Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10261


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Full Text
AMO XXXIX MUERO 281.
Ptr tres neces adiantados ${000
Por tres Mczes vencidos 6x000

- v t
SEGUNDA FEIRA 7 DE DEZEMBRO DE 1863.
Por anno adiantado. ,
Porte para o subscriptor.
19S00O
3$000
DIARIO DE PERNAMBUCO.
ENCARREGADGS DA SUBSCRD?gO NO NORTE
Parahyha, e Sr. Antonio Alexandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Araran, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Marantia, e Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & d; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRn>CAO NO SUL
Alagas, o Sr. Claudino Palcao Dias; Rahia, o
Sr. Jos Martios Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martios & Gasparino.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassu", Goyaoua e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Santo Antao, Gravat, Bozerros, Bonito, Caruaru',
Altinho e Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazarea, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob,
Boa Vista, Ouricury e Exu' as quartas feiras.
Sennhem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Ilha de Fernando todas as vezes que para ali sabir
navio.
Todos os estafetas partem ao '/, da.
EPHEMERrDES DO MKZ DE DEZEMBRO.
3 Quarto ming. as 8 h., 49 ni. e 2 s. da m.
10 La nova as 4 h., 29 m. e 20 s. da t.
17 Quarto cresc. as 8 b., 20 in. e 32 s. da m.
24 La cheia as 11 h., 23 m. e 14 s. da t.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 10 horas e 6 minutos da manhaa.
Segunda as 10 horas e 30 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sul at Alagoas a 5 e 25; para o norte at
a Granja 7 e 22 de cada mez; para Fernando nos
dias 14dos raezes dejan, marj., maio,jul, set.enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recito-: do Apipucos s 6 '/,, 7, 7 >/i, 8 e
8 Vi da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatao as 6 Vi da m.; do Caxang e Varzea s 7
da m.; de Bemfica s 8 da m.
K ^ /ReCfe, j ^P AVVaa s 3/,, 4, 4 '/, 4 y,,
o, a '/i, o Vjeo da tarde; para Olinda s 7 da
manhaa e 4 y, da tarde; para Jaboatiio s 4 da tar-
de ; para Cachang e Varzea s 4 V, da larde; para
Bemfica as 4 da tarde.
AUDIENCIA DOS TRJBL'NAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relajao : tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s H horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao meio
dia. .
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DIAS DA SEMANA.
7. Segunda. S. Ambrosio b. dr. da egreja.
8. Terca. <%> A Immaculada Conceijo de N. S.
9. Quarta. S. Leocadia v. m.; S. Gorgonia t.
10. Quinta. S. Melchiades p. ro.; S. Gemido m.
11. Sexta. S. Dmaso p. m.; S. Franco c.
12. Sabbado. S. Sereno leitorjS. Epimachom,
13. Domingo. S. Luzia v. m.; S. Eustracio m.
ASSIGNA-SK
no Recife, em a livraria da praea da Independencia
ns. 6 e 8, dos propietarios Manoel Figueiroa di
Paria & Filho.
PARTE OFFICIAL.
G0YERM DA PROVINCIA.
lipttHe do dia 3 de dezembro de 18*3.
< inicio ao commandante superior da guarda na-
cional do Recife.Expela V. Exc. as suas ordens
para que um dos cornos da guarda nacional sol
seu commando superior presto urna guarda de
honra para assistir a festa de Nossa Senliora da
Soledade, que deve ter logar na igreja do Livra-
ment no dia 6 do crreme.
Dito ao brigadeiro commandante das armas.
Sirva'-se V. Exc. de expedir as suas ordens para
que os cornos de primeira linha prestem a torca
Jiccessaria para assistir a festa de Nossa Senho-
r;i da Conceico dos militares no dia 8 do cor-
rente.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Tomando em considerajo o que no incluso reque-
r ment pede o escriturario do arsenal de guerra
J-'rancisco Seraphico de Assis Carvalho, recom-
jnendo V. S. que mande pagar os seus venci-
inentos relativos ao mez de uovembro ultimo, con-
siderando assim abonadas as fallas que por doente
deu elle em todo aquelle mez.
Dito ao mesmo.Mande V. S. pagar ao baro
do Livramento, empreiteiro da obra do caes por
detraz do theatro de Santa Isabel, como pede no
incluso requerimento, a prestaco, a que tem d-
reito, por baver cumprido com as condijoes do
seu contrato durante o mez de uovembro ul-
timo.
Dito ao mesmo. Avista da sua informarlo n.
905 desla data, autoriso V. S. a mandar remetter
ao director da colonia militar de Pimenteiras a
quantia de 1205000 rs., para concluir os arranjos
de que necessita a capella provisoria d'aquelle es-
tabelecimento, devendo essa quantia ser entregue
ao ajudante Clemente FrancilioTavares.Coramu-
nicou-se ao director da colonia mililar de Pimen-
teiras.
Dito ao commandante do corpo de polica.Po-
de V. S. contratar para o servico do corpo sob seu
commando os paisanos Joaquim Adolpho Pereira
de Magalhes e Antonio Sebastio da Silva, que
oram considerados aptos para isso, como V. S.
daclarou em seu ofllcio n. 493 desta data.
Dito ao inspector do arsenal de marinha. Em
vista da >na intormajo n. 589 desta dala, autori-
so V. S. a comprar Manoel Ferreira do Prado
pela quantia de 5005000 rs., a canoa com pnen-
las que contratou o major commandante da forta-
leza de Ilamarac para o servico da mesma forta-
leza, cumprindo que V. S. mande fazcr com ur-
gencia e pequeo reparo de que necessita a mes-
ma canoa segundo consta do seu ofllcio de 31 de
outubro ultimo.Ftzeram-se s nccessarias com-
nunicardes.
Dito a cmara municipal de Rarreiros Respon-
do ao ofllcio que me diriga cmara municipal
de Barreiros, em 27 de agosto nltimo, dizendo-lhe
aue pode a mesma cmara reger-se pelas posturas
o municipio do Rio Formoso sancionadas pela
lei provincial n. 559 docorrente anno, em quanto
nao forem approvadas pela assenibla provincial
as que confeccionou.
Dito a engenheiro fiscal da illuminaco gaz.
Respondcndo ao seu ofllcio de 21 de novembro
ultimo, tenho a dizer que pdeVmc. elTectuar com
os empresarios da illuminajo gaz desta cidade,
o ajuste que fez para o rebaixamento do cano
principal da illuminaco publica junto a pontezi-
nha da ra da Aurora, afim de que se possa exu-
cutar a parte do calamento d'aquella ra prxi-
mo a mesma ponte e isto mediante a quantia de
05000 rs., que dever sabir da consignarlo do
artigo 19 da lei do orjamento vigente, conforme
Vmc. indica em seu citado offlcio. Communicou-
se ao inspector da thesouraria provincial.
Dito ao juiz de paz do segundo anno do primci-
ro distiieto da freguezia de Serinhaem.Em solu-
-co a consulla feita por Vmc. em seu offlcio de
8 de novembro ultimo, tenho a dizer-lhe que de-
vem ser convocados para a organisajo da junta
de qualitlrajo que tem de funecionar na terecira
dominga de Janeiro vindouro, os eleilores que cle-
geram os deputados da cmara dissolvida, em-
itanlo nao forem approvados pelo poder compe-
tente os ltimamente eleitos, c na falta dos pri-
meiros os oito cidados inmediatos em votos ao
primeiro juiz de paz, na forma do artigo segundo
do decreto numero 1812 de 23 de agosto de
ISSO.
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO.
-
IPREflO TRIBUAL DE
JUNTIA.
SESSAO EM 7 DE NOVEMBRO DE 1863.
Presidencia do Sr. conselheiro Almeida.
(Secretario o Sr. Dr. Pedreira.)
A's 9 horas abriu-se a sesso, achando-se
presentes os Srs. conselheiros Almeida, Siqaeira,
\ eiga, Corneiio Franca, baro de Pirapama, Pan-
to/a, Brito, Silva Tavares, Ernesto Franca, Chi-
cborrq, Mariani, Simoes, Machado Nunes e Messias
de Leo, fallando com causa os Srs. Azevdo, ba-
ro de Montserrale e Nabuco.
Leu-se e approvou-se a acta da antecedente.
EXPEDIENTE.
Oficios.
Da secretaria de estado dos negocios da justija,
de 31 de oulubro.Gndo e 3 do corrente, commu-
nicando que S. M. o Imperador houve por bem :
f*~
Dr
Despachos do dia 3 de dezembro de 1S63.
Requerimcntos.
Amancio, Africano livre.Informe o Sr. inspec-
tor do arsenal de marinha.
Daniel Germano d'Aguiar Monlarroyos.Passe
portara concedendo a licenja requerida.
Guiihermina Mara da Cosa Oliveira.Informe
o Sr. desembargador provedor da Santa Casa da
Misericordia do Recife.
Irmandade de Nossa Senhora da Conceico dos
militares.Dirija-se ao Sr. brigadeird comman-
dante das armas.
Desembargador Jeronymo Martiniano Figueira
de Meilo.Informe o Sr. inspector da thesouraria
de fazenda.
Joo Hyppolito de Meira Lima. Informe o Sr.
director das obras publicas.
Alferes Manoel Soares de Albergara. Passe
portara concedendo a licenra pedida.
Manoel d'Almeida Lopes. Concedo a licenca
pedida, pagos os dlreitos nacionaes.
COMMANDO DAS ARMAS.
Qvarlel feaeral d* commando das armas de Per-
namboeo, 4 de dezembro de 1$63.
Ordem do da h. 272.
O general commandante das armas, na qualida-
dc de inspector do corpo de guarnicao desta pro-
vincia, faz publico, que no da 2 do corrente deu
por lindo e encerrados os trabalhos da nspeccao
que passou ao mesmo corpo; e que por esta occa-
sio nao pode deixar de manifestar a satisfaco que
tem em declarar, que havendo servido sob suas
immediatas ordens, os Srs.: lente Leopoldo
Borges Galvao Ucha e alferes Estevo Jos Fer-
raz, este como ajudante d'ordens, e aquelle como
secretario da dita inspeccao, tornaram-se dignos
de elogios pelo zlo, dedicacao e inlelligencia com
que se empregaram neste genero de trabalhos, es-
pecialmente oprimeiro, que nada deixou a dese-
jar; por tanto o mesmo general lite dirige os seus
agradecimentos, determinando-Ibes que se reco-
lham ao respectivo corpo, afim de que prestem nel-
le os seus bons sen-icos.
Nao ficar no olvido os servicos prestados no co-
rnejo da inspeccao pelo Sr. tenente Antonio Car-
dozo Pereira de Mello, que entao servio de ajudan-
te d'ordeni da referida inspeccao, e de cujo em-
prego foi exonerado por passar a_exerc-lo no
commando das armas, em substituido do fallecido
Sr. teoente Joaquim Jos Pereira Vianna.
AssignadoSolidonio Jos Antonio Pereira do
ConformeJos lanado dt Medeiros Reg Mon-
teiro, canito ajudante de ordens encarrejjado do
lielalhe.
Nomear (decreto de 28 de outubro lindo) o Sr.
r. Fernando Veira de Souza juiz de direito da
comarca do Tocantins, na provincia de Goyaz ;
ConcBM-^porUria de 22 de outubro Ando) li-
cenra por tres mezes ao Sr. juiz de direito Dr.
Francisco da Costa Carvalho, da comarca de Tau-
bat.Registrem-se e arerbem-se.
Do Sr. juiz de direito Dr. Jos Norberto dos
Santos, do 1* do corrente, communicando ter n'a-
quella data reassumido o seu exercicio na comar-
ca de Cantagallo.Guarde-se por nao ser certi-
do sellada.
Certidao de exerekio.
Do Sr. juiz de direito Dr. Carlos do Cerqueira
Pinto na comarca de Garanhuns, a datar de 28 de
margo ultimo.Averbe-se.
Exposirao da revista.
N. 6451, pelo Sr. Veiga.
JCLGAMENTOS.
Revistas citis.
N. 6409.Recrranles D. Clemencia Mara de
Oliveira e outros, recorridos Joo Pereira da Sil-
va Filho e outros.Conbecendo-se da revista, fo
esta concedida e designada a relami do Maranhao
para julgar novamenle a causa.
N. 6414Recorrentes Flgueiras, Sands & C,
agentes do seguro de Nova-York, recorrido Do-
mingos Henrique de Oliveira.Negou-se a revisla.
Passagem das revistas.
Ns. 6429 e 6451, ao Sr. Corneiio Franca.
N. 6426, ao Sr. Ernesto Franca.
N. 6430 e 6444, ao Sr. Machado Nunes.
Dia.
Ficaram com dia para julgamento.
A revistas civeis.
N. 6401, relator o Sr. Chcborro.
N. 6404, relator o Sr. Machado Nunes.
N. 6410, relator o Sr. baro de Pirapama.
N. 6416, relator o Sr. Mariani.
N. 6418, relator o Sr. Machado Nunes.
N. 6437, relator o Sr. Corneiio Franja.
As reclamacoes de antijuidtide.
N. 149, relator o Sr. Machado Nunes.'
N. 153, relator o Sr. Ernesto Franja.
Levantou-se a sesso ao meio-dia.
SESSAO EM 11 DE NOYEMBKO DE 1863.
Presidencia do Exm. Sr. conselheiro barao de
Montserrate.
(Secretario o Sr. Dr. Pedreira.)
A's 9 '/j horas abriu-se a sesso, achando-se
presentes os Srs. conselheiros baro do Montserra-
te (presidente), Almeida, Siqueira, Veiga, Come-
lo Franja, baro de Pirapama, Pantoja, Rrilo,
Silva Tavares, Ernesto Franja, Chichorro, Maria-
ni, Simoes, Machado Nunes e Messias de Leo,
faltando com causa os Srs. Azevdo e Nabuco.
Leu-se e approvou-se a acta da antecedente.
EXPEDIENTE.
Oficio.
Das presidencias das provincias :
Do Rio de Janeiro, de 6 do corrente, communi-
cando que no Io do mesmo reassumira o seu exer-
cicio na comarca de Cantagallo o Sr. juiz de di-
reito Dr. Jos Norberto dos Santos.A verbe-se.
Do Piauhy, do 1 e 7 de outubro lindo, commu-
nicando que o Sr. juiz de direito Dr. Jos Mariano
Lustosa do Amaral reassumira no Io de setembro
ultimo o seu exercicio na comarca de Paranagu,
e que enviara ao mosmo juiz a portara deste tri-
bunal.Averbe-se o primero e guarde-se o se-
gundo.
Dos Srs. juizes de direito :
Dr. Carlos Luiz da Silva Moura, de 19 de se-
tembro ultimo, e Dr. Felppo Aives de Carvalho',
de 6 de outubro findo, enviando certiddes de te-
rem reassumido seus exercicos as comarcas, de
Jaics a 21 de agosto ultimo, o primero, e de
Campo-Maor, a 28 do mesmo, o segundo.Aver-
bem-se. .
Do Sr. Dr. Luiz Francisco da Cmara Leal, en-
viando como oflerta um exemplar de seu opscu-
lo sobre suspeijoes e recusajoes.Guarde-s e
agradeja-se.
Certiiloes de exercicio.
Dos Srs juizes de direito Dr. Joaquim de Aze-
vdo Monteiro, na comarca da Campanha, a datar
de 27 de julho ultimo, e Dr. Antonio Joaquim Ro-
drigues, na do Iguapo, a datar de 29 de outubro
Ando.Averbem-se.
Exposirao das revistas.
N. 6433, pelo Sr. Simoes.
N. 6455, pelo Sr. Brto.
JL'LC AMENTOS.
Reclamacoes de anliguidade.
N. 149.Reclamante o juiz de direito Jos Cae-
tano de Audrade Pinto.Julgou-se provada a re-
clamajo para contar-se ao reclamante o lempo
pedido.
N. 153.Reclamante o juiz de direito Marcos
Antonio Rodrigues de Souza.Julgou-se proceden-
te a reclamajo para serem ouvidos os juizes in-
teressados.
Revisla civel.
N. 6404.Recorrentes Antonio Moutinho Este-
ves e sua mnliier D. Ismeria Mara dos Anjos, re-
corridos Jos Pereira dos Santos, sua mulher, e
outros.Concedeu-se a revista e designou-se a
relacao do Maranhao para julgar novamente a
causa.
Passagem das revistas.
N. 6433, ao Sr. Almeida.
N.s 6439 e 6455, ao Sr. Silva Tavares.
N. 6431, ao Sr. Messias de Leo.
DISTRIBUIJAO.
Revistas civeis.
N. 6457.Corte.Tribunal do commercio do
Rio.Escrivo Brando.Recorrente Mau, Mac
Gregor & C, recorrido Bernardo Duarte da Cunha
Guimaraes.Ao Sr. Ernesto Franja.
N. 6458.PrahyRelajao do Rio.Escrivo
Nunes.Recorrentes Manoel Martins do Couto
Res e sua mulher, recorrido o collector das ren-
das geraes.Ao Sr. Chichorro.
N. 6459.S. Jos.Rolajo do Rio.Escrivo
Botelho.Recorrentes Serafim Moniz de Moura e
sua mulher, recorridos Lourenjo Walteriak e sua
mulher.Ao Sr. Mariani.
N. 6460.Pelotas,Tribunal do commercio do
| Rio.Escrivo Branda.Recorrentes os adminis-
. tradores da massa fallida de Joo Manoel Fontes,
i recorrido Antonio Jos Fontes, procurador dos
cessionarios de Fontes Filho & C.Ao Sr. Simoes.
N. 6461.Corle.Relajao do Ro.Escrivo
Botelho.Recorrente Joo Pedro Soares dos Reis,
recorrido Manoel Ferreira Pinto.Ao Sr. Machado
Nunes.
N. 6462.Corte.Tribanal do commercio do
Rio.Escrivo Ritencourl.Recorrentes Mau,
Mac Gregor & C, recorrido o comraendador Cons-
tantino Jos Alves Pinheiro.Ao Sr. Messias de
Leo.
N. 6463.Corte.Tribunal do commercic do
Rio.Escrivo Brando.Recorrente Joo Colho
de Souza, recorrido Domingos de Moutinho.Ao
Sr. Nabuco.
A* revistas criminaes.
N 1780.Oeiras.Relajao do Maranhao.Es-
crivo Catanheda.Recorrente Joo Raymnndo de
Souza (condemnado morte), recorrida a justija.
Ao Sr. Veiga.
N. 1781.Campos.Relajao do Rio.Escrivo
A. Araujo.Recorrente Celestino Satyro (preso e
condemnado por crima de estellionato), recorrido
o padre Dr. Ignacio da Silva Siqueira.Ao Sr.
Corneiio Franja.
_N. 1782.Canguss.Relajao do Rio.Escri-
vo A. araujo.Recorrente Patricio Fagundes
(condemnado morte), recorrida a justija.Ao
Sr. baro de Pirapama.
_N. 1783.Rio Pardo.Relacao do Rio.Escri-
vo A. Araujo.Recorrente Eduardo Antonio de
Oliveira Carino, juiz municipal substituto do ter-
mo do Rio Pardo (condemnado por crime de pre-
varicaco), recorrida a justija.Ao Sr. Pantoja.
N. 1784.Marianna.Relajao do Rio.Escri-
vo Botelho.Recorrente o padre Vicente Meja,
ex-vigario do Inficionado (condemnado por com-
plicidade no crime de tirada de preso), recorrida
a justija.Ae Sr. Brito
Dia.
Ficaram com dia para julgamento.
As revistas civeis.
N. 6401, relator o Sr. Chichorro.
N. 6410, relator o Sr. baro de Pirapama.
N. 6416, relator o Sr. Mariani.
N. 6418, relator o Sr. Machado Nunes.
N. 6437, relator o Sr. Corneiio Franja.
Levantou-se a sesso a meia hora da tarde.
PERNAMBUCO
REVISTA DIARIA.
Sabbado ultimo comejaram os actos do Curs*
Commercial Pernambucano, sol) a presidencia do
Sr. director geral intarioo ra inttraeqap puhlica.
Fram examinados as materias do 1.* anno os
alumnos Antonio Jovino da Fonseca, e Antonio do
Reg Pacheco Jnior, sendo este approvado plena-
mente e aquelle simplesmente.
Hoje d a sociedade Recrrio e Unido Fami-
liar urna representajo dramtica em solemnisa-
jo t'a inaugurajo de sua existencia.
E' uina sociedade de mojos, a qual funeciona no
arrabalde do Rosarinho.
= No da H do corrente camejam no recolh-
mento de Olinda as novenas de Nossa Senhora da
Conceijo, levantndose pela manhaa a respecti-
va bandeira.
A* novenas sero cantadas pelas proprias reco-
1 Ihidas, e em differentes das havero praticas.
A festa ser no dia 20 com missa nova celebra-
; da pelo Rvm. padre Joo Francisco de S; o
qual orar as vesperas.
No Evangelho e no Te-Deum prega o Rvm. Sr
fre Joaquim do Espirito Santo.
Soljcita-se-nos a seguinte publicajo do des-
pacho proferido na petijao dos Srs. Maia 4 Espir-
toSanto pela thesouraria de fazenda desta pro-
vincia :
t Conformando-me com o parecer fiscal, indefl-
ro a prelenjo dos supplicantes, que perderam o
direito de recurso, nos termos do art. 136 do re-
glamento de 26 de dezembro de 1860 : por quan-
to, intimados os supplicantes em 21 de agosto
deste anno da multa que Ihes impozera a recebe-
dora, como consta da certidao do respectivo con-
tinuo annexa ao competente processo, deixaram
decorrer nao s os 30 dias marcados para o re-
curso pelo art. 130 de regulamento, como mais 23
dias, apresentando no dia 17 de outubro esta
thesouraria um requerimento pedindo o serem al-
liviados da mulla imposta pela recebedoria, quan-
de em 30 de setembro antecedente a deciso da-
quella repartijo havia sido confirmada por esta
thesouraria, de cuja deciso, quando porventura
recorra, ainda reslam aos supplicantes para o tri-
bunal do thesouro, deveria ter.sido interposto al
o dia 30 de outubro, e smente no da 24 de no-
vembro prximo passado, foi quo os supplicantes
apresentaram o presente requerimento, em que
dizem ter de recorrer da deciso desta thesou-
raria.
Thesouraria de Pernambuco, 1 de outubro do
1863.Joo Baptisla.
Conforme.Servindo de ofliclal maior, Manoel
Jos Pinto.
Pedem-nos a publicajo destas linhas :
Faz-se urgentemente necessario que o Sr. pre-
prielario de urna das lindas de mnibus desta ci-
dade d as providencias precisas, afim de que as-
signantes e passageiros avulsos do mnibus desti-
nado passagem da Magdalena nao privem via-
geas tambem de assgnantes e avulsos do que se
deslina Cachang, urna vez que a este lugar
destinado nicamente um mnibus.
Bem sabemos que ha em todos os lugares pas-
sageiros assgnantes e avulsos, assim como que
os assgnantes, como elles mesraos entendem, teem
o direito de preferencia pela razo de pagarem
adiantada a sua mensalidade, segurando assim o
interesse do proprietario da linha ; mas essa ra-
zo, quanto a nos, nao procede, porque, se n'um
ponto onde ha mnibus nao heuverem passageiros
avulsos, os assgnantes,neste caso, nao teem com
quem disputar o direito de preferencia, e figurando
a hypothese de que sempre hajam muitos, ento
claramente nao teem os assgnantes esse direito,
porque toda vez que os mnibus tiverem grande
numero daquelles passageiros, o interesse ser
maior.
t Tratamos acerca do que constantemente se d
no mnibus do Cachang : os assgnantes e os
avulsos do mnibus da Magdalena invadem por tal
forma aquelle mnibus, que nem os seus proprios
assgnantes, s vezes, podem ser accomraodados
prejudicando assim muto mais aos passageiros
avulsos, e conseguintemente o interesse do pro-
prietario. Ora, se ha um mnibus exclusivamente
destinado aquelle ponto da Magdalena, nos parece
que nao assiste aos assgnantes deste, direito algum
de assim praticarem. Um passageiro avulso que se
dirige ao Cachang paga 15000 pr sua passa-
gem ; ainda mais essa razo faz improceder da-
quelles assgnantes. tanto mais quanto a insignifi-
cante quantia de 333 rs., que estes pagam por ca*
da passagem, nao se pode comparar com a de 15
que pagam aquelles.
i Esperamos qu o Sr- proprietario, conslderan-
do o que cima expendemos, nao deixar de pro-
videnciar, como de necessidade.
O Sr. Dr. promotor publico, usando da facul-
dade que I he concede o art. 73 do cdigo do pro-
cesso, qual o de.queixar-se em nome das pes-
soas miseraveis sobre quem recabe o damna re-
sultante de qualquer delicto, nterpoz queixa pe-
rante o Dr. chefe de polica contra Jesuino Lima
dos Prazeres, como autor do crime de defloramen-
to perpetrado na pessda de urna menor.
O Dr. delegado de polica da capital, perante
quem flzera o indiciado confisso livre e esponta-
nea do delicto, o fizera prender sua ordem, dan-
do noticia do facto ao orgao da justija para os fins
da lei.
Chegou-nos a volaco do collegio de Flores,
pertencente ao 5" districo ; e, reunida dos col-
legios de Villa-Bella, Cimbres e Brejo, d o se-
gu nte resultado, na eleico de deputados provin-
ciaes por aquelle dislricto :
Dr. Caetano Xavier Pereira de Brito 140
Vigario Pedro M. da Silva Burgos 123
Dr. Antonio Lopes da Silva Barros 120
Vigario Francisco Pedro da Silva 113
Dr. Estevo Benedicto Franja 110
Dr. Vicente Jansen de Castro Albuquerque 106
Dr. Manoel Buarque de Macedo 98
Antonio Jos d'Oliveira 62
Dr. Francisco Jos Fernandes Gtirana 50
Segundo partecipajoes offlciaes consta ter-se
evadido, da cada de Ouricurv, o Sr. Alvaro Er-
nesto de Carvalho Granja.
Na ultima sesso do jury de Goyanna foram
submettidos julgamento dez processos, abrangen-
do onze reos, dos quaes um pronunciado por crime
de estelionato, um pelo de roubo, um por ferimen-
tos graves, seis por homicidio, um por complici-
dade desse crime, e um por tentar reduzr es-
cravidao pessoa livre.
O tribunal condemnou apenas tres reos : um
1 anno de priso com trabalho e multa correspon-
dente metade do tempo, grao mnimo do art. 205
do cod. crim.; um 6 annos de priso com tra-
balho, grao mnimo do art. 193 ; e um gales per-
petuas, grao mximo do mesmo art., appellando
o jniz de direito para a Relajas.
O promotor publico appellou para a Relajao em
tres processos.
Na ultima sesso do jury de Ouricury foram
submettidos julgamento 4 reos, pronunciados
em crime de homicidio, sendo todos elles absolv-
dos, appellando o juiz de direito n'um e o promo-
tor publico em eutro dos processos.
Encerrou-se, no da 2 do corrente, a inspec-
jao do corpo fixo, que proceda o Exm. Sr. ge-
neral commandante das armas.
leve lugar sabbado o consummo das cartas
atrasadas do mez de novembro de 1862, na admi-
nistrajo do correio.
A companhia de seguros maritimos Utilida-
' Pulrm pg* o scu dcimo dividendo, a rasio
de 155000 rs. por acjo, na casa de sua sede.
O vapor JUamaguape lira hoje, s 3 horas da
larde, a mala para os portos de sua escala no nor-
te, at a Granja.
Sabbado deu a socidade Corybantina a sua
ultima partida deste anno, que esteve muito con-
corrida e animada por mais de 80 senhoras. Dan-
sou-se al 3 horas da manhaa. O servico foi bom
e com profuso.
Hontem festejou a irmandade de Nossa Se-
nhora da Soledade, erecta na igreja do Livramento,
a sua padroeira, com pompa e brilhantitmo.
Reunram-se hontem os collegios eleitoraes
da provincia, afim de procederem formajo da
lisia trplice para senador.
A mesa do collegio do Recife ficou composta dos
seguintes Srs.:
Presidente.Conselheiro Lourenjo Trigo de Lou-
reiro.
Secretario.Becio d'Aquino Fonseca.
Julio da Sivera Lobo.
Escrutadores.Severiano Jos de Moura.
Thomaz Garre!.
Compareceram 246 eleilores, nomeando-se, aps
a formajo da mesa, a commisso para verificajo
dos poderes da mesma, a qual ficou assim orga-
nsada : Drs. Antonio Epaminondas do Mello e Joo
Capistrano Bandeira de Mello Filho, e Emilio Ame-
rico do Reg Casumb.
Hojo deve comejar o precesso do recebimento
das cdulas.
Chegou hontem, procedente da Bahia, a fra-
gata americana de guerra Vandrrbiltt.
Passageiros da barca portugueza Sijmpathia,
vinda do Porto;
D. Anna Anglica Moreira de Araujo, D. Mana
Emilia Teixeira, padre Bonifacio Antonio Ferreira
Lemos, Miguel Soares Alzina de Araujo, Joo Ma-
noel Pereira, Jos Lopes, Manoel Jos Gomes, Ma-
noel Jos Teixeira, Domingos Gaspar de Bastos,
Lino Martins Zeferino, Manoel Gonjalves da Ro-
cha, Joaquim Antonio da Cunha, Bento Jos Alves
Ferreira, Jos Alves Fernandes Filho, Braz Jos
da Cunha Brando, Silvestre da Cunha Brando,
Jos Joaquim Gonjalves, Manoel Joaquim da Cu-
nha e Luiz de Franja.
Repartijo da polica :
(Extracto da parte do dia 5 de dezembro).
Foram recolhidos, casa de delenjao no dia 5
do corrente :
A ordem do Dr. chefe de polica, os pardos Jos
Roberto Nunes, vindo do Cabo para recruta ; Joo
Gama da Silva, como reo absolvido eappellado ;
Antonio Manoel da Silva, Manoel Ignacio dos San-
tos, Manoel Jos de Lyra, crioulo, vindos de Na-
zareth como pronunciados.
ordem do subdelegado do Recife, Rosa Ma-
ra, parda, e Angela Mara da Conceijo, crioula,
por briga.
A ordem do de Santo Antonio, Domingos, par-
do, escravo de Albino da Silva Leal, a requeri-
mento deste.
A ordem do de S. Jos, Josepha Alves da Silva,
India ; as pardas Anna Mana da Conceico e Isa-
bel Mara da Soledade. todas para correejao ;
Joo, crioulo, escravo de Rosa & Irmos, por briga.
O chefe da 2* secjo,
J. G. de desquita.
Mov ment da casa de deten cao do dia 4 de
dezembro de 1863 :
Existiam. ... 327 presos
Entraram ... 18 >
Sahirara. ... 13 >
A saber:
Existen. . 332 >
Nacionaes. Estrangeiros Mulheres Estrangeiras Eseravos Escravas . 226 32 9 2 56 7 i >
33}
Alimentados a custa dos cofres pblicos. 134
Movimento da enfermara no dia 5 de de-
zembro.
Tlveram alta :
Franesrt) Martins Gomes.
Joo v rancisco Xavier.
Joro Francisco Ribeira.
OBITUARIO BO DIA 4 DE DEZEMBRO NO CEMITK-
I RO PUBLICO :
Justino, escravo, frica, 105 annos, solteiro, Santo
Antonio ; intente chronica.
iUza Maria da Purificajo, Pernambuco, 50 an-
nos, casada, Recife ; tubrculo pulmonar.
Odonca, Pernambuco, 18 annos, Boa-Vista; hy-
dropisia.
Bomim, escravo, frica, 40 annos, solteiro, Reci-
fe ; encephalite chronica
Flix, escravo, Pernambuco, 14 dias, Boa-Vista :
convulsoes.
UH POUCO DE TDOO.
Remettem-nos o seguinle :
Certo padre de muilo m voz, e algumas vezes
phrenetico, offlciava em urna missa cantada; e cne-
gapdo ao ite missa est, comejou : i... i... i...;
mas aflnal nao podendo-o entoar, foi-se encoleri-
sando, e disse cheio de raiva e em voz commum :
Arre l 1 I ite missa est.

Funccionava o jury em urna comarca do mato,
e, como medida de ordem, estabeleceu o presidente
do mesmo jury, que durante os trabalhos ninguom
Ihe fallasse sem pedir primeiro apalavra.
Chega um jurado, quando j eslava aberta a ses-
so, e previnido disso, ficou em talas por haver en-
trado sem saudar o juiz de direito; de sorte que
nao se podendo conter mais, levantou-se, e pedio a
palavra; a qual sendo-lhe concedida, disse :
Bons dias, Sr. Dr. juiz de direito I
Todos avaliam que urna gargalhada geral nao
poda deixar de corresponder a to extranha sim-
plicidade.

Referiram-me que houve amigamente na cidade
da Barra do Rio-Negro, hoje Manos, um escrivo
que nao sabia ler (que nao sabem ler o qne esere-
vem conhejo eu muitos) e tanto que em todos os
lermos, em que figurava, havia sempre o seguinte
feixo: e por nao saber escrever, ped ao Sr. F. este
por mim fizase e assignasse.
Ser isto possivel? nao ocreio. AflQrmo-lhe,
porm, que j vi um official de justija que nao sa-
bia escrever ; o qual mandava passar por outro as
certiddes de cilajao, e este outro, que era um offi-
cioso compankeiro escrevia-lhe lapis o nome, que
elle mal cobria.
Foi demittido, apenas se deu pela cousa.
Alguem nos fornece a seguinle poesa com a ex-
posijo da respectiva origem :
Travando-se urna discusso enlre urna senhora e
um bacharel em direito, acerca da singularidade
no amor, a qual era sustentada por aquella e com-
batida por este; depos de alguns argumentos por
ella apresentados a favor da sua opiniao; e que, na
refulajo, eram invertidos, a favor da opiniao con-
traria, por elle, que a sustenlava; tentou ella, afl-
nal, por j nao Ihe occorrerem mais argumentos,
fundftr a sua opiniao.a'urna quadra, qne O-Isse sa-
ber de cor, desde muito lempo, e recitou-a.
O bacharel, porm, que era poeta, tomando para
mote essa quadra, gloson-a em menos de um quar-
to de hora, descreyendo na glosa toda a discusso
havida entre ambos, no que conservou, o quanto foi
possivel, apezar da metrificajo e rima, a origina-
lidade das expresses empregadas de parte
parte.
quadra.
Amar a duas pessoas
Nao pode um s corajao;
Formou Deus urna s Eva,
Por formar um s Ado.
GLOSA.
Pretenden gentil donzella,
A quem ao ver logo amei,
Provar-me que contra a lei
O meu amor por tabella.
Respundi-lhe : oh t minha bella,
Quem vos deu lijoes lo bellas T !...
Se pode a duas leas
Amar um leo somenle,
Porque nao posso igualmente,
Amar a duas pessoas ?
E porque, senhor doutor,
Me disse logo a deidade,
O amor nao a amizade,
Tem mais fogo,- mais calor...
Respoadi-lhe : oh! minha flor,
Prova o contrario a razo I...
Se o fogo n'um s fogo
Faz ferver quatro panellas,
Porque amar duas donzellas,
Nao pode um s corajao ? t
Argumentos desfa sorte
Nao podendo destruir,
Replicou-me ella a sorrir :
Kott dar-lhe razo mais forte:
Amou Deus t morte,
Urna s, sua coeva...
Razao diversa isso leva;
Respondi-lhe ainda ento :
E i que s p'ra a geraco
Formou Deus urna s Eva.
Pois, se entao j fosse o mundo,
Como agora, povoado,
Elle a muilas linha amado,
E com amor mais profundo.
Vede o primeiro e o segundo
Preceilos da religio :
Sao o amor sem proporjo,
Que, depois, Chrislo pregou,
E que, ento, Deus nao plantou,
Por formar um s Ado.
A Revolucao de Setembro escreve :
A marinha ingleza de da para dia reforja as suas
esquadras com novos navios courajados.
Ainda no dia>14de outubro prximo passado foi
lanjada ao mar a nova fragata de guerra Valiant,
construida no immenso e mu acreditado estalero
de Mrs. Westwood Raillie & C, de Londres, que
tambem construirn) a fragata Resistence, que es-
teve ha mezes no nosso porto, com a ultima esqua-
dra ingleza, de que fazia parte.
Mrs. Westwood Raillie & C. esmeraram-se tanto
na construrjo da Resistence, e tizeram urna to
perfeita e completa obra, que o governo inglez, do
satisfcito, gratiflcou-os com dez mil libras slerlinas,
e est em ajuste com elles para a construejo de
um outro navio, de 12,000 toneladas e da forja de
2,000 cavallos.
Mrs. Westwood Baillie & C, que possuem ora
dos maiores e mais acreditados estaleiros de Ingla-
terra, acabam de submetler commisso navaldo
almiranlado um novo systema de construir navios
courajados, que muito agradou ao inspector geral
da marinha ingleza, que diz ser o melhor systema
que at hoje tem apparecido, porque o nico que
tem zombado das rigorosas expenencas feitas em
Shocburvness.

Eslava um sallo sentado nos degros da cruz de
pedra de una estrada, quando passou a cavallo
n'um burro um outro saloio, que se descobrio.
Q que eslava sentado, julgando qne o cumpri-
ment Ihe era dirigido, tirou tambera p chapeo, mas
o outro respondeu-lhe ;
Nao se incommode. Nao a vec que eu
tiro o chapeo, cruz.
Forte novidade tornou o outro, ferido no
seu amor proprio. Eu tambem nao o cumprimen-
to a voc, ao seu burro I
O Sr. Y Jnior remette-nos o seguinte :
O CANTO DA PASTORA.
Pelos campos lindos, verdes
Corre, corre, gado, corre,
Vai beber agua no valle
Que do alio monte escorre;
L tambem ha verdes hervas,
Que crescem d'agua ao frescor;
Vai que mm s alimentara
A (fagos do meu pastor.
Corre o prado, gado, corre,
Desee o valle, sobe o monte,
Vai gozar calor do sol
Que l surge no horisonte;
Vem depois deilar-te sombra,
Da pastorinha ao redor,
Pois, nao vou que s me agradam
As ehammas do meu pastor.
V, meu gado, o passarinho
Como canta empoleirado,
Ouve as doces harmonas
Que elle tem no seu trinado;
Ouve tu que nao me agrada
O canto desse cantor,
Que a mim s me apraz ouvir
A flauta do meu pastor.
E quando j bem cansado
Do calor do sol arde nte,
Vem dormir grata sombra
Desta arvore to florescente,
unde a pura e fresca brisa
Do sol mitiga o calor ;
Quanto mm s sei dormir
Nos bracos do meu pastor.
L-se no Commercio do Porto:
Chegou j a Quebec (Canad) a estatua offereci-
da aos canadianos pelo principe Napoleo, em lem-
branja da visita que fez em 1861 a aquella antiga
colonia.
Esta estatua figurou na exposijo universal de
Londres e destinada a corear o monumento com-
memorativo levantado as planicies de Abra bao,
s portas de Quebec, no campo de batalha, onde
perecern), em 1759, o general inglez Wol e ge-
neral francez Montcalm.
Este monumento tem a forma de um obelisco e
destinado a consagrar a glora das duas partes
que naquellas planicies disputaran) a posse do Ca-
nad.
l-e-sc do um lado o nome de WoK e do ontro o
de Montcalm.
A inaugurajo da estatua deve ter lugar com
grande solemnidade.

Os Estados geraes dos Paizes Baixos (Hollanda)
discutem um projecto de lei que harmonisa com
todas as aspiraces liberaes do nosso tempo.
O ministro da fazenda propoz a suppresso do
imposto de estampilla para as obras impressas,
jornaes, revistas, ele.
O ministro diz nos considerandos do seu projecto
de le, que a imprensa o melhor meio de desen-
volver a riv lisa jilo e derramar no povo os conhe-
cimentos socaes e polticos, sem os quaes urna na-
jan livre s imperfeitamenle pode exercer os seus
direitos.

A Opiniao Nacional diz que o coronel prassia-
no Trescov.que actualmente est em Varsovia, on-
de tem longas conferencias com o general de Berg,
o mesmo official que em 1848 mandou marcar
com ferro era braza os insurgentes polacos dogro-
ducado de Posen.

Em urna das minas de carvo de Morfa, a 8 mi-
litas de Neath, em Inglaterra, houve urna terrivel
exploso no dia 17 em que as galenas estavam
400 operarios.
A exploso foi u'uma galera onde trabalhavam
43 homens e rapazes.
No momento em que o correspondente do limes
d a noticia, acabavam de ser tirados sele ou oito
homens vivos, porm dous morreram pouco depois.
Tinham j sido lirados 10 cadveres, porm esta-
vam anda 25 ou 26 homens na mina e nao havia
esperanja de que nenhum delles podesse ser
salvo.

Um accidente de caja esteve para custar a vida-
do duque Ernesto de Saxe Coburgo Gotha, o autor
das operasSanta Clara e Diana de Solan7
gesetc.
O duque persegua as suas trras da Morava
um vnado. Este voltou-se e ferio gravemente o
principe, que felizmente j se acha fra do pe-
rigo.

Um medico de New-York andava ha muito zan-
gado com as travessuras de um bando de rapazes,
que todas as manhas Ihe ia paxar o botao da cam-
panhia e por a casa em sobresalto.
Depois do ter baldadamente ensaiado mullos
meios para se desembarajar dos seus perseguido-
res, imagnou por o botao em communicajo com
um fio elctrico.
De tarde o bando travesso chegou para fazer a
cosiumada bulla, porm o pequeo que se adian-
tou a puxar pela campanhia, mal torou no puxador
urna commojo repentina o fulminou e fez cahir
abaixo do poial.
O choque foi to violento, que o medico leve de
empregar todos os recursos da sua arte para repa-
rar o mal que tinha felo.
O pequeo soffreu aioda por algum tempo as
consequencias da sua travessura, e provavel que
nao esqueja to cedo a forte lco que recebeu, so-
bretodo, quanto arriscado ouerecer occasioes de
experiencia a um medico.

Um jornal dos Estados-Unidos diz que as loco-
motivas dos caminhes de ferro daquelle paiz tero
de futuro os nomos das cidades que mais se tem.
distinguido na guerra actual.
CI1R0MCA "JDICIARIA.
TRIBUNAL IA RELACAO.
SESSAO EM 5 DE DEZEMBRO DE 1863.
PRESIDENCIA DO XM. SR. CONSELHMBO
SILVSIRA.
As 10 horas da manhaa, achando-se presen-
tes os Srs. desembargadores Caetano Santiago,
Gitirana, Lourenjo Santiago, Reis e Silva, Motta,
Poretti, Acciol, Uoha Cavalcanti, Assis, e Doria,
abric-se a sesso.
O Sr. desembargador Guerra, procurador da co-
rda, nao comparecen.
Passado? os feitos e entregues os destribuidos,
derato-se os seguintes
JII.GAMENTOS.
Recursos commerciaes.
Recorrente, o juizo ; recorridos, Joo Antonig
Gonjalves e outro

y


- !_


-JfHrr1
Diarlo de PtMAMbncft Segunda feira V de Dnembro de iSS3.
. rTesemharradorl'eha Cavalcanti.
> soniinr..* iii>>u>iiibarL'u sua mu-
"ffacTsco'jos Regalo Braga e :
Relator osr.
Sorteados os senhores desembargador
Deram provimenlo para despronunciar os re-
corridos.
Appellacoes civeis.
Appellantes, Mangpl WwiraUldM
Iher appellados
sua mulher. u._.
Desprezaram-se os embargos dos apellantes.
Appellante, Joo Venancio Machado Pai e seus
Albos ; appellado, Joaqun Ignacio da Costa.
Reformada a sentenca em parte.
Appellante, Jos Joaqun) Fernandes Firmo ap-
pellado, o coronel Manoel Das Gomaga.
Receberam-se os embargos do appellanto em
parte.
Appellante, Vicente Dias de Carvallio ; appella-
do, Reinaldo Francisco Filiso.
Desprezaram-se os embargos do appellado.
Appellante, Rofe orreia Lima ; appellada, Thc-
reza Maria de Jess.
Despreiaram-sc os embargos dos appellantes.
Appellante, Pedro Jos da Costa ; appellado,
Antonio Joo Ferreira Daraasceno.
Confirmada a sentenca.
Appellante, Antero vieira da Cunha \ appellado,
Manoel Ignacio de Jess.
Confirmada a sentenca.
Appellante, Jos Maxuniano Ferreira Lima ; ap-
pe lado, Joo Aponario Borges.
Reformada a sentenca.
Appellacoes erimes.
Appellante, Francisco Jos Pereira ; appellada,
a justica,
Annullou-se o processo mandando-se instaurar
outra ..'....
Appellante, o juizo appellado, Luiz Belarmino
Ccdrim.
A" ovo jury.
Appellanto, Secundino Adelpho do Naseune nto
appellada, a justica.
Absolvern! o appellante.
Appellante, o juizo ; appellado, Autonio da Ro-
cha Rezerra.
A' novo jury.
Appellante,'Jos Brilhaute de Alenear; appella-
da, a justica.
A' novo jury.
DILIGENCIAS.
Com vista ao Dr. promotor de capellas
.1 appellaco civel.
Appellante, Gaspar de Meuczes Vasconcellos de
Drommead; appellada, a Santa Casa da Miseri-
cordia.
PASSACSNS.
O Sr. desembargador Gilirau* passou ao Sr. des-
embargador Loureuco Santiago
A appellacao civel.
Appellante, D. Joanna de Jess Neves Quarcsma
luarte ; appellado, Joaqun Fraucisoo Duarte.
O Sr. desembargador Molla passou ao Sr. des-
embargador Peretti
A appellacdes civeis.
Appellante, Joaqun) de'Souza Leo; appellado,
Joaquim Manoel do Reg Barrete
Appellante, Joaquim Jos Ferreira da Costa Ke-
bimba ; appellado, Raphael Fernandes Porto.
O Sr. desembargador Accioli passou ao Sr. des-
embargador Uehda Cavalcanti
As appeliarSet civets.
Appellante, a cmara municipal; appellado, \i-
i ule Ferreira do Reg.
Appellante, o advogado Jos Narciso Camello ;
appellados, Rosiron Rookor & C.
. Appellante, Antonio Veriato de Medeiros 5 ap-
pellada, D. Rosa Maria de Albuqitcrquc.
O Sr. desembargador LYhoa Cavalcanti passou
ao Sr. desembargador Assis .
O conflicto de jurlsdicco entre o juiz municipal
do termo do Ex e o subdelegado do districto de
Grauito do turnio da Boa-Vista.
O Sr. desembargador Assis passou ao Sr. desem-
bargador Doria
A appellacao crime.
Appellante, o juizo ; appellado, Manoel Antonio
Espinla. ,
O Sr. desembargador Doria passou ao br. oes-
sombargador Caelano Santiago
Aj appellacoes civeis.
Appellante, bacharel Luiz Rodrigues Villares e
sua mullier ; appellada, a Santa Casa da Miseri-
cordia.
Appellante, Joo Paes Barrctode Lacerda ap-
pellada, a baroneza de Ipojura.
O Sr. rgadar Peretti uassoa.ao Sr. des-
embargador Accioli
A appellacao civel.
Appellantes, os herdeiros de Bernardo Antonio
de Miranda; appellados, Joaquim Jos de Miranda
e outros.
As 2 horas da tarde encerrou-se a sessao.
Retornos de Itegtiros pagos .
Sinistros dilos.......
Gastos geraes.......
Ganhose perdas, letra do pre-
mio do segura da barca Ole-
mentina........
Ptlo 10* dividendo a pagar .
1
dosl
-r-T-
Rrsia-lhe, perim, o brilhante tiophu de ter es-
guiado o ostracismo do partido liberal, tornaudo-so
ostra do Sr. conselhro Paes Brrelo!
VI
O Sr. Dr. Feitosa apresentou-se candidato a de-
putaco geraj, em 1861, para dar batalha ao Sr
8R5OO0T renunciar tudo, resstindo ao incarmirmnento
6:8033403 amigos-----
4:4494000 U
Bem potlco nos Importa que na questo de ser
' o Sr. Urbana liberal do 1836 ou de 1842, vingtiQ
96234G6 a palavra deste ou a do Sr. Dr. Feitosa ; mas qu#,.
6OOO40OO vendan) gato por lebre, no que nao podemos rlsconde de Camaragibo nos seus proprios arraiaes
_________' convir. Hfr r'rrr"rn nm priif nial tnin tVijgiwfli
463:39244591 O Sr. Dr. Feitosa progressista de hoje, liberal de lado, em que pedia aos eonsenraores que o expe-
=, == honlem. o constituate de diversos modos de ante- nmrntassewi; mandou circulares at aos eteitores
Pernambnco 31 de ontnbro de 1863 hontem, ha de permltir-nos, que, da sua declara- de S. Lonrenco, pedio no collegio votos aos adwf
Os directores ?* ser> >n,es de 18''"' '*'"' retirado a poh- arios, e depois de derrotado earpia-se ante o
Feliciano Jos Gomes "*> appellemos para a sua consciencia. Poaha-a anigos do Sr. viscondo pela obstinado de S. Exc
Domingos Rodrigues de Andrade. em um exame, e certilicar-se-ha de que foi alfom em nao o querer aproveitar I
fanunttr! J. ,,.., d- hiw e nerdas da tempo esumavel saquarema, c creatura do Dr. OSr. Dr feilosa homem que sabe ter abie-
Demenstrario acoHla de gaiihos e peraas A 's,inho da Si|va Ncve8> e romo esto admirador gacaol
compaiihia Ltilidade Publica, em Si de itnur* d Sp Ell5ebjo ,|e Quoiroz, (juando comecava a 1 Pela lgica de S. S. o Sr. visconde de Caroaragi-
tlovliueuto da ulfaadega Vinagre.........caada
Volumes entradas com faxendas...
t t eom gneros.
Volumes sahidos
can)
com
fazendas.
gneros..
128
06
WO
73*
500
Alfandega de Pemambuco, 21 de novembro de
1863.
(Atagnados):
O i. 1
de 1863,
DEBITO.
Retornos de seguros pagos .
Sinistros......
Gastos geraes, commissao a di-
rectores, salarios a emprega-
dos e mais despozas. .
Letras a receber : pela do pre-
mio do seguro da barca al-
iwntina........
Pelo 10 dividendo pagar .
Saldo desta conta que passa a
fundo acoumulado .
CRDITO.
Becebido por conta de letras pro-
testadas ...,..-
Bito de premios de segaros neste
anno.........
Dito de descanto de letras .
883000
6:803*vo:
i:M9*d00
tornar-se saliente na poltica do paiz. Coniecemos be, que tinha 43 eleilores e amigos ligueiros, de-
S. S. desde csse tempo. vera tor sido candidato na ultima eleicao de depu-
0 Sr. Dr. Feilosa talvez j nao se lembre que so- lados. Bastava-lhe, como fez em 18bl o Sr. Dr.
licitou do Sr. visconde da Boa-Vista o emprego de Feitosa com os seus 72 eleilores, reunir no.1" an-
premotor desta cidade, aceitando aflnal a substi-' dar de sna casa os seus amigos, para ircm-no bus-
tuicao Ja cadeira de pbilosophia do lyceu, para car ao 2o, deeidindopor essa miseravel farcaa sua
qu o nomera, e teado sido por mais de urna vez \ apresentacao...
encontrado na casa daquellu ex-presidenle.
Nao era de crcr que o Sr. Dr. Feitosa se apro-
9648*00 ximasse cntao dos saquaremas com o animo per-
6:0003000 fij0 e traidor de ganhar empregos de urna poltica
1 que nao segua.
4:46735701 inda no ,jia 3 e fevereiro de 1849, conforme
--------"-1 sua decaracao, oSr. Dr. Feilosa auxlliou os agen-
22:7703373'
1:7023090
12:7984018
8:270*168
227703373
Recife 31 de ontnbro de W63.
O guarda-livros,
Podro Roberto Lessa.
Demonstraco do estada da eorapanhia de aejorosjc com p passad do partido praioro
martimos Ulilidade Publica em 31 de outubro
de IMiJ.
E assiin ira dar batalha, nao ao Sr. Dr. Feitosa
que pouco valia, mas a liga t
Ninguem o censurara, nao ?
Pois bem O Sr. visconde absteve-se de por em
provas a generosidade de seus adversarios.
Mas que entren Sr. visconde eo Sr. Dr. Fei-
tosa vai urna grande difTerenca. S. Exc. um
tes do gverno'na persegui^ao dos desgranados re- olygareha, mas nao falla aos seus amigos, publica
bcldes, fornecendo quelles os selins de que pre- ncm particularmente em termos imperativos, nao
cisaranv Este procedimento nao o teria um ho- Ihes dttresolv, julguei, nao hei de consentir,
raem de ideas liberaes, por mais cobarde e fraco eu, visconde de Camaragibe, digo e aconselho, etc.,
de espirito que fosse. etc. O Sr. Dr. Feitosa, porin, por ser a ultima ex-
Durante a administracao do finado Honorio Her- pressao do liberalismo, ostenta pela imprensa essa
metro, depois marquez de Paran, se lhe olTereceu linguagem tao aviltante para os seus correligiona-
0 Sr. Dr. Feitosa para entrar na organisacao de um rios I
novo partido saquarema de que nao fizesse parte | O Sr. visconde de Camaragibe um sultao, mas
o Sr. visconde da Boa-Vista, que llie dera o pri- nunca fea aos seus amigos semeiliante imposicao ;
meiro e nico emprego que exerceu. nunca disse :ah eslomeu nome, e mais dous !
Depbis de regoitado pelo Sr. Paran, foi que O Sr. Dr. Feitosa, demcrata e adverso ao mando
abracon-se com a bandeira da constKuinte, iden- absoluto, atira-se aos seus eleitores par dos Srs.
tifleando-se corpo e alma cem a revolu?o de 1848 pes Brrelo c Saldanha Mariano, como para ver
se haver quem se atreva a afrontar o sou poder '
Desearregam no da 7 de dezembro.
Brigue inglez-Odticarvo.
Brigue escuna rancei Phenix diversos g-
neros.
Polaca italianaLinda-diversos genaros.
Brigue portuguaiComantepedra.
I hi portu^o.
Brigue italiano Uiula, entrado de Genova, con-
signado a E. A. B. & C, manifestou o seguinte :
23 caixas taboas de marmore, 32 ditas marmorc
tratialltado, 6 barricas alabastro em pedaeos -, a
G. rmaos.
2 caixas massas, 1 volume queijo ; a March A.
Denegr.
2 barricas qneijo, 4 volumes chapeos de palha ;
a Francisco F. & Filhos.
2 raixas coraes ; a AlexandreTuvo.
2 caixas bordados de seda e ditos de linho e al-
godao; a Nicola Bruno.
8 pipas raizes de irios; a Meuron & C
520 caixaS man, 2 ditas essencia de alfazema e
de aniz, 3 ditas dita de aniz, 1 dita opio e acafrao,
2 ditas oleo de amendoa, 1 dita beijoim, 4 barricas
sene, 1 dita galha de alepo, 12 ditas Incens 4 di-
tas e 35 saceos alpiste, 12 ditos cominhos, 180 cai-
xas inxofre, 1 dita coraes, I dita cernes, 1 dita pen-
tes de marfim, 100 ditas aeo, 4 barricas flor de sa-
bugo, 1 dita paplas, 30 caixas flor de alfazema,
conferente, Florencio Dovtat
O. conferente, os Thor;^ 7c^tpo$ Um-
re jt Approvo. Alfandega da Pernambuco, 3 de
dezembro de 1863.-Crraflto J5m.
Conforme. ^ O 4. escripUwnio, Joao dos San-
Itt Porto.
tngwcs da Silva.
ACTIVO.
Accionistas. .
Letras a recebar. .
Dinheiro.....
Segurados ....
Movis.....
PASSIVO.
Capital .......
Fundo acoumulado......
Venda da accoes por coala da
massa fallida de Mosquita &
Dutra.........'
Pelo 9 dividendo a pagar aos
dilos.........
Pelo 10 dividendo a pagar aos
accionistas.......
360:300*000
81:3024409
:75i3o82
1:9463200
9414790
O Sf. Dr. Feitosa,
paraci.
portanto, liberal, de 1849
ra
OSr; Dr. Feilosa, jactancioso e basoflojencarc-
cedor dos seus serviros e mritos, descreve-se em
urna serie do sacrificios taes no tempo em que
E aquellas que achavam aviltante aceitar o con-
selho intimo do Sr. Camaragibe, submettem-se ho-
je ao inexoravel quero do Sr. Dr. Feitosa /
Anda bem I
Ficamos nestas considera^oos. Se o Sr. viscon-
de da Boa-Vista, nomcado presidente desta provin-
453:9453031
poz-se em multiplcaco, que milito canviria que cia em 1837 pelo gabinete de 19 de setembro, trou-
dssesse lertm ou nao sido retribuidas as defezas xo a triste misso de dividiros seus prenles, nao
e petiejes que fez em bem de tantos rebeldes. o sabemos nos : sabe-lo-ha o Sr. Feitosa, que priva
Mas senao traa do dinheiro que adquira, in- hoja com o Sr. marquez de Olinda, regenle na-
.' demnisou desta lacuna es seus leitores com a his- quella poca...
Recife, 4 de dezembro.
7804375
754OOO
6:0004000
453T9454031
PUBLICACOES A PEDIDO.
N. B.Ha mais a favor da companhia
liquidar do seguale:
Importancia das letras que em
1862 passaram a gauhos o
perdas ......
Reccbeu-ae por canta neste anuo
i loria do bravo faito de se ter posto frente do Sr.
inn viftiinnn' consellieiro Sergio de Maccdo quando em 1856 o
*' *^ Era tao grande c arregimentado o partido libe-
' ral do Sr. Dr. Foitosa, que nao chegou senao para 1
pleitear a eleicao de tres freguezias do 1 districto,:
por onde, em prova do seu desinteresse, pretenden
o Sr. Dr. Feitosa ser deputado.
Vejamos agora o como se heuve na ele{5o o
ordeirQ Sr. Dr. Feitosa. Diriga a caballa da fre-
Buexial de Santo Antonio, c presente na igreja ma-
triz, fi a urna eleitoral quebrada por seus esbir- Esta enfermidade Horrenda Inn que
ros, o os objectos sagrados utlisados como armas salsapnn Made l
de combate contra, os inermes conservadoras |
E* todava certo que csse facto causou tal des-
agrado ao Sr. Dr. Feitosa que inmediatamente
recolhe-se casa do sacristo, c all, de rana e
414574311 i n* ('e n^^> ca''io n'um profundo e arriscado
17023090 uosmaio- Passada a agitacao, metteu-so em casa
d'ondc nao poz mais a cabeca de lora, senao para
Jutus.
o que se
iValsaparrIllia de BrLstol.
ATTESTADO DO BRASIL.
CCRA DR ELEPHANTIASES.
succvmbir
Lei-se!l Leia-sett
Um preto, escravo do IHm. Sr. commendador D.
Ildefonso Simao Lpez, proprletano de vanas fa-
zendas na cidade da Barra Mansa, provincia do
Rio de Janeiro, foi atacado da elephantiases, e ja
se achava n'um estado bastante avanzado da en-
fermidade, com os ligamentos dos dedos n'um es-
tado de dissolucao, e finalmente foi abandonado
Passua este ana conta dita a
letrada........
Fica para liquidar.
10:7173612
Recife 31 de outubro de 1863.
O guarda-livros,
Pedro Roberto Lessa.
Contpanhla de seguros marti-
mos Ulilidade Sis. accionistas.Em cumprimenlo do art. 41
dos estatutos desta companhia, temos a honra de
vos apresentar o resultado de nossa gerencia, du-
raule o anno lindo em 31 de outubro prximo
passado, cujas trausaccoes adiareis dcscriptas nos
livros e contas que apresenlamos ao vosso exame.
Seguros.
Ellectiiaiain-se 140 seguros na.importancia de
1,208:6493, que a diversos premios denin ris..
13:3363787, desta importancia abalendo 3383769
que pagamos de premios de reseguros, bouve de
interesse 12:7983018.
Descontos de letras.
Descontaram-se 128 letras na importancia de
1*S:6413022, quo a diversos descontos rendeu rs.
6:9923072, esta importancia junta a 1:3483193
premio recchidodo Novo Banco, do dinheiro que
all esteve recolhido este anno at 28 de fevereiro
somma 8:2704265.
Sinistros.
Pasamos 6:8033403 a diversos : sendo a viuva
do Manoel Goncalvesda Silva 3:480-3200 pelo nau-
fragio da pataclio Enmlaco, seguro pela apolice
n. 2,250; pagamos mais asparles, que as avarias
grossas dos seguales navios tocn aos segurados
as nossa s a plices : sendo a Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo & C, 7223100 do patacho Lhus
Amigos, apolice n. 2,289 ; a Jos Pereira da Cu-
nda J Filhos 873330 do brigue Mercurio, apolice
m. i,279 ; a Feliciano Jos Gomes 1713344 do dito
navio, apolice n. 2,273 ; ao dito 533930 do brigue
Amalia, apolice n. 2,391, e a Antonio Marques de
Mendonca 2864299 da sumaca Astralubo, apo-
lice n. 1,911.
Gastos geraes.
Despendeu-se este anno com esla verba ris...
4:4493000.
Retornos de seguros.
Pagamos 883, retornos de seguros feitos o anno
passado.
(lanhos c perdas.
Foram devidamente lavadas a esta conta as par-
celias que resultaran) das transaccoes, que acaba-
mos de mencionar, e assim mais a debito ris..
9624*00 de urna letra de premio do seguro da
barca Clementina, e a crdito 1:7024090, recebido
por conta de letras que o anno passado foram le-
vadas a debito desta eonta, ha vendo um resultado
a favor da companhia de 10:4574370, lucro liqui-
d, que somos de parecer, visla do quanto vas
acabamos de expor, se faea um dividendo de 15
"l ou 134 por accJo ; passando para fundo aecu-
roulado 4:4674570, saldo que fica des'e dividendo,
tirando desta forma elevado o fundo da compa-
nhia em 87:0894659. sendo o capital realisado ris
40:0004.
Transferencias de accSes.
Lavraramse dous termos de transferencias, co-
mo veris do respectivo livro.
Finalisando o presente relatorio que
Srs. accionistas da companhia Ulilidade Publiaa.
A commissao quo escolhesles para a verificacao
ordenada pelo arl. 41 dos nossos estatutos vem ho-
je, como lhe cumpre, dar-vos conta do seu exa-
me.
Segundo a ordem das tranjaec5es_ indicadas no
rea torio, e no balanco-e demonstrar que vos fo-
ram apresenlados na sessao de 16 do rorrentepela
exames nos respectivas livros, e acbou toda a es-
cripturaeao nao s de accordo com o mencionado
naquelle documentos, como feita com regularidade
e aceio.
Na caixa e na carlera enconlrou em moeda cor-
rente e em ttulos a vencer rs. 91:0664991, a cuja
imporlancia augmentada a que devem diverssos
segurados e a dos movis do escrintoro, somma rs.
93:9433031, da qual deduzidos rs. 7803373 depo-
sitados na caixa por 3 apolices vendidas, e rs. 753
do 9 dividendo das mesinas apolices, resulta rs.
9.1:0893656 que o fundo actual effeclivo e aecu-
mulado da companhia, do qual se tem de tirar o
10' dividendo c repartir pelos accionistas.
Na serie dos documentos guardados na caixa
achou a commissao em devida ordem os que no
relatorio da direccao dizem respeto aos pagamen-
tos, em virlude de sinistro* o avana?occorridas a
navios e mercadorias seguras na companhia. l'a-
rerendo-lhe lisongeiro o estado da carteira pela
solvabidade que olTerecem no geral os ttulos a ven-
cer que ella encerra com excepcao de alguns pou-
cos cuja origen) procede de eras mais remotas, a
commissao nao julga ocioso o lembrar aos senho-
res directores do biennio futuro toda a prudencia
e zeloso cuidado na boa esrolha das firmas que se
Ihes
do
q-7*x&4< ; Pedir a0 presidente a urna de gretae soldados para, tado de dissoiucac
s/0* tomaron as portas da igreja, fleando de fra os pelos facultativos.
Em S. Jos guiou o movmento eleitoral o Sr.
Dr. Serfica
Sendo a anarrhia o principal elemento elei-
toral do Sr. Dr. Feitosa, cliegaram as cousas a
um poni tal que o chefe de polica, o Sr. Dr.
Polycarpo de Leo, que nao hoje suspeito, enten-
deu, como medida da ordem, ir em pessoa, com
nm piquete de cavallarla, dispersar a populacaj
desenfrepda que se tinha accumulado no pateo da; ,.-o -^^i ^.5^ q^
mriZi' i- f.om r_' presidente do tribunal do commercio, o Sr. desem-
Odicfc de pol cia e o seu piquete foram re- [ar aJor Firmlno Anlnio d(i Souza, tenha a me-
pelidos com fundos do garrafas, do que resulta-
vam diverso* ferimenlos nos soldados, sondo a
multo rusto restabelecdo a ordem pelo gene-
ral Goelho, que para o lugar marchou com 80
macas. ^_ 1
rrSr.iDr. Serfico, que em ludo imTIa" o"ST Di.
Feitosa, corno este mita hoje o Sr. consellieiro
Paes Brrelo, a ponto at de usar sobre-casaca (
abotoad porque assim andai agora oSr. Dr.^Fei-1 ^ o sabem, apre'nda'm :
rmentar a slsaparrilha de Bristol. E com ver
dadeiro assombro e pasmo todos presenciaran) e
acompanharam o progresso de urna cura completa,
effecluada lao smente por tros frascos de dita sl-
saparrilha, na pessoa d'este escravo, o qual pode
er todo e tempo visto na casa do seu senhor no
Rio do Janeiro,
o Em. consellieiro
e do tribunal do com
bargador
or parte em diversos artigas que leem sido pu-
blicados nos jornaes desta capital, em relacao a
provisoes solicitadores etc. etc.; e por isso julgo
fazer um grande servico offerecendo ao publico o
oiiialo |wg iiyiillu Bicm. oonslhiro dirigi ao Sr.
Dr. juiz especial do commercio em data de 9 do
correte.
Os eniendidos leiam, aprecien), meditem : Os
tosa, nao poda deixar de proceder em S. Jos com "."e n
amesma coragemitm q o Sr. Dr. Peiloa ae, "^STJZ^ de Pernambuco, 9 de
portara em Santo Antonio. A (oo
Travado que fosse o conflicto, o Sr Dr. Serfico no^D^ i^mte^posta do offleio que dirig V.
embocod por urna padar.a com tal seremdade | g wm ^^ Krente^ata^ pedlSo-lhe
as cita^oes
citada assigne
a cita, c na
sendo subs-
PRAQA DO RECIFE
5 BE lF.7.i:UKftM l>i: 1S3.
As 3 boras da Urde.
Revista semaoal.
Cambios........ Os saques da semana regularan
por 60,000, a saber: sobre
Londres a 28, 28 J, 28 }(, a
28 V, (I- por 140OO; sobre Ca-
ris a 348 rs. per fr. e sobre Lis-
boa a 90 por ceulo de premio.
Algodao........ O desta provincia vendeu-se de
264000 a 264200 por arroba, o
de Macelo, posto a bordo, a 274,
e o da Parahyba de 273500 a
274800.
Assncar........O branco vendeu-se de 34200 a
34800 per arroba, o somenos de
24800 a 249OO, o mascavado
purgado de 24600 a 24700 c o
bruto de 23400 a 24500.
Agurdente.....Venden-se de 3H3 a 624000 a
pi|a.
16 ditas papel almaco, 5 ditas dito protocolo, 2 di- Couros......... Os soceos salgados vnderam-s.!
tas dito oretto, 18 balas papel almaco, 10 ditas | a 17)> r^ J)or fjbra
dito llorette, 15 fardos barbante, 17 ditos carda- Arree..........Opilado da India vendeu-se de
gens, 8 fardos chapeos de palha, 739 caixas mas-
sas, 100 ditas batatas, 160 saceos pimenta, 300 di-
tos farelo, 100 barricas farinia de trigo, 1,500 res-
teas alhos, 157 caixns com 3,140 ladnllws quadra-
dros de marmore, 6/400 ditos de dito ; a ordem.
Escuna franceza Phenix, entrada de Marseille,
consignada a Tisset Freres, manifestou o seguinte :
61,000 kilos de sal, 500 barricas cimento, 85
barris, 100 caixas e 56 volumes vinbos, 75 caixas
cognac, 60 litas conserva, 3 ditas louca e 1 porcao
do dita a granel, 56 jarros vasios, 114 vasos para
flores, 2 caixas agoa de ortelan, 50 ditas agoa de
flor de laranja, 1 barril alcool, 16 gigos garrafas
vasias, 20 caixas figuras, 1 dita extractos, 1 dita
esseocias, 54 caixas azeite doce, 1,000 lijlos pin-
tados ; aos consignatarios.
20 caixas azeile, 2 barris vinagre, 1 caixa cami-
sas e ceroulas, 1 dita calcado c pentes, 1 dita rou-
pas, 2 ditas brinquedos; a ordem.
Hiato pertuguez Serru I, entrado do Rio Grande
do Sul, consignado a Maia & Espirito Santo, inani-
fcstmi o seguinte:
8,380 arrolas de channie c 35 couros vaceuns
soceos ; a ordem.
Brigue nacional Castro I, entrado do Rio Grande
da Sul, consignada a Maia & Espirito Sanio, ma-
nifestou o seguinte :
9,337 arrobas de carne secca, 160 ditos de sebo
em rama c 80 ditas de graxa em bexigas, 15 cou-
ros vaceuns seceos; a ordm.
1 caixao com um piano usado, 2 caixos louca
servida ; a Joo E. Varzea.
Lancha nacional Flor do Rio Grande, entrada
de Macei, consignada a Joo Rodrigues dos San-
tos, manifestou o seguinte:
540 alqueires de sal; a Vicente Jos da Costa.
Iteeebedorla de rendas internas
geraes de Pernambnco.
Rendimento do da 1 a 4........ 3;23^?53n
Idemdodia5................. l:/11420l
4:9464738
. tluida pela assignatura de duas tcstemnnhas, pro-
uusit, uu cedim(;n|0 cstc ordenado por V. S. aos offlciaes de
,j0 justica sob pena de demisso, e que lhe fra ir
com o mesmo espirito de bufonera
apreciados hoje pelo Sr. Dr. Feitosa.
Sem prestar f, nem repellir os motejos
Sr. Dr. Sarniento acreditamos, todava, que se
cedmonto este ordenado por V. S. aos offlciaes de
justica sob [iena de demisso, e que lhe fVa inti-
mado e transmittido pelo presidente da relacao,
nao seu superior legitimo, e a quem no en-
de>asada.adespeito mesmo de certa carene,al gjfi tiSS^XS^SSS^
aprcenromT eamais rigorosa observancia ^^ZmSelrT f fWtAS este proced ment do V. S. e'm pu-
art.31 dos estatuios, que trata das condicocsj 'T^,""'i^feBo de i836 do oiiirii-o Sr. Dr. > detrimento das partes, pois que o foro se acha
para os seguros, afim de que tanto quanto seja pos- Fl,^|firande ruW e 18oto' 0 m m paralysada, por nao se poder levar a exec.u.ao
sivel se evlem prejuzos companhia. \ ruwN" .y e effectividade esse meio extico, illegal e extraya-
Havendo sido pequeo no anno que acaba de fin-: Da '. dp mQ fcz o Sr Dr Feos^ 0 mais gante de fazer as ciac-oes, ou para o principio das
dar o movmento de seguros c descontos, apraz to-
dava commissao o reconherer que este fraco re-
sultado das forras da companhia se deve attrihur
somonte s cansas ainda infelizmente latentes do
atraso commercial da nossa praca e nunca a falta
de confian^ na companhia eiVm a de zelo e ass- i iXVhTn?M rerwnua, qu0 ^o^^ a pratica antiga e o que se ordena
duidade dos petuacs senhores directores, a enjo, "^ los Klos do Sr. Ambrozjo, e do!na > qunenhum.magistrado pode alterar, revo-
menlo e serv.cos entende a commissao deveispres-1 mjlljstr0|qtI0 0' djrigiai deva respondej hojo o Sr.
tar um voto de agradecimento.
Dando-voscontado seu exame, a commi
de pedir-vos deseulpa da imperfeicjio do seu tra-
balho, vos propoem a approvajo das coalas apre-
sentadas pela direccao.
Recife, 26 de novembro de 1863.
JJMtfl Antonio Sigueira.
Joao Cardoso Ayres.
Miguel Jos Alves.
-n ._,! visconde da Camaragibe I S. Exc. nao era presi-
dente neta autordade policial, e imputa-lhe o Sr.
Dr. Feitosa o have-lo hoslililado com mao armada!
E' sem ilmida urna estulticia esse acorto do Sr.
Antonio Vicente.
E' cousa sabida, e o Sr. Dr. Feitosa s por cy-
nismo moslrao ignorar, que o Sr. visconde de Ca-
maragibe reprovra altamente o procedimento tido
COMMNICADOS.
gar, sem que proceda com invgularidade e ncor-
ra em pena.
A ordem do juizo tanto na 1' como na 2" instan-
cia, e as execucoes regula-se pelo que se cha dis-
posto na Ord. liv. 3" c mais disp&sicdes citadas pe-
lo art. 10 doRcg. n. 143 de 19 de marco de 1842
para a exeeucao da parte civil da lei de 3 de de-
zembro de 1841, e em nenhum lugar dessas dispo-
sieocs se acha ostabelecida, que a parte, ou na falta
OTS^.:^ras:K=: Ar^MKSLnA
peio ar. ai 10 oz o lias eiuieoes ue seieiuuiu uaa -------> ---- rt_|._,. j, ic
freguezis de S. Jos e Santo Antonio, obrando por 3? do Reg. n 79746 LS tnfa
' nao acha estatuida essa formahdade, sendo que
tra
nao
A verdade dos
I
fedos.
o mesmo Sr. Ambrozio, por entender qae
devera perder eleicocs-s barbas do governo.
Por ventura ignora o Sr. Dr. Feitosa que o Sr.
visconde se separara do Sr. Ambrozio desde antes
da eleicao de dezembro ?
E' dasi arabias o Sr. Dr. Feitosa I Em querendo
por-se ei^i evidencia, metto o p pela mo, torna-se
temos ac^vojso Ilustrado conriccmento, pedimos
a exeeucao do art. 41 dos estatutos.
Recife 16 de novembro de 1863.
Os directores, ,
Feliciano Jos Gomes.
Doiningos Bodriguesde .Udrtdr.
apenas se exige que d o offirial de justica contrs
f, ainda que esta nao seja pedida, sendo obrig.adoa
declarar se a dra, e se a parte citada a recebera,
ou nao quizera receber.
Fra destas determinaces de nenhnma outra
forma se pode, e era se deve proceder a qualquer
0 fatigante e estiradissimo artigo do Sr. Dr. An- pywa^oaiwwciai ...* v* *m. ..., .-- ^^ ^
tonio Vicente, publicado no Progressista de hon-'1W'IU,CI? __ i Esoero que V. S. haia de restabeleccr a pratica
tem, nao pode, em urna leitnra, ser por nos devi-1 Contando a historia dessa eleicao a seu gc.to, | ^ geralment em uso, e que a que se
damente apreciado em todas as suasinexactides.aproveiwi a occasiao para fazer a cor e ao Sr. f a |ei.
principalmente nanto a exposicao dos fartos. A Sa Larval lio, de quem esta hoje o melhor mi-, guarde aV. S. IHm Sr. Dr. Tristao de
algumas dellas, porm, que por 'mais salientes fi- 8?, esquecendo a poca em que^esto "*igi*oi*-l Ararpe, juiz especial do commereia-
aff ^^vamos fai-er l,geiras rcc- ."SStK.6 L^T^rXZ 1 i
' Na^sua polmica com o Sr. Dr. Urbano nao ca-! ^l**AfZ'm'a )
recia o Sr. Dr. Feitosa offerecer a verdade em sa- E 1"e ^nm-m mdo....
enficio sua elevaco pessoal e ao uti possidetis. mL. n_ Kai
do bat&o do commando, nem trazer ao circo do!, Com todos os seus altos e*aixos o Sr Dr. Fe-
toureanicrito quelles, que estimariam muito mais,,os rcve|ou-se de urna modestia a toda a prova.
Qwando o Progresststa ja annunciou, e esta pro-
^_ T_J_T_______ 1_ _.i ]'...U^. Jk Hn^nwn Arte
Mt~ ver o touro de palanqUes.
Ralanco da companhia de seguros martimos l lili- campanudas, em que de urna facundia porten-
dade Publica, em 31 de ounbro de ISC3.
DEVE.
Capital......... 40010004000
Fundo accumulado at 1862. W:6224086
Descont de letras..... 8:2704265
Premios de seguros. .... 12:7984018
Ganhos e perdas recebido por
eonta de letras quo passaram
a esta conta em 1862 .
Mas o Sr. Dr. Feitosa desatado, como em seus *> nteira sabe, que a dissolucao da cmara dos
escriptos, nao sabe guardar conveniencias, que Reputados fui g'JaapeeuU^ qoe^o ^pcj-ador^M-
presurae conhecer. A
veis, as intrigas mais
continuo, com tanto que mistifique _
ca nesse monto de contradiccoes e comlnacoos Feitosa diversao desse tnumpho que obteve, para,
tosa.
Entende que s assim pode sahr-se do sipoal
em que est mettido, e cada vez mais se compro-
inette no conceito dos homens de criterio e pru-
dencia.
em seu artigo, declarar que foi a uniformidade no
seio da liga que garanti o poder moderador con-
ceder aquelle acto!
Mas essa unfomiade salvadora foi devida a
siio direccao dada ao partido liberal, do que se ve-
rifica que, qur assim, qitr assado, S. S. o oro
Nao quer o Sr.Dr. Feitosa que os canstitucio- da dissolucao
nacs vejara em abstenco a ultima prova do seu No entretanto o Sr. Dr. Feitosa tem invejosos, e
HAVER.
Accionista. .......
Fundo effectivo 40:0003000
Dito accumulado at
hoje.... 47:0894636
desinteresse poltico, inchertando-se na lisia tripli-
1:7024090 ce de senador, depois de j ser deputdo, e ter ar-
,_______ranjado urna inspectora de alfandega para o seu
465:3924459 genro !
=.-^==== Sua alma, sua palma.
De nossa parte fazemos justija ao Sr. Dr. Feito-
360:0004000 sa, que s por violencia dos seus amigos vai co-
lhendo votos para si, e empregos para a sua
prole.....
87:089466o Sabe Deas, que impclos nao tem elle tido de
nem poda deixar de t-Ios...
I'm deslcs o'Sr. Dr. Octaviano, na cort, que
ainda em 1861 dizia, que S. S. sacrillcava o parti-
do liberal em Pernambuco, por incapacidade para
dirigi-le!
Por este falso snpposlo foi que o mesmo Sr. Oc-
taviano, e tambera o Sr. Ottoni mandaram o Sr.
conselhro Paes Barreto tomar-lhe o bastao do
commando, rcduzrado-o a figura muitsslmo secun-
daria.
Sou seu constante leilor
O apreciador.
Recife. 25 de novembro de 1863.
P. S:-NSo tenho feto publicar a presente, em
consequencia de ter estado doonte, o Exm. Sr.
conselhro presidente, mas agora que se acha no
tribunal, julgo do meu dever faz-lo.
mmLm
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a 4......... 14:9?*'?
dem do da 5................. 5:9843987
17:89641o6
Valores.
13400
690
600
'i)
600
700
arroba
COMMERCIO.
NOVO BANCO
DE
os
PERVIMBIX'O
O novo banco de Pernambuco convida
credres das massas fallidas de Mesquita & Burra,
c Francisco Antonio Correia Cardoso a apresenta-
rem seus ttulos no banco para se proceder a res-
pectiva verificajab.
tlfandega
Rendimento do dia l a* ........
dem do dia 5.................
ALFANDEGA DE PERNAMBUCO.
PAUTA DOS PDECO DOS GNEROS SLJK1T0S A D1REITO DE
KXI'OUTAgAO. SCMA.NA DE 30 A 3 DO
DEZEMBRO DE 1863!"
Mercadorias. Unidades.
Abanos.........cent
Agurdente de cana. .... ranada
dem restilada ou do reino
dem cavaca........ >
dem genebra.......
dem alcool ou espirito de agua- >
ardente. ...*.,.
Algodao em caroco .
dem em rama ou em ia.
Arroz com rasca......
dem descascado ou pa Assncar mascavado.....
dem branca........
dem refinada...... i
Azeite de amendoiin ou uiendo-
bitn.........caada
dem de cuco.......
deui de mamona..... >
llatatas alimenticias. .... arroba
llolaclia onlinaria, propria para
embarque....... >
Idemjlna........
Caf hora........
dem esculla ou restolho .
dem torrado......
('.ai I iros........
Cal..........
Id.mu branca......
f'.ai ue secca (xarque) .
Camine.......
Carvo vegetal.....
Cavernas de sicupra .. .
Ora de carnauba em bruto,
dem dem em velas .
Cha.........
Charutos.......
Ovados (iiorcos).....
Cocos (seceos)......
Colla. ......
Couros de boi, salgados .
dem dem seceos espichados,
dem dem verdes ....
dem idem cabra eortidos. .
dem idem de onca ....
Doces seceos......
dem em gela ou massa* .
dem em calda.....
Espanadoros grandes .
dem |>equenos......
Esleirs para forro de estivas
de navio........eento
Estopa nacional......arroba
Farinha de de mandioca. alqneire
Iilem de aramia arroba
l'Vijao de qualquer qndlidade. <
Frechacs........nm
Fumo em tulla, hom .... arroba
dem ordinario ou restolho
dem em rolo bom......
dem ordinario ou restolho
Gallinhas........nm
Gomma.........arroba
Ipeeacuanha (raz)......
Li-nlia em achas......cento
Toros..........
Linhas e esteios.......nm
Me! on metaco.......caada
Mllho..........arroba
Papagaios........um
Pao Brasil........quintal
dem de jangada......um
Podras de amolar.....urna
dem de filtrar.......
dem de rebolo.......
Piassava.........molho
Ponas, ou chifres de vaccas ou
novlhos........cento
Pranchoes de amarello de dous
costados........um
Idem de louro.......
Rap....... libra
SaUo.........."
libra
um
arrolia
um
arroba
urna
libra


cento
um
cento
libra

um
cento
libra

>
nm
63250
253000
13000
23000
23400
33250
44160
23000
13600
800
14200
.13000
73000
83000
74000
440
360
280
300
237IX)
34000
IfiWK)
83000
250
360
14500
24500
153000
3JSM
.300
163
240
100
350
104000
13000
320
500
43000
24000
153000
13600
13500
53000
24000 a 24050 por arroba, e o
do Maranbao a 23300.
Azeite doce.....O de Lisboa vendeu-se de 24600
a 23650 por galio. Nao ha do
Estreito.
Bacalhao'....... Rclalhou-se de 134000 a 134500 .
por barrica; ficaudo ora deposi-
to 3,800 ditas.
Batatas.........Venderam-se de 800 a 14000 rs.
por arreba.
Bolachmha...... dem a 34800 a barrquiilia,
da americana.
Caf...........dem a 74500 por arroba.
Cha............ Riera de 24000 a 24100 por li-
bra.
Carne secca. A do Ro-Grande do Sul rea-
Ihon-se de 23600 a 34400 por
arroba, e a do Bo da Prata de
23600 a 23800 ficaudo era ser
57,280 arrobas da primeira e
2,000 da segunda.
Ceneja.........Venden-se a 54250 a duzia de
garrafas.
Wfl.......... Vendeu-se de 64000 a 74000 a
sacca.
Genebra........dem a 310 rs. a IxXija.
Louca.......... a ingleza ordinaria vendeo-se
com 310 por ceuto de premio so-
bre a factura.
Manteiga.......A franceza vendeu-se de 5!0 a
520 rs. a libra, e a ingleza a 230
rs. -, lieando em ser 3,800 barris
de ambas.
Massas.........Venderam-se a 63000 a caixa.
Oleo de lnhaca.. Vendeu-se fe 24000 a 24100 o
o galio.
Passas.......... dem a 74000 a caixa.
Queijos........0$ flamencos venderam-se do
13700 a 14800 cada um.
Sabio..........O amarello vendeu-se a 130 rs.
a libra, e o do Mediterrneo a
240 rs.
ToucinJio.......O de Lisboa vendeu-se a 84000
a arroba.
Vinagre........O de Portugal venden-se de 1204
a 1234 a pipa.
Vinbos.........Os de Lisboa venderam-se de
2004 a 2404000 a pipa, os da
Figuera a 2404000,, e os de
outros paizes a 2104-
Velas.......... As de composiijo venderam-se
a 520 rs. o pacote, de 6 wlas.
Descontos....... Continuou de 8 alOporm.i
ao anuo.
Fretes......... Deste porto para o Canal inglez.
a 40, da Parahyba a 43 476
de Macei para Liverpool de 15
a 20 e do algodao Je K1 V
carrejando aqni, e s/s e J/t car-
regando em Macei.
MOVMENTO poTobto.
Navios entrados no dia 5.
Ass9 das, lincha" nacional Flor do Rio Gramlc,
de 42 toneladas, capito Vicente Jos da Costa,
equipagem 4, carga sal ; a Joao R. dos Sanios.
Baha19 dias, brigue nacional Castro I, de I'.'l
toneladas, capitao Joao.E. Varzea, equipagem 12,
carga 9,500 arrobas de carne ; a Maia ii Espi-
rito Santo.
Navios sahidos no mesmo dia.
Havre pelo Rio Orando do Nortebarca franceza
Sphere, capito Bebes, carga couro e algodu.
New-York lugre ingltz, Zizine, capito W. 1.
Priest; carga assucar.
Navios entrados no da 5.
Baha4 dias, vapor americano de guerra Fn-
derbillt, commandante Baldwn. %
Baltimore 70 das, barca americana Wlieatlaud,
de 498 toneladas, capitao C. A. Masson, equipa-
geni 16, carga 2909 barricas com farinha de
trigo; a Johnston Paler & C.
Porto30 dias, barca portugueza Sumpathia, de
216 toneladas, capitao Antonio Nogueira dos
Santos, equipagem 15, carga vinho, batatas o
outros gneros ; a Baltar c Olivera.
Barcelona39 dias, brigue Iicspauhol Elegancia,
de 221 toneladas, capito Pedro Mareslany,
equipagem 11, carga vinho, passas e outros g-
neros; a ordem.
Navio sahido no mesmo dio.
Canal pelo Rio Grande do Norte Brigne inglez
Alma, capilo Themaz Multer, em lastro.
EDITAES.
33000
14-Jooo
84300
84080
33000
600
13700
233000
14500
114000
84000
200
14000
24500
54000
53000
840
43OOO
13200
120
54000
Jal
al'quere
Salsa parrilha....... arroba
Sebo em rama. .....
Ham era velas....... >
Sola em vaqueta...... urna
Taboas de amarello..... duza
dem diversas.......
Tapiocas......... arroba
iTatajuba......... quintal
87:7484977; Travs......... drua
28:5094653 Uhhas de boi....... Cento
---------------Vassouras de piassava. ...
116:25%4o3QjJdem de timb. .......
ra de carnauba..... >
2030OO
103000
14000
420
4&0
233000
54000
74000
2*800
m
7;
3630 lder
:->*||deii
64000
Perante a cmara municipal desta cidade de
Olinda estara em basta publica para 5er arremata-
do nos dias 5,10 e 12 do corrente mez, por quera
mais der, por tempo de um anno, o imposto de
coqneiros por 4004 : os prelendentes podem com-
parecer no paco da cmara nos referidos dias cora
seus fiadores habilitados na forma da lei para po-
derem lancar, sem o que deixaro de fazer.
Paco da cmara municipal da cidade de Olinda
3 de dezembro de 1863.Antonio Joaquim dcAI-
meida Guedes Alcoforado, pro-presidente.Anto-
nio Ferreira Lobo, secretario interino.
0 Dr. Trislo de Alenear Araripe, ofcial
da imperial ordem da Rosa, juiz de direi-
to, especial do commercio da cidade do
Recife e seu termo, capital da provincia
de Pernambuco, por Sua Magesiade Im-
perial e Constitucional, oSr. U. Pedro II,
a quem Deus guarde, etc.
. Fajo saber aos que o presente edita! virem que
no dia 7 do mez de dezembro de corrente anlo, se
ha de arrematar por venda a quem mais der em
prara1 publica deste juizo, depois da audiencia res-
pectiva a casa terrea meia agua n. 10, cita no boc-
eo das Facadasna estrada de J0J0 Fernandes Viei-
ra, com porla e janell na frente, 2 salas, Squar-
tos e urna porta no fundo, avahada em 2003, a
qdal pertenecnte a Andr de Abreu Porto, e vai
praca por eiecncSo que contra o ntsmo cnca-
rainha Adamson Howc & C, e na falta de lici-
tantes ser a arrematacao feita pelo preco da ad-
judicaran com o atiatlmento respectivo da lef.
E para que chegoe ao conheclmento de todos
mandtei fazer o presente edltal que ser aunado
nds lugares do coStume e publicado pela im-
Dado e passado nesta cidade do Bccife de Per-
nambuco aos 16 de novembro de W03.Eu Ma-
noel de Carvalho Paes de Andrade, esenvo o
subserevi. ,
THsiSq de Alenear Ararme.
O Dr TtistSo de Alenear Araripe, otBcal da im-
perial ordem da Besa, e iuz de dlrelto especial
So commercio. desta cldadB do 'Recife.capltal da
Srovncia de Pernambuco e seu tormo, por Sua
lagestade Imperial e constitucional o Sr. D. Pe-
dio ti, a quem Dos guarde, etc.
Faco saber pelo presente que no dia 7 do mez
de dezembro do corrente anno, se ha de arrematar


Diarlo 4cPwMttlMio egnuda Mr A I fe Drxtmhrm d* ka.
*
I
por venda quem mais der em praca deste juito
lepoi* da audieiieta.rwpectiv -os eseravos e mo-
vis Si'pulules:
Januario. crioulo. de trinta f linios annos tonco
mais uu menos, avallado era 6OO50Q, Felicidadc,
dttliiiiU anuos poueu mais ou lacuos, avaliada em
tiPatl), Manoel, cabra, ti I lio de Felicidad*, ava-
llado em 2'.)05000, Mara, crioula, de iO e tantos
annos, avallada em 3005000, Romana crioula, com
deleito em urna perna e coa 14 annos, avaliada
em 21)05000, Luizi, muala, de annos, avaliada
em 2O0500, Alejandrina, mulata maior de 50 an-
nos, avaliada em 300,3000, Libina, muala alejada
de una perna, H.annes, avaliada em 4005000.
Movis os seguales:
Un piano de Jacaranda asado, avaliado era 3005
rs., 1 sof, avaliado em 305000, 2 cadeiras de bra-
co, avalladas rada urna a 65000 125000, 2 ditas
de bataneo, a 85000 cada nina. 165000, 18 cadei-
ras, tundo alguuus ein mao estado, cada una a
44000, /25000, 2 consoles com tampo do pedra,
cada um a 205000, 405000, 1 mesa redonda em
uiio estado, avaliada em 85000,4 guardas roopa
era rano estado, avaliado em 255000, 1 commoda
de Jacaranda, urna dita de amarello. avalladas em
4050OO, 4 banqranlus ordinarias, sendo urna de
Jacaranda, avahada por 105000, 1 sof antigo em
mi estado e duas marquesas, sendo una quebra-
da, avahadas eu 2550011, 2 armarios avahados em
2o5000, I mesa ordinaria, avaliada em 55000, 1
guarda louca de amarello, avaliado em 405000, 4
armaefles de cama de vento, um cabido quebrado,
tim lavatorio ordinario, una cadena de balapco
sera palha e quebrada, una cania de armacao art-
(iga e quebrada, 11111 be reo, todos estes objectos a-
?aliados era 125000. 2 mangas de vidro, cada urna
por 15000, 25OOO, 2 jarros a 500 rs., 15, 2 redo-
mas, a I5OO, 25000, 10 cadeiras ordinarias em
mo estado, cada urna a 500, .'000, 1 Lacia de la-
ti por 35000, 1 canoa de carreira, avaliada em
155000.
Cujos oscravos e mavek sao pertencentes Can-
dido Ttioraaz Pereira Burra, e ao mesiao- penho-
rados por execucae de Jos Joaquim Pereira de
Mendouca.
E na falta de Tiritantes, era a arremataco felta
pelo preco da adjudicarlo com o abatimento res-
pectivo E para que cliegue ao conbecimento de todos
inandei fazer o presente edital qoe ser afinado nos
lugares do costume e publicado pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Red fe, aos 20 de
novembro do 1863, 42 da independencia e do im-
perio do Brasil.
Eu Manuel de Carvalbo Paes de Andrade escri-
vo o subscrevi.
Truta de aflaM* Ararip*.
O r. Trlao de Alencar Araripe official
da imperial ordem da Rosa, e juiz de di-
reilo esepecial do cornmercio desla ci-
dade do Recie e seu termo, capital da
provincia de Pernambuco, por Sua Ma-
jestad Imperial e Constitucional, o Se-
nhor I). Pedro II, quera Dos guar-
de, ccl.
Faeo saber pulo presente, que no da 7
de de/A'inbro deste anno, se lia de arrema-
tar em praca publica, por venda a quein
mais der, depois da audiencia respectiva,
casa terrea sita na ra do Senbor Bom
Jess das GttMrin n. 13, de duasjanellas e
nina porta na frente, duas salas, qualro
guarios, e pequea cosinlia fura, quintal
tamben) pequeo, avaliada era urn cont e
<|i;inbi'nufc mil ris, a qual pertericente
1). Joanna de Meuezes Oisneiro, e vai a
praca por execncao que contra a mesma
encatninham Antonio Joaquim de Mello
A C, e na falta de licitantes ser arremata-
da pelo prego da adjudicarlo com o abat-
ment respactivo da lei.
E para que cliegue ao conhecimento de
todos niatulei jiassar editaes que serao afli-
xados e publicados nos lugares do costme.
Dado e passado nesta cidade do Recife
de Pernambuco, aos 10 de novembro de
186.3,
En, Manoel de Carvalho Paes de Andrade
escrivo, o subscrevi.
Trixtao de Alencar Araripe. .
O Di. TristSo de Alencar Araripe, official da im-
perial ordem da llosa e juiz de direito especial
do commereio desta cidade do Recife de Per-
nambueo e sea termo por Sua Magestade Impe-
rial e constitucional o Sr. D. Pedro II, a quem
Deusguarde, etc.
Fago salter pelo presente que no dia 7 do corren-
te nn, se ha ge arrematar por venda aquein mais
der cin praca publica deste juizodepois, da audien-
cia respectiva a escrava de nome Mara, crioula de
."> anuos de idade, avaliada oni "005000, a (|ual
perteiirente a Kcrrcira & Lima, c vai a praca por
serneae que contra os mesmos encaniinha D. Ze-
i'erina Mana de Jess, ser a arremataco fei-
ta pelo preco da adjudicacao com o abatimento res-
pectivo da lei.
E para que ehoguc ao conhecimento de todos
maadei fazer o presente edital que ser afxado
no lugares do costume e publicado pela im-
prensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife, capital
(M 1863, 42 da independencia e do imperio do
Brasil.
Eu Manoel de Carvalho Paes de Andrade, escri-
vo o subscrevi.
Trislio de Aletear Araripe.
'(Consulado de Portugal
O cnsul de Portugal nesta provincia, tendo da
proceder So arrobnenlo de todos os subditos p nr-
tuguezes, nella residentes, para a organls*c3o.da
estatistica geral da popnlanaa nortngueza residen-
I te ueste imporio, o que muda Me A reeemmenda-
i do pelo governo de t. M. F., convida e pede to-
dos estes seus compatriotas, que remellara este
consulado at o da 31 do dezembro prximo,
urna relaeao contendo os seus nomes, dados, es-
tado, filiaco, naluralidade e oocupacao e bein as-
sim os nomes das pessoas de sua familia, Incluin
do caixeiros e criados, cim as respectivas desig-
nares 1 com as mesinas declarcoes.
As pessoas quo nao souberem escrever e que nao
I tenham quera Ibes faca estas relacoes devero vir
ao consalado faze-las verbalmente, onde lhci se-
1 rao tomadas todos os dias uleis desdo as 9 horas
da nianha at as 3 da tarde.
Os caixeiros ou oulros quaesquer individuos
que nao eslejam em casas portuguezas devem
mandaras refaci-srelativas a suas pessoas.
0 cnsul deuPortugal depois do tantas provas
de deferencia que tein recebido do seus compa-
triotas aqui residentes, nae pode duvidar de que
Ibe concederaa mais esta que. desde j agradece.
Entretanto v-se oa necessidade de lhes declarar
que o consulado nao reconhecer como portugue-
ses, nem prestar auxilio algum em norae de seu
governo aquellos que at o referido dia 31 de de-
zembro nao acudirem a este convite.
Roga se apodos os portuguezes que deem toda
a publicidade possivel a este annunoio^__________
COMPANHIA PERNAMBCANA
D8
.\:\Vi'^apSt) costelra A vapor.
liba de. l'eruaii'U) de .\jouha.
O \-apof Jmjuari,' logo que
cliegue do norto seuuIr para a
tilia de t'iii'uaudo. dia da par-
tifia ser hnimnciado opportuna-
mente.
COMPANHIA BRASILEJRA
-', --J---TI
-- Jos Aaevcilo de Andrade l'az'
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S S S S S I IDADE
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&
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ESTADO

e
1 3
DECLAHACGES.
Na segnnda-feira. as 2 horas da tarde, tem
de haver a audiencia do-juiz de paz do l'distreto
la fregue/.ia de Santo Antonio, |>r ser terca-feira
lia santo, e as deaais audiencias continuara nos
lias tercas e sextas, todas ellas na casa publica,
na ra do Imperador, como de costume; o que
faco publico a quera convier, de ordem do Illm.
Sr. juiz de paz.-O escrivo,
Silva Reg.
Consellio administrativo.
O conselho administrativo para fornecimento do
arsenal de gtferra lew de comprar os objectos se-
rrante- :
Para a companliia dos menores do arsenal de
guerra.
Caz 6 rjtldea.
Para o raesmo arsenal.
Pennas de ganco 1.000, pennas d'aco caixas 20,
ranivcies de aparar pennas 10, zarcio arrobas 5,
livro em branco de papel pautado com 150 folhas
I, 1 dito de 200 folhas, ferro inglez era barra de
1 ;, pul legada de largura e 3 oitavas de grossnra
ijuiiilacs 14 1/2.
Para o presidio de Fernando.
Orlos de alcance t.
Quem quizer comprar taes objectos, aprsente
as snasproposlas em cartas fechadas na secretaria
do consellio s 10 horas da inaiiha do di 11 do
torrente.
Sala das sessoes doconselho adminisirativopara
ornecimeato do arsenal de guerra, 3 de dezembro
de 1863.
Antonio Pedro de S Barreto,
Coronel presidente.
S. A. do Brqo ttairot,
Major vogal-tecretario.
ORHF.IOORRAL.
Itelarn das c trias securas existentes
na a'lmiuislracin t correi esla
cv\h\p par as senhnrc* abaixo de-
clarados
\ntenioFerreira da Silva Maia.
Aawio Ji's Ferreira Braga.
D. Eufrazia Maria de Jess.
Dr. Francisco Carlos Rrando.
Fraadsco Moreira da Costa.
Francisco Xavier de Mallos Telles.
Te.nente fiaspar.Jos de Miranda.
Alfonso Maciel.
D. Joanna Francisca Paes Barreto.
J *.' Joai|ui Alves de Araarim (2).
Jos Mana ra Costa Pinto.
J.i- Mendes Vieira.
Miauel da Silva Pereira..
Manoel Ignacio Prasa.
!edro Jtfarinho de Almeida e Silva.
Vinva de Ventura Pereira Penna.
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O. ft.
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1!
V I
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M
S
O
O
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz publi-
co que os 30 lias uteis marcados para a arrecada-
cao bocea do cofre do Io semestre do anno flnan-
ceiro crreme de 1863 1864 dos impostos da de-
cima urbana das freguezias aesla cidade e da dos
A fogados, e de 3 00 sobre a renda dos bens de
raiz pertencentes corporaeoes de mao morta se
principiara a contar do dia Io de dezembro vin-
douro.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco
25 de novembro de 1863.
Antonio Carneiro Machado Hios.
Administrador.
Reccbedort de pendas internas.
Pela recebedoria de rendas internas geraes
se faz publico, que no correte mez finda-se o pre-
so para o pagamento dos impostos lanzados do
exercicio de 1862-63; a saber: renda dos pro-
prios nacionacs, foros de terrenos e de marmita,1
decima addicional de mao morta, imposto sobre
lujas, rasas de descont, etc., dito sobro casas de
movis, reupas, etc., e laxa dos oscravos; seguin-
do-se dopois a cobranca executiva : outre sim,
que no mesmo raez Hnda-se o preso do pagamento
sem multa, relativo ao 1 semestre do exercicio de
1863-64 dos seguintes impostos: decima addicio-
nal de mo morta, imposto sobre lojas e casas de
descont, e dito especial sobre casas de movis,
roupas, etc., fabricados em paiz estrangeiro.
Becebedoria de Pernambuco 3 de dezembro de
1863.O administrador,
Manoel Carneiro de Souza Lcenla.
Pela administraco do correio desta cidade
se faz publico que de conformidade com o decreto
n. 187 de 13 de maio de 1861 e respectivas ins-
truecoes, teve lugar boje o procasso de abertura
das cartas atrasadas pertencentes ao mez de no-
vembro de 1862, condemnadas a consumo pelo art.
138 do regulamento dos correios de 21 de dezem-
bro de 1844, assistindo a este processo o commer-
cianteJos Joaquim Pinhode Mendonca.
Desta abertura resultou achar-se duas cartas
cora documentos que ficam descriptos em livro pa-
ra esse flm destinado, sendo urna de Luiz Thom
Gonzaga Jnior (de Lisboa) para Jos Fernandes
Ferreira, com dotts recibos e urna conta corrente,
e outra de Raymumlo Antones de Oli veira (lo Ara-
caty) para Jnao da Silva Leiie, com urna letra da
quantia de 393<&022.
Por ultimo procedeu-se ueima de todas as
mais cartas, de que se lavrou o respectivo termo,
que o que se segu.
, Correio de Pernambuco 3 de dezembro de 1863.
O administrador e thesoureiro,
Domingos dos Passos Miranda.
Termo do consumo das cartas pertencentes ao mei
de ion pinino de 18G3.
Aos tres dias do mez de dezembro de 1863, s
11 horas da manhaa, na sala da administraco do
correio desta cidade, estando presentes o Sr. admi-
nistrador e thesoureiro -omingos dos Passos Mi-
randa e mais empreados abaixo assignados, pro-
cedeu-se em vil lude do art. 138 do regulamento
dos correios de 21 de dezembro de 1844, o consumo
de 215 cartas e 42jornaes, Sfiido 75 selladas e 140
e 42 jornaes nae sellados, tudo na importancia de
225675, como consta da factura, e cuja importan-
cia vai descarregada nesta data ao mesmo senhor
administrador e.thesoureiro. E para constar se
lavrou este termo em que assi^naram o mesmo Sr.
administrador e thesoureiro. e empreados abaixo
declarado*. E eu Eduardo Firraino da Silva, aju-
dante de contador que oescrevi.O administrador
e thesoureiro. Domingos dos Passos Miranda.Os
ofllciaes papelistas, Ismael A. Gomes da Silva, Luiz
de Franja de Oliveira Lima, Vicente Ferreira Por-
ciuncula.O praticante, A^nello Ueradiode Arau-
jo Pernambuco. O porleiro, Manoel Maria de
Souza Pimentcl.
forreit.
Pela administraco do correio se faz publico que
as malas que davo condozir o vapor costoiro Ma-
manguspe rom destino s provincits da Parahiba,
Rio Grande do Norte, Coar e portoo intermedio,
sera" fechadas boje (7) s 3 horas da tarde em
ponto.
DE
PAQUETES A VAPOR.
E' esperado dos porto do norte
at odia 18 do corrente o vapor
Apa, com mandante o primeiro
lente Alcanforado, o qual de-
pois da demora do costume se
gira para os pOrtos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que 0 vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada, encommea-
das e dinheiro a frete at o dia da sabida as 2 ho-
ras, agencia ra da Cruz 11.1, escriptorio de An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo & C._____________
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR
Dos portos do sul esperado
at o da 14 do corrente o vapor
Princeza de Jomville, comraan-
dante Araujo, o qual depois da
demora do costume seguir para
os portos do sul.
Desde j recebem-se pasageiros e engaja-6e a
earga que o vapor poder conduzir, a qual dever
: ser embarcada no dia de sua chegada: encom-
mendas e dinheiro a frete at o dia da sahida s 2
oras, agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
Para at5Ku vai sahir com muita brevidade
o veleiro patacho ieqaitaia, por ter a raaior parta
da carga engajada, para o resto que I he falta ira-
ta-se com os consignatarios Palraeira & Reltro.
largo do Corpo Santo n. 4, primeiro andar.________
Para o Hio de Janeiro
Pretende seguir com mnita brevidade o pata-
cho nacional Bebcribt, tem parte de seu carregv
ment prompto para o resto que Ihe falta e esrra-
rosa frete ?ara os quaes tem excellentes commo-
dos tratase com os seus consignatarios Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C, ne seu escriptorio
ra da Cruz n. 1. ______
Para e llio Grande do ni.
Saldr com brevidade o brigue nacional Coium-1
b, recebe carga a frele e escravos : quem quizer
Inelle carregar entenda-se com Manoel Ignacio de
1 Oliveira & F1II10, largo do Corpo Santo n. 19.
larca Urna I
Sahe em poueos das para o Porto por ter parte
' da carga engajada : para o resto e passageiros,
tratase com os consignatarios Carvalho 4 Noguei-
ra, na ra de Apollo n. 20, ou com o capito na
praca. j
Itotlouiry Boud.
Wauted on the ship and cargo ef the English
Barque Mary Lord, captain John G. Moore, about
rs. 5:0905, more or less, for refJairs and port-char-
ges al this, port; to enablesaid vessel to proeeed
on her voyage to Liverpool. Sealed tenders to be j
addressed lo Ihe captain at the British consulatc
and to bo oponed in the presence of H. t. M. cn-
sul, ou Mondav next at 1 P. M. Recife 3 rd. de-
cenibci- 18I.1._________ ____________|
Risco maritmo.
a barca ingleza Mary Lord, capitao John G.
Moore, precisa da quantia de rs. 5:0005, pouco
mais ou menos sobre o casco e carga de dito na-'
vio, para os reparos e mais dospezas neste porto,
de forma que possa seguir a sua viagem para Li-
verpool. Recebem-se propostas era carta fechada,
no consulado bntannico, dirigidas ao capito. cu-
jas serio abertas na presenea do cnsul de S M.
B., na segunda-feira prxima, 7 do corrente, 1
hora da tarde. Recife 3 de dezembro de 1863.
llrijAue tCuntanea.
Pretende sahir brevemente para Lisboa, rceebe
carga e passageiros, para o que trata-sc com seus
consignatarios Carvalbo 4 ioguelra na ra do
A|K)I1<> n. 20.
Para o Rio Grande do Sul segu cora muita
fcrevidade a escuna Farinosa, tem prompto a maior
parte do carregamento. e para o resto a frele, tra-
ta-se com Amoriin Irinaos, rHa da Cruz n. 3.
Para o Porto
segu brevemente a veleira barca S. Manoel /que
Un engajado meladi; do seu carregamnnlo ; para
o restante e passageiros, a quem offereee bellos
commodos, dirijam-se aos consignatarios M. J. Ra-
mos c Silva i Genros, ra do Vigario n. 10. pri-
meiro andar.
sos gneros daquclla taberna onstante do man-
dado em me ti poder de conforme com ojuizo
da segunda vara a wpirrlmcnto do proprietario, 9CI'fllft 10 CO"-po (10 POinillCreO dcslil
^us;^^MPre,D^nto8.ao MfeJ0 pr& ea sen* tVtgnm< em g I, w
transferio n seo est b Icciiucuto de fa-
I.K
8M loja de fazeiidiis.
tina do Qu'eimad n. 6.
Aimcio.
I'recisa- va n. 3I, para (''i) o scrvn;o de urna lam
pessoas.
lia-
.........i.....-ou .-.i u n Liiucaiu uc tit-----------------------------------y)'
zendassilo na de Crespo loja a. 80 ^i>anhia de sejwros mariumo
A par a de n. 18 da mesma ra iiAa^ PoMica.
r^..- ^^m ^.^fc^-., ,. > >^.^.' A direccao convida aos senbores areionistas
3IctMPI JWU-J$illUl|jfl$|^| i rccel>cem o dcimo dividendo de 155 por aeeao.
Contina a haver pao de senteio novo nos dias n''esl*riptorio desta ciinBanliia, roa da Cjideia n.
O agente Simoes far leilao requerimento dos
administradores damassa fallida de Machado cV
Santos, e mandado do Illm. Sr. Dr. juiz especial do
commereio, das fazendas, arinacao e mais utensi-
lios ; e como tambera de urna burra de ferro, car- ] da'pYnha
teira, mocho, mesa, espelho, tudo existente na re-1 ---------::
fenda loja, e que se vender era ura ou mais lotes Gal).Hele BieiIlf.U
a vontade dos pretendentes.
tuiata-feira IO do rorrete.
_____as li horas em ponto.
quartas e sabbados de cada semana, na paduria cm. os.."l:,s uleis,das 10 s 4
em Santo Amaro ao p da fundicao, na ra"da Im-1 <'if<' '> de dezembro de 186:
l^..--, uu aun ua mr .
peratriz n. 22, e ra do Brum, confronte o chafa-
riz n. 47, ra das Cruzes, deposito n. 39, na Pas-
sagem, taboca da esipiina do Sr. Rento, que vira
para o Remedio, e no armazem progresso, largo
4 horas da larde.
a.
Os directores
Feliciano Jos Gomes,
nominaos Rodrigues de Andrade.
ra dos
eirurgico
Flores n. 37.
Estevao Cavalcanti de Albuquerque d
Como coasta que o Sr. padre Fraocisr Vi-
rissirao Bandeira tcnliachegade do Bonito, roga-se
de dar ciiinprimento ao i|ue asseverou em suacar-
ta dirigida olarian. 13 na ra do Hondero
mM
levis, escravos,joias de ouro, de pra-
la, mittdczas, charutos, trvslaes e
oiih-us uiuitos objectos.
Sexta-feira 11 do corrente, s 11 horas
da manliDa.
O agente Oiympio far leilao em seu armazem
j Troca-se boa tellia por lijlos de alvenaria
O Dr. Estevao Cavalcanti de Albuquerque da grossa : a tratar com Marcelina Jos Lopes na
' consultas medico cirurgicas em seu gabinete das ra do Mondego n. 13, otaria,
8 s 11 horas da manhaa o das II ate s 3 horas
da tarde, os chamados devero ser por cscripto e
dessa hora em dianie devora ser procurado na ea- '
sa de sua residencia no Chora-Menino.
i i. Partos.
2." Molestias de pclle.
3. dem dosolhos.
4. dem dos orgos'genitaes.
Praticar toda e qualquer operaco em seu ga-
1 bnete ou em casa dos docntes conforme Ibes fr
mais conveniente.
Precisa-se alugar um prelo para o ser- j ----' .
i ^ -- ____ i. ill.i. i, n^.!#____ i -na na i
A pessoa quo precisa de 3005 a juros, dando
por bjHMteca melado do um predio, queira appa-
iii .i-na ra da Iraperalriz n. 32, (|ue l achara
com quera tratar.
Alugam-se tres sobrados na rn.i do Pires da
Boa-Vista, cada um dos quaes olfcrece muitos com-
modos para grandes familias por conter no andar
superior 5 quartos e 2 salas; e no pavimento ter-
reo, alem dos mesmos commodos referidos, cozinha
e 2 quartos no quintal : para tratar do aluguel, na
loja n. 3 na ra do Cabogl
na ra do lm,erador n. 16, de obres de marcinei- vico de casa ; na ra da Cadeia do Recife nu- do Sr Vr~ **%SS 5,5K25
as novas e usadas, carro para conduzir fazendas mero 20 j m, MaS Za^Jiti, i? i *? Z
eoutros muitos objectos que ser enfadonho raen- ___________________________________, sua ida a> provincias do su, de.xa hoj
ciunar.
AVISOS DIVERSOS.
ixoassignado faz seirne aos devedores
em razao de
hoje de conti-
Atuea-se o primeiro andar do sobrado da n"ar..n? ''ublacao da casa do mesmo senher. Re-
rua do Crespo n. 13 : a traur na loja. c,fe 5 de dnzembro <1* iSC^-
n Antonio Jos Rodrigues de Souza, na ra do -------r-------------- Antonio Jos d- Si.p,cira^_
Crespa n. 15, precisa alugar um moleque pareo __~ noga-se ao br.Jose Mendes Carneiro Leao.
Roga-se ao Sr. Jos Mendes Carneiro
servico de casa de familia, e que saiba bolear car- se."'Ior do^engenlio ^quaA que mande ra de
ro, sendo de bons eostumes.
.lOKYlL 1)0 RECIFE. i^KFIKF8!
Km virtude de se estar mu-
dando o estabeleeimento typo-
graphlco do lornal do Reel-
fe '. njio se destrlbne hoje esta
folln.
Dentista amcrnaHO
De \e\v- Vork, ma do la-
radar ii. 63.
Dr. W. H. Me. Grath, offereee ao res-
peitavel publico d# Pernambuco os ser-
vicos de sua profissao, todas as opera-
ces da bocea e denles serao exceuladas
cora o ultimo e nimio raelboradu princi-
pios de cirurgia dental.
I)>
Aos OOO.S
Segunda-feira 14 do corrente se extra-
liir a oilava parte da tetceira lotera do,
Gymnasio Pernambucano (terceira conees- j
sao), no consistorio da igreja de N. S. do
Rosario da freguezia de Santo Antonio.
Os hilhetes e meios acham-se venda na
respectiva thesouraria ra do Crespo n. lo
e as casas commissionadas ra da Impera-
triz n. 44, loja do Sr. Pimentet; ra Direita
n. 3, botica do Sr. Chagas: ra estreita do
Rosari n. 12, typographU do Sr. Mira e ra
da Cadeia n. 4->, leja fio Sr. Porto.
O Sr. Luiz Paulino Cavalcanti de Al-
j buquerque, tem urna carta nesta typographia.
. ^fK<*9fK +&^.i >'"*3^4>k^a *^S
Knslne de preparatorios
O bacharel A. R. de Torres Bandeira,
professor de geographia e historia so
gymnasio desta provincia, tom resolvlda
abrir ntftW particulares para o ensino
destas disci|)linas, e bera assim para o-^R
de rhetorica c p'iilosophia. vAf
Os curto* comecarao logo que baja nn- JS
mero sufllciente de alumnos para cada SB
um delles : na casa da residencia do %K
annunciante na ra estreita do Rosarlo n. ?5
n. 31, terceiro andar. $y
premios de 5:000^000 at imOO\^JT^^!Z^JSfiBR
serao pagos urna hora depois da extraccao 0 terceiro andar da casa n. 88 da ra da Impera-
e OS Ontros no dia seguinte depois da distri- triz na ra da Aurora n. 3G.
Apollo n. 23, segundo andar, realisar o negocio de
seu inleresse.
CiratldeaeSo de 5jf.
Perdeu-se entre o Recife c Corredor do Hispo
nm enibrulho de papel, contendo urna -pndula e
duas chaves pertencentes a um relogio: quem
achou e quizer restituir ao dono John Gatis, leve
para seu escriptorio n. 20, ra do Torres, praca
de Recife, ou no sitio Corredor do Bispo, que rece-
ber a gratilicacao cima.
Ajuga-se urna pequea casa, margeni do
rio Capibaribe, com excellentc agua para beber-se;
a tratar na taberna do largo do Carino n. 44, cn-
trando-se para a ra da Caraboa do mesmo.
Perdeu-se da ra do Imperador, praca de
Pedro II, ra do Rosario, paleo do Carino, "a't a
1 ra da Imperatriz una bengala de unyeorne,
quem a achar e quizer entregar, pode dirigir-se
ra do Crespo loja do Sr. Augusto llygino de
; Miranda, que ser recompensado.
Antonio Jos da Costa Cabral despedio seu
caixeiro dede o dia 5 deste Torrente.
Anida contina para alugai -se a casa n. 72
da ra Imperial : a tratar com Jos Dias da Silva,
na ra do Imperador, sobrado n. 2, entrada pela
ra de S. Francisco.
boicSo das listas.
0 thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado
da ra do Amorim n. 58, proprio para es-
criptorio: a tratar rita da Cadeia n. ta,
O Sr. Jos Francisco Pinto Guiraaraes, cirur- segundo andar.
gio pela escola real de cirurgia de Lisboa, trans-
ferio sua residencia para a ra Nova, n. 60, pri-
metra andar, onde pode ser consultado todos os
- Adia-se a venda na livraria dos
Srs.Giiima es i\01 mira un bpuscu-
dias uteis das 7 s 10 horas da marina, acerca das ; i n( .,_ i cl0;Pan A* l RR
doencas denominadas atoantes ou externas espe- l0> 1Ue l! m 1)01 'HUIO-tlPlCdO Qt |l
cialmente dai|uellas, em rujo tratamento mais fre- CM ^(TuaUlbriCO DITCO \ %
quentemente intervem a medicina operatoria.
Na ra das Cruzes n.,
4, segundo andar, precisa-'
AOTSJCl
D-se 205 mensaes a urna ama que queira tea.
lO 'filil V l'AlT itpo'viiai ofiSp i bar de criar um menino de 8 mezes, sendo para
D id n Dr. Joao Jos de 31oura Ma- ^f: a tra,ar na rua Dirciu *l0Ja de ca|-
galhites.
LISBOA.
Segu para o indicado porto com a possivel bre-
vidade o veleiro brigue porlnguez Joven .4ic/,ca-
pitao Rodrigo Antonio Rranco : quera quizer carre-
gar dirija-se ao seu consignatario Antonio de Al-
meida Gomes, rua da Cruz n. 23 primeiro andar.
Para o Hio de Janeiro.
O patacho nacional Capuam, pretende seguir
com muita brevidade, tem parte de seu carrega-
mento engajado, para o resto que Ihe falla e es-
cravos frete paraos quaes tem bons commodos
tratase cora os seus consignatarios Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo & C, no seu escriptorio rua
da Cruz n. 1.
LOTEHIA.
GA84 IU FOHTUNA
Hilhetes garantidos
A' rua de Crespo n. 23 t casas do nistumc
AOS 5,000, O abaixo assignado tendo vendido nos seus mui-
Consta ao guardio do convento de Santo Anto-
nio desta cidade que urna eollecco de ociosos, en-
tre cites ilguns negros captivos com capa de de-
voco, estao pedindo esmolas, ou vao pedir para a
festa de N. S. da Saude, erecta neste convento do
Recife, sera licenca nem consentimento do respec-
tivo prelado : portanto scicnlilico aos povos e de-
votos da mesma Senhora que nao coadjuvem t
to afortunados hilhetes garantidos os de ns. 343 refinada maldade. Fr. Joo de N. S. do Rosario,
cora a sorte de 10:0005000, 23 com a de 2:0005,1 presidente in capite.
Na rua da (".loria n. 89 aluga-se um moleque
um escravo, por commodo preco.
LEILOES.
1302 com a de S005000, e outras mallas de 1O05,
405 e 205000 da loli-ria que se acahou de extrahir
a beneficio da irmandade do Senhor Bom Jess das
Dores, e convida aos possuidores de ditos Mneles Alagan ma parda escrava.perita cozinbei-
a viren, receber seus respectivos premios sem des- engommadeira e lavadeira, por 205 mensaes :
cont algum em seu estabeleeimento casa da lor- na'labeYna de S. Jos do Mangninho.
tuna rua do Crespa n. 23. -------------------------------------------------------------------
O mesmo tem exposto venda em seu dito esta-1 Aluga-se um sitio na Capunga velha eora boa
belecimento e as mitras casas do costume os feli- casa^ contendo 4 quartos, gabinete, cacimba cofn
zes hilhetes da oilava parte da terceira lotera do bm asua, quartos para pretos, estribara e frurtei-
Gvranasio. que se extrahir a li do corrente, e as ras, todo murado : quem o pretender, dinja-se a
srtes que viles ebtivercni serao pela mesma fr- pra?a da Independencia ns. 37 e 39, ou a rua da
LEIUO
HO#K
Segunda-feira 7 de dezembro s 10 horas rua da
Cadeia n. 51.
K sera limite.
Por intervencao do agente Euzebio se vender
em leilao diversas ooras de marcineiria, ouro, pra-
la, vidro e outrosartgos.
ma psgos una hora depois da extraccao.
Preeos.
Bilhetes inteiros..... 65000
Meios bilhetes...... 35000
Para as i>essoas que comprareni
de 1005 para cima.
Bilhetes........ BfSOO
Meios......... 25750
Manoel Martint Fiuza.
Palma n. 41.
Augusto Jos da Costa, subdito portugnez,
chegado da Europa no vapor Paran, segHe para o
Rio de Janero.
OHiiiacs de funileiro e lalneiro.
R0SARI0-2
Francisco Pinto Ozorio MMbtia ooi
locar dentes artiliciaes tanto por meio de
molas como pela presso do ar, nao re- .
cebe paga alguina sem que as obras nao f
fiquem a vontade de seus do^os, tem pos
e outras preparacoes as mais acreditadas
para conservaco da bocea.
Precisase de urna pessoa para tomar confa
de um rancho na Estrada Nova : a fallar no mes-
mo lugar no sitio da vinva Villasoca.__________"
Precisase de nina ama para casa do hornera
solleiro : na rua do Codorniz n. 8.
O Dr. Sarment Filho, medico operador
do hospital Pedro II, para maior com- fB
modidade das pessoas que o honrara com ;?.
a sua confianza, participa que ser en- J
3 contrado todos os das no referido hes- 9
JM pita I das 7 s 10 da manhaa e dessa hora !*?'
v0 em vante na rua do Queimado n. 44, se- ^
*,* gundo andar,onde ha estabelecido o seu ',
fjgfl consultorio, ou em casa de seu paiCam- f^
6B podas Prmcezas.D consultas gratuitas ^g
0% todos os dias no dito hospital, onde pra- ."t?
"S tica toda e qualquer operavo de que os ..
^ pobres precisem para o sea restabeleci- (-5
^ ment. Incumbe-se especialmente da ;5r.
m cura das mol stias do dominio da medi- fgt
S cia operatoria, que se ha dedicado, ^5
Wt das affeccSes do ulero e da uretra. W
ffi^M'$& ^v-5-; *: ^' *"*"*
SR(k>3K $:*kS% x****i< &L+g< a^\ .*..
Aluga-se na povoaco de Beberibe urna boa
casa com quintal murado, pequeo sitio, tendo o
rio no fundo do mesmo sitie e perto de casa, cujo
Na oQicina de funileiro e lampista, rua estreita' predio aluga-se por fesia ou por anno : quem o
do Rosario n. 29. precisa-se de peritos ollieiaes | pretender, dirija-se mesma povoaco Theodoro
cima mencionados. do Lago, ou a rua do Queiuiade n. 23.
&
c
AVISOS MARTIMOS.
COMPANliTA PERNAMBCANA
DE
.\ivegaeo eosteira a vapor.
Parahjba, NaUl, Hacia, Vacaly, Oir e Acaracii.
Nw dia 7 de dezembro prximo
seguir o vapor ilamanguape pa-
ra os portos cima indicados, s 5
horas da tarde. Receber carga
at o dia o. Encommiradas, pas-
eiro a frete at o dia da sahida s
3 horas da tarde : escriptorio no Forte do Mattos
n. 1.
I
DR
18 baiTiciis com amendoas.
HOJE.
O agente Pestaa vender, por conta e risco de
quem pertencer, em 1 ou mais lotes, 13 barricas
com amendoas de casca, hoje 7 do corrente pelas
10 horas da manhaa no armazem do Aunes de-
fronte da Alfandega.
BK
l'ma fabrica de destiladlo e seus pertences, urna
dita de sabo e seus pertences, una grande
propriedade e diversos terrenos, gneros de
destilacao, botijas e garrafas vazias, garrafcs.
joias e piala.
O agente Almeida autorisado pelos Srs. admi-
nistradores liquidalarios da massa fallida do Joa-
quim Lucio Monteiro da Franca, far ieilo da
propriedade da ma Neva de Santa Rita .,. na
anal esiocellocadas as fabricas de destilarlo e
e sabo, sendo lambes orna grande casa de mo-
rada com todos os commodos nao s para familia
como proporrres para accommedar empregados
necessarios pare taes estabelecimentos, una mag-
nifica cysterna para conservar 290 pipas de li1
quido, alguns terrenos annexos mesma proprie-
dade, um dito na rua Imperial, diversos geaeros
comogenebra. vinho de caja, esseneias, grande
porco de botijas, garrafas e garrafoes vazias e
diversas obras de ouro e prala.
No dia 9 de dezembro
do corrente anno.s 10 horas do dia na mesma
fabrica.
sageiros o
Qaiata-frira it do corrate s hars, da labrraa
da travessa da ras in LivramrRto n. 2.
Sem limite a dinheiro vista
Pelo agente Euzebio se vender em leilao diver-
FAZENDAS DE BOM GOSTO.
Superiores cortes de seda de cor a 505, 605, 705,805,905 e 1005 cada corte, os mais modernos que tem vinde a Pernamlmco.
Ditos de moreantique de cores e pretos.
Lindas sedas de cores a 25200 rs. o rovado.
Ditas de ditas de quadrinhos a 15 e a 15200.
Moreantique carraezim cor da moda a 15200 o rovado.
Superiores cortes de blonde para noivas.
Lindos cortes de crep de Hespanba com barra de.cdre as mais lindas que se pode desojar.
Cortes de la com barra de cor.
Ditos de laa com barra aquille.
Lindos cortes de grinadine de sada com barra de gostos inteiramente nevos.
Linda fazenda para vestidos denominada crep de Hespanba de cures mui lindas.
Superiores las de cores matisadas. __-_
iirande e variado sortlmenlo e pereales de cores pare vestidos.
Dito de chitas fraacezas omito tinas escuras, claras e matisadas.
Lindas calilinetas para vestido, gostos inteiramente novos.
Superiores cortes de cambraia brancos bordados e cutres rauitas fazendas de bom gosto para vestido de senhora.
Para hombros de senhoras.
Superiores capas pretas a 205, 255, 305, *05 e 505. .
Santiembarques de cambraia ricamente enfeitados.
Ditos de cachemira de cores e brancos enfeitados com muito foseo.
Lindas capas de caximira de cores as mais modernas que tem viudo a esta praca.
Superiores zuavos de cambraia e de seda preta.
Lindos postilnoes de merino de cores.
Grande e variado sortiinento de camisinhas bordadas
dem de chales de merino lisos de barra eslampadas de quadros e de crep a 45300, 95, (5, 75,95,95 t 105-
Para cabeca de senhora.
Superiotc chapeUnas de palha de Italia.
Lindos ebapes de palha de Italia enfeitados com muito gosto e grande variedade para escolher a 125,145 e lo?-
Modernos enfeitos de lores rhegados no ultimo vapor francez.
\ariadosortinwnto djj enfeiles denominados conservadores para cjleca.
Bordados.
Grande sortimento de entremeios bordados a 15,15200 e 15500 a peca.
Lindas tiras bordadas largas a 25, 35 e 45 a prca.
Calcas bordadas muito finas para senhora.
Superiores c modernas saias bordadas. ...
Espartilhos superiores e outras muitts fazendas de gosto na loja das columnas rua do Crespo n. 13, de Antonio Corma do \asconcellos & C.
Pechincha sem igual.
Na mesma loja das columnas vende.se cortes de cambraia organdys de barra de dua* saias e de babados matisados com 14 a 16 varas cada
corte a 65. 85.105 e 125 o corte.
#


Diarlo de Peraanbac* Segunda felra 9 de Dezenabro de ISAS.
I
I
-x.
ttocledade de seguros nsatatos Aluga-se a casa terrea n. 6, do pri-
de Tlda I ns talla da pelo Basco meiro becco da Camboa,: a tratar ra da
l ui aa cldade do Poco. Cadeia n. 6, segundo aadar.___________
Os agentes nesla cidade e provincia Antonio A^gj.^ a casa terrea n 57 da rHa Augusta
Luu de Oliveira Azovedo \ C escnptoHO na ra com { ^^ g quart0S) ccamha fra, quinUi 'mu-
da Cruz do Recie 1, estao autorisados dese ja rado ec^,,,) e igualmente a loja da casa n. 59
a tomar asignaturas e prestar todos os esclarec-
memos que forem necessarios, as pessoas que de-
sejareni concorrer para to ui benelica empre-
za, segurando um futuro lisongeiro aos associados.
da mssma ra : os pretendentes entcndam-se com
o seu proprietario na meseta casa a. 59.
DENTISTA DE PARS
19Roa Nm-Jtt
Frederico Gautier, cirurgio dentista,
faz todas as operacSes de sua arte, e col-
loca lentes artificiaes, tudo com.-superio-
ridade c perfeicao, que as pessoas enten-
didas lhe reconlieceiH.
Tem agua e pos dentificio.
Antonio Jos Rodrigues de Souca aluga a sua
casa e sitio do Monteiro, ein frente ao oilo da
igreja de S. Panlaleo, cora bastantes ommodos :
a tratar na thesouraria das loteras, ua do Cres-
po n. 15.________________________________
- Aluga-se o sobrado da ra do Colho n. 10,
<.om grande terraeo por commodo pseco ; a casa
dos leoes na ra dos Prazeres n. 36 -, -urna dita na
inesraa ra n. 32; urna dita na ra do Socego n.
7 : a tratar com Jos Carneiro da Cunta.
(arteiras lioiiio-tiuntlihcas
era marroquiro, cora 2i o 48 tubos, medicamentos
uraitos novos, e garantidos, mais barato que em
cuira qualquer parte : na praca do Paraizo n. 24.
WfiSWfiS SUR 838 88
Conipanhia fldelidade de
segaros martimos e ter-
restres estabeleeida no
Rio de lanelro.
AGENTES KM I'KI'NAMIIKCO
Antonio Luii de Oliveira Aievcdo k C,
j competentemente autorisados pela direc-
; loria da companhia de seguros Fidelida-
de, tomam seguros de navios, mereado-
rias e predios no seu escriptorio
Cruz n .1.
&m
Arrenda-so nm sitio no lugar da Boa-Viagem,
com muitos arvoredos de fructo, baixa para capim
e proporefies para vaccas de leite : quera o quizer
arrendar dirija-se ruada Cruz n. 37, segundo
| andar, que achara cora quera tratar.__________
Furtaram no bairro do Recite, da algibeira
I de seu dono, um relogio de ouro patente inglez n.
29046 do fabricante James Hornby, 40 Stater S.
Liverpool; reoommenda-se aos senores relojoeiros
e polica a apprchenso delle, caso lhe chegue as
raaos, levando ra da Cadeia n. 17, loja, ou n.
10, primeiro andar, que -se recompensar.
ra da
O-sc constantemente dinhero a premio so
penoores de ouro e prata: na ra da Gloria n. 27
se dir quem da._________________________
Aluga-se a loja do sobrado do pateo do Terco
n. 12, propria para qualquer estabelecimento por
ser espaeosa e bom local: a tratar na ra da Praia
n. 36.
Precisa-se alugar urna escrava que saba co-
zinhar e oraprar, para urna casa de pouca familia,
ou urna criada forra para o mesmo servico : na
ra do Queimado n. 39.
Previoe-se a quera .conver, que o sitio em
Beberibe, pertencenle Antonio Norberto de Sou-
za Lealdade so pode ser por elle arrendado era to-
do, ou em parte, e nao por outra qualquer pessoa,
anda que seja pelo mais -especioso motivo, sob
pena de indemnisar perdas e damnos dabi resul-
tantes.
mmmmmm
saques sobre PortngaL
Oabaixo assignado, agente do banco
mercantil Portuense nesta cidade, saca ef-
fectivamente por todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
qualquer somraa, vista e a prazo, po-
dendo logo os saques a prazo serem des-
contados no mesmo banco, na razo de 4
porcentoaoanno aos portadores que as-
sim lhe convier : as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
AO PUBLICO.
O abaixo assignado, successor de Joao Baptista
dos Santos /)bo, faz sciente ao respeitavel publico
que nesta data tem cassado lodos os poderes que
lavia dado ao seu procurador capillo Honorato
Jos de Oliveira Figueiredo. Recite 3 de dezem-
bro de 1863.
_______Francisco Ayres Sezinando de Moraes.
Ainda est por alugar-se o segundo an-
dar do sobrado n. 44, era a ra da Auro-
ra : quem o quizer dirija-se esta mesraa
ra casa n. 10.
Ama.
Precisa-s de urna ama para cosinhar, na ra lar-
ga do Rosario, n. 12 2* andar._______________
Precisa-se de um bom cosinheiro e de nm
ama que saiba engommar e lavar : tratar no
-OSr.Juvinano.Xavier de Souza quera ap- i sobrado n. 32, da ra da Aurora.
parecer no arraazem n. 19 na ra nova de Sania
Rita (ribeira do pexe) a negocio de interesse, vis-
to gnorar-se 6ua morada.
Ainda est por alugar a casa da ra de S.
Miguel nos Afogados n. 28 : a tratar na ra Im-
perial n. 98.
NOVO ESTABELECIMENTO DE MEDICINA HOMEOPATHICA
RA IOVA M. 4.
O Dr. Sabino 0. L. Pinho mudou o seu CONSULTORIO para a loja de marmor>
ra Nova n. 43, onde continua a dar consultas todos os dias uteis desde o meio dia att
2 horas.
Os enfermos, que o procurarem logo na invasao da molestia, sem que hajam to
mado qualquer remedio, nem allopathico, nem homeopathico, pagaro metade dos precoi
estipulados. Esta concesso tem por fim facilitar a cura de molestias, que podem tornar
se complicadas pelos emprego intempestivo da therapeutica e ao mesmo tempo adquirii
para a homeopathia maior numero de adeptos pela bateza da cura.
Em attenco as pessoas pobres, que nao podem sabir de dia, o Dr. Sabino resol-
veu dar duss consultas por semanas as tercas e sextas-feiras das seis as sete horas di
noite.
Os chamaitoa pora visitoc o eonforoneiao dovom eor lirjgidoa por acripto ao con-
sultorio desde 8 horas do dia at 8 da noite, na certeza de que sero attendidos na orden,
de su precedencia, salva a circumstancia de eminente perigo.
ADVERTENCIA.
O novo consultorio est prvido dos melhores medicamentos, desde a primer
at a trigsima dynaminjsacao.
E como os mdicos hespanhes e allemes nao cessam de certificar a major efi-
cacia das ultissimas dynaminisaces do tratamento das molestias chronicas, o Dr. Sabino se
oceupa agora de elevar os seus medicamentos s potencias mais altas ( por ora at 200.*).
afim de verificar por si mesmo a forca dynamica, que se lhe attribue.
Os mdicos, que quizerem experimentar taes dynaminisaces podero dirigir ao
consultorio suas receitas, que sero aviadas gratuitamente para os pobres.
No mesmo consultorio se vende a novissima edico do Thesouro homeopathicc
ou Vademcum do homeopatha, obra indispensavel a dos que querem usar da homeo-
pathia.
Tudo o que diz respeito nova medicina se acha abundantemente neste novo estabe-
aecimento.
c-
; "" -

Msicas para piano e cante de todas as tercas, e etliodos dos melhores autores, e wende-i
Je baratissimo.
EXCELLENTISSIMAS SENHORAS,
Apiovcitem as fechiichas da loja ra da Crespo a. 17
DI
JOS GOMES VILLAR.
Para aparar dinhero est vendende baratissimo,
Aproveftem todos.
Recebeu de New-York 1,000 baloes de 20 arcos e vende a 25O0 cada ura.
extraordinaria pechocha, sem igoal.
Laas de cores, de quadros a 280 e 400 rs. o covado.
Cassas de cores a 200, 240, 280, 320 o covado III'
Chitas francezas mulo boas a 320 e 360 rs. o covado.
Madapoles, pecas de 20 varas a 7fi, 8, 9, 104, 115 e ii a peca.
Cambraias lisas, peeas de 81|2 varas a 25500, 45,55, 65, 75, 85 a peca.
Capas pretas, manteletes prctos bordados a 205 e 325 rs. I
Sotambarqucs pretos de 255 a 305 rs.
Capas de caseraira de cores a 255 o 305 rs.
Outras fazendas de inulto gosto.
PROTEJAM TODOS
Cortes de cambraias bordadas; cortes de vestidos de blonde para noivas, com capella el
f mana. Chapeos Maria Pa a 125 cada um I I Meias para senhora a 45, 55, 105 e 125 ,
rst a duzia. Bramante de linho, de 10 palmos, a 25 a vara. Bramantes belgas a 35 a vara ;
es^uioes de linho fraissimo ; bombazinas pretas para luto ; merinos pretos etc. etc.; da-
mascos de laa de 8 palmos de largura, proprios para colchas e para cortinas de salas.
oiuaiupaiaqeisa ouiissiiueijodiui 9ssa '-seas "seuisa 'ojSoajojj
oj9qura b 'seuiissijcaeq sepaoiej
-t'iajojiic.) baoo ep qaaiqaad se iii.mijvo.kIv
soaiaoMvmsa a soNV3aeKVMHad^
Prec4sa-se de urna ama
na ra Nova, toja n. 7.
forra on eserara:
Manoel uarte Rodrigues na ra do Trapiche
n. 26 compra acedes da caixa filial do banco do
Brasil nesU.____________________'
COMPRAS.
Gompram-se accScs da caixa filial e do novo
banco : na ra da Cadeia, escriptorio de Leal
Reis.
Na ra do Mondego, otaria n. 13, comprase
chumbo velho.
Compra-se para encommenda alguns escra-
vos, inolecotes de lo a 20 annes, bonitos e sadios :
a tralar cora Tasso Irmaos, ra do Amorim n. 25.
Compra-se um santuario em bom uso na ra
da Cadeia do Recife n. 40,1" andar._______^^
Compra-se urna rabeca pequea: enlendam-
se na ra larga do Rosario n. 36.
Compra-se urna escrava que tenha habili-
dades e de boa conducta : na ra da Cadeia n. 35.
Compra-se urna mulalinha de 12 a 14 airaos,
sendo sadia e de bons costuraes: na ra do Cres-
po, loja n. 15. ____________
Compra-se um escaler que seja pequeo e
em bom estado : a tratar com .Antonio Jos Rodri-
gues de Souza, na ra do Crespo n. 15.
Compra-se effectivamente ouro e prata em
obras velhas : na praoa da Independencia n. 22
. loa de bilhetes.
Comprase cobre e latao velho : no arma-
zem da bola amarella no oitao da secretaria de
polica.
VENDAS.
FAZENDAS BARATAS
:IU'l DO QUEIMADOVI
Custodio, Carvalho A C.
Finas cambraias organdys indianas pelo baralissimo preco de 300 rs. o covado ou
600 rs. a vara.
Grande sortimento
dos mais unos baloes de arcos para senhora e pelo barato preco de 35 cada nm, ditos de raa-
dapoliio para meninas a 25500.
Novldade
Os mais lindos e mais finos e modernos cortes de la com ricas barras, tendo cada corte
2^ covados e pelo baratissimo preco de 205-
Fil de linho vara a 500 rs.
Modernas laazinhas para vestido o covado a 440 rs.
SEGUROS DE VIDA EM MUTUALIDADE.
A Anecio do BANCO UNlXO tendo obtid do governo de S. M. F. a autorisacao para eslabele"
cer o eguro de vidas era mutualidades, faz publico que desde ja toma subscripcoes annuaes por urna
s vez, debaixo das seguintes condicoes :
Com perda de capital e lucros;
Dito capital smente;
Dito lucros smente;
devendo a primeira liqudacao ter lugar no 1" de Janeiro de 1859.
As vantagens do emprego de capitaes em mutualidade, sao obvias, porque nao smente se co-
in o juro de quantias diminutas, de que avulsas se nao poderia tirar nenbum resultado; mas alm
disso, este rredimento c augmentado pelo capital ou lucros, ou ambas as cousas, conforme as condicoes
da subsenpeao, .dos que fallecem. Tambera partido pelos socios sobreviventes tudo aquillo que os so-
cios morosos nos eus pagamentos, sao por este motivo obrigados a pagar, bem como caducidades que
occorrerem pela Calla de cumprimento do comproraisso social.
As liquidaee sao pelo systema das companhias hespanholas, Tutelar e ontras ; e parase poder
fazer urna idea do que pode produzir urna entrada annual de 105, publica-se a seguinte tabella basea-
j]a sobre a experiencia de muitos annos de companhias desta natureza :
En : airaos Em 10 annos Em 15 annos Em 20 annos Em 25 annos
Por ura
Na roa do Crepo loja n. 13, alu-
ga-se o primeiro, segundo e terceiro
aullar do sobrado di mesilla roa n. 9,
juntos ou cada nm de per-si.
FOLHINHAS PARA 1864,
Na braca da Independencia hvraria ns. 6
e 8, acham-se venda as seguintes folhi-
nhaspara 1864 mpressas nesta typograpbia
em expeliente lypo e bom papel,
Folhmlia de porta contendo as mate-
rias do costume, rs.........160
Dita de algibeira, sob a epigraphe
religiosa, contendo alm das materias
do costume os sete passos da Paixao
de Nosso Senhor Jess Christo ; cnti-
cos do taez Mariano; hymnos e jacula-
torias ao Santissimo Sacramento; ex-
plicacoas de diversas oraces; corOa
Seraphica ; exercicio ao sagrado cora-
co de 'Alaria; oraco para visitar as
igrejaslno dia da Porciuncula ; oraco
paraescolha dos estados da vida ; dita
a Senhora da Conceico ; e medilaccs
sobre a reforma da consciencia, rs. 320
Dita ^le dita, sob a epigrapheVa-
riedadej contendo alm das materias do
costume : receitas uteis e necessarias
aos diversos mysterios da vida; physi-
ca e recreativa ao alcance de todos:
pilheriase ralices; poesas; charadas;
mximas e pensainentos colligidos por
um curioso..............320
0 Dr. Cosme de S Pereira conti-
na a residir na ra da Cruz a. 53,
i e 2o andar, onde pode ser procu-
rado para o exercicio de sua profis-
so medica, e com especialidade
sobro; o seguinte
Io molestias
2o
3o
$|& Joao da Silva Ramos, medico pela uni-
Sgg versidade de Coimbra d consultas em
^ sua casa na ra Nova n. 50, das 8 s 10
jggjjj horas da manhaa e das 4 s 6 da larde e
^ recebe igualmente conviles para dentro
2jg! ou fora da cidade com o fim de se en-
carregar de qualquer servico de sua pro-
)B Qssao.
Os chamados devero vr por escripto.
Vendem-se 6 mei-aguas, e terreno para mais
duas, na ma do Cisco: quem pretender, dirija-se
ra do Colovello n. 17. ______________
Vende-se por mdico preco urna cxcellentc
casa rectificada de novo, com commodos para pe-
quena familia, ra de S. Pedro Martyr n. 7 em
Olinda; a tralar no Rio-Doce com Antonio Bc-
telho.__________________________________
Kap grosso.
A loja da Aurora narua larga n. 38do Rosario re-
cebeu rap grosso da fabrica do gasse do Rio de Ja-
neiro : tambem tem muito bom rap Paulo Cordei-
ro, e de muitas qualidades; lodo este rap vnde-
se tanto a libra com retalho.
Vende-se urna armacao de uraa loja de miu-
dezas, propria para qualquer estabelecimento : na
loja n. 7 da ra da Cadeia no Recife.
Vende-se a taberna n. 36 da ra do Aragao,
bairro da Boa-Vista, com os fundos ou s a arma-
cao : a tratar na mesma.
.Attenco.
Vende-se um exccllenia"estrato de 28 a 30 an-
nos, muito b&m oficial de pedreiro de exccllenle
conducta : quera pretender dirija-se ra do Quei-
mado o. 37,____________
PAKA a festa
DA
COMIEICVI)
Qneijos do ultimo vapor a 25, vinho Figuera e-
Lisboa a 400 rs. a garrafa, e 2J800 a caada, dito-
do Porto a 640 a garrafa, raanteiga ingleza flor a
800 rs. e 720, franceza a 560, cha perola a 25600-
e 25400, caf a 260 e 300 rs., bnha refinada a
400 rs., chouri?as novas a 720, toocinho a 300 rs.,
arroz a 80 rs., gomma a 80 rs., farinha do Mara-
nho a 120, sag a 280, btalas a 15280 o gigo, a
libra 60 rs., aletria e macarrao a 400 rs., massa
de tomate a 640 a libra, azeitonas a 15260 a anco-
reta, em garrafa a 240, latas eem bolachinha de
soda e outras a 15300, conserva a 600 r. o fraseo,
espermacete a 560, do Aracaty 360, cerreja branca
e preta a 480 a garrafa, fraseos rom geaebra de
Hollanda e de laranja a 480, botija 460 rs., ceblas
a 15 o molho, azeite doce a 600 rs. a garrafa, vi-
nagre de Lisboa a 200 rs., azeite de carrapalo a
280 a garrafa, e 200 rs. em caada : no arraazsm
da estrella, largo do Paraizo n. 14.
CYLIMIBS
para padaria.
Na padaria da ra Dlreita n. 84 ha sempre 03
bem conhecidos e acreditados cylindros america-
nos que se vendem a commodos presos.
COFRE
AMERICAMO
Na padaria da ra Direita n. 84 ha para vender
por commodo preco um cofre americano muito se-
guro, prova de fogo, e com muito pouco uso.
Vende-se urna urna de Jacaranda para depo-
sito de ossos : na ra da Imperatriz, loja de mar-
cineiro n. 25.
Vende-se doce de caj secco e de calda, novo,
fie toda e qualquer qualidade, assim como se con-
feitam castanhas: na cidade de Olinda, ra de Ha-
thias Ferreira n. 12.______________
Cevada.
Vendem-se saccas com cevada muito nova e por
menos do que em outra qualquer parte : no es-
criptorio do Manoel Ignacio de Oliveira & Filho,
largo no Corpo Santo n. 19.
toim
a 25500 a caada, era garrafa a 320, e outros mui-
tos gneros baratos para liquidar: na ra larga do
Rosario n. 35, junto a esquina, sobrado de um
andar.
A OJJ? por nez.
Aluga-se o excellente armazem da casa da ra
do Amorim n. 13, muito proprio para recolher g-
neros, ou para tanoaria : a tratar na praca da In-
dependencia n. 22, loja de bilhetes.
Vendem-se duas escravas de 16 20 annos
de idade, com habilidades, eum cavalio rucopom-
bo, novo, de boa figura c gordo, andador baixo
esquipar: a tratar com o dono no largo da Ribei-
ra de S. Jos n. 7.________________________
Aeiuao!
Vendem-se as trras do engenho Dourado, sito
na freguezia de Ipojuca : quem pretender, dirija-
se casa da Exm* Marqueza do Recife, na ra da
Trempe n. 1.___________________________
Vendem-se em Olinda as casas seguintes :
1 casa no Varadouro cora todos os commodos, ca-
cimba, quintal murado, chao proprio.
1 dita na ra do Carino com pequeo sitio.
1 dita nos Quatro Cantos cora casa de taberna.
2 dita na ra doBanho.
1 sitio na Estrada Nova, com baixa de capim, con-
fronta com trras do do fallecido Gvbson e do
Salles.
Ao n. 29.
Nova loja dos barateiros na roa do Queimado.
Velludo de cores fazenda muito boa o covado
35000, baldes de panno 35200, ditos de arcos
35OO, 45000 e 55000, las de duas larguras j 1 casa no Jogo da Bolla e 1 escravo.
..; para vestido o covado oOO rs., chitas francozas o \ 1 escrava de 11 12 annos : a tratar na taberna
covado 360 rs., metim branco para forro de da esquina dos Quatro Cantos, ra de Matlas Fcr-
| vestido o covado 120 rs., tarlatanas de todas as reir n. l.oucom oSr. Luiz Jos Pinto da Costa,
cores a vara 720 rs.
Ao n. 29.
Nova loja dos barateiros na ra do Queimado.
Cassa lisa pelle de ovo a peca 75500, cambraia
lisa muito fina a peca de 17 varas 105, cam-
Tranca preta 4c la.
Vende-se tranca preta de la, lisa, para enfeites
de vestidos, zuavos e roupas de meninos a 120 e
160 rs. a peca : s quem tem o beija-flor na ra
braieta peca de 12 jardas 75000, cambraia adamas- 0 Queimado n. 63.
cada para cortinado a peca de 22 varas 105000,
padaria na ladeira da ribeira.
meias linas para senhoras a duzia 45000, chales
de la ponta redonda 325500.
Ao n. 29.
Nova loja dos barateiros na ra do Queimado.
Bicos pretos de linho a vara 120, 160, 240, 320
rs., franjas de seda a vara 80 e 160 rs., galoes
de seda de algodo e de la para enfeites de vesti-
do a pera de 10 e 15 varas a 400, botoes de seda
de velludo e de fusto duzias 120.___________
" Engomma-se com promptido e aceio : na
ra doJardim n. 14.
menino de 1 dia a 1 anno no5 4005 9005 2:0005 4:7085
de 1 anuo a 2 > 905 3005 7505 1:7005 3:7005
> de 2 > a 3 > Mf 2905 7205 1:6005 3:5005
de 3 i a 4 > 865 2805 7105 1:5605 3:4005
de 4 > a 15 > 865 2705 7005 1:5505 3:3505
pessoa de 15 > 10 > 865 2705 7005 1:5405 3:3305
> de 20 > a 30 > 865 2705 7105 1.5605 3:4005
de 30 > a 40 > 865 2705 7205 1:6000 3:7005
> de 40 a 50 > 905 3005 7505 1:8005 5:0005
Por urna
As entradas por urna s vez do resultado muito superiores s annuaes.
Porto, 10 de agosto de 1863.Os directores Ao Banco Uniao, Jos da Silva lachoio.F. M. van
der Niepoort.
Agentes em Pernarnlraro : Antonio Luiz de Oliveira Azevodo 4 C, ra da Cruz n, i._______
de olhos;
de peito :
dos orges geniti
urinarios.
Enj seu escriptorio os doentes se-
ro examinados na ordem de suas
entradas comecando o trabalho pelos
doentes de olhos.
Daj- consultas todos os (Tas d si
6 as 10 da manha, menos nos do-
mingos.
Praticar toda e qualquer opera-
cao qjue julgar conveniente para o
prompto restabelecimento dos seus
doentes.
TINTURARA.
Tinge-s com perfeicao para qualquer
cor, e o mais barato possivel: na ra do
Kangel b. 38, segundo andar.
DE
DE
J. VIGNES.
O 1 cadete Jos Joaquim Fonseca de Albu-
querque, tendo de seguir no vapor Cruzeiro do Sul,
para a corte) onde vai continuar os seus estudos
na escola militar, e nao lhe sendo possivel despe
dir-se pessoalmente de todos es seus amigos e p-
renles, por ipeio deste faz as suas despedidas, offe-
recendo all o seu limitado presumo.
PARA A FESTA
Aluga-se tima das melhores casa no Cachang
confronte a igreja, murada com caes e portao para
o rio, pintada e caiada de novo: a tratar na ra
do Queimado. loja n. 43.
- Aluga-se o arraazem do sobrado no Forte do
MaMtt ; na rpa da Moeda n. 5.
Aluga-sa una casa na ra das Flores : quem
quizer falle na alfandega eom Joao Duarte Carnei-
ro Monteiro.
IV. 45. RA DO IMPERADOR !S. 55.
Os pianos desta antiga fabrica sao hoje assaz conhecidos para que seja necessarlo insistir sobre i
sua superioridade, vantagens e garantas que efferecem aos compradores, qualidades estas incontesta-
veis qu e.elles tem definitivamente conquistado sobre todos os que tem apparecido nesta praca ; pot-
suindo um teclado e machinismo que obedecem todas as vontades e caprichos das pianistas, sem
nunca "alhar, por serem fabricados de proposito, e ter-se feito ltimamente melhoramentos importan,
tissimos para o clima deste paiz; quanto s vozes sao melodiosas e flautadas, e por isto multo grada-
veis aos ouvidos dos apreciadores.
Fazem-se conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Blondel, de Pars, socio
correspondente de J.Vignes, em cuja capital foram sempre premiados em todas as exposicoes.
No mesmo estabelecimento se acha sempre um explendido e variado sortimento de msicas dos
melhores compositores da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sendo tudo vendido
par preco murtq razoavej*.
A ttenco.
Precisa-se fallar ao Sr. Domingos Goncalves Pe-
reira Basto, negocio de seu interesse : na ra
Nova n. 20 loja de Carneiro Vianna._______'
_ Precisa-se de um padre para capello da po-
voacao do Correnle ;' offerce-se vantagem : tra-
tar no largo do Rosario ns. 17 e 19.___________
Precisa-se de urna ama de leite nao
tendo fllhos, seja Horra ou captiva : na ra
da Uniao n. 50,
CASA DE SAUDE
Em Sanio Amaro
Do Dr. Silva Ramos.
nico estabelecimento desta natureza
que existe entre nos, montado do modo
que pode com todo o commodo e zelo tra-
tar qualquer doeute, que nella seja rece-
lhido.
O edificio magestoso e conserva-se
em perfeito estado de limpeza e conve-
nientemente mobiliado.
Os doentes sao separados, segundo os
sexos, natureza das molestias e condicoes
sociaes.
Ha quartos fortificados para os aliena-
dos, e urna enfermara para as partu-
rientes.
O proprietario encarrega-se de qual-
quer operaran.
O estabelecimento franqueado qual-
quer pessoa que o queira visitar.
Primeira classe 35000 diarios.
Segunda dita.... 25500
Terrena dita.... 25000
Para que qualquer doente sejaali rece-
bido, basta que se mande onorae do doen-
te e da pessoa que o remette, com a de-
claracao da morada.
O proprietario aceita contratos annuaes
com qualquer que queira ter um ou mais
leitos sua disposiejio.
A S05OO nm balo.
Custodio Jos Alves Guimaraes dono da loja in-
titulada gallo vigilante ra do Crespo n. 7, avisa
ao respeitavel publico que tendo recebido um
grande sortimento de saias de balo tanto bran-
cas como encarnadas e para liquidar de prompto
est resolvido a vender pelo baratissimo preco de
25500 cada um.
Transparentes.
Tambem chegaram os lindos transparentes para
janellas que se vendero pelo barato preco de 165
o par.__________________________________
Penies sem iguaes.
Biquissimos pentes de concha para os novos
penteados conforme os figurinos que vera na
mesmacaixinha : na loja do gallo vigilante ra do
Crespo n. 7
Assucar do Monteiro
Ra do Imperador n. 28 e caes de Apollo n.
67, a 200 rs. a libra, e de 8 libras para cima
a 50600 aarroba.
Cortinados hordados.
Superiores cortinados bordados para camas fran-
cezas, ou para portas : vende-so smente na ra
do Queimado n. 46, loja de Guimaraes & Bastos.
Cal de Lisboa
chegada ltimamente ; na ra do Vigario n. 19,
primeiro andar.__________________________
Em casa de Mills Latham Crnz n. 38, vende-se ferro galvanisado de um doa
melhores fabricantes inglezes, proprio para cobers
tas de casas.
Pianos novos.
Os melhores que tem vindo a esta praca fabrica-
dos de encommenda por um dos melhores fabri-
cantes de Pars, especialmente para este clima:
quem quizer aproveitar a occasio de munir-se de
um excedente piano por preco commodo dirija-so
ra Nova n. 19 primeiro andar.
ARMAZEM FRANCEZ
9Ra da Cruz9
Vinlio Bordeaux superior a du-
zia 64000.
Manual de contas feitas
para compra e venda de assucar e outros gneros,
obra muito til para os negociantes e senhores do
engenhos; pois com um lance de vista pdese
saber o valor de quaesquer quantidade de arroba
e libras: vende-se na livraria econmica ao p do-
arco de Sanio Antonio.
Cal de Lisboa e potassa da
Russla.
Vende-se na ra da Cadeia do Recife n. 26, para
onde se mudou o antigo e acreditado deposito da
mesma ra n. 12, ambos os gneros sao novos &
legtimos, e se vendem a preco mais barato do que
utra qualquer parte.
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Roa da Scnzalla Aova n. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
ferro coado libra a 1(0 rs., idemde Low
Moor libra a 120 rs.
Baloes de 30,
Queimado n. 4i.
Pee hincha.
33 e 40 arcos a 3,8
na ra do
FARINHA FONTANA.
Farinha da muito acredita a marca
Fontana fesomliarcada hoje, vende-se
A 10$000, S 0 pavO. I por preco mais commodo do qne em
A' Soutambarque. qualquer outra parte : na ra da Cruz
io0ooo. s na loja 4 casa de IV. 0. Bieber k f. soeces-
sores.
Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 25
da ra estreita do Rosario, tendo commodo para
grande familia: a tratar ne caes do Ramos, sobra-
do n. 2.
Ha para se empregar um excellente coilnhel-
ro : quera precisar, dirija-se ra da Lapa n. 3.
Preclsa-se de um caixeiro com pratica de ta-
berna : na ra Imperial n. 139.
Ainda estar por se vender a taberna da ra
Dlreita n. 23 ; a tratar na mesma.
RESTARAT
11 Kua eslreita- do Kosario 11
0 novo proprietario deste estabelecimento convi-
da o respeitavel publico que d'ora em diante acha-
rilas melhores coraedorias a qualquer hora do da Anulara ser alujada.
ou noite, fornecendo-se tambem mensalmente : o Urna parda moca com todos os roquesitos para
apprasivel forvete de bellas e deliciosas fructas do urna casa de familia, sabe coser, engommar, vestir
paiz a 240 rs. o eopo de meia garrafa, ao meio dia urna senhora, e tratar do criancas : pode ser pro-
e a noite : a oxcel lente papa das 6 horas da ma-; curada a pessoa qne est encarregada de aluga-la,
nha em diante ; bem como tedas as noi tes de sab- no estabelecimento dos Srs. Quinteiro & Agr, na
badopaia o domingo a boa e u|stancial mao de ra Nova, das 9 bora 'la manhaa 1 hora da
vacca, tqdo por precos oommodos. Urde,
f^* RHa do Crespo 5.
Na loja de Marcelino & C, vende-se
barege de la do cores muito finos a 380
rs. o covado, ditos lisos com 8 palmos de
largura, ricos soutembarques de cam-
braia bordado e outras muitas fazendas
do gosto preprias para o tempo de festa
chegadas neste ultime vapor, precos mui-
' em conta.
Vestidos a
do pavo.
Vendem-se os mais modernos vestidos de lazi-'
nhas transparentes com lindas barras bordadas |
Soutan-enbarque, trazendo cada um o enfeite pre-
ciso para o corpo, sendo fazenda chegada pelo ul-
timo vapor francez, muito propria para o tempo de
festa, e vendem-se pelo baralissimo preco de J0,
na loja do pavo, ra da Imperatriz d. 60, de Gama
& Silva.
PERCALAS DE LAA
a 3o rs., so o pavo
Vende-se esta nova fazenda de la denominada
precala, tem 4 palmos de largura, com os mais mo-
deraos padres, de quadros e listras, com lindas
cores, proprios para vestidos, e sendo urna das fa-
zendas mais modernas que ha para a festa, e ven-
de-se pelo barato preco de 360 rs o cevado : na
loja do pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
KELOGIOS,
Vende-se em casa de Johnston Pater A
C, ra do Vigario, n. 3. um bello sorti-
mento de relogios de ouro patente in-
glez, de um dos mais afamados fabricantes
de Liverpool, e tambem urna variedade de
bon i tos trancellins para os mesmos.________
INJECCAO BROW.
Remedio infallive! contra as fiWheas
antigs e recentes, nico deposito na Oo- do a M mercado, vende-se a 600 rs. a vara, sen-
tica franceza, roa da Cruz n. 2 pre-1 d0en, peca: narua do Queimado n. 46, casado
qq 30, ; Guimaraes Si Bastos.
Barricas com bren : na ra da Cadeia do Reci-
fe, loja de ferragens de Bastos.
BSSHSsmn
BARATO
Na ra do Queimado n. 10 loja de Fer-
rao & Maia, vendem-se manteletes
grosdenaples bordados a matiz,
finteiramente nova pelo
de 104 cada um.
mtmmwmwmi
GRANDE
PCCHIUCHA
de
fazenda
diminuto preco
l



amm^m^r^^
Diaria de PernMMbHco freganda leira 9 de Deze najara de 183.
a
-
, NOVA LIQUIDAglO
de fazcndas inglezas, francezas, alleraas e suissas,
que se pretendem liquidar antes da festa do na-
tal, por precos baratissimos, aflm de apurar di-
nheiro, sendo a maior parle destas fazendas in-
teiramente novas, chegadas pelos uliimos vapo-
res ; de todas se d3o amostras, dcixando penhor :
na laja e armazem do pavao, ra da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
As liaiinkas do pavio.
Vendera-se as modernsimas laazinhas eom 9
palmos de largura, sendo lisas e de quadrinhos,
proprias para vestidos, capas soutan baques pelo
barato preco de 15200 o covado, ditas cora 4 pal-
mos, lisas e de quadrinhos a 500 rs., ditas garibal-
dinas a *00 rs., ditas enfeitadas do quadrinhos a
360 rs., tareges matisados muilo finos a 500 rs.,
laazinhas transparentes eom palmas de seda a 500
rs., ditas matisadas a 320 rs. o covado: s na loja
do pavao, ra da Imperatriz n. 60.
Os rtales do pavao de Mocanibique a 4:000.
Vendem-se os mais modernos chales de Mocam-
Chegdo pelo vapor:
so para o vigilante, rna do Cres-
po n. 9.
At que chegaram as muilo desejadas cascarri-
Ihas de todas as cores com urna fltinha de velludo
no centro, cousa muito elegante para enfeite, assira
como de outras qualidades, e procos muilo razoa-
vets : s no vigilante, ra do Crespo, n. 7.
Para dar de mi ni.
Chegaram as riquissimas bonecas de todos os
lmannos, vesdinhos ricamentt enfeitados, cada
um emsua caixinha, propriameote para um deli-
cado mimo, por baratissimo preco: s no vigilan-
te, ra do Crespo n. 7.
Para os senhores Lachareis.
Chegou tempo a riquissima Ota de chamalote
para cartas dos senhores Lachareis, assim. como
branca, lisa, propria para abrir letras, ou para
sintos : s no vigilante, ra do Crespo n. 7.
Penle a de marrafa.
Tambera chegaram os riquissimos pentes de
marrafa com pedrinhas,os lindos pentes de regaco
para meninas, meias de seda e sapatinbos proprios
45-RUA DIREITA-45
I
bique, sendo de urna s cor, com barra e muito Para. baptisados, meias de seda para senhora, fitas
grandes, pelo baratissimo preco de 45000, afilan- j e apara debrum, fita de linha, trancas de laa,
cando-se serem os mais modernos do mercado, di- je linho e de seda, luvas de seda e pellica, e fio de
tos de merino estampados a 25000, ditos a 35000, t-scocia e camurca, alfinetes de caoeca chata, car-
ditos muito finas de crepen com 4 ponas e ponta tcinnhas com todas as agulhas precisas para eos-
redonda a 64000, 75000, 85000 e 95000 : s na ,ura> .velas de madreperola esmaltadas de ac
loia do pavao, ra da Imperatriz n. 60, de Gama& parasintos, flores de todasas qualidades, caixinhas
Silva. eom pastilhas de perfumara, abafadores de la
Grosdenaples a 4:500, na loja do pavio. K 5*!*!tucas e sapatinl-.^ de laa, pulseiri-
Eia, rapasiada, coragem! parece queja
entregastes os vossos joanetes aos duros sei-
xos do pessimo calcamento da nossa cidade!
S se observa em vossos ps botinas acalca-
uhadas e gastas at a ultima sola; sapates
rasgados e quasi sem saltos.... nem tanto!
a quebradeira in5o deve chegar at este pon-
to I Vinde ra Direita munir-vos de excel-
lente calcado com 40 e at 60 por cento
menos do seu! valor___attendei:
Borzeguins, Mants, bezerro e va-
queta 2 e atete, solas. 85500
Borzeguins, Nantes, bezerro, va-
queta e lustre 2 solas. 80000
Borzeguins, frjtncez ebamburguez,
bezerro, lustre e couro de por-
co 75e. .......60000
Sapates, Nantes, bezerro e vaque-
ta 2 e meik solas.....50500
Sapates, Nanjtes, vaqueta, lustre e
bezerro 2 solas......50000
Sapates, Nantes, sola e vira.
nhas de borracha para segurai manguintos, Otase Ditos para menina, comlaco.
u2?25 ZASLIS? 6J,m S0Da cordes de borracha, sabonetes redondos, ditos Ditos de ditas, de cores. -
chamados de familia, pomadas de todas asquali- car vira,' cpnhnra p hnmpm
dades e dos fabricantes mais afamadas, clcheles bapat0S par< sentl0ra e homem,
oja do pavio, ra da Imperatriz n. 60.
0 parr vende chapeos de sol para senhoras a r
t.wn pratiados muito finos, retroz de todasas qualidades,' raPeie-
... ,-ww- : retroz em carretel e cm novello, e de meada, de Sapatos de borracha para senhora.
hriA,1 cha?eos J?e a '"leza- s ,,nh? e f0rrad0S de rVC.rde' propnOS para Pa'ditas Para ctaP*o edites para unha, de todos SaDatos de lustre mr1 vnhora
senhoras que forempassar a festa, ou para meninas os precos^ outros mais objectos, que se tornara SffiL 1e !US,r.e para semon-
levarem para a ecola pelo barato preco de 15000, enfadonho annunciar, e vista dos frecuezes pro- Idem de lustre as avessas .
ditos marquennhos de seda eom franjas e cabo de mette-se fazer todo o negocio: s no vigilante ra ----------------'-----------------
dobrar a 25500, ditos de seda para homens, sendo do Cespo n 7
com armacao de baleia a 65000 e 75000, isto para j----------''---------^5---------=--------------
apurar dinheiro : s na loja do pavao, ra da Im- armazem de fazendas bara-
perairz n. 60. tas de Sanios Coelho
RA DO QUEIMADO N. 19 VNDESE O SE-
GUINTE :
40000
30500
20800
800
10400
10000
10000
500
Pede-se toda allenco.
Custodio Jos Alves Guimaraes, dono da loja in
titulada Gallo Vigilante, roa do Crespo 7, avisa,
, aos seus numerosos freguezes e ao respeitavcl pu-
blico, que tendo de reformar no Ah desto anno seu
estabelecimenlo, e querendo liquidar grande quan- i
lidade de diversos objectos, eslrosolvldoa vender
tudo por precos baratissimos, como sejam :
Pecas com 45 varas de franjas de linho a 35-
Djtas com 45 varas de galao de linho a 35-
Laa sortida para bordar, libra a 45-
Froco de cores sonidos, peca a 160 rs.
Manguitos para senhora, o par 800 rs.
Golinhas de bonitos gostosa 400,500 e 15-
Salvas de metal principe a 15500, 25 e 25500.
Ditas eom conos de metal proprio para meninos a
15200. v v
Facas e garfos para sobre-mesa a 45 a dazia.
Ditas e ditos dita com cabo de marlim a 65-
Bandejas de todos os tamaitos muito finas a 15,
15200, 1J400, 15600, 25500, 35500 e 55-
Ditas redondas para copo de 500 rs. para 25800.
Tesouras em carteiras, a duzia a 500 rs., 640 e
800 rs.
Peitos para camisas, a duzia a 25.
Camisinhas bordadas para senhora a 15500 e 25.
Cnapelinas para senhora a 35.
Ditas para menina a 25. ^_
Chapcozinho para meninas de escola ou passeio a ;**f
25 e35.
Flores francezas, caixos grandes, a 600 rs. ^3
Luvas de seda com pequeo toque de mofo a 300 j ;**
rs. o par. C
Toueas de laa para meninos a 500 rs., fil a 500 e ^
600 rs., de seda a 800 rs.
Sapatmhos de merino a 800 rs., e de laa a 500 rs.
ARMAZEM DE MOLHADOS
DE
^Wanoet c^ea&o c/e ^/we^m.

UPA FEITA
0 lavo vende os vestidos brancos bordados.
Vendem-sc os mais ricos vestidos de cambraia \ slera (
branros, bordados croch, sendo os mais moder- para forro de ,. de 4 r., fi nalmo 125 e 165000 : s na loja do pavao, ra da Impe-' h._ .^"f08, amnnn
ratnz n. 60, de Gama & Silva. de pannode linho pelo barato preco de 25000.
Lences
i pecbncuas do pavao, antes que se acaben!. | de bramante de linho fino pelo barato preco de
Ricos cortes de cambraia branca com babados e 35000.
doas saias bordadas croch, lendo bstenle fa-1 Cobertas de chita da India
zenda para vestido, pelo baratissimo preco de 35000 pelo barato preco de 25000.
cada um, ditos de cambraia de seda com barra e I Lencos de eassa
cortes de mbr^ ^"..ss.mo preco de 25000 e 25400 a duzia. tas de chita a 25240, colKrinhos de linho'puro a
enfeites para eabeca, sendo Garibaldi e turca a I Cambraia adamascada ?"u rs. cada um, e outros muitos objectos que s
45OOO, ditos com flus e flores a 25000, camizinhas P31"3 atinado, pelo baratissimo pre^o de 105000 fJl'f e para ISS0 se ^^ a ^'enfao dos fre-
bordadas para senhoras a 15000, manguitos de va- i a Pa-
rios modelos a 400, 500 e 640 rs., calcinhas para | Pecas do cambraia
meninas a 500 e 640 rs., gollinhas bordadas a 320, de salpicos, fina, com 8 1/2 varas, pelo baratissimo
500 rs., sedas de quadrinhos a 640, ditas de listas preco de 45-
a 400 rs. o covado, fustao para vestidos e roupinhas Fil liso fino
de meninos a 320 rs. o covado, alpakim ougorgu-J pelo baratissimo preco de 680 rs.avara.
rao de linho a 260 rs., ganguelin de una s cor a Bramante de linlm
320 rs. o covado, toalhas de linho adamascadas, lmnA ,i u
para rosto a 15000, vestuarios para meninos eme- RS*?**"1 de largUra pel barat0 pre5
ninas a 15&00 e 25000, tiras bordadas e entremeios ae Z*JUU a vara" .. .
mais barato que em outra qualquer parte, tudo isto | loainas alcoenoadas
pechincha e vende-se para liquidar : na ra da i P.ara maopelo baratissimo preco de 55000 a du-
Imperatriz n. 60, loja e armazem do pavao, de Ga- izia-
ma & Silva. Peras de breUnlia
Sedas do pavao a oOO rs. | de rolo com 10 varas propria para saia, pelo bara-
Vendem-se sedas de quadrinhos com pequeo tlLPreC0 dc 35000.
Na ra do Qooimado n. 43, esquina que
volla para a Congrcgacao.
!:" pechincha.
Paletots de casemira a 5, 6, 7, 8,12 e 145, ditos
de panno preto e azul a 9, 10, 12, 16 e 185, ditos
sobrecasacos de panno muito fino por 245 e 285
ditos de alpaca preta e de cordo a 4, 5, 6 e 75,
calcas de casemiras de cores a 5, 6, 7 e 85, ditas
pretas a 65500, 8, 9 e 105, paletots de fustao e
ganga a 25, 25800,3 e 45, calcas e rolletes de to-
das as quahdades e por preco moito barato, len-
guezes.
Sil
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toque de mofo, pelo baratissimo preco de 500 rs. o
covado, ditas em perfeito estado a 800 rs., ditas
com listas, para acabar a 400 rs., gorgurao de seda
para vestidos e roupa de meninos a 15000 o cova-
do : na loja do pavao, ra da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
0 pavao vende casemiras a 1:600.
Vendem-se casemiras francezas enfestadas, pro-
prias para caigas, rolletes, palitos e capas para se-
nhoras, por ser de urna s cor, sendo fazenda que
semprc se vendeu a 35000, liquida-se a 15600 o
covado : s na loja do pavao.
0 organdy do pa\io 300 rs.
Vende-se finissimo organdy matisado, branco,
para vestidos, pelo baratissimo' prero de 500 rs. a
vara ou 300 rs. o covado, cassas francezas fmissi-
mas a 240 e 280 rs. o covado, ditas com palmas
grandes, fazenda inteiramentc moderna a 440 rs. o
covado : s na loja do pavao, ra da Imperatriz n.
60, de Gama & Silva. i
0 pavao vende os retalhos.
Vendem-sc por precos baratissimos, porco de
retalhos dc chitas, cassas e laazinhas : na loja do
pavao, ra da Imperatriz n. 60.
As chitas do pavo.
Vendem-se chitas francezas, escuras, a 280 rs.,
ditas a 320 rs., ditas a 360 rs., ditas matisadas mui-
lo linas a 400 rs., ditas pretas largas e cstreitas,
ditas matisadas eom flores proprias para cobertas :!
ua loja do pavao, ra da Imperatriz n. 60.
0 pavo vende os cortinados.
Vendem-se ricos cortinados adamascados pro- i
pros para janellas, c camas para noivos, pelo ba-1
ralo preco de 95000 o par : na ra da Imperatriz
n. 60, loja do pavao.
0 pavao vende para luto.
Vende-se finissimo setim da China, fazenda sem
lustro, proprio para vestidos de senhora, para ca-
pas e roupa para liomem, tendo esta fazenda seis
palmos de largura e sendo muito leve, vende-se
pelo baratissimo prego de 25200 o covado, garan-
tindose que nao se torna ruga, e vende-se nica-
mente na ra da Imperatriz n. 60, loja do pavao.
0 pavio vende irles de cale.
Vendem-se cortes de calcas de casemira de co-
res a 25400, ditos de cachemira da Escossia a
25240, ditos de ganga a 15600, ditos de brim de
urna so cor a 25240, ditos de castor a 15280, ditos
dc casemira preta a 45000 e 55000, ditos de case-
mira fina de cor a ."5500 : s na loja do pavao,
ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
os ricos vestidos soiiiambar-
que, qne chegaram para a loja
do pavo.
Chegaram pelo ultimo vapor francez os mais
ricos vestidos soutambarque, sendo com as saias
j feilas e ricamente enfeitadas e guarnecidas,
lendo a precisa fazenda para fazer o corpo; com
seus competentes soutambarques primorosamente I
enlejiados, vmdo tudo cm um s cartao, assim co-
mo as mais modernas camisinhas cora manguitos e
punlios a balao ricamente enfeitados, e vendem-se !
por preco favorarel : na loja e armazem do pavao
na ra da Imperatriz n. 60, de Gama A Silva.
Os modernisslnaos vestidos do
pavo.
Acaba de chegar um variado sortimenlo dos
mais modernos cortes de laazinhas, proprias para
vestidos, tendo as barras primorosamente matiza-
das, trazendo bada um corte seu figurina para
amostra; e vende-se na loja do pavo, ra da Im-
peratriz n.60, de Gama.A Silva.
Fnstio do pavo.
Vende-se fustao branco para vestido e roupa de
meninas a 500 rs. o covado, dito de palminhas a
320 rs., tarlatana de palminhas a 320 rs., fil bran-
co liso, e tarlatana branca e de cores a 800 rs. a
vara: na ra da Imperatriz n. 60, loja de Gama d
Silva.
As bretanhas do pavo.
Vende-se brelanha de algodo em pecinhas de
rolo, cada peca com 10 varas, pelo diminuto preco
de 3520O cada peca, assim como lencos brancs
muito superiores a 25 a duzia : na loja do pavao,
ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
k carnauba do pavio.
Vende-se cera de carnauba em sacros, por preco
muito em conta, ou mais barato do que em outra
qualquer parte : a tratar na ra da Imperatriz n.
bO, loja de Gama & Silva.
Os (lasos
OS MAIS AGRAVANTES
E
D'iima pertinaz uuranio
DE
ESCRFULAS,
O EBPCOES ESCROFULOSAS,
riccras de lod;i a especie,
SYP11ILS, O MAL VENREO,
TUMORES,
Ebiilli^oc*
BERTOEJAS,
OPKTKALMI,
Hyilropisia,
Empigens,
HERPES,
Darlros,
ERVSIPEL.IS
i:S(0RBII0,
Tiulia,
CHAGAS ANTIGS,
MteMMttiM Chroru'co,
DEBILIDADE (ERAL,
Nenoudadc, Ncvralsias.
FALTA BE APPETITE, FJSfflO,
SUPPRESSO DAS REGRAS, ou
AMENORRHEA,
r PECHINCHA
Grande Iiquidaeao de fazendas inglezas e fran-
cezas e de todas as qualidades se vende por preco
baratissimo para liquidar na loja e armazem do
arara ra da Imperatriz n. 56, de Lourenco Pe-
reira Mendes Guimaraes.
Vende-se laazinhas de cores e de quadrinhos
transparentes proprias para capas de senhora e
vestidos com 9 palmos de largura a 15200 o co-
vado, ditas de quadrinhos a 280, 320, 400 e 500
rs. o covado : na ruada Imperatriz n. 56.
Arara vende as capas a 8.
Vendem-se ricas capas para senhora a 85, cha-
les de merm estampados a 25500 e 35, ditos de
ponta redonda e borlla a 55, 65 e 75 : na ra da
Imperatriz n. 56, loja da arara de Mendos Gui-
maraes.
Laazinhas da arara a 280 rs.
Vendem-se laazinhas para vestido de senhora a
280 e 320 rs. o covado, gorgurao de linho para
vestido de senhora e roupa de meninos a 280 rs o
covado, popelina de algodao de quadrinhos para
vestidos de senhora a 280 rs. o covado enfeites
para eabeca de senhora a 15, redinhas para segu-
rar cabello a 15 : na ra da Imperatriz loja da
arara n. 56. *
Arara vende as cassas a 200 rs.
Vendem-se cassas de cores eom quadros para
vestidos a 300 rs. o covado, ditas linas a 2*0 e
280 rs. o covado : na ra da Imperatriz n. 56, loia
da arara de Mendes Guimaraes.
Boiphas de missauga para meninas de escola
800 rs.
Botoes dourados para punho a 200 rs. o par.
Tinteiros de metal a 320 rs.
Trancelins para relogio a 100 rs.
Ditos de lita chamalote a 200 rs.
Escrivaninhas de metal a 35500.
Colheres de metal para cha a 200 rs. a duzia.
Ditas de dito para sopa a 25 a duzia.
Dotes de duraque pretos a 400 rs. a groza.
Garlas hespanholas para jogos a 15200 a duzia.
Caslicaes brancos e amarellos de metal a 15-
Carteiras para algibeira a 500, 600, 800 e 15.
Sabonetes muito finos a 15200,15600 e 25 a duzia.
Fi velas para calca a 300 rs. a duzia.
Botoes de ac para calca a 320 a groza. n_____,^ _
Camnhas com alfinetes. grampose clcheles a 320, | w proprieiario do grande armazem do Baliza, considerando que amo-
mSPlJ^ rsV .* x,ma"se a fc,sta' e *lue de a|gum modo deve mimosear aos seus ftaraezes, com altama ou-
F,,aa vara "^ ***** 6 de COr a 12 16 m I ".^ W5Vte seu ^entamento o ^adao, resolveu expr a vnd., ^SStoSi
Latas com dous massos de agulhas por 800 rs. SlfJ)Seu,l8.,?ni,e .sort,nl de eneros, que como todos sabem, sao gempre api irl.o-
Brincos de aljofares a balo a 320 o par. samentelescollndo entre os da melhor qualidade do nosso mercado.
Allinetcs pretos e de cores com pedrinhas a 200 rs.
e320.
Camisas para homem feitas em Lisboa a 25.
Fitas de velludo lisas e lavradas a 800, 15,15500,
25 e 35 a peca.
Ditas para sinteiro a 300 e 400 rs. a vara. provincia. Foi na infancia que aportou em nosas plagas. entre nos freueiitnu TJmfo
Cachas para costura de senhora a 15500,25. grapa*,- habltOSforSo ^^tM,-S^f^m^f>^SZiZ^
Com&eiraSe vidro com pratos de metal a 35 e U V**0 Franja d laa para debrunhar Upetes a 25 a peca. m A Preferencia Pjj Que lhe tem dado os Pernambucanos, um favor, renfade
Palitos de fogo, prova d'agua, a 15 a groza ou 120 mas e um ,avor aiiza tem merecido, e continuar a merecer semnre. a desoeito d.i
rs. a duzia.
Assira como tem grande sortimenlo
1SSS^^S^Z^ur^^ *" '"T r '^-a"aoaquemaspossue.
quidar : na ruado Crespo n. 7, e ra do Impera- .r vennam, pots, aquelles que ainda no abasteceram as suas despensas nesta casa V6-
dorn. 59, junto ao passo, e casa da liquida^ao. rtucar por si mesmos quanto ha de verdadeiro tiestas palavras.
O Baliza est a testa do estabelecimenlo e nada escapar as suas viitaa ane tana
Sujeito a um severo regulamento, o Baliza est firme em seu posto de liorna e i i
mais circunstancia alguma o far arribar do magestoso quartel em que se acha abiia'do-
esperando o inimigo semprc de frente.
Nascido em trras de Portugal, o Baliza leve a fortuna de ver bem cedo esta beHo
proMicuf
cal de LISI104 *^**v^MMii \"endem-se barra eom cal des
(a procedenefa, cm pedra, chesa-
da hoje, e .mica noVa, que ha no i Az doce rGinafdo' francez c Portaguez a
mercado, na ra do Trapiche n.' mTm? a fa'TfUnA
13, armazem de Hanoel Telxel- Dlt0cmfbarill> a 4.800a caada e CiO rs. a
ra Basto. ?arrara-
----------------------------------------- 1 Arroz da India cdoMaranhao a 120,100 e 80
Kua da Senzalla n. 42. rs. a libra.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston : C, Amendoas de casca mole a 280 rs. a libra,
sellins e silhes inglezes, candieiros e casti- Ameixas em diversos vazos a 1^, liiiOO
caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela, i 25500 e 800 rs. a libra,
chicotes para carros e montara, arreios para Azeitonas novas a I200 o barril,
carros de um e dous cavados, e relogios de Alpiste a 160 rs. a libra, e i;$800 a arroba
ouro patente ingles._____________________ ; Aletria a 460 rs. a libra.
Nada mais barato. Araruta verdadeira a 480 rs. a libra.
Queijo prato muito fresco a 480 rs. a libra, e in- ISlj0lt0Sic bolachmlias inglezas recentemente
, teiro a400rs., bolachinha ingleza muito nova a. chegadas a loOOa lata com qualidadeses-
MUBkM linas de 1^600 a arara vende por 800 rs 120 rs- a llbra e *& a barrica peciaes.
.^zp^rs't art jsb /e"d d ?"iwotheca. g ^fssssSitSm+
B.*S^7fiSSUSJB5fau< s.l"!"lali!'s<1 wiifcfci "S Z??^*0 Dma a 2W00 ala"
o covado todas estas fazendas sao inteiramentc
?,,n i pelullimo 'aporda EurPa na l0Ja ca ^ tcm nos eniscnhos Nato Grosso
JSSS&SPruada Inipmlr,z n"5' de, e Cajabuss no termo dc Scrinhaera no
cortes de chitas a 2&oo. i valor de 31:835$911 rs.; tratar as
\endem-secorles de chitas francezas com pe- casas a ma lo Tianiclie n .14
queno toque de mofo por 25300. cortes de risca-i l Jpicnen. 4.________
do Irancez com 14 covados a 35, lencos de seda i-uvas de louvin.
rn.U,iaiL0,1t'0r.a m '& ,di.,0SJde florcs *# : na A loja da Aurora na ra larga do Rosario
ra da Imperatriz n. ob, loja da arara.
manlios a 500 e I I a garrafa e fc o par
de garrafas grandes, que depoisde vasia,
vaem o que se den por ellas cheias.
Linguasiamericanas de um tamanho admi-
* ravel a 1^ cada urna.
-Manteiga, neste genero ha capricho da parlo
do propietario do Baliza ter sempre o
numero de 6 a lObarrs de manteiga a-
bertos, afim de satsfazer os seus amigos
e freguezes, sendo que o preco da man-
ti'iga verdaaeiramAnte flnr dc. oou >. u
libra, e as demais qualidades a 800, tiOO
e 400 rs. a libra.
dem franceza a 560 rs. a libra, muito nova
e de excedente gosto.
Marmelada imperial dos memores fabrican-
'ASSIM An0n0 Basl ^em a hypolhe-, Dito dTLiUmuito proprio para doente,: Ma^d^ ^ 'J "J"-
visto serem preparados para esse niister, tomate a ouis. a IiIjm.
em latas grandes e pequeas de 3000 e Mostarda ingleza em potes grandes a 640
15o00 a lata. ru o pote. .
Bolachinhas americanas, em barricas a 3>000, -Marrasquino de zara a 6o rs. o frasco,
libra 200 rs.
na n ioja ua .-\uroia na ra larga do itosario n.
38, receheu boas lucas dc Jouvin para homem e r;1i iino nmas -i UUv
Atara vende as casemiras a 1,5600, 25500 e 3 o senhora, assim como tambem receben barrizi- iJ
corle de ralra. n,l0S coin fcrraxa econmica a melhor que tem
Vendem-se laazinhas enfestadas cada corte de 5ne8au, Para lustrar calcado, boas fitas de vellu-
calfa por 15600, 25300 e 35, tambem se vende do azul-P^'a e de muilas mais cores, tanto largas
em covado enfestado um covado c tres quartos .m.[^ e,stre.'.,as> as:quaes se vendem muilo barato,
; Imperatriz n. 56 do Mendes Guimaraes.
Arara vende roupa feila.
Vendem-se uniformes completos de paletot, cal-
a e collete de casemira ingleza a 105 e 125, pa-
letots de brim de cores a 25500, ditos pardos a
1 'os meia easemira escuras e claras a
, 3*000 e 15, ditos de casemira a 65, ditos finos a
5, calcas feitas de brim pardo a 35, dilas de us-
tao a 25500, ditas de casemira a 35500, 45 e 55
ditas de meia casemira a 25, colletes a 25500
35, chapeos de massa a 15600, 25, 25500 e 35,
dios de pallunha a 25500, seroulas finas a 15600.
?'de L'2h0.-a M e i&m- famisas francezas
I500 e 25, ditas tinas a 25500, ditas de linho in-1
gleus prega larga a 35, lencos pequeos pintados
quer senhora, bons pentes dourados com guarni-
coes e a vulso, ditos dourados com pedras os de
melhor goslo para arregacar cabellos.
IllA lio pIMAOO V G3
i.oja do beija-flor.
Vn I tas do aljofares.
Vendem-se vollinhas de aljofares com pedra,
imitando a brilhantes a 15 cada urna.
Botoes para punhos.
Vendera-se botoes para punhos, muito bonitos
padroes, a 200 rs. o par.
Facas para meninos.
Vendem-sc faquinhas para meninos, de cabooi-
as cores para bordar a
ReU'itcao das trinas
EteACIAOjO,
Ou tmmagrecimenlo geral do corpo, prove-
niente do estado vicioso do aangue,
INFLAMMACOES CHEONICAS,
Aireles Ohronicas do Figado,
Assim como todas as mais similhantes mo-
lestias, PRIKCIPALMENIB QUAKDO 8a0
CAU8ADA8, OU PRODUCIDAS PELO MU
livre rso do Mercurio o
Qinino,
Axnlm romo tnmbrai pelo ficqucmo ano .1. AH-
8EMCO e outnu preparaarca Mlaeracoi
Toda estas Bnfermidades pronqjta e efflca*
mente cedem benfica, poderosa e
purificantes qualidades da mui
justamente afamada
SILMIMIMILIII DE BRISOI,
A venda as boticas de Caors Barboza,
ra da Cruz, e Jo5o da C. Bravo C, ra
da Madre de Dos.
, a 25 a duzia : na ra da Imperatriz loja da arara ,av,(,0> a 2* rs- talner-
i n. ob, de Mendes Guimaraes. La para bordar.
1 D.i! j .. Vende-se laa de todas
Baloes da arara de 20, 25, 30, 3o e W arcos. 5700 a libra.
, Vendem-se baloes americanos de arcos os me-i Facas e garfos.
; itLSSVumf & 3i 35 e 40.arcos i Vendem-se facas c garfos de cabo preto cravado
as a HitaH 'J%^ de rausse'ina a 25800 a duzia, dilas de balanco de 2 bolocs para
nnr,?..- 2? panno a 3&m : na rua da m" mesa a 65200 a duzia
pcrdinz n. oo. | i -
i Vend 'rLC,Cll,aSll mm^iS, W- Vendem-se luvade'joSviHhegadas pelo ulti-
1 JrK^u011"^ ,par.a ca" m0 paquete' tn, para h0,uem corao oras.
Extractos inglezes.
Vendem-se exlractos inglezes muito barato por
serem sido comprados era leillo a 240 rs. o frasco.
Escovas para denles.
co a 45, dilas de chita a 25 : na rua da Impera-
triz n. 56.
Pechincha de chitas a 210 rs. covado.
Vendem-se chitas escuras a 240 rs. o covado,
Toncas de la.
Vendem-se toueas de laa para menino a 800, i$
e 15280 cada urna.
Sapalinlios de lia.
Vendem-se sapatinhos de laa para meninos a
dilas francezas r^"mT^Z^L iJi y"1-". Vendem-se escovas paradentes a 120 e 240 rs.
vSJ^^^^SX^J^^ K' Cada Uma> dilas rauit'inaf '^ a rs.
vado ditas finas perfeilas a 320, 360 e 400 rs o
covado : na rua da Imperatriz n. 56, loja da arara.
Mais pechincha de cortes de eassa de cores a 2$.
Vendem-se cortes de eassa de cores a 25, ditos
de salpicos brancos e de cores a 25, ditos brancos WO, 500 u 640 cada par.
a 25 e i, pecas de cambraia lisa fina a 35, 35500 Tesouras.
rBPfi:;as cam'irraia de salpicos de carocinhos Vendem-se tesouras para costura a 500 rs., ditas
Mvnr*T,H ?i3 ^sas Para^.^^0 com para unhas a 400 rs. cada urna.
20 varas a 85, ditas de 10 varas a 45500 : na rua rnllarinhos
d^GuimarS armaiem '* 56>deMen- VKta.M collarinhos de papel a 40 rs. cada
M pechincha vende-se brim pard. escuro e cla- "* ^ de "^2 ^^
ro a 00 rs
Sossa Wenhora da Coneeleo
Contina a estar venda na rua do Imperador
n. 15 a novena de N. S. da Conceicao, conforme
usara os reverendos carmelitas da Reforma do Re- Corpo Santo n. 19, ou a bordo do palhabote .
me, e tudo o mais conforme os annuncios feitos mao e brigue Minerva, ancorados no caes do baro
por este Durw. I fe Livramento.
Farinha de maodloca.
Vende-se farinha de mandioca da merhor e
mais nova que ha neste mercado : no escriptoro
de Manoel Ignacio de Oliveira 4 Filho largo do
Via-
Vende-se brim pardo escuro e claro com um pe-
queo toque de mofo porm logo que lava-se de-
sapparece a 400 rs. o covado, garantindo ser de li-
nho : na i ua da Imperatriz loja da arara n. 56, de
Mendes Guimaraes.
Madapoli francez enfestado a -i# t i^oOO.
Vendem-sc pecas de madapolao francez enfes-
tado fino a 45 e 45500, ditoinglez com 24 jardas
marca moca n. 20 a 65500, dito rainha a 75, di
Vendem-se pentes de travessa para menina, de
borracha, a 500 rs. cada um.
Tocadores de Jacaranda
Vendem-se tocadores de Jacaranda a 25500 e
25800 cada uui.
Estovas para roopa.
Vendem-se escovas muilo finas para roupa a 400
e 500 rs. cada urna
Espelhos com estojo.
Vendem-se espelhos cora estojo para navalhas a
to elephante a 75500, dito n. 6 a 85, dito nTYa ,
95, dito n. 8 a 105, pecas de algedo encorpado a; 2*' 2*300 e 2^800 cada um-
45, 55, 5,5500 c 65, brim de linho branco fino a I Aderecos pretos.
15, 15200 e 15400 a vara, brelanha de linho a I Vendem-sc aderecos pretos a 25.200 cada ade-
800 e 15, hollanda de linho propria para forros a reco.
320 o covado, sargelin para forros a 280 rs. o co-1 Botoes de perola.
vatio : na rua da Imperatriz n. 56 loja e armazem | Vendem-se botoes de perola para collete e vesti-
da arara de Mendes Guimaraes. dos a 400 rs. a abotoadura.
e a
Banha de porco refinada a 480 rs. a libra,
e em barril 440 rs.
a O rs.
libra.
Cb perola qualidade especial a 341 a libra.
Dito hysson qualidade especial a 2)5800 a
a libra.
Dito uxim a 2/5COO a libra.
Dito bysson a 25400 a libra.
Dito dito a 2 a libra.
Dito nacional a l/COO a libra.
Dito preto, muito superior a 2?? rs. a libra.
Dito dito menos superior a 15600 a libra.
Cbouricas novas a 480 rs. a libra.
Champagne (marca aguia) do Conde de To-
r a 10,-5i o gigo ou i$ rs. a garrafa.
Charutos dos melhores fabricantes do Bio e
Babia a 800, 1,5400, 25, 25500, 35,
35500, 45 45500. e 55 a caixa com 100
charutos.
Chocolate francez, de canda la Bomain.
Caf a 280 e 320 rs'. a libra e a 85, 8/500 e
95 a arroba.
Cognac de muito boa qualidade a 15 a gar-
rafa.
Dito soffrivcl a 800 rs. a garrafa.
Cerveija da marca tenente em botija, (en-
commenda feita pelo proprietario do Baliza)
qualidade esta que nao pode continuar
a vir em consequencia de ficar por preco
muito alto a 65500 a duzia de grandes bo-
tijas e 85 por vinte quatro muas, e de ou-
tras marcas a 35, 45, 55 e 55560 a du-
zia de garrafas.
Conservas inglezas, a 800 rs. o frasco e 95
a duzia.
Doces (francezes) em frascos lindamente enfei-
tados em calda de assucar e em alcool a
15 e 500 rs. o frasco.
Dito de goiaba em latas e em caixoes de di-
versos tamaitos e objectos pelo qual se
n5o engeita dinheiro avista do grande de-
posito que ha.
Ervilhas francezas e portugueza a 700 e a 500
rs. a lata.
Dita secca a 200 rs. a libra.
Figos novos a 320 rs. a libra e a 65 o barrili-
nho.
Fruta em calda de assucar em latas a 500
rs. a lata.
Farinha do Maranho, muito superior, a
16o rs. a libra.
Dita de trigo, a 120,140 e 160 rs. a libra.
Frasqueiras com genebra de laranja, de
Hollanda, e de Hamburgo, de diversos
precos conforme os tamnhos.
Garrafes vazios, de 5oo a 152oo.
Gomma do Aracaly a 100 rs. a libra.
Dita menos superior a 60 rs. a libra.
Graixa a 120 rs. a lata e 15300 a duzia.
Licores francezes dasmelhores fructas da Eu-
ropa em garrafas lindas e de diversos ta-
e goras a
iso a 35300 a res-
Peixe em latas grandes, savel
li9300 ateta.
Papel greve pautado o
ma.
[Passas a 85500 a caixa e 480 re. a libra,
muito novas.
Palitos para (lentes a 160 rs. o maco.
Dito dito dc flor a 240 rs. o maco.
Prezunto pata fiambre vindo lodos os vano-
res a 900 rs. a libra.
, Dito do Porto cm barril a 480 rs. a hora.
Queijos londrinos chegados no ultimo vapor
a 800 rs. a libra.
Dito llamengos do ullimo vapor a 2/200 e
25000.
Dito prato superior a 640 rs. a libra.
Dito dito menos superior a 480 re, a libra.
Sardinha dc Lisboa muito bem preparadas
em latas grande a 640 rs.
Dita de Nantes a 320 rs. a lala.
Sag novo a 240 rs. a libra.
Sabao massa a 120, '160, 200 e20
libra.
Sevadinha de Franca a 200 rs. a libra.
Sevada a 120 rs. a libra.
Toucinho de Lisboa, de Sanios, a 320 e 360
rs. a libra.
Tijolopara limpar facas a 140 re. cada um.
Vinhos, neitegeneno o armazem Bali/a tent
o melhor sortimento possivel, Lagrimas
doDouro, Mara Pa, Camoes, Bucage, D:
Pedro II, D. Pedro V, e Baliza, que se
vende muito barato em visla de stia espe-
cial qualidade a 105000,125000 e 155000
a duzia.
dem esquesitos como sejam Cherrv, c Madei-
ra, Velmute, etc., de 155000 a 205000 a
duzia.
dem de Figueira, Lisboa e Porto a 35000,
45ooo e 45500 rs. a caada
dem de Lisboa de minha propria marca em
ancora de 8 'a a 9 caadas por 285000
a ancora, e da Figueira de 8"1 a 9 ca-
adas a 285000 rs.
Vinagre de Lisboa em caada a 15000,158oo
e 25000 rs.
dem mais baixo a 1280 rs. a caada.
Idf m de Lisboa em garrafes com S garrafas
por 15200 rs. com o garrafo.
Vellas de espermaeete superiores a 600 rs.
o maco,
dem de carnauba de 320 a 360 re. a libra,
em arroba de 95000 a 105ooo rs.
Vassouras do Porto com arcos de ferro a 4oo
rs, cada urna.
Vinhos de Bordeaux neste genero temos as
melhores qualidades que se fabricam em
Bordeaux, tanto branco como tinto, e espe-
ramos por todos os vapores france/.es, uns
pequeos barris contendo cada um de 85
a 90 garrafas, e qne serao vendidas o mais
barato possivel.


o
Mftrt* ie rersumafeac* SegnsA felr V de rmAn tS.
ARMAZENS
DO
PROGRESSISTA
RA DAS CKUZES W. 36
RA DO CRESPO N. 9
.lo bairro de Manto Antonio.

.soaqiiiiu Jos Gomes de onza scientiOca a seus numerosos fregu.
tes o ao publico em geral que acaba de estabelecer um novo armazem, de raolhadi
ra do Crespo n 9, aonde se encentrar sempre os melhores gneros de estiva,, que
sp. vonderao a retalho e dbr atacado, por menos dos que se vender en* outra quatyncr
par;;, aflhncando-se aquellas pessoas que comprarem nestes armazens a superior qaa-
lidade de gneros, precos commodos e bom acondicionamento.
O armazem da roa do Crespo situado no melhor local desta cidade com a as-
seio que de necessidade manter-se com estes cstabelecimentos, faz ccer a seu pro-
pvietario, que ninguem dataara de sortir-se n'um estabelecimenlo aonde se encontra, sin-
ceridade, para ir-se comprar aonde se nao offerecem tantas vantagens.
Sendo este armazem no verdadeiro ponto de partida para os arrabaldes desta
cdad, nao ser difficil aquellos senhores que tera de partir nos mnibus darem suas
cncommendas ueste armazem,. que sempre lhes offerecer os mais agradaveis gneros.
C'i parola de especialqualidade a 2,8oo rs. dem muito superior a l,ooo rs. a garrafa.
'4 lll)l"t *1
dem hysson muito superior a 2,7oo rs. a Ci,f a 28o e 32o rs. a libra, e a 8,ooo e
li,,, 9,000 rs. a arroba.
Mom uxim a 2,5oo rs. a libra.
dem hysson a 2,3oo rs. a libra.
hiero dem a .ooo rs. a libra.
[dora preto de qualidade muito especial a
,ooo rs. a libra. Consenas inglezas a 75o rs. o frasco e 8.600
id .n dem inferior a l,6oo rs. a libra. rs. a duzia.
I
Champagne a melhor neste geaero. a l.ooo Doce em calda a 5oo rs. a lata.
. rs. a carrafa e 18,000 rs. o ciso. ,, ,.
I ilrior a lo,ooo rs. o gigoe l.ooo r*. VQS*% em ?UMe,*" *
, _, f b nhos e de diversas qualidades de 64o a
! i .too rs. cada una.
Chocolate francez, hespanhol, e portuguez, a ... ,n
* v Ervdhas fraucezas muito novas de 48o a Co
a too o i,2oo rs. a libra. | rs
Ch rulos dos ineHwres fabricantes da Rabia ,,ktn :,,,.-.. -ai> m .
, 1 1 11 -1 lucra poitugucza* a /20 rs. a tata,
de qualidades, especialmente escolnwos, ,
2,ooo a 1,580 rs. a caita. Mem secas a 2oo rs. a libra.
Kai inha do Maranho muito alva a 1 io rs. a Vassouras do porto com arcos de ferro a 32o
ld>ra fg. cada urna.
II >ro de aran* verdadeira a 4.x. rs. a libra, j V()las de espermacelc da melhor qiiaiidade
Vud do Alto Dom engarrafado, e os mais a 600 rs. o maco.
bem^escolhidosjaxrinaa do Douro, D. 1^- dem de carnauba e composicj a 32o e 36o
(tro \, D. Luiz I. Duque genuino, Nctar ... .
or. M,|vasia lina, Bastardo, e outros a 1,bra e 4o'000 rs' a arroba-
A
Vende-se por menos 10 por cento do que outro qualquer
* annunciante
m
ARMAZEM

DI
IO MEGO Hit ii;\ii % 10
Os proprietarios deste acreditado armazem de molhados, tendo em vista as mil e
urna vantagens offerecidas por este Diario ao respeitovel publico, petos seus competido-
res, e desejando dar proras de que pessoa alguma pode vender gneros de primeir qua-
MOLHADOS
9 Largo do Carino .
Grande sortimento para a Cesta por menos
10 a 20 por cento do que em outra' qualquer
parte.
Duarte 4C scjentificara aos seus frepezes e ao publico em geral, que acaba da che-
gar da Europa um socio que faz parte da firma, com um grande e bello sertimento de
molbados por elle escomidos, os quaes se vendem por menos de 4o a 2o por % do que ou -
tro qualquer annunciante, garantindo a boa qualidade e peso de qualquer genero vendido
neste j muito acreditado armazem, e por teso, firmados em que cumprcra delinate o
que promettem, pedem todos os Srs. dapraja, de engaaos elavrattoies, o favor de
mandarem suas encommendas ou relaces ao armazem Progressivo, cortos de Bao terem
em tempo algrnn occasifio de se arrependerem.
Aviso.
Todos os Srs., que comprarem para tornaren a vender, \erhj, alm dadiflrenca
'idade pelo proco que Tendemos, tanto pelo diminuto lucro a que nos reduzimos, como j* publicada, mais 5 por % de abatimento. Os proprietarios tamlxan garaotom o bom
acondicionamento anda mesmo dos mesmos para o mais alto serta,
pela vantagem de- serem vindas de conta prepria. Deliberamos vender, (ido otfenden-
Cerveja das melhores marcas do nosso mer-
i cado de 5,ooo a 6,ooo rs. a duzia, e 5oo
rs. a garrafa.
do os nossos collegas e- amigos) por menos 10 por cento, garantiade-se como senpre a
Ijoa qualidade; ,
Manteiga ingleza perfeitamente flor chegada Farinha de Maranho muito alva e cheiroza
no ultimo vapor a 8oo rs. a libra. > *6o rs. a libra.
... Xoucinbo de Lisboa a 32o rs. a libra ea9,ooo
dem de 2.* qualidade a 76o rs. a libra. ^ yf^^,
dem de 3,1 dtta a6lo rs. a libra. gardiohas de Nantes a 36o rs. a lata.
dem para tempero a 32o e 4oo rs, a libra. Azeite doce de Lisboa a 64o rs. a garrafa e a
[ I 4,8oo rs. a caada.
Manteiga francezaiamaisnovaquebanomer- Ynagre de Lisboa a 2oo rs. a garrafa ea
cado a 58o rs. al libra, e em barril ter aba- t >2oo rs. a caada.
tmente. 1 Garrafes com 5 garrafas de vinagre de Lis-
Banha de porcorefinada a 520 rs. a libra. ** a l^3 _. .
Champanhe das marcas mais acreditadas a
H.oiui e l,oao rs. a duzia e l.ooo rs.
a garrafa.
dem Cherrj e Madeira a l,5oo rs. a garra-
r6 000 rs. .a duzia.
Ideai lionleaux de diversas marcas de 8.000
a 10,000 a duzia, c8oo rs. a garrafa.
H ilaxinhas americanas a 3,000 rs. a barrica,
c 2-X) rs. a libra.
Batatas muito novas a l,ooo rs. o gigo, e 60
.s a libra.
L ':.: de porta refinada a Iflo re. a libra, e
barril a lio rs.
Vinho em pipa de Lisboa, e Figueira, de3,ooo
4,000 rs. a caada, e 9oo rs. a garrafa.
Id i de Lisboa emaneoretasde 8 a 9 cana-
las por 27.iM.ni rs.
bi a do Porto muito especial a 5,i>ot rs. a
aada e 72o rs. a garrafa.
dem em garrafes com 4 */> garrafas por
o rs. com ogarrafo.
pe de Lisboa milito superior a 2,0001 Sardinhas de Nantes muito novas a 32o rs.
rs. a canada. a lata.
I m mais baixo a 1,5oo rs, a canada, 2oo Sag muito novo a 2oo rs. a libra.
dem muito superior a 28o rs. a libra.
Tijolo para limpar facas a 14o rs. cada um.
Toucinho de Lisboa e Santos a 32o rs. a libra,,
SeillAl mxiitn nova a tno rs. a IHira.
Peixe em latas grandes, savel, pescada, cor-
vina, contras qualidades a l.ooors. cada
lata.
Papel greve pautado e liso de 3,ooo a 4.000
rs. a resma.
Passas muito novas a 8,">oo a caixa e 48o rs.
a libra.
Palitos lixados para dentes a 14o rs. o maco,
dem de flor a 2oo rs. o mago.
I'i '/unto para fiambre inglezes e americanos
a 83o rs. a libra,
dem do Porto a 48o rs. a libra.
Queijos prato de 48o a 600 rs. a libra.
dem londrinos os melhores que se encontram
ueste mercado a 800 rs. a libra.
dem flamengos vindos no ultimo vapor de
2,ooo a 2,4oo rs.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, mandada
vir de conta propria, a 800 rs. a libra.
dem franceza chegada pelo ultimo navio a
56o rs. a libra, e em barril ter abatimen-
to.
dem ingleza em potes de 4 a i 6 libras a
800 rs. a libra e o pote separado.
Cha uxim o melhor neste genero, mandado
vir de conta propria, a 2,8oo rs. a libra
dem hysson, grande, muito bom a 2,600 rs,
a libra.
dem preto, muito fino, a 2,6eo rs. a libra.
Gamma muito alva para engommar a 80 rs.
a libra, e em arroba se far abatimento.
Sag muito novo a 28o rs. a Iibra.
Sabao verdadeiro hespanhol que raras vezes
vem ao nosso mercado a 28o rs. a libra.
Sab3o massa de superior qualidade a 80.
200, e 220 rs. a librado melhor qua b .
Graixa em latas muito nova a 120 rs. a lati-
nha, e 1,300 rs. a duzia.
Peixe em latas muito novo : savel, pescada.
curvin, salmo e outras muitas qualidades
preparados de escabexe, segundo a arte de
Vinho em pipa Porto Figueira e Lisboa a 4oo, t a i0r00o rs, o gigo, e a 800 rs. e a Wem et0 mais Daxo a 2 000 rs a libra I coziaaa dl! 1400 a 2000 rs- ta.
48o, 5oo, 56o rs. l,00o rs. a garrafa. | ,aem> verae', miudmho, mais propriopara ne- dem do Alto Douro vinda do Porto engar-
2,800 3.000 3;5oo e 4,000 rs.
dem em barril o mais superior que tem vin-
ao mercado a 600 rs. a garrafa.
Lagrimas do Douro especial vinho do Porto a
1,000 a garrafa e a 10,000 a caixa, o preeo
nao indica a qualidade d'esta precioso vi-
nho, porm venhamao Progreso que a vis-
ta faz f, a este genero constantemente man-
damos vir de conta propria e por isso po-
demos venderi por monos que outro qual-
quer annunciante.
Vinho do Alto Douro das marcas mais acre-
ditadas e especialmente escolhido por um
de nossos socios, como sejam: Camoes, Du-
que, do Porto! D.Luiz, Carcavellos, Cha-
misso & Filhol Madeira secco, e Feitoria a
9oo rs. a garrafa e 9,ooo rs. a caixa com
12 garrafas. ,
Garrafes com especial viuha da Porto con
tendo 5 garrafas a 2,5oo rs.
dem com 5 garrafas de superior vinho Fi-
gueira a2,4ors.
dem com 5 garrafas de vinho Lisboa a
2,loo rs.
Serveja preta marca T e XXX a 6,5oo e a 15oo rs alibra
7,000 rs. a duzia, e a 600 rs. a garrafa, |
tambem temos das mesmas marcas para 4, Banha de porco refinada muito alva a 48o
e 4,5oo rs. t duzia, e a 4oo rs. a garrafa, rs. a libra, e em barril se far abatiraen-
Idem branca Te cobrinhaa5,5oo e 6,000 rs, Biscotos ngiezea das seguintes marcas:
a duzia e 5oo rs. a garrafa, tambera ha; ctdknel, Soda, Ceede, Captain, Traveles
para 4,000 rs. a duzia. Lunch, Cabin, e outras muitas marcas a
Graxa em latas grandes a l,3oo rs. a duzia Meo rs. a late.
Bolachinha de soda, especial encommenda, a
e 12o rs. a lata.
assouras do Porto
de muita duraco a 4oo rs. cada urna.
Palitos de dentes massos grandes a 2oo rs.
e28ors.
Paltos do gaz a 20 rs. a caixinha e 2,3oo rs.
a groza.
Gela de Alperche chegada no ultimo vapor
latas de 2 libras a 800 rs. pechincba.
Genebra de Holkinda garrafes com 16 gar-
rafas por 6.5oo rs.
dem em frasqueiras a6,3oo rs. e 6,5oo rs. ea
56o rs. o frosoo atBanca-se ser verdadeira.
dem de botija em barricas com quatro du-
zia a 44o rs. cada botija.
2 2oo rs 3 liti
VT!I^.d0J.!.a.Ta?$ L'" 0bra Bisc'eitoingiez Craknel em latas de 5, 7 e 15
libras a 5,ooo e 6,000 rs. e de l,2oo a
800 rs. a libra.
Batatas muito novas a 5o rs.
Queijos flamengos chegados neste ultimo
vapor a 2,2oo rs.
dem do vapor passado a 2,oooe l,8oo,
dem prato chegado neste ultimo vapor,
muito fresco a a 4oo rs, a libra e intei-
ro se far abatimento.
dem londrino muito frese a 800 rs. alibra.
... a garrafa.
[di n em garrafes com 4 */% garrafas por
l,2oo rs. com o garrafo.
Manteiga inglesa a (loo, 7oo, 800 e 9oors.a
ilua de primeir qualidade.
dem franceza a 56o rs a libra em barril, e
t 800 rs. a retalho.
Ameixas fraucezas em caixinhas com ricas
estampas no exterior de l,2oo a 2,000 rs.
cada urna.
Sabo maga de diversas qualidades a 2oo e
24o rs. a libra.
dem inferior de 12o a 18o rs a libra.
Genebra de Hollanda em frasqueiras a 6.5oo
rs.
dem hamburgueza em ditas a5,8oo rs.
dem de Hollanda em garrafes grandes a
5.5oo cada um.
Id a em frasco vtdro de diversos tama-jjdem em botija a 4oo rs. rs. cada urna,
nhos a l,5ooc 2.-"oors.
dem em latas do I I 2 e 3 libra a 1 ,.3oo o
,3oo rs. cada una, e a Sao rs. a libra.
Garrafoas vasios de diversos tamanhos a5oo,
64s e 1,2oo rs.
(i omina do Aracaty a loo rs. a libra.
Figos de comadre em bazinlms de folha pro- Graixa a loo rs. a lata, e l,2oo rs. a duzia.
prios para mimos a I.600 rs. cada um.
bi.'.ni em caixinhas de folha a 32o rs
Idwn em caixas grandas a 2oo rs. a libra.
dem em Idas ermeticamente lacradas de
] .600 a 3,000 rs.
Arroz da India e Maranho a 80, loo e 12o
r. a libra.
Amnndoas de, casca mole muito novas a iO
rs. a liba.
AzefchaS superiores a l,2oors. o barril.
Aipista a 1 io rs. a libra c 4,6ooa arrolia.
Letriaa loo rs. alibra.
BiscoitOS e bolachinhas inglezas as ultimas
ehegailas ao aossd mercadoa l,2ooe I,4oo
bs. cada lata..
Boiaxinha de soda e lunch em latas grandes
a 2,000 rs. cada lata.
Cognac de superior qualidade 800 rs. a gar-
rafa.
Licores finos francezes em garrafas e fras-
cos de diversos tamanhos de 600 a 800 rs.
cada um.
Marmelada imperial de t' dos os conservei-
ros de Lisboa a G4o e 700 rs. a Hbra.
Massa de tomate muito nova a 64o rs. a
libra.
Marrasquino de Zara a 64o rs. o frasco,
dem em frascos grandes a 800 rs.
Cominlios muito novo* a 5oo rs. a libra.
Erva-doce a 24o rs. a libra.
Pimcnta a 36o rs. a libra.
Cravo da India a 64o rs. a libra.
Cannella a l,loo rs. a libra.
Alfazema a 2oo rs. a libra.
Sal refinado em frascos de vidro a 600 rs.
o frasco.
ATTENCAO
Vinho branco de Lisboa proprio para missa
vindo j engarrafado de Lisboa a 6io rs. dem de laranja em frascos grandes verda-
a garrafa. deira italiana a l,ooo rs. o frasco.
., Marrasquino de zara a 72o rs.
dem em barril! muito superior a 5oo rs. a!
garrafa e a 4,ooo e 3,8oo a canada. [ Licor francez de todas as qualidades em
... ,, QI garrafas de vidro brancos a 72o e 800 rs.
Ameixas francesas em caixinwas de 1 */, 2
e 3 libras elegantemente enfeitadas com ri- Vinho Bordeaux das melhores qualidades
cas estampasna caixa exterior a l,3oo que tem vindo ao mercado a 72o- e 800
Vinhos era pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
48o, 56o, e 64o rs. a garafa, e de 3,000 a
4,5oo rs, a canada.
Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa em latas de 1 e mais libras
a 7oo rs. a libra.
Fructas em caldas das seguintes qualidades:
ameixa, rainha Claudia, peras, cerejas,
ginja, pecegos e alperch a 5oo rs. a lata.
Figos em caixinhas de 1 f/ arroba e de 8 li-
bras a 8,000, 4,000 e 2,000 rs, e a 3oors.
a libra.
Amendeas de casca mole a 28o rs. a libra, e
O piopiietaiio dos armazens do Progresista jamis deUara deofferecer aos seus
fregueses tuto o que for preciso para que sejam bera servidos, e como a testa se aproxi-
ma 6 ptima aoccasiao dos seus freguezes experimentaren! a realidade, que nunca ad-
iar de ser mantida pelo propretario destes armazens.
l,6oo 2,eoo e 2,5ors.
dem em latas d, 1 */* e 3 lil>ras a 1'4o e
2,6oo rs, cadaj urna.
Figos de comadre em bauzinhos de folha
muito proprios para mimo a 1,600.
dem em caixinhas a 1 ,-4oo rs.
dem em caixinhas ermeticamente lacradas
e muito bom afeitadas a l,8oo rs.
dem a 2oo rs. a libra.
Passas de camadlas as mais novas que ha no
mercado a 4oors. a fibra ea6,ooors. a
caixa.
Salmo em latas ermeticamente lacradas a
800 rs.
Lagostira em lates grandes a l,4oo.
Savel, corvina, eberne, vezugo, peixe espada,
preparados pela primeir arte de cozinha a
a l,3oo rs.
Queijos flamengos chegados no ultimo va-
por a 2,4oo rs.
dem do vapor passado t 2,2oo 2,ooo e
l,8oo, rs.
dem prato do ultimo vapor a 64o rs. alibra.
Doce da casca da goiaba caixes grandes a
600 e9oo rs.
Cbouricas as mais novas que ha no mercado
a 48o rs. a libra.
Cbouricas mouras encommenda especial nos-
sa a 5oo rs. a libra.
Prezunto verdadeiro de lamego em calda
de azeite 5oo rs. a libra
Boiaxinha ingleia a mais novas que ha no
mercado a 2,ooo rs. a barriquinlia com
1 arroba, e a 24o rs. a libra.
dem de soda de diversas qualidades a 1,400
reis.
dem em latas grandes, propinas para hinche,
com 5 a 6 libras per 2,4oo rs.
Marmelada imperial do fabricante Abreu e
outros cortserveiros de Lisboa a 6eo rs. a
libra.
Frutas era calda de todas as qualidades a
5oo rs.
Ervilhas franceas a 5oo rs. a lata.
dem portuguezas a 64o rs. a lata.
Massa de tomate a 64o rs. a libra.
Amendoas confeitadas a 7oo rs. a libra.
dem de csea mole a 28o rs. a bra,
rs., e em caixa a 7,5oo, 8, e 8,2oo rs. em arroba tera batimento.
Azeite doce refinado do fabricante Pelanol e;Sardinha de Nantes a 32 rs- a latinha-
outros a 800 rs. a garrafa. |Toucinho de Lisboa a 36o rs. alibra eem ar-
Conservas inglezas sortklas e de urna s qua-! m^^L3?1'^!0' ik
Massa de tomates a 64o rs. a libras.
lidade a 800 rs. o frasco.
Araruta verdadeira a 3o rs. a libra.
Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
Gomma de engommar muito alva a 80 rs. Farinha do foaranho a 14o rs. a libra.
Tijollo para limpar facas a 16o rs.
Ceblas a l,2oo rs. o mlho, e a l,ooo rs.
Avelans a 2oors. a libra.
a libra e 2,2oo rs. a arroba.
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
Sevadinha de Franca a 16o rs. a libra.
Sajada muito nova a 12o rs. a libra e 3,2oo
ss. a arroba.
Macarro a 32a rs. a libra.
dem e talharim o mais novo que ha no mer-
cado a 48o rs. a libra.
Aletria a 5oo rs. a libra.
Arroz carolino a loo rs. a libra e a 2,8oo rs.
a arroba.
dem do Maranho a 12o rs. a libra, e a
3,ooo a arroba.
Caf do Rio o mais superior que se pode de-
sejara32o rs. alibra.
dem a 28o e 3oo rs. a libra e a 8,2oo, 8,4o
e 8,7o rs.
Velas de carnauba refinada a 32o rs. a libra,
e a lo.ooo rs. a arroba,
dem da spermacete a 64o rs, a libra.
Chocolate hespanhol e francez a 9oo e l.ooo
rs.libra.
Estrellinha e pevide muito nova a 4oo rs. a
libra, e a 2,ooo rs. a caixinha com oito
" libras.
Cha perola muito especial chegado neste ul-
timo vapor de encommenda particular
nossa a 2.800 rs. a libra.
dem huxim muito superior a 2,7oo rs. a
libra.
dem hysson a 2,56o rs. alibra.
dem hysson a 2,000 e 2,2oo rs. a libra.
dem preto bomeopathico e muito superior a
2,000 rs. a libra.
dem nacional a l,6oo rs. a fibra.
Batatas muito novas a 80 rs. a fibra.
Charutos dos memores fabricantes da Babia \
e de todas as marcas, como sejam: sus-
piros, havaneiros, messecipes, regaba im- (
perial, flor das mattas, primores a 4,ooo,
3,5oo, 3,2oo, 3,ooo, e 2,8oo, 2,5o,!
2,000 e l.Ooo rs. a caixa.
o cento.
Cerveja das mais acreditadas marcas de
1 5,ooo a 7,5oo a duzia, e de 5oo a 600 rs.
a garrafa.
Prezunto para fiambre muito fresco e novo
a 800 rs. a libra.
Genebra de laranja a 9oo rs. a frasco.
Chouri?as as mais frescas do mercado a
800 rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa,
e lo,5oo rs. a caixa com urna duzia.
Licores francezes das seguintes marcas: A-
nizete de Bordeaux, Plaisir des dames, e
de outras muitas marcas a 10,000 rs. a
duzia, e a l.ooo rs. a garrafa.
Passas muito novas a 5oo rs. a libra e a
8.000 rs. a caixa. Ha caixas, meias e
quartos.
Garrafes com 14 garrafas de genebra de
Hollanda a 55oo. *
Bolachinha ingleza a 4oo rs. a libra. .
Azeite francez e portuguez refinado a 800 rs.
a garrafa, e 9,ooo rs. a caixa com urna
duzia.
Grao de bico a 16o rs. a Ubra, e em arroba
ter abatimento.
Conservas inglezas das seguintes marcas :
Mixed, Pickes, e ceblas simples a 800 rs.
o frasco.
rafado e escolhido pessoalmente por um
dos socios que se acha em Portugal, das
seguintes marcas: Duqae, Genuino, Ve-
lho secco especial, Lagrimas Doces de
1819, vinho especial D. Pedro V, vinho
velho, Nctar superior de 1833, Duque do
Porto de 1834, vinho do Porto velho su-
perior, Madeira Secca de superior quali-
dade, vinho do Porto superior D. Lui/. I
de 1847, Lagrimas do Douro, especial \-
nho do Porto, de l.ooo a 1.2oo rs. a gar-
rafa e de lo,oeoa 12,000 rs. a Gaixa com
umaduzia.
dem Bordeaux de differentes marcas, garnte-
se a qualidade, a 8,000 rs. acaixa com urna
duzia, e a 7oo rs. a garrafa.
Garrames com 5 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 2,2oo rs. com o garrafa.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira, mais
proprio para a nossa estacao por ser mais
fresco a 2,ooo rs. com o garrafo.
dem com 5 garrafas de vinagre a 1,2oo rs.
o garrafo.
Vinbo branco o melhor neste gnero a 600 rs.
a garrafa e 4,000 rs. a canada.
Albos a 80 rs. o masso.
Velas de spermacete as melhores que ha no
mercado a 600 e 64o rs. o masso, e em
caixa se far um grande abatimento.
Frasqueiras de genebra a 5,8o rs., e a 5oo
rs. o frasco.
dem de carnauba e composicSo, de 4oo a
32o rs. a libra, edelo.ooors. a H,5oors.
a arroba.
Caf de 1* e 2 sorte de 8,3oo a 8,600 rs. a
arroba, e de 28o a 32o rs. a libra do me-
Hior.
Arroz da India, Maranho e Carolina a 3,ooo,
2,8oo e 24oo rs. a arroba e de loo rs. a
80 rs. a libra.
Azeite doce em barril, muito fino a 64o rs.
a garrafa.
Papel grve pautado e liso a 3,5oo rs. a
resma.
Genebra de Hollanda em botija de conta a
44o rs. a botija.
Champagne das mais a creditadas marcas a
l,oo rs. a garrafa, e a lo,ooo rs.a duzia
ou igo.
Sal refinado a 7o rs. a libra.
Ervilhas francezas e portuguezas a 64o rs.
a lata de urna libra.
Chocolate francez, hespanhol, suisso, e portu-
guez a l.ooo rs. a libra, e a 28o rs. cada
pao de urna '/*
Gaitafes vasios de 5 garrafas at 3 caadas
de 5o at l,3oo rs. cada um.
Ameixas francezas em caixinhas elegantemen-
te enfeitadas, com diversas estampas
no exterior da caixa, de l,5oo a 3,oors.
'cada urna; tambem ha frascos e latas de
differentes tamanhos que se vendem por
mdico preco.
Ilostarda ingleza preparada em potes a 4oo Massas para sopa: macarrle, talharim. a
rs. pote. alotria a 48o rs. a libra, e em caixa se
Vasos inglezes vasios de 4 a 16 libnruiitos, a far abatjnfento
proprios para deposito de manteiga, doce, r^ce de goiaba de 4oo a 800 rs. o caixa
e outro qualquerhquido, de 1,00o a 3,0oo .
rs. cadaum. L.81'
Palitos do gaz a 2,3oo rs. a groa e 2o rs. a ?* 2'000 Mxi0 8ranoe
caixraha. 1-
Milho alpiste a 160 rs. a libra.
Painco a la rs. a libra.
Charutos de todas as marcas e dos methpres
fabricantes da Babia de 3,ooo a 4,ooo rs.
a caixa.
ATTENCAO!
Alera dos gneros cima annunciados ha um completo sortimento de comiahoa, #r-
va doce, alfazema e outros muitos gneros, que tudo se vende por baratisssimo preco


-
' r
-





Mario Je IVi-naubueo m^umm UUa 3 U nozeasbro de 1M.

r
COMMERCIO
Dcfioale da loja do rregnlfa.
lir.lKTE AliMEIDA
.raba de abrir o sen grande e sortido armazem de molhados denominado Umao e Com-
murcio. Este grande armazem 6 um dos mais bem montados que temos em nossa praca,
nao s em limpeza e aceio, como as qualidades- especiaos de seus gneros. 0 propie-
tario do Uaio e Commercio offerece todos os senhores da praca, senhores de engenho
e lavradores a segninte tabella, por onde vero a grande economa que lhe resulta em
oomprarem em tao til estabeleciment, afianzando o mesmo todo e qualquer genero
saludo de seu armazem.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, mandada
vir de conta propria, a 7oo a8oo ns, a
libra.
dem francesa cltegada pelo ultimo-navio a
56o rs. a libra, e em barril ter abatimen-
to.
dem ingleza em potes de 4 a 16 libras a
8oo rs, a libra e o pote separado,
Ola uxim o molhor neste genero, mandado
vir de conta propria a 2,8oo rs, a libra.
dem hymm, grande, muito bom a 2,6oo rs.
a libra.
Idi'in preto muito fino, a 2,6oo rs, a libra.
dem preto, mais bawro, a 2,ooo rs, a libra.
Idim, verde, miudinho, maisproprio para
negocio, a l,5oo rs, libra.
Barilia de porco refinada muito alva-a 46o
rs, a libra, e em barril se far abatimento.
Biscoitos inglozes das seguintes marcas;
Craknel, Siiila, Ceede, Captain, Travellies.
Lunch, Cabin, e outras militas marcas, a
I,loo rs, a lata.
Bolarhinha de sdo, especial encommenda, a
2,oo rs, a lata.
Bisroiio inglez Crakncl em latas de o, 7 e 15
libras a 3,ooo e 6,ooo rs, e de 4,2oo a
8oo rs, a libra.
Qneijos do reino pelo baratissimo preco de
i,6oo, 1 8oa e 2,ooo rs os do ultimo
vapor.
dem prato muito fresco a 64o rs, a libia.
dem londrino muito fresco a 8oo rs, a libra.
Vinhos em pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
48o, ">6o, e (i4o rs, a garrafa, e de 3,ooe a
4,5oo rs, a caada.
Mai melada imperial dos meiiiores conservei-
roa de Lisboa em latas de i e mais fibras
a Too rs, a libra.
Fintas em caldas das seguintes qualidades.-
amcxa, rainha Claudia, peras, cerejas,
ginja, pecegos e aipercli a 5oo rs, a lata.
Figos em caixiuhas de 1 */ arroba e de 8 li-
bras a 8.000, 4,ooo, e 2,ooo rs, e a 3oo rs,
a libra.
Amendoasde casca mole a 28o rs, a libra, e
em arroba ter abatimento.
Sardinhas, de Nantes a 32o rs, a latinha.
TOocMro de Lisboa a 30o rs, a libra e em
arroba ter abatimento.
Massa de tomates a 64o rs, a libra.
Pi menta do reino a 34o rs. a libra,
la;inha do Maranlio a 14o rs, a libra.
Ceblas a 4oo rs. a rcstca.
Tijollo para limpar facas a 16o re,
#
Oerveja das mais acreditadas marcas de 5,ooo
a 7,5oo a duzia, e de 5oo a 6oo rs, a gar-
rafa,
Prezunto para fiambre muito fresco e novo
a 8oo rs. a libra,
Ginebra de laranja a 9oo rs, o fraseo,
Chotirieas as mais frescas do mercado a 8oo
r?. a libra,
t 0gmc verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa,
e I o,5oo rs. a caixa comuma duzia.
Licores francezes das seguintes marcas: Ani-
zete de Bordeaux, Plaisir des dames, e de
outras muilas marcas a lo,ooo ns. a duzia;
e a l,ooo a garrafa.
Passas muito novas a 5oo rs. a libra e a 8,Soo
re. a caixa. Ha caixas, meias e quartos.
Batatas a i.ooo rs. o gigo com 38 libras.
Bolarhinha ingleza a 4oo rs. a libra,
Azeite francez c portuguez refinado a 8do rs.
a garrafa, e 9,ooo rs. a caixa com urna du-
zia.
'Conservas ingle/as das seguintes marcas:
Mixed, Pickes, e ceblas simplesa 8oo
ns o frasco.
Mostarda ingleza preparada em potes a 4oo
rs. o pote.
Grao de bico a i6o rs a libra, e em arroba
ter abatimento.
Vasos inglezes vasios de 4 a 46 libras, muito
proprios para deposito de manteiga, doce,
e outro qualquer liquido, de l.ooo a 3,ooo
rs, cada um.
Palitos do gaz a 2,3oo rs. a groia e 2o rs. a
raixinha.
Milho alpista a 16o rs. a libra.
Painyo a 8oo rs. a libra.
Gomma muito alva para engomraar a 8o rs
a libra, eem arroba se far abatimento
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
Sabao verdadeiro hespanhol, que raras vezes
vem ao nosso mercado a 28o rs. a libra.
Sabo massa de superior qaalidade a 18o,
2oo, e 22o rs. a libra do melhor que ha.
Graixa em latas muita nova a 12o rs. a lati-
nha, e 1.3 od rs. a duzia.
Peixe em latas muito novo: savel, pescada,
curvin, salmo e outras muitas qualidades
preparados de escabexe, segundo a arte de
cozinha, de l,2ooa 2,ooe rs. a lata.
dem do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado e escolhido pessoalmente por um
das socios que se acha em Portugal, da
seguintes marcas : Duque, Genuino, Ve-
lho secco especial, Lagrimas Doces de
1819, vinho especial D. Pedro V, vinho
velhe. Nctar superior de 1833, Duque do
Porto de 183 i, vinho do Porto velho su-
perior, Madeira Secca de superior quali-
dade, vinno do Porto superior D. Luiz j
de 1847, Lagrimas do Douro, especial ti-
nho do Porto, de l,aoo a 1 2oo rs. a gar-
rafa ede lo,ooo a 12,ooo rs. a caixa com
urna duzia.
dem Bordeaux de difcrentes marcas, garan-
te-se a qualidade, a 8.000 rs. a caixa com
urna duzia, e a Too rs. a garrafa.
Garrafos com a garrafas de vinho. do Porto
do Alto Douro a 2,2oo rs. com o garrafo.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira, mais
Sroprio para a nossa estacKo por ser mais
esco a 2,4oo rs. com o garrafo.
dem cora 5 garrafas de vinagre a 1,2oo rs.
o garrafo,
Vinl 111 brauco o melhor neste genero a 600 rs,
a garrafa e 4,ooo rs. a caada.
Vassouras americanas a 800 rs. cada urna.
Velas de spermaeete as methores que ha no
mercado a 56o e 64o rs. o masso, c em
caixa se far um grande abatimento,
dem de carnauba e composicao, de 4oo a
32ors. a libra, e de lo,ooo rs, a ll,5oo
rs. a arroba,
Caf de l1 e 2* sorte de 8,3oo a 8,600 rs. a
arroba, e de 28o a 32o rs. a libra do me-
lhor,
Arroz da India, Maranho e Carolina a 3,ooo,
2,800 e 2,4oo rs. a arroba e a loo re. a
libra.
Frasqueira de genebra a 5,8oo rs. e a boo
rs. o frasco.
Azeite doce em barril muito fino, a 64o rs.
a garrafa, e em caada ter abatimento.
Papel greve pautado e liso a 3,5oo rs. a
resma.
Genebra de Hollanda em botija de conta a
44o rs. a botija.
Champagne a melhor neste genero a 25,oou"
re. o gigo.
Bacalho a 14,000 a barrica.
Ervilhas franceza e portugueza a 640 rs. a-
lata de urna libra.
Chocolate francez, hespanhol, suisso e por-
tuguez a 1,00o rs. a libra, e a 28o re. ca-
da pao de urna '/*
Garrafoes vasios de 5 garrafas at 3 caadas
de 5oo at l,3oo rs. cada nm.
Ameixas francesas era caixinhas elegante-
mente enfeitadas, com diversas estampas
no exterior da caixa de 1,500 a 3,ooo rs.
cada urna; tambem ha frascos e latas de
diTerentes tamanhos que se vendem por
mdico preco.
Massas para 3opa: macarro, talharini e ale-
tria a 48o rs. a libra, e em caixa se far
abatimento.
Garrafoes com 14 garrafas de genebra de
Hollauda a 5,5oo cada um.
Charotos de todas as marcas c dos memo-
res fabricantes da Baha de 3,ooo a 4,000
rs. a caixa.
ESTABELECMENTO COMMERCIAL
DE
[CUDEBAnh E FUMIflO BE MET4ES,
Sito na ra do Brnw n. 4* jnnto
a fnndlcSo do r. Bowmas^ pcrtcnct-nc a
Vtllaea Irma *t c.
Neste eatabelecimeoto encontrarlo os freguezes um completo sortimento
de tudo que diz respeito as artes de caldereiro, fimileiro, latoeiro, ferreiro e
fundifo, e os abaixo asssignados fue o dirige, prometiera servir a todas as
pessas que se dignaren de os procurar, com promptidio, sineeridade e pre-
ces muito rasoaveis. O dita estabelecimento estando montado em ponto
grande, tanto no que diz respeito a pessoal, como em materia prima, e tende
habis ofliciaes, pode executor com toda a perfeico e seguranca qualquer
obra tendente as artes cima mencionadas e affoitamente podem os abaixo as-
signados assegurar ao publico que nenhum outro estabelecimento lhe pode
fornecer mais barato e mais perleito do que ellos, viste que recebem de sua
propria encommenda todas as materias empregadas em ditas obras.
Alambiqies simples e continuos de to- Sinos de 16 libras 8 arrobas.

mmifm nm i pista
s
CONSERVATIVO l CONSERVADO
DE
N.
21 e 23LttfiO DO TERCO -N. 24 e 23
i.s:iati.
Parafuzos de bronae e ferro para ro-
das d'agua.
Torneiras de bronze e
engenho.
Encanamentos de cobro
todas as grossuras.
bronzes para
e chumbo de
dos os tamanhos e diraencOes.
Machinas de cobre para destilar e res-
tHar espirito at 40 graos pelos sys-
temas fie Logier e Derosne.
Carapucas e serpenfinas de cobre, e
estanho, avulsas.
Takas e tachos de cobre para engenho Bombas para cacimbas, aspirantes e
e reftnacSo. | de repucho.
Parcos de cobro e todos os cobres, ne- Bombas para destilares.
sesearlos para o fabrico do assacar. Ditas para regar jardins, hortas o
Cobres para rodas de moer mandioca. I capim.
Machinas econmicas para lavar roupa Ditas para navios e barcacas de varias
o melhor possivel. I qualidades e dimences.
Coftre emlencol e arrodellas estanho em barrinha, chumbo em barra,
lencol e canos de todas as grossuras.
Villaga Irmo & C.
38 RUADOIWIPERADOR38
Manteiga ingleza perfeitamente superior a 880 e 900 rs. a libra.
dem, franceza, a 560 rs. em barris, ha abatimento.
Caf do Rio da 1* qualidade a 280 rs. a libra, e a arroba a 8,800 e 8,700 rs.
Arroz pilado, 10o a libra, e a arroba 2,800 em sacco 2,700.
Cha de primeira, segunda e terceira sorte a 2,8oo, 2,5oo e 2,ooo rs. e 1,800 do preto.
a libra.
Palitos do gaz mandados vir por conla a 2,3oo rs. a groza.
Vinho Figueira e Lisboa, a 48o e 4oo, rs. a garrafa e a caada a 2,8oo, 3,sao e
4,000 rs.
Goma de engommar, 100 rs. a 1-bra e a arroba a 2,700 ou sacco.
Milho alpista o mais limpo que ha a 160 rs. a libra a 5,000 rs., a arroba.
TTjolo francez de grande tamanho a 14o rs. cada um.
Toucinho de Lisboa muito novo, a 32o rs. a libra.
Qweijos do reino do ultimo vapor, a 2,000 rs.
Volas de espermacete, e carnauba a 600 e 3oo rs. a libra.
'Azeite doce de Lisboa a 6Vo rs. a garrafa, e de carrapato a 28o.
Banba de porco refinada, a 48o e 44o rs. a libra.
Serveja de lodas as marcas a 500 rs. a garrafal
Sevada nova, a loO rs. a libra a> a 2,80o a arroba.
Passas. novas, a 480 rs. a libra e em caixa ha abatimento.
febo amarello de 200 a 240 rs. a libra.
Batatas a 4o rs. a libra.
S nos armazens do largo do Terco.
Agua natural de Condllar.
muito recoramendada as affeccSes do tubo gastrff-intestinal, naedwrin^ ebexiea oarinr**, pelas
su.16 propriedades alcalinas, e o acido carbnico que naturalmente coatm em suspensao, de preco
mais commodo que a agua de Vichy, e de propriedades talrer superiores pela grande qnantidaae de
acido carbnico. Injecco trou, agua d le Cheeleu, cnpahiba de Mef, Mjec&o Fuga 4e tanato
de zinoo, muitd recomfnendada as gonorrheas. Lerroy francez verdadeiro ; na.raesma casa tem
algumas caixas de ins-umentos cirurgicos para opera?5es de Hatieu e Charrieret ^_______
fe
FtTiroiCA DO BOITMAM-HIJA IH
BRIJM X. 38. (
Este muito acreditado estabelecimento est prvido de um completo sortimento
machinismos proprios do fabrico d assucar, a saber:
Machinas de vapores as mais modernas e mais acreditadas.
Rodas d'agua de ferro com seus pertences.
Mendas e meias moendas de todos os tamanhos.
Roda dentadas, angulares e de espora.
Taixas de ferro batido e coado.
Booea8ide fornalha pelo novo systema Wetson.
Alambiques de ferro fundido,
tornos para cozer farinha.
Moiohos para moer mandioca.
Arados americanos, etc. etc.
7 RA DA IMPERATRIZ 7
Madama vi uva Lecomte tem a honra Be participar a respeitavel pabli que acaba d reeeber
pelo uitimo vapor francez mi' rrande sortimento de objectos de porcelana, crystal, tartaruga, madre-
perolas, broaxw, inarlim etc., .issitn como urfi rico sortimento de alfinetes de pcito c fivelas para cin-
tos quer d nadeira, ijaerde metal novos modelo.
Cintas para senhoras e meninas.
Lindas cintas de cooro o relindo enfeitadas com a competente bolsa, tal e qual est se usando
em Pars, ligas de sdda. para senhora; riqoisiiimas caiiinlias para-presente de festa com preparos de
costura ou sera ella, de tartaruga, maref*yrolas, marroqHim, etc., capellas brancas e para noivas de
flores de laranja.
Finissimos chicotes com cartas de marfim, sndalo, etc., para nemeHS e senhoras.
rerfiunarifts.
Perfumaras dos mais afamados fatericantes de Londres e de Paris.
Oleo e banhas (ara. cabello. Pos de arro para refrescar.
Sabonetes tiaissimos. Escovas para dentes e cabello.
Ditos inferior. Ditas para limpar pentes.
Agua para limpar deutes. Pontos de tai taruga, de peniear.
Pos. Ditos de bfalo dito.
Agua de Colonia. Suspensorios para hornera.
Cheiros para lencos e gavetas. Espedios grandes e pequeos.
Agua para tiugir cibellb de todos os febricantro.
Na mesma casa eentina-se a faior cabelleiras, tanto para homem como para senhora, assin
como qualquer pabello supposto.
Coru-se cabello e frisa-se por 500 rs.
7 Rh da Imperatrh 7
Leite antephelico.
Approvado pelas academias de medicina de Pars e Londres.
Este lite cura era poucos das as Sardas, ephelides, manchas de gravidea, tez
queimada, nofloas, cravos, borbulhas, Iwrtoejas, espinhas, etc., como consta do livrinho
que o acompanha, cada frasco tem um livro que indica o modo de applicar o leite ante-
phelico.
O nico deposito na casa de madama vi uva Lecomte.
7 RA DA IMPERATRIZ 7
AGENCIA
DA
FNDICAO DE LOW-MOQR.
Ilua da Seualla nava 42.
Neste estabelecimento contina a haver
nm completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos os
tamanhos para ditos.__________________
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston & C,
ra da Senzalla Nova n. 42._____________
O GALLO CANTA
J sabido que, quando chega o vapor da Eu-
ropa, o gallo canta aununciando aos seus numero-
sos freguezes as galanteras de mais gosto e da ul-
tima moda que por elle recebe, como sejam :
Camsinltas para senhoi'as.
Paquissimas camisinhas com manguitos e gra-
vatnhas para senhoras : s no Vigilante, ra do
Crespo n. 7.
CirigoUnhas.
ni qi i ita ca ou gr^iki, saado
eousa de muito gosto, e a primeira vez que apua-
rece para as senhoras de bom gosto : s no Vigi-
lante roa do Crespo n. 7.
Pentes de concha.
Ha para chegar riqussimas guarnieoes de pen-
tes de lindo gosto, tanto para atar, como para mar-
rafas, por precos razoa-veis : s no Vigilante, ra
do Crespo n. 7.
Foio rfn ar
FAZEKMS
baratas para acabar.
Sedas de quadros e da listras a ;iO. rs. o < ova-
do, lindas las de quadrinhos a .%0 o covado, su-
periores caan de cores a 200 rs. o fotuto, dIMs
muito as a S40 o rovad: na loja das ntAfnnuc,
na ra do Crespo n. 13, de Antoiio Correia de V*+
concollosA C.______________________________
Vende-se um carro novo de 4 rodas, brm
construido c com coberta, acompanliando os com-
petentes arrcios de metal principe : a tratar oa
ra do Imperador n. 29.
Heeebom-se encommendas de fogo do ar e de
! vistas : no armazem da bola amarella no oitao da
1 secretaria de polica.
ESCRAVQS FGIDOS.
Fugio hontem de dezembro as 7 horas da
noite o preto Luiz, de nacao Angola, idade de ;).">
:W anuos, estatura baixa, rosto retloiidu^liarlia ser-
rada, porm iKiuca, espessa, denles limados na
frente, empregado no serviro de n-linaeao, o qmr
o torna bem conocido peM calos que tem as
maos. Este preto foi pegado ha tres para quatro
anHos em trras do engenho Anhumas, e cona ter
seguido para o mesmo engenho, ou trras do en-
, genno Uas l^gens : quem o pegar leve-o a roa Da
Concordia n. 8, renacao, que ser ptoerocnneRi
gratificado.___________
Est fgido desde o dia 20 de DAveabro, o
pardo escravo de nome Salvador, com os signai';
I seguintes: 20 annos de idade, altura c corpo i <-
guiar, falta de um dente na frente, DUtatM mal-
eas de bexigas e ainda prelas, marcas de wiu
1 as pernas, ps um pouco apalhetado^, cosinhii-
j ro e engommador, levou vestido caira de easemin
de algodao de quadros miudos, camisa de niail i-
polao e um bonet preto, consta (|ue anda proeti-
i rando quem o compre nesta cidade e diz que a
i mandado do senhor : rogase sua approheirao ns
autoridades policiacs o capilaes de campo a qnom
se dar boa paga a entregar-se na ra do Hospicio
n. i\, junte ao quartel.
LISTA 01RAL
n
,A. 4.'
r
DOS PREMIOS DA LOTERA EXTRAORDINARIA, T PARTE DA CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 370 DE 15 DE MAIO BE 1855, A BENEFICIO DA
IRMANDADE DO SENHOR BOM JESS DAS DORES DA IGREJA DE S. GONCALO, EXTRAHIDA EM 5 DE DEZEMBRO DE 1863.
2
4
7
15
17
19
23
2o
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31
36
IOS
-'
-r
1
40*
204
10#
ATTEI^AO
Todos os senhores tmo oomprarem para negodo ou casa particular de lOO^f para
cima terao mais & a 40 por a/o de abatimento; o propietario scientifica mais que todos
os seus gneros sao recebidos de sua propria encommeada, razSo esta para poder ven-
der por muito menos do que em outro qualquer estabelecimento.
38 _ 74
40 g 7tf
41 79
42 ^^ 8
43 88
44 91
50 302
S 3
4
59 12
69 13
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73 21
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-!
36 2:
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2
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64
EMS. NS. P BESE. NS. PREMS.I
105 337 104 530 104
40 35
42 2004 41
43 10:0004 44
44 2004 49
46 204 50 204
47 104 59 104
50 _ 64
61 M. 65
6* __ 70
63 73 1004
_ 7 , 83 104
_ 72 ^J 93
92 _ 98
99 _ 608
10 404 pa 11
1004 9 17 ....
0004 15 31 H
1004 20- 34 204
20* 22 - ti 104
104 28 204 42 __
- 31 104 57 Mri
38 61 -
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50 64 M
57 68
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104 65 77 404
69 78 104
72 80 ^m
73 82 1^
76 404 85 pm
94 104 , 87
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__! 97 3 204
_ .500 _ 5 104
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14 _ 19
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3 _ 19
7 _M 21
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*04
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74
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78 -
NS. PRESE. iNS. PilESIS. NS. PRESE. NS. PRESlS.lNS. PRESE. NS. PUBSR.
12S0
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, t04
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404
If-J
O; e*errv5o, Swtriano Jote dt Moura.
Pern = fyp, deManoel Figutiroa-dt fariaic Filho= 1863.


9
Diario de Feroamfeiieo H*>t,ma lelri le nrremhro de 1 S3.
que
LITTERAT1A;
A Irma da carldade.
Non habebis dos htenos coram me
Bom sei isso, Yva; respondi-lhe ou es-
peraremos que Onde o tempodo luto e ento se
causar o nosso enlace.
Assim o prometti a meo pao hora da mor-
te I _murmurou ellae nao serci eu a que dei.
xe de cump.-ir tao sagrada promessa !
Nos dias que se seguirara, repeliu-me o mesmo.
Todava, achava-lhe eu no olhar, no gesto, nao
sei que estranha expresso, que me trazia alvo-
robado, porque de dia para da Ih'a va augmen-
tar.
Dir-soia que a sua alma se alheava das eousas
terrestres e que com os olhos procurava no hori-
>onte un como mundo invisivel.
Paluda e quasi immovel como urna estatua de
marmore, di-la-iuis immersa n'uma especie de
somnambulismo ; pareca viver como que em ex-
tase.
Ao ve-la assim, admirei-mo e entrei de nutrir
receios pelo seu estado.
Um dia, finalmente, expuz-lhe os meus temo-
res e pedi-lhe que seexplcasso francamente.
Nao nada... disse-rae ella lembranjas
tiistes dos que foram d'este mundo I ... Bem sei
que te de ver-me assim, porm que que queres,
mcu amigo f Nao est mais na minha mo !
E o nosso casamento, Yva ? Nao vs
0*4 logo | ser lempo de tralarmos dsso ?
E, travando-lhe da mao, imprimi-lhe um beijo
n'ella.
Ao contacto dos meus labios, a donzella estre-
meceu rpidamente.
Um doloroso presentimento me confrangeu en
tao o coraco por tal forma, que cu, n'um impeto
aITlictivo, exclamei :
Yva I Yva !... Onde esto as tuas promes-
sas I.. Vejo que pode o lempo varrer-le o cora,
jlo a lembranja do nosso amor 1... Porque ta j
me nao amas, Yva I...
Filou-moella os olhos com arde assombro, ven-
do-me a chorar, exclamou :
Meu Deus I Como podes acreditar que nao
ame quem sempre to reservou lugar especial no
seu coraco, alanceado por tantas dores f
E, ao dizer teto, estreitou-me o rosto entre as
mos e beijou-me na testa.
Porm, de sbito, levantou-se como envergouha-
da deste signal de affecto, e fugiu.
Tudo isto s tornava cada vez mais assustador,
mais incomprehensivcl.
Urna angustia febril, um pesar extremo, se apo-
deraram de mim.
Yva notou-o e exforcou-se por se tornar o que
d'antcs era, affectuosa e risonha.
Todava, continua va a mostrar certa abstracto,
certo consirangmento, que eu achava inexplica-
veis.
Assim se passou o ultimo mez do seu luto.
Queres que mande 1er os banhos?Pergun-
tei-llie eu urna occasio.
Amigorespondeu-me ellaesperemos que
me cheguc alguma carta de meus irmos que estao
na China. J passa de um anno que nao tornei a
ter noticias delles.
Porm pode ser que a demora se prolongue
inuilo
Nao!atalhou ella com accento de convic-
ionao tenhas esse receio; breve as terei
Diz mo um nao sei qu, um desses presentimentos
do coraco que nunca falbam.
Insist anda.
Yva supplcou-me que nao lhe recusasse aquella
ultima espera ; pedi-m'o de mos erguidas e com
as lagrimas nos olhos.
Resignei-me a esperar.
Porm nao esperei muito.
Ao outro dia a tarde quando, chegava a casa de
Yva, vi sabir delta um augusto prelado, o bispo de
Rennes.
Subi rpidamente c avistei Yva, amarella como
urna cera, de joelhos entrada da porta.
Interroguei-a urnas poucas de vezes, porem de-
balde. Pareca que nem me ouvia.
Finalmente toquei-lhe no hombro.
Viroa-se repentinamente para mim, conheceu-
mc, levantou-se vagarosamente, chegou-me a pol-
trona do velho Penhocl e dsse-me :
Escuta o que acabo de saber e a mnha re-
sol ujo.
amigo..
Espero que me comprehenders, meu
Es,
feriu.
pouco mais ou menos, o que Yva me re-
VII
Aps algom tempo de provajoes, Gabriel e Ben.
jamin haviam conseguido fundar n'uma das pro-
vincias mais remotas da China, em Koaangi-si, o
que os missionarios chamam umachristandade.
Esta humilde e primitiva parochia, perdida no
meio de urna regio montanhosa, na margem de
um grande ro, compunha-se a principio apenas de
algumas choupanas, habitadas por pobres parias
convertidos ao culto do verdadeiro Deus.
I ou ; todas as ms paixes, todos os crueis nstinc-
tos da raja asitica, foram excitados, desencadea-
1 dos contra elles.
No mesmo dia em que, reunidos na capella, da-
Tam grajas Dens por os ter livrado da persegui-
jo, a aldea foi cercada, invadida por soldados vi-
dos de pilhagera, sequiosos de sangue.
Era um verdadeiro exercito de tigres'.
Impossivel se tornava a resistencia.
Intimaram os chistaos para que abjurassem a sua
crenca.
Recusaran!.
Debalde pozeram fogo a aldea, debalde os amea-
jaram com a morto; debalde torturaram uns, cru-
cificarara outros.
Nem um s fraquejou, anda defrontados com
os mais atrozes suppl icios.
Verdade que os mais cruelmento martyrisa-
doseram os irmos Penhoel, cujo exemplo ser-
via de alent aos outros, e o herosmo pareca mi-
lagro.
Ao mesmo passo que sorriam para os algozes,
enthusiasmavam as victimas e cantavam es louvo-
res do Senhor.
Finalmente os tigres, esperanzados de vencer
tamanha coragem, imaginaram um terrivel meio
de acabar com a sua nefanda obra.
Pegaram em toda a christandade, homens, mu"
Iheres, velhos, cranlas ; finalmente, em todos,
excepjo de alguns que se estorciamjagonisantes as
grossas e sinistras cruzes, elevadas aqui e alm en-
tre as ruinas fumegantes da aldea incendiada, e
metteram-os n'uns barcos, que se achavam no rio,
fendidos no meio por um alcapo.
Os dous irmos foram os ltimos.
Chegados aos barcos ao meio do rio, abriram-lhes
os alcapes e todos os christios ficaram submergi-
dos.
A maior parte desses infelizes voltou tona d'a-
gua, procurando-se, chamando-se, abrajando-se,
pn'um supremo esforjo.
Ao mesmo tempo, os soldados que se achavam
em cada margem, armados de arcos e mosquetes,
os cr i va va ni de f rechas e balas.
De espaco a espajo dous eppostos rumores se
cruzavam no ar.
Entre os algozes, gritos, risadas ferozes.
Entre as victimas, gemidos, cnticos e orajes-
Por entre esta multido meia submersa, viam-se
andar Gabriel e Benjamn de um lado para o ou-
tro com urna mo nadando, com a outra aben-
coando.
Nao tardn muito que ao de cima d'agua apenas
ficassem alguns poucos grupos de victimas em tor-
no delles.
Admira va e commovia, ao mesmo tempo, o es-
pectculo daquelles ltimos infelizes, forcejando
anda por salvar-se.
Aqui, urna me levantando cima das aguas um
filhinho.
Alm, dous esposados despedindo-se n'um derra-
deiro abraco.
Mais longe, o rio coalhado de cadveres fluc-
tuantes, j quasi de todo submersos as aguas cor
de sangue.
Finalmente, ao meio d'esta scena de horror, Ga-
briel e Benjamn nadando e abenjoando anda.
N'isto, a detonaco de duas descargas geraes, da-
das successivamente de cada margem.
E no rio um derradeiro grito I
Nn au a ds orolhtrs do mimoso retMnTlO
existia ja 1..
Os nicos sobreviventes cram os dous pastores,
anda nadando e abenjoando.
Alfim, cingiram-se mutuamente com um braco e
ergueram o outro para o cu.-
E n'aquella posicao os ferlram algumas balas,
como para os reunir na mesma morte.
Nada mais se tornou a ver na superficie de
rio, aqu e alm Ungido de manchas vermelhas, do
que duas balinas negras arrastadas na crreme.
At entao os algozes, agglomerados as duas
margens, haviam presenciado a sua obra homicida,
cantando, rindo e danzando, como cannibaes ebrios
de carnificina.
Quando, porm, perderam de vista a ultima vic-
tima, quando o silencio da morte pairou sobre o
rio, estacaran) de sbito e calaram-se, como que
envergonhados do que haviam feito e consternados
com a luz do dia.
Quem sabe se, no meio dos claroes avermelha-
dos do sol cadente, cuidaran) entrever as sombras
dos martyres alando-se para o ceu ?
VIH
Tal foi a narraco de Yva.
Depois, filando-me com meigo e triste sem-
blante:
Meu amigo,dsse-me ella-bem vs que
agora nao pode ter lugar o nosso casamento
Agora de certo nao, mas d'aqui por alguns
mozos... d'aqui a um anno.
Nunca I .
De balde quiz protestar em nome do nosso amor
Ella atalhou-me com supplice gesto e depois con-
tinuou com voz dolorosamente opprimida, mas fir-
memente resoluta :
Mas, desde esse dia, a*pobre -donzella cntrou de
defecar-se, de perder tanto as cores, que eu re-
eeei v-la adoecer, acreditei ser chegada a sua
ultima HobuJ t I TTT O
Nao que ella se queixasse, a valorse e generosa
bretona I Longe d'isso, nem se quer me tocava na
febre de ardente zelo que a devora va !
Apenas, quando encontravamos alguma irma
elle ouvisse, come se estlvesse segnindo com o
olliar urna sombra que s elle divisasse por entre
a sscurido.
Respeitando este doloroso silencio, o outro offlcial
circumvagava lentamente os olhos pelo horisonte.
Um claro avermelhado assomou no oriente.
Ao mesmo tempo, o clangor de diversas trombe-
da caridade, seus grandes olhos negras se reaui- ts' como que desPerla(las pela aurora, resoou no
mavam e assumiam um como celeste fulgor. acamPament-
i_. Era o signal da lia tal lia.
lao depressa eu a deixava, assim corra imme-! rv. *,. ..
diaumente a confortar os enfermos, os pobres os' *"? T ^ ? ^ ^
afflictos, como irma que j era d'elles. companhia, porm nao sem urna derrade.ra vez se
apertarem mutuamente as maos, nao sem dizerem
Um dia, fui encontra-la a ensinar a doutrina a um ao outro :
um bando de creaneas po'ires, a quem despojara Deus nos d boa sorte !
dos andrajos que as cobria, fazendo-os substituir \ Para o bretao a boa sorte era morrer.
por um tacto novo e completo, comprado sua Morrer com Yva.
cns,a- Dsso tinha o presentimento, urna como espe-
Sublime e pathetico espectculo, qne, aps, de- ran?a
morada reflexo, me obrigava a perguntar a mim
mesmo se eu tinha direito de monopolisar para
estivesse applicando o ouvdo a urna voz que s quasi sempre elle anda os ouvia com as cartas
Tinha-a to quente, que
i '.raras aos perseverantes esforcos e attractiva
virtude dos dous jovens apostlos, a colonia cres-
ceu o prosperou rpidamente.
Numerosas vivendas se elevaram naquella pla-
ga, at entao deserta; os campos adjacentes foram
arroteados c intelligcntemente cultivados, porque
os filhos do honrado piloto nao s ensinavam a re-
ligao, mas tambem o trabalho.
Este trabalho foi abencoado por Deus; a chris-
tandade nao tardn a possuir cabedaes bastantes
para, no meio da,melle paiz idolatra, erigir urna
capeila coroada pelo symbolo da rederapjo.
Todas as virtudes evanglicas, todas as possiveis
beatitudes vegetavam, pacificas e ignorantes, na-
quelle simples boceado de trra, que os irmos Pe-
nhoel tinham convertido n'uma especie de pa-
raizo.
Nao tardn muito que a sua reputaco se esten-
desse ao longe, attrahindo-lhes novos prosely-
tos.
Mais algum tempo e toda a provincia, tal vez, es
taria christa.
Nao o desejava assim, porm, a inveja des sacer-
dotes de Bouddha, cujo fanatismo acordou a raiva
dormente dos perseguidores e algozes.
Esta primeira borrasca em nada abalou os ir-
mos Penhoel, que a principio a repelliram com a
omnipotencia da bondade e da f.
A raiva dos seus inimigos ainda mais augmen-
Escuta-me at ao fim, que assim myster.
Na minha familia foi sempre coslume consagrar-
se um de seus membros ao servijo de Deus. Mor-
reram meus irmos ; o meu de ver tomar o lugar
d'elles. Desejo entrar n'um convento, fazer-me ir-
ma da caridade.
Nao me admira isso, Yva, por que j me
nao amas I exclamei eu por que nunca me
amaste I..
Ama va, amo-te ainda e sempre leamarei I
respondeu ella.Se nao v como eu choro, dizen-
do-te adeus I Confrange-me o coraco a idea de
deixar-te, porm sao gratos ao Senhor os sacrificios
d'esta especie.... porm eu ouco urna voz que me
chama para elle, que me manda consagrar a exis-
tencia aos pobres, aos enfermos, a todos aquelles
que soflrem !...
E ento figura-se-te que eu nao pertenco ao
numero d'esses ? atalhei eu com accento de an-
gustia. Desle-me a tua palavra : hei de disputar-
le seja a quem for, mesmo ao proprio Deus 1
Yva poz-mc a mo na bocea, e, sorrindo-se por
entre as lagrimas, atalhou :
Nao olvidei a minha promessa, Kerkadec,
porm confio qne tu mesmo me desquitars d'ella.
Nao me digas que nao pode ser. Nao me digas
nada hoje. Deixa-me s e voltars amanba.
Retirei-me, porm protestando a mira mesmo j
mais renunciar posse d'aquella que o meu cora-
cao escolhera e que por si mesma sanecionra esta
escolha.
mm so tantas generosas inspiraces, tantas vir-
tudes I
Oh descrever todos es combates que travei co-
migo mesmo, explicar quanto solfri, -seria impossi-
vel !
Pareca que at Deus se conspirava contra mim,
que se oppunha minha felicidade !
Urna tarde, finalmente, ainda hoje nao sei
dizer como isto foi I andando ambos a passear
ao longo dos rochedos da costa, to insensivelmen-
te fomos caminhando, que, por ultimo, nos adia-
mos, sem querer, a grande distancia da cidade.
Paramos, pois, e eu, vendo que a minha com-
panhera ia de lodo cansada, fl-la sentar na borda
de um rochedo.
Sublime e melanclico espectculo se desenro-
lava, aquella hora, diante de nos I
A nossos ps, o ocano, cuja magestosa voz pa-
reca ter emmudecido.
Por cima denossas caberas, um cu resplande-
cente de estrellas.
Ao kmge, no meio de urna perspectiva allumiada
pelos claroes azulados da la, um campanario.
O campanario de um convento de freirs.
N'isto, o toque melanclico de Ave Maras que-
brou de sbito o silencio que nos rodeava.
Urna especie de forja invcncivel me obrigou a
curvar a cabera e a reflectir durante alguns mi-
nutos.
Quando levantei a rabeja e detei os olhos a Yva,
o rosto d'ella pareceu-me branoo como a cal.
Olhava filamente para o campanario e silencio-
sas lagrimas lhe innundavam o rosto.
Travei-lhe da mo...
pareca de lume.:
Yva, exclamei eu tu tens febre !
Tenho respondeu ella a febre da cari-
dade I
E, ao dizer isto, sorria-se com o sorriso de um-
anjo que aspira ao cu.
Vejo que nao ha fazer-te mudar repli-
quei eu, solucando.Assim o queres irrevogavol-
mente I
Sempre consentes ento ? pcrgualou-me
ella com signaes de extrema alegra.
O som do campanario de novo se fez euvir, como
a chama-la para o mosteiro.
Val... vai... j que assim o queres disse eu,
calimbo do jueHw com a caneca escondida entre
as mos.
Mal proferir estas palavra-, senti nos cabellos
um como beijo furtivo... ouvi um rpido rumor
de passos dirigindo-se para o lado do campanario-
Debalde tentei levantar-me, correr aps ella___
Fiquei como que eollocado no sitio por urna mo
de ferro 1
Quanto tempo estive eu assim?
Ignoro-o.
O que sei que, quando voltel a mim, quando,
finalmente, pude erguer-me para correr atraz de
Y*va, j era demasiado tarde.
J sobre ella se tinham fechado as portas do con-
vento.
Ao outro dia fui l.
Recusaran) abrir-m'as e o mesmo teve lugar nos
das seguintes.
Desvairado, extenuado, lavado em lagrimas, an-
de errante como um louco pelo meio dos campos,
at de todo me abandonarem as forcas, at cahir
semi-morto borda de um fosso.
Em seguida a isto, sebreveiu-me urna violenta
febre.
Quando alfim fui considerado livre de perigo,
quando recuperei a memoria, o meu amor, viva
ainda comigo, porm vencido, resignado.
Um nico desejo' alimeniava no coraco : ver
anda pela ultima vez aquella que para sempre ha-
via perdido.
Um digno e virtuoso ancio, ura rcspetavel ec-
clesiastico que me tinha assistido e consolado, me
disse :
Na vespera do dia em que se achar com for-
cas de partir para o seu regiment, eu mesmo o
evarei a v-la.
Oh 1 com esta esjieranca a minha convalescenca
progrediu rpidamente.
Passado pouco tempo, achava-me eu em estado
de poder partir, e^o digno ccclesiastico cumpria a
sua promessa, levando-me a ver Yva.
Perdoa-metdisse ella, adevinhando pela
minha pallidez quanto eu tinha soffrdcPerdoa-
me, meu querido amigo 1 Tenhamos confianca em
Deus, que de infinita bondade... Elle rene no
outro aquelles que sua vontade separar neste
mundo I... Elle esposa as almas no cu 1... Ani-
mo, meu irmo; paciencia e animo I
E, como derradeiro penhor de affeico terrestre,
deu-me esta medalha de Nossa Senhora de Auray,
acrescentando que com ella seria preservado de
perigo.
Desde esse dia, nem Y'va nem eu nos tornamos
a ver.
Porm numerosas vezes, as horas melanclicas
das noutes passadas nos acampamentos, tenho dito
comigo, filando os olhos no cu, no cu onde ella
prometteu que nos encontraramos :
Se algum dia nos toruarmos a encontrar, se-
r porque a hora da nossa junego na presenca de
Deus nao vem longe !
Estranho presentimento, que se tornou para mim
quasi em e>peranca!
Julga, portanto, da minha commoco, da minha
alegra t
Aquella mulher que ha pouco viste passar,
aquella sror Thereza... sabes quem ? Yva 1...
IX
Caliou-se o capito Kerkadec, porm conservava
a mesma attitude immovel e pensativa, como se
E assim foi, que logo no principio do combate
cahiu ferido monalmente.
Urna irma da caridade, conduzida por um pro-
videncial acaso, acudiu a soccorr-lo.
Essa irma era sror Thereza, era Yva t
Kerkadec j nao poda fallar. Porm conheceu-a
e teve anda forja para lhe mostrar a medalha de
Nossa Senhora de Auray, que religiosamente tra-
zia junto ao coraco.
Ao mesmo tempo com a outra mo aponlava pa-
ra o cu.
Sror Thereza comprehendeu aquelle mudo
adeus. Desde o dia antecedente, em que reconhe-
cera o seu esposado, senta egualmente no fundo
do corago a mesma aspiraco.
Sim,respondeu ellapois sira... nao tar-
dar muito que...
Nao pode concluir. Urna bala, que acabava de
acertar-lhe em ebeio no peito, a prostou moribun-
da junta do moribundo amante.
Assim expiraran) ao mesmo tempo, com os olhos
fitos um no outro, com as mos mutuamente en-
lajadas.
E por sem duvida tenhoacresecntava o of-
flcial a qnem devo eonhecimento desta historiae
por sem duvida tenho que assim chegaram ante o
thronode Deus, que l no cu ratifica eternamen-
te estas santas e mallogradas unies de duas al-
mas!
(Carlos Dkslts.)
(Commercio do Porto.)
0* veteranos da imprensa militante n
Inglaterra.
BIOGBAPHIAS ANECDTICAS DOS JORNALISTAS E
PABMCISTAS INGLEZES.
III
Stirling.Uackintosh.Fergvsson.
(Continuajo.)
Oulra potencia do Times nessa poca era o indi
vduo a quem chamavam Jpiter tonante, se bem
que os trovos se fizessem ouvir muito menos
vezes de que a voz quolidiana de liarnos ou de
Marray. Fallo de um Inglez chamado Stirling,
natural do condado de Londonderrj.
M. Stirling, -segundo creio, foi educado no col-
legio da Trindade em Doblin, e encetou a carrei-
ra da advocacia em 1791. Ouvi dizer a um dos
mais eminentes magistrados da Irlanda, que M.
Stirling fizera militas defezas no tribunal dos As-
sizes, mas d'ahi a pouco tempo alistou-se no exer-
cito, Gzeram capito do 16 regiment de catal-
laria, e em 1811 elle publicou algumas brochuras
sobre um projecto de reformas militares. Real-
mente chamou sobre si a attenco publica quando
sahiram luz as suas Cartas de Vetut.
O estylo dessa obra, escripia em defeza de lord
Wellesley, era firme e enrgico, essas cartas foram
lidas pelo ex-gevernador geral das indias, e deram
limar a que 11. Stirling r relarionasse cora elle
em urna occasio em que este era ministro dos
negocios estrangeiros, e ostava muito em contacto
com o Times.
Ou fosse por isso ou nao, o facto que no fim
do ministerio de lord Wellesley, em 1812, j M.
Stirling comecava a escrever no Times. Em 1814
e 1815 eslava elle definitivamente empregado nes-
sa foHha onde discuta em estylo forte a poltica
geral.
. Quando eu o conheci, em 1828, gosou elle no
Times de urna autoridade incontestavel, e era sem-
pre de preferencia incumbido da redaeco dos ar-
tigos relativos Irlanda.
Durante a dscusso sobre o bil da reforma
parlamentar, em 1831 1832, escreveu afouta-
mente sobre esse assumpto, e prestou relevantes
servijos ao ministerio de lord Grey. Foi em at-
tenjo a esses servijos que lord Durham e lord
Duncanon (izeram grande empenho para que Stir-
ling fosse admittido ao club de Brooke, e conse-
guiram, nao sendo sso cousa 'fcil, pois haviam
nesse tempo, como ainda hoje ha, nos clubs cor-
tos prejuizos que tendem a arredar d'alli os jorna-
listas.
Em 1832, Stirling era um homem de perto de
60 anuos, de presen ja grave e austera, de carc-
ter reservado, e de genio pouco communicalivo.
Nunca tornava .'parto na conversaco geral, com
quanto lhe prestasse sempre attengo com todo o
tino de um observador. Evidentemente a pales-
tra nao era o seu forte, e pde-se dizer que con-
servava-se em urna neutralidade sempre armada :
porm era um poderoso escriptor, mais notavel
pela coragem e energa do que pelo elegancia ;
e era mestre na arte do acabrunhar e esraa-
ou a penna na mao.
Pois ainda o mesmo; passa as noutea redi-
gindo artgos para os jornaes, ea maior pitre del-
tas passa-as ao jogo.
Durante 10 ou II annos, de 1790 1801, disse
Mackintosh, eu tambem escrevi muito para a Im-
prensa peridica, mas nunca me entreguei pai-
xodo jogo, comquanto esse vicio estivesso ento
muito mais em moda de que hoje. Muita gente
suppoz que na minha, mocidade eu escrevia para
ter que comer, m?s ao ha tal. Peuco depois de
ter sabido da Escossa", vend as minhas proprie-
dades por dez mil libras esterlinas e foi com essa
quantia que me etiabeleci na Inglaterra. Vivi
algum lempo em Bath e em Londres na melhor
sociedade, e depois fui viajar pelo continente a fim
de aperfeijoar-me as linguas franceza e allema,
e arranjar urna biblioteca. Sdepos de ter des-
pendido grande parle do meu capital, e ter-me ca-
sado, que recorr minha penna.
M. Mackintosh disse-me quaes foram os jornaes
em que estreou, e como o habito desse genero de
composieo tornou-se para elle verdadeira paixao
necessaria sua existencia e sua felicidade. Se-
gundo elle me disse, os seus primeiros trabalhos
apparecram na Orculo, onde era exclusivamente
incarregado de tudo quanto diza respeito pol-
tica esirangeira. Mauifestei a opimo de que os
redactores de jornaes eram muito menos bem pa-
gos no secuto passado do que em 1824 e 1825,
porm Mackintosh nao era do mesmo parecer, e
disse que a differenja nao era grande ; desde o
anno de 1790, elle receba ordinariamente do Ora-
culo cinco ou seis guineos, e s vezes dez guineos
por semana. Os seus trabalhos no Chronicle ero
principalmente relativos Franja e poltica es-
trangeira, e o seu Estado sobre Mirabeau exigir
muita appljcaco e cuidado. Os seus artigos no
Monthly Reytew e no British Crttie tratavam es-
pecialmente dos negocios exterieres, assumpto de
que elle muito gostava.
A Vindicice Gallicioe (a galha vngada), pam-
phleto em resposta obra de Burke sobre a revo-
lujo franceza nao rendeu ai) eloquente Mackin-
tosh seno unas trinla libras esterlinas : E' ver-
dade, disse elle, que o meu editor de seu motuo
proprio elevou essa somma a rento e vinte libras,
mas, se eu fosse remunerado na proporgo da
aceitaco que teve o meu folheto, receberia pelo
menos' duzentos guineos pela primeira edico.
Na poca em que elle publicou o Vindieioe Gal-
licioe, Mackintosh ponencia corporaco medica,
e, creio que, s em 1703 e que se matriculou em
Lincoln's Inn como estudante de direito. Nesse
tempo nao gostavam de admlttir entre os ju-
risconsultos homens que escrevessem nos iornaes,
mas o genio affavel e as boas maneiras do Mackin-
tosh aplanaran) todas as dfficuldades por esse
lado. Alm dsso, haviam j exemplos de tacs
adraisses. Os trabalhos de Mackintosh no tribunal
dos Assizes, nao o (izeram abandonar os luteranos j
e polticos.
Em Cambridge, ejii Bury, em Norwch, durante
a sesso dos Assizes, as horas vagas elle eslava
sempre lendo obras desse genoro. O curso de di-
reito natural e direito das gentes que elle estudou
em Lincoln's Inn, em 1799 e 1800, nao (izeram
arrefeccr o seu zelo pela imprensa quotidiana e
hebdomadaria, e os seus contemporneos nao o
censuravam por isso.
Os conhecimentos que tinha Mackintosh da po-
ltica dos diversos estados da Europa, e a sua pra-
tica de tratar do tacs assumptos nos seus escriptos
diarios (izeram com que fosse escolhido para de-
fensor do jornalista Peliier, no processo que o go-
verno intentou contra elle requisicao do primeiro
cnsul em 1803. Peliier era um realista francez
que se cstabeleera em Londres eml792eem-
prehendera a publicarn de um resumo peridico
intitulado o Ambiguo. Ahi lancava invectivas con-
tra Bonaparte, e por isso, Mr. Otto, ministro da
Franca, em Inglaterra, exiga que elle fosse puni-
do. Na correspondencia diplomtica que se travon
por esse motivo, o governo inglez dizia a princi-
pio que nao poda ir de encontr s leis que, na
Inglaterra, garanten) a liberdade da imprensa,
mas o primeiro cnsul insistiu de tal maneira, s
para ter o praser de humilhar Peltier, que a final
Mr. Spencer Perceval, ento procurador geral,
obrigou-o a comparecer perante um jury especial
presidido por lord Ellemborough. Esse processo
foi julgado em 21 de Janeiro de 1803, e concorreu
a elle um immenso auditorio, com quanto na ma-
nha desse mesmo dia, a attenco do povo tivesse
sido distrahda d'ahi pela execuco do coronel
Desnard condemnado por crime de alta traico._
Bem raras vezes se tem apresentado urna to
sublime defeza, e, segundo disiam os iuizes, e al
os proprios aecusadores, Mackintosh fallou a fa-
vor do seu cliente com toda a forca da razo e
todo o ardor da eloquencia. Todava, como o cri-
me de que era acensado ataca va a pessoa do pri-
meiro cnsul, e como o que se quera era a paz
com a Franja, o ru foi reconhecido culpado; po-
rm veiu logo o tratado de Amicns que dispensou
Peliier de cumprir a sua sentenca, Mackintosh en-
vin um exemplar da sua defeza aMmekdeSteul,
que lhe respondeu : Esse discurso, da mais bella
eloquencia, commoveu-me al o fundo d'alma.
t Os grandes escriptores podem as vezes sem
querer consolar os infelizes emqualquer paiz e em
qualquer tempo. A Franja eslava toda to silen-
ciosa roda de mim, que essa voz vindo de repen-
te responder minha alma parecia-me baixado do
cu...... vinha de um paiz livre. A defeza de
Peltier frita por Mackintosh contra o primeiro
cnsul tornou-se muito rara, e isso nos aulrisa a
citar aqui a ultima phrase dola : Um rei da In-
glaterra que tolhesse a liberdade da imprensa no
seu paiz, por si mesmo minara a base do seu
throno; seria isso impr silencio trombela que,
as horas do perigo, chamar toda a najo para
reunir-so roda da sua bandeira.
Pouco lempo depois do processo de Peltier, Mac-
kintosh foi nomoado assesor (recordtr) em Bom-
baim, cargo que elle teve de accumular ao de juiz
do tribunal do almirantado. No exerccio deste
ultimo emprego, teve occasio de mostrar qne
possuia um perfeito eonhecimento do direito das
gentes de que fizera brilhantes exames em Lin-
coln's Inn. Esses exames lhe valeram um elogio
de Mr. Pitt; dizendo-se isto, tem-se dito tudo. Mac-
kintosh esteve na India at 1811. Quando voltou
Inglaterra, eluito membro do parlamento para
gar um adversario. Stirling tinha perfeito eo-
nhecimento da historia parlamentar, poltica e
geral do seculo passado, mas como nunca o ouvi ahl representar primeiro INairne e depois Knares-
fallar em litteratura, nada posso dizer da sua! boroughs dstinguiu-se nos bancos da opposicao
instruejo a outros respeitos.
Em 1824 ou 1825, um dos meus amigos deu-me
urna carta de recommendaco para sir James Ma- ^P"1?0 j1""?,'.. :
pelos eloquentes discursos que proferiu sobre ques-
tes de leis internacionaes e sobre a reforma do
Muitos artigos forneceu elle
ckintosh, que eu desejava muito conhecer. Sir Remtade hditturgonos \tale, annos que. decor-
James era ento ura dos chefes dos whigs no par- rerara de ,813 a 1833- Mas fo1 esse 1uaf exclusi-
lamento; onde se distinguir pelos seus discursos vamente o seu trabalho para os jornaes depois que
sobre questoes de polticaestrangeirale delleis inter-1 voltou da India.
nacionaes ; nesse tempo, s homens muito|impor-' Sr James Mackintosh possuia urna excedente
tantes se animavam a tratar de to altas questoes. bibliotheca, rica de historiadores da Franca, da
e, sejadito de passagem, hoje em da nao acontece: Italia da Allemanha e de muitos obras dignas de
jjsi^ i consultar-se. De todas as bibliothecas que tenho
Con'cebe-se fcilmente que o enthusiasmo da vist0 era essa sem duvida a mais apropriada aos
mocidade (em 1824 ainda eu era muito joven) fe'esludos de um autor, de um publicista, de um
com que eu vidamente aproveitasse a occasio membro do parlamento e como eu fiz a acquisigao
de ver um personagem que nao smente reprehta-;de algumas obras que lhe pertenceram, posso
raum papel no jornalismo, na litteratura, na le- aes'ar que ellas foram muitas vezes lidas ereli-
cislacV e na polilica, como tambem, era alm das I*10 seu antigo possoidor. Esses obras conlem
disso lente de legislace e poltica, no collegio das urna quantidade de notas a lapis, das quaesamaior
indias orientaes, em llaileybury, Sir James, que, P^je sao escripias era francez.pelo proprio punho
nessa poca nao tinha casa de residencia em Mr. Mackintosh Em um volurae das obras do
Londres, marcou-me urna entrevista no club whig, a baae Morrellet (se estas palavras: Deu-me
aoqual vim apertencer poueo tempo depois. En- el'e mesmo em Pars, em outubro de 1802, J. M..
contrei o nosso Ilustre representante almojando Na colleccao das obras do Turgot, encontre sob o
e divdindoasua attenco entre o cha, as torra- falsotilulo de Conciliador ou cartas de um eccle-
das com manteiea e o Horning-Ckromcle, que era stastteo a um magistrado, a seguinte nota escripia
ento o peridico liberal por excellencia. Mackin- a Penna : Este livro foi enripio por Mr. Turgot e
losh era um homem de elevada estatura, de vasta ^ade Morrellet, logo que sahiram de Sorbonna
corpulencia devida aos seus estiidos sedentarios onde esludaram juntos Esta informacao obtive-a
e averso que tinha por tudo quanto era exer- f velho abbade Morrellet, em Para, no outono
cicio a p, de phisyonomia sizuda mas agradavel, ae '"z. J- Mackintosd.
de boas maneiras, e de 60 annos de edade pouco ae <*>*.
mais ou menos. Apesar de estar fra da Escossia Possuo tambem um exemplar da Historia da Re-
havia mais de 35 annos, de ter vivido entre Ingle-' volucao por Thiers, que contm este autographo :
zes e viajado em pazes estrangeiros, tinha um as- Homenagem do autor a Sir James Mackintosh. Pa-
sento escossez to pronunciado como se nessa ma- ris, 1823. Encontram-se diversas marcas lapis
nha tivesse chegado da trra das broas de nos dous primeiros volumos dessa obra, para qual
aveia. iMr- Thiers nao achou editor seno depois de ter
Na minha primeira visita, lerabrei-lhe os dias associado ao seu nome o de M. Flix Bodim I.....
da sua infancia quando Benjamn Constant era Lm dos livros que attrahiram majs compradores
seu condiscpulo em Edimburgo, e elle respon- ao lellao da bbliotheca de Mackintosh era 1833 foi
deu-me: a Hi*tort_ de Jorge II, por Adolphns, em tres vo-
Como ficeu Constant quando vos separastes lumes: No*aviaul vez urna pagina dessa historia
delle cm Paris t .ue n.* tivesse notas lapis, e notas de exressiva
Bom, disse eu, sua sade nao muito robusta, severidade. Esses tres volumes foram arrematados,
e elle imagina ter urna co.nplicacao de molestias por alto preco, pelo poeta Rogers ou Richard Sharp,
te sciencia de todos os autor de um lindo livro intitulado : Ensaios e car-
Bombaim, 8 de agosto
gogia e aos demagogos, e nao dissimulava a re-
pugnaBcia que lhe inspirava O' Connell, que, vindo
landres na oota de que fallo, com urna depu-
ttjao de catholwos da Irlanda, andava ahi sempre
em companhia de membros da opposico.
Conheci era 1825 ou 1827, um outro escriptor,
contemporneo e amigo de infancia de Mackin-
tosh : fallo do fallecido Robert Fergusson. Entre
elle o Mackintosh havia mais deum ponto de se-
melhanca. Erara ambos Escossezes, iilhos de boas
familias e dolados *de opinioes liberaes: ambos
adquiriam instruejo viajando; gostavam de lit-
teratura e da sociedade franceza, eram membros
de Lincoln's Inn, e llguraram na tribuna dos
advogados quasi que no mesmo tempo. Desde o
anno de 1792, -Fergusson comecou a publicar no
Chronicle as suas idt>as sobre a reforma parlamen-
tar applicavel Escossia, e mais tarde desenvol-
vers em um pamphleto sobre o mesme assump-
to. Mackintosh fizera publicar pouco antes a sua
Vindicice Gallicice, e creio que os dous amigos (ize-
ram juntos urna viagem Franja na primavera de
1792. i^stou bem certo de que Fergusson acha-
va-se em Paris em 1792, na occasio em que a
Franja era o theatro de acontecimentos que sao
uns a gloria e outros a vergonha da especie
humana.
L'm povo que lula pela sua liberdade, d sem do-
vida um espectculo digno dos deuses ; mas,
inegavel tambem, que as atrocidades |de um Ma-
rat, querendo que cahissem duzentas e sessenta
mil caberas para assegurar a paz da Franca, me-
rece a reprovajo dos homens e o castigo co cu.
O facto c, que nesse tempo haviam em Paris mui-
tos mocos inglezes seduzidos pelas sonoras pala-
vras de liberdade e eguaidade, e nesse numero es-
tavam M. Huskisson, lord Thanet c Robert Culler
Fergusson.
Ouvi lord Henrique Teynham, que j morto
ha vnte e cinco annos, referir que vira no club
dos Jocobinos Huskisson com um toreado na mo
e Cutirr Huskisson sentado ao p delle ; mas eu
nunca dei jsdito a essa anedocta.
Um lio de Huskisson, o doutor Gerard, medico
da embaixada de Inglaterra, foi qnem arrancn
seu sobrinho doperigoso terreno em qne pisa va, e
f-lo voltar Inglaterra como secretario particular
do embaixador lord Levesson Gower, que d'ahi a
pouco lhe arranjou um emprego na theseuraria.
Fergusson e lord Thanet conservaram-se em Fran-
ca at lins de 1793 ou principio de 1794; presen-
ciramos acontecimentos de 10 e 11 de agosto;
assistiram morte dos valentes e fiis guardas
sussos e a chegada do re 4 assembla nacional,
que correspondeu a essa confianca enviando Luiz
XVI para urna priso de onde nao sahiu se nao
para subir ao cadafalso.
A narraco dessas terriveis peripecias escripta
por Fergusson foi inserida no Chronicle, acompa-
nhada de reflexoes fetas por Mackintosh. Achan-
do-se de volia era Inglaterra, Fergusson que fra
membro da sociedade dos amigos do povo em
Franja, tomou parte as deliberaces da sociedade
do mesmo nomo em Londres, sociedade cujo pre-
sidente era o fallecido conde Grey, e tinha por se-
cretario Daniel Stuart de quemj falle.
Em 1796 sua penna sustentou nos jornaes whigs
a mojo de lord Oxford para o tratado com a Fran-
ca. Esse facto fez apparecer o joven Escossez, e
quando elle encetou a carreira de adrogado em
1797, ja era con herido pela sua energa polilica e
pelas suas opinioes progressistas.
Filho de boa familia, possuidor de alguma for-
tuna, dotado -de um genio jovial tinha relaroes de
amisade com os chefes dos whigs, como fossem
Fox, Sheridan e Erskine.
Foi na sociedade desses homens e de lord Tha-
net que elle conheceu Arthur O' Connor, cujas fre-
quentes relajos com os whigs feram provadas no
processo contra elle intentado em Madstone no
anno de 1798.
Nesse processo, cujos rus eram O' Connor, O'
Coigley, Binns, Alien e Leary ; Fergusson foi en-
carregado da defeza de Alien.
O padre irlandez O" Coigley foi o nico reco-
nhecido culpado, condemnado morte e executa-
do em 7_ de junho de 1798.
Em vo protesten elle a sua innocencia at mes-
mo no cadafalso, cm vo tomou Deus por leste-
munlia de que nao fra portador de corresponden-
cia alguma para a Franja, c nunca fizera parte de
sociedade alguma secreta, esse infeliz, que alias
era um sacerdote muito instruido e um homem
Ilustrado, morrea na forca. (1)
To desgranado facto deu lugar a scenas tumul-
tuosas, em consequencia das quaes lord Thanet foi
condemnado a um anno de priso na Torre de
Londres, e M. Fergusson a deten;o pelo mesmo
espaco de tempo na priso do banco do rei. Quan-
do sahiu dessa triste morada, Fergusson viu-se em
urna posijo que attraha sobre elle os olhos do
publico.
Os chefes do partido liberal facilitaram-lhe en-
sejos de aproveitar o seu intento, mas elle conhe-
ceu que as suas opinioes nao lhe permittiriam al-
canjar verdadeiros triumphos na tribuna da advo-
cacia, em quanto os tones eslivessem no poder.
n vista disso, Fergusson tratou logo de embar-
car para Bengala. Nesse tempo era indispensa-
vel o consentimento dos directores da companhia
das Indias para se poder penetrar as suas posses-
soes, e elle nao poda esperar que isso lhe fosse-
concedido.
De sorte que, ouvi referir que elle tomou passa-
gem em um navio na qualidade de simples raari-
nheiro, e que se introduziu em Calcutta por con-
trabando, se assim se pode dizer.
Entre tanto, a sua instruejo e capacidad bem
depressa o elevaram muito cima dos seus rivaes
na advocacia de Calcutta, e tinha sempre urna
multido de processos a tratar.
Occupou sempre ahi o lugar de primeiro advo-
gado, e, quando M. Rpantie voltou para Inglaterra
em 1823, foi elle nomeado promotor publico de
Bengala. Fergusson occupou esse lugar durante
dous annos., e, em 1825, depois de urna ausencia
do vinte annos, e achando-se senhor de urna for-
tuna de duzentas mil libras esterlinas, regressou
sua patria, passando pela Persia, Russia, Polonia,
Allemanha e Franca.
Em 1826, foi eleito membro do parlamento, e
as sesses seguintes viram-o sempre votar com
os seus amigos amigos os whigs.
as eleices geraes de 1830, 1831 e 1832, elle
foi reeleito e fallou com toda a eloquencia res-
peito da Polonia.
Fez tambem um hbil e explendido discurso ea
favor da companhia das Indias, mas esse discurso
diminuiu lhe a popularidade.
Finalmente, era 1834, o conde Grey, cujas ideas
sobre a reforma elle defender por meie da sua
penna no Chronicle, e por suas palavras nos mee-
tings, durante quarenla annos, nemeou o jutat ad-
vcate e membro do consclho secreto.
M. Fergusson foi chamado pelo ministerio Me-
Ihourne para deserapenhar essas mesmas func-
jcs, e conservou-as at 1838.
Sua edade ( tinha sessenta annos quandojentrou
para o parlamento) ne lhe permiltia alcanjar gran-
des triumphos oratorios, mas todas as vezes que
tornava a palavra. fallava cora felicidade, energa
e preciso.
Sua linguagem, clara, correcta, e vigorosa, era a
de um homem acostumado a coordenar e expor os
seus argumentos.
Fergusson, tal qual eu o conheci desde 1827 at
1838, era um perfeito cavalheiro que, tendo lido
muito e visto muita cousa, soubera tirar proveito
da leitura eda experiencia, porm eslava j muito
rico e muito indolente.e por isso nao se applicava s
questoes de interesse publico com aquelle zelo e
actividade de que dera tantas provas em 1805.
J lhe aborreca o trabalho, s mesa, mterpuen-
te qne se pedia obter delle a narrajo de algum
facto inieressante dos lempos ou dos companhei-
ros de sua mocidade.
Fallava sempre de Erskine eom affectuosos elo-
gios, e de Mackintosh com ternura; mas votava a
lord Eldon um odio implaca vel, e o sentimentoque
nutria por lord lledesdale, chaocellor de Irlanda,
era quasi desprezo.
Accrescentarei como ultima particularidade bio-
graphica, que C Fergusson casara com urna fran-
ceza, de quem teve um lilho e urna filha.
( Continuar-se-ha )
contra as quaes impotent
mdicos, mais, passaria muito melhor se nao le-
vasse toda a noute eserevendo, e sobre tudo senao
proeurasse as emojdes do jogo no salo dos es-
trangeiros.
Foram sempre esses os gostos de Benjamn
tas de Richard Sharp. Nao me lembra bem qual
dos dous foi o arrematante.
Mackintosh fallava e escrevia correspondente o
francez : fazia nessa lingua a sua correspondencia
com a Gentz, Morrellet e Ancillon. O autor do Yin-
Constant, replicou Mackintosh, e ha 40 annos, em dina Gallici Edimburgo, quando os relogios davam meia noute, i com o jornalismo, votava um justo horror dema-
(1} S urna graja fez a Inglaterra protestante e
civilisada ao abbade O' Coigley, foi nao executar a
risca lodes os requisitos de barharidade ordenado
pela sentenca judiciana, que textualmente resava
que depois de atado forca, mas sem lhe darem
logo a morte, lhe abrissem o entre, lhe fossem as
entranhas arrancadas o quemadas, lhe corlassem
a cabeja e o esquartejassem. Limitarara-se po-
rm a enforca-lo pura e simplesmenle. A recorda-
jo de taes tactos deva tornar mais modestos os
publicistas Inglezes quando fallan) da crueldade e
intolerancia dos governos das outras najdes.
( Nota do traductor.)
PERNAMBUCO.- TYP. uB M. F. P. & FILHO.
'
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