Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10258


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Full Text

~*
AMO XXXiX ROMERO 278.
Per tres mezes adiantados 58000
Por tres mezes vencidos 6XO00


.**<<. *k
QUINTA FEIRA 3 DE DEZEMBRO DE 1863.
11^
Por auno allantado.....9J00O
Porte para o subsc "iptor. 3JJ00U
DIARIO DE PERNAMBUCO.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPQO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Ararat v, o
Sr. A. de Icemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranho, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SI'L
Alagoas, o Sr. Claudino Falcao Dias; Bahia, o
fir. Jos Marlins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Marlios & Gasparino.
PARIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Santo Anlao, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru',
Altinho e Garanhuns as tercas (piras.
Pao d'Alho, Nazareth. Limoeiro, Brejo, Pcsqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob,
Boa Vista, Ouricury e Exu' as quartas feiras.
Sennhaem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua PreU e Phaenteiras as quintas feiras.
Ilha ile Fernando todas as vezes que para ali s: hir
navio.
Todos os estafetas partem ao '/i dia.
EPHEMERIDES DO MEZ DE DEZEMBRO.
3 Quarto ming. as 8 h., 49 m. e 2 s. da m.
10 La nova as !k h., 29 m. e 20 s. da t.
47 Quarto creso, i as 8 h., 20 m. e 32 s. da m.
24 La cheia ai 41 h., 23 m. e 44 s. da t.
PREAMAR DE HOJE.
Pnraeira as horas e 54 minutos da manhaa.
Segunda as 7 horas e 48 minutos da urde.
PARTE OFFICIAL.
(.YERNO DA PROVINCIA.
Expediente Jo .lia 30 de noremliro de 1863.
Offleio ao brigadeiro commandantedas armas.
Expega V. te. as suas ordens para que, ao l)r.
befe de |iolida se aprsente hoje com urgencia,
urna escolta, alim de ronduzir dous criminosos
nue vo responder ao jurv no termo de Agua Pre- ,
- a, dante dessa inspecgao ; assim o commuuico a V.
' | Lino Joaquim
t, onde a mesma escolta se dever demorar
o encerramento das sesses d'aquelle tribunal.
Communicou-se ao Dr. chefe de polica.
Dito ao mesmo. Em cumprimento de aviso do
ministerio da guerra de 20 do corrate, in forme V-
Exc. sobre o que no incluso requerimento pede o
primeiro sargento reformado doexercito Claudino
Jos do Carmo.
Dito ao mesmo.Comraunico V. Exc. para os
devidos effeitos, que segundo me foi declarado em
aviso do ministerio da guerra de 47 do correte,
se mandou n'aquella dala dar baixa do servigo mi-
litar ao primeiro cadete do quarto balalho de ar-
tilharia a p Alipio de Avila Bitancourt, alumno
da escola central, por haver apresentado o substi-
tuto Francisco Jop de B/avo Pereira, que fica per-
tencendo ao primeiro batalhao da mesma arma.
Dito ao mesmo.Transmiti V. Exc. o incluso
requerimento do segundo lenle do quarto bata-
lhao de arlilbaria a p, Francisco Jos da Silva, a
lim de que seja o referido requerimento sellado,
nos termos do regnlamenlo n. 2713, de 26 de de-
zembro de 4860, conforme determina o Exm. Sr.
ministerio da guerra em aviso de 21 do corrente,
junio por copia.
Dilo ao mesmo. Transmuto V. Exc. os in-
clusos processos do conselho de guerra das pravas
mencionadas na relacao junta, aflm de que, sejam
cumpridas as sentencas proferidas em ditos proces-
sos pelo conselho supremo militar de juslica.
Dito ao mesmo. Em cumprimento do aviso do
ministerio da gneTra de 47 do corrente, ha ja V.
Exc. de onvir o commandante do nono batalhao de
infaniaria, sobre o que pede no requerimenlo jun-
to o segundo sargento do mesmo batalhao. Germa-
no Antonio Machado, que se acha com licenca na
provincia do Rio Grande do Norte.
Dilo ao desembargador presidente do tribunal do
cnmmercio.Sirva-se V. S. de informar com ur-
gencia, qual o modo, por que tem sido entendida
6 cxeculada nesla provincia a lei de 22 de agoslo
de 1860, e regulamento de 19 de dezembro do
mesme anno, na parle relativa as sociedades, aflm
de que se possa cumprir o disposto no aviso do
ministerio da fazenda de 49 do corrente.
Ditoao mesmo. Para cumprimento dos avisos
circulares dos ministerio da juslica c da agricul-
tura, conimercio e obras publicas de 20 deste mez
juntos por copia, queira V. S. minisirar-me infor-
mardes deque neles se Irata.
Dito ao inspector da thesonraria de fazenda.
Para o flm conveniente transmiti V. S. a llrma
.em original de Antonio Jos da Cosa Ferreira,
'novo assignatario das notas do governo, a qual me
foi remetlida com offleio do inspector geral da ca-
xa de amortisagao datado de 18 do corrente.
Communicou-se ao inspector geral interino da
raixa de amortisagao.
Ditoao mesmo. Autoriso V. S. em vista de sua
informac.o de2S do corrente, sb n. 892, dada com
referencia a da contadona dessa thesonraria, a
mandar pagar aos empresarios da Iluminarlo
desta cidade aquautia de 2115300, proveniente do
gaz consumido com a lluminaglo interna do pa-
lacio da presidencia, nos mezes de agosto outu-
bro deste anno, como se v dos docflmrntos que
devolvo.
Dito ao mesmo.Declaro V. S. para seu co-
nherimciito e lim couvenicnte que, segundo eons-
tou de avisos expedidos pelo ministerio da fazenda
en zi de outubro ultimo, e 5 do corrente, foram
nomeados os quartos escripturarios do thesouro
nacional Hcnrique Gomes de Oliveira e Francisco
Augusto de Almeida, este para o lugar de 3o es-
criturario dessa thesonraria, e aquelle para o de
2 da alfandcgft desta capital.
Dilo ao mesmo. Por aviso de 19 do corrente,
communicou-me o Exm. Sr. ministro do imperio
haver nessa data approvado o acto desta presiden-
cia pelo qual mnndou pagar sb sua responsahi-
lidade a ajada de disloque compete aos deputados
eleitos por esla provincia : o que declaro V. S
pan sen coonecimento.
Dito ao mesmo. -Respondendo ao officio que V.
S. me dirigi em 27 do corrente, sb n. 890, a
cerca do forneci ment d'agtia pota re fortaleza
do Buraco, tenho a dizer que em vista do que a
csse respeito informou o inspector do arsenal de
marinha em officio n. 586, de 28 deste mez, nao
pode esse forneeimento ser cffeiiuado por aquelle
arsenal como foi por V. S. i ndicado no seu citado
officio.
Dito ao mesmo.Declaro V. S. para seu co-
nheciinenlo e direcgaoque, segundo communicou-
me o brigadeiro commandante das armas em offi-
cio do 28 Jo corrente, sb n. 2220, no dia 2 deste
mez entrn no exercicio de enfermeiro mor do
hospital miPtar, para a qual fra nomeado, o Io
argento do quarto batalhao de artilharia a p'
Francisco Marliniano da Cosa Lima.
Dito ao mesmo.Transmiti V. S. para os fins
conrenientes as inclusas contas legalisadas da re-
ceita e despesa do hospital militar desta guarn-
cao, relativas ao mez de outubro ultimo, e bem
Tacaratu, -Communicou-sc ao Dr. chefo de po-
lica.
Dito ao commandante superior da guarda na- |
cional de Palmares, Paulo de Amorim Salgado.-U
Ti asmitto V. S., j apostillada, a sua patente de
commandante superior da guarda nacional dessa
comarca.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.Cons-
tando de participacao da secretaria de estado das
negocios da marinha do 13 do corrente, que n'a-
guella data fra nomeado o Io tenentc da armadla;
de Oliveira, para o lugar de'ajn
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sul at Alagoas a 5 e 25; para o-nortc at
a Granja a 7 e 22 (te cada mez; para Fernando nos
dias 14 dos mezes dejan, marc., maio, iuj, sot. euor.
PARTIDA DOS OMNIBIS. .
Para o Recife : da Apipucos s 6 V?, 7,. 7 /?, 8 e
8 '/i da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatao s 6 '/ do-m.; do Caxange Varaeas 7
da m.; de Bemfica s 8 da m.
Do Reci fe : para o Apipucos s 3 /,, *,. 4 'A. 4 V?.
5, 5 '/, 5 '/z e 6 da tarde; para Olinda s 7 da
manhaa e 4'/,da tarde; para Jaboatao s 4 da tar-
de ; para Caehang e Varzea s 4 /, da tarde; para
Bemfica as 4 da tarde.
AUDIENCIA DOS TRIBUXAES DA CAPITAL.
Tribunal docommercio: segundas e quintas.
Relacao: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quintas s 40 oras.
Juizo do commercio: segundas s 44 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DIAS DA SEMANA.
30. Segunda. S. Andr ap>; S. Troque b.
4. Terna. S. Nahum prol..; S. Eloi b.
2. Quarta. S.yibiana v. m.; S. Pcnciano.
3. Quinta. S. Francisco Xavier ap. das Indias.
4. Sexta.. S. Barbara v. m..; S. Osmnndo.
5. Sabbado. S. Pedro Ch*ysologo b~ -
6. Domingo. S. Nicolao bi^.S. Leoncio m.
ASSIGNA-SE
no Recife;.em a livraria dapraca da todenendenci*.
ns. 6 e 8 dos proprietari Manoel Figueiroa da
Faria & Filho.
S. para seu conhec miento e directo. Communi-
cou-se ao inspector da thesonraria de fazenda.
Dito ao juiz de paz mais votado do 4o districto da
freguezia de Santo Antonio. Tendo de reunir-se
no dia 6 de dezembro prximo vindouro na igrejt
matriz da freguezia de Sanio Antonio, os eleilores
das fregnezias do municipio do Recife para a eleicao
de um enador, assim o declaro Vine, para sen
conhecimento o direccao. Fi/eram-se as commu-
nicacoes nccessarias
Ditoaos agentes dacompanhia brasileira de pa-
quetes vapor.Podem Vmcs. fazer seguir para
os portes do norte o vapor Apa, amanhaa, a hora
indicada em seu officio de hoje.
Portara. O presidente da provincia, attenden-
do ao que requeren o 3 escrlpturario da theson-
raria de fazenda, Joaquim de Lima e Castro, e bem
assim a informaco que a este respeito minislrou
o respectivo inspector, resol ve conceder-lhe tres
mezes de liecnca com o vencimento de quatro
quintas partes de seu ordenado, para tratar de sua
sadeende Ihe convier.
DitaO presidente da provincia, tendo em vijta
o que requereu o chefe de seccao da thesonraria
de fazenda, Pedro de Alcntara Pinheiro, e bem
assim o que a esse respeito informeu o respectivo
inspeetor em offleio de 23 do corrente. sb n. 886,
resolve conceder-lhe dous mezes de licenca com
vencimento de ordenado para tratar de sua saode
fura da mesma provincia.
DitaOs Srs. agentes da companhia brasileira
de paquetes vapor, mande m dar transporte at a
Parahyba, no vapor Apa em lugar de r, destina-
do a passageiro de estado, Antonio Augusto de
Araujo Lima.
DilaOs Srs. agentes da companhia brasileira
de paquetes vapor, mandem transportar at o
Maranho, no vapor Apa. em lugar de r, destinado
a passageiro de estado, ao bacharel Alfredo Sergio
Ferreira.
DitaOs Srs. agentes da companhia brasileira
de paquetes vapor, mandem dar transporte por
eonta do ministerio da guerra, no vapor Cnueiro
ilo Sul, para Alagoas, ao desertor Aleixo Jos de
Araujo, e para o Rio de Janeiro, ao soldado do 7
batalhao de infamara, Joao Amonio de Lima, que
foi transferido para e asylo de invlidos da corte.
- Communicou -se ao brigadeiro commandante das
armas.
Expediente do secretario do governo.
Officio ao inspector da thesouraria de fazenda.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia, manda Iran-
mittir V. S. as 11 inclusas ordens do thesouro
nacional, sb ns. 205 215.
EXTERIOR.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
NAMBUCO.
PORTUGAL.
PE {-
Lisboa, 13 de novembro.
O desaccordo entre o actual ministro dos nego-
cios ecclesiastieos e de juslica, o Dr. Gaspar Pe-
reira da Silva, e o venerando hispo de Combra,
deu niargem a afflrmar-se que lavrava desharmo-
nla no seio do gabinete, o que mais pareceu eon-
linnar-se pelo faci de ser por um decreto de re-
cente data encarregado interinamente da pasta da
juslica o Sr. Braancamp, ministro do reino. A
vefdade que o Sr. Gaspar Pereira eslava doente,
e ainda hoje continua o seu impedimento. Espa-
Ihou-sc com grande gandi da opposicfio esta no-
ticia, acrescentando- lho estava resolvido a promover nina recomposicSo
ministerial, sendo o Sr. Gaspar Pereira substituido
pelo reverendo hispo de Vizcu ( Alves Martins ), e
passando o Sr ministro da marinha (Mondes Leal)
a substituir interinamente na pasta da fazenda o
Sr. Lobo d'Avila.
Nao se confirma, tedavia o boato, com tudo ha
muita gente que est inclinada a acreditar que so-
mente o ministro da Justina deixar brevemente de
fazer parte do ministerio.
A eleicao municipal deu-seem Lisboa um carc-
ter partidario, o que nao das cousas mais provci-
tosas administrado dos municipios.
A lista chamada ministerial foi guerreada pela
opposijao que apresentou urna outra lista, envi-
dando lodos os esforcos para faze-a triumphar.
De umae outra parte havia nomes de pessoas me-
recedoras de considerarlo, sendo porm mais il-
lustrada, a maioria dos candidatos da opposicao ;
foi por este lado que se qniz fazer brema lista
apoiada pelos amigos do ministerio.
Com tudo, verificada a eleicao no dia 8 d'este
mez, venceu a lista dos ministeriaes por tnuitos vo-
tos, tirando a outra derrotada.
O gabinete obtem de dia para dia maior popula-
ssim a copia do parecer da junta de sai'nc que as ridade, e por esse motivo que os candidatos seus
examinou. affeicoados triumpharam.
Dito ae mesmo. Em cumprimento do aviso da Nos conselhos de Belm e dos Olivaos, e Setubal
reparlicao da guerrade 13 do corrente, junto por convisinhos da capital, venceram tambem os part-
copia, mande V. S. abonar ao coronel da guarda' darios do governo.
nacional Francisco Joaquim Pereira Lobo, encar-
regado do recrutamento nos municipios do Recife
e Olinda, a respectiva gratifica^ao de 180^000 men-
saes desde a data de sua nomeacao.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Come de cror, a imprensa que apoia o minis-
terio cantou victoria; os adversarios bravejaram,
com os desabafos do estylo.
Tem produzido grande enthusiasmo no Minho a
expsito agrcola do Braga, que foi encerrada no
Em vista da inclusa conta que me foi remetlida da 8, e cujos pormenores Ibes serao naturalmente,
com officio do Exm. presidente do Rio Grande do relatados pelo seu hbil correspondente do Porto.
Norte, datado de 4 do corrente, mande V. S. in- El-rci o Sr. D. Luiz I c sua magestade a rainha
demnisar a thesouraria de rendas d'aquella pro- aSr." D. Mara Pa resolveram ir a Braga assisttr
vinca, da quantia de 9880, despendida com o j destribuico dos premios pblidos pelos exposito-
tralamento do preso Manoel Rodrigues de Carva-' res. Suas magestades acompanhados pelos minis-
Iho, que sendo criminoso no termo de Cimbres a- tros dos negocios estrangeiros (e obras publicas)
doecera da varila e fra tratado no hospital do do reino e da marinha sahirao de Lisboa no dia
18 do corrente, c iriio at ao Carregado pelo cami-
nho de ferro.
All, entrao em earruagens, particulares que
devem conduziros augustos viajantes at Condeixa,
Dito ao mesmo-Recommondo V. S. que man-' ^Tp^ZJ**''"**'* em ** d T VS"
_______mMMHnii.Mi1i.,i1.u conde de Podentes.
caridade da mesma provincia antes de ser para
aqu enviado de ordem do chefe do polica do Cea-
r. Communlcou-se ao Exm. presidente do Rio
Grande do Norte.
de pagar ao empresario do theatrode Santa Isabel,
Antonio Jos Duarte Combra a prestacao j ven- j Em Combra, nao terao ida demora alguma.
i-ida e de que trata o mcu officio de 10 de outubro Daquella cidade ao Porto, senlam suas magestades
ultimo. I ir em camnho de ferro, para o que se anda tra-
Dito ao mesmo. Foi-me entregue com o offleio balhando com a maior actividade.
que V. S. me dirigi em 28 do corrente, urna c-; Chegados segunda cidade do reino, parlirao
pa do termo de arreroatacao da obra dos reparos para Braga a assislirem destribuico dos premios
precisos na cada da villa de Serinhem. e no seu regresso demorar-se-ho no Porto e en
Dilo ao mesmo. Emigdio Gelulio de Oliveira, Combra.
mande V. S. pagar, nao havendo inconveniente, Avalladas subscripedes se tem feilo j no Por-
conforme soliciten o Dr. chefe' de polica em offl- lo para que os festejos pela vsila de suas mages-
co de 28 do corrente, sb n. 1583, a quantia de lades sejam dignas d'aquella invicta cidade. A as-
447J200, constante das contas juntas despendida sociacao comraenial dar um baile suas mages-
ups mezes de agoste outubro deste anno, com o tades. Diversas commisses funecionam com
sustento dos presos pobres da cadeia do termo de toda a diligencia etc., etc. Appello ainda para
o seu correspondente do Portea quo ter milito que
contar. .
Parece que em quanto ao Sr. duque de Loul
acompanhar suas magestades ao Minho nao cousa
inteiramente decidida.
O meeting di Porto, no. dia 8, por causa de
urna proposta feit pelo conselho geral da instruc-
cao publica ao governo que tende a tirar a acade-
mia polytechnica d'aquella cidade algnmas das pre-
rogativas de que actualmente gosa, foi um verda-
deiro acontecimeoto. Eiam quasi 14 horas da ma-
nhaa, quando urna das salas dos pacos do conselho
se achava apinhaa de povo que ia representar a
sua magestade contra aquelle plano. Este prnjec-
to fra revelado na imprensa pelo Sr. Jos Mara
de Abreu. O Sr.ivisconde de Castro Silva, presi-
dente dii commissfio que promoved o meeting, abri
a sessao, expondo asscmhla aquillo de que se
ia tratar, e agradeceu a concurrencia do tantas
pessoas. O Sr. Fiara Guimaraes rpidamente ex-
poz a historia do que se tem passado desde milites
annos com a academia, e e modo por que tem sido
tratado os seus negocios peles poderes pblicos.
O Sr. Souza Lobo tambem fall ni no mesmo sentid
do. O Sr. D. U. de Castro Pamplona, filho do
Sr. conde de Rezende, e alumno da academia,
agradeceu em nonie dos estudantes dos estabcleci-
mentos luteranos ^lo Porto, nao s aos habitantes
da cidade, mas lambem commisso a parte que
i haviam tomado erp assumpto de tanto peso.
Foi eomecada a ler a representado, que mui-
to extensa. Tinha-se o povo agglemerado por to-
do o edificio e pela praca de D. Pedro. As pala-
vras praca prga indicavam que todos que-
riam mais vasU> recinto para aquella impor-
tante reuniio. O Sr. Alberto de Moraes at-
tendendo grandeza da represenlaco, e confian-
za que lodos tinham em quem a elaborou e presi-
dio aos negocios, do meeling, lembrcu a conve-
niencia de se dar um resumo da representacao, e
convdarem-se todos a assigna-la. Foi apoado
pela assembla.
| O Sr. Vasques disse que a representacao lhe pa-
reca extensa de mais, e que o Porte devia re-
presentar enrgicamente e em poucas pala-
j vas. O Sr. Faria Guimaraes, porm, respendeu
; que nao se nao tratava de caso extremo, e que por
isso era necessario ex|K>r miudamentc as razes
em que os signatarios se fundavam. Como ia con-
tinuando a affluencia de povo, resol ven se que a re-
presentacao fosse lida de urna das janellas dos pa-
tos. O Sr. Vasques leu-a mullidlo apinhada sob
as janellas da casa da cmara municipal.
Conlavam-se milhares de pessoas dentro e fra
do edificio.
Na reunan foi lida nma carta de um cavalleiro
portuense, chamando a attencao para o projecto da
commisso nomeada pelo ministerio da guerra
para a reforma dos estabflecimentos dependentes
d'aquelle ministerio ; projecto que est quasi con-
cluido, e que o gverno est habilitado a adoptar
pela autorisago que tem das cortes. Segundo
elle, acabam as habililacoes pela academia polyte-
chnica do Porto e pela universidade de Coimbra
para a carreira militar, concentrando-se na escola
polytechnica de Lisboa e escola do exereilo recom-
mendando-se o intrnalo, Picando assim ameacada
a existencia da actual academia de Porto mais
pralicamenle do que pelas theorias geral de ins-
trueco publica, por isso que o ministro da guerra
deve fazer uso da autorisacao antes do mez pr-
ximo:
Fallou tambem o Sr. vsconde de Gouveja favo-
rayclmente qnestio portuense, e explicou que ia
lli nao para hostilisar o governo, mas que antes
conliava na illustrafao, bom senso.e excellenles in-
tencoes dosmembros do actual gabinete nesta ma-
teria ; e que entenda que a reuuiao s liiha por
lim o ftrtalecer o governo em vez de o contrariar.
Reinou senipre a n.elhor ordem apegar do ex-
traordinario concurso de povo, de todas as classes,
Tem sido arando o numero de pessoas a assignar
a representacao.
t E'agradavel, (diz o correspondente daquella
cidade) ver esfe sxmptoma de vida constitucional,
e presenciar o roldado que um povo tem de guar-
dar os seus cslabelecinientos ltterarios.
Relato-lhe com miudeza este aconlecimento pela
muita importancia que tem ou pode vir a ter.
Diz-se que a nova companhia Utilidade publi-
ca do Porto,junta com os Srs. Francisco de Olivei-
ra Chamico e Eduardo Cahen, de Antuerpia, ban-
queiro ; dous dos fundadores da sociedade geral
portugueza de /naneas e industria, apresentou ao
governo urna propos'ta para a concessao do privi-
legio para a fundaco de um s banco hypotheca-
rio em todo o reino.
Parece que a primeira emissao de trinta mil ac-
edes, tomada metade pela referida companhia Uti-
lidade Publica para a praga do Porto e o restante
por capitalistas da praca de Lisboa, entre os quaes
os Srs. Manoel Jos Machado Fonseca, Santos &
Vianna, Jos Pedro da Costa Coiinbaa, Antonio Go-
mes Brandan, Ferreira Irmaos, Jos Goncalves
Franco*Morrogh Walsh A C, e outros, foi logo
subscripta e as assignaturas autog-aphas acompa-
nharam a proposta, qual se junlou o projecto de
estatutos e a relacao da primeira administracao,
composta exclusivamente de accionistas da compa-
nhia. A commisso fiscal assim compesta :
Presidente da assembla geral Candido Castro;
secretarios, Carlos Zeferino Pinte Colho ; Joo Go-
mes Roldan ; governador, Antonio Jos d'Avila ;
vice-governador, Eduardo Lessa; administradores,
vsconde de Orta, Dr. Francisco da Silva MelloSoa-
res de Freitas, Jos Ribeiro da Cimba, Eduardo
Cahen, de Antuerpia, banqueiro, Francisco de Oli-
veira Chamico, Carlos Francisco dos Santos Silva.
O governo superior exercido pela administra-
cao central de Lisboa, e as provincias do norte
pela companhia Utilidade Publica, como filial, de-
baixo das instruredes do governo central. Haver
agencias em todas as localidades onde convier.
As sociedades de crdito vao apresentando aqu
um incremento muito notavel. A subscripeo para
o projectado Banco Hypothecario de Portugal orea
j |ior 10,400:000,8000 ; para o Banco Allwnca por
4,000:0005 ; para o Brasilian and Portuguez Bank
anda a subscripeo nopaiz emdous mlcontos. No-
te-se que o Banco Hypothecario de Portugal nao
o que Sr. Chamico de aecrdo com a companhia
Utilidade Publica e outros capitalistas projectam.
Ha outro gremio financeiro que disputa a con-
cessao do privilegio da emissao de ttulos hypothe-
carios. Represcntam-no os Srs. Jos Mara' Euge-
nio de Almeida e Jos Isidoro Guedes.
Foi publicado na folhaofflcial o decreto agra-
ciando com a carta de conselho ao Dr. Antonio Jo-
s Duarte Nazareth, pelos seus relevantes servicos.
Com o titulo do conde da Graciosa, foi elevado
grandeza destes reinos o Sr. Fernando de Mello
Geraldes, filho do conde do mesmo titulo, e com o
titulo de bario do Bercal o filho do baro do mes-
mo titulo Antonio Alejandrino de Mello.
O titulo de condessa de Souza Coutinho acaba de
ser conferido Sra. D. Maria das Dores Souza
Coutinho, urna das mais estimadas aias da Sra. D.
Maria II de saudosa memoria.
O titulo de offlcial-mr da rasa real foi conferido
ao Sr. conde de Murca, D. Joao Jos Maria de Mel-
lo Abreu Soares de Vasconccllos e Brito Barbosa
Palhi.
O conselheiro Antonio dos Santos Monteiro
foi exonerado do cargo de director da alfandega
grandede Lisboa e nomeado director de urna das
direccoes do tribunal de contas.
O conselheiro. Diogo Antonio Palmeire Pinto, que
foi governador civil de Lisboa e memhro do con-
selho de estado, acaba de ser nomeado director da
alfandega grande de Lisboa.
O conselheiro Diogo Jos de Oliveira da Silva
Carneiro, foii aposentado com o ordenado por inlei-
ro, na forma da lei, no lugar de director geral das '
alfandegas e contrbuices indirectas.
O conseibeiro Nuno Jos Goncalves, ehefe da 1* (
reparlicao da direvcao geral das alfandegas foi1
exonerado do cargo de director interino da alfan-
dega grande de Li.loa, e nomeado director geral
das alfandegas econtrbuices indirectas.
Relirou-se para Ilespanha D. Euzebio Page
engenheiro director em ehefe dos caminos de fer-
ro portuguez da empresa Salamanca. Parece que
vai para o camnhede ferro de Bomaexcrcer igual
commisso.
Falleceu o Sr. Jos Ennes presidente da Socie-
dade de fiacao e tecidos lisbonense. Sepultou-se no
cemterio dos Prazeres, acompanhando-o aojazigo
todos os operarios e mestres das fabricas; os direc-
tores da sociedade, os escripturarios e guarda li-
vros e varios outros individuos.
Os operarios da offiema, chamada dos Haro-
nas, da fabrica do tabaco em Xabregas, recusam-se
ha dias a trabalhar, at qne os caixas geraes lhes
augmentassem o preco do seu trabalho, ou fizessem
destnbuir melhor folha de taliaco do que actual-
mente lhes do. Becusou-se a companhia a acceder
ao pedido e despedio os cabecas dos peticionarios.
Como todos os operarios clamassem contra a reso-
lugao, os caixas geraes fecharam temporariamente
a offleina. Em numero de 500, pouco maisou me-
nos, dirigiram-se no dia segninie casa do minis-
tro da fazenda, sendo receidos tres ou quatro dos
principacs mestres.
O Sr. Lobo d'Avila, tendo ouvide os peticiona-
rios, mostrou-lhes que o governo nada tinha com
os contratos particulares e que aquelle modo de
fazer pedidos nao estava dentro dos limites que a
le prelixa. Que, no enlamo, para mostrar que a
acf ao benfica do governo se estende a toda a so-
ciedade e principalmente a classe operarla, digna
4 todos os respeitos da mxima proteceo, elle mi-
nistro mostrara aos caixas geraes a conveniencia
que havia de por termo a esle conflicto.
Ouvdas estas explicaces, os operarios rclira-
ram-se em boa ordem, como tinham ido.
O Sr. Lobo d'Avila, como prometiera, convdou
a cempanhia do tabaco a dar urna solucao ao ne-
gocio, no inleressc publico e da mesma compa-
nhia.
Os caixas geraes, salsfazendo aos desejos do go-
verno abriram novamente a offleina, attendendti s
reelamages dos operarios.
A colonia italiana, em Portugal, trata de ac-
tivar as diligencias para a construyo da memoria
,que resolveu erigir para commemorar o regio con-
sorcio de el-rei o Sr. D. I com a rainha a Sra. D.
Mana Pia de Saboya.
O padrao constar de urna columna sobre a qual
ha de ser colloraj-uma lapide de forma orbicular,
tendo de um laddTFinscripcito votiva em portuguez,
e do outro em italiano.
O dia 28 de setembro fica sendo de grande
gala, per motivo do anniversaro natalicio do prin-
cipe real, o Sr. D. Carlos; e o dia 4 de novembro,
de simples gala na corle, |K>r ser o da do nomc do
mesmo serenissimo principe.
No dia 31 do mez passado, anniversaro natalicio
do Sr. D. Luiz I honvc recepyo no pago d'Ajuda,
estando brilhantissimo e numeroso o cortejo. A'
noite, SS. MM. el-rei o Sr. D. Luiz e el-rei o Sr. D.
Fernando assistiram no tbeatro normal ao espec-
tculo que all se deu.
Urna forra do regiment de infaniaria n. 10 fez
a guarda de honra porta do tbeatro. A cidade
illuminou-se como na noite do anniversaro natali-
cio de el-rei o Sr. D. Fernando.
Apezar da chuva, era numerosa a concurrencia
de povo pelas mas principacs. Na praga de D. Pe-
dro (Roci) tocou toda a noite urna banda de m-
sica.
No dia 29 de outubro, anniversaro do pai de el-
rei, foi grande a concurrencia ao pago'das Neces-
sidades a cumprimentar o Sr. D. Fernando. A'
noite SS. MM. assistiram no seu camarote particu-
lar ao espectculo lyrico no tbeatro de S. Carlos.
Os moradores da cidade illuminaram quasi todas
as frontarias de suas rasas. Repeliram-se as illu-
minaces gaz que linha havido por occasiao do
baptisado do principe real. A praga de D. Pedro
estava explendida. Em lugar dos candieiros havia
urnas serpentinas de seis lumes. O pedestal do
monumento.a D. Pedro IV eslava tambem virtuosa-
mente Iluminado, bem como a fachada e fronto
do theatro de D. Maria II.
Msicas tocavam no centro da praga. Era im-
menso o ajuntamento de povo, reinando semprc a
mais expropiar tranquilizado.
Acha-se aqui no hotel Alliance urna princeza
russa que viaja incgnito.
Trata-se activamente de levantar um theatro
circo destinado pegas phantasticas de grande es-
pectculo na ra Oriental do Passeio, junto ao lar-
go da Annunciada. Seria um theatro popular com
lugares de seis vintens para cima.
Sao emprezarios o dislnclo actor-comico Tabor-
da e o Sr. Francisco Augusto de Oliveira, autor de
varias mgicas representadas com grande applauso
e acceilago nos theatros de segunda ordem da ca-
pital.
_ A cmara municipal do Porto votou em ses-
sao da cmara um publico agradecimento e lotivor
ao nosso festejado actor c escriptor dramtico Au-
gusto Cesar Correia de Lacerda, pela generoso of-
ferla de um cont seisecntos e tantos mil ris fortes
para beneficio dos operarios a quem a crise algo-
doeira naquella cidade tivesse langado na miseria,
us jornaes portuenses dedicaram artigos encomias-
ticos ao insigne dramaturgo, que tao fraternal aco-
Ihimento tem recebido na capital desse imperio, e
que la I vez ipuaes favores esteja agora recebendo
do hospitaleiro publico pernambucano.
Na iiiuiha ultima dei-lhe noticia da portara de
lonvor com que o governo reconheceu o servigo
prestado pelo Sr. Lacerda aos infelizes operarios
do Porto.
No dia 28 de outubro fundeou no porto do
Funchal urna esquadra franceza composta de duas
naos a va|>or : Napolen e Truville ; lineo fraga-
tas couragadas : Invencible,- Solferino, Magenta,
ormandie e Couronne, e um vapor, o Talismn.
Esta esquadra anda em viagem de experiencia, sob
o commando do vicealmirante Pinand.
Na escola normal de Lisboa abrio-se urna li-
vraria dominical, onde os operarios vao procurar
ao domingo, os rem-ios honestos da leitura. Os
altimnos-iiiestres servem por termo de biblioteca-
rios. No Boletim de Instruccao Publica de 11 do
corrento (n. 41) sahio urna interessante correspon-
dencia do director da escola-normal de Lisboa Luiz
Felippe Leito, ao seu amigo o mestre o Sr. Antonia
Feliciano de Castilho, solvre os cursos de Mullos.
Vcm a correspondencia precedida de urna introdc-
elo do Sr. Castilho Permitta-me que extracte del
la alguns periodos
Amiga redactor : Hojo que eu vos offore-
co um bom pr esente para os vossos lelores serios :
essa carta COm toda a sinceridade familiar es-
cripia sob'.e ura dos assumptos mais inieressanies
por um homem que- nelle lem hoje j a maior pro:
liciencia, gragas aoaseus copiosos o exeellentes es-
tudos, sua pratica, e ao seu talento distinctis-
simo. *
Fundador e director da escola normal, primei-
ra de Lisboa, no seu genero urna das melhores do
mundo, o nosso amigo Leile nao se limita nesla
correspondencia em narrar urna parte do muitissi-
mo que ah se est j operando para a illustragao
e futuros da nossa patria. Onde o cargo e as tor-
gas proprias lhe nao chegam, ablanga-se e arroja-
se com a vontade-, com os votos, com as exhorta-
ges, com as instancias.
Pertence, j so v, familia do utopistas, como
lodos os homens de genio de bem ; mas as suas
utopias teei para altendidas o valor que lhes pro-
vm de urna ndole naturalmente reflexiva, e de
um estudo feadjuvado pela pralica.
t Se apresentardes ao publico, quem vossa folha
(ida con aitengao (e de eerto que Ih'a aposenta-
reis com alecridade) esla caribante mais notavel,
quanto menos fra escripia para ser impressa, pe-
go-yos nao deixeis de corroborar, com a vossa au-
lorisada penna, a opinio do grave director da es-
cola normal primaria de Lisboa sobre esta prodi-
galidade, este vergonhosissimo, constante e cres-
cente desperdicio de crcago de escolas elementa-
res, pesadas para'o thesouro, inuteis,,nullas, talvez
contrarias a civilisago.
Ponto este que bem merece um pouco mais
de sisuda attencao do que at hoje lhe tem conce-
dido os nosss publicistas, legisladores e go-
vemos.
Se so trata do fingir ensino, andamos ptima-
mente ; se se pretende Ilustrar devras, enlao o
systemaque se deve seguir totalmente ouUto.
Ha j annos que eu tenho clamado na deser-
to ; a palavra eu aqui nao expeessa vaidade ; vem
s para recordar que o pregador de taesidoutrinas
um dos pouquissimos que teem imnulado tudo e
tudo ao suspirado advento la felicidadc pela ins-
truegtt
< Desengaado j de que a surdez do auditorio
mais forle que os pulmes do pregador, recorro
a vos, redactor amigo, supDlioando-vos segunda e
terceira vez, que levantis bem alio, para que to-
dos as vejum. comprehendam e apreciem, as ideas
do sabio pedagogista acerca da preferencia que a
razo desanuviada c proba, ou torga s oselas boas,
embora poucas e pouquissimas que ellas fossem,- e
recusa inexoravelmente a fonles soccas de instruc-
cao, embora innumeraveis.
methodo portuguez de
introduego pelas se-
0 respoitavol autor do
leitura, > conclue aquella
guintes palav.-as :
- Talvez a hora nao seja ainda chegada, e vos
percais as diligencias. Nao importa: graos de
trigo de quatro mil annos nao perdern a virtude
germinativa, por se terem jazido entre mumias por
to longo espago.
Lisboa 31 de outubro de 1863. Vosso etc.
.-.ntonh Feltciano de Castilho.'
O que o director da escola normal deseja e pro-
poe, que em lugar de escolas pequeas e sem do-
tagao sufficiente para os mestres, nem condiges
hygienicas para os alumnos, secriem : urna para
cada tres ou quatro freguezias, escolas espagosas,
com mestres bem pagos, prestando ellas urna ali-
mentago ligeira para attrahirc conservar, as ho-
ras uleis do dia, grande numero de criancas, (como
BOCCBdfl na escola annexa normal de Lisboa,)
gragas ao bom senso do governo que se atreVou a
encelar mais esla novidade popularssima ao me-
nos n'um concelho dos muitos que ainda fallam lo-
grar semelhante beneficio.!
A escola normal de Lisboa tem expedido este
anno 18 diplomas de approvago do Io grao, sendo
12 com disimcgao. A maior' parte dos alumnos-
mestres esio col locados j como professores, aqui
no reino ou no ultramar.
Alguns passaram por ordem do governo, sobre
proposta do conselho da escola normal, cursar o 2
grao da mesma escola.
A opinio publica vai sendo favoravcl a este
instituto, que tem de servir de ncleo, e por ven-
tura de modello a lados os mais que se forera crean-
do no paiz.
Kis o discurso que el-rei o Sr. D. Luiz pronun-
ciou no acto da distribugao dos premios na esco-
la polylechinica:
Hes'posta de S. Magestade ao relatorio do direc-
tor, ovisconde de Villa Maior.
Folgo de me ver de novo no seio da escola po-
Klechinicana occasiao solemne em que as inlelli-
gencias mais distinctas vem receber o galardo e o
incitamento, ao abracaran as carreiras que Ibes
ho de proporcionar dias de gloria.
E' sempre grande o meu contentamente quan-
do assislo a actos que comprovam que a regenera-
gao do paiz, que a Providencia me escolhcu para
patria, est enectada, e que o progresso em qne o
paiz vi entrando, embora nao dos mais rpidos,
com tudo daquelles que ganham todos os dias,
porque os passos dados sao sobre bases solidas. O
veruadeiro progresso o que caminhapasso pas-
so, porque o ultimo pa>so dado flrmou-se na esta-
bilidade do anterior.
Nao tomos nos por ventura dos primeiros po-
vos qHe nos progressos modernos allumiaram os
outros, mas Deus que em tudo poz compensages
lambem nos poupou a algumas das crises da mo-
derna transformagao social, crise que talvez para
muitos povos nao tenham passado ainda.
Desta escola tem j sahido prestantes solda-
dos para a cruzada, da qual tenho f veremos, se
nao o fim, pelo menos resultados ganhos que os
nossos vindouros de cerlo aproveitaro com van-
tagem.
t Sei que nao preciso de recommendar perseve-
ranga, a quem com a consciencia do dever cum-
pre efflcazmenle para a concluso do edificio civi-
li.-ador; mas se fosse possivel imaginar que a obra
viria a parar por falta de cimento, olhai para o t-
mulo de um rei modello, elle vos dir o vosso
dever.
Foi dissolvida a companhia. de kssagerias-
Malas e partos portuguezes, por dpljbe(aeo unni-
me da assembla geral em reunia d# 27 de ou-
tubro.
Foram approvados os estatuios da associago de
soccorros-mutuosdo Porto.denominada Unido Mer-
cantil Portuense, por decreto de- 20 de agosto, pu-
blicado ha poucos diasna folha oficial.
Pelo ministerio da marinha acaba de ser no-
meada urna commisso encarreaada de solicitar
meios para acudir popolacao do archypelago de
Cabo Verde, que est lutando eom os horrores da
tome, porj-ausa. da falta de subsistencias, devida
irregularidade da estaga
Eslo dadas todas as ordens para estabelecer-se
sopas-economas, propoicionar trabalho, dar in-
cremento s obras publicas, regular a emigrago
para territorio portuguez, e enviar promptos soo-
(Sffros.
No vapor D. Peilro, di companhia Uniao Mer-
cantil, foram remeltidos para a ilha de S. Vicente,
varios gneros alimenticios, que, pedido da com-
misso municipal daquella ilha, para alltenviou o
Sr. Joao Jos de Soma Machado, doputado por Ca-
bo Verde.
Esnera-se aqui a toda a hora a corveta Par-
tholomeu /)** dos portes da frica, em escala d
Rio do Janeira Logo qne rhegoe partir para a
frica, eom escala pelo Rto de Janeiro a corveta-
b*te[aki,.iiue se acha prompta asguir viagem
ha muitos dias.
O oOieial machinis!* do arsenal de marinha,.
taetana Ferreira, inventen e acaba de effectuar
urna machina movida pela presso. do ar e agua.
As pessoas que a virara- funeciooar fkaram sor-
prendidas e maravilladas. A.machina est no ar-
senal de marinha, e eui breve seriexaminada por
una commisso de engenheiros machinistas, no-
mea 1o* pelo gdVerno.
El-rei-o Sr. D, Fernando, o protector dos artis-
tas, acurapanhado do S. Mendos Leal, ministro da
marinha, foi ha poucos-dias visitan a machina.
Seja qual for o parecer da commisso, o fado
presenciado por multas.pessoas do intelligencia,
que a referida machina somonte movida pela
pressao- do ar e agua, eom tanta.ou mais forga do
que se fosse movida por meio do. vapor I
^ A invengo nao so honra muito o Sr. Caelano.
Ferreira, mas importa urna gloria para os Portu-
gueies, a quem os estrangeiros (em geral) consi-
derara como simples imtadoees.
A 31 do passado, dia dos annos do Sr. D.
Lua I, abriu-sea exposiefw.iriennal da academia
portuense de Beilas Artes.'
A.expesigo durar alSB'.dcdezembro preximo.
O numero dos objeclos expostos de 157.
O tunnef de Albergara, por onde deve pas-
sar o caminho.de ferro da norte, essa obea pasmo-
sa, que tantos esforgos e sacrificios ten custado,
concluio-se finalmente.
Para celebrar um passo.de tanto alcance para a
viago celebrada em Portugal, como a. conclusa
do tunni-1 d'Albergaria n'uma perfneaco de 640-
metros em longo, a' obra prima em difflculdade e
construego da linha forrea do norte, houve ora
lauta banquete no lugar das CavadiBhas, dado pela
chefc dasecgo D. Dmaso Maria Prez Ista, ato-
dos os seus empregados e amigos. Eram 40 os.
convidados.
A folha offlcial publicou os. documentos so-
bre o emprestimo com a casa Stern Brothers. A
imprensa poltica ainda o esla discutindo. O se
principal argumente que no paiz conheeem-se
jde sobra os beneficios do crdito, c que a gover-
no portuguez teria feito melhor em contratar em
Portugal, aceitando as propostas que para esse 6m
lhe foram apresentadas.
nutf-A.
A a <1 ministra<,-o dos eorrelo*
SUA HISTORIA E SITb'ACAO ACTl'AU
Segvnda parte.
(Contnuacao.)
IV
Meslrc Lzaro Patin nao era de corto homem
vulgar. Foi a caravelita do grande trabalho da
regularisago, cuja honra offlcial coube inteira-
mente a Louvois, e pT sua conta e risco servio
ao rei e ao publico. Numerosos e irrefragaveis
documentos attestam todas as difflruldades que el-
le teve de vencer, e que mais de urna vez o collo-
caram a dous dedos de sua perda. Nao era cousa
fcil estabelecer urna como unidade relativa nessa
complicaco confusa de costamos, de rotinas pro-
vinciaes, e reunir e disciplinar todos os agentes
locaes que podiam ser aproveitados no novo sys-
lema de centralisagao, e afastaF os ouiros. Posto
que urna grande parte dos amigos ttulos tenha si-
do destruido pela revolugao, existan ainda nos
archiv.'S pblicos e particulares muitos documen-
tos com que se pode apreciar a natureza e a ex-
lenso dos servgos fetos por Lzaro Patn cau-
sa publica, a ndoniavcl perseveranga, em vencer
ou desviar os obstculos, que eneontrava a cada
passo, j consegrando decises do conselho que
affectavam a concurrencia, ou existencia, mal
fundadas: j coiisttuindo-se cesionario deslegiti-
mos direilos. Desde o anno de 1677 organisara
elle, menos imperfeitamente do que o havia sida
at enlao.o servigo da posta e da messagerie, com
a liquidago dos tributos da maior parte das messa-
geries do reino, cujos proprietarios indemnsra.
Conslitundo-sc cessonario nos arrendamentos dos
mensageiros da universidade, havia emfim feito
desapparecer o mais forte e respetavel obstculo
que se oppunha ao exercicio do monopolio da pos-
ta de cartas, um d'aqnclles cu jo estabeleci mente
era reclamado pelo interesse social, como anda
boje por esle exigido a sua conservagao. tam-
bera ao Lzaro Patn que cabe a honrada tarifa] le
1676, a mais exactamente calculada, a m is ma-
derada, e por tanto a mais bem concebida, mes-
mo no ponto de vista financeiro, de todas as.tari-
fas baseadas na avaliago das distancias. O p>>r;e
da carta simples era uniformemente redudo a
dous sidos, as distancias inferiores a 2a.leguas ;
a tres sidos as de 2o 60; a 80; a cinco, emfim as distancias superiores a
80 leguas. Urna experiencia peremptoria foita era
nosso tempo na Inglaterra, e na Franga, provou
que havena vantagem em voltar, em toda a ex-
teue.io do reino, ao systema da laxa de base fixa
estabelecida pelo edite de 1576V na aleada de cada
parlamente. Nao se pensou nisso ; essa audaz in-
telligencia, que desconlava o presente era provei-
tc do futuro, nao poda penetrar as uiems finaneei-
ras do tempo, cuja tendencia era aJis inversa.
Era j muito o ter lubrigado. a diminuico da la-
xa do porte das cartas; devia no espago de pou-
cos annos, antes augmentar, que diminuir os ren-
d mentes.
O systema dos arrendamentos. tinha entilo sua
razo de existencia. Substitua, a monarclua <
anarchia na maior parte dos. servicos pblicos, e.
nos podemos indicar por que de-algum modo lera.
suas raizes nesse estabeleeneato muitos antece-.
dentes, umitas regras de adtninistrago, de conta-
bilidade, e fiscalisago, renovadas e derramadas
pela organisago moderna. Sob o antigo rgimen,
quando o velho espirite provincial inantinha ainda,
apezar de tudo, profundas separages entro- as di-
versas parles do territorio francez, as heredades
eram urna,poderosa machina do desrentralisago,
por ventara a nica que entao poda funrrlonar
com feliz xito. Seja oomo fr, porro, houve de
1672.a 1786, urna serie de 21 arrendamentos de
posUs e messaaeries, interrompidos em. tres diver-
sas, pocas (1690, 1738, 1759) por ensaios de ad-
UMnistragao direita, sempre de mo resultado. Dis-
semos que oalgarismo do primeiro. arreadamente
era de 1,200,000 libras ; antes do anno de 1700
esse algarismo se havia elevado a mais do duplo.
Nao consta que depois descesse. a menos de 3 mi-
Ihes de libras. Em 1739, era superior a 4 m-
Ihoes; em 1756, 5 milh&es; em 1764, 7; e em
177?, 10. De 12 milhos era a quantia do ultima
a Tradamente, que teria sido renovado, e augmen-
tado em 1792, se nesse mesmo anno a propria
Franga nao houvesse rescindido o seu arreadamen-
te com a realeza.
, As funcgdes do superintendente geral Acarara
reduzidas, sob o systema dos arrendamentos, a
urna inspecgo que nem sempre era ejercida se-
vera e desinteressadamente. Apeiar disso, con-
servou-se esse cargo cercado de grande prestigio,
e com grandes emolumentas, que deduzia da ren-
da, inclusive um suculento < prato ordinario
avallado em dez mil libras por anno
'>


9n
HB


=
:
Diarlo de Pernambuco Quinta elra 3 de Dezembro de I 63.

I
Essas sinecuras, profusamente sustentadas, eram's*mn* em nencle o la irmandadc do Scnho
ara oanti.-oraridomoamouMW o que erain Bon^ua das ores, soodo ina.or premio ri
s encommendados para os antigos parodio.-, l ma iw.wwp.____________ __
onecer, e.n eircumstancias urgentes, recur- Senhora da.Conceieao dos
para os antigos paro
era torno
sos (inanceiros
de
u que enconiramira um curioso
exemplo na posta, quando Luiz XIV fa leceu. hs-
.. ...,.'..I- _:~:j nnr unirle. LoU-
res
fechara os
VAI Hl|'l, lia |,U3t(1, l|UB"" "'
se principe havia supprimido, por morte ae u
vois, a superintendencia e diversos outros lupa
inferiores do irapeccao; mas apenas fechara
olhos, a abolilo dessa medida econmica foi de-
cretada romo expediente Onanreiro (1). O incnvel
edito de setembro de 1715 nao se limitava a res-
suscitar o superintendente geral, encarroado
de assistir as adjudicacoes dos arrcrirlamentos de
postas em conselho de (naneas commensal do
rei, sempre, portento, de posse de um aposento
om 40,000 libras de renda, alni do prato or-
dinario o 1,000 libras do supplemento mensaes
Sor occasiao das viagens da corte; creava, atan
isso, e era a medida mais razoavel, dous inten-
dentes geraes e um secretario que, com o supe-
rintendente, deviam formar um conselho onde se-
riain apresenteefas e decididas todas as questoes
relativas a posta e mudas. Essa instituido, intei-
ramente semelhante ao actual conselho de admi-
nistraco da posta, prova que ainda nos peiores
edilos, como nos peiores livros, pde-se encontrar
alguma cousa boa. Mas depois vemos apparecer
urna horrivel serie de sinecuras, dous cargos de
inspectores geraes, dous de visitadores geraes,
oito de inspectores previnciaes, quatro de crrelos
da corte, e todos elles muito bem pagos pelo ar-
rendamento da iwsta por meio do tributo que
os ofliciaes deviam pagar para screm prvidos nos
ditos ofllcios Era impossivel compromelter, com
imprevidencia mais louea e criminosa, o futuro
em proveito do presente Apezar de todas essas
visitas e iiispeecoes a herdade fazia o que queria.
Para disputar com ella seriamente fra preciso
que nao se |irecisasse frequentemente de seus ser-
vidos. At o tempo de Necker, inclusivemenle,
nenlium inspector geral das llnancas |iensou eni
conbecer, ou conseguio saber, o rendimento geral
do servico da posta.
Encontrase ainda nos archivo? desse servico,
durante o seculo XVIII, inultos oulros testeinu-
nhos dessa tendencia incuria e ao disperdirio
que arrastavain a antiga monarchia sua ruina.
Um dos mais significativos, cuja responsabilidado
cabe ao lempo de Luiz XIV, quando ja idoso, a
abrogaco da tarifa liberal de 1676, substituida
em 1703 por um regulamento mais oneroso, em
que pareca ler-se em vista fazer mais pesada a
laxa, toda a igualdade de distancia, para as loca-
lidades mais populosas, istu aquellas entre as
quaes as correspondencias eram necessariamente
mais frequentes. Esperava-se por esse modo con-
seguir um augmento forrado as receitas, e por
cousequencia augmentar o preco do futuro arren-
da ment.
Lazaros" do Io a 30 de
novembro de 1863
Exisliam 28 doentes, evadiram-se 2, existem 26.
Mo vi ment da casa de detengan do dia 1 de
dezembro de 1863 :
A saber:
Existiara. .
Entraram .
Sahiram. .
Existem. .
Nacionaes. .
Estrangeiros
Mulheres .
Estrangeiras
Escravos .
Escravas .
335 presos
10
10
335
233
32
4
2 >
57 .
7
335
Alimentados a cusa dos cofres pblicos. .
Movimento da enfermara no dia 2 de
zembro.
Tiveram baixa:
Joo Manoel de Lima, otite.
Joo Francisco Ribeiro, gastrite.
Tiveram alta :
Pedro Antonio Ribeiro.
Ignacio Jos Guimaraes.
Jos Amaro Vianna.
132
dc-
Ah se nao Tora esta santa crenca,
QSe as ancias da dr nos diz orae !
Cual pobre louca baixaria a campa,
Sim, minha prece fervorosa e ardente
Aos ps do Altissimo, supplicanto vai!
Talvez piedoso elle inda me atienda...
Ai ai!
E tu que existes na manso dos justos,
Meu carinhoso e amante pai,
Por tua filha, que padece, implora...
Ai ai I
A Independencia.Belga diz :
A causa da beatificaco da rainha Christina, de ras com suas resposus que for
boya, mi de Francisco II, vai seguindo os seus Dr. Antonio Jos Al ves Ferre
Saboya,
Francelino Augusto de Hollanda Chacn.
Joo da Silveira Borges Tavora.
E presuram o juramento dos Santos Evange-
Ihos.
Foi interrogada ar c procedeu-se .a leitura do
processo.
O Sr. promotor pedia a condemnacao do reo no
grao mximo do art. 192 do cod. crim.
O Sr. advogado deduzindo a defeza pedio a ab-'
soivicao do reo.
Findos os debates preenchidas as solemnidades
da lei, o Sr. juiz de direito propoz ao jury de sen-
tenca os quesitos respectivas.
Recolhdo o jury de sentenca sala secreta das
conferencias s3 y2 horas da tarde, voltou s 4 ho-
ras com suas respostas que foram lidas nelo Sr.
"ra, presidente do
Flix Jos Rodrigues.
Francisco Lopes da Silva.
Passageiros do hiato nacional Incenctvel, sa- tinha encarregado o Dr. Onno Klopp da publicado
hido para o Aracaty : Zefinno G. Torres e Jos das obras inditas de Leibniu,
. I conselho, o Sr. Juiz de direito publicou sua senlen-
No ultimo consistorio secreto foi esta causa ain- C, absolvendo a r e condemnando a municipali-
dade as rustas.
Levantou a sessao adiando-a para o dia seguinte
s 10 horas da manhaa.
2
Presidencia do Sr. Dr. Manoel Jos da Silra Neiva,
juiz de direito da 2* vara criminal.
i ponto'7e"raVumir rcora~;'parece7po- Promotor o Sr. Dr. Francisco Leopoldino de Gus-
mao Lobo.
Escrivo o Sr. Joaquim Francisco de Paula Este-
ves Clemente.
A's 10 horas da manhaa feita a chamada dos ju-
rados, acharam-se presentes 17 senhores.
Foram dispensados do resto da sessao e releva-
dos das multas os Srs. :
Manoel de Souza Leo Jnior.
da advogada.
Grate que se chegou a terminar o exame das
virtudes e que se est agora no dos milagres.
Houve um momento em que quizeram dar a es-
te negocio um vivo impulso. Desejavam dar um
pouco de prestigio ao filho da santa que julga-
vam
rni, que esta illuso se desvaneeeu, porque se
tem afrouxado a marcha do processo.
Servir-se-ho deste pretexto para reter em Ro-
ma o exilado do palacio Famesio, na caso em que
urna vontade poderosa fizesse novas instancias pa-
ra obter o seu afastamento.
O Ternas noticia :
Disse-vos ha tempo que o rei Jorge de Ilanover Jos Carneiro Leao. __
Foram multados em 205 cada um dos srs. niul-
1 DE DEZEMRRO NO CEMITE-
Vicente M. de Castro.
OBITUARIO BO DIA'
RIO PUBLICO :
Gaspar, Pernambuco, 1 anno, escravo, Boa-Vista ,
convulsdes.
Joo, Pernambuco, 4 mezes, S. Jos ; convulsoes.
Joo, Pernambuco, 7 mezes, escrave, Recife ; inte-
rite aguda.
Ignez Marnha Pereira dos Santos, Pernambuco,
3o annos, solteira, Jaboato ; tubrculos pul-
monares.
Maria, Pernambuco. 1 hora, Recife ; espasmo.
- 2
Diniz, Pernambuco, 15 dias, Santo Antonio ; tu-
mor.
Silvina, escrava, Pernambuco, 6 dias, Santo Anto-
nio : espasmo.
UM POUCO DE TUDO.
O Monitor Portuguez noticia o seguinte :
Eis urna curiosa ancdota, que nos transmiltem
de Cam[H>basso, acerca da morte de dous famosos
Durante todo o reinado seguinte, man-' bandidos, chamados Giuseppe Cianfagna e Vicenzo
teve-se esse svsteraa de expedientes arbitrarios e I Gallina, que as autoridades locaes, por maiores
inconsiderados. | esforcos que houvessem empregado, nunca tinham
Nos ltimos lempos de Luiz XIV, e na poca da | podido capturar.
regencia, nao obstante todos os novos intendentes,
inspectores e visitadores, o servico da posta e
messageries declino lamentavelmente. Em mui-
tos pontos as communica{oes linham-se tornado
to difflceis, e (ao pouco seguras, romo no lempo
da Fronde. Eneonlram-se a esse respeilo nos al-
manacks regies do tempo, publicados debaixo das
vistas do governo, informacoes odiciaes, dignas
de ie|aros. Em 1720, por exemplo, gastavam-se
tres dias para ir de Paris a Roen; fazia-sc a via-
gem "ora por mar, ora por trra, de carroea, em
semleiros, e em certos lugares, simplesmenle a p.
0 que ainda mais curioso nesses almanacks a
indieaeo minuciosa, a respeito de certos cami-
nhos, dos lugares perigosos onde os viajantes e
correios deviam estar prevenidos como a mon-
tanba de Tazara, na estrada de Lion; da Breta-
nlia, na entrada da floresta de'Perceigne, c bos-
ques de Tillieres, ainda mal afamados nos ltimos
temaos da restauracao. O transporte de objectos
de prala laxado em 5 V desde 1703 deu lugar a
absolutamente
E' Tarenna um pequeo concelho da provincia
de Molise, cujos habitantes gosam a reputacao
de resolutos, e promptos para emprezas arro-
Jadas- ... ii
Dous mocos destemidos, propnetanos n aquella
localidade, um por nome Giorgio Suziani, e o outro
Antonio Farescia, decidiram livrar o paiz dos cita-
dos bandidos.
Antonio conla vine c tres annos; o sen amigo
Giorgio nao passou ainda dos dezonove.
Os dous paladinos tecm ao sen servico um
camponez por nome Carmine, tao moco como
elles ; pouco tempo ha completou os vtae an-
nos.
Carmine um rapaz de poucas fallas, rebas-
to e possnidor d'umas pernas rijas como ro-
chedos.
O silencioso camponez citado pela afiidade
com que maneja um machado.
Urna tarde, ao por do sol, foram Antonio e Gior-
gio, com as espingardas em bandoleira, ao encon-
tr do moco camponez.
Carmine, pega no teu machado e vm com-
lo numerosos accidentes, que foi
prohibido em 1726, por urna declaraco motivada,
testcmunho nao equivoco da incuria c fraqueza do nosco. _
poder central. de justiea rcconhcccr que a si- Segundo o costume, Carmine nao deu pa-
tuaco melhorou sensivelmenta com a administra- lavra. .. ... ..._;
cao do cardeal Fleurv. Durante o reinado de Pegou no machado e seguio os passos dos seus
Luiz XV, apezar dos abusos, desperdicios, c des- dous companheiros, cujo secreto designio pareca
vios linanceiros, mais ou menos voluntavios, ou ter adivinhado.
interessados dos rendeiros, e da administraco, Pelos fms de setembro, e o lugar das nones
houve por forca das cousas um progresso lento, do outono muito mais claro do que
mas real. Caminhava-se por urna estrada tortuo- mente.
sa, coberta de profundos caldeiroes, na direceo'
tados nos dias anterioras, e os que nao comparece-
Os dous primeiros volumes da eollecco appare- ram hoje : __ ..-...- _
cero prximamente, e contero urna parte dos! Sendo^insuflicente o numero, de "J"^"
escriptos histricos e polticos relaU vos poca Sr. juiz de direito levantou a sessao adiando-apara
em que vivia o autor, cuja heranca Iliteraria o da seguinte as 10 horas da manhaa.
muito rica cm memorias potilicas. i ___^^=
No primeiro volume apparecero as obras de
Leibnilz contemporneas do periodo de sua habi-
taco em Mayence.
*0 segund comprehender todos os trabamos
concernentes ae projecto de urna expedico ao Ao Corpo KleltOral do Tercelro
COMMNICADOS.
ord i na na-
de um claroj confusa mente sentido. Essecla-
ro, incendio ou sol, era a rcvolucao.
(Fim da 1* parte.Do Diario Official.)
PERNAMBUCO
REVISTA DIARIA.
Foi festejado hontem o anniversario do natalicio
di' s. M. o Imperador.
A' urna hora da larde houve o cortejo efligie
do mesnio augusto senhor, achando-se a frenle do
palacio da presidencia urna guarda de honra do
9 batalho de infantaria de lyiha, para fazer as
continencias do estylo.
Os vasos surtos no porto da marinha de guerra
sua claridade, veem-so os trilhos que sul-
os campos to bem como luz do meio
A
cam
dia.
Giorgio c Antonio, bem inteirados do sitio
pelo qual coslumavam passar os dous malfei-
tores, pararam apenas all chegaram, e affec-
taram todas as disposicoes do trabalho da vin-
dima. .
Soava meia noite no campanario da aldcia
visinha, quando viram apparecer Cianfagna e
Gallina.
Os tres companheiros nao se moveram. Os dous
salteadores pararam perto d'ellcs, c julgando-os
individuos da localidade, saudaramos com estas
palavras:
Que horas temos, amigos?
Deu ha pouco meia noite, respondeu An-
tonio.
Sabem os nomes dos manutengo/i que foram
presos hontem?
Nao sabemos os nomes d'ellcs: o que pode-
Egypto, que o celebre philosopho recommendou,
em 1862, ao rei de Inglaterra, eleitor de Hansver.
Cada volume contera 24 folhas de impresso.
O Sr. Y Jnior remette-nos o seguinte :
SEU AMOR.
O sen amor tem perfume
To grato como o das flores,
Do que saborosos fructos
Sen amor tem mais sabores ;
Mas tambementre prazeres
O seu amor causa dores.
Tem encantos, formosa,
E tem perfumes a rosa ;
Mas fere com os espinhos quem a afaga :
Assim tambem seu amor
Tem perfumes, tem sabor,
Gosos d, e tambem dor aziaga I
O Commercio do Porto d o seguinte :
Um dos primeiros mdicos de Vencza, sentindo-
se prximo a morrer, quiz ver seu filho, emigrado
veneziano, muito comprometido, que actual-
mente official de artilharia no exercito italiano.
O pai dirigi urna petico ao goverao austraco,
rogando a permisso de ver seu filho antes de
morrer.
O governo austraco fez logo saber telegraphica-
mer.te para Turin ao filho do medico, que nenhum
estorvo se Ihe poria a que vsitasse seu pai en-
ferme.
Quatorze horas mais tarde, o official piemontez
eslava junto do leito de seu pai.

Na noite de 17 as chuvas torrenciaes causaran!
um grande desastre em urna localidade da com-
muna de Lemna, no dislricto de Como (Italia).
Urna deslocaeao de terreno produzio o desaba-
mento de cinco casas, no qual foram mortas qua-
renta pessoas.

A estatua do prncipe Alberto, ebra de M. Thecd,
que foi collocada na principal galera de Balmoral,
foi descoberta no da 20 de outubro, em presenca
da familia real.
A estatua, que de marmore, representa o
principe esposo, em trago eseossez, com urna cara-
bina na mo esquerda e a dreita apoiada na cabe-
Dlstricto.
Ha justamente qnatro mezes (antes at dasElei-
coes de Agosto) apresente-me em publico a-solici-
tar do Terceiro Districto urna cadeira no Parla-
mento Nacional por esta provincia, em que nasci,
e em que tenho tndo de mais apreciavel : bens,
amigos, familia e at Iradicoes honrosas e de lon-
ga data de muitos cidados prestantes, cujo patrio-
tismo, acrisolado nos mais notaveis fetos, com que
se Ilustra esla Terra, se me a figura como una
fonte perenne e veneranda que inspira pela causa
publica um interesse real, todo vivo, e circunspec-
to. Tudaportanto concorre para que o objeclo de
meu pedido seja para mlm de um preco inesti-
mavel.
Ora semelhante pedido tendo sido plenamente
satisfeito pelo Respeitavel Corpo Eleitoral, a quem
me dirig, cumpriria-me agradecer-lhc immediata-
mente um to assignalado testemunho de conside-
raco ingente, si se tratasse de um servico mera-
mente pessoal ou si o meu pedido, nos termos em
que foi feito, sendo attendido nao se tornasse para
mi ni um solemne e grave compromisso. De certo
s podere agradecer aquelles que me constitui-
ram um.dos Representantes da Nacaopor esta Pro-
vincia, se tiver algum dia a dita-de o fazer pela
consecussao dos anhelos, que manifestei-lhes como
os nicos ttulos de minha Eleicao e meu nico
fim.
Se pois renho romper o silencio, que me impuz,
nao para desfazer-nw todo em agradecimentos.
que eu entretanto dentro em mim desejara que
em todo o tempo fossem bem cabidos; he outro o
meu proposito, como vou expor.
m rugido de zizana espalha-se, e aps d'elle
urna ecleuma, que parece confirma-lo. Ora se to-
dos instnctivamente vem nisso um prenuncio do
que se passar no seto da Representado Nacional,
minios injustos, todos os predominios injustos, to-
dos para que fielmente cumprase a Constiluicso
do Estado; e por outro lado a reparaco dos ma-
les causados em grande parte pelas medidas fi-
nanceiras, que pozeram em abalo todas as fortu-
nas do Imperio.
tambem a propra natureza das cousas quem
me dirige neste meu discorrer, e perianto nao me
causa sorpreza alguma qualquer zelo mais ou me-
nos estrepitoso que uns ou oulros ostentem pelo
brilho cada qual de seu Passado. Tudo o mais se
exigencias infundadas e al impertinentes por da-
rem lugar a que hajam pretextos para especula-
coes daquelles, que rendem cultos diversos a Im-
mobilidade do Passado.
Dominado por todas estas consideracocs que
descendo al a arena em que est hoje collocado 0
Pomo da discordia (peco venia para diz-lo) eu nao
pedera dar razo a aquellesquenas prximas elei-
coes fizessem guerra systematica a quem quer que
fosse que zelos do um passado que lhe seja caro
confessasse entretanto solemnemente que implcita
ou claramente adherc aos tres principios capitacs,
que sobrelevam a situc5o actual, embora tves-
se elle por timbre o honrar sempre ao sen passado,
o passado dos seus, mas isto como um testemunho
x uberante de que, por mais irregulares ou diffe-
rentes que fossem as formas com quo se revelou
esse passado, continha este um espirito compativel
todo com o patritico pensamento progressisla. Se
maliciosos enxergasseni nestas minhas palavras
alguma alluso bem clara eu dir-lhes-a, que se
assm fosse, eu nclla prefiriria peccar por excesso
de boa-f a arriscar-me a ser injusto por falta de
penetrado, porquanto bem perniciosa semelhan-
te falta I Com effeto hoje mesmo nao ser ingen-
te a'falta do comprehendermo-nos ? nao vemos
por exemplo phanlasiarem-se oligarehias em toda
a parte e com as mais hediondas cataduras, quan-
do a realidade pura que nao ha amor da Patria
e al de Liberdade mais intenso aqu do que ali 'f
Oligarrhia! oligarchia! Mas nao teremos todos na
consciencia, nao deveremos todos confssar que
com urna Lei eleitoral, que s garante a tyrannia
do poder, necessariamente ha de esforcar-se por
manter-se nelle quem quer quo fr que receiar
ser esmagado at por visionarios ou por imagina-
dos tyrannetes f Que m'o comprove a historia mo-
derna da Provincia. Sim, continuem com essa Lei
barbara e vejam se at os que praguejam o dolo
nao se tornaro forzosamente a seu turno seus
adoradores mais fanticos! e vejam se com effeito
os verdadeiros membros da oligarchia nao sero
nicamente aquelles que forem exclusivamente
bafejados pelo poder governativo I Se tal a ver-
dade pura porque nao haveremos de ter todos a
coragem de encara-la e de confessa-la ? S a
candura da verdade entretanto o que mais apre-
ciado pela opino publica esclarecida.
Em conclusao nao ha motivo de sorpreza e an-
da menos de desanimo ; porm deixemo-nos de
uses ; entendmonos todos e ponhamos o Pa-
triotismo por diante de tudo, para que nao haja
procella que nao se amaina I S assim a prosperi-
dade publica nos tornar um colosso, qne ser
por fim respeilado pelo Estrangeiro audaz, que tan-
to zomba hoje at de ntsso desaso !
Buranhem, 30 de Novembro de 1863.
Ignacio de Barros Brrelo,
Deputado Eleito pelo Terceiro Districto.
todos os estabelecimenios pharmaceuticos do Bra-
sil e em Pernambuco por Bravo & C. e Caors &
Barbosa.
COMMERCIO.
e mercante, nacionaes e estrangeiros, estiveram i ,
embanderados enrgala ; bem como todas as casas mfJue.T, p',("e. f"mnmnl",0
consulares, cas fortalezas, que salvara.n s horas 0s ^leaderes, rom o fim de
do costume formacoes, sentaram-se no chao e tiraram dos tmr-
Os salteadores, com o fim de obterem mais in-
.V noite estiveram Iluminados os edificios p-
blicos, e houve espectculo no Smita Isabel.
Mais um roulto, aggravado por incendio,
vein aoamanhecer de hontem augmentar o cres-
cido cathalogo dos que tem havido nestes ltimos
leona.
A's 3 horas da madrugada de hontem deram as
igrejas signa) de incendio no bairro do Recife, que j
se ateiara no sobrado da praea do Corpo Santo,
onde tem escriptorio o Sr. corrector geral Luiz
Amavel Dubourcq Jnior.
Compareeeram ao lugar do sinistro diversas au-
toridades |K>liciaes e duas ou tres bombas, conse-
guindo-sc circnmscrever o fogo alguns papis
que existiam na salae n'umquarto prximo.
Exlincloo incendio, verificou-se ter sido o fogo
janeado peto ladro ou ladroes quo haviam rou-
naes pao, queijo, e urna cabala de vinho.
Em quanto comiam, conlinuaram a fazer per-
guntas. .....
Enlo, tem sido numerosos os individuos
presos ? .
N'estes ltimos dias teem os carabineiros
deitado a mo a uns vinte, respondeu ainda An-
tonio.
Paciencia. Quando elles nos cahirem as
unhas, daremos cabo de quarenta.
E Cianfagna, pronunciando estas ultimas pala-
vras, tinha j a cabaca na altura da bocea.
Ento os tres rapazes, com a rapidez de urna mo-
la de repente solta, lancaram-se aos dous malan-
drines, e mataram-nos.
Carmine nao descarregou seno urna macha-
dada; Giorgio e Antonio nao dispararam mais
^No "pedestaUst gravada a seguinte instrnecao, com prejuizo da promoco do bem publico nao est
escomida pela retaba : em mim, que cada vez sinto mais cntranhadas as
Alberto, principe esposo 1861A sua vida patr0tCas Preoccupacoes de meu espirito, nao est
PUBLICARES A PEDIDO.
Lado a quantia de 1:39o5, as seguintcs especies : i d ura tro fa(ja um ; mas a revolucao foi realisa-
6003 em moeda de 205 em ouro, 4505 em ditas I aa com U| exactido, e presteza, que os salteado-
do 105, 1755 em moedas de 15 cm prata, 255 em res nem temp0 tveram para se encommendarem
ditas de oOO rs., 1 nota amarella de 1005, da a DeoS
caixa filial, c 435 em notas de 55, 25 e 15-
O ladrao ou ladroes arrombaram o telhado do
soto, do qual descerain pela escada, toreando em
seguida a porta da escada que d entrada para o
escriptorio ; e ah, depois de praticado o rouho,
alearan o fogo dentro do quarto onde havia gran-
de quantidade de livros e papis velhos, e na sala,
sahmdo aps pela porta da ra, cuja fechadura
arrombaram pelo interior.
No dia '10 do passado procederam os correc-
tores da nossa praca eleicao dos seus novos func-
cionarios para o anno vindouro, obtendo maioria
de votos os Srs-:
Luiz Amavel Dubourcq Jnior.
Frcderiro Lopes Guimaraes,
Francisco Mamede de Almeida.
Gancalo Jos Affonso
Communicam-nos a seguinte noticia :
Ha dous para tres annos que se lancouao mar
do arsenal de marinha dcsta provincia um cutera
hlice, que pode montar multo bem um soffrivel
rodizio, e servir s para rebocar por parte da ca-
pitana do porto navios' c barcas quo estejam cm
perigo, como para ir algumas commisscs mo-
mentneas, sem ser preciso ao governo pagar
qnantias avultadas a companhia Vigilante, como
a ponco succedeu, quando veio um engenheiro da
corte examinar o estado das fortalezas das pro-
vincias do norte, que para o conduzr a Tamandar, visto como por
urna viagem de horas nao convinha ao governo da
proviucia mandar a Itajaliy que esteva nessa oeca-
sio neste porto, porque sena assim ainda mais
cara a ida do que belo vapor de reboque.
Igualmente se e.w pequeo vapor estivesse com
a competente machina nao teria sido preciso man-
dar um vapor maior a ilha de Fernando com o
fhn de levar correspondencia por occasiao do Ala-
boma ; entretanto que permanece este pequeo e
bonilinho vaso, entregue ao tempo, ancorado con- |
fronte o arsenal do marinha, sem dar lucro algum L
ae governo.
Depois (famanhaa se extrahir pelo plano
das loteras extraordinarias, a quarte fiarte da
(l) Veja-se a esse respeito, e sobre as alternati-
vas dn suppressao e restabeleeimenlo dos cargos,
os editos, ambos perpetuos e irreoogavtit, de ja-'
neiro de 1692 e di) setembro de 171K i
As seguintes poesas sao da Sr.' anonyma
se eu morrer amanhaaI..
Se a minha alma meig e terna,
Sentindo a perda funesta,
De urna esperanca va,
Faltar-I lie toda a coragem;
So eu for dormir sobre a lagem,
Se eu morrer amanha I..
Te pego por pVdadc,
Venhas depr sobre a campa.
Urna flor pura e louca;
E sobre a corolla sua,
Verte urna lagrima tua,
Se eu morrer amauha I..
Os mcus labios roxeados,
Nao tero a cor brilhante
Da rubra flor da roma;
Mas ii'iiui paludo sorriso
Voarei ao paraizo,
Se eu morrer amanha I.
Sim, da-me por despedida
Urna flor, e una lagrima,
Como a urna terna irma I...
Cumprirs o meu pedido?
Soltars um s gemido
Se eu morrer amanha I..
ai I Atl
a I quanto triste, ouvir-se dentro d'alma
Urna voz nos dizer com forca,amae I
Mas a surte cruel dizer nao quero I
Ai ai I
Como ardente, e amarga esta lagrima
Que em silencio dos tristes olhos cae I
Oh I quanto exprime sem que nada diga,
Ai ai I
Dormir em gosos, deapertar em prantos I
Um doce souho, ver como se esvae I
E' um martyrio mais cruel que a raerte,
Ai ai!
tinha a sua seiva em urna intima e profunda sym
palhia com a vontade de Dos, e, por consequen-
cia com tudo o que verdadeiro, bello e jhsIo.

Mal pensava o imperador, diz o t Sport quan-
do cm 29 de setembro dava a cruz da legiae de
Honra ao marquez de Lupe, maire de Corners e
membro do conselho geral dos Baixos Pyreneus,
que agraciava um descendente dos reis cabelludos.
Pedro Carlos Jos Gastn, marquez de Lupe, ha
10 annos viuvo de Armandina, lilha do marquez
de Angosse, hoje chefe de urna familia que tem
urna origem commum com os antigos condes de
Bigorre, de Armagnac. e de Pardiae, com os Mon-
tesquieu, os Mauleon, os antigos viscondes de
Barn e es reis de Navarra, de Arago e Castella,
todos descendentes dos primeiros duques de Aqui-
tania, que descendiam dos reis da primeira raca
meronvingiana, por Caroberto II, tilho de Gota-
rio II.

Na eleicao de Barstaple (Inglaterra), o candida-
to liberal Lloyd teve sobre e seu concurrente Be-
meridge, conservador, urna maioria de 21 votos.
Houve seria desordem, em que foram maltrata-
dos muitos representantes da imprensa whig e
tory, mas sem fermentos- de gravidade. A multi-
do nao deixou fallar os dous candidatos, e que-
brou os vidrs das janellas dos dous hoteis Gol-
den Liitn e Fostescue.
CIIROMCA JllDICiARIA.
TRIBUNAL IMI JURY.
6* SESSAO.
DIA 1 DE DEZEMBRO DE 1863.
Presidencia do Sr. Dr. Manoel Jos da Sdoa Neiva,
juiz de direito da 2" vara criminal.
Promotor o Sr. Dr. Francisco Leopoldino de Gus-
mo Lobo.
Escrivo o Sr. Joaquim Francisco de Paula Este-
ves Clemente.
Advogado o Sr. Dr. Francisco Jos Martins Pcnna
Jnior.
A's 10 horas da manhaa feita a chamada dos ju-
rados, acharam-se presentes 37 senhores.
Foram multados em 205 cada um dos Srs. mul-
tados nos dias anteriores, e que nao compareeeram
hoje.
O Sr. Dr. juiz de direito declarou aberte a
sessao.
Entra em julgamento a r Isabel Gomjalves do
Reg Barros, aecusada por criine de tentativa de
morte perpetrado as pessoas de Firmiano Jos Ro-
drigues Ferreira e Graciano Rodrigues Ferreira,
no a 28 de marco do correte anno.
Proccdendo-se ao sortcio do jury de sentenca,
foram recusados pela defeza os Srs.':
Dr. JoaoCapistrano Bmdeira de Mello Filho.
Januario Constancio Monteiro de Andrade.
Tencnte-coronel Manoel Ignacio de Bricio.
Jos Pires Ferreira.
Jos Pedro Velloso da Silveira Jnior.
Balduino Jos Tavares da Silva.
Antonio Ferreira d'Annunciacao.
Jos Affonso Ferreira.
Pela promoturia foram recusados os Srs. :
Dr. Luiz Salazar Mostoso da Veiga Pessoa.
Vicente de Paula de Olivcira Villas-Boas.
Raymundo da Silva Maia.
Severiano Jos de Moura.
Faustino Jos dos Santos.
Juraram suspeico, visto tercm interesse no jul-
gamento da r os Srs. :
Francisco Jos Martins Penua.
Claudino do Reg Lima.
Jos de Barros Correia Setle.
Dr. Deodoro Ulpiano Coelho Catenho.
Hermino Ferreira da Silva.
O jury de sentenca ficou composte dos Srs. se-
guintes :
Thojn Carlos Perelti.
Jos Ribeiro do Amaral.
Thomaz Carneire da Cunha.
Joaquim Pedro dos Santos Bezerra.
Francisco de Lemos Ruarte.
Felfa Francisco de Souza Magnlhes.
Dr. Antonio Jos Alves Ferreira.
Tenente Antonio Egydio da Silva.
Vicente Licinio da Coste Campello.
Jos Goncalves da Porciuncula.
em mim conservar-mc silencioso por mais tempo
stm pronunciar ao menos algumas palavras de ani-
madlo para aquelles, que com interesse me ouvi-
ram e depozeram meu nome as Urnas.
Respeitaveis Eleitores do Terceiro Districto
Cousa alguma do que se passa hoje entre nos deve
surprehender-nos e ainda menos desanimar-nos;
porquanto
Em primeiro lugar, todos concordamos em aca-
tar, e fielmente cumprir a Le por todos nos jura-
da, a Le fundamental do Estado, a Le de todas as
nossas leis patrias, a Le que consagra o Progresso
e que o colloca at cima de si, a Le incompativcl
com privilegios iniquos; a Le emfim que pamen-
te confiando-se na Nacao pe a merc d'esta, e s
d'esta todos os Poderes al os mais bem concebidos
o organisados.
Em segundo lugar, todos reconhecendo que a
Liberdade do voto he a primeira de todas as liber-
ddes publicas, por ser a base fundamental de lo-
dos os Poderes, somos concordes necessariamente
em que se proscrva um systema eleitoral, que
tendo por principio a injusticia he o instrumento
mais efieaz e o maior estimulo da tyrannia das
faccoes. Sim, estamos todos concordes neste outro
ponto; porquanto, que coracao verdaderamente
patritico nao se confranger, possuindo-se bem do
tyrannico principio do prevalecimento absoluto das
maiorias, (d'essas maiorias quasi sempre de occa-
siao) quando se perscruta a vontade de todos para
ser fielmente levada a Representaco Na'cional ?
Que espirito recto e cavalheiroso, em outras pa-
lavras (que tudo exprimem) que Pernambucano
genuino applaudir ao Poder (escudado com a Leilj
a suffocar com mos de ferro os meros reclamos
das minoras, ou com satnicos artificios a desfigu-
rar e a anniquillar lodo e qualquer esforco, que se
lhe nao avassalla cega e humildemente?
Em ultimo lugar: quem deixar de sentir os
males que agorentem as producedes de nosso tra-
balho ? e portento que perverso haver ahi tao
perverso e desprestvel que tratando-se de remove-
rem-se esses males, nao ponhalregoaseat caute-
losamente nao evite as paix5es meramente peliti-
cas, e nao venha entao pressuroso concorrer com
seu bolo para que se consiga um to patrotico re-
soltado? I
Senhores Eleitores do Terceiro Districto, por
maior que seja o estrepito que se ouca por toda a.
parte, nao haver motivo de desanimo, orna vez
que estejamos todos acordes nestes trez pontos
como julgo que o estemos necessariamente pela
propria natureza das cousas.
Por outro lado entendo, que o Progresso nao he
nem foi jamis synonimo de iiidifferentismo polti-
co, ou, o que vale o mesmo, nunca exprimiu ne-
cessariamente transices rpidas, anormaes e con-
tra o desenvolvimenio lgico natural ou racional
das cousas ; nem a Liga que naturalmente a pri-
meira das phases d'aqnelle, pode jamis ter por
base o completo equecimento e reprovaco do pas
HOFI\ 1.
No Progressisla de hoje diz o Sr. Dr. Fetoza, sob
o titulo Mofina :
Ha muito temos ouvido dizer, sem acreditar,
que o Sr. Dr. Urbano seentende com osvermelhos
acerca de poltica, t
mentira : nao preciso dizer que falso ; que
nunca me entend com os vermelhos acerca de po-
ltica : devo, porm, dizer que mentira ter o Sr.
Dr. Feitoza ouvido tal cousa : nunca ouvio a nin-
guem ; elle quee diz. Primeiro o Sr. Dr. Fei-
toza trahir em segredo os principios que professar
em publico, milhoes de vezes, do que eu o faca a
primeira vez.
t Ha poneos dias foi visto no corredor de una
escada da ra do Cabog, em conferencia de mais
de nraa hora co*n o Sr. padre Camposmas pen-
samos ser isto o resultado de um encontr fortuito.
Porm desenganamo-nos, quando soubemos de-
pois....... ,
mentira. Encontrei-me urna noite casual-
mente com o Sr. padre Campos na ra do Cabuga,
e conversamos (na cacada, e nao na escada) cerca
de cinco minutos sobre cousas geraes. Conferen-
cia poltica no corredor de urna escada I O Sr. Dr.
Feitoza est doudo : e a tal conferencia nao foi
casual, foi ajustada pata o corredor de urna esca-
da O Sr. Dr. Feitoza um intrigante miscravel,
porm infelizmente muito inepto.
A historia do club na noite de quinta-feira 26
do correte, una nova calumnia. Fui nessa noi-
te cm companhia do Sr. Francisco de'Paula Car-
neiro Leao visitar o meu mostr e amigo o Sr. Dr.
Pedro Autran : ah enconlrei o Sr. Dr. Julio Bar-
bosa de Vasconcellos, juiz de direito do Bonito, e
mais ninguem ahi, esteve : conversamos sobre
cousas geraes. .
E' mentira que ahi estivessem ou apparecessem
os Srs. padre Campos, Souza Reis, Paula Baptista,
Vilella Tavares e Mello Reg : nenhum destes se-
nhores ahi se achou, nem outra pessoa, alm das
que cima refer.
Nao sei se os eleitores de S. Lourcnco vota rao
em mim : votaro como entenderem, sendo porm
certo que nao mandei circulares estes senhores,
nem ped os seus votos.
Contino portanto a dizer o Sr. Dr. Feitoza
um mentiroso abjecto, um intrigante desprezive
e aliual cunstituio-se espiao de polica, aconipanhan-
do os mous passos, c dando a respeito denuncias
falsas.
Recife, 30 de novembra de 1863.
Urbano Sabino Pessoa de Mello.
ATTENCAO.
Se a pessoa, ou pessoas que recentemente ho
propalado que eu fui aos Exms. Srs. presidente da
provincia e general rommandante das armas, sri-
cntiRca-los do projecto de um peridico militar e
civil conjuntamente que est para vir luz; com
a especialidade de eu me ter lancado aos ps do
segundo, pedndo-lhe perdao do que na Revista
Militar se deu com relacao ao commando de S.
Exc. nesta guarnicao, e isto por andar morto
fome : se essa pessoa ou pessoas digo, sao sucep-
tiveis de lhe chegar o rulior s faces, seno sao de
todo destituidas de vergonha, de honra e dignida-
de, queiram publicar per todos os jornaes o dia ou
hora, que eu dei semelhante passo: com a res-
poste, ou sem ella, declarar ao publico o motivo
desta pergunta.
Recife, 2 de dezembro de 1863.
Jorge Rodrigues Sidreira.
NOVO-BANGO
DE
PERNAMBUCO
O novo banco de Pernambuco convida os
credores das massas fallidas de Mosquita & Dutra,
c Francisco Antonio Correia Cardso a apresenta-
rem seus ttulos no banco para se proceder a res-
pectiva verificaco.
Importado.
Vapor inglez Paran, entrado de Southampton,
com escala per diversos portos, consignado a
Adamson Howie & C, manifestou o seguinte :
iOocaixas queijos; a Brander a Brandis.
15 caixas queijos ; a Ferreira & Martins.
3 caixas queijos ; a Southall Mellors & C.
20 caixas queijos, 1 dita chapos de palha; a
ordem.
80 caixas queijos, 1 fardo taples, 50 barris
manteiga; a Tasse Irmos.
2 barricas ferragens; ao baro do Livramento.
1 caxa chapeos de sol de seda; a A. C. de A-
breu.
1 caxa sedas e fazendas de borracha, 1 barrica
presuntos; a Phpps Brothers & C
50 narria manteiga, 10 caixas fazendas de algo-
do, 3 ditas soberanos, 1 embrulho amostras; a
Sannders Brotliers.
46 caixas fazendas de algodo, 1 embrulho amos-
tras ; a Adamson Howie 4 C.
14 caixas tecidos de algodo, pannos, luvas, fi-
tas, miudezas, c obras de metal; a Ferreira & A-
raujo.
5 volumes cha, 1 caixa vestidos, 1 dita objectos
particulares; a L. A. de Siqueira.
3 caixas vestidos; a Vaz & Leal.
2 caixas tecido de seda e algodo, 1 embrulho
amostras; a E. A. Burle & C.
1 caxa papel, 1 dita prensa do sellar; a Balthar
& Oliveira.
1 caixa amostras, 1 dita modas; a F. Sauvagc
& C.
1 caixa sedas, 1 dte chapos de palha, 1 dita
rendas e conservas, 2embrulhos amostras; a Joo
Keller & C.
1 caixa roupa; a A. H. de S. Bandera.
2 caixas sedas fazendas de la e algodo, 2 em-
brulhos amostras; a Henrique & Azevdo.
1 caixa fazendas; a Alves Hamburger & C.
2 caixas calcado; a J. P. Arantes.
1 dita tecidos de seda; a F. A. Dammayer.
2 caixas tecidos de seda e de la, 1 embrulho
amostras: a Carvalho & Nogueira.
8 caixas com 40,000 soberanas, 1 volume papis
e 1 caixa objectos de escriptorio : ao London Brasi-
lian Bank.
2 caixas meias, 4 ditas com 1,000 soberanos ; a
Th. Christianscn.
2 ditas com 6,000 soberanos; a Th. Burkinyoung
&G
1 caxa com soberanos ; a A. F. de Oliveira.
22 caixas queijos ; a Palmeira & Beltro.
i caixa presuntos ;a F.J. Leite.
I cexto bichas, 20 ditos com castanhas ; a M.
Joaquim R. e Silva & Genro.
60 caixas e 3 fardos tecidos de algodo, 1 embru-
lho amostras; a J. Ryder & C.
II caixas queijos ; a Vicente F.*la Coste.
1 caixa dmheiro, 1 embrulho retratos, i ditos
amostras; a Rabe Srhametlau & G
15 atados carros de zinco, 1 volume ferragem ;
a S. P. Johnston & C.
1 barrica ferragem ; a Isidoro Netto & C.
2 caixas queijos. 2 barricas presuntos ; a Manoel
Jos G. da F.
I caixa pertences de phothographa : a Henrv
fiibson.-
1 embrulho papis ; a Mills Latham & C.
1 volume esteiras de junco ; a C. Sttarr & C.
1 caixa desenhos, 1 embrulho agulhas a Eduar-
do C. de Oliveira.
1 caixa binocules; a Joo Bapiista Vieira Ri-
beiro.
1 caixa roupa ; a R. J. Schaldes.
1 caixa machinas para limpar facas ; ao Dr. .
B. Alcoforado.
1 caxa calcado 5 a Lemon Hnnt.
1 (embrulho amostras; a A. V. da Silva Bar-
roca.
1 caixa calcado ; a f. A. enby.
1 encapado livros ; a A. M. C. Soares.
1 embrulho amostras; a Nasffauadler.
1 fardo amostras ; a O. A. Eslwood.
1 volume amostras ; a Monhard & C.
I volume bandeiras, livros e signaes; a Per-
nambuco.
Barca ingleza Ij>k Out, entrada de Liverpool,
consignada a Mills Latham & C., manifestou o se-
guinte :
93 fardos e 176 caixas tecidos de algodo, 1 far-
dos dito de linho, 6 ditas estopa, 1 caixa objectos
de escriptorid; a Mills Latham <$vJ.
31 caixas e 7 fardos tecido de algodo ; a Braga
Son C.
44 caixas e 22 fardos tecido de algodo; a J. Ry-
der & C.
14 caixas tecido de algodo; a Patn Nash & C.
18 caixas e 2 fardos tecido de algodo, 2 barri-
cas ferragem, 50 barr linhos salitre; a Isidoro
Netto a C.
II caixas tecido de algodo, 3 ditas dito de linho;
a Phipps Hrothcrs & C.
13 c.ixas e 11 fardos tecido de algodo, 6 ditos
saceos de linho ; a Adamson Howie & C.
14 fardos saceos de linho e de algodo, i ditos
tecido de algodo, 40 toneladas pedra ; a Johnston
Pater & C.
1 fardo tecido de linho, 49 barricas enxadas, 384
barricas ferro ; a Johnston & C.
1 barrica e 1 caixa drogas ; a Caors & Rarboza.
1 embrulho amostras ; a Patn Nash & C.
1 embrulho dita- ; a Patn Nash & C.
1 embrulho ditos ; Roberts Liyhtbovon & C.
I caixa miudezas; a Jos Francisco Pinto Ma-
ga I hes.
20 caixas fructas ; a Duarte & C.
II caixas figos, 30 ditas velas de cera, 13 ditas
rap, 4 ditas doces, e 30 ditas fructas; a Themaz
de Aquino Fonceca.
1 caixa livros; a Jos Nogueira de Souza.
i caixa dinheiro; a Euzebio R. Rabello.
2 caixas dinheiro; a J. J. R. Cunha.
14 caixas peras, uvas, macaas ; a J. J. de Lima
Bairo.
30 cextos castanhas, 1 barrica amendoas; a D.
J. F. Guimaraes.
10 barricas c 15 cextos castanhas, o fructas; a
Murques Barros & C.
1 caixa fructas ; a A. J. de Azevedo.
1 caixa carteiras ; a Antonio de rioraes G. Fer-
reira.
50 toneladas de carvo de pedra, 65 barris man-
teiga, 50 caixas velas, 6 barricas e 66 gigos lea-
!, 1 caixa pinturas, 3 volumas camas de ferro, 2
ardos colxo de palha, 28 volumes cabos, 4 barris
vinho, 1 caixa cuteleria, 10 saceos era vos, 4 cai-
xas biscoulos, 1 dita cha, 25 barricas cerveja, 12
ditos hngoas, 1 caixa moslarda, 2 fardos coberto-
res de la, 2 ditos panno de dita, 21 de ditos e 67
caixas tecidos de algodo ; a ordem.
3 caixas conservas, 1 dita moslarda, 2 ditas pre-
suntos ; a J. F. Lima.
1 barrica presunto, 60 ditas cerveja ; a Palmei-
ra & Beltro.
50 barris manteiga ; a Tasso Irmos.
12 caixas phosphoros ; a Ferreira Martins.
10 banis oleo de linhaca ; a E. A. Burle & C
7 volumes amostras; a diversos.
MOVIMENTO DO PORTO.
Salsa de Bristol.
As enfermidades externas produzem muitas ve-
zes resultados terriveis; e se a .massa viciosa do
sangue, o qual a causa das mesmas, nao se pu-
' riflea do se veneno mediante o uso da salsa par-
', rilha de Bristol (o abstersivo mais poderoso de
sado; porquanto assim nao seria Uga seria com- quantos se conhecem) os doentes nao s busca-
tusan, seria inexplicavel anniquillamento de auto- riam allivio em van, mas sim tambem transmitti-
nomias distinctas, que entretanto s congracam-se
e confundem-se temporariamente em quanto se nao
consegue o fim commum; o qual em nosso caso c
no meu humilde encender, tudo profunda e seria-
mente estudado, he pur um lado a garanta da Li-
berdade plena do voto a todos os interesses de vul-
to, afim de que impossibilitem-se todos os predo-
riam suas enfermidades seus fllhos como urna
heranca maldita. As pessoas de ambos os sexos
acharao em todos os periodos da vida, que este
admiravcl e imcomparavel remedio vegetal cura
d'uma maneira rpida e radicalmente as chagas,
erupees, ulceras, inflammaeoes glandulares, rheu-
matismo e todas as mais molestias anlogas, in-
cluindoas afieccoes mercuriaes quffdcsflguram ou
contrahem as feicoes. Achar-se-ha venda em
Navios entrados no dia i.
Cear7 das, hiato nacional Garibaldi, de 109 to-
neladas, capitao Custodio Jos Vianaa, equipa-
gem 8, carga caf ; Tasso & Irn'*0\J _
Aracaiv 5 dias, hiale nacional Incencwet, de Jo
toneladas, capitn Jos Joajoim Alves da Silva,
equipagem 6, carga algodo, sella, e outros g-
neros ; ao mesmo capitao.
Babia16 dias, pancho portuguez Jorco, de 164
toneladas, capitao.Jos Joaquim Marques C So-
hrinho, equipagem 8, carga 1,440 alqueires do
al; Palmeira & Beltro.
Navtos tahuas no mesmo iia.
New-York-Patacho dinamarquez PoUux, capitao
F. W. Sechusen, carga assucar.
BahaPatacho oldemburguez Albatross, capitn
<
<
I


^^^m


Diario de Pernambuco Quinfa felra 3 de SV.-zcmbi-o de I 83.
'*
\
carga parlo da que trottxe
Vallot,
EilnarJ G. Seetzen,
de Antuerpia,
ilavre Brigue inglez Victoria, capito
carga algo lao. assucar e conros.
Canal -Barra ingleza Stella, capillo P. M. KCnzie.' ,!SRT
tanga assucar. i"
jl,.rrclona Galera hespanhola Vicenta, capillo
i. Josa Cahwv, carga algodao.
Portos do sulVapor nacional Cruzeiro do Su/,
rommandanio Mancebo.
Obser vacuo.
Suspendeu do lamaro para a Parahyba a barca
ingleza Enthusiast; capito Me. Keuney, com o
mesmo lastro que trouxe da illia de Arcenseon.
Brigue CoHlianca.
Pretende sahir brevemente para Lisboa, recebe
carga c. passageiros, para o que trata-so eotn seos
consignatarios Carolbo & Nogueira na ra do
DECUBAgOES.
Por esta secretaria se faz publice, para constar
quem interessar possa, que se acha recolhidona
cadva do termo do Nazareth, o africano de nome
Cela no, do 40 annos de idade pouco mais ou me-
nos, o qual tem as orelhas furadas e diz ser esera-
vo do Dr. Manoel Joaquim Carneiro da Cunha.
Secretoria de polica de Pernambuco, 26 de no-
vembro de 1863.
O serrlario.
Eduardo de Barros Falcao 'le iMerda.
- Para ;. Babia tai sabir com muito brevidade
o wleiro patacho Jei/uitaia, por ter a maior parte
da carga engajada, para o rento que I he (alia tra-
la-se com os consignatarios Palmeira & Beltro.
largo do Corpo Santo n. 4, primeiro andar.
Para o Rio Grande do Sul segu com milita
brevidade a escuna Farinosa, tem prompto a maior
parte do carregamento, o para o resto a frete, tra-
ta-so com Amorim Irmaos, ra da Gru n. 3.
conr\Mii\
BEBKIBE
Para o Porto
segu brevemente a veleira barca S. Manoel II qae
tem engajado metade do seu carregamento ; para
o restante e passageiros, a quem offerece bellos
commodos, dirijam-so aos.consignatarios M. J. Ra-
mos e Silva & Genros, ra do Vi gario n. 10, pri-
meiro andar.
IEIL0ES.
S&lbO
HOJE
Quinta-feira 3 de dezembro s H horas ra da
Gadeia n. 51.
DE
1 Lu grande predio ra da Cruz n. S, chao proprio
0 raixa desla COmpanhiu roiumen* seo rendimento de 1;800f.
ilidni- lliftini/ illiiuiti,. hiiupra ubi p Por mtervenco do agente Euzebio se vender
auoi i Aqu un roiu-eca acna-se cm lei|io naque,|e da e hon acimai 0 sobrado n.
aillo i isatlo a pasar no Seil OSniplorit 8sitoruadaGruz,com 3 andares, solao e mi-
ma to Vibrin. 19 das 10 hor.is em
lia a la o 31 di hiendo na propon ao
de 3$ por rada apolice, derte-se
aos Srs. accionlas que esle pagamen-
to deve ser em moeda de cobre que
na espece que o mesmo Sr. ri\ i tem
ret eolio dos arrematantes dos chafa-
rizps tiesta companhia.
rante, contendo grandes commodos em cada an-
dar, seu rendimento actual de 1:800,3, sao con-
vidados os pretendentes ao previo exatne e para
informaces podero eutender-se com o referido
agente.
Mobilias, escravos, ferragens,
Esci-iptorio da ( ompauliia do Bebe- lllilldczas (' poi'tinai'as.
ribe 24 de novembro de 1863.
O escri plora rio,
Marcelino Jos Pupc.
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz publi
HOJE.
U agente Pestaa vender por conta e risco de
quem iwrtencer uma rica'e nova mobilia de jaca-
randa Luiz XV, lampos de pedra, urna dita com
algum uso, um piano de mesa, guarda-roupa, ca-
deiras, sofs, marquezas, vidros, quadros e muitos
come o 30 Has e"s marc do para a arre oda- ou,ros <**** diversas Perfumaras em lotes pe-
^7b^dW*T.SSlS!to a,mo nnan- Rueos, como extractos, agua de Colonia, sabone.es
eiro corrente de 1863 1864 dos mpostos da de-
cima urbana das freguezias desta cidade e da dos
Afogados, e de o 0|0 sobre a renda dos bens de
raiz pertencentes corporacoes de mao tnorto se
principiam a contar do dia 1 de dezembro viu-
douro.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco
2,"i de novembro de 1803.
Antonio Carneiro Machado Htos.
Administrador.
Salta Casa da Misericordia do
Hecfr.
A lllm' junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife manda fazer publico que '.
nesta dato antram de mez os senhores mordomos
Joaquina da Silva Castro no collegio dos orphos e
casa dos expostos, Antonio Jos Gomes do Correio |
no hospital dos lasaros e collegie de orphas, con-1
tinuanrto no hospital Pedro II o Sr. mordomo An-1
tonio Mara de Farias Neves.
Secretaria da Santo Casa de Misericordia do Re
-rife, Io de dezembro de 1863.
P. A. Cavaleanti Cousseiro.
Escrivo.
etc., diversas ferragens avadadas para serem ven-
didas pelo que dr, diversos oleados, diversas
qualidades de charutos da Hahia, e muitos outros
artigos que se acbaro patentes no acto do leilao, e
assim mais diversos escravos de ambos os sexos c
algumas habilidades : quinta-feira 3 de dezembro
de 1863, confronte ao oito do Corpo Santo, onde
foi armazem dos Srs. Linden & VVild, as 10 horas
da manhaa.
ALE sT4 SUS. PaWMSSISTAS
Baliza e mais senhores.
LEILAO
DE
Perante o juiz de paz do 2" dstricto da fre-
Maiiteiga igleza.
iio.ii:
O agente Pestaa vender por conta e risco de
quem |>ertencer 60 barris de excellente manteiga
ingleza desembarcada nestes das, em um ou mais
lotes vontade : hoje 3 do corrente pelas 10 ho-
ras da manhaa no armazem do Annes defronto
da alfandega.
uezia do Recife, tem de ser arrematadas, finda a
rnjieiieia, no dia 3 de dezembro corrente, pelas 4
horas da tarde, 6 cadeiras, 1 sof e 1 par de con-:
solos, tudo de madeira de amarelio, em bom uso,
avallado cm 53000. penhorado Goncalo de Al-
meida Leite, por Andr Barbosa Soares.
Pela subden-gacia do Peres se faz publico que
fjram apprehendids c se acham em deposito um
burro e um cavallo castouho foveiro, com canga-
Iha, que andavam vagando pela estrada deTigipi:.
quem aos mesmos tiver direto, compareca, que
provamlo, lhe serio entregues. I
Subdelegada do Peres 2 de dezembro do 1863.
AlejandrinoMartiasCorreia Barros
, Subdelegado
Pela subdelegara do Peres foram presos e
se aeliun recolbidos casa de detencao os pretos i
que dizem chamar-se Francisco e LourenQ, e se-1
rem eseraves, o primeiro de Peregrino Leite, p-
rente do Sr. Dr. Catonho, e ser morador na blan-
da de Barra do de Baral junto da povoaeo de S.
Bento ou Brejo da Madre de Dos, e o segundo do
Sr. Antonio Viera da Cunha, senhor do engenbo
Novo do Cabo : quem for seus donos comparecam,'
que provando seu dominio lhe sero entregue-.
Subdelegada do Peres 28 de novembro de 1863-
Alexandrno Martins Corma Barros.
Subdelegado.
De ordem do lllm. Sr. Dr. procurador fiscal
da tbesouraria provincial avisa-se aos deyedores
de dcimas e outros mpostos, que asrelacoes res-
pectivas se acham em juizo, c aos mesmos se con-
cede o praso de 30 das, contados de hoje, para
pagartm com guias desta proeuradoria fiscal, de-
vendo solicito-las no esenptorio da ra do Crespo
0,4, por cima da lojado Sr. Falque. Recife 1 de
dezembro de 1863. O solicitador da fazenda pro-
vincial, Joo Fumino Correia de Araujo.
Na audiencia do Sr. Dr. juiz municipal da
f vara, escrivo Motta, vai praca urna casa ter-
rea na povoacae-'do ('.achanga, do lado do ro, com
bou commodos, penhorada Henrique da Fonse-
ca Gmtinho para pagamento da bypotbeca feita
Antonio Ricardo do Reg : quem na inesina casa
quizer iancar, comprela sabbado a 1 hora, na
-alada mesmaaudiencia, que a ultima praca
(o do corrente).
DE
i na eserava e urna inulatlaha.
O agente Almeida far leilao por aulonsacao
dos administradores damassa fallida de Bastos Lemos, de urna eserava cosinheira, ongommadei-
ra e urna mulatinha.
HOJE.
Em seu escriptorio na ra da Cadeia do Recife
n. 48, s 11 horas do dia.
Lotera extraordriara
forre de|>i>2* d'aiuaalii.
As 10:OO;)00 e 2:0005000.
Sabido 5 do- conviib' vez i extra-
birA pel exceftefltP plano da loteras ex-
traordinarias a uuarta parte da segunda lote-
ra da irnandade do Senhor Bom Jess das
Dores, no consistorio da igreja deN- S. do
Rosario da freguezia de Santo Antonio.
Os bilhetes e meios acham-se venda na
respectiva thesourHa ra do Crespo n. i 5
e as casas commissionadas ra da Impera-
triz n. 44, toja do Sr. Pimentel; ra Direita
o. 3, botica do Sr. Chagas; ra estreita do
Rosara n, 12, typographia do Sr. Mira e ra
da Cadeia >n. 45, toja do Sr. Porto.
Os premios de 10:000^000 at 200000
sero pagos urna hora depois da extracto
e os outros; no dia seguinte depois da distri-
buicao das listas.
thesoureiro,
______AntofTi Pbecisa-sk de uma ama de leite : ra soa
COEI.HQS N. g_______________________________________
Nk ra da>s Cruzes n.
44, segundo andar, precisa-
se falto com urgencia ao Sr.
Dr. Jo JosdeMouraMa-
galMesi
FAZENDAS DE BO
sim:ikd\_
DOS
AUriSrSEMCIIiMCOSK LliElUES
DE
PERNAMBUCO.
Ha vendo negocios de urgencia, e deixando os
senhores socios desta sociedade de comparecerem
tres sessoes cpnsecutivas, de ordem do director
aviso-os em geral, para que quinta-feira 3 do cor-
rente, na sesso ordinaria, queiram comparecer.
Secretaria da Sociedade dos Artistas Mchameos
e Liberaes de Pernambuco 1 de dezembro de 1863.
Feli de Velois Correia
1." secretorio interino.
Alga-se o segundo andar do sobrado n. 24
da ra Direita : a tratar na padaria por baixo do
mesmo.______________________________
Conrad Brandes e Henrique Peter retiran se
no prximo vapor para Maranho e Para, e avisam
aorefpeitavel publico que continuam a vender os
seus canarios at a sua sahida : na ra da Impera-
triz n. 17,
Superiores cortes de seda de cor a 50$, 605, 70, 805. W& e 1004 rada corte, os mais modernos que lem viudo a Pernambuco.
Ditos do moreantique de cores e pretos.
Lindas sedas de cores a 25200 rs. o covado.
Ditas de ditos de quadrinhos a 15 o a 15200.
Moreantique carmezim cor da moda a 15200 o covado.
Superiores cortes de blonde para noivas.
Lindos cortes de crep de llespanha com barra de cores as mais lindas que se pode desatar.
Cortes de lia com barra de cor.
Ditos de la com barra aquille.
Lindos corles de grinadine de seda com barra de gostos inteiramente novos.
Linda fazenda para vestidos denominada crep de Hespanba de cores mui lindas.
Superiores laas de cores matisadas.
Grande e variado sortimento de percales de cores para vestidos.
Dito de chitas francezas muito tinas escuras, claras e matisadas.
Lindas catilintas para vestido, gostos inteiramente novos..
Superiores cortes de cambraia brancos bordados e eutras muitos fazendas de bom gosto para vestido de senbora.
Para hombros de senhoras.
Superiores capas pretas a 205, 255, 305, 405 e 505.
Santiembarques.de cambraia ricamente enditados.
Ditos de cachemira de cores e brancos enfeitados^com muito gosto.
Lidas capas de caximira do cores as mais modernas que tem vindo a esta praca.
Superiores zuavos de cambraia e de seda preta.
. Lindos postilhoes de merino de cores.
Grande e variado sortimento de camisinhas bordadas
dem de chales de merino lisos de barra estampadas de quadros e de crep a 48500, 55, 6-5, 75.85,05 6 185-
Para eabeca de senkora.
Superiores cbapelinas de palha de Italia.
Lindos chapeos de palha de Italia enfeitodos com muito gosto e grande variedade para esroiher a 125,145 e 165
Modernos enfeites de flores chegados no ultimo vapor francez.
Variado sortimento de enfeites denominados conservadores para eabeca.
Bordados.
Grande sortimento de cntremeios bordados a 15,15200 e 15500 a peca.
Lindas tiras bordadas largas a 25, 35 e 45 a peca.
Calcas bordadas muito finas para senbora.
Superiores e modernas saias bordadas.
Espartilhos superiores e ouiras muitos fazendas de oslona loja das columnas ra do Crespo n. 13, de Antonio Correia de Vasconcellos & C.
Pechincha sem igual.
Na mesma loja das columnas vende.se cortes do cambraia organdvs de barra de duas saias e de babados matisados com 14 a 16 varas cada
corte a 65, 85,105 c 125 o corte.
IKIJK
Quinta-feira 3 do corrente si 0 horas na roa da
Cadeia n. 51.
DE
Diversas obras de ouro de 18
quilates, e de um ea-
vallo russo andar baixo a nielo
(Sem limites)
Pelo agente Euzebio se vender em leilao pelo
maior prego que se acbar, um cavallo russo, bom
andador baixo a meio e bem conhecido, e eni se-
guida diversas obras de ouro de 18 quilates, ade-
remos, meios ditos, trancelins, pulceiras, botoes
para punhos e aberturas, anel de brilhante, cas-
soletas e outros por conta e ordem de quem per-
tencerpara ultimar facturas, e mais dous appare-
Ihos de metal principe para cha.
&niiMIPMlH'JllIli0
De ordem da presidencia convido a todos os so-
cios a comparecerem no dia 10 de dezembro as_6'
1|2 horas da tarde, afim de se proceder a elcico
para os novos empregados que tem de reger a so-'
ciedade para o annx} de 1864, como foi resolvido
em sessao de 8 de qutubro prximo passado.
Sato das.sessoes da Sociedade Amor ao Prximo
2 de dezembro de 1863.
Joaquim da Silva Mendes.
______________I 1.* secretorio interino.
A pessoa que to dia l de novembro proxi-'
mo passado aceiten urna letra 6 dias ao Sr. Ma-
noel Pacheco Couto, faz ver ao mesmo senhor ou
pessoa que tiver a dita letra a venha receber, pois
desde o vertrimento que o importe est sua dis-
posicao, e desde j protesta nao pagar juros
Feitor.
Quem precisar de Um bom feitor para sitio, cu-
ja conducta se aflanca, dirija-se ra de Apollo n.
4, primeiro andar, que achara com quem tratar.
Aluga-se uma casa terrea com solao e com-
modos para grande familia, quai tos para criados,
estribara, quintal bascante grande com fructeiras,
sito nos Afogados, no pairo da Paz: a tratar as
Cinco Pontos n. 44, oq no mesmo Afogados com o
Sr. Jos Lucio Lins.
D-se constantemente dinheiro a premio sob
penhores de ouro e prita: na ra da Gloria n. 27,
se dir quem d. _____________________
Aluga-se o segundo e terceiro andares da tra-
vessa do Queimado n.jll.
Aotonio Jos Rodrigues de Souza, na ra do
Crespo n. 15, precisa alugar um moleque para o
servico de casa de familia, c que saiba bolear car-
ro, sendo de bons costantes.
CASA DA F0RTl]\A
Bilhetes garantidos
A' ra do Crespo n. t < casas do costume
Aos lO.OOOgOOO.
No dia 5 de dezembro se extrahir a quarta par-
te da segunda lotera pelo plano das loteras ex-
traordinarias, beneficio da irmandade do Senbor
Bom Jess das Dores.
' O abaixo assignado, recommendando ao, res-
petavel publico a compra dos seus mui felizfts bi-
lhetes garantidos, lembra-lhe a vantagem que ha
em receber os premios por inteiro, por quanlo
quem tirar a sorte de 10:0005 cm bilhete garan-
tido nao recebera somonte 8:4005, em virtude dos
descontos de 16 por cento que lhe farao em vista
das les, massim os 10:0005 <|ue vem a ser a dita
quantiae mais a de 1:6005 que pagar o abaixo
assignado, importancia de ditos descontos, aconte-
cendo o mesmo com as outras sortes.
Os bilhetes garantidos pelo abaixo assignado,
levarao a sua assgnatura de chancella atravessa-
da na frente do Mnete.
Os premios maiores de 205 sero pagos uma
hora depois da extraegao.
Precos.
Bilhetes inteiros..... 125000
Meios bilhetes...... 65000
Para as pessoas que comprarem
de 1005 para cima.
Bilhetes ....... 115200
Meios......... 55600
Manoel Martins Fiuza.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da
ra do Crespo n. 23 : a tratar na loja.
Mocledade de seguros mutuos
de vida installada pelo Banco
Unlo na cidade do Porto.
Os agentes nesto cidade e provincia Antonio
Luiz de Oliveira Azcvedo C, escriptorio na ra
da Cruz do Recife n. 1, csto autorisados desde j
a tomar assgnaturas e prestar todos os esclarec-
mentos que forem neeessarios, as pessoas que de-
sejarem concorrer para to til e benfica empre-
za, segurando um futuro lisongero aos associados.
lia
DENTISTA DE PARS
19 Ra Nova -19
Frederico Gautier, cirurgio dentista,
faz todas as operaedes de sua arte, e col-
loca denles artificiaos, tudo com supero-
ridade e percic,ao, que as pessoas enten-
didas lhe reconheo'iii.
Tem agua e pos denuncio.
lilUO
AVISOS MABITIMOS.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Vi cgaco costelra a vapor.
Macei e escalas
No da 5 de dozembro prximo
s 5 horas da tarde seguir o
vapor Camwagibe para os portos
cima indicados. Becebcr carga
at o dia 4. Encommendas, passa-
geiros e dinheiro a frete at o dia da sabida s 3
horas da tarde : escriptorio no Forte do Mallos
11. 1.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Xavegaco costelra a vapor.
l'aralijba, Natal, Macis, Aracalv, Cear e Acarara.
No da 7 de dezembro prximo
seguir o vapor Mamanguape pa-
ra os portos cima indicados, s 5
horas da tarde. Reeeber carga
at o da 5. Encommendas, pas-
i'iro a frite at o dia da sabida s
escriptorio no Forte do Mallos
M
Movis, carros, joias de onro.de prata, brilhantes,
miudezas, charutos e outros muitos objectos pa-
ra fechar contas de venda.
Sexta leira 4 do corren'e s 11 horas
em ponto.
O agente Olimpio far leilao em sea armazem
ra do Imperador n. 16, de obras de marcineiria,
carros para conduzir fazendas, joias de ouro, nra-
to e brilhantes, miudezas, charutos e outros mui-
tos arlgos.
Dentista amencaDO
[De \ew-York. na do Iiii-
radar n. 03.
Dr. W. H. Mej Grath, offerece ao res-
peitavel publcolde Pernambuco os ser-
vicos de sua pofissao, todas as opera-
c5es da bocea cjdentes serao executodas
com o ultimo e muito ni"lhorado princi-
pios de cirurgi dental.
O Sr. Luiz 'Paulino Cavaleanti de Al-
buquerque, tem urna carta nesta typographia.
LEILAO
.mam
Enslno de preparatorios,
O bacharel A. R. de Torres Bandeira,
professor de i;eographia e historia no
gvmnasio desta provincia, tem resolvido
abrir.cursos particulares para o ensino
destas disciplinas, e bem assim para o
de rhelorica e philosophia.
Os cursos cmecaro logo que baja mi- a
mero suftlciente de alumnos para cada "k.
um delles : na casa da residencia do
annunciante na na estreita do Rosario n.
n. 31, terceiro andar.
O Dr. Carolino Francisco de Lima San-
tos, contina a residir na ra do Impe-
rador n. 17, 2 andar, onde pode ser pro-
curado a qual juer lima do dia e da noite
para o exerricio de sua proisso de me-
dico ; sendo que os chamados, depois de
I meio dia at 4 horas da tarde, devem ser
deixados por escripto. O referido Dr.
nao abandonando nunca o estudo das
molestias do interior, prosegue, com o
maior afflnco, no das mais difiieeis e deli-
cadas operacoes. como sejam dos orgaos
ourinarios, dos olbos, partos, etc.
D-se 8005 a premio sob hypotheca em uma
casa terrea nesta cidade : quem precisar, na ra
das Aguas-Verdes n. 100, no segundo andar so dir
quem d.
- Aluga-se um sitio na Capunga velha, com
boa casa, contendo 4 quartos, gabinete, cacimba
com boa agua, quartos para pretos, estribara e
fructeiras, todo murado : quem o pretender, diri-
ja-se praca da Independencia ns. 37 e 39, ou na
ra da Palma n. 41.
Cuihpanhia de seamos martimos iTi-
lidai'e Pulilica.
Em consequencia de nao ter havido reuniao dos
Srs. accionistas no da 30 do passado a direccao
novamente convida aos mesmos senhores para se
rcunirem sexta-feira 4 do corrente ao meio dia,
em seu escriptorio ra da Cadeia n. 42, alim de
se cumprr o disposto nos arts. 41 e 42 dos esta-
tutos.Os directores, Feliciano Jos Gomes, Do-
mingos Rodrigues de Andrade.
Precisa-se por aluguel de um escravo fiel e
diligente para compras, e o mais servico externo
de uma casa de familia : na ra do Hospicio n. 26.
- Precisase fallar com o Sr. Ignacio
V'MMia de lfllo, escrivo em Xazarelh,
sobre negocio que o mesmo senhor na
iguoM ; na ra do icsp luja de fa-
zendas n. 7.________________________
Criado
' Precisase de um, que entenda de servico de si-
tio tombem, dndose 1205 por anno e comida :
na ra Nova, sobrado n. 23, primeiro andar, das 9
horas da manhaa ateo meio dia.
HA PARA ALUGAR
Um andar com sotiio na ra da Cruz, um ter-
ceiro dito com solao na ra do Encantamento, um
pequeo armazem na na do Amorim, um arma-
zem proprio para ollkina ou estabelecimento na
ra das Cruzes : a tratar com Joo Ribeiro Lopes,
ruada Cadeia n. 33, loja.___________________
Precisa-se de um preto escravo que entenda
de maceira : na ra do Cotovello n. 31.
Precisase de um bomein que queira assentar
praca por outro : na ra da Guia n. 54.________
Aluga-se a casa terrea n. 36 na ra da Ma-
triz da Boa-Vista, por barato preco : a tratar na
ra Direita n. 9, loja de marcineiro.
Offorcce-.se ao publico.
OrTerece-se um hoincm para todo c qnalqui-r
mandado para os arrabaldes desta cidade e mesmo
para qualquer comarca da provincia, tanto para
levar cartas ou qualquer objecto ou mesmo ir bus-
car, e tombem recebe alguina divida sendo preci-
so, e far viagem com algnma pessoa para qual-
quer parte sendo preciso : quem precisar dirija se
ra Velha na Boa-Vista n. 00.
- cha-se a venda na livraria dos
Srs. Guimaes & 01iv ira um opscu-
lo, que lem por titulo-Eleico de {8t>3
em eriiamhuco-preco 1 %'
Jos Aznedo de Andrade faz
sci-nle ao cepo lo commercio desla
prca ea seu fregueze^ em ger I, que
Iransferio > seu est zendas silo ra do Crespo loja n. 20
4 para a de n. 18 da mesma ra.
Antonio Jos Kodrigues de Souza aluga a sua
casa e sitio do Monteiro, em frente ao oilo da
igreja de S. Pantoleao, com bastantes commodos :
a tratar na tbesouraria das loteras, ra do Cres-
po n. l-".
Precisase de tima ama de leite : na ra
das Trincharas n. 48.
Precisa-se de urna ama que engomme e cosa,
para uma pessoa : a tratar na ra do Imperador,
armazem de louca n. 'ti.
Aluga-se o sobrado da ra do Celho n. 10,
com grande terraco por commodo preco ; a casa
dos leoes na ra dos Prazeres n. 36; uma dito na
mesma ra n. 32: uma dito na rua.do Socego n.
7 : a tratar com Josa Carneiro da Cunha.
:?
sageiros e di ni .
3 horas da tarde :
n. 1.
Para o Rio de Janeiro.
O patacho nacional Capiiam, pretende seguir
rom muito brevidade, tem parte de seu carrega-
mento engajado, para o resto que lhe falto e es-
cravos frete para os quaes tem bons commodos
iraU-sccornos seus consignatarios Autoaio Luiz
lo Oliveira Azevedo & C, no seu escriptorio ra
la Cruz n. 1._____________
Para o Hio tic Janeiro
Pretende seguir com muita brevidade o pata-
-ho nacional Bebrrtbe, tem liarte de seu carrega-
mento prompto para o resto que lhe ralla e escra-
vos a frete para os quaes tem excellentes commo-
bs trata-se com os seus (nsignatarios Antonio
l.uiz de Oliveira Azevedo & C, n seo escriptorio
ra da Cruz n. 1.___________________
~ Pira o Rio Grande do ul.
Sahir com brevidade o brigue nacional Colum-
ba, recebe carga a frete c escravos : quem quizer
uelle rarregar entenda-se com Manoel Ignacio de
Oliveira A Fillio. largo do Carpo Santo n. 19.
DE
O barris com serveja e 3 ditos
com touclnho.
Se\t i-frira 4 do carrate.
O agente Pestaa fara leilao por conta de quem
pertencer de 9 barris com excellente serveja bran-
ca e 3 ditos rom vinho Bordeaux em um ou mais
lotes vontade dos compradores : sexta-feira 4 do
corrente pelas 10 horas da manhaa no armazem
do Annes defronte da alfandega.
AVISOS DIVERSOS.
A assiiiualura desle Diario nao
obrigatoria.e quem e la nao cunvm
paga e ilispede-se, e nao demora o paga-
mento, faz'n lo o ini\r ro ir dez e niais
vezes para receber quantia lo diminu-
a,em p deobject que, em iodos os
paizesctmliereiloics da i tu prensa, sem-
pe pago em principio comeen V isla dissoesperamos que os
nossos assignantes, que es ai em atraso
no pagamento, in-nilcm saiislazer suas
assgnaturas, para etitarem que a im-
presa emprejsue os miios que julgar
necesario para seu embolso.
O Sr. Jos Francisco Pinto Guimaraes, cirur-
gio pela escola real de cirurgi de Lisboa, Irans-
ferio sua residencia para a ra Nova, n. 60, pri-
meiro andar, onde pode ser consultado todos os
dias uteis das 7 s 10 horas da manh, acerca das
doengas denominadas cirurgicas ou externas espe-
cialmente daqucllas, em cujo tratamento mais fre-
queutwnente intervem a medicina operatoria.
Aluga-se o armazem n. 4 da ra do Apollo, e
. o terceiro andar da casa n. 88 da ra da luipera-
triz ; na ra da Aurora B. 36.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado
da ra do Amorim n. 58. proprio para es-
criptorio ; a tratar ra da Gadeia n. 62,
segundo andar.______________________
Aluga-se a casa terrea n. 6, do pri-
meiro becco da Gamboa: a tratar ra da
Cadeia_n. 6, segundo andar.
Aluga-se urna mulata boa cosinheira e peri-
ta engommadeira : na ra do Rangcl n. 17.
Antonio Climco Moreira Temporal mudou
o seu escriptorio de commissdes para ra da
Cruz|n. 30, primeiro andar.________________
A preta Benedicto, forra, que se conservou
em casado fallecido Francisco Antonio Pinto, pin-
I tor, pode ir ou mandar buscar o seu titulo de li-
berdade, assim como outra alfaias, em casa da sua
tutora na travessa da llaixa Verde, na Capunga n.
8, ou entenda-se com o subdelegado do mesmo lu-
gar a tal respeilo.
Aluga-se a casa terrea n. 57 da ra Augusto
com 2 salas, 6 quartos, cozinha fra, quintal mu-
rado e cacimba, e igualmente a loja da casa n. 59
damssmarua : os pretendentes entenda m-se cora
o seu proprietorio na mesma casa n. 59.
Aluga-se uma casa terrea na ra do Arapa-
ro da cidade de Olinda para se passar a festa,com
5 quartos e 3 salas: quem quizer, dirija-se a mes-
roa ra, sobrado por cima da talierna.
Aluga-se a loja do sobrado do pateo do Terco
n. 12, propria para qualqnor estabelecimento por
ser espacusa e bom local: a tratar na ra daPraia
n. 36._________________
Oferece-se urna eserava ipjo lava, eniromma
e tombem cozinha : a tratar na ra do Hospicio
numero 24.__________
Alugam-se o primeiro e segundo andares do
sobrado da ra do Padre Floriano n. 92 : a tratar
na ra do Queimado, loja n. 48.
0 Dr. Sarment Filho, medico operador
do hospital Pedro II, para maior com-
modidade das pessoas que o honram com
a sua confianca, participa que ser en-
contrado todos os dias no referido hes-
pital das 7 s 10 da manhaa e dessa hora
SS em vante na ra do Queimado n. 44, se-
,* gundo andar, onde ha cslabelecido o seu
Kt consultorio, ou em casa de seu paiCam-
y| IK) das Princezas.D consultas gratuitas
$ lodosos dias no dito hospital, onde pra-
tica toda e qualquer operaco de que os
pobres precisem para o seu restabeleci-
mento. Incumbcs-se especialmente da
cura das mobstias do dominio da medi-
cina operatoria, que se ha dedicado,
das aflecedes do otero e da uretra.
RESTAURANT
11 Hu cslreilado Rosario 11
O novo proprietorio deste estabelecimento convi-
da o respeilavel publico que dora em diante acba-
rao as melhores comodonas a qualquer hora do da
ou noite, fornecaodo-se tambera mensalmante : o
apprasivel forvete de bellas e deliciosas fruelas do
paiz a 2i0 rs. o copo de meia garrafa, ao meio dia
e a noite: a encllente papa das 6 horas da ma-
nhaa em diante ; bem como todas asnoites de sab-
bado pai a o domingo a boa e substancial mo de
vacca, tudo por precos commodos.____________
Precisa-sede uma ama de leite forra ou es-
erava : na ra do Forte n. 4.
AttH cao
Precisa se alugar un sobrado de um andar ou um
segundo andar, mas que seja na ra da Aurora,
toma-se todo o arrendamoiilo do predio, (merend:
quem tiver annuncio por este Diario.
GiuseppoAceld, subdito italiano, retirase da
provincia.______ _____________________
Precisa-se de. uma ama: na ra estreita do
Rosario n. 18, primeiro andar.
Continua a haveruo de senteio novo nos das
quartos e sabbados do cada semaua, na padaria
em Santo Amaro ae p da fumlico, na ra da Im-
peralriz n. 22, e ra do Brum, confronte o chafa-
riz n. 47, ra das Cruzes, deposito n. 39, na Pas-
sagem, taberna da esquina do Sr. Bento, que vira
para o Remedio, e no artnMem progresso, largo
da Pcnha n. 10,
Ama para ser alugada.
Uma parda moya com todos.os roquesitos para
uma casa de familia, sabe coser, engommar, vestir
uma senbora, c tratar de criancas : pode ser pro-
curada a pessoa que est encarregada de aluga-la,
no estabelecimento dos Srs. Quinleiro & Agr, na
ra Nova, das 9 horas da manhaa 1 bora da
tarde.__________________^______
Em resposta ao annuncio do Sr. Nhicklar
Moss, declara o administrador da propriedade Api-
pucos, que dividindo as malas denominadas do
Besouro com as de Apipucos, convem que na es-
criptura de venda daquellas trras se discrevam
os limites das duas pfopriedades com a c'areza
precisa para evitar duvidas ou questes futuras.
Joo Francisco do Reg Maia.
Criado.
Precisa-se de um criado para fazer compraze
servir a mesa em uma casa estrangeira : tratase
na loja de Maia IrmiWs no arco de Santo Antonio.
it i: \ v to.
Fornece-se comidas por mez para fra, em casa,
por commodo preco, com limpeza : na ra da
Cruz n. II.
Maques sobre Portugal.
O abaixo assignado, agente do banco
mercantil Portuense nesto cidade, saca ef-
ectivamente por todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
qualquer somma, vista e a prazo, po-
dendo logo os saques a prazo serem des-
contodos no mesmo banco, na razao de 4
por cento ao anno aos |K>rtadores que as-
sim lhe convier : as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
Precisa-se saber a quem pertence o solo em
que est edificada a casa terrea n. 25 da ra de
Santo Thereza, alim de se pagar o laudemio :
quera se iulgar com dircito, dirija-se ra Au-
gusta n. 27.
Ama de le le,
Quem precisar de urna ama com bom e abun-
dante leite, e sem tllhos, dirija-se praca da Boa-
Vista n. 15, primeiro andar.________________
~ AMA.
Na ra da Praia n. 3 precisa-se de uma ama pa-
ra casa do rapaz solteiro.
Vicenso Fizicio, Italiano, rai para Macei.
Secondo Fichine e seus dous tllhos, subditos
italianos, vo para M icei.
Precisase de uma ama para cozinhar em ca-
sa depouca familia : na ra Direita n. 20.______
Precisa-se de uma ama de leite : a tratar na
ra Nova, loja n. 7, ou na roa Imperial n. 222.
Precisa-se de uma ama de leite forra ou cap-
tiva, que seja sadia, para acabar a criaco de um
menino de II inezes : no segundo andar do sobra-
do da ra do Imperador por cima do estabeleci-
mento de alfaiate do Sr. Flix.
Irmandade de Mossa Senbora da
conceloi dws VHitaaes.
Em consequencia de nao se ter reunido numero
legal de irmaos no domingo prximo passado, e
em virtude do arr 18 til. V dos estatutos, que re-
gein esta veneravel irmandade, convido de novo
lodos os nossos chanssimos irmaos, para compare-
cerera sexta-feira 4 do corrente, s 6 horas da lar-
de, no consistorio de nossa igreja, alim de eleger-
se o novo presidente da mesa que tem de reger
esta irmandade no futuro auno de 1864.
Consistorio da irmandade, 1 de dezembro de
1863.
. O secretario,
M. C. Honorato.
A t%9 por me.
Aluga-se o excellente armazem da casa da ra
do Amorim n. 13, muito proprio para rooolner g-
neros, ou para tanoaria : a tratar na praca da In-
deiiendencia n. 22, b>ja de hilhelgs.
Precisa-se de um menino portuguez ou na-
cional, de fra da cidade, de 12 14 annos, para
oaixeiro de tobera ; a tratar na ra da Senzula
nova n. 26.
Fugio no dia 23 Je novembro prximo pas-
sado a eserava Mara, do naco Angolla, idade
pouco mais ou menos 40 annos, cabellos brancos,
baixa, pernas indiadas, tem uma (crida cm um
p, barriga um pouco grande, bracos um pouco
lixados: levou comsigo um baldo de carregar
agua, 3 vestidos sendo 1 preto, 1 escuro velho, e 1
azul, novo, 1 cordo de contas azues no pescoco :
veio de Grvala, vendida por divida ; tem alli -
Ihos, e suppe-sc ter ido com um delles que cos-
tuma vir serapre praga : por tanto^ roga-so to-
das as autoridades policiaes, e capites de campo
a apprelienso da dita eserava, e entrega-la na ra
do Imperador n. 81, ou ra Imperial -o. 139, que
se gratiOcar com generosidade.
i .'arle i ras homa'opatliicas
em marroquim, cora 24 e 48 tubos, medicamentos
muitos novos, e garantidos, mais barato que em
outra qualquer parte : na praca do Paraizo n. 24.
g Companbia Qdeli
seguros martimos e ter-
restres estabeleclda no
Rio de Janeiro.
AGENTES EUPEPNAMBUCO
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C,
competentemente autorisados pela direc-
tora da companhia de seguros Fidclida-
de, tomam seguros de navios, mercadu-
ras e predios no seu escriptorio ra da
Cruz n .1.
- Aluga-se a grande casa com solao, estribara,
cocheira e maisarranjos neeessarios, no lugar de
Sant'Anna de dentro, que foi do fallecido Luiz Go-
mes Ferreira : quem a pretender, dirija-se ao mes-
mo lugar a fallar com o seu proprietorio Joo Ve-
nancio Machado da Paz, o,ue todo o negocio far
egpf
leijict
A irmandade do glorioso S. Benedjcto, er >cto
no convento de & Francisco da ridada de Olinu.',
avisa ao respeilavel publico que a festa eprocisso
do Glorioso, ficou transferida para o dia 20 do cor-
rente em consequencia de que a igreja ainda se
acha em obras.
Tobas Antonio do Espirito Santo
Thesoureiro.
PAIIA \ FESTt
* Aluga-se uma das melhores casa no Cacbang
confronte a igreja, murada com caes e porto para
o rio, pintada e caiada de novo: a tratar na ra
do Queimado, loja u. 43.
JoaoJose Pinto de Oliveira, commemaiilees-
tobeleeido a villa do Cabo, convida seus credores
reunirem-se por si ou |ior seus procuradores no
dia 9 do corrente, em casa do annunciante.naquel-
la villa, alim deitatar-so a bem dos interesses dos
mesmos credores. _____________________
~ ^ssTdT20bfi a premio sobre urna Ima
eserava, dndose a mesma em aluguel nieosal de
18 : quem quizer annuncie.
Joo de Soma Guimaraes, proprietorio o re-
sidente na villa da Escada, alugou durante cinco
mezes e quinze dias sua casado vivencia a Eduar-
do Kiiworih, casado com O. Mara Venam-ia da
Conceicao, era quanlo estes w conserva vara na*
qnella villa da Escada. Nao foi o proprietari pa-
go al hoje do aluguel ajustado de 201 mensaea,
e'nem to p ucu da importancia de 3,1700 cm g-
neros. Relifou.se o devedor as ocenllas ; purecc-
mo que foi para Liverpool, o como nao Ib* consto
que deixasse pessoa encarregada d,o pagamento,
> faco publico o expendido.
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Penniuuco Quinta fcira 3 de Dezemfero de W3.

NOY ESTABELECIMENTO DE MEDICINA HOMEOPATHICi
RA MOV A M. 43.
de manaore
meio da at
Msica* para piano e canto de todas as torcas, e metbodos dos melhores autores, e voode-
Jse baratissiuio.
O Dr. Sabino O. L. Pinho mudou o seu CONSULTORIO pana a toja
ra Nova n. 43, onde continua a dar consult as todos os dias uteis flesde o
2 horas. ..
Os enfermos, que o procuraren logo r a invasio da molestia, sem que naja to-
mado qualq'uer remedio, nem altopalaico, nc m homeopathico, pagarao metade dos precoi
estipulados. Esta conoess5o tem.,pr fim fa cuitar a cura de molestias, que podem tornar-
se complicadas pelos emprego intempestivo da therapeutica e ao Mesmo tempo adquirir
para a homeopathia nuior numero'de adep' tos pela bateza da cura.
Em atieaco as pessoas pobres, que nao podem sabir de d, o Dr. Sabino resol-
ven dar duss consaltas por semanas as U reas e sextas-leiras das seis as sete horas d
noite.
Os chawados para visitos e cemferene ias devemser dirigidos por esenpto ao con-
sistorio desde 8 horas do dia at* da noit e, na certeza de que serio attendidos t ordena
d sua precedencia, salva a circunstancia de eminente perigo.
un nii:\(it.
O nevo conswltorio est,prvido dos melhor.es medicameatos, desde a primeira
at a trigsima dynaminjsaco.
E como os mdicos hespaahes e allemaes nao cessam de certificar a major effi-
cacia das Bltissimasdynaminisacoes do tratamento das molestias ebronicas, o Dr. Sabino se
oGcupa agora de elevar os seas medicamentos s potencias mais-altas (por ora at 200.a).
afirn de verificar por si mesmo a.Torca d ynamica, que se lhe attribue.
Os mdicos, flue quizerena experimentar taes dynaminisace^ podero dirigir ac
consultorio suas raceitas, que-sero aviadas gratuitamente para os pobres.
No imesmo .consultorio se ^ende a novissima edic3o do Thesouro homeopathicc
ou Vademcum do homeopatka, -obra indispensavel a dos que querem usar da homeo-
pathia.
Tude o que diz respeito a iMva medicina se acha abundantemente neste novo estabe-
aecimente.
AaORl
LAR0 DA
BRILHANTE.
u
SANTACRUZ.
;# dono do grande armazem de molhados denominado Al HORA BRILHANTE tem a
honradt avisar ao respeitavel publico e com especialidade aos seus freguezes, que o seu j
muito onhecido eatabelecimento acha-sc de novo sonido de bous gneros tanto do estran-
geiro orno naciooaes e por presos uuiiiu commodos :
Manteiga ingieza flor primeira qualidade a libra ll. segunda a i000 e 800,
e tero-ira a 640 c ............. 400
Dita frauceza muito nova a libra 640 e em barril e meios a 380 e .... ."00
Oueijos do reino do ultimo vapor os mais novos possiveis a 2400 e do passado
a^SOOOe ............... 1^800
!Ditos de mianteiga inteiros a libra a 600 ea retalho a _. 640
Bolachinha de^oda a 640 e de araruta a libra a ". 400
.Latas com ditas de soda com 4 libras a 2,5 c ditas com biscoutos inglezes a 1,5400
iOOO e ."."............. WOOO
Cha hvsoe.tuuito linoa 2o60,2880 e 35200, dito usiin a 2,5880, dito preto muito
fino.a 2,5, 25500 ............. 3,5000
Ameixas.fraiicezas em Jalas de 3 e 6 libras e meia a libra a 45500, 2=5400, 1,5500 e
litas com marmeladada safra nova a libra 720 e.......
Ritas com figos de comadre 8 libras 25500 4 ditas 15500 e libra .
! lEassas nova* em caixa de arroba a 65500. quarto a 25500 e libra .
Caixoesdedoee de goiaba da casca a400,500, 640, 880 e......
Frascos com conservas franceza e ingleza.a 800 c 900 c de musanla a
fcmendoas navas arroba a -65 e a libra a 240 c........
S evada nova arroba a 25500 e libra 120, sevadinha e sag novo a
Y ttluos genuiws dos melheres autores do Porto duzia a 145,185 e 205 e garrafa a
J5280, 1600 e..... ......
Dito .em pipa do Porto, Figueira e Lisboa a caada 35, 45300, 45, 35500 e 35 e
garrafa a 400, 480, 560 e............
Djn raneo proprio para missa do Porto, Figueira e Lisboa, Carcavelos, termo xe-
cez a 15, 800, 6i0 e ........
Espe *acelc verdadeiro a libra 800, 720, 640 e 600 rs., velas de composicao e car-
, xaba arroba 105 e libra a .........
Farelo aseos grandes, farinha, inilho e arroz de casca a'45, 45500 e 55 e mais
p, \puenos a............
Linguir. V do seriada 320, cosilas e cavecas e mais falo de porco secco proprio
pai .feijoada a............
Macarrao italharim, .aletria, pevide, estrelinhas ecodinhas-a libra
.atas com l'elxc em posta muito bem preparado em molho a
Charutos l. 'oos da Babia dos melhores fabricantes a 25, 25500. 35, 35500, 45 e .
Genebra de SloUanda verdadeira o irasco a 640 e 15 c de laranja a
Verdadeira i 'w.iha de matarana ou araruta em caixinha de 4 libias a 640 e a re-
talho a ...... .....
Gomma muito a'va arroba 25500 e libra 100 rs., dita mais antiga arroba 15280 e
lihl i >..
Caf de moca a iura 36> dito do R' a 'Dra 320 c 2W)> e do Cear a 320 e arroba
a 105, 95-'. w e............
Toucinho de Lisb ** arroba 125 e a libra 400 rs., chouriras novas a libra
Presuntos para fia ^tc a libra 800 rs. e ditos de Lamego para panella a 400 rs. a
libra e inteir '* a libra ..........
Alpista novo arroba ^ ul>ra libra 640e -.
Serveja das mclhores nanas branca e preta inteiras e meias garrafas duzia ofi,
65, e .
Resteas com grandes s, Aolaso cento
15000
800
320
480
1500
500
320
280
2500$'
640 m
560 I
360 I
35800 i
200
480
15000
35000
15000
800
60
85300
640
640
320
75500
EXCELLENTISSlMAS SENHORAS,
Apiovcilem as pechiuchas da loja roa do Crespo n. 17
DE
OSE GOMES VILLiR.
Para aparar dinheire est vendend* baratsimo,*
AproTeitem todos.
Receben de! New-York 2,000 baloes d 20 reos e vende a 25500 cada um.
LitraordiDai'ia pechincha, sem igoal.
Laas de cores, de quadros a 280 e 400 rs. o eovado.
Cassas de cores a 200, 240, 280, 320 o eovado III
Chitas francozas muito boas a 320 e 360 rs. o eovado.
Madapoles, pecas de 20 varas a 75, 85, 95, 105, 115 e 125 a peca.
Cambraias lisas, pecas de 81|2 varas a 25500, 45,55, 65, 75, 85 a peca.
Capas preas, manteletes pretos bordados a 205 e 325 rs. 1
Sotarabarquos pretos de 235 a 305 rs.
Capasde casemira de cores a 255 o 305 rs.
OutiMs fazeudas de muito gosto.
PROTEJAN TODOS
Cortes de cambraias bordadas ; cortes de vestidos de blonde para noivas, com apella e]
fmanta. Chapeos Maria Pa a 125 cada um Meias para senhora a 45, 55, 105 e 125'
rs. a duzia. Bramante de linho, de 10 palmos, a 25 a vara. Bramantes belgas a 35 a vara ;
esguioes de Imho finissimo; bombazinas pretas para luto ; merinos pretos etc. etc.; da-
mascos de laa de 8 palmos de largura, proprios para coleteas e para cortinas de salas.
O)aouip3|oqcis9 ouiissimeiJodui! ossat 'seis '6Bmxa'oBSoajoaj
ojioquip ? 'seujissiiweq SEpaozej
-i.'injojiic ) sAoa i: seqaniqaad se uu)|oaojU
soHiaoMvaisa a soNvaiawvNuad-*
ATTTQXflAO.
A casa n. 1 na ra do Sebo ou Trerope, pertcnce
a D. Joanna Mara da Conceiyao, eonhecida por
Joanna dos Passos, est sujeita a accao litigiosa
pelo cartono do escrivao Paes de Andrade, iuiz do
comuicrcio ; epor sso quem oquizer comprar, s
o podera fazer pagando a importancia do debito
daquella senhora, entendendo-se com o solicitador
Manoel Luiz da Veiga._______
Manoel Jos Fernamles Marros pode ser pro-
curado na ra da Scnzala velha n. 140, segundo
andar.
Engomma-se com promptidao e aceio
ra do Jardim n. 14.
na
FAZENDAS BARATAS
IUV DO 9VElJfIADO--99
Custodio, Carvalho A C.
Finas cambraias organdys indianas pelo baratissimo preeo de 300 rs. o eovado ou
500 rs. a vara.
Grande sortlmento
dos mais finos baloes de arcos para senhora e pelo barato prec,o de 35 cada um, ditos de ma-
dapolao para meninas a 25500.
Novidade
Os mais lindos e mais finos e modernos cortes de 13a com ricas barras, tendo cada corte
20 covados e pelo baratissimo preco de 205-
Fil de linho vara a 500 rs.
Modernas laazinhas para vestido o eovado a 440 rs.
"si
Francisco Pinto Ozorio contina a col- lm\
locar dentes artiflciaes tanto por meio de 3
molas como pela presso do ar, nao re- j
cebe paga alguma sem que as obras nao
fiquem a vontade de seus donos, tem pos
e outras preparacoes as mais acreditadas
para conserva^ao da bocea.
Um equivoco.
O Sr. Antonio Climaco Moreira Temporal no seu
aviso de 2 do corrente neste jornal,diz que mu-
dou o seu escriptorio de comraissocs para a ra
, da Cruz n. 30 onde era o seu escriptorio de que
fez mudanca. Seria o da mesma ra n. II, onde
por meu eonsenso-o dito sonhor recebia consigna-
c5es sendo meu empregado at 28 de novembro
prximo passado em que estabeleceu escriptorio
J seu ? De certo que nao, pois este sempre foi meu,
! e ainda em tempo nenhum lhe ced: no mesmo
contino receber consignacoes. Julgo conve-
niente esta declaracao tanto para os meus corres-
pondentes, como para esta 1 iraca. Recife, 3 de de-
zemhro de 1863.Octaviano de Souza Franca.
OMuguarudo.
Hoje (3 do corrente) est venda o segundo
numero deste interessjnte peridico, na tyiwgra-
phia da ra da Imperatriz n. 31, e as ras do
I Rosario da Boa-vista esquina do Aragao n. 43,
na Nova n- H, larga do Rosario n. 21, estreita do
mesmo n. 16, praca da Independencia n. 21, ra
do Imperador n. 67, da Praia n. 32, largo do Ter-
50 n. 10, e no Recife largo do Arsenal de Mari-
nha n. 8.
A interrup^ao havida na publicaco deste pe-
ridico deixan lo-se de imprimir nos dias 25 e 30
do passado, foi devida s irregularidades do servi-
co da iypographia Federativa onde impresso, e s
discordias netla havidas entre o propnetario della
e seu depositario.
_Precisa-se de um padre para capello da po-
voacao do Correle ; offerece-se vantagem : tra-
tar no largo do Rosario ns. 17 e 19
Precisa-se de um menino portuguez, que sai-
ba escrever, para caixeiro na povoacao do Cor-
rente : i ra larga do Rosario ns. 17 e 19.
Preclsa-se de urna ama escrava para cosi-
nhar, mas que seja perita, paga-se bem avista do
trabalho : a tratar na ra da Cruz n. 14, segundo
andar.
Ka roa do Cre-po loja n. 13, ala
ga-se o primeiro, seguodo e terceiro
andar do sobrado da mesma ra 11. 9,
juntos ou cada um de per-si.
Na ra Formoza n. 2, precisase de um cria-
dodel2 a 14 anuos, ede alugar urna preta que
saiba engommar.
C>
SEGUROS DE VIDA EM MUTALIDADE.
A direceo do BANCO UN'IO ten Md do governo de S. M. F. a autorisago para estabele-
er o seguro de vidas em mutualidades, f; publico que desde j toma subscrip^oes annuaes por urna
s vez, debaixo das seguinles condicoes : .
Com pero a e Dito capital smente;
Dto lucros smente;
devendo a primeira liquidacao ter lugar no Io deyaneiro de 1859.
As vantagens do emprego de capitaes en.' mutualidade, sao obvias, porque nao smente se co-
lhe o juro de quantias diminutas, de que avulsas se nao poderia tirar nenhum resultado; mas alm
disso, este rendimento augmentado pelo capital ou lucros, ou ambas as cousas, conforme as condiges
da subscripcao, dos que fallecem. Tambem part do pelos socios sobreviventes tudo aquillo que os so-
cios morosos nos seus pagamentos, sao por este mo S obriga-los a pagar, bem como caducidades que
occorrerem pela falta de cumprimento do compron ***> social.
As liquida^des sao pelo systema dascompanh '^ hespanhoJas, Tutelar e outras; e parase poder
fazer urna idea do que pode produzir urna entrada an a*! de 105, publica-se a seguinte tabella basea-
da sobre a experiencia de muitos annos de companhias d*ta natureza :
Por um
Por urna
As entradas por urna s vez dao resultados muito superiores ;' annuaes.
Porto, 10 de agosto de 1863."Os directores do Banco Unio, liV da Silva machado.F. M. van
ier Niepoort.
Agentes era Pernambuco : Antonio Luiz de Oliveira Azevedo 4 C.,. rma da uro n. 1.
Mudanea.
Jos Ferreira Moura mudou sua residencia para
a ra do Rangel n. 6. '
l(CAD.
r.m : anuos Em 1 OaaoosEfl 1 la annos E u 20 amins E 112o asnos
menino de 1 dia a 1 anno 1105 4005 0005 2:0005 4 7085
de 1 anno a 2 > 905 'JO05 7505 1:7005 3 7005
de 2 a 3 > 865 2^5 7205 1:6005 3 5005
de 3 a 4 > 865 28 05 7105 1:5605 3 4005
1 de 4 > a 15 > 865 270,* 7005 1:5505 3 3505
pessoa de 15 20 > 865 2705 7005 1:5405 3 3305
de 20 > a 30 > 865 2705 7105 1.5605 3 4005
> de 30 > a 40 > 865 27H5 7205 1:6000 3 7005
de 40 a 50 > 905 3005 7505 1:8005 S 0005
Precisa-se alugar urna preta escrava que saiba
lavar c vender na ra : na ra da Roda casa n. 28.
Ainda nao se alugou a casa n. 90 na ra Au-
gusta, com 2 salas, 6 quartos, corredor ao lado, co-
zinha fra, quintal c cacimba, com commodos1 para
urna familia grande : quem a pretender, dirija-se
ra do Vigario n. 12.
Um homem porluguez, bora distilador, se of-
ferece aos senhores de engenho que tiverem disti-
lac.3o : quem pretender procure em casa do Sr.
Miguel Joaquim Menezes, no Barro,
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar,
comprar e engommar : na ra do Rangel, sobrado
numero 33.
FOLHINHAS PARA 1864,
l\a piafa da Independencia hvraria ns. 6
e 8, acham-se venda as seguinles folhi-
nhaspara 1861 impressas nesta iypographia
em excellente lypo e bom papel,
Folhinha de porta conlendo as mate-
rias do costume, rs:........ICO
Dila de algibeira, sob a epigraphe
religiosa, contendo alm das materias
do costume os sete passos da Paixo
de Nosso Senhor Jess Christo ; cnti-
cos do mez Mariano; liymnos e jacula-
torias ao Santissimo Sacramento; ex-
plicacoes de diversas oraces; cora
Seraphica ; exercicio ao sagrado cora-
c3o de Maria ; oracao para visitar as
igrejas no dia da Porciuncula ; oracao
para escolha dos estados da vida ; dita
a Senhora da Conceicjio ; e meditaces
sobre a reforma da consciencia, rs. .
Dita de dita, sob a epigrapheVa-
riedade, contendo alm das materias do
costume : receitas uteis e necessarias
aos diversos mysterios da vida ; physi-
ca e recreativa ao alcance de todos:
pilheriase ratices; poesas; charadas;
mximas e pensamentos colligidos por
um curioso.............
320
J&< --,>
RA DO IMPERADOR
N. 22.
Grande armazem de tintas.
Este armazem contm tudo quanto
preciso para que a industria de pintura, de
qualuer genero que seja, desempenhe
seu fim, isto embcllezar, conservar e
reproduzir.
Montado em grande escala e supprido
direc'amente por grandes fabricas de Pa-
rs, Londres e Hamburgo, pode offerecer
productos de confianca, e satisfazer qual-
quer encommenda grosso trato e a re-
talho.
Os Srs. artistas pintores, e os donos de
obras poderao escolher vontade, pois
que tudo estar vista, as difterentes co-
res de que tiverem necessidade.
Ha tintas em massa e em p impalpa-
vel, e como as obras a envernizar s se
deve empregar tintas muidas, e nao me-
recendo confianca as que vem de fra para
commercio, por vclhas, e tal vez falsifica-
das, neste armazem se as moer vis-
ta do consumidor, que s assim ter tin-
tas frescas e verdadeiras.
Ha tambem ouro verdadeiro, verde em
p eemfolha, prata em folha, p debron-
zear de varias cores, diamantes para cor-
tar vidros, burnidores, ncar superfina en-
carnada, amarella e verde, tintas vege-
taes, azul, roxa, verde e amarella, inoflen-
sivas, nicas que se devem empregar as
confeitarias, collec^oes de pinceis para
fingir madeira, com propriedade, e outros
de varias qualidades, vernizes, copal,
graixa, branco ou escuro para o interior
e exterior, para etiquetas e qnadms, tin-
tas linas em tubos, em crayocs ou pastel,
tellas para quadros, caixas de tintas finas
e papel para desenho.
Essencias aromticas verdadeiras, fras-
cos e vidros para vidraca de todos os ta-
manhos, e muitos outros olijectos, cuja
utilidade e emprego s com a vista pode-
rao ser mostrados.
Joao Pedro das Noves,
Gerente.
Augusto Colin da Silva Rios, intimamente
commovido pelo passamento de sua mai,
que Dos tem comsigo, convida seus colle-
gas e amigos para assistirem urna miss
que ter lugar sexta-feira 4 do corrente, s
8 horas da manha na matriz da Boa-Vista.
E desde j empenha o seu voto de gratido
aquellos que se dignarem comparecer a esse
acto religioso.
Precisa-se de urna ama de leite nao
tendo filaos, seja forra ou captiva: na ra
da Unio n. 50,
Precisa-se de urna ama : na
ra Direlta 11. 9 9,
andar.
segundo
Guilherme Moyne subdito francez retirase
:! para fora da provincia.
Arrenda-se um sitio no lugar da Boa-Viagom,
com muitos arvoredos de fructo, baixa para capim
e proporcoes para vaccas de leite : quem o quizer
arrendar dirija-se ra da Cruz n. 37, segundo
andar, que achara com quem tratar.
Violilo roubado.
Gratifica-se generosamente a quem der noticia
de um violo de faia (amarello) marchetado de
madreperola roubado pelas 9 horas da noite da ra
do Carnario n. 5.
GABINETE PTICO DE KECUEIO
Caes 22 de Novembro
N. 40
Em freole ao passadico do Recife.
HOJE 3 DE DEZEMBRO DE 1863
Grande exposicao de diversas vistas dos paizes
mais notaveis do universo, tiradas nelos mais ha-
beis pintores da Franca, da Italia e do S i *C**S.a me?ma coraKein de vo!tar Para a
CASA DE SADE
Km Sanio Amaro
Do Dr. Silva Ramos.
nico estabelecimento dcsta natureza
que existe entre nos, montado do modo
que pode com todo o commodo e zelo tra-
tar qualquer doente, que nella soja reco-
lhido.
O edificio magestoso e conserva-se
em perfeito estado de limpeza e conve-
nientemente mobiliado.
Os doentes sao separados, segundo os
sexos, natureza das molestias e condicoes
sociaes.
Ha quartos fortificados para os aliena-
dos, e urna enfermara para as partu-
rientes.
O proprelario encarrega-se de qual-
quer operaran.
O estabelecimento tf franqueado qual-
quer pessoa que o queira visitar.
Primeira classe 35000 diarios.
Segunda dita.... 2o00
Terceira dita.... 2*000
Para que qualquer doente sejaali rece-
bido, basta que se mande o nome do doen-
te e da pessoa que o remelle, com a de-
clararan da morada.
O p/oprielario aceita contratos annuaes
com qualquer que queira ter um ou mais
leitos sua disposi^ao.
esdesegunda-feira, 30 do passado, ausen-
tou-se da casa de seu senhor o mulalinho Manoel,
que representa ter 13 annos, cabellos corridos,
tendo em um dos calcanhares um signal de bexiga,
levou caica de nscadoe camisa branca, foi escravo
do Sr. Antonio Ferreira Pinto com loja de lou^a
grossa, na ra do Bangel: quem o pegar leve ao
sobrado na travessa da Matriz de Santo Antonio,
que ser recompensado._________________________
Engomma-se com perfeico e mai- barato
que em outra qualquer parte : na ra Augusta n.
76, se dir.
Hospital Portuguez de Bene-
ficencia em Pernambuco
De ordem do lllm. Sr. provedor convido-a todos
os senhores socios do Hospital Portuguez de Bene-
ficencia nesta cidade, a reunirem-se s 9 horas da
manhaa do dia 6 do crreme mez, para, em assem-
bla geral, eleger-se a junta administrativa e com-
misso de exame de contas, que tem de funecio-
nar no anno de 1864, como determina o g 3 do
ai i. 17 dos respectivos estatutos.
Recife i de dezembro de 1863.
Joaquim Ferreira Mendos Guimares.
Io secretario.
O estrangeiro ou homem solteiro aue preci-
sar de urna ama de bons costumes e honesta : di-
rija-se ao buceo do Carnario n. 11.
COMPRAS.
Compra-sc um santuario em bom uso na ra
da Cadcia do Recife n. 40,1 andar.
Corapra-se urna rabecajwquena : entendam-
se na ra larga do Rosario n. 36.__________ '
Compra-se urna negrinha de 7 at 10 annos
de idade, que seja sadia e carinhosa1 para meni-
nos : a iratar na ra do Cotovello padaria n. 31.
Compra-se urna negrinha ou urna mulatinha
que seja sadia, de 5 at 9 annos de idade : no pa-
teo do Terco n. 12.
Compram-se garrafas vasias que sejam lim-
pas : na ra nova de Santa Rita n. 70.
Compra-se urna escrava que tenha habili-
dades e de boa conducta : na ra da Cadeia n. 33.
Compra-se urna mulatinha de 12 14 annos,
sendo sadia e de bons costumes: na ra do Cres-
po, loja n. lo.
Compra-se um escaler que seja pequeo e
em bom estado : a tratar com ^ntonio Jos Rodri-
gues de Souza, na ra do Crespo n. 15.
Comprase at mil garrafas vasias : na ra
do Apollo n. 39.
C0MPB4M SK
dous molecotes de 15 a 20 annos que sejam bonitos
e fortes : na ra do Amorim n. 35, segundo andar
Compra-se effectivamente ouro e prata em
obras velhas : na praca da Independencia n. 22
loa de bilheles.
Compra-se cobre e latao velho : no arma-
zem da bola amarella no oito da secretaria de
polica.
YENDAS.
Ovada.
Vendem-se saccas com cevada muito nova e por
menos do que em outra qualquer parte : no es-
criptorio de Manoel Ignacio de Oliveira & Filho,
largo no Corpo Santo n. 19.
Pergunta-se a cerlo moco que
\ em urna prensa no Forte do Matlos,
foi caixeiro
se ainda se
u-
Vende-se urna casa na povoagao de Jaboatao,
bem construida, e collocada no melhor lugar, tan-
to para morada como para negocio : quem a pre-
tender, dirija-se ra do Livramento, loja n. 26,
do Sr. Jos Francisco Brandad.
Vende-M urna taberna sita na ra da Sole-
dade n. 8, freguezia da Boa-Vista : quem preten-
der, dirija-se mesma.
Pianos novos.
Os melhores que tem vindo a esta praca fabrica-
dos de encommenda por um dos melhores fabri-
cantes de Pars, especialmente para este clima :
quem quizer aprovoitar a ocrasiio de munir-se de
um excellente piano x>r preeo commodo dirija-so
ra Nova n. 19 primeiro andar.
Vendem-se 44 lijlos grandes para ladrilh
11 de forno de padaria, por preco commodo : na ra
\ Direila n. 141.___________________________________
Attenco
Vende-se urna bonita armacao feita a poterna,
'envernisada e iluminad 1 a gaz, propria para ta-
berna ou mesmo para loja de calcado por estar
em bom lugar: a tratar na ra Direita n. 48.
Vende-se por pre^o commodo una boa casa
!: terrea com grande terreno cercado, em agradavel
posieo, na ra Nova da cidade de Olinda; perton-
ce ao cirurgio Francisco Jos do Amaral, e pode
' procurar quem a pretender, o escrivao Vasconcel-
| lo, na ra de Hortas n. 104, que se acha aulori
j sado para dispar della.
Vende-se um terreno na ra Real do
I Manguind, esquina da ra da Amisade, o qual
tem cem palmos de frente, c duzentos de fun-
do, muito proprio para se edificar e estabele-
cer-se um destes armazens prog_ressistas, por ser
de esquina, do que ha por all nao pouca necessi-
' dade : a tratar na ra do Queimado n. 17, ou na
ra da Esperanca Soledade n. 16.
Vende-se urna padaria nova com todos os
perlences novos c superiores situada no beeco do
Lima n. 45, assim como dous escravos : os pre-
DE
DE
J. VIGNES.
IV. .*#, UA DO IMPERADOR W. ftft.
Os pianos desta antiga fabrica sao hoje assaz cenhecidos para que seja necessario insistir sobr 1
sua superiondade, vantagens e garantas que offerecem aos compradores, qualidades estas neonata-
veis qu e.elles (em definitivamente conquistado sobre todos os que tem annarecido nesta nraca nos
suindo um teclado e macbinismo que obedecem todas as vontades e caprichos das DiarusUisseni
nunca 'alhar, por serem fabricados de proposito, e ter-se feito ltimamente mejhoramentos imoortan
tissimos para o clima deste paiz ; quanto s vozes sao melodiosas e uauladas, e por isto muito aerad
veis aos ouvidos dos apreciadores. ^
Fazem-se conforme as encemmendas, tanto nesta fbrica como na do Sr. Blonde), de Paris socio
correspondente de J. Vignes, em cuja capital foram sempre premiados em todas as expsicoes. '
No mesmo estabelecimento se acha sempre um explendido e variado sortimento de msicas dos
melhores compositores da Europa, assim como harmnico e pianos harmnicos, sendo tudo vendido
por procos muito raxoaveig.
O Dr. Cosme de S Pereira conti-
na a residir na ra da Cruz n. 53,
i e 2o andar, onde pode ser procu-
rado para o exercicio de sua prois-
so medica, e com especialidade
sobre o seguinte
Io molestias de olhos;
* de peito:
3o dos orgos geniti
urinarios.
*m seu escriptorio os doentes se-
rao examinados na ordem de suas
entradas comecando o trabalho pelos
doentes de olhoe.
Dar consultas* todos os das d si
6 as iO da manhaa, menos nos da-
mingos,
Praticar toda e qualquer opera-
e5o que julgar conveniente para o
prompto restabelecimento dos seas
doentes.
O direetor deste decente e elecante sali recen ga^ to ditoso- Deus se romPadesa de quem j mor- tendentes que a quizerem comparecam a-mesma a
_._ u uc-eutl- eiLfedui, saldo, recen- PPI1 m,,. vamns an ,,,ln mnnrtA foi nnanHn an. 1111.1 miar hora do d a.iine. achara rom nnnm tratar.
temen te ebegade a esla provincia, tencionando ..
retirar-se muito breve, faz mudawcas das vjstas v
mais pitorescas, de dous em dous dias, para deste
modo melhor recreiar as respeitaveis familias.
Entrada 500 rs.
O salao estar aberto todas as noitcs, das i horas
em diant.
tinturara.
Tioge-se com perfeicJo para qualquer
cor, e o mais barato possivel: na ra do
Rangel b. 38, segundo andar.
0 1* cadete Jo* Joaquim Fonseca de Albu-
querque, tendo de seguir no vapor Cruzeiro do Su/,
para a corte, onde vai continuar os seus estudos
na escola militar, e nao lhe sendo possivel despa
1 \t O L \IAO
ESTABELECIDO NA CIDADE DO POBTO
Agestes em Pernambuco
Antonio Luiz de Oliveira
Azovedo & C.
Sacam por todos os paquetes sobre o
mesmo banco prazo ou vista, sobre a
caixa filial em Lisboa, e agencias em Fi-
gueira, Coimbra, Aveiro, Vizeu, Villa-
Real, Regoa, Vianna de Castello, Guima-
res, Barcellos, Lamego, Cevilha, Braga,
Penafiel, Braganca, Amarante, Angra,
Ilha da Terceira, Ilha de Faias, Ilha da
Madeira, Villa do Conde, Valenca, Bastos,
Oliveira de Azemeis, Chaves e Fafe, a
olto dias vista ou ao prazo que se conven-
cionar.no seu escriptorio ra da Cruz
n. 1.
rcu : mas, vamos ao que importa, foi quado ap-
mais abusos, foi nnquella data, foi
quando o carro dealuguel nao sabia da porta,
custa de quem nao posso dizer, por ora ; alinal, /oi
quando appareceu militares de socios ; foi, alinal,
quando se rompeu o veo para com os inglezes :
pergunto eu, quem foi que soffreu com tal califor-
nia ? Silencio, por ora, lira para a resposta, se
ios responderem, porque do contrario isto vai to-
mar seu rumo.
Um inglez offendido,
S5S va
em Paranamerim, estrada de Sant'Anna, com casa' 3 g"S
de moradia, cor llena, estribaras etc., grande bai- s Sv, 3
qualquer hora do dia.que achara com quem iratar.
Vende-se muito bom doce de cajd secto e de
calda, assim como de todas us qualidades, e bem
assim toda a qualidade de bolinhos, e az-se bande-
jas de encommenda.tudo por preeomuito emeonta,
no caes do Ramos, primeiro andar, sobrado do Sr.
Jos Hygino de Miranda.
23-MB3COO-! sr'- o o 3
.4 a renda-s u 111 um mHu
alt

|4l
xa de planta de capim, bo \ agoa, e muitos arvore
dos de fructo, e outras commodidades. O tempo
e as condicoes do arrendameulo serio favoraveis,
e trata-se na pra^a do Paraizo 11. 24 coip S. A.
Prez.
Joao da Silva Ramos, medico pela uni-
versidade de Coimbra d consultas em
sua casa na ra Nova n. 50, das 8 s 10
horas da manhaa c das 4 s 6 da tarde e
recebe igualmente convites para dentro
ou fora da cidade com o fim de se en-
carrilar de qualquer sorvico de sua pro-
fisso.
Os chamados deverao vir por escripto.
o." .
g-3S5
D B O ?
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B.S<5
u -.7 3
e 8 *
o si
O- e?
5 M Z. 9: S
Aluga-se urna casa envidracada no lugar do
Caboc, com terraco na frente, 5 quartos, 2 corre-
dores,^ salas, cozmha fra: a fallar na ra da
Imperatriz n. 21.________________________________
Precisa-se de 300$ a dous por cento, por oito
mezes,dando-se em seguranca metade de um predio
< o o"i3 a oiibi
o 0.0 ? o sg
3 s 3G,<0'*
-> a 2 a._
a-* T 71 "5 a>^>
ai
O.
o
5
dir-se pessoaluient de todos os seus amigos e pa-! que rende 75 mensaos : quem Uver annnncie.
rentes, por meio deste faz as suas despedid?, offe- Manoel Jos da Silva e Manoel Agostinho Pi-
recendo all o seu liflllfado prestimo. fes feram-se para o Cear.
Oflerece-so para caixeiro de loja de fazendas,,
um moco com pratica deste negocio : quem preci-
sar dirija-se ra larga do Rosario n. 44, que !
achara com quem tratar.
Precisa-so alugar urna mulher para todo o'
servico de urna casa de pouca familia, e de um
escravo que sirva para comprar e fazer todo o ser-;
vico de casa de orna familia, sendo ambos fiis : a
tratar na ra da Cruz n. 63, armazem.
S
2


v-
i
\
ILEGVEL


biaro de l-einautbuio luaU* fcira S de Dezetubio de 183.
K
f
i
NOTA LIQUIDACAO
de fazendas nglezas, francczas, altralas e suissas,
que se pretenden) liquidar antes da festa do na-
tal, por precos baratissimos, aflm de apurar di-
nheiro, sendo a niaior parte destas fazendas in-
teiraraente novas, chegadas pelos ltimos vapo-
res ; de todas se dao amostras, deixando penbor :
na loja e armazern do pavo, ra da Imperatriz
n. 60,de Gama & Silva,
As laazinhas do pavio.
Vendem-se as modcrnissimas laasinhas com 9
palmos de largura, sendo lisas e. de quadririhos,
proprias para vestidos, capas soutarabaques pelo
barato prego de 14200 o covado, ditas com 4 pal-
mos, lisas e dequadrinhos a 300 rs, ditas garibal-
dioas a 400 rs., ditas enfeitadas de quadrinhos a
360 rs., barcges matisados muilo Onos a 800 rs.,
laazinhas transparentes com palmas de seda a 300
rs., ditas matisadas a 380 rs. o covado : s na toja
do pavio, ra da Imperatriz 60.
acortes de cambraia aoe vende o pavio.
Vendem-se cortes de cambraia branca vota bia-
bados a 2*500, ditos a 3*000. ditos a 4*000, ditos
hinezes a 4*000, pecas de cambraia transparentes
dasmacadas proprias para vestidos, tendo 8 varas
e meia a 3*000, ditas lisas brancas o decores a
300,3*,3*500,4* eo*, pecas de cambraia deca-!
rocinhos tendo 8 varas e meia cada urna, sendo bran-
cas e de cdrcs a 3*900, ditas a 2*500, pecas de
Fustao do pavio.
Vende-se fustao branco para vestido e roupa de
meninas a 800 rs. o covado, dito de palniinnas a
320 rs., tarlatana de palminhas a 320 rs., fil bran-
co liso, e tarlatana branca e de cores a 800 rs. a
vara : na ra da Imperatriz n. 60, loja de Gama &
Silva^
As foretaulitis do pavo.
Vende-se brctanha de algodo em pecinbas de
rolo, cada pega com 10 varas, pelo diminuto preco
de 3*200 cada peca, assim como lencos brancos
rauito superiores a 2* a duxia : na loja do pavo,
ra da imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
45--RUA DIREITA--45
I
A carnauba do pavio.
Vende-se-cera de carnauba em saceos, por preco
muito em conta, ou mais barato do qne em ontra lente calcado com 40 e at 60 por
S^W^i a 1 *>lm dcSama&S.rva------------------------ Borzeguins, Nantes, bezerro e va-
Chegado pelo vapor: queta 2 e meia solas....
S# pareo vigilante, rtia do Cres- Borzeguins, Nantes, bezerro, va-
pon, f. queta e lustre 2 solas. .
At fie chegaram as muito desejadas cascan-i- Borzeguins, francez e hamburguez,
Pedc-se toda alinelo.
Custodio Jos Alves Goimaraes, dono da leja in-!
Ululada Gallo Vigilante, rutt do Crespo n. 7, avisa
aos seus numerosos freguezes e ao respeitavel pu-1
Wi\3a8" A(fiVJBl\!il i bnco> aue tcido de reformar no fin deste anno sen i
Eia nnasiada rnrawml narece me i f.^eleciraento.equerendo liquidar grande quan-!
Jila, rapastaaa, coragem parece ^J" udade de diversos objectos, est rosolvldo a vender
entregastes os vossos joanetes aos duros sei- tUd0 por precos baratissimos, como sejam:
xos do pessimo calcamento da nossa cjdade I Pecas com i5 varas de franjas de linho a 3*.
So se observa em vossos ps botinas acalca- D!las n 43 varas de galo de linho a 3*.
nhadas e gastas at a ultima sola; palto, fe^orS^I/pe'S *
rasgados e quast sem saltos.... nem tanto 11 Manguitos para senhora, o par 800 rs.
a quebradeira nao deve chegar at este pon-1 Golinhas de bonitos gostosa 400,500 e 1*.
tO Vinde rua Direita munir-vos de excel- Salvas de meUl principe a 1*500, 2* e 2*300.
cento
80500
80000
lhas de todas as cores com una fitinha de velludo |
no centro, cousa muito elegante para enfeite, assim }
como de outras qualidades, e precos muito razoa-
veis : s no vigilante, rua do Crespo, n. 7.
Para dar de mimo.
Chegaram as riqnlssimas bonecas de todos os
tamannos, vestidinlws ricamenb enfeitados, cada
uro em sna caixraha, propriameute para um deli-
bezerro, lustre e couro de por-
Ditas com copos de melal proprio para meninos a
Facas e partos para sobre-mesa a 4* a duzia. .
Ditas c ditos dita com cabo de martim a 6*.
Bandejas de todos os tamannos muito tinas a 1*,
1*200, 1400, 1*660, 2*300, 3*500 e 3*.
Ditas redondas para copo de 500 rs. para 2*800:
Tesouras em carteiras, a duzia a 500 rs., 640 e
800 rs.
Peitos para camisas, a duzia a 2*.
Ci ijtp non Camisinhas bordadas para senhora a 1*500
e 2*.
ARMAZEM DE MOLHADOS
DE
'^
r#ioe\
ae
euo.
n?l^^r*tortrtMU^1a^2aSfteBt.!S" cad0 n"0- Pr baratissimo preco : no vigilan-
prenles com SOwas cada pe^a a 9*800, 'sto-tft- ,Cj rua 0 espo n 7
Sapatoes, Nantes, bezerro e vaque-
ta 2 e meia solas.....50500
Sapatoes, Nantes, vaqueta, lustre e
bezerro 2 solas......50000
do para apurar dinheiro : na loja do pavo, ruada
Imperfflriz n. 60,00 Gama & Silva.
Para os senhores hachareis.
Chegou tonino a riquissima fita de chamalote
para cartas dos senhores hachareis, assim como
Sapatoes, Nantes, sola e vira. .
Ditos para menina, com laco. .
Ditos de ditas, de cores. .
Sapatos para senhora e homem,
tapete.
Os chales da pavao de lefambiqM a 4:00*.
Vendem-sees mais modernos chales de Mocam- bran0a' '."*. P.rqpria par* abrir letras, ou para ^\^L\':h'''h'-
h.que, sendere urna s cer, com barra e muito smtos : ** vigilante, n do Crespo n. 7. ^patOS de borracna para sennora.
Penlea de marrafa. dem dem para meninas. .
ambem chegaram es riquissiraes pentes de Sapatos de lustre para senbora. ,
dem de lustre s-avessas .
grandes, pelo baratissimo preco 80 4*000, afllan-
eando-se serem os mais modernos do mercado,, d
4^000
3*500
200
800
1*400
1,5000
10000
500
tos de merino estampados a 2*000, ditose 3*000, marrara com pedrinhas,os lindos pentes de regace
ditos muito linos de cr^ien com 4 ponas e ponta! para meninas, meias de seda e sapalintios proprios
redonda 6*000, 7*000, 8*060 e 9*000 : s na j para baptisados, meias de seda para senhora, fitas
loja do pavao, rua da Imperatriz n. 60, Gama & de la para debrom, fita de linhe, trancasde laa, \ S'ATRATA'RlTT'Tfl
Silva. ; de linho ede seda, luvasde seda o pellica, e fio de w**ilun.l.iXlVlJilljXia
Gresfrtiaplrs a 1 Mi), m loja de favio. Escecia e camirrca, alfinetes de cabeca chata, car-
Fazenda a 1*300, 1*600,^1*800 e 5*800 : sna teiriuhas com todas as agulhas precisas para cos-
oja do pavao, rua da Imperatriz n. 60.
0 pavio vende dtajws > sol para se nimias a
Vendwn-se chapees de-sol, a ingtoza, sendo co
bertosde linho e forrados -de verde, proprios para
senhorae que for*n fiaswr a festa, oa-para meninas
levarem para a escola pelo barato preco de 1*000,
dito* Karquerinhos de seda com franjas e cabo de pratiadcw muito finos, retroz de todasas cualidades,
seda para bomens, sendo |"e'roz cm 'retel e em aoyello, e de meada, de
tura, fivelas de madreperola esmaltadas de ac
para sintos, flores de todas as qnalidades, caixinhas
rom pastilhas de perfumara, abafadores de laa
jara senhora, toncas e sapatiithos de lia, pulseiri-
nhas de borracha para segnr-ar manguintos, filase
cordes de borracha, sabonetes redondos, ditos
chamados de familia, pomadas de todas as qnali-
dades e dos fabricantes nias afamados, clcheles
dobrara 2*500, ditos de
com xrmacao de baloia a 6*000 e 7*000, isto para
apurar dinheiro : -na loja do pavao, rua da Im-
peralriz n. 60.
0 pavo vende cachemiras da Becessia, corte
2:5*0, ewado 640 rs.
Vendem-se cortes de cachemiras da Escossia,
para alteas, -pelo harale preco do-2*240, tendo da
inesma azenda papa vender em covado a'640r&,
sendo esta fazenda maito encorpada, a imilacode
casenaira, egaranto-eo^ue nao desbota. Tambeai
se vendem cortes decasemira inglcca, de cores-es-
curas para calca peliarato preco de 1*800 nada
corte, ou a 300 rs. o covtado : sna Joja do pavaa,
rua da Imperatriz a. 16Q.
0 pari vende os vcsdos bramos bordadas.
Vendem-se os mais ricos vestidos de cambraia
brancos, bordados croch, sendo es mais moder-
nos que lem vindo ao mercado, tendo as satas-4
palmos, c vendem-se petes baratos precos de 10*,
12* e 16*000 : s na loja do pavo, rua da Impe-
ratriz a. 60, de Gama A.".Silva.
A' pecbinchas do paia, antes qoe-sr acahea.
Ricos cortes de cambraia branca -com babado* c
duas saias bordadas .croch, tendo bastante fa-
zenda para vestido, pelo baratissimo preeode 3*000
cada uro, ditos de cambraia de seda com barra e
babados a 2*500, para acabar, corles de vestidos
Maria Pia, sendo fazenda de bonito gesto a 3*300,
corles de cambraia braneos eom habadinhos a 2*,
enfeiles paracabeca, sc/ido Garihaldi e lurcaa
4*000, ditos cem filas e flores a 2*000,-camizinhas
bordadas para senhoras a.1*000, manguitos de va-
rios modelos a 400, 500 :640 rs., ealcintas para
moninas a 500 e.-640 rs., goJlinhas bordadas a 330
500 rs., sedas de quadrinbos a 640, dita de lisias
a 400 rs. .covado, fustao para vestidos eroupinhas
de meninos a 320 rs. o covado, alpakim ou gorgu-
rao de linho a 260,ts., gangimn de urna s cor a
320 rs. o covado, toalhas de linho adaioascadas,
para rosto a 1*000, vesluarios para meninos e me-
ninas a 1*600 c 2*000, liras bordadas eentremeios
mais barato que em r.ulra qualquer parte, ludo isto <
pecliincha o vende-se para liquidar : na rua da!
imperatriz n. 60, loja e arniazem.do pavo, de Ga-
ma ii Silva.
Sedas do pavo aOOt-s.
Vecdem-se sedas de quadrinties com pequeo
toque de mofo, pelo baratissimo preco de 500 rs. o
covado, ditas em perfeito astado a' 800 rs., ditas
com listas, para acabar a 400 rs., gorgorao de seda
para Tarados e roupa de meninos a 1*000 o cova-
do : na--toja do pavo, rua da Imperaiz n. 60, de
Gama & Silva.
0 pavo vende casemiras a 1:606,
Vendem-se casemiras rancezas enfestadas, pro-
prias para,calcas, rolletes, palitos e capas jara se-
nhoras, por .ser de ama scor, sendo fazenda que
sinipre se vendeu a 3*000. liquida-se a 1*600 o
covado : s na loja do pavo.
todas as cores, escovas para dentes, dftas para rou-
pa, ditas para chapeo c ditas para unha, de todos
os precos, e outros mais objectes, que se tornara
erifadonho aimunciar, e vista dos Treguezes pro-
metlc-se fazer todo o negocio: s no vigilante, rua
do Cespo n. 7.
No arnazem e fnzeuda bara-
tas de SaoAos c or lio
RUA DO'QEIMADG N. 19 VENDE-SE O SE-
GIME :
Esleir da India
para forro de sala, dea, 3c 6 palmos de largura,
por menor preco do que em outra^ qualquer parto.
Lencos
de pannode linho pelo barato preco de 2*000.
Leaces
de brandante de linhe fino pelo barato preco 3*600.
Cobertas de rhita da laia
pelo barato preco de 2*000.
Lencas de cassa
brancos, fioissimos, proprios para algibeira pelo
baralissiBKi preco de 2*000 e 2*400 a duzia.
Cambraia adamascada
para rorthiaa, pelo baratissimo proco de 10*000
a peca.
Pecas -de cambraia
de salpicos, fina, com-8 1/2 varas, ps!o baratissimo
preco de i*.
Fil liso lino
pelo baratissimo preco de 680 rs. a vara.
llramanlc de linlm
fino com dez p.ilmos de largura pelo barato preco
de 2*300 a vara.
Toalhas alcoclioadas
paca mito pelo baratissimo preco de 5*000 a du-
BE BEISTOL
As 'cnra milagrosas de
1
ESCROTTJUtSi
CUACAS AXTICAS.
HSTERMIDADES SYPHHJTICAS.
Erysipelas- Rheumatismo,
Hevralgias, Escorbuto,
OBI
Has
o
ele.
ec,
etc.,
-gnfl tem gsangeado < d .-nerne i
Salsaparrilha de Bristol
Ditas para menina a 2*.
Chapeozinho para meninas de escola ou passeio a:
2* e 3*. ^
Flores francezas, caixos grandes, a 600 rs.
Luvas de seda com pequeo toque de mofo a 300 ^?5
rs. o par. (flQ
Toucas de laa para meninos a 500 rs., fil a 500 e i 5^
600 rs., de seda a 800 rs.
Sapatinhos de merino a 800 rs., e de la a 500 rs.
Bolsinhas de missauga para meninas de escola a
800 rs. *
Ootes dourados para punho a 200 rs. o par.
Tinteirosde metal a 320 rs.
Trncenles para rologio a 100 rs.
Ditos de fita chamalote a 200 rs.
Escrivaninhas de metal a :t*5O0.
Cottreres de metal para cha a 200 rs. a duzia.
Ditas de dito para sopa a 2* a duzia. .
Botoes de duraque pretos a 400 rs. a groza.
Cartas hespanbolas para jogos a 1*200 a duzia. .^-fr
'Casticaes brancos e amarellos de metal a 1*.
Carteiras para algibeira a 500, 600, 800 e 1*.
Sabonetes muito linos a 1*200,1*600 e 2* a duzia.
Pivetes para calca a 300 rs. a duzia.
Bolcs de ac para calca a 320 a groza.
Caivinhas com amnetes, grampos e colchetes a 320,
400 e 500 rs.
Fitas de borracha pretas e de cor a 120 e 160 rs.
-a vara,
batas com dous massos.de agulhas por 800 rs.
Erincos de aljofares a balo a 320 o par.
Alfinetes prutos e de cores com pedrinhas a 200 rs.
e32ft
Camisas para homem feitas em Lisboa a 2*.
Fitas de velludo lisas e lavradas'a 800, 1*, 1*500,
2*e3*.apeca.
Ditas pare nteiro a 300 e 400 rs. a vara.
Ciiixinhas para costura de senhora a 1 *50Q, 2*.
3,-4 3-e*.
Compoteiras de vidro com pratos de metal a 3* e
4*000.
Franjada la para debrunhar tapetes a 2* a .peca.
Palitos de fogo, prova d'agua, a 1* a groza ou 120
rs-adn/ia.
Assim como tem grande sortimento de muitos
niais -ejectos que e tornara enfadonho meBcio-
na-les, que tudo se vender muito barato para li-
quidar : na-rua do Crespo n."7, o rua do impera-
dorn.69, junto aopasso, o casa da Hqnidaco.
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c^l m LISBOi
O proprielaro do grande armazem do Ballza> considemnilo que apro-
xima-se a festa, e sa que revele o seu contentamente e gratidao, resolveu expr a venda qasi pelo custo da
entrada o seu grande sortimento de gneros, que como todos sabem, sao scnipre capriclio-
sameletescolltido entre os da mellior qualidade do nosso mercado.
Sujeito a um severo regulamento, o Baliza esta firme em seu posto de honra, e j
mais dreumstancia algwna o far arribar do magestoso quartel em que se aeba abrigado
esperando o aigo sempre de frente.
Nascido em trras de Portugal, o Baliza teve a fortuna de ver bem cedo esta bella
provincia. Foi na infancia qae aportou em nosas plagas. entre nos frequenteu a escola
primaria,seus hbitos torio aqui adquiridos,suasaffeigoes existem no meio dcte po^o.
to generoso quanto hospitaleiro.
A preferencia pois que lhe tem dado os Pernambucanos, um favor, \erdadt:.
mas um favor que o Baliza tem merecido, e continuar a merecer sempre, a despert da
guerra surda que lhe fazem os bomens das libras de tres quartas, e vinhos falsificados.....
Para se ganhar dinheiro nao de mister Iludir o povo. As fortunas adquiridas
por meios pouco licites degradio a quem as possue.
Venham, pois, aquellos que ainda no abasteceram as suas despensas nesta casa ve-
ricar por si mesmos quanto ha de verdadeiro nestas palavras.
O Baliza est a testa do estabelecimento e nada escapar s suas vistas que
cahir no desagrado dos seus benvolos freguezes.
passa
por todas partee do
gmente debidas
inverso, b5o :to
Vendem-se taprneedenea, empedra, ehega-
da hoje, e nnlca nova, que ha no
mercado, na rua do Trapichen.
I :*.. armazem de Manoel Teixel-
ra Basto.
Peras de brelanba
de rolo cem 10 varas propriapara saia, pelo bara-
U) preco de 3*000.
nica Legitima e Original
SALSAPBSJLHA DE BRISTOL.
I'UEI'BAUA EXCLiaiVAMUNI-E POR
I.tVTIAV & KEMP BE MOV VORK,
M. dumti a rtsea do Dr. C. C. BritfoL
voiida pas boticas deaors
, rua da Cruz, e ioo da C Bravo & C, rua | 200
'da Madre d Dos. I
F oi'o (i

Recebem-se encoromendas de fogo do ar e de
vistas : ao armazem-da bola amarclla no oito da
secretaria de polica.
Vende-se um sitio com urna J>oa casa de pc-
dra e cal, eom 3 salas e 8 qnartos, cozinha fra,
viveiro e rio, casa para eseravos, dita para feitar,
com duas cacimbas, tanque para banfco, dito pata
lavar roupa, e muitas ai-vores dc-frueln; vende-ce
|K)r menos do preco que se pedio : quem preten-
der, dirija-se aj>unga ve.lha para tratar com a
viuva do Sr. Joao Evangelista da Costa e Silva.
Azeite doce refinado, francez e portuguez a
800. rs. a garrafa.
Dito eib barril, a 4,800 a caada e 010 rs. a
garrafa.
------------_------------------_ Arroz &x India e do Maranho a 120,100 e 80
liua du Senzallari. 42. i rs. a libra.
Vende-se, em casa de S.P.JohnstonC^ Amendoas de casca mole a 280 rs. a libra.
selUns e silhes inglezes, candieiros e casti- Ameixas em diversos vazos a 1^, 1$500,
caes bconzeados, lonas ingietas, fio devela, 2)5500.e 800 rs. a libra,
chicotes para carros e montara, arreios para Azeitonas novas a lf>200 o barril,
carros de um e dous cavallos, e relogios de Alpiste a l ouro potente ingtez..___________________ Aletria a 480 rs. a libra.
Nada mais barato. ".13 verdadeira a 480 rs. a libra.
x RorhnM Que^prato muito fresco a 480,rs. a libra, e in- 'stose holacAinhas mglezas recentemente
* (teiro a iO)rs., boladiinha ingleza muito nova a chegadas a i$><0t)a lata com qualidadeses-
" rs. a; libra e 2* a barrica peciaes.
Dito mais antigos no mercado a 1 IfSOO.
'aunos a 500 e Id a garrafa e i-? o par
de garrafas grandes, que depoisde vatdas,
valem o (ue se deu por ellas cheias.
Linguasi americanas de um tananbo admi-
ravel a Id cada urna.
Manteiga, neste genero ha capricho da parle
do propietario do Baliza ter sempre o
numero de 6 a 10 barris de manteiga a-
lirttos, aim de satisfazer es seos amigos
e freguezes. sr-nrtn .. -
. ,------hu" preco da man-
teiga verdaderamente flor -le f)00 rs a
lihia e as demais .pualidades a 800, GOO
e 400 rs. a libra.
dem franceza a 560 rs. a libra, mu|0 nova
e de encllente gosto.
Marmela.la imperial dos melhores fabti,an-
l a Jljpolhe- Dito de Lisboa muito projiriopara doente/- S Llsboa a t4 rs- ,i,";>-
*ertda de urna hypolhtca.
Os fiidalarios da 8 fallida de. Ta com S iiS. ^ a Wm a,a'
!ca que tem dos eogenhos Hatto Grtisso
eCajabuss no termo de Serinhem no
I\a rua do Qoeimado n. 43, esquina jue valor de 31:83!>$9H rs.; tratar as
vollai para a r.ongrcaaco. casas a rua do irapielie n. 34.
J3' pechJncha.
Palotots debsemira a .'',., 7, 8: 12o l*, ditos!
Massa de tomate a 640 rs. a libra.'
a filo
Luvas de *foun.
de panno prco e azul a9.W, 12/ 16 18*' ditos I -lttA ^ da Vuro,1a na rua, larf?a do Rosario n-
rJ..'Bn 1. TI"'o. reeebeu boas leas de Jouvm para liomem e
sennora, assim como lamliem i'cebeH barrizi-
0 onjady do pava a 300 rs.
Vende-se finisshno orgaudy malisado, branco,
para vestidos, pelo baralissiino' prec;o de 500 rs. a
vara ou 300 r*. o covado, cassas francezas (lnissi-
mas a 2'tO e 2 rs. o covado, ditas com palmas
grandes, fazenda inieiramente moderna a 440 rs. o
covado : s na loja do pavao, rua da toperalriz n.
*0, de Gama & Silva,
0 pavo vende 6 relalhos.
Vendem-se por precos baratissimos, potfao de
reufbos de chitas, cassas o iaziiilias : na loja do
pavo, rua da Imperatriz n. tiO,
Ascbitas da pavo.
Vendem-se di i tas francezas, escuras, a 280 rs.,
ditas a 320 rs., ditas a 3C0 rs., ditas matisadas mui-
to finas a 400 rs.. ditas gretas largas e eslreitas,
ditas matisadas com florocs proprias para cobertas :
na loja do pavao, rua da Imperatriz n. 60.
0 pate vende os eorlioados.
Vendem-se ricos cortinados adamascados pro-
prios para janellas, e camas para noivos, pelo ba-
rato preco de 9*000 o par : na rua da Imperatriz
n. 60, loja do pavao.
0 pavo vende para lulo.
Vende-se (nissimo setim da China, fazenda sem
lustro, proprio para vestidos de senhora, para ca-
pas e roupa para homem, tendo esta fazenda seis
palmos de largura e sendo muito leve, vende-se
pelo baratissimo preco de 2*200 o covado, garan-
lindo-se mente na rua da Imperatriz n. 60, loja do pavao.
Aiada est por vender o boi Je earroca e de
carro daalfandega, preco comraodo : na co-
cheira da rua da Koda n. K
sobrecasacos de panno muito fino por 24* e 28*,
ditos de alpaca preta c de cordao a 4, 5, 6 e 7*
calcas de casimiras de cores a S, 6,7 e 8*, ditas
{tretas a 6*50]), 8,0 e 10*, paletots de fastao e
j ?anga a 2*. 2*800,3 e 4*, calcas e rolletes oe to-
das as qualidaides e por preco muilo barato, len-
I coe de puro linho a preco e 2*800 e 3*, caber-
' tas de chita a 2*240, eollarinhos de linho puro a
i -visio seren preparados para esse mister,
em latas grandes e pequeas de 3000 Moslarda ingleza em potes grandes
i&ouu a lata. ris o pote.
Botachinhas americanas, em barricas a 3.^000, Marrasquino de zara a 6io r< n fr*
e a libra 200 rs. """''
Banha de porco refinada a 480 rs. a libra, "ELS? lal;,s grandes, savel e coras a
e em baml 440 rs. l*-m a lata.
Batatas novas a 1-JOOO o.gigo, e a (>0 rs. a
anos com graxa econmica a mellior que tem ''Dra-
ebegado para lustrar calcado, boas litas de vellu- Cha perola quafidade esp;-ciil a 3:5 a libra
do azul preta e de umitas mais, cores, unto largas Dito hysson qoaljilade esm-ial a 248O0 a
como estreitas, as quaes se vendem muilo barato, a i:h "* d
milito bonitos sintos dourados para senhora e me- n-, Q. ...
nina, cansinlas de cambraia com mangitos,gra- IJ."G uxim a 2,M>00 a libra.
'ibra.
Papel greve pautado e liso a 3^300 a res-
Vende-se um moleque de 8 anuos de idade,
ou trocase por um escravo, ha vendo a volta dos 600 rs. cada um. e outros mnilos objectos que va"Qhas,e boUfs dourado ja promplasparaqual- Dito bjaSOIl a 2^400 a
valores que forem aluciados : na rua do Lima,em vsta i e pan| teso se pede a attenco dos fre- M!n,,ora' "?"s P^ntes dourados cam guarn- Dito dito a 2fi a lilirfl.
---' i cuezes. e.! e a vulso- ditos dourados com pedras os de n;.,. ni.;An,i uann
a caixa c 480 rs. a Ibra,
os vapn-
Santo Amaro, ao passar a fundieo, prmeira casa 2^
terrea esifuerda, das 7 is 8 horas da uianhaa, ou
.durante o da, ua rua do Passeio Publico, casa tv-
posrraphica.
Vendem-se eaixas com vidros para vidraeas,
de todas as dimensoes, cortase e bota-secom mas-
sa cuui toda a perfeicao e seguranca, tanto no es-
tabelecimento como fra, pelo preco agradar a
todos : na rua do Arago n. 8.
Vende-se um carro novo de 4 rodas, bem
construido e sem coberta, aeompanliando os com-
!S!ViS$5T ,,rineipe: a.tratarna'<
Carteiras homeopatbiras
em marrpquimi. com 24 e 48 tubos, medicamentos i
muito novos e taranlidos, mais barato que em ou-1
L-a qualquer pjute : na praca do Paraizo n. 24.
GRANDE
PECHINCHt
I mellior gosio para arregaear cabellos.
roa no mmm \. C3
I^oja do beija-flor.
Vollas do aljofares,
Vendem-se voltinhas de aljofares cora pedra,
imitando a brilhantes a 1* cada urna.
Boles para puados.
Vendem-se botfies para punhos, muito bonitos
Dito nacional a 1/000 a nina.
Dito preto, muito superior a 23 rs. a libra.
Dito dito menos superior a 13600 a lil>ra.
Chouricas novas a 480 rs. a libra.
Champagne (marca aguia) do Conde de To-
r a 10;? o ggo'ou 1$ rs. a garrafa.
Charutos dos melhores fabricantes do Rio e
Baha a 800, ItfiOO, 20, 2#500, 30,
30500, 40 40500. e 50 a caixa com 100
charutos.
BARATO
Na rua do Queimado n. 10 loja de Fer-
rao & Maia, veartem-se manteletes de
grosdenaples bordados a matiz, fazenda
inteiramente nova pelo diminuto preco
de 10* cada um.
Madapoliio frineez o mais superior que tem vin-
do a este mercado, vende-se a 600 rs. a vara, sen- irSa m ..
do em peca: na rua do Queimado n. 46, casa de v*aroes>a 2UU J l>ar'
lacas para meninos. n, .
Vendem-se famiinhas para meninos, de cabo oi- Chocolate francez, de canella la Romain.
A ssucar do Monteiro ,avad0'a2i0 rs- lalher- Caf a 28c 32rs-a libra e a8^ 8/300
Lia para bordar. 90 a arroba.
...Ye?de7se,iiadelodas as cores Para bordara Cognac de muito
6*700 a libra. pafa
Facas e garfos.
Rua do Imperador n. 28 e caes de Apollo o.
67, a 200 rs. a, libra, e de 8 libras para cima
a 50600 aarroba.
boa qualidade a 10
^ec hincha.
Baloes de 30, i 35 e 40 arcos a 3*
Queimado n. 44.
na rua do
Vendem-se pente> de tartaruga virados a 5*:
na rna das Trincheiras loja de tarlarugueiro n.
2, confronte a rua estreita do Kosaiio.
0 pavo vende corles de calca.
Vendem-se cortes de calcas de casemira de co-
res a 2*400, ditos de cachemira da Escossia a
2*240, ditos de ganga a 1*600, ditos de brim de
urna s cor a 2*240, ditos de castor a 1*280, ditos
de casemira preta a 4*000 e 5*000, ditos de case-
mira fina de cor a 5*500 : s na loja do pavo,
rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
O ricos vestidos soiitambar-
3ue. que chegaram para a Joja
o pavo.
Chegaram pelo ultimo vapor francez os mais
ricos vestidos soutambarque, sendo com as saias
j feitas o ricamente enfeitadas e guarnecidas,
tendo a precisa fazenda para fazer o corpo; eom
seus competentes soutambarques primorosamente
ealeitados, vmdo tudo em um s carto, assim co-
mo as mais modernas camisinhas com manguitos e
punhos a bailo ricamente enfeitados, e vendem-se
por preco favoravel : na loja e armazem do pavo
na rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os moderBissImos vestidos do
pavo.
Acaba de chegar um variado sortimento dos
mais modernos cortes de laazinhas, proprias para
vestidos, tendo as barras primorosamente matiza-
das, trazendo bada um corto seu figurina para
amostra; e vende-se na loja do pavo, rna da Im-
peratru n- 60, de Gama & Silva.
Papel pautado.
Vende-se um sellim para montara de senlio-
ra e dous caxoes Ide amarello envernisados, pro-
prios para fazends : quem pretender, dirjase
Capunga vellia, caia da viuva do Sr. Joo Evangc-
'istada Costa e Silva para tratar.
Acaba de ehegar papel greve pautado de supe
finr ll'il iil <\Ai\ iinnJn un no liin-nn! f
rior qualidade : vende-se na livraria
junto ao arco de Santo Antonio.
e
Vendem-se facas e garfos de cabo preto cravado
a 2*800 a duzia, ditas de balance de 2 botes para
mesa a 6*200 a duzia.
Luvas de Jouvin.
Vendem-se luvas de Jouvin chegadas pelo ulti-
mo paquete, tanto para homem como senhoras.
Extractos inglezes.
Vendem-se extractos inglezes muito barato por
serem sido comprados em leilo a 240 rs. o frasco.
Escovas para denles.
Dito soffrivel a 800 rs. a garrafa.
Cerveija da marca tenente em botija, (en-
commenda feita pelo proprietario do Baliza)
qualidade esta que nao pode continuar
a vir em consequencia de Bear por preco
muito alto a 60500 a duzia de grandes bo-
tijas e 80 por vinte qualro mi ias, e de ou-
tras marcas a 30, 40, 50 e 50560 a du-
zia de garrafas.
y^ri^ cabr2!2Lde duas rodas' 1uasi I Vendem-se escovas para denles 120 e 240 rs.' Conservas ioglezas, a 800 rs. o frasco e 90
econmica novo e muito bonito. por 2oq* a tratar no arma- cada urna, dilas muito finas ioglezas a 500 rs.
zem de carros de Mr. Grosjean, na rua da Ploren-
tina.
tina.
i -------------------------------------__________________________________________________________________________________ i
Vende-se espirito superior e xaropes de di-
versas qualidades ;por commodo preco : na rua I
nova de Santa Ritan. 70.
Vende-se ou trocase por um sitio tres casas
lemas sitas nos Alegados : a tratar eom Frederi-
, ro Chaves, rua da Imperatriz n. 19.
iaiiual de cocas feilas
Meias do l'orlo.
Vendem-se na loja de ferragens na rua da Ca-
deia Velha n. 44, meias de linho p igualmente de
algodo, por preco muito commodo.
Ao n. 29.
Nova loja dos barateiros na rna do Queimado.
Velludo de cores, fazenda muito boa o covado
3*000, baldes de panno 3*200, ditos de arcos .
3*000, 4*000 e 5*000, laat d duas Igu7a n? ST.nl^f *SS f outros eros,
para vestido o covado 500 rs., chitas francezas o ^ST no^m IZ'T e.senhores de i
covado 360 rs, nylim branco para forro de ^ln?J,i!?lc!:m.-Um.._,ance d.e. Ylsla pdese,
a duzia.
Doces (francezes) em frascos lindamente enfei-
tados em calda de assucar e era alcool a
10 e 500 rs. o frasco.
Toncas de lia.
Vendem-se toucas de la para menino a 800, 1*
1*280 cada una.
Vendem-se sapatinhos* de* la'pa.a meninos a Dito ^ 0aba eLm 'atase em caixes de di-
versos lmannos e objectos pelo qual se
400,500 e 640 cada par.
Tesoaras.
Vendem-se tesouras para costura a 500 rs., ditas
engenhos
saber o valor de juaesquer quandadede arrobas
e libras : vende-so na livraria econmica ao p do:
arco de Santo Antonio.
vestido o covado 120 rs., tarlatanas de todas as
cores a vara 720 rs.
Ao n. 29.
Nova loja dos barateiros na rna do Queimado.
Cassa lisa pe le de ovo a peca 7*500, cambraia
lisa muito fina a peca de 17 varas 10*, cam-
braieta peca de 12 jardas 7*000, cambraia adamas-
cada para cortinado a peca de 22 varas 10*000,
meias Unas para senhoras a duzia 4*000, chales
de lia ponta redonda 32*500.
Ao n. 29.
Nova loja dos barateiros na rua do Queimado. /\\ T IK Lii H l
Bicos pretos de linho a vara 120, 160, 240, 320 F-A A A <-=llK.AvMr,
rs, franjas de seda a vara 80 e 160 rs, galoes Vende-se urna taberna em urna das melhores
de seda de algodo e de la para enfeites de vesti- ras do bairro da Boa-Vista, o motivo porqur se
do a peca de 10 e 15 varas a 400, hotiJei de seda vende se dir aos ipretendcntes : a tratar na rna
de velluda e de fusilo doiias 120. dg Cotovello n. 1. r
Cal de Lisboa e potassa da
Rnssla.
Vende-se na rua daCadeia do Recife n. 26, para
onde se mudou o amigo e acreditado deposito da
mesma rua n. 12, ambos os gneros se novos e
legtimos e se vendem a prego mais barato do que
utra qualquer parte. *

para unhas a 400 rs. cada urna.
Collarinhos.
Vendem-se collarinhos de papel a 40 rs. cada
um, ditos de linho a 640 rs.
Pentes de Iravessa.
Vendem-ee pentes de travessa para menina, de
borracha, a 300 rs. cada um.
Toeadores de Jacaranda
- Vendem-se locadores de Jacaranda a 2*500 e
2*800 cada un.
Escovas para ronpa.
Vendem-se escovas muilo finas para roupa a 400
e 500 rs. cada urna
Espedios com estojo.
Vendem-se espelhos.com estojo para navalhas a
n5o engeita dinheiro avista do grande de-
posito que ha.
ma.
Passas a 80500
muito novas.
Palitos para dentes al 60 rs. o mam
Dito dito de (lora 240 rs. o man,
Prezunto para fiambre vindo todos
res a 100 rs. a libra.
Dito do Porto em barril a 480 rs. a libra
Oneijos londrinos ehegados no ultimo vapor"
a 800 rs. a libra.
D'20(looengOS d Ult'ni Vap01' a Vm e
Dito prato superior a 640 rs. a libra
Dito dito menos superior a 180 rs. a libra
Sardiaha de Lisboa muito bem preparadas
em latas grande a 640 rs
Dita de Nantes a 320 rs. a lata.
Sag doyo a 240 rs. a libra.
Sabio massa a 120, 160, 200 .'20rs a
libra,
a gar- Sevadinba de Franca a 200 rs. a libra
Sevada a 120 rs. a libra.
Toucinbo de Lisboa, de Santos, a 320 c 360
rs. a libra.
TijoTo para limpar facas a 140 rs. cada um.
Vinhos. neste geneno o armazem Baliza tem
o melhor sortimento possivl, Lagrimas
do Douro, Maria Pia, Camoes, Bueage, D.
Pedro II, D. Pedro V, e Baliza, que se
vende muito barate em vista de sua espe-
cial qualidade a 100000,120000 c 150000
a duzia.
dem esquesitos como sejam Cherry, eMadei-
ra, Velmute, etc., de 150000 a 200000 a
duzia.
dem de Figueira, Lisboa e Porto a 30000
40000 e 40500 rs. a caada
dem de Lisboa de minha propria marca em
Ervilhas francezas e portugueza a 700 e a 500
rs. a lata.
Dita secca a 200 rs. a libra.
Figos novos a 32o rs. a libra e a 60 o barrili-
I nho.
Fruta em calda de assucar em latas a 500
rs. a lata.
Farinha do Maranho, muito superior, a
16o rs. a libra.
Dita de trigo, a 120,140 e 160 rs. a libra.
Frasqueiras com genebra de laranja,
Hollanda, e de Hamburgo, de diversos
precos conforme os tamanhos.
ancora de 8 Vs a 9 caadas por 280000
2*, 2*500 e 2*800 cada um. Garrames vazios, de 5oo a 102oo.
Adereces pretos. Gomma do Aracaly a 100 rs. a libra.
I Vendem-se aderecos pretos a 2*200 cada ade- Djta meaog supe a ^ ^ >
r ^' Bolees de perola. pra a ,2 ,s- a lata e 10300 a duzia.
1 Vendem-se boles de perola para collete e vesti-, Licores francezes dasmelhores fructas da Eu-
dos a 400 rs. a abotoadura^ | ropa em garrafas lindas e de diversos ta-'
a ancora, e da Figueira de 8 a 9 ca-
adas a 280000 rs.
Vinagre de Lisboa em caada a 10600,108oo
e 20000 rs.
dem mais baixo a 10280 rs. a caada.
Idtm de Lisboa em garrafes com S garrafas
por 10200 rs. com o garralao.
Vedas de espermacete superiores a 600 rs.
o mago,
dem de carnauba de 320 a 360 rs. a libra,
em arroba de 90000 a lO0ooo rs.
de | Vassouras do Porto com arcos de ferro a 4oo
rs, cada urna.
Vinhos de Bordeaux nesle genero temos as
melhores qualidades que se fabricam era
Bordeaux, tanto branco como tinto, e espe-
ramos por todos os vapores france/es, uns
pequeos barris contendo cada um de 85
a 90 garrafas, e qne sero vendidas o mais
barato possivl.



5
Diarlo de Pernambuco Quinta felra S de Dezenibr de 18S.
urci/io
M33
COMMERCIO
"WU
Defronte da lo ja do Pregniea.
DIJARTE AlilflEIDA
,<-aba de abrir o seu grande e sortido armazem de molhados denominado Unido e Com-
morcio. Este grande armazem um dos mais bem montados que temos em nossa praca,
nao s em limpeza e aceio, como as qualidades especiaes de seus gneros. 0 proprie-
lario do Unido e Commercio offerece todos os senhores da praca, senhores de engenho
e iavradores a seguinte Uibella, por onde verao a grande economa que lhe resulta em
compraren! em tao til estabeleciment, afianzando o mesrao todo e qualquer genero
sabido de seu armazem.

Manteiga ingte/.a perfeitamente flor, mandada
vir do conta propria, a 7oo a 800 rs, a
libra.
dem franceza chegada pelo ultimo navio a
56o rs. a, libra, e em barril ter abatimen-
to.
dem ingleza em potes de 4 a 16 libras a
800 rs, a libra e o pote separado,
Cha axial o melhor noste genero, mandado
vir de conta propria a 2,8oo rs, a libra.
Mm hysson, grande, milito bom a 2,6oo rs.
:i libra.
dem preto muito fino, a 2,6oo rs, a libra.
dem preto, mais baixo, a 2,ooo rs, a libra.
Idi-.m, verde, miudinho, mais proprio para
negocio, a l,5oo rs, a libra.
Banha de porco inclinada muito alva a 46o
rs, a libra, e em barril se far abatimento.
Biscoitos inglezes das seguintes marcas;
Craknel, Soda, Ceede, Captain, Travellies.
Lunfh, Cabin, e outras militas marcas, a
l.ioa rs, a lata.
Bolacbinha de sdo, especial encommenda, a
2,200 rs, a lata.
Bisunto ingle/. Craknel em latas de 5, 7 e 15
libras a .'i.000 e 6,000 rs, e de l,2oo a
800 rs, a libra.
Qucijos do reino pelo baratissimo preco de
l,>oo, 1 Boa e 2,ooo rs,. os do ultimo
vapor.
dem prato muito fresco a 64o rs, a libra.
Uem londrino muito fresco a 800 rs, a libra.
Vinbos em pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
48o, 56o, 6 Oio rs, a garrafa, e de 3,ooo a
4,5oo rs, a caada.
Manaelada imperial dos melbores conservei-
roa de Lisboa em latas de 1 o mais libras
a 7oo rs, a libra.
Fintas em caldas das seguintes qualidades:
mei\i, r.iiiiba Claudia, peras, cerejas,
dirija, pecegos e alperch a 5oo rs, a lata.
Figos em caixinhas de 1 '/* arroba e de 8 li-
bras a 8,000,4,000, e 2,ooo rs, c a 3oo rs,
1 libra.
A oendoasde casca mole a 28o rs, a libra, e
;m arroba ter abatimento.
Sardinhas de Nantes a 32o rs, a latinha.
Toucinlio de Lisboa a 36o rs, a libra e em
arroba tura abatimento.
Massa de tomates a 64o rs, a libra.
Cimenta do reino a 34o rs. a libra,
Faririha do Maranho a 14o rs, a libra,
Ceblas a 4oo rs. a restea.
Tijollopara limpar facas a 16o rs,
Ceneja das mais acreditadas marcas de 5,ooo
1 7,5oo a dnzia, e de 5oo a 600 rs, a gar-
rafa,
Prezunto para fiambre muito fresco e novo
a 800 rs. a libra,
Genebra de laranja a 9oo rs, o frasco,
Chonricas as mais frescas do mercado a 800
rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa,
< lo,5oo rs. a caixa rom urna duzia,
Licores francezes das seguintes marcas: Ani-
zete de Bordeaux, Plaisir des (lames, e de
outras muitas marcas a lo.000 rs. a duzia,
e al.ooo agarrafa. .
Passas muito novas a 5uo rs. a libra e a 8,5oo
rs. a caixa. Ha caixas. meias e quartos.
Batatas a l.ooo rs. o gigo com 38 libras.
Bolachinha ingleza a 4oo rs. a libra,
Azeite francez e portuguez refinado a 800 rs.
a garrafa, e 9,000 rs. a caixa com urna du-
zia.
Conservas ingle/.as das seguintes marcas:
Mixed. Pickes,, e ceblas simples a 800
rs o frasco.
lostarda ingleza preparada em potes a 4o
rs. o pote.
firlo de bico a 16o rs a libra, e em arroba
tora abatimento.
Vasos inglezes vasios de 4 a 16 libras, muito
proprios para deposito de manteiga, doce,
e outro qualquer liquido, de l,ooo a 3,ooo
rs, cada am.
Palitos do.gaz a 2,3oo rs. a groza e 2o rs. a
caixinlia.
Milho alpista a 16o rs. a libra.
Pampo a 2oo rs. a libra*.
Gomma muito alva para engommar a 80 rs
a libra, e em arroba se far abatimento
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
Sabo verdadeiro hespanhol, que raras vezes
. vem ao nosso mercado a 28o rs. a libra.
Sabo massa de superior qualidade a 18o,
2oo, e 22o rs. a libra do malhor que ba.
Graixa em latas muita nova a 12o rs. a lati-
nha, e l,3oo rs. a duzia.
Peixe em latas muito novo: savel, pescada,
curvin, salmo e outras muitas qualidades
preparados de escabexe, segundo a arte de
cozinha, de l,2ooa 2,ooo rs. a lata.
dem do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado e escolhido pessoalmente por um
des socios que se acha em Portugal, das
. seguintes marcas : Duque, Genuino, Ve-
Iho secco especial, Lagrimas Doces de
1819, vinho especial D. Pedro V, vinho
velho. Nctar superior de 1833, Duque do
Porto de 1834, vinho do Porto velho su-
perior, Madeira Secca de superior quali-
dade, vinho do Porto superior D. Luiz ,
de 1847, Lagrimas do Douro, especial vi-
nho do Porto, de l,ooo a 1 2oo rs. a gar-
rafa e de 10,000 a 12,000 rs. a caixa com
urna duzia.
dem Bordeaux de differentes marcas, garan-
te-se a qualidade, a 8.000 rs. a caixa com
urna duzia, e a 7oo rs. a garrafa.
Garrames com 5 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 2,2oo rs. com o garrafo.
uiotu tooui. garraias ue viniio Figueira, mais
pmprio para a nossa estacao por ser mais
fresco a 2,4oo rs. com o garrafo.
dem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.
o garrafo,
Vinho branco o mellior neste genero a 600 rs,
a garrafa e 4,000 rs. a caada.
Vassouras americanas a 800 rs. cada urna.
Velas de spermacete as melhores que ha no
mercado a 56o e 64o rs. o masso, e em
caixa se far um grande abatimento,
dem de carnauba e composico, de 4oo a
32o rs. a libra, e de 10,000 rs, a H,5oo
rs. a arroba,
Caf de Ia e 2a sorte de 8,3oo a 8,600 rs. a
arroba, e de 28o a 32o rs. a libra do me-
Ihor,
Arroz da India, Maranho e Carolina a 3,ooo,
2,8oo e 2,4oo rs. a arroba e a loo rs. a
libra.
Frasqueira" de genebra a 5,8oo rs. e a 5oo
rs. o frasco.
Azeite doce.em barril muito fino, a 64o rs.
a garrafa, e em caada ter abatimento.
Papel greve pautado e liso a 3,5oo rs. a
resma.
Genebra de Hollanda em botija de conta a
44o rs. a botija.
Champagne a mellior neste genero a 25,oou
rs. o gigo.
Bacalho a 4,500 a barrica.
Enditas franceza e portugueza a 640 rs a
lata de urna libra.
Chocolate francez, hespanhol, suisso e por-
tuguez a l.ooo rs. a libra, e a 28o rs. ca-
da pao de urna '/?.
Garrames vasios de 5 garrafas at 3 caadas
de 5oo at^,3oo rs. cada um.
Ameixas francezas em caixinhas elegante-
mente enfeitadas, com diversas estampas
no exterior da caixa de 1,500 a 3,ooo rs.
cada urna; tambem ha frascos e latas de
differentes tamanhos que se vendem por
mdico preco.
Massas para sopa: raacarrao, talharim e le-
tria a 48o rs. a libra, e em caixa se far
abatimento.
Garrames com 14 garrafas de genebra de
Hollanda a 5,5oo cada um.
Charutos de todas as marcas e dos melbo-
res fabricantes da Babia de 3,000 a 4,000
rs. a caixa.
ATTEtf^AO
ESTABELECIMENTO COMMEICIAL
* DE
CHIIEKiHIL E FliM).l(.\0 DE NKTAES,
Sito na ra do llrun n. 40 Junio
a fundleo do Sr. nowmani. pertencente a
vil laca irmo A C.
Neste estabelecimento encontraro os freguezes um completo sortimento
de tudo que diz respeito as artes de calderero, funileiro, latoeiro, ferreiro e
fundifo, e os abaixo asssignados que o dirigem, promettem servir a todas as
pessas que se dignarem de os procurar, com prompdo, sinceridade e pre-
cos muito rasoaveis. O .dito estabelecimento estando montado em ponto
grande, tanto no que diz respeito a pessoal, como em materia prima, e tendo
habis ofliciaes, pode executar com toda a perfeico e seguranca qualquer
obra tendente as artes cima mencionadas e afoitamente pdem os abaixo as-
signados assegurar ao publico que nenhum outro estabelecimento lhe pode
fornecer mais barato e mais perfeito do que elles, visto que recebem de sua
propria encommenda todas as materias empregadas em ditas obras.
Sinos de 16 libras 8 arrobas.
Parafuzos* de bronze e ferro para ro-
das d'agua.
Torneiras de brooze e bronzes para
engenho.
Enea amen tos de cobre e chumbo de
todas as grossuras.
aspirantes e
Alambiques simples e continuos de to-
dos os tamanhos e dimencoes.
Machinas de cobre para destilar e res-
tilar espirito at 40 graos pelos sys-
temas de Logier e Derosnc.
Carapucas e serpenfinas de cobre, e
estando, avulsas.
Taixas e tachos de cobre para engenho Bombas para cacimbas,
e refinaeo. de repucho.
Paroes de cobre e todos os cobres ne- j Bombas para destilaces.
cessarios para o fabrico do assucar. j Ditas para regar jardins, hortas e
Cobres para rodas de moer mandioca. { capim.
Machinas econmicas para lavar roupa Ditas para navios e barcadas de varias
o methor possivel. i qualidades e dimencoes.
Cobre em lencol e arrodellas, estanho em barrinha, chumbo em barra,
lencol e canos de todas as grossuras.
Villaga Ir indo 4 C.
38RA DO IWIPERADOR38
Agua natural de C onilllar.
muilo recommendada as affeceSes do tubo gastro-intestinal, nos dos rin?, e bexica onrinaria, pelas
suas propriedades alcalinas, e 0 acido carbnico que naturalmente contm em suspenso, de preco
mais commodo que a agua de Vichi/, c de propriedades talvcz superiores pela grande quantidade de
acido carbnico. Injeccdo llrou, agua d le Cheelen, cupahiba de Mege, injecqo Fugas de tanate
de zinoo, muito recommendada as gonorrheas. Lerroy francez verdadeiro ; na mesma casa tem
algumas caixas de instrumentos cirurgicos para operardes de Matieu e Charriere.
Fl FWMC AO DO BOWHIVIUl OO
IIItIH V. HH.
Este muito acreditado estabelecimento est prvido de um completo sortimento de
machinismos proprios do fabrico de assucar, a saber:
Machinas de vapores as mais modernas e mais acreditadas.
Rodas d'agua de ferro com seus pertences.
Moendas e meias moendas de todos os tamanhos.
Rodas dentadas, angulares e de espora.
Taixas de ferro batido e coado.
Boceas de fornalha pelo novo systema Wetson.
Alambiques de ferro fundido.
Fornos para cozer farinha.
Moinhos para moer mandioca.
Arados americanos, etc. etc.
iVIMDES
7 RA DA IMPERATRIZ 7
Madama viuva Lecomle tem a honra de participar ao respeitayel publico que acaba de receber
pelo ultimo vapor francez Hm grande sorlimento de objectos de porcelana, crystal, tartaruga, madre-
perolas, bronzes, marfim'etc, assim como um rico sortimento de alfinetes de peito e fivelas para cin-
tos quer de madeira, querde metal novos modelos.
Cintas para seulioras e meninas.
Lindas cintas do couro c velludo enfeitadas com a competente bolsa, tal e qual est se usando
em Pars, ligas de seda para senhora, riquissimas caixinhas para preseote de festa com preparos de
cestura ou sem ella, de tartaruga, madreperolas, marroquim, etc., capellas brancas e para noivas de
flores de laranja.
Fiaissiinos chicotes com cartas de marfim, sndalo, etc., para homens e senboras.
Perfumaras.
Perfumaras dos mais afamados fabricantes de Londres e de Par.
Pos de arroz para refrescar.
Escovas para denles o cabello.
Ditas para limpar pentes.
Pentes de tartaruga de pentear.
Ditos de bfalo dito.
Suspensorios para homem.
Espclhos grandes e pequeos.
Agua para tingir cabello de todos os fabricantes.
Na mesma casa centina-se a fazer cabelleiras, tanto para homem como para senhora, assm
como qualquer cabello supposto.
Corta-se cabello e frisa-se por 500 rs.
7 Ba da Impfratrtz 7
Oleo e banhas para cabello.
Sabonetes Hnissimos.
Ditos inferior.
Agua para hmpar dentes.
ar
Agua de Colonia.
Cheiros para lencos e gavetas.
Leite antephelico.
Approvaito pelas academias 'le medicina de Pdris e Londres.
Este leite cura em poucos das as sardas, ephelides, manchas de gravidez, tez
queimada, nodoas, cravos, borbulhas, bortoejas, espinhas, etc., como consta do livrinho
que o acompanha, cada frasco tem um livro que indica o modo de applicar o leite ante-
phelico.
O nico deposito na casa de madama viuva Lecomte.
7 RA DA IMPERATRIZ 7
Kl\ DO QUEMADO LOJA X 11.
UNTE I KAN PARA SALAS.
Loja de fazcuda de Augusto Fmiento dos Sales Porto.
A este estabelecimento chegou um ptimo sorlimento de esleirs para sala, com diversas larguras
e da mais superior qualidade que se vendem por precos mais mdicos do que em oulra qualquer
parte.
afeites para bailes.
Os mais delicados enfeiles para baile se encontram neste estabeleci ment ; assim como:
LUVAS DE PELLICA DE JOVIN para homens e senhoras.
CHAPEOS DE PALHA DA 1TAL.IA para senhoras, enfeitados com tinissimas dores.
CHAPEOS DE PALHA para meninas, enfeitados com finos veos de seda, flus e flores fiaas.
CHAPEOS DE PALHA DE COR para homens a 13200, 3500 e 43000.
CHAPEOS DE SEDA PRETOS para horneas, de suprior qualidade a 93000 e 103000. .
CAMISAS INOLEZAS com colarinhos, peitos e punhos, de linho, a 423000 a duzia.
CAPAS DE SEDA PRETA para senhoras, enfeitadas, e bordadas de diversos gostos de 223 a 50300C.
CAPAS ESCOCEZAS DE CASEMIRA para senhoras, enfeitadas com ricas franjas, a 223 e 233000.
Tem este estabelecimento sortimento de tazendas de seda, la, linho e algodo, como sejam sedas
pretas e de cores, lias para vestidos, panos finos, casemiras pretas e de cores, toalhas para mesa e
gtiardanapos de linho, bramante largo para lences, platilhas, baldes de arcos e de muselina, esguioes
damascos, chitas c outras muitas fazendas que se vendem por mdicos precos ; na ra do Queimado
n. 11. '
ARMAZEM FRANC
7 Ra da Cruz9 .
Vukw Uor.leau\ suuerior a ilu-
Iia'6^00.
VENDK-SK
Nossa Menhora da CoacelcSo
Contina a estar venda na ra do Imperador
n. 15 a novena de N. S. da Conceiciio, conforme
Direito internacional privado e a applcacao de seus
principios com preferencia as leis prieipaes do
Brasil, em 1 volume.por Dr. Jos Pimenta Bueno,
83000 : no escripteriode Antonio LuizdeOliveira
Azevedo & C, ra da Cruz n. 1.
Usam os reverendos carmelitas da Reforma do Re-; chegada ltimamente
Todos os senhores que comprarem para negocio oucasa particular de 1005 para pJii.L"!}? raais conf,rmc os annuncios fetos' primeiro andar.
una ter5o mais 5 a 10 por % de abatimento; o proprietario scientifica mais que todos -
os seus gc.uoros s5o recebidos de sua propria encommenda, razo esta para poder ten-
der por muito menos do que ein outro qualquer estabelecimento.
Cortinados bordados.
Superiores cortinados bordados para camas fran-
cezas, ou para portas : vende-so somonte na ra
do Queimado n. 46, loja de Guimaraes & Rastos.
Cal de Lisboa
na ra do Vigario n. 19,
Em casa de Mills Latham .v C, na ra d-
Vende-so a taberna do pateo do Terco n. II, Cruz n. 38, vende-so ferro galvanlsado de um doa
bem afreguezada : a tratar .na mesma,o motivo se melhores fabricantes inglezes, proprio para cobers
dir ao comprador. i tas de casas.
9 Largo do Carato 9.
Grande sortimeato para a festa por menos
10 a 20 por cento do que em outra qualquer
parte.
Duarte & G.1 scientifleara aos seus freguezese ao publico'emgeral, que acaba de che-
gar da Europa um socio que faz parte da firma, com um grande e bello.sortimento de
molhados por elle escomidas, os quaes se vendem por menos de lo a 2o por o/0 do que ou-
tro qualquer annunciante, garantindo a boa qualidade e peso de qualquer genero vendido
neste j muito acreditado armazem, e por isso, firmados em que cumprem fielmente o
que promettem, pedem todos os Srs. da praca, de engenhos e Iavradores, o favor de
mandarem suas encommendas ou relac5es ao armazem Progressivo, certas de nSo terem
em tempo alguna occasiSo de se arrependerem.
Aviso.
Todos os Srs., que comprarem para tornarem a vender, terlo, alm dadirTerenca
j publicada, mais 5-por% de abatimento. Os propietarios tambem garantem o bom
acondicionamento anda mesmo dos mesmos para o mais alto serto.
Manteiga ingleza perfeitamente flr, mandada
vir de conta propria, a 8oo rs. a libra.
dem franceza chegada pelo ultimo navio a
56o rs. a libra, e em barril ter abatimen-
to.
dem ingleza em potes de 4 a 16 libras a
8oo rs. a libra e o pote separado.
Cha uxim o mclhor neste genero, mandado
vir de conta propria, a 2,8oo rs. a libra
dem hysson, grande, muito bom a 2,6oo rs,
a libra.
dem preto, muito fino, a 2,6oo rs. a libra.
dem preto, mais baixo, a 2,ooo rs. a libra.
dem, verde, miudinho, mais proprio para ne-
gocio, a l,5oo rs. a libra.
Banha de porco refinada muito alva a 48o
rs. a libra, e em barril se far abatimen-
to.
Biscoitos inglezes das seguintes marcas:
Craknel, Soda, Ceede, Captain, Travellies
Lunch, Cabin, e outras muitas marcas a
I.'iihi rs. a lata.
Bolachinha de soda, especial encommenda, a
2,2oo rs. a lata.
Biscoitoinglez Craknel em latas de 5, 7 e 15
libras a 5,ooo e 6,ooo rs. e de l,2oo a
8oo rs. a libra.
Batatas muito novas a 5o rs.
Queijos flamengos chegados neste ultimo
vapor a 2,2oo rs.
dem do vapor passado a 2,ooo e l,8oo,
dem prato chegado neste ultimo vapor,
muito fresco a a 4oo rs. a libra e intei-
ro se far abatimento.
dem londrino muito fresco a 8oo rs. a libra.
Vinhos em pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a'
48o, 56o, e 64o rs. a garafa, e de 3,ooo a
4,5oo rs. a caada.
Manaelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa em latas de 1 e mais libras
a 7oo rs. a libra.
Fructas em caldas das seguintes qualidades:
ameixa, rainha Claudia, peras, cerejas,
ginja, pecegos e alperch a 5oo rs. a lata.
Figos em caixinhas de 1 '/arroba e de 8 li-
bras a 8,ooo, 4,ooo e 2,ooo rs, e a 3oors.
a libra.
Amendeas de casca mole a 28o rs. a libra, e
em arroba ter abatimento.
Sardinha de Nantes a 32o rs. a latinha.
Toucinho de Lisboa a 36o rs. a libra eem ar-
roba ter abatimento.
Massa de tomates a 64o rs. a libras.
Pimenta do reino a 34o rs. a-libra.
Farinha do Maranho a 14o rs. a libra.
Tijollo para limpar facas a 16o rs.
Ceblas a l,2oo rs. o molho, e a l.ooo rs.
o cento.
Cerveja das mais acreditadas marcas de
5,ooo a 7,5oo a duzia, e de 5oo a Boo rs.
a garrafa.
Prezunto para fiambre muito fresco e novo
a 8oo rs. a libra. '
Genebra de laranja a 90o rs. a frasco.
Chouricas as mais frescas do mercado a
8oo rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa,
e lo,5oo rs. a caixa com urna duzia.
Licores francezes das seguintes marcas: A-
nizete de Bordeaux, Plaisir des dames, e
de outras muitas marcas a lo,ooo rs. a
duzia, e a l,ooo rs. a garrafa.
Passas muito novas a 5oo rs. a libra e a
8,5oo rs. a caixa. Ha caixas, meias e
quartos.
GarrafOes com 14 garrafas de genebra de
Hollanda a 55oo.
Bolachinha ingleza a 4oo rs. a libra.
Azeite francez e portuguez refinado a 8oo rs.
a garrafa, e 9,ooo rs. a caixa com urna
duzia.
Grao de bico a 16o rs. a libra, e em arroba
ter abatimento.
Conservas inglezas das seguintes marcas:
Mixed, Pickes, e ceblas simples a 800 rs.
o frasco.
Mostarda ingleza preparada em potes a 4oo
rs. o pote.
Vasos inglezes vasios de 4 a 16 librmuitos, a
proprios para deposito de manteiga, doce,
e outro qualquer liquido, de 1,00o a 3,ooo
rs. cada um.
Palitos do gaz a 2,3oors. a groza e 2o rs. a
caixinlia.
Milho alpista a 160 rs. a libra.
Painco a 2oo rs. a libra.
Gemina muito alva para engommar a 80 rs.
a libra, e em arroba se far abatimento.
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
Sabo verdadeiro hespanhol que raras vezes
vem ao nosso mercado a 28o rs. a libra.
Sabo massa de superior qualidade a 180.
200, e 220 rs. a libra do melhor que ha.
Graixa em latas muito nova a 120 rs. a lati-
nha, e 1,300 rs. a duaia.
Peixe em latas muito novo : savel, pescada,
curvin, salmo e outras muitas qualidades
preparados de escabexe, segundo a arte de
cozinha, de 1,400 a 2,ooo rs. a lata.
dem do Alto Douro vindo do Porlo engar-
rafado e escolhido pessoalmente por um
dos socios que se acha em Portugal, das
seguintes marcas: Duque, Genuino, Ve-
lho secco especial, Lagrimas Doces de
1819, vinho especial D.Pedro V, vinho
velho, Nctar superior de 1833, Duque do
Porto de 1834, vinho do Porto velho su-
perior, Madeira Secca de superior quali-
dade, vinho do Porto superior D. Luiz I
de 1847, Lagrimas do Douro, especial vi-
nho do Porto, de l.ooo a 1.2oo rs." a gar-
rafa e de 10,000a 12,ooo rs. a caixa com
umaduzia.
dem Bordeaux de differentes marcas, garnte-
se a qualidade, a 8,000 rs. acaixa com urna
dnzia, e a 7oo rs. a garrafa.
Garrames com 5 garrafas de vinho do Porlo
do Alto Douro a 2,2oo rs. com o garralao.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira. mais
proprio para a nossa estacao por ser mais
fresco a 2,ooo rs. com o garrafo.
dem com 5 garrafas de vinagre a 1,2oo rs.
o garrafo.
Vinho branco o melhor neste genero a 600 re.
a garrafa e 4,000 rs. a caada.
Alhos a 80 rs. o masso.
Velas de spermacete as melhores que ha no
mercado a 600 e 64o rs. o masso, e em
caixa se far um grande abatimento.
Frasqueiras de genebra a 5,8oo rs., e a 5oo
rs. o frasco,
dem de carnauba e composicSo, de 4oo a
32o rs. a libra, e de lo,ooo rs. a H ,5oo rs.
a arroba.
Caf de Ia e 2a sorte de 8,3oo a 8,600 rs. a
arroba, e de 28o a 32o rs. a libra do me-
lhor.
Arroz da India, Maranho e Carolina a 3,ooo,
2,8oo e 24oo rs. a arroba e de loo rs. a
80 rs. a libra.
Azeite doce em barril, muito fino a 6io rs.
a garrafa.
Papel grve pautado e liso a 3,5oo rs. a
resma.
Genebra de Hollanda em botija de conta a
44o rs. a botija.
Champagne das mais a creditadas marcas a
l.ooo rs. a garrafa, e a lo,ooo rs.a duzia
ou gigo.
Sal refinado a 7o rs. a libra.
Ervilhas francezas e portuguezas a 64o rs.
a lata de urna libra.
Chocolate francez, hespanhol, suisso, e por tu-.
guez a l.ooo rs. a libra, e a 28o rs. cada
pi de urna '/*
Garrames vasios de 5 garrafas at 3 caadas
de 5oo at l,3oo rs. cada um.
Ameixas francezas em caixinhas elegantemen-
te enfeitadas, com diversas estampas
no exterior da caixa, de l,5oo a 3,ooors.
cada urna; tambem ha frascos e latas de
differentes tamanhos que se vendem por
mdico preco.
Massas para sfipa: macarro, talharim. o
aletria a 48o rs. a libra, e em caixa so
far abatimento.
Doce de goiaba de 4oo a 800 rs. o caixa
grande.
1 dem a 2,ooo o caixo grande.
1 Charutos de todas as marcas e dos meHioreg
fabricantes da Bahia de 9,ooo a 4,ooo rs.
1 a caixa.
ATTENCO!
Alem dos gneros cima annunciados ha um completo sortimento de cominhos, er-
ra doce, alfazoma e ontros muitos gneros, que tudo se vende por baratisssimo preco.
J


Diarlo de Pe mam buco Quinta felra 8 de Dczeitibro de I 61.
7
ARMAZENS
DO
PROGRESSISTA
RA DAS CM7ZES Y. 36
E
RA DO CRESPO N. 9
\o baii-ro de Manto Antonio.
Toaquim los Comes de Sfoiiza scientifica a seus numerosos fregu,
zes e ao publico em geral que acaba de estabetecer um novo armazem de molhados
i'ua do Crespo n 9, aonde se encentrar sempre os melbores gerteros de estiva, que
se vonderao a retalho e por atacado, por menos dos que se venderem em ontra qualquer
parte, afQancando-se aquellas pessoas que comprarem nestes armazens a superior qua-
lidade de gneros, precos commodos e bom acondicionamento.
O armazem da ra do Crespo situado no melhor local desta cidade com o as-
PARA A FESTA
Vende-se por menos 10 por cont do que outro qualquer
annunciante
fdttfflirgffii nu a mn
s
HOS AR1HA%EI
CONSERVATIVO E CONSERVADOR
DE
HO
ARMAZEM
<*r
DB
O I, ARGO DA PENHA IO
Os proprietarios deste acreditado armazem de molhados, tendo em vista as mi. e S d^co^Sada'a 4o C S^ ^
urna vantagens offerecidas por este Diario ao respeitavel publico, pelos seus competido-! Serveja de todas as marcas a 500 rs. a garrafa.
N. 21 e 23LARGO DO HRfO-N. U e 23
leiam.
Manteiga ingleza perfeitamente superior a 880 e 900 rs. a libra
dem franceza, a 560 rs. em barris, lia abatimenlo.
Caf do Rio da Ia qualidade a 280 rs. a libra, e a arroba a 8,;>00 e 8 700 rs
; Arroz pilado, iOu a libra, e a arroba 2,800 em sacco 2,700.
Cha de primeira, segunda e torceira sorte a 2,8oo, 2,5oe e 2,ooo rs. e 1,800 do nr, w,
a libra. '
Palitos do gaz mandados vir por cunta a 2,3oo rs. a groza.
Vinho Figueira e Lisboa, a 48o e 4oo, rs. a garrafa e a caada a 2,8oo 3.
4,ooo rs. .
Goma de engommar, 100 rs. a I bra e a arroba a 2,700 ou sacco.
Milho alpista o mais limpo que ha a ICO rs. a libra a 5,000 rs a arroba
Tijolo francezde grande tamanho a lio rs. cada um.
Toucinho de Lisboa muito novo, a 32o i s. a libra.
Queijos do reino do ultimo vapor, a 2,ooo rs.
Velas de espermacete, e carnauba a Goo e 3oo rs. a libra.
seio qu de necessidade manter-se com estes estabelooimentos, faz crer a seu pro- ..." i Sevada nova, a leO rs. a libra a a 2 80o aarroha
, ... res, e desejando dar provas deque pessoaalguma pode vender gneros de primeira qua-'passas novis 4 so _, lih ';, v*** .
prietario, que ninguem deixar de sortir-se num estabelecimento aonde se encontra sin- H -i ( ra* v,s, a huir, a iihra e em raixa ha abatimento.
. i 'idade pelo prectf que vendemos, tanto pelo diminuto lucro a que nos reduzimos, como .. dmare" ae auu a o rs. a libra,
(ridade, para ir-se comprar aonde se n5o offerecem tantas vantagens.
,. ... ,,,, Pe,a vantagem de serem vindas de conta propria. Deliberamos vender, (nSo offenden-
Sendo este armazem no verdadeiro ponto de partida para os arrabaldes desta
,,.,,., do os nossos tellegas c amigos) por menos lOporcento, garantindo-se como sempre a
ridade, nao sera dimctl aquelles senhores que tem de partir nos mnibus darem suas
boa qualidade.
.ncommendas neste armazem, que sempre lhes ofFerecer os mais agradaveis gneros.
Cha perola de especial qualidade a 2,8oo rs. dem mito superior a l,ooo rs. a garrafa.
i lihn I
dem hysson muito superior a 2,7oo rs. a Caf a 28 e 3a rs- a ,bra' e a 8' e
libra. ; 9,000 rs. a arroba.
, SSU' ?&v ."a c2 *-7 -- a-
cado de 5,ooo a 0,ooo rs. a duza, e 5oo
rs. a garrafa.
Manteiga ingleza perfeitameDte flor. chegada Farinha de Maranho muito alva e cheiroza
no ultimo vapor a 8oo rs. a libra. a 16o rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 32o rs. a libra e a 9,ooo
dem idem a 2,ooo rs. a libra.
dem preto de qualidade muito especial a
2,ooo rs. a libra. Conservas inglezas a 75o rs. o frasco e 8.600
Idea idem inferior a 1,600 rs. a libra. rs. a duzia.
Champagne a melhor neste genero a 1.5oo Doce emcalda a 000 rs. a lata
rs. a garrafa e 18,000 rs. o gigo. ,. ,
dem inferior a 10,000 rs. o gigo e 1,000 rs. ,dem a garrafa. 1 ,mos e de diversas qualidades de 6io a
l.ooo rs. cada urna.
Chocolate francez, hespanhol, e portuguez, a *, .
a 9oo c l,2oo rs. a libra. ^v,ll,as francezas ,nuit0 novas de 48o a 64o
rs.
Charutos dos melhores fabricantes da Bahia ,* ____
ede qualidades, especialmente escolhidos, d,"n P0ltu8"<^ 72o rs. a lata.
ile 2,ooo a 4,5oo rs. a caixa. 'dem sectas a 2oo rs. a libra.
Karnha do .Maranho muito alva a 14o rs. a Vassouras do porto com arcos de ferro a 32o
"'"'* rs. cada urna.
Idem fe araruta verdadeira a 4oo rs. a libra.' Vpia(! ,iu ______ lk
I veas de espermacete da melhor qualidade
b Vinho do Alio Douro engarrafado, e os mais a 600 rs. o maco.
bem'scolhidos,lagrimas do Douro.D. Pe-1 i,im *,<.. > -*
. dro V, D. Luiz I, Duque genuino, Nctar Idem d 1Cama"ba e **&*&<> a 32o e 36o
suprior, Rbtvasb fina, Basiardo, e outros i rs- a li,,ra e ,0.00<> rs? a arroba.
a ga.Sr l2'000 PS" (,UZa 6 l,00 rS" Tij0l<) Pa,'a ImPar facas a 44 rs- *
Idem Cherry e Madeira a l,5oo rs. a garra-
fa o 16ooo rs. a duzia.
Idem Bordean* de diversas marcas de 8,000
a 10,000 a duzia, e 800 rs. a garrafa.
Rolaxinhas americanas a 3,ooe rs. a barrica,
2oo rs. a libra.
Batatas muito novas a 1,000 rs. o gigo, e 60
rs. a libra.
Banha de porco refinada a 48o rs. a libra, e
em barril a 44o rs.
Vinho em pipa de Lisha. e Figueira, de3,ooo
a 4,ooo rs. a caada, e 5oo rs. a garrafa.
dem de Lisboa em ancoretas de 8 a 9 caa-
das por 27,000 rs.
Idem do Porto muito especial a 5,5oo rs. a
caada e 72o rs. a garrafa.
Idem em garrafoes com 4 '* garrafas por
.Soo rs. com o garrafao.
Vinagre de Lisboa muito superior a 2,ooo
rs. a caada.
Mmb inaisbaixoa I,5oors. a caada, e 2oo
rs. I garrafa.
Idem em garrafoes com 4 '2 garrafas por
i,2oo rs. com o garrafao.
Manteiga ingleza.a 600, 7oo, 800 e 9oors.a
libra de primeira qualidade.
I.lem franceza a 56o rs a libra em barril, e
a 600 rs. a retalho.
Aineixas fraucezas em camnhas com ricas
estampas no exterior de l,2oo a 2,ooo rs.
cada urna.
Idem em frasco de vidro de diversos taa-
nnos a l,5oo e 2,5oo rs.
Idem em latas de 1 1 2e 3 libra a l,3oo e
2,3oo rs.'cada ama, e a 800 rs. a libra.
I'igos de comadre em bazinhos de folha pro-
prios para mimos a l,6oo rs. cada um.
Idem em caixinhas de folha a 32o rs.
Idem em caixas grandes a 2oo rs. a libra.
l'lem em latas ermetieamente. lacradas de
1.600 a 3,ooo rs.
A miz da India e Maranho a 80, loo e 12o
rs. a libra.
Araendoas de casca mole muito novas a loo
r#. a libra.
Azeiionas superiores a l,2oo rs. o barril.
Alpista a lio rs. a libra e 4,6ooa arroba.
Letria a 4oo rs. a libra.
Biscoitos e bolachinhas inglezas as ultimas
chegadas ao nosso mercado a l,2po e l,4oo
rs. cada lata.
Bolaxinha de soda e lunch em latas grandes
a 2,ooo rs. cada lata.
Cognac de superior qualidade 800 rs. a gar-
rafa.
Toucinho de Lisboa e Santos a 32o rs. a libra.
Sevada muilo nova a loo rs. a libra.
I'eixe em latas grandes, savel, pescada, cor-
vina, e outras qualidades a l.ooors. cada
lata.
Papel gr-eve pautado c liso de 3,ooe a i.000
rs. a resma. -
Passas muito novas a 8,000 a caixa e 48o rs.
a libra.
Palitos lixados para dentes a 14o rs. o maco.
dem de flor a 2oo rs. o maco.
Prezunto para fiambre inglezqs e americanos
a 85o rs. a libra,
dem do Porto a 48o rs. a libra.
Queijos prato de 48o a 600 rs. a libra.
dem londrinos os melhores que se encontram
neste mercado a 800 rs. a libra.
dem flamengos vindos no ultimo vapor de
2,000 a 2,4oo rs.
Sardinhas de Nantes muito novas a 32o rs.
a lata.
Sag muito novo a 2oo rs. a libra.
dem muito superior a 28o rs. a libra.
Sabo maca de versas qualidades a 2oo e
24o rs. a libra.
dem inferior de 12o a 18o rs a libra.
Genebra de Hollanda em frasqueiras a 6,5oo
rs.
dem hamburgueza em ditas ao,8oo rs.
dem de Hollanda em garrafoes grandes a
5,5oo cada um.
dem em botija a 4oo rs. rs. cada urna.
Garrafoes asios de diversos tamanhos a 5oo,
64o e l,2oo rs.
Gomma do Aracaty a loo rs. a libra.
Graixa a loo rs. a lata, e l,2oo rs. a duzia.
Licores finos francezes em garrafas e fras-
cos de diversos tamanhos de 600 a 800 rs.
cada um.
Marmelada imperial de t' dos os conservei-
ros de Lisboa a 64o e 700 rs. a libra.
Massa de tomate muito nova a 64o rs. a
libra.
Marrasquino de Zara a 64o rs. o fraseo,
dem em frascos grandes a 800 rs.
Cominhos muito novos a 5oo rs. a libra.
Erva-doce a 24o rs. a libra.
Pimenta a 36o rs. a libra.
Cravo da India a 64o rs. a hbra.
Cannella a i,loo rs. a libra.
Alfazema a 2oo rs. a libra.
Sal refinado em frascos de vidro a 600 rs,
o frasco.
dem de 2.1 qualidade a 76ers. a libra.
dem de 3,* dita a 64o rs. a libra.
dem para tempero a 32o e loo rs, a libra.
rs. amiba.
I Sardinhas de Nantes a 36o rs. a lata.
> Azeite doce de Lisboa a 64o rs. agarrafa e a
j 4,8oo rs. a caada.
Manteiga francezaamaisnovaquehanomer- vinagre de Lisboa a 2oo rs. a garrafa ea
cado a 58o rs. a libra, e em barril ter aba-
timento.
Banha de porco refinada a 520 rs. a libra.
l,2oo rs. a caada.
Garrafoes com 5 garrafas de vinagre de Lis-
boa a l,loo rs.
Champanhe das marcas mais acreditadas a
Vinho em pipa Porto Figueira e Lisboa a ioo, 1 8 e a 10,000 rs, o gigo, e a 800 rs. e a
48o,5oe, 56o rs. a-garrafa, em caada 1,000 rs. agarrafa.
Batatas a 4o rs. a libra.
S nos armazens do largo do Terco.
Mi
ItOUPA FJEITA
NO
DE
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fc ^w**
I
1
m
&'
2,800 3,000 3,5oo e 4,000 rs.
dem em barril o mais superior que tem vin-
ao mercado a 600 rs. a garrafa.
Lagrimas do Douro especial vinho do Porto a
l,ooo a garrafa e a lo.aoo a caixa, o preco
nao indica a qualidade d'este precioso vi-
nho, porm venhamaoProgresso que a vis-
ta faz f, a este genero constantemente man-
damos1 vir de conta propria e por isso po-
demos vender por menos que outro qual-
quer annunciante.
Vinho do Alto Douro "das marcas mais acre-
ditadas e especialmente escolhido por um
de nossos socios, como sejam:Cam5es, Du-
que, do Porto, D.Luiz, Carcavellos, Cha-
misso 4 Filho, Madeira secco, e Feitoria a
9oo rs. a garrafa e 9,000 rs. a caixa com
12 garrafas.
Garraoes com especial vinho do Porto con-
tendo 5 garrafas a 2,5oo rs.
dem com 5 garrafas de superior vinho Fi-
gueira a 2,4oo rs.
Idem com 5 garrafas de vinho Lisboa a
2,loo rs.
Vinho branco de Lisboa proprio para missa
vindo ja engarrafado de Lisboa a 64o rs.
a garrafa.
dem em barril muito superior a 5oo rs. a
garrafa e a 4,oo e 3,8oo a caada.
Serveja preta marca T e XXX a 6,5oo e
7,000 rs. a duzia, e aBoo rs. a garrafa,
tambem temos das mesmas marcas para 4,
e 4,5oo rs. a duzia, e a ioo rs. a garrafa.
dem branca Te cobrinha a5,5oo e 6,000 rs,
a duzia e 5oo rs. a garrafa, tambem ha
para 4.000 rs. a duzia.
Graxa em latas grandes a l,3oo rs. a duzia
e 12o rs. a lata.
Vassouras do Porto arqueadas de ferro obra
de muita duraro a ioo rs. cada urna.
Palitos de dentes massos grandes a 2oo rs.
e 28o rs. \
Paltos do gaz a 20 rs. a caixinha e 2,3oo rs.
a groza.
Gelca de Alperche chegada no ultimo vapor
latas de 2 libras a 800 rs. pechincha.
Gnebr de Hollanda garrafoes com 16 gar-
rafas por 6.5oo rs.
dem em frasqueiras a 6,3oo rs. e 6,5oo rs. ea
56o rs. o frosco atanca-se ser verdadeira.
dem de botija em barricas com quatro du-
zias a 44o rs. cada botija.
dem de laranja em frascos grandes verda-
deira italiana a l,ooo rs. o frasco.
Marrasquino de zara a 72o rs.
Licor francez de todas as qualidades em
garrafas de vidro brancos a 72o e 800 rs.
3*
25500 v?
't
20HO .,
10400 S
m
Ameixas francezas em caixjnhas de 1 ','* 2
e 3 libras elegantemente enfeitadas com ri- Vinho Bordeaux das melhores qualidades
cas estampas na caixa exterior a l,3oo' que tem vindo ao mercado a 72o e 800
1,60o 2,000 e 2,5og rs. rs., e em caixa a 7,5oo, 8, e 8,2oo rs.
Idem em latas de, 1 / e 3 libras a l.ioo e' Azeite doce refinado do fabricante Pelanol e
2,6oo rs, cada urna. outros a 800 rs. a garrafa.
Figos de comadre em bazinhos de folha Conservas inglezas sortidas e de urna s qua-
lidade a 800 rs. o frasco.
Araruta verdadeira a 32o rs. a libra.
muito proprios para mimo a 1,600.
dem em caixinhas a l,4oo rs.
dem em caixinhas ermetieamente lacradas
e muito bem enfeitadas a l,8oo rs.
Idem a 2oo rs. a libra.
LETREXRO VERDE.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feila de
todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vontade dos rom or- **>
rentes, para o que tem um, dos melbores professores, assim como tambem tem im %fi
grande e vanado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para unboras, f
homens e meninos. .;"
Casacas de panno preto, 350 e 300000 Colletes de fusto e brim bran-
Sobrecasacas iden> 300 e 250000 co, 30500, 30 e .
Paletos idem e de cores, 250, Seroulas de brim de liaba,
200, 150 e...... 100000 20400 e......
Ditos de casemira, 200, 150, Ditas de algodao, 10600 e. .
120, 100 e...... 70000 Camisas de peitos de lindo,
Ditos de alpaca, 50 e. 30500 50, 40, 30 e.....20500 l
Ditos ditos pretos, 90, 70, Ditas de madapotao, 30, St
5 Ditos de brim e ganga de co- Chapeos de massa, pretos fran-
ges, 40500, 40, 30500 e. 30000 cezes, 100, 90 e 80300 fg
Ditos branco de linho, 60, 50 e 40000 Ditos de fltro, 50, 40,30500 e 2/*4K)
Ditos de merino preto de cor- Ditos de sol, de seda, 120, m
do, 100, 70 e..... 50000, H0,70e......40500
Calcas de casemira preta, 120, : Collarinhos de linho fino, ulti- *
100, 80 e. ...... 70000 ma moda....... C40|g
Ditas de cores, 90, 80 e. 70000 Sortimento completo de grava-
Ditas de meia casemira de c- tas. ,3 aj
res, 50500 e..... 40000 Toalhas para rosto, duzia, 110,
Ditas de princeza e merino pre- i 90 e........ 60000 !?$?
to de cordao, 50, 40500 e 40000 Atoalhado adamascado de li- >*g
Ditas de brim branco e de c- I nho vara......10280 5
res, 50, 40500, 40 e 20500 Chapeos deso, de alpaca, pre-
Ditas de ganga de cores, tos ede cores.....40000
30500, 30 e..... 205OO Lences de linho..... 30000 %
Colletes de velludo preto e de Cobertas de chita chineza.. 20000 >'",
cores, 90 e...... 70000 Pennasd'aco, as mais superio- *
Ditos de casemira preta, 50 e 40000 res, a grosa...... 600 OS
Ditos de ditas de cores 50 Relogios de ouro orizontaes.
40 e........ 30500 900,800 e......700000 >**
Ditos de setim preto. 50000 Ditos de prata, galvanizado, '"|
Ditos de ditos e seda branco, patentes e orisontaes, 400 e 3O;50(O fi
60 e....... 50000 Obras de ouro, adercos, meios
Ditos de gorguro de seda aderemos, pulceiras, rozetas,
pretos e de cores, 60, 50 e 40000 aneis e cruzes. 0
m
mmam
Gomma de engommar muito alva a 80 rs.
a libra e 2,2oo rs. a arroba.
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
Passas de carnadas as mais novas que ha no, Sevadinha de Franca a 16o rs. a libra.
> mercado a 4oo i|s. a libra e a 6,000 rs. a
caixa.
Sevada muito nova a 12o rs. a libra e 3,2oo
ss. a arroba.
ATTENCAO
Salmo em latas ermetieamente lacradas a
800 rs.
Lagostim em latas,grandes a 1,400.
Savel, corvina, chefne, vezugo, peixe espada,
preparados pela primeira arte de cozinha a
a l,3oo rs.
Queijos flamengos chegados no ultimo va-
por a 2,4oojs.
dem do vapor passado a 2,2oo 2,000 e
l,8oo, rs.
dem prato do ultimo vapor a 64o rs. alibra.
Doce da casca da goiaba caixoes grandes a
600 e9oo rs.
Cbouricas as mais novas que ha no mercado
a 48o rs. a libra.
Cbouricas mourasencommenda especial nos-
sa a 5oo rs. a libra.
Prezunto verdadeiro de lamego em qalda
de azeite 5oo rs. a libra
Bolaxinha ingleza a mais novas que ha no
mercado a 2,ooo rs. a barriquinha com
1 arroba, e a 24o rs. a libra.
dem de soda de diversas qualidades a 1,400
reis.
dem em latas grandes, proprias para hinche,
* com 5 a 6 libras per 2, ioo rs.
Marmelada imperial do fabricante Abreu e
outros conserveiros de Lisboa a 6eo rs. a
libra.
Frutas em calda de todas as qualidades a
5oo rs.
Ervilhas francezas a 5oo rs. a lata.
dem portugus/as a 64o rs. a lata.
Massa de tomate a 64o rs. a libra.
O proprietario dos armazens do Progressista jamis deixar de offerecer aos seus .... lh
tes tudo o que for jfceciso para que sejam bem servidos, e como a festa se aproxi- Aendoas confeitadas a 700 rs. a iinra.
mi ii ptima aoccasiao dos seus freguezes experimentarem a reau'dade, que nunca dei- l ra"
freguezes 1
xar de ser mantida pelo proprietario destes armazens.
1 Avelans a 2oo rs. a l^bra.
Macarro a 32o rs. a libra.
dem e talharim o mars novo que ha no mer-
cado a 48o rs. a libra.
Aletria a 5oo rs. a libra.
Arroz carolino a loo rs. a libra e a 2,8oo rs.
a arroba.
dem do MaranhSo a 12o rs. a libra, e a
3,000 a arroba.
Caf do Rio o mais superior que se pode de-
sejara32o rs. a libra.
dem a 28o e 3oo rs. a libra e a 8,2oo, 8,4oo
e 8,7oo rs.
Velas de carnauba refinada a 32o rs. a libra,
e a lo,000 rs. a arroba.
dem de spermcete a 64o rs, a libra.
Chocolate hespanhol e francez a 9oo e 1,00o
rs. a libra.
Estrellinha e pevide muito nova a ioo rs. a
libra, e a 2,000 rs. a caixinha com oito
libras.
Cha perola muito especial chegado neste ul-
timo vapor de eocommenda particular
nossa a 2,8oo rs. a libra.
dem huxim muito superior a 2,7oo rs. a
libra.
dem hysson a 2,56 rs. a libra.
dem hysson a 2,000 e 2,2oo rs. a libra.
dem preto homeopathico e muito superior a
2,ooo rs. a libra.
dem nacional a i,600 rs. a libra.
Batatas muito novas a 80 rs. a libra.
Charutos dos melhores fabricantes da Babia
e de todas as marcas, como sejam: sus-
piros, havaneiros, messecipes, regala im-
I UIVD11AU SE LW"IuOOH. Barricas com brea : na ra da Cadeia do Rcri-
Rua da Scuzalla aova b. 42. 1 fe, loja de Terragens de Bastos.
Neste estabelecimento^ contina a hayer.|- PaHnha de mandioca
um completo sormento de moendas e meias; Vende-se-farinha de mandioca da melhor e
moendas para engenho, machinas de vapor mais nova que ha neste mercado : no escripl >rjo
e tachas de ferro balido e coado, de todos os
tamanhos para ditos. ____________
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston 4C,
ra da Senzalla Nova n. i2.___________
O GALLO CANTA
J sabide que, quando chega o va|ior da Eu-
ropa, o gallo cauta annuncianilo aos seus numero-
sos freguezes as galanteras de maisgosto c da ul-
tima moda que por elle recebe, como sejam :
Camsinlias pura senhoras.
Riquissimas camisinhas com mauguitos e gra-
vatinhas para senhoras : s no Vigilante, ra do
Crespo b. 7.
Cirigolinhas.
Riquissimas cirigolinhas ou gravatinhas, sendo
cousa de muitogosto, e a primeira vez que appa-
rece para as senhoras de bom gosto : s no vigi-
lante ra do Crespo n. 7.
Penes de concha.
Ha para chegar riquissimas guarnices de pen-
tes de lindo gosto, tanto para alar, como para mar-
rafas, por precos razoaveis : s no Vigilante, roa
do Crespo n. 7.___________________________
FARINHA FONTANA.
Farinha Fontana <-f si'iiiliaic.i'ia boje, vende-se
por ireeo mais cummodu do que em
qualquer outra parte : na ra da Crui
n. 4 rasa de N. 0. Bieber & C. sucecs-
sores.
mmwmmmammm
C3^ Ra do Crespo n. ft.
Na loja de Marcelino t C, vende-se
barege de laa de cores muito finos a 320
rs. o covado, ditos lisos rom 8 palmos de
largura, ricos, soutembarques de cam-
braia bordado e outras militas fazendas
do gosto preprias para o tempo de festa
ebegadas nesle ullime vapor, precos mui-
to em conta.
de Mancel Ignacio de Oliveira & Fillio largo
Corno Santo n. 19, ou a bordo do palbabMe '-
mao c brigue Minerva, ancorados no caes do baria
do Livramcnto.
Latas lina.
A nova loja da aurora na ma larga do Hosam
n. 38 reeebeu rices jogos de vapora com man a-
dores de metal para marrar os nmeros, mc;'i
proprios para qualquer familia divertirse, .v>:i
como tambem rrebeu lamparillas rom seu pn -
prio copo, as mais modernas que tem chegado.
lencos de linho bordados rom bico tambem de li-
nho, muito proprios para qualquer senhora ou mi-
nina, os quaes se vendem barato.
FMKMIIS
baratas para acabar.
Sedas de quadros e de lislras a 20 rs. o rova-
do, lindas laas de quadrinhos a 360 o covado, su-
periores cassas de cores a 800 rs. o covado, ditas
muito linas a 340 o covadt: na loja das columnas,
na ra do Crespo n. 13, de Antonio Corma de Tas-
cobcoIIos C
I IOI H>\< AO
Chitas largas hamburguesas muito finas, cores
npria flor das nattas nnmnrPD9 i nn escuos eflzasa 280 o covado, por lerem um pe-
S' ?Jf TS PJ1^0/683*'000' quenTtoque de mofo, que com facilidade lavando
,ooo, ,zoo, o.ooo, e Z,000, Z,000, larga, e da mesma d-se amostras : na ra da Ma-
2,000 e t ,600 rs. a caixa. dre de Dos n. 16, loja defronte da alfaddega.
ESCRITOS FGIDOS.
Fugio no dia 16 do corrente da cUarie da
Areia da provincia da Parahiba do Norte, o c-.-
cravo de nome Hemeterio, conduztndo um 1 avallo
e um cachorro, sendo o cavallocaslanho, tres ak
calcados de branco, o escravo criiilo, cor preta,
bastante barrigudo, ps cambados, sendo um mai's
grosso que outro, tem urna cicatriz as rosta*
proveniente de chicote, representa 20 annns poin
co mais ou menos, bonita figura, e os dentes todos
completos e bem alvos, tendo o cabello rarapinli*
porm um tanto sollo, nariz afilado : quem o nejar
pode entrega-lo no Brejo d'Areia ao Sr. Francisca
Marcos de Oliveira e nesta ridade do Recife ao Sr.
Thiago Jos ios Santos ra larga do Rosario n. 21,
que se recompensar generosamente.
"Iscravo fgido.
Desde honlcm ausentou-se da casa de seu m-
nhor o mulato Paulino, cheio do corjio, estatua
baixa, cabellos rarapinhos, rosto redondo c rh< l<.
com duas manchas escuras,ou pannos; hem ral-
lante, e levou vestido caifa de rigodio arul J-di *
bolado, o camisa branca. Roga-se s autorMadcn
policiaes e a qualquer pessoa do novo, ou capi'ao
de campo, o favor de o capturar e manda-lo levar
ra do Imperador n. 63, 2o andar, 011 na loja Hit
Maja Irmaos ao arco de Sanio Antonio, que e cr.i-.
ticar.
m


7
8
Diarlo de Pernambuco Quinta elra 3 de Dezembro de 1 9fl3.

LITTERATDR.
Discurso sobre a Biblia, pronunciado bor D. J. Do-
noso Corles oo da de sua reeepcao na academia
h'spathola 16 de abril dswi8-
1 fl
(Continua
Os fundadores dos imperios o principadas, para
laucaren) os fundament >s do seu poder, piv'-isam
J fortissi.n)- cxereitos < de multdOs fanticas ;
Jljyss, porm, est nos desertas da Arabia, ro-
ilr mIAoi1 sediciosos, e com elles. aterrados
po
de
vam no meto das (re vas, e quando a na tu reza
hornera e a de Deas su vam MOlUs |#j

Espero que nao acharis intil nem fra de pnr.a adult e
potito o qo posta lanzar maior porcSo de lux so" cry
hre urna materia tao elevada e tao importante, e d
que me permittirels demorar aqu a vossa altencao
para mostiar-vos a flBnPBK entre a mu-
Iber dos hebreus e a .. nar as diver-
io Quando o amor apparecenos poemas gregos,, Elles nio se contenUram s em confiar a
Pjjgj incontinente diante dos nossos olhos urna Iher o i
08 uuveirt i 'idica' jP: rto do ssparecimento es con/i
de frmetje-de e*"rP,'e-: O amof de Helena, I estndan
e por Jess Christo a todos os povos. O que nas a0s ps todos os praieres da caree, e o amor da
oja t a Asia ; TOe urna es- j Ilustre Dbof
a EM
-Jrnou a repblica na qualidade tocrac.ia, ou, o que o menos, urna associacao de cnavam ; e de scus fortes petos deixavam escapar
'}* ?S>d,'sdnho80idS &We> JnWda nacao; como general dos senhores. vozes espantosas, vozes delerror e de susto, que
3 gregos. o ejrcitos, travou combates e ganhou batallias san- Eis porque entre os Gregos a poesa ominen- ge ouviam em Jerusalem quando o ministro das
Uuinolenlas ; como poet, celebrou os triumphos, temente aristocrtica, Homero canta os reis e os vinganras do Jctiorah, marebava sobre ella com
. M mm Aa h_ TPe Israel e entoou bymnos de victoria, manejando; deuses: diz-nos a sua genealoga ; conta-nos as f0rtssimo e poderoso exercilo.
a virtnaria ni >>*&* ue norri- com mestria nao s a lyra, como o sceptro e a es- suas aventuras ; discreve-nos as suas guerras ce-
vei desgracas; a honeeftt'ade as matronas rd- \ p;uja_ *
minas foi causa dos has ds-Hornlilo empuuha- x tempo dos reis a viuva de A|eMnUro Jan.
sas lunLcot, me Ibes reservaram esses potos no rem as espadas, e por duas vezes produzm orna ne empunhou o'sceptro dez annos; a mae do rei
complet >>nuTba?o no estado. | Aza governou cm nome do seu fllho, e a mulher
e para
lar domestictt
E nao estranheis que depois de vos ter fallado' A'
de Deus, falle-vos immediaumente da mulher. sencoes politi
lebra o seu nascimento, e prantea a sua morte. Qg poetas dos Cesare* elliavam sempre, antes de
Os poetas apresentam trgicos nossa vista o fa|jar- para <& semblante dos principes. Os orado-
espectculo soberbo e graudiosodos seus amores, res e os trinnos de Roma, antes de soltar as tor-
crimes e de remorsos. Os infortunios e partes renle9 de sua elocuencia, xavamos olhos no sem-
-s catastrophes domesticas iuntavam-se as ds- de Hircano Macabeu foi designada por csse prin- humanas, para serem elevadas a digmdade e a al- blante do povo : os prophets de Israel rechavam
;oes polticas. O amor fere com a sua flecha C|P* pa governar o estado depois de sua morte. tura dos sentimentos trgicos, deviam cahir sobre os o|hog para n3o |ison,ear nem os gostos do po-
... 'nnwHnh. l. ~">----------------"" ---------I pnvpnonaria n mnrin ite Ddo h ella devorada' u esl"ril oe ueus, que se communirava a pou- as caberas, e agitar os coracoes dos nomens de re- npm .* rHirfmns des rci : esculavam o ouc
(ontdo soberana, lancaV fundamentos (Quando Deus, che.o de amor pelo homem, sua ^Xmmas ,X^nnmmtS-eoi Iwine"s' desceu tarabem sobrt ellas, abriu-aia estirpe e nobre linliagem. JJJ"j^s LWata e depois fallavam flelmen-
iim grande imperio c vastissimo principado. mais pereit creatura, determinou-se a fazer-lhe levantada wr suas propnas niaos 'lhes m omos e entendimento para que podessem O fratrecido nao era um assnmpto trgico se os fc ,,or jsso fMJam opp^jcio aos odios implacaveis
'ratrecidas nao se etiamavam Eteocle e Polyn.ce, dos rti tendo p(Wl0'mri0S sacrilegas na tem-
3 o sangue nao mancha va os marmores i incesto nao era digno de estylo pomposo- e tra- dos ^o^^ eiUa0 rwsiiram calmos e impas-
ico, se a mulher iiicesfaosa nao se Chamava Phe- sjveis s t.AnAes mt)jBnar5es e rugidos populares ;
dra ou iacaste, e o horrendo cnine no manenava 0 a su3 ronstaDf iy Prrsi.ia corn as perseguiCBes, e
othalarao_dos res. Donde se ve, quo eirtro-os $eu anjr(t0 n5o se rt,,|,rava ., as amcarwr, nem
Gregos nao haviam assumptos trgicos, porein tal, aos tormentos, e finnlmente quasi todos catilram
ot tal pessoa, e que a tragedia nao era aque la v. vctimas ^ punlial ou buscararn em ierra ertra-
de terror, aquello pungente gemido que a Huma-, nha uma |r|s|e g,,-,,,,,^
nidade deixa escapar dos labios quando as pai-1
xoes a perturbaih ; era antes a voz fatdica e tre-
su
ni .is autigos philosophos. Lycurgo represen!
civiiisacao drica; Soln acullurainlelleetualdos
|i ivos junios; Numa Pompilio a cvilisajao etrus-
ca; Plataj descend de Pythagoras ; Pythagoras
das sacerdote* do Oriente. Moyss niio tcm ante-
cessores.
o anjo do paraizo terrestre.
Quaudo a mulher suecumbiu a sua prjmeira fra-
corrosivo vitriolo. Vos qise alegraes-vos con as
emocoes dos trgicos gregos, nao vos oeixeis levar vroIIda Providencia a respeilo doseu imperio. A
pelos seus perigosos eneantw, que sao como os da molner, entre os hebreus qur governasse a fa-
* nsillfl niHT llinawcfir \ anta i\r< a'\i{rt /iitip f-il.
queza, Deus permitliu que o homem commettesse
serea.
milia, qur dingisse o leme do estado, qur fal-
Estas amantes qov se vos mostrara estao nas ksse em nome de Den, finalmente qur captvas-
opnmeiropeccado, aliin de que vivessem juntos: raaos de Eumenides ; fug lefias, porque estao se os coragot^s por seus-encantos, era um ser be-
sahiram daquellas explendidas moradas com pas- sellada com o estigma da quiera divina ; e estao flc0 9U? Partic.pava tarto da nafureza anglica
za e com os olhos .cheios de lagrimas. Juntos teem
atravessado as edades, apoiados um sobre o ootro,
ora resistindo grandes torvelinhos e procellosas
tempestades, ora snlcando o mar da vida com
grande bonanca e socego da fortuna.
Ferindo o bomom prevaricador com a espada da
justica, fechando-lhe as portas do delicioso jardim
que para elle ha va preparado com as suas pre-
prias naos, Deus, cheio de misericordia, quiz dei-
xar-lhe alguma cousa que recordasse o suave per-
fume daquellas moradas anglicas : deixou-lbe a
Os Balynonios, Assyrios, Egypcios e os Gregos
estavam opprimidos pelos reis; Moyss funduu
urna repblica. Os templos estavam cheios de do-
lo- e elle traca um magnifico sanctuaro, que o
palacio silencioso e deserto de um Deus tremendo
e iuvisivel. Os.homens estavam sujeitos uns aos
outros; elle deefaja que o seu povo s obedeca a
Deas, o qual governa as familias pelo ministerio
da paternidade; as tribus pelo dos patriarchas ; as
cousas sagradas pelo dos sacerdotes; os exercitos
pulo dos seus capitaes; e a repblica inteira por
sua omnipotente palavra, que os anjos do cu pem
no ouvido de Moyses, nos fumegantes cimos das mulher para que, vendo-a pensasse no paraisz.
niontanhas que commovidos com a presenta do
Creador, estremecen), e se coram de raios.
Com os patriarchas a poca da promessa e a da
amcaea comee a com Moyss. Com a palavra de
Deus, a face do povo muda-sc sbitamente, e a poe-
sa ebrea conforma-so com esta nova face e com
esta nova palavra, Deus, que era pae, tornou-se.
aenbor eo puvo, que era filho, escravo. Deus, pri-
va-lhe da liberdade por causa de suas prevarica-
res para que elle se resgatasse.
Eu sou o vosso Deus e tos sois o meu povo
disse Jehovah aos santos patriarchas. >Sou leu
S-uhor e leu mestre; livrei-te do eaptiveiro dos
I'h iradu disse elle pela bocea de Moyss ao seu
povo prevaricador e rebelde. Deus deixa de fallar
com docura e em segredo aes hemens ; os anjosj
nao visitan) as suas tendas hospitaleras; a bran-
ca e pura flor da innocencia nao abre mais seu
casto clice nos campos de Israel, onde resam l-
gubremente ameacas fatdicas e surdas impreca- I me'ro Que.- segundo contara tomou para
5es. Tudo ali sombro : o deserto com sua im- muflieres.
})} usa soldiio, o raontez com seus pavorosos rays-
terios, o cu com seus aterradores prodigios. ^
musa de Israe 1 ameaca como Deus, e gemecomoo
povo.
Seu peto, que ferve comonm volcao, est hoje
cheio-de bencfios, e amanha de maWcoes; boje
os seus cantos imtam aaprasivel serenidade deum
cu.sem nuvem e amanha ao surdo estrondodo mar
furioso; boje a magestade pica se pinta em seu ros-
to, amanha o terror dramtico perturba-lhe as
eicoes, pouco depois parece uma bacchante em
desordem lyrica ; ora cora-se de palmas e enta
bymnos de victoria; e ora inundada de pranto,
deixa cahir dos labios ristes e dolorosos elogios.
censo da humana. Lde o cntico dos cnticos, e
sos vacilantes, com o coracao opprimido de triste- a^ muThSrTe re S^$mm crea-; *i-" se esse amor suavissimo e delicado/se
a
caos
Antes de serem expellidos do Edem, Dos pro-
metteu mulher que das snas entranhas nasceria
um dia Aquello que esmagaria a cabec* da serpen-
te. Assim o Pae de todas as misericordias- ajontou
a promessa ao castigo, a esperanca dor. Entre
os descendentes de Seth que merecern ser cha-
mados filhos de Deus, conservou-se completa em
sua pureza primitiva esta tradicclo segundo-a qual
a mulher era duas vezes santa, nao s pela sanlr-
dade da promessa, mas tambem pela do infortu-
nio ; porm foi notavelmente alterada entre os des-
cendentes de Gaim, os quaes, por sua a vida e
dssolutos costumes, mcreceram ser chamadosfi-
lhos dos* homens.
Rbdemptor, altrbuida
Os prmeiros respeiuram a mulher, nmnde-se de Ado.
com ella por um laco santo e Indissoluvel,' que o
mesmo Deus formn no cu; os segundee^ avilta-
ram-na e degradaram-na. institulndo a pelygaroia,
deshonra do Jeito nupcial; sendo Lamech o pri-
si duas
mendaque resoa lgubremente nas regas habi-
tara bene,fca'7obilssin^.V PoTsni^rer'dVVer-'ess* ^P0.5--1 refWida de perumes e de flores, se tacoes quando os'deuses queran dar' em Jespcc-
dadeira tradK-,io bblica, e conhecedores do ftm essa wus.ca harraoBiosa, essas- delicias, essesex- aculo ac.mundo as fraquezas dae d>natms e a
inn MMB-i iihiHut fni prpaW ns Hrthrnnt pIpv- tasis, esses jard/ns- odorferos, se nao sao arrtes! tragiiidaoe dos imperios.
nm na it i aUndo-a m> sua cmiaonet m sonho e Dma ***> d Pa"o que coreas vis- Se voltarmos agora os olhos p*ra o povo de
tT- eoliorarltnm meSa S dos hSS? Sr entendidas e suidas na Ierra I Deus, a grandeza e a nwidade do espectculo nos
ur efla Memn^nde d^vi? Kr oXdemntor E entretanto, senheres, para conhecer a mulher eommover. Este povo 5o tcm a sua ongem nos
fin!,1 hwn dl'v,ai"aI"*ar Keaen'Pr. Fr exceifencia; para ter ma nocao certa da mis- semi-deuses nem nos rc^: descende d pastores.
Nftfni na vPrdadV o matnmono entre elles tn' ^Ji^fS^X!^ScZ toda a sna bellea.tamrnrnlad. e a mais subli^ Jacob, sao todos irmas, Besgatados da scrv.dao.
havia de- s-
dos lempos,
todava uma
e sagrada, o contrario-do.que era entre os gen- q dMeme"te"oSrado"oTn^e sentida Over-1 nocao da'liberdade, daegualdade e da fraWnida-
Os casameirtos se celebravam com cantigas e sup-! d!deiroJyP. o exemplar verdadeiro da-mulher de dos liomens
n^^St^fa^i&um ao Retoca, nem bbora, nem Judith, nem a Quando Moyses den-lhe le, nao .ust.tu.ti o^go-
SKSL se'
entre os
pareza a
Deus derramarse sobro
do cu : assim foraor solemnisados os casa^- "" g ?e_Prfui,ne9-
raen ros de Rebeca com lsao; de Ruth con Roox,
e de 3ra com Tobas.
C VIC .711, A 1,7111 *. -1/1,1.-. L.-. ^^ a
O grande legislador do Ipov hebreu permitliu >* promessa : para surprehender
apolvgamia e o divorcio, desordens difflceit de, mando o typo perfeifo da mulher, necessar
extirpar, quando ta profundas i-aizes t.nham sido elevarse ate o tarono resplandecer de Mana,
lancada* no mundo.- e sahretud nas zonas orteo- Marra e uma ensatara smn egual, mais bella por
(angadas- no mundo; e sobreludo nas zonas orlen
taes.
Todava, nem o dv\rco nem a polygamia foram
tao communs entre os- hetrepy como entre os gen-
tos, nem produziran* ali a dissolucoda sociedade
demestica, neutralsadas eon^o estavam por sauda-
veis e santa*doutrinas.
Quanto aeseravidao damilher, r mlejramerrte-
desconherida pelo "povo de l^eus : e&'no so po-
da compadecer com a alta prerogativa da mae do-
panos de brocado : a al vira de sua cor excede *
da nev que se condensa sobre as montnnhas; o-
seu brilho excede ao das estrellas. Mara amada
necessari-J bns-1 cdeu o direito de eieger seus propTios magstra-
ca-lo ma longe e nias alto; neressario ctegar i dos, que- na qualidade de depositarios do divino es-
plenitde dos tempes, ao cumprimento da pri- tatuto, tmftam o direito e o dever de manter para
i surDrehender Deus tor- com lodos e contra todos, qur na paz quer na
guerra, o imperio eguaf da justira.
Os privilegios aristocrticos, a* cfasses nobilia-
rias, eram desconhecidae entre os Helireus, e o seu
grande legilador, temendo que a desigual distri-
buigo das- riquezas nao alterasse com o tempo a
si s que toda a creacaa O homem nao dign
de tocar em seus candidos vestidos; a trra nao
digna de serri-la de estrado, nem de tapete oe-sabia harmona de todas as forcas sociaes, perae
em balanca-e equilibrio, insttuu o jublu o/ie
vinha restabelecer peridicamente essa justa I'-
lanja e esse prudente juilibrio. Deram a seus
mulher*desde os lempos us; Prm a mulher o- excede, e ecfypsa
oraoe Mana teas nomes mais doces e-attribu
)-0
e-aliributos
AsTradices bblicas, foote da liberdad* da mu- "1S elevados. O pae chama-a sua filio, e Ihe en-
Mier, forara tambem da dos filhos : es-do gentos;:*" embajadores; o Espirito Santo c*ama-a sua
eahiam em poder de seus paes, quetintia sobre elles o mesmo direito-que, tinham sobre as cou-,'"1"? sua mae, e tonfessa ter morado em suas
sas : os dos Hebreus era: filhos de Deas, e de *atissimas entrantes; os anjee compSem a sua
om delles haviade nasrer o'salvador do-nHmdo. I *" i s cess chamam-n-a su rainha; es homens
D'ah- o-santo respoito e' lernissimo ataOr dos J'ossa Scnhora: nasceu mmarulada, l
Com estes maus principios os nomens [y^res seu* fimosTegua* aequetriburavam as \ mundo, morretTsem dr, viven sem pceado-.
iii --!_------ ,1'.. l. .. 1 i m 111 1 .i iv AMinAnK t\ 1 tf
forara levados s maiores desordens; at que ge- j suas muflieres" ; d^ahf a~3datude e cuidado das [ Efe a mulher, seobores, eis a mulher. En Ma
neralsadaa corruptao, tornou-se necessasia a in- -matronas em amamentar ei seus proprios peitos j,??^"**" a todas as vrrgens, rrqu*el-
tervencao divina e os homens desanoareeeram da' fruct0 do s*5 enlrantid;.e era ae-universal. f JyS r "?C"S ,)6ri'ue e"f,PES'
s nomens desappareceram da, ^ cos, g6 JC dc JoaSr reide, Juda> i as- vuiyas porqqe ella fo. vmva-f as filhas, perqu
punfleadras da Mephbosetb. e de RebecVqoe ne-fran ama- Ia W Ina; as maes, porqueelra foi mae
raeiUados ner. suas mes-i; d'ahi as heneaos que | ehristianramo- operou no mundo grandes e
face da trra, coberta com as aguas
do diluvio universal.
Moyss, o mais profundo de todos os philoso-
phos, o maior de todos os fundadores de imperios,
tambem maior de todos os poetas. Homero can-
ta as genealogas gregas, Moyss as do genere hu-
mano ; Homero narra as viagens de um homem,
Moyss as peregrinacoes de um povo; Homero nos
faz assistir ao choque violento da Europa e da
.'-. Moyss nos celloca diaute das maravlhas da
i '; Homero canta Achules, Moyss Jehovah'
desfigura os homens e os seus deuses ;
, io divinos e estes humanos; Moyss nos
i,.ira sem vu a face de Deus e dos homens. O
vo de Homero jamis ultrapassou os pincaros do
Ohmpo, e nunca passou dos horsontes gregos.
A aguia do Sina elevou-se al o throuo resplan-
decentc de Deus, e leve debaixo de suas azas o
universo inleiro. Xa epepa homrica tudo gre-
go; o poeta, os deuses e os hroes. Na epopa b-
blica ludo local e gcral ao mesmo tempo.
O Deus de Israel o Deus de todas as nac3es :
o povo a sombra c figura de todos os povos; e o
Tendo-se moderado a colera de Deus, a trra po-
voou-se de novo; porm elle conservou, para per-
petuo ensino dos homens, signaes evidentes da sua
ira; os povos se despersaram debaixo de todas as
zonas, o de todas as partes se elevaran^ grasdes
imperios compostos de diversas nacoes. Eatao, co-
mo antes do diluvio, alguns forara chamados filhos
de Deus, e outros filhos dos hemens : osprimeiros
foram os descendentes de Abraho, de-Jacob e de
Isach, conhecidos na historia com o nome de he-
breus ; os seguudos foram os outros povos. da tr-
ra, conhecidos tambem na historia com. de gen-
tos.
por. suas uumur mu ireusiiOT huu i _.".--------j-"rT ~ ";
desdara do te sobre os progenitores- de-ums nu- aravflhosos prodigios; fez anas entre o-ou e a
Entre os ltimos, a tradico relativa, mulbar
foi desfigurada; c nao tiveram sanio, uma va^a
nocao de sua primen a culpa, e nao viram nella
seno a causa de todos os makis, que affligem a
humauidade; de outra parte, a, tradico do casa-
mento instituido no cu, estando^quasi inteiramen-
te extincta, os povos gento ignoravam que a mu
Iher houvesse nascido para ser companbeira do
homem, e a converteram em vil instrumento de
suas voluptuosidades e em victima innoeanta dos
merosa familia e. sobre asmasfecunas : gSrona-trra; destrua a; escravidao-;-. proclamo a libor-
Swn lii /foTim, diz a sagrada Escriptura. I dade e a fratermdade dos hoSMB : porema-.naais
Deus havia promettide TAbrahao ansaistri-! Podigiosa de todas as suas roaravilhas, aque mais
dade numerosa; e. esta promessa era conaderada j profundamente influm sobre a cmstituicao>da so-
pelos Hebreas como unai das mais insignes re- nsdade domestica e da civil, a sanlifoac; da
ewnpensas-^WH-Msso os sestegsladeresrecoma- nwllier proclamada pelo Evangelho. Desde que
vam com a maior solieitode pelo augmento-Sapo- Jess-bnsto viveuentre nos-,-.nao e
polacas ; cc-usa j advertida por Taaito, qoe, al-
: rando do-powe hebreu, dlc o- seguinte-:A*$e*due
tomen milibudini ctmsuhftir: jkw el' meare
ptrmquam^x agnatis nefas.
Se, pois, attenderdes adislanca que ha eitre a
familia geatia e a hebrea, ivereis logo que etlas es-
tao separadas por um abysmo prafndo : a pri-
mera selempde de- um senhor e de-seusescra-
vos; a segunda, do pae e-da mae dos seus filhos :
a primeiro tem, como elementos constitaljvos, de-
veres e direitos absolutosl; a segunda, deveres e
dircitos limitados : aquella repousa na esfraidao,
esta na liberdade? aquella; o resultado deum es-
quecimonto, esla-ode nnia recordagao ; esqueci-
mento-e recordacio. das divinas tradves : prova
evidente de que-o.homem ignora porqu* esquece,
e sabe porque aprende.
Agora se comprehendr fcilmente porque a
mulher hebrea porde nos| poemas bblicos tudo o
que leve entre os gentos de sombno e sinistro ; e-
porque, em opposicao ao smior pago, que foi o in-
cendio dos coracoes, o amor-hebreu o balsama
das almas. Abr os livrps- dos proplielas bibl-
e ew. todos estes quadros risoahos ou pave-
por Deus, aderada pelos- homens, servida pelos magistrados supremos o nome de juizfls, para it
anjos: O homem uma creatura nobilissima, por- niffcar sem dttvida que o>ofDrio deseas magistr.v
que senhor da trra cidadao do eu. finio de dos era observar e fazer observar a ter.qne Deiw
liavra dado por sen prophotar sem a legitima ire-
tervencao de sua vontade- particular e d* seus ca-
prehos inconsiderados.
A republiea'se manteve-por muito tempo neslr
esdo, at quo-O'povo, sewpre amig^de- mudan-
cas- e novdades, mudou a sua forma de govemor
institisindo a monarehia, portsm acto solemne de
sua vontade soberana.
Este mudanca. fot lodavia mais apparetHe que
real : o re nao -herdou seao-a autoridade-do juiz,
limitada pela vontade de Dt-u& e pela do povo.
O pow a pessoa tragwa- por exceneia nas
tragedias bbl'oas. Ao podse dirige a promessa
e r. amoaea ; o- povo c que aceita e saneciona a
le ; -o que rompo em tumulto* e rebeWees; o
que levanta dolos- e adreos; o que dcslroe os
juizes e estabetece os reis ; a que se entrega as
superstieCes e agooros, o que ao mejm tempo
bera'diae mal dio- seus- prophetas, -o que os
eleva cima de-todas as magistraturas^ que os
faz morrer nas- torturas as- mais crois i o que
glorifica o Deus-de Israel ^ o- acolhe com. hymnos
de loavor os deuses de Balylonia c do-Egypto ;
Nao se, senhores, se ha na historia um espect-
culo mais bello que o dos prophetas do povo de
Deus, lutando com a- forra da- palavra contra
todas as potestades da trra. Xao' sei se ha nc*
mimdo poetas mais sublimes, oradores mais elo-
quentes, homem mais eminentes, mais santos e
mais livres : nada falln sua glornv nem san-
tidadeda causa qjue sustentaran), nesv > earOa do
martyrio.
Com es prophefaa leve fim apoca da'anmaca;
rom o Salvador do- mundo comecou a do castigo-
Antes de terminar este discurso, facamos nma
pausa, reohamos o nosso espirita e nossas fbreas,
perqu momento tao terrivel, como solemne.
Sphocfes escreven unw das mais belfas- trage-
dias-de mmdo, que mtitulou EUtpo Rey-~ Esta
tragedia tera sido traduzida, imitada, reformada
pelos mais bellos genio; e nos possoimos com-este
ttulo uma das obras qjie mais honram a nossalit-
teratnra ctassica.
Ha lodavia, senhores, uma outra- tragedia mais
admiravel, nvus prodigiosa, quo corre sem o nome
d actor e* sem titulei. sem duvida porque nao
uma tragedia especial, mas a tragedla por es.n-1-
lencia. Os setr principaes autores sito Deus e um
povo, a scena o mundo, os espectadores sao ledas
as nacoes, que assistem em agona ;; formidavel
catastrophe. Entre esta grande tragedla a de S~
phocles, sem follar na distancia infinita que as
separa, hadinVrencas, porm, na secieiftanca Uto
marivilbeeas; que eu oosarer intitula-la Edipty
povo.
Edipo adivinhaos enigmas- da Ksplnage e passa
pelo mais prudente e sabio dos homens. O povo
judeu advmha enigma da humanidad, aeculto a
odas as naroesr isto a nnidade de Dens e a uni-
d.Kle do genere human) e elle cbamado por
Jeltovah a l-u de todos os povo& Os deuses dao a
Eibpo a victoria sobre tocto os seus competidores,-,
e & assentam no> tnron de Thebas. Jsherah con-
duzpela mo o-povo hebrea ierra da-.promssan.
e-o torna viinoeder de lodos-o seus inimiigos. Os
deuses, peia- voa dos orculos de DelptaDs, annun
^iaram a Edip, entre outeas cousas-borr i veis,
f>- elle seria oassasskio d sen pae : Jehovah,
pela voz dos orculos bblicos annunoton aos Ju-
dus que elle* matariam o seu Deus- Um ho-
rnera morre- nas maos de Rilipo cm tira caminho
#lmrlo ; am,--mitro raonre nas rae do povo do
ous sobre o Calvario : este era o Deas dc Jud*
aqiaelle o pao d<- Edipo. Ha nao sei que, senho-
res, n'este smititer ca~t"t& da historia-, que causa
invlnntari e profunde-horror.
s rosos com'os'qnaes faziar entender as mnltidas
antidiluvianos, iustituisam a polygamia, que o tu.
mulo do amor; e estillando a voz das. paxes de-
sordenadas, estab'^Eceraoi o repudio e o divorcio,
quebrando deste modo o.laco da sociedade domes-
tica, fundarooueo eterno das associacoes humanas-
Emfim, a 8zeram-na escrava do-seu marido, pa-
seu poeta a sombra e figura de todos os homens., ra que estivesse sem direitos e permanecesse per-
Entre estas duas epopeias e estes dous poetas; ha' peiuamoate debaixo do seu peder, como uma vic-
a mesma distancia que ha entre Jpiter c Jehovah
entre Olympo e o cu, entre a Grecia c o mundo
perturbadas, ou que a nuvem se dissipava, ou que
a ira de Deus estava prowma, encontrareis sempre
na frente as yirgens de Israel, sempre belUs e
vestidas com esplendor e honestdade, qur en-
toaado. melodiosos hyinnos. ao Senhor, qurenir
murrhecendo as candidas azucenas de suas fontes
sol o peso da dr.
Quando, as castas e nobres filhas de Siao, reu-
nidas em coro nas pravas, publi ;as ou ao templo
do Sonhor,<*antavam ou ^dansavam ao compasso
a socidade po sob as mios do sacrifica- de sonoros "8f^n^^pfmnnte S^1
do ceu para eonsolo da; Ierra, ou enviadas por
Ve le seaborm para aquelles que, como nos, cr,m.
prebendes) a incouunensuravel distancia que i"ia en-
tre a divindade pagaa c o Deus dos Hebreu s, entre
o senlimeulo religioso do povo de Deus, sentimen-
to religioso dos povos gentos, a causa do carcter
diverso dos scus grandes monumenU" ,s poticos nao
p le ser obscura nem orculta : ella exista nos
tem|)os passados, anda quando *aS nacoes camraha-
tsWr"*rjP^^sssgBl^p*^^>fc^^***"** ^^^9M09i^^^HV
FOLH^TIM.
A CONOESSA DIANA
POR
MR. MARIO UCHARD.
(Confintiafo do n. 276.)
XXVII
Censuras o meu silencio, amigo. O que poderia
mais accrescentar s tristes paginas em que te con-
te fielmente a historia da minha vida? Dzer-te
que s vivo para o |K>bre Schultz, com quem me
tenlto identificado?porque sinto com elle as mes-
mas tristezas, as mesmas esperanzas ou desalen-
tos : .assisto todos os dias lenla ressurrcjao des-
sa intelligencia I
Trinmpharei t Nao sei : mas heide lutar at o
meu ultimo suspiro. Ja tenho vencido as alucina-
ces dos sentidos pelo exercce da vontade: rsta-
me domar as chimeneas inquietaces do espirito
pela saa effervescencia do coracao.
dor, ou sob as do verdugo.
Eis aqu porque o amor, que para nos nm sen-
timento delicioso, uma coosola^ao tao poderosa o
tao pura, era considerado pelos gentos como uma
punic,o dos deuses. O amor entre o homem e a
mulher parecia-se algoma sorte contrario a natu-
Deus para felicidade dos^ homens;. e quana> os
miseros hebreus, atados ao carra do vencedor,
pisaram a teira da esoravjlo, foi-lhes mais triste
o nao v-las do quo a perd da liberdade o o exi-
lio da patria.
Sem ollas o sol era fri, :o dia escuro, e]os ean-
e mais
latearJbaldes-e instlos aos peccadores-, porque
os seus peccados podem ser lavados por meto de
suas lagrimas, O Salvador dos homens- tomou
Magdalena seb- sua proteccao ; e, quando o dia
terrivel chegeu em que o sol se obscurecen, a
trra Iremeu, estavam junta a p da rus a sua
innocenssima. Mae e a percadora amependida,
pura aos dar a entender que as seu* amorosos
bracos estao egualaioute abertos innoueneia e ao
atrependimento.
Temos vfoto coaao o sentimeoto religios, como-
oaroor e a oocao completa- ou desfigurada da di-
viadaile e da mulher fervora at certo ponto para
mamfestar-nos as differenras esscneiaes que se
netam entre a poesa bbi-a e a dos povos gentos.
S nos faltaagora, para terminar este discurse,,
que j vae demasiadamente longo, porem relevo
a ncomracnsuravel distancia que na entre as
ci>n>lituctn.s polticas (U,s poros mais cultos da y,\-
tigudade e a do povo hebren, depositario da revo
la?ao; e a. influencia que estas constkuicoes dMfe-
rentes excrecram sobre o carcter da poesa dos
gentos e a dos hebreus.
J disse, e repito, que as tontas diyoda a poe-
sa.grande e elevada sjio.o amor de Deus,' a amor
da mulher, e a amor do.povo : de mam-ira que a
poesa, perde suas azas desde que os poetas nao
podem. beber a inspiracao de seus cante*:neslas
fontes puras c fecundas.
Para que existan este,s feeundissmos amores,
necessaro que adivndade seja conheeida com
teda a sua pompa, a mulher eom todos osseus en-
eantos, o pova eom todas as suas lierd.ades c
magnificencias ; por isso, cade se d o nome de
Deus uma creatura, de mulher uma escrava,
de povo urna aristocracia oppressora, pode-se
afflrmar, sem recro de ser desmeBJido polos fac
tos, que a poesa nao existo em lodaa sua pompa o
magestade,. porque nao,existiera e6ses fecundissi,-
mos amores.
Ora, a nocao do povo o resultado de suas no-
cries, a da associacao. e da fraternidade. Sabis o
que o. povo ? uma associacao de irmaes ;. por
isso que a nocao do povo nao pode coexistir no
D'onde se se-
tcos sagrados nao tinham mais harmona; e logo
,as lasnmas lhes seccaram, os seus gemidos so entenmmento cor a da escravidao. B
reza .das cousas, a qual repugna como um sacn-, abafar* ra os ^.j c,|hos se fecharam i luz, e sus- Ru que o povo nao tem podidoexistir e nem exis-
legio toda a especie de uno entre seres abando- pendern, nas arvores de llabylonia as suas har-. lissenao.nas sociedades deglar.as da legato
nados pela colera divina a inimisades perpetuas, pas como iuutes.
o ae, eollocado-enlre as iras do Scnhop e suas
miserHoerdias, renuncia, msesercicio do sua von-
tade soberana, a. suas mserioordias e vao a
contra de suas*iras.
Etn. Israel nao ha senao un povo, que-preencho
todo : Deus falla ao povo,. Moyss faUa< ao povoi
os prophetas fallara ao pavo, os padres- servem ao
povo, es reis servem ao povof os psatams mesmo
ao David quando nao exprimen) os gemidos de sua:
alma, eantamio-povo.
As pompas da monarehia duraram- pouco. e se
desvaneceram como a escuma. David e SalomaO
fonam principes temen tes a Deus, amigos, do povo.
magnnimos na paz, e fBlizes na guerra: o-eu
gorono em"Israel fe moderado ejpsto, e sua
prosperidade excedeu os seus deseios. Satemao
foi visitado pelos res do Oriente; edifieou e-tem-
pl do Senhor, e ornoU'O de ouro e pedras precio-
sas ; a fama,de suas magnificencias e de sua. sabe-
doria sobre humana se espalhou por toda a trra
Porm com a morte desles felizes- principes,.a ma-
gestade d.imperio oomecou a decrescer, sera que
jamis towiasse ao antigo estado : as tribussedi-
vdiram, e quebronrse a unidadte do povo de Deus,
e de seus fragmentos se formaram dous imperios
iiiiniigos. dados ambos s torpezas c aos prazc-
res : Dahi grandes discordias e guerras, furiosas
tempestades e horriveis desgracas. Os- neis torna-
ram-sa idolatras e adoraraia os dolos.: os sacer-
dotes so entregaran) ocosidade. O povo, tendo
esquecido o seuDeus, mulliplcou as.sedees.
No mcio de tao prorellosas terapeslades, Deus
despertou a seus grandes prophetas para fazereai
ouvir em Jada o eco ue sua palavra, c tirar do
profundo esqnecimentoe letharga os resem que
jaziam idolatras, os sacerdotes ociosos e as multi-
does desenfreadas. Jamis pev,o algum daterra,
jantgo oa moderno, leve urna ustituicao tap ad-
mira vel, to santa etilo popular como a dc pro-
phetas do povo de Deus.
Athenas teve poetas e oradores Roma tribunos
e poetas. Os prophetas do povo de Deus foraia
poetas, tribunos e oradores ao mesmo tempo. Poe-
tas, cantavam. as pereiras de Deus : tribunos,
dofendiam os interesses. populares f oradores, pro-
punham o quo julgavam mais conveniente ao es-
tado. Um prophela era mais que Homero, Demos-
thenes, Gracho ; era ao mesmo tempo Graeho, Ho-
mero e Drmostlien.es. Era um homem quo calcava
ra. Por detraz delle vejo-a, coramovida, trmula,
loura de alegra.
Quando por entre nossas lagrimas podemos pro-
nunrar urna palavra, nao repetimos mais do que
estes dous nomes : Andr! Diana I -dous no-
mes porm que resumem um mundo de ternuras,
urna eterndade de amor I
Anda nao te disse, amigo, que Diana viuva.
O conde foi morto em duello por um Inglez, que
atravessou-lhe a garganta com a sua espada.
E eu a aecusava I Pobre Diana que viva no
mcio de engaos e de traic/io I Levaram-na do cas-
tello de Maufert, dizendo-se-lhe que eu acabava de
corro.
Dominando os seus receos e descontiancas, a
condessa seguu Placido at Sp.onde o conde che-
gou no da seguinte. Dezeses mezes gemeu no
eaptiveiro n'um castello abandonado, spm saber do
meu deslino ; at que a final veram dzer-lhe que
era livre.
O conde tinha sido morto.
Assim mesmo fraca e abatida pelos soffrimentos
fez'-se transportar em um navio... S pensara em I''i"'."rTi'
- >ar i infori aleona.
J vistesy.seahores, es inesmos orculos e una.
s. catstrophe i agora veris como una mesma.ee-
gueira torna inovtavel esta, catstropae, e o ooai-
pbimento destes orculos.
Edipo sabe: que raatou aqnelle lunera .era.-, cami-
nho; mas a sua consoiencia est tranquilla porque
seu pae eca-Polybo : o naorto eraum desoonheci-
>t), um estrangiro, estava mu toase do lugar. Os
ludeus sabecn que nuiarau o homem de Xazarelh
sabem qne o pozeram en urna cruz no monte Cal-
vario, e entre dous ladrees paramis escarnece-1 o ;
entretaatoa consceucia delles esta tranquilla o
seu De-ts ha de vir, mais anda est longe elle
ha de ser conquistador e re, e rugir como o Leo
de Judi; ora o homem da cruz nasceu emum. lu-
gar pebre, de paes pobres, c nao teve seqper ama
pedraonde reclinar a sua cabera. Se t s-e Fi-
lho d* Deus, porque nao desees da cruz.? Disse
o povo judeu. < Se aquello t;ae malei era mi-i pae,
coma ao dar-lbe a morte dw saltou-ae o carasio
do peito ? Como nao fallou-me a voz do sangue ? >
Disse o rei parrecida. E o povo assassno. do seu
Dous, e o filho. parricida., cheio de conlswca em
sur sagacdade, ram-se dos oraeulos, o escarne-
ciam dos prophetas.
Porm a divindade ynplacave^. que est nelles e
os agita, empurrou-os para que eahissem e fechou-
Ihe os olhos para que at> vissem. o abwsmo. Am-
bos se acliam sbitamente possuidos de um desejo.
i inmen), sobrehumano, de penetrorem o mags-.
terio.
Elipo pergunta Jocaste,.Tyresias, ao anpiao.
depositario do seu segredo: t Quem o homem
do caminho? Quom meu pae? Quem sou eu?
O povo judeu pergunta i Jess : Quem s t. t
Sers porventura o nosso Deus e o nosso re-?- O
drama neste momento assume um carcter de
inexpri miveti terror : nao nacorarao que nn seata
uma oppressao dolorosa, inexplicavel, ineriveLno
ha frente que nao esteja banhada de suor -, nem
alma que- nao suecuraba om angustia*.
Meu Lrmao e eu, prooecupados acerca de
sua situacao, temos assentado que a sehora, ape-
sar de viuva, ainda mute moija para vi ver sem
direceo; e por isso decidimos que euarecebesse
era mnha casa, e preenehesse para cora a scnhora
Entretanto a felicidade dava-me esperan- as mesmas funecoes que antes do seu casamento.
Armada pois da autorida.de quo tenho sobro sua
pessoa veoho buscada.
A' estas palavras sent uma viva comraocao. Dia-
na tranqullisou-me logo.
Agradece- muito a senhora e a meu to, disse
Wilhelm, cae de joelhos, adora a Deus Todo Po-
deroso!
Ella est aqui, vi-a. Correu a procurar-me, e
amanha sigo en sua companhia. Iremos residir
no meu castello d'Grbach, onde vivemos ainda jie-
menos, e crescemos sob as vistas de minha mae I
Wilhelm, meu amigo elles a illudiram, maltra-
taram-na I... S ha dous dias soube ella onde eu
me achava... Se a vissrs como estava paluda Pi-
camos alguns momentos sem poder fallar, sulioca-
dos m suspiros.
Para desviar qualquer pesquiza o conde condu-
tiu-a at Rhodes. Ali isolou-a n'um lugar quasi
deserto, servindo-lhe elle mesmo de .wreio I
Acabo de estar com ella. Ama-me ainda Nao
ni'o disse : mas snto-o, comprehendo, se.
Esta manha escrevia-le, quando abre-se de re-
pente a port. Volto-me : era Bastio. radiante de
felicidade.
Diana 11he perguntei.
Mas a commoco o suffocava, estava incapaz de
responder loga
Ella est ah 1 exclame! preciptando-me no
salao.
mim. Levou tres semanas para chegar a Maufert,
frouxa luz do uma lamparLa ; e te escrevo, ao substituir. Mas deseamos ao jardira ; oueo os me-
passo que Bastio ronca ao !p de mim como ver-' nios, nao pdem estar longe.
dadeiro contrabandista n'um leito improvisado Scgu-o, entresteoido porm no meto das minhas
pressa I alegras com o Densamente do quo uma nova crise
Wilhelm, quo futuro 1 Paj-ece-me um sonho I | poderia estragar para sempre essa -
Passe a noute nteira a saborear a minha feli- gencia
cidade. O somno ter-me-hia iroubado a conscencia (jas.
della. Pela manha Schultz ncontrou-me com os j Ao mesmo tempo orgulhosa, e possulda de uma
olhos llxos na janella de Dafta. | doce chamma, que j nao occultava mais, Diana os-
Ella se levanta, me disse na sua linguagem tentvaas gragas tmidas o virginaes do primeiro
bizarra. Nao se mova; eu soa a estrella mensagei- amor,
ra da sua aurora : vae ver con resplandere. A mulher tornara-so moca. As suas eicoes tac ella, a solicilde que se dignam mostrar a meu
D'ah a pouco abriram-se as cortinas da janella, e puras, um pouco empalidecidas pelo soffrimento, respeito. Tenho porra resolvido que o meu futu
._ j---------:^- i,i..n. Amm tinham os suaves contornos das madonas de Guido re seja outro.
seus grandes olhos lnguidos por urna i Resolvido ? observou 'a prebendada com alti-
ternura, vela\am-so a cada Instante sob as
corar com alguma confusaoi I tongas palpebras, como uue para esconder aos pro-
l fanos o segn>do da sua alma. O som mais fugitivo
Quasi logo a bella esposa de Schultz levou a seus da sua voz era para mim uma contSSa0 ,,ue eu
labios a mao do Diana, e po-se cpm ella a enviar-. ouvia extasia(]o j
me bejos. [ 0 seguinte dia depois do al moco acbavamo-nos
Bravo, Mina, bravo 1 exclamou odoulor sor-, todos reunidos no ^ilo do Dr. Schultz, eis que um
rindo. I criado annuncia a visit da prebendada de Jouval
E agarrando tambera na minha mae, mitou a a C011(jessa do Maufert. Nao pode conter um rao-
mesma pantomima : e eu ^orava como Oana.e vment0 de nquietacao : mas com um sangue fro
que me admiron Diana ordenou que lu:ssem entrar
sua ta.
A Sra. de Jouval appareceu com ar carregado, o
(Confinuar-jf-A*.]
vez.
lili ."un jiiami *** __.._-_ __------ --- ,
ramo-nos todos com os corces transbordados da
Que bom medico a | felicidade I me disse
Schultz um momento depois nesse doce enthusias- dar compassado. Por um gestode surpreza de.u
mo phlosophico que o torna to amavel.
Estava muito commovido; n5o podo responder-
lbe.
Entao, replicou, sei que forma a intencao do
entender quo esperava encontrar sua sobr-
nha s.
Diana levantou-se com palidez e foi ao seu en-
contr.
on le nao lhe souberam dizer o lugar era que me
achava.
Felizmente o meu fiel Bastao correu noticia
da sua volta; e Diana quiz in continenti partir com
61 Que dia feliz I Aquella cart foi uma mentira: ^-.^raTsrpalria
imitaran) a sua letra. Para illudirem-me fizeram
o chronsta dos bailes incluir o nome della na sua
descripcao.
Os nossos olhos nao so satisfazcm ; as horas que ficarei pnsioneiro no seu hospital com Diana ser a pnmeira a procura-la.
se passam n'um continuo sorrir. J lhe confiei o in* at que se decida. Considefo-o anda necessaro \ Seguu-se profundo silencio -. quasi que se ou-
fortunio do doutor Schultz, a amzade que lhe te- minha sade; estou doente, e quero que me ac-' va palpilarein os nossos coraefies.
nho e os meus esforcos para salva-lo. Convenci- be de curar. Desculpe-me, senhor, respondeu Diana com
natos que o levaramos comnosco, assim como Ah comprehendo, tprnon elle commovido o tranquillidade passados alguns minutos; mas eu
sua mulher c tillios. Compraremos a sua casa, se abracandamo : agradeco-lhe a sua amisade frater- nao toncionava dar-lhe parte da minha presenta
fr preciso, para dectdi-lo a acompanhar-nos : as- nal: e tenho f de que me ha de salvar I j aqui.
seciirar-lhe-hemos um bello fumro. La por isso, nao; ja est salvo. | Ao menos franca, replicou a prebendada.
Nao posso abandona-lo. Pobre Schultz I Quando Pode ser, replicou elle um pouco cuidadoso; Entretanto procurei-a para tratar de negocios dc
censo que um abalo como esse por que hoje passe mas s teremos certera pelo outomno. Se d'aqui familia, e
hantaria nara cura-lo de uma vez t at la fr accommetlido de novo ataque... I Falle sem receio, interrompeu Diana. Nada
Quando devenios partir? pergunte-lhe nter- oceulto aos amigos que me cercam, pois pretendo
Sem o nosso consentrnoslo ?
Sm, senhora, respondeu Diana com respeito-
so dosembaraco. Cont retirar-me para a casa de
minha mae, alim de ah vver com a mdica fortu-
na que ella me deixou. Sei o que devo ao mundo,
e por isso recorr j a uma proteejao, que mo nao
faltar, e que, espero, minha ta achara digna a
todos os respeitos. Fallo do Sr. Dr. Schultz e de
sua'senhora, que consentem em irera morar conti-
go, e fazer-me companhia.
Porm a senhora esquece absolutamente os
direitos do sua familia I exclamou a Sra. do
Jouval.
Os direitos de minha familia, senhora ? re-
plicou Diana amargamente. Oh I Nunca os pode-
rei esquecer, be.m o sabe. Minha lia exerceu bel-
lamente esses direitos, prendendo-mo na edade de
deseseis annos.apcsar das minhas supphcase lagri-
mas, a um jugo que me causava horror. 1
Admira-me muito, minha querida, disse a ta
verdado, respond alegremente, forme es-' seccamente que esteja era Carlsruhe n'uma outra 10'"5empr'e'dos mesmos direitos fez causa commum
ta intencao, e se o doutor resistir previno-llie de [ casa que nao a mnha ; c sobreludo me obrigue a com muelle que mo torturava A' todos perduo ;
mas nas nvoquem a lembranea da sua proteccao,
pois j a tenho experimentado bastante I
A Sra. de Jouval mordeu os labios, e tomando
uma attitude contricta, replicou :
Neste caso resiste a nossa vontade ?
A senhora perdeu a autordade que tinha so-
.-lili < |/ a w -* -j----- ---- t
Jamarnos todos juntos. A nonte foi preciso dei-
xa-la pois a va alquebrada de fadigas. A escel- rompendo-o. seguir os seus conselhos.
lente'esnosa do doutor cedeu-lhe o seo prwpriol Creio que sena prudente dar sua madnnha na presenca delles.
auartn' Onanto a mim recolhi-me ao pavllhao, de dous dias de repousn. Nesse interim entender-rae-
. ... ii- su_______L.s. olluf-rtioHo noli I hi.i nrvm ncr iiwii iniinn a nltimno atim til* mp
Seria melhor explicar-se
, |'l i ?tl|lH rI^.
A Sra. de Jouval dissimulou mal o seu despeno v
No caminho quasi deito o doutor Schultz per ter-1 onde vejo a sua janella fracamente allumiada pela i hei com Steincr, meu amigo e alumno, aura de me hesilou um instante, afinal resignou-se.
(Conlin mis e-ha).
V
'

i
}
\
dos duques de Lorraine, que meu pae restaurar.*
com a paixo de um verdadeiro areheologo. Os.
velhos carvalhos e ca^tanheros, j revestidos de
novas folhagens, estendiam os seus bracos como
um arco triumphal. As encarnadas sorveras e os
banos era fiar embalsamavam o ar com os seus
perfumes. Os passaros cantavam. Emfim a nata-
reza estremeca de amor aos bejos da^iriraavera :
e tudo isto pareca dizer-nos : tRefloresconloscomo
vos !
Alegre e commovido eu segurava na mao de
Diana. Lemhravamo-nos. da nossa infancia, dos
nosso brincos, o carreiras pela relva ; de nossas
ines que amparavam-oos com o seu olbar, con-
fundan) seus bejos era nossas frontes,
Passamos por junto de um lago, em qneoulr'ora
brincavam es cysnes : levada pela torra da recor-
darlo, Diana disse-rae com enlhusiasmo :
Lembraste ?
E' que ali cu a defender um da contra os ar-
remossos de um cysne grande, facanha que me
cubrir de gloria aos olhos de todos os habitantes
do castelle.
Esse suave tratamento do tu, de que nunca mais
usramos depeis de meninos, acudira-lhe aos la-
bios com tao natural abandono, que ella disto senio
aperceberia a nao ser a minha admiracao. Para nao
constranger-nos em nossas effusfies d'alma, o Dr.
Schullz|eomtemplava a paysagem.admirava a lielleza
dos meus dou)inios,e mostrava sua querida Mina os
cimos das montanhas pelos raios do sol. BastiSo na
bolea colha ao passar as flores prematuras dos cas-
tanheiros.
A duzentos metros do castello paramos junto a
uma grade, alm da qual se via entre os lilaaes um
elegante pavilno italiana. Era a casa de Diana,
edificada no centro de um pequea porque rodea-
do de muros, e ene .-avada nas minhas ierras.
Adiantamo-nos um da, o por isso ninguem nos
esperava. Aos gritos dos postilhoes a gente da casa
cora Catharina frente correram alegres a rece-
be r-nos
Fomos cercados, abracados, e festejados por uns
bre ram, casando-me. Hoje 80ulivre,'"e pssodis- tres ou quatro velhos seTvidoros, que nos tinham
Sor como quizer da minha sorte. O nosso orgulho ?isto crescer, e a quem ressuscuava a nossa volta
e raca responde-lhe pela minha futura dignidade. como a nos mesmos.
Se proceder mal, acceitrci as suas reprehensoes.
XXVUI i
Tres dias depois, n'uma deliciosa tarde de abril,
uma grando carruagem panetrava na avenida prin-
cipal do meu castello d'Orbach, antga possessao
h
PERNAMBUCO.- TYP. DE M. P. F. & FILHO.
1


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