguirn), e'isso mesmo com
sidades a disputarem-se os mais illustres sabios. graQdes des|ieus, dar urna instruejo isufficionte
novemos reroniwoer em de.lmihva. nue. nossas ras- I________.1- ii__. j___...j.._f.. n- ...____
Dovemos reconbecer em definitiva, que nossas ras-
tituijoes escolares durante a meia edade, offerecom
algumas particularidades qae se devo conserrar
oa fazer reviver.
U
Via-se ja qual foi o ensino italiano durante a
meia edade. Nos temos agora prossa do ohegar
parte pralica deste trabalho, e s diremos a res-
peito dos tempos modernos aquillo que for neces
sari* para fazer comprehender a importancia das p^; e de Modena, conta, aliVm
roformas que se devem realisar hoje. Este exarae do Ferrarai de que acabamos ^ fa!
a um numero diminuto de estudantes. E' este um
grande perigo real para a systema quo ellas repre-
sentara, nos o repetimos, e seria prefenvel que
essas eidades se contentassem com urna boa escola
secundaria, ou que ellas tivessem, era voz de ama
universidade completa, pelo monos urna ou duas
facilidades somente.
A Emilia, isto a provincia que formada pela
reunio das logages e dos amigos ducados de
da universidade
v fallar, a de Parma,
nos condtu a analisar um apes Uro os diversos nha em j, m esluda,es> e a de Modeoai
estados, cuja reumao formou a liaba nova. A res- que tinha 390 a de Bolonha, que possuia 400 ou
peito de cada um delles, procuraremos pnncipal- g^ e e (xe ter.se ^g^^^ ^^ anoo po,.
mente esbogar em algumas rpidas pennadas o um cert0 numero de estudantes emigrados de Ve-
regimen, qoe a revelajao de 18a9 achoa, e o qae nm
ella Ihe sabstilaiu. Ainda, sem discutir o valor comparativo dessas
Vejamos pnmetramente as provincias mendio unversidades, tenho de observar aqai, qae saa co-
naes. Se exaroiua-las no cornejo deste seculo, exislenca n-uin territorio, que se percorre hoje em
nenhum vestigio de organisajo escolar encontra- ,ro horas sera sempre um obsUculo a um con-
remos-lhes. Os sabios dislinctos que nao falla vam curso sufllcienle de discpulos. Ficar-se-ha ainda
em aplas, foram levados, pela oppressao e pela mais conVencido desta superfeUco sabendo-se qae
vicissitudes das dominajoes eslrangeiras, a entrar eas cuslam ^ governo 800,000 Trancos, isto ,
em lula contra os governos de seo paiz oa ao me- uma somma egua, a que ^ gasU em Franca com
nosaficar mteiraraente de parte. O principe de 0 ensin0 snperior. Nada mais se pode fazer do
Bisignano dea sna villa para fundar-se um jardira que |amentar a precipitacao com que a instruejo
dos hospitaes fundaran) a superor ten, sdo nessas provincias, antes da anne-
sua custo collecgoesde anatoma ; masmpezar dis- -0j rcgu|ada ^r |ei8 geraeS( cuj0 {tm princjpI|
so a insti uejao elementar estava inteiramente era aUgmeniar 0 numero das aderas e os ordena-
abandonada, os collegios estavam entregue ao ele- dos dos professores
ro.geralmente fantico eignorante, esoestadava Elreianto, apressamo-nos a dizer qne, sobo
mais oa menos completanwnle nos seminarlos ,0 de visla a inslru^ao elementar e profes-
0 paiz nada mais espertado ^ e ttanacto- ^iona| a Emilia e principa',mente as Homan'has J
, nos nrofessore ^^^ *, gniram depois da revo.ujo uraa marcha pr,
mana.
Esto grande cidade, j altiva da divisa libaias
que ella trazia era '.sea escudo, la adquirir novos
ttulos de gloras e merecer o nome, caro Italia,
de Bolonia docta. Situada felizmente no centro
da pennsula, reuni logo um grande numero de
deviam fazer antes do exame ao prior dos collo-
gios o aos examinadores : um aguIheirtNe prata
de valor de cinco dacados, uma bolsa, luvas, am
pente de marnm, nm annel (1).
(1) Ainda ha poueos annos,
universidade de Pisa,
havia esto use na
Poderiamos
va nos pro
SOCCOrrO mediCO. uruj.iiDmiiaiii-iMuciow.cn- .: -
tou restabelecer a instruejo publica. 0 irmo, }%c^^* ^"u,
depois o cunhado de Napoleo, fizera.n leis para ,s annos ", auad^
fundar collegios nas cidadej principaes, para esta- '^MmptJ 2Ua ^VJ,TT^ST
municipalidade. Huure um director de instruejo "
publica, depois um conselho superior e directores
geraes.jurys de exame, facilidades universitarias
e escolas preparatorias em duas ou tres d'entre as
eidades mais importantes do reino. Fundou-se em
Deremos at confessar que as populagoes das
Romanha cheias de actividade e iniciativas habi-
tuadas, de ha muito, uma excedente administra-
gao municipal, anda imbuidas das tradicedes do
rin, ha 'jainze annos, nao ti*vram aern o descan-
co, nemo poder necessariovpara completar e des-
envolver as reformas que elles pedern apenas
comegar.
Suiente a ibslrucjao primaria receban grandes
deseavolvimentos, c as antigs provincias vram
fundar-se um grande numero de escotas elemen-
tare* e escolas normaes para os. instituidores. Se-,
puado as ultimas estatisiieas publicadas, que da-
tara do anuo escolar de-IHS6, 3X o reino da Saiy
dsnha, que comprehendia enlo*i95 communa.s,.
possaia 5793 escolas para, os rapazes e 3158 para
as mogas ; havia to. bem, 215. satas de asylos or-
ganizadas por ApOEli e fre*u;ntadas por ty.CMMi
meninos. Contava-se 4,9Ef ustiluidorcs pensiona
dos e *.7I instituidoras.
A despeza da iinitrucjo. elementar, sustentada
principalmente pelas communas, era de 3c889v00
francos ; o medio dos ordenados era de 103 tran-
cos para os instituidores e .150 para as mimwido-
ras. As cstatisticas que ns mandamos fatoc e que
nao devem tardar a apparecer, mostraro certa-
mente os progressos, que as antigs, provincias
tem tido desde a poca, ha ponco mencionada. O
ensino saperior conta no antigo reino da Sardenha
quatro universidades, as de Tarn, Genova, Ca-
gliari e Sassari. A mais frequentada, que a de
Turin, contava em 186i, 800 ou 900 estudantes v
quanto de Sassari, que de ha muito devia dei-
xar do existir, nao tinha mais. do que 25 ou 30>
discpulos.
O rgimen legal das antigs provincias, para a
maior. parte dos estabelecimontos de instrneoo
publica, ainda o da lei de 1859, publicada no
tempo dos plenos poderes. Esta lei foi immedia-
tamento posta em visor na Lomhardia e depois,
nas Marchas e na Ombra, e em parte na Emilia
enifim ella foi introduzida com di versas modilica-
ges om aples e na Sicilia. A uniea le geral,
que o parlamento do reino de Italia consagroa
instraejo publica, foi a de 31 de jolito de 186$,
que estabeleceu as bases principaes do rgimen
uniforme das universidades italianas.
O leitor pode comprehender, pelo qae temos
dito, qual nas diversas partes do reino italiano o
estado das inslituijes escolares. Agora, qaaes
sao as reformas que se deve tentar ? Somos obri-
ados aqai a entrar em algumas cifras, e de-
ronte do parlamento italiano que nos de vemos,
enllocar para examinar as qoesloes administrativas
que agitara essas reformas.
O bndget da instruejo publica na Italia para o
exercicio de 1863por nos mesmo aprescnlado
cmara dos deputados,ser o nosso gnia no es-
tudo e elassifleajo dessas diversas questes.
HI
A despeza necessitada (vara a instraejo publica,
que em 1858 era de 5,847,009 francos para todos
os estados da Italia, e cujo tergo era sustentado pelo
Piemonte, elevou-se no budgi-t para 1863a 1,612,878
francos : esle excedente, alias fraco, sobre a des-
peza do anno precedente se explicara principal-
mente pelo applicajo da lei de 31 de alho de
1865, que elevara os ordenados dos professores a
4, 5 e 8,000 francos segundo as universidades e
os annos de servico. O facto qne se torna logo
saliente, que a somma dispendida na Italia para
ainsirucjo publica excede, se compararmos as
popnlajes respectivas, a despeza qae fazera a
imbu
Franja e a Prassia com a niesma verba.
____________________( Conlimiar-te-ka)
PEUNAMBUCO. TTP. UE M. P, F. F1LH0.
1
ILEGIVEL
i
f
-.

\


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