Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10263


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Full Text

AMO XXXIX HOMERO 283.
Por tres mezes adanlados 5|fM)0
Por res mezes vencidos 6$O0

QUINTA FEIRA10 DE DEZEMBRO DE 1863
Por anno adiantado.....19(000
Porte para o subscriptor. 3$00O
DIARIO DE PERNAMBUCO.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPfAO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Araratv.
Sr. A. de Lemos Braga Cear, o "Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranttao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Mano"! Pinheiro & C".; A-
mazonas, o Sr. JerooynK) da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO BUL
AjagAas, o Sr. Chuidino Falrao Dias; Baha, o
Sr. Jo.se Martins .Uves; Rio do Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martins 4 Gasparino.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassn', Goyanna e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Santo Antao, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru',
Altinho e Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, "~
EPHEMERIDES DO MEZ DE DEZEMBRO.
3 Quarto ming. as 8 h., 49 m. e 2 s. da m.
10 Loa nova as 4 h., 29 m. e 20 s. da t.
17 Quarto cresc. as 8 tL, 2 ao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira, 24 La cheia as 11 b- 23 m. e 14 s. da t.
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob,
Boa Vista, Ouricurv e Exu' as quartas feiras.
quartas
Serinhem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-j
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Ilha de Fernando todas as vezes que para atl sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao '/, dia.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 0 horas e 30 minutos da tarde.
Segunda as 0 horas 154 minutos da manha.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIHOS.
Para o sui at Alagas a 5 e 2o; para o norte at
a Granja a 7 e 22 de cada mez; para Fernando nos
dias 14 dos mezes dejan, marc., maio, jul, sel enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recife : do Apipucos as 6'/, 7, 7 V, 8 e
8 /i da m.; do Olinda as 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatao as 6 '/* da m.; do Caxang e Vanea as 7
da m.; de Bemfica as 8 da m.
Da"Recife : para o Apiparos as 3 '/,, 4, 4t/4,4 Vi,
., &'/, 5 '/ e 6 da urde; para Olinda as 7da
manha e 4 Vi da tarde; para Jaboatao as 4 da tar-
de | para Cachang e Vanea as 4 / da tarde; para
Bemfica as 4 da Urde.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relacao: tercas e sabbados as 10 horas.
Fazenda: quintas s 10 horas.
JuiiO do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphaos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DIAS DA SEMANA.
7. Segunda. S. Ambrosio b. dr. da egreja.
8*. Terfa. cga A Immaculada Conreicao de N. S.
9. Qnarta. S. Leocadia v. m.; S. Gorgonia v.
10. Quinta. S. Melcliiades p. ni.; S. Gemillo m.
11. Sexta. S. Dmaso p. m.; S. Franco c.
12. Sabbado. S. Sereno leitor; S. Epimacho m,
13. Domingo. S. Ltizia v. m.; S. Eustracio m.
ASSIGNA-SE
no Recife, em a livraria da praca da Independencia
ns. 6 e 8, dos proprietanos Manoel Figueiroa d
Fria 4 Filho.
PARTE OFFICIAL
GOYERW DA PROVINCIA.
Expediente d dia 5 dr dezembro de 1863.
Offlcio ao Exm. presidente da provincia do Mat-
to Grosso. Aceuso recebidos com o offlcio de V.
Exc. datado de 23 de setembro findo, 4 excmpla-
res impressos, sendo dous do relatorio com que o
Exm. conselheiro Herculano Ferreira Punna, nas-
sou a adminstraco dessa provincia ao 1." vice-
presidente chefe d'esquadra Augusto Leverger, e
dous outros que este ap-esentou V. Exc. cin 15
de julho ultimo, por occasio de enlregar-^lhe a
mesina admiuistraco.
Dito ao Exm. Sr. Dr. Miguel Joaquim Ayres do
Nasrimento, 2.' vice presidente da provincia do
Maranho.Pelo seu offlcio de 24 de novcmbro
prximo findo, fiquei inteirado do haver V. Exc. na
qualidade de 2." vice presidente, assumido a admi-
nstraco dessa provincia.
Dito ao commandante superior da guarda na-
cional do Recife. Sirva-se V. Exc. de expedir as
suas ordens para que marche urna brigada da
guarda nacional desta cidade, para a frente da
igreja de Nossa Senhora da ConceicSo' dos Milita-
res, no dia 8 do corrente, afim de assislir a festa
da niesnia Senhora.
Dito ao commandante das armas. Ao offlcio n.
2242, que V. Exc. me dirigi hontem, respondo
declarando-lhc que os individuos rccrutados para
o servico do exercito devem ser apresentados
presidencia com o mappa de que trata o art. 24
do regulamento annexo ao decreto n. 2171 do 1."
de maio de 1858.
Dito ao tnesmo.Queira V. Exc. informar sobre
-o que prope o director da colonia militar de Pi-
menteiras no incluso offlcio.
Dito a* mesmo. Sirva-se V. Exc. de expedir
suas ordens, para que urna guarda de honra tirada
do 4." batallan de artilhnria a p, se aprsente no
dia 13 do corrente, em frente do convento de
Nossa Senhora das Neves na cidade de Olinda,
afim de acompanhar em procisso mesma Se-
nhora, dando as salvas do coslumc na occasio de
recolher-se aquella procisso.
Dito ao conselheiro presidente da relacao. Re-
mello a V. S. copia do offlcio n. 1597 que em 4 do
corrente dirigio-mo o Dr. chefe de polica para
fjiie se sirva de tomar em consideracao o que com-
munica aquella autoridade com referencia ao preso
Miguel Antonio Ferrar. Communicou-sc ao Dr.
chefe de polica.
Dito ao Dr. chefe de polica.Devolvendo o re-
querimento de Francisco Gemes Sirn5es do Ama-1
ral. que velo junto ao offlcio de V. S. de 11 de'
novembro ultimo, tenho a dizer-lhe em resposta
te, em vista das informarles do inspector da the-
souraria de fazenda, de 3 deste mez, com referen-
cia a do capitao Raymundo Jos de Souza juntas
por copia.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Com copia do offlcio de brigadeiro commandante
das armas de hontem sob n. 2244, remetto a V. S.
a folha dos veneimentos dos offlciacs empreados
no recrutamento as freguezias deste municipio
c do de Olinda, relativamente ao tempo decorrido
de 26 de setembro 30 de novemliro, tudo do
anno corrente para que mande pagar a respectiva
importancia se nao hoover inconveniente.Com-
municou-se ao ao brigadeiro commandante das
armas.
Dito ao mesmo.Para os fins convenientes trans-
mitto V. S. a inclusa copia da acta do conselho
administrativo do arsenal de guerra datada do 30
de novembro prximo passado.
Dito ao mesmo. Communico V. S. que em
offlcio de hontem| sob n. 74, participou-me o bri-
gadeiro commandante das armas, haver encerrado
no dia 2 do corrente, os trabalhos da inspeccao a
jue estar procedendo no corpo de guarnilo des-'
ta provincia. I
Dito ao inspector da thesouraria provincial.'
Annuindo ao qne solicitou o director das obras
publicas no offlcio, junto por copia, datado de hon-
tem c sob n. 243, recommendo V. S. que em
vista do competente certificado, mande pagar ao
ompreileiro do calcamento desta cidade, a quantia
1.3:0175000, a que tem dreito por haver feto de
conformidade com o seu contrato as obras cons-
tantes do offlcio cima citado.Communicou-se ao
director das obras publicas.
D'to ao mesmo.Aceuso a recepeo do offlcio
de 3 do corrente, sob n 584, em que V. S. me
participou haver Francisco Ivs de Miranda Va-
rej.io, dando por fiador o propietario Manoel Jos
da Costa, arrematado a obra dos reparos da pon-
tesinha do Guerra, com o abate de 24 por cento
no preco do respectivo orcamento.
Em resposta tenho a dizer que approvo essa
arrematacao.
Dito ao director do arsenal de guerra.Mande
V. S. fornecer ao guardilo do convento de Nossa '
Senhora das Neves da cidade de Olinda, medante
a competente indemnisaclo, o carluxame neces-
sario para a salva que se tem de dar por occasio ;
de recolher-se a procisso da mesma Senhora que j
tem de sahir daquelle convente no dia 13 do cor-
rente.
Dito ao commandante do presidio de Fernando, i
Faca V. S. regressar a esta capital, na primeira
opportunidade, como requesitao juz municipal da
i* vara desta cidade em offleos de 4 do corrente,'
os tres sentenciados mencionados na inclusa re-:
laclo.
Ditoao commandante do corpo de polica. P- ,
de V. S. fazer engajar no corpo sob seu comman-;
do o paisano Jos do Nacimenlo Lima, apresen-!
tado com seu offlcio n. 495 de 4 do corrente.
Dito ao commandante superior da guarda nacio-
nal de Santo Antao. Em deferimento a petigo
do Thomaz Rodrigues Perera, tenenle do batalho
n.24 de infantaria da guarda nacional do munici-
pio da Escada, sobre que versa a sua informacao
de 26 de novembro ultimo, autoriso V. S. a man-
dar passar-lhe a guia de que trata o art. 45 do de-
creto n. 1130 de 12 de marco de 1853, visto que i
tranferio a sua residencia para o municipio do Re-
cife. Communicon-se ao commandante superior ]
da guarda nacional do Becife.
Dito ae juiz municipal e de orphaos de Ipojuca,
Jalo Gonzaga Bacellar.Consta de participaran da
directora geral da secretaria de estado dos neg- i
eios da justica, que por detroto de 2 de ontul.ro
ultimo, bou ve S- M. o Imperador por bem, remo-
ver Vmc. desse termo para o do Cabo : o que
)he commnnico para seu conheci ment e afim de
que entre om ejercicio independente de titulo que .
apresentar no prazo de tres mezes. Fizeram-se
as necessarias communicacoes.
Dito ao thesoureiro das loteras. Concedo a |
permissio que Vmc. solicitou em seu offlcio de 3
lo corrente, para fazer correr no presente mez e
entre as loteras extraordinarias autorisadas pelo ,
ineu offlcio de 5 de novembro ultimo, mais urna i
de menor capital.Fica assn respondido o citado
offlcio.
Portara. O presidente da provincia deferivdo
o requerimento do alferesda 7' companhia do ba-
talho n. 23 de infantaria da guarda nacional do
municipio de Santo Antao. Manoel Gomes do Re-
g, sobre que informou o respectivo commandante
superior interino em offlrio de 25 de novembro ul-
timo, resolve conceder-lhe a demisso que solici-
tou do referido posto de alferes.Communicou-se
ao commandante superior da guarda nacional de
Santo Antao.
Dita.O presidente da provincia, conformando-
do-se com a proposta apresentada pelo tenente-
coronel commandante do batalho n. 4 de infanta-
ria do municipio do Recife, sobre que informou a
respectivo commandante superior cm offlcio n. 130
de 4 do corrente, resolve de conformidade com o
art. 48 da le n. 602 de 19 da setembro de 1850,
promover offlciaes do mesmo batalho os cida-
dos abaixo declarados.
2' companhia.
Para tenente o tenente aggregado Thom Rodri-
gues da Cunha.
3* companhia.
Para tenente o alferes da mesma Jos Affonso do
Reg Barros.
Para alferes o alferes da 4' Melquades Manoel dos
Santos Lima.
4" companhia.
Para alferes o guarda Antonio Candido de Araujo
Real.
5* companhia.
Para alferes o guarda Jos Elesbo Borges Ucha.
Communicou-se ao commandante superior da
guarda nacional do Recife.
Dita.O presidente da provincia tendo em vista
as informantes ministradas pelo tenente-coronel
i commandante do batalho n. 31 de infantaria da
guarda nacional do municipio do Buique, em 1 de
maio ultimo, resolve privar dos poslos por esta-
I rem comprehendidos as disposiees do art. 65 da
lei n. 602 de 19 d setembro de"l850, os offlciaes
abaixo declarados.
1* companhia.
(Alferes Antonio Pinheiro Dantas, mudon-se do
districto do batalho ha mais de 3 annos.
I 4" companhia.
Tenente Paulo Tenorio de Albuquerque, nao soli-
citou patente no prazo da lei.
Communicou-se ao respectivo commandante su-
perior.
Dita.O presidente da provincia conformando-
, se com a proposta apresentada pelo tenente-coro-
nel commandante do batalho n. 30 de infantaria
da guarda nacional do municipio do Buique, sobre
que informou o respectivo commandante superior
em offlcio de 15 de junho ultimo, resolve de con-
formidad* com o art. 48 da lei n. 602 de 19 de se-
tembro de 1850, promover offlciaes do mesmo
batalho os cidados abaixo declarados.
1* companhia.
Alferes o 1 sargento da mesma Vicente Ferreira
de Araujo.
4* companhia.
Tenente o alferes secretario Lourenco Bezerra de
Albuquerque Maranhao.
Aleres o Io sargento Clarindo Cavalcante de Albu-
querque.
Communicou-se ao respectivo commandante su-
perior.
Dita.O presidente da provincia, conformndo-
se com a proposta apresentada pelo tenente-coro-
nel commandante do 2 oatalhao de infantaria da
guarda nacional do municipio do Recife, sobre o
que informou o respectivo commandante superior
em offlcio n. 130 de 4 do corrente, resolve de con-
formidade com o art. 48 da lei n. 602 de 19 de se-
tembro de 1850, promover a offlciaes do mesmo
batalho os cidados abaixo declarados :
1* companhia.
Alferes o guarda Abdias Bibiano da Cunha Sales.
3' companhia.
Tenente o lonente da 4", Juvino Epiphanio da Cu-
nha.
4* companhia.
Capitaoo tenente da 3*, Thomaz Francisco de Salles
Rosa.
Tenente o tenente da G", Manoel Juvenco de Sa-
boia.
Alferes o guarda Joaquim Silvero da Silva J-
nior.
3* companhia.
Tenenle o alferes da 4a, Jos Francisco Brando.
8* companhia.
Alferes o guarda Francisco Faustino de Brito.
Communicou-se ao commandante superior do
Recife.
Dita.O presidente da provincia, conformndo-
se com a proposta apresentada pelo tenente-coro-
nel commandante do 1 batalho de artilharia da
guarda nacional do. municipio do Recife sobre que
informou o respectivo commandante superior em
offlcio de 4 do corrente resolve promover capitao
da 5" companhia do mesmo batalho o tenenle da
1* companhia Jernimo Emiliano de Miranda Cas-
tro.Communicou-se ao commandante superior
do Recife.
Dita.O presidente da provincia, attendendo ao
que requereu Mana Benedicta da Molla Silveira,
professora publica de inslrucco elementar da cida-
de de Nazareth e a informado prestada pelo di-
rector geral interino da instrueco publica em 30
de novembro ultimo, ouvido o conselho director,
resolve, na conformidade da primeira parte do art.
28 da lei n. 369 de 14 de maio de 1855, conceder-
lhe a gratilieaco correspondente a quinta parte
dos veneimentos que lhc compete, visto ter-se des-
tinguido no ensino por mais de 15 annos.Cem-
municou-se ao director geral interino da instrue-
co publica.
Dita.O Sr. gerente da companhia Pernambu-
bucana, mande transportar no vapor Jaguartbe,
at Macei, em lugar de proa destinado a passa-
geirosde estado, aCypriaoo de Souza Melfo.
Despachos do dia 5 de deiembro de 1863.
Requerimenlos.
Anacleto Valladares.O supplicante ser atten-
dido, se hoover vaga.
Adriana Lins da Cunha Paiva.Informe o Sr.
desembargador provedor da santa casa da Mise-
ricordia.
Bernardo Ferreira de Barros Campello.Infor-
me o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Carlos Jos Dias da Silva.Informe o Sr. direc-
tor geral da instrueco publica.
Irmandade do Senhor Bom Jess da Via-Sacra,
da igreja da Santa Cruz.Infern o Sr. inspector
da thesouraria provincial.
Maria Benedicta da Molla Silveira.Passe por-
tara na forma requerida.
Mara Buflna de Paz e Paiva. Informo o Sr.
desembargador provedor da santa casa da Miseri-
cordia.
Tsset Frre i.Informe o Sr. inspector da the-
souraria provincial.
EXTERIOR.
A admlnlstra^o dos crrelos
SLA HISTORIA E SITUACAO ACTUAL.
Stgunda parte.
(Conlir.uaco.)
VI
O tempo do prirae'iro imperio foi ma poca de
completa restauracao pora a posta a cavallo. O de-
creto de 15 ventse, anno XII, anda actualmente
em vigor, posto a muitos respeitos baja perdido a
razan de existencia, fin nou a posicao dos mnstres
I da posta, restabelecenda um antigo principio, que-
1 sem motivo fra abrogado. Reconheceu-se que os
privilegios, cuja constituco el les recJamavam,
fundavam-se no interesse publico, e nao em coa.
cessoes e distinceOes arbitrarias ; que nao se po-
deria contar com a mdispensavel regularidade no
servico accelerado dos viajantes e das cartas, sen
que se Ihe garantisse urna subvenco fixa. Julgou-
se mesmo que era de equidade fazer essa subven-
cao recibir directamente sobre as messageries que
nao se serviam de ca val los da posta, e, em conse-
quenca disso, impoz-se-lhe o pagamento de 25 cen-
tesimos por posta e por cavallo, em cada urna cir-
cumscripcao da posta.
Esta medida permitto que os mestres da posta
tornassem muto mais rpido o transnorte das car-
las _e dos viajantes ; e ds9em urna velocidade at
ento inaudita aos correios do estado, e especial-
mente s frequentes viagens de soberana. Nunca
nos mais bellos lempos do imperio romano a pos-
la fra to completamente organisada, como nos
grandes dias do imperio. A multiplicidade e a ce-
leridado das malas no reino da Italia, e nos novo
departamentos, assim como na antiga Franca, ex-
cederam tudo o que tinha existido at ento, e esse
beneficio sobreviveu conquista, mesmo nos paizes
que foram restituidos a .seus possoidores pelos
acontecimentos de 1814.
O imperador tinha concebido em relacao posta
muitos projectos uteis e grandiosos, cuja execuco
foi interrumpida pelas contingencias da guerra.
Pretenda principalmente dar-lhe, em lugar do edi-
ficio de Epernon, que j reputava insufflciente, o
vasto local da ra de Rivol, onde se estabeleceu
o ministerio das financas.
Depos deste periodo de sobre-excilaco, o ser-
vico da posta a cavallo acompanhou a Franca cm
sua direceo mais calma. Em compens.~so, po-
rm, os progressos da instrueco publica, o desen-
volvimento do commercio, da industria e das re-
laces internacionaes, por muto tempo paralysadas
pela guerra, reagiram vivamente sobre a admi-
nistraco da posta, e, em poneos annos produzi-
ram grandes melhoramentos em todas as partes
do respectivo servico.
Poder-se-hia de algum moda seguir pari passu,
e graduar exactamente o desenvolvimento da ac-
tividade social em Franca, acompannando as pro-
gresivas modflcacoes do transporte das cartas.
Os priraciros correios de dias certos, os de M. de
Ahueras (1623) partiam apenas urna vez por sema-
na ; os de 1632 em diante houve dous das de par-
tida de Pars para certas localidades importantes,
como Bordeaux, Rouen e Lion; e em 1709 ne-
nhuma cidade das provincias gozava desse servico
mais de tres vezes na semana.
No flm Uo seculo XVIII progredia scnsivelmente
o servico das cartas, quando de repente comecou
a recuar nao s em consequencia da desorganisa-
ro das postas e outras irregularidades, como
tambera por causa do lamentavel estado das estra-
das, que j nao eram conservadas nem Inspeccio-
nadas. Durante muitos annos, as communicacoes
entre as diversas partes do territorio francez fo-
ram to difflceis, como nos lempos da Fronde e
das guerras religiosas.
O imperio tinha muitos reparos que fazer no que
diz respeito a viaco ; nao recuou, porm, diante
dessa misso, e nao s reconquistou a terreno per-
dido, como foi alm. Entretanto anda em 1915 ri-
dades importantes eslavam privadas das commu-
nicacoes pela posta. Durante todo o tempo da res-
tauracao, e principalmente durante a admnistra-
fao de MM. do La Rochefoucauld Doudeaville e
de Vaulcher (18211828) essas lacunas foiam-
se gradualmente elidiendo; mas s em 1828 com-
pletou-sc a rede de communicacoes diarias entre
todas as cidades ento providas de estaees de
posta.
Esta inslituico complementar tinha trazdo um
augmento de mais 3:500.000 frs. as despezas do
custeio ; mas do anno seguinte em diante esse ex-
cesso de despeza foi compensado com o augmento
da correspondencia, e pela anuencia de viajantes'
as novas mala-postas. Ao menos foi um verda-
deiro passo no caminlio dos grandes mellioramen-;
tos e dos adiamntenlos productivos, onde, nao ob-;
stante a evidencia do interesse publico, e da certe-
za do compensaco em tempo nao remoto, os che-
Esa da posta raneen nao se aventurara seno va-:
garosamente, por causa da sujeico financeira em
que se acham.
Ha, porm, um ramo especial das postas, que
na Franca foi organisado e desenvolvido com urna
actividade tanto mais meritoria, quanto certo'
que a respectiva remuneraran material, se nao
era problemtica, devia deraorar-se por muto
tempo. Itefenrao-nos ae servico rural, hoje mais
completo, e mais bem montado em Franca do que
em qualquer outro grande estado, nao exceptuando
n'este punto a Inglaterra.
Em 1829 donamos apenas 1.777 esta'ces da
posta para o servico de urna populaco urbana,
avahada em.6 milhes de homens, e ainda resta-
vara 1.400 capitaes de cantes e 36.000 communas.
Ainstituico dos carteiros ruraes (lei de 3 de ju-
nto de 1829), inslituico que honra o governo da
Restauracao, foi activamente desenvolvida por M.
'"Je, chefe da administrarn da posta, durante
quasi todo o tempo do reinado seguinte (1830
Em 1838 j 34.900 cemmunas eram servidas,
ou diariamente, ou de dous em dous das, por
8.500 carteiros ruraes. Esta til inslituico rece-
lara depos quasi lodos os melhoramentos que pos-
sue_: hoje o numero dos carteiros ruraes eleva-se
a 17.000, e apenas exislem, em toda a extenso do
nosso territorio, 220 communas (de certo as mais
montanhosas e selvagens) privadas desse servico.
Sem duvida a respectiva renda financeira nao
sera sufflciente para justificar urna organisaco
tao completa e um pessoal to numeroso. Sabtf-se,
ainda que se tenha residido muto pouco tempo na
provincia, que as previsdes administrativas, contra
o costume, van neste ponto alm das necessidades,
mesmo dos departamentos, onde o termo medio
dos que sabem escrever relativamente mais ele-
vado; e que as cartas apenas represenlam o me-
nor peso entre os objetos de nalureza diversa que
compe a bagagem quotidana dos mensageros das
communas. Mas debaixo de um pooto de vista
mais largo, o mais elevado, que de vemos apreciar
essajnstituico verdaderamente democrtica. 8*b
urna" forma modesta, e por gradaces insensiveis,
ella introduz-os, habitantes do campo no movi-
mento social: leva, e augmenta o bem estar uaaje-
rial s localidades mais remotas, temporariamente,
em pocas que nao difflcil advinhar, 1830 e
1848. Em 1826 o numero total das cartas era so-
monte 576, e o algarsmo total do haver, apenas
excede a um milho; em 1862 s a conta com a
Gra-Bretanha aprsenla um resultado duas vezes
mais consideravel, donde vrtualmente resulta que
a correspondencia da Franca cora a Inglaterra
nesse anno era duas vezes mais extensa do que a
que tinha em 1826 com o mundo todo.
Durante todo o tempo do governo de julho a le
de progresso segu urna direocao regular, e mes-
mo se poderia dizor rpida se os resultados obti-
1831
qufc
dos em nossos dias nao- excedessem Unto aos do
passaao. k a antiga mala-posta comparada ao ca-
minho de ferro
Era resumo, o haver da reparticao franceza cm
jca apenas 1.132,000 fr, em 1832 altinge
a tres millioes, e nesse mesmo iotervallo de
lempo o algarsmo do saldo a nosso favor, isto o
algansmo do producto liquido das convencSes, em
relacao as financas francezas, augmentou mais do
duplo (o01,372 fr. em 1831, 1.053,539 fr. 1847). E1
certo que foi grande o abalo de 1848: fez perder
de #rompto mais de 500,000 no algarsmo de sal-
do, mas a progresso recomecou desde 1849, c no
anno segrate attingo o algarsmo de tres mi-
lhes.
Em 1852 o productivo liquido de nossas conven-
coes luternacionaes (algarsmo de saldo) excedeu,
"un.ca_mais desceu d'ah, o algarsmo total de
1831. Dous annos depos esse producto liquido foi
alera de 1.300,000 fr., algarsmo a que nunca-havia
chegado nos annos mais productivos do preceden-
te reinado; e boje esta cima de 3 milltoes. Um
uliuno lance deolhos sobre este quadro nos far
apreciar completamente a rapidez, a mmensidade
do desenvolvimento da correspondencia estrangei-
ra no reinado de Napoleo III. Nao considerando
senao a columna do producto bruto (haver da re-
particao da Franca) v-se que foram precisos 12
annos (1826 a 18.18) para que esse algarsmo pro-
gredisse de 1 a 2 milhoes.e anda 12 annos (1838 a
1850; para que progredisse de 2 a 3 milhes. Mas
apenas um novo periodo de 12 annos foi bastante
para que passasse de 3 milhes de producto bruto
a 3 milhes de producto liquido! Este mara-
villoso movimento.cujq impulso se tem communi-
cado em nossos dias a quasi todos os ramos de
servico da posta nao deve nos fazer esquecer os
antgos administradores. Constrangidos como eram
pelos lacos de dependencia em que os collocava o
novo sysiema souberam, todava, forca de acti-
vidade e vigilancia, acompanhar de mais perto o
progresso social do que qualquer outro estado da
Europa, cora excep^o da Inglaterra. Em apoio
deste juizo podemos invocar um argumento decisi-
vo, o algarismo dos beneficios lquidos. Esse alga-
rsmo que em 1829 descera a 7.688,000 fr. chegou
a mais de 14 milhes em 1829, e em 1838 a mais
de 19. Nos ltimos annos do reinado de Luiz Fe-
lip|ie, a expedieco de cartas pelas malas foi a
mais rpida possivcl. Em 1847, esse servico ape-
sar do prejuizo que j Ihe causava o exercicio dos
primeros Irens de vas frreas, apparecia ainda
no orcamento das receitas dando 2 milhes, como
producto dos lugares de viajantes. Dessa poca em
diante, porm, decresceu esse producto, com pro-
digiosa rapidez at a nfima somma de 14 738 fr.
ainda alcancada em 1857; depois disso o produc-
to nenhuni. Toda a historia da immensa revolu-
Co porque passou a industria de transportes en-
ccriu^b ne.>sa sene lu ai^.insmos. a inauguraran
dos carainhos de ferro, a extenco, o aperfeicoa-
mento dos meias martimos, e a substituido da
taxa uniforme taxa progressiva, abrem para a
administraco da posta una nova era, em que os
meios de accao, e os recursos se multiplicara infi-
nitivamente.
( Continuar-se-ha )
INTERIOR.
i OltltlMMM>> I \< | AS DO DIA-
RIO DE Pi;il\A1IBIlO
AI.1COA*.
Hacei, 7 de dezrmbro.
Nao houve mais sesso na assembla provincial
desde 22 do passado.
Nospoucos dias de sessao os dignissimos traba-
lharam a suar ; e na verdade foi grande o nume-
ro de projectos votados.
Excedentes abelhas que nao quizeram guardar
trabalho. Feito o mel abandonaran! o cortico, e
grande numero dos senhores deputados j retron-
sc para suas casas em procura de socego c
fresco. Apenas alguns mais apreciadores do bu-
litio das cidades jlanam pelas ras desta cap-
tal.
Suppoe-se que ja est encerrada a sesso do
corrente biennio.
De todos os projectos de le snbmettidos sanc-
Co presidencial s um deixau do ser saneciona-
do por ser contrario aos nteresses financeiros, c
exorbitante em ura de seus artigos das altrbuces
da assembla.
E nisso fica, por que nao ha mais meio de re-
formar o projecto de lei na parte, que o governo
julgou inconveniente.
No dia2 s cisco horas da tarde houve cor-
tejo efflgic de S. M. o Imperador no paco da as-
sembla provincial.
Compareceram os ompregados pblicos e offl-
cialidade da guarda nacional.
No dia 3 embarcou para a corto o Dr. Jos
Angelo, deputado assembla geral, sendo accora-
panhado at Jaragu por grande numero de seus
amigos.
Na noute de 5 teve lugar o baile offerecdo
pelos empregados provinciaes ao presidente* c
assembla provincial.
Foi ura baile esplendido, e considerado como um
dos mel boros, que aqu se tem dado.
Houve grande concurrencia, e bastante pro-
fuso.
A salisfacao eslava desenhada em todos os sem-
blantes.
A's tres horas da manha comecaram os sales
a tirar vasios, deixando nalma dos convivas bera
vivas as recordares dessa noute de to brilhante
entretimento.
Reinou sempre muila.ordem, sendo digna de
especial menso a mesa pelo gosto com que foi pre-
parada.
E desta sorte manifestaran] os empregados p-
blicos o seu reconhecimenlo para com aquellos
que lizerara cessar a contribuico extraordinaria
de vi ule por cento.
Nao houve o menor desgosto; parece-nos que
lodos capricharam em ajudar aos empregados nes-
te to louvavsl empenha
Alinal foram postos em liberdade pelo juiz
municipal os presumidos criminosos Maia, socio
de Ferro, e o passador da letra, Vivoiros Sa-
bugo.
m ludo isto notamos que sendo julgada falsifi-
cada a letra por dous peritos, nao podesse a jus-
tica encontrar o criminoso II
Porque nao procura a justica i/uem levanto a
libr, e obrigou-a a embrenhar-se nesto labyrki-
tbe 1 Porque nao procura ella o fio de Ariadne
para nao deixar o juiz* do publico suspenso t Te-
ria havido precipitacao da parte da justica?
.Enganar-se-hiam os peritos, que julgaram a le-
tra falsificada ?
S quera nos pode responder, sao os sabios da
escriptura.....
Forca confessa-lo que um vu mysterioso co-
bre todo esse fado, e aos profanos nao dado le-
vantar, nem ao menos a ponta.
Nao acensamos a pessoa alguma, nem temos
para isso dado algum. Nao ha alluso.
^Deixemos osle factoque ja nao oceupa a atten-
C?o publica o vamos noticiar-liie um de mais s-
ras consecuencias para a sociedade.
No dia 26 do passado foi assassinado no lu-
gar Pedro da Cruz, Joo dos Santos por Joo Ma-
theus com um tiro ; aurtauem esle tocto motivos
de honra. O assasino fui entregar-se priso e
! acua-se recolhido cadeia do Pilar.
O governo tem continuado a mandar abrir
estradas, fazer postes, concertos as existentes
arruinadas.
Mandn estabelecer barreiras na forma da
para o que fez ura regulamento.
,,~ alKdao baixou um pouco pelas noticias
dah recebidas.
Nao ha tempo para mais, de outra vez sereL
mais extenso.
Nl'MA.
Reparticao da polica :
(Extractos das parte dos dias 8 e 9 de dezembro).
Foram recolhidos, casa de detenco no dia 7
d* corrente :
A' ordem do
REVISTA DIARIA.
Reune-se hoje em sesso ordinaria o Instituto
Archeologico t Geographico Pernambucano.
Foram designados os professores padre Vicen-
te Ferreira de Siqueira Varejo e Miguel Archan-
jo Mindelo para comporem a commisso de exa-
me no proceso de habilitarlo para o magisterio do
sexo masculino, cujo acto" deve comecar amanha.
Para igual commisso com relacao ao magis-
terio do sexo feminino foram designados os mes-
raos professores e mais a professora D. Alexandri-
na de Lima e Albuquerque.
Este acto deve ter lugar no dia 14, havendo sido
transferido do dia 9 por falta da designaco dos
professores.
No dia 7 do corrente encerraiam-se os traba-
lhos lectivos do collegio de S. Bernardo sob a di-
recao do Sr. Dr. Bernardo Pereira do Carmo J-
nior
N'este anno forneceu este importante estabeleci-
mento Iliterario trinta alumnos s provas publicas
do exame perante a Faculdade as materias de la-
tiin, francoz, ingles e geometra, com a salisfacao
de terent todos os examinados logrado a competen-
te approvaeao.
Ainda se nao cuidounadamnificaco da ponte
do Maduro, damnificarlo que ora se acha acrese id a
por haverem arrancado o corrimo ou grade, afim
de collocarera nos lugares em que ha buracos pelo
apodreci mente do estiva ment. De novo pois so-
licitamos a devida providencia, porque o concerfo
oflicioto que ahi notamos, mais urna esparrela
armada aos passageiros.
-* Amanha a sociedade thealral Melpomene d
un* r^irft'ija^,!, ciiiaarOiii.il i.>.
Sabbado tem lugar a inaugaracao da socieda-
de dramtica Recreto e Unido Familim-, na estrada
dos Afilelos, por mcie de urna represenlaco de
bella peca, de cuja execujo se encarregam os res-
pectivos socios.
Devendo este acto inaugural ter lugar no dia 7,
foi transferido para o que fica dito cima por cir-
cunstancias oceurrentes.
Hontem amanheceu roubada a leja de ferra-
gem n. 69 da ra do Queimado, perlencente ao Sr.
Jos Vctor da Silva Pimentel, penetrando os la-
dres pelo soto, para onde subiram por un cai-
bro quecollocaram na frente da casa.
Tendo o Sr. Pimentel transferido para sua casa,
na Boa-vista, o dinheiro apurado at segunda-feira,
apenas ahi encontrarara os ladres cerca de du-
zenlos mil ris em cobre, do qual furtaram cento
e tantos mil ris, que conduziram dentro da gave-
ta dobalco.
A pressa com que o roubo foi feito revela-se do
tocio de terem eltes deixado ficar no telhado um
chapeo preto de palha, um chinello de bota e urna
toalfia com a marca M S. Ara.", e na porta da lu-
ja urna peca de lona que tirarara do interior da
iota.
E mais um roubo que accresce ao numero
crescido dos ltimamente havidos, e que bem de-
monstrara a existencia de unta companhia, que ne-
ccssita ser perseguida.
O vapor Camaragibe, chegado honlem de Ala-
gas, apenas foi portador da carta de nosso corres-
pondente, que vai em outro lugar.
No despacho, dado pela inspectora da the-
souraria de fazenda.no requerimento dos Srs. Maia
& Espirito Santo, era vez de 1 de outubro deve
ler-so 1 de dezembro.
De Caruaru escrevem-nos :
O que mais prende a attenco publica presen-
temente o rosultado da eleico, que acaba de ter
lugar.
Maior pasmo me tem causado a eleico do Dr
promotor publico desta comarca Joaquim do Reg
Barros, joven de poucas affeices, bem conhecido
aqu, que alguem... enlendeu dever senta-lo na
subdelegado do Recife, es pardos
iHonizio Joao Baptista dos Anjos, Ezequiel Honorio
Ciomes Palmeira, ambos por inraccio de posturas,
e Francisco Flix de Souza, por insultos.
A' ordem do de Santo Antonio, Albino Gomes
Coutinlio, semi-braiieo, para averiguaces policiaes :
os pardos Antonio Joaquim d'Oliveira, por offensa
le, physicas, e Maxmiano de Sauta Rosa Lima, por
uriga.
A' ordem do de S. Jos, Manoel da Silva Texei-
ra brinco, para correceo ; Jos Miguel da Silva
pardo, por infraccao de "posturas.
A' ordem do da Boa-vista, Miguel Joaquim das
Chagas, braneo por desordens.
A' ordem do do Poco Thercza, crioula, escrava
de Luiz Francisco Barrelto d'Almeida, requeri-
mento deste.
8
A' ordem do subdelegado do Recife, Antonio
Loureiro de Lemos braneo para averiguaces com
crime de roubo ; Geraldo. crioula, escravo de Jos
Perera de Ges por fgido.
A' ordem do de Santo Antonio, Claudno, pardo
escravo de Joaquim Jos de Miranda, por offensas
physicas leves.
A' ordem do de S. Jos, Jos Antonio Teixeira,
braneo, os crioulos Jos Maruues da Rocha Perei-
ra, e Manoel, escravo de Simplicio de tal, todos por
desordens ; Francisco, pardo., escravo de um tal
Brando, por fgido.
0 chefe da 2" seccao,
J. (LdeMesquita.
Mevimento da casa de detenco do dia 7 de
dezembro de 1863 :
Existan. ... 338 presos
Knlrarain ... 11 i
Sahiram. ... 13
Existem. ... 336
A saber:
Nacionaes. 230
Estrangeiros 32
Mulheres ... 9
Estrangeiras i
Esc ra vos ... 56 >
Esclavas ... 7
338
Alimentados a custa dos cofres pblicos. .
Movimento da enfermara 10 dia 8 de
zembro.
Ti ve rain baixa :
Vicente da Silva Ferraz, intermitiente
Atttonio Francisco dos Santos, syphiles.
Tiunranv Jklln
Antonio Vicente de Oliveira.
Miguel Ferreira das Santos.
Jos da Silva Teixeira.
Sebastio Baptista Teixeira.
Dia 8 de dezembro .
Existiam ... 336 presos.
Entraram. 7 >
Sahiram 11
Existem.... 332
A saber :
Nacionaes. 224 presos.
Estrangeiros. 31
Mulheres... 9
Estrangeiras. %
Escravos ... 59 i
Escravas... 7
137
de-
. 136
de de-
332:
Alimentados custa dos cofres pblicos
Moviraento da enfermara no dia 9
zembro.
Tiveram baixa:
Miguel dos Santos, intermitiente.
Joo Pereira da Silva, ferimentos.
Claudno, escravo, de Joaquim Jos de Miranda,
syphiles,
Tiveram alta :
Joo Olegario-
Jos Ferreira da Silva Pinto.
Manoel de Freilas Nogueira.
= Casa de dcfenfo.^Consumiram-se com o
sustento dos presos pobres recolhidos casa de
detenco durante o mez de novembro prximo pas-
sado 4,060 races c gastaram-se com as mesotas os
seguinles gneros, a saber :
Pes de 3 oncas4060.
Assucar-507 libras e 8 oncas.
Caf em p -253 libras e 12 oncas.
Farinha67 alqueires e 40 decimos.
Feijo13 alqueires e 24 W decimos.
Toucinho186 libras e 13 oncas
Azeite doce 11 garrafas e 30 oitavas.
Vinagre44 garrafas e 15 oncas.

cadeira da representaco provincial. Entretanto, ff Cmq ,-, s'
que outros com mais servicos, maior numero de I
amigos, etc., etc., foram esquecidos e se acham vo-
tados ao ostracismo.
Estevc entre nos o Dr. Cintra que se dizia r-
coramendado do governo, mas que nao obtendo as
gracas de alguem, teve a mesma sorte desles l-
timos.
t Espero assistir as prximas eleiccs para sena-
dor, o o que se passar Ihe mandare! dizer, se bem
que j prevejo um destino total para os candidatos
governistas, porque aqui nao se admittem seno
genuinos.
A imparcialidade que tem apresontado em toda
essa torca o nosso juiz municipal e de orphaos,
bem digna de elogies, todava veremos como se
porta S. S. as vindouras elefes, se bem que Ihe
posso desde j afflrmar que em cousa alguma se*
envolver elle. Dos o conserve como vai para
o bem desta popular. que principia a gozar dos
fructos do seu aecurado trabalho, fazendo dar tu-
tores urna grande- quantidade de orphaos que
Bacal Ito535 X libras.
Consumiram-se com as diotas na enfermara
desta casa os seguinles gneros a saber :
Pes de trigo (3 oncas)1321.
Cha13 libras e 44 oitavas.
Assucar106 libras e 12 oagas.
Arroz96 libras e 10 oncas.
Calinitas25 inteiras e 2 quartos.
Farinha8 alqueires e 13 decimos-
Carne verde858 libras.
Passageiros do vapor nacional Camaragibem-
trado de Macei :Henrique Aryni, Jos Candi-
do Ramos, alferes Francisco de Paula Barros, Ma-
noel de Azevedo Almeida.
OHITCAIUO SOMA ? M) DKZCMMO NO CF.MITE-
H10 PUBLICO :
Joaquim Innocencio Gomes, Peroambuco, 38 an-
uos, casado, Santo nntonio, febre perniciosa.
Clementina Maria Felicidade, Pernambuco, 70 an-
nos, viuva, Olinda, paralysia.
por essas ras vagueiam sem amparo algum : pelo Raymundo Leonardo Ribeiro, Pernambuco, 55 s-
menos j os vemos quasi todos vestidos, calcados e
oceupados na instrueco primaria.
Contine o Sr. Dr. Vieira de Amonm a tri-
nos, viuvo, Recife, congestao cerebral.
Manoel, Pernambuco, solteiro, 40 annos, escravo,
Boa-Vista, hydropesia.
litar o caminho da honestidade c justica como o Antonio, frica, 60 annos, solteiro, escravo, Boa-
tem feito, que no corarlo agradecido de todos qne i Vista, hydropesia,
presam taes virtudes, encontrar um lugar de Feliciano, Pernambuco, 20 anno solteiro escravo,
honra. Quanto a mim eslimo e deseje que S. S. | Boa-vista; roncucao.
conquiste neste termo a posicao a que Ihe d js Antonio Ferreira do Lima e Mello, Rio de Janeiro,
a sua intelligencia. 28 annos, solteiro, Boa-Vista, phtysica.
Consta-me que o nosso.Dr. juiz de direito se-1 Feliciano Antonio Fernandos l'eixoto, Pernambu-
guio para essa capital, estimamos sua feliz via- \ co, 31 annos, solteiro, Sanio Antonio, hydro-
gera e que o mais breve possvel volte aos seus pesia,
lares. Antonia, Cear, 70 annos, solteira, escrava, Santo
Nenhuma alterado tem soffrido a salubridad
publica.
Ao revotr.
_ O rresultado dos rollegios do Becife, Pao
d'Alho, Olinda, Iguarass, Cabo, Escada, Limoeiro, |
Antonio, cancro no ulero.
Joo, Pernambuco, 5 annos, S. Jos, escravo, en-
teritc,
Geraldo Machado Bevoredo, Pernambueo, 35 an-
nos, casado, S. Jos, hepatite ebronica.
Nazareth, SantoAnto, Serinhiera, Goinna,Boni- -Bosalina, Pernambuco, 16 annos, solteira, Boa-
to, Rio -Formoso e Barrelros forma assm a lista Vista, anemia,
para senador :
Dr. Joaquim Saldanha Marinho........... 919 Vicente, Pernambuco, 10 annos, S. Jos, bydro-
Consetheiro Francisco Xavier Paes Barrete. 896 pesia. _____
Dr. Antonio Vicente do Nascimento Feitosa. 783 Senhorinha Mana da Conceicao, Pernambuco, 22
Dr. Urbano Sabino Pessoa de Mello....... *W: annos, solteira Boa-Vista, diarrha.
Dr. Francisco Carlos Brando............. 357 Ezequiel Maraneau, Hespanhs, 33 annos, solteiro,
ConselheiroChichorro.................... M7 l Boa-Vista, tubrculos pulmonares.
.
'O'"-
ILESLVEL



-----------------------------
Diario de Pernamlmeo Quinta frlra lO de Desembrn de 183.
-' y --,f

-----------------1 ni '------ t I
Maria, ftjrtiirmWf di?*, nnto Antonio, es-
pasmo.
Joaquina Maria das Dores Mondos Pernambuco,
67 annos, viuva, Afoga.los, hydropesia.
Joscphina, Pernambuco, i raezos, Boa-Vista, con-
Vil I vi wW
Joao, escravo, frica, SO aonos, solleiro, Santo
Seer 8? Pernambuco, 60 annos, sol.eiro,!
Boa-Vista, inflammagao io figado.
Norberto, escravo, Pernambuco, Jo annos, soltei-;
ro, S. Jos, hexigas confluentes. '
Maria, cscrava, Pcrnambuco, 7 mezes, S. Jote,
ronvulses. *. ... B i
Antonio, escravo, Afrfr, 36 tasos, solteiro, S.
hydrapesia.
Mara Eduardo Barroso, PriJmbuco, 15 annos,
soiteira, S. Jos, tubrculos ^limonares.
- -
=

Nos sens Bracos me liatanga,
E minha dr acalenta I
"Se negras nuvens sombras
Descerrara-so ante os meus olhos,
S vendo espinhos c abrolhos
Sobre os meus passos brotar,
Um quadro mais doce e lido
A espcranea me sorrindo
meus olhos vcm mostrar t
Neste quadro entilo diviso
Meu futuro desenliado.
De gozos mil j cercado
Meu coraro oxtrctnoso,
Cheio de elicidade
No regac/t da amizad*
Sempra alegro e venturoso.
Mimosa flor da esperanca
Vi vendo minh'alma unida,
Afasias da minha vida
Qs negros crueis tormentos ;
E mil imagens sombras,
Compasslva tu desvias
Dos meus tristes pensamentos.
O Bufet i m de Manto conta o segulnte :
Os chinas da cidade do Shoumi, poucas leguas
ao nordeste de Maco, fizeram este anno urna pro-
cissao, que nao se lazia lia quarenta annos^
Com previa licenga da autoridade superior, po-
cidade nos
de agarraren) a csso estenteado, que com ps o inoapaze de semelhante proeedimento; o que rc-
inios emuregava Inaudito*esforem Rara subtraHir- cbenlos, fui a pnmeira viada mesma, que eslava
se priso.loram os esvrbuchos de uin doudo.) sellada, exigindo-se de nos o pagamento da respec-
Recolhido o Sr. Dimas sala liyre, foi depois tivataxa; como referimos no nosso recurso, .
passad pedidos para a
libada Isabel Adclaide d
furia do Sr. Dimas veio
entao sen erro, e para sal
eeira vez, foi posto em jogo
nhos, os quaes nao prodmiram_
I ria encorajar ao malcriado, al
mais, obrasse o que prallcou se prente Alvaro, ^_a^.0_ntia_uo:^ue se ^z havo-la fete, para un)
agora a mesma Ihe remolda smento
sello e mais nao disse uur liaver
o lido seu juramente assignou com
gado, e eu Pedro_Ji*gano da Cunha.
r d lo HueThia g- "* m'ovlnr,,a\ *ra J nsospeito, porque
m o h.ii advo' ^ Pertea8 a0 ,,u Ld I,I nao acompanhe o conirario na guerra que Ihe faz;
Ui POUCO QE TUDO. .
Concluimos as nolieias colinda sobre o balito-
Hadar com es promenores da sua derrota e delini-
tiva -ataslrophe, tomados a urna carta de t. Ar-
uoult, que no mesmo ia de viagein.
Hinover, 80 de outubro.
Partimos hontondo Campo de Marte* osles, sido
tesieiiiunhas desta ascensao magcslosa do Gigante,
ne so elevou.no ineio dos applausos da multieao.
ie baixo grilavam : Boa viagein, boa viain- deram entrar em Maco, e percorrer a
As novo horas da uoitc eslavamos em brqueii- d|as ,- e ,7 do t.orreirte.
nes passamos por cima de llelines, e a meia noite
Clavamos em Hellanda. Era maravilloso o reo,
visto de cima das nuvens. Llevamouos. muiio, (oc|os 0. fa,0S) pavi||l5t.s, somlireiros e mais arran-
mas ro preciso tornar a desqpr, para pe o menos jos erain de ^^ 0 r(m As ?ran(jes handeiras
ver aonde cstav-amos. O ceo tinha-nos teito esque- ,rangU|ares dc touquim escarate ou branco, bor-
cer a ierra, e era impossivel conhecer aonde nos da(Jas a ma(jz 0 a our0 de mn ,ra,,a)ho primoroso,
achavamos. Isto tornava a nossa iwsicao critica, dizem-nos ter custado cada una 300 taciSj oque
Pela parle inferior senlia-se o rugir do mar. fcs- acr^itamog.
Uvaraos entregues graea de Beus! Lancamos ro-. o sequilo compunha-se de mais de mil chinas,
ra algiim lastro, c subindo de novo, perdemos a |odos d() Shounij. for;im hospedados nesla cidade
ierra de vis. as expensas dos negociantes chinas, quo os trala-
- Que noite I mngnem dormio, como pode s fam g mj| maravj,ha
supixir, por que a idea de ir rahir no mar, n
contra o infeliz capito (raneo.
Nao recordo-me de haverchamado assassino ao
Sr. Dimas, e se o disse, nao Ihe flz injuria alguina,
referindo-me a esse deigra^ado facto de meu in-
feliz compaoneiro, assassinado de publico as ras
desta villa, por causa do que o Sr. Dimas declarou
: em gritos, que se pela mor le doum soldado podre,
1 sua familia viesse a soffrer, o sangue haviacle cor-
rer al os peitos til
O Sr. Dimas um cstonleado perigoso, e Deus
permita nao seja elle a causa de reapparecerem
actos de barbarismo, i por ventura as autoridades
Esta procissao dizem ter gasto perto de 40,000
patacas em scus ornatos; nao o duvidamos, porque
nha nada de agradavel, e era preciso verilicar a
descida. A minha bussola, ainda que inexacta,
iadieava que marchavamos para este, isto e, para
Allemanha. fel manhaa, depois de um almoco
frugal entre nuvens, deseemos de novo, via-se
pela parte inferior urna immensa planice ; as cida-
des pareeiam-nos como brineqs de ci ancas ; os
Inforinam-nos qne os tres ea quatro dias que se
denwraram Bzeram de despeza perto de tres mil
patacas.
A procissao, ou como se
correu as ras nos dias ac
ta ordem, sendo o son asocio mapnilico.
Os chinas, na frente de suas casas, tinham
quetes, com offrenda e incensos, e andavam como
loucos de centenlamenlo.
juramento em juizo, em que declarasse, se tinha
feilo tal intimaco, sob pena de que se nao rom-
parecvsso para dito fim,entendido ficaria,quese nao
dra tal intimaco; o o mesmo deixra de compa-
recer ; e qual a razao desta revelia ? (abaixo vai
transcripto tambem o competente documento.)
Smente (vemos conhecimento de scmelhantc
imposirao, quando pelo juizo dos feitos nos foi
apresenlado um mandado para pagamento de cem
mil res da multa; e logo depois representamos
contra a thesouraria; o que foi indeferido por des-
pacho do senhor inspoctor cm data de 28 de-outu-
em nomo da lei nao o cntiver em suas injurias e bro prximo passado; fei desle que recorremos;
provocacSes. e msso recurso eslava no praso devido; veja-se
Em junho de 1860, o Sr. Dimas, injuriou de pa: o despacho abaixo transcripto,
lavras a Luiz Rodrigues de Carvalho, |>elo que foi
condemnado a quatro mezes de prisio e multa cor- poi
respndeme metade do lempo : nao soffreu essa curso ja publicado por este Diario, s nos
pena pela benignidade do Sr. Dr. juiz de direito, resta reparar que houvesso a thesouraria conflr-
que persuadido de que o Sr. Dimasera susceptivel mado aquella mesma imposicao dada contra a
de emenda, acaboii com esse processo acommo- expressao do regulajnenlo citado, e principios de
dando as partes ; mas emctembro do mesmo an- juslica; c que de mais nos fosse lolhido o recurso
no, o Sr. Dimas, tenda-se *ahido bem da questao l>ela autoridade, de quem recorramos, para se nos
Carvalho, pelos empenhos que poz cm jogo,lancou dar a penosa larefa de urna representa^.o peraute
injurias ao subdelegado Jos do Reg Barros, por o governo imperial.
causa do qne flra preso em flagrante pelo delega- Ja nzemos notar o anachronismo, que se dava no
do o Sr. Dr. Lucena, sahintfo da pnsao por prestar despacho do senhor inspector ; que indeferimo a
flanea : ainda por mais esta vez o Sr. Dimas lo- interposicao do no so recurso em data do i' do
gro seu intento, saf:indo-se do processo j^ped/do outubro, conten o contexto do despache desse
e empenhos, conseguindo mais que lal processo mesmo indeferimento a declaracao do que s em
fosse tirado pelo 6 supplente do delegado, que era 17 do mesmo mez, luviamos requerido spraltiviados
um seu sobrinho, o qual est as condicocs de su- da multa.
bordinado, jiela obediencia passiva que tem-lhe. Resta-nos urna s pergunta ao Illm. Sr. Joao
Estes dous aclos, dos quaes nada resultou con- Baptisla : um simples dizer de um continuo, em-
tra o Sr. Dimas, o encorajou, o deu-lhe azo a jul- pregado subalterno, e de nomeacao do administra-
gar-se habilitado para laucar injuriase iusults a dor, de romo noshouvera intimado da multa, quan-
a do tal* nao houve, sufHciente para tirar-nos o re-
tado pelo contedo da peticao dos justillcantes,
msse que estando no escriptorio dos jusiiBcan-
tes, na ra do Trapiche Novo, isso ha obra
de tres para quatro mezes vira ah entrar um
individuo e dirgindo-se aos justificantes a en-
tregar urna letra e perguntando os justificante
... quanto
que o homeni ainda o mais prudente, e perspicaz
nao pode deixar de ser algumas vezes sorprehen-
dido canindo na rede que armam sua boa fe a
intriga e a calumnia.
Em um dos segninles vapores disse tambem que
as intrigas contra mim iam arrefecendo, sem da-
pelas outras vas responden que a r%W* vida por nao terem achado apow no animo rrfle -
ihes mandava entregar urna, e que as outras laes-,,d0 e jus,jCPro do Sr. Dr. Olvi.tho. O jui/o r,ue
tavam e pela connuacao da conversa conl^ce.i^a: enl5o formd ^ carar,er de arhJaU^hq^
testemunha ser o porlador^da Iclra pessoa perten- roilfirmado pelos factos, e o seu proeedimento pa-
cent aaquela reparligao o que dera lugar o ra oom 0 0 Dr. Amaro relativsmente di-
justillrante relatar que ha das mandara sellar d vjda proveniente das arremataces
vias de letras, e que a reparticao pozera duvidas -
que obrigaram a mandar retirar as mesmas vas,
e que nao tendo tal querido, agora Ihe remettia a l*
via e sellada, sem que elle justificante liouvesse
Prescindindo de analysar a injusta imposicao, I pago, disso mais que quando o portador enlregou
is que essa analyse licou comprehendida no re-! ao justilicante a referida via exigi o pagamento
do sello ao que o justificante respondeu que s pa-
gara se Ihe fossem remellidas as outras.
E mais nao disse por ha ver dito o que sabia, e
lido e seu juramento assignou com o juiz e advoga-
do do justilicante.
Eu Pedro Tertuliano da Cunha, escrivao,oesere-
vi.Araujo Barros.Joao francisco de Carvalho.
Manoel Jos Pereira de Mello.
Testemunlia 3'. Joo Maria de Albuquerque
Oliveira, branco, viuvo, com idade do 51 annos,
morador nesta cidade, e vivo do ser despachante da
alfandega, lesteniunha jurada aos Sanios E*ange-
Ihos, que prometteu dizer a venlade e do costuma-
do. L sendo pergunlado pslo contedo da peticio
dos justillcantes, disse quo soube por estar pre-
sente no escriptorio dos justificantes na ra do
Trapiche Novo, que um certodiaque haver3 para
4 mezes, appareeeu um sugeito e peguntando
pelo justificante, a este se dirigi e lie eutregon
una letra, o justificante recebeudo esta letra per-
Eta especie de jubileo dizem.ser para ellos de
grande considerarlo.
Cousa, notavel, nostes dias de tanta concurren
regul
aire
guiar e ha de'solTrer as consequencias de seu Quem nao v, que, se nos tlvcssemos sido intima- justilicante que ha dias tinha mandado a reparti-
revim'ento philaneioso ^, nao deixariamos de reclamar de promplo ? cao sellar 3 vias que a mesma tinha offerecido
Sua magostado o Imperador no precisa dos ser- Como o flzemos depois que ti vemos conhecimento obstculos, e que obrigaram a mandar retirar as
vias de letras o que nao quizeram retribuir.e ago-
1 ra mandaram-lhe entregar a 1* via estando sella-
a da e mais nao disse por haver dito o que sabia, e
ler-so con a socicoaae, yn umnnmgmu pnu unitiai m idtcuua o iiar^Hii Je lido o seu juramento assignou com o juiz e advo-
que ha subditos respeilaveis que circundan) o au-' propugnar pelo nosso direito para que nao vigore gado dos justillcantes.
gusto throno, e sao acatados pela populacao, quo um acto de preponderancia e de injusta,
olha com indifferenea paraoSr. Dimas, que s llies Kecife 9 de dezembro de 1863.
move compaixo por suas atrevfdas loucuras e Mma & Espirito Sato.
miserias < DOCUMENTOS.
M| SoflraoSr. Dimas os benficos efletos da lei Mtn. Sr. insnector.-Dizcm Maia & Espirito
.Vio sorprendeu-nie a alicantina que mandastes i ,raBSKIX,di0 e n5o tcilha 0 despejo de cscrever Santo, que para bem de seus direilos precisam
publicar no tarw it Vernamhuco, a. 2o0 do pas- ^ 0rns incnlcando-se nersonaeem. ante uro que Ihes seja cerliicado o dia, mez e anno e lugar
COMMmCADQS-
.lo Sr. nlmas Lope de Mlquelra.
e que no.passa de um estonteado, estupido,
iado com fumacas de valentao, cuja vida publica pagamento do sello proporcional de tres vas de
particular, conlm pessimos episodios, e que. etras na importancia de 23:0005, saccada pe-
criado
e
pomposa epigraphe Sua H,vo'^e""sabe""nae,"serosr.rDimas cousa alguma, em qim os sunplieantes foram intimados da mulla
Magestade u liu>eradm;- nao sorprendeu-me, |r- estonteado estupido, mal-, de 100*000, sob pretexto dse terem subtrahldoao
ijue desdo logo esperava que vos, ou alguem cm
vosso nome, narrarla as oceurrencias quo deu lu-
gar vossa pii ao, com o colorido da mentira e
do despeito, em cuja arte sois por domis perito,
para dessa sorte conseguidles illaquear a boa l
do publico e das autoridades superiores: pois bem,
como mentiste* descaradamente para chegares a
teus lins, cu vou desCazi r essa nuvem prenhe de
rios iinhain ares de regatos, era urna censa mgi-
ca. O sol resplandeca sobre tudo isto. A s 9 ho-
ras chegamos prximos de um grande lago ; all
orieatei-me'e nnunciei que nos achavamos no
extremo da Hollanda, prximo do mar.
Foi neeessario tomar trra para receber algum
rastro ; infelizmente o co tinha-nos feilo esquecer
a Ierra, em que reinava um vento to xiolento, que
as nossas ancoras se despedazaran) cm poneos se-
gundos, anesar dos seus enormes denles. A vl-
vula tmha-se fechado de novo e o balo que nao
poda tornar a elevar-se, comecou a dar alguns
impulsos vertiginosos,
Elevamo-nos a vinle ou trila metros, para cahir
de novo com urna fuita incrivcl. Pouco a pouco
obalSo dexou de se elevar, c a barca tombou. Ottuixa
Entao comecaram os repeles furiosos ; tudo des- m.z.Uebaixo da
apparecia diantc de nos; arvores, barreras e ou-
tros obstculos, ludo se despedacava pelo nosso
choque ; era urna cousa assustadora. Tao depres-
sa oa um lago que nos suhmeFgia, como um pan-
tano, cujo lodo espesso nos entrava pela bocea e
pelo olhos. Era de enlouquccer. Para! Para I
grilavanios nc exasperados ao monslro i|ue nos
arrastava. Dwnte de nos eslava um canunho de
ierro. Passava um trem ; os nossos f
penderam-lhc
daeado os araines
L'm instante
melha -, ainda
pellio-ins direito
morle, porque doviamos licar despedacados contra
ella. Ninguem sollava una nica palavra. Era
extraordinario ver nove pessoas, sendo destas una
mullier, que se achavam agarradas a um pequeo
varao de ac, e para quem todos os instantes pare-
cam contados, sem que liouvesse o menor igual
de susto ; ludo eslava calado, mas com os sem-
blantes tranquillos. Nadar tinha all sua mullier,
que procuran defender com o corpo. Pobre se-
nbora I cada iinpHlso pareca despedaca-la.
Julio Godard teulou e verilieou .-nto um acto de
mentes eram to lerriveis, que por tres vezes ca-
hio; afinal pode alcancar a corda da vlvula ; abri
esta, e tendo saludo o*gaz, o balo comecou a nao
se levantar, mas caininhava sempre en linha ho-
risontal com urna rapidez vertiginosa todos esta-
vam de ccoras.Guarda gritava-sc quando se
ajiresenlava urna arvore ; mas o balito despojava,
e ainda que a immensa planicie que percorriainos
tivesse algumas leguas, eslavamos salvos. Mas de
repente apresenla-se no horisontc um.1 floresta;
era preciso sallar para fra, custasse oque cusas- WJ Como vos alcunhaes de cidadat
se, por que as primen as arvores a barca ficaria
e,EntaKp9ndo-mc nao sei como, por que esta- V M nao respeitaes a pessoa alguma ; vos n
va soffrndo de um fermento no joelho, saltei; liz, dc.SClil",",uu.alnU!"tt. a'acail,aesl 1Y!'_U;U'-U0 \
no ar nao se quantas voltas, e afinal cahi de calle-
ja para baixe. Tendo perdido os sentidos por um
minuto, evanlei-me drpos, e a barca j estava
longe; com o auxilio de um pao fui-me arrastando
na floresta, e depois de ter andado alguns passos,
sent gemidos. Saint-Flix eslava esteudido no
chao, extraordinariamente deshonrado ; o seu ros-
to ora Hma chaga. Tinha um braco quebrado, o
pcito rasgado, c urna clavcula fraturada ; a barca
tinha di'sapparecido na II resla, atravessando um
rio. Sent um grito ; Nadar tinha cahido em tr-
ra com una pema quebrad:
no rio. Outro compaubeiro
jado. Tratamos de Saint-Fi
molber.
Querendo soccorrer esta ultima, estive a ponto
de me afogar, por que'cahl n'agoa, aonde desap- ?a vos toram confiados.
parec. Apanharam-me, e eu conheei que este I P testemunha do qne vos digo todo o < dens
banho me tinha feto bem. Pu,',u' dsle ", com
;oino auniliodos hailantes, organisou-se um raa. dos daquella a
salva-vidas. Vieram carruagens, em que nos dei- '0(ios sao uns maltluentes
Unios sobre palha. Os meus joelhos sangravara; dS rgulhosos e na maior
mas nao perdi por um instante o meu sangue fro,' \u '.eierir o facto que
e MOtl-nw humilhado por um instante, vendo de
j Air m Mario o hrHCo qualquer pessoa, tanto mais quando Ihe vnha a
iml h riicidos com inui- saldada imaginado a lembranca da ridicula far- corso contra urna rniDosicao de sua natuieza ille- guntou por outras duas, o que respondeu que fica-
deta de lente coronel que ainda nao foi paga, e gal, vexatona e caprichosa ? Demais, nao seria rain na repartido, e exigi ao mesmo justilicante
han- dos raios brilhantcs da medalha, que por erro Ihe dejustica que oSr, inspector, ndependentemente o sello de *8, da letra que entregara, entao o jus-
conferiram porm d'esta vez nao valeram empe- de qualquer,reclamacao, fizesse, que tal iniposi- tilicante respondeu que trouxesse as outras que
nhos, o Sr. Di mas est ndeinado em processo cjio nao prevaleresse, dexando de a confirmar s seriam pagas; e disso mais que depois i
e um argu-
mento sem replica de sua moderacao e tolerancia.
Com eTeito, despeito da guerra desabrida que
est seffrendo, S. Exc. fazendo prevalecer o rateio
d'aquella divida; feto pelo Sr. Dr. Jos liento,
quando presidente desta provincia entre os quatro
hadores, acaba de indeferr o requerimento de
um delles, a commendador Antonio d'Albuquer-
que Maranho Cavalcante, nao consenlindo, como
|Hlia sem offensa do direito, que fosse encarni-
nhada contra e Dr. Amaro a aeco executlva para
a cobranca da parte que havia tocado elle com-
mendador.
Avista de um tal ra/qjo de mparciadade cm
favor do seu mais mplacavcl nimigo, eu nao sei
que em consciencia se possa descobrir victimas
sob o ctelo. Nao partilho por tanto as appre-
hensoes do* Dr. Amaro de que se preste o presi-
dente a salisfazer exigencias caprichosas de quem
qur qne seja: a erassim j ha muito estara
demittdo, ou pelo menos removido da promotoria
do rtss o Dr. Montenegro, romo constantemente
tem reclamado todos os solistas e seus adherentes.
Mas S. Exc. ludo tem resistido, e sem dnvida
espera o resultado do processo para entao obrar
como julgar conveniente. Mutos muros factos
poderla apreseolar-vos en abono da justica e mo-
deracao do Sr. Dr. Olynlho, mas bastam os dou
que licam expostos para que formis um juizo
exacto do carcter justicciro de S. Exc. Nao du-
vido que appareca urna ou nutra demsso no pw-
soal da polica; mas quanto aos lugares estipen-
diados esiou intimamente convencido de qne o
empregado Iwnesto e cumpridor dos seus deve-
res, seja qual fr a sua opiniao poltica, nada tem
a rect iar, a menos que se nSo ponha em hostili-
dade contra o governo; e entao s de si se deve
queixar.
para jornaes inculcando-se personagem,
fazem vergonhaa quem infelizmente o conhece.
Provoco aoSr. Dimas, para corar ante as verda
des que digo,e chnniar-me a prova das proposices
que enuncio nao recuo, eniliora estando como
estou as mesmas-condiccoes do infeliz capitao
Branca, ven ha ler a sorte deste : ainda nao se
Jardins, e os Lucenas; elles me
los supplicantos em julho prximo passado. sobre
a praga do Rio de Janeiro, assim como o emprega-
do ou pessoa que Ihes fizera a intimaco, devendo
iranscrever na exigida certido o theor do termo
dessa mesma mtimacao ; e Analmente que se Ihe
de por certido o theor da 1* via de letra que em
original ajimtaram os suppllcantes reclamagao
que lizeram peranto esta tfiesouraria contra a re-
ferida multa : e pedem a V. S. assim o mandem, e
com urgenciaHeceber merco. Recite 10 do
novembro de 1863.O advogado, Manoel Jos Pe-
reira de Mello.
N. 223.400 rs:Pagou iiuatrocentos rs, de
sello. Recire 13 de novembro de 1863.Chaves.
Sena,
inclume, sem pp'arecer urna s voz que mal diga | Certiquem-se.Thesouraria de Pernambuco,
de meus aclos e os taxe de arbitrarios c virulen- 10 de nowmlro de 186:1Joo Baptista.
.novembro de 1863.
Anfonto Cabr*l de Mello Leonr.io.
sois um desabusado impostor.
Escrevestes, que, atroz e violentamente bfttei lo piiblicn.
mallialado em vossa pastea, em vossa dignidade Residindo ha crea de 3 annos n'este lugar, onde
de hotnem social, em vossos direitos de cidadao extlC0 jurrsdicco, tenho atravessado esse lempo
pacifico, em vossas regabas de tenente-coronel de Molama aoM mwhmh
um bat.ilho da guarda nacional, o ganisado e far
dado (mentira apontai um se qur, que esteja IuS estimado c respeilado por lodos os cidados Em cumprimento do despacho retro, certifico,
tildado), e finalmente em vossas honras de cavaj- nveus comarcos, tenho procurado proceder sempre^ vsU do certificado passado pelo continuo da
leiro d i Rosa I! I I com moderacao c justica. I reeebedoria Manoel J-)aqnm Correa de Almeida,
Dizei-nos agora, onde existe essa vossa dignida- Elllre fl0 im ma Ken0i riXOso e atribularte, terem sido os supplicantes intimados para o fim
de de liomeni social ? Que provas apresenlaes em teu adalterar com cores negras actos por mim de uno tratain, no dia 21 de agosto do corrente
ciunn Ai< eldadia |.u/iU. y MMgi* qu ttcaihn com lona a lepaiiuadw; tai e o qto tux- f anno, na casa de sua residencia, sendo a dita uti-
quemis como tenente-coronel, o quaes as honras ba de praticar o Sr. lenle coronel Dimas Lopes maco do theor seguinte : -Certifico que lu a re-
como cavalleiro da Rosa f Onde existe esse vosso ((e squeira, no IJiario de Pernambuco n. SoO de sidencia de Maia & Espirito Santo e Ihes intime a
batalho de guardas iiaciouaes., organisado e far-1 ;jj do passado mez, em urna representago ou pro- portara supra e certido juota, de que se deram
dado? teste dirigido a sua magestade o Imperador, t/a-' por entendidos.
Nao testes atroz e brbaramente maltratado, por-! ,ando (le sua plisao Recite 21 de agosto de 1863.O continuo. Ma-
que vossa prso lora o resultado de vossos aclos | Em pesposia aquella publicagao direi, quoao go-' noel Joaquim Correia de Almeida.
como espadanchim o louco, que seis, naolatM* Ternoctmfm g dignidade de hoinem social, porque a soeiedado logo que me for isto ordenado e enlo tratara de de scus dirciios qoercm mandar citar a Manoel
nao acata a um ente de urna vida desmoralisada e
libidinosa como a vossa ; entendes esta allus
Eu Pedro Tertuliano da Cunha, escrivao, o es-
crev.Araujo Barros.Joo Maria do Albuquer-
que Oliveira.Manoel Jos Pereira de Mello.
Ccrtifice que por parte dos justificantes foi dito
uo darem mais testemunhas. Recite, 19 de no-
vembro de 186.1 escrivao Pedro Tertuliano da
Cunha, e nada mais se conlinha em dila inquirico
de testemunhas aqu copiada.
Certifico mais que para o proced mente desta
justifleaco e inquirigo de testemunhas foi citado
o administrador das rendas geraes e internas Ma-
noel Carneiro de Souza Lacerda, que deixou cor-
rer a jusliticago i sita revelia, cuja justilkagao
foi julgada por sentenca do tlieor, forma e raanei-
ra segninte :
Julgo por sentenga o ileduzldo a petlgo de fo-
Ihas duas, pagas as cusas pelos justificantes a
quera sendo entregue o original, cando o traslado
no cartorio. Recite, 20 de novembro de 1863.
Fi aacisco de Araujo Barros.
E nada mais se conlinha, sendo dita sentenca
aqu copiada, que eu escrivao n > principio desta
declarado e abaixo assgnado bem e fielmente co-
pie! por certido dos proprins autos a que rae re-
porto, e isto sem cousa que duvida faga, e conferi-
da e concertada no forma do eslylo. Recife, 20 de
novembro de 1863. Escrevi e a&ignei em f de
verdade. O escrivao, Pedro Tertuliano da Cunha.
Certido do despacho do inspector.Indeferido
nao s a vista da inforinaeo da reeebedoria, como
por que dexaram os supplicantes, que o seu direi-
to de recurso se tornasse perempto.
Thesouraria do Pernambuco, 28 de outubro de
1864.Joo Baptista.
PUBLICACQES A PEDIDO.
Dos eleitores de S. Lourenco tiveram votos os
candidatos abaixo declarados eomos votos segnin-
tes :
Conselheiro Francisco Xavier Paes Barrete 17 vot.
Dr. Urbano Sabino Pessoa de Mello..... 11
Dr. Antonio Vicente do Xascunento Fetosa 6
Do que se deduz que, se o Sr. Paes Barrete nao
tivesse esses 17 votos dos eleitores de 5. Louruu-
go, ficaria em 4o lugar, e por conseqnencia fra da
lista, visto que o Sr. I>r. Urbano, que occopou o
i lugar nesla lista, s tere 9 votos menos no col-
legio do Recite do que o Sr.Paes Brrelo; e se o Sr.
r. Feiiosa nao tivesse esses 6 votos, ficaria rom-
menos 9 do que o Sr. Dr. Urbano; mas, quan-
do o Sr. Dr. Urbano tivesse 20 ou 30 votos do
S. Lourenco, o Sr. Paes Barrete, se os nao ti-
vesse, ficaria fra da lista dos tres mais votados.
Os partidos, os goveruos, e a siluago.
II
.V poltica das faeces o nosso maior nial. Nao
se diz a verdade, mas adula-se. De um lado s
se veem virtudes, d'outro erimes e escndalos.
As noces de moral confundem-se, e no meio des-
paiz assiste indifferente a este afflic-
pectaculo.
hbilmente especulado por alguns.
polidez esto banidas das relagoes
se cstaes na classe dos perigosorros de polica
| desta villa, por vossos actos de louco atrev ment "
que
os-
sos desafectos com improperios injuriosos, as
ras e fera publica ; vos que, j anteriormente,
por duas vezes leudes sido arrastado aos iribunaes
por erimes de injurias vos, finalmente, que por pi.soas de casa, um grande
estas calgadas alacaes ao genero humano com vos- ^ a )llKai. d-0llde parliai teslemunlei com sor- supplicantes, o que tomado a declarago sob jura- s* contesse fraco e inhbil para empreiicnuu a
sas malcnages e loucuras Julgae-vos com di- pr,,za 0 n.ferido Sr. tcnente coronel dirigir pala- mente, se Ihes de o proprio ; o pedem a V. S. ob" a s"a regeneragao.
reito um proclaniar-vos cidadao pacifico ? Sois um vras nsulluosas, e improiierlos em altas vozes ao Illm. Sr. juiz municipal da primeira vara assim o hu.nS faltam exforgos e firmeza, e contiarmos
verdadeiro pedante. f .'digno capito Leoncio, delegado de polica do ter- mande.=Maia & Espirito Santo. no vigor das ideas na santidade dos+rincipios e
Essa Tarda de tenente-coronel, que ainda nao foi moque portaiido-seconi toda a moderacao procur Distribuido, como requeren).Recife, 18 de no- na ron.:a lue resulta da associacao das voniaue^
paga; essa distineco da llosa, que indevidamente rava evilar SP0Bas desagradaves, rctirando-se; vembro de 1863.Themistocles Vasconcelles. que querem os x-erdadeiros interesses do paz
vos confiaran), nao pedem dar-vos honra e cons- llias 0 Sr .fuente coronel, longe de moderar seu N. 31. Pagou OOi-s. de sello. Recife 20 de .Os partidos devem dilerengar-se pela
a .
tlve n occorrencia que allude aquello tenente cae alguma de'inulta de 1005 por infraego ao dos partidos, e a intriga e a calumnia substitueni
coronel. re-ulamento do sello ; o lugar, da e hora era que as aM leaes- N* .l,Ita os mais a^llc.l0;i.0S lem
Achando-me no dia 6 do passado, pelas 11 ho- a lizera, e perante quem, sob pena de que se nao fl,iasi ^'inpre o premio ; d aqu o imperio da abu-
ras do dia, em uraacasa prxima ao edificio que comparecer, ser havida por inlirmada a declara- ciai,e a corrupgao, que lavra por toda sociedade
serve de cadeia c quartel n'este villa, ouvi, com as ca por elle feita a mandado do respectivo admi- K preciso que o paz nao erte os bracos, nao
de casa, um grande alarido, e dirigindo- nistrador, de que houvera intimado dita multa aos se oiuregue aos que o aviltam e deshonr
Vou
do Sr. Dimas, e o far'ei
cima de tres feixes de palha essas nuvens que na fe que preso,
vespera tinha visto debaixo dos ps. Sera orgu- Exislmdo nesta villa urna sucia de peraltas, sem
llio ? O facto que chegamos a Ruthera, no Ha- oceupagao de quahdado alguma, que vivero do jo-
UOver. 8o de cartas, apezar da polica nao os perder de
Em'dezesete horas tinhamos feilo perto de 250 vista, e prohibir jogos de paradas, elles procuram
leguas. A nossa carreira infernal devorou um es. meios dt tHutlir essa providencia; o infeliz daquel-
pagu de tros leguas. Agora que tudo est acaba- le (lue seduzulo chega a jugar a diuheiro com taes
do, que eu sinlo estremecimentos. E' o mesmo, tratantes, porque sao roubados completamente;
tivemoft tuna boa viagein, e estou maravilhado de no numero dessa sucia entrara un tal Liberato Jos
ver com que indifferenga se pode encarar a niorte d.8 Araujo Salgado, e utro Manoel do Reg :
mai
no
e quanto lempo ..
feliz de ter visto isto. mas mais por poder-vo-lo gos os preodeu de minha ordem, bem como a outro
referir. Estes alleme 4ue ,"a0 Pssindo am
cellente gente, e temos sido to bem tratados quan- camisa l,ara cot.rir a nud'z do ct""PO, tem rapan-
te comportan) os recursos da pequea localidade. 8a o a sustenta a cusa alheia.
Cora.|uanto o estado do meu joelho seja grave, par- BecoMiidos a pnsao taes tratantes, quo sao do
tina boje mearao, so estivesse s ; mas o meu pro-' Peit0 do Sr- D!,nas- procurando o subdelegado a
cedimento est subordinado no dos meus compa- um ou,ro Pralta, prente do velhaco Daniel, este,
D!i,.ji-os. ico,no atrevido, rompen em desaforos contra n poli-
De eu'jra crto procedente de Niembourg colhe-! cia> sem a"engo minha pessoa, que eslava ou-
mos o seguinte sobre a materia : *indo seus insultos : niandei-o tamben) recolher
Una pessoa, que passou a noite de segunda para P30; .. ...
i Tudo isso se dera no da 6 do pausado mez, e
estando eu na frente da cadeia, all fra ter o Sr.
r com que differeiir-a se pode encarar a "niorte 8 araujo salgado, e outro Manoel do Kego : sao
nais espantosa ; por que, alm de nos despedagar io caminho, tinha a perspectiva de ganhar o mar, fiadores dolosos,
(inaiite lempo vive amos nos aspira ? Julgo-ine subdelegado desta villa, por causa desses jo-
Bandeira, oflicial do juizo.Como testemunhas, Mm afnal o partido.
offlciai de juizo, Francisco de Paula Real, Evaristo 0 systema poltico que os partidos tecm adopta-
Ferreira das Chacas. I do, e o do governo pessoal. So partidos, com
l f--;n__------ ._ ____?.*________ I H9C I.tfim'lQC nnrlom minlor fl hulili'IK BQDll"
os go-
prisao i|uo a sua ealego
a enxovia deenvolta com os criminosos, como elle
ou um outro aflirma em sua citada pubhcaco.
Effectuada a prso, tralei de investigar o facto,
e fui informado ter partido a pnwwago de uml Certifico que nao teve hipar a inquirigo reque- rocas definidas, podem manter os nomens p
motivo frivolo qual o da prso de um individuo, rida por nao ler comparecido o continuo notifica- cos "a '["ha da honra e do dever, c atastar o.
teda pelo subdelegado, para averguacSes iwli- do. Recife 19 de novembro de 1863.-Em te de vernos do arbitrio de que todos abusam.
ciaes. verdade.Joao Sarava de Araujo Galvo. A doutnna das conveniencias nao nos poda le-
EITecInada a pnsao do Sr. Dimas, offlcie ao juiz Dizem Maia 4 Espirito Santo, que para bem do var sonao a esta degeneragao moral. A poltica
municipal |iara instaurar o competente summario sens direitos, precisara que o escrivao Cunha, avis-1 de cowcrncia sempre sacrificada a poltica de ni-
na forma determinada no 2. do rtico 3. do de- ta da jostifleacao, que deram acerca da restitu-, cumslancia desenvolveu fatalmente a corrupgao
creto n. 1020 de 1 de setembro de 1860, o qne tem gao que Ihes fra frita por parte da reeebedoria de i 9ue nos devora, que infecciona a adtwmsiragao,
marchado regularmente com a sua assistencia. rendas, de urna pnmeira va de letra saccada pasleompromelte e deprecia no conceito publico as ms-
0 Sr. tenente coronel acha-se despeitado com a elles na quantia de 25:000-3, Ihes d por cortidaPIIUJ?ue* representativas.
prisio, e torturando os factos procura com alei- o theor dos depoimentos tas testemunhas que d- E assim, a rdtina, a ignorancia a mediocrroaae
vosias desconceitnar-me perante o publico incauto, pozeram, e certitique-lhes. se para a jusliflciPo ( e a apostazia nunca nos contamo no numero dos
blasona que hade tomar urna vinganga contra a fora notificado Manoel Carneiro de Souza Lacerda,,seus 'doradores ; porque estamos convencidos de
minha pessoa ; sao bravatas dianle das qnae nao e peaem a V. S. Illm. Sr. juiz rouuicipal da segn-. Q"e "m governo sem ideas propnas, sera espirito
recua a autoridade que tem consciencia dos seus da vara assim o delira. de progresso, sem elevagao de intelligoncia, c sem
Salsa pamtha de Bris(l.
Trinta annos de triumphantes resultados lo
dado a este antisptico vegetal urna reputaco in-
comiuensuravelinente superior todas quantas se
conhecem para a cura das eserophulas e de todas
as mais classes de enfermidades uJcerosas e erup-
tiveis. Os mdicos os mais eminentes, os perio-
distas e. os escriptores de medicina sao oulias
tantas testemunhas da sua efllcacia quasi maravi-
Ihosa. Tem salvado c contina salvar as vidas
e os me muros fle milhares de pessas. Nunca foi
administrada em vio, ainda mesmo nos casos os
mais terriveis e obstinados. o nico remedio
para as esciopbulas, erysqielas, herpes, rfcipt
as pernas, abscessos, tumores, molestias syphi-
litcas e mercuriacs assim como toda a casia de
molestias da pelle. E como exislam iruitaces o
falslicages desta medicina por tanto preciso
evilar engao procurando a original e verdadeira
as lojas de Caors & Barboza e de Joo da Con-
ceigo Bravo & C
COMMEBGIO.
NOVO BANCO
DE
.'ERVtJIlll'C'O
O novo banco de Pernambuco convida o*
credores das massas fallidas de Mesquita c> Dntra,
c Francisco Antonio Correia Cardoso a apreser.ta-
rein seus titules no banco para se proceder a res-
pectiva verificar o.
Alfandega
Rendiraento do dia 1 a 7 .......
dem do da 9.................
143:73753'i4
27:4835373
171:2205717
.ilovimento da alfandega
Volumcs entrados com fazendas...
com gneros...
Volumcs sabidos
dos
com
com
fazendas.
gneros..
------ 324
180
364
------ 5*4
terga-frira, a'uiu quarto da estalagem situado pela
parte superior dos que eram oecupados pelos
aereonautas, diz que elles pela manhaa recobra-
nun a sua,alegra, e que riain e canlavara sasfei-
tos. Dizem qae querem mandar vir operarios de
Pars, paraurepaiar o balo, por isso que desejam
voltarpara I'aris |>elo mesmo camiuho.
E da Sra, anooyraa a seguinte poesa :
A KSIKIHN(A.
Esiieranca, flor mimosa,
Qne existes presa em hoto,
Do meu triste corago
Es o balsamo, o conforto,
Es seu doco refrigerio,
O' flor de oceulto mysterio,
Quande elle est quasi raorto !
Sem ti ba muito abysmada,
Em o cabos da deaventura,
1.a i pu da sepultura
Mh d E ininh alma soffredora,
Dexando a Ierra oppressora, j
As tlirooo de Dos subir I
(toando de soffrer cansada,
Minh'alma quasi esmorece,
E antarvo piante humedece,
Minha face macilenta,
A minha amiga esperanca
Dimas, que, ao que pareca chegra todo furia, na
forma do seu costume, e dirigindo-se a mim, como
que reprehendendo-me por essas prisoes, allegan-
do seren os individuos preso seus soldados Ro-
que
actos.
Limito aqui a minha defeza, dexando de parte
os encomios que faz o Sr. Dimas aos seus servigos e
inoralidade, <|ue s ao publico cabe aprecia-las.
Ouricury 22 de novembro de 1863.
Antonio Bu arque de Lima.
Tendo sido transcripto na Revista Diaria de 7 do i
corrente o indeferimento, que dra o senhor ins-
pector da thesouraria um recurso nosso sobre a de Maia & Espirito Santo sobrejo expendido em sua
' conlirmago de multa, que nos sugeitara a reco- petigao, della consta ser o theor da Inquirigo de
Como requer.-Recife 20 de novembro de 1863.
Araujo Barros.
N. 52. Pagnn 1000 de sello. Recife 21 de no-
vembro de 1863.Chaves. Sena.
Pedro Tertuliano da Cunha, cavalleiro da imperial
ordem da Rosa, capito da guarda nacional, es-
crivao vitalicio do.cvel nesta cidade do Recife
de Pernambuco, por Sua Mageslade Imperial,
que Dos guarde etc.
Certifico, que revendo os autos de justilkagao
coherencia d principios, desautoriza o poder, nao
satisfaz as exigencias da civilsagao, e incapaz
de fundar alguma cousa procua, e.duradoura em
beneficio do palz.
as ligoes da experiencia devera convencer a to-
dos os homens pblicos de que se nao pode pres-
cindir dos dictames da inoralidade poltica, e das
indicagoos de uraa prudencia esclarecida na direc-
gio dos negocios do paiz.
Nao exigimos que de improviso se transformen!
as condignos moraes e physicas de um povo. O
que pretendemos, e o que exigimos, que os one-
pellido cora bons termos por nnra, essa circums-'bedora. *e da revaidgo^de duas Vias "do era, testmunhasque"sepede "per" certido "davfrmararios do governo comcem o M pelos ali-
tancia deu lugar ao Dr. Dimas dar paste a seu ge- reconbeoeinos, que. as razdes, com que deveremns seguinte .
uo iresloucado, usando des termos injuriantes de sustentar nosso direito* e provar a injustiga de urna Inquirigo dos justificantes Maia & Espirito Santo.
soldado podr, mame, prosiiiulo, etc. etc. ele.; tal declso, s cabera na represeptago, que a esse Assentados- aos desenove de nevembro de 1863.
nesses epitneto e Sr. Dunas leya a palma a mais respeite teremos defazer subir ao conhecimento nesla cidade do Recife e na casa de residencia do.,
regateira ; deminlia parte repellinde ao grosseiro do governo imperial; mas enchergando naquella Dr. juiz municipal da secunda vara. Francisco de
aggressor, procure sempre conter-me rom mode- puWicago una anticipada defeza observaremos, Araujo Barros, aonde eu escrivao. vim, e ah pelo
racao e dignidade que devo manter como empw- que, quando em tempo_nao estivesse o recurso, de dito juiz. foram juramentadas as testemunhas se-
gado publico ; meu proeedimento, porem, parece que se trata, nao cabena ao senhor inspector disso gufties, que por parte dos justificantes foram apre-
que foi traduzdo por esse estonteado como acto de conhecer para denegar a interposigio daquelle; sentadas e por seu advogado inquendas. Eu Pedro
fraqueza, de maneira que redobrou de insultos visto como tal recurso era de sua decisd para o Tertuliano dn Cunha, escrivao escrevi
maisaggravantes, fazendo com que a populacao se theaoore publico; e aqui vai a intrega do art. 132 tieimmha primeira.- Francisco Jos da Sil-
aggloraerasso na frente da cadeia ; nessa occasio doregulamento de 26 de dezemhro de 1860: em veir/J branco, casado, com a idade 42 annos, mo-
cliegou o Sr. Dr. juiz de direito, e procurando acal- nenhuma instancia se tomar conhecimento do re- rador nesta cidade, vive de ser corrector geral,
mar essa diablica furia, nao o pode eonter, ao curso, que Ihe fr presentado com preterigao de testemunha jurada aos Santos Evangelizas, ojj
contrario augmentou emexcessos, pelo que o mes- formalidades; donde se v, que a instancia, que prometteu dizer a verdade do costumado, e sendo
rao Sr. Dr. juiz de direito in-continen e prenden tem de conhecer do recurso, quero deve tambem pergunlado pelo contedo da petigao dos iutifi-
i sua ordem, a quero grosseiraroente desobedecen, conhecer da scmelhaule falte; e a mente do legis- cantes, disse que soube por estar* no escriptorio
posto fosse admoestado. ladra- a explica nesta parte pela razio de que, se dos justillcantes, em fins de julho, e abi vir um in-
Nestas circumstancias a autoridade, para nao assim nao fosse, seriara initilisados recursos se- dividuoentregar ao justificante urna Tetra e este
perder a torga moral, que urna das condigoes do melbaates pela vonlade da autoridade em instan- perguntando ao mesmo pelas outras du i vias,
aroprreado publico, procurou fazer eflbetiva a pri- ca inferior. Dcvemos demais declarar, em con- o mesmo nao dnvidou responder que ficava na re-
sio, nao a podondo conseguir por meios brando, Iraposigo ao que so relata no despacho, qne fora partigao por ordem do administrador, e qne ao
ordenou aos soldados que estavam na cadeia, que publicado; que nenhuma intimago recebemos de sabir aquelle contara o justificante qne tendo ha
executassem sua ordem, e para que a mesma tes- termos sido multados como subtractores de sello dias mandado sellar tres vias de letras, a reparti-
cerces c nao pela cpula, que se olhe ao que con-
ven) primeiro e ao que convm depois, que se si-
gam as indicagoeseda justiga, e as normas sinipli-
ces do bom senso.
O nosso estado nao bom, e a responsabilidade
ca sobre os goveruos que temos lido, e temos,
que nao teein sabido e nem sabem collecar-se na
altura da sua misso. Na verdade pouco inve-
javel a gloria que os acempanha.
Desearregam -no dia 10 de dezembro.
Brigue escuna francez Phenix diversos g-
neros.
Barca portugueza Sympathia = diversos g-
neros.
Barca americanaHugh Berkheadfarinha.
Brigue inglez Odencarvo.
Escuna iuglezaMcrse/diversos gneros.
Rrigue inglez Titania baeaiho.
Barca inglcza Netherton dem.
Criguc inglez-G/afiM=bacalho e carvo.
Barca inglezaRcci'esal.
Barca inglezaBtitish Quei=carvao.
Reeebedoria de rendas interna
geraes de Pernarobncn.
Rendimento do dia 1 a 7........ 9:9925323
Idomdodia9 ................. t:1535*W
il:li55of.3
Consulado provinelal.
Rendimento do dia 1 a 7......... 22:888*326.
dem do dta 9................. 4:6485762
27:537a088:
..Negocies de Me Grande rio Norte.
Trecho de urna carta do Sr. lago Francisco Pinhei-
fo, inspector da tmturaria provincial do Rio
Grwnk do Norte IUJ seu irmao o Sr. Pedro dai
Alcntara Pmlieiro, em Pernambuco.
Ja deveis ter lido o manifest, do Dr. Amaro,
publicado no Jornal do Commercio do Rio de 31
e outubro prximo Ando: Son amigo do Dr.
Amaro, come sabis, mas perdoe-me elle, que o
acho injusto e muito para com o. Exm. Sr. Dr.
MQYIWIIjTTO do pobto.
iVneies entrado no dia 9.
Macei, 2 diasvapor nacional Camaragibe, de
184 toneladas, commandante An-onio R. de Ot-
veira, e<|uipageni 14.
Setubal, 33 diasbrigue portueuez S. Jorge de
Aveiiv, de 284 toneladas, capito Cario Joso
dos Santos, eqnipngem 10. carga sai; a Antonio
Luiz de O. Azevedo \ (1
Observagio.
Sospendeu do lamaro, |ra cruzar, o vapor
americano de gnerra Vanderbht, commaBdafite-
Beldwen.
Sahiu e fnndeou no lamaro para acabar do
carregar a barca ingleo Vision.
EDITAES.
O Iflm. Sil inspector da thesouraria provin-
cial, era cumprimento da resolueao da junta da
Caienda, manda Cazer publico, que no da 17 do


se reallsada, os soldados vram-se na contingencia. devido aquellas vias de letra; e confessamo-nos ci a isto pozera duvidas reiendo as letras, e que Olynlho, julgando-o capaz de fazer urna inversd corrente, perante a mesma junte, se hade arrema-


i
Diarle de Penaaiubueo Quinfa elra 10 de Irrreiuhio de 1&48.
tar a quem |w>r menos flzer, o coseio da Ilumina-
cao publica davidade de Goianua, avahado cada
uin lampio em 291 rs. por dia.
A' arrc-maiaco teta feita por lempo de um
anuo, acontar io 1" de jamure 34 de dezembro
de ISlii.
As pessoas que se propozerem a usa arrepti-
cio conipurecan Da sala das sessoes da referida
junta no dia cima mencionado, pelo meio dia,
competentemente habilitadas.
B para constar te raaedeu publicar presente
pelo jornal.
Secretaria da Uiesouraria provincial de Per-
nambuco, 5 de desembro de 1863.
O secretario
A. F. d' An.iunciarao.
Olllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumplimento da resoluto da junta da
fazenda, manda fazer publico, que se contrata,
por lempo de tres mezes. a contar do Io Janeiro ao
ultimo de marco prximo Futuro, o forneciinento
da alimentario e dietas aos presos pobres da casa
de detenco, servndo de base essa arramalaeo
os reosseguales ;
Alimentacao.
Domingo, alilo a janlar-----380
Segumla-feira.almoco ejanlar. 380
Teica-eira, dem dem..... 380
Quarla-feira, idem idem..... 360
Quinta-feira, idem dtm..... 38
Sexta-feira, idem idem...... 310
Sabbado, idem idem......... 340
Dietas.
1-380.
N S400.
N .1iO.
iV 4-400.
X* 5-400.
Ai pessoas que se propaeorem a contratar dito
forneciinento, a presen tari) snas propostas em car-
las echadas ii" dia 17 de corrate, na mesma ihe-
souraria, ao meio da, aonde se encontrar a* ta-
bellas dos foruecimeatos e oondicees uam que
devem eflectuar dito contrato.
15 |iara constar se mandn publicar pelo Jornal.
Secretaria da thosoararia provincial de Per-
aambuco, 5 de dezembro de 1883.
0 secretario
A. F. O Dr. Manoel Jos da Silva Neiva, commendador
da imperial arden da Rosa, cavalleiro da de
Christo, e juiz de direito da segunda vara crimi-
nal da comarca do Recife, por S. M. o Impera-
dor, i|ue Deus guarde, etc. *
Faro saber, cm virlude do art. 286 do cdigo do
processo criminal, que tendo sido convocada para
o dia 16 de iiovembft ultimo, a 6* sossao do jury
desla capital, insullou-se no dia 18 do dito mez, e
encerrou-ce no dia i *o corrente, sendo nella jul-
gados processos, conlendo reos presos.
Scrviram na dita sesso os Srs. jurados se-
gualos :
Dr. Antonio d'Assrjnvpco Cabral.
Teiiente Antonio Egidio da Silva.
Antonio l'erreira d'Annunciacae.
Dr. Antonio Jos Al ves Fer reir.
Dr. Antonio Jos da Costa Ribeiro.
Antonio.Xobre de Almeida. -
Balduinu Jos Tarares da Silva.
Dr. Caetano Xavier Pereira de Brito.
Claudinu do Reg Lima.
Dr. Peodoro l'lpiano Coelho Catanho.
Domingos dos Pateos Miranda.
Pretiriere Alexandrino de Vascortcellos Callara.
Francisco Jos Martins Penda.
Francisco Lucio de Castro.
Francisco de Lemos Duarte.
Fi ancelino Augusto de Hollanda Chacn.
Flix Francisca de Souza Magalhes.
Faustino Jos dos Santos.
ILmiiiiio Ferreira da Silva.
Jos Alfonso Ferreira.
Jos le Baffin Correa Seto.
Jos Francisco de Salles Baviera.
Jos Gonc,alves da Porciuncula.
Jos Pires Ferreira.
Jos Peitre Velloso da Silveira Jnior.
Jos Ribeiro do Amaral.
Dr. Joo Capisirauo landeira de Mello Filho.
Dr. Joo Honorio Bezerra de Menezes.
Joo da Silveira Borges Tavora.
Jnaquim B.rnardo dos Res.
Joaipaiiii Pedro dos Santos Bezerra.
Januai io Constancio Monteiro de Andrade.
Dr. Li/. Salazar Moseoso da Wiga Pessoa.
Maiiotl Antonio Simos do Amaral.
Dr. Manoel Buanpie de Marean
Dr. Manoel de l'igueira Faria.
Tunate-coronel Manoel Ignacio de Bricio.
Pedro de (Alcntara tos Cuimares Peixoto.
Ha\ mundo da Silva Maia.
Siberiano Jos de Honra.
Tlioma/. Carneiro da Cunha.
Tliom Carlos Perelli.
Vii-ente de Paula Oliveira Villas-Boas.
Vicente l.ieinio da Costa Campcllo.
Forain multados na qnantia de 34OAO0O cada
mu dos Srs. jurados seguintes :
Antonio de Albuipienpie Mello.
EslevaoJos Paes Barreta
los Duarte Bangel.
Tliom Correa de Aranjo.
Foram multados na quanliade 3205000 cada um
dos Srs. jurados seguintes :
Dr. Joaqun da Costa Dourado.
Joao Baplisla do liego.
Antonio Goncalves Ferreira Casco.
Antonio Jos'Teixcira Bastos.
Foi lamben) multado na qnantia de 1005000 o
Sr. Manoel Isidoro de Oliwira Lobo.
Foram Onalmeole relevados das inultas impos-
tas durante a soasan, os demais Sis. jurados, visto
Icrem apresentado escusas legitimas.
K para que chegu aoconlieeimenlo dos interes-
ados, manilei passar o preslo JOB ser publica-
do pela imprenta.
Recife, 5 e dezembro de 1863. Eu Joaqun)
Francisco de Paula Esleves Clemente, escrivo do
jurv o ubscrevi.
Manoel Jos? da Silva Nrira.
Apputlacao civel do jaiz municipal de Baa- '
neiras.
Appcllantcs Jos Barrozode Carvallio e outros;
appeliado Manoel Januario Bezerra Cavalcanti.
Appellacao civel do juiz maoicipal do Cralo.
Appellante Barbara Francisca de Jess : ap|wl-
lado Manoel Francisco da Crdk,
Appellacao civel do juiz municipal de Marau
C nwlhr adaalnlfctratho.
O conselho administrativo para forneciinento do
arsenal de guerra, lem de comprar os objeclos se-
guintes : t "
Para o arsenal de guerra..
Colla da llalli, 5 arrobas, (lo amare I lo SO no-
vellos, flanclla para soadoies doselins SDcovados,
: lindas de barca para eaixa de guerra 30 pecas
Irmaalaie de \asss Snnhr.;-a da Seledndr
Ja sa-iii
guai* lcabo.de linhe braneo da f 1|2 pelegadas pecas,
Appellantc D Almlra Prelre Leal; appellada Jencesde zinco que preencham o numero de 1,600
D. Auna Freir da Silveira. j palmos quadrados.
Appellaeio civel do jaiz municipal da villa da Bar- para a enfermarla dos menores do mesrao arsenal
balha. I CotaGes cora travesseiros cheios de palha 13,
Appe lante Jos Noguoira do Barros e sua mu- gaz 6 galoes, para o arsenal, zarcfio 5 arrobas.
Iher; appellados Joaquim da Costa Araujo e ou- Quem nuizer vender taes objeclos aprsenlo
trae.
Appellacao civel da cidaoe do Crato.
as suas propostas em carta fechada na secretaria
docoaselhb, s 10 horas da manliaa do dia 16 do
Ajipellante Joo da Cruz Jess ; appeliado Fran-' corrale.
cisco Cabral e sna mulhcr. Sala do consellio administrativo para orneci-
Appellaeao civel do juiz municipal da Paranyba. meni0 0 arsenai je guerra, 9 de dezembro de
Appellante Joo Francisco de Mello Brrelo ; 186^1.
appellada D. Florinda Mara da Conceicao. Anfomo Pwft o dr S Barreto,
Appellaeio civel do juiz dos foilos da fazenda. Coronel presidente.-
Appellante embargantes Manoel Gencal ves Agr; Sthastio Antonio do Htgo burros,
appellada embargada a fazenda provincial. Vogal secretario.
Secretaria da relacao, 5 de dezembro de 1863. Seita-feira 11 do corrente, Onda a audiencia
O secretario da relacao do Sr. Dr. juiz municipal da 1* vara, serio arre-
Domingos Affonso Ferreira. matados por venda os oteneilios da fabrica do sa-
f (i IKIlIill i d f'nvtlMfll bao, sita na ra do Rangel, tudo por proco mui
'. i/re-Jwt-nuM/ z*>& ni *wyi*i- commodo, e proprio para qualquer principiante.
O cnsul de Pertngal nesta provincia, tendo de Bataiho de lafilotarla h 9*
proceder ao arrolamento de lodos os subditos por- Consflho econmica
tugeles, aella residentes, para^a organisacao da Q ^^ ^h a 0 torn eslatlsticageral da popnlacfc wrUytwia raadea- to e suas praras arranxadBS aVaate o I- semes-
Eir.ifi --AoSr.Dr. JeOoJos.df
de 3loum ma^alliiles se roga o o juiz a rmamute v H L di s.k-
; Espingarda^ m cliapos de sol obsequio de \ir a ra das Cru-1' 2 SSlS! ^STSSS^STt^
e liulias. zes n. 44, segundo andar, con-
0 agente^lfnto"fara e.lo 'conu e risco do Cllr 0 negOCO que llilO gllO-
quera pertencer do urna eaixa com lazarmas, urna ,,0 a nnn i fon \rd\h<\
diU com cliapos de sol de seda e de panno, e lo 1- ti.UPja t. ixtU V blllUt
rrdod!!n,f^VJnhaS/XSeUlCS (rn,armaZT-.^ A Pessoa "l"8 nnunrlon precisar da qnantia
ra do Imperador n. 47, onde se efTectuara o leilao (le ^000 sebre hypolhcca cm um escravo, dri-
as ti Horas do da cima dito.________________ ja.se a rna da pnvt n. 43, segundo andar, que se
LEIU0
dir quem faz esse negocio.
te neste imperio, o W**^***^* tredo anno vlndouro os gneros seguimos, de boa rua da Cruz
do pelo governo de b M F., convida cpede ato- ,idade ar assuar branc7dc croco, ou -------------
d.^L^ eT!irTL^J%XTl: 8S?a refinado, axeite doce em garrafas, ba-1
DE
Diversas mindexas.
Sexla-fc ra i\ da crrale.
O agente Pestaa far leil.o por ordem dos ad-
ministradores da massa fallida do Seve Filhos &
C. epor conla e risco de quem pertencer de di-
versas redomas de vidro e mangas para casticaes,
porcao de resmas de papel brancoe azul, ditas em
camodas marca pequea branco e de > 6r, sapatos
de marroquim para senhora, ditos de tapete para
hosiem, ditos do couro de lustre para meninos, h-
vros em branco, linhas em carretees, oculos de
arniacao, apparelhos delouca para caf e para 2
pessoas, papel de cor nintado e mata borrao, tudo
em lotes a vontade : sexta-feira 11 do corrente
pelas 10 horas da manhaa no armazem da aiesma
0U GRAOA!
Aquello engracado que pedio um chapeo de seda
emprestado para assistir ao baile do Club Per-
nambucano, se pede' o obsequio de mandar bascar
o que deixou, e entregar o que levou, pois para
graca basta a peca que j pregou ao dono. Fazen-
do-se desentendido, seu oome em seguida aqu
ser inserido.
I mJj?*"!?' calho, ca en> grao, carne verde, carne secca,
consulado al o dia 31 de dezembro
urna relacao contendo os seus nonres iuaae, fariW)Jl ^ Um Mio |eBha cm 9eh manteiga
tado, -filiacao, naturalidade e oceunacao e bem as- fra as de 4 e 6oncas, toucinlio e vinagre:
snn os nomes das pessoas de sua familia, Inclain 1 ..rTT ZZUTZ ,
do eaixeiros e criados, com as respeaivas deeig
nafoes e com as mesmas declaragoes. balalhao at as 10 horas em ponto da dia ti do cor
As pessoas que nao souberem escrever e que nao reme mM
tenham quem Ihes faca estas relacoes deverao vir Quartelna Soledade em Pernarabuco 9 de de-
DR
Sas^rca^effi' SZSSJSl SE c*r* 4e Hamburgo egalolas
ao consulado faze-las "verbalmenle, oade lhes se-
rao tomadas todos os das uteis desdo s 9 horas
da manhaa at s 3 da tarde.
Os eaixeiros oa outros quaesquor individuos
que nao estejain em casas portuguesas devem
mandar as relacoes relativas a suas pessoas.
O cnsul de.Portugal depois de tantas provas
de deferencia que lera receido de seus compa-
triotas aqui residentes, nao pode duvidar de qae
he concederaa mais esta que desde j agradece.
Entretanto v-se na neccssi.lade de lhes declarar
que o consulado nao reconhecer como portugue-
ses, nem prestar auxilio algum em nome de seu
governo aquelles ^ue at o referido da 31 de de-1
sombro nao acadirem a este eonvitc.
Rogase a lodos os portugueses que deem toda
a publicidade possivel a este annuncio.
zambra de 1863. O teneme-secretario,
Jos Francisco de Moraes e Vascencellos
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMlfCANA
DE
Xavegaf0 cstelra vapor.
liba de Fernande ir. \oronha.
O vapor Jaguaribe logo que
chegne do norte segair para a
[Iba de Fernando. O dia da par-
tida ser anuuaciado epportuna-
mente.
COMFANHIA BRASILEIRA^
DE
PAQUETES A VAPOR.
E* esperado dos partos do norte
at odia 18 do corrente o vapor
Apa, commandante o primeiro
tenente Alcanforado, o qual de-
pois da demora do coslume se -
guir para os portos do suJ.
Desde j rerebem-se passageiros ^e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a" qual devor
ser embarcada no dia de sua chegada, enrominon-
! das e dinheiro a frete at o dia da sahida as 2 ho-
ras, agencia rua da Cruz n. 1, escriptorio de An-
tonio Luiz de Oliveira Azevcilo & C.
Sexta Jeira i I de dezembro
(le llera as 2 1|2 e das 3 1| s S da Urde) i
rua da Imperalrii a. 17.
C. Brandes tendo de seguir para o "noria no va-
por do dia 15 do corrente, far leilo por inter-
venrao do agente Pinto, de um grande sorlimento
de canarios e gaiolas para os Buenos existentes
\ en) seu armazem da rua da Imporalriz n. 17, onde
; se effeetiiar o leilao ao dia o hora cima indi-
cados.
LEILAO
Libanio Candido Ribeiro, Antonio Carnei-
ro da Cunha, Auna Paula d MenJonca, Ma-
ra Joaquina de Mendenca Ribeiro c Joaqui-
na Tlieodora Carneiro da Cunha, genros c
lillas da finada Joaquina Mara das Dores
Mendonca agradecen) a todas as pessoas que
se digoaram Imarar co sua presenta as
exequra's de dita finada e pelo prcscBte con-
vidan) as mesmas possoas que se dignem
comparecer no dia 14 do corrente as 7 ho-
ras da manliaa no cemiterio publico, afim
de assisiirem missa"-ue deve ser celebra-
da por alma da mesma tinada, pelo que des-
de j dio-Ibes os devidos agradecimentos.
Rccife, 9 de dezembro de 1863.
convocar
. 10
horas da inanha, alm de se arareder a aleico da
mesa regedora do anno prximo futuro.
Consistorio da innatidade d N'oasa Senhora da
Soledade 9 de dezembro do 1863. O eflervao da
irmamliide, Salviano Pinto Brandao.________
.llolequr ou ama.
Precisa-se de um moleijue de 12 a 14 annos, ou
de urna mulher forra que compre o faca o servico
de una casa de posea familia : na rua larga do
Hosai 10, loja ik charatos a. 3ft_________________
OSr. Magno rano Marones Bacaflio tem
urna carta no Uryo da Supla Cruz n. 1.________
Precisase alosar urna prela que sai la en-
gomruar c compraf; na rua da Cruz do Recife
i). 2't. primeiro andan
Precisa-se alu^v mu preto para o sor-
viro (loiitsa : na rua (h^aileii rjo Rccife
n. 20.
DE
Fazendas, rampa felta e e>trs
t artigo*.
Sabbado 12*ilo corrate as 10 horas.
0 agente Olympio far leilo na loja de alfaiate
rua do Imperador n. 57, do fazendas de laa. se-
das, sobrecasacos e paletets de panno fino, calcas
de rasemira, rolletes de velludo e ftislSo o outras :
militas obras de alfaia'c.
liEIIilO
Wabbadolf do corrente as BO l|'
horas.
0 agente Siindes far b-ilo n-tfierimonto do
inventariante e testamenleiro do finado Ventura
da Silva Bu-vista c. mandado do Bisa. Sr. r. juiz
municipal da primeira vara, das dividas na im-
portaneiad; I:8l451i0 rs. sendo a quantia .
1.07*5ti.'IO rs em nina livpothera e o mais em
letra e conta de livro, cuja relacao pode ser exa-
minada no escriptorio do inesmo agente aonde se-
r effectuado o leilo.
Alnga-se barato o segundo andar do so-
brado 11. 41 em a rua da Aurora, que. lti-
mamente fina concertado o pinta.lo de no-
vo : extern pretender dirija-se loja de
Bastos cV Rege, na rua Nova, que achara
com quem tratar. ^____________________
Sscicdailft (Iraniano Hcrreio c Cniao
Familiar.
Pela respectiva secretaria avi-
sa-se aos Sre. socios, que os bi-
metcs para a recita inaugural do
dia 12 do corrente sorao distri-
buido nos diaslO, 11 e II pelo
Sr. thesoureiro, a quem poderao
se dirigir os mesmos senhoros
socios.
O Io secretario,
Epaminnndas Pinto B. e A. de Wconcellos.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
^PAQUETES A VAPOH
Dos portos dosui esperado; Iransieicocia do lilao m loja de fa-
at o dia 14 do corrente o vapor, 7PUilas
Princea dr Jomvilie. comman-1 ... _'. # ....
dame Araujo, o qual depois da C',e' a annunciado para h.yeda massa fallida
me seguir para *' ",cl,.ail Santos por.intervenrao do agente
os porto do Mil.
demora do costunie seguir para
Simoes tica transferido para outro dia, o qual se-
r annuliciado.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder condiuir, a qual dever' Terra-frira lo dn cerrrulr
ser embarcada no dia de sua chegada: encom-! as h |loras j0 dja porla __ asSocaco commcr-
mendas e dinheiro a frote ate o dia da sahida s t ra|
horas, agencia rua da Cruz n. 1. escriptorio de Os pretendentes podem examinare predio que j
corapanhia dos menores do arsenal de .febe carga a frete e oscravos : quem q.iizer
' -.._., 1 nelle rarregar enlenda-se com Manoel Ignacio de
a Conselho administrativo.
O conselho administrativo para fernecimento do j
arsenal de guerra teta de comprar os objeclos se-'
iraintes:
Para a
guerra
Gaz 6 galoes.
Para o mesmo arsenal.
Prnna; de ganco 1,000, pennas d'aco caixas 20,
caivetes de aparar pennas 10, "zarce arrobas5,
livro em branco de papel pautado com 150 folbas
1, 1 dito de iK) fullias. ferro inglez em barra de
1 > pollepada de largura e 3 oitavas de grossura
quiutaes 14 1/8.
Para o presidio de Fernando.
culos de alcance 2.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo A' C.
Para a Babia vai sahir com nufita brevidade
O veleiro (Milicho Jrijttitrriri, por lor a molor turto
da car^a engajada, para o resto que I he falta tra-,
ta-se com os consignatarios Palmeira 4 Bellrao. |
largo do Corpo Santo n. 4, primeiro andar._______
Para n liin r/ Pretende seguir com muita brevidade o pata-
cho nacional frbnibr, tem parte de seu carrega-
mento prompto para o resto que llic falta e escra
vosa frete para os quaes tem exeellenles commo-
dcs trata-se com os seus tonsignatarios Antonio
' Luiz de Oliveira Azevedo & C, n" seu escriptorio
i rua da Cruz 11. 1.
j se acha patente.
AVISOS DIVERSOS.
ara o lile d-rande do Mu.
Sahir rom brevidade o brigue narional Corum-
Oliveira cv F1II10, largo do Corpo Santo.11. 10.
Barea Lima 1
Sahe em mucos'das para o Porto por ter parte
da carga engajada, para o reslo e passa^eiiu-.
tratase cornos consignatarios Carvalho & N'oguei-
ra, na rua de Apollo n. 20. ou com o rapilao na
praca. .
i Instituto Archeologioo e Geo-11
rrapliico Peruanilmeauo. |;
llavera sesso ordinaria quitila-feira 10 do I
crrante, s II horas da raanluia.
Secretara do Instituto, 7 dfe dezembro de
1863.
J. Soara do Azevedo.
Secretario perpetuo.
Aos 5:OOOH.
Sejiinda-feira 14 do corrente se extra-
hini a oitava parte da terreira loteria do
til 'FRIGIO.
Ignacio Luiz de Brito Taborda em rom-
memora^ao ao anniversario de sua semprc
chorada esposa l). Anua Mara da Cunha
Taborda, convida aos parentes da mesma
fallecida para no dia 11 do corrente pelas 7
horas da manhaa assistirem a missa que tem
de se celeMW no convento de S. Francisco
por alma da mesma tinada.
Altiga-se o terceiro andar do
sobrado da rna larga do Rosarlo
que volt para a do Cabng n.
*> cun
ra fainlli
damosegu
2^>1 =
Aluga-seb sebrado de tres andares da
rua da Cruz n. 9, com sot3o grande, que
equivale a um quarto andar, com excedente
vista para o mar pela parte posterior, e jun-
tamente um grande armazem terreo, muito
proprio para deposito de fazend is ou mes-
mo para qualqm*r e>Ube)eciiivuittocmmei-
cial : quem o pretender, dndole prefe-
rencia a quem qui/.er alugar todo o predio,
dirija-se a mes na rua da Cruz n. 38, que
achara rom quem tratar.________________
Precisa-so de urna ama pura casa de um
eslrangeiro solteiro : a tratar na rua da Cadeia
do Becife, n. 40 toja de relojoeiro.
Dase dinheiro a juros : na ra do Rnnget
n. 6.______________
Precisa-se de una ama que sushm e en-
gomnie, para casa de familia: a tratar napraca
da Independencia n. S.
Precisase alugar una ama para o aervico
de urna casa de pouca familia : na rua de 9aiu.i
Isabel n. 13.___________________________
Na rua da Alegra n. 7, alugaut-sit lluas es-
cravas, urna sabe rozinhar, engommar e ensaboar.
a oiitra cnsaboar e cozinhar.
Boga-se encarecidamente a qeem liver apa-
nbado tuna macaca que pelo ultimo vapor veio da
Pai abiba, tendo urna corrente na cinta, de a vir
trazer na rua da Penha n. 1, terceiro andar, qui-
se Ihe gratificar, cuja fugio na manhaa do dia 7
(te corrente.
Arrenda-se a mata da propriedade Apiparas
por lempo Ae um auno, a contar do 1" de jaaeim
a 31 de dezembro de 18fii. A arrematadlo lera
lugar nos das 26, 27 a 28 do corrente em casa Ho
respectivo administrador cm dito lugar de Apipu-
cos. pelas 3 horas da tarde, cm vista das condife
que devem servir de base mesma arremat
os preteudentes devem comparecer com seus
res, que devem ser conbecidamente abonados.
Procisa-se do urna ama para casa de tinas
passoas, dande-se preferencia escrava : no largo
do Cullegio junto ao sobrado amarello, terceiro
andar.
So dia 7 do corrente appaivce um criouli-
nbo na escada da casa do abaixo assignado, diz
chamarse Apolinario, idade de 7 a 8 anuos, diz
elle ser do malo e que forro, eseii pai chamar-se
Faustino, c que do lugar chamado Primavera : a
i quem pertencer, dirija-se ao largo do Cnrmo que
j volta para a rua de Borlas, taberna n. 2, que Ihe
entregar-i sem niiiiha responsabilidade.
^_______Narciso Jos da Costa Pereira.
.D-se erTectivaiiii-nte dinheiro a premio rob
1 penhores de miro e prata o firmas a contento : na
rua Augusta n. U se dir.
I Perdcu-se hontem do Caminbo-N'ovo rua
da Cruz, nina l.'tra da qnantia de .10501)0, vencida
em 1862, sacada pele Sr. Carlos Antonio Vander-
linden e aereita por Blandin Ayn; quem achnu
poder levar rua da Cruz n. 4, que se recom-
pensar se assim exigir.
pessoas que o honram com f(fc
?sa-iS3>:'- <^ W' K4$i a sua confianca, parliifipa que ser en- ___
._ ,.>*s-s s*s??sai t* contrado todos os das no referido lies- SS
iao Francisco de Lima San- IH $ t_*\ d;'s.7;i> ,0 ^ ">" e d8 ll"ra
a residir na na do trape- M\M m 2ni*A1^*
DEGLARACOES:
Tribuoal da relapo.
Vola dos (riles entrados na secretaria da relafo
desde o I dr jaariro al o *e dezembro de
Mil, us ija i-s esto parados por falta do paga-
ni.'m 11) do rcsuiu-lno preparo.
Aggravo do juiz de paz do segundo districto da
Boa-Vista.
Aggravante Joao Francisco Saraiva ; aggravado
MJUI7.0.
Aggravo dojuizo municipal desla cidade.
..'.'gravante o desembargador Jeronyino Marti-
niano Figueira de Mello airgravado ojuizo.
Aggravo do juizodos feitosdesta cidade.
. Aggravanles Jos Marcelino Alves da Fonseca e
otitros; aggravado o juizo.
Aggravo do juizo da provedona desla cidade.
Aggravante Augusto Adolplio Wandorley Lins ;
aggravado ojuizo.
Aggravo de instrumento do juiz muuicipal de.Se-
rinhem.
Aggravante FrancUco de Barros Wanderley ;
aggravado o juizo.
Aggravo de instrumento do juiz municipal de Se-
n lili fie 111.
Aggravante Francisco de Barros nfr'anderley ;
aggravado o juizo.
Discurso de fullencia do jnii do commercio do Re-
rife.
Beeorrcntes o juizo ; recorrida Jos Pereira da
Silva.
Revista civel do Rio do Janeiro.
s Rccorrente RosaRna Fernanlefe de Almeida o
cus flttiOS menores por seus curadores; recorri-
ilo Pedro Jos de Alinela e outros.
Appellacao civel do juizo da fazenda do Recife.
Appellante Jos Vellozo Soares ; appellada a fa-
z./ida.
Apt'cllacao civel do juizo da fazenda do Recife.
Apellante Jos Vellozo Soares ; appellada a fa-
r.inda. ,,
Appellacao civel dojuizo fp fazenda de Maeeio.
Appeltante o Dr. Jos Angelo Marcio da Silva ;
appellada a fazenda.
AppeHaeiiomcl do jniz municipal do Limoeiro.
Appellante o curador dos orj'haos, filhos de An-
ii.nji) Riirbnza de Souza ; appeliado o padre Joao
llernaniivem Maciel.
Appellacao civel ib jp iz raunkiool jdc Santo
'Aataa. '_..
Appellante Jos Ignacio de Mello ; appeliado
Ab-sandre Bocerra de MJMavrqnc Barros.
ApiM-llaec. civel ny_t municipal do CafnV,
Ap|iellaiite Manoel Ignan i di Josus : appellados
AiiUTO Vicira da Cunbae outros.
Bi'i&ue tlnnlianc;!.-
_ 2. Pretende sahir brevemente para Lisboa, recebe
Quem qnizer comprar taes objectos, aprsente carga e passageiros, para o que trata-se com seus
as suas proposlas em cartas fechadas na secretaria consignatarios Carvalho t Nogueira na rua do
do conselho s 10 horas da manhaa do di 11 do Apollo n. 20.
corrente.
i. /. l.urso ue iiiigua imii in;i liara i> iiirimm
yranasto Pernambucano (teiretra conees- Benhol.as I10 ,mv,. anuo irctn-o de 1864. Ores-
s"i:i), no consistorio da igreja .de N S. do peetivo professor eslabelecoa ora mdicooroanado
para ensinar perfeiamente ose bello idioma, a es-

Para o Porto
Sala das sessoes do conselho adminisirativopara
fornecimento do arsenal de guerra, 3 de dezembro segu brevemente a ve eir barca S. Manoel ./que
de 1863. ',em engajado netade do seu carregameuto ; para
I o restante e passageiros, a quem oITerece bellos
commodos, dirijam-se aos consignatarios M. J. Ra-
jmos o Silva & Genros, rua do Vigario n. 10, pri-
! meiro andar.
Rosario da fregue/.ia de. Santo Antonio.
O Dr. Carel
los. contina a residir na rna do lni|
rador n. 17, 2 o andar, onde pode ser pro-
curado a qual uer hora do dia e da noite
para o exercicio de sua prufktsao de jne-
dico; sendo que os chamados, depois de
meio dia at i horas da tarde, devem ser
deixados per cscripto. O referido Dr.
nao abandonando nunca o estudo das
molestias do inlerior. prosegue, com o
maior allnco, no das mais dilliceis e deli-
cadas operacoes. romo sejam dos orgaos
ouriiiarios, dos olbos, partos, etc.
Curso de liugua italiana para as meninas e
lr. traduzir e fallar gramnialicalmente. A
respectiva thesohraria ruado Crespo n. 15 c
Os hilheles e meios acham-se venda na trmtr,
- --1 expeneneja acaba de o demonstrar em uuas meni
Ras pernambiicanas que fallam a dita lingua com
Anfomo Pedro de S Barreto.
Coronel presidente.
S. .4. rfo Bego Barros,
Major vogal-secretarlo.
foiisnlndo provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz publi-
Para o Rio de Janeiro.
O patacho nacional Capuam, pretende seguir
co que os 30 lias Hteis marcados para a arrecada- rom moita brevidade, tem parte de sen carrega-
cao bocea do cofre do semestre do armo Unan- men,(> engajado, para o resto que Ihe falta e es-
cravos frete paraos quaes tem bons commodos
trata-se rom os seus consignatarios Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo & C.. no sen escriptorio rua
da Cruz n. 1.
cao
ceiro corrente de 1863 1861 dos impostes da de-
cima urbana das freguezias desta cidade e da dos
A fugados, e de 00 sobre a rcijda dos bens de
raiz pertencentes corporagoes de mao mora se
principiam a conlar do dia 1 de dezembro vin-
donro.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco
25 de novembro de 18b3. "^, rente" para aquello porto a escuna nacional Can-
Antonio Carneiro Machado Hios. -] mneza, s locobe carga miuda e escravos a frete :
PARA 0 RIO DE JANEIRO
Segueimpreterivelmente quarla-feira 16 do cor-
Administrador.
Thesouraria proviarial
Saldo no diu 30 de novembro de 1863.
Excrcicio de 1863 1861.......... 16:6615861
Calcamenlo da cidade............ 2:1335600
Accoes.... t............. 2:1335600 '
Deposito. { Letras................. 386:2155209
(Mocda corrente......... 1:9815265'
Pela thesouraria provincial se faz publico, que
a arremataba dos reparos de conservacao, de que
nacessita a ponle do Anjo, sobre o rio Seriohcm, I
foi transferida para o dia 17 do corrente.
Secretaria da thesouriria provincial de Per-
nambujo, 5 de dezembro de 1863.
O secretario
A. F. a"Annunciarao.
A thesouraria provincial vende a quem mais
a tratar no largo do Corpo S nto n. 6, segundo
.dar.
LEILOES.
IIOJK
U-uinta-ieira 10 do correte s 10 aeras, da taberna
da travessa da rua do UvrameMa n. 2.
Sem limite a dinhuiro vista '
Pelo agente Eueebio se vender em leilo diver-
sos gneros daquella taberna constante do man-
dado em meu poder de conforme com o juizo
dr odia 10do corrente a madeira apodrecida, j TOpndaTinT^Iilidprtnaii1n
que fo. lirada da ponte velha de Motocolombo, a- pe|0 que sao vidados os prelendentes ao preciso
vallada em 825400, conforme a ortlem do Lx.n. rln nn mntni
imite cerra de
exame do que conlin.
Sr. presidente da provincia, do 3.de novembro A ultimo.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 5 de dezeinbro de 1803.
O secretario
A. F.tTAnnunciago.
luspffcao do arseRilde marinha.
Faz-se publico que a commissao de peritos exa-
minando oa forma determinada jio regulamcnto
annexo ao decreto n. 13W de 5 de fevereiro de
1854, o casco, machina, caldearas, apparelho. sanar.
treaao, amarras e .ancoras do vapor Manninyua-
pe da companhia' Prrnambucana de navegacio
cosleira, achou todos esses objeclos em regalar
estado-
100 caixas com charutos.
Hotos, escravos,joias de ouro, de pra-
ta, mindezas, rharnlos, trvstaes e
Mtros ovuitos objeclos.
Sexta-feira II do comente, s H horas -
la manitaa.
O agente Olympio far leilo em seu armazem
Inapecco do arsenal de niarinha de Pernambu- 'fta rua do Imperador n. 16, de obras de marcinei-
eo 5 de dezembro de 1863. rias aeeaa a usada*, carro para conduzir hiendas
O Inspector, 'eottros muito objertos que ser enfadonho men-
H. A. Barbosa de Almeida. conar.
e as casas comuii^sionadas rua da Im|iera-
triz n. 44, ioja do Sr. Pimentel: rua Direita
n. 3, botica do Sr. Chafas; na estreita do
Kosarii n. 12, typographia do Sr. Mira e rua
da Cadeia n. 4">, loja do Sr. Porto.
Os premios de 3:0001001) al 103000
sero pagos urna Lora depois da extrarcao
e os outros no dia seguinte depois da distri-
buioSo das listas.
' 0 thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
OSr. Jos Francisco Piulo iiiinares. rirur-
gio pela escola real de rirurgia de Lisboa, trans-
ferid sua residencia para a rua Nova, n. 60, pri-
meiro ailar, onde pode ser consultado todos os
das uteis das 7 s 10 horas da manhS, acerca das
doencas denominadas cirurgicas ou externas espe-
cialmente daqnellas, em eujo tratamento mais fre-
qnenteinenie intervem a medicina operatoria.
.lo ai; at iv
C\S\ V F0TU\\
Bllhetes sni'niiirlo*
A' rua da Crespa n. 23 e casas do rostumr
AOS &,001>j90tfO.
O aliaiio assignad i tendo vendido nos seus mili-
to afortunados billietes garantidos os de ns. 3i3
com a sorte de 10:0005000, 238 com a de 2:0003,
LI02 com a de 5O05000, c ontras mnitas de 1005,
405 e 205000 da lotera que se acalmo deextrahir
a beneficio da irmandade do Senhor Bom Jess das
DAres, e convida aos possuidores de ditos bilhetes
a virem receber seus respectivos premio* sem des-'
cont algum em sen estabelecimento casa da for-
tuna rua do Cres|>o il 23.
O mesmo tem exposto venda em seu dito esta-
belecimento e as outras casas do coslume os feli-
zes bilhetes da oitava parte da terceira lotera do
Cvmnasio, qae seoxtraliir a li do corrente, e a*
sones que elles ebtiverem sero nela_mesma for-
ma pagos urna hora depois da exlraccao.
Pre^o.
Bilhetes inteireu..... 6500
Meios bilhetes...... 35000
Para as pessoas que compraran
de P)05 para rima.
Bilhetes........ 55.100
Meios. .....* 5750
tlafi Martin* Finzn.
Fetlor.
Quem precisar de um bom feilor para itio o
qual affianca seu comportamento dirija-so rua
do Apollo n. 4, primeiro andar.
muita graca como qualquer senhora italiana. Aba-
lisados jurisconsultos o lentes da faeuldade desta
cidade d Recife lizerain ao respectivo professor a
honra de o consultar a respeito, as diversas obras
de direito de habis jurisconsultos italianos. As
lenborasque desejarem esludar em suas casas essa
bella lingua c suas poesas, antes (pie eheguem as
compendias lyricas esta provincia, tem as suas
orden o resiiectraa professor, domem de lodaedu-
caco e respeito, rua da Soledade na Boa-Visla
a. 66. O mesmo professa as linguas latina, grega e
franeeza, e as falla corrertameiite. ____
i do Queimado n. 44, se- \j
gundo andar, onde ha eslabelecido o sea ', *
B consultorio, ouem rasa de seu paiCam- i^
^ po das Princesas.Di consultas gratuitas **
^ lodosos das no dito hospital, onde pra- .t^
>* tica toda e qualquer operaeo de que os *^'
jS pobres precisen) para o u restabeleci- **!*
3k ment. Incumbe-se especialmente da 5*?
i,' cura das mol-stias do dominio da medi- uM
^ cia operatoria, que se ha dedicado. ^
W das affeccoes do tero e da uretra. jK
Yleenso d'Antuono, subdito tallaao, retira-
se para fra do imperio.
c oiupanliia fldclldade de
seguros martimos c ter-
restres estabelcclda no
Rio de ianciro.
AGENTES EM PBPNAUBUCO
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo k C,
competentemente autorisados pela direc-
tora da companhia de seguros Fidelida-
de, tomara seguros de navios, mercado-
rias e predios no seu escriptorio rua da
Cruz n .1.
D-sc constantemente dinheiro a premio so
penhores de onro e prata: na rua da Gloria n. 27
se dir quem d.
Aluga-se o senundo andar sotao do sobrado
da prara do Capto! n. 6, com muitos commodos :
atratar na rua do Queimado, loja n. 18._______
Precisa-*; alugar urna esrrava que saina co-
zinhar e comprar, para urna casa de pouca familia,
ou urna criada forra para o mesmo ser vico : na
Jaeiutlia Mara da Conceico, boceteira anti-; rua m, Queimado n. 39.________________
ga e bem contienda nesta cidade, moradora no |*-
leo da ribeira de Santo Antonio n. 17, declara pelo
Troca-se boa telha por lijlos de al venara
pronto nao dever nada Unto no eMgSS gJS, MonS^'!! SaSl""' ** ^ "*
particular; e lodo aquello que se julgar credor. ^ d Mondcgn n. 13, mana.-------- ----------------
aprsente suas rontas que sero pagas ; e tambera Augusto Jos da Costa,^ subdito portugus,
chegado da Europa no vapor Paran, segHe para o
Rio de Janero.
chama pelo presente seus devedores que vcnhaui
fzer seus pagamentos aellaou sua lilha Manoel-
la Mara do Nascimenlo, moradora na rua Direita
n. 4, licandoma lilha isenta de pagar qualquer
divida queapparecer euistia ausencia ; e para que
chegue ao conheciinenlo de todos faz a progenie.
Offereve-s um liemein para cobrar dividas
no Interior da provincia c sertdes, o outras pro- ,-ffna lo Cabalga n. 11.
vincias do norte, o qual da dador a sua conducta ^^
.piem precisar, pile irt-ocurar na camboa do Cai> ^ V" -- -' d. __.
i no n. 30, casa do Dr. Maximiano Lopes Machado^ Joaqum Mai tinttu a* truz torrea.
al o dia 13 do crrante ao meiodia.___________ Vende-seo sogu in e :
^L-l------------:------------------:-------:. Salsa iiarnlha de Bristol.
- Procisa-se de urna ama de meia idade ne pasti,has assucaradas de Kemp.
ar, engommar e cozmharjiara casa de ho- paMi|has V(.rmifupi;; de Kemp.
saiba lavar
mem solteiro
na rua do Camaro n 13.
...fugas de Kemp.
' Elixir de riti lactato de "ferro do Dr. Thermes.
Agostinho Mari i os Campai i bao ivlira-se para Kobda Laf.-cteur.
Europa a tratar de sua saude: quem se julgar acu Xarope depurativo d'odoroto de ferro de Cuy.
credor,jlirija-se rua da Praia ns. 5le"56, no Xampe peiloral sedativo de Cuy.
praso de tres dias.____________________________ Pastilhas peiloraes lialMunican de ttsry.
Pilulas da vida.
_ Bu rol franciscano (aaeaatodo) pafstaaagens.
Injeeriio Brow.
Xarope de citrato de ferro de Chable.
Precisa-se de um menino para caixro de
urna loja de calcado, preferndo-ae Portugus
roa do Livramento n. 15.
Pede-se ao Sr. thesoureiro das loteras desla p^uia^ contra saldes.
Cidade que nao pague, sendo que faia premiada o Salsa parrilha efcnds.
i fluido desata par* de-Bailys.
Xarope alcoolicode relame.'
Alm destas drogas ha constantemente um com-
meio biheten. 2411 que foLcoraprado por miuiua Eitrael tundodetffca aarj
mesma thesouraria mi tlia ? do correte.
Jos Patrocinio do Remedio.
Carmo Braga, subdito por.,, ^Sfc^^rff,^
ven'dem poe conmiodos ptecns.
HELOCtOS.
Francisco do
guez, retira-se para fra da provincia.
\n\.
Precisase de nina ama para cozinhar para- casa
de familia : oa rua larga do Bosarw n. 12, seun.
do andar.
Yende-se em casa de Julmston Paler C, rua do Vigario, n. 3.rmn liello aorli-
Aluaa-s.' o solwa com grande t.rraeo, por commodo prjtpi, a casa g|e/ _e uin rjoj mais afamados fabricantes
dos leoes na rna dos Prazeres n. 36, m dita na d yvertiool, e taiiibefti tuna variedadc de
mesma rua n. 32, una dita na rua do Socego n. 7, ,.. 'ine 11Q,., n4 moemixe
a tratar com Jos Carneiro da Cunha.
bonitos trancellins para os mesmos.


Diaria de Pernanibuco Quinta felra FAZENDAS DE BOM GOSTO
Saperiores cortes de seda de cor a 504, 605, -704,805,90JI e 1005 cada corte, os raais modernos que tem vindo a Pernambuco.
Ditos de moreantique de cores e pretos.
Lindas sedas de cores a IJ>M0 rs. o covado.
Ditas de ditas de quadrinhos a M e a 15200.
Moreantique carmezim cor da moda a 153900 covado.
Superiores cortes de bloflde para aoivas.
Lindos cortes de crepo de llespanha cora barra de cflres as mais lindas qoee Cortes de 15a com barra de cor.
Ditos de lia cora barra aquille.
Lindos cortes de giindincde seda com barra de gostos inteiramente nevos.
Linda fazenda para vestidos denominada crep de Hespanha de cores mui lindas.
Superiores las de eres matisadas.
Grande e variado sortimento de percales de cores para vestidos.
Dito de chitas fraaeezas milito finas escuras, claras e matisadas.
Lindas catilinetas para vestido, gostos inteiramente novos. -
Superiores cortes de eambraia brancos bordados e eutras muitas fazendas de tom gosto para vestido de sennora
Para hombros de senhoras.
Superiores capas pretas a 205, 235, 305, &05 e 505.
Santiembarques de eambraia ricamente enditados.
Ditos de cachemira de cores e brancos enfeitados com multo gosto.
Lindas capas de casimira de cores as mais modernas que tem vindo a esta praca.
Superiores zuavos de eambraia e de seda preta.
Lindos postilhoes de merino de cores.
Grande e vanado sortimento de camisinhas bordadas 1 m
dem de chales de merino lisos de barra estampadas de quadros e de crep a 45500, a, 65, 75,85, 5 10.
Para cabera d senhora.
Superiores chapelinas de palha de halia. ..t.,c.
Lindos chapeos de palha de ItaHa enfeitados *om muito gosto e grande vartedade para escolher a 125,1*5 e 165.
Modernos enfeites de flores chegados no ultimo vapor francez.
Variada sortimento de enfeites denominados-conservadores para cabera. _
Bordados.
Grande sortimento de entremeios bordados 15,15200 e 15500 a pcc,a.
Lindas tiras bordadas largas a 25, 35 e 45 -a peca.
Calcas bordadas milito linas para sennora.
Superiores e modernas saias bordadas. .... ^ *r .
Espartilhos superiores e outras muitas fazenda* de gosto na loja das columnas ra do Crespo n. 13, de Antonio torrea de Vasconcelios & C.
Pechincha sem igual.
Na mesma loja das columnas vende.se cortes Me ambraia organdys de barra de duas saias e de babados matisados com 14 a 16 varas
corte a 65, 85,105 e 125 o corte.
cada
Mi
Ulusicas para piano e canto de toda6 as torcas, e raethodos dos melhores autores, e vcnde-J
Ise baratissimo.
EXCELLENTISSIMAS SENHORAS,
Aproveilcm as pe-hinchas da loja roa do Crespo u. 17
DB ,
JOS GOMES VILLAR.
Para apurar draheiro est vendando baratissimo,
Aproveiteni todos.
Recebeu de Xew-York 2,000 baloes de 20 arcos e vende a 25500 cada um.
I itraordiuaria pechincha, sem igaal.
Laas de cores, de quadros a 280 e 400 rs. o covado.
Cassas de cores a 200, 240, 280, 320 o covado I 11
Chitas francezas muito boas a 320 e 360 rs. o covado.
Madapoles, pecas de 20 varas a 75, 85, 95, 105, 115 e 125 a peca.
Cambraias lisas, pecas de 8 1|2 varas a 25500, 45,55, 65, 75, 85 a peca.
Capas pretas, manteletes prctos bordados a 205 e 325 rs. I
Sotambarques pretos de 255 a 305 rs.
Capas de casemira de cores a 255 e 305 rs.
Milras fazendas de muito gosto.
PROTEJAM TODOS
Corles de cambraias bordadas ; cortes de vestidos de blonde para noivas, com capella el
fmanta. Chapeos Maria Pia a 125cada um f Meias para senhora a 45, 55, 105 e-125
rs. a duzia. Bramante de linho, de 10 palmos, a 25 a vara. Bramantes belgas a 35 a vara ;
esguioes de linho finissimo; bombazinas pretas para luto ; merinos pretos etc. etc.; da-
mascos de la de 8 palmos de largura, propric* para colchas e para cortinas de salas.
oju8iup3|oqBiS3 oimssiiaeuodiu! ossoe 'sujs -sciuxa 'oij.bajojj
ojpquip c 'seiuisejiejcq scpaozej
-i:iijo|!|i > etea p si.i|.uii|.>.xl se hij)|.ao.iI%
somaoNvuisa a soNV3iaiivNu:w^
NOVO ESTABELECIMENTO DE MEDICINA HOMEOPATHICA
RUI MOTA W. 48*
O Dr. Sabino O, L. Jfao mudou s seu CONSULTORIO para aloja de marmore
na Nova n. 43, oflie contmaa a dar consultas todos os dias utis desdi' o meio da at
2 horas.
Os enfermos, que o procuraran logo na invaso da molestia, sem que hajara to-
mado qualquer remedie, nem allopathico, nem homeopatbico, pagarlo metade dos precoi
estrilados. Esta coBcess tem por fim facilitar a cura de molestias, que podem tornar
se complicadas pelos emprego intempestivo da therapeutica e ao mesmo tempo adquir!
para a homeopathia maior numero de adeptos pela bateza da cura.
Em attenco as pessoas pobres, que nao podem sabir de da, o Dr. Sabino resol-
veo dar duss consultas por semanas as tercas e sextas-feiras das seis as sete horas da
notte.
Os chamados para visitas e conferencias devem ser dirjgidos por escripto ao con-
sultorio desde 8 horas do dia at 8 da noite, na certeza de que sero attendidos na orden-
de sua precedencia, salva a dreamstancia de eminente perigo.
ADVERTENCIA.
O novo consultorio est prvido dos melhores medicamentos, desde a primein
at a trigsima dynaminjsaco.
E como os mdicos hespanhes e allemes nao cessam de certificar a major effi-
cacia das ultissimas dynaminisaces do tratamento das molestias chronicas, o Dr. Sabino se
oceupa agora de elevar os seus medicamentos s potencias mais altas (por ora at 200.a).
afim de verificar por si mesmo a torca dynamica, que se lhe attribue.
Os mdicos, que quizerem experimentar taes dynaminisaces podero dirigir ac
consultorio suas receitas, que sero aviadas gratuitamente para os pobres.
No mesmo consultorio se vende a novissima edicto do Thesouro homeopathia
ou Vademcum do homeopatha, obra indispensavel a dos que querem usar da homeo-
pathia.
Tudo o que diz respeito nova medicina se acha abundantemente neste novo estabe-
aecimento.
AO PUBLICO.
Benjamn Prankhn da Cunha Torreao negocia
urna letra da quantia de fOOf, que garanti e pa-
goupor Joaquim Coelho Cintra : a traUr na ra
do Qucimado n. 10.
Antonio Das de Lima, subdito portuguez,
retira-se para fra da provincia.
- Jos Aievedo de Andrade faz
sci< nte ao coi pr do commercio desla
pnca e a seus freguezes em ger*l, que
transferio o sen csl le Iecimenlo de fa-
! zendas silo roa do Crespo loja n. 20
FOLHINHAS PARA 1864,
Na praca da Independencia hvraria ns. 6; A para a de n. 18 da mesilla na.
e 8, acham-se venda as seguimos folhi-
nhas para 1864 impressas nesta typographia
em excellente ivpo e bora papel,
Folbinha de porta contendo as mate-
rias do costume, rs. .'.....160
Dita de algibeira, so!) a epigraphe
religiosa, contendo alm das materias
do costume os sete passos da Paixo
de Nosso Senlior Jess Chrislo ; cnti-
cos do mez Mariano; hymnos e jacula-
torias ao Santissimo Sacramento; ex-
plicaces de diversas oraces; cora
Seraphica ; exercicio ao sagrado cora-
gao de .Maria; oraco para visitar as
igrejas no dia da Porciuncula ; oraco
para escolha dos estados da vida ; dita
a Senhora da Conceicao ; e meditaces
sobre a reforma da consciencia, rs. 320
Dita de dita, sob a epigrapheVa-
riedade, contendo alm das materjas do
costume : receitas uleis e necessarias
aos diversos mysterios da vida ; physi-
ca e recreativa ao alcance de todos:
pilheriase raliecs; poesas; charadas;
mximas e pensamentos colligidos por
um curioso..............320
ATTENQlO.
ftocledade de seguros mutuos
de vida installaoa pelo Bauco
Uniio na eldade do Porto.
6s agentes nesta cidade e provincia Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C escriptorio na ra
da Cruz do Heeifc 1, estao autorisados desde j
a tomar assignaturas e prestar todos os esclareri-
I mentos que forem necessaros, as pessoas que de-
sejarera concorrer para tao til e benfica empre-
za, segurando um futuro lisongeiro aos associados.
Precisa-Se de urna ama na ra da Sanzalla No-
va n. 39, para todo o servico de urna familia de i
pessoas.____________________________________
Companhia de seguros mariiinios lili-
lidade Publica.
A direccao convida aos senhores accionistas
receberem o dcimo dividendo de 155 por aeco,
no escriptorio desta companhia, ra da Cadeia n.
42, em os dias ufis, das 10 s 4 horas da tarde.
Recite o de dezembro de 1863.
Os directores
Feliciano Jos Gomes.
____________Domingas Rodrigues de Andrade.
Como consta que o Sr. padre Francisco Vi-
rissimo Bandeira tenhachegado do Bonito, rogase
de dar cumpeimento ao que asseverou em sua car-
ta dirigida olarian. 13 na ra do Mondego.
Aluga-se a casa terrea n. 6, do pri-
mevo becco da Camboa: a tratar ra da
Cadeia n. G, segundo andar.
Aluga-se a casa terrea n. 57 da ra Augusta
com i salas, 6 quaitos, cozinha fra, quintal mu-
\ rado e cacimba, e igualmente loja da casa n. 59
da mssma ra : os pretendentes entendam-se cora
o seu propretario na mesma casa n. 59.
Aluga-se o armazem do sobrado no Forte do
Mattos : na ra da Moeda n. 5.
DENTISTA DE PARS
19Ra Nova-19
Frederico Gautier, cirurgiao dentista,
faz todas as operac,6es de sua arte, e cof-
leca dentcs artificiaes, tudo com superio-
ridade e perfeico, que as pessoas enten-
didas lhe reconhecem.
Tem agua e pos dentificio.
Antonio Jos Rodrigues de Souza aluga a sua
casa e sitio do Monteiro, em frente ao oilao da
igreja de S. Pantaleao, com bastantes commodos :
a tratar na thesouraria das loteras, ra do Cres-
po n. 15. __________
Alnga-se o primeiro andar do sobrado da
ra do Crespo n. 23 : a tratar na loja.
Antonio Jos Rodrigues de Souza, na ra do
Crespo n. lo, precisa alugar um moleque para o
servico de casa de familia, eque saiba bolear car-
ro, sendo de bons costumes.
SEGUROS DE VIDA EM MUTUALIDADE.
A direccao do BANCO U.MAO tendo obtido do governo de S. M. F. a autorisacao para estable-
cer o seguro de vidas em mutualidades, faz publico que desde j toma subscripcoes annuaes por urna
vez, debaixo da&seguintes condicoes :
Gm perda de capital e lucros;
Dito capital smente;
Dito lucros smente;
devendo a primeira lipdacao ter lugar no Io de Janeiro de 1859.
As vantagens do emprego de canitaes em mutualidade, sao obvias, porque nao smente se co-
Ibe o juro de quantias diminutas, de que avlsas se nao poderia tirar ncnlium resultado; mas alm
disso, este rendimento e augmentado pelo .capital ou lucros, ou ambas as cousas, conforme as condicoes
da subsenpsao, dos queallecem. Tambe partido pelos socios sobreviventes tudo aquillo que os' so-
nos morosos nos seus pagamentos, sao por este motivo obrigados a pagar, tem como caducidades que
occorrerem pela falta de cumprimento do cempromisso social.
As liquidacoes sao pelo systema dascempanhias liespanholas, Tutelar e outras ; e parase poder
fazer urna idea do que pode pjoduzir urna entrada annual de 105, publica-se a seguinte tabella basea-
da sobre a experiencia de muitos annos de companhias desta natureza :
Em .'i amis Em 10 annos Em lo annos Em 20 annos Em 2o annos
Por um menino de 1 dia a 1 anno HO 4005 9005 2:0005 4:7085
de 1 anuo a 2 905 3005 7505 1:7005 3:7005
de 2 > a 3 > 865 2903 7205 1:6005 3:5005
> de 3 > a 4 865 2805 7105 1:5605 3:4005
de 4 > a 15 > 865 2705 7005 1:5505 3:3505
Por urna pessoa de 15 > 20 i 8.15 2705 7005 1:5405 3:3305
de 20 a 30 > 865 2705 7105 1.5605 3:4005
de 30 a 40 > 865 2705 7205 1:6000 3:7005
de 40 a 50 > 905 3005 7505 1:8005 5:0005
As entradas por urna s vez dao resultados muilo superiores s annuaes.
Porto, 10 de agosto de 1863.Os directores do Banco Uniio, Jos da Silva Machado.F. U. van
der Niepeort.
Agentes em Pernambuco : Antonio I.uiz de Oliveira Azevedo & C, ra da Cruz n. 1.
[ FAZENDAS BARATAS
9hija do ifi j;m IDO??
Custodio, Carvallio & C.
___ Pinas ambraias organdys indianas pelo baratissimo preco de 300 rs. o covado ou
500 rs. a vara.
Grande sortimento
dos mais finos baloe* de arcos para senhora e pelo barato preco de 35 cada um, ditos de ma-
dapolao para menina a 25500.
Novldade
Os mais lindos e mais finos e modernos cortes de laa com rica barras, tendo cada corte
20 covados e pelo baratissimo preco de 205.
Fil de linho vara a 500 rs.
Modernas laazinhas para vestido o covado a 440 r.
tas
quartas e sabbados de cada semana, na nadara
em Santo Amaro ae p da fundicao, na ra da Im-1
peratriz n. 22, e ra do Brum, confronte o chafa-,
riz n. 47, ra das Cruzes, deposito n. 39, na Pas-1
sagem, taberna da esquina do Sr. Bento, que vira
para o Remedio, e no armazem progresso largo
da Pcnha n. 10.____________
Gab.uete oiKdii-o cirurgico na dos
Flores n. 37.
O Dr. Estevo Cavalcanti de Albuqucrque d
consultas medico cirurgicas em seu gabinete das
8 s 11 horas da manhaa e das 11 at s 3 horas
da tarde, os chamados devero ser por escripto e
dessa hora em diante dever ser procurado na ca-
sa de sua residencia no Chora-Menino.
1." Partos.
2. Molestias de pella
3. dem dosolhos.
4. dem dos org'ios geni taes.
Praticar toda e qualquer operaco em seu ga-
binete ou em rasa dos doentes conforme Ihes fr
mais conveniente.
Ao D. 29.
Nova loja dos barateiros na ra do Qucimado.
Velludo de cores fazenda muito boa o covado
31000, balos de panno 35200, ditos de arcos I
35000, 45000 e 55000, las de duas larguras
para vestido o covado 500 rs., chitas francezas o'
covado 360 rs., metim branco para forro de i
vestido o covado 120 rs., tarlatanas de todas as:
cores a vara 720 rs.
JU n. 29.
Xova loja dos barateiros na ra doQueimado.
Cassa lisa pelle de ovo a peca 75500, eambraia
lisa muito fina a peca de 17 varas 105, cam-
braieta peca de 12 jardas 75000, eambraia adamas-
cada para cortinado a peca de 22 varas 105000,
meias finas para senhoras a duzia 45000, chales
de la ponta redonda 325500.
Ao n. 29.
Nova loja dos barateiros na ra do Qucimado.
Bicos pretos de linho a vara 120, 160,240, 320
rs., franjas de seda a vara 80 e 160 rs., galoes
de seda de algodao e de 13a para enfeites de vesti-
do a peca de 10 e 15 varas a 400, botes de seda
de velludo e de fusto duzias 120.
Precisa-se de uma ama de leite nao
tendo filhos, seja forra ou captiva : na ra
da Un i fio n. 50,
CASA DE SAUDE
Em Santo Amaro
Do Dr. Silva Ramos.
nico estabelccimento desta natureza
que existe entre nos, montado do modo
que pde com todo o commode e zelo tra-
tar qualquer doente, que nella seja reco-
lhido.
O edificio magestoso e conservase
em perfeito estado de linipeza e conve-
nientemente mobiliado.
Os doentes sao separados, segundo os
sexos, natureza das molestias e condicoes
sociaes.
Ha quartos fortificados para os aliena-
dos, e uma enfermara para as partu-
rientes.
O propretario encarrega-se de qual-
quer operaco.
O estabeleeimento franqueado qual-
quer pessoa que o queira visitar.
Hrimeira classe 35O00diaros.
Segunda dita.... 25500
Tercera dita.... 25000
Para que qualquer doente seja ali rece-
bido, basta que se mande onome do doen-
te e da pessoa que o remette, com a de-
claraeo da morada.
0 propretario aceita contratos annuaes
com qualquer que queira ter um ou mais
Icitos sua disposicjio.
Ama para ser alugada.
Uma parda mqva com todos os roquesitos para
uma casa de familia, sabe coser, engommar, vestir
uma senhora, e tratar de crianzas : pod ser pro-
curada a pessoa que est encarregada de aluga-la,
no estabeleeimento dos Srs. Quinteiro & Agr, na
ra Nova, das 9 horas da manhaa 1 hora da
tarde.
Dentista aiuericaao
[De \e\v-Voi'k. ra do Int-jj
rador n. 63.
I Dr. W. H. Me. Grath, offerece ao res- !
I peitavel publico de Pernambuco os ser- I
i vicos de sua profisso, todas as opera- {
I ges da bocea e denles sero executadas f
I cora o ultimo e muito melhorado princi- 1
[ pios de cirurgia dental.
Jos toncxlves Regulo declara que
seu nome para Josti Goncalves Ribeiro.
MUdOU
D-se dinheiroa juros sob hvpolheea era ama
casa: quera pretender, dirija-se ra do Impera-
dor n. 48, primeiro andar, que se dir quera d.
Aluga-se o segundo andar do sobra*) na ra
Nova n. 67 : a tratar cora o morador do 1 andar
do mesmo sobrado.
Aluga-se um sitio na Capunga velha cora boa
casa, contendo 4 quartos, gabinete, cacimba cora
boa agua, quartos para pretos, estribara e fructei-
ras, todo murado : quem o pretender, dirija-e
pra?a da Independencia ns. 37 e 39, ou ra da
Palman. 41.
Ofllciaes de funileir* e lateeira.
Na offlcina de funileiro e lampista, roa estreita
do Rosario n. 29, precisa-se de perito offlciaes
acuna mencionados.
A mesa regedora da irmanda.le das Almas
erecta na igreja matriz do Crpo Santo, declara
que o Sr. Joaquim Cavalcanti de All.uquerquc Mel-
lo nao mais o procurador judicial dos negaos
da mesma irmandade, dos quaes fin exonerado
seu pedido, ficando portante de nenhura effeito
qualquer procuraco que tenha o mesmo senhor
de dita irmandade, para tratar naquelles negocios
no foro desla cidade.
O Sr. V. -. P. queira man-
dar pagar o Importe que deve
de um debito que fez em nome
de outro, alias se publicar seu
nome por extenso, e se darSo
outras expllcaees que lhe se-
ro desagradavels.
Na ra das Cruzes n.
de um botn forneiro.
3 precisa-se
Antonio Joaquim Dias e Jos Joaquim Perei-
ra, subditos portuguezes, retiram-se para o Rio de
Janeiro.
J'reeisa-se de um menino portuguez que sai-
ba escrever, para caixeiro do taberna na povoaco
do Corrente : na ra larga do Rosario ns. 17 e 19.
Aluga-se um primeiro andar com sotao e
quintal no becco do Pocinlio n. 26 : a Iratir na
ra da Palma n. 41.
Na ra da Gloria n. 89 aluga-se um moleque
e um escravo, por comraodo preco.
Antonio di Leonardo Peluehi, subdito italia-
no, retira-se para fra da provincia.
Rogase ao Rvm. Sr. Jos Roberto da Silva o-
favor de declarar neste jornal o lugar de sua resi-
dencia nesta praga afim de ser visitado por um,
amigo.
Ciratlflcaeo de &g.
Perdeu-se entre o Recife e Corredor do Bispo-
um embrulho de papel, contendo uma pndula e
duas chaves pertencentes a um relogio : quem
achou e qnizer restituir ao dono John Gatis, leve
para seu escriptorio n. 20, ra do Torres, praca
de Recife, ou no sitio Corredor do Bispo, que rece-
ber a gratilieacao cima. _______
Aluga-se uma pequea casa, margem do.
rio Capibaribe, com excellente agua para beber-se;
a tratar na taberna do largo do Carino n. 44, en-
trando-se para a ra da Camba do mesmo.
Perdeu-se da ra do Imperador, praca de-
Pedro II, ra do Rosario, paleo do Carino,'atea
ra da Imperatriz uma bengala de unyeorne,
quem a achar e quizcr entregar, pode dirigir-se
ra do Crespo loja do Sr. Augusto Hygino do
Miranda, que ser recompensado.
0 Sr. Luiz Paulino Cavalcanti de Al-
buquerque, tem uma carta nesta typographia.
Precisase de um bom cosinheiro e de uma
ama que saiba engommar e lavar : tratar no
sobrado n. 32, da ra da Aurora.
Ainda contina para alugar-se a casa n. 72
da ra Imperial: a tratar com Jos Dias da Silva,
na ra do Imperador, sobrado n. 2, entrada pela
ra de S. Francisco.
Alugam-se tres sobrados na ra do Pires da
Boa-Vista, cada um dos quaes offerece muitos com-
modos para grandes familias por conter no andar
superior 5 quartos e 2 salas; e no pavimento ter-
reo, alem des mesmos commodos referidos, cozinha
e 2 quartos no quintal : para tratar do alugucl, na
loja n. :i na ra do Cabug.
Aluga-se o armazem n. 4 da ra do Apollo, e
o terceiro andar da casa n. 88 da ra da Impera-
triz ; na ra da Aurora n. 36.
COMPRAS.
Na ra do I.ivramenlo n. II, segundo andar,
compram-sc pennas de ema.
BUBECU
Precisa-se comprar uma pequea rabeca que
sirva para menino aprender : na ra larga do Ro-
sario ii. 36.
Compram-sc (rea casas terreas ainda novas,
com commodos para familia grande, em chaos
proprios, na Boa-Vista : os pretendentes dirijam-
se ra da Cadeia n. al, armazem do agente Eu-
zebio.
DE
DE
J. VIGNES.
V UVA DO IMPERADOR M. 55.
Os pianos desta anga fabrica sao hoje assaz conhecidos para que seja necessario Jnsistir obre a
sua supenoridade, vantagens e garantas qut fferecem aos compradores, qualidades estas incontesta-
veis qu eelles tem definitivamente conquistado sobre todos os quo tem apparecido nesta praca nos-
suindo um teclado e machinismo que obedecen) todas as vontades e caprichos das pianistas sem
nunca 'alhar, por seren fabricado da proposito, e ter-se feito ltimamente melhoramentos importan
tissimos para o clima deste paiz ; quanfo vozes sao melodiosas e flautadas, e por isto muito craita
veis aos ouvidos dos apreciadores,
Fazenr-se conforme as encomroendas, tanto nesta jnrica como nado Sr. Blondel. de Pars socio
correspondente de J. Vignes, em enja capital foram sempre prelados em todas as exposices. '
No mesmo estabeleeimento se acha sempre um explendido e variado sortimento demtisioas do
p^f p^sTu^to'moiSis Ur0pa' ^ Cm0 ^n/cos e pianos harmnicos, sendo tudo *
O Dr. Cosme de S Pereira conti-
na a residir na ra da Cruz n. 53,
i0 e 2o andar, onde pode sor procu-
rado para o exercicio de sua profis-
s3o medica, e com especialidade
sobre o seguinte
Io molestias de olhos;
2o de peito:
3o dos orgos geniti
urinarios.
Em seu escriptorio os doentes se-
ro examinados na ordem de suas
entradas comecando o trabalho pelos
doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias d si
6 as 10 da manhaa, menos nos de-
mingos.
-Praticar toda e qualquer opera-
Cao que julgar conveniente para o
prompto restabelecimento dos seus
doentes.
an
Maques sobre Portugal.
Oabaixo assignado, agente do banco
mercantil Portuense nesta cidade, saca ef-
fectivamente por todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
qualquer somma, vista e a prazo, po-
dendo logo os saques a prazo screm des-
contados no mesmo banco, na razo de 4
por cento ao anno aos portadores que as-
sim lhe convicr : as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. SI.
Joaquim da Silva Castro.
K0S.UU0--3
Franciseo Pinto Uzorio contina a col-
locar denles artillciaes tanto por meio de
molas como pela presso do ar, nao re-
cebe paga alguma sem que as obras nao
flqucm a vontade de seus donos, tem pos
e outras preparaces as mais acreditadas
para conservaco da bocea.
Manoel Duarte Rodrigues na ra do Trapiche
n. 26 compra accocs da caixa filial do banco do
Brasil nesta.
Roga-se ao Sr. Jos Alendes Carneiro Leo,
senhor do engenho Taquari, que mande ra de
Apollo n. 25, segundo andar, realisar o negocio de
seu inleresse.
Compra-se um preto al a idade de 30 annoss,
sem vuio nem achaque, e tambera se compra Hia
' negrinha de idade de 10 annos, sadia e carinlmsa
para meninos : ajratar na ra do Gotovello, pa-
daria n. 31.
Compram-se aeces da caixa lilial e do novo
banco : na ra da Cadeia, escriptorio de Leal
Res. __________
Na ra do Mondego, alaria n. 13, comprare
chumbo velho.
Comprarse para encommeuda alguns escra-
vos, molecotes de 15 a 20 annos, bonitos e sadios :
a tratar com Tasso Irniaos, ra do Amorim n. 25.
Compra-se uma escrava que tenha habili-
dades e de boa conducta: na ra da Cadeia n. 35.
Compra-se ttha mulatinha de 12 I i annos,
sendo sadia e de bons costumes: na ra do Cres-
po, loja n. 15._________
Comprase um escaler que seja pequeoe
em bom estado : a tratar com .^Monio Jos Rodri-
Aluga-se o primeiro andar do sobrado gues de Souza, na ra do Crespo n. 15.
da ra do Amorim n. 58, proprio para es-1 Compra-se effeciivamente ouro e i
criptorio : a tratar ra da Cadeia n. 62, hra/ve!h.as: na Praca da Independencia n. 22
TINTURARA.
Tinge-se *com perfeicSo para qualquer
cor, e o mais barato possivel: na ra do
Rangel n. 38, segundo andar.
PAIIA \ FEST4
Aluga-se uma das melhores casa no Cachang
confronto a igreja, murada com caes e porto para
o rio, pintada e caiada de novo: a tratar na ra
do Queimado, loja n. 43.
Arrenda-se um sitio no lugar da Boa-Viagem,
cora muitos arvoredos de fructo, baixa para capim
e proporces para vaccas de leite : quem o quizer i
arrendar dirija-se ra da Cruz n. 37, segundo
andar, que achara com qnera tratar.
I Aluga-se uma casa com bastantes commo-
dos e c ebeira para cavados, na entrada do Ca-
chang : a tratar no Chora-meninos, padaria.
AO COMMERCIO.
O abaixo assignado participa ao commercio ha-!
ver cstabelecido nesta praca uma casa de com-1
missoes sob a razio de Pereira Carneiro 4 C,, sen-
do socio comraanditario della o Sr. Joao Fras, do
Rio do Janeiro. Pernambuco 1 de dezembro de
1863.
Adolpho Peroira Carneiro.
Escriptorio ua ra do Trapiche!
a. O.
segundo andar.
IMMO l \I O
ESTABELECIDO NA CIDADE DO PORTO
Agentes em Pernambuco
Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo k c.
Sacam por todos os paquetes sobre o
mesmo banco prazo ou vista, sobre a
caixa filial em Lisboa, e agencias em Fi-
gueira, Coimbra, Aveiro, Vizeu, Villa-
Real, Rcgoa, Vianna de Castello, Guima-
res, Barcellos, Lamego, Covilha, Braga,
Penaflel, Braganca, Amarante, Angra,
llha da Tercera, Ilha de Faias, Ilha da
Madeira, Villa do Conde, Valenca, Bastos,
Oliveira de Azemeis, Chaves e Fafe, a
oito dias vista ou ao prazo que se conven-
conar, no seu escriptorio ra da Cruz
n. 1.
loa de bilheles.
Compra-se cobre e lato velho : no arma-
zem da bola amarella no oilao da secretaria de
polica.
YENDAS.
Um casal de paves.
Vendc-sc um mui lindo casal de paves
do Trapiche n. 26.
na ra
Trancaste la prclas e de cores.
Sendo lisa a 80 rs. a peca, e de caracol a 100 rs.
a peca : na loja de miudezas da ra do Qijeimado
Uvas de Jouvin
brancas e de cores para hornera e para senhora a
1*500 o par : na loja de miudezas da ra do Quei-
mado n. 16.
Joao da Silva Ramos, medic pea uni-
versidade de Cdmbra d consultas em
sua casa na ra Nova n. 50, das 8 s 10
horas da manhaa e das 4 s 6 da tarde e
recebe igualmente convites para dentro
ou fora da cidade com o flm de se en-
carregar de qualquer tervico de sua pro-
fisso.
Os chamados devero vir por escripto.
ITTKV^O.
Precsa-se da quantia de 600J, pagando-se o ja-
ro de 2 0|0 ao mez, e dando-se em nypotheca um
escravo: quera liver, annnncie cora urgencia para
ter procurado._______
-Acha-sc a venda na livraria dus
Srs. Gnimaips & Oliveira un opscu-
lo, que tem por ilulo-Eleieo de {863
em 'croaBhufo-prfco 1 $ *
| Perfuata-se aos administradores da massa de gordo, e grande; com MM os andares:
Mosquita e Outra Lardoso, porque ainda nao se fex na coeneira de Jos SI is?, ra .
o tvtdendo da quantia apurada. rador.
Vende-se em casa de Linden Pfld &
C, praca do Corpo Santo n. 13 :
Estrelinfcas.
Macarroes.
Talharins.
Aletrias.
Da mcior qualidado que tem chegada
neste mercado._____________________
Vende-se uma armacao de urna loja de
miudezas propria para qualquer esubelecimento,
na loja n. 7 da rna da Cadeia no Rtcife._________
CAVALLO.
Vende-se um cavallo, cor rnssa, muito novo e
gordo, efraude; com tateos andares : a tratar
i ra do impe-


Diario de remambueo Quinta fcira de Dezenibi-o de f 83.
LOJA DE MIUDEZAS"
1 fi T?iia fin O iam x\j miel UU vjUclILklUU. J-U como de outras qualidades, e precos rauto rato**
Cheleo pelo vapor:
% para o vigilante, ra do Cres-
po a. 9.
At (no. chegaram as muito desejadas cascarri-
lhas de todas as cores cora urna tioha de velludo
wn-aa yiamqi
Eia, rapasiada, coragem! parece queja
~roaregaste8 os vosaa6 joanetes aos duros sei-
PXrs ,r*n?* Ra pret" e de Cre' '""p*?* B **"* ,Jedspo' n-7- simo caliento da nossa cidade!
Pecas d tranca de la preta e de cores, caracol, a Chegaram as riouissimas boncas de todos os i *P s I lmannos, vestidinhc* rtoamentr enfeitados, cada.** e gastas at ultima sola; sapatoes
um em sua caixinba, propiamente para um deli- rasgados e quasi sem saltos.... nem tanto
45-RUA DIREITA-46
Pecas de tranca
IOOrs.
Pecas de tranca
IOOrs. b
Pecas com 10 varas de fita de velludo cor de rosa
al*.
de linho branca de caracol a
de linho mcsclada de caracol a
cado mimo, por baratissimo preco : so no vigilan-
te, roa do Crespo n. 7.
Para m genitores hachareis.
Chegou tempo a riqnissima fita de cbamalote
para cartas dos senhores bachareis, assim como
Pecas com 10 varas de fita de veludo preto a 1*200 Branca, lisa, propria para abrir letras, ou para
e l#tuu. slntos : so no vigilante, ra do Crespo n. 7.
Pecas cora 13 varas do fita de velludo lavrado a I*
o 1*200.
Pecas com 20 varas de galio lavrado a 1*500.
Pecas de franja branca estrella a I*.
Pecas de franja larga-para cortinados a 3*.
Pecas de ita de seda de cores a 360 e 800 rs.
Pecas de franja de lila a 1*.
Pecas de franja de seda preta e de cores a 3*.
Pecas de fita de retroz preta e de cores a 240 rs.
Pecas de bicos e rendas a 1*200 o 1*500.
Varas de bicos e rendas a 100 e 160 rs.
Varas de bicos pretos a 160 e 240 rs.
Varas de bico preto da largura de um palmo a
500 rs.
Varas de labyrintho de um palmo de largura a
500 rs.
Varas de bonitas fitas para cintos a 500 rs.
Varas de lila preta de borracha a 160 rs.
Varas de babados largos a 120 rs.
Varas de galo branco e de cores lavrado a 100
ris.
Fjvelas de ac galvanisadas para sinto a 1*500.
Ricos cintos com fivelas de pedrinhas a 3*.
Grvalas de seda a 400, 600 e 800 rs.
Grvalas para laco a 800, 1* e 1*280.
Grvalas com bonitos passaderes a 1* e 1*280.
Grvalas de ponta larga bordadas para senhoras a
1*280.
Passadores para gravatas a 500 rs.
Conservadores de continhas pretas e brancas a
1*000.
Voltas de perolas brancas e de cores, com cruzes,
a 1*.
Voltas pretas a balao com cruzes a i* e 1*500.
Voltas pretas de contas- muito gradas a Maria '
Pia a 1800 e 2*500.
Voltas de coral pequeas e grandes a 600 c 2*100
Macinhos de coral a 360 e 600 rs.
Oitavas de retroz preto e de cores a 160 rs.
Pares de grampos enfeitados, a balao a 1*.
Pares de brincos pretos e de cores, a balao, a !
640 rs.
Pentes de borracha para regaco a 800 rs.
Pentes dourados com pedrinhas para regaco a
2*500.
Ricas e pedrinhas e as marrafas iguaes a 4* e 3*.
Ricos pentes dourados a 2*, 2*500 e 3*.
Bonitas marrafas com pedrinhas a 1*.
Bonitas guarnieres de pentes com laco esmaltados,
com marrafas iguaes a 5*.
Bonitas guarniedes de pentes com laco para luto,
com marrafas iguaes a 3*.
Bonitos pentes de tartaruga a 4* e 5*.
Bonitos tientes de massa virados imitando tartaru-
ga a 1*600 e 2*.
Pentes de massa em caixinhas a 500, 640 e 800 rs.
Pentes para atar cabello a 80, 160 e 240 rs.
I.uvas de Jouvin brancas e de cores a 1*500.
Luvas da Escossia brancas e de cores a 500.
Bonitos botoes para punhos a 160, 320, 480 e 800
ris.
Duzias de bonitos botoes dourados a 480 c 960 rs.
Duzias de bonitos botoes de vidro a 480 rs.
Gohnhag brancas e de cores com conliuhas a 1*.
Sapatos de tranca do Porto a 1*600.
Tesouras finas para unhas e costuras a 300 e
800 rs.
Escovas para denles a 160, 320 e 480 rs.
Escovas para unhas, roupa, chapeo e cabello a
800 rs.
Bonitos toucadores com ps a 2*, 2*500 e 4*.
Caixas de bfalo encastoadas em marfim a 2*.
Bengalas de junco e de canna a 640 c 1*280.
Chicotes de junco e de baleia a 1* e l*600y
Oculos de iirmaco de ac prateada, dourada e ba-
leia a 500 e 1.
Duzias de eolheres de metal principe para cha a
1*600 e 2*. i
Duzia de eolheres de metal para sopa a 3*300 e
3*500.
Pacotes de papel de cores pequeo a 640.
Caixinhas de papel amizade a 800 e 1*.
Caixinhas de papel de beira dourada a 1*200.
Caixinhas de papel phantasia de cores a *.
Caixinhas com 100 envelopes a 800 e 1*.
Caixinhas de lacre a 200 e 400 rs.
Caixinhas de penna de ac a 800, 1*200 c 1*600
Caixinhas de obreias de cola a 80 e 120 rs.
Prasqninlins de tinta azul ou encarnada a 320 rs-
Lapes de cures ou encarnados a 120 rs.
Brincos o rosetas pretos a 160 e 240.
Boioes altos de" tinta ingleza a 160.
Fitas e cordoes para espartilhos a 80 rs.
Euladores pretos para borzeguins a 160.
Caixinhas com 100 agnlhjs francezas a 240 rs.
Caixinhas com 100 agulhas da Victoria a 320 rs.
Carlas norluguezas e francezas a 200 e 320 rs. [
Cartas de alfinetes a 80 e 160 rs. |
Massos de superiores palitos lixados a 240.
Caixinhas vazias para guardar joias a 300, 400 e
500 rs.
Duzias de canudos de pomada a 240 rs.
Sabenetes francezes a 100 rs.
Frascos de agua de (Bolonia a 400, 300, 800, 1* e
1*500.
Fraseos de extractos a 400, 500, 800 e 1*.
Frascos de banha franceza a 400, 500,800 e l*.
Frascos de patcholy a 400, 300, 800 e l*.
Frascos de oleo babosa a 300 e 600 rs.
Frascos de oleo philocome a 800 e l*.
Frascos de extracto de sndalo a I*.
Frascos de banha transparente a 800 rs.
Frascos de banha japoneza a 800 e l*.
Frascos de agua de Lavando ambreada.
Garrafas de agua de Cavando ambreada.
Garrafas de agua Florida legitima a 1*300.
Garrafas compridas de agua de Colonia a 800 rs.
Frascos com banha e extracto juntaifenle a 1*280.
Cestinhas com 4 frasquinhos de extractos a 040.
a quebradeira nao deve chegar at este pon-
to Vinde ra Direita munir-vos de excel-
ente calcado com 40 e at 60 por cento
menos do seu valor___attendei:
Borzeguins, Nantes, bezerro e va-
queta 2 e meia solas ....
Borzeguins, Nantes, bezerro, va-
queta e lustre 2 solas.
80500
80000
Peutea de marrafa.
Tambem chegaram os riquissimos pentes de
marrafa com pedrinhas.os lindos pentes de regaco n^J"'. c '"SMC S"W!>-
para meninas, meias de seda e sapatinhos proprios Brzeguins, Irancez e hamburguez,
Sara baptisades, meias de seda para senhora, fitas bezerro, lustre e COUro de por-
e laa para debrjim, fita de linhe, trancas de lia, | co 70 e.....
de linho e de seda, luvas de seda e pellica, e fio de Sanates Nantes hpzprrn p vamiP
Escocia e camurca, alfinetes de cabeca chata, car-, ff nies, Dezerro e vaque-
. teirinhas com todas as agulhas precisas para eos-' e meia so,as.....
I tura, fivelas de madreperla esmaltadas de ac Sapatoes, Nantes, vaqueta, lustre e
para sintos, flores de todas as qualidades, caixinhas bezerro 2 solas......55000
60000
50500
Sapatoes, Nantes, sola e vira.
com pastilbas de perfumara, abafadores de laa
para senhora, toucas e sapatinhos de laa, pulseiri- r
nhas de borracha para segurar manguintos, Atase u|l0S Va menina, comlaco.
cordes de borracha, saboneles redondos, ditos Ditos de ditas, de cores. .
chamados de familia, pomadas de todas as quali- Sapatos para senhora e homem,
dades e dos fabricantes mais afamados, eolchetes taDete
pratiados muito finos, retroz de todas as finalidades,' e_ j
retr, em carretel e em novello, e de meada, de sapatos de borracha para senhora.
todas as cores, escovas para denles, ditas para rou- dem dem para meninas. .
pa, ditas para chapeo e ditas para unha, de todos Sapatos de lustre para senhora. .
os precos, e outros mais objectos, que se tornara iAem a* _. enfadonho annunciar, e vista dos freguezes pro- ilem ae >lre as a^essas
mette-se fazer todo o negocio: s no vigilante, rna
do Cespo n. 7.
40000
305OO
20800
800
10400
10000
10000
500
Pede-sc toda alieuto.
Custodio Jos Alves Guimares, dono da leja in-
titulada Gallo Vigilante, ra do Crespo n. 7, avisa
aos seus numerosos freguezes e ao respcitavel pu-
blico, que tendo de reformar no fin deste anno seu
estabelecimento, e querendo liquidar grande quan-!
lidade de diversos objectos, esl rosolvido a vender
tudo por precos baratissimos, como sejam :
Pecas com 45 varas de franjas de linho a 3*.
Ditas com 45 varas de galao de linho a 3*.
r Laa sortida para bordar, libra a 4*.
Froco de cores sonidos, peca a 160 rs.
Manguitos para senhora, o par 800 rs.
Golinhas de bonitos gostos a 400,500 e 1*.
Salvas de metal principe a 1*300, 2* e 2*500.
Ditas com copos de metal propro para meninos a
1*200.
Facas e garios para sobre-mesa a 4* a duzia.
pitas e ditos dita com cabo de marfim a 6*.
Bandejas de todos os tamaitos muito finas a 1*,
1*200, 1J400, 1*600, 2*500, 3*500 e 5*.
Ditas redondas para copo de 500 rs. para 2*800.
Tesouras em carteiras, a duzia a 500 rs., 640 e
800 rs.
Peitos para camisas, a duzia a 2*.
Camisinhas bordadas para senhora a 1*500 e 2*.
Chapelinas para senhora a 3*.
Ditas para menina a 2*.
Chapeozinho para meninas de escola ou passeio a
2* e 3*.
Flores francezas, caixos grandes, a 00 rs.
Lnvas de seda com pequeo toque de mofo a 300
ARMAZEM DE MOLHADOS
DE
t^
anoe\
ae
0.
lh-
X armasen de fazeodas bara-
tas de Santos Coc lio
RA DO QUEIMADO N. 19 VNDESE O SE-
GUINTE :
Esleir da India
para forro de sala, de 4, 5 e 6 palmos de largura,
por menor preco do que em outra qualquer parte.
Lencos
de panno de linho pelo barato preco de 2*000.
Lences
de bramante de linho fino pelo barato preco de
3*000.
Cobertas de chita da India
pelo barato preco de 2*000.
Lencos de eassa
HOPA UTA
Na roa do Qoeimado n. 43, esquina que
volta para a Congregaco.
T pechlncha.
. Paletots de casmira a 3, 6, 7, 8, 12 e 14*, ditos
de panno preto e azul a 9, 10, 12, 16 e 18*, ditos
sobrecasacos de panno muito fino por 24* e 28*,
ditos de alpaca preta e de cordao a 4, 5, 6 e 7*,
calcas de casemiras de cores a 5, 6, 7 e 8*, ditas
pretas a 6*500, 8, 9 e 10*. paletots de fustao e
ganga a 2*, 2*800,3 e 4*, caljas e colletes de to-
das as qualidades e por preco muito barato, len-
brancos, flnissimos, proprios para algibeira pelo I ?es de Puro linho a Preco e 25800 e 3*, cober-
baratissimo preco de 2*000 e 2*400 a duzia.
Cambraia adamascada
para cortinado, pelo baratissimo preco de 10*000
a peca.
Pecas do cambraia
' de salpicos, fina, com 8 i/2 varas, pelo baratissimo
preco de 4*.
Fil liso lino
pelo baratissimo preco de 680 rs. a vara.
. Bramante de linbo
fino com dez palmos de largura pelo barato preco
1 de 2*300 a vara. V ~
Toalbas alcochoadas
para mao pelo baratissimo preco de 5*000 a du-
zia.
Pecas de bretanha
de rolo com 10 varas propria para saia, pelo bara-
to preco de 3*000.
SALSAPARRILHA
DE BRISTOL.
As curas milagrosas de
ESCROJFUJLdl8<
CIIACi.tK i\ Tl AS,
ESFERMIDADES SYPHILITICAS,
Erysipelas, Rheumatismo,
Nevralgias, Escorbuto,
etc., vii.:, ele,
graugeado e dudo o alto re-
tas de chita a 2*240,"colarinhos de linho puro _
600 rs. cada um, e outros muitos objectos que s
vista ; e para isso se pede a attencao dos fre-
guezes.
PECHINCHA
Grande liquidacao de fazendas inglezas e fran-
cezas e de todas as qualidades se vende por preco
baratissimo para liquidar na loja e armazem co
arara ra da Imperatriz n. 56,
reir Mendes Gumaraes.
Vende-se lazinhas de cores e de quadrinhos
transparentes proprias para capas de senhora e
vestidos com 9 palmos de largura a 1*200 o co-
vado, ditas de quadrinhos a 280, 320, 400 e 500
rs. o covado : na ruada Imperatriz n. 56.
Arara vende as capas a 80.
Vendem-se ricas capas para senhora a 8*, cha-
les de merino estampados a 2*300 e 3*, ditos de
ponta redonda e borlla a 5*, 6* e 7* : na ra da
Imperatriz n. 36, loja da arara de Mendos Gui-
maracs.
Lazinhas da arara a 280 rs.
Vendem-se lazinhas para vestido de senhora a"
280 e 320 rs. o covado, gorguro de linho para
vestido de senhora e roupa de meninos a 280 rs. o
covado, popelina de algodao de quadrinhos para
vestidos de senhora a 280 rs. o covado, enfeites
para cabeca de senhora a 1*, redinhas para segu-
rar cabello a 1* : na ra da Imperatriz loja da
arara n. 56.
Arara vende as cassas a 200 rs.
Vendem-se cassas de cores com quadros para
vestidos a 300 rs. o covado, ditas linas a 240 e
280 rs. o covado : na ra da Imperatriz n. 36, loja
da arara de Mendes Guimares.
Sedinhas linas de 10600 a arara tende por 800 rs.
Vendem-se sedinhas para vestidos de senhora
que se vendeu por 1*600 a arara torra por 800'
rs, o par.
Toucas de laa para meninos a 500 rs., fil a 500 e
600 rs., de seda a 800 rs.
Sapatinhos de mejjno a 800 rs., e de laa a 500 rs.
,mnas de m'ssauga para meninas de escola a
800 rs.
Botoes dourados para punho a 200 rs. o par.
Tinteiros de metal a 320 rs.
Trancelins para relogio a 100 rs.
Ditos de fita chamalote a 200 rs.
Escnvaninhas de metal a 3*500.
Colheres de metal para cha a 200 rs. a duzia.
Ditas de dito para sopa a 2* a duzia.
Botoes de duraque pretos a 400 rs. a groza.
Cartas hcspanholas para jogos a 1*200 a duzia.
Caslicaes brancos e aiparellos de metal a 1*.
Carteiras para algibeira a 500, 600, 800 e 1*.
Saboneles muito finos a 1*200,1*600 e 2* a duzia.
Fivelas para calca a 300 rs. a duzia.
Botoes de ac para calca a 320 a groza.
Caixinhas com alfinetes.'grampos e eolchetes a 320,
4O0e500rs.
Fitas de borracha pretas e de cor a 120 e 160 rs.
a vara.
Latas com dous massos de agulhas por 800 rs.
Brincos de aljofares a balao a 320 o par.
Alfinetes pretos e de cores com pedrinhas a 200 rs.
e 320.
Camisas para homem feitas em Lisboa a 2*.
Filas de velludo lisas e lavradas a 800, 1*, 1*300,
2* e 3* a peca.
Ditas para sinteiro a 300 e 400 rs. a vara.
Caixinhas para costura de senhora a 1*500,2*.
3,4, 5 e6*.
Compoteiras de vidro com pratos de metal a 3* e
4*000.
Franja de la para debrunhar tapetes a 2* a peca.
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CSt)
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O propnctano do grande armazem do Baliza, considerando que aprc-
xima-se a festa, e que de algum modo deve mimosear aos seus freguezes, com alguma cou-
sa que revele o seu contentamento e gratido, resolveu expr a venda quasi pelo custo da
entrada o seu grande snrtimento de gneros, que como todos sabem, sao sempre capridio-
samentetescolludo entre os da mclhor qualidade do nosso mercado.
Sujeito a um severo regulamcnto, o Baliza est firme em seu posto de honra e i
mais circumstaucia alguma o far arribar do magestoso quartel em que se acha abntado
esperando o inimigo sempre de frente.
Nascido em trras de Portugal, o Baliza teve a fortuna de ver bem cedo eta bella
provincia. Foi na infancia que aportou em nosas plagas. entre nos frequentou a escola
primaria,seus hbitos forao aqui adquiridos, suasaffeire
Ufo generoso quanto hospitalero.
MeOes existem no meio dote povo,
*ae t nmSS8 r qU.e lhe tcm'd0 os Pernambucanos, um favor, vtrdade;
Palitos de fogo, prova d'agua, a i* a groza ou 120 as e um 'dVor Que Ballza tem merecido, e continuara a merecer sempre, a deleito da
rs. a duzia. guerra surda que lhe fazem os homens das libras de tres quartas, e vinhos falsificados
IZ^?T temRrand.e sortimento de muitos Para se ganhar dinheiro nao e de mister Iludir o povo. As fortuna^ adauiridu
quidar : na ruado Crespo n. 7, e ra do Impera-! ._ vennam, pois, aquelles que anda nao abasteceram as suas despensas oesfa (asa ve-
p" mais oDjectos que se tornara enfadonho r
dorn. 59, junto ao passo, e casa da liquidagao.
C*L IIE LISII0\
Vendem-se barra com eal des-
t;\ procedencia, em pedra, chega-
da hoje, e nica nova, que ha no
mercado, na rna do Trapiche n.
13, armazem de Hanoel Teixel-
ra Basto.
riOcar por si mesmos quanto ha de verdadeiro nestas palavras.
O Baliza est a testa do estabelecimento e nada escapar as suas vistas que passa
cahir no desagrado dos seus benvolos freguezes.
Kua da Senzalla n. 42.
Azeite doce refinado, francez e portuguez a
800 rs. a garrafa.
Dito em barril, a 4,800 a caada e GiO rs. a
garrafa.
Arroz da India edoMaranho a 120,100 e 80
rs. a libra.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston & C, Amendoas de casca mole ji 280 rs. a libra,
sellins e silhoes inglezes, candieiros e casti- Ameixas em diversos vazos a 10, 10500.
caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela, 20500 e 800 rs. a libra,
chicotes para carros e montara, arreios para Azeitonas novas a 10200 o barril,
carros de um e dous cavallos, e relogios de Alpiste a 160 rs. a libra, e 40800 a arroba,
ouro patente inglez. Aletria 480 rs. a libra.
Araruta verdadeira
Rata mais barato. T veraiLa 4.80.rs' a Ubra*
Queijo prato muito fresco a 480 rs. a libra, e in- B,sC,t0SJe DOlachinhas inglezas recenb'mente
teiro a 400 rs., bolachinha ingleza muito nova a Chegadas a 10uOO?. lata COm qualidades es-
200 rs. a libra e 2* a barrica peciaes.
Dito mais antigos no mercado a 10300.
Dito lunch ou soda muito nova a 20000 ala-
ta com 5 libras.
Venda deuma hypothtca.
rs^o covado, d'as de sedinhas com listrnhasa! Os I iquilla torios da massa fallida de
o^Sd^^'&SInt Jos Aton.O Basto vendem a l.jpothe- Dito de Lisboa muito proprio para doente,
novas vmdas pelo ultimo vapor da Europa na loja Ca que tem IIOS (MliOullos Hatto Grt'SSO vist0 ferem preparados para esse mister,
em latas grandes e pequeas de 30000 e
rapicnen. i.
KTGuimarieTruada**""" 56' ae,e Cajabiss no termo de Seriiben no
que tem
noine
Salsaparrilha de Bristol
por toda6 partes do universo, sao to
Bmente devidas ;
nica Legitima e Original
SALSAPARRILHA DE BRISTOL,
PRRP ARADA ESCI.l'SIV.4 MUNTE l'OR
LWMASI & KEMP DE SOVA YORK,
Mtxfianie a rtcdta Ju Di: C. C. Bridol.
Corles de rhilas a
Vendem-se cortes de chitas francezas com pe-' casas a IMia (lo
I queno to.|ue de mofo por 25o00, cortes de mea-
do francez com 14 covados a 35, lencos de seda
de urna s cor a 800 rs., dilos de flores a 15 : na
ra da Imperalriz n. 56, loja da arara.
Arara vende as casemiras 10GOO, 20SOO e 30 o
corle de ralea.
Tendem-se lazinhas entestadas cada corte de
; calca por 1,5600, 2o00 e 33. tambem se vende
i em-covado entestado um covado e tres quartos
l una calca vende-se por 1?, IfiCOO, 1,5800 o cova-
| do, casemiras lisas proprias para capas de senho-
ra a 15800 o covado : na loja da arara ra da
Imperatriz n. 36 de Mendes Guimares.
Arara vende roupa feila.
Vendem-se uniformes completos de paletot, cal-
a e collete de casmira ingleza a 105 e 125, pa-
letols de bnm de cores a 25o00, ditos pardos a.
35, ditos de meia casmira escuras e claras a
35500 e 45, ditos de casemira a 65, ditos linos a
85, calcas feitas de brim pardo a 35, ditas de fus-
tao a 25500, ditas de casemira a 35500, 45 e 55,
ditas de meia casemira a 25, colletes a 25500 e
35, chapeos de massa a 15600, 25, 25500 e 35,
ditos de palhinha a 25500, seroulas finas a 15600,
ditas de linho a 25 e 25500, camisas francezas a
15600 e 25, ditas linas a 25500, ditas de linho in-
IU \ no Ql mhim V 63
roja do beija-flor.
tollas do aljofares.
Vendem-se voltinlias de aljofares com pedra,
imitando a brilhantes a 15 rada urna.
Botoes para pimiios.
Vendem-so botoes para punhos, muito bonitos
padrees, a 200 rs. o par.
Facas para meninos.
Vendem-se faquinhas para meninos, de cabooi-
tavado, a 240 rs. o lalher.
Laa para bordar.
Vende-se laa de todas as cores para bordar a
65700 a libra.
Facas e garlos.
Vendem-se facas c garfos de cabo preto cravado
a 25800 a duzia, ditas de balanco de 2 botoes para
mesa a 65200 a duzia.
Luvas de Jouvin.
Vendem-se luvas de Jouvin chegadas pelo ulti-
mo paquete, tanto para homem como senhoras.
Extractos inglezes.
Bous eacravos.
1 mulatinha recolhida, de elegante figura, idade
de 15 annos, com habilidades, 3 escravas, 1 bom
escravo mulato, bom criado, cozinheiro e boleeiro,
1 escravo de idade 38 annos para todo o servico
por 6505 : na travessa do Carmo n. 1.
II
Vendem-se extractos inglezes muito barato por
glezas prega larga a 35, lencos pequeos pintados seren sido comprados em Icilao a 240 rs. o frasco.
A venda as boticas de Caors A Barboza, a 1.aJdu,z.ia -m rua da imperatriz loja da arara Escovas para denles.
vendem-se escovas paradentes a 120 e 240 rs.
cada urna, ditas muito finas inglezas a 500 rs.
a taberna da travessa da rua das Cruzes n. 6 com
poneos fundos e bem afreguezada, e garante se o
aluguel; a qual vende-se por o dono estar doente
e ser preciso retirarse para tratar de suasaude :
a tratar na mesma.________
Arasa rua da Cruz, e Jo5o da C. Bravo C, rua n" se'de Mcn3es Guiina'-cs.
da Madre de Dos._____________________Baloes da arara de 20, 2o, 30, 33 c 10 arcos.
Tranca trata dP I-Vi Vcndem-se baldes americanos de arcos os me-
I Vende-se Iranca'prefa de laa. l"^ enfeites ^^^ffiA^^lSi
de vesndos, zuavos e roupas de meninos a 120 e nas*a 45Vditos de^.aWok 35800 na rua da im
160 rs. a peca : so quera tem o beija-flor na rua peratriz n 56
, do Quctaado,,. 63.______________________ Veo**:*" caira* avelludadas a 80.
Sal de Lisboa Vendem-se ricas colchas avclludadas para ca-
Vende-se superior sal de Lisboa, a bordo do bri- ma a W dilas de fustao a 55, cobertas de damas-
gue Constante : a traur com Manoel Ignacio de 2A*B dl,as de clli,a a 2*: na rua da Impera
Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo n. 19.
Vende-se um cevado
bastante grande, duas
triz n. 56.
1 Vcliinclia de chitas a
Vendem-se chitas escura
210 rs. o covado.
s a 240 rs. o
carrocas de lenha, tres cepos proprios para acou- ..,Ye"aem-sc "'s escuras a 240 rs. o covado,
taberna defronte de S. Jos do- ,ta? franmas largas com pequeo toque de mofo
gue : a tratar na
Manguinho.
porem logo que se lava flea limpa a 280 rs. o co-
, ya Na rua Imperial, deronte do chafarte j-endem-' Vende-se um* casa terrea no" bairro da Boa covado : na rua da Imperatriz n. 56 ioiadaarari
pelos baJftissfmos Vlsta> rua da Mange'ra h. 18, com 2 sala, 4 quar- J dra"
20.'
, ditos
ditos brancos
mercadorias, r
tes, cozinha fra, c cacimba : quem pretender, Mais peehinelia de cortes de cassa de cores
dirija-se Capunga velha, para tratar com a viuva I Vendem-se cortes de casa de cores a 2,
. do Sr. Joao Evangelista da Costa e Silva. de salpicos brancos e de cores a 25, ditos L,
par Vendem-se as casas terreas seguintes : urna a ff c3^. Pecas de cambraia lisa fina a 35, 35500
na rua de Santa Rita n. 31, com um grande soto e '**> Pe?as de cambraia de salpicos de carocinhos
repartido, urna dita no fundo com a frente para a .'n 8 'I* varas a 45, cassas para cortinado com
rua Nova n. 22, una dita na rua Velha u. 69, bar- varas a 8& ditas dc 10 varas a 15500 : na rua
Duzia de baralhos de cartas portuguezas finas 25, ro da Boa-Vista: a tratar nesta ultima.
baralho 200 rs.______________________________
Duz^baralhosde cartas francezas.35200,bara-. pAK % ^ FEST A
Duzia de pentes em masso para atar cabello 15700,. Bolos francezes em caixinhas com diversas es-
rs- tampas no exterior da eaixa, o em latas as mais
se as seguintes
precos :
Duzia de marroquim 185, urna pelle 15600.
Duzia de bezerro 405, urna pelle 35500.
Duzia de meias cruas para homem 15800,
160 rs.
Duzia de meias brancas para senhora 25500, par
240 rs.
Duzia de dilos em caixinha 45500, urna caixlnha
500 rs. ^^
Borracha para borzeguins, jarda 15800.
Filas de laa para borzeguins, peca 180 rs.
Ditas de seda n. 11|2, peca 240 rs.
Fivelas para sapatos, groza 400 rs.
Fita lavradas n. 4, peca 15-
Ditas largas n. 6, peca 15600.
Ditas ditas n. 7, peca 15800.
Ditas ditas n 9, peca 25.
Ditas ditas n. 12, peca 25300.
Duzia de sapatos de tranca escossez 185000, par
i
Imperatriz loja o armazem da arara n. 56, de Men-
des Guimares.
Outra pechincha vende-se brim pardo escuro e cla-
r a 100 rs.
Vende-so brim pardo escuro e claro com um pe-
queo loque de mafo porm logo que lava-se de-
Toueas de lia.
Vendem-se toucas de laa para menino a 800, 15
e 15280 cada urna.
Sapatinhos de la.
Vendem-se sapatinhos de laa para meninos a
400,500 e 640 cada par.
Tesouras.
Vendem-se tesouras para costura a 500 rs., ditas
para unhas a 400 rs. cada urna.
Colarinhos.
Vendem-se colarinhos de papel a 40 rs. cada
um, ditos de linho a 640 rs.
Pentes de travessa.
Vendem-se pentes de travessa para menina, de
borracha, a 500 rs. cada um.
Tocadores de Jacaranda
Vendem-se tocadores de Jacaranda a 25500 e
25800 cada um.
Escovas para roupa.
Vendem-se escovas muito finas para roupa a 400
e 500 rs. cada urna
Espelhos com estojo.
Vendem-se espelhos com estojo para navalhas a
25, 25500 e 25800 cada um.
Aderecos pretos.
Vendem-se aderecos pretos a 25200 cada ade-
. rece
Bolees de perola.
Vendem-se boioes de perola para collete e vesti-
delicadas para mimo, e muito proprias para en- sapparece a 400 rs. o covado, garantindo ser de li- dos a 400 rs. a aboloadura.
&^lffS^^Ji^^tS! dc?GTmdaaraTralrZ,Jadaararan- *> v ^fta de mmm^m.
HSkfiSSSSP1 6Pat" d0Carm Madapo^f^ezeufesUdo a.i0e-105OO. JttJZSiJSSP: r
"* Vnndiii.A iw.<-as d* madannlan fran^r nfoc. de Manoel Ignacio doOliveira 4 Filho largo do
Madapolaa francez eufestado a 40 e -10500.
Vendem-se pecas de madapolo francez enfes-
---------------------- lado Uno a 45 e 45500, dito inglez com 24 jardas
rjf/lfjrri marca moca n. 20 a 65500, dito rainha a 75 d-
I lllL t 'Pn*1116 a 7550- (,iI 6 a 85, dito n. 7 a
Vende-se piche pedra : no armazem da bola ama- ?f' !?iJLt.*fMK,pf?*f.d? a!?od3. encorpado a
relia nooitao da secretaria de polica.
Corpo Santo'n. 19, ou a bordo do palhabote Via-
mao e brigue Minerva, ancorados no caes do baro
do Livramento.
Plasaaba.
r Vcndem-se feixes de piassaba a 240, e em por- 320 o covado, sarfelin para forros a 280 rs. o co- usam os re'
Vende-se urna armacao de taberna, M roa cao a 2O0 rs.; no armazem da aurora brilhante, "do : na rua dalmperatriz n. 56 loja e armazem cie, e tudo o mais
Imperial n. 102 : a tratar na mesma. largo da Santa Cruz n. 84. da arara de Mendes Guimares. por este Diario.
1500 e 65," brim de linho branco'fino a M*saa Neuhoi-a da C'niieelvo
15, 15200c I5AO0 a vara, brotanha de linho a1 Contina a estar venda na rua do Imperador
800 e 15, hollanda de linho propria para forros a .n. 15 a novena de N. S. da Conceicao, conforme
reverendos carmelitas da Reforma do Re-
conforme os annuncios feitos
da arara de Mendes Guimares.
| e a libra 200 rs.
Banha de porco refinada a 480 rs. a libra,
e em barril 410 rs.
i Batatas novas a 10000 o gigo, c a 00 rs. a
libra.
Cha perola qualidade especial a 30 a libra.
Dito hysson qualidade especial a $800 a
a libra.
Dito uxim a 20600 a libra.
Dito hysson a 20400 a libra.
Dito dito a 20 a libra.
Dito nacional a 1/600 a libra.
Dito preto, muito superior a 20 rs. a libra.
Dito dito menos superior a 15600 a libra.
Chouricas novas a 480 rs. a libra. "
Champagne (marca aguia) do Conde de To-
r a 100 o gigo ou 10 rs. a garrafa.
Charutos dos melhores fabricantes do Bio e
Bahia a 800, 10400, 20, 20500, 30,
30500, 40 40500. e 50 a caixa com 100
charutos.
Chocolate francez, de canella la Bomain.
Caf a 280 e 320 rs. a libra e a 80, 8/500 e
90 a arroba.
Cognac de muito boa qualidade a 10 a gar-
rafa.
Dito soffrivel a 800 rs. a garrafa.
Cerveija da marca tenente em botija, (en-
commenda feita pelo propietario do Baliza)
qualidade esta que nao pode continuar
a vir em consequencia de ficar por preco
muito alto a 60500 a duzia de grandes bo-
tijas e 80 por vinte quatro mi ias, e de ou-
tras marcas a 30, 40, 50 e 50560 a du-
zia de garrafas.
Conservas inglezas, a 800 rs. o frasco e 90
a duzia.
Doces (francezes) em frascoslindamente enfei-
tados em calda de assucar e em alcool a
10 e 500 rs. o frasco.
Dito de goiaba em latas e em caixoes de di-
versos tamanhos e objectos pelo qual se
n5o engeita dinheiro avista do grande de-
posito que ha.
Ei'vilhas francezas e portugueza a 700 e a 500
rs. a lata.
Dita secca a 200 rs. a libra.
Figos novos a 320 rs. a libra e a 60 o barrili-
nlio. .
Fruta em calda de assucar em latas a 500
rs. a lata.
Farinha do Maranho, muito
I6o rs. a libra.
Dita de trigo, a 120,140 e 160 rs. a libra.
Frasqueiras com genebra d laranja, de
Hollanda, e de Hamburgo, de diversos
precos conforme os tamanhos.,
GarrafQes vazios, do 5oo a 102e.
Gomma do Aracaly a 100 rs. a libra.
Dita menos superior a 60 rs. a libra.
Graixa a 120 rs. a lata e 10300 a duzia.
Licores francezes dasmelhores fruotas da Eu-
ropa em garrafas lindas e de diversos ta-
manhos a 500 e 10 a garrafa e 40 o par
de garrafas grandes, que depois de vastas,
valem o que se deu por ellas cJieias.
Linguasiamericanas ^e um tamanho admi-
ra vel a 10 cada urna.
Manteiga, neste genero ha capricho da parte
do proprietario do Baliza ter sempre o
numero de 6 a lObarris de manteiga a-
bertos, afim de satisfazer os seus amigos
e freguezes, sendo que o preco da man-
teiga verdaderamente flor e libra, c as demais qualidades-a 800, 600
e 400 rs. a libra.
dem franceza a 560 rs. a libra, muito nova
e de excedente gosto.
Marmelada imperial dos melhores fabrican-
tes de Lisboa a 640 rs. a libra.
Massa de tomate a 640 rs. a libra.
Mostarda ingleza em potes grandes a 040
ris o pote.
Marrasquino de zara a 64o rs. o frasco.
superior, a
Peixe em latas grandes, savel e gors a
10300 a lata.
Papel greve pautado e liso a 30300 a res-
ma.
Passas a 80500 a caixa c 480 rs. a libra,
muito aovas4
' Palitos para denles a 160 rs. o maro.
Dito dito de flor a 240 rs. o maco.
Prezunto para fiambre vindo lodos os vapo-
res a 900 rs. a libra.
Dito do Porto em barril a 480 rs. a libra.
Queijos londrinos chegados no ultimo vapor
a800rs. a libra.
Dito tlamengos do. ultimo vapora 2/200 o-
20000.
Dito prato superior a 640 rs. a libra.
Dito dito menos superior a 480 rs. a libra.
Sardinha de Lisboa muito bem preparadas
em latas grande a 640 rs.
Dita de Nantes a 320 rs. a lata.
Sag novo a 240 rs. a libra.
Sabao mas*a a 120, 160, 200 c20
libra.
Sevadinha de Franca a 200 rs. a libra.
Sevada a 120 rs. a libra.
Toucinho de Lisboa, de Santos, a 320 e 360
rs. a libra.
Tijolopara limpar facas a 140 rs. cada um.
Vinhos, Dettegeneao o armazem Baliza tem
o mclhor sortimento possivel, Lagrimas
do Douro, Maria Pia, Cambas, Bucage, D.
Pedro II, D. Pedro V, e Baliza, que se
vende muito barato em vista de sua espe-
cial qualidade a 100000,120000 e150000
a duzia.
dem esquesitos como sejam Cberi y, e Madei-
ra, Velmute, etc., de 150000 a* 200000 a
duzia.
dem de Figueira, Lisboa e Porto a 30000,
40ooo e 40500 rs. a caada
dem de Lisboa de minha propria marca em
ancora de 8 a 9 caadas por 280000
a ancora, e da Figueira de 8 l% a 9 ca-
adas a 280000 rs.
Vinagre de Lisboa, em caada a i 0600,108oo
e 20000 rs. '
dem mais baixo a 10280 rs. a caada,
dem de Lisboa em garrafas con l> gnalas
por 10200 rs. com o garrafa".
Vellas de espermacete saperiores a 600 rs.
o maco.
dem de carnauba d 320 a 360 rs. a libra,
em arroba de 90000 a !O0ooo rs.
Vassouras do Porto com arcos de ferro a 4oo
rs, cada urna.
Vinhos de Bordeaux neste genero temos as
melhores qualidades que se fabricam em
Bordeaux, tanto branco como tinto, e espe-
ramos por todos os vapores francezes, uns
pequeos barris contendo cada um de 85
a 90 garrafas, e qne serao vendidas o mais
barato possivel.


..o
Maris de Pernamfcneo Quinfa felra 10 de Dezeaafcro de 1SSS.
Li \ DO QUEMADO L0J4 \. 11.
ESTEIRAS PARA SAIAS.
Leja de fazenda de Augusto FreVriro dos Sauts Poi-lo.
A este cstabeleri monto chegou um ptimo sedimento de esleirs para sala, com diversas largaras
e da mais suporior quAliddc f ue se veudoui por preces mais mdicos fio que em outra qualquar
paite.
Enfeltes para bailes.
Os mais delirarlos enfeites para baile se encontram neste estabeleciment ; assim como:
I.UVAS DE PELLICA DE JOVIN para liomens e sentaras.
CHAPEOS DE TAUIA DA ITALIA para sechoras, enfeilados com Qnissimas floras.
CHAPEflS DE l'ALHA para meninas, enfeilados rom tinos veos de seda, fitas e flores fijas.
CHAPEOS DE PALHA DE COR para liomens a litOO, 3*S00 e 45000.
CHAPEOS DE SEDA PRETOS para liomens, de superior qualidade a 95000 e 105000.
CAMISAS INCLEZAS enm eolarinlios, peitos c punhos, de linho, a 45006a duzia.
CAPAS DE SEDA PRETA para senhoras, enfeitadas, e bordadas de diversos goslos de 225 a S0500C.
CAPAS ESCOCEZAS DE CASEMIRA para senhoras, enlejiadas com ricas franjas, a 225 e 255000.
1'em este e-lalicleriniento sortimento de fazendas de seda, 4aa, linho e afgodao, como sejam sedas
pn ns e de cores, laas para vestidos, panos finos, raserniras pretas e de cores, toalhas para mesa e
fuardanapos de linho, bramante lar; amseos, chitas e oulras muilas fazendas (|ue se renden) por mdicos precos ; na ra do Queimado
p 11.
ROUPA FEITA
no
ARflAZi: m
DF.
ESTABELECIMENTO COMMERCIAL
mmmw e mmu m etaes,;
Sito na raa do Urna n. < Junio
a fundi^o do Hr. owmm. portearen te a
Villaa lrmo afc C.
Neste estabelecimento encontraro os fregtiezes um completo sortimento
de tudo que diz respeito as artes de caldereiro, fmilro, latoeiro, ferreiro e
fundifo, e os abaixe asssignados que o dirigem, promettem servir a todas as pessas que se dignarera de os procurar, com promptido, sinceridade pre- y
co amito raseaveis. O dito estabelecimento estando montado em ponto ;
grande, tanto na que diz respeito a pessoal, como em materia prima, e tendo
habis officiaes, pode executar com toda a perfeigao e seguraaca qualqucr
obra tendente as artes cima mencionadas e aflbitamente pdem os abaixo as-
signados assegurar ao publico qtio neuhum outro estabelecimento llie pode
fornecer mais barato e mais perfeito do que elles, visto que recebem de sua
propria encommenda todas as materias empregadas em ditas obras.
^wm % %s&^
**
Daw m >
LETBEXRO VERDE.
Neste estabelecimento lia sempre um sortimento completo de roupa feita de
todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vontade dos coneor-'
rentes, para o que tem um dos metaores professores, assim como tambem tem um
grande e variado sortimonto de fazendas de todas as qualidades, para senhoras,
liomens e meninos. ,
Casacas de panno preto, 350 e 305000 Cohetes de fustao e brim bran-
Sebrocasacas idem, 300 e 250000 co, 35500, 35 e 2#500
Paletos idem e de cores. 250, Seroulas de brim de linho,
00, 135 e......10500 25400 e......2500
Ditos de casemira, 200, 150, Ditas de algodo, 10600 e. t400
120, 100 e...... 70000 Camisas de peitos de linho,
Ditosde alpaca, 54e. 30500 50, 40, 30 e.....20500
Ditos ditos pretos, 00, 70, Ditas de madapolao, 30,
50 e........30500 20300, 20 e.....10600
Ditos de brim e ganga de co- Chapeos de raassa, pretos fran-
30000 cezes, 100, 90 e. 80500
40000 Ditos de fltro, 50, 40,30500 e 25000
Ditos de sol, de seda, 120,
50000 110, 70 e. 45500
Cnllarinhos de linho uno, ulti-
70000 ma moda....... 640
70000 Sortimeoto completo de grava-
las. 5
res, 1*500, 40, 30500 c.
Ditos braneo de linho, 60, 5J e
Ditos de merino preto de cor-
dao, 100, 75 e.....
Calcos de casemira preta, 120,
m, 85 e......
Ditas de .cores, 90,80 e. .
Ditas de meia casemira de c-
Alambiques simples e continuos de to-
das os tamaitos e dimencoes.
Machinas de cobre para destilar e res-
tilar espirito at 46 graos pelos sys-
emas de Logier e Derosne.
Carapucas e serpenTmas de cobra, e
estanho, avulsas.
Taktas e tachos de cobre para engenho
e refinacSe.
Paroes de cobre e todos.os cobres ne-
cessarios para o fabrico do assucar.
Cobres para rodas de moer mandioca.
Machinas econmicas para lavar roopa
o melior possiveL
Cobre em lencol e arrodellas, es
lencol e canos de todas as grossuras.
Sinos de 16 libras 8 arrobas.
Parafuzos de bronze e ferro para ro-
das d'agua.
Torneiras de bronze e bronzes para
engenho.
Encanamentos de cobre e chumbo de
todas as grossuras.
Bombas para cacimbas, aspirantes a
de repucho.
Bombas para destilares.
Ditas para regar jardins, hortas e
capim.
Ditas para navios e bareagas de varias
qualidades e dimences.
tanho em barrinha, chumbo em barra,
Vitlofa hiao & C.
como wuircA iocvie
no
ARMAZEM
38RA DO Hl PERftDOR38
IO liAltUO DA PKIHA IO
Framelseo Femandea lansrtr dono deste muito acreditado armazem
dejnolhados, acaba de receber neste ultimo vapor os mui desdados gneros escolhidos
por elle na Europa, todos muito proprios para aesta os quaes est resulvido a vender por
preces baratissimos como vero pela segtiinte tabella, e mesrao pede a todos os Srs. da,
praca, de engenho e lavradores para que mandem suas relaees para serem despachadas
no armazera do Progresso do largo da Penba n. 10, afim de verem a grande vantageni
que tiram. Unto na superioridade dos gneros como nos precos asss resiuaidos,
os Sr. que nao poderem vir poderao mandar seus portadores ainda que nao teonam pra-
tica, que serio to bem servidos como se viessem pessoalmente.
0 intertsse que tira o proprietar de^e acreditado armazn, j deve ser bem co-
hecido pelos seus numeroos freguezes, pois]simplesmente consiste em servir bem e ga-
Dhar pouco, afoi de conseguir a continuacao daquellas pessoas, que a primeira vez se d'm-
narem honrar o seu estabelecimento.
Queijos flaraengos chegados neste ultimo
vapor a 2,ooo rs.
Sevadinha'Jde Franca a 2oo|rs. a libra
Surada muito nova a loo rs. a libra.
Agua natural de condllae.
muito recomraendada as afeccSes do tubo pastro-intestinal, nos dos rins, e Lxica ourinaria, pela.'
suas propriedades alcalinas, e o acido carbnico qae naturalmente contm em suspensao, de proe*
mais commodo que a agua de Vichi, de propiedades talvez superiores pela grande quantidade t
acido carbnico. Injecco Hrou, agua d t Cheelen, cupahiba de Mege, mjecrao ftigas de tanate
drzinoo, muito recommendada as gonorrbeas. Le rroy rancez verdadeiro ; na mesma casa tem
algumas caixas de instrumentos cirurgico6 para operatoes de Matieu e Charnere.
tes, >>
300 e.....40000 Toalhas para rosto, duzia, 110,
10280
90 e........60000
40000 Atoalhado adamascado de li-
nho vara..... .
20500 Chapeos deso, dealpaca, pre-
tos c de cores.....
20500 Lences de linho.....
Cobertas de chita chineza. .
45000
30000
20000
Ditas de princeza e merino pre-
t,' de-coiilfio, 50, 40500 c
Ditas de brim braneo e de c-
res, '>, 40500, 40 e .
Dias de ganga d cores,
30500, 30 c : .
Clleles de velludo preto ede
coras 95 e .... 70000 Pennasd ago, as mais supeno-
Ditos de casemira ante, 55 e 40000 res, a grosa. ..... 600
- de ditas de cores 50 Relogios de ouro onzontaes,
4* e .....30500 900.. 800 e......700000
Ditos de setim preto. 50000 Ditos de prata, galvanizado,
Ditos de ditos e seda braneo, | patentes e orisontaes, 400 e 300000
; y ,.......50000 Obras (le ouro, adercos, meios
Ditos de gorgurSo de seda h adercos, pulceiras, rozetas,
pr<:l!s u T Cures. I"5, >5 C 45000: am.-is e cnues. 5
(v!*. v? >S >f'-f.*f? >^^j
NOVA LIQIDACAO
Wdac ioxlea*, (ranelas, allenms e suissas,
qua se pretcndimi liquidar ules da testa do n;i-
. |tor presos liaraUssimos, allra de qiurardi-
ix), sendo a nufor parle deslas fazendas in-
: iraineule novas, chogadas polos iiltiitms \\>o-
i : ii.' lo la- w ilan luiOSlMS, deixando penhor : i
i \ luja c arniaxem do navio, ra da hnperatrii
n :!>, de Gama & Silva.
As iazinbas dn \n\o.
\'endem-se as Bodomisimas laainlias com 9
palmos de largura, sendo lisas e de quadrinlios,
l rara vcstwns, rapas soutanbaques pelo
barato prejo de l^ito o covado, ditas um 4 pal-
ia is, lisas e ilequadiinlios a 500 rs.. ditas garibal-
a-iiHirs., ditas enditadas de quadrinhos
,'I;V; i -, I mv- uiali^ailos milito 'linos a 500 rs.,
tfansp ireirtw rom palmas de soda a 500
r.-., ditas inalisad.,- : 'MO rs. o covado : s na toja
do navio, ra da ii leratriz n. 60. .
Drastaatles i-.'MM, na luja do paviio.
( .zen.la a I W00, IJMO, 15800 ef 3000 : sna
ojd do navio, ra da imnaratris n. G0.
0 pavao vende diaiios de sol para senhoras a
1:000. *
V -. lem-se diapcos de snl. a maleza, sendo co
bertas de linho o forrados de verde, proprios para
iras (pie forem passara fesla.ou para meninas
levaatpi para a escola pelo barato prero de 11600,
il ; hiarqiieriiilios de seda rom franjas e cabo de
dol rar i 2*500, ditos de seda para liomens, sendo
M i aiuiarao de baleia a fifiOOO c 75000, islo para
rar dimViro : na loja do pavao, ra da Im-
...:'. n. 00.
0 purao vende es vestidos hranrns bordadas.
\ ciuli'iii-se os mais reos vestidos de eambiaia
blancos, bordados rroeh, sendo os mais moder-
nos que tem viudo ai Uleread", li-ndo as saias 4
palmea, e vendem-si pW liaralns precos de IO,
e 164000 : s na loja do pavao, ra da impe-
ratm n. 60, de Gama \ Silva.
lelas iu pata*a 960 in.
Vcndem-se sikts de qmMtrmhos com pequeo
r i i da mofo, pelo baraiiiiuo areeo de 500 rs. o
, dilas em pereito esUwhi a 8t)0 r>.. ditas
ivui islas, para acabar a 'tiio rs., trorgnran de seda
1 ara vistios c ronpa de Ifteninus a 15000 o cova-
i] na loja do pavao. na da Imperalrir n. 60, de
ilva.
0 pavao vende easemiras a 1:600.
\ "i ndein-se casonrlros francey.as en testadas, pro-
t ra- para calcas, rolletes, pabis e capas para se-
as, pot s.'r de una s er, sendo fazenda que
:...\ re se vonden a.SfflOQ, liquida-se a 15600 o
CQTado : s na loja do pavao.
0 nnjaniiv de pava* a 300 rs. *
Vende-se liiiissuno oigandy matisado, braneo,
I' ,ri vestidos, pelo baralissinio proco do 500 rs. a
vara ou 300 rs. o covado, cassas francezas linlssi-
m.'.s a 440 e 4SO n. o rovado, dilas com palmas
;randes, fazenda ioteiramente moderna a 440 re. o
cova-lo : s, na kja do para, ra da Uuperatrix u.
t.0, de Gama Sirea. ^
0 pavit vende as relallias.
Veadem-se por preces baratissimos, porao de
reUlhos do rliitas, cseas e iSazinh**: na loja do
pavao, na da !'.; peratrje U, CO,
As Mas 4a pave.
Vendem-so cilas francezas, escuras, a !tO rs.,
(lilas a 30 i s., dilas a 360 rs., (lilas niatisaas mui-
i > linas a W)0 rs., ilitis freas largas e eslnilas,
(litas matisadas cotn florees proprtas para roberas:
na luja do pavao, ra da linperalriz u. 60.
0 pavao vende os cortinadas.
Wndrm-se ricos cortinados adamascados pro-
i rios para janellas. o rnmss parri noivos pelo ba-
rato prero da 9*000 o par : na na da Imperatrir
n. 60, loja do paro.
PERCALAS DE LAA
a seo rs.. s o pavo
Vende-se esta nova fazenda de la denominada
prcala, lem 4 palmos de largura, com os mais mo-
demos padrees, de quadros e kaaran, com lindas
cores, proprios para vestidos, e sendo urna das fa-
zendas mais modernas que lia para a festa, e von-
de-se pelo barato preco de 360 rs o covado : na
loja do pavao, ra da Imperalriz n. 60, de Gama &
Silva.
As hio(:tuh;is do pavao.
Vende-se bretanha de algodao em pecinlms de
rolo, cada pi'ca com 10 varas, pelo diminuto nreco
de 35200 cada peen, assim cont leos brancos I
mnilo snperores a 25 a duzia : na loja do paviio, |
ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
0 pavas vende para lulo.
Vende-se finissimo setim da China, fazenda sero
lustro, proprio para vestidos de senhoM, para ca-
pas o roupa para liomem, tendo esta fazenda seis
palme- de largura e sendo muilo leve, vende-sc
j)elo liaratissimo prero de 25'0O o covado, garau-
lindo-se que nao se torna ruca, e vende-se nica-
mente na roa da Imperatriz n. 60, loja do pavao.
0 paviio vende corles de calca.
Vndein-se cortes de calcas de casemira de co-
res a 25400. ditos de cachemira da Escossia a
252'i0. r!los~do ganga a 15600, dilos de brim de
urna s er a 25240, dilos de castor a 1*280, ditos
de casimira preta a 4*000 e 5*000, dites do case-
mira tina de cor a 55500 : s na loja do pavao,
rna da Imperatriz n. 60, de Gama A Silva.
os ricos vestidos soiitambar-
qiie. que chegaram para a loja
do pato.
picgaram pelo ultimo vapor francez os mais
rico* vestidos soutambarque, sendo com as saias
j feilas e ricamente enfeitadas e guarnecidas,
lando a precisa fazenda para fazer o corpo; com
seus competentes soulambarques primorosamente
enleilailos, vindo tudo em um s carlo, assim co-
mo as mais modernas c.imisinhas com manguitos e
pantos a balan ricamente enfeilados, e vendem-se
por peaen Esvarare] : na loja e armazem do pavo
na i ua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os modernissinaos vestidos do
pavo.
Acaba do ebegar um variado sortimento dos
mais modernos corles de iazinhas, proprias para
vellidos, tendo as barras 'primorosamente matiza-
das, Irazendo bada um corte seu ligurine para
amostra: e vende-se na loja do pavao, ra da Im-
peratriz n.60, de Gama & Suva.
Fnslao do pavo.
Vciide-se fustao braneo para vestido e roupa de
poninas a 500 rs. o covado, dito de palminhas a
326 rs,, tarlaiana de palminhas a 320 rs., fil bran-
eo liso, e tarlatana branca e de cores a 800 rs. a
vara na ra da Imperatriz n. 60, luja de Gama &
Silva.
A carnauba do pavo.
Vende-se cera de carnauba em saceos, por preco
muito em conta, ou mais barato do que em outra
ualqner parle : a tratar na ra da Imperatriz n.
D, luja de Gama & Silva.
A 10*000, s o pavita..
A' Soutaii'li.irque.
Vestidos a 10*000 s na loja
do pavo.-
Vendem-se os mats modernos vestidos de laazv
nhas transparentes rom hurtas Parras bordadas a
Swilan-enliarque, trazendo cada um o enfefte pre-
ciso para o corpo, sendo fazunfentttgada pelo nl-
Itimo vapor franez, muilo |iri'|Wt para o lempo de
fiesta, e vendem-se pelo baralissimo preco de *.
i na loja do pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama
iV Suva
7 RA DA-IMPERATRIZ 7
Madama viuva Ucomlc tom a hoara de participar ao respeilavel pnblieo que acaba de receber
pelo ultimo vapor francez nm grande sortimento de objuetos de porcelana, crystal, tartaruga, madre-
perolas, bronzes, niarfim etc., assim como um rieo sortimento de alnetes de peilo e ftvelas para cin-
tos quer do madeira, qnerde metal no vos modelos.
Cuitas para senhoras e meninas.
Lindas cintas de couro e velludo enfeitadas com a competente Iwlsa, tal e qual est se usando
em Pars, ligas de seda para senhora, riquissimas cawinhas para presente de festa com prepares de
costura ou sem ella, de tartaruga, inadre erlas, marroqnim, etc., calilas brancas e para noivas de
ores de laranja.
Finissimos chicotes com cartas de marfim. sndalo, etc., para homens e senhoras.
Perfumaras.
Perfumaras dos mais afamados fabricantes de Londres e de Pars.
Pos de arroz para refrescar.
Rscovas para denles e cabello.
Dilas para limpar pentes.
Pente de tarini-inra de pentear.
Ditos de bfalo dito.
Susfiensorios para boraem.
Espclhos grandes e pequeos.
Agua para tin^ir mliello de todos os fabricantes.
Na mesma casa conlina-se a fazer cabellciras, tanto para hornera como para senhora, assk
como qualquer cabello supposto.
Corla-se cabello e fri:a-se por 500 rs.
7 Rna da Imperatriz 7
Oleo e banbas para cabello.
Sabonetes HHissimos.
Ditos inferior.
Arua. para limpar denlos.
Pos.
Agna de Colonia.
Gheiros para lencos e gavetas.
Idem do vapor passado a l,8oo rs.
dem prato muito uovos e de superior qua- ^SJ1^' lidade a 4oo rs. iateiro, e a 5oo rs. a
libra.
Doce de goiaba fnio em caixoes com 2 s
libras por Seo rs.
dem mas baixo a 5io rs.
Lrite antephelico.
Approvadopelnsncndeinias < medicina de P.uis e Londres.
Este leite cura em pencos das as sardas, epltelides, manchas de gravidez, tez
queimada, nodoas, CTaVos', borbulhas, borlwjas, espiabas, etc., c^imo consta do livrinho
que o acompanha, cada frasco tem um livru que indica o.modo de applicar o leite ante-
phelieo.
0 mico deposito na casa de madama viuva Lecomte.
7 RA DA IMPERATRIZ 7
mtmmw nu & S$f
s
WOS AKHa/l]^
CONSERVATIVO E CONSERVADOR
DE
JMOTOI 3> IDD3 SAnfi>3-
(l 21 e 23LAUCO DO TERCO -N. 21 e 23
I.K1AH.
Manleiga ingleza perfeitamente superior a 880 e 900 rs. a libra.
dem franceza, a 560 rs. em barris, lia abatimenlo*
Caf do Rio da Ia qualidade a 280 rs. a libra, e a arroba a 8,500 e 8,700 rs.
Arroz pilado, 10o a libra, e a arroba 2,800 em sacco 2,700.
Gn de primeira, segunda e terceira sorte a 2,8oo, 2,3oo e 2,ooo rs. e 1,800 do preto.
a libra.
Palitos do gaz mandados vir por conta a 2,3oo rs. a groza.
Vinho Figueira e Lisboa, a 48o e 4oo, rs. a garrafa e a caada a 2,8oo, 3,500 e
4,ooo rs.
Goma de engommar, a 400 rs. a 1 bra e a arroba a 2,700 ou sacco.
Milito alpista o mais limpo que ha a ICO rs. a libra a 5,000 rs., a arroba.
Tijolo francez.de grande tamaito a 44o rs. cada um.
Toucinho de Lisboa muito novo, a 32o i s. a libra.
Queijos do reino do ultimo vapor, a 2,ooo rs.
Velas de espermacete, e carnauba a 6oo e 3oo rs. a libra.
Azeite doce de Lisboa a 6lo rs. a garrafa, e de carrapato a 28o.
llanlla de poico retinada, a 48o e 44o rs. a libra.
Serveja de todas as marcas a 500 rs. a garrafa.
Sevada nova, a 4oO rs. a libra a a 2,80o a arroba.
Passas nov> s, a 480 rs. a libra e em caixa ha abatimento.
SabSo amarcllo de 200 a 240 rs. a libra.
Batatas a 4o rs. a libra.
S eos armazens do largo do Terco.
Vende-se mu cabriolet em brnn estado : na
ra da Koi* rochelra qne fol doSr. Paulino, na
nal aehar ajwn queo tratar.
FUltfDICAO WO BO^VilIAM-RCA DO
ititl vi \. :**
Este muito acreditado estabelecimento est prvido de um completo sortimento t
machitsmos proprios do fabrico de assucar, a saber:
Machinas de vapores as mais modernas e mais acreditadas.
Rodas d'agua de ferro com seus pertences.
Moendas e meias moendas de todos os tamaitos.
Rodas dentadas, angulares e de espora.
Taixas de ferro batido e coailo.
Boceas de fornalha peto novo systema Wetson.
Alambiques de ferro fundido. '
Fornos para cozer farinha. ^
Moinhos para moer mandioca.
Arados americanos, etc. etc.
36o rs. a libra.
Genebra de Hollanda a 5,5oo rs. a frasqnei-
ra cem 42 frascos, e aretalho a 5oors.
cada um.
dem em botija hambnrgueza a 4oo rs.
Manteiga ingleza flor a mais superior do Genebra de laranja a 4,ooors. os frascos
mercado a 7o rs. a libra. grandes.
dem de segunda qualidade a 6io rs. a libra. ..... ,, .
6 H : Vmho de caj o melhor que ha no marcado
Manteiga franceza de primeira qualidade aj a 4,ooo rs. a garrafa.
56o rs. a libra, e 52o rs. em barris ou'
mnin i Palitos do gaz a 2,3oo rs. a groza e 2o rs.
meios- I a caixmba.
Cha perola neste genero nao ha nada a de-, dem de denles lixados a 46o rs. o maco com
sejar, e de especial qualidade, mandado, 2o macinhos.
vir de conta propria a ,8oo rs. a libra, i
dem huxim o melhor do mercado a 2,6oo Emrihas seccas (-hegadas neste ultimo navio
rs. a libra.
dem de segunda qualidade a 2,ooo rs. a
libra.
dem hysson muito superior a 2,5oo rs. a li-
bra.
dem preto homeopalhico muito fino a 2,ooo
rs. a libra.
a 46o rs. a libra, e em porpilo se faz ba-
timento. *
Banha de porco refinada a 48o rs. a libra e
42o rs. em barril.
Vinho braaoo de superior qualidade proprio
para missa a 64o rs. a garrafa.
Rolachinha de soda chegada neste ultimo Ameixas francezas em caixinhas elegante-
navio a 4,35o rs. a lata, deste genero bal mente enfeitadas com ricas estantes
grande poreo e de differentes marcas. *,2jo. *&*> b 2,ooo rs. cada urna,
que se vendem todas pelo mesmo preco a Wem francf zas em frasco de vidro com tam-
vontade dos compradores. Pa d'/ mesmo conlendo 4 '.i libra a I ,i*
rs. so o frasco val quase o ddieiro.
Iem em latos grandes a 2,ooo rs. dem em latas de 2 libras por 1.4. o rs.
dem propria para lanche ein latas grandes, a retalho, e a 8oo rs. a libra.
a 4,9oo rs. .' ...
Figos de comadre muito novos em bahnzi-
Marmelada imperial dos melhores fabrican- nbosmuito proprio- rjaramimoal,28ors.
tes de Lisboa a 61o rs. a libra.
dem em caixas para retalho a 46o rs. a
Frutas em calda em latas de 4,ooo a ooo rs., libra.
neste genero ha diversas qualidades a es-'
colher. Passas de carnada a 48o rs. a libra e mu
. quarto com 8 libras por 2,5oo rs.
Champanha superior das marcas mais acre-.
ditadas a 4,5oo rs. agarrafa e 4 5,oeo rs.'r..,,. ,o, ....
"olaxinhas inglezas de superior qualidade a
2,ooo rs. a barrica, e a 2oo rs. a libra.
o gtgo
Serveja das melhores marcas que vem ao
mercado a 5oo rs. a garrafa e a 5,ooo rs.
a du/.ia
dem preta superior a 56o rs. a garrafa e a
5,4oo rs. a duzia.
Vinho Bordeaux de differentes marcas, e as
melhores do mercado a 7,ooo, 7,5oo e
8,ooo a caixa com urna duzia, e em gar-
rafas a 6io, 7oo e8oors., garante-sea
boa qualidade.
dem Figueira de superior qualidade a 48o
rs. a garrafa e 3,ooo rs. a caada.
dem de Lisboa a 2.8jo rs. a caada e 4oo
rs. a garrafa-.
dem do Porto de superior qualidade para
mesa a 5J0 rs. a garrafa, c 4,ooo rs. a ca-
ada.
'dem fino do Alto Douro da colheita de 4833,
como sejam: D. Luiz.Feitoria vellio. Nc-
tar, Carcavelos e CaraSes m caixa de
urna duzia a ),ooo rs.
Lagrimas do Douro, especial vinho do Porto
a 4,ooo rs. a garrafa e 4o,oo rs. a caixa.
Duque do Porto, Madeirn secco. duque ge-
nuino, lagrimas doces a 9oo rs. a garra-
la e>,5oors. a duzia.
Garrafoes cora vinho do Porto a 2,2oo rs.
cada um.
Vinagre de Lisboa de superior qualidade a
2oo rs. a garrafa e 4,oo rs. a caada.
Azeite doce refinado em garrafas grandes a
8oo rs.
Mera de Lisboa a 6lo rs. a garrafa, eem
caad a a 4,8oo rs.
Presuntos inglezes para fiambre a 7oo-rs. aj
libra. .
dem de lamego encommenda particular a
48o rs. a libra, e inteiro se fas aoatimento.
Toucinho do reino o melhor do mercado a
320 ra. a libra, e em arroba a 9,ooo rs.
Velas de espermacete de 4, 5. e 6 por libra
a 560 rs., o em caixa se faz a batimento.
dem de carnauba refinada a 32o rs. a libra
e 9,000 rs. a arroba.
dem de carnauba pura do Aracaty a 4oo rs.
a libra e 4o,5oo rs. a arroba.
Gamma muito fina e jlva a 8o rs. a libra.
Ararota verdadera a 32o rs. a libr.
Chocolate francez o melhor que se pode (to-
sejar neste genero a 4,ooo rs. a libra.
Macas para sopa estrelinha, pevide, arroz de
maca a 48o rs. a libra, e em caixa a 2,ooo
rs. cada urna, m icarrao, talherim, e ala-
tria a 4oo rs. a libra.
Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra.
Avelans muito novas a 2oo re. a libra.
Ervilhas francezas muito novas em latas
grandes a 64o rs.
dem em ditas pequeas a 4oo rs.
Maca de tomate em latas de 1 e 2 libras a
64o rs.
Sal nao em latas de i libra a 8oo rs.
*
Lagostiuho em latas grandes a l. loo rs. ca-
da urna.
Sardinhas de Nantes a 36o rs. a lata.
Cognhac inglez a 8oo rs. a garrafa.
Licor francez das melhores marcas do BHr
cado a 8oo rs. a garrafa.
Batatas chegadas neste ultimo navio em cai-
xa com duas arrobas por 4,Ooo rs., c lo
rs. a libra.

Concervas inglezas a 75o rs. o frasco.
Sal refinado em potes a 5oo rs. cada um.
Mostarda in^le a a I,ooo rs. o frasco.
idem frauflfeza a loo rs. o pote.
Milito alpista a 16o rs. a libra e 4,8oo rs. a
arroba.
Graixa muito nova em latas grandes a i 20
ris.
Latas com peixe em posta enneticamente
lacradas das melhores qualidades de pei-
xe que ha em Portugal a i,2oo rs.
Caf lavado de 4a qualidade a 32o rs.. d tu
de,2* a 28o rs. a libra e 8,2oo rs a arro-
ba, dito de 3* a 26o rs. a libra e 7,ttoe
rs. arroba.
^Charutos suspiros dos memores fabricantes
de S. Eelix a 2,5oo rs. a caa com loo
charutos.
dem finos de diversos fabritaitfes a 4,6oo.
i .. ,_ ... i o e 2,ooo rs. a caixa ci>m 4obcham-
Farraha do M iranhao atwto a*a e cheirosa ^ indica a boa qualiade
8 fao re- a p^ JaaVaa ao tratiatho de vimn ou
Sag muito novo a 24o rs. ttra. mandarem e Tef*i a rpalidade.
I
*


Atarlo de Pcrnanabuco <|uluta felra O de Dczentbro de I S.

unio
DO
COMMERCIO
PROGRESISTA
KUA DA CKUZES S. 36
E-
RA DO CRESPO K. 9
N bairro e Manto Antonio.
Joaqulm Jos dones de un scientica a seus numerosos fregu.
ret e ao publico em geral que acaba de estabelecer um novo armaiem de molhados
na do Crespo n 9, aonde se encentrar sempre os melhoros gneros de estiva, que
se veoderao a retalho e por atacado, por menos dos que se venderem em outra qualquer
parte, affiancando-se aquellas pessoas que eoraprarem nestes armazens a superior qua- e lavradores a seguinte tabella, por onde verao a grande economa que lhe resulta em
lidade de gneros, preeos eijmmodos e bom acondicionamento.
O armazem da ra do Crespo situado no raelhor local desta cidade com o as-
seio que de neeessidade manter-se M esles estabdecimentos, faz crer a seu pro-
pietario, que ninguem deixai de sortir-se n'um estabelecimenlo aonde se encontra sin.
eridade, para ir-se comprar sonde se nao oflferecem tantas vantagens.
3-

-----
Defronte da loja do Pregnlea.
Ilt AliTK ILnKIDI
acaba de abrir o sea grande e sorido armazem de molhados denominado Uhio e Com-
mercto. Este grande armazem um dos mais bem montados que temos em nossa praca,
nao s em lirapeza e aceio, como as qualidades especiaes de seus gneros. 0 proprie.
'ario de Unio e Cominercio oiTerece todos os senhores da praca, senhores de engenko
e taclias de ferro batido e coado, de todos os
tamanhos para ditos.
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston & C,
raada Senzalla Nova n. 42._____________
0 GALLO CANTA
Ja sabido que, quando chepa o vapor da Eu-
ropa, o gallo canta annuaciaado aos seus numero-
sos (reguezes as galanteras de mais gosto e da ul-
tima moda que por elle recebe, como sejan :
Camsinhas para senhoras.
Riqusimas camisinhas rom maugtiitos e gra-
ratinhas para senhoras : s no Vigilante, ra do
CKuspo b. 7.
Cirigolinkas.
Rlquissimas cirigolinhas ou gravatinhas, sondo
oousa de muito gosto, e a primeira vez que appa-
roce para as senhoras de bom gosto : s no Vigi-
lante ra do Crespo n. 7.
Pentes de concha.
Ha para chegar riquissimas guarnieres de pen-
tes de lindo gosto, tanto para atar, romo, para mar-
, rafas, por preeos razoavets : s no Vigilante, ra
compraron em tao til estabelectment, afianzando o mesmo todo e qualquer genero do-Crespo n. 7._________________________
afcido de seu armazem.
AGENCIA
_ DA j
FNDICO BE L0W-M00R.
!!.. JJilS!^0*! ? v. Na padaria da roa Direita n. 84 ha sempre os
este wtdDeaeciraentO' contmna a haver bem cenhecidos e acreditadas rylmdros ainenc-a-
uai completo sorumento de moendas e meias nos que se vender a commodos praros.
moendas para engenho, machinas de vapor
par' i -pn dara.
COFRE
AMERICANA
Na padaria da ra Direita n. 8i ha para wi !< r
por commodo prego um cofre americano mu!
guro, prova de logo, e com muito ponco ora.
Vende-se una urna da Jacaranda para ero-
sito de ossos : na ra da Imperan iz, loja de mar-
cineiro n. 23.
Bollinho francez em latas e caixinhas as mais
delicadas que tera vindo ao nosso merca-
do de 800 a 2,ooo rs. a caixinha. *
Sendo este armazem no verdadeiro ponto de partida para os arrabaldes desta Man.tei^.a 'm$ P^Jaraante ilr, mandada
^ l I vtr de conta proprta, a 7oo a 800 rs, a
cidade, nao sera dtfficif quelles senhores que tera de partir nos mnibus darem suas, libra.
ntcoramendas neste armazem, que sempre Ihes offerecer os mais agradaveis gneros. dem franceza chegada pelo ultimo navio a
060 rs. a libra, e em barril ter abatimen-
to.
dem ingleza em potes de 4 a 16 libras a
800 rs, a libra e o pote separado,
Cha uXim, o melhor neste genero, mandado
vir de conta propria a 2,8oo rs, a libra.
dem hysson, grande, muito bom a 2,6oo.rs.
a libra.
dem preto muito fino, a 2,600 rs, a libra.
dem preto, mais baixo, a 2,ooo rs, a libra.
dem, verde, miudinho, maisproprio para
negocio, a i,oo rs, a libra.
Banha de porco refinada muito al va a 46o
Cha petla de especial qualidade a 2,8oo rs. dem muito superior a l,000 rs. a garrafa.
dem hysson muito superior a 2,7oo rs. a Cafea 28 e32o'rs- a '"bra, e a 8,ooo e
lilira. 9,000 rs. a arroba.
!T SEL! w.* Jb.S;3 OHMI das melhores marcas do nosso mer-
iiinn liv^r-on a z,.ioo rs. a libra. 1 j M
kfem dem a 2,ooo rs. a fibra. cado de 5'000 a fc-000 rs' a duz,a' e *"
dem preto de qualidade muito especial a
2,000 rs. a libra. ; Conservas ingjezas a 73o rs. o frasco e 8.600
dem idem inferior a 1,600 rs. a libra.
Foyod* ar
frutos do gaz a 2,3oo rs. a groza c 2o rs. a
caixinha. Reccbem-se encommendas de fogo do ar e de
? 1 tistas : co armazem da bola amarella no oitau da
Milho alpista a 1.6o rs. a libra. eretaria de polica.
Painco a 2oo rs. a libra.
Gomma muito alva para engommar a 80 re.J
a libra, eem airaba se far abatimento
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
Sabio verdadeiro hespanhol, que*raras vezes
GRANULOS e XAROPE
O'HYDROCOmE ASITICA
oe J. LEPINE
Cevada.
Vendem-se fatua com cevada muito nova a M-
menos do que em ontra qualquer parto: 110<
criptonade Manoel Ignacio de Olivciia & Filio
largo no Corno Santo 11. til.
Pianos novos.
Os melhores que tenr vindo a esta prafa [..lrica-
dos de cncommenda pf)r um dos melhoros Uni-
cantes de Pars, especialmente pan este cima
quem quizer aproveitar a ocrasiao da mutiir-s ie
nm cxn'lli'iite piano por pieco coinmudu iiiiij,i->e
ra Nova n. t9 primeiro andar.
AS*1 *.? v-/>a>*>* vk>v-'
M& m ^ A fe ufe!*.. fr. .*;.-
IARMAZEM ItAU
1 Rua da Cruz %
M Viohi llordeaa\ su|ieri,r a tlu- \tf>
V Odoiio
Tannal para compra e venda de assncar e outros p'/:etos,
obra'muito util para os negociantes
engenhos; poi com um lance de visto 1*
saber o valor de quaesqiier quanlidade 2e nrroUas
e libras: vende-se na livraria econmica &v \
arco de Santo Antonio.
Champagne a melhor neste genero a 1.5oo Doce em calda aaoors a lata
rs. a garrafa e 18,ooo rs. o e\oo. '.. .
dem inferior a lo,ooo rs. o gisroe I 000 rs de goia,)a em caixa* c d,verss tama-
a garrafa. imos e "e u'vrsas qualidades de 6io a
l.ooe rs. cada urna.
GbQGOttJe francez, hespanhol, e portuguez, a
1 !ixi c l,2oo re. a Hbra.
ErviUias franeczas muito novas de 48o a 64o
rs.
Pianitos dos melhores fabricantes da Baha ...._____
ede qualidades, especialmenle eacofcjdos, ,,tera Portl'g^ '* rs. a lata.
de 2,ooo a 4,5oo rs. a caixa.
I
dem seccas a 2oo rs. a libra.
Parinha do M;nartho muito alva a 14o rs. a yassouras do porto com arcos de ferro a 3o
,,,"'a rs. cada urna.
dem de aramia verdadeira a 4oo rs. a libra.' Vai-0 a- 1 ..
Velas de espermacete da melhor qualidade
Vfaha rio Alto Douro engarrafado, eos mais a.6oo rs. o maco,
hem escolllos, lagrimas do l)ouro,D. Pe- ^.i^j, .
dr> V, i). luz i, D(I(IUP genuino, Nctar "" d carnauba e ""P09^9 a 32 3^
tt|)erior, M ilvasia fina, Bastardo, e outros rs- a l,bra e lo>0 rs- a arroba.
a 1 l,ooo e l2,ooo rs. a duzia e lboo rs.
a garrafa.
Idea Cherry e Madeira a l,5oo rs. a garra-
i\ e 16 000 rs. a dnzta.
dem Rordeaux de diversas marcas de 8,000
a lo.ooo a duzia, e8oo rs. a garrafa.
Bolaxinhas americauas a 3,ooo rs. abanica,
c 00 rs. a libra.
atalas muito novas a 1,000 rs. o gigo, e 60
rs a libra.
Banha de porco refinada a 48o rs. a libra, e
em barra a 44o rs.
Vioho an pipa de Lisboa, e Figueira, de3,ooo
a i.ooo rs. a caada, e 5oo rs. a garrafa.
hlem de Lisboa emancoretasfle 8 a 9 cana-
daa por 27.ooo rs.
hlem do Porto muito especial a 5,io* rs. a
canada e 72o rs. a garrafe.
dem em garrafa* com 4 'i garrafas por
..'loo rs. com ogarrafilo.
Vinagre de Lisboa muito superior a 2,ooo
v. a caada.
Mein maisbaixoa l,5oors. a caada, e 2oo
rs. a garrafa.
lilem em garrames com 4 [i garrafas por
l,2oo rs. com o garrafao.
.Mauteiga ingleza a 6oo, 7oo, 8oo e Ooors.a
libra de primeira qualidade.
hlem franceza a 56o rs a libra em barril, e
a 6oo rs. a retalho.
Atneixas fiancezas em caixinhas com ricas
estampas no exterior de l,2oo a 2,ooo rs.
cada urna.
dem em frasco de vidro de diversos tama-
nhos a I.Soo e 2,5oo rs.
dem em latas de 1 lie 3 librea l,3oo e
2,3oo rs. cada ama, e a 8oo rs. a libra.
Figos de comadre em bazinhos de folhapro-
prios para mimos a l,6oo rs. cada um.
dem em caixinhas de fullia a 32o rs.
dem em raixas grandes a 2oo re. a libra.
Mem em latas ermeticamente lacradas de
I .ttoo a 3,ooo rs.
Arroz da India e Maranhao a 8o, loo e 12o
rs. a libra.
Ameridoas de (^'a mole muito novas a 4oo
rs. a libra.
A/.efonas superiores a l,2oo rs. o barril.
Aq)ista a 14o rs. a libra e l,6oo a arroba.
Letria a 4oo rs. a libra.
Biscoitos e bolaclnhas ioglezas as ultimas
chanada* ao nesso mercado a 1 .ioo e f ,4oo
m. cada lata.
Bolaxnha de soda e luneh em latas grandes
a 2,ooo rs. cada lata.
'Cognac t> superior qualidade 8oo rs. a gar-
rafe
Tiiolo para limparfacas a 14o rs. cada um.
Toucinho de Lisboa e Santos a 32o rs. a hbra.
Sevada muito nova a too rs. a libra.
Peixe em latas grandes, savel, pescada, cor-
vina, e nutras qualidades a I.ooors. cada
lata.
Papel greve pautado e liso de 3,ooo a 4.ooo
rs. a resma.
Passas muito novas a 8,r>oo a caixa e 48o rs.
a libra. -
Palitos lixados para de.ntes a 14o rs. o maco.
dem de flor a 2oo rs. o maco.
Prezunto para fiambre inglezes e americanos
a83ors. a libra.
dem do Porto a 48o rs. a libra.
Oueijos prato de 48o a 600 rs. a libra,
dem londrinos os melhores que se encontram
neste mercado a 800 rs. a libra.
dem flamengos vindos no ultimo vapor de
2,000 a 2,4oo rs.
Sardinhas de Fiantes muito novas a 32o rs.
a lata.
Sag muito novo a 2oo rs. a libra.
dem muito superior a 28o rs. a libra.
Sab3o maca de-diversas qualidades a 2oo e
24o rs. a libra.
dem inferior de I2o a 18o rs a libra.
Genebra de Hollanda era frasqueiras a 6,.oo
rs.
dem hamburgoeza em ditas a5,8oo rs.
dem de Hollanda em garrames grandes a
3,5oo cada um.
dem em botija a 4oo rs. rs. cada urna.
Carrafes vasios de diversos tamanhos a 5oo,
64a e l,2oo rs.
Gomma do Aracaty a loo rs. a libra.
Graixaa loo rs. a lata, e i,2oo rs. a duzia.
Licores finos francezes em garrafas e fras-
cos de diversos tamanhos de 600 a 800 rs.
cada um.
Marmelada imperial de tedos os conservei-
ros de Lisboa a 64o e 700 rs. a libra.
Massa de tomate muito nova a 64o rs. a
libra.
Marrasquino de Zara a 64o rs. o frasco.
dem em frascos grandes a 800 rs.
Cominhos muito novos a 5oo rs. a libra.
Erra-doce a 2to rs. a libra.
Pimeote a 36o rs. a libra.
Gravo da lacha a 64o ps. a.hbra.
Canaella a i,loo rs. a libra.
Alfazeaaa a 2oo rs. a libra.
Sai retinado em frascos de vidro a 600 rs.
o frasco. %
Cal de Lisboa e potassu a
Uae expet tuncias tenas na iitta, e em Rnssla.
vem ao nosso raereado a 28o r*ra"ttbr. ^raiW> resulta que as alcecoes da pelle, e Vende-se na rua daCadeia do Recife n. w, pare
toda* as que resultara d'um vicio orgnico onde somudou o antipo e acreditado di-pusito da
Vinho branco o melhor neste genero a 600 rs,s6niomptaraenie curadas oor este novo: P16?1?1" rua ",2 ?mbos genero> sao wivos
a garrafa e 4,ooo rs. a caada. medicamento. Segundo um Velatorio feito 'X^lque/Se111 a PreC "'aS ^^ ^ 'il
dem Bordeaux de differentes marca*, gara* a?demi,a S!*1 dc mcdic,na *****.
?_ _->-.. a.. ~. i.',,? ^._ le fot julgado til e efjicaz nao smente
te-se a qualidade, a 8.000 rs. a caixa com ,
tm duzia, e a 7oo re. a garrafa. i*". W^a* liTS e, m al9U"u". 1
.,0 ,w... a 8a.a.a. \tolestias da pee rebelde, mas tambem
Garrames com 5 garrafas de vioho-do Portas nos escrfulas e a syphilis. E enfimi al-
do Alto Douro a 2,2oo rs. com o garrafio. Iguns orticos dislinctos, e especialmente os
-.. '3rs. Devorgie, Ca/.enave e Hillairet, medi-
Idem com 5 garrafas de vinho Figueira, ma.s ^ do no|pUa, (le San Lav> de PariS) af_
propnopara a nossa estacao por ser mais fte<)ldos ao trtamelo das" molestias cu-
fresco a 2,4oo rs. como garrafao. lineas, emi>regaram as preparaces d'IIy-
re, a libra, e em barril se far abatimento.! dem com 5 garrafas de vinagre a- i, ano- re.' dreeotyle com um nolavel successo con ira
e
uo
ATTENCAO
O proprietario dos armazerft do Progressista jamis, deixar de oflereeer aos seus
freguezcrudo oque ftr preciso para que sejam bem servidos, o como-a festa se aproxi-
ma ptima a occasiao dos seue freguezes eiperimentarem a realidade, que nunca dei-
xar de ser manad* pelo proprietario estes armazens.
Biscoitos inglezes das seguintes marcas;
Craknet, Soda, Ceede, Captain, Travellies.
Lunch, Gabin, e unirs muitas marcas, a
l,4oo re, a lata.

BolachiBha de sdo, es])ecia1 encommenda, a
2,2oo rs, a lata.
BiscoKo inglez Craknel em latas de o, 7 e f5
fibras a 5,000 e 6,000 rs, e de l,2oo a
800 rs, a libra.
Queijos do reino pelo baratsimo preco de
1,600, 1 80 e 2,ooo rs,, os do ultimo
vapor.
dem prato moho fresco a 64o rs, a libra.
dem londrinn muito fresco a 800 rs, a libra.
Vinhos em pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
48o, 060, e C4o rs, a garrafa, e de 3,ooo a
4,000 rs, a caada.
Marmelada imperial dos melhores consenti-
ros de Lisboa em latas de 1 e mais libras
a 7oo rs, a libra.
Frotas em caldas das seguintes qualidades:
ameixa, rainha Claudia, peras, cerejas,
ginja, pecegos e alperch a 5oo rs, a lata.
Figos em caixinhas de 1 % arroba e de 8 li-
bras a 8,000,4,ooo, e 2,ooo rs, ea 3oo rs,
a libra.
Amendoas de casca mole a 28o rs, a libra, e
em arroba ter abatimento.
Sardinhas de Nantes a 32o rs, a latinha.
Toucinho de Lisboa a 36o rs, a libra e em
arroba ter abatimento.
atan de tomates a 64o rs, a libra.
Pimenta do reino a 34o rs. a libra,
Farinha do Maranhao a i 4o rs,a libra.
Ceblas a 4oo rs. a restea.
Tijollo para limpar facas a i 60 rs,
Cerveja das mais acreditadas marcas de i.ooo
a 7,5oo a duzia, e de 5oo a 600 rs, a gar-
rafa,
Prezunto para fiambre muito fresco e novo
a 800 rs. a hbra,
Genebra de laranja a 9oo re, o frasco,
Ghourifas as mais frescas do mercado a 8oe
re. a libra.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa,
e lo,5oo re. a caixa com urna duzia;
Licores francezes das seguintes marcas: Ani-
zete de Bordeaux, Plaisir des dames, e de
outras muitas marcas a 10,000 rs. a duzia,
e a 1,000 agarrafa.
Passas muito novas a 5oo re. a libra e a 8,5oo
rs. a caixa. Ha caixas, meias e quartos.
Batatas a l.ooo re. o gigo com 38 libras.
Bolachinha inglesa a 4oo re. a libra,
ancua francez e portuguez refinado a 800 rs.
a garrafe, e 9,ooo re. a caixa com urna du-
zia.
Conservas inglesas das seguintes marcas:
Mfxed, Pickes, e ceblas simples a 800
ks. o frasco. .
Mostarda ingleza preparada em potes a 4oo
re. o pote.
Grito de bico a 16o re a libra, e em arroba
ter abatimento.
Vasos inglezes vastos de 4 a 16 libras, muito
proprios para deposito de naanteiga, doce,
e outt o qualquer liquido, de 1 ,odo a 3,ooo
rs, cada um.
o garrafao, oS'eszemas, opreriasis, o impetigo e as di
: versos variedades de dartros, centra as af-
Sabao massa de superior qualidade a l&VftccOes svphilecheas recentes ou antigs,'
2oo, e22o rs. a hbra do melhor que ha a lepra, as ulceras, escrofulosas e outras,
Graixa em latas nata nova a 12o rs. a lati-; os ritewnatismos chronicos, etc.
nha, e 4,3oo rs. a duzia. IJ Depos'lo geral era Pjiis : E. Fourmet
A Labelonye, pharmaceulicos, rua Bourhon-
Peixe en latas muito rtovt: savel, pescada,
curvin, salmio e outras muitas qualidades
preparados de escabexe, segundo a arte de
cozmha, de l,2oo a 2,ooo rs. a lata.
dem do Arto Douro vindo do Port engar-
rafado e escolhido pessoalmente por um
das socios que se acha em Portugal, das
seguitites marcas : Duque, Genuino, Vo-
ltio secco especial, Lagrimas Doces da
1819, vinho especial Pedro V, vinho
velho, Nctar superior de 1833, Duque do
Porto de 183, vinho do Porto velho su-
perior, Madeira Secca de superior quali-
dade, vinho do Porto superior D. lata I
de 1847, Lagrimas do Douro, especial vi-
nho do Porto, de 1,000 a 1 2oo rs. a gar-
rafa e de lo.ooo a 12,ooo rs. a caixa com
urna duzia.
Vassouras americanas a 800 rs. cada urna.
Velas de spermacete as melhores que ha no
mercado a 060 e 64o rs. o masao, e em
caixa se far umjgrande abatimento,
dem de carnauba e composicao, de 4oo a
32o rs. a libra, e de lo,ooo rs, a 11,000
rs. a airoba,
Caf de 1 e 2 sorte de 8.3oo a 8,600 rs. a
arroba, e de 28o a 32o rs. a libra do me-
lhor,

Arroz da India, Maranhao e Carolina a 3,ooo,
2,8oo e 2,4oo rs. a arroba e a loo rs. a
Htm.
Frasqueira de genebra a 5,8oo re. e a 5oo
rs. o frasco.
Azete doce em barril muito fino, a 64o rs.
a garrafa, e em caada ter abatimento.
Papel greve pautado e liso a 3,5oo rs. a
resma.
Genebra de Hollanda em botija de conta a
44o re. a botija.
1
Champagne a melhor neste genero a 25,oou
rs. o gigo.
Bacalho a 14,5oo a barrica.
Emilias franceza e portugueza a 640 re. a
lata de urna Kbra.
Chocolate francez, hespanhol, saisso e por-
tuguez a 1,000 rs. a libra, e a 28o rs. ca-
da pao de urna %

Garrafoes vasios do 5 garra/as at 3 caadas
. de 5ooat l,3oors. cada um.
Ameixas francezas em caixinhas elegante-
mente enfeitadas, com diversas estampas
no exterior da caixa de 1,500 a 3,ooo re.
cada urna; tambem ha frascos e lata de
diflerentes tamanhos qoe se vendem por
mdico preco.
Massas para sopa: macar rao, talharim e ale-
tria a 48o rs. a Mora, e em caixa se far
abatimento.
Garrafoes com 14 garrafas de genebra de
Hollanda a 5,000 cada um.
Charutos de todas as marcas e dos melho-
res fabricantes da Babia de 3,ooo a 4,eoo
rs. a caixa.
Em Pcrnamhuco deposito Retal : na ca.-a
de Caors iY Barbosa, rua de Cruz 11. 22.
RUA DO IMPERADOR
N. 22.
Grande armazem de (iotas.
Este armazem conten tudo quanto
preciso para qoe a industria de pintura, de
qnaluer genero "que seja, desempenhe
seu l'un, isto 1-111Ln.-lley.ar. conservar e
reproduzir.
Mentado em grande escala e supprido
directamente por grandes falwieas de Pa-
rs, Londres e Hamburgo, pode oflereeer
productos de conlianea, c satisfazer qual-
Tbw encommenda grosso trato e a re-
tala.
Os Srs. artistas pintores, c os douos de
obras podero esrolher vontade, pois 8
que tudo estar vista, as diflerentes co- i
res de qne tiverem necessidade.
Ha tintas em massa e em p impalpa-
vel, e como as obras a envernizar s se
eve empregar tintas muidas, e nao me-
recendo conflanc,a as que vem de fra para
commercio, por vellias, e tatvez facilita-
das, ueste armazem se as mocr vis-
ta do consumidor, que s assim ter tin-
tas frescas e verdadeiras.
Ha tambem ouro verdadeiro, verde em
p eemfolha, prata em folha, p debrwu- ^
zear de varias cores, diamantes para cor-
lar vidros, burnidores, ncar superfina en-
carnada, amarella e verde, tintas vege-
taes, azul, roxa, verde e amarella, inoffen-
6ivas, nicas que se devem empregar as ,,
confeitarias, colleccoes de pinceis para 5
fingir madeira, com propriedade, c outros *
de varias qualidades, vernizes, copal,
graixa, branco ou escuro para o interior
e exterior, para etiquetas e quadros, tin-
tas finas em tubos, em crayes ou pastel,
tellas para quadros, caixas de tintas finas
e papel para desenlio.
Essencias aromticas verdadeiras, fras-
cos e vidros para vidraca dc todos os ta-
manhos, e miiitns outros obyectos, cuja
utilidade e emprego s com a vista pode-
rao er mostrados.
Joao Pedro das Neves,
Gerente.
25-g--S.5:S-BS.
ivon da Senzalla Sova 11. Ai.
Neste estabelecimento vendem-sii: bichas de
ferro, coado libra a UO re., idein 1 Un
Moor libra a 120 rs.____________.
Pee hincha
Qaloes de 30, 3o o 40 an os a .'15 : na rua do
Queim.ido n. 4i.
FARINHA FONTANA.
Fariiilia da muito acrcili a arca
Fontana < rsi'iuliaica'ia hoje, \cudc-se
por pceo maia- coinmono lio que em
qualquer nutra paite : na rua da ( n /.
u. 4 < asa dc \. U. Bielier I P. mwu
ores.
mmm mm wmm wm wm
^ t^> Rua do Crespo n. 5. a
jB Xa luja de Marcelino A ('.., vende-se .'
* harega de laa do cores muito linos a .'!.'
rs. o covado. ditos lisos com 8 palmos de A
to em conta.
Barricas com breu : na rua da fadaa do lam-
ia, k.ja t Cerragens de Bastos. .
=? O. vi co 2,
-O
-1
TTE\^AO
Jaas os senhores que comprarem para negocia ou casa particular d> 100* para
orna teila ma* 5 a 10 par /, de abatimento; o proprietario scientifica mais que rodos
os seus gneros sao recebidos de sua propria encommenda, razao esta para poder ven-
der por muito menos do que em oulro qualquer estabelecimento.
0 e-3 a? ->
3 o g> -1
5 = ss 25 <^o &s _o-P

3 = 3 g.l
e
%
e
3"SL
5* 2-S
I

1
5
8-
-O Sj ft
nit
232?
H
-i
I

ti Q,
m 8
1
3s?
GBANDfl
PECHINCJIt
Madapolao francez o mais superior que ti m viu-
do a este increado, vende-se a 600 rs. a vara, ser>-
doem peca: na rua do Queimado n. W, casada
Gui maraes & Bastos.
A 9#OO una ha 1 fio.
Custodio Jos Alves Guiraaraes dono da loja in-
titulada gajp vigilante rua do Crespo n. 7. ari.-a
ao respeitaul publico que tend-i recebirio um
grande sortimento de saias de balao tanto bran-
cascomo encarnadas e para liquidar de nrompto
est resolvido a vender pelo baratis;imo preco de
2^'WOcada um
Transparentes.
Tambem chegaram os lindos Iranaaarcnles para,
janellas que seyenderao pelo barato preco de IG3
0 par.
A sanear do Uouteiru
Rua do Imperador n. 28 e caes de Apollo n.
67, a 200 rs. a libra, e de 8 libras para cima
3 5<$600 aarroba.
Cortinados bordados.
Superiores cortinados bordados pare canias fi an-
elas, ou para portas : vende-so simiente na rua
do Queimado n. 46, loja de Guimaraes A Pastos.
Cal de Lisboa
chep-ada ltimamente ; na rua do Vigario n. 11',
primeiro andar.____________
Em casa de Mills Lathain tt ('.., na rua ir-
Crnz n. .18, vende-se ferro palvanisado de um dea
melbores fabricantes inglezes, proprio para cobers
tas de casas.
Vendem-se em Olinda as casas seguintes :
1 casa no Varadouro com todos os commodos, ca-
cimba, quintal murado, chao proprio.
1 dita na rua do Carmo com pequeo sitio.
I dita nos Quairo Cantos com casa dc taberna.
dita aa rua do lanlio.
1 sitio na Estrada Nova, com baixa de capim, con-
fronta com trras do do fallecido Gybson c do
Salles.
I casa no Jogo da Bolla e i escravo.
1 esciavade 11 12 anuos : a tratar na tal na
da esquina dos Quairo Cantos, rua de Malhias Per-
reir n. I.ourom oSr. Luiz Jos Pinto da Costa,
padaria na ladeira da ribeira.
a
S
F4ZENDVS
baratas para acabar.
' Sedas de |aaa>at e de lisiras a 320 rs. o eora-
4av liadas lias de ajaadriaho* s 360 o covado, su-
aarvas eassas de cores a 300 rs. o covado, ditas
'muito Anas a 240 o covad- : na loja dascolnmnas,
na rua do Crespo n. t3, de Antonio Correia *e Tzs-
Mas .
Pentes sem Ignaes.
Wlqoissimos pentes de concha ftnr as novos
ponteados conforme os (igurinos ana mm ba
in&nucaiunlia : na loja do gallo vigilaale rua u I
Crespo n. 7 1
ESCBAYOS rGIDOS.
Fugio hontem 2 de dezembro as 7 horas da
noite o preto Luiz, de naeao Angola, idade de 35 a
38 annos, estalara baixa, resto redondo, barba scr-
lada, porin pouca, espessa, denles limados na
trente, etnpregado no servico de relinacao, o que
o torna bem couhecido pelos calos que lem us
maos. Este preto foi pegado ha tr.es para quairo
anuos em ierra de eageobo Anhunia*, e runsta fer
seguido para o iaetaw eagaaba, oh ierras do en-
genho das Lagens : quem o (Majar leve o rua a
Concordia n. 8, refinacao, que ser leuerosamenle
gratificado. *___________________
Fugio no dia 5 dable correte iez de dezem-
bro (sabbattoX as 2 hora d larde, penco mais ou
manos, o escravo mualo, de neme Zeferino, com
os signaes seguintes : idade 31 annos, altura repu-
tar. #hk> dw corpo, tra barba bijrode. costuroa-
andar de estrada aberta aa cabera, muitu pachola,
tem oa dentes Uados, no p direito tem urnas ver-
rugas, levou vestido calja de brim branco ja usa-
da, camisa de chita com amas ffores encarnadas,
m asenl branco, chapeo do chile osado com um
nasa na aba o qual escravo cawhnin N a rmv
pa que linba-em casa, sendo de sn^por aaa tenlia
seguido para o centro, visto ter vindo para esta
capital' com o destino de ser venmdn; pnrtanto ro-
gn-seds autoridades policiaes e capitaes de canq-o
a atiprehensao d* dib escravo, rewettenAi-o seu
senhor o Dr. aeodoro Ulpno Carina Catanho na '
rua do Imperador n. 81, que gratificar a quem o
apprehender.
i


-~~
8
Dl;irlo de Pe rn a ni buco tilinta felr 16 de lrr>mhro de I 969.
LITTERATURA,
Osveieranos da impreHsi niillante m
Inglaterra.
IOGRAPHUS ANBCDOTICAS DOS JORNALISTAS E
|>\Bl.li:iSTAS INliLKZES.
Spahe.- A'hlplms.-Peny. Lord Cumpbclt.-
Silk Buckingham.
IV
(Continuacao.)
severanca, desse conheciraento textual aW leis que 'zer quando o elogiavara como legista ou como Juiz riedades, oa na ra do Rivoli ou na ra da Paz, e tattraco, assim como m jornalistas da Frasca do
os advogados chamara espirito de Icgali dade. In- mas ficara muilo lisongeado se lhe dssessem que sempre cora a sua linda companheira. Em urna norte da'Allemanha.
contestavelmento Campbell nao possuia a intelli- era um grande advogado, um grande ltteralo, ou cas'-,-0m Paris' onde-.tive occasio de encontra-lo Elle fallava e escrevia o aflemSo e o frafltfez tao
gencia e a fotrca de oxpressao de Finnerty, nema um grande erudito.
nslruceo de Barnes, era a flexhlidado rleestv- ,- ,.
in iL u uexiouiaaae ae esiv A noa do sea caraeicr nao ihe grangeava mui-
10 ae james Murray, nem o espirito de interesse 'l08 amlgos e a(imiradores pessoaes, porm foi ura
(liquen!comptant do sea compatriota Sankie, nem u,n legislador, um respeitavel juiz, e as suas de-
as qualidades litterarias e sociaes de Robert Fer- clsoes sera0 citadas com tanla autoridade como as
gusson c (excepto o que diz respeito a conheumen- dc E|donj d(! Monsfield ou de Ellemborongh.
muites vezes, ouvi referir aseu respeito algumas perfeilamente como oinglez. Isso sao vantagens
ancdotas que pintara bem o carcter desse jorna- sempre muito apreclaveis, mas nao se pqde duer
que Goldsmith fosse homem do intelligencia muito' 7etra"e5o, muir TaciidldTdc faar,"sempre res-
B elevada e.de um estylo eloquente e enrgico. Pon- ^las oromulas. e urna ratetlttrenca cima do ni
Os tolo de tolas as ntcoes, diz Hum as suas
obras phikwpWcasv ten cstabelecido o prejnizo
de que am homem de espirito nao pode ter appli-
eacSo nem capacidade para os negocios. Sem du-
vida Twiss nao era um genio; mais tinba viveza e
Plhiodepaes judeus, Lewis Goldsmith nasceu elevaba e de meT.; 00^0.0 e
n Londres em 1775 ou 1776, e proessou sempre co antes da queda de Luiz>elippe. esse veterano vToXar o mte,8encia
re imn de Mnv .' A-, mi>-.'__________!.;.,,...,.. -~. a.. -i "rumano. _
Desde o processo de Thtoticwoou, em que de
fendeu urna causa que nao tinhadefea (I), at:
1810, isto durante o espaco de 22 annos, Adol-
. phus foi semiire, e mereceu ser, o advogado da
Inglaterra o mais procurado Por ccrlo essa a
mata convincente prova da sua superioridade,
pois em 1840, devia ter uns setenta annos de
sdade.
Sua clicntclla s principia a diminuir em 1833 o
1834, quando alguns homens, nao mata habilitados
do que elle, porm mais mocos, taes como Plalt,
Chambcrs, Bodkin e Charkson, se apresentaram c
acabaran) com o monopolio de que elle gosava.
Havia ainda tanta energa e vitalidade inteliectual
nesse veterano da imprensa, que, quando Ihe fal-
taram processos, tratou de empregar em novos
trabalhos litlerarios as horas vagas que contra a
suavontade lhe restavam.
Antigo amador do thoalro e muito versado na
arte dramtica da Inglaterra, Adolphus emprchen-
deu escrever a vida de Jack Bannister celebre ac-
tor discpulo de Garrick.
Esse artista que se retirara do theatro era 1815,
merreu em 1836, depois de Jer sido muito applau-
dido no tablado e muito amado na vida privada.
Essa biographia poda dar assnmpto para muitas
ancdotas espirituosas, porm uao obteve milita
voga, e francamente, nao era digna de ohte-la
Esse fiasco Iliterario nao impedio que o autor pe.
gasse de novo na penna com todo o ardor e prose-
guisse no irabalho da continuacao da historia da
Inglaterra da paz de 1783 em dante.
Quando cncetou o seguimento dessa obra em
i8i0, nhasetenta e cinco annos de edade. Mais
tarde ainda, em 1844, consultaram-no sobre o
processo intentado na Irlanda contra O' Cennell.
Suas forcas physicas foram cufraquecendo de da
ern da, e deixou de apparecer nos tribunaes, mas
conservou sempre as faculdades intellectuaes, e
at a ultima.hora da vida entregou-se sempre a
rabalhos litlerarios.
Pouco tompo antes da sua morte, que teve lugar
em !84\ enviara os seus manuscriptos ao seu
edictor M. Lee, c tinha j concluido sete volumes
da sua historia da Inglaterra.
Temos ouvido diversos contemporneos e rivaes
de Adolphus queixarem do seu tom altivo e provo-
cador, ou mesmo da indecencia da sua linguagem,
perantoos tribunaes;-.nunca reparci isso, mas con-
fesso que elle tinha sempre urna resposta prompta
para os seus adversarios, e que aquelles que o of-
fendiam nao ficavam sem troco.
K possivel que no comeco de sua carreira, no
pretorio de Old-Baley, alguma vez faltasse s con-
veniencias ou infringisse as regras da boa educa-
cao, porm asseguraram-rae que, depois de seu
duello com Pedro Alley, lornou-se mais prudente
e mais alteneioso; convm declarar aqui, em lou.
vor dos dous combatentes, que depois dessa briga
licaram sendo verdadeiros amigos.
Adolphus t ve tambem algumas vezes rontas a
ajustar com fiarlos Phillips, que foi redactor do
Times e de alguns outros jornaes, mas a principal
culpa era de Phillips, cujo genio nada tinha de pa-
cifico, e que insolencia da linguagem jubtava a
insolencia de ^osto as pantominas de escarneo
que eram o seu forte. Phillips referiu-me que
Adolphus em pleno tribunal lhe flzera insultantes
caretas chegando at a por a lingua de fra, mas
em vez de acreditar que os advogados pralcam
,aes amabilidades uns com os outros, prefiroantes
suppor que o fogoso rlandcz, levado pela sua r-
deme imaginacao, gura urna cousa que poderia
acontecer, mas que nao aconteceu.
Adolphus possuia urna bibliotheca rica de bro-
churas polticas e de obras histricas relativas
Franja e revolucao franceza, assim como de va-
rios volumes recreativos.
Esseslivros sem eslarem cobertos de notas mar-
ginacs como os livros de Mackintosh, atlestavam
.odaviaque tnham sido litios e rehilos.
Na sua mocidade entreteve relacoes intimas com
algumas das autoridades da emigracao franceza'
taes como Mr. Dillon, arcebispo de Narbona, o du-
que de Caumont La Forc, o general Dumonrez,
o conde de Bouill, o marquez de Puisaye, etc.
Suas ideas polticas eram de tory, e ta enraiza-
das que durram toda a sua vida essa circuns-
tancia prejudicou o crdito que poderia merecer a
sua historia da Inglaterra, e o que explica at
certo ponto a antipathia de Mackintosh por Adol-
phus.
Sem considcra-lo um escriptor de primeira or-
dem, forcoso reconhecer que era dotado de um
talento que se prestava ao que elle quera, e que
era verboso e de urna diccao muito enrgica.
Na tribuna de advogado, poucos oradores impro-
visarlo mais fcilmente e mclhor do que elle. Nao
poda ser comparado a um Copley, a um Beugham,
a um Scarletl ou a um Follett, mas era indubit-
velmcnte superior a Mr. Campbell, que depois foi
lord Campbell. Este, como jurisconsulto 'pos-
suia urna sciencia mais profunda, mais a todos os
outros respeitos estava mais atrazado do que Adol-
phus rom quem mais de urna vez teve de entrar
em lira, quando eram ambos mojos.
Era sempre a Adolphus e aHenriqueCiford que
os publicistas recorriam quando tnham de respon-
der aos tribunaes. A julgar pelos processos que
soffieu Pedro Finnerty, era mais frequente nesse
tempo punir-se os enmes da imprensa, e os cas-
tigos eram mais severos do que hoje, mas se os jor-
nallas ha meio seculo estevam sujeitos a paga-
rcm grandes multas, a serem encarcerados as
prises de Lincoln, de Dorchester ou de Glomes-
ter, e at a irem ao pelounnho, convm reconhe-
cer que era porque elles atacavam atrozmente as
posteas, e empregavam urna linguagem virulenta
que por felicidade a geranio presente tcm a pru-
dencia de evitar.
Fallaremos agora de nm homem que. da sua po-
siejio de redactor de jornaes subiu s mais altas
dignidades da nacao : trata-se de Jobn Campbell
cujo nomc j citamos, e que morrea grande chan-
celler de Inglaterra no mezdejnnho de 1861. A
historia, examinando imparcialmente essa espan-
tosa elevacao de lord Campbell, ser obrigada a
reconhecer que elle nao tinha sobre os seus com-
panheiros de armas as fileiras da imprensa outra
superioridade alm da sua applicacao, da sua per-
a religiao de Mojses. da imprensa mor/eu cora oitenta e tres annos de
Na sua infaiicia acompanhou sua familia a Ber- edade, em Paris, onde passara os mais bellos an-
lin e alu estudeu na universdade em 1797; porra nos da sua existencia
tos jurdicos) era se poda pensar era corapara-lo"Tgm'vou occaP^VaVenco"doVrae"S''leitores' SS^, uo^rin^aTevolm^r^urnd^; -
a Mackintosh, que ,oube peneirar todos os hewu- com ura homem muitodilerente de lord Champbell mAn^^^^S^Xmaia' Jt*J&* da sua.l.' *gg2fl
ros da litteratura antiga e moderna : comludo, \ a todos os respeitos.
apezar do nao o" ter a natureza dotado com urna
notavel apflde para a advocacia, a sua assiduida-
de em procurar alcaucar um fim do qnal nada o
pile desviar, a sua incansavel perseveranca, a fir-
meza de suas ideas, sua eicellente memoria e seu
imperlnrbavel sanguc fro, ajudaram Campbell a
vencer obstculos que seriara capazes de fazer des-
animar e de derrotar qualquer homem de genio.
Seu pae foi nm dos membros do laborioso e pobre
clero da egreja escosseza.
Elle mesmo eomecon a estudar na Hntversidade
de Santo Andr rom a intencao de abracar essa
carreira, porm mudou de parecer, e qoanrfo che-
gou aos 20 annos, de 1797 a 1798, resolveu ir ten-
tar fortuna em Londres. Ah abriram-se-He as
portas do mundo : e poda escolher o raminho que
devia seguir; com o tino que nunca falta aos Es-
cossezes quando se trata dos seos interesses, fs+ba-
ler porte do seu compatriota James Perry, que,
como proprietaro e^edicer do Morrting Chromtk,
adquirir urna fortuna e mu. reputa^ao muio be
merecida.
Esse ex-discipulo da universidade de Aberdecn
grangera a confianca dos cliefes da oppesicao, o
viva na maior intimidado conyos-Belfonfe, os Fil-
zcvilliams, os'Foxes, os Greys, os-SanderdMes e os
Ersknes. Tinha entrada em todas as assemWas
de whigs, e era fiel depositario- de- todbs os segre-
dos desse partido.
Perry era digno da estima que fite consagraran),
e sem affectar ares de importancia e de mysrerio,
nao era capaz de revelar um segred nem d fra>-
hir urna confidencia. Alera de tudey era' homem1
de trato muito agradavel, sem ter c ar sizudo e
grave do Campbell.
O Mo>-ning Ckronirle era entao o primeiro joi^
naL e o seu proprietaro receba em sua casa 0
chefes do partido whig cuja causa elle adoptara,
chefes dstinctos pelo nascimento. pela riqueza, pe-
la influencia no parlamento, e pelo talento na tri-
buna.
Os negocios cncobertos do partido jos planos
des seus movimentos eram de antemao communi-
cados ao editor do jornal whig por Erskine, Adais,
Witebread, Aliercromby, e muitas vezes pelo pro-
prioFox ou polos seus secretarios Franeis-Yincent
e o defunto lord Kcnsngton. Nesse tempo. a re-
daceo do Morning Chronicle corapunha-se de bri-
Ihantes escriptores, e o proprio Perry entnava nes-
se numero.
Elle foi advogado, roas depois entregou-se po-
ltica em corpo e alma, e nao foi sem resultado,
pois, segundo dizem, o seu jornal rendia-ihe duze
mil libras esterlinas per anno (trezentos mil fran-
cos), somma muilo consideravel naquella poca. O
joven Campbell conseguiu ser empregad na re-
daceo do Morning Chronicle : comecou por ser o
relator dos debates do parlamento na abertura da
sesso em 1799. Faltava-lhe ainda a pratica do
mundo.o o seu rude assento escossez, provocava
os gracejos dos stenographos seus companheiros,
mas, sem fazer caso desses m'otejos, continuava a
trabalhar com toda a assiduidade, e tornava-se no-
tavel pela exactido do seu trabalho, j que nao a
podi ser pela elegancia do estylo, que era muito
forcado c sem nexo.
Perry aconselhou-lhe qae lesse um tratado de
rhetorica para ver novas pecas, e obrigou-o a es-
crever alguns artigos sobre os livros que se pu-
blicavam. No fim de um anno, a sua roaneira de
escrever fez grandes progressos, e as incorrecedes
desappareccram. -
As vezes era tambem incumbido de dar conta
dos discursos proferidos nos meetings pblicos e
nos jantares polticos, que entao estavara muito
em moda, assim como das audiencias dos tribu-
naes ; neste ultimo ponto manifestou-se toda a sua
capacidade, e Perry comprehendeu quo o seu jo-
ven redactor tinha rouita propensas para a juris-
prudencia.
Trata-se de Mr. Silk-Buckinghan, que conheci
era 1827, o era entao proprietaro editor do Orien- me-. E" entendeu que" era prudente regressa
tai-Uerald, (o Arau.o do Oriente), publicado espe- %?e ^^^ S^ltS^
cialmentc consagrada aos negocios da India. .\es- nuc enio era embaixador da repblica franceza na
se tempo, Mr. Buckingham fundara com o ttulo Ilollanda.
de Atheneu, urna revista semanal que ainda existe, c'uado Semonville deu logo a Goldsmith um
e cora o titulo de Spnin* ura ou.ro jorna. poltico ^J&Jr^&S^ E
hebdomadario que j ha muito tempo foi enterra- apparecer com o titulo de Argus ou Revista de
do. Alm disso tinha annunciado a prxima pu- landres em Paris. Goldsmith conta, na Historia
blicacT de um jornal quoldiano intirulado o Ar- ^**J\?a^J'iBm?Vartt, que o et-biipo
'_ dAulun, M. de Talleyand, o mandara chamar e
gut. Todas essas clrcmslancias e as poleniKas ,ne oHerecera, por parte do governo, assignar tre-
de Mr. Buckingham com a companhia das- Indias, zentos exemplares do Argus, mas com eertas con-
deram-lhe iwna certa cetebridade, por isso, quan- difoes. tEu comprehendi-o, accrescenta o israel-
do o espirituoso e amare* Douglas Kinnard, mo ,a- e ''espondi: Nao alago nem vendo a rainlla pen-
/,.. .. ,. .. na por dinheiroi. Talleyrand replicn: L bem
de lord kinnawd, me disse uro da : Quero que {0\^ ^ escreva eomo qurr, nao ter eensor,
eonhega Mr. Buekinghain, pessoa a quera consa- nem esfew sujeito s restriejes impostes pela po-
grtv tnuita estima, accoite com todo o prazer.' licia. Se se pode dar crdito ao nosso judeo-, elle
Quando lhe fui aprontado, vi uro homem de o* teve a'nj,enuidade de acreditar as palavratido
f 1 ex-prelaao e de suppor que lhe concederiam a H-
annos, pouco mais eu menos^ de maneiras reser- \ berdade da penna. Beiw depressa se desenganou,
vadas e ceremoniesas; sua polidez poderia ser 'e quatro das- depois que apparece o primeiro u-
perfeita, mas era estudada e fahava-lhe toda a na-; ero.do sea jornal, conheceu que 9 vgiava cons-
ntraii \itW ,3nten";nle om homem que ea espiao de l'allej-
u raad, ou antes-, para fallar claramente, seu humilde
A converoacao versos- prncipemente sobre as eseravo.
suas viagen s differenfl partes do mundo, e so- Nao smente o Argus esteva sujeito censura,.
hre o procedimento da companhia das India a seu come'lheinandavam massos de artigos ora contra
.. 77, o mnwsteno inglez, ora contra-os menwros ua op-
respeito; mas-comquanto fallasse com toda a vo- p0Sr-,o
lubilidade e clareza, sua linguagem nada tinha de Goldsmith assevsra que resistiu quaRdo pode ;
solida, e ora totalmente destituida de oplginaldadc, mas semelhanca do estorninho da fbula preso
de ailusoes interesantes, deebservacoes-mordaies P^ J*,^"5 forgas emJbaltlados esfor-
Y ; eos, e apezar de toda as suas redamacoes o Argus
e do-espirituoso abandono. esteva eonderanado a publicar todes os das as
TaSfoi o-juio que formei a-seu respeito ; com- mais nojmtas adulacjics do primeiro consnl e as
muniinei-o ao mea- amigo, e este responderme : ma'.s insoltentes palavras a respeiado rei e da fa-
c- : mi ia real d Inglaterra. Exhauriu'se afinal a sua
. Sae justas as vossas obsemeoes, e entretanto irluosa ^e^ e> era raacccsJ6de despero,
Mr. Buckingham o homem de vordadeiro mrito, c Goldsmith elclamou: que antes queria redigir
seris o primeiro a reconhece-loqnando soubordbs
a sua historia. E' Slho de ura lirreiro de urna-pe-
quena cMade de Cornonailles, e desde a sua infan-
cia pozeram-oa aprender o officb de typographo.
Nessa posicao a exemplo de Franktfe, esludou sosi-
nho-a grammatica, a gecgraphia e-os elementos da
lingua franceza.
Aos do/.it annos, levado pelo amor das aventaras
(sera duvida depois ds ter lido Bobinam Crosos)y ,""a,
entrou para marinheiru a bordo de uro navio met-
um jornal sm Argel de que em Paris-, e que prefe-
ra quebrar os typos a-tolerar a impresso de to
abomnave artigos.
No dia sefointe, urna earta de umcerto M. Ra-
got, que se dizia proprirtario editor do Argur, an-
nunciava a Soldsmith que esse jornal deixav de
perlencer-lhe. Era desse modo que se deciiam
os negocios da iroprensa ero-Franca, ha 60 annes e
o Jornal desapropriat'por molir- de conve?encia pli-
eante, ed'ahi' alguns annos o si raptes grumete;
tendo-se torvado m esccllente home do mar, foK
orneado capto de navio. Instru u-se o -mais que
pode em ludo o que relativo na.vegacao ; e no
trafico com o I.ovante, lamiliarisou-se coro .0 italia-
no e o hespanhol; chegou. mesmo a aprender a lin-
gua. rabe. Finalmente-ohegou a ceatmandar um*
dos navios da Imn de Mscate. As- suas vagens-
levaram-oaoEgypto, Persia, Sya, e Pales-
tina, e depois fui. ustabelecer-se ero Calcula onde
fuudou. um jornal. Ese empreza dsutlhe a.princi-
po'muito dinheiro, masa virulencia de sua lingua-
gem irritou ai companhia das Indias, e- Mr. Adam,
que exercia as funcees de governador geral, fer.
bafutear o jocnai e anniquilloa as-esperanzas de
(oftana da sea proprietaro, obrgando Mr. Buekiu-
gham a embarcar para a Europa. -
Perry fez com que elle abracasse a carreira da
advogacia, estudando sob a direegao de Mr. Tidd
um dos mais afamados advogados daquella poca.
Campbell sempre laborioso e applicado, era o pri-
meiro que chegava ao gabinete de Tidd, e era o ul-
timo que de l sahia; e noule, em vez de procu-
rar divertimentos, ia para a sua cadeira de relator
na cmara dos communs ou na dos lords.
respeito dos legislas acontece como em muitas
outras carreiras, que, ordinariamente os seus
triumphos saodevidos muito menos aogenjo do que
ao irabalho e a perseveranca, e Campbell possuia
no mais alto gru estes duas ultimas qualidades.
Tinha a vantagem de ousir no parlamento ora-
dores taes como Pitt e Fox, Windham o Sherdan,
e os lords Grcnville, Grex e Wellesley, e nos tri-
bunaes judiciaros ouvia discursos de advogados
como Erskine, Dallas c Bomilly, ou de juizes como
lord Eldon, lord Stowell e lord Ellemborongh mas
apezar de ter sempre diante dosolhos modelos des-
sa ordem, nunca pode adquirir a eloqueHCia ora-
toria. Campbell nao tinha bastante sensibilidade
nem bastante imaginacao para ser um verdadeiro
orador.
Ha alguns annos, em ama obra intitulada : A
alma dos jornaes, e que continha os artigos mais
notaveis publicados desde 1799 at 1815, procure
algumas paginas escripias por Campbell, e nao en-
contr! umas que merecesse ser citada. Percor-
ri tambem os artigos do Morning Chronicle desde
1800 1806, e depois de examina-los com toda a
attencao, devo declarar que nao vi ahi nenhum de
pimor.
Lord Campbell, formou-se em direito, segundo
creio, em 1806, e o melhor livro, ou antes, o nico
lvro que publicou em toda a sua vida, foi ama
Estes factos explicam a encarnizada guerra qae
dorante tent lempo Mr. Buckingham sustentou
contra a companhia das Indias no. Oriental Herald
e no Sphinx. Nao se limitou aos-trabalhos da sua
penna: foi do cidade em cidade* por toda a Ingla-
terra, pela Irlanda e pela Escossia, e, perante- nu-
merosos auditorios fazia discursos pblicos contra
o monopolio da companhia das-Indias ; isso passou-
se em 1828; depois seguiu a mesma tctica em
Londres em 1829 e 1830, e conseguiu ndispor a
opinio publica. Desse modo Mr. Buckingham
tornou-se condecido, e depois do bil da reforma
foi eh'ito raembro do parlamento era 1832. Pu-
blicou entao urna Revista Parlamentar consagrada
s poltica e especialmente aos negocios das co-
lonias da India. Essa obra que forma uns poucos
de volumes, foi a principio muito bem acceita, mas
Mr. Buckingham fallava muito das suas ideas pes-
soaes, foram-lhe faltando os assignanles, e elle teve
de renunciar a esse trabalho.
Pouco tempo depois, Mr. Buckingham pedia a
sua demisso do parlamento e foi visitar a Ame-
rica.
Em 1840, publicou, por meio de urna suOscrip-
ciio. o resultado das suas peregrinaedes era dous
grossos volumes que nao tiveram mais extraccao
do que as Viagens Syria, Arabia, e Mesopota-
mia. O que claro que as obras de Silk Buc-
kingham sao quasi illegiveis por serem em longo
palavrado intil e roassante. Qualquer que fosse
a pureza de suas intencoes, c por mais interesse
que mereca um homem que luta com os revezes da
fortuna, elle abusa va da pormissao do exaggerar as
perdas que soffrera na India, e fallava sempre nis-
so sem moderacao e sem graca. Morreu quando
se oceupava em escrever sua propra biographia.
Talvez alguem entenda que consagrei muito tempo
a fallar a seu res|>eito, mas nao me era possivel
passar era silencio um hornera que fundado tres
ou quatro jornaes, que durante vinte annos attra-
hiu as vistas do publico, e que chegou a alcancar
no parlamento a cadeira que hoje oecupada pelo
distncto Mr. Rmbuck.
Resta-me ainda fallar do celebre Goldsmith e de
outros escriptores que comecaram a sua carreira
na imprensa militante.
V
LEWIS GOLDSMITH.M. THWAITES.HORACIO TWISS,
W. DELANE.
Quando completei os meus vinte annos, tato ,
era 1824, era eu um dos frecuentadores do thaatro
de Drury-Lane, onde as comedias de Sherdan
eram admiravelmente bem representadas e onde
hrilnavam osexcellentes actores Ellston, Matheus,
Harley, etc.
Observe que em um camarote contiguo ao meu
eslava sempre um homem de oculos, de seus 50
annos pouco mais ou menos, e ero cuja physiono-
mia se via impressoo typojudeu de roaneira a nao
restar a menor duvida. Acompanhava-o sempre
urna moca que nada tinha de israelita nem as
feicoes nem as maneiras.
Perguntei a am de meus amigos o neme desse
qniz ter um entrevista cora o seu
successor, e este disse-lhe- imito framente: Ca-
qui por dante pode deixarde apparecer- neste es-
criptor io.i Deram-lhe a sotender depois que se
etle nao se coniormasse cm esse aviso seria pre-
so, e se lhe formara um processo. Til foiaie-
compensa deqoatro mezes-de trabalho e d tantas
condescendencias. Achei-ro na- posi qne
Yultaire collera Zadig dia elle. De uuvdes tallos
da Mancha aceosavam-me- de ser partidista* tfc
Franca, d* antro, aecusaram-me de pugnar: pelos
interesses da-Inglaterra. Nao era urna oousa nem
outra; queri* ser imparcial, era cosmonauta. O
bello titulo do eosmopolit-v ou cidado-de- toda o
mundo, assentamuto bem dos israelitas, mas en-
tre os inglezes, eslima-se aaais o hornera >qa t*n
patria.
O que verdade que,sogundo dizem alguns dos
seus contemporneos, Goldsmith depois-quedeixou
a.redaccaoe Argus, foi enearregado de dirersas
missoes seeretas na AUemanha. Urna de suas
misses fobobservar (udo^oque sepassava, na cor-
te do conde-de Provenca (Luiz XV1U) e outra ob-
ter informaoSes sobre os-projectos do.gabinete in-
glez. Era. preciso estar em boa intelligencia com
o governo. francez para, prestar-lhe taes serv-
eos.
De veita de urna desdas mysteiibsas oxeursoes
Allemanha, o judeu (ddsmith comecou urna tra-
duccau de Blackstone, que dedicou a Catnbaceres.
O prospecto dessa obra j eslava impresso, e j ti-
nha sido annunefada no Monitor* quandode repen-
te Foaoh mandou dizer- ao amor qae, se conti-
nuasse essa tradcelo, o farian. recolher ao hos-
picio de alienados ae Charenton. O chefe de poli-
ca sem duvida conaebera suspeitas sobre a fideli-
dado do seu agente, ou antes do agente de Bona-
parte; pois, como diz um dos pensonagens de Mo-
liere: Nos outros, velhacos de primeira classe,
nao tratemos seno de engaar uns aos outros.
Depois de muitas polemieas inuteis afim de ser
restituido s boas gracas, l.ewis Goldsmith v.,ltuu
Londres em 1809 e deu comeco publica gao do
Anti-Gallicane.; ao. mcsao.tempo que preparava a
sua Historia secreta do g/ibinete de Napoleao a una
grande quautidade de pamphtetos. A sua Historia
e um lvro curioso o conten verdades dae. quaes
elle nao podia ter conheciraento seno por meio de
relacoes pessoaes coro os homens de quera- falla,
porm rude isso envolto em factos que refero de
um modo inexacto, e no meio de mentiras, palpa-
veis.
Qualquer escriptor imparrial eonfsssar que a
amoicao de Napoleao nao era das mais escrupulo-
sas ; mas nao se deve, como Goldsmith, accusa-le
do crimes inuteis e incriveis. Ne meiodessas ab-
surdas e baixas injurias, forcoso todava reetnhe-
cer que quanto aos pormenores que elle refere a
respeito da corte, da familia do imperador, dos seus
marechaes e ministros, o autor da Historia secreta
esteva muilo bem informado. A maior parte dos
factos que elle avanca foram depota confirmados
pelas memorias de M. de Segur, de Rourrienne,
de M. de Bausset, de madama de Abantes, c de
madamoiselle de Cochelet e outros historiadores.
evidente que Goldsmith eonhecera pessoalmente
a Napoleao e elle a furnia que durante alguns me-
zes teve conversacoes confidenciaes e diarias eom
o ministro Talleyrand. Teve tambem frequentes
relacoes com Fouch e M. d'Huterive, cuja obra
intululada o estado da Franca no pm do anno
XVIII traduziu em inglez. Alm disso, o cargo de
interprete jurado perante es tribunaes e no conse-
Iho das presas lhe proporciona va occasides de saber
mu ta cousa que os seus hraipatriotes ignora vam.
Tinha. pois, conhcimenlo de muilos factos, e a sua
Historia secreta seria urna autoridade, se nao fosse
desfigurada por um cgo ranear contra Napoleao.
Em cada pagina o autor deixa transluzr a respeito
deste soberano o sentimento quo Moliere define por
estes palavras :
Urna clera inflexlvel.
Um vivo resentimento, ura despeito invensivel.
Nem tudo mentira no seu livro, mas Deus nos
livre de jurar que tudo abi verdadeiro.
Como j disse, Goldsmith tornou a ir residir em
Paris em 1824. Conseguiu insinuar-se as boas
gracas de um dos melhores ministros de fmancas
que jamis liouve na Franca (o conde de Villle) e
este hbil estadista facilitou-lhe os meios de con-
sultar documentos autnticos para compor a sua
estatuara da Franca, quo se publicou em casa
de Hatchard, ura dos melhores livreiros do Picca-
dilly.
Essa obra era urna til compacao, (1) porra,
advogados e de banqueiros da mesma rapa
No principio do anno de 1828, um dos mens
amigos de Paris mcumbiu-me de fazer certas pro-
postas de redaeeo a Mr. Thwaite?, entao pro-
prielario do Morning-Herald que era jornal in-
glez mais bem coneeituado depois do Times.
Mr. Thwaites empregava todos os seus esforeos
afim de augmentar a aceilacaodo seu jornal, com
quanto fosse novato nojbrnalfcmo e nao podesse
ter pretencoes litterarias. Abracara a carreira da
imprerrsa, depois de ter, a exemplo de sem pae,
tdo urna teja em Manchesfer e ter realsado al-
gn dmheiro no commereio de pannos c mereea-
ria. Tendo arrematado barato o Morning-Herald,
elle expunfia ahi as suas ideas particulares sobre
os negocios monetarios, sobre industria e poli'
tic, e tudo Kso em artigos como nunca se. vi m
e como de desejar que nunca* mais- se veja.
Esses artgee collocados na- frente do jornal,
nem s eram sera nexo e senv lgica, como at
eram escfipfos cm nm dialecto- ou giria do Lan-
cashiir, contra todas as regras fn< g-rammatica, e
cHeo de solictaroos' e de barbartomos sem cont.
Entretanto esses artigos tinturo um nico m-
rito, o dfs serem muito curtos, pois- raras vezes
oceupavam mais dmeia columna.
As oulras partes do* jornal melhoraram muito
eom a direecSo do ex-mercieiro de Manchestcr.
As narra^ocs dos debates do parlamento, por
etemplo, erara muito mais resumidas, e escripias
cero espirito-e com preeiso, em vez doserem ton-
gas e fastidiosas repelicCes.
As sesses- dos tribunaes de polica eram aprc-
sentadas sob ama forma vira e dramtica que at-
trahia a attencao dos leitores e fez augmentar mui-
los-milhares u?pxcmplares impressao-do Mor-
nimiHeiald.
A critica dos theatros en* escrupulosa e drerti
da, eos process* crimes d-Inglalerra e-d-resto
da Europa eranvrefridos dfe manerra a excitar o
interesse.
Vrasi correspendncia anedoctlca das grandes
capitaosdo continente tornava mais interessante
esse jornal, que jraeas a esss innovacoes, aug-
mentaba cada dia-a aceitece-eos tueros. Mutfos
dos seus correspondentes eramesiranger8;-e, no
numero dos de Pris, contara-se o hespanfie>J9om
Andr Borrejo, queadquirina%oma repuAeeno
jornalieno era Madrid.
O amigo que me- fuera seu mandatario er ad-
vogado m Paris, e prometia> dar noticia osacta
dos precessos extraordinaries- qoe-fossen julga-
dos nr tribunal db ssizes dt>ssa cidade. 3llie-
t.-i, pois?e obtrve d Mf. ThwaiM urna entrevis-
te no eseriptoru> HoMorninftHeraU. Inrrodazi-
ram-me-no gabinete de um homem baixmiib, qne
me paceceu muito dreio de seaanportanr-ra; e-qoe
me aeeHieu com mm polid*z ceremoniosa^ p*ra
nao dizer grotesca* Tratamos- nosso negocio e
ficou eenvencionade que o meu amigo mandara
algn* amostra de seu trbeme, para servir de
base a ajuste qne tnham de- azer. Fallamos de-
pois so*re-o jornaltsmo ero geral, e nesse-assump-
to, Mt Thwaites^ discorria come homem wmto-n-
tend>d na materi*.
* Qadajornate Londres.dizia elle, deve ter
come editor 011 redactor ura-Inglez que esteja nem
ao laclo das traasaecoes conunerciaes, roas para
os artigos de critica, para os debates do- parlamen-
to e-para o mais-devemos empregar Mandezes e
Eseessezes.
A maior parte desses (tatos, educades uns pa-
ra, serem agum da curas catholicos, eoutres mi-
nistros preskyierianos, tero urna linguagem boni-
ta.e muito espirito, especialmente os-Irtandezes.
Nao sao oemo os Inglezes que n& infancia co
mem mnita, earne e bebem muir cerveja; por
jeonsequenol, tem o cerebro mais deserobaracado,
e nao tero tanta tendencia para aobesidade. Tra-
Dalham muito mais e nao sao tito snseeptiveis
quanto a-sua dignidade pessoaU Ri-me dessa theo-
ria, ni.-.-i Mr. Thwaites tratou de justifica-la com a
sua propra experiencia, c acrescenteu : Olhe,
tenho sob a minha direccao urna duzia de redac-
tores dos quaes cincojso Wandezes, quatro Es.
cessezes, tres Inglezes, e nesses tres ltimos, nat>
ha um que possa entrar em paralllo com os seus
collegas irlandezes e cscossezes quanto a destreza
de redaccao. Todos os argos dos jornaes de Lon-
dres (excepto o Herald) sito demasiadamente- ex-
tensos, e no que diz respeito litteratura e .po-
Taes qualidades sao de oatureza a excitar a in-
veja e a ra vontede dos numerosos rivaes que se
cncontram na carreira da advocarla, c isso explica
a razio porque Twiss nao foi to feliz como outros
que enriqueceram tendo muito meaos talento do
que elle. ,
Os procuradores c letrados diziam:
Mr. Twiss por certo um homen? hbil, mu-,
to hbil, mas escreve muito para os jornaes, com-
puf muitos livros e (bnelos, e multo assiduo as
sessoes do parlamento para poder ao mesmo lempo
ser um juriconsulto i/ue cuida dos negocios dos
seus cliente.
Na cmara dos- eemimn Horacio Twjs- ftill-
ra com facilidade, com clareza, e lembra-me que
O oovi proferir mi Hno discurso sobre a qltcstao
da emancipagao dos cafKetiee, encarada sob o
ponfo de vista legal.
Fe* nomeado sub-secretare de estado no mhiis*-
tertodas colonias em 1828, e nessa poca encon*
trei-o muitas vezes. ** honrar e a posicao nao o
fizeraro1 mudar, c foi sempre um- bom compa^
nheiro, in conversador alegre e-espirituoso, tal
qual o conheci no seu pequeo aposento de Serle^
strect.
A sua eleVaeSo ao podr durou pouco, e quan-
do os seus ataigos polticos- retiraLam9e do inins-
terie, elle tornou a vestir a toga de advogado com
tao boa vontad c com tao- ponca impestnra, co-
mo se nunca- tivesse sido sub-secreterio de es-
Crio. E soubc-honrar esse eargo qnendo o exer-
ceu.
Ouvi dizer a-diversos mer-toros da esmora dos
communs, que nao partilhavam as suas- opinioe~
que, excepeo do visconde Falmerstonj que foi
secretario da guerra durante- vinte aunas, e de
Wilson Croker, secretario do alhiirantado- ootro
lanto-tempo, ningaem desempesheu mdilor lu-
gar d ministro de estado. Twiss tinha firmeza,
mas sem presumpfo: e nao ea'denatarezat ma-
ligno como Croker.
No 3eo alto emprego, nao se emergonheo' des
amigos-da sua humilde infancia, ey pelo contrario,
era para clfe um prazer quando rftrha occasm de
ajudar algum dos ar.ihros rompamaetros do jprna-
lsmo uda advocaeiau
Quandeo bil da-reforma veiu irminar- a-3a
carreirapolkica; efleteaton ganhar a vida advo-
gando na causas rivera, especialmente no tribunal
das falleneias, mas rao-foi bem sucesdido ;os o
tros advagados reprtanr :
t Ningoem lhe coa Ha- o seus negseios, elle-oc-
cupa-sc moito com .1 jolitira. e passaj tempo es-
crevendo1 a vida de erd-Eldon; nao ha di?, em
que nao ovejain nas-tribanas publica*da camera-
dos com.mas. >
A vida. d-Lord EU>v.qoe deu tai trabalha
Twiss uma-obra estimavet, se Itero i{bc um pea
co dffusa.1 A sua assiduidade as se^sftes do par
lamento esplica-se bem:: etle fra eiaifo anno
antes, iimidws stenographos do Timis? e quando-,
na edade -de mais caeoontaannos.os sdkctores d *-
se iornil o. encarregaram- de redigr e resumo dos
debales d*-cmara bailan elle o fez comtodo ozr!
e habilidade, e desenponhou essa taevfa al<- a sua
morte, que foi era 1848 ou 1849.
Succamfeiu de uroateqoe apopletire^aialestia da..
qnal os seas amigos sempre o julgaraavameacadBv
pon pie en muito eemilao e podia S9r comparado
a esses-sonadores qa&vSftlDstio chamara cscravos-
do estomago, rrnfn obe^Keittes. A seiencia que
Rabelais intitula stiuit* ia gnella eonlava ns-He
um dos-seus mais valenes eampedes> O poeta Tho-
maz Meece, que nota-de orna vez rerebeu obse-
quios e hospitalidad^'de Twiss, nao-fez- bem otn
fallar felle as suas.memorias ero termos desde-
nhoses, e escarnecer dos seus jantares de Sekt-
treet..
Algaas homens-celebres no mnadeda poltica e
das letras, cmoda Lord Casttaraegh, Mr..tlau-
ningi Lord Eldoe, Lord Sto\\e\v, Lortl Dudlay c
Wa.-tl, o Dr. Cop^estoa e Sir Walter-Scott,. oraui
dotados de um estomago muito mais pratc-:; mui-
tas vezes se reiniam mesa da-Twiss, e-nunca
urodelles se mostrou to malcreado omde tao
mus sentimeatos que na ausencia deprimiste o
seu amphitriio, e escarnecesse dos sms. jaala-
res.
Horacio Twiss esereveu outr'ora muito.para o
Oarterey-ltovieit, que era redigido par Giffcrd.
Esereveu tambero no John Burle, e no times sobre
questees legacs.
Agora same resta dizer duas palavfcas sobre M.
W. Dclaa, que conheci era--1828. Aaidava prati-
cando (em Lineoln's Inn, oteio eu), e-ra encarre-
gado de dar cenia no Times, de todos os processos
dos tribunaes do#saizes de Londres-e-das provin-
cias.
Foi era uma cidade Jo proviruia que o vi pela
ensos. e no uitc uiz resoent) a nin-i .itica perdem-se por acreditare em feiticos. Nao primeira vez na sessao em que sa julgon o priroei-
etogiam senao os romances do Walter-Scott ou os! *> pnocesso crime a qpe ass.sti.. Era ur
dis ursos de-Canning, e sao esses jus.arrente os | ^TT.lXl^X^JT^Jl
i dolos que convm demibar.
um cnmc-
iiiim no,
fundo da sala do tribunal.' toma va suas notas tiait
attentemente, e, alm disso, esbocen ura retrate.
doru, muito semeltianle.
Travei cQnversa5a0.com esse stenographo dse-
Os artigos de feudo de um jornal devem ser
curtos, precisos, e ero. estylo especial, como as cir-! ^- c'uja"ph\sinomia risonaa, modo jovial, e
cteres rommereiacs de Fuao e Companm. liv poii,jCO e ar e vigorosa sade, me inspirarara
,1,. i...-^ alio ilvi .un 11111I..7 mnifA m*winre mas --. r,-._t- __-_ ------WL -
do isso elle dizia em inglez muito mediocre,
com a maior seriedade. Tornei a procurar Mr;
Thwaites para fallar-lhe no negocio do meu ami-
go advogado, e achei-o ainda mais nrhado cora a
sua grandeza e cada vez mais satisfeito da so
pessoa, porm, a esses defeitos elle una uma cer-
ta perspicacia Industriosa. O fado que as suas
maos, o Morning-Herald, apesar dos m-tigos de
fundo ridiculamente escriptos, ganhou muito pelo
lado pecuniario, e supplantouoMornnft-^rowicfe.
Thwaites que nao tinha ideado que era gram-
matica e rhetorica, e que provavennente nunca
abriu outros livros que nf*> fossem o seu registro
de partidas dobradas e o livro mestre e^ de ha-
ver, sentiu a necessidade de dar ao seu jornal o
mrito da prioridade das noticias, e de torna-la
mais interessante pela variedade dos artigos e pe-
la superficialidade de forma. Comprehendeu tam-
bem a vantagem de .professar as opinioes polti-
cas de Pitt e um protestantismo dos mais ortodo-
xos, o que era muito moda em 1827, 1828 e 1830
at o bil da reforma, acontecimento ao qual Mr.
Thwaites a3o sobreviven muito tempo. Depois da
sua morte, os proprietanos do Herald nao soube-
rain cammliar em harmona, e a sna desintolli-
gencia deu em resaltado um processo que produ-
ziu a queda desso jornal que Mr. Thwaites fez pros-
perar, apesar da sua falta de instruccao e de ta-
lento.
Fallemos agora do fallecido Horacio Twiss, ou-
tro jornalista, a quero Mr. Bichard Martn de fa-
ceta memoria, e deputedo do condado de Gallway,
me apresentou na sala de cmara dos communs,
da qual Twiss era raembro. Encontrei-o depois
em ura jantar em casa de um de nossos collegas,
advogado.
Twiss nao passava por hornera de vasta instruc-
cao nem de profunda sabedoria, mas sempre me
as mudancas que se operaram em 1848 e depois pareceu muito superior a posicao que oceupava
disso, flzeram com que ella nao possa mais ser-, tanto nos tribunaes como na cmara dos com-
vr. man-
Sei com toda a certeza que, de 182S 1833, Le-. Na .... mft.Hade teve dp nter rom a nohreza
, descendente de Abraho, e elle respondeu-me : iE'
obra em quatro volumes sobre es processos julga- peSSOa muit0 conhecda, Lewis Goldsmith, pro- ..... p.ris ,ui. -c que ^.ir,.,,- ,,. ,c-,
dos pelos tribunaes Nisi-prins, do banco do re e prietario redactor do JAmifor Antigallicano. Como ^^^SKS^aT 2\\%T^U^e- elle um cerl dezar' dos Plaids communs. Sera ser um poco do sabe- jornalista tem entrada franca no theatro e vem aqui S mc ... i'f no rdonnaae o de Policnac' Dodoi de sim au,or de uma .ridicula 0Dra sobrp a Irlanda,
iz. A i o ..,. ii,o iumIImIIuI imim ..j n__ v.'mos occasio de obser-
a magistratura tinham
disposicoes favoraveis a respeito dos individuos
"*"r" """"' r""" : menor traco da raca judaica, pretenden) nnfww'... n."^riSi^ri^imtnirmiYrniTnwnrMrnn que trabalhavara para a imprensa. Elle fazia ex-
estava era afguma sociedade, a mono que a con- que sua ^^ q;e sej e andam S^fd^^ *** ^? Sueros, escrevia pecas pa-
versaQao nao cahisse sobre jurisprudencia, entao junios. Mas, pouco importam estes particularida- __ ra o theatro, pamphletos polticos eliiterarios,pro-
des. 0 Monitor Antigallicano, teve a principio! ~--------------------.....-----------..... 7 topos, eplogos, satyras, cantigas, etc., e isso era
eraran legista muito sensato e ura distincto juiz. A e que lhe prodigalisava tantos agrados. O mea' rm mas n,"pa wrwnMn^tonVMnto umJornal- e eomo> ,ive"os occasio
primeira vez que o vi foi em 1827 e depois encon- amigo respondeu-me : Dizem nns que sobrinha Sr?,!!,"." Z2mmE? J n?'D a ,ribuna nem
treio-o sempre em 1828.
Fallava pouco quando uJLhade^ldsmJli': ???1.;q.uan!.0..!,_,a^ao.,e.nhai Goldsmith conheceu pessoalmente os ploma-
versapio
sim, eracllesenRrda materia. Suas maneiras
eram frias e calculadas, e conservava
boa compaabjja Nao era despido de uma certa
(1) Tratava se do assassraaio poltico e da pro- ... *"*S ..,.._... -,,:,,
paeaCo das opinioes por meio do homicidio e da vaidade, e to sentimento apphcava-se pr
pilhagero.
\ mente aoi ens lados fraces; nao sem grande pra
muta acceitacao, porque Lewis Goldsmith, quo vi-! (1) Temos na nossa biblotheca a estatistica da bastante para acarretar-lhe a inimizade dos espi-
1 vera muito tempo no Continente, passava por ter Franqa por Lewis Goldsmith, e o artigo do Fraser's ritos mesquinhos e invejosos, que nao podera ver
- diversos talentos reunidos em um s homem. Ho-
racio Twiss era, alm de tudo, uma boa alma, gos-
tando muito de jantar fra de casa, divertido con-
tador de historias, alegre companhia para qual-
quer sali, e dahi tiravam a conclusao, muitas ve-
zes falsa, de qae um homem dessa tempera nao
podia tomar ao sirio qualquer proflssao.
mesmo mesa, uma gravidade fra de todo o pro-1 grande conhecmento dos interesse e das intrigas Magasine inspirou-nos o desejo de Id-la. E' forcoso
psito: mas se se consegua quebrar esse gelo,' dos gabinetes estrangeiros; porm enchia o seu reconhecer que ha nesse livro apreciares muilo
descobria-se nelle um homem instruido e de muito Jornal . vagancia qne os seus asignantes o deixaram. No tedo dos partidos era Franca em 1890, mas tudo
fim de 182i, Goldsmith desappareceu de seu cama- taso historia antiga de que j ninguem se lem-
rote no Drury-Lane; voltera para Paris, onde o en-1 bra.
contrei d'ahi a pouco tempo, ora no theatro das Va-1 (Nota do traductorJ
sympathia. Soube entao que elle era incumbid*
ta ardua taref.-v do relatar as sessoes dos tubunaes.
de assizes no leviathan da iroprensa.
Tendo tanto trabalho, lhe disse cu, a-estando
sempre encerrado em um recinto tao cbeio.de gen-
te e tao insalubre, como uma sala de tribunal,
como pode o senhor conservar o ar tao, alegre, e
to boa saiide 1 A' vista do seu boa parecer, da
sua casaca verde de botos de metal-, en o tomara
por ua. gentleman-fm-mer, ou por um rayador que
vinha assistr ae julgamento de uro ladran de ca-
ga, o nao podia suppor quo fosse um estudante de
direito encarroado de stenograpbar.para o Times
um processo eriminal. >
J v que as apparencias eaganam, responden
elle; mas como o senhor nu> parece adoentado, vou
commuaicar-lhe uma recetta que o far adquirit
iste que chama a minha vigorosa sade. Levaa-
to-iuo das cinco s seta beras da roanha, faco
quanto exercicio posso a cavalto ou a p, isso me
da forcas para supportar um longo trabalho, e de-
pois que sahiu das salas dos tribunaes, indeuiaiso-
me ronservando-me ao ar livre, evito os banque-
tes da magistratura e dos advogados: cm sumnia,
o meu rgimen o de uma sobriedade exem-
plar.
Infelizmente eu nao segua o rgimen de Delano,
e a minha sade obrigou-me a sabir de Londres,
em procura de um clima mais suave. Quando
voltei ao meu paiz, soube que a vida laboriosa e a
escolente reputeco de M. Detone, o tinham feite
chegar a suprema direccao e administraco do
jornal Times, cargo delicado, difflcil, eque, mesmo
dividido entre duas pessas, impoe uma iraraensa
rcsponsabilidade.
Continuei entao a eatreter relacoes com Detone,
e, posso affiancar, que nunca tive a fortuna de en-
contrar um homem mata inteligente, mais activo,
o mais benvolo.
Collocado em uma posicao das mata espinhosas,
e propra a excitar a inveja, elle conseguiu sem-
pre agradar ao publico que lia o grande jornal e
conciliar os interesses dos proprietanos e dos re-
dactores. A experiencia propra que Uve das suas
boas qualidades, irapde-me o dever de fazer justi-
cia maneira porque sabia haver-se aos seas een-
tmeutos honrados, e a sua capacidade. Grande
parte do prestigio e da influencia do Ttmn, de-
vida admiravel direccao que lhe dea M. Deto-
ne um quarlo do seculo, assim como judiciosa
escolha dos redactores e agentes do seu jornal.
Para montar e dar impulso s rodas de uma ma-
china lo colossal como o Times, nao seria ne-
cessario uma sagacidade e um tino mais qae vul-
gar, ou antes nao seriam necessarios talentos su-
periores, e um raro discern ment?
-.......Tal foi a obra de M. W. Delank.
i;
(Fraser's Magazine.j
PEKNAMBGO. TYP. UK M. F. F. FILHO.


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