Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10257


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Full Text

9


amo xxxix humero 277.
Por tres mezcs adiantados SfiOOO
Pr (res mezes vencidos 6$O0D
DIARIO
OARTA FEIRA 2 DE DEZEMBRO DE 1863.
Por anno adiantado.....195000
Porte para o subscriptor. 3$00U

ENCARREGADOS DA SUBSCRIPTO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o
Sr. A. de Lomos Braga; Cear, o St. J. Jos de
Oiiveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA Sl'BSCRIPCAO NO SUL
Alagas, o Sr. Claudino Falcao Dias; Bahia, o
Sr. Jos Martina Al ves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martins di Gasparino.
____ PARTIDA DOS ESTAFETAS. i EPIIEMERTDES DO MEZ DE"DEZEMBRO
Olirraa, Cabo e Escada todos os das.
IgsexSe?asyanna P*rahyba naS sc&nndas e 3 Quarto ming. as 8 h., 49 m. e 2 s. da m.
Santo AntGravat, Bezcrros, Bonito, Caruaru1, i0 Laa nova as 4 h., 29 m. e 20 s. da t.
Altinho e Garanhuns as tercas feiras. 17 Qnarto cresc. as 8 li., 20 m. e 32 s. da m.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesquir, 24 La ehcia as 11 n., 23 m. e 14 s. da t.
Ingazeira, Flores, Villa Bella,Tacaratu', Cabrob,|
Boa Vista, Ouricury e Exu" as quartas feiras.
Sennhaem, Bio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Ilha de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao '/* dia.
PREAMAR DE HOJE.
Priraeira as 6 horas e 6 minutos da manha.
Segunda as 6 horas e 30 minutos da Urde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sul at Alagas a 6 e 25; para o norte at
a Granja 7 c 22 de cada mez; para Fernando nos
das 14 dos mezes dejan, marc., maio, jul, set enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Reeife : do Apipucos as C/ 7, 7 /, 8 e
8 Vi da m.; de Olinda is 8 da m. e 6 da Urde; de
Jaboatao s 6 '/i da m.; do Caxaug e Vanea as 7
da m.; de Bemflca s 8 da m.
Do Reeife : para o Apipucos s 3 /,, 4, 4 /., 4 ' *-4' tfl e 6 da tarde*' Fra 01inda s 7da
manhaa e 4 de; para Cachang e Vanea s 4 >/i da larde; para
Bemflca as 4 da tarde.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relaro: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao meto
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DAS DA SEMANA.
30. Segunda. S. Andr ap.'; S. Trovane b.
1. Terca. S. Nahum prof.; S. Elo b.
2. Quarta. S. Bibiana v. m.; S. Policiano.
3. Quinta. S. Francisco Xavier ap. das Indias.
4. Sexta. S. Barbara v. m.; S. Osmundo.
5. Sabbado. S. Pedro Chrysologo b.
6. Domingo. S. Nicolao b.; S. Leoncio m.
ASSIGNA-SE
no Reeife, em a livraria da praca da Independencia
ns. 6 e 8, dos proprietarios Manoel Figueiroa d*
Faria & Filho.
PARTE QFFICIAL.
GWHH0 DA PROVINCIA.
Kiprdienle de dia 28 de norembre de 1863.
O discurso toca apenas letemente na questo fi-
nanceira, cujos desenvolvimentos sao reservados
ao relatorio especial de M. A. Fould; mas mostran-
do simplosmente a marcha ascendente das rendas
publicas, musir tambem que as esperancas do go-
verno nao se tem realisado completamente. Passa
denota a enunciar diversos projeetos de lei : refbr-
. ma da lei sobre as coalises, liberdade do fabrico
< iSft\ fflt,, Pl,c'a-Transn,'ll Pr do pao, liberdade dos theatros, extenso das attri-
copia a V. S. o offlcio que sem data acabo dore- hujCOes dos consellms waaTa cammunaes nara
ceber do engenheiro fiscal da estrada de ferro, alim SSkt7!SSP fentralisag^o P
Relativamente apoltica estrangeira o discurso
de que a tal respcilo proceda como for de lei.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.Em' lem^T^masTacunas1
vista da informaco que devolvo, ministrada pela | ADe*as faa de
contadura de fazenda, e a que refere-se o seu ofli-
cio n. 887 lis 25 do cor rente, autor i so V. S. a man-
dar indemnisar o rorpo de guarnicao, da quantia
de lijOOO, proveniente, segundo coma inclusa
em duplcala, do azeite comprado para a Ilumina-
^ao do quarlel do mesmo corpo durante os dias em
que esleve em concert o encanamento do gaz.
Communicou-se ao brigadeiro commandante das
arma?.
Dito ao mesmo.Transmiti V. S. para os con-
venientes exames, a inclusa copia da acta do con-
sellio administrativo datada de 18 do corrente.
Dito ao mesmo.Participando o bacharel Bar-
Iholomeu Torquato de Souza e Silva, promotor pu-
blico da comarca 8o Pao d'Alho que.em 24 docor-
reute entrou no gozo da lieenca do tres mezes sem
vencimentos que obleve : assim o communico V.
S. para seu ronb/cimento.
Dito ao mesmo.Dcvolvo incluso o requerimen-
to do contra-niestre da officina de serralheiros do
arsenal de guerra, Manoel Nones Vianna, para que
V. S., nao obstante a informaco da rontadoria a
'mande pagar-Ihe o seu jornal, relativo ao lempo
*m que foi ao presidio de Fernando e all esteve
serviudo, na razo de 4550U diarios, como o per-
ceberam os pedreiros que serviram no mesmo pre-
sidio, deduzindo-se da importancia daquelle venci-
mento a prestaco que se abonou ramilia dosup-
plcante, de conformidade com o meu offlcio de 11
dojlho ultimo.
Dito ao inspector da thesouraria provincialAo
negociante Joo da Rocha e Silva, mande V. S. pa-
yar, seno houver inconveniente, a quantia de___
1185000, despendida nos mezes de setemhro ou-
tubro ultimo, com o sustento dos presos pobres da
cadeia do termo do uuricury, como se v das in-
clusas contas que me foram remetalas com offlcio
do Dr. chefe de polica, datado de 27 do corrente e
sob n. 1580.Communicou-se ao Dr. chefe de po-
lica.
Dito ao coinmandan'e superior da guarda nacio-
nal de Palmares.Respondo ao offl.no de 28 do
mez passado, em que V. S. consulta se deve pro-
l>or officiaes para o estado-maior do commando su-
perior a seu cargo, dizendo-lhe que deve observar
a tal respeito o que dispoe o art. 51 da lei n. 602
de 19 de setembro de 1850.
Apenas falla de passagem da guerra da America
sem dexar pcrcelier-se quaes sejam as tences do
governo; e assignala por urna simples aliuso a
questo italiana, que nao tem dadoum passo desde
o ultimo anno.
Chega finalmente questao da Polonia : falla em
excellentes termos da causa dos desgranados Po-
lacos.
Elle nao smente reconheceu que esta causa era
popular em Franca, mas anda declarou que a Po-
lonia herdeira de um direito inscripto na hisloria
e ros tratados.
A Russia, verdade, roi de seu lado tratada com
attenees significativas.
Como desembarazar a situaco f A Franca se
calar depois de ter reconhecido a inutilidade das
rcclamaces? Ouse hincara nos riscos da guerra?
Napoleao annunciou um oulro projecto, o foi es-
te o grande nteresse da sorpresa dasesso de 5 de
novembro.
Nao se trata de nada menos que de um projecto
de congresso, onde todos os poderes se reuniriam
para discutir todas as questoes, que agitam hoje o
mundo.
Os iraladosde 1813 dcixaram de existir deram
lugar novas disposicoes que trata-se de reconhe-
ccr e sanecionar; deve-se fundar na Europa turna
nova era de ordem o de paz.
Tralava-se pois de fazer da questao polaca um
dos arligos do vasto programma proposto ao futuro
congresso.
E esta urna idea nova e de ordem, porm como
as potencias se reuniriam nesta especie de 4 de
agosto, onde cada urna viril hincar sobre o altar
da paz geral o sacrificio de algum interesse ou de
algum territorio ?
A questao depois do appello que vai ser dirigido
Europa se achara collocada nos mesmos termos
que d'antes; ella ser sempre reduzida a este d-
lemmaou o silencio ou a guerra.
O senado c o corpo legislativo comerram seus
trabalhos no dia seguinte, e receberam lvro azul
contendo a exnosicie da situaco do Imperio.
No dia 4 de novembro 46 protestos estavamj
deposlos ou ofOcialmenle annunciados a questura
do corno legislativo.
A
verilicacao de poderes sera pois a oceupaco
I de graves debates.
i Quanlo a M. Thiers persislem em afflrmar que
J nao fallar seno sobro as qu'stoes financeiras, e
que se reserva principalmente para a discussao do
ornamento.
dado do cerpo sob seu commando, Justino Pereira
de Moraes, de que trata o seu offlcio n. 480 de
do corrente.
Dito ao mesmo.Pode V. S. dar baixa ao solda-
dora seccao urbana do corpo sob seu commando,
Joao Antonio da Silva, visto ler linalsado o seu en-
gajamento e nao querer
A opposicao espera muito da habilidade oratoria
, dw M. Julio Simn, cujos triumphos em Sorbona
declarou eS?^5oTfet' ^^1^^^' d brHl ^
"igSS&r das obras militare,-Enenda-se \ J*3gf3SS 'eSt' %
)r f-iC"' 0*ecrt:ntQ* da c,om!;anna de ,llu,mma-1 Eers e a K Julio Simn, parece chamado a appro-
cao a gaz sobre os concertos de que necess.lam os ximar as diversas pores' fa *
lucos do xadrez do hospital militar como declarou o livro Junar encemr Um innn m nmam
22lSt-Tr^ d3S 3rmaS 6m mC "! vittSESi diploman.icosm DUmer0
%*.SSU deOlinda.-I,eirado!.:-Tra:Sed:a"^'- i"d'"^ -iue o governo
do que me com mu
Ol ma, em seu offlc. u<
r!!^'^,0 d ,rnp0SM dC ES a n5 dePis da wm*|B d. poderes o governo
pe de coqueiro, tenho a d.zer-ll.e que mande por deseja ,|Ue elle seja tao completo auanto for possi-
novamente em praca o re eruto imposto, servindo- conlen^a M *^ fi J
Tira-se d'alli una
tinlia urna tendencia La partilhar com a cmara a
, ? t C,amara "n,nill,a! de i resiwnsabilidade da ques ao polaca.
offlcio de do corrente, relativa- EsIa colleccao nao' ser, demais,
alacao do imposto de 40 rs. por cada | n5odepois da vericacSo dos (KJl
se de base para a sua arrematacao a quantia de
400A, offerecida por Margal Bezerra de Paula.
Dito ao juiz municipal da Boa-VistaRespondo
tima hora.
Um dos jornaes officiaes er conhecer a divisao
ao seu olucio de Jl do mez prximo findo, dizen- do trabalho legislativo entre os oradores do gover-
o-lhe que tenho em considerarao o que nclle pon- no: M. Ruucher ministro de estado reservou-se
dera. para op|iorlunamenle attender ao que Vine, i tratar da questao polaca e da italiana; M. Ronland
requisita. ^ I ser encarregado do defender a poltica interior e
Dito ao delegado de SerinhaemPara ser con- sustentar as questoes, que se ligam instruccSo
venientementeapplicado, remettollie seis laminas'publica e aos cultos; M. Parieu ter a missao de
com o puz vaccnico solicitado em seu offlcio de 23 tratar de todas as questoes de legislacao e de eco-
do corrente. I nomia poltica; M. Chaix d'Et-Ange'deve concor-
de polica, no primeiro vaior que passar do sul, ao os negocios do"Mxico. M.' Vuitry encarregar-se-ha
paisano Joaquim Ignacio dos Santos, que veio da- deexpor asquestoes financeiras perante as cmaras,
quella provincia, como suspeilo de ser desertor de Emflm a M. Forca de la Roqnette eslo reservadas
un dos coriws em guarnifao nesla, nos quaes nao' as questoes da alfandega, sobre que elle fez um es-
tol reconhecido como tal.Communfcou-se ao ge- ludo especial, e da qual tem tratado diante do cor-
neral commandante das armas. po legislativo.
Dita.O presidente da provincia, attendendo ao I Alm disso todos os oradores do governo devem
que requereu Pedro Bezerra Cavalcanti Maciel, te-' concorrer s discussoes, a que der lugar a verli-
nente da 4" companhia do batalho n. 46 de infan-' cacao de poderes.
tufa da guarda nacional do municipio de Agua-. Agitou-se as folhas parisienses urna estranha
Ficta, resolve conceder-lhe seis mezes de lieenca polmica a respeito da columna da praca Vendo-
para tratar de sua sade. I me : o governo fez descer da columna triumphal a
Dita.O presidente da provincia, attendendo ao estatua de Napoleao I do uso moderno, para subs-
que a africana liyre Rosa 1, provou perante o jui- tituir-lhe urna outraao modo dos imperadores ro-
zo dos fetos da fazenda, ter prestado servieos por manos.
mais de 14 annos, sondo ao coronel Lourcnco Be- A imprensa grala applaudio mulo: refutaram-
lerra Uvalcanli de Albuquerque desde 1849 at Ihe os argumentos enthusiastas. Todo o i nteresse
18ol, e que desde esta ultima dala os ha prestado da questao est a fundo na induccao que se pode
em estabelecimentos pblicos desta provincia, re- tirar da substituicao da sobrecasaca parda Iradicio-
solve de conformidade rom as informaces do di- nal pelo manto imperial.
rector do arsenal de guerra de 16 de abril ultimo, i
sob n. 576, e do curador de africanos livres de 12 A sobrecasaca parda representa o napoleonismo
le maio desle anno, e com o disposto no aviso do democrtico, a legenda popular de um poder forte
ministerio da justica de 4 de fevereiro de 1862, que que humilha as realezas europeas, c prohibe-lhe
referida africana livre Rosa 1* se passe carta de com os soldados c camponezes o slo nacional da
emancipacao, com a clausula de tomar oceupaco c revolucao.
residir nesta cidade na forma do decreto n. 1303 de manto imperial representa o napoleonismo so-
!8 de dezembro de 1853.Fizeram-se as necessa- berano, autoritario, conservador : elle talvez
: muito mais histrico que a outra. Parece pois, que
! nao ha razio, para que alguem se afflija, por ver
desapparecer do cimo da columna urna vestimenta
! que alimenta supersticoes fundadas em apreciac,5cs
inexactas. Que aquelle que trouxe para a Fra'nca
rias communicaccs.
exterior:
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
I'HA-V*. A.
Paris, 7 de nevfmbre.
algnmas das formas do velho imperio romano seja
vestido como imperador romano, nada ha que of-
fenda a historia nem to pouco a arte. Alm dis-
so nao se deve esqnecer que esta vestimenta foi
realmente usada por Napoleao I, principalmente na
ceremonia do Campo de Maio em 1815.
Ser ella quem ha de symbolisar verdadera-
mente seu reinado aos olhos da posteridade. Em
todo o caso deve-se tomar esta modifieacao por
um dos symptomas conservadores da situaco pre-
sente.
Londres leve seu pequeo escndalo : traton-se
da retirada ministerial de lord Paln.estron, que
tem estado debaixo da accao de um estranho pro-
cesso.
As cmaras francezas tiveram sua primeira ses-
sao no dia 5 de novembro.
Esperava-se com impaciencia que o discurso im-
perial trouxesse aiguma luz a situaco. Napoleao
III comecou por saudar a nova legislatura em ter-'
roos dignos de serem lembrados. Elle nao v as
victorias da opposicao seno disidencias locaes, e
immediatamente as esquece para confirmar que
todos os eleitos prestaran) o mesmo juramento. Esta retirada trouxe com sigo urna desorganisa-
Esta saudaco nao smente de um feliz agouro para cao completa, nao smente do gabinete de S. Ja-1
as relacSe* da nova cmara e do governo, mas ain- mes, mas ainda da maioria dos communs. Este (
da a condemnacio, seno das candidaturas officiaes vizconde octagenario liga aos seus oitenta annos
ao menos da parcialidadc da administrado a favor urna mocidade e urna galhardia incemparaveis;
dessas condemnacoes. sabe introduzir a galantera aos assnmptos mais
Urna recommendafao de zelar do melhor modo serios. Ha sempre graciosas ladys nos banquetes
possivel os negocios do paiz ter echo. | cm que retamba a sua amavel palavra : porque '
nao se contenta elle com os triumphos pblicos de
sua eloqueneja ?
Os Inglezes tm urna palavra feia para caracte-
nsar certa eloquencia de conversado, chamam-a
eonservacao criminosa e formam desto delicio
um processo escandaloso.
Trata-te agora da mulher de um jornalista ir-
landez, que quiz proporcionar a reparacao qua-
lidade do delinquente, e excep^o em rclacao ao
crime proveniente de sua edade. Dizem que o of-
fendido peiii una avultada somma de libras es-
terlinas ; da va isso lugar a urna transaeco, que
efectivamente realisou-se.
Entretanto nao havia certeza de que esta nego-
ciafao trouxesse em resultado mudancas polticas
inijiortanles.
As negociaces sobre a questo da Polonia tm
levado o famoso systema da t accao commum > a
taes resultados, que diffJeil pronunciar estas duas
Ealavras sem ser acompanhado de um tom irnico.
e um lado lord Russell irritado contra os trata-
dos de 1815, que acaba redigindo um despacho no
qual, abstendo-sc do enunciar a theoria da desis-
tencia da Russia, abranda inteiramcntc a aspereza
das expressoes. Do outro lado a Austria, que le-
vantando difflculdades sobre difflculdadcs ao en-
contr das proposicoes francezas torna a tomar
modo parcial, pelo qual os seus jornaes publican)
as noticias da Polonia.
Foi a 26 de outubro que a nota inglez foi entre-
gue em S. Petersburgo. Diz-se que o gabinete rus-
so se mostra satisfeito com ella, e considera-se na
Russia*como definitivamente concluida a corres-
pondencia diplomtica com a Inglaterra. Disfez-se
pelos jornaes de Londres toda a duvida sobre ter
a Inglaterra recuado. O Times entre outros tem a
franqueza do cynismo, sustentando que procedeu-
se sabiamente repellindo o insulto soffrido de pre-
ferencia aarrastar a guerras
A Russia contina com sua obra. Urna nova
scena de terror, que recorda em menor escala a
sinstra operacao do recrutamento deu-se em Var-
sovia no dia 22 de outubro e noite seguinte. Mui-
tas centenas de, mocos foram presos, apalpados e
despidos, e cento e tnnta delles foram conduzidos
cidadella.
Tratava o general de Berg de determinar os ha-
bitantes de Varsovia a assignarem um voto de de-
dieacao ao czar.
_Um novo decreto prohibe os funeraes pomposos,
sob pena de multa de 10 rublos para os pedes, 15
para os ftrros d'aluguel e 6 para os dos particu-
lares. Os funecionarios infractores perdero um
mez de seus vencimentos. Eis como as dores as
mais legitimas, os sentimentos os mais respeitados
sao prohibidos e sacrificados. Comecou a execu-
co deste decreto por numerosas prises de mu-
llicres. Comboyos de pessoas tem-se dirigido para
a Siberia. A exasperago chegou ao seu auge.
A prohiliieao da pompa fnebre nao foi mais do
que urna do general Morawief |ielo general de
Berg : aquelle acaba de prohibir sob as penas as
mais severas o uso da lingua nacional at as
transarles commerciaes.
Conven) observar que a Lilhuama nao faz parto
do reino da Polonia propriamente dito, entretanto
que reivindican) a si a nacionalidade desta pro-
vincia ; mas d'onde vem ento a necessidade de
proscrever o uso da lingua polaca ?
Todava os Polacos nao desanimam e o seu he-
rosmo parece antes excitar-se do que diminuir
com o abandono da Europa. O governo nacional
acaba de dirigir urna nova proclamacao ao povo
para incita-lo pe severanca, emquanto elle de-
creta um emprestmodequarenta milhoes, que se-
r roberto sem duvida aiguma. O que acontecer
na primavera ?
A questao do Holstein tomou urna nova gra-
vidade em consequencia do governo francez recu-
sar-se, segundo dizem, a ver na execuco federal
urna questao europea. Esta attitude da Franca po-
de levar os estadistas da Abemanha a realisar o
seu projecto. Enlao tornar-se-ha diflcil Dina-
marca nao desemhainhar a espada. A Inglaterra
s trabalha de urna maneira activa f ara impedir o
conflicto.
Que espectculo significativo seria dadoao mun-
do, se a Europa, depois de ter recusado correr os
acasos da guerra pela Immensa questo da Polo-
nia, nella fosse hincada, contra a sua vontade, pelo
pequeo problema de Scheleswig I
A Dinamarca prosegue, tanto qnanto lh*o per-
mi tem os seus recursos, nos seus armamentos so-
bre a Ierra e sobre o mar de modo a poder fazer
face a todas as eventualidades.
Sabe-se desde quando dura esta interminavel
questo dos ducados : quem poderia, porm, dizer
quando ella ter fim ? O Aftonbladet de Stochol-
mope na bocea de Frederico VII urna linguagem,
que tcstemunhava estranhas apprehenses e desig-
nios mu sorprendedores da parle deste monarcha,
hontem tao presumpeoso. Elle Ihe.faz exprimir o j
receio de que a Allemanha nao ehegue a conqnis- i
lar e opprimir as possesses dnamarquezas, c de-
darar que se esta sombra previsao viesse a se
realisar, elle desceria do throno c proclamarla a'
repblica.
Nunca senoder admittirs pelo dizer oAfton-'
bladrt que o re da Dinamarca approve taes temo-
res e nutra taes projeetos. Eslas palavras sao gra-
ves e al mesmo inverosimeis. A questo da for-
ma de governo mais apropriada jo genio dinamar-
quem nenhuma relaco tem com aquella a favor
da qual o jschelswig se manifesta. Esta ultima
urna questo de nacionalidade, e para notar que
assimlando as pretencoes da Allemanha sobre o
Scheswig, s_da Russia sobre a Polonia,o rei da
Dinamarca nao fez mais do que devolver pura e
simplesmente a aecusaco dirigida contra elle pelos
governos allemes.
A nacionalidade allema do Schleswig afflr-
hiada com tanto furor da Allemanha como a na-
cionalidade dinamarquezado mesmo territorio po-
de s-lo na Dinamarca.
Havia um meio muito simples de fazer desappa-
recer a diflkuldaue, seria consultar os cidados do
Schleswig. Nao ha meio termo entre o curso ao
suffragio universal e s armas.
as elei^es da Prussia o partido progressista
obleve 140 nomeaeoes em vez de 120 do anno pas-
sado, o centro esqnerdo 82, as differentes fraeces
liberaes 34, o partido clerical 25, o partido polaco
26 e os reaccionarios 37.
A opposicao liberal lera pois 260 votos sobre 352
no novo parlamento. Este resollado, oblido de- I
pois de urna d'ssolucito e apesar des esforcos do
governo, mostra sufflrientemenle quanto o povo'
da Russia se tom plenamente associado resis-
tencia legal de seus representantes. O rei ficar
esclarecido por esta manifestacao solemne da opi-
nio publica? Ficar-se-hiatentado deduvidar ota-
se ouvindo a linguagem da iirprensa sem-ofli-
cial.
Espera-se com anciedade ver cerno se cffectuar
a abertura da nova sessaoisto porm nao dura-
r muito : as cmaras esto convocadas para o
dia 9 do corrente.
George I chegou em Alhenas no da 31 de ou-'
tubro.
__ No momento em que elle publica sua preebma-
fo de saudacao, levanta-se um incidente uiespc-
perado, que pode muile sublevar, novas dlflicut-
dade?.
0 narlaroeoto jonio recusou adherir & condi-1
cocs feilas pela Inglaterra para o seu abandono
das sele ilhas, tanlo que as negociaces a este res-
peito nada tem de.feito.
Os Jonios declaram que as participacSes de Cor-
r entrems Grecia no estado em
O governo britannico
er entregues a
que seacham actualmente.
Que o negocio neste ponto anda barulliado, mais
ou menos, facto; |iorque os descontentes, segun-
do se diz, sob a direcgo do Dr. Paes, Joao Diogo
Malcher, Tago Pinto, o outros, j sao appellidados
publicamente pelo nome.de polacos!
A lista de que trato a seguinte, e por ella ajui-
rcpelle esta pretenfao e lord Haut Commerlose to- ze se ha ou nao motivo de descontentamente, quem nha '
mou urna medida enrgica para pr fim ao litigio, por ahi conhecer as cousas c as pessoas desta pro-' _' Estam
Elle prorogou o parlamento por seis mezes, adian- vincia. P011,. nni,
sao, pouco mais ou menos, contada da qualificajo
da fallencia ; portento, se assm brevemente es-
tar em liberdade esle negociante.
Amanha ou depois tambem deve entrar em
pagamento pelo juizo de direito da primeira vara
crime, a fallencia de Felisberto Monteiro da Cu-
do assim a solucao de annexaco Grecia at o
fim de abril de 1864. O governo austraco com-
plica o debate por sua inlcrveneo : o gabiucte de
Vienna, muito preoecupado com a influencia da
! Itela no Adritico e teniendo que esta subslitua
. a Inglaterra em Cortou, exige com persistencia
| que as forliicaces desta praca sejam demolidas.
A Turqua tambem faz exigencias, que nao sao
menos difficeis de satisfazer ; e como pelo tratado
. de 1817 esta potencia lornou-se garante dos trala-
. dos de 1815, que estal>elecem o protectorado da
I Gra-Bretanha, ella tem igualmente voto no capi-
I tulo.
Nao se sabe mais at onde ir o conflicto, sobre-
tudo favorecendo o Fomgn Office o chaes diplom-
tico, que se prepara afim de manter-se as iihas
Jonias al primavera prxima, tendo em viste os
negocios da Polonia e do Caucase
O governo grego dever forcosamente manter-
se no estado de governo:provisorio.-Mui poucas
questoes terao urna solucao antes que os budgets
e as legislaturas da Grecia e das ilhas Jonias se
reunam n'um s todo.
O rei George laceitou a cora com a condicao
expressa de que as ilhas Jonias fossem unidas
Grecia, dando-lhe urna renda de 10,000 libras ; o
que tambem recusado pelos Jonios.
Assim pois sua infhronisaco definitiva se acha
adiada, se nao se achar um meio, que eonduza a
urna transaeco,
Na Italia a situaco sempre a mesma.O go-
verno pontifical falla de reformas.O gabinete de
Tunm oceupa-se de pacificar as provincias napo-
litanas?
Na Hespanha os candidatos officiaes tiveram so-
mente 6,500 sufragios em una populacao de doze
milhoes de cidados. A cmara ministerial lera
pois poucas rair.es no paiz. O governo oreconhe
Liberaes,
Dr. Joao Maria de Moraes, presidente da caixa fi-
lial do Banco do Brasil e chefe veterano deste
partido.
Dr. Jos da Gama Malcher, medico e presiden-
te da cmara municipal e um dos chefes do mes-
mo partido.
Dr. Joaquim Fructuoso Pereira Guimares, medico
dem.
istamos no Para com o vce-almrante ou
valha da mariulia peruana Mayaliny,
a muito esperado, assim como que este a entrar
neste porto o transporte Arica da mesma naco.
que traz varios preparativos navaese gente de mar
para o servjco dos portos do Per, situados no
Amazonas.
Pelo que se diz, me parece que ainda nao para-
r com moita fleugma es negocios internacionaes
com esta repblica ; eiiifim, veremos, depois. da
nr rwu ircA a ir.ii r j chegada do tal transporte de oulro navio de guer-
vcior ri ^mTa! a"?,?U""araes' medlC0 e pr0" ra *lue ** Pe1" aqu,!"e m, o que succede-
r; porm o que faci que actualmente s-
mente temos aqu estacionados o vapor de guerra
Beberibe, brigue Maranhao e o hiate Rio Formoso,
alm da canboneira bjnatemy que todos os mo-
mentos se espera.
Na verdade sao poucos navios para este distric-
to naval, pela especialidad* e :mportanciado Ama-
zonas, a vista do quo j tem havido c ha de haver
com a navegaco deste rio to fallado e ambicio-
nado para a livre navegaco, qur dos paizes ri-
beirinhos, qur dos d'alm mar.
Isto um negocio serio e de muito cuidado,
porque se nao se attender desde j em abri-lo cora
clausulas mui favoraveis para o Brasil, depois tal-
vez, quaesquer condices sejam impossiveis de se
consignar em nosso favor I
Da provincia do Amazonas poucas sao as noti-
cias que nos trouxe o vapor Beln, aqu chegado a
13 do corrente.
Alm de algumas ,demisses e nomeaeoes de
vedor da sade do porte.
Dr. Augusto Thiago Pinto, medico e proprie-
tano.
Dr. Jos Coclho da Gama e Abrcu, proprietario e
director das obras publicas.
Joao Diogo Clemente Malcher, lente do collegio pa-
raense.
Coronel Pedro Miguel de Moraes Billencourl, em-
pregado publico, na cidade do Camela.
Capito Joo Valente Doce, idem, idem.
Theolonio Rodrigues de Araujo Guimares, lavra-
dor de Camet.
Tenenle-coronel Luiz Maximino de Miranda, lavra-
dor de Santarem.
Martinho Izidoro Pereira Guimares, proprietario
em Gurupa.
Raymundo Ovidio Pedro Ansier, oroprietario em
Obidos.
Coronel Jos Caelano Ribciro, lavrador cm Bra-
ganca.
Padre Antonio Augusto de Mallos, vigario de Villa-
Bella da provincia do Amazonas.
Dr. Marcos Antonio Rodrigues de Souza, juiz de
direito da comarca de Parentins na provincia do
Amazonas.
Consenadores hgunros.
Dr. Joaquim Jos de Assis, director da instrueco
publica do Para,
ce, e v que se desligan) delle "lamber Mr. Rios Dr. Felippe Honorato da Cunha Minina, promotor
| Rosa acaba de recusar a presidencia da cmara. I publico da capitel.
| Foi no dia 4 de novembro que a rainha abri a ses-1 Dr. Americo Marques Santa Rosa, medico e lente
do collegio paraensc.
Tenenle-coronel Jos Mariano Pereira de Cliermon-
te, proprietario.
Capilo-lenenle Antonio Jos Pereira Leal, offlcial
de marinha e commandante dos vapores da com-
panhia do Amazonas.
Couego Jeronymo Roberto da Costa Pimentel, viga-
rio, residente na capital.
Coronel Miguel Antonio Pinto Guimares, proprie-
i sao legislativa, que deve ser urna das mais impor-
tantes.
O discurso real annunciou varios projeetos de
le consideraveis ; entre outros orcupa o primeiro
lugar, o que consagra a hereditariedade das func-
ciies senatoriaes. O orcamento nao ser dimi-
nuido.
O gabinete de Madrid entrou em rela^oes mui-
to intimas e muilo seguidas com a corle de Fran-
Sa : d'.ilii conclue-se que um casamento projecto- tarto de Santarem.
o entre o condi de Paris c a filha da duqueza de Antonio Gentil Augusto e Silva, empregado publico
duq
Moulpensier qJd ter lugar. A imperan iz. foi re-
cebida all com urna pompa extraordinaria.
G.M.
* RIO li: l'IHMlItHO
PARA.
lii'lni, 23 de novembro.
J para mim nao ha duvida que a
ininlia cor-
fui desenca-
e residente na capital.
Tenenle-coronel Raymundo Pereira Lima, lavrador
de Igara|-mirim.
Pedro Honorato Correia de Miranda, lavrador
dem.
Major Gerardo Ferreira Benles, empregado publico
da vigia.
Tenentocoronel Zeferino Urbano da Fonceca, la-
vrador em Gurupa; esle antes conservador do
que ligueiro.
Dr. Antonio Andreus Cafler, medico, anda nao
conhecida a sua opinio poltica.
Tenenle-coronel Benedicto Pedra da Silvelra Fra-
de, fazendeiro de Maraj ; este liberal-comer-
dor e ligueiro.
O chefe de polica, Dr. Danin, acha-se desde
o dia 10 do corrente na comarca do Camet. Cons-
rt>s|iondenria de!) ou 10 de outubro
I minhada do correio. Sempre pehsei que mais tar- la ostensivamente que all for* i servico policial:
de ella por ahi apparecesse, segutado em algum mas ha quem creia que o objeclo da sua viagem
navio de vella, visto ter ido para o correio em lio- a eleico de depulados provincias, lano mais tiuan-
; ra maisou menos adiantada.
Entretanto assim nao succeden; mas o que Ihe
i>osso alllancar que deu entrada na compelente
reparlico e pagou o porte. Agora quanto ao des-
caminho que nao Ihe posso explicar o modo como
se operou !
L vao neste paquete Cruzeiro do Sul as dig-
nissimas esperancas da provincia, pois hoje em-
barcam os depulados do Para, Drs. Tilo Franco de
Almeida, Domingos Antonio Rayol, e segundo cons-
ta tambem deve embarcar no Maranhao o Dr. Lei-
to, um dos tres deputados por aqui. Tanto o pri-
meiro como o terceiro conduzem toda a familia,
e segundo se diz o Dr. Tito pretende estabelecer-
se e lixar a sua residencia effecliva na corle.
Por c a poltica provincial vai fazendo progres-
sos ; o certo que estamos nimia babel de divisoes
partidarias mil maravilhas Come sabe, com o
nascmento de D. yajlevianna matrona que
ludo tem baralhado seu modo, appareceu por
aqu a inleressantedivso dos conservadores, cu-
jos descomentes, ou antes apreciadores das nobres
nvencoes do secuto das luzes, se misturaram com
os liberaes sob o pomposo e geiloso nome de pro-
gresststas ou ligueiros I Com esle progressismo
de conveniencias, ficou o partido conservador di-
vidido, e na yerdade alguns dos seus amigos mem-
bros, mais ou menos prestigiosos, condescende-
rn) ou adoptaran) a nova ordem de cousas, e e-
los chrismados em progressistas, e nestas circuns-
tancias unidos aos liberaes para fazerem como fi-
zeram as elcices do Para e Amazonas.
E comquanto nesta provincia se passassem as
elec.ocs para depulados geraes, sem cousa que
duvida faja.outro tanto nao succedendo no Amazo-
nas, por isso que os partidos extremaram-se deci-
didamente na luta, pareca ds nescios que ludo es-
lava acabado, visto um delles ter obtido geralmen-
te o vencimento da eleico.
A final to fagueira conanca nao tem per-
manecido, quer no pensamento, quer as obras
dos progressistas de velha e fresca dala.
to segundo so diz s dever regressar para o mea-
do de dezembro quando j eslo terminadas estas
elcices.
Da assembla provincial o que Ihe posso di-
zer que o relatorio da presidencia foi ltimamen-
te^ publicado pelos jornaes desta cidade que ahi Ihe
vo por este paquete.
Poucos ou nenhuns sao os trabalhos desta cor-
porafo ; alm de um tiroteio entre o padre Gus-
tavo A. Cosa e o Dr. Assis, logo nosprimeiros dias
de sessao, a materia mais importante que tem ap-
parecido, foi a discussao da mensagem que a as-
sembla vai dirigir ao Imperador, em consequencia
da questo anglo-brasileira, discussao em que por
um lado o-Dr. Assis indicava se atuasse o modo
por que eslava redigida em desfavor do ministerio
actual, e por outro o Dr. Pinheiro, memoro da com-
misso de redaccao, a defenda pela excluso do
gabinete; porque smente o paiz devia servieos ao
Imperador e ao povo fluminense, visto o monarcha
ter corrido frente dos seus subditos para com
elles comparlilbar os seus soffrimentos e os perigos
da situaco.
Outras questoes nao menos Interessantes pendem
de discussao, e que implicam com os actos do go-
verno provincial; entretanto por falta de deputa-
dos, ora da maioria, ora da minora, tem deixado
de haver sesses, das e das consecutivos I
Os partidos, pelos seus jornaes, langam a culpa
uns aos oulros II...
Deixando de mais negocios polticos da pro-
vincia, pois meu fim nao defender nem culpar
gregos ou (royannos, mas nicamente dar urna re-
senta de como correm estas cousas por aqui, passo
adiaqte para tratar de oulros assumptos.
A salubridade publica desta capital infeliz-
mente nao vaiiao regular como era para desejar ;
a angina com carcter mais ou menos grave tem
invadido parte da populacao e ha foi lo algumas vic-
timas em enancas.
Felizmente da febre amarella estamos livres des>
empregados provinciaes, no sentido das ideas da
presidencia, e satisfacao lula eletoral que all
houve para a deputaco geral.
O mesmo vapor tambem d a noticia de haver-
Ihe sido imposta a multa pela polica, de 1:7005,
em consequencia de ter desembarcado alguns elei-
tores no lugar de Marapat antes de chegar ao
porto de Manos, quando os conduza para a refe-
rida eleico de deputados ; cleitores esses que em
geral volaran) contra a chapa do governo provin-
cial, e a favor dos candidatos progressistas.
Os jornaes tanto pelo Amazonas como por esta
provincia ainda continan) a discutir mais ou me-
nos a coutenda eleiloral daquella provincia.
(imo vi ment da navegaco o seguinte :
Navios descarga.
(hvla, patacho americano.
Ernestina, escuna brasileira.
IJgetro, brigue portuguez.
Patriota, hiate brasiieiro.
Ozell, brigue inglez.
Nova Cintra, barca porlugueza.
Ilcnrique, brigue brasiieiro.
Belcm, brigue inglez.
Navios carga.
Havre, barca franceza.
Flonst, patacho inglez.
Jeunc Ida, brigue inglez.
O brigue portuguez Bertha Reinstorff passou
brasiieiro e de propriedade da casa de Joao
Augusto Correia 4 C, deve por toda esta semana
partir para Ncw-York.
Hoje segu para o Havre a barca franceza S.
Luiz.
O brigue brasiieiro Hmriau deve partir para
Lisboa a 29 do corrente.
O Tamega sahio para o mesmo destino 11, e o
patacho Boa-Nova i 13, para Londres.
O vapor Cruzeiro do Sul est annunciado para
largar para os [torios do sul as 10 horas da noile
de abril para c, conforme o
e
A causa disto a cscolha que o directorio pro- publica, e isto j urna grande
gressista fez de varios individuos para depulados devenios dar gracas Dcus.
provinciaes, e o mdo porque obrou em organisar
a lista dos seus candidatos. Quanlo ao modo di-
zem que o directorio consultando as influencias de
Tora da capital paraos que deviam ser incluidos
na chapa, e deixando de o fazer em referencia s
principaes influencias eleiloraes das differentes fre-
guezias desta cidade ; e como nellas haviam pre-
tendentes que queriam metler a barba no calix,
deu em resultado mais ou menos descontentamen-
te por parte de varios membros do amigo parti-
do liberal.
relatorio
merc,
da sade
pelo que
Esle anno reslabeleceu-se com todo o esplen-
dor a fesla de S. Braz, e assim no dia 15 do corren-
te aqui ti vemos urna romaria muito concorrida, que
sahindo da igreja de Santa Anna foi para a de Na-
zareth, ondo se festeja por quinze dias este
santo.
Do commercio pouco ha a adiantar ; ver-
dade que nao obstante o mercado estar sortido de
gneros e fazendas estrangeirns, tem havido ani-
maco as transaeces, e aioda devem melhorar,
rlenlas as noticias chegadas neste vapor, de ha-
Este descontentamente, porm, subi de ponto, ver melhorado o preco do algodo, assucar, borra-
quando a lista progressista foi publicada pela im-, cha e outros artigos que se exportara desta provin-
prensa ; porque nella ha alguns candidatos encai-1 cia para a Europa e America do Norte.
xados sem razo justificativa de maiores servieos Consta que est feito o contrato com o nego-
ou conveniencia poltica, a nao ser a condescen- ciante Joo Augusto Correia c Manoel Boque Jor-
dencia e a proteccao de influencias do dia que de-' ge, que a presidencia tinha em vista para o ahas-
sejam ver os seus a lidiados ou amigos no seio da' tecimento de pesca de fresco nesta cidade. Parece
represenlago provincial. I que a execuco do contrato sob vaalajosas- ga-
Esle acontecimento trouxe, como disse, mais ou, [an.lias ^nto P3"" o publico como para oseraprexa
menos desgosto amigos liberaes, e com servieos
provados ao seu partido, os quaes esperavam que
pelo menos feasem agora consultados, e mesmo al-
guns escolhiMk de preferencia aos da lista publi-
cada, e assim, bota, o resallado de ludo isto foi se-
grtgarem-se alguns, que actualmente j formara
um grupo de descontentos, cora pretenca delibe-
rada de levar de vencida na espita I, parte & chapa
imposta pela directorio progressista.
nos, c que sera approvado pela assembla provin-
cial por ser negocio de necessidade e beneficio pu-
blico.
Nenhuns indicios ha acualmcnle de fallen-
eias ; isto foi crise que j passou.
A' este respeito sabe-se que pelo Cruzeiro do Sul
veio do Maranhao decidido o processo da quebra
de D. Manoel Onely ; e, segundo me acabara de
informar, que fra condemnado a um anno de pri-
mo I.Ri\lli; |>0 \OHTK.
.Natal. 28 de novembro.
A assembla provincial est j redusida um si"
niulaero de crpo legislativo.
Depois de ter esgotado o sen arsenal de guerra
contra a presidencia, nao lendo por isso nada mais
dizer, e por falte de dinheiro nada, absolutamen-
te nada fazer, vae-se diminuindo um por um de
seus membros, at que de facte se encerr a sessao
antes do periodo legal.
Um incidente pequeo, e sem sigmficaeao aigu-
ma em so mesmo, fez um alarma extraordinario
entre os membros da maioria do Dr. Amaro de 12
contra 9.
Pronunciados pelo juiz de direito, Dr. Lobo no
arligo 137 do cdigo criminal 14 do corrente os
vereadores e supplentes, que no dia 9 de outubro
haviam se reunido em corpo de cmara no paco da
assembla, j se esteva 18 do mez, e nem um del-
les tinha sido ainda preso, ou havia prestado flanea;
pelo contrario passeavam impunemente pelas ras
desta cidade, cerno quem mostrava superioridade
s leis, e despreso seus executores.
Como se fra pouco isto, o vercador, bacharel
Francisco Xavier Pereira de Brito, procurador lis-
cal, e deputado provincial, dando a maior expanso
ao seu temperamento, bradava com palavras inju-
riosas contra as autoridades, contra as leis, e con-
tra tudo.
O Dr. Lobo, que na ausencia, por lieenca, do Dr.
Severino, havia entrado no dia 16 para dirigir a
polica, sabendo disto, e que nem urna providencia
havia dado o Dr. Alcovia, que o substituto na vara
de direito sobre a priso, ou Manca dos pronuncia-
dos, expedio, na conformidade do 5* do artigo 58
do regulamenlo n. 120 de 31 de Janeiro de 1842,
no'dia 18, (cinco dias depois da pronuncia I I) man-
dado de priso contra os mesmos.
Nao encontrando o offlcial de justica, encarrega-
do da deligencia nem um dos vereadores, e saben-
do quo o Dr. Brito, Manoel Ferreira Nobre Jnior,
e Luiz Machado, aquelle como secretario da as-
sembla e estes como officiaes do secretaria da mes-
ma se chavam no edificio della.ondc setinham dei-
xado ficar depois de encerrada a sessao desse dia,
passando por ali e collocando-se com a forca, que o
acompanhava, as immediaces delle, esperen, que
os tres pronunciados sahissem, para ento Ihes dar
ordem de priso.
Nao querendo porm elles sahir conservou-se o
offlcial em sua posico al o dia 20 pelas 3 horas da
tarde (48 horas depois da expedico do mandado),
quando entorecebendo o chefe de polica commu-
nicaco offlcial, do juiz de direito interino, de que
os pronunciados haviam prestado flanea, mandou
retirar o offlcial, c a forca de 8 pracas que o acom-
panhava.
Eis aqui o facto tal e qual.
O Sr. Dr. Amaro porm, que declarou guerra de
morie, guerra de exterminio ao Exm. Sr. Dr. 01 vo-
ltio, todos os juizes de direito desta provincia,
todas as autoridades, que nao obedecem ao seu
mando, ao partido progressista, e tudo que nao
amarisla, nao pardeo, esta bella occasio para fa-
zer avancar a sua artillara o presidente, Sr. Dr.
Olynlho, e chefe de poiieia, Dr. Lobo.
No mesmo instante, em que soube, que se expe-
dio o mandado, S. S. trovejou, e sacudi raios.e co-
riseos contra estas doas autoridades, e no seguin-
te, t9, marcamdo. para a assembla, fez ali passar,
sabe Dos conft pela maioria da assembla do
10 contra 9 oma jepresenta^aa & S. M. o Impera-

^>


Dlarfo de Pernambuco Qnarta feira 9 de Bezembro de 1883.

'
..-.
dor
sa desio
lio refngado pela
contra oxdente, c chefe de polica por Can- j P^mjttin.K> a exportogo do algodi
i'fninJriT r,,". ,i.< .merar. prolestou cou- Esto medida, qne comprehende em si a inulili-
iraesS ftY0,ada cm lres dias
valu orlurnada vale diante de urna mamita'seo; maier estudo e indagarlo.
mnitnWe caprichosa, passando por isso a re-, bstude agora em dez das o poder administra-
Smico aue s diz, ja seguir para essa pra- tivo, e sera ofTensa dos' interesses finance.ros da
Vn 7narchradanle do crueeiro, para essa curte,! provincia, porque nenhuma disposigo deram elles
I Hni ,i,. cheear ante do relatorio desso negocio, em ordem a siuar a diminuico da recetta com a
a" r bulha, c causar sorpresa. *" *-*- ~^ -- I""*
Y. em deve comprehender, que episodios se
nao prestara esta emergencia.
E de certo : no dia da diecussao do projecto de
representacao, o ncvoeiro de chim de pedras, que
cahiam do edificio da assembla, era tao cerrado,
c espesso, que o sol desappareceu aos olhos dos
Natolenses ; ra nlias se abalaran); e os Srs. Drs. Olyntho, e Costa
Lobo, depois de arrabiados pelas ras desta cidade,
foraii) precipitados s prorundas do inferno.
OSr. Dr. Amaro, quequande chegou esta provin-
ciainostrava ser un bomein discreto e eonroedido,
tornou-se ao depois por tal forma activo, e intole-
rante, que raais fcil Ihe tratar com docilidade
os fetores, c esclavos do seu engenho, do que os
habitantes dola.
Nesse dia ento S. S- excedeu todos os limites,
sabida do algodo refbgado, pode ser sancionada
e executada tai lei.
O algodo refugado tinha suas pre-scrpedes, e
sujeito certas e determinadas imposiges.
Peder o governo, tendo elle de ser exportado
sujeita-lo aos mesmos onus do algodo julgado
bom 1
Em todo o caso receila da inspecgo vai sof-
freruma diminuicao.
Se entenda m que a inspecgo era contraria i
liberdade do commercio, extingussem-na; mas nao
lizcssem leis incompletas com prejuizo da pro-
vincia.
N"o dia 20 a assembla provincial aposentou
o seu archivista, e porteiro, e dando aceesso um
continuo, extingui o lugar de archivista, e o do
correio.
O presidente por portara de 25 do correte, sus-
rebocado, e para o que Hablo s 11 fceras da noite m*tina hrimanto do nxcrcto brasileiro, o
o vapor Camossim, levando a seu hoMo o, piloto do por iso um motivo de orgulho para quem lillio
navio, empregados da alandega, eun empregado tu trra da Santa Cruz.
* eollaborador remette-nos a sua carta :
Compadre, y E insupportavel o calor que ac-
tualmente reina n'esta capital, e mais insupporta-
vel anda as nuvens de poeira, que se levantam
com o movimento commeretal, devido s aouodan-
tes entradas n'estes ltimos dias de algodo e a-
suear.
A saber
Naeionaes. .
Estrangeiros
Mulheres .
Estrangciras
Esclavos .
Escravas .
229
32
6
3
58
7
335
Alimentados acustados cofres pblicos.
da casa do consignatario, que o Sr. Antran Enge-
lhard & C.
O Sr. capitn do porto deu as providencias
precisas, embarcando no vapor tambera, o que-era
necessario para qualquer evenlualidade, como tar-
ros, correles, etc.
O patacho hespanhol Adelaidt, entrado na lar-
de de 21 de Barcelona, dera noticia de ter visto vive-te n urna copiosa transpragao, qac cres-
esse navio anda no lugar indicado, no dia 20 pela ce a cada instante com a faKa do dinheiro, que
manha. laDt0 IMis, se esconde quanto mais procurado.
Attendendo as proiaplas previdencias dadas Os Diarios esto cheios de annuncios, convi-
por S. Exc. e Sr. presidente, era de presumir que dando os passadores de fesla a boas casas de carn-
ean a rpida sabida do Camoss:m ainda toase pos- po, assotadas e frescas; mas, por mais que eleven Joo Barqueiro da Silva,
sivel salvar o navio. as suas commodidades, e ericarecam a necessidade Domingos Francisco d'Olivcira.
t Entretanto o vapor Camossim, entrado hontem de se evitar o calor da capital, todos fazem ouvi- i Antonio Gomes de Senna.
s 4 horas da tarde, declaro que avistara o navio dos de rnercador, que sao- sem coutradiego os Antonio Manoel do Souto.
s 7 boras da manh'a, fallando s 0, na altura da peiores que a natureza rreou. Joao Nery do Souza.
Movimento da enfermara
zembro.
Tive baixa:
Jos Amaro Viannagastrite.
Tiveram alta
no dia 1" de de-
apaTxonadamente urna joven de Proszowtce, a qual
Ibo corresponda com igual extremo.
O mancebo recebeu do governo nacional ordem
para se reunir ao seu corpo.
Hesitar era impossivel.
Elle comprehendia a sanlidade dos sens deveres
mas ao mesmo tempo amayaextremosamente asna
noiva.
Com o corago opprimido, dirigio-se a casa del la,
132 quando a vie vir-lhe ao encontr, sorrindo.
que a muton&o, ato^dade, e o'cavalheWB pendeu a execugo deste acto por occasiao do Ihe
mandara guardar seren apresentados os ttulos passados pela assem-
0 Sr Ur Olyntho sem duvida um dos carete- bla. por entender elle, que taes actos eram arbi-
res mais hpnestos, que eu tinha visto, um presi- tantos das attribuires do poder legislativo provin-
dente rainoral, e corrompido na Iwcca do Sr.pr.cia4.
Amaro ; lodos os juizes de "direito desta porvn- Snbmetteu a consideraeao do governo geral a
cia sao uns desgranados ; todos os progressistas, decisao desso negocio.
isto as tres .martas partes da popnlacao do Rio Os empregados provinciaes gratos aos dignis-
Grande do Norte, sio uns miseraveis, ladroes.o simos, e ao Exm. Sr. Souza Gonzaga, pela exlinc-
assassinos : tuto, e todos aqui leva o Sr. Dr. cao da contribuico extraordinaria que sobre elles
Amaro de rojo diantu dos-ps. I Pesava> cotisaram-se para offereccr-lhes um baile,
O Comi Nataleusf, que o Sr. Lco Velloso que tera lugar no dia 3 de dezembro no palacete
creen para defesa da presidencia, boje o verdu- da Assembla
go delta lNo dia l3 J1"1 de l,,re" conced.eu kiOens-
Propriedade do Sr. Dr. Amaro, e redigido por elle corpus Antonio Loii de Viveiros Jnior indos-
de 'coiicuraitancia, como geralracnte se diz, com o santo da letra de 13:0005000 de Ferraff & Maia
Sr. Dr. Jos Maa de Albu diivito da comarca da Imiieratriz, e agora aqui bugo ; o processe vai em andamento o ja
como depulado provincial, esse jornal teni aiira- inquiridas algumas testemnhas.
o Sa-
foram
do a pella muit alera de tudo, o que se tem dito,
eescriplo ne genero, insultos, iBjurias, detraen-
cao, bufoneras.
Ni admira, que o chefe de polica interino,
Dr.
As versees circulara, eo melhor da festa es-
perar por ella.
O presidente da provincia nao cessa de tra-
balhar.
lili,i de Santa Anna. As notes sao soffriveis. mas o corpo extenua-
f Diz o capitao que meia hora depois de meia do pedo repouso ; a insipidez entao invade todos
noite de 22 largara de bordo em cma lancha gue os lugares, e dormir-se-hia a bom roncar logo ao
se achava amarrada a popa do mesmo, sem que fechar da noite, se os politices com os seus calcu-
elle tivesse observado o passageiro Jos do 0' de. los eieitoraes nao interrompessem a geral somno-
Almeida (do Para), urna sua fliha, urna senhora, lencia.
um outro passageiro e 3 homens da tripolacao, O obituario augmenta em phlhysicas, e toda
sem que tivessem conduzdo mantiracnto algum. casta de affeccoes pulmonares; o calor e a poeira
t Perdendo o navio o ultimo ferro, pela madru- teem grande parte na recrudescencia do mal. A
gada, resol veram-se a fazer a vella, visto nao ha- ra do Imperador faz asthmaticos, e as pontes
ver outro meio do salvarcm-se, porm felizmente completan o passeio cidade dos morios
com as sondas vieram ter ao ocano.. Do vapor i Pelo invern as lamas invadom as casas, e
passou um pratico, demandando o navio o nosso nao ha atoleiro de Goianna (com perdaodoSr. Ma-
porto, c o vapor, a lancha com os nufragos, os noel da Costa, que o soubc collocar em terreno
qtiaes nao foram mais encontrados. Entrando o elevado) que dispute a primazia dos que ha pelas
vapor rebocou urna lancha da capitana, coma ras desta cidade ; pelo verao o p sublil, que se
qual pode passar para o navio o ferro com o que eleva e se introduz pelos canaes respiratorios, faz
o mesmo navio se acha fundeado. convencer, com a lgica-da sulTocacao e da tosse,
Fazemos votos para que ainda tenliamos o pra- a necessidade do caifamente
zer de saber noticias dos infelizes que tiveram a: Infelizmente, passado o vero, ninguem mais
imprudencia de deixar o navio, mettendo-se na se lembra da poeira. O ealcameuto vai como o per-
lancha. m'"e estado dos cofres (?), para um futuro de
S. Exc. o Sr. presidente da provincia acaba de tres vidas. Mas emfim algum dia havemos de ter
fazer partir um dos pequeos vapores da compa- cidade naraUilenpipedisuda, pois assim o attestaui
nhia Maranhense em procura da lancha com os
nufragos da barca Conde Rojee, indo no vapor o
habilissimo pratico da nossa costa Jos Joao de
Castro.
< Em aditamento da noticia que demos no dia
que o Exm. Sr. Dr. Olyntho, atado colum- A justica e o sen fanal.
ia com as deceplinas sobre as costas, c o copo I Todos desejam a sua demora na provincia, por
de fel na bocea, deixa rasgarem-lhe as carnes, edi- que em sua administradlo tem arrefeedo os odios,
laceramn-lhe asentrantias, som proferir urna pala- visto como nao encontrara na presidencia um ins-
vra de iodignaco, sem deixar escapar um gemido trumento de caprichos e pequiranas vmgancas.
de dor, sem consentir mesmo, que os seus amigos Houve festa em Jaragua e foi bem concor-
o facam por elle: entretanto cumpre, que .na.
aiba que Exm. Sr. Dr. Olvnlho nao tem mais de Entre tanto na oitava noite passou o respcita\el
i an'nos, vigorosamente coraplieionado, gosa de publico por urna hornvcl decepcao, por deixar de
sade robusta; oque faz presumir, que nao pode- \ ha ver novena, em virtude de questao havida en-
ra ser este o seu procediraento. re os encarregados da festa e o coadjutor.
Nao se acreditara ahi.que no meio do todos estes E assim soffre o servico divino por pequeas
ultrajes, e tormentos, S. Exc. marcha com urna desintelligencias !
seguranca c sereuidade, tao dignas deinveja.quan- No da 26 chegou o chefeda cstacao, capitao
de mar e guerra Alcntara.
OBITUAItlO BO DIA 29 DE N0VEMBB0 NO CfAlTE-
RIO PUBLICO :
Antonia Mara do Espirito Santo, Pernambuco, 22
annos, solteira, S. Jos phtysca.
Bernardo, Pernambuco, li annos, soltero, Boa-
Vista; anazarca.
30
Sebastiana, escrava, 20 annos, solteira, S. Jos;
tubrculo pulmonar.
Jos Canuto Romualdo di Silva, Pernambuco, 24
annos, casado, Poco da Panclla; tubrculo pul-
monar.
lbano Jos Pereira, Africa,36 annos, casado, Boa-
Vista; anemia.
Delphina, Pernambuco, 30 annos, escrava, Boa-
Vista ; molestia interior.
Henriqueta Mana do Espirito Santo, Pernambuco,
2G annos, viuva, Boa-Vista; tubrculo pulmo-
nar.
Mara da Purificacao America, Pernambuco "9 an-
nos; casada, Boa-Vista; cancro no nariz.
Edmundo, Pernambuco, 15 dias, Santo Antonio;
espasmo.
As primeiras palavras da jovan foram estas:
Quando partes ?
Pegou depois na carta do fowrno nacional com
a tranqoillidade 4a nwther, que est resolvida a
iodos os sacrificios.
Partiremos juntos Iaecroscenton ella, dan-
do-1 he modestamente a testa a beijar.
Alguns dias depois, ofl|pus amantes estavam em
campo.
De repente ouviram-se tiros
O immigo ccrcava os insurgentes.
Os dous amantes correram contra os russos.
O mancebo executou com os sens companheires
urna carga de bayoneta, emquanto que a sua nolva
trepando a una arvore, dispara va muitos tiros ccr-
teiros contra os russos.
Repentinamente o mancebo cahio ferido mortal-
mente com urna bala no peito.
A joven desceu entao da arvore, e, arrojando-se
ao meio dos inimigos, enterrou a bayoneta no co-
racao do assassino do seu amante; porm cercada
de todos os lados, cahio tambem mortalraente fe-
rida.
Os dous amantes repousam ao lado um de ouiro
na mesma sepultura.
, Factos deste genero, por muilo romanescos que
parecam ser, renovam-se todos os dias.
O Sr. Y. Jnior remette-nos a seguinte poesia :
A TEMPESTADE.
to de elogios ; e por maiores, que sejnm as (irovo-
cavoes, que Ihe faca |o Sr. Dr. Amaro, elle nao res-
ponde estas, senao com a lealdade do seu carc-
ter, a franqueza dos seus actos, e a justica de seu
governo.
Se houvesse generosidade da parte de seus adver-
sario, este s procedimento era bastante para fe-
char-Ibes a bocea, e quebrar-Ibes a penna.
Ms, qual, meu senbor ? I Nao ha salvacao
possivel para o Sr. Dr. Olyntho Jos Meira.
A imparcialidade, com que S. Exc se houve na
eleico, sem enpeOnar as forjas da adminislracao
em prol da caudidatura do Sr. Dr. Amaro, alias de
sobejo a{ioiado pelas medidas, que para esse fim
tomaram os Leo Velloso, e Adelino, c que o Sr.
Dr. Olyntho nao contrariou; o temerario arrojo
que coimollm S. Exc. de fazer o Sr. Dr Amaro
Hontem houve exercicio no porto.
Oremos que os qualro navios de guerra segueta
hoje com destino essa provincia.
Na noite de 27 do corrente, houve pancada-
a veiha.
Eis o caso :
Alguns soldados do 10* batalliao de cacadores
sahiram do quarlel depois do toque-de recolher.e,
depois de espiritualisaflos come^aram a dar em
quem encontraran c at accommettiam casas c
esbordoavam a seus inermes e incautos morado-
res.
At hontem a tarde j se tinham feito oito cor-
pos de delicto.
Causa indignarlo ver o estado a que reduziram
urna velha, cega dos dous olhos, que cstava era
as calcadas esburacadas espera que se ella jw-
ralelleppipedtse.
O mal que d'ahi vera est dito, e cm quanio nao
se morre, temos o das lavadeiras, pois nao ha ca-
misa que era um s dia nao fique enlameada, co-
23 do corrente, acerca do eminente perigo em que mo a do raais inmundo talwrneiro. Quem tem
esteve em Lenges, a barca franceza Comte Roger, muitas, e dinheiro para pagar essas eternas lava-
e dos soccorros que immediatamente Ihe foram en-! gons do Poeo e Monteiro, segu seu caminho direi-
viades, temos a acrescentar que os tres marinhei-', tmho, e quera nao tem oem urna era outra cousa
ros da tripularao, o passageiro Sr. Jos do O' de esconde os collerinhos, e os punhos para naomos-
Airaeida, sua filha, una senhera, e mais um passa-, trar a esterqueira das magnificas ras dcsia Ve-
geiro, que, sem que o capitao visse haviam cora re-, neza de lama.
ceio do perigo procurado durante a noite de 22 A ra da Aurora l para o seu canto esta cal-
salvarcm-sc em ura escaler que se achava amarra-1 cada, e at ficon bonita; mas a ra Nova no meio
do a popa, e dos quaes se nao tinha noticia, salva- da cidade est rheia de buracos e pedras a granel,
ram-se felizmente vindo abordarem a nosso jorlo com prejuizo dos carros, e risce dos que vao
ao entrar da noite de 23, depois das grandes incle- dentro.
mencias porque passaram, e periges a que se ex-1 Como nao ando em carro, l se avcnliam ,
pozeram. "/"'<'* moi le deluge, dizia Luiz XV, nao sei se esta
Foi por tanto salva a barca sem perda denen- a expresso do mais requintado egosmo, sei,
huma vida, netrt do sefi carregantento, pelo que porm, que parti de ura rei chstianissimo.
agradecemos ao Altissimo. em nome da humauida- Se se tivesse calcado a ra Nova, e a do Im-
de, sua infinita misericordia. perador de preferencia aquella da Aurora, tal vez
Ciar. No dia 17 do corrente voltou, de sua as pragas fossera menores e menos pegadicas, vis-
excurso do sui do bispado o Exm. protado. lo que o transito por aquellas incomparavelraente
Foi preso 20 o Revd. padre Alexandre Ver- maior.
deixa, pronunciado por injurias impressas no Jor- Descobri um meio de livrar-me da poeira,
nal Ccarense, contra o npector da thesouraria pro- mas no seu emprego nao tenho sido feliz. Ha.mui-
vinrial. t0 1uc trabalho com afinco a ver se agadanbo o
Parahiba.-Os artistas paralbanos deram ura premio grande da loleria. J meafigurei na posse
cha ao seu presidente Dr. padre Lindolptio Correa nansa e pacifica dos almejados contos, entao que
das Neves, no dia 27, por occasiao de6ua partida castellos I Urna casa do modelo dessas pintadas
Alguns foram presos pela polica
At o dia Io esperado de volta de sua viagem a
Sergype o Mamaiujitape.
Nao ha lempo para mais.
.\uina.
pagar, o que devia ao cofre provincial, sao delic- sua casa, laandojoiJ^1^!^,^* vndalos,
tos, para os quaes nao ha penas medias, noin mi-
niinas, quanto mais perdo, no cdigo da colera,
e no proeesso da vinganra do Sr. Dr. Amaro.
Nao conhero, Sr. correspondente, condic^ao mais
triste, e perigosa, do que seja acceitar cargo publi-
co, para o vir exercer aqui neste Rio-Grande do
Norte; nao ha meio termo ; ou obedecer cega-
mente s ordens, e at os mininos acenos do ho-
rnera, que se proclama o primeiro potentado da
provincia, ou ser por elle pisado, e redusido
p.
Nao sei em que isto ha de dar; seguramente em
o resultado, se Deus, que le nos coraroes, e en-
cherga no futuro, nao der algum remedio este
perigoso mal ; a provincia, erabora em paz, pde-
se dizer, quo est em armas contra a oppressao do
Sr. Dr. Amaro.
Esto movimento absorveria exclusivamente
toda a atleneo publica, so um outro sem duvida
mais pruveitoso, c agradavel, nao a desallasse tam-
bem para si.
Quero fallar da colheita, condcelo, e venda do
algodo.
L por fra os lavradores tem abandonad o todo
outro genero de cultura, para smente cuidar
neste.
Dcssa praca tem vindo muito dinheiro para com-
pra do algodo, e aqui, disse-rac un negociante,
que j o pagou 264500 a arroba.
Quera lafsonhanu a i annos traz ? Neste aiv-
dar, ainda mesmo que fiqucinos aqui, dentro em 5
annos o Rio Grande do Norte ser urna das mais
ricas provincias do imperio, guardadas as respec-
tivas relajees.
O commercio, que quasi j nao existia, vai res-
surgindo rpidamente ; e a alfandega, que nao
da va rditos pan pagar seus mesmos emprega-
dos, agora s de um carregainento, que importou
a casa Graphe, que pouco se veio aqui cstaliele-
cer, j entrou para o cofre cora uns 23.0005000
reis ; tem ainda voluntes para 3 contos de direi-
tos, e est dando descarga um brigee da raesuia
casa, que ha de render outro tanto mais ou menos.
Os matulos! Esses nao, que eslo ricos nao
conhererem ninguem ; seja plantando, seja condu-
zindo para o mercado, cada um dellas um novo
Creso.
S quem est pagando as favas, que o asno co-
nieu. sao os miseros empregados pblicos : com-
prando caros os mantimentos, por que nem ura
agricultor qur mais plantar mandioca, inillio, ou
fcijo, elle necessita boje de tres vezes mais di-
nheiro, para comprar una camisa, do quo uo
tres annos para comprar tres
E urna classe no Brasil, que parece condomna-
da por Dos fome, nuez, e a miseria.
Assim mesmo lia, quera brigue, e se esgaue por
emprego publico Sogostos; e neste particular,
diz o adagio, nao ha disputa.
Talvez devido ao trabalho, que lem provoca-
do a riqueza do algodo, nossa estatistica crimi-
nal muito favoravel; muito, que a secretarla
da polica nao recebe cominunicaco de crime al-
gum nolavei, e isto, quando por falta de fon;a nao
existe l por fra um destacamento, una s praca,
para manter a oidora, prender os delinquentes,' e
prevenir o crime.
Tambera nao mo o nosso estado de saude;
a peste de S. Goncalo vai desapparecendo, e por
nem urna outra parle consta, que ella exista.
da corte.
Mam, 29 de neveoibro.
A assembla provincial funecionou at o dia 21;
d'ahi por diante nao houve mais sesso por falta de
numero.
Assim que se trabalha, em menos de um mez
fizeram todas as luis annuaes, e mais mitras.
E, satisfeilas assim as necessidades da provin-
cia, vedara os dignissimos a seus penates para re-
focilaren por multa lempo das fndigas legislativa*.
O projecto de lei de llxacao de Torca policial,
que a considerada a pedra do toque do bom ou mo
humor da assenbla para com o governador veio
demonstrar-noe, a boa narro1 na, que reinou entre
os dous poderes ; por esse projerto, que j hoje
le, foram augmentadas 24 pragas do pre(, e auto-
risadoo governo a crear pedestres as localidades
da provincia com a diaria do quatro centos reis,
pela forma e com a organisacao lem'irada pelo
Exm. Sr. Souza Gonzaga.
OsprojcctosdeIei,de queja Ihe dei noticia foram
sancionados.
Foram raais submettidas apreciagao do- gover-
no um projecto concedendo licenpa a um segundo
es< ripturario da thesouraria provincial para com-
pletar seus estudos em qualquer Jjculdade de di-
reito, dando elle em seu lugaxAksunsmto
contento da presidencia ; este pfl javo ura tal
carregamento, que tem estado MkM ssos-
fcrar.
Foi tambem submenido sanerJo um projecto
DIARIO DE PERNAMBUCO
Pelo*vapor Cruzeiro do Sui, chegado hontem dos
portos do norte do imperio, tivemos cartas e jor-
naes : do ..mazonas s'. 9, do Para at 2:t, do Ma-
ninlio at 25, do Cetra at 27, do Rio Grande at
29, e da Parabyba at 30 do passado.
Sol* o titulo Interior damos as cartas de nossos
correspondentes do Para e Rio Grande, que contera
o que occorreu digno de mcusao ; alni do que
apenas encontramos o que segu.
AiiHizuiais. A Estrella dando couta das noticias
le que foi portador o vapor costeiro, diz :
Apparecerarn no rio Urups pequeas reu-
nios de indios com o fim de celebraren sua pas-
choa. Sao reunies que nada tendo de prejudicial
ordem publica, como errada ou maliciosamente
pensara os coriph'us da compresso, podera ao
contrario muito concorrer para chamar esses infe-
lizes ao gremio da sociedade e da religio.
E' nossa humilde opinio que a solugo do
grande problema do engrahdeciinento desta nas-
cente provincia est nao s na abertura do Ama-
zas tudas as nages com quera mamemos reta-
rdes commerciaes, como tambera, e principalmen-
te, na cathecliese e civilisago dos nossos indios,
que por descuido im|a'rdoavel do governo jazen
as trevas da ignorancia, errando sem destino as
brenhas com grande detrimento da industria em
gerai.
Chamamos a attengo dos nossos deputados
para estes pontos. Cincoenta contos de ris que
era cada exercicio gaste o estado com este ramo
do servigo publico, receber por elles, dentro em
poucos anuos, urna retribuigo cntupla.
Retormc-sc o ivgulanirnto de 1845, cuja im-
proficuidade a experiencia de dezoito annos deexe-
cugo tem demonstrado ; crie-so um corpo de mi-
sionarios bem retribuido; apaguc-se dos actos do
governo essa nomeacao do Sr. Gabriel para o car-
go de director geral ; procure-se eom verdadeiro
patriotismo tornar proveitoso o sacrificio pecunia-
rio do estado, deixando-se de fazer deste rano do
servico publico elemento do vingancas eieitoraes,
como inflizmente est aconlecendo nesta provin-
cia : que a grande e monentosa questao ser re-
solvida cora vanlagem para o paiz,.
< Razes de orden social, moral, econmica e
poltica, que nao nos dado desenvolver, aconse-
Ihain que so reorganise c olhe com interesse para
esle servico.
Tambem recebemos cartas do Rio-Branco, que
ficou em profundo socego. Havia alli chegado e
tomado posse do coramando da fronteira o Sr. l-
enle Silvano Jos Nery, victima da reaego do
nosso governador.
MaraiUiaa. = Nao recebemos a carta de nosso
correspondente, pelo que recorremos aos jornaes.
colhendo o seguinte do Publtcador Maranliense:
< Tomou hoje (23) posse da presidencia da pro-
vincia o segundo vice-presidente Exm. desembar-
ga dor Miguel Joaquim Ayres do Nascimento.
A barra franceza Comte Roger, da qual ra
pito Du llonilay, com 14 pessoas de equipagem e
8 passageiros, inclusive duas 6cuhoras, sahio do
Havre em 27 de setembro, com destino ao porto do
Maranhn, e depois de ter arribado por mao tempo
a um porto de Inglaterra, encalhou no dia 18 de
noverabro, s 4 e meia horas da tarde o lugar de-
nominado Lenges, em distancia de seis milhns,
com tempo claro, vento ENE, prumavam emlO, 11
12 e 13 bragas, quando encontraran repentinamen-
te 3 bragas.
c Ignorando o capitao a existencia desso banco,
,me nao consta de suas cartas, mandou o piloto
trra ver se poda salvar as vidas, visto como o
navio fazia bastante agua, com os constantes cho-
ques eontra o banco. Nao podendo o piloto abor-
dar trra a vista da grande arrebentago, diri-
gio-se para bordo e trataram de ver novamente se
podiam conseguir salvar o navio. Enehendo a
mar poderam felizmente u-k) a nado e cora son-
das arharara una pequea enseada onde fuudea-
ran, fazendo dez polegadas d'agua. Circulado o
navio* pela arrebentago, nao conhecende o canal
para sabir, deliberen o capitao mandar procurar
soccorre, ux|>edio em um pequeo bote o sen piloto
Barradu com tres pessoas de equpagem, acompa
PERHAMBDCO.
REVISTA DIARIA.
Hoje anniversario natalicio de S. M. o Impera-
dor, ha om solemmsaco delle as honras do estylo
rom cortejo augusta cfflgie, no palacio da presi-
dencia.
lnformam-nos que a ponte do Bramando
aclia-se com algumas excavages no seu leito, do
maneira a tornar o transito incommodo e mesmo
perigoso.
Isto posto, importa que seja reparada essa dam-
niticagio, para que nao contine o estrago, e se
evite algum desastre.
Hontem a sociedade theatral Melpomene inau-
gurou a sua existencia, dando a pmeira repre-
sentacao dramtica no theatro d'Apollo, onde func-
ciona a mesma sociedade.
Agradavel foi o scro, e concorrido condigna-
mente.
Deu-se hontem comero ao julgamonto do pro-
cesso que em jtilho ultim instaurou o chefe de
polica, Dr. Tavares da Silva, contra Isabel Gon-
em fundo de prato, cercada de peregrinas flores;
regato a poucos passos, escapando-se de inansinho
por entre o perfuraoso laranjal ; gaesa confortare!
depois do banho matutino ; piano dedilhado poi'
um anjo de typo albanez; e as horas a fugirem
por entre a fumaca inobrlante do charuto da Dava-
la, e a leitura dos romances de Len Gozlao.
Tudo isso tenho figurado com tal embevecimen-
to, que me parece talar senlmdo o cheiro das flo-
res, e vendo a limpidez desses olhos, cor de co,
que sabem, e so elles, traduzir era seus taovmeu-
tos o corago a fundo.
Depois que saio, e tambera nao sei como, des-
se sonhar acordado, e que me vejo cercado de
mais pungente realidade, tenho vneta de agarrar
com pulso desapiedado a todos os empregados das
loteras, e manda-Ios do presente a satanaz I
t Nao para menos : precipitarse um bom fi-
Iho de Ado daquelle mundo de delicias para dar
de chapa com as poeiras da ra do Imperador,
para se perder as cstribeiras e gritarse eterna-
mente contra o impertinente menino, quem se
comprou o bilhete por commiseraco interesseira,
contra a sucia de garantidores. e toda a mais co-
ro i Un te caterva, que nao soube ou nac quiz espre-
mer o ponto cm proveito de quem innocentemente
consumi momentos em sonliar delicias.
< Nao sei que diabo ha dentro daquellas maldi-
tas espheras, que nao me sabe o premio grande,
calvos do Reg Barros, Manoel Joaquim do Monte, por mas ,- ,- ,enha |ais gemidos
o escravo Pedro, Adelino do Monte, Jos Joaquim Jjue ^
UM POUCO DE TUDO
Sobo tituloOs tispos rfe BrasU devem ser se-
nadoresesereve o que segu a Cruz :
as grandes nages civilisadas, o clero foi sem-
pre tratado cofa distinego
E' que os monarchas, conhecendo a sublimidade
da milicia divina, sua alta misso, o distincto lu-
gar que oceupa, reconheceram ser um direito dar
aos ministros do Eterno a posico que de justica
llies compete.
Na melhor sociedade da culta Europa, c o sacer-
dote distinguido as pessoas de seas prelados.
Na Franga, por excmplo, os bispos cardeaes sao
senadores natos, perlencem a quasi todas as socie-
dades litterarias, ao consalho de instruccao publi-
ca e muitos delles ao conselho de estado.
Em Portugal, da-se o mesmo facto; na propria
Russia scismatica varios prelados catholicos, por
direito positivo exercem os cargos de conselheiros
de estado.
Entre nos porm, az-se o contrario. Trate-se
embora o clero de ignorante e immoral, mas res-
peite-se mais aos seus chefes.
Porque molivono Brasil, os prelados brasileiros
nao sao senadores do imperio ?
Qual a razo, por que nao perlencem elles ao
conselho de inslrucgo publica I
E sero tambem os nossos bispos ignorantes ?
E nao terao elles bastantes conhecimentos para
distinguirem a verdadeira doutrina, e profligarem
os erros do muitos livros admillidos para as esco-
las, pelos nossos conselhos directores de instruc-
go publica?
O fallecido marquez de Santo Cruz ; o sabio .
Manoel, coftde de Iraj ; o profundo Fr. Pedro,
hispo de Chrisopolis; o Ilustre e doulo bispo do
Cear; o actual arcebispo da Baha; o hispo do
Para, nao podiam dignamente oocupar urna cadei-
ra no senado brasileiro, e melhor legislaren sobre
ainstrnecao religiosa do nosso paiz?
Eis a razo por que de nossas cmaras sahem
muitos vezes decretos, que vo de encontr as dou-
trinas da igreja, e do golpe de morte as institui-
ges religiosas.
A religio, como dizemos cm nossos nmeros
passados, deve intervirna poltica; os bispos como
cheles, como atalaias da doutrina do homem Dos,
uevem nessa qualidade ter ingresso nos lugares
onde a poltica discute a religio.
Entre nos, mais que em nenhum paiz, talvez
essa necessidade se torne urgentsima.
Os nossos legisladores, nem sempre sao os mais
conhecedores das materias religiosas, e per isso
que um ministro que faz um decreto sohrejal as-
sutnpto, v-se obligado a desdizer-sc ou entao pas-
sar por hertico.
Concluamos. Se o militar que s entende da ar-
te da guerra, ha de infallivente ser.mo martimo,
pida mesma razo n jurisconsulto que s c juris-
consulto, legislar mal sobre materias de religio.
do Monte, Jos Pedro dos Santos, e varios outros,
todos os quaes prenunciou em conformidade cora
o voto do ministerio publico s penas do art. 192
combinado cera o art. 3't do cdigo criminal.
Eis o facto c motivos da aecusacao -.Litigando
era juizo o major Firmiano Jos Rodrigues remi-
ra e Benlo AI ves da Cruz sobre a propriedade do
engenho Santa Luzia, sito emS. I.ourenco da Mat-
ta, havia o primeiro entrado na possedo mesmo
engenho, que era certo lempo fra oceupado por
Benlo. A aecusada Isabel, vi vendo publicamente
amasiada cora este, pretenden esbulhar Firmiano
Fe i tira da posse que reputava injusta e attenla-
toria dos direilos de seu eompanheiro, e para levar
effeito este designio dirigira-se ao mencionado
estabeleeimenlo cora um grupo de moradores, que
convocara em torno de si, para pelo emprego da
forga restabelecer a posse primitiva de Bento.
Travando-se lula entre os sitiantes e os ocenpan-
tes, disparara um daqueltes dous tiros que foram
fer levemente Firiniano-pai e muito gravemen-
te Fi iinia no-lillio.
All ;a a aeeusago que os tiros procederam dos
companheiros de Isabel, e a defeza por sua vez prc
Sempre a mesma voz esganigada : branco 1
< Fico, compadre, logo depois daquella inappel-
Uve) sentenga, arrependido de ter figurado na dan-
ea, c assento ilo pedra c ral nao entrar maisu'el-
la. D'ahi a pouco urna esperanca, urna illuso, e
eis me a scismar n'aquella casiilia alva, como o
cysne, repimpado era tapete de llores ; n'aquelle
regato que serpea, c loge esquivo por entre o vo-
luptuoso laranjal, e ainda nao tenho percorrido
todo o meu hkaf estoii j quasi decidido Ba-
tem porta e afinal caio na rateeira; um su-
jeito de cira birrenta, mas to polido como um
aceroni, que me entrega a segunda carta : Se-
nhor : acabo de ter um grande palpite, o maior
< de todos. Diz-me o corago, que o premio gran-
de est reservado ao bilhete incluso que Ihe en-
t vio. Nao o despreze, nao corra com a felicidade
para fra de sua casa ; fique-se com elle, c dc-
t pois conhecer como leal o meu corago.
Quero ao principio mandar para as profundas
a lealdade do tal corago, mas, depois de hesitar,
digo com os raeus boles : possivell se vai o
cobre, e no fim o mesmo resultado I
Fico desesperado, o calor redobra ento d'in-
tende convencer que essa noslilidade foi provocada leasidade a ^ Z4ne ei{Arr3T e essa realida-
tei2aS?Si21S l,aVe?d deffP0!!sad.0 de eslu^da itira-nW para o paiz das raais eslupi-
1 violentamente ao legitimo proprietano, fra o pri- .^ ,nna(.ws |
meiro a alirar sotire aquellos que acompanhavam E e \mn^n da
a Isabel.
1 so lado o julg amento
carta ? esse foi-se eom o prc-
A* i-ah i A m' 8ran<'e> na*> ^l l>;ira onde. Afflrmo-vos que
ae isaDet por petigao ue w ^ |)0 -^ cra e n0 |Ue sou com as a|gj.
^LtT, Vv> ?T* ,um.w. im^-hB*c- MM limpas, como a conciencia de urna hS%
cusarao p r haver sido a mandante e a primeira be ^ de procurador
responsavel das tristes occurrencias, que do con-
flicto provierara.
A formaco do conselho de sentenga eompletou-
se depois de varias recusages pelas partes e de
algumas suspeigoes juradas por juize de facto quo
cora legitimos impedimentos se rerusaram a assu-
inir nessa causa o pajiel de julgadores.
Foram estes os Srs. Dr. Biodoro Ulpiano Coelho
Caianbo, Jos de Barros Correia Se(e e Claudino
do Reg Lina :o primeiro por haver oficiado
como aci'iisador em queixa interposta por Fir-
miano contra Benlo;o segundo por ser prenle
em grao prximo dos onVndidos;o tereciro final-
mente por sur intimo amigo da r e do seu eom-
panheiro Bento da Cruz.
Conslituio-se por esle modo o conselho :
Tliora Carlos Peretli (presidente interino).
Thomaz Carneiro da Cunha.
Joaquim Pedro dos Santos Bezerra.
Francisco de Lemos Duarte.
Francolino Auzusto de Hollanda Chacn.
Jos Ribeiro do Amoral.
Flix Francisco de Souza Magalhes.
Dr. Antonio Egydio da Silva.
Joio da Silveira Borges Tavora.
Jos Gonralvesda Porciuncula.
Vicente Licinio da Costo Campello.
Dr. Antonio Jos AI ves Ferreira.
Preeuchidas as formalidades legaes, deu-se lugar
ae debato, luvenilo-e o 8r. Dr. Penna Jnior na
defeza com o talento que Ihe reconhecido, e le-
vando a conviegao ao animo dos juizes, de modo ^ desobediencia
mo uernii Inr am raanlliitn m un Pifon-.n nm r". .
de causas.
O vapor Cruzeir<\\o Sui con luz a seu bordo
dos portos do norte, os seguintes deputados as-
sembla geral :
Para Drs. Tito Franco d'Almeida, Domingos
Antonio Rayol e Ambrosio Leitao da Cunha;
MaranhoOiuolheiro Francisco Jos Furtado;
PiauhyPolydore Cesar Burlamaque ;
Cear -Drs. Justino Dominguesda Silva, Domin-
gos Jos Piole Braga. Antonio Joaquim Rodrigues,
onego Antonio Pinto de Mendonea, coronel Jos
Antonio Machado e vigario Rayraundo F. Ribeiro ;
Rio-GrandeDrs. Amaro Carneiro Bezerra Ca-
valcante e Jos Moreira Brando Castello-Branco ;
ParahyhaDrs. Joo Leite Ferreira, Lindolpho
Jos Correa das Neves, Jos da Costa Machado,
Antonio Manoel de Arago e Mello, Diego Velho
Cavalcaate de Albuquerque, Felinto Henques de
Almeda e o bario de Mamanguape.
Tambera segn n'esle vaper o Exm. Sr. sena-
dor Francisco de Paula Pessa.
RErABTICAO BA POLICA *
(Extracto da parte do dia 1 da dexembro).
Foram recolludos, casa de detengo no dia 30
de noverabro :
ordem do delegado do 3 dislriclo, Joo Pe-
reira de Lemos, erioulo, por eriraenlos graves.
A ordem do subdelogado do Recife, os pardos,
Virgilio, escravo de Manoel Xavier Paes Brrelo,
a requemeato da viuva do commendador Manoel
Goncalves da Silva, e Luciana Mara d'Assumpgo,
que logrou ter em resultado de seus esforcos una
sentenga absolutoria.
Propostos e respondidos os quesitos, o Dr. juiz
de direito publica a sentenga pela qual absolve a
r e condeinna as costas a municipalidade.
Levanla-se a se.-so s olnco horas da tarde.
O reo Mareolino da Cosa Nascimento, ante-
nontem cenderanado pelo jury oito annos de ga-
les, appellou dessa deciso para o superior tribu-
nal da relago.
0)tn e lim de solemnisar o natalicio de S.
M. o Imperador, d hoje oSr. Coimbra iimespec-
nhando-os dous passageiros, os Srs. Durand, direc- taculo no Sauta Isabel com todo o apparato preprie
tor contratado para a escola agrcola do Cutim, o dessas funeges, havendo o hymno ieional canta-
A. do O' Almeida, d'ahi sahiram no dia 20, s 2 de pcr.inte a effigie augusta do Sr. E>. Pedro II.
horas da manha, demandaram o pharol de Santa O drama escolhiilo um episodio de nossas glo-
Anna, no qual receberam um pratico era 20, s as nos eampos do Prato; e polo eu apparato e
10 horas da manha, e chegarara a este porto no vivaeidade de aeco convida a ser visto o apre-
dia 21, urna liora da tarde. ciado como mere**.
Constava que o navio estova em estado de ser O Bram de Montecaseros oua Batalha de Morn
A orden do de Santo Antonio, Antonio Francis-
co da Silva, por embriaguez.
A ordem do de S. Jos, Manoel Mathias Rodri
A Sra. anonyma, de quem j publicamos diffe-
rentcs poesas, que foram devidamente applaudi-
das pelos nossos leitores, fez-nos nova remessa de
outras nao menos bellas, cuja publicago princi-
piamos hoje:
Al DE MIM !..
Quando aps diis trislonhos
Eu vejo cnegar o fim,
Eu vouda minha janella
Contemplar pequea estrella
Que no co brilha to bella...
Ai de mim I
Eu a contemplo amorosa,
Qual celeste seraplnm,
Que de l guia os bom passos
Neste mundo de embaracos,
Em que eu vejo crueis lagos...
Ai de miml
Ella muito pequenina,
Porm bella, mesmo assim ;
Seu briiho a vista nao cansa,
E nos frouxos ralos que langa,
Parece dar esperanca...
Ai de mira I
11
Porm boje, oh cos I do engao
Minha alma desperta emfim,
Desta illuso dos sentidos...
Vi-me s com os meus gemidos,
Sem os meus sonhos queridos...
Ai de mim I
Per entre as nuvens sumiu-se
0 meu puro seraphim 1
Deixou-rao s, desditosa!
A minha estrella mimosa
Desfez-sc, bem como a rosa...
Ai de mim I
Contemplar eu j nao quero
Dos cos a cor desetim...
Sem minha estrella dourada,
Eu vivo em pranto banhada,
Em cruel dr abysmada..
Ai de mim I
O Jornal do Porto d a seguinte apologa do phos-
pboro :
J viran eousa mais erigioal do que un phos-
phoro?
Existen indubitavelmonte no mundo nuitas ori-
ginalidades ; nenhuma porn attrahe mais a at-
tcnco do que essa instantnea chispa de lume, esse
momento de luz, essa ligeireza de chamma, diga-
mo-lo assim, a que todos prestara homenagem, e
que anda sempre na companhia de todo*.
Sabis por que fumegam as charains 1
Perguntai ao phosphoro.
Queris saber a razo por que se consom um
charuto ?
O phosphoro vo-lo dir tambem.
Um phosphoro urna especie de sel ambulante,
euio oecaso urna caixinha que vale dez ris, e
gea Granja, Portuguei e Mana Thereza da Paz, Cllj orem & fomm com um estlido.
erinula, ambos por disturbios. J a|nuem disse que os phosphoros sao
(Fragmentos.)
As nuvens crescem e formam
Nos ares espesso wo
A la nclle envolvida
Desmaia triste no co,
E o mar enfurecido
Contra a riba vai liater,
E o vento desabrido
Faz o bosque estremecer.
O cuidadoso pastor
Pela campia apressado
Para o aprisco conduz
O seu numeroso gado,
J porto da cabana
Sua esposa o espeja va.
(^arrogando unidow peito
O filho que o pai chama va.
L o rico vai correndo
Em busca do palacete,
1.a galopa toda brida
O mancebo no ginete,
Descuidoso e destemido,
Sem temer a tempestade;
Vai com amor no corago,
E na mente a flicidade.
L se assenta velador,
Pensativo e avarento,
Assustado, estreraecendo,
Junto ao cofre ferrugonto ;
Tem recri que algum raio
Que nuvem do co lancar
V bater no cofre immundo,
E seu thesouro roubar.
L estremece o criminoso,
Recordando os crimes seus,
l.a estremece, recejando
Cm castigo l dos reos;
E o justo, ouvindo o grite
Da tremenda tempestade
Ao altor lodo coutricto
Vai orar Divindade.
Do Commercio do Porto transcrevemos o que se-
gu :
Annuncia-se que no prximo anno ter lugar
urna nova tentativa para o estabeleeimenlo de um
cabo transatlntico.
Os directores da antiga companhia realisarara
melade do capital necessario para esto empresa
(300,000 lib st.)
Os constructores do cabo, MM. Glass, Eliot & C.,
prestam-se a adianlar a outra metade. Convencio-
naran alm disto, nao receber o primeiro paga-
mento se nao depois de collocado o cabo, c da
transmisso do primeiro despacho.
Assegura-se que o novo cabo poder transmittir
oito paavras por minuto, e que a laxa ser fixada
em oshillings por palavras (1.5123 rs.)
O governo dos Estados-Unidos presto-se apagar
urna subvenco annual de 75,000 doUars, (70 con-
tos de reis); e o governo inglez urna de 20,(100 Ib.
st. (90 contos.)
Estos subvengoes sero encontradas no custo des
despachos que cada um dos governos expedir.
Esto perianto amaneado o futuro Dnancelro da
empresa, resto saber se o novo cabo funecionar
melhor que o ayligo.
Ha em Inglaterra 10 mulheres banqueiras, 7
prestamistas, 277 caixeirai de commercio, 25 cai-
xeiras viajantes, 54 correctoras, 38 commerciantes,
29 ferradoras, 419typographas, 3 pastoras, 34,904
lavradeiras, 13 doutoras era medicina, 2 cirurgies
femininos, 0 chronstas de peridicos, 3-emprea-
das de parochias, 4 coristas, i mestras de elocuco,
17 mulheres dentistas, i feicciras, 1 astronoma c
8 naturalistas, tudo do sexo feminino.
Esto estatistica prova que as inglezas vo dispu-
tando aos homens todos os empregos c profisses
por elles monopolisados.
A ordem do da Cajmnga,- Anastacio Ferreira
d'Ohveira, branco, por briga ; Andre, erioulo, es-
cravo de Leal i Iiuos, a re/juernentos desdes.
A orden de da Magdalena, Leonardo Francisco
d'Oliveira, branco, para averiguacoes policiaes.
O chefe da 2' seeeao,
J. U.de Mtsqutta.
Movimento da casa de detengo do dia 30 de
noverabro de 1863
Existiam. . . 334 presos
Entraram . 9 >
Sahiram. . 8
Existcm.
335
os olhos
que Dos nos deu para ver de noite.
A locomotora, esse grito repetido pelos rales c
montes, perdera inteiraraente o poder que lem, se
o phosphoro nao ministrar o fego ao escuro mine-
ral que a move.
Nao obstante ser eurta a vida do phosphoro, d
elle vida looga a nm randieiro, a um vapor, a um
charuto, a tudo aquilloemfim en que tocar.
0 phosphoro sera questao alguraa ora mysterio,
urna necessidade e nm amigo indispcnsavel em to-
da a parte do mundo.
A Agencia Buier publica o seguinte :
Em Cracovia vivia um mancebo, que amava
CHR6MCA J INICIARA.
TltlBIAll-lit BeWaM O.
SESSAO EM 1 DE DEZEMBRO DE 1863.
PRBSIDKNCIA DO EXM. SR. diNSKI.HKIllo
siLvemA.
As 10 horas da manha, achando-se presen-
tes os Srs. desembargadores Caetano Santiago,
Gitirana, Lourenco .Santiago, Reis e -Silva, Motta,
Perctti, Accioli, Ucha Cavalcanti, Assis, Doria, e
Guerra, procurador da corea, abo-se a sesso.
Passados es feitos e entregues os destribuidos,
deram-se os seguintes
lULGAMErrros.
llab^is-corpus
O babeas-corpus de Mara Paloia, pedido na ses-
so de 28 de noverabro passado, concedeu se a
soltura pedida.
Appetlardes civeit.
Appcllante, a parda Oirdula ; appeHado, Jos
Vicente Ferreira de Freitas.
Reformada a sentenga.
Appellanto, Franri>co de Paula da Cunha Bas-
tos ; appellado, Antonio Jos Soares do Cont.
Reformada a sentenga.
Appellanto, Joo Hyppolito de Meira Lima; ap-
pellado, Manoel Joaquim Ferreira Esleves.
Confirmada a sentenga.
Appellante, o juizo ; appellado, o procurador
fiscal.
Confirmada a sentenga.
Appel'antes, Santos & Rolim; appellado, Jos
Moreira Lopes.
Receberara-s os embargos dos appellante?, e
reformaram a ecatenea era parle.
Apiieilantc, Manoel Cavateanh de AMaqaerquc
appellado, Alexandre Jos Rodrigues.
A' uma diligencia.
Apellantes, os herdeiros de D. Mara Helena
Pessa de Mello; appellada, D. Joaquina Benedicta
Vieira da Silva.
Desprezaram^e os embargos dos appellantes.
Appellante, a fazenda ; appellado, Francisco Es-
toves Vaos Brrelo.
Desprezaram-se os embargoe do appeilade.
Appellante* Joo FraoiacodeLaeerda; appella-
da, a justica.
A' aovo jury.
Appellante, Manoel Antonio Nepeemeeno ; ap-
pellados, a justica e Joao Flix de Almeida.
Nullo o processo por incempelnneia do jnizo.
Appellante, o julio; appellado, Maaasl Thomaz
de Oliveira.
A' novo jury.
Appellante, Antonio Florencio da PalxJo; ap-
pellada, a justica.
A' novo jury.
Appellantes, Camarge & Suva; appellada, a
justiga.
i
t.
tM


Mario de PernfcMfcueo Qnarta fef*a de Iftrzr-Nihro de 1863.
Rccolbjdo o jhf) de seojenca sal secreta das
i
Reformad* a seotenea, e aiisolvid* os anpcl
lame. ** '* conferewas4Vhoraida4ardef vltoos7 he- Titulo em caucao
i4fl'i> d jKifo. ra* com saas mposla quo foram lidas pelo Sr. Banco da Babia S/C .
Aggravante, o dosorabargador Jeionynio Marti- Dr.Joo Capistraao Bandeirado Mello Filho, pre; *
niano Pjrnrfrs de Mello ; aggravado, o juizo. sidente do consellio, q Sr. juiz de direitopublicou
Relator, dotwbarfartor Lonreneo Santiago, sua sentenca, condemnando o reo a peaa de 141 umtKidus.
Fundq de reserva...... 102:4445022
914115103
Massas fallidas a cargo do Banco.
Saneados o sentares- desenrliargaderrs Assis annas de pfisSo simples e as casta da pro-
Matta. cesjo.
Negaraiu provimeuto. i Levantou a sessao adiaudo-a para o di 30 do
Aggravante, Manoel Barbosa da Silva ; agjrava- correte, s 10 horas da manhaa.
do, a juizo.
Relator o Sr. desembargador Motta.
Sorteados os senhores deserabarf adores Lourenco
Santiago e (tirana.
Negaram provimenlo.
DBSH3NACAO DK DA.
Asigrtou-se da para julganae-nto dos segnintes
feitos :
ApaMIacocs cireis.
Amellante, Vicente Da* de Carvalho ; appella-
do, Reinaldo Francisco Filis.
Appellante, Rufo Correia Lima ; appollada, The-
reza Mara de Jess.
Appellante, Pedro Alves dos Santos; appellado,
Jos/' de Sonta Marinho.
Appellante. Joaquim Ignacio de Medoiros ; ap-
pellado, Jos Francisco Ferreira.
Appellante, o Dr. Deodoro L'lpiano CoelhO Ca-
tanho ; appellado, Jos Paulo do Rogo Barreto.
Appellante, Jos Maximiano Ferreira Lima; ap-
pellado, Joao Apolinario Uorges.
Appellante, Francisco de Paula da Cunha Bas-
tos ; appellado, Antonio Soares da Oliveira Gouto.
nmjnirr
O Sr. desembargador Lourenco Santiago passon
ao Sr. dosemoargador Res e Silva
A nppMla Appellante. D. Senhorinha Genoveva do A mar 1
Monteiro ; appellado, o Dr. Antonio de Carvalho
Rapozo.
Appellante, Jos Joao da Rocha Farias ; appel-
lado, Frederico Augusto Yelloso da Sveira.
A appeltacilo crin.
Appellante, o jaizo ; appellado, Jos Franciaeo
Xavier.
O Sr. desembargador Motta passou ao Sr. des-
embarcador Peretti
A appellado civel.
Appellantes, os herdeiros de Bernardo Antonio
de Miranda; appellados, Joaquim Jos do Miranda
e outros.
O Sr. desembargador Accioli passou ao Sr. des-
embargador Ucha Cavalcanti
As appellacoes civeis.
Appellante, Antonio veriato de Medeiros ; ap-
pc liada, Rosa Mara de Albuquerque.
Appellante, o bacharel Joaquim Francisco de
Miranda appellado, Jos Rodrigues do Passo.
A appellacao crime.
Appellante, ojuizo ; appellado, Manoel Jos da
Silva.
O Sr. desembargador Doria passou ao Sr. des-
sembargador Caetauo Santiago
O tita de apparecer.
Appellado. Fr. Jbao dn Nossa Sen hora do Rosa-
rio ; appellante, D. <'.andida Francisca de Mi-
randa.
Appellado, Joaquim Caetano appellante, bacha-
rel Jos Rodrigues do Passo.
A appellacao civel.
Appellante, a fazenda nacional ; appellado, Jos
Hy^ino de Miranda.
As 2 horas da tarde encerrou-se a sessao.
30
Presidencia do Sr. Dr. Manoel Jos da Silva Nciva,
juiz de direito da 2* rara criminal.
Promotor o Sr. Dr. Francisco Leopoldino de Gus-
mo Lobo.
Escrivao o Sr. Joaquim Francisco de Paula Esto-
ves Clemente.
Advogados os Srs. Drs. Americo Netto de Mendon-
ca e Jos Roberto da Cunha Salles.
A's 10 horas da manhaa feita a chamada dos ju-
rados, acharam-so presentes 31 senhores.
Foram multados em 205 cada um dos Srs. mul-
tados nos dias anteriores, e quo nao comparecern!
hoje :
O Sr. Dr. juiz de direito dcelarou aberta a
sessao.
Sao submettidos julgamento os reos Marcolino
da Costa Naso i maule e Fmucsco Jos Correa, ac-
ensados por crime de roubo perpetrado na casa de
Bernardino Jos Loito.
Proccdendo-se ao sorteio do jury de sentenca,
foram recusados pelos reos os Srs. :
Dr. Antonio Jos Alves Ferreira.
Dr. Caetano Xavier Pereira de Brito.
Balduino Jos Tavares da Silva.
Hermino Ferreira da Silva.
Antonio Ferreira d'Annnncia^ao.
Antonio Nobro de Alrneida.
Dr. Antonio da Assumpeao Cabral.
Pela promotoria foram recusados os Sis. :
Severiano Jos de Moura.
Francisco de Lomos uarte.
Francisco Lacio de Castro.
Franeisco Aiexandrino de VasconceHos Callaca.
Jos Ribeiro do Amaral.
Tbom Carlos Peretti.
Jos Pedro Velloso da Silveira Jnior.
O jury de sontenca ficou composto dos Srs. se-
guintes :
Dr. Deodoro Clpiano Coelho Catanho.
Pedro de Alcntara dos Guimares Peixoto.
Jos Alfonso Ferreira.
Vicente de Paula de Oliveira Villas-Boas.
Joaquim Bernardo dos Res.
Joaquini Pedro dos Santos Bezerra.
Thomaz Carnero da Cunha.
Dr. Joao Honorio Bezerra de Menezes.
Januark) Constancio Monteiro de Audrade.
Jos Goncalves da Porciuncula.
Dr. Joao Capistrano Bandeira de Mello Filho.
Claudio da Reg Lima.
E prestaram o juramento dos Santos Evange-
lios.
Foram os reos iterrogados e procedou-so a lei-
tura do processo.
O Sr. promotor pedio a condemnacio dos reos
no grao mximo do art. 269 do cod. crim.
O Sr. Americo Netto deduzndo a defeza do reo
Juros
Premios de saques e remessa. .
JlHn n garanta de emissio
(4:371*083)....................
Deseou tos........................
U>:972SH3
.f-lSai)!)'!
l:S7S7lHt
4:3714083
80:03f78i
Ris. 3,633:5085524
Estado Ha caa.
Ka ouro amoe4-
u ..... 398:406*180
Era notas do Ihe-
sourn uniles de
10*080 7:290*000
Em aiiii* iui*rHiri'-t
deW* 68:127*000
tui in.iiis da caixa
illial do banco do
Brasil .... 73:160*000
Em notes do Nove
Banco de Per
n*'iilineo, sMirtit
De 200* 79:600*
Os 100* 37:700*
D, SO* 14:330*
li u i rata e cobre.
131:(wU*txX)
29:083*076
707:716*io(i
3000 notas do valor de
2500
2000 > .
Uenionslraclo da euiiss.
200*000 800:000*000
100*000 250:000*800
50*000 100:008*000
Ris 950:000*001)
O guarda livros
JVanoijco Joaquim Pereira Pinto.
COMMMICADOS.
Toado sido oanfirmada em 28 de outubro prxi-
mo passado pelo Sr. inspector da thesouraria de.
ta provincia urna multa, e revalidado de sello de
tres vas de letra, a que nos sugeitara o Sr. admi-
nistrador da reoebedoria, por um um caso quo bein
esclarecido Oca no contexto do recurso, que abai-
xofazemos transcrever, o de cujo prosegumenlejfo-
mus tolhidos pela prepondefancia do Sr. inspector,
nao podemos prescindir de dar publicidade ao que
passamos a referir.
Intentando apresentar recurso da decisao do Sr.
inspector para o thosouro publico, e quandn ja o
ha vil i nos formulado, e obtido muito custo os do-
cumentos precisos para fundamenta-lo, requere-
mus ao Sr. administrador das rendas para adinit-
tir em deposito a importancia da multa, visto que
seni elle, ou urna vauciio prestada, nao poderia-
mos ser admiitidos coi dito recurso, como ex-
presso na lei : oque nos fui denegado sob funda-
/'! n^ declarado em despacho, de que convinha
doTesmo Nasc.mento, pedio aaosolvicao ^|>er> m estay^ em ^ "Jj^ .'e queassim
O Sr. Cunha Salles,
deduzindo a defeza do reo
Francisco Jos Correa, pedio tambera a sua absol-
VFindos os debates e preenchidas as solemnidades ,^^^^y^^r:^^^m^
dii-jgissemos thesourariav
Cabe observar-se, que das antes igual depo-
sito em anlogo caso- se tinlia j verificado na re-
pellaco oque foi deferido pela Sr. j
Levantou a sessao adiando-a para o da seguate
s 10 horas da manhaa.
TRIIWL IM> JIRV.
6 SESSAO.
DI* 28 DE NOVEMBRO DE 1863.
Prrsi'tntriti do Sr. Dr. Manoel Jos da Silva Neiva,
juiz de direito da 2* raa criminal.
Promotor .o Sr. Dr. Prancisco Leopoldino de Gus-
mto Lobo.
Escrivao o Sr. Joaquim Francisco de Paula Esle-
vs Clemente.
Advocado o Sr. Dr. Jeronymo Salgado de Casrto
Accioli.
A's 10 horas da manlia feita a chamada dos ju-
rados, acliaram-se presentes 13 senhores.
Foram multados; em 20* cada um dos Srs. mul-
tados nos das anteriores, e que nao comparecern)
hoje.
O Sr. Dr. juiz de dtreito declarou aberta a
sessao.
Couipareceu o Sr. Dr. Francisco de Araujo Bar-
ros, juiz municipal da 2' vara, e apreseutou pre-
parados para seren julgados os processos seguin-
tes :
Autora ajustca.
Reo preso Joao, escravo dos herdeiros de Joa-
quim Antonio dos Santos, pronunciado no art. 1
da lei de 10 de junho do 1835, pelo subdelegado
de Muribeca, em 11 dejulho de 1859.
Anima a justira.
Reo preso Francisco Jos dos Santos, pronuncia-
do nos arts. 193 c 205 do cod. crim., pelo subde-
legado de Muribeca, em 22 de abril de 1863.
Autora a justica.
Reo preso Antonio Ferreira de S Cavalcanti,
pronunciado no art. 34 do mesmo cod., pelo miz
-municipal da 1" vara, em 21 de outubro de 1863.
lieeebidos os processos pelo Sr. juiz de direito,
ordenou este que Ihe fossem conclusos.
Entra em julgamenlo o reo Antonio Marlins de
Oliveira, acensado por crime de homicidio perpe-
trado na pessoa de Joaquim Themoteo de Amorim.
Procedendo-sc ao sorteio do jury de sentenca,
foram recusados pela defeza os Srs. :
Jos Pedro Velloso da Silveira Jnior.
Dr. Manoel Buarque de Macedo.
Dr. Joao Honorio Bezerra de Menezes.
Dr. Deodoro L'lpiano Coelho Catanho.
Flix Francisco de Souza Magaihaes.
Dr. Manoel de Figueiroa Faria.
Tenenle-coronel Manuel Ignacio de Bricio.
os de Barros Correia Settc.
Dr. Caetano Xavier Pereira de Brito.
Pela promotoria foram recusados os Srs. :
Krauelino Augusto de Hollanda Chacn.
Jos Pires Ferreira.
Uaudino do Reg Lima.
Francisco Lucio de Castro.
Francisco de Lemos Duarte.
Vicente de Paula Oliveira Villas-Boas.
Francisco Aiexandrino VasconceHos Callaca.
O jury de senleuca licuu composto dos Srs. se-
guintes :
Pedro de Alcntara dos Guimares Peixoto.
Joantm Pedro dos Santos Bezerra.
Jti Itiheiro do Amaral.
Severiano Jos de Moura
Thomaz Carnero da Cunha
.los Affimso Ferreira.
Jos Francisco de Salles Ha viera.
Dr. Antonio Jos Alves Ferreira.
-(anuario Constancio Monteiro de Andrade.
Dr. Antonio Jos da Costa Ribeiro.
Tenente Antonio Egyio da Silva.
Dr. Joao Capistrano "Bandeira de Mello Filho.
E prestaram o juramento dos Santos Evange-
Ilios.
Foi interrogado o reo e procedeu-se a leitura do
processo.
O Sr. promotor pedio a rondemnacao do reo no
#rao mximo do art. 192 do cod. cfiii.
O Sr. advogado deduzindo a defeza pedio a ab-
solvicao do reo.
Terminada a defoza, o Sr. Dr. Bandeira de Mel-
lo Filho requereu ao Sr. juiz de direito, que ha-
vendo o Sr. advogado arguido de falso o interro-
gatorio feMo ao reo, peraale a delegada do i* dis-
imilo desta capital, flzesse com que compareces-
sem ao tribunal as pessoas que assignaram como
testeiMunhas o mesmo interrogatorio. 0 Sr. juiz de
direito deferndo o roquerimento do Sr. Dr. Ban-
deira de Mello Filho, ofhViou ao Sr. Dr. chefe de
polica, requintando o coinparecimenlo dos Srs.
Agostinho Jos de Oliveira, Flix Ribeiro do Ama-
ral e Jos Pinto dos Santos, que servirn) de tes-
temunhas presenciaos do referido interrogatorio
mandando notificar o Sr. escrivao Francisco de
Barros Correa.
Comparecendo ditas senhores ao tribunal, e de-
\ idamente interrogados, declarara, que sendo em-
preados da secretara da polica, foram chaina- Letras receber
dos pelo Uado delegado Dr. Joao Mara de Montes' b.i*m ......
Navarro para prestaren* suas asignaturas em um Banco da Babia N/C .
auto de perguntas, e elles assim o pralicarain, e Jos Antonio de Figaeiredc Ju-
lepois de lerem, para si, sera que do soto estives- j nior -o Rio Jaueir. .
si-m presentes quando o reo fez a conflssao de que A-luguei le casa......
elle trata. Comparecendo uuubem o Sr. escrivao Porm-emenio
Francisca de Barros Correa, sendo interrogado, dc-
elarou que como escrivao da delegad de l*dis-
trirto desta capital, lavrra esse auto de perguntas
segoada 4ec*aracdes fritas pelo reo.
6Sr. juiz de dirilo julgou improcedente.
Lavrou-se nrn auto circunistanciado que foi as*
sigaasia pelas Srs. joiz, promotor, advogado e les-
temunbas.
Fiados os debates o preenchidas as solemnidades
<1a lei, o Sr. juiz de direita propoz ao jury de
tenca os quesltos respectivos.
lei n Sr ini- d^ dtraitoi iurv d en- irecebcr deposito requerido, nao se fazia mister
tLnl .h inT Hq^nno i i PerMadaJ^'s^-orcabTia o couhecimonto disso, quando
^^^sss^t^^
perante o
nao ser prejudicado assim
hosso direito, dinjimos tambom una petcao aoSr.
pelo Sr. Dr. Joao Capistrano
Filho
reito
Franci
colino
as ^assefiaest ssas:^:: sm%n-
0 S! Americo Nettadvogado do reo Marcelino *** '^ l* r ** *&*>
ra do mesmo, que se revestir dos assomos costu-
meiros, de que ninguom deve temer (mas que ser
hom os arrefeca parase mostrar condigno do lu-
! gar que oceupa) que nao admitlia recurso por es-
tar lindo o prazo !
-Nao ha tal, Sr. inspector, existe em uosso poder
TABELLA DO RENDIME.NTO DA ALFANDEG.A
DE PEHXAMBl'CO NO MEZ DENOVEMBRO D
CBRENTE AXNOFIXANCEIRO, COMPARADO I eertidao do despaclw proferido por V. S. em 28 de
r. n ,r., a PC r/p* nrK nni:< 1V. oul(Jro ppox||{u ^J^ ^ t.onlirMl:tra
COM O DE IGL'AES MEZES DOS DOUS AXXOS
LTIMOS.
Importanio.
Direitos de iniportacao para con-
sumo..........
Ditos addicionaes de 5 %. .
Ditos addicionaes de 2 %. .
Ditos de baldeaban c reexportado.
Ditos do ditos e reexporlaco para
a Costa d'frica......
Expediente dos gneros estrangei-
ros navegados por cabotagem
Ditos dos gneros do paiz .
Ditos dos gneros livres ....
Arinazenagens.......
Premio dos assignados. .
Despacho mar limo.
Ancoragem........
Ditos de 15 % das embarcaedes
estrangeiras que passam a na-
ciomies.........
Ditos de 5 % na compra e venda
das embarcaades......
Tjyiorarao.
Direitos de 15 %do pao Brasil. .
Direitos de 5 % de exportacao. .
Ditos de 2 % addicionaes. .
Ditos de 2 % de exportacao. .
Ditos de 1 % de ouro em" barra
Ditos de !/ /o dos diamantes .
Expediente das capatazias .
Interior.
Multas..........
Sello do papel fixo......
Dito do papel proporcional .
Emolumentos........
Imposto dos despachantes .
Extraordinaria.
Receita eventual......-
Dizimos da provincia das Alagas.
Ditos da provincia da Parahvba .
Ditos da provincia do Rio Grande
do Norte.........
Contribuido de caridade. .
Rendimento do mez de novembro de
1862 1863........499:033*007
Rendimento do mez de setembro de
1861 1862........58Q:669*992
Alfandega de
1863.
Pernarabuco, 30 de novembro de
O 3" eseripturario,
Joao Bernardo Diniz Pessoa.
NOVO BANCO DE PF.liX IMJII C<>.
a multa
imposta pelo Sr. adniinisador; se V. S. esque-
ceu-se do que dispoe a rospeito o regulamento 'lo
sello n. 2713, no art. 130, aqu vai transcripto liara
que o lea: -
Os recursos serlo rfempre interpostos no pra-
zo de 30 das, em forma de riquerimento dii i-
gido superior instancia, datado eassignado pela
c parle, eu seu legitimo procurador, c instruido
com certido do termo, e raais documentos, que
forem bein da reelamaejio, por intermedio do
chefe da reparlieFio, que tiver deeidido a questao.
ou coufirmada a decisao recorrida, o sera deino-
ra remettidos pelos mesmos cliefes com as infor-
maedes precisas referida instancia.
Portanto, tondo nos sido tao injustamente obri-
gados urna multa, e revalidagio ; c de mais, to-
1:4085800 Ihendo-nos o Sr. inspector, contra expressa deter-
minacao do citado decreto, o recurso que nos
caba, para o thesouro publico nacional, s nos
resta o direito de representar ao governo imperial
contra semelliantes actos,, ou do fazer responsa-
veis perante os Iribunaet da justica os autores
delles. Segue-so ahi o recurso.
Recife 27 de novembro de 1863.
ifnis & Espirito Santo.
Illm. e Exm. Sr. presidente do thesouro publi-
co nacional. Maia A; Espirito Santo, Urina social
eslabelecida na praca da capital de Purnambuco,
recorrem para esso thesouro da injusta decisao
dada pela thesouraria daquella provineia, pie
houve por li.mu imposta a multa, e revalidacao, a
que os obrigara a respectiva recekedoria das reo-
das, sob fundamento de se terem subtrahido os re-
currentes ao pagamento do sello de tres vias de
letra mandadas ahi sellar no da 18 dejulho prxi-
mo passado, que haviam sido por ellos saccadas
naquulle mesmo dia, e na importancia de 25:000
sobre Porciuncula ,\ C., desea praca do Rio de Ja-
neiro ; esperam elles ser attendidos em seu recur-
so, como de justica.
Os recurrentes de b->m grado teriam renunciado
recurso qualquer, e sugeUr-se-hiam a vontade da-:
quella recebedoria, se acaso nao descoJ)rssein no
i^iiooA Proccder della, alera de urna vexacio odiosa, de-
174*890 gar dado a reputaca de seus crditos.
Injusta e illgal foi aquella decisao, nao obstan-
te a inl'uniiaeao dada pelo admiaistradar.queaqui
consta do documento oh n. 1 ; e na qual elle so-
bre ter sido inexacto, delatou a si proprio, quando
confessa, como em contesta^ao ao que haviam de-
clarad os recurrentes na reclamaco perante a
thesouraria, que hauvera retido aquellas vias de j
letra, e fuera entregar urna dellas soliente aos!
recorrentes, dapois dj qmitro au seis dias da re-'
tencao della, pois esse procedimento culposo, em
vista de ordens do goveruo imperial, como declara
| o aviso de 22 de Janeiro de 4861.
Foi incitado o dito administrador, quando a/fir-
ma que os recorrerte* enviaram reparticlo as
273:7265036
35:484*221
1985' I
23.058
428*554
1:564*513
181*729
2:477*465
*
*
7*308
*
58:6834175
23:473*272
4
*
4
1:210*030
381*019
413*280
68*320
13*000
25*000
399:747*963
990*500
8:225*540
410:233*689
.... j. ... ,_,. n.rn,m ta ^^ vias d* ,itra>lelf* que nao conlinha. como ain-
ualaneete do ISovo Bance de Pernarabuco era JO de da ^ ^^^ aCtit lltJMm arwaue Hdogs0) ^.
DOVfBifcro de 1863.
ACTIVO
Xpolireada divida publica........ 573:8004000
Estrada de ferro de Pedro II......
F.simila de ferio ds Baha........
Depsitos.........
Joins depositadas......
Acces depositadas.....
Ttulos depositados......
Li'tr.is cauciunadas.....
Letras descontadas .....
1(2:000*000
131:074*706
72:0004000
5:7354280
6:4004000
8 .:2754823
49:3304000
570:3874998
Letras protestadas.....292:0824670
Despezas geraes.
Can..........
rsasiva.
Capital......
Emisso. ....
Deposite* da dir*cco
Cotilas correntes com juros
do se v. do documento junto sob n. 2, e pretende-
r m sellar urna s della'; por quanto o simples fac-
to de terem elles mandado todas tres vas da mes-
ma dita reparUco repele a idea, de que es mes-
mos pretendessem' sellar urna s das ditas vias ; e
muito mais a de quercrem subtratiirem-se ao pa-
gamento do sello devdo se o inlenlo fosse qual o
que Ibes attribue e referido administrador, de cer-
to nao teriam reiueitido repartido todas as vias
da letra ; e se a imposicao d multa cm Ues casos
implica o facto de um crime, lauto que o art. 114
do decreta n. 2713 de 26 da dezumbro de 1860 su-
66:772*173 jeita o infractor, alera da mulla, as penas de art.
897:457*200 177 do Cod. Penal, nao podero com justica ser os
22:737*843 recorrentes assim classiflcados, quando se v do
nico do citado art. ; que par veriftear-se a mul-
35:257*496 ta ser preciso que concorram circumstancias,
2:362*500 que demonstran ou facam prasuinir designio ou
5:000*000 premeditaeao de se qiiexerem subtr.-dna ao paga-
mento do sello.
O faeto se dera como pftssam os recorrentes a
expor perante V. Exc, visto come foi vidamen-
te informada.
Tendo elles de fazerem um saque daquella quan-
tia pelo rapnr prestes a sabir d'ali para cssa efirto,
soire Porciuncula & C.; mandaram por um seu
familiar sellar Ires vias e tetra, este vdlta depoi,
. 3:118*57
......... 707:716*256
Res. 3,633:508*524
SJJ00:GO0*0fX>
t50:00O4O00
7i:OMfOM. com turd^nca de mah de era; pTnvenieneriSa
135:794*119 s de affluencia de expedientes na rr-narHao, co-
C-iuUicorreuUiMiaples.......... 130:3654227 mo da distancia, em que esta (lea do escriptnrio
dos recorrentes ; o dcciara-lhes que era preciso
rrraior qtwnrfa para oscilo, e que todas as vias
eraui selladas: enlenderara aqnelles que se ha-
waui exigido a laxa integral por cada limadas
uaa ; e e.ssa exigencia demanda va que um dos so-
cios lia Onn^ e nico que ali resido se eiUcndesse
pcssoalmente com a respectiva roparligiio ; mas a
oemora j havda com a que mais se daria para
ohterem o sello as vias da letra, torna va-se incom-
pativai com a presteza do saque que prelentHam ;
j pelo que tiraram nutras iguaos vias da mesma le-
tra ; que teriam de ser selladas no lugar do acei-
te, como perinittido ; o fiznram voltar o portador
para retirarem as que ali haviam flcado ; o que foi
denegado, sob pretexto de que urna eslava j sella-
dai anda por urna loroeira vez ali tornen o mesmo
com ordein para pagar a que estivetee sellada, se- \
giindo a lu se tiulta dito, e retirar todas para e- \
rem inutilisadas ; o que tambem foi denegado.
No da suguinte dirigio-se o socio da firma a re-
partigo para saber da razo por que foram retidas
as ditas vias, e o administrador declarou o mesmo
que liavia dilo ao portador, dizendo, que nina das
vas Ja estava sellada, cntendendo |r este diier
o referido socio rwe o mesmo administrador quiza-
ra signficar-Uie que urna das vias da letra j ha-
via recebido o cuulio ou signal do sollo, e nm que
eslivesse proprameute sellada, pois que por sua
parle nao hava-se feito o pagamento da laxa, pele
que se retirara dito socio, dizendo, nao effectuava
a transacQio ; porm passados dias, em que isio se
dera, sem dnvida mais dos que declara o adminis-
trador em sua infurmacao (o que pouco importa)
apresenta-se no esoriptora dos recorrentes um
em pregado subalterno da mesma reparlicao, c fez
en-ega da va de letra sellada, entenderam os re-
correntes que o referido administrador melhormen-
te avisado do seu dever, a bou vera mandado- fazer,
e perfumaran) pelas ontras duas, ao que foi res.
poslado, que ficavam na reparlicao, e que elle vie-
ra cobrar laxa da que ontregra ; ento retor-
quram os recorrentes, dizendo que Ihes trouxesse
asoutras, que nenhuma duvidaoffereceraem pa-
gara taV da remedida; e passou a inulilisa-la,
rasgando parlo do cn>o da mesma, onde se acha-
va sua firma cerno della se v junta a reclamaco;
Foi essa a nliiuaeo que os recorrentes recebe-
rain em seu escriplorio ; e que agora pelo admi-
nistrador traduzda como sendo a da multa, por
quanto depois disso nenhuma outra pessoa da re-
ferida reparlicao apparecera aos recorrentes.
A prova de qne aquella primeira va fra res-
tituida no escriplorio dos recorrentes, e nao onde,
e como informou o dilo admitrador, se acha junta
no documento sob n. 3 ; c so aquella est comple-
tamente sellada, como apparece, ou alguem loria
pago a laxa para melhor ser firmada a mulla ; ou
a laxa nao constar tur tido entrada na receila, e
a verba nella posta foi simples formalidade, visto
como os recorreutes a nao pagaram.
Permuta, Exm. Sr., aos recorrentes ponderar,
que se o art. 54_ do cilado regulamento determina,
que a revalidacao s deve ter lugar quando existe
titulo seguido a sello, que nao baja pago nos pra-
zos marcados ; so urna letra (e com prazo de vista)
emquanto nao aceita, ou indossada, est em
tempo de ser sellada, como se deprehende do art.
117 ; c finalmente se a mesma pdc ser sellada no
lugar do acceite, como expressamente declaran
art. 22 do mesmo regulamento, como possvel,
quo seja revalidada urna letra, como a de que se
trata, que de mais ficou inutilisada ?
E reparavel, que o administrador daquella re-
cebedoria dednzisse a ol)raco, cm que entendeu
licara a letra de ser revalidada, a um seu acto pro-
prio : computando no prazo o tempo, cm que as
vas da lefia estivorain, e ainda duas esto, em
seu poder : nao quz allender a advertencia feita
no final do aviso de 22 de Janeiro de 1861 e outros
existentes.
A thesouraria, deque se recorre^fundada na in-
fnrmacao do mesmo administrador nao atienden a
reclamaco perante ella feita polos recorrentes ;
e addiconou a seu indeferitnenlo o achar-se j
proscripto o direito a reclamaco pelo lapso do
prazo concedido a ella: mas os recorrentes con.
fessam, que nunca receberara intimaco da mulla,
e revalidacao; oque Ihes foi intimada, foi a or-
dein, e exigencia para pagameuto da laxa da pri-
men-a va da letra, ao que nao se exenlam, sendo-
Ihes entregues as outias duas, ttulos de crdito,
ini que so d a firma dos recorrentes, bem que
como saccador; e nao duv laram ja hoje recebcr
as mesmas sugeilando-se a paga do sello de en-
to estabelecida.
Os recorrentes ajuntam aqui sob n. 4 um docu-
mento de prova negativa, nica possvel, de como
nao foram intimados da multa, e revalidacao, cba-
iiiaiain jnizo o empregado, que se diz ter feto
tal inlimaco. para declarar sob juramento odia,
lugar e perante quera a fizera : nas essa revela
eterna actocxpnntaneo do citado, ou Ihe foi impos-
ta ? entretanto deve prevalecer a commiiafo,
pie na pelico se declarou ; de que se e mesmo
nao comparecesse em juizo, se haveria como nao
tendo sido feita tal intimadlo.
X.io deixarain os recorrentes de refk'clir sobre
a poucacredibiliilade, ltenla a ordein c regulari-
dade no expediente do sello, que se deve prestar
ao facto de se ter podido sellar unta daquellas
vias, deixandode ser as nutras, que alias foram
apresentadas conjuntamente com aquella, ou to-
das ter-se-hiam sellado, ou nenhuma dellas teria
sido; porm o referido administrador cm sua in-
fonnaeo, que consta do documento junto, sobn...
para podar justificar seu procedimeuto, foi forra-
do a contar nina historia do occorrido de forma
tal, que leve de esquecer-se da dignidade dos de
mais i'inpiegados all, que intervem no expedien-
te do sello, dndolos como ignorando, que antes
do ultimo decreto em data de agosto do corrente
anno, as vias de letra recebiam a verta do sello
cora paga da taxa repartida por ellas, o que
constantemente all ot corra, e mais se deve no-
tar, que nao podendo determinar os dias precisa-
mente em que teve retida a primeira via da le-
tra, sem dnvida por Ihe faltar a memoria, o mes-
mo administrador a tivesse de sobejo para con-
servar, e relatar minuciosidades, que informou te-
ivm-sc dado na occasio de se terem de sellar as
referidas vias!
Os recorrentes ajuntam a este recurso cinco da-
cuinenlos, entre estes um do deposito feito, e es-
peram da justica do Exm. presidente do thesouro,
para quera recorrem, que sero attendidos, e V.
EicE R. M.
Maia i Espirito Sanio.
Cidade do Recife, 24 de novembro de 1863.
N. B.Com quanto se lizesse menco do docu-
mento, que provasse o deposito, foi contando-so
rom elle, quando se formulou o recurs, porm
frnstou-se o conseguimento dellc. c deu-se depois
como causal de nao se admii lir o recurso, o nao
estar este maisem tempo.
Si acurit tumiciis tuus, ciba
illuiii, si sitierit, da ei aquarn.
Prov. cap.ii v. 21.
Amar a lodos, uo desejar mal
ao prximo.
Uatk. cap. 5" Le. cae. 6.
Tendo soffrido com resignaro a mais amarga e
pungente dr, afim de ver se meas iinpiacavrjs ini-
migos se abstinliam de perseguico inaudita que
Be tem feito, nenhum lenitivo tenho obtido a meus
males.
Pretendo soltar um brado. nao de ameaca, nem
de calumnia contra pessoa alguna, roas urna ex-
posic^o em defeza de nflnha honra, atrozmente of-
fendida, minna roputace aviltada, meu carcter
sacerdotal, illibado por quarenta seis anuos, ral-
eado aos ps, e miaa condico em peior estado
que a dos sacerdotes de Baal. Contarei \m tanto
a historia fiel de meus soffrimentose,o principio de
meus anales.
Sentindo a minh saiide gravemente alterada #
aconselhaiki pelos facultativos quem consultei a
ir medicar-me em oulro clima, iraplorei a Sua Ma-
gestado o Imperador licenca para ir Europa tra-
tar do meu restabelecimento. Foi-ine cancedida a
licenfa que implorei em 23 de dezembro de 1856
e no dia 16 de marco de 1857 apresenlei-a %on-
to presidente desu provincia, e Exea. Sr. ooase-
Iheiro Antonio Coelho de S e Albuquerque, que
se dignou por-Uic o cunpr+*e, seguindo eu entio
viajem para o meu destino.
Chegado Europa nao fui to feliz romo prnsa-
va; pois a inudanca do citna nao promoveu o meu
restabelecimento com a presteza me cu esuarava.
Vi-me forfado ftdemarar-mo na furopa *ots pura !
sete armo, anide dats com Henea que m imito-!
rogada, o fluatro sem licenca; mas naquello tem-1
po ofllciei i S. Exc. Rvm. Sr. bispo diocesano,
ex|>ondoos aiotives (k miiilia demora a aspedrao-
as cantas qin: ina foreavam ao eicetsa dfe Ifcenija.
A cs# irrna eKeio difaoti-s respauder Me.'
Rvm em 21 de Janeiro do auno passado, declaran-
do que approva' a o-'4tn* reoek de saliir da Euro-1
pa em tempo de invern, e que a respeito doonws- J
So da licenca me dovia nicamente entender com
o governo imperial.
Chegoif Analmente o tem* de de.xar as nraiai jusllfa> ^^ ue ma!< conw,n,pntf M ,,^0
do vellio inundo, embarcando no vapor Iraqsallan- declarar-se por nm acto legislativo tacs crlmes
tico Onetda.apurle. Pernambtico. ., cnn-ina*i?Miete.
vxf 1 a. i T* c,,<'>fi"1a- Pr"tl*'- Els as verdades, alm- de muras imitas, qne
.,u' .- "^" f1**8 |aeraato gaara laajr-llie alxmm. o justo proaedimeMo d'aquelfe juiz de
> sagtadas maos: dignuu-se re*pwider-roe que direito.
O amigo da verdade..
PUBLICARES A PEDIDO-
O burlirrl Joaquim de Souza
Re.
Nao me persuad que alguem iomas.se aoterio
a moflna que o Progresista comcoou a publicar
no n. 199, por dissesse que eu, o Sr. Mello Reg (qualquer dos
dous irmaos) o o Sr. conego Campos tinnamos fei-
to club com os Srs. Dr. Urbano, conselheiro Bap-
tisu e Dr. Vilella Tavares (lub poltico), bem en-
tendido, porque do outro nao so lembrava o Pro-
yresstade dar noticia.
club algum cm esses cavalhei-
Fcrreiros ou em outra qualquer
eu assislido
ros na ra dos
parte.
Recife, 1 de dezembro de 1863. .
Joaquim de Souza neis.
fosse quando me aprouvesse. No dia seguinte live
a ventura de ser aduuttido presenca de S. Exc.
IIvina., quem dirig os meus sinceros eurapri-
meutos, que recebeu affecluosaniente, conhecendo
cu que nao tinha retirado de mun a conanca qup
pelo longo decurso de trinta e ti es anuos me linlia
sempre prestado, relirei-me salisfetissimo e no da
3u de abril do crreme anuo, apresentei-lhe um
requcrmcnlo, no qual se dignou proferir o despa-
cho seguinte :
O mesmo supplicante pode continuar na re-
gencia da freguezia da cidade das Alagas. daqual
parodio collocadu.
espedi-me de S. Exc. Rvina. e embarquei-mc
para Macei, auieseut?ado-me alguus dias depois
na cidade das Alagas, onde fui visitado (telo* re-
verendos Satyro Jos Barboza c Fr. Joao das Cha-
gas deClirisloj o priiueiro vicario interino, sem
provsao, e o segundo como coadjuctor pro paro- Entretanto os Srs. Mello Rogo, conego Campos,
cfto: entregaram-me elles a freguezia, de quo lo-1 Dr. Urbano e conselheiro Baplista entenderam di-
mei conta em 12 de inaio. versamente, e declararam a inexactido dessa
Dirigi-me logo ao Exm. Sr. presidente da pro- mofina no Diario de Pernambuco de hoje.
vnca, por offlcio instruido com os documentos e Para que nao pareca, pois, que conferenrici se
despacho de S. Exc. Rvma., o Exm. Sr. presiden- quer com esse personagem do 4.* districto, por
te da provincia dignou-sc i esponder-ino em 17 de minha vez declaro tambem que nao exacto ter
maio, declarando que naquella data tinha olliciado
s thesouranas geral e provincial, afim de que rae
pagassem a congrua e guisamento, devolvendo-me
o mesmo Exm. Sr. os meus documentos. Fiquei
tranquillo, suppondo possuir todos os elementos
3ue me acobeitasscm do qualquer evenlualida- [
e; mas quanto me engauei I Quo fallaz foi a mi-
nha esperanea Meqs valiosos documentos tem si-1
do postos em duvida pelos meus gratuitos iniuu-
gos; tem-se-me mandado resjionder por olles para
so me formar culpa; thesouraria de fazenda,
pondo em duvida o offlcio que recebeu do Exm.
Sr. presdeme da provincia, consliluisse em auto-
ridade judiciaria Por intermedio do Bvm, Sr. vi-
sitador Camillo Furlado de Mondonca mandou-me
responder pelo excesso de licenca, ao que j dei
resposla era 28 de outubro prximo passado; estoo
espera de ver jurar totenranhas, em consequen-
cia da informac^io que deu a primeira seeeao da
reierida thesouraria a um requerimenlo em que
tolciiei pagamento de minha congrua, e o reve-
rendissimo vi>itador |Hir sua parte manda-inc res-
ponder por crimes que nunca commetli e que elle
mesmo nao sabe apontar; pois que nao indica nem
dia, in in mez, nem auno em que foram comtneili-
dos; nao declara os nomes das pessoas contra
quem os praliquei! Como pois responder-se afac-
tos desta ordein ?!
Tenho-lhe apresentado os dotumentos que dei-
xo apontados; mas elle nao despacha peces mi-
nhas; em seu poder conserva desde o principio do
julliu dcsteanno, um meu requerimenlo documen-
tado e al agora nao Ihe deu despacho; conserva
oulro datado de 3 de setembro com o mesmo resul-
tado !
Viv com effeiio 3 niezes nesta cruel alternativa
entre sustos e amea^as emquanto decoravam o ta-
blado em que me deviam fazer representar o papel
mais indigno c ailante.
Amanhi'ceu o da primoiro de setembro, de tris-
te recordaco I Pelas 9 lioras da manhaa foi inva-
dida a casa de iniulia tendencia por qualro sacer-
dotes, bem semelliautes aos amigos familiares do
santo ofllcio: apresenlaram-me urna portara de-
suspensao ex infrmala consiientia, que o Rvm.
Sr. visitador me iuipunha e logo en inguMst fize-
rain apprehenso nos livros do archivo da matriz o
mas papis que encontraran), conduzind tudo pa-
ra a capital.
Xo primeiro momento do terror pnico julguei-
me perdido ; tranquillo porm em minha conscien-
cia e forte pela minha innocencia, com pouco reco-
brei animo e li a tal portara oui|iosla de infunda-
das calumnias e vagos aleivese at indigna de ser
assignada por um homem d seuso cominum. Con-
vencido de que os valiosos documentos que possuia
aniquilaran! lodo aquello acervo de calumnias e
aleivosas, resolvi-me a ir a Pernambuco, munido
dos sobreditos documentos, com os quaos espera-
va jusliliear-me cabalmente. Mas qual nao foi a
minha sorpreza quando, apresentando-me ao Exm.
Sr. hispo diocesano, depois de fazer meus sin-
ceros cumprinientos e de eomeyar a evposco dos
motivos que me liaviam obrigado a fazer aquella
viagem. S. Exc. Rvin. disse-nie com simplicidade
sorpreliendente em um ancode 18 lustros, t Nao
estou |iara aflwir-ine
Conheci ento perfeitamente a mao sinislra da
intriga e o dedo fatal que a movia ; reconheci en-
to. j tarde, que erara verdadeiras as a.-sercoes do
mesmo Sr. visitador, quando me dizia que as por-
tas do palacio episcopal estavam para mim fecha-
das Estou portanto suspenso, som recurso ; por-
que nao despachan! os meus requerimentos: o
mesmo Sr. visitador depois de mo suspender ex
infrmala conscientia, deu-se por satisfeito com
essa victoria ; dirigi-lli em 3 do outubro um re-
quermenti instruido com oito documentos, res-,
pondeii vcrbalmente que ia leva-lo deliucracao
de S. Exc. Rvm. : auppuz anda mais terem appa-
recido coosciencias do fio elctrico que tocara urnas
as ontras : o mea requerimenlo vollou do Recife
sem despacho No entretanto o Rvm. Sr. visitador
foi ao IVneilo. j d'alli regressou e seguio desta
capital para a do Recife, e como leva o vgaro
geral dentro em si, nenhuma esperanea tenho de
defer ment '
Se o Bvm. Sr. visitador como dizem, parocho,
quantas vezes nao ter, ao menos por habito,
UOFIY1.
No Proijrcssisla de liojc diz o Sr. Dr. Feitoza, sob
o titulo Mofina :
Ha muito temos ouvido dizer, sem acreditar,
que o Sr. Dr. Urbano se entende com os vermelhos
acerca do jiollica.
mentira : nao preciso dizer que falso ; que
nunca me entend com os vermelhos acerca de po-
ltica : dovo, porm, dizer que mentira ter o Sr.
I>r. Feitoza ouvido tal cousa : nunca ouviu a nin-
guem ; elle que diz. Primeiro o Sr. Dr. Fei-
toza traliir em teuredo os principios que professar
em publico, milhes do vezes, do que eu o faea a
primeira vez.
Ha poucos das foi visto no corredor tk urna
escoda da ra do Cabug, em conferencia de mais
de una hora com o Sr. padre Camposmas pen-
samos ser slo o resultado de um encoptro fortuito.
I'orm desenganamo-nus, quando soubemos de-
pois.......
mentira. Encontrei-me urna noite casual-
mente com o Sr. padre Campos na ra do Campa,
e conversamos (na calcada, e nao na escoda) cerca
de cinco minutos sobre cousas geraes. Conferen-
cia poltica no corredor de una esi ada O Sr. Dr.
Feitoza est doudo : e a tal conferencia nao foi
casual, foi ujlisiada para o corredor de urna escu-
da I O Sr. Dr. Feitoza um intrigante miseravel,
porm infelizmente inuilo inepto.
A historia do club na noite de qunta-feira 26
do corrente, una nova calumnia. Fui nessa noi-
te em rompanhia do Sr. Francisco de Paula Car-
nero Leo visitar o meu mestre e amigo o Sr. Dr.
Pedro Aulran : ahi encontrei o Sr. Dr. Julio Bar-
bosa de VasconceHos, juiz de direito do Bonito, e
mais ninguem ah esteve : conversamos sobre
cousas geraes.
E' mentira que ahi estivessem ou apparecesseni
os Srs. padre Campos, Souza Res, Paula Baptisla.
Vilella Tavares e Mello Reg : nenhum destes se-
nhores ahi se achou, nem outra pessoa, alm das
que cima refer.
Nao sci se os eleitores de S. Lourenco votarlo
em mim : votaro como entendereni, sendo porm
cerlo que nao mandei circulares estes senhores,
nem ped os seus votos.
Contino portanto a dizer o Sr. Dr. Feitoza
um mentiroso abjeclo, um intrigante desprezivel,
o alinal constlao-secs/i/ode/wf/cm, acompanhan-
do os meus passos, e dando respeito denuncias
falsas.
Recife, 30 de novembro de 1863.
Lbano Sabino Pessoa de Mello.
Diz o Sr. Dr. Fetosa no Progressistadc boje :
t Segundo as noticia.*, que temos recebido, to-
dos os lioniens eminentes do partido liberal repro-
vara o procedimeuto do Sr. Dr. Urbano, romo alta-
mente contrario aos verdadeiros nleresses do
partido.
Tenho noticia do contrario, e at informaco
verbal de pessoa fidedigna, que veio da corte, e
afiirma que os homens eminentes do partido libe-
ral reprovam com indignaco a guerra mesqunha,
que aqu se me faz : pode "ser entretanto que al-
guem, sobre tudo meu desafecto pessoal, encare
as cousas de outro modo.
Diz mais t cartas de pessoas serias dcsmenteni
e manifest do Sr. Dr. Urbano, em a parte que af-
iirma haver 0 Sr. Theofilo Benedicto Otlom, pouco
antes da partida do mesmo Sr. Dr. Urbano para
j Pernambuco, mandado offerecer-lhe a apresenta-
Sao> de seu nome como candidato deputaco pelo
istricto da corle, e haver-lhe o me.-ino Sr. Otloni
! mandado onVrecer recotnmendacoes para Pernam-
; buco em favor de sua candidatura. >
'Consta que o Sr. Ottoni ha dito que falsa essa
asseveraco do Sr. Dr. Urbano.
S o Sr. Ottoni pedera desmentir-me, o que nao
fez, nem ha de fazer, porque eu disse a verdade,
quantas vezes nao lera, ao menos por habito, re- que affirmo sob minha palavra de honra,
pelido o texto que tome, por enigraphe-i esunt Q S|. ft n(J 0 lo,ero US(U..se
inimtcus tuus, cib'i illum ? I No entretanto tirou-
meelle o pao injustamente, reduzindo-mc ao mise-
ravel estado em quo me acho I E quera obra desta
forma?! Um sacerdote, um delegado do Exm.
Sr. hispo diocesano, um ministro de Christo, que,
parecendo aqui renegar os principios do Divino
Mestre, s tem-se feito notavel, desde sua funesta
apparican em Macei, pela ferlilidade de intrigas e
insaeiabilidade de dinheire.
Ainda in^acho suspenso, o j se completaran!
17 dias que lindou o prazo marcado para as res-
postas do tpie fallei ; mas o Rvd. juiz commissario
Joao Soares de Albuquerque, ausentou-se desam-
parando a commisso do processo de quo se dizia
cocarregado No entretanto nada disto se leva em
conta, faca-se todo o alropeJIanienlo, calquem-se
aos pes as mais sagradas leis, o grande tira est
conseguido, que o conservarem-me suspenso ;
com isto esto satisfeitos meus ininiigos, que dor-
raem descansados ao som de meus gemidos I
Nao tenho a quem me queixc, nao tenho recur-
so, finalmente vejo-me privado de lodos os metes
de defeza ; porque o mesmo Sr. visitador nao tem
superior na provincia.
Os que estao ao Kingc s podem attender a do-
cumentos e os mais valiosos que tenho (em nu-
mero de 18), acham-se annexos a diffore'nles pe-
ti;es existentes, sem despacho, em itrios do Rvm.
Sr. visitador. O nico recurso que me resta o do
Allissimo, para o qual tenho appellado, c da sua
infalli ve I justica, espero o desaggravo dos soff ri-
memos que la injustamente se me lem infligido.
Alagas 23 de novembro de 1863.
O padre Domingos Jos da Silva, parocho das
Alagas.
em,
falsamente do seu nome, e portanto teria esse con-
trariado fraucamente pela imprensa, se eu nao
tivesse fallado a verdade.
A consequenria, pois, que o Sr. Dr. Feitosa
continua no seu sytema de mentir
Recife, !. de dezembro de 1863.
Urbano Sabino Pessoa de Mello.
s arguIcSes, que o Liberal parer.eu querer fa-
ler ae mui digno juiz de mreite do Bonito, o Dr.
Julio Barbosa de VasconceHos, respondemos por
modo lo smales, qnao leal e verdadero.
Sim, e certo, que aquello juiz de direito tem
conceda mu tas ordens de babeas Corpus. Mas,
o qe cuaapre, que o Liberal, n o publico sai-
batn que tuilas oil is tem sido confirmadas pela il-
lustrada relaco do districto. Donde se cooclue,
que aquelle jniz de direito zela como insjne or-
gao da juslifa, as garantas constiluelonaes e o*
direilos do liberdade em sua comarca, contra as
prepotencias e violencias das autoridades subalter-
nas, c por isso se loraa digno da estima publica.
tambera cerlo que aquelle Ilustre magistrado
julgra som effeito ra grao de recurso um pro-
cesso oficial por crime de furto de carnHes; toas
foi por quo se nao tinha verificado a circurastau-
cia do furto haver sido eemmetiido nos campos e
pastos das faaendas de criaco ou cultora, eir-;
cumstancia esta que o decreto n. 1090 do Io de
seteaibrc de 1860-t-jtige essencalmente para sujei-
tar esse caimas a Mcac cmmnal publica.
Saibn o Liberal, quo a este mesmo respeito o
Sr. juiz de direito do BoafM em soas Informacocs
remanidas ao governo Renal tem eMo tnidadoso
era fornecer esclarecmentos praticos contra os
'abusos que se podem vemtrtHer* se tem cornmet-
tido em nome da rearido twrela pela difficuldade
em se discernir quando tacs crime, sao commet-
idos em kMpas pastee de *woo, e quando
sao commetidos fra destes lugares para se fir-
mar a competencia do procedimento por pane da
Parahyba do \tule.
Para o L\u. Sr. miuislru da fazenda lor.
No primeiro do andante ajiortou no iwrio desta
cidade o Oyapock, c ainda a mala achavase bor-
do, j os raixeros e negociantes invadiam a casa
do inspector da thesouraria Andr Cursino Benja-
inim, cobrando unas contas de loj.is, outras de
tabernas, outras de alugueis de easa, outras de di-
nheiro de paes, outras de carne, ontras de linha,
outras de roupa lavada c engomiuada !!
A' todos dava sa honrada palavra do pagar
com a ajuda de cusi, na imi-ortancia de 6004 que
tinha de recebcr no Maranho para onde acaba va
de ser removido, mando o seu debito sabido anda
por tres qualro conlos de ris II
A propria mobilia que era emprestada consta.
que elle procurou vender o saliendo disto o do-
no, pode embarazar, fazendo declaracao, qne a
mobilia Ihe pertenria, que havir emprestado |or
dias, e j decocriam tres anuos, sem se Ihe pagar,
e menes restiluir-se-llie O** credores sao Jos da
S. Coelho, aluguelderasa700A ; Francisco Soares
da S. Retumba, dinheiro de oraprestimo 3005; Jos
d'Azcvedo Maia, conta de loja 15Q#; Joao Jv^ In-
nocencio Pogge, dinheiro de eraprestimo 2005; o
thesoureiro da thesouraria, Manoel Joaquim de
Oliveira, dinheiro de empreslimo 700 ; Antonio
Manoel da Silva Coelho, primeiro eseripturario da
thesouraria, dinheiro de paes 405 i Manoel Caeta-
no Velloso, collaberador da mesma reparlicao, di-
nheiro de eraprestimo 3005 ; Antonio Thomaz Car-
nero da Cunha, de drogas de brica 235 Fran-
cisco Fernandes Lima, dinheiro defazendas 1005 :
Jos Vetho Lima, conta de taboma (29 caadas de
agurdente) 255600 ; Antonio Lu* L-iie, barb-
ro 165 ; Raimundo carpina de unta cama 185 ;
Jos do Espirito Santo, diaheiro do carne 425;
Antonio Rufl ra Aranfla, dinheiro de fazenda 205;
Exequial Barbosa, conta de loja 1005 ; Autora >
Coelho sapateiro 65400 ; Fulisinina engoromadeira
255000; Manoel dos Passos, dinheiro de Icnha
55 ; urna das primeiras autoridades da provin-
cia 5005VI Alm destes existem inultos. Tem
passado tetras at de 175 ti A outros tem pronn-l-
tldo mandar do Maranho, cuntan locera os calotes,
que l tem dr pregar.
Cida-ie <*o Becif 31) J" nuvrmh
jjPara o Exm. Mr. ministro da fa-
zenda lr,
eo publico apreciar.
Srs. redactores.Era o numero 273 de Diario
de Pernambuco vem um artigo asignado polo Sr.
um dos indignadosdefenden lo o actual ias-
liector da thesouraria de fazeala do Maranho
Andr Cursino Barga mira, das aecusaodes que Me
faz km do caloteado* da Parahyba do Norte,
era ura _artigo publicado no numero 332 da Or-
dem.


Mario de Pernambuco -- $arta fefea 9 d Dezembro
Sr *m*4*Sia*Uos agrera-"* <***&> la e algodio, camtaas, perfumarla, chapeos,
e sem nada adiaiSaTno Diarto n, 275. | miudezas, calado, .aarroiuins, etc.; a Heonque k
O mesmo
reapparece sem---------------
S Te o Sr!ir rSS^-'^-' &*-**??" 6 HWW' ditt 8nr*"S *
provarem que taes accusacoes sao fateas, -ou que doroNetto&C.
as dividas do Sr. Benjamn etfo pagas. Divinas
toes nao tera outra justiflcacao possivet e |
Companhia to Beberibe.
escriptorio da raesma companhiaidis-
4rbae-se com os Srs. accionistas os folhetos
iApressos contendo es traballios da mesma bt1**^ re i fesa
Capitaodistquio.....
Alferes Villana........
Jos Martins, sobado..
Juiio, dito...........
provarissopedimosaosSrs.redactores awn*W-
cao dos tres primeros periodos do argo da t*r-
dem. Nao bast Sr.-um dosindignatos-ia-
sultr aos ParahytaDoa victimas do Sr. icnjaiwm,
como fez no numero 73 do Diarte, para lique purificado. Jt
Como essa deeta so constasse de insultes, a
ella nao damos respost, como nenhuma outra
de igual natureza ; porque nessa arena seca bom
nut fique s o Sr.un dos indignadosque sem
duvida o nico indignado.
Utn que bem eonhece ao Sr. Benjamim & C.
Plalas vegetaes assucaradas de Kemp.
A sade depende principalmente do estado do
estomago, do ligado e dos intestinos. Vif erise-se
os orgaos digestivos, rcgularse-so a accao do figa-
do, restbeleca-se a actividade. natural dos orgaos
secretivos mediante o uso das pilotas tbcetaes
assucaradas de Kemp, e a dyspepsia, a constipa-
cao, a flatulencia e as caimhfas do ventre desap-
parecero como por um encanto. Nao podesi exis-
tir estas enormidades sem que este saudarel ape-
ritivo conserve o vigor e a regularidade das'func-
c3es intestinas.
As plelas de Kemp sao summamcnte agrada-
veis, absolutamente exomptas de toda a especie
de substancias mineraes e adequadaraente regula-
das especialmente para as molestias peculiares do
bello sexo. Achar-se-ho venda em todas as
principaes boticas de Pernambuco e as tejas de
Caors & Barbwa e Joo da C Bravo & (1
M malos ditos manteiga, 5 calas \ companhia no semestec findo ern 31 de ou- Um ^^
i. couros. miudezas. obiectos de se- uDro ultimo, e que foram hdos na sessao, Braz, vivan
tObarris e
vidros, fazendas, couros miudezas, objectos
loiro o arcocs; Roberto & Filhos
ditos manteiga, 2 caixas
a Manoel Joaqun Uve
COMMERCIO.
NOVO BANCO
DE
PERNAMBUCO
O novo banco de Pernambuco convida os
credores das raassas fallidas de Mosquita & Dtra,
c Francisco Antonio Gorreia Cardoso a apresent-
rem seus ttulos no banco para se proceder a res-
pectiva verilieacao.
gaixa Filial
DO
Ki\(0 DO III* 1 SI I,
EM PERNAMBUCO.
30 de novembro de 1863.
De orden d.i directora do Banco do Brasil se
previne aquellas pessoas que tem dinheiros reco-
Ihidos nesta Gaixa Filial em conta corrente com
juros, que, do dia 31 de dezembro prximo em
diante nao se pagar mais juros em ditas contas.
Jos Harnele Al ves Ferrei ra.
Secretario.
JOYO BANGO
DE
PERNAMBUCO
EM 1 DE DEZEMBRO DE 1863.
O banco descont na presente semana a oito por
rento ao anno al o praso de quatro mezes, e a dez
por cento at o de seis neies*
. Alfandega
Reudimcnto do dia l............ 21:2005630
Moviuiento da alfandega
Voluntes entrados com fazendas..
t i com gneros.
Voluntes sahidos com
t cora
fazendas...
gneros...
1
213
81
22
21o
- 103
Pesearregam no dia 3 de dezembro.
BarcainglezaBtitish Queou=earvao.
Barra inglezaLookaut mercaderas,
llrgue portuguezCou/iB/egneros de estiva.
Polaca italianaLinfa -dem.
Rriguc escuna franrez-Z'/icit/.cdiversos gneros.
Brigue inglez O/Iem carvo.
Iiuportacao.
Vapor nacional Crufetia do Sul, entrado dos
100 barris e 190 recios
couros, 2 ditas fazendas;
S. Genro.
I2caixas fazendas, pannos, chapos, carnizas,
perfumaras ; Ferreira & Araujo.
I canas cartas de.jugar, 1 dita vestidos, ditas
porcelana, couros, 12 ditas chapos, miudezas,
perfumara, modas,1! barrica o 4 fardos igaora-se,
a Mello Lobo &C
3 caixas chapos; Cbristiani Irmos.
1 caixa miudezas; J. L. Bourgard.
1 caixa chapeos.-, J. Souza Macet & C
2 barris vnho, 2 caixas carnizas, 2 ditas ceuros,
1 embrulhoamoelcas ; Linden Wild.
2caixas paral pintado; Jos Nogueira Ue
Souza.
1 caixa velas stearnas; J, M. S. Aguiar.
1 caixa miudezas, 1 dita estampas, 4 ditas ac-
cidos, vidros, perfumara, mercearia; ordem.
200 ggos batatas, 5 volumes tintas, drogas, ae-
cidos, vidros, etc., 30 caixas roupa, fazendas, al-
eado, carnizas, chapos, crystes, couros, etc.; ni-
A. Burle & C.
4 caixas fazouasdc algodiio, livros, merceana;
A. V. da Suva Barroca.
3 caixas coure*; a N. O. Bieber.
186 ps; Fernando Ferreira.
1 caixarelogios; AntonioJos de Azcvcdo.
1 caixa um canro; ao barao do Livramcnto.
1 caxa rtulos, 1 dita objectos para chapeas .e
sol, 1 fardo fazendas ; Manoel & C.
2 caixas garrafas e rolhas, 1 dita frascos, *
barris tint ; Caorz & Barboza.
3 caixas coures; a Brander a Brandis.
12 gigos champanhe ; Charles Ijeelere,
1 caxa botoes,7 ditas e 1 fardos chapeos, diies
de palha, fazenda de laa, roupa, chitas e mercia-
ria, 1 embrulho amostras; Monhard & C.
29 caixas e 3 volumes couros, perfumara, pa-
pel, magnezia, porcelana, roupa, vidros, chapeos,
ferragem, camizas,fazendas, cartas de jogar ; a Vaz
& Leal.
6 ditas lencos de algodao, chapos e livro*-, a
A. C de Abren.
20 caixas ervilhas, 5 ditas e 1 fardo fazenda de
la, de seda, de algodao, roupa, 2 embrulhos a-
mostras, 200 gigos batatas ; Joiio Keller & C.
1 caxa roupa de uso ; T. Creon.
0 barris cognae, 2 eaxas fazendas de algodao ;
Sehaflicittin C.
22 caixas papel, mercearia, perfumara, biscou-
tos, chapos, roupa, couros e calcado; Alves
Hamburger & C.
1 caixa celindros, 1 dita relogio ; F. Maes-
traly.
1 caixa instrumentos de msica ; H. Domont.
2 caixas brnquedos. 2 ditas fazendas de laa, 2
ditas pannos,2 ditas camisas, 3 ditas couros, 2
ditas raarroquins. 2 ditas fazendas de laa, 4 ditas
dita de seda e I5a.,7dilas calcado, 1 dita chapeos,
2 ditas vidros, 1 dita fazenda, 3 ditas accido sul-
frico. 2 ditas perfumaras, 1 dita chapeos de sol
de algodao, 1 dita drogas, 1 barrica perfumafia ;
F Sauvage & C.
15 caixas calcado, 1 dita perfumara; J. P.
Arantes.
1 caxaazeite defigado de bacalho; B. Fran-
cisco de Souza.
2 caixas feltro ; T. Duharry.
4volumes fazendas, camisas e estampas; T.
A. Dammayer.
2 caixas'couros; Teixeira Bastos & Irmlo.
1 caixa roupa, 4 ditas fazendas de la; Cam-
ino & Nogueira."
1 caixa perfumada; Manoel J. D. Guma-
raes.
2 caixas bombas e colxetes Prente Vianna
1 caixa sedas, relogios ; Jos Pereira da Cu-
nta & Filhos.
26 volumes pregos, perfumara, fazendas, rmu-
dezas, chapeos, calcado, couros, papel e errtoes
vazios; Monteiro Lopes & C.
Icatxafumo; Joaquim Bernardino dos Res.
1 caixa xarope, 1 barril tint ; Joaquim M. da
Cruz Corroa.
1 caixa fazendas ; S. A. P. de Souza Peres.
2 caixas drogas, 1 fardo rolhas; P. Maurer.
Recebcdoria de rendas Internas
geraes de Pernambuco.
8005948
que
da assembla geral de 23 do corrate. Em-
porios do norte, manifeslou o seguinle
Do Para mercadoi ia estrangera.
1 caixa*chapos de pello para senhora, 6 fardos
riscados azucs, 3 caixas fazendas de algodao, e 140
barris manteiga de vacca ; a ordem.
Gneros do Para.
2 volumes com 490 chapos do Chili; a ordem.
Gcseros nacionaes.
1 caixa gomma plstica, 101 rolos salsa ; a or-
dom.
Do Maranhao mercadoi a estrangera.
1 caixinha ail em rodas, 1 amarrado medira-
menUM eoiiqiosto em vidros ; a Antonio de Almeida
Gomes.
231 barris manteiga de vacca ; a ordem.
Mercadoria nacional.
1 fardo redes de dormir; a Jos Gomes Villar.
Hiato nacional Tino, entrado do Ass, consigna-
do ao barao do Livramcnto, nianifestou o se-
guintc :
20 pipas vazas, ,'20 alqueires de sal, 31 saceos
com 112 arrobas de cera do carnauba, e 200 mo-
Ihos de dito ; a ordem.
Vapor nacional Apa entrado dos portos do sul,
manifestou o segiinte :
Do Rio de Janeiro mercadoria rslrangera.
2caix5es chapos; a Ferreira & Araujo.
ditos vnho ; ao Dr. Augusto F. deOliveira.
I dtosabao; a Francisco J. Cosa Araujo.
.Mercadoria nacional.
1 caixa rap ; a J. Joaquim de Lima B.
2 caixoes rap a Prente Vianna & C.
I caixo charutos ; a J. Leopoldo Bourgard.
1 caixote mate ; a Domingos Luiz Rodrigues Vil-
lares.
99 rolos fumo, 3 barris toucinho, 3 caixoes rap;
a ordem.
Da Baha mercadoria estrangera.
1 casco azeite de palma, 10 barris barrilha, 6
i Pname.
Les.
Coimkra.
. Gil.
Ponante.
Porte.
> Sana Rosa.
vi vandeiro......... Flavio.
Os batlhoes ll" e 13* de irifantaria, cavallara,
estado-maior, msica, etc..
A accae passa-se nos campe* arentnos em
fTL
Principiar as horas.
O empreza querendo solemnisar o dia na-
oriplorio da Compankia do Beberilie, 26 de
Bovembro de 1863. O escripturario,
Marcolino Jos Pupe.
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz pub- ^ 0 moHarcha xcelso, eavidou todos
co nue os 30 lias utets marcados para a arrecada- P ,.
cao bocea do cofre do 1 semestre do auno nnan- os esforcos aim de obter um drama nacional,
ceiro corrente de 1868 1864 dos impostos da de- o que conseguio, e muito se orgulhade apre-
cima urbana das fregnezias desta cdade e da dos sentar na scena pernainbucana um feito das
Afogados, e de 8 OiOjobre a renda dos bens de brasileiras nos campos argentinos,
raz perteneentes a cerp oracoes de mao mort se -.,._,.. ,mn [::-,.-
principiam a contar do da de dezembro v.n- A accao de Morou e urna gloria immor-
douro. redora para o Brasil, um padro de gloria
Mesa do consulado provincial de PerBambuce para 0 exercitO brasileiro.
Vi de novembro de Htt. ir n.,n.i ,. .. ?;
Quint-lora 'i docorreale is 10 bares la roa da
Cadeia n. 51.
DE
Diversas obras de o uro de 19
quilates, e de um ca-
ballo rnsso andar balxo a mel-
(Hem llml(es)
Pelo agente Euzebio se vender em leilao pelo
maior preco que se achar, um cavallo russo, bom
andador batxo a meio e bem conhecido, e u se-
guida diversas obras de ouro de 18 quilates, ade-
remos, meios ditos, trancelins, pulceiras, boloes
para punhos e aberturas, anel de brilhante, cas-
soletas e outros por cont e ordem de quem per-
tencer para ultimar facturas, e mais dous appare-
Ihos de metal principe para cha.
Quando os povos argentinos jaziam seb o
| dominio de um despota que fien prazer era
a carnificina e a crpula, d'entre elles al-
guem se lembrou de pedir apoto e protec-
cao ao monarcha virtuoso, que desejando li-
MisrVco7dJrd^RecTfrmadrfMerp*ul)lico^ &ertar *!as garras do lyrano Bo6as um sem
nesta dat entram deuaez os senhores mordomos fiumero de vid mas, Ihe envin parte do seu
Joaquim da Silva Castro no coiiegio dos orphaos e xercilo, com a firme esperanca de que a
casa dos expostos, Antenio Jos.Gomes do Correio tiberdade que n0 imperio da Santa Cruz
Antonio Carnero Machado Hios.
Administrador.
Sania Casa da Misericordia do
Hecifr.
Illin* junt administrativa da Santa Casa da
no hospital dos lasaros collegie de orphaas, con-
tinuando no hospital Pedro II o Sr. mordorao An-
tonio Mara de Farias Heves.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cite, 1 de dezembro de 1863.
F. A. Cavalcanti Cousseiro.
Escrivo.
'ORREIO (1EKAL.
Ik lacio das cartas seguras viudas do norte pelo
i Cruzeiro do Sal para os genitores abaixo decla-
rados :
Antonio Esteves dos Innocentes Ribeiro.
Francisco Joa de Barros.
Gaspar Antonio Vieira Guimaraes.
Joaquim Alfonso Maciel.
Jos Lourenco Goncalves.
Jos Rol>erto Vianna Greilhon.
Luiz Gonzaga de Menezcs Squeira.
Raymundo Remigio de Mello Jnior.
Theodoro Thadene da Assumpcao.
Tarquino de Albuquorque Nascimento.
Tasso Irmos.
['erante o juiz de paz do 2 dstricto da fre-
guesa do Recite, tem de ser arrematadas, Anda a
audiencia, no dia 3 de dezembro corrente, pelas 4
horas da tarde, 6 cadeiras, 1 sof e 1 par de con-
solos, tudo de madeira de amarelio, em bom uso,
avallado em 53000, penhorado Goncalo de Al-
meida Leite, por Andr Barbosa Soares.
Ari emalacao.
Quart-feira 2 de dezembro, depos da audien-
cia do lllm. Sr. it. juiz municipal da 2* vara, es-
crivo Athayde, serao vendidos a quem mais der
as seguintes pedras : sendo 5 hombreiras com oO
palmos, avahadas em 30, 1 dita com 7 palmos
por 45200,1 dita de 9 palmos a 4500, o ditas
com 50 palmos por 305, 10 cordoes com 80 pal-
m s por 245, 2 ditos com 14 palmos por 45400,
39 cepos com 88 palmos -por 95350, 5 ditos com
10 palmos por 25520, vao praca requerimento
de Joo Bodrigues da Silva Valle, na ewcucao que
move contra Antonio Soares de Carvalho. Os pre-
tendemos podem examinar as referidas pedras na
Passagem da Magdalena, em poder do depositario
particular Manoel Ignacio Avilla.
Crrelo geral.
Pela administracao do correio desta cidade se
faz publico que em virtude daconvencao post! ce-
lebrada pelos governos brasileiro e francez.
que no imperio
tanto resplandece all raostrasse o seu ben-
fico fim.
Nao se enganou, porque os bravos que
marcharam castigar o despots, em breve
coroaram de gloria as nobres intences de
lo excelso soberano.
Os Pernambucanos que tomaram parte
em um feito to heroico devem orgulhar-se
de verem em scena reproduzidos os seus
actos de bravura e disciplina militar.
O emprezario s tem em vista, levando
este drama, nao deixar no olvido tanta bra-
vura e honradez cora que se orna o Brasil e
seus dignos filhos.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Xavegaeo costeira a vapor.
Macei e escalas
No dia 5 de dezembro prximo
s 5 horas da tarde seguir um
vapor para os portos cima indi-
cados. Receber carga at o dia
4. Encommendas, passageiros e
dinheiro a frete at o da da sahida s 3 horas da
tarde : escriptorio no Forte do Mallos n. I.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Xavegaeo costeira a vapor.
Parahyba, Natal, Mario, Aracaiv, Cear e carac.
No dia 7 de dezembro prximo
seguir um vapor para os portos
cima indicados, s 5 horas da
tarde. Receber carga at o dia
5. Encommendas, passageiros e
dinheiro a frete at o dia da sahlda s 3 horas da
tarde: escriptorio no Forte do Mattos n. 1.
LEILiO
DE
Movis, carros, joias de ouro, de prat, brilhantes,
miudezas, charutos e outros muitos objectos pa-
ra fechar contas de venda.
Sexta-feira 4 do eorren'e s li horas
em ponto.
O agente Olimpio far leilao em seu armazem
ra do Imperador n. 16, de obras de marnneiria,
carros para conduzir fazendas, joias de ouro, pra-
t e brilhantes, miudezas, charutos e outros mui-
tos artgos. ____________________
LEILiO
DE
9 barris com serveja e 3 ditos
com toucinho.
Seitvfeira 4 do eorrente.
O agente Pestaa fara leilao por cont de quem
pertencer de 9 barris com exceliente serveja bran-
ca e 3 ditas com vnho Bordeaux em um ou mais
lotes vontdedos compradores : sext-fera 4 do
corrente pelas 10 horas da manha no armazem
do Annes defronte da alfandega.
CAS V U FORTUNA.
liilltetes garantidos
A' roa do Crespo a. 23 c catas 4o entone
Aos IO,OOO0OOO.
No dia 5 do dezembro se extrahir a quarta par-
te da segunda lotera pelo plano das loteras ex-
traordinarias, beneficio da irmandade do Senbor
Bom Jess das Dures.
O abaixo assignado, recommemlando ao res-
peitavel publico a compra dos seus nwi Miie* bi-
Ihetes garantidos, lembra-lhe a vantageru que ha
em receber os premios por inteiro, por quanto
quem tirar a surte de 10:0005 era bimete garan-
tido nao receber somentc 8:4004, em virtude dos
descontos de 16 por cento que- Ihe Carao era vista
das leis, massim os 10:000 que vem a ser a dita
quantiae mais a de 1:600,5 que pagar o abaixo
assignado, importancia de ditos descontos, aconte-
cendo o mesmo com as outras surtes.
- Os bilhetes garantidos pelo abaixo assignado,
levarlo a sua assgnatura de chancella atravessa-
da na frente do biihete.
Os premios maiores de OJl sero pagos urna
hora depois da extraeco..
Precos.
Bilhetes inteiros..... 1200Q
Meios bilhetes...... 6,5000
Para as pessoas que comprarem
de 1005 para cima.
Bilhetes........ HJftOO
Meios......... 5,5600
Manoel Martins Fiuza.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da
ra do Crespo n. 23 : a tratar na loja.
AVISOS DIVERSOS.
Para o Rio de Janeiro.
O patacho nacional Capuam, pretende seguir
com muit brevidade, tem parte de seu carrega-
sero ment engajado, para o resto que Ihe falt e es-
cravos a frete para os quaes tem bons commodos
trat-se com os seus consignatarios Antonio Luiz
de Olivera Azevedo & C, no seu escriptorio ra
da Cruz n. I.
Rcndimcnto do dia 1.
expedidas malas para a Europa no da 30 de no-
vembro corrente. As cartas sero recebidas at
duas horas antes da que for marcada para a sabi-
da do vapor, e os jornaes at 4 horas antes.
Administracao do correio de Pernambuco 20 de. *. n <<<
novembro de 1863.-0 administrador, i m
Domingos dos Passos Miranda ^^e brevemente a veleira barca S. Manoel II que
' i-poin i >!' I tem enSaJa('0 metade do seu carregamento ; para
LOrrClO Crdl. o restante e passageiros, a quem offerece bellos
Pela administracao do correio desta cidade se commodos, dirijam-se aos consignatarios M. J. Ra-
faz publico para fias convenientes, que em virtude mos e Silva & Genros, ra do Vigario n. 10, pri-
do disposto no art. 138 do regulamento geral dos mero andar.
correios de 21 de dezembro de 1844, e art. 9 do
decreto n. 785* de 15 de mao de 1851, so procede-1
ra o consumo das cartas existentes nesta adminis-
Consulado provincial.
traco perteneentes ao mez de novembro de 1862,
no lia 3 de dezembro prximo, as 11 horas do dia,
"s.Rendmcntodo da 1
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 1.
-7 das e 6 horas, vapor
oi'l972 na Por,a d mesmo correio, e a respectiva lista se
' ] acha desde j expost aos interessados.
"Su""' i Administracao do correio de Pernambuco 20 de
novembro de 1863.O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
Consclho de compras navaes.
Tcndo o conselho de contratar sob as condicoes
do estylo e por tempo de tres mezes, lindos em
Bri^uc -Confianca.
Pretende sahir brevemente para Lisboa, recebe
carga e passageiros, para o que trata-sc com seus
consignatarios Carvalho & Nogueira na ra do
Apollo n. 20.
Para a Baha vai salir com muita brevidade
a sumaca Hortencia, captao Antonio Francisco
Monteiro, por ter maior parte da carga engajada:
para o resto que Ihe falt, trata-se com os consig-
natarios Palmeira & Beltro, largo do Corpo Santo
u. 4, primeiro andar. _____^^^^
Para portos intermedios-7 das e 6'horas, vapor ^'y^^LL^,,^'^ SSJTJu ^S! I Para a Baha vai sahir com muita brevidade
nacional Cruzeiro do Sul, de 1100 toneladas, 5fZtS2^^S^rt^^^^" leiro patacho Jequitaia, por ter a maior parte
commandante o captao de mar e guerra Gerva- PaQd? esL\bf lec'n'ent^-de ,ma""h?,e(1 f^": da carga engajada, para o resto que Ihe falt tra-
sio Mancebo. ^^XJ^^^t^T^^-lRt ^ cm os consignatarios Palmeira & Beitrao.
Ass-5dias,hiate nacional Tino, de 78 1^in-\i^^^^^^^iy^^ne largo do Corpo Santo n. 4, primeiro andar,
das, capite Marcos Jos da Silva, equpagem 9, oulros artlosf de consumo, convida aos pretenden-
eark-i Ti e mha n hS rtn T2 ', teus a apiosentarcm suas propostas em cartas fe-
chadas no da o de dezembro do corrente annoem
1 que isso se effectuar.
Objectos de fornecimento.
Arroz do Maranhao, agurdente de 20 graos, as-
sucar branco grosso, azeite doco de Lisboa, assu-
' car branco refinado, araruia, aletria, azeite infe-
rior, bolachinha, Dacalho, bolacha, carne secca
do Rio Grande, caf em grao, carne verde, cang-
ca ou milho pilado, cevadnha, cha, cal preta, cal
branca, farinha de mandioca da trra, fejao, gali
carga sal, e palha ; ao barao do Livramcnto.
Navios saludos no mesmo dia.
Philadelphiapatacho inglez Lapwing, captao Cr-
mor, carga assucar.
Portos do norte vapor nacional Apa, comman-
dante Alcoforado.
EDITAES.
Para o Hio de Janeiro
Pretende seguir com muit brevidade o pata-
cho nacional Beberibe, tem parte de seu carrega-
mento prompto para o resto que Ihe falt c escra-
vos a frete para os quaes tem excellentes commo-
dos tratase com os seus consignatarios Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C, n seu escriptorio
ra da Cruz n. 1.
Para o Ro Grande do Sul segu com muita
brevidade a escuna Formosa, tem prompto a maior
. nhas, lenha, manteiga ingleza, manteiga franceza parte do carregamento. e para o resto a frete, tra-
jnpe, offlciai da im- matte ()j0 pedra de alvenaria bruta, sabo, touci-! ta-se com Amorim Irmaos, ra da Cruz n. 3.
penal ordem da Rosa ojota de direito especial nho de'Lisboa) ,apiocaj ljo|0 de -
O Dr. Tristao de Alencar Arari
do commercio dcst cdde do Recife de Per-
nambuco e seu termo por Sua Magestade Impe-
rial e constitucional o Sr. D. Pedro II, a quem
Deus guarde, etc.
Faco saber pelo presente que no dia 7 do corren-
te mez, 6e ha de arrematar por venda a quem mais
der em praca publica deste juizo depois, da audien-
cia respectiva a escrava de nome Mara, croula de
25 annos de idade, avallada em 700000, a qual
pertencente a Ferreira & Lima, e vai a praca por
execucao que contra os mesmos cncaminha D. Ze-
ferina Mana de Jess, ser a arrematcao fei-
pectivo da lei.
E para que chegue ao conhecimento de todos
mandei fazer o presento edilal que ser afflxado
nos lugares do costume e publicado pela im-
prensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife, capital
da provincia de Pernambuco, era o Io de dezembro
de 1863, 42 da independencia e do imperio do
Brasil.
Eu Manoel de Carvalho Paes de Andrade, escri-
vo o subscrevi.
Tristao de Alencar Araripe.
DECUMCOES.
eaxas e 8 meias ditas raassas ; a Palmeira 4 Bel- 'a pelo preco|da adjudicago com o abatimento res-
trao.
Gneros nacionaes.
1 caixao charutos ; a Palmeira & Beltro.
3 volumes ditos ; a Jos L. Bourgard.
Encommendas.
2 caixoes; a Maia 12 jacazes ; a Aguiar & Rocha.
1 volume ; a Silvino Guilberme de Barros.
1 volume ; a II. Domont.
1 volume ; a Antonio Luiz de Oliveira Azeve-
do & C.
1 volume; a C. J. A. Guimaraes.
1 volume; a P. G. Souza Pitanga.
i volume ; a S. J. Antonio P. Ligo.
1 cavallo? a P. O. Machado.
I cavallo.; a Jos E. de Moura.
1 volume.; a D. do B. de Pernambuco.
1 pacote ; a Marques Barros.
1 volume ; a J3. Cincinato-
1 caixote a E. de Barros F. Lacerda.
1 encapado ; a Amorim Irmos.
Barca ingleza Hiistisg, entrada de Liverpool,
consignado a Saunders Brothers & C., manifestou
o segrate :
672 topetadas de carcrao de pedra; aos mesmos.
Barca franeeza Berlht, entrada do Havre, con-
signada a Tisset frres, manifestou :
60 barris e 60 meios ditos manteiga; Jos Mar-
celino da Rosa.
23 ditos e 25 meios ditos dita; Ferreira &
Martins.
i ditos e 30 mejos ditos ditas Tasso Irmaos.
120 ditos e 160 meios ditas ,dit; Patcr & C.
13 ditos e 20 meios dito* dita ; Antonio de Al-
meida Gomes.
125 ditos e 133 meios ditos dit ; V. Ferreira
da Costa.
ditos e 23 meios ditos dita ; i A. Sodf da
Mott. |( ;
l23 dit2Le 123 meios ditos dita, 300 barricas
cimento, 600 ditas farinha de trigo, 600 gigos ba-
tatas ; a Tisset freres. ..
25 barrise2 meios ditos manteiga. 1 caixa rou-
pa e calcado : i R. B. Lasserre.
50 barns e 50 meios manteiga, 1 cala norce.
lana : Mignel Jos Alvos. "^
40 barris e 20 meios manP'iga, 13 caixas fazen-
CIHIPWIIIV
bebribb:
0 raia desla companhia eommen-
dador ThoiiHz d'Aquioo Fonseca aeha-se
otorisado a pagar no sen escriptorio
roa do Viganoo. 19 das i 0 horas ea
dianta o 31 dividendo na proporrt
de 3$ por cada apoliee, adverte-se
aos Srs. accionistas que esle pagamen-
to deve ser em moeda de cobre que c
na especie que o mesmo Sr. eaiw tem
receido dos arrematantes dos*chafa-
riz's testa companhia.
Focriptorio da Companhia do Bebe-
ribe U de novembro de 1863.
0 rfcriplnrario,
arcfllluo jo Pope.
alvenaria grossa
vnho de Lisboa, velas stearnas, velas decarnau
ba, e vinagre de Lisboa.
Sala do conselho de compras navaes 28 de no-
vembro de 1863.
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Secretario.
THEATRO
DE
LEILOES.
KJIPKEZV
DB
A. J. DIARTE MIMBRA.
ULTIMO ESPECTCULO.
RECITA EXTRAORDINARIA
EM
GRANDE II,A
Para solemnisar o faustoso natalicio de
Sua Magestade Imperial
o Sr. D. Pedro II, imperador do
Brasil.
Qnarta-felra 9 de dezembro.
Logo que S. Exc. o Sr. presidente da provincia
se dignar comparecer na tribuna, a orchestra to-
car um pequeo intervallo. Findo este a compa-
nhia cantara pera ule a efflgie de Sua Magestade o
Imperador
O HYMNO NACIONAL.
Quint-feira 3 de dezembro s II horas ra da
Cadeia n. o.
RE
(in grande predio ra da Cruz n. 8, chao proprio
seu remliincnlo de l;S00->.
Por intervencao do agente Euzebio se vender
em leilao naquelle dia e hora cima, o sobrado n.
, 8 sito ra da Cruz, com 3 andares, soto e mi-
rante, contendo grandes commodos em cada an-
dar, seu rendimento actual de 1:8005, sao con-
vidados os prelendentes ao previo exame e para
, informaedes podero entender-se com o referido
| agento." ___
DE
Mobilias, escravos, ferrageus,
miudezas eperiinarias.
Qiiiiita-felra 3 de dezembro.
(i-agente Pestaa vender por cont e risco de
quem pertencer urna rica ejtova mobilia de Jaca-
randa Luiz XV, lampos de pedra, urna dita com
algum uso, um piano de mesa, guarda-roopa, ca-
deiras, sofas, marquezas, vidros, quadros e muitos
outros objectos, diversas perfumaras em lotes pe-
queos, como extractos, agua de Colonia, sabonetes
etc., diversas ferragens avadadas para seren ven-
didas pelo que der, diversos oleados, diversas
qualidades de charutos da Baha, e muitos outros
artigos que se acharo patentes no acto do leilao, e
assim mais diversos escravos de ambos os sexos e
algumas habilidades : quint-feira 3 de dezembro
de 1863, confronte ao oito do Corpo Santo, onde
&eguir-se-ha pela primeira vez a representaeao foi armazem dos Srs. Linden & Wild, as 10 horas
A assigoatura deste Diario nao
obrigatoria,e quem o,1 la nao convm
paga e dispede-se, e nao demora o paga-
mento, fazoiido o caixeiro ir dez e mais
vo7.es para receber quantia to diminu-
ta, em paga deohjec'o que, em todos os
paizesconhecedores da imprensa, seiu-
pie pago em principio do trimestre que
comeca. A'visla disso esperamos que os
nossos assignantes, que esio em atraso
no pagamento, mandem salisfazer suas
assignatoras, para evitarem que a im-
presa empreguc os meios qne julgar
necessario para seu embolso.
PnECISA-SR DE l'MA AMA DE LEITE RLA SiKI
COEI.HOS N. 3_______________________________________
Lotera extraordnaria
Aos iO:060<500 e 2:0000000.
Sabbado 5 do corrente mez se extra-!
hir pelo exceliente plano das loteras ex-
traordinarias a quarta parte da segunda lote-
ra da irmandade do Senhor Bom Jess das
Dores, no consistorio da igreja de N. S. do
Rosario da freguezia de Santo Antonio.
Os bilhetes e meios acham-se venda na
respectiva thesouraria ra do Crespo n. 15
e as casas commissionadas ra da Impera-
triz n. 44, loja do Sr. Pimentel; ra Direita
n. 3, botica do Sr. Chagas; ra estreita do
Rosara n. 42, tvpographia do Sr. Mira e ra
da Cadeia n. 45, loja do Sr. Porto.
Os premios de 10:000)5000 at 20,5000
serao pagos urna hora depois da extraeco
e os outros no dia seguinte depois da distri-
buico das listas.
0 thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
O Sr. Jos Francisco Pinto Guimaraes, cirur-
gio pela escola-real de cirurgia de Lisboa, trans-
ferio sua residencia para a ra Nova, n. 60, pri-
meiro andar, onde pode ser consultado todos os
dias uieis das 7 s 10 horas da manh, acerca das
doencas denominadas cirurgicas ou exlernas espe-
cialmente daquellas, em rujo tratamcnlcTmais fre-
quentemenle intervcm a medicina operatoria.
Na ra das Cruzes n.
44, segundo andar, precisa-
se fallar com urgencia ao Sr.
Dr. Joo Jos de Moura Ma-
galhaes.________________
Ao commercio.
Urna pessoa habilitada em escripturacao mer-
cantil, offerece-se para fazer a escripia de alguma
caa de commercio em grosso ou a retlho, atra-
zada ou em dia, de certa hora da tarde em dlante,
ou como se convencionar.
Os Srs. Fonseca A Silva, ra da Cadeia do Be-
cife, darao as precisas informacocs.
O Dr. Carolino Francisco de Luna
tos, continua a residir na ra do Impe
rador n. 17, 2. andar, onde pode ser pro-
curado a qualqucr hora do dia e da noite
para o exerccio de sua profissao de me-
dico ; sendo que os chamados, depois de
meio dia at 4 horas da tarde, devem ser
deixados por escripia O referido Dr.
nao abandonando nunca o estudo das
molestias do interior, proseguc, com o
maior afftnco, no das mais dimeeis e deli-
cadas operacoes, como sejam dos orgaos
ournarios, dos olhos, partos, etc.
D-se 8004 a premio sob hypotheea em urna
casa terrea nesta cidade : quem precisar, na ra
das Aguas-Verdes n. 100, no segundo andar se dir
quem d.
Aluga-se um sitio na Capunga velha, com
boa casa, contendo & quartos, gabinete, cacimba
com boa agua, quartos para pretos, estribara *
fructeiras, todo murado : quem o pretender, diri-
ja-se praga da Independencia ns. 37 e 39, ou na
ra da Palma n. 41.
Companhia de seguros martimos Iti-
iidaiie Publica.
I Em consequenca de nao ter havido rcunio dos
Srs. accionistas no dia 30 do passade a direcca
' novamente convida aos mesmos senhores para se
reunirem sext-feira 4 do corrente ao meio dia,-
| em seu escriptorio ra da Cadeia n. 42, alim de
se c.umprir o disposto nos arts. 44 e 42 dos est-
1 tutos.Os directores, Feliciano Jos Gomes, Do-
mingos Rodrigues de Andrade.
I Precisa-se por aluguel de um escravo fiel o
; diligente para compras, e o mais servieo externo
de urna casa de familia: na ra do Hospicio n. i6.
- ] }
O Dr. Sarment Filho, medico operador
do hospital Pedro II, para maior com-
modidade das pessoas que o honrara com
a sua conQanca, participa que ser en-
contrado todos os dias no referido hos-
pital das 7 s 10 da manha e dessa hora
em vanlc na ra do Queimado n. 44, se-
gundo andar, onde ha estabelccido o seu
consultorio, ou em casa de seu paiCam-
po das Pnncezas.D consultas gratuitas
todos os das no dito hospital, onde pra-
tica toda e qualquer operaco de que os
pobres precisem para o seu restabelec-
J|5 ment. Incnmbc-se especialmente da
|| cura das molestias do dominio da medi-
|S[ cia operatoria, que se ha dedicado,
J das affcecoes do tero e da uretra.
RESTAURNT
11 Ra estreita do Rosario \ i
O novo proprictario deste estabelecimento convi-
da o respeitvel publico que d'ora em diante acha-
ro as melhores comedoriasa qualquer hora do da
ou noite, fornecendo-se tambera mensalmento : o
apprasivel sorvete de bellas e deliciosas fruclas do
paiz a 240 rs. o copo de meia garrafa, ao meio da
e a noite :. aoxcellente papa das 6 horas da ma-
nha em diante ; bem como todas asnoles de sab-
bado pata o domingo a boa e substancial mi do
vacca, tudo por pregos commodos.____________
Precisa-sede una ama de leite forra ou es-
crava : na ra do Forte n. 4.____________
Attencdo
m
Precisase alugar um sobrado de um andar ou um
l segundo andar, mas que seja na ra da Aurora,
1 toma-se todo o arrendamento do predio, querendo:
quem livor annuncic por este Diario.__________
Giuseppo Aceld, subdito italiano, retirase da
provincia. ,
S0E4E
DGS
ARTISTAS EHOIAMCOSE LiltEfUES
DE
PERNAMBUCO.
Havendo negocios de urgencia, e deixando os
senhores socios desla sociedade de comparecerem
tres sessoes consecutivas, de ordem do director
avso-os em geral, para que quinta-feira 3" do cor-
rente, na sessao ordinaria, queirara comparecer.
Secretara da Sociedade dos Artistas Mchameos
e Liberaesde Pernambuco 1* de dezembro de 1863.
Flix do Velos Gorreia
1." secretario interino.
Alga-se o segundo andar do sobrado n. 24
da ra Direita : a tratar na padaria por baixo do
mesmo. '_____________________________,
Conrad Brandes e Henrique Peter retirara se
no prximo vapor para Maranhao e Para, e avisam
ao respeitvel publico que continuam a vender os
seus canarios at a sua sabida : na ra da Impera-
trizn. 17,_______________________________
SOCIEDADE
ism m ipmshhii.
De ordem da presidencia convido a todos os so-
cios a comparecerem no dia 10 de dezembro as 6
1|2 horas da tarde, a fim de se proceder a eleico
para os novos empregados que tem de reger a so-
ciedade para o anno de 1864, cerno foi resolvdo
em sessao de 8 de outubro prximo passado.
Sala das sessdes da Sociedade Amor ao Prximo
2 de dezembro de 1863.
Joaquim da Silva Mendes.
l.s secretario interino.
Precsa-se de urna ama: na ra estreita do
Rosario n. 18, primeiro andar._______________
Sociedade de seguros mutuos
de vida installada pelo llanco
l'uiio na cidade do Porto.
Os agentes nesta cidade e provincia Antonio
Luiz de Olivera Azevedo | da Cruz do Recife n. 1, esto autorisados desde j
a tomar assignaluras e prestar todos os esclareri-
mentos que forem necessarios, as pessoas que de-
sejarcra concorrer para to til e beneflea empre-
! za, segurando um fuluro Iison"sero aos associados.
DENTISTA DE PARS
19Roa Non-19
Frederico Gautier, cirurgio dentista,
faz todas as operarles de sua arte, e col-
loca denles artiflciaes, tudo com superio-
ridade e perfeico, que as pessoas enten-
didas Ihe reconhecem.
Tem agua e pos dentiflcio.
do mito lindo e apparatoso drama em tres actos,
original brasileiro.
BRAVO DE CASEROS
ou
A BATALHA DE iiOROli.
PERSONAGENS.
Major Soares. ,,...... 0 Sr. Thomaz.'
da manha.
BE
Una eserava e urna mulatlnha.
O agente Almeida far leilao por autonsacao
dos administradores da massa fallida de Bastos &
Lemos, de urna escrava cosinheira, engommadei-
ra e urna molatinha.
Quinta-feira 3 de correte.
Em sea escriptorio na ra da Cadeia Jo Recife
p. 48, s 11 horas do dia.
A pessoa que no dia 19 de novembro prxi-
mo passado aceitou urna letra 6 dias ao Sr. Ma-
noel Pacheco Couto, faz ver ao mesmo senbor ou
pessoa que Uvcr a dita letra a venha receber, pois
desde o verfeimento qne o importe est sua dis-
posico, e desde j protest nao pagar juros.
cu-
Feltor.
Quem precisar de um bom feitor para sitio, .
Sa conducta se afianca, dirjase roa de Apollo n.
r, primeiro andar, que achara cora quem tratar.
Aluga-se urna casa terrea cora soto e com-
modos para grande familia, quartos para criados,
estribara, quintal bastante grande com fructeiras,
sita nos Afogados, no pateo da Paz ; a tratar as
Cinco Pontas n. 44, ou no mesmo Afogados com o
Sr. Jos Lacio Lins.
- Precisase fallar com o Sr. Ignacio
Vieira de Helio, eserivo em Xazaretn,
sobre negocio pe o mosmo senhor nao
ignora; na ra do Crespo loja de fa-
zendas n. 7.
Criado
Precisa-se de um, que entenda de servieo de si-
' tio tambem, dando-se 1204 por anno e comida :
, na ra Nova, sobrado na 23, primeiro andar, das 9
horas da manha at o meio dia.
Contina a naver pao de senteio novo nos dias
quarlas e sabbados de cada semana, na padaria
| em Santo Amaro ae p da fundico, na roa da Im-
peratriz n. 22, e ra do Brum, confronte o chafa-
riz n. 47, ra das Cruzes, deposito n. 3, na Pas-
sagem, taberna da esquina do Sr. Bento, que vira
para o Remedio, e no armazem progresso, largo
Sa Penha n. 10. '_______
HA PARA ALUGAR
Um andar com sotao na ra da Cruz, um ter-
ceirodto com sotao na ra do Encantamento, una
pequeo armazem na ra do Arnenin, um arma-
zem proprio para offleina ou estabelecimeolo na
ra das Cruzes : a tratar com Joao Ribeiro Lopes,
ra da Cadeia n. 33, loja
Precisa-se de nm preto escravo qoe entenda
de maoeira ; na ra do Gotovello n. 31.



Diario de Peroambuco nura eira le Descubro de 18d3.
*

D-sc constantemente dinheiro a premio sob
peohores de ouro e praia:: na rua da Gloria n. 27,
se dir quem di; %. ,
Aluga-se o segundo e terceiro andares da tra-
vesea de Queimado n. 11. _________________
Aluga-se urna tuja das mclhores na ra No-
va, propria para ferragemj do que est muito acre-
ditada, oa mesmo para qualquer outro estabeleci-
mento por ser em ura dos melhores locaes : a ira-
lar no Passeie Publico n. 7, loja de fazendas.
^1V
$M
Preci8a-se alugar urna preta escrava que saiba
lavar e vender na ra : na ra da Roda casa n. 28.
Ainda nao se alugou a casa n. 90 na ra Au-
gusta, cora 2 salas, 6 quartos, corredora lado, co-
zinha rra, quintal e cacimba, cora comraodos para
urna familia grande: quem a pretender, dirija-se
a ra do Vigario n. 11
Um homem portuguez, bom distilador, se of-
ferece aos senhores de engenho que tiverem dist-
lagao : quem pretender procure em casa do Sr.
Miguel Joaquim Mcnezes, no Barro.
Precisa-sede urna ama com bom leite, forra ou
captiva : na ra do Hospicio n. 36.___________
Precisa-se de urna mulher idosa, de boa con-
ducta, e que anda se possa prestar a fazer algum
servico para morar em companhia de urna peque-
a familia, a quem se Ihe dar o sustento e ma-
pa : qaem pretender, dirija-sc primeira casa na
roa do Palacio do Bispo, lado esquerdo, indo pela
ra do Pires.
CONPKAH se
dous molucotes de lo a 20 annos que sejam bonitos
e (orles : na ra do Amorim n. 3a, segundo andar
Comprase effectivamente ouro e prata em
obras vclhas: na praca da Independencia n. 22
loa de bilhetes.______ _
Na estrada do Manguinho, casa n. 21, com-
Sra-se urna escrava de boa couducta, que entenda
e costura e engommado, paga-se bem._________
Compra-se cobre e lato velbo :*no arma-
zem da bola amarella no oitao da secretaria de
polica.
VENDAS.
NOTA LIQUIDACAO
i ***** P>*o- I l'edc-se (oda alieneo.
nJJStV-mnSf ranCH Parve6iid e. rT dc i Coslodio *>* Alves de fazendas mglezas, francezas, aljamias e suissas,' ?n,nas ~ n-, covad\ ditu de palminhas a titulada Gallo Vigilante, ra do Crespo n. 7, avisa
qoa se pretendem liquidar antes da festa do na-1 *{." wrlatana de palminhas a 320 rs., fil bran- aos seus numerosos freguezes e ao rwpeitavel nu-
tal, por precos baratissimos, afim de apurar di- ^ |IS0' c to,'la,anf branca e de cores a 800 rs. a blico, que tendo de reformar no fim deste anno eu
nheiro, sendo a maior parte destas fazendas in- j a.ra : na rua aa lmPeratnz n. 60, loja de Gama Si estabelecimento, equereudo liquidar grande quan-
teiramente novas,_chegadas pelos ltimos 'apo-1 K_.rf lidade de diversos objectos, esl rosolvido a vender
res ; de todas se dao amostras,deixaudo poulior : I ** Pretannas do pavao. Iludo jior precos baratsimos, como sejam :
03 N c armazem do |iavao, rua da Imperatriz I Vende-sc brelanha do algodao em pecinhas del Pegas corn 45* varas de franjas de linho a .15.
n. 60, de Gama & Silva. rolo, rada peca com 10 varas, pelo diminuto prego Ditas com 43 varas de galu de linho a 35.
Antonio Jos Rodrigues de Souza, na rua do
Crespo n. 13, precisa alugar ura molque para o
servico do casa de familia, e que saiba bolear car-
ro, sendo de bons costumes.
Precisa-se de urna
casa de homem solteiro :
32, loja.
ama para cozinliar em
na rua do Queimado n.
Acha-se Justo e contratado
por venda o sobrado com sitio
na rua da Trempe n. 1, aonde
actualmente reside a i:vm. Sr.1
marquesa do Recite cujo pre-
dio pertence a D. Voanna .arla
da ConcelcSo conheclda por D.
loanoa dos Passos, se algueni
se julgar com direito em dito
predio o declare por este Jornal
no prazo de 4 -das lindo os
qnaes se elfectnar venda. Re-
elfe, ? de novembro de 183.
Precisa-se de urna ama que saiba cozinliar,
comprar e engommar: na rua 'lo Rangel, sobrado
numero 33.______________________________
Precisa-se de um homem que queira assentar
praga por outro : na rua da Guia n. 54._______> Vende-se um sitio com urna boa casa de pe-
Aluga-se a casa terrea n. 36 na rua da Ma-, d.ra e cal> salas e 8 quartos, cozinha fra,
triz da Boa-Vista, por barato proco : a tratar na vrreiro e rio, casa para escravos, dita para feitor,
rua Uireita n. 9, loja de marcineiro. com duas cacimbas, tinque para banho, dito para
----------------------------------:------------------ lavar roupa, e rnuitas arvores de fructo -, vende-se
Ama para ser adujada. por menos do prego que se pedio : quera pretcn-
Uraa parda moga com todos os roquesitos para der, dirija-se Capunga velha para tratar com a
urna casa de familia, salte coser, engommar, vestir viuva do Sr. Joo Evangelista da Costa e Silva.
urna senhora, e tratar de criancas : pode ser pro- -------.nJ, .. .r-r--.--------------y
Anda esta por vender o boi ie carroca e de
carro da alfandega, preco comraodo : na co-
cheira da rua da Roda n. 38'.____________
Vende-se um moleque de 8 annos do idade,
oa trocase por um escravo, havendo a volta dos
curada a pessoa que est encarregad de aluga-la,
no estal)elecimento dos Srs. Quinteiro & Agr, na
rua Nova, das 9 horas da raanha 1 hora da
tarde.
Em resposta ao annuncio do Sr. Nhicklar
de 35200 cada peca, assim como lencos brancos
muito superiores a 25 a duzia : na loja do pavao,
rua da Imperatriz n. 60, do Gama & Silva.
A carnauba do pavao.
Vende-se cera de carnauba em saceos, por proco
muito em corita, ou mais barat do que em outfa
qualquer parte : a tratar na rua da Imperatriz n.
60, loja de Gama & Silva. s
45-RA DIREITA-45
Eia, rapasiada, coragem! parece que j
Moss, dolara radmtmslrador da ro^dade Api- g?* forera ***** :,-na rua *> Lima'em t^LT^J^
pucos, que dividindo as matas Senominadas do ^ Arnaro, ao passar a fundiQao, pnmeira casa Imperatm n. 60, de I
Besouro com as de. Adducos. convem me, na es- ,errea a es1orda, das 7 as 8 horas da manhaa, ou i fto .....
Deolisla auiericano
A'ew-vorU. rua do Im-j
rador n. 63.
ftr. W. H. M. Grath, offerece ao res- !
peitavel publioe de Pernambuco os ser- i
vicos de sua profisso, todas as opera- j
oes da bocea e dentes serao ejecutadas 5
cora o ultimo < muito melhorado princi- i
pies de cirurgia dental.
O Sr. Luiz Paulino Cavalcanti de Al-
liuqoerque, tem unta carta nesta ypograpliia.
Arrendase na rua da Aurora n.
Besouro com as de Apipucos, convem que na es-
criptura de venda daquellas torras se discrevam
os limites das duas propriedades com a clareza
precisa para evitar duvidas ou questoes futuras.
Joao Francisco doRego Maia.
Criado.
Precisa-se de ura criado para fazer corapraz e
servir a mesa em urna casa cstrangeira : trata-se
na loja de Maia Irmos no arco de Santo Antonio.
Foraecc-se comidas por mez para fra, em casa,
EDr commodo prefo, com limpeza : na rua da
ruz n. 11.
, Precisa-se saber a quem pertence o solo em
que est edilicada a casa terrea n. 25 da rna de
Santa Thereza, afim de se pagar o lauderaio :
quem se julgar com direito, dirija-se rua Au-
gusta n. 27.
. Ama de leie.
Quera precisar de urna ama com bom e abun-
dante leite, esem Iflhos, dirija-se praca da Boa-
Vista n. la, priraeiro andar.
Na rua da Praia n. 3 precisa-se de urna ama pa-
ra casa de rapaz solteiro.
Veadem-se caixas com videos para vidracas,
de todas as dimenses, cortase e bota-secom mas-
sa com toda a perfeicao e seguranca, tanto no es-
Aa laaziahas do pari.
Vcndera-se as modernissimas laazinhas com 9
palmos de largura, sendo lisas e de quadrinhos,
propnas para vestidos, capas soutara baques pelo
; barato preco de 15200 o covado, ditas com i pal-
I nos, lisas e de quadrinhos a 500 rs., ditas garibal-
d i ras a 400 rs., ditas enfeitadas de quadrinhos a
360 rs, bareges malisados milito (nos aSOOrs.,,
laazinhas transparentes com palmas de seda a 500 ]
rs., ditas matisadas a 320 rs. o covado : s na loja
do pavao, rua da Imperatriz n. 60.
Os cortes de cainbrala goe rende o pavao.
Vendem-se cortes de cambraia branca com ba-1
hme,P /f^,0S a 3f000- S U W00' d,tS '
t^^^^^WT^ entregastesosvossosjoanctesaos duros sei-
e rnea a 35000, ditas lisas brancas e de cores a xos do pesstmo calfamento da nossa Cidade !
25500,35,35500,45 c55, pecas de cambraia deca-' S se observa era vossos ps botinas acalca-
!^,SK!^mi,!ac^a-:5e^obra?' nhadas e gastas at ultima sola; sapates
^rSa^i^^Sy SS nrL,ras^os equasi sem saltos.... nemtanto!
parentes com 20 varas cada pe^a a 95000, isto tu- a quebradeira nao deve chegar at este pon-
to 1 Vinde rua Direita munir-vos de excel-
lente calcado com 40 e at 60 por cento
menos do seu valor___altendei:
Borzeguins, Nantes, bezerro e va-
queta 2 e meia solas .... 8^500
Borzeguins, Nantes, bezerro, va-
queta e lustre 2 solas. 80000
dinheiro : na loja do pavao, rua da
Gama & Silva.
durante o da, na rua do Passcio Publico^ casa' ty- 8 '** o pavao de Mocambique a 1:000.
pographica. Vendem-se os mais modernos chales de Mocam-
bique, sendo de urna s cor, com barra e muito
grandes, pelo baratissimo prego de 45000, affian-
cando-se serem os mais modernos do mercado, di-
m 'fura nm airrarfari a 's de mcrin0 estampados a 25000, ditos a 35000, 1-----. ~ '""
TruarAraV& P V H ditos muito finos de crepen com 4ponu.s epnu Borzeguins, francez e hamburguez,
Vende-se um carro novo de 4 rodas, bem
construido e sem coberta, acompanhando os com-
petentes arreios de metal
rua do Imperador n.
principe : a tratar na
BARATO
lo Queimado n. O lo
Na rua do Queimado n. JO loja de Fer-
ro S Maia, vendem-se manteletes de
grosdenaples bordados a matiz, fazenda
inteiramente nova pelo diminuto preco
de 105 cada um.
redonda a 65000, 75000, 85000 c"95000 : so na.
loja do pavao, rua da Imperatriz 11. 60, de Gama & i
Silva.
Grosdenaples a 1:500, na loja do pavo.
Fazenda a 15500, 15600, 15800 e 25000 : s na
oja do pavao, rua da Imperatriz n. 60.
bezerro, lustre e couro de por-
co 70 e........60000
SapatSes, Nantes, bezerro e vaque-
ta 2 e meia solas.....50500
Sapates, Nantes, vaqueta, lustre e
bezerro 2 solas......50000
Sapates, Nantes, sola e vira.
Ditos para menina, comlaco. .
Ditos de ditas, de cores. .
e homem,
0 paro rende chapeos de sol para srnboras a
1:000.
Vendem-se chapos de sol, a ingleza, sendo co
bertos de linho e forrados de verde, proprios para
senhoras que forem passar a festa, ou para meninas Sapatos para senhora
levarem para a escola pelo barato prego de 15000, i tapete.........
ditos marquerinhos de seda com franjas e cabo de' Carntns o hnrrarrn nira nWa
, dobrar a 25500, ditos de seda para hmens, sendo TiP 1 borracha para senhora.
- Vendem-se pente, de tartaruga virados a 55: com arma?.de bal.ea 000 e 75000, isto para 'dem dem para meninas. .
.ruadas Trincheiras loja de tartarucuciro n. apurar dinheiro : so na loja do pavao, rua da Im-1 Sapatos de lustre para senhora. .
peratnz n. 60. dem de lustre s avessas .
na rua das Trincheiras loja do tarta ruguci
i 2, confronte a rua estreita do Rosario.
Vicenso Fizicio, Italiano, vai para Macei.
Secundo Fichine
Papel pautado.
Acaba de chegar papel greve pautado de supe-
, rior qualidade : vende-se na livraria econmica
junto ao arco de Sauto Antonio.
c seus doasfilhos, subditos
rt- italianos, vao para Micei.
26a*\celleute prepnedade denomina- prM.i.,aa^--------------------n---------
_ n____ M. a "_-VT. Precisase de urna ama para cozinliar em ca-
da Barra de Serinhci, rom grande
numero decoqueiros para desfruclar e
ni ni tes foros* a perceber anima I mente.
Enslno de preparatorios,
O bacharel A. B. de Torres Bandeira,
proessor de geographia e historia no
gywnasio desta provincia, tera resolvido
alirir cursos particulares para o ensino
destas disciplinas, e bem assim para o
de rhelorica e pbilosophia.
Gs airaos comecarao logo que baja rni-
iiioro siifficiente de alumnos para cada
um delles : na casa da residencia do
aunaaciante na rua estreita do Bosarlo n.
n. 31, terceiro andar.
oh
o^n^R
Aluga-se o armazem n. 4 da rua do Apollo, e
o terceiro andar da easa n. 88 da rua da Impera-
triz ; na rua da Aurora n. .36.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado
da rua do Amorim n. 58, proprio para es-
criptorio : a tratar rua da Cadeia n. 62,
segundo andar.
sa depouca familia : na rua Direita n. 20.
Precisa-se de urna ama de leite : a tratar na
rua Nova, loja n. 7, ou na rua Imperial n. 222.
Precisa-se de urna ama de leite forra ou cap-
tiva, que seja sadia, para acabar a criacao de um
menino de 11 mezes : no segundo andar do sobra-
do da rua do Imperador por cima do cstabeleci-
mento dealfaiate do Sr. Flix.
A t por mez.
Aluga-se o excellentc armazem da casa da rua
do Amorim n. 13, muito proprio para recolher g-
neros, ou para tanoaria : a tratar na praca da In-
dependencia n. 22, loja de bilhetes.
Precisa-se de um menino porluguez ou na-
cional, de fra da cidade, de 12 14 annos, para
caixeiro de taberna : a tratar na rua da Senzala
nova n. 26.
Precisa-se de urna ama que engomme c cosa,
para urna pessoa : a tratar na rua do Imperador,
armazem de Jouca n. 41.
Aluga-se a easa terrea n. 6, do pri-
imtro becco da Camboa: a tratar rua da
Cadeia n. 62, segundo andar.
Precisase alugar urna escrava qu saiba co-
zinbar e engommar* a tratar na praca da Inde-
pendencia us. 37 < 39.
Aluga-se urna mulata boa cosinheira e peri-
ta engommadeira : na rua do Bangel n. 17.
Antonio Climaeo Moreira Temporal mudou
seu.escriptorio de commisses para rua da
Cruzfn. 30, primeiro andar.
A preta Benedicta, forra, pie e conservou
enmasa do fallecido Francisco Antonio Pinto, pin-
tor, pode ir.m mandar buscar o seu titulo de li-
berdade, assim como outras alfaias, em casa da sua
tutorana travessa da Baixa Verde, na Capunga n.
8, ou errtenda-RC com o subdelegado do mesmo lu-
gar a Ul rospeilo. ________________<
Preasa-se de um menino de li 16 airaos
para caixeiro, que tenha pratica de taberna, e d
fiador de sua conducta : na rua Nova n. 08.
Aluga-se a casa torrea n. 37 da rua Augusta
com 2 salas, fi quartos, cozinha fra, quintal mu-
rado cacimba, e igualmente a loja da casa n. 59
da mssma rua : os pnetendentes entendam-se com
a sen pmprietario oa roesma casa n. 59.________
Aluga-se urna casa terrea na rua do Ampa-
Mcias do Porto.
Vendem-se na loja de ferragens na roa da Ca-
deia Velha u. 44, mcias de linho e igualmente de
algodao, por preco muito commodo.___________
Vende-se urna padaria nova com todos os
pertences novos e superiores situada no becco do
Lima n. 45, assim como dous escravos i os pre-
tendentes que a quiierem comparegam a mesma a
qualquer hora do dia.que y har com quem tratar.
Vende-se a taberna do pateo do Terco n. 11,
bem afreguezada : a tratar na mesma,o motivo se
dir ao comprador.
AR1IAZE.1 FR4MEZI
1 Rna da Cruz9
Vi 11I1'i BorJcauv superior a du-
zia 6)9000.
Mmmmm mmmMmk.
Vende-se um selbm para montara de senho-
ra e dous caixes de araarello envernisados, pro-
prios para fazendas : quem pretender, dirija-se
Capunga velha, casa da viuva do Sr. Joao Evange-
lista da Costa e Silva para tratar.
Vende-se um caliriolot de duas rodas, quasi
novo e muito bonito, por 2005 : a tratar no arma-
zem de carros de Mr. Grosjcan, na rua da Floren-
tina.
Vende-se espirito superior e xaropes de di-
versas qualidades por commodo preco : na rua
nova de Santa Bita n. 70.
4#00
30500
2800
800
10400
10000
i 0000
500
0 pavao vende cachemiras da Escossia, corte
2:240, covado 640 rs.
Vendem-se cortes de cachemiras da Escossia,
para calcas, pelo barato preco de 25240, tendo da,
mesma fazenda para vender em covado a 640 rs.,'.
sendo esta fazenda muito encorpada, a imilacao de'
casemira, e garante-se que nao desbota. Tambem
M vendum cortes de casemira ingleza, de cores es-'
curas para calca pelo barato preco de 15800 cada
corte, ou a 500 rs. o covado : s na loja do pavao,
rua da Imperatriz n. 60.
0 pavo vende os vestidos brancos bordados.
Vendem-se os mais ricos vestidos de cambraia
brancos, bordados croch, sendo os mais moder- '
nos que tem vindo ao mercado, tendo as saias 4
palmos, e vendem-se pelos baratos precos de 105,1
125 c 165000 : s na loja do pavao, rua da Impe-!
ratnz n. 60, de Gama & Silva.
TARA TOBAS AS MOLESTIAS DO
vam i i! u imm
Vende-se |ior preco commodo urna boa caa
terrea com grande terreno cercado, em agradavel
posicao, na rua Nova da cidade de Olinda; perten-
ce ao cirurgiao Francisco Jos do Amaral, e pode
Aluga-se o sobrado da rua do Colho n. 10,
com grande terraco por commodo preco ; a casa
dos leSes na rua dos Prazeres n. 36 ; urna dita na
mesma rua n. 32; urna dita na rua do Socego 11.
7 : a tratar com Jos Carneiro da Cunha.
1 miau de \ossa Kenhora da
Conceico dos Hilitaaes.
Em consequencia de nao se ter reunido numero
legal de irmaos no domingo prximo pascado, e
em virtude do art 18 tit. V dos estatutos, que re-
gem esta veneravel rmandade, convido de novo
todos os nossos charissimos irmos, para compare-
cerem sexta-feira 4 do crreme, s 6 horas da tar-
de, no consistorio de nossa igreja, afim de eleger-
se o novo presidente da mesa que tem de
esta irmandade no futuro anno de 1864.
Consistorio da irmandade, 1 de dezembro
1863.
O secretario,
___________________-V. C. Honorato.
Escravo fgido.
Desde hontem ausentou-se da casa de seu se-
nhor o mulato Paulino, cheio do corpo, estatura
baixa, cabellos carapinlios, rosto redondo e cheio,
com duas manchas escuras, ou pannos bem fal-
lante, e levon vestido calca de algodao azul j des-
botado, e camisa branca. Boga-sc s autoridades
policiaes e a qualquer pessoa do pov.i, ou capito
de campo, o favor de o capturar e manda-lo levar
a rua do Imperador n. 63, 2 andar, ou na loja de
iilicararm;l0S ^ ^ d* Sa"l Anl0n0'qUe S& gra" onde sc mud(,u antg "
A's pealiinrhas do pavo, antes que se acabem.
Bicos cortes de cambraia branca com babados e
duas saias bordadas croch, lendo bastante fa-1
zenda para vestido, pelo baratissimo preco de 35000
, cada um, ditos de cambraia de seda com barra e,
babados a 25500, para acabar, cortes de vestidos
Mara Pia, sendo fazenda de bonito gosto a 35500,
cortes de cambraia brancos com babadinhos a 25,
enfeites para cabeca, sendo Garibaldi e turca a
45000, ditos com titas e flores a 25000, camizinhas
bordadas para senhoras a 15000, manguitos de va-
rios modelos a 400, 500 e 640 rs., calcinhas para i
meninas a 500 e 640 rs., gollinhas bordadas a 320
800 rs., sedas de quadrinhos a 640, ditas de listas j
a 400 rs. o covado, fustao para vestidos e roupinhas :
de menrlos a 320 rs. o covado, alpakim ougorgu-'
rao de linho a 260 rs., ganguelin de urna s cor a [
320 rs. o covado, toalhas de linho adamascadas, j
para rosto a 15000, vestuarios para meninos e me-
ninas a 15600 e 25000, tiras bordadas e ntremelos I
mais barato que em outra qualquer parte, tudo isto
! pccliincha e vende-se para liquidar : na rua da
Imperatriz n. 60, loja e armazem do pavo, de Ga-'
1 ma & Silva. :
Sedas do pavo a 500 rs.
Vendem-se sedas de quadrinhos com pequeo
AS
terreas sitas nos Afogados : a tr tar com Frederi- ido na 'Ja do pavao, rua da Imperatriz n. 60, de
co Chaves, rua da Imperatriz n. 19. Gama & Silva.
Manual de COnlas feilas Pav5 n,,e casemiras a 1:600.
para compra c venda de assucar e outros gneros ; Vendem-se casemiras francezas enfestadas, pro-
obra muito til para os negociantes e senhores de Dr'as l'ara ca'cas- colletes, palitos e capas para se-
1 nhoras, por ser de urna s cor, sendo fazenda que
semprc se vendeu a 35000, liquidase a 15600 o
covado : s na loja do pavao.
Plalas Vegetaes Assuc aradas
De Kemp
Compostas dos deis novos resinoides chama-
dos PoDOPBiLiKA e Leptaxdrisa, c inteira-
mente livrea de Mercurio ou outros venenos
mincraes ou inetallieos, s-To de grande uti-
dade nos pases clidos em cazos de
DISPEPSIA, ENCEAQECA,
Coihlipacao ou Prizao do Vcntre,
PADECMENTOS DO FIGADO,
Affecr,es Biliosas, -
HEM0REH01DS, CLICA,
lerenda,
FEBRE GASTRO-HEPATCA,
JS oulras fiifrrinidadfs anloga?.
Ellas vio rpidamente substituindo os anfgos
purgantes drsticos.
A venda as boticas de Caors & Barboza,
l.aa surtida para bordar, libra a 45-
Froco de cores surtidos, pega a 160 rs.
Manguitos para senhora, o par 800 rs.
Golinhas de bonitos gostosa 400,500 e 15-
Salvas de metal principe a 15300, 25 e 25500.
Ditas com copos de metal proprio para meninos a
152OO.
Facas e garfos para sobre-mesa a 45 a duzia.
Ditas o ditos dita com cabo de marlim a 65.
bandejas de todos os lmannos muilo ll.ias a 15,
15200, 1?400, 15600, 25500, 35500 e 55.
Ditas redondas para copo de 500 rs. para 25800.
Tesouras em carteiras, a duzia a 500 rs.. 640 e
800 rs.
Pcitos para camisas, a duzia a 25.
Camisinhas bordadas para senhora a 15500 e 25.
Chapelinas para senhora a 35.
Ditas para menina a 25.
Chapeozinho para meninas de escola ou passeio a
25e35-
Flores francezas, caixos grandes, a 600 rs.
Luvas de seda com pequeo toque de mofo a 300
rs. o par.
Toucas de la para meninos a 500 rs., fil a 500 e
600 rs., de seda a 800 rs.
Sapatinhos de merino a 800 rs., e de laa a 500 rs.
llulsinlias de missauga para meninas de escola a
800 rs.
Uotocs dourados para punho a 200 rs. o par.
Tinteiros de metal a 320 rs.
Trancelinspara relogio a 100 rs.
Ditos de fita chamalotc a 200 rs.
Escrivaninhas de metal a 35500.
Colheres de metal para cha a 200 rs. a duzia.
Ditas de dito para sopa a 25 a duzia.
Butoes de duraque pretos a 400 rs. a groza.
Cartas hespanholas para jogos a 15200 a duzia.
Caslicacs brancos e amarellos de metal a 15.
Carteiras para algibeira a 500, 600, 800 e 15.
Sabonetes muito finos a 15200,15600 e 25 a duzia.
Fivelas para caiga a 300 rs. a duzia.
Butoes de ac para caiga a 320 a groza.
CaixinhascomalfineteSjgrampos e clcheles a 320.
400 e 500 rs.
Filas de borracha pretas e de cor a 120 e 160 rs.
a vara.
Latas com dous massos de agulhas por 800 r?.
Brincos de aljofares a balo a 320 o par.
Allinetes pretos e de cores cora pedriuhas a 200 rs.
e320.
Camisas para homem feitas em Lisboa a 25.
Fitas de velludo lisas e lavradas a 800, 15, 15500,
25 e 35 a pega.
Ditas para sinteiro a 300 e 400 rs. a vara. *
Caixrahas tara costura de senhora a 15500,25.
3,4, 5 e 65.
Compoteiras de vidro com pratos de metal a 35 e
45000.
Franja de la para debrunhar tapetes a 25 a pega.
Palitos de logo, prova d'agua, a 15 a groza ou 120
rs. a duzia.
Assim como tem grande sorlimenlo de nui'os
mais otijectos que sc tornara enfadonho mencio-
na-los, que tudo se vender muito barato para li-
quidar : na rua do Crespo n. 7, e rua do Impera-
dorn. 59, junto ao passo, ecasa da llquidago.
CAL DIUISRO,
Vendem-se barrls com cal des-
ta procedencia, empedra, cliega-
da Koje, e nica nova, que ha no
mercado, na rna do Trapiche n.
13, armazem de .Uanocl TeUel-
ra Basto.
RUA DA CRUZ N. 7
tllll A/.IMI I II \ \< i /
Vinho deBordoaxem barril, daqualidade muilo
superior, e em garrafas 65000 a duzia ; batatas
muito novas, licores francezes, e cognac o melhor
que existe no mercado.
Kua da Senzalla n. 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston & C,
sellins e silhocs inglezes, candieiros e cast-
caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
chicotes para carros e montana, arreios para
carros de um e dous cavallos. e relogios de
ouro patente inglez.
Nada mais barnlo.
Queijo prato muito fresco a 480 rs. a libra, e in-
1 teiro a 400 rs., bolachinha ingleza muilo nova a
200 rs. a libra e 25 a barrica
Xossa tteuhora da Conceico
Continua a estar venda na rua do Imperador
n. 13 a novena de N. S. da Conceigad, conformo
usam os reverendos carmelitas da Reforma do Re-
cife, e tudo o mais conforme os annuncios fetos
por esle Diario.
cugenhos; pois com um lance de visia podc-se
saber o valor de quaesquer quantidade de arrobas
e libras : vende-se na livraria econmica ao p do
arco de Sanio Antonio.
VfAfU'.Vli'
rua da Cruz, e Joao da C. Bravo & C, rua Direito internacional privado oaapplicagSo de se
Offorece-se ao publico.
M da cidade de Olinda para se passar a festa, com JSua!!*?!?* J1,0,61?., paa .ld?1 e, l^'W
o uarlos e3 salas: quera quizer, dirija-se a mes- ^SfSSl l" arrabales desIa ** e mesmo
ma rua, sobrado por eima da taberna. EMS?!!2K2 **i .')rov,nc,a' tant0 Para
------^-----------L------. ---------- ---- levar cartas ou qualquer objecto ou mesmo ir bus-
- Aluga-se a loja do sobrado do pateo do Terco car, e tambem recebe alguma divida sendo preci-
n, 12, propria para qualquer
ji. 36.
|iiu|ia jiai.i .iua.-n.ci estabelecimento por'so, e far viagemeom alguma pessoa para'nai
ser espagosa e bom local: a tratar na rua da Pi-aia miAr nartn caiu niu4u .-----,-----:..1 J:_ !.
Otf*rece-se uraa escrava que lava, engomma |
( lamber cozinha : a tratar na rua do Hospicio |
numero 24.
- O 6acarel Jeronymo Salgado de Castro Ac- i
cioli, pedido de um amigo, lecciona a lingua la-
tina, das 5 hora, as 6 e meia da tarde, no seu es-1
criplorio rua do Queimado n. 38. Adratte al-
guns alumnos que quizerem servir se do seu pres-1
limo. O documento abaixo transcripto prova a,
quer parte sendo preciso : quem precisar dirjase
a rua \ elha na Boa-VisU n. 90.
-- Aeha-se a venda na livraria dos
Srs. GHiiuaiaes k Olivrira um opscu-
lo, que lera por lilulo-Eleico (Te l8b'3
em 'iruanihuco-preco \ $ *
Jos
Cal de Lisboa e potassa da
Russla.
Yende-se na rua da Cadeia do Recife n. 26, para
acreditado deposito da
mesma rua n. 12, ambos os gneros sao novos e
legtimos, e se vendem a prego mais barato do que
utra qualquer parte.
da Madre de Dos.
ROUPA HIT/1
&
Vende-se urna taberna em umT das melhores
ras do bairro da Boa-Vista, o motivo porqur se
vende se dir aos pretendentes : a tratar na rua
do Cotovello n. 1.
Azevedo de Andrade faz
scif nte ao co'po de eommercio dcsla
anguidade do annunciante no ensino da mesma pr.ica. C a SCUS freiUezes em ffPr;. I mi
disciplina, prestando-e igualmente a leecionar f f e, Huc
ibetorica, sem prejuizo dos seus^afazeres noeser-; rJinieriO O SCU t'Sl U ICCIIIUMlIO de fa-
cieio da profisso de advogado, para o que pode zClldilS silo ma do Cl'CSpo loja II. 20
A para a de n. 18 da mesma rua.
ser procurado dan 9 horas s 3 da tarde, e no caso
de urgencia a qualquer hora do da.
Atiesto que o Sr. Jeronymo Salgado de Castro
Aecioli su lucientemente versado na lingua latina
como raostrou no brilhan'e exame que fez, quando
se propoz ao concurso da substituido cadeira de
latim do Collegio das Artes ; pelo que por varias
vezes o Urano convidado para examinar na mesma
disciplina nesta academia, equanto a sua conduc-
ta irreprehensivel. E por esta me ser pedida
a passei de minha leltra, e vai com as armas da
academia.
Olinda, 4 de outubro de 1839.
Miguel do Sacramento Lopes Gama,
Director interino.
Alugam-se o primeiro e segundo andares de
sobrado da rua do Padre Floriano n. 92 : a tratar
na rua do Queimado, loja n. 48.
- Antonio Jos Rodrigues de Souza aluga a sua
casa e sitio do Monteiro, em frente ao oitao da
igreja de S. Pantaleo, com bastantes coinmodos :
a tratar na thesouraria das loteras, rua do Cres-
po n. 13.
Precisa-se de urna
! das Trincheiras n. 48.
ama de leite : na rua
COMPRAS.
Compfa-sc urna rabeca pequea: entendam-
se na rua larga do Rosario n. 36.
Compra-se umaogrinha de 7'at 10 annos
do idade, que seja sadia e carinhosa para meni-
Precisa-se de urna ama escrava para cosi- nos : a tratar na rua do Cotovello padaria n 31
nhar mas que seja perita paga-se bem avista do! Compra-se nma negrinha ou urna mulatinha
trabalho: a tratar na rua d- i n. 14, segundo qiie ^ ^^ de s at ^annos de dad "H" ?
andar. ; teo do Tergo n. 12. '
Compram-se garrafas vasias que sejam lim-
pas : na rua nova de Santa Rita n. 7.
Ka rua do Cre po loja n. 13, ala
ga-8e 0 primein, Segundo e lerceiroj Compra-seuma escrava que tenha habili-
andardt SObradO d* mesma ma n. Q, ***** e ^ conducta: na rna da Cadeia n. 3o.
iunln junios ou cana mu ue per i___________ &end0 ^^ e de bons cos(umes. na rua do Cres'
Ja rua Pormoza n. 2, precisa-se de ura cria- po, loja n. *&
alugar uma preta que i
do de 12 a 14 annos, e de alugar uma preta que Compra-se um eacaler que seja pequeo e
saiba engommar._________________________ em bom estado : a tratar com ntonio Jos Rodri-
gues de Souza, na rua da Crespo n. 15.
Nudanca.
Jos Perreira Moura mudou sua residencia para
a rua do Rangel n. 6.
Compra-se at
do Apollo n. 39.
mil garrafas vasias : na ra
\ ende-se na Capunga, rua do Jacobina, junto
ao sitio do padre Capristano, uma casa de pedra e
cal com 3 quartos, cozinha fra, frente murada
com porto, c sitio cercado com ps de limoeiro,
por prego commodo : a tratar as Cinco Pomas
numero 32.
Kua da Senzalla iova n. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
ferro coado libra a 110 rs., idemdeLow
Moor fibra a 120 rs.
o n. 29. '
Nova loja dos barateiros na rua do Queimado.
Velludo de cores fazenda muito boa o covado
35000, baloes de panno 35200, ditos de arcos
35000, 45000 e 55000, lias de duas larguras
para vestido o covado 500 rs., chitas francezas o
covado 360 rs., metim branco para forro de
vestido o covado 120 rs., taflatanas de todas as
cores a vara 720 rs.
o n. 29.
Nova loja dos barateiros na rua do Queimado.
Cassa lisa pelle de vo a peca 75500, cambraia
lisa muito lina apega de 17 varas 105, cam-
braieta pega de 12 jardas 75000, cambraia adamas-
cada para cortinado a pega de 22 varas IO5000
mcias finas para senhoras a duzia 45000, chales
de laa pona redonda 325500.
Ao n. 29.
Nova loja dos barateiros na rua do Queimado.
Bicos pretos de linho a vara 120, 160, 240 320
rs., franjas de seda a vara 80 e 160 rs., galoes
de seda de algodao e de 15a para enfeites de vesti-
do a peca de 10 c 15 varas a 400, boioes de seda
de velludo e de fusto duzias 120.
RELOGIOS, "
Vende-se em cas* de Johnston Paler A
C., rua do Vigario, n. 3. um bello sorli-
mento de relogios de ouro patente in-
glez, de um dos mais afamados fabricantes
de Liverpool, e tambem uma variedade de
bonitos trancellms para os mesmos.
0 organd) do pavao a 300 rs.
Vende-se finissimo organd y matisado, branco,
para vestidos, pelo baratissimo prego de 500 rs. a
vara ou 300 rs. o covado, cassas francezas finissi-
mas a 240 e 280 rs. o covado, ditas com palmas 11
grandes, fazenda inteiramente moderna a 440 rs. o N3 fM dO (JUCimaiiO n. esquina |UC
Sv"r s "i1 cH*d0 pavr,'rua da Imr,eralriz volta para a Coosrcsaco.
E' pechincha.
0 pavo vende os retalhos. i Paletots de casemira a a, 6, 7, 8,12 e 145, ditos
Vendem-se por precos baratsimos, porcao de; de Panno Preto o azul a 9, 10, 12, 16 e 185, ditos Lr" >. vende-se ferr
retalhos de chitas, cassas e laazinhas : na loja do sobrecasacos de panno muito fino por 245 c 285, me"?orcs fabricantes ingl
ptvo, rua da Imperatriz n. 60. ,dllos de alpaca preta e de cordo a 4, 5, 6 e 75, '
. caigas de casemiras de cores a o, 6, 7 e 85, ditas
ll chitas do pavo. pretas a 65500, 8, 9 e 105, paletots de fusto e
Vendem-se chitas francezas, escuras, a 280 rs., i PanKa a 25, 25800,3 e 45, caigas e colletes de to-
ditas a 320 rs., ditasa 360 rs., ditas matisadas mui- i das as qualidades e por preco muito barato, len-
to finas a 400 rs., ditas pretas largas e estreitas, ?oes de puro linho a prego de 25800 e 35, cober-
ditas matisadas com fiores proprias paracobertas: >las de chita a 25240, collarinhos de linho puro a
na loja do pavao, rua da Imperatriz 11. 60. 600 rs. cada um, e outros muitos objectos que s
vista ; e para isso se pede a attengo dos fre-
0 pavo vende os cortinados. guezes.
Vendem-se ricos cortinados adamascados pro-!--------------.____________________________
principios com preferencia as leis principaes do
Brasil, em 1 volme, por I)r. Jos Pimenta Rueo,
85000 : no escriptori de Antonio LuizdeOliveira
Azevedo & C, rua da Cruz n. 1.
Cortinados bordados.
Superiores cortinados bordados para camas fran-
cezas, ou para portas : vende-so somonte na rua
do Queimado n. 46, loja de Guimaros & Bastos.
Cal de Lisboa
itegada ltimamente ; na rua do Vigario n. !n.
primeiro am-iar. _______
Em casa de Mills Latham A ('.., na rua I-
Cruz n. 38, vende-se ferro galvanisado de um doa
"ezes, proprio para cobers
tas de casas.
Botica e armazem
drogas
Kua do
de
Cabug
n. II.
prios para janellas, e camas para noivos, pelo ba-
rato prego de 95000 o par : na rua da Imperatriz
n. 60, loja do pavo.
0 pavo veade para lulo.
Vende-se finissimo setim da China, fazendaem
lustro, proprio para vestidos de senhora, para ca-
pas e roupa para homem, tendo esta fazenda seis
Su bao do hio.
DE
Joaquim Harlinho da Cruz Corroa.
Vende-se o seguinte :
Salsa parrilha de Oristol.
Pastilhas assucaradas de Kemp.
Pastlhas vermfugas de Kemp.
Vende-se excellente sabo do Ro de Janeiro, a I Elixir de citro lactato de ferro'do Dr. Thermes.
pi eco commodo, na rua da Cruz n. 23, escriptono I Rod do Lafecteur
de Antonio de Almcida Gomes; para ver rio trapi-1 Xarope depurativo d'odoreto de ferro de Guy.
che do Cunha.____________________________j xarope peitoral sedativo de Guy.
Carteiras homeopathkas j Pastilhas peitoraes balsmicas de Guy.
em marroquim, com 24 e 48 tubos, medicamentos
Pilulas da vida.
Ku 2!rM-!?-rg2ra C SCn.d0*.'!10 leve', vende'se! raito'"novos''garantidos, mais barato me em 00- Brcl franciscano (mesclado) paraimagens.
P^,?_barat!ss" .pr**o.?e_**.Sfl0.o!*do?. *aran->a qualquer parte : na praca do Panizo n. 24. JtWte- .- ,- j.
tndo-se que-no so torna ruca, e vende-se nica-
mente na rua da Imperatriz'n. 60, loja do pavo.
0 pavo vende irles de caiga.
Vendem-se cortes de calcas de casemira de cu-
res a 254OO, ditos de cachemira da Escossia a
Praga
GRANDE
va 11 i *c m
Madapolao francez o mais superior que tem vin-
do a este mercado, vende-se a 600 rs. a vara, sen-
25240, ditos de ganga a 15600, ditos de brim de, do em pega: na rua do Queimado n. 46, casa de
uma s cor a 25240, ditos de castor a 15280, ditos Guimares & Bastos.
de casemira preta a 45000 e 55000, ditos de case-
mira fina de er a 55500 : s na loja do pavo,
rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Assucar do Monteiro
^X?J^pera que, que ehegaram para a loja ?7K*S rs" aK1,bra' e de 8 hbras Para cuna
do pavo. *j aarropa.
Chegaram pelo ultimo vapor francez os mais '
ricos vestidos soutambarque, sendo com as saias
j feitas e ricamente enfeitadas e guarnecidas,! Bai^ ,je 3Q
tendo a precisa fazenda para fazer o corpo; cora Queimado n 44*
seus competentes soutambarques primorosamente
enleilados, vindo tudo em um s carlo, assim co-
mo as mais modernas camisinhas com manguitos e
punhos a balo ricamente enfeitados, e vendem-se
por prego favoravel : na loja c armazem do pavo
na rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Pechincha.
35 e 40 arcos a 35 : na rna do
Os ntodernlsslBtos vestidos do
pavao.
Araba de chegar um variado sonimento dos
mais modernos cortes de laazinhas, proprias para
vestidos, tendo as barras primorosamente matiza-
das, trazando bada um corte seu figurina para
amostra; e vende-se na loja do pavao, rua da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Farinha de mandioca.
Vende-se farinha de mandioca da melhor e
mais nova que ha neste mercado : no escriptorio
de Manuel Ignacio de Oliveira & Flho largo do
Corpo Santo n. 19, ou a bordo do palhabote Pia-
ndo e brigue Minerva, ancorados no caas do baro
do Livramenlo.___________________________
Cevada
Da melhor qne ha no mercado, vende-se s sac-
cas, em grande e pequea porgo, e mais barato
que n'outra qualquer parte: na rua da Cruz n;
i, escriptorio de Antonio de Almcida Gomes.
pira ver no trapiche baro do Li vramento.
Xarope de ci trato de ferro de Chable.
Pilulas contra sesoes.
Salsa parrilha de Sands.
Extracto fluido de salsa parrilha de Barlys.
Xarope alcoolico de vellamc.
Alem destas drogas ha constantemente um com-
pleto sortimento de tintas, verniz, ouro para dou-
rar, preparados chimicos c pharmaceuticos que se
vendem por commodos pregos.
Venda de uma hypotheca.
Os liquidalarios da massa fallida de
Jos nionio Basto vendem a hypothe-
ca que tem nos engenbos II; lio 6t*m
e Cajabussi no termo de Serinhem no
valor de 3i:835$9H rs.; tratar as
casas a rna do Trapiche n. 34.
Luvas de louvln.-
A loja da Aurora na rua larga de Rosario n.
38, recebeu boas lucas de Jouvin para homem e
senhora, assim como tambera recebeu barrizi-
nhos com graxa econmica a melhor que tem
chegado para lustrar calcado, boas fitas de vellu-
do azul, preta e de inuitas mais cores, tanto largas
como estrellas, as qnaes se vendem muito barato,
muito bonitos sinlos dourados para senhora e me-
nina, camisinhas de cambraia com manguitos.gra-
vatinhas e boioes dourados j promptas para qual-
quer senhora, bons pentes dourados com guarni-
goes e a vulap. ditos dourados com pedras os de
loara arregarar cabellos.



Maris de remas*** trts fefra *B
1>r* de tS8.
UNIAO
s
COMMERCIO
UA.
Defronie da loja de Pregnlea.
III ARTE AlilIEIIl %
acaba de abrir o seu grande e sortido armazem da raolhados denominado Unido e Com-
mercto. Este grande armazera um dos mais bem montados que temos em nossa praca,
nao so em limpeza e aceio, como as qualidades especiaes de seus gneros. 0 propie-
tario de Unido e Commtrcio offerece todos os senhores da praca, senhores de engeiilo
e- lavradores a seguinte tabella, por onde verao j grande economa que lhe resulta em
comprarem em to til estabelecimento, afiancando o mesmo todo e qualqner genero
sabido de scu armazem.
Manteiga Ingle peritamente flor, mandada
vir de conta propria, a 7oo a 800 rs, a
libra.
dem france/.a chegada pelo ultimo navio a
56o rs. a libra, e em barril ter abatimen-
UA
dem ingleza cm potes de 4 a 16 libras a
8>o rs, a libra e o pote separado,
Cha uxim o ratlhor neste genero, mandado
vir de conta propria a 2,8oo rs, a libra.
dem hysson, grande, muito bom a 2,600 rs.
a libra.
dem preto muito fino, a 2,600 rs, a libra.
dem preto, mais baixo, a 2,ooo rs, a libra.
para
dem, verde, miudinho,
negocio, a l,5oo rs, a
mais proprio
libra.
'Uanha de porco refinada muito alva a 46o
rs, a libra, e em barril se far abatimento.
Biscoitos inglezes das seguintes marcas;
Craknel, Soda, Ceedo. Captain, Travellies.
Lunch, Cabio, e outras muitas marcas, a
1.4oo rs. a lata.
Bolachinha de sdo, especial encommenda, a
2.-200 rs, a lata.
Biscoito inglez Craknel em latas de 5, 7 e 15
libras a 0,000 e 6,ono rs,
800 rs, a librn.
e de l,2oo a
Queijoe do reino pelo baratissimo preco de
l.tioo, 1 8de e 2,no.o rs os do ultimo
vapor.
dem prato muito fresco a 64o rs, a libra.
dem londrino muito fresco a 800 rs, a libra.
Vinhos em pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
48o, 860, e Gio rs, a garrafa, e de 3,000 a
1,800 rs, a caada.
Marmelada imperial dos melbores conservei-
ros de Lisboa em latas de 1 e mais libras
a 7oo rs, a libra.
Frats em caldas das seguintes qualidades:
ameixa, rahiha Claudia, peras, cerejas,
gmjaj pecegos e alperch a 5oo rs, a lata.
Figos em nrixinnas de 1 \'t arroba e de 8 li-
bras a 8,000,4,000, e 2,ooo rs, c a 3oo rs,
a libra. '
Ajnendoas de casca mole a 28o rs, a libra, e
en arroba ter abatimento.
Sai dinbas de Nantes a 32o rs, a latinba.
Toucinho de Lisboa a 36o rs, a libra e em
arroba ter abatimento.
Masa de tomates a 64o rs, a libra.
PiraenU do reino a 34o rs. a libra,
l'jiinha do Maranho a 14o rs, a libra.
C-cbolas a 4oo rs. a restea.
Tjollo para lunpar facas a 16o rs,
Cmeja das mais acreditadasmarcas de 5,ooo
.1 7.5oo a duzia. e de 800 a 600 rs, a gar-
ra fa.
Prezunto para fiambre muito fresco e novo
a 800 rs. a libra,
Genebra de laranja a 9oo rs, o frasco,
Chouricas as mais frescas do mercado a 800
rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa.
e lo.Soo rs. acaixa rom urna dnzia.
Licores francezes das seguintes marcas: Ani-
sete de Bordeaux. Piaisir des dames. e de
outras muitas marras a lo.ooor?. 'duzia,
e a l,ooo a garrafa.
Passas muito novas a tim rs. a libra e a 8.800
rs. a caixa. Ha eaixas, meias e quartos.
Batatas a 1,00o re. o gigo com 38 libras.
Bolacbinha ingleza a 4oo rs. a libra,
A?eite francez e portuguez refinado a 800 rs.
a garrafa, 6 9,ooo rs. a caixa com urna du-
zia.
Conservas ingle/as das seguintes marcas:
Mixed. Pirkes. e ceblas simpte a 800
rs. o frasco.
Milho alpista a 16o rs. a libra.
Painco a 2oo rs. a libra.
Gomma muito alva para engommar a 80 rs
a libra, e em arroba se far abatimeoto
Saga muito novo a 28o rs. a libra.
Sabao verdadeiro hespanhol, que raras vezes
vem ao nosso mercado a 28o rs. a libra.
Sabao massa de superior qualidade a i 80,
2oo, e 220 rs. a libra do melhor que na.
Graixa em latas muita nova a 12o rs. a lati-
nba, e l,3oo rs. a duzia.
Peixe em latas muito novo: savel, pescada",
curvin, salmo e outras muitas qualidades
preparados de escabexe, segundo a arte de
cozinha, de l,2oo a 2,ooo rs. a lata.
dem do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado e escolhido pessoalmente por um
dos socios que se aoha em Portugal, das
seguintes marcas: Duque, Genuino, Ve-
lho secco especial, Lagrimas Doces de
1819, vinho especial D. Pedro V, vinho
velho, Nctar superior de 1833, Duque do
Porto de 1834, vinho do Porto velho su-
perior, Madeira Secca de superior quali-
dade, vinho do Porto superior D. Luiz .
de 1847, Lagrimas do Douro, especial vi-
nho do Porto, de l.ooo a 1 2oo rs. a gar-
rafa e de lo.ooo a 12,ooo rs. a caixa com
urna duzia.
ESTABELECIMENTO COMMERCIAL
DE
CUIKH\hl\ E FMIIJAO Bfi MKTAES,
Hito na ra do Brum n. 4 Junte
a fnndl?o do Hr. iiowmam. perteacente a
vi I laca irmo 4t C.
Neste estabelecimento encontrarlo os freguezes um completo sortimento
de tudo que diz respeito as artes de caldereiro, funiteiro, kttonm, ferreiro e
fttndi(o, e os abaixe asssignados que o dirigem, promettem servir a todas as
peseas que se dignaremde os procurar, com promptido, sinceridade e pre-
cos muito raseaveis. O dito estabelecimento estando montado em ponto
grande, tanto no que diz respeito a pessoal, como em materia prima, e tendo
habis officiaes, pode exocHtar com toda a perfeigao e segu-anca qualquer
obra tendente as artes cima mencionadas e aflbitamente pdem os abaixo as-
signados assegorar ao publico que nenhum outro estabelecimento lhe pode
fornecer mais barato e mais perfeito do que elles, visto que receben* de sua
propria encommenda todas as materias empregadas em ditas obras.
Alambiques simples e continuos de te- Sinos de f6 libras 8 arrobas.
des es taraanhos e dimenc5es.
Machinas de cobre para destilar e res-
tilar espirito at 40 graos pelos sys-
temas de Logier e Derosne.
Carapucas e serpenfinas de cobre, e
estnnbof avulsas.
Taixas e tache* de cobre para engento' Bombas para cacimbas,
e refinacio. de repucho,
Paroes de cobre e todos os cobres ne- Bombas para destilacoes.
cessarios para o fabrico do assucar. Ditas para regar jardins, hortas e
Cobres para rodas de moer mandioca. capim.
Machinas econmicas para larar roupa Ditas para navios e barcacas de varias
o melhor possivel. I qualidades e dimencSes.
Cobre em lencol e arrodellas, estanho em barrinha, chumbo em barra,
lencol e canos de todas as grossuras.
Villana Irmdo & C.
38-RUA DO IMPERftDOB38
Parafuzos de bronze e ferro para ro-
das d'agua.
Torneiras de bronze e bronzes para
engenho.
Encanamentos de cobre e chumbo de
todas as grossuras.
aspirantes e
PR06RESSIVO
BMsra yam&aiur
MOLHADOS
Largo do Carato B.
Grande sortimento para a fstapor menos
10 a 20 por cento db que era outra quahraer
parte.
Duarte A C* scientificamaos seus freguezes e ao publico'emgeral. que acaba de he-
gar da Europa um socio que faz parte da firma, com um grande e bello sortimento de
molbaos por elle escolhidos, os quaesse vendempor menos de lo a Sopor 0/^ do qneou-
tro qualquer annunciante, garantindo a boa qualidade e peso de qualqner genero vendido
neste j muito acreditado armazem, e por isso, firmados em que cumprem fielmente o
que promettem, pedem todos os Srs. da praca, de engenhos e lavradores, o favor de
mandarem suas encommendas ou relac5es ao armazem Progressivo. certos de n3o terem
em tempo algum occasio de se arrependerem.
Aviso.
Todos os Srs., que comprarem para ternarem a vender, terio, atm ddffferenCa
j publicada, mais 8 por % de abatimento. Os proprietarios tambem garantem o bom
acondkionamento ainda mesmo dos mesmos para o mais alto sertao.
dem Bordeaux de differentes marcas, garan-
te-se a qualidade, a 8.000 rs. a caixa com
urna duzia, e a 7oo rs. a garrafa.
Garrafes com 8 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 2,2oo rs. com o garraiao.
dem com 8 garrafas de vinho Figueira, mais
proprio para a nossa estatu por ser mais
fresco a 2,4oo rs. com o garraiao.
dem com 8 garrafas de vinagre a l,2oo rs.
o garrafo,
Agua natural de condllar.
muito recommendada as aflec?8es do tubo gaslro-inleslinal, nos dos riny, e bexica onrinaria, pelas
6aas propriedades alcalina, e o acido carbnico que nataralmente comm em suspensao, deprect'
mais coinmodo que a agua de Yichy, e de propriedades talvez superiores pela grande quantidade d
acide carbnico. Injucro Uro, agua d le Cheeleit, cupahiba de Mege, injgceao Fugas de talo
de zinoo, muito recommendada as gonorrneas. Le iroy francez verdadeiro ; na mesma casa tem
algumas eaixas de instrumentos cirurgicos para opera?6es de Matieu e Charriere.
FUIVDICAO no BOWJIM-RUA DO
11 iiin M :h.
Este muito acreditado estabelecimento est prvido de um completo sortimento de
macbinismos proprios do fabrico de assucar, a saber:
Machinas de vapores as mais modernas e mais acreditadas.
Bodas d'agua de ferro com seus pertences.
Moendas e meias moendas de todos os tamanhes.
Rodas dentadas, angulares e de espora.
Taixas de ferro batido e coado. *
Boceas de fornalha. pelo novo systema Wetson.
Alambiques de ferro fundido.
Fornos para cozer farinha.
MOinhos para moer mandioca.
Arados americanos, etc. etc.
7 RA DA IMPERATRIZ 7
Vinho branco o melhor neste genero a 600 rs,
a garrafa e 4,000 rs. a canada.
Vassouras americanas a 800 rs. cada urna.
Velas de spermacete as melbores que ha no
mercado a 56oe 64o rs. e
caixa se far um grande abatimento,
dem de carnauba e composicao, de 4oo a
32o rs. a libra, e de lo.ooo rs, a 11,800
rs. a arroba,
Caf de l1 e 2a sorte de 8.3oo a 8,600 rs.
arroba, e de 28o a 32o rs. a libra do me-
lhor,
Arroz da India, Maranho e Carolina a 3.ooo,
2,8oo e 2,4oo rs. a arroba e a loo rs. a
libra.
Frasqueira de genebra a 3,8oo rs. e a 800
rs. o frasco.
Madama viuva Lecomte tem a honra de participar ao rcspeitavel publico que acaba de receber
pelo ultimo vapor francez um prande sortimento de objectos de porcelana, crystal, tartaruga, madre-
perolas, bronzes, marflm etc., assim como um rico sortimento de alfiaetes de pcito e flvelas para cin-
tos quer de madeira, qner de metal novos modelos.
Cuita para seulior&s e meninas.
Lindas cintas do couro o velludo enfeitadas com a competente bolsa, tal e qual est se usando
em Paris, ligas de seda para senhora, riquissimacaixinhas para presente de festa com preparos de
masso, e em | costura ou sem ella, de tartaruga, madreperolas, marroquim, etc., capellas brancas e para noivas de
flores de laranja.
Finissimos chicotes com cartas de marfim, sndalo, etc., para homens e senhoras.
Perfumaras.
Perfumaras dos mais afamados fabricantes de Londres c de Paris.
Oleo e banhas para cabello. Pos de arroz para refrescar.
Sabonetes tinissimos. Escovas para denles e cabello.
Ditos inferior. Ditas para limpar pentes.
Aeua para limpar dentes. Pentes de tartaruga db pentear..
Ditos de bfalo dito.
Suspensorios para homem.
_E$pelhos grandes e pequeos.
Agua para fingir cabello de todos os fabricantes.
Na mesma casa ctntinn.vsc a fazer cabelleiras, tanto para homem como para senhora, assim
como qualquer cabello snpposto.
Cota-so cabello e frisa-se por 500 rs.
7 Roa da Imperatrtz 7
Azeite doce em barril muito fino, a 64o rs.
a garrafa, e em canada ter abatimento.
Papel greve pautado e liso a 3,8oo rs. a
resma.
Genebra de Hollanda em botija de conta
44o rs. a botija.
Mostarda ingleza preparada cm potes a 4oo
rs. optite.
(rao de bico a 16o rs a libra, e em arroba
tari abatimento.
Vaos inglezes vasio* de 4 a 16 libras, muito
proprios para deposito de manteiga. doce,
e outro quakroer liquido, de 1,00o a 3,ooo
rs, cada um,
Palitos do gaz a i,3oo rs. a groia e 2o rs. a
catntha.
Champagne a melhor neste genero a 28,ou
rs. o gig.
Bacalho a 14,5oo a barrica.
Ervrlhas ftanceza e portugueza a 640 rs. a
lata de urna libra.
Chocolate francez, hespanhol, suisso e por-
tuguez a 1,000 rs. a libra, e a 28o rs. ca-
da pao de un '/*
Garrafes vastos de 8 garrafas at 3 caadas
de 800 at l,3oo rs. cada um.
Ameixas francezas em caixinhas elegante-
mente enfeitadas, com diversas estampas
no exterior da caixa de 1,800 a 3,ooo rs.
cada urna; tambem ha frascos e latas de
differentes tamanhos que se vender por
mdico preco.
Massas para sopa: macarro, talharim e ale-
tria a 48o rs. a libra, e em caixa se far
abatimento.
Garrafes com 14 garrafas de genebra de
Hollanda a 8,Soo cada um.
Charutos de todas as marcas e dos melho-
res fabricantes da Babia de 3,ooo a 4,000
rs. a caixa.
ir
Agua de Colonia.
Cheiros para lencos c gavetas.
UiKM l<>
TY!ns os senhores que comprarem para negocio on casa particular de lOGjj para
cuna lero mais 8 a 10 por *y9 de abatimento; o proprietario scientifica mnis q*Hbfls *
os sm geowos sao raBobdo* de sua propria encommenda, raido sta para ptlet vferi-
der por mait eww 48 Leite antephelico.
\ ppravHtlo pelas academias de medicina de Paris e Londres.
Este leite cura em poucos dias as bardas, ephelides, manchas de gravidez, tez
queimada, nodoas, cravos, borbulhas, bortoejas, espinbas, etc., como consta do livrinho
que o acompanha, cada fraseo tem um livro que indica o modo de applicar o leite ante-
phelico.
O nico deposito na casa de madama viuva Lecomte.
7 RA DA IMPERATRIZ 7
Incitado pelo vaptr:
H paraoTlglIante, rm do Cres-
po n. 9.
At que ehegaram as muito desejadas cascarri-
Ihas de todas as cores com una litinlia de vclludc
no centro, cousa muito elegante para enfeite, assim
como ae outras qualidades, e precos muito razoa-
veis : s ao vigilante, ra do Crespo, n. 7.
Para dar de mime.
Chegaram as riqotssimas nonecas de todos os
tamanhos, vestidinhoe ricamenti enfeitados, cada
um em sua caixinha, propriamentc para um deli-
cado mimo, por baratissimo preco: so ne vigilan-
te, ra do Crespo n. 7.
Para w makara bar haris.
Ghegou lempo a riqusima fita' de dhamalote
para cartas os settheres bichareis, assim como
franea. lisa, propria para abrir letras, ou para .
sints : s no vigilante, ra do Crespo ff. 7.
Pfntfa de marrafa.
Tambem ehegaf/am os riquissimos pentes de
.lo armazem de fazendas bara-
tas de Santos Coelho
RA DO QTEIMADO N. 19 \"EXDE-SE OSE-
GULNTfi:
Rsffira da India
para forro de sala, de 4, 9 e 8 palmos de largura,
por menor preco do que em oatra qualquer parte.
Lencas
! de panno de linho pelo barato preco de 24000.
Lences
de bramante de linbo fino pelo barato nre*o de
3*000.
fltnVrtas de rhila da India
| pelo barato preco de 2J0OO.
Lencos de cassa
branros, finissimos, proprios para algibeira pele
baratissimo preco de 25900 e 2iOQ a duzia.
Canibraia adanastida
j para cortinado, pelo baratissimo preco de 104000
; a pefa.
Prcas de rambraia
Warrafa com pedr>n|ias,nslfRdos nenies do regayo ^e ul^^ flna com 8 1/a baratissimo
para meninas, meias de seda e sapatinhos proprios preco de 4. rr- "-"
preco i
Fila Use fia*
peto baratissimo preco de 680 rs. a vara.
Hramante de lina
fino romdez palmos de largura pelo barato preco
de 24.'HW a VOTa
TeiFlias alcotnoadas
du-
para baplisados, meias de seda para senhora, fitas
de lia para debrum, fila de linhe, trancas de laa,
de litiho e de seda, I uvas de seda e pellica, e fio de
Escoca e ramurca, altinetes de cabeca chata, car-
teirinhss com todas as agalhas precisas para cos-
tura, flvelas de madreiierola esmaltadas de are
parasintos, ores de todas as qualidaJes, caixinhas
com nastlthas de perfuiliaria, abafadores de fia pata m5o pelo baratissimo preco dt SAOOOa
para senhora, toucas e sapatinhos de laa, pulseiri- ra.
ntias Be borracha para segurar mangtfinls, filase pfclg j. fcrclinha
^^"Ba^pSSffSelttJK tEXBSsr9"* *.*'-
*fe e dosfabricantcs mais afamad-s, coloUtef *" preg0 3fm0-
pratiaHos nralte irnos, t-etri de todas as qualidades, nj|"-
retroz em carretel e cm i*>feHo\ e de meada, de Kjr rfU ..1Jfv I
todas is cores, egeovas pAra dentes, ditas para ron- W* flf/ll
pa, ditas para cHpo e dftes para unha, de todpe *m* t.
" etna)lnais*blecte
^MicijW.e vhta
Manteiga ingleza perfeitamente flor, mandada
vir de conta propria, a 8oo rs. a bra.
dem franceza chegada pelo ultimo navio a
56o rs. a libra, e em barril ter abatimen-
to.
dem ingleza em potes de 4 a 16 libras a
8oo rs. a libra e o pote separado.
Cha uxim o melhor neste genero, mandado
vir de conta propria, a 2,8oo rs. a libra
dem hysson, grande, muito bom a 2,6oo rs,
a libra,
dem preto, muito fino, a 2,6oo rs. a libra.
dem preto, mais baixo, a 2,ooo rs. a libra.
dem, verde, miudinho, mais proprio para ne-
gocio, a l,5oo rs. a libra.
Banha de porco refinada muito alva a 48o
rs. a libra, e em barril se far abatimen-
to.
Biscoitos inglezes das seguintes marcas:
Craknel, Soda, Ceede, Captain, Travellies
Lunch, Cabio, eoutras muitas marcas a
l,4oo rs. a lata.
Bolachinha de soda, especial encommenda, a
2,2oo rs. a lata.
Biscoito inglez Craknel em latas de 5, 7 e 15
libras a5,ooo e 6,ooo rs. e de l,2oo a
8oo rs. a libra.
Batatas muito novas a 5o rs.
Queijos flamengos chegados neste ultimo
vapor a 2,2oo rs.
dem do vapor passado a 2,ooo e l,8oo,
dem prato chegado neste ultimo vapor,
muito fresco a a 4oo rs. a libra e intei-
ro se far abatimento.
dem londrino muito fresco a 8oo rs. a libra.
Vinhos em pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
48o, 56o, e 64o rs. a garafa, e de 3,ooo a
4,5oo rs. a canada.
Marmelada imperial dos melbores conservei-
ros de Lisboa em latas de 1 e mais libras
a 7oo rs. a libra.
Fructas em caldas das seguintes qualidades:
ameixa, rainha Claudia, peras, cerejas,
ginja, pecegos e alperch a 5oo rs. a lata.
Figos em caixinhas de 1 '/arroba e de 8 li-
bras a 8,ooo, 4,ooo e 2,ooo rs, e a 3oors.
* a libra.
Amendeas de casca mole a 28o rs. a libra, e
em arroba ter abatimento.
Sardinha de Nantes a 32o rs. a latinba.
Toucinho de Lisboa a 36o rs. a libra eem ar-
roba ter abatimento.
Massa de tomates a 64o rs. a libras.
Pimenta do reino a 340 rs. a libra.
Farinha do Maranho a 14o rs. a libra.
Tijollo para limpar facas a 16o rs.
Ceblas a l,2oo rs. o molho, e a l.ooo rs.
o cento.
Ceneja das mais acreditadas marcas de
5,ooo a 7,5oo a duzia, e de 5oo a 6oo rs.
a garrafa.
Prezunto para fiambre muito fresco e novo
a Soo'rs. a libra.
Genebra de laranja a 9oo rs. a frasco.
Chouricas as mais frescas do mercado a
8oo rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa,
e lo,5oo rs. a caixa com urna duzia.
Licores francezes das seguintes marcas: A-
nizete de Bordeaux, Paisir des dames, e
de outras muitas marcas a lo,ooo rs/a
duzia, e a l,ooo rs. a garrafa.
Passas muito novas a 5oo rs. a libra e a
8,5oo rs. a caixa. Ha eaixas, meias e
quartos.
Garrafes com 14 garrafas de genebra de
Hollanda a 55oo.
Bolachinha ingleza a 4oo rs. a libra.
Azeite francez e portuguez refinado a8oo rs.
a garrafa, e 9,ooe rs. a caixa com urna
duzia.
Grao de bico a 16o rs. a libra, e em arroba
ter abatinaento.
Conservas inglezas das seguintes marcas:
Mixed, Pickes, e ceblas simples a 8oo rs.
o frasco.
Mostarda ingleza preparada en potes i 4oo | Massas para sopa:
rs. o,pote. aletria a 48o rs.
s, qne se tornarla
dos fregnezps pro-
oar
Kecebem-se noommendas de too do ar edo
KLT* l*to "VS^io: s no Vigilante, ma vistas: no armaaem da bola amarada ueoilio da
strt-etaria de |WIa.
Ameixas francezas era caixinhas elegantemen-
te enfeitadas, com diversas estampas
no exterior da caixa, de 1,5o a 3,ooors.
cada urna; tambem ha frascos a latas de
differentes tamanhos que se vendem por
mdico preco.
macarro, talharim, *
a libra, e em caixa ae
Vasos inglezes vasios de 4 a 16 librmuitos. a
proprios para deposito deinanteiga.dbce, !Doaba,'e 4oo a 8oo rs. o
e nutro qualquer hquido, de 1 ,ooo 3,ooo ,,
rs. cada um.
Palitos do gaz a 2,3oo rs. a groza e 2o rs.
caixinha.
Milho alpista a 160 rs. a libra.
Painco a 2oo rs. a lfbra.
far abatimento.
eaixas
grande. M'
dem a 2,ooo o ca^ro grande.
Charutos de todas As marcas e ios melhores
fabricantes da Babia de 3,ooo a 4wo r.
acaixa. isa
ATTEMAO!
Alem dos gneros cima annanoiados ha um completo sortimento de cooahos, va doce, alfazema e outros muitos gneros, que tudo so vende por baratisssimo preco.
Gomma muito alva para engommar a 80 rs.
a libra, eem arroba se far abatimento.
Sag muito noto a 28o rs. a libra.
Sabao verdadeiro hespanhol que raras vezes
vem ao nosso mercade a 28o rs. a libra.
Sabo massa de superior qualidade a 180.
200, e 220 rs. a libra do melhor que h.
Graixa em latas muito nova a 120 rs. a lati-
nba, e 1,300 re. a du*ia.
Peixe em latas muito novo savel, pescada,
curvin, salmao e outras muitas qualidades
preparados de escai>exe, segundo a arte de
cozinha, de 1,400 a 2iooe rs. a lata.
dem do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado e escolhido pessoalmente por um
dos socios qne se acha em Portugal, das
seguintes marcas: Duque-Genuino, Ve-
lho secco especial, Lagrimas Doces de
1819, vinho especial D. Pedro V, vinho
velho, Nctar superior de 1833, Duque do
Porto de 1834, vinho do Porto velho su-
perior, Madeira Secca de superior quab-
dade, vinho do Porto superior D. Luiz I
de 1847, Lagrimas do Douro, especial vi-
nho do Porto, de l,ooo a 1.2oors. a gar-
rafa e de lo,oooa 12,ooo rs. a caixa com
umaduzia.
dem Bordeaux de differentes marcas, garnte-
se a qualidade, a8,ooo rs. acaixa com urna
duzia, e a 7oo rs. a garrafa.
Garrafes com 5 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 2,2oo rs. com o garraiao.
dem com 5 garuafas de vinho Figueira, mais
proprio para a nossa estacao por ser mais
fresco a 2,ooo rs. com o garrafo.
dem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo re.
o garraiao.
Vinho branco o melhor neste genero a 6oo re.
a garrafa e 4,ooo rs. a canada.
Alhos a 8o rs. o masso.
Velas de spermacete as melhores que ha no
mercado a, 6oo e 64o re. o masso, e em
caixa se far um grande abatimento.
Frasqueiras de genebra a 5,8oo rs., e a Soo
rs. o frasco,
dem de carnauba e composicao, de 4oo a
32o re. a libra, e de io,ooo rs. a H ,5oo re.
a arroba.
Caf de Ia e 2a sorte de 8,3oo a 8,6oo rs. a
arroba, e de 28o a 32o rs. a libra do me-
lhor.
Arroz da India, Maranho e Carolina a 3,ooo.
2,8oo e 24oo rs. a arroba e de loo re. a
8o rs. a libra.
Azeite doce em barril, muito fino a 64o re.
a garrafa.
Papel grve pautado e liso a 3,5oo rs. a
resma.
Genebra de Hollanda em botija de conta a
44o rs. a botija.
Champagne das mais a creditadasmarcas a
l,ooo rs. a garrafa, e a lo.ooo rs.a duzia
ougign.
Sal refinado a 7o rs. a libra.
Ervilhas francezas e portuguesas a 64o rs.
a lata de unta libra.
Chocolate francez, hespanhol, suisso, e portu-
guez a l,eoo rs. a libra, e a 28o rs. cada
pao de urna '/
Garrafes vasios de 5 garrafas at 3 caadas
de 5oo at l,3oo rs. cada um.
C
<>


Mario de l'ern iimJwu Haania isira 9 4kHMlifO de t .
DO
RA DAS CHUZES \. 36
E
RA DO CRESPO N. 9
No balrro de finno Aattoaio.
loaqulni Jos Comes de *ouza scientiGca a seus numerosos (regu,
zes e ao poMieo em geral que acaba de estabelecer lun aovo armazem de molhados
'ua do Crespo n 9, aonde se encontrar sempre os melhores gneros de estiva, que
se venderao a retalho e por atacado, por menos dos que se venderem em mitra qualquer
parte, affian(?ando-se aquellas pessoas que comprarem nestes armazens a superior qua-
lidade de gneros, precos commodos e bom acondicionamento.
O armazem da ra do Crespo situado no melhor local desta cidade com o
de neeessklade manter-se com estes estabelecimentos, faz crer a seu pro
PARA A FESTA
Vende-se por menos 10 por cento do que outro qualquer
annundante
mvmm nu k mn
KO
ARMAZEM
DB
te LARGO DA PEA IIY IO
S
\OS A K JIAXJEffS
CONSERVATIVO E CONSERVADOR
DE
MQTnm 9 a) a smi Da,
* I e 23LARSO D9 T1R00-&. 14 e W
LE IA11.
Manteiga ingleza perfeitamcnte superior a 880 e 900 r$. a libra.
dem franceza, a 560 rs.* em bar is, lia abalimento.
Caf do Rio da i1 qualidade a 280 rs. a libra, e a arroba a 8,500 e 8,700 rs.
Arroz pilado, 10o a libra, e a arroba a 2,800 em sacco 2,700.
Cha de primeira, segunda e terceira sorte a 2,8oo, 2,3oo e 2,ooo rs. e 1,800 do pelo.
a libra.
Palitos do gaz mandados vir por conta a 2,3oo rs. a groza.
Vinho Figueira e Lisboa, a 48o e 4oo, rs. a garrafa e a caada a 2,8oo, 3,000 e
4,oeo rs.
fiomade engommar, 100 rs. a 1 bra e a arroba a 2,700 ou sacn.
Milho alpista o mais limpo que ha a 100 rs. a libra a 5,000 rs., a arroba.
Tijolo francez de grande tamanho a 14o rs. cada um.
Toucinho de Lisboa muito novo, a 32o is. a libra.
' Queijos do reino do ultimo vapor, a 2,ooo rs.
i Velaste espermacete, ecarnaHbaa 6ooe3oo rs. a libra.
as-
i Azeite doce de Lisboa a 64o rs. a garrafa, e de carrapalo a 28o.
Os proprietarios deste acreditado armazem de molhados, tendo em vista as mil* Banha de porco refinada, a 48o e 44o rs. a libra.
urna vantagens offerecidas por este Diario ao respeitavel pubKco, pelos seus competido-' gjjj de ^ s marcas^500 ^. a garrafa
setoque tnmHmamHWHm^cum^mmmm^mmm, w ~u F.- ^ g ^.^ ^ ^^ ^ ^ ^^ ^^ pde vender p^ de primeira quH Passas nov.s, a 480 rs. a libra e cm'caixa ha abatimento.
oiietlk.-aue nintfuem deixar de sortir-e n'um estabelecimento aonde se encentra sin- *--* i;, .^!mno -m Sabio amarello de 200a 240 rs. a libra.
'idade pelo proco que vendemos, tanto pelo diminuto lucro a que nos reduzmos, como g^^g a 4o rs a ijbra
eeridade, para k-se comprar aonde se nao offerecem tantas vantagens.
Sendo este armazem no verdadeiro ponto de partida para os arrabaldes desta
cidade-, |no ser diflicil quelles senhores que tem de partir nos mnibus darem suas
. ni'ommendas neste armazem, que sempre Ihes offerecer os mais agradaveis gneros.
Cha perola de especial qualidade a 2,8oo rs.
a libra.
Idom liysson muito superior a 2,700 rs. a
libra,
dem uxim a 2,3oo re. a libra.
Idem hysson a 2,3oo rs. a libra.
Idtin idem a 2,ooo rs. a libra,
dem prelo de qualidade muito especial a
.ooo rs. a libra,
dem idem inferior a l,6oo rs..a libra.
Champagne a melhor neste genero a
rs. a gnala e 18,ooo es. o gigo.
dem inferior a 10,000 rs. o gigo e l,ooo rs.
a garrafa*
Chi toolate francez, hespanhol, e portuguez, a
a !)oo e l,2oo rs. a libra.
Charuto* los melhores fabricantes da Rahia
ede qualidades, especialmente escoltados,
de 2,ooo a 4,000 rs. a caixa.
Karinba do .Maranho muito al va a i 4o rs. a
libra
Idem de aramia verdadeira a 4 Vinho do Alto Douro engarrafado, eos mais
dem muito superior a l,ooo rs. a garrafa.
Caf a 28o e 32o rs. a libra, e a 3,ooo e
9,ooo rs. a arroba.
Cerveja das melhores ma/:ca do nosso mer-
cado de 5,ooo a 6,000 rs. a duzia, e 5oo
rs. a garrafa.
Conservas inglezas a 75o rs. o frasco e 8r6oo
rs. a duzia.
1.5oo Doce em calda a 5oo rs. a lata.
dem de goiaba em caixas e diversos1 I
pela vantagem de serem vindas de conta propria. Deliberamos vender, (ae ofenden-,
do os nossos wellegas e amigos) por menos 10por cento, garantindo-se como sempre a
boa qualidade.
Manteiga ingleza perfertamente flor chegada
no ultimo vapor a 800 rs. a libra.
dem de 2/ qualidade a 76ers. a libra.
dem de 3/ dita a 64o rs. a libra.
dem para tempero a 32o e ioo rs, a libra.
S nos armazens do largo do Terco.
nhos e de diversas, qualidades de
l.ooo rs. cada urna.
Eyvilhas francezas muito novas de 48o a 64o
rs.
dem portnguezas a 72o rs. a lata.
Mem seccas a 2oo rs. a libra.
Vassouras do porto com arcos de ferro a 32o
rs. cada urna.
Velas de espermaceti.' da melhor qu(ilidade
a 600 re. o mace.
64o a
32c e 36o
oba.
bem esculhidos lacrimas do Uouro, b. Pe- Iuem de mm^ composirir, a
dro V, D. Luiz I, Duque genuino, Nctar, ... .
superior, Matar fina, Bstanlo, e outros I rs- a ,,b,'a e lo'000 rs- a arro1
a H.ooo e I2.ooo rs. a duzia e l.ooo rs. |T0i0para Humar facasj 14o rs. cada um.
a garrafa.
Mem Cherry e Madeira a l,5oo rs. a garra-
fa e 16 000 rs. a duzia./
dem Bordeaux de diversas marcas de 8,000
a 10,000 a duzia, e 800 re. a garrafa.
Bolaxiuhas americanas a 3,ooo re,a barrita,
e 2oo rs. a libra.
Batatas muito novas a 1,00o rs. o gigo, e 60
rs. a libra.
Baidia de porco refinada a 48o re. a libra, e
ra barril a 44o re.
Vinho em pipa de Lisboa, cFigueira, de3,ooo
a 4,000 rs. a caada, e 3o*rs. a garrafa.
Idem de Lisboa em ancoretas de 8 a 9 cana-
'* 4>or 27.000 rs.
Idem do Porto muiu> especial a 5,5oo re. a
ranada e 72o ws. a garrafa.
Mea em garraes com 4 '* garrafas por
2.3u^ rs, com o garrafo.
Vinagre de Lisboa muito superior a 2,ooo
rs. a caada.
Um maisbaixoa l,."ioors. a caada, e 2oo
rs. a garrafa.
Idem em garrafes com 4 Vi garrafas por
l,2oo rs. com o ganafao.
Manteiga ingleza a 600, 7oo, 800 e 9oors. a
libra de primeira qualidade.
Idem franceza a 56o rs a libra en bail, e
a 600 rs. a retalho.
Ameixas francezas em caixinhas com ricas
estampas no exterior de l,2oo a 2,ooo rs.
rada urna.
dem em frasco de vidro de diversos taa-
nnos a 1,500 e 2,.*>oo re.
Idem em latas de 1 1,2 e 3 libra a l,3o<> e
2,3oo re. cada urna, e a 800 rs. a. libra.
Figos de comadre em batizinhos de fiolha pro-
prios para mimos a 1,600 rs. cada um.
dem em caixinhas de folha a 32o rs.
dem em caixas grandes a 2oo rs. a libra.
Mem em latas ermeticamente lacradas de
1.600 a 3,000 rs.
Arroz da India e Mai-anhao a 80, loo e 12o
rs. a libra.
Amendoas de casca mole muito novas a 4oo
re. a libra.
Azeitonas superiores a Ijoo re. obarriL
AlpisLi a lio re. a libra e 4,6oo a arroba.
Lelria a ioo re. a libra.
Bis eheg^das ao nosso mercado a 1,2oo e 1, 4oo
rs. cada lata.
Bolaxinha de soda e lunch era tatas grandes
a 2,000 re. cada lata.
Cognac de superior quaJidadeSoo re. a gar-
rafa.
Toucinho de Lisboa e Santos a 32o rs. a libra.
Sevada muito nova a loo rs. a libra.
Peixe em latas grandes, savel, pescac
vina, eoutras qualidades a l,ooo 1
lata.
a, eor-
s. cada
Papel greve pautado e liso de 3,ooo |i 4.000
rs. ansma.
Passas muito novas a 8,3oo a caixa e 48o re.
a libra.
Palitos lixados para dentes a 14o rs.
dem de flor a 2oo rs. o maco.
o maco.
Prezunto para fiambre inglezes e americanos
a 85o rs. a libra,
dem do Porto a 48o rs. a libra.
Queijos prato de 48o a 600 rs. a libra,
dem londrinos os melhores que se encontram
neste mercado a 800 rs. a libra.
Idem flamengos viudos no ultimo vapor de
2,000 a 2,4oo re.
Farinha de MrrranhSo muito alva e cheiroza
a 16o rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 32o rs. aHbra ea9,ooo
rs. arroba.
Sardinhas de Mantesa 36o rs. a lata.
Azeite doce de Lisboa a 64o re. agarrafe e a
4,800 rs. a caada.
Manteiga francezaamaistlovaqnehanomer- vinagre de Lisboa a 2oo rs. a garrafa ea
___J ** C\ __ 1!L_> -. nan Komi! t ffjtt And. > *
l,2oors. a casada.
Garraes com 5 garrafas de vinagre de Lis-
fado a 58o rs. a libra, e em barril ter aba-
timen to.
Banha de porco refinada a 520 rs. a libra.
boa a l.loo re.
[ Cbampanbe das marcas mais acreditadas a
Vinho empipa porto FigueiraeLkboaa 4oo,i 8 e a lo.ooo rs, o gigo, e a 800 rs. ea,
48o, 5oa, 56o rs. a garrafa, em caada i,ooo re. a garrafa.
2,8oo 3,ooo '3,5oo e 4,ooo rs.
Serveja preta marca T e XXX a 6^000 e
7,ooo rs. a duzia, e a 600 re. a garrafa, j
tambem temos das mesmas marcas para 4, j
e 4,5oo rs. a duzia, e a4oo re. a garrafa.
Larimas.d0..DAur0 es.pec.VD.?.0 !5! Mem brenca Te cobrinha aS.Soo.e 6,000 re,
dem em barril mais superior que tem vin-
ao mercado la 600 rs. a garrafa.
1,00o a garrafa a 1 o.woo a caixa, o preco
nao indica a qualidade d'-este precioso vi-
nho, popm veDhamaoProgresso quea^vis-
ta faz f, a este genero constantemente man-
damos vir de,conta propria e por isso Po-
demos vender por menos que outro qual-
quer annunciante.
XAROPE TNICO REGENERADOR
DE QUINA E DE FERRO
Preparado por tBl*ll.T e c, pharmaceuticos de S. A. I. o Principe Napoleio, laureados
da Escola de phanmcia de Pars, ra de la Feuillade, 7.
Esta noa cvmbinacao rene debalxo de um pequeo volme urna forma aaradavel e um gosto delleloco.
Ha muito que os mdicos deaejav&o arcnti mente a reuni&o destes dous medicamentos, e todavia, apezar
des malores esforcos, nem a selencia medica, nem os qumicos os mais distlnetos o poderlo conseguir
ate aqui; Bracas porm perseveranea humana auhao-se hoje assocladas e&tu duas poderosas subsian-
cias, a quisa, o tnico, restaurador pur excellencia, o farra, a base de nosso sangue, e cooscguinlc-
mente o reparador dos forjas e da caude alterada ou perdida.
As molestias contra as quaes o Xarope tnico regeneridor se tem mostrado muilo elTlca fio : as ame-
Borrlieias, (altas de menstruscSo, dores d'estomago, fastlo, dige.tes penosas e tardas, flores brancas,
menstruacoes difllceis, o lymphatismo, o empobrecimento do sangue, as escrfulas, os estragos producidos
pelas molerlas syphiliticas.
Ha apenas um anno que o Xarope de quina e de (erro fo appllcado nos bospitaes de Pars, e t elle
Itojeo medicamento mala em voga, substltuindo, por assim dlier, os medicamentos ferruginosos c. nhecidos.
O prosi ecto encerra numerosos certificados de muilos membroe da JUadeata4e Medicina e profesores
da faculdade que attestao que este precioso medicamento i o conservador da saude por excellencia, e
4-o resonstituinte da economa animal, Indtepencavel is pessoas que habita os paires quentes, como
preservativo das epidemias.
Acha-se venda no deposito geral, em Pa, na pharmacla Grlmauli c C*, roa de la Fculade, 7;
en Lisboa, em caza do N"ir Badrlua la Co>Ka-(>ar Sr MlflB-l-oac de Sausa Ferrelra; no Alo-dc-JaRCiro,emeasa da vinta PelsaSo e Dlula. ruado
Sabo, II; na Baha, em casa do Sin Jae-CataaaFMTelra-Eplnbelra) no/lio-Grande, cm caaa do
Sftr Janqnln ilp Goday; no Maranho, em casa dos Sfrrs rrntlra c ; em Pmambxtco, em rasa
,h> Sur liormolMiiru FrnaHorn d<> sauxai ero casa dos Sin- suauai e C, e bem assim as hito*
clpaea pharmacias do llrnzil e de Portugal.
tambera 'ha;
a duzia e Soo rs. a garrafa,
para 4,ooo rs. a duzia.
Grasa em latas grandes l,3oo rs. a duzia
e 12o rs. a lata.
Deposito geral em Pernambuco ra da Cruz n. 22 em casa de Caros A Barbosa
Vassouras do Porto arqueadas de ferro obra
de muita durac3o a ioo rs. cada urna.
Palitos de dentes massos grandes a 2oo rs.
e28ors.
a groza.
Sardinhas de Mants muilo novas a
a lata.
32o rs.
Sag muito novo a 2oo rs. a libra.
dem muito superior a 28o rs. a libra.
Sabo maca de diversas qualidades a 2oo
2io rs. a libra.
dem inferior de 12o a 18o rs
a libra.
Genebra de Hollanda em frasipieiras; a 6,ooo
rs.
dem hamburgueza em ditas aoySoors.
dem de Hollanda em garrafes grandes a
5,rioo cada um.
dem em botija a ioo rs. rs. cada ama.
Garrafes vasios de diversos tamannos a Soo,
*6ioel,2oors.
Gomma do Aracaty a loo rs. a libra.
Graixa a loo rs. a lata, e l,2oo rs. a duzia.
Licores finos francezes em garrafas e fras-
cos de diversos tamanhos de 6oo a 8oo rs.
cada um.
Marrueiada imperial de t' dos os conservei-
ros de Lisboa a 64o e 700 rs. a libra.
Massa de tomate nraito nova a '64o rs. a
libra.
Marrasquino de Zara a 64o rs. o fraseo,
dem em frascos grandes a 8oo r?.
Cominhos muito novos a ooo rs. a libra.
Erra-doce a 24o rs. a libra.
Pimenta a 36o rs. a libra.
Gravo da India a 64o rs. a libra.
Cannella a 4,loo rs. a libra.
Alfazema a 2oo rs. a libra.
Sal refinado em Irascos de vidro a 6oo rs.
o frasco.
Vinho do Alto Douro das marcas mais acre-
ditadas e especialmente escolhido por um
de nossos socios, como sejara: Camoes, Du-
que, do Porto, D.Luiz, Carca vellos, Cha-
misso Filhor Madeira secco, e Feitoria a
Ooo rs. a garrafa e 9,ooo rs. a caixa com
12 garrafas.
Garrafes com especial vinho do Porto con-
tendo 5 garrafaB a 2,5oo rs.
Idem com 5 garrafas-de superior vinho Fi-
gueira a2,4oors.
Idem com 8 garrafas te vinho Lisboa a
2,loo rs.
Vinho branco de |,isboa proprio para missa
vindo ja engarrafado de Lisboa a 64o rs.
a garrafa.
dem em barril muito superior a 5oo rs. a
garrafa e a 4,ooe e 3,8oo a caada.
Ameixas francezas em caixinhas de 1 % 2
e 3 libras elegantemente enfeitadas com ri- Vinho Bordeaux das mettiores qualidades
cas estampas na caixa exterior a l,3oo' que tem vindo ao mercado a 72o e 8oo
1,6oo 2,000 e 2,5oo rs. "s-> e em caixa a 7,5oo, 8, e 8,2oo rs.
AGENCIA I HVS de |f Ufe.
o a Ycndein-se luvasdepollifa Jotivn para penho-
rTTrUrilr i n lll? TaTlT Winnil ra e homem, chegada* no ultimo vapor do y-
t UllDllAU Ut LUW"I!lUUn. rente mez, para o baile do club cominen-ial de it
Ra da Seuzalla nova h. 12. I do -'orrento mez : na ra do Queimado h. 03, tuja
Neste estabelecimento contina a haver ja
m completo sortimento de moendas e meias,'
Paltos rlnaa? i 20 m a raivinhi e 2 3no rs 'moendas Para engenho, machinas de vapor
re'' e tachas de ferro batido e coado, de todos os
tamanhos para ditos.
Gelea de Alperche chegada no ultimo vapor
lates de 2 libras a 6oo rs. pechincha.
Genebra de Hollanda garrafes com 10 gar-
rafas por G.oo rs.
dem em frasqueiras aO,3eo rs. e 6,5oo rs. ea
36o rs. o frosco afflanca-se ser verdadeira.
dem de botija em barricas com quatro du-
zias a 44o rs. ada botija.
dem de laranja em frascos grandes verda- vatinhas para senhoras: s'no Vigi
deira italiana a I,ooo rs. o frasco. Crespo b. 7.
Marrasquino de zara a 72o rs.
Licor francez de todas as qualidades era
garrafas de vidro brancos a 72o e 8oo rs.
Arados americanos e machinas para
lavar, roupa: em casa de S. P. Johnston C,
ruada Seuzalla Nova n. 42.
O GALLO CANTA
J sabido que, guando chega o vapor da Eu-
ropa, o gallo canta annunciando aos seus numero-
sos Tregeles as galanteras de mais gosto c da ul-
tima oda que |ior elle recebe, como sejam :
Camsinkus para senhoras.
Riquissimas camisinhas com mauguitos e gra-
" ilanle, ra do
Azeite doce refinado do fabricante Pelanol e
outros a 8oo rs. a garrafa.
Gomma
de engommar
muito alva a 8o rs.
dem em latas de, i '/ e 3 1Dras a ** e
2,6oo rs, cada uma.
Figos de comadre; em bauzinhos de folha
muito proprios piara mimo a i,6eo.
dem em caixinhas l,4oo rs.
dem em caixinhas'Lermeticamente lacradas!
e muito bem enfeitadas a 1,8oo rs.
dem a 2oo rs. a libr^. Sag muito. novo a 24o rs. a libra.
Passas de carnadas s mais novas que ha no | Sevadinha de Franca a 16e rs. a libra,
mercado a 4oo rs. a libra e a 6,ooo rs. a
raixa *
i
ermeticamente lacradas a
Cirigolinhas.
Riquissimas cirigolinhas ou gravatinhas, sendo
cousa de muilogosto, e a primeira vez que appa-
rece para as seuhoras de bom gosto : s no Vigi-
lante ra do Crespo n. 7.
Pentts de coneha.
Ha para chegar riquissimas guarnicoes de pen-
tes de lindo gosto, tanto para atar, como para mar-
! rafas, por procos razoaveis : s no Vigilante, ra
[ do Crespo n. 7. ______________
SU v no Ql Mhliu \- 05
E.ola do heija-flor.
Conservas inglezas sorttdas e de uma so qua-1 fwas para meninos.
lidade a 8oo rs. O frasco. Vendem-se bqoitatas para meninos a 240 rs.,
Araruta verdadeira a 32o rs. a libra. | ditas de bataneo de um hotao a 280 rs. otalher.
iraalas para senhora.
FARINHA FONTANA.
Farinha na muito acre 'Ut a marca
Pontana'-esembarearfa hoje, vende-se
por preco mais cummotl do que em
qualper outra paite : na ra da thi
n. 4 casa de N. 0. lUebcr i V. succes-
sores.
*0 t^* Ra do Crespo n. 5. "*>'
H Na loja de Marcelino & ('... vender r
^ barecc de laa de, cores muito luios a 'MO .^
|B i. o rovado, ditos lisos com 8 ualnun de -^m
., largura, ricos soutembarqncs de cam- y^
^ braia bordado c ontras militas lazeni!;'-. ...,
^ de gosto proprias ara o lempo de fi-sla 'i5
^ chegadas neste ultime vapor, preeos mui- *
2 to em conta.
If
LIQUIDABA**

Chitas largas liamburguozas imiilo linas, cores
escuras e fixas a 280 ocovado, por tercia un |*-
queuo toque de mofo, que com lacilidade lavando
larga, e da mesma d-se amostras : na ra da Ma-
dre de Dos n. 10, loja defronle da alfaddoga.
i
Sevada muito nova a 12o rs. a libra e 3,2oo
ss. a arroba.
ATTENCO
O propiietario dos armaeens do ProgressistAjmais deixar de oflerecer aos seus
i egueje* tudo o que for preciso para que sejam beaPwrvidos, e como a festa se aproxi-
ma ptima a occasiJo dos seus freguezes experimentaren! a realidade, qe nunca dei>
jar de ser manlida pelo proprietark) destes armazens.
Salmo em latas
8oo rs.
Lagostira em latas grandes a t,4oo.
Savel, corvina, cherne, vezugo, peixe espada,
preparados pela primeira arte de cozinha a
a !,3oors.
Queijos flamengos ebegados no ultimo va-
por a 2,4oo rs.
dem do vapor passado a 2,2oo 2,ooo e
l,8oo, rs.
dem prato do ultimo vapor a 64o rs. alibra.
Doce da casca da goiaba caixoes grandes a
6oo e9oo rs.
Cbouricas as mais novas que ha no mercado
a 48o rs. a libra.
Cbouricas mouras encommeoda especial nos-
sa a Soo rs. a libra.
Preiunto verdadeiro de lamego em calda
de azeite Soo rs. a libra
Bolaxinha inglesa a mais novas que ha no
mercado a 2yCo rs. a barriquinba com
1 arroba, e a *o rs. a kbra.
dem de soda de diversas qualidades a 1,400
Ufe.
(dem em latas grandes, proprias para hinche,
com 5 a 6 libras por 2,4oo rs.
Marmelada imperial do fabricante Abren e
outros conserveiros de Lisboa a 6oo rs. a
libra.
Frutas em calda de todas as qualidades a
Soo rs.
Ervhas francezas a 5oo rs. a lata.
dem portugue/as a 64o rs. a lata.
Massa de tomate a 64o rs. a Kbra.
Amendoas confutadas a 7oo rs. a libra,
dem de csea molo a 28o rs. a libra,
Avelans a 2oo rs. a brt.
Macarro a 32o rs. a libra.
dem e talharim o mais novo que ha no mer-
cado a 48o rs. a libra.
Aletria a 5oo rs. a libra.
Arroz carolino a too rs. a libra e a 2,8oo rs.
a arroba.
dem do Maranho a 12o rs. a libra, e a
3,ooo a arroba.
Caf do Rio o mais superior que o pode de-
sojara 32o rs. alibra.
dem a 28o o 3oors. alibra e a 8,2o, 8,4oo
e 8,7oo rs.
Velas de carnauba refinada a 32o re. a libra,
e a lo.ooo rs. a arroba,
dem de spermate a 4o re a libra.
Chocolate hespanhol e francez a 9oo e t.ooo
rs. a libra.
Estrellinha e pevide muito nova a ioo rs. a
libra, e a ft,ooo rs. a caixinha com oko
libras.
Cha perola muito especial chegado neste ul-
timo vapor de encommenda particular
nossa a l,8oo re. a libra.
dem huxim muito superior a 2,7oo re. a
libra.
dem hysson a 2,56o re. a libra.
dem hysson a 2,ooo o 2,2oo rs. a libra.
Mem preto homeopathico e nmito superior a
2,ooo rs. a fibra,
dem nacional a !,6oors. a Itera,
Batatas muito notas a 8o rs. a libra.
Charutos dos melhores fabricantes da Babia
e de todas as marcas, como sejam: sus-
piros, bavaneiros, messecipes, regala im-
perial, flor das mattas, primores a 4,ooo,
3,5oo, 3,2oo, 3,ooo, e 2,8oo, 2,5oo,
2,ooo e t,6oo rs. a caixa.
Vendem-sc grvalas para senhora a 500, 640,
800 o 1,8200.
Fitas |iara debruiu de vestido.
Vendem-se fitas para debrum, de linho, a 24 a
peca com 10 varas, dita de laa a 800 e 1,5, dita de
seda a 1*200.
Penaa 4e ac de laira.
Vradem-se eaiviiibas de peonas de ac de 200
rs. a 1.
La para bordar.
Vende-se laa para bordar, do cores claras, a
6*800 a libra.
Roneras de [choro.
Barricas com breu : na ra da Cadeia do Ren-
te, loja de ferragens de Bastos.
-- Vende-se muito bom doce de caj seceo c de
calda, assim como de todas as qualidades, e Im
assim toda a qualidade de bolinhos, e faz-se bande-
jas de encommenda.tudo par precomuito emeouia.
j no caos do Ramos, primeiro andar, sobrado do Sr.
Jos Hygino de Miranda.
Latas Haas.
A nova loja da aurora na ra 'larga do Rosario
n. 38 recebeu ricos jogos de vispura com marca-
dores de metal para marrar os nmeros, muilo
proprios para qualquer familia divertir-se, assiiu
como tambem recebeu lamparillas com seu pro-
Vendem-se bonecas de cera a 800 rs. e 1, duas I prio copo, as mais modernas que tem chegado,
' neos de linho bordados com bico tambem de K-
nno, muito proprios para qualquer senhora ou me-
nina, os qnaes se vendem barato.____^______
com mascara de tirar e botar a 610 e 800 rs., ditas
sem uscara a 200, 400, 300 e 880 rs.
Colheres de metal orineipe.
VMdem-se coins de metal principe muito Unas
a 1* e 24500 para cha, dilas para sopa a 2000 e
**800, concha para assucar a 640.
Pacas e garfas.
Vendem-se facas e garios a 2*800 a duzia, ditas
cravaias a 3*, dilas de cabos nretos a 3*200, ditas
decabos de balanco com 2 botoes a 6*800, di'as
para doce a 5*600, ditas de um boto a 6*, ditas
para doce a 5*.
. Chicote para cavalle.
Vende-se chicote para ca vallo, para os amantes
que passam festa a 610 el*.
Meias para senhora.
Vendem-se meias para senhora mnito finas a
2*400 a duzia, ditas para meninas a 2*.
Papel de diiersas qualidades.
Vende-se papel de Deira dourada a 1*200, dito
amizade a 640 e 800 rs., dito pautado a 1*, dito
adamascado a 900 rs.
Anvelopes de diversas qualidades.
Vendem-se avelopes brancos a 800 rs., ditos de
cores a 640, ditos para cartao de visita a 300 rs.
tospretosaOOOrs.
Tendo recebido ricos apparelhos pan senhora,
de uwusacos e camapheos verdadeiros, vendem-ie,
de mousaco a 6*500, dito de camapheo a 13*.
Dminos e visporas.
Veadem-se dminos muito finos a 1*400 e 1*400
e visporas a 800 e 1*.
Enfeites.
Vendem-se enfeites de redes parasennera de di-
versa* cores, a 1*000, ditos pretos a 900 rs., sendo
de fitas e contas de ac, peca de fita de coz com 10
varas a 360 rs.
Extractes aaleaes.
Vendeavse extractos inglezes muito barato, poi-
que ibi comprado em IcilSo, e n5o se quer conti-
iwar, a 3*0 e 400 rs. o frasco.____________
Lencos de winahralai dKs Ummm
bordados.
Vendem-se lencos de cambraia de U*"*
dos muito fiaos sond para caar a tw,
1*500, s qnem vende por estes preeps
do Queimado loja do beija flor n. 63.
baratas para acabar.
( Sedas de quadros e*V listras a 320 rs. o .-iva-
do, liadas laas de quadriobos- a 360 o covad periores cassas de cores a 200 rs. o covado, ditas
maito Anas a 240 o covado : na loja das colnmnas,
na ra do Crespo n. 13, de Antonio Correia de Vas-
CODCOllOS ii C.

1*.
na ra
Vlabode Caj.
To escriptorio de Antonio de Almeida Gomes,
ra da Cruz n. 13, vende-se cm caixas de duzia,
soperior vmho de ca*, feralmente reconheeido
como efl*-a fara ecaanatara imparoza do sango*,
produzida por molestias-syphiUlicas.
FAZEM\S
es
ESCEiYOS FGIDOS.
Fugi no dia 16 do correnle da cidade da
Areia da provincia da Parahiba do Norte, o s-
cpivo de nome Hemeterio, conduzindo un cavalto
e um caehorro, sendo o carallo castanho, lix's ps
calcados de branco, o escnw cri<*uio, cor weW
bastante barrigudo, ps cambados, sendo um mais
grosso quo outro, tem urna cicatriz as costas
proveniente de chieee, ree+esenta O anuos pun-
co mais ou meos, bonita figura, e os dentes todoa
completos e b.-m altos, vendo o cabello earapinho
oorem um auto sollo, nar filado : quem o negar
Edeeatrega-lo o Brejod'Areia aa 8r. Francisro
arcas d (Uiveira e nesta cidade do Rocrfe ao Sr.
Tbiago Jos dos Santos ra larga do Rosario u. 21,
qoe se recompensar generosamente^_______
?o dia 28 da Bovwpbro correte fugio do
engenho Penderama o eswavo crioulo de nome
Narciso, representa lerJ a 30 annos dp idadp,
alto barbado, e de bonita figura, levon vestido pal-
ea elaquottliraiiea : qtem aTpw*aador, leve o
a seu senhor J.) Pires PerreM-a, na ra da Impe-
ratrii n, 64, ou ao Illm. Sr. Joao Paeliero de Quei-
roga, snbfleregado da frefaezia dt Boa-Vista, que
W^rwnipeftsado.
i
. ]


Nuri* Fernat>ne* Hurta Iclra t de Ir zr mf>ro de i 4S.
LITTERATRA
um
0 QUE VftE PELO MUNDO.
Nos jornaes dos Estados-Unidos encontramos
as seguimos noticias do Mxico u
O Ecco, de Vera-Cruz, annuneia que o general interesseda nef'oicl P
Doblada foi collocado frente da gabinete Jurez, der na ,erra p(Je Hsongear.se d(J combnar a con.
e que propoz o seguintc plano para res.sl.r a in- flanca que 0 desiuteresse jnspra com a gloria ma.
revolucionaria para o conseguir. A Franca sent | Qucm pode garantir que nao apparecerao no-
sympathia pela usa da Polonia, mas precisa de vas incorporales ao imperio rnsso, desmem-
urar a sabir ao campo som a brar successiramente o reino da Polonia, e
riscar da carta da Europa essa nacionalidade,
Villa- de ^ue a Siberia poroada de Polacos pelas pros
companta da Austria e da Inglaterra.
Um Solferino contra a Russia, e
tervengao :
t 1 Limitar a guerra com os franco-mexicanos
s montanhas, permlttindo-lhes
capitaes dos departamentos;
c 2 Reunir os homcns independentcs
de todos
os partidos, para formar um partido nacional;
lerial e as vantagens de rectificar fronteiras, an-
nexar provincias, occupar capitaes, e invadir es-
que occupem as tados independentes.
Se a Franca imperial tem tengcs de comba-
tir a favor da Polonia, ha de combatcr so.
De urna correspondencia do Mxico extrahi-
3 Consentir n'uma intervengo tal como a'mos seguinte :
propem os tratados de Londres, reunindo os Es- J ffi podis comprebender, diz carta, qual
as outras potencias, e desapprovar a nossa suipreza quando lmos os jornaes que
fine nt\ Me. .,1,.......... J 1.-.. .___ ___ ...
lados-Unidos
todos os actos actualmente consummados no M-
xico.
t O Ecco ridicularsa a proposta de se limitar a
urna guerra de montanbas. com o
franca para a Polonia sao muito para desejar, mas | "ip?5es,. ser tal vez um dia a nica recor-
oao tem a Inglaterra era a Austria, Sentimo-lo daSo ?
A Gasetle irAugsbourg publica alguns por-
menores sobre a organisagao o governo nacional.
Nao tem a sede em Varsovia iiem em ponto al-
gum determinado da Polonia. Est dividido em
muilos ramos, e os seus membros ou residem no
cstrangeiro ou estao dissiminados nao longo do
tbeatro da guerra. Quando deve ter lugar qual-
quer deliberarao geral, reuoem se em segredo
n'algum lugar seguro. Mas isto tem lugar s ra-
ras vezes, por isso que a maior parte dos negocios
sao administrados de urna maneira independentc
por orgaos subalternos, munidos de ampios plenos
poderes.
chegam de Franja, e o que n'elles se escreve so-
bre os negocios do Mxico. Nos, que nos adia-
mos aqui no proprio theatro dos acontecimentos
Cada um d'estes ebefes de provincia, de circulo'
districto ou communa, chamados Naczeltticki, tem' declaraco commum a este respeito.
nosso governo tinha folto a seguinte declaragiio :
Lord Russell expediu a 10, para S. Petersburgo'
tuna nota em que annuncia que, naopinio do ga-
binete inglez, os tratados de 1815, na parte que
dizem respeito i posse da Polonia pela Russia,
devem ser considerados nullos. Suspeitara-
mos da authenlicidade d'este documento, quando
mesmo nao houvcsse sido contrariado por um jor-
nal semi-olllcial franecz. Estimaramos muito ver
o governo fazer urna declaragao dos seus sent
mentos sobre este ponto.
Se esta declarado tivesse sido feita imilvi"
dualmente por cada nagao, teria para com o mun-
do e a historia o aspecto de um julgamento mo-
ral de um povo dcsinleressado, e nao o de urna
combinagao poltica.
Mas abe-se que o nosso governo liga gran,
de importancia unio das tres potencias que j
teem obrado de accordo, e nao qur separar-se
d'ellas. Ora, at agora as outras potencias nao
quizeram juntar-se luglaterra dar fazer una
guerra de montanhas, com o pretexto de 4ue ve">s "do o que se faz, que ouvimos tudo as s.uas orde"s emPreads 1"e em geral se nao] i^rd Rnssoll indieou breve, mas francamente
procurar urna intervengo outr'ora proposta e re- geitada, e actualmente intil, mofando particular- s sabidas de lugares elevados^ sentimos vi-! ^.'"!^!!l?!L ^u!!!^^ ^us^**' eoverna Como todos devem saber, o gabinete de
a
Russia faltou aos compronwssos para com a Euro-
mente para o appello para os Estados
t A cdade de Durango foi atacada por 400 Me-
xicanos allados da Franca, os quaes foram repel-
alos, mas assegura-sc que menor demonstrado
do oxercito franecz para a fronteira do norte, Du-
rango, Chihuahua e Nova-Lcao, se declararam a
favor da nova ordem de cousas. Diz-so que as
niesmas disposicoes era S. Luiz, actual sede do go-
verno de Jurez.
L-se na Gazeta de Moscou:
Pode afurmai'-se com toda a seguranga que a
Europa nao qur nem pode fazer a guerra a favor
da Polonia, a menos que no assumpto se nao en-
volva alguma circumstancia nova.
A questao polaca, propriamente dita, nao tem
peso algum na batanea da poltica europea. no-
torio que a Polonia s um pretexto para provo-
car a Russia.
As potencias nao bao de, sem duvida, deixar
do se aproveitar deste pretexto, em quanto nao ap-
pareer outro. Mas, a seguranga de que nao ha-
ver guerra a favor da Polonia nao melhora a
nossa siluagao. A guerra nao deve assustar-nos
debaixo de qualquer pretexto; ao contrario, as
aetuaes circunstancias devemos despresa-la.
O systema adoptado contra nos no occidente,
consiste nicamente em enfraquecer o mais que
puder a nossa preponderancia na Europa. Neste
momento, em que ja terminaram as negociages
diplomticas, tendo por base os tratados de Vien-
na, a poltica da Europa ha de obrar contra nos,
com mais forja do que anteriormente, procuran-
do sobretudo excitar as paixes no nosso paiz e
suscitar difflculdades ao nosso governo.
A annullagao do tratado de Vienna no que se
refere questao polaca, e o reconhecraento aos
Polacos do seu carcter de belligerantes, sao os
dous grandes mcos que se querem fazer valer
contra nos. Os homens d'estado da Europa, que
se servem dcstes expedientes, sabem perfeitamen-
tc o que ellos valem; por isso que nao contam
com a importancia que teem em si, mas sim com
a que se Ibes attribue, elevando por urna parte as
pretenges polacas, e pondo por outra eraduvida
as nteneoes da Russia. '
Pode dizer-sc com perfeita conviccao, que a
questao polaca para a Russia, a todos os respei-
tos, urna questrio interna ; c como todos os actos
das potencias occidentacs contra nos dirigidos nao
teem de modo algum por fim suscitar urna guerra
europea contra a Russia, mas nicamente enfra-
quecer quanto seja possivel a nossa forca interna,
devemos dirigir a nossa attencao, nao para a nos-
sa poltica externa, mas para os nossos negocios
internos, procurando os meios mais favoraveis pa-
ra vencer as actuaes difflculdades.
Sobre o reconhecimento dos Polacos, disse o
Daily News:
Assegura-se que o governo nacional polaco,
pediu formalmente s tres potencias o reconheci-
mento dos direitos como belligerantes, e que o
principe Czartoryski se dirigiu em consequencia
disso aos ministros dos negocios estrangelros de
Franca, Inglaterra, e Austria. A occasio nao foi
mal escoliuJa para esse passo :Urna recusa in-
solente da parte do vice-ehanceller rsso diplo-
macia das tres potencias, e as crueldades inaudi-
tas dos generaes Berg e Mouraweffl
A exaltada imagnago de alguns jornaes,
suppunha j redigida urna nota collectiva, accei
tand'o a idea do principe Gortschakoff quanto a dar
por terminada a discussao, e declarando abolidos
os tratados de 1813, no que diz respeito Polonia.
Nos, a este respeito, nao afirmaremos nem nega-
remos.
Custa-nos a acreditar que as tres potencias,
depois de irem tao longe diplomticamente apoia-
das n*aquella base, se resolvam a prescindir dos
tratados, e a declarar que a Russia possue as pro-
vincias polacas s por direito de conquista. Seria
conceder ao que insulta a vantagem do insulto.
f Discutir mais, equivaleria a perder o tempo,
expondo-se a perder tambem a honra. A Russia
termina o debate. Nao fica outro recurso entre
as conferencias e a guerra, seno reconbecer aos
Polacos o direito de belligerantes. Desde o prin-
cipio, foi sempre o nosso pedido. Por que se nao
lia de fazer a favor da Polonia o mesmo que se
ez a favor do Estados do Sul ?
O governo brilanBico, em vista da regeicao
de Gortschakoff, dos horrores que teem havido
em Varsovia e do sen anterior procedimento com
a America, nao pode negar aos Polacos, j no no-
no mez da sua agona, o carcter e o direito de
belligerantes.
esta urna questao de vida ou morte para a
Polonia.
O invern aproxiraa-se com as suas longas
horas de escuridao, com as suas muralha3 de ge-
lo, sobre o qual se desusa, sem ruido, a pisada
do assassino; o invern, esse alliado dos selva-
gens, que se estao regosijando com o sangue dos
martyres que saqneiam Varsovia, e a quem afinal
compete colher os lonros offerecidos a sua glora
pelo magnnimo Alexandre II.
A Russia conta sempre com a impossibilidade
das tres potencias obrarem de accordo. Ha ape-
nas tres annos que os soberanos da Russia, Aus-
tria e Prussia, os tres prncipes do iniquo despo-
jamento, se visitaram em Varsovia. Ha s qua-
torze, que a Russia restituiu a Hungra e Aus-
tria ; dezesete annos pouco mais ou menos teem
passado desde que a Austria se apoderou de Cra-
covia.
Os despotas sabem ter pouca memoria, mas
neste caso a Russia tratar de a avivar i sua an-
liga amiga. A Austria precisa que haja pas na
Polonia russa, mas n5o se laucar n'uma guerra
roposta e re-[ ^ *~ "* i"v "i ujjuina luuiscnp- *-----------"""-,em Blairgowrie, quaes sao os senimrcuiro uu uj
o particular- ?oes sabidas de lugares clevadosj sentimos viJ tr^m em s. a menor palavra escripia, sustentara1 0 Como todos devera saber, gabinete.
-Unidos. vamcnt ^r quauto est pouco inteirada a~aC&* entre as diversas autoridades, | James consid a respeito da Poka,
opinio publica em Franca sobre nmn.recolllcm as contnbuiges tanto impostas como
c
tos do Mxico,
factos.
os assump-
e quanto sao mal referidos os
voluntarias, faxem alislamentos, etc.
O enthusiasmo do povo vista do nosso exer-
cito victorioso, est longe de
crjmpleto como se pretende, e
goida por Mr. Dubois de Saligni desapprovada
por todos.
Os nossos soldados sao diariamente ataca-
dos e assassinados, e s por meio da intimi-
dago nos possivel mater-nos tim algumas das
posiges que' oceupamos. O povo. mexicano nao
se levanta em massa contra nos, porque nao ha
unidade na nagao; mas, em toda a parte so for-
mam guerrlhassoldados fgidos de Puebla e do
Mxico nos atacara onde nos enconlram, e ento,
usando de represalias, impomos aos poros, que re-
pa, e que ella perdeu os dtreitos que mto com
Se preso um des agentes, logo substituido 0 consentimento das potencias que assignaram o
por um successor antecipadamente indicado, enun-' tratado de Vienna; est protnpto a lembra* esta
y | ca ha inlerrupgao, por isso que estao sempre no- opinio, de accordo com os seus allados, comto-
cdmpleto como se pretende e a poltica or se-' mad dez',ara;cada ^8; Q^nto impren- da a sotemn.dade de um acto-internacional po-
1 sas secretas, tambera nao sao era Varsovia nem blco.
em ponto designado. Itnprime-se onde se pode,! At agora, porm, nao tomo ainda esta ue-
e muitos jornaes nao apparecem em Varsovia nem dida importante. E" necessaro notar que signi-
na Polonia russa.
De urna correspondencia de Kamienez (Po-
dola) extrahimos o seguinte :
i Mourawiell um lypoy nao urna excep-
gao, e se tem chamado a si todos os olharcs,
porque elle mesmo se tem posto em evidencia
pelo cynismo das suas crueldades. Mas, na rea-
fjeago desta deciaracao, nao seria precisamente
a que os jornaes francezes indicaram ha qunze-
dias.
e Declarar que a Russia perdew os seus di-
reitos em consequencia da volago do tratado de-
Vienna, nao exactamente a mesma cousa que
dizer que esses tratados- caducaran).
Mr. Furcade, na Kevue. des deuct Monds, fez
. om justiga, observar que n'um contrato entre in-
iidade, cada provincia te o seu MourawefT, que
marcha sem .irruido pelos vestigios d'aquelle-
0 nosso Mourawieff chama-se Annenkoff; tem
Ha d'etle urna pa-
; lavra cruel que serve para o pintar bem. Zeloso
da sua triste celebrdade que se liga ao nomo do
t enforeador de VHna decfarou- quando um
da o lonvavam pela sua firmeza : c Moura-
wieff faz mais bulha do que obras ; eu fago mais
obras do que buha. E faz osadamente o que
disse.
Collocadas sob as- suas ordens, as tres pro-
vincia de Urania, Podeiia e Volaynia, estao sub-
cebem essas guerrlhas armadas, contribugoes
extraordinarias, e fusilamos os que lhe prestam ,
apoio; tristes necessidades que teem em resul- > ^^ C hje eKe4e>
tado tornarem quasi impossvel qualquer recon-
ciliagao entre a Franga victorosaje o Mxico ven-
cido.
De outra carta tambem do' Mxico extrahi-
mos o seguinte :
Por agora, o que mais oceupa a attencao pu-
blica, sao es preparativos que i te estao fazendo
para celebrar o aniversario do memorial grito
de liberdade que deu o cura Hidalgo na villa' jeitas como a Lithuania a systema de rerror. To-
de Dolores, meia noute do dta 15 do anno de' dos os das se executam deportagde em massa ;
1810. Em consequencia d'este grito de indepen-
dencia, urna vez que o fructo nao eslava ain-
da maduro, assassinaram-se n'esse dia cente-
nares de Hespanhes, e saquearam-se as casas.
Todos os annos n'esta mesma poca, tmha o
povo o costurao de romper era gritos de morra
aos gachupines; no anno passadq1 nao era assim,
e s se gritava t morram os Francezes I > agora
que os fllhos de S. Luiz oceupam militarmente a
cdade, nao sei que descobrato os lperos. As
festas que aqui se fazem por aquelle motivo, fi-
cam reduzdas a discursos de cifenmstancas que
hbo de ser pronunciados nos theatros e na Alame-' aHumia vastas soWdoes as eolheitas nao se fa-
dividuos particulares, quando urna das partes nao
cumpre as obrigages, nao-tem direitc as vanta-
gens reciprocas estipulada ; mas a parte tesada,
notificando a iofraccao, nao enfraquece a outra
parte das obrigacoos. Ella entende dever preva-
lecer-se a seu tempo, e da maneira^que lhe pro-
venido oonlralo-que nao dena de ter mais forga
quando a sua volago e notificada aquelte que o
irrfringiu.
O mesmo acontece con es- tratados- intoroa-
cionaes, e nos que temos fielmente observado o
tratado de Vieunnj nao- perdemos nenhnm di-
reito que elles nos concedem, porqueogover-
no-russo nos foeoou a deolarar que eltos esto
rolos.
Nao temos interesse nacional e exclusivo
en' annullar o tratado de- Vienna ; mas temos
interesse commum>em manter a boa f entre as
nagpes.
Escrevem V Varsov ao jornal roseo Gofoz
(a Voz)-:
Dz-se que 17;000 memttros fazem parte da
comboios de propietarios e de padres> de campo"
neies de burgueze, acorrentados a dous e dous
partem descaaos, cobertos- de andrajo, depois de I organisago "do gaverno nacional em todc*o reino
tercm passado muito tempo nas/masmorras, uns Ida ?otooia- O governo proi^mMito dito oe*npoe-
. .v .. se de um pequeo numero de representantes
para as compaslas de disciplina,, outros para1
o Cancaso ou para a Stberia. Militares- de Pola-
cos teem sido assim transportado desde a minha
I ultima carta. E" sempre o mesmo systema de des-
| povoar, que elle prosegue cora urna perseveranga
infernal.
Actualmente ha villas isueiras sem habitan-
tes, distrlctos completamente de-ortos; o sol s
o
resto da sa organisagao compoc-se dos- seus a-
geojes, instrumentos cgos, s suas ordans, e
da, nos das 15, 16 e 17 d'este mez, e os fogos
de artificio que se queimam na praga nacional
E' possivel que este anno a regencia, que to-
tou o gosto s festas de egreja, pos regale com al-
gum solemne Te Ueum, no qul os coucorrenles
pedem pelas infeliz victimas que desgracadamente
morreram pelo desafogo do sanguinario cura, de
fatal recordagao.
t O marechal Forey, que segundo parece tem
mullas sympathias por esta capital, vae por es-
se motivo obsequiar as damas e dar no dia 34
outro baile. >
L-se na Patrie:
Julgamos do nosso dever dar alguns porme-
nores, sobre a incorporago ao imperio russo, l-
timamente decretada pelo senado de S. Peters-
burgo, do palatnado do Augustowo (reino da
Pelona.)
Esta incorporago em que ha volago dos tra-
tados de 1815, era fcil de preVer ba algum tempo
a esta parte.
c Deve lembrar que Mouriweff se apoderou
ha menos de dous mezes 3e um dos cinco
districtos do dito palatnado, o de Marjumpal,
ao districto militar do seu com-
zem, os trigos apodressem na trra, que fica sam
cultura; om espectculo borrvel. De mais,
popisso que no--to difflil encontrar o-vesligio
das autoridades- naoionaes, Ha tantos represen-
tantes intermedios-entre o que das ondeos eo
queaspoe em eceeugo, qjie mesino se nao ehe-
gam a conhecenuns-aos-outros.
A polica eas tropas,, principalmente, teem
muitas vezes conseguido fcangar a mo-a persona-
gens importantes da organisagao nacional; mas
stos individuos obstinan;-*' era nada, revelar, e
tem acontecido- que, apesar do posleiaiportaote
upe ocenpam na organisagao local, na sabem
absolutamente nada do governo.
ffovornn nir fes>r mvtra* rtAn tal Membros- iniciados tambem teem,cabido em
quando o governo quiz WTM antigs colonias da aiaoridade. Schwartz e Baczinski erara
de camponezes tusaos, que pode reunir, elle ex-: d-es8e numero; estamos certos de que-estes sa-
chou-os por todos os meiospromessas, aguar-! biam ludo, mas o.pritaelro nao qniz-. dlzer cousa
dente, licengas contra os proprietarios, para ex- \ alguma, e o segundo nao deixoa, pela maneira
ciur estes uUiraos adeixarem opaiz, era que nol gj Q ^^ra^.vaf'a SfK
esuvam em seguranca. Ghegou mesmo a exemp-. todos os qQe donuneieU ja estavam entregues
ta-los de todos os impostos, e a persuadi-los que justiga: muitos deltes j unhaiii mesmo expiado
os encargos que outr ora pesavam sobre eltes' os seus ormes.
erara exigidos cobrados e despendidos pelos o-1 O governo seoneto obra com extrema pmden-
, i ca, e nao poderemos descobn-lo, se nao conse-
,acos- jguirnwfrlangar-lhea mao, quando a assembla es-
t Gragas a esta propaganda, conseguu faz* los ti ver em plena sessao. Todos os. que- se chegam
instrumentos doceis da plhagem e do assasstno. I prender sao logo substituidos por outros mem-|
Nada ha que possa dar urna idea da anarebia em
que vivemos.
As nossas prsoes estao chcias ; mas sao
principalmente as masmorras da cidadella de
Kaew, que nunca sao do mais, apesar des
bros na organisagao nacionah.
N'um jornal francez encontramos a segrate-)
correspondencia de Roma i
t Eu tambera quiz emprehender urna peregr-
1 nagem para ser tesleniunho. do duplo milagre
que- attrahe toda a gente a Vicovan c a Subiaco.
com-1 Demrenme um pouco a refc>rir-vos a pr-
boos de condemnados do todas as.edades e sexos' raeira, mais serei o prmeiro a relatar a segunda,
que partem todas as manhaas. E para elles urna que se manifestou passados alguns das,
liberdade, porquo alera dos mus tiatamentos' ,^ m*" primeira cslagao toi p^idade en-
m ,. j j cantada de Tivoh, antico Tiber dos Romanos, que
offlciaes, os insultos dos agentes da polica, a que ,inha ^^^ antg\ sicellium, fundada pelos
estao subjetos, sao torturados pela tome, sede e- sicujos,. vinte sceulos antes da era moderaa. Mas,
falta de somno, para Ibes arrancaren assignata- se a cidade mudou tres vezes de nome,. mudou
ras ou conlissoes.
i O sustento compoe-se, duas vezes por dia, de
urna tigella de pao negro temperado em agua, que
se lhe langa como se fossem animaes, ao meto do
chao, por um pequeo postigo feito para esse
uso, c os nfelizes devoram com avidez essa tguo-
bil subsistencia. Nunca prisioneiro de guerra
mesmo em poca de escassez, foi to mal tra-
tado. impossvel que o governo saina, e se o
sabe, nao o acredita decerto.
A sua obra, arruinar o paii, sequestrar
nao s
muitas mais vezes ainda de senhores, de aspecto e
de forma. Depois de- ter lutado contra os Pelayos
e Argiens, encontreuura inimigo mais temivel em
Roma, qual s se submetteu depois de heroicos
esfbrgos.
c Na poca da iuvasao dos barbaros, e durante-
as guerras civs da edade media, fivoi teve de
sofrer muitos assaltos ; emflm, a sua longa resis-
tencia autoridade dos papas foi para ella oiijgem
de novas desgrasas.
< Desta maneira foi a guerra,mais ainda do que
os annos, que cansou as diversas transfoemages
de Tivoli. porque aquel les lugares teem tantos
encantos, que se disputou sempre com as armas na
mao. Todava o clima de Tivoli spero e muda-
Vicavaro urna aldeia de algumas centenas
de habitantes, que possue encantadoras egrejas de
que se nao falla, e urna cathedral de que te falla
muito.
t Quando se ebega praga, encontrt-sfl urna
multidao de peregrinos, que a egreja nao suffl-
ciente para ronttr, e que esperara a sua vez para
entrarem no templo.
Todo o mundo compra pequeas imagens de
Madona, s quaes se transmittiu urna parte davir-
tude original, fazendo a tocar um canto do quadro.
Os muros e as portas, das casas sao cobertos de
nscripges edificantes, entre as quaes se oncontra
a seguinte, muitas vezes roproduzda : Viva Ma-
ra Coraggo e speranza I
Antes de fallar do famoso milagre, preciso fa-
zer urna pequea profisso de f. Creio nos dog-
mas fundamentaos da rehgio cathotica, e a minha
razo inclina-se diante dos mystcriosqueno com-
prehndo ; mas fra disso, regeito todo o abuso
sobrenatural. "Isto dizer-vos que nao acredito
em nenhnm dos milagros da Madona. Com estas
disposiges, no para admirar que eu rfao visse
cousa alguma, emquanto que millares de pessoas
estavam prompas a sellar com o seu propre san-
gue a declarago- de que tinham visto mu distnc-
tamente um quadro de Madona mchente es olhos,
levantando ebaixarrdb as palpebras,eempallideeen-
do e corando successivamente.
Eu nao empreftenderia pois urna discussao.
Admiti mu voluntariamente que ha gente
v raetlior do que eu, e respeito as eonvieges
seadas n'uma f, que estou mais disposto a invejar
do que a combaten
Nao julgo que haja em tudo isto a menor frau-
de. Examine alternamente o quadro de que se
trata. E orna copia mediocre, pintada em tela, se-
gundo um original da escola de Guido Reni. Este
quadro est exposto n'um altar isoiado, em volta
aoqual permittdo circular. Poderia favez ex-
plicar estes movmentos extraordinarios dos olhos
por una allucinago que se apodera daquelles que
o encaram; perqu impossivel tixar pev muito
tempo um obtecto qualquer sem o ver varillar ;
mas disse que no quera discutir, e estou persua-
dido de que aqueiles que asseguram ter viste est
persuadidos.
Seja como fr, a devogo mfe.-ta-se de uiaa maneira que deve ser particu-
larmente agradavel ao clero do Vilcovaro. As- of-
fortas abundam no-mialheiro coHocado ao lado-do
altar, o livro da inscri|icao das missas enche-se- in-
eessantemente, e pode dizer-se que-os padres tem
isto proparado de anlemo ; emfimy a egreja eeri-
quece com asesinlas dos fiis. O nosso santo- pa-
dre;-o Papa, deu exemplo, mandando um magnifl:
co ciborio; os armazens de ourivesara do Rema
teemsido, por assim-dizer, despejados de calis, de
custodias e outros- objectos de culto, mandados
para^asachrista de- Vcovaro.
V Durante a minha visita fui fcstemunha di
dora factos que me impresionanun vivameite.
No meio de um religioso silencio, urna voz estri-
dente sahiu do ineioda multido. V hornera ol-
locado- junto da balaustrada do core,, elevando ;*
bragos para a Madona, exclamou de repente
&>tivoglia,'Mamna ma vicni, vieni,
me t>
acompaabando esta exclamago de setacos entre-
cortados. Pouco depois, este mesmo humera cah'
no cttio,- atacado de eonuls5es, neo- pareca
um ataque de epilepsia, e.talvez o cjra se apres-
sasse a praticar as- ceremonias do exorcsrau.
i|uande o enfermo Feeuperou os sentidos. Esa
hornera nao poda ser' aecusado de-estar peitadb,
porqiw nao desempenboo o seu papel at o fim. *
Depois desta seeaa penosa, unta centenal
criancas, todas vestidas do branoo> e caberas de
longos veos, entraran na egreja en toando una
cntico Madona.
k procisso eranprecedida de 'Ciadas criareas
vestidas de anjos, c-comidas de llares, que Icxa-
vam urna almofada d&setim, com am f.e-volo. ra
fniu-do coracao, iie.prata dourada.
t'm.coryphou fecitava una ce pa. que err. .se-
guido- de estrbilho-- cantado no coa t e aquellas
vozes- frescas, soanduas abobada* da .egreja, da-
vam mais um cncanlo este quadiv potico.
t Bfctre Vicovajo.e Subiaco a.paizagem -das
mais- piltorescas : eneaitta cada instante, offerr-
cendoos efleitos mais encantadores o variados- E
urna das-estradas mais accidenta da Italia & que
tem-em si cousas mais agradavei- aos amantes da
natereza e aos amigos das artes.
- Subiaco, chamado oair'ontSablaqiifintk, era
urna .cdade importante dos Eques. Nern pesstiira
ali orna villa, cujos restos servitam para construir
quasi toda a cidade moderna.
cima desta villa havia tres-largos artiuViaes,
cujos formidaveis- reparos dtsabaram en 1315.
E" boje urna rula de 7 8,00 habitantes, edifica-
da como um pao de assucar ebanhada nejas aguas
do Anio.
Deve a sua. prosperidad PoVI.qpe tinha
sido commendatario de sua abbadia.. A cidade
baixa cheia de fabricas cue-empregQkpor motor
as quedas d'.tgua.
. E' a nica cidade dos estados romanos aonde
a industria^ tem alguma actividade \. mas os pro-
cessos de fabrcago al estao anda muito iocom
pletos.
O homem machina sempre-empregado,.e
o trabalho mechanico, ainda.no.sabstituiu o san-
gue. K preciso que a rainha tenlia um graede
poder para resistir ao.proprio interesse.
t N.'tvn paiz bem administrado o impulso deve
vir do- governo ; s este ni> s estacionario,
mas. hostil qualquer innovaeoy o progressa. es-
taciona at que tenha violentamente desfeito os
obstculos.
- K esta a situagao.do governo romano,.amea-
gado das maiores- catastrephes por ter quejido
suspender a torrente das idas novas.
as propriedades, nao s dos que fazem parte vel; a atmosphera ali hmida e o cu est mui-
da insurreigo, mas tambem dos que suspeita lhel fas vezes coberto de nuvens- Eis ** pouw
afabwaamk. Prendme uh .. hsongetro que os Romanos gravarara sobre Tivoli:
n Tivoli rfi mal conforto.
sao favoraveis. Prendem-nos, e sua familia re-
dttzida miseria obrigada a vagar de cida-
de em cidade para mendigar da caridade pu-
blica.
L-se no Daily-Netcs
c As tres potencias,
se conservam inacti-
aggregando-o
mando.
Segundo elle diz, os habitantes d aqnelle dis-
tricto pedram-lhe para que e^tendesse sobre elles
a sua protecgo tutelar, para os defender dos in-
surgentes.
Agora trata-se de reunir s provincias rus-
sas todo o palatnado de Augustowo, e Moura-
wieff despresando todos os j direitos, desltue o
governador civil, e substitue-o por um chefe de
gendarmes, comquanto nenhnm governador civil
da Polonia possa ser deposta nem nomeado, sem
urna ordem directa do imperador.
Alm d'isso, como se a fatalidade que pesa
sobre a Russia fizesse que elle nao podesse com-
metter nenhum acto de violencia, sem procurar
justifica-lo com alguma prfida mentira, os jor-
naes russos tratara de demonstrar que o pala-
tinado de Augustowo urna antiga provincia
russa, pertenecnte ha muitos seculos ao im-
perio, c ao qual deveria ter voltado ba muito
tempo.
Julgue-se em vista d'este facto e de, tao au-
dazes deelaragoes, que valor e importancia se deve
dar s pretenges da Russia sobre a Lithuana e
Ruthenia.
< A Russia possue aquellas provincias com
direito idntico ao que ha de possuir de futu-
ro o palatnado de Augustowo, que pelos trata-
dos de 1815 foi declarado parte do reino da Po-
lonia.
Nao deixa do ter interesse fazer notar que
reunindo Lithuana o palatnado de Augustowo,
a Russia passa e rio Niemem, e vera a tomar a
parte da Polonia que confina boje com a Prussia
oriental.
Nao ser isto um novo perigo para a Eu-
ropa?
Querer ella remelia-lo ?
Comprehender que emquanto a sua diploma-
cia discute, a Russia avanga?
Em 1815 comprometteu-se o imperador Ale-
xandre I (assim que o texto do t.-abalho), nao
s a conservar ao ducado de Varsovia urna
admiojstraco differente mas tambera a dar a tura
que julgasse sancg5es dos tratados srvem para legalisar e co- Hdosde < n vsl lo-
brir actos que as proprias necessidades da conquis- vavam objectos de devogo bentos pela Madona
ta nao poderiam dispensar. i milagrosa. Encontrar em meio seculo dezenove no-
. t-m 5a.i i I vos to sinceros, em que consiste verdadeira-
l m jornal semanal francez afflrmou que o mente o milagro que em vo se procurava.
O piove, o tira vento, o suena a morto.
Tudo se disse de Tivoli, tao chara aos artistas,
como aos poetes. Foi canuda por Horacio, por
Mecano, Catulle.Properce, etc. Varus ali vai ocoul-
tar a sua vergontuke a rainha Zenobia, ali vae pro-
curar o esquecimento aos seus males.
i agradavei para Tivoli, que o duque de Mo-
vas, nao podero, comtudo, ser espectadoras in- dena, repellido dos seus estados, nao tenha seguido
diuereutes do'que se passa na Polonia. Quando e exemplo da rainha de Palmyra, porque'possue
mesmo nao tivessem manifestado formalmente a,i nma magnifica residencia, que elle nunca viu,
... e na qual Anosto compoz o seu mmortal poema,
em documentos diplomticos o seu interesse por Isl0 teriaatlrahido cidade mais urna celebridade.
aquelle paiz, e confirmado o direito que tem ba- Mas, todos os viajantes que se dirigere a Roma vao
seado nos tratados, ho de ter deveras a cumprir admirar as bellezas da sua situagao, a sua mages-
. | tosa cascata, os seus encantadores repuchos e o
ii esia trise. j gcu morro pIloresro chamado gruta de Sreno.
Ainda que couservem o carcter legal aos Os amadores de antigudade nao deixam de ir vi-
tratados em virtude dos quaes a Russia possue a sitar o bonito templo de Sibelle, os restos dos tres
Polonia ellas devpm nrotestar contra a nnlitioa templos de Hercules, as antigs ranralhas de Tiber,
Polonia, ellas nevera protestar contra a poltica e I)rincipa,mente a vina Circumvisinha em que o
deshumana de czar, ou tomar medidas para Iho jmperador Adriano amontoou objectos de arte suf-
pr termo. I ficiente para enriquecer os museus da Europa.
Protestaran}, e temos conheciraento do re-' U%antg0Tctm!"h^,TIUr;,^ndt
.. ... .*__. na, conduz de Tivoli a Subiaco, seguiu-e o concur-
sultadoque obtiverara; responderam-lhe a torta- ^ Arioou TeVcrone. No estado romano, usa-
ra. Nao resolvern) fazer a guerra para obter je entregar Providencia a sustentago dos caml-
justiga para a Polonia, e certo que a nao que- nos, e ainda que a Providencia tenha muitas ou-
rem fazer. S lhe resta um meio para manter f2?2SL0 desemPenha mal a m'*-
* sao que lhe esta conliada.
a sua honra, e sercm consequentes comsigo, 0 paiz que se atravessa pobre, mas de gran-
mesmos. Dizem retirar a sua sanego ao governo de magnificencia aos olhos do artista. Altos mon-
russo na Polonia, daclarando qae pelas repetidas tanhas, pela maior parte descarnadas, dao para um
violages do tratado que lhe concedeu a Polonia, 'beiro azulado, onde se retrata a sua elegante fr-
perdeu todos os seus direitos. ma- U,na in<>dade de aldeias coroam os seus cu-
r a ^u"'^' mes agudos, e pergunta-se de que vivem aquclles
Qur esta declaragao ajude ou nao a Polo- povos encravados era rochedes inacessiveis, n'ura
ma, nos devemo-la a nos mesmos c devemo-la Paiz I110 n;in prodnz cousa alguma.
tambem humanidade. I apenas sahi de Tivoli encontrei no carainho
numerosas caravanas de camponezes que vinliam
a Russto pode conservar a Polonia pelo di- para Vcovaro. Aquelles homens, mullieres e
reito de conquista; mas esta prelengo brutal enancas a p, em burros, era carros, avivavam os
nao
A c.itbcdriJ dedicadaJa Santo An lr<:, edifi-
cada ero dous pavimentos, borda de uu precipi-
cio que tem reais de cera metros de profnpdidade,
ha alguns das testemonha de um milngre egual
ao do Vcovaro. Possoe urna imagem Ja Mndoua,
cujos olhosesto em movimento. AJ ha mais.de
apparato : um, aliar provisorio, levantado no meio
da nave tem sebreposto um i inmensa, palio, borda-
do com otiro falso. Pela parte de U\ ixo. est a Ma-
dona mikagrosa : urna figura uui pouco aBecta-
da, que faz lembrar as virgens do vu de Sasso-
Ferrato
c Pareceu-me que a populago- do Subiaco
menos fervorosa do que a que- se dirige para V-
covaro.
Talvet o milagro tenha o- defeito de vr um
pouco tarde e poderia suspeitar-se que ha ali con-
trafaeco.
Notei que os homens quo estavam em volla
de urna mesa, pela parte de trax do altar, e que se
oceupavam em enrolar era pedagos de papel os
pingos de cera que collam das tochas accesas coi
frente da Madona, nao. tinham grandes accumuki-
ges da sua mcrcadoria.
c A cdade do Subiaco nao possue monumen-
tos, as suas ruinas offerecem pouco interesse ; as
mas, todas em dogrus, tao guarnecidas de mise-
raveis casas onde os inmundos animaos vivem
conjuntamente com os habitantes
O antgo castello forte, que domina a cidade,
tornou-se a residencia do um cardeaK Esto trans-
formacao caracterstica.
No tempo dos amigos romanos, as cidades e
as provincias eram governadas por soldados ; du-
rante a edade media, o feudalismo estendeu o seu
dominio no paiz : hoje tudo esta sujeto auteri-
dade clerical, a sotaina e o byssope substituirn) a
couraga e a espada.
Mas se a cidade nada aprsenla de noto vel,
nao acontece o mesmo as immediagoes, cheias
de magnificencias da natureza que sao urna
origera inexpugnavel para os pintores de paiza-
gem.
Os amadores do pittoresco poderam empregar
muitas semanas explorar aquellas montanhas ;
por toda a parte encontraran) novos gozos.
A' urna mil ha de Subiaco, encontra-sc um pro-
fundo barranco, onde o Anio bate as suas es-
pumantes, contrahidas entre dous montes escar-
pados.
E' sobre um desses montes, chamado Monte-
Calvo, que S. Benedicto, apenas tinha sahido da
ad olescencia, obedecendo urna vocagao Irresisti-
vel, se estabeleceu no anno de 494, edificando os
seus contemporneos pelas suas virtudes e pela
piedade ; fundando nestas solidos doze conven:
tos, dos quaes dous ainda existen), e meditando a
regra da sua ordem, obra eminentemente philoso-
esse Estado toda a extenso interna
conveniente, t
A admitislragao differente desappareceu de
todo.
estara, como hoje, sustentada por urna mis- ,'nos adormecidos de ha seculos, com os seus gri-, phica e moral, porque em lugar de urna vida pn-
i i) ntnii .j.i.i;i.j. i tos de Viva Mara I com que saudavara os que ramento contemplativa, ordena o trabalho. Anni
JL Sr, a lega,ldade' A"'nenle as passavam os que passavam? lodos estavam ^T. M 0 ^^ daquepHa oraem clebro d^s benedir] "
nos, que dentro em pouco se espalbaram por todo
o mundo, e que dio a orgem mnitasj-ongrega-
ces religiosas, principalmente a de Smnt Maur,
de que sahiram Maillon, Montfanron, d'Achery,
outros sabios infatigaveis que enriquecern) a his-
toria ecclesiaatlca, ejvl'e litteracia de mui preo--
sos documentos.
'' Depois de ter subido por espago de meia ho-
ra urna m vereda/ eneootra-ae nma capella dedi-
oada S. Placido, discpulo de 9. Benedicto. Nao
me sorpreudeu pouco lr no muro aquella capel-
la urna inscrijigao provavelmente tragada por um
visitante quando sahido do convento, onde tinha
tido una impresso muito differente da que eu
senti. Eis a inscripeo um pouco sceptioa :
JVuWa esl peterminata teritas.
lm pouco mais cima encontra-se o convento
de Santa Escolstica, fundado por 8. Benedicto no
anno 520. Comprehcnde-se que depois daquclla
|wca o mesmo estabelecimento deve ter soffrdo
numerosas fransformages. Venv-se ali tres
claustros, tendo- cada um o seu carcter particu-
lar. O mais notavel orna encantadora construc-
oao do coluninellos, que data do dcimo tercelro
seculo. Este claustro tem adquirido um* certa ce-
lebridade. Os ropressores Schweinhenn e Pana-
ritz estabeleceram afr a prmeira prensa fypogra-
phioa (|ue funecona nn Italia.
Estes habis artistas publicaram urna edkjo
impressa das Instituires-dirrnas, de Lactoncr, de-
nominado o Cicero christfio-.
Sobe-se ainda durante uro quarto de hora,
nao suceessivamente, para gosar de expandidos-
pontos de vista, e depois de ter atravessado Hl
bosque de earvalhos seculares rhega-se entrada
do convento de S. Benedicto, chamado tambem'
Sticro speco,porque a egreja, de dnplo andar co-
moa deSubwco, construida nos grutas naturaes;
abenas n'um kmnenso rocheda As paredes e as
abobadas sao- eobertos de pintoras- fresco do d-
cimo quinto sesulo, muito damnificadas pela bu-
midade. N'unrer eapella ricamente decorada v-se
a estatua de S. Benedicto, obra ele esculptura de
Mr. Bernini. Na1 sacbrstia mostrarse- nma Mado-
na aporrypha, e o visitante nao deisa de ser con-
duzido um'jardin' do convento, 9Dd se Ibe fa-.
zem admirar rostirs, que so Acern plantadas
l>ela maode S. Bonetfwto, assim c< mo-oipfcs que
se assegara provirem de gragas miljgroftwnente
trausformadaspor S, rrancsco d'Assi.
Um espirito um pouco serio nao-poderia visi-
tar urna groja'ou unv convento sem ser assaltado
por pensamentos religioso e philosophlcos-. Pde-
se sentir pouca sympattha pelos padre de Koma.
qiie se envolvem as alegras do mundoj eqpe es-
tao continuamente em contarlo com uma< poavla-
gao cujos vicios contrallen? ; mas impossive dei-
xar de ser sorprendido pela admirago qnd*se
veero aquolles homens qce se dedican) voluntaria-
mente a passap a sua vid n'um deseato.'ontPe a
ineditago e a orago.
Para tomar semeHiante resolugo e-perseve-
rar nella necessaro ser dotad* de um profunda
conviego e de- urna energa pouco canmiunv e
aquelles que no>sentem eaosi a forga aecessaria
para imitar tanto abnegago,- sao muito fWizr-s- em
se lembrar que Deus pede o-amor sem impr o-sa-
enficio. >
Disenrs* sobre a Bbtia, prannmado por 3; J. bV
nos Cortes no-dia dr sna rtcrago na saadema
bespMhela k de abril i*-18i.
H
(Ontinuagsat)
Entre todos os povos, o unMco-eseolliido-egoveT-
nado por Deus, o povo hebreuv tombemiounteo
cuja historia um hymno constaste- em l.mttop do
seu Dotas. Distinctod todas a-naeoes, esta, s
com elb*. que lhe fU pela bocea dos seus-prophe-
tos o dos seus sacerdotes, a ausmresponde- com
cnticos de adorar-i, que rescaaa -sempre- nas-oor-
das de sna lyra.
s cnticos dos iebreus reeeneram da<-uaidttde
magestasa do Dous,- que elles ectebram, sua.nobre
simplieidade e incooaparavel belleza. Oque-- a
smpliiiiile dosgregos, maraviihuso artiio/ooni-
parada. >' destinado, i;uif vene-euuin s "Deus, na Inimani-
dade am s hornera-, .e sobre a trra um s- tem-
plo? A\simphcidad*, como a>vcrdade, c*apanagio
desse povo, para o-qualjoda a sabedonia reside-em
urna s palavra, q,v; a creagolera pranuaeia,
que o-cedro e o frgil arbusto- diicm ogi'almentc,
que o-mar proclama pela voz de suas ondas> que
as ave cantara ao romper da aurora, qa-os-ventos
e as tempestades annunciam pelos-ssus-gemidos.
Tal o caracten especial do povo bebreu, que
se es-more de si ax-sino .e se aniquila, diaate do
seu Deus. Para, elle tudo qae.leflhraoMento
c vida urna imagem, um trago da. raagestade di-
vina, que resplandece nao snes cedros-das mon-
tar, bas, como nos lyrios do valles.
Gada urna idas palavras de Jehoiedi, eonslitue
urna poca de sua historia, ApoutorUae Deus
coa o dedo. ierra da proausso, e lhe promette
11 pe de sua naga sal ir o redemptor> do mundo,
que ser re e senhor das- nages.H&ta a po-
ca das- naeSes, que corresponde- a. dos palriar-
chias.
Tendo-se descarreado tlocamnho-A Senhor. c.
povo. levanto dolos no deserto, abandona-se s su^
perstigiies, e o Senhor lhe aunonota. grandes e tem-
pestiiosa* revoluges, c. desmoronanaent do toui-
plo, a ajatiiiionto dos muros da cidade santa e-a
sua propria disperso por todos os- ngulos da ier-
ra. E$to> a pofl da ameaca.
Emilia chega a hora na pleeiMde dos toispos,
apparee no horisonte a estrella de Jacob... e-o-
cruenlD sacrificio do Galvaxio. se cumpre, o plo
cabe, Jbrusalera se anruina, o povo judeu, Lwadu
pela ijiexoravel tempestode, so dispersa peto .mun-
do.Kisa poca dJ.castigOi
A historia do poyo liobroa, senhores, como, um
drama religioso, eomposte. de unu proaiessa, de
urna ameaca e de- una catostrophe. Abralto o to-
!i;.s os patria relias, ou vira a promessa ^pyss e
es prophetas onvinam. a ameaca ; c a eatostiropbe
iodos nos a presenciamos.
Os autores dessa tragedia aterrado*!), estao vi-
vos : est viveO.Deusde Israel, qui- operou to
grandes cousas para o ensino das.nag*os; est
vivo o desveaiurado povo, que levaotou mao au-
daciosa e sacrilega contra a face dp se* Deus. o
que, vagueando bojo no mundo, sonta s nares
as suas passadas glorias e presentes desven-
turas.
Se niiO'-duvidoso que a expjifago da historia
desse novo estoja na palavra divina, nao meno*.
evidente-que existo urna corrcspoadencia admua:.
vel enti-e as vicissitudes da sua poesa e as peri-
pecias- da sna historia. A peueira palavra. que
recebo do seu Deus, urna, promessa -, o seu pr-
meiro periodo histrico o. patriarchado ; t* pri-
meitios cantos de sua musa datera ao povo, a, prc-
icfssa de Deus, e a Deus as esperanzas dp, svu
povo.
. A missao religiosa e-social da poesia hebraica ios
terapos primitivos, era cimentar a paz e allianga
entre a Divindade e o homem ; por raensageiros
e negociadores, havia da parte do ItonictH a sua
profunda adoragao> e da parte de Deus a sua infi-
nita misericordia.
E' meoniparavel o encanto da poesiA bblica que
corresponde a poesa a esto poca.
O patriareba o typo da simpheidade e da in-
nocencia. K' antes o menino i son tu da macula do
peccado, do que o varo inoocpuptivel o justo i
como a menino, visitado petos anjos, o ou ve i
miudo. a suavlssima e deliciosa vna de Deus, qu a.
chau si. E' menos o hornera justo, que marulia
alegre nos carainhos tragados pelo Senhor, do que
o habitante do eu, que, r.cahrunhado de tristezas,
erra no mundo, sentina*) ha ver perdido o sea ca-
rainho e lembrando-se da sua patria. Nao ten ou-
tro pae seno Deus, outros irmos seno os ank>s.
Os patri archas eram o que foram depois os apos-
tlos,o sal da torra. Em vo buscareis pelo
mirado, naquelles remotsimos tempoa, o hornera
animado do espirito de pobreza, rico de f, manso
e sensivel de coracao, modesto as prosperidades,
resignado as tribulagcs, de vida innocei.-te e de
costumes pacficos. O thesouro dessas virtudes s
brilhou as solitarias tondas dos patriarchas bi-
blicos.
Na trra dos Pharas, o povo hebreu esqueceu-
se do seu Deus, entregou-se s abominaees efvp-
ciacas, lornon-se supersticioso e agoureiro, e tro-
cou ao mesmo tempo Jchovah pelos dolos, a li-
berdade pela servido. A mao de um homem, o
maior entre os prophetas e os Albos dos homens,
conduzida por urna forga sobrehumana, arrancn-
o violentamente dessa dupla servido.
Muitos homens subjugaram naces e firmaran) o
seu dominio pela forca da espada ; nenhum, po-
rm, como Moyss, fundou umirapeno inexpugnavel
s cora a forca da sua palavra. Cyro, Alexandre, Ma-
homet, levaran) pelo mundo a desolagao, e nao fo-
ram grandes seno porque foram homicidas. Moy-
ss volto o rosto com horror as batolbas san-
Suinolentos, e entra no seio de Ahraho coberto
e alvos vestidos, e brilhante de pacficos esplen-
dore, .
(Contmuar-se-haJ

PERNAMBUCO.- TTP. VE M. F. F. & FILHO.


m
/
ARMAZENS "
V DO
PROGRESSISTA
RA DAS CRIZES W SS
E
RA DO CRESPO N. 9
No fcalrro de Manto Antonio.
foaqulm Jos Comes de ttonza scientifica a seos numerosos
fregueses e ao publico em geral que acaba de estabelecer um novo armaiem de
molha ros de, estiva, qoe se vendero a retalho e por atacado, por menos dos que se ven-
derem! em outra qualquer parte, affiancando-se aquellas pessoas que comprarem
nestes armazens a superior qualidade de gneros, precos commodos e bom acon-
dicionamento.
O armazem da ra do Crespo situado no melbor local desta cidade com o
asseio que de necessidade manter-se com estes estabelecimentos, faz crer a seu
propietario, que ninguem deixar de sortir-se n'um estabelecimento aonde se en-
contra inceridade, para ir-se comprar aonde se n5o offerecem tantas vantagens.
Sendo este armazem no verdadeiro ponto de partida para os arrabaldes
desta cidade, nao ser difficil quelles senhores que tem de partir nos mnibus da-
rem sus encommendas neste armazem, que sempre Ihes offerecer os mais agra-
daveis gneros.
ge
S
as
MI

p,(t
o. a
i!
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sr iffl
S SSSS S Q
SIfflpfP'S
n 3
3 M
I
O proprietario dos armazens do Progressista jamis deixar de offerecer aos
seus frcsuezestudo o que for preciso para que sejam bn servidos, e como a festa
se aproxima ptima aoccasio dos seus freguezes experimentarem a realidade.
que nunca deixar de ser mantida pelo proprietario destes arntazens.
\


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