Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10259


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Full Text
mmm^tmm^mmmmm

AMO XXXIX HUMERO 279.
Por tres mezes adiantados SfiOOO
P#r tres mezes vencidos 6SO00
"
.C3?

m-----_
SEXTA FEIRA 4 DE DEZEMBRO DE 1S63.
r ano adanUd. .... 19J0OO
irte jara stbseripV-. .. 3$000
......11 ii
DIARIO DE PERNAMBUCO.

7-
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCO NO NORTE
Parahvba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Araraty,
Sr. A. de Lentos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues Para, os Srs. Manoel Pinheiro di C; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCO NO SUL
Alagas, o Sr. Claudino Falro Dias; Bahia, o
Sr. Jos Mar'ns Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reir Martins i Gasparino.
EPHEMERIDES DO MEZ DE DEZEMBRO.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassu', Goyanua e Parahyba as segundas e
SanKnto^Gravat, Bczerros, Bonito, Caruaru',1 as 4 \ e 2 ** '
3 Quarto ming. as 8 h., 49 m. e 2 s. da m.
Altinho e Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu", Cabrob,
Boa Vista, Ouricury e Exu' as quartas feiras.
Sennhaem, Rio Form'oso, Tamandare, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Piraenteiras as quintas feiras.
Ilha de Fernando todas as vezes que para ali sabir
navio.
Todos os estafetas partem ao '/2 da
17 Quarto cresc. as 8 h.. 20 m. e 32 s. da m.
21 La cbeia as 11 h., 23 m. e 14 s. da t.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 7 horas e 42 minutos da manhaa.
Segunda as 8 horas e 6 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sul at Alagas a 5 e 25; para o norte at
a Granja 7 e 22 de eada mez; para Fernando nos
dias 14 dos mezes dejan, maro., maio, jal, sel enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recife : d Apipocos as 6 V2, 7, 7 >/,, 8 e
8 V da m.; de Olinda as 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatao s 6 Vi dam.; do Caxang e Varzea as 7
da m.; de Remfiea s 8 da m.
Do Rerife : para o Apipucds s 3 Vi, 4, 4 A, 4 Vi,
5- 5 % 5 Vi e 6 da tarde; para Olinda s 7 da
manhaa e 4 '/i da tarde; para Jaboatao s-4 da ur-
de para Cachang e Varzea s 4 Vi da tarde; para
Bemnca s 4 da urde.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas e quinta*.
Relacao; tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda : quintas s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orpbaos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meio
da.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da urde.
DIAS DA SEMANA.
30. Segunda. S. Andr ap.'; S. Troyano b.
1. Terca. S. Nahum pro.; S. Eloi b.
2. Quaru. S. Bibiana- v, m. S. Ponciano.
3. Quinta. S. Francisco Xavier ap". das Indias.
4. Sexu S. Barbara v. m.: S. Osmuhdo.
5. Sabbado. S. Pedro Chrysoloeo b.
6. Domingo. S. Nicolao b.; S. Leonera m.
JfiSIGNA-SE
no Recife, em a livraria dapracadalndependencia
ns. 6 e 8, dos proprletarios Manoel Figueiroa d
Faria 4 Fimo.
PARTE QFFICIAL.
GOYERNO DA PROVINCIA.
Continnaro do expediente do dia 30 de nevenibro
de 1863..
Offlcio ao brlgadeiro commandante das armas.
Em comprimen lo do aviso' da repartirn da
guerra de 14 do corrente, mande V. Exc. des-
ligar do 7* baUlho de infantaria, com transferen-
cia para o batalho de caladores da provincia da
Babia, sendo rebaixado do posto de furriel, o 2"
argento daquelle batalho, Joao Paulo da Silva
Maia, visto nao liaver vagado seu posto no dito ba-
lalhiio de caladores, se elle desejar com essa clau-
sula a transferencia requerida ao governo impe*
rial por sua mi Carolina da Silva Maia.
Dito ao mesmo.Em execuco ordem do Exm.
Sr. ministro da guerra expressaem aviso de 11 do
corrente, mande V. Exc. dar baixa do servico mi-
litar ao individuo que, com o nome de Marcelino
Victorino da Silva, se acha com praca no 2 Data-
Jho de infantaria, visto haver o 1 cadete 2" sar-
gento do 4* batalho de artilhana a p, Manoel Jo-
s da Silva Leite, provado ser elle o seu escravo
de nome Marcolino, o qual Ihe dever ser entre-
gue, finando o mencionado cadete sent de qual-
quer mdemnisaran de que despendcu a fazenda
nacional com o dito escravo, em conformidade da
imperial resolugo de 7 de dezembro de 1860.
Dito ao mesmo. -Tendo Joao .Joaquim Alves pro-
vado ser seu escravo Dionisio, o individuo que,
dio assembla que neste intuito nomeasse a me-'
sa de que devia presidir aos trabalhos encelados.
AberU a discusso que correa placida, e como
convinha, completamente estranha poltica, e
sem incidente algum desagradavel, usaram da pa-
lavra diversos oradores summariando os factos que
se tem dado com a academia portugueza, e pelos
quaes se tornam bem patentes os esforcos emprc-
gados pelos seus iniaipos para a aniquilaren).
Passando-se a leitura da represenucao que
nimiamente extensa, -fui Ha interrompida pelas
pessoas agglomeradas no atrio do edificio, que pe-
diam para a represenucao ser lida fra daquelle
recinto, porque era conveniente dar conhecimento
do seu contexto a multidao agglomerada na praca.
Este desejo foi satisfeito. A pedido da mesa veio
o Sr. Dr. Vasques a urna das janellas dos pacos do
concelho e leu com voz forte e clara a represenu-
cao que foi alternamente escutada e por muitas
vezes interrumpida com os applausos frenticos da
numerosa multidao.
Ahrio-se logo em seguida a asignatura ; e
urna e meia hora da tarde eslava dissolvida a reu-
n ao.
J representaram sobre este imprtame assump-
lo o corpo docente da academia que o concelho de
instrueco publica pretende reformar, e a cmara
municipal desta cidade.
A represenucao acadmica urna peca impor-
unte devida penna de um dos lentes da acade-
mia portuense o Sr. Jos de Parada e Silva Leito.
extensissima paraaqui a incluirmos. EsU escrip-
ia em lnguagem enrgica, franca o nobre, cerno
se ver dos dous seguimos periodos que dao co-
nhecimento da crearan da academia desta cidade,
.. ser seu escravo Dionisio, o .
com o nome de Manoel Antonio Fernandes, acha- i reformas e alternativas porque tem passado :
se com praca no 2 batalho de infantaria, mande
V. Exc., conforme dispoe o aviso do ministerio da
guerra de 20 do corrente, dar baixa do servico
militar referida praca, afim de ser entregue a
sen senhor, independente de qualquer inlemnisa-
ran do que com elle despendeu a fazenda nacional,
se com effeito asscntou praca recrutado, na confor
Nao qurendo fatigar a attencao de V. M. so-
bre a historia deste esubelecimeuto de instrueco,
limilar-nos-hcmos a dizer que tendo comcrado no
reinado da senhora D. Mari i I, tendo sido levado
pelo Senhor D. Joao VI, que o denominou acade-
mia de Marinha e Commercio, no principio deste
secuto, ao maior grao de desenvolvimento a que
roidade da imperial resoluco de 7 de dezembro de naquella poca se podia aspirar; em 1837, no rei-
jxt',0. nado da augusta mai de f. M., a primeira rainba
Dito ao mesmo. Na inclusa copia do aviso ex- constitucional des Porluguezes, a senhora D. Ma-
jieddo pelo ministerio da guerra em 19 do corren- na ,l- de saudosa memoria, mudou de titulo, pas-
te, achara V. Exc. os esclarecimentos pedidos em sando a chamar-se academia polytechnica ; e com
seu offlcio de 17 de setembro prximo passado, esle novo tltul recebeu tambem nova forma, no-
soli n. 1720. relativamente ao soldado particular
do 7 baulhao de infantaria, Joaquim Barbosa Cor-
dero de Castro.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Communico V. S., para seu conhecimento, que,
segundo constou de offlcio da secretaria de estado
vos desenvolvimentos o mais ampio destino : em
todos estes reinados vio o Porto com reconhecimen-
to e gralido que se attendia s suas necessidades
e aos seus direilos, melhorando-os gradual e suc-
cessivamente de reinado para reinado este institu-
to scicntifico, seu, propriamentc seu ; porque, diffe-
dos negocios do imperio. daUdo de 20 do corren- rentemente do que tem acontecido com os de ou
te, foi concedida por decreto de 10 de setembro ras cidades, foi elle creado e aliinenUdo a expen-
ultimo ao bacharel Antonio Herculano de Souza sas, nao do thesouro publico, mas deste povo ex-
Bandeira. professor de philosophia do curso de elusivamente.
preparatorios aonexo Faculdade de Direito desta Ate 1837, pois, a palavra reforma applicada a
provincia, a gratificaclo annual de 3205000, por academia do Porto significou sempre ampliacao,
contar mais de 15 annos de effw.tivo exercicio no aperfeicoamento ; desde essa poca, porm, a mes-
magisterio, nos termos dos arts. 28 do regulamen- ma palavra applicada mesma academia passou a
to de 17 de fevereiro de 1854 e 21 do de 5 de maio significar o contrario, passou a ser synonima de
de 1856. Communieou-se ao director da Faculda- ruina, destruicao, amquilaeao, para conseguir a
de de Direito. (lua' nenhura meio se tem poupado, nem anda os
Dito ao mesmo. O Exm. Sr. ministro do impe- menos decorosos. Illudiram-se capciosamente as
rio cemmunicou-me, em aviso de 20 do corrente, presenpees mais favoraveis a academia coudas
ter approvado o crdito de 1005, que mandei abrir na le da sua creacao, recusaram-se-lbe sem rebu-
iiossa thesouraria sob minha responsabilidade, C os meios indispcnsaveis para satisfazer a im-
para occorrer no exercicio actual s despezas com portantissima missao qne Ihe fra incumbida. Os
soccorros aos desvalidos accommettidos da varila laboratorios, os observatorios, os gabinetes de ma-
no terme de Nazareth chinas, os museus, o jardim botnico, cmnm todos
Diloaomesme. Transmuto V. S., para seu oscstabelecimentosanncxos academia Polytech-
conhecimento c direcf.o, copia do aviso expedido nica, e destinados e indk.pensaveis ao ensino pra-
cm 4 deste mez ao Exm. presidente da provincia
de Minas-Geraes, declarando que os hachareis no-
meados juizes de direito ontram em effeclividade
do exerefeio desse cargo, qur em suas comarca*,
ticj das sciencias que nela sao professadas, man-
dados crear pela mesma lei de 1837, tudo ficou le-
tra morta; as repetidas representacoes, as instan-
tes supplicas do conselho acadmico, ou nao obti-
;r nos lugares de cheles de polica effectivos ou nbam resposta, ou a recebiam em termos sempre
desammadores, algumas vezes ate
interinns.
Dito a Francisco Xavier da Costa Aguiar de An-
drade. Accuso recebida com o seu oflicio de 8 do
corrente, a copia do que V. S. n'essa dala dirigi
ao ministerio da agricultura, commercio e obras
publicas, dando conta de haver pago companbia
EXTERIOR.
desabridos: nem
para rontinuaeao do edificio que, em meia cons-
truc^o ainda.'j ameacaruina.o nem sequer para
os reparos necessarios a lim de eviur o desaba-
mento do que est feito, se teem concedido meios
suflieientes, chegando este misero estado a ponto
rantidos pertencentes ao ultimo semestre vencido "sco 'entes e estudantes de ficarem esmagados de-
cm 31 de julho deste anno. i *"">do Ie("'o das paredes.
Dito cmara municioal de Olinda.Declaro Por va de regra a resposta a todas as reda-
cmara municipal de Olinda, em resposta ao seu macoes, quando se dignaram responder, pode re-
offlcio de 2GVlo corrente. que approvo a arremata- duzir-se a tres palavras : tnao ha dinheiro! Nao
cao dos alugueis das casinhas da ribeira desse mu- ba dinheiro nem ao menos para obviar a queda do
icipio pela quanlia de 1315, tirando essa cmara 'edificio e total ruina de um dos mais bellos edifi-
autorisada, como solicita no citado offlcio, aman- cos do Porto ; mais nao faltaram meios para se
dar arrecadar por seu procurador os impostos que construir ab imijundamrntis, e com grande luxo
por falla de licitantes deixaram de ser arrema- a escola polytechnica de Lisboa, e para dota-la de
lados. i todo o dispendioso material que exige o enslno dos
Dito cmara municipal do Bom-ConselhoEm seus cursos,em relacao a alguns at com profu-
resposta ao efflcio de 23 do corrente, em que a sao. Em quanto na escola polytechnica e outros
cmara municipal do Bom-Conselho me commu- institutos da capital se abriam novas aulas, e se
nica ter recebido do respectivo delegado de poli-, creavam novos cursos, deixavam de se prover ou
cia, por ordem desta presidencia, os medicamen-1 se omittiam|noornamento as cadeiras que vagavam
tos e vveres, constantes da relacao que acompa-' na academia polytechnica.
nhou e ciudo offlcio, eque estes ltimos acham-se j----.............................
variados a ponto de nao poderem ser conserva- Nao qurendo canssar mais a benvola atten-
dos, tendo a declarar que de ve a mesma cmara' cao de V. M., cingir-nos-hcmos nicamente ao pon-
mandar vender em hasta publica aquelles vveres, to principal desu nossa representare; depois de
Iwm coran os medicamentos, fazendo recolher o termos exposto o motivo que nos ohrigou a recor-
seu producto thesouraria de fazenda. Commu-' rcr ao thronoo atlenUr-se violentamente contra
nicou-se ao inspector da thesouraria de fazenda. o instituto que nos foi confiadodepois de termos
exposto quaes os fundamentos em que a firmamos
informagoes que para nos teem a torga de offl
ciaesdepois de declararmos que a medida nos
parece absurda, anti-progressista, infesU scien-
cia, attentatoria contra os direilos de urna grande
parte de Portugal, e indecorosa para todo elle
que usando dos direitos que nos assistem como c-
dadaos de um paiz livre ha vemos de combate-lo no
campo c com as armas do raciocinio, embora como
funecionarios nos queiram violentar a cumpn-la ;
resta-nos acrescenUr, que alm dos mencionados
vicios se nos afflgura que ella tem outro ainda
maior, o da illegalidade na esseucia e na forma.
Com effeito, senhor, poder chamarse legal urna
medida seja qual fr o titulo que Ihe dem, que
vai assim de encontr s leis vigentes, alterando,
desorganisandoe destruindo um instituto por ella
creado ;j urna med Ja que assim derroga artigos
e disposicoes legaes forjada como que subrepticia
mente na ausencia do parlamento, quasi' naS ves-
peras da sua abertura, sem um poder dictatorial
previamente concedido pelas cortes? Se Ul medida
fr assim Ilegal como se nos afflgura, cumpre-nos
declarar ainda maisque nos, fiis aos principios
de que V. M. o primeiro c mais escrupuloso
mantenedor, nos costumados de ha milito a repellir
toda a especie de usurpaces, saberemos com a le
na mao cumprir o nosso dever, imitando no circu-
lo das nossas attribuiccs os nobres exemplos que
de V. M. temos recebido.
Pelo que deixamos dito fcil de conhecer que
o fallado regulamento proposto pelo conselho
superior de instrueco publica tem trazido em
grave agitacao os nimos dos Portaguezes. Nem
oslrabalhos para a eleiijo camararia, que ter
lugar n'um dos domingos do corrente mez, nem
a azafama que vai por essa cidade para festejar
condignamente a prxima visiU de suas magesU-
des, poderam ainda diminuir o interesse com que
tratada a qucsio da reforma da academia po
lytechnica do Porto.
Tanto |aqui como em Braga fazem-se grandes
preparativos para a recepco do senhor Luiz
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
NAMBCO.
PER-
i,onri(.\i
Porto, 11 de novembro de 1863.
O projecto de altcracoes supprimindo algumas
cadeiras de ensino na academia polytechnica do
Porto, que se diz ter sido proposto ao governo pelo
conselho superior de instrueco publica, veio mais
urna vez mostrar a energa dos portuenses sempre
zelosos dos seus direitos e da sua dignidade.
A reunio popular que seeffecluou no domingo 9
do corrente, na casa da cmara municipal, para ser
dirigida ao chefe supremo do estado pedindo a
censervaco melhoramento da academia pelvtech-
nica, foi urna reunio imponente e digna de bo-
nicos vres.
As 11 horas da manhaa achava-se a commisso
que promoveu o meetig e urna numerosa assem-
hla no salo grande dos paros do concelho. To-
das as outras salas, c atrio da cmara estavam
apinbadas decidados de todas as classes. Na pra-
ca de D. Pedro estacionavam os que, chegando
iais larde, nao poderam entrar no edificio da mu-
nicipalidade.
Comecaram os trabalhos, oceupando os lugares
na mesa, os membros da commisso que promove-
rn! o meeting, e que se compunha dos Srs. viscon-
de de Castro Silva, Joaquim Kibeiro de Paria Gui-
niares, Alexandre Soares Pinto de Andrade, Jos
Maria de Souza Lobo e Antonio Jos Moreira da
Rocha.
O Sr. visconde de Castro Silva tomando a pala-
vra expoz en termo breve e claro o fim daquella
reunio, promovida com e intento nico de obstar
cnnstiucionalmente ruina do primeiro esUbele-
cimenlo de instrueco do norle de Portugal, e pe-
I e da rainha senhora D. Maria Pia. Se o mu
tempo nao inutilisar os proyectos de Iluminaras
3ue se tencionam realisar nos tres primeiro* dias
a estada dos reaes visitantes nesu cidade, os
festejos devem de igualar aos melhores que se
teem feito em idnticas eccasioas!
Em Braga, segundo as noticias, devem elle* ser
surprehendentes E teem os bracjMpses razan
para isso, per que urna fineza 'rel^viagem de
suas magestades ao norte do reino, na estaca
actual, com o fim de galardoar por suas proprias
mos os expositores a quem foram conferidos os \
premios da exposicao agrcola que all foi aliena
no dia 23 do mez prximo passado, e encerra-
da no dia 7 do corrate urna hora da tarde.
O remate desta grande festa agrcola correspon-
den em solemnidade e pompa sua inaugura-
gao.
Eis a descripeo que deste acto faz o corres-
pondente do Commercio do Porto n'aquella ci-
dade :
c Muito antes da hora designada para comecar
a solemnidade, j muitas pessoas, de todas as clas-
ses, estavam reunidas no recinto da exposi-
cao.
A animaco e formosura do quadro, de si
to bello, era ainda augmentada pela presenta
das damas, que, ostentando galas, passeavam por
aquelle vastissimo salo, Iluminado pela luz
esplendida do sol, e a que servia de tecto o fir-
mamento.
Urna banda de msica, col locada no corete
que Ihe era destinado, enchia o ar de harmo-
nas que excitavam o prarer, o enthusiasmo, a
vida.
SolUs ao vento fluctuavam militares den bandei-
ras, sobresal indo a todas o estandarte de Por-
tugal.
Para o occidente, desdobrava-se aos olhos
do espectador o extenso e magnifico panorama
que olferece a elevada montanha em que est
situado o Bom Jess, as dilatadas campias que
se estendem a seus ps, e as col I i as adjacen-
tes coberUs de arvoredo e innundadas dn luz.
E por cima de tudo isto um cu de asul purissi-
mo, o formoso cu da pennsula I
Pela urna hora da Urde, tendo chegado o arce-
hispo primaz desta diocese, acompanhado por al-
guns membros do respectivo cabido, deu-se prin-
cipio solemnidade.
Receberam o Ilustre prelado o senhor governa-
dor civil, seu secretario geral, membros da com-
misso expositora, todas; as autoridades distric-
Ues e um numeroso concurso de pessoas, que a-
companharam S. Exc. Rvm. at barraca desti-
nada para o acto da inaugurado e que agora ser-
via para o do encerramento.
Esta barraca eslava adornada como no dia em
fra inaugurada a exposicao.
Occupava o centro urna grande mesa forrada de
damasco vcrmeino ; derronie aa enirana viam-se,
enllocadas sobre um estrado, tres cadeiras anti-
gs, de pu-santo, embellesadas com alguns dou-
rados. N'uma dellas, na do centro.que se distin-
gua das outras em ser um pouco mais elevada e
mais enriquecida de dourado, e molduras, tomou
assento o digno prelado fleando-lhe direita o go-
vernador civil o esquerda o secretario geral do
districto. O lugar destinado ao secretario da gran-
de commisso promotora da exposicao era l'ron-
teiro ao do secretario geral. Em volta da narra-
ra esUvam enllocada* outras cadeiras destinadas
para as autoridades e mais pessoas, que assisiiram
a esta brillante e apparatosa solemnidade.
Tomando assento na cadeira da presidencia o
Sr. arcebispo primaz, recitou o digno e Ilustrado
governador civil.um elegante discurso, allusivo ao
acto da proclamaco dos premiados e do encerra-
mento da exposicao. Em seguida tomou a palavra
o Ilustre prelado, nos seguintes termos :
Senhores. A grande festa nacional que tem
sido celebrada dentro deste bello e espa^oso re-
cinto, a patritica e frtil exposicao patento nesta
localidade c que hojo vai ser levantada, consolida
o culto que as naeoes civilisadas tributam ao tra-
balho e a indusiria, e d tambem testemunho do
cumprimento dos deveres que o Divino Creador
impoz ao bomem em relacao ao trabalho.
t Os variados e mimosos producios que tendes
visto expostos, e muitos delles admirareis, de-
monstram que nem a agricultura, fonte perenne
da prosperidade das naeoes, tem permanecido es-
tacionaria, nem a industria, uteis e bellajfaes
teem deixado de progredir nesta cidade, awicto
e provincia : era mister comludo facilitar aos la-
vradores e artistas ostimulos que animassem seu
genio a emprehenderem o aperfecoamcnlo de suas
industrias, para que, comparando seus propros
trabalhos com os mais primorosos da industria
alheia, pudessem attingir a maior perfeicjio.
Estes modelos acabam de ser-lhes patentes, e
em escala abundante, na patritica exposicao que
hoje termina, da qual tanu gloria cabe ao bene-
mrito, Ilustrado e activo magistrado, que com
tanta dignidade preside aos deslinos deste distric-
to, que, auxiliado pelo governo de S. M. e pelos
honrados e patriotas cidados qne tomaram parte
neste glorioso trabalho e pelos differentes e bene-
mritos expositores, tomou a patritica iniciativa
nesta nacional solemnidade, que vem fixar nova
opaca para o renascimento e perfeico do traba-
lho aejricola e artstico neste districto e bella pro-
vincia
Cabe aqni, senhores, nao entregar ao olvido,
que, comquanto as tendencias das geracoes ac-
tuaes se pronnnciem em prol do progressivo me-
lhoramento do trabalho e industria, expondo pu-
blica apreciaban os seus productos e artefactos, j
nos fins do ultimo seculo, o nosso veneravel pre-
decessor o Sr. D. Fr. Caetano Brando, de sau-
dosa memoria, tinha levad-i a effeito esse gran-
dioso pensamento, sera exemplo que o houvesse
precedido.
A regia visita com a qual el-rei, meu senhor,
e sua magestadea rainha senhora D. Maria Pia
de Saboya, prximamente se dignaram honrar
esta cidade augusta, o a distribuirn dos pre-
mios aos differentes expositores pela real mao de
S. M., sao gratos lestemunhos de seu real apreco
e importancia que dedica ao aperfeicoamento do
trabalho e industrias patrias, e de sua paternal
sollcitude pelo sumssivo melhoramento das con-
dicoes de seus subditos e progressos do paiz. Nao
se esquvam, jx>r corto, os hracarenses a mani-
testar a gratidao de sens nimos pela honra que a
sua cidade accumnla, em receber dentro de seus
muros os seus augustos soberanos, preparando-
ibes urna recepto digna dos reaes hospedes c de
urna cidade essencialmente monarchia.
Fagamos votos, senhores, para que desta pa-
tritica exposicao se colham os benficos resulta-
dos, qne naturalmente devem esperar-se, e que no
porvir se repita para honra do trabalho e engran-
deriineuto da patria.
Respondendo a esta allocueo n'um improvisado
discurso, o digno governador civil agradeceu as
expressoes lisongeiras que Ihe cram dirigidas,
desviando modestamente de si todo o louvor e fa-
zendo-o recahir sobre as |>essoas que o haviam
coadjuvado; terminou agradecendo, em nome da
grande commisso, ao venerando prelado o haver-
se dignado solemnisar com a sua presenca este ac-
to festivo.
Convidando em seguida o Sr. governador civil
ao secretario da commisso para que proclamasse
os nomos dos expositores premiados, pedio a pa-
lavra o commendador Jos Joaquim Vieira, secre-
l,r'4Pra'? e. seudo-lhe concedida, annunciou ao
iSf0 d's,^'c,0 nura brilhante discurso, que a
grande commisso espontanea e unnimemente
resotvra confrir-lhe la diploma, como o pri-
nieiare o mais digno de premio, por ser o inicia-
dor de Uo civihsadora festa, que abra urna nova
poca cheia de esperanzas para os povos desta lo-
calidade, acrescenundo ainda que a mesma com-
misso havia manifestado o desejo de que esse di-
ploma Ihe fosse entregue pela mao d'el-rei.
Tomou de novo a palavra o Sr. governador ci-
v,l,a|r.adeC6ndo a honra que Ihe acabava de ser
conferida e exprimindo desejos que a partilhas-
sem todas as pessoas, que o haviam auxiliado na
realisacao daquella idea, que elle tinha ardente-
mente seguido, |>or estar convencido que da sua
realisacao dependa, em grande parte, a prosperi-
dade, a riqueza e engrandecimentc dosU trra, e
por consequencia a felieidade de seus habitantes.
Terminado este discurso, muiUs vezes inter-
rumpido pelos frequentes apoiados do numeroso e
illustrado auditorio, o secretario da commisso'
procedeu leitura dos noraes dos expositores pre-!
miados, Anda a qual, o Sr. governador civil de-!
clarou encerrada a exposicao agrcola.
At que a noute viesse por termo s diversoes
que se offereciam no local da exposicao, foi este
concorrido por numerosissimas pessoas.
E assim terminou esta grande festa, cuja me-
moria ficar eterna nos fastos gloriosos da cidade
augusta. >
E na verdade a exposicao bracarense foi muito
alera do que se podia esperar de um ensato, con-
hrnundo-se por tanto o que a Ul respeito disse-
mos na nossa ultima missiva.
Todos os concelhos da industriosa e feracissima
provincia do Minho concorreram com os seus pro-
ductos agrcolas a abrilhanurem aquelle certamen
do trabalho. Alguns ponen* productos industriaes
tambem all ligiiraram com bastante distineco.
Os districtos do Porto, Villa Real, Braganca e
Aveiro prestaram homenagem idea iniciadora
desta exposicao.
A respeito da seccao dos productos agrcolas,
escreve o Sr. Sebastin Jos Ribeiro de S n'um
dos seus artigosFurtos exposiriioqae as pra-
teleiras e aparadores em que ellos" estavam expos-
tos vergavam sob o peso de numerosos e variados
productos sendo impossivel descrever o matiz des-
ta reunio de cereaes, legumes e plantas.
Quas todas as cores so ostentavam em diversas
graduacoes nos productos que formavam a men-
cionada seccao. O fogoso vermelhi de alguns
productos hortenses destacava da extrema alvura
de outros, e a cor verde as suas infinitas varian-
tes recordava dominantemente o campo na cidade.
Os legumes percorriam urna escala ainda mais
vasta ae colorido. Em numerosas divisos de mui-
tas caixas quasi todos os legumes represenUvara
um xadrez, em que o preto, o vermelho, o bran-
co, roxo, pardo, amarello c o differente rajado de
vanos productos semelba tapetes deiudos de es-
paco a espaco sobre mostradores e prateleiras.
Para completar to primoroso effeito concorriam
os tubrculos, cujas cores apesar de frias nao dei-
xavam de ser pronunciadas. O milho desde o
amarello vivamente tostado at cor branca do
milho pombeiro, ao qual disputa preferencia na
alvura o milho arroz, ainda excedido pelo bri-
Ihantismo do milho cera.
Nos primeiros dias da exposicao este pittoresco
quadro agrcola era realcado pelo admiravel effei-
to que produza um Ubofciro contendo hortalic.as e
flores em completo estado de frescura e vico, re-
cordando os mais bem escolhidos e disposts mo-
dellos de qualquer quadro, em que os pinees de
artsU insigne hajam chegado a imitar a natureza,
deixando smente de a vencer por que a obra de
Deus invencivel em lodos os seus aspectos.
A exposicao de fructas seccas e cm doce foi
muito variada c abundante.
Em frucu secca, sobresahio o Sr. Antonio Feio,
de Braga, apresentando cereja, ameixa, figo c
uvas. A respeito deste expositor diy Sr. S. J.
Ribeiro de S nos artigos a queja allumnos, que
S. Exc. apresentou nesta collecco os mais perfei-
tos e saoorosos specimens de algumas fructas do
districto. A uva rivalisa com a melhor do Douro
e o figo de to seductora apparenria, que nao se
prepara no Algarve em mais perfeitas condicSes
de fabrico.
O Sr. Jos da Rocha Aguiar, de Celorico de
Basto, igualmente figurou com distineco em fruc-
tas seccas.
O concelho de Guimaraes foi muito bem repre-
sentado em variedade de doce, sustentando o seu
anligo renome nesta especialiJade. A sua collec-
cao comprehendia at algumas horulicas.
O Sr. visconde de Pindella, de Guimaraes, ex-
poz em frucla seccaameixa e cereja de diversas
qualidades, damascos e peras; c em docepce-
go, ginja, pera, cidra, chila, abobora, marmela-
da, geleia de marmelo, morango, melo, nabo,
uva e alface.
D. Emilia de Castro Sampaio, e D. Joaquina de
Santa Rosa, do convento de S. Domingos, de Gui-
maraes, expozeram : a primeira peras e figos a
15'JoO ris a caixa, e ameixa a 15800; o a segun-
da duas caixas com figos a 400 res o kilo-
gramma.
O Sr. Joaquim Jos de Azevdo Machado, figos
a 1*800 a cana, ameixas a 15600, e peras a
i 5*00.
Da Povoa de Lanhoso expoz o Sr. Custodio Le-
te Pereira, peras seccas a 300 ris o kilogramma
e ameixas a 360 ris.
De Barcellos tambem o Sr. Joao de Mattos Faria
Barben, expoz doce de laranja a 200 ris cada
459 graminas.
O mosteiro de S. Bento do Ave Maria, do Porto,
tambem sustentou na exposicao o seu antigo re-
nome. Expoz ameixa de duas qualidades, laran-
ja, tangerina, pcego, pera, ligo, cidra, abobora,
alperche, e maracuj.
As machinas e instrumentos agrcolas nao abun-
daram na exposicao.
O Instituto Industrial de Lisboa, com o fim de
as tornar conhecidas, mandou exposicao os se-
guintes instrumentos e machinas:
Tres tubos elemenUres e dous collectores, urna
machina de fabricar tubos, grades de Valcourt e
articulador, e tres de brabante diversas, sonda
de Hohenhein, corla palha, rolos esqueleto e de
Croskill, cultivador, escarificador, enxada de ca-
vallo, amontoador, charras de VolUivca de Ro-
s, de torca (aterro de madeira) de forca (aterro
de ferro), flainenga, subsolo, de ('.anteiros, do Ri-
batejo, arados porluguez e arabeca, pulverisador,
rojo, descarolador de milho, atercoador e distri-
buidor de estrumes lquidos, e quatro pas, sendo
tres curvas e urna plana.
A cmara mum :lpal de Braga expoz um arado
inglez offerecido diu munieipalidade.
Este Instrumento agrcola, cujo uso se facilita, a
todas as pessoas do municipio que o pedenv expSe
na sua proveniencia um enemplo que oxaJa, tosse
imitado em todos os centres agrcolas do reino. Se
om lavrador sotado poueas vezes pdc comprar
nm instrumento, ou machina agrcola, a muniei-
palidade, cu o. principio da assoctacm* sao dous
meios de que- pom sempre concorreje para que na
lavoura se empreguem os novos inventos e aper-'
feioamentos ruraes.
Tres dos instrumentos de lavoura que vimos de
mencionar foram experimentados por ordem do
Sr governador civil, no da do corrente.
Serviram para a experiencia dous arados de j
construccao estranf eir e um portugus. i
A experiencia foi dirigida pelo veterinario Jo'
districto o Sr. Francisco Lopes Guimaraes em pre-
senca do Sr. governador civil, presidente da ca-j
mar municipal, commisso directora da exposicao
6 um grande concurso de pe ssoas.
Experimentou-se a charra de volta aveca de
Rose, pertencenle ae Sr. Dr. Manoel Vieira de i
Araujo.
A experiencia nao correu bem devdo segundo
uns construcfo da charra, e segundo outros
altura do gado que trabalhou co n ella. Puchada
por vaccas ou bois pequeos ulves desse bons re-
sultados.
A charra bombaste deu ptimos resultados quer
lavrando em quadro, quer em camalhao. Abri
fcilmente regos de 30 centmetros de profundi- '
dade.
O arado portuguez posto que corresse mais r-
pido sobre o terreno do que a charra bombaste
nao lavrou a profundidade obtida por esta, nem a
lei va era to grossa.
O Sr. visconde de Pindella, de Guimaraes, e o
Sr. Ascencio Jos dos Santos, de Valonea, dous dos
mais notaveis expositores, apresenUram amostras
de soles, adubos e correctivos, que servem de com-
plemento s suas importantes e bem organisadas
colleccoes de productos agrcolas. Do que temos
visto fra de Portugal n'este genero, diz o Sr. Ri-
beiro de S nos seus artigos, podemos asseverar
que poueas series de productos agrcolas figura-
ram as exposcoes universaes to conformes com
o pensamento que domina esses uteis concursos,
como sao as que esto disididas pelas diversas sec-
?oes da exposicao de Braga, pertencentes aos dous
exjiositores, cujos nomes deixamos mencionados
O Sr. Ascencio, continua o j ciudo escriptor,
apresentou specimens de solos e subsolos com a
rnedieo em metros de cada um dos tratos de ter-
reno a que pertencem, bem como a piEpducgo que
deram, com a proporclonalidadc da sement para
a colheita.
Em adubos e correctivos, coraprehendendo subs-
tancias composUse substancias animaes e vegetaes
aprsenla 28 amostras, s quaes junlou declaracao
do modo como os emprega na sua lavoura.
Com estas e outras declarares fcil justificar
o elogio que se preste aos productos expostos pelo
Sr. Ascencio Jos dos Santos.
Quando vemos, por exemplo, urna porcao de mi-
lho grosso com bella apparen-ia pertencenle a este
expositor, temos ao mesmo lempo presente o solo
que o produzio ; sabemos que o terreno entregue a
essa cultura mede 2,440 metros qnadradn* pro-
Uuz de um alqueire 50 a 60 e Untos.
Vendo os solos podemos analysar, por exemplo,
um que fica no fim de um valle de terreno que
mede 3,230, metros quadrados, o qual produzio 75
kilogrammas de estopa, 1,200 e Unas melancias
e 300 e tantas abnboras.
A cerca de cada um dos 168 objeclos relativos
agricultura do concelho de Valenca exposto pelo
Sr. Ascencio encontram-se adjuntas a elles as mais
ampias e minuciosas informaedes, no sentido das
que extractamos.
E por hoje temos concluido a respeito da expo-
sieo agrcola de Braga.
Em quanto a festejos, n'esta cidade, a cmara
resolveu que a entrada de suas magestades fosse
solemnisada com um Te-Deitm na real capella da
Lapa.
Xa praca da Ribeira levanlar-sc-ha um pavilhao
no qual sero offerecidas a suas magestades as
chaves da cidade.
Os reaes visitantes esperam-se aqui no da 21
do corrente. Sahirao de Lisboa no da 18 de ma-
nhaa almocam no Cereal, e jantam e pernitam cm
Alcobaea.
No dia 19 sahem de Alcobaea de manhaa. Al-
mocam na Batalha, e ve jantar e pernoitar em
Condeixa.
No dia 20 de manhaa sahem de Condeixa. Al-
mocam em casa do Sr. visconde da Graciosa e jan-
tam e pernoitam em Oliveira de Azemeis, em casa
do irmo do digno par do reino o Sr. Jos da Costa
Souza Pinto Bast.
No dia 21 almocam em Oliveira de Azemeis e
seguem depois para essa cidade, onde tencionam
entrar pela urna hora da tarde.
E este o ilenerario offlcial.
A parlda de suas magestades para Braga ser
fixada depois da sua esUda no Porto.
A Associaeo Commercial, em nome do commer-
cio, dar no edificio da Bolsa um baile a suas ma-
gestades.
O Club Portuense, a Assembla Portuense e a
Associaeo Britannica tambem tencionam offerecer
bailes aos reaes visitantes.
Finalmente haver muilo que ver para depois
contar.
Hoje ( 11) o segundo anniversari do passa-
mento do muito amado rei o Sr. D. Pedro V. Na
S houve missa cantada que fez celebrar a cmara
municipal. Na igreja da Lapa mandou o Sr. gene-
ral Ferrara, commandante da diviso, dizer outra
missa, qual assistio com o seu estado maior e
cornos da guarnico. Na capella do Asylo de men-
dicidade, e na igreja da Trindade tiveram lugar
as commemoracoes que instituiram es Srs. viscon-
des de Pereira Machado, e da Trindade.
O 47. anniversario naUlicio de el-rei o Sr. D.
Fernando ( 29 de outubro ) foi solemnisado com as
demonstrares offlciaes da etiqueU, e bem assim o
natalicio do Sr. D. Luiz I, que completou 25 annos
no dia 31 do dito mez.
Para festejar os annos do Sr. D. Luiz, deu o Sr.
D. Miguel do Canto, governardor civil do districto,
1003000 reis para o cofre de soccorros dos opera-
rios fabricantes.
A exposicao triennal da academia de bellas arles
abriou-se no dia 31 de outubro. E inferior do
triennio passado. Sao 157 as obras de desenho,
pintura e escultura, archilcctura, gravuras de cu-
nhos e medalhas, e photographias, que se acham
ex postas.
Foram terminados todos os trabalhos relativos
ao banco Allianca. Os estatutos acham-sc j redu-
zidos a csrriptura publica, e approvado pelo go-
verno. Ainda nao foram publicados na folha of-
flcial.
A guarda municipal do Porto por detrminaco
do ministerio do reino deixou do estar sob o rai-
mando do general da diviso, passando a estar s
ordens do governador civil como o esteve at 1851.
A companhia geril da agricultura das vinhas do
alio Douro abri no dia 31 do passado o pagamen-
to do dividendo do corrente anno a razo de 95000
por ac^ao.
Falleceu no dia 28 de outubro o Sr. Manoel An-
tonio Malheiro, primeiro secretario do banco Com-
mercial.
Para o lugar de chefe da secretaria da Associa-
eo Commercial d'esta cidade, vago por fallec
j ment do Sr. Joao Goncalves Barboza, foi nomeado
o Sr. Francisco Antonio Fernandes.
A correspondencia expedida de Portugal para o
Brasil no anno econmico de 18621863 produzio
'41:1815023 reis. Para esta receita concorreu a
casa postal do Porto cq/n .quantu de 12:4665950
res.
O distincto actor portuguez Augusto^Cesar de La-
cerda dirigi do Rio-de Janeiro, enr data de 23 de
setembro, urna caru ao presidente da munieipali-
dade d'esU riihdii |*iiriiptiido Ihr qne n'aquella
dat Da^wpsMlHsWSMVreinoa quanlia
de 1:6715500 reis, fortes, producto liquido da re-
cita dada em 21 de agosto na capital d'esse impe-
rio, em favor dos operarios fabricantes do Porto,
reduzidos miseria pela falta do algodo.
O Sr. Cesar de Laecrda veio por varias vezes ao
Porto com a companhia do gymnasio dramtico,
de Lisboa, e to applaudido e considerado foi pelos
portuenses como autor e como actor, que, como elle
diz na citada carta, desde entao o seu scismar cons-
tante foi o de alcanzar ura meio de mostrar aos
portuenses a sua gralido, como bomem artista,
como escriptor.
E conseguio-o plenamente.
Concluio-se o arrolamento dos vinhos no paiz vi-
nbateiro do Douro da novidade no presente anno.
A cifra do arrolamento de. 28:86o e meia pipas.
No anno de 1862 foi de 71:592 e meia pipas.
O excesso no presente anno de 11:274 pipas.
Na bairrada a colheita do vinho foi repuUda um
terco a mais do que a do anno passado.
A qualidade excellente.
Os vinhos brancos tem sido muito procurados, e
obtidos de 305 a 405.
No districto de Vizeu a colheita foi superior do
anno ultimo, c de muito boa qualidade.
Conforme as qualidades os precos regulam entre
135 e 205.
Os vinhos brancos foram muito procurados. Fi-
zcram-se compras de 265 305.
Em Coimbra, reunio-se no dia 4 o claustro pleno
da universdade para resolver o modo de receber
Suas Magestades na sua visita a diu cidade.
Decidi que se executasse o programma que tem
servido em denudado de circumsUnclas, desde
D. Joao III at D. Pedro V, com as ultimas peque-
as modificares que se Ihe tizeram.
Para o mesmo fim houve do dia 7, na sala das
sessoes da cmara municipal, urna reunio de ci-
dados de todas as classes.
Acordaram em dar cmara um voto Ilimitado
para dignamente solemnisar a visiU de Suas Ma-
gestades.
Foram presos no lugar da Gafanha, districto de
Aveiro, mais quatro individuos dos implicados no
i roubo dos salvados da escuna Elizabeth, naufraga-
da as costa* de Aveiro na noite de 3 de dezembro
do anno ultimo.
O tribunal do commercio de Aveiro, requeri-
mento de varios credores, declarou em esudo de
[ quebra o negociante da mesma praca o Sr. Jos
Maria Teixeira.
O Sr. visconde de ^zenha deu um esplendido
baile na noito do dia dos anuos do Sr. D. Luiz 1.
Diz o Vimaranenst que os saldes estavam ricosi
' e elegantemente adornados, e no atrio do palacete'
comprimia-se una numerosa multidao de povo,
que all concorreu, nao s a observar urna vistosa
[ a bcmdisposU illumuiaco, mas para ouvir os sons
harmoniosos de urna banda marcial, que all esU-
va collocada para annunciar o ingresso dos convi-
dados.
A respeito dos trabalhos de viaro publica conla
0 citado jornal que progridem com a maior aclivi-
dade a construccao da estrada de Guimaraes Ti
. fe. Continuando assim, como de esperar, dentro
; em pouco deve estar concluida. A empreza c o seu
digno engenheiro teem niste o maior em|tenho.
Na estrada de Braga esto vencidos todos os obs-
tculos que haviam relativamente a algumas expro-
I priaces as proximidades de Guimaraes.
0 Sr. visconde de Azenha acaba de ser agracia-
do com a commenda da Torre c Espada.
O Viannetise noticia o fallecimento do Sr. Jos
, Pinto de Araujo Concia de Barboza, succedido no
da 2 do corrente na sua quinta do paco da Estrel-
la na freguezia de Santa Martha. Contava 82 an-
1 nos de dade. Era tenente coronel de cavallaria,
reformado, (dalgo cavalleiroda casa real, e tinha
sido alcaide-mr de Caramba. Assentou praca aos
114 annos e servio com distineco na frica, Asia e
America.
A alfandega do Porto rendeu no mez de outubro
ultimo, 180:5195735 rs. a saber :
Importacao........ 160:1745885
Exportavo...... 8:5795540
Rcexportaco..... 47260
Consumo......... 4:9425995
Tonelagem....... 6645695
Diversas resellas... 6:1405360
Abriram termo de carga: cm 3 a barca Ar-
mimla para o Rio Grande, por Setubal;em 10 o
, patacho ijetn Lima para o Rio Grande.
Entraran!: em 31 de outubro o brigue Mefo
j / de Pernambuco em 48 das; era 6 a barca Alfredo
\ do Maranhao, em 38 das.
Sahiram : -era 27 de outubro a galera Amiaade
i para o Rio de Janeiro; em 28 a galera frica, pa-
ra o Rio de Janeiro, e o patacho Garibaldi para o
j Rio Grande:em 29 a barca Favorita para o Ro
Grande;em 5 de novembro a barca Sympalhia
! para Pernambuco, e a barca Flix para o Rio de
1 Janeiro.
A barca Sympalhia, de 261 toneladas, capitao
' Antonio Nogueira dos Santos, manifestou para Pcr-
! nambuco, a entregar aosabaixos mencionados o se-
grate :
A Angelino Jos dos Santos Andrade, 7 cunhe-
tes com fechaduras e feichos pedrezes e 28 caixas
com alhos.
Antonio Lopes Braga, 1 ca xa com 40 bocetas de
doce, 6 caixinhas cora peras o 11 grozas de rolhas,
1 dita com 5 alqueires de casUnbas e 1 caixo com
macaas.
AntonioLniz Oliveira Azevedo & C. 60 caixoes
com 60 duzias de garrafas cora vinho.
Antonio Luiz Oliveira Leite Basto, 2 caixoes com
frucu.
A' ordem, 1 caixa com 48 livros.
Bailar & Oliveira, 5 caixoes com 1250 azuleijos,
4 meas pipas com vinho, 30 baris de dcimo com
dito, 535 ancoretas com azeitonas, e 63 barris com
222 alqueires de nozes.
Bernardino Correia Rezende Reg, 7 pipas com
vinho.
Carvalho & Nogueira, 2 caixoes cora 369 duzias
de pentes.
Cunha, Irmo 4 C, 3 caixoes com 40 laUs com
salpicdes e 50 ditos com 50 arrobas de batatas.
Domingos Rodrigues de Andrade, 2 barris com
20 presuntos e 10 ditos com 10 arrobas de chou-
ricos.
Eduardo Marques Oliveira & C, 2 saceos com 4
arrobas e 23 arrateis de painco e milho.
Estevo da Cunha Medeiros, 1 caixa com 100 pa-
res de chine!las.
ForsterA C, 1 barril de quarto com vinho.
Francisco de Assis e Brito, 1 caixo com 36 la-
tas com doce e 3 caixoes com 6 duzias de garrafas
com vinho.
Francisco Ferreira BalUr, 3 cantaros com uvas,
1 caixo com 1 imagem, 3 latas e 3 boceUs com
doce, 1 dita com sementes, 4 barricas com macaas
e nozes, 1 cortico com urna rozera, 1 caixo com
12 pares de botinas, 7 ditos cem 1800 azuleijos e
100 ancoretas com azeitonas.
Francisco Guedes gde Araujo, 2 caixas com 148
macos de linha e 24 toalhas.
V


i
*
rl ?,
telarla de Pertmbtico esta feira 4 de Dezembro de 83.
zes t! castanhas.
Henriques Bernardes do Oliycir;
4 va>os,30 bocetos de doce
caixSes com
ata cem
10 arrobas de" salpicoes, iOOM&l de ltmsa> \
pedras de dito, 100 ancorlas cMr'azetoni
barrica* com 41 alqueires de nozes.
===

Francisco L.'& Azorado, 177 saquiohos com no- Irmandade do Senhor Bom Jess das Dores, s nao | Ora Vira.
ueoiavoeom
Henry Porster & C, I caixa com um sellin, ca-
bleada e manto. ...
fcidoro Neto & C, 4 ccheles com 146 arrateis
de retroz. _
Joao Carlos Bastos de Oliveira, 8 caixfles com ^
duzias do garrafas com vinho.
Joao Pinto lliges de Soma, 1
vinho.
ion- M*'-**fo* So8*a Guimaraes, 2 caixas com
1W ciaros de linha.
-lose Baptista Braga, 1 caixao com 10 bocetos cora
doce.
Jos Barbosa de Moli, 1 raixa com 180 livros.
Jos l'.ardozo Souza Pinto, 11 saceos cora 26 arro-
bas e 3 arralis de colla, 2 fardos com 5 arrobas
e 24 arralis de pellica, 4 metes de sola, 1 caixao
com 64 arralis de galha, 24 garrafas de agua in-
gleza elle meio arralis .lo colla de pellica.
Jos Ja vros, e 8 cunheles com fecbaduras, esoovas e
pentes.
Jos Nogueira de Souza, 1 caixa com livros.
Jos Pereira da Gunlia $ Filho, 12 catas com
batatos, 1 volume con temos de condecas, 1 pacole
com 8 bocetos com doce, 1 barril com 3 arrobas e
29 arrateis de presuntos e salpicoes e 1 dito de 8o
com violio. .
Jos da RiWa Lopes *C, 100 rodas de arcos de
pao e 3 caixoes com 6 vasos.
Joaquim Antonio Perea, 1 barrica com 1 arro-
ta de doce 1 tato eom estampas.
Joaquim da Costa Pinto, 3 caixoes com macaas.
Joaquim francisco da Biiva, lo caixoes com 80
globos e vasos. "
Joaquim Francisco da Silva Janior, 7 caixoes
com 20 globos e vasos, 13 dito com 4 arrobas e 18
arrateis de |peras e 4 dito com 200 duna de
pentes: ...
Joaquim Forreira de Araujo Guimaraes, 1 fardo
com 75 capachos, 1 caixao com 118 brides e pica-
deiras, 1 dito com 44 duzias de escovas, 2 barns
cem 66900 pregos, 1 caixao com 2 alqueires de no-
zes, 12 arrateis de retroz e 2 ciixilhos.
Joaquim Vieira de Barros,3 caixoes eom macaas,
300 ancoretas eom azeitonas.
Manoel Duarte Rodrigues, 1 cunbete com 222 re-
chaduras. '
Manoel Joaqoim Hamos Silva A Genros, 80 cai-
xoes com SO duzias de garrafas com vinho.
o maier premio 10:0005000.
tvKJpSSifi1 **" ^noticiasque
nomeaPdB1eCret0 ""^tto da fazenda feranj
^rWtoOliveira?
-** dito da theeouraria, Francseo"**gnsto
. Alniridi.
Domingo devem rennir-se os eollagios elei-!
toraes dajiroviucia.para procederem eieieao de
um senaar.
O colfeg jo do Recife, rennir-se-ha na matriz o>
Santo Antonio.
Na noticia, que hontem Jemos, da eleicao da
junto dos correctores, faltou o nome doSr. Joao
da Cruz Macdo.
A dreccao da companhia de seguros marti-
mos Utidade Publica convoca os accionistas! para
urna reuoio boje ao'/ dia.
A irmandade de S. Benedicto, erecta no con-
vento de S. Francisco em Olinda, transferio a'festa
e procisso do seu padroeiro, para 20 do eor-
rente.
Nao se havendo reunido numero legal de
irmaos da irmaiulade de Jiosta Smhora da Con-
ceicao dos Militares, convoca de novo a mesa actual
aos mesmos para hoje, afhn de eleger-se o presi-
dente da irmandade para o anno vindouro.
No dia 6 do correte (domingo), devem
reunirse os socios do Hospital Portugaez de bene-
ficencia, para elegerem a nova junto administra-
tiva.
Acaba de chegar o resultado do collegio de
Villa-Bella que, reunido ao do Brejo, ja aqu exis-
tente, d a segrate votoco para deputodos pro-
vinciaes do 8o districto :
Dr. Gaetono Xavier Pereira de Brito 63
Dr. Manoel Buarque de Macdo.... 53
Dr. Lopes........................ 45
Dr. Vicente Jansen............... 45
Vigario Burgos.............. 45
Dr. Estevo Benedicto de Franca.. 45
Vigario Francisco Pedro.......... 37
Dr. Francisco Jos F. Gltirana..... 33
Antonio Jos de Oliveira.......... 30
Passageiros do vapor nacional Cruzeiro ao
Sul, sahido para o sul, no dia 2 do crreme : Dr.
Calo Guerreiro de Castro e 2 seravos, Angelo
Muniz de Otveira Serpa, 1 cadete Jos Joaquim da
F. Albuquerque, 2- cadete e 2o sargento Jos Lou-
renco de V. Chaves, Dr. Bernardo Das de C. So-
brinho, Dr. V. Candido Ferrcira Tourinho, Dr.
:
Gomo
Depois uteikor da
E' urna pilla ga por Olin-, Os joelhos
da, eotnmentoda, annotaua e edjMMa pelos sa- No peilo u
eristes e croiuhas.
- O Sr. ... sor rio pallidaMni
- Eniao xy$i0elas? pergan-
i'i'isos banhossaoespecincoi.
Ora, Istode banhos j loxol Qual especi-
floosl Ahi mUn, que icndo destocado um braco,
nao ha banbe ne mar que me cure.
Comomumix fVkto paron
Antea pacta d'umtemplo solitario,
m
KC
** orou solu
Vieram as eWcde paeaaram.
Dous candidatos eieitoree con versa vaai:
B-nie o seu rolo.
Facaraos transaocao.
Aceite.
O senher voto em raim e en no senhor.
Gonvm-me.
Eenlfto?
Palavra de honra.
Palavnk de honra!
Separaram-ge nislo, mas immediamente volto--
ram-se, a modo de inspirados por idea sbita.
Tenho urna consa para dixer-lhe.
E eu outra.
Vamos a saber.
Para nao ha ver incerteza, nem desconfianza
na transaccap...
Voto o senhor no setihor, que en votore em
mim incsmo. E' melhor.
Tal qul. Era precisamente isto o que en
vinha a dizer-lhe.
Progressot
Bemhan oi um grande liomem; plantn o sis-
tema utilitario.
O pai rHa o filho, otionosobrinho, o indwiduo
em si proprio. Tambem o nico voto segurtPcom
que pode contar um eioHorcandidato o seu.
Ora, Deasi E para qoe as meca tambem nao
doieguem poderes paliticos.
O meu primo Jos da Velga seria nm depotdo
quasi arclaniado e unnimemente.
E' o primeiro Lovelaoe que eu conlieco.
O thealrinho fundado ha ires annos, pelo Dr.Ta-
vora, e que boje se ada sou a proieccao da gente
nata de Olinda, den, pela segunda ves, urna re-
presentacao ie dia 28- de novembro.
IIouve urna concurrencia notoria de sexos de
ambas as especiesgante escomida, grada e (In-
ane.
O desempeuho nao deixou de agradar, a esfor-
endo e suspirando;
a-se em trra,
Ilion oseos,
solucando :
n
Sobre mim, oh Bsw do co,
Lancai vosso puro leo,
Findai o meu padecer!...
f Tirai-me c deste mundo;
Deste abysmo tao profundo,
Theatro do meu safar !...
Marones Barros & C, 65 barris cem 78 milhci-1 Joao Barata Gcs, Manoel Rodrigues Tajado, Ma-
ros de sardinhas. !noel Jose G. Fraga e 1 oseravo, Ernesto Julio B.
Malinas de Veiga Ornellas e 1 escravo, iose Can-1 ^ b rajiaieada, que detle se incumbi. A
dido M. de Sa, Dr. Bemvenuto E Pereira .Guima-
raes, D. Fabiano Laplin, Aieixo Jos de Araujo,
Os meus tormentos findai,
E de meus olhesseccai
A fonle d'amarfo pnmto 1...
E nesto mundo enradonho
t*HMiat-fneti ^iver tristonno....
Que eu tenho sofrrido tanto !
Tirai-me esta dura vida,
Neste mundo mal vivida,
Findai os meus tristes ais !
' Envolta n'um triste veo
Ah I levai-me para o co,
Odde repousam meus pais....
Nao posso ver os filhinhes
Felizes, innocenlinhos
Com os pais felizes brincar....
N3o iwsso... que a lembranca
Do meu lempo de bonanca
Me provoca agro chorar....
Sobre mim, oh Dous do co,
Lancai vosso puro veo,
Findai o mea padecer !....
Tirai-me c deste mundo,
D'este abysmo tao profundo,
" Theatro do meu sorar I...
W "
Aqni a orphaa pama
Sutfocada pelo pranto,
Estn dbil, sem forgas,
Tioba chorado unto I...
Do templo nos degros
Cahio exange.... coito da t
Sopando de quando em qnando
Do peito voz magoada.
E mm ao menos ebegou-ee
A' infelizente pi,
Que a fome me mtense
que a livrasse do fri I
IV
Foram presentes as coto?oes omciaaa deafrnafti LAxecitoiv sau>hh>. ,-, .m
rrentes da acedas semanas findA.- ^^S^SffSR^t
zando de prnpriedades depurativas; entrando em
corrunies
vem-se.
mmaos.
Um requerimento de Antonio Jos 9e Castro,
pedindo que se ihe declare por certido se os coni-
merciantes matriculados que tem acabado com
seus estabelecimentoa nesta cidade o tea declara-
do nesto repartigao.Como requer.
roa oenfeogfio naia quantidade de espirito de vi-
nho sufllciente para garantir a sua conservaco
nos crimes calidos.
II.A legitima S.U.SAPARBJLIU de bristol pre-
parada cuida losa e scientincmentc (mediante a
receito de am medico de talento reconhecide, o
estado
Outro de Antonio MOniz Machado, pedindo ser r. c c Bristrol da cidade de Buffalo nc
admiltido a assignar termo do Sel depositario do de Nora York) por urna casa de antiga e bem es-
trapiche alfandegado e armazem do caes do.Apollo tabeleeidn repoteoio
n. 42, do qual locataria Satisfaca o parecer m _A LKCITBIA sALSATXRMLitt de bristoi. tem
'" sido anrosentada ao publico dorante o espaco de
mais de
TRINTA E UM ANUOS I
e ao puWico brasfleiro perto de QUINZE ANXOS.
IV.A LECITIMA SALSA MRMUM -M M8VOL
approvada pela Exm.1 inspeccao de estados da Ha-
medi-
Outro de Joaquim da Silva Costa, pedindo qoe
se d baixa a eacriptura de hypolheca registrada
em 28 de junho de 1861, da casa terrea n. S6 roa do Motecolomb, nos Afegados, que comprou
sem esse onus. Visto ao Sr. desombargador fis-
CaOutrodeJosBaptisla da Fooseca Jnior, pe- P*'matas JMtos
dindo que se declare as nomeacoes de Joao Jos America do Norte
da Silva Guimaraes e Clemente de Araujo Lima Am.rino
Jnior, nao serem mais secs caixeiros.Como re-
quer.
Outro de Campos & Lima, satisfazendo o despa-
America do Sul.
V.A LEGITIMA SALSA PABMLHA DE BRISTOL U>a-
da em quasi todos os principaes fiospitoes civis,
cho proferido nos autos de sua rehabilUa^com ^r7c^^^^n% daca-
a rtlacao de seus crederes e vanos documentos rdade> e nas pasas P^ ^1 Antjlbas fl no
continente americano.
juntos. Com visto ao Sr. desembargador fiscal,
voltem
Outro de Joao Pinto de Lemos Jnior, pedindo o
registro de urna cscriplura de hypothcca que jun-
to.Como requer.
VIA LEGITIMA SALSAPARniLHA DK "BRISTO!.. TC-
ccitada pelos seus collegas nas ilhas de Cuba e
Porto Rico no Mxico, Guatemala, S. Salvador, Ni-
uomo requer. I caragua, Honduras, Nova Granada, Venezuela,
Outro de Jos Clement.no Henriquesida Silva, Eqnador, Bolivia, Per, Chile, Confederacao Ar-
pedindo o registro de sua nomeacao deicatxeiro gen[na e Uanda 0rieml na lndia /,!,|ia
despachante dos commerciantes baunders Brothers. I onde a M|a aeaha dn ser Dlroanrt-a c eapecial-
Mendes & Carvalho, 2 caixas com 64 duziasde de Mello, Uurent Scrvat,
garrafas com vinho.
Miguel Jos Alves, 1 barril com vinho.
Mureira 4 Duarle, 1 cixo com 2 caixas para
faqneiros, e 28 folhas de facas.
Luiz Pereira de Araujo
e 1 criado Jos Gongalves Torres e 1 ftlha, Jos
Pedreira de Ser<|oeira, Jos Antonio de Figueire-
do, Frederico Vctor Izaac de Araujo e 1 escravo,
Joao Jos do Monte Jnior, Dr. Custodio Jos I*ete
cas de linha 1 barril com 3 almudes de -vinagre, e de Andr Blanco, 1 escravo de Adriano Aogusto
t ditos com 10 alqueires de nozes e enstanhase; de A. Jordao, Luiz J. Brunet, sua senhora, 2 tillios
:jO0 macaas. I menores, 2 criados e 3 escravos, Joao Vernica
Paulo Pinto Fonseca e Souza, 1 caixao com Anselmo, Dr. Joao Baptisto da Costa Carvalho,
rojas Manoel da C. Rlbeiro, Dr. Dnrtholomeu Teixeira
Themaz d'Aquino Fonseca Jnior, 10 barris de Palha c 2 escravos, Dr. Francisco Antonio Carva-
dcimo com rintio, 28 ditos de quinto com dito, 50 lha|, 3 escravos de Domingos Rodrigues de Andra-
caixoes com 50 duzias de garrafas com dito, 1 cai- de, soldado Joao Antonio de Lima, Joaquim de Li-
xao com 25 arrateis de retroz, 100 rodas d'arcos ma astro, capito Joaquim Antonio Sevc, 2 escra-
de nao e 20 barns com salpicoes. \ vos de D. dos Passos Miranda, 3 escravos de Silvi-
Thomaz Fcrnandcs da Cunha, 1 caixao cora 60 no G. de Barros, 6 escravos de Joaquim Antonio
P. Si-rodio Jnior, Joanna Bapsto dos Santos,
duzias de e*i.'oas e8 rapacnos.
!
INTERIOR.
no ii; jnniao.
Dr. Luiz Vtajfa de R. c Silva, liziano A. de M
raes, Lourenco B. Cavalcanti de Albuquerque, 2
| escravos de Albino da Silva Leal, 1 escravo de
' Alcxandre Jos da Silva, Manoel P. de Araujo Fi-
lho, 2 cunhadas, 1 menor e 1 criada, 1 escravo de
Joaquim da Assnmpcao Quoiroz, 1 escrava ^e Joo
Matheus, 1 escrava de J. Albino da Silva, 4 es-
clavos de Jos Albino Imburema, 1 escravo de
Bernardino Jos de Carvalho, 3 escravos de Jos
Ibalroanicnl de patacho Ribeiro I
Sr. redactor. Em a Gazrtillia de seu acreditado | A. da Cruz, I escrava de Julio Colombia, 2 escra-
Jorval de hontem 11 de novembro vem publicadoj vos de Francisco Marques, Jos Antonio de A.
urna noticia do naufragio do patacho Ribeiro i, que Gomes, 4 escravos de Joaquim Luiz Vieira, 2 es-
peco liiTiica para contestar em alguns pontos, sen-, travos de Domingos Rodrigues de Andrade, Dr.
do que a verdade de todo o acontecido constado Geminiano B. de O. Gcs, 3 escravos de Jos Joa-
quim O. de Abreu, Arislides A. Milln, Di-uumk)
Nicolla, G. Giacomo, e 9 escravos do Dr. Carneiro
da Cunha.
Passageiros do vapor nacional Mawuiguape,
entrado do Aracaj c partos intermedios : barao
de Jaragu, Dr. Ambrozio da Cunha Machado, sua
senhora c 2 criados, Francisco Duarte das Neves,
e Amaro da Costa.
Reparticao da polica :
(Extracto das partes dos das 2 c 3 de de-
zembro).
Foram recolhidos, casa de detcncao no dia 1"
do corrente
que
protesto que trato de ratificar na frmft da le.
Primeiramente, menos exacto dizer-se que o
patacho nao (rafia pharol, quando logo que reco-
nheci que o pharol que avistei nao era o do morro
de S. Paulo, como a principio suppuz multo natu-
ralmente, e sim de um navio, liz immediatamente
acend-lo e colloca-lo em cima do caramanhao da
cmara, por ser parte bastante elevada, cima da
borda do navio.
Em segundo lugar, nao exacto que o patacho
se atravessasse na proa do vapor Prinirza; se
assim fosse nao abalroana o dito vapor no lugar
onde arrombou o patacho, e sim a meio navio,
mais ou menos, pois que stippondo o patacho a so
A' ordem do lilis. Sr. Dr. ebeje de polica, Joao
tavento do vapor, em distancia que o senhor com-! Fcrreira de Araujo, pardo, vindo de Olinda, como
mandante disse irem safos, como possivel o suspeito de ser sentenciado evadido da cadeia de
mesmo patacho momentneamente ganhar baria- j Nazareth.
vento e atravessar-se na proa do vapor ? A' ordem do subdelegado de Santo Autonio, os
Em tereeiro l.:gar, inexacto que s inte minu- pardos Jos Francisco Moreira, Joao Feliciano,
tos depois se dissesse que o patacho ia a pique,: Ra y mundo Nery Pereira, e Raymundo Pires de i |nfcct0S| ,-apazis quando desde logo que leve lugar o sinistro nao Oliveira, por briga, Augusto Florencio dos Santos, Wlca
restava cousa alguma que dsse esperanca de; Faustino, africano, escravo de Domingos da Costa
vvalo, pelo estado em que o vi quando" gritei Guimaraes, per disturbios.
preva que se prepara um outro espectculo para, Ao outro dia, nos degros do temple
dia 12 de dezembro. !. l mother jaaia,
Progresso I Longos cabello sobre os hombros soltos,
O inestre Agosiinho abri urna casa de sorvete lanimada e fria.
ra do Malinas Ferreira.
Progresso I
O meu amigo o Dr. Casusinha est louco de
amores pela filba do ateu correspondente.
Nao come, nao bebe, nao dorme. Est magro e
espichado como nma vareta.
Leva as Urdes a passar ra abaixo, ra cima,
de chapeo na ao e calva mostra, com os eluos
Era a infeliz, a desventurada orphaa,
A victima da der,
Que en meio d'anjos que do co baixaram
Dra a alma ao creador.
0 Commercio do Porto diz o segninte s.
O seguinte quadro d idea da exlenso que teu
tomado na Inglaterra t> systema de seguros de
embebidos ns rosto dclla, como telescopio sobre-es- j vj(jajl
tralla. O rapaz est maniaco. .,,* As contos de quarento Mmpanhias de seguros
A prova disto tem-an os leitores naa M de idas, reUuvas ao uJliaT anuo nanceiro,
esirophes, que nuyt-o recitar urna tarde passada, i mosIram que durante 0 anH0 se pas)iaram 31:6j0
a porta da Dulcinea: | apoijces novas na*3mma total de 15,238,060 libras
sterlinas, produzindo iio.Ooo libras de premios
annuaes.
Como em toda a Inglaterra, ha, pouco mais ou
i menos, 200 companbias de segaros de vida, fazen-
i do todas bom negocio, pde-se quadruplicar as
' cifras indicadas e calcular no anno ultimo o nu-
iiiero da> apoliivs novas era 120:680, em
60,994:440 libras o total das somatas seguradas, e
era 1,780:220 libras slerlinas a importancia dos
novos premios.
As quarenta companhias, cujo balance foi pu-
blicado, pagaran), durante os ltimos doze mezes,
s pessoas seguradas 2,732:176 Libras sterlinas.
Se quadrnplicarmos esto cifra chegaremos
somma enorme de perto de ovze milboes de li-
bras sterlinas, paga em ura anno pelas companhias
de seguros dos tres reinos unidos da Gra-Bre.
tonha.

Veriflcon-se ltimamente um importante achado
' no lago Timpsah, que une dous dos principaes ca-
miuhoii Ju f3mota usual da &uu.
Amar, amar e amar
Lis a le da crcaco !
E tu me dosprezas, luida T
Onde: o lio da altraccao ?
Imagm do ra;u sacrario,
Protefcte-to um culto de amor ;
Cilto do vate belleza,
Callo das brisas flor.
Tenhijodor nos meus olhares,
Com que te pwsso incessar;
Olhares que nascem d'alma
Intenso, que dizamar I
Teu r-jsto retnete luzes,
leus risos derrama flor,
E nosjteus risos e rosto
Meus {olhos bebem amor.
Amarj amare amar _
Ka a le da creacaot
Queras trocar teus uwrcs
Por minh'alma o coracao f
Vlver: trocar sorrisos,
Pnlavj-as e sensacoes;
Vivanies, anjo I Troquemos
Almas, vidas, corajes I
A cmara municipal de Olinda a
nlia de garganta.
Em todas as tmaras ha um fiscal, e por que a
de Olinda nao lia de tor tambem o seu ? E' urna
excentricidades
Convm nomea-lo.
Deve haver ura empregado, cujas luncc.ocs ten-
dain a promove* o asseio da cidade.
Vejara essa *ica dos Qualre Cantos como est
inmunda
Lama, lixo, pbdrido
Dalli nao pdem deixar de Icvantar-se miasmas
para a ininha triiiulacao quesaltasse para o vapor,
o que tambem fiz, para salvar as villas.
Em quarto lugar, do mesmo modo, menos
exacto que eu nao subisse ao patacho por e|le
ameacar ruina, quando, tendo pedido ao ofllrial
do escalcr do vapor para demorar-sc um pnueo
para ver se salvava os papis do /l&vio e mais al-
guma cousa de valor que tinba na cmara cm
meu camarote, ontive permissao cora a condigao
de nao me demorar muito, e ctrectivaincnle suma-
do desci cmara, e ao tereeiro degro da escada
ja encontr] agna, o que rae fez desanimar e fui
para o escaler dizendn ao ollicial estar ludo per-
dido e que nos retirasscmos, pois nada bavia
a fuer.
Dcixo em silencio outras consderaoes que
aquella noticia transmittida Vme, por um que so
diz passageiro, com o dever de dar-lh'a, natural-
mente suggere, porauc nao trato de aecusar, nem
voltar imprensa sobre tao lanientavel objecto.
Publicando estas linhas, muito obriga ao seu,
lo,
Antonio da Cruz Baptista.
E esta? I
Toda a cantata tem ura fiscal.
A'ordem do de S. Jos, os pardos JoaquimVictor, -uc usnque o nao ter a de Olinda tambem Ma,
para corrcccao,e Maxiuniana Mara da Conceigao,
por disturbios.
A' ordem do do Peres, Jos Joaquim Pereira
da Silva, pardo, por enrae de roubo
2
A Rerolucao ie Setewbro escreve
sal) titulo Apolbgm das mnlhenes :
Sr. redapbr. -Hoje que alguns horneas besbi-
Ihoteiros e atrevidos, talvcz socios dessas socieda-
a
nao
A" ordem do subdelegado do Recife, os pardos des (lt ^.tractores do sexo frgil que sao como
Antonio Jos de SanfAnna, para averiguacao era p a fla fabu a dsge ,,, ^g uva6 por nau ,arrirft i Cx,n
crime de roubo, c Lizarda Mana da Coaceicao poder lambe-las, temara deprima a companheira ,'wt,,,,*a
baixo que se quera afuodar, tropera va m n'um ob
jecto que resista bastante marcha ordinaria do
! vapor.
iste desafiou a curiosidade de engenheiro, direc-
minha p mmiM mpi q(]e clTeclvanicnle se veroCou.
Extrahio-se nma grande caixa metlica em que
appareecram restos de alguns geroglificos.
Sendo com grande custo aborto a caixa, vio-
se que continha urna muraia vestida de purpura
real.
inmediatamente se lixou a attenco nos gerogli-
ficos, qne sera duvida devaut explicar de quem
era aquella muraia, e depois de aturado exarae e
trabalho se pode lr : Sesotris. '
Escusado dizer que a adrainstragao da em-
presa do canal, se apossou daquella famosa reli-
quia da antiguidade, que brevemente figurar em
um dos muzeus de Franca.
>
O Daily Setos annuncia que lord Palmerston, o
veneravcl primeiro ministro da rainha, enlrou ante
hontem (20) nos seus 80 aunos.
Lord Palmerston nas*cu a 20 de outubro de
1784.
Aos 2o annos oceupava j urna posc,5o das raais
elevadas.
Aos trinta annos tinba sido ministro, e desde en-
mente pelos facultativos os mais eminentes e dis-
tinctos neste imperio do Brasil.
VII.As curas devidas legitima salsaparrilha
de Bristol em casos de escrfulas, escubuto,
Rheuraatismo,
Chagas antigs,
Enfermdftdes venreas e mer-
curiaes, morpba e todas as molestias provenien-
tes de um estado caqnetico do sangoe, sao authen-
ticadascum attestodos fidedignos e innegaveis, da-
dos espontneamente por pessoas eccupendo todas
as |iosii;0i:s sociai'S.
No caso de James Wyckoff mesmo por parecer
urna cura quasi inorivel, fizemosesforcoeespeciaos
para obter as pi ovas as mais inconteslaveis, e
porianto mandamos tirar o retrato photographico
daquelle infeliz, (o qual pode ser visto em todas
as boticas) e publicamos um relatorio de nina
consulto de exento feita na pessea de James Wyc-
kof por um certe numero de eminentes mdicos,
conforme vai uuitnrmada pelas certiddes authen-
licas dos dous magistrados residentes mais prxi-
mos, assim como pelo ollicial maior do condado
em que eHes residen), ao qual vai affixada a cer-
tido do magistrado em chefe da oidade de Buf-
fato.
Este relatorio foi lavrado naqueJie tempe pelo
Dr. Thomaz Lee, e por elle (lvidamente ajuramen-
tado perante o magistrado em rboe da cidade
Registre-se.
SESSAO JUDiCIARlA EM 3 DE DEZEMBRO DE
1863.
PRESIDKNCIA DO EXM. SH. CoNSKI.HKIHo r. A.
DE SOUZA.
Secretario, Julio Gwmaraet.
A meia dora da tarde, o Sr. presidente abri a
sosso, estando reunidos os Srs. desembargadores
Villares, e Suva Guimaraes, e os senhores deputa-
dos Reg, Lemos, Malveira e Rosa.
Lida, foi approvada a acta da sesso de 10 do
moz prximo passado.
Foi assignado o accordo proferido na dita sessao
entre partes:
Appellante, Jos Moreira da Silva ; appellados,
os herdeiros de Jos Antonio Lourenco.
JULGAMRHTOS.
Appellante, Jos Baptista da Fonseca Jnior ;
appellado, Jos Duarte das Nevee.
Adiado na sessao de 19 de novembro.
Drtspreiaram-se os embargos.
Appellante, Henrique Ehrich ; appellados, os ca-
radores da failencia do mesmo.
Adiado na sessao de 19 de novembro.
Decidida a preliminar de ser caso de appcllacao,
c entrando-se no mrito da causa, julgaram-se ir-
regulares e lesivas as contos apresentadas pelos
administradores e mandon-se proceder a nova.
Appellante, Antonio Jos deSiqueira ; appelto- ^ ,-ova York ; cuja signatura oi attestada
dos, os administradores da massa fallida de Joao t reconhecida petos segrales representanles consu-
lares :
consol de S. M. I. o Imperador do Brasil:
O cnsul de S. M. el-rei de Portugal ;
O cnsul de S. M. a rainha da Gra Bretanba ;
O owisul de 8. M. 1. o imperador de Franca ;
O cnsul de S. M. catholica a rainha de ll> -
panha.
Assim como tarabom pelos cnsules do Mxico,
Chile, Per, Bucnos-Ayres, Nova Granada, Vene-
zuela, Equador, Uruguay, S. Salvador e Hayti.
VIH.0 pre?o da legitima salsaparrilha de '.'ris-
tol, longe de ser exorbitante como asseveram al-
guns, pelo contrario miio rasoavel tomando-su
em consideraco que o frete at o Brasil e os di-
retos de.-ia alfandega augmenta ocusto dclla mais
de um nl ris cada garrafa.
IX.A legitima salsaparrilha de Bristol, o Ana-
cahuita peitoral de Kenip, as pillas vegetis as-
sucaradas e as pastilhas vermfugas do mesmo au-
tor podem ser recebidas em virtude do despacho
de S. Exc. o ministro do imperio lancado esa 3 de
novembro de 1863.
Os facultativos receilarao estas preparaees,
se as acliarem uteis s molestias trae trataren). >
X.Em quanto existem tres jifferentes inulta-
roes e falsificacoes da nossa original e legitima
satsapaarha de Bristol, participamos-lhes que a
verdadeira vende-se : ^
Rio de Janeiropor Berrini & C.^H. Prins fe
("..A. A. Moura Henriques.
BahaGermano & C.
MacerClaudinho Falco Dias.
Pernarabuco- Coars & Barboza.J. da C. Ira-
ve A C.
ParahybaThomaz da Cunha.
NatalDomingos Henriques Oliveira.
CearBotica do Moreira.
MaranboFerreira 4t C.
Par-V. Sedeschi, successoresRosa
lhos.
S. Paulo37, roa do Rosario.
Porto AlegreMartel, Vicente Porto, sucoossor,
c nas sub agencias em todas as partes do imperio
do Brasil.
Jos de Figueiredo.
Confirraett-se a sen tenca appellada.
O Sr. desembargador Silva Guimaraes apresen-
lou era mesa por nao poder ser juiz, as appellacoes
entre partes :
Appel lanos, os curadores fiscaes de Rostron
Rooker &C ; appellado, R. M. Haslau (Manches-
ter) por seu procurador nesta cidade.
ppellantes, os curadores fiscaes da failencia de
Seve, Flhos tt C. : appellado, Bernhard Spiro.
E o Sr. conseHietfo oIBciou ao Sr. conselheiro
presidente da relaejio requisitando juizes.
DESIC.NAQAa DE DA.
Appellante, Manoel Antonio da Silva Moreira ;
appellados, Ferreira & Araujo.
ppellantes, N. O. Bieber & C.; appellados, o
presidente c directores da caixa filial do banco do
Brasil nesta cidade.
Designado o primeiro diautil.
PAS8AGENS.
Appellante, Luiz Antonio Goncalves Ferreira j
appellado-. Fraga & tabral.
ppellantes, os curadores fiseaes de Amorim,
Fragoso, Santos & C. o Thomaz de Faria ; appella-
do, Antonio Rodrigues Ferrtandes Vieira.
Appellante, Francisco Pedro da Cruz Neves ;
appellado, Antonio Jos Conrado.
Do Sr. desembargador Silva Qirnares ao Sr.
desembargador Villares.
Observou-se que as rodas de urna das dragas Recma^ Jos Tiburcio dos nantos ; recorri-
empregadas no lago, semprc que passavam n um< d0 Anlonio de Souza Ki|,eiro.
Nao vejo razo
o que segu
1
PERIMBUCO.
para avcriguacoespolciaes.
A' ordem do" de Santo Antonio, Antonio, Manoel
Jos de Freitas, Arseno, pardo, por disturbios.
A' ordem do de S. Jos, Antonio Jos Ferreira,
pardo, por disturbios.
0 chefe da 2" sccqao,
J. G. de MesquUa.
Movi monto da casa de detencao do dia 2 de
dezembro de 1863 :
Existiam.
Entraram
Sahiram.
A saber:
Existem.
REVISTA DIARIA.
O consolado de S. M. F. nesto provincia proce-
de ao arrolamento dos subditos da respectiva na-
cionalidade, residentes na comprehensao da sua
jurisdiceao consular.
Esia providencia tem por fim a organjsacao da
estatistica geral dos portugnezes existentes neste
imperio, devendo para isto forneccrem os mesmos
ao consulado al lins do corrente mez urna noto
com declarando de nomes, idades,estado, liliaejo,
naturalidade e oceupacao, sendo nossa noto com-
prehendidas as pessoas da propria familia, os cai-
xeiros, e os domsticos; de sorte que osles escu-
sara por si de prestar igual nota, o que s deverao
fazer, quando ne estejam ao servido de casas por-
tuguezas.
De Pao d'Alho escrevem-nos o seguinte em
dato de 83 do passado :
Trouxe-nos o seu jornal a tristissima noticia
de haver fallecido o Dr. Manoel Correa Lima,
juiz de direito na capital da Parahyba.
Nacionacs. .
Estrangeiros
Mulheres .
Estrangeiras
Escravos .
Escravas .
335 presos
5 >
15 >
328
227 .
31 .
3
i
55
7
325
Alimentados a casta dos cofres pblicos. 133
Movimento da enfermara no dia 3 de de-
zembro.
Tveram baix :
Joao Francisco Xavier, constipacSo do ventre.
Antonio Leite de Oliveira, diarrba.
UM POUCO DE TODO.
O Sr. Armando envia-nos as seguales
NOTAS A LAPIS.
I
Olinda resusciton do marasmo.
Tambem teve a sua redempeao.
qo hornera hdje que algui s pertuguezes degene-
hidos, daquellps a quera cabe os dous versos de
Cames :
...........' Tambem entre os portuguezes
Iguns traidores houve algumas yezes.
sermodo seu paiz.
Hb]|hoza de urna popularidade sera igual.
A suT intelligeiicia too clara e tao viva como
ha cincuenta annos. 0 seu ardor no trabalho, a
sua actividade pbysica nao diminuiram cora a
idade.
E urna velhice maravilhosa, mesmo em Inglater-
ra, onde os hmeos de estado pareccra ter o privi-
legio de nao envelhecer.
Lord Palmerston tem 12 annos menos que o sea
antigo adversario lord Lindlrarst, que nasceu rm
1772, e foi un dos que assisliram invenci do
jogo do whist, de que se tornea ardentc adepto.

A Hespanba trato de estabelccex com a Franca
e outras naces a uniformidade geral das tarifas
nos teJegramiaas.
0 ponto de partida que todo o telegramma, se-
gundo o numero de palavras, seja qual fr a eate-
eio expeditora e a receptora, pague o mesmo.-
Esta reforma nao s de iinmediato interesse
para o publico, porque poe o ser vico lelegrapliico
Ap lellantc, Eustaquio Antonio Gomes ; appella-
do, Manoel de Barros Cavalcanti.
Appellante, D. Mana Rila da Cruz Nevos; ap-
pellados, os curadores fiscaes da massa fallida de
C. J. Astley.
ppellantes, os administradores da failencia de
Faria & C. ; appellado, o Dr. Francisco de Paula
dos Santos Alelo a.
Do Sr. desembargador Villares ao Sr. desembar-
gador Silva Guimaraes.
niS TIIIBL'ICOES.
ppellantes, o Dr. Jos Lardoso dcQueiro/. Fon-
seca e outres ; appellado, David William Bow-
nian.
Ao Sr. desembargador Silva Guimaraes.
Appellante, Manuel Luiz Goncalves; appellado,
Joao Francisco da Silva Neves.
Ao Sr. desembargador Villares.
ACCRA vos.
Aggravante, Jeae da Cunha Neves : aggravado.
Miguel Jos Barbosa Guimaraes.
Aggravante, Anlonio Joaquim de Mello aggra-
vado, Manoel Joaquim Baptista.
Tiveram pro vi ment.
Aggravantes, Sampaio, Silva & C. ; aggravado,
4ntonio Jos de Castro.
Aggravante, Manoel Jos da Fonseca ; aggrava-
do, Guilherrae Joaquim da Silva Braga.
Aggravante, Gaspar Cavalcanti de Albuquerque
Uchoa ; aggravado, Joaquim Goncalves Ferreira
Nao tiveram provimento.
Nada mais se pode tratar e enoerrou-se a sesso
2'; horas da tarde.
offendem sem, pudor o meu sexo que nao o
frgil que nao saiba defender-se, permitto-me
Vine que cu Ihe envi estos linhas eloqitentes,
tracadas por Jos Silvestre Ribeiro a favor das
bellas.
c E* por intervencao das mulheres que em todas
as classes da sociedade se aclimam os sentimentos
nohres e generosos, se natura I isam ese desenvolve
a delicadeza.
A ellas se deve a doeura e a bondade, e tudo
quanto enlaoa c prende na vida.
Que vicia a ser dn mundo, pergunto cu, se
durante viteequatro horas se retirassem delle
as virtudes das mulheres ? Males sem compaixao I
Quantas angustias sem consolarlo I
< Nenhuin conforto preservara da desespera-1 iu harmonia coro ser vico postal," mas "tambera I
Mo^as, msicas, Ores, amuras, tumulto, vida.
Chegaram as noites de la, e irradiaram-na cora
os seus refiexos mientes, e derraraaram sobre a
Como funcrionario.era o finado umjinz intelh- fronte della as poesas de uma odalisca
gente e muito illuitrado; e como cidailao, excel-! O vero ardente de novembro trouxe-lhe as Ur-
lent pai de familia, muito bom prente, e amigo des poticas, lnguidas, acompanhadas de perfu-
dedicado. Nos, que conheciamos muito de perto, mes e embaladas de suaves modulacoes
cao; o homem, reduzido solido, seria por ex-
tremo fraco.
Para resistirdes s adversidades de todos os
dias misler que as malheres vos seguren) e am-
parem.
i Anda mais :
i Que seria a felicidad* sera a mulher 1 Uma
quietacao inertee inspida, uma alegra sem mimo.
Que seria a fortuna T Ourd araontoado, mas
deque ningem gozara, porque a mao que d es-
tara ausente.
A sociedade, os prazeres ? Uma multidSo ver-
tiginosa, ou variando de ideas, sem conhecero en-
levo das emolucdes.
posas, tom preenohido tantos deveres, ainda as
encontrarnos nos derralciros instantes da vida,
ecom elle enlreiinhamos estrellas- relaces de Sao os'perfumesTqueTs" enscoduxwn e(Hh.avi^n*"Mte8 de I" no cabe Possive,
amisade, sempre Ihe notamos como todos cm geral torrente da esuessura dos valles ; sao as modula, i nEnp^*rL' -* -- a.
essa, ncires Tualidades, e partcularraento a ulti- Coes EnX^oe os ventos fJ^uoloXts' rSSStSSt A*S%Sl
ma, qne mais de uma vez mostrou para com- cordas das nuvens notas eolicas e mysticas da
nosco. atmosphera.
O Dr. Correa Lima s deixa aos seus uma re-
de grande utilidade para aqulle servigo, abrevian
do o lempo que se gasta a contar zonas, segundo
a fronteira por onde se dirigen) as connnunicaQoes
e o ponto para onde se dirigem.

Em consequencia da morte de lord -Liudburst,
reverte para o tesouro publico de Inglaterra uma
penso de cinco mil libras sterlinas
Era a renda de que gosava lord Lindhurst, por
ser um dos amigos loras chancelleres, que entre si
dividan) animalmente a somma de vinte e cinco
mil libras sterlinas por anno.
Os antigos chancelleres sobre vi ventos que gosara
desta mesma penso de reforma sao quatro : lord
Finalmente, as mulheres, para nos fazerem' Brougbam, de idade de 85 asaos; lord Saint Leo-
viver no mundo, soffrem, e soffrem at a morte. nards, 82 annos; lord Crootworth, de 73; e lord
c Sao ellas quera nos subtrahem aos prrtgosda Chalmsford, de 69 annos.
infancia,quem dirige nossas inclinaces, quem
nos dao a edtxacao do coracao, quem mais tarde
multiplicara em tomo de nos as affeices,
E quando como JIias, como mSis e como es-
CHROMCA JIDICIARIA.
A's quintos e domingos, noite, o toque do ro-
puto^o illibada, nica fortuna, que pJe adqne- eoiher arrasta ura concurso iramenso de familias
rir, e legar o pobre magistrado brasleiro, cuja fa- ao pateo de S. Pedro, donde aprecian) sentadas
milia quasi semprc nao Dea com que comprar o no atrio da igreja ou esparsas era frente dellaos
pao do dia segninte (I mimes das walsas e cavatinas.
Damos os sentidos pezames v/nva e flhos do
nosso sempre lembrado amigo, aquem pagamos1 Os banhos domar fazem ma i ores progressos qne
este pequeo tributo de amisade, ja qne, infeliz- o partido progressisla.
mente tao longe, outro nao Ihe podemos dar na no- Quedas nos velhos trope^udos, piruetas e torci-
ra extrema. colos nas mocas travesas, surra do cachacoea*
Amanbia se extrabir pelo plano das loteras couces nos rapazes, clysteres do areia nas velhas,
cstponlinarias, a i* parte da 2' em heneflein da O Sr. G-. encontrou-me hontem note.
O 8r. Jnior remotte-nos a seguinte poesia
K OSeUAA.
Ah plenre. filie infortune
Cas. Delavigne.
Era alta ooite, e pelas ritas otadas
Asinha cammhava incerlo o passo
elinhaila mulher ;
Excepto os passos seus j vacilantes
Nao mais s ouvia nVssas ras moras
Dm ruido sequer.
TRIBUAL U COMMERflO.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM
BHO DE 1863.
PRESIDENCIA DO KXM. SH. OONSBUUfllO F. A.
DK SOUZA.
As 10 horas da manha, reunidos os Srs. depuia-
dos Bego, Lemos, Malveira, e Rosa, o senhor pre-
sidente declarou aberta a eso, sendo lida e ap-
provada a acto da ultima.
BXPHMEtm.
Um otficio da conservatoria do commercio de
Macei, de 14 do mez passado, communicando o
recolhimanto da carta de registro do U igue bous
Irmaos AUujounos, por haver passado de possui-
dor.Accuse-se a receptan e facam-se as annota-
0006 competentes.
Ouiro da mesma, de 17 do mesmo mez, acompa
BALANCO DA CAIXA FILIAL DO LONDON AND
BRASLIAN BANK EM 30 DE NOVEMBRO DE
1863.
ACTIVO.
Lendouand Brasilian
Bank Londres 104:2625920
Letras descontadas 1,007:8405440
Diversas comas cor-
rentes e outros va-
lores ..... 598:613*890
Letras a receber 72:4045470
Mobiha..... 7:400|030
Caixa:
Em dinheirocorrente 1,755:2615230
Deportado' na caixa
filial do Banco do
Brasil.....870:0005000 2,62: 26152.30
4,415:7825980
PASSIVO.
Capital.....
Depsitos e contos
correles. .
Diversas contas cor-
rentes e ontros va-
lores .....
888:8885890
2,177:U5SO
1,349:7745140
4,415:7825*00
Pernamboeo, 3 de dezembro de 1863.
W. i. Haynet, accountant:
CORRESPONDENCIAS.
Senhores Redactores. Havera perturbacao de
' ordem publica no termo do Bonito ? Constou-me
" agova que o Sr. Pedro Alexandrino, feitor confe-
rente da alfandega, seguir hontem no carainho
de ferro, para aqnelle termo em qualidade de dele-
gado. Ser exacto ?
O assombrado.
PUBLICARES 1 PEDIDO.
Aos Ulms. Sr*. facultativoem mc.lid-
na un imperio do Brasil
LAMAN & KEMP.chimiros pharniaceiiticos com
drogara estabelecida A. I). 1808 ns. 69, 71 e 73
nhando copias das carias de registro dos navios Water Street e n. 19 O d. Slip em Nova York, res-
Don$ Irmaos e Novo Gasto,Accnse-se a recepao peitosamente chamam a attencio de VV. SS. aos
e registre-se. seguinies factos ;
&Fi-
JIOFlVt,
No Progressista de hoje diz o Sr. Dr. Feiloza, sob
o titulo Mopna :
Ha muito temos ouvdo dizer, sem acreditar,
qne o^r. Dr. Urbano scentende cora osvermelhos
acerca de poltica.
mentira : no preciso dizer que falso ; que
nunca m entend com os vermelhos acerca de po-
ltica : devo, porra, dizer que mentira ter o Sr.
Dr. Feitoza ouvdo tal cousa : nunca ouvio a niu-
guem elle que o diz. Primeiro o Sr. Dr. Fei-
toza trahir m tegredo os principios que professar
em publico, inilboes de vezes, do que eu o faca a
primeira vez.
Ha poucos das foi visto no corredor de urna
escada da ra do Cabug, em conferencia de mais
de nma hora com o Sr. padre Camposmas pen-
samos ser sto o resultado de um encontr fortuito.
Pocen de.ienganamo-nos, quando soubemos de-
pois.......
mentira. Enconlrei-mc uma noite casual-
mente cora o Sr. padre Campos na ra d6 Cabug,
c conversamos (na calcada, e nao na escada) cerca
de cinco minutos sobre" cousas geraes. Conferen-
cia poltica no corredor de urna escada I O Sr. Dr.
Feiloza est dundo : c a tal conferencia nao foi
casual, foi ajustada para o corredor de uma escu-
da O Sr. Dr. Feitoza um intrigante miseravel,
porm infelizmente muito inepto.
A historia do club na noite de qunta-fera 26
do te em companhia do Sr. Francisco de Paula Car-
neiro Leao viiur o meu mostr e amigo o Sr. Dr.
Pedro Autran : abi encontrei o Sr. Dr. Julio Bar-
bosa de Vasconcelles, juiz d" direito de Bonito, o
mais ninguem ahi estove : conversamos sobre
cousas geraes.
E' mentira* que ahi estiveesem ou apparecessem
os Srs. padre Campos, Sonta Reis, Paula Baptista,
Vi le la Ta vares e Mell Reg : seuhum d estes se-
nhores ahi se achou, nem outra pessoa, alm das
que cima refer.
No sei se os eleitores de S. Lourenco volarao
em mim : votarao como entenderem, sende porem
certo qae nao mandei circulares estes senhores,
nem ped os seus votos.
Continuo portento a dizer o Sr. Dr. Feitoza
um mentiroso abjecto, nm intrigante desprezivcl,
e alinal consttaio-se espino de policio, aeompanhan-
do os meus passos, e dando a resucito denuncias
falsas.
Recife, 30 de novembro de 1863.
Urbano Subiiio Pessoa de Mello.
COMMERCIO.
NOVO BANCO
DS
PER1YAMBCO
O novo banco de Pernamboeo convida, o*
credores das massas fallidas de Mesqnito A Dutra,
c Francisco Antonio Crrela Cardoso a apresoma-
rem seus ttulos no banco para se proceder a res-
pectiva verilicacao.
Alfaadega
Rendmento do da I............
dem do dia 3.................
21:2005636-
29:0915012
50:2915648
ILEGVEL
v

j


Diarlo de PcmmImM* *- 8**4 Mr 4 de Bczffifcro de I 8 3.
Hvlmolo da slfandca
Voluntes entradas cam Uzeadas.
< com gneros..
Vumos saltillos
cora
coa
fazendas.
gneros..
321
~70
34*
469
* re
Oesearregam no lia i de dezembro.
Patacho hcspanhol -Fidee carne secca.
Brigua ingtex -Odtt carvo.
Barca inglezaLooAw-mercadorias,
Brigue escunairaacec P/*a* gneros de es-
tiva.
Polaca taliana-Lindu-idem.
Brigne nortoguezConstante diversos genero.
Barca nitelaBtitish (?urt)H=carvao.
Urrcbcdori i de rendas Internas Jy
Pela subdelegada do Peres foram presos H
se achara recolhiqos casa de deteaco os preto
qaa-dUent chamar-se Francisco c Loureneja, ese-I
rem eseravos, o priraeirodc Peregrino Leile, pa+
rente do Sr. Dr. Catanho.'e ser morador na fazen-*
da de Barra do de Barril jauto (fa pavoacao de S.
Bento oh Brejo da Madre de leos, c o *Jnrf" do
Sr. Alrtonio Vicira da Conha, senuor dt engenho
I Novado Cabo : quera for seus donos oompnreeam,
. qneprovando seu dominio llie serio entragues.
Subdelegada do Peres 58 de novembro de 1863-
Alexandrino Martins CorrrBarros.
Subdelegada
D ordem do IUro. Sr. Dr. procurador fiscal
da tbesouraria provincial avisase aos oledores
da dcimas e oulros itnuostos, que as retaces res-
pectivas se achara era juizo, e aos mesaos se con-
iTISOS MiSITTMOS.
geraes de Pcinanibneo.
Rendiment do- a-t............ 22S2&
IdetudodiaS ................. t:9t*778
dezembro de 1863. O solicitador da fazeada pro-
vincial, Joao Firinino Corroa de Araujo.
Hoja 4 do corrente. dopois da audiencia do
Dr. jtiiz municipal da 1* vara vai praca diversos
Rendimento do dia 1..... ....... 3:543*972 novis penborados a Antonio Gome* da Figueire-
Idem do da 3................. 3:437*700 do, por execucao de Innocencia Rodrigues Luna,
eserivao Multa
1:49797*5
Consulado provlue l.il
6:981,8048
MOYIMENTO DO PORTO.
COMPANHIA PKILNAMJCANA
\avegptefto- coatfefrJt "vapor.
lUeei ma* )
o dia 5 de dozembro prximo ,
as 5 horas da Urde seguir o
vapor eowro|/6aptr os partos
cima indfepdos. R*cetrra carga
al o dia f/Encommenda?, passa-
I aeiros e dinheiro a frete ato o dia da sabida, as 3
7 taras da tarde : escriptorio no Forte do Mallos
1. "___________________ "__________.
COMPANrUA PEKNAMBUCANA
praso de 30 (lias, contados de boje, para UK
socita-ras no esenptorio da ra **&' **TCf'? ,ST't^ SJPE*
Recife de arahvba, Natal, Macio, Aracalj, Ceara e acaracn.
No dia 7 de dezembro proiuoo ,
seguir o vapor Mamanguape pa- |
ra os portosaciina indicados, as ;>
boras da urde. Receber carga |
at o a 5. Eneommcndas, pa?-1
sageiros e dinheiro a frete at o dia da sahlda as
3 oras da Urde : escriptorio no Forte do Mattos
*. 1. ____________.
pagaren non guias des proenriwlorfa
vendo solicita-las no escriptorio da n
n. 4, par cioa da lo] de Sr. Falque.
f
Navios entrados no dia 3.
Itenfruella22 *as, brigue- nertufluez, Joven Ame-
lia, de 26* toneladas, oapito Rodrigo Antonio Antonio Ferreira da Silva Maia.
Branco, eqniaagaia 14, eu* lastro\ a Antonio Antonio Jos Ferreira Braga.
do AUneida Gomes. Eufrazia Mara de Jess.
Aracaty6 da, biate nacional Dow lrmaes,, do Dr. Francisco Carlos Brandao.
4 toneladas, capilao Joaquim Jos da Silveira, Francisco Moreira da CosU.
equipagem 6", carga algodao e outros gneros ; Francisco Xavier de Mattos Telles.
a Tasso .v Irmao. | Tenente Gaspar Jos de Miranda.
acet4 dias, brigue escuna nacional de guerra Joaquini Alfonso Maciel.
Fidelidade, commaodanie L" tenente Francisco' Joanna Francisca Paes Barrete.
R. E. da Silva. JOs Joaqufm Alves de Almeida.
Aracaj c pottos iaterraedios 2 dias, vapor na-, Jos Mara da Silva Pinto.
cional StiuniingiKipe, de 337 toneladas, comman- Jos Hiendes Yeira.
ORHEIO GERAL
Rclaco as cartas seguras existentes
na* admioislracan d correi desta.
eidade par* os seares abaixo ie-j^^BSKSS
dante Manoel Rodrigues dos Santos Moura.
io liouveram sahidas.
DEGLABAGOES.
BO
Miguel da Silva Pereira.
Manoel Ignacio Pras.
Manoel Mximo dos Santos Torres.
Pedro Mariano de Almeida e Silva (Onrieary).
Raymundo Remigio de Mello Janior.
Viva de Ventura Pereira Penna.
coiisellio de compras navae.
Tendc-o coaselbo de contraur sob as condicoes
do estylo e por lempo de tres mezes, ndos em
i Para llio de paUeho nacional Capuam, pretende segujr
muiu brevidade, tem parte 4 sen earrega-
lo quo Ihe falu e es-
tem bons commodos
traU-seeoeaos'seu* enstonaurios Amonio Luh
de OKveira Aaewsdo dt C, no sen eseriptorio roa
da Cria n. i.______ -
I Para o hio de Janeiro
Pretende seguir com rauita brevidade o pata-
cho nacional Beberibr, tem parto d se carrepa-
nentoprompto para o resto que-lhe falu e escra-
wsa frete ja o* quaastemcxoollentes oojnm*
eos tru-se com os seus consignatarios Antonio
Lolz de Oliveiw Aaevado &. C, *"se escriptorio
na da Cru b. ._______________________
"Para lila randa da nl.
Sabiri com brevidade brigne- nacional Corum- corle a (j*, ^ joj e 12* o corte,
b, recebe carga a trole e eseravos : quena quizer
Melle carrogar eaienda-se com Manoel Ignacio de
Oiiveira & Filho, laa'o do Corpo Sanio a 19.
FAZENDAS DE BOM GOSTO.
Superiores corles de sed d tfir a 50*, 604, 70*, 80*. 90* e 100*cada corte, o mais moderno que tem viod a PernambHCo.
Ditos de tfioreantique de cores o .pretm.
Lindas sedas de cores a 2*900 rs. o corado.
D*tas d djUsd qudWahos <*e a *20(.
Morcamii(Be earmezim efir da moda a 1*300 o corado.
Superiores cortes de blonde para noten.
Lindos cortos de crep de Hespanha cen.barr de cores as mais lindas que se pode desejar.
Cortes de laa com barra de cor.
Do* de laa cora barra aqnille.
Lindos cortes de grinadme de seda con barra de gostos inteiramrnte nevos.
Linda fozenda para Vestidos denominada crep de Hespanha de cores mu lindas.
Superiores las de cores matisadas.
Grande e varado sortimento de percates de ores para vestidos.
Dito de chitas francezas milito linas escuras, claras e malisadas.
Lindas calitinelas para vestido, gostos inteiramente novos. .. ';
Superiores corte de cambraia brancos bordados e outras mntas fazondaade bom gosto para veslido de senhora.
Para hombros de senhonus.
Superiores capas pretas a Wf, I*. 30*. 40Jn 904.
Santiembarqucs de cambraia ricamente enfeiudos.
Ditos de cachemira de edres e brancos enfeitados.com muito gosto.
Lindas canas de caximira de cores as mais modernas que tem vindo a esta prara.
Superiores zuavos de cambraia e de seda preta.
Lkidos postMhdes de merino de cores.
Grande e variado sortimento de camsnbas bordadas _
Idwn de chales de merino lisos de barra estampadas de quadros e de crep a 4*500, 5*, 6*, 7*, 8*, 9* 10*-
rara cabe^i de seuhora.
Superiores cbapelinas de palha de Italia.
Lindos chapeos de palha de Italia enjertados com muito gosto e grande variedade para esrolher a li*. 14*. e- *6*.
Modernos enfeites de flores clu-gadus no ultimo vapor francez.
Variado sortimento de enfeites denominados conservadores para rabera.
Bordados.
Grande sortimento de ntremelos bordados a i*, 1*300 e 1*500 a peca.
Lindas tiras bordadas largas a 2*, 3*e4* a peca.
Caifas bordadas nnile finas para senhora.
Superiores e modernas sajas bordadas. ......
spartilhes superiores e ontras murtas fazendas de Rosto na toja, das columnas ra do Crespo- n. 13, de Antonio- Corre de Vasconcello* 4 e,
PerMiclw seni igual.
Na mesmaloja das columnas vende.se cortes de cambraia organdys de barra de dnas saias ede ba'bados matktados com 14 a 10 varas- cada
CASA 1)4 FORTIM
BEBER1BE
0 (viva tlesla cenpnnliin conunen*
ador riiomzT4<|h+ Fonsecaachase
.-tnlti'-isadoa pa^r no sfi cst-riplorio
ruado Vsaiion. tildas 10 Iioims era
dhnlao 31 di idende na proporcao
de 3$. njr rtid plice, dnerte-sej
as Srs. ;it'einii>las tjue c>te pagamen-
to d^vc sw em. moeda de col>pe jiie
ua i'spcf e que o mesiuo Sr. eui\a tem
rerebi'tn dos nn-em'tantcs dos chafa-
mos Mili i-oiupanhia.
Ksct iptoFn la i oinpanhia do Bebe-
rihc 2 de novemhro de 1863.
I mriplnrario,
larcolino Jos Ppe.
Consulado- de Portugal
O cnsul de Portugal nesta provincia, tendo de
proceder ao arrolainento de todos os subditos^ por-
IU(.i>nien, nell.i residentes, para a organisa^ao da
cstatisiiea eral da populacao portugueza residen-
te ueste imperio, o que muito Me recammenda-
do pelo governo de S. M. F., convida G pedo to-
dos e-te- seus compUriotas. que remettam este
consulado al o dia 31 de dezembro prximo,
nina relacaocontendo os seus nomos, idades, es-
tad:), niia'ea, nalnralidade e oceupacao e bern as-
sini os nomos das pessoas de sua familia. Inrluin-
do caixeiros e criados, com sw *|wctivas .desig-
ualos e com as mesrnas declarayes.
As pessoas que nao souherem escrever e que nao
teiiham queni lites faca estas retacos deverao vir
ao consalado Uze-las verbaliuenle,(onde lhes se-
rao tomadas ledos os dias uieis desde as 9 horas
da rnanha al s 3 da urde.
()s ealxeiros ou o-itris quaesquer individuos
que nao eslejam em casas portiiuezas devem
mandar as reJncins relativas a sua> pessoas.
O cnsul defjPortugal depois do tantas provas
de deferencia que tem recebido de seus compa-
triota aqu resideutes, nao pode duvidar de que
lUe conceder. mais esta que desde ja agradece.
Entretanto fd-ae na necessidade de lhes declarar
i| i a o consulado nao reconhecer como portugue-
resj aera prestar auxilio algum em nome de seu
g r.-eri i amelles que at oreferdo da 31 de de-
zembro nao acudirem a este convite.
Mnga-M a todos os p.irtuguczo.; que deem toda
a publicidade possivel a este annuncio._________
llottoimy Bt>uil.
Wauted on the ship and cargo ef the Englsh
Barque dr Le,L oaptain Jphn a Moore. aboot: BlinatC>kr9jaUMn
rs. 5:0q*, more or Uss, Ibr repalrs amport-char-1 A rut do Crespo a. 2J r casas do coslume
marcWximamcnte' vindouro, a lavagem de rou- ges at Chis, port: to enable said vessel to proceed, Aoa JO.OOO^OOO.
pa dos eitabotecimcntos de marinha, e o forneci- on her Voyage to Liverpool. Sealed tenaers lo oe Amanh 5 de dezembro se extrahir a quarta par-
menloa estes o aos navios da armada dos objeclos adresspd to llie captain at the British consulate te da segunda loleria pelo plano das loteras ex-
abaixo declarados, compondo o de viveres, dietas e and to be oponed m the presence of H. I. M. con- traorrtnanaSi j beneficio da irraandado do Seuhor
outros artigos do consumo, convida aos pretenden- sal. ou Monday next at 1 P. M. Recife .1 rd. de- Bom JtJSUS ^ Dores
tes aapresentarain-suas proposUs *m cartta fe
chadas no dia o de dezembro do corren aanoem
que isso se etTectuar.
Olijectos de fornecimento.
Arroz do Maranbao, apuardehte de 20 graos, as-
suear branco grosso, azeite doc de Lisboa, assu-
car branco retinado, araruU, aletria, azeile infe-
rior, bolaehinha, bacalho, bolacha, carne secca
do Rio Grande, caf em grao, carne verde, cangi-
ca ou milho pilado, cevadinha, cha, cal preta, cal
branca, farinha de m
nhas, lenha. manteiga
matte, pao, pedra de arvenaria brota, sabao^touci-
nho de Lisboa) taboca, tijolo de alvenaria grossa
vinho de Lisboa, velas stearinas, velas de carnau
ba, e vinagre de Lisboa.
Sala do consclho. de cemjiras navaes U8 de no-
vemhro uV 103.
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Secretario.
ceniber 1863.
Risco martimo.
a barca ingleza Mary Lord, capitn
Moore, precisa da quantia de rs. 5:0005,
mais ou menos sobre o casco e carga
vio, para ios reparos e mais
'______I 0 abaixo assiguado, recommendando ao res-
I peilavel publico a compra dos seus mui felzes bi-
John G. Ihetes garantidos, lembra-llic a vantagem que.-ka
pouc em receber os premios |ior iuleiro, por quanlo
dito na- despez.as nesle porto, H n recebi'rA somente S:-40t)!8, em viriude dos
verpool. Rccebem-se propostas em carta fechada, das leu, mass.m os HfcOtwl .|ue y
w consu)ado britaniieo. dirigidas a eanib. en- quantia emats a l:b00* que jtt
bro de 1863.
Brnue iLnanca.
Pretende sabir brevemente para Lisboa, recebe
carga e pjissageiros, para o que trata-so eom sens
consignatarios Carvalho t Nogueira na ra do
Apollo n. 20.
~ l'ar, a Babia vaisaair com iiuiinbrev
em visU
a scr.a dita
o abaixo
de S M. I assignado, importancia de ditos descotos, acontc-
eorrente, 1' cendo o meamo cos as onras sortea
pelo abaixo
de chanceHa
assignado,
alravessa-
vidade
Pela subdelegada do Peres se faz publico que oveleiro patacho Jequtlaia, por ter a raaior P^rtc
foram apprelmndid* o so achara oro deposito um da carga engajada, para o resto que Ihe falta ra-
burroeumeavallo caslanho fovero, com canga- ta-se com os eonsijfnatanos jalme*ra & Beltrao.
Iha. que andavam vagando |wla estrada de Tigipi: largo do q>rpo Sanio n. 4, pr'ietf ai
qum aos laesmos tiver direito, comparsa, que "_ para o
Riu ronde do Sut segu com muiu
provando, Ihe serao enlrepues. brevidade a escuna Formosa, tem prompto a maior
Subdelegacia do Peres 2 do dezembro do 1863. parle ^ carregamento. e para o rest a frete, tra-
Alezandriao Martins Correia arros jjj_se m Ainoiim IrnsSos, tm da Cruz n. 3.
SuMe!ega,!o : --------- Para o Porto
Consulado nrOVMCial. segu breve-mente a veleira barca S. Manoel II que
Os bilhetes garantidos
levara a sua assignatora
da na frente do bitbete.
Os premios maiores de 20* sarao pagos urna
hora depois da extrac-cao.
Preet. -
BUhelos iiUoiros..... 12*000
Meios bilhetes...... 6*000
Para as pessoas que comprarem
de 100* para cima.
Bilhetes........ 11*200
Meios......... 5*00
Manoel Martins Fiuza.
- Alnga-so o piimeiro andar do sobrado da
ra do Crespo n. 23 : a tratar na toja.__________
- Aluga-se um sitio na Capunga velha, com
boa casa, ponteado 4 quartos, gabinete, cacimba
com boa agua, miarlos para pretos, estribara e
frncteiras, todo murado : quem o pretender, diri-
pra^a da Independencia ns. 37 e 39, ou na
a l'lina n. 41.
Wocledade dr segnros mutuos
dr vida Installada pelo llamo
iiiio na rldade do Porto.
Os agentes nesla cidade e provincia Antonio
Litis de Oiiveira Azevede ov < escriptorio na ra
da Cruz do Recife b, 1, eslao autorisados desde j
a tomar assignaturas e prestar todos os esolareei-
mentos que forem necesaaros, as pessoas que de-
sejarem cencorrer para tao til e benfica empre-
za, segurando um futuro lisongeiro aos associados.
tras
DENTISTA DE PARS |
lftIlua Xova-l
Frederico Gautier, cirurgiao" dentisU,
faz todas as oneracojes de sua arte, e col-
)ca dentes artificiaos, tudo com superio-
ridade e perfeicao, que as pessoas enten-
didas llw reconliei em.
Tem agua e pos dentficio.
Offorrrc-sr ao pnblleo.
OBerece-se um homem para todo 6 qualqner
mandado para os ambaldes oesta Hdtde e me?mo
para qualquer comacea da provincia, Unto para
levar earus ou qualqner objecte ou mesmo ir bus-
car, e tambera recebe almma divida sendo preci-
so, e fara viagera com alguma pessoa para qual-
auar parto sendo precise : qnem precisar dinja-se
ruaVelba na Boa-Vista n. 90.
- Acka-se a Yenda na Ihraria dus
Srs. Gnimaics & Miira um opusci-
lo, que lem por ilulo-Kli'ha-i de 18H3
em ^Tuanilmio-pirco 1
Pela mesa do consulado provincia. N az pubU- ^StpS'dros TaiS^SS U& ft-J
queos 30.1ias uteis m^Jg^; t^^f^AeSSS M. Ra-1 ^_
uSSX- mos e Silvai 4 Guaros, ra du Viga.o u. 10. pri- Cumpanhia de SC^UiOS nUU IIHIOS Lll-
e da dos meiroandaij. ------------------------ | K4n>e Pulllica.
cao a bocea do cofre do 1 semestre
ceiro crreme de 1863 1864 dos
cima urbana das fronuezias desta cidade
Afogados, c de 5 00 sobre a renda dos bens de "| lotwt % Era consuquencia de nao ter havido reuniao dos
raiz pertencentes corporaces de mao morase MjI&19\J%. Srs. accionistas no da 30 do passado a direecao
nriociniam a contar do dia de dezembro vin- Segu paita o indicado porto com a possi\el hre- nYameule convida aos naamua senhnres para se
douro vidade o veleiro brigue portnguez Juren Amelta,ca- ,.tuuireln S(.x,a.r,.ra 4 d orrente ao raeio dia,
Mesa do consulado provincial de Pernambuco pilao Rodrido Antonio Branco : quem quizer carro- ei0 scu es(.r|1>r0 rua da Cadoia 11. 4S. afira de
25 de uovembro de 1863. gar dirija-so ao seu consignatario Antonio ele Al- se ,.uul|)ri|. disposto nos arls. 41 e 42 dos esta-
Autonio r.arneiro Machado Hios. meda om^s, rua da t.ruz 11. ti pruneiro anoar. (lutos._0s directores, Feliciano Jos omes, Do-
mingos Rodrigues de Andradc.______________
Antonio Jos Rodrigues de Souza, na rua do
Crespa n. 15, precisa aligar um moleque para o
- l'petisa-se fallar coui o Sr. Ignaciu
Vieira de HH, eertv em Vazarelh,
sobre negocio que o mesno sener o
ignor-t; na rua do liespn luja de fa-
zehdas n. 7.______________________
Criado
Precisa-sc de um, que entenda de servico de si-
tio tambera, dando-se 120-3 por anuo e comida :
na rua Nova, sobrado n. 23. primeiro andar, das 9
horas da raaahaa ateo raeio dia. ___________
HA PAIU ALUGAR
Um andar cora sotao na rua da Cruz, um ter-
ceiro dito com sotao na rua do Encantamento, um
pequeo arniazein na rua do Amerini, un arma-
en proprio para ollieina ou esubeleciraenlo im
rua das Cinzes : a tratar com Jalo Ribeiro Lopes,
rua da Cadeia n. 33. toja^___________________
Precisa-se de um homem que queira assentar
praga por outro : na rua da finia n. S4.
Jos Azeved*
sci Aluga-se a casa terrea n. 3b" na rua da Ma-
triz da Boa-Vista, por barato prego : a tratar na
rua Direita n. 0, toja de marcineiro. _________
Administrador.
Sana Casa da Misericordia do
Hecifr.
Illm junta administrativa da Santa
LEILOES.
LEILIO
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< 5 o S
a C- B
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Casa da
Misericordia do Recife manda fazer publico que
nesta data entrara de raez os senbores mordomos
Joaquim da Silva Castro no collcgio das orphaos e
casa dos expostes, Antonio Jos Gomes do Correio j^^^ carriis, ioias de onro, de prala. brilh&ntes.
no hospital dos lasaros e col egio de orphaas, con- ^^ charutos e outros muitos objectos pa-
tinuando no hospital Pedro II o Sr. mordomo An- fa fechar i>ontas de ve|(|1a
ionio Mara de Paras Neves. .. 110JK
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Secretaria da Santa Casa do Misericordia do Re-;
cife, Io de dezembro de 1863.
F. A. Cavalcanti Cousseiro.
Kscrivap.
Pela recebedoria de rendas internas goraes
isa ajiipar
fairtttia, e
servico do rasa de
ro. sendo de bon.- costume
(lr
Sexia-feira 4 d crre em ponto.
0 agente Olimpio far tolo em seu armazem
de marcinoiria,
se faz p, W ^, q. e n corrente mez linda-se o pa-' rua do Imperador 16 de obras,it' "^emoma.
prios nacionaes, foros de terrenos e ce marinha,
decima addicional de mao morta, imposto sobre
tojas, casas do descont, eti:, dito sobre casas de
movis, roupas.etc, e Uxa dos eseravos; seguin-
do-se depois a cobranca executiva:: outrn sim,
que. no mesmo mez finda-se o praso- da pagamento
seni multa, relativo ao Io semestre do ejercicio de
1863-64 dos segoinles mistos: decima addicio-
nal de mao morta, imposto sobre tojas e casas de
descont, e dito especial sobre casas de movis,
roupas, etc., fabricados em paii esirangeira.
Recebedoria de Pernambuco 3 de dezembro de
1863.O administrador,
Manoel Carnero de Souza Lacerda.
tos artigos.
LEILO
Demis'a americano
*e\v-York. rua do lm-
rtulor n. (53.
Dr. W. H. Me. Grath, offerece ao res-
peitavel puhlicS de Pernainlmc os ser-
vicos de sua profissao, todas as opera-
g6es da bocea e dentes sero ejecutadas
com o ultimo e muito melhorado princi-
pios de cirurgia dental.
Ama para ser aloyada.
Urna parda moga com todos os roquesitos para
urna casa de familia, sabe coser, engommar, vostir
urna senhora, e tralar de chancas : pode ser pro-
que saiba bolear car- ] curada a pessoa qae est encarregada de aluga-Ia,
no estabelecimento dos Srs. Quinteiro & Agr, na
rua Nova, das 9 horas da manha 1 hora da
Urde.
I
3.
3
c
K.
5
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(~a
-r^
&
DE
n barrls com srrveja r 3 diios
rom louelnho.
I.O.II .
O agentej Pestaa fara leilao por coala de quam
pertencer de barris com escellente servaja braur,
ca c 3 ditas cora viuho Bordeaux em um ou mais
lotes vontadedos compradores : sesta-feira 4 do
corrente pelas 10 horas da manhaa no. armazem
do Annes dfronle da alfandega.
Consrlho administrativo.
O^conselho administrativo para fornecimento do
arsenal de guerra tem de-comprar os objectos se-
puintes': '_' .* .
Para a oompanhia dos menores do arsenal do
guerra. dos curad res- fiscaes da massa fallida da viuv
Gac6galdes. > Amorim \ lMlwe.niamtadti do lai. Sr. Dr. juiz
Para o mesmo arsenal. I especial d cramercio de um rupartimento p\ra
ij:ii,vo
Sabbadn 3 de corrale.
O agento Almeida fara leillo requerimento
0 Sr. Lu/- Paulino Cavalcanti de Al-
baquf rque, tem urna caria nesla typograpliia.
M& Rnslno dr preparatorios,
_H O hacharel A. R. de Torres Bandeira,
SR professor de geographta e historia, ao1
*M, gyinnasw djsta provincia, tora resolyide
abrir jnrtttf particulares para o, eusmo
dosta1 disciplinas, e bem assim para o
dwrhptorlca o pbosophia.
Os enCKX comegarao logo que luja nu-
mero .-uUieieiiie de alu:iuuis para cada
um dalles : na asa da residencia do
annunciant naruaestreita do Rosario n.
n. 31. tureeiro andar.
mmm
Em resposta .".o annuncio do Sr. Nhicklar
Moss, declara o administrador da propriedade Api-
pucos, que. dividndo as matas denominadas do
Besouro cora as de Apipucos, convem que na es-
criptura de venda daquellas torras se discrevam
os lirailes das duas prop iedades com a c areia
precisa para evitar duvidas ou questoes futuras.
Joiio Francisco do Reg Maia.
Criado.
Precisa-se de um criado para fazer compraz e
servir a mesa era urna casa estrangeira : traU-se
na toja de Maia I rutilas an arco de Santo Antonio.
TTEtf^iOa
Fornece-so comidas par mez para fra, em casa
por corainodo prego, cora lirapeza : na rua
Cruz n. II.
de Andradr faz
roiiuiH'iTio desla
prca ea seu> fregweze* em &er. I, me
transferio <> scu rst zendas stlo raa do Crespo loja n. 20
4 para n de n. 18 da mesma ma.
Antonio Jos Rodrigues de Souza aluga a sua
casa e sitio do Monteiro-, em frente ao oimd da
igreja de S. Pantalcao, com bastantes commodos :
a Irftar na thesouraria das loteras, rua do Cres-
po n. !>._________________________^^___
Precisa-se de nina ama de leite : na rua
das Trincharas n. 48.
Precisase de urna ama que engomme e cosa,
para urna pessoa : a tratar na rna do Imperador,
armazem de lougan. 41. ______^_______
Aliiga-sc o sobrado da rua do Colho n. 10,
com grande terrago por coniroodo prego ; a casa
dos leoes na rua dos Prazeros n. 36; urna dita na
mesma rua n. 32; una dita na rua do Socego n.
7 : a tratar com Jos Carnero da Cunha.
Maques sobre Portugal.
O abaixo assignado, agente do banco
mercantil Portuonse nesu cidade, saca ef-
fectivamente por ledos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Portee" Lisboa, por
qualquer somma, vista c a prazo, po-
dendo logo os saques a prazo seren des-
contados no mesmo banco, na razao de 4
por cento ao anuo aos portadores que as-
sim Ihe convier as ras do Crespo n.
8 ou do imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
< ailciras bomtropaicas
em marroquim, cora 24 e 48 tubos, medicamentos
muitos nos'os, e garantidos, mais barato que em
outra qualquer parte : na [traga do Paraizo n. 24.
Couipauhia fidelidad*' de
seguros martimos c ter-
restres estabeleelda no
Hio de Janeiro.
AORKTES EM PEPNAMaVT.O
Antonio Luis de Oiiveira Azevrdo k C,
compotcntemente autorisados pela direc-
tora da coni[anhia de seguros Fidehda-
de, tomara seguvos de navios, mercado-
f rias e predios no seu escriptorio rua da
Cruz n i.
da
AMA.
Na rua da Praia n. 3 precisa-se de uma ama pa-
ra casa de rapaz solteiro.
Vicenso Kizici, luliano, vai para Macei.
Secondo Renie" e seus doustllhos, subditos
italtanos, vo para M icei. __________
. de um partimento ral* rua do Anwnim n. u*, preptioi
Penuai de gango 1,000, penna* d"ago cairas 20, escriptorii, quatro ausco ioga un a,rmaro I ctjptorio : a tratar'a rua da Caeta
caivetes de aparar pennas 10, zarco arrobas 5, de canto, urna camoda cora armarjo, duas oiesa*, segundo andar.
livro em branco de papel pauudo com ISO tolhas um cofre de ferro, uro* caixa.com medicamentos,'
I, 1 dito de 200 folhas, ferro ingtez em barra de oraa frasijucira, um realeijo, duas- macas para
-r- Precisa-se de urna ama de leite forra ou cap-
tiva, que seja sadia, para acabar a criacao de um
menino de 11 mezes : no segundo andar do sobra-
- Aluga-se o armazem n 4 da rua do Apello, e do ^ rua d() imperailor por cima do estabeleci-
Oilerceiro andar da ea Ifiz na ruada Auroran. 3b.________________
Aluga-stj o primt'iro audar do sobraqo
Aluga-se a grande casa com sotao, estribara,
coebeira a aias arranjos necessarios, no lupar de
Sanl'Aima de dentro, que fui do fallecido Luiz Go-
raes Ferreira : quem a pretender, dirija-so ao mes-
njo lugar a fallar com o seu proprietariu Joiio Ve-
hancio Machado da Paz, que todo o negocio far.
Joao Jos Pinto de. Oiiveira, cnmmcrrianle es
tabelecido na villa do Cabo, convida seus wdores
reunirem-se por si on por seus procuradores no
dia 9 do corrale, em casa do annunciante.naqiiel-
la villa, afim. de IraUr-se a bem dos interesses dos
raesmos credores.
para es-
n. G*
1 s pollejtada de largura e 3 oijuvas degrossara
qintaes 14 1/.
Para o presidio de Fernando.
vulo- de alcance -.
viagem, qnatro malta; doufl pales para agua, dua*
jarras, uoa estaqte pequea, quatrp gamellas, urna
caixa de (landres cora resmas de papel, uraacaixa
com garrafas de vinho, diversos livro em broxuta.
Quera quizer comprat Ues objeetw, apresentoj.nm oratorio coro ultar, doi|s bahus paqueaos,;urna
as snas propostas era cartas fechadas na secretaria
do conselho s 10horas da manha do da 11 de
corrente.
Sala das sessdes do conselho adminisirativo para
fomecimeato do arsenal de guerra, 3 de deaembro
da. *. J _
Antonio Pedro de Sa Barreta,
Coronel presidente..
S. A, da Begfi Cflrras,
Majar vajjal-secretarto.
fra*rair| e um algudar, tudo pertencenje mes-
ma massa.
Ne armazem na da Cruz n- 62, as 11 horas do
i. i
di.

IB?
AVISOS DIVERSOS.
vara,
(a audiencia do Sr. Dr. juiz municipal da
., eserivao MotU, vai pra?a urna casa ter-
rea na povoacitf do Cacnang, d lado do rio, eom
twns eomiWDdos. penliarada ilenrique da Funse-
ca Cuutinno para paamento da h>polhoca eiU a
Antonio Ricardo d.i Reg : raiem na mesma casa.
<|iu'J!w fangar, eompareca sabbado a I hora, na
salada mesma audiencia, quo a ultima praca
(S d o corrente).
i\Ki\i:ri, nnini iiBKixiiiiii
Ca.es 22 de Noverabro
N. 40
Em frente ao pas&Hit* 4o Recife.
HOJE 3 DE DEZEMBRO DE 1803
Grande eupssieto do diversas vistas des paizes
mais notaveis do unVverso, tiradas pelo* mais ha-
leis pintores da Franca, da Italia, e do Brai.
O'direetor deste dewata e atesante salo, racen-
temenle chegado a esta provtnria, tencionando
ret'irar-se rauto breve, faz mudabas das vista*
mais pitorescas, de dous em dous das, para desle
modo melhor recreiar as raanaiUBis familias.
Irada DOSrs.
O sallo estar aberto todas as noites, das horas
em diante.
41 asi|iatHra e&te iBia-ioi uao
irlrinniorio,e qnem eta nao cmivm
paga e nispede-se, e *o ileinora |a-
raenlo, fitzi'ndo n cai\e ro ir dez e mais
vc7.es par reeeber quantm \m dtniinn-
ta, enj biga deohjoc'o que, ero ioiI-js as
paiiescoaliereilnres da imur^, sem-
\v>t Bajo era princiiiiQ dtriws\re <_w
ennute A,viladi.steiM|s9tt*'s
nossos assipantcs, fe es M eai atraso
mo axametttii, manden arianzer suan
assipatiiras, pira tvitarem tju; a iu* d
presa empree os mei necassario para fien ewtso.
.U- Aluga-se a casa terrea n. 6, do prfi
mtsiro becco da Cifflboa: a tratar .i rua da
Cgdeia p. 6i, segundo andar.
DOS
PEHNAMBCa
Hivendo negocios de ijrgenca, e dejando os
sniores, socios des sociedade de eprapareceren.
a tras sessdes consecutivas, de drdem do director
avisaos em geral, para que quinta-reira 3 do cor*
isenMO ordinaria, queir#qi comparecer.
rpa\i#t ___ SAflAO
Secretaria da Sociedade'dos Artistas Sfechariicos
e Liberaesde Pernambuco ldadeeembrode 1863.
Filis de Velois Correia
1." sucretario interino.
I moaaV >lfa.iat do Sr. Flix.
0 Dr. Sarment Filho. medico operador
do hospital- Pedro II, para maior cwa-
roodidade das pessoas que o honrara com
a sua conflanca, participa que seijAkaa-
contrado todos os dias ho referido^ios-
piul das 7 js 10 da mann5^ e dessa hora
em vante na rua do Queimado n. 44, se- M
pondo andaV, onde ha estabelecido o seu *\
consultorio, ou em casa de sau paiCam-
po das Princesas.D consulus gratuitas.{
todos os dias no dito hospital, onde pra-
tica toda e qualquer operac.ao de que os
pobres petwtsem pera o rn restabelecr-
ment. Incumbe-se espccialmenle da
cura das mobstias do dominio da medi-
cina operatoria, que se ha dedicado,
das alTercoes do ulero e da urelfa.
RESTAORART
11 Km eslieila de hosario 11
0 novo proprietario deste estabelecimento convi-
da o rcspeiuvel publico que d'ora em diante acha-
m
Joao de Souza Guimaraes, proprietario e re-
sidente na villa da Escada, alngou durante cinco
moz*s e quinze dias sua casa de vivenda a Eduar-
do Kuwoi th, casado com O. Mara Y*nanca d*
Coaceicao, em quanto estes se conserva vara na-
quella villa da ^scada. Ni foi o propietario pa-
go al hojo do aluguel ajusfado de 20& mensaes.
e nan,tao p ueo da importancia de 3?00 em g-
neros. Retirou-se o devedor as occullas ; paren-
me que foi para Liverpool, e como nao Ihe conste
quadeixasse pessoa encarregada do pagamento,
faco publico o esplendido._____j____________,
O estrangeiro ou homem soltefo uue preci-
sar de urna ama de hons costiimes e bonest* : di-
rija-se ao becco do Ramarao n. 11.____________
'..--------57 (la O rcspeiiave [ IinilCO que U ora em mame iH.ua-
Alga-se o segvmdo aad;r 00 sobraoo n. vt rjoJas me|norcs comedoriasa qualquer hora do da
da rua Direita : a tratar na padaria por baixo do 0(1 n0|tej fornecendo-se tambera menaalmenle o
mesmo. |;________________ apprasivel sorvete de ellas,e deliciosas fructas do
-r Conra.1 Bramhjs a Hanrpie Peter reliram se paiz a 240 rs. o coad'd mea garrafa, ao meto dia
no nroniw vPor P,p* MaranhSo e Para, e avisam a noite: aoxcellente papa das 6 horas da ma-
eo rwiteitawel publico que eontinuam a vendar os nhSa em diante ; Ipera como todas as noites de sab-
seoa canarios at a sua sahida : na rua da Impera-1 hdo pata, o domingo a, boa. e substancial mao de
triz a. 17. ___ jvacca, tudo por presos commodos
Aluga-se a casa terrea n. 37 da rna Augusta
com satas, 6 quartqs. cOzinha rra, quinal mu-
rado e caciinba. e igu,dmento a loja da eau n. 5i
da mssma rua : .os pretendenjes entcadain-sa
1 o seu preprietario na maso casa b. 54.
PllKaSA-SR DF. IM V AM V 0K LKtTF.
C0U.H0S N. B
Continda a haverpaode sentero novo nos das
'rom quarlas e sabbados. de rada semana, na padaria
1 em Santo Amaro an p da rundicjlo, t* rua da lm-
; peratriz n. ti, e rua do Brqm, cunfronte o chara-
riz n. 4?, rua das Crines, deposito n. 39, na ras-
Qoem precisar > um hmi feHor para s,itlo cu- sagem, taberna da esquina *Jr'W\
rtAlo ja conducta se afian-a, dirija-w rna de Apollo n. para o Remedio, e no armazem progresso, largo
14. primeiro andar, que achara com quera tralar. da Pcnha n. 10.
Fdtftr
Prooisa-sede urna ama de, K'ite : a tratar na
rna Nova, htja n. 7. n na ma-tmoerial n, Mi
mmm.
BKD'BlffllPJi'ftnBI.
De ordem da presidencia convido a todos os so-
cios a comparecer,*, m dia.10 da dezembro as 6
li2 horas da tarde, alai dele proceder a eleica
pan os novos mi miaa 1 que ti me repera so-
ciedade para o anno de 1864, cerno foi resolvido
em sessio de 8 de outubro prximo passado.
Sala das sessdes da Sociedade Amor ao Prximo
2 da desembro da 1863.
Joaquim da Silva Mendes.
1. secretorio interino.
" A1 pessoa'qJe no dia f9 de Hoverabro proxi-
mo passado aceitn urna ItHra & Utas ao S#. Ma-
nuel Pacheco Cqutoy faz ver aomesn senhor ou a
pessoa que livor a dita letra a vcnl reeeber, pois
desde o vynr menta *jo a imparta esta, a sua dts-
pnsic>, o desde protesta nao pagaj juma
Atoan-se um casa terrea <*m sotto rana-
modos para grande famiBa, qrortos para rriaitas,
aaariaaria, quintal baaaMto gramte com frnetelras,
sita nos A Rifadas, no patee da Paz : a Iratar as
Cisca Panas n. 44, ou no rocsn Alagadas eom o
9r. Jos Lacia Lia.________ ________
__ Alupa-se urna muala boa rosinhetra e peri-
ta engommadeira : na rua do Rangel n. 17.


pavajpsl
^^P
DlarU de PernaubiM Sexta felra 41 d Dezemfer* r s __ i Noldocoiwnleauseteu-se dacasa de seu
LOlCVlOL eXtrttOrClllKlVWl. \senhw urna erorava crioula, de non Romana,

rre anianhia.
.los 10:000000 e 2:0003000
Sabbado 5 do correte mez se
idaiie-de-o mios, pouco mais ou menes, estatura
i baixa, um pouia magra, cor bastante fula, cabello
cortado rente, devou vestid de chita escura, pouco
extra, liaiuo. como bem um chale azul: roga-se, portan
lira nelo excellento i i das toteri ex-,,0'a9au*ndad.es pojiciaes cu a quem a mesma
mi a peto excenetue piano aas itmnaa c > ^pr^aad favor de masktar .levar ra Direi-
traordmanasa quarta parte da segunda lote- t n M
ria da irmandade do Senhor Bom Jess das
Dores, no consistorio da igreja de N. S. do
Rosario da freguezia de Santo Antonio.
AO PUBLICO.
O abaixo assignado, suocessor de Joao Baptista
Os bilhetesTmelos acham-se venda na dos Santos Lobo, faz scietHeaoirespeiuvel publice
va uimeu e c'"a ., .* que nesta data lem cassado todos os poderes que
respectiva thesourana ra do crespo n. i havja dado ao seu procarador capit!0 Honorata
e as casas commissionadas ra da Impera-1 joso <|e Oliveira Figueiredo. Becife 3 de dezem-
triz n. 44, loja do Sr. Pimentel; ra Direita bro de 1863.
n. 3, botica do Sr. Ctaagas; ra estreita do
Rosani n. 12, typographia do Sr. Mira e ra
da Cadeia n. 45, loja do Sr. Ponto.
Os premios de 10:0000000 at 200000
so-rao pagos urna hora depois da extracco
e os outros no dia seguinte depois da distri-
buico das listas.
0 thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
O Sr. Jos Francisco Pinto Guimaracs, cirur-
giao pela escola real de cirurgia detisba, trans-
ferio sua residencia para a ra Nova, n. 60, pn-
meiro andar, onde pode ser consultado todos os
das uteis das 7 s 10 horas da maah, acerca das
doencas denominadas cirurgicas ou cialmente daquellas, em cujo trataraento mais fre-
quentemeirte intervem a medicina operatoria.
Na ra das Crnzes n.
44, segundo andar, precisa-
se Mar com urgencia ao Sr.l
Dr. Joao Jos de Moura Ma-
galhaes._______________
D-se constantemente dinheiro a premio so-
pt nhorcs de onro e prata: na ra da Gloria n. 27
se dir quem-da.
Aluga-se a loja do sobrado do pateo do Terco
n. 12, propria para qualquer estabeleenento por
ser espacosa e bom local: a tratar na ra da Praia
n. 36.
Sociedad? Phllosophlca MAtte-
raria.
De ordem do Eim. Sr. presidente convido os
senhores socios cempareceram sessio extraor-
dinaria de sabbado, 5 do corrente, s 10 horas
lo dia.
Jaao Baptista Reg Costa,
Io secretario.
Precisa-sc alugar urna escrava que saiha co-
zinhare comprar, para urna casa de pouca familia,
ou urna criada forra .para o mesmo servico : na
ra do Queimado n. 39.____________________
O Sr. Juviniano Xavier de Souza ijHeira ap-
parecer no armazem 19 na ra nova de Santa
Rita (ribeira de pcixc) a negocio de interesse, vis-
to ignorar-sc sua morada. a
Francisco Ayres Soiinando de Moraes.
O abaixo assignado, thesoureiro da confraria
do Senhor Bom Jess da Via-Sacra da igreja da
Santa Cruz, declara que nem elle nem membro al-
gum-da mesma confraria autorisou pessoa alguma
para tirar asmlas para a esta da Senhora da
Conecicao, pois estando a igreja em obras nao se
pode celebrar festividade alguma.
________ Bemjamin Vires Dutra._______
Fugio hontem 2 de dezeiubro as 7 horasjda
noite o preto Luiz, de nacto Angola, idade de 35 a
38 annos, estatura baixa, roto redondo, barba ser-
iada, porm pouca, espessa, dente limados na
frente, empregado no servico de reinacao, o que
o torna bem conhecido pelos ealos que tem as
mos. Esto preto foi pegado ha tres para quatro
annos em trras do engenho Anhumas, e consta ter
seguido para o mesmo engenho, ou trras do en-
genho das Lagens : quem o pegar leve-o ra da
Concordia n. 8, reinacao, que ser generosamente
gratificada______________________________
Ai ma est por alugar-se o segundo an-
dar do sobrado a. 44, em a ra da Auro-
ra : quem o quizer dirija-se esta mesma
ra casa n. 10.
sisas para piano canto de todas as torcas, e raetbodos dos melhores autores, e vonde-
ralissimo.
Senhora da Coiicei#io da ir-
mandade da Congregagao.
O escrivo da mesa regedora da irman-
dade de Nossa Senhora da ConceicSo da
Congregaco, para cuooprir o que deter-
mina o ai t. 48 do compromisso da mesma
irmandade, avisa a todos os seas carissi-
mos rmos, para reunirem-se no consisto-
rio da mesma igreja, no domingo 6 do
crtente mez, s 9 horas da manha, para
em mesa geral elegerem a nova mesa que
tem de funecionar no futuro anno de
1864.
Ama.
Precisa-s de urna ama para cosinhar, na ra lar-
ga do Bosario, n. 12 2 andar._______________
Precisa-se de um bom cosinheiro e de um
ama que saiba engommar e lavar : tratar n
sobrado n. 32uda ra da Aurora._________^
I Ainda est por alugar a casa da ra de S.
Miguel nos Afogados n. 28 : a tratar na ra Im-
i perial n. 98.
NOTO ESTABELECIMENTO DE MEDICINA H0ME0PATHIG1
RIJA MOTA V. 43.
O Dr. Sabino O. L. Pinito mudou o seu CONSULTORIO para a loja de. marmore
ra Nova n. 43, onde continua a dar consultas todos os dias uteis desde o meio dia at
2 horas.
Os enfermos, que o procuracem logo na invaso da molestia, sem que hajam to-
mado qualquer remedio, nem allopathico, nem homeopathico, pagaro metade dos preco*
estipulados. Esta concesso tem por fim facilitar a cura de molestias, que podem tornar-
se complicadas pelos emprego intempestivo da therapeutica e ao mesmo lempo adquirir
para a homeopathia maior numero de adeptos pela bateza da cura.
Em attenco as pessoas pobres, que nao podem sabir de dia, o Dr. Sabino resol- ra do Vigario n. 12.
veu dar duss consultas por semanas as tercas e sextas-feiras das seis as sete horas di
noite.
Os chamados para visitos e conferencias devemser dirjgidos por escripto
EXCELLENTISSIMAS SENHORAS,
Aproveitem as perhitchas da loja roa dt Crespo d. 17
DK
JOS GOMES VILLAR.
Para aparar dinheiro est veadendo baratissimo,
Aproveitem iodos.
Becebeu de New-York 2,000 baloes de 20 arcos e vende a 2500 cada nm.
Eitraordiaaria pechinclia, sem igial.
Laas de cores, de quadros a 280 e 400 rs. o covado.
Cassas de cores a 200, 240, 280, 320 o covado I
Chitas francrzas rauito boas a 320 e 360 rs. o covado.
Madapoles, pecas de 20 varas a 7, 8fi, 94, lOi, HA e 12,5 a peea.
(^mbraias lisas, jieeas de 8 4r2 varas a 25500, 4, S, &5, 75, 85 a peca.
Capas pretas, manteletes pretos bordados a 205 e 325 rs. 1
Sotambarques pretos de 235 a 305 rs.
Capas de casemira de cores a 255 e 305 rs.
Ouiras fazendas de multo gosto.
PROTEJAM TODOS.
Cortes de eambraias bordadas ; ertes de vestidos de blonde para noivas, com eapella e
f manta. Chapeos Hara Pia a 125 cada um I I Meias para senhora a 45, o5, 105 e 125lj
rs. a duzia. Bramante de linho, de 10 palmos, a 25 a vara. Bramantes belgas a 35 a vara ;
esguioes de linho flnissimo ; bombazinas pretas para luto ; merinos pretos etc. etc.; da-
mascos de 15a de 8 palmos de largura, proprios para colchas e para cortinas de salas.
-oiu3ui!33|aqe!S3 omissiiueuodmi asso e '-sws semxa 'OBSaajojj
ojiaqaip i: 'sstntssnejeq sepuozej
*V|ajo|||K3 cion v,\t m t|.>u|i|jj soHiaoNvaisa a soNvaiawvNaad^
Conrora-se at\ escaler que seja pequeo e
em bom celado : a tratar com entonto Jos Kodri-
gues de Souza, na ra do Crespo B. 15.
Compra-s cITfClivamente euro e prata cnt
obras velhas: na prac,a da Independencia n. 22
loa de bilheles.
Compra-sc cobre e latao velho : no arma-
zem da bola amarella no oitao da sceretaria de
polica.
VENDAS.
Um equivoco.
FAZENDAS BARATAS
MRA DO i}l KIHAIIO'i?
Custodio, Carvalho A C.
Finas eambraias organdys indianas pelo baratissimo preco de 300 rs. o covado od
500 rs. a vara.
Grande sortlmento
dos mais finos baloes de arcos para senhora e pelo barato preco de 35 cada um, ditos de ma-
dapolao para meninaj a 25500.
No v Idade
Os mais lindos e mais finos e modernos cortes de laa com ricas barras, tendo cada corte
20 covados e pelo baratissimo preco de 205-
Fil de linho vara a 500 rs.
Modernas lazinhas para vestido o covado a 440 rs.
0 Sr. Antonio Climaco Moreira Temporal no seu
aviso de 2 do corrente neste jornal,diz que mu-
dou o seu escriptorio de commissoes para a na
da Cruz n. 30 onde era o seu escriptorio de que
fez mudanca. Seria o da mesma ra n. 11, onde
por meu consenso o dito sonhor recebia consigna-
toes sendo meu empregado at 28 de novembro
prximo passado em que estabeleceu escriptorio
seu ? De certo que nao, pois este sempre foi meu,
e ainda em tempo nenhum Ihe ced: no mesmo
contino receber consignagoes. Julgo conve-
niente esta dcclara^ao tanto para os meus corres-
pondentes, como para esta praca. Recife, 3 de de-
zemhro de 1863.-Octaviano de Souza Franja.
Precisa-se de um padre para capellao da po-
! voacao do Corrente ; olferece-se vantagem : tra-
tar no largo do Rosario ns. 17 e 19
> Precisa-se de um menino portuguez, que sai-
ba escrever, para caixeiro na povoacao do Cor-
rente : ra larga do Rosario ns. 17 e 19.______
Precisa-se de urna ama de leite nao
tendo lhos, seja forra ou captiva : na ra
da Unio n. 50,_________________^^
Precisa-se de urna ama : Da
ra Direita n. s. segundo
andar.
Vndese, urna cscravo mulato do 30 annos
muito sadio, bom carrocciro ; e tambern um car-
ro e boi junto ou separado : para infurmaciks, ra
da Cadeia n. SS, armazem.
-
Kap grosso.
A loja da Aurora na ra larga n. 38 do Rosario re-
cu lie u rap grosso da fabricado gasse do Rio de Ja-
neiro : tambem tem muito bom rap Paulo Cordei-
ro, e de muitas qualidades todo este rap vende-
se tanto a libra com retalho. ______
Attenco.
Vendc-se um exrel lente escravo de 28 a 30 an-
uos, muito bsm ofllcial de pedreiro de Relente
couducta : quem pretender dirija-se ruado Quei-
mado n. 37,
PAKA A FUSTA
DA
Na ra do Cre po loja n. 13, alu-
ga-se o primeiro, segundo e (erceiro
andar do sobrado da mesma ra n. 9,
junios ou cada um de per-si.
Mudanca.
Jos Ferreira Moura mudou sua residencia para
a ra do Rangel n. 6.
Precisa-se alugar nma preta escrava que saiba
lavar e vender na ra: na ra da Roda casa n. 28.
Ainda nao se alugou a casa n. 90 na ra Au-
gusta, com 2 salas, 6 quartos, corredor ao lado, co-
zinha fura, quintal c cacimba, com commodos para
urna familia grande : quem a pretender, dirija-se
Um homem portuguez, bom distilador, se of-
i ferece aos senhores de engenho que tiverem disti-
30 COE- 'a?*' fluem pretender procure em casa do Sr.
Violao roubado.
Gratifica-se generosamente a quem der noticia
de um violo de faia (amarello) marchetado de
madreperola roubado pelas 9 horas da noite da ra
do Camarao n. 5.
Guilhermc Moyne subdito francez retira-se
para fora da provincia.
sultorio desde 8 horas do dia at 8 da noite, na certeza de que seo attendidos na ordem
de sua precedencia, salva a circumstancia Oe eminente perigo.
ADVERTENCIA.
O novo consultorio est prvido dos melhores medicamentos, desde a primein
at a trigsima dynaminjsacao.
E como os mdicos hespanlies e allemes nao cessam de certificar a major effi-
cacia das ultissimas dynarainisaces do tratamento das molestias chronicas, o Dr. Sabino se
oceupa agora de elevar os seus medicamentos s potencias mais altas ( por ora at 200.a).
afim de verificar por si mesmo a forca dynamica, que se Ihe attribue.
Os mdicos, que quizerem experimentar taes dynaminisaces podero dirigir ac
consultorio suas receitas, que serio aviadas gratuitamente para os pobres.
No mesmo consultorio se vende a novissima edico do Thesouro homeopathia
ou Vademcum do homeopatha^ obra indispensavel a dos que querem usar da homeo-
pathia.
Tudo o que et rospeito nova medicina se acha abundantemente neste novo estabe-
aecimento.
SEGUROS DE VIDA EM MTALIDADE.
A direccao do BANCO UNllO tendo obtido do governo de S. M. F. a autorisaoio para estabele-
cer o seguro de vidas cm mutualidades, faz publico que desde j toma subscripcoes annuaes por urna
- vez, debaixo das seguintes eondices :
Com prda de capital e lucros;
Dito capital smente;
Dito lucros smente;
devendo a primeira liquidacao ter lugar no Io de Janeiro de 1859.
As vantagens do emprego de capitacs em mutualidade, s5o obvias, porque n5o smente se co-
ihe o juro de quanlias diminutas, de que avulsas se nao poderia tirar nenhum resultado; mas alm
'lisso, este reodimento augmentado pelo capital ou lucros, ou ambas as cousas, conforme as condic,5es
da subsenpeo, dos que falleeem. Tambem partido pelos socios sobreviventes tudo aquillo que os so-
cios morosos nos seus pagamentos, sao por este motivo obrigados a pagar, bem como caducidades que
occorrerem pela falta de cumprimento do compromisso social.
As liquidares sao pelo systema dascompanhias hespanholas, Tutelar e outras ; e parase poder
fazer urna idea do que pode produzir urna entrada animal de 105, publica-se a seguinte tabella basea-
da sobre a experiencia de muitos annos de companhias desta natureza :
Em o annos Em 10 annos Em Di annos Em 20 annos Em 2S annos
Por um menino de 1 dia a 1 anno 1105 4005 9005 2:9005 . 4:7085
i > de 1 anno a 2 ' 905 3005 7505 1:7005 3:7005
de i > a .'( 865 2905 7205 1:6005 3:5005
de 3 > a 4 > 865 2805 7105 1:5605 3:4005
de 4 > a 15 > 865 2705 7005 1:5505 3:3505
Por urna pessoa de 13 20 865 270* 7005 1:5405 3:3305
> > de 20 a 30 865 2705. 7105 1.5605 3:4005
de 30 a 40 865 7H5 7205 1:6000 3:7005
> de 40 a 50 905 3005 7505 1:8005 5:0005
As entradas por urna s vez dao resultados muito superiores s annuaes.
Porto, 10 de agosto de 1863.Os directores do Banco nlio, Jos da Silva Machado.-F. M. van
der Niepeort.
Agentes em Pernambuco : Antonio Luiz de Oliveira Azevedo A C, ra da Cruz n. 1.
**fc^m
DE
!V. hh>
DE
J. VIGNES.
HIA DO IMPERADOR N. &&.
Os pianos desta antiga fabrica sao boje assaz conhecidos para que seja ncessario insistir sobre a
sua superioridade, vantagens e garantas que efierecem aos compradores, qualidades estas incontesta-
veis qu e.elles tem definitivamente conquistado sobre todos os que tem apparecido nesta pra?a ; pos-
suindo um teclado e machinismo que onedecem todas as vontades e caprichos das pianistas, sem
nunca 'alhar, por serem fabricados de proposito, e ter-se feito ltimamente raelhoramentos importan-
tjssimos para o clima deste paiz ; quanto s voces sio melodiosas e flautadas, e por isto muito agrada-
veis aos ouvidos dos apreciadores.
Fazem-se conforme as encwnmendas, tanto nesta fabrica como nado Sr. Blondel, de Pars, socio
correspondente de J. Vignes, em csia capital foram sempre premiados em todas as exposices.
ijp mesmo estabelecimento se acha sempre um explendido yarjado sortimento de msicas dos
jnelhores compositores da Europa, assii como harmomeps e piaQfls harmnicos, sendo tudo vendido
Miguel Joaquim Mcnezps, o Uarro.
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar,
comprar e engommar : na ra do Rangel, sobrado
numero 33.
FOLHINHAS PARA 1864,
Na praca da Independencia hvraria ns. 6
e 8, acbam-se venda as seguintes folhi-
nhaspara 1861 impressas nesta typographia
em excellente lypo e bom papel,
Folhinha de porta cotendo as mate-
rias do costume, rs.........ICO
Dita de algibeira, sob a epigraphe
religiosa, contendo alm das materias
do costume os sele passos da Paixo
de Nosso Senhor Jess Ghristo ; cnti-
cos do mez .Mariano; hyipnus e jacula-
torias ao Santissimo Sacramento; ex-
plicacoes de diversas oraces; cora
Seraphica ; exercicio ao sagrado cora-
Cao ile Maria ; orago par,a visitar as
igrejas no dia da Porciuncula ; oraeo
para escolha dos esladosd;| vida ; dita
a Senhora da Conceigao ; e medilacoes
sobra a reforma da cnsciehcia, rs. I 320
Dita de dita, sob a epigrapheVa-
riedade, contendo alm das;materias do
costume : receitas uteis enecessarias
aos diversos mysterios da v|da ; physi-
ca e recreativa ao alcance! de todos:
pilherias e ralices; poesas* charadas;
mximas e pensamenlos colligidos pop*
um curioso........J.....320
IIA VIO L \ I lO
ESTABELECIDO NACIDADE DO PORTO
Agentes em Pernambuco
Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo k C.
Sacam por todos os paquetes sobre o
mesmo banco prazo ou vista, sobre a
caixa filial em Lisboa, e agencias em Pi-
gueira, Coimbra, Aveiro, Vizeu, Villa-
Real, Regoa, Vianna de Castello, Guima-
raes, Barcellos, Lamego, Covilha, Braga,
Penafiel, Rraganca, Amarante, Angra,
Lha da Terceira, Ilha de Faias, Ilha da
Madeira, Villa do Conde, Valonea, Bastos,
Oliveira da Azamois, Charca c Faffe, a
oito dias vista ou ao prazo que se conven-
cionar,no seu escriptorio ra da Cruz
n. 1.
Aluga-se urna casa envidracada no lugar do
Caboc, com terraco na frente, 5 quartos, 2 corre-
dores, 2 salas, cozinha fra: a fallar na ra da
Imperatriz n. 21.
Manoel Jos da Silva eManoel Agosliuho Pi-
res retiram-se para o Cear.
wmrn
Joao da Silva Bamos, medico pela uni-
versidade do Coimbra d consultas em
sua casa na ra Nova n. 50, das 8 s 10
horas da manhaa o das 4 s 6 da tarde e
recebe igualmente convites para dentro
ou fora da cidade com o fim de se en-
carregar de qualquer servico de sua pro-
fisso.
Os chamados deverao vir
Arrenda-se um sitio no lugar da Boa-Viagem,
com muitos arvoredos de fructo, baixa para capim
e proporcoes para vaccas de leite : quem o quizer
arrendar dirija-se ra da Cruz n. 37, segundo
andar, que achara com quem tratar.
CASA DE SAUDE
Em Santo Amaro
Do Dr. Silva Ramos.
nico estabelecimento desta natureza
que existe entre nos, montado do modo
que pode com todo o commodo e zelo tra-
tar qualquer doente, que nella seja reco-
dado.
O edificio magestoso e conserva-se
em perfeito estado de limpeza e conve-
nientemente mobiliado.
Os doentcs sao separados, segundo os
sexos, natureza das molestias e condicocs
sociaes.
Ha quartos fortificados para os aliena-
dos, e urna enfermara para as partu-
rientes.
O proprietario encarrega-se de qual-
quer operacao.
O estabelecimento franqueado qual-
quer pessoa que o queira visitar.
Primeira elasse 35000diarios.
Segunda dita.... 25500
Terceira dita.... 250O0
Para que qualquer doente seja ali rece-
bido, basta que se mande onome d^ doen-
te e da pessoa que o remette, com a de-
claraco da morada.
O proprietario aceita contratos annuaes
com qualquer que queira ter um ou mais
leitos sua disposii*o.
r por escripto. JM
Precisa-se alugar una mulher para todo o
servico de urna casa de pouca familia, e de um
escravo que sirva para comprar e fazer todo o ser-
vico de casa de urna familia, sendo ambos fiis : a
tratar na ra da Cruz n. 63, armazem.
Aarenda-se um bom sitio
em Paranamcrim, estrada de Sant'Anna, com casa
s | de moradia, cocheira, estribaras etc., grande bai-
xa de planta de capim, bo i agoa, e muitos arvore-
dos de fructo, e outras commodidades. O tempo
e as condicoes do arrendameuto serao favoraveis,
e trata-se na praca do Paraizo n. 24 com S. A.
Prez.
Precisa-se de um menino portuguez ou na-
cional, de fra da cidade, de 42 14 annos, para
caixeiro de taberna : a tratar na ra da Senzala
nova n. 26.
O Dr. Cosme de S Pereira conti-
na a residir na ra da Cruz n. 63,
Io e 2o andar, onde pode ser procu-
rado para o exercicio de sua prolis-
so medica, e com especial idade
sobre o seguinte
. Io molestias de olbos;
2o depeito: |
3o dos orges geniti
urinarios.
Em seu escriptorio. os doentes se-
ro examinados na ordem de suas
entradas comecando o trabalho pelos
doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias d s]
6 as 10 da manha, menos nos de-
mingos.
Praticar toda e qualquer opera-
cao que julgar conveniente para o
prompto restabelecimento dos seus
doentes.
Hospital Portuguez de Bene-
fieencia-em Pernambuco
De ordem do Illm. Sr. provedor convido a todos
os senhores socios do Hospital Portuguez de Bcne-
1 licencia nesta cidade, a reunlrem-se s 9 horas da
! mnhaa do dia 6 do correute mez, para, em assem-
Wa geral, eleger-se a ]unta administrativa e com-
misso de exame de contas, que tem de funecio-
nar no anno de 1864, como determina o 3 do
art 17 dos respecvos estatutos.
Recife 2 de dezembro de 1863.
Joaquim Ferreira Mendes Guimares.
1 secretario.
Manoel Jos Fernandos Barros pode ser pro-
curado na ra da Senzala velha n. 140, segundo
andar.
Engomma-se com, promptido e aceio :
ra doJardim n. 14.
ti
Queijos do ultimo vapor a 2, vinho Figueira e
Lisboa a 400 rs. a garrafa, e 2800 a caada, dfta
do Porto a 640 a garrafa, manteiga ingleza flor a
800 rs. e 720, franceza a 560, cha perola a 2360*
e 2^400, caf a 260 e 300 rs., banha refinada *
400 rs., chouricas novas a 720, tourinho a 300 rs
arroz a 80 rs., gomma a 80 rs., farinha do Mar.,
nho a 120, sag a 280, batatas a 13280 o gigo, a-
libra 60 rs., aletria e macarrao a 400 rs., massa
de tomate a 640 a libra, azeitonas a 13200 a anco-
rla, em garrafa a 240, latas com bolachinha de
soda ^ outras a 13300, conserva a 600 rs. o frasco,
espermacete a 560, do Ar^caty 360, eerveja branca
e preta a 480 a garrafa, frascos com genebra de
Hollanda c de laranja a 480, botija 400 rs., ceblas
a l<3> o molho, azeite doce a 600 rs. a garrafa, vi-
nagre de Lisboa a 200 rs., azeite de carrapato a,
280 a garrafa, e 200 rs. em caada : no armazem
da estrella, largo do Paraizo n. 14.
(Vimos
para padaria.
Na padaria da ra Direita n. 84 ha sempre e
bem conhecidos e acreditados cyltndros amenca-
nos que se vendem a commodos precos,________
COFRE
AMERICANO
Na padaria da ra Direita n. 84 ha para vender
por commodo preco um cofre americano muito se-
guro, prova de fogo, e com muito pofleo uso.
Vende-se urna urna de Jacaranda para depo-
sito de ossos : na ra da Imperatriz, loja do mar-
cineiro n. 25.
Vende-se doce de caj socco e de calda, novo,
de toda e qualquer qualidade, assim como se con-
feitam castanhas: na cidade de Olinda, ra de Ma-
thias Ferreira n. 12.
Cevada.
Vendem-se saccas com cevada muito nova e por
menos do que em outra qualquer parte : no es-
criptorie de Manoel Ignacio de Oliveira & Filho,
largo no Corno Santo n. 19.
Vende-se urna casa na povoacao de Jaboato,
bem construida, e collocada no melhor lugar, tan-
to para inorada como para negocio : quem a prc-
I tender, dirija-se ra do Livramento, loja n. 26,
do Sr. Jos l'ranciscii Hnnul'io._______________
Vende-se urna taberna sita na ra da Sole-
dade n. 8, freguezia da Boa-Vista : quem preten-
der, dirija-se mesma.
Pianos novos.
I Os melhores que tem vindo a esta praca fabrica-
dos de encommenda por um dos melhores fabri-
cantes de Pars, especialmente para este clima :
! quem quizer agroveitar a occasiao de munir-se do
' nm excellente piano por preco commodo dirija-so
a ra Nova n. 19 primeiro andar.
Attenco
Vende-se urna bonita armaco feta a moferna,
envernisada e iluminad i a gaz, propria para ta-
berna ou mesmo para loja de calcado por estar
em bom lugar: a tratar na ra Direita n. 48.
Vende-se por preco commodo urna boa casa
terrea com grande terreno cercado, em agradavcl
posiyao, na ra Nova da cidade de Oliuda; perten-
ce aocirurgiao Francisco Jos do Amaral, e pede
procurar quelD a pretender, o esenvio Vasconcel-
os, na ra de Hortas n. 104, que se acha autoi i
sado para dispr delta.
Vende-se um terreno na ra Real do
Manguinho, esquina da ra da Amisade, o qual
tem cen palmos de frente, e donatos de fun-
do, muito proprio para se edificar e eslabele-
, cer-se um destes armazens progressistas, por ser
de esquina, do que ha por all nao pouca neeessi-
dade : a tratar na ra do Queimado n 17, ou na
ra da Esperanca Soledade n. 16.
Vende-se muito bom doce de caj secta de
calda, assim como de todas as qualidades, e bem
Engomma-se com perfeicjio e mais barato
que em outra qualquer parte : na ra Augusta n.
76, se dir.
Precisase de 3003 a dous |tor cento, por'oito
mezes,dandosem seguranza metade de um predio
que rende 755 mensaes : quem tiver annnncie.
A ttenco.
<
Precisa-se fallar ao Sr. Domingos Goncalves Pe- arco de Santo Antonio,
reir Basto, negocio
na assim toda a qualidade de bolinhos, e faz-so bande-
jas de encommenda,tudo por precomirito emeonta,
no caos do Ramos, primeiro andar, sobrado do Sr.
Jos Hygino de Miranda.
Manual de coalas IVi las
para*ompra e venda de assucar e outros genen .-,
obra muito til para os negociantes e senhores de
engenhos; pois com um lance de vista pdese
saber o valor de quaesqaer quantidade de arrobas
c libras : vende-se na livraria econmica ao p do
de seu interesse : na ra i
Precisa-se alugar urna preta de meia idade; o?
para fazer as compras de casa de pouca familia, e'
de tarde vender bolos : a tratar na rus de Hurtas
numero 3. I
Aluga-se urna casa na ra das Flores : quem
quizer falle na atfandega com Joao Duarte Carnei-
ro Monteiro.
A toff por mez.
Alnga-sc o excellente armazem da casa da ra
do Atnorim a. 13, muito proprio para recolher g-
neros, ou para tanoari : a tratar na praca da In-
dependencia n. 22, loja de bilhetes.
A% a. 29.
Nova loja dos barateiros na roa do Queimado.
Velludo de cores fazenda, muito ba o covado
33000, baloes de panno 33200, ditos de arcos
33000, 43000 e 53000, laas de duas larguras
para vestido o covado 500 rs., chitas francezas o
covado 360 rs., metim branco para forro de
vestido o covado 120 rs., tarlatanas de todas as
cores a vara 720 rs.
Ao n. 29.
Nova loja dos barateiros na na doQieimado.
Cassa lisa pelle de ovo a peca 73500, cambraia
lisa muito fina a peca de 17 varas 103, am-
braieta peca de 12 jardas 73000, cambraia adamas-
cada para cortinado a peca de 22 varas 103000,
meias finas para senhoras a duzia 43000, chales
de laa ponta redonda 323500.
Ao n. 29.
Nava luja dos barateiros. na na da Qoeiaadt.
Bicos pretos de linho avara 120, 160, 240, 320
rs., franjas de seda a vara 80 e 160 rs., galdes
de seda de algodo e de laa para enfeites de vesti-
do a peca de 10 e 15 varas a 400, botos de seda
de velludo e de fustao duzias 120.
~ ATTTENAp.
A casa n. 1 na ra do Sebo on Trempe, pertence
a D. Joanna Mara da Conceicao, .conhecida por
Joanna dos Passos, est sujeita a accao litigiosa
pelo eartorio do escrivo Paes de Andrade, juiz do
Aluga-se urna das melbores1 casa no Cachang commercio ; e por isso quem o qoizer comprar, s
confronte a igreja, murada cora caes e portao para j o poder fazer pagando a importancia do debito Compra-te orna mulatinha de 12 14 annos,
o rio, pintada a caiada de novo ; a tratar na ra daquella senhora, entendendo-se cora o solicitador I sendo sadia e de bons costumes: na ra do Cres-
TINTURARIA.
Tnge-se com perfeicSo pira qualquer
cor, e o mais barato possirel: na ra do
Rangel b. 38, segundo andar.
Nova n. 20 loja de Carnciro Vianna.
Quemachou urna cadeia da relogio de cabel-
los encastrado em ouro, que perdeu-se pelos se-
guintes lugares, praca da Independencia, ra do
Crespo, do Queimado, e do Rangel, pode entregar
no pateo da Penha n. 6, primeiro andar, que dar- legtimos, e se vendem a preco mais barato do que
se-ha o valor correspondente da mesma.________ utra qualquer parte.
Aluga-sj o armazem do sobrado no Forte do
Mattos : na ra da Moeda n. 5.
Cal de Lisboa e potassa da
Rnssla.
Vende-se na ra da Cadeia do Recife n. 26, para
onde se mudou o antigo e acreditado deposito da
mesma ra n. 12, ambos os gneros sao novos e
g>on
P" 09
- 3

Jl'S Di
c 3 Pt-
= o- 2
o. ^

Ainda estar por se vender a taberna da ra
Direita n. 25 : a tratar na mesina.____________
Aluga-se um primeiro andar com sotao e
quintal no becco do Pocinho n. 26 : a tratar na ra
da Palma n. 41.__________________________
Offerece-se urna mulher para ama secca de
casa de pouca familia ou de homem solteiro: quem
precisar, dirija-se ra Direita n. 122.
B
g.8
3
i:
a> 3 a,
3 a. e
O, as i ^,. -,
-z, ~~ 7. c 5 a
t __> g1 Q. f -i -
o -
o 3
p-w a 2 a iQ>,k
Ela
STI -
3 o te a
O Io cadete Jos Joaquim Fonseca de Albu-
querque, tendo de seguir no vspor Cruzeiro do Su/,
para a corte, onde vai continuar os seus estudos
na escola militar, e nao Ihe sendo possives despe-
dirse pessoalmente de todos os seus amigos e p-
renles, por meio deste faz as suas despedidas, offe-
recendo alli o seu limitado presumo.
PAKA \ FESTA
COMPRAS.
Compra-se um santuario em bom us na ra
da Cadeia do Recife n. 40,1* andar.
u
O
i c
S o w
2Ss.
3-3 a. B ? = a
a. o"?*
rt J S
2 3 _
o.
o

3.
Compra-se dina rabeca pequea: entendam-
se na roa larga do Rosario n. 36._____________
Compra-se urna negrinha de 7 at 10 annos
de idade, que seja sadia o cariohosa para meni-
nos : a tratar na ra do Cotovello padaria n. 31.
Conpram-se garrafas vasias que sejam lim-
pas : na ra nova de Santa Rita n. 70.
Compra-se urna escrava que ten ha habili-
dades e de boa conducta : na ra da Cadeia n. 35.
Hua da Senzalla Nova 41
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
ferro coado libra a 110 rs., idemde Low
/
(
do Queimado, loja n. 43.
Manoel Loix da Veiga.
I po, loja n. 15.
.Moor libra a 120 rs.


Diario de PeruaiulKieo *eaa leira 4 de Dexeiaibro de 16419.
I
I

NOVA UQIDACAO rm
de fazendas Inglezas, francezas, allemaa* sulsis,
que se pretendem liquidar antes da fasta do na-
tal, por pre$os baratisslmos, afim de apurar di-
nheiro, sendo a maior parte destas fazendas in-
teiramente novas, chegadas pelos ltimos vapo-
res, ; de todas se dao amostras, deixando penhor :
na loja e artnaiem do pavo, ra da Imperatriz
n.-60, da Gama & Silva.
Vs laaziubas do pava.
TcndJMthse as modornissiinas laazinhas com 9
palmos de largara, sendo lisas e de quadrinhos,
proprus para vestidos, capas soutanbaques pelo
bao preco de 10200 o covado, dita? com 4 pal-
nos, Usase' de quadrinhos a 300. rs., ditas garibal-
dinas a 400 rs., ditas enfeitadas de quadrinhos a
360 T8-, brcges matisados muito finos a 500 rs.,
laazinhas transparentes com palmas de seda a 500
rs., ditas pausadas a 320 rs. o covado : s na loja
' do pavao, ra da Imperatrii n. 60.
Os curtes de eambraia que vende pavio.
Fustio do pavao.
Yende-se fusto branco para vestido e roupa de
meninas a 500 rs. o covado, dito do palmiQAas a
320 rs., tarlatana de palminhai a 320 rs., fil bran-
co liso, c tarlatana branca e de cores a 809 rs. a
vara : na ruMa Imperatriz n. 60, loja de Gama S
Silva. 'f,
A bretanhas do pavo.
Vende-se breanha de algodao em peciqhas de
1 '?* ^a com varas. pelo diminuto prego
de 35*00 cada pega, assim como lencos brancos
muito superiores a .2,5 a duela : na loja do pavao,
ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
A carnauba do pavao.
Vende-se cera de carnauba em saceos, por prego
muito em conta, ou mais barato do que em outra
qualquer parle : a tratar na ra da Imperatriz n.
60, loja de Gama & Silva._______
Chcgado pelo vapor:
S para o vigilan te, ra do Cres-
po n. 9.
At que chegaram as muito desejadas cascarri-
JSftsw^ lhaS dG l0daS as corcs^comTmaltln'nT de veludo
M^Tufian L? ^^' no cen,ro-cousa muit0 citante para enfeite, assim
^SlS^^f^K^3 eambraia transparentes, comode entras qualidades, e preces muito razoa-
^f&TC'3/ pani vet,d08tend? 8-varaS vei8 : B vigilante, ra do Crespo, n. 7.
ISE&EEkEPnn*** br2.nCaS cK,leCTS a. Para dar de mimo.
25500,35,35*00,-45 e 55, pegas de eambraia deca-'
rocanos tendn varas e meiacada urna, sendo bran-
cas e de coree. 3,5500, ditas a 25500, pegas de
eambraia pifa cortinados, sendo tapadas c trans-
45--RA DIBEnJA--45
Eia, rapasiada, coragem| parece queja
eutregastes os vossos paneles aos (juros $&'
xos do jiepmo calramento da nossa cidade I
S se ODserva em vossos ps botinas acalca-
nhadas e gastas at ultima sola; sapates
rasgados e quasi sjem saltos.... nem .tanto !
a quebradeira nao deve chegar at este pon-
to I Vinde ra Direita murjir-vos de excel-
lente calcado coni 40 e at 60 por cento
menos do seu valor___attepdei:
Borzeguins, Nantes, bezerro! e va-
queta 2 e meia solas. i 8)5500
Borzeguins, Nantes, bezerro, va-
queta' e lustre 2 solas. j 80000
Borzeguins, francez e hamburgus,
bezerro, lustre e couro depor-
co 73 e......i .
prenles cosa 9 varas cada pega a 95000, isto lu-
do para aparar dinheiro : na loja do pavao, ra da
Jnrperatriz n. 0, de Gama & Silva.
Os chales do pavao de lerambique a 1:000.
Vendem-se os mais modernos chales de Mogam-
bique, sent de urna s cor, com barra e muito
grandes, pelo baratissimo prego de 45000, afflan-
gando-se serem os mars modernos do mercado, di-
tos de merino estampados a 25000, ditos a 35000,
ditos male Unes de crepen com 4 pcmtas e ponta
redonda a 65000, 75090, 5000 c ?>5000 : s na
loja do pavao, ra da imperatrizn. 0, de (ama A:
Silva.
firosdenaples a -ttiOO, na loja do pavo.
Fazenfla a 15500, 5600,15800 -c 25000 : s na
oja do.pavo, -ra da imperatriz 60.
0 pavo
sol para senhoras a
vende chapeos de
1:060.
Vendem-se chapeos de sol, a ngleza, sendo co
herios de tinho-e forrados de verde, proprios para
senhoras que forem nassar a fesia, ou para meninas
levarem para a escola pelo barato prego de 5000,
ditos marquerinhos de seda com franjas e cabo de
dobrar a 25500, ditos de seda para homens, sendo
eom arnwgao de baleia a-65000 e 75000, isto para
apurar dinheiro : s na loja do pavo, rua da Im-
peratriz ti. 60.
0 pavo vende cachemiras da Escossia, corte
2:240, ovado 6-J0 rs.
Vendem-se cortes de cachemiras da Escossia,
para caigas, pelo barato prego -de 25240, tendo da
raesma fazenda para vender em covado a 640 rs..
t sendo esta fazenda muito encorpada, a imitago de
* casemira, garante-s que nao desbota. Tambem
se vendem corles de-casemira ingleza, de cores es-
curas pare caiga pelo.barato prego de 15800 cada
irte, ou a 500 rs. e covado : sw na loja do pavo,
rua da Imperatriz n. 60.
0 pavo vende os vestidos temeos bordados.
Vendem-se os mais ricos vestidos de -eambraia
broncos, bordados croch, sendo os mais moder-
nos que tem vindo ao mercado, tendo as saias 4
palmos, e vendem-se pelos baratos precos de 105,
125-e 465000 : s na loja do pavao, rua da Impe-
ratra a. 60,-de Gama & Silva.
A's pechadlas do pavo, antes que se ae?4em.
Ricas cortes de eambraia branca cora babados e
duas saias bordadas croch, tendo bastante fa-
zenda para vestido, pelo baratissimo prego de 35000
cada um, ditos de eambraia do seda com barra e
babados a 25500, para acabar, cortes de vestidos
Mara fia, sendo fazenda de bonito fosto a 39800,
cortes de eambraia brancos <-om babadinhos a 25,
enfeite* para caneca, sendo i Garibaldi e turca a
45000, ditos com titas e flores a 25000, camizinhas
bordada* para sennorasa 15000, manguitos de va-
rios modelos a 400, .500 e 640 rs., caleinhas para
meninas a 300 e 40 rs., gollinhas .bordadas a 320
VIO rs.. sedas de quadrinhos a. 640, dita da Ustac
a 400 rs. o eovado, fusto para vestidos e-roupinhas
de meninos a 320 rs. o covado, alpakim ou gorgu-
ro de linlio a 260 rs,, anguclin de urna s cor a
390 rs. o covado, toalhas de linho adamascadas,
jara rosto a 15000, vestuarios para meninos eme-
ninas a 1-jiioo e 25000, liras bordadas eentremeios
mais barato que em outra qualquer parte, ludo isto
c pecliincta e vende-re para liquidar : na riu da ]
Imperatriz n. 60, loja e armazem do pavao, de Ga-
ma c< Silva.
Sedas do pavo a ifJO rs.
Vendem-se sedas de quadrinhos com pequeo
toque de mofo, pelo baratissimo prego de 500 rs. o
covado, ditas era perfeito estado a 800 rs., ditas
:om listas, para acabar a 400 rs., gorgurao d" seda
para vestidos e roupa de meninos a 15000 o cova-
do ; na loja do pavo, rua da Imperatriz n. 00, de
Gat-a & Silva.
60000
SapatSes, Nantes, bezerro e vaque-
, ta 2 e meia solas. I 5#500
Chegaram as riquissimas bonecas de todos os anatcs Nantps vanupta Inttrp p
unannos, vestidlnhos ricamente enfeitados, cada r a,,$' valueta' lu?tre e
um em sua calxinha, propriamente para um deli- ueerro z sotas. .
cado mimo, por baratissimo prego: s no vigilan- SapatOes, Nantes, sola e vira.: .
te, rua do Crespo n. 7. Ditos para menina, comlaco. I .
Para os genitores tachareis. Ditos de ditas, de cores. ...
Lnegou a lempo a riquissima fita de chamalote c-,mins nara pnhnra p hnmam
para cartas dos senhoras hachareis, assim xomo SPP3ra seaon e no,e,n'
branca, lisa, propria para abrir letras, ou para ^l*"*5; :
smtos: s no vigilante, rua do Crespo n. 7. Sapatos de borracha para senbora.
Pentea de atarrafa. Mem dem para meninas. \ .
Fambem chegaram os riquissimos pentes de SapatOS de lustre para senhofa. .
marraa com pedriohas,os lindos pentes de regago dem d lustre s avessas .
5^000
4000
34300
2^800
para meninas, meias do seda e sapatinhos proprios I
para baptisados, meias de seda para senhora, fitas (
de la para debrum, fita de linhe, trangas de lia,
de buho e de seda, luvas de seda e pellica, e fio de
Escocia e camurca, alfinetes de cabega chala, car-
tetrinhas com todas as agulhas precisas para cos-
tura, flveas de madreperola csmaltodas de ago
para sintos, flores de todas as quatidades, caixinhas
com pastilhas de perfumara, abafadores de la
para senhora, tencas e sapatmnos de laa, pulseiri-
nhas de borracha para segurar manguintos, litase
cordes de borracsa, sabonetes redondos, ditos
chamados de familia, pomadas de todas as quah-
dades e dos fabricantes mais afamadas, clcheles
prntiados mirito finos, rctroz de todas as qualidades,
retroz em carretel e em nowllo, e de meada, de
todas as cores, estovas para-denles, ditas para rou-
pa, ditas para chapeo e ditas para unha, de -todas
os .-precos, e outres mais objectos, que se tornara
enfadonhoannunciar.e vista dos fKguezes pro-
mette-se fazer todo o negocio: s no vigilante, roa
doCespo n. 7.
No armacMn de fazendas bara-
tas de Santos Coelho
RUA DO QUELMADO N. 19 VENDE-SE 0 SE-
GCINTE :
Esleir da India
para forro de sala, de 4, 5 e 6 palmos de largura,
por menor preco do que em outra qualquer parte.
teneos
de panno de linho pelo barato prego de-25000.
Lenees
de bramante de linho fino pelo barato prege de
3500O.
Cenorias de coila da India
pelo barato prego de 25000.
lencos de cassa
brancos, finissimes, proprios para algibeira pelo
baratissimo prego de 25000 e 25400 a duzia.'
Caudiraia adamascada
paracortoado, pelo baratissimo preco de 405000
a pega.
Pe?as do eambraia
de salpicos, fina, com 8 i/2 varas, pelo baratissimo
prego de 45.
Fil liso Uno
peloiaratissimo prego de 080 rs. a vara.
Bramante de lindo
fino rom dez palmos de largura pelo barato prego
de 253OO a vara.
loalhas aJcochoadas
para mao pelo baratissimo prego de 55000 a du-
zia.
Pegas de brelanfca
de rolo com 10 varas propria para saia, peto bara-
to prego de 35000.
800
10400
1,5000
1^000
500
ROM FITA
Na rua do Qucimsd* h. 43, esquina que
volla para a Coiijnic;jk o.
r pcrhlai-ha.
Paletots de casemira a 5, 6, 7, & 12 e 145, ditos
de panno preto e azai a 9, 10, 12,1 16 e 185, ditos
sobrecasacos de panno muito finoipor 245 c 285,
ditos de alpaca pretae*} cordao*4, 5, 6 75,
caigas de- easemiras de cores a 5,16, 7 85, ditas
prelas a 5500, % 9 105, paletots de fustito e
ganga a25, 25800,3-e 45, calcas le cofletes de to-
das as cualidades e per preco muito barato, len-
goes de puro linho apreco de 25800 e 35,ober-
tas de-chita a 2520, coltarinhos de linho paro a
600 rs. cada um.-e eutros muites objectos a vista 5 e para isso se pede a altengaodas fra-
geles.
PECHUNCiA
Foyo o ar
Recebem-se encommendas de fogo do ar e de
vistas : no armazem da bola amarella no oitao da
secretaria de polica.
0 pavo vende easemiras a 1:600,
- Vende-se um silio com urna boa casa de po-
dra e cal, eom 3 salas e 8 quartos, cozinha fra,
vivejro e rio, casa para escravos, dita para feitor,
com duas cacimbas, tanque para banho, dito para
lavar roupa, e muilas arvores de fructo; vende-se
por menos do preco que se pedio : quem preten-
V.iiJeni-se easemiras francezas enfestadas, pro- dar, dirja-se Capunga velha para tratar com a
ras para calcas, eolletes. palitos e capas para se- j vi 11 va do Sr. Joao Evangelista da Costa e Silva.
I
aioras, por t de urna s r, sendo fazenda que
sivupre se veudeu a 35000, liquida-se a 15W0 o
covado': s na loja do pavao.
Oargandy do pavo a 300 rs.
Vende-se finissimo organdy malisado, branco,
para vestidos, pelo baratissimo preeo de 500 rs. a
vara ou ;>0 rs. o covado, cassas francezas finissi-
nias a 240 e 280 rl o covado, dilas eom palmas
grandes, fazenda inteiramente moderna a 440 rs. o
covado : s na loja do pavo, rua da Imperatriz n.
60, de Gama Silva.
0 pavo vende os retallos.
Vendem-se por precos baratissimos, porgao de
retailios de chitas, cassas e laazinhas : na loja do
pavo, rua da Imperatriz n, 60.
As chitas do pavo.
Vendem-se chitas francezas, escuras, a 280 rs.,
ditas a 320 rs., ditas a 360 rs., ditas matsadas mui-
to linas a 400 rs.. ditas pretas largas e estreitas,
ditas mu i salas com floroes proprias paracobertas :
na loja do pavo, rua da Impenitrizii. 60.
0 pavo vende us cortinados.
Vendem-se ricos cortinados adamascados pro-
prios para janellas, e camas para noivos, pelo ba-
rato prego de 95000 e par : na rua da Imperatriz
n. 60, loja do pavo. ..
0 pavio vende para lulo.
Vende-se linissimo setim da China, fazenda sem
lustro, proprio para vestidos de senhora, para ea-
pas e roupa para hornera, tendo esta fazenda seis
palmos de largura e sendo muito leve, vende-se'
pelo baratissimo pregde 25200 o covado, garan-
tindo-se que nao se torna roca, e vende-se nica-
mente na rua da Imperatriz n. 60, loja do pavo.
0 pavo vende cortes de calca.
Vendem-se cortes de caigas de casemira de co-
res a 25400, ditos de cachemira da Escossia a
25240, ditos de ganga a 15600, ditos de brim de
urna s cor a U*40, ditos de castor a 15280, ditos
de casemira preta a 45000 e 55000, ditos de case-
mira fina de cor a 55500 : s na loja do pavo,
rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Grande liquidacad de fazendas nglezas fran-
cezas c de todas as qualidades se vende por preco
baratissimo para liquidar na loja e armazem do i
arara rua da Imaeralriz n. -S6, de Lourenco Pe-1
reir Mendos Guiraares.
Vende-se laazinhas de cores e | de quadrinhos
transparentes proprias para apas; de senhora e
vestidos com 9 palmos de largura! a 15200 o ce
vado, ditas de quadrinhos a 280, 320, 40 e 560
rs.'O-eovado : na ruada Imperatriz: n. 56.
Arara vende as capas a 8.
Vendem-se ricas capas para senhora a*5, cha-
les de merino estampados a 5500,e 35, ditos de
poma redonda efcorlota a 55, 65 e 75 : na rua da
Imperatriz n. 56, ioja da arara de Mondes Gui-
maraes.
Laazinhas da arara a 20 rs,
ooYe?!Sm"se lMmlias Pa vestiilo de senhora a
280 eJ20 rs. o covado, gorgurao de |nr,e para
vestido.de senhora e roupa de meninos a 380 rs o
covado, popelmadealgodao.de quadrinhos para
vestidos de senhora a 280 rs. o Tcovado, .enfeites
para cabega de senhora a 15, rar cabello a 15 : aa rua da mperatrix loja da
arara u, :m.
Arara .vende as cassas a 200 rs.
Vendem-se cassas de cores coih quadros nara
vestidos a 300 rs. o covado, ditas linas a 240
280 rs. o covado : na rua da Imperatriz n. 56, tota
da arara de Mendes Guimaraos. '
ediuhas linas de l^COOa arara de por 800 rs.
Vendem-se-sedmhas para vestidos de senbora
que se venden por 15600 a arara torra por 80O
rs. o covado. dias de sedinhas cora listrinhas
Pede-se (oda alteoco. ,
I Custodio Jos Alves Guimares, dono da leja in-1
titulada Gallo Vigilante, rua do Crespo 0. 7, avisa
, aos seus numerosos freguezes e ao respeitavel pu- '
buco, que tendo de reformar no flm desto annO sen ,
estbelecimento, equerendo liquidar grande quan-!
ndade de diversos objectos, est rosolvidoa vender
ludo por pregos baratissimos, como sejam .
Pegas com 45 vara de franjas de linho a 35.
Ditas com 45 varas de gal Jo de linho a 35.
Laa sortida para bordar, libra a 45-
Froco de cores sonidos, pega a 160 rs.'
Manguitos para senhora, o par 800 rs.
GoJinhas de bonitos gostos a 400,500 e 15-
Salvas de metal principe a 15500, 25 e 25500.
Ditas com copos de metal proprio para meninos a
I520O.
Facas e garios para sobre-mesa a 45 a duzia.
Ditas e ditos dita cora cato de marllm a 65.
Bandejas de todos os taannos milito finas a 15,
15200, 400, 15600, 25500, 35800 e 55-
Ditas redondas para copo de 500 rs. para 25800.
Tesoiiras em carteiras, a duzia a 500 rs., 640 e
800 rs.
Peitos para camisas, a duzia a 25.
Camisinhas bordadas para senhora a 15500 e 25.
Chapclinas para senhora a 35.
Ditas para menina a 25.
Chapeozinho para meninas de escola' ou passeio a
Flores francezas, caixos grandes, a GOO rs.
Luvas de seda com pequeo toque de mofo a 300
rs. o par.
Toucas de la para meninos a 500 rs., fil a 500 e
600 rs., de seda a 800 rs.
Sapatinhos de merino a 300 rs., e de la a 500 rs.
Blsinhas de missauga para meninas de" escola a
800 rs.
Botes dourados para pun a 200 rs. o paA '
Tintciros de metal a 320 rs.'
Trancelins para relogio a 100 r.
Ditos de fita chamalote a 200 rs. -
Esrrivaninhas de metal a 35500.
Colheres de metal para cha a 200 rs. a duzia.
Ditas de dito para sopa a 25 a duzia.
Botes de duraqne pretos a 400 rs. a groza.
Carlas hespanholas para jogos a 15200 a duzia.
Caslicaes brancos e amarellos de metal a 15.
Carteiras para algibeira a 500, 600,, 800 e 15.
Sabonetes muito finos a 15200,15600 e 25 a duzia.
Fivelas para calca a 300 rs. a duzia.
Botes de ago para caiga a 320 a groza.
Caixinhas com alfinetes, grampos e colchetes a 320,
400c 500 rs.
Fitas de borracha prelas e de cor a 120
a vara.
Latas com dous massos de agulhas por 800
Brincos de aljofares a balo a 320 o par.
Alfinetes pretes e de cores com pedrinhas a 200 rs.
e320.
ARMAZEM DE MOLHADOS
DE
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0 proprielano do grande armazem do Baliza, considerando que auro-
.' arw-se a Testa, e que de algum modo deve mimosear aos seus freguezes, com aleuina < ou-
e loors. |sa qu revele o seu contentamento e gratidao, resolveu expr a venda quasi pelo rusto da
30 rs. entra<1a p seu gmiide sortimento de gneros, que como todos sabem, sao sempre caDCkbo-
samente.escolhido entre os da melhor qualidade do nosso mercado.
mais
Camisas para hornera fcitas em Lisboa a 25. -.
Fitas de velludo lisas e lavradas a 800, 15, 15300, .Speande A l nmigo sempre de frente.
Sujeto a um severo regulamento, o Baliza est firme em seu posto de liona
circunstancia alguma o far arribar do magestoso quartel em que se ada abi ig
a, e ja
igado
25 35 apega. Nascido em trras de Portugal, o Baliza teve a fortuna de ver bem cedo esta bWla
Ditas para anteiro a 300 e 400 rs. a vara provincia. F01 na infancia que aportou em nosas plagas. entre DOS frequentou a cola
C7tXr **3ieo'a^ primara,seus hbitosfo.T.o aqi adquiridos, sua^llei^esexistem no meiodetet^^o
Gompotoiras de vidra cora pratos de metal a 35 ^ enroso Vto hospitaleiro.
Franja d lila para debrunhar tapetes a 25 a pega.' A Preferenca P^'S que lhe tem dado os Peinambucanos, um favor, verdade :
Palitos de fogo, prova d'agua, a 15 a groza ou 120 mas c um favor l0 0 Baliza tem merecido, e continuar a merecer sempre, a dtspeito da
" daeia- ^erra surda (Ie Uie fazem os homens das libras de tres quartas, e vinhos febiBcados
m^SS^^S^S^Z^,^ wr J^i^xzi^^ i tmisk"'5*povo- As f0,lu"" ;ul,lu,,i,i;';
/na-los, qae ludo se vender muito barato para K- P01 mt!b tuco h\,ltb egradSo a quem as possue.
quklar: a rua do Crespo n. 7, e rua do Impera-! ._ Vennam, pois, aquelles que anda nio abasteceram as suas despens;is oesta casa w-
dorn. 59, junto ao,passo, ecasa da liquidagao. riucar por si mesmos quanto h de verdadeiro nestas palavras.
O Baliza est a testa do estabelecimento e nada escapar s suas vistas que passt
cahu- no desagrado dos seus benvolos freguezes.
CtL M LISBOA
Vendem-se barra eom cal dea-
ta procedencia, em pedra, chega-
da ho|c, e nnlca nova, que ha no
mercado, na na do Trapiche n.
13, armazem de Hanoi I Telxei-
ra Basto.
Azftite doce refinado, francez e portuguez a
800 rs. a garrafa.
Dito em barril, a 4,800 a caada e 040 rs. a
garrafa.
Arroz da India edoMaranlio a 120,100 e 80
Hua da Senzalla n. 42. rs. a libra.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston C, Amendoas de casca mole a 280 rs. a libra
sellins e ilhoes mglezes, candieiros e casti- Ameixas em diversos vazos a 1 loOO
caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela, | 2^500 e 800 rs. a libra,
chkotes para carpos e-monlaria, arreios para Azeitonas novas a idaoo o l.arril.
e'vn e dous cavallos, e relogios de Alpiste a 1(50 rs. a libra, e 4800 a arroba.
____________ ; Aletria a 480 rs. a libra.
Nada mais barato. : Araruta verdadeira a 480 rs. a libra.
Queijo prato muito /rasco a 480 rs. a libra, e in- BlsCOtOse bolachiqhas inglezas recentemente
carros
ouro patente mglez;.
tejro a 400 rs., bolachinlia ingleza muito nova a
200 rs. ji libra e 25 a barrica
yenda de urna hypotheca.
Os liijuilHlat-iosda massa fallida de
novas vmdas pelo ultimo vapor da Europa na loja C8 Ue eiU 00S OIIUCullOS llatt Gr880
SrGmaraa;TruadaHra,r, '^ de,eCajabuss no .erlo .leSeriihcB no
chegadas a I 500 a lata com qualidades es-
peciaes.
Dito mais antigos no mercado a i#9Mk
Dito lunch ou soda muito nova a 200 ala-
fa com S libras.
manhos a 500 e I i a garrafa c & o par
de garrafas grandes, que dopois de vanas,
valem o que se deu por ellas cheias.
Linguasjamericanas de um tamaito admi-
ravel a I I cada urna.
Manteiga, neste genero ha capricho da parte
do proprieta rio do Baliza ter sempre'o
numero de 6 a lObarris de manteiga a-
bertos, afim de satisfazer os seus aimgoa
e freguezes, sendo que. o prefo da man-
teiga verdadeiramente flor (h 900 rs. a
libra, as demais qualidades a 800, 600
e 400 rs. a libra.
dem franceza a 560 rs. a libra, muito nova
e de excedente gosto.
Marmelada imperial dos melhores fabrican-
tes de Lisboa a 640 rs. a libra.
Ainda est por vender o boj de carroga e de
carro da alfandega, prego commodo : na co-
cheira da rua da Roda n. ."ifi.
Vende-se um moleque de 8 aimos de idade,
ou trocase por um escravo, liavendo a volta dos
valores que forem ajastados : na rua do Lima, em
Santo Amaro, ao passar a fundigo, prirneira asa
terrea esquerda, das 7 s 8 doras da maoha, oti
durante o da. na rua do Passeio Publico, casa ly-
posraphica.
Vendem-se caixas com vidros para vidragas,
de todas as dimensoes, corlase e bota-secom mas-
sa com toda perfeico e seguranca, tanto uo es-
tabelecimento como fra, pelo prego agradar a
todos : na rua do Aragaon. 8.
Vende-se um cirro novo de 4 rodas, bem
construido e com coberta, acompanbando os com-
petentes arreios de metal principe : a tratar na
rua do Imperadpr n. 29...
Corles de chitas a 25300.
^ endem-se cortes de cintas frajncczas com pe-
queo toque de mofo |ior 25300,' corles de nsca-
do francez com 14 co vados a 35 lencos de seda
de urna so oor a 800 rs, ditos d flores a 15 : na
rua da Imneralriz n. 36, toja da jaran.
Arara rende as easemiras a 1JC00, 2,Jo00 e 3# $
corte de ralea.
Vendem-se laazinhas enfestadas cada corte de
calca por 15600. 25300 e 35,
em covado enfestodo um covado,
urna calca vende-se por 1, 15600, 15800 o cova-
do, easemiras Usas proprias para capas de senho-
ra a 15HO0 o covado : na loja da arara rua da
Imperatriz n. 56 de Mendes Guirnaraes.
Arara vende roupafeila.
\ endem-se uniformes completos de paletot, cal-
ca e collete de casemira ingleza a 105 c 125, pa-
letots de brim de cores a 2550O ditos pardos a
--1v"osde meia casemira escuras o claras a
5300 e 45, ditos de casemira a'65, ditos finos a
85, caigas fetas de brim pardo ai 35, dits de fus-
tao a 25300, dilas de casemira :J5300, .45 e o,
ditas de me la casemira a 25. eolletes a 25300 e
, Dito de Lisboa muito proprio para doente wl f T a ,.,(irs- a ll,jra
visto serem preparados paraS mistor,' |Massa de tomale a 64 rs- a "bra.
i ak$?S fandes e Pe("cnas de 3'500 efMostarda ingleza em potes grandes a 610
Luvas de ouvio.
A loja da Aurota na rua larga do Rosario n.
38, recebeu boas leas de Jouvin para homem e
senhora, assim como tambem recebeu barrizi-
nhos com graxa econmica a melhor que tem
chegado para lustrar calgado, boas Atas de vellu- Cha perola qualidade especial
libra,
e a libra 200 rs.
Banha de porco refinada a 480 rs. a
e em barril 440 rs.
Batatas novas a 10000 o gigo, e a 60 rs.
libra.
H a libra.
res o pote.
Marrasquino de zara a 64o rs.
valor de 31:8358911 rs.; Iralar as R ^'a ,ata-.
casa* a rua do Trapiche n. 34. | ^l,,,,nhhras|anas'em barricas a 3^-
Peixe em latas
1^.100 a lata.
Pap'l greve pautado e
ma.
Passas a 8,-?300 a caixa
los e ramio bonitos sintos dourados para senhora e me-1 n.; "- ^enn ,., *
niaa, camisinhas de eambraia cora manguitos.gra-;Ul10 uxira a 2^000 a libra.
o frasco.
grandes, savel e gors a
iso a 3^300 a res-
e 480 rs. a libra,
valinhas e boloes dourados j promptas paraqual- i Dito hysson a 2^400 a libra,
quer senhora, bons pentes dourados cem guarn- Dito dito a 25 a libn
goes e a vulso, ditos dourados cora pedras os de! nitn meinml
melhor.gosto para arregaear cabellos.
IU V DO OLDlVM \. 63
Loja do belJa-Qor.
I ollas do aljofares.
Vendem-se voltinha de aljofares com pedra,
imitando a brabantes a 15 cada urna,
fioles para punhos.
Vendem-sebotoes para punhos, muito bonitos
a 1/600 a libra.
Dito preto, muito superior a 2# rs.
de cabo oi-
BABATO
Xa rua do Queimado n. 10 loja de Fer-
rao & Maia, vendem-se manteletes de
grosdenaples bordados a matiz, faienda
inteiramente nova pelo diminuto prego
de 105 cada um.
Papel guiado.
Acaba de chegar papel greve pautado de snpe-
rjor qualidade : vende-se na livraria econmica
junto ao arcotde Santo Antonio.
leas do Porto.
Vendem-se na ioja de ferragens na rua da Ca-
deia Velha n. 44, meias de linho e igualmente de
algodao, por prego muito commodo.
os ricos restldos sontambar-
que, qne chegaram para a loja
do pavio.
Chegaram pelo ultimo vapor francez os mais
GRANDE
Madapolo francez. o mais superior que tem vin-
do a este mercado, vende-se a 600 rs. a vara, sen-
do em pega: na rua do Queimado n. 40, casa de
Guirnaraes & Bastos.

Bales de 30, 33
Queimado d. 44.
Pee hincha.
e 40 arcos a 35 : na rua do
r,
A ssucar do Monteiro
Rua do Imperador n. 28 e caes de Apollo n.
ricos veslidos souUmbarque,r sendo com as aia"s 167, a 200 rs. a libra, e de 8 libras para cima
j feitas o ricamente enfeitadas e guarnecidas,, a 55600 aarroba.
tendo a precisa fazenda para fazer o corpo; com
seus competentes soutambarques primorosamente
enlutados, vindo tudo em um s cario, assim co-
mo as mais modernas camisinhas com manguitos e
punhos a balo ricamente enfeitados, e vendem-se
por prego favoravel : na loja e armazem do pavo
-na rua da Imperatriz n. 60, de Gama di Silva. Latas finas.
As mnilernUkimni v*atfl1na An A nova loja da aurora na rua larga do Rosario
O mo.ic rnissiimo* vestidos do n. 38 recebeu ricos jogos de visp0I?a com marra.
pavao. dores de metal para marcar os nmeros, muito
Acaba de chegar um variado sortimento dos proprios para qualquer familia divertir-se, assim
mais modernos cortes de laazinhas, proprias para como tambem receben lamparinas cora seu pro-
vestidos, tendo as barras primorosamente matiza- prio copo, as mais modernas que tem chegado,
das, trazendo bada nm corte seu Agarra* para tongos de linho bordados com hico tambem de II-
amostra; e vende-se na loja do pavo, rua da un-, nho, muito proprios para qualquer senhora on me-
peratriz n. 60, de Gama & Silva. nina, os quaes se vendem barato.
---------------..... mnffJ whi/ilo a -v.M-i u
, chapeos de massa a 15600, 25, 25500 e 35,
82 S ffii S^c^'rncS J^T *7? K"
15600 e 25, ditas linas a 2^4 duas de linboIn v A Faca? Para men,nos-
glezas prega larga a 35, lengos ipequenos pintados' Vendein-se bqainliau para meninos,
a 25 a duzia ; na ru da Inperntfiz- Ioja da arara ,avado' a 2W "' ulfcer-
n. 56, de Mendes Guimares. la para bordar.
,. -- Vende-se la de tedas as cores para bordar a
Balees da arara de 20, 25, 30,! 3o e -10 arras. 1 t a libra.
Vendem-se baloes amencanoi de arcos os me-' Facas e garfos.
t S/W 'nJj' i3' ?' 35 e w arc 1S' Vendem-se facas e garfos"ae cab'preto cravado
-. 1 fr!' H e i,fto00' ll!il6e de musselina fl- a 25800 a duzia, ditas de balango do 2 bolees Dar
nas a 45, ditos de panno a-15800: na roa da Im- mesa a 65200 a duzia. v
peratr.zn.06. U luvas de Javin.
1 endem-se colchas avellmladas a U. Vendem-se luvas de Jouvin chegadas pelo ul-
vendem-se ricas colchas ave'ludadas para ca- mo paquete, tanto para homem como senhoras
ma a 85, ditas de fusto a 55, obertas de damas-1 Exlraclos inglezes.
s de chita a 25: ria rua da Io^ra- .Vendem-se extractos inglezes muito barato por
serem sido comprados em leilo a 240 rs. o frasco.
EacevaV'para-denles.
, Vendem-e escovas.para denles a 120 e 2
Sv&xsxssatz ?,cada uma- -itas s spf-a ^
.V!.0i dita.lnnas &!" m 360 e 400 rs. c ^u ...i? T*?J _.-. goo; |#
co a
triz n. 56.
I'cciiiiirlia de chitas a 2 W rs. o eovade.
Vendem-se chitos escuras a 240 rs. o covado,
covado: na rua da ImperalrJ. 56, loja da arara!
Vendem-se toucas de laa para menino a
e 15280 cada urna.
Sapatinhos de la.
Vendem-se sapatinhos de la para meninos a
400,500 e 640 cada par.
Tesauras. ,
, Vendem-se tesouras para costura a 00 rs., ditas
para unhas a 400 rs. cada urna.
Collariuhos.
vendem-se collarinhos de papel a 40 rs. cada
um, ditos de linho a 640 rs.
Pentes de travessa.
Mais pechincha de cortes de cassa de cores a i$.
Vendem-se cortes de cassa de cores a 25, ditos
de salpicos brancos e de cores a 25, ditos branegs
a fe-M, pegas de cambraja lisa lina a 35, 35300
e 4*, pegas de eambraia de salpicos de carocinhos
com 8 1|2 varas a 45, cassas para cortinado com
20 varas a 85, dilas do 10 varas a 45500 : na rua
Imperatriz toja e armazem da arara n. 56, de Men-
des Guimares.
Outra pechiflcha vende-se brim pardo escuro e cla-
ro a 100 rs.
Vende-so brim pardo escuro e claro com um pe- borracha, a 300 rs~ cada "unT
queno toque de mofo porm logo que lava-se de-
sapparece a 400 rs. o covado, garant ndo ser de l-'
nho : na na da Imperatriz loja da arara 0. 56, de
Mendes Guimares.
Madapoln francez enfestado a !<$ e 15500.
Vendem-se pecas de madapolo francez enfes-
tado fino a 45 e 45500, dito inglez com 24 jardas
marca moga n. 20 a 65500, dito rainha a 75, di-1
to elephante a 75500, dito n. 6 a 85, dito n. 7 a
95, dito n. 8 a 105, pegas de algodao encorpado a
45, 55, 5.5500 e 65, brim de linho branco fino a I
15, 15200 e 15400 a vara, bretanha de linho a'
800e 15, hollanda de linho propria para forros a
320 o covado, sargelin para forros a 280 rs. o co-,
vado : na rua da Imperatriz n. 00 loja e armazem i
Dito dito menos superior a 15600 a libra.
| Chouricas novas a 480 rs. a libra.
Champagne (marca aguia) do Confie'de To-
r a 105 o gigo ou 15 rS. a garrafa.
Charutos dos melhores fabricantes do Rio e
Baha a 800, 15400, 25, 25500, 35,
35500, 45 45500. e 55 a caixa com 100
charutos.
Chocolate francez, de canda la Romain.
Caf a 280 e 320 rs. a libra e a 85, 8/500 e
95 a arroba.
Cognac de muito boa qualidade a 15 a gar-
rafa.
Dito soffrivel a 800 rs. a garrafa.
Cerveija Yja marca tenente embotija, (en-
commenda feita pelo proprietario do Baliza)
qualidade esta que nao pode continuar
..a vir em consequeDcia de ficar por preco
muito alto a ti.-'.OO a duzia de grandesbd-
-1 tijas e 85 por vinte quatro mt ias, e do ou-
tras marcas a 35, i5, 55 e 5^560 a du-
jri "de garrafas.
240 rs.' Conservas ingfezas, a 800 rs. o frasco e 9&
a duzia.
Doces (frahcezes) em frascos lindamente enfei-
tados' em-calda de assucar e n alcbl
t& e 500 rs. o frasco.
Dito de goiaba em latas e em caixdes de di-
versos tamanhos e objectos pelo qualse
nao engeita dinheiro avista do grande de-
posito que ha.
Ervilhas francezas e portugueza a 700 e a 500
rs. a lata, tfl a
Dita secca a 200 rs. a libra.
Figos novos a 320 rs. a libra e a 65 o barrili-
ttos para denles a 160 rs. o maco.
Dito dito de flor a 240 rs. o ma$o.
Prc/.unto para fiambre vindo todos os vano-'
1 res a 900 rs. a libra.
Dito do Porto em barril a 480 rs. a libra,
a libra.! Queios andrinos chegados no ultimo vapor
vapor a 2/200 e
da arara de Mendes Guirnaraes.
Vendem-se pentes de travessa para meniha, de
- '100 rs. cada um.
Tecadwes de Jacaranda
Vendem-se tocadores de Jacaranda a 25500 e
25800 cada nm.
Escovas para roupa.
Vendem-se escovas muito finas para roupa aiOO
e oOO rs. cada unta
Espelhos com estojo.
.vn1SII~8trRelh08,m ^^J0 P^a navalhas a
25, 255OO e 25800 cada um.
Adereces pretos.
Vendem-se aderecos pretos a 5200 cada ade-
rego.
Botes de perola.
Vendem-se boloes de perola para collete e vesti-
nho.
fruta em calda de assucar em latas a 500
rs. a lata.
Farinha do Maranh3o, muito superior,
16b rs. a libra.
a800rs. a libra.
Dito flamengos do ultimo
25000.
Ditoiprato superior 640 rs. a libra.
Dito dito menos superior a 480 rs. a libra.
Sardinha de Lisboa muito bem preparadas
em latas grande a 640 rs.
Dita de Nantes a 320 rs. a lata.
Sag novo a 240 rs. a libra.
Sabao massa a 120. 160, 200 e 240
libra.
Sevadinha de Franca a 200 rs. a libra.
Sevada a 120 rs. a libra.
Toucinho de Lisboa, de Santos, a 320 e 360
rs. a libra.
Tijolo para limpar facas a 140 rs. cada um.
Vinhos, neste geneno o armazem Balin tem
o melhor sortimento possivel, Lagrima*
doDouro, Maria Pia, Camoes, Bucage, D.
Pedro II, D. Pedro V, e Baliza, qu se
vende -muito .barato em vista de sua- espe-
cial qualidade a 105000,124000 e 155000
a duzia.
dem esqnesitos como sejam Ch'errv, e Madei- -
ra, Velmute, etc., de 155000 a" 205000 a
duzia.
dem de Figueira, Lisboa e Porto a 3000,
145000 e 45500 rs. a caada
dem de Lisboa de minha propria marca em
ancora de 8 '/4 a 9 caadas por 285000
a ancora, e da Figueira de 8 W a 9 ca-
adas a 285000 rs.
Vinagre de Lisboa em caada a I $600,158oo
e 25000 rs.
dem mais baixo a 15280 rs. a ranada,
dem de Lisboa em garrafes com 5 garrafas
por 15200 rs. com o garraiao.
Vellas de espermacte superiores a 600 rs.
aff o maco,
(dem de carnauba de 320 a 360 rs. a libra,
Qita de trigo, a 120,140 e 160 rs. a libra. em arroba de 95000 a 105ooo rs.
dos a 400 rs. a abotoadura.
Fra.squeiras com genebra de laranja, de
Hollanda, e de Hamburgo, de diversos
precos conforme os tamanhos.
Garrafes vazios, de 5oo a 152no.
Gomma do Aracaly a 100 rs. a libra.
Dita menos superior a 60 rs. a libra.
Graixa a 120 rs. a lata e 15300 a duzia.
Licores francezes das melhores fructas da Eu-
ropa em garrafas lindas e de diversos ta- \"
Vassouras do Porto com arcos de ferro a 4oo
rs, cada .urna.
Vinhos de Bordeaux neste genero temos as
melhores qualidades que se fabricam em
Bordeaux, tanto branco como tinto, e espe-
ramos por todos os vapores francezes, uns
pequeos barris contendo cada um de 85
a 90 garrafas, e qtie sero vendidas o mais
barato possivel.
i


Jtjt A _JLM.lt.
Diario o:e pcnamn
nnta fe Ir 41 de DezeMfero ate ISAS.

ESTABELECIMENTO
MERCIAL
BE
tBZ
GOMMERCIO
.M__r_a___ _j__ ar*_jj-__aMrm__r_a_L.
Defronte da loja do Pregulea.
mvkte \ i,ni:i IIA
,caba de abriro seu grande e sortido armazem de molhados denominado Unio e Com-
mercio. Este grande armazem um dos mais bem montados que temos em nossa ptwca,
b5o s em fimpeza e aceto, como as qualidades especiaes de seus genwos. 0 pp0rie-
Brio da Unio e Commerch offerece todos os senhores da praca, senhores de enganho
e avradores a seguinte tabella, por onde vero a grande economto que lhe resutte.Aa-
eemprarera em Uto til estabelecimento, aflancando o memo todo e qualquer genero
sabido de seu armazn).
Manteiga ingleza perfeitamente I16r, mandada
.vir do conta propria, a 7oo a 8oo rs, a
"libra.
Wem franceza chegada pelo ultimo navio a
56o rs. a libra, e em barril ter abatimen-
Ide.n ngleza em potes de 4 a 16 libras a
8. rs, a libra e o pote separado,
Uii uxhn o inolbor neste genero, mandado
vir do conta propria a 2,8oo rs, a libra.
dem hysson, grande, muito boma 2,6oo rs.
a Hbra.
Mea) prcto muito fino, a 2,6oo rs, a libra.
dem prto, mais baixo, a 2,ooo rs, a libra.
Hem, verde, mitidtoho, maisproprio para
negocio, a _,5oo rs, a libra.
Banha de porco refinada muito alva a 46o
i-s, a libra, e em barril se far abatimento.
Hi-Milus inglezes das seguintes mareas;
Craknel, Soda, Ceede, Captara, Travellies.
Lunch, Caba, e outras muitas marcas, a
l.ioo rs, a lata.
B jh.'iinlia de sdo, especial encommenda, a
2,208 rs, a lata.
Biscoito inglez Craknel em latas de 5, 7 e 15
libras a 5,ooo e 6,ooo rs, e de l,2oo a
8oo rs, a libra.
Quijos do reino pelo baratissimo proco de
|,6oo, 18o:>e2,ooo rs os do ultimo
vapor.
Vl".n pratn muito fresco a 64o rs, a libra.
dem londrino muito fresco a 8oo rs, a libra.
Vinhos em pipa: Porto. Figueira e Lisboa, a
48o, 56o, e io rs, a garrafa, c de 3,ooo a
4,5oo rs, a caada.
-Hanaelada imperial dos melbores conservri-
ros de Lobo ein latas de 1 e mais libras
a 7oo rs, a libra.
Frats em caldas das seguintes qualidades:
amanea, rainha Claudia, peras, cerejas,
ginja, pecegos e alpercb a 5oo rs, a lata.
Fos em caixinhas de 1 /< arroba e de 8 li-
bras a S,otx>, 4,ooo, e 2,ooo rs, e a 3oo rs,
; libia.

A'iienl i;is de caso mole a 28o rs, a libra, e
em arroba ter abatimento.
a dinbas de Nautes a 32o rs, a latinlia.
Toucinho de LUboa a 36o rs, a libra e em
arroba ter abatimento.
.Massa de temales a 6io rs, a libra.
Pimenla do reino a 34n re. a libra,
Farinlia do Maranhao a 14o rs, a libra.
Ooljolas a 4oo rs. a restea.
Tijollo para limpar facas i 6o rs,
Ccrveja das mais acreditadas marcas de 5,ooo
a 7,5oo a duzia, e de 5oo a 6oo rs, a gar-
rafa,
Presunto pac fiambre, muito fresco1 e nove
a 8oo rs. a libra,
MMtn do laranja a 9oo rs, o frasco,
Qtou cicas as mais frescas do mercado a Hoo
rs. a libra.
Cognac venladeiro inglez a 9oo rs. a garrafa.
e lo,5oo rs. acaixa com urna duzia,
Licores francezes das seguintes marcas: Ani-
zete de Bordeaux, Pl.iisir des dames, e de
outras muitas mareas a lo.ooo'rs. adu/.ja.
e a 1,000 a garrafa.
Passas muito novas a Bao M. a libra e a 8,5oo
rs. a caixa. Ha caixas, meias e qnartos.
Batatas a I.ooors. ogigocom 38 fibras.
P.ritaohinha ingleza a 4oo rs. a libra,
A'.ite francez c portuguez refinado a.8oo rs.
a garrafa, e 9,noo rs. a caixa coro ama d*-
zi
Conservas ingle/.as das seguintes marcas:
Mixed. Piekes, e ceblas sjjbrdes a 8oo
rs o frasco.
M rs. o pote.
Grao de bico a 16o rs a Hbra, e, em arriba
ter abatimento.
Vasos ingieres vjsos de 4 a 16 libras, muito
propros para deposio de manteiga, doce]
e afro qualquer liquido, del,oeo a 3,ooo
rs. cada am.
Palitos do gaz a 2,3oo rs. a groza e 2o rs. a
cxinba.
fCALDErUMl E NIMHCit* D ROTIS*
Mito na ra da Brnm n. 4 Jimio
.a fondleSe do Sr. Bowmam. per tener n te a
viiiaea Imm&o dk C.
Neste esUbelecimenlo encontraro os freguezes um cemptoto sortimento
de tudo que diz respeito as artes de caldereiro, funileiro, latoeiro, ferreiro. e
fundif&o. e Os abaixo asssignados que o dirigem, promettem servir todas as
J pessoas que se dignarem de os procurar, com promptido, sioceridade e pre-
cos muito raseaveis. O dito estabelecimento estando montado em ponto
grande, tanto no que diz respeito a pessoal, como em materia prima, e tendo
habis fflciaes, pode executar com toda a pereico e seguranca qualquer
obra tendente as artes cima mencionadas e affoitamente pdem os abaixo as-
signados a8egurar ao publico que nenham outro estabelecimento lhe pode
fornecer mais barato e mais perfeito do que elles, visto que recebem de sua
] propria encommenda todas as materias empregadas em ditas obras.
Alambiques simples e continuos de to- Sinos de W libras 8 arrobas.
des os tamanhos e diraences.
Machinas de cobre para destilar e res-
tilar espirito at 4d graos pelos sys-
temas de Logier e Derosne.
Parafuzos de bronze e ferro para ro*
das d'agua.
Torneiras de bronze e bronzes para
engenho.
Milho alpiste a 16o rs. a libra.
Painco a 2oo rs. a libra.
Gomma muito alva para engommar a 8o rs
a libra, eem arroba se far abatimento
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
Sabo verdadeiro hespanhol, que raras vezes
vem ao nosso mercado a 28o rs. a libra.
Sabao massa de superior qualidade a 18o,
2oo, e 22o rs. a libra do melhor qno ha. j
Graixa em latas muita nova a 12o rs. a lati-
nha, e l,3oo rs. a duzia.
Peixe em latas muito novo: savel, pescada,
curvin, salmo e outras muitas qualidades
preparados de escabexe, segundoaarte.de
cozinha, de l,2ooa 2,ooe rs. a late.
dem do Alto Douro vindo do Porto engar
Carapucas a serpenfinas de cobre, e Encanamentos de cobre e chumbo de
estanto, avulsas. todas as ^rossuras.
Taixas e techos de cobre para engenlio' Bembas para cacimbas, aspirantes e
e refinaQo. de repucho.
Parees *e cobre e todos os cobres ne- Bombas para destilac-es.
cessanos para o fabrico do assucar. Ditas para regar jardins, hortes e
Cobres para redas de moer mandioca, j capim.
Machinas econmicas para lavar roupa Mtes para navios e barcarias de varias
memor possivel. I qpaidades e *men$5e*.
Cobre em lencol e arrodellas, estenho em barrnha, clwimbo em batra,
lencol e canes de todas as grossuras.
Villafa Jrmo 6 C.
38RA DO IMPERflOaR38
PROGRESIVO
MOLHADOS
Larg* d* tarmp 9,
Grande sortimeBto para a fasto por menos
40 a 20 por eento do que em outra qualquer
parte.
Duarte AC* scientificam aos seas freguezes e ao pubbeo'emgeral, que acaba de ebe
gar da Europa um socio que faz parte da firtoa, com um grande e bebo sortimento de
molhados por elle escocidos, os quaes se \-endempor menos de lo a 2e por f0 do qw en -
tro qualquer annunciante, garantmdo a boa qualidade e peso de qualquer genero vendido
neste ja muito acreditado armazem, e por isso, firmados em que cumprem fielmente o
que premettem, pedem todos os Srs. da praga, de engenhos e lavradflres, o favor de
mandarem suas encommenda on relac8es ao armazem Progressivo, certoa de nio terem
em tempo algtnn occasiSo de se arrependerem.
Avisa.
Todos os Srs., que comprarem para tornaren! a vender, terao, alera, dadifferenca
j publicada, mais 5 por /o &e abatimento. Os propietarios tambem garantem o bom
acondicionaraente ainda mesmo dos mesmos para o mais alto sertflo.
Agna matar al de Com d lia e.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, mandada
vir de conta propria, a 8o rs. a hbra.
dem franceza chegada pelo ultimo navio a
56o rs. a libra, e em barril ter abatimen-
to.
rajado e escolhido nessoalmente por m'acido carbnico, njecrao lirou, agua dekCItetttn, rnpahlba de Hese, wjecuw Fugas de tanate
. l. AmBlie7HM, tnnito recommendada na eonorriieas. Le rroy traeet verdadeiro ; na mewia casa tem
dos SOCIOS que se acha em Portugal, dBS -owni8' cti^ (t nstramenios cirurgicos para operacoes de Maeu e Charnere. _____
seguintes marcas : Duque, Genuino, Ce-
ltio secco especial, Lagrimas Doces de
1819, vinho especial D. Pedro V, vinho
velho. Nctar superior de 1833, Duque do
Porto de 1834, vinho do Porto velho su-
perior, Madeira Secca de superior quali-
dade, vinho do Porto superior D. Luiz .
de 1847, Lagrimas do Douro, especial vi-
nho do Porto, de l,ooo a 1 2eo rs. ..gar-
rafa e de 1 o.ooo a 12,ooo rs. a caixa em
urna duzia.
dem Bordeaux de differentes marcas, garan-
te-se a qualidade, a 8.000 rs. a caixa Gom
urna duzia, e av7oo rs. a garrafa.
Garrames com o garrafas de vinho de Forto
do Alto Douro a ,2oo rs. com o garrafSO.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira, mais
pmprio para a nossa estaco por ser mais
fresco a 2,4oo rs. com o garrafo.
FlJ!I*IAO 1M BOWMAM-RIJA DO
BRU9I \. 38.
Este muito acreditado estabelecimento est prvido de um completo sortimento de
machipianos preprios do fabrico de assucar, a saber:
Machinas de vapores as mais modernas e mais acreditadas.
Bodas d'agua de ferro com seus pertences.
Moendas e meias mocadas de todos os tamanhos.
Rodas dentadas, angulares e de espora.
Taixas de ferro batido e coado.
Boceas de fomaiha pele novo svstema Wetson.
Alambiques de ferro fndalo.
Fornos para cozer farinha.
Moinhos para moer mandioca.
Arados americanos, etc. etc..
dem com 5 garrafas de vinagro a 4,2o rs.
o garrafo,
Vinho branco o melhor neste genero a 600 rs,
a garrafa e 4,000 rs. a caada.
Vassouras americanas aSoors. cada urna.
Gomma muito alva para engommar a 80 rs.
a libra, e em arroba se far abatiraento.
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
Sabo verdadeiro hespanhol que raras vezes
vem ao nosso, mercado a 28o rs. a libra.
Sabo massa de superior qualidade a 180.
200, e 220 rs. a libra do melhor que ha.
Graixa era latas muito nova a 120 rs. a lati-
. nha, e 1,300 rs. a duzia.
dem hysson, grande, muito bom a 2,600 rs,
a ibra j Peixe em latas muito novo : savel, pescada,
curvin, salmo e outras muitas qualidades
dem preto, muito fino, a 2,6eo rs. a libra. preparados de escabexe, segundo a arte de
dem ingleza em potes de 4 a 16. libras a
800 rs. a libra e o pote separado.
Cha uxim o melhor neste genero, mandado
vir de conta propria, a 2,8oo rs. a libra
7 RA DA EMPERATRIZ 7
Madama viuva Lecomte tem a honra de participar ao respeitavol publico ffue acaba de receber
pelo ultimo vapor francez Hm prande sortimento de objectos de porcelana, crystal, tartaruga, madre-
perolas, bronze. marfim etc., assim como um rico sortimento de alfiaetes de pmto 8 Ovlas para cin-
tos quer de madeira. (pierde ictai novos modelos.
Cintas para senhoras e meninas.
Liadas cintas-le coaro o velludo enfeitadas com a competente brisa, tal e qu.il est se usando
em Paris, ligas de seda para seuhora, riquissimas camuas para presente de festa com preparos de
Velas de spermacete as melhores que ha no IK^0^^0"3' dc T>. madrc,erolas' raPellas brancas e Para no,vas de
mercado a 5o e 61o rs. O masso, O em Finissimos chicotes com cartas de marfim, sndalo, ele., para homens e senhoras.
caixa se far um grande abatiraento, PftpfimtWIflR.
dem de carnauba e composidio. de 400 a Perfumaras dos mais afamados fabricantes de Londres c de Paris.
Pos do arroz para refrescar.
Escovas para denles e cabello.
Ditos inferior.
:io rs. a libra, e de lo,ooo rs, a ll.5oo olco e ban,,as l)ara cabello,
rs. a arroba, S.ibonetes Hmssimos.
Caf de Ia e 2a sorte de 8.3oo a 8,6oo rs. a ga P**lirapar denles
arroba, e de 28o a 3iors. a libra do me- Agua de Colonia,
lhor,
Cheiros para lencos e gavetas.
Arroz da India, Maranhao e Carolina a 3,ooo,
2(8oo e 2,4od fs. a arroba e a loo rs. a
libra.
Frasqueira de genebra a 5,8oo rs. e a 5oo
rs. o frasco.
Azeite dqce era barril muito fino, a 64o rs.
i garrafa, eem caada ter, abatimento..
Papel greve pautado e liso a 3,50o rs. t
resma.
Genebra de Hollanda em botija de conta. a
44o,rs. a botija. ,i.
Champagne a melhor neste genero a 2&oou
rs. o gigo.
Bacalhi.-o a 14,ooo a barrica.
Ervilha* franceza eportogneza a 640is.
lata de unta libra. .
Chocolate francez, hespanhol, shssw e por-
tuguez a i,ooo rs a libra, e a26o rS. a-
da pao de urna V*.
Garrafoes vasios de 5 garrafas al 3 caadas
de 900 at 1,,3oq rs. cada um.
BM'i
Aimeixas francezfts. em caixinlias elegaater
mente enfui tudas, com diversas estampas
no exterior da caixa dert.500 a 3^,000 ra
cada uma; tambera ba frascos e latea de
differentes tamanhos que se vendem por
mdico preoo.
'
Maesas para sopa: macarro, telharim ale-
tria a 48o rs. a libra, e em caixa se. far'
abatimento.
Garrafoes com 14' garrafas de genebra de
Ilolkmda a 5,5oo cada um.
Clwrutos de tedas as marcas e dos melbo-,
res fabricantes da Bahia de 3,000 a Keo
rs acaixa.
Bitas para limpar pentes.
Penles de tartaruga de pontear.
Ditos de bfalo dito.
Suspensorios para homem.
Espelhos grandes e pequeos.
Agua para tiiigir cabello de todos os fabroiiutevs.
Na mesmn casa cntina-se af;aer cabdleiras. tanto para homem como para entiora, assim
como qnalqucr cabello supposto.
Corta-se cabello e frlsa-se por 500 rs.
7 Rm da Imperatttz 7
Mte antephelico.
Apereva'lo palas aeademiiis <\t inttcinade^ari* e Londres. S^
Este leite cura bm poucos dias as sardas, ephelides, manchas de gravidez, tw
queimada, nodoas, cravos, borhulhas, bortoejas, espiabas, etc.,.como consta do livrmho
que o acompanha. cada frasco tem um livro que indica o modo de appliear o leite ante-
phehco.
O nico deposito na casa n madama vi uva Lecomte.
7 RA DA IMPERATRIZ 7
ATTK^AO
RIJA IM> QUEU1AD0 LOJA N. .
ESTEIHLM* .PAJML SJLldAS.
I.oja de tazenda de Augusto i-rederico dos Saut-s Porto.
A le estabtecmicnto chegu um ptimo sortimento de esteiras para sala, com diversas laxguras
e,da mais superior quaHdade-que se vendem'por prpfos mais tnodlcos do que em outraquatquer
parte.
Eafcltes para bailes.
Os mais deflcadVts enfeites para balese encontram neste eslab/jlecimenlo; assim epra;
LUVAS DE PELLICA DE JOTW para homens e senhoras.
CHAPEOS Di FALHA DA (TALIA para senhoras, enfeitades rom finissimas flores. .
CHAPEOS,DE PALHA par* meninas, eufeitados oom tino* veos de seda, fitas e flores fiaas.
CHAPEOS DE PALHA DE C0& para homens a 15400, 3^309 e 00- JT .
CHAP/)S DE SEDA PHETOS para Uoioens, de s|wriur qirtWlade a'5"w e nwpOO.
CAMISAS INGLEZ AS com colarinhos, peitQS e puntaos, de linho, a *^009 a duna. ^^-
CAPAS DE SEDA PRETA para seohoras, enfeitadas, e bordadas de diversos gpsto* 0e J a. WijOOC.
i CAPAS ESCOCEZAS DE CSEtflRA para s*nboras. enfeitadas com ricas franjas, a 223 e 255000.
Tem este estabetedmento sortime.nto de fanendas q> seda, la, linho e algodao, romo seiam sedas
pretas e de cores, laas para vertidos, panos finos, casemiras pretas e de edres, tqalhas para mesa e
guardanapos de linho, bramante largo para lentes, platllhas, I>al5es de arcos e de muselina, esgniSes,
damascos, eMM o ontfas muiUs faiendas que e vendem por modieos preeos fla roa do Qucunado
11.
dem pret, mais bako, a 2,ooo rs. a libra,
dem, verde, miudinbo, mais propriopara ne-
gocio, a l,5oors. a libra.
Banha de porco refinada muito alva a 48o
rs. a libra, e em barril se far abatimen-
to.
Biscoitos inglezes das seguintes marcas:
Craknel, Soda, Ceede, Captain, Travellies
Lunch, Cabin, e outras muitas marcas a
4,4eo rs. a lata.
Bolachinha de soda, especial encommenda, a
2,2oors. a lata.
Bisceito inglez Craknel em latas de 5, 7 e 15
Hbras a 5,ooo e 6,ooo rs. e de !,2oo a
8-ni rs. a libra.
Batatas muito novas a 5o rs.
Queijos flamengos chegados neste ultimo
vapor a 2,2oo rs.
dem do vapor passado a 2,ooo e l,8oo.
dem prato chegado neste ultimo vapor,
muito fresco a a 4oo rs. a libra e intei-
ro se far abatimento.
dem lODdriu uiulio fresco a 8oo rs. a libra.
Vinhos em pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
48o, 5Go, e 64o rs. a garafa, e de 3,ooo a
4,5oo rs, a caada.
Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa em latas de 1 e mais libras
a 7oo rs. a libra.
Frnctas em caldas das seguintes qualidades:
ameixa, rainha Claudia, peras, cerejas,
ginja, petgos e alperch a 5oo rs. a lata.
Figos em eaixinhas de 1 */j arroba e de 8 li-
bras a 8,ooo, 4,ooo e 2,ooo rs, e a 3oors.
a libra.
Amendeas de casca mole a 28o rs. a libra, e
em arroba ter abatimento.
Sardinha de Nantes a 32o rs. a latinha.
Toucinho de Lisboa a 36o rs. a libra eem ar-
roba ter abatimento.
Massa de tomates a 64o rs. a fibras.
Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
Farinha do Maranhao a 14o rs. a libra.
Tijollo para limpar faeas a 16o rs.
Ceblas a l,2oo rs. o mlho, e a l.ooo rs.
o cento.
Cerveja das mais acreditadas marcas de
5,ooo a 7,5oo a duzia, e de 5oo a 6oo rs.
a garrafa.
Prezunto para fiambre muito fresco e novo
a 8oo rs. a fibra.
Genebra de laranja a 9oo rs. a frasco.
Chouricas as mais frescas do mercado a
8oo rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa,
e lo,5oo rs. a caixa com uma duzia.
Licores francezes das seguintes marcas: A-
nizete de Bordeaux, Plaisir des dames, e


------
nmm
1 lima da Cre-9
Vinlr Bordeaux snperiwr a u-
VHWW-SR
Direltointernacional privado e a.ipplieacao de seus
Brancipiott (Xiiii preferencia s lois principies de
rasil, em i volume, ptr Dr. ha Pimenta Bueno,
85000: no eserptori 4e Antonio Lnii de Oliveira
Aievado c C ra da Crui n. i.
Cortinados bordados.
Superiores cortinado bordados para camas fran-
rezas, mi para parlas : vende-so somonte na r*a
do Queimado n. *(>, leja de Ouimaraes & Hastoc.

Nossa Menfaora da Cometelo
Continua a estar i venda n* roa do Imperador i
. ^5 a novena de ti. S. da Conceicio, conforme j J *"">
umoi os reverendos cwrniett;tas da Reforma do Re- chipada ltimamente ; na ra 4o Vigano n. 19,
Todos os senhores que oomprarera para negocio oucasa particular de 100* igj^,?^8" TOBfcrme aBnoncM feltos, Primc'ro "*" M. ,h A r--------rr4
cnu terto mais 5 a 10 por % de abaUmuoiO; o proletario tygjMir. VJ^. K% tij^ wMm ^ ,adrj|ho c~ ^^n^&o^vTni^V d?m?d
os seus g,wrog s3o recolados do sua propna encommenda, raza topara pode* de fon* de nadara, por Pie^ melhores fabricantes infletts, proprin para cobers
der por muito'menos do que em oulrQ q)alqu*r (sbelecuneoto. iPirelta n. i*i. I tas de casas.
cozinha, de 1,400 a 2,ooo rs. a lata.
dem do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado e escolhido pessoalmente por um
dos socios que se ada em Portugal, das
seguintes marcas: Duque, Genuino, Ve-
lho secco especial, Lagrimas Doces de
1819, vinho especial D. Pedro V, vinho
velho, Nctar superior de 1833, Duque do
Porto de 1834, vinho do Porto velho su-
perior, Madeira Secta de superior quali-
dade, vinho do. Porto superior D. Luiz I
de 1847, Lagrimas do Douro, especial vi-
nho do Porto, de l.ooo a l.Soors. agar-
rafa e de lo,oooa !2,ooo rs. a caixa com
nmaduzia.
IdemBordeaux de differentes marcas, garnte-
se a qualidade, a8,ooo rs. acaixa com uma
duzia, ea 7oo rs. agarrafa.
Garrafes com 5 garrafas do vinho do Por!"
do Alto Douro a 2,2oo rs. com o garrafo.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira. mais
proprio para a nossa estacao por ser mais
fresco a 2,ooo rs. com o garrafo.
dem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.
o garrafo.
Vinho branco o melhor neste genero a 6oo rs.
a garrafa e 4,ooo rs. a caada.
Albos a 8o rs. o masso.
Velas de spermacete as melhores que ha no
mercado a 6oo e 64o rs. o masso, e em
caixa se far um grande abatimento.
Frasqueiras de genebra a 5,8oo rs., e a 5oo
rs. o frasco.
dem de. carnauba e composic3o, de 4oo a
32o rs a libra, edelo.ooors. a U,5oors.
a arroba.
Caf de Ia e 21 sorte de 8,3oo a 8,6oo rs. a
arroba, e de 28o a 32o rs. a libra do me-
mor.
Arroz da India, MaranhSo e Carolina a 3,ooo,
2,8oo e2loo rs. a arroba e de loo fs. a
8o rs. a libra.
\zeite doce em barril, muito fino a 64o bs.
a garrafa-
Papel grve pautado e liso a 3,5oo rs. a
resma. >
Genebra de Hollanda em botija de conta a
44o rs. a botija.
Champagne das mais a creditadas marcas a
l.ooo rs. a ganafa, e a lo.ooo rs.a duzia
ou (jigo.
Passas muito novas a ftoo rs. a libra e a
8,5oo rs. acaixa. Ha caixas, meias e
quartos.
Garrafoes com II garrafas d? genobra de
Hnllanria a 55O0. -
Bolachinha ingleza a te rs. a libra.
Azeilo francez e portuguez refinado a8oors.
a garrafa, e 9,ooo rs. a caixa com uma
a duzia
Grao de bico a 16o rs. a fibra, e em arroba
ter abatimento. "# J[*2-
Conservas inglezas das eguintea marcas :
MUed, Pkkes, ceblas, simple* a Son rs.
o frasco. -
Mostarda ingleza pi^parada em pqtes a 4oo
rs. o pole.
Vasos ingleies vasios de 4 a 16 librawiitos, a
proprios para deporto demanieiga^doce,
e outro qualquer liquido, de 1 ,oooa 3,ooo
rs.. cada um.
Palitos do gaz a 2,3oo r\. a gwpre 2o rs. a
cajxjnha.,
Milho al pista a 160 rs. a libra.
Pajnco a 2oo rs. a libra.
Sal refinado a 7o rs. a fibra,
je outras muitas marcas, a 4o,ooo rs. a' ^rvi|has francezas e portuguM89 64o
duzia, o a i.ooo r* a garrafa. ___ .... 1Iina uhnT ,
a lata de uma libra.
ClApcoiate francez, hes}ianltol. su isso, e portu-
guez a l.ooo rs.'a libra, o a 28o rs. cada
pi de uma *.
Garrafoes vasios de 5 garrafas at 3 caadas
de 9o at l,3oo rs. cada um.
Ameixas francezas em caUiolas elegantemen-
te enfeitadas, com diversas estampas
no exterior da caixa, de t,5eoa 3,ooors.
eada urna; tambem ha (raices a latas de
difTerentes tamanhos.que se venden por
mdico proco. ^^i
Massas para sopa: macarra, Uiharua, e
aletria a 48o rs. a libra, e e w*4 far abatimento.
Doce de goiaba de 4oo a 800 rs. o cartao
gr*de.
dem a a,eoo o caixp fwnda.
Chara de todis as mareas e melhores
ftbrtos da fiaw d 3,00* a 4iwpri.
a caixa.
mil Mftfotl
'
Alem dos genero aerma anmineiadw qa, um completo soTufl&flfy de,>iftvmjn^pa4 er-
va doce, alfazema e ontros mallos gneros, que tudo se vende por baratisssuno preco-


Alarlo de Pcruaaubtieo -- Hfxta lelr* 4 4c Deaembro le i.
I-
DO
PROGRESSISTA
A
Vende-se por menos 10 por eento do que outro qualquer
amiiraciante
smrffFif6) nu k es?&
o
ARMAZEM
DI
lili DA CRITZES :*. 36
c
RA DO CRESPO S. 9
o fcalrro de Manto Antonio.
Joaqnlm fose Gomes de fltoiiza* scientifica a seus numerosos fregu,
zea i'u do Crespo n 9, aonde se encentrar semprc os melhores gneros de estiva, que
se vender* a retalho e por atacado, por menos dos que se venderem em outra qualquer
parte, afliancando-se aquellas pessoas que compraran nestes armazens a superior qua"
lidade de gneros, precos commodos e bom acondicionamento.
0 armazem da raa do Crespo situado no melhor local desta cidade com o asr
seiu qae de necessidade manter-se cos estes estabeleoimentos, faz crer a sen pro-
res, e desejando dar provas de que pessoaalguma pode vender genero* de primeira qua-
prietario, que ninguem deixar de sortir-se n*um estabteeimento aonde se encentra sin- j.
ceridade, para ir-se comprar aonde se nao oTerecem taas vantagens.
IO L VltCO DA PEIHA lO
Os proprietarios deste acreditado armazem de molhados, tendo em vista as mil e
urna vantagens fferedaspor este Diario ao respeitavel publico, pelos seus competido-
Senflo este armazem no verdadeiro ponto de partida para os arrabaldes desta
i-idade, nao ser difliil quelles senhores que tem de partir nos mnibus darem suas
rncommendas ueste armazem, que sempre Ihes offerecer os mais agradaveis gneros-
idade pelo preco que vendemos, tanto pelo diminuto lucro a que nos reduzimos, como
pela vantagem de serem vihdas de conta propria. Deliberamos vender, (o offenden-
so
son \ nn vxi:\s
CONSERVATIVO E CONSERVADOR
M
l. 21 e 23LAMO DO TERCO-N. 21 e 23
leiim.
I
I Manteiga ingleza perfeitamente superior a 880 e 940 rs. a libra,
dem franceza, a 560 rs. em barris, lia abatimento.
Caf do Rio da Ia qualidade a 280 rs. a libra, e a arroba a 8,500 e 8,700 rs
Arroz pilado, lO a libra, e a arroba a 2,800 em sacco 2,700.
Cha de primeira, segunda e terceira sorte a 2,8oo, 2,3oo e 2,ooo rs. e 1,800 do nieto
a libra. l
Palitos do gaz mandados vir por conta a 2,3oo rs. a groza.
Vinho Figueira e Lisboa, a 48o e 4oo, rs. a garrafa e a caada a.. 2,8oo, 3,500 e
4,ooo rs.
Goma de engommar, 100 rs. a 1 bra e a arroba a 2,700 ou sacco.
Milho alpista o mais limpo que ha a ICO rs. a libra a 5,000 rs., a arroba.
Tijolo francez de grande tamanho a 14o rs. cada um.
Totlciaho de Lisboa milito novo, a 32o i s. a libra.
Queijos do reino do ultimo vapor, a 2,ooo rs.
Velas de espermacete, e carnauba a 6oo e 3oo rs. a libra.
Azeite doce de Lisboa a Baaba de porco retinada, a 48o e 44o rs. a libra.
Serveja de todas as marcas a 500 rs. a garrafa.
Sevada nova, a IoO rs. a libra a a 2,80o a arroba.
Passas novas, a 480 rs. a libra e em caixa ha abatimento.
Sabio amarello de 200 a 240 rs. a libra.
Batatas a 4o rs. a libra.
So nos armazens do largo do Terco.
Cha perola de especial qualidade a 2,8oo rs. dem muito superior a I,ooo rs. a garrafa.
O I lili"!
Idem hysson muito superior a 2,7oo n. a,Caf a 28 e 32 rs- a libra' e a 8'000 e
libra. 9ooo rs. a arroba,
dem uxim a 2,5oo rs. a libra,
dem hysson a 2,3oo rs. a libra,
klt'iu idem a 2,ooo rs. a libra.
do os nossos cellegas e amigos) por menos 10 por cento, garantiodo-se como sempre a
.boa qualidade.
Manteiga ingleza perfeitamente flor chegada Farinha de Maranhao muito alva e cheiroza
a 16o rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 32o rs. a libra ea9,ooof
rs. arroba.
dem preto de qualidade muito especial a
2,ooo rs. a libra.
dem idem inferiora l,6oo rs. a libra.
Cerveja das melhores marcas do nosso mer-
cado de 5,ooo a 6,ooo rs. a duzia, e 5eo
rs. a garrafa.
. Conservas ngleBas a 75o re. o frasco e 8.600
rs. a duzia.
Champagne a melhor este genero a i.5oo Doce em calda a 5oo rs. a lata.
rs. a garrafa e I8,ooo rs. o gico. ,, .
dem inferior a 10,000 rs. o gigo e 1,00o rs. Idem. de 80ia' em cautas e diversos tama-
a garrafa. I nh(m e e overeas quahdades de 64o a
l.ooo rs. cada urna.
Chocolate francez, hespanhol, e portuguez, a
a 9oo c l,2bo rs. a libra.
Krvilhas francezas muito novas de 48o a 64o
i rs.
Chanitos dos melhores fabricantes da Bahia ,,.,, ma
ile qualidades. especialmente escomidos, Idem VKtWWW Zfe *. a lata.
h
no ultimo vaper a 8oo rs. a libra,
dem de 2.a qualidade a 76o rs. a libra,
dem de 3,* dita a 64o rs. a libra.
Idem para tempero a 32o e 4oo rs, a libra.
Sardinhas de Nantes a 36o rs. a-lata.
Azeite doce de Lisboa a 64o rs. agarrafa c.a
4,800 rs. a caada.
Manteiga franceza a mais nova que ha no mer-; vinagre de Lisboa a 2oo rs. a garrafa ea
eado a 58o rs. a libra, e em barril ter aba- \ 200 rs. a caada,
timento. i Garrafoes com ;> garrafas de vinagre de Lis
Banha de porco refinada a 520 rs. a libra. l_boa a M re' j i
Champanhe das marcas mais acreditadas a
Vinho em pipa Porto Figueira e Lisboa a 4oo, | 8 e a lo.ooo rs, o gigo, eaSoors.ea
48o,So, 56o rs. a garrafa, em caada; 1,000 rs. agarrafa.
2,8oo 3,ooo 3,5oo e 4,ooo rs. 'Serveja preta marca T e XXX a 6^00. e
dem em barril o mais superior que tem vin-
ao mercado a 600 rs. a garrafa.
7,000 rs. a duzia, e 600 rs. a garrafa,
tambera temos das mesmas marcas-jwra 4,
e 4,5oo rs. a duzia, e a 4oo rs. a garrafa.
de 2.000 a 4,5oo rs. a caixa.
*dem seccas a 2oo rs. a libra.
Farinha do Maranhao muito alva a 14o rs. a Vassouras do porto com Mu de ferro a 32o
titira
rs. cada urna.
Idem de MOMla MMMttira a loa rs. a libra.{VauB
Velas de espermacete da melhor qualidade
Vinho do Alto Domo engarrafado, e os mais a 600 rs. o maco.
bem cscolhiilos, lagrimas do Douro, D. Pe- i,ipjn a
dro V, |). Lqfc I, Dqtte genuino, Nctar
superior, Matvasia fina, Rnstardo, e outros
i I l.ooo e I2,ooo rs. a duzia e l.ooo rs.
a garrafa.
Idem Cherry e Madeinr a l,5oo rs. a garra-
fa c 16 000 rs. a duzia.
dem Bordeara de diversas marcas de h,ooo
a lo.oooaduzia, e8oo re. a garrafa.
Bolaxinhas americanas a 3,ooo re. a bWTiea,
e loe rs. a libra.
Batatas muito novas a 1,000 rs. o gigo, 60
re. a libra.
Uanha de porco refinada a 48o rs. a libra, e
em barril a 44o rs.
Vinho em pipa de Lisboa, eFigueira, dt'3,ooo
a 4,ooo rs. a caada, e 5oo rs. a garrafa.
blom de Lisboa em aneoretas de 8 a 9 cana-
das por 27.000 rs.
Idem do Porto muito especial a o,5oo rs. a
caada e 72o rs. a garrafa.
Idem em garrames com 4 "2 garrafas por
2,5oo re. com o garrafao.
Vinagre de Lisboa muito superior a 2,ooo
rs. a canda.
hleiu maishaixoa l,5oors. a caada, e ioo
rs. a garrafa.
Um m garrames com I t garrafas por
i,2oo rs. com o gairaao.
Manteiga ingleza a 600, 7oo, 800 e Ooors.a
libra de primeira qualidade.
dem franceza a 56o rs a libra em barril, e
a 600 rs. a retalho.
Ameixas francezas em caixinhas com ricas
estampas no exterior de l,2oo a 2,ooo rs.
cada urna.
Idi'ni em frasco de vidro de diversos tama-
unos a l,5oo e 2,5oo rs.
Idem em latas de 1 i 2e 3 libra a ,3o e
2,3oo re. cada urna, e a 800 rs. a libra.

Figos de comadre em bazinhos de folha pro1
prios para mimos a 1,600 rs. cada um.
dem em caixinhas de folha a 32o rs.
Idem em caixas grandes a 2oo rs. a libra.
dem em latas -mlicamente lacradas de
1.600 a 3,000 rs.
Arroz da India e MaranhSo a 80, loo e 12o
rs. a libra.
Amendoas de casca mole muito novas a 4oo
rs. a libra.
Azekonas superiores a l,2oors. o barril.
Alpiste a 14o rs. a libra e 4,6oo a arroba.
Letria a 4oo rs. a libra.
Biscoitos e bolachinhas inglezas as ultimas
chegadas ao nosso mercado a 1,2eo e l,4oo
H6. cada lata.
Bolaxinha de soda e lunch em latas grandes
a 2,000 rs. cada lata.
Cognac de superior quadade 800 rs. a gar-
rafa.
arnauba e composico a 32o e 36o
rs. a libra e 10,000 rs. a arroba.
Tijolo para limpar facas a L4o rs. cada um.
Toucinho de Lisboa e Santos a 32o rs. a libra.
Sevada muito nova a loo rs. a libra.
Peixe em latas grandes, savel, pescada, cor-
vina, eoutras qualidades a 1,000 re. cada
lata.
Papel greve pautado e liso de 3,ooo a 4,000
rs. a resma.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e 48o re.
a libra.
Palitos lixados para dentes a 14o rs. o maco,
dem de flor a 2oo re. o maco.
Prezunto para fiambre inglezes e americanos
a85ors. a libra,
dem do Porto a 48o re. a libra.
Queijos prato de 48o a 600 rs. a libra,
dem londrinos os melhores que seencontram
neste mercado a 800 rs. a libra.
dem flamengos vindos no ultimo vapor de
2,000 a 2,4oo rs.
Sardinhas de Nantes muito novas a 32o rs.
a lata.
Sag muito novo a 2oo rs. a libra.
dem mut superior a 28o rs. a libra.
Sabo maca de diversas qualidades a 2oo e
24o rs. a libra.
dem inferior de 12o a 18o rs a libra.
Genebra de Hollanda em frasqueiras a 6,000
rs.
dem hamburgueza em ditas a5,8oo rs.
dem de Hollanda em garrafbes grandes a
3,5oo cada um.
dem em b<*ijay4oo rs. rs. cada urna,
GaiTafoes vasios de diversos tamanhos a 5oo,
64e e l,2oo re.
Gomma do Aracaty a loo rs. a libra.
Graixaa loo rs. a lata, e l,2oo rs. a duzia.
Licores finos1 franeezes em garrafas e fras-
cos de diversos tamanhos de 600 a 800 rs.
cada um.
Marmelada imperial de tf dos os conservei-
ros de Lisboa a 64o e 700 rs. a libra.
Massa de tomate muito nova a 64o rs. a
libra.
Marrasquino de Zara a 64o rs. o frasco,
dem em frascos grandes a 800 rs.
Cominhos muito novos a 5oo rs. a libra.
Erva-doce a 24o rs. a libra.
Pimenta a 36o rs. a libra.
Cravo da India a 64o rs. a libra.
Cannella a lloo rs. a libra.
Alfazema a 2oo rs. a libra.
Sal refinado m-fraseos de vfdro a 800 rs.
o frasco.
Lagrimas do Douro especial vinho do Porto a .. ... B 1
1,00o a garrafa e a 10,000 a caixa, o preco Idei b,?nC5T e *nnn a 300t e 6000 r ,
a duzia e 5oo rs. a garrafa, tambera ha,
para 4,000 rs. a duzia.
nao indica a qualidade d'este precioso vi-
nho, porm venhamao Progresso que a vis-
ta faz f, a este genero constantemente man-
damos vir de conta propria e por isso po-
demos vender por menos que outro qual-
quer annunciante.
Vinho do Alto Douro das marcas mais acre-
ditadas e especialmente escolhido por um
de nossos socios, como sejam: CamSes, Du-
que, do Porto, D.Luiz, Carcavellos, Cha-
misso & Filbo, Madeira secco, e Feitoria a
9oo rs. a garrafa e 9,ooo rs. a caixa com
12 garrafas.
Garrafee oera cspootirf rinho do Porto con-
tendo 5 garrafas a 2,5oo rs.
dem com 5 garrafas de superior vinho Fi-
gueira a 2,4oo rs.
Idem com 5 garrafas de vinho Lisboa a
2,loo re.
Vinho branco de Lisboa proprio para missa
vlndo j engarrafado de Lisboa a 64o rs.
a garrafa.
dem em barril muito superior a 000 rs. a
garrafa e a 4,ooo e 8,800 a caada.
Ameixas francezas em caixinhas de 1 '/. 2
e 3 libras elegantemente enfeitadas com ri- Vinho Bordeaux das memores qualidades
cas estampas na caixa exterior a l,3oo que tem vindo ao mercado a 72o e 800
l,6oo 2,000 e 2,000 rs. i rs., e em caixa a 7,5oo, 8, e 8,2oo rs.
Idem em latas de, i e 3 libras a l,4oo e Azeite doce refinado,do fabricante Pelanol e
2,6oo rs, cada urna. outros a 800 rs. a garrafa.
Figos de comadre em bazinhos de fblha \ Conservas inglezas sortidas e de urna s qua-
lidade a 800 rs. o frasco.
Araruta verdadeira a 32o rs. a libra.
Graxa em latas grandes a l,3oo rs. a duzia
6 12o rs. a lata.
Vassouras do Porto arqueadas de ferro obra
de muita duraco a 4oo rs. cada urna.

Palitos de dentes massos grandes a 2oo rs.
e 28o rs.
Paltos do gaz a 20 rs. a caixiuha e 2,3oo rs.
a groza.
Gela de Alperche chegada no ultimo vapor
latas de 2 libras a 800 rs. pechincha.
Genebra de Hollanda garrafoes com 16 gar-
rafas por 6.000 rs.
dem em frasqueiras a6,3oo rs. e 6,000 rs. ea
060 rs. o frosco alfianga-se ser verdadeira.
dem de botija em barricas com quatro du-
zias a 44o rs. cada botija.
dera de laranja era frascos grandes verda-
deira italiana a 1,00o rs. o frasco.
Marrasquino de zara a 72o rs.
Licor francez de todas as qualidades em
garrafas de vidro braneos a 72o e 800 rs.
ROUPA FEIT.-t
NO
ABIAZEU
DE
4D-\H'$\ lili W2'JUADD-ai
LETRERO VERJE.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feita de v
[-tedas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vontade dos coir;,r- $
J rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim como tambera tem um AS
grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senioras, S2
5 homens e meninos.
Casacas de panno preto, 35(5 e 30iJOOO Golletes de fustao e brim bran-
Sobrecasacas idem, 305 e 25^000 co, 3^500, 3<5I e .
.Paletos idem e de cores, 25l, Seroulas de brim de linho,
205, 155 e......105000 25400 e......
Ditos decasemira, 205, 135, Ditas de algodo, 15600 e. .
125, 105 e...... 75000 Camisas de peitos de linho,
Ditos de alpaca, 55 e. 35500, 55, 45, 35 e.....
Ditos ditos pretos, 95, 75, Bitas de madapolao, 35,
35500 25500, 25 e.....
Chapeos de massa, pretos fran-
35000 cezes, 105, 03 e. .
45000 Ditos defltro, 55, 45,35500 e
Ditos de sol, de seda, 12,5,
do, 105, 75 e..... 55000; 115, 75 e.....'. 4>00 3&
Calcas de casemira preta, 125, Collarinhos de buho fino, ulti- m
105, 85 e...... 75000 mamoda....... 040 32
Ditas de cores, 05, 85 e. 75000, Sortimento completo de grava- '-A
Ditas de meia casemira de c- tas. 5 ';
res, 55500 e..... 45000 Toalhas parroslo, duzia, 115, A
55 e
Ditos de brim e ganga de co-
res, 45500, 45, 35500 e. .
Ditos branco de linho, 05, 35 e
Ditos de merino preto de cor-
^00
i >;uiu
15400 *g|
25SO0 M
15600 -I
2500'
m
Ditas de princeza e merino pre-
to de cordao, 55, 45500 e
! Ditas de brim branco e de co-
res, 55, 45500, 45 e .
Ditas de ganga de cores,
35500, 35 e.....
Colletes de velludo preto e de
95 e........ 65OO0

45000 Atoalhado adamascado de li-
I nho vara ......
25500 Chapeos deso, dealpaca, pre-
I tos e de cores.....
25500 Lences de linho.....
Cobertas de chita chineza.. .
cores, 95 e ." 75000 Pennasd'aco, as mais superio-
Ditos de casemira preta, 55 e 45000 res, a grosa......
Relogios de ouro orizontaes,
35500 905,805 e......705000
55000 Ditos de^ prata, galvanizado, j
patentes e onsontacs, 405 e 30,?0(')0
55000 Obras de ouro, adercos, meios >
aderecos, pulceiras, rojetas,
45000 aneis e cruzes. 5
450JO
3f000
me
55
Ditos de ditas de cores
45 e.....
Ditos de setim preto. .
Ditos de ditos e seda branco,
65 e.......
Ditos de gorguro de seda
pretos e de cores, 65, 55 e


mwjrn*

. V7 ^'T* --
muito proprios para mimo a l.Ooo.
dem em caixinhas a l,'4oo rs.
U
ii.ai
trll
ixinhas ermeticamente lacradas ^bra^STaSot. *" *
ATrENCAO
m
O proprietario dos ai-mazens do Progressista jimaig deixara de offerecer aos seus
e muito bem enfeitadas a l,8oo rs.
Idem a 2oo rs. a libra.
1
Passas de carnadas as mais novas que ha no
mercado a 4oo rs. a libra e a 6,000 rs. a
cajxa.
Salmio em latas ermeticamente lacradas a
800 rs.
Lagostim em latas grandes a I,loo.
Savel, corvina, cherne, vezugo, peine espada,
preparados pela primeira arte de cozinha a
al,3oors.
Queijos flamengos chegados no ultimo va-
por a 2,4oo rS.
dem do vapor passado a 2,2oo 2,ooo e
l^oo, rs.
Idem prato do ultimo vapor a 64o rs. alibra.
Doce da casca da goiaba caixes grandes a
600 e9o rs.
Chonricas as mais novas que ha no mercado
a 48o rs. a libra.
Ghouricas mouras encommenda especial nos-
sa a 5oo rs. a libra.
Prezunto verdadeiro de lamego em calda
de azeite 5oo rs. a libra
Bolaxinha ingleza a mais novas que ha no
mercado a 2,000 rs. a barriquinba com
1 arroba, e a 24o rs. a libra.
dem de soda de diversas qualidades a 1,400
reis.
dem em latas grandes, proprias para hinche,
com 5 a 6 libras per 2,400 rs.
Marmelada imperial do fabricante Abren e
outros. conserveiros de Lisboa a 600 rs. a
libra."
Frutas em calda de todas as qualidades a
000 rs.
Ervilhas francezas a 5oo rs. a lata.
dem portuguti/as a 64o rs. a lata.
Massa de tomate a 64o rs. a libra.
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
Sevadinha de Franca a 16o rs. a libra.
Sevada muito nova a 12o rs. a libra e 3,2eo
s. a arroba.
Macar rao a 32o rs. a libra.
dem e talharim o mais novo que ha no mer-
cado a 48o rs. a libra.
Aletria a 5oo rs. a libra.
Arroz carolino a loo rs. a libra e a 2,8oo rs.
a arroba.
dem do Maranhao a 12o rs. a libra, e a
3,000 a arroba.
Caf do Rio o mais superior que se pode de-
sejara32o rs. alibra.
AGENCIA
i rUNDICAO BE LOW-MOOB.
Ra da Senzalla aova h. 12.
Neste estabelecimento contina a haverj Far|l de ndlo<.a.
ura completo sortimento de moendas e meias | Vt.nde.se farinha de mandilK.a da lll(,n,(,r B
moendas para engenho, machinas de vapor mais nova que haneste mi-rcado : no esrriptor
e tachas de ferro batido e COado, de todos OS 1 le Mam el Ignacio deOliveira & Pllho hr;:o (lo
Barricas com bren : na rea da Cadoia do N"H-
,' e, toja de ferragens de Bastos.
tamanhos para ditos.
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston & C,
ra da Senzalla Nova n. 42.
O GALLO CANTA
J sabido que, mando chega o vapor da Eu-
ropa, o pallo canta annunciando aos seus numero-
sos frefuezes as galanteras de maisgosto e da ni-
Bia moda que por elle recebe, como sejam :
Camsinhas para sevhoras.
Riqulssimas ramisinhas com maugnitos e gra-
vMmhts para senhoras : s no Vigilante, a do
Crespo b. 7.
Cirigolinhas.
Riqoissimas cirigolinhas ou gravatinhas, sendo
cousa de muilogosto, e a primeira vez que appa-
., _- ... o q o t r^*^ V* a5 senhoras de bom gosto : s no Vigl-
Idem a 28o e 3oors. a libra e a 8,2oo8,4oo l#We na do Crespo a. 7.
Penet de coacko.
Ha para chegar riquissimas guarnicoes de pen-
li
freguezes tudo o que for preciso para que sejam bem" servidos, e como a festa se aproxi- ^^.^3?! |,rSa mS?*'
mi A nnlim-i a occaeiSr. rfne cne t~an,>o;0* ncrimontaram r> ra-JiA->An r,a n.,nM Aai. i lae U6 USCa MOie a ZOO TS. 3 llura,
tes de lindo gosto, tanto para atar, como para mar-
ntfts, por precos razoaveis: s no Vigilante, ra
do Crespo n. 7.___________________.
FAEINHA FONTANA.
Fwith da nuilu acre Jila a marca
Foatana 'senbareaia heje, vende-sc
por preco mais cummodu do qnc em
qoalqner outra parte : na ra da Cruz
n. 4 rasa de .\. 0. liieber & C. succes-
sores.
ma ptima a occasiSo dos seus freguezes experimentarem a reaiidade, que nunca dei-
xar de ser manda pelo proprietario destes armazens.
Avelans a 2oo rs.dMl)ra.
e 8,7oo rs.
Velas de carnauba refinada a 32o rs. a libra,
e a lo,ooo rs. a arroba,
dem de spermacete a 64o rs, a libra.
Chocolate hespanhol e francez a Ooo e I,ooo
rs. a libra.
Estrellinha e pe\ ide muito nova a 4oo rs. a
libra, e a 2,ooo rs. a caixinka cora oito
libras.
Cha perola muito especial chegado neste ul-
timo vapor de encommenda particular
nossa a 2,8oo rs. a libra.
dem huxim muito superior a 2,7oo rs. a
libra.
dem hysson a 2,56o rs. a libra.
dem hysson a 2,ooo e 2,2oo rs. a libra.
dem preto homeopathico e muito superior a'
2,ooo rs. a libra.
Hem nacional a i,6oo rs. a libra.
Batatas muito novas a 8o rs. a libra.
Charutos dos melhores fabricantes da Babia fiwfflll 4 f \0
e de todas as marcas, como sejam: sus- lil^l)i,'^Vilv
piros, havaneiros, messecipes, regala im-1 OWtaa largas bamburguezas muitoi Onas .cores
Perial, Hordas mattas, pLoresl 4,ooo, -^^2, quCeVc^ SSJSSXMt
J,5oo, 3,2oo, 3,000, e 2,800, 2,500,' fag e da mesma dA-se amostras: na ra da Ma-
2,000 e 1,8oo rs. a carta. dre de Dos n. 1, toja defronte da albddega.
Corpo Santo n. 19, ou a bordo do palhahote '"-
mo e brigue Minerva, ancoraxtos uo caes do bati*
do Livramcnto.
FAZEM)\S
bftratiM para avahar.
Sedas de quadros e de Ustras a 320 rs. o cova-
do, lindas laas de quadrinhos a 360 o covadn, su-
periores cassas de cores a 200 r. o covado, ditas
muito finas a 240 o covadn : na loja das eolnmnns,
na ra do Crispos. 13, de Antonio Correia de Vas-
concollos tS; C.
7* Ra do Crespo n. &.
Na leja de Marcelino tt C, vende-se
barege de lia de cores muito finos a 320
rs. o covado, ditos lisos com 8 palmos de
largura, ricos sontembarques de eam-
braia bordado e outras militas fazendas
de gosto proprias para, o tempo de festa
chegadas neste ultimo Vapor, precos mui-
to em conta.
escravqs- raemos.
Escravo fuglo.
Desde hontem aosenlou-M da casa de sm m
nhor o mulato Paulino, cbek> do empo, r.-uiiua
baixa. cabellos rarapinhos, rosto redondo e rln iu,
com anas manchas escuras,ou pannos; bem f.!(-
lanfc, e leron ttstWo cat^n de alpodo aznl j di4-
botado, e camisa branca. Roga-se s autoridades
policiaes e a qualquer pessoa do povo, ou capiio
de campo, o favor de o capturar e m;uida-lo fevSr
i rn do Imperador n. 63, > andar, ou na hija de
Mia Irmos ao arco de Santo Antonio, que su ^ra>
tilica r. ___
-r- Fugio no u 23 de novembro nrooiq pau-
sado a cscrava Maria, de nacao Angolla, dado
pouco mais ou menos VOannos, cabellos branros.
banca, pernas mchadas, tem urna ftida em un*
p, barriga um pouco grande, bracos um paueft
lixados: levou eomsigo um baldo de rain dar
agua, 3 vestidos sendo 1 preto, i escuro reino, t
azul, novo, t confio do amias mom no pesn*d :
i wie de Grtvat vendida por divi.Ja ; tem r.lH li-
f Ihos. e suppie-so ter ido com um delles quo cos-
tuma vir sempre praca : por tanto roga-sn !< -
! das as autoridades polictaes, rapillfrn de rampt
a appreliensao da dita escrava, e entrega-la na ra
do Imperador n. 81, ou rna Imperial n. 139, que
se gratificara com generosidade.
esde segunda-feira, 30 do passado, auHH
leu-seda casa de seu senbor o mulatinho Mam er.
qoe representa ter 12 annos, calielli s corrflrf*,
Jendo^enrum dos calcanbares nm slgnal de bcxipn,
levou cal^a de nsradoe camisa branra, foi escrax-o
do Sr. Antonio Ferreira Pinto com loja lon^a
grossa, na rna do Rangel: quem o popar levo at>
sbbrado na travessa da Matrte de Santo Antonio.

*


8
Alarlo de rcrnnmhncO Hrxia Mr* 4 de Oe/rmbro de 1 48.
LITTERTRA.
>audoso memoria daquelles que amara e de qaem
me via longe.'
Resolvido, porm, a nao quebrantar o protesto
que fizera de passar aquello da como homem ani-
mo e sera dar quartel ponsamentos tristes,
c Apenas acabou de me dizer isto, chegou-se ao
p de um sujeito, que pareca o persenagem de roais
grave aspecto de toda aquella reuniao. e apresen-
tou-me a elle.
A fallar a verdade, pareeia-me singular que
Discurso sobre a Biblia, pronunciado por D. J. Do-
noso Cortes no dia de sua reeeffi aa academia
liesoantala 16 dr abril de I8W. transpuz resolutamente a porta de urna grande ca- nra DOmcm I symptnico podesse ter lo-
hespanltola 4 16 a.ni ^ ^ ^ ^^ ^ ^ j g^ ^ m^ par(c (,m ^ aJgum
r Cheapside ; subi para o primeiro andar deste vasto Fosse, porm, como fesse, a verdade que,
(Conclusao.) cstebelecimenlo o tomei lugar defronte de tres trocados os iisuaes cumprimentos departe a parle,
Entretanto a colera dos deuses cae sobre The- j pmffcMOR, que pareciam festejar de parceria a cumprimentos a que o tal sujeito me respondeu
tai: a peste dizima as familias, envenena as noule de natal. n'um inglez |im pouco equivoco, o meu amigo In-
agmi c os ares. O cu perde o scu brilho, as fio- Pola sua conversago, percebique os meus cora- formou- dos deseJ0S 1ue e" nl>a de conhecer a
res o seu perfume, os campos a sua alegra. \ panneiros de mcsa pertenciam marraba mercan- his,oria' cuj0 l)ril,cil,al heroc havia ***>
Na populosa cidade reina o silencio, o espanto, te, que linbam visto muita cousa, e que um delles,' u nomem lirou do seu enorme cachimbo duas
a desolucao & a morle. As matronas thebanas excellente narrador, pareca dolado de grande ta- oU ,res bar?adas de umo Pr m, disse :
corren) aos templos e fatigara aos deuses com vo-! lento de observacao.
tos e snpplicas. Um vn fnebre desee sobre Je- Foi, portanto, com grande prazer que Ihc ouvi tada.
A historia realmente, vale a pena de ser con-
rusalm, a myslica e gloriosa cidade: de um lado, j contar a historia seguinte, de que nao perd urna
as santas mullieres se lamentan); de outro, a mul-
tidd discute tumulluosamente c se exalta at o
furor.
Todas os trombetas prophetas retumban) em
roda da cidade snrda, cega e maldita, que levou o
Justo ao Calvario, l'ma geraco nao passar,
matronas, de Sio, sera que venham sobre vos
to grandes desventuras, que seris o assombro
das nacoes; eis ahi as legioes romanas, as aguias
do Capitolio que fendeni os ares armadas cora
o raio de Deus. Jerusalm Jerusalcm t ai dos
teus filhos t Elles tcera fome e nao encontram pao,
teem sede, c nao encontrara agua; querem orar e
offerecer votos no templo de Deus, e esto sem
Deus, e sem templo; querem viver e a cada passo
tropecam cora a morte; querem urna sepultura
tara os seus cornos, mas elles jazem sobre a trra,
privados de sepultura, servmdo de preza aos abu-
tres.
nica palavra
Em 18... achava-me em Rotterdam, em casa
de um amigo meu, que vive naquella cidade. A'
tarde levava-me sempre urna sociedade chamada
da Amicitia, que cora pequea differenca, o raes-
rao que o Jockey Club de Paris.
t A casa desta sociedade um espaeoso edificio
cora salas inmensas no primeiro andar, porm em
geral os socios preferem o pavimento terreo, reu-
nindo-se n'um vestbulo exposto a todas as corren-
tes de ar, onde as mesas ficam tao chegadas urnas
s outras, que quasi impossivel circular por en-
tre ellas.
Apezar de tudo, sempre consegu insinuarme
naquelle mosaico de ponches e fumistas para pedir
um calix desse excellente vinho do Rheno, nao sem
razao um dos inais affamades.
Edipo sae do seu palacio para consolar ao seu
novo moribundo, e dirigindo-se pelos deuses, to-
ma-os por tcstemunhas de que o culpado ser se-
veramente punido e expedido para longe da pa-
tria : antecipadamente langa sobre elle a excora-
nranhao sacerdotal; amaldia-o em nome da
trra e do cu, dos deuses e dos homens, e langa
sobre a sua caneca a execracao publica. O povo
judeu, possuido de um delirio frentico, sob a raao
soberana que Ihe cobre os olhos e obscurece a
razao, e devorado de furor, exclama: t Que o seu
umgn cata sobre nos e nossos filhos. Desgra-
nado povo I Desgragado re! Elles pronunciam a
sua propria sentenca, sendo ao mesmo tempo
juizes, victimas e verdugos. E depois, quando os
orculos da Biblia e os Delphos se cumpriram, o
vento da tempestade arranca o re parricida do
ib roo de Tliebas, e o povo decida da trra da
promisso.
Edipo foi o horror da Grecia; assira como o
povo judeu o horror dos homens.
Edipo, com os olhos fechados, camnhou de nou-
le era noute, de valle em valle, publicando as
vingangas divinas. O povo judeu, com os olhos fe-
chados, caminha, sem jamis repousar, de povo
em povo, de regiao em regiao, de urna zona ou-
tra, mostrando em suas raaos urna mancha de
sanguu que nunca se apagar, nem tambera ser-
cara. Prefiru a lei de Taliae lei da graca, e o
mundo o julga de accordo com a lei feita por elle
mesmo : esbofeteou ao seu Deus, e ha 19 seculos
que recebe bofetadas do mundo: cusplu na face
do seu Deus, c o ipundo cospe-lhe tambera na
face : tirou a Deus seus vestidos, e as nages,
confiscando os- seus thesouros, o arrojam n para
o outro lado dos mares : deu a beber a seu Deus
fl e vinagre, o elle bebe todos os das. natega dos
tribulagdes sera jamis poder esgota-la : poz nos
hombros do seu Deus urna cruz pesadissima, c, ha
19 seclos, curra a cabeca ao peso de todas as
maldicoos humanas : elle crucilicou, e boje cru-
cificado. Porm si o Deus de Abraham, de Isaac e
Jacob justo, a clemencia acompanha sempre a
sua justica.
Os deuses de Edipo nao Ihc deixaram outra
gonsolaro seno Antigona, o Deus dos judeus
morreado sobre a cruz deixou ao poro deicda o
poder de resgatar o seu crinie de se salvar.
Entre a tragedia de Sphoclcs a a outra sem
nome c sem titulo, cuja mararilbosa grandeza
acabo de expr aos rossos olhos cora toda a sua
terrrel raagestade, ha a mesma distancia que ha
entre os deuses gentos e o Deus dos hebreus e dos
christios; a mesma que ha entre a fatalidade ea
Providencia : e, em um outro ponto de vista,
a mesmu que lia entre um homem e urna nacao,
entre as desgracas deste hornera c a longa ruina
dcsta nacao: a mesma finalmente que ha entre
a voz de um poeta e a voz de um poro, de um po-
vo que tambera poeta, e o maior de todos os
]>oetas.
He determinado, senhores, o quadroqueme pro-
puz apresentar-vos. Se vos parece bello e su-
blime, a sua sHblmdade e belleza estao nelle,
tragado como foi pela mao de Deus, na tonga e la-
xnenlavel historia de um poro mararilhoso. Se ahi
cncontrardes lacunas e sombras, estas sombras
e estas lacunas sao minhas; por isso reclamo para
ellas, senhores, a rossa indulgencia, a qual jamis
reensastes quelles que, como eu, a imploran), e
quelles que, como eu, necessitam della.
Recifeagosto de 1863.
Duzentos cachimbos ou charutos, pelo menos,
eleraram ao ar urna espessa nuvera de fumo, que
se desparta em turbilhoes por toda a sala.
< Para um lado desta, viam-se quatro jovens
allemaas, cada qual com sua estante diante de si,
cantando urna montona balada, com acompanha-
mento de guitarra.
Terminado o seu pouco attractiro concert'
espalharam-se pela sala a pedir, retrando-se ape-
nas effectuada a collecta.
< Logo aps estas, seguiram-se outras, que can-
taran) por espago de mais de urna hora a mesma
cousa, porm n'um tom ainda incomparavelmente
mais aborrecido do que as primeiras.
c O meu regalo, ao principio, foi manda-las ir
cantar para alguraa trra de surdos ; porm, pas-
sado ura momento de atteagao, principiei fami-
liarisar-me com aquella selvagem meloda e che-
guei at a achar certo attractive melanclico na-
quelle rythmo elegiaco, ouvido atravez daquellas
vozes feminis.
t Afora isso, quasi todas ellas eram mais ou
monos bonitas, e urna podia-se mesmo dizer pere-
grinamente formosa.
Urna parisiense tirara do seu modo de trajar
numerosos motiros para fundados reparos : um
artista contentar se-hia com admira-la.
Estas graciosas cantadeiras vestem-se e pen-
teiam-se sempre com o maior apuro para attrahir
a attengao, tanto sobre o que eantam, como sobre
si proprias; rarissimo encontrar urna destas fi-
lhas da emigragao allema, que aceite, seja o que
for, alm da estnola, e, quando alguma deixa esta
especie de companhia ambulante, para receber
Estou s suas ordens.
t- Ahi vac ento. Como o senhor provarelmen-
te, nao ignora, todos os anuos a Alleraanha nos
manda bandos de cantadeiras, que veera aturdir-
nos os onvids com o seu alarido.
Nem tanto, nem tanto! respondeu o meu
amigo. Nojseja tao severo a respeito da emigra-
gao dessas engraneadas raparigas, que veem da
Allemanha quebrar com o suave som dos seus can-
tos a mopotonia das nossas reuni;*.
Calou-se o oleioso defensor das raparigas al-
lemaas e o nosso homem perguntou-lta se nao ti-
nha nada mais a dizer. A' resposta aflirmatira
delle, prosegniu entao:
Nesse caso, sentar poeta, passe a dar princi-
pio historia,

< Em 18... existia as viiinhaneas de Clves
um camponez que tinha a bagalella de uns onze fi-
lhos. Para os ricos os fllhos sao beagaos do eu
porm para o pobre muda, vezes, o- caso mwto
de figura.
I
Assim, ppis, o infeliz camponez, que se cha-
raava Colmann, ao cabo de mil esforgos inructuo-
sos, e vendo que sua filha, pelo- oflcio de debrua,
deira que abracara, ia cada vez sentindo maior es-
cassez de trabalbo em Clves, resol reu mandadla
para Hollanda, onde, com a sua excellente roa; qu
captvava os mais indifferentes, ajudada por urna
agradavel presenga, poderia auferir alguns lucros
e all via-lo a elle do peso da sua sustentago.
Assim o fez, mal imaginando o fatal resultado
que baria de ter a exeengo do seu plano.
t Poz-se a caminhoabella Rieckeo ; toda a sua
fortuna, segundo ella propria rauitas vezes me con-
t u depois, consista n'uma guitarra, que vaieria
seis florins; era esta a sua nica riqueza.
Emprehender jornada em semelnantes cir-
cumstancias ligurava-se-lhe, realmente, em extre-
mo custos. A idea de mendigar faz a-Ib o subir o
rubor s faces; parecia-lhe que, se priacipiasse a
cantar e alguem Ihe impozesse silencio,, nao seria
capaz de continuar, depois de receber urna tal
ordera.
Nada, portanto, ha de extraordinario em que
ella principiarse a sua jornada, com os olhos arra-
zados de lagrimas, o coraco coberto de tristeza e
a alma eheia de pensamentos de terror.
t Urna tarde, extenuada de todo, cheia. de fome
e cansago, cahiu, vencida pela fraqueza, junto ao
sop de urna arvore.
A este tem%>, passava pela estrada um viajan-
te, que, movido de commiseragao, a fez snbir para
Nao chega a sessenta
Eesto angustalo. Que roa
'eus !
exelaraoa ella com
eu entao fawr, meu
< Apoz um instante le meditagao, langou-se-me
aos ps e exclaraou :
brinquedo e por fim bat >m a mo no caixilho
para Ihe raettarmedo.
Riecken vollou-se immediatamente e poz-se a
olhar para cima com ar tao aisustado, que me deu
vonlade de nr. Tranquillisada cora o meu sorriso,
dettou-me uns olhos de tanta meiguice, que eu re-
solv entreter-me un bocado com ella.
t Chamei-a e ella entrou no meu escriptorio, Eu prometto paga'r-llie para o auno q
trazendo ainda no arental o dinheiro, que nao ti- antes. Sinto-ma boa .agora ; cantarei como ate
vera tenayo de raetter na sua bolsa de couro. aqui e s com a canco que me deu o Sr. Weber
Pero que vejo, estas rauito rica ?disse- ganharci o dinheiro que o senhor rae emprestar ;
os olhos.
Ihe eu.
Tenho mil florins, senhorrespondeu ella.
E que lencionas fazer desse dinheiro ?
Tenciono d-lo a meu pae, quando me fr
embora, para elle comprar a casa em que vire-
mo?, que nao nossa, e est justamente para se
Tender.
re mais paqueolna, e, tale rojtrario, os umir-,
quelles lindos olhos azues, a fazer-se-lhe- maiores!
Por fim, j nao poda fazer cousa nenhuma ? coma
en nao sai se j disse ao nenhor, logo que ella riu
que nio pedia levar a vkta a cantar, tornou a ape-
! gar-se ao officio de debraadeira, porm a vista oi-
Pelo amor de Deus, empreste-me o resto I Ihe cansando tanto, que ha tres das chamou por
Tanto Ihe he de pedir, que m o ha-de emprestar I mm e disse-me !
i
t Emfim tia Prudchen, nio ha remedio se-
nao irme chegando at a casa de meus pao*,; j
nao vejo para coser e contago (fue isto esta por
pouco! Ser para mim una consolado morrer no
seioda mlnha familia, posto que longe do me mais
amo no mando;" porm, meu Dens, para "que me
inspirastes om amor cima da minha ephera T
porm, depressa, senhor, meia hora de demora, e
j nao sera tempo I A minha nda depende desse
emprestimo. Que digo ? a minha vida Cein vezes
mais !
Estou prompto a fazer-te o que rae pedes,
dissc-lhe eu, comtanto que me des urna s razao
que me explique essa uecessidade que tens de
sessenta mil florins. Do contrario, nao te darei
nem um kreulzer, porque a agitagoemque te ve-
senhora tua e eu que-
Porm, minha fllha,continuei euarriscas-
te a ser roubada levando comtigo esse dinheiro; ^ pr0va-me que nao ests senhora tua e e
se queros,da-no que eu eucarrege-me de o re- Vopro,eger_,e contra a tua proprialoucura.
metter a leu pae, ou, se antes quizeres, negociare
cora elle por tua conta, e tal vez no fim do anno le
entregue de lucros o dobro dessa quantia.
i Nao foi preciso mais para que ella pegasse era
todo o seu thesooro e m'o pozesse sem hestago
em cima da mesa. Porm, apenas havia ello isto,
aproximou-se da mesa outra vez, como instigada ta-lo aqui j mesmo na sua presenga !
por aigura pensamen que repentinamente Ihe ti-
resse acudido ao espirito, e pegou em duas moedas Autes de obedecer a s^taPenoM reclama-
ta mais luzidas oue eneou rou i Va' '"'e explicar-lhe os perigos que ella a cor-
tw mais luzraas que encomrou. ^ fa,|e|.lhc do m |na|melHe de ,udo oque po-
Isso para que ?perguntei-lta euPara deria tocar-lhe o coracao, porm tudo fe bal-
ifne queros tanto dinheiro, se cora o que ainda hoje dado.
has de ganhar poders do corto passar uns poucos
c Suppuz um momento que a pobre rapariga
murria de afllicgo cora a minha resposta. Altim
exclamou :
O meu dinheiro t quero o meu dinheiro,
quando nao, vou quexar-me autoridade, ou ma-
por marido o homem que o seu coragao escolheu e a carruagem em que elle proprio jornadeava e a
a quem leva um dote mais ou menos avultado, se- levou comsigo.
guodo o fruclo das economas rcalisadas durante O Riecken. reeonhecida a tao .inigualada prova
Pega l ento o teu dinheiro, disse-lbe eu
al fim.
t Tirei' da escrevaninha sessenta mil ftorine-e
dei-lh'os.
t Pegou nelles eom sotfreguido, metteu-os no
seio, e em seguida, travando-me das mos ambas,
bcijou-aSiOobrindo-m'as de lagrimas, edeitou a fu-
glr cerno- urna corea perseguida por urna mallha
de caes.
de das ?
A-pobre rapariga poz a olhar para minvcom
ar de hesitago, al que por fim dsse-me, fazendo-
se mijito vermelha, porm com modo resoluto, que
o quera para jogar na leteria.
Cerno I perder quapenta flopins Iexclaaei
euIsse- urna loucura rematada11
c Meia indecisa um nstaule, se me tornara a
dar o dinheiro ou nao, por fim decidiu-se, dizeiv-
do-me com ar de riso e entoago cheia de mei-
guice :
Qual -loucura 1 Isso esa bem se eu nao ti-
resse a certeza, de ganhar, mas eu sonoei que ha-
via de ganhar-, por isso nao leaho-receio de perder.
i E mal me respondeu isto, deitou-a fugir pela
porta fra, como-se lvesse medo^pie eu fosse atraz
della.
c Parece que a- fortuna tomara-a peile-no des-
mentir as audaciosas esperanzosas da graciosa
donzeila, porque.nassados tres das; reiu procurar-
me, pallida, alagada em suor e bradando no deli-
rio da sua infantil- alegra :
Veja, veja,.se eu tenho razao-ou-nao-I
< E, ao mesrae lempo que sto dtzia, fazia esfor-
gos por tirar do-seio do vestido, formado pela ro-
tundidade de uno- peito de marmore,. urna pequea
cartoira coniendooincoenta rail llorn*, que me en-
Uegou dizendo :
Aqu tem pira juntar com o outro.
Ora agora dize-me c, Riecken*-atalhei eu.
Que projeeto a-leu a respeito de toda esta ri-
queza?
NenhurarepoBdeu-me ella, soltando um
suspiro.
Como Idisso-ouPois nao teoA-desejos de
regressar para a tua. patria ? Dar-se-ha caso que
sojas ambiciosa '
_. t.E, ao dizer isto, tiroiVideumi carteira sessean
Riecken tornou.a. soltar outro somuto e duas;, flrins -p, me ei,[n.gt)U> dizando^ne :
gnossas lagrimas Ihe deslisaram pelas faces abaixo.
Nao tenho animo-de regressar .minha pa-
tria-. Sabir de Rotterdam seria para mira a morte.
c E, como se hourera arrependido de ter deixa-
iln escapar esta involuntaria confidenoia, atalhou,
forcejando por lomar um ar de completa indffe-
renga :
t Arrasado pela cerrenle da sua histeria, pa-
rou um instante e roen- narrador a accender de
novo o cachimbo, que tieha deixado apagar, tirou
tfesou quatpo enormes baforadas e continuou :
t- Dous das depois dessa estranha scena tive de
ir Allemanha, por causa do negocios iroporlan-
tes-que all exigiam a minha presenga, e por l me
demorei perte- de tres mezes.
- Havia apenas alguns momentos que eu tinta
regressado minha casa em Rotterdam, quando vi
entrar pela perU dentro o- mancebo que e senhor
ha pouco viu sabir tao singularmente agitado.
Senhor, disse-me elle, correado para ram,
salvou-me a vida e a honra; venho- agradecer-lta
que pode contar comigo al a morte?.
Nao me record ter-me prestado o menor ser-
vieo,- respondi-lta eu.
Ku julgavaque elle eslava doudo,.porque raal
o aoBhecia e nunca tinha tido- occasie de fallar
com elle.
escusadodngir que nao sata-nada ; reptil
cou elle, ha nvulo que taldadameute procniro-o
meu desconhecido bemfeilor, porra>hoje nao me
resta a menor duvda de quem foi o meu'generoso
salvador, porque tenho as proras de qne- o dinhei-
ro pro veio da soa ma.
c rirei para o con-
A cantadelra allema.
i
Com razao lastimam os poetas inglezes a sita,
gao de quem se v sjem Inglaterra no dia de natal.
Em 1850, achando-me em Londres justamente a
So de dezembro, por mira proprio pude avaliar o
rigor de semelhante posigo para quem, como eu,
se ra ssinho no meio daquella immensa popula-
gao que celebra a esta do nascimento do Redemp-
tor de um modo nteiraraente excepcional, sem ter
amigos que me visitassem, nem casa de quem ir
passar o tempo nesse dia.
Aps demoradas reflexes sobre a tristeza da
minha solido, senti-me cora forga bastante para
passar esse dia como se nada tivesse de particular
do que os outros, e, consoltando-me a mim mesmo
sobre o que deveria fazer, tomei a deliberago de
percorrer Londres em todas as drcegoes, em cima
de ura mnibus das diferentes linhas para melhor
ver de alto a physonomia daquella grande cidade,
urna das raas importantes do mundo.
Effectuei, pois, a minha ascengao para o primei-
ro vehculo perto do meio-dia e desci do ultimo ao
cahir da noute, em que me achei as immediagdes
da ponte de Londres.
Pressuroso de aecudr s exigencias de estoma-
go, que se resenta estranhamente do meu quasi
aerio passeo, entrei em busca de algum restau-
rante francez ou inglez, onde podesse satisfazer as
suas imperiosas reclamages.
Ao mesmo tempo que andava nesse empenho, vi-
nha-me ao espirito a lembranga dos amigos ausen-
tes, e involuntariamente deixava que urna lagrima
viesse humedecerme as palpebras, como tributo
tempo das suas peregrinagoes artisticas.
f Yoltemos, porm, ao que a dizendo.
t Tincpiava, era verdade, a agradar-me o tal
coro das allemaas, quando de re|>ente deu urna tre-
menda talega de chuva, que obrigou urna multi-
do de gente, e entre esta a outro bando de canta-
deiras, a procurar abrigo dentro do vestbulo da
Amicitia.
t A chuva caha a cantaros, o cu pareca in"
cendiar-se com o rpido coruscar de mil relmpa-
gos, que se succediam sem interrupgao uns aos
outros, enceguecendo-nos os olhos, ao na*8* Qe
estrondo dos trovos nos ensurdecia os ouvidos.
Como o tempo corra c o vendaval nao passa-
va, as cantadeiras recem-chegadas consultaram-se
urnas com as outras, e o resultado desta mutua con-
sulta foi principiaren) um coro, que nao me parc-
ceu mais engragado do que o qu? eu acabara de
ourir.
t No fim, como a chura anda durara, urna das
mais oras e das mais bonitas principiou a entoar
com enthusiasmo urna caaco de lo agradarcl
meloda e alegre rythmo, que ninguem se lembrou
sequer de a intimar para que se calasse.
Com grande sorpreza minha, reparei que um
sujeito, ainda noro, que se achara sentado ao p
de mim, se fez amarello como, urna cidra, mos-
trando, comtudo, signaes da mais profunda tris-
teza !
Forcejou um instante por combater a riolenta
sensago que o tinha accommettido ; porro er"
guendo-se de golpe, como quem jamis nao pedia,
atirou a sua bolsa, cheia de ouro, aos ps da can-
tadeira, e, dominado pela raas angustiosa agitago
tornou o camnho da porta com lo cgo impelo,
que infallivelmente cahria no meio da torrente
diluviana formada pelas aguas da chuva, se nao
fosse ampara-lo um amigo que o tinha seguido.
Tao terrivel fra o choque porque o infeliz acaba-
va de passar I
c A' risla deste, para mim incxplicavel, aconte-
cimento, os frequentadores do crculo presentes na-
quella occasio acenaram s cantadeiras que seca-
lassera e todos se apressaram a soccorrer o man-
cebo, que, apenas voltou a s, desappareceu imme-
diatamente.
Nenhum dos espectadores deu o menor signal
de assombro com o que acaba va de passar-se; pa-
reca que todos sabiam o motivo daquillo e achavam
muito natural e profunda sensago de que o man-
cebo dramestras. Assim, pois, notei que nem um s
cachimbo cessava de-langar o seu turbilhao de fu-
mo por entre a sala nem os criados deixaram de
continuar o seu servlgo com aquella fleugma hol-
landeza, que s em raras conjuncturas abandonara-
i Escusado dizer-lhes, meus queridos amigos,
de interesse, contou-lhe em poucas pal.wras a sua
historia, declarando-lhc o fim da sua riagem e a
iningua de recursos com que se va a bragos para
a lerar a cabo.
< Movido o viajante ainda de maior corapaxao
com a singella historia da pobre allema, em vez
de a abandonar e deixar entregue a si. propria on-
de o eaminho que segua, se apartases do della, le-
rou-a at ao prximo porto, pagou-lhe a passagem
no vapor da rarreira, mandou secvir-lhe um en-
cllente almogo e despediu-se della desejandorlhe
urna feliz riagem.
Aos dezesete annos, fcilmente scrarrerado
espirito de urna joren as impressoes dolorosa que
nelle recebeu.
Riecken, terminada a suareeigao, queaao pe-
dera ter lugar em mais oppertuna coijiiactura, le-
vantou-se. sacudi a roupa para Ihe dar maior as-
pecto de aceio, relanceou os olhos ao espelho do
seu boliche e subiu as aseadas que conduziam ao
tombadilho, bella do viro juvenil peculiar s da sua
edado. Pareca que todos os passageiros se recrea"
rain em contempla-la. Instaram-a para que can-
lassc e Gcaram extraordinariamente agradados do
accento sentimental que ella da va s suas cangdes.
0 resultado disto fot juntar nesse dia maior porgo,
de dinheiro do quo em tempo algum rira em casa
de seu pae.
.Nisto, um dos viajantes, cuja admirago pare
ca exceder a de todos os outros, chegou-se a p
della, pediu-lhe a guitarra e principiou a acompa-
nha-la n'uma cango, que Ihe fizeram repetir, eque
susctou geral admirago. O improvisada concer-
tista pareca ser um maestro consummado, como
se descobriu pela observagao que elle fea a Riecken.
Todas essas cangoes que tu cantas, minha fi-
Iba, disse-lhe elle, sae j muito amigase pouco dig-
nas da tua bella voz. Trago aqui uns versos que
me deu um amigo, vou po-los em msica ; pagar-
te-hei com isso o prazer que lioje me proporcio-
naste.
t E, apenas disse isto, dosceu para o seu boliche.
Decorrida urna hora, chamou pela donzeila, ensi
nou-lhc os versos e a msica quo tinha compesto
para elles, e, cantados j nessa mesma noute, fize-
zeram as delicias dos passageiros durante o resto
da viagera, qae se passou depressa e agradavel-
mente.
f Chegados avista de Rotterdam, onde cada qual
ia separar-se em difireme direcgo, despediu-se o
desconhecido tocador da guitarra da formosa aven-
turcira por estas palavras :
Minha filha, acceita esta moeda do ouro que
te offerego para ajuda das toas despejas. Se al-
guem, quando cantares a cango que te ensinei, te
perguntar de quem ella responde-lhe que os ver-
sos foram escriptos por Goethe e a msica por Carl-
Maria Weber...
Bem quizra Riecken beijar as mos do seu
Era; vindo o-.invern,
sultar.
Comquanlo a. i-.ua appafuto iiuilferenea me
nao illudise, todavja nao liz diligencia por arran-
oar-lhe o segredo-que ella pareca querer occul-
tac-me.
t Empregui todo* os meus esforgos era fazer
fructificar o dinheiro que to francamente me ti-
nha sido confiado,, e-, fazendo sns|iender a publica-
gao nos jomaos do nomo da afortunada allema,
para evitar que ella fosse vctima de alguma insi-
diosa arraadima^prncipiei a dormir socegado, por
me parecer bem garantida a sorta-da pobre joven,
que espontneamente viera acolhes-se sob a cu-
nta prolecgao.
IV
Um raerse passou sem que Riecken viesse
procurar-me.
t Va-a, aquiy pelas ras, ou. n'ontros cafs> mas
por prudencia e para evitar, as ms linguas, fa-
ziaraos que nao nos conhetiamos.
Nolava, porm, com, pena, que de odas as
vezes que me encontrava com ella, sempre me pa-
reca mais abatida de carnes, e que o seu rosto se
tornava cada dia mais pallido, o qne me dava bas-
tante cuidado, porque sua desmaliciosa jovialida-
de succedera uraa especie de febre e certa expres-
sao melanclica, que pareca ser a revelagao de
alguns secretos soffriraentos.
Compadecido da tristeza da pokre joven, nao
pude ter-me um dia, que ella veio trazer-me casa
uns cein florins, fruclo das suas economas duran-
te um mez, e disse-lhe com modo 3ffavel :
Aqui tem> meu salvador, e do mais intimodo
cvraefit* Ihc agradeco-1'
Sessenta.mil florins I exclame* com geste de
assombro. J.pcrcebo Eflertivameote contaeo
a origem desta enigma, posso-lhe ravelar esse se-
gredo ; mas, antes-de mais nada, poeo-lhc -qne-me
diga a quem confiou que tinha uecessidade desta
(jpantia ? .
Impossibilitado de cumprir inversos compro-
missos a que- me tinha obrigado, pela repentina
fhllencia de um tamqueiro. de Hamburgo, eiBveujo
loder tinha, de|sta.lo urna somma do cero mil
norins para.me cntrcgiirijuaiido.lli'ioitnjulsltawse,
a recorrendo tambe de baldo a meu pae, que
acabava de desenbolsar grandes- quantias-em vir-
lude das suas proprias transaceies, delibere!.ir
Amicitia procurar um amigo qae esperava.me va-
lesse, mas quo nada pode lactbem em me favor.
Desesperado com tantos reveaw ao mesmo tempo,
abandonei-me entao a una angustia mortal...
- Mas como lbefoi ter mao, este dinheiro?
perguntei-lhe eu.
l'm.dia pn*urou-me ama mulher embugada
n'uma.capa eentregou aseriado uuvembrulho,
com necado para que m'a-fizesse chegar s maos
sem perda dc tempo. Apenas disse isto, deitou a
fugir, sem queo criado conseguisse ver-lhe a cara
Porm, senhor, pego-lhe por qnanto. ta que me dir
ga o que sabe a respeito deste mytstertoso empres.-
tirao.
Conheco Riecken Colmann, alinda cantadai-
ra allema. da Amicitia f
Riecken!repetiucomaceento afflictoo meu
interlocutor, tornando-se instantneamente paHido
como se um punhat Ihe houvora. atravessado o,cot-
ragao.
i Conlei-lhe entao
, Qne diz, Riecken ?exclamei etfComo
pode a menina ir agora para sua torra, cent um
tempo tao fro como esta? Como hade ir, se nao
tem dinheiro nem os eaminhos se acham em ter-
mo*, porque estao coberlos de nev? E, depors,
assim to doentinha! Isso tem la algum gclto I Oito
das de jornada! Pelo amor de Deus, nem fallar
nisso bom!
t Irei pedindo pelo eaminho I respondeu1
ellaBem rejo que Ihc estou aqui a dar muito pe-
so. Vmc, tem quatro til limbos e en nao quero que
os innocentnhos padegam por araor de mim, nem
que Vmc. seempenhemais I Seeu- alguirfdia voltar,
he de saber recompensar tamanhos beneficios,
como os que' Vmc. tem feito a uraa pobre rapariga,
que nem sequer conhecia! Est decidido, vou-me
embora.
* Por na delgencas que fiz para a- fazer mu-
dar de proposito, nao foi para uiinv nem creio que
ninguem seria capaz de o conseguir.
< Hontera, finalmente, quando me-recolhi casa
depois de urnas voltas- que me foram precisas c
para o arranjo da minha vida, soubeque seropre
tinha partido. Segundme dsseram os pequeos
abracou-os, chorando e invocando o ou em seu
fevor, e cortou pela porta fra, debut tada em- la-
grimas!
* Apenas acabe de ourir ludo quante* a-mulher
timba a dizer-me, part' i inmediata mate- a'cas* a>
M. I>-----a inforiiia-! tar-ihe o succedido e-mandar elle ura criado alu-
garuraa calega foi tudo obra de um momento. Mal
chegou a calega, metteu-se dentro della, partiu pe-
la estrada por onde suppoz-qjoe Riecken tt>ri dei-
tado e mandou ao inesme- tempo diversas- uessoas
por lodos os eaminhos, qne podiam condunir a -Al-
lemanha. afim de ver sedavam eom a pobre-'rapa-
riga.
c India inteiro se passou sem obter neteas
della Ninguem dava retago de a ter visto.-- To-
dava, apesar de um fro rtgorntHSsimo, o mancebo-
obstnou*s& a procura-la. Os campos estavam cd-
bertos dH.nere, os camin es- Hnpraticaveis.-porm
nada o smltaracava. Elle prosegua sem[rre-nas-
suas pe|'>izas, mas ninguero-lhe dava notlttas da
infeliz cantadeira allema..
f Dep>is- de tarer esgsMd qnanlos raeaiwos
era possivel imaginar, unta>itla lerrivel Uie^icrv
passou polo espirito. Notara ell-- .pie nao longe de
Hotterdaju,-.* estrada que Ittvia srgnido, sa-aoha-
va um burraiuv tarado peta trrenle das churas.
e, instigado por urna especie de presenlimento,
resolveu rollar para Iraz. Cbogado ao silio de-bar-
ranco, apeou, e, eom o catad chicote dsipostii-
llio, principiou sondar pertitda a parle. Do re-
pente scatia certa resistencia'.detaixo de ucn jikw-
ticulo de nev. Cavou mais e<- astou um vestido
de multar. .\lat* morto do ese vivo, foi tirando a
nev quecobria o radaver, at vr-lhe e rostoye, ao recontaeer qne era itcken,
desmaiix!. articulando algsrims- palavras,. que o.
poslilhe mal percebeu, ou, melter, que nao-per-
cebeu, aus-(uie adevinbou.
t Riecken, coa effeito, aiijazia sepultada,na-
quelle barraivce, mora de-fro, de fomtvc can-
sago I
c Aquiest a razao por qja M. D nae-pde
ourir aquellos versos, escriptos por Goeibo. e pes-
tos onu msica por Wetar sem expenimentar a
violenta cpiiiiuo^fto deque- senhor asslio.de ser
testeiiHiuha.
i Essa cancio. depois que Riecken a. ensinou
s suas compaubeiras, lornou-se popular. enUe as
cantadeiras allema*. Ha sempre o maior cuidado
em evitar que ellas aqu a cantera, quando V. 1) .
se ada prsenle. Todava, boje, como.eslava mui-
ta gente, ninguem deu par elle, e foi. esse moti-
ve-porque o pobre mancebo soffreu a.crise que o
senhor viu e que Ihe causou tanta fua.
.Terminada a hsl-jra, accendBu.o-meu obse-
quioso narrador o seu.cacnimboy tabea* um copo
de ceneja, e, voltando-se para mim, proseguiu
com a mesma perturbare! fleugma,.
A trovoada l rae. Quer var a, Yauxball ?
Annui proposta e saliimus da Amirita-
Passou-sea tarde era scenas de-prazer e loucura,
prup'.t* de semelhantes lugares. Andava j ater-
recido daquellas desordens, qua contrastavamgsin-
gularmente com a triste historia do meu ubse-
quioso r-ioroMc, quando, nw-tu, e. respeitavel. tan-
queiro chegou-se ao p de mim, trarou-mcnJ)ra-
co, sem me dizer urna se. palavra, condutiu-mc/
junto de um barco, no qual me obrigou a entra*
e ordenou aos reuieiros que descessem silenciosa-
mente o Meuse, atraz de urna gndola, que ei\
principio mal, destinguia ; to cerrado ora o ae-
voeiro que eslava. Poeeo potito, posm, reat-
nos approxiieando della e, ao clarao da& luzes, vi
que era pintada de preto o que a govenayate tres
homens restados da mesma cor.
Riecken, tu soffres I Dize-me o que tens, mi-
nlia filha.
t A infeliz, algou para mira os seus tallos olhos
hmidos do lagrimas, coma se quizesse fazer-me
alguma confidencia, porm expiraramlhe as pa-
tarras nos labios, antes de anicular urna syl-
laba.
t Decorrido um miuuto, conseguu alfim di-
zer-me :
Estou resolrida a ir para casa, seguindo o
exemplo das minhas companheiras, que jala vo
todas. Bem sei que partir morrer, porm, li-
car era Rotterdam, tambera me nao livrada
morte.
Um sbito estremecimenlo me percorreu todo
ocorpo ao leinbrar-me que a infeliz teria perdido
o juizo, porm consegu constranger-me e perguu-
tei-lhe om tom paternal :
Dar-se-ha caso que ames alguem, minha
fllha?
Amar I respondeu ella em tom desdentase,
amar I Oh I senhor, en nao sei se amar ; co-
nheco que seria capaz de amar, se estivesse n'ou-
tras circumslancias superiores miuta posigo.
Quem sou eu, porm ? A que classe per tengo para
elevar to alto o coragao ?
E, depois de me dizer anda mais algumas
pbrases banaes, desatou a chorar e partiu, deixan-
do-me eutregue s minhas reflexes.
Depois desta entrevista, eslive muito tempo
sem a tornar a ver.
Veio o invern.
qne eu nao participava desta geral indiffcrcnga, bemfeilor, porm o generoso maestro esquivra-se
como est bem de ver. Pelo contrario, a minha antes della ter tempo de Ihe teslemunhar a sua
physonomia manifestava tal expresso de curiosi- firalido.e, por mais que o prociiron entre os va- f (]ue mro m ^ uimuu fmm
dade, que a pessoa que me acorapanhava altenlou ^ Jg t^tSApSi *- & So DtoreSWloVSS
em mira, c, depois de me filar algum tempo com sequioso narrador um instante, como que a tomar w
Os canaes estavaiu gelados e ninguem saba
de Riecken.
Lembrando-me que talvez teria votado para
toda a historia da donzeila,
que elle escutava como una reu, a quem o jniz es-
t por momentos a ler a sentenca de morte.
t Riecken! leckenI.....oxelamara eHePo-
rm como, mi'it Deus, se eu mal a conhego ?
Apenas me lerahro- quo urna rez na Amicitia uiu
viajante a insultou grosseiramente, prelendendo
dar-lhe um abrago a ferga, e que eu.. tomando, o
partido do mais fraco consegu fazer retirar o ala-
vre, depois de Ihe ifeWr urna tai sova. Desde ,a nterrogar a ^^ companheiro, pocem elle
entao, raras vezes lenta tido occas.ao de dirigir a dcdo na%0Ca> e vta ^ f^
Riecken a menor palavra hsongeira. Como e pos- ca||ej.me> "' '
svel, portanto, k-r-lho inspirado tamanha dedica-
gao? Ao cata de urna hora de passeiu Bnvial. cora
Rieckenrespond eu era. simples como um fri de levar couro e cabello ohecamos um.
uraa donzeila do dezesete anuos, e, afora isto, ura grande parque plantado de ctaupos* por entre os:
boceado propensa o romanticismo ; assim, pois, quaes. se avtstavam urnas polutas de fiadas de-
Bada mais natural do que ter tomado por amor o pedras negras, que pareciam sabir das entranln .
interesse com que o senhor a efunden. Agora da Ierra,
reamos o que Ihe resta a favor ; restitur-lhe o
dinheiro. ..7. nada mais conta-iuo com a boa ra-: m Sallamos em trra nesse srtio, e, pelo que-rae
zo; iuntar-lhe um rico presente..... at ahi bem disse o meu conductor, so- entao soube que eslava.
vamos. Porm ao insensato, amor da pobre rapan- em Lress-Mic, o cemiterio- de Rotterdam,
ga, a esse, que soluco tenciona dar?
Quero consagrar a minha vida a faze-la felizv; Tomamos por urna ra de tmulos, quasi to-
porque, se nao fosse ella, com certeza me teria ma- dos uniformes, e no centro do ceraiterio wostrou-
tado, vencido pela vergonha de urna falleneia. n>e o meu cicerone a pedra de urna sepultura de
Urna vez, portento, qae lite devo a vida, o me-n de- familia rica, sobre a qual consegu lr os nomes
ver salvar a della. de Catharisa Fabdkrica Colmann, por cima dos
Acho muito natural a sua gratidao, meu que- quaes se va gravado o nome da familia B...
rdo senhor, e na meu lugar, pensara do mesmo,
modo. Porm consinta que Ihe diga urna cousa. Aqu tem a pedra que encobre os restos da
Nada de precipilages, quo sao o mais das vezes, ehz joven cuja historia Ihe conteidisse-me o
funestas. Pense maduramente no caso, e, passa- meu guia em voz tana.Jaz no earneiro dc fa-
dos alguns das, venha trazer-mo a sua final decl- miha daquelle por quem morreu. Os seus cornos,
sao. Entao resolveremos o que se ha de fazer. Ju- juntar-se-hao aqu, as suas almas irao unirse a
re-me, porm, que nao dar o menor pass0 no in- cu 1...
tent de fallar com ella; pego-lhe isto no interesse' _.. .
de arabos mais pcgolh'o at em nome della. Dll ,neu .compantairo tomou corano-
1 ^^ | vido, o camnho do no c eu segu atraz delle, ain-
Aps demorada luta travada comsigo mesmo, da mais impresionado
venceu o mancebo o desejo que tinha de avistar-se ,
com a sua generosa tamfeitora e deu a sua pala- pao quiz, porm, ausentar-me daquello lugar
rra de honra em como faria o que eu exiga $em ,razer comido urna lembranga qnalqucr da
-.i- j ... u infeliz amante tao prematuramente coifada pela
Tranquilhsado com isto, mal elle se foi emta- mao da morte. Approximei-me do tmulo, cortei
ra, mandci chamar Riecken porem, em vez della, uma q^ que vegetava entre as juntas das pedra
appareceu-me uraa aguadora, em casa de quera a e guafdei-a com a santa tengao de a pregar no
pobre rapariga mora va. cortinado branco do leito de meus filhos, porque
folgo, e em seguida cont.nuou, reatando o fio das Piava a ^Mne bstente cuidado.
suas ideas, da forma que passo a repetir. Esteva para 'r coiher informagdes^ reparti-
nl I gao da policia, quando uma larde ella entrou pela
,u porta dentro, porm, em que estado, meu Deus I
Um mez depois deste incidente, achando-me Vinha ento amarella e to magra, que mal poda
ar de riso, dsse-me :
Est de certo, com vivos desejos de conhecer
o motivo da repentina sabida daquelle sujeito, das
suas lagrimas, daquella bolsa de ouro atirada aos
ps das cantadeiras ? Nada mais fcil de satisfazer um dia por acaso janella, aristei Riecken, que, ter-se em p
Ninguem era Rotterdam ignora a historia que to encostada umbreira de uma_porta fronte.ra pas- faz favor de me dMr M ,odo 0
nuigucut 6 j sava e repassava de uma mao para a outra, com j-h'rr :,,, mnniar a sessentimil florins?
grande curosidade mostrado saber. Nao Ih a con- prilZ(.r verdaderamente infantil urnas poucas de meu 'nhe.rojuntoonter a a sessenU mil Horras T
_____ *:.:.: i .,m .mmn I^.a.c a .,~, him^ ,.-D iZ,r i,ir neruuntou-me ella em tem agitado.
tarel eu mesmo, mas vou dirigi-lo a um amigo
meu, que, sem o cuidar, representou tambem o seu
papel nesse drama o que conta o caso dando-lhc
certa cor que em nada o prejudica.
I-i i i.. i n i non. ii iiiiriiin- iiiiuiiui, vn --> 'viiw
moedas de ouro, chocalhando-as e fazendoas luzir pergumou-
ao reflexo do sol.
Meio encoberto por traz da vdraga, deleitei-
rac aigura tempo a obserra-la naquelle innocente tos florins.
Lanrci mo de um lvro de assentos e li-lhe :
Riecken Colmann, cincuenta enove mileduzen-
coenia e
- Oh I meu senhor !=disse a mulher, apenas tenho para mira que reliquias dc martrres como
me viutenho aqu vindo um horror de vezes de aque||a po^e ;oven s5o j^n-jog do'cn para
mando de Riecken saber se ja tinha voltado e sem- Hein a8 p0gSae .... *
pre me diziam que ainda nao. A pobre pequea.
de modo nenhum quena ir embora, sem primeiro
fallar-lhe e pedir-lhe perdi por nao ter aprompte-1
tado o dinheiro que Ihe omprestou. Porm, raen j A narracao desta historia, feita por um dos
senhor, acredite que tem sido por ella de todo em meus commensaes aos seus collegas, por tal forma
todo nao poder.' Tem estado todoente, que ha roe impreesionou, que, chegado hospedara onde
mais de tres mezes que nao tornou a cantar. As esteva alojado, nao pude resolver-me a deitar-me
vezes sahia, porm mal dava alguns passos, o ne- sem a escrever de fio pari, e ahi teera os Wto-
voeiro causara-lhe tamanha tosse, que tinha de re- res tal qual ouvi.
colher-se logo outra vez. Coiladinha! fazia-se de ,
quantas coros havia, que Ihe davam quelles ata- p Purson.
ques, e bem quera esconder-se de mira para eu
Ihe nao ver os escarros de sangue, s com medo de
me afflgir; porm eu tam dava por tudo. Coila- (Lonmercto do Ptrto.)
dinha I aqui I lo era o coragao de uma pomba I Mas
que importava! Pouco pouco, principiou a defe- ___________________,___________________
car-se, a defecar-je, a carinha a pr-se-lhe cada PERNAMBCCO. TYP. vE M. F. P. 4 IUU:
,


Full Text
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