Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10262


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Full Text
AMO XXXIX JMERO 282.
Por (res meies adiaiitndos $$000
Por Ir mezes vencidas .
Hffo*-iTl:>-J >. t iJtl
OARTA FEIRA 9 DE DEZEMBBO DE 1863.
f
Per auno adnotado.....19(000
Porte para o subscriptor. 3JJ000
DIARIO DE PERNAMBUCO.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPQO NO NORTE
Parahvba, e 9r. Antonio Alexandrino de Lima'
Natal, o'Sr. Antonio Marques da Silva; Aracatv,
Sr.A. doLemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
'Oliveira; Mararihan, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; -Para, os Srs. Manoel Pinheiro 4 C.; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPGO NO SUL
Alagas, o Sr. Claudino Falro Dias; Bahia, o
Sr. Jos Marlins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reir Martins & Gasparino.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassn', Goyanna e Parahyba as segundas e
sexUs-feiras.
Santo Anto, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru',
Altinho e Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesquejra,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacarata", Cabrob,
Boa Vista, Ouricury e Exu' as quartas feiras.
Serinhem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua PreU e Pimeuteiras as quintas feiras.
Ilha de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao '/, dia.
EPHEMERIDES DO *MEZ DE DEZEMBRO.
3 Quarto ming. as 8 h., 49 m.'e 2 s. da m.
10 La nova as 4 h., 29 m. e SO s. da t.
17 Quarto cresc. as 8 b., 20 m. e 32 s. da m.
24 La cheia as 11 h., 23 m. e 14 s. da t.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 11 horas e 42 minutos da manhaa.
Segunda as 12 horas e 6 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sal at Alagas a 5 e 25; para o norte at
a ,T. a ^ e 22 de cada mez; para Fernando nos
dias II dos mezes dejan, marc., maio,jul, set. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recife : do Apipucos as 6>/,, 7, 7 /,, 8 e
8 '/i da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboato is 6 /j da m.; do Caxang e Varzea s 7
da m.; de BemOca s 8 da m.
^ /ReCfe. i paIaP AP'PDC0S s 3 'A, 4, 4 A, 4 /
' 4'* '2 e 6 da tardei Para Olinda s 7 da
manhaa e 4 >/j da tarde; para Jaboato s 4 da Ur-
de ; para Cachang e Varzea s 4 A da Urde: para
Bemflca as 4 da Urde.
AUDD2NCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal docommefcio: segundas e quintas.
Relago: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sexUs s 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da urde.
DIAS DA SEMANA.
7. Segunda. S. Ambrosio b. dr. da egreja.
8. Terca. tfa A Immaculada Conceicao de N. S.
9. Quaru. S. Leocadia v. m.; S. Gorgonia v.
10. Quintu. S. Melchiades p. m.; S. Gemido m.
11. Sexta. S. Dmaso p. m.; S. Franco c.
12. Sabbado. S. Sereno leitor; S. Epimachom,
13. Domingo. S. Luzia v. m.; S. Eustracio ni.
ASSIGNA-SE
no Recife, em a livraria da praca da Independencia
ns. 6 e 8, dos proprieUrios Manoel Figueiroa d
Faria & Filho.
PARTE QFFIGIAL.
(0VEIN0 DA PROVINCIA.
Expediente do dia 4 de deiembro de 1863.
Offtrio ao comraandante superior da gua
arrendamentos, stia applicaeo ao servigo da pos-
ta, assim como aos outros servigos pblicos, era
ineyitavel em razo do estado imperfeito do nosso
rgimen administrativo e tinanceiro. Se com ra-
zo podo-se comparar a organtsago actual de urna
rede immensa, estendida per toda a Franca, e li-
uiiirri* na- B-"'""-' peos prineipaes nos aos paizes nmiiro-
. Sr h une8' iast0 q*e reconheca que o arrendamento
conal do Rec.fe.-Ao oflleio de V Exc. n. 6 de da ^^ pe|o me|WS doviaV laucado os primei-
I do mez lindo, ao qual veio junto urna relaco
nominal de tres offlciaes da guarda nacional d'es-
te municipio, que sendo inspeccionados foram
julgados incapazes do servico activo, respondo
dizendo que cumpre agora (|ue os referidos offl-
ciaes requeram a esta presidencia passagem
I ^ d'aquello servido para o da reserva, de conformi-
dade com o que dispoe os avisos de 21 de junho
de 1859, de 12 de oulubro de 1834, 11 de agosto
de 1862 e 2 de setembro desle anno.
Dito ao brigadeiro commandante das armas.
sirva-se V. Exc. de mandar apresentar boje ao
befe do polica 3 praeas de pret para escolurem
tim preso at o termo de Iguarass.Communi-
cou-se ao Dr. chefe de polica.
Dito ao inspector da lliesouraria de fazenda.
Transmiti V. S. para os devidos effeitos os in-
clusos mappas nominaes do movimento dos cm-
pregadM das enfermaras do hospital militar, na
segunda quinzena do mez do novembro prximo
Onda.
Dito ao mesmo.Constando de officio do director
da colonia de Pimentciras do 1. do corrento que
o facultativo da mesma Dr. Joaquim da Silva Gas-
roo enlrava n'aquella dala no goso da lieenga de
-30 dias sem vcncimentos que Ihe fra concedida
por esta presidencia; assim o communico V. S.
para seu conhecimento e dreccao.
Dito ao mesmo.Nao ha vendo inconveniente e
estando em termos os inclusos documentos que me
foram remedidos pelo commandante superior da
guarda nacional deste municipio, com officio data-
do de hoje, mande V. S. pagar os vencimentos re-
lativos ao mez de novembro ultimo, dos offlciaes de
1.' linha, clarins, tambores e corneUs empregados
nos enrpos da mesma guarda nacional.Commu-
nicou-se ao commandante superior do Recife.
Dito ao inspector da lliesouraria provincial.
Mande Y- S. entregar ao thesoureiro pagador da
repartco das obras publicas, conforme solicitou o
respectivo director em officio n. 242 do 1." do cor-
rente, aquantia de 7:0005000 rs., constante do in-
cluso pedido para ser applicada s despezas com
as abras por administragao a cargo "aquella re-
parfico.Commuuicou-se ao director das obras
publicas.
Dito ao cnsul de Inglaterra.Pela leitura da
jnformaeao junU por copia e dos documentos a el-
la annexos sob n. 1 7 ministrada pelo engenheiro
fiscal da estrada de ferro em daU de 30 de novem-
bro ultimo, ver o Sr. G. Lennon llunt, cnsul de
S. M. Britannica o modo porque se deu o faeto que
fez ohjeci da que xa dirigida esse consulado
pelo subdito inglez Frederico de Mornay e que
pelo mesmo Sr. cnsul foi irazida ao meu conhe-
cimento em seu officio de 25 do mez prximo fin-
do a que respondo.
Renov ao Sr. consnl de S. M. Britannica a se-
guranza de rttirilia perfeita estima o destincU con-
sideraco.
Dito ao director do arsenal do guerra.De con-
formidade com o que solicitou o brigadeiro com-
mandante das armas cm officio de hontem datado,
sob n. 2236, mande V. S. ferroper.r o soldado sen-
tenciado do ~. batallio de infantaria Antonio
Rodrigues de Oliveira que para esse fim ser man-
dado apresentar nesse arsenal por parte do mes-
mo brigadeiro.
Dito ao mesmo. Em vista da informacao de
V. S. do 1. do correte sob n. 171, o auturiso a
mandar apromptar com urgencia por meio de
empreitada o faldamento da msica do 4." bata-
lbo de artilharia a pe, conforme solicitou o bri-
gadeiro commandante das armas em officio de 27
de novembro ultimo, sob n. 2210, una vez que es-
sa medida nao traz inconveniente e est de accordo
com o que dispoe o aviso do ministerio da guerra
de 19 de outubro de 1861, segundo V. S. declara
em sua citada informacao. Communicou-se ao
brigadeiro commandante das armas.
Dito ao capilo do porto.Fago apresentar V.
S. o remita de marinlia Raymundo Nery Ferreira,
afim de que Ihe d o conveniente destino depois de
inspeccionado.
Dito ao gerente da companhia Pernambucana.
Pode Vmc. fazer seguir para os seus destino i nos
dias indicados em seu offirio de 3 do corrente
a que respondo os vapores Cnmarngibe e Maman-
guape.
Dito ao conselho administrativo. Promeva o
conselho administrativo a compra de 5 anonas de
colla da Babia conforme o pedido junio, e que sao
precisas para provimento do almoxarifado do ar-
senal de guerra.Communirou-se .10 inspector da
Ihcsouraria de fazenda.
Portara. O presidente da provincia, atienden
lo ao que expoz em officio de 30 de novembro ul
timo, o naturalista Luiz Jacques Brunet, resolve
rescindir o contrato com elle celebrado em 12 de
outubro de 1855, para leccionar na 2." cadeira de
seieneias naluraes do Gymnasio Pernamburano,
e de conformidade com o disposto na 2.* parte do
art. 150 da lei provincial n. 369 do 14 de maio do
rilado anno, nomcia o cidado Felippe Mena Cala-
do da Fonseca para o lugar de professor da refe-
rida cadeira ficando deste modo preenchido o qua-
dro dos professores d'aquelle estabelecimento.
Fizeram-se as necessarias communicaccs.
Dita.O presidente da provincia, altendendo ao
que requereu o alferes do corpo de polica Manoel
Soares de Albergara, resolve conceder-lhc 2 mezes
de licenca com vencimentos para tratar de sua
sade.
Despachos do dia i de dezembro de 1863.
Requeritnentos.
Antonio Alves de Miranda Guimaraes Nao
tem lugar a restituirlo pedida por se oppr a
ella a legislaeao que" regula a cobranea da taxa
sobre legados.
oncalo Rodrigues de Almeida Leile.Concedo
a licenca pedida, pagos os direitos nacionaes, e
satisfeitas as exigencias constantes do parecer
fiscal.
Joo Jos Pinto de Oliveira.Informe o Sr. ins-
pector da lliesouraria de fazenda.
Luiz Bezerra de Vasconcellos.Passe patente.
Padre Pedro Jos Nunes.Passe porUria conce-
dendo a licenca pedida.
Rosa Maria de Oliveira Costa. Informe o Sr.
desembargador provedor da SanU Casa de Mise-
cordia. .,. .. ,.
Rwsa Maria da Conreiyao. Dinja-se ao Sr. di-
rector do arsenal de guerra, a quem se officia para
atender a supplicante. _________
sentido inverso. Tinham-scvisto desde o primeiro
periodo da rerolucao, sob pretojto dessa salvacao
publica que, durante inultos annos ia servir de ca-
pa a lautas violencias e inva.-es criminosas, ad-
minislraces de dislricto, municipalidades, e mes-
mo particulares, tomar a liberdade de romper o fe-
cho dos despachos do estado, e das carus particu-
lares vangloriando-se dessas iodi$cripc,oes.
Em vo a assembia constituirte em 1790, esma.
gado sob o peso da reprovacao publica, o proceder
dos offlciaes municipaes que haviam aberto a cor-
respondencia de M. d'Ogny, intendente geral da
posU, proclamou de novo que r> segredo das car-
Us era inviolavel, que nem es individuos, nem os
corpos constituidos, podiam so| pretexto algum,
ir de encontr a essainviolabilidade.
Que influencia poda exercer contra a efferves-
cenca das paixoes, essa expansao de urna repro-
vacao inoffensiva e estril ? Tnmbem, depois do
dia 10 de agosto a volacao do segredo das cartas
nao passa nicamente impune: e preconisada e
erigida em principio na tribuna da assembia le-
gislativa, e na da convengo, como um desses
meios que dirigem directamente ao fim, e que a
situaco reclama para que sejara descoberUs as
tramas dos conspiradores.
Os girondinos, que depois de 10 de agosto ha-
viam usado sem escrpulo desse triste meio dego-
verno, virain-se em breve voludo contra si mes-
mos. Poucos dias depois que cahiram, a com-
missao de salvacao publica foi pedir, ou antes exi-
gir, convencao a approvaco offlcial desse proce-
dimento.
Alguns membros da plancqae ousaram oppor-
se a i.-sii foram qualificados de girondinos. Recor-
dou-se-llies amargamente que Itoland, durante seu
ministerio, nao tinha escrpulos a esse respeilo ;
e Barire, um dos mals ardentes monUnhezes apos-
trophou-os deste modo : Vociferis, porque nao
queremos deixar que distlleis vosso veneno. Du-
rante todo o lempo do Terror, dous convencionis-
Us investidos de um mandato permanente de bus-
ca, e no gozo de um ordenado especial, presidiam
publicamente a volacao das cartas que sabia-seou
suppunha-se que partiam de pessoas suspeiUs, cor-
respondencia de emigrados, ou de outras pessoas,
; apprehendidas as repartcoes fronteras.
O despotismo inquisitorial da antiga monarchia
menos tinha mais pudor ; sr
nunca funecionou em pleno da.
Adcvinha-sc o que sera com tal rgimen um
servico cujos prineipaes recursos eram fornecidos
tendencias legitimas da opinio. Um dos actos que pela classe abasUda, essaque se tornara objecto
mais honram sua memoria sem duvida o decre- da animadversao do poder ultra-revolucionario,
to de 18 de agosto de 1775 que infirmaos processos Em 1791, poca relativamente, calma, o algarismo
crminaes comecados em S. Domingos e nicamente do beneficio liquide da posta e messageries suba
baseados em indieaeces bebidas em urna caria in-1 anda a 11,668,000 libras, mas no anno seguinte
terceptada. | as despezas comecaram a exceder s recetas, e
Considerando que taes carUs jamis podem desde o mez de agosto de 1793, foi preciso destinar
constituir materia de qualquer deliberaco ; que em dous decretos successivos, quatro millioes para
todos os povos collocam a correspondencia dos ei-' o servico da posta,
dadaos no numero das eousas sagradas,das quaes os I Esse sei viro ato poda escapar au sysiema ue
pnmei
ros los dessa rede.
De certo anda em 1791 as respectivas malhas
eram muito frageis, e espacadas, mas assim mes-
mo existam e tendiam a lorlalecer-se e crescer.
Havia em Franca nessa poca, 1419 esUeoes de
poslas de carus; trinu e oito annos mais Urde,
em 1829 havia apenas 1,777 : mas em 1838 esse
algarismo subir a 2,395 ; actualmente se eleva
a 4,361 e nao esU sem duvida a ultima palavra
do progresso em sua marcha cada vez mais rpida.
Estes algansmos tem sua elocuencia. O melhora-
to ainda pouco sensivel, de 1791 1829, deixa ver
a profunda desorganisacao do servico no rgimen
revolucionario. Antes de caminhar para diante,
tinha sido necesario reconquistar por meio de lon-
gos e incessanles esforcos, o terreno perdido em
alguns annos; tinha sido preciso reedificar, em
grande parte sobre os fundamentos e com os ma-
teriaes antigos, o edificio destruido pelos nivela-
dores.
A reforma daadministracafJda posta era indicada
na maior parte dos famosos cadernos de 1791. A
respeito desle ramo de renda publica, como a res-
peilo de outros, carecia-se de documentos offlciaes
e de esclarecimentos preciosos, e, comoquisi sem-
pre acontece, eyagerava-se os abusos imperfeiu-
menle cenhecidos. Posto que o preco dos arrenda-
mentos da |iosu tivesse quasi constantemente, e
desde sua ongem, progredido, e a partir de 1770
os rendeiros tivessem sido obrigados a prestar urna
cauciio de 6 mlhoes, suppunha-se que esse argu-
mento nao eslava em proporco corn a elevaco
enorme e consultante dos beneficios. Acreditava-
se que, apezar dos sacrificios oceultos que ihes
eram frequentemente impostos para satisfazerem-se
loucas prodigalidades, os rendeiros enriquecam-se
muito e rpidamente, em detrimento do interesso
geral.
Havia, alm disso, contra a antiga organisacao a
cliaga muito explorada da volacao do segredo das lao menos tinha mais pudor ; seu gabinete negro,
carUs. Nesle ponto, como a respeito da tortura e I nunca funecionou m nl das cartas do seguro, Luiz XVI leve o mrito de
seguir, desde os primeros annos de seu reinado as
trit,unaes, assim como os particulares devem des- refundico universal da commissao de salvacao
viar suas vsUs. publica.
Seria inteiramente impossivel chegar aumac-; Assim, foi objecto de urna nova lei orgnica, a
cordo com um monarcha que se exprima to libe- de 24 de julho de 1793, um dos mais curiosos mo-
ralmente e com tanta elevaco, na aurora de seu numentos dessa poca. Ella conservava os tres
reinado, com plena liberdade de vontado e com servieos dirigidos por nove administradores esco-
toda a autoridado ? I lhidos pela convencao em urna lista de candidatos
Os depuUdos dos estados-geraos chegaram com apresenUdos pelo poder executivo.
disposicoes muito hostis ao arrendamento da posta. Este nao tinha o direto de os destruir, mesmo
Depois que os primeros acontecimentos deram-lhes no caso de malvorsaco grave e flagrante, sineu-
a dictadura. Poinsignon, o rendeiro geral ento
em commercio, tentou ao principio desviar a tor-
menu propondo a franqua aos maudatarios da na-
cao; mas essa oflerla Urda foi desdenhosamente
recusada (2i de outubro de 1789). Um mez antes
elle e seus sub-rendeiros, linham feto, a titulo de
te poda denuncia-Ios convencao, unieo juiz in-
vestido do poder de os destruir. Esses administra-
dores eram eleitos por tres annos, mas podiam ser
reeleitos.
Quanto aos directores das repartcoes particula-
res da posU de cartas, eram nomeados pelo povo.
doaco patriotica,abandono dos tres quartos de seus Esta in'acredit ivel disposicao nao era mais do" que
etembro
nomeacoes s
Directores e
regedores deviam formar e remetter de qunze em
qunze dias a conu de suas receiUs e despezas.
Observa-sc em cada um dos artgos essa descon-
e Necker nunca pode conseguir conhece-la. Tam-
bem essa generosidade que pareceu equivoca, nao
salvou nem a posico, nem acabeca do infeliz ren-
deiro geral. Quatro annos depois foi elle arrastado
ao cadafalso em companhia de Mme.Roland que de-
balde dava-llie exetnplo de coragem.
Pela lei de 26 e 29 de agosto de 1790 a assembia
llanca absurda contra o poder executivo, signal ca-
racterstico do lempo.
Entreunto, nem tudo era impratravel e osea
sato nessa le : prescrevia-se nella que se esube-
constituinte consagrava a uniao dos tres servieos em lecesse no mais breve espado de tempo possivelj
um s cargo ou ministerio dislncto, e decida que j novas estagoes de posta em toda a parte onde fos-1
do 1" de Janeiro de 1791 em dante seriam ad- sem exigidas pelas necessidades publicas: um
ministrados por um directorio nao interessado outro artigo prohiba a expedicao 1 das cartas por,
nos productos.* Mas, ao mesmo tempo quiz que outro qualquer meio que nao as maa-postas. Esses
um desses servieos, o das messageries, continuasse vehculos, cujo modelo primitivo so no reinado de!
a ser arrendado. Luiz Felippe foi modificado, tinha sido invenUdo
A assembia raras vezes peccava por excesso de por Palmer, director do pest-ofice inglez.
respeito ao passado, e neste pomo exactamente o Eram empregados na Inglaterra desde 1784, e
que se Ihe pode censurar. A mudanca que ella ] appareceram em Franca pela primeira vem em
operava as instituicoes naoera por certo to radical'. 1793.
que exclusse absolutamente a utlidade ou mesmo 1 Essa mesma lei de 24 de julho prescreva aos
necessidade de arrendar esta ou aquella seceo do! administradores e aos mestres da posta que fizes-
servigo de transportes. Mas qualquer applicaeo! sem andar diaenoite esses pesados carros, e Hxas-
desse systema era impraticavel desde 14 de julho. I sem o mnimo de sua marcha em duas leguas por
O titulo de rendeiro geral era por si s urna inju-1 hora, exactamente o duplo do mnimo prescripto
lia e um perigo, emquauto nao era urna senlenca pelo cardeal Riehelieu, 160 annos antes.
de morte. Demais, urna condico essencial de qual
quer arrendamento publico ou particular, era que
arrendamento estivesse em posico de garantir ao
arrendaUrio, o lvre e iuteiro gozo da causa ar-
rendada e tal nao era, se pode dizer, a situa-
co do estado em relaco s messageries ; arren-
A dictadura revolucionaria pesou gravemente
sobre os mestres da |>osta. Em vo invocavam.
estes, em apoio de suas incessantes reclamacoes,
as recordaces de Varennes ; a todas essas quei-
xas respondia-se augmentando as vexacSes.
Em consequencia da mudanza realsada em
da-las no meio de semelhante condagraco seria o Franca, mudanca que elles proprios eram obriga-
mesmo que passar o aluguel de um aposento em dos a qualificar officialmente de afortunada ti-
nham perdido ao mesmo tempo a mellior parte de
um edificio incendiado. Conheceu-se bem depres
sa, estudando profundamente essas primeiras pe-
ripicias da revolugo, que s prescripges da cons-
sua renda fixa, om virtude da dyslocagab da in-
demnisacao posul em proveito das messageries, e
EXTERIOR,
A adailniira^* dos crrelos.
Rt'A HISTORIA E SITL'ACXo ACTUAL.
Segunda parte. ^
(Cbntinuacio.)
Apezar da? fmperfeicoes e abusos do systema dos
titunte, eram muito altendidas quando linham por. da accidental em consequencia da perseguico fei-
fim vexar ou enflaquecer o poder executivo, mui- j U aos ricos.
to menos porm, quando se traUva de fazer execu- j Em compensaco s exigencias offlciaes multi-
tar, mesmo dentro de certos limites ou provisoria-! plicavam-se quotidianamente por meio de requisi-
mente algum amigo regulamento daquclles espe- c5es de toda a especie para o transporte dos offi-
cialmente que parecam de monopolio cu privile- ciaes superiores, dos represenuntes em commis-'
gio. Assim o arrendamento das messageries passa- sao, dos correios extraordinarios, das equipagens
do ao sieur de Queux, em 16 de margo de 1791,ape- dos militares e de artilharia.
as comegou a ter exeeugo, e sua rescso foi pro-1 As indemnisagos que se lhes conceda em ulli-
clamada es* maio de 1793, quando de faci havia' mo caso para compra de cavallos limilavam-se a
j muito tempo que nao vigorava. Mesmo o mo- 300 libras por cavallo, posto que este algarismo
nopolio da posU de cartas, apezar das poderosas fosse notoriamente insufOeiente em urna grande
considerages de ordem social e financeira que de- parte da repblica.
terminavam sua conservago, apenas de nome exis-1 Qualquer fraude a este respeito era rigorosa-
tia durante anarchia revolucionaria. Desde o mez j mente investigada e punida. Nem mesmo tinham
de abril de 1794 a assembia constituinte vira-se' o recurso de subtrahrem-$e a esses cargos ruino-
obrigada a prohibir de novo aos mensageiros que sos, dando sua demisso ; um decreto especial de
se encarregassem das correspondencias partcula- < 8 de outubro de 1793 obrigava os diestros de posta
res. EsU bem visto que elles nunea deixaram de que pedssem demisso, a continuar a prestar ser-
illudir essa prohibigo, e mais Urdo quando se vio vigo.
as autoridades revolucionarias praticar e aulorisar Essas exigencias tyrannicas eram at certo pon-
offlcialmente a violago do segredo das cartas, foi to justificadas pela imperiosa necessidade de ga-
no s natural, como legitimo reputa-la nao exis- rantir o servico publico ; nao se pedera, porm,
tente. | invocar a mesma justilicago, para as medidas in-
h constituinte havia tomado minuciosas pro- coherentes e extravagantes que foram tomadas re-
cauges contra esse abuso to censurado au lativamente s messageries e posta de cartas,
antigo rgimen e contra o qual, muito antes da Depois da rescisao do arrendamento de Queux,
revolugo, a consciencia de Luiz XVI havia pro- tnha-se decretado que a comegar do Io de maio de
tesUdo. 11793 os tres servigos seriam reunidos, conforme o
Nos termos da lei de 1790, e commlssaro a principio esUbelecido pelo constituinte, |e, exe-
posU devia jurar solemnemente, as mos do rei, cutados exclusivamente por agentes e prepostos
conservar invaravelmente, o segredo das cartas, danago.
e parece que se quiz, com esse juramento solera- j Km consequencia disso, determinou-se a avalia-
ne, atar ao mesmo tempo a consciencia do minis- gao de todos os movis do servico das messageries
tro e a do soberano. Mas, emquanto multiplica- da repblica, e seu prego foi escrupulosamente pa-
vam-se as precaugei contra um abuso reirospec- go em assignados, e mandados lerriionaes, aos
tivo. este, para dizermos assjm, reproduiia-se em rendeiros e sub-rendeiros anteriores. Depois de-
terminou-se em diversos decretoso que os cidados
deveriam pagar em cada cathegorade lugares as
mala-posus, diligencias e carrinhos brtiettes da
nacao, nicas quo linham o direito de partir em
das e horas fixas, e de andar note.
Lina disposigo particular inminentemente ca-
racterstica, garanta preferencia de lugares aos
eidadaos indigiudos como testeinunhas nostribu-
naes revolucionarios.
Nunca, anda em seus peiores dias, o rgimen
dos arrendamentos tinha impost industria pri-
vada tao pesadas cadeias, nunca poder algum des-
ptico havia com tanu audacia ultrapassado os li-
mites do razoavel c do possivel.
0 servigo da posta de carUs nao se achava em
memores eondicoes.
A eleigo dos"directores da posU, feila em cada
localdade pelos energmenos que ento compu-
nham as assemblas populares, tinha enchido es-
sas administrages antes de patriotas ardentes do
que de bons empregados. Muitas outras causas
inherentes ao rgimen revolucionario, paralisavam
esse servigo.
A primeira era o abuso do direito de franqua e
de rubrica concedido com louca prodlgalidade a
todas as autoridades administrativas, judciarias,
militares e polticas.
Esse abuso, to favoravel vaidade como ao in-
teresse privado dos funcionarios, prolongou-se mui-
to alm do systema do terror.
As cousas tinham chegado a Ul ponto que no
anno V verficou-se officialmente que os dous ter-
gos das correspondencias effectuadas pela posta
eram isenUs de porte. Alm disso, os directores
das repartieses a posta nao deixa vam de cumpu-
Ur em assignados os valores em especies metal-
lieos que recebiam dos cidados ; e por outro la-
do, estes para tirar vantagem de um regulamento
que imprudentemente havia concedido a faculda-
de de pagar cm papel o prego do porte que exce-
desse de urna onga, combinavam-se para reunir
em um s pacole as cartas destinadas mesma
localdade, afim de excederem esse limite de pe-
so, e por tal modo tercm o direito de dar papel em
vez de especies.
A situago geral dos tres servigos aggravou-se
ainda em consequencia do decreto de 18 de outu-
bro de 1794 que abola o monopolio das message-
ries, e dava industria dos transportes, por trra
e por mar, urna liberdade llimitada, sem snjeigo
a direito algum. Era ir de um extremo a outro ;
e os emprenendedores de messageries aproveita-
ram-se dessa emancpagao absoluta para fazer
nova concurrencia posta como no seculo XVII.
Emfim, a volacao co segredo das cartas, sem-
pre praticada abertamente em quasi todos os pon-
tos do territorio, autonsava os cidados a empre-
gar, de preferencia ao meie regular, qualquer
outro meio de correspondencia.
Este estado anormal, creado pelo terror, sobre-
viveu a este, e tenda a tornarse pcior.
A feonvengao onupon-sr com ene quaM oesor u
comego da reaegao j0 thermidor.
Foi nomeada urna commissao para purificar o
servigo da posta e destituiriodos os agentes sus-
peitos de terrorismo.
Na sesso de 18 (ritmare anno III, Barrer fal-
lou na violago do segredo das cartas, e de suas
consecuencias desastrosas. Tallien, mais ousado,
pedio a consagrago do principio da inviolabili-
dade ficando salvo o direto de examinar se con-
vinha ou nao applica-lo a Vanda, e s fronte-
ras.
Estt restriegao nao era muito propria para res-
tabelecer a conlianga. Para supprir isso, c pro-
duzir um augmento de receita cada vez mais ur-
gente, recorreu-se a um meio radicalmente mo,
porm mais detestavel ainda, as circunstancias
em que se achavam as cousas : um augmento de
tarifa.
Segundo a de 1791, que permanecer at ento
cm vigor, a carta simples, que pesasse um quarto
de onga, ou menos, paga va'dous sidos, sendo no
interior das ridades, tres no circulo (arrondisse-
ment) e quatro no deparlamento. Fra deste o
augmento era avahado como no tempo do arren-
damento, conforme a distancia percorrida, cinco
sidos por vinte leguas, seis por trinta, e assim
por dante.
Por urna anomala recebida do antigo rgimen
sem fundamento, as cartas duplas, isto com en-
veloppe pagavam mais um sold, dada a gualda-
de de peso, que as cartas simples.
A nova tarifa de mise, anno III (16 de Janeiro
de 1795) elevou a cinco oWosoporte da carta sim-
ples no interior de Pars, e nos lmites de cada de-
partamento. O nico resultado desU medida foi
diminuir ainda o numero das cartas confiadas
posta.
S na poca do directorio encontra-se, por fim,
urna serie de medidas enrgicas e muitas vezes
bem concebidas para a restaurago desse servigo
to rudemente ensaado. Deve-se fazer justiga a
esse governo, alias to justamente censurado de-
baixo de outros pontos de vista. Apezar das va-
cillagoes e dos erros, inevitaveis ao sahir do pre-
cedente chaos, pdese dizer que ao menos no que
diz respeito posu, elle reatou a cada das tra-
dcees administrativas, o assentou as bases da
organisago actual. Muitas de suas mais impor-
tantes prescripgoes esto ainda em vigor, e nao
tem sido modificadas senao depois de haverem rea-
lisado convenientemente o seu fim.
O ultimo acto da convencao, relativamente pos-
U, linha sido sustituir a administracao dos nove,
creada em 93, por urna administracao geral com-
posta de doze membros (3 de agosto de 1795) o
que nao era motivo para maior satisfagan.
Durante o anno V, a necessidade de" urna reno-
varlo total no servico fui apilada muitas vezes nos
conselhos sem resuludo. Havia accordo sobre a
exlengo do mal, mas nao a respeito dos meios
de remeda-lo. Teve-se entreunto a boa lem-
branga de fazer reviver a tarifa de 1791, e de
proscrever ofllcial e decididamente, a violago do
segredo das cartas.
As infraeges, infelizmente ainda muito fre-
quentcs, a esse principio sagrado, se tiveram lu-
gar, foi em segredo. Desesperado de conseguir,
com o systema de administracao, um melhora-
mento financeiro prompto e noUvel, a maoria do
directorio propenda para a dea de restabelecer o
arrendamento quanto ao servico da posta de car-
Us, e nao obsUntc a opposigao viva e reiterada
dos conselhos, essa idea foi posta em exeeugo. O
golpe de estado de 18 (ructidor, cuja moralidade
poltica nao temos aqui de apreciar, ao menos teve
a vantagem de fortalecer o governo o honrado
Mr. de Gaudin (mais Urde duque de Gaeta) no-
meado commissario junto ao arrendamento da
posU, inaugurou em sua administracao urna era
nova (27 de novembro de 1797.)
A daUr dessa poca, os decretos do directorio
deixam de ser letra mora; medidas severas, po-
rm indispensaveis, poe termo ruinosa concur-
rencia das messageries ao monopolio postal. (1) O
servigo da posta a cavallo reorganizado (19 (ri-
maire, anno Vil,) e toma-se um partido decisivo
em relaco s messageries.
Este servigo conserva-se definitivamente nos do-
minios da industria particular, e apenas deduz-se
(1) Vej. EspeciahBeale os decretos do 7 ftmtH,
ior, e do 2 nirtteanaaYI.
o dizimo em proveito da administracao do regis-
tro, qual se deve informar sobre todos os carros
empregados as communicagdes (lei de 9 vende-
miae, anno VI, arts. 68 e 69.1
Esu disposigo fiscal, reminiscencia dos antigos
regulamentos, era destinada a sobreviver ao re-
gimen republicano. Emfim, urna medida, vigoro-
samente concebida e executada, contribuio pode-
rosamente para firmar o monopolio fiscal e fazer
reviver essa importante fonte de renda publica:
refermo-nos ao decreto de 27 vendemiaire, anne
VI, que poz fim a esse escandaloso abuso das fran-
quas e das rubricas, contra o qual se declamava
havia muil tempo sem que se ousasse extin-
gui-lo.
A disposigo que prescrevia que se reputasse
refugio canas nao francas dirigidas aos funecio-
narios, era de noUvel habilidade e opporlunidade
e produzo o melhor effeito.
Chamado a exercer funegoes ainda mais impor-
Untes, Gaudin teve por successor, pouco tempo
antes de 18 brumaire um homem cujo carcter
nao inferior ao seu, Mr. Laforet. Urna modifica-
gao, mais importante na forma que no fundo, teve
lugar depois do 18 brumaire na administrago da
posU.
O novo chefe do governo sentio-sc com bastan-
tes torcas para fazer reviver o systema de admi-
nistracao regie que Luiz XIV, Luiz XV e a assem-
bia constituinte debalde cnsaiaram.
Assim, aboliu defitvamente o systema de arren-
damentos e ordenou que, em breve espago de tem-
po, os ltimos rendeiros presUssem rigorosas
comas de sua geso.
As garras do leo transpareccm neste facto, e a
experiencia demonstrou que, procedendo deste
modo, nao presuma muito de si e da Franca
nova.
O governo possuia urna torga centralisadra
sufllcientc para administrar directamente esse
ramo de renda publica, ndependente da onerosa
intervengo de um rendeiro.
Um decreto consular de 4 de Janeiro de 1800
organisou o conselho da administragao superior, e
determinou suas attribuiges de um modo rasoa-
vel, e portanto duradouro. O titulo de commissa-
rio geral da posu, conferido em 1801 M. de La-
valette, foi mandado tres annos depois para o de
director geral, que conservou at 1814. Sabe-se
que M. de Lavalette reassumiu suas funegoes du-
rante os cem das, e que se nao fosse a heroica
mensagem de Mme. de I.avaleitc. teria pago com
sua vida esse acto de dedicago ao imperador.
A datar do consulado a administragao da posta,
libertada emfim do daos revolucionario, appare-
ce-nos constituida sobre urna base solida ; de en-
te em diante os meios de aegao podiam multipli-
car-se, aperfeigoar-se, e mesmo transformarse
completamente, como se deu cm consequencia do
estabelecimento das vias frreas ; por outro lado,
os servigos podiam em razo do augmento de ne-
oc?3l'iaiir h> puuin-o, alarga i -se, Iraixlunai -se c
ramifirar-se muito, mas nenhuma revogago fun-
damenul podia vir offender o principio da insti-
tuigo. Seu destino era inteiramente ligado ao da
sociedade moderna.
Para o economista philosopho o quadre chrono-
logico das receiUs postaes tornou-se um thermo-
rnetro comparativo, cujas oscillagoes correspon-
dern s diversas evolugocs da intelligencia e da
riqueza nacional.
Na ordem actual das socedadas o tributo- postal
um descont deduzido previamente e realisado
pelo esudo em tedas as torgas vivas da naco, no
interesse de todos Quanto maior fr o numero
dessas torgas, mas augmenu naturalmente o total
do descont.
Tambem, parece-nos que nesse generoso im-
posto que se pode fundar melhores indicagocs
respeito da jmporUncia relativa das nacoes, por-
que elle nao se limita nicamente fazer ver,
como por exemplo o imposto territorial, um valor
especial e puramente material, mas esse valor
moral para o qual concorrem todas as manifesta-
goes da actividade social, agricultura, commercio,
bellas-artes, industria" e cujo complexo constitue
na mais elevada ordem de ideas o haver de cada
povo no bataneo da civilisago moderna.
Assim, vemos figurar entre as grandes potencias
actuaes, exaclameute aquellas cujo algarismo de
correspondencia mais elevado, e tende a aug-
mentar mais rpidamente a Inglaterra e a Franga.
Antes de anslysarmos os grandes apereigoa-
mentos introduzidos hoje na nstituigo da posta
francezn, seja-nos pertnitlido, como historiador
imparcial, manifestar um pezar proposito do
passado.
Vimos que os prineipaes elementos da organisa-
go actual vem do antigo rgimen.
As prineipaes divisoes e subdivisSes do servico,
Ues corno foram conservadas ou restablecidas
depois do periodo revolucionario, correspondencia
interior ou exterior, transporte de impressos ou
de objeetos de prata, refugos (2) etc., tionam sido
estabelecidos pelos rendeiros geraes.
Os funecionarios da gerarchia superior, direc-
tores e administradores geraes, assemelham-se
para melhor ; mas, emfim, assemelham-se muito
aos antigos superintendentes e mestres de cor-
reios.
Em um ponto, entretanto, a nova ordem de cou-
sas aparta-se visivetmente da antiga.
No tempo de Luiz XI e de seus successores a
instituigo da posta era urna funego especial da
autoridado publica, um cargo inteiramente des-
tnelo, independente de quaesquer outros. Vimos
os nossos antigos reis esforgarem-se com singular
persistencia por firmar e generalisar esse princi-
pio, ligando esse cargo, qur torga, qur por
transaego, todos os ramos da industria de trans-
portes ; hoje mil vezes mais importante, mais
complicada que outr'ora, a posta, por urna singu-
lar contradigo, decahiu de sua importancia ge-
rarchica ; apenas um servigo secundario, col-
locado sb a jurisdico do ministro das finangas.
EsU situago inteiramente excepcional entre
as nages em que existem Ues servigos.
Na rtustria, na Prussia, na Italia, na Baviera, na
Blgica e no grao ducado de Badn etc., o servico
da posta pertence ao ministerio do commercio e
obras publicas ; na Hespanha figura entre as at-
tribuiges do do interior; em Portugal da pasta
de estrangeiros, e finalmente na Russia, onde a
instituigo, alias copiada na nossa, s comegou no
seculo XVIII,| dependo do ministerio da casa do
imperador, e esta talvez a atlnbuioao mais lgi-
ca e menos defeituosa.
Mas, se em vez de olharmos para o passado,
lancamos os olhos para os dous nicos poves que,
no que diz respeito actividado social, tenham a
pretengo de collocar-se diante de nos, encontrare-
mos em Inglaterra e nos Estados-Unidos a posta
na posico de servigo de primeira ordem inteira-
mente destnelo e independeute dos outros, e diri-
gido por um ministro membro do gabinete. Em
mais de urna oocasio seremos obrigados asslg-
nalar os inconvenientes que resultam, em relago
ao servico de que tratamos, da poshjio secundarla
que elle se acha reduzido em Franca.
Por emquanto nos limitaremos Indicar que o
grande principio da independencia, que, cuidado-
samente manlido na Inglaterra, constitua o seu
post-ofice, o primeiro do mundo civilisado, era
tambem, sob o antigo rgimen francez, a base da
instituigo da posta ; e que esse principio, respei-
Udo no comego peh constituinte, s a revolugo
fez dcsapparecer.
(Continuar-ge-ha).
(2) O maia antigo decreto do conselho respeito
das carU* refugas de I77L
INTERIOR
RIO DE JI\i:iHO.
SUPREMO THIHI \ VI. DE
JUSTINA.
SESSAO EM 14 DE NOTRMBnO DB 1863.
Presidencia do Sr. conselheiro bardo de Moni-
serrate.
(SecreUrio o Sr. Dr. Pedreira.) *
A's 9 '/j horas abriu-se a sesso, achando-se
presentes os Srs. conselheiros baro do Montserra-
te (presidente), Almeida, Siqueira, Veiga, Corne-
lio Franga, baro de Pirapama, Pantoja, Brito,
bilva Tavares, Ernesto Franca, Chichorro, Maria-
rn, Simoes, Machado Nunes e Messias de Leao,
faltando com causa os Srs. Azevdo e Nabuco.
Leu-se e approvou-se a acta da antecedente.
EXCEDIENTE.
Certidao de exncicio.
Do Sr. juiz de direito Dr. Manoel Maria do Ama-
ral, na comarca da Capella, a datar de 21 de
margo ultimo.- Averbe-se.
Exposicao das revistas.
N. 6435, pele Sr. Siqueira.
N. 6456, pelo Sr. Silva Tavares.
Hedaccoes.
Faram approvadas as r'edacgoes das sentengas
as revistas n. 6409 relator o Sr. Cornelio Franga,
e n. 6404 relator o Sr. Machado Nunes.
Jl'I.GAMENTO.
Revista civel.
N. 6416. Recorrentes os administradores da
massa fallida do Seve, Filhos A C, e Prente
Vianna & C, como mandatarios de Antunes & Ir-
maos, de Aracaty, recorridos Flix Sauvage & C.
Negou-se a revista.
Passagem das revistas.
Ns. 6434 e 6435 ao Sr. Veiga.
N. 6456, ao Sr. Ernesto Franca.
Conctusao das revistas.
N. 1780, ao Sr. Veiga.
N. 1781, ao Sr. Cornelio Franga.
N. 1782, ao Sr. baro de Pirapama.
N. 1784, ao Sr. Brito.
N. 6457, ao Sr. Ernesto Franga.
N. 6458, ao Sr. Chichorro.
N. 659, ao Sr. Mariani.
N. 6460, ao Sr. Simes.
N. 6461, ao Sr. Machado Nunes.
H. 0*03, ao Sr. Messias de Leao.
DISTRIBUICAO.
Revistas civ eis.
N. 6448, ao Sr. Messias de Leo.
N. 6419, ao Sr. Almeida.
N. 6463, ao Sr. Siqueira, por substituigo no.
impedimento do Sr. Nabuco relator em todas,
fHa.
Ficaram com dia para julgamento :
Ai revistas cicas.
N. 6401, relator o Sr. Chichorro.
N. 6410, relator o Sr. baro de Pirapama.
N. 6415, relator o Sr. Chichorro.
N. 6418, relator o Sr. Machado Nunes.
N. 6419, relator o Sr. Nabuco.
N. 6437, relator o Sr. Cornelio Franga
Levautou-se a sesso s 11 e meia hocas da ma-
nhaa.
SESSAO EM 18 DE NOVEMBBO DK 1863.
Presidencia do Sr. conselheiro bariii.de Mont-
srrrate.
(Secretario o Sr. Dr. Pedreira.)
A"s 9 1/2 horas abriu-se a sesso, achando-se-
presentes os Srs. conselheiros baro de Montserra-
te (presidente), Almeida, Siqueira, Veiga, Corne-
lio Franga, baro de Pirapama, Pantoja, Brito,
Silva Tavares, Ernesto Franga, Chichorro, Maria-
ni, Macliado Nunes e Messias de Leo, faltando
com causa os Srs. Azevdo, Nabuco e Simes.
Leu-se e approvou-se a acta da antecedente.
EXPEDIENTE,
Officio.
Da sccreUria de estado dos negocios da justiga,
de 10 do corrente, communlcando que S. M. o
Imperador houve por bem prorogar (porua de 5-
do corrente) por dous mezes, a licenca concedida
ao Sr. desembargador Jos Ricardo de S Reg,
da relago da Bahia. Registre-se e a verbe-se.
Exposicao das revistas.
N. 6449, pelo Sr. Almeida.
N. 6452, pelo Sr. Cornelio Franga.
JULO AMENTOS.
Revistas civets.
N. 6419.Recrreme Jos Ferreira de Carra-
Iho, recorridos Franeisco Jos da Costa Brito & C.
Negou-se a revis.
N. 6437.Recrreme Antonia Pereira de Maga-
Ihes, recorrido o prior do convento do Carmo
destacone.Negou-se a revista.
Passagem das revistas.
Ns. 6433 e 64*9, ao Sr. Siqueira.
N. 6446, aoSr. Almeida.
Ns. 6451 e S452, ao Sr. baro de Pirapama
N. 6438, aa Sr. Brito.
N. 6455, ao Sr. Ernesto Franga.
N. 6450, ao Sr. Chichorro.
N. 6425, ao Sr. Mariani.
Conchua das revistas.
N. 1783, ao Sr. Pantoja.
N. 4785, ao Sr. Silva Tavares.
N. 6448, ao Sr. Messias de Leao.
N. 6419, ao Sr. Almeida.
N. 6463, ao Sr. Siqueira.
SuspeicCio.
O Sr. Ernesta Franga jurou saspeigo na revis-
ta n. 6456, que fra-lhe distribuida.
DisTnumgXo.
licestas civeis.
N. 6464.Coritiba.-Relaco do Rio.Escrivo
Botelho.Recorremos Joaquim Jos Pedroso e sua
mulher, recorridos Joo Baptista Gomes e outros.
Ao Sr. Almeida.
N, 6465.Mar de Hespanha.-Relago do Rio.
Escrivo Botelho,Reeorrente Manoel de Soza
Barros, recorridos Modesto, Geraldo e Sabino.
Ao Sr. Siqueira.
Revista criminal.
N. 1785.Uruguavana.Relago do Rio.-Ev
crivo Botelho.Reeorrente Herculano Eugenio
de Sampaio, ex-inspeclor da alfandega de Uru-
guavana (solt o condemnado por proceder contra
a le), recorrida a justiga.-Ao Sr. Silva Tavares.
Dia.
Ficaram com dia para julgamento :
As revistas civets^
N. 6401, relator o Sr. Chichorro.
N. 6410, relator o Sr. baro de Pirapama,
N. 6415, relator o Sr. Chicharra
N. 6419, relator q Sr- Nabuco.
. 6426, relator o Sr. Brito.
Levantoy-je a sessaa s ,i e meia horas da ma-
nhaa.
]
-*



Diario d Ptntmhm Qprirn f.*lra O de Dezembro de t83.
.i;rri "tTO

sAO ESI 81 t>K NilVKMi M LM3.
Pi-i'.o'inMM o&\ coasWAWV bario Si /'JVIC.
(S.ereUrio o Sr. Dr. Pedreira.) .
As 9 x horas abriu-se seMo, achando-se
presuntos os Srs. eonselhriros Almeida, Siqucira,,
Veis*, Cornelio Franca, barao do Pirapama, Pan- se de aprendizes artistas sao cllcs dignos de lou-
1058" Brito, Silva Ta vares* raoslo Franca, Clii- vores por aproveilaromo lempo do descanco e
churro, Mariani, Simoes, Machado Runos e Messias
le Leao, faltando com cansa
Nabato.
.^-------------------------------------,_..
o obyecto dessa exposicaj, f.> tambera o moslra1
rem quo qualquer deltas por mais pequeo! que
fossoj eslava prvido Modoi bs apparelhos inlie-
rentes a navegaco igualmente foitos pelos mes-
uro menores.
Polo iacentivo que so manifesta assim nessa clas-
OS
Srs. Azevdo e
Leu-s o approvou-se a acta da antecedente.
Nao houvo expediente.
Exposicflo das revistas.
X. 1780, pelo Sr. Veiga.
X. 1784, pelo S*. rtto.
N. 6445, pelo Sr. limoea.
N. 6i47, pelo Sr. Messias de Lelo.
WMMMMSi
Revista civel.
X. 64DLRccorrcnte Vicente Ferreira da Silva
Couto, recorrido Antonio Leite do Castro. Xegou-
sc a revista.
Patsagem das revistas.
N. 0447, ao Sr. lmeida.
Ns. 1780 e 643S, ao Sr. Cornelio Franca.
N. 1784, ao Sr. Silva lavares.
N. 6415, ao Sr. Machado Nunes.
Condueo das revistas.
X. MM, ao Sr. Almeida.
N. 6465, ao Sr. Siqueira. _
distribuqao.
Revista rir'I
X. 6457.Ao Sr. Panloja, por nova distribui-
cao, no impedimento do Sr. Ernesto Franca.
Dio.
Ficaram eom dia para julgamento.
As mistas civeis.
N. 6410, relator o Sr barao de Pirapama.
X. 41 j. rlator o Sr. Chiehorro.
N. 6449, relator o Sr. Nabuco.
N. 6426, relator o Sr. Brito.
X. t>4:i0, relator Sr. Mariani.
N. 04'tl, relator o Sr. Siuioes.
X. 6434, relator o Sr. Almeida.
X. 6433, rullor q Sr. Brito.
Levantou-se a sassaa i II hora* da manhaa
imm^mi^mmmsm
mipregarem-no as pesquizas em prol do aperfei-
reamente do sea trahalho e da nossa marinba da
guerra ou mercante, per quanto a elle se dever
no futuro boas e interessantes conslrueces de
qualquer especio. i
Consta-nos que o Illm. Sr. inspector de arsenal
de marnha mandar no domingo prximo por j
disposicao dos dilettantes da boa musir dos do-'
mingos nao s os vasos a que cima nos referimas, j
como outres que dixaram de fazer parte da res- (
pecliva exposieao por estsrem em acabamento, o
que espera reinos para dizermos alguma cousa mais
a respeilo.
Beparticao da poucia :
(Extractos das parte dos dias 6 e 7 de dezembro).
Foram reeolhidos, caa de detencjlo no dia 6
do corrente :
A' ordem do subdelegado do Becifo, A ntonio
Loureiro de Lomos, portuguez e Francisco Jos de
Sanl'Anna, ambos para averiguacoes cm crime de
roubo ; Henry Rcstrun ou Nicacio Rolandey, re-
quisicao do respectivo cnsul; Cosme Joao da Cu-
nta, crioulo, para correccao.
A' ordem do do Santo Antonio, Joaqun Jos
Ferreira, branco, paraaveriguagoespoliciaes; Cos-
me Damio de Santiago, os crioulos Jos Francisco
das Chagas, Joaquim, cscravo de JoSo HcnriqHes
da Silva, lodos por briga; Paulino, tambera pardo,
escravo de Jos Joaquim da Costa Maia, por f-
gido.
A' ordem do de S. Jos, Antonio Francisco da
Silva l'raieiro, pardo, c Antonio Carneiro da Silva,
crioblo, por disturbios.
A' ordem de da Magdalena, Targino, pardo, es-
cravo de Manuel Antonio da Cunha, por crime de
furto.
A' ordem do da Vanea, os pardos Manoel Cam-
pello Diaj, Lourenco Campeilo, Antonio Campello
iandeira c Soveriiio Jos de Farias, todos para
eorreceo.
6
A' ordem do subdelegado do Becife, as paras,
Manocla Mara da Couceiqao e Francisca Bosa do
Xascimento, ambas por brga.
A' ordem do da Boa-Vista, Ignacio, crioulo, es-
cravo de um tal Bodrigues, por fgido.
O chefe da 2* seecao,
/. G. de Mosquita.
Passageiros sahidos para Acarac e portos in-
Icrmedios no vapor nacional Mamanauape:
Dr. Trujano V|le Medeiros, suasenhora, 1 ra-
do e 1 escravo, Elviro da Silva Caldas, Pedro de
Alcntara Pinheiro, Aureliano E. Alvos da Silva
' Brasileiro, Vicente Alves B. de AISuquerque, Adrio
Lu! Pereira da Silva, Augusto Emilio Fonseca G.,
PERrMBCO.
...i------------------------------------------------------------------
REVISTA DURA.
0 importante dia da padroeira do imperio, a
Immaculada Virgen da Conceico, foi solemnisado
com as honras devidas tao excelsa soberana.
Na igreja dos .Militares liouve urna brilhante e
pomposa testa, naqual oraram ao evangellio o Rvd.
Fr. Joaqun) do Espirito Santo, e no Te-Deum o
B\d. Leonardo Joao Grcgo.
O templo esteve ricamente ornado.
Durante a noule da vespera, c dia e noite da; Jos Joaquim Domingues Carneiro, Jos Marques e
festa, tocaram alternadamente as diversas bandas Souzn, Lniz Pereira Jnior, Francisco Ignacio Go-
de msica de linhac a dos menores do arsenal de
guerra.
Assistto festa urna brigada composta dos bata-
IhSes prkneiro, segundo e terceiro de infantana
da guarda nacional e de um parque de artilharia
mes Silveira, padre Pedro da Silva Brandao, Dr.
Manoel Varella do Nascimento Jnior, Salustio B.
e Silva, Jos Achretlo, Jos Pedro de Castro, Gia-
como Fesana, Be3gio Fescina, Manoel da Silva
Bruno, Antonio Jos Teixeira Barbosa, Dr. Affonso
urna bella
de linda com quatro boceas de fogo, ao mando do Jos Olveira Filho, padre laiiz M. Freitas e i
criado, PompilioJVasconeellos, Manoel Gomes Mo-
reira, Manoel Marques Camacho, padre Antonio
Francisco reas, Jos Alfretlo Harris, Jos Tneo-
doro da S. Pinheiro, padre Belisio Luiz de A. Ca-
bral, Adriano dos Santos Pereira, Joao Francisco
de Lima, Manoel Antonio Pires, Manoel Rodrigues
(torrero, vigario Antonio Baptista Espinla, Primo
Pacheco Borgcs, Dr. Joaquim Barbosa Lima, sua
senhora, seu filho menor, urna criada e um criado,
Jos Denlo de Souza, Francisco de Almeida Braga
o Joaquim Soares Raposo da Cmara.
.116
:m
288
283
283
239
839
797
693
;;n
290
257
Sr. tenenle-corone I Kodolpho" Joo Barata de Al-
meida.
A' tarde soKou-se um lindo balao.
No ar-co da ponte tambero houve
festa.
Na nrdem lerceira de S. Francisco e no conven-
to da I'enlia houveram missas cantadas.
Todos os navios de guerra c morcante, surtos no
porto, ostiveram embanderados durante o dia,
salvando aquelles a urna hora da tarde.
J conhecido o resultado de lodos os colle-
gios do 5* distrcto eleloral, menos o de Ingazeira
que em nada alterar a lista dos membros da-as-
senbta provincial por esse districto, que sao os
Srs. :
1." Dr Caetano Xavier Pereira do Brito.. -
2." Vigario Francisco Pedro da Silva-----
3." Vigario Pedro 1L da Silva Burgos-----
4." Dr. Manoel Buarque de Macedo.......
5" Dr. Antonio Lopes da Silva Barros -.
6." Dr. Estevao Benedicto Franca........
O resultado, rocebido dos collegios do Beci-
fe, Pao d'Alho, Olinda, Iguarass, Cabo, Ecada,
Liuioeiro, Nazarelh, Santo Antao, Sennbiiem,
Goyanua e Bonito, formam assim a lista dos votados
para senador :
Dr. Joaquim Saldanlia Mahnlto.........
C.nselheiro Francisco Xavier Paes Brrelo.
Di. Antonio Vicente do Nascimento Feitosa.
Dr. Urbano Sabino Pessoa de Mello......
Dr. Francisco Carlos Brandao...........
Coa ilheiro Antonio Pinto Chiehorro da
Gama..............................
Hoje deve ter lugar, porta daalfandega,um
leilao de pecas de chita avariada.
Peante o juiz do paz de S. Jos tem de ser
ai 'rematados, hojeas 9 horas da manhaa, diversos
portas, apanhados |>elo liscnl as ras dessa fre-
guezia, contra disposicao de postura.
-Na seguuda-feira conlinuaram os actos do Cm-
so Cominercial Pirnambucaiw, sendo examinados
as materias do 2 anno os alumnos Jos Jernnymo
Buxtoi t, Antonio do Bego Pacheco Jnior e Jos
Cardosu Ayres-.
Pona approvados simplesmenle o primeiro e o
ultimo, e plenamente o segundo.
Ainanheceram segunda-feira l'undeados no
lamarao os dous ltimos navios de guerra, que fa-
zem parte do 2* districto naval, e que andam em
viiigeiu de instrueca.
Depois de alguns dias de demora em nosso |>or-
to, seguirao para Fernando de Xoronha.
A csquaJrilha compoe-se dos >eguintes navios :
corveta O. Jmuaria, com o pavilhao do Sr. abofa
da (iivisao Francisco Xavier de Alcntara; origuu-
barca Itamarani; canhoneira vapor Itujaliij ;
fcrigue-escuna Fidclidiule; e hiate Cayru'.
l'ouco dopois de fundeada, salvou a curveL D.
Jiiuuaria trra, respondendo-llie a fortaleza do
Bruin.
A curveta americana de guerra Vanderbiltt
saudou, s 9 1/2 horas da manhaa de segunda-fei-
ra, ao Sr. chefe da divisa*., sendo correspondido
pela crvela.
Pela presidencia i provincia foi nomeado o
Sr. Dr. Felippc Mena Callado da Fonseca, para a
eadein de scieneias naturaes do Gymnasio Pro-
vincial, em substituirlo ao Sr. Luiz Jacques Bru-
net, que foi exonerailo seu pedido.
Por ter sabido com um erro sensivel, repeti-
mos hoje a presente transcrpcao :
Conformando-iue cun o parecer liseal, indeli-
ro a preleneao dos supplicantes, que perderam o
dircito de recurso, nos termos do art. 136 do regu-
lamento de 26 de dezembro de 1860; por quanto,
intimados os supplicantes em 21 de agosto desle
anno da multa que Ibes iiupozera a recebedoria,
como consta da cerlidu do respectivo continuo an-
nexa ao competente proeesso, deixaram decwrer
nao s os 30 dias marcados |iara o recurso pelo
arl. 130 de regulamente, como mals 23 das, apre-;
sentando no da 17 de o; i moro esla thesouraria
um requeriim-iito pediudo o serem alliviados da
multa imposta pela rerrh.'ioria, quanrfo em 30 de
setemhro an:ecednntc a decisao ((aquella reparti-
rn havia sido confirmada por esla thesourana, de
cuja decisao, qnando porventura recurso anda
restasse aos sopulieantes para o tribunal do the-
souro, deveria ter sido interposto al o dia 30 de
outubro, soineote no dia 24 de novembro prxi-
mo passado, foi que os supplicantes apresentaram
o presente requerimento, em quedizem ter de re-
correr da decisao de.-ta thesouruia.
Tliesourana do Pernamhuco, 1 de outubro de
1863. Joao Baptista.
Conforme. -Servindo de olBcial-maior, Manuel
Jos Pinto.
AHte-houlem vimos a expjsieao que fizeram
os menores do arsenal de marnha de um certo nu-
mero de pequeos navios de guerra fritos por elles,
que j em tenra id.nl.; ve mostrando o apurado
roslo que ti-em pare fazerom bonitas construcedes. |
Compunha-se a exposicao de nove vasos de|
guerra, sendo elles 1 paliiabole, 3 patachos, 1 bri-
gue-escuna, 3 hrigues e urna curveta a hlice, os
qoaos eslavam tem pintados e embanderados,
montando pecas e rodizios, cujo fabrico fora lam-
bem por elles executado, esmerndose cada qual
em fazer com goslo e belleza todos os apparelhos
de seu navio.
Esta festa toda particular dos menores do arse-
nal de marnha leve por fim o baptisarem a crve-
la a hlice qne cima nos referimos, a qual den-
s SP n 3 en
y- 2 . 7 B"
E 2 M 3 i 9 2 3 5" 3
: 1 :
>
5
i 1 O
>t X
.1 1 l
1 O 1
M O
Masculino.
ftoNHMM.
A
a
i
I I
TOTAL.
o

ADVEBTENCIA.
Xa totalidade dos docntes existem 172, sendo 9
liomens e 25 mulhcres alienados :
Fitran visitadas as enfermaras estes das :
Pelo Dr. Villas-Boas no impedimento do Dr.
Dornellas s 8, 7 Ii2, 7 Ii2, 7 1|2, 7 20, 7 D2, 7
Mi-
Pelo Dr. Sarment s 8 3|4, 8 I[2, 9, 8 3|4, 8
20, 8 1|2. 7 3|4, e de tarde s 7 horas, qnando foi
preciso.
Falleceram:
Joanna Mara dos Res, hepatite chronica,
Joaquim, preto, alicnacao.
Mov ment da casa de detencao do dia o de
dezembro de 1863 :
A saber
Existam. Entraran. . 332 presos 16 >
Sahiram. . 11 >
Existem. . 337 .
Xacionacs. . 231
Eslrangeiros1. Mulheres ./. 31 9 .
Estrangeiras Escravos". . 2 > 59 .
Escravas . 6 >
. 338
Alimentados a rusta dos cofres pblicos. .
Movimento da enfermara no dia 6 de
zembro.
Teve baixa :
l.ui/.a Joaquina de Franca ; eolito.
Dia 6 de dzcembro.
Existam 337 presos.
Entraram. 3 >
Sahiram 2
138
de-
A saber :
Exislem.... 338
Xacionaes. .
Eslrangeiros .
Mulhcres. .
Estrangeiras .
Escravos .
Escravas .
231 presos..
31 >
9 >
2 .
59 .
>
338
I
Alimentados custa dos cofres pblicos 137
Movimento da enfermara no dia 7 de de-
zembro.
Teve baixa:
Liberato Nuuesda Silva ; intermitiente.
OBITUARIO B0 DU 5 DB PEZKMBRO NO CRM1TB-
RIO PUBLICO :
Antonio, Pernambuco, 6 mezas, S. Jos ; hepatite
chronica.
Manoel Goncalves da Silva Queiroz, Pernambuco,
43 anuos, casado S. Jos ; aluaaoao mental.
Emilia Candida da Bocha, Pernambuco, 25 annos,
tubrculos pulmonares.
solteira, Santo Antonio,
minaran) Helena, por ser esse, o nome da raadrinba Anna Flix, Pernambuco, 61 annos, solteira, S de
que assistio garbosa e interessantc a esse festun I Olinda; molestia interior,
onde o apparato, a ordem e a profusao reinava I 6
mm rirthusiasmo. Nao foi s o construir os pe-^! Antonio, Pernambuco, 6 mezea, Boa-Vista; nleri-
quenos navios e mostrados a alguns espectadores le aguda.
Elvira, Pernambuco, 14 mezes, Boa-Vista; hopa-
ltc.
Mana, Pernambuco, 1 hora, Boa-Vista ; espasmo.
Francisco, Pernambuco, 2 meies, Becife ; Interite
aguda.
Luiz de Franca Severiano, Pernambuco, 31 annos,
viuvo, Afogados; phlhysca.
Saturnino, PernauuuMO, 8 dias, Boa-Visla | espu-
mo.
Zacaras, Pernambuco, 30 dias, Boa-Visla : espas-
mo.
Joaquim Jos da Silva, Portugal, ff anuos, Boa-
Vista : pneumona.
VI POUCO DE TUOO.
OnVrecein-nos a seguinte serna de um baile.
E' tima pagina intima, cuja revelacao deve ser-
nos dcsculpada.
X'nma imite de bailo nao nossa paixo domi-
nante dancar todas as contradanras, polkas e val-
sas do programma ; preferimos, muitas vezes, sen-
tarmo-nos a um canto do salo e contemplamos a
agitarn, e borburinho e os vertiginosos passos
dos diifrrrnirs pares que se acotovelam e se bara-
fustam por m e por outro lado.
N'um desles nosses momentos contemplalivos,
observamos um par que passeava pausadamente
e cm silencio, o qual, ao aproximar-se de nos, pa-
rou, sem talvez allender em de redor, e o cava-
lheiro, um pouro enleado, dirigindo-se tmidamen-
te dama, disse-lhe :
Sra. D. A., desta noite levo urna doce lem-
branca para casa, talvez mesqunha para osou-
tros, mas de summo valor para mim.
0 que ? alalbou logo a bella joven, ancio-
sa por sabe-lo.
Um pouco de renda do seu vestido, que ca-
ldo ao ser rasgada pelo p de um Indiscreto, que
dancou ao nosso lado.
Ora, uma.cousa t3o insignificante Pois ac-
ceite esta flor, e colloquc-a sobre seu coracJo,...
ella toda esta noite permaneceu junta ao uieu.
O mancebo receheu enthusiasmado este mimo,
e desviou-se logo com a sua bella, a qual por esta
forma lite fez urna dcclarajao, que elle nao ousa-
va provocar.
Estamos cerros que elles desde esse momento se
comprehenderam perfeitamente ; pois que depois
os vimos conversar muito animados e inulto con-
chegados.
L se entendan) os coracoes.
Continuamos a colher de iornaes estranglros
nformacoes sobre o balaohadar, adra de intei
rar aos leitores das differentes phases porque pas-
saram os intrpidos aereonautas.
O primeiro despacho chegado a Pars era de
Beauvais, e diza:
As oo horas e um quarto da noite, Nadar e
o seu Gigante passaram em Rethoudes, a dez ki-
lmetros de Compigne. Vilo na directo do nor-
te, raminhando cem metros cima do solo. Con-
versamos por tres minutos cem os passageiros;
ttido vai bem.
.* mcia noite passava o balao sobre Erquehnes
(Blgica) dirigindo-sc para o nordeste; c o despa-
cho daquella localidade dirigido aos jornaes de
Pars o seguinte :
t Erquehnes, 19 de outubro.
t O Gigante, bal.o de Xadar, passou meia noi-
te, sobre a estacao de Erquelines, tao perto que se
poda fallar.
Os ajantes perguntaram em que ponto se
achavam ; o empregado de servio na estacao res-
ptmdm :
t Em Erquelines (Blgica.)
f Um guarda da alfandega quando os vio gri-
tn '. ...
t Desean) os viajantes para se proceder visita
fiscal. _. ,
Mas esu ordem nao leve eneito ; Hadar e os
seus companherros proseguiram corajosamente na
sua derrota aerea.
t O vento impeli o balao ao ner-nordestc,.na
direccao de Hasselt.
DesU maneira sete horas depois da sua par-
tida de Pars, o Gigante tuha percorrido um es-
paco de 241 kilmetros, ou 34 1|2 kilmetros
por hora, marchando por consequencia com a ra-
pidez de um trem ordinario do caminho de ferro.
O balao que tambem subi no domingo com o
Gjante, e que era encaminhado por Mrs. Godard
pal e filho viajou de conserva com o de Xadar du-
raute muitas horas. Encoiitraramsetres ou qua-
tro vezes, mas em S. Quintino, o Giqante tomou
urna Udtuirj, ana Mea. lluilanl 4uluar.11 div
ver descer, dejando,Mr. Nadar continuar na sua
derrota s dez horas. *
O despacho de Erquelines, e completado pelas
inforniacoes seguntes dessa carta :
Erquclities, 19 de outubro.
t Huntein meia noite, os dous empregados da
alfandega e do ramnho de ferro, de servico na
estacao de Erquelines, medilava falta de ontras
distr'arces, quando um acnntecimento cstranho
veio oceupar as suas reflrxes.
t honsonle que um instante antes eslava pu-
ro c estrellado, obscureceu-se de repente, e elles
julgaram ver aranear, mprllida por una forra
rpida, una grossa nuvem negra opaca, qnesus-
prndeu a sua carrera pela parte de cuna delles,
parecondo que desca sobre o solo. Quando chc-
gou a unsdujentos metros cima dos edificios da
estacao os dous, lestemunnas deste mysterioso es-
pectculo, licaram maraviihados dstinguindo, sus-
tentando |Ktr uns apoios invisiveis, um .objeclo,
que tomaram por um wagn de canutillo de ferro.
Sorprendidos, assustades c fascinados, sem
poderem explicar porque circumslancia impossi-
ve pedera achar-ee suspenso no ar um vehculo
da companliia do norte, e promptos a altribuir a
algum espirito ininiigo do caminho de ferro o da
alfandega, aquella brncadeira to pouco engrara-
da, dispunliam-se a drsper.tar o chefe para o in-
formar da aventura, quando una voz clara e so-
nora sabida do pretendido wagn, Ihes perguo-
tou :
Em que ponto nos achamos ?
t Os empregados reconhecendo que o que t-
nliam tomado por urna nuvem nao era mais do
quo um balao de dimenso gigantesca, que sus-
tentava urna grande barca, responderam :
Erquelines, (Blgica.)
Travou-se entao urna conversa com os via-
jantes areos, sobre a siluaco da localidade, ter
minando com os agraderiirnlos aos informado-
res. O incidente eslava terminado para o empre-
gado do caminho de ferro 5 mas o da alfandega
que tinha lomado conhecimento do fado, e que
nao perda de vista as exigencias do seu servico,
fez das. mos urna especie deporta voz, e gri-
tmi :
Apeicm-se todos para a visita da alfan
dega I
Esta apestrophe regulameiUar foi recebida
com urna garpalhada pelos habitantes da barca,
que sem rrspeito ao convite do empregado da al-
fandega, puzeram de parte as delicadezas com a
repartirn da fronlera. affastando-se da direccao
do Louvain. >
O Sr. Y. Jnior remetle-nos a continuacao da
poesa liestialogica :
tgVAKBK) HISTRICO.
I "
Lula a pobre humandade
Em busca da flicidade.
Da se enca e da wnlade,
Desde o lie reo al a campa /
Morre 1 ".ato n'essa lula,
O 1 otro bebe a cicuta,
E al, por isso, disputa
Ca abar com l.uigi Vampa t
Co^re Pedro Malazarte
Litcro por toda a parte
Fazende o elogio d'arte
So 1 cantos de sua l-yra ;
Tiberio preso, algomado
D'Anbal por um soldado,
Cae Cesar extenuado
as ruinas de Palmyre f
La Josu para a I na,
E diz para o sol :recua ;
La Creso esmota na ra,
B o pao Boma lh nega ;
I, sem comer por tres dias,
Pssa o pruphm zalas,
B, chora-lo, Tuinas
Tanto chore at que cega I
t gas Munizo espadeiro,
Denodado marinheiro,
Atravez do iwvoeiro
Passa o cabo das tormentas;
E o grande Vasco da Uama
Mala Holophernes na cama,
R as maot de Judith, proclama,
E4arm do crime isenUs.
T o fundador de Boma,
Pondo o p sobre Mafoma,
Cem denodo o sceptro toma
Da reinha de Carthago;
E Guilherme Tell ua barca, ^.
Ornado, salvo, desembarra,
K ferido pela parra
E boia morte no lago !...
as, ao menos teve a gloria.
Cerno dito est na historia
E como fama notoria,
De a macan matar com nm tiro;
O seu filho poe-se em guarda,
EMc dispara a espingarda,
E a pobre macan nao tarda
Dar o ultimo suspiro...
Leao X proclama um dia
De Franca na academia
Que era a polygama
O casamento da igreja,
Salta o Turco de contente,
Porm o papa demente
Essa doutrina desmente
E contra ella esbraveja.
Cincinato salva a Irlanda,
Mas o governo de Hollanda
Para Albion tropas manda
Para vencer o guerreiro,
E l se trava o combate,
E das armas ao embate
Compra a Irlanda o seu resgate
A' preco d'ouro e dnheiro I
L os crois Girondinos,.
Unidos com os Jacobinos,
Decidem altos destinos
De Pars e Water loo,
as ras ensangrentadas
Levantando barricadas,
Que resistem denodadas
A espada de Mirabeau.
Lutam Confueio e Lnihero
Cobo e (enera! Spanero
Pelos dircitos do clero
E regalas da farda;
Por issa a imperio remano
Vio, por espaoo de um anno,
Na porta do Vaticano
Napoten montar guarda.
Inventa a mprensa Calvinio,
E vola lego ao exterminio
A familia de Tarquinio
E a tribu dos Botucudos ;
K perto do Robicon
Resgata o feroz Danton
Na porta do Pantheou
A vida por mil escudos. -
E esses fados ingentes,
Essas acc&es refulgentes,
Esses ferros eloqnentes
Quo a historia no livro estampa,
Provam que a Immanidade
Lnta pela flicidade
Pela scencia e verdade,
Desde o berco at a campa f
A Nardo publica o seguinte :
Nos jornaes eslrangeiros lemos qaenalndia inglc-
zaonde governaaphilantropica Albion, effcctuou-se
o sacrificio de urna mulher sobre a fogneira de seu
marido, apezar dos osforcos da polica ingleza.
Depois de ter subido pilha de lenha com ceri-
monis prescrplas, a viuva predisse, como de cos-
lume, a ruina do podero inglez as Indias n'um
breve prazo ; mas quando he rhegaram as cham-
mas gritou, fez esforcos para se lvrar d'ellas, e
fugio.
Posto que gravemente ferda pelos concurrentes,
que tratavam de se apoderar d'ella, chegou at ao
ro Panbatt c escondeu-se na agua, mas foi deseo-
berta e a (Toga da pelos que a perseguan.
Foram presos niuitos dos criminosos.

Em Londres soube se que se estiro construindo
actualmente nos arsenaes de Nova-Yorck e Boston
seisnovos navios com couraca e esporao par conta
do governo rqsso: assira como dozc monitores
construidos pelo systcma aperfeicoado do enge-
nheir Enkson.
EsIps navios devem estar concluidos c ser en-
tregues s autoridades russas de CToiiiadl a 15 de
malo prximo, o mais tardar, correndo as dcs-
pezas, riscos e perigos do transporte por conta dos
emprezarios.

Em Munich, Athenas da Allemanha, reunio-se
um congresso de sabios de todas as" cores e op-
niocs, e, examinando o livro de Renn, dtctou so-
bre elle a seguinte sentenca :
A t Vida de Jess, escripia por M. Renn,
um plagio escandaloso, urna obra anti-scienlifica c
inmoral dos qnatro costados.
Esta bem julgada.

0 governo russo deu ordem de crear oO reg-
montos de cossacos do Don e ISO de cossacos de
Oremburgo.
Do Nacional extrahimos o que se segu :
Todos que lemalgum conliecimento de chimi-
ca, e mesmo muiros que o nao tcm, sabem que o
diamante, essa pedra preciossima a que tanto va-
lor se d, composta nicamente de carbonio c
que a sua Inalterabilidad^, que llie valeu a deno-
minaeao de admans, que lhe deram os gregos
unarodondissima menlira porque sem menconar-
mos mais otaros, bastar dizer que Lavoicier, o
chimico eminente que pereceu naguilhotina, reco-
nhcceu que o diamante queimando-sc na presenca
do ar em va$o fechado, prodnzia acido carbnico,
como se fiira um bocado de carvao de sobro, nao
se esquecendo porm as experiencias de Davy, que
concluio com-todo o rigor que o diamante se-
ment o carbonio puro e crystalisado.
Sabase pois como se poda converter o diaman-
te em carvao, mas a chimica nao tinha podido con-
verter, o carvao em diamante. isto que acaba
de conseguir o Sr. Ranimil, chimico israelita esta-
blecido em Amsterdam.
Os diamantes artiflciaes do chimico judcu sao em
ludo iguaes aos que se acham na natureza, e nao
Ihes falta serem luminosos por isolacao como o
mais pe feto diamante de Borneo ou do Brasil.
Esta descoberta importantissima ha de necessa-
riamentc acarretar consigo o depreciamento dos
brilhantes e dos diamantes rosas por que a prepa-
racao chimica do Sr. Banimit tao perfeita que os
mais experimentados mineralogistas, os mais sa-
bios joalneiros e lapidarios nao distinguen! os dia-
mantes artificiaos dos naluraes, que at aquelles
como estes neressiuim do seu propro p para po-
derem serem lapidados.
O chimico judeu pede nicamente o privilegio
de um anno para gosar do seu invento, que depois
ser pateute ao publc-J, e assevera o Sr. Banimit
que o seu proeesso o mais fcil possvel : e quem
possuir algumas nocoes de chimica poder fabricar
diamantes com summa facilidade.
Que mudancas no vem fazer esla descoberta I
Assis
Becorrcnlo, o jjiizo ; recorridet, Arnerir Patri-
cio Brasileiro.
Belator o Sr. desembargndor Motta.
SerUiados os senliores dosembargadoree Accioli,
Santiago, e Doria.
Improcedente.
Becorrente, o juizo
risco da Silva.
Belator o Sr. desembargador Perelti.
Sorteados os senhores desembargadores
Accioli e Molla.
Improcedente.
Recurrente, e juizo ; recorrido, Francisco Go-
mes Barbosa.
Belator o Sr. desemliargador Accioli.
Sorteados os senhores desembargadons Perdti,
Assis e Doria.
Improcedente.
Recrreme, juizo ; recorrido, Joaquim Theo-
doro Cysneiro de Albuquerque.
Belator o Sr. desembargador Assis.
Sorteados os senhores desembargadores Peretti,
Gilrana e Motta.
Improcedente.
Appellarao civel.
Appellante, Pedro Alves dos Santos; appellado,
Jos de Souza Marinho.
Desprezaram-se os embargos dos appellantes.
Appellacoes crimes.
Appellante, o juizo ; ppellado, Joao Fernandes
da Silva.
Annullou-se o proeesso.
DILIGENCIAS.
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
justiea
A Appellante, o juizo ; ppellado, Alexandre Mu-
niz Brrelo.
DKS1INA(;.\0 DR DIA.
Assignou-se da para julgaineulo dos seguintus
feitos :
0 dia de apparecer.
ppellado, Joaquim Canfina ; appellante, bacha-
rel Jos Rodrigues do Passo.
.4 appellacao crime.
Appellante, o juizo ; ppellado, Joao Fernandes
da Silva.
minrr
O Sr. desembargador Gil rana passou ao Sr. des-
embargador Loucen(o Santiago
A appellacdo chel.
Appellante, Vicente Ferreira de Salles ; ppella-
do, Manoel Ignacio do Araujo Sampaio.
O Sr. desembargador Accioli passou ao Sr. des-
embargador l'chna Cavalcanti
A appellacAo civel.
Appellante. Felicio Freir de Andrade ; ppella-
do, Joao Velho de Mondonga Fuado.
0 Sr. desembargador Assis passou ao Sr. desem-
liargador Doria
O conflicto de jurisdicciio entre o juiz municipal
do termo dnEx e o subdelegado do districto de
Granito do termo da Boa-Vista.
O Sr. desembargador Peretti passou ao Sr. des-
embargador Accioli
A appellacao civel.
Appellaala, Joaquim de Souza Leao ; ppellado,
Joaquim Manoel do Reg Brrelo.
O Sr. desembargador Lourenco Santiago passou
ao Sr. desembargador Beis e Silva
.1 appellacdo civel.
Appellante, D. Joanna de Jess Noves Quaresma
oae ; ppellado, Joaquim Francisco Duarle.
O Sr. desembargador Courenco Santiago com-
parecen s 11 e meia horas.
Encerrou-se a sessao meia hora dep os do
moioda.
Deveiido partir hoje para a provincia do Cear,
a oceupar, na tidmMdo Sobral, o cargo de juiz mu-
nicipal, e tendo feito a transferencia do meu colle-
gio ae meu fundada o Sr. Antonio Augusto Fer-
j reir Lima, que foi vice-direclor do mesmo collc-
., glo durante cinco annos, cumpreme apresenta-lo
recorrido, Joaquim fren- ao respeitavel publico, ciyo apoto ser um incenti-
vo poderoso para que se conserv a par dos bons
collegios que nesla cidade cxietem, urna nstitnicSo
que tem dado para as academias do imperio um
grando numero de alumnos, e que com a reforma
que vai solTrer, prometi aos pas urna boa educa-
cao intellectual e moral.
Confio, pois, qoe os pas dosmeXis alumnos trans-
mitlirio a meu cunhado a confiatica com que sem-
pre me honraram.
O mea amigo Illm. Sr. Dr. Jo Soares de Azc-
vedo. cuja illustraco e amor paternal sao bem
conhecidos do todos os que tem tido a felcida-
de de beber suas salutures mximas e de se
guiar por seus passos, promette coadjuvar ao Sr.
Ferreira Lima, garantindo assim aos paes nm n-
cleo dos melhores professores.
Declaro que o collegio que acabo do transferir
ao Sr. Ferreira Lima est hvre de todo e qualquer
compromisso creado por mim.
Em conclusao, agradeco aos bons pas de fami-
lia que me honraram com sua confianca sobre a
direccao de seus filhos, e assim tambem a todos
aquellos professores o ami))os que mecoadjuvaram
na ardua tarefa que euiprehend.
Peco licenca aos Illms. Srs. commendador Joao
Pinto de Leinos e Dr. Bemvindo Gurgci do Ama-
ral para mencionar um voto publico de gralido
pelos obsequios e aUences que me presura.
A todos em geral offerejo na minlia provincia
os meus traeos servicos.
Becife, 7 de dezembro de 1863.
Joaquim Barbosa Lima.
Teremos de apresentr documentos, que des-
truanras bases do despacho que fra publicado na
Revista do Diario de 7 do corrente, dado pelo Sr.
inspector da thesouraria acerca ao nosso recarso ;
por ora s rt-flectiremos que um iinpossvel ab-
soluto, que um despacho proferido em 1 de outu-
bro, como aquello foi, podesse referir-se dalas
de .10 do mesmo mez, c 24 de novtmbro como lhe
sendo eras passadas, conforme elle assim o fez.
Recife, 7 de dezembro de 1863.
Maia ic Espirito-Santo.
COMMUNICADOS.
Os partidos, os governos, t a situaran.
I
principio fra do toda a duvida, que os parti-
dos sao urna condico essencial dos governos li-
vres, porque sao as luzes organisadas da intelligen-
cia, o concurso de todas as bases, a intervencao
regular de lodos os cidadaos na gerencia dos ne-
gocios pblicos, para fazer triumphar os principios
da razo e da justiea.
Assim, um partido urna communho de homens
que se inlileiram em roda de urna arca sania, que
conten ideas e tradiccoes generosas; um grupo
de homens, quejuram viver ou car com urna idea,
rom um principio que explica todas as suas ac-
edes.
Infelizmente entre nos nao assim, urna com-
panhia de homens ajuramentados tcitamente pa-
ra repartirem entre si a Influencia dos negocios
pblicos, e os lucros da administraeao, em nome
de qualquer dea, das conveniencias, das especula-
coe.-, e das apostasias.
Entre nos, pois, nao ha partidos, nao ha ideas,
nao ha dignidade jiolitica, nao ha consciencia. To-
dos os nossos partidos esLo cheios de chagas, e a
historia de cada nm delles una serie de aposU-
sias, um escndalo de ambicies.
Em opposicao todos os principios sao mus. mas,
logo que sohm ao poder fazem ludo quanto com-
batan), e nao apresentam programma, dizem elles,
porque o publico ja o sabe.
Se censuram-nos por fazerem o mesmo que o
partido decahido respondem : era urna rilada para
tornar os nossos inimigos Impopulares.
De sorte qne para os nossos partidos todos os
nietos sao lcitos, urna vez que so conquiste'o po-
der ; isto lodos oscaminhos vfto a Roma. E as-
sim, nao temas governo, e sim plianiasma de go-
verno, po> falta-lhe o prestigio, a idea que para
os governos como o pudor para a formosura.
J nao temos partidos, a ambicio roeu-lhes a
existencia, e as lulas esteris corrompern)-Ihes a
organisaco. Vaiilosos alardeam robustez, e lan-
cametn rosto ao contrario a debilidade, entretanto
nao sao mais do que Lazaros, que fazem da morla-
Iha sen manto de triumpho.
Assim, oque tem perdido os partidos, e atrazado
entre nos os governos, o espirito faccioso com
que as dilTerentes seitas polticas seguem ou guer-
reiam os homens quo dominan) as situaede.
Estao os amigos no poder ? Tildo vai bem, ex-
cellcnte a idea que d'antes comlialiamos.
Eslo os inimigos, os adversarios ? Crucifica-' tralmla de seu preprio ori
O Hr. joo Ihcmoico de ABria-
de e os seas ccHsadores.
Nao deve eslar o publico esquecido, de que cm
urna publicaco recente, quando foi oSr. Joao The-
motco de Andrade nomeado subdelegado de Pa-
nella, dase oSr. Dr. Jos Leandro de Godov, que
aquelle prestimoso cidadao achava-se pronunciado
cm crime inafllan?avel.
Posteriormente urna folha liberal pura repiti a
mesma aecusaco, accrescentando que o Sr. The-
motco homem coberlo de crimes horrorosos.
O documento que abaixo publicamos uiostraquc
a pnmeira imputafao falsa.
O Sr. Themoleo soffreu, verdade, um desses
processos monstruosos, filhos da vinganca, lr>
commnns no nosso interior, desgraciadamente.
Tendo, na qualidade de autordade, de dar cum-
pnmento a urna precaloria que requisitava a
pnso na provincia de Alagoas, de uns escravos
do Brejo da Madre de Dos, efectuou a dligcnria,
enviando presos os individuos, que, peles signaes
o informacSes, suppoz serem os Ucs escravos.
Chegados, porm, estes aquella eomarca, reco-
nheceu-se quehouvera engao, e os homens foraiu
soltos.
Correu algum lempo, sem que do ul se fallas-
se ; e quando tranquillo se achava o Sr. Themo-
teo, recebe aviso de que um proeesso clandeslin
lhe havia sido forgicado, por crime de reduzir
pessoa Une escravidao, e em tal p se aehava
j o negocio, que s perante o jury podei a li-
vrar-se.
Foi isso oque elle se apressoa de fazer na |iri-
meira rccasio, e por modo tilo completo, que uem
o promotor, nem o digno magistrado, que presidio
o tribunal, appejlaram da sentenca que o absolva,
como abaixo se v.
Quanto oulros crimes horrorosos de quo se
acha coberlo o Sr. Themoleo de Andrade, ignora-
mos quaes elles sejaro, e nem os seus aecusadores
podero jamis aponta-los.
Si, porm, prelendem referirse parte saliente
qne aquelle senhor tomou na conhecida guerra de
Paneltas, acompanhando seu valoroso irmo, ca-
rcter nobre c sincero, que com a vida pagou o
cruento tributo quo a lealdade o o pundonor lite
impozeram; nodeixa de ser curioso, que aquelles,
que iiivocam como titulo de beaemerencia poltica
os movimentos de 1848, sejam os proprios i|uc
cendemnem c inhabiliten) o Sr. Themoleo, por ter-
se envolvido em nina lula poltica, cuja 01 igem
ainda um da a historia ha de apreciar eom jni-
ca e sem dezar para es que a promovern); sendo
que da mesma lula sahio elle to rehabilitado pe-
rante a sociedade, por elTeito da amnista, qur lhe
coucedeu o poder competente, quanto os autores
da i<'iollajraieira~S. A.
CERTIDO.
Jos Carlos Accioli Lima, cap tao quartel-mestre
do cumulando superior da guarda nacional des-
la comarca, o na mesma ubellao do tegistre
das hypolhecas, tabellio publico e escrvo do
gerai e interinamente do jury, nosu villa do
Porto-Calvo e seu termo, etc. ele.
Certifico aos senhores que a presente certido-
virem, quo revendo os autos crimes, que se pro-
cedeu contra o supplicanle, etc., da forma e
Iheor seguinte :
De conformidade com'a decisao do jury, absolvo
o reo Joo Themotee de Andrade da aecusar 10-
que lhe foi intenlada, e mando que lindo o prazo
legal, se lhe passe alvar de soltura, se por elle
nao esiiver preso, e que sjj lhe d baixa na nota
da culpa, pagas as custa pelo cofre da muiiici-
palidade.
Sala das sessoes do jury, lo de dezembro de
18C0. Manoel Joaquim de Mendonra Castalio-
tranco.
i mais se nao contnha em dita sentenca, 1 x-
nal quo tira cm ron
lodrr a ra torio, .10 i|ual me reporto etc. etc. ele.
Eu Jos Carlos Accioli Lima, escrivo o escrrvi.
mo-los, 'odas as calamidades se desencadeiam
contra o paiz, torna-se um fiagello a medida que
no dia antecedente ful recebda com applauso.
Este proposito servil, esta parrialidade de fac- .,, .
cao, tem produzido as mainres contradiccoes para -\ Pn"cacao inserta no Otario de Pernambuco
os homens pblicos, e laneado sobro seos nome (V (l eorl,:nle'.> anonymo-0 apreciador.-
. um desfavor que elles nao merecinm pelo sAi ca-! em f*%& ailt.or cxp3 ao,poblico o ofilno din-
! racter, seus talentos, e pelos seus servicos. fl J.?" cs',ec'a' do "ommerco pelo
O paiz que v condemnar hoje o que hontem se; hxm- ^ conselheiro presidente do tribunal do
lapplaudht, qne rdcoroar nela mesma accao a cer-1 commi-n-jo, prova sem duvida, que o autor da
1 los homens emquanlo que outros sao exommun-1 PuWicarao tem c.n seu poder a co.ia dessa ef-
gados, dcscr do governo e dosconlla da sincenda-1 J," ,. ,. .
de dos polticos E8a C0|)ia so f101' ir ter licitamente asmaos
Pdc prestar-se apoto aos que governam, ou m- o autor da public-acao, por meto da respectiva
' pugnar os que administran), sem que sacrifique-! certidao, que so poma ser dada ou pela secretaria
CHRONICA JUMCIARIA.
TRIBIVll, DA HELADIO.
SESSO EM 7 DE DEZEMBRO DE 1863.
PnESIDENCIA DO EXM. SR. CONSBLHBIRO
SILVK1KA.
As 10 horas da manhaa, achando-se presen-
tes os Srs. desembargadores Cantono Santiago,
Citirana, Motta, Peretlt,_ Accioli, Assis, e Doria,
faltando com participacao os Srs. desembargado-
res Lourenco Santiago, Res e Silva, e Ucha Ca-
valcanti, abrio-se a sessao.
O Sr. desembargador Guerra, procurador da co-
r, nao compareceu.
Passad*s os eitos e entregues os destribuidos,
deram-se os segnintes
juLaAMEtrros.
Recursos crimes.
Recrreme, o juizo ; recorrido, Adolpho Libera-
to Pereira de Olveira.
Belator o Sr. desembargador Cactano santiago-
Sorteados os senhores desembargadores Molla,
Accioli e Doria.
Improcedente.
Becorrente, o jnito; recorrido, Joio Vicente
de Torres Bandeira.
Relator o Sr. desombargador Gitirana.
Sorteados os senhores desembargadores Santiago
Assis o Accioli
Improcedente
mos n'nm s ponfo o dogma da nossa f poltica.
Houve um tempo em que o espirito poltico dos
partidos chegou ao estado de exaltacao e intoleran-
cia, de que resulten urna revolucab. Caneado o
espirito publico, e csgoladas as tercas nessas pug-
nas intestinas, veio urna sitnacao tolerante, que
acalmou as paixrs polticas, e baralhou as par-
cialidades, encaminhando os esforcos de todos pa-
ra o bem do paiz.
Esta idea proficua e racional nao chegou a sen
llin, por ter morrillo o creador della, e entao foi
explorada pelas amhices, e deu em resultado o
1 anpiilaniento ipiati completo da idea poltica, a
eliminaran de ludo o programma de governo, e a
i suppresso das bandeiras e devisas constitucionacs.
do tribunal ou pelo Sr. Dr. juiz especial do
mcrcio: e neste caso devia ser authentica.
Se fosse authenlica, da publicacao a que me re-
tiro, sem duvida constara a sua aulhenticidade ; o
esto della nio consta; c por conseguinte a copia
do predifo offlcio foi particularmente dada ao mes-
mo autor.
A prosumpcao legitima, pois, de ter sido dada
particularmente essa copia, recahe ou sobre mim.
na qualidade de offlcial-maior e secretario dv
mesmo tribunal, a cuja guarda estao todos os
seus papis, ou sobre o Sr. Dr. jniz especial do
commercio.
Para remover, porm, de mim os effcitos mo-
raes dessa presumpcao, entendo, que devo decla-
rar ao publico e ao Exm. Sr. conselheiro presi-
Xao houve mais transfugas nem soldados llels, to- dente do tribunal, perante quem sirvo, que nao
dos vestirn* o mesmo uniforme. dei copia do mencionado offirio, e nem darei de
Em vez de transformaren) as faeres era par*-' papel algum confiado minha guarda
dos, de converterem os elementos de anarchia em Derlaro-me assim perante o publico, levado nao
agentes de governo, a lulas em pugnas conelilu- por qualquer outro sentimento que nao seja o de
eionaes, substituirn) a rudeza das renlas uto minha propria dignidade, a qual me obriga a re-
sceplicismo, a intolerancia pela dissolucao, a idea mover de mim a paternidade de relo, que repulo
pelo individua iHicito, como o de dar o empregado publico c-
Um governo constiuictonal sen) partidos qae pa particular de papis, que estao em razio dn
representem ideas e crencas, nao tem garanta 4. sen cargo entregues a sua guarda, e sobre os quaes
sua existencia, nem vida normal. nao pode proceder, senao de conformidade com a
E uogessano haver partidos disciplinados e fiis le, na qual nao est incluida a facuklade de dar
que, qurno poder qur na opposicao, se esforc eHi eniiWej en copias sem despacho 00 ordem da
cu fazer prevalecer os principies e os iatenaaw
que tomaram por f e por bandeira.
neressaro que o homens que tem crencas,
Eriocpo e dou inas, segrapem em torno de tuna
andeira, para sustentaren! um systema de gover-
no definido; obrigando assim es adversarios a
constuirem-so n'outro campo, afim de acabar com
essa dissolure moral c poltica dos partidos que
autordade legtima.
Recife, 7 de deaomferokde 1861
Julio Augusto da Cunha Guimares.
Phlleiuon a rhllopemen, ada.
Emquante os apostlos do progresismo basiardo
m enchem a medida de lodos os escndalos no cam-
gera a descrema do paiz, corrompe os costuraos, P0(-'leitoral, em prova da mtmensa grandeza do par-
desacredila o vicia o svstema representativo. Iulu ptogiessista, de sua unilndt, ^^^^^1^,^
amor da liberdade, da honestidade, da moralidad.'
----------- da lealdade, e de ludo quanto consona com malda-
-N
r >
\


.m
._..! U .1..I1
Diarlo de Perisambuco marta felra de nrzemt>ro de i 3.
r-
de, pmwsjdade, asqutrosidade, neapaoidndc ; VU.A turas dcvidas legitima aalsaparrilba
euiquanlo os vencedores debaulhas niobatalua- de Bristol e* cases do sciefulas, esebufn,
das por alii tripudian) e caulara hosanaros s suas Rheunialismo, H||
victorias kilnv as ruina* domis que pequeniu) Chagas antipas,
da cidait de Olinda; do oonseNin s 10 horas da nianhin do di 11 do
mpq""
pan .ailor, 'hilapem* toma o pineal, e ,
JXuiI 1 o oino do agui.t sobre ca,n montode tor-
pezas, nanea visto nem imaginado, e u*, pelo
atis Uuiontavel abuso de palavra, cliaina-se lija
progretststa, vibra em laminas de ac o oais ac-
to fac-me da situaco que observou, e das alre-
cidatles que vio Philopemen historiador c pro-
pheta, critico e philosopho, atirou 110 moio da nos-
sa universal estupefacto uin cartel de-arrojado
de nal L. iam as pomas paunas deste fixmphlelo
que alii se deslribue por quasi melado de um chel-
n*, valor i|u nao Ihe di minu o grande anreco,por
ci ipto veringa, ou foate da inleresse: vejam a sira-
plicdade com que narra a forea e verdade com
que pinta 1 aseveridade cora que julga I ajastica
com quo sentencia! a rigi Jez cora que condemna os
abuses e volai;oes do direito a nobreza do que
tt engrandece I o ardor de que se ufUmma 1 o
amor do honesto, o abhorreclmento do torpe, o en-
thusiasmo pela verdadeira liberdade, o dizer fcil,
argumentarn cerrada, eonhecimento profundo do
antigo e do moderno, cstylo conciso o agradavel
eis-aqui os ttulos que Pllopenunoffereco es-
tima e veneracao publica. O seu livrinbo do pou-
cas paginas urna historia de muito* e grandes
captulos! Pela sua leitura, conheccr o porvir,
de quanto foi capaz o partido da liga em Pernam-
buco, e de. quaes meiosse servio para supplantar
o verdadeiro partido da opinia sensata, que con-
tina, com o riso da eompaixo, a lestemunhar as
cotias vandlicas quo ah se representara 110 vasto
proscenio da inimoralidade eleiloral !
Pliileotcn.
Enfermidades venreas e mcr-
-curiaes, morpba c todas as molestias prowninn-
tes^de um estado caquetico dh sangue, sao Imiten-
ticadas com attestados fidedignos e iunegaveis, da-
dos espontneamente por pessoas orcuuaudo todas
as posteses sociaes.
No caso de James Wyckoff mesmo por parecer
urna cura quasi ncrivei, zemos esforcos ospeeaes
para obter as provas as rnais incootestaveis, e
portanto mandamos tirar o retrato pholographico
daquelle infeliz, (<> qual pode ser visto em todas
as boticas) publicamos um relatorio de urna
consulta de exame feita na pessoa de James Wye-
koff por um cerlo numero de eminentes medicas,
conforme vai confirmada pelas certid5es autheu-
tlcas dos dous magistrados residentes mais prxi-
mos, assim como |>elo official maior do condado
em que files residem, ao qual vai afflxada a eer-
tidaodo magistrado em ebefe da ridade de Bul-
falo.
Este relatorio foi lavrado naquclle tempo pelo
Dr. Thomaz Lee, o por elle devidamonte ajuramon-l-o Dr. Ignacio Kery'da Fonseca.
tado perante o magistrado em chefe da cidade f E nao havendo lancador que cubra o preeo da'
< o va York ; euja assignatura foi attesuda c a valiacio, a arrematacao ser fe.ita pelo valor da
nlmu, Pedro Je & BtUfeo,
Coronel presidente.
S. A. do Btgo Barros,
# ^ Major vogal-secretario.
rsladepi'o>HCial.
Pela mesa do consulado provincial se faz publi-
co que os 30 iias uteis marcados para a arrecada-
Picoi cfiii*r*m
3 dte deeembfo *' 18'-Aufctfi**fquiiii de AI- corronte.
meida uedus Alcofiai2to' pro-presidente.-Anto-, Sala da* sesaoes 4o conselho admiaisintivo para
nio Perreira Ubo, sacreta."-10 orino. | fornwimento do arsenal de guerra, 3 de dezouibro
O Dr. Trist"w de Afencar Arar,;"1, nirial da im- d i
periai or* da Rosa o juiz de ai.Tito especial!
do cUmmeiTfft desta ciliado do Rerfe, rapiCcu ta
Sovuea de Pernamliuco e sen termo, por S. |
. Imperial e Constitucional o Sr. D. Pedro U, a
quem Dos gaarde, etc.
Faeo saber aos que o prrsente edita! viren e
delle noticia tiverem, que no dia 8 de fovereiro se ;
ha de arrematar por venda quem mais der, em
praca publica deste juzo o segainte :
Um sobrado de dous andares, sito na ra do
Rangel n. 16, tendo de vao de largo 19 palmse de f(M,,1in, ~i "7jr~~l-------------."": r-----V" 1 conar.
fundo 58, porta larga o andar terreo pVra eoeh- SX^L! Sbre '"?* $? b0nf de '
ra e o primeiro andar cm varauda de ferro e IgJEEZZ^mS*!1. el mor,a SC
duas janellas ta frente, duas salas e um quarto, e : d'0',"(i;piam a conUr do dia *' de dezembro vin-
0 sotao com duas salas c um quarto, tendo tam- ,.', .1- ..i.j .
beai trapeira <-om dous quarlos e um salSo que I ,-.i^-^Lh d.8 Pv,nc,al dc Peraambuco
serve de cozinha, quintal em abarlo qae d com- 25 "^ novelnl,r d -}
Antonio Larneiro Machado Hios.
Administrador.
AT5HB,-%
l'reclsa-s da <
Wo^yis^scpavps.joTu^ de ourd, de pa-jSSo^jSn u
ta, uiiiidczas, "charntos, crVstas t s
oulros rauitos olijcctes.
Sexta-feira li do crtente, as 11 hor-m
da munlia-.
O gente Olynipio tari leilo em seu arraazem
oca lint
la para
ci a bocea do cofre do 1 semestre do auno finan- S""* '"'.S.F l6, de obras de. "jaranei-
ceiro crreme de 1863 i 1861 dos mposlos da de- I ria,.B>TMe,.BM<^ n 'ar 9n**isir ..zcn.las
cima urbana das freguezias desta cidade e da dos I c outros mu,t0s obJept0' enfadonho men-
municacao nutra casa que dcita para a ra do
Livramento, c avahada em 8:000, a qual fura pe-
nhorada por expeuco j Gabriel Autonio contra |
LEILAO
EsiiigiU'ds, chapos deso
-Afha-se a renda ,. ivr-ii.i <]>!*
Srs. Gttiuia'-es kto>\< ira nm opostn-
*, que ti-ni por ifolo-Kr.iiji de J8HIJ
em 'iTawhttr-o~pice \$
Precisase de um caixeiro com uratica de la-
bcrna : na 111a Imperial 11. J30.
N* ra da (iloria n. 80 alo;ra-M um moleour
e um cscravu, pur commodo prepo.
AVISOS MARTIMOS.
PBLICACQIS A PEDTO.
lloara ao mrito.
Cumpro hoje uui fogoso dever que me irapoe a
lei da gratidao.
Acabo de er^aUeado de urna molestia que dc
abroma sorte me tcm retido no Icite da dore ah
anda me nao faltaram os cuidados deligenlesdo
hbil mdico o Illm. Sr. Dr. Silvio Tarquiio Villas
reconheclda pelos seguintes representantes consu
lares:
O cnsul de S. M. I. o Imperador do Brasil -.
O cnsul de S. M. el-re de Portugal :
0 cnsul de S. M. a rainha da Gra Bretanba
O cnsul de S. M. I. o imperador de Franja ;
O cnsul de S. M. eatuolica a rainha de He$-
panha.
Assim como tambem pelos cnsules do Mxico,
Chile, Per, Buenos-Ayres, Nova Granada, Vene-
zuela, Equador, Uruguay, S. Salvador e Hayti.
VIH.O preeo da legitima salsaparrilha de Bris-
tol, longo de ser exorbitante como asseveram al-
guns, pelo contrario milita rasoatti tomando-se
em consideracao que o frpte at o Brasil c os di-
reitos desta affandega augmenta o custo della mais
de um mil rit cada garrafa.
IX.A legitima salsaparrilha de Bristol, o Ana-
cahuita peitoral de Kemp, as pilulas vegetaes as-
sucaradas e as pastilhas vermifugasdo mesmo au-
tor podem ser re de S. Exc. o ministro do imperio laucado em 3 de
Bovembro de 1883.
Os facultativos receitarSo estas preparacoes,
Boas, que lem empreado os meios 'seu alcance !se asacharem uteis as molestias que tratarem.
para me restbolecer dessa enfermidade, movido X.Em qnanto existem tres Merentes imitta-
smente pelos principios de bumandado ; nem C"es e falsilicacoes da nossa original e legitima
topoucome faltaram tambem os cuidados do sal**|iarrilh de Bristol, participamos-Ibes que a
Illm. Sr. Marcelino Santiago Vasconcellos Lcitao i verdadeira vende-se :
adjudica^ao com o auatimento da lei.
E para que chegue ao eonhecimento de todos,
mandei passar editaes que serao publicados pela
imprensa e afiliados nos lugares da costume.
Recife, o de dezembro de 1863.
Eu Manoel Mara Rodrigues do NascimeiUo, cs-
crivao o subscrevi.
TriMo de AUncar Araripe.
O Dr. Tristo de Aleacar Araripe, oOlcial da im-
perial onieni da Rosa o juiz de direito especial
do commercio desta cidade do Recife, capital da
Erovincia de Pernambuco e seu termo, por S.
I. Imperial e Constitucional o Sr. D. Pedro H, a
quem Dos guarde, etc.
Fago saber aos que
delle delle noticia tiverem
zembro do eorrente anno se ha de arrematar em
praca r.ubljca deste juizo, na sala dos auditorios os
escravos segnintes :
Cosme, preto, que representa ter 38 arates, sem
ofOcio, avahado por 60 ; Simao, preto, que re-
presenta ter 38 annos, sem officlo, avahado por
60O5, os quaes foram penhorados por cxecueSo
de Patn Nash & C, contra o viscende de Suas-
suna.
E nao havendo laneador que cubra o precn da
avalia^o, a arrematacao ser feita pelo valor da
COMPANHIA PERNAMBCANA
DE
Mavcgaeo costelra vapor.
Illu de Fernando de Nuronlia.
O vapor Juaufibe logo que
chegue do norte seguir para a
Ilha de Fernando. O dia da par-
tida ser anuunciado epportuna-
mente.
e
Se\f-i-feira i I ilu corrate.
O agente Pinjo ara leilo por conla e risco de
quem pertencer de urna eaia com lazannas, urna
dita com chapeos de sol de seda e de panno, e
urna dita eom lindas, existentes no armaiem da
j ra do Imperador q. 47, onde se eloctuar o leilo
as 11 hora do dia cima dlo.
AVISOS DIVERSOS.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
opresente e4iUj vire, e PAQUETES A VAPORA
!? q2! 2? d^Ji.d"d-.e- Esperado do" TosdVnor.e
per ido dos partos
at o da 18 do eorrente o
Apa, commandante o primeiro
lente Alcanforado, o qual de-
pois da demora do costume se-
guir para os porlos do sui.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-sc a
carga que o vapor poder conduzir, a 4t|ai ilevera
ser embarcada ao dia de iaa cllegad a. eneommen-
' das e dinheiro a fretc at o da da sabida as 3 ho-
ras, agencia ra da Cruz h. 1, escriptorio dc A-
ile Albuquerque, qur concorrendo com dinheiro
para medicamentos, qur me visitando no leito.
qur se dignando consolar-me. Mogo pobre, elle
nao se Ha eslender sua mao caridosa aos in-
digentes.
Beeekam, pois, estes dous distinctos cavalleiros
a dmiiIm gratidao, o primeiro pelo seu zelo medico,
por espirito de humanidade, e o segundo pela sua
continuada generosidade em soccorrer aos infeli-
zcs enfermos sem remunerado.
Aecife, 13 de novembro de 1863.
Silvestre Pcretra de Carmlho.
Paslllh.is vernlfligas de Memp.
Criancas atormentad* por vermes podem ser
aliviadas com nina so daa das pattilk rermifu-
ja de A>w;i que sao incitaotcs em apparcneia e
deliciosas de mais no seu gosto para seren roge-
ta juatro motivos : ellas nao contera mineraes, nao
prccisam depoisde purgante, effectuam o que se
desoja sem causar dor, as enancas otlo promiitas
a tomar mais do que marca a receita.
-Venhuma mi que j as teuha experimentado
una vez quer outro vermifugo na sua casa. A
wenda por linios ospriineiros droguistas do impe-
reio, e em Pernambuco iior Caors A Barbosa, e J.
dad Bravo &C
Rio de Janeiropor Brrini & CH. Prins 4
CA. A. Mniiia Henriques.
BahaGermano 4 C.
MaceiClaudinho Falcao Das.
Pernambaco -Coars & Barboza.J. da C. Bra-
vo & C
Parahyba Thomaz da Cnnha.
NatalDomingos Henriques Oliveira.
CearBotica do Moreira.
MaranhaoFerreira & C
Para -V. Sedeschi, suecessores Rosa & Fi-
Ibos.
S. Paulo37, ra do Rnsario.
Porto AlegreMartel, Vicente Porto, successor,
I e nas sub agencias em todas as partes do imperio
do Brasil.
COMMERCIO.
NOVO BANCO
DE
a arrematacao sera raiia peio vawr oa mio Lwede 0|i A y^- & c
adjudicado cem o abalimento da le. --------------- "* -----
E para que chegue ao cenhocimento de todos,' COMPANHIA BRASILEIEA
mandei passar editaes que sero publicadas pela; r>
imprensa e affixados nos lugares do costume.
Recife, 1* de dezembro de 1863.
En Manoel Mana Rodrigues do Nasrimento, es-
crivao o subscrevi.
Trist&o de Aknetr Araripe.
Pela inspectora da alfandega so faz publico
que no dia 9 do crrante, depois do meio dia,
porta da mesma, sero vendidas bjb leilo duas
pecas de chita deterioradas, viadas de Liver|iool
pelo brigue inglez titile Ellen, consignadas O. A.
Eastood, cuja arrematacao ser feita de conformi-
dade com o art. 93 1" do regulamento, sendo a
arrematacao livre de direito ao arrematante.
Alfandeea de: Pernambuco 7 de dezeuibm de
186304" escrlpturario,
J. A. da Silva Pereira.
Instituto Archeologico e Geo-
graphico Pernambucano.
Haver sesso ordinaria quinta feira 10 do
I eorrente, s 11 horas da manlia.
Secretaria do Instituto, 7 de de/.euabro de
vapor. 1861
J. Soares de Aztvedo,
Secretario perpetuo.
AO 5:000^.
Segu|da-feira 14 do eorrente se extra-
hir a oitava parte da terceita lotera do
Gyianasio Pernatnbucan (torceira conees-
sSo), 'ho consistorio da igreja de N. S. do
Rosario da freguezia de Santo Antonio.
Os bilhetes e meios acham-se venda na
.. AluRa's? "ma pardii ^ravajieritacozinhei-
ra, encarnadura e lavadeira, por 20i mensaes
Aluga-se um sitio na Capmiga velha eom boa
casa, eontendo 1 quarlos, gabinete, carimba com
boa agua, guarios para pretos, estribarla e fructei-
ras, todo murado : quem o pretender, dirjase
praca da Independencia ns. 37 e 39, ou ra da
Palma n. 41. ____________
OiHciars de fuuileiro e latuciro.
Na officina de funUeiro e iampsLi, roa estrella
do Rosario n. 29, preeisa-se" do peritos officiaes
cima mencionados.
A mesa regedera da innandade das Almas
erecta na igreja matriz do Corpo Santo, declara
que o Sr. Joaquim Cavalcanti de Albtiqawqiie Mel-
lo uao mais o procurador judii da mesma irmandade, dos qnaes foi exonerado
seu pedido, flcande portanto de nenhum cffeto
qualqner procuraoo que Un ha o HMsno senhor
de dita irmandade, para tratar naquoile* negocios
no foro desta cidade.
Ivstrrlla do \or(e.
Est venda nos lugares do costume o n. 6 da
tstrella do Norte.
Sr. I. <.. 1. i|nrlr.n
pagar o importe qnr
PAQUETES A VAPOR
Dos jiortos do sul esperado
at o dia il do crreme o vapor respectiva tliesoararia ra do Crespo n. 15
Princeza dt Joinvillc, cumman- e nas casas commissiooadas ra da Impera-
tiSi/tJ^f^ffiS trn.44,lo,i;uloSr Pimentel: ra Direita'
os porls doVul. n- Botica do Sr. Chagas; ra estretta do
Desde j recebem-se passageiros e engaia-sea losara n. 12. tvpo^rapliia do Sr. Mira erua
earga que o vapor poder conduzir, a qual dever da Cadeia n. 45, toja (lo Sr. Porto.
ser embarcada no da de sua chegada: encom- Qs nremios re 50003000 at IftffYtf
mendase dinheiro afrete at o dia da saluda s 2 "3 l"eiul0s u .i.UWJffUUU ate l^UUU
lloras, agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de S^30 Pa80s ""W "ora depois da extraern
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo C. os outros no dia seguinte depois da distri-
man-
lar pagar o Importe qne ere
ue uu debito que fez em nonio
de ontro, ali is se publicar sen
uome por exteumt. c se daro
oiitras explleaecs qnr Ihe e-
ro deaagradavelat.
Na ra das Cruzes 11. i precisa-si'
de um bom forneiio.
Antonio Joaquim Dias e Jos' Joaquim Perei-
ra, subditos portugiiuzes, retiram-se para o Rio de
Janeiro.
Para a Baha vai sahir com milita brevidade
o veleiro patacho JequHith, |wr tor a maior parte
DECLARARES.
'amulado de Portugal
O cnsul de Portugal nesla provincia, leudo do
proceder aoarrojameuto do todos os subditos-por- vosa fro,e "> os quaes tcm excedentes commo-
tugueaes, neila resideules, para a organisaco da &* lrata-se com os seus (onsignalaros Antonio 1
s. estatisticageral da poiuibcao porlugueza residen- '-"IZ "" Oliveira Azevedo &- C, ne seu escriptorio
A publico.
O caiu'to Honorato Joseph deOlivi-ra I'igueir-
do, em virlude dos annuncios que Trancisco Ay-
res Segismundo de Moraes, te.m feito publicar nes-!
te jornal n>. 279, 280, e 281, de 4, o e 7 do cor-
rente mez, identificando ao respeitavel publico,
de baver cassado ao annunciante os poderes quo
llie havia dado como seu procurador, e querendo
o annunciante como deve, afastar de si, ipiali|er
juizo minos favoravel cpie porventura aquel les an-
nuncios possam trazer sua reputaco, apreseato
O annunciante rogar ao mesmo respeitavel pu-
blico, sv.a attenro para a leitura do documento
abaixo publicado, e que ronfrontando-o com aquel-
es iiniiiicios |ioslerioriiiente (ao documento abai- Rendimento do dia 1 a5
so tianscripu), Kilo publicar por aquelle annun- ,dem & dia 7
in.iis na parte ue oproprio Francisco Agres Se-
uisiaiui In de Manes, uue alada devedor
B ti K.VVJI IIIWO
O novo banco de Pernambuco .convida os estatisticageral da popubeo porlugueza .
credores das massas fallidas de Mesquita & Dutra, te neste imperio,; o que minio Ihe c recommenda- ra Ha Cruz n. 1.
c Francisco Antonio Urrea Cardoso a aprsenla- [ do |)e|0 -ovcrnoide S. M. F., convida e pede to-
da cara engajada, para o resto que Ihe falta tra-
, la-se com os consignatarios Palmeira Beltro.
. largo do Corpo Santo n. \, primeiro andar.
Para o Hia de, Juneiro
Pretende seguir cora milita brevidade o pata-
. dio nacional Beberibe, tem parte dc seu earrega-
raenlopromplpara o resto que Ihe falta e escra-
rem seus litlos no banco para se proceder a res
pectiva verificaro.
NOVO IIAIVCO
DE
PERNAMBUCO
EM 7 DE DEZEMURO DE 1863.
O banco desront na presante semana a oito por
cento ao auno at o praso de quatro nezes, c a dez
por cento at o de seis mezes
Alfandega
que anda 8 eveHor ao an-
nunciante de 8:i5, do que Ihe passou luna letra
de 30 dias !...
Recife, 7 de dezembro de 1863.
Honorato Joseph de Oliveira Fijueiredu.
Declaro que tiesta data ajnste contascom o meu
es-procurador o Illm. Sr. Honorato Jos de Olivei-
ra Kigueiredo, quemein resumo Ihe passei nesla
do pafmenlo de suas commissoes que ti-
idia direilo de cobrar dc mim, Orando assim am-
bos de contas saldas. Declaro mais que recebi
igualmente o restante dc letras, contas e mais
papis e procurac;ies que me pertenriam e que
stavam em poder do dito meu ox-proctirador, a
iucm pelo presente Ihe dou quila^ao delle e de
nossas Iransaccoes at esta dala.
Recife, 3 de dezembro de 1863.Francisco Ay-
ees Bt t Moraes.
Rtcanhpeo verdadeira a letra e assignatura su-
pra ; don f. Cidade do Recife, 7 de dezembro de
1863.
Em testemunho de verdade (sismal publico)O
labelli i publico, Francisco Baptisia de itfWBfJil,
(Eslava o sinte das armas nacionaes.).
E mais se nao conlinhacm dilo recibo que me
foi presente para tirar publica forma, que a pre-
sente, a qual val bem e fielmente copiada, confe-
rida e conceitada, subscripta e assignada em pu-
blico e raso seguintes de que uso nesta cidade do
Recifi- de Pernambuco aos 7 das do mez de de-
zembro de 1863.
Snbscrevo e assigno.
Em tc co, Francisco Baptisia de Almcida.
Aos lllms. Sr*. facultativos e.m eitict-
na nn imperio do Brasil
LAMAN & KEMP.chimico? pharmaceuticoscom
.liogaria estabeleeida A. O. 1898 na. 69, 71 e 73
Water Street e n,19 O d. Slip em Nova York, res-
peilosamente cliamam i allengo de VV. SS. aos
.-eguotes factos :
1.A LEGITIMA SAl.vU'AHIlll.n \ DK B1UST0L COffl-
posta de substancias j milito conhecidas como go-
zando de propiedades depurativas ; entrando em
sua confec^o una i|uantidade de espirito de vi-
nho sufflceule para garantir a sua conservacao
nos enmes calidos.
IL-A I.FCITIMA SALSAPABRILHA DK BI1IST0L pre-
parada euida losa e seientilicamente (mediante a
i .reita de nm medico de talento reconhecido, o
Dr. C. C. Bristrol da cidade de Boffalo no estado
de Nova York) por urna rasa de antiga c bem es-
lalteledda reputaco.
III A LEGITIMA SALSAPAHBH.HA DE BH1ST0L tem
.-ido apresentada ao publico durante o esoaco de
inalsMe .
TIIINTA E UM ANNOS !
o ao publico hrasileiro porto de QUINZE ANNOS.
IV.A LKT.IYIMA SALSA P.VBRIMIA OB BRISTOL
approvada pela Exm.* inspccsan de cstudos da Ha-
van e por muitas juntas e academias de medi-
cina da
America do Nerte,
America Central e
America do Sul.
V.A Lir.lTIMA SALSAPAnnn.HA DEBMSTOL USA-
da em quasi todos os prindpaes ftcwpitaes civis,
militare e da marinha, pblicos, privados c de ca-
idade, c nas rasas de ende nas Antilhas e no
'eminente americano.
*'lA LP.01TIMA SALtA^ARRILHA DK BBISTOL Te-
citada |iHus spus collegas nas Ibas de Cuba e
P-rlo Rico no Mxico, Ouatrmala, S. Salvador.Ni-
iraftw, Hmiduns, ffova Granada, Venezuela,
Ivpiador, Bolivia, ivnl, Chile. Cotifederacao Ar-
v ritma e Randa Oriental : na India e Australia
ninto a anisa cita dr w intmtftizida, c especial-
mente pelos facultativos os mal* eminente e dls-
inetos neste imperio dv Brasil.
Moi iuienio da alfandega
Voluraes entrados com fazendas...
com gneros...
Voluntes sahdos
com
com
fazendas..
gneros...
dos estes seus compatriotas, que remettam este
consulado at O: dia 31 de dezembro prximo,
urna relacao eontendo os -seas nomes, idades, es-
tado, filiaejio, naluralidade e oceupaeao e bem as-
| sim os nomes dais pessoas de sua familia, Incluin
' do caixeiros e criados, cora as respectivas desig-
nacoes e com as hresmas dcclaracoes.
As pessoas quinao sonlwrem escrevere qne nao
li'iiliain quem IhUs ta<; entes rlue.> dataria vir
ao consulado fazp-las verbalmenle*, onde llies se-
ro tomadas todas os dias uteis desde as 9 horas
da manlia at s 3 da tarde. .
Os caixeiros bu outros quaesqtier individuo*
que nao eslejain em casas portu^uezas devem
116:252630 mandar as relacijies relativas a suas pessoas.
27:4845714 O cnsul de.Portugal depois de tantas provas
---------------| de deferencia qu|e tem recebdo de seus rompa-
143:737344 trilas aqu residentes, nao pode duvidar de que
Ihe concedern oais esta que desde j agradece.
Entretanto v-se: na necessidade de mea declarar
que o con.sulado nao reconhecer como portugue-
zes, nem prestar auxilio algum em nome de seu
governo aquelles que at o referido dia 31 de de-
zembro nao acudirem a este convite.
Rogase a todos os portuguezes que deem toda
a puiliridade |Mpsivel a este annunco._________
Para o Rio Cirande do wul.
Saldr com brevidade o brigue nacional Colum-
ba, recebe carga a frele e e-srravos: quem (
nelle carregar entenda-se com Manoel Ignacio de
Oliveira A Filho, lamo do Corpo Santo n. 19.
buirio das listas.
O Uiesoureiro,
________Antonio Jos Rodrigues de Souza.
rOTl^BIIV
m\ U FOHTUW
Bilhetes garantidos
A' rita do Cresa* u. 23 e casas do cosluiae
Aos .VOilift*.
O abaixo assignado tendo vendido nos seus mui-
lo afortunados bilhetes garantidos os dc
Vicenso d'Antuono, subdito italiano, retira-
se para fura do imperio.
Preeisa-se de um menino portuguez que sai-
ba escrever, para caixeiro de taberna na povuaeo
do Corrente : na ra larga do Rosario s. 17 e 19.
Aluga-se um primeiro andar com sotao e
quintal no becco do I'ociuho n. 26 : a Iratir na
ra da Palma n. 41.
Precisa-se de urna ama : no segundo andar
da i na do Imperador n. 3o, entrada a esquerda.
Fugio no dia 5 deste eorrente mez de dezem-
bro (samado), as 2 horas da larde, pouco mait ou
menos, o escravo mulato, de nome Zeferino, eom
os signaes seguidles : dade 34 annos, altura regu-
lar, cheio do cor|>o, Haz barba e bigode, costuina
andar de estrada aberta na cabrea, muito pachola.
tem os denles limados, no p direito te.-.i urnas ver-
rugas, levou ve.-tido calca de briiu branca ja usa-
da, camisa de chita com urnas fines encarnadas.
c o aasento branco, chapeo do chile usado com um
rasgad na aba. o qual escravo conduzio toda a rou-
pa i|ue linha em casa, sendo de suppr que tenha
seguido para o centro, visto* ter viudo para esta
e ns. 343 capital com o destino de ser vendido; portanto ro-
: 2:0X5,11*"* S autoridades potlciatf e rapilans de campo
com a sorte de 10:0003000, 236 cem a de!. .
1302 com a de "00000, c outras militas de lOO'A a apprehensao de dito escravo, remetiendo-0 a sen
uizer 1405 e 205000 da lotera que se araliou de exlrahir senhor o Dr. Deodoro Ulpiano Ceelho Canho na
155
58
213
Descarregam no dia 9 de dezembro.
Barca inglezaBtitish Quena ^carvo.
Barca portngueza Sympathiaj=diversos generes.
Brigue inglez Odencarvo.
Escuna ingleza Merseymereadorias.
Brigue inglez Titania baralho.
Brigue portuguez -Mereuno -pedras.
Barca \ng\tnLnokaut carvo.
Criguc inglesGtaucusr baralho.
Reccbedorla de readas Internas
geraes de Pernambiieo.
Rendimento do dia 1 a5........ 4:9465738
dem do da 7 ................. 4:9865585
9:9925323
MOVIMENTQ DO PORTO.
Navios nitrados no dia 5.
Baha7 dias, corveta nacional D. Jamara, com-
mandante o capito de fragata Joo Carlos la-
vares.
Bahia7 dias, brijue-barca nacional de gaerra
Itamarac, commandante o capito tenente Ig-
nacio A. de Vasconcellos.
New-York53 dias, patacho inglez Mersey, de 14
toneladas, capito Ford, equpagem 8, carga
1,002 barricas com familia de trigo ; a Johus-
ton Pater & C.
Pallimore47 dias, barca americana Hugh Ber-
ckliead, de 444 toneladas, capito J. S. Olivar,
equiiatiem 13, carga 1,500 barricas com farinha
de trigo e outros gneros; a Henrv Poster & C.
Terra-Nova35 dias, brigue inglez 'Glaucus, de
226 toneladas, capito William Jones, equipagem
13, carga 1,240 barricas com baralho e carvo
de pedra ; a Saunders Brothers & C.
dem35 dias, brigue inglez Titania, de 219 tone-
ladas, capito J. W. Tilomas, equipagem 12,
carga 2,933 barricas com bacalho a JeUnslon
Pater & R.
JVowo.t sahidas no mesmo dia.
Rio Grande do SulEscuna nacional Formosa
capito Antonio Francisco de Souza, earga as
suear.
Acarac e portes intermediosVapor nacional
Mammiguape, commandante Manoel fl. dos San-
tos Moura.
ObUTMCtf.
Suspenderam do lamaro para os portos de sul
o barca americana WhiaUatui, capito Maeson,
com a mesma carga que trauxe de Baltimore.
dem polaca hespanhola Elegancia, capito Ma-
ristany, com a mesma carga que tronxe de Bar-
celona.
Navio entrado no dia 8.
Terra-Nova32 dias, barca ingleza Nertherton, de
230 toneladas, capito Samuel Morris, eqoipa-
em 13, carga 3,000 barricas com bacalho ; a
Saunders Brotbers & C.
Nao houveram sahidas.
turen -|,im;i I
Sabe em poneos das para o Porto por ter parte
da carga engajada : para o resto e passaseiros,
trala-iu qamai. ponsignalarini Caraiba A Xojrnci-
ra, ua ra de Apollo n. 20, ou com o capito na
praca.
Brizne i(jinfianca.i
Pretende sahir brevemente para Lisboa,
carga o passageiros, para o ana trata-sc com seus
consignatarios Carvaiho 4 Xogueira na ra do
Apollo n. 20._______________________________|
Para o Porto
segu brevemente a veleira barca S. Ifondi II que
lem engajado metade do seu carregamento ; tura
o restante c passageiros, a quem olTerece bellos |
coniHiodos, dirijam-se aos consignatarios M. J. Ra-
mos o Silva & Genros, ra do Vigario n. 10, pri-
meiro andar.
a beneficio da irmandade do Senhor Bom Jess das
Dores, e convida aos possuidores de ditos bilhetes
i a virem receber seus respectivos premios sem des-
cont algum em seu estabelecimento casa da for-
tuna ra do Crespo n. 23.
O mesmo tem exposto venda em seu dito esta-
bckiiiri.'irt o Mt v\iln/o enea* to rortumo o.-* fcli
zes bilhetes da oliera parte da terceira lotera do
______ Gymnasio, qne se extrahir a 14 do corrente, e as
sones que elles obtiverem sero pela mesma for-
reeebs raa pa*os uina ,,ora Jl'l,oi:i da "xtrac^ao.
Precos.
Bilhetes nteiros..... 65000
Meios bilhetes...... 35000
Para as pessoas que comprarem
dc 1 Bilhetes........ 55500
Meios......, 25750
Manoel Martins Fiuza.
ra do Imperador n. 81, que gratificar a quem o
apprehender.
D-sc. dinheiro a juros sob bypotheca em urna
casa: quem pretender, dinja-se ra do Impera-
dor n. 48, primeiro andar, que se dir quem d.
. Aluga-se 0 secundo andar do tulirado ni ra
Nova n. 67 : a tratar com o morador d# i* andar
do mesmo sobrado.
Em a noite de sabbado para domingo arran-
caran! do estabelenraento do paleo do Terco n. 21
urna taboleta com o titulo de conservador : at
onde pdc chegar o cynismo de algumas pessoas.
| Ser bom a polica syndcar quera loi o engranado,
para nao Picar |>or costume.
Pergiinla-se aos administradores da massa de
Mosquita e utra Cardoso, porque ainda nao se fez
o dividendo da quantia apurada.

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Rogase ao Rvm. Sr. Jos Roberto da Silva o
------ AoSr III* .IAIa Ia*4P IA favor de declarar neste jornal o lugar-de sua resi
.AUO...L/Z. j< L>l ^ denria nesla praCa afin de ser visitado W
Moura MagalMes se roga o a.n^
um
o indicado po..o'"com a possve i.re- obsequio de \iv aruadusCru-
o
_!_._,_____.___ gou |ior Joaquim (Vielho Cintra : a tratar aa
cluir o negocio que no igno- L Quei,,adon. 15.
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A) I'1'KIJCO.
vidade o veleiro brigue |iortngucz Jaren Ame lia. ca- r/A, A A flftB1,JA.JL Bemjamn Frankhn da Cnnha Torreao negocia
pilo Rodrigo Anlonio Branco : quem ipiizer narre-, "^ L t, htgU11U0 allUai, COU" "^Jff* Ll^^jS?* f" garanUo.e
gar dirija-se ao seu consignatario Antonio de Al-
meida Gomes, ra da Onz n. 23 primeiro andar.
Para o Rio de Janeiro. Ira, e qiie j tlO VelllO.
O patacho nacional Capuum, pretende seguir
com inuila brevidade, tem parle de seu carrega-
mento engajado, para o resto que Ihe falta e es-
clavos frete para os quaes tem \ioni. commodos
trata-secomos seus consignatarios Anteaio Luiz
de Oliveira Azevedo & C no sen escriptorio ra
da Cruz n. 1.
Antonio di Leonardo Peluehi, subdito italia-
no, retra-se para fra da provincia.
Antonio Dias de Lima, subdito portuguez,.
retirase para fra da provincia.
JosGonfilves Regulo declara que mudou
seu nome para Jos Goncalves Ribero.
*0
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LEILOES.
LEIId.nO
E
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r
>
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i Urna fabrica de destilarn c seus pertenees, urna :
dita de sabao e seus* pertenees, una grande
propriedade e divers'os terrenos, gneros de
destilaban, botijas o garrafas vazas, garrafors,
joias e prata.
O agente Almeida autorisado pelos Srs. admi-
nistradores liqnidatarios da massa fallida de Joa-
quim Lucio Monteiro da Franca, far leilo da
propriedade da rua Nova de Santa Rita n... na
qual estao collocadas as fabricas de destilago e 1 s
de sabio, sendo tambem urna grande casa de' mo- \W
rada com lodos os commodos nao s para familia I
como pruporces para accommodar empregados
necessarios para taos estabeleeimenlos, una mag-
nifica Cisterna para conservar 200 pipas do li-
quido, alguns terrenos annexos mesma proprie-
dade, nm dito na roa Imperial, diversos gneros
comogenebra. viudo de'caja, essoncins, grande
porco de botijas, garrafas o garntdes vazies e
I diversas obras de otiro c prata.
IIOJF.
I do crtente anuo, s 10 horas do dia na mesma
fabrica
AURORA
* U
LARGO DA
BRUJANTE.
i, u
SAKTACKIZ.
VWb%<&
Mi
EDITAES.
O fiscal da fregnezia de S. Jos do fierffe faz
publico que no dia quarta-feira 9 do corrente s j
9 horas da manlia, depois da audiencia do juiz de QBBta-ftir 1 doeerreale is 10 oras, da taberna
paz da mesma fregnezia, o Illm. Sr. tenente-coro- i ''a traressa da rua d Lirramcnlo n. 2.
nel Josa Antonio Pinto, tero de se proceder a arre- Sera limite a dinheiro \ista
hI vln LUuPc0^a.0 ^ rKSTf nufi foram ** Ptl 38'"te Eiaenin se vender n leilin diver-
3ur^*o rt K .f. VLCt^;^nXfA ..1"0' eenVos .(aquella unen constante do man-
de^dei?nhd?lHi ^"^ mDn,c,Paes ddo en, meu poder de conforme com ojnizo
uwiiii-i.>3n i irn^, *., o ta a n da segunda vara a requer ment do proprtelario,
deSSo dedaiS"C0 fi Ja?' J0S d ReC,fe 7 I P!^"e,8i0 con'*,^ os Pndenles nS preciso
Joo Xavier da Fonseca Capibaribe que TOntem-
Conselho admluitlratlvo.
O dono do grande armazera de molhados denominado AURORA BRILKANTE
honrado avisar ao respeitavel publico e cora especialidade aos seus freguezes, que o
mulo contiendo estabelecimento acha-se de novo sortido de bons gneros tanto do
geiro coiao nacionaes e por precos muito commodos :
Manteiga ingleza flor prunera qualidade a libra 15120, segunda a 15000 e 800,
e terenra a640e.............
Dita franceza muito nova a libra 640 e em barril e meios a 580 e .
Quedos do reino do ultimo vapor es mais novos naasrwib a 2500 c de passado
a25O00e .
Ditos de manteiga i nteiros-a libra a 600 c a rctalho a .......
Bolachinba de soda a 640 e de araruia a libra a.......
Latas com ditas de soda com 4 libras a 5 e ditas com biscoutos inglezes a 15400
15600 e ............
Cha hyson muito fino a 25560,25880 e 35200, dito uxim a 258S0, dito preto muito
fiuo a 25, 25500 e.............
Ameixas francezas em latas de 3 e 6 libras e meia a libra a 45500,25400. 15500 e
Latas com marmelada da safra nova libra 720 e ......
Ditas com figos de comadre 8 libras 5500 4 ditas 15500 e libra ....
Passas novas em caixa de arroba a 65500. quarto a 25300 e libra ....
Caixesdedoce de goiaba da casca a 400,500, 640, 880 e......
Frascos com conservas franceza e ingleza a 800 e 900 e de musanla a
Auieiidoas nova* arroba a 65 e a libra a 240 e........
Sevada nova arroba a 25500 e libra 120, sevadinha e saga novo a
Vinhosgenuinos dos raelhores autores do Porto duza a 145,185 e 205 e garrafa a
15280, 15600 e..............
Dito em pipado Porto Figueira e Lisboa a caada 55, 45500, 45, 35500 e 35 e
garrafa a 400, 480, 560 e..... ^T^ 7T
Dilo branco proprio para missa do Porto, Figueira e Lisboa, Carcavelos, termo xe-
rez a 15, 800, 640 e......
Espermacete verdadeiro a libra 800, 720, 640 e 800 rs., velas de composco o car-
nauba arroba 105 e libra a......
Farelo saceos grandes, farinha, miluo e arroz de casca a 45, 45500 e 5 e ais
pequeos a
Lin
tem a ,'i*
ara ja me
estraa- C^
O conselho administrativo para fernecimento do
arsenal de guerra tem de comprar os objectos se-
guintes :
Para a companhia dos menores do arsenal de
guerra.
Gaz 6 gales.
Para o mesmo arsenal.
Penna; de ganso 1,000, pennas d ac caixas 20
caivetes de aparar pennas 10, zarria arrobas 5'
Perante a cmara municipal desta cidade de livro em branco de papel pautado com 150 folhis
Olinda estar em hasta publica para ser arremata-
do nds das 5, 10 e I i do corrente mez, por quem
mais der, por tempo de um anno, o imposto de
coqueiros por 4005 : o pretndante* podem com-
parecer no paco da cmara nos referidos (Has enrtt
seus fiadores habilitados na forma da le para po-
derem lancar, sem o que deixaro do fazer.
1, 1 dito de 200 fochas, ferff inglez ern barra de
1 X flw>gada de largnra e 3 oitata? degrossura
quintaes 14 1/2.
Para o presidio de Fernando,
culos de alcance f.
Quem quizer comprar tacs objectos, aprsente
as suasproposias em carias fechadas na secretaria
DK
Urna loja de fazendas.
na o Quriihiid h. G.
O agente Siraoes far leilo reqneiwiento dos
administradores da massa fallida de Ma<*|do \
Santos, e mandado do llui. Sr. Dr. juiz especial do
nommercio, (las fazendas, armacao e mais utensi-
lios ; e enmo tambem de unta burra de ferro, rar-
teira, mocho, mesa, es|>etho. todo existente na re-
feriila loja, e que se vender em um ou mais lotes
a vnuladeitng pretendentes.
<|nlnta-felra iodo eorrente.
As II horas em ponto.
nicas do inrtSo 320, costelas e cavecas e maia' tele 'de paren nreo prwprte
para fejoaua a.......... .
Macarrao, talharim, aletra, pevide, estrelinhas e rodinhas a libra .
Latas com peixe em posta mulo bem pre|iaradq,em moilio a ....
g Charutos finos da Baha dos melhnres fabricantes a 25, 25500,35, 35500, 45 o .
g Genebra de Hollanda verdadeira o frasco a 640 e 15 e uV laraiija a
p Verdadeira fariiilia de matarana ou ararula em caxinha de 4 libras a
g talho a .....
Gomma muito alva arroba 25500 e libra 100 rs., dita mais antiga
libra. ........
Caf de moca a libra 360, dito do Rio a libra 320 e 280, e do Cear a
a 105, 95500 &.........
Toocinbo de Lisboa arroba 125 e a libra 400 rs.. cliouricas novas a libra
Presuntos para fiambre a libra 800 rs. e ditos de La mego para panclla a
libra e inietrua a libra
Alpista novo arroba 55 e libra 160, grao de bico a 160 e ervilhas novas em latas a
libra 640 e............
Servej das meihores marcas branca e preta inteiras e. meias garrafas dttzla 55
65, e............
Resteas com grandes sebolas o cento a .
640 e a rc-
arroha 15280 e
320 e arroba
Lamego para panella a 400 rs. a
400 ^
15800
640 m
400^
UNO I
35000 S
mm ;*
800 J2
320 -j*
480 fa
15000 *m
soo a
320 m
280 vy
250OO
640 1
360 m
35800 I
480
I5IH): m
55000 r
15000
800
60
85500
040
640
320
75500
25 00
I



Diarlo de Pena
ico Quarta felra 9 de Owmbro de lttttS.
____________ ------i--------------------------- Ka
FAZENDAS DE BOM GOSTO
Superiores cortes de seda de eor a 304, 60#, 704,804,904 e 1004 cada corte, os mais modernos que tem viudo a PeraambHco.
finos de moreantique de cores e pretos. '
Lindas sedas de cores a 24200 rs. o eovado.
Ditas de ditas de quadrinhos a 14 o a 14200. .
Moreantique carmczim cor da moda a 14200o eovado.
Superiores cortes de Monde para noivas.
Lindos cortes de crep de Hespanha com barra de cores as mais liadas que se pode desejar.
Cortes de lia com barra de cor.
Ditos do la cora barra aquille.
Lindos cortes de grinadiue de seda com barra de gostos inteiramente novos.
Linda fazenda para vestidos denominada crep de Hespanha de cores mui lindas.
Superiores las de cores matisadas.
Grande e variado sortimentb de percales de cores para vestidos.
Dito de chites francezas muito finas escuras, claras e matisadas.
Lindas catilinetas para vestido, gostos inteiramente novos.
Superior^ cortes de cambraia brancas bordados e entras mui tas fazendas de bom gosto para vestido de senhor.
Para hombros de selioras.
Superiores capas pretas a 204, 254, 304, 40* Q SO*.
Santiembarques de cambraia ricamente enfeitados.
Ditos de cachemira de cores e brancos enfeitados com muito gosto.
Lindas capas de caximira de cores as mais modernas que tem vindoaesta praea.
Superiores zuavos de cambraia e de seda preta.
Lindos postilhoes de merino do cores.
Grande e variado sortimento de camisinhas bordadas
dem de chales de merino lisos de barra estampadas de quadros e de crep a 44500, 54, 6, 74, #, *5 e 104.
Para cabera de senhora.
Superiores chapelinas de palha de Italia.
Lindos chapeos de palha de Italia enfeitados com muito gosto e grande vanedade para escolher a 124,1* e lo*-
Modernos enfeites de llores chegados no ultimo vapor francez.
Variado sortimento de enfeites denominados conservadores para eabeca.
Bordados.
Grande sortimento de entremetas bordados a 14,14*00 e 14500 a peca.
Lindas tiras bordadas largas a 24, 34 e W a peca.
Calcas bordadas muito linas para senhora.
Superiores e modernas saias bordadas. .
Espartilhos superiores e outras militas fazendas de gosto na loja das columnas ra do Crespo n. 13, de Antonio Urrea de Vasconcelos A C.
Pechincha sem igual. .
Na mesma loja das colamnas vende.se cortes de cambraia organdys de barra de duas saias e de babados masados com 14 a 16 varas
corte a 64, 84, 104 e 124 o corte.
cada
Musicas para piano e canto de todas as forjas, e tnethodos dos melhores autores, e wnde-j
Ise baratissimo.
EXCELLENTISSIMAS SENHORAS,
aproveiteni as peeliindias da ioja roa do Crespo d. 17
DE
JOS GOMES VILLAR.
Para aparar dinheiro est vendendo baratissimo,
%proveiIem todos.
Recebeu de New-York 2,000 baloes de 20 arcos e vende a 24500 cada um.
Ixtraordinaiia pecliiucha, sciu igual.
Las de coros, de quadros a 280 e 400 rs. o eovado.
Cassas de cores a 200, 240, 280, 320 o eovado I !
Chitas francezas muito boas a .'ti'ti e 360 rs. o eovado.
Madapoles, pegas de 20 varas a 74, 84, 93, 105, 115 e 125 a pega.
Cambraias lisas, pegas de 8 l|2 varas a 25500, 45,55, 65, 75, 85 a pera.
Capas pretas, manteletes pretos liordados a 205 e 325 rs. I
Sotambarqucs pretos de 255 a 305 rs.
Capas de casemira de cores a 255 e 304 rs.
Outras fazendas de inulto gosto.
PHOTEJAM TODOS
Cortes de cafnbraias bordadas; cortos de vestidos de blondo para noivas, com capella el
f manta. Chapeos Mara Pia a 125 cada um I I Heias para senhora a 45, 55, 105 e 124
rs. a duzia. Bramante de linho, de 10 palmos, a 25 a vara. Bramantes belgas a 35 a vara
esguies de linho finissimo ; bmbazinas pretas para luto ; merinos pretos etc. etc.; da-
mascos de laa de 8 palmos de largura, proprios para colchas e para cortinas de salas.
0iU9iUj90|aqeisd ouiissiiaeiJodun ossou 'seis seuixa "oij."m;*jo.i,i i
'OJioqajp b 'seuiissinueq sepaozej
ciajojiit: > i-ion i:| sqau|qaad se ui,|i.>\(.iU
FOLHINHAS PARA 1864,
Na praca da Independencia hvraria ns. 6
e 8, acham-se venda as seguintes folhi-
nhaspara 18(ii impressas tiesta typographia
em excellente lypo ebom papel,
Folliinlia de porta contendo as mate-
rias do costume, rs.........160
Dita de algibeira, sob a epigraphe
religiosa, contendo alm das materias
do coslume os sete passos da Paixo
de Nosso Senhor Jess Christo ; cnti-
cos do mez Mariano; hymnos e jacula-
torias ao Santissimo Sacramento; ex-
plicacdes de diversas oraches; cora
Seraphica ; exercicio ao sagrado cora-
cao de M;ii a ; oraco para visitar as
igrejas no dia da Porciuncula ; oracSo
para escolha dos estados da vida ; dita
a Senhora da Cnceico ; e medilacoes
sobre a reforma da consciencia, rs. 320
Dita de dita, sob a epigrapheVa-
riedle, contendo alm das materias do
cosime : receilas uleis e necessarias
aos diversos mysterios da vida; physi-
ca e recreativa ao alcance de todos:
pilheria.se ralices; poesas; charadas;
mximas e pensamentos colligidos por
um curioso..............320
NOY ESTABELECIMENTO DE MEDICINA HOMEOPATHICA
RA MOTA W. 43.
O Dr. Sabino O. L. Pinho nwidou o seu CONSULTORIO para a loja de marmore
ra Nova n. 43, onde continua a dar consultas todos os das uteis desde o meto dia at
2 horas.
Os enfermos, que o procurarem logo na invasao da molestia, sem que hajam to-
mado qualquer remedio, era allopathico, nem homeopathico, pagaro metade dos precos
estipulados. Esta concess5o tem por fira facilitar a cura de molestias, que podem tornar
se complicadas pelos emprego intempestivo da therapeutica e ao mesmo tempo adquirir
para a homeopathia maior numero de adeptos pela bateza da cura.
Em attencSo as pessoas pobres, que nao podem sahir de dia, o Dr. Sabino resol-
veu dar duss consultas por semanas as tercas e sextas-reirs das seis as sete horas da
noite.
Os chamados para visitos e conferencias devera ser dirjgidos por escripte ao con-
sultorio desde 8 horas do dia at 8 da hoite, na certeza de que serSo attendidos na orden
de sua precedencia, salva a circumstancia de eminente perigo.
ADVERTENCIA.
O novo consultorio est prvido dos melbores medicamentos, desde a primeiir
at a trigsima dynaminjsacSo.
E como os mdicos hespanhes e allomaos nao cessam de certificar a major efi-
cacia das ultissimas dynaminisacoes do tratamento das molestias chronicas, o Dr. Sabino se
oceupa agora de elevar os seus medicamentos s potencias mais altas (por ora at 200.*).
afim de verificar por si mesmo a ferca dynamica, que se lhe attribue.
Os mdicos, que quizerem experimentar taes dynaminisacoes podero dirigir ao
consultorio suas receitas, que sero aviadas gratuitamente para os pobres.
No mesmo consultorio se vende a novissima edico do Thesouro homeopathicc
ou Vademcum do homeopatha, obra indispensavel a dos que querem usar da homeo-
pathia.
Tudo o que diz respeito nova medicina se acha abundantemente neste novo estabe-
aecimento.
ratlflcacSo de 5.
Perdeu-so entre o Recito e Corredor do Bispo
um embraH de papel, contendo urna pndula e
duas chaves pertencentes aun retogie*: qnem
arlioaeqwzfrresWuiraodotio Johti fiatis, leve
&??eecri|ltorJ0 n- O. ra do Torres-, praca
de Recito, ti no sit.o Corredor do Bispo, que rece-
bera a ttraiilicacaoaoima
Jos Azevedo de Andradc faz
scii'te ao coi-po dt commereio desla
traca ea sen* freguezes em gerl, que
transfer o sen est^tHecimento de fa-
zendas silo rna do Crespo loja u. 20
A para a de n. 18 da mesma ra.
ATTENQlO.
Precisa-se de urna ama na ra da Sanzalla No-
va n. 39, para todo o servico de urna familia de 4
pessoas.___________________________________
Coiupanhia tic seguros martimos Iti-
lida A direecao convida aos senbores accionistas
receberem o dcimo dividendo de 155 por accao,
no escriptorio desta companbia, ra da Cadeia n.
42, em os dias uteis, das 10 s 4 horas da tarde.
Recito 5 de dezembro de 1863.
Os directores
Feliciano Jos Gomes.
____________Domingos Rodrigues de Andrade.
Como consta que o Sr. padre Francisco V-
rissimo Dandeira tenha chegado do Bonito, rogase
de dar cumprimento ao que asseverou em sua car-
ta dirigida olarian. 13 na ra do Mondego.
Aluga-se a casa terrea n. 6, do pri-
meiro becco da Camboa: a tratar ra da
Cadeia n. 62, segundo andar._____________
Aluga-se a casa terrea n. 57 da ra Augusta
com 2 salas, 6 quartos, cozinha fra, quintal mu-
rado e cacimba, e igualmente a loja da casa n. 59
da mssma ra : os pretendentes entendam-se com
o seu propietario na mesma casa n. 39. ______
SEGUROS DE VIDA EM MTALIDADE.
A direejao do BANCO UXlAO tendo obtida do governo de S. M. F. a autorisacao para estable-
cer o seguro de vidas em mutualidades, faz publico que desde j toma subscripcoes annuaes por urna
s vez, debaixo das seguintes condices :
Com perda de capital e lucros-,
Dito capital smente;
Dito lucrhs smente;
devendo a primeira liquidacao ter lugar no 1 de Janeiro de 1859.
As vantagens do emprego de capitaes em mutualidade, sao obvias, porque nao smente se co-
in o juro de quanlias diminutas, de que avulsas se nao poderia tirar nenhum resultado; mas alm
disso, este rendimento augmentado pelo capital ou lucros, ou ambas as cousas, conforme as condices
da suuscnpcao, dos que fallecen). Tambero partido pelos socios sobreviventes tudo aquillo que os* so-
cios morosos nos seus pagamentos, sao por este motivo obrigados a pagar, bem como caducidades que
occorrerem pela falta de cumprimento do compromisso social.
As liquidaces sao pelo systetna dascompanhias hespanholas, Tutelar e outras ; e parase poder
fazer urna idea do que pode produzir urna entrada annual de 10*5, publica-se a seguinte tabella basea-
da sobre a experiencia de muitos annos de companhias desta natureza :
Em .'i annos Em 10 annos Em lo anuos Em 20 aunos Em 2.' annos
Por um
Por urna
As entradas por urna s vez dio resultados muito superiores s annuaes.
Porto, 10 de agosto de 1863.Os directores do Banco Unio, Jos da Silta Machado.F. M. va*
der Niepoort.
Agentes em Pernambuco : Antonio Luiz de Olivara Azevedo & C, ra da Cruz n. 1.
mKm mmmmm mmwmmmmmmmwmmmm
1 FAZENDAS BARATAS 1
9ltUA DO QlTEIJff ADO--99 f
Custodio, Carvalho A C.
Finas catnbraias organdys indianas pelo baratissimo preco de 300 rs. o eovado ou
500 rs. a vara.
.raudo sortimento
dos mais finos bale de arcos para senhora e pelo barato proco de 3 cada um, ditos de ma-
dapolo para meninas a 2'00.
Xovldade
Os mais lindos e maii finos e modernos cortes de laa com ricas barras, tendo cada corte i
20 eovado e pelo baratsimo preco de 20fi.
Fil de linho vara a 500 rf.
Modernas laazinhas para vestido o eovado a 440 rs.
Continua a haver pao de senteio novo nos dias
((liarlas e sabbados de cada semana, na padaria
em Santo Amaro as p da fundieao, na ra' da Im-
peratriz n. 22, e ra do Brum, confronte o chafa-
riz n. 47, ra das Cruzes, deposito n. 39, na Pas-
sagem, taberna da esquina do Sr. liento, que vira
para o Remedio, e no armazem progresso, largo
da Penha n. 10.______________________._______
Gal.ncie medico c ir urajeo na dos
i Flores n. 37.
O Dr. Estevao Cavalcanti de Albuquerque d
1' consultas medico cirurgicas em seu gabinete das
8 s 11 horas djt manhaa e das 11 at s 3 horas
da tarde, os chamados devero ser por escripto e
dessa hora em dianle devora ser procurado na ca-
sa de sua residencia no Cliora-Menino.
I. Partos.
2. Molestias de pello.
3. dem dos olhos.
4." dem dos orgaos genitaes.
Praticar toda e qualquer operacao em seu ga-
binete ou em casa dos doentes conforme Ibes for i
mais conveniente.
D-se 205 mensaes a urna ama que queira aca-
bar de criar um menino de 8 mezes, sendo para
passara festa com a mesma familia, distante desta
cidade : a tratar na ra Direita u. 45, loja de cal-
gado. ___________^_______________
Sociedade de seguros mu (nos
de vida installada pelo Banco
i nlo na cidade do Porto.
Os agentes nesta cidade e provincia Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C escriptorio na ra
da Cruz do Recife b. 1, estao autorisados desde j
a tomar asignaturas e prestar todos os esclareci-
mentos que forem necessarios, as pessoas que de-
sejarem concorrer para tao til e benfica empie-
za, segurando um futuro lisongeiro aos associados.
! DENTISTA DE PARS
19Rna Nova-19
Frederico Gauticr, cirurgio dentista,
faz todas as operaces de sua arte, e col-
loca denles artificiaos, tudo com superio-
rdade e perfeico, que as pessoas enten-
didas lhe reconhecem.
Te'm agua e pos dentificio.
menino de 1 dia a 1 anno H05 4005 9005 2:0005 4 7085
> de 1 anno a 2 > 905 3005 7505 1:7005 3 7005
de 2 . a 3 > 865 2965 7205 1:6005 3 5005
de 3 a 4 > M| 2805 7105 1:5605 3 4005
> de 4 a 15 > 865 2705 7005 1:5505 3 3501
pessoa de 15 > 20 865 2705 7005 1:5 i05 3 3305
de 20 . a 30 . 86-5 2705 7105 1.5605 3 4005
de 30 . a 40 > 865 2705 7205 1:6000 3 7005
> de 40 a 50 > 905 3005 7505 1:8005 0 0005
Aon. 29.
Nova loja dos baraleiros na ra do Queimado.
Velludo de cores fazenda muito boa o eovado
15000, baloes de panno 35200, ditos de arcos
35000, 45000 e55000, las de duas larguras
para vestido o eovado 500 rs., chitas francezas o
eovado 360 rs., nielim branco para forro de
vestido o eovado 130 rs., tarlatanas de todas as
cores a vara 720 rs.
Ao n. 29.
Nova luja dos barateiros na ra do Queimado.
Cassa lisa pellc de ovo a peca 75500, cambraia
lisa muito fina a peca de 17 varas 105, cam-
braieta pe$a de 12 jardas 75000, cambraia adamas-
cada para cortinado a peca de 22 varas 105000,
mcias finas para senhoras a duzia 45000, chales
de laa ponta redonda 325500.
Ao ii. 29.
Nova loja dos barateiros na rna Jo Queimado.
Bicos pretos de linho avara 120; 160, 240, 320
rs., franjas de seda a vara 80 e 160 rs., galoes
de seda de algodao e de laa para enfeites de vesti-
do a peca de 10 e 15 varas 400, botoes de seda
de velludo e de fuslao duzias 120.
A 10 por mez.
Aluga-se o excellente armazem da casa da ra
do Amorim n. 13, muito proprio para recolher g-
neros, ou para tanoaria : a tratar na praca da In-
dependencia n. 22, loja de bilhetes.
Aluga-se o armazem do sobrado no Forte do
Manos : na ra da Moeda n. 5.
CASA DE SAUDE
Em Sanio Amaro
Do Dr. Silva Ramos.
nico estabelecimento desta natureza
que existe entre nos, montado do modo
que pode com todo o commodo e zelo tra-
tar qualquer doente, que nella seja reco-
mido.
O edificio magestoso e conserva-se
em perfeito estado de limpeza e conve-
nientemente mobiliado.
Os doentes sao separados, segundo os
sexos, natureza das molestias e condicoes
sociaes.
lia quartos fortificados para os aliena-
dos, e urna enfermara para as partu-
rientes.
O propietario encarrega-se de qual-
quer operacao.
O estabelecimento franqueado qual-
quer pessoa que o queira visitar.
Primeira classe 35000diarios.
Segunda dita.... 25500
Terceira dita.... 25000
Para que qualquer doente sejaali rece-
bido, basta que se mande onoine do doen-
te e da pessoa que o remette, com a de-
claracao da inorada.
O proprietario aceita contratos annuaes
com qualquer que queira ter um ou mais
leitos sua disposiejio.
Antonio Jos Rodrigues de Souza aluga a sua
casa e sitio do Monteiro, em frente ao oitao da
igreja de S. Pantaleao, com bastantes commodos :
a tratar na thesouraria das loteras, ra do Cres-
po n. 15.
- Precisa-se alugar um preto para o ser-
vico de casa ; na ra da Cadeia do Recife nu-
mero 20.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da
ra do Crespo n. 23 : a tratar na loja.
Antonio Jos Rodrigues de Souza, na ra do
Crespo n. 15, precisa alugar um moleque para o
servico de casa de familia, e que saiba bolear car-
ro, sendo de bons costumes.
Iin-
Ion lisia americano
[De \0\1-York. 1-11:1 do
rador n. G3.
(Dr. \V. II. Mf. Grathr offerece ao res-
peitavol publico de Pernambuco os ser-
l vicos de sua profissao, todas as opera-
ces da bocea e denles sero executadas
com o ultimo e muito melhorado princi-
1 pos de cirurgia dental.
O Sr. Luiz Paulino Cavalcanti de Al-
buquerque, tem urna carta nesta typographia.
Previne-se a quem convier, que o sitio em
Reberibe, pertencente Antonio Norberto de Sou-
za Lcaldade s pode ser por elle arrendado em to-
do, ou em parte, c nao por outra qualquer pessoa,
ainda qne seja pelo mais especioso motivo, sob
pena de indemnisar perdas e damnos dahi resul-
tantes.
Precisa-se de um bom cosinlieiro ede urna
ama que saiba engommar e lavar : tratar no
sobrado n. 32, da ra da Aurora.
gratoMcacao cima.
rn~rig \ ma p?* "*> margem do>
''"^ COm CXC1',1Ieme aeui "a beber-se;
a tratar na taberna da largo do Cat.no n. 44, en-
trando-sc para a ra da Camina do mesmo.
Po^, nrdeU'!.e ua rua d0 lm*T**>r, Paca de
Pedio II rua do Rosario, paleo do garmo, al a
rua da Imperatriz unu bengala de nycorne
quem a achar e quizer entrear, pode dirigirse
rua do Crespo loja do Sr. Augusto Hygin de
Miranda, que ser recompensado.
Antonio Jos da Costa Cabraf despedio seu
caixeiro desde o dia 5 deste eorrente..
Anda contina para alugar-se a casa n. 72
da rua Imperial: a tratar com Jos Dias da Silva,
na rua do Imperador, sobrado- n. % entrada pela'
rua de S. Francisco.
f4S)HpntfL
ur. sarment rimo,medicooperador
do hospital Pedro II, para maor com-
modidade das pessoas que ohonram com
a sua eonflanea, participa qne ser en-
contrado todos os dias no referido hos-
pital das 7 s 10 da manhaa e dessa hora
em vante na rua do Queimado n. 44, se-
gundo andar, onde ha estabeleddo o seu
consultorio, ou em casa de seu paiCam-
po das Pnncezas.D consultas gratuitas
todos os dias no dito hospital, onde pra-
tica toda e qualquer opera;ao de que os
pobres precisem para o seu restabeleci-
ment. Incumbe-se especialmente da
cura das molestias do dominio da medi-
cina operatoria, que se ha dedicado,
das affecces do tero e da uretra.
Aluga-se na povoacao de Beberibc urna boa
casa com quintal murado, pequeo sitio, tendo o
rio no fundo do mesmo sitio e perto de casa, cujo
predio aluga-se por festa ou por anno : quem o
pretender, dirija-se mesma povoacao Theodoro
do Lago, ou a rua do Queimado n. 23.
Alugam-se tres sobrados na rua do Pires da
Boa-Vista, cada um dos quaes offerece muitos com-
modos para grandes familias por conter no andar
superior 5 quartos e 2 salas; e no pavimento ter-
reo, alera des mesmos commodos referidos, cozinha
e 2 quartos no quintal: para tratar do aluguel, na
loja n. 3 na rua do Cabag._______________^_
Aluga-se o armazem n. 4 da rua do Apollo, e
o terceiro andar da casa n. 88 da rua da Impera-
triz ; na rua da Aurora n. 36.
Aluga-se o sobrado da rua do Colho n. 10,.
com grande terraeo por commodo preco ; a casa
dos leoes na rua dos Prazeres n. 36; urna dita na
mesma rua n. 32; urna dita na rua do Socego n.
7 : a tratar com Jos Carneiro da Cunta.
Com panilla fldelldade de
seguros martimos e ter-
restres estabeleclda no
Ilio de Janeiro.
AGENTBS EM PEPNAMBUCO
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo k C,
competentemente autorisados pela direc-
tora da companhia de seguros Fidelida-
de, tomam seguros de navios, mercado-
rias e predios no seu escriptorio rua da
Cruz n .1.
D-se constantemente dinheiro a premioso
penhores de ouro e prata: na rua da Gloria n. 27
se dir quem d.____________________________
Precisa-se alugar nina escrava que saiba co-
znhar e comprar, para urna casa de pouca familia,
ou urna criada forra para o mesmo servico : na
rua do Queimado n. 39. ________ _
Troca-se boa telha por lijlos de alvenaria
grossa : a tratar com Marcelino Jos Lopes, na.
rua do Mondego n. 13, olaria.
COMPRAS.
Na rua do Livramento n. 11, segtindo andar,
compram-se pennas de ema.
Compra-sc um preto at a idade de ."10 annoss,
sem viejo nem achaque, e tambem se compra urna
negrinlia de idade de 10 annos, sadia e earinhosa
para meninos : a tratar na rua do Gotovello, pa-
daria n. 31.
Compram-se ae^es da caixa filial e do novo
banco : na rua da Cadeia, escriptorio de Leal
Reis.___________________________
Na rua do Mondego, olarian. 13, comprase
chumbo vclho.
- Compra-se para encommenda alguns escra-
vos, molecotes de 15 a 20 annos, bonitos e sadios :
a tratar com Tasso limaos, rua do Amorim n. 25.
Precisa-se de urna ama de leite nao
tendo fillios, seja forra ou captiva : na rua
da Uniao n. 50,
DE
DE
J. VIGNES.
X. *6. RUA DO IMPERADOR N. 55.
Os pianos desta antiga fabrica sao hoje assaz conhecidos para que seja necessario insistir sobre i
sna supenoridade, vantagens e garantas que eflerecem aos compradores, qualidades estas incontestt-
veis qu e.elles tem definitivamente conquistado sobre todos os que tem apparecido nesta praca : pos-
-uinao um teclado e machinisrao que obedecem todas as vontades e caprichos das pianistas, sem
nunca amar, por serem fabricados de proposito, e ter-se feito ltimamente melhoramentos impertan-
tissimos para o clima deste paiz quanto s vozes sao melodiosas e flautadas, e por isto muito aerada-
veis aos ouvidos dos apreciadores.
m^S?6! c?n,}>e ** encommendas, tanto nesta fabrica como nado Sr. Blondel, de Paris, socio
correspondente de J Vignes, em cuja capital foram sempre premiado* em todas as expsices.
mei^pf^'^f,^le,c"n7ent0 M a?1* sempre um explendido e variado sortimento denulMi dos
Jo?S? Si Si fr UrO>a' aSS,m COm harmon,c8 e P'aD0S harmnico*, sendo tudo vendido
O Dr. (ktsme de S Pereira conti-
na a residir na rua da Cruz n. 53,
Io e 2o andar, onde pode ser procu-
rado, para o exercicio de sua profis-
sao medica, e com especialidade
obre o seguinte
Io molestias de olhos;
i" de peito:
3' dos org5os geniti
urinarios.
Em seu escriptorio os doentes sc-
r3o examinados na ordem de suas
entradas comeando o tftba)ho pelos
doentes de olhos.
Dar consultas lodos os dias d si
6 as 10 da manhaa, menos nos de*
mingos.
Platicara toda e qualquer pera-
ci que julgar conveniente para o
prompto restabelecimento dos seus
doentes.
Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 25
da rua estreila do Rosario, tendo commodo para
grande familia: a tratar no eaes do Ramos, sobra-
do n. 2.
la para se empregar um excellente cozinliei-
ro : quem precisar, dirija-sc rua da Lapa n. 3.
Ama para ser aliigada.
Urna parda moya com todos os roquesitos para i
urna casa de familia, salte coser, engommar, vestir!
! urna senhora, e tratar do criancas : pode ser pro- j
' curada a pessoa que est encarregada de aluga-la,
no estabelecimento dos Srs. Quinteiro & Agr, na
rua Nova, das 9 horas da manhaa 1 hora da
tarde.
Aluga-se urna casa na rua das Flores : quem
quizer falle na alfandega com Joao Duarte Carnei-
ro Monteiro.
Compra-se urna rabeca pequea: entendam-
se na rua larga do Rosario 11. 36._______________
Compra-se urna escrava que tenha habili-
dades e.de boa conducta : na rua da Cadeia n. 35.
Compra-se urna mulatinhade 12 14 annos,
sendo sadia e de bons costumes: na rua do Cres-
po, loja n. 15.
Comprase um escalcr que seja pequeo e
em bom estado : a tratar com ^ntonio Jos Rodri-
gues de Souza, na rua do Crespo n. 15.
Compra-se ejlectivamente euro e prata en>
obras velhas: na praca da Independencia n. 22
loa de bilhetes.
Comprase cobre e latao velho : no arma-
zem da bola amarella no oitao da secretaria de
polica.
Maques sobre Portugal.
O abaixo assignado, agente do banco
mercantil Portuense nesta cidade, saca ef-
fectivamente por todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
aualquer somma, vista e s prazo, po-
endo logo os saques a prazo serem des-
contados no mesmo banco, na razio de 4
por cento ao anno aos portadores que as-
sim lhe convier : as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
M,m
3--RUA ESTREITA DO ROSARIO-3
Francisco Pinto Ozorio contina a col-
locar denles articiaes tanto por meio de
molas como pela pressao do ar, nao re-
cebe paga alguma sem que as obras nao
fiquem a vontade de seus donos, tem pos
e outras preparacoes as mais acreditadas
para conservayo da bocea.
Precisa-so de urna pessoa para tomar conta
de um rancho na Estrada Nova : a fallar no mes-
mo lugar no sitio da viuva Villaseca.
Furtaram no bairro do Recife, da algibeira
de seu dono, um relogio de ouro patente inglez n.
290V6 do fabricante James Hornhy, 40 Slater S.
Liverpool; recommenda-se aos senhores relojoeiros
j e polica a apprehensao delle, caso lhe chegue s
i rnos, levando rua da Cadeia n. 17, loja, ou n.
10, primeiro andar, que se recompensar.
Augusto Jos da Costa, subdito portugnez,
chegado da Europa no vapor Paran, segHO para o
Rio de Janero.
VENDAS.
Precsa-se de urna ama
na rna Nova, loja n. 7.
forra ou escrava
TINTURARA.
Tinge-se com perfeieo para qualquer
cor, e o mais barato possivel: na rua do
Rangel n. 38, segundo andar.
tan A FESTV
Aluga-se urna dis melhores casa no Cachang
confronte a igreja, murada com caes e porto para
o rio, pintada e caiada de novo ; a tratar na rua
4o Queimado, loja n. 43.
Manoel Duarte Rodrigues na rua do Trapiche
n. 26 compra acedes da caixa filial do banco do
Brasil nesta.
Arrenda-se um sitio no lugar da Boa-Viagem, | O abaixo assignado faz ente aos devedores
com muitos arvoredos de fructo, baixa para capim do Sr. Francisco da Silva Cardoso que em razao de
e proporedes para vacuas de leite : quem o quizer sua idas provincias do sul, deixa hoje de conti-
arrendar dirija-se rua da Cruz n. 37, segundo, nuar na liquidaco da casa do mesmo senhor. Re-
andar que achara com quem tratar. _______,oife 5 de dezembro de 1863.
' Aluga-se urna casa com bastantes commo- f _________________Antonio Jos de Siquoira.
dos e c ebeira para ca val los, na entrada do Ca-, Roga-se ao Sr. Jos Alendes Carneiro Leao,
changa; a tratar no Chora-meninos, taberna. i senhor do esgenho Taquari, que mande rua de
" Apollo n. 25, segundo andar, realisar o negocio de
' seu interesse.
Ao eommerclo
0 abaixo assignado participa ao commereio ha
ver estabelecldo nesta praca
urna casa de com-
Aluga-se o primeiro andar do sobrado
missdes sob a razao de Pereira Carneiro & C,, se- ja m3i 0 Amorim n. 58, proprio para es-
do socicommanditarodflllaor. Joao iras, do crmtorn .. ra,-rA rU9 .i.T c.Aaia n fi9
Rio de Janeiro. Pernambuco i' 9 dezembro de f"PJ" J"mr a rHa da Ude,a n- b2'
1863.-.,dolpho Pereira Carneiro. I segurado andar.
Sal de Lisboa
Vende-se superior sal de Lisboa, a bordo do bri-
gue Constante : a tratar com Manoel Ignacio de
Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo n. 19.
Vende-se um cevado bastante grande, duas
car rocas de lenha, tres cepos proprios para acou-
gue : a tratar na taberna defronte de S. Jos do
Manfiuinho.
Vende-se una casa terrea no bairro da Roa-
Vista, rua da Mangueira h. 18, com 2 salas, 4 quar-
tos, cozinha fra, e cacimba : quem pretender,
dirija-se Capunga velha, para tratar com a viuva
do Sr. Joao Evangelista da Costa c Silva.
Vendem-sc as casas terreas seguintes: urna
na rua de Santo Rito n. 31, com um grande sotao
repartido, urna dita no fundo com a frente para a
rua Nova n. 22, urna dita na roa Velha u. 59, bair-
ro da Boa-Vista: a tratar nesta ultima.
IMIliill^Tl
Bolos francezes em caixinhas com diversa&^s-
tampas no exterior da caixa, e em latos as mais
delicadas para mimo, e muito proprias para en-
feites de bandejas ou pratos a 800, 1JQQ0, 1,3200,
15500 e i as caixinhas: na rua do Queimado n.
7, armazem unio e commereio, e pateo do Carino
n. 9, armazem progressivo._________________
l 111 casal de paves.
Vende-se um mui lindo casal de paves : na rua
do Trapiche n. 26.__________________________
Vende-se um cabriole! em bem estado : na
rua da Roda, cocheira que oi do Sr. Paulino, na
qual achara com quem tratar.____________
PICHE
Vende-se piche pedra: no armazem da bola ama-
rella no oitao da secretaria de polica.
Plassaba.
Vendem-se feixes de piassaba a 240, e em por-
cao a 200 rs. ; no armazem da aurora brilnanle,
largo da Santo Cruz n. 84.
I
<
^



.......""
J*rl* d nerttn.ltteO fcuara eira d Dexeutfero Je 183.
NOVA LIQUIDADO
de fazenda inglezas, francezas. allemiiat c suisaas,
(|ii(e pretenden) liquidar antes d festa do na-
tal, por precos baratisaituoa, alhn 4e aparar di-
nheiro, sendo a maior parte destas fazendas in-
timamente aovas, chocadas polo ltimos vapo-
res de todas te dJo amoMras, doizando penhor :
na loja e armazem do pavao, ra da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
As liazinhas da pavas.
Vetriem-se as modcrnissimas lalinhas eom 9
palmos de largara, sendo lisas c de quadrinhos,
propnas para VnMdos, capas soutanbaques peto
barato preco de 1*300 o covado, ditas cora 4 pal-
mos, lisas e dqaanohos a 500 rs., ditas garibal-
inas a WO rs, ditas enfeitadas de quadrinhos a
360 rs., barefes matisados mni finos a 500 rs.,
liazinhas trastwrentes com palmas de seda a 500
rs., ditas mateadas a 320 rs. o covado: s na loja
Os <*les do pava de lofambique a 4:000.
Vendoov-se os mais modernos chatos -de Mocam-
bique, ionio de urna so odr> om barra e muito
grandes, pelo baratissimo freco do 44000, afllan-
cando-sc ^erem os mais modernos de mercado, di^
tos de merino estampados a 24000, ditos a 34000,
ditos mmto linos de rrepen com 4 pontas e ponta
redonda a 64000, 74*, 84000 e 94000 : so na
PERCALAS DE LA
a rs., s o pavo
Vende-te est nova fazenda de laa denominada
precaia, tem 4 palmos de largura, com os mais mo-
dernos padres, de quadros e listras, com lindas
cores, proprios para venidos, e sendo urna das fa-
zeadas mais modernas qne ha para a festa, e ven-
de-se pelo barato prego de 360 rs o cevado : na
45-RUA DELEITA--45
VWl il(Ba\Mia
Eia, rapasiada, coragem! parece queja
entregasles os vossos joanetes aos duros sei-
xos do pessimo caifamente da nossa cidade'
loja do pavao, roa da Imperatriz n. 60, de Gama & S se Observa em vossos pes botinas acaica-
Silva. jnhadas e gastas at ultima sola; sapatoes
A hretantias do pavo. rasgados e quasi sem saltos.... nem tanto 1
Vende-se brelanha de algodao em pecinhas de a quebradcira nao deve chegar at este pon-
'.SiS* P*?* com 10 varas' Pel "'"J""!10 Pre00 tnl VinrtP k ma nirftita munir-vos de excel-
de 34200 cada peca, assim como lencos brancos f v,nae f u,r.e"a mu"irT?s utJ ,'
muito superiores a 24 a dula : na loja do pavao, lente calcado com 40 e ate 60 por C
ra da imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Cliegao pelo vapor:
Wrt para* vigilante, rna do Crea-i
po h. V. I
Ato que chegaram as muito destajadas cascarri-
Ibas de todas as cores com urna fitinha de velludo
no centro, cousa muito elegante para enfeite, assim
como de outras auahdades, e precos muito razoa- Sapatoes, Nantes, bezerro e vaque-
as s no vigilante, ra do Crespo, n. 7. ^ a e mea golag> "
Sapatoes, Nantes, va menos do seu valor.... attendei:
Borzeguins, Nantes, bezerro e va-
queta 2 e meia solas ....
Borzeguins, Nantes, bezerro, va-
queta e lustre 2 solas. .
Borzeguins, francez hamburguez,
bezerro, lustre e couro de por-
co 70 e........
Para dar de mimo.
Ctiegaram as riquissimas bonecas de todos
O
bezerro 2 solas,
um em sua calxinha, propriameate para um deli- Sapatoes, Nantes, sola e vira. .
cado mimo, pw baratissimo preco: s no vigilan- Ditos para menina, comlaco. .
teruado^pon.?^^^ Ditos de ditas, de cores. .
ChegoHtempo a riquissima fita do chamalote. SPat0S Para senhora e homem'
para cartas dos senhores hachareis, assim como tapete.........
branca, tea, propria para abrir letras, ou para Sapatos de borracha para senhora.
snos : no vigilante, ra do Grespo n. 7. dem idem para meninas. .
: Sapatos de lustre para senhora. .
dem de lustre as avessas .
toja do -pavao, ra da -Imperatriz n. 60, de Gama & unannos, vestidinhos ricainentt enfeilados, cada
SiWa.
6posdenaples a u00, na loja do pavao.
Faaonda a 44500, '49600,14000 e 240001 s na
oja do pavao, ra da imperatriz tt. 60.
0 pao vende chapeos de -mi para senioras a
1:000.
Vendem-se chapos de sol, a ingieza, sendo-oo
'neftes de linho e forrados de verde, proprios para
senhoras que forera passar a festa, oa para meninas Tambera chegarara os rqnissimos pentes de
levarem para a esooia pelo barato preco de 14600, marrara-cora pedrnhas.os liados peales ditos marquerinhos de sdacem franjas -e cabo-de para meninas, meias-de sedae sapatinbos proprios
dobiar a 24500, ditos de seda para homens, sendo para baptisados, metas de seda para senhora, fitas
eam armarao de baleia a 64000 e 74000, isto para de laa .para debrura, fita de liime, trancas de lia,
apurar dinheiro : o na loja-V) pavao, roa data- de linho ede seda, luvasde seda e pellica, e fio de
peratriz n. 60. Escocia e cara urea, atfiaetes de cabeca chata, car-
... ,__n, teirinhas com todas as agulhas precisas para os-
0 pavao veaeos vestidos trancos bordados. !tUra, .fivclas de madreperola esmaltadas de ac
Yendem-seos mais ricos vestidos de cambram parasiatos, flores de lodasas qualidades, caixmhas
'brancos, bordados. croch,-sendo os mais modor- Com pastilhas de poruraaria, abafsdores de laa
nos que tem vindo ao mercado, tendo as saias 4 para senhora, toucas e sapatinbos de laa, pulseiri-
palraos, e vendem-se pelos baratos precos de 103, nhas de borracha panr segurar manguintos, ttase
24 c 164000: na loja do.paviio, ruada Injpe-1.Cordoes de borracha, sabonetc redondos, ditos
8^500
8*000
6,5000
53500
53000
iSOOO
35500
25800
800
13400
15000
13000
500
ARMAZEM DE MOLHADOS
DE
anae><
ae
euo.
ratnz n. 60, de Gama & Silva.
As pectiaflnsdo pavao, antes qae se arae m.
Ricos cortes de cambraia branca com babados >e
duas saias bordadas croch, tendo bastante fa-
zenda para vestido, pelo baratissimo precode 84000
cada um, ditos de cambraia de seda com barra e
babados a 24500, para acabar, cortes de vestidos
chamadoide familia, pomadas de ledas as'suali
dadese* dos fabricantes mais afamadas, colchetes
pratiades muito finos, retroz de todasas qualidades,
retroz todas asores, escovas para denles, ditas para rou-
pa, ditas para chapeo e das para unha, de todos
os precos, c outros mais objectos, que e tornaria
. enfadonbo annunciar.e vista dos fregueaes pro-
a ra Pa, sendo fazenda de bonito gostoa .54600, mette-se rfazer todo o aegocio: o oo vigilante, ra
i a j0 (Vnrt n 7
cortes de cambraia brancos com babadinhos a 24,
enfeites para cabeca, sendo Garibaldi e turca a
44000, ditos com zas e flores a 24000, caiaizinhas
bordadas para senhoras a 14000, manguitos de va-
rios modelos a 400, tiO.e 640 rs., calcinita* para
meninas a 500 e 646 rs., gollinhas bordada*- ;i 320
500 rs. sedas de quadrinlios a 640, ditas de listas
a 400 r. o covado, fusto para vestidos e roupinbas
de meninos a 320 rs. o covado, alpakim ou gorgu-
rao de linho a 260 rs ganpuelin de urna ser a
320 rs. o covado, toalhas de linho adamascadas,
para rosto a 14000, vestuarios para meninos eme-
ninas a 14600 c 24000, tiras bordadas e entremeios
mais barato que em oulraqualquer parte, tudo iolo
\o aranazcn ale fazcmdas bara-
tas de dantos (oo I lio
RA DOQUEIMABG N. 19 VENDE-SE OSE-
GWNTE:
Esleir da ludia
pata forro de sala, de 4, 5 e 6 palmos de largura,
por menor pceco do queem outra'qualquer fiarte.
Lencos
de panno de lalio pelo barato preco de 24000.
Lenceo
pcchinclia e vender para liquidar : na ruada dehraoiantede linho fino pelo barato preeo de
Imperatriz a. 60, loja e armazom do pavao, de Ga- jjjjQQO.
'na & Silva. ... __ Kan r,oherlas de chU da Inou
,r ^dasdopavaoabOOrs. pelo barato prende 24000.
Vendem-se sedas de quaarmhos com pequeo l*nrn Ae -1
oque de mfc, pelo baraUssimo preco de 500 rs. o ,___ .. "^ "'^
ado, dita .era perfeito., ,, d.US ^-JJ^ Popnos ^fjawp*
Cambraia adamascada
para cortinado, pelo baratissimo preeo de 104000
a peea.
Peras ao cambraia
de salpicos, fina, com 8 1/2 varas, pelo baratissimo
OPA FITA
Na raa do Qveitnado n. 43, esqaiM qae
\olla para a Congregact.
' peehincha.
Patelots de casemira a 5, 6, 7, 8,12 e U4, ditos
de pajino preto e aztd a 9, 10, 12, 16 e 1X4, ditos
sobrocasacos de panno muito fino por 244 e 284,
ditos de alpaca preta e de cordao a 4, 5, 6 e 74,
calcas do casemiras de coresa I, 6, 7 84, ditas
pretas a 64500, 8, Se 104, patetots de fustao e
ganga a 24, 24800,3 o 44, calcas a coHetes de lo-
dasas qualidades e por preco muito tarato, en-
ces de puro Jinho a preco e 24800 e 34, oober-
tas de chita a 24240,ollarinhos de liolio pura a
600 rs. cada una, e ostros muitos objectos que s
vista ; e para isso se pede a -attcneao dos fre-
gneaes. _____________________
PECMIIVCHA
Grande liquida^o de fazendas ingiezas c Iran-
1 cetas e de todas as qualidades se vende por preco
baratissimo paca liquidar na loja e armazn do
arara ra da Imperalntz n. 56, de Louronoo l'e-
reiua Mendes iaimaraes.
Vende-se liazinhas de cores c de quadrmhos
transparentes proprias para capas de senhora e
\ vestidos com 9 palmos de largura a 14200 o co-
vado, ditas de quadrinhas a 280, 328, 400 e 500
rs. o covado : na ruada Juperatriz n. 56.
Arara vende a* capas a 83. Yendcm-sc liarrls com eal des
Vendem-se ricas capas para senhora a 84, eha- ta procedencia, eaw podra, chega-
lesdeaierinestarapaddsa 24500 e 34, ditos de'da hole. e un ira nova. r^^^'l^*^^!7^."1.* mercado, na ra do Trapichen.

(laa
j Pedc-se toda atKuco. (
Custodio Jos Alves Guimaraes, dono da loja in-
titulada Gallo Vigilante, rea do Crespo n. 7, irisa
aos seus uainciosos fregotzas e ao respeitavel pu-
bflco, que tendo de reformar no fin deste anno seu (
eslabelecimento, equerendo liquidar grande quan-.
tidade de diversos objectos, est rosolvido a vender
tudo por precos baratissimos, como sejam :
Pecas com 45 varas de franjas de linho a 34-
Ditas tom 4o varas de galo de linho a 34-
Laa sortida para bordar, libra a 44-
Froco de cores sonidos, peca a 160 rs.
Manguitos para senhora, o par 800 rs.
Golinhas de bonitos gostos a 400, 500 e 14-
Salvas de metal principe a 14500, 24 e 24500.
itas com copos de metal proprio para meninos a
14200.
Facas e garios para sobre-mesa a 44 a duzia.
Ditas e ditos dita com cabo de marlim a 64-
Bandejas de todos os tamaitos muito finas a 14,
14200, 18400, 14600, 24500, 34500 e 54.
itas redondas para copo de 500 rs. para 24800.
Tesouras em ca teiras, a duzia a 500 rs., 640 e
800 rs.
Peitos para camisas, a duzia a 24.
Camisinhas bordadas para senhora a 14500 e 24-1
Chapclinas para senhora a 34-
Ditas para menina a 24.
Chapeozinho para meninas de escola ou passeio a
24e3
Flores francezas, caixos grandes, a 600 rs.
Luvas de seda com pequeo toque de mofo a 300
rs. o par.
Toncas de laa para meninos a 500 rs., fil a 500 e
600 rs., de seda a 800 rs.
Sapatinhos de merino a 800 rs., e de laa a 500 rs.
Bolsinhas de missauga para meninas de escola a
800 rs.
Botes dourados para punho a 200 rs. o par.
Tinteirosde metal a 320 rs.
Trancelins para relogio a 100 rs.
Ditos de fita chamalote a.200 rs.
Escrivaninhas de metal a 34500.
Colneres de metal para cha a 200.rs. a duzia.
Ditas de dito para sopa a 24 a duzia.
Botes de duraque pretos a 400 rs. a groza.
Cartas hespanholas para jogos a 14200 a dnzia.
Casticaes brancos e amarellos de metal a 14-
Carleiras para algibeira a 500, 600, 800 e 14-
Sabonetes muito finos a 14300,14600 e 24 a duzia.
Fivelas para calca a 300 rs. a duzia.
Botes de ac para calca a 320 a groza.
Caixinhascomalfinetes,grampos e colchetes a 320,
400e500rs.
Fitas de borracha pretas e de cor a
Laal^n dous massos de agulhas por 800 rs. j l^JJZ^t*T!!T* X!""M5 ^ loC ^ w5&
Brincos de aljofares a balo 320 o par- sament^esoolhuto entre os melhor qualidade do nosso mercado.
Alfides pretos e de cores compedrinhas a 200 rs. j # Sjto a um^ severo regulamento, o Baliza est firme em seu posto de Iiurira, e ja
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0 propnetano dograde armazem do Baliza, considerando que apio-
vima-se a festa, e que de agom modo deve mimosear aos seus freguezes, com alguma ou-
rs. tsa que revele o seu eontentanfcnto e gratidao, resolveu expr a venda quasi pelo cu^to da
eHB.
Camisas para hornera feitas em Lisboa a 24-
Fias de velludo lisas e lavradas a 800, 14,14*00, |
24 e 34 a peca.
Ditas para smteiro a 300 e 400 rs. a vara. | provmaa. Foi na inrancia que aportou em nosas plagas. entre nos freqnentou a
CaiHnhaspara costura de senhora a 14500,24. primaria,seus hbitosbrao aqui adquiridos, suasaffeicoes existem no ineio .leste iimn
3,4,5e64. tao generoso quanto hosnitaleiro. ^^f^u,
Compoteiras de vidro com pratos de metal a 34 e
44000.
Franja de a para debrunliar tapetes a 24 a peca.
Palitos de fego, prova rs. a duzia.
.Assim orno tem grande sorlrmento demuitos
mais oojectas que se lomara en&donho mencio- po,. me0S pouco lcitos degradao a quem as DOSSUe
,na-los, que tudo 6e vender muito barato para h- r VonUm i o u >i"cui as jiusaue.
quidar: na ra do Crespo n. 7, e ra do impera- .. veniiam, pois, aqueiies que anda nao abastecern! as suas despensas nesla caa ve-
doro. 59, jaoto ao paoso, o caaa da liquidacio. ncar por si mesmos quanto ha de verdadeiro nestas palavras.
O Baliza est a testa do estabelecimento e nada escapar s suas vistas oue masa
j cahir no desagrado dos seus benvolos freguezes.
I mais circumstancia alguma afar arribar do magestoso quartel era'que se acha abriuado
, esperando o inimigo sempre de frente.
5**% m.te,rra? ^ Portugal, o Baliza teve a fortuna de ver bem cedo esta bella
A preferencia pois que Ihe tem dado os Pernambucanos, um favor, verdade
mas e um favor que o Baliza tem merecido, e continuar a merecer sempre, "a despeilo da
guerra surda que Ihe fazem os homens das libras de tres quartas, e vinhos falsificados
Para se ganhar dinheiro nao de mister Iludir o povo. As fortuii;is adquiridas
C4L DE LISHIh
A:om listas, para acabar a 400 re., gorgure de seda
para vestidos e roupa de meninos a 14000o cova
do : na loja do pavao, ra da Imperatriz n, 0, de
Gama ,& Silva.
* pavo vende casemiras a 4:600.
Vendem-se casemiras francezas entestadas, pro-
prias para calcas, rolletes, palitos c capas para se-
nhoras, por ser de urna s cor, sendo fazenda que
sempre *c yendeu a 34000, liquida-so a 14600 o
covado : s na loja do pavo.
preco de 44-
Fil liso lino
I pelo baratissimo preco de 680 rs.a vara.
Bramante de Ijnbo
fino com dez palmos de largura pelo barato proco
0 erfpoidj do pavao a 300 rs. de 24300 a vara.
Vende-se flnissirao organdy matisado, branco^ Toalhas ajeorhoadas
psra vestidos, pelo baratissimo preco de 500 rs. a para mao pelo baratissimo prego de 54000 a du-
vara ou 300 rs. o covado, cassas Trancezas finissi- zia.
mal a 240 e 280 rs. o covado, ditas com palmas Peras de brelanha
grauJps, fazenda iuteiramente moderna a 440 rs. o ; de roto/.om 10 varas propria para saia, pelo bara-
covado : so na loja do pavao, ra da Imperatriz n. (0 W6pf G 3x000
dO, de Gama & Silva.
0 pavo vende os retallios.
Vendem-se por precos baratissimos, porco de
retalos de chitas, cassas c lazinhas : na loja do
pavo, ra da Imperatriz n. 60.
As chitas do pavo.
Vendem-se chitas francezas, escuras, a 280 rs.,
ditas a 320 rs., ditas a 360 rs., ditas matisadas mui-
to finas a 400 rs., ditas ; retas largas e estrellas,
ditas matisadas com floroes propnas paracobertas :
na loja do pavo, ra da Imperatriz n. 60. ,
r
0 pavo vende os cortinados.
Vendem-se ricos cortinados adamascados pro-1
prios para janollas. e camas para noivos, pelo ba-
rato preco de 95000 o par : na ra da Imperatriz
n. 60, loja do pavo.
0 pavo vende para luto.
Vende-se finissimo setim da China, fazenda sem
lustro, proprio para vestidos de senhora, para ca-
pas e roupa para homem, tendo esta fazenda seis
palmos de largura e sendo muito leve, vende-se
pelo baratissimo preco de 24200 o covado, garan-
tindo-se que nao se torna ruca, e vende-se nica-
mente na ra da Imperatriz'n. 60, loja do pavo.
0 pavo vende corles de calca.
Vendem-se cortes de caigas de casemira de co-
res i 25400, ditos de cachemira da Escossia a
24240, ditos de ganga a 15600, ditos de brim de
urna s cor a 24240, ditos de castor a 14280, ditos
de casemira preta a 44000 e 55000, ditos de case-
mira fina de cor a 54500 : s na loja do pavo,
ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
OS ricos vestidos sonlaiubar-
qne, que chegaran para a loja
do pavao.
Chegaram pelo ultimo vapor francez os mais
ricos vestidos soutambarqne, sendo com as saias
j feitas c ricamente enfeitadas e guarnecidas,
tendo a precisa fazenda para fazer o corpo; com
seus competentes soutambarques primorosamente
cnleitadns, vindo tudo em um s cartao, assim co-
mo as mais modernas camisinhas com manguitos e
punhos a balo ricamente enfeilados, e vendem-se
por preco favoravel : na loja c armazem do pavo
na ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os modernissimos vestidos do
pavio.
Acaba de chegar um variado sortimento dos
mais modernos cortes de lazinhas, proprias para
vestidos, tendo as barras primorosamente matiza-
das, trazendo bada um corte sea figulino
amostra; e vende-se na loja do pavo, ra
peratriz n.60, de Gama & Silva.
Fustao do pavo.
Vende-se fustao branco para vestido e roupa de
meninas a 500 rs. o covado, dito de palminhas a
320 rs., tarlatanade palminhas a320rs., fil bran-
co liso, e tarlatana branca e de cores a 800 rs. a
vara : na ra da Imperatriz n. 60, loja de Gama &
Silva.
A carnauba do pavo.
Vende-se cera de carnauba em saceos, por preco
muito em conta, ou mais barato do qne em outra
qualquer parte : a tratar na ra da Imperatriz n.
60, loja de Gama & Silva.
- A 10$000, s o pavio.
A' Soutambarque.
vestidos a 10*000. s a loja
do pavo.
Vendem-se os mais modernos vestidos de lazi-
nhas transparentes com lindas barras bordadas
Soutan-enbarque, trazendo cada um o enfeite pre-
ciso para o corpo, sendo fazenda chegada pelo ul-
timo apor francez, muito propria para o lempo de
fesla, e veadem-se pelo baratissimo prego de 104,
na loia do pavao, ra da Imperatriz n. 60, de Gama
& Silva
Um confeito e especifico para
expellir os Vermes.
Imperatriz n. 56, loja da arara de Mendos Gui-
maraes.
i..izinlias da arara a 280 rs.
Vendem-se lazinhas para vestido de senhora a
280 e 320 rs. o covado, gorguro de linho para
rostido de sennora o roupa de meninos a 280 rs. o
covado, popelina de algodfto de quadrinhos para
vestidos de senhora a 280 rs. o covado, enfeites
para rabega de senhora a 14, redinhas para segu-
rar bello a 14 : na ra da Imperatriz loja da
arara n. 56.
Arara vende as cassas a 200 rs.
Vendem-se cassas de cores com quadros para
vestidos a 300 rs. o covado, ditas linas a 240 e
280 rs. o covado : na ruada Imperatriz n.:%, loja
da arara de Mendes Guimaraes.
Sfdiuhas linas de 1 600 a arara vende por 800 rs.
Vendem-se sedinhas parla vestidos de senhora
que se vendeu por 15600 a arara torra por 800
rs. o covado, dias de sedinhas com listrinhas a
13, armazem de Hanorl leivei-
ra Basto.
t'enda de urna hyputheca.
Os liquidafariosda ni
'OO rs.. pompours ntaiisado de flores solas a 14200 Jftc Anliiiiiii 11-kIii vondom
o covado, todas estas fazendas sao inteiramente *,!,e *Bl0BI* df,l *"
novas vindas pelo ultimo vapor da Europa na loja (' Men7erGimarua^1,nperatriz D' 56, de e fajabuss o icrmo tle Scrioheni no
Cortes de chitas a 2#oo. | WmT de 31:835$JM 1 rs.; Iralar as
Vendem-se cortes de chitas francezas com pe- Casas a ma do Trapiche n. 34.
queno toque de mofo por 25'00, cortes de risca-: ------------------------------------------
do francez com 14 covados s 14, lencos de seda I] I (}() ()(j'j]| \|){| ]\. (Jl
Azeite doce refinado, francez e portuguez a
800 rs. a garrafa.
Dito em barril, a 4,800 a caada e 040 rs. a
garrafa. -
__^------- -------- ------------ Arroz da India edoMaranltao a 120,100 e 80
Hua da Senzaila n. 42. rs. a libra.
Vende-se, em casa de S. P. John6ton & C, Amendoas de casca mole a 280 rs. a libra,
sellins e silhes inglezes, candieiros e casti- Ameixas em diversos vazos a 1$, -I (500,
(aes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela, I 2*o00 e 800 rs. a libra,
chicotes para carros e montara, arreios para | Azeitonas novas a i 200 o barril.
carros de um e dous cavallos, e relogios de Alpiste a 160 rs. a libra, e 4,5800 a arroba,
ouro Dtente inglez. ; Aletria a 480 rs. a libra.
Nada mais barato. ^S^SSPia ^i1"8, a *bra-
Queijo prato muito fresco a 480 rs. a libra, e in- BiSf^ Machn.as inglezas reccntomenle
teiro a 400 rs., bolachinha ingieza muito nova a cliegadas a l f>oOa lata com qualidades es-
200 rs. a libra e 2,5 a barrica peciaes.
I Dito mais antigos no mercado a 1,5300.
manhos a 500 e I# a garrafa e 40 o par
do, garrafas grandes, que depois de tosas,
valem o que se deu por ellas clicias.
Linguasi americanas ce um tamanho admi-
ravel a I# cada urna.
Manteiga, neste genero ha capricho da parte
do proprielario do Baliza ter sempre o
numero de 6 a 10 barris de manieiga a-
bertos, aim de satisfazer os seus amigos
e freguezes, sendo que o proco da man-
teiga voi'il.irloiramenta flor de >00 rs. a
libra, e as domis qualidades a 800, 000
c 400 rs. a libra.
dem (ramea a 560 rs. a libra, muito nova
e de excedente gosto.
em latas grandes e pequeas de 3/5000 e Moslarda ingieza om potes grandes a 640
li550O a lata. res o pote.
Bolachinhas americanas, om barricas a 3,5000, Marrasquino de zara a 64o rs. o frasco.
a libra 200
SS
DE
mu
KEMP.
..gas
Os meninos 8 podetn i gritos, porque
ellas Bao de eheiro, wbor e cor ngrada-
veis. A elegancia, n Begurldade de ac-
co, o itiofteiisivo das
t l'Ul DA SU A
de urna s cor a 800 rs., ditps de flores a 14 : na
ra da Imperatriz h. 56, loja da arara.
Arara veudc as casemiras a 1#600, 2^500 e 3( o
corle de calca.
Vendem-se liazinhas enfesiadas cada corte de
calca por 14600, 24300 e 34, tarabem se vende
em covado e'nfestado um covado e tres quartos 6
urna calca vende-se por Iff, 14600, 14800 o cova-
do, casemiras lisas proprias para capas de senho-
ra a 14800 o covado : na loja da arara ra da
JLoJa do heija-Oor.
Vnltas do aljofares.
Vendem-se voltinhas de aljofares com podra,; ka. IILa. .
imitando a brilhanles a 14 cada urna.
Botes para punhos.
Vendem-se botes para ponhos, muito bonitos
padres, a 200 rs. o par.
Facas para meninos.
Vendem-se faquinhas para meninos, de cabooi-
lmperatriz n. 56 de Mendes Guimaraes. iavado, a 240 rs." o talher.
Arara vende roupa feila. La para bordar.
Vendem-se uniformes completos de paletot, cal- Vende-se laa de todas as cores para bordar a
ca e collete de casemira ingieza a 104 c 124, pa- 65700 a libra.
letols de brim de cores a 24S0O, ditos pardos a
34. di los de meia casemira escuras o claras a
:15500 c 44. ditos de casemira a 64. ditos linos a
84, caifas feilas de brim pardo a 34, ditas de fus-
ao a 25500. ditas de casemira a 34500, 44 e 54,
raStlln&S Vermfugas de Kemp ditas de meia casemira a 24, rolletes a 24300 e
r 34, chapeos de massa a 14600, 24, 24300 e 34,
ditos de palhinha a 24500, seroulas Unas a 14600, mo Piuete, tanto para homem como senhoras.
ditas de linho a 24 e 25300,.camisas francezas Extractos inglezes.
14000 e 25, ditas linas a 24300, ditas de linho in- Vendem-se extractos inglezes muito barato por
glezas prega larga a 34, lencos pequeos pintados serem sido comprados em leilao a 240 rs. o frasco,
a 24 a duzia : na ra da Imperatriz loja da arara Escovas para denles,
n. 56, de Mendes Guimaraes. Vendem-se escovas para denles a 120 e 240 rs.
cada urna, ditas muito finas inglezas a 300 rs.
Facas t garfos.
Vendem-se facas c garfos de caito preto cravado
a 24800 a duzia, ditas de balance de 2 botes para
mesa a 64200 a duzia.
Luvas de Jouvin.
Vendem-se luvas de Jouvin chegadas pelo ulti-
Comosir,ao excliiskaniriite Vegetal,
sao 06tas pos as suas melhores e mais
completas de todas as recommendacea
que se possa fazer e ooui justa razo as
coUoco na categora d'uiu favorito uni-
versal.
A supororidade das
Pastilhas de Kemp
sobre todas as preparaces destinadas
para o menino fin devido sua sim-
ples composico o seu aroma agrada-
vel e rapidez e infallibilidado com
que alcanca a dctruico total das
LOMBRIGAS.
venda as boticas de Caors 4 Barboza,
Baloes da arara de 20, 25, ^0, 3o e 10 arcos.
| Vendem-sc baloes americanos de arcos os me-
i Ihores que tem vindo a 20, 2$, 30, 33 e 40 arcos
a 34, 34500, 44 e 44300, baldes de musselina fi-
nas a 44, ditos de panno a 35800 : na ra da Im-
peratriz n. 56.
Vendem-sc colchas avel ludadas a \->.
Vendem-se ricas colchas avelludadas para ca-
ma a 85, ditas de fustao a 54, roberas de damas-
co a 44, ditas de chita a 24: na ra da Impera-
triz n. 56.
I'rehincha de chitas a 210 rs. o covado.
Vendem-se chitas escuras a 240 rs. o covado,
ditas francezas largas com pequeo toque de mofo
porem logo que se lava fica lmpa a 280 rs. o cfr ''
vado, ditas finas perfeitas a 320, 360 e 400 rs. o
covado : na ra da Imperatriz! n. 56, loja da arara. I
e a nnra zuu rs.
Banha de porco refinada a 480 rs. a libra.
e em barril 440 rs.
Bala tas novas a l5000ogigo, e aGOrs. a
libra.
30 a libra.
Dito bysson qualidade especial a 28<>0 a
a libra.
Dito uxim a 2600 a libra.
Dito bysson a 2#00 a libra.
Dito dito a 2 a libra.
Dito nacional a 1/600 a libra.
Dito preto, muito superior a 2-5 rs. a libra.
Dito dito menos superior a 14600 a libra.
Chouricas novas a 180 rs. a libra.
Champagne (marca aguia) do Conde de To-
r a 10-? o gigo ou IB rs. a garrafa.
Charutos dos melhores fabricantes do Rio e
Babia a 800, 1(5400, 20, 20500, 30,
grandes, savel
o goras a
e liso a 30300 a res-
T(turas de lita.
Vendem-se toucas de laa para menino a 800,14
e 14280 cada urna.
Sapatinbos de lia.
Vendem-se sapatinbos de laa para meninos a
400,500 e 640 cada par.
Tesouras.
I Vendem-se tesouras para costura a 500 rs., ditas
para unhas a 400 rs. cada urna.
Collarinhos.
Vendem-se collarinhos de papel a 40 rs. cada
um, ditos de linho a 640 rs.
I'enles de travessa.
Vendem-se pentes de travessa para menina, de
borracha, a 500 rs. cada um.
Tocadores de Jacaranda
Vendem-se tocadores de Jacaranda a 24300 e
daPmv rn-a da Cruz, e JoSo da C. Bravo C, ru,M,'s PfCBneu d corles de cassa de cores a 20. 24800cadaum.
da Madre de Dos. ..-Y5"^"':* crtes d.e cassa uei"?re?.a ** ditos, Escovas para roupa.
Vendem-se escovas muito finas para roupa a 400
' de salpicos brancos e de cores a 24, ditos brancos
Vende-se por mdico preco urna excellente a 24 e 34, pecas de cambraia lisa fina a 34, 34500
casa rectificada de novo, cora commodos para pe- e 44, pecas de cambraia de salpicos de earocinhos
quena familia, ra de S. Pedro Martyr n. 7 em com 8 1|2 varas a 44,"cassas para cortinado cora
Olinda; a tratar no Rio-Doce com Antonio Bo- 20 varas a 84, ditas de 10 varas a 44500'. na ra
telho.
Vende-se urna armacao de unta loja de miu-
dezas, propria para qualquer estabelecimento : na
loja n. 7 da ra da Cadeia no Recife.
Vende-se a taberna n. 36 da ra do Aragao,
bairro da Boa-Vista, com os fundos oa s a arma-
cao : a tratar na raesma.
Vendem-se duas escravas de 16 20 annos
de idade, com habilidades, eum ca vallo rucopom-
bo, novo, de boa figura e gordo, andador baixo
esquipar: a tratar com o dono no largo da Ribei-
ra de S. Jos n. 7.
Imperatriz loja e armazem da arara n. 56, de Men-
des Guimaraes.
e 300 rs. cada urna
Esjtelhos com estoja.
Vendem-se espelhoscom estojo para navalhas a
24. *4500 e 24800 cada um.
Aderecos pretos.
Outra pecliinelia vende-se brim pardo escuro e da- Vendem-se aderecos pretos r 24200 cada ade-
ro i \00 rs i ''t-'1*^'
Vende-se brim pardo escurle claro com um ne-' Pld5s de Pfro,a-
queno toqnede mofo porm l*go que lava-se de-' Vendem-se feoloes de perola para collete e vesti-
sapparecea 400 rs. o covado, garantindo ser de li- dos a 400 rs. a abotoadura.__________________
nbo : na rtia da Imperatriz loja da arara n. 36, de Farinha de mandioca.
Mendes Guimaraes. Vende-se farinha de mandioca da melhor e
Madapolj francez infestado a 40 e 40500. mais nova* que ha neste mercado : no escriptorio
Vendem-se pecas de madapolao francez enfes- de Manoel Ignacio de Oliveira & Filho largo do
tado fino a 44 e 44500, dito inglez com 24 jardas Corpo Santo n. 19, ou a bordo do palhabote Fia-
marca moca n. 20 a 65500, dito rainha a 75, di-
to elephante a 74300, dito n. 6 a 84, dito n. 7 a
94, diton. 8 a 104, pecas de algedao encornado a
44, 55. 5.5500 e 65, brim de linho branco fino a
15, 15200 e 15400 a vara, Uretanha de linho a
800 e 15, hollandade linho propria para forros a
mao e brigue Jfinerva, ancorados no caes do baro
do Livraraento.___________________________
Nossa fcenhnra da ConceleSo
Contina a estar venda na ra do Imperador
n. 15 a novena de N. S. da Conceico, conforme
Tranca preta de lia.
Vende-se tranca'preta de laa, lisa, para enfeites _
de vestidos, Zuavos e roupas fle meninos a 190 e 320 o covado, sargelin para forros a 280 rs. o co- nsam os reverendos carmelitas da Reforma do Re-
160 rs. a peca : s quera tem o beija-ftor na ra yado : na ra da Imperatriz n. 56 loja c armazem cife,.e tudo o mais conforme
do Qdeimado n 63 da arara de Mendes Guimaraes. por este Diario.
os annuneios feitos
30500, 40 40500, e 50 a caixa com 100
charutos.
Chocolate francez, de canella la Romain.
Caf a 280 e 320 rs. a libra e a8& 8/500 e
90 a arroba.
Cognac de muito boa qualidade a 10 a gar-
rafa.
Dito soffrivel a 800 rs. a garrafa.
Cerveija da marca tcnente em botija, (en-
commenda feita pelo proprietario do Baliza)
qualidade esla que nao pude continuar
a vir em censequencia de fiear por preco
muito alto a 60500 a duzia de grandes bo-
tijas e 80 por vinte quatro mt ias, e de ou-
tras marcas a 30, 40, 50 e 50560 a du-
zia de garrafas.
Conservas inglezas, a 800 rs. o frasco e 90
a duzia.
Doces (francezes) em frascos lindamente enfei-
lados em calda de assucar e em alcool a
10 e 500 rs. o frasco.
Dito de goiaba em latas e em caixoes de di-
versos tamanhos e objectos pelo qual se
nao engeita dinheiro avista do grande de-
posito que ha.
Ervilhas francezas e portugueza a 700 e a 500
rs. a lata.
Dita secca a 200 rs. a libra.
Figos novos a 320 rs. a libra e a 6$ o barrili-
nho.
Fruta em calda de assucar em latas a 500
rs. a lata.
Farinha do Maranho, muito superior, a
16o rs. a libra.
Dita de trigo, a 120,140 e 160 rs. a libra.
Frasqueiras com genebra de laranja, de
Hollanda, e de Hamburgo, de diversos
precos conforme os tamanhos.
Garrafes vanos, de 5oo a 102oo.
Gomma do Araealy a 100 rs. a libra.
Dita menos superior a 60 rs. a libra.
Graixa a 120 rs. a lata e 10300 a duzia. j
Licores francezes dasmelhores fructas da Eu-
ropa em garrafas lindas e de diversos ta-1
Peixe em latas
10300 a lata.
Papel greve pautado
ma.
Passas a 80500 a caixa e 480 rs. a libra.
muito novas.
Palitos para denles a 100 rs. o maco.
| Dito dito de flora 240 rs. o mam.
; Prezunto para fiambre vindo lodos os vapo-
res a 900 rs. a libra.
Dito do Porto em barril a 480 rs. a libra.
Queijos londrinos chegados no ultimo vapor
a800rs. a libra.
Dito flamengos do ultimo vapor a- 2/200 c
20000.
Dito prato superior a 640 rs. a libra-.
Dito dito menos superior a 480 rs. a libra.
Sardinha de Lisboa muilo bem preparadas
em latas grande a 640 rs.
Dita de Nantes a 320 rs. a lata.
Sag novo a 240 rs. a libra.
SabSo massa a 120. ICO, 200 e 240
libra. *
Sevadinha de Franca a 200 rs. a libra.
Sevada a 120 rs. a libra.
Toucinho de Lisboa, de Santos, a 320 e 360
rs. a libra.
Tijolopara limpar facas a 140 rs. cada um.
Vinhos, ne^te geneno o armazem Baliza tem
o melhor sortimento posSivel, Lagrimas
do Douro, Mara Pia, Canutes, Bucago, D.
Pedro II, D. Pedro V, c Baliza, que se
vende muito barato em vista de sua espe-
cial qualidade a 100000,120000 e 150000
a duzia.
dem esquesitos como sejam Clierrv, eMadei-
ra, Velmute, etc., de 150000 a 200000 a
duzia.
dem de Figueira, Lisboa e Porto a 30000,
40ooo c 40500 rs. a caada
dem de Lisboa de minha propria marca em
ancora de 8 '/j a 9 caadas por 280000
a ancora, e da Figueira de 8 a a 9 ca-
adas a 280000 rs.
Vinagre de Lisboa em caada a 10600, 108oo
e 20000 rs.
dem mais baixo a 10280 rs. a caada.
[Idfrm de Lisboa em garrafes com 5 garrafas
por 10200 rs. com o garrafao.
Vellas de espermacete superiores a 600 rs.
o maco,
dem de carnauba de 320 a 360 rs. a libra,
em arroba de 90000 a 100000 rs.
Vassouras do Porto com arcos de ferro a 4oo
rs, cada urna.
Vinhos de Bordeaux neste genero temos as
melhores qualidados que se fabricam em
Bordeaux, tanto branco como tinto, e espe-
ramos por todos os vapores franceses, un?
pequeos barris contendo cada um de 85
a 90 garrafas, e qne serao vendidas o mais
barato possivel.
]
i





VJPBI

I

Mari* t peraaqftfcftM -Mrta letra m**tmbf e 19
nio
COMMERCIO.
Defronte da loja do Pregiilea.
DIJARTE ALMEIDA
acaba de abrir o seu grande e sortido armazem de molhados denomintdo Unio e Com- >
meicto. Este grande armazein um dos mais beni montados que temos em nossapraca,
fi'o so em limpeza e aceio, como as qualidaes especiaes de seus gneros. O proprie-
fcVi da Uaio e Commercio offerece todos os senhores da praca, senhores de engenho
e livradores a seguinte tabella, por onde verao a grande ecouom que lhe resulta em
omprarem ein to til estabeleciment, afiancando o mesmo todo e qualquer genero
*i!iido de seu arnw.eni.
Manteiga ingk^aperfeitamente flor, mandada
vir de conta propria, a 7oo a 800 rs, a
libra.
fchm frmee/n chegada pelo ultimo navio a
BfM rs. a libra, c em barril ter abatimen-
to.
dem ingleza em potes de 4 a 46 Hbras a
Rwrs, a libra eo poto separado,
Cha uxhu o melhor ueste genero, mandado
vir de conta propria a 2,8oo rs, a libra.
Idea bysson, grande, milito bom a 2,6oo rs.
;: libra.
dem preto muito Gno, a 2,6oo rs, a libra.
dem preto, mais bai.\o, a 2,ooo rs, a libra.
l verde, miudinlio, mais proprio para
negocio, a l,ooo rs, a libra.
i;.;!i3 de porco refinada muito alva a 46o
rs, a libra, e em barril se far abatimento.
Biseoito.s inglezes das seguintes marcas;
Crakoel, Soda, Ceede, Captain, Travellies.
.:inr!i, Cabio, e mitras militas marcas, a
I, oo rs, a lata.
1 ihj biaba ile sdo, especial encommenda, a
2,2oo rs, a lata.
IJi-ctttn ingle/ Craknel em latas do 5, 7 e 15
i Jiras a 3,o .0 rs, a libra.
Quoijos 1! 1 reino pelo baratissimo proco de
1. 1 S 1 e 2,ooo rs., os do ultimo
- sper.
Itl.iii prato muito fresco a 64o rs, a libra.
dem loodrino muito fresco a 800 rs, a libra.
Vinhos em pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
48 B6o, c 04o rs, a garrafa,>e de 3,ooo a
Soo s. a ranada.
Harmolada imperial dos melliores conservri-
l'i de I.Ki;ia i.-iii latas ilii I i>. mai* libras
h Voo r>, a libra. .
I-Yutas em caldas das seguintes quaUdades:
aeixa, rainna Claudia, poras, cerejas.
gmja, pecegos e alperch a 5oo rs, a lata.
os em caixinlus de 1 l,t arroba e de 8 li-
li;- is a 8,000,4,ooo, o 2,ooo rs, e a 3eo rs,
a libra.
Ata lodosa il- casca nade a 28o rs. a libra, e
.1 arroba ter abatimento.
Sudinhas de Nantes a 32o rs, a latinha.
Toneiafco de Lisboa a 80o rs, a libra o em
irr >ba ter abatimenk
1 64o rs, a libra.
t'imenla d.i reino a 3f4o rs. a libra,
larinha do Maranlio a 14o rs.a libra.
Cvbolas a 4oo rs. a reslea.
rijollo para Hmpar facas a IGo rs,
Coneja das mais acreditadas marcas de 5,ooo
'-' 7.")iio a du/.ia, o de oo a 600 rs.Agar-
.,'1, -.
Pro/unto para Hambre muito fresco e novo
< 800 rs. a libra.
Gaseara de laraoja a Bao rs. o frasco,
1. > 1 .lir.is as mais frescas do mercado a 800
f-s. a libra.
Cognac verdadeiro inflas a Boa rs. a garrafa,
e lo.ooo rs. a caita com nina duzia.
eoresfrancezesdasseyuintes marcas: Ani-
tOte de Bordeaos. Pniaur des llamos, e de
nutrasmuitasma-cas a lo.ooo rs. a duzia.
e a 1,000 a garrafa.
' i-sis muito n iva 1 .No i> a libra e a 8,5ou
rs. a caixa. Ha ca vas. ineias e qu.irtos.
:: ditas a l.ooors. O giffu COHl .'18 libras.
jladiiiiha ingleza a too rs. a libra,
AvaKl francez e portugue/ refinado a 800 rs.
1 garrafa, e 9,oo rs. a caixa com urna du-
4a,
Conservas inglezas das seguintes marcas:
Vlvxed, Pickes, o ceblas simples a 800
ns o frasco.
Mostarda inglesa preparada em potes a loo
rs. o pete.
1; rao de bfeo a IGo rs a libra, e em arroba
ter abatimento.
Vasos inglezes vaaios de 4 a 1G libras, muito
proprios para deposito de manteiga. duce,
e outro qualqoer liquido, de 1,000 a 3,00o
>. cada um,
Palitos do gaz a 2.3oo is. a groza e 2o rs. a
caixinba.

.-5
Milbo alpista a 10o rs. a libra.
Painco a 2oo rs. a libra.
Gomma muito alva para engommar a 80 rs
a libra, e em arroba se far abatimento
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
Sabao verdadeiro bespanhol, que raras vezes
vom ao nosso mercado a 28o rs. a libra.
Sabao massa de superior quadade a t8o,
2oo, e 22o rs. a libra do melbor que la.
Graixa em latas muita nova a 12o rs. a brti-
nba, e l,3oo rs. a duzia.
ESTABELECIMENTO COMMERQAL j
DE
[C.\LUKR.\RI\ E FHMHC.4 K MET4ES,.
Mito na ra do Mrauai n. 40 Jnato
a fnodlvo do Sv. Bawnun, pertencene a
vlllaca Irania afc .
Neste estabeleciraento encontrare os freguezes um eompleto sortimento
de tudo que diz respeito as artes de caliereiro, funileiro, latoeiro, ferreiro e
/d#fo, e os abaixo asssignados que o dirigem, promettem servir a todas as ,^K
pessoas que se dignarem de os procurar, com promptid5o, sinceridade e pre- vf&
eos muito raseaveis. O dito estabelecimento estando montado em ponto
grande, tanto no que diz respeito a pessoal, como em materia prima, e tendo
habis officiaes, pode esecntar com toda a perfeico e seguraba qualquer .*
obra tendente as artes cima mencionadas e affoitamente pdem os abaixo as- ,
signados assegurar ao pablico que nenbum outro estabelecimento ltae pode
fornecer mais barato e mais perfeito do que elles, viste que recebem de sua
propria encommenda todas as materias empregadas em ditas obras.
Alambiques simples e continuos de lo- Sinos de IB libras 8 arrobas.
das os tamanhos e dimencOes.
Machinas de cobre para destilar e res-
tilar espirito at 40 .graos pelos sys-
temas de Logier e Derosne.
Parafuzos de bronze e ierro para ro-
das d'agua.
Torneiras de brease e bronzes para
engenho.
JUlltiTVJ
COMO WUWCA KOI

wo
ARMAZEM
Peixe em latas muito novo : savel, pescada,
curvin, salmao e outras muitas qualidades
prepard
cozinba
Carapucas e serpenfinas de cobra, e Encanamentos de cobre e chumbo de
estanlio, avutsas. todas as grossuras.
Tai*as e tachos de cobre para engenho Bombas para cacimbas, aspirantes e
e refinacae. de repucho.
Paroes de cobre e todos os cobres ne- Bombas para destilacSes.
cessanos para o fabrico do assucar.. Ditas para regar jardins, bortas e .
Cobres para rodas de moer mandioca.! capim. <
Machinas econmicas para tarar roopa litas para navios e barcaras de varias
o mefhor possivel. 1 qualidades e dimenaoes.
Cobre em lenco! e arrodellas, estahho em barrinka, chumbo em barra,
le neo 1 e canos de todas as grossuras. '
Villofa Irmm fc C-
38RA DO imPERADOR38
Agua natnral de Condllae,
arados de escabexe secundo a arto de nmito reeoramendada as affecc8es do tubo frastro-intestmal, nos 4os rin?, e bexica ourinaria, pela?
iba rtf> \ 9ona i non r- a lata suas prepriedades alcalinas, e o acido carbnico ^ue naturalmente contm em suspensao, de prec^
nid, ue i,zuo a z,oou is. a uw. majs pon^Q^ qe a anna de Ykhy, e de propriedades talvt superiores pela grande quantidade de
ilem .lo A honro vinrin dn Prtrtn nmir- acido carbnico. lajelo llrou, agua d l Cheeleu, cupahiba de Mege, wycfo Fugas de tanate
ucm 00 Alio uouro vinao (lo Porto engar .^^ muito reemmendada as ponorrheas. Lerrog francez verdadero ; na mesma easa tem
ralado e escolhio pessoalmente por um j a|gumas caixas e instrumentos cirurgicos para operagoes de Maliu e Gharriore.
dos socios que se acha em Portugal, das
seguintes marcas : Duque, Genuino, Ve-
llio secco especial, Lagrimas Doces de
1819, vinho especial D. Pedro V, vinho
velbo. Nctar superior de 1833, Duquedo
Porto de 1834, vinho do Porto velho su-
perior, Madeira Secca de superior quali-
dade, vinho do Porto superior D, Lhz j
de 1847, Lagrimas do Dour, especial vi-
nho du Porto, de l.ooo a 1 2oo rs. a gar-
rafa e de lo.ooo a 12,000 rs. a caixa com
urna duzia.
dem Bordeara de differentes marcas, garan-
te-se a qualidade, a 8.000 rs. a caixa com
urna duzia, e a 7oo rs. a garrafa.
Garrames com 5 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 2,2oo rs. com o garrafo.
O li A JIGO IIA PEA IIA f O
Francisco Fernandos Duarte dono deste muito acreditado armaaem
de molhados, acaba de receber neste ultimo vapor os mui desejados gneros escoHiidos
poreHe na Europa, todos multo proprios para a festa os quaes est resulvido a vender por
precos baratissimos como verao pela seguinte tabella, e mesmo pede a todos os Srs. da
praca, de engenho e laVradores para que mandem suas relactes para serem despachadas
no armazem do Progresso do largo da Penha n. 10, aflm de verem a grande vantagem
que tiram, tanto na snperioridade dos gneros como nos pregas asss resumidos,
os Srs. que nao poderem vir podero mandar seos portadores ainda que n5o tenham pra
tica, que sero to bem servidos como se viessem pessoalmente.
O interesse que tira o proprietario deste acreditado armare, ja deve ser bem co-
nhecido pelos seus mimerozos freguezes, poisjsimplesmente consiste em servir bem e ga-
Dhar pouco, afim de conseguir a continuacae daquellas pessoas, que a primeira vez se diu-
narem honrar o sen estabelecimento.
Queijos flaraengos chegados neste ultimo Sevadinhajde Franca a 2oo|rs. a libra
vapor a 2,000 rs. fl .
v Sevada mu tu nova a loo rs. a libra.
Mem do vapor passado a 1.8u < rs. _, ,
dem prato muito novos e de superior qua- Cominhos, ervadoce e p.menta do remo a
lidade a 4oo rs. inteiro, e a 5oo rs. a! h0 rs- a lll>ra-
l*ra. jGenebra de Hollaada.a 5,5oo rs. a frasqnei-
Doce de goiaba fino em caixoes com i- ya ra com 1 frascos, e a retalho a 5oo rs.
libras por 600 rs.
dem mais l>aixo a 54o rs.
cada um.
dem em botija hamburgueza a 4oo rs.
proprio para a nssa estacan per se raais|ffi" ^^ Um^IT Agua de Colonia.
C.lieiros para lencos gavias.
dem com "> garrafas de vinho Figueira. mais.
pr.ipriopara a nossa estacan por
fresco a 2,4oo rs. com o garrafo.
dem com 5 garrafas de vinagre a 1,2e rs.
o garrafo,
Vinho braneo o melbor neste genero a Roo rs.,
a garrafa e 4,000 rs. a caada.
Vassouras americanas a 800 rs. cada urna.
Velas de spermacete as melhores que ha no
mercado a 36o e '64o rs. o masso, e em
caixa se far um graritle abatimento,
dem de carnauba e composico, de 4oo a
7 RA DA IMPEKATRIZ 7
Madama viuva Lecomle lom a honra de participar a" respetlavel pablico que acaba de receber
pelo ultimo vapor francez um rramle sortimeiik) de objectos do porcelana, cryslal, tartaruga, madre-
perolas, bronzes, maifiin etc., assim como um riro soi lmenlo de alnetes de peilo e ti volas para cin-
tos quer de madeira, qtierd metal novos modelos.
Cintas para seuhoras e meninas.
Lindas cintas de couro o velludo onfeiladas com a competente bolsa, tal e qual est se usando
em Paris, ligas de seda para senliora, riipiissimas caixinbas para presente de tesla com preparos de
costura oit sem ella, de tartaruga, madrepcrolas, marroquim, etc., capellas braucas c para noivas do
flores de laranja.
Pinissimos chicotes com carias de marfim, sandale, etc., para homens e senhoras.
Perfuniarias.
Perfumaras dos mais afamados fabricantes de Londres c de Pars.
Pos de arroz para refrescar.
Escovas para denles e cabello
Ditas para limpar pentes.
Penles de tartaruga de pentear.
Ditos de bfalo dito.
Suspensorios para homrm.
Espedios grandes c pequeos.
Agua para tingar cabello de todos os fabricante.
Na mesma casa contin.i-se a fazer cabolloiras, lanto para homem como para senhors, assim
como qualquer cabello stipposto.
Corta-se cabello e frisase por 300 rs.
7 lina da Imprratrlz 7
Oleo e F)anbas |iara cabello.
Sabonetes HNissimo?.
Ditos inferior.
Manteiga ingleza flor a mais superior do Genebra de laranja a l,ooors. os frascos
mercado a 72o rs. a libra. grandes,
dem de segunda qualidade a 64o rs. a libra. _,_-...
Vinho de caj o melbor que ha no mercado
Manteiga france/.a de primeira qualidade a a l,ooo rs. a garrafa.
56o rs. a libra, e 52o rs. em barris ou .. ,
me0Si Palitos do gaz a 2,3oo rs. a groza e 2o rs.
a eaixinha.
Cha perola neste genero nao ha nada a de-, dem de dentes lixados a 16o rs. o maco oom
sejar, e de especial qualidade, mandado I 20 macinhos.
vir de conta propria a 2,8oo rs. a libra. I
dem huxim o melhor do mercado a /^j^ilbas seccas diegadas neste^ ultimo navi.
rs. a libra.
dem de segunda qualidade a 2,ooo rs. a
libra.
dem hysson muito superior a 2,5oo rs. a li-
bra.
dem preto homeopathico muito fino a 2,ooo
rs. a libra.
a 16o rs. a libra, e em porce se faz aba-
timento.
Banha de porto refinada a 48o rs. a libra e
42o rs. em barril.
Vinho braneo de superior qualidade proprio
para missa a 64o rs. a garrafa.
Leite antephelico.
ApproYutlo pelas academias de medicina de Pars e Londres.
Kste leite cura em peucos dias as sardas, epbelides, mauchas de gravidez, tez
iqueimada, nodoas, cravos, Ijoibufnas, borloejas, espinhas, etc., como consta do livrinho
n a arrb ^,ono rs, a I! ,5oo ^ qtie 0 ;lCompanha, cada frasco tem um livro que indica o modo de applicar o leite ante-
Caf de I e 2a sorte de 8.3oo a 8,600 rs. a
arroba, e de 28o a 32o rs. a libra do me-
lhor,
Arroz da India, Maranhao e Carolina a 3,ooo,
2,8oo e 2,4oo rs. a arroba e a too rs. a
libra.
Frasqueira da genebra a 5,8oo rs. e a 5oo
rs. o frasco.
Azeite doce em barril muito fino, a 64o rs.
a garrafa, e em caada ter abatimento.
Papal grave pautado e liso a 3,5oo rs. a
resma.
Genebra de Hollanda em botija de conta a
44o rs. a botija.
Champagne a melbor neste genero a 2>,oOu
rs. o gigo.
Hacallio a 14,5oo a barrica.
Ervilhas fiauce/.a e portugueza a 640 rs a
lata de urna libra.
Chocolate francez, iiespanliol, suisso e por-
tuguez a l.ooo rs a fibra, e a 28o rs. ca-
da pao de una r4.
Carrafoes vasios de 5 garrafas at 3 caadas
de 000 at l,3oo rs. cada um.
Ameixas francezas em caixinbas elegante-
mente enfeitadas, com diversas estampas
no exterior da caixa de 1,500 a 3,ooo rs.
cada urna; tambem ha frascos e latas de
differentes tamanhos que se vendem por
mdico preco.
Massas para sopa: macarro, talharim e ale-
tria a 48o rs. a libra, e em caixa se far
abatimento.
Garraoes com 14 garrafas de genebra de
Hollanda a 5,5oo cada um.
Charutos de todas s marcas e dos melhe-
res fabricantes da Balda de 3,ooo a 4,eoo
rs. a caixa.
phelico.
O tnico deposito na casa de madama viuva Lecomte.
7 MA DA IMPEBATRIZ
SllRTIliFNTO PARA & FESTA
SO
E CO\SERV.\IH)R
DE
N. ti e 23URfiO DO TIRCO-N. 21 e 23
I II \ ti.
Manteiga ingleza perfeitamente superior a 880 e 900 rs. a libra.
dem franceza, a 560 rs. em barris, lia abalimenlo.
Caf do Rio da Ia qualidade a 280 rs. a libra, e a arroba a 8,500 e 8,700 rs.
Arroz pilado, 10o a libra, e a arroba 2,800 em sacro 2.700.
Cha de primeira, segunda e tercena sorte a 2,8oo, 2,aoo e 2,ooo 1*. e 1.800 do preto
a libra.
Palitos do gaz mandados vir por conta a 2,3oo rs. a groza.
Vinho Figueira e Lisboa, a 48o e 4oo, rs. a garrafa e a caada a 2,8oo, 3,300 e
4,000 rs.
Goma de engommar, 100 rs. a I bra e a arroba a 2,700 ou sacce.
Milbo alpista o mais limpo que ha a 160 rs. a libra a 5,000 rs., a arroba,
lijlo francez de grande tamanho a 14o rs. cada um.
Toucinho'de Lisboa muito novo, a 32o rs. a fibra.
Queijos do reino do ultimo vapor, a 2,ooo rs.
Velas de espermacete, e carnauba a 600 e 3oo rs. a libra.
Azeite doce de Lisboa a 64o rs. a garrafa, e de carrapalo a 28o.
Banha de poico refinada, a 48o e 44o rs. a libra.
Ser veja de todas as marcas a 500 rs. a garrafa.
Sevada nova, a loO rs. a libra a a 2,80o a arroba.
Passas novS, a 480 rs. a libra e em caixa ha abatimento.
Sabao amarillo de 200 a 240 rs. a libra.
Batatas a 4o rs. a libra.
S nos armazens do largo do Terco.
ATTEX^AO
Todos #s senhores que compraren) para negocio 00 casa particular de 1003^ara
cimadarSe miis 5 a 10 por 'f$ t abatimento f o proprietario scientiflea mais que todos
os seas gneros sao rocebidns de sua propria encommenda, razao esta para poder ven-
de;- ptor limito meno do que em outro qualquer estabelecimento.
FrVllTAO DO BOWJflAW-RlTA DO
II It l VI Y. 38.
Este muito acreditado estabelecimento esta prvido de um completo sortimento d
machinismos proprios do fabrico de assucar, a saber:
Machinas de vapores as mais modernas e mais acreditadas.
Rodas d'agua de ferro com seus pertences.
Moendas e meias moendas de todos es tamanhos.
Rodas dentadas, angulares e de espora.
Taixas de ferro batido e coado.
Boceas de fornalba pelo novo svstema Wetaam.
Alambiques de ferro fundido.
Fornos para cozer farinha.
Moiohos para moer mandioca.
Arados americanos, etc. etc.
Bolachinba de soda chegada neste ultimo Ameixas francezas em caixinhas elegante-
navio a 1,35o rs. a lata, deste genero ha i mente enfeitadas com ricas estampas a
grande porcao e de differentes marcas, I l,2oo, l,5oo e 2,ooo rs. cada urna,
que se vendem todas pelo mesmo preco a dem francezas em frasco de vidro com tam-
vontade dos compradores. P do mesmo contendo 1 V libra a 1 ,2o
rs. s o frasco val quase o dinheiro.
Iem em latas grandos a 2,ooo rs. i(iem em ,ata5 lle 2 ,ibras por 1 4oors
dem propria para lanche em latas grandes. a rm\h0j c a 800 rs. a libra.
a l,9oo rs. {
M ... .. ,. Figos de comadre muito novos em bahuzi-
Marmelada imperial dos me hores fabrican- nhos muito proprio.- para mimo a 1,28o rs
tes de Lisboa a 04o rs. a libra. rrr t
,..,., .. dem em caixas para retalho a 16o rs. a
Frutas em calda em latas de l.ooo a 000 rs., ij.a
neste genero ha diversas qualidades a es-
colber. ; Passas de carnada a 48o rs. a libra e em
. "... quarto com 8 libras por 2,5oo rs.
Champanha superior das marcas mais acre-; v '
(litadas a l,5oo rs. a garrafa e 15,ooo rs. 'R ,
. 0 B\a0. oolaxinhas inglezas de superior qualidade a
g'go.
Serveja das melhores marcas que vem ao
mercado a 5oo rs. a garrafa e a 5,ooo rs.
a du/.ia
dem preta superior a 56o rs. a garrafa e a
5,4oo rs. a duzia.
Vinho Bordeaux de differentes marcas, e as
melliores do mercado a 7,000, 7,5oo e
8,000 a caixa com urna duzia, e em gar-
rafas a 61o, 7oo c8oors., garante-sea
boa qualiilade.
dem Figueira de superior qualidade a 48o
rs. a garrafa e 3,ooo rs. a caada.
dem de Lisboa a 2.800 rs. a caada e 4oo
rs. a garrafa.
dem do Porto de superior qualidade para
mesa a 5oO rs. a garrafa, e 4,000 rs. a ca-
ada.
dem fino do Alto Douro da colheita de 1833,
como sejam: D. Luiz, Feitoria velho, Nc-
tar, Carcavellos e Camoes em caixa de
tima du/.ia a 9,ooo rs.
Lagrimas do Douro, especial vinho do Porto
a l.ooo rs. a garrafa e lo.ooo rs. a caixa.
Duque do Porto, Madeira secco, duque ge-
nuino, lagrimas doces a 9oo rs. a garra-
fa e9,5oo.rs. a duzia.
Garrafoes com vinho doJPorto a 2,2oo rs.
cada um.
Vinagre de Lisboa de superior qualidade a
2oo rs. a garrafa e l,2oo rs. a caada.
Azeite doce refinado em garrafas grandes a
800 rs.
dem de Lisboa a 64o rs, a garrafa, e em
caad a a 4,800 rs.
Presuntos inglezes para fiambre a 7oo rs. a
libra,
dem de lamego encommenda particular a
48o rs. a libra, e inteiro se faz ai>atimento.
Toucinho do reino o melhor do mercado a
320 rs. a libra, e em arroba a 9,ooo rs.
Velas de espermacete de 4, 5, e 6 por libra
a 560 rs., e em caixa se faz abatimento.
dem de carnauba refinada a 32 rs. a libra
e 9,ooo rs. a arroba.
dem de carnauba pura do Aracaty a 4oo rs.
a libra e lo,5oo rs. a arroba.
Gomma muito fina e alva a 80 rs. a libra.
Ararota verdadeira a 32o rs. a libra.
Farinha do MiranhSo muito alva e chairen
a lo rs. a libra
Sag muito novo a 24o rs. 1 libra.
2,ooo rs. a barrica, e a 2oo rs. a libra.
Chocolate francez o melbor que se pode de-
sejar nesle genero a l.ooo rs. a libra.
Magas para sopa estrelinha, pevide, arroz do-
mara a 48o rs. a libra, e em cafoa a 2,000
rs. cada urna, m icarrao, talherim, e ale-
triaa 4oo rs. a libra.
Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra.
Avelaus muito novas a 2oo rs. a libra.
Ervilhas francezas muito novas em total
grandes a 64o rs.
dem em ditas pequenas a 400 rs.
Maca de tomate em latas de 1 e 2 libras a
04o rs.
Salmao em latas del 'i libra a 800 rs.
Lagostinho em latas grandes a l,4oo rs. ca-
da urna.
Sardinhas de Nantes a 36o rs. a lata.
Cognhac inglez a 800 rs. a garrafa.
Licor francez das melhores marcas do mer-
cado a 800 rs. a garrafa.
Batatas chegadas neste ultimo navio em cai-
xa com duas arrobas por l,6oo rs., e 4o
rs. a libra.
Concervas inglezas a 75o rs. o frasco.
Sal refinado em potes a aoo rs. cada um.
Mostarda ingle a a l.ooo rs. o irasco.
dem franceza a 4oo rs. o pote.
Mitho alpista a 160 rs. a fibra e 4,8oo rs. a
arroba.
Graixa muito nova em latas grandes a I*
ris.
Latas com peixe em posta emticamente
lacradas das melhores qualidades de pei-
xe que ha em Portugal a l,2oo rs.
Caf lavado de 1* qualidade a 32o rs.. d to
de 2a a 28o rs. a libra e 8r2ae rs a arro-
ba. dKo de 3a a 26o rs. a libra e 7,8oo
rs. arroba.
Charetos suspiras dos memores fabricantes
de S. Eelix a 2,5oo rs. a caixa com lo
charutos.
dem finos de diversos Jahricantes l.Goo.
1,8oo e 2,000 rs. a caixa a>m loo chara-
tos, {o preco n*> indica a boa quaffdade
', parem deem-se ao trabaron de virem 00
mandarera e verao a reabdade.''
-\
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L
ILEGVEL


tari* de Ptrttattfctnift* -* <*MHt Wm 9 e Itoxemhq fe .
ZENS
DO
PROGRESSISTA
BA HAS CRITZES *. M
E
RA DO CRESPO N. 9
!%o balrro le anto Antonio.
foaquhn Jos Cime de 8oia scientifica a seus numerosos fregue-
tu
S ce
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CKJ
.O
ce i
m
o
i
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MOLHADOS
Largo do armo 9.
Grande sortimento para a festa por menos
10 a 20 por cento do que em outra qualquer
parte.
Duarto & C* scientificam aos seus freguezese ao publico'emgeral, que acaba de ch-
gar da Europa um socio que faz parte da firma, com um grande e bello sortimento de
a molhados por elle escomidos, os quaes se vendem por menos de lo a 2o por o/0 do que oo-
m zes e ao publ.co cm geni que acaba de cstabelecer um novo armazem de molhados a ^ ^ annuncante) ran|ndo ^ qQalidade peso de qualquer gSero Vendido
ra do Crespo n 9, aonde se encentrar sempre os melhores gneros de estiva, que, neste j muito acreditado arnmem, e por isso, firmados em que cumprem fielmente o
. ... ,_____ que promettem, pedem todos os Srs. da pra?a, de engenhos e labradores, o favor de
se venderto a retalho e por atacado, por menos dos que se venderem em outra qualquer, ^forera suas encommendas ou relaces ao armazem Progressive, cortos de nSo teren
parte, affiancando-sc aquellas pesseas que comprarem nestes armazens a superior qu. em tempo algum occasMo de se arrependerem.
ldadc de gneros, presos commodos e bom acondicionamento.
I
O armazem da ra do Crespo situado no melhor local desta cidade com as-
seio que de necessidade manter-se com estes estabelecimentos, faz crer a seu pro-
*^ ., ,. ,. .- j ..- -*_' Todos os Srs., que comprarem para tornarem a vender, terao, alin dadfferenca
prietar.o, que mngoem deittrt de sor.r-se ora estabelecmento aonde seencontra sin- jg puWkadlf mais ^ 0/o am^. Os proprietark* tmbem garantem o boS
'eridade, para ir-se comprar aonde se nao offerecem tantas vantagens. acondicionamento aiada mesmo dos mesmos para o mais alto sertao.
Sendo este armazem no verdadeiro ponto de partida para os arrabaldes desta j
cidade, nao ser diffied quelles senhores que tera de partir nos mnibus darem 9uas Manteiga ingieza perfeitamente flor, mandada
Superior* lodis r preparar,-. lonleiiilimU h<>jeoir. Gor.orrken Bl norrlurlai larchelta. -
Millo argat < prompio. wm inii,r."m colira, .um i: Injecco curativa e preservatr
:
tnica .r.: cmnrtivaHc > ..lilii-a o leguniniiliM ... pwen ,
Deposito geral em Pernambuco ra da Cruz n. 22 em casa de Caros 4 Barbo
AGENCIA
DA
FUNDICAO DE L0W-M00R.
Ra da Senzalla nova 42.
CYUMIMIS
para padaria*
Mapartariada ra Dimita n. 8i lia scm r.i n^
Neste estabelecimento continua a haver' bem conhee idos e acreditados cyimdros ;:: ..
um completo sortimento de moendas e meias nos que e vendem a w>mmodns prec^._______
fmoendas para engenho, machinas de vapor' fUTRlV
e tachas de ferro batido e coado, de todos ost
tamanhos para ditos.
Aviso.
Arados' americanos e machinas para
A ME RICAS O
Na padaria da ra Direita n. 8'i ha ara
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston 4 C, Por C""Ddo uin wre a."'L'rii:"'"wito*r
ra da Senzalla Nova n. 42.
ncommendas neste armazem, que sempre mes offerecer os mais agradaveis gneros.
;ha perola de especial qtiaHdade a 2,8oo rs. dem muito superior a l,ooo rs. a garrafa.
dem riysson muito superior a 2,7oo rs. a ^ a 28 e 32 rs- a libr' e a 8' e
tifera. 9,ooo rs. a arroba.
klefll nxim a 2,5po rs. a libra,
hlrm brsson a 2,3oo rs, libra.
dem idem a 2,ooo rs. a libra.
Id<-ni preto. de qualidade muito especial a
2,ooo rs. a libra.
Hern idem inferior a l,6oo rs. a libra.
Cerveja das melhores marcas do nosso mer-
cado de 5,ooo a 6,ooo rs. a duzia, e Seo
rs. a garrafa.
Conservas inglezas a 75o rs. o frasco e 8.600
rs. a duzia.
Champagne a melhor neste genero a l.ooo Doce em calda a 5oo rs. a lata.
rs. a garrafa e 18,ooo rs. o gigo. !..__ ...
l.lem inferior a lo,ooo rs. o gigoe I,ooo rs. Idem de ^,aba. em caixase diversos tama-
a garrafa. I nl,os e de diversas quahdades de 64o a
l.ooo rs. cada urna.
Chocolate francez, hespnhol, e porfugnez, a
a 9oo o. l,2oo rs. a libra.
Ervilhas francezas muito novas de 48o a 64o
I rs.
Charutos dos melhores fabricantes da Bahia ,. m -a
3 de qualidades, especialmente escolhidos, dera V*** a 72o rs. a lat
ile 2,ooo a 4,5o rs. a caixa.
I aiiiiha doMaranliaV) muito al va a 14o rs. a Vassouras do porto com arcos de ferro a 32o
libra
'dem seccas a 2oo ra. a libra.
jssouras do |>or
rs. cada urna.
dem de araruta verdadeira a too rs. a libia. ^
"'" Velas de espermacete da melhor qualidade
VinliH do Alto Douro engarrafado, e os mais 1 a 600 rs. o nia^o.
bt-m ('scolhidos, lagrimas do Douro, D. Pe- MOB1 j w ^
dro V, D. Luizl, Duque genuino, Nctar Idem ^ carnauba e composici. a 32o e 36o
superior, Malvasia fina, Bastardo, e outros rs- a h,"'a e ,0'000 rs- a arroba-
Tijolo para limpar facas a 14o rs. cada lun.
Toucinhode f iribfli e Santos a 32o rs. a libra.
Sevada muito nova a loo rs. a libra.
a H,ooo e 12,ooo rs. a duzia e l.ooo rs.
a garrafa.
Mea Cherrv e Madeira a l,5oo rs. a garra-
fa e 16 000 rs. adunia.
Idem Bordean* de diversas marcas de 8,000
a 10,000 a duzia, e8oo rs. a garrafa.
Itolaxinhas americanas a 3,eoo rs. a barrica,
e 2ix) rs. a libra.
Batana muito novas a 1,000 rs. n gigo, o 60
rs a libra.
Ilinha de porco retinada a 48o rs. a libra, e
em barril a 14o rs.
Vinho em pipa de Lisboa, e Figueira, de3,ooo
a 4,000 rs. a caada, e 5oo rs. a garrafa.
Mcm de Lisboa em ancoretas de 8 a 9 cana-
das por 27.000 rs.
Mein do Porto muito especial a 5,5o<* rs. a
caada e 72o rs. a garrafa.
Idem em garrafoes com 4 *t garrafas por
2.-iiio rs. com o garrafo.
Vinagre de Lisboa muito superior a 2,ooo
rs. a caada.
Peixe em latas grandes, savel, pascada, cor-
vina, enutras qualidades a l,ooo rs. cada
lata.
Papel greve pautado e Hso de 3,ooo a 4.000
ts. a resma.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e 48o rs.
a libra.
Palitos lixados para dentes a 14o rs. o maco,
dem de flor a 2oo rs. o maco.
Prezunto para fiambre inglezes e americanos
a 85o rs. a libra,
dem do Porto a 48o rs. a libra.
Queijos prato de 48o a 600 rs. a libra,
dem londrinos os melhores que se encontram
neste morcado a 800 rs. a libra.
dem flamengns udos no ultimo vapor de
2,000 a 2,4oo rs.
Sardmhas de Nantes muilo novas a 32o rs.
a lata.
Ideas nuusbaixoa l,5oors. a caada, e 2oolSag raui[0 novo a ()0 ,^ a |i|)n,
rs. a garrafa. 1 .
Idetn muito superior a 28o rs. a libra.
Idem ein garrafoes com 4 ri garrafas por
l,2oo rs. com o garrafo. Sab5 ""^ ,,e diversas aualid;"^s a 2o e
M.iiileig ingk^za a 600, 7oo, 800 c 9oors. a
libra de primoira qualidade.
Idem franceza a 56o rs a lil)ra pm barril, e
a (00 rs. a retamo.
Ameixas francezas em caixiuliaa com ricas
estampas no exterior de l,2oo a 2,ooo rs.
cada urna.
Ideal em frasco de video do diverso tama-
nhos a I,5oo e 2,5oo rs.
Iilein em latas de 1 1/2 e 3 libra a l,3oo e
2,3oo rs. cada urna, e a 800 rs. a libra. -
Figos de comadre em bai'izinhos de folha pro-
prios para mimos a 1,600 rs. cada um.
dem em caixinhas de folha a 32o rs.
Idem em niixas grandes a 2oo rs. a libra.
dem em latas ermlicamente lacradas de
1.600 a 3,oeo rs.
Arroz da India e Maranho a 80, loo e 12o
rs. a libra.
Amendoas de casca molo muito novas a 4oo
rs. a libra.
Azekonas superiores a l,2oo rs. o barril.
Alpista a 14o rs. a libra e 4,600 a arroba.
I.etria a 4oo rs. a libra.
Hiscoitos e bolachinhas inglezas as ultimas
ebegadas ao nosso mercado a 1,2oo e l,4oo
m. cada lata.
Bolaxoha de soda e lunch era latas grandes
a 2,000 rs. cada lata.
Cognac de superior qualidade 800 rs. a gar-
rafa.
24o rs. a libra.
dem inferior de 12o a 18o rs a libra.
; Genebra de Hollanda em frasqueiras a 6.5oo
rs.
dem hamburgueza em ditas a5,8oo rs.
Idem de Hollanda em garrafoes grandes a
5,5oo cada um.
dem em botija a 4oo rs. rs. cada urna.
Garrafoes vasios de diversos tamanhos a.loo,
64e e 1,2oo rs.
Gomma do Aracaty a loo rs. a libra.
Graixa a loo rs. a lata, e l,2oo rs. a duzia.
Licores finos francezes em garrafas e fras-
cos de diversos tamanhds de 600 a 800 rs.
cada um.
Mar melada imperial de talos os conservei-
ros de Lisboa a 64o e 700 rs. a libra.
Massa de tomate muito nova a 64o rs. a
libra.
Marrasquino de Zara a 64o rs. o frasco.
dem em frascos grandes a 800 rs.
Cominhos muito novos a 5oo rs. a libra.
Erva-doce a 24o rs. a libra.
Pimenta a 36o rs. a libra.
Clavo da India a 64o rs. a libra.
Cannella a 1,100 rs. a libra.
Alfazeraa a 2oo rs. a libra.
Sal refinado em frascos de vidro a 600 rs,
o frasco.
vir de conta propria, a 800 rsi a libra.
dem francesa cfcegada pelo ultimo navio a
56o rs. a libra, e em barril ter abatimen-
to.
dem ingieza em potes de 4 a 16 libras a
800 rs. a libra e o pote separada.
Cha uxim o melhor neste genero, mandado
vir de conta propria, a 2,800 rs. a libra
dem hysson, grande, muito bom a 2,600 rs,
a libra.
dem preto, muito fino, a 2,600 rs. a libra.
Gemma muito alva para engoramar a 80 re.
a libra, e em arroba se fara abatmeflto.
Sag multo novo a 28o re. a libra.
Sabao verdadeiro hespnhol que raras tetes
?em ao nosso mercado a 28o rs. a libra.
Sabao massa de superior qualidade a !80,
200, e 220 rs. a libra do melhor que ha.
Graixa em latas muito nova a 120 rs. a lal-
nha, e 1,300 rs. a duzia.
Peixe em latas muito novo : savel, pescada,'
curvin, salmo eoutras umitas qualidade*
preparados de escabexe, segundo a arte de
dem preto, mais baixo, a 2,ooo rs. a libra. I C0zinha' de !'400 a 2>000 rs- a ,ata-
dem, verde, miudmho, mais proprio para ne- dem do Alto Douro vindo do Portoengar-i
gocio, a l,5oors. a libra. i rafado e escolhido pessoalmente por um1
ATTENCAO
O propriptario dos armazens do Progressista jamis deixar de offereeer aos seus
freguezes tudo o que for preciso para que sejam beta setvidos, e como a festa se aproxi-
ma & ptima a occasi5o dos seus freguezes experimentarem a realidade, que nunca dei-
xar e ser" m.-mtida pelo proprietario desfes armazens.
Banha de potco refinada muito alva a 48o
rs. a fibra, e em barril se far abatimea-
to.
Biscoitos inglezes das seguintes marcas:
Craknel, Soda, Ceede, Captain, Travellies
Lunch, Cabin, eoutras militas marcas a
l,4oo rs. a (ata.
Bolachinha de soda, especial encommenda, a
2,2oo rs. a lata.
Biscoitoinglez Craknel em latas de 5, 7 e 15
libras aS.oo e 6,000 rs. e de l,2oo a
800 rs. a libra.
Batatas muito novas a 5o rs.
Queijos flamengos chegados neste ultimo
vapor a 2,2oo rs.
dem do vapor passado a 2,000 e l,8oo,.
dem prato chegado neste ultimo vajwr,
muito fresco a a 4oo rs, a libra e intei-
ro se far abatimento.
dem londrino multo fresco a 800 rs. a libra.
Vinhos em pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
48o, 56o, e 64o rs. a garafa, e de 3,000 a
4,5oo rs, a caada.
Marmelada imperial dos melhores consenti-
ros de Lisboa em latas de 1 e mais libras
a 7oo rs. a libra.
Fructas em caldas das seguintes quahdades:
ameixa, rainha Claudia, peras, cerejas,
ginja, pecegos e alperch a 5oo rs. a lata.
Figos em caixinhas de 1 '/j arroba e de 8 li-
bras a 8,000, 4,oooe 2,ooo rs, e a ,3oors.
a libra.
Amendeas de casca mole a 28o rs. a libra, e
em arroba ter abatimento.
Sardinha de Nanfes a 32o rs. a latinha.
Toucinho de Lisboa a 36o rs. alrbra eem ar-
roba ter abatimento.
Massa de tomates a 64o rs. a libras.
Pimenta do rein a 34o rs. a hbra.
Farinha do Maranho a 14o rs. a libra.
Tijoilo para limpar facas a 16o rs.
Ceblas a i,2oo:re. o mlho, e a l,ooo rs.
o cento.
.
Cerveja das mais acreditadas marcas de
5,ooo a 7,5oo a duzia, e de 5oo a 600 rs.
a garrafa.
Prezunto para fiambre muito fresco e novo
a 800 rs. a libra.
Genebra de larapja a 9oo rs. a frasco.
Chourigas as mais frescas do mercado a
800 rs. a libr.
Cognac verdadero inglez a 9oo rs. a garrafa,
e lo,5oo rs. a' caixa cora urna duzia.
Licores francezes das seguintes marcas: A-
nieete de Bordeaux, Waisir des dames, e
de outras muitas marcas a lo,ooo rs. a
h duzia, e a l.ooo rs. a garrafa.
Passas muito novas a 5oo rs. a libra e a
8,000 rs. a caixa. Ha caixas, moias e
quartos.
Garrafoes com Ib garrafas de genebra de
Hollanda a 5)g5oo.
Bolachinha ingieza a 4oo rs. a libra.
Azeitc francez eportuguez refinado a 800 rs.
a garrafa, e ),ooo rs. a caixa com urna
duzia.
Grao de bico a 16o rs. a libra, e em arroba
ter abatimento.
Phariuateuliro Ha pr.weira ciasse
lint Pars.
Este medicamento empregado ha mais de
dos socios que se acha em Portugal, das1 20 iwws, com successos constantes, pelos
Conservas inglesas das seguintes marcas.:
Mixed, Pickes, e cenlas simples a 800 rs.
o frasco.
seguintes marcas: DuqHe% Genuino, Ve-
mo secco espeetal, Lagrimas Doces de.
1819, vinho especial D. Pedro V, vial
veHio,Nctar snperiorde 1833, Duque do
Porto de 1834, vinho do Porto velbe au-
perior, 1Madeira Secca de superior quali-
dade, vinho do Porto superior D. Luiz
de 1847, Lagrimas do Douro, especial Vi-
nho do Porto, de 1,00o a 1.2oo rs. a gar-
rafa e de lo,oooa 12,ooe rs. a caixa com
umaduzia.
dem Bordeaux de differentes marcas, garnte-
se a qualidade, a 8,000 rs. acaixa com orna
duzia, e a 7oo rs. a garrafa.
Garrafoes com 5 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 2,2oo rs. como garrafSO.
dem com5 garrafas de vinho Figueira, mair
proprio para a nossa estacjta por ser mais
fresco a 2,ooo rs. com o garrafo.
dem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.
o garrafo.
Vinho branco o melhor neste genero a 600 rs.
a garrafa e 4,000 rs. a caada.
Alhos a 80 rs. o masso.
Velas de spermacete as melhores que ha no
mercado 0 600 e 64o rs. o masso, e era
caixa se far um grande abatimento.
Frasqueiras de genebra a 5,8oo rs., e a 5oo
rs. o frasco,
dem de carnauba e composico, de 4oo a
32<> rs. a libra, e de 10,000rs. a H,5oo rs.
a arroba.
Caf de 1" e 2a sorte de 8,3oo a 8,600 rs. a
arroba, e de 28o a 32o rs. a libra do me-
Hior.
Arroz da India, Maranho e Carolina a 3,ooo,
2,8oo e 2ioo rs. a arroba e de loo rs. a
80 rs. a libra.
.izeite doce em barril, muito fino a 64o rs.
a garrafa.
Papel grve pautado e liso a 3,5oo rs. a
resma.
Genebra de Hollanda em botija de conta a
44o rs. a botija.
Champagne das mais a creditadas marcas a
l,ooo rs. a garrafa, e a lo.ooo rs.a duzia
ou gigo.
Sal refinado a 7o rs. a libra.
Ervilhas francezas e portuguezas a 64o re.
a lata de urna libra.
Chocolate francez, hespnhol, suisso, e portu-
guez a l.ooo rs. a libra, e a 28o rs. cada
pi de urna '/,.
Garrafoes vasios de 5 garrafas at 3 caadas
de 5oo at l,3oo re. cada um.
O GALLO CANTA
J sabido que, (juando chega o vapor da Eu-
ropa, o gallo canta annuneiando toe seus numero-
sos freguezes as galanteras de maisgosto e da ul-
tima moda que por elle recebe, como sejam :
Camsinhas para senhoras.
Rioossimas camisinhas com manguitos t gra-
?atiabas para senhoras :- so no Vigilante, ra do
Crespo a. 7.
Cirigolinhas.
tiqdissintas cirigolinhas ou gravatinhas, sendo
eous do muitogosto, e a primoira vez que appa-
rece para as senhoras de bom gosto : s no Vigi-
lattfe rui do Crespo n. 1.
Pente$ de concha.
H* para chegar riquissmas guarnieres de pea-
les de lindo gosto, Unto paraatar, como para mar-
rafas, por precos razoaveis: s no Vigilante, ra
do Crespo n. 7.
- ......' --------------------'
Recebem-se encommendas de fogo d > ar e de
vistas : no armazem da bola amarella n > oilao da
seonturia de-poliria.
guro, prova de fogo, e com amito pon
Vende-se una urna dsjaearaad ;;.i .
sitodeossos : na ra da Imperatriz, loj.: de : cineiro n. 23.
Cevada.
Vendem-sa saccas cain cevada muilo nova t
menos do que em outra qualquer parle : >-
criptonode Hanoel Ignacio de Otiveu.i e Piifaj,
largo no Corpo Santo o. 19.
XAROPE
hLABELONYE
me I heres mdicos em todos os paires, tm-
tra as molestias do corwo, as hydropisku
e'-as-v/fcopOes do peito, acaba de reeebr
imviwvo suffragiepor nao ter por ora ap-
parectdo ontro igual para curar infallivel-
mente todas as doenca* do coracao orgni-
cas ou inorgnicas, palpilaeoes, hydropisias
geraes ou parciaes. hydrothorax, asthmas
ciroaicas, bronchites nervosas, e fluxos
chromcos, aplionia (extinecao da voz), ele
As gazetas medicas fallan calorosamente
sobre os effeiios preciosos do Xmrope de
Labtlonyc, que tem boje adquirido um dos
primeiros lugares no quadro dos medica-
mentos os mais afamados e da tlicrapeutica
universal. como o deciaram os celebres m-
dicos iancezes : Andral pai e lilho, Bouil-
laud, Cottereau, Desruelles, Fouquier, Le-
iraire, Marjolin, Paequir, H.wlnn, U^hib-
seau, Delaberge, Parmantier, Puche, Ther-
rim, Vidat (de Poitiers)yetc.. e outros fa-
cltameos dos mai:i_ltfres.
Vende-se cm garrafinhas de vidro verde,
trazendo um rotulo, fundo cor de violeta
clara, jaspeado, no qual sobresali o nome
Labelonye, o gargalo da garrafa traz nina
tira azul jaspeada, com a llrma de Labe-
lonye, e a rollia coherta com urna capsula
de metal branco com a inscripeo Strop
le Digitiiale de Labelonye, pharmacien,
Pars.
Deposito geral: em Paris, ra Bourbon-
Vllleneuve, 19.
Em Pernambuco, na casa de Caors & Bar-
bosa na ra da Cruz n. 22.
Hotica e armazem de
drogas
lina do Cabuga u. II.
DE
Joaqiinn Mai liulm da Cruz Gorreia.
Vende-se o seguinte :
Salsa narrilha de Bristol.
Fastidias assucaradas de Komp.
Paslilhas vrniiifupas de Kemp.
Elixir de ciiro lactato de ferro do Dr. Thcrmes.
Roh da Larecteur.
Xarepe depurativo d'odoreto de ferro de Guy.
Xarope peitoral sedativo de Guy.
Pasiiltias pcitoraes balsmicas de Guy.
Pilulas da vida.
Burel franciscano (mesclado) para imagens.
Injecoao Rrow.
Xarope de (trato de ferro de Chable.
Pillas contra sesfles.
Salsa parrillia de Sands. -
Emraeto fluido de salsa parrilha de llailys.
Xarope alcoolico de vellamc.
Alera destas drogas ha constantemente um com-
pleto sortimento de tintas, verniz, onro para dou-
tar, preparados chimicos e pharmaceuticos que se
vondem por commodos prcos.____________

o e-s
Ameixas francezas eui caixinhas elegantemen-
te enfeitadas, com diversas estampas
no exterior da aixa, de l.ooo a 3,ooors.
cada urna; tambem ha frascos e latas de
diferentes tamanhos que se vendem por
modjeo prefo.
Mostarda ingieza preparada em potes a 4oo Massas para opa: waoarrae, talharim, e
M*l-'^-W^--'.-.- ,-, ta aleiria a 48o rs. a libra, e em caixa ae
Vasos inglezes vasios de 4 a 16 hbrmjiitos, a ..
proprio para deposite de manteiga, doce, rwif ^ -^ j i ^
e outroqualquer liquido.de l,oooa3,oo Doce ^ g0,aba de 4oo a 8oo re. o caixfe
rs. cada um. i pande.
Palitos do gaz a 2,3oors. a groia e 2o rs. a Wem a 2,ooo o caixSo grande.
caixinha. Charutos de todas as marcas e dos memores
Milho alpista a 160 rs. a libra. fabricantes da Babia de 3,ooo a 4,ooo rs.
Paipco a 2oo rs. a libra. ; a caixa.
Q>3 W O O.BJ
s
Pianos novos.
Os melhores que tem vindo a esta praea fihfea-
dos do encommenda por um dos melliures fa!n i-
cantes de Pars, especialmente para Me di i.a :
qnem quizur proveitar a oci'asiao da iiniiiii--.- le
nm excellente piano por prego coinmodo dirija-s^
i ra Nova n. 19 primeiro andar.
Mfi 9Ra da Cruz9
P Vinht Boroleaii sujieiier a ilu- ;.vl
ilaoaal de cantas fritas
para compra e venda de assurar e cunos generi a,
obra muito til para os negociantes e n'uT,mc* ''<
engenhos; neis com um lance de sla n'i.-:
saber o valor de qnaesqoer fUHMiduu w ni M
e Hbras : vende-se na livraria econouiica ao pe f!o
arco do Sanio Antonio.
Cal de Lisboa polasaa da
nosaki.
Vettdc-se na mi daCadeta do Hit i fe u. 20, para
onde se modou o antigo e acreditado deposito oa
mesma roa n. 12, ambos os gneros sao novas e
legitimos, e se vendem a piuco mais barato do que
ntra qnalfuer parte.
Hoa da Senzalla Nova u. t
Neste estabelecimento veadem-se: tachas de
ferro coado libia a 110 rs., idem do Lo*
Vloor libra a 120 rs. __________
Pectnncha
Battes de 30, 38 e *0-arcos a 3.5 na KM Queimado n. 44.
FARINHA FONTANA.
Farinha iia moito acre'iti a marra
Fontana'csembacada hoje, vedlfc-fce
por nreco mais Ciuuot do que cm
qualquer outra faite : na ritn da i .: i
n. 4 rasa de S. U. Biebcr k i. tmtm*
ores.
mmwm wm wm% xsr m
*0\ S^" Rna do Crespo n. 5. '%]
*- Na loja de Marcelino & ('.., vende re '-j
Wl barcec do laa de cores muilo linos a 880 jJ*
^ rs. ocovado, ditos lisos com 8 palmos de
v--i largura, ricos soutembarqHes a ram- *
/K braia bordado e outras muitas fazcndr.s
tB de gosto preprias para o tempo d fcla v.
'^ cliegadas neste ultimo vapor, preces ptui- -
to em conta. j\
IBOT
Barricas rom breu : na.nla da Cadeia du Her
fe, loja de ferrageas de Bastos.
" GRA.NDH
Hadapolao francez o mais superior que '.< m Vin-
do a esto mercado, vende-so-a 600 rR. a vara, Feu-
do em peca: na ra do Queimado n. t(, ca'-a '
Guimares cv Bastos.
A 8^500 um b:t!:lo.
Custodio Jos Al ves Guimaraes dono i!a loja in-
titulada gallo vigilante ra do Crespo n. 7. a ao respeitavel publico que lemlo ivcr.,.l(i nm
grande sortimento de saias de balao tanto I.:a-t-
eas como encarnadas e para liquidar i!.' r .;;., >
est resolvido a vender pelo baratsimo prW) Ho
fliOO cada um
Transparenir.s.
Tamhem chegaram os lindos iransp;i'icnti's para
jandlas que se venduro pelo barato pnco du U)
o par.
"entes sena iguncs.
Riquissimns pentcs de concha para os nov.v
penteados conforme os figurinos que win i a
mesma caixinha : na loja do gallo vigilante ra ilo
'>espo n. 7
As sacar do Moa tem >
Rna do Imperador n. 28 e caes de Apollo n.
67, a 200 rs. a libra, e de 8 libras para cima
a 5*600 aarroba.
Cortinados bordados.
Superiores cortinados bordados para canias frsn-
rezas, ou para portas : vonde-sn ramate na u.a
do Queimado n. 46, loja de Guinaia. > A I
fe 3 -
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Cal de L.lsboa
chibada ltimamente ; oa ra do Vivario t, l'j.
primeiro andar._______________________
Em casa de Mills Lalbam a C, ua rna ii-
Crnz n. 38, vende-se ferro galvanisado de um di>a
melhores fabricantes inglezes, proprio para cobers
tas de casas.
- Vendcm-st em Olinda as casas seguintes :
1 a no Varadouro com todos os romnwda*, ej
cimba, quintal murado, chao proprio.
1 dita na ra do Carino com pequeo sitio.
1 dita oosQuatro Cantos com casa de taberna
1 dita na ra doBanho.
1 sitio na Estrada Non, com bafxa de canin, rrv
fronta coa trras do do fallecido G>bson e *
Salles.
f casa no Jogo da Bolla e 1 escravo.
1 escrava de 11 12 annos : a tratar na ti'
da esquina dos Qnatro Cantos, rna de Mathia- P"ti -
reir n. 1, ou com o Sr. Lua Jos Pinto da Costil,
padaria na ladeira da ribeira.
ESCRAVS FGIDOS.
FAZEWiS
Alem dos gneros aeima annunciados ha um completo sortimenU de cominhos, er-
va doce, allazema e outros muitos gneros, que tudo se vende por baratiss6imo preco
baratas para acabar.
Sedas de quadros e de Hstras a 320 rs. o cova-
do, lindas laas de quadrinhos a .360 o covade, su-
periores cassas de cores a 200 rs. o covado, ditas
mtrim finas a 240 o covade : na loja das colnmnas,
na roa do Crespo a. 13, de Antonio Corris de Vas-
CODCOlrOS & C.
-
Fugio hontem 2 de dezembro as 7 horas da
noite o preto Lote, de nscSo Angola, dade d; 3S .1
38 anuos, estatura baiw, resto redondo, bar*
iada, porm pouc, espessa, ontes limados ri
Trente, empregado no sorvigode relpsco, u .i.o
o torna bem conhecido peb calos que tera
maos. Este preto foi pegado ha tres para qu
annos ein erra eDgeolwAnhiimas, o consta er
seguido para o raasmo eafeno, a Mns o en
genho ilas Lagens : quem o pegar lev GMWtn* n. 8, reBnacao. que seca genereamente
Igrauficado.


lnrio de VerBambiK* Qnarta feira 9 de nezembrft de t 4S.
j_
LITTERATRA
Passeios na Allenanka por Mery.
STTUTGABT-A VII.HKLMA
i I
O oulorano o verdadeiro eslo da Allenianha ;
nao ha entao essas iniermittoncias de chuva e de
sol, quo tornara algumas vetes as excurses de ro-
creio rnuito pouco divertidas ; o bello fixo cometa
ero seterobro e n'esso mez o thermometro eleva-se
a un grau desconhecido durante a estocao que de-
-veria ser quente. Os sabios ainda nao explcaram
esta aioraaFlaatraospherica,e quando a explicarem
comprchcndc-la-hemos muile nienos do que agora
No outomno fludo passemos atravet differentes
ducados, sem termos muita consciencia de saber
aondc nos dirigimos; o cu eslava puro, a atmos-
os vissem ag torero-s como un s hornera ou Ma
so mulher, e nos devjdos termos do sen empreg o
subalterno, porque se o seu zelo os lovasse muilo
longe seriam ridiculos. At resolveram um proble-
ma, porque rompera o alinhamento symetrico, e
cantam a tempe sem necessilarem acotovellar o
visinho; a desordem da forma nao produz um
desaecordo. O effeito produzido immenso, e ap-
plaudese oedro com enthusiasmocomo seapplau-
diria urna dama ou um tenor.
Desejei saber quanto venca o primeiro tenor
que tem urna bella voz e canta muito bein; soube
que Ibe davam quatro mil (lorias por anuo, oito
mil francos, pouco mais ou menos.
Testemunhei a minha profunda surpreza como
membro do publieo francez.
Que tal lhe parece Stuttgart?
l'ma cidade lindissima.
E eu falla va sem lisonja : e um instaste depois
o logista drigia-me esta pergunta :
Yiu a Wilhelma ?
Eu responda:
Nti; e elle accrescentava :
Acredite que em Pars nao ha oada tao boni-
to : o seu imperador foi dossa opiniao.
Entilo accrescentava eu :
E pde-se ver a Wilhelma ?
Obi Uso impossivel: o rei mostrou-a tilo
smente ao imperador.
N'uma outra loja, sofTria as mesmas perguntas,
edava as mesmas respostas com poucas vari-
antes.
J eu tinha comprado seis inutilidades, convor-
Entre nos, disse eu, esse tenor ganharia seis sado com seis logista9, e travado seis dilogos des-
vezes mais. i te genero, quando entrei n'uma stima loja em
Sim, disse-rae o raeu interlecutor, os tenores Konigsstrasse, ra muito bonita, para comprar
phera agradavel, os' prados verdes, e a paysagem o mais que cantam sao oito annos, e arruinados charutos uteis.
ncautadora sombra e sol, estavam magnficos. | pelo si-bemol, o ut-dieze, o ut-do peito e outros ti- J O logisto estova no raeio da sua familia o m
. I gres dos amphitheatros lyricos, retiram-se para quanto eu escolhia os charutos, entoou e estribilho
| Asnires e vivem das suas rendas ganhas com dos seus collegas, e terminando pela inevitavel
[ perigo dos seus dias, na apoplexia Dieu secourable
dos Huguenotes, e outros exercicios de clown lyri-
Diziam-nos: acola direito est um antigo con
vento muito curioso ; desciamos do wagn e a
ms ver o convento.
l
Oiziam-nos : acola est urna bella ruina; lamos CQ ft de let|0eiro pnbiic0.
ver a bella ruina.
Dizam-nos : is ali urna cidade deserta ; e iamos
ver a cidade deserta...
Ha estoces em toda a parte, e o systema dos
eomboyosdo Wurtemberg,onde nos estovamos, fa-
vorece, do mclhor modo possivel, estas entradas e
saludas cada passo. Os wagons sao d'um com-
pri ment desmarcado, e sao divididos, d'umaexlre-
midade outra por urna especie de ra, na qual
cada um pode passear a vontade.
Entro douo wagons existe um terreno em forma
de concha, e descoberto, com urna eseadaque des-
eo ao nivel da rail. D'ali pode-se contemplar o
campo como de cima d'uraa sacada, sem que nada
tollia a visto, e se acaso nes passa pela mente a
phautosia de descernios, nada 6 mais fcil, ao ap-
proximar d'uma eslaco, quando o raoviraento vae
diminuindo.
No ha portas a abrir ou a fechar, nao se incom-
moda ninguem. Deixa d'existir a viagem com a
uta anliga signficaeao : passeou a gente todo o
dia, e andou cincoento legoas. Se este admiravel
systema de wagons-ruas fosse introduzido em Fran-
ca, todas as pessoas ricas passeariam do "Havre
Strasburgo e de Paris Marselha em lugar de pas-
searem nos seus quartos. t
Gazeando deste modo, aqui e ali, chegamos por
fin a Sttutgart. A eslaco no centro da eidade
a alguns passos do theatro e do palacio do rei. Por
esto forma, ao descer do wagn, n'um relance d'o-
lhos descobrimos inmediatamente urna cidado en-
cantadora, uina miniatura de capital, mas obra
de gosto, a nossa praga da Concordia mas assom-
brada com aores idosas : um edificio immenso
com bellas columnatas; a magnifica residencia do
rei, as velhas torres do palacio ducal, e urna ra
soberba que se perde no horisonte.
O hotel Marquart, situado ao lado da gare, domi-
na esta perspectiva, e deve sua posico o bom
acolhimento que merece dos estrangeiros. Dono e
creados, todos ali fajlain francez : a hospitolidade,
n'aquella casa, digna da velha Allemanha -, at
se chegam ali a encontrar leitos parisienses, que
nao sao soninofugos, coosa rara as margons do
Hheuo; onde o basalto e o porphyro sao tao abun-
dantes, que entram algumas vezes na ronfereo
dos cobertores o que bastante duro para a epi-
derme dos viajantes.
Soavam seis horas, e Mr. Marquart disse-me :
Quer ir ao theatro ? hoje a primeira re-
presentaco do Cuillierme iOrange, opera em cin-
co actos, de Mr. Eckerl, mestre da capella do
rci.
Comecava sseis edevia acabars nove, hora da
ceia em Sttutgart. Eu tenho por principio o con-
formar-me a todos os usos dos paizes em que me
acho, e de nunca parecer aamirado de nao encon-
trar em trra estranha, tudo o que se faz entre
nos. Manifest pois o desojo de ir ao theatro.
Immediatomeute o landlord deu-me um camaro-
te da primeira ordem, e quiz acompanhar-me.
E a civilisacao d'estolagem levada ao mais puro
grau.
A trra ser um paraizo no qual teremos d'an-
dar toda a vida em caminho de ferro, quaudo nos
gares das cidades houverem hoteis Marquart. n\a-
da urna minudencia, e nao voltaremos mais ao as-
sumpto.
A reputaco dos guardanapos o dos lences de
ha muito que est feita na Allemanha, e o viajante
fica sempre surprehendido por ver que n'um paiz,
em que o linho e algodao sao tao baratos, mostrem
to grande sovinario nestes dous objectos d'utilida-
de primaria, mesa e na cama. Nunca se pode-
r explicar o mysterio allemo.se que pode resumir
nesta quadra escripta por mim sobre o muro d'um
hotel em Colonia.
Aux bords du Rhin tu trouveras
Pour la table et les couchettes
Ues servittes comme des draps
Et des draps comme des serviettes.
Entre nos, como na sua patria, grapas ao pro-
gresso da msica, nao sendo j prohibido por le o
barulho nocturno, os nossos tenores estao expostos
aos mesmos monstros da gamma, desde o Coliseu
de Tito necessario que haja sempre christaos
toncados as fras para divertimento das galeras.
Mas entre nos o tenor que ganha oito rail fran-
cos,' ganha-los-ha toda a sua vida, ainda que che-
gasse a vver um secuto. Se fer fulminado apho-
nicamente pelo Dieu secourable, deixa o theatro e
vae pescar trutas para as margens do Neckar, do eue minha mulher fallamos muito sobre aquella
com os seus eternos oito mi. florins de ronda, os Z^ifTl^itS? fES E
quaes representam vinte mil francos de Paris. elle disse que- -
Conversamos desta forma durante os entreac-," ^'fj^l^ \ft ffi-
tos do uilherme d Orange porque, neste theatro |helma.
lyrico de Stuttgart, o publico nao falla, quando os Olhe, meu caro senhor, disse-me o logisto,
artistas cantam. A opera de Mr. Eckert alcancen teto o que diz a Guia allema de Baedeker a propo-
um grande xito. Ojoven compositor um msico s
pergunta :
J viu a Wilhelma ?
A' minha resposta negativa dsse-rae triste-
mente :
E cu tombem nunca vi essa maravilla do
mundo; minha mulher e meus filhos talvez nunca
a vejara I
Toda a familia meneou a cabera e tomeu urna
attitude melanclica. Este quadro' de familia en-
terneceu-mo.
Entao verdadeiramente impossivel ver essa
maravilhosa Wilhelma ? pergunlei eu ao logista.
Completamente impossivel, meu caro senhor I
Entao, porque razao me perguntou se a vi ?
Para fallar delja ; urna consolarlo : quan
de boa escola, sabe oscrever admiravelmente para
as vozes, e conhece como amigo maestro allemao,
os segredos da nslrumentocao.
Ao sahir do theatro j tinhamos muitos amigos
velhos em Stuttgart, eentre outros, os irmaos Hal-
berg, que esto testa do raovimento Iliterario e
artstico desse bello reino de Wurtemberg. Deve-
nios muitas horas agradaveis de passeio e de ca-
vaco a esses intelligentes e espirituosos collegas
d'Alm-Rheno.
Stuttgart tomou na Allemanha urna importancia
enorme durante o reinado do actual mooarcha o
re Guilherme. Est admiravelmente situada sobre
o Neckar, delicioso rio que corre em direceo a
Heidelberg, e vae dar certo brilho s suas mara-
villosas ruinas. Bellas montanhas cobertos de vi-
nhas e de pinheiros, coram eslreitomonte esta
miniatura de capital, e parecem protege-la como
baluartes naturaes.
Ha nella muitos bellos edificios amigse moder-
nos, entro os quaes deve-se citar a Stiftskirche
curiosa egreja gothica que data de 1436 : o antigo
castello ducal, flanqueado por grossas torres, e
com um pateo interior notovel pela sua architetu-
ra phantastica; o palacio novo, acabado em 1806,
bello edificio que se estende diante da grande pra-
ca e communica com o theatro por um lado, e pela
sua fachada oriental com o parque real, um dos
passeios mais encantadores da Europa, e todo Or-
nfcdo to oatfhtue do m&rmor*. A ruu do pr conduzem a villa de Cannstodt, localidade thermal
onde os estrangeiros vem tomar aguas.
Cannstodt como um arrabalde de Stuttgart.
Foi ali que assistimos a urna festa annual intitu-
lada nos cartazes a festa do rei e do povo; poder-
se-hia accrescentor a festa da agricultura.
Fura construido um circo podendo conter tre-
zentos mil espectadores; um arco de triumpho, ar
tisticamente construido com fructos e flores natu-
raes, servo de porto de entrada; um elegante pa-
vilho estova reservado para o rei, a corte e os
grandes funecionarios.
O rei Guilherme, muito fresco ainda apesar dos
Peguei na Guia e li na tinha sexta dessa pa-
gina :
Este palacio conhecido sob o nome de Wilhel-
ma inaccessivel ao publico. >
Recocdei-me entao d'um feito audicioso que me
servir em certo occasiao.
Restaurava-sc a Santa Capella, e o canteiro esla-
va defendida por urna estacara de madeira sobre
a qual se lia: O publico nao entra aqu.
A vida destos flores anima estes jardins silencio-
tos, e d-lhes tam ppvo encantador : passcia agen-
ie com delicias dobaixo dessas grandes abobadas
de verdura, onde se cruzara as largas folhas das
palmeiras com os leqnes de verdura que fluctuara
sobre as magnolias. De quando em quando, urna
sorpreza faz-nos fazer no meio d'nma ala de flores
e de arbustos, que sao as tapecarias desses corre-
| dores embalsamados ; ora urna fonte que com o
sen murmurio alegra a solido : ora um molho
de esguichos, espargindo-se sobre as flores; ou urna
passareira onde cantora todos os passaros melidio-
sos; ou urna taca onde nadam todos os peixes e
aves aquaticas; ora urna rocha coberto de musgo
que faz pensar as florestas virgens e as zonas
esplendidas onde nasceram essas arvores o essas
flores, onde cntara esses passaros de esmeraldas,
de rubis, de escarate o de ouro, onde su agrupara
com um descuido adoravel tantas riquezas vege-
taes, cujos segredos sao ainda desconhecidos, oque
serao talvez um dia thesouros de cura para os ma-
les da humanidade.
Ao sahir das estufas sbe-se ao belvedere da Wi-
lhelma por urna rampa suave com fontes e flores
de um lado e de outro.
No cimo, descobre-se um horisonte immenso, urna
3dmiravel paysagem; .direila Stuttgart com as
suas montanhas; o immenso parque que a esto
distancia semellia-se a urna floresta virgem; em
frente a linda cidade de Cannstodt, assente sobre
as encostas o os prados do Neckar; mais longe,
urna serie de collinas verdes com delicadas infte-
xoes; e nos limites daqueiles quadros os cismes
vaporosos dos alpes suabios.
Passamos cinco horas neste maravilhoso domi-
nio, e deixamo-lo com saudade como se apenas o
tivessemos entrevisto ; 6 entao que fcil de com-
prehender o motivo da defeza e da interdiccao que
eleva urna barreira em redor da WiHielraa.
Se se concedesse a toda a gente por as mos e
os ps sobre esta joia sem preco, autorisar-se-hia' a
sua devastaco insensivel e muito progressiva; se-
ria necessario coUoca-la sob um sino como lize-
rara ao Campanillo de Giotto, essa joia floren-
tina.
Quanto a r., allrevo-me a afrma-lo, caminha-
mos com um religioso silencio nessas salas, nesses
jardins, nessas estufas, retirando as nossas mos
sempre tentadas a tocar tantas cousas mgicas para
nos certincarmos da sua realidade humana, sempre
estendidas, .por fraqueza de botannico, para essas
flores attrahentcs, que seria tao agradavel cc-
Iher; ebeguei mesmo a resistir felicidade. de to-
car urna stankopea tigrata que eu conbecia como
maravilha pelasgravurasda flora indiana.o me pa-
reca urna flor inventada pelos botonnicos ingle-
tes.
A nica coosa que me foi concedido levar da
Wilhelma, mas com autorisacao do guarda, foi a
cora de um gynorhim argentiam eolhido bastan-
te longe das estufas, em campo raso, n'um po-
mar.
Esta reliquia vegetal est hoje tao fresca cerno
estova em setembro passado; semelha-se a urna
pluma argentina, cahida do turbante de um
emir.
Na tarde daquelle dia fomos convidados como
Entrei resolutamente com o ar d'um hornera que visitantes privilegiados da Wilhelma invisivel, a
est no seu direito de visitante, e o guarda fez-me i um festim annual de mil talheres, que se dava em
Karar na passagem raostrando-me o letreiro pro-
ibitivo :
Eu c nao sou publico! disse-lhe, e en-'
trei.
O guarda iclinou-se e eu visitei o augusto mo-
numento de S. Luiz.
Resolv, pois, empregar o mesmo processo para
ver essa invisivel Wilhelma, mas comprehendi in-
mediatamente que urna cousa permittida em Pars,
prohibida em trra estranha a um francez, e de-
cdi-me a empregar um outro meio.
Esrrevi S. M. o rei Guilherme urna humilde
supplica, pedndo o insigne favor de ver a Wilhel-
ma, essa maravilha de Sttutgart.
II
epois de esperar urna hora recebi a resposta c
a autorisacao escripias em um bilhete cujo modelo
o segu nte :
EINTRITTS-KAnTK
I.N BIK
B0NIC4JCHE WILHELMA
FUR
M. MERY ET SES COMPAG.NQNS DE VOYAGE
Stuttgart. 30 September
K. ORERST GOFMEISTER AMT.
Tinha a escolha des meus companheiros de vi-
sito.
Ijevel, pois, conilgo dous Iwns amigos. Carlos
Dallemand, que to bem sabe desenhar de repente
urna paysagem e um monumento, e Ernesto Reg-
ger, o joven e j celebre autor da Estatua e do
Erostrato.
Partimos muito satisfeitcs e com um tempo mag-
nfico ; Stuttgart at no seu cu se mostrava hospi-
talera para comnosco.
A maravilha invisivel situada no um de um
parque real; um passeio.
O portein i pareceu a principio estupefacto, ven-
do-nos ultrapassar o limar do primeiro recinto ;
mostrei-lhe o bilhete ; elle nchnou-se tomando-nos
por altos personagens, viajando incgnitos para
evitar as acclamaces.
Tenho visto cousas muito bonitas durante a mi-
nha vida de viagens, mas nunca vi nada mais en-
cantador, mais potico, mais gracioso e mais habi
seus otenta e dous annos, chegou a cavallo, e tre- t^ jr.ns nUI'Eccm
desenliados em um gosto delicado, e sem affecla-
Victor Hugo fez a mesma observacao, na sua
bella Viagem sobre o Rheno, e todos os seus qaei-
xuracs nao valeram de nada.
Os proprietarios dos hoteis, interrogados, respon-
den! cora o costumade estribilho :
Ah isso assim. Pois bem, nao assim
no hotel Marquart de Sttutgart; guardanapos e
lences tem as suas proporcoes razoaveis e semi-
razoaveis.
O theatro de Sttutgart muito bonito, e pode
conter duas mil pessoas. A platea immensa, e
ali sao admttidas senhoras : algumas vezes estao
at em maior numero.
As primeiras figuras da opera sao talentos pou.
co vulgares ; a orchestra excellente o e corpo de
baile conta tantas dansarinas como o da nossa
opera.
Os coros merocem um elogio parte.
Em Franca os coristas sao caixas d'orgaos pos-
tados em duas fileiras, e celebrando sempre algn
ma cousa com urna immobilidade distrahida, Sao
escriturados para celebraren!, e nao para se in-
trometterem com a accao da peca.
No Guilherme Tell celebra m durante um qnarto
de hora o trabalho, o hymineu e o amor, mas' nao
se pode obter cousa alguma mais da sua dedica-
co. Nao sao pagos para fazerem mais. Se tives"
sem os ordenados de terceiros tenores, ergueriam
as mos aos cus; ameacariam os tyrannos.em que
sao abundantes as nossas operas: teriara o traba-
lho d'estremecerem de terror e de espanto ; per-
guntariam: Que mystereo este T cora semblantes
tristes, mais a exiguidade dos seus honorarios nao
Ibes permtie tomar o ealor d'om tenor do cincoen-
to mil francos.
Os coros na Allemanha, sao muitos menos pagos
do que entre nos, mas entre elles o amor da arte
vence a coasideracao do ordenado. Eu quera que
zentas mil vozes o saudaram com enthusiasmo.
A msica, que nunca se cala na Allemanha e
que a voz natural daquelle paiz, executova mag-
nificas peras, e unia-sc s acclamaces do povo.
Um tempo magnifico favoreca esta solemni-
dade.
O rei dstrbuiu os premios aes vencedores dos
concursos agrcolas e aos creadores de gado; cada
nome, pronunciado do alto de urna tribuna, era
seguido de urna tocata, e faza bater o cora^o das
familias dos aldedes que linham vndo assistir aos
seus triuraphos ou aos triumphos dos seus paren-
tos e dos seus amigos : nada mais tocante do que
esta festa de setembro, rodeada de paisagens sem-
pre lo bem desenliadas pela natureza allemaa.
Via-se, na vsinhanca o campo da feira de
Cannstodt, larga o interminavel ra de barracas
onde duzentos mil curiosos se comprimera em boa
ordem; onde alguns contos de lavernas improvi-
sadas nao sao suficientes para o grande numero
de consumidores de cerveja, onde os pregoeros
dos espectculos de feira, repimpados era cima de
caderas e tonneis, annunciam todos os phenome-
nos do universo; os gigantes, os an5es, as vaccas
de duas caberas, as sereias, os bispos do mar, os
mgicos, os devoradores de espadas, os domadores
de leoes, os Hercules do Norte, os selvagens de
Paris, os dancar'nos de corda, os caes sabios, os
muscus de cera, finalmente todas as maravilhas
que os industriaes de Bohemia inventam para
tirarem dez cntimos ao viandante curioso e cr-
dulo.
A nossa feira de Saint-Germain simplesmente
um deserto silencioso comparada com a festa po-
pular de Cannstodt e Stuttgart.
Entre a raultido divisamos Mr. Daurmont,
nosso ministro na corte do Wurtemburg; e pare-
ca que elle senta um immenso prazer com a festa
do povo e do rei.
reni a menor prelencao aristocrtica.
As estatuas e as arvores nao representam ali pa-
pel alguin orgulhoso; ura buen retiro de rainha
oriental, que gosto de urna sim
na distiiliuieu das
ras, das fontes e das tocas.
Fica a gente mais que maravillado... fica-se
encantado : a gnu-a applicada arte dos jar-
dins.
Mais abaxo fallaremos das estufas.
Entramos no recinto de Wilhelma; o guarda
honra da festa do rei e do povo. bem que se
saiba que esto festa dura oito dias. Todas as clas-
ses da sociedade sao admttidas a este festim ; ca-
da pessoa tem o direito de subscrever e resulla
disso urna aggregacao fraternal c cordeal de con-
vivas de toda a especie. A nobreza acotovella-se
ali com a plebe; osexcellcntes vnhos de Stuttgart
correm ali para toda a gente; o sol que os coloriu
nao fez disllnccao, o cada um conforma-se com a
opinio do sol.
A mesa est posta n'uma immensa sala, no pri-
meiro andar do immenso edificio d columnas que
se estende a todo o comprimento da praca do pala-
cio real.
Eramos tres francezes, perdidos no meio da raul-
tido, e redmente nao tinhamos mais do que lou-
varmos a hospitolidade recebida; os melhores lu-
gares foram para nos, e podemos gosar nossa
vontade de um espectculo tao curioso e to novo
para estrangeiros.
Vem de longe a origem destes feslins da egual-
dade ebristaa, destes banquetes livres onde se con-
funden! as classes.
Estes costums da velha Germania, herdeira de
Roma, corrigiram o que era excessivo e pagam as
festos de Saturno; havia ainda, durante estes idos
em que vos deixavam aproveitar a liberdade de
dezemhro, ttere libertali decembri havja ainda es-
cravdo da parte dos senhores, visto que elles obe-
decan! aos seus domsticos.
O sentimento christao foi muito mais humannos
festins dos primeiros lempos evangelicos.e fez renas-
cer os costums da verdadeira edade de ouro, que
se tinham corrompido desde o reinado de Saturno
e de Rhea.
Existem na Allemanha muitos usos e costums,
que sao tradiccoes romanas modificadas pelo chrs-
tianismo; assim aproveitando-me da liberdade doi
parenlhesis, liberdade de viajante vagabundo que
escreve como viaja, notei em Stultgart um rsta-
me legado por Germanicus, e snbmetti a rainha
descoberto aos sabios do paiz bem mais instruidos
do que eu em tal materia.
Sahi um dia do hotel Marquart, ao nascer do sol
para visitar a cidade; soou a hora no velho cam-
panario golhico que domina a praca do palacio an-
tigo, e no mesmo instante urna charanga de instru-
mentos de cobre acompanhou os toques do re-
logio, com um encanto de meloda inexprimivel.
Nos primitivos tempos, esta charanga devia ser
ouvda, julgo eu. tao smente ao nascer do sol,
abrid a porta da sala grande, e olhou para nos afim Qs a||m5es ^ aperfe j, os clarins j
Gosto immenso de passeiar ao acaso as cidades
que visito pola primeira vez, e tudo me inleressa
nesle canto d mundo por onde passo e que nao
tornarei a ver. Ao menor capricho entro n'uma
loja, nao para comprar urna cousa intil, porque
em viagem tudo para mim um embaraco-Bias
o meu patronomas para examinar um interior
inteiramente desconhecido, e conversar por um
momento com estrangeiros a proposito do um
objecto exposto vcnda.de que nao necessito. Es-
ta inania curiosa de viajar causou-me graves cui-
dados em Stuttgart.
Dir-se-hia que todos os mercadores tinham feito
um pacto para me dizerera a mesma cousa.
Era abominavel.
Reconhecido como francez era sempre obrigado
a responder a esta interrogacao:
niLf- 1h iI I! mas vendo-se que a cousa era agradavel naquella
. a2 ,urt" a. cidade cheia de msicos, confiaran! a msicos
, dos algreles, das aerjos ocuidldo de exccutar 0 concerlo a lodas as
horas do dia; Duodecim repetita placent.
Sabe-se que na hura prima os clarins dos roma-
nos soavam o hymno de Diana, uso que deu o
nome de Diana ao rular matinal dos nossos tam-
bores.
Julgo que nao ha etymologia mais clara. Ora,
de julgar do effeito produzido.
irSaudamo-la com ura grito de adrairacao era : ;-- g^
E' a curiosidade mais commovente desta villa
mourisca, desla Alhambra reedificada por ura rei
poeta, o rei actual.
Recejamos adianiar-nos com os nossos absurdos
trages, naquella sala feito para Califas e ornada pe-
los genios das Mil e urna noutes.
Toda a poesa dos artistas de Granada resplan-
dece sob aquelle tectoe sob aquelles muros : todas
as adora veis pnantosias dos sonhos do Oriente es-
tao ali materialisadas com urna perfeicode minu-
dencias inauditas.
Este conjuncto harmonioso nao parece ter salu-
do, em nossos dias, do engenho de um artista con-
temporneo ; de boamente se acredita que os ar-
ebitectos da Alhambra visitando a Allemanha, qui-
zeram deixar em Stuttgart um specimen das mara-
vilhas de Granada, e que de seculo em seculo de
tal sorte se oceuparam da conservaco daquelle
edificio mourisco, que ainda hoje elle esto na fres-
cura dos stus primeiros dias. ,
A meilior imitaco denuncia-se o mais das vezes
por certas faltos de gasto e de estylo : aqui nao se
v vestigio algum de copia ; tudo apresento um
cunho saliente de originalidado; aquellas vidracas
pintadas, aquellas ogivas em triangulo, aquellas co-
lumnas graciosas, aquellas abobadas bysantinas,
aquelles retbalos crepusculares, parecem ter sido
creados as margens do Neckar por um genio in-
novador que se nsurgiu contra a autondade de
Witruvio, o trouxe do Oriente a potica archilectu-
ra das celestes viscos. .
A phantoaia mourisca contina a sjia obra em
todas as outras partes co palacio; ha encantadores
retiros aos quaes nao se atrevem a chamar salas ou
quartos, porque as denominarles burguezas nao
Ihes pdem servir ; ha alguns que sao Iluminados
pelo cimo deixando os ngulos em suave sombra;
ha galeras baixas que se assemelham a passeios
do harem ; salas de banhos a oriental, rotundas
com cu polas com repuchos d'agua cahindo sobro
vasos de marmore verde.
E' urna continua successao de encantos para o
olhar, para o pensamento e medilacao; um mun
Ah' senhor, que falto nao coBMajtteu o sen
intelligente Paris no da em que pateio este pri-
mor d arte de Wagnor I
O meu dever era defcflder Paris em trra es-
tranha, e a minha tarefa era difflcil.
Paris, meu caro sertfior, respond eu, nao pa-
teiou o Tannhawer; esse um erro que se espalha
na Allemanha e esta pelo menos a decima vez
que me vejo forcado a desculpar Paris.
Como I diz o meu sinti estupefacto, en-
tio o Tannhauser nao foi paleado no theatro da
Opera?
Nao, senhor, repli|iie cu, o te nao ouca:
Fizeram circulo em volta'dc nos. Os espectado-
res desciam das caderas risinhas: tinham onvido
pronunciar o nome do grande Wagnor.
Mr. Wagner, ropjiquei, commelteu urna gra-
ve falta ao chegar Pars. Publicou um livro no
qual insmuou muito claramento que a msica era
loda do futuro, e assaz pouco do passado; que cer-
los maestros, cercados da estima uvversal, nao
mereciam esse favor; que a orchesto dos maes-
tros italianos era simplesmente urna guitarra de
acompanharaento, e que finalmente era tempo de
ver a luz do soldo lustrea verdadeira msica,
a msica do futuro.
Esta theoria iconoclasia causn grande arruido :
os coromentadores chegaram at a exagerar a dea
paradoxal, contando-a aquelles que nao tinham l-
do o livro, e a irritaco chegando ao seu auge, pa-
tearan! na opera a theoria de Mr. Wagner, mas
nao e Tannahauser que nao foi oavido.
Se Mr. Wagner, compositor de talento excepcio-
nal, nao tvesse publicado o livro antes de apresen-
tara sua obra, loria sido onvido o Tannhauser ;
ter-se-hia feito justica s grandes bellezas que elle
encerra, c estara hoje no repertorio do theatro.
Paris a crianca de melhor geniodeste mundo ;
nao conhece inveja, nem ciume, nem exeluso.
Nunca pergunta a um msico :
D'onde vindes ? do Rheno ou do Alpes ?
-llie absortamente indifferente a patria do
genio.
Se o estrangeiro tem talento, Paris applaude-o e
adopta-o, e o mais das vezes em prejuizo de seus
filhos. -
Quatro estrangeiros oceupam hoje por monopo-
lio a scena da opera : ltossni, Meyerbeer, Doni-
zetti eVerdi.
Auber, o parisiense, viu cahir no olvido o seu
Filho prodigo, e seu Gustavo III, e negocou vinte
annos para fazer representar a sua mim de Por-
tici.
Se Auber fosse allemao ou italanoy as suas com-
posicoes seriam exeeutodas pelo menos urna vez
por semana.
A isto nao ha quo responder : os tactos eos car-
totes fallara bem alto. A nossa opera o theatro
dos estrangeiros.
Mr. Jenscko subiu ao estrado com a sua peque-
a batuta na mao e a orchestra comecou o subli-
me sextetto final do Freyschutz.
O meu visinho fez-me um signal de approvaco,
e desapprovou a publicacao do livro de Wagner.
Naquella noote Stuttgart esqueceu-se de ceiar;
os que nao linham podido adiar lugar na salla, e
eram em grande numero, estacionavam debaixo da
comprida columnada e sobre a praca, para ouvi-
rem a msica de regiment de Mayence, e se os
executontes nao tivessem sido acommettidos de
eansaco, o concert ter-se-ia prolongado at pela
raanhaa, e Stutlgart esquecer-se-la de dormir.
A noute eslava quente, como no solsticio de ju-
nho : a frescura das fontes e das arvores visinhas
tinham um certo encanto que raramente se procu-
ra no outomno meia noule.
As festas e estes concerjos perpetuos tinham-nos
feito descuidar de visitar os estabelecimentos p-
blicos, os museus, as residencias reaes, e outras
muitas cousas curiosas que Stuttgart possue.
Desde que ficou restablecido o socego, nao quir
zemos contentar-nos com as nossas emocSes de
Wilhelma, e quizemos ver tudo.
Fizemos as nossas peregrinacoes ao monumento
de Scbiler, levantado no meio de urna praca, dian-
te de urna velha egreja gothica.
Este grande poeta naseeu em Marbach na visi-
nhanca de Stuttgart, o fez os seus estudos nesla
cidade, da qual por assim dizer, o filho que-
rido.
A sua estatua, que obra de Tornwaldsen,
muito bella ; pensa o faz pensar, como o Guer-
reiro do Miguel Angelo na capella fnebre dos
Mediis.
O rauseu do bellas artes merece ser visitado,
porque abunda em magnificas obras, entre outras
as de Thorawaldsen e de Dannecker ; urna nym-
pha de Schwanthaler, as Gracas de Canova, as
Victorias de Rauck, quadros de iovanni Bellira,
do Ticiano, do Tintoretto, de Julio Romane, de Pau-
lo Veroneso, do Caravagio, de Cario Dolce, de
Rembrandt, d'Ancr del Salto, de Leonardo de
Vinci. de Van-Dick, de Jurbaran, de Munllo, do
Velasquez, d'Holbein, de Rubens, de Guido de Re-
, de fra Bartholomeu e d'oulros mestres de todas
as escolas e de todos os paizes.
E' um rico inuseu, como se v, e que revelado
gosto esclarecido do rei, e a sua muila proteceo
as arles.
A bibliotheca publica contem trezentos rail vo-
lumes e oito mil qunhentos e quarenia e quatro
Biblias em todas as linguas, collecco sem egual
no mundo.
No gabinete das medalhas veem-so preciosos
restos amigos, d'origem romana encontrados as
excavaccs dos arredores de Stutlgart.
O gabinete de historia possue um dos mais cu-
riosos thesouros fosseis; urna queixada de mam-
mout encontrada perto de Cannstodt e muito mais
conservada do que a encontrada perto de Maes-
tnckt.
O museu zoolgico mostra-nos urna collecco de
mais de mil animaes empalhados, e agrupados
com urna arte que um prodigio de execucao.
Nunca o processo taxidermico reproduziu o mo-
vi ment i da vida com Adeudado mais maravi-
lhosa.
a meloda religiosa do termo do da resoou nos
cumes dos campanarios, nao j em honra de Dia-
na, mas em glora a Deus.
Se me engao, o meu erro nao ser de prejuizo
a ninguem ; nao se pode dizer outro tanto de lodos
os erros.
Diz-se que na Allemanha a msica est no ar.
Em Stultgart, descobriu-se o meio de a fazer
marcar as horas elevando-a a trezentos ps cima
do nivel dos passeios.
Ellahahitava egualmente, na trra, e nao serei
eu que me queixarei disso. Quando a msica fr
a paixo de universo, os canhoes callar-se-ho,
porque cantam desafinados, e sao to smente a n-
toleravel orchestra de um charivari homicida.
Ao entrar na sala do feslim dos mil talheres,
um dos raeus nevos amigos fez-me esta pcr^J
gunta
J ouviu a msica do regiment de Boae-
deck?
J, dsse-lhe eu; esse bello regiment estova
de guamico'em Radslatt, e a sua orchestra mili-
tar fazia a alegra do paiz badense. Nunca, onvi
nada mais commovente do que essa msica execu-
tondo o final da Lucia. Era a perfeco.
Pois bem me disse elle, vae oovir a mnsica
! do regiment do barao Werbart, cujo mestre M.
| Jenscko, um dos mais distinctos compositores. Fi
zemos vir esto msica de Mayence para a nossa
festa de oito dias, e pagamos-lhe a viagem por cin
co mil florins (cerca de dez mil francos). Ouvir
cantar urna digna irma de Benedeck.
. Ora eis aqui urna' cidadesnha de sessento mil
almas que tem o capricho de pagar dez mil fran-
cos a urna orchestra que faz vir a Mayence pelo
caminho de ferro: cera msicos.
Um comboyo inteiro de executontes
Havia mil convivas neste festim babylonico, e
dous mil espectadores que nao jantavam. O servico
era feito cora urna ordem admiravel pelo dono do
restaurante da Columnata.
Fallava-se peuco; bebia-se muito; mas o melhor
prato era a msica do regiment de Mayence, que
Ovelemosnaanasa mulante ni
Inglaterra.
BlOGIMMMt ANECOTlCAt DOS JORNALISTXS E
I'ARI.ICIMAS INOLBfES.
Spankie.- A'lnlphus.Peny. jri Campbell.
Silk Buckingham.
IV
i Continuadla,)
M. Spankie, rom quenatfatei cenheeiment em
1838, era contemporaneOe Mackintosh e de Fer-
gusson, ambos seus compatriotas, porm nao pos-
suia as mesmas vanlagens do nascimeiito ,e de
fortuna. Seu av e seu pae foram ministros da
egreja presbiteriana da Escossia," e o ultimo foi
preceptor do duque de Athol. Sua primeira educa-
cao foi tao impe feito (com<|uanto frequentasse al-
gum tempo a univertidade de Santo AndrA que
leve de esludar depois por si mesmo 9 laura,
quando era 1706 chegou a Londres pobre e sola-
do. Em 1708 ou 1799, conseguio ser empregado
naredacQaodoJfofm'n/j' Chronicle, cujo director
era nesse lempo o seu compatriota Perry. Depois
de estar ah alguns annos encarregado de dar
conta dos debates da cmara dos eommuns, obleve
um lugar ao lado de Perry, no seu escrplorio, pa-
ra redigir arligos de fundo, criticas, etc., etc. Afci
leve como companherro de trabalho Jorge Dyer.
Campbell, que depois foi lord ohaneeller, Pedro-
Fmnerty, Barnes, Brack, Brownly e outros es-
criptores. Em 1808, estreou na tribuna dos advo-
gados, e pouco tetnpodepois foi nomeado promotor
publico em Bengala, lugar que exerceu 10 dias, e
que lhe dava um rendimento considerare!. Quando
voltou a Inglaterra era 1823, revisliram-no outra
vez da toga e barrete de seda (1) dos sargentos da
le, e eu ouvi dizer por um antigo advogado do
tribunal da chancellara, que Spankie foi um dos
legistas mais intelligentes, mais dignos, mais
pers|Hcazes, mais prudentes e mais afilados que
se possa encontrar. Confiavain-lhe a maior parte
dos fertos pertencentes ac- tribunal dos eommuns
plaids, e quando se procedeu votaco do bil so-
bre a reforma parlamentar, os eleitores de Fins-
bury o nomcaram seu representante.
Spankie passra at entao por liberal em politi-
tica, mas a sua circular aos eletores foi escripia
em sentido conservador, e todos os seus discursos
revelavam eguae* ideas. Em outras ecrasies,
tomou a palavra com mullo bom xito para de-
fender o- bare Sinilh, ataeado por u'Conaail. Pa-
rece que Spankie nao trabalhou mais para os jor-
naes depois que voltou da India; adquirir ahi
urna boa fortuna, c ha poticos homens que, como
Mackintosh, escrevam s pelo prazer de esetever.
Seria engauo suppr que Spankie era un publi-
cista de profundos coiiheenentos, e umperfeito
critico; mas forcoso rccvnhecer que apeiar de
se ter feito por si mesmo, tinha noces bastantes
e muito ganadas, possuia urna excellente memo-
ria, e sabia fazer valer os conhecimenlo que ad-
quirir.
Nestas memorias, tenho suecessivamenl fallado
do escriplores irlandezes e escossezes, e. s por in-
cidente tenho dado noticia de alguns jornasta-
inglezes. Nao foi isso urna phantosia da minha
parte, foi urna necessdade. Contavam-se nesse
lempo as fileiras da imprensa militante cinco ou
seis irlandezes e escossezes para cada inglez, isso
expiiea-se quem refleetir que, sendo elles em
gerai menos favorecidos da fortuna do que os in-
gleae s procuravara por meio da peana ressarcir
essa desvantagem.
Agora oceupare a aliene So dos meus lei lores
com um inglez que se fez conhecido quasi ao mes-
mo tempo que Mackiutosh e Kergusson, e que. as
diversas phases da sua carretra como estudanto
de direito ou como advogado, trabalhou muito
para a imprensa peridica de Londres : fallo de
M John Adolplius, <2> membro da associaco das
homens de lellras. Dizein que seu pae era um m-
dico judeu ao servico do rei da Prussia, o grande
Frederico ; e, que um dia um advogado mal cru-
do perguntando-lhe bruscamente : Seu pae nao
era judeu ? Adolplius responder Mettpae
era ura cavalheiro judeu, o eu sou um cavallieiro
christao, seu criado quaudo (ordos servil e delira
de, o que nao se d nesta occasio. Qualquerque
fosse o seu parentesco com a rara de Israel, era
nconteslavel a nacionalidade inglcta de M. Adol-
plius. pois naseeu em Londres em 8 de agosto da
1768. Ainda muito moco, mandaramo para a ilha
de S. Christovo (urna das ilhas sotavento de
America), para ahi administrar as planiaces de
um fazendeiro : mas elle s esleve la um anno e
voltou para Londres em 1784.
Nesse mesmo auno entrou para o oscriptorio de
um procurador (attorney), e, dahi a pouco tempo.
comecou a exercer essa profissao.
Em 1793, casou com miss Leycester, de Wluto-
place, no condado de Berkshire, menina de muito
boa familia, mas sem fortuna.
A sua assiduidade nos negocios de sua profissao
fez com qu podesse ajuntar um capital conside-
ravel.
Muito gente suppunha que, darante es doze an-
nos que esteve como aitorney, e mesmo quando toi
de novo chamado tribuna, sempre tomou parte na
redaccao de diversos jornaes; mas a sua aspiraco
era produzir obras mais duradouras ; e ero. 1797
e 1799 publicou noticias sobre os retratos dos
membros do gabinete inglez, assim como memorias
biographcas sobro a revolucjio franceta. Essas
duas obras e mais alguns trabalhos para a im-
prensa ministerial daquelle tempo opozeram em
contacto cQm M. Wickham, M. Addington e lord
Hawhesbury.
Diz-se qtio foi instancias de Addington que
escreveu a historia da Inglaterra desde a acclama-
Cao de Jorge III, at a paz de 1783, historia sobre
a qual cu j disse duas palavras quando falloi de
Mackintosh.
Hoje sabe-se positivamente que o ministro Ad-
dington forneceu ao autor dessa historia muitas
informacoes e documentos authenticos; at papis
No cumo da monlanha que domina q Necker, de familia, e especialmente os de lord Melcomhe
donovocheio de sorrisos ou de gravidade, om'da sopa ao caf, esgotou lodosos repertorios conhe-
mundo que se revela ao visitante com urna graca : cidos e desconhecidos, no meio de applausos frene-
perfeito, e que nao tem apparencia nem nos deixa ticos.
Foi immenso o snecesso do mestre Jenscko.
Dirige o seu exercilo de msicos, sem estante,
sem msica, e com urna energa socegada que im-
pdem.
Como era de esperar Ricardo Wagner nao foi
esquecido nessa exhibcao de todas as muaicas e
de todos os musios.
Depois da marcha do Tannhauser, muito bem
vontade de conhecer esses pomposos olympos de
ouro c de marmore quo causara aborrecimento, e
classicamente construidos para os reis.
Um cinto de flores rodeia a maravilha mouris-
ca e envia-lhe os perfumes de lodas as flores do
universo.
Nao ha no mundo estufas eguaes s da Wilhel-
; todas as zonas contribuirn! para ali com o j
seu contingente embalsamado; a collecco mais executoda o coberto de entusisticos bravos, se-
complela d todas as riquezas vegetaes dos tropi- guiu-se um silencio profundo, e o meu visinho na
eos, de lodos os caprichos odorferos da natureza e mesa aproveilou-se delle para me dizer n'um tom
do sol. lamentovel :
pde-se visitar una via real construida por Leins,
e que bera merece ser visitada e admirada, ainda
mesmo depois da Wilhelma.
Os amadores da arte hippica nunca deixam de
visitar as cavallaricas reaes, cuja reputaco eu-
ropea : to contiguas ao palacio real.
O rei reinante adorado pelo seu povo, e mere-
ce essa affeico, porque tem consagrado a sua Ion
ga vida felicidade do seu bello reino ; vive no
raeio de seus subditos como ura pae no meio da
sua familia.
Os seus ministros escolhidos as classes infe-
riores da sociedade, conhecem as necessidades
della, e podom fallar cora conhecimento de causa;
a sua bondade natural dirige-o sempre para o
bem ; o seu melhor consclheiro.
No seu reinado reflorescem as artes, o coramer-
cio augmenta, a industria toma um immenso des-
envolv ment, e por toda a parte cresce o bem es-
tarde todos.
Nada annuncia miseria em Stutlgart e tudo ali
raostra abastanca.
N'oulros paizes da Allemanha, vi aldeias de um
aspecto srdido com casebres cheios de fendas, e
um povo de creancas cobertos d'andrajos.
Nos arredores d Stultgart, que percorri, du-
rante os meus passeios, s achei aldeias bem edi-
ficadas e animadas por enancas alegres, com o as-
pecto da melhor sade.
E' necessario dizermos que o campo com a sua
pompa nutritiva, magnifico.
O mais generoso vinho corre a jorros as mon-
tanhas, es prados sao cobertos de verdura, as pla-
nicies sao jardins e pomares que do tudo aos agri-
cultores.
A impulsao dada charra pela mo do rei, ha
meio seculo, alcancou seus fructos.
Cada pollegada de trra recebeu um germen fe-
cundo, e nada se perdeu de tudo o que Deus deu
ao hornera para o nutrir.
Urna charra nova, a charra da civilisacao, a
locomotiva veio cortar esses campos, e unir o sen
fumo ao fumo das cabanas.
Stuttgart acordou do seu lethargo ducal, j nao
a cidade somnolento de Frederico e de Alexan-
dre, a cidade que se deixava desberdar pela sua
vizinha Louiseburgo; a cidade do seculo do
progresso e do futuro: colloea-se ao nivel das
grandes capitaes pela belleza dos seos monumen-
tos, luxo dos seus bazares, esplendor do seu thea-
tro lyrico, magestade dos seus passeios e conforto
dos hoteis : segu com intelligencia esse mevi-
mento novo que arrasto as cidades da Europa
para melhores destinos, e como nao tem rivaes cic-
sos, conquistas a guardar ou conquistas a fazer
goza do repouso doce do presente, e nao conserva
receio algum pelo seu brilhante futuro.
(Jornal do Porto.)
foram postos a sua disposico para essa obra.
Adolplius ajudou M. A. Coxe redigir a vida de
Roberto Walpole, publicada em 1788, e, alm dis-
so, escreveu e publicou urna Historia da Frama
desde 1790 at a paz de 1802, obra quo um dos
juizes mais competentes (lord Malmesbury) deca-
rou ser perfeitomente exacto noque diz'respeito
aos factos e suas causas.
Ao mesmo tempo que Adolphus exercilava as-
sim a sua penna, ensaiava-se tamhem as lutos da
palavra as sociedades deliberantes, e, em 1807,
os tribunaes tinham nelle um orador hbil, fecun-
do e sempre senhor de si.
Eslava entao na edade da madureza do talento
(W annos), e adquirir muito conhecimen* das
leis, da fitteramra e do mundo; mas todas essas
quaidades nao seriam sufflcicntes para explicar
os seus rpidos triumphos se elle nao reunisse
ellas um espirito firme, fcil e verdadeiramente
poderoso.
E' fra de duvida que um advogado que come-
cou como procurador de causas sempre mais
procurado do que um moco que estrana tribuna
logo que sahe da academia, mas, ainda niesmo
dando o descont dessa vantagera, a felicidade de
Adolphus era extraordinaria.
Ao passo que corra de victoria em victoria no
tribunal de Old-Bailey, e no tribunal de Assizes,
escreva folhetos sobre diversas questocs que esta-
vara na ordem do dia.
Esse habito de coordenar as suas ideas sobre o
papel, nao contribuio pouco para dar-lbe a luci-
dez, o talento de exposico o a arte de compilar o
apresentar os factos que lhe grangearam essa alta
reputocao as causas crimes.
( Continuar-se-ha )
(1) Peranie os tribunaes inglezes, o sargento da
lei (serviens ai legem) um doulr cm direito ci-
vil que, quando lhe conferido esse titulo, recebe
ura barrete de seda preta, signun status et gradas.
Na mesma occasio elle olTerece um anne de ou-
ro rainha eoutro ao lord ohaneeller. A origem
dess formalidado nunca foi bera explicada ; pro-
vra talvez de algum acto de f t homenagem aos
lempos cavalherescos, mas nao eomprehendo qual
a razao por que o annel aceito e nao dado pela
rainha em signal de investidura.
(ola do redactor, C. N.)
(2) 0 filho de M. Adolphus publicou no Frmteres
Mgazine urna longa noto destinada a completar e
rectificar as paginas consagradas seu pae pelo au-
tor desle' ebocot biographicos. Cingmo-nos as
mais essenciaes informacoes dessa ola, por muito
inleressantes que ellas sejam para a Inglaterra e
para a familia de M. Adolphus, entendemos que
nao eramos obrigados reproduzi-la por extenso,
PiRNAMBUCO,- TYP. Dg M. V. F. 4 FILHO.
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I
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Full Text
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