Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10256


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Full Text
H"""*"*
\\
NNO XXXiX HOMERO 276.
Por (res mezes adiantados SSOOO
Par tres nezes yencidos .

Im:
TERCA FEIRA DE I DEZEMBRO DE 1863.
Por anno adiantadtv ,
Porte para o subscriptor.
---------------- MI I I III
198000
3(000
DIARIO DE PERNAMBUCO.

EN'CARREGADOS DA SUBSCRIPCO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrifio de Lima
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCO NO SOL.
Alagas, o Sr. Claudino Falcao Dias; Babia, o
Sr. Jos Martins Arres; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martins 4 Gasparino.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas
sexus-feiras.
Santo Antao, Grvala, Bezerros, Bonito, Caruaru',
Altinho e Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tarara tu', Cabrob,
Boa Vista, Ourieury e Exu' as quartas feiras.
Serinhem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agna Preta e Pirnenteiras as quintas feiras.
llha de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas parten ao '/ da.
EPHEMERIDES DO MEZ DE DEZEMBRO.
3 Quarto ming. as 8 h., 49 m. c 2 s. da m.
10 La nova as 4 h., 29 m. e 20 s. da t.
17 Quarto cresC. as 8 h., 20 m. e 32 s. da m.
24 La cheia as 11 h., 23 m. e 14 s. da t.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 5 horas e 18 minutos da onanhaa.
Segunda as o horas e 42 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTE1ROS.
Para o snl at Alagas a 5 e 25; para o norte at
a Granja 7 e ti de cada mez; para Fernando nos
dias 14dosmezes.de jan. mate, njaioJuLseLenv.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recite ; do Apipucos s 6'/,, 7, 7 >/2, 8 e
8 'A da m.; d Olmda s 8 da m. e 6* da tarde; de
Jaboatao as 6>/j dam.; do Caxang e Varzea as 7
da m.; de Be.njfina as 8 da m.
Do Recife : para o Apipucos as 31/24, 4 '/i, 4 /a.
5, 5 '/?> 5 Vi e 6 da Urde; para Olinda s 7 da
manhaa e 4 >/, da tarde; para Jaboatao s 4 da tar-
de ; para Cachang e Vanea s 4 >/z da larde; para
Bemfica s 4 da tarde. -.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPfTAL
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relaco: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda : quinta* s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s l horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao meio
dia.
Segfinda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da Urde.
b.
DIAS DA SEMANA.
30. Segunda. S. Andr ap.'-, S. Troyano
1. Terca. S. Nahum prof.; S. Elo b.
2. Quarta. s. Bibiana v. m.; S. Policiano.
3. Quinte. S. Francisco Xavier ap. das Indias.
4. Sexta. S. Barbara v. m.; S. Osmundo.
5. Sabbado. S. Pedro Chrysologob.
6. Domingo. S. Nicolao b.; S. Leoncio m.
ASSIGNA-SE
no Recife, em a livraria da praca da Independencia
ns. 6 e 8, dos proprieUnos Manoel Figueiroa do
Faria 4 Filho.

_
PARTE OFFIGIAL.
JIIMSTKRIO DA FVZKMH
Dito ao juiz de paz presidente da mesa paro-' Ihe, porm, um prompto lim. El-rei e o ministerio
cliial da fregueaia de Goianna. Remeta Vmc. nao pensam om ceder, apezar de que dentro em
com urgencia cmara municipal da cidade de dous annos agora j a terceira eleicao do paiz se
Goianna o hvro das acUs da eleicao de eleitores a decidir contra elles ; to pouco, naturalmente,
que se procedeu nessa freguezia no dia 1 do cor- de esperar da actual dieta a complacencia exigida
rente. pelo rei. O mesino por isso j declarou n'uma con-
Iguaes aos juizes de paz das mesas parocbiaes versa mui francamente, que esta cmara de depu-
Minislerio dos negocios da fazenda. Rio de Ja-
neiro, 10 de novembro de 1863 O marquez de | aas fr0gUezias de N. S. do O' de Geianna, de ium- tadoS no*auwnte eleiu, nao Ifee servia, e que seria
lente interino do t u- ^ de Tijucupapo e de Cruangy. Gommunieou-se dissolvid de novo; ao resto; que elle tencionava
ro naoionai, remette aos Srs. inspectores das the
sonrarias da fazenda, para a devida inielligencia
\ e execuco, as.instruccSes desta data, consumes
do exemplar incluso, modificando os arte. 448 e
628 do regulamento de 19 de setembro de 1860,
em favor de commercio nacional. Mrquez de
Abrnntes.
Ministerio dos negocios da fazenda. Rio de Ja
neiro, em 10 de novembro de 1863. Sendo neces-
saria alguma dispesicao provisoria que modifique
os arts. 458 e 628 do regulainento das alfandegas
em favor do commercio nacional, tenho resolvido
o seguinte :
!. Os gneros nacionaes isentos de expediente
navegados por cabougem, tendo a erobarcacao da-
do entrada regular, poderlo ser descarrcgados on-
de convier parte, salva a disposicao do art. 720
4o regulamenlo, mediante bilhete ou guia extra-
bida de livro de talo, assignada pelo inspector da
alfandega ou quem suas vezes fizcr, e visada pelo
guarda-mr ou quem suas vezes fizer.
2.* A conferencia ser feiu pelos flscaes dos
armazens e trapiches alfandcgados, ou pelos em-
pregados, on guardas designados pelo inspector.
3.* Os ditos Oseaos, empregados ou guardas, fei-
U a conferencia, hincarn a respectiva nota no
verso do bilhete ou guia, e os entregarlo na al-
fandega pira os ulteriores effeitos legaes.
4.- Estas dispusieses ficam extensivas descar-
ga e eonfereUeta dos gneros nacionaes sujeitos
expediente.
O pagamento do imposto ser realisado me-
diante competeoie despacho, antes da expedidlo
do bilhete ou guia.
*>.* O insni Mor da alfandega poder mandar
proceder a qnaegqoet exames por empregados de
sna escolha, e toesmo effectuar a descarga e confe-
rencia des gneros nacionaes sujeitos expediente,
na forma ordinaria prescripU nos arts. 458 e 628
do regulamento, quando assim o julgar convenien-
te aos interesan da fisffilisaco por suspeita de frau-
de, inexartidl da nou ou outro motivo justo.
Mrquez de Mnmtes.
DECRETO X. 3,184 DE 18 DE NOVEMBRO DE 1863.
froroga at ultimo dia do anno de 1864 as disr
micies do art. 486 2* n. 5 do reijulamento das
alfandegas.
Usando da faeuldade concedida ao governo no
art 46 da le a. 14 de 28 de outupro de 1848. hei
por bem proregar ateo ultimo dia do anno de 1864
as disponcSes do art. 486 $ i. o do regulamenlo
das aijbndWas do imperio.
O martjwrdr Mu Mies, eonelhetre de esUdo,
senador do imperio, ministro e secretario de estado
dos negocios eslrangeiros e interino dos da fazen-
da, e presidente interino do tribunal do thesouro
nacional, assim o tenha entendido e faga exe-
cuUr.
Palacio do Rio de Janeiro, em 18 de novembro
de 1863, 42 da independencia e do imperio.
Com a rubrica de S. M. o Imperador.Marquez
de branles.
ao presidente da cmara municipal de Goianna. dissolver, edissolver de wevot conseguir urna
Portara.Os Srs. agentes da companhia brasi- maiona traUvel.
leira de paquetes exoecara as suas ordens para O partido feudal trata de fortifica-k) nessas re-
que no vapor que se espera de norte sejam trans-! solucoes, fazendo-lhe crer, que o reforjo dos seus
portados para a Baha, o naturalisU Luiz Jacques obtido as ultimas eleiees, era o principio de urna
Brunet, sua mulher e bagagem destes, devendo a mudanca do sentimento do piz, rompendo cami-
respectiva despeza ser paga pelo thesouro daquella nhe pouco pouco, e que s valia continuar a go-
provmcia.
Despachos do dia 27 de novembro de 1863.
Requerimentos.
Henrique Jos da Cosu. Informe de nove o Sr.
inspector do arsenal de marinha.
Justino Pereira de Moraes. Dirija-se ao seu
commandante.
Jos Francisco Marinho.Informe o Sr. director
do arsenal de guerra.
Joaquim Mara do Espirito Santo.Informe oSr.
director do arsenal de guerra.
Joaquim Jeronymo Serpa. Informe o Sr. admi-
nistrador do correio.
Joaquim I, africano livre.Indeferido.'
Bosa I, africana livre.
pacao.
vernar da mesma maneira violenta como at ago-
ra, para afinal fazer penetrar completamente essa
mudanca. El-rei parece infelizmente dar crdito
a essas historias, e na Prussa j se esU geralmen-
te contando com repetidas novas eleigoes na pri
inavera prxima.
Na queslad allema-dinamarqueza chegou lei-
tura na sesso da dieta allema em 29 de outubro,
urna declaracao dinamarqueza, a qual de forma
moito conciliadora, nao faz nenhuma nova conces-
so no negocio, com excepfo de reduzir impor-
tancia de urna medida nicamente provisoria
o manifest real de 30 de margo ultimo, o
qual fura principalmente a causa do actual pro-
ced ment da confederaco contra a Dinamar-
Passe carU de emanci- ca> e declarando, como j tanUs e UnUs vezes
declarara, achar-se a Dinamarca prompta para en-
dar a divida legtimamente contrahida pelo extinc-'
to governo da confederaco, desde o 1 de abril at
12 de dezembro de 1861.
A lei, tal qual foi redigida, funda-se n'uin prin-
cipio moral, e, se se curaprir ao p da lettra, nao
se elevara muRo o algarismo da divida, visto que
nao devem sar compreheudidos na liquidacilo os
crditos e qne a pessoa que fez ou ordenou a
despeza de que procede a obrigacao, ou a que ou-!
torgou o documento ou o reconhec**i, foi incompe-
tente por falu de auturidade legal para faze-lo ; os
contrahidos fra da ei do or?arnento, sem outros
que especialmente aulorisassem a despeza ; os
damnos e prejuizos causados por autoridade nao
constituida legtimamente, ou anda estando-o se
provem de actos illiciios, ou fra das aUribuicoes
legaes, aquejes em cujo contrato bouve dolo, cau-
sa torpe, leso enorme, ou outro erro qualquer
que de loor a legtima excepd, na parte aonde
alcance OjgbTo ; e o excesso sobre o proco cor-
rente daa moedas subministradas sem contrato
previo.^*
O govefco nacional j expedioo decreto que flxa
o prazo de seis mezes para seren apresenUdos
commisslo cJassiicadora os crditos de que trata
a mencionada le.
Tamben nomeouum liquidador especial, ao qual
devero *presenUr-se os possuidoies de bonds,
inscripcS) e bilhetes do thesouro, postos em circu-
lagao neto governo da confederaco at o 1- de
Aoutra lei de que fallei no principio reconhece
comodlUda publica a piucedent de emprestimos
guma noticia de imporUncra, antes de ehegar ao'
nosso conhecimento, a menos que, como succedeu I
ltimamente, nao se oceulte alguma derrou do
oxepcito revolucionario. i
Todos os estrangeiros que dahi vem estao eon-'
formes em qne nunca bouve um exeretto na re-
publica OrienUl mais respeiudor da propriedade
do que o que obedece ao general Flores, e, o que
engrandece mais essenobre proceder, que tam-
bem nunca se vio um exercito mais falto de re*
cursos, pois nao smente andam quasi ns, mas
tambem earcccm do mais indispnsavel para a
vida, e sobrelevam ludo isto com urna resignacao
mais heroica do que a de que so precisa para en-
trar em baulha.
Sao horas de concluir esta carta, e nao tenho
noticia de mais algnm successo notavel,
EXTERIOR.
COmtESPODNEWCIAS 1M> MA-
RI* K PBKXAHBTC'O
trar em negociacoes com a coafederacao acerca do e auxjlkK para os exerctos que combateram pela
regulamenlo definitivo das circnmsuncias cons- liberdade c contra a tyrannia de Rosas, desde
itucionaes de Holstein e Lauemburgo. Ao mes- 1838, a soal ser examinada e liquidada por urna
niHninto.
5 de Mvembro.
O acontecimento mais
semanas sao as eleieSes prassianas.
outubro tiveram lugar as eleifdes
eleiees dos eleitores, e no dia 28
depuudos. O resuludo urna nova victoria deci
dida da grande maioria liberal da antiga cmara
dos depuudos, composta do partido progressista e
do centro esquerdo (a fraccao-Bokum-Doeffs), e a
mesma sabio esU vez da urna eleilural anda mais
rica de alguns votos, contando 250 dos 352 mem-
ores, dos quaes consiste o pleno da cmara. Os
progressistas contara 153 votos, o centro esquerdo
97, de sorte que o ultimo conservou exactamente a
sua antiga forca, ao mismo tempo que o partido
progressista cresceu de 15 votos.
Do outro lado, verdade, o partido feudal-mi-
nisterial tambem ganhou, isto elevou-se de 13 vo-
tos, dos quaes dispunha na cmara antiga 37.
Do mesmo modo tem os Poloneses mais dous votos
na nova cmara, do quena ni tima, emquanto que
os vellios liberaes eosclericaessoltreram urna per-
roo tempo foi communicada nessa dita sessao urna
nova, terceira, nata do conde de Russell, a qual
quanto diz respeilo questo especial do Schleswig,
propde negociacoes sob a mediacao das grandes
| potencias, ^nibos esses documentos foram remet-
tidos a respectiva commisso, para referir sem
perda de tempo ; mas nao se pensa que as conces-
commissd que para isto se nomear, e se inscre-
ver er fundos pblicos nacionaes a 6 ( de juro
ao anno com 1 | de amortisacao
A lei sobre a organisacao do crdito da nacao,
que tinha de novo entrado em discussao na cma-
ra dos depuudos, por causa das addicoes feitas pelo
senado, fci novamente appiovada com a suppressao
sSes da Dinamarca serao julgadas suficientes, para do art. 28, que fica reservado como materia de lei
timat deter a execuco federal resolvida. Entretanto os especial, adiando sua consideracao al as sessoes
!S! \o dia 20 de estados encarregados de cumprimento da mesma de 1864. (1)
trimitivas as I execu^ao, a Saxonia eeHannover, ja terminaran! -Nao sendo constitucional. este procedimento.
] eieiroe< tos I ^ seus preparos nuliures, e as tropas respectivas provavel que se rena o congresso em assembla
j receberam a ordem de se acharem prompus geral, jiara deliberar delinilivament.
para marchar. i Quando j nos linhamos esmiecido da guerrilha
De 23 at 25 de outubro achou-se reunida em que infesu o interior da repblica, recebeu-se a
.Nuremberg urna conferencia de ministros, convi- noticia simultanea da sua appariijo e da sua der-
dada pela Austria, daquellesesudosda Allemanha, rola na.provinciade S. Joao, seis leguas disUnte
que tinham tomado parle no congresso dos princi- da capital.
pes de Francfort, e combinado no mesmo com a Em Cordava coniinuavam agitados os espiritos
Austria o projecto d'uma acu de reforma. O fim por tausa da profunda desunio que lavra no par-
da conferencia era convencionar urna resposta tido dominante. Perdidas as esperanzas de urna
commum replica de el-rei da Prussia, e ao mes- fusionara proceder de accordoa eleicao do gover-
mo tempo de entenderse acerca das modalidades nador, prqjccta-se reorganisar o club Liberdade,
de um procedimento eventual, tambem sem a prepara-*" -se os circuios para a lula eleitoral.
Prussia. -Na p ncia de Enlre-Rios, altn dos desafogos
Dos vinte e dous assignantes da acta de reforma da sa e das manifesu^oes isoladas de al-
de Francfort, porm, s dez, alm da Austria, ti- KUis ares sem importancia, nada ha i\w in-
nham enviado os seus ministros para Nuremberg, duza a teiib"s com razad a perturbago da paz. A
saber : a Baviera, Wurtemlierg, Saxonia. Hnno- nnica diposico ofDcial que pode interessar
I.0VERN0 DA PROVINCIA.
Expediente de dia 27 de novembro de 1863.
Offlcioao inspector da tliesouraria de fazenda.
Transmuto V. S. para os devidos effeitos as qua-
tro inclusas copias dos termos de contratos para
fornecimentos de gneros e outros artigos ao hos-
pital militar, a contar do mez de dezembro desle
auno, ao de fevereiro vindouro, celebrados com
Domingos Jos da Cunta Lages, Bento dos Santos
Ramos, Thomaz Tavares de Moraes e Freitas &
Irmaos. Communicou-se ao brigadeiro comman-
dante das armas.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Em visu das inclusas contas que me foram remet-
tidas pelo Dr. chefe de polica com o ofcio de 2<"
do corrente, sob n. 1370, "mande V. S. pagar nao
bavendo inconveniente, aos empregados da illumi-
nacao gaz desta cidade a quantia de 47057U0,
proveniente do gaz consumido nos mezes de agos-
to, setembro e outubro desle anno, com a illumina-
cao da rasa de detcncao. Cuiiiniimicou-se ao*Dri
chet de polica.
Dito ao mesmo.Mande V. S. por em hasta pu-
blica a reconstruccao de urna parle do caes, que
desabou entre as pontes da fundicao do Starr &
C, na extencao de 220 palmos, servindo de base a
essa arrematado o ornamento e clausulas juntas
por copia, que me foram remellidas para esse (lm
com o officio do director da reparticao das obras
publicas datado de lionlem e sob n. 233.Commu-
nicou-se ao director das obras publicas.
Dito ao mesmo. Fico de posse da copia do tor-
mo de arrematacao da olira do reparos precisos
no 22 e 23 leos da esiradak Victoria, a qual
acompanhou o seu offlcio de 25no corrente, sob n.
575, que fica assim respondido.
Dito ao mesmo. Manda V. S. por disposiejio
da cmara municipal da .Tilla de Iguarassu, a
quantia de 1:6885760, que, legundo a sua infor-
mafo n. 766 de 16do corrente foi depositada nes-
ta thesouraria pelo lenente-coroncl Hemeterio Jos
Velloso da Silveira, visto que j esl contrauda
com Antonio Joaquim da Fonseca Galvo, a obra
do cemiterio publico da mesma villa, a cuja des-
peza tem de ser applirada aquella quantia.
Dito ao director das obras publicas.Pela leitu-
ra do offlcio que Vmc. me dirigi em 25 do cor-
rente, sob n. 234, fiquei inteirado de j ter manda-
do fazer na ponte de ferro entre o theatro de San-
ta Isabel e a ra da_ Aurora, os trabalhos precisos
para sua conservacao, os quaes podem ser removi-
dos nos prazos que Vmc. para isso julgar suffi-
ciente.
Dito ao commandante do corpo de polica. Fi-
ca V. S. autorisado a dar baixa do servido ao guar-
da da seccao urbana do corpo sob seu commando
Albino Bezerra de Moraos, que se acha incapaz do
servico, como V. S. declarou em offlcio n. 483 da-
tado de 27 do corrente.
Dito ao mesmo.Ordene V. S. ao soldado do cor-
po sob seu commando Antonio Joaquim de Souza,
que se aprsente no quartel do commando da? ar-
mas, afim de ser inspeccionado, visto que pretende
servir voluntariamente no exercito, como declarou
no requerimento sobre que versa a informaba o de
V. S., sob n. 470 e daU de 20 do correnle. Com-
municou-se ao brigadeiro commandante das ar-
Dito ao inspector do arsenal de marinha.Pode
V. S., conforme soliciu em seu offlcio de hontem
daUdo, sob n. 584, comprar ao barao do Livra-
niento o raastro e a verga que elle oTerece a ven-
da ambos pela quantia de 1:500* rs. visto a ne-
cessidade que ha de ter esses artigos de sobresa-
Jenles naquelle arsenal para supnrir de prompto a
gualquer navio do esUdo que delles precise, se-
gundo V. S. ponderouemo citado offlcio. Com-
niunicou-se ao inspector da thesouraria de fa-
zenda.
desceram;!2, edosclericaes scquecompunham de
30 e tantos membros, foram smemte reeleitos 26.
Se nos lembramos, que na antiga cmara, na ques-
to propriamentc constitucional, os velhos liberaes,
assim como os Polonezes, votaram com a maioria
liberal, separando-se da mesma nicamente os
feudaes, deve-se noUr, que para esse ultimo parti-
do foi cleito esla vez um numero de homens libe-
raes, excepto em negocios da igreja, e que por esU
razao esta vez tambem urna grande parte dos cle-
ricaes ir na questao da constitigd de maos da-
das com a maioria liberal. Pdese por isso contar
nessa questao, em todo o caso, com urna maioria
de ao menos 300 votos, isto 6|7 da cmara con-
tra 1|7. E isso o resultado de um terrorismo do
governo, romo na vida parlamenUr Ulrez nunca
fura exercido sobro as eleicSes de urna nacao.
grandes difflculdades s propostas austracas. A
proposta de urna ola idntica
Uda, recusando-se enrgicamente
acerca das modalidades d'um proced
mesma.
Tude que se entenderam foi, se a Austria de
seu lado preceder com urna resposU Prussia,
de apoia-la em notas separadas de cada um dos
ditos estados,
Prussia foi regei- Da eleino que acaba de ter lugar naquella pro-
ente um accordo vieta deduz-se que a opposieao e importante, pois
rocedimento sem a os depurados que saturara elilos pertencera todos
pertencem
ao governo.
As noticias das outras provincias carecem de
lnteresse para o leitor esliangeiro.
A legislatura provincial, que tinha encerrado
. e que se brigariam a suslenUr a suas sessoes ordinarias, foi extraordinariamente
acu de reformas. Com isso fica sellada a sorte convocada para approvar algumas leu finaneeiras
dessa acta. Tambem ella nao mais do que de no-. .ue. poder executivo julga indispensaveis.
vo um pedaco de papel, para junUr aos outros, No dia 9 o Sr.Loureiro, o ministro pleni|ioten-
3ue as negociacoes sobre a questo da reforma fe- f ario desse imperio, deu um banquete offlcial ao
eral da Allemanha accumularam. Tambem pou- presidente da repblica, ao qual assistiram todos
co Ihe ajudar, que urna assembla geral realisada os ministros de estado, o corpo diplomtico e cun-
era Francfort no dia 30 de outubro, do assim cha- sillar,o almirante franceze varias oulras pessoas
mado partido grande-allemao (a mesma conuva distincla, em numero superior a quarenU lalha-
A mpre'na*Heral "cmmudece por causado re- i *^ membros, e era composta principalmente de res. Os brindes que se flzeram ao som do linir dos
gulamento da imprensa do 1 de unlio, o para se habitantes da Baviera, assim como de elementos copos deixaram satisfeiUs as pessoas presentes,
poder fazrr urna idea da maneira como esc regu-' 'eUdaes e clericaes da Allemanha meridional e oc- > desvaneceram mais de urna illuso dos que al-
lamento foi posto em execuco, notaremos que :o cidenUl) se declara com grande emphase pela obra guma cousa esperavam da desinlelligencia dos go-
mesmo lempo, que desde 1832 al 1863, na Fran- do congresso de principes de Francfort, exigindo a vemos imperial e argentino,
ca, s se deram 167 reprehensSes a jornaes na sua realisacao tambem sem a Prussia. Nao fallan- <-ouh> podem ver dos jornaes, a imprensa agi-
Prussia desde o 1 de novembro do anno corrente, do dos governos liberaes da Allemanha, como Ba- 'ou-se um pouco nestes dias por causa do novo
isto no termo de cinco mezes o numero de re- de' Weimar, Altemburgo e Waldeck, Umbem os contrato que celebrou d barao de Mau com o go-
preliensoes j passou de duzento's Ioutros na realidad nada qaerem saber de urna ii- verno de Montevideo, em virtude do qual se rero-
Ao mesmo lempo, nao smente fra rigorosa-' 8a separada (Sonderbund), a qual as sugeiUria nhecem seis milhes de divida por oitocentos mil
mente prohibido aos empregados pblicos qualquer nicamente ao governo parcial da Austria. Pesos, efectivamente e que o dito banco empresu
parlieipacao na agitcao eleitoral no sentido do ^a questao poloneza, este momento, acham-se para fazer face as urgeucias da guerra. Nao a
partido liberal, mas se Ihes Ibera um dever de to- ainda pendentes as negociacoes entre Vienna e Pa- operacao em si que provocou a diecusso.mis sim
mar parte as eleicoes no sentido do governo, e ris acerca de um novo passo commum contra a os termos da nota com que o banqueiro acompa-
el-rci Unto as suas falias, como em cartas parti- Russia. Em Londres parece que acharan) muito nha as suas bases ao govqrno, que, nossa opinio,
culares, declarara qualquer eleicao que nao fosse lonR tem de negociado sem resultado, deci- esiao pouco em harmona com a orcumspeccao
ministerial, como directamente Hostil corea. O dindo-se a um procedimento solado. Em con- ^m que at agora se tinha havido essa jersona-
partido liberal foi na maior parte dos lugares im- sequenr.ia, lord Russell em daU de 20 de outubro, gem.
pedido de realisar as suas reunies para preparar dirigi sob mao propria, e sem a Austria e a Fran- EsU operacao flnanceira pSe obsUculos a urna
as eleicoes, muius vezes sem o mnimo pretexto. Ca uma ola para S. Pelersburgo, lembrando as transaba em que estao empenhadas todas as
Milhares de exemplares de folhetos eleitoraes fo- cousequencias do actual modo de proceder da Rus- pessoas influentes desla e daquella repblica, per-
ram distribuidos no paizjielos empregados, em- sia na Polonia. Jem 10 de outubro elle tinha ex- suadidos da impossibilidade em que esU ogove--
pedido uma nota para a Bussia, a qual em termos no de Montevide de dominar a revoluco, que,
mui fortes, declarava perpetrados os direitos dessa como verao perfeitamente, cada dia faz ores pro-
sobre a Polonia ; segundo parece isso s fra feto gressos.
na esperanca, de poder fazer-se seguir pelos gabi- .De cinco exerctos que o governo tinha orga-
neles de Vienna e de Paris. Essa esperanca mos- nisado em campo nao Ihe resta senao um desmo-
trou-se va, e por isso lord Russell apressou-se de ralisado.
retirar essa primeira nou, ainda antes da sua com-1 Entretanlo o general Flores, sem constranger a
muniragao ao principe de Gortschakoff, para algu- ninguem, marcha sobre i capital frente de
mas semanas mais larde expedir a sua segunda no- quatro mil homens, esundo senhor de todi a
ta, e manda-la entregar effectivamente em S. Pe- campanha.
quanto que as chamadas dos liberaes lugo foram
ameacadas com cenfiscago.
Em breve, nenhum meio do poder deixou de ser
tentado para torearas eleicoes ministeriaes, e o re-
suludo nao foi se nao uma fortificaco da opposi-
eao, enja importancia moral tanto menos contra-
pesada pelo simultaneo reforco dos feudaes-minis-
teriaes, como apezar de todas as medidas violen-
tas, este s se conseguir em alguns districtos pou-
co cultivados da monarchia, a Ponunerania iufe-
rior, sempre debaixo da influencia dos feudaes, al- tersburgo. Como se comprehender esse proced-
Crean) que exacto o que Ihes digo; se o ge-
mente solado da Inglaterra, fez com queacoalisao neral Flores nao se apossou de nenhum dos povos
occidental-austriaca soffrra uma grave derrota, e oa&e se aprsenlo i para prover-se do mais indis-
nao pequea a alegra no campo russo. pensavel para os seus soldados, porque eviu o
Segundo as ultimas noticias, as mais fidedignas, derramamento de sangue, e porque nao quer
a situado da insurreicao poloneza se tornou mui dar oecasio a seus soldados de commetter ex-
precaria, e apenas se pode duvidar, que as med- cessos.
das de suppressao da Russia levadas ao excesso Para acreditar nisto, basu considerar a facili-
da barbaria, junumente com o fri do invern, nao dade com que partidas seltas da revoluco se tem
pord um termo ao levantamento-at a prima- apoderado de algumas povoacoes, sempre que Ihes
vera. 'ero convndo, como succedeu no dia 9 do corren-
As crcumsUncias na Polonia excedem a medida te com uarmelo, que uma povoacao de 2,000 habi-
do immaginavel. Dia e noite continan! as pri- Untes, a qual foi oceupada por um grupo de cole-
soes, e Ulve era breve toda a parte civilisada da rados, para receber alguns auxilias de vistuarios,
nacao achar-se-ha as casamaUs das forulezas rus- os quaes tinham vindo de Buenos-Ay res, e foram
sas", e na Siberia, isto quem nad condemnado entregues, apezar da expedico do general Lucas
forca, a qual se acha em aclividade incansavel. O Moreno, que se e abarcn expressamente para o
governo nacional paga com a mesma medida, e o impedir ne vapor Trinta e Tres com 200 soldados
baro de Vaerst,"d Seydlu,' Beitzke, Twesten, etc! I punhal as mos dos seus agentes contra emprega- de infantera,
etc., e alm destes tres pessoas preponderantes no dos e adherentes do governo russo faz concurren- i A Nacao de Montevideo, orgao directo do presi-
da. E um combate de anniquillacao, que ambas dente Berro, qulz persuadir que o governo do Pa-
as partes se fazem, e nenhum sexo, nenhuma ida- raguav se resolreu a tomar parte na poltica .o
de se acha segura de soffrimenlos; criancas e an- Bio da Prala, em sentido favoravcl aos interesses
caos, mulheres e mocas nada poupado. do partido branco, por cojo motivse tem trocado
algnmas notas entre os ministros de negocios es
guns districtos na Silesia meio poienezes perto do
rio Oder, alguns outros semelhantes na Prussia
oriental, e alguns districtos nece-sitado na pro-
vincia da Saxonia, e por isso accessiveis a quaes-
quer promessas do governo isto todo o terre-
no eleitoral dos feudaes, ao mesmo lempo, que ne-
nhuma cidade maior, nenhuma cidade de 10 mil e
mais habitantes votar pelos mesmos, e pelo con-
trario todas as cidades maores, sem excep^o vo-
lara ni com grande maioria pelo grande partido li-
beral, e sobretudo pelo partido progressisU. Assim
Berln, Breslau, Koenigsberg, Danzig, Stetlin, Mag-
deburg, Krefeed, Posen, Culonia, Aix-la-Chapelle,
Toier, Erfurt, Stralsund e muitas outras cidades.
Do partido progressisU foram reeleitas todas as
capacidades, a saber: Waldeck, Schulze-Delilsch,
Unruh, Kirchmann, Vlrchow, Virchow, Diesterweg,
artido liberal, o Dr. Jacoby em Koenigsberg, o ce-
ebre histrico Monnusens, e o professor de medi-
cina Dr. Moller.
Do mesmo modo, o centro esquerdo encontra
reeleitos todos os seus antigos chefes, isto de
Bockum-Doeffs, de Sybel, Gnest, de Carlowitz. o
general Strvennagen, etc. Por contra Umbem se
encontrar na nova cmara os mais notaveis mem-
bros do partido feudal-minislerial, o ministro da
guerra, de Koon, o conselheiro Wagener, o Sr. de
Blankemburg. A sua maior capacidade, o Sr. de
Gerlach, suecumbio no combate eleitoral, mas tai-
vez achara ainda entrada na cmara dos depuu-
dos, por uma eleicao posterior pelo Sr. de Blan-
kemburg, eleito duas vezes.
Por ordem real, a dieta novamente oleita foi con-
vocada para o dia 9 do corrente. Prophetisa-se-
IH'K-VOW Avnis.
12 de novembro de 1863.
A situaco geral do Bio da Prata, sabida do
paquete Sainlong, quasi a mesma em que nos
deixou o Mersey.
A etaltacao que produzio nos nimos a discus-
sao de leis sobre o roconheciniento da divida in-
terna da confederaco Aiyvntina passou como nu-,
trangeiros daquella repblica e da confederaco ar-
gentina. Se alguma cousa disto certo, ainda
um myslerio.
Talvoz que o paquete que sahe de Montevideo
tres dias depois de deixar este porto Ihes leve al-
(1) A este respeilo diz o Commercio de .Monte-
video referindo-se a uma carta de Buenos-Avres
de 13 :
Passou o art. W, e tudo quanto se refera
vem de estio, e foram poMlm saecionadas dnas-idivida em sentido muito favoravef aos credores.
lels sobre a materia, Candando classificar e liqui-]
(Nota da Redaccao).
o\ii:\iiii:o.
o de UHtembre de 1863.
Finalmente chegou hontem a esle porto o vapor
Brasil, que d"ahi sahira no da 21 do passado. A-
cossado pelo mao tempo que reinou em todos os
ltimos dias do mez com uma constancia extraor-
dinaria, vio-se obrigadoa arribar a Santa Cathari-
na e a deraorar-se naquella provincia e na do Rio-
Grande.
A eompanhia Brasileira de paquetes nao tem se-
nao um vapor apropriado para esta linha, que o
Tocanlins.
Nenhum outro possue a forca necessaria para
navegar nestes mares. Betira-lo delta, principal-
mente agora que as viagens sao de 45 em 45 das,
por causa da insignificante economa de 4:0005 na
subvencao em cada mez, praticar um erro do
qual resultan) muitos prejuizos ao commercio bra-
sileiro.
No principio do verao costumam passar cerca de
200 mil rezes da campanha para o Kio-Grande,
para os primeiros trabalhos das xarqueadas, e essa
importancia remetlida em valores pelos vapores
nacionaes.
To espacadas como sao as viagens, c alm dsso
to incertas e demoradas por causa dos vapores
empregados, produzem um grande transtorno as
transaccoes e levantam um clamor geral do com-
mercio.
Nos sempre andamos ao inverso de todos : quan-
do se estabeleceu a linha at Montevideo tinhamos
nm paquete de 15 era 15 dias, depois de 30 em 30,
e finalmente agora de 45 em 45. Parece que de-
vamos comecar assim, e estar hoje naquella pri-
meira circumsuncia.
E' preciso que o governo imperial tome a reso-
lucao exigida pela conveniencia do nosso commer-
cio extenso, ou marcando de novo a vinda de um '
vapor em cada mez, ou estabelecendo uma via-'
gem smente do Bio-Grande para aqni, de 8 em 8 '
ou de 10 em 10 dias.
Por causa tambem da demora do Brasil, o vapor
Mrquez de CHtnda teve que adiar sua partida do I
dia 3 para o dia 4 do corrente. Se o nosso encar-
regado de negocios interino nao tivesse tomado es-
ta til deliberacao, igualmente as communicaedes'
com a proxincia de Matto-Grosso soffreriam um
atraso demasiado sensivel.
Nos poucos dias que decorreram depois da sahi-
da do paquete nglez Mersey nenhum facte de im-
portaneU se deu no theatro da guerra As tercas
coloradas permanecen) ao norte do Rio-Negro, em
frente ao Salto, Paysandd, e Fray Bentos, evidente-
mente se conslituindo com os elementos necessa-
rios para vir sobre esta capitel; c as do general I
Medina, entre Durasno e Florida, tambem se orga-
nisando para resistir aquellas com vantagem.
O general Flores j se convenceu de que nada;
far sem possuir alguma mfantaria, e por isso en-
vida lodos os seus esforcos para consegui-la. Cons-
U que j tem uns trezentos homens, passados de
Corrientes, e que espera receber um reforco im-
portante de Buenos-Ayres, onde ltimamente este-
ve um dos seus chefes, o coronel Saldanha, que foi
tratar a esle respeito com o club da revoluco.
Diz-se igualmente que o proprio Flores foi a Cor-
rientes em idntico fim; outras versoes correm de
que elle se acha doente.
O general Medina concentra boas cavalhadas au-
xiliado pelo coronel Diony ski Trelo, e rene a guar-
da nacional dos diversos departamentos ao sul do
Bio-Negro, para ficar habiliudo a dar um golpe de-
cisivo.
Calcula-se que no lim desu semana elle tef
perto de cinco mil homens sob suas ordens.
De parle a parte, pois, parece que ha vontade de
acabar em breve a questao, e nao de admirar
que os dous adversarios se conservem nesU inac-
cao apparente emquapto se preparam para julgar
a partida de honra.
O ministerio foi hontem interpellado na cmara
dos representantes pelo deputado Fuentes, para
dar expUcaroes sobre o estado das relacoes da re-
publica com o imperio e com a Confederaco Ar-
gentina, e para informar quaes teem sido os uctos
praticados para saltar os direitos da repblicas ag-
gredidus.
0 ministro de estrangeiros declarou que de par-
te da Repblica Argentina se tem soffrido ataques
3ue teem um carcter especial do tenaz hostihda-
e, e que da provincia do Rio-Grande teem surgido
igualmente difflculdades para o governo, sem em-
bargo do que este nao rompeu suas relac,5es com
os governos daquelles paizes, e procurar evitar
semelhante extremo.
Accrescentou qne o ministerio nao podia entrar
em maores esclarecmentos neste momento, e que
s podia dizer queo governo tinha iniciado com van-
Ugem para a repblica uma poltica de paz e de
boa f, que suppor ser adoptada pelo governo ar-
gentino.
Relativamente ao governo brasileiro, o ministro
fez-nos a justica de declarar que linha conviccao
de que os tactos da hostilidade que se tinham ma-
nifestado por parte da provincia do Re-Grande
contrariam a vontade do governo imperial, e mere-
cerlo delli' a mais particular attencao.
' Foram esus pouco mais ou menos as palaVtas
qne ouvi o ministro pronunciar, e a nosso respeilo
nao empregou elle uma s expressao offensiva,
como se veja mais tarde, quando seu discurso for
publicado.
Certiflcou os factos notorios da escandalosa pro-
teccao que o general Flores tem receido de Cana-
varro e de outros Brasileiros que residem na fron-
teira do Rio-Grande; mas nao responsabilisouo
governo imperial por elles como tem praticado a
imprensaapaixonada.quendconhece os dados que
nossue o ministerio para confiar na boa f e lealda-
de do nosso governo, da qual nao se pode duvidar
sinceramente.
Eu nao devo ser considerado suspeito, porque
quando es actos de nossos compatriotas merecem
censura a tenho feito com toda a franqueza. Pois
bem; assim como pralico com elles, assim proce-
derei com os Orientaes.
Muitos Brasileiros estao hoje reunidos ao gene-
ral Flores por cansa das violencias praticadas con-
tra elles e suas propriedades pelos generaes Lamas
e Medina, principalmente pelo primeiro que nos
vouumodio entranhavel, e qneem retribulco
execrado por quasi todos os nossos compatriotas
esUbelecidos no departamento do Salto. Conside-
ro'aalural, e j o manifestei em uma anterior cor-
\
respondencia, que as torcas legaes por um desfor-
co quo seria bom evitarem, desmantelen) as esUn-
cias dos chefes brasileiros que estao cornos revol-
losos; mas ntoleravel que arruinem a proprie-
dade brasileira em geral, como estao praticando,
embota pertenca a homens noffensivos que emi-
graran* por nao esteren sufflcientemente garan-
tidos.
Deste modo, de represalia em represalia, de vio-
lencia em violencia, chegaremos a uma situaco
em que ser impossivel aos dous governos evitar
um serio conflicto, embora se acbem animados das
melhores disposifoes para vi ver em harmona, como
convm aos interesses dos dous paizes.
Achando-se esgoudos os recursos proporciona-
dos ao governo pelo empreslimo Mau de' dous mi-
lhes e meio de pesos, fez o nosso banqueiro oulra
proposta para elevar aquella somma a seis milhes.
sob as condicoes abaxo mencionadas.
O governo aceitou-a cora manifesU salisfacao e
apresentou approvacao das cmaras o respectivo
contrato.
1.* O banco Mau 4 C. se obriga a pro ver ao
governo da repblica, em quanto durar a luta de-
sastrosa que devasU o paiz, as quantias necessa-
rias para suas despezas ordinarias e extraordina-
rias, mediante a emissao de ttulos com seis por
cenlo do juros animal c him por cenlo de amortisa-
cao accumulativa ao preco de quarenta por cenlo,
at preencher a somma de seis milhes de pesos,
iiicluindo-se nesla somma todas as emissoes ante-
riores de certificados, debaixo da dcHominacao de
divida interna, realisadas, autorisadas, ou contra-
tadas.
2.a Os ttulos definitivos de quinhenlos petos
cada um sero entregues circulacao com dau de
31 de dezembro do corrente anno, e com a assig-
natura do ministro da fazenda e do conudor ge-
ral.
3.* Os juros destes ttulos sero pagos semes-
tralmenlo pelo banco Mau & com o producto
das rendas marcadas na base quarta, e nos primei-
ros quinze dias dejaneire e julbo de cada anno,
devendo verilicar-se a amortisacao annual at o dia
31 de Janeiro por meio de propostas.
4.* Para assegurar o pagamento dos juros e
amortisacao estipulados, o governo da repblica
applica irrevogavelmente a este fim, a comecar do
1" de Janeiro prximo futuro, as rendas segra-
les :
1.* Tres por cento addicional sobro o valor de
todos os artigos importantes para o consumo da
repblica, sem exceptuar nenhum dos artigos ago-
ra livres desu classo de imposto :
2." Dous por cento addicional sobre o vator de
todos os productos naturaes e agrcolas exportado
pelas alfandegas fluviaes e terrestres, sera excepto
alguma.
5.* O producto destas verbas de renda ser
remettidu semanalmente ao banco Mau C. da
mesma forma que se pratica com a renda appliea-
da ao servico da divida interna, at a extineyao da
divida. Elle lera o juro estabelecido para as ope-
raees de conta corrente do mesmo banco.
6.* Fica esUbelecidn que, sempre que houver
dficit as rendas cima designadas para o servico
a que sao destinadas, seja elle preenebido pelas
rendas geraes da nacao; e nt caso de excesso ser
este applicado a augmentar a amortisacao.
7> No caso de julgar conveniente o corso le-
gislativo asubstituicao dos impostos applicads ao
servico desta divida, poder faz-lo, comante que o
producto da renda novamente designada nao seja
inferior ao que teria produzido nos dous ltimos
semestres a renda trocada ou supprimida.
t 8." A repblica se compromette a nio emitlir
mais titulo algum sob a denominacao de divida in-
terna, salvo a decretecao simulunea de um re-
curso addicional que corresponda ao total dos
juros e amortisacao do augmento que fr decre-
Udo.
9.* O governo da repblica pagar ao banco
Mau & C, por toda compensaco do servico da di-
vida interna dons e meio por cento sobre o paga-
mento dos juros e amortisacao, commisso que se-
r incluida na conta correnle que semestrafmcnte
aprsenla r das referidas operaces. Em compen-
saco o banco correr com todos os gastos que oc-
casionar o servico desU divida. >
Por outro contrato, publicado hontem, seestetuio
que os juros e amortisago desla divida se deve pa-
gar em Londres.
A'quella proposta annexou o Sr. barao de Mau
uma notavel carta, que por extensa nao transcrevo,
na qual, alm de outras consideraces de extrema
verdade, diz o seguinte :
c O exame e comparaejio que tenho feito da ren-
da applicada ao pagamento dos juros e amortisacao
da divida fundada, tomada por semestres desde o
Io de Janeiro de 1860 at 30 de junho do corrente
anno, me faz julgar que os direitos addicionaes
que proponho proporcionarao uma renda annual
de 436,000 pesos, ^sto o sufflciente para cobrir os
juros e amortisacao de seis milhSes de pesos, cuja
divida desapparecer em 31 annos, e tal vez em
muito menos tempo, se o producto da renda aug-
mentar, como deve esperar-se dos grandes ger-
mens de riquezas que encerra esta repblica.
t Para provar que o imposto que proponho para
satisfazer to grande necessidade nio opprime o
consumo, nem onera a produccao em demasa, bas-
tar dizer que, emquanlo aos direitos sobre a im-
portacao, pagar todava o consumidor oriental dez
por cento menos do que o que paga 9 consumidor
brasileiro no imperio.
< Em quanto produccao que se exporta da re-
publica, comparada com o termo midi do que
paga a exportacao do Brasil, ter anda um impos-
to basunte menor; citando para excmplo o caf,
principal producto exportado do imperio, a dinVren-
ca ainda de cinco por cento a favor da exporta-
cao da repblica.
Se passamos repblica argentina, que nao
tem a mesma posicao geographica, tirar ainda a
exportacao deste paiz em rondicao de sustentar
vantejosamente a concurrencia.
Talvez no imperio se considere este operacao
financeira, hbilmente pensada, e levada a effeito
pelo nosso esclarecido compatriota, como arriscada
e perigosa al para o banco Man.
Os que assim pensarem nao sabem o que hoje >'
o estado oriental ; deixaram passar desappercebi-
da a immensa revoluco que nelle se operou nos
cinco annos de paz que acaba de gozar, e que re-
velou toda a sua riqueza, toda a prosperidade de
que susceptivel.
O Sr. baro de Mau, ao contraro, tem estudado
i bem o paiz, cenhece perfeiumente os seus reeur-
| sos, e, fazendo nm grande servico ordem ele-
galidade com o seu emprestimo, effecluou Umbem
um excellente negocio na phrase mercantil,* As pon-
deraces que de proposito transcrevi prevam-o do-
| masiado.
Alm das garantas com que elle firmou essa
operacao, a faeuldade de pagarem-se em Londres
maior jmpor-
os juros e amortisacao deu-lhe
tancia, e apenas se restabeteee:
um modo ou por outro. s*> tu
remoto prazo, verendos os ti*
quarenu por ceK, colado i
os mejhores a sessenta por cenJ
tao, nao s os aoeionisus da banco recolherlo nm
avujudo luom, como o igQvern.0 oriental alcanzar.
o ooe por
Irtm nao
divida de
praca como
mais; e en-
MUTILAD O


pp
v 0r 9
'X 1 IT'M 'v i j '"''
talarlo de Pernaittbner.


i.
~
- Tere* felra i d Dezembro de I S3.
- -" ~~"
M_251IIH Ti
i i r l ----------1----------
tato entre < dous, c j hoje corroa com gcnerati- dida, c que nao oltendesse opovo neW o governo
dade que este fura derroladft, c que aquello esta- argentino.
va acampado em S\ Jos ; o que nao parece aiuda Pensara por ventura o Sr. Calvo qtw asara ser-
certo. vira melhor o partidojue sustenta o governoJ M*
.He nao poda vi- Dcsta acclo depende evidentemente a sorte da
naneo Maua & C, ser.' J""^ ,,Va aWJo, Repblica Oriental. Se o general Medina soffrer .
ver mais um da, como teni "" u^revei_ a revoluco torn* so nvencvel, e o par- quanto elles tem de maischaro.e hs
a lmmcnsa vantagrm de ver o ara crdito puWice
estabclocido com solidez no exterior.
Assini, o governo orionUl ita ? Pf*^
te com Muelles preciosos reW >"cidospe
brilhantc futuro.
Ha, pois, mcontestavelmeaie wmsg< ns
cas para o banco e para o govorno,
t muito engaado. Este artigo vai enc.herde ln-
Se o general Medina soffrer dignarSo aos Brasileiros: porque ollen*
reepro- tio Mtince est perdido.
tem en-1 Mas ello est forte
com sua divisio SHpcrior
no oriental as symiwubias que Ihe vota o go-
verno brasileifo.
?JL mdaTfranaueza wTuelleIsta'belAiinen- 3,000 homens bem armados e organisados, e ha conveniente ponderar que fredimento to
-rn?sSfoii chTf^B^lwoncluio su proposta' de ser difflcil o general Flores dar-lhc ura golpe thnpransa montevideano \"**%< "Pj?
irihaV*r livreparaobtcr ftin- E* muito possivel que ante? de fechar estalle d Botonse discurso proferido ia cmara dos de
! rnrfhmw eonSSoes at o dia ID de de- uraa grande noticia sobrehto. puados ha quatro das pelo ministro interino da
to, e
declarando .
imi^d7cownVMSo que" longo "de o"t- "lVCofeder'cao Argentina os espiritos tambera guerra.
m Sr serSSra d*ci objei* d rdadeira ** continua, muito agitados. Al* en. Buenos-Ayres feto fatigado, c nao posto coalta^na mgra
trarar, seria p jcv ^ effervcsce(,(i.l fi u|linwmente ao seu auge tarefa de rombater tao indigno artigo, ecripto pa
niima hora Hontem, s 10 e meia horas da' por causa da discussXo no congres do projecto ra o utoriar, m o flu endent de marear atu
------- _--------------- iiiiini nossa resolurao.
facao.
tioite"chegou""ovanor de guerra "ninfa e Tres (o apreseotado pelo Roverno para o reconbec.mento
o nosso S Pedro, vendido ao overno oriental). A da divida contrahda i>ela atitiga confedera?, ou
seu bordo vieram o general Lamas eos coronis governo do Paran. Unitarios e federaes *provej-
Egana c Cordero, que se transbordaran) do vapor j taram-se deste thema para fazer explosao do odio qu
Villa do Solt, que varou na Cabrea do Negro, e
comecava a loar a nado quando sarpou o Irona e
Tres.
Fieras havia concentrado suas forras a meio ca-
minho, entre Pavsandii e Fray Bento.
O coronel D. Leandro Gomet ficou como com-
mandante militar de Paysand, e trasladou-se
Mercedes o coronel Viilaaboas com 209 infantes, o
qual \tii incumbido do commando daquellapo-
voacae.
se voiam, e que custo oceultavam e esto suc*
oesso alarraoa muito a populacao. Anal foi vota-
do o pagamento desta divida, como era de Ja*-
tiya.
O ('Jacto foi balido a sois leguas da cidade
do S. Joo por fercas do governo; em oon-
sequeneia ateste rever' o celebre caudilo se afas-
tou daqoella cidade.
Votohse no congresso urna nova lei de etei$ees
que j'oomega avigorar cm fevereiro.
O art. 28 do projecto de lei do crditojwtitico,
que eStabelece e pagamento da amorusacae dos
juros da divida interna na praca de Londres na
(Jornal do Commmcio do RioJ
INTERIOR.
ti DE JtMilBO.
* de novembre.
O Sr. Delpbim Jos de Sousa, pharmaceutico
Dito do corpo de gnarnico do Pernamhuco Eu- 4o, Joiio Francisco do Souza Couttnfio: c ein o*
doro Emiliano de Carvallioj um mcr, rom sold coronel Joaquim Xavier Noves.
simples, para vir 4 corte tratar de negocios de seu
interesse.
Capitao do 4* batalho de artilharia a p Jos
Angelo de Moraes Reg, tres mezes, com sold
simples, para tratar de negocios de seu interesse.
Alferes-alumno Eduardo Alfonso de Moura, dous
mer.es, cora sold simples, pora ir a provincia da
Baha tratar de interesses de sua familia
Hajor reformado Jos Antonio de Carvalho Dan-
tas, para residir na provincia da Baha.
Capkao reformado Pedro de Alcntara Mon-
teiro, para residir na provincia da Rio Grande do
Sul.
CapitSo reformado Fernando Carlos Franco, pa-
ra cominear a residir na ineema provincia.
2" cirurgiao reformado do corpo de sade Dr.
Joo Albaao de Sonsa, para residir na mesma pro-
vincia.
E approvada a da um mez, concedida pela pre-
sidencia da provincia de Pernambuco. ao Sr. ca-
pitao do 4o batalho de artilharia a p Luiz Fran-
cisco Teiieira, para tratar de sua sade na mesma
provincia.
Dispenga do servido para estudw.Ao__ Io sar-
gento do 3 batalho de artilharia a p Joo Cor-
rea dos Santos Almeida. para matricular-se
Foi exone'rado, seu pedido, do lugar de dele-
gado do Io districto da iasirucoo primarla eso
cundaria deste mnnicipio, o Dr. Joaquim Antonio
de Arauio o Silva, o noraeado para & strbstitnir o
bacharel Candido Pej;eira Monteiro.
1 Foram nomeados eavalleiros daordem de S. Ben-
lo de Aviz o capitao Antonio Pedro de Oliveira, e
ospnmeiros tsenles da armada UurencoEloy quarlo baulboda guarda naciaaal da corte l-u
Pessoa de Barros e Hanoel Francisco Lorreia Cortea oa Paiva, atieres de sexto batalho da mes
Leal.
Foi aprescnlado o padre Cassiano Barbota da
Fonseca Silva na igreja parochial do S. Doraingos
do Araxa da diocesc de Goyai.
Foi aceita econflrmeda a renuncia que o padre
Jos Machabeu da Costa Moura fez da igreja paro-
chial de S. S. da Conceigo de Correntexas. da
diocese e provincia do Rio dc_ Janeiro.
Foram naturalisados cidados brasileiros ossub
ditos portugue2es Antonio Martins da Rocha e An-
dr da Costa Goulart.
noflbstantea grande opposicao que contra-elle so
nismfesiou.
No dia 7 do correnta deu o nossa ministro um
somptuosobanquete no hotel da Paa ao presidoiiUi
da "
de
13 #c novemaro de 1863.
A anestaoquetcmestadona ordern dodiatlesdelje" ^gga,. daiinitivainento, conforme se espera
que sabio o paquete Braul, pelo qual escrtfvi uma -'
longa correspondencia, a do empreslimo Maua, e
oonsequenrias-que-deHe se tem dtriVada
Os colorados que j contavam com e governo
amarrado de pw e maol por Talla de recursos pe-
cuniarios, Ik-aram desesperados por wr o barao
soccon-lolao oppotuna e generosamente com o
dinheiro que o *wto da guerra, e projeetaram
desde logo vingar-e.
Ninguem podia conceber para isto'um plano roe-
lhor do (jue a gente dalWounii, com effeito eiht
se encarregou desta ingrata tarefa.
Primeiin nppareceram as amea^as. No da 3
se apresenlou cm easa do baro m sujeito deseo-
nhecido, e Ihe pedio nma conferencia, que foi logo
concedida. .
Ento rnmmunicon que eslava autorisaoo pea
i Repblica, que assistiram todos os mimstros
6 estado, o corpo diplomtico, o almirante chele
da ostacao franfeza jno Prata, os oommandantos
dos navios do guerra varios cavalkeiros argen-
tinos c brasileiros, que compunham una reuaiao
Uequarenla pesssaj.
Os brindes comegaram por um toast elevado
pelo ministro do Brasil S. Exc o general Mitre,
digno e illuslro prosidonte da Re|ublica Argn-
geniina.
Eii seguida o presidente propon um bnnuo a
-S. M. o Imperador do Brasil, eiprimiado-se nos
mais svmpalhicos e respetosos termos re|ieito
Tribuna, de Bnen.w Ayres, para prevenir que iarn i jt Sua'.Magestade, que classificeu como o primeiro
ser nella impressos uns artigos contra o crdito do leBias respeitavel cidado do imperio por suas vir-
banco Mau A C, et-ontra sua pessoa, os quaes se- ktudcs e iliustraco, ainda quando nao cingissee
riam suroprlinidos e este servio fosse hcni pago 1 .diadema imperial.
O barao possuido de uma obre indignacao ex-1 pjo seu eloqaeote e inspirado discurso manifes-
pulsou de sua presenca este cavalheiro deindus- tou solemne c publicamente sua gratido pelos ser-
tria, e,'trnquiJlom sua conseiencia, nao fez raaior.v50S rt|avantes prestados pelo Brasil aos estados
caso daquella antear,. ; do Prata, e alludio principalmente a poca moiuo-
Poncos diasdepois se espalhavam aqui cetn pro- rave[ era q^ aa tronas hrasileiras unidas s da-
fuso pasquins impressos na typographia da Tw-; qUe||tS estados combateram a tyrannia, e salvaram
buna, no sentido denunciado, e as propria? colum- as juas repUiCas do seu cruel verdugo,
nas desse periedo se tranformaram em um piste
dedjffamacao'para obaraoeseus bem drrjidos
estabelerimenlos de credrto.
Este dignoBrasrteiro que tem concorrido Unto
para o progressodos estados do Prata ; qne ora
no'foi oxcedido nesle proposito por nenhum nacio-
nal, nem mesmo igualado, era descripto oestes no-
jentos ariiges, como um avaro especulador que se
prevaleffia das ciroumstanrias para beber o mangue
des Argentinos e Orientacs; para inpr-lhes con-
tratos leoninos, que cavavam a ruina destes es-
tados!
Ao-mesuro lempo que chamavam assmi ao con-
trato do empreslimo que servia de questSo, se
coniradiziam dizendo que o barao abusava da con-
fianea'publicanelle depositada, empregando osea- g0> em porongOS> ,. a vista do ge
pitaes alheios qupestavam no banco em uma ope-1 Aj|1(la ua0 Un|iara' comecado hoslilisar-se, o pa-
ricao flnanceira arriscada, e que se o er.eral Ho-1 rece que se tememum ao outro.
res vencesse, por 4rma alguma reconbecena esta \ q gentra Lucas Moreno voltou hontem de sua
divida! !expedicao. ApresenUrani-se-llie vinle e duasdas
Com .'ses manejos obtiveram abalar alguma^ou-1
sa o espirito publico. A d
poderosa que a razao, e logo
se observou que liavia algum pnico no povo, |>ois Po|. causa da toma(ja da baleeiras que succe-
que muitas pessoas que tinbam dinheiro na cal je(J r(0 dc uma j^ j|nas du parani que perlen-
ecenomica o reliraram, exigindo oureou prata. i co a (jonfedoraeo Argentina, o depulado Alsina
Ao mesmo tenipo houve entradas quasi iguaes as ll)ter|.nou 0 goVeino, e este respondeu que faria
saludas. ... __... I respeitar a soberana nacional so as violacoes que
Xa segunda-feira anda foram mais importantes I)Ilun(.avam tv,.Ssem do lugar.
as retiradas de undos, e isto tem continuado ate Euectivamente fez partir logo um vapor de gucr-
agora, porm diminuindo sempre. Ira para ai)Uelle sitio com o ajudantc da cap,ilana
O lnco inglez parece que quiz especular com do ,;lhu de scyndicar do occorrido. E uma
os embaraeos do seu collega, apresentando a troco nQva comicapao ,.ue surge eulre os dous Esta-
o dia de mais efferveseencia HO mil |>esos, papel: dQS
para matricular-se na
escola preparatoria da curte, no anuo prximo fu-
formado pela escola medico-cirurmea do Por*0' turo.
fez exame de sufflcioncia de phannacia no dia 7 Antiguidide de servia) militar. Ao Sr. tenente
do rorrente e foi approvado plenamente. i do batalho de deposito Candido Hermenegildo
tO Pinto, mandado contar nomo tempo de servico
Consta-nos que S. M. o Imperador foi apresen- mj|itar> na frma a consultado conselho supre-
do |>clo Sr- Augusto Teixeira Coimbra, engenheiro m(j miiitir dn 6 de outubro Ando, o derorrido de
civil, o plano para a construrc,o de um for- <3 de ^^ d(3 1841 at ^ ^ igogjo de 1842, era
te de ferro que servisse de defeza ao nosso porto. ^w gervio com p,^ ^ mjyrinheiuo aa armada
_ il imperial. I
Escrevem-nos: Decises proferidas sobre purtceret de eousellios
de direcrao e de averigwt&to.-Foram julgados ha-
bilitados para sereiu primeiros cadetes, c manda-
dos reconhecer como taes :
O Sr. Leovegjldo Cavalcan de Mello, assentan
Depois "de 1831 a primeira vez que o Brasil o
o governo imperial consegue sor tratado com jus-
tica em una demonstracao too importante, e
bom conservarmos isto em memoria.
Hontem devia o nosso roinislro receber um
grande banquete com que quiz retribuir ao seu
obsequio o presidente Mitre.
Dos queira que estes festius aymbolisem o quo
se deve presumir a existencia das mais perfeita*
o cordiaes relacoes entre o imperio e os Estados
do Prata ; o que ser uma verdadeira felicidade
para a America do Sul.
15 de novembro.
Conforme as noticias recebidas da Campanha,
o general Flores so aeha na estancia de Sr. Saya-
do ceneral Medina.
.. expedicao. Apresenurain-se-nie vinic e uuuau
veram abalar alguma cou- pessoas que su ini,am refugiado na ilha, entro as
idea de prejureo foi mais > s ha aJ s fflci;u;Sj jnrlusive o coronel Gre-
logo no domingo passado i 0 ConJe Foram t(jdas voMs em |,berdade.
i at*> provado ser lilho legitimo do Sr. Emygdio Caval-
) largamos do w')raaou canti de Mello, major da guarda nacional da pro-
estino a este. A s 8 Vz P" viIK.a da Baha, Borneada era virlude daJei n. 602
Sr. Redactor.Acaba de chegar a este porto
o paquete nacional Princesa, procedente dos por-
to* do norte, e como passageiro passo a expr-lhe
o acontecimeiilo que houve em viagem da Baha
paroste porto, na noile do dia 6 de novembro oe do p m ^ ^^^^ de nfantaria, por haver
correntc.
A's 3 horas da tarde
daquclle porto com desti.-
co mais ou menos estova na tolda conversando ^ J9 ^ setentbro da WoO.Ea 47 de outubro
cem o commandante, qnando o vigia deu-lhe parte ultjm0
qne avistava uma embarcrao a sotavento da proa,, Q soldado do 4o batalho de artilharia a p Er-
e immediatamente indo o commandante do passa- ne.,0 Antonio Pereira Barbosa, por hayer prova-
4\ saos e censurando nao trazer a embarcarlo pha- mado ^ 0JUdnito Jose Aawnio Barbosa.Em 31
rol algum icado. de outubro ultimo.
Els que de repente avistamos o navio aira- poram jugados habilitados para aerem segun-
vessar-se na proa. Correu o commandante ao Q6 ^^^ e mandados reconhecer como toes, os
Por aviso de 12 do crrante foi nomeado o capi-
tao de fragata Francisco Candido de Castro Mene-
zes para lomar o commando da flotilha na pro-
vincia de Matto-Grosso, era lugar do capitao de
mar e guerra Guilherme Carlos Lassance e Cunha,
que tove na mesma data demisso do dito com-
mando, por assira o haver pedido.
Por portara de 13 do correntc foi nomeado Ma-
noel Al ves de oliveira Filho para o lugar de agen-
te do correioda villa do Principe, na provincia do
Paran, vago por demisso concedida Miguel Jos
Correa.
Foi exonerado do cargo de rtacfe de polica da
provincia do S. Paulo o Sr. Luiz Jos do Sam-
paio.
passadico e l manooroo, mandando parar a ma-
china, porm foram baldados seus esforcos, poi
que em to pequea distancia nao poda evitar o
aba I mmenlo, resultando metter o vapor a proa
pela alheto de bombordo; mandou ciar r para
safar-se do patacho, e, depois de se achar ao largo,
mandou arriar ura escaler, indo nelle o tenento
Guilherme Rodrigues Villares, piloto do vapor,
com a guarnirlo do patacho, que tinha saltado
para o vapor na occasio do abalroamento, o mais
alguns homens de guarnijio do vapor, aflm de
irem ao patacho. Vinte minutos depois regressou
o escaler, dando parte o tenente Villares que o na-
vio estova adornado por estibordo quasl indo a pi-
soldados :
Do 1 batalho de artilharia a p, addido ao cor-
po de guarnicao de S. Paulo, Leandro Jos da
Silva, por haver provado ser lilho legitimo do fal-
lecido Sr. Leandro Jos da Silva, eanalleiro da or-
dera de Christo.Em 2b de outubro ultimo.
Do 4" batalho de nfantaria Arcatlyncio Ar-
chyackson Augusto do Almeida Fortuna, por bar
ver provado, ser lilho natural legitimado do talleci-
do Sr. padre Joaquim Luiz de Almeida Fortuna,
cavalleiro daordem da Rosa,-Em 26 da outubro
ultimo.
Do batalho da.capadores de Goyaz to tena-
co Xavier de Brito, por. haver provado ser lilho
porm vista da reprovaco geral do corpo de
commercio recuou.
Nao proeedeu da mosma frma o banco Commer-
cial, segundo -estou informado ; nao-so deixou de
apresentar no dia do costumo as notas que tima
para troco, como a directora em peso foi ao ban-
co Mau offerecer quinhentos mil pataeoes em
onro. .
Muitos negociantes tambera teem corrido ao
banco para oflereeer dinheiro era metal, e como
A correspondencia interceptoda de alguma im-
portaneia. Entre ella apparece a segunda va de
uma carta do presidente do Club Colorado cmBue-
nos-Ayrcs, ao general Flores, conimunicando-lhc
achar-se justo um empreslimo dcuin milhaq de
pesos a 6 por cento de juros sobre um inilhao e
meio do que se passaiiam ttulos, para a realisa-
co do qual s falla a sua approvaeao, que o soli-
citada.
Outra carta de um irnio do secretario do gene-
nao Ihe fosse aceito, por nao ter elle preciso, to- raf;7c'on^ha"a~eMe queTraca um protesto, decla-
niaram o expediente de deposiia-lo ali em coma ra|)do n-0 rcconhccer a divida contrahida pelo go-
corrente, apresentando-o com toda a conlianc na
presenta daquelles mesmos que parecan) duvdar
do esbbeleeimenlo tirando delle o fructo de suas
economas.
Tudo slo produzio muito effeito e fez abortar o
diablico plano dos colorados, que nao rellectiram
em que boje a ruina do banco Mau seria nina oa.
lamidade publica porque produziria uma terrivel
crise commorcial na praca de Montevideo, do Bue-
nos-A yres o do Rosario I"
Quanto cega o espirito de partido!
O baro juIrou conveniente por uma s vez re-
fular as aecusayoes que Ihe faziam seus poueo
leaes adversarios, e publicou uma bella carta na
Reforma Pacifica, que tem sido transcripta em
quasi todos os peridicos.
Em Montevideo a imprensa unnime em de-
fender baro ; oa vizinha repblica o fazem tam-
bera a Nacin Argentina o o Standart. c-oaecusam
verno com o baro de Mana, que o maior iniiiii-
go do partido colorado. De urna drllas se depre-
hende que a revolugo tem lido apuros de dinhei-
ro, porque o general Flores tem do o escrpulo
dc nao querer ntilisar-se dos gados de seus inuni-
gos.
Como de costume, nos dias de saluda do pa-
quete eslo os jornaes de Montevideo de houtem
eheios de injurias contra o. Brasil o os Brasilei-
ros.
Dcsta vez. porm, exrcdeu de una manera ex-
traordinaria i. Reforma Pacifica, que leve a audacia
de publicar o seguinte periodo :
i O governo do Brasil apparece impotente pa-
ra contr a desordem e o rouo em suas fronlei-
ras.
V-se que uma administracao carcomida e
completamente desmoralada, cuja aecao nao al-
eanca asfronteiras do Imperio; e isto at certo
que, que l tinha encontrado s um moleque.que o aturjj legitimado "do Sr. capitao reformado do
mestre nao pMe subir ao navio por elle ja ameacar esercjto Fra0CiSC0 Victorino Xavier de Brito.
ruina, e que largando o f^caler o vro ir a^PW Em 26 de outubro ultimo.
Do 3 batalho de artilharia a, p, addido ao ba-
talho do engenheiros, Estevo Joaquim de Olivei-
ra Santos, por haver provado ser lilho legitimo do
Sr. Joaquim Pereira dos Santos, cavaUeiro da er-
dem de Christo.Em 2 do correlo mea.
Do corpo de guarnicao de S. Paulo Elias Anto-
nio da Silva Prado, por haver provado ser lilho le-
gitimo do Sr. capilo reformado da extracto se-
com duas" velas eadas. Recolhemos treze pessoas
ao todo, fallando um hornero, que na occasio do
vapor ciar, achando-se seguro a uma corda, nao
pode susientar-se (pelo que me foi dito por um ma-
rinheiro do patacho), c dosappareceu. A avaria
do vapor nao foi lio grande como se receiava,
pois parti o mastro de proa, mastaros, gurupes
e arrancou o talhamar de proa. Depois de ser
bem examinado pelos oficaes, deram elles parte gunda |in|,a'do oxercito Francisco da Silva-Pra-
ao commandante que o vapor nao fazia agua e po- do ^ ^ de outllbro uUju.
dia seguir.
Declarou o respectivo capitao que o patacho
chamava-se Ribriro I, pertenria firma de Ribei-
ro Guimares & C, e tinha sahido deste porto no
da 31 do mez prximo passado com carregamento
de farinha, sabao e outros gneros, com destino a
Babia. Rogo V. de inserir estas liuhas no seu
conceiluado jornal, pois julgo de meu dever fazer
DO 1 batalho de infamara, addido ao 2 bata-
lho da mesma arma, Jos llisariodos Sanios, por
haver provado ser lilho legitimo do Sr. tenente re-
formado do exercilo Luiz Jeronymo dos Santos.
Era 31 de outubro ultimo.
Foi jtiigado inhabilitado para ser 1 cadete o
soldado do Io batalho de nfantaria Francisco An-
tonio Borges de Faria, por nao haver provado ser
Obteve carta de naturalisaeo de cidado brasi-
leiro e subdito portuguez Antonio Jos do Couto,
morador em Pirahy.
16
Entrou hontem do Hio da Prata o portos do sul
do imperio o vapor Brasil, com datas de Montevi-
deo at 5, PortoAlegre 2, Kio-Orande 8 e Santa
Catharia 12 do correte.
No Estado Oriental nenhum suecesso se dera nos
poucos dias decorridos desde as ultimas noticias
que linhamos. Na campanha ocenpavam as forjas
das duas parcialidades as raesmas posi?oes em que
as deixiiMM. .Na capital estovara traualhando as
cmaras legislativas, e o governo dilgenciava oDter
meios para debellar a revoluco, coiitrahindo com
o banco Man & C um empreslimo de mais de
sois milhes, a respeito do qual refero o nosso cor-
respondente alguns pormenores.
Do Buenos-Ayres liavia era Montevideo noticias
at o do correntc, mas destituidas de interesse.
Das provincias agitadas por Penaloza nada mais se
0 ncipal e de oiphos do termo do Amparo, na
imtiii provincia.
O bacharel Joo Fernandos Lima, jniz munici-
pal e de orphlo o> termo de Bananeiras, na pro-
vincia da Parahyba.
Francisco Riberoda Ldt, tenente-coronel rom-
mandante do batalho de infinlnr- n. 43 da guar-
da nacional da provincia de Minas-eraes.
Teve passagem para a segoada companbia do
IZ
s-
ma guarda.
Tivaram mere da serventa eitalieia :
Antonio Francisco da Costa Porto, des offlcios
de partidor e distribuidor do termo de Santo
Mara Magdalena, na provincia do Rio de Ja-
neiro.
Jos Honorio da Silva, dos omrios de tabelliao
do publico, judicial e notos, c escrivao dasexe.-
cues, do capellas e residuos c do [ury do termo
do Rosario, na provincia do Maraohao-
Jos Pedro Rodrigues da Silva, dos offlcios de
partidor do termo da capital da provine! da Pa-
rahyba
Marccllino Antonio do Valle, do offlcio de par-
tidor do julzllf municipal e de orphos do termo
do Rio-Claro, na provincia dc S. Paulo.
Ignacio Roborio de Azevedo Marques, do offlcio
de partidor do juizo municipal e de orphos do
mesmo termo e provincia.
Francisco Ferreira de Moura, do oflico de ta-
belliao do publico, judicial e notas, e annexos, do
termo da Parahybuna, na dito provincia.
Foi aceita a desistencia que fez Domingos Ter-
tuliano l'eixotoLeuie, da serventa vitalicia da "lu-
cio de partidor dos juizos municipal e de orphos
do termo de Braganra, na mesma provincia
Foram declarados vagos os omVios de taWlli
do publico, judicial e notas, c uuis aiuiexos do
termo de Rezende, na provincia do Rio de Janei-
ro, licando obrigado o serventurio vitilicio qoe
for nomeado a prestar Jos da Silva Salgado,
3ue os exercia vitaliciamente aa formado arl. 2o
o decreto n. 1,294 de 16 dezenibro do l&>3, a
terca parle do nendknento dos mesmos offlcios, se-
gundo a respectiva lotaco.
L-sc no Cruzeiro do Sul do Rio Grande de 3
do crrante :
c Os subditos portuguezes residentes na cidade
festejaram brilhantemeiite, domingo, o aimiversa-
ro natalicio do Sr. Luiz 1, rei do Portugal, na
sociodade Portugueza de Beneceuca. em um bel-
lo edificio proprio, silo na pra^a daCiribanda.
O elegante predio achava-se coberlo de ban-
deiras, e no centro da parede da frente ostento-
va-so mn iropheu, do meio do qualoUivava-se o es-
tandarte portuguez, direita o do Brasil e cs-
querdo o do reino da Italia.
* Um bello corto era frente ao predio era oc-
cupado por uma banda de msica
As 11 horas do dia, estando presentes os
sabia senao, que por ordera do governo dc Mitre srs. vice-consules de Portugal c da Italia, com
tinha marchado de Gorduva para S. Luiz o general | ,ncndador Jos Victorino de Rezende, presidente
Pannero com alguma gente. da sociedade, commandante superior da guarda
L-se no Cruzeiro do Suido Rio-Urande dc uo naconlj coin seu estodo-raaior, e estodo-niaior do
corrente : .. commando da guarnido, grande numero de Por-
Renressou nossa cidade o Sr. .\at!iann i tuguezes e convidados nacionaes e estrangeiros,
chegar ao conheciraenlo do publico como se deu o ,.|ho do fallocido Sr. tonenle-coronel do exercilo
fado, para evitar quanlo me fr possivel ser alte- p d Borges de Faria.Em 26 de outubro ul-
rado, por ter sido lestemunha do acontecmento
desde o principio. Cumpre-me igualmente com-
primentar o Sr. commandante Sania B ra pela
sua coragrm, sa'ngue-frio e aclivdade, i como
os Srs. immediato Jos Ezequiel Gomes i a, e
lente Guilherme Rodrigues Villares, q_ ..nam
dicnos dos maiores elogios em uma crcumslancia
tao critica.
-t- 13
Por decreto de 16 do corrente :
Poi dispensado do excrcicio por lempo Indeter-
minado, na frma da lei, o tenente-coronel Jos
Alfonso Lamounier Godofredo, commandante do
batalho de infantaria n. 34 da guarda nacional da
provincia de Minas-Geraes.
Mandou-se que Prnd.nte Jos da Silva e Anto-
nio Pereira da Silva, serventuarios vitalicios dos
offlcios de partidores do termo de Mag, na pro-
vincia do Ro de Janeiro, accumulem o primeiro
as funecoes de distribuidor, e o seguudo de conta-
dor do mesmo termo.
tuno.
14
Por decreto de II do corrente foi transferido
para o commando do corpo de guarnicao do Per-
nambuco o major do 1" batalho de nfantaria Fer-
nando Machado de Souza, a para esle batalho o
major commandante daquelle corpo Herculano
Sancho da Silva Pcdra.
Foi nomeado para servir como secretorio do Sr.
tenente-general baro de Suruhy, na qualidade de
inspector do corpo policial da irte, o Sr. major
Francisco de Oliveira Guimares Jnior.
Natlianiel
Plant, hbil naturalista dc quem j nos temos
oecupado-, o qual vem de examinar 89 minas
de carvo de podra existente* em Candiota e
outros afflucntes do Jagoaro. Alm dos exames a
que proeedeu o Sr. Plant sobre as minas de car-
vo, tambera levou em visto determinar um porto
de embarque, que f irlitc a condueeo do earvao
para os mareados consumidores e exportadores.
O Sr. Plant, no uovo exame a que proeedeu,
continua a existencia de ramadas de carvo mine-
ral da grossura de oilento palmos na estancia do
Sr. coronel Manoel Lucas de Lima, fazendo o Sr.
Plant extraliir vistas photographicas de to opu-
lentas carnadas, para que. nao se duvidasse da ver-
dade de sua existencia. Tamben! juntou uma bella
collecco de plantos fosseis pertenecntes ao mesmo
genero das que se enconUain nas minas de Ingla-
terra, o que demonstra que a idade geolgica das
nossas minas a mesma que as dc Inglaterra.
c Algumas carretas trazara carvo para ser
aqui experimentado e analysado e tombem a col-
lecco das plantos.
As carnadas de carvo mineral eslendem-se
sobre uma rea arredondada de 12 leguas de di-
metro, ou de 36 de circunferencia, onde existe
carvo em varios pontos em extraordinaria abun-
dancia, regulando a grossura das carnadas de 9
at 22 palmos.
c Existem iguaes carnadas de carvo mineral
nas fraldas da Serra dos, Rios, no Estado Oriental.
t O ponto marcado Dlo Sr. Plant para o embar-
que do carvo onde o Jagoaro Chico faz barra
com o Jaguaro, ponto que flca 10 leguas distante
da cidade de Jaguaro, sendo essa extenso quasi
toda de planicie, offerecendo, portanto, muta faci-
lidade para a coostrneco dc trilhos de ferro.
t Pelo prximo vapor da corte esperado um
engenheiro para orear um trilho de ferro, que elle
mesmo deve determinar se deve ir da barra do Ja-
guaro Chico at a cidade de Jaguaro, ou se at
a Tribuna e o Nacional. ;^_ pon0 us,li(.a as asserces ultrajantes com que o
Naquella carta o nosso dist.mtc'compatnolade- Chrisc a zurzio, com motivo
claraL> n'*n '' -
dos
elle
que isto nao
Maquella carta o nosso aiscim-ao e^promi-ue- ^.^ M q^ ,
irasokninemente que nao esta filiado ai ncnl um ^ ^ &.tolMtfo.
s-partide* nue desolara esta rcpnb ir.M uo, TCrg0^na> e i
le so quer o be.n eslar e a prpspe idade opilas, e ? R .
se pode conseguir seni a paz. Que
blancos, calorados, unitarios e federaos sao termos
para elle repelientes, que recordara uma poca de
sanguc e barbaria, da qual os povos do Prala se
de vem olvidar.
Hontem foi sanecionado na cmara dos deputa-
dos o contrato, com uma pequea modicaco na
creaco da renda applicada amortisago da divi-
da^ hoje o foi tambera no senado. Assm, pois,
est elle completamente legalizado, com una vota-
cao unnime cm.ambas as cmaras.
Quando se discuta na cmara este assumpto, o
ministro interino da guerra (Nui Reys) julcou con
aulorisado pelo prosi-
um deshonra para o go-
verno do imperio do Brasil, que os chefes de seu
exercilo na fronteira oriental do Rio Grande se te-
nham convertido em descarados ladroes matrei-
ros (jue invadem em plena paz a Repblica Orien-
tal iiara saquca-la, sem tomar o trabalho de mudar
suas cores nacionaes, era seus uniformes de che-
fes brasileiros.
doloroso observar a ridicula figura que pe-
ranle estes povos, perante os seu proprios, e pe-
rante o mundo inteiro faz Sua Magestade o Impe-
rador do Brasil, nestes momentos.
t Joven, intelligente, amigo do progresso, e res-
petado fra dc seu paiz, nao pode sera embargo
fazer-se obedecer por uraa meia duzia de ganchos
avisos segrales
A' directora geral de contobilidade, decla-
rando, em soluro a duvida suscitada na mesma
directora, se os assentamentos de pensSes e ten-
' ras, cujos agraciados nao tizeram assentamenlo no
thesouro.de vera ser passados.em virtude do disposto
Por decreto de 11 do corrente foi confirmado no na circular de 25 de abril de 1862, para oslivros da
lugar dc addido de segunda classe legarlo impe- seocao resperliva. visto dos das Ihesourarias das
rial era Berln o Dr. Marros Antonio deAraujoe provincias, e no caso negativo se a deciso abrange
Abren, para qoe fra noraeado em 7 d novembro todas.ou sement as concessoes feitas depois da or-
do 1859 dem de25dejnnhode 1856 n. 230 : quc.nosendo,
-------- i como nao so.illegaes os assentamentos das referi-
Pelo ministerio da fazonda foi expedida s respec- daslencas e pensoes fetos nas ihesourarias anteri-
t ivas Ihesourarias era 27 do passado uma circular ormente dita ordera de 25 de junho, qoe delermi-
deelarandoqne as gratiflraroes e porcenlagens dos nou nao se pagassem penses nas provincias seno
ernpregados de fazenda nao sao devidas nos dias depois de foitoo assentamenlo deltas no thesonro,
Maque faltarem s respectivas reparliroes por e medante antorisaco deste, nenhum inronvenien-
motivos de nojo ou gala de casamento, visto como te ha ora serem transferidos para os livros do mes-
taes impedimentos nao procedem do servico pu- mothesooro os assentamentos fetos nos das thc-
blico gratuito, a que os mesmos ernpregados sao sourarias, e constantes de copias por ellas envia-
obrigados por lei ou ordem superior, nica excrp- das, dispensados os ttulos uriginaes cm virtude
daestabelecida no arl.43do decreto dc 29 deja-: dos qnaes foram organisados ; flcando entendido
neiro'de 1859, n. 2,343, e art. nico do de 31 de que responde
Foram expedidos pelo ministerio da fazenda os i os canBdos, ponte que pode proporcionar a entra-
ma no de 1860, no art. 2,567.
Por decretos de 11 do corrente foram nomea-
dos :
O ajudante do inspector da alfandega de Porto-
Alegre Fernando Ferreira da Silva, para inspector
da mesma repartido.
ondem as Ihesourarias por quaesquer fal-
tas que de futuro se possain encontrar em taes as-
senlamentos, pelos quaes os agraciados teera re-
eebido e continuara a receber as suas pensoes.
A' alfandega, declarando para sua intclli-
geneia e devidos effeilos que, sendo Ilegal a no-
meacode Roberto Grey para leiloeiro privatlvotia
9 dizer que estova a lgg~; rio-p-andenses, quezombara da suas dlsposicoes
denle da repblica para declarar que
nem poderia hi ver ajuste com o general Flores, e
que o ^averno esperava concluir em breve com os
vndalos,pouneio da armas! Esta dcclara?o era
necessaria para desmentir os boatos que cada vez
lomavain m.ais corpo, de que o governo estova em
aeralos ; fundndose muitos que o acreditavara
no fado de ter declarado a Reforma Pacifica que
administrativas, comprometiera sua Loa f inler;
nacional, a tornam problemtica, e preparam
sua vista e paciencia todos os elementos de urna
prxima convulso, cujas consequencias ninguem
pode prever.
Decididamente o Sr. Calvo est doudo : a ap-
proximaco do general Flores capital, cora as
O Io escripluraro da referida alfandega Ber- dita ropartico, nodeve ella subsistir. Sempre que
' se houver de fazerleiles na mesma alfandega deve-
r, proeeder-se de conformidade com odisposlo nos
arligos I V e 314 do regularaento de 19 de slera-
bro de 1860, e s no caso de nao haver algum
continuo em excrcicio poder ser chamado algum
dos leiloerosdo commc.rcio para exercec as res-
pectivas funecoes.
A'mesma, declarando, para sua intelligencia
nardo Ferreira da Silva, para ajudante de inspec
tor da mesma reparlieo.
Foi demiuido:
Jos Francisco Martins Guimares, do lugar de
2* escripluraro da thesourara do fazenda de S.
Pedro do Rio Grande do Sul.
Da ordem do dia n. 374, publicada ante-hontem
pela reparlieo do ajudanto-goneral, consta o se-
grate :
.triso.
da a navios de 80 toneladas, e n'este caso com fa
clidade vira o genero para a nossa cidade.
As noticias que foram d'aqtii para a Inglaterra
sobre a existencia de carvo na provincia tinbam
causado sensayo,. c nao havia a menor duvida
que muito breve organisar-se-ha uraa corapanhia
para proseguir nos trabalhos de exploraco e ex-
traeco do precioso mineral
O Sr. Plant dar brevemente publcalo ao
seu relatorio, ao orcamento do caminho de ferro,
o s vistas photographicas, que exactamente paten-
teiam as principaes carnadas de carvo mineral.
Sobre o mesmo assumpto diz o Correio do Sul
de Porto Alegre :
Como uma pequea contribuico para a his-
toria do descobrimento c exploradlo dos jazigos
carbonferos do Candila, foram-nos fornecidos os
seguintes dados :
t Em 1828. estando acampada no Candiota a
diviso de cavallana commandada pelo marocha!
Sebastio Brrelo, e duas pecas de artilharia ao
mando do major Mallet, a forja do acompamento
servio-so constantemente do forao de pedra adia-
do era abundancia na inargera do mesmo arroio,
sera que fossem precisos maiores trabalhos para
obter este combustivel, visto se achar franro e
descoberlo. A sua boa qualidftde e commodidade
de hav-lo tornaran) esle carvo muito precioso
mesma diviso, mrmeote havendo falta de lenha
n'esta paragem.
t Quantosannos passaram depoisdessa preciosa
descoberta, antes qne houvesse alguma iniciativa
para explorar esta riqueza I >
l,-se no Commercial'de 5 :
t A polica foi apresenlada nma moeda de zn-
co dourada, imitando as moedas de utiro dos Es-
tados-Unidos, que cerrera na nossa praca pelo va-
c devidos effeitos,que a questo suscitada pela res- lor convencional de 205000. Ura individuo che-
I pectiva inspectora em offlcio n. 600 de 21 de fe- F>d<> da corte no ultimo vapor a tinha passado.
Determinando que seja descontada s' vereiro de 1867 acerca do"emibarqueivredocaf Dr. chefe de polica prendeu-o e proeedeu a
que extra
piaras do exereko a importancia" dos artigos de ar- j "despachado" para exportaco, e que, reconduzi-! minuciosa busca em sua bagagem, onde nada in-
minM>nii>. i'iiiiiiuuiiiMiio O' aiaezamcnio oue extra- do ein navo arribado por virtude da uoodemnaco dicava que fosse elle o introductor dessa mercado
-"*- ria falsificada. Era seu interrogatorio respondeu
mmenlo, eqiiparm>nto 0' ajaczamenlo
viarem, embora cstejam vencidos.
omeacoes.Dos Srs. : tenente do corpo does-
tado-mair de primeira classe Lucas da Rocha
Foi nomeado offlcial da ordem da Rosa o Sr.
Ignacio de A velar Barboza felos serviros presta-
enearregado do negocios do Rio da
no verno estova resol vido a niio proseguir no "le- torcas e recursos de que dispoe, Ihe lizeram per- Fragoso, para ajudaote de ordens da inspecro do j COpa) que sobre obiecto idntico fi expedida em
vatainento das triucheiras de material que j se ti- der a tramontana. Se estas ignobeis apreciagoes lW|l0 policial da corte. Em 4 do corrente mez.
nho comecado; porque conliava nos peilos dos bra- veseem visto a luz oa Tribuno, n;io me cansara, 4. tenente do corpo de engenheiros Ballhazar
vos guardas nacionaes. Ou esta cunflanca esmo- era reula-las; mas na Reforma Paufica,em um Rodrigues Gamboa, para adjuntoda commissao de
receu ou o governo refloetio raeIhor porque oh- jornal quo aspira aos foros de ser o representante melhoramentos do material do exercilo.Km 7
servo'que se continua aquella obra. da civiUsaco e progresso uo Rio da Piala, e ex- do corrente mez. _
Ten io havido denuncia de que uma forca vinda traordinario I approvada a nomeacao, feto pela presiden-
Flores, se achava na ilha de MaMiuchico, perto de Confederado Argentina vossa um resuiudo mui do do exereito Bernardo Jos Lopes Larangeira, Pi
Martn-Garca, embarcou o general Lucas Moreno difiranlo; seu maior prazer seria que della sur^ para almoxarife da fortaleza do morro de S. Pau-'
ao vajior de guerra lYinfa e Tr*t com 130 guar- gjsse a guerra; porque asslm se vingaria do Pr- lo, nn mesaia provincia.Aviso de 5 do crranle
das nacionaes c foi procrala. Quando all che- do que o xpulsou de Buenos-Ayres. Que impor- mea.
gou nao emontrou ninguem, subi al Paysand, la que sua patria soffresse todos os males inberen- KsDoiuracoes.Dos Srs. : tenente-coronel refor-
e vollando depois fui mais feliz, pois quo encon-, te a esle estado 1 mado do exercilo Jos Lzaro de Carvalho, do lu-
trou tiss baleeiras qoe esUivam carregadas dear-' Como o ministro brasileiro julgou mais digno gar de commandante das bateras de Villegaignon,
mmenlo o vestuarios e trazia alguma eorrespon- para os dous paiiies esueitor as relacoes existentes, |r have-lo pedido.Aviso dc ministerio da mari-
denca para oscolorados, que elle declarou serim- o Sr. Calvo flcou des|)eitodo por. ver fugir-lho das nha de 29 do outubro ultimo.
portante Per escapando 70 80 homens que nellas vinhara para peno, com que j contava para execucao de seus Francisco da Costo Reg Monteiro, do lugar de
uma peuuena ilha desorla do Urnguav, onde for- projectos e tnurapho de suas ideas. i commandante interino da fortaleza da Lage.Em
cosamenteseroapresionado* Bi-to, pois, como um energmeno a vociferar 7 do corrente mez.
acakl mesmo aarrou um airenlo que deca- contra nos; a polluir sua penna com aquellas in- ^cencas concedidas.-Aos Srs. : capitao do 12
rou'perteneor artilharia argentina, cijo unfor- dignidades. batalho de inrantar.a Freilerico Aufluato de Mes-
me anda vostia, e que fra mandado por seo 0 que sobretudo faz fcrvr o sanguo e ver o go- qu.to, tres mezes, rom sold simples, para ir
commandante naqnella expe.lico testa da qual verno oriental tolerar esto linguagem i.wolente provincia do Rio Gra.de do Sal buscar sua fe-
vinham os orientan Robolo e Conde. contra um paiz visinho, a quera acaba de dever ura
Lucas Moreno afflrma em sem offlcio ao gover- assignalado favor; que o tem salvado sempre nas
ao que lae armamento apprehendido tem a horas de pongo,
marca do parq Bueno*-Ayras, e participa que Nada mais fac do que cohibir estes abusos,
dicava que fosse elle o introductor dessa mercado-
deste, foi vendido em leilao, deve ser resolvda
pela mesma ins|iectorla j cumprindo que tenha era 1ae recebeu aquella raoeda dc ouro de oulro radi-
vista a deciso constante da portara inclusa por viduo em pagamento.
O preso foi sollo, mas esta sendo processado.
14' de marco de 1859 exlincto mesa do consula-1 A imitacao muito grosseira. Pela sua leveza
do da corte. denuncia logo que nao moeda de ouro, e natu-
_______ ramente em nossa praca nao existe segunda, pois
pelos signaos que conserva indica que loi fundida
escrea* uma caria aquellos' dous chefes 'oTore. lembrando imprensa que o paiz se acba era esto-
cendo iierdo^mnome do overno aquellos que se. do de sitio, e portanto sob uma legislarao espe-
Ibe aprasent^wam. eia, e rocommendando a execucao dacircularque
0 general Flores passou para o sul do Rlo-Ne- Ihe foi expedida a alguns mezes, por o
o, com quasi todas aa suas forras reunidas no se terminar o confluMo com Buenos
i 8 do correte, procura do general Medina sada tomada do vapor Villa do Sa
Espera-se cada momento a noticia de um com- cular se presrrevia o uso de uraa
mua.
Tenento do 8o batalho de infamara Henrique
Augusto de Sepuiveda Everard, dous mezes, com
sold e etape, para tratar de sua sade nesta
ateta
Alteres do Io regiment dera vallara ligeira Joa-
quim Theodore da Silva Freir, dous mezes cota
slito simples, para goza-la ma corta
no molde de ara de uma moeda verdndera.
Foi, portanto, sem perigo para o eommerno
aquella itrosseira e solada tentativa.
Por occasio da eonvencao consular relebrada
enire o Brasil ea Hbspanba foram condecorados por
Consto que em Venezuela que deve servir o Sr. S. M^ Catholira os Srs. :
Francisco Xavier da Costa de Andrada, promovido Mrquez de branles o conselheiro CSnsanso
de secretorio da legaro em Londres a eocarrega- de Sinrab, com a gra-crnz da ordem de Car-
do'de negocios, coma ha lempos noticiamos. \ los III.
15 Conselheiro Joaquim Maria Nasrenles de Azam-
Sua Magestade o Imperador, arompanhado de buja. rom a gra-rruz dc Isabel a Catholira.
seus semanarios o dos Srs. ministros da marinha, Jos Pedro de Azevedo Pecanha, com a commen-
eda gnerra, baro de Tamandar, inspector do da de numero de Carlos ID.
arsenal de marinha e chefe do 1 districto naval, i Joo Baptista Callogeras, com a rommenda da
embarcou hontem s 10 horaK da manba naquelle ordem de Fsabel a Catholira.
arsenal, e dirigio-se fortaleza de Sonta Cruz, Joo Luiz Keating, cem o habito da ordera de
onde demorou-se at duas e meia horas da tarde, Carlos III.
assistindo ao exercicio do artilharia com balas > -----------
razas e balas ocas. Por decretos de 13 e 14 do corrento :
A's duas e trae quartas ragreseou.Sua Magestade Poi-exonerado o juiz de direito Luiz Jos de
ao arsenal de marinha, e retirou-se logo. Sampaio do cargo de chefe de polica da provin-
----------- cia de S. Paulo.
Em 11 do correle mez : Conceden-so a demisso que pedio o bacharel
Foi exonerado seu pedido, do cargo de vice-! Jeronymo Xavier Ferreira, do lugar de jniz muni-
presidente da provincia de Sania Camarina o ba- cipo! e do orphos do termo de S.lveiras, na mes-
charel Joo Jos de Andrade Pinto, o nomeado para ma provincia.
servir o mesmo cargo em segundo lugar o cidado
Bellarmioo Peregrino de Siqueira, sendo designa-
Dito do balaino do deposito Antonio Maurieiaidos para sorvirem o dito cargo, em 1* lugar, o
da Fonseca Lessa, um mez, com sold simples, pa-]commendador Francisco Jos de Oliveira ; em 3,
acorte. 'o bacharel Joaquim Augusto do Livramento ; em
Foram nomeados :
O juiz do direito Joo Guilherme do Aguar
Witakar, chefe de policia da provincia de S.
Panto.
0 bacharel Francisco de Paula Leme, juiz mu-
leve lugar a uauguraco do retrato do rei de Por-
tugal, protector da sociedade, cujo retrato coberto
com uma cortina oceupava o lugar de honra.
< Os Srs. vice-consul de Portugal e presidente
da sociedade collocaram-se um ao (ado direito o o
outro ao esquerdo do retrato, a ao tocar a banda de
msica o livinno de D. Luiz I, cabio a cortina e
apuareceu o retrato, soltando o Sr. presidente da
sociedade vivas ao rei e rainba de Portugal, ao
principe real e naco portugueza, undosos quaes
a msica executou o hymno de D. Luiz.
Q. r. vice-consul sollou enlao novos vivas ao
imperador e imperalriz do BrasiL e nacao bra-
sileira, tocando-se o bymoo nacional.
A's 11 1|2 horas teve lugar o Te-Deum.
Entraran) cincuenta o untos socios, o foi pos-
ta em circulado uma assignalura para o Icvanta-
mcutode uma capella ao lado do predio.
Durante o dia, e principalmente tarde, una
concurrencia extraordinaria visitoU o hospital, ao
que era convidada pela msica qne oceupava o
crelo e que executava lindos podaros de operas o
ouiras pecas. >>
17 -
Ante-hontem S. M. o Imperador acompanhado
dos seus semanarios, do presidente e do secretario
do imperial instituto Ilumnense de agricultura, di-
rigio-se aojardira botnico da Laga, onde ebegou
s 7 horas da inanbaa : alli, lendo-se-lhe reunido o
l)r. Carlos Glasl, percorreu S. M". toda as trras
do jardim e a.gumas das chavaras adyacentes, e
que,_ segundo o projecto do Dr. Glasl, devera for-
mar a fazenda normal que veio fundar e dirigir.
Sua Magostado percorreu e exainioou diversos
pontos do local, fazendo perguntas e judiciosas ob-
servares sobro as quahdades das trras ao Dr.
Glasl, e indicando as plantacoes que Ihe pareciam
iiiais-coiiveiiienlc que fossem ensaladas.
Depois de um minucioso exame visual sobre as
trras, matase aguas que devera conler-se na fa-
zenda normal, caso seja .escollado o jardim bot-
nico, regressou Sua Mayo>tado casa do palacete,
e alli por largo esparo esleve conversando cora o
Dr. Glasl sobre os meios do levar a effeito a fazen-
da normal projectoda, e examinando diversas obras
sobre a agricultura quo o mesmo doulor trouxe
da Allemanha; e se retirou para a cidade s 11
horas.
A cmara municipal do Campias resolveu di-
rigir aos Srs. conde de Malrasbury o Scymour Fi-
tzgerald uraa mauilostoco de recoubeciinento pelo
esclarecido, justiceiro e cavalheiroso proeeditneulo
deeses estodislas em relaco queslo anglo-brasi-
leira.
19
O Minas-Geraes de Ouro-Preto de 13 do con li-
te das noticias segrales:
< Acham-se recolhidos cadeia da cidade de lia*
biraos reos Candido Pinto Mareiluno, que no dis-
tricto de Saut'Auna do AI li assassioou em 28 do
agosto ultimo a Jos Gamillo de Almeida, e seus
dous cmplices Benedicto Exequiel de Queiroga
Lima e Joao Pinto de Souza. Estas prisoes foram
veriiiradas por diligencia do subdelegado daquelle
districto Joaquim Ferreira Torres.
Acham-se presos na. villa de S. Paulo do
Muriah os pronunciados Manoel de Frailas Pa-
checo, preso ua Leopoldina i Jus Mauricio de Ma-
galhes e Francisco Lameu Braga, na moma villa
de S. Paulo; e Jos Pinto Vida, no Sapo, pelo res-
pectivo subdelegado Manoel dos Santos Gatto.
Foram alli conservados, por que o jury tem de
reunir-se no mez prximo futuro. >
Mais un a*sassiiuto acaba de ter lugar no
districto de Juaueaa* taruio de llabira. O tenento
Manoel Carvalho VP-Sautos, juiz de pazo subdele-
gado daquelle distrielo, acbava-se cun os seus es-
clavos em unas torrasjMJfcosSiiia no lugar deno-
minado Nak, estaba MBo uraa nova fazenda,
quando, na nod^^H Wdo mez passado, um dos
escravus, de nuine Joao I'reto, penetrando no ran-
cho onde donnia, deu-lhe sobre a cabera ura guipo
de machado, do qual faileceu poucos das depois,
nao obstante os sorcorros que llio foram prestados.
i O juiz municipal Dr. Liuhares, que a esse
tempo estova na Joanesia, deu as necessaria* ius-
trurces ao subdelegado, que ja fez o processe, o
capturou nao s o assassiuo como um outro indi-
ciado cmplice.
< O infeliz Santos deixou uma viuva e quatro
orphos menores.
i No dia 7 do crrante ebegou esto captol
o Sr, chefe de polica, Dr. Antonio de Souza Mar-
tins, de volta de S. Paulo do Muriah, onde tora
instaurar processo pelo assassiuato do couego Ho-
norio. ,
- ao-
Foi expedida pelo ministerio da fazenda uma
circular s ihesourarias de fazenda, declaramtojque
avisto do art. 504 do renulaiuonto das atfendcas>
nao se liiiinasmente aos direilos de importecao ou
exportaeo o que a respeito do recurso ex-oflklo
dispoe o art. 763 l* do mesmo regularaento, mas
a todos os outros impostes arrecadados pelas al-
fandegas para a renda geral.
O Sr. Julio Cosario Knnhardt, guarda-livros
da praca do commercio, tem promovido a assigna-
lura da seguinte represeuiaco, que al hontem
Urde contova as llrmas abaixo mencionadas :
a Illms. Srs. presidente e mais membros da com-
missao da praca do commercio. Constando aos
ahaixos asslgnados, negociantes desta praca, que a
fortaleza de Santo Cruz est om commnnicaco
com a cidade por mek> de um fio lelegraphico-elec-
iriro, o qual, segundo parece, se trata de- levar al
Cabo-Frio, e raconheoendo de quanto ntilidade se-
ria para pre?a que mesmo dentro do sen recinto
houvesse um esrnptorio onde por meio de um flo
complementar chegasse instantneamente nsto s
noticias dos navios que entram ou se approximam
'
/
/


Mario de Pe-Bambuco Terf felra i t Drzenihro rl* 1 *a.
deporto, mas-de oaesqaer que se aehera vroti-
mos da costo e porventura .precisara dt eaecorro
era caso de temporal ousipislro; vem inaaiseatar
a lustre rommijsJo da praga a confianga que leal -
cwwa (ira tpo dentro da praga te estabetoca um repblica Argentina.
Oriental, sendo quasi semsre a verdade dos fados
aoowanuis indiflereaie.
Afra as guerrilhas qne assolam as provine ias
da Kwja, Catamarca e S. Juao, e urna ora invasio
imminente, tlcava pm paz a
Na niesma provincia de En
---------i_
liar n referidacata o 8r. EwoM, e em mimero praeja, rim qne estes, dsde qne se amplia a ad-
do ai, L*raiBas primeiras pessoas qe aoeodiram niiwo de outros tambos circularan ja nao po-
ao lugar do incendio, porque os dous jorcos dor- dem efferiuar-se sobre bases to seguras do bom
niiam anda asotano solt : h Tromba ruin eutSo as i xito..
^S:
scriptorio tolegraphieo para uso do ooramercio, tre-Rtos tinham desapparecido os svraptomas de
m sajjstUuicau do actual servigo damorado e ir- reaeoio.
ixgular dos telegrapTios areos. As discussdes mais interesaantes as cmaras en
Kt de Janeiro, 19 de novembro de 1883. Buenos-Ayres versavam sobre o reconheeimento da
rintq Machado & C aatiga divida nacional, que afloal se mandou
Jos*da Silva Carvalba. 'pagar.
Joto Henrique Lrico. I No estado oriental repassra o general Floras
Jacintho Al ves Barbosa Jnior, por procuragao de para o sul do Rio Negro, onda a todo o memento
Eduardo Jotraste* dt C.
Henrique Driken.
Francisco Jos da Silva Machado.
Manodl da Rocha Lc3.
Jos Antonio da Silva Camarinha.
Artlmr Moas & C.
Wille SI.....Ilhwky & C.
Juao Jos do Res.
Le Cocq Irmao D'lllian 4 Marques Braga.
FranghiadkV Rodocanachi.
\V. Morrissy.
Pedro Leopoldo dos Guimares Peinlo.
Lecomte & C.
A. Milliet & C.
Candido Jos Rodrigues Torres.
J. Marren Carrerc, por procuragao de
ti C
T. P. Martin.
Bento Jos Nogueira.
Mosle Lakeruann i C.
Jlo Vianna Drummoud.
T. Petrocochino.
Mendonga & Irmao.
Moura Filbo 4 C-, por procuracao de G. & W. Hey-
niann.
C \V. Gross.
Jos Marcelino da Costa e S.
Schwlnd Mac-Kinnell 5 Rndge.
Bernardo Casimiro de Freltas.
Joaquuu Alexandrino de Siqueira.
Julio Cesarlo JCunbardt.
Jnnvrin Mac-Grouier & C.
Newlands Irmao & C.
l'lrehs Stongel A C
Joaa de Almeida Santos.
Manoel Marlms Nogueira.
Bernardo Joaquim de Souza.
l'inle Mondonga & C
Visconde da Estrella.
Frateili Zignago.
W. de Lara Tnpper.
Diogo Mac-Kinnm Graeie.
Alexandre Lallemant.
K!i;i'clhoofcr & C
Boje de Cl, por procuragao de Bella-Vista A B-
Maj.
Rocha Miranda, Fillto & C.
Jos Antoniu de Figuelredo Jnior.
EwbanK Lowndes & C
Hatuann & C.
E. J. Albert A C
Rendar & Beekmaiin, por procuragao de Saportas.
Carlos Tuh.i
Monteiro de Barros 4 Lahneyer.
Ignacio Gomes Cardia.
Joaquim Jos de Souza Iraenes.
A. Leuba & C.
Adrien David.
Lourengo Femandcs-Cnirnaracs.
Pirmeiro & Magalhaes.
Jos Cando Pereira Soares.
l'i'iu Martins de Almeida.
Manoel Nones Pires.
da Rocha e Souza.
Babia Irmios 4 C.
Joaquim Pereira de Faria.
Wm. Moon 4 C
Jeronymo Jos de Mesquita
Joaquim Bernardino Pinto Machado C.
Hett \Vilsoft& C
Guilhenne tlarding & C.
Collings Shap 6 C.
Antonio Jos lvet Sonto A C
Kerstein 4 Rieke.
Juao Jos Ritieiro Silva.
Andiie* Edwrds & C
J. Mooro A C
DaJflbb Thompson 4 C.
Cordn Steele & C.
Comes A Filhos.
Consianiino Jos Alvos Pmheiro.
l'ori'iiincnla Sobrino.
L. J. dH Yascuucellws.
Hvgino Jos Goulart.
FriHiao CaeUno do Valle Irmao.
A. Fn'v 4 C.
Rodrigo Jos Teixeira de Carvalho A U
Phipp Irmos 4 C.
C. II. Weittmann 4 C.
Forlinho 4 Mouiz.
Oliveira 4 Bello.
D'lveriiois Sliernian & C.
Anumio Monteiro dos Santos Pereira.
Olio Kohler.
Finnie Irinaos & C.
Total H.
Acerca da segunda viagem de experiencu
<]ue fez ltimamente a corveta Nitherohy fomos ob-
sequiados com a noticia seguinte : ,._...
t Pelas 0 horas e 15 minutos da manhaa do da
l do correte largou a amarragao do nosso porto
o seguio barra fra a vapor a corveta Mhrrohy,
para fazer una nova viagem de experiencia, de-
pus de haver meuido mats oitenta e quatro tone-
ladas de lastro. Ao passar pelo vapor federal lo-
tican, saiidou-o a ITUMtroky c m o hynino ameri-
cano, no que foi correspondida, pondo o vapor a
goarnlgao as enxarcias c dando esta tres vivas :
nessa delidadeza foi retribuido idnticamente.
A corveta conserva va a sua boa marcha a vapor,
c 01 que perdesse cm suas muilo regulares qua-
lidadcs vlicas, fez o novo lastro desapparecer a
inclina;;ao de 10 graos, moditlrando-a sensivelmen-
te. notando-se apenas que ha um excesso de peso
a proa, do qnal resente-se a corveta, e o mostra
pelo caloar um pouro descompassado. Ti vemos
occasiao de capear e de nolar-lhe mais nina boa
qualidade. Acha-se, |rlanto, experimentada sa-
ti-raetoriameute a corveta, e o que sera as occa-
sies extremas so ellas o mostrarao, sendo de pre-
sumir que nao desmentir o que dola esperam os
peritos baseados em suas boas qualidades.
t Nos oposicionistas das guindas que recom-
inendam. pensamos ser de grandes vantagens a mo-
diueaeSo conveniente de una superficie vlica da
guinda para o laes, sem que se altere o total dola.
as acedes navaes, qnando produzidas vella
por cireumslaneias imprevistas, boje que temos
poderoso auxilio do vapor, moslra-nos a pratica
a inconveniencia dessas guindas, visto romo as
uas asedes so se produzirao em gaveas e joa-
n les, ou gaveas simplesmentc.deiliBindo-se.iijirio-
r qii'' ossa guinda prejudicara a artilharia de so-
tavento, a mais necessaria para o melhor colloca-
do; e isso torean lo o navio a urna manobra loda
.1 gnafajOM, pMo-M bem presumir que as sceBas
a i mtidoin, s restando ao que se vira em melho-
res circinnstancias os apuros da occasiao, e a bel-
leza toda prejudicial de sua mastreagao. Anda
apontaremos o grande inconveniente dessas guin-
deria ter um encontr com o general Medina que
commanda a principal forca do governo. O resul-
tado desta batalba poda eiercer decisiva influen-
cia sobre a futura surte daquella lula fratricida.
As folhas de Menievido diiem qne Fieras, rend-
se perdido ao norte, pasma para o sul do referido
rio, isto que nao leudo podido com insignifican-
tes partidas de tropa do governo, viera arrostrar hu
oreito. Nao se comprehende fcilmente.
As cmaras tinham resolvido o primeiro dos as-
sumptos para qus haviam sido convocadas : ap-
Sovaram o emprestimo oiferecido pelo banco
au 4 C.
As minuciosas cartas dos nossos corresponden-
tes, que estamos serao lidas com dobrado interesse
as actuaes eircumstaucias. dispensam-106 de en-
A. Bmoche trar em mais pormenores.
Do Paraguay nada ha que referir.
Dos partos do sul do imperio entrn o vapor Ge-
rente com datas de Porto-Alegre at 13, Rio-Gran-
de 17 e Santa Camarina 19 do correte.
As poucas noticias que ka, constara das nossas
ootr* lugar palmeadas.
So* o lkolft Tupo, l-so do Mmtor-Qmptsta de
14 do corrente o seguinte :
< Segundo somos informados, no dia 6 do cor-
rele cabio sobre algnmas faiendas do Muriah
om formidavel tufao quo cansou kaslantes estra-
gos, nao s no material de edificios, coinoem gados
e plaotacoes, matando mesmo, alem da cria.a o
miuda, bois, que nao podendo resistir (aria im-
petuosa do veoto, foram impellidos por ella, de mo-
do a perecereni. Urna abundante clin va de pedra,
que nem granito nem saraiva era, mas sim podras
do tamaaoo de ovos de gallioha. destruiram jnnta-
menie com a forca do tufan, grande parte do um
cannavial, sera escaparem de laes pedradas os te-
lhados, fieando quebradas pelas pedras as lellias
qne o veoto nao arrancoo. estes estragos, coos-
-ta que a fazenda que mais soffreu foi a do Sr. Luiz
Thjoco, Bao leudo a das Sras. Le le, e a de mais
algum fazendeiro prximo deixade de soffrer tam-
bera.
Transmiuimos o soceesso tai qual se nos re-
ferio, sem que por *$o respondamos por soa vera-
cidade ou exactido. >
imrtas, e salvarnm ii'pBrre as chamas aos dous
*Jos, varios trastes, pratas, c u escrivaninlia
que cnolinlia pa|Ws de importancia. NolandVse
qoa, o joven irmSo de Sr. Fortuna nao qneria a-
bandonar aposento, e acba-se perturbado do
julio : emquanto que o oatro (ocunhado)atirou-
se de urna janella, pisando-se n'um p.
O fogo lavrava rom impernosidade! Impossi-
vol era solvar-se todos os ricos movis, ronpa dV
uso, piano, e mais trastes, que foram devorados
pelas chamas, que, em grandes e medonhas lin-
gua, tonadas pelo forte rento que reinara, e ex-
pedidas pelas multas janellas, portas e tecto da
casa, cuja eomicira j havia roado pelos ares, II-
luminavam acidade, nao obstante o claro luar da
noote'l
Os sinos deram promptamenle sinal de reba-
Deseontos.O banco recebe a 6 e empresta a 9
%aoanno; na praco regulam em melallico de
7|7a 1 % e em moeda torrente de 3|4 a 1 %ao
mez.
ih
Ongas. Ultima renda a diholro, 438 #
Montevideo, 1S de norttnhro.
Cambio.Inglaterra. 8 sh.
Franja, 8z % a 93 frs.
Genova, nominal.
Rio de Janeiro, 29#W.
Buenos-Ayres, ao par.
,v'*|mMtoa.-4>ai1dada 70 % o valor; in-
terna U a 4i /dem: angto-lranceza 43 a 44 com
o semosire veacido: Gounouilhou i > a o 3)4 "/,
do valor, e consolidada i,70 a 1,80.
Desooolo*.-() baoco Gommercial empresta a 9
qilC
7 do corrente la | ""^'Segundo nos informara, int ra r8a d, Cruz
ha bastante lempo, urna porfooorscnia' de eaiica'
com encommodo do publico: pois dilfitiilf,-* a
L-se na Rege#er$rilp, de Campos, de 12 do cr-
reme :
Pessoa fidedigna nos informa que no dia 7 do
correle cabio fwrtissima tem|>estade as margens
do Muriah prolongndose para a Nogneira, sendo
arumpanada de copiosa ebuva de pedra. Cabio
tao grande quanlidade que nos campos licaram em
altura de quasi um palmo. O mesmo snceedeu
perto de Lagoa de Cima (fregoezia de Saota Rita),
Houve consideravef estrago aas casas e as plan-
tages.
23
Foram Borneados para a ewrola preparatoria do
Rio Grande do Sol :
Adjuntos, o lenle do estado-maior de prmeira
classe Julio Anacteto Falco da Frota e Carlos
Jansen;
Instructores das respectivas armas, o capHio do
2o regiment de cavallaria ligeira Joao Sabino de
Sampaio Menna Brrelo, e o lente do 13* balalhao
de infantaria Afldnso de Lima e Silva;
Secretario, o capitao do 2 regiment de cavalla-
ria ligeira Jos Antoniu Correia da Cmara ;
Aj ma ote. o lente de estado-maior de 1* classe
Antonio Alvares Pereira Salgado ;
Porteiro, o tenentereformado doexercito Valen-
tira Jos Barbosa.
Chegoo bontem de manhaa o Sr. delegado de
pelicia, que ha dous das tinha partido para Santa I da qual j seguiram, bordo do patdio'Omitan
Crua, acoinpanltado do Sr. escrivo Mello e algu-
mas pragas de cavallaria do corpo policial, alim de
preceder a urna diligencia.
Chegaado all o Sr. Io delegado, deu rigorosa
i.------.,,.., lUgijKnafwMjj da Matta, e foram
encontrados no vao da casa dous bsiScS, t.,.......
do una prensa, uina Chapa nova, o papel vegetal e
de desenlio ; objectos que foram conduzidos para
a secretaria da |iolicia.
Gil, que eslava ansente, foi hontem aqu preso
na ra da Aifandega e recolhido ao xadrez.
Escrevom-nos le S. Jos de Rio Preto :
Appareccu na fre'iiezia da Apparerida, fazen-
da da Sra. D. Margarida de Souza Brandan, urna
fonte d'agua quo tem merecido o rtome de aguas
virtuosas, noine adquirido por ter curado grande
numero de individuos que soffriam diversas moles-
tias chronicas, com especialidade molestias de
pelle (nao morphetieos), de estomago, oppilaco e
ODOS.
i Os moradores mais prximos desta fonte ava-
liam em dez mil pessoas de ambos os sexos que
teem concorrido a essas aguas, sendo de notar nao
niuitos destes individuos teem vindo de distancias
de vinte leguas e mais.
DIARIO DE PERNAMBUCO
te, e asaotoridades eo poro aecudiram para logo, p recebe a 6 0)0 ao anuo. O banco Mau empres
em numero de 600 1,000 pessoas, apear da* ta a 12 e recebe a 8 OjO dem. Na praca regolm
grande distancia em que flca a casa da cidade. a X 0|0 ao mez.
As bombas da aifandega, a da companhia de Frates.Inglaterra : 40 sh. coaros salgados, dr-
segaros Esperanza o a de capitana, taobem cera-. o ecoos 80 ih. e fardos 23 sh. com 8 OjO de ca-
pareceram, mas jera tarde era impossrvel ac-,P* Havre: 40frs. couros salgados 90 frs. ditos
cudr ao bello predio qne arda como urna foguev j seccs e fardos 5 rs. v*xa 10 0| de capa. Marse-
ra dealcatrao, debaixo da lgubre e tocante espec- ha : 40 fr. couros salgados, 90 frs. ditos seceos e
latir de centenares de pessoas, resolutas sem du- *w 'rs. os fardos cora 10 OjO de capa. Brasil:
vida a prestarem seos bons servicos, mas que em carne seoca 4, 8 e 6 rts. e 5 Ojo: ftstados-fTnaos:
to criticas cireumslaneias nao podiam ser appro- couros 1 el., e fardos 9* com 2 0-0 sob boedeira
veiudosl lestraBgoira.
Todava irabamou-se, o rom moita intrepidez Uto-Grande, de Janeiro.
nao s para abrandar as iras do fogo, eomoprla- Cambio.As transaeces teem sido limitadas
cipalmente para que elle nao commnaicasse urna por falta de numerario, regulando : sobre Londres
casa da Sr. Jos Maria Pereira Rabeilo que cava o *l* e 116 d. por 1; Rio de Janeiro a 4 e SOjO
em frente, e que, cojundamentc com os conlra- a w das e muilo pouco a 6 0)0.
felos do predio incendiado, erara eooslTOtemente A moeda nacional paiwl declino ad e* 1|2 0|6.
refrescadas pelas tres tambas. i Fretes.SomaRoragdes-aauliimas cotaeow.
As tres horas da madrugada j nao existia ni Durante o it>ee de outularo se frM*ram dotis na
senao ruinas, sepultadas entre as quatro denegri- v's para por los ostra ngei ros, e foram : escuna
das e descarnadas paredes laleraes do grande pro- franceza Mnragnan, para carregar cinza a 46
dio I Estava ludo rednzido a rimas I!... e tmrfto sch., e patacho diaamarqiiez Thtoior para carro-
maior teria sido adesgraca se a casa nao estivesse gar fardase couro para Antuerpia a .'0 sch.
s, solada. | Para o imperio o ultime freamento foi o pata-
Felizmente nao temos a registrar sinistro ai-. cho Cyro 260, 560 e 460 rs.
gum de -vida, nem descaminho de objectos, do Do pouca importancia foram as transacgCes do
muitos qoc o achavam no meio da roa, retirados mercado oa primeira quinzena, porin na segunda
por cautela das casas vsinhas; gracas s atera-, desenvolveu-se um tanto e effocluarara-se diver-
das providencias de nosso activo o digno Dr. delfe- .s negocios de vulto, notndose entre elles o do
gado de polica Canarim, que a p flrnae ali con- carregamento da sumaca liespaniolaiMosnoH, pro-
serroo-se com sna gente e o arferes commandante cedente de Barcelona.
do destacamento policial, at o outro da (hontem) mercado fica sufBcientemente supprido de to-
sol fora, e fez entrega de todos od savados aos dos os gneros, notando se somente falt de agua-
seus donos. raz, aleatro, azeitonas, queijo do reino alguma
hnas-Geraes.Jd se achava na capital o Dr. out miudeza.
chefe de polica, de volta de S. Paulo de Muriah,' As traosaegoes haridas durante o mez de oulu-
ode foi instaurar o processo pelo assasslnafo do oro rao consignadas no moviment do mercado,
conego Honorio, no qnat toram pronanoiados m Jue em contrauaco. puMieamos.
art. 192 do cod. crim. quatro pessoas da loeali- E"1 gneros do parz principiou o mez finde com
dade. alguma animacao para os couros vaceuns seceos,
Santa Catharitia.^idn de importante ocCorreu. porm este artigo est boje com um mercado mais
S. Paak.Aps longa inferropciio, eontinuaram frouxo, e com poucos compradores,
os trabamos da estrada de Ierro. i Assucar.Para o assucar nao Iwuve mBior mo-
Achava-se exercendo o cargo de cliefe de vimenlo, cointuao houve abromas transaceaes.
polica, o iuiz dedreilo de Campias, Dr. Vicente Coacluio-se a carga do Algrete de 36800 4*500,
Ferreira da Silva Boeno. 300 barricas da Santo Maria Roa Sorte obtiveram
Rio de Janeiro.O ministerio Irxoo rm 160:9005 de 3800 4^700, e 700 e lardas do Mufrn a igual
o premio, que tem direilooDr. Augusto Teixeira cotac.io; da Lioeira 400 barricas e 170 meias ven-
de Freitas, pelos projectos do cdigo civil e lois so- deram-se de 3900 400, e alguns outfo totes
bre a escravido; percobeodo elle metode da de 34500 4*500, isto quauto ao de Pernam-
quantia ao apresontar todo o trabalho-prompto, e buco, pois do da Baha nao nos const mais venda
o resto quando fdr elle adoptado pela commissao sean 250 liarricas bcahoa de 3*500 4*. a 200
nomeada en 22 de dezembro de lit, para ser barricas mascavo de 25800 a 3*; a os,ts cota-
submettido discasso na assembJa geral. Ao ^W vendeu-se tamben parle da carga do Ftliz
Dr. Teixeira de Freitas se raarcou o prazo de sete Americano.
mezes para conclusao do trabaran, prazo que se Caroe secca.Os Begocos felos nioolam as
vence 30 do joana do anno prximo. i compras de unus vinte e cinco ou trinta mil ar-
Foram nomeados: robas aos preeos de 2500 a 2*600. Algunsas
Presidente da drectoria da caixa ruial do Banco partidas viudas de Jaguarao tera-se vendido de
do Brasil, na Babia, o coaselueiro Manoel Maria ** 2*200 por ser carne um tanto superior,
do Amaral; Caxaga.Houve algum movimenlo deste liquido.
Ajudanle da inspeccSo do arsenal de marinha Venderara-se 60 pipas, que, era vista do seu rao
de Pernambuco, o priraciro-ionente Lucio Joaqoira acondicionamento, nao obtiveram senao90*, 60 pi-
de Ohveira. pas do Cysne 95*,e alguus outros pequeos lotes
Em consequencia de ameacar desabamonto > "ssas cotacoes.
immediato, foi mandado fechar o theatro de Santa Couros.Os preeos da primeira quzena foram
Tliereza. a 240 rs. a libra os escolhidos. para os Estados e
Sentindo a populacao das iraas de Cabo-Ver- *,?> rs. a rarrer, para Hespanha compraram alguns
de falt de motos de suJisistencia, pela escassez lotes a 240 rs.
Na segunda qninzena conpraram-se couros de
21 liW- 235 rs., 7,000 de 225 232 rs., 4,000
22 ; (i.)iive compras ,i 230 rsi, e pequeos
lotes 3e couros de xarqoeada 200 rs.: a exis-
tencia andar por 13,000 couros. as carretas em
Pelotas 220 rs.
i Gorduras. Conclutram-se tambem as que ha-
viam para Ifepor, fieando smente urnas (5,000 ar-
robas, que o xarqueador pretende exportar por
cont propria.
As ultimas rendas foram de 4*000 e 4*200 a
graxn, e 5*000 e 53200 o sebo, e as transaegoes
havidas nao foram de maior importancia.
Sal. Entraram 21.340 alqueires. Vendeu-se
do de Cabo-Verde 700 rs., e de Lisboa e Cdiz
800 rs. o alqueire.
- 13-
Cambio.-Sobre Londres, 25 i\i a 26 d.: Paris,
878 e 370 rs.; Hamburgn, nominal; Rio, 6 e 5%,
Odias; Babia, 3%, Odias; Pernambuco. 3 e
saceos e aigumas caixas. ih brancos do jor an>tn. ~r" ~ """-"" "",. v- ,>-
procedencias contimiaut om poaicao ore- fE .H-^f 1 atmoo ^ eatrita P6"
do-se feto algunas vendas apra. bai-1l0?^ ",h.e.2s'11wSlfaze' *""l .
das cofhetas, abro-se urna subscripgao, por cont
^
das, fazendo ver o prejuizo certo que causa o ap-1 .J.|UJJ
proli na hlice quando desarvorados os navios resjs abu
.pie os tem. Vao os destrogos que os projectis t- .' H(JaiB anra
/ni certeiros cmmaranhar-se as ps das hlices,
< dahi nascem os vexames de una machina preju-
dieaila 011 tornada intil.
< Hontem ancoron a Nithsrohp no nosso porto,
tendo-so demorado 10 das fra da barra.
No dia 11, anniversario do naufragio da cor-
veta D. Isabel, houve a bordo missa pelas almas dos
infelizes nufragos, assislindo a ella os Srs. com-
111 andantes, offlciaes e guarmgao da crvela.
21
Entrou hontem do Ro da Prata o paquete fran-
co/. Sainlonge, com datas de Buenos-Ayres at 13,
e Montevideo 15 do corrente.
as provincias mais remotas da repblica Ar-
gentina continuava o general Penalosa a arvorar o
estandarte da raccSo. Dltimanwnte sitiava elle a
capital de-S. Jnan. Os peridicos de Buenos-Ayres
d uno all batida, a accresccntam que o general
Paunero com toreas do governo a varcor de sal-
-adores os planos da Rioja, nao podando assiin
tardar a rosiabclerer-sea ardem e a tranquilUdauo
em todo o territorio argentino.
As tolhasde Montevideo, |>elo contrario^ afflrmam
saber |r cartas que Penalosa nao s nao fora ba-
tido, mas antes um dos seus lenles, o coronel
Puebla, derrotara em Caucle, a seis leguas de S.
Juan, as f. mis oitenta feridos. Cunipre, porm, Jersempre
presente que as folhas montevideanas sao tao avi-
disde noticias desfavera veis ao governo de Buenos-
Avres. como as portenhas de revezes do da Banda
Temos vista jornacs do sul do imperio, dos
quaes foram portadores os vapores francez Navar-
ree brasiloiro Apa, aleaneando os do Kio 24, os
da Baha 28 e os de Algoas 29 do corrate.
0 quede maisiraportaale havia deixmos copia-
do por extenso sol as rubricas P Exterior e Interior; alera do que apeuas encontra-
mos mais o que segu.
Rio Grande. Polo Exm. hispo diocesano foi con-
demiiada, como impa, obscura e inmoral, una
obra rerentcmente publicada na capital, pelo pa-
dre Vornel, sobre o celibato clerical; sendo o seu
autor fulminado com a pena de excommunliao.
No mercantil de Porto-Alegre l-se o se-
guinte :
t Una eserava de 25 annos de idade pcijada
de algui\s metes, suicidou-se enforcando-se, de-
pois de ter lirado a vida pelo mesmo meio a uui
filliinho de 11 mezes.
Os dous cadveres vieram em um carro, pois
o facto deu-se as iuimediaces do passo da D'Or-
nelia-.
Ainda esse mesmo jornal diz em 10 :
S. Exc. o Sr. presidente da provincia fez sab-
badoa bordo daFfunuiirnsruma viagem a S. Je-
ronymo, a flm do experimentar o carvo de pedra
da mina do arroio dos Ratos.
1 Diversas pessoas acempanharam S. Exc. nessa
viagem, e segundnos informam, a experiencia
conslatou os seguintes resultados :
O carvao nacional posto era romparacao com
o carvao inglez, necessita um qusrto mais do qne
ai a niesina -quanlidade de vapor e
undantes de materias dislinctas de-
emprego de, maior pessoal.
Consta-nos porm quo o Sr. presidente depois
de proceder a um orgamento entre as despezas do
combustivcl nacional em comparago cora o in-
glez, acha-se de animo a preferir aquelle para os
vapores de guerra, como anmica ao trabalho da
mina.
Aotrca de um grande incendio havido na
capital, l-se no Diario :
Um incendio como ainda niio vimos e sem
duvida o maior que esta cidade tem presenciado,
teve infelizmente lugar pelas II 1/2 horas mais ou
menos da noute re domingo |23, ra Alegre, na
grande e elegante casa asnobradada de propriedade
do Sr. tenent-coroncl Porlro Ferreira Nones, e
mnradla da Sr. Mano* Soares Farluna, primoiro
conferente d'alfaiidega desta cidade,
t O Sr. Fortuna achava-se com teda familia em
casa de seu compadre o Exm. Sr. brigadoiro Ran-
gol, que tinha a sua esposa muilo mal, e a decidir
a cada tiora.
t A casa, pois, flern entregue a donsjovens :
um irmao, e outro cunhado, do Sr. Furluna ; a-
donnecendo porm ambi>s, na seu dormitorio, no
mirante, deixaram a voto arjeesa. que, nao sabem
como, prenden fogo no cortinado da cama I
t l'm (och.'iro doSr. Joao Belmonie Torres por
nomeC-jrlos Rauee, que se achava no canoa
jiorta da casa do Sr. Hermn Ewald, foi quedes-
cuhriu o fogo, e communicando inmediatamente
ao seu patraa, esto deu noticia h*1guns ravalhei-
ros que se achavam divertindo em reuniao fami-
aa, sabido da corte 22 do corrente : 2,078 sac-
eos de farinha de mandioca, 304 ditos da milho,
100 ditos de feijao, 10 ditos e 50 barricas de ar-
roz, 22 ditos de bolacha. 22 ditos de. roscas. I3
Uiaias Ot CllrtM|UC, A/ U.tl I 13 Laluv Mel"'-f -"'-------
- Em sessao gara I dos eontribnintes do monte
pi geral dos servidores do estado, qiie teve lugar
boje (83), fura id eloilos para os cargos de directo-
res vce.-presdente, o conselheiro Jos Maria da
Silva Paranhos, e thesoureiro, Antenio Eulalio de
Oliveira Pinto.
MUdA votacao dos 25 collegios conliecidos
dava em resohad\ na eOfio de senador :
Consellieiro Zacharas ile Ges 2098 votos
Conselheiro Saraiva......... 8U37
Coronel Spinola............ 1797 c
Poucos collegios dos 4" e 5 districtos Cfcagto
ram aps o ultimo vapor, pelo que ainda su nao
pode coiihccer quaes sejam os depulados provn- '* /o. 90 dias.
ciacs, por esses dous districtos.
L-se no Jornal:
Huuleni (11 do passado) pelas 10 horas da
nianha entrn ueste porto, procedente de Inliam-
bupe, a sumaca nacional tedie, conduzindo a seu
bordo os naufraf;'>s da barca franceza Saint Eloi,
sabida de Buenos-Ayres a 4 de nutubro do corren-
te anuo, com destino a Marseille c carregamento
do lia, sebo e couros. Esto navio, achando-se no
dia 4 deste mez na latitude de 12" 30' S. e loiigi-
tude 37" O. do Paris, foi abandonado pela tripola-
gao, ein vlrtude do se haver manifestado incendio
noruogueose a
a 45 fr. c 10
360 rs.; Pernambuco, 460 rs., ultimo fretamento ;
Canal, couros salgados 50 sh. nominal.
Fretou-se para Antuerpia a escuna belga Camillr
por 400 libras.
Para carregar cinza fretou-sc a escuna franceza
Muragnan a 43 sh.
Para os Estados-Unidos, 3|4 cents.
Metaos. Oncas 325. posos 25, pataeoes 2*, pe-
gas americanas "de 5 dirs. 10*, ditas ditas de 2 '/z
55, um peso boliviano l*. metes pesos bolivianos
800 rs., { dollar americano '500 rs., columnario
qoe
100 rs. em arroba.
AgunMente.-Entraram 839 pipas. Vendeu-se de
00* a ?* por pipa. Picara era ser cerca de 1,000
pipas.
Assucar.--Entraram de Campos 9,771 saccas.762
ca xas c 1,243 barricas. pt Pernambuco, Macei,
Cotinguba e Babia nao houve entradas.
Os mascaros tra estado procurados para expor- jn,.
tcao, para cujo fim se vendeu quasi todo o que
havia em saceos e algumas caixas. Os brancos do
todas as proce'
caria, tendo-se
xos. Colamos :
De Pernambuco branco.. 3*000 a 3*800
someno. 2*700 a t*00
De Macei branco....... 2*800 a 3*000 V veifio.
De Colinguituae Baha...
l^anco............... 2*800 a 3*000
De Campes branco...... 3*200 a 3*600)
mascavo..... 2*000 a 2*800)
O deposito fica reduzido a 8,410 saceos, 1,406
caixas e/Dl> barricas.
De Pernambuco. 2,400 saceos.
De Macei...... 1,500 ditos e 24 caixas.
De Cotinguibo... 1,310 ditos e 342 ditas.
De Campos..... ^300 ditos, 1,040 ditas e 700 .
Caroe secca.Ha em deposito 81,000 arrobas,
sendo 34,000 do Rio-Granito, e OiOOO do Ro da
Prata- Vende-se a primeipa de 2* a 2*600, O a
segunda de 2*300 a .1*200.
C;>uros.Ha em ser 2;000. CotanK os grandes
a 260 rs. a os pequeos a 240.
Fretes. Enectuaranvse ;frota mantos, a saber:
Para Autuerpia : 1 galera ingleza, a 33 sch.
e 9 d.
Para o Caa4 a ordens : 1 brigoe dinamarquez,
a o shc. 4 dito, a 40 sch. i divo sueco, a 43
sch.; 1 dito mccklemhurguez, a 40 sel.; i dito
breraense, a St> sch; 1 dito haiiiburguez, a43 sch. t
I dito prussiano, a 40 sch.
dem ou Gibra4tor a ordons ( dos fretadores):
1 brigue banoveriano e 1 dito dinamarquez a 45
sch.; e 1 dito hollando, a 40 sch.
Para Gibraltar a ordens: 1 barca banoveriana
(ate Trieste), a 40 sch. ; e 1 dito haniburguez (at
Marselha), a 37 sch.edd.
Para Gothemburgo : 1 brigue
50 sch.
Para o Havre : 1 barca franceza
0(0. e I dita 42 Ii2 fr. e 10 0|0.
Par Londres ; 1 patacho mgloz a 33 sch.
Para Marselha : 4 brigues franoezes e l dito por-
tuguez a 45 fr. e 10 0(0, e 1 dito inglez a 3o fr. e
5 0|0.
Para New-York : 1 barca prussiana e 1 brigue
iHbequense a 37 sch. e 6 d, 1 patacho inglez a 30
sch., 1 brigue mecklemburguez e 1 barca dinamar-
queza a 40 sch 1 lagar dinamarquez a 49 sch., 1
patacho dito a 50 sch., e 1 dito dito e 1 barca dita
a pregos secretos.
dem ou Canal ordens ( opcSo dos fretado-
res) : 1 lugar mecklembnrgnez a 35 sch para
New-York, ou 40 sch. para o Canal.
Para Syriajo Constantinopla, desearregando em
ambos os portos : 1 brigue dinamarquez a 55
sch.
Para Trieste
e 5 0|0.
Cambios.Sommam os saques fechados at boje
para o paquete francez Navarre :
Sobre Londres : 26 450,000 a 27 1|2 27 5|8,- 27
3|4 e 27 7|8 d., predominando o segundo e lerceiro
algarismos. '
Sobre Frauga : 1,000,000 de francos, a 340, 341,
342e343rs.
Sobre Hambargo : 100,006 m. b. a 648 rs.
Sobre Lisboa e o Porto tem regulado o seguinte :
100 0|0 vista.
99 0|0 30 dias.
98 0|0 60 dias.
97 0|0 90 das. ,
Apoliccs.As geraes de 6 j ticam negociadas
ao par, 101 e 102 |..
Descontos.Mercado fotgado. Os bancos man-
tera a taxa de 9 [. Na praca regulara de 8 a 9
'I* V
Aoges.Negociaram-se as do banco do Brasil
a 605 e 625, e as do banco Rural e Hvpothucario
a 60*, 625, 655, 675 e 71* Je premio", e as da
estrada de ferro de D. Pedro II a 5* e 4* do des-
cont.
-24 -
Cambio. -Sacaram-se hojo apenas S 20.000 so-
bre Londres a 27 5i8 e 27 3i4 d. fechando o cam-
bre Franca a 341, JK e *3 rs.
Sommam os saques pelo paquete francez Na-
varre :
Sobre Londres : X 70,000 a 27 1|2, 27 5[8, 27
3|4 e 27 7|8 d., predominando o segundo e ter-
ceiro algarismos.
Sobre Franga; 1,200,000 francos a 340, 341, 342
e 343 rs.
Sobre Hamburgo : 100,000 m. b. a 648 rs.
Sobre Lisboa e o Porto regulou o seguinte :
100 0|0 vista.
99 Uio 30 dias.
98 0|o 60 dias.
97 0||) i 90 dias.
Apolices.Nogocaram-se hoje as geraes
Om a 101 e 102 0|rj.
Descontos.Mercado folgado. Os bancos man-
tera a taxa de 9 Ora.. Na praca regulara de 8 a 9
l|2 0|0.
Acedes.Negociaram-se hoje 20 do banco Ru-
ral e Hypothecario a 635 de premio,
Moeda.Desde a sabida do paquete inglez unci-
do exportaram-se os valores segnintes :
Paouote francez Novarte de Bordos :
transito dos carros c do animaos.'
Isto posto, deve-se mandar remover para obriar
esso inconveniente.
Remetlem-aos o seguinte :
Pede se a qnem competir possa, que provi-
e no sentido de nao continuar o costume de
alguns moradores do Clwra-menin terem caval-
1 brigoe oldemburguez a 45 sch,
a bordo, no carregamento, incendio que nao pode bespanhol 500 rs.. li
sor dominado, apezar de aturados esforgosdos que moeda nacional papel 8 a 8>'/, -/
de patacao dito 440 rs.,
guarneciam o navio. #' ** Janeiro, 23 de nooeinbro.
A bordo da sumaca airaron no dia 7 urna ha-; Boletim de 7 22.
leona, que trazia o ea|.ii.te Buutooll e I marinhei- Dorante a quinzena que passamos em revist,
ros; os mais tripulantes, cm numero de seta, o hmiwj ponco movmiento em nosso mercado e
dous passageiros, entre os quaes a Sra. Maria Mi- mporteao, continuando os compradores pela pro-
rada d'Ortiga, natural de Barcelona, que se acha-' ximidade do Hm do anno a pautar as transaccoes
vara na lanoha do navio, na qiral se haviam aven- I*13* restrictas neeessidades do consunto,
turado a ganhar a torra, da distancia proravel de Como previamos l
3 graos a leste da cost de Itapicur, toram tam-
liera reeehidos a bordo da sumaca.
t Const quo o capitao Boutfooll nao quizera
abandonar o navio que loe fra confiado, e sim ex-
perimentar o mosnio destino delle ; mas a equipa-
geni exbortou-o e quasi o constrangen a procurar
a salvacao, lambareando-so ne lenho frgil em que
alcancou a nossa costa.
Const-nos quo o capitao da Valle desenvol-
ver lodo o senliinenio de hnmanidade de que
capaz um homem de mar nestes transes dolero-
sos.
Sergipe.Nada ocoorreu, que mcrege mengao.
Ahigous.-Desde 21 qtie nao funecionava a as-
sembea provincial, por falla de membros.
No dia o do corrente deve ter lugar, 110 pa-
lacete da assembla, um baile offorecido pelos cm-
pregados provincias* ao Exm. presidente e mem-
bros da assemlili, em sh.na! de gratido pela ex-
tinecao da contribuigao extraordinaria.
Achavam-se no porto de Jaragn diversos va-
sos de guerra, dos que fazem parte da estacio na
nosso ullimo lioletim, o
convenio cebdirado nliiinainento entre as princi-
paes casas retlhadoras de gneros de estiva, pa-
rece ter do solfrer algumas modilicapoes que a
experiencia tem aconselhado. A commissao lis-
cal, segundo consta, j ouvio alguns importadores,
e estes devem reunir-se no dia 25 do corrente,
para tratarem do assumpto.
No mercado de exportaoao houve boa procura
de caf e assucar mascare.
As vendas do primeiro subiram 123,450 sac-
ras desde a sabida do Oneidn. A noticia que
trouxe o ,\ Eitados-L'nidos susteve a tendencia que a princi-
def>
Deslinos.
Brdeos.
Pernambuco
Montevideo ..
Ouro.
14:849*000
57:783*000
8:890*000
Papel.
*
20:0005000
*
Sobro isto ja nao a primeira fez' (toe tenho
reclamado, mas ludo parece que lem rde-em rao:
visto nao ler apparecida provlcocia algoma para
sana-lo. ~
E dessa Incuria ha resultado, eomo eonse-
Khoto, a audacia dos toes oom rrem nresmo
deniro dos sitios, sem o menor cava col desamar-
raros cavaltos que teem sktoapanhador.
Alguma providencia para evitar conflictos'
mol pose veis.
Por deliberagaV do crmsclh de saude publi-
ca, de Portugal, fo julgado esto porto dr porto
tanto de qualquer epidemia.
A socidade recreativa Corijbamttnu dar sua
craBio familiar do corrente mez no da 5.
tf tribunal do jury tomn hontem conheci-
mento do pn>cesso que a autoridade policial da
fr>gbezia de Sanio Antonio- instaurara oontra va-
rios individuo,aos quaes pronunriou por flm como-
co-aptores derroobo que sofl'fa Bernardino Jos
Iifilio em suu casa ra da Roda n. 54.
Em dooedlas anteriores, hwiam sido julgados
istmios de criminalidade tras dos eo-raos dBsse de-
Reto, coja autora ainda argida aos aceusados
Marcolino da Costa Nascimento e Francisco- Jos
Correa, qne foFam- conduzidos ao tribunal.
Depois de Blgumas recusagoes. tormou-so* pelo
seguinte modo o conselho de sentenea :
Dr. Deudora Ulpiano Coelho Calanho.-
Dr. Joao Honorio Bezi-rra de Menezeo.
Dr. Joao Caplsirano B'nndcira di) Mello Filho.
/osGonealvas da POrfitmriila.
Jos Alfonso Ferreira.
Vicente de Piula de Oliveira Villas-Boa.
Joaqoim Pedro dos Santos- Bezcrn.
Tlioihaz Carneiro da Conli.
Clautfino do Reg Lima.
JanuSrio Constancio Monteiru de Andrade.
Pedro de Alcntara das Gramo rae > Peixoto.
Joaquim Bernardo dos Kci.
Preenchidas as formalidades lgaos, deO-se lu-
gar aos debalas, sendo producida a defesa de
Francisco Jos Correa pelo Dr. I. R. da Cunta Sa-
les e a de Marcolino da Costa Nascimento pelo Br.
Americo Neto de Mendonca.
Propostos por flm o respondidos 09 qufsitos, o
Dr. juiz do direlto fez publica a sntenca pela qual
julgando ao rio Marcolino da bst* ascimento.
incurso no grao mximo do art. 260 do cdigo cri-
minal, o condemna soffrer pena de 8 annos de
gales e na multa de 20 por cont sofere o valor do
objecto roubado, absolvendo ao mesmo lempo
Francisco Jos Correa e condemnondo a cmara
municipal reparadamente as cu*;*s.
Lcvantou-se a sessao s 6 horas e- ora quarto da
tarde.
Rkmrticao a roi-iaA : .
(Extracto das parles dos das 29 e 30 de novem-
bro.
casa de detengao no dia 28
Se. Dr. chefe de polica, Joa-
Sant'Anna, crioulo, sem de-
Total. 81:524*000 20:0005000
0 congresso nacional em Buenos-Ayres promul-
gou um decreto com data de 21 do passado, dando
curso legal em toda a repblica s seguimos moe-
das pelos valores abaixo mencionados, a saber :
16
5 3,90 c.
5 4,90 c.
*5
* 9,25 c.
* U
* 10
fortes
pi havia para haixa, notndose liojeapenas urna 0 |rirtie Datnao.
Ongasde onro
Napolean ...................
Soberano...................
Dubrao liestianhol...........
Cndor chileno.............
205 do Brasil...............
Agencias dos Estados-........
Tlas estas meedas sao trocaveis, como suas
subdivisoes, pelo valor relativa que marcou a lei.
Chegou, procedente de Pernambuco 18, o
brigue Amelia, com 18 dias.
Sahiram para Pernambuco : 8, o brigue
dinamurquez Pollux, ea barca Guvahim ; e 12,
o brigno D. Pedro V.
Ficavam carga, idem, o patacho Correa, c
differenca de menos 100 rs. em arroba em relago
as cotagoes do dia 7.
As entradas d interior regularam, termo-mdio,
cerca de 4,500 saccas por dia. Ha em ser actual-
mente 130,000 saccas.
No dia 9 abrio-se o cambio sobre Londres a
27 :i|i i., c a este algarismos, e a 27 5|8 d. fecha-
ram-se as matoros transaccoes pelo Kararre, alm
val da Babia, ao mando do chefe da mesma, capi- de operagdes menores 27 7|8 e 27 i\i d.
tao de mar e guerra Xavier d'Alenntara. O banco rio Brasil tomou de algumas casas ban-
No dia 27 houve grande disturbio, promo- carias 250,000 27 3|4 d., letras pelo pa-
vido por pragas do 10 Datalhao de infantaria de 'l>'el ,ng|oz de dezembro e pagamento no da 2a
linha, dejiois de 9 horas da noite que estavam em do c<
foram presos al-
processo compo-
completo estado de embriaguez
guns dalles, insturanda-se o
tonto.
NOTICIAS COMMECIAES E MARTIMAS.
Buenos-Ayres, 11 de novembro.
Cambio.Inglaterra, 67 a 66 sh. 9 d.
Franga, 84 a 83 3|4 frs.
Hamburgo, 43 /, m. b.
Genova, 83 3j4 frs.
Rio de Janeiro, 20*.
Montevideo, I|8 0 de descont.
Calcnla-se em cerca de 60,000 a importancia
dos saques sobre a Etiro| por este paquete.
O congresso nacional promulgo um decreto com ;
data de 21 do passado, dando curso legal em toda I
a repblica as seguintes moedas pelos valores raen-!
clonados, a saber:
Ongas de ouro...........* 16 c. fortes.
Napotoao.............. 3,90 c.
Soberano............... 4,9# c.
Doblao hespauhol........ 5
Cndor chileno..........
Aguia dos Estados-Unidos.
t Esta medida, diz a Tribuna, qne tira a onca
ouro o privilegio exclusivo quo at agora gosa
Sobre Franca tem-se sacado aos extremos de
340 343 rs.; sobre Hamburgo 648 1 s. e sobre
Lisboa e o Porto ao par a 90 dias.
Negociaram-se as apolices geraes de 6% ao par,
101 e 102 %.
A taxa do descont conserva-so' nos bancos a
9 %. O mercado contina folgado.
Caf. Desde a partida do paquete inglez Onn-
ia at esta data venderam-se:
Para os Estados-Unidos.......
o Canal e Norte da Europa
o Mediterrneo.........
o Cabo da Boa Esperanga.
43,400 sacca
41.950
36,900
1,600
Total.
123,850
Os oltimos preeos para lotes redondos foram :
, c,
Para os Estados-Unidos
o Canal.......h...
o Ngrte da Europa.
oSediterraneo.
E part._.
Lavado .............. 7*400
lietlor Uno... -........... 7*000
icrior................... 6*800
alidadrs separadas
65600
6*300
6*900
6-5500
da S.M'
tBnT
os V I
aqui, produzir a nosso rer,Mn> outros noneflcios
o ilo diminuir no futuro os grandes prejuizos qne 1."
por sua vasta importancia cansavara os jogns da 2."
Ma......
ordinaria
boa......
6*850
65*00
6*200
65750
65600
7*000
6*700
8*400
75100
*900
6*600
68450
6*300
BdAi'a, 27 de novembro.
Cambio.Regulou : sobre Londres 28 d.;
sobre Paris a 340 rs. ; sobre Hamburgo 645 rs.;
e Mbre Lisboa e Porto de 95 10 0|0-
Fretes.Fzeram-se: para Bromen e Hambur-
go de 47 l|2 52 1|2 sch. por ion.; para Gibraltar
75 fr. e 40 O10: para o continente do 47 1|2
52'li2; para Marselha de 75 85 frs. e 10 0|0 ;
e para o Mediterrneo de 75 a 95 frs. e 10 0|0.
Sabio para Pernambuco, 12, o brigue Cas-
Chegaram, procedentes do Pernambuco : a
H,o patacho inglez Hirriei, com 3 dias ; 16, o
brigue dito Jlarft rom 3 das; e 22, a sumaca
Horlencia, com 3 dias.
Acharam-se carga, idem, a escuna Carlota
e'a brigue Marinho II.
PERnAMBUCOr
Foram recomidos,
do corrente :
A ordom do Illm.
quim Gaudencio de
claragao de motivo.
ordem do subdelegado de Santo Antonio, Jos
Manoel de Lima, branco. por disturbios
ordem do de S. Jos, ospardos Jos Francisco
Gregorio, Agnstinbo Antonio de Oliveira, Benedi-
to Jos Celestino, Gnilhermina Maria no Rosario,
para averiguagSes policiaes, e Fiancisco Lepes da
Silva, para eorrecgao.
ordem do da Capnnga, Joaquim Jos*'- Pedro,
Portoguez, pora eorn-crao; Maria Caraleante d'Al-
buquerque. branca, \wr insultos.
Dia 29 -
A ordem do subdelegado de Santo Antonio,
Joao Duarte d'Oliveira, semi-branro, os pardos Pe-
dro Jos ib- Sani-Anna. Joaqmm Barhmo d'Azcve-
do Maranhn-, Maria Pastora da Conccidio ; os
crionlos Oorencio Jos Bomao, Jos Manoel do
ascimento, Jos dos Martyrtos Candido, Pedro Jo-
s deSant'Anna,tolos |x>rdisturbios.
A ordem do de S. Jos, Lauriano Francisco 1%
Souza Magalhaes, branco, para eorreccao ; Doro-
tha, crioula, eserava de Guilhermina de tal, por
aar; encontrada nos trilhos da estrada de ferro.
A ordem do da CajMinga, Francisco Freir de
Sant'Anna, pardo, para corrergao.
O chefe da 9* secgSo,
J. G. de Mosquita.
Movimento clnico do hospital portuguez
em Pernambuco do mez do novembro, ao cuidado
do Dr. Pitauga :
Ficaram em tratamento no
mez de outubro.. 40
Entraram no mez de
novembro.......... 1959
Sahiram curados..... 22
Fallecer m.......... 4
Ficam em tratamento. 3359
Dos fallecidos foram 1 de pulmona dupla2
de tuherculos pulmonares e 1 de hydroperi'-ardio.
Passageiros do vapor nacional Apa, vindos
do Rio de Janeiro o portos intermedios :
Henrique Gomes de Oliveira, Augusto Gomes de
Almeida e sua lilla i. Francisco Augusto de Almei-
da, Leopoldo Angosto de Almeida, Fr. SerapHm
do Calaivia, Prolirodo Almeida Maehado, Jos Elias
de Moura, Maria Margarida da Conceigao, Paulo de
Amorim Salgado, Delphino Mar.pies Rodrigues,
Francisco da Costa Beltrao Aranjo Pereira. Mala-
quias Antonio Goncalves, Adriao Lins Pereira da
Silva, Dr. Luiz de Orqueira Lima, Maria Innocen-
cia Gomes da Silva, Ignacio Euriprdcs Estevao da
Silva, Henrique de Oliveira Atoen, Dr. Amnete
da Hoclia Bastos, los Luiz de Fignoiredo, Edurtr-
goa dos Santos Oliveira, Herculano Gomes da Sil-
va, Conrado da Pensara e Silva, Jos Pereira dos
Sanios, Manoel Soares Nones, Jos Joaquim Alves,
Adolpho Pereira Carneiro, Caetano S.ildanha Gucr-
reiro, Andr Loney, Vicente, Domingos Vilclla e
seu lilho Claudino, Eduardo Falles. ManocMoa-
quim de Faria, Joaquim Jos da Costa, Joao de
Paiva Martins e sna senhora, Francolina Maria da
Conceigao, Origines IIII. Monteiro, Manoel Joaquim
de Carvalho, Anna da Ginwieo, Francisco de
Almeida Coelho. Joao de AlineidGuerroiro, Carlos
Jos da Cost, Manoel Maria do ascimento, Co-
me Ferreira da Cosa, Manoel te Faria Maia, F.do-
co Emiliano Carvalho, Manoel Finnino da Silva,
Podro de Alhuquerqiie Maranbo, Manoel Pinto de
Araujo, Manoel Joaquim de Faria, Joaquim Jos da
Costa, Francisco Branco Lages, Pedro da Silva Ro-
go, Folilo Gonsaga, Elias Jos dos Santos, Jos
Joaquim de Oliveira, Mathias Villarouco e Finni-
no, preto livre.
Seguem para o norte :
Candido Jos Pereira, sna senhora, dous filhos o
osera vos.
Passageiros do vapor francez Navarre, vin-
dos do Rio de Janeiro e Babia :
Francisco do Carino Braga c sua senhora, Joa-
quim Jeronymo oa Costa Machado o sna senhora,
Luiz Margal, Constantino Noppel, Clinstian Haas,
Domingos Colombix, Fr. Joaquim do Espirito Santo,
Joaquim Mon-ira Beliago, Nicols Pelosi, Proliro e
Maximiano criados de Oliveira Augusto.
Sefruom para o norte :
Fr. Luiz Maria e Gravan!, Gustavo bario e sua
seiillira, Guisseppc Antonio Cazulo.
Mevimento da casa de detencao do dia 28 da
novembro do 1863 :
REVISTA MARA.
No paquete Apa, hontem chegado com pro-
cedencia do Ro de Janeiro, veto o Rvui missona-
rio Fr. Seraphim de Catania, que fra incumbi-
do de visitar o Rvm. coraraissario dos missionarios
capuchinhos Fr. Caetano de Messina.
Apezar dos bons desejos de que foi possnido o
R vni. Fr. Seraphim. nao !he fot possi vel rodar com
o Rvm. coraraissario, pois este apa>iolicam ferio o liem da religiao e de sna ordem *a prova-
oel reslabelcciinenlo de sua saude alterada.. Ao
Rvm. Fr. Seraphim rendemos nossos agradecimen-
js por tal missa, saoflimdo* p*> sen regresso.
Couveni que niio se permlto. aos mendigos
estarcm estacionados as entradas do passainco,
nao s para evitar o espectculo hediondo das mo-
lestias que o? affoctam, como para tozer cessar
estorvo, que provocan) facilidade do transito,
A saber
Existiam. Entraram Sahiram. . 323 presos 9 4 >
Existem. . 328
Nacionaes. Estrangeiros Mulhercs Estrangeiras Escravo* Escravas . 22 32 D 3 58 7
328
Alimentados a rusta dos cofrespnhltett. .
Movimonio da enfermara no dia W de
verabro.
Ti ve haixa :
Francisco Lopes da Silva.
Dia 19 de novembro.
Existiam ... 328 presos.
4t7
o-

i
ILEGIVEL
i



Mario *e Pcri
--------,a--

ifcaco Terca felra I4e Dezenifcro le 1SOJL
<- ---------------------------------------------------------------------------- ---------------------------------------------^--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------,
A saber
Entrnram. Sahiram . 12 6
Existem.... 331
Nacionaes. .-. Estrangeiros Mulheres Eslrangeiras Escravos Escrava. . 226 presos. 32 7 3 > 58 t 8 .
343

Alimentados tusta dos cafres pblicos 133
2 '/i 1 : SE o 3 3 : i 9 w i j - O > > 1 1 o S'
*': Oi i 51 Masculino. , 1 : a. o
i i i i _
1 Feminino. 1 SI Ml *! SI > i e s "9 2. 2
X 1 ;o 1 co 1 1 c Masculino. i H 9 85
i i i i
Feminino. \ 1
i i \
1 Masculino, i M I 3 ss
1 Feminino. | 8 n
^ m m I w
di A 1 i C* Masculino. | ftl 1 ? O. 9
* 1 1 * 1 Feminino. I "~ 1 B O < g
i i i i 1 1 I Masculino. 8 1 3 o.
-vi A 1 1 II 1 . A> m i TOTAL. Si
ADVERTENCIA.
Na totalidadc dos doenles existem 164, sendo 9
homens e 25 mulheres alienados :
Foram visitadas as enfermaras este dias :
Pelo Dr. Domellas s 8 Ii4, 8 1[2, 8 1|4, 8 20,
8, 8 l|2, 10 horas.
Pelo Dr. Sarniento s8 i|4, 7 55, 8,5, 9, 8 li4,
8 1(4,8 l|2-
Pelo Dr. Pereira do Carmo (de tarde) s 7 1)4.
Falleceram:
Florencia Mara da Conceicoo ; congesto cere-
bral.
Mana Claudina de Mullo ; ascite.
Esta otJhina fot construida para subir Tortes
trampas -oltar as curvas do pequeo rato, e.ie-
solveu assim urna das ais importantes questoes
dos catninhos de ferro, que lem de vencer grandes
obstculos natnraes.
Todos-sabem que as Jecomotivas teem, ordina-
riamente, dous cylindres seis rodas, e na coati-
nuacaomm tender, era que se acham a agua que
: deve alimentar a caldeira e o carvo que a de ve
aquecer.
i Come urna locomotiva assim insufficiettte pa-
ra rebocar grandes carregacoes em grandes decli-
ves, colocam-se geralmente duas para obler a for-
ca necessaria.
] O motor do Mr. Petiet tem 4 cylindros 12 ro-
das emparelhadas.
Nao tem tender e lera a sua provisao de agua e
corabustivcl, o que Ibe augmenta o peso e conse-
cuentemente a sua adherencia.
E' a reuniao de duas locomotivas n'uma s.
K' urna gigantesca machina, que com a sua
agua e combuslivel pesa 60,0000 kilogrammas, e
[ cuja superficie de fernallra nao mede menos de
221 metros cuadrados.
Foi preciso abaixar borisontalmente a cbamin
para poder passar as abobadas dos tunneis e as
pontes.
A experiencia de Mr. Petiet teve lagar na pre-
senta de mu tos dos principaes engenheiros e ho-
! men technicos.
A machina, rebocando um trem de 250 mil
kil., tinha a transpor diversas rampas, sendo 2
de 0,018 sobre urna extensao de 3,510 metros,
cora tres curvas e contra-curva de 125 metros de
raio sobre um desenvolvimento de 200 metros.
A experiencia de trtecio fez-se fcilmente.
A machina, depois de fanecionar na frente do
trem, foi posta na cauda e impelliu os 18 wagons,
que acaba va de rebooir.
Esta segunda operaco foi to fcil como a pri-
meira, e provou que o novo motor pode tanto pu-
xar como impelr um trem de 250 toneladas
n'uma rampa de 0,0018.
A qoestao das corvas foi reselvida de um mo-
do igualmente satisfatorio.
A poderosa locomotiva circulou com s suas
dote rodas, sem o menor embarace, em todas as
curvas, e nio deixou a mais pequea marca da
sua passagem no. carris, nem mesmo na de 125
metros.
M. Petiet termina o relatorio technico desta ex-
periencia, dizendo :
E' muito provavel que, se fr preciso fazer
circular estas locomotivas em curvas de 80 me-
tros, se poder consegu r sto, augmentando o jogo
j existente aos deus eixos extremos e dando jogo
aos dous eixos do mais.
Solcita-se-nos a seguinte publicaco :
porque ?
Quanto mais, priminha,
Qero-te esquecer,
Mas sinto alma minha
De amores morrer
Por ti l*w smenle,
Que desde menina,
Eu teuho por sina
Amar ternamentc I
:Dr. UrbanoSabino Pesse4e Mello,^ii o Prw/<- -vincia ma que um agente Hettorai do Sr. Paes
lista de beje; sendo apeos* verdad* que, ha mui- "Brrelo; e agesto submettido vmtade ds pa-
tos dias, eocoolrei-me casualmente, Ba roa do Ca- rentes d aquello candidato, jamis se remsara
bugi, cow-o diw senhor, seiu que entre nos se tro- exigencias -de homens, que alm de quarerem
cassem dutras palavras, qae as de simples conwr-, todo casto enseguir um triuiupho, procurara ex-
sacao, e^esU inleiramente<*U-aBlia poltica. <*c6t vinBass*v4e njuito adiadas.
Recife, 30 de novembro de 4863. O corno eleitoraJ certo, como se aeha, de que
Pintt de Campos. niugnem usar por em duvida o seu triumpho, se
Por nm, e por meu irmo, Sr. Francisco Ra-
phael de Mello Reg, que nao se acha boje esta
cidade, declaro ser inexacta a noticia dada pelo
Progrestkta, de urna reuniao havida na ra dos
Ferreres com assstencia de um Mello Rege.
Recife, 30 do novembro de 1863.
/. P. Barris de Mello Reg.
O
a eleicao se pleiteasse em terreno legal, deixa a
seas adversarios toda gloria do triumplio... I
Cada un eleitor um horaem necessarto sua
familia, e,antes de cumpliros deveres de cidado,
tem outros mais sagrados cumprir.

i
UM POUCO DE TUDO.
Cesar Machado escreve em seu folhetim o se-
guinte sobre os pintores do coracao humano :
A maula romntica do nossotempo querer
cada contista ser um pintor do coracao humano.
A phrase esta: nao gosto dell, mas deixo-a
ir tal qualj apesar de me parecer cmica.
O coracao humano um infeliz de quem toda a
gente tem abusado neste seculo.
O coracao humano de quem ?
O coracao humano de que ?
Eu tambera tenho coracao, creio eu; toda a
gente tem coracao, mais ou menos; mas sem co-
racao humano.' Alias, todos os romances que se
neumbem de descrever o dito coracao seriara va-
sados no mesmo molde !
E diga-se aqu ao leiter, visto estarmos em fa-
milia, urna ubscrvaco; Broussais nao quera que
se falasse tanto de coracao, e dizia o que se pas-
sa a lr:
O coracao urna viscera ouca; o ser intelec-
tual, moral c potico, no homem, reside no cere-
bro.
Agora, queiram dizer-me os pintores do coracao
humano o que pensam a este respeito?
O romance, por flm de ludo, e o homem, e isso
explica haver tantos romanees raaos, e serem tao
raros os que por excellentes se citem : anda nao
ha muitos dias, que, lendo as Memorias d'um
JJoudo, DIO laiv.vu &enlir alraver d'a. nas encantadoras do estylo elegante e voluptuoso
Tic Lopes de Mendonca, o presagio funesto da his-
toria do autor.
Ha romancistas de analyse, de estylo, e de ima-
ginado ; tambera os ha de acontecimento, de 'ca-
nam, ajudam a matar o tempo: nao encaniam,
entreleem ; ha-os ntimos, finalmente, como o foi,
no Vicer para soffrer, BarlKtsa e Silva.
Dos rabes se refere terem trezenlas palavras
para designar o le; os escriptores de romance
iiiiii trezentas formulas de especificar o adulterio.
D'aijui a dez annos, aposto que j ninguem falla
nisso!
Rebello da Silva tem preferido sempre constan-
temento o romance histrico, por entender de cer-
to que chegou a hora de recolher as tradicoes e
de descrever sob urna frma duradoura certos be-
Ios da nossa historia e certos costumes das nossas
pocas.
Una e.squecem e oulros raorrem; uns nao que-
rem ouvr, e outros j nao podem fallar. Teem-
nos fartado de amores Ilcitos por nos verem tao
vidos de captulos de escndalo; o gosto do pu-
blico enfastiou-se nelles.
J precisa um livro ser admiravel para poder-
mos aturar os autores amantes da personalidade,
que nos servem as suas sensacoes, as aventuras
Ja. sua exislencia, mostrando-s'o medida dos
seus desejos, dando proporcoes picas s facilida-
des de que sao dotados, c encarapilando-se em ar
de estatua dante dos leitores, que depois de pas-
marem de scmelhante personagein sublime clie-
gam a velo como elle de idolo tornado em ho-
mem, atravessaudo chochamente as vulgaridades
dcste mundo.
Os que querem disso, e que so isso acham bom,
fallam pela voz dos inimigos do romance, estre-
bilho eterno da mediocridade, coro da semsabo-
ria, assiduo e montono, que acalenta os tolos.
Ninguem mais do que eu se tern deixdo capti-
var pelo livro de imaginaco, nem ha quem admi-
re mais ardentemente os autores sineeros que
veem como um amigo intimo visitar-nos a toda a
hora, entrando por casa do leitor sem se fazerem
annunn'ar, sem se embucarem n'urn capote nem
-se einurulharem n'uma nuvem; cenversando, mu-
dando de lora, rsonhos, custicos, sen6iveis, de-
tendo-se para chorarem ao recordar um sonho,
Cantado desanimados no camap, sem energa mas
cmfl, tristes sem desculpa, mas nao sem moti-
vo, saudosos sempre do da d'hontem, creaBcas
carrejadas com a responsabilidade de urna alma
de homem.
Mas esse o romance do senliment, e nao o
da triwalidade; a paixo e nao o habito; a
idea, a sinceridade, j a historia, a historia
de urna existencia ou de um aflecto. Mas como
essa simplicidade o supremo talento, e apparece
raramente, prefiro e reclamo que se ponha ponto,
por alguna tempo ao monos torrete dos ca-
sos de suiupaUtia!...
0 Sr. V- Jnior enva-nos e seguinte poesa :
GEMIDO F. SAUDADE I. ...
Veloz passou o tempo
De minhas flicidades...
E foram-se os prazeres,
Vieram as saudades...
E foi-se-me a ventura,
Vieram inflicidades...
E o tempo veloz, passou,
Qual passa um sonho querido,
Dias cheios de encanto e fliridade I
Foi-se ludo, e o que ftcou ?
Para o presente um gemido,
E p'ra o tempo passado urna saudade '
A afio publica o seguinte sob o titulo de Pro-
gress :
Urna experiencia do maior interesse para a scien.-
ca e para a industria teve lugar nos primeiros
dias deste mez, no raminho de ferro de saint-Go-
bin (liona do norte de Franca) com ama locomo-
tiva inventada por Mr. Petiet, engenheirodo ma-
terial e Chefe da exploracio do caminho de ferro
do norte. ''
Desde que fomos expcllidos da igreja matriz pe-
la forca armada da polica, fomos privados de exer-
cer o direito de votar.
Desde que em Ipojuca se desconheceram todas
aselhelro Francisco de 'as 'e's sem d'stincca.e so se llvi a voz da forga
>....ihi ii. i-.iiiia napiui.i. eleitorai
Deixopor ora o mea silencio para afflrmar que Qnererusar delle contra essa forca vo in-
e falso haver eu assistido a algnma conferencia ,ent0 j *
entre os Srs. Drs. Urbano, Vilella Tavares, conego Tendo aJD(ia um recurso, usemos delle, protes-
Campos e Mello Reg, em urna casa na ra dos' temos!
Ferreiros, como dsse o Progresista de 30 do cor-| Protestemos perante o paiz, que pasmado con-
rente mez de novembro ,emp|a os actog do Exm ^ Si,vera de Souza
OPrognuuta parece delirar, quando escreve e E ^ p0atres competentes, que julguem da va-
pubhca assercoes desta ordem. Tenho pouco gei-' |idade Je uma eleicao, qual uo corapareceram
lo para essas intrigas: nunca procure fugir da nein e primeiro juiz de paz, nem o corpo eleiloral
responsabilidade dos meus actos pessoaes.
Dr- Francitco de Paula Baptisla.
PBLICACOES PEDIDO.
em sua maioria com os supplentes, era a massa
inmensa dos votantes, que nos acompanba; ele-
' mentos nicos, que podem constituir triumpho
legal.
Ipojuca
30 de novembro de 1863.
Primeiro juiz de paz.
No Progressuta de hoje diz o Sr. Dr. Feitoza sob Joaquim Manoel da Costa,
o titulo Mofina: i Manoel Jos da Costa.
Ha mrato temos ouvido dizer, sem acreditar, I Francisco Jos da Costa e Silva.
Mrc*SdDrH*"0 *" en'ende COm S vermelhos j Beto Jos Ramos de Oliveira.
mentira : nao 'preciso dizer que falso; que ^O MJtnoel -Pereira d'Abreti.
nanea me entend cora os vermelhos acerca de po- Gervazio Jos da Costa,
litica
deve, porm, dizer que mentira ter o Sr.
Dr. Feitoza ouvido tal oousa: nunca ouvio a nin-
guem ; elle que o.diz. Primeiro o Sr. Dr. Fei-
toza trahir em segredo os principios que professar
em publico, milhdes de vezes, do que eu o faca a
primeira vez.
> Ha poucos dias foi visto no corredor de nma
escoda da ra do Cabug, em conferencia de mais
de uma hora com o Sr. padre Campos mas pen-
samos ser isto o resultado de um encontr fortuito.
Porm desenganamo-nos, quando soubemos de-
pois., .......
E' mentira. Encontrei-me uma noite casual-
mente com oSr. padre Campos na ra do Cabug,
e conversamos (na calcada, e nao na escada) cer-
Vicente de Maraes Mello Jnior.
Antonio J. Pires FalcSo.
Antonio Domingos da Costa Albuquerque.
Joo Carlos Bezerra Cavalcanti.
Lourenco Bezerra de Siqueira Cavalcanti.
Lourenco Bezerra de Sigueira Cavalcanti J-
nior.
Jos Valentim Vieira de Mello.
Leonardo Bezerra de Siqueira Cavalcanti J-
nior.
Manoel Leonardo de Siqueira Cavalcanti.
Paulo Felippe de Salles Abreu.
ca de cinco minutos sobre cousas geraes. Confe-1 Antonio Jos Pires Jnior.
renda poltica no corredor de uma escada I O Sr.. i,irinrn rompiin P Ae Sinupira Cavalcanti
Dr. Feitoza est doudo: e a tal conferencia nao foi ^ fld.? Lamellot *; fe Siqaeira Lavaicanu.
casual, foi ajustada para o corredor de uma esca- i Jos Francisco Acctoly Lins.
(/'i.' O Sr. Dr. Feitoza um intrigante miseravel, Joo de Souza Leo.
porm felizmente muito inepto. j Joaquim Francisco de Souza Leao.
doASS? 1 urna6 ZftZEI* Ss : S flet0ieS nf e ito> 7" T
noite em companhia do Sr. Francisco de Paula | e mudaram-se cinco; temos portanto vinte
Carneiro Leo visitar o meu mestre e amigo o Sr. e um contra onze.
Na infancia jeras
A rosa em botao,
Que, as primaveras
De meu coracao,
la enlreabrindo,
C junto de mim,
Que era teu jardim,
Perfume expendido.
Que direi agora,
J na adolescencia,
Mais bella, que outr'ora,
Anjo de innocencia,
Pudor, e candura? t
Agora, oh I priminha,
Te amo, como a minha
Noivinha futura!...
Mas, ai de mim I longe,
Ausente de ti,
A vida de monge
E' qu'eu passo aqu,
S tenho vontade
De gozar com tigo,
Em ditoso abrigo,
Amor, f licidade!.
Entretanto vivo
Saudoso, calado,
Triste, pensativo.
Lamentando o fado
Por te amar assim,
Sem ter o prazer
De ao menos te ver
Amavel p'ra mira I...
Lagrimas em braza
Escaldam-me s vezes.
Quando em tua casa
Sem ir passo mezes
Eu, que de bom grado,
Priminha, um s da
Jamis dcixaria
De estar ao teu lado !...
Agora, mormente,
Que ests tao esquiva,
Seria, indifferente,
Quando outr'ora viva,
Meiga, e jovial
Sempre eras comigo,
A causa maldigo
De tamanho mal! .
A cau Dize-me qual ,
Porque j mocinha
Ai! nao das m f
D'um primo extremoso,
Que a forca de amar-tc,
Te consagrou a arte,
Quer ser teu esposo ? !...
' L-se no Mercantil de Porto-AJegre :
A' semelhaoca do que se pratca em alguns
deparlamentos francezes, parece germinar na
mente de algumas senhoras de nossa sociedade a
idea de formarem uma associaco que tenha por
fim dotar as orphaas e donzellas pobres cora os
meios pecuniarios de obterem um marido.
Em Franca, algnns departamentos, entre os
quaes o de Var e Gironde, possuem sociedades
cora esse tira, e Lyao chegou a dotar era um anno
dez orphaas.
As donzellas que pertencem associaco,
bem como todas as senhoras, concorrem com una
mensalidade que reunida forma um capital regu-
lar augmentado pelos leiles que teera lugar de
seis em seis mezes, e para os quaes concorrem as
associadas cora oflrcmlas, productos de sua habi-
lidade e destreza. O resultado desses leiles
ajumado ao fundo capital, que seu turno re-
partido pela sorte pelo numero de donzellss que
comporta o peculio.
As casadas pela sociedade continuam pa-
gar a sua mensalidade por dez annos, e a coadju-
var a associaco que devem seu novo estado.
Nao est anda ludo. As associadas formara
uma eonjuraco verdadeira para a liberdade das
solteiras, e propoe-se a ajudar-se e emprgar sua
influencia aflra de realisarem os casamentos das
irmSas.
Como se v, uma formidavel eonjuraco
contra os rapazes solteiros na sua liberdade, cora-
cao e vida. E como a influencia da mulher, to
apparentemente desconhecida, real e profunda
nos actos da vida do homem, nao ser muito que
tai associaco estenda seus bracos assetinados e
rseos para eniacar nelles essa multido de man-
cebos foragidos do templo de Hymeno, e onde
apenas ardem algumas tochas, quando deveria es-
tar briJhaatemente iluminado.
Nos que por rouitas razoes achamo-nos no
porto onde nao ehegam dessas aragens, desejamos
ver realisada essa associaco, e que os sorrisos
que dos labios de nossas leitras seentreabrem
leitura deste artigo, e as faz remontar algum
segredinho de coracao, torne-se um expansivo
sorriso de ventura realisada. Para isso ha um
meio muito simples : realisar a idea que se
aninlia em algumas ca becas femoinas.
Dr. Pedro Autran : ah encontrei o Sr. Dr. Julio
Barbosa de Yasconcelios, juiz de direito do Bonito,
e mais ninguem ahi esteve : conversamos sobre
cousas geraes.
E' mentira que ahi estivessem ou apparecessem
os Srs. padre Campos, Souza Reis, Paula Baptista, l/idro Camello
Vilella lavares e Mello Reg : nenhum destes se-
nhores ahi seachou, nem outra pessoa, alm das
que cima refer.
Nao sel se os eleitores de S. Lourenco votarao
em mim : votarao como entendern, sendo porm
certo que nao mandei circulares estes senhores,
nem pedi os seus votos.
Contino portanto a dizer o Sr. Dr. Feitoza
um mentiroso abjecto, um intrigante desprezivel,
e aflnal cbnstitue-se espiao de polica, acompanhan-
do os meus passos, e dando respeito denuncias
falsas.
Recife, 30 de novembro de 1863.
Urbano Sabino Pessoa de Mello.
Dito de 7 Oig do rae!.....
Dito de 8 por cont de eooroo
seceos, verdes e espichidos..,
dem idem de 5 idem doe maio
gneros exportados.......
Dcima dos predios urbanos .
ttf ri. por meia siza do es-
cravos .............
W> 3ubre egaaios excoriado .
0 per cenio de novos e velfeesdi-
eitos doaempri'gadoa pwrin-
ciaes...............
Oiio de 4 0|0 sobre os premios
oaiores das luletias ..........
8 0|0obre consultorios mdicos
setcrjptorios..............
lujoslo ile 4 pO' eruto cubro ti i
j'eraoo eitbtlecia>eolos fr*
la cidade......................
Restituiccs e reposiedes......
Ewoluu,eut08 Un pulira.....
20 01o l) consumo d'aKuardenle .
Imposto de 16 por carro particu-
lar.........................
dem de 6 sobre carrocas......
Multas da decima emais impostos.
Sello de herancos o legados.. .
Olio de 2 010 obro aucas cli-
nes................
10 por cont sobre o planto do
capias..............
3$93*
i: 463*183
1:1005935
i:05t960
3:7925066
2:9305000
3015U3
7805600
1805532
825000
225600
S5W0
165000
805000
305000
395774
2805937
95300
2O50O0
30:0M56i3
Mesa do consulado provincial 30 de novembro
de 1863.
O escrpturaro,
Luiz de Azevedo Souza.
MOYIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 30.
Ra de Janeiro e portos intermedios5 dias e 20
horas e do ultimo porto 12 horas vapor nacio-
nal Apa de 917 toneladas, cominandante o 1 te-
nente Joaquim de Paula Guedes Alcoforado,
equipagem 38.
Rio de Janeiro e Baha6 dias, vapor francez Na-
corre, de 1,270 toneladas, commandente Vedel
Flix, equipagem 120.
Marselha43 dias, brigue escuna francez Fnix,
de 172 toneladas, capito Dragn, equipagem 9,
carga vinho, sal e outros gneros ; Tisset Fre-
re4 C.
Genova39 dias, polaca italiana funga, de 166
toneladas, capito Angelo Ghersi, equipagem 10,
carga massa e outros gneros ; a Eduardo Bur-
le d C
yaci saludo no mesmo dia.
Bordeaux e portos intermediosvapor francez Na-
varre, commandante Vedel Pelix.
EDITES.
CORRESPONDENCIAS.
Ao publico.
Nio consinto n'" embuste medre a minha cus-
a. E, pois, declaro ti.\uR0 categricamente que
I falso tudo o que, cora .re'*0 a muV> e Sr.
O artigo do Diario de Pernambuco de hoje, com
a assigntra querendo azgredr-me, diz que
eu viva na corte com severa economa: agradeco
o que ha de verdade na censura.
Chama-me de advogado de segura! em '
neste ponto julgam-me os outros, c sere o que o
Sr. quizer e entender, o confesso que nao sou
aguia, como os Srs. Silveira de Souza e Abilio, e
outras maravilhas de intelligencia. ^ ,
ou uuc ou viva na innnTicfacr d Sr. visconue
da Boa-Vista, coma em sua casa, vnha para o Be-
cife no seu carro, e o coadjuvava as medidas po-
lticas e administrativas.
E' tudo mentira : nunca viv na intimidade do
Sr. visconde da Boa-Vista : nunca tve occasio de
comer em sua casa, nunca entrei uma s vez no
seu carro. Muito rae honrara a amizade do Sr.
visconde, e muito respeito sua pessoa, e se faco
esta declaracao, e para mostrar smente que os
meus detractores, inenlem sempre, mentem em
tudo.
Continuem; Oque porm o publico prevendo :
quando virein urna accusacfto contra mim, creiam
logo mentira.
0 Sr. Dr. Feitoza ha de invenftr quaata calum-
nia c intriga puder imaginar, no que ferlilissi-
mo : mas creiam todos que tudo mentira : qui
semel mendaz, semper mendaz.
Recife, 30 de novembro de 1863.
Urbano Sabino Pessoa de Mello.
Punas vegetaes assucaradas de kemp.
Qualqucr uma pessoa que se sinta attacada da
bilis, e que faca uso destas admiraveis pilulas, por
este meio ter lomado a melhor das precauces
contra todas as molestias epidmicas. Uma s d-
se pode salvar uma pessoa da febre amarella, do
cholera ou das febres intermitentes biliosas. Pro-
duzera um effeito verdaderamente maravilhoso em
todos os desarranjos do ligado e do vuntre. Ellas
se corapem exclusivamente de substancias vege-
jaes e ser uma medicina fortificante que nunca de-
bilita, podem |K>r isso ser administradas com a
mesma seguranca tanto s creancas as mais ten-
ras como aos homens mais robustos. Sao as un-
cas qualidades de pilulas desta natureza que se
acham acondicionadas em frasquinhos de crystal
e sao inapreciaveis como o melhor dos remedios
para as pessoas de ambos os sexos seja qual fr a
sua idade. Encontrar-se-ho venda em todas
as boticas e lujas de drogas.
Os abaixo assignados comprimidos em seu di-
reito vem usar do nico recurso, que Ibes resta;
vem protestar contra as violencias empregadas pe-
lo governo do Exm. Sr. Dr. Joo Silveira de Sou-
za presidente desta provincia, e seu principal agen-
te o Illm. Sr. Dr. Abilio Jos Ta vares da Silva, ac-
tual chefe de polica, como nico meio, que elle
tem para conseguir em Ipojuca um to falso trium-
pho, que os proprios amigos d'esse governo confes-
sara impossivel I
Os abaixo assignados compondo o corpo eleilo-
ral, comprehendidos os eleitores e supplentes, em
uma maioria de 21 contra 11 eleitores, teriam a
mesa, se ella se podesse constituir; teriam a maio-
ria de volantes; se ellos se podessem reunir; te-
riam portanto um triumpho completo, se o governo
lhes nao oppozesse resistencia armada.
J se provou de uma maneira incontestavel;
que os amigos desse governo nao podiam fazer em
Ipojuca um s eleitor; mas elle se obstina em col-
locar aquella freguezia fora da le, e nao recua
diante de meio nenhum por mai deshonesto, injus-
to e violento que seja, com tanto que consiga seu
fin.
O cidado pacifico e amigo da ordem, o homem
que tem o que perder, e tem dignidade, nao pode
deser a arena com os agentes indignos, que todo
poder sempre encontra para realisar seus pla-
E pois o que fazer ? Usar do ultimo recurso que
nos resta; protestar do alto da imprensa contra
todos os abusos e violencias praticadas pelo Exnj
Sii Joo Silveira de Souza.
O corpo eleitoral de Ipojuca em sua grande maio-
ria com o primeiro juiz de paz e a massa inmensa
de votantes, que os acompanha, retira-se diante do
apparato hostil da forca publica; diante das amea-
cas do toda ordem.. diantc das violencias j prati-
cadas, das prisoes injustas e accintosas, e tendo
ainda mais que tudo em vista o que j se'pjwicou
Supplentes.
Miguel Joaquim do Espirito Santo Moraes.
Manoel Matbeus Cavalcanti.
Joao Carlos Pimentel.
de Siqueira CavalcamT J-
nior.
Antonio Emilio de Salles Abreu.
Francisco Jos de Salles Abreu.
Jon Martiniano Ximenes.
Antonio Francisco Xavier Ximenes.
Manoel Raymundo de Souza.
Jos sabino da Rocha Wanderley.
Bento da Costa Martins.
Joo de Deus Alves de Souza.
Agostinho Correia de Castro.
Felippe Nery da Silva.
Manoel Joaquim da Silva.
Manoel Barbosa de Mello.
Francisco de Paula e Silva.
Os supplentes sao trinta e oito, mudaram-
se dez, temos por'tnto dessete contra
onze.
(Eslava reconhecido.)
^COMMEHCT.
NOVO BANCO
DE
PERNAiflIIlTCO
0 novo banco de Pernambuco convida os
credores das massas fallidas de Mesquita & Dutra,
c Francisco Antonio Correia Cardoso a apresenta-
rera seus ttulos no banco para se proceder a res-
pectiva verificafo.
Alfandega
Rendimento do dia 1 a 28.......
dem do dia 30.................
390:3485117
9:49958'i6
399:7475963
.Hovlmento da alfandega
Volumes entrados com fazendas.
t c com gneros.
Volumes sahidos
com
com
fazendas...
gneros...
242
273
32
282
317
334
naquclla freguezia na eleicao de 9 de mmSt
O corpo eleitoral, que ja foi expellidlTa igreja
por intimacao da forca publica empunhando suas
armas, nao qur de novo se expor a soffrer tae
violencias, e mrmente tendo toda certeza de que
o Exm, Sr. tyjrejra de Sou nao sendo nesta pro-
nescarregam 110 dia Io de dezembro.
Barca inglezaRecifesal.
Barca inglezaLookaut mercadorias,
Patacho inglezJames HiM=iem.
Brigue portuguezConstantediversos gneros.
Barca inglezaBtitish Queou carvo.
Recebedorla de rendas internas
geraes de Pernambuco.
Rendimento do dia 1 a 28........ 22:4085137
dem do da 30................. 2:2285906
24:6375063
RENDIMENTO DA RECEBEDORIA DE RENDAS
INTERNAS GERAES DE PEnNAMBUCO DO
MEZ DE NOVEMBRO, A SABER ;
Poros de terrenos de marinha .. 25000
Siza dos bens de raz............. 8:0035360
Decima addicional das corpora-
ces de mo mora............. 915800
Direlos nevos e veihos o de
chancellara.................... 1:1285822
Ditos de patentes dosofficiaes da
guarda nacional................ 3845000
Diurna de chancellara........... 2625991
Multa por inraccoes do regula-
mento......................... 1315394
Sello do papel flxo................ 3:2215820
Dito do proporcional............. 6:43153'i4
Premios dos depsitos pblicos... 675295
Emolumentos................. 5335266
Imposto sobre lojas e casas de
descontos........... 2:4645000
Dito sobre casas de movis, rou-
pas, ele. fabricados em paiz es-
trangeiro............ 2805000
Tana de escravos......... 1405000
Cobranca da divida activa .... 7125221
Indemnisacoes........... 1285300
Deposito de diversas origens..... 6125230
24:6375063
Manoel Joaquim Baptista, escrivao vitalicio do ci
vel nesla cidade do Recife de Pernambuco por S
M. I. e C. o Senhor D. Pedro II, que Deus guar-
de etc.
Certifico ser o theor da carta de editos abaixo
transcripta, da forma seguinte:
Carta de editos.
0 Dr. Francisco de Araujo Barros, cavalleire da
imperial ordem da Rosa e da de Christo e juiz
municipal da segunda vara nesta cidade do Re-
cife de Pernambuco, por S. M. I. e C o Senhor
D. Pedro II, que Deus guarde, etc.
Faco saber aos que a presente carta de editos
virera c deila noticia livercm, que Jos Antonio da
Costa e S me dirigi por escripia a petico do
theor seguinte:
Diz Jos Antonio da Costa e S que quer fazer
citar a Baziliano Francisco Paes Brrelo, para fal-
lar primeira deste juizo, aos termos de um Huel-
lo, em que Ihe quer pedir a quantia de 2585 com
o premio vencido, proveniente de seis notas pro-
misorias, como melhormente expressar em seu
bello, e porque o supplicante ignora o lugar onde
reside o supplicado, cuja ausencia e incerteza de
lugar foi provado ante o juizo de paz do 1." districto
da freguezia de S. Antonio desta cidade, como cons-
ta da certido junta, quer por isso o supplicante
fazer citar ao supplicado por carta de editos de 30
dias, por todo o cometido nesta e para os de mais
termos da causa al real embolso e final execu-
cao: por lano pede ao Illm. Sr. Dr. juiz niuniei-
ual da segunda vara assim n .in~. ti..^
..i.r ...1.11 c.(JjuTo procurador, Jos Theodoro
Gomes.
Destribuida como requer. Recife, 17desetembro
de 1863.Araujo Barros.A Baplisia.Oliveira.
Nada mais se continha em dita petcao, e justifi-
cando o autor a ausencia do reo, produzindo suas
testemunhas, suhindo os autos minha conclusao
nelles dci a senlenca do theor seguinte :
Achando-se provado pelos depoimentos de fallas
a folhas que o reo Baziliano Francisco Paes Brrelo
acha-se ausente em parte nao sabida, hei por justi-
ficada a sua ausencia.
Passe-se por tanto, cartas de editos, cora o prazo
de 30 dias, na forma requerida. As cusas serio
attendidas a final. Recife, 16 de outubro de 1863.
Francisco de Araujo Barros.
Nada mais se continha em dita minha sentcnca,
em cumprimento da qual o escrivao que esta subs-
creveu fez passar a presente carta de editos com o
prazo do 30 dias pelo theor da qual chamo, cito e
hei por citado o reo ausente Baziliano Francisco
Paes Barreto, para responder aos termos do I i bello
e sua execucao constante da petico supra trans-
cripta, sob pena de revelia.
Pelo que toda e qualquer pessoa, amigos e co-
nhecidos do dito reo ausente Ihe podero fazer
sciente do que cima fica exposto ; para que por
si ou por seu procurador se aprsente perante este
juizo com a defeza que tiver. E o porteiro do
juizo publicar e afflxar a presente no lu-
gar do costume e mais publico, depois de haver
transitado pela chancellarla.
Dada e passada nesta cidade do Recife de Per-
nambuco aos 21 de outubro de 1863Eu Manoel
Joaquim Baptista, escrivao que o subscrevi.
Francisco de Araujo Barros.
Vai pagar 230 rs. de direitos de chancellara.
Recife, 21 de outubro de 1863.Baptista.X. 422.
Rs. 250.Pagou duzentos e cincoenta res de
direitos de chancellara. Recife, 23 de outubro de
1863.Chaves.Fonseca Vellozo. Armas m-
periaes. -X. 228.Quatrocentos rs.Pagou qua-
trocentos res.Recife, 23 de outubro de 1863.-
Chaves.Sena. Eslava o sello das armas impe-
riaes da chancellara.D. Francisco Balthazar da
Silveira, presidente.Transitou pela chancellara.
Recife, 24 de outubro de 1863.O escrivao Fran-
cisco dos Reis Xunes Campello Jnior.Lancado
a folhas 17 do competente livro n. 13. Recite, 24
de outubro de 1863.Campello Jnior.
Nada mais se continha em dito cdital, aqui fiel-
mente copiado do original ao qual me reporto :
esta vai conferida e concertada e por mim subs-
cripta e asignada nesta cidade do Recife de Per-
nambuco aos 24 de outubro de 1863.Fiz escre-
ver e assigno.Em f de verdade, Manoel Joa-
quim Baptista.
DECLARACOES.
DO
Recebedoria de Pernambuco, 30 de novembro
de 1863
Servindo de escrivao o Ia cscripturario,
Joaquim Jos de Souza Serrano.
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a 28......... 46:7775877 1
dem do da 30................. 3:2655746
50:0435623;
RENDIMENT9 DA MESA DO CONSULADO PRO- '
VINCIAL EM O MEZ DE NOVEMBRO DE 186:1.
A SABER :
Direitos de 90 rs. por ($ do ai-
ucar exportado....... 32:3345893
Dito de 20 rs. por caada d'aguar-
lento.etc...................... 2095760
o 3 01o idem do algalio expor-
tado.............. 11:2265691
as Di i'
" X?
ue Wti
BEBEKIBE
0 raia tiesta coinpauhia comincn*
dador ThomHz d'Aquiou Fonseca acha-se
itutorisadoa pagar no sea esrriptorio
raa do Viga rio n. 19 das 10 horas em
dia na o 31 dividendo na propon ao
de 3$ por cada apolice, adverte-se
aos Srs. accionistas que este pagamen-
to deve ser em moeda de cobre pe
na espec'e que o mesmo Sr. ca\a tem
recebido dos arrematantes dos chafa-
mes desta companhia.
Escriptorio da Companhia do Bebe-
ribe 24 de novembro de 1863.
0 escriplorario,
larcolino Jos Pape.
Companhia do Beberibe.
No escriptorio da mesma companhia dfe-
tribue-se cora os Srs. accionistas os folhetos
impressos centendo os trabalkos da mesma
companhia no semestre lindo em 31 de ou-
tubro ultimo, e que foram lidos na sess3o
da assemWa geral de 23 do corrate. Es-
criptorio da Companhia do Beberibe, 26 de
novembro de 1863. 0 escripturario,
Marcolino Jos Pupe.
Arrematacao.
Na praca do juizo municipal da primeira
vara, do dia Io de dezembro, na sala das
audiencias tem de se arrematar por 6 annos
o sobrado de tres andares da ra de Cres-
po n. 9 que faz esquina para a ra do
Imperador, sendo a sua renda annual de
2:400)5 por sentenca proferida nos auto*
de notificacao de Antonio Correa de Va6-
concells & C, contra Ignacio Manoel Vie-
gas e o tenente Manoel Antonio Viegas J-
nior. Escrivao Metta.
Pela subdelegada do' Peres se faz publico a
quem convier, que foram recolhidos casa de de-
tendio os pretos que dizem rhamar-se Francisco,
de nacao, e Lourenco, e serem escravos, o 1 de
Peregrino Leite, prente do Sr. Dr. Catanho, e ser
morador na fazenda da Barra do de Baral, entre
as poveacoes de S. Bento e Brejo da Madre de
Dos; e o 2o de Antonio Vieira da Cunha, senhor
do engenho Novo do Cabo : quem aos mesmos
tiver direito, compareca, que provando seu domi-
nio Ihe serio entregues.
Subdelegacia do Peres 26 de novembro de 1863.
0 subdelegado,
Alexandrino Martins Correia Barros,
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz publi-
co, que os 30 lias uteis marcados para a arrecada-
cao bocea do cofre do semestre do anno flnan-
ceiro correte de 1863 1864 dos impostos da de-
cima urbana das freguezias desta cidade e da dos
Afogados, e de 5 0|0 sobre a renda dos bens de
raiz pertencentes corporaedes de mao morta so
principiam a contar do dia 1- de dezembro vin-
douro.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco
23 de novembro de 1863.
Antonio Carneiro Machado Hios.
Administrador.
Arrematacao.
Quarta-feira 2 de dezembro, depois da audien-
cia do Illm. Sr. "r. juiz municipal da 2" vara, es-
crivao Athayde, serao vendidos a quem mais der
as seguintes pedras : sendo o hombreiras com SO
palmos, avahadas em 305, 1 dita com 7 palmos
por 45200, 1 dita de 9 palmos a 45500, 5 ditas
com 50 palmos por 305, 10 cordoes com 80 pal-
m s por 245, ditos com 14 palmos por 45400,
39 cepos com 88 palmos por 95350, g ditos com
10 palmos por 25320, vo praca requerimento
de Joao Rodrigues da Silva Valle, na eiecucao que
move contra Antonio Soares de Carvalho. Os pre-
tendentes podem examinar as referidas pedras na
Passagem da Magdalena, em poder do depositario
particular Manoel Ignacio Avilla.
Crrelo geral.
Pela administrarlo do correio desta cidade se
faz publico que era virtude da convenci postal ce-
lebrada pelos governos brasileiro e francez, serao
expedidas malas para a Europa no dia 30 de no-
vembro correte. As cartas serao recebidas at
duas horas antes da que for marcada para a sabi-
da do vapor, e os jornaes at 4 horas antes.
Administracao do cerreio de Pernambuco 20 de
novembro de 1863. O administrador,
Domingos dos Passos Miranda
Correio geral. .
Pela administraeao do correio desta cidade se
faz publico para fins convenientes, que em virtude
do disposto no art. 138 do regulamento geral dos
correios de 21 de dezembro de 1844, e art 9 do
decreto n. 785 de 13 de maio de 1851, se procede-
r o consumo das cartas existentes nesta adminis-
tracao pertencentes ao mez de novembro de 1862,
no dia 3 de dezembro prximo, as 11 horas do dia,
na porta do mesmo correio, e a respectiva lista se
acha desde j exposta aos interessados.
Administracao do correio de Pernambuco 20 de
novembro de 1863.O administrador,
mjiiuugus uos i'assos Miranda.
Arrematacao.
Terca-feira 1 de dezembro vai praca de ven-
da, depois da audiencia do Dr. juiz de orphaos o
escravoSidronio, cerrador, por execucao de Cus-
todio Antonio Soares, cessionario de Francelino
Eleuterio Ferreira Chaves e sua mulher, na exe-
cucao contra Joaquim Vicente Marques.
Xo dia 1 de dezembro, ti n i a a audiencia do
Sr. juiz de paz do 1 districto da freguezia de S.
Fr. Pedro Goncalves, iro praca os bens seguin-
tes : 3 mesas grandes de madeira de fura com
tampo de pedra, 1 cspelho grande, 10 cadeiras
americanas, tudo avahado por 575, pertencente ao
executado Luiz Blandin, c vai praca requeri-
mento de D. Evarista Rosa Ferreira.
Conseiho de compras navaes.
Tendo o conselho de contratar sob as condinVs
do estylo e por tempo de tres mezes, (Indos em
marco" prximamente vindourn, a lavagein de rou-
pa dos cstabelccimenlos de marinha, e o forneci-
iiienlo a estes e aos navios da armada dos objectos
abaixo declarados, compondo o de vveres, dietas e
outros artigos de consumo, convida aos pretenden-
tes a apicsentarem suas propostas em cartas fe-
chadas no dia 3 de dezembro do corrente anno em
que isso so effectuar.
Objectos de fornecimento.
Arroz do Maranho, agurdente de 20 graos, as-
sucar branco grosso, azeite doce de Lisboa, assu-
car branco refinado, ararula, aletria, azeite infe-
rior, bolacliiuha, bacalho, bolacha, carne secca
do Rio Grande, caf em grao, carne verde, cangi-
ca ou milho pilado, cevadinha, cha, cal preta, cal
branca, farinba de mandioca da trra, feijo, gali-
nhas, lenha, manteiga ingleza, manteiga franceza,
matte, pao, pedra de alvenaria bruta, sabo, touci-
nho de Lisboa, tapioca, lijlo de alvenaria gross.i,
vinho de Lisboa, velas stearinas, velas de carnau-
ba, e vinagre de Lisboa.
Sala do conselho de compras navaes 28 de no-
vembro de 1863.
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Secretario.
Correio.
Pela administracao do cerreio desta cidade se
faz publico quo as malas que tem de conduzir o
vapor nacional Apa para os portos do norte, serao
fechadas hoje as 3 horas da tarde : os seguros at
2 horas e os jornaes at meio dia.
COKrtKlOlrEKA.,
Iltlaco das rarlas' seguras viadas i$ sul pelos-
vapores nacional e francrz para os senhores
abaixo declarados :
Dr. Alcibiades Jos de Azevedo Pedra.
Antonio de Castro Alves (2)
Antonio Fernandes da Silveira Carvalho.
Antonio Ferreira da Silva Maia.
Antonio Jos Ferreira Braga.
Belarmino de Barros Correia (2).
Dr. Francisco Amintas de Carvalho Moura.
Dr. Francisca Carlos Brando.
Dr. Francisco Jos da Silva.
Francisco Gomes de Oliveira.
Francisco Xavier de Mattos Telles.
Januario Constancio Monteiro de Andrade.
Joaquim Augusto Ferreira Jacobina.
Jos Mondes Vieira.
Dr. Jos Narciso Camello.
Jos Jorge de Siqueira Filho.
Capito Jos Joaquim Pereira de Oliveira.
Marques Barros & C
Manoel Ignacio da Silva Braga.
Manoel Mximo dos Santos Torres.
Manoel Soaaes Pinheiro.
Pedro Marinho de Aluieida.
Vicente Machado Froire Pereira da Silva.
Inspeccao do arsenal de raarinlia.
Faz-se publico que a commisso de peritos exa-
minando na forma determinada no regulamento
annexo ao decreto n. 1324 de 3 de fevereiro de
1854, o casco, machina, caldeiras, apparelho, mas-
treacao, veame, amarras e ancoras do vapor Ca-
maragibe da companhia vigilante do servico de re-
boque achou todos esses objectos em regular es-
tado.
Inspeccao do arsenal de marinha de PernaiH-
bueo 28 do novembro do 1863.
O inspector,
H. A. Barbosa de Aimeida.
**


Diario de Peroaaibuco Xr* ea i de Itexenibro de- tS9.
&
Hoje i* d dezerr,oro jq na Je arrematar por
veoda,d^dau^e-ciadol||m. g,.. Ur. fuil
niunicipal da 1' vira, o escravo Greforio.de idade
w annos. pouco, tnais ou menos, por execucjio de
Gabriel Antonio contra Manuel Bezetta Caval-
eanti.
Fiada a nndiencia do Sr Br. juiz
Municipal da primeira vara ser ar-
rematado por venda os nlenciiius da
fabrica de sabio ra do Rangel,
tudoavallado iuh comiuod;tiuiite pro-
rio para qualquer principiante, c a
Para o lio de Janeiro
Pretende seguir cora umita brevidade o pata-
cho nacional Saber ibe, iem parte do scu catrepa-
mente pronipto para o resto que lhe falta e escra-
vos a frete para os quaes tom excelleotes comino-
dos trata-se com os seas consignatarios Antonio
Luiz de OHvira Azevcdo n seu eseriptorio
ra da Cruz n. 1.
nHima praca.


THEATRO
LEILOES.
LEILO
O Dr. Carolino Francisco de Lima San-
tos, contina a residir na ra do Impe-
rador h. 17, 2 andar, onde pode ser pro-
curado a qualquer hora do dia e da noite
para o exercieio de sua profissao de me-
dico ; sendo i|ue os chamados, depois de
[meio dia at 4 lloras da tarde, ilevcm ser
deixados por oscripto. O referido I)r.
nao abandonando nunca o estudo das
molestias do interior, prosegue, com o
maior affinco, no das mais difflceis e delf-
cadas operac,5cs. como sejam dos orgios
ourinarios, dos olhos, partos, etc.
Nocledadc de seguros mutuos
de vida Installada pelo Banco
l uio na cidade do Porto.
Os agentes nesta cidade e. provincia Antonio
Luiz de Oliveira Azcvedo & C,, escriplorio na ra
da Cruz do Recife n. 1, estao autorisados desde j
a tomar assignaturas e prestar todos as esclareci-
mentos que forem neeessarios, as pessoas que de-
sejareni concorrer para tao til o benelica empre-
sa, segurando um futuro lisonaeiro aos associados.
DE
l'ma casa terrea no Afogado ra do Qniaho n. i
80. em chaos Iproprios, tendo urna sala, dous'
DE
<
DENTISTA DE PARS
19Ra Nora-19
Frederico Gautier, cirurgiao dentista*
faz todas as operaces de sua arte, e col-
loca dentes artificiaos, tudo com superic-
ridade e perfeico, que as pessoas enten-
didas lhe reconnecem.
Tem agua e pos dentifico.
ATTEN(M
\mi
KPREZA
DE
A. J. DL.4RTE C0I.UBR4.
ultimo i:mm; i uno.
RECITA EXTRAORDINARIA
EM
GRANDE CALA
Para solmuisar o faustoso nataltct de
Sua Uagesiade Imperial
o Sr. 0. Pedro II, imperador Brasil.
toarta-feira de dezembro.
Loga que S. "E*c. o Sr. presidente da iprovinda
se dignar comparecer na tribuna, a orchestra to-
car nm pequeo intervallo. "Findo este a compa-
nhia cantar petante a eftigie de SuaMagestadeo
Imperador
O nYMNO NACIONAL.
Segurse-ha pela pfimeira vez a representadlo
do muito lido e apparatose drama em tres actos,
ordinal brasiiairo,
B
O abaixo assignado faz sciente ao respeitavel
publico u com especialidade ao corpo do commor-
"*!* mais Palmos de tcrreno; ci, que vendeu lo Sr. Anton.o Alfonso Rodrigues
junto a mesma a sua taberna sita na ra dos Pires n. 38, livro e
ilOtfl'. desembarazada'. Recife 24 de novembro de 1863.
TcrCa-feira l de deZCnbrO s i O horas !_____________Joao Marques Fcrnandes.
O agente Simoes vender em leilao a casa aci- j Mugase a casa terrea n. 104 da ra da Glo- __ npP,c f.,i|.,
na mencionada porconta e risco de quem per- ria por IK mensaes, e o primero andar do sobra- cum-mj Idlldr MHI1 O r. IglldCIH
tencer, emseu escriplorio ra da Cadeia n. 28, do da ra da Cruz n. 26 por 235 mensaes : atra- Vieii'a de Mt'llo, esiTvo em Vazai'Clll
pr.me.ro andar. ---------_------------------------ larnoarmazemdo mesmosobrado.-----------__ sobre negOCO que O mesmo SCnhor nao
O abaixo assignado declara ao respeitavel :,, r e
publico que tem contratado por'compra ao Sr. Jos RMM U_M (IO l respo lja de fa-
LEILAO
BK
nno e comida
.sentar suas reclama^Ses ou em casa do abaixo as- to tambera, dando-se 120i5 por an
reatieTmento do' s*8nado> ou annunciando por erte Diario, isto no na ra Nova, sobrado n. 23, primeiro andar, das!
lUVTAIIElWl
HOJE
Terr*-feira i- de dezembro s ii Imras.
O agente Simoes far leilao requerimemu
inventariante e tcstamenteiro do nado Ventura Draso d- 0,to d,as d-ePls da da,a desle-
da Silva Boa-Vista, e mandado do Illm. Sr. Or.
juiz municipal da primeira vara, dos gneros, ar-
macae e mais utencilios existentes na taberna
ra de Hortas n. 17. O bataneo est exposto ao
exaeic dos pretendentes no escriplorio do mesmo
agoto, ra da Cadeia n. -X, primeiro andar.
aonde lera lugar dito leilao.
Francisco de Barros Reg a propriedade e Ierras /.('ndas H. 7.
1 das matas denominadas Besouro, na freguezia de
S. Lourenco da Malta, pertencentes ao mesmo sc-
I nhor cima declarado: se alguem se julgar com
direito s ditas trras, tenha a bondade de apre
Criado.
Precisa-sc de nm, que entenda de servico de si-
Lm machinistachegado da Europa pre-
vine aos Srs. de engenho que concerta
machinas a va[or nu alambiques, como
tambem contratase em qnalquer enge- ffi
nho, pode ser procurado na ra dos j<
^ Quarlois n. 1, primoiro andar.
mt Urna senhora estrangeira rhegada ha ^
*R pouco da Euro|>a, encarrega-se de lavar &
|P e engommar com toda perfeii^o .por m
%eg preoo mais commWo do que em otra j
^ qualquer parte: na ra dos Quarteis n. ?R
-I- I, primeiro andar. ||
mmmm-wmmm mmmm
D-se constantemente dinhefro a premio sob
penhores de ouro e prala: na ra da Gloria n. 27,
se dir quera da.
mm
lindos os horas da manha al o meio dia.
quaes ficar sem efleito qualquer reclamaco.
Ferraz 2S de novembro de 1863.
Nhicklar Moss (Contina a haver pao de senleio
de cada
novo nos das
semana, na nadara
Na ra do Destino n. 9 precisa-se fallar ao _",! TTirr, rr r'T' -r"""-' --
Sr. FraRcelino Rodrigues de Moura, pedMode ZtTn ^ ?^Xt ^
sua familia, residente em Mace.. E*^'1^2fi, M ^
--------->:----------------------------------------------------i nt n. *7, ra das Cruzes, deposito n. 39, na Pas-
Da-se 8005 a premio sob hypotheca em urna sagem, taberna da esquina do Sr. Bento, que vira
casa terrea nesta cidade : quem precisar, na ra para o Remedio, e no armazem progresso, largo
das Aguas-Verdes a, 100, no segundo andar se dir da Penha n. 10.
quem d.
BRAVO DE CASEROS
eanta-feira 3 de dezembro s 11 horas 1 ra da AWlfllWJAO* -HA. "A KA ALLKlAK
TaoVia -a. *" A abaixo asonada, viufa do finado Francisco eirodito cora sotao na ra do Encantamento, um
j o i- Bahas Pereira ta Costa, em resposta ao annuncio pequeo armazem na ra do Amor i ni, mn arma-
im grande predio a roa da (,ruz n. 8, cbao proprio de seu genro Maximino da Silva Gusmio, pele qual zerunroprio para offleina ou cstobelcc.imcnto na
*rm rendimeata de 1;800L pretende fazer prevencao para fue oingaera nao rHadasCrazcs : a tratar com Joao Ribeiro I/jpes,
i Por intervencao do agente Euzebio se vender aCa transaccie com os bens daquelle llnao, me J"a &* Cadeia n. 33, loja.________________________
| cm leilao naquelle dia e -bora cima, o obrado n. i Pde que dectare qual a razo e me*vo de urna Ul Akga-se urna loja das mclhores na ra No-
.4 sito i ruada Cruz, com 3 andares, sotao e mi- preveHco,* que bens He se refere, e com *sem va, propria para ferragem do quce rante, contendo grandes commodos em cada an-. se entende seu annuneie. Recife 27 de novembro ditada, -ou mesmo nara oualuuer oiitrn estakelpci
dar, seurendimentoaCHialede 1:8005, sao con- Aa u
yidados os pretendentes ao iirevio exame e para
7i ifi-i....T' j "' ~>...- uiwiua,im uieMiio para quaiquer outro esl
de 18b3 Anna Machado de Luna h reir Costa. ment por ser em um des mclhores locaes
a ira-
ou
informacoes poderao eillender-se com o referido boa casa,"-contendo
A B4T4LH4 DE MOli W^M
PFRnvincvc ;_^ DE
Alug*-se um sitio na Caponca velha, com tar we Passeie Pablico n. 7, loja de fazenda
a casa, contendo 4 qtlartos. gabinete, cacimba
com boa agua, quartes para prctos, estribaria e honftem, precisa fallar a Sra. D. II fina Antnes
4 quartos, gabinete, cacimba | Um pasageiro do paquete ingle*, chegado
m para pecios, estriBaria e hornera, precisa fallar a Sra. D. Rufina Antunes
fructeiras, todo murado : quera o pretender, din- Ferreira da Silva, viuva do Sr. Cactano Luiz Fcr-
ja-sea praca da Independencia ns. 37 e 3*, ou na reir, para lhe dar boas noticias dos prenles do
dito seu fallecido marido^ por isso roga-lhe deixe
rna da Pilma n. 44,
PER80XAGENS.
Major Soares.............
Ca|iilao Eustaquio........
Alteres Villana...........
Jos Martins. mldado......
Julio, dito...............
Capitao Vieiita...........
Dr. Meirelles............
I'm soldado..............
Braz, vivaadeiro.........
Osbatalhoet 11
estado-maior
A accie
L831
O Sr. Thomaz.
> Penante.
Lessa.
> Coimbra.
Gil.
Penante.
Porto.
> Sania Rosa.
Flavio.
Mobflias, escravos, ferrageiis,
miudezas-e perfumaras.
Qiitnta-feJra 3 de dezembro..
O agente Pestaa vender por conta e risco de
quem pertencer urna rica e nova mobilia de jaca-
C48A DA FORTUNA
na morada r.csta typographia.
Precisa-se de urna ama na ra estrerta do
'Rosario n. 18, primeiro andar.
alnimtii J^i\lm.uSJL[ % ra d"a Cm "orillaras,. beneficio da irmandade do Senher
algum uso, um piano de mesa, guarda-roupa, ca- Bom Jess das Dores,
deira, seras, marquetas, vidros, qwadros e muitos
Rilhetes garantidos
A' *aa de Creepo h. 2i casas do <-ostume
\os lO.OOOjfOOO.
No ii, 15 de dezembro se extrahir a quarta par-' Precisa-se de urna ama com fcom leitc, orra ou
te da segunda lotera pelo plano das loteras ex- caP'va : na rna da Hospicio n. 36.
*
recommendando ao res-
felizes l,i-
em que ha
Mamoel Rodrigues, subdito portuguez, retira-
se para o Rio de Janeiro.
Precisa-se de urna mulher idosa, de boa con-
ducta, e pie anda se possa prestar a fazer algum
por quanto soryi?.*ara m(>rar era comiwnhia de urna peque-
quem tirar a sorte de lOtfOOj; em bilhete carau- na fami,,;i'a (!U"m S(! lhe dar o sustento e rou-
lu.:ildad^.de charufts da Ua,ua' e mai!s. outros tido nao receben somente 8:400*, cm virtudedos pa : no,!m nu",r ,irii'-" "'"""
o^^^,^^^^^^-^^^
talicio do mojiardia excelso, envidou todos algumas habilidades : quinu-feira 3 de dezombro;
os esforcos afim de obterum drama nacional, t^^Tt^'f0 FT **"%> u0nde SssignadojmpJrianeinTdiS
pa : qoem pretender, dirija-sc primeira casa na
ra do Palacio de Bispo, lado esquerdo, indo pela
ra de Pires.
O que c/iaseguio, e multo 86 orgulha de apre- !,- Sf3 5>--"leQ & ^W, as W hopas; eendo o mesmo com as outras sones.
AVISOS DIVERSOS.
sentar nascetia pernaiubucana um feito das
armas brasileiras nos campos argentinos.
A accSo de Morou urna gloria ioiinor-
redora para OiBrasil, um padrao de gloria
para o esercilo brasileiro.
Quando s povos argentinos jaziam sob o 7".A *,80atp dcs,e Da. 10 na
dominio de um despota qua seu prazer era R*urigaloria,ea qtoin ela nao CiioveiM
a carnificina ea crpula, d'entre elles al- Paga e gera se lembrou de pedir apoto e proiec- Uiento, fazeinlo o Cnixcro ir dez e oais
cao ao monarcha virtuoso, que desejando Ii- VCICS para reccbcigaantia lao dilllinil-
bertar das garras do lyrano H osas um ^m I. *m n.iri,d<.nho3a ,. -.. i
numero de vk* mas, lhe enviou parte do seu \m P',fi(,C0,Uee excreto, com a lirme esperauca de que a P^'^scoiilieccdorcs da imprensa,seiu-
liberdnde que no imperio da Santa Cruz Pre pago Clll principio do trimestre qae
tanto resplandece alli mosirasse o seu bene- comeea. A'vista dissOjCSperamos oue OS
ftco fln.
Nao seenganoit. perqu os bravos
marcharan castigar o despot?, em
coroaram de gloria ns nobres intencoes
t3o excelso soberano.
Antonio Jos Rodrigues de Souza, na rna do
aconte- Crespo n. lo, precisa alugar um meleque para o
servico de casa de familia, e que saiba bolear car-
Os lilhetes garantidos pelo abaito assignado, ro, sendo de boas eostumes.
levarlo a sua assignatura de chancella atravessa- Precisi-sp do nmi ..m
hora depois da exlracco.
serao pagos ama
Prestos.
Bilhotos inteiros..... 125000
Mekis bilhetes...... fiJJOOO
Paraas pessoa* que comprarem
de iOOi para cima.
Bilhetes......... 113200
Meios......... 55600
Manuel Martin Fiuza.
Precisa-se de urna
casa de homem solteiro :
32, leja.
para cozinhar em
ra do Queimado n.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado -da
ra do Crespo o. 23 : a tratar na loja.
WMmm'^jm'^m

,jS O Dr. -Sd rmenlo Fllho, medico operador
do hos|ial Pedro II, para maior com-
Icha-se Justo e contratado
por venda o sobrado com sitio
na ra da Trenipe n. 1. aonde
acii lincate reside a i:\iii. Sv.
marqneza do Reele enjo pre-
dio pertence a O. Joanna Jlaria
da Conceico eonaecida por ii.
ioanna dos Passos. se algnem
se Julgar eom direito em dito
j4$ predio o declare por este jornal
Aluga-se o segundo e terceiro andares da tra-
vessadoQueimadon.il.
Precisa-se de um preto escravo que entenda
de maceira : na rna do Cotovello n. 31.
Aluga-se urna mulata boa cosinheira e peri-
ta engommadeira : na rna do Rangcl n. 17.______
Antonio Climaco Moreira Temporal mudou
o seu escriptorio de comniissoes para ra da
Cruz n. 30, primero andar.
Precisa-sc de urna
das Trinche i ras n. 48.
ama de leite : na ra
A preta Benedicta, forra, que se conservou
cm casa do fallecido Francisco Antonio Pinto, pin-
tor, pode ir ou mandar buscar o scu ttulo de li-
berdade, assim como outras alfaias, em casa da sua
lutora na travessa da Baixa Verde, na Capunga n.
8, on entenda-sc com o subdelegado do mesmo lu-
gar a tal respeito.
Precisase de um menino de H 16 annos
para caixeiro, que tenha pratica de taberna, e d
fiador de sua conducta : na ra Nova n. 38.
Aluga-se a casa terrea n. 57 da ra Augusta
com 2 salas, 6 quartos, cozinha fra, quintal mu-
rado e cacimba, c igualmente a loja da casa n. 59
da mssma ra : os pretendentes entendam-se cora
o seu proprictario na mesma casa n. 59.
Aluga-se urna casa terrea na ra do Ampa-
ro da cidade de Olinda para se passar a testa, com
5 quartos e 3 salas: quem quizer, drija-se a mes-
ma ra, sobrado por cima da taberna.
Aluga-se a loja do sobrado do pateo do Terco
n. 12, propria para qualquer estabelcci ment por
ser espacosa e bom local: a tratar na ra da Praia
n. 36. _____________
Um passageiro do vapor nglez chegado hon-
tem, precisa fallar senhora O. Rufina Antones
Ferreira da Silva, viuva de Caetano Luiz Fer-
reira, para lhe dar boas noticias dos prenles do
dito scu fallecido marido: por isso roga-lhe deixe
sua morada nesta typocraphia.
Offercce-se urna escrava que lava, engonima
e tambem cozinha : a tratar na ra do Hospicio
numero 24.
Liaras de fouviu.
A loja da Auroia na ra lar^a do Rosario n.
38, rcc>'beu boas lucas de Jouvin para hornera o
senhora, assim como tambem recebeti barrizi-
nhos com graxa econmica a melhor que tem
chegado para lustrar calcado, boas fitas de vellu-
do azul, preta o do muitas mais cores, tanto largas
como cstreitas, as quaes se vendem muito barato,
muito bonitos sinlos doiirados para senhora e me-
nina, cainisiiilias de cainbrsia eom manguios,gra-
vatnhas e liotocs douradosj promptas pan. ,ual-
quer senhora, bons peines domados ca;i guarni-
Soes e a vulgo, ditos dourados com podras os de
melhor gosto para arn-gacar cabellos.___________
Vende-se urna padaria nova com todos os
pertences novos e superiores situada no becco do
Urna n. 43, assim como dous escravos os pre-
tendentcs que a quizerem comp-irecam a mesma a
qualquer hora do dia,que achara coin quem tratar.
Vende-se a taberna do pateo do Tero n.. Ti,
bemafregaenda : a tratar na mesma.o motivo se
dir ao comprador.
Vende-se um sellim para montarla de senho-
ra e dous caixoes de amarello envernisados, pro-
prios para fazendas : quem pretender, dirija-se a
Capunga velha, casa da viuva do Sr. Juao Evange-
lista da Costa e Silva para tratar.
Vende-se um cabriolot de duas rodas, quasi
novo e muito bonito, por 200J : a tratar no arma-
zem de carros de Mr. Grosjean, na ra da Floren-
tina.
Vende-se espirito superior e xaropes de di-
versas qualidades por commodo preco : na ra
nova de Santa Rita n. 70.
Vende-se por preco commodo nina boa caja
terrea com grande terreno cercado, em agradavel
posieao, na ra Nova da cidade de Olinda ; perten-
ce ao cirurgiao Francisco Jo^ do Amaral, e pode
irocurar quem a pretender, o escrivo Vascono-I-
ds, na ra de Hortas n. 101, que se acha autori
sado para dispor della.
Vende-se urna taberna em urna das melheres
ras do bairro da Boa-Vista, o motivo porqur se
vende se dir aos pretendentes: a tratar na ra
do Cotovello n. 1.
Um Desrobrimeiito Espantoso!
0 Hundo S'-inilififo niiauimamtute o approva.
Alugam-se ojirimeiro e segundo andares de
sobrado da rna do Padre Floriano n. 92 : a tratar
pa ra do Queimado, loja n. 48._________________
Precisa-se do um amasador que entenda do
servico e que se sujeite a vender pao na ra : a
tratar na ra larga do Rosario n. 16, padaria.
Preclsa-se de urna ama escrava para cosi-
nhar, mas que seja perita, paga-se bem aviste do
trabalho : a tratar na ra da Cruz n. 14, segundo
andar.
Ka ra do Cre-po loja n. ]', alu-
ga-se o primeiro, segundo e terceiro
andar do sobrado d mesma roa n. 9,
juntos ou cada um de per-si
^a ra Formoza n. 2, precisase de um cria-
do de 12 a 14 annos, e de alugar urna preta que
saiba engommar.
Mudanca.
Jos Ferreira Moura mudou sua residencia para
a rna do Rangel n. 0.
imccnc occ!irnilii ...,. n.,- yr* uu mis cuii re uro ii, para maior com- e=7
I10SS0S Os Pe numbiicanos que tomaram
em um fot lo to heroico devem or,gu
A niA DOS
parte neccssario para seu emliolso.
iar-se: Pawaair-aa db r> ama wuan
de verem em scena repioduzidos os seus r-OK'-aos K- 5____________________
actos de bravura e diseiptiaa militar. ()h>r(l f lliUU, (i un t'ut
OAmproEario sofera era vista, levando UUICI lu> ?J;ll llt linaria
este drama, nao deixar no olvido lana bra- Aos 10:000,500 e 2:000*000.
vara < honradez com que se orna o Brasil e .Sabtmdo 5 do correte mez se exlra-
-eus (i:0-ii(is tilho
AVISOS MARTIMOS.
GOMPANHW PERNAMBDCANX
DE
^'avcgaeo costelra a vapor
Macci f escalas
Xo da 5 de dezembro prximo j Y
Mfi t-n farda .'.urnir' iit\ l '
hir peln.excellente plano das loteras ex-
traordinarias a quarta parle da segunda lote-
ra da irmmidade do Senhor Bom jess das
i Dores, o consistorio da igreja deJU. S. do
Rosario da freguezia de Santo Antonio.
Os bilbetes e meios acliam-se veuda na
respectiva tliesonrariaruado Crespo n. to
; e as casas eoramissionadas ra da Impera-
triz n. 41, loja do Sr. Pimentel; ra Direita
:*
consultorio, ou em casa de seu paiCam-
po das Pruicezas.D consultas gratuitas BB
todos os das na dito hospital, onde pra-
tica toda e qualquer operacao de que c >J>;
pobres precisem para o seu festabeleci-
ment. Incumbe-se especialmente da
cura das molestias do dominio da medi-
cina operatoria, que se ha dedicado,
das affecjdes do tero e da uretra.
RESTARANT
z&WM
no prazo de 4 dias Dudo os
quaes se effectiiar venda, lte-
clfe. *7 de novembro de a*:i.
Deniista americano
De \cw-vork. ra do liu-
rador n.-63.
Br. \V. II. M. Grath, offerece ao res-
peitavel publico de Pernambuco os ser-
vidos de sua prollssao, todas as opera-
9es da bocea e dentes serao execntadas
com o ultimo e muito methorado princi-
pios de cirurgia dental.
O bacharel Jeronymo Salgado de Castro Ac-
cioh, pedido de um amigo, lecciona a lingua la-
tina, das ii horas as 6 e meia da tarde, no seu es-
criplorio ruado Queimado n. 38. Admitie al-
guns alumnos que quizerem servir se do scupres-
timo. O documento abaixo transcripto prova a
antigmdade do annunciante no ensino da mesma
disciplina, prestando-se igualmente a leccionar
rhetonca, sem prejuizo dos seus afazeres no exer-
cicio da prolissao de advogado, para o que pode
ser procurado das 9 horas s .1 da tarde, e no caso
de urgencia a qualquer hora do dia.
Atiesto que o Sr. Jeronymo Salgado de Castro
Accioli sumcicntementc versado na lingua latina
como mostrou no brilhane exame que fez, quando
se propoz ao concurso da subslituico cadeira de
latim do Collegio das Artes pelo que por varias
vezes o tenlio convidado para examinar na mesma
A toiuposirto Aiiaeihuia
IVitotal de kemp.
Por espaqo de muito tempo se ha tizado ex-
tensamente em Tampico para a cura de
tsica pulmonar,
catarreo, asthma,
brorchite, tosse convulsa,
CRPO 00 GARR0TI1H0, e
Inflamma96e9 da Garganta e do Peitc,
e isto eom um resaltado tlo'feliz e verdad :-
lamente assombroso o pao ou madeira (ruma
arvore que cliamao Anacahuita, c que s
se encontra no Mxico.
A Oomposipo Anacahuita Peito-
ral de Kemp i nm Xarope delicioso, intei
lamente- dili'erente na sua composiclo de
to'los os mais Peitoraes c Expectorantes m.v
mtfactiirados de fructos astringentes, ..
e rabea, e., o mesmo nao conten nenlnmi
Ando Pruttieo ou outros qnaosquer ingte-
dientcs venenosos.
Todas as molestias c affeccoes da garganta
e dos pnlmdcs tlcsnppareccm como por imi
mgico encanto, mediante a acc,o 'este iu
mparsrel e irrcsistivcl remedio.
A venda as boticas de Caors & Barboza,
,, ra da Cruz, e Joo da C. Bravo d- C rm
disciplina nesta academia, equanto a sua conduc- da Aladre de Dos
ta fi irreprehens.vel. E por esta me sor pedida' C0S-
1 lili .iu (I A ni .-.!>.. |A**__ ____ i, ~^^^~ -^^^___________
\ende-se na Capunga, ra do Jacobina,
O Sr. Luiz Paulino Cavalcan* de Al-
buquerque, tem urna carta nesta typographia.
Arrendase na ra da Auroran.
26 a encllenle propriedade denomina-
a passei de minha lettra, e vai cera as an
academia.
Olinda, i de
outubro de 1839.
Miguel do Sacramento Lopes Gama,
Director interino.
II i! u eslreita do osario 11
O novo proprietario deste eslabelecimentoconvi- Aa IUPP Aa I^l7ban>"^TUT^Hm
da o respeitavel publico que dora era diante acha-! aaiM,ra UC aeilllliaem, C0U1 gr-flde
rao as melliores eomedoriasa qualquer hora do da, DUlUeri de l o(| IR'il'OS para desruclai* C
. ou noite, ornecendo-sc tambem mensalmente : o miiiIik faiMc hap^aIiai .m.....i.,...iA
ia 8 horas da tarde segira *' boi:a do Sr- Chagas; ra estreita do\%F? forv,e dbtllas e *^ lucias do! J^^a' perceber annualiucute.
dinheiro a frete at o dia da saluda s :i horas da
tarde : eccriptorio no Forte do Mallos n. i.
I.iisiiio de preparatorios,
O bacharel A. R. de Torres
serao pagos urna hora depois da extracto
e os otaros no dia seguiute depob da distri-
buieo das listas.
0 thesoureiro,
________Antonio Jos Rodrigues de.Souza.
_ O Sr. Jos Francisco Pinto Uuimaraes, eirur-
seguira um vapor para os portos f' ^^ 6SC-ia real de cmir^ ^ ^^a, trans-
achna indicado^ as 5 horas 2a SolnX S.ff ">* 2^ ^ S-
larde. Recebera carga ate o dia a ,*!?%[' 7"de1 ,de ser, insultado todos os
. 5. Encommendas, pass^eiros e ^"f- l '^l h-ora8 da manh> c*" da
dinheiro a frete at o dia da sahida as 3 horas da "C",?Tf ",das e,rurR'cas ou ^jc-
terde : escriplorio no Forte do Mattos n 1 cialm,enIt ^aquellas, em cujo tratamento mais fre-
quentemente intervem a medicina operatoria.
CWPANFHA PEWAJiUCXNA
DE
Xavegaco costelra a vapor.
Parahilia, NalaJ, Mar, Aracaty, Cear e Acarae.
Xa da 7 de dezembro prximo
Na ra das Cruzes
n.
Har o Rio de Janeiro.
O patacho nacional Cnpuwn, pretende scuir
rom multa brevidade, tem parte e sen carrega- AA oponinrln anH.ii> ,i~ '
mente encajado, para o resto que lhe falta ees- **> o^UIKlO aiKUlT, DreClSa-
cravos a frete para os quaes tem bons commodos on fnlln PAT11 niwivm/ ^ O
tratare com os seus consignatarios Anton.o Lua ""&* tODl UTg eilClU aO OT.
dag^0^^AzeTedoAC'noseuegc^ipto^io rua Dr. Joao Jos de Moura Ma-
Para o Porto----------- gaMeS.
segu brevemente a veleira barca S. Manoel //que
tem engajado metade do seu cargamento ; para
o restante e passageiros, a quem offerece bellos
commodos, dirijam-se aos consignatarios M. J. Ra-
mos e Silva 4 Genros, rua do Vigario n. 10, pri-
meiro andar.
Brijsae cGoaflanca.1
Pretende sabir brevemente para Lisboa, recebe
carga e passageiros, para o que trata-sc com seuS
consignatarios Carvalho A Nogueira na rua do
Apollo n. 20.
Para aRahia vai sabir com muita brevidade
a sumaca Hortencia, capitao Antonio Fmcisco
Monteiro, por ter a maior parte da carga engajada
para o resto que lhe falta, trata-se cora os consig-
natarios Palmeira ,St Beltrao, largo do Corpo Santo
n. primeiro andar.
Para a Babia vai sabir com|muita brevidad
o veleiro paucho Jequitnia, por ter a maior parte
da carga engajada, para o resto que lhe falta tra-
ta-se cora os consignatarios Palmeira A Beltrao.
Jargo do Corpo Santo n. i, primeiro andar.
Ao commercio.
Urna pessoa habilitada em escripturacao mer-
cantil, offerece-se para fazer a escripia de alguma
casa de commercio em grosso ou a retalho atra-
zada ou em dia, de certa hora da Urde em d'lante
ou como se convencionar.
Os Sra Fonseca S Silva, a rua da Cadeia do Re-
cite, darao as precisas informacoes. "
Coiupanbia de seguros martimos Iti-
iidarfe Publica.
Em consequencia de nao ter havido reuniao dos
Srs. accionistas no dia 30 do passado a direccao
novamente convida aos mesmos senhores para se
reumrem sexta-feira 4 do corrente ao meio dia,
em seu escriptorio rua da Cadeia n. 42, afim de
secumprirodfspstonosarts.4l e 42 dos esta-
tutos.Os directores, Feliciano Jos Gomes, Do-
mingos Rodrigues de Andrade.
vaeca, tudo por precos eommodos.
Precisa-sede urna ama de leite forra ou es-
cra-va : na rua do Forte n, 4.
Alte i cao
Precisa-se alugar um sobrado de um andar ou um
segundo andar, mas que seja na rua da Aurora
toma-se todo o arrendamento do predio, querendo-'
quera tiver annuncie por este Diario.
SdiElME
I \>\< HIM I H M| noMO-
ril II ROS EM PER \ a SI-
BUCO
COM O CARCTER DE "MONTE PI.
O Sr. vice-presidente declara que foram elimi-
nados em sesso de assembla geral extraordina-
ri imente do dia 23 do corrente mez, os socios abai-
xo deolarados, em conformidado do art 74 e seus
paragraphos.
Francisco Bal bino de Mello Luz.
Justino Francisco de Assis.
Manoel Cabral Borgcs.
Joo Francisco de Paula.
JoaoMaia da Silva.
Joao Manoel de Rezende.
Manoel Jos de Presta.
Manoel Martins da Silva.
Jos Antonio dos Santos.
Sala de nossas sesso5s23 de novembro de 1863
Antonio Ferreira Lima.
_______._______ 2. secretario.
Bandeira,
professor de geographia e historia no
gymnasio desta provincia, tem resolvido
abrir curso particulares para o ensino
destas disciplinas, e bem assim para o
de rhelorlca c philosophia.
Os cursos comecaro logo que haja nu-
mero sulBciente de alumnos para cada
um dclles : na casa da residencia do
annunciante na rua estreita do Rosarlo n.
n. 31, terceiro andar.
Aluga-sc o armazem n. 4 da rua do Apelo7e
o terceira andar da casa u. 88 da rua da Impera-
triz ; na rua da Aurora n. :i(>.
- Jos Azevcdo de Andrade faz
sci< nto, ao cepo do commercio desla
linca e a seus fregaeies em er*l, que
trinsferio .1 scu esl I lecimento de a-
zendas silo rua do Crespo loja 11. 20
A para a de n. 18 ta mesma rua.
Antonio Jos Rodrigues de Souza aluga a sua
casa e sitio do Monteiro, em frente ao oitao da
groja de S. Pautaleo, cora bastantes commodos :
a tratar na thesouraria das loteras, rua do Cres-
po n. 18,
ao sitio do padre Capristano, urna casa de pedia e
cal com 3 quartos, cozinha fra, frente murada
com portao, e sitio cercado com pea de limoeiro
por preco commodo : a tratar as Cinco Ponta^
numero 32.
Vende-se ou troca-se por um sitio tres casas
terreas sitas nos Afegados : a tr tar com Ptedei i-
co Chaves, rua da Imperatriz n. 19.
COMPRAS.
Vinhode Ga|.
No escriptorio de Antonio de Almeida Goin,-.
rua da Cruz n. 23, vende-se cm caixas de doii i
superior vinho de caj, geralmenle reconhe
como eflleaz para comhatera impureza do sangoe
produzida por molestias syphililicas.
Su bao do ttio.
Vende-se excellente sabao do Rio de Janeiro, a
preco commodo, na rua da Cruz n. 23, escriptorio
de Antonio de Almeida Gomes ; para ver no trapi-
che do Cunha.
Compra-se urna negrinha ou una mulatinba
que seja sadia, de o at 9 annos de idade : no ra-
teo do Terco n. 12.
Compram-se garrafas vasias que sejam lim-
pas : na rua nova de Santa Rita n. 7.
Compra-se urna escrava que tenha habili-
dades e de boa conducta : na rua da Cadeia n. 35.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado
da rua do Amorim n. 58, proprio para es-
criptorio : a tratar rita da Cadeia n. 62,
segundo andar.
Aluga-se a casa terrea n. 6, do pri-
meiro becco da Camboa: a tratar rua da
Cadeia n. 62, segundo andar.
Precsase de urna preta que saiba cozinhar:
na rua do Queimado n. 16, loja._____________
Precisa-se de um moleque ou preto velho :
na rua do Queimado n. 16, loja
Comprase urna casa terrea no bairro da Boa-
Vista que tenha 2 salas, cozinha fra e chaos pro-
prios : a pessoa que quizer negociar, dirija-se
rua do Calinga n. 1 D, loja de ourives, que achara
com quem tratar, ou annuncie para ser procurado.
Compra-se urna mulatinha de 12 14 annos,
sendo sadia e de bons eostumes: na rua do Cres-
po, loja n. 15.
Compra-se um escaler que seja pequeo e
em bom estado : a tratar com .-ntonio Jos Rodri-
gues de Souza, na rua do Crespo n. 15.
Compra-se at mil garrafas vasias : na ra
do Apollo n. 39.
Cartciras bomeopathicas
era marroquim, com 2i o 48 tubos, medicament' s
muito novos e garantidos, mais barato que em ou-
tra qualquer parte : na praca do Paraizo n. 24.
baratas para acabar.
Sedas de quadros e de Ostras a 320 rs. o cova-
do, lindas laas de quadrinhos a 360 o covado, su-
periores cassas de cores a 200 rs. o covado, ditas
muito linas a 240 o covado : na loja das colninnas
na rua do Crespo n. 13, de Antonio Correia de Vas-
concollos & C.
Na estrada do Manguinho, casa n. 21, com-
pra-se urna escrava de boa couducta, que entenda
Jos AntonioCasullo, subdito italiano, retira- de costura e engommado, paca-se bem
se para fra do imperio.
Giuseppe Aceld, subdito italiano, retirare da
provincia. .cu*
AtiJ!!reci'a'*e por a'uguel de um escravo fiel e
ni,T/??' e mais s*** eterno
de urna casa de familia: na rua do Hospicio n. 26.
- Precisa-se de urna ama: na rua estrella do
Rosario n. 18, primeiro andar.
Monte Po Popular Pernamiimano
De ordora da direccao convido aos senhores 'so-
cios para comparecern as 7 horas da noite do dia
3 de dezembro prximo, na casa das scsses, afim
3o rimo^a.0 Popuiar *
Bernardo Falco de Souza.
L" secretario.
Na noite de quarta para quinta-feira foi rou-
bada a taberna da rua do Sebo de Joaquim Ana-
cido Alfonso, constando de um bahuzinho de (lan-
dres com urna porcao de ohjectos de ouro, sendo
anneles, brincos/cornelinas, e era dinheiro qua-
rcenlos e tantos mil ris.
n^"i
zint
f npn
No dia 28 de novembro corrente fugio do
engenho Penderama o escravo crioulo de nomo
Narciso, representa ter 25 a 30 annos de idade,
alto, barbado, e de bonita figura, Icvon vestido cal-
ca e jaqueta branca : quem o apprehender, leve-o
a seu senhor.Jo. Pires Ferreira, na rua da Impe-
ratriz n. 64, on ao Illm. Sr. Joao Pacheco de Quei-
;a, subdelegado da freguezia da Boa-Vista, que
recompensado.
Compra-se cobro e latao velho : no arma-
zem da bola amarclla no oitao da secretaria de
polica.
SE
dous molecotes de 15 a 20 annos que sejam bonitos
e fortes : na rua do Amorim n. 35, segundo andar
Compra-se effectivamente ouro e prata cm
obras velhas : na praca da Independencia n. 22
loa de bilhetes.
Precisa-sc alugar urna escrava quo saya
zinhar o engommar : a tratar na praca d
i pendencia ns. 37 e 39.
VENDAS.
pentesde tartaruga virados a 54^
rna das Trrhcheiras loja de tartarugueiro n.
.'enfronte a rua estreita do Rosaiio.
UQl liMU/AO
Chites largas hamburguezas muito finas, tores
escuras e fixas a 280 o covado, por terem um pe-
queo toque de mofo, que com facilidade lavando
larga, e da mesma d-se amostras : na rna da Ma-
dre de Dos n. 16, loja defronte da alfaddega.
Rarrieas com bren : na rna da Cadeia do Reci-
fe, loja de ferragens de Bastos.
Vende-se muito bom doce de caj secco c do
calda, assim como de todas as qualidades, e bem
assim toda a qualidade de holinhos, c faz-se bande-
jas de encommenda.tudo por preco muito era conta,
no caes do Ramos, primeiro andar, sobrado de Sr.
Jos Hygino de Miranda.
Latas linas.
A nova loja da aurora na rua larga do Rosam
n. 38 recebeu ricos jogos de vispora com marca-
dores de metal para marcar os nmeros, muito
proprios para qualquer familia divertr-se, assim
como tambem recebeu lamparinas com seu pro-
prio copo, as mais modernas qne tem chegado,
leacosde linho bordados com bico tambem de li-
nho, muito proprios para qualquer senhora ou me-
nina, os quaes se rendem barato.


Diarlo de PeraMifcaeo Terca *" ** *
d 1649.
V
U!\IA<*
COMMJBRCIO.
Defronte da foja DIJARTE IIVIIEIIM
eaba de abrir o sett grande e sortido armazem de raelhados denominado Unido e Cotn-
memo. Este grande armazem um dos mais bem montados que temos em nossa praca,
rife so em limpeza e aceio, como as tario do Unido e Commercio offerece todos os senhores da praca, senhores de engenho
e lavradores a segainte tabella, por onde ver3o a grande economa que Ihe resulla en
comprarem em to otil estabdeciraetto, aflancanflo o mesmo todo e qualquer gener
sabido de seu armazem.
Manteiga inglesa perfectamente fl&r, mandada
vir de conta propria, a 7oo a 800 rs, a
tibra.
dem franceza chegad peto ulmo navio a
56o rs. a libra, e em barril ter abatimen-
to.
Ueta igleza em potes de 4 a 16 libras a
800 rs, a libra e o pote separado,
Cli uxira o melhor neste genero, mandado
vrr de conta p^P" n *,&oo a libra.
dem hysson, grande, muito bom a 2,6oo rs.
a libra.
dem preto muito fino, a 2,6oo rs, a libra.
dem preto, mais baixo, a 2,ooo rs, a libra.
dem, verde, miudinho, maisproprio para
negocio, a 4,5oo rs, a libra.
Banba de porco refinada muito ah>a a 46o
rs, a libra, e em barril se far abatimcnto.
Biscoitos inglezes das seguintes marcas;
Craknel, Soda, Ceede, Captein, TraveUles.
Lunch, Cabin, e outras murtas marcas, a
l,4oo rs. a lata.
Bolachinha de sdo, especial encommenda, a
2,ioo rs, a lata.
Biscoito ingle/. Craknel em latas de 5, 7 e 15
libras a 5,000 e 6,000 rs, e de l,2oo a
800 rs, a libra.
Qjeijos do reino pelo baratissimo preco de
1 ,t'Kio, 1 8oe e 2,000 rs os do ultimo
vapor.
Idea prato muito fresco a 64o rs, a libra.
dem londrino muito fresen a 800 rs, a libra.
Vinlios em pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
48o, 56o, e 64o rs, a garrafa, c de 3,ooo a
4,300 rs, a caada.
Maimelada imperial dos melbores conservei-
ros de Lisboa em latas de 1 e mais libras
a 7oo rs, a libra.
hutas em caldas das seguintes qnalidades;
amaiza, i.iinlia Claudia, peras, cerejas,
guija, pecegos e alperch a oo rs, a lata.
Figos em caixiubas de 1 l/t arroba e de 8 li-
bras a 8,000,4.000, c 2,000 rs, ea 3oo rs,
a libra.
Amendo.is de casca mole a 28o rs, a libra, e
em arroba lera abatimcnto.
Sardinhas de afitee a 32o rs, a latinlia.
Toucinho de Lisboa a 36o rs, a libra c em
arroba lera abatimenlo.
Massa de lmales a 64o rs, a libra.
I'."cnla do reino a 34o rs. a libra,
t'aiiiilia do Maianbao a 14o rs,a libra,
Ceblas a 4oo rs. a resten.
TijoUopara limpar facas a 16o rs,
Ceneja das mais acreditadas marcas de 5,ooo
1 7,5oo a dalia, a de 5oo a 600 rs, a gar-
rafa.
Prenmto para fiambre muito fresco e novo
a 800 rs. a libra,
Genebra de laranja a 9oo rs, o frasco,
Chotiric as mais frescas do mercado a 800
rs. a libra,
Cognac verdadeiro inglez a Ooors. agarrafa,
C lo,5oo rs. a caixa rom urna duzia,
Licores francezes das seguintes marcas: Ani-
zete de Bordearas, Plahnr des dames. e 1
outras muitas marcas a 10.000 rs. a du/.ia.
e a l,ooo a garrafa.
Pa.-sas muito novas a 3oo rs. a libra e a 8,5oo
rs. a caixa. Ha ca xas, metas e quartos.
Batatas a I,ooors. o gigo com 38 libras.
Polachmha ingleza a 400 rs. a libra,
Azeite (raacez e portuguez refinado a 800 rs.
a garrafa, e 0,000 rs. a caixa com urna du-
zia.
Conservasingle/as das seguintes marcas:
Mi\ed. Pickes, e. ceblas simples a 800
rs o fiasco.
Wostai'da ingleza preparada em potes a 4oo
rs. o pote.
Grao de bico a 16o n a libra, e era arroba
ter nbatiinento.
Vasos inglezes vasios de 4 a 16 libras, muito
proprios para deposito de manteiga, dore,
e outro qualquer liquido, de l,ooo a 3,ooo
rs, cada um,
Palitos do gaz a 2,3oo rs. a groza e.2o rs. a
caiftlnlia.
Milbo alpiste a 46o rs. a libra.
Painco a 2oo rs. a libra.
Gamma muito alva para engommar a 80 rs
a libra, eem arroba se far abatimento
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
Sabo verdadeiro bespanhol, que raras vezeB
vera ao nosso mercado a 28o rs. a libra.
Sabo massa de superior qualidada a 48Q,
2oo, e 22o rs. a libra do melhor que ba.
Graixa em latas murta nova a 12o rs. a lati-
nha, e l,3oo rs. a duzia.
Petxe em latas muito novo: savel, pescada,,
curvin, salmo e outras muitas qualidadas
preparados de escabexe, segundo a arte de
cozraha, de l,2ooa 2,ooo rs. a late.
dem do Alto Douro vindo do Porto
rsfado e escolhido pessoalraente poruBi
engar<
ESTABELECLMENTO COMMERCIAL
DE
[CALUERARh e rtiMiiclo m mktaes,
Alto na raa d Rmra n. 40 Junio
a fnndic&o do *r. Bownaam, |erteucenle a
VIHaca Iranio rife .
Neste estbelecimento encontraro os freguezes um completo sortimento
de tudo que diz respeito as artes de caliereiro, fmilmo, latoeiro, ferreiro e
fundifo, e os abaixo asssignados que o dirigem, promettem servir a todas as
pessoas que se dignarem de os procurar, com promptido, sinceridade e pre-
co* muite raseaveis. O dito estbelecimento estando montado em ponto
grande, tanto no que diz respeito a pessoal, como em materia prima, e tendo
habis ofliciaes, pode executar com toda a perfeigao e seguranca qualquer
obra tendente as artes cima mencionadas e fonamente pdem os abaixo as-
signados assegurar ao publico que nenhum outro estbelecimento Ihe pede
fomeeer mais barato e mais pereito do que el les, visto que receben de sua
propria encommenda todas as materias empregadas em ditas obras.
Alambiques simples e continuos de to- Sinos de 16 libras 8 arrobas.
dos os tamanhos e dimeneSes. Parafuzos de bronze e ferro para ro-
h1lfactrinas de cobro para destilar e res- das d'agua.
tilar espirito al 10 graos pelos sys- Torneiras de bronze e bronzes para
tomas de Logier e Derosne. engenho.
Carapocas a serpenfinas de cobre, e Encanamentos de cobre e chumbo de
estanto, avnlsas. todas as grossuras.
Taixas e tachos de cobre para engenho Bombas para cacimbas, aspirantes e
e refinacao. de repucho.
Paroes de cobre e todos os cobres ne- Bombas para destilacoes.
cessanos para o fabrico do assucar. Ditas para regar jardins, horlas e
Cobres para rodas de moer mandioca, j capim.
Machinas econmicas para lavar roupa Ditas para navios e barcacas de varias
o melhor possivel. I qualidades e dimencSes.
Cobre emlencol e arrodellas, estanto em barrinba, chumbo em barra,
lencol e caaos de todas as grossuras.
Viliaca Imito & C.
UmH!D3
wt
imolha:
:
Largo do (armo 9.
Grande sortimento para a faste por tanos
10 a 20 por cento do que em outra qualquer
parte. ,,r ,
Duarte ctC.1 scientifleam aos seus freguezes e ao publico'amgeral, jue acaba de che-
gar da Europa um socio que faz parte da firma, com um grande e bello sortimento de
molhados por elle escoihidos, os quaes se vendempor meos de lo a 2o por o/0 do que ou-
tro qualquer innnnciante, garantindo a boa qualidade e peso de qualquer genero vendido
neste j muito acreditada armazem, e por isso, firmados em que cumprem Aelmaate o
que promettem, pedem todos os Srs. da praca, de engenhos e lavradores, o favor de
mandaron suas enetmajendas ourelaees ao armazem Progressivo, cartee de n5o terem
em tempo algum occa6J3o de se arrependerem.
Aviso.
Todos os Srs., que compraren para tornarem a vender, terSo, alm da differenca
j publicada, mais 5 por % de abatimento. Os propietarios tambem garantem o bom
acondicionamento ainda mesrao dos meemos para o mais alto sertao.
38RA DO IMPERADOR-38
Agua aatnral de C ondilac.
muito recoramendada as affecgoes do tubo gastro-intesUnal, nos dos rinf, e bexica ourinaria,
pela?
suas propiedades alcalinas, e o acido carbnico que naturalmente contm em (iiispensao, de preo
mais commodo qtie a agua de Vichy, e de propriedades talvez superiores pela grande quaptidade dt
acido carbnico. InjfCt;ao frou, agua if l Cheeltu, cu|>ahiba de Mejw, ittjetfo Fugas de tanate
,de zinoo, muito recominendad as gonorrheas. Le noy francez verdadeiro,; na mejima oasa tem
Ti t mHaHI lllUIW* ji-utlliicii'i***^ Mito n"iiiyiiio.-. ** i 1^ ^v- ..^-.* f ^ >
aos SOCIOS que se acna em Portugal, Oas L|gun)as caucas de instrumentos cirurgicos para operaeSa de-Miuieu e Charriere.
seguintes marcas Duque, Genuino, Ve-
lho secco especial, Lagrimas Doces de
1819, vinho especial D. Pedro V, nlw
velho, Nctar superior de 1833, Duque do
Porto de 183i, vinho do Porto velho su-
perior, Madeira Secca de superior quali-
dade, vinho do Porto superior D. Luiz .
de 1847, Lagrimas do Douro, especial vi-
nho do Porto, de 1,00o a 1 2oo rs. a gar-
rafa e de lo.ooo a 12,ooo rs. a caixa com
urna duzia.
dem Bordeaux de differentes marcas, garan-
te-se a qualidade, a 8.000 rs. a caixa com
urna duzia, e a 7oo rs. a garrafa.
Garrafes com 5 garrafas de vinho do Porte
do Alto Douro a 2,2oo rs. com o garrafio.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira, mais
proprio para a nossa estacto por ser mais
fresco a 2,4oo rs. com o garrafo.
dem com S garrafas de vinagre a 1,2oo rs.
o garrafo,
Vinho branco o melhor neste genero a 600 rs,
a garrafa e 4,000 rs. a caada.
Vassouras americanas a 800 rs. cada urna.
Velas de spermacete as melhores que ha no
mercado a 56o e 64o rs.
caixa se far um grande abatimento,
dem de carnauba e composicao, de 4oo a
3o rs. a libra, e de lo.ooo rs, a
rs. a arroba,
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------1------------------------------
BRUJfl \. 3H.
Este muito acreditado estbelecimento est prvido de um completo sortimento de
machinismos proprios do fabrico de assucar, a saber:
Machinas de vapores as mais modernas e mais acreditadas.
Rodas d'agua de ferro com seus pertences.
Moendas e meias moendas de todos os tamanhos.
Rodas dentadas, angulares e de espora.
Taixas de ferro batido e coado.
Boceas de fornalha pelo novo systema Wetson.
Alambiques de ferro fundido.
Fornos para cozer farinha.
Moinhos para moer mandioca.
Arados americanos, etc. etc.
MOVO III 'Al.
Loja de miudem.
lilla rio Q11 imailo 11 46.
Pecas di; tranca de lia preta Hsa
Ditas de tranca branca de caracol .
DiUs de tranca de caracol meselada .
Ditas de fita prcta de velludo 1-3 e .
Ditas de dita dita lavrada 800 rs. e .
Di las de franjas para cortinados .
Ditas de franjas brancas estreitiabas .
Ditas de lita de seda de cores .
Ditas de ditas dila larga 800
Ditas com 22 varas de galaobranco. .
Ditas com 40 raras de galao de cor
Varas de tila para chitos ....
Fivelas de ac e de pedriohas para cinto
o masso, e em Gravatinhaspara sen hora ....
Ditas para hoinem e para senhora .
Ditas com passadores l e.....1-liHO
..... 100
O
SO
100
1*400
1,5200
35000
*W
360
i;oo
15600
mm
40
1600
l80
15000
C;if de Ia e 2* sorte de 8.3oo a 8,600 rs. a
Arroz da ludia, Maianhao e Carolina a 3,ooo,
2,8oo e 2,4iHi rs. a arroba e a loo rs. a
libra.
Frasqueira de genebra a 5,8oo rs. e a 5oo
rs. o frasco.
Azite doce em barril muito fino, a 64o rs.
a garrafa, eem caada ter abatimento.
Carlas de alflnetes
[ jjoo I Pactos de papel de edres penenos .
i Caixiubas de papel Amizade superior
'Caixinhasde envelope 800 rs. e .
Dilas de peni.as 800 rs. e .
: Lapes cucarnai lo ou asul.....
arroba, e de 28o a 32o rs. a libra do me- Frascos de tinta encarnada ou asul .
lOf. Ditos com extractos 4O0; 600, 800 rs. e
Ditos de banha franceza 300. 400, 500 e
Ditos.de agua de Colonia 400,500, 15 c
Ditos de legitime oleo de babosa 500 e
Duzins de canudos de pomada da trra
Massos de superiores palitos de denles
Caixinbas vasias que servem para guar-
dar joias, ouro 300, 400 rs. e .
Passadores para grvalas ....
Conservadores de euntinbas c frocos .
Colares de perolas com cruz 15 e .
Voltas prelas mallo grandes .
(rampas a halan.......
Ricos cintos com fivelas de pedrinbas
Gotlinbas esmaltadas de condolas .
Lnvas de pellica branca .
Dilas de Escoasia brancas e de cor .
Pentes de atar cabello 80 rs. e .
Ditos de massa em caixinbas 400, 040 c
Ditos virados imitando tarlarusa .
Champagne a melhor neste genero a 23,oou Ditos pretos finos com marraras .
Papel greve pautado e liso a 3,5o rs.
resma.
Genebra de Hollanda em botija de conta
44o rs. a botija.
a
Chegado pelo vapor:
*o para o vigilan le, na do Cres-
po n 9.
At que chegaram as muito desejadas cascarri-
nas de todas as cores com una fitinlia de velludo
no centro, cousa muito elegante para enfeite, assim
como de outras qualidades, e preeos muito razoa-
veis : s no vigilante, ra do Crespo, n. 7.
Para dar de mimo.
Cliegaram as riqnissimas bonecas de todos os
tamanhos, vestidinhos ricamentr enfeitados, cada
um cmsna caixinha, propriamente para um deli-
cado mimo, por baratissimo preco : s no vigilan-
te, ra do Crespo n. 7.
Para os srnlmivs linchareis.
Cjiegou tempo a riquissima fita de cbamalote
para cartas dos senhores hachareis, assim como
branca, lisa, propria para abrir letras, on para
sinlos : s no vigilante, ra do Crespo n. 7.
Pculca de marrara.
Tambem chegaram os riquissimos pentes de
marrara com pedrinhas,os lindos pentes de regace
para meninas, meias de seda e sapatinhos proprios
para baptisados, meias de seda para senhora, fitas
de laa para debrum, fila de tem, trancas de ia,
de linho e de seda, luvasde seda e pellica, e fio de
Escocia e camurca, alflnetes de caneca chala, car-
teirinhas com todas as agnlhr.s precisas para cos-
tura, fivelas de madreperola esmaltadas de ac
24o para sinlos, llores de todasas qualidades, caixinhas
240 com pastilhas de perrumaria, abafedores de laa
i para senhora, Inueas e sapatinhos de laa. pulseiri-
nhas de borracha para segurar manguintos, litase
cordes de borracha, sabonetes redondos, ditos
chamados de familia, pomadas de todas as quali-
dades e dos rabricantes mais afamadas, clcheles
pratiados muito finos, retroz de todasas qualidades,
retroz em carretel e em novello, e de meada, de
todas as cores, cscovas para denles, ditas para rou-
pa, ditas para chapeo c ditas para unha, de todos
os preeos, e outros mais ohjoctes, que se tornara
enfadonho annunriar, e vista dos freguezes pro-
mette-se fazer todo o negocio: s no vigilante, ra
do Cespo n. 7.
700
900
15000
15200
120
320
15000
15000
15300
600
rs. OglgQ,
Bcalho a 14,5oo a barrica.
Krvillias france/.a e portugueza a 640 rs a
lata de urna libra.
Chocolate francez, hespanhol, suisso e por-
tuguez a 1 ,ooo rs a libra, e a 28o rs. ca-
da pao de urna Vi.
Carrafoes vasios de 5 garrafas at 3 caadas
de 5oo at l,3oo rs. cada um.
Ameixas francezas em caixinhas elegante-
mente ent'eitadas, com diversas estampas
no exterior da caixa de 1,500 a 3,ooo rs.
cada urna; tambem ha frascos e latas de
difTercnles tamanhos que se vendem por
mdico preco.
Massas para sopa: macarro, talharim e ale-
tria i 48o rs. a libra, e em caixa se far
abatimento.
Garrafes com 14 garrafas de genebra de
Hollanda a 5,5oo cada um.
Charutos de todas as marcas c dos melho-
res fabricantes da Rabia de 3,ooo a 4,ooo
rs. a caixa.
ATTEMCAO
9
Todos os senhores que comprarem para negocio ouca*n farticnlar de f 00f para
cima terao mais 5 a 10 por % de alwlimeota.; o proprietario scientifica mais que todos
os seus gen-ros sao recetados de h pro "~
der |or muito menos do que qn. outro qual
que i
commenda, raz3o este para poder ven-
estabelecimenta
Ditos dourados com marrafas
Ditos esmaltados eem marrafas. .
Ditos de tartaruga 45 e .
Fitas e cordes para enfiar espartilhos
F.nfiadores para borzegnins ....
Oitavas de retrs preto e de cores .
Escovas para denles 160, 320 e .
Tesouras diversas 60 rs. e .
Ditas finissimas 500 rs. c .
Oculos de armacao prateada 500 e .
Ditas de armacao de ac 800 rs. c .
Caixinhas com 100 agulhas francezas
Ditas com 100 ditas da Victoria
500
500
900
15380
22000
800
35000
15000
15000
500
240
800
15600
35000
35500
5*000
5500M
80 Cal de Lisboa
160 dingada ltimamente ; na ra do Vigario n. 19,
1*0 primeiro andar.
Em casa de Mills Latham oqq Cruz n. :t8. vndese ferro galvanisado de um doa
jwj melhores fabficantes inglezes, proprio para cobers
15000 tas dc casas-_________________________________
240 Esrraro mal mheiro.
320 Vendo-se um ecram crionlo, marinhei.ro. cozi-
nheiro, anda moco,ede bmula figura: a tratar
com Antonio de Mtileida Gomes, ra da Cruz n.
z:i prnieiro, andar.
Cortinados bordados.
Superiores cortinados bordados para camas fran-
cezas, ou para ponas : vende-so somonte na ra
do Queimado n. 46. toja de Guimaraes <& Bastos.
%'tsn de urna "^ ypothtca.
OL llh11.IMIK
Yendem-se barrls com cal des-
mercado, na na do Trapiche n. Jos Antonio ftastw veRdem a liypothe-
13, armazem de Manoel Tcixei- ca que li'in nos engenhos Ib to (itvsso
ra Basto._________________;__ jeCajabuss no termo de Serinuem no
una da Scnzalla n 42. valor de 3I:8K5$911 rs.; tratar as
Vende-se, em casa de S. P. Johnston A C, ICasas a rua do Trapiche n. 34.
sellins e silhoes inglezes, candieiros e casti-
caes bronzeados, lonas inglesas, fio de vela, Lencos de cambra! de llnho
chicotes para carros e montara, arreios para i bordados.
carros de um e dous cavallos, e relogios de Vendem-sc lencos de mmbraia de linho borda-
ouro patente inglez.
Foo do ar
dos muito finos sendo para acabar a
15800, s qncm vende por estes preeos
do Queimado I ija do beija flor n. 63.
640, 1*.
na rua
Naasa Senhora dn Conceleio
Contina a estar venda na rua do Imperador
n. 15 a novena de N. S. da Concricao, Conftjrme
nsam os refrendos carmelitas da Reforma do Re-
cife, c tudo o mais conforme os annuncfos fetos
por este DiVmo. ^^^
Manteiga ingleza perfeitamente Or, mandada
vir de conta propria, a 8oo rs. a libra.
dem franceza chegada pelo ultimo navio a
56o rs. a libra, e em barril ter abatimen-
to.
dem ingleza em potes de 4 a 16 libras a
8oo rs. a libra e o pote separado.
Cha uxim o melhor neste genero, mandado
vir de conta propria, a 2,8oo rs. a libra
dem hysson, grande, muito bom a 2,6oo rs,
a libra.
dem preto, mnito fino, a 2,6oo rs. a libra.
dem preto, tnate^baKO,a 2,ooo rs. a libra,
dem, verde, miudraho, mais proprio para ne-
gocio, a 1,8oo rs. a libra.
Banha de porco refinada muito alva a 48o
rs. a libra, e em barril se far abatimen-
to.
Bfecoitos inglezes das seguintes marcas:
Craknel, Soda, Ceede, Captain, Travelies
Lunch, Cabio, eoutras muitas marcas a
l,4oo rs. a lata.
Bolachinha de soda, especial encommenda, a
2,2oo rs. a late.
Biscoito inglez Craknel em latas de 5, 7 e 45
libras a 5,000 e 6,ooo rs. ede l,2oo a
8oo rs. a libra.
Batatas muito novas a 5o rs.
Queijos flamengos ebegados neste ultimo
vapor a 2,2oo rs.
dem do vapor passado a 2,ooo e l,8oo,
dem prato cliegatio neste ultimo vapor,
muito fresco a a 4oo rs. a libra e intei-
ro se far abatimento.
dem londrino muito fresco a 8oo rs. a libra.
Vinhos em pipa: Porto, r'igueira e Lisboa, a
48o, 56o, e 64o rs. a garata, e de 3,ooo a
4,5oo rs. a caada.
Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa em lates de 1 e mais libras
a Too rs. a libra.
Fructas em caldas das seguintes qualidades:
ameixa, rainha Claudia, peras, cerejas,
ginja, pecegos e alperch a 5oo rs. a lata.
Figos em caixinhas de 1 '/arroba e de 8 li-
bras a 8,ooo, 4,ooo e 2,ooo rs, e a 3oo rs.
a libra.
Araendeas de casca mole a 28o rs. a libra, e
em arroba ter abatimento.
Sardinha de Nantes a 32o rs. a latinha.
Toucinho de Lisboa a 36o rs. a libra eem ar-
roba ter abatimento.
Massa de tomates a 64o rs. a libras.
Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
Farinha do Maranhao a 14o rs. a libra.
Tijollo para limpar facas a 16o rs.
Ceblas a l,2oo rs. o mlho, e a l,ooo rs.
o cento.
Cerveja das mais acreditadas marcas de,
5,ooo a 7,5oo a duzia, e de 5oo a 6oo rs.
a garrafa.
Prezunto para fiambre muito fresco e novo
a 8oo rs. a libra.
Genebra de laranja a 9oo rs. a frasco.
Chouricas as mais frescas do mercado a
8oo rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa,
e lo,5oo rs. a caixa com urna duzia.
Licores francezes das seguintes marcas: A-
nizete de Bordeaux, Plaisir des dames, e
de outras muitas marcas a lo,ooo rs. a
duzia, c a l,ooo rs. a garrafa.
Passas muito novas a 5oo rs. a libra e a
8,5oo rs. a caixa. Ha caixas, meias
quartos.
Garrafes com 14 garrafas de genebra de
Hollanda a 5#>oo.
Bolachinha ingleza a 4oo rs. a libra.
Azeite francez eportuguez refinado a 8oo rs.
a garrafa, e 9,ooo rs. a caixa com urna
duzia.
Grao de bico a 46o rs. a libra, e era arroba
ter abatimento.
Conservas inglezas das seguintes marcas:
Mixed. Pickes, e ceblas simples a 8oo rs.
o frasco.
Mostarda ingleza preparada em potes a 4oo
rs. o pote.
Vasos inglezes vasios de 4 a 16 librmnitos, a
proprios para deposito de manteiga, doce,
e eutro qualquer liquido, de 4,oooa3,ooo
rs. cada um.
Palitos do gaz a 2,3oore. a frota e lo rs. a
caixinha. ,
Hecebem-se encommendas de fogo do ar e de
vistas : no armazem da bola amrella no oitao da
secretaria de polica. I
RUA DA CHUZ N. f i
AIIHA'#i:n FKAICEI MpMtointernacionalprivadooiapplicaciiode seus
Vinho de Bordoaxem barril, do i]ualidade muilofpnncipios com preferencia s leis principaes do
superior, o em garrafas 6&000 a duzia batatas j Brasil, em I volnme, porTlr. Jos Pimenta Bueno.
muilo ovas, licores francezes. e cognac o melhor 8^000 : no escriptorio de Antonio Luzde Oliveira
que existe no mercado. I Saevcdo & C, roa da Cruz n. 1.
wmK
Gomma muito alva para engommar a 80 rs.
a libra, e em arroba se Har abatimento.
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
Sabo verdadeiro hespanhol que raras vezes
vem ao nosso mercado a 28o rs. a libra.
Sabo massa de superior qualidade a 480,
200, e 220 rs. a libra do melhor que ha.
Graixa em,lata muito nova 4*0 rs. a lati-
nha,* l,30#rs. a duzia.
Peixe em latas muito novo : savel, pescada,
curvin, salrao e outras muitas qualidades
pitearados de escabeie, segundo a arte de
cozmha, de 1,400 a 2,ooo rs. a lata.
dem do Alto Douro vindo flo Porto engar-
rafado e escolhido pessoalmente por nm
dos socios que se acha em Portugal, das
seguintes marcas: Duque, Genuino, Ve-
lho secco especial, Lagrimas Doces de
1819, vinlio especial D. Pedro V, vinho
velho, Nctar superior de 1833, Duque do
Porto de 4834, vinho do Porto velho su-
perior, Madeira Secca de superior quali-
dade, vinho do Porto superior D. Luiz I
de 1847, Lagrimas do Douro, especial vi-
nho do Porto, de l.ooo a 4.2oors. agar-
rafa e de lo,oooa 12,ooo rs. a caixa com
umaduzia.
dem Bordeaux de differenles marcas, garnte-
se-a qualidade, a 8,ooo rs. acaixa eanruma
duzia, e a 7oo rs. agarrafa.
Garrafes com 5 garrafas de vinho do forte
o Alto Douro a 2,2oo rs. com o garrafo.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira. mais
proprio para a nossa estaco por ser mais
fresco a 2,ooo rs. com o garrafo.
dem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.
o garrafo.
Vinho branco o melhor neste genero a 6oo rs.
a garrafa e 4,ooo rs. a caada.
Alhos a 8o rs. o masso.
Velas de spermacete as melhores que ha no
mercado a 6oo e 64o rs. o masso, e em
caixa se far um grande abatimento.
Frasqueiras de genebra a 5,8oo rs., e a 5oo
rs. o frasco,
dem de carnauba e composjco, de 4oo a
32o rs a libra, e de lo.ooo rs. a ll,5oo rs.
a arroba.
Caf dc Ia c V sorte de 8,3oo a 8,6oo rs. a
arroba, e de 28o a 32o rs. a libra do me-
lhor.
Arroz da India. Maranhao e Carolina a 3,ooo,
2,8oo e 24oo rs. a arroba e de loo rs. a
8o rs. a libra.
Azeite doce em barril, muilo fino a 64o rs.
a garrafa.
Papel grve pautado e liso a 3,5oo rs. a
resma.

Genebra de Hollanda em botija de conta a
44o rs. a botija.
Champagne das mais a creditadas marcas a
l,ooo rs. a garrafa, e a lo.ooo rs.a duzia
ou gigo. w,
Sal refinado a "o rs. aHfihra.
Ervilhas francezas e portuguezas a 64o rs.
a lata de urna libra.-
Chocolate francez, hespanhol, suisso, e porta*
guez a l.ooo rs. a libra, e a 28o rs. cada
pao de urna */.
Garrafes vasios de 5 garrafas at 3 caadas
de 5oo at l,3oo rs. cada um.
Ameixas francezas em caixinhas elegantemen-
te enfeitedas, com diversas estampas
no exterior da caixa, de l,5oo a 3,ooors.
cada urna; tambem ha francos e latas de
differentes tamanhos que se vendem por
mdico preco.
macarro, talharim, e
a libra, e em caixa s
Milho alpiste a 160 rs. a libra.
Painco a 2oo rs. a libra.
Massas para snpa:
aletria a 48o rs.
far abatimento.
Doce de goiaba de 4oo a 8oo rs. o cao
grande.
dem a 2,ooo o caixBo grande.
Charutos de todas as marcas e dos mcTliores
fabricantes da Babia de 8,000 a i.oo rs.
acauA.
ATTENCO!

^
Alem dos gneros cima anmuselado* ha ora completo sortimento de cominbos, er-
ra doce, alfazema e outros muitos gneros, que tudo se vende por baratisssimo preco,
^


}
Dilta* de FeratatJoa M** Ulr I d Deicb de !.



*
a

=z
GRANDE ARMAZEM
Ai
3a&A&
EK
PAR* A FESTA
Vende-se por menos 10 por cento do qite outro qualquer
annunciante
no
sisfiiffi) nm &> nm
so
CONSERVATIVO E CONSERVADOR
ARMAZEM
IO IiARCiO DA PE1HA O
Os proprielarios (leste acreditado armazem de molhados, tendo em vista as mil e
DE
JUDaWtM 9 Q)D9 OftOWDt
N. M e 23LARfiO DO TERCO-N. 21 e 23
LfilAM.
Manteiga ingleza perfeitamente superior a 880 e 900 rs. a libra.
dem franceza, a 560 rs. em barris, lia ahalimento.
Gaf Jo Rio da i1 qualidade 280 rs. a libra, e a arroba a 8,500 e 8,700 rs.
Arroz pilado, 10o a libra, e a arroba 2,800 em sacco 2,700.
Cha de primeira, segunda e terceira sorte a 2,8oo, 2,5oo e 2,ooo rs. e 1,800 do preto.
a libra.
Palitos do gaz mandados vir por conta a 2,3oo rs. a groza.
Vinho Figueira e Lisboa, a 48o e 4oo, rs. a garrafa e a caada a 2,800, :,;>Co o
4,000 rs.
Goma de engommar, 100 re. a 1 bra e a arroba a 2,700 ou sacco.
Milho alpista o mais limpo que ha a 160 rs. a libra a 5,000 rs-, a arroba.
Tijolo francez de grande tamanho a 14o rs. cada um.
Toucnho de Lisboa rauito novo, a 32o rs. a libra.
Queijos do reino do ultimo vapor, a 2,000 rs.
Velas de espermacete, e carnauba a 600 e 3oo rs. a libra.
Azeite doce de Lisboa a 64o rs. a garrafa, e de carrapato a 28o.
Banha de poico relinada, a 48o e 44ors. a libra.
do os nossos coUegas e amigos) por menos 10 por cento, garantindo-se comosemprea
boa qualidade.
Palitos do gaz a 200 rs. a duzia de caixinhas Manteiga ingleza perfeitamente flor chegada' Farinha de Maranhao muito alva e cheiroza
Mustarda preparada, muito nova a 360 rs. o
pote.
e 2,100 rs. a grosa.
Ditas hygienicas e de seguranca a 240 rs. a
duzia.
Alpista muito limpo a 160 rs. a libra,
Gomma de engommar a 80 rs. a libra, e
2,200 rs. a arroba.
Sag muito novo e alvo a 240 rs. a libra.
SabSo hespanhol, a 280 rs. a libra,
tem raassa a 180, 200 e 220 rs. a libra.
Peixe em latas, savel, pescada, e corvina a
1,000 rs. a lata.
Genebra de Hollanda em botijas de conta a
iOOrs.
Papel greve pautado e liso a 3,400 rs. a
resma.
Azeite doce de Lisboa a 600 rs. a garrafa.
Champanbe das mais a creditadas marcas
a 10,000 rs. ogigo e l,0"Q a garrafa.
Doce de goiaba de 400 a 800 rs. a caixa.
Chocolate portuguez, francez, hespenhol e
suisso de 800 a 1,200 rs. a libra.
Velas de carnauba e de composicao a 320 e
b0 rs. a libra e 9,500 e 10,000 rs. a ar-
roba.
Massas. para sopa
400 rs. a libra.
macarrao e talharim a
Charutos dos melhores fabricantes da Ba-
ha 3,800 3,400 3,000 e 2,400 rs. a
caixa.
Orvp.ja das melhores marcas de 5,000 a
6,000 rs. a duzia.
Biscoitos inglezes de todas as marcas a 1,200
rs. a lata.
Bolaixinhas de soda em latas grandes a 2,000
e 1,800 rs. cada lata.
Massa de tomates em latas de 1 libra a 560
e640 rs.
Sardinhas de
rs. a lata.
Nantes muito novas a 340
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tijollo para areiar facas a 140 rs. cada ura.
Farinha de Maranhao a 140 rs. a libra.
Pimenta da India a 340 rs. a libra.
Erra-doce a 320 rs. a libra.
Palitos para meza a 160 rs. o maco.
Verdadeira farinha de ararula a 500 rs. a
libra.
Frascos com ameixas francezas a 1,400 rs.
I cada um.
Prezuntos do Porto a 5eo rs. a libra.
1
Batatas muito novas em gigos com 38 libras
por l,5oo rs. '
f.anella da India a l.loo rs. a libra. ,
Cominho a 64o rs. a libra.
1
Azeitonas de Lisboa muito novas a 1,60o rs.
1 a ancoreta.
Licores francezes annizete, plaisir des da- Estrelinha e rodinha para sopa a 600 rs. a
mes, etc., etc. a 800 rs. a garrafa e 8,5oo
rs. a duzia.
Passas as melhores que se encoatram a 360
rs. a libra.
Bolachas inglezas rauito novas a 24o rs.
i libra, e 3;5oo rs. a barrica.
Azeite refinada a 800 rs. a garrafa.
Conservas inglezas de todas as qualidades3
750 rs. o frasco.
libra.
Legumes seceos para sopa a 4oo rs. o mago.
Breu louro a 3oo rs. a libra e 8,000 rs. a
arroba.
Papel pautado e Uso almaco e de peso de
3,ooo, a 4,000 rs. a resma.
Er vi I has seccas chegadas no ultimo vapor a
2oo rs. a libra.
oiuorapaiaqeisa 9jsa .rep
-Hi8cs.ip b ejiauetn ap ura.uas so epno 'ened ejnno b oe\ e as-uwpiAio soiwa Biinu sajsa
wbjod 'oiajd oiojeq sieiu aod saaaua3 sajoqiora so apuoA as anb 9 gg -u saznjQ sep
mu cp eisissajiy uwzbiujb ou os anb joa soqi-opuazej 'sojopejjod anas so tnoo ob3
-ij miRpiiRia ap Joiej o Hizeuxie aisau jbjduiwj uidjepui'iu 9ob soooquos sos apad ouisaui o
-.iju-.tuiraapqeisa aisap soudojd ou sopafqo opoayioD ouisaui tpuw 'epuamtoooua jeub
-hmi!) jbub ap as-B3aJ.ieDua aiuauicossad opai.v orno-a sopi.vK araq oet majas 'so.\BJOsa
no sopu-) snas jod jiuJuioj uwjupuui anb sessad se bJubutj a 'sopeuoiauata oxteqe soJ
-a id soiad apepinmb BJiaraud ap sojauafl sopioaquoo maq ef snas so japua.v opejaqiiap
uwj 'sazenJaJj snas sob ji.vias maq eied ia.\i99od jbj anb o- pn| jo/rj bj9ia raa wduias
MHi 'isissajaoJd opBuiuiouap mazBuuB opctipajae ojmra op oueaiJdbjd o
'8 oinopni' ojau* ap ojj|cq op zuj,i vp ihj fj -,v
no ultimo vapor a 800 rs. a libra,
dem de 2.* qualidade a 76o rs. a libra.
dem de 3,* dita a 64o rs. a libra.
dem para tempero a 32o e 4oo rs, a libra.
a 16o rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 32o rs. a libra ea9,ooo
rs. arroba.
Sardinhas de Nantes a 36o rs. adata.
Azeite doce de Lisboa a 64o rs. agarrafa e a
4,800 rs. a caada.
Manteiga francezaamaisnovaquehanomer-,vnagre e Lisboa a 2oo rs. a garrafa ea
cado a 58o rs. a libra, e em barril ter aba- jf2oo rs. a caada.
Garrafoes com 5 garrafas de vinagre de Lis-
boa a I,loo rs.
Champanhe das marcas mais acreditadas a
tmente.
Banha de porco refinada a 520 rs. a libra.
Vinho em pipa Porto Figueira e Li6boa a 4oo,.
48o, 5oe, 56o rs. a garrafa, em caada
2,8oo 3,ooo 3,5oo e 4,ooo rs.
dem em barril o mais superior que tem vin-
ao mercado a 600 rs. a garrafa.
Lagrimas do Douro especial vinho do Porto a
l,ooo a garrafa e a lo.eoo a caixa, o preco
nao indica a qualidade d'este precioso vi-
nho, porm venbamao Progresso que a vis-
ta faz f, a este genero constantemente man-
damos vir de conta propria e por isso po-
demos vender por menos que outro qual-
quer annunciante. .
g'go.
e a 800 rs. e a
8ab5o amarello de 200 a 240 rs. a libra.
Batatas a 4o rs. a libra.
S nos armazens do largo do Terco.
AGENCIA
DA
FNDICO DE LOW-MOOR.
Ra da Seiualla ora h. 43.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos os
tamanbos para ditos.
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston A C,
ra da Senzalla Nova n. 42.
O GALLO CANTA
J sabido que, guando chega o vapor da Eu-
ropa, o gallo canta annunciando aos seus nnmero-
8 e a lo.ooo rs, o
l.ooo rs. a garrafa.
Serveja preta marca T e XXX a 6,5oo
7,ooo rs. a duzia, e a 600 rs. a
tambera temos das mesmas marcas para 4,1 Camsmhas para senhoras.
e 4,500 rs. a duzia, e a*00 rs. a garrafa. Rkfnissimas ramsinhas cm manguitos e gra-
vatinlias para senhoras : s no Vigilante, ra 4o
dem branca Te cobrinba a5,5oo e 6,000 rs, Crespo a. 7.
carrafa sos fre8ue2es *> galanteras de mais gosto e da ul-
'. tima moda que por elle recebe, como sejam :
n. M, ItM DAS CRJKS N. 36
DO
bilrro de 9ta Antonio.
O proprietario do muito acreditado armazem denominado Progressista tendo
aempre em vista fazer todo o que for possivel para bem servir aos seus fregueses, tem
deliberado vender os seus ja bem conheeidos gneros, de primeira qualidade pefos procos
afeaixo mencionados, e amanea as pessoas qne mandarem comprar por seus criados ou
escravos, serem t3o bem servidas como vindopessoalmente; encarrega-se de aviar qualquer
eacommenda, anda mesmo contendo objectos n3o proprios deste estabelecimento. O
mesmo pede aos seahores que mandarem comprar neste armazem o favor de mandarem j
devolver qualquer obiecto que n5o agradar, devendo os mesmos senbores ter toda atten- vantacens offerecidas oor este Diario ao respeitavel pubco, pelos seus competido-! Serveja de todas as marcas a 500 rs. a garrafa.
, r Sevada nova, a loO rs. a libra a a 2,80o a arroba,
ci com os seos portadores, fatendo-lbes ver que s no armazem Progrem$ia ua ra aas rG9^ e e^jando jar pr0Vas de que pessoa alguma pode vender gneros de primeira qua- (Passas no\> s, a 480 rs. a libra e em caixa ha abatimento.
Oroaes n. 36, que se vendem os melbores gneros por mais barato preco, porque estes 1^^ pelo pre murtas vezes olvidam-ee e vio outra parte onde os servera de maneira a desagradar este pea yan^gem e serem vindas de conta propria. Deliberamos vender, (nSo offenden-
estabetecimento.
Uvas muito novas a 1,000 a libra.
Castacihas a 2oo rs. a libra,
Figos a 320 rs, a libra,
Vinho superior da Figueira e Lisboa, a 400,
440, 480 e 500 rs. a garrafa, e a 2,500,
2,700, 3,000 e 3,400 rs. a caada.
dem engarrafado, das seguintes marcas du-
que do Porto, Feitoria, Nctar, velho secco,
Chamisso, e Madeira superior a 8,500 rs. a
tUiaia 800 rs. a garrafa.
dem Bordeajix de diversas marcas a 640 rs.
a garrafa e 7,500 rs. a aixa com 12 garrafas.
'dem Muscatoi de Setubal a 1,700 rs. a gar-
rafa, e 18,000 rs. a dir/.i.i.
Garrafoes com 5 garrafas de vinho do Porto,
Lisboa e Figueira a 2,100, 2,200 e 2,300
rs. com o garrafao.
dem hrano rauito superior a 500 rs. a garra-
fa e 3,580 rs. a caada.
arrafees com 5 garrafas de vinagre a 1,100 rs.
Vinagre superior de Lisboa a 1,400 rs. a ca-
riada e 200 rs. a garrafa.
Velas,de spermacete superiores a 580 e 640
rs\ o maco.
Manteiga ingleza de 1.* qualidade, a 800 rs.
a libra",
dem de 2.a dita, a 700 rs. a libra.
Mein de 3*. dita a 600 rs. a libra.
dem franceza, a melhor do mercado a 540 rs.
e em barril a 500 rs. a libra.
dem em latas com 2 '/i libras a 1,400 rs. a lata.
Hanha de porco refinada a 500 rs a libra.
ijueijos flamengos chegados ltimamente a
2.000 rs.
Wem prato o melhor que ha neste genero a
700 rs. a libra.
dem do Alantejo muito snpenor a 800 rs. a
libra.
Arroz Carolino e do MaranhSo a 2,800 rs. ar-
roba e 100 rs. a libra.
Amendoas de casca mole a 280 rs. a libra.
Cakinhas com ameixas francezas, de diversos
tamanhosal, 200,1,400, l,800e2,100rs.
cada urna.
Frutas em calda, ameixas, ra'mha Oladia, pe-
.wi^os e alpeoh a 480 rs.
Mannelada de todos os conserveiros de Lisboa
a 600 rs. a libra.
Ameixas em latas de 1 "s e 3 libras a 1,200
e 2,400 rs. a lata e 900 rs. a libra.
Cha huxim o melhor que possivel encontrar
neste genero a 2,700 rs. a libra.
dem hysson muito superior a 2,5oo rs. a
libra,
dem miudinho a 2,700 rs. a libra
dem preto de qualidade muito fina a 1,800rs.
dem mais inferiora 1,500 rs. a libra.
Gr-nebra de laranja a 900 rs. o frasco e 500
rs. os frascos pequeos.
Cbouricose paios os mais novos que ha no
mercado a 500 rs. a libra.
Cognac inglez a 9oo rs. a garrafa.
Marrasquino de Zara a Too rs. o frasco e
8,000 rs. a duzia.
a duzia e 5oo rs. a garrafa, tambera ha
para 4,ooo rs. a duzia.
Grasa em latas grandes a l,3oo rs. a duzh
e Ko rs. a lata.
Vassouras do Porto arqueadas de ferro obra
de muita duraco a 4oo rs. cada urna.
Vinho do Alto Douro das marcas mais acre-
ditadas e especialmente escomido por um
d^ossos socios, corno sejam:Cames, Du-
que, do Porto, D.Luiz, Carcavellos, Cha-
misso Filho, Madeira secco, e Feitoria a
9oo rs. a garrafa e 9,ooo rs. a caixa com
12 garrafas.
Garrafoes com especial vinho do Porto con-
tendo 5 garrafas a 2,5oo rs.
dem com 5 garrafas de superior vinho Fi-
gueira a 2,4oo rs.
dem cora 5 garrafas de vinho Lisboa a
2,loo rs.
Vinho branco de Lisboa proprio para raissa
vindo j engarrafado de Lisboa a 64o rs.
a garrafa.
dem em barril muito superior a 000 rs. a
garrafa e a 4,000 e 3,8o a caada.
Ameixas francezas em caixinhas de 1 '/ 2
e 3 libras elegantemente enfeitadas com ri- Vinho Bordea das melhores jjualidades
Palitos de dentes massos grandes a 2oo rs.
e28ors:
Paltos do gaz a 20 rs. a caixinha e 2,3oo rs.
a groza.
Gela de Alperche chegada no ultimo vapor
latas de 2 libras a 800 rs. pechincha.
Geneb?a de Hollanda garrafoes com 16 gar-
rafas por 6.5oo rs.
dem em frasqueiras a6,3oo rs. e 6,000 rs. ea
56o rs. o frosco alianca-se ser verdadeira.
dem de botija em barricas com quatro du-
zias a 44o rs. cada botija.
dem de laranja em frascos grandes verda-
deira italiana a 1,00o rs. o frasco.
Marrasquino de zara a 72o rs.
Licor francez de todas as qualidades em
garrafas de vidro brancos a 72o e 800 rs.
cas estampas na caixa exterior a l,3oo
1,60o 2,ooo e 2,5oe r*.
dem em latas de, 1 '/* e 3 libras a l,4oo e
2,6oo rs, cada urna.
Figos de comadre em bauzinhos de folha
muito proprios para mimo a l,6oo.
dem em caixinhas a l,4oo rs.
dem em caixinhas ermeticamente lacradas
e muito bem enfeitadas a 1,80o rs.
dem a 2oo rs. a libra.
que tem vindo ao mercado a 72o e 800
rs,, e em caixa a 7,5oo, 8, e 8,2oo rs.
Azeite doce refinado do fabricante Pelanol e
outros a 800 rs. a garrafa.
Conservas inglezas sortidas e de urna s qua-
lidade a 800 rs. o frasco.
Araruta verdadeira a 32o rs. a libra.
Gomma de engommar muito alva a 80 rs.
a libra e 2,2oo rs. a arroba.
' Sag muito novo a 24o rs. a libra.
Passas de carnadas as mais novas que ha no Sevadinha de Franca a 160 rs. a libra,
mercado a 4oo rs. a libra e a 6,000 rs. a
caca.
Ciiigoltnhas.
Riquissimas cirigolinhas ou gravatinha?, sendo
coosa de muito gesto, e a primeira vez queappa-
rece para as senhoras de bom goslo : s no Vigi-
lante ra do Crespo n. 7.
- Pentes de concha.
Ha para chrgar riquissimas guarnieres de pen-
tes de lindo gosto, tanto para atar, como para mar-
rafa, por precos razoaveis : s no Vigilante, ra
do Crespo n. 7.
Kl V no DIIHMIO \. 63
Loja do belja-flor.
Facas para meninos.
Vendem-se faquinhas para meninos a 240 rs.,
ditas de bataneo de um boto a 280 rs. otalh*r.
bravatas para sentara.
Vendcm-sc grvalas para senhora a 500, 610,
800 e 1*200.
Fitas para debrnm de vestido.
Vendem-se litas para debrum, de linho, a 240 a
peca com 10 varas, dita de laa a 800 e 1$, dita de
-di a 1200.
Peonas de aro de laura.
Vendem-se caixinhas de pennas de ac de 200
rs. a 15.
La para bordar.
Vnde-se laa para bordar, de cores claras, a
14800 a libra.
Bonecas de [chora.
Vendem-se bonecas de cera a 800 rs. e 1, ditas
com mascara de tirar e botar a 6iO e 800 rs., ditas
sem mascara a 200, 400,300 e 800 rs.
Colheres de metal principe.
Vendem-se colhes de metal principe muito fwas
a IA o 2oOO para cha, ditas para sopa a 2*000 e
l800^concha para assucar a 610.
Facas e garfas.
Vendem-se facas e garfos a 2800 a duzia, ditas
eravadas a 35, ditas de cabos pretos a .1,8200, ditas
de cabos de bataneo com 2 botos a 6*800, di'as
para doce a 34600, ditas de um botao a 6*, ditas
para doce a 5*.
Chirote para cavallo.
Vende-se chicote para cavallo, para os amantes
que passam fesla a 040 e 1*.
Meias para senhora.
Vendem-se meias para senhora muito finas a
2*400 a duzia. ditas para mininas a 2*.
Papel de diversas qualidades.
Vende-se papel de beira dourada a l*2C0,
1 uvas de pellic.
Vendem-se lavas de pellica Joiivm para scntio-
ra n homum, chegadas no ultimo vapor \i cr-
ranla ntez, para o baile do club rominer tal de
do corrcnle mez : na ra do Queimado n. C>1, Inja
do beija or.
!\aila mais lia'. 10.
Queijo prato muito fresco a 480 rs. a libra, e in-
teiro a 400 rs., botachinha ingleza nn to nova a
200 rs. a libra u 2* a barrica______
FAEINHA FONTAaT"
Farinha da muito acre ih a marra
Fontana i-csemliarcaila htije, vende-se
por preco mais cemmotl do que etn
qualquer outraparte : ni rita da Cruz
n. 4 tasa de V. 0. Bieber k 1. succes-
sores.
KF* lina do Crespo n. 5. '4.'
?a loja de Marcelino ('.. vemle-sej
baretro ffc laa Os cores muito linos :i< >1*T
IH rs. o covadfl, ditos usos com 8 palmos fie ^
^g, largura, ricos soutmbaiqncs de i-aui- ^
"\ braia bordado e oulras militas fazendas y
B de gosto prwprias para o tempo fle f< -1;i "^4
^S chegadas neste ultime vapor, proeat mui- (
ac to em conta. 'Si
ZMZi!\Z ^Sf^fif^ }*,***' ^-'%'*' s
\o armazem de fazendns bara-
tas de dantos Cor E Lo
RA DO QlEIMADO N. 19 VENLK-SK OSK
GUINTE :
Esleir da ludia
para forro de sala, do 4, S e 6 palmos de largura,
por menor preo do que em outra qualquer parto.
Lencos
de panno de linho pelo barato prtco de 2fi000.
Lnces
de bramante de linho tino pelo barato preco de
3*000.
Cohertas de chita da India
pelo barato preco de 2*000.
Lencos de cassa
brancos, finissimos, proprios para Mgibeira pelo
baralissimo preco de 2*000 e 25100 a duzia.
amhraia adamascada
para cortinado, pelo baralissimo preco de 10*000
a peca.
Pecas do cambraia
de lpicos, fina, com 8 1/2 varas, pelo bnratissimu
preco de 4*.
Fil lis* fino
pelo baratissimo preco de 680 rs. a vara.
lira maule de linho
fino comdez palmos de largura pelo barato preco
de 2*300 a vara.
Toallias alrorhoailns
para mao pelo baralissimo preco de 5*000 a dn-
zia. H
Pecas de brelanha
de rolo cem 10 varas propria para saia, pelo bara-
to preco do 3*000.
Sevada muito nova a 12o rs. a libra e 3,2oo
ss. a arroba.
Salm3o em latas ermeticamente lacradas a:
800 rs.
Lagosttm em latas grandes a l,4oo.
Savel, corvina, cherne, vezugo, peixe espada,
preparados pela primeira arte de cozinha a
a l,3oo rs.
Queijos flamengos chegados no ultimo va-
por a 2,4o rs.
dem do vapor passado a 2,2oo
l,8oo, rs.
dem prato do ultimo vapor a 64o rs. abra.
Doce da casca da goiaba caixes grandes a
600 e9oo rs.
2,ooo
aa
sa
un
imLzmmmi
IUV\IIM>
Chouricas as mais novas que ha no mercado
a 48o rs. a libra.
Chouricas mouras encommenda especial nos-
sa a 5oo rs. a libra.
Prezunto verdadeiro de lamego em calda
de azeite 5oo rs. a libra
Bolaxinha ingleza a mais novas croe ha no
mereado a 2,ooo rs. a harriqmnha com
1 arroba, e a 24o rs. a libra.
dem de soda de diversas cjualidades a 1,400
reis.
dem em latas grandes, proprias para lunche,
com 5 a 6 libras per 2,4oo rs.
Marmelada imperial do fabricante Abreu e
outros conserveiros de Lisboa a 600 rs. a
libra.
Frutas em calda de todas as qualidades
000 rs.
Ervilhas francezas a 5oo rs. a lata.
dem portugn/.as a 64o rs. a lata.
Massa de tomate a 64o rs. a libra.
Ajnendoas confeitadas a 7oo rs. a libra,
dem de csea mole a 28o fp. a libra,
Avelans a 2oo rs. a libra.
Macarro a 32o rs. a libra.
dem e talharim o mais novo que ha no mer-
cado a 48o rs. a libra.
Aletria a 5oo rs. a libra.
Arroz carolino a loo rs. a libra e a 2,8oo rs.
a arroba.
dem do Maranhao a 12o rs. a libra, e a
3,000 a arroba.
Caf do Rio o mais superior que se pode de-
sojar a 32o rs. a libra.
dem a 28o e 3oors. a libra e a 8,2oo, 8,4oo
e 8,7oo rs.
Velas de carnauba refinada a 32o rs. a libra,
e a lo.ooo rs. a arroba,
dem de spermacete a 64o rs, a libra.
Chocolate hespanhol e francez a 9oo e l.ooo
rs. a libra.
Estrellinha e pevide muito nova a 4oo rs. a
libra, e a 2,ooo rs. a caixirtha com oito
libras.
C perola muito especial chegado neste ul-
timo vapor de encommenda particular
nossa a 2,8eo rs. a libra.
dem huxim muito superior a 2,7oo rs. a
libra.
dem hysson a 2,56o rs. a libra.
dem hysson a 2,000 e 2,2oo rs. a libra.
dem preto homeopathico e mnito superior a
2,000 rs. a libra.
Mera nacional a l,6oo rs. a libra.
Batatas muito novas a 80 rs. a libra.
Charuto dos melhores fabricantes da Bahia
e de toav as marcas, como sejam: sus-
amizade a 640 e 800 rs., dito pautado a Ifi, dito
adamascado a 900 rs.
Anvelopes de diversas paliilades.
Vendem-se velones brancos a 800 rs., ditos e
cores a 640, ditos para cartao de visita a 500 rs.
ditos pretos a 800 rs.
Tendo recebido
de mousacos e cam
de mousaeo a 6*300, dito de camapheo a 13*.
Dminos c vispuras.
Vendein-se dminos muito finos a 1*100 e 1*100
e visporas a 800 e 1*.
Enfciles.
Vendem-se enfeites de redes para senhora do di-
versas cores, a 1*000, ditos pretos a 900 rs., sendo
de litas e Motas de aeo, peca de lila de coz com 10
.varas a 360 rs.
Extractes inglezes.
Vendem-se extractos inglezes muito barato, par
que foi comprado em leiiao, e nao se quer conti
nuar, a 320 e 400 rs. o frasco.
ESCRAVOS FGIDOS.
Desde o dia 31 de outubro do coi rente anuo
est fgida a escrava Felippa, a qaal inuo eo-
nhecida pelos signaes seguintes : fui em al
' lempo do Sr. Antonio Jos Rodrigues de Slita,*
dito' magra, estatura regular,fHCuda, amia .mire n Pi-
tea pressada, cabra escura, falta-llie um denle na
freute, est cwn leile nos potos, |hs deivuu mu
crianza sualilha de cinco mezes, levoii vestido um
roupao de cassa j velho, e um chale de merino
cor de rosa, costuna izer que Jorra ; jflga-se
estar criando em alguma casa, ou acontaba em al-
, rnm calup. foi vista duas veips na l'assagem a
SStXSSS^SSZ I EdaleT,'ilha do Retiro, ele. O rpne,;,rio ,,v
^'gaatodas as aulorUados pelieiaes. rapilaes de
campo e mais gente do povo a gmin e a rondu-
zam a seu senhor, na roa do Prineipe n 3, hairro
da Boa-Vista, ea ra Nova n 38. loja. Outro
sim, o proprietario protesta defv j prncespr e
rereber oiintorte dos dias qne ella Ihe falla, desde
que sabio de casa, a quem a tiv.r reeolhiila, ou
aonde for adiada, e gratifica-se bem a qiieni.a
pegar.
iros, havaneiros, messecipes, regala im- Cera de carnauba.
Na roa do Queimado n 43, esquina valla waWaa a r.aa^re^ce.
12' prrhincha.
Paletots de casemira a 5, 6, 7, 8,12 e 14*, ditos
de panno preto e azul a 9. 10, 12, 16 e 18*, ditos
sobrecasacos de panno muito fino por 24* e 28*,
ditos de alpaca preta e de cordao a 4, 5, 6 e **,
calcas de caseiniras de cores a 5, 6, 7 e 8*, ditas
pretas a 6*50(>, 8, 9 e (O*, paletots de fustao e
^anga a 2*, 2*800,3 c 4*, raleas e rolletes de to-
das as qualidades e por preco muito barato, leu*
ces de puro linho a preco de 2*800 jb 3*, coher-
tas de chita a 2*240, collarinhos de linho puro a
600 rs. cada um, e outros muitos objectos que s
vista ; e para isso se pede a attencao des fre-
gueees.
No armazem n. 38 ra da Madre de
Dos, vende-se por preco mais commodo
do que em outra qualquer parte os- seguin-
tes gneros vindos do Araeaty :
Gomma nova,
piros,
erial,
3,5oo,
2,000 e l,6oo rs. a caixa.
flor das mattas, primores a 4,ooo, Dita em velas de differentes qualidades.
3,2oo, 3,ooo, e 2,8oo,
2,5oo, Pedes de cahra
Sola
- Acha-se fgido desde 7 de nevriui.ro o mula-
to Thomaz, qne representa ter 3o a 4o aninis, ltai>,
magro, barbado e com al^ons calndli* bninrun, an-
damio as vezes de paletole chapen preto, muito
conhecido por ter sidoboleeiro doSr. Antonio l.uiz
dos Santos, e perteceu a-Francisen Ruliu>> frrreia
de Mello. sse escravo pedreiro. |^>r issoiim
sido visto em obras nos arrabahles d>>ia i id ai le, e
no Manguind quai-i defronte da estrada da EM*B-
cia, em um sobrado anligo de portadas ainarelwi*,
tem elle mie irraaos. Protestase nao .- pnnet-
sar a quem o tiver acoutado, con) receln-r
os dias que elle anda fgido, e gratiliea-se gemro-
samentita quem o pegar e levar ra do Impera-
dor n. 45, lurceiro andar.
Fugio no dia 16 do correte da ri-"*!* da
Areia da provincia da Parahiba ilo Norte, o es-
cravo de nome Hemelerio, condimndu Ulli r.tv.ill>
e um cachorro, sendo o cavallo easi.inii.i, n. s Os
calcados de branco, o eseravo rrtunh. cor pn-tj,
bastante barrigudo, ps cambado-, .-en.ii nm niafi
grosso qne outro, lem uina riratria ib en -las
proveniente de chicote, representa 20 ames pos-
eo mais ou menos, bonita figura, e o d-nw tdds
completos e hetH alvos, tendo o rahrtfct earapinhh
porm um tanto solt, nariz aflladn : jueni o pegar
Bidentrega-lo no Brejo d'Areia an Sr. Prarnls
ireos de Wlveira e nesta eidade do ReriA* ao Sf.
Thiago Jos dos Santos ra larga do fon-arfa n. 21,
que se recompensar generesamenie.
Aclia-se fgido desde o dia 8 de uutul.ro 9
mulato Manuel, (pie representa ter 30 anua* de
idade, alto, secco do corpo, cara lie'xiga-a. cubellos
crespos, tem urna ferida na perna direita joul ao
tornuzello do lado de fra, eoien.i.- d<- au 1
gusta da bebida, levou vestido e;ilca oV algnd
nhonova, de enfiar, chapeo de palia de ai nauta
novo e grande, com Ota verde : quem nappielieo-
derleve-oao seu senhor Autouiu Jo.-oiutin ile.AJ-
mvida Guedes Alcoorado,emOliuUa, que ster, bem
recompensado.


m

Bltrtlo d rernttaifeiie Tcrfa ielr i de IftezembrA de i4.
OQUEVaE PELC MUNDO.
langa alguma luz sobro os armamentos da Russia
no mar Negro":
Pars, 17 de outubro.
De una correspondencia de Varsovia dirigida todo o estabeloqiinento saqueado. .Os Boatos para
o Times; ettrabimos o seguinto sobre ocompor- aastar qualquer desconflauta, tinham n*vespera
lamento do soldado russo, por occasio do saque kilo urna visita domiciliaria era casa do Berthol-
feito no palacio Zamovski. Deve notar-se que a di, mas nao foi encontrado aquelle homem tinba
correspondencia favoravel aos Russos, mas ain- sahido d'aqui para CracoTia, e tinha sido acompa-
Damos em seguida urna carta de" ^ as5m os factos ^0 apresentados nestes termos: nhado de Cracovia para aqui. O gendarma nacio-
Os Buasos de Varsovia acrusam-me de ter *' 1ue apunhalou fugiu- A nica pessoa que
commettio-o inexactldoes na minha anterior carta ponsou Prender o "anio, W um offlcial russo,
de 2 de outubro. Eis-aqui urna grave rectificacao: aue Jim ao lado de Berthold.; ouviu um grito,
Senhor.-Oseu boletim de 16 de outubro con- Knipeeki n$ morreB de uma > cauda correu ao corredor cora urna pistola na mao, mas
tem uma allusao relativa as forca* navaes que a polo ,mo Namnha w|a tve ocuidado de di. *rma rrou fogo.
Russia mantera no mar Negro, com onome ou com Icr que os assassnatos e v0lagocs que se commet- No dia seguinte da occ upaglo do hotel da Eu-
o pretexto de navegacao commcrrial. : teram eram indignos. Accrescentarei agora que roPa> era muito curioso observar a perplexidnde
Se Ihe pode ser de algum interesse possuir a todas as mulheres que residiam na casa Zamovski cora aue os empregados do camiuho to ferro per-
oste respeito informacSes mais exactas, eu estou (isto na casa que pertencia ao conde, e que est un,avani aos viajantes para onde queriam diri-
nas circumstancias de Ih'as fornecer. I situada do lado do palacio), tiveram licenca para''1*"56 : Para bole' da Eur<>P>- Aqui alo ha
As potencias europeas possuem no Meditrra- 8e conservar ali durante a noute que os soldados hotel da Europa.^Mas como responden um va-
neo e no mar .Negro tres grandes companhias de" ^tu.ram ** a eu respeito, o que no dia
navegado,
a saber : as Messagcrias imperiaes, da' I^m!.-" *!"*"! CndUZr ?S tMl0inT
Frauga a companhia peninsular e oriental, da In-
glaterra ; e o Lloyd, da Austria. A Russia quiz tam-
bemter a sua, cuja sede fixou em Odessa, dando-lhe
o nome de companhia russa de navegacao e cem-
in^rcio ; navega no mar Negro at Constantinopla,
c no Mediterano s se estende at agora Alcxan-
dria, tocando nos portos de Analolia e da Syria.
t Como aquellas tres antecessoras, a companhia
russa subsidiada pelo seu governo, mas cora uma
liberdade infinitamente grande. Sera entrar em
detalbes, bastar dizer que, para cada uma das tres
companhias, franceza, ingleza e anstriaca, a sub-
venco chega a i' fr. por legua martima (de 3 mi-
litas ou '.''O metros), emquanto que na mesma
distancia a subvencao russa chega a 7,'j fr.
Vae agora comprehender d'onde provm esta
differenga. A laxa das tres primeiras subvencoes
najo chega a melade das despezas que custa a na-
vegacao ; pelo seu trauco que as companhias
teem de se prever do resto, quando, gracas sua
subvencao, a companhia russa pod navegar per-
foitamente vontade, e todava tirar ainda provei-
to. E difficil dizer a quanto monta esse lucro, por-
que esta companhia tem sido at hoje administra-
da de urna maneira muito desordenada. Mas qual-
quer que seja essa desordem, impossivel admittir
que chegue a despender 7i> fr. por legua-, isto pa-
receo de todo inadmissivel.
c D'onde provm este excesso de liberdade ?
c De dous motivos :
Em primeiro lugar, todas as aeges estao as
mos das primeiras personagens do imperio (pre-
tende-se mesmo que o imperador faz parte da com-
panhia, estando nella muito interessado).
t O segundo motivo claramente poltico.
O armamento das outras tres companhias
puramente commercal pelo menos, a companhia
ranceza est autorisada a empregar capitaes de
fragata para commandar os dous tercos pouco mais
ou menos dos seus paquetes, emquanto que nos
paquetes russos, toda a equipagem, desde o com-
roandante at ao mo^o, pertence a marinha impe-
rial, e tauto que temos visto j alguns paquetes da-
quella companhia commandados por um oficial
com a graduacao de contra-almirante. Foi uma
excepgo, verdade; mas emfim, exisliu. Compre-
hende que, desla organisacao to militar como
commercial, a Russia tira a vantagein de possuir
um corpo de oficiaos c de raariuheiros constante-
mente exercilados, por isso que estao sempre no
mar ; e como a companhia tem uns cincoenta na-
vios, isto uao deixa de comprehender um pessoal
muito respeitavel, tanto que os seus paquetes sao
armados com uma equipagem muito mais forte de
que os navios das outras companhias.
Debaixo deste ponto de vista, sao incontesta-
veis os servidos que a marinha russa alcanca des-
ta organisacao.
t N'ura momento dado, todos esses navios de
cominercio poderlo transformar-se em navios de
guerra? Quanto a mim, da ultima evidencia que
no momento em que se concebcu a idea desla
compauhia russa, fo o que o governo apresentou;
mas, preciso confessar tambem que os recentes
aperfeicoamentos da marinha militar tornaram es-
te projecla absolutamente Ilusorio.
Estes paquetes russos nao tem portinholas, e
o toinbadilho nao rae pareceu dispesto de maneira
que possa receber uma batera. Quanto a coberta
naojulgo que se possam ali esUbolecer mais de
seis ou oito pegas, ou no extremo, o mximo dez,
de maneira que o nico servigopara que poderiam
prestar-so, sera serem empregados como trans-
portes armados em esquadra, ou sua rapidez, co-
mo avisos; mas, em psesenca dos formdaveis cn-
genhos de qac a marinha dispdc presentemente,
uma forca deste genero ou nada, quasi a mesma
canta.
D'aqui conceb eu que a Russia teve a tencao
real de se crear no mar Negro uma marinha mili-
tar subrepticia ; que saenficou sommas considera-
reis rcalisagao deste projecto; mas que os pro-
gresos feitos na archtectura naval militar torna-
ram ineficaz esta tentativa.
Sou, elc.-wJ. Kalisk.
Ihe pejtenciam. Foi isto que rae referiu um Pola-
co, cujos par entes solTreram grandes perdas na-
quelle saque.
Oulro Polaco que foi conduzido cidadella,
mas que depois foi |)osto em liberdade, me assegu-
ra que a disciplina dos soldados era boa, e queel-
les s obedeceram s ordens que roceberam, e
que entre elles nao havia embriagados. Os homens
eram mandados por destacamentos de cinco para
cntrarcm em casa e lancarem os movis ra.
Muitos pianos de fabricas venezianas foram arre-
messados pelas jancllas, fazendo-se em pedacos.
O de Chupn, mais solidos, apenas quebrou os pos
na queda.
Mas os soldados que conduziram os homens
cidadella pareciam mais excitados, e disputavam
entre si qual havia matar os presos. Estes Po-
lacos sao evidentemente uma raga dainada-, di-
zia um soldado, que marcha va atraz do preso que
foi posto em liberdade, c que me referiu estes fac-
tos : nao sao chnstos, o nao se pode fazer nada
delles. O imperador tom-lhes perdoado umitas ve-
zes, e elles rocoraecam de novo a lula I Era ne-
cessaro mata-Ios bayoneta, e acabar com elles
de uma vez.Nao, responda outro, preciso dei-
xa-los ao carrasco. Se os matamos, cada um de
nos ter um peso na consciencia : mas preciso
enforca-los. Um otDcial que chegou fez restable-
cer o silencio as fileiras, e accresccntou : cLera-
brae-vos de que estes desgranados perderam tudo
quanto tintura. > De repente, os soldados que sa-
quearan) as duas casas (porque, se o palacio nao
o completamente saqueado, a mobilia licou quasi
oda despedacada, e os objectos de preco forara
roubados) estavara todos dispostos para se langar
sobre os presos.
t- A menor imprudencia teria provocado uma
explosao. As tropas julgavam que as bombas ti-
nham sido laucadas da casa Zamoyski, e os cossa-
cos que acompanhavara o general Borg indicavam
com o dedo a janella por onde pretendiam ter sa-
hido os projectis. Um cossaco tirou o seu grandio-
so bonet circassiana, de la, e fe-lo cahir sobre
uma bomba, que ainda nao tinha rebentado. A
explosao teve lugar dentro do bonet e nao feriu
pessoa alguma. Pareca d'aqui que alguns daquel-
les projectis nao eram bombas Orsin, mas bombas
ordinarias, que rebentam por meio de capsulas.
jante ainda ali estava ha dousou tres dias. Afi-
na! o embregado rosolveu-se a dizer :1 Commet-
teu-se um grande crime, e est oceupado. 1 Os
viajantes afastaram-se procura do outro hotel
onde se nao corresse risco de ser expulso repenti-
namente, e de passa r doze horas no pateo.
L-se no Courrier du Dimanche :
Como o tolegrapho annunciou, a assembla
nacional da Grecia, na sua sesso de 17 de outu-
bro, promul|OB ura decreto qua infama os mem-
bros do ministerio Miaulis.
Eis e texto do decreto :
O membros do ministerio de sangue (lou
rimatos), do 1 de fevereiro de 1862 (data da
t insurreigao de Nauplia), Ath. Miaulis, Ch. Chris-
topoulos, D. Botzaris, M. Potles, Eust. Simos e
Andr Condeuriotis, ficam privados durante dez
< annos dos seus direitos polticos. >
A resolueio tomada pela assembla produziu,
segundo nos dizem, e nao poda deixar do produ-
zir era Alhenas entre todos os homens moderados,
uma penosa e dolorosa sensacao.
As circumstancias em que foi promulgado o
decreto de 17 de outubro dam-lhe um carcter
particularmente sensivel para o re Jorge e para o
rei Leopoldo.
Nenhum dos agitadores da assembla pensa-
va, quando se pensou em Athenas que Mr. Crsto-
poulos, um dos membros do ministerio Miaulis, se
achava em Bruxellas, por occasio da passagem
do rei dos Mllenos, e que jantra com este prin-
cipe mesa do rei dos Belgas. Os agentes demo-
raram-se tanto menos em se estender para dar
uma hcao a nova realesa, quanto as susceptibili-
dades pessoaes animavam de longa data Grivas
contra o coronel Bolzars, e Bulgaris contra Con-
dounotis e Miaulis.
Deixaremos aqui fallar os nossos corresponden-
tes, lembrando smente que sao de origens im-
parciaes :
, t Preparou-se o publico para os tribunaes, e
attrahiu-se a guarda nacional que estava de servi-
do, de maneira que a assembla se viu collocada
na dupla presso dos tribunaes, que pateavam, c
dos guardas nacionaes, que callavam bayoneta
contra os representantes que queriam sahir. De-
pois da votaco, a guarda nacional gritava : vira
a revotueol
gadora ha de aJcancar-vos, ainda que vos encon-
tr no lngaf ma* agrado. Nao juhjo alm disso
nocessario, communicar-vos os motivos que nos
obrigaram a este arto, por Isao que devereis sen-
tl-loi na vosea consciencia. I
< O ebefe da commissao M. A. T. (Morte aos
traidores). O secretario Krotuki-Morei.
A commissao do Natioualveren, tomou a se-
grate resoluco, para submetter ao voto da as-
sembla Nationalverein, que se reuniu no da 19 :
c O nosso grande movimento nacional obrigou
de novo os principes allemaes a confessar a legiti-
midades O povo allcmo deve lembrar-sc. Desde
ja deve elle pedir, cora voz ainda bem alta, aos go-
vernos que cumprara allnal a obrigago que reco-
nliecerara de novo, de por termo a um estado de
rousasque.nao acceitavel, e de tomar parte na
creaeao de uma nova Alleraanha.
O acto de reforma apresentado pela Austria,
e deliberado no congresso dos principes em Franc-
fort, nao basta para dar satisfacao ao direito da
nacao, da uuidade e da liberdade. Pe em perigo
o desenvolvmento liberal e mesmo as bases cons-
tituclonaes dos estados particulares, principalmen-
te pela exlensao dada polica federal, pela dis-
posedes sobre a assembla dos principes, pela
composiyao e competencia do tribunal federal e da
assembla dos delegados. Delxa subsistir todos
os vicios da nossa constituicao geral, debaixo de
Art. 8. Qualqoer eontraveneSe d'este regola-
ment ser primeramente ponida com a adver-
tencia ; depois de tres advertencias,. ser pro-
nunciada uma suspeusio temporaria ou defini-
tiva.
A France, continuando, diz l
Permitte-uie aorescoatar algumas palarras re-
lativamente aos camponezes na Polonia. Pens que
todo o meado admiuir que comquaituas circoms-
tanciaa e asmis grosseiras mentiras tenham, at
corto ponto podido suspender a svmpathia dos
camponeaes n'algua? districtos, tem elles sido
trtanos peto governo nacional segundo o principio
. que este representa. No comeco da insurreican o
1 Lendo estas extraordinarias d'sposicoes^ cojo g0.,crnC) naciona| proclamou urna medtda que o go-
verno russo nunca (omou nein projeciou, deixar
aos camponezes na, a a trra era que trabalham
ma tambem direitos eguaes aos do resto da pouu-
larao.
maior inconveniente tornar o governo egypcio
responsavel de tudo o que se imprime, de tudo o
que se publique no Egypto, leaibramo-nos da car-
ia memoravel em que Napoleao I, indignano-se
de haver sido restabelecida em Franca a censura,
sern a sua vontade cscrevia :
1 Dirc mais uma vez, nao quero censuras, por-
que nao quero ser responsavel pelos disparate, que
se impriraem, porque nao quero finalmente que
um empregado tyrannise o espirito e mutile o ge-
nio. >
Eis o discurso pronunciado pelo principe
Czartoryshi, na commissao nacional palaca em
Londres :
t Scnhores. Chegado a Inglaterra bq pouco
das, considero como um dever, e como um grande
prazer para"miin, apresentar-me perante esta com-
missao da lian nacional para a independencia da
novos nomes e de aovas formas, nao contera mes- Polonia, adra de vos dirigir e ao vosso presidente,
de ha muitocampeaododicado do meu paiz, osmeus
agradecimentos c os do governo nacional pelos
grandes ser vicos prestados nossa causa pela li-
ga. Agradecend-vos do mais profundo d'alma,
nao hesito em dizer com altivez que o meu. paiz
merece o ioteresse que por elle tendes.
c Os Polacos em geral estao convencidos de que
os ofBciaes russos tomaram parte no saque, outros
negam. O coronel aecusado de ter tomado parte
activa nestas sceuas de dcstruiQo, c que no dia
seguate foi morlo por um gendarma nacional, nao
pertencia ao exercito; era coronel de polica. Ha
pelo menos um offlcial russo, capitao da guarda
imperial, que se conduziu bem neste negocio; de-
pois da priso do principe Lubomirski conduziu a
princeza para casa de um dos seus parentes. O
mesmo offlcial fez diligencia para alcancar a liber-
dade para muitos presos evidentemente innocen-
es.
Lamento e detesto a theoria que diz que os
Russos sao uma raca aborainavel, que devia ser
banida da Europa. Seria muito feliz de poder
desmentir alguns actos barritis, indignos de ho-
mens que pretendem o titulo de europeus. Mas
vi ferir e mutilar gente, que estava desarmada.
Conheco um homem, que conduziu para um hos-
pital galitziano um insurgente, que encontrou com
um ferimenlo no peito cheio de areia, e na cida-
della de Varsovia houve quem fosse espancado ao
ponto de perder as forc-as. verdade que Kru-
pecki nao morrea de apoplexia, que s um filho
do conde Andr Zamovski fo preso, e que o ge-
neral Berg tinha, ao que parece, as melhores in-
tencoes, fazendo queimar a mobilia da casa assal-
tada quera, por amor da disciplina, impedir os
soldados do saque.
Pobres Russos! Fajara o que fizerem nunca
se est contente.
1 Tendes sera duvida ouvdo fallar da maneira
summaria, por que o hotel da Europa foi oceupa-
do. Bertholdi, espiao russo, que ali morava, foi
apunhalado no seu quarto pela manha, quando
tomava caf A casa foi inmediatamente entre-
gue aos soldados; os habitantes foram expulsos, e
conservados todo o dia no pateo da casa, sendo
t Desde entao reinou em Athenas, um verda-
deiro terror. A reprova^o unnime dos homens
de bem e das legagoes estrangeiras, foi a nica
cousa que poude impedir, at hoje pelo menos (23
de outubro), que a assembla procedesse a novas
proscripQoes, por que j havia preparado uma lis-
ta de 180 offlciaes, e de muitos funecionarios ci-
vis. y '
No entretanto, a anarchia chegou ao auge. A
artilharia recusa mandar para Athenas, segundo
as ordens, a batera que devia dar as salvas che-
gada do re, o o ministerio teve a fraquesa de re-
correr s nslruccoes, para ver triumphar a re-
sistencia
O club dos offlciaes da guarda nacional pro-
mulga decretos sobre medidas de administracao e
de governo. Prepara-se uma grande manifestaeo
contra Philemon, secretario do rei, e s se hesita
sobre a questo de saber se ter lugar esta tarde
ou depois, em presenca de S. M.
1 Fazem-se todos os dias, nos cafs, os prop-
sitos mais insultantes, contra o conde Sponneck,
tanto por parte do publico como dos membros da
representadlo nacional. Esta larde receiam-se
desorden?.
Segundo escrovem de Berln, Mr. Bismark
recebeu a sua sentenca de morte, decretada por
uma commissao revolucionaria.
mo um meihoramento suficiente da actual consti-
tuicao ; fortalece a posicao particular da Austria,
e dos reinos que vivera da Prussia e dos outros es-
tados ; garante completa soberana dos estados
particulares e confirma a exclu/o dos principios
verdadeirmente allemaes.
A realisacao d'esta reforma nao seria mais um
passo para a unidade. O partido nacional deve
pas combat-la com todas as suas forcasv As con-
tra propostas prussianas nao sao menos insuficien-
tes, se effectivamente esse governo as pode apre-
sentar seriamente.
O partido nacional mantem Arme a constitui-
cao imperial de 1849. O seu fim e ser o da
fundacao de um verdadeiro estado federal. Nao
registra meio algum que possa approximar-nos
d'esse fim, mas nunca abandonar o terreno-jur-
dico da nacao. O proprio povo allemo, represen-
lado n'um parlamento livremente eleito, o nico
que pode decidir sobre o seu direito constitucio-
nal.
A Europa, cont as seguintes informa-
cSes sobre os trabalhos da conferencia de Nurem-
berg:
Quinta-feira, pela manhaa, 21, dez ministros
dos negocios estrangeiros se ackavam na reunia:
Mrs. de Be'ust (Saxonia), de Schrenk ( Baviera )*
de Plater (Hannover), de Hugel (Wurthemberg),
deDalwigk (Hesse), de Krosigk (Saxe-Meiningen),
de Laener (Lippe-Kchaumbourg), de Richberg
(Austria).
t Mr. Ab, ministro dos negocios estrangeiros
em Cassel, em consequencia de urna indispos'cao
s pode dirigir-se a Nuremberg no sabbado. Hes-
se Eleitoral tinha prestado o seu voto antecipada-
mente s decisdes dos outros confederados.
Todo o dia de quinta-feira se passou em sim-
ples conversacao entre os dous ministros. Leu se
de novo a memoria dirigida pelo gabinete de Vien-
na aos signatarios dos trabalhos de Francfort, com
um despacho particular de 8 de outubro. Este,
resumindo e commeatando a memoria, produziu
excedente impresso nos gabinetes.
A 23, os ministros tiveram duas reunies offl-
ciaes, uma pela manhia, oulra de tarde, de tres a
quatro horas cada uma Os debales foram labo-
riosos. Cada um dos ministros fazia valer uma se-
rie de consideracocs sobre a attitude da Prussia e
a respostas que se Ihe devia dar. O conde Planten,
ministro do Hannover, insistiu na necessidade de
temporsar, e de deixar em todo o caso a sua li-
berdade de accao aos governos respectivos. Emflm,
no sabbado de tarde, esta vam de aeerdo sobre os
pontos seguintes:
*. O gabinete e Vtaina responder primeira-
mente a Prussia;
i* Os outros gabinetes apoiarao por nMo de
despachos separados a resposta d'Austria;
3." Os principes signatarios da obra- de Franc-
fort conservar-se-bao mabalavelmeate fiis;
4.* As tres propostas prejudiciaes apresentadas
primeiramente pelo relatorio dos ministros prussia-
nos ao seu rei, e depois solemnemente enunciadas
por (imlherme I na sua caria aos principes, sao
inacei lavis, e nao podem servir de ponto de par-
tida para as negoriagoes ulteriores.
Cesta maneira, a Austria viu mais uma vez
a sua causa da parte dos seus confederados, por-
que ella nao entendeu dever insistir na redaccao
de uma resposta collectiva da Allemanha, mais ur-
gente proporco que a questao parece dever re-
bentar no continente europeu. Seriam mais um
passo as conferencias de Nuremberg ? Nao nos a-
trevemos a afflrmar.
L-se na France :
Vamos publicar o curioso regulmento que o
governo do Egypto decretou contra os jornaes Foi-
nos revellado por ura jornal francez L'Egijpte, quo
publica no Cairo, e que recebeu uma communica-
jao offlcial:
Art. 1." Absler-se absolutamente de qualquer
critica dos actos do governo.
Art. 2. Evitar com cautella qualquer polmica
sobre questoes que nao toquem directamente ao
imperio, e que possam atacar as boas relacoes que
existem com as potencias.
tM. 3. Publicando correspondencia das provin-
cias, limitar-se a referir os acontecimentos, sem
julgar nem criticar os actos dos funecionarios e
nao publicar correspondencias senlo depois de as
ter communieado repartigao da imprensa.
4. Como o lempo material nao permitte a-
A nossa causa, ainda que os gabinetes e os di-
plmalas possa mofar d'ella ou deprecia-la, ver-
dadeirmente a vossa eausa.a causada ordera e da
civilisaclo, e de tudo quanto precioso nos prin-
cipios e instituces do occidente.
Os camponzes nao teem que se queixar do go-
verno nacional, ao contrario lem-se mostrado roui-
tas vezes ardentes partidarios da causa nacional;
uma causa provada com o fado de que em todas
asexecucoes polticas, assimseoroo nos campos
de batalha da Polonia, se teem visto campone-
zes em grande numero combater e morrer ao lado
dos nobres, dos eccleeiaslicos e dos artistas pela li-
berdade da patria commum. Nao pode duvidar-
se que o numero de camponezes que combate as
lucirs dos insurgentes augmentara consideravel-
mente, se o gorerno nacional podesse fotneccr-lhe
armas.
A verdade que uma iosorreicao qire dura
nove mezes em presenca das numerosas tropas-mos-
covitas na Polonia, nao teria podido durar sem o
apoio de toda a poputacao rural.
Senhores depois dte alguma palavras que cor-
roborara o eloquente diecurso do toso presidente,
entrego a causa do meo paiz, con profunda gratis
nao, ao tosso apoio e ao da livre e poderosa Ingla-
terra.
A PHonia est en> armas para reclamar os
seus direitos inabalaveis, os direitos que Deus Ihe
conferir* e a sua historia, e posso tambem dize-lo-,
os servics que preslou Europa. Esses direitos
representan) a liberdade individual a egoaldadepo
litica e religiosa perante a lei, justica feita a todas
as classes do povo, a todos os Polacos de- todas as
ieligies e-de todas as crencas : a liberdade do
commercio, o respeito dos direitos da propriedade,
e das nossas- relacoes com as outras nac5es, o res-
< Nao pedimos ao vosso nobre. pan mais do que
o que julgamos, que est no> caso de nos eonceder,
pela honra eeonsciencia.de consultare-seu interres-
se, naluresa e os seus principios, e seb- a inspira-
cao da justica-, a saber : a retirada da saa sane-
cao soberana da Russia sobre a boss patria, e o
reconheeimento dos nossos direitos cono- beilige-
ranles. Da mesma maneira, pela nossa historia do
' passado, pela nossa oppressao e pelos nossos selTri-
" mentos seculares, e dedicacao pela liberdade da
nossa patria as lulas presentes e passadae, sol ci-
temos toda a vossa sympathia e ledo o vosso apoio
moral, se nada maie nos derem. Para o resto,, re-
corremos nossa unio, energiay eoragera, e ao
todopoderoso e justo Deus dos exercitos.
peito dos mesmos direitos que reclamamos para
nos. Sao estes os principios de que seproeiamou 0 n0. )ez diri jn ^ federa,ias
representante- o governo nacional. | segaintes BoUa. ^bris as questoes des ducarfcs-:
Nao careep lembrar a pessoa alguma su! ,_27 de ^.^ 1863._Sen|I0r. 0 governo
conducta, e alinda menos a vospenhores, porque elle d(J g M goube com m(liu in(luietas5o qnefca ifV
tem parte em praticar os prineipios que professai
Procedendo asskn, tem-se tornado forte, comquaoto
seja anonymo, tem-sido prompta e universalmente
obedecido, porque exprime as aspiracoes do paiz,
e mesmo por elle representar a idea do direito
e da justica, que ooppressor, apesar do seu poder
brutal, se esforcacm vao para o destruir. Sao es-
tes factos, senhores, que difficil concordar com as
assercoes dos nossos inimigos e dos seus partida-
rios, pouco numerosos em Inglaterra, e eu tenho a
satisfacao de poder dizer que elles pdem em duvida
a denlifleacao da poltica do governo nacional corn-
os principios a que nicamente deve a sua existen-
cia, e que tao alto e por diversos modos lera pro-
clamado perante o mundo. Nao tendo a seu favos,
nem o direito nem a verdade, tero, recorrido a ia-
sinuacoes prfidas,, c principalmente aquellos qoe
podem servir para engaar a opinao publica em
Inglaterra.
Aasscreao deque a nossa lula de independencia-
nao deixa de ter urna feicao ultramontana, eviden-
temente uma manobra deste genero. E fcil per-
ceber qual o fim de uma scmelhante insinuacoi
Os nossos inimigos sabem perfeitamente que entre
o povo inglez nada ha que tenha tanto direito, como
a liberdade religiosa. Os mais nobres filhos de In-
glaterra leem derramado o seu sangue pela con>-
qnistt d'este bem precioso. Enegrecer a Pausa da
Polonia debaixo d'este ponto de vista, e representar
a nossa luta pela liberdade nacional, poltica e re-
ligiosa como uma guerrade religo, psrece ser unr
estratagema astutamente imaginado. Felizmente,
as suas aecusaedes leem cabido perante o julga-
mentn da opinio publica.
O povo inglet ainda nao ouviu um nico Po-
laco, que, deixando de professar a religio cathol-
ca, se queixasse da ser perseguido pelo governo
provisorio. Ao cootrario, tem sempre presentes a
memoria os tratamentos crueis inflingidos pelas
autoridades moscovitas aos representantes espi ri-
maos ou temporaes das communhoes protestantes e
israelitas em Varsovia.
O povo inglez nunca ouviu fallar do prosety-
tismo dos polacos, mas sabe bem que cinco milhoes
de Polacos foram toreados pelo czar Nicolu, por
meio de toda a especie de torturas physicas e mo-
raes, a entrar no que se chama egreja orthodoxa
grega-russa. Emfim, sabe que o governe russo,
que em Inglaterra ousa fallar de liberdade religio-
sa, mantera no seu paiz as mais severas penalida-
des contra os quo abandonam a religio russa, e
forca os paes das diversas religies a educar os
seus Glhos na egreja orthodoxa.
federal de Francfort nutre a intencao-de tomar em
considerarlo urna exeeucao federal 90 Holstein
< Sem discutir a ordenanca do rei da-Dinamar-
ca, datado de 30 de margo, o governo de S. M. en-
carrega-vos de fazer saber quanto para desejar,
que as compheacoes eos perigos existentes na Eu-
ropa nao augmeuteai ainda mais.
A Austria e a Prussia negaram-se em 1861a .
negociar sobre os assumptos do Holstein. sem ao
mesmo tempo regular o de Schlesnig. Mas estes-
ltimos sao de um carcter internacional,.edeviam
ser discutidos com a maior tranquillidade e muita
reflexao pelas grandes potencias europeas; e nao
pode ser resolvido peta dieta federal do Franc-
fort. >
2.*14 de outubro de 1863.Senhor. Dfgnae-
vos manifestar ao> presidente da dieta federal, que
o governo de S: M. tem motivos para acreditar nue
a resposta que a Dinamarca ha de dar 'dieta( evi-
denciar a predisposiclo em que est de modificar
a patente de 30 de marco, no sentido da* resokirao
federal de margo de 18bQ<; isto torna-la proviso-
ria at que se-esteja de acord com a Allemanha
sobre a situadlo definitiva do Holstein.
Deste modo os Estados do Holstein conservara
os seus privilegios constituoionaes reconheoidos na
prente reaL
Mas se isto se verificar, a Dinamarea.espera
o adiamenio da e-tecuca federal.
Dignae-vos expor ao presidente da dieta fede-
ral, que una exeeucao federal, ainda mesmo sup-
podo que seja limitada rigorosamente ao-Holstein,
nao poder levar-se a effeito sem augmentar, as til
acuidades existentes.
muo provavel que o governo dinamarqus
responderse com represalias e com um bloqueio
muito prejudicial ao commercio alleraao.
Mas essas medidas produziriarai tao grande
irritacao na Allemanha, como a sua execucaov na
Dinamarca. Novas difficuldades se oBooriam a um
.ajuste pacifico.
< Se entao a guerra se estendesse- de no*o ao
Schleswig e ao Jutland, haveria motivos para lem-
brar que a Austria e a Prussia, assim comea Fran-
ca e a Inglaterra, estao obrigadas pelo, tratado de
1852 a respeitar a integridade e independencia da
Dinamarca.
FOLHETIM.
A CONDESSA DIAJVA
POR
MR. MARIO l'CUARI).
XXV
(ContmuaQo do n. 273.)
Art. _
presentar noute provas da impresso, os redac-
Este documento,remettido pelo correio, tem o tores sao obrigados a explicar verbalmente, pes-
sello de Barcellona, e a data de 17 de outubro. sda que dirige a reparlicao da imprensa, o conte-
~4u<4n om ,' Ai I do do artigo de fundo do jornal que deve appare-
red.gido em francez, e diz : c e g *.f as observa6Jes que neste caso se jul-
A S. Exc. o ministro presidente, Mr. Bismark-! gar conveniente fazer-lhe.
Schoen-hansen.Rerlin.A commissao da propa-' Art. 5. Para evitar que se propaguen) falsas
ganda revolucionaria acaba de vos julgar perante noticias, deve consultar a repartidlo da imprenta
o spii tribunal condemnando-vos morte nnr una- an,es da PunIicaC do Jornal-
o si u irraunai, conacrananao \os a morte por una-, An g_ ()s joruaes devem prestar as suas co-
mmidade de votos, e fixando a execugao para | lumnas srefulac5es e rectificagoes dos artigospu-
uma das primeiras semanas do mez prximo. blicados na Europa, que Ihe forem apresentados
intil querer evitar a vossa sorte ; a sua mo vin-' pela rcpartiglo da imprensa
natural que se observassenv estas obriga-
gocs, mas poderiam sustiitar novas comnlicagSes
Senhores, nao nos demoraremos mais n'estas
aecusagocs, por que difflcil dizer o que nos cau-
sa maior desgusto, se o pouco fundamento das as-
sergoes, se a audacia com que ellas se fazem. Es- ^ Francfort,
peremos antes que estas curtas observacoes, e a 1
lembranga de factos incontestaveis, bastara para de- 0 erD0 de s M admt|fr compte senganar a quelles que acceitaram de boa fe estas pretenQ6S da confederago rclavas ao Holstein
allegages dos nossos inimigos Esperaremos que m Lavemburg0. mas de epinio que se as re-
a verdade mostr qual a medida.das aecusagdes clamaQ5tS da UBta se |jmitossem aos ducados ai-
dos uossos inimigos. Mas se vos tica alguma duvi- ,emae| poderiam ser satisfeuas sem necessidade a
da sobre o que diz respeito a Polonia, nedira para eXftCUQao federal e sem os perigos que resultara
serem lidos com attencao os documentos publicados -^---------------**-
Essas tristes noticias foram para mim um pesa-
do golpe.
Diana estava ainda as mos do seu algoz, e eu
longo della, sem poder soccorre-la 1 Louco que
fui I Ti ve um dia inteiro o conde ao alcance do
meu brago !...
Procurava um fio que me guiasse nesse la-
byrintho. Era forgoso descobrir o retiro, para
onde elle a levara, e dessa vez mata-lo sem cora-
paixlo I
De repente veiu-me uma inspiraglo. Mandei
chamar o doutor.
Senhor, Ihe disse eu, acabo de receber uma
carta muito importante, cujo conteudo devo com-
mumear immediatamente a meu tutor. Ainda elle
nao se acha de volta na Franca : sem duvida Ihe
ha de ter indicado um meio de corresponderem-se
durante a sua viagem. Ficar-lhe-hia muito agra-
decido, se me esclarecesse a respeito.
Dcsejaria de todo o coracao ser-lhe til, res-
pondeu o doutor ; mas realmente ignoro o lugar
em que se acha o Sr. conde de Maufert. Cor-
respondo me com elle por intermedio do Sr. de
Jouyal.
Fiqnei consternado.
Porm nada mais simples, accresccntou o
doutor ; vou mandar pedir ao Sr coronel que ve-
nha at aqui; e entlo elle Ihe dir o que deseja
saber.
Agarrei-me a esta ultima esperanga. Uma hora
depois o Sr. de Jouval entrava no meu aposento.
Armei-me da maior calma possivel, e repeti-lhe o
meu desejo. O coronel offereceo-se para dar o
conveniente destino minha carta; e, como eu
insislfsse, declarou formalmente que o Sr. de ,Mau-
fert viaja va, e que era sua vontade expressa o
deixar-me ignorar o lugar de sua residencia.
Tudo empreguei ; supplicas, astucia :. nada po-
de conseguir. Queixei-me do meu abandono, hu-
miliei-me a ponto de pedir-lhe por compaixlo a
tudo o coronel oppunha a sua palavra dada ao
conde.
Fa-lo-hei sabedor desta nossa conferencia,
disse elle afinal \ e logo que tenha a sua resposta
tra-la-hei.
OSr. de Jouval retirou-se, e as trovas mais pro-
fundas me rodearan) I
XXVI
Cahi em grande abatimento : o doutor commo-
veu-se desse estado. Uma manhaa enconlrou-me
encostado janella de grades, olhando melancli-
camente para as negras paredes que milavam o
meu horisonte. %T
_ ~ ,9ra' Sr-JJ*r5o> rito e deixe abater assim I
Qne diaho I E preciso sacudir do cerebro essas
negras ideas, e reagir como hornera.
Nao vejo aqni, respond com Indolencia, o
que possa_exritar a minha alegra___
Entao nlo queira estar lio solitario! Con-
sente que Ihe mitigue um pouco o enfado ? Sal ye-
rno nicamente a responsabilidade, e eu o transfi-
nrei para o pavilhlo do jardira, onde ver rnenos
possivel estas grades de ferro, que Ihe despertam
sem cessar a idea de ser prisiooeiro.
O que exige o doutor por to grande fa-
vor ?
A sua palavra de nao tentar evadir-se.
muito Faga pois o seu dever conscen-
ciosamante.
posso abrir-lhe a porta. Os regulamentos me obr-
gam a t-lo aqu.
Entao observe os regulamentos.
A estas palavras o doutor retirou-se, e s o vi
passados dous dias, pois j nlo sahia do meu
quarto.
Achava um prazer amargo o saborear at as
f'ezes o cahx das minhas dores.
Diana deve gemer tambera, pensava com-
migo.
Finalmente um dia annunciaram o Sr. de Jouval.
Leveioseu pedido ao con heciment do Sr.
de Maufert, me disse elle, e na forma da minba
promessa venho trazer-lhe a sua resposta.
Essa resposta sem duvida alguma desfavo-
ravel ?
Nem podia deixar de s-lo, mesmo por seu
interesse. Como tutor o conde tem obrigagao de
tentar ludo o que a sciencia....
' Oh I senhor, atalhei eu, deixemos a minha
pretendida loucura. Creio que nlo ignora que
uma mentira inventada para perder-me.
Concedo, replicou o coronel, pois nae estou
agora disposto a chama-lo a senlimento mais jus-
tos ; se bem que o conde, como sabe perfeitamente,
procede em rirtude de deliberagap do seu conselho
de familia.
Por elle seduzido.
Entao a seu ver urna conspiraglo ? Entre
tanto dev haver alguma pessoa que Ihe merega
conlianca, e cuio desinteresse nlo admita suspei-
ta; por exemplo, a senhora condessa de Maufert,
j ininha sobrinha.
0 que qur dizer com isto, senhor ? balbu-
ciei empallidecendo a este nome.
Quero dizer que consultada por seu marido
que se tem
mim ;
minha
pelo governo nacional-, especialmente o de 15 de
agosto ultimo, em que veris confirmado tudo quan-
to pode ter conquistado as vossas sympathias.
Cemprehenda homem obstinado, que traba-
lho no seu proprio interesse. Uma evasivo abor- ella approva plenamente as medidas
tada !... Deus sabe onde o encerrariara depois I... julgado preciso tomar.
Ao menos aqui senhor das suas acg5es. Cm ou Ella I exetamei. Ella querer que me encer-
dous mezes de paciencia e ser livre. Tenho al- rem n'nma casa de doudos ? isto to impossi-
gumaautoridade, e quando, passado o tempo neces- vel que nao o acreditara ainda mesmo que o Sr.
sario para justificar a minha declaraglo, eu attes- coronel me apresentasse um documento assignado
lar o perfeito estado da sua razio, ninguem ousar por seu punho.
contradizer-me, entao a lei ser a seu favor. Ora,
vamos, d-me smenle a sua palavra sub condi-
ttone de conceder-lhe eu o direito de arrepender-
se, avisando-me vinte c quatro horas antes.
Muito obrigado/ Assim prevenido pode ter-
mo aqui com a maior seguranga....
O Sr. bario deve saber que eu faria o menor
gesto para impedir a sua fuga ; mas tambem nao
Ei-lo, me disse o Sr. de Jouval framente.
E tirou daalgiheira uma carta que me apresen-
tou. Estremec por tal modo que^pppuz estar
prximo a desmaiar. ^
Leia, leia, replicn o coronel.
Tinha medo de abrir aquelle papel: o meu ne*ie
achava-se no enveloppe, escripto pela mao de
Diana.
O Sr. de Jouval nao tirava os olhos de
pareca querer penetrar no intimo da
alma.
Fiz um grande esforgo para dominar-me, abr a
carta, ^-li as seguintes linhas :
< Meu querido afilhado.
Muito me affli^iu a noticia da rigorosa deci-
sao dos mdicos a seu respeito, e sinto profunda-
mente v-lo s, e longe de nos : mas esta cruel
provanga fo julgada iodispensavel. Andr, peco-
lhe que se submetta, e nlo me d o desgosto de
ver o seu futuro comprometido, ao passo que al-
guns mezes de paciencia, e os cuidados do doutor
Schultz poderlo livrar para sempre aquelles, que
o presam, dos sustos que soflrem por sua causa.
Tenho necessidade de toda a minha coragem para
fallar-lhe assim. Espero que voss dar ouvidos
uma amiga dedicada.
Diana.
P. S.Em flns do invern rei agradecer-lhe
a sua resignaglo.
Fiquei aniquilado : o corarlo protestara contra
o testemunho dos olhos.
custo de que tormento Ihe arrancaran) esta
carta ? perguntei. ao Sr. de Jonval levantando-me.
Esta carta, senhor, nlo della.
Porque 1
Porque, tornei com indignagao, porque im-
possivel, porque...
Ella o ama, nao assim ? Completo o pensa-
mento que nlo ousa dizer.
Senhor!
Oh I desculpe-me. Parece que tenho o direi-
to de defender a Sra. de Maufert, minha sobrinha,
contra tristes illusoes, que poderao perturbar-lhe
' o seu repouso. A condessa tudo nos confessou, se-
nhor, tudo ; al mesmo a mentira generosa e im-
prudente, que arriscou, para salva-lo.
Uma mentira para salvar-me / exclamei ater-
rad0- U O A
Suppunha porventura, senhor, que a bra. de
Maufert fosse capaz de esquecer o que deve ao seu
nome ? Ora, vamos ; j que preciso arranca-lo a
esse engao, conur-lhe-hei essa historia. Minha
sobrinha descobriu a louca paixlo que o senhor nu-
tria por ella, e como tinha conftanga era si, nlo se
mostrou oflendida, mesmo vista do seu estado
mental. Na manhaa do da, em que o senhor de-
via comparecer piante os mdicos, ella o foi en-
contrar, egundo nos disse, muito acabrunhado; e
de tao extrema medida.
Pego-vos que entregues copia deste descacho
ao presidente da dieta federal.Russ?IL>
ainda uma vez procurou salva-lo recorrendo essa
generosa mentira, que bem depressa o senhor a
todos patenteou no auge da sua exaltaglo. Eis a
razio porque minha sobrinha, recejando aggravar
semelhante erro, deseja com o seu marido occul-
tar-lhe o lugar do seu retiro. Cunta que a ausen-
cia, e a reflexao o lomera razoavel, e Ihe permit-
an) mais larde entrar em relages que sejam dig-
nas de ambos. Entlo juntos rir-se-hao desta passa-
geira e romntica separaglo...
Basta I exclamei. Tenha a bondade de dei-
xar-mc ; as suas palavras me matam I
Quando vi-me s, atirei-me no meu leito. Tudo
desabava em torno de voim : parecia-me que o
mundo ia acabar, e o sol extinguir-se com a mi-
nha f.
Diana Diana I... Quiz duvidar ; mas a sua
carta de gelo ali estava... e ella tudo Ibes confes-
sra! Essa pura cbamraa que rae alimenta va a
vida, nao era a seus olhos mais do que o triste so-
nho de um insensato, a quem Iludir por miseri-
cordia 1
Depois lembrava-me das mil provas de ternura,
que ella me bavia dado, dos seus combates inte-
riores, seu abandono e cemmogoes; ouvia anda!
soar a ultima palavra de saa consslo, e a inmha '
alma se indignava a essa lembranga I.. Julgava-a ;
muito fraca, e a aecusava por ter renegado esse!
amor, pelo qual eu sottreria o martyrio com pra-
zer, e por me ter abandonado para salvar o seu
repouso.
Tive durante dous dias a idea de morrer de to-
me ; recusei todo o alimento: mas via aproximar-
se rpidamente o termo dos meus das, e morlo
seria de todo esquecido. Resolv viver para dar-
Ihe o espectculo da minan miseria.
Passaram-se mezes, chegou o invern. Espere-a
palpitando de esperarlas. Ella nao veiu I
Juleuei-a morta, o communiquei este meu pen-
samento ao Sr. de Jouval. Das depois elle me
trouxe um jornal e fez lr a descripcao de um bai-
le na corte. Entro as pessoas que nelle tinham fi-
gurado notei o nome da condessa Diana de Mau-
fert Disse-me mais o Sr. de Jouval que ella ha-
via passado dous dias em Carlsruhe, e que se re-
tirara depois.
Da minha prisao vi floresccr a primavera, e o
esto : esperava sempre I Diana escrevra-me que
viria, e em ao menos um recado seu I A nica
pessoa que de mim se (embrava era Bastiao ; to-
das as semanas me escrevia.
O castello de Manfert continuava deserto;
conde nlo apparecera mais ahi. Placido. recebLa
muitas vezes cartas da Carlsruhe; Bastiao subtra-
hiu uma dellas, abriu-a; era do Sr. de Maufert. O
conde nlo revela va o lugar da sua residencia, noui
mesmo ao seu agente privado : ordeaava que dr-
rigisse as suas missivas ao Sr. de Joaval, pois. as-
sim Ihe inam s mos.
Esperei um anno, e a minha solidao tornou-se
de dia em dia mais implacavel. Detxei consumar-
se a minha decadencia :, quasi qne nao existo ; e
por prego desla submissao, que- ella invocava em
nome de uma fingida amizade, nem mesmo me
fez a esmola de urna lembranga sua I
Cangado de to esteris abnegagoes, quiz sahir
da minha prislo sem ter um Um, ama idea, uma
esperanga : foi entao, como sabes, qne se desen-
volveu aos meus olhos a desgraca do pobre .Schultz-
desgraga que eu estava longe de suspeitar antes
dessa crise repentina, suscitada pela discusslo que
tivemos sobre a loucura hereditaria, e de que-
de> conla no cornejo desla historia.
Deus compadecia-se de mim,dando-me resignagao
para salvar essa alma prestes a despenhar-se no
abysmo. Conheci entao esse amor incouuuaasuravel
3iie nenhuma mulber pode tialur, esse amor que
o cu trra vivifica todos os tomos, crea c fe-
cunda essa inspirarlo divina que se chama huma-
nidade...
Ha seis mezes que velo com cuidado por essa
razie enferma que defendo contra os ataques d*
loucura. Est as minhas ralos o repouso desta
familia, que se me tem tornado cara, a inimcujo
corarlo estava reduzdo a cinzas. Palpito, tremo
vivo... mas soflro sempre I Ah I Diana I U)ana !
Wilhelm, nao a amo mais, juro-te. Que viva fe-
liz, satisfeia, mais linda do que nmnea l Horreu
aquella que era a imagem dos meus sonhos : os
anjos a levaram as suas azas.
O' meu bello epu.ro ideal I Em que esphera ce-
leste te refugiaste Y
Nlo a amo mais, Wilhelm, ]uro-te...
Mas, ah Porque correm lagrimas de meus
olhos I...
(Continuar-se-ka.)
L
j
,j
PRNAMBUCtt- TYP. UB-M. F. F. & FILHO.
I


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