Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10254


This item is only available as the following downloads:


Full Text

AMO XXXIX HUMERO 274.

Por tres mezes .itHaitUos
Por tres nenes
00
0
Di ARTO


SABBADO 28 DE WOVEMBRO DE 1863.
Por anno a^nlado.....19$00O
Porte para o sub'friptor. 3$00l)


ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Araraty, o
Sr. A. de Lomos Brasa; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranho, o Sr. Jonquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCO NO SUL
Alagas, o Sr. Claudino Falco Das; Rahia, o
Sr. Jos Martina Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martins S Gasparino.
PERNA
ESTAFETAS,
os dias.
Sfearahyba as segundas e
PAR
Olinda, Cabo e
Iguarassu', fiova
sexUs-feiras.
Santo Antao, Grava*, Hezerro?, Ronito, Caruaru',
Altinho e Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro. Brejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob,
Boa Vista, Ourirory e Exu' as quartas feiras.
Serinhaem, Rio Formoso. Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Ilha de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partem ae */ dia.
EPHEMERmES DO MEZ DE NOVEMBRO.
3 Quarto ming. aos 8 ni. e 26 s. da t.
i i La nova as 4 h., 34 m. e 14 g. da ni.
18 Quarto cresc. aos 12 s. da m.
25 La cheia as 5 h., 16 m. e 20 s. da ni
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 2 horas e 54 minutos da tarde.
Segunda as 3 horas e 18 minutos da manha.
PARTIDA DOS VAPORE8 COSTEIHOS.
Para osul at Alagdas a 5 e 25 -, para o norte at
a Granja 7 e 22 de eada maz? para Fernando nos
dias 14ttes mezes dejan, marc, maio, jul, sel. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Pura ollooife : do Apipueos s 6 '/z, 7, 7 '/,, 8 e
8 i/i da nv ; de Olinda s 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatao as 6'/? da m.; do Caxang e Yarzea s 7
da m.; de Bemfica s 8 da m.
Do Recife : par o Apipueos s 3 /j. 4, 4 '/,, 4 '/2,
5, 5'A, 5 Va e 6 da tarde; para Olinda s 7da
manhiae 4 / da tarde; para Jaboafo s 4 da tar-
de ; para Cachang e Varzea s 4 Vi da tarde; para
Bemfica s 4 da tarde.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do rommercio: segundas e quintas.
Relago: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda : quinta s 10 horas.
Juizo do commerclo: segundas s 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DIAS DA SEMANA.
23. Segunda. S. Clemente p. m.; S. Ozimom.
24. Terca. S. Joao da Cruz c.; S. Chrysogono ni.
25. Quarta. Ss. Erasmo e Mercurio sld. mm.
26. Quint. S. Pedro Alexandrino b. m.
27. Sexta. Ss. Acacio e Facundo presb. mm.
28. Sabbado. S. Jacob da Marca f.
29. Domingo. S. Saturnino ni.; S. Illuminata v.
ASSIGNA-SE
no Recife, em a livraria da praca da Independencia
ns. 6 e 8, dos proprietarios Manoel Figueiroa de
Faria & Filho.
PARTE GFFICIAL.
--------L,--------
(OVEKffO DA PROVINCIA.
tipedieale do dia 23 de norrnhrs de 1863.
Officio ao brigadeiro commandante das armas.
Pela leitura do gf&cio do administrador o correio
des'ta cjiiade, de hontem datado, junto por copia,
tirar V? Exc. atorado de que foram tomadas as
necessarias providencias em ordem a fazer cessar
o abuso a que se refere o oflicio de V Exc. de 20
do crrente, sob n. 2165, do trazerem os estafetas
daquella reparligo fardas com distinctivos milita-
ras, confundindo-se assim com as pracas do exer-
cito.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
C.oberto com o oQicio do brigadeiro coramandante
das armas, datado de 18 do corrente, e sob n. 2150,
devolvo V. S. os documentos que vieram annexos
sua inforniacao de hontem, n. 884, na importan-
cia de 815920, despendida pelo alferes Pelisberto
da Costa Correa, na viagein que fez de Ouricury
para esta capital, conduzindo sua bagagem, dous
recrutas destinados ao exercito, tres presos de jus-
tica e 10 pracas de linha que os escoltaram, alim
de que mande pagar somonte a quantia de /'5A359
nao a de 64J420 indicada em sua citada intor-
maco, visto que pela thesouraria provincial s
d'ivu ser satisfeita a somma de 6 Sutil, correspon-
dente ao transporte dos Iras criminosos.Commu-
nicou-se ao brigadeiro commandante das armas.
Dilo ao mesmo. Transmiti V. S. para os
convenientes exames, a inclusa copia da acta do
conselho administrativo, datada de 16 do corrente.
Dito ao mesmo. Transmiti V. S., para o
flm conveniente, o allestado junto em duplicata,
que me foi remettido com olli.io do brigadeiro
commandante das armas, datado de hontem, e sob
n. 2198, do qual consta haver Francisco Xavier
Correa Gomes, apprehendido o soldado desertor
da companhia de cavallaria desla provincia Emi-
liano Izidro do Sacramento.
Dito ao mesmo.Com copia do oflicio do inspec-
tor do arsenal de mar i ni ia. de 24 do corrente, re-
mello V. S. as seis inclusas conlas em duplicata,
na importancia de 370J98O, do gaz consumido com
a illuminago da casa da inspeceo daquelle arse-
nal nos mezes de agosto outubro ltimos, alim
de que estando ellas nos termos legaes mande pa-
gar aquella quantia, se nao houver inconveniente.
Dito ao mesmo.Ao baro do Livramento man-
de V. S. pagar, visla da con la junta, a quantia do
7783430, em que importara varios objectos por elle
vendidos para decoraco da casa que serve de pa-
lacio da presidencia do Rio Grande do Norte, de-
vendo ess quantia sahir, como solicito o respecti-
vo Exm. presidente, no aflate do 10 do corrente,
constante da copia inclusa, da prestago mensal
qne essa thesouraria faz a daquella provincia.
Commiinicou-St ao Exm. presidente do Rio Grande
do Norte. > -
Dito ao inspector da thesouraria provincial.I
Ao alferes Felisberio da Casta Correa mande V. S.
dade de Direito do Recife nos mezes de fevereiro
e marco do anno vindouro. Communicou-sc ao
director da Faculdade de Direito desta cidade.
Eiprdienle Oflloio ao secretario do collegio eleitoral de Bar-
reiros.S. Exc. o Sr. prasidenlu da provincia man-
da aecusar recejado o uftete que V. S. I he dirigi
em 1S do COfUn*, "Jorhpanhado' das copias au-
thenticas da acta di eleigo de depulados assem-
bla legislativa provincial que se procedeu no
collegio dessa villa.
Despachos do dia 23 de no ve rali ro de i 863.
Requerimentos.
kmandade do Senhor Bom Jess das Dores da
igreja de S. Goncalo desta cidade. Informe o Sr.
Ihesoureiro das loteras.
Joaquim Maria do Espirito Santo.Informe o Sr.
inspector do arsenal de marinha.
Joaquim Jos Leandro.Indeferido em vista da
informaco do brigadeiro commandante das ar-
mas.
Leandro Joaquim de Santa Anna.Informe o Sr.
director do arsenal de guerra se pode o supplican-
te ser admitiido em algum servico que Ihe seja
conveniente.
Manoel Joaquim Xavier Ribeiro.Informe o Sr.
director geral da instruccao publica.
PERKAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
Acaba de ser providenciado pela presidencia no
sentido de previnir-se a oxydaoao nos pilares da
ponte de ferro de D. Pedro II, como nos o hava-
mos lembrado.
Durante o impedimento do Sr. cnsul de
Franca nesla cidade, lira incumbido da gerencia
do respectivo consulado o Sr. Irabert du Chemin.
Communicam-nos a seguinte noticia sobre
dous macrobios :
Antonio Vicente do Avellar, residente na fazenda
M'idre de Ueus, freguezia da Manga da comarca
lie Pastos-Bons, provincia do Maranho, tem ac-
tualmente 105 anno de idade, e anda passeia e
vai roca, s vezes a p. J est ura tanto surdo;
mas a visla e as faculdades mentaes conservara-
se soffrivelinente perfeitas. Possue algama fortu-
na, a mor parte em escravos e boas Ierras.
Ainda bem moco, casarase com Isabel Maria
de Jess, a qual falleceu em dezembro de 1861, na
idade de 94 annos.
A descendencia deste par consta agora de 185
pessoas de 1, 2 at 60 annos.
Avellar e sua iiiulher nasceram e semprc vi-
verain no districto da Manga, termo da Passagem-
Funca daquella comarca..
Reside na dita povoa^ao da Manga, urna par-
da velha, chamada Francisca Michaela dos Anjos,
pagar a quantia de 6">61, por elle despendida! a gual nasceu em Oeiras do Piauhy em 1750 ou
coa o transporte em canoa de Piranhas at Pene- 7*-
do de tres criminosos que condu/.io do Ouricury
para esta capital. t J)mmumcou-so ao brigadeiro
commandante das armas.
Dito ao director do arsenal de guerra. Verifl-
cando-se do exame feito nos cunhetes c mais ob-
jectos remellidos por esse arsenal no patacho na-
cional Brberibr, terein elles chegado a esta provin-
cia em perfeito estado a devidamente acondiciona-
Era ecrava dos jesutas. Quando a ordem foi
extincta em 1759, a pardinha Michaela, nao sei
por que bullas, obtuvo a liberdade ; e, conduzida
logo depois para aquella ponto da provincia do
Maranho, all casou, enviuvou e tem vivido at
ao presente. ^
Poucos lilhos leve, o nao existe nenhtim.
Temos do 5 districlo eleitoral o resultado
dos: assimocommiinieo V. S. em respnsta ao da votai;ao do collegio do Brejo, o qual o se-
sou oflco de 29 de outubro prximo lindo, sob i guinte :
n. 53ft
Dito ao director das obras militares. Fica ap-
provado o ajuste que fez V. S. com Itulino Manopl
3a
Tiveram alta :
Manoel Flor Dorncllas.
Jos Correia de Mello.
Joao Gomes Damasceno.
Malinas (escravo), sentenciado.
OBITCXniO BO DU 27 DS NOVBMMO NO CEMITg-
RIO publico :
Vicencia, eserava, Peniambuco, 20 anuos, O
annos, solteira, Ba-vista : tubercnlos pulmona-
res.
Manoel, Pernambuco, 2 annos, S. Jos ; ana-
zarca.
Maria. Pernaibuco, 7 mezes, S. Jos; convul-
edes.
Salustiano, escravo, Pernambuco, 24 annos,
solieira, Boa-vista ; tubrculos pulmonares.
Tecla, Pernambuco, 7 annos, Boa-vista t mo-
lestia interior.
Idalina, Pernambuco, 1 anno, Boa-vista; denti-
co.
UI POUCO DE TUBO.
Julio Cezar Machado em seu folhetim traca a se-
guinte gtographia dos Iliteratos com o talento, bel-
leza e innovaco de idea que encantan) :
Nao sei se o meu amigo leitor se lembrou j de
que precisa urna geographia dos litteratos, scien-
cia indita que tenha por fim estabelecer a corre-
lacao que existe entre a geographia propriaraente
ditae a litteratura.
Por exemplo:
Quantas sao ls partes do mundo Iliterario ?
Qualro.
Quaes sao ?
A poesa, o romance, o jornalismo, e o thea-
tro.
O que vem a ser a poesia?
Uina paragem inmensa, renovada dos Gre-
gos e dos Latinos, limitada pelo poema, pela estro-
phe fugitiva, pela tamuria rimada, e pela quadra
de palmito. Ahi se encontram praias ridas e
doentias, mais conhecidas pelo nome de charnecas
da tragedia e da commemoraeao aos defuntos II-
lustres I
h o romance ?
Paiz cujos limites nao esto ainda definidos.' aft"'U) l'o partido liberal por consideraces poli-
Falle-me antes do jornalismo, reino do pensa- ticas, devi. o mesmo governo guardar e" observar
monto, cujas principaes cidades sao a Revolurao a neutraliade to reiommendada pelo directorio,
de Setembro, o Commercio do Porto, a Gazeta' de' fi"" "od* atrever-so hostilisar um candidato
Portugal, e Jornal do Commercio, e que tira sua ] "beral, qotndo o directorio ha va solemnemente
principal riqueza das minas da quarta pagina j reconhecide proclamado que todas os esndidatos
O jornalismo, que, como os res amigos, tem os eraJn d.'1IB8 de en'rar na lista triftli^.
seus bobos encarregados de distrahirem os nimos tra de perar que o Sr. Dr. Feitow negasse a
das quotidianas semsaboras dos principies da fo- stencia de urna chapa da polica, ou como pre-
Iha seria isidente do directorio, fiel execntor de suas dolibe-
Falle-me da theatro, mar tempestuoso, juncado ra*>s. prttesiasse contra ella, e proclamasse alio
de escolhos, em quem os mais habis capiteles au-' e DOni s0* Ia* Ms;i chapa, nascida de uina onto
fragam de vez em quando; escolhos que se cha- ''legitima, nao podia ligar a consciencia e liberda-
mam traicao de palco, intrigas de bastidor, urna de pohlica dos eletores.
amante que se qiier fazer aln torca, o calor das! N**1 "* palavra disse o Sr. Dr. Feitosa tal
aos outroi oirabalho da propria defeza, mas em-
11 m boje m-anuyo do Sr. Paes llar reto, tao gra-
to favores delle rerebidos, e que ainda espera re-
cebar, que nao pode conter-sc visla de algumas
censuras feitas aijuelle senhor; e por amor do
sea recente amigo rompe em invectivas grosseiras
jira jipjLlilwral amigo e dedicado, quem em
ofnTD-iUpo simulava considerar, e cujo nome
Untas vezes invocava para se fortificar na direec.o
do partido.
Bem vo (jae o Sr. Dr. Feitosa, nos impulsos
do seu rtqiHkremrnto, quer allrahir sobre si a dis-
cuss.10, e lesvia-la do seu objecto principal : mas
en que nao estou disposto a enlreter-mc com a
sua pessm, e se no pleito eleitoral andasse smen-
te o nome, prestigio, e influencia do Sr. Dr. Feito-
sa, creia,me nao me daria isso cuidado, nem le-
ria o trabilho de publicar aquelle manifest.
O Comnnirudo do Sr. Dr. Feitosa passa desa-
percebido iwlo assumpto cardeal do meu manifes-
t : foi o pieu fim cstigmatisar a intervenco inde-
bita, mnwral, criminosa e desleal da polica na
prxima *0ei$ao para senador : aecusei aos Srs.
Silvoira Souza e Abilio de se intrometterem na
eleicao, otganisando chapa, recommendando-a e
im|iondo-i. com asna autoridade, razendo reaccoes.
compnmido as urnas, provocando conflictos ere-
volvendo i provincia, quando o directorio do par-
tido havfl declarado nao apresenlar chana, e
deixado oleicao livre escolha dos eleitores,
condicoes em que se |>odia proceder urna elei-
co placid i e esponunea, e iiue todos satisfa-
ra.
Mosirei que este procediinonto era desordenado,
e nao |>odla ser juslilicado nem mesmo por algu-
ina conveniencia poltica: que nao linha oulro
lim, senio arredar da lista trplice um nome deso-
jado e querido do partido liberal, o que sempre
mereceu toda a sua confianca,, do que inuiu me
ufano, c isto smente no interesse do Sr. Paes
Brrelo, pe pretende assim fazer da eleicao um
negocio ir*: que era ofTensivo da dignidade da
provincia, que deve llcar livre na escolha dos tres
cidadaos que mais aptos e dignos Ihe parecam :
que era desleal e traicoeiro, porque apresenlando
o governo om candidato i nesiii iiejii, e sendo este
amigo rcenle e dubio, de um alliado de occa-
siao ?
Naoodeviam esperar: suppuuham o partido
liberal |r demais degenerado e avinado : allri-
buiam polica mais poder do que ella tem, c des-
conlicciain a torga dos senlimenlos moracs de un
povo : enganaram-se.
0 pa!l> 'If^1"31 nuirmurou, indignou-se, agi-
tou-seT^^rTinT rebellou-se, e eis explirada i'es-
pantosa reaegao, qne se lem desenvolvido, e que
ha de recrudesccr em proporco da presso, que
sobre a opiniao se exercer.
E em todo este movimento expontanco que pa-
pel represento eu? Sou apenas o objecto da lula

Como diz o Sr. Dr. Feitosa que briguei por cau-
sa de depiilago ?
Quem jioder acreditar que o ministerio do eu-
tao negasse mim eao meu amigo o linado N
Machado
zasse e rupenisse :
Eramos poryentura aUiaos de tao ppuca im %
portancia, e linha o ministerio tamos eorrejifu
narios de vulto na provincia, qu assim meHospnp-
zasM o nosso apoio, se nos Ih'o ofS'recesscmns '
O nosso procedimento naquella poca foi pama-
do por vistas polticas, peU nossa grande qoesli
social de Pernambuco, e nao por inleresses pes-
soaes e mesquinhos : n partido liberal dajroviii
nos
uelle abysrao'.f^^eito
yesmo silencio guarda o articulista
a pres-
i intervengo da polica na eleicao.
TF&tSStL9.in^ Cnsorva-[ ^^^r^^
oor. aissiaente, e o liberal: nao sou eu pois que
provoco o pronunciamento : elle que me arras-
Ira, e eu nao fago mais do que aeompanha-lo. por-
que nao devo abandonar o meu partido, quando
pela sua dignidade e em ininha defeza se ergue al-
tivo contra as imposiges da polica.
O que contigo acontece, acontecera com qnal-
quer oulro em iguaes circumstancias.
Nao fui portahlo eu que provoquei esla situagao:
foram os amigos e alijados do Sr. Paes Brrelo,
os conservadores dissidenles, que confiados no
abuso do poder e autoridade do presidente e chefe
de polica, seus instrumentos, abriram lula de vi-
da e morte com o grande partido liberal, e desmo-
ronaram a liga.
O partido liberal nao podia flcW indifferenle i
lio infame traicao, ao aviltamento, porque se o
quiz fazer passar, ao futuro de anniquilamento.
para onde o Impellem Nao: o partido liberal nao
pode aceitar o misero papel de instrumento de elei-
cao para os Sis. Paes Brrelo, cseus amigos.
Principia o Sr. Dr. Feitosa fazendo-me solidario,
e inculcando-me o motor de todas as hostilidades,
que aqu Ihe tem feito alguns liberaes em diversas
pocas.
_ Declaro solemnemente que falsa essa argui-
gao, o que o mesmo Sr. Dr. Feitosa tem conscien-
cia do contrario.
Estando no Rio de Janeiro, tive o mais escrupu-
loso cuidado em nao me envolver, directa ou indi-
rectamente, as dissidencias que por aqui iamap-
parerendo entre o Sr. Dr. Feitosa, e quasi todos os
liberaes de subida inlelligencia e illustragao : eu
as lamenlava, conhecia-lhes a causa, e limiuva-me
a aconselhar a harmona.
Essa guerra, deve o Sr. Dr. Feitosa attribui-la
antes ao seu genio rixoso, ao seu fofo nrgulho, ao
seu terror pnico de Ihe tiraren) bastao : se com
lodos brigava, lodos encholava do partido por nao
conceder ninyuem o direito de pensar, e menos o
de eontrana-lo na menor cousa ; se alguns, offen-
didos em seu amer proprio, abandonavam, e rea-
giam contra a pessoa do Sr. Dr. Feitosa, a culpa
nao minha, s delle, que pelo seu modo inlra-
tavel. e ciume pueril, provocava esses resenli-
mentos.
Diz o Sr. Dr. Feitosa que essa guerra parta de
homens, que dtriam liberaet gemUws, e nao
desden ha vam fwer cansa eommmn i-oea os o^
Dr. Caetano Xavier Pereira de Brito.....
Dr. Buarque de Macedo.................
Dr. Francisco Gilirana..................
da CruzCousseiro, como participou-me em seu offi- Antonio 7os de Uliveira................
ci de boje daudo, sol n. 353, para exceueo dos I Vigario Pedro Burgos. P.................
concerlos e caiadgra de que precisa o qurlel de Dr. Estevao Benedicto de Franga.........
Olinda, tudo pela -quantia de 3255500.Communi-1 D<"- Vicente Jansem.....................
cou-se thesouraria de fazenda. I Dr. Silva Barros.......................
Dito ao director das obras publicas. Inleirado! Vigario Francisco Pedro................
dequanto Vmc expoz emseuolicio de 6 do cor-1 Acaba o Sr. Joaquim Jos Gomes de Souza,
rente, sob n. 220, tenho dizer em resposU que proprietario do anmiemProgressista, da ruadas
em vista do que pondera o empreileiro do caiga-1 Cruzes, de estabelecer outro na ra do Cres-
mento desla cidade na informaco junta por copia. P- que sem duvida um dos primeiros eslabele-
e allendenJo a quo da medida proposta em seu ci-; cimentos desla orde-j, nao s pelo aceio com que,
noiles de verlo, e mais que Ujdo
vjerreibie*-qfie M nra
E trabalho que deve fazer-s, o marcar as villas'
e provincias da lettra redonda, e compendiar onde' h auK!a mais : o Sr. Dr. Feitosa, no fitn do seu' pressores do povo ; e accrescentando que elles se
devenios acatar c reconhecer Untes Ilustres va-; commtmicaao, com lodo o desplante de seu estulto agglumeravam em torno de minha pessa, con-
roes que lem o seu lugar as lftras cultas. or6,"ho, aprsenla e impde a chapa da polina ao seqnencia que desde muilo eu faco causa com-
A poesia, coitada, anda por ahi s cegas e aos co*"00 eleitoral.
enconlroes, repudiada no centro desta sociedade *0,s b('nl! diz elle : ahi est o meu nome ao
de maniatas, que nao gosU que a enlretenham de lado dos nome do> Srs. : conselheiro Paes Brrelo
cousas sublimes. e Saldanha Marinho.
O poema encolheu-se desde D. Jaime, nao sei se "de foi buscar o Sr. Dr. Feitosa essa chapa?
receioso de nao Ihe chegar gloria ou de o ifua- auem a organisou, quem Ihe a deu ? onde a ori-
lar na lula. gem de sua legitimidade, a base de sua autoridade
O drama que por ahi anda a fazer das suas, j poltica ?
petite maitre emproado que a critica nao sacode uma chapa da polica que miseria !!!
por nao haver critica no reino; SalUbadil, que! ,E fr- Feitosa nao lem pjo de proclamar
' pelo orgao do partido a chapa da polica, tendo
nada perdemos de sua estima e etfcnga.
nada perdemos de nossa popularidade.
O Sr. Dr. Feitosa nada conhece da historia da
provincia, nada emende de poltica, e nao sabe o
que est dizendo; ou enlao e de perversa ma f.
quando to malignamente interpreta o nosso pro-
cedimento daquella poca.
. O Sr. Dr. Feitosa ia lodos os annos especular so
bre o tmulo de Nunes Machado, derramar-llie
lagrimas fingidas para amparar a sua popularida-
de : ainda este anno fallou em levantar um monu-
mento sua memoria : como vem hoje enlamear a
sua vida na minha pessoa ?
Reflicta que em todo esse periodo que debalde
pretende manchar, eu e Nunes tivemos sempre o
mesmo pensaiiiento, a mesma deberaco, o mes-
mo fim : nunca um s dia estivemos discordes, e
a nossa vida poltica foi comtnum.
Como rasa o Sr. Dr. Feitosa aprcsenlar-nos ao
mundo como dous ganhadores, dous traficantes
polticos ? A paixo o faz delirar.
No periodo de 14 annos, em que eslive fora -xf
parlamento, podia ter sido deputado. e basta va lira
dito meu, a minha annuencia; poda receber em-
pregos e favores dos adversarios, como todos sa-
ben) : conservei-me porem na mais perfeiU e ,
honrosa independencia.
Entrei para a poltica sendo juiz de direito, e sa.,
hi sem emprego : oceupando no parlrmenio uma
posigao elevada, chefe da mais brilhante deputa-
gao, nada ped, e nada recebi. E sou um especu-
lador poltico ?
o que poder dizer de si s Sr. Dr. Feitosa !
A' todos os presidentes,que aqui chegavam, promp-
to oflerecia os seus servieps, cobrindo-os de enco-
mios intempestivos e exagerados, e como lodos re-
cusa vam seus oflicios, lodos acaba va per desconi-
por atrozmente : esta a historia doSr. Dr. Fei-
tosa, que reprcsenlava o mais ridiculo papel, infe
lizmenlc em nome do partido liberal.
Cangado de esperar pela depuuco, que era o
seu desidertum, abaixou-se a supplica-la aos con-
trarios, apresenundo-se candidato ao corpo eleito-
ral conservador, dirigindo circulares aos adversa-
rios, confundindo as crencas, dizendo que consn-
raalo e ordem eram sinnimos de progresso e li-
berdade ; qne nao devia ser repellido s porque
Ine au ti<\Y'M tw\t jk ctinuitad' peflinlo
qne o experimentassem, e outras miserias seme-
Ihantes, o que rausou asco Stedos os homens sen-
satos e honestos.
E a primeira vez que um adversario, armado
mum com os oppressores do povo. com os favores do governo, o procurou, elle se llie
OSr. Dr. Feitosa lem dito em suas confidencias, enlregou em corpo e alma, pz o parli to sua dis-
e afflrmado em suas carias para toda a parte, que I cheia, e tudo Ihe sacrificou
eu eslou rnmelho e ligado com o Sr. Camaragibe. chefe de um partido poltico, que entra em
Nao lem lulo a roragem de tomar a responsahih-' a||anea com um grupo de adversarios, antes que
dade desta calumnia ante o publico, e apenas ousa s0 consolide a siluacao, deve manter a autonomia
nsinua-la agora em o sea coinmunicado. dos seus ; conservar illesa a dignidade c indepen-
0 Sr. Dr. Fehosa nos seus artigo* me tem ag- Jencia da propria posigo, para com o seu presli-
gredido com furia : parece ter perdido a razao. pirt e autoridade sustentar os ir
-

vai tiritando pela sua nudez de eslylo, acocharse
;I3 i ao suffragio]absurdo da indulgencia dos compadres;
:j;t pobre diabo sem imaginagao e sem alma, que as
24! plateas supporlam sem indignagao a poder de o es-
13 cularem meio adormecidas : falso e grosseiro como
15 um alquilador, cliarlalo como umdentisU I
15 i O romance, ao menos, conserva-se digno, gragas
15' dominagao do rei Camillo, que habituou o puhli-
15 !co a expulsar do templ.i os vendelhoes, e a pagar-
Ibes o prego com o desdem da turba I
O Sr. Y Jnior remette-nos a seguiule poesia :
enlouquecido com a derrota, que soffreu a sua
madrinha, a protectora de sna candidatura, o novo
AS QUATRO.
Sao qualro lindas e mimosas flores,
tadoolllcio resulta economa para a fazenda pro-;St-' acha moudo e por estar collocado no melhor Perdidas da grinalda d'algum anjo I
vincial, alm de que sitr diflleil se nao impossi- ponto desta cidade, como tambem por costumar o!*" "nio bouquel que, por descuido,
Deixou do cu cahir algum archanjo !
Sao qualrotodis lindas e formosas.
Todas cheias de vigo e de perfumes !
Junio dolas as outras murcham tristes,
E dos seus mimos e gragas tem chimes.
Deram-lh#as Gracas os seus mimos raros,
Deu-lhes a aurora suas vivas cores,
vel, a construegao por occasiao de se electuar esse : mesmo Sr. Souza capriehar em servir bem as pes-
^alcamenlo dos canos de esgolo de primeira cas- soas que frequentam a sua casa.
se. approvo que se einpregue, como prope. os de Hoje lem lugar o especUculo em beneficio!
secu la e tereeira classes quando forein elles suf- doSr. Cunha e da senhora Leopoldina, no SanUj
liciente.Communicou-se thesouraria provincial. Isabel.
Dito ao director geral interino da instruego O drama que os beneficiados escolheram co-
publica. Em vista de sua informaco de 2:1 do nhecido do nosso publico, que o tem apreciado
crranle, sob n. 197, dada com referencia ao re- \ como o merece sempre que tem ido scena; e a .
naerimento de Francelina Cesarina, reeoinmendo i comedia de bello elTeilo.e de compleu execucio, i As rosas dos jardins os seus perfumes,
Vmc. que mande por quanto antes em concurso correspondendo assim os beneficiados aos seus g Venus mimosa os seus amores,
a cadeira de in>lrucgo elementar do sexo femini- protectores de modo conveniente.
no da villa de Iguarassu ; bem como todas as ou-! Devendo entrar hontem em julgamento pe- Sao qnatro esforgos supremos
tras lo mesmo sexo que estiverem vagas. rante o jury o reo Antonio Martins de Oliveira que Do supremo poder do creador!
Dilo cmara municipal de Nazareth. Em vis- na ultima sesso fra condemnado soffrer a pena Sao quatro flores que traduzem n'alma
la do que expe a cmara municipal de Nazareth, j de gales perpetuas por homicidio commettido Venturariicidadeesp'rangaamor ?
em seu oflicio de 14 do corrente, tenho dej>lhe alguns annos, deixando do ter lugar o mesmo jul-' ,.. ------
que mande por novamente em praca, com o anale gamenlo que ficou para hoje adiado em razo de f,Em***32Eb** '
da le, os imposlos de NO rs. sobre canecaN ga- i so comparecer 39 juizes de fado.
do vaceum e de alTeriges de pesos o medidas, a i E' uma noticia que regislramoscom pesar, pois
qu. alinde o seu ciUdo officio. x/ I importa o adianlamento de um julgamento que
Dito ao engenheiro fiscal da estrada de ferro. 'cara retardado para o anno vindouro.
Para seu conl.'cimenlo e execugo na parle que i RBPAnTigxo da polica :
Ihe compelir. remello Vmc. o aviso expedirlo |>e- \ (Eiuaacto da parle do dia 27 de novembro).
lo ministerio da agricultura, commercio e obras Foram recolhidos. casa de detengao no dia 26
publicas, em 2 do corrente, sob n. 48, e consume do corrente :
da copia inclusa. i a' ordem do lllm. Sr. Dr. chefe de polica, Jos
Dito ao juiz de paz da freguezia de Sania Maria Joaquim dos Santos, pardo, para averiguages.
da Boa-Yisla.-Lora o oflicio que Vmc. me dirigi a" ordem do subdelegado do Recife, Antonio
em 4 do corrente recebi a copia da acta da ele- Borgnes de Castro, Africano, por insultos,
cao de eleitores dessa freguezia,a que se procedeu a ordem do de S. Jos, Joaquim Manoel Torres,
no dia 1* ueste mez. I pardo, por disturbios; os crioulos Adriano, es-
Dito a Antonio Francisco Xavier, juiz de paz da cravo> e \arciso Jos da Cosa, para averiguages
freguezia de Mores.toi-me entregue o oflicio de em crime de furto, e Eduvoges, escrava de Feli-
7 do corrente, que me dirigi a mesa paroohial da cano Jos Ribeiro, por fgida..
O chefe da 2* seccao,
/. G. de Mesqmta.
Sao os mimos do cu, as suas gragas
Traduzidas na Ierra em realidade!
freguezia de Flores, acompanhado das copias au
teniieas da acia da eleicao de eleitores a que se
procedeu na matriz dessa villa no da 1 deste mez.
Dilo a Francisco Tavares Pessoa de Araujc.
OtH) o officio que me dirigi em 15 deste mez a
mesa do collegio eleitoral da cidade de Nazareth,
recebi a copia da acia da elegdes de depuUdos
assembla legislativa provincial, que se procedeu
ltimamente no collegio dessa cidade.
Dilo ao commissario vaccinador. Remeiu Vmc.
secreuria da presidencia algumas laminas ou
tubos de puz vaccinieo, afim de serem enviados ao
delegado do termo de Serinhcm, onde reina a va-
rila.
Portara.O Sr. gerente da companhia Pernam-
bucana mande transportar at o porto do Acarac,
no prime i ro vapor que seguir para o norte, em lu-
gar de r, destinado passageiros de esUdo, o ba-
cnarel Trajano Varalo de Medeiros, promotor pu-'
Mico nomeado para a comarca de Inhamuns na
provincia do Cear, e de proa a uma criada do .
mesmo bacharel.
m Dita.O presidente da provincia resolve nomear ,
s Drs. Jeronymo Vilella de Castro Tavares e Lou
Mevimento da casa de detencao do dia 26 de
novembro de 1863 :
Exisliam . 323 presos.
Entraran). . 5
Sahiram . 10
Existem. . . 318
A saber :
Nacionaes. . 219 presos.
Estrangeiros . 27 .
Mulheres . 4 .
Estrangeiras . 3 .
"Escravos . 60 .
Escravas . 5 .
A Nacao, noticia o seguinte :
Por cartas da Havana consta a sympathia e at
enthusiasmoduqne tem sido objecto os ofllciaes de
marinha hespanhola da formosa fragata de guerra
I Curmen durante a sua presenga as aguas de No-
, va-York.
O commandante daquella embarcacao recebeu a
honra de ser nomeado cidadao pela mnnicipalida-
de, o que tanto mais honroso quanto raras vexes
se concede esse titulo a nm estrangeiro, contando-
. s nicamente entre os agraciados Mr. Lafayetle o
principe de Galles.
Osoutros offlriaestem recebido consumes pro-
vas de dislincgoe aprego, quemostram o conceito
que ali merece a marinha hespanhola.
A fragaU, apetar de nao ser nem um Monitor,
nem um navio blindado, tem sido visiUda com cu-
riosidade pela parte mais noUvel da populago da-
quella cidade,
318
Alimentados cusu dos cofres pblicos 123
Movimento daenfermariado dia 27 de novembro
corrente :
Tiveram baixa:
Vicente de Souza Forraz, diarrhea.
COMMNICDOS.
rengo Trigo de Lourciro para assistirem na quali- Antonio Gwfaes de Sena, erisipela.
dade de eommissarios do governo aos exames de Juvenco (escravo de Manoel Olimpio Carneiro,
preparatorio? a qne se tem de proceder na Faeol-' chagas.
AO PUBLICO.
Por muilos aflazeres demorei-me em responder
ao communicado do Sr. Dr. Feitosa publicado no
Progresista de 11 do corrente, e como este senhor
me aiou ao poste de sua maledicencia, e me esU
todos os das aggredindo em seus artigos com as
calumnias .as mais nojenlas, e ao mesmo lempo
desfacadas, cumprc que cu de uma vez a tudo res-
ponda.
Eslava longe de esperar essas pnblicagSes, por-
que no meu manifest nao me ocenpei da pessoa
do Sr. Dr. Feitosa, e apenas uma s vez toquei per
accidens no eu nome : podia portanto elle deixar
alias o directorio declarado que nao ha chapa! O' idolo do sen culto, a polica do Sr. Paes Brrelo,
chefe do partido liberal, e presidente do directorio.
faz ah resolver que nao ha chapa, e vai surratei-
ra c clandestinamente, forgica-la nos antros da
polica, de combinago com amigos adversarios;
e com o Jesprezo dos seus verdadeiros aliados!
Arranca ao directorio a direceo poltica da elei-
gao para roja-laos ps dos Srs. Silveira de Sou-
za e Abilio! Descrendo da forca dos principios, de .
Ollfl 1 *\ TU IIAMAld B^A*nj^*il _X____________ i __ 1_____ __ ^ 1
na eleigo de depulados provinciaes, e vai ao pon-
to du proclamar-me falso liberal, calumniando-me
atrozmente.
I'erdo-lne esses desmandos de desespero, e voto
responder-lhe meu pezar, com d e compaixo
do seu estado : mas indispensavel arrancar a
mascara calumnia.
Em sinceridade e firmeza de crencas, assim co-
sua influencia pessoal, do prestigio de sna posigao, mo em probidade, c mais qualidades" moraes, nao
das alTeiges dos amigos e da dedirago dos corre- me troco pelo Sr. Dr. Feitosa.
ligionarios, em vez de apresenlar-se por siem uma| Diz o Sr. Dr. Feitosa que al o anno de 1843
eleigao es|>ontanea, confiado em seus servigos e perlenei ao partido aquarema. Bale senhor nem
merec ment, acceila a prolecgao drt polica, e des- sabe quando o partido regxessista tomou a deno-
ce condigo de seu candidato. E depois, desva- minagodesnoitnrraia : saiba pois que foi de 1845
necido de to brilhante papel, vem dizer em publi- em dianle. Desde que appareci em poltica no an-
co -eis ahi o meu nome........na chapa da po- no de 1836, foi sempre como liberal : nesse anno
'""' I | fui eleito depulado provincial e geral pelo amigo
partido chlmanyo, que era o liberal, ou anti-oli-
Encarrega-se da triste misso de e.-palhar e im-
pr essa chapa ao partido, em nomo do directorio
que alias resolveu nao apresenlar chapa, sophis-
mando e contrariando assim as deliberages do
mes.-.io directorio, de que alias o presidente !
Emfim----vem annunciar ao publico, como um
acto meritorio, que uo pretenda ser candidato
senatoria, e apresentou-se smente para ajudar a
polica arredar da lista, trplice nm candidato li- '
/.eral, prestando assim oseu nome para instrumen-
to de inleresses e paixes aleias I
O Sr. Dr. Feitosa assim o diz nesles termos:
Desde que o Sr. Dr. Urbano collocou as coli-
sas em tal situagao, fui forrado a irazer o meu no-
me para o pleito eleitoral, e apresentei-me candida-
to senatoria. >
Porque Unto ortfo.o que pode justificar essa hos-
tilidade 1 Quaesquer que fossem as nossas diver-
gencias, o Sr. Dr. Feitosa devia refleclir que sem-
pre fui e sou liberal; que merego do partido toda
a conlianga o Ihe offerego garantas de sinceridade
de minhas conviegoes : deixasse a eleigo livre,
cumprindo a deliberago do directorio, e os eleito-
res que decdissem o pleito : nao devia porm em
caso algum irollerecer polica o seu nome para
guerrear um velho e fiel correligionario !
Esl ru a liga, e fui eu que a romp : que
cegueira I Nenhum homem lem lana forga, que
possa por mero capricho aniquilar em tres mezos
uma siluacao bem firmada, e de mais mais apoia-
da na torga do governo.
Estudai os aconlecimentos, o reconhecereis que,
se a liga hoje impossi vel, (osles vos, e nao eu, os
autores de seu desmorona nenio.
Meia de duzia de individuos conservadores, des-
garehieo da provincia : nellB me conservei al
18'2. em o qual, com o meu sempre chorado ami-
go o finado desembargador Nunes Machado, reu-
nindo os restos dispersos dos ch'wiangos. creamos
o novo partido, que tomou a denominagao de
prairiro, no qual sempre me conservei, oceupando
pooco eminente.
Fui rhimango desde que entrei na scena poltica
em 1836 at 1842. em que se ergueu o partido
praieiro. E' porlanto falso que eu fosse saquarema
al 1842 : nunca o fui.
Resto anno, em que o Sr. Dr. Dr. Feitosa diz qu
fui saquarema, estivo em opposigao vehemente
ao ministerio, eu s, e como unidade no parla-
mento : profiiguei com vigor as atrocidades com-
mellidas as provincias de Minas, c S. Paulo, com-
bat todas as medidas oppressoras, ataquei com
forca a poltica em geral, sustenlei os principios li-
beraes, clamei pela necessidade e conveniencia da
amnista : em uma palavra prepare! a situagao de
1H44, a mudanga de poltica realisada pelo minis-
terio de 2 de fevereiro, gue se iniciou pela amnis-
ta geral. Se no parlamento adquir algum nome,
foi principalmente pelo papel saliente, que nesse
anno ah represente!. E o Sr. Dr. Feitosa ousa
affirmar que entao era eu saquarema !
Diz o Sr. Dr. Feitosa em um dos seus arligos,
que cu votei pela lei provincial de 14 de abril :
falso : todos sabem que votei contra essa le, e a
combali com esforco, iravando a mais renhida
discusso com os Srs. desembargador Luiz Fran-
cisco e Dr. Mendes da Cunha, hoje fallecidos.
Votei pela lei de 3 de dezembro : essa lei
podia ser considerada pelo lado poltico, e pelo la-
do administrativo. No terreno poltico encontra-
tacando-se de seus amigos correligionarios, vieram ram-se em lula rdeme os ordeiros e os luzias
implorar proieegSo do grande partido liberal, e eu e o meu amigo Nunes Machado a olhamos pelo
uma vez recebidos, chamaran) a situagao sua, s lado administrativo : votemos pelas suas disposi-
porque linham de seu lado a polica, e a explora- goes, que eram de inleresse publico, e eu combat
vam em seu beneficio na eleigo geral para depu- as que me parecern) attenlatorias das liherdades,
lados: o partido liberal estremecen em sua con-, e lembra-me que entre outras, ataquei a ronfusao
fianga; mas elles, que rnenle acreditan) no prin-l da poltica judiciaria com a administrativa,
cipio da autoridade, e desconliecem a forga daopi-1 Pondo du parle os inlorcsses e paixdes da po-
nio, olharam com desdem para os symptomas do ca, quem poder negar que essa lei continha dis-
desconiemamernto, e na primeira eleigao senato-! posiges reclamadas pelas necessidades publicas ?
rial que se aprsenla, dec.retam que por torga e Quem pretender hoje revoga-la in ttnn ? Nin-
lodo o cusi seja arredilo da lista trplice um can- giicm : tinha porlanto cousas boas, e por essas
didato liberal que acaba va de er eleito depuUdo que votamos, eu e o desembargador Nunes Ma-
por qnasi unanimidade de votos, le se desvanece
de possuir a eslima geral de seus dignos compro-
vincianos.
O que esperavam dessa declaraeao deguerra to
impoltica, mesquinha e desassisada ? Contavam
que o generoso partido liberal asststisse, fro e im-
passivel, e at concorresse para o sacrificio de um
sen representante, correligionario amigo, experi-
mentado, firme e dedicado, segm-amca de um
chado.
Diz o Sr. Dr. Feitosa que eu votei pelo regda-
monto de 31 de Janeiro de 1842: pois o Sr. Dr.
Feitosa nao sabe nucos rt-gulamentos sao actos do
poder executivo, o nao sao votados as cmaras
legislativas? como poderte eu votar por aquelle
regulamento Como ignora o Sr. Feitosa uma
cousa tao simples, ou como est a sua cabeca des-
vairada pela,r>rn I
inleresses do seu par-
tido : mas o Sr. Dr. Feitoza, apenas eleito deputa-
do, antes mesmo de sabir de Pernambuco ( caso
raro !), j est recebondo empregos da mo do Sr.
Paes Brrelo.
Trocando a einircnte posigao de chefe de um
grande partido poltico pela humilde condieao de
filhote do Sr. Paes Barrete, que garantas pode of-
ferecer ao partido liberal ?
neslas circumstancias que o Sr. Dr. Feitoza
manda dizer aos eieilores ou eu ou o Urbano -
c quer impr oseu nome ao partido sob a condi-
eao de minha excluso, smente no interesse do
Sr. Paes Brrelo.
Eslou longe de collocar a questao n'este terreno:
nao tenho o direito de cxpellir ninguem do parti-
do, e sao meus correligionarios lodes os que pon
sam comigo, apezar de seus deleites, e quaesquer.
que sejam nossas relares pessoaes.
Desengane-se o Sr. Dr. Feitoza : por mais que
grite a arrebenlar que eu eslou vermelho. o pai/
inicuo Ihe responder : falso : o Dr. Urbano
um liberal mais sincero do que todos esses, que.
por inleresse ou despeito oqualilcam de rermctlio..
O Sr. Dr. Feitoza repetenos a historia, UnUs ve-
zes contada, da formagao da Uan n'este provincia..
o (pie nao vem ao caso, porque ninguem lem com-
batido o modo, por que ella se formou, e sim o mo-
do por que lem sido dirigida.
Notarei com tudo o proposito do Sr. Dr. Feitoza
de omittir uma rircumstancia importante, a da
conferencia havida na corte entre mira c o Sr.
conselheiro Chichorro com os Srs. Paes Brrelo e
S e Albuquerque. N'este conferencia declarou por
vezes o Sr. Paes Barrete que nao linha ambiguo,
nada quera ser, e entrava no partido comoj
pies soldado: ahi >e ajustn que os Srs.
reto e S e Albuquerque combalessem a
contando com o apoio do partido libera,
porm este no seu posto, sem a menor laqWioaco
em seus principios e elementos, edesU conferencia
leve sciencia o Sr. Dr. Feitoza, porque o Sr. con-
selheiro Chichorro e eu Ihe mandamos confidencial-
mente commuuicar esse ajusto pelo nosso amigo o
Sr. Jos Velozo Soares, e entretanto o Sr. Dr. Feitoza
oceulu inlencionalmente este fado, j para encu-
brir que eu intervim no primeiro passo dado para
a nova situagao, e a perfidia que para comigo se
pratica, j porque o Sr. Dr. Feitoza nao cumprio o
que na corte se havia ajustado, e antes sacrificou
a autonoma do partido liberal, pondo-o sob o pro-
tectorado do Sr. Paes Brrelo.
Refere o Sr. Dr. Feitoza a circunstancia de Ihe
ter eu dirigido, em fim de maio ou principio de
junho deste anno, uma rarU em que Ihe commu-
nicava a minha pretenco deputacao e a senato-
ria. A resposU, que elle me deu essa caru, en-
cheu-me de sorpreza, e a conservo guardada ; nao
seria eu capaz de fazer uso del la, e nunca o farei
de uma carta escripia em confianga, para aboca-
nhar e ferir aquelle, que em mim se confiou.
Mas o mesmo Sr. Dr. Feitoza Iranscreveu a sua
resposU ; ei-la : Respond ao Sr. Dr. Urbano
que o seu nome era sympalhico, e bem recebido ;
que eu nao podia entrar em compromisso algum re-
lativo eleicao, e que eu esperara a chegada do Sr.
Paes Brrelo para tratar-se ento desse melindroso
assumpto.
Nem uma palavra de connanga e amzade : nao
applaude a minha vinda, e o auxilio qne eu pode-
rla prestar-lhe: nao espera a minha chegada, espe-
ra s a chegada do Sr. Paes Barrete : nao se pode
comprometter nem pela minha candidatura, c a
enlloca, na dependencia do Sr. Paes Brrelo. A res-
poste era de uma significacao clara e positiva : o
Sr. Dr. Feitoza linha em 14 annos expedido do
partido quasi todos os homens do kaportencia. e
se nao fizera o mesmo para comigo, porque en
aqui nao esteva ttt\nm*me> etogiavs-me. invo-
."
ILEGVEL


c

=^^==^
triarlo d PraMonco feabhndo fc* de XoveartiM de tS.
tarnx-
. .'
CU "
*10 '.fio foi recosido! a ininha prc-
a ti\cl coi o. cava o mi-a nomo nos seus aperto* iiorqdo-
'"o s'frr. alloza davidava Je fefe^n^ I
Pernambuco, e pr calculo j*Jnc"*c'K' X- ,Ml,aKUOT, n'erYeRcjK e concurrencia mi-
nem elle, nem e Sr. *cs Barato me "* .,a direcco do partido]
signar una s palavre, que me fosse idtfcB-dna. fitina rorteira'Mpftita dos Srs. Sooza Franco, Cl-1 prender; mara-lhe as sitas glurlas e traiflcfte, o quc j,,.*stc pa|,e- ,.s[a fa^ndo 0 $r )r. Feilosa I
Nao assim ; cm suas cartas insultava-me aot-'ohorixjtuJe mii>.psra dalli dirigirnios a iwlitica "
mente, o tratava-me de Calabar, traidor, infame
ontras amcnidade do seu gosto.
Nao s sustentou somonte a chapa: desea
urometlido pela minha candidatura. Esta a ver
dade e por saberem disto que os liberaes na cor-
te me oirereciam a sea prottegno. Nao se esque-
ceu o 9r. Dr. Feiloza de transerever estas palanas
de mlnha caitadtsq* a watporooatfwque elle
assignalcm na resposta que me dea. Escrevi a di-
versos amigos, e para com lodos usei daquella
phiase, e lodos a tomaram como um signal de me-
ra cortea, e delicadamente a omittiram em suas
respostas; entretanto que o Sr. Dr. Feitoza, na
altura do ara orgulho, a temou pela sollictocao de
\na omnipotente protecaw: fique portn sabendo
que eram palavras de pura civilidade.
Nao exacto que eu procurasse tratar na corte
com o Sr. Paes Brrelo, dos candidadatos que de-
veriam constituir a chapa de deputadns, o e falsa
essa iuformacao, so a deram ao Sr. Dr. beitoza.
O Sr. Dr. Feitoza simula o desejo de combinar
comigo a organisaco da chapa nao ha tal, e so
fosse essa a sua voniade, na teria annunciado na
sua resposta caria, que da corte Ibc escrevi, e
isto mesmo se collige do seu communicado, no
qual cabe a este respeito as suas costumadas con-
tradieces.
O Sr. l'aes Barrcto chegou em 15 de junho, e
tratou imnwdatamente de assumir a dictadura da
eleicao, fazendo com que o directorio, at cm sessao
extraordinaria, o eneai regasse de organsar a cha-
pa com o sen tutellado o Sr. Dr. Feitosa, as car-
reiras e antes que cu chegasse.
Diz o Sr. Dr. Feilosa que, nao ehegando eu no
vapor do lira de junho, foi preciso entrarse na dc-
Uit-racao da chapa, e consultadas as influencias
provincia. Ao chegar ao Bio a communieaeao
"*) eslava no ministerio o Sr. Sonsa
por isto nao poda fazer parte da com-
: o Sr. censelheiro Chichorro^ eu confe-
poT vezes respeito deste^pimpto, e o
nosso prieaeiro cuidado fo
r ,m iin idmUir na deputacao, c se eu nao viesse, 1 Pela miuha. parte nao pod' *** satisfeilo com rou-se centra o candidato libera! urna gaeif* sel
o Sr Dr Feitoza eslava livre, e nao se tinha &1 urna chapa que eu nao approvra, cm sua maioria, vagem, como nunca se fez a um adversarlo : <*
conservadora : quando m o proposito de arredar deneu-se quo por todos os mskm, nao tivesse *
todos os caracteres- o vultos de 1858: quando via um s voto -, que Ihe os eiiRolissem na apuragio, 'racS8%Peo que csnviiaiMw anea reaaWo os
sacrificad mais indiana traicao o nico ex de- hlsifieasscm avotacSe. c at que arobenlasseto as Srs. Ur. Vtlella Tavares, o fallecl* coronel Im-
putado liba-ai, que havia cenrorrido para a sima- urnas, caso fosse r-otado. menta e oMros Pernambucanos dMtoctosquc all
cK quandoria quo se iam realisando todos os pie- Oh I pelitica assfm, como a que estes seoief, ^J*; assentomos que' coMvnlia disfoUtr
sentimenlos que o Sr. conselheiro Chichorro e eu esto fazendo, eu nunca vi, e decidamente B*) me a soeteaMn. mudar o titulo da ftrtha, e crea uma
livemes na corto, a respeito dosu liga, quando ahi facosoUdario com da. direccil^om que entrassem raerabros de 3
causa-liie mais damno, do .que nunca lite o Ule-
ram os adversarios, al nnecido o confessadb que a partido frateiro pres-
tou relevantissimos serricos.
I por nao ser m liberal o Sr. Dr. PWeseaseetm-
rerle ra projertilm polica, para qu.
as do* contra mim I
I': ardendo no santo- fopE normumo abraca-
se com o Sr. Paes Barrto,Taturalinente por ser
ma liberal do que *, e no iitfcrasse delle me
zurze todos os das como lale^dffsuas injurias e
calumnias.
Hoje nada valho, nada signifleo no concea do
te nos procuroa para a promovcrn.os : qnande I Dk 0 Sr. Dr. Feitosa que raintos eleitores 401 (f,,Pa'c'*'*des revenios par Pemambuoo, Sr. Dr. Fe.tosa .nada mereco departido liberal.
observava o escrupuloso cuidado, que havia cm MstricW quizeram cortar-me, e elle se oppoi a le, fr. cooseHleiro Chichorro o eu, dando esse con-; nao sou digno de entrar na listo trplice, nao po>
affwtar-medetudo. oni todteTaa-forca-s o apesar de baatantaidoento, sellw. so competir, nem hombrear coa o Sr. Paes B*rrt-
Fol por isto quo na reuarao do theatro de Santo foi a el5ao de setembro evitar que o meo_nome J*?;,^Feitosa. quejulgava passada a en-, to, que nwe superior, ejudo^merece partido
Isabel, fallando ao povo, eu levante! a ponta do! f0Ss cortado
vu do futuro, e constitui-me o garante dos verda-1 o Sr. Dr. Feilosa, dada a apresentacao
deiros principios c inleresses do partido liberal, Dr. Xetto, julgou cueaado o cnseje para inu
responsabilidad inmensa, que com todas as mi- w, como o tem feilo com tontos outros, sofro, w*a-f donoso contra aquelle cotutUn, a que, S^S. insulto os ^rM^"tl* *" "*l ,^f
quiz auroveitar : esse grito de alarma iiarlio dochama decreta, f-lo regeitar e procedou em senti- nao quer flear ronsenador com os recentes umi-
se, e consolidado o seu poder, e nao quwia recon- (liberal. Ah I Sr. Dr. Feilosa, tome cuidado, e
cao do Sr. i ci'iacao. antes pretenda expellir do partido ao Sr. veja por onde se precipito : repare qna o partido
i inutilisar- Dr- Vuelta como tem feito com tantos oulros, j inteiro abandona os mvos aUiados, e quanto mais
.__iiriTii.iii.,,, f,.^:,. .__..__II.___..II... .'. .... v < ;.i.-,.li., r,a 1,1. .r...... iiuii: ollua ,, iii'i(:ilil S nhas Torcas hei de procurar tornar effectiva.
r. Feiteza trazendo publico uma sim- seu cscriptorio, e foi derramado pelas ritas peles
scus ntimos : elle sondou o torreno, e tent se-
ples conversa particular e confidencial, que com
ejle tve, diza isso ponderou-mc o Sr. Dr. l'rba-
31UJ UIlllUUO CIIC WIIUUU W l^ll II". O M,ll. Hi'l/. I/.
riamente riscar-me : mas encontrou uma tal resis- .K0510-
nn quo nao convinha que o Sr. conselheiro Paos lencia, que podia |ir em duvida a sua elei{o e a
Barrete entrasse na lista trplice. do Sr. Pas Barrete, e teve do recuar.
N'essa occasiao eu apenas perguntei, sem in en- ^ Felizmente eu nao preoisava da proteccaod*
do contrario, ao quoaconselhavnmos, respoudendo-
nos de um modo brusco que nos causou o maior
Eis explicado o facto. Agora a falsidade e m
f do Sr. Dr. Feitosa na sua exposicao.
De proposito oceulto o nomo do Sr. conselheiro
Cao, ao Sr. Dr. Feitoza e acha que o Sr. Paes Bar- Dr. Feitosa : so foi eleicao, seria para sustentar i Chichorro, que fazia parte da comm.ssao, c assig-
reto tem dreito a entrar na lista triplico do parti- asua votacao, e antes eu tive occasiao de acoase-in0"??""^0 olllcl. em que expunhamos a nossa
do liberal ? ao que o Sr. Dr. Feitoza respondeu Ibar craude numero de eleitores, que nao o cor-,Pin|ao,e davamoso conselho, para laucar sobro
ebeio de fervoroso enthusiasnio seria uma_ trai- tassem.
alo sem itomeao quo Ihe rcpliquei :nao me [ Diz o Sr. Dr.
a minha pessoa nicamente o odioso que elle so-
FeitosaErgueu-se a bandeira de. nhou em sua imaginacao apaixonada.
esta bandeira, eonde foi erfda? I Diz que se impunha sileneio ao org.no de parti-
consta que o partido tomasse o compromisso de o 1848 j Qual c.-
elcgw senador ; seria por tanto una qucsliio de Seio as ideas liberaes daquella poca, entao acei- do, quando acon.elhavamos_ a mudamja do Ululo
conveniencia, e nao de lealdadc, c ahi parou a con- uu geralmenle pelo partido f Ser a constlainte ?,d0 J/nal. ovi a sua substituicao por outro, e oceulta
versa. ^i < ^ i>r Mmu mnr fcriil em na-: o objecto e hm daquelle consetoo, que era a re-
gos, tomeijiuzo, arripie carreira, e entre em me-
llior eaminha.
O Sr. Dr. Feilosa j nao tem attencoes para com
os liberaes: lodos os dias os molesta : j os cha-
ma deurbanistas; j proinelle analysa-los um
por um.
Em outros lempos se exprima o Sr. Dr. Feitosa
Agarrado ae *. t>at Brrelo como a ostra ao ro-
chedo, convertidoew seu ftlhote, recebendo delle
empeaos, como p*mades*iiS offlcios, sacriflca-lbe
um partido, nobre e generoso.
Este senhor nao mais um Immcm |>olitice, um
homcm de partido : conveiteu.-su em um agente bollegttim da iiolicla : com a poUia smeote se
emende, edella recebe as ordenaque huinildiynen-
le cumpr.': ella ordena que me msnlir.r elle ser-
vilmenle se siijeKa >isla infamia, escreve os mais
nojentos artigo*, e os Ifeva peNra para os fazer
espa har.
O partido liberal'em-pean se aflasta dessa eousa
chamada liga, a qap o. Dr. Peilosa deu o nonie
de partido progre$sista sem principios nem ideas ;
jBe-niripuem rapaz de VfniH1, e nao foi mais do
(|ue um ardil para galgai-em itosiedus cusa
partido liberal, e a que o Sr. Dr."Feitosa se pivrt-
dou pe\as atritas, ijue Ihe prometiera o Sr. l'aes
Brrelo.
Maudam (pie o Sr. Dr. Feitosa insulte aos libi>-
raes, o este senhor cabe furioso sobre todos eltes,
mord ceg em todos os homens, que tem energa e dig-
nidado para n-pellirem com desprezo as ignomi-
niosas imposieoesda polica.
Desesperado |wr se ver de todos abandonado, e
nao poder sarrillcar o partido ante as aras do sen
idolo, ci-lo que acrommetto furioso ludo e to-
Se quo o Sr. Dr. Foilosa, sempre frtil em ma- o objecto e fin daquelle consetoo, que or
O Sr. DrFeiloza a traz a lume, e a desfigura, e nejos e intrigas, tem mandado dizer para a corte constituicao do partido bberaL
consta-me ter escripto e assoalhado que eu fazia e provincias, que ou o os amigos, que me sosicn-
cluso do Sr. Paes Brrelo : falso, tam, levantamos a bandeira da conslituinte : apon-
fcJCaes'lno me cota que houvesse tal consulta) e questao da exclusa.
a- conveniencias da occasiao achou-se que haviam Nunca recuse entrar cm uma chapa com qual- to pois o jornal, em que essa bandeira tese er-
l 4 candidatos mais pro va veis' e nestes assentamos:' quer candidato; nunca me propuz hoslilisar qual- gujda : eu o desiuoindica-lo,sob pnale passar
i |og%,___fleoo fi-ito a chapa. querxamlid'ato, se >e deixasse a eleicao, Jrrre a por calumniador.
\ (liante diz: tE note-se que dcrlarei aoSr. con- minha intem;ao era apresentar-me e nada mais : o y_a a minha circular digo que considere a_h-
tieiro Paes Brrelo que essa comhinacao teria eorpo eletoral que decidisse, e fizesse o que en- berdade |asss garantida em nossas instituicjies
^
selheiro Paes Barreto, que ^ -............
prorisoria at a chayada do vapor de 14 de julho, t
no qual deveria vir o Sr. Dr. Urbano, ao que an-
nnio o 9r. Paes Brrelo: nerste periodo a eousa ja
e div%raw houve comhinacao antes de minha che- a
.Nem eu tinha nem tenho meios de guerrear
fundamentaos, precisando apenas de aJgpma re-
a formas as leis regulamenlares. Gomo ergu a
meu respeito de diverso modo: seja-me licito : dos, aqnolles mesmos que ainda ihhico o ote-
transerever alguns trechos desees cscriptos somen- geram d^plllado.
te para mostrar que as suas invectivas predomina | pq n,.m esgoteo seu furor, rev asua raiv.i
v10^ .-. *-*. ,l a i. a ,Q,. \0 anUs UluU a genaoiidade do seu protector:
Ao Constitucional n. 67 de 14 de junho de IHol c.u ,,ao mas ihc respundere : fique prra rerlo
dizia o Sr. Dr. Feitosa:
Entretanto, nao podemos por maneira
alguma conformar-nos com o juizo que acerca do
distinto Pernambucano einilte nosso corresponden-
te, a quem pedimos a venia para contrariar nessa
parte sua missiva.
Nesse affhstamento do Ilustrado Sr. Dr. Urba-
no do bulicio publico na corte nao enjergamos nos,
como nosso prestimoso correspondente, um proce-
dimento aconsclhado pelo' egoisro: o Sh. Dr. Ur-
bano, qpe incontestavelmenle uma das glorias do
E saiba-.se que o Sr. coasellieiro Souza Franco, a
quem ou vimos a. respeito, concordou perfeitamente
comnosco.
Pergunta o Sr. Dr. Feilosa, quaes focara os ho-
mons intellgentes do partido' que forera repelli-
dos ? Neste ponto esto a sua maior fraqueza e mi-
seria! Quer que Ihe diga quaes forana os homens
intelligentes que S. S. repellio do partido? quer partittb liberal db imperio, e que est preso ao des-
iuc decline os seus nomes ? t'ois conheoam ledos ta provincia por lacos indissoluveis, rccellicu-so
ningeraTe'nem o"faria,"qa'do Wsmoos' "ti vase, j iTa'dera'tto cortiturmel'^Com'oTe levaniam falsi- infunde servico que o Sr. Dr. Feitosa fez ao por >lpn tempoaiH*^"^^^***;
iaaspiraCaoate o corpo eleitora, ficava | partido : S S,bni.ge*_e W^J^
piracaoante o corpo
da i *m era provisoria at que cu chegasse: tisfclta entrando o meu nome na lista trplice, ten-
se nao tinha rusentado nos 14 candidalos. do por companheiros cidadaos que me sobresahis-
sem em merecimento.
Mas ja que o Sr. Dr. Feitoza revela aquella_con-
lidencia, <(e pode ser tomada como a expressao de
A diantc. fallando da apresentacao, que eu 0z do
nome do Sr Dr. Ketto, diz o Sr. Dr. Feilosa. Res-
pond que n&o era uso mais possirel. porgnanto a
hopa estaba'feit, e elle (eu'
losfaeadas 1
A consfifutnlf foi urna bandeira de reroluco, | topes .Netto,Vilella Tavares,
to
de diias cotisas : primetro, qm-quanlo mais pilar
t morder, mais o hio de oviiar os homens de
principios liberis segundo, que o partido liberal
nao se ha de suicidar ni suas maos em liolocaus-
to ao Sr. Paes Barrlo.
(Juno fallo em chapada poHcU, declaro que eea
minlias censuras de nenhuin modo eomprefleodn i?
Sr. Salilanha Marinho. de quein sou amigo, e
quem milito respailo. |mr quanto- sabido que elle
se aprsenla por si, e era incapaz 'de solicitar a
proteccao da polica: se, poi. o seu nome anda
nosaa chapa, nao isio um acto seu, neth rtiofiTO
para que nao continu; como merece, a ser acalndo
e isiimado por todos os liberaes.
Beeife 27 de novembro de 16S.
um'arTte'de"Krra "menT" wwtwd l'.aje'resus- farias, Aquino Fonse..a,.Drtimi'nond, Baplista, Apri-' erpuer-se em defeza delhr, e cooperar com nutres
lar? "!-------- {'"> Jarquinio, Braz, JosTeixeira, Momea Pinlwi-, *} de arranca-la do ostracismo e P^^cS""
E' verdade que o Sr. Dr. Feitosa, anda este aa- }*>^ste^iJfeJB_w'
lela Franca, geaeral Alineu e que ella jaz vai para trezc annos, lego que para
norna^enio'Top'uar no' mez" d7a"brMec)arou Lima e oulros muitos cidadaos prestrnosos, que"se-Ihe offerccessoopjiorttimdede; ^^oppor-
iblicamenle que no tinha renunciado essa baa- eram a muito liberaes
r*i pfiinft vpm 'i(**iis\r-no< dissi ? pflriQO, 6 o or Uv*
ra lugar para o Sr. Dr. '.^'.vf-r^logo a chapa I Sr. Silveira de Souza, o dreito de' en.rar na lista \ QI(fo- renovar as paixoes e odios, os excessos fcmpo os expelliav damlo^lbe lego patentes de ver- gX^daStodea1b1raesTeTa,?S
USS era definitiva, e ; 3, ript.e, seja-me licto pcrgnn,ar,com oae, d.rajto ^gtjg^^ : por que T, agj 1^ ^ q ^ ^ SS 'f^S^r SSS AS ^7 1
"hmia^ehegad^larde, minha opinia individual; ja que o Sr. Paes Barre-1 pubicame,e que'nSo tinha renunciado'essa bau-; eram muito liberaes, ou vieram depois unirse, J"^.^ fZF^^Mh?*
os candidatos j sabia* de suaimLo* e ndo ha-! to todos os diasme contstamelo jornal ofTIcal do geira : como vem aecusar-nos disso ? __J fej^*?. e o Sr. Dr. Feitosa dentro de ponco | $52? na corte, na estova feita, o a romhui..
provisoria, e-nem admittia' a menor modifleaco : pretende aquelle senhor a votacao do partido iioc- om|e os provoquei
*
que jornal i .'",'.'"''"VU,'-,S ui1ui.ioiiiu*;'"|
que manifestas coniradii-cocs Jra/para senador.
Nao hara necessidade de organisar a chapa an- O Sr. Paes Barreto foi sempre conservador;
tes de minha encada e tanto me s no primelro da nao fez nenhuma modibcacao so.emne e ex- e scenas daquella poca que lgica _
de acost foi ella" a presentada o directorio, tendo pressa dos seus principios, e na sua circular guar- Feitosa I i seu systama de isolamento, seu orulho pueril,
alias eu chorado 14 de julho mas havia calculo da estudada reserva e silencie respeito de suas "permita que argumente com essa sua lgica : seu ciume ridiculo, causava maior damno ao par-
em conf.'ccionar a chana antes qoe cu me apre- ideas aeluaes, e apenas nos promette pautar o seu 0 r. Dr.. Feitosa est unido ao promotor e mais lido, do que toda a oppressao dos iningoa.
sentase aqu romo diz'o Sr Dr Feitosa quede- proeedimento pelos principios da honra e da hones- perseguidores de 1848 : logo quer renovar s airo- O Sr. Dr. Feitosa decreta por ultimo que ei
seiava'combinar comigo ? Ao contrario precipitou Mude. Zes perseguicoes daquella po:a, quer levantar, bem nao sou liberal, nem jamis o>in : ei
as couas com o proposito de impedir-me qualqner! Deve o partido liberal votar para senador em um aquellas (orcos, por que o Sr. Paes Barreto tonto urna dtsrdoerla que vai espantar e surprehender o
intcrveiico nesse assumpto. homcm, s por que Ihe promette proceder com SUspirava para enforcar todos os praieiros, quando pair.
I preste a candidatura do Sr. Dr. Xetto, e htellgenciis e illustracoes que o cercam? Dir-se- -nroTOiron-a dignamente e proenra conquistar um
;a0- como^leehonSelW,.,ue^^ >0* no existen, na provincia homens de let- }f*^1**:^tg^2Sg2b
, scenas daquella poca, que lgica ido Sr.Dr.^as, que sej.rulbcraes? O Sr. D, Feilosa com ^^^^^^^ ff^
Habilite a contribuir quanlo em si conber para o
ti'iuitiplio des dogmas ciin-litucionaes em todo o
cu tom- r3'1- e prncipalmenlo neste Pernambuco, onde,
daquella poto, quer levantar; bem nao sou liberal, nem'jraais ovfui: es arjui >enos do que em outra qnalquor parte do Brasil,
-1 tigoram as prcscripixics do pacto fundamental.
E notu-se bem que, o lugar que ora solicita-na
Urbano Sabino Pessoa de Mello.
\ tiherdade no Brasil.
fga o Sr Dr Feitosa havor-mc dito no da em' honra e honestdade ? lameutava no jurv qoe nao houvesse no cdigo a Todo o mundo me tinha por um. liberal nuro e
rheguei a esta ridade que eslava ancioso pela! Poda-se-llie confiar, como allado de coalisao, o pena de merle para se impr todos os rebeldes! sincero, e de conviertes profundas: a Sr. Dr.
>a vinda para eirtregar-me o bastan do comman- lugar de deputado, mandato temporneo e revoga- e que me diz a esto conclusao contem-sc as Feitosa veto desvanecer esse erra universal, mos-
d7e eu fllrmo sob minha palavra de honra, que I re ; mas o lugar de senador, sem nos dizer, o que suas premissas. trar a cs.le PVQ de. nescios que todos eslo Iludi-
dle me dlsse estas palavras : comprehendn-se que! o que ser ? o Sr. Dr. Feitosa delira I a paix) o desvair, dos, e so elle Sr. Dr. Feitosa me eonhece a fundo,
nno no pessivel discussao, e escoHia o] O Sr. Paes Barreto nao podia adiar melhor occa- i)|Z mas |10 seu communicado : se o directo-1 \cjamos as pravas adduadas pelo Sr. Dr. Feto-
, o que ser ?
neste terreno no pessivel discussao, e escoma o O Sr. Paes Barreto nao podia adiar melhor occa-
pulilicoeiitrea mirrha feadodoSr. Dr. Feitosa- siao, doqueada sua apresentacao, para se de- ro rocommendara quo se conservassem o mais; sa : sao memoraves.
devo eomludo declarar que a esse encontr estivo- 'clarar ao menos aproximado as ideas liberaes, e o possvel os mesmos eleitores, que voto ram para A minia liistoria-domovmentopracirodeJlSiS,
ram presente* algumas pessoas. de rojos nomes seu mysterio na circular est dizendooii e con- depulados, como que S. S. (eu) insinuara para del o nome d recolta o nao o de revoluco : loga
me nao record, excepcao do Sr. Jos Francisco wair a ser consrvador. que na freguezia de Sanio Antonio se organisasse o meu fim, cscreventfo aquella historia, fo omes-
Carneiro queja me coniirmou ter ouvido, e lem- O partido liberal de Pernambuco nao tem um uma cha|>a de eleitores inteiramente nova I | quinhar o movimento : ergo nao seu liberal,
brar-se d'aquellas |ialavras proferidas pelo Sr. Dr. representante seu no senado, e apezar disto deve A respectiva commissao dessa freguezia _protes- E yerdado que o mesmo Sr. Dr. Feitosa diz
Feitosa, sendo que aquello seu dito logo circulou eleger um conservador ? to contra esto arguicao, e declaran que nao tinha 11 que
por toda a cdade. De mais a fraeco conservadora da liga tem dous re,-ebido insnuaco de candidato algum a resuello i
rtuando propuz a candidatura do Sr. Dr. N'ctto,
o Sr. Dr. Feitosa rrao se limitnu oppr que a
chapa etafa feita, o que nao Harik lugar, como
diz no seu communicado : combateu com to la a
furia essa candidatura : negou ao Sr. Dr. NVtto
serviros, o at recusou-lh talento e illustracao;
assacon-lhe toda a sorte de doifetos e vicios, at-
lou-lbe todas cssas intrigas mseraveis, que contra
elle hava dissemnlado; ataeou-o em llm com o de-
sahrimenlo de odio o mais profundo, o que me
obrigou nma discussao vivissima.
DixoSr Dr Feitosa iconcorrendo todos csses Estova resol vde, cm attencao especialidade de Sr. Dr. Feilosa que sempre fez um esludo parti-
senhores notite era meu cscriptorio (os Srs. Drs. minha posc,ao, a tolerar, calando a minha opi- cular em apagar da historia lodo o passadp do par-
Souza Bandeira, Serfico, Ribeiro e Joo Teixeira) niao iiulividual. que o Sr. Paes Barreto entrasse na tn*> lilieral, em quo elle, nao tgm parte, erende no
rol por ettet rr,ii,ccdo. que nao era possvel a listo : mas pretender elle excluir-me de uma listo seu estullo orgulho que o mundo poUtico naseeu
admissao do Sr Dr. Met'to na chapa em lugar do organisada pelo partido liberal, empragando para ceja elle em 1849.
outrem. esle lim toda a aeeo do governo, lodos os meios, Foi elle quem traceu a linha divisoria, dizendo
orteo Sr. Urbano, obtivera elle, na*legislatura pas-
sada deste proprio PernamHuo, se menos conscio
de sua dignidade, e nao convencido de que o cargo
de deputado da nacao nao conferc honra sanan
quando incumbido voluntariamente pelo corpo
eletoral, houvesse aeeeitada as proposlas que, por
parte do ministerio de ento, Ihe foram fetas no
sentido da se Ihe proporcionar um assenln na c-
mara temioraria, sem se Ihe exigir alias renuncian-
seus principios polticos; proposlas que, romano-
brasa propria de um Pernambucane que se estima
sabe presarse, arertnu o Sr. Urbano de repellir,
w Mimo m uyw vuiuH >iui< ii .." reivniuo in.-inuai ao ne i-aiiiiiuaio ;
representantes seus no senado, os Srs. Mrquez de da organisaco da chapa para eleitores, e o Sr. Dr.
Olinda, e Viscondo de Boa-Visto, e quer mais um pcjiosa estanpou no Progrcssta essa declarar,ao
lercelr, o Sr. Paes Barreto : que papel entao fica da commisso sem nenhuma reclamaoao de sua
representando na tal liga o partido liberal ? parle. Logq^sua aecusacao uma manifesto fal-
Na provincia de Minas a chapa senatorial com- gidade, que W^- nao |>de sustentar, e antes ton-
posta de tres liberaes dslinctos, e, nao entrou nelja fessou com o seu silencio,
um conservador : aqu pretended] os ligenos nao. .Nunca liz distnero de liberaes anteriores e
s que entre o Sr. Paes Barreto, como que nao posteriores a 1848, por que nao tenho o espirito
entre um candidato liberal fazem-me guerra pequeo, e coraco lacanho : pereorram-se os
cruenta e asquerosa, c nem queriam o Sr. Sabia- jomaos do tompo, em que militei na poltica, e nao
nlla Marinho, o que publico e notorio. i se cnconlraro dessas miseraveis distmcces. O
E' falso : esses senhores nao ivconheceram se- que o abuso da aulordade pode despender, isso que o partido progressista nao era o piaioiro, nem
melhaiite eousa nessa occasiSo, antes so concordou nao tolero, e hei d reagir com forca. o liberal; era uma eousa nova, que elle la sabe,
alu cm outra conferencia com o Sr. Paes Bar- O Sr. Dr. Feitoza poderia leras suas razos para, mas nao pode explicar: que os liberaes de !*
reto, na qual elle e o Sr. Dr. Feitosa declararan) desde o principio, proclamar o Sr. Paos Barreto eram incompativeis e impossveis nesto situacao;
terminantemente que nao hava lugar para o Sr. como senador o nosso senador, o nosso futuro se- que s eram pmgreesstas os que tinham proaredi-
Dr. Xetto. nador o conselheiro :cu estou muito longo da do, e que os liberaes, que haviam estacionado, eram
Diz o Sr. Dr. Feitosa : .-No da seguinte ou no posieao do Sr. Dr. Feitoza para com o Sr. Paes antes conservadores, de maneira que o grande rae-
immediato em meu escrptoi o deu-so a conferen-, Brrelo. rilo est em correr, seja como fr. e por onde quer
ca entre mim, o Sr. Dr. Urbano, e o Sr. conselhei-; No seu artigo publicado no Progressista de 24 que s.-ja, e outros despropsitos desses, que sem-
m Paes Brrelo. Xessa conferencia o Sr. Dr. Ur- do corfeiile diz o Sr. Dr. Feitoza o .seguinte : pro solta com profuso, todas as vezes que aos vem
bao procurou convencer-nos da necessidade de i O Dr. Urbano Sabino Pessoa de Mello, que- pregar das suas theorias.
entrar na chapa o nome do Sr. Dr. Xetto, cowo rendo lodo o transe ser senador, suppoz que po- Foi elle quem levou ao directorio, parao fazer
lerommeiulndo do Sr. Sinimbii.' dia bater uma chapa, na qual predominasse elle
Se o Sr. Dr. Feitosa nao tem escrpulo em Ira- como a mais idneo ser cseolhido. E como o Sr.
zer para o publico todas as confidencias que se loe coriselhoiro Paes Barreto Ihe pareca um competi-
fatem, eaeostumo esquecer-m dellas para com dor forte, ei-lo que principia por guerrea-lo. Xes- considerava sem dreito na situacao actual, huello
terceiros. e nao me lembro que tal necommenda-! te intuito teve a velleidade do suppor que eu mi- tao repugnante que o directorio em peso se recu-
ean houvesse.Devo porm dizer que o nome do nmria a sejnelhaute pretrnco. Repelli como alta- son a a-signa-lo.
mente contraria aos inlcres-es gomes la provincia Foi essa propaganda impoltica, desleal eegoisti-
essa propasia ignominiosa. K como neguei o meu ca;cssa repulsa ilos homens, que eip.outras eras se
(i/ijjom> a too tliesciuitiuii nal nmliroo, ei-lo que pro- dedicaran! o sacrificaran! pelas ideas: essa cen-
sis concilladnos.
Bate acto rlori^so do Sr. Urbano, seu lonvavo
proposito do nao solicitar, um receber, quer para
to, que aquelle movimento nao tinha por fim al- '' qoerpara os seus o mais insignificante favor que vma. O homei
>rar ou modificar a forma do governo: logo, se- dos ministerios que hi so tem succedido, sto ou- civil salundo da tute
undo os principios do Sr. Dr Feitosa, era una.!,ros tn,l,s leslemimhos vivos contra a pedia de C;w, o povo se eman
ment
presidida por um mnsamento, me mais de perto,
ou de longc se pende (orina do governo.
E verdade, e todos o sabem, e sempre se tem
d'
lera
StYnl'VuZ+"re'uc: parece po"rtonto' *gm** 1no lh *> prestante corres,K)n-
que eu Ihejdci a danomiiiaco que o Sr. Dr. Feito-; dente, a .qnem pedimos desculpa das cons.deracoes
sa acha propria : mas apeear de ludo aflirma elle, -J00 ahi macamos tata*, tendentes todas a v.ngar
que eu.com aquella denominacao arnesquinhe o df: 'I afrro'!,:l immorceida a repulacao de um
movimento, e d'ahi conclue quTno son liberal. ,al,ado V" mm Vnmmm, e cojos serviros a cau-
' O mesmo Sr. Dr. Feitosa j deu e>as moviesen- sa: Pr'lue pugnamos, sao mu.to valiosos para que
lo o nome .de reroltajao Literal Petmimtbucaiv de I 8eJaLm esquecidos,. .
di Janeiro d 1835-3* colunna linha 11* e" *"" l/beraJP*-na,nbt,e,anon. M* de e
outra nao poda ser a intenrarfr r-ottn Idas **"* .dc .? encontra-se o doeumeno ****-
este senhor poda, sendo liberal, assim deaonii- 'J*6* al,a'xo "Kgnadoa, oledores da ';*
nar o movimento;O' eu nao, e como o fiz, segu- ** \arzea,afflrmamos deha.xo donespalayrade
se que nao sou liberal. nonra ; ^ueo Sr. Dr. Antonio ^ cente do Nas-
0 Sr. Dr. Feitosa nao est em si, (piando por se-
assignar por lodosos seus meinbros, um libellofa-
nuis'o contra o Sr. Dr. Xetto, a quem repellia da
communbao poltica por ser liberal de 1848, e o
Sr. Dr. Xetto era lembrado na corte, e na Babia
quando por l passei, por todos os liberaes como
tuit candidato necessaro, e que o Sr. Paes Barreto
afte tova seu respeito disposieiJes tan amigavels, ora faiefesao chefe de um grupo, o com esse gru- dj'ninaciio de todo o paseado de um grande parli-
li,incas e cavallieire-cas. que adrlos illudio, (me- P" procura laucar a diviso no seio do partido do, que indignaram a todos os liberaes verdadei-
nos a mim o ao Sr. Dr. Xetto) deixando a todos' ;iroffv>j,is/(;, appellando para as paixes para os ros, que presan) e se ufanara das gloras e tradi-
ndo-nos na mesina guerra osee do seu partido.
iselneiro Paes Barreto a Re o mesmo Sr. Dr. Feilosa qnem cuspio face
que julga o Sr, Dr. Urha- dps liberaes. que acabavam de elegelo deputado, declinando toda a rcs|ionsabilidade, e entregando ._ ft) ,|n aLrOS
tara que todo o partido /* os maores insullos, denominndoos anarchistas, os meus amfgo.s,, sua srte, como aquella corros^ | chatos Fruraso -^-(1
rdtns. desordeiros, republigueiros. earunristns, e at es- \ pondencia, que o Sr. Dr. Feitosa publicou, com a ; i'ir, i.vS!.,.-nn c.
. ___.....I... C__. .. ., i. nh,l..l..'.,. un uim'ilnn .... i.'__. J. n.^,___1.___ J. It, ''"'' lUHUMUn
p irsuadlds de que a candidatura do mesmo Sr. Dr.
Nettnera segara, e di-scancava na boa f do Sr. Paes
Barreto, que alias foi a cama nica da sua cxelu-
so da chapa.
O Sr, Dr. Feitosa conto uma historia infiel da
localisacao dos candidatos, e agora aproveto a
occasiao para desma-carar uma intriga miseras'd
urdida pelo Sr. Dr. Feitosa, mnudaudo dizer a in-
fluencias do2 dstricto, que se qucixavain de para
la proprem tres canserradnres, -quese qtlPixas-
-em de mim, que de proposito havia reijeitado -
melhante modo argumenta.
Xa minha historia demonstre) com evidencia
que a rcvolta nao foi o resultado de um plano con-
certado e execulado pelo partido praieiro, e sim
um rompimeulo espontaneo e solado, produzido
pelas provocaces e violencias dos agentes da au-
toridado publica : alirmei (po o senlimonto un-
nime da deputacao praieira era combater pelos
cimento Feilosa, nao sepropuzera a deputacao ge-
ral pelo circulo desto provincia, aque pirtcnco
esta freguezia, nem para*esse fim a nenhum de
nos se dirigir ; 2", que tendo-nos reunido na tar-
de do dia anterior ao da eleicao emcasadoSr.
Brito (e o Sr. Jos Antonio Perjn'ia de Brito Bastos,
qoe teve a hondade deassigoar o protesto em favor
do Sr. Vilella Tavares) na roa Xova, aehando-se na
reuniio o mesmo Sr. Dr. Feilosa, e consultando
meios constitucoaes" e no campo eletoral, e" que nsa ?ua 0l'l,"iiio acor'a da pessoa em piemde.-
n io^ .,, ,;..i..... ll _'... venamos volar no primeiro escrutinio de modo
a 1880 nos libamos compromettido em uma reu-
nio solemno de grando numero de deputodos e
alguns senadores, onde fon deliberada unnime- j
mente a exclusao de qaaesquer meios materaes.
Que conclusao havia de tirar o Sr. Dr. Feit )>a
dessa aprecincao sngala e verdadeira ? Que eu fui
levado escrever aquella historia, nao pelo amor
tdachins.
Sim, foi o Sr. Dr. Feilosa quem provorou a lula ;
em s ordens e nos interesses do-Sr. Paes Bar-
Aquille que sempre se pretenden fazer, e se tem />
feito com todo o abuso da autoridade, com todo o
disperdicio dos recursos olliciaes para me excluir q
da lista trplice smento no nteresse do Sr. Paes reto e mais IXnUetntaWes dixsiikntes, investio con-
Baireto, como todo o mundo o sabe,' lembrou-se tra os liberaes, o est quotidiauamente aggredin-
agoca o Sr. Dr. Feitoza de lancar sobro a miuha db-os.
* dfstricto aim de apresenuir por ahi "o Sr. Dr.' cabga. Contava esse senhor poder alterar o fal- Xao qunira portanto tomar o lugar da defesa,
Xetto.. sificar seu gosto urna simples pergunta feita em rtois que s Ihe compete o da aggressao.
(> Sr. Dr. Feitosa apresenton-me a chapa com confidencia, e seguro de que nao se Ihe poderia Diz o Sr. Dr. Feilosa, que en na minha circular
o _'", :!' e i", distrisetos j pivencliidns, declarando novar a mentira, vem lume com essa miseravel ihe apresento como conserrador doctrinario.
que o Sr. Paes Barreto niio quena tomar sobre si intriga. Felizmente |iosso provar que o Sr. Dr. E accrescentaE digo que o Sr. Dr. Urbano
a lesponsabilidade de apresentar o Sr. Sa e Albu- Feiloza mente,rom o maior dexearamento. 'Otisirvador doctrinario; por que isso mesmo se
mais conforme con a dignidade e interesses do
partido liberal, fui de roto o opiniao o Sr. Dr. Fei-
tosa que a votacao doveria recahir toda e sem dis-
crepancia na pessoa doSr. Dr. Urbano Sabino Pes-
soa de Mello, como- uma prava dc consideracao
pessoa do mesmo Sr. Dr. Urbano, o da memoria
que conservara o nesmo partido des semros /-
de Per-
havia toma-
io o voto
pie toi por nos applaudido: .'(", que nao reennhe-
ceffltt outro orgo das ideas liberaos na provincia,
senao 0 Liberal Pernumburann, oulra direcnao tenia
a do conselho dasociedade Liberal Pernainbucana.
agosto de 18f>8.O padre Jos dos
AO vigario Feliciano Pereira de
L,.-coSotlor de Figuein-do Castro.lg-
^to52?m^*ESl,!2n* f"^"'''"00 de 4 naci Ales, Motoiro.-Egdio Carneiro Hodrigue-
de fevereuo de 1849, onde diziainteiramente
,, ,i i;,,., ,- j...... i Z.i~i'ii i iHicciiiiMTrvava o iiii'.siiio i aruuo (lis sn ri
In-c n in e,emenl0.dem,)cra,l,:" dc Pernam" \tados pelodilo^. Dr. Urbano a provincia
p, a a tm a miuha po*M ,k toda a respons .Mi- n;| (||1.(T(,-(( ('|(( m!,j(|() iel ml
dude I
O Sr. Dr. Feitosa esto delirando dc despeto.
Se eu quizesse salvar a minha pessoa de conr-
promettimento, bastava nina simples declrelo
exploraran o lugar Campo Grande e Zumb, onde bmit cono hoje par desfmft o proclama I
Feitosa na-
nnnca fui
Xunca pretend batir rhapa e como o poderia le em sua circular, desde que nem se aprsenla
fazer J Xunca pretend a exclusao de ninguem, e romo liberal, non suppoe a necessidade de re(oitna
nem ttt qucsfao.de candidatos. Xas veaMrae do nlguma.
se diziam acoitados alguns desgranados: prestei-
mrd tudo...
pouco mais ou menos assim, Sr. Dr. Feitosa,
i que o homcm covarde salva sua pessoa de cora-
promctliincnto, prestando meios ue ea^ar pobres
desgracados polticos, que se acham refugiados, e
depois vem ainda allegar esse servigo ante os ven-
cedores para captar sua benevolencia I
Foi por egosmo, e para salvar a minha pessoa,
que escrevi aquella historia! Quanto lem o odio
transtornado a cabeea do Sr. Dr. Feitosa I Essa
obra ahi est, corren' petas maos- de todos ; lodos
a julgaram, e podem anda apreora-la : nao serei
eu, que trate do encarece-la, quando o proprio Sr.
I)r, Feitosa em oiHras oris a devou s ntivens.
Devia eu dizer qie a revolta fora o resultado
de um plano? Entao menta, e nao eslou acostu-
mado mentir, e s esta mentira nscaria o'nreu
escripto das paginas da historia.
O Sr. Dr. Feilosa procura atitil'ar os espritus
com a penpeeNaa de um futuro medonho no caso
de romper-so a liga em Pernambuco : llalli resul-
larii a dn-iso em guaira (aegoes, e dalii a guerra
civil.
Santo Dous, que desgraca O Sr. Dr. Feitosa
deser inleirameotedo partido liberal, e julga (ru
s os conservadores o podero coiuliif.ir a porto
seguro, o sem ellos nao ha salvaco. Mas o que
falto ao partido liberal para viver vida sua o iude-
pendente 1 ateHigenei;*s, tom ello em abundan-
ca ; o numero, superabuinla-lhe ; ulbese.s, dedi-
caces, e energa, nao Ihe faltara ; riqueza,^Ji tem
dqjsobi a ; adia-se em grande maioria debaixo de
toaas as relaces, |iorque nao podera vivw s ? E
nao \iveii isnpn s 1
E' verdade que noespaco de I i annos nao avan-
eoii um passo, mas ora pela m diroeco que se
ijuecpi-pido ."{": s tive por tanto a escolha entre
o I", e o 5'disfrictos.
Xo regetei porlanto o 2 dstricto. e ao contra-
rio declarei nessa ronferencia qu nao teria duv-' da, em que o directorio resolvou nao apresentar Comprese este trecho rom o seguinte da" mi-
da,fenles prazer em acceita-lo. chapa, eu procurei entender-me com os membros nha circular : En tendo que a liberdudc o Jim
i Sr. Dr. Feitosa : nessa occasiao cu disse do mesmo directorio, que nao tinha por inleressa- essencial das sociedades civis, e felizmente a consi-
sse mister sacrificar a candidatura do Sr. dos contra a minha candidatura, e Ibes declarei' doro a.sss garantida em nossas mslituices funda-
p, eu raunriariH A minlu candidatura:' que aceitara como satisfactoria qualquer doslas uientaes, p ecisando apenas algumas reformas as
r. Urbano nao dedarou que renuncia- tres soluces. leis regulamentares que a tornera effectiva na pra-
ria a sua em favor do Sr. Dr. Xetto. Primera chapa triplico com o meu nome, tica, e a assegurem melhor contra os vexames e
A dlaate diz tinha en no animo ver se me reti- quaesquor que fossem os companheiros, do que abusos da. forca c arbitrio.
rara da chapa, mais adianto acrescenta nao tinha nao fazia questao. Eu digo que considero.a liberdade como o fim c-
desejo de sabir dft provincia, de deixar aqui a mi- Segundachapa com os nomes de todos os can- sencial das sociedades chis, o o Sr. Dr. Feilosa,
nha famiha, e o meu cscriptorio dc advogado. E didatos, que se apresenlavam, para entre ellos es- traduzindo este trecho, diz que eu nao me apresen-
entretanto^ apettr dc tanta almegacdo, exigi a colherera os eleitores voalade. to como liberal, c sim'como conservador doutri-
ntirada de dous prestrnosos candidatos, os Srs.! Terceiraeleicao absolulamente livre e sem qario.
Drs. Aprigio, e Brito : qne importava pois esse chapa. Xa minha circular digo que precisamos de algu-
oHeri^rnento da renuncia de sua enndidatura ? I Accrescenlei-lhes que cm minha opiniao erapre- mas reformas \,;is leis regmamentares, que tornera j fei'ro appar^r "rjmj revoHa,'7em eerr^'"s'n! dos hossos liomens honestos" o indopomlentes, n.
- Bu nao declarei renunciar a minha emUlida- ferivel este ultimo axpediente. a liberdade effectiva na pratica. O Sr. Dr. Feitosa | mcog e reCursos, sem auxiliares, sem systema; I dos e respailados pola opiniac, com os deputodos
tura, sffmmdo n Piquei na corte, e nao aeompanhei provin- Quem proroca odjqa e paixes Quem pretende
- ca o meu migo o finado Xunes Machado. I rollar utopias e extravagancias de nutras eras ?
SSiSf%r&W?2! nf'"10' JirS um'n."n,e" ,5.- lealJe n *< Par (lne "la sem noticia dos factos e suas Quem promove asilara,. ?
!!ln^rn'.V.?,:!fs..l>ulieir. ('osla R"e'ro> ("^' ar"gs *> Sr. Dr. Fdlosa cstao icados (.ausas? iv09r[ fr ^^ ^ rom phantasmas. eu
*."iH*. iv58is5?" Sfir: i Na crise, era qne se achara o partido praieiro,e'pensa estar lidando rom criancas para Ihes teaer
m que eu nao fazia WsoSr. Dfc Feilosa: Emtercero lugar por lX)rqUe se esperara teria de passr, nao podia &,tnt.
o, nao pretenda a ex- l*** ^ }Bjf "a0 nos ve, au3u,ar pensar a .pwsanc* na-crte da wn defensor eslaa. Se
m- nuo; eis o que fiuiyi alli fazeado, Sr. Dr. Feitosa,
o nenhum dos mflus^conjpaBhejrs ronsentiria
ii. a; todos
Ihe dava. Se- a liga romper-se, nada perdemos :
E depois faria pas.sar os chers do partido por! reuna-sc o corpo eleiloral, numee-so uma direci-ao
o sucia de Uncos, que teriam espontneamente conquista dM possaa ntelgencias o illuslracries,
uma
/urcas. Depois, s ininha candidatura, seria immedlatomente acceda, *
e o resultado era que nem en. nem o Sr. Df. Xetto
seriamos eleitos, e fJcari tofi agosto o Sr. Paes
Barrete.
Cotifess 0 Sr. Dr. Feitosa que eu declarei uo
tii.ir salismlfo com a. chapa, e que me reservava u
dreito de han concordar. E' a primeira vez que
elle diz a verdade no seu cummunirado, e assim
mesmo a altera em parte : eu disse, que nno con-
cordara na chapa ; que nao tomara sua resuon-
snliildade rnoral;. qu quera que ;i lodo o lempo
isso conslasse, c me reserva va o dlivito de appd-
tar dclla, se o julgasse conronientc.
Coflunua o Sr. Dr. Feilosa : Organisa-Ja, a cha-
pa conservon-se o Sr. Dr. Urbano na mais (lerfeito
barnioin comigo.i Declaro qne nunca houve
essa perfeita harmona : os 9rs. Paes Huir
Feitosn guardnram sempre para romigo o
tngre4tpe mena; nunca me cmmunicarart
ouviram a conwinaram o're a eousa a mais
mtlcante: trataram-me como nm homem,
aiH'nae loteravnm, o do qual sentttn prefnmia-
mwite waose^pottetram-desaartar.
Fiz-Uie naMlr o eeejo do assislr as se*ses do
lireelorlo paraioetMr esetnrew-me do negocios
e poder aiunntfr tima parte-a rosponsarotldade k
Itrandab e BaptLsta.
Todos estes senhores sabem
questao de nenhum candidato, .....
ciusSiu de ueuhura. O directorio adopiou o ul- a sahir de lantadlfllcldadc?
timo expediente ; dedarou uue nao dava chapa, e s[-r)r- rba.iio nem ao menos nos awiava um
ileixavft a eleicao ao livre arbitrio dos eleitores. conselho! Antes pelo
Eslava eu satisfeilo cora esto resoluco, a o par-
tido liberal a vecetova.
Tenho por tonto razao par,a dizer alt b bom som
a Sr. Feitoza g um mentiroso objecto, um misera-
vei intrigante.
Trafandodaapresetira'cSodo'ST. Dr. Xetto, diz o Sr.
Dr. Feitoza que apenas pstanlou a chapa s>rn con-
lealdado fo
J
quer qne eu soja fldo por
decidi, e est dito. Tenha |w-
) paciencia, e responda-me ao
ni liberal, no periodo de *8.IG a
que militei. activamente na polilica, se-
i tambem niio o eram os Xunes Mediados,
Xettos Vueltas, padre Farias, etc. ote.,
s andamos sempre Juntos eaccordes: dlra-
quem eram os liberaes da provincia n'-
b periodo, onde esiavam elles?
Em 1857 dlddindorse o partido, e grpando-sa Dar-se-ha caso quo nao. hoaveeso nartido liberal
mnltos rjeraes em torno do Sr. Dr. Vilella Tava-! em Pernambuco n'aqudlq lempo ?
res, o Sr. Dr. Feitosa lerobrou-se, nesse aperlo, e \ Q, Sr. Dr. Feitosa, na cegueira do seu desDeito
com rcceio.de perdljr a cheftnca,. de procurar um aniquila na mlnha uessa todo o passado do nar.ti-
polo fra daqrf, e entao fet nomear uma commis-! do liberal da provincia, de que me nayidedes-
querem uirio eom 0 ixulido libaral, proce-
dain de outro modo : quem pode tolerar essa po-
ltica, que se est fazendo, de egosmo, traicao,
intolerancia, desmorallsaivio e venafidade f
Fizeram uma eleicao de depulados qunsi toda
ligneira : incluiram a chapa um candidato lilieral
e traicoeiramente o mandaran) guerrear : apresen-
taram uma chapa de 40 nome* para depulados pro-
vinciaes, simulando eleicao livre. o s escondidas
c traicoeiramente inapdm cerrar nos candidatos
ligueiros com exdusab dos liberaes, e nao satisfei-
los com o resultado da pressao do governo sobre a
eleicao, mandam falsificar as acias era faror dos
ligueiros I
Peplaran em publico quo nao ha chapa para, a
eleicao de senador, fazcm aulhenlicar essadeciara-
cao corii uma deliberaciio solemne do directorio, e
as escondidas e traicoirainuiite rae bater ohapa
as salas de palacio, e querem impor (me a
exclusao ile um cmilulalo liberal.
E tudo o Sr. Dr. Feitosadiz ime, e auai-
lia todas essas fraudes, perfidias e miserias.
SEL' XASC1MBNT0, VIDA, MORTK E SKWJI.TUKA.
II
Assim um wro come o homam nao lem a su*
liberdade desmedida pela lei d naturezu ; por seos desejos sao urnas vezes onpostos e outras de
perniciosos resultados, o elle nao tem< a-razao illi-
mitada o infallivel para conhecer sempre e em lu-
do o bem e o mal.
a le ou o proeeito o-marco que determina o
limite at onde o hornera ou o poco pode se guiar
por sua razio. Sao os execulores da lei on do pre-
ceito (|ue velam para qoe o homem ou o poro ne-
transponha esto limita, sao estes- que o guiara Tora
ddle, sao ostutores e os gorernos.
Assim, a pai d ao ti I lio menino a liberdade de
sallar dentro de casa, impondo-lhe o precedo de
^no sahir a ra, e uando julga a proposito, o con-
duz para onde til Ihe parece. Assim, a> le, a um
certa poro Ihe permute dirigir o curar dc seus ne-
gocios mnnidpaes. |r meio de seus eleitos, e re-
serva a direrco do todos os outros-* negocios- ao
governo. Tudo isto por que se julga este menino
ou ust povo ainda na infancia, com penca intelli-
gencia para se dirigir fora deste circulo que a lei
Ihe faculta.
Qnaudo o homem diega idad da reflexo, nao
carece mais de tutor, a dirige s por si es seoa
[.nogoeios lodos, e-assim goza de liberdade civil.
Quando o povo nao esto mais na idade infantil,
quando pode bem conhecer de seus negocios, ale-
go os seus representantes, o as vezes seu proprio
governo, saliindo assim da tutella ao governo em
uieiii passa a gozar da-liberdade
tutella por nm acto de emancipa-
ancipa por uma nova lei que Ihe
d a liberdade poltica.
Assim. sendo a iiiidligoncia a capacidade para
a liberdade. o hornera, ou uma classe e um peno
pode, e por isto deve gozar de mais ou menos li-
berdade civil ou poltica, segundo sua intelligencia
e raaisou menos.
E' a liberdade civil a deque gspzaoindividuo, de
dirigir por si mesuro os seus negocios e vida par-
ticular ; a liberdade politieaa de que goza o po-
vo ou dilferenfes classes delle, de tomar parto
na governo de si mesmo.
Como a liberdade depende do grao de intelli-
gencia, por isto um povo e suas differenles clas-
ses >ao mais ou menos livres, toniam mais ou me-
nos parle no governo do estado, segundo sao mais
ou menos intelligentes.
Por islo no curso dos tempos, e ainda hoje so
tonheccm poros mais ou menos lirres, estados em
que a lilurdade prevlegio de certas classes, ou-
tros eni-que todo a povo vivo sob a iuteira luidla
de yoverno. e sao estos ltimos os que se chamara-
guvernos absolutos, era que o povo niio goza de al-
guma liberdade poltica.
Kntao se diz que esle tal um povo escravo,
porque nao tomando parte alguma no governo, nao
lem vontade, maneto ao areno dos que o goror-
nam. Paga o tributo que Ihe cobram e que elle
nao sabo para o que ou o possa ou nao papar ;
vai gnurra quando Ihe maudam, ou soja para
seu bem ou para seu mal: nelle o individuo nao tem
voz nem aeco para cora os que ogoveroain ; c nao
sendo senhor de si, lambem nao senhor de eou-
sa alguma, nem de seu campo, nem dos fructos que
elle produz nem de seus instrumentos, nem de sea
gado, nem do sua casa, nem de sua raulher, nem de
seu lilho. Porque quando um povo nao toma par-
te alguma no governo, govemado como um pa-
pilla, o por isto de nada, nem em eousa alguma do
si pode dispor.
Assim sao govornados os estados da Asia na
Kuropa algnns ha. que peOM ditTerenca dell* l,i-
zeni. Assim lazeui quasi todos os povos anlicoN.
s se contando o romano um pouco livre, e d li-
berdade que so podia gozar antes dailoutrinachris-
ta, e liberdade sempre combatida pela classe .los
nobres, e exlinctn pela (orriqnio de todos; e o-
gcego estimulado pelo santimento artislico, e pela
doulrina dos phiiusoplios que ao lado do povo he-
breo, em grande parte preparen a humanidad.-
para receber a doulrina fraternal do Jess Chrislo.
Livre foi a re|iubliea franceza de 17114, emboca de
uma liberdade revolucionaria e sanguinaria : por
que todo o povo era ridado, lodos tomaram parte,
no governo, todos roncorriam para aquellas factos
memoraves bous ou mus. Foi tambem livre e dc
uma liberdade placida e tranquilla a liberdade da
repblica francesa de i8, destruida pela conjurar i>
das naees despticas.
Um pouco lirra mi este mesmo povo sob o rema-
do de Luiz Felippe, mas de uma liberdade sempre
mentirosa, concentrada em poneos eleitores, e cor-
rompida e sophismada.
Lirre na Inglaterra s nma elasso hem peque-
a, que toma parte na eleicao dos deputodos, sendo
todo o rosto do povo pobre que se sugeito aot> bru-
toes caprichos de intelligentes sonhores, cabendo-
Ihe sement em parliiha das decantadas liberdades
nglezas, o poderpm se reunir nos meeting-pnm np-
plaudir os oradores que exaltara o poder do impe-
rio britannieo sobre as cinco partes do globo ; e o
povo saliefaz-se na sua baixeza e humilhacao aos
sonhores, crendo-se lwres em seu orgulho, por
-erem aos seus senhores, os senhores do mundo.
E es Ingle/es, dizendo-se livres, ohamam cada um
dos que os governam Mi^Lord* que qjierdi^er
meo soBbor. Porque em rerdado etles sao se-
nhores dasteporo brillo como orna machina, eqao
como i achi na exwulan (Aras admirareis.
Pouco livre a Franca de hoje, embora todo o
povo concorra para a tolro dos deputado, em-
bora renca na capital, apeaar da intervemao
quasi violenta de Napolao ; por qnantea cmara
dos denotados pouca parto tema no gorerno da
naijao, que quasi alisolnto as maos da Xnpolen.
e non ao menos a impreniar liirei com a qual
poderia o povo concorror na gorernanca do es-
tado.
Lirre a Prossia, onde o poro podo e sabe reii-
ecr sempre as eleicous contra a rehtada do"rei,
mae de uma liberda* Impruncua, porque o re i
dissolve sempro-ooadla a cmara dos deputadns.
Atoim ponco Ifrres sao outros estados da Euro-
pa, com exrepeao de tres, qoe o sSo rerdadeira-
menle livres a sao ellos :
A* repblica da Suissa eu oonfederacao helvel-,
ca ootnposto de muitos pequeos osudos republi-
canos om que o governo'sae-toa do povo, dasrte
o presidente da confcderacao a os de todos os es-
tados.
O reino italiano, em que o re nao corrompo as
___
ILEGIVEL
^k.


Mitrln 1*:i.
3

eleieoes, failaa por tadajo povo, e se dirig mea
pela opiau do paiz, do que por sua* iuspiraroi.
patriticas.
t reino da Blica, flnalmente, era qao o rci
apenas o el de urna perfeita Palanca em que se
pi'sam as opinies., os desejos e as necessidades lio
]h, ido leito com a maior Uberdado, sendo
M'inuv a vonlade do rei formada pelo desejo da
taioria, manifestada peto povo com a maior fnan-
meza c liberdade, a mais perfeitamente garan-
la.
Livres sao as repblicasliesnaihdlas, comexcep-
ro smente do Paraguay, tmiboraanarchicas (com
exeepeo do Chile, que urna repblica perfeita e
feliz; nao obstante os embarazos que lucs tora pos-
to a Kuropa c esle desgracado Brasil, que nao con-
tante em corromper seus Albos, derrama diuheire
e enredos no Bio da Trata, cum o proveito de
/azor mal.
Livrv, grandryfeliz, poderos, rico, prodigioso,
w |H)vo dos'Bstatos-lJnidos, a inveja das nacSes, o
desespero dos corcundas, a raiva dos Brasileiros,
de boje, inimigos da llberdade. A aecusaeo que
Hit- faziam os corcundas de todas as partes, que
sendo el les livres, tlaham escravos. lima revolu-
fio se levanta naquelle paiz, para sustentar a es-
cravido contra o averno legal, que a quer termi-
nar e os corcuudas de todo o mundo protegem e
fazem votos pelo rrinmpno dos rebelde* I...
quodirei do Brasil "
Abl isto enjvojrgonba. Quuudo se falla de paiz
ptridas aguas.
Km -toda a parte, haja pouea on moita liberdade,
un partido sempre lula para adquirir mais; aqu
sao dotis partidos, ou antes-deas bandos que por-
lian pela preferencia, a qual carba a ventura de
sepultar a liberdade___ Vamos, vamos contar a
ttistovia da InVrdaaV da escoriadas naedes.
gra 'to, se ensagratta soa-lei -ou carta tonstlmcional,
m suas Dieses geraes, que >p i san carta de
manaiparo ; as leis organtrrrs. porm, c que vio
iMiiferintlTada tiaia das liberdades de que goza o
lovo.
Cada urna destas llberdade vem a ser outras
'tantas pnruVipares que o povo toma no governo
do estado, isto 6, no governo de si omino. E' por
isln nud uro novo livre mais ou menos livre, se-
gualo as dilforonles ordeus de funcciouariitf que
ten mando, ou poder de jurisdieco sobre o povo,
sae mais ou meaos directamente de sua eleico.
Assim nos Estados-Cuidos quasi todos os seus
funecionarios sahein directamente da eleicao po-
pular.
N'outros paizes o povo elege mais on menos
unerionarios, e os que nao elege sae do gu-
Verno.
Quando o governo nomeia muitas rlasses de
unceionarios que exerrem autoridades sobre o
pavo, eMopovo pouco livre, porque est sujeito
iiuccionanos que ne dejiendem de si, nao eriam
le sua conlianca, porque nao llie concedida a l-
tierdade de nonea-los. Assim veremos como o po-
vo brasileiro j foi livre, de quantas liberdades ja
gozamos nos.
A liherdade civil .em reara, o liomem a adiiuire
com facilidad*, salando da tutolla quando chegn
aserta idade, e comecando a dirigir par si os seus
negocios particulares, a sua vida. 0 mesmo nao
se da com a liherdade poltica que um povo a nao
adquiro jamis sem comprar pelo preco de niui-
Kl sangue de -suas vcias; e quando Ih'a conce-
den) sem este swrfflro, 6 tima mentira, um laeo,
urna Ir.iieao, paTa depois rhatnarom-no petor ab-
solitisfu, o despolismo pela corrupcao, com o
lime a sob a capa de liberdade, e por lim destruir-
si' at sua sombra e sea nomo, que o que se
den eoni o povo brasileiro.
E nao a razad disto qne os corcundas nao
m-liain cutan no povo que pede a sua emancipaciio,
capaeidade para gozar de alguina liberdade ; niio
i sta a rasan tanto qne esta theoria le intclli-
gencia on capaeidade para a liherdade, nao ese-
cilla pelos corcundas: pois para elle:- liherdade
e sempre coasa vaa e anaii'hira, o povo deve ser
sempre governado 4>elo senhores, porque tem
iii.lincti)sperversos; iO govoruo vem tle Deus que
consagran o seurci, liberaos tambem sao elles cor-
cuiitlas. mas nao sao anarchislas, nem querem o
governo dos anarehisras, dizcm elles. E, de certo
modo dizem elli-s muito hnm ; porque se ser livre
consiste em participar do governo, se quanto mais
um povo participa da goveruanea mais livre os
corrundas que querern gobernar exclusivamente
c sem parlicipncife do povomo governo. sao mais
livres que todo o povo, porque querem ser os uni-
COS livivs. Mas sao liberaos do partido da liherda-
de para os eDmandaa, e nao do partido da liberda-
de para o povo, ipwin odiam, nao obstante o seu
liberalismo.
K anda assim livres e do partido livre para pi-
sar o povo, os corcundas nao obstante a sua
npregoada liherdade, nada de livre tem para com
o- superiores at to rol, praMcando todas as hu-
milhaco s e baixezas, siijeil.iudose tuda o que
Moa nnarew, aalisatrnitr rr em tirar doiiovo o
dobro to QjUO deram aos superiores.
E a razao de carecer custar o prego do san-
gue a conquista da liherdade, porque, se os cor-
rundas menores tiram tuilo ao |iovo para dar aos
riores e para guardar para si. se sao livres
ten lo escravos sobre quem efleereero sua arrogan-
cia, e de tiiiemaproveitam os servicos. nSo pdem
<: bom grado ceder a alforria quem trahalha
para elles. Se a mullier e a filha do novo do cor-
< nula, se ao seus os bracos delle, se sao seus o
lar e o campo delles, como de bom grado consen-
tirn que os escravos se liberten). Quando o novo
t i Brasil jnlgou-se capaz da liherdade, nao era
|: >;sve! portanln que achasse boa vontade nos
corcundas para Ih'a concederem ; e nao obstante
este povofex-sc livre sem lata nem batolba, cjul-
gou-se muito feliz em conquistar a sua liherdade
tem pagar o preco e o tributo de sangue, nica
monda por que um povo pode comprar um bem
laoapreciavel.
O Brasil nao pagou o preep. esta em divida. U
ciiicnntla sen senhor ao conceder-lbe a iibordade.
antes quiz vender fia'lo sem hypothcca na mesma
liberdade, do que o pagamento vista: porque a
-divida ira, como lu pagando juros, e cada vez
que os corcundas tem cobrado, o Brasileiro nao
tem litio a eoragein de pagar o seu preco de san-
to para poder guardar as suas liberdades, e por
istii os corcundas as tem sequeslrado todas e por
parteo, para menos sentir-se a sua-perda, porque
se as penborassem todas de urna-vez, eraeerto
jmc os Itrasileiros tomaran! a resolngao heroica Be
p i,ir a MM divida de sangue, para guardar o
mais precioso bem da vida.
Cliegou a hora do* desengaos em que se con-'
flema a lei invarinvel de todos os seclos, que a
imerdade nao se compra sem o eusto de muito
singue, que o povo que se acobarda e nao sabe
digno della. e chegn ao estado, como vemos entre
no-, de entregar todas as suas liberdaVs urna
ama, darem as maos a palmatoria, o pescoeo ao
jdgo na maior satisfatao e conlentamento, com'
tanto que conservem tod-t e nao percam urna so
gola do impuro sangue de sua natnreza corrom-
pida, e espere cada um receber dos senhores min-'
guada e podre racao, com que mal fartem o seu
ven t re/
l'or isto que vemos todos porfa caminharem
no enterro da liberdade, cada qual mais se dislin-'
apanato em bem servir no reate da obra infame, l
cada qual mais se expandindo em bem louvar e
iL'iadar aos seabores: porque no fim da jornada
esta o triste banquete, em qne para poucos che-
gam ainda as mnts mingnadas racoes.
Cuno obteve porm, este, infeliz povo a sua li-1
I, rdade ? Como a compran Hado em vez tle pagar
^ vista 7 Faltara-Ih> coragem e civismo para der-
vi n tr a preciosa materia qu -corria em sas vias?
Nao. i'oi um acaso, ou o destino 1 Foi o de-
fieinioot a Providencia*?
Nao podemas entrar.as vistas do regulador e
tolas as cousas do mundo, nem conhec-las para
saber porque nos havia de locar a sortc de sermes
r: povo livre um instante, para eui poneos anuos
Ararmos reduiidos a mais infame e corrompida
srravidao, tjue aquella quesolTre um povo que
-vii-e *h a proteccao de sophismadas insUtuicies
livres, e que s servem de o faze maw corromp-
Oo escravo.
A' ns-s compete commemorar os tactos, as-
alando smente as razos iwp sao puramente
liiiiHanas, e achar as causas or.caMonaes de nos-
sos desgracas suiente a nossa culpa. f
Que espero eu, porm,. corametnornndo essa ctll-
4a e nossas desgracasT
l'or ventura me pareos iqur a Jibcrdade possa
ainda resurgir nesta trra tila corrompida como
rT
m o slm, nelnonan. O futoro,r,t"'>re.a
feos, fte mmlra partcnaUa es|iero nemaesespero,
E^tou resignado sb a tntella dos senhores. nao os
ieura^^Brad
Meu ftrn 4 amei...
le dor de angustia, cnatt anda
lo Mor, ei'Hwtpansao a este sentinn
MI
proc:
Meu
1 encipadimiBpa; a A Theedora
1 caixote ignorase a J. M. dos Santos.
* caixnajjjngas,.! dita man, i canaslra _
^Si Mil agua-raz; a Joaiuim Martinho da
Cruz Corroa.
O bafis toueaano.-f. caauw mewaio; a Cuaba
M nimann
atos.
anastra #Hta*
Mha escTitlHo, ns-
,ie fr possivel.
ente nesse transe lerriel,'iesw
i, con ainda 6to mfi-
-|^^^H este sentimento, derra-
mar a minha saudade, aveawheado nssim e m
'quanto em mim cjtbc eno -grao desse meH senM- (Irmaos.
jnento, urna lei do destino, deixar algumas pe- 26 saceos smnea; a L. A. de Siqueira. O Clf\a it>>il*i pomiuiahia namaipn
quenas paginas"cJio material para a hbtoria,que 5caucas tatatas, 50 diUs cobolas ; a Candido -, ,., ***** HPWI"a COmrac
desses elementos que ella se forma. Alberto de Sodr da Motta. .MMT i4tOlUciZ d AqUIllo FoHSeta JlClla-Sf
Assim digo men adeos, faco minhas despedidas % caetes ervllhas e marmclada ; a Joao da pt(MS!t(lH a IWaf *i>m i^erinforia
a divindade terrestre que tanto adore!, e formo a Costa Lima Jnior & C. I ... f***\ "", *r J8
resignagao em minha alma, aeho conforto em meu o->ita vinho, 50 ditas ceblas. 50 ditas bata- Na U \ IJJIPK) B_ 19 dtl
nwaro para aoffrer au*oneia do bem adaravel 'taa : aM. J. Contal ves du I-'onte
BEBEK] BE
rclACAnf. i
Por ordem di; Rxm. Sr. desembargado* prcBen-1
te da Helaea.i. faz-sesaber que Leopoldint- Antonio
da Fonseca, da |>rovinria das Alatteas, c Jautino
Francisco Xavier, do Cear, nao tiveramnovapro-
eeretaria da Reaeao *K V novembro de M03 PAQUETES A VAPOR*
ATOtt IfiHITIMQS.
COMPANHIA BRASILEIRA
HE
Que em meus dias mais nao ospero ver.
Assim os que ainda comigo sen tem e olrera,
nos ajudareinos a confortar.
A. A. Mello.
8 10 llOI'.iS Pili
ItUW \ tUviilpuilM un ui'upOI'taO expedidas malas para, a Europa
  • 3! linr ira Ha uwli. ,j,,.i.' ,.m veinbro corrente. As cartas ser
    m 09 por cana .tpoUCC, J>rte-se duas horas antes da que for marci
    aos hrs. a ciiiiii^ns nitf e*c paramen-
    jramcDptts i
    Ae iaahnr artista brasfltira
    Germang Fnrafflsro-tle Olive ira,
    NA -SI* mil.HNTt: MNTKADA.
    Eis que, le novo, te apreseuas, rindo,
    Ante sta .gente, que le aclama rei!
    peHaMam flores : quanto valem eJas....
    ssas olTertas, ineti Germano, en sei.
    Taimas que sam.... espontneos bravos.
    Que.o povo slla, ao pieseniir teu vulto. .,
    Ksid alaria, que .em nussa alma acendes...
    Tatlo istoindioajfervoposo cuHol
    Nao mais reces na carreinatua'!
    Nao mais rectas: caminhar avante !
    Aguia soberbadesprendeste o voo:
    No co da gloria subirs ovante !
    .Eu que te prexo, p'.ra Jouvarteu geiio.
    Inda ila lyra umrude som tirei....
    E nesse som meu coraco le talla.
    Meu bom Germano, meu artista rei!
    Thewtro de Santa Isabel, 25 de novembro
    de 1803.
    BesoM.
    Domingos A Rumo Ferreira.
    Secretario.
    C'orrrio gem.
    Pela administracno do correio desta citlade se
    faz publico qne em virtude da ronvencao posta! ce-
    'ebrada pelos governos brasileiro e franrez, serao
    no da 30 de no-
    rao receidas at
    que for marcada para a salu-
    da do vapor, e os jomaes at A horas antes.
    U uV\t3tr-Cfll ItlftCtr IrP rnli'i* nu Administraco docerroio de Pernambuco20 de
    w u i, em mvraa ttc CTHlie qtl e.aOTembrode 1863.-O administrador,
    M eajieC C que O atcsai Sr. (ka tom | Domingos dos Passos Miranda
    recela* tl>. arreraiatesta ohafa-
    rifp desl eompatfhta.
    bcriplaria tta CoiiMMDhta da Hete-
    rii>f 24 de novembre de 1863.
    OtscrialtfcrArio,
    Marmiio Jos Pupe.
    Arremalaco.
    Na jirpea d jnZ nmicipdl da primeira
    Tara, do dial- de Sezenibro, na sala das A favor m. arh
    po n. '9 que Taz esquina para a ra do
    Imperador, sendo a sua renda annual de
    THEATRO
    DE
    iba
    KJIPHKXA
    DR
    A. J. DUARTECMMMA.
    i /rmo bimiki
    A (ivo
    Para ser lida pelo hoinem, que diz ue precisar q
    de prelacoes; mas que denas carece, w mesmo! i ,9Y,
    d'onsino de ivilidade.
    JSa ti rH e-'m ,aU ?G de dMHmb f6 lume camas de rrro
    MwA revnbdacao so tera lugar quando existir monda ere
    2 caixas nthas de *arro, lla; a Joao Jos Pinto.
    SOitairis cal ten iieara, -4 voluntes obras de fer-
    ro fundido, Iz caizoteaazuleij06, 4 ditos resuellos
    de pedra pana jardim, *t ueftros de peora ; a
    altarA-Oliveira,
    4-oaixa envidias, 1 dita massa de tomates: a
    C. GHilherme-brefceoflVId.
    1 caixa batanea, 10 saceos grao de bieco; a
    bernardo Antonio Per eir Bastos.
    i caixa clunellas de orello ; a Satyro S. da
    Silva.
    4 barrica flores madicinaes; a Jos Jtlexandre
    Bhrairo.
    50 bairis toucinho, "30 ditos cbouriee? : aios
    M. -oa Rosa.
    li pipas e 15 barris vinho ; a Hcntipue Leite
    }ercira Jardim.
    .1 caixa bracas de balanca ; a Antonio *. da
    Silva Barroca.
    75 aaccos farelo, 65 barris taucinbo, 10 ditos o
    8 pijia* vinagre ; Harqnes Barros & t.
    i'CaJxote livros^.a Victorino Jos Kerrera.
    1-aaixa.batanea.;-a'Jos.M. Costa Ohwira.
    6 volumes passas, 14 ealaas massas de'fomWes;
    a Custodio Jos Alves-Gnimaries.
    5 barricas grao de bicco -, % Miguel Joa.qi da
    Costa.
    2 saceos erva-doce, Hitos comhlhos, 2 barricas
    er vi Ibas ; a.Duarte A lioclia.
    2 barris.Vinagre; a losT.lima.
    5 gigos vasos de louca branca ; a Tas Ir-
    maos.
    3 Karricas macolla ; a T. Fernandes da Lunba.
    60 saceos or\a-doce, 6 ditos cominbos, 3 barri-
    cas ervllns, 6 ditas amendoas a a aarte & C.
    2 barris vinho ; a Joaqnim Rodrigues Duarte.
    40 saceos mea; a Jos Joaquim da 6ilva imprpssos corrtenrto os trabamos da mesma pelo Sr. GormanFrancisco de Olivoira.
    Gomes. | companhia no semestre findo em 31 de OU- Dar flm ao espectculo com a comedia em um
    50 saceos farelo ; a viuva de Manoel Goncalves ju],r0 ultimo, e Que fnnaa liHnc m c-i., acto,
    da Silva.
    vidros ordinarios^ a
    E' peratlo don partos > sul
    o vajior Apa, cmnmandante o
    primeiro lente Alcanforado, o
    qual depois da demora do Mata-
    nte seguir para os portos do
    norte.
    Desde j;c recabem-se ,paasa|eiros e en/jraja-se a
    carga que o vapor -poder oandnzir. a qual dever
    ser embarcada no ila de sua cliegada, enconmeu-
    das e diitheiro a frete at o (lia da sabida as 2 ho-
    ras, aferiia rna da Crozn. 1. escripioriu drAu-
    tono l.ulz le Ulis'cira Azevedo A C.
    COMPAmA EEASIJJUEA
    DE
    rAQUETjCS A VAMI
    Dos portos do norte esperado
    at o da 30 do corrente o vapor
    Cruzeiro do Sal, commandanl o
    rapitao de mar < guerra Gervazio
    Mancebo, o qual depois da demo-
    seguir para os pnrtos do sal.
    Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
    i carga qne o vapor peder conduzir, a qual dever
    i ser embarcada no dia de sua cliegada : enrom-
    mendas e dinheiro a frete at o dia da sahida as 2
    horas, agencia ra da'Cruz n. 1, esrriptorio de
    i xa do costuuic
    esquina para a ra
    a sua rendu annual
    *r*j>i,por -senlenca proferida nos autos
    de notifteaerto de Antonio Correa de Vas-
    concell s & C, contra Ignacio Manoel Vie-
    gas e e*tenente-Manoel Antonio Viegas J-
    nior. Esrrrvao Motta.
    Companhia do Beberibe.
    No escriptorio da mesma companbia dis-
    tribue-BPCom os Srs. accionistas os folhetos
    B0
    &a
    ce/t/a
    Sabliailo, 21 de noiemhro de 18 Repre&entar-se-ha o sempre applaudido drama
    em cinco aetos, do Exm. Sr. Mondes Leal Jnior,
    PEDRO.
    O papel de JPedro ser desempenhado
    COMPANHIA PERNAMBUCANA
    vr.
    Marega^S* cnstrirn a vapor.
    larri c esealas
    No dia 5de de/.embro prximo
    s "i horas a tarde seguir um
    vapor para os portos cima indi-
    cados. Receber carga at o dia
    4. Encommendas, passageiros e
    dinheiro a frete ateo dia da saluda as 3.Loras da
    tarde : escriptorio no Forte do Mattos n. L
    COJIP
    DAS
    viuva de Manoel Gonclves tu|)r0 ultimo, e que foram lidos na EtfMarj
    J da C Bravo ^a "^"nbla gwal de 23 do corrente Es-
    heriptoro da Companhia do Beberibe. Wde
    espelhos e molfluras, I caixoie secreta- .novembro de 1863. O e*crpturaro,
    ria, 1 dito oratorio, 1 ditos cublas e batatas, 1 vo- ( Marcolino Jos Pu
    a D. Maria das Boros Ray-
    Recebedoria de rendas hoermas
    geraes de Pemambue.
    Rendimento do dia 1 a 26........ 49:843*848
    dem do dia 26................. 631*839
    < oiisail.nlo proviaclal.
    39.1015326
    2:o83*:ilS
    BB
    titulo sugeilo ao sello, e que nao o liver pago nos
    prasos.
    Aviso do 22 de Janeiro de 1861.Angelo
    Muniz da Silva Ferrraz ate. eommunica ao Sr. ins-
    pt:ctor da thesouraria da Baha, que o mesmo tri-
    bunal, lomando conhenmento do recurso, que
    transnuttio com sen offlcio, interposto por Joao
    Jos Fornaiules Magalbes d deciso da dita the-
    souraria confirmatoria da da recebedoria, que o
    julgou incurso na revaliilacao das 4 letras, de que Rendimento do dial a 2ti.".......
    trata o proeesso ; resolveu dar-lhe provimento pa- dem do da 27..
    ra efTeitu de declarar milla, e de nenhum effeito a
    deciso recorrida; por quanto nao sendo o recr-
    reme quem negociou, ou acceitou as letras em______________
    questo antes do pagamento do sello, c por tanto o
    responsavel pala multa nos termos do artigo 13
    4' da lei de 21 de outubro de 1843, nao poda sem
    violaco da lei instaurar-se contra elle o proeesso
    lela reXonda multa...tirando advertido da inre-
    gularidade, que commclleu, e bem assim pelo tu-
    to de haver retido, contra a expressa disposiro
    do artigo 14 do decreto de 30 de selembro de 4869;
    as sobre-ditas letras, que alias foram apresentadas
    ao sello dentro do praso leg-d, c por conseguinte
    nao eslavam sugeitas a revalidaeo, quando para j
    instaurar o proeesso contra os respousaveis era
    suftieiente a copia authentica dos ttulos.
    Em vista disto poder o liomem, que nao preci-
    sa de prelacoes-, sustentar, que licam sugeitas a
    multa e revalidaeo tres vas de letra, em que ha-
    via apenas a firma do saceador, c levadas sello'
    no musmodia do saque? e podoriam ser ellas Te-'
    lidas mi repartieo, urna por duz dias, e as outras
    por 4 muzos t
    *' (Vuttttr-se-ha.)
    20:375*687
    41:754*634
    MQVIMEIT DO PORTO.
    Uncios entrados no din 27.
    Glasgow48 dias, brigue ingle/, (lien, de 286 to-
    neladas, capitii) William Grebble, cqtiipagein
    13, carga carvo de nedra: a Jdhnston l'ater
    &C.
    Liverpool 44 dias, barca ingleza Breiish Quern,
    de 498 tonelladas, capitSo P. Pender, equipaptin
    16, carga carvo de pedra ;
    thers & C
    Xo houveram sabidas.
    i i i ii i
    EDITIS.
    Pupe.
    Pela ubdelegacia do Peres se faz publico a
    quem conver, que foram recolhidos casa do de-
    tencao_os pretos que dizem ehamar-se Francisco,
    de nacao, e LourenQo, e serum escravos, o t de
    Peregrino Leite, pateute do Sr. Dr. Catauho, e ser
    morador na laznda da Barra do de Baral, entre
    as povoasotts de S. liento e Brejo da Madre de
    Dos; c o 2* de Antonio Vieira da Cunha, senhor
    do engenho Novo do Cabo : quem aos mesinos
    tiver preo, compareea, que provando seu domi-
    irio Ihc serio entregues.
    Subdelcgacia do Peres 26 de novembro de 1863.
    O subdelegado,
    Alcxandrino Martns Correia Barros,
    t'ousollt! adttitalstratlw.
    0 conselho administrativo para fwrneci-!
    ment do arsenal de guerra, tem de com-
    ipini' os objeclos seguiutes:
    Para'e arsttnal tle guerra.
    Ponas de ganco d8iM), pona. de ac calygraphi-
    cas*flirap*. canelas M), sola de kislro meios 20,
    ; taimas tte pirtlio americano dazas 10, carvo de
    pedra toneladas inglezas 20, livro om brawo de
    l.*io,follias paiel pautado 1, livro em brap.ro de 200
    ,,.'.' (odias papel (autado um, zarrao nrAba 5, gaz ga-
    I5es6.
    Taboas de louro de assoalho de 10 a 13 pollega-
    das de largura e.2'i a 28 palmos de comprimento
    tti7.ias 20, ferro instes em barra de 1 e meia pol-
    legndade largura e 3 oitavas de grossura 14 quin-
    taes e meio.
    .4 asdina.i oh espasmos do peito
    livre de seus terrores.
    Para esta afflictiva e angustiosa molestia, a qual
    convert.' e transforma a A-ida n' urna carga pesada,
    um s remedio seguro exi'te a nomposicao ana.
    cahuila de Kemp. O consolador soinno desterrado,
    volve a apresentar-se de novo ao doente que delle
    se aprovoita ; a respiraeo anhelante acompanha-
    da de urna suffoeaco afflictiva em breve tempo se
    allivia, a respiraeo adquire a sua acostumada
    regtilaridade e plenilude, e dentro de muito pou-
    co lempo, os orgos respiratorios recobram o seu
    Mitigo tom e vigor. Seus elf -itos sao smpre sau-
    davcis nos casos de loase,, resfriamento, bronchi-
    UH, espasmo do peito, assim como todas asmis
    enferinidadea a affeceoes pulm mares. A phtysica
    ple-se evitar se os que no'.am os seus primeiros
    syiiiptoino> usarem para desde logo dcste grande e
    atlniiravel antidoto. E" um balsamo puro e sim-
    ilesmenle vegetal, inolfcnsivo at mesmo para as
    enancas de peito.
    Achar-se-ha venda as principaes droguei-
    rias.
    ~" Ouem qni/.er vender laes objeclos, apre-
    0 Di.Tristo d Alencar ^raripc, ofiic.al da mi- ^ a prnpostas em carta feixada
    penal, ordem da Rosa c iuiz espcci.il do rom- ,, .n j
    inereo desu cidade do Recite, por-SuaMag.s- o secretaria to consellio, as 10 horas da
    tade Imperial, etc. niaiilia do dia 30 do crlenle mcz.
    Faco saber pelo presente que. no dia 90 de mar-, Sala das sesses do conselho adminislrati-
    co do auno prximo futuro, pelas dote horas da foniecimenlo do arsenal de guerra,
    manhaa, na sala das audiencias, lera lugar a reu- i t>"" '
    nio dos credores da massa fallida de Guilhorine 2-1 (le novemuro tle 1B03
    Carvalho & C., bj (nlormidafle do atl. 133 do re-; Antonio Pedro de S Brrelo,
    gulamento n. 738 de 2T de novembro de 1830, alini Coronel presidente.
    , de que reunidos todos os credores em minha pre- Sebastian Antonio do Bego Barros
    ' seuga, vcriliquetn os seus crditos, coucedam ou \ Vogal ecretano,
    negem a concordata, ou formem o contrato da
    COMMEBGIO.
    NOVO BANCO
    DF.
    s^it\iMitr(o
    O novo banco de Pernambuco convida os
    credores das massas fallidas de Mesquita & Bulra,
    c Francisco Antonio Correia Cardoso a apresenta-
    rem seus titules no banco para se proeeder a res
    pedir verificacao.
    Affandega
    Rendimento do dia 1 a 26........
    dem do dia 27.................
    .flovliueaio da alfandega
    297
    277
    Voluntes entradas com fazendas.
    c com gneros.
    Volumes saludos
    com
    com
    fazendas..
    gneros...
    uniao. c procedaui a nomeaco dos administrado-
    res dos baos da referida massa fallida, adverlindo
    que nenhum credor ser .".dimitido por procurador
    se esle nao liver poderes especiaes para os actos, e
    que a procnrac.o nao pode ser dada a pessoa que
    seja devedora aos fallidos, e nem un tnesnio pro-
    curador representar por d-uis ou mais diversos
    credores.
    Em observancia do que lodos os credores da re-
    ferida massa fallida coniparecam em dito dia. hora
    e lugar designado, sob pena dse proceder as suas
    revenas.
    E para que cliegue ao conhocimento de todos |
    mandei fazer o presente edital que ser afflx?do '
    nos lugares do costume c publicado pela im- '
    prensa.
    Dado e passado nesta cidade do Recite dc#Per-
    nambuco, aos 27 de noven sro de 48G3.
    Eu Manoel de Carvalho Pae de Andrade, escri-
    i vo o subscrevi. .
    Trilo de Alencar Ararite.
    0 Dr. Tristo de Alencar Ararqie, ellicial da im-
    perial orde;-.i da Rosa ejuiz de direito especial
    do commercio desta cidade do Recife c seu ter-
    mo, capital da provincia de Pernanibnco, por S.
    M. imperial e constitucional o Sr. D. Pedro II.
    quem Deus guarde,etc.
    Faco saber pelo presente que no dia 19 do mez
    de de'zi'inbro do eorreute auno, se ha de arrematar
    por venda a quem mais dr, em praca deste juizo,
    depois da audiencia respectiva, a renda annual do
    iinRMro engenho Roncador, sito na fregnezia de S. Lourenco
    H:Jd.*t79 a Hftu desw tenuo, com todos os seus pertenn ~.
    rTT trras e obras, no estado em que se ac.liani. 4 quar-;
    83/*9b ,os e do|l carros, avahadocm 1:000*000 amiual.
    = assim como a fabrica de dito engenho composta de
    32 escravos, sendo 24 em bom estado, avahados em
    120*000 polo stFvicp de cada um dliei, annual-
    nenio, e 8.sem valor, pelo seu mo estado de ve-1
    o"4 ihiens e doencas ; cujo engeHho com todos os seus
    perlcnccs, trras, obras, animaos e escravos, per-!
    teiicente ao ouroel Jos Peres Campello c.sua ma-
    38 Iher, e vai praca de renda annual, por execucao
    , que contra os meamos encaniinlia Jos Jeronymo
    Monteiro.
    E na falto de licitantes ser a arremalaco falta
    preco da adjudica^ao eom o aUatimenio res-
    ivo da le.
    E para que chegue ao conhecimento de todos,
    Companhia de seguros mai'ilms IIHH-
    tlailc-l'ulrlica.
    A direwjo desta companhia convida aos senho-
    res accionistas a coui|iarccrem no dia 30 "do cor-
    rete ao meio dia, em seu escriptorio na ra da
    Cadeia n. 42, para o fim descripto em nossos es-
    tatutos, art. 41. Recife 24 de novembro de 1863-
    Os directores
    Feliciano Jos Gomes.
    Domingos Rodrigues de Andrade.
    em seu beneficio, e bem assim o esforco e cuidado
    4^tciii desenvolvido para que nelle haja todo o
    brWhantismo, quer de nlguma forma nossa corres-
    ponder ao cavalleirismo e favor do brioso publico
    pernambucano.
    E na abundancia do coi-acio offerecem os seus
    mais sinceros votos de gratula ao distincto caval-
    leiro o Illm. Sr. Germano Francisco de Oliveira,
    esta gloria e honra do theatro hrasileiro, pela bon-
    dade com tjue se digna tomar parte ueste espect-
    culo, buieciaiido-o.-. .tambem |Kr este inotlo. c of-
    ferecendo aos seus nJclligentesespectadores, que
    tanto o odmiram. mais algumas horas de enthu-
    siasnio e prazer.
    O emprezario tem a bonra de annunciar
    que est preparando o excellente drama em
    tres actos, original brasileiro, sob o titulo
    O Bi'avo de Caseros ou a bata-
    Iha de Morn, com o qual pretende
    lofomnisar Im[)i'iial.
    Sendo este o ultimo espectculo da pre-
    sontejVimjireza, antecipa-se o artista Antonio
    Jos Duarte Coimbra a agradecer ao gene-
    roso piddico a constante coadjnvaco que lite
    prestol durante todo o auno tlieati al findo,
    jirotestando redobrar de exforcos para de
    futuro ln.'iu ntislazer seus comproassos.
    Os bilhetes tanto de caiiiarotes como dota*
    deiras acbam-sc desde j disposiro do
    publico no escriptorio do tbeatro, e os sc-
    nhottj assignantes tem a pteferenciti.
    mamn aymu
    Moeiedade Melpomene Pernam-
    bucana.
    A directora desta sociedade convida a alguns
    dos seus socios que ainda nao satisfizeram suas
    I jetas, para satisfaze-las ate o dia 30 deste mez;
    j assim como convisla a quem quizer se inscrever
    cpmo socio para comparecer no escriptorio du thea-
    tro, das 9 s ti horas da tarde.
    _ A niv>ina directora participa aos senliores so-
    ' cos que solemnisar o anniversarlo do natalicio
    de S. M. 1. no dia 1. de dezembro com o drama
    lera tres actos do Sr. J. d'Aboin As nodoas de san-
    gue, para o qual os bilhetes podem ser procurados
    do dia 2!' em dianle a qualquer hora.
    mm
    PARA OBSEQUIAR MEO AMIGO
    Cemecar s 8 horas.
    Os beneficiados cordealmente agradecem ao
    lllm. Sr. Antonio Jos Duarte Coimbra, digno em-
    prezario deste theatro, aeaponlaneidade e benevo-
    lencia com que ihes proporciona osle espectculo ca cora Gore.i
    MESSAGERIES IMPERIALES
    No dia 30 do corrate espera-
    se dos portos dosul o vapor fran-
    cez Niornrrr, commandanl Ve-
    dad o qual depois "a dmnora do
    costume, seguir para Bordeaux
    toaando em S. Vicente e Lisboa.
    (Em S. Viceute hn um vapor em corresponden-
    bilAM
    NOS
    Para as contliees de seguros, fretes e pas-a -
    gens trata-se na agencia ra do Trapiche n. .
    COMi'ANHIA PEaNAMBUCANA
    DE
    MaTegaco eos*eir a vapor.
    Parahyba, ^alal, Sarn, Ararat), Cear > rartoi.
    Nddia 7 de dezciiibro prasiino
    seguir um vapor paraos porlo~
    cima indicados, s 5 horas da
    Majo, Recatar carga at o dia
    .'i. En'-oinineiiilas, pa>sageiros c
    drulieirt a frete n! o dia da saluda as :i horas da
    tarde : escriptorio no Forte do Mattos u. 1.
    Para o Rio de Janeiro.
    O patacho nacional Cnpimm, pretende seguir
    com mnita brevidade, tem parte de seu carrega-
    mento engajado, para o resto que Ihe falla e es-
    cravos frete pora os pw tem nona rominndos
    tratase com os seus consignatarios Antonio Luiz
    de Oliveira Azevedo & ("... no seu escriptorio ra
    da Cruz n. I.
    Para o Porto
    PCgUC bmveiiionie a veleira barca S. Manoel 41 que
    tem engajado metade do seu carregaraento ; para
    o re.-tanto e passageiros, a quem offerece bellos
    coniniodos, dirijam-se aos eonslgnataroi M. J. Ha-
    mos c Silva & Genros. rna do Vigario n. 10, pri-
    meiro ailar.
    Brfjfim iConanca.
    Pretende sahir brevemente para Lisboa, recebe
    carga e passageiros. para o que trata-; com seus
    consignatarios Carvalho A- Noguera na ra do
    Apollo n. 20.____________________
    Para aBahia vai sabir com muita brevidade
    a sumaca Horlencia, capitao Antonio Franrisn
    Monteiro, por ter a maior parte da carga engajada:
    para o resto que Ihe falla, tratase com os consig-
    natarios Palmeira & Beltrao, largo do Corpo Santo
    u. i. primeiro amlar.
    Porto.
    Vai sabir com brevidade a muito veleira barca
    portugueza Liina I, capitao Jos Francisco da Cu-
    nha, por ter tarto de seu carregaraento prompto.
    para o resto c passageiros trata-se com os consig-
    natarios Carvalho & Nogueira na ra do Apello n.
    20, ou com o capitao na praca.
    Para o Rio Grande do Sul segu nesta sema-
    na com a carga que tiver o patacho brasileiro Brn-
    siliense ; recebe alguma carga a frete : para tra-
    tar, no escriptorio de Amorim Irmaos, ra da Cruz
    numero 3.__________________________________
    Para o Rio de Janeiro pretende seguir eom
    muita brevidade o brigue nacional Almirimle :
    tem parte de seu carregaraento prompto, e para o
    resto que Ihe falta, trata-se com os seus consigna-
    tarios Antonio Lniz de Oliveira Azevedo, no seu
    escriptorio ra da Cruz n. 1.
    Para a Babia vai sahir com muita brevidade
    o velcro patacho Jequitnvi, por ter a maior parti-
    da carga engajada, para o resto que Ihe falta tra-
    ta-se com os consignatarios Palmeira v Beltrao.
    largo do Corpo Santo n. 4. primeiro andar.
    Vara o Hio de Janeiro
    Pretende seguir com muita brevidade o pata
    cho nacional Beberibe, tem parte de sen carrepa-
    ment prompto pan o resto que Ihe falla e Mera
    vos a frete jara os quaes tem excedentes commo-
    dostrata-e com os seus consignatarios Antonio
    Luiz de Oliveira Azevedo C, ne seu eacriptariu
    ra da Cruz n. 1.
    NO
    73
    23

    Bcscarregam qp dia 28 de novembro.
    Barca ingleza Becifesal.
    Barca franceza -B"//^=mercadorias.
    Barca inglezaLookaut mcrcadorias,
    Patacho .ingle*James Hnll =idem.
    Importaeo.
    Brigue pormgtioz CiMitontr, entrado de Lisboa, mandei passar o presente edital, que sera anteado
    aianifestou o seguinte : i nos '"Bares do costume e publicado pela im-
    10 barris azeite doce, 44 pipas vinho, 10 barr- prensa,
    cas nozes ; a T. de Aquino Fonseca. Dado e pasado nesta cidade do Recife de Ter-
    10 barris vinagre, 1 dito agurdente de nrova nambucO, aos 27 de novembro de mi.
    Eu Manoel de Carvalho -Baes de Andrade, es-
    crvao o sutiecrevi.
    Trhtfh te Henear Araripe.
    1J.L
    DECLARACOES.
    Consulado prova,
    46 ditos e 33 pipas vinho, 20 caixas batatas. 20 di-
    tosiccbolas ; a T. de Aquino Faneeca Jnior. I
    8pipas vinagre, 19 ditas e 30 barris vinho,.80
    ditos azeite doce, l.'2 ditos toucinho; m E. llaphael
    Rabi'lk..
    10 barris vinho; a Joao Licio Marques.
    3 barris e 12 caixas vinho ; a Bellarmino do
    Bego Baraos.
    lii pipas e 20 barris vinagro, 05 ditos toucinho,
    400 caixas batatas, T.O ralms ceblas, 100 barris &h conVjdados os crednres da massa do fallen-
    de-Olfvetra A Filho. rem venncaaos.
    4pipasvmbo, 1 dita vinagre, 1 caixa eera em '* (JOTTM* peral.
    velas; a'Jos'Pereira de Azevedo. Tela administrar-ao do eorrero desta cidade se
    50 barris cal em pedra ; a-Gorreia & Santos. 'faz.pttiilico paTa'Bsconvenieites-queenr'wrtude
    100ratxas tatatas, 131 ditas wbolas; a Augus- 'to nispostono art. f3R uV re?rr)amento ferdl de
    to Carlos dos Reis. correios de 21 de dezenihro oV '1*44, -e art. H do
    teOcaiaas batatas, SBdilas cobolas, 12ancore- decreto n. 785 de lo de maio Me 1WM,- proee>i
    tas calda de tomates, 1 raixote marmelada ; a J.+". r o"cotrmo das cartasefxitentes nesu adminisi
    Luna. tracao pertenrentes ao mez de novembro de 1862^
    20caixas batatas, IB ditas ceblas, A ditas e 3 mo dia 3 de dozerahroipnoaimo, as,11 horasdo diaj
    barris vialio, 1 dito mel, 1 clxa doce, 1 dita dro-; na porta do ftiemo eoruoio, va, rt^speotiva .lista ac
    ms 1 dita brochas, t dita mercurio, '3 caixas se- lacha desde j exposta aos intoaeasodoa.
    mentes 'B aneorntas urnas* de tomates, Rtditasj Administracio do eorrein ks&ernambuco 20.de
    rhouricas 4 aabardo e seus pertenens ; -a ordom. novembro-de 1863.-iO ndministraduc,
    60 molios ceblas : ao capilo do mesmo. I Dominifoa-dos i Rassas Miranda.
    LEILOES.
    lElLO
    1, DE DEZEMBRO DO CORRENTE ANNO
    ianiversari) da emoravel resauracao da independencia partugoeza
    O proprietario dos saloes do caes de Apollo, Joao das -Neves, nao querendo que por mais tem-
    po passe desapereebido em Pernamboco o memoravel dia l"dcdeembre de 1640. em que teve lugar
    a restauracao da independencia de Portngal, at onlao subjugado pelas armas de Castalia, resolveu
    festejar o sen anniversarie no corrente anno, com um sumpluoso baile nos soberbos saloes do caes de
    Apollo, visto ser particular o msnio baile.
    ll(*H.et IVMI l
    Ao romper da aurorado da cima mencionado haver urna salva de ?1 tiros, outra a tima
    horada tarde, e outra Bnalnieate ao romper do baile que ser precedido do'hvmno poi tuguez. execu- dpT'ri'w'ml r^!iin"rV"!
    lado por urna banda militar que trajar grande uniforme. ^ ricn m a imdaeao I i.'iz
    Os saloes esterio adornados o mais decentemente possivel e com riouissimos cortinados com as JS^T^T^^JST jSr
    mo do despotismo.

    N. 53.
    M
    Sabbde 28 dorai'tvnte s 11 huras
    VA
    NA BL'A DA CADEIA
    HA
    Sem limite por cansa da transferencia dn arniatcm.
    lata rica mobilia de amarcllo
    raiz eom tampo de pedra.
    Pelo agento Enzebio, se vender em leilfio
    naquelle da e kora antes que se efferlne a mu-
    da nca para junto, das obras de marcenara em
    Jacaranda urna can franceza -moderna, e mar
    queza. cabido, mesa para jogo com abas, locador
    de amarello raz una
    o^ Luiz XV, eonslando de 18
    possivel e com riquissimos cortinados ceim as cadeiras de cuarnieo duas de braco sof mrdi-
    coree portuguezas, sendo auca porta principal que d entrada para os saldes tarar urna rampa de r,r e un t d consotos conf tomos de sune-
    uudeira ricamente construida pata tornar a entrada m* magestosB. Hiwer tambem um grande rfoV Mrnn^
    arcoallegoricocmios trophHes das armas portuguezas, lendoum dstico onde-se -vero asaeguinles ^^ 0lesa elstica obra bem feita rom 48 palmo,.'
    ,iwlavras-.l de.dewmbcode.tbiO-^.aos lados do mesmo airo luvcrao dous bustos demonstrando a marquezas tara casal, soltoiro e menino, bmtfo-
    hgur de tocadores n. b, por cuna desso arco ver.se-lia o aojo da llberdade calcando aos peso demo- rios, cabde, berco.-oartoiras, mesas grandes e pe-
    quenas, porta-licor, dito pam leile reme canees.
    orna secreta-
    se rao presen-
    aonps
    No salogwnunnotaviira ama grande illuminaeao a-gm de setenta fus de comprimento re-
    presentando aicjrkne -(lelltaa.ijnm o palacio dos conjuradbs, eo palacio da dtiqneaa de Mantua, ea
    e6auerda.no Tejo e fazendo se a mudan.cacbsdiandelraH-hespanimias pelas poAuguezas, na frente do
    salo ver-sft-hoauatro-eslatua6 a sabor : Eurqpa, Azin, frica e America,* os escudos de todas as flojVWsID horas upontn S raa a Cadeia n. 33
    tiinjL.to
    TDK
    villas e cidades do reino e ultramar.
    Antrad(do6.saJiesUraocolloaada5 duasestatnasimilandoos arpien-es da *asa Tral de
    Portugal, aostpjerda da.conoa,portugueza seilevantarHima'Coliimna oltavada de posto mozaieo de
    bronze sobre a uual pousnr a estrella da liberdade. leudo quaiiocentos bieos de gaz representando a
    .figura di; Portugal.
    Kmtim dores naturaes perfuraaro os sabies e todo o esmero aera mpregaflo para trae seja no
    todo satisfeiia a papn-tocao,publica.
    Nesta occasuo o. proprietario dos saloes appeliando para o patriotismo dos bons portuguexes ao-
    licita asua coadjuvacii para quo oajudem. A rausa portugueza e pois todos deven cancorner,
    auxiliando assim os esforcos 4o proprietario dos mencionados saldes.
    *oga-se as pessoas quo eaacoa-c.rem ueste dia de se apresentwom dcoentoaMnle vestidas, e as paitos 4nm irm ^e" pcflrero
    seoboras vestidas de branco para maior hriluonthano. siatalria. -
    ZT-m, e$crax% jihifle 26 annos,
    pmt^vtffemfkl-de .fMMtMr-, c
    OUfrO'eliif lfCTrffTr.f3 tHtttf).S'
    perito officlalik mtvrcineir
    Peto agente Euiebio vender ero iailao dous
    escravosjaade rognlarcs 30 anoos mais ott menos
    e ootro de mar-


    --
    HHHHH1 '


    i:
    Mtrii de rernnnrtinco
    bbado 8S de Sov

    isas.
    LEILO
    DE
    Ima casa terrea no Afogado ra do Quiabo n.
    80 ein chaos proprios, tcndo urna sala, bous
    quartos ecosinha, e mais 20 palmos de terreno
    juntoa mesina casa.
    Terca-feira Io de dezembro s 10 horas
    O agente Sinioes vender cm leilo a casa ci-
    ma mencionada por conta e risco de quem per-
    tencer, cm sea escriptorio A ra da Cadeia n. 28,
    primeiro andar.
    LEIAO
    DE
    UMA TABBRIA
    ' Terca-ftira i- de dezembro s U horas.
    O agente Simoes fara leilo requerimento do
    invontarlante e testamenteiro do finado Ventura
    da Silva Boa-Vista, e mandado do Illm. Sr. Dr.
    juiz municipal da primeira vara, do gneros, ar:
    inaco e mais utencilios existentes na taberna a
    ra de Hortas n. 17. O balango est exposto ao
    exame dos preteudenies no escriptorio do mesmo
    agente, ra da Cadeia n. 28, primeiro andar,
    aonde ter lugar dito leilo._________________
    Quinta-fetra 3 de dezembro s H horas ra da
    Cadeia n. al.
    DE
    la iratfe predio ra da Cruz n. 8, chao proprio
    *eu reudiincnto de 1;800#.
    Por intervengo do agente Euzebio se vender
    cm leilo naquelle dia e hora cima, o sobrado n.
    8 sito ra da Cruz, com 3 andares, soto e mi-
    rante, contendo grandes commodos em cada an-
    dar, seu rendimento actual de 1:8005, sao con-
    vidados os pretendentes ao previo exame e para
    informacoes poderao entender-se com o referido
    agente.
    ODr. Carolino Francisco de Lima San-
    tos, contina a residir na ra do Impe-
    rador n. 17, 2." andar, onde pode ser pro-
    curado a qualquer hora do dia e da noite
    para o exercicio de sua profissao de me-
    dico ; sendo que os.chamados, depois de
    meio dia at i horas da tarde, devem ser
    deixados por escripto. O referido Dr.
    nao abandonando nunca o estudo das
    molestias do interior, proseguc, com o
    maior afflnco, no das mais difflceis e deli-
    cada. operaces. como sejam dos orgaos
    ourinarios, dos olhos, partos, etc.
    Aluga-se a loja do sobrado n. 193 da ra Im-
    perial, e o armazem n. 4 da ra de Apollo : na ra
    da Aurora n. 36._________
    TINTURARA.
    Tinge-se com perfeicao para qualquer
    cor, e o mais barato possivel: na ra do
    Ranga) n. 38, segundo andar.___________
    Aluga-se o primeiro andar do sobrado
    da ra do Amorim n. 58, proprio para es-'
    criptorio : a tratar ra da Cadeia n. 02,
    segundo andar_______________________ |
    Aluga-se a casa terrea n. 6, do pri-1
    meiro becco da Camboa: a tratar a ra da
    Cadeia n. di, segundo andar..
    Aluga-se urna casa
    tratar com J. I. de M.
    Trapiche, n 31.
    em Bebiribe ; /
    liego, na ruaf
    AVISOS DIVERSOS.
    Eseola gratuita nocturna.
    Na escola central do methodo Castilho, na ra
    das Flores, est aberta a matricula para homens I
    nacionaes e estrangeiros que quizerem aprender a
    ler, eserever e contar, e doutrina christa ; este j
    ensino ser das 7 s 9 da noite gratuitamente. Te-
    r principio na noile de segunda-feira II de Janei-
    ro de 186i, nesse dia fecha-se a matricula desse,
    anno. A abertura da escola nocturna de Lisboa no (
    lugar de Marvilla, pelo lllm. Sr. Luiz Felippe Leite
    de que trata o Diario de. Pernimtbuco de 21 de no-
    vembro no artigoPortugalfoi o nico incentivo
    que nos moveu a dar este curso nocturno, em pro-
    veito dos nossos concidados de ambos os hemis-
    ferios,Francisco de Freitas Gamboa.
    A assignatuia deste Diario nao
    obrigatoria,e, quem o'la nao coBvm
    paga c dispede-se, e nao demora o paga-
    mento, fazend o caiiefrt ir dez e mais
    mes para receber quantia lo diminu-
    ta, em paga deolijecio que, em lodos os
    paizesconhccedoies da imprensa,c scni-
    pre pago em principio do trimestre que
    comeca. A'visla dissoesperamos que os
    nossos assignantcs, que esio em atraso
    no pagamento, mandem salisfazer suas
    assignaluras, para evitarem que a im-
    presa empregue os nicios que juigar
    necessario para seu embolso._______
    O Sr. Jos Francisco Pinto Giiimares, cirur-
    gio pela escola real de cirurgia de Lisboa, trans-
    ferio a sua residencia para a ra Nova, n. 60, pri-
    meiro andar, onde pode ser consultado todos os
    dias olis, das 7 s 10 horas da manh, acerca de
    doengas denominadas cirurgicas ou externas, es-
    pecialmente daquellas, em cujo trataniento mais
    fiequeiiteniente intervcni a medicina operatoria.
    Xa ra das Cruzes n.
    44, segundo andar, precisa-
    se fallar com urgencia ao Sr.
    Dr. Joo Jos de Moura Ma-
    'alhaes.
    A o comuicrcio.
    Urna pessoa habilitada em escripturago mer-
    cantil, offerece-se para fazer a escripia de alguma
    casa de commercio em grosso ou a retalho, atra-
    cada ou em dia, de certa hora da tarde em diante,
    ou como se convencional-.
    Os Srs. Fonseca A Silva, a ra da Cadeia do Re-
    eife, darao as precisas informacoes.
    Lotera extraord naria.
    Aos I0:060$00 e 2:000$000.
    Sabbado de dezembro prximo se ex-
    Irahir pelo pcollente plano das loteras ex-
    traordinaria ;la (|arla parte da segunda lote-
    ra da irtnat dado do Senhor Bom Jess das
    Dotes, no c( tisistorio da igreja deN. S. do
    Rosario da II egnezta de Santo Antonio.
    Os bilhetqs e meios acliam-se venda na
    respectiva thesouraria ra do Crespo n. 15
    e as casas commssionadas ra da Impera-
    triz n. 44, loja do Sr. Pmentel; ra Direita
    n. 3, botica do Sr. Chagas; ra estreita do
    Rosariw n. 12, typographia do Sr. Mira e ra
    da Cadeia n. 45, loja do Sr. Porto.
    Os premios de i0:0000000 at 20000
    serio pagos urna hora depois da extraeco
    e os outros no dia seguinte depois da distri-
    buido das listas.
    O thesoureiro,
    Antonio Jos Rodrigues de Souza.
    Arrendase o sitio denominad idos
    leocs na Solcdaile, cum urna grande
    casa ras, lauques para banho e excedente
    agua, a Irlar no mesmo sitio das 4
    horas da tai de em diante.
    isMtciaeao Tj pographica Per-
    nainhucana.
    Deordera do lllm. Sr. presidente, haver sessi
    extraordinaria do consellio director, domingo 9
    do correnie, s horas do costume.
    Secretaria da Associago Tvpographica Pernam-
    Un-ana 26 de novembro de 1861.
    O Io secretario, Guillurin? Cnnejo.
    SOCIEDAD*;
    DOS
    ARTISTAS ALFAIATES
    EM
    Pernambuco.
    De ordem da directora da Sociedade Beneficen-
    te dos Artistas Alfaiates em Pernambuco convido
    a todos os socios da mesma sociedade, qur os que
    seacham em dia, qur aquellos que se acham alie-
    nas alistados, a comparecerem segunda-feira 30 do
    corrente, na sala das nossas sessoes, e a hora do
    costume, para se tratar de negocios urgentes, visto
    j se acharem approvados pelo Exm. presidente da
    provincia os nossos estatutos.
    Previno aos socios em da de que se sean reu-
    nir a maioria dos mesmos no dia aprasado, em
    assembla geral, ser convocada nova reunio, que
    se juigar em pleno direito com o numero de so-
    cios que comparecer, como dispdc o art. 17 do cap-
    5 dos mesmos estatutos.
    Reoife 28 de novembro de 1863.
    Manoel Rodrigues do O'
    1* secretario.
    Acha-se justo e contratado
    por venda o sobrado eom sitio
    na ra da Trentpe n. 1, aonde
    actualmente reside a i:\ni.1 *r.:i
    marqueza do Reclfe cujo pre-
    dio pertenee a D. Joanna Mara
    da Conceleio eonheelda por D.
    Joanna dos Pasaos, se algnem
    se julgar oiu direito em dito
    predio o declare por este jornal
    no prazo de 4 das Ando os
    quaes se effectuar a venda. Re-
    Ife. 9 9 de novembro de 18418.
    Dentista americano
    |De \ew-York. ra do ini-f
    8 rador n. 63.
    Dr. W. H. Me. Gralh, offerece ao res- j
    i peiuvel publico de Pernambuco os ser- 1
    | vicos de sua profissao, todas as opera- |
    _ ces da bocea e dentes sero execntadas >
    i com o ultimo e muito melhorado princi- I
    I pos de cirurgia dental.
    Antonio Ferreira das Neves, subdito portu-
    retira-sc para fra do imperio. ____________
    Prccisa-sc de um rapai portuguez, de idade
    at 15 anuos, que entenda de negocios de mol ha-
    dos, te.ids lioa conducta, para ir para o Geara : a
    tratar na ra da Aurora n 46. segundo andar.
    Aluga-se o sitio da senhora viuva Carvalho,
    em S. Jos do Manguinho, com boa casa "de sobra-
    do, csteiada, quartos para criados, esTibana,
    fructeiras, baixa de capini : no mesmo sitio se di-
    r quem trata do aluguel.___________________
    A inda est por alugar-se o segundo an
    dar do sobrado n. 44, cm a ra da Auro
    ra : quem o quier dirija-se esta mes
    ma ra casa n. 10.
    Sociedade de seguros mutuos
    de vida Installaaa pelo Banco
    Unlo na cidade do Porto.
    Os agentes nesta cidade o provincia Antonio
    Luiz de Oliveira Azevedo & C escriptorio na ra
    da Cruz do Recife n. 1, estao autorisados desde j
    a tomar assignaluras e prestar lodos os esclareci-
    mentos que orem necessarios, as pessoas que de-
    sejarem concorrer para tao til e benfica empre-
    za, segurando um futuro lisongeiro aos associados.
    CASA DE SAUDE
    Em Santo Amar*
    Do Dr. Silva Ramos.
    nico estalielecimento desta natnteza
    que existe entre nos, montado do modo
    que pode com todo o commode e zelo tra-
    tar qualquer doente, que nella seja reco-
    lhido.
    O edificio magesto60 e conserva-se
    em perfeito estado de limpeza e conve-
    nientemente mobiliado.
    Os doentes sao separados, segundo os
    sexos, natureza das molestias e condieSes
    sociaes.
    Ha quartos fortificados para os aliena-
    dos, e urna enfermara para as partu-
    rientes.
    O proprietario encarrega-se de qual-
    quer operacao.
    estabelecimento franqueado qual-
    quer pessoa que o queira visitar.
    Primeira elasse 35000 diarios.
    Segunda dita.... 25300
    Terceira dita.... 25000 >
    Para que qualquer doente sejaali rece-
    bido, liasta que se mande onome do doen-
    te e da pessoa que o remette, com a de-
    clarado da morada.
    O proprietario aceita contratos annuaes
    com qualquer que queira ter um ou mais
    leitos sua disposico.
    nn wMcnnt^fim
    I FAZENDAS BARATAS
    | SIRA IIO QUEMADO--??
    Custodio, Carvalho A C. *
    Finas cambraias organdys indianas pelo baratissimo
    500 rs. a vara.
    preco de 300 rs. o covado oh
    Cirande sortimento
    dos mais finos Waloes de arcos para senhora e pelo barate preco de 35 cada um, ditos de ma-
    dapolo para meninas a 25500.
    Xovldade
    Os mais lindos e mais finos e modernos cortes de la com ricas barras, tendo rada corte
    20 covados e pelo baratissimo preco de 205-
    Fil de linho vara a 500 rs.
    Modernas laazinhas para vestido o covado- a 440 rs.
    Rudanea.
    Jos Ferreira Moura mudou sua residencia
    a ra do Rangel n. 6.
    para
    Um machinislachegado da Europa pre-
    vine aos Srs. de engenho que concerta
    machinas a vapor ou alambiques, como
    tmbela contrata-se cm qualquer enge-
    nho, pode ser procurado na ra dos
    Quartris n. 1, primeiro andar.
    Urna senhora estrangeira chegada ha
    pouco da Europa, encarrega-se de lavar
    e engommar com toda perfeicao por
    preco mais romm >do do que em outra
    qualquer parte : na ra dos Quarteis n.
    1, primeiro andar.
    3-111A ESTREITA
    Francisco Pinto Ozorio contina a col-
    locar dentes artieiaes tanto por meio de
    molas como pela pressao do ar, nao re-
    cebe paga alguma sem que as obras nao
    fulLicm a vontade de seus donos, tem pos
    e outras preparacoes as mais acreditadas
    para conservar,o da bocea.
    O Sr. Luiz Paulino Cavalcau de Al-
    huquerque, tem urna carta nesta typographia.
    Arrendase na ra da Aurora n.
    20 a excellenle propriedade denomina-
    da Barra de Scrinhcm, com grmlc
    numero decoqueiros para desfruclar e
    muilos foro i pcrccbcr anuua'menle.
    Ensino de preparatorios,
    O bacharel A. R. do Torres Bandeira,
    professor de geographia e historia no
    gymnasio desta provincia, tem resolvido
    abrir cursos particulares para o ensino
    destas disciplinas, e bem assim para o
    de rhetorfea e philosophia.
    Os cursos comecarao logo que baja nu-
    mero sulficiente de alumnos para cada
    um delles : na casa da residencia do
    annnnciante na ra estreita do Rosarlo n.
    J8J n. 31, terceiro andar.
    Precisa-se de urna ama para cosinhar< na
    ra das Larangeiras ti. 12.__________________
    Aluga-se o armazem n. 4 da ra do Apollo, e
    o terceiro andar da casa n. 88 da ra da Impera-
    triz ; na ra da Aurora n. 36.
    Para dar cumprinienlo ao disposto no artigo
    2" do capitulo Io do regulamento interno deverao
    os correctores geraes da praca rcunirem-se no dia
    30 do corrente mez, s 3 horas da tarde, no lugar
    designado pelo mesmo regulamento.' Recife 2o de
    novembro de 1863.O secretario da junta
    Jorg Patchetl.
    Aluga-se o terceiro andar da casa sita na ra
    Nova n. 21 : a tratar na mesma ra n. 19, segun-
    do andar._______________________________
    A1tencao
    Na ra estreita do Rosario n. 19 trabalha-se com
    toda a perfeicao. em bordados e llores de todas as
    qualidades, apromptam-se ricas grinaldas t boquets
    para casamentos e bailes, d-sc tamhem lines de
    flores s familias que quizerem aprender.
    Precisa-se de urna ama para casa de um
    1 estrangeirq solteiro: a tratar na ra da Cadeia do
    |, Recife n. 40, loja de relojoeiro.______________
    Aluga-se o sobrado de um andar e soto na
    ra do Calabouco velho n. 17 : a tratar na ra da
    , Concordia n. 17.__________________________
    Prccisa-sc alugar um escravo de 18 a 38 an-
    nos que sirva para o servieo de padaria : no pa-
    teo do Tergo n. -40.________________________1
    Para pass^ar a festa.
    Aluga-se urna casa na povoaco do Monteiro ao f
    p do Sr. Jos Rodrigues dos Passos, caiada e pin-
    tada e com commodos para familia : a tratar no
    Monteiro com o Sr. Autonio Jos Gomes do Cor-
    reio, no Recife na botica da ra do Cabug nu
    mero 11.__________________________
    Precisa-se de urna ama de leite e
    bem : na ra da Concordia n. 37, casa
    andar.
    Encanamento d'aiiiia.
    A pessoa que annunclou oceu-
    par-se de encaar agua para ca-
    sas particulares dlrlja-se a esta
    typographia.
    'VA* *\ T, ^& O Dr. Sarment Filho, medicoojierador
    do hospital Pedro II, para maior com-
    modidade das pessoas que o honram com
    a sua conflanca, participa que ser en-
    contrado todos os dias no referido hes-
    f pital das 7 s 10 da manha e dessa hora
    Sfe em vante na ra do Queimado n. 44, se- ao|
    *V gundo andar, onde ha eslabelecido o seu *f*
    igS consultorio, ou em casa de seu paiCam- Cg
    S po das Princezas.D consultas gratuitas 5
    ^R todos os dias no dito hospital, onde pra- jf
    ^ tica toda e qualquer operacao de que os %j&
    B pobres precisem para o seu restabeleci- ^B
    JK ment. Incumbe-se especialmente da ff
    Z cura das molestias do dominio da medi- fifi
    B cia operatoria, que se ha dedicado, ?S
    das alfeccoes do ulero e da uretra.
    Aluga-se o primeiro andar do
    ra do Crespo n. 23 : a tratar na loja.
    O bacliarel Jeronymo Salgado de Castro Ac-
    cloli, pedido de um amigo, lecciuna a lingua la-
    tina, das 5 horas as 6 e meia da urde, no seu es-
    criptorio ra do Queimado n. 38. Admitte al-
    guns alumnos que quizerem servir se do seu pres-
    timo. O documento abaixo transcripto prova a
    anliguidade do annunciante no ensino da mesma
    disciplina, prestando-se igualmente a leccionar
    rhetorica, sem prejuizo dos seus afazeres no exer-
    cicio da profissao de advogado, para o que pode
    ser procurado das 9 horas s 3 da tarde, e no cas
    de urgencia a qualquer hora do dia.
    Atiesto que o Sr. Jeronymo Salgado de Castro
    Arcioli sufflcientemente versado na lingua latina
    como mostrou no brilhane exame que fez, quando
    se propoz ao concurso da substituirlo cadeira de
    | latim do Collegio das Arles ; pelo que por varias
    i y,!'ze.s p.t(!nuo convidado para examinar na mesma
    I disciplina nesta academia, equanto a sua conduc-
    to e irreprehensivel. E por esta me ser pedida
    a passe de minha lettra, e vai com as armas da
    academia.
    Olinda, 4 de oulubro de 1839.
    Miguel do Sacramento Lopes Gama,
    _________________Director interino.
    Estabelecimento de carros fnebres, pateo do Pa-
    raizo ns. tO e i 2, de Jos Pinto de
    Hagalbes.
    ! Neste estabelecimento se encontram carros fne-
    bres para enlerros de primeira ordem, Unto para
    defuntos como para anjos, os mais ricos e ornados
    ! que se podem desejar, asseverando-se nao haver
    I melhores em outro esUbclecimento. Tambem ha
    outros para as diflereules ordens, todos bem arran-
    jados, assim como todos os preparos para qualquer
    j enterro a contento dos pretendentes. Encarrega-
    se o proprietario de qualquer acto fnebre sem in-
    commodo das partes, prestando todo o necessario,
    com toda a promptido e precios razoaveis.
    Alagase
    o sitio da senhor i viuva Torres, com boa casa de
    morada, na Capunga Vclha : para tratar, na ra
    da Cruz n. 38.
    COMPRAS.
    sobrado da
    Precisa-se de um caixniro coa pralica de
    uberna, que afiance sua conducta, e queira ir para
    paga-se Porto Calvo : tratar na ra da Senzalla-velha
    de um n. 94.
    DENTISTA DE PARS
    19Raa Nova-19
    Frederico Gautier, cirurgiao dentisU,
    faz todas as operaces de sua arte, e col-
    loca derts artieiaes, tudo com superio-
    ridade e perfeicao, que as pessoas enten-
    didas I he reconhecem.
    Tem agua c pos dentificio.
    Aluga-se um bom sitio no Manguinho, com bas-
    tantes arvoredos de fructo, boa casa de vivenda,
    casa fra com quartos para nrctos, estribara, ca-
    cimba com boa agua, e tanque cm casa para ba-
    nhos: quem o pretender, dirija-se ra Nova,
    loja de calcados n. 7.__________________^__
    Precisa-se de um caxeiro,
    taberna na Pissagem n. 1.______
    pequeo, para
    -- Precisase fallar com o Sr. Ignacio
    Vieira de Mello, escrivo em Vazarelb,
    'sobre negocio que o mesmo senhor nao
    iguor.<; na ra do Crespo lja de fa-
    zendas n. 7.______________________
    Criado
    Precisa-se de um, que enteuda de servigo de si-
    tio tambem, dando-se 120-5 por anno e comida :
    ! na ra Nova, sobrado n. 23, primeiro andar, das 9
    lloras da manha al o meio da.______________
    Na botica do pateo do Carmo precisa-se de
    quitandeiras para vender pelas ras, alugadas.
    Curso de philosophia.
    Um acadmico habiliUdo nesta materia, e que
    tem pratica de ensino, se propoe a leccionar em
    Jos Azevedo de Andradc faz
    sci* nte ao co'|a do commcrcio desla
    pnca ea seus fregueze-t em ger.l, que
    rasferio seu est zendas silo ra do Crespo loja n. 20
    A para a de u. 18 da mesma ra.
    Aluga-se urna canoa grande que pega de
    1,800 ljelos de alvunaria grossa para cima, assim
    como precisa-se de um canoeiro para outra de
    1,500 : na ra larga do Rosario n. 18._________
    Aluga-se urna casa as barreiras do Cachan
    g, junio a esucao do mnibus, lugar de liberdade.
    por ser mais retirado, e por prego commodo : a
    casas particulares u cm qualquer collegio, pililo- \ tratar no mesmo lugar com o Sr. Lino Pereira da
    sophia, moral e racional: as pessoas, pois, a quem Fonseca, ou na Fu da Imperatriz n. 74.
    convier o ensino, dirija-se esU typographia, que
    se Ihes dir com quem tratar.________
    los, 2 salas coznha, cacimba com boa agua I(,|ldcrs musl f ,hc -ee of each anidei wm
    10m quintal: a IraUr em_ S. Jo>e do Man- be supp|ied such as saM;J) Rl)pes Corpenters cv
    .sitio confronte a igreja.______________ Caulkers work, said tenders lo be oddressed lo the
    O abaixo assignado, genro de Francisca Mathias
    Pereira da Costa, previne ao publico que ninguem
    faga iransaego alguma com os bens do Pinado, e
    para que em algum tempo nao se chame a igno-
    rancia faz o presente.
    Maximino da Silva Gusmo._____
    Precisa-se de urna ama de leite : na ra da
    Imperatriz n. 45, segundo andar.
    Precisa-se de urna ama para o servieo de
    uma casa de pouca familia : na ra da Gloria nu-
    mero n. lid. ____________^_________^^_
    ATtlASSAUOIt
    Na padaria de A. F. da Silva Beiris, ra dos Pi
    res n. 42, precisa-se de um amassador.
    O abaixo assignado faz seiente ao respeiuvel
    publico e com especialidade ao corpo do commer-
    cio, que vendeu ao Sr. Antonio Affonso Rodrigues
    a sua taberna sita na ra dos Pires n. 38, livre e
    desembaragada. Recife 24 de novembro de 1863.
    Joo Marques Fernandes.
    Aluga-se a casa terrea n. 104 da ra da Glo-
    ria por 18 mearnos, e o primeiro andar do sobra-
    do da ra da Cruz n. 26 por 25,5 mensaes : a Ira-
    Ur no armazem do mesmo sobrado.
    O abaixo assignado declara ao respeiuvel
    publico que tem contratado por compra ao Sr. Jos
    Francisco de Barros Reg a propriedade e Ierras
    das matas denominadas Besouro, na freguezia de
    S. Lourengo da MatU, pertencentes ao mesmo se-
    nhor cima declarado: se alguem se julgar com
    direito s ditas trras, tenha a bondade de apre-
    senur suas reclamages ou em casa do abaixo as-
    signado, ou annunciando por este Diario, isto no
    praso de oito das depois da dala deste, lindos os
    quaes ficar sem effeilo qualquer reclamago.
    Ferraz S de novembro de 1863.
    Nhicklar Mos.
    Acha-se fgido desde o dia 8 de oulubro o
    mulato Manoel, que represenU ter 30 annos de
    idade, alto, secco do corpo, cara bexigosa, cabellos
    crespos, tem uma ferida na perna direiu junto ao
    tornozello do lado de fra, entende de carreiro,
    gosu da bebida, levou vestido caiga de algodozi-
    nho nova, de cnliar, chapeo de palha de carnauba
    novo e grande, com lita verde : quem oapprehen-
    der leve-o ao seu senhor Antonio Joaquim de Al-
    enla Guedes Alcoforado,em Olinda, que ser bem
    recompensado.
    Na ra do Destino n. 9 precisa-se fallar ao
    Sr. Francolino Rodrigues de Moura, pedido de
    sua familia, residente em Macci.
    p-se 8005 a premio sob hypotheca em uma
    casa terrea nesta cidade : quem precisar, na ra
    das Aguas-Verdes n. 100, no segundo andar se dir
    quem d.
    ATTjEM^AO.
    A abaixo assignada, viuva do finado Francisco
    Mathias Pereira da Cosa, cm resposu ao annuncio
    de seu genro Maximino da Silva Gusmo, pelo qual
    pretende fazer prevengao para que ninguem nao
    faga iransaego com os bens daquelle tinado, llie
    pede que declare qual a razao e motivo de uma tal
    prevengao, que bens elle se refere, e com quem
    se entende seu annuncio. Recife 27 de novembro
    de 1863 Anna Machado de Luna Freir CosU.
    Aluga-se um sitio na Capunga velha, com
    boa casa, contendo 4 qnartos. gabinete, cacimba
    com boa agua, quartos para pretos, estribara e
    fructeiras, todo murado : quem o pretender, diri-
    ja-se prga da Independencia ns. 37 e 39, ou na
    ra da Palma n. 41.
    quarlas e sabbados de cada semana, na padaria
    em Santo Amaro ao p da fundigao, na ra da Im-
    peratriz n. 22, e ra do Brum, confronte o chafa-
    riz n. 47, ra das Cruzes, deposito n. 39, na Pas-
    ! sagem, Uberna da esquina do Sr. Bcnto, que vira
    para o Remedio, e no armazem progresso, largo
    da Penha n. 10.
    Precisa-se de urna ama de leite : na ra da
    Gloria n. 41._____________________________
    Cberobino di Pietro Bandieri e Federigo Pie-
    ri, subditos italianos, retiram-se para a Baha.
    Aluga-se a casa terrea n. 35 na ra da Pal-
    ; ma, com bons commodos, quintal e cacimba : a
    entenderse na ruada Cruz n. 34, das 10 horas s
    ; 3 da larde.______________________________
    Narciso Ferreira da Veiga, subdito portuguez'
    retira-se para fra da provincia.______________
    Ao n. 29.
    Nova loja dos baralciros na ra do Queimado.
    Velludo de cores fazenda muito boa o covado
    35000, balos do panno 35200, ditos de arcos
    35000, 45000 e 55000, las de duas larguras
    para vestido o covado 500 rs., chitas francezas o
    covado 360 rs., melim branco para forro de
    vestido o covado 120 rs., tarlaUnas de todas as
    cores a vara 720 rs.
    Ao n. 29.
    Nova loja dos baralciros na ra do Queimado.
    Cassa lisa pelle de ovo apega 75500, carabraia
    lisa muito fina a pega de 17 varas 105, cam-
    braiela pega de 12 jardas 75000, cambraia adamas-
    cada para cortinado a peca de 22 varas 105000,
    mcias finas para senhoras a duzia 45000, chales
    de lia punta redonda 325500.
    Ao n. 29.
    Nova loja dosbaraleiros na ra do Queimado.
    Bicos pretos de linho a vara 120, 160, 240, 320
    rs., franjas de seda a vara 80 e 160 rs., galoes
    de seda de algodo e de la para enfeites de vesti-
    do a pega de 10 e 15 varas a 400, botoes de seda
    de velluee de fusilo duzias 120.
    Aluga-se por 205 mensaes a primeira casa
    sU na estrada dos Afilelos do lado esquerdo, com
    6 quartos,
    ; e um bom
    gunho
    Arrenla-sc um bom sitio
    em Parnaracirim, estrada de Sant'Anna, com boa
    casa de morada, cocheira, estribara, etc., grande
    baixa plantada decapim, boa casa c muilos arvo-
    redos de fructo, e outras commodidades. O tempo
    e as condgoes do arrendamento sero favoraveis,
    e trata-sc na praca do Paraizo n. 24 com S. A.
    Peres.__________________________________
    Kngomma-se e lava-se
    Na na ra do Adiquc n. 1 existe uma mulher
    que engomma e lava toda a qualidade de roupa com
    I toda perfeigo e por commoJo prego.__________
    I No dia 25 do corrente, por esquecimento se
    ' deixou ficar no trem da estrada de ferro, que ia
    ! as 5 horas da tarde para o Cabo, um livro de poc-
    1 sias do auctor Palmeirim : roga-se a pessoa que
    ' o guardou o entrega-lo ra das Cruzes n. 42,
    que se lhe ficar muito agradecido.
    Aluga-se uuia boa casa terrea na povoago
    do.Mouleiro, por 4 mezes 5, por prego muito
    commodo, tendo 2 salas grandes, 4 quartos, coz-
    nha fra, 2 quinues murados, com porto que
    I bou para o ro, e tem cacimba : quem a preten-
    der, dirija-se roa da Imperatriz, loja n. 76.
    A abaixo assignada deVIara aos senhores
    commercanles desu praga e fra della, que o Sr.
    Jos Joaquim da Silva Gomes deixou de ser encar-
    regado da gerencia de sua loja de fazendas,e sem
    mais poder traur de negocios tendentes sua casa.
    Acha-se de posse da gerencia da sua loja o Sr. Ma-
    noel Jos Carneiro, cujo esUbclecimento contina
    o seu gyro commercial. Recife 26 de novembro de
    I8G3. Por procuraco da viuva de Manoel G.da
    Silva, Luiz Antonio Vieira.
    Offerece-se um mogo portuguez para cozi-
    nhero de qualquer casa ; quem precisar dirija-se
    ra Direita n. 36.
    "Joao da Silva Ramos, medico pela ani-
    versidade de Cnimhra d consultas em
    sua casa na ra Nova n. 50, das 8 s 10
    horas da manha e das 4 s 6 da tarde e
    recebe igualmente convites para dentro
    ou fora da cidade com o fim de se en-
    carregar de qualquer servigo de sua pro-
    fissao.
    Os chamados deverao vir por escripto^
    lo eontraetors andothers.
    The nritsh harqoe Deogaum capilan Beagleho-
    le requires the un desmentioned anieles, to ena-
    ble her lo proceed on her voyage to Liverppol.
    caplain at the Brilish Consulate, and Hiere to be
    opened in the presenco of II. B. M. cnsul and of
    those concemed at nooro on monday next the 30
    Ih november.
    Jo be replocedby.
    Ones.
    lo be repalred.
    New
    YENDAS.
    Vende-se no hotel da Europa ra do Trapi
    che n. 12, urna mulata da id annos, sabendo cesi-
    nhar, coser c engommar sollrivelmente, por prego
    commodo.
    Cal de
    a mais nova do mercado
    19, primeiro andar.
    Lisboa
    na ra do
    Vigario n.
    Na ra Direita n. i i se dir quem d
    8000 a 900/ sobre hypotheca em uma casa.
    Perdeu-se na noite do dia 24 do corrente, era
    frente ao arsenal de marinha, uma cassoieU com
    forma de coragao, com um retrato dentro : a pes-
    soa que achou-a, querendo restituir, queira leva-
    la ra da Cruz n. 38, que ser recompensada, se
    assim o exigir.
    Precisa-se de uma ama para cozinha : na ra da
    Imperatriz, sobrado n. 47, segundo andar.
    Jos Antonio Alves e Manoel Esposto, subdi-
    tos porlugaczcs, retiram-se para fra da provincia.
    CAMJARl.
    Nos abaixo assignados declaramos em tempo
    que fica de nenhum effeito a procuraco qne pas-
    samos ao Sr. Antonio Jos Nunes do Valles para
    vender a nossa casa siu na cidade de Caruar ao
    Sr. Antonio do Reg Barros, visto que o referido
    negocio foi feito sobre informacoes menos exactas
    s eom o fim de se comprar a referida casa por
    menos de metade de seu valor, e por isso fazemos
    a presente declaraeo, podendo o mesmo senhor
    vir ou mandar receber a quantia de 2505, na roa
    DireiU n. 62, por quanto avaliou o mesmo com-
    prador a referida casa. Recife 31 de novembro
    de 1863. Manoe! Ferreira Diniz. Mara F. F.
    Diniz.
    do-se os meios precisos
    porte.
    faciliun-
    para o respectivo trans-
    CAIVLIHO
    Precisa-se de um caixeiro com pratica de uber-
    na : na ra da Madre de Dos ns. 5 c 9._______
    Precisa-sede uma preu que saiba coziuhar:
    na ra do Queimado n. 16, loja._____________
    Precisase de um moleque ou preto velho :
    na roa do Queimado n. 16, loja________
    Jos Antonio Casullo, subdito italiano, retira-
    se para fra do imperio.
    Jos de Jess de Araujo, Portuguez, retira-se
    para o Para.
    O secreurio da irmandade do glorioso pa-
    triarcha S. Jos de Riba-mar pelo presente convida
    a todos os raos para domingo 29 do corrente I greja de S. PanUleao, com basuntes commodos :
    acharera-se reunidos no consistorio da referida ir- j a iraur na tbesouraria das loteras, ra do Cres-
    mandade s 10 horas da manha aflm de proceder po n. 15.
    Fore Sal
    Patent main Sopsail
    Fore Lop mast Sloysai
    Main > do
    lop Gallan! Sail
    Fore Sail
    Mainsail
    Misen
    Jibs )
    and all new Gear for the abave to be reploced.
    1 li". 11 to be repaired
    Steening apparalusdo
    Suunchions & threc Seams boln lhe cevering
    boardto becaulked and paidall round lhe vessel.
    J. D. itnglehale
    marter.
    ~tim DA FOKTUU
    Bilhetes garantidos
    Y ra do Crespo n. 23 e casas do costume
    .tos IO,OOOjJOOO.
    No dia 5 de dezembro se extrahir a quarU par-
    te da segunda lotera pelo plano das loteras ex-
    traordinarias, beneficio da irmandade do Senhor
    Bom Jess das Dores.
    O abaixo assignado, recommendando ao res-
    peiuvel publico a compra dos seus mui felizes bi-
    lhetes garantidos, lembra-lhe a vantagem que ha
    cm receber os premios por inteiro, por quanto
    quem lirar a sorte de 10:0005 cm bilhete garan-
    tido nao receber somente 8:4005, cm virlude dos
    descontos de 16 por cento que lhe faro em visU
    das leis, raassim os 10:0005 que vem a ser a diu
    quantia e mais a de 1:6005 que pagar o abaixo
    assignado, importancia de ditos descontos, aconlc-
    cendo o mesmo com as outras sortes.
    Os bilhetes garantidos pelo abaixo assignado,
    levaro a sua assignatura de chancella atravessa-
    da na frente do bilhete.
    Os premios maiores de 205 sero pagos uma
    hora depois da extraccao.
    ITeeos.
    Bilhetes inteiros ...... 125000
    Meios bilhetes...... 65000
    Para as pessoas que comprarem
    de 1005 para cima.
    Bilhetes........ 115200
    Meios......... 55600
    Manoel Martins Fiuza.
    ______________________________________ |
    Precisa-se de um artista (typograpno) capaz
    de administraros trabalhos de urna typograha, de
    quatro compositores e de um impressor, que se
    queiram contraUr, para a cidade do Aracaj (ca- Superiores cortinados bordados para camas fran-
    piUl de Sergipe) : quem estiver nestas condgoes cezas> ou para portas vcn(je.so somente na ra
    apparega na ra Nova n. 08, das 3 as 6 horas da i do QUeimado n. 46, loja de Guimarcs & Bastos.
    Urde, que achara com quem contraUr, '
    HA PARA ALUGAR
    Um andar com sotao na ra da Cruz, um ter-
    ceiro dito com soto na ra do Encantamento, nm
    pequeo armazem na roa do Amorim, um arma-
    zem proprio para offleina ou estabelecimento na
    ra das Cruzes : a traur com Joo Ribeiro Lopes,
    ra da Cadeia n. 33, loja.
    Ksrravo mirtnbriro.
    Vende se um escravo crioulo, marinheiro, cozi-
    nheiro, anda moco,ede bonita figura; a tratar
    com Antonio de lmeida Gomes, roa da Cruz n.
    23, prmeiro andar._______________
    6evada
    Da melhor que ha no mercado, vende-se s sac-
    cas, em grande e pequea porgo,
    que n'outra qualquer parte :
    23, escriptorio de Antonio
    e mais barato-
    na roa da Cruz n;
    de Almeida Gomes.
    - Antonio Jos Rodrigues de Souza aluga a sua ; ''ra y6/m trapicne tuno d Livramento.
    vinho de Caj.
    No escriptorio de Antonio de Almeida
    casa e sitio do Monteiro, em frente ao oitao da
    se a eieicao da nova mesa.
    Felippe Ue Paula Arroda.
    Secretario.
    Na noite do quarU para quinU-feira foi roa-
    bada a Uberna da roa do Sebo de Joaqun A-
    dete Afonso, consUndo de um bahuzmho de lan-
    dres com urna porgio de objectos de ouro, oendo
    anneles, briaeos, cornelinas, e em dinheiro qux-
    trocentos e Untos muris.
    Jos Botelho, subdito portuguez, retira-se pa-
    ra o Rio de Janeiro.______
    Precisa-se alugar um prclo para o servigo
    de um sitio : na ra da Trempe n. 1
    Aluca-sb uma ma casa, pmsca, e em pti-
    ma POSIQAO PA1A SE PtCSAR A FBSTA, B TOMAR BA
    HHOS SAtOABOS: A TRtT.MI NA RA BOS GOELHOS
    JJ. 5.
    Gomes,
    ra da Cruz n. 2.3, vndese em caixas de duzia,
    superior vinho de caj, geralmcnte reconhecido
    como efflcaz para combter a impureza do sanguc,
    prodozida por molestias syphilitiras. _________
    Sabdo do hio.
    Vende-se excedente sabio do Rio de Janeiro, a
    preco commodo, na roa da Cruz n. 23, escriptorio
    de Antonio de Almeida Gomes; para ver no trapi-
    che do Cuuha.
    V
    (
    Compra-se cobre velho e latao : na roa de S.
    Jos n. 2.
    Compra-se uma casa terrea no bairro da Boa-
    Vista que tenha 2 salas, cozinha fra e chaos pro-
    prios : a pessoa que quizer negociar, dirija-se
    ra do Cabug n. 1 D, loja de ourives, que achara
    com quem traUr, ou annuncie para ser procurado.
    Compra-se uma mulatinha de 12 14 annos,
    sendo sadia e de bons coslumes: na ra do Cres-
    po, loja n. 15\_________
    Comprase um escaler que seja pequeo e
    em bom estado : a tratar com .-ntonio Jos Rodri-
    gues de Souza, na ra do Crespo n. 15.
    Compra-se um terreno as immediagoes da
    Boa-Vista : a tratar na taberna da ra da Matriz
    da Boa-VisU n. 27.________________________
    Na estrada do Manguinho, casa n. 21, com-
    pra-se uma escrava de boa couducU, que entcHda
    de costura c engommado, pagase bem.
    Comprase cobre e latao velho : no arma
    zem da bola amarella no oito da secretaria de
    policia._________________________________
    Comura-sc uma armagao envernisada que
    esteja em bom estado : na ra da Sanzalla-velfia,
    n. !I4.__________________________________
    Na armazem da aurora brilhante compra-se
    um preto de meia idade que seja fiel.
    COMPAM SK
    dous molecotcs de 15 a 20 annos que sejam bonitos
    e fortes : na ra do Amorim n. 35, segundo andar
    Compra-se ellectivamenle ouro e prata em
    obras velhas: na praga da Independencia n. 22,
    loa de bilhetes.
    Compra-sc cobre < latao velho :
    na ra da Cadeia do Kecife n. 36, pri-
    meiro andar.
    - Compra-se um escravo de 35 a 40 annos, que
    emenda do servigo de sitio : na ra do Queimado
    n. 13, primeiro andar.
    CiarrafSes.
    Compram-se garrafoes de todos os nannos a
    320 rs.: no armazem d i aurora brilhante, largo
    da SanU Cruz n. 84.
    Vende-se uma eicellente caixa grande de
    amarello que serve para deposito de assurar ou
    deposito de oleo, se forrando de folha : na ra No-
    va n. 51.______________________________
    Vende-se quatro methodos de msica dos
    melhores autores;quem pretender dirija-se ra
    de S. Francisco n. 42.
    Vende-se uma mulata perfeita engommadei-
    ra e cosinheira : quem pretender pode dirigirse
    ao Sr. Francisco Ignacio Pinto, agente de leiloes,
    na roa da Cruz n. 38, que ministrar as informa-
    goes necessarias.
    Hilho.
    No armazem da aurora brilhante ha saceos com
    milho novo a 45 : largo da Santa Cruz n. 84.
    Vende-se muito bom doce de caj secco e de
    calda, assim.como de todas as qualidades, e bem
    assim toda a qualidade de bolinhos, c faz-se bande-
    jas de encommcnda.tudo por pregomuito em conta,
    no caes do Ramos, primeiro andar, sobrado do Sr.
    Jos llygino de Miranda.
    Latas linas.
    A nova loja da aurora na ra larga do Rosario
    n. 38 recebu ricos jogos de vispora com marca-
    dores de meul para marcar os nmeros, muito
    proprios para qualquer familia divertir-se, assim
    como umbein recebeu lamparillas com cea pro-
    prio copo, as mais modernas que tem chegadn,
    lencos de linho bordados com bico Umbem de li-
    nho, muito proprios para qualquer senhora ou me-
    nina, os quaes se vendem liarato.
    _______________GRANDE________________
    pe Hiicnv
    Madapolao francez o mais snperor que tem rin-
    do a este morcado, vende-se a 600 rs. a vara, sen-
    do em pega: na ra do Queimado n. 46, casa do
    Guimarcs & Bastos.

    i
    I



    M-^aliHBHI^
    Diarlo de Peruawlmeo ftabbado *s de \ovciubio de 183.
    A AGUIA BRANCA.
    Labyi iutlios e Irnos,
    t3o baratos que o comprador admira.
    Esses labyrinthos e bicus se applicam a
    diversas obras e ns, e sempre com provei-
    to por suas fortidoes e duracao, boje mais
    do que nunca, convem a todas as familias
    compra-Ios para aprovdlarem-se da occa-
    siao em que elles sao vendidos lo baratos
    que na verdade o comprador admira, e bem
    se pode dizer que por taes precos nunca
    mais tiaver. Os labyrinthos sao de novos
    e bonitos desenhos das larguras de quatro
    GRANDE LIQUIDACAO
    45-RUA DIREIXA-45
    Eia, rapasiada, corageml parece queja
    QUINQUILIIARIAS.
    Ruado Queimado, ns. -49 e 55, lojas de
    Fazendas francezas e iaglons todas de superior
    qnalidade : se vende muito baratoi para liqui-
    dar tontas, na lojn e armazem do Arara, ra
    d Imperatriz n. 56 de Loareiie* Pereira lui- entregastes os vossos joanetes aos duros sei- Jse Bigodinho, queiram ver ver as fazendas
    maries. xos do pessirao calcamento da nossa cidade! Grande pechinchat,a de 9 s se observa em vossos ps botinas acalca- Q"e sao muito novas e baratissimas.
    palmos a 10180. nhadas e gastas at ultima sola; sapates. Pecas de trancas de algodo de lo-
    Vende-se las transparentes de cores lisas rasgados e quasi sem saltos.... nern tanto 11 d?s as cores a. .
    e quadros com 9 palmos de largura, pro- a quebradeira nao deve chegar at este pon- Dtizias de lindas com 200 jardas, A-
    prias para capas e vestidos para senhora a to Vinde ra Direita munir-vos de excel-' lexandre, a.....
    u 10280 o covado ; lazinhas muito finas de lente calcado com 40 e at 60 por cento
    AmZ^. rnafo .I na Uno rou tres a dz q^drinhos a 280 e 320 rs. o covado ; di-' menos dTseu valor.... attendei:
    DotlegaLr os iSKe^S de 5 = aparentes muito finas a 40Oe 500 Borzeguins, Nantes, bezerroe va-
    poilegada,)eo*iim^^ queta 2 e meia solas. .
    DJWI
    iioo
    100
    80
    40
    80
    'J ftT2. ? va^vInr^rop^^X^S
    .gualmente proporcin dos. Isso pon. as- PJ ,0ja do Arara de Mendos Guilnares.
    sim apiramente dito talvez pouca cons.de- ^J^ rMS Tf45lidos bordados 1(rancos
    raeao meroca, jwrem para desengaar e fa- *TV* Tenae ^.,6000 rs
    zer o co:Mirador reconhecer a verdade e a-1 *" r a.,;,w hr,nenc
    preciar o extremo da barateza, necessario W^^J^A^.y^t^T-
    qoe se dirijam com dinheiro; a ra do bordados a 12,51 ; ditos ma.s
    Queimado loja d'Aguia Branca n. 8.
    iezerro, lustre e couro de por-
    Carritel de qualquer numero
    Varas de aspas para balao .
    Caixas com superior obreias a
    Ditas de colla .......
    I libra de la sortida.....4*000
    8*000 1 libra de la muito superior em co-
    i res e qualidade......70000
    Pares de botoes de punho a ... 120
    I #280
    I 600
    o 7 e........ 6(5(0001 Pares de sapatos de tranca .
    Sapatoes, antes,'bezerro e vaquea I Ditos muito superiores a .
    2 e meia solas..... 5)5(500 uuxas e pacotes de papel amisade de
    Saf)att>es, Nantes, vaqueta, lustre e
    OpUU
    bezerro 2 solas.
    SapatOes, Nantes, sola e vira.
    600
    ditos de barras de tarlatana de cores a 3$ ; Ditos para menina, comlaco.
    ditos de barras a U e muito baratos : ra j Ditos de ditas, de cores. .
    Graxa econmica. da Imperatriz n. 56, loja da Arara Sapatos para senhora e homem,
    A aguia branca acaba de receber essa acredita- Mais pecineha na AraraCassas a 200 rs. o co-i tapete........ .
    SS reZSa?^^^! SoE I J &Po. de borracha para senhora.
    recommendada, tanto porque o calcado lustrado Vendem-se cassas organuys ae quauros |(jem dem para meninas. ... .
    com ella deixa perfeitamente lustroso ao menos cor. dp caf-e maisclaros a 200 rs. o cova-' Sapatos de lustre para senhora. .
    tres dias sem necessidade de novo unto tomo do ; ditas francezas finas a 240, 280 e 320 dem de lustre s avessas .
    ssrai^ssfrA'wsfysis *!trtra ded,iu,s de,crcsla!
    anas e barrizinhos, e acha-se venda na ra do 125 ; ditas francezas com pequeo toque de
    Queimado n. 8, loja d'aguia branca, aos rezumidos mofo a 2500 ; cortes de riscados famosissi-
    precos de 400, 500 e 6-40 rs.
    Pentes de concha.
    Com as novas e diversas guarnices de
    pentes que aAguia Branca acaba de rece-
    ber, veio tambem urna pequea qualidade
    de pentes de concha que com graca e acer-
    tadamente servem para o moderno alado dos
    cabellos. Elles sao de bonitos e agradaveis
    moldes, edelamanho pequenino como con-
    vem para o fira que sao. E' esta a primei-
    ra vez que d'elles aqui cliegam, por isso i
    lint Descobrimento Espantoso!
    cores a.
    Duzia de meias muito tinas para e-
    4^000 nhora a........30500
    35500 Duzia de ditas cruas para homem a -2 400
    20800 Baralhos muito finos para voltarete a 300
    Carriteis de linha com 100 jardas a
    800 Caribes de l'mha branca e de cftres a
    10400 Novellos de linha com 400 jardas a
    10000,Ditos muito grandes com 800 jar-
    das a .......
    Cartoes de linha com 200 jardas (est
    se acabando a......
    Vara de fita preta com colxetes para
    vestido, e tem um resto parda a
    NOVA LIQUIDACAO
    de fazendas inglezas, francesas, allemaas e iiissas,
    que se pretenden) liquidar ntes da festa do na-
    tal, por precos baratissimos, tHm de apurar di-
    nheiro, sendo a maior parte deslas fazendas iu-
    teiramente novns,_rhegadas lelos ltimos va|io-
    res ; de todas se dao amostras, deixando penhor :
    na loja e armazem do pavao, ra da Imperatriz
    n. 60, de Gama & Silva.
    As lazinhas do pavo.
    Vendem-se as modernissimas lazinhas com 9
    Fustao do patn.
    Vende-se fustao branco para vestido e ronra meninas a .^00 rr. o covad.i, dito de palmini.; ;i
    380 rs., tarlatana de palminhas a :20rs., fil blan-
    co li>o, e tarlatana branca c de cures a 800 rs. a
    vara : na ra da Imperatriz n. 60, loja de Gama &
    Silva.
    A bretanhas do pavo.
    Vende-se brelanha de algodao cm pecinhas do
    rolo, rada peca com 10 varas, pelo diminuto pnco
    dt 3^200 cada peca, assim como lencos lirancos
    muito superiores a 2 a duzia : na loja do pavao,
    CHUCHI 9V co III'H l( I III l l un- uiiiM iiiiti- viii w f *. -- -j.-
    palmos de largura, sendo lisas e de quadrinhos,' rua aa "nperatriz n. 60, de Gama & Silva.
    Eroprias para vestidos, capas sotitan baques pelo .. .
    arato prego de 15200 o covado, ditas com 4 pal- .. carnauna m pavao.
    mos, Usase dequadrinhos a 500 rs., ditas garibal-! mJ25?!f? t STS"?1" !" s,airos' |)(
    inas .40r.,,dius enfeitadas de m^g^iBtSffgi ?S "?.?!.'
    .t oUU rs.,
    a tratar na rua
    60, loja de Gama & Silva.
    por prr <;<
    en o'.ilra
    da mperalriz u.
    1,5000
    500
    mos com 14 covados a 34 (s na Arara,
    rua da Imperatriz n. 56 ); cortes de casimi-
    ra entestada para calca a 14, 15600 e 2)5,
    tendo cada corte 1 vara e 3 quartas, cousa!
    muito barata ; casimiras finas a 2#500 e 30;
    o corte; casimiras lisas para capas de se-
    nhora cora 6 palmos de largura a 30 o cova-
    do : rua da Imperatriz n. 56.
    .4 Arara vende ehilas a 210 rs. o covado. Sao
    largas.
    Vendem-se chitas franrezas com toque de
    0 lUando Sciciilifiro- nnanimamente o approji-
    que a moda novissima pelo que ganha- mof x extinguir logo que forem la-
    rao a palma aquellas senhoras que primei-
    ro se apresentarem com elles, para o que
    os mandaro comprar na lo;a d'Aguia Bran-
    ca, rua do Queimado, n. 8.
    Capellas, flores e liivas enfeita-
    das para nolvas.
    vadas, e as cores sao fixas a 2i0 e 280 rs.
    o covado ; ditas limpas c finas a 320, 3G0
    e 400 rs. o covado ; lencos brancos com
    barra de cores finas a 160 rs, cada um ; di
    tos brancos todos a 200 rs.; ditos muito fi-
    nos a 320 rs : meias para homem a 200 e
    30
    .20
    60
    120
    60
    100
    Pelo ultimo paquete a Aguia-branca rece- 240 rs. o par ; ditas "para senhora a 320 e
    beu os artigos cima sempre necessarios s 400 rs. : na loja da Arara, rua da Impera-
    noivas, os quaes, segundo suas recommen-
    dacoes, vierain de muito goslo, e perfeita-
    mente delicados.
    As capellas sao de mu moderno e agra-
    davel molde, de finas flores, e acabadas com
    todo o esmero : as flores solas sao extre-
    mamente delicadas e proprias para enfeites
    de vestidos e mesmo ornatos de cabega, sen-
    do delgadas vergonteas de jasmin, cachos de
    resedas, e oulras estimadas flores.
    As luvas, porm, apreciada obra de Jou-
    triz n. 56, de Mendes Guimarcs.
    Sedinhas da Arara a 5G0 rs. o covado.
    Vendem-se sedinhas para vestidos de se-
    nhora a 560 rs. o covado ; cassa-seda com
    palmas soltas a 500 rs. o covado ; chalim
    de cores para vestidos de senhoras a 500,
    rs. o covado ; sarja de cores para vestidos a |
    400 rs. o covado : rua da Imperatriz, loja do
    Arara n, 56, A Mendes Guimares.
    Madapolo francez entestado a 4000 rs.
    Vendem-se pecas de madapolo francez;
    vin, parece que foram enfeitadas pelas mes- entestado a 40 e 3500 ; pegas de algodoj
    mas fabricantes das mimosas flores, pois que' encorpado a 40, 4)9600 e 50500 ; madapo- i
    em gosto e perfeigo nada deixam a desejar., i3o j,,|cz com i jardas marca Rainha a 7$; |
    S5o essas. pois, as capellas, flores e luvas dito Elephante a 70500 ; dito n. 6 fino a,
    que correspondem riqueza do vestido, for- 85 dito n 7 a 9 ; dito de corda dourada'
    mam o completo asseio e perfeigo, e ele- a 1O0, todos estes madapoles sao muito fi-
    vam a galhardia da candida noiva. Resta nos rua da imperatriz, loja da Arara de
    sonaenle que os pretendentes munidos de Pendes Guimares.
    dinheiro dirijam-se alegre e espagosa lo-
    ja d'Aguia-branca, rua do Queimado n. 8
    alendarlos senianacs: pelo
    preco todos compraro.
    Sao de summa ulilidade esses kalendarios
    semanaes, porque mostrara acertadamente
    a data e dias da semana, sera o continuo tra-
    A (omposifao Auacahmta
    Petoral de kemp.
    Tor espaco de muito tenipo so ha nzado ex-
    tonaainentc cm Tanipico para a cura de
    TSICA pulmonar,
    CATABRflO, ASTHMA,
    BRONCHITE, TOSSE CONVULSA,
    CRFO OU GAREOTILHO, e
    Inflamma9es da Garganta e do Peito,
    e kto com um resultado to feliz c verdade-
    ramente assombroso o pao ou inadeira d'iima
    arvorc que cliamlo Anacaiiuita, c que s
    se encontra no Mxico.
    A Composifo Anacahuit a Feito-
    ral de Kemp e' um Xaropc delicioso, intei-
    ramente differente 11a sua coii>osciko de
    to nufrctoradoe de l'ructos astringentes, cseas
    e raizes, c, o mesm n;To contem nenhnm
    Acido Pruuico ou outros uaesquer iugre-
    dieutes venenosos.
    Todas as molestias e affecoes da gargauta
    c mgico encanto, mediante a accao deste in
    comparare] e irresistivel remedio.
    HWIl SEU l \110.
    Objecios de tintara e msica.
    Na rua do Queimado, ns. 49 e 55, est
    queimando tudo pelos precos abaixo decla-
    rados, e prestem toda a altengo para ver
    o que bom e barato.
    Duzia de facas e garfos muito finos a 2500
    Dita dita dita de cabo prelo muito
    finas a.........3200
    Dita dita dita de balango, melhor,a 5500
    Tesouras para' costura, muito fi-
    nasa.......... 400
    | Ditas ditas para unhas, muito finas a 400
    1 Cartas de alfinetes de ferro a 80
    Ditas ditos de lalo muito finos a 40
    Ditas de dito grandes.....120
    Caixas de phophoros de pao
    Grosa de ditos do gaz a .
    Duzia de dito dito a .
    Massos de palitos para denles a
    Abotoaduras para cleles a .
    Escovas para roupa.muito finas a 400,
    Roiip* feila da Arara.
    Vendem-se uniformes completos, fomo|
    sejam : paletots, calcas, coleles de casimira
    ingleza a 105 e 124; caigas de brim e,
    meia casimira a 2 ; paletots de brim de,
    cores a 2)5000, e 3 ; ditos brancos a 30 ;
    ditos ile meia casimira a 3)5500 e 40 ; se^j
    balho de bohr nelles diariamente, pelo que roulas (Ic bramantefrancezas a 1600 ; ditas!
    se tornara necessarios e prefemets a todos (]e )inho a ^ ramisas f,.ancezas a ^600 ; I J
    os oulros ; lauto para casas de familias, co- jjg mml0 (n;iS a 2)j e 20500 : ditas de li-: A venda as boticas de Caors & Barboza,
    mo mesmo para qualquer oulra parte, e ^Dtea 3# t camisas de meia para ho- "/f Cruz, eJoodaC. BravoAC, rua
    principalmente por 500 rs. cada um: na mwn 500) 800 rs c {# collerinhos de Madre de Dos.
    rua do Queimado, loja d'Agura-branca, n. 8. |.mi0 a ;oo rs:. rua da |mperatrz n. 56.
    Phosphoros de cera. aloes da Arara a 3-5000 rs.
    Vendem-se a 2 lo rs. a duzMe caixinlias Vendem-se balcs de arcos americanos de
    de phosphoros de cera : na rua do Queuna- 20, 25, 30 e 40 arcos a 35, 3;5500, 40 e
    do, loja d'Aguia-branca n 8. 4500 ; d:
    laglezas : Opiata c agua da dita muito
    Colonia. : ratriz, loja da Arara n. 56.
    A Aguia-branca da rua do Queimado n. 8 Lencos de seda a 800 rs.
    acaba de receber a apreciada opiata ingleza, j Vendem-se lencos de seda de urna s cor
    assira como mui boa agua da Colonia tam-! muito (ros a 800 rs. ; ditos estampados a
    LA 1)0 Ql NIMIO V
    E.oja do beija-flor.
    Facas para meninos.
    ilitrKlp hrilhantim a % ditos de Vendem-se faquinlias para meninos a 240 rs,
    ,01108 de Driinaiitina a i uiros ue ^ de [ia,an de m J)otaoa m r. q ^
    uto grandes a 356 0 : rua da Impe- dnntu uara seulwra.
    640,
    10
    20200
    200
    160
    160
    800
    SEM SVUl Y HO.
    PECHINCHA.
    Perfumara de superior qualidade.
    0 rival sem sefundo, rua do Queimado,
    ns. 49 e 55, est disposlo a vender mais ba-
    rato que nunca vendeu, para o que queiram
    ver :
    Duzia de sabonetes finos a 720
    Sabonele inglez, o melhor, a 160
    Frascos cora agua de Colonia muito^
    fina a......., 400
    Ditos de dita grande a 500
    Ditos de Lavande ambreado, o me-
    lhor, a........500
    Ditos de macag oleo muito bom a 100
    Ditos perola muito superior a 200
    Ditos de oleo de babosa a 240, 320.
    400 e.........500
    Ditos de banha branca a 320
    Dilo de cheiro muito bonitos a 500
    Ditos de banha, pequeo, muito fina
    ..........200
    Dilosde opiata a 200 rs., e boa a 900
    Ditos de banha japoneza a 800
    : Ditos de banba transparente a 720
    Ditos de oleo filoconne a 800
    360 rs., bareges matisados muito finos
    lazinhas transparentes com palmas de seda a 500
    rs., ditas matisadas a 320 rs. o covado : s na loja
    do pavo, rua da Imperatriz n. 60.
    Os corles de eaiabraia que vende o pavio.
    Vendem-se cortes de eaniliraia branca com ba-
    bados a 25300, ditos a 35000, ditos a 4*000, ditos
    chinezesa 4*000, pecas de cambraia transparentes
    adasmacadas proprias para vestidos, tendo 8 varas
    o meia a 3*000, ditas lisas brancas e de cores a
    25500,3*,35o00,4*eo*, pecas de cambraia deca-
    rocinhos tendo 8 varas c meia cada urna, sendo bran-
    cas e de cores a 3*500, ditas a 2*500, pegas de
    cambraia para cortinados, sendo tapadas e trans-
    parentes com 20 varas cada pega a 9*000, isto tu-
    do para apurar dinheiro : na loja jilo pavao, rua da
    i Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
    Os chales do pavo de Uurainhique a 1:000.
    Vcndem-sc os mais modernos chales de Mozam-
    bique, sendo de una s cor, com barra e muito
    grandes, pelo baratissimo preco de 4*000, afflan-
    cando-se serem os mais modernos do mercado, di-
    tos de merino estampados a 2*000, ditos a 3*000,
    ditos muito finos de rrepen com 4 pontas e pona
    redonda a 6*000, 7*000, 8*000 c *000 : s na
    loja do pavo, rua da Imperatriz n. 60, de Gama <\
    Silva.
    Grosdenaples a 1:500, na loja do pavo.
    Fazenda a i*5O0, 1*600, 1*800 e 2*000 : s na
    oja do pavao, rua da Imperatriz n. 60.
    0 pavo vende chapeos de sol para senhoras a
    1:000.
    Vendem-se chapeos de sol, a ingleza, sendo co
    bertos de linlio e forrados de verde, proprios para
    senhoras que forem passar a festa, ou para meninas
    levarem para a escola pelo barato prego de 15000.
    ditos marquerinhos de seda com franjas e cabo de
    dohrar a 2*300, ditos de seda para homens, sendo
    rom armago de baleia a 6*000 c 75000, isto para
    apurar dinheiro : s na loja do pavo, rua da Im-
    peratriz n. 60. ..
    0 pavo vende cachemiras da Eseossia, corte
    2:210, covado 610 rs.
    Vendem-se corles de cachemiras da Eseossia,
    para caigas, pelo barato prego de 2*240, tendo da
    mesma fazenda para vender em covado a 640 rs.,
    sendo esta fazenda muito encorpada, a imitaran de
    casemira, e garante-se que nao desbota. Tambem
    se vendem cortes de casemira ingleza, de cores es-
    curas para calca pelo barato prego de 1*800 cada
    corte, ou a 500 rs. o covado : s na loja do pavo,
    rua da Imperatriz n. 60.
    0 pavo vende os vestidos brancos bordados.
    Vendem-se os mais ricos vestidos de cambraia
    brancos, bordados croch, sendo os mais moder-
    nos que tem vindo ao mercado, tendo as saias 4
    almos, e vendem-se pelos baratos precos de 10*,
    2* c 165000 : s na loja do pavo, rua da Impe-
    ratriz n. 60, de Gama <& Silva.
    A's pechinrhas do pavo, anles que se acahem.
    Ricos cortes de cambraia branca com babados e
    duas saias bordadas croch, tendo bastante fa-
    zenda para vestido, pelo baratissimo pregode 35000; Compolciras de vidro com pratos de metal a 35 <
    cada um, ditos de cambraia de seda com barra c \ 45000.
    babados a 25500, para acabar, cortes de vestidos | Franja de la para debruuhar tapetes a 25 a peca
    Palitos de fogo, prova d'agua, a 15 a groza ou 120
    rs. a duzia.
    Assim como tem grande sertimcnlo de nrailos
    mais olijectos que se tornara enfadonlio menri')-
    na-los, que tudo se vender muito barato para ii-
    quidar : na ruado Crespo n. 7, e rua do Impera-
    dor n. 50, junto ao passo, e casa da llquidaco.
    Machinas para desfai orar alqndo
    Vendem-se machinas para descarocar algodo,
    as quaes descarnc.un com presteza e perfeigo,
    sendo scu processo muito simples: para ver c a
    tar, na fabrica da travos do Carioca n. 2.
    Pcdc-sc toda al'oiuo.
    Custodio Jos Alves Guimares, dono da loja in-
    titulada Gallo Vigilante, rua do Crespo n. 7, ;,, sa
    aos seus numerosos freguezes e ao respcilavel pu-
    blico, que tendo de reformar no flm deste auno seu
    estabelecimento, equerendo liquidar grande quan-
    lidade de diversos objecios, esl rosolvido a vender
    tudo por precos baraiissimos, como sejam :
    Pegas com 43 varas de franjas de linho a 3*.
    Ditas com 43 varas de galo de linho a 3*.
    La sortida para bordar, libra a 4*.
    Froco de cores sonidos, pega a 160 rs.
    Manguitos para senhora, o par 800 rs.
    Golinhas de bonitos gostosa 400, 500 e 15.
    Salvas de metal principe a 1*500, 25 e 25300
    Ditas coin copos de metal proprio para menii.osa
    1*200.
    Facas e garios para sobre-mesa a 4* a duzia.
    Ditas e ditos dila com cabo de marlim a 65.
    bandejas de todos os lainanBs niuilo finas a 15
    15200, 18400, 15600, 25Bo, 3*500 e 5*
    Ditas redondas para copo de 500 rs. para 25800.
    Tesouras em carteiras, a duzia a 500 rs., C40 o
    800 rs.
    IVitns para camisas, a duzia a 25.
    I Camisiiihas bordadas para senhora a 15500 e 2*.
    i Chapelinas para senhora a 3*.
    j Ditas para menina a 2*.
    Chapeozinho para meninas de,*scola ou passeio a
    I 2*e3*.
    , Flores francezas, caixos graudes,.a 600 rs.
    Luvas de seda com pequeo toque de mofo a 300
    rs. o par.
    Touras de la para meninos a 500 rs., fil a 500 c
    600 rs., de seda a 800 rs.
    Sapatinhos de merino a 800 rs., e de la a 500 rs.
    Rolsinhas de missauga para meninas de escola a
    800 rs.
    Botos uourados para punlio a 200 rs. o par.
    Tinteirosde metal a 320 rs.
    Trancelins para relogio a 100 rs.
    Ditos de fila chamalote a 200 rs.
    Escrivaninhas de meial a 3*500.
    Colheres de metal para cha a 200 rs. a duzia.
    Ditas de dito para sopa a 2* a duzia.
    Botos de duraque pretos a 400 rs. a groza.
    Cartas hespanholas para jogos a 15200 a duzia.
    Castigaos brancos c amarollos de metal a 15-
    Carteiras para algibcira a 800, 600, 800 c 1*.
    Sabonetes muito tinos a 1*200,1*600 o 2* a duzia.
    Fivelas para calca a 300 rs. a duzia.
    Botos de ago para caiga a 380 a groza.
    Caixinhas com alfinetes, grajBpos e colchetes a H'.
    WOeBOOrs.
    Filas de borracha prolas e-de cor a 120 e 160 rs.
    a vara.
    Latas com dous massos de agulhas por 800 rs.
    Brincos de aljofares a balo a 320 o par.
    Allinetes pretos e de cores com pedriuas a 200 rs.
    e 320.
    Camisas para homem feilas em Lisboa a *lh.
    Filas de velludo lisas e lavradas a 800, 15, 13800,
    2* c 3* a pega.
    Ditas para sinteiro a 300 c 400 rs. a vara.
    Caixinhas para costurado senhora a 15500,2*.
    3,4, 5 e 6*
    bem ingleza.
    Garrafas com agua da Colonia.
    Chegaram novas garrafas com agua da Co-
    lonia para a loja d'Aguia-branca, rua do
    Queimado n. 8.
    Haravilha das bellas, novos e
    delicados enfeites para ves-
    tidos.
    aprasivel a aguia branca o ter de avisar a
    ua boa freguezia, que acaba de receber pelo pa-
    quete francez um bello sorlimento de enfeites de
    seda denominado maravilha das bellas, os quaes
    servem tanto para vestido de senhora como para
    roupinhasde mangas. Seus Bovissimos e delica-
    dos desenhos, suas escolhidas bem acertadas co-
    res fazem um todo agradavel aos olhos de qualquer
    vvente que saiba apreciar o bom. Assim, pois, a
    duvida est em haver dinheiro, havendo-o, diri-
    jara-se sem susto ao espagoso e alegre ninho de
    aguia branca, rua do Queimado a. 8, que achanto
    as verdades aeima ditas.
    A AGUIA BRANCA.
    Da rua t Queimado n. 8, reeebeu.
    Tonteo oriental de Kemp.
    Agua florida Murray x Lanman.
    Dita de flor de laranja Condray.
    Dita de rosasdito.
    Bolsas para vlagens.
    Vendem-se na rua do Queimado, loja d'Aguia
    Branca n. 8.
    Voltas pretas
    MARA PA.
    A Aguia Branca reeebeu as desejadas voltas
    preta*, mui compridas e gradas.
    Venda de urna hypotheca.
    Os liquida (arios da niassa fallida de
    Jos Antonio Basto vendem a hypotlie-
    ea que leu nos engentas .Mallo Gmsso
    e Cajabuss no termo de Serinkem no
    valor de 31:835$9H rs.; Iralar as
    casas a roa do Trapiche n. 34.________
    RUA DA CRUZ N. 7
    lltH.tZK.H FRAXCE1
    Viuho de Bordoax em barril, de qualidade muito
    superior, e em garrafas 6JO00 a duzia; batatas
    muito novas, licores francezes, e cognac o melhor
    que existe no mercado. _________,______
    Cal de Lisboa e potassa da
    Knssii.
    Vende-se na rua daCadeia do Recife n. 26, para
    oode se mudou o amigo e acreditado deposito aa
    metma rua n. ti, ambos os gneros sao novos e
    iefiuwot, e se vendem a prego mais barato do que
    Wr> jlWiiquer parte.
    16, ditos com franjas a 15500 : rua da
    Imperatriz nT>G.
    A Arara vende ricas colchas avellanadas a 8^000.
    lmalas para seubora.
    Vcndcm-se grvalas para senhora a 500,
    800 e 1*200.
    Filas para debrum de vestido.
    Vendem-se fitas para debrum, de linho, a 240 a
    pega com 10 varas, dita de la a 800 e l&, dita de
    seda a 1200.
    Pennas de ago de Janea.
    RIVAL
    SEM SEGUNDO.
    Objeetos diversos.
    Rua do Queimado, ns 49 e 55, vende os
    objecios abaixo declarados, pois para aca-
    bar; estes precos no sao para continuar.
    irara vende ricas colchas avellanadas a ^ouu. i vendem-se caixinbas de pennas de ac de 200:""' ll!Z3*LrLm Zrmu,a
    Vendem-se ricas colchas avelludadas para rs.a i*. mas as nesessidades ass m permute.
    cama a 8$ ; ditas de fustao a 55 ; ditas de
    damasco a 4j?; ditas de chita 25: rua da
    Imperatriz n. 56.
    Pares de luvas de algodo finas a
    a Caivetes de aparar penas, de l fo-
    8d
    t'otassa da Hvssia
    Vende-se emcasa de N.O. Bic-
    ber i C, successores, rua da
    Cruz n. 4.
    Assncar do Monteiro
    Rua do Imperador n. 28 e caes de Apollo n.
    67, a 200 rs. a tora, e de 8 libras para cima
    a 55600 aarroba.
    Pechincha
    Baldes de 30, 35 e 40 arcos a 3* : na rua do
    Queimado n. 44.
    Farinha de mandloea.
    Veade-se farinha de mandioca da melhor e
    mais nova que ha ueste mercado : no escriptorio
    do Manoel Ignacio de Oliveira & Filho largo do
    Corpo Santo n. 19, ou a bordo do palhabotc Via-
    miw e brigue Minerva, ancorados no caes do baro
    do Livramcnto.
    Cal de Lisboa
    a mais nova do mercado : na rua do Vigario n.
    19, prieirmo andar.
    flfcPOSITO
    O deposito de verniz ou alcatrao do gaz no ar-
    mazem da bola araarella no oito da secretaria da
    polica ; vende-se por grosso c a retalho pelo proco
    da fabrica.
    FAZENDAS
    baratas para acabar.
    Sedas de quadros e de listras a 320 rs. o cova
    do, lindas laas de quadrinhos a 360 o covado, su-
    periores cassas de cores a 200 rs. o covado, ditas
    muito finas a 240 o covado : na loja dascolnmnas,
    na rua do Crespo n. 13, de Antonio Correia de Vas-
    concollos & C. ____________________
    I IOlll\< \<>
    Chitas largas hamburguezas muito Anas, cores
    escuras e fizas a 280 o covado, por terem um pe-
    queo toque de mofo, que com facilidade lavando
    larga, e da mesma d-se amostras: na rua da Ma-
    dre de Dos n. 16, loja defronte da aladdega.
    Lia para bordar.
    Vende-se laa para bordar, de cores claras,
    6*800 a libra. Iha a ." ....... 80
    Bonecas de [choro. 'Ditos de2 ditasa......160
    Vendem-se bonecas de cora a 800 rs. e 1, ditas: ^^ de co|xeles f,ancezes a. 40
    com mascara de tirar e botar a 640 e 800 rs., ditas r. ,, _____ QfiA
    sem mascara a 200, 400,500 e 800 rs. Duzia de dito francez a 360
    Colheres de metal principe. Massos com grampos lisos e de cara-
    Vcodem-se colhes de metal principe muilo finas' col a......... 40
    a 1* e 2*500 para cli, ditas para sopa a 2*000 e Duzia de dedaes de metal em caixi-
    4*800, concha para assucar a 640. njja q vidro 320
    v j r..,"" ^ con a > a, i Tinteiro de vidro com tinta superior
    \ endem-sc facas e ganos a 2*800 a duzia, #tas '
    era vadas a 3*, ditas de cabos pretos a 3*200, ditas** a..........
    de cabos de balango com 2 botoes a 6*800, das Ditosde barro que serve para tin-
    para doce a 5*600, ditas de um boto a 6*, ditas teiro a........
    tura doce a 5*. Grosas de botoes de louga prateado a
    Vende-se ch^SrKS? ""* !S fi 2? 'Sa nCarDada '
    i* passam fesia a 640 el*. Varas de bicos e rendas, para aca-
    Meias para senhtra, bar a ........
    Vendem-se meias para senhora muito finas a I Varas de labyrinto de 3 dedos de
    2*400 a duzia, ditas para meninas a 2*. Hargura i........100
    Papel de diversas qnaWadcs. Ditas de pos para dentesa ... 100
    Vende-se papel de beira dourada a 1*200, dito penles de tartaruga a 35000 e 35500
    2ea* a9O0?JS-' d,t0 [MtM a ** Resmas de papel de cores a 250CO
    que
    160
    100
    160
    20
    60
    .4 ave lapes de diversas qoafidadea.
    Vendem-se avelopes brancos a 800 rs., ditos de
    cores a 640, ditos para cartao de visita a 500 rs.
    ditos pretos a 800 rs.
    Tendo receido ricos apparelhos para senhora,
    de mousacos e camapheos verdadeiros, vendem-se,
    de mousaco a 6*500, dito de camapheo a 13*.
    Dminos e visporas.
    Vendem-se dminos muito finos a 1*100 e 1*400
    c visporas a 800 e 1*.
    Enfeites.
    Vendem-se enfeites de redes para senhora de di-
    versas cores, a 1*000, ditos pretos a 900 rs., sendo
    de fitas o contas de ac, peca de fila de coz com 10
    varas a 300 rs.
    Eilractes ingieres.
    Vendem-se extractos inglezcs muito barato, por
    que foi comprado em leilao, e nao se quer conti-
    nuar, a 320 e 400 rs. o frasco.
    Na rua do Imperador n. 28, armazem de mo-
    Ihados, do Campos, vendem-se velas stearinas para
    carros, rap de Lisboa em libras, assucar da fabri-
    ca do Monteiro em libras e arrobas, ameixas rai-
    nha Claudia em doce, latas com figos de 4 e 8 li-
    bras, barricas com cal de Lisboa para fabrico de
    assucar, o mais objecios por prego comraodo.
    i Resmas de papel de cores a
    Rna da Senzalla Nva n. 42.
    Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
    ferro coado libra a 110 rs., idemdeLow
    .Moor libra a i 20 rs.
    Potassa da Russla.
    Acaba de chegar para o antigo e acreditado de-
    posito da rua da Cadeia do Recite n. 26, proceden-
    te de Hamburg em 7 do eorrente pela escuna
    Morid-
    Barricas com breu : na rna da Cadeia do Reci-
    fe, loja do ferragens de Bastos.
    Lencos de cambraia de linho
    bordados.
    Vendem-se lencos de cambraia de linho borda-
    dos muito finos sendo para acabar a 640, 1*,
    1*500, s qtrcm vende por estes pregos na rua
    do Queimado loja do beija flor n. 63.__________
    Nossa Senhora da Conceico
    Contina a estar venda na rua do Imperador
    n. 15 a novena de N. S. da Conceicao, conforme
    usam os reverendos carmelitas da Reforma do Re-
    cife, e tudo o mais conforme os annuncios feitos
    por este Diario.
    VgtlK-S!
    Direilo internacional privaioe a appHcacao de seus
    principios com preferencia s leis principaes do
    Brasil, em 1 volume, por Dr. Jos Pimenta Bueno,
    8*000 : no escriptorio de Antonio LuizdeOliveira
    Azevedo & C, rna da Cruz n. 1.
    Maria Pia, sendo fazenda de bonito goslo a 3*500,
    cortes de cambraia brancos com babadinlios a 2*,
    enfeites para cabeca, sendo Garihaldi e turca a
    4*000, ditos com lilas e llores a 2*000, camizinbas
    bordadas para senhoras a 1*000, manguilos de va-
    rios modelos a 400, 500 e 640 rs., calcinhas para
    meninas a 500 e 640 rs., gollinhas bordadas a 320
    500 rs., sedas de quadrinhos a 640, ditas de listas
    a 400 rs. o covado, fustao para vestidos e roupinhas
    de meninos a 320 rs. o covado, alpakim ougorgu-
    rao de linho a 260 rs., gangiiclin de una s cor a
    320 rs. o covado, toallias de linho adamascadas,
    para rosto a 1*000, vestuarios para meninos e me-
    ninas a 1*600 c 2*000, tiras bordadas e ntremelos
    mais barato que < m outra qualquer parte, ludo isto
    pechincha e vende-se para liquidar : na rua da
    Imperatriz n. 60, loja e armazem do pavao, de Ga-
    ma & Silva.
    Sedas do pavo a 500 rs.
    Vendem-se sedas de quadrinhos com pequeo
    toque de info, peto baratissimo prego de 500 rs. o
    covado, ditas em perfeilo estado a' 800 rs., ditas
    com listas, para acabar a 400 rs., gorpuro de sMa
    para vestidos e roupa de meninos a 1*000 o cova-
    do : na loja do pavao, rua da mperalriz n. 60, de
    Gama & Silva.
    0 pavo vende casemiras a 1:600.
    Vendem-se casemiras franrezas entestadas, pro-
    prias para caigas, cohetes, palitos e capas para se-
    nhoras, por se'r de urna s cor, sendo fazenda que
    sempre se vendeu a 3*000, liquida-se a 1*600 o
    covado : s na loja do pavao.
    0 organd) do pavo a 300 rs.
    Vende-se finissimo organdy malisado, branco,
    para vestidos, pelo baratissimo prego de 500 rs. a
    vara ou 300 rs. o covado, cassas fraicezas finissi-
    mas a 240 e 280 rs. o covado, ditas com palmas
    grandes, fazenda inteiramentc moderna a 440 rs. o
    covado : s na loja do pavao, rua da Imperatriz n.
    60, de Gama Ai Silva.
    0 pavo vende os relalhos.
    Vendem-se por pregos baratissimos, porgao de
    relalhos de chitas, cassas e lazinhas : na loja do
    pavo, rna da Imperatriz n. 60.
    As chitas do pavo.
    Vendem-se chitas francezas, escuras, a 280 rs.,
    ditas a 320 rs., ditas a 360 rs., ditas matisadas mui-
    to finas a 400 rs., ditas j.retas largas c estrellas,
    ditas matisadas com floroes proprias para cobertas:
    na loja do pavo, rua da Imperatriz u. 60.
    0 pavao vende os eorlioados.
    Vcndem-se ricos cortinados adamascados pro-
    prios para janellas, e camas para noivos, pelo ba-
    rato prego de 9*000 e par : na rua da Imperatriz
    n. 60, loja do pavo.
    0 pavio vende para luto.
    Vende-se finissimo .setim da China, fazenda sem
    lustro, proprio para vestidos de senhora, para ca-
    pas o roupa para homem, tendo esta fazenda seis
    palmos de largura e sendo muilo leve, vende-sc
    pelo baratissimo prego de 2*200 o covado, garan-
    tindo-se que nao se torna ruga, e vende-se nica-
    mente na rua da Imperatriz n. 60, loja do pavo.
    0 pavo vende cortes de caiga.
    Vendem-se cortes de calcas de casemira de co-
    res a 2*400, ditos de cachemira da Eseossia a
    2*240, ditos de ganga a 1*600, ditos de brim de
    urna s cor a 2*240, dilos de castor a 1*280, ditos
    de casemira preta a 4*000 e 5*000, ditos de case-
    mira fina de cor a 5*500 : s na loja do pavo,
    rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
    os ricos vestidos sontantbar-
    qne. que chegaram para a loja
    do pavlio.
    Chegaram pelo ultimo vapor francez os mais
    ricos vestidos soutambarque, sendo com as saias
    j feilas o ricamente enfeitadas e guarnecidas,
    tendo a precisa fazenda para fazer o corpo; com
    seus competentes soutambarques primorosamente
    enlejiados, vindo tudo em um s cartao, assim co-
    mo as mais modernas camisinhas com mangaitos c
    punhos a balo ricamente enfeitados, e vendem-se
    por preco favoravel : na loja c armazem do pavo
    na rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
    Os modernsimos vestidos do
    pavio.
    Acaba de chegar um variado sortimento dos
    mais modernos cortes de lazinhas, proprias para
    vestidos, tendo as barras primorosamente matiza-
    das, trazendo bada um corte seu figurina para
    amostra; e vende-se na loja do pavo, rua da Im-
    peratriz n. 60, de Gama & Silva.
    A I $000 o eruto-
    Na taberna do Campos, na rua do Imperador n
    28, vende-se o cento dos charutos snissns a I*.
    Na fabrica da travessa do Carioca n. 2 v. n-
    de-se por preco muilo commodo oleo de ricino
    muito novo, eiii latas de diversos (nannos, pro-
    prias para os fazendeiros, senhores de engolfaos e
    casas de familia ; assim como tambem se w i di
    azeite de mamona purificado para lozes, o mi; I
    lema propriedade de dar urna exrellente luz, m m
    l'umaca e muito econmica, sendo muito propria
    para usar-se em lamparinas de quarto, candieii
    de sala, lampadas do igreja, etc., c o seu prego 6
    muito menos do que o azeite doce, geralmonte usa-
    do para o mesmo lim.__________________^
    Vende-se urna balanga decimal em bom es-
    tado : no armazem do finado Joaquim de Paula
    Lopes, defronle da cscadinha.
    Leite no Recife.
    Do da 17 cm diante haver leile liquido a '.i(-
    rs. a garrafa : no oito do predio da rua da Cadeia
    do Recife em frente do passadico __________
    Meias do Porto.
    Vendem-se na loja de ferrasens na rua da Ca-
    deia Velha n. 44, meias de linho e igualmente de
    algodo, por prego muito commodo.___________
    Manual de contas feilas
    para compra e venda de assucar e oulros peneru?.
    obra muilo ulil para os negociantes e senhores fie
    eugenhos ; pois com um lance de vista pode re-
    saber o valor de quaesquer quanlidade de arrobas
    e libras : vende-se na livraria econmica ao p<* do
    arco de Santo Antonio.
    Papel i> otado.
    Acaba de chegar papel grave paulado de supe-
    rior qualidade : vende-se na livraria economiza
    junio ao arco de Santo .Antonio.______________
    Carteiras bomeopathicas
    em marroquim, com 24 e 48 tutios, medicamentos
    muilo novos e garantidos, mais barato que em oih
    tra qualquer parte : na praga do Para izo n. 24.
    Vende-se um fardo, draeonas, banda e bar-
    retina paraofflcial do Io ou 2 batalho de infanta-
    taria da guarda nacional desla cidade : a tratar na
    rua Nova n. 17, loja.______________________
    Botica e armazem
    drogas
    Rua do <'abug n. II.
    PK
    Joaquim Matlinho da Cruz Correia.
    Vende-se o segninte :
    Salsa parrilha de Rristol.
    Pastilhas assucaradas de Kemp.
    Pastilhas vermfugas de Kemp.
    Elixir de citro lartato de ferro do Dr. Inermes.
    Rob da Lafectcur.
    Xaropc depurativo d'odorelo de ferro de Gu>.
    Xaropc pertoral sedativo de Guy.
    Pastilhas peiloracs balsmicas de Gny.
    Pilulas da vida.
    Uurel franciscano (mesclado) para imagen.
    Injecgo Brow.
    Xaropc de curato de ferro de Chable.
    Pilulas contra sesoes.
    Salsa parrilha de Sands.
    Extracto fluido de salsa parrilha de Bailys.
    Xaropc alcoolico de vellanie.
    Alem destas drogas ha constantemente um com-
    pleto sortimento de tintas, verniz, ouro para don-
    rar, preparados chimicos e pharmaceutieos que se
    vendem por oommodos precos.
    de
    Grandelecbincha de v*-sii os.
    Na rna do Imperador n. 59 junto ao passo, reee-
    beu um sortimento completo de cortas de vestidos
    de poupelina, cada um corte no sea competente
    carlo, comeado cada um 26 covados, pelo dimi-
    nuto prego de6*000, por isso c*nvi?m aproveir a
    boa occasiio.

    i



    i

    h
    \
    Mario de Pernanalmco attiftio de Xorenbr* de 1 S3.

    COMMERCIO
    Wefronte da loja do Ircgulea.
    111 IRTE AliUEIII%
    cala de abrir o seu grande e sortido armazem de momados denominado nio e Com-
    mermo. Este grande armazem um dos mais bem montados que temos em nossa, praca,
    nao s em iimpeza e aceio, como as qualidades especiaes de seus gneros. O proprte-
    tarto do Unido e Commercio offereee todos os senhores da praca, senhores de ngefiho''
    e btvradores a seguinte tabella, por onde vero a grande economa que 1 he resulta emi
    eomprarem em t3o til estableeimento, afianzando o raesmo todo e qualquer genero
    sabido de seu armazem.
    M.intetga ingleza perfectamente Qr, mandada
    vir de conta propria, a 7oo a 800 re, a
    libra.
    dem france/a ehegadapelo ultimo navio a
    56o rs. a libra, e em barril ter abatimen-
    ;to. I
    lde.m iij^leza em potes de 4 a 16 libras a
    Boo rs, a libra e o pote separado,
    Ci;i uxim o melhor neste genero, mandado
    vir de conta propria a 2,8oo rs, a libra.
    dem hysson, grande, multo bom a 2,600 rs.
    ; libra.
    11 un preto muito fino, a 2,6oo rs, a libra.
    dem preto, mais baixo, a 2,ooo rs, a libra.
    dem, verde, miudinho, mais proprio para
    negodo, a l,5oo rs, a libia.
    Banli 1 de poico refinada muito alva a 46o
    1 s, a libra, e em barril se far abatimento.
    I;. tos ingieres das seguintes marcas;
    knel, Soda, Ceede, Captain, Travellies.
    J.tmch, Cabin, e outras umitas marcas, a
    I loo rs, a lata.
    Bolachinha de sdo, especial encommenda, a
    2,00 re, a lata.
    Bieeoitn iaglez Craknel em latas de 5, 7 e 15
    libras a 5)oo e 6,000 rs, e de l,2oo a
    t'jo rs, a libra.
    Queijos do reino pelo baratissimo preco de
    l,6ao, 1 8r_> e Syooo rs,. os do ultimo
    vapor.
    11 rm prato muito fresco a 64o rs. a libra.
    [ .: iondrino muito fresco a 800 re, a libia.
    \ 1 is em pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
    8n. S60, 8 64o rs, a garrafa, e de 3,ooo a
    ',00o rs, araada.
    fclaraetada imperial dos melbores conservei-
    rus de Lisboa 0111 lates de 1 e mais libras
    a /oo rs, a libra.
    frutasen caldas das seguintes qualidades:
    xa, r.iinlia Claudia, peras, cerejas,
    ginja, pei'egos e alpercb a 5oo rs, a lata.
    Figos eu caixinhas de 1 arroba e de 8 li-
    bras a 8,000,4,000, e 2:noo rs, e a 3oo rs,
    1 libra.
    Aman loas 11 c isca mole a 28o rs. a libra, e
    em arrolia lera abalimento.
    Sardiohas de Nantes a 32o rs, a latinba.
    anuo de Lisboa a 36o rs, a libra e em
    arroba lera alMtineato.
    Mjjssa de tomates a 64o rs, a libra.
    Pimeuta do reino a 34o rs. a libra.
    l'urilia do Maianlio a 14o rs,a libra,
    *; bolas a 4oo rs. a restoa,
    Tijoo jiara lunpar facas a 16o rs.
    Cerveja das mais acreditadas marcas de 5,ooo
    a 7,ooo a duzia.. e de .'oo a 600 rs, a gar-
    rafa.
    Mimo alpiste a 16o rs. a libra.
    Painco a'oo rs. a libra.
    Gomma muito alva para engommar a o rs
    a libra, e em arroba se far abatimento
    Sag muito novo a 28o rs. a libra.
    KTMM3L.ECIMENT0 <38MMMICIAL
    DE
    \UWM\W\ FMII^O M METAES,
    Hito na na do Brmn n. 4 junto
    a fundicao do Hr. itowmam. pertenecnte a
    vinaea Ir ni So 4ft C.
    Neste estableeimento eneontraro os freguezes um completo sor timen to
    de tudo que diz; respeito as artas de caldereiro, (unileirQj lalowo, ferreiro.e
    fundirae, e os abaixe asssigoados que o dirigem, promettem servir a todas as
    pessas que se dignarem de os procurar, com promptido, sinceridade e pre-
    sos muito rasoaveis. O dito estableeimento estando montado em ponto
    grande, tanto no qoe diz.respeito a pessoaL-como em materia prima, e tendo
    babeis officiaes, .pode executar oom toda a perfeifiie e seguraaca qualquer
    obra tendente as artes cima mencionadas e affolamente pdem os abaixo as-
    signados assegurar ao publico que nenhum outro estableeimento lbe pode
    fornecer mais barato e mais perfeito do que ellas, visto que recebem de sua
    propria encommenda todas as-materias npregadasem ditas obras.
    Alambiques simples e continuos de to- Sinos de'i6'fibras '8 arrobas.
    des os tamanhos e dimeqcoes. ParaTuzos de bronze e ferro para ro-
    Mathinas de cobre para destilar e res- das d'agua.
    tilar espirito at AD gritos pelos sys- Torneiras de bronze e bronzes para
    temas de Logier e Derosne. eugenho.
    Garapucas e serpentinas de cobre* e Encanamentos de cobre e ebumbo de
    estanto, avulsas. todas as grossuras.
    Taixas e tachos de cobre para engenho "Bonibas para Ktcraibas, aspirantes e
    e refinaco. L de repucho.
    Paros de cobre e todos os cobresne-TBombas para destilarles.
    cessarios para o fabrico do assucar. Ditas para regar jardins, hortas e
    Cobres, para. rodas de moer. mandiooa. | capim.
    Machinas econmicas para lavar roupa Ditas para navios e barcacas de varias
    o melhor possivel. I qualidades e dimencoes.
    G6bre*nlenpol e arrodellas, esUnht em barrinha, chumbo em barra,
    1 lencol e canos de todas as grossuras.
    Villana lrmao & C.
    %^\
    38WMDOWPERftDOR-38
    OLHADOS
    Sabo verdadeiro hespanhol, que raras veaes
    vem ao nosso mercado a 28o rs. a libra.
    SabSo massa de superior qualidade a 18o,
    2oo, e'22o rs. a libra do melhor que.ha.
    Graixa em latas muita nova a 12o rs. a lati-
    nha, e l,3oo rs. a v'uzia.
    Peixe em latas muito novo : savel, pescada,
    curvin, salmo e outras muitas qualidades
    preparados de escatoexe, segundo- a arte de
    cozinha, de l,2ooa 2,ooors. a lata. muito recommendada as alTeccoes do tobo gastrointestinal, nos dosrin, e Lxica ourinaria, pelas
    mas proiimdades alcalinas, e o acido caHxmieo que natoralmente contm em suspensao, e preco
    dem do Alto Douro vindo do Porto engar- mais commodu que a apia e Vicien, ate-fr<)priedades talrer superiores p^'a prande quantidade dt
    rafado e escolhido pessoalmente por Um -acido carbnico. l*jeccao frou, agua d le Checlen, cupahiba de Mege, injecrt, Fugas de talo
    dos socios aue se acha em Purtuaal an[iezinoo> muito recommendada as gonorrheas. Lerroy franeei vfrdade.ro ; na mesma casa lem
    to tolos que st acna em 1 oriugai, .aas aiSumas caixas de instrumentos cirurgicos'para operacoes de Matieu e Charnere.
    seguintes marcas: Duque, Genuino, Ve-
    lho secco especial, Lagrimas Doces de
    Agua natural de C ondllae.
    181!), vinho especial D. Pedro V, vinho
    vellia. Nctar superior de 1833, Duque do
    Porto de 1834, vinho do Porto velho su-
    perior, Madeira Secca de superior quali-
    dade.
    vinho do Porto superior D. Luiz JT"" ue "^'^ *
    .,_ r, ., 1 Rodas d agua de ferro
    W1, Lagrimas do Douro, especial vi- Moendas e meiasmoe
    FMDICAO IMI HOWMAtf-RirA
    Esto muito acreditado estableeimento est prvido de um completo sortimento de
    rmachinismos proprios do fabrico de asancar, a saber:
    Machinas de vapores as mais modernas e mais acreditadas.
    m Largo 4o C armo O.
    Grande sortimento para a fesia por meos
    10 a 20 por cento do que em outra qualquer
    parte.
    Duarte 4 C* scientifloam os seus freguezese ao pablieo'-emgenilrqtte acaba de ebe-
    gar da Europa um socio que fez parte da firma, com um .grande e belk isartimento de
    molhadospor elle escolhidos, os quaes*evendem por menos dedo a2opon/0 do que ou-
    tro qualquer annunciante, garantindo a boa qualidade e-peso de qualquer genero vendido
    neste j muito acreditedo armazem, eporisso, firmados em quecumprem fehueiite o
    que promettem, pedem teos os Srs. da praca, de engenhos ektvraderes, o-favor de
    mandarem suas encommendas ou retacees ao armazem iProgressiwo, 'ctrtos de n5o terem
    emtempo algnm occasfo de ee arrependerem.
    Aniso.
    Todos os Srs., que conyrarem para tornaran a vender, terio, alm dadifferenea
    j publicada, mais 5 por f0 de abatimento. Os proprietartos taml>em garantem o bota
    acondicionamento anda mesmo dos mesmos para b mais alto sertao.
    Gomma muito alva para engommar a<80 rs
    a libra, e em arroba se.far abatimento.
    Manteiga ingleza perfeitamente flor, mandada
    vir de conta propria, a 800 rs. a libra.
    dem franceza chegada pelo ultimo navio a Sag muito novo a 28o rs. a libra.
    56o rs. a libra, e em barril ter abatimen-
    'to..
    ,,_ ..|lluuo UU6v~ ,.. com seus pertences.
    de 184/, Lagrimas do Douro, especial'vi- Moendas 9 meias moendas de todos os tamanhes.
    nho do Porto, de 1,000 a 1 2oo rs. a;gar- j Rodas dentadas, angulares e de espora,
    rafa a de 10,000 a I2,ooo rs. a caixa com Taixas de ferro batido ecoado.
    urna duzia.
    f
    demBordeaux de differentes marcas, garan-
    te-se a qualidade, a 8.000 rs. a caixa com
    urna duzia, e a 7oo rs. a garrafa.
    Gartafes com > garrafas de vinho do Porto
    do Alto Douro a 2,2oo rs. com o garrao.
    dem com garrafas de vinho Figueira. mais
    pmprio para a nossa estaco por ser rnaiK
    . fresco a 2,4oo rs. com o garrafo.
    dem com 5 garrafas de vinagre a I,2oo rs..
    o garrafo, ,
    Vinho branco o melhor ueste genero a 600 rs,
    g garrafa e 4,000 rs. a caada.
    Vassouras americanas a8oors. cada urna.
    Velas de spermacete as ngiores que ha no
    mercado a 56o e 64o rs. e masso, e em
    caixa se far um grande abatimento,
    dem de carnauba e composicao, de 4oo a
    32o rs. a libra, e de 10,000 rs, a H,5oo
    rs. a arroba,
    Caf de Ia e 2* sorte de 8,3oo a 8,800rs. a
    arroba, e de 28o a 32o rs. a libra do me-
    lhor.
    Bocas de fornalha pelo .riovo systema Wetson.
    Alambiques de ferro'fundido.
    Fornos para cozer.farinha.
    Moinnos para moer mandioca.
    Arados americanos, etc. etc.
    Precinto pan fiambre
    a 800 rs. a libra.
    ni i tito fresco e novo
    Ganeu'a de larauja a )oo rs. o frasco,
    Chouricas as mais frescas d< > mercado a 800
    rs. a libra,
    <; >gnac verdaderm va$\n 1 9oo rs. a sai -rafa,
    c lo,5oo rs. acafxa mm'nw duzia.
    Lico es france/.es da !{ ubftes maceas: Ani-
    Ml> de Bordeaiix. Plaisir des llames, p de
    1 liras muitas 111a"cis.-i fo.ooors. a du/ia.
    a l,ooo a garrafa.
    IVi sis muito novas a iou is, a libra e a 8,5oo
    rs. a caixa. Ha caixas, meias e qttartos.
    Hititas a l,ooors. o gigo com 38 libras.
    hmha ingleza a 4oo rs. a libra,
    A/.eite francez o portuginv. refinado a 800 rs.
    a garrafa, eS,00n rs. a caixa com urna du-
    zia.
    Cuervas ingle/as das seguintes marcas:
    Mixed. Pickes, e ceblas simples a 8o
    rs o frasco.
    Mostarda ingleza preparada em potes a 4oo
    rs. o pote.
    tirio de bir.i a 16o rs a libra, e em arrolla
    ter .iliatimento.
    Vasos iigie/e.s varios de 4 a 16 libras, muito
    proprios para deposito de manteiga, doce,
    eouU qualquer -liquido, del,000 a 3,ono
    rs. cada um,
    Paulos le gaz a 2,3no rs. a grnza e 2o rs.al|
    caUmba,
    \OVORlVil.
    Loja de miudexas.
    lina do D11 ini.iiliiii Mi
    'Pecas de tranca de lu preta lisa .
    Ditas de trunca branca de carauol
    Ditas de tranca de caracol mesclada
    Bitas de fiui preta de velludo 1 e .
    "Ditas de dita dita lavrada 800 rs. e .
    Ditas de franjas para corlinados .
    Ditas dt franja* brancas estroitinhas .
    Mtas de fila de seda de cores .
    Ditas de ditas diu larga 800 c .
    Hilas com 22 varas de galao branco.
    Ditas com iOi-aras av galao de cor .
    Varas de fita par' cintos ....
    Fivelas de ac e de pedrinhas para cinto
    Gravatinhas'pora senhora ....
    Ditas para homem e para senhora .
    1 Ditas com paseadores 15 e .
    Carlas de alfinelcs......
    Paroles de pajpel de cores pequeos .
    Caixlnfms de papel Amicade superior
    Caixinhas de envelope 800 rs. e .
    Ditas de pennas 800 rs. e .
    Lapes encarnado ouasol.
    Frascos de ti ola encarnada ou asul
    dem ingleza em potes de 4 a 16 libras a
    8oo rs. a libra e o pote separado.
    Cha uxim o melhor neste genero, mandado
    vir de conta propria, a 2,8oo rs. a libra
    dem hysson, grande, multo bom a 2,6oo rs,
    a libra.
    dem preto, muito fino, a 2,6oo rs. a libra.
    dem preto, mais baixo, a 2,ooo rs. a libra.
    dem, verde, miudinho, mais propriopara ne-
    gocio, a l,5oors. a libra.
    Banha de porco refinada muito alva a 48o
    rs. a libra, e em barril se far abatimen-
    to.
    Biscoitos inglezes das seguintes marcas:
    Craknel, Soda, Ceede, Captain, Travellies
    Lunch, Cabin, e outras muitas marcas a
    'l,'4eo rs. a lata.
    Bolachinha de soda, especial encommenda, a
    2,2oo rs. a lata.
    Biscoitoinglez Craknel em latas de 5, 7 e 15
    libras a 5,ooo e 6,ooo rs. e de l,2oo a.
    8oo rs. a libra.
    Batatas mujto novas a 5o rs.
    Queijos flamengos ebegados neste ultimo
    vapor a 2,2oo rs.
    dem do vapor passado a 2,ooo e 1,8f>o,
    dem prato chegado neste ultimo vapor,
    multo fresco a a 4oo rs. a libra e intei-
    ro se far abatimento.
    dem londrino muito fresco a 8oo rs. a libra.
    Clicgado pelo vapor:
    H parao vigilante, na do Cres-
    po n. 9.
    At que cliegarain as muito desejadas rasearri-
    llias de todas as cores com urna fitinha de velludo
    no centro, causa muito elegante para enfeite, assim
    como de outras qualidades, e precos muito razoa-
    veis : s no vigilante, ra do Crespo, n. 7.
    Para dar de raimo.
    ^}0 Chegaram as riquissimas bonecas de todos os j
    360 tamanhos, vestidinhos ricainenti enfeitados, cada,.
    t-oo um emua caixioha, propriamante para um deii- Fructas em caldas das seguintes qualidades:
    600 cado mimo, por baratissimo prego: s no vigilan- aineixa. rainha Claudia, peras, cerejas,
    Vinhos em pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
    48o, 56o, e 64o rs. a garafa, e de 3,ooo a
    4,5oo rs. a caada.
    Marmelada imperial dos melhores conservei-
    ros de Lisboa em latas de 1 e mais libras
    a 7oo rs. a libra.
    ||800
    640
    !600
    t280
    I3WMI
    liKO
    100
    700
    900
    te, ra do Crespo n. 7. gnja> pecegos e alperch a 5oo rs. a lata.
    Para os scnliores hachareis.
    Chegou iempo a riquissima fita de chamaiotc Figos em caixinhas de 1 '/a arroba e de 8 li-
    Ditos com extractos 400/600, 800 ts. e
    Ditos de-bMiha franceza 3W, 400, BO) e
    Arro?. da India, Maranho e Carolina a 3,ooo, Ditos de aajoa de Colonia 400,800, 15 o
    2,8oo e 2,4oo rs. a arroba e a 1o rs. a
    libra.
    Frasqneira de genebra a 5,8oo rs. e a
    rs. o frasco.
    060
    Azeite doce em barril muito fino, a 64o rs.!
    a garrafa, e em caada lera abatimento. '
    Papel greve pautado e liso a 3,5oo rs. a
    resma.
    Genebra dt; Hollauda em botija de conta
    44o rs. a botija.
    Cliamparne a nmllior neste genero a25,oou
    rs. o gigo.
    Bacalho a 14,5oo a barrica.
    Krvilhas fiance/a e portuguesa a 640 rs a
    lata de urna libra.
    Chocolate francez, hespanhol, suisso e por-
    tuguez a l,ooo rs. a libra, e a 28o rs. ca-
    da pao de urna '/t.
    Garrames vasios de 5 garrafas at 3 caadas
    de Sooat l,3oo rs. cada um.
    Ami'ixas fraiK'ezas em caixinhas elegante:
    mente enfeitadas, com diversas estampas
    no exterior da caixa de 1,500 a 3,000 TS.
    cada una: tambem ha frascos e latas de
    differentes tamanhos que se vendem pon
    mdico preco.
    Massa* para sopa: macarro, talbaui* aie
    tria a 48o r*..a libra, e em caixa se farj
    abatimento.
    Gacraoes com 14 garrafas de genebra dej
    Hollauda a 5,5oo cada um.
    I

    Cliarutos de todas as marcas e dos imelho-
    reo labricantes da Babia de 3.ooo a i.eooj
    rs. n caixa.
    Todos os senhores que comprarem para negocio oucasa particular do 100/5j)ara
    eirna terSfl mais 5 a 10por .' de jtbatimento; p proprieUirio scientifica mais que.todos
    oss^us ?en-ros s3o re.;!i* der por muito menos do que em outro qualquer eslabele :imento.
    Ditos de legitimo oleo de babosa oOO e
    Dolas de canudos de pomada da trra
    'Massos de superiores pantos de (lentes
    Caixinhas vasins que servem para guar-
    dar joias, onro 300, 400rs. e .
    Passadores para grvalas ....
    Conservadores de continhas c frocos
    Colares de perolas com crun 15 e
    Voltas pretas muito grandes .
    Grampas a balao.......
    Micos cintos com livelas de pedrinhas
    Gollinhas esmaltadas de continhas .
    Luvas de pellica branca ....
    Ditas de Escossia brancas e de cor
    Pentes do alar cabello is. e .
    Ditos de massa em caixinhas 400, 640 e
    Ditos virados imitando tarlarusra .
    Ditos pretos linos com marraras .
    Ditos dourados com marrafas .
    Ditos esmaltados com marrafas. .
    Ditos de tartaruga '*.-:> < .
    Filas e cordoes para enfiar espartilbos
    Bufiadores para borzeguins ....
    Oitavas- de retnis preto e de cores .
    Escovas para denles 160, 320 e .
    Tesouras diversas 60 rs. e .
    Ditas tinissimas 500 rs. c .
    Oculos de armacao prateada 300 e .
    DKas de armacao de ac 800 rs. e .
    Caixinhas com 100 agulhas franeeus
    Ditas com 100 ditas da Victoria .
    para cartas dos senhores tachareis, assim como
    branca, lisa, propria para abrir letras, ou para
    sinlos : s no vigilante, ra do Crespo n. 7.
    Pculra de marrafa.
    Tambem chegaram os riqnissimos pentes de
    1-5000 |l,;"Tafa coni pedriuhas.os lindos pentes de regace
    iV'oo l,;ii;i lucilinas, moiasde seda e sapatinhos proprios
    120 ''Para baptisados, meias de seda para senhora, fitas
    320 **e '^a Para debrum, fita de linno, trancas de la,
    IfiixM) ('e "nno e ^ "!('a' 'UV!IS ^e p pellica, e lio de
    I-SOIKI Escocia e camurca, aifinctes de caheca cliala, car-
    L-j'iOO i"'r''ias cai todas as Agulhas precisas para cos-
    000 tura, fivelas de madreperola esmaltadas de ac
    240 para sintos, flores de todasas qualiduJes, caixinhas
    com, paslilbas de perfumara, abafadores de I a a
    jiara senhora, toucas e sapatinhos de la, pulseiri-
    nhas de borradla para segurarinanguintos, fitas e
    cordes de borracha, sabonetcs redondos, ditos
    chamados de familia,, pomadas de todas as quali-
    dadea e dos fabricantes mais afamadas, clcheles
    pratiados muito finos, relroz de todasas qualidades,
    retroz om ctrrrelel e em novcllo, e de meada, de
    todas as cores, escovas para denles, ditas pnra fou-
    pa, ditas para chapeo c ditas para unha, de todos
    os precos, .e oulfos mais objectos, que se tornara
    onfadonlio annunciar,e viste dos freguezes pro-
    mette-se fazer todo o-negocio: s no vigilante, ra
    do Ccspo n. 7.
    240
    500
    500
    900
    irao
    250IKI
    800
    3uoe
    15WM1
    15000
    500
    O
    800
    i (06
    35000
    3*599
    5*000
    56000
    80
    160
    10
    460
    120
    800
    ^800
    ooo
    340
    310
    ^ A XS a groza.
    ^Ia taberna do Campos na ra do Imperador n.
    28. vonde-se a 15 a groza ?
    phoros.
    caixinhas de phos-
    SAT
    Cal de i>lsh:i
    chegada ltimamente ; na ma 'do Vigario n. 19,
    primetro andar.
    Em casa de Mills Latham Ormt n. 38. vende-se ferro galvanizado de um doa
    melhores fabricantes mglezes, proprio para cObcrs
    las de casas.
    LOIiMflGUij\
    Rna floQueimadm 2.
    Vendem-se pegas de madapoln fino enfcslado
    com 12 jardas .pur 56, cambraia preta a 500 rs. a
    vara, meias de seda de peso para meninas de 1 a
    10 annos a ?5 o par, rindas e finissimas cambraias
    de cores a 3G0rs. crovifd, paleiots de alpaca de
    -m l^-ifr<.>M| ca| ^lej- lodos os tnmmihos para meninos, ditos para ho-
    mem a 36, 4 e 56, chitas franeezas fte bnas l>a-
    droes e cores fixasa 310 e 960 o rovado, ditas es-'
    IreiUs a 240 ocovadn, balees de arcos a 36500 e,
    46. Kanga"le quarinlios a 320 o covarto, ooberto-
    pesae aljwdSoB t62W caita um, lencos de cassa a
    80 rs., 100, 120, 160 e 200 rs., e outras mnites Ta-
    . zendas que se vende por terato ipreco, e de tudo:
    bUU US SeilZalla U. 42. sedar amostras :.na roa Ouejmado, loja de
    Vende-se.em casa eS.P.JohDstonC;, preuift n a
    seUins e sHboeJsiglezfis.1andieira6e.oasti- A^i^^i^L ^.__al
    caes Jtfonaeados, lonas inglezas, fio de vela,, ****** TSSffiSmZ? *^'
    ohicoteijfca carros e montana, arreiosqian Vende^^er 8O06 (dinhX a visto, un.a lypa-
    carros ae UTO e rJOUS cavallos. erelogios de grapb montada de todo.o necessario para siien-
    00T0 patente hlglez. 4rar.em nanhido eombale, seado o.proie de forro.
    *.twdo'yp..basteDte!!BTa *e irabaHiar doaem-
    baracadomonlo, .podondo-se (Mlas snas proporcSus
    I, aacreai em formato pequenotm-grande, ronw me-
    lhor convier as Intarasado. :Mo percam os po-
    lticos esta pebinclui. curram a-nia dos Prazeres
    .. dobairro da *i-**-n. 24, ^t M encontraraoa
    eoelieni-M ncaunaendas defoao do ar*to dila vistas: no armazem da Iwla amartlla. no tan da foriuna de um poltico, do une o maior nremio da
    secretoria de polica. i lotera de Hespanha.
    Quem deixar de comprar caixas com duas ar-
    rollas de batatas, pelo barato prego de 26, baratas
    e perfeitamente novas : na ra da Madre de Dos
    ns. 5 e 9.______________________________
    (MiftBMSW,
    Veadei
    ta procedencia, 'hi pedra, llega-
    da hoje, e nica nova, que ha no
    mercad*, ua ra do Trapiche m.
    13, arma/ciu de ttaaorl Telxei-
    ra I*.
    Fosro A ai
    bras a 8,ooo, 4,ooo e 2,ooo rs, e a 3oors.
    a libra.
    Amendoas de casca mole a 28o rs. a libra, e
    em arroba ter abatimento.
    Sardinha de Nantes a 32o rs. a latinha.
    Toucinho de Lisboa a 36o rs. a libra eem ar-
    roba ter abatimento.
    Massa de tomates a 64o rs. a libras.
    Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
    Farinha do Maranho a 14o rs. a libra.
    Tijollo para limpar facas a 16o rs.
    Ceblas a l,2oo rs. o mlho. e a i.ooo rs.
    o cento.
    Cerveja das mais acreditadas marcas de
    5,ooo a 7,-8oo a duzia, e de Seo a 6oo rs.
    agarrafa.
    Piezunto para fiambre muito fresco e novo
    a 8oo rs. a libra.
    Genebra de laranja a 9oo rs. a frasco.
    Chouricas as mais frescas do mercarlo a
    8oo rs. a libra.
    Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa,
    e lo,ooo rs. a caixa com urna duzia.
    Licores francezes das seguintes marcas: A-
    n izote de Bordeaux, Plaisir des dames, e
    de outras muitas marcas a lo.ooo rs. a
    duzia, e a l.ooo rs. a garrafa.
    Passas muito novas a 6oo ts. a libra e a
    8,ooo rs. a caixa. Ha caixas, meias e
    quartos.
    Garrafoes com 14 garrafas de genebra de
    Hollauda a d65t*i.
    Bolachinha ingleza a 4oo rs. a libra.
    Azeite francez eportugaez refinado a8oo rs.
    agarrafa, e 9,ooo rs. a caixa com urna
    duzia.
    Grao de bico a 18o rs. a libra, e em arroba
    ter abaliDaento.
    Sabao verdadeiro hespanhol que raras vezes
    vem ao nosso mercado a 28o rs. a libra.
    Sabo massa de superior qualidade a 180.
    200, e 220 rs. a librado melhor que h .
    Graixa em latas muito nova a *20ts. a lati-
    nha, e 1,300 rs. a duzia.
    Peixe em.latas muito novo : savel, pescada,
    curvin, salmo e outras muitas qualidades
    preparados de escabexe, segundoa arte de
    cozinha, de 1,400 a 2,ooo rs. a lata.
    dem do Alto Douro vindo do Porlo engar-
    rafado e escolhido pessoalmente por um
    dos socios que se acha em Portugal, das
    seguintes marcas: Duque, Genuino, Ve-
    llw secco especial, Lagrimas Doees de
    1819, vinho especial D. Pedro V, vinho
    velbo, Nctar superior de 1833, Duque rln
    Porto de 1834, vinho do Porto velho su-
    perior, Madeira Secca de superior quali-
    dade, vinho do.Porto superior D. Lui/. I
    de .1847, Lagrimas do Douro, especial vi-
    nho do Porto, de l,ooo a '1.2oo rs. a gar-
    rafa e de 1o,oooai2,ooo rs. a caixa com
    umaduzia.
    dem Bordeaux de differentes marcas, garnte-
    se a qualidade, a 8,ooo rs. acaixa com urna
    duzia, e a 7oo rs. agarrafa.
    Garrafoes com 5 garrafas de \inho do Porto
    do Alto Douro a 2,2oo rs. com o garrafo.
    Idemcom 5 garrafas de vinho Figueira. mais
    proprio para a nossa estadio por^er ni;,-
    fresco a 2,ooo rs. com o ganafo.
    dem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.
    o garrafo.
    Vinho branco o melhor neste genero a 6o< i r-.
    a garrafa e 4,ooo rs. a caada.
    Alhos a 8o rs. o masso.
    Velas de spermacete as melhores que ha no
    mercad^ 6oo e 64o rs. o masso, e era
    caixa se far um grande abatimento.
    Frasqueiras de genebra a 5.8oo rs., e a leo
    rs. o "frasco,
    dem de carnauba e composicao, de loo a
    32o rs a libra, e de lo.ooo rs. a ll,5oo rs.
    a arroba.
    Caf de 1 e 2' sorte de 8,3oo a 8,6oo rs. a
    arroba, e de 28o a 32o rs. a libra do me-
    lhor.
    Arroz da India. Maranho e Carolina a Litft,
    2,8oo e 24oo rs. a arroba e de loo rs. a
    8o rs. a libra.
    Azeite doce em barril, muito fino a fflo rs.
    a garrafa.
    Papel grve pautado e liso a 3,5oo r>. a
    resma.
    Genebra de Ilollanda em botija de conta a
    44o rs. a botija.
    Champagne das mais a creditadasmarcas a
    >l,ooo rs. a garrafa, e a 4o,ooo rs.a duzia
    ou gigo.
    Sal refinado a 7o rs. a libra.
    Krvilhaf francezas e portuguezas a 64o rs.
    a lata de urna libra.
    Chocolate francez, hespanhol, suisso, e pertu-
    guaz a i.ooo rs. a libra, e a 28o.rs. c?da
    pao de urna t.
    Garrafoes vasios de 5 garrafas at 3 caadas
    de 5o at .4,loo rs. cadaum.
    Ameixas francesas em oaitiulix elegantemen-
    te enfeitadas, com diversas estampas
    no,exterior da caixa, de i,5oo a 3,ooors.
    cada urna; tambem ha mcos e latas 4e
    differentes itamanhos que se vendem por
    mdico prtco.
    Conservas inglezas das seguintes marcas:
    Mixed, Pickes, e calilas simles a 8oo rs.,:
    enfrasco.
    Mostarda ingleza preparada em potes a 4oo Manas para Opa: macarro. tamarim. e
    rs. o pote. aletria a 46o rs. a libra, e em cal Vasos ingleaes vasios de4 a 46 librmuitos. a ferd abatimento i iMU' i
    proprios'>ara depositoi de: manteiga, doce, &mzet .gaiaa de too.aoo 1S. ^xin
    e outroaaiqBir hqaido,deil,oooa3,ooo e
    rs ra^atfm granue.
    %^lLL. Ar, r.^, a nn o m. Shag Charutosdetodes as maWb> melhores
    Wlho lpista a 160 re. a libra. fabricaBtes da -hf* deUjebn 4,ooo rs.
    Painco a 2oo rs. a libra. a caixa.
    laf
    m
    4
    <
    .1
    Alem dos gneros cima annundarJag'lja'amTmtrpleto ortimentofle wnnjmV, r-
    va dore."irazema e odtres wultos gneros, que todo se vende por baratsshio 'f"C


    rl# IIC
    ?** t A Moremfcro de 18S
    )

    GRANDE ARMAZEM
    AS
    % Mt RA DAS CM9B N. X
    DO
    balrro de Santo atonto.
    0 proprietario do muito acreditado armazem denominado Progreuista tendo
    sempre em vista faier tudo o qne for possivel pac* bem servir aos seas fregueies, tem
    deliberado vender os seas j bem conhecidos gneros de primeira qualidade pelos procos ij
    abaixo mencionados, e affianca s pessoas qoe mandarem comprar por seus criados ou
    eseravos, serem Bo bem servidas como vindo pessoalmente; encarrega-se de aviar qualquer |
    encommenda, anula mesmo cotendo objectos nao proprios deste estabelecimento. 0|
    mesmo pede aos senhores qne mandarem comprar ueste armazem o favor de mandarem
    A
    so
    mmmmm nm mn
    so
    CONSERVATIVO E CONSERVADOR
    DE
    ARMAZEM
    Yende-se por menos 10 por cento do que outra qualquer
    N. 21 e 23LARGO DO lWt$0-N. ti e 23
    LEIAM.
    Manteiga ingleza perfeitamente superior a 880 e 900 rs. a libra.
    dem franceza, a 560 rs. em barris, ha ahalimenlo.
    Gaf do Rio da Ia qualidade a 280 rs. a libra, e a arroba a 8,30 e 8,700 re.
    Arroz pilado, tOO a libra, e a arroba 2,800 em sarco 2,700.
    Cha de primeira, segunda e tercera sorte a 2,8oo, 2,5oo e 2,ooo rs. e 1,800 do preto.
    a libra.
    Palitos do gaz mandados-vir por tonta a 2,3oo rs. a groza.
    Vinho Figueira e Lisboa, a 48o e 4oo, rs. a garrafa e a caada a 2,8oo, 3,300 e
    4,ooo rs.
    Goma de engommar, 100. rs. a 1 bra e a arroba a 2,700 on saco.
    Milho alpista o mais limpo que ha a 160 rs. a libra a 5,000 rs., a arroba.
    Tijolo francez de grande tamanho a 14o rs. cada um.
    Toucinho de Lisboa muito novo, a 32o rs. a libra.
    Qtieijos do reino do ultimo vapor, a 2,ooo rs.
    Telas de espermacete, e carnauba a 6oo e 3oo rs. a libra.
    'Azeite doce d Lisboa a 6io rs. a garrafa, e de carrapato a 28o.
    Banha de porco refinada, a 48o e 44o rs. a libra. m i
    Serveja de lodas as marcas a 500 rs. a garrafa.
    Sevada nova, a loO rs.
    lO fi.t ItttO DA PMHA lO
    Os proprietarios deste acreditado araazen de molhad*, tndo em vista as mil e
    devolver qualquer objecto que nao agradar, devendo os mesmos senhores ter toda atten- uma vantaRen8 Oflfereoidpor esle Diario ao respeitavel publico, pelos seus competido-
    , t i_^^ Sevada nova, a loO rs. a libra a a 2,80o a arroba,
    co com os seus portadores, faaendo-lhes ver que s no armazem Progresststa ua ra das peg e gaB^IDlto diir p,.ovas de ^ pessoaalguma pode vender gneros de primeira qua- tafeas novas, a 480 rs. a libra e em caixa ha abamento.
    Cruzas a, 36, que se vendan os melhores gneros por mais barato preco, porque estes ,dade ^ preg0 ^ vendemogj tanto pelo diminuto lucro a qne^ nos reduaimes.
    muius vezes olvidam-se e vio ontra parte onde os servem de maneira a desagradar e||lf pela vantagem de serem vindas de conta propria. Deliberamos vender, (nao offenden-
    estabclecimerito.
    Uva muito novas a l,ooo a libra.
    i-istanhas a 2e rs. a libra,
    Figos a 3O rs, a libra,
    Yioo superior da Figoeira e Lisboa, a 400,
    140, 480 e 500 rs. a garrafa, e a 2,500,
    2,700, 3,000 c 3,400 rs. a caada.
    dem engarrafado, das segttintes. marcas du-
    que do Porto, Feitoriav Nctar, velho secco,
    Ghamisso, o Madeira superior a 8,500rs. a
    Ansia e 808-re'. a garrafa.
    Ideen Bordeaux de diversas marcas a 640rs.
    agarrad e 7,500rs. a caixa eom 12 garrafas.
    'tem Moscatel de Setubal a 1,700 rs. a gar-
    rafa, e 18,000 rs. a duaia.
    Garrafes com 5 garrafas de; vinho do Porto,
    Lisboa e Figueira a 2,100, 2,206 e2,300
    rs. com o garrafao.
    dem branci* muito superior a 500 rs. a garra-
    fa e 3,500 rs. a caada.
    i. arrafes cora 5 garra/as de vinagre a I, loo rs.
    Vinagre superior de Lisboa-a 1, iOO rs. a ca-
    riada e 200 rs. a garrafa.
    Velas de spermacete superiores a 580 e 640
    rs. o maco.
    Manteiga ingleza de I.1 qualidade, a 800 rs.
    a libra.
    dem de .1 dita, a 700 rs. a libra.
    Idcm Ai T. dita a 000 rs. a libra.
    dem francoza. a melhor do mercado a 540 rs.
    e em barril a 500 rs. a libra.
    dem em latascom 2 '/% libras a 1,400 rs. a lata.
    Banha de porco refinada a 500 rs. a libra.
    OiH'ijns fiamengos chegados ullimamenle a
    2.000 rs.
    Mein prato o melhor que ha neste genero a
    700 rs. a libra.
    dem do Alantejo muito superior a 8oors. a
    libra.
    Arroz Garolino e do Maranhao a 2,800 rs. ar-
    roba e. 100 rs. a libra.
    Amevidoas de casca mole a 280 rs. a libra.
    Ciixiuhas comameixas francezas, de diversos
    amarraos a 1,200,1,400,1,800 a 2,100 rs.
    .ala uma.
    Frats em calda, ameixas, rainha Oladia, pe-
    cagpti ealpech a 480 rs.
    Marmeladn de todos os conserveiros de Lisboa
    a 800 rs. a libra.
    \nii:ixas em latas de I 's e 3 libras a 1,200
    a 2.400 rs. a lata eWX)rs. a libra,
    cha fiuxim o melhor que possivel encontrar
    neste genero a 2,700 rs. a libra.
    dem hysson muito superior a 2,5oo rs. a
    libra.
    Id n miudinho a 2,700 rs. a libra
    dem pteto *fi qualidade muito fina a 1,800 rs.
    Mem mais inferior a 1,500 rs. a libra.
    CiMielna de laranja a)00 rs. o frasco eOO
    rs. m Irascos jaqueos.
    Clinm-icose paios os mais novos que ha no
    macado a 500 rs. a Hbra.
    (jgaaa inglez a 9oo rs. a garrafa.
    o frasco e
    Mstarda preparada, muito nova a 360 rs. o
    pote,,
    Palitos do gaz a 200 rs. a duzia do caixinhas
    e 2,100 rs. a grosa.
    Dita bygieaicas e de seguranca a 240 rs. a
    date
    Alpista muito limpo a 160 rs. a libra,
    Gomm de engommar a 80 rs. a libra, e
    2,200 rs. a arroba.
    Sag muite novo e alvo a 240 rs. a libra.
    Sabfo hespanhol, a 280 rs. a libra,
    tem raassa a 180, 200 e 220 rs. a libra.
    Peixe em latas, savel, pescada, e corvina a
    1.000 rs, aJata.
    Genebra de Hollanda em buiijasde amia a
    400 rs.
    Papel greve pautado e liso a 3,400 rs. a
    resma.
    Azeite doce de Lisboa a 600 rs. a garrafa.
    Ghampanhe das mais a crcdiladas marcas
    a 10,000 rs. ogigo e 1,0-0 a garrafa.
    Doce de goiaba de 400 a 800 rs. a caixa.
    Chocolate portuguez, francez, hespenhol e
    suisso de 800 a 1,200 rs. a libra.
    Velas de carnauba e de composico a 320 e
    aeO rs. a-libra e 9,500 e 10,000 rs. a ar-
    roba.
    Massas para sopa macarrao e lalhar'im a
    400 rs. a libra.
    Charutos dos melhores fabricantes da Ba-
    ha 3,800 3,400 3,000 e 2,400 rs. a
    caixa.
    do os nossos collegas e amigos) por menos t).por ceBto, garantiedotse como'sempro a
    bol qualidade.
    Manteiga ingleza perfeitamente flor ohegada Fama* de Maranb*> muito ava e cheiroza
    a 16o rs. a ltfcra*
    Toucinho de Lisboa a 32o rs. a libra e a 9,ooo
    rs. arraba.
    Cerveja das melhores
    6,000 rs. a duzia.
    mareas da 5,000 a
    Biscoitos inglezes de todas as marcas a 1,200
    rs. a lata.
    Bolaixinbas de soda era talas grandes a 2,000
    e 1,800 rs. cada tala.
    Massa de tomates em latas de I libra a 560
    e 640 rs.
    Sardinhas de Nanles muilo novas a 340
    rs. a lata.
    Toucinbo de Lisboa a 320 rs. a libra.
    Tijollo para areiar facas a 140 rs. cada um.
    Farinha de Maranhao a I40rs. a libra.
    Pimenta da India a 340 rs. a libra.
    Erva-doce a 320 rs. a libra.
    Palitos para meza a. 160 rs. o maco.
    Verdadeira farinha de aramia a 500 rs. a
    , libra.
    Frascos.com ameixas francezas a 1,400 rs.
    cada um.
    prezuntos rio Porto a 30o rs. a libra.
    Batatas muito novas em gigos com 38 libras
    por i,5oo rs.
    Canella da India a I,loo rs. a libra.
    Cominho a 04o rs. a libra.
    Azeitonas de Lisboa muito uovas a l,6oo rs.
    a ancoreta.
    Marrasquino de Zara a 7oo rs.
    5,000 rs. a duzia.
    I.ianes francezes,. annizete, plais|r des da- Estrelinlw e rodinha para sopa a 6oo rs. a
    libra.
    mes, ot., atoufl 8oo rs. a garrafa e8,5oo
    rs. a duzia.
    Passai as umlhores que se encontram a 360
    is. a libra.
    Bolachas ingieras muilo novas a 24o rs.
    i libra, e 3.5oo rs. a barrica.
    Azeite refinado a 8oo rs. a garrafa.
    Conservas inglezas de todas as qualidades3
    Tro rs. o frasco.
    Legumes seceos para sopa a 4oo rs. o maco.
    Breu louro a 3oo rs. a libra e 8,ooo i, a
    arroba. ,
    Papel pautado e liso almajo e de peso de
    3,ooo, a 4,ooo rs. a resma.
    Ervilhas seccas chegadas no ultimo vapor a
    2oo rs. a libra.
    muauapapcrciso ajsa jcp
    .nsSmg e bjisubui ap raa-vias so apno ajjed e-imo b oba o 8s-mBprA|o'saz9A sejmuisaisg
    ..nbrod ojjjd oiojaq sieui jod saaaua soJCHjpm so apua\ os anb d 9g -u S9znj3 sep
    n i en RjsiHBJ3ojd nmeuue ou os anb ja.v soqfopuazBj 'sajopBjjod snes so moo ot
    -!i,.iie npoi'a.M soaoquas soorsara s opua.vap 'jepeje ogu anb opafqo janbienb jaA|a\ap
    nw icpuera ap .iovbj o mazerjuje ajsau judnro maiBptieui aob saaoquas sob apad omsam a
    oiu.ini>ai -iiiib ji-ve .i> as-Ba-ucaua '. aiuanijeossad' opuiA omoo sopruas raaq oei majos 'so\Bjasa
    no sopBp as iod jejduioo uiajepurai anb geossad se edaege .9 sopBuorauaui oxiBqB so3
    -sjd sopd apepqeob aaiaraud ap sjauaS sopiaeqtioa uioq ef snas so jopua* opejaqriap
    iu,n 'sazan8ajj snas sob jjvjos raoq Bjed pAissod *)J anb o optvj jarcj isr.\ xm ajduroe
    opuai -Bisrss^JloJd operrraioifap mazera-iB peiipajas ojmu op oupiaudo-jd o
    -fS -a ofaoiny >? ^p ojjfcq op zn.i,i ep otu 98 'M
    aai
    sa
    C2I
    no ultimo vapor a 8oo rs: a libra,
    dem de 2.1 qualidade a 76ore. a libra,
    dem de 3/ dita a 64o rs. a librar.
    dem para tempero a 32o e 4oe rs a libra.
    Srbao amarello de 200 a 240 rs. a libra.
    Batatas a 4o rs. a libra.
    S nos armazens do largo do Terco.
    AGENCIA
    vi,
    FNDICAO DE LOW-MOOR.
    Ra da Senulla nov a. 12.
    Neste estabelecimento contina a haver
    um completo sortimento de moendas e rucias
    moendas para engenho, machinas de vapor
    e tachas de ferro balido e coado, de todos os
    tamanhos para ditos.
    Sardinhas de fiantes a 3fo rs. a lata.
    Azeite doce de Lisboa a 64o rs. agarrafa e a
    4,8oo rs. a caada.
    Manteiga franceza a maisnova que ba no mer- vinagre de Lisboa a 2oo rs..a garrafa ea
    cade a 88o rs. a Hbra-, e era barril tersaba-. i 2oo rs. a caada,
    tiraento. GarrafBes com 3 garrafas de vinagre de Lis-
    Banha de porco refinada a 520 rs. a libra. gS a *i*< "_____ ,Ma ,
    *^ Ghampanhe das marcas mais acreditadas a
    Vinho em pipa l^rto Ftgne^ eXisboa 11 4oo | 8 e Io,ooo rs o gigo, e a 80o rs. e a ^ ^^ 0 da Eat
    48o, 5oe, 56o rs. a garrafil, em caada, l,ooo rs. a garrafa. ropai 0 gaUo canu annunciamlo aos seus numero-
    2,8oo 3oo 3,5oo. e 4,ooo rs. Serveja preta marca T e XXX a G,5o o1 $0 Ifeguezes as galanteras de maisgosto e da ul-
    T.ooo rs. a duzia, e a 600 rs. a garrafa,' Inaa moda rprc por elle recebe, como sejam :
    tambera temos das mesmas marcas para 4,1 -. Camsinhas para choras.
    Aarados americanos e machinas para
    lavar roupa: em casa de'S. P. Xobnstond C.,
    raadaiSenralla Nova n. 42._________
    O GALLO CANTA
    dem em barril o mais superior que tem vin-
    ao mercado a 600 rs. a garrafa.
    Lagrimas do Douro especial vinho do Porto a
    l.ooo a garrafa e a lo,ooo a caixa, o precn
    n3o indica a qualidade d'este precioso vi-
    nho, porra venhamao Progresso que a vis-
    ta faz f, a estegenero constantementemaa- Graxa em latas grandes
    damos vir de conta propria e por isso po-1 e 12o rs. a lata,
    demos vender por menos que outro qual-!
    Riquissioias ramisinlias
    itlnhas par
    Cnespo n. 7.
    , niquissioias caimsinlias com mauguitos e cra-
    e 4,500 rs. a duzia, e a400 rs. a garral. 1 VBt|nhfcs para senhoras : so no Vigilante, ra do
    dem branca T e cobrinba a 5,5oo e 6,000 rs, cirigoiinitas.
    a duzia e 5oo rs. a garrafa^ lambem han Rjiyjjssimas cirigolirihas ou gravaiinhas, sendo
    para 4,000 rs. a duzia. usa de muitogosto, e a primeira vez que appa-
    ' rece para as senhoras de bom gosto : s no Vigi-
    l,3oe rs. a dozia' K-uUe ra do Crespo n. 7.
    Pentcs de concha.
    H para chegar riquissioias guarnicoes de pen
    quer annunoante.
    Vinho do Alto Douro das marcas mais acre-
    ditadas e especialmente escolhido por um
    de nossos socios, como sejam: Camoes, Du-
    que, do Porto, D.Luiz, Carcavellos, Cha-
    m'isso UFilho, Madeira secco, e Feitoria a
    9oo rs. a garrafa e 9,000 rs. a caixa com
    12 garrafas.
    Garrafbes com especial vinho do Porto co-
    tendo 5 garrafas a 2,5oo rs.
    Vassouras do Porto arqueadas de ferro obra es de lindo gosto, tamo para arar, como para mar-
    de multa duracao a 4oo r>. cada uma. 1 '.**?- ** r?rMoave,s: sa no v,e"an,e- rua
    Palitos de dentes massos grandes a 2oo rs.
    e 28o rs.
    ; da Graspo 11. 7.
    O "
    Paltos do gaz a 20 rs. a caixinha e 2,3oo rs. c^
    a-groza. Isg-ga
    1 g, 2^ _j. a -7.
    Gela de Alperche chegada no ultimo vapor
    latas de 2 libras a 800 rs. pechincha.
    Genebra de Hollanda garrafes com 16 gar-
    rafas por 6.5oo rs.
    3e-&-.5:&gg
    5 acA ui o cr a z" S ? v
    .S-gs&s-s.-.'g g gttg-K
    Idem com 5 garrafas de superior vinho Fi- _,
    gueira a 2 ioo rs. dem era frasqueiras a6,3oors.e6,5oo rs. ea
    56o r. o frosco affianca-se ser verdadeira.
    dem com 5 garrafas de vinho Lisboa a|
    2;ioo rs. I(,em de botija em barricas com quatro du-
    zias a 44o rs. cada botija.
    Vinho branco de Lisboa propno para missa
    dera de laranja em frascos grandes verda-
    deira italiana a 1,000 rs. o frasco.
    Marrasquino de zara a 72o rs.
    Licor francez de todas as qualidades em
    garrafas de vidro brancos a 72o e 800 rs.
    vindo j engarrafado de Lisboa a 64o rs.
    a garrafa.
    dem em barril muito superior a 5oo rs. a
    garrafa e a 4,000 e 3,8oo a caada.
    Ameixas francezas em caixinhas de 1 */i, 2
    e 3 libras elegantemente enfeitadas com ri- Vinho Bordeaux das melhores qualidades
    cas estampas na caixa exterior a l,3oo que tem vindo ao mercado a 72o e 800
    !,6oo 2,ooo e 2,5oors. j rs., eem caixa a 7,5oo, 8, e 8,2oo rs.
    dem em latas de, 1 '/ o3 libras a l,4oo e Azeite doce refinado do fabricante Pelanol e
    2,6oo rs, cada uma. I outros a 800 rs. a garrafa.
    Figos de comadre em bauzinhos de folha Conservas inglezas surtidas e de uma s qua-1
    milito proprios para mimo a l,6oo. lidade a 80a rs. o frasco.
    ... .. Aramia verdadeira a 32o rs. a libra.
    dem em caixinhas a l,4oo rs.
    . ..! Gomma de engommar muito alva a 80 rs.
    dem em caixinhas emticamente lacradas a ,bra 0 %ioo a arroba.
    e muito bem enfeitadas a l,8oo rs.
    dem a 2oo rs. alibra. Sag muito novo a 24o rs. a libra.
    Passas de amadas as mais novas que ha no Sevadinha de Franca a 160 rs. a libra,
    mercado a 4oo rs. alibra ea,ooors. a'
    caa.
    ^

    * o- 2. 5 '*

    o 9:
    2-^r?,
    3 3
    C (ti

    3*2 3 D-q.
    _ ^ O u
    -
    3

    ^2S?bo
    O C.
    *&-
    T3 u O.
    -5 o
    O O, u' o'
    8

    _ "3 r> as
    o w o c/a
    O 1 01
    o S?.
    i
    S* gis
    w B Si
    73
    te
    (t>
    3
    Q, -1 -5
    -C X r>
    S3So
    2"
    TS
    -j
    o* i"
    ~ 3"
    y
    S3
    s
    s
    c
    J
    s
    Luvas de pellica.
    Vcndem-se luvas de pellica Jouvn para seabo-
    n c bomem, chegadas no ultimo vapor do rw-
    rente ihh, para o baile do club conuner al ik ti
    do correnle mez : na rua do Queim.-uio rt 63, toja.
    dobeija flor.
    i\ada mais barato.
    Queijo pralo muito fresco a 480 rs. a libra, c mi-
    teiro a 400 rs., bolachioha ingleza minio nova a
    200 rs. a libra e ftg a barrica
    FARINHA FONTANA.
    Farinha la muito acre i ti a marca
    fontanar esembarcada boje, miioo
    ptr preco mais eommotla do que em
    iqualqueroulraparte : na rua da Ciz
    n. 4 casa de V. 0. Bicber k (*. sucecs-
    sores.
    ' >Tv t&L^S^K<.-: -v -j .'. "
    &* Rua do Crespo o. '#]
    Na loja de Marcelino & ('.., wivio-sc C
    linos ;i :\ti) 35
    8 palmos (!. .->j
    es de cam- ,
    Sevada muito nova a 12o rs. a libra e 3,2oo
    s. a arroba.
    Salmo em latas emticamente lacradas a M ^ a 32o re. a 1U)rar
    8oors.
    Lagostim em lalafe grandes a 1,4oo. j iem e talharim o mais novo que ha no mer-
    Savel, corvina, cherne, vertgo, peixe espada,] cado a 48 re- a liiu'a-
    preparados pela primeira arte de cozinha a Aletria a 5oo rs. a libra.
    a l,3oo rs.
    Queijos flamengos chegados no ultimo va-
    por a 2,4oo r9.
    dem do vapor passado a 2,2oo 2,oo e
    1,8oo, rs.
    dem prato do ultimo vapor a 64o rs. aHbra.
    Doce da casca da goiaba caixes grandes a
    600 e 9oo rs.
    Chouricas as mais novas que ha no mercado
    a 4'8o rs. a libra.
    Chouricas mooraaencommenda especial nos-
    sa a 5oo rs. alibra.
    Preznnto verdadeiro de lamego em calda
    de azeite foo rs. a libra
    Bolaxinha ingleza a mais novas que ha no
    mercado a 2,000 rs. a barriqumha com
    1 arrobau.e a 24o rs. a libra,
    dem de soda de diversas qualidades a 1,400
    reriSi
    Arroz, carolino a loo rs. a libra e a 2,8oo rs.
    a arroba.
    dem do Maranhao
    3,ooo a arroba.
    12o rs. a libra, e a
    Caf do Rio o mais superior que se pode de- 8a*rico' m consla do. relaU.rio lido re-
    ohri^nrs a lihri ;cenlemente na academta de mediana de
    sejar a 32o rs. a non. ^^ peft ^ m% ^^ m nome dfi
    dem a 28o e 3oo rs. alibra e a 8,2oo, 8,4oo: uma commiss3o',composia dos Srs. Velpeau,
    e 8,7oo ra. Depeau, Bouchardat, Trousseau, ele, to-
    . oa ,- cando as experiencias (bikis sobre os prioci-
    Velas de carnauba .refinada a 32o rs. alibra, paes a^es.ferruginosos com um sueco ga$-
    R liaroge do laa du cores muilo
    g rs. o.covado, ditos lisos com 8
    I largura, ricos looteaibarqnes .< mu-
    braia bordado e outras muilas fazcmlis .%'
    de golo preprias para o tripa <: tttln *&
    chegadas neste ultimo vapor, presos mu- C.J
    to en conta. jM
    \o ai'inazeui de fazeutlns lara-
    tas de dantos Cociho
    RUA DO Ql'ElMADO N. 19 VEMlE-SE SE-
    GlNTE :
    Esleir da India
    para torro de sala, de 4, i e 6 palmos de luranra,
    por menor preco do que em outra qualquer |art.
    Loncos
    de panno de linho pelo barato preco de 2J00C
    Lenies
    de bramante de linho tino imIo barato rr-o \
    tlflttK
    Cnberlas de cliila da India
    pelo barato prego de -'000.
    l.eiK-os de cassa
    brancos, fmissimos, proprios para algilx'ira pejo
    bararissinio preco de 3<>00 e fiiOO a duzia
    Cambraia adamascada
    para cortinado, pelo baratsimo pre$o de (fl
    j i peca.
    Pecas do cambraia
    ' de salpicos. Una, com 8 1/2 varas, pelo baratissiuo
    prego de 4.
    Fil liso fino
    j pelo baratissiaio preco do 680 rs. a na.
    Ilramante de Hubo
    tino romdcz palmos de largura pelo barato rj
    I de 25:100 a vara.
    Toalhas alcochoadas
    1 para man pelo baratissimo preco de SfOOQa da-
    ' zia.
    Pecas de brelanha
    dcrolocoai 10 varas propria para saia, pelo P*r-
    to preco de ,i000._________________.____
    No armazem n. 38 rua da nrf >
    Dos, vende-se por preco mais conv i
    do que em outra qualquer parte os y '
    tes gneros vindos-do Aracaty:
    Gomma nova,
    Ci'ra de carnauba.
    Dita-em wlasde (Ufferenlps quilidadi^s.
    . Pelles de. cabra 1
    Segundo o relatono felo na academia em c0>.
    4 de fevereiro.de 1840 pelos Srs. proles- -M_
    sores Bouillaud, Fouquier e Bally, osle fer-
    ruginoso reconhecido superior a lodos os
    outros para curar : a ch'lorosis fpdles cou-
    teurs), e leucorrlia (per.tes blancles), a
    anemia (fraqueza-de tempeinnienlo nosdous
    sexos), difficu'dade de nonstruat.-wo sobre
    todo as mocas, incontinencia de tiri-
    tas, etc.
    E' o mais agradavel de lomar por sua
    forma d pimas assucaradas, e'essenciM-
    merrte mais efflcaz do que as outras prepa-
    rares, etc., por ser muito soluvel no sueco
    GRAGEAS
    oeGELIS e CONT
    Ao laetate le ierro
    Approvadls da academia imperial de medicina
    de Paris.
    ESCRITO FGIDOS.
    e a lo.ooo rs. a arroba,
    dem de spermacete a 64o rs, a libra.
    mVMVWHV
    ntmw
    IUVVH->
    ititi
    dem em-latas grandes, proprias para hinche,
    cora 5 a 6 Hbras per2,4oo rs.
    Marmelada imperial do fabricante Abreu e
    outros conserveiros de Lisboa a 600 rs. a
    libra.
    Frutas era calda de todas as qualidades a
    5oo rs.
    Ervilhas fwncezas a 5oo rs. a lata.
    dem portuguesas a 64o rs. a lata.
    Massa'de tomate a 04o re. a libra.
    Amendoa6 confeitadas a Too rs. a libra.
    dem do casca ote a 28o re. a libra,
    Avelans a 2oo rs. a libra.
    rico ftesco no laboratorio do Sr. Boudaut,
    pelos Srs. Drs. Corvizart e Rarreswil, que
    Chocolate hespanhol e francez a 9ooef,ooo o jactato de ferro o mais soluvel e por
    rs. a libra. consequencia o mais efllcaz.
    '.*"'''' '. Deposito geral: em l'aris, rua. BouvlM
    Estrellinha e pevide muito.nova a 4oo rs:.a' viileneuve, 19.
    libra. ea2,ooors. a caixinha com oito
    librea
    Cli perola muito especial chegado neste ul-
    timo1 vapor de eneomraenda particular
    nossa a 2,8oo rs. a libra.
    dem huxim muito superior a 2,7oo rs. a
    libra.
    dem hysson a 2,06 rs. a libra.
    dem hysson a 2,ooo e 2,2oo rs. a libra.
    dem preto homeopathico e muito superior a
    2,ooe re. a libra.
    Hem nacional a i,fioo rs. a libra. ''
    i Batatas muito nova* a8o rs. alibnP
    Charutos dos melhores fabricantes da.Baha
    e de todas as marcas, como sejam: sus-
    piros, bavaneiros
    peria, flor '
    Era Pernambuc', na casa de Cors 4 Bar-
    bsoa, ruada Cruz n. 22.
    Na rua do Qneimarfo n. 3, esquina que
    YoJta para a Con^regacp.
    u" peehlnelM.
    PaletoU-de casemira a 5, o\ 7, %, lie 144? ditas
    de panno uro,8 amia. 9,10, II; 10e 16fl, ditos
    sotarecasacos do nauno mMU> fMW Por 24* Mf.
    ditos da alpaca prette do cordo a 4, 5, 6, o 7A,
    caitas *e casemiras decoresa 5, 6,7 08*, ditas
    presas a 6*fiOO, e 10*. paletote de (osto e
    yanga.aiA. 4S8Q0, e 43scale* dmolletes do.ton-
    das as qualidades o por preco muito barate 1 le-
    letros, messecipes, regaba im-1 ? ^p*1"^p^^.*ij 3*1 *w-
    das maitas rrrmrrps a i noo ''U4ockm,i3lit0, colkriahosde luto pumt a,
    oas manas, primores a *,ooov ^ ^ cada um) e oulros noiu.s;oa>J 3,5oo, 3,2oo, 3,000, e 2,800, 2,500,., ,,vi,u ; fMR.iese se peda. attMKMidMi Ife-
    2,ooo e l,6oo rs. a caixa. gaezes.
    Dardo o da SI de outabro -do corrate au .
    ti rugida a escrava Felippa, a qual multe
    nhecida pelos signaes seguiutes: fui em al;
    tonino do Sr. Antenie-Jos Rodrigues de Soii7a, <'
    magra, estatura regular,bicuda, anda srmpre 111U1-
    teapressada, cabra escura, falta-llie um dente na
    IrentP, est com leite nos peilos, pois deixon orna
    orianca sualilha de ciru-o uiezcs, b-von vestido ihiii
    roupao de cassa j velho, e um chale de mrito
    cor de rosa, costuma a dizer que forra ; ji!:.-i-
    e.-tar criando em alguna casa, on cuutatia mu i
    gum calugi, foi vista duas vezes na PaMAgepi da
    Magdalena, ilha do Deliro, ele, O pruprkl.-ii i
    gaa,lodas as autoridades peJkiavs. capiites iw
    oampo e mais genle do povo a.negtiein c i r;il*t-
    zam aseu senbor, na rua do lTnri|ic n. 3, l nr-i
    da Boa.Vista, eu roa Nova a 38, luja
    sim. o proprielario protesta desde j pr<
    recebar o importe dos,dias que ella me falla, ib m!c
    que sahio de casa, a quem a tiver reiuiliuui. un
    aonde for adiada, e gratilca-sc bem a quem a
    pegar.
    L Acha-sefgido desde 7 dencvi-mbro o :i:.!>-
    to Thomat, que representa ter 33a lOannos, bsixo,
    magro, barbado e com alguns cabellos hrtmrii!
    dando as veres de patetote chapeo pre*, mtihi
    couhecido por-ter sidobokreiro ddSr Antonia itir.
    dos Santos, e perteceu a Francisco Duliuo Gam i:
    d Wello. sse escravo pedtviri>. por issn ti-iu
    sido visto em obras nos arrabaldes ilesm cidai!e; e
    no Manguinho qnai defronte dn estrada cia, em um sobrado anligo de portadas aman l; ;.
    tem elle mal e irmaos. Protesta-se rtio so ir-
    sar a-.qnem o tiver acotitjide, cerno roei+er di
    os dis qoe fie anda fogide, e gWtMIrx-se
    samante a quem o pegar e le*ar a nra (h> Impera-
    dor n. i9, tereeire andar.
    - Pugio no dia .10 da correuio da ai&w n*.
    /Vreia da provincia da Parabiba do Jiotla, '-
    cravo de nome Demolera, condusindi uui, i \\.
    e mn cacborro, seudo cavailocastanho, tu s
    calcados de branco, o escravo eriaulu, <->r i. i
    bastante barrigudo, |k,-s aambades. seuuo uim wat
    grosso que outro, tem uma cicairi* nas c*ia>]
    ItrovtmWiite de chicle, reureaeuta Si>.nms. |uiu-
    co mais ou menos, bonita figura, e os deiu-
    completas e it alaec, teua (heaiallu tam^ulio
    iwrmum tanto solto, naria afiladn.-Lmueiuop.:
    Klc mtnxtria no Bceio>'Aw>.< Sr. ft*ReiM-u
    riiia!4ei^(ifa.nerti1,^llMh'^ ao Si,
    Tdiig Jofci dos Santos rua lugtidoJ|Im<> u
    que se recompensar genaresamente.
    -^ilLEGIVE

    r


    DiarU c rcrmk*t* -W)^ t8 de Xa>*mbi de 1S.
    LITTEMTRA.

    suir-se alguma cousa alm das qualidades do genio
    civil e do herosmo do dever. 'J&
    No que apparece publicamente do carcter e da
    ,... ft.,u ...,,, conducta de Pitt, nada vejo que assomelhe-se
    DlDLlUull.irlli^. am, e^j paiade*, de que a Franga e a Inglater-
    1* llll:ini Pitt caen. *#. p* ra, por motivos duersos, tcnham que Ihe pedir
    Eord Ntauhopc, tradlllldo do con(a na. hi^ona, pe|0 mal quo elle lhes fez. Elle
    luglcz e precedido de lila in- ||es fez mB(0 (mal), o a Inglaterra comjmais pru-
    roduceSo por nlBOi. "enca, a Franca com mais scveridade, o tcra ex-
    ( Concluso. ) probado e o exprobam ainda sua memoria. Mas
    Fui cora esta poltica quo Pitt substituto o gab- n-o f(). pof ter cxaggorado 0 patrotismo, nem por
    nete Addington com a honra de parecer ter sido a amo(. Jo p0(]cr |o nem mm pof um
    Isso Mgalo, cixou passar algum tempo. Saludo humor gucrreiroqueseria ridicul0 emum homem"
    ,b ministerio a o de fevere.ro de 1801, fo, somcn- de c ^ ^ ^ a .^
    la op mal de abril de 180i que toruou a subir a siva do volnntor0, qne Piu rompen com a Fran-
    elle. Entretanto desde o fim de 1802 que a opi- Devc.se procnrar cm outra causa 0 vicio> sc.
    niao o chamava para ali, c o inlimava, pela voz cret0 mie confundido com suas mais nobrcs pal-
    das cmaras tomar as redetts do governo. Can- S5CS como a |ga Com o ouro, f-lo pelo ardor qeu
    nng declama que era necessario Pitt para fazer e|je |eVe em nos prcjudicar, prejudicial a seu
    frontil ao primeiro cnsul. Comparando em coplas prOpr0 |>aiz.
    ni irdazes Addington a Pitt: Pitt, dizia elle, est ^ Lorj Macaulay nos vcm esclarecer bem :
    para Addington como Londres est para Padding- j, At a appargode Bonaparte, disse elle em urna
    ion.1 Emlim, tentado mais forte que as outras, o I brillianle bographia, Pitt era na opinio de todos
    proprio Addington nao ousava aproveitar-se dos os habitantes do mundo civilisado o homem, que
    votos de sua maioria contra Pitt, renuneiava publi-
    nto a suas victorias e adhera aos planos que
    elle linlia combatido. Nada de ludo islo pode fazer
    com que Pitt dsse passos falsos. Dude oulros an-
    ticipa vara a opinio elle foreava-a a espera-la. Re-
    provava os desvelos de seus amigos, e nao permittia
    que m canlasse suas coplas na mesa. As ovages
    populares o deixavam fri.
    Elle se aprazia em differir da opinio do gabine-
    te, uo em attaca-lo; e prefera tornar ingerencia
    ni) negocios, que nao fosse nem por seus amigos
    nem por urna forja exterior, nem mesmo em um
    carro arraslado pela multidao cnlhusiasta, mas
    um por una necessidade publica evidente, sobre
    a qotl lodo o mundo cstivesse de accordo, inmi-
    gos, como amigos, e por esta torga das cousas, que
    em certos dias deposita o fardo do governo sobre os
    hombros do mais capaz.
    Finalmente, elle pareceu, por certos votos contra
    o gabinete, pr-se disposicao do re. Era na pri-
    mavera de 180i. A maioria detxava lentamente
    A I liagton antes do que o derribava. atim de que
    se soubasse qu elle to um supplentc, nao um
    substituto, c para livra-lo de urna desgraca pes-
    goal sondo chamado ao posto o verdadeiro titu-
    lar delle. Nao faltou a Pitt o mais precioso dos
    sufragios de ento, o de Wilberforce, o typo do
    publico honesto, por quem elle soffreu todos as do-
    i. s tao meritorias. Estou perturbado, escrevia
    elle no lempo em que a maioria passava de Adding-
    ton para Pitt, e besito sobre o camnho do dever
    nenas lulas polticas......... Senhor, dirige-me.
    i conserva miaba alma em repouso: que ella te
    soj i subiuettda e nicamente preoccupada de tua
    grasa Wilberforce seguiu Pitt, e f de um co-
    im;"io lio recto, todas as pessoas honestas da In-
    glaterra acreditaran! que o governo ia cahir as
    maos nao somonte do homem mais capaz, mas
    ai :'la do mais digno.
    Un homem de ciado que, alternadamente, sae
    dj poder com o pe tao lesto, e s entra para elle
    com o passo daquelles (pie recuam, nao langa seu
    pali na guerra de prepsito para so perpetuar no
    governo. X:io pos paixao de Pitt pelo poder
    que se de ve imputar o rompimento da paz de
    Amiens. '
    Nao se pode tambem dzer que tenha sido a pa xo
    la guerra. Como o observa muito bem Mr. Gui-
    lt no eloquonle prefacio, que elle collocou em
    frente dessa publieago, a tendencia do espirito de
    Pittyera antes paeillo.a. A poltica exterior nao era o
    o'ijecto de suas predileccoes. Desde entao a guerra
    que abriga va ocliefe do governo inglez a vi ver fra
    de sciKpaiz e que fazia predominar a torga, nao
    (i i lia sor de seu gosto. Em 1787 elle tnha qualfi-
    cado, de tinonstruosa a assergo que a Franca c
    deve ser sempre ininiiga rreconciliavcl da In-
    glaterra.
    IM mesmo depois do primeiro abalo impresso
    em toda a Europa pela revolucao franceza.. elle
    guarda sua attitulc pacifica, e ouve dzer cama-
    ra d >s communs que sua parcialidad para com os
    tnimigos hereditarios da Inglaterra devia fazer tre-
    mor os ossos de seu illustrc pae debaixo das lousas
    de Wcstmimister.
    N.io senio depois de todo o mundo que arras-
    tad->, mas samara hesitando, cedendo ao re, a seus
    cot >gas, a amigos amigos ligados com amigos ad-
    versarios >or um odio commum contra a revota-
    cli frine-za, elle renuncia a poltica pacifica, len-
    tameole, com repugnam-ia, a nao definitivamente,
    trabaiba, at o ultimo muinento para evitar urna
    gwrra europea, se lisongea quindo ella tem arre-
    l. -atado, que seu paiz podar sublrahir so a ella e
    Bear neutro, e vencido por fun, lanca a rniio da es-
    pada com a resolugao de servir-se della valente.
    tente, mas talvez com o sentimenlo de que elle
    nao preencliia o seu verdadeiro offlcio, e que, para
    sabir-se bem de taes guerras necessario pos-
    oceupava maior espaco. Bonaparte vindo oceu-
    par.nao um espago no mundo, mas um mundo intei-
    ro, augmentou-se, no coracao de Pitt, urna inven-
    civel inveja todas suas prevences de inglez e de
    inimigo, contra o homem, qu do alto de um novo
    throno fallava de egual para egual aos reis e aos
    chefes dos governos da Europa.
    Nao se deve dizer que elle nao te ve contra Na-
    poleao 1. senao as paixoes de seu paiz. Certa-
    mente a Inglaterra nao goslou de Napoleao ; mas
    para admira-lo difficil dizer-se se ella o fez com
    tanta demasa como a Franga.
    Nao fallo da opposigo que o admirava por nao
    ser do parecer de Pitt. Em toda a Inglaterra-
    e at as costas as mais ameagadas pelos projec-
    tos de desembarque, urna gloria, de repente tao
    superior toda comparago, tnha confundido com
    os temores patriticos admiragao e urna certa jus-
    tiga. O da em que se inaugnrou a estatua da
    columna Vendme, cu estava cm urna janella da
    ra da Paz, ao lado d'uma ingleza de distincgao,
    tao patriota quanto um inglez pode s-lo, e que
    nao deixava,at no momento da apothese, de lem-
    brar-se que o grande homem tnha acabado em
    Waterloo.
    Quandoo vu que oceultava a estatua caiu, olhei
    para ella, estava chorando.
    Ousel elogia-la por isso como por um mo-
    vimento mriTrio em urna pessoa de sua nagao.
    E', me disse ella; urna admiragao de minha
    mocidade, que eu guardei; mas eu guarde! tam-
    bem a lembranga de todo o mal que nos quera-
    mos ao homem, que nos ameagava de urna in-
    vasao.
    Estes eram os sentenciados da Inglaterra no
    tempo de Pitt. Ficava-se inglez, mas c conserva-
    va-se alguma cousa de humano para admirar
    um tao prodigioso exemplo da grandeza do ho-
    mem.
    M. Pitt parece nao ter compartilhado esses sen-
    timentos. Em nenhum de seus discursos pblicos
    aclia-se urna palavra, nao digo de admiragao, mas
    de simples justga para o genio de Napoleao-
    Si abrir-mos a historia desses ltimos lempos,
    dizia elle cm novembro de 1801, veremos em
    qualquer parte della o nome de Bonaparte ligado
    aos crimes e aos horrores, que se commetteram
    as memorareis campanhas da Italia em 1796 c
    1799, no'Milanez, em Genova, em Modena, na Tos-
    cana, em Roma, em Tenaza. Foi pela espada que
    elle poderou-se da Franga; nao tem outro titulo
    de posse.
    Elle estrangeiro, nao nasceu em Franga,
    usurpador. Quando se Ihe oppoe algum obstcu-
    lo, para onde appella elle? Para sua fortuna, isto
    , para o seu exercito e para sua espada. Que ap-
    parencia deixar elle infamarem-se seus triumphos,
    ou obsciireccr-sc a memoria do que j tem feto. >
    Um anno depois, quando todo o bem da revolaran
    franceza estava seguro e quando lodo o mal senta
    seu dominador, respondendo a Tierney, que o in-
    timava a dizer em urna s phrasc porque elle que-
    ra a guerra: Desde quando, exclamou elle, o
    honroso preopinante descobriu que o jacobinismo
    de Robespicrre, de Barrire, dos cinco directores,
    do triunvirato, desappareceu que elle reside todo
    inteiro cm um s homem educado e nutrido em
    seu sei, cuja gloria engrandeceu sob seus auspi-
    cios, e que ao mesmo tempo o ilho e o campean
    de todas as suas atrocidades ? Que obscuros
    emigrados tivessem esta linguagem em alguns sa-
    les de Londres, ou que urna certa imprensa pela
    devogaodo partido da guerra empregasseesse ineic
    do deshonrar o homem para exaltar o odio nacio-
    nal contra o inimigo, compr'ehcnde-se ; mas Pitt.
    o primeire homem do governo de seu paiz, nao
    suspeitar, nao confessar, no comego de 1801, que
    o jacobinismo estava bumilhado e que todos os
    throuos estavam firmados, a inveja s pode expli-
    FOLHETIM.
    A CONDESSA DIANA
    POR
    car ouque nao se tem olhos para ver cousas tao
    claras, ou que tm-se bocea para as negar.
    Mas sae estas cousas, poder-serbia dizer, arre-
    btamenos de palavra de qnc os o^efes das as-
    semblas, usam para tirar resolujdea extramas de
    urna maioria. Pitt nao era tao ceg a ponto de
    confundir sob a mesma denominacSo as execraveis
    mortandades do Robespicrre o a poltica restaura-
    dora do primeiro cnsul. Elle precisava de ar,-
    gumentos violentos para decidir o parlamento
    guerra.
    As calumnias contra o inimigo sao um dos mais
    lcitos; Pitt usa va dellas, nao era tao tolo De-
    vele renunciar a esta desculpa. Um retrato de
    Napoleao tragado por elle em 1801, e adiado em
    seus papis, prova que seu pensamento secreto
    era mais violento que sua palavra publica. Eu
    vejo, escrevia elle", em Napoleao qualidades vari*-
    das e contrarias, todas as grandes e pepenas pai-
    xoes fataes iranqdilidade publica reunidas no
    scio de um s homem, e por desgraca de um
    homem, cujo capricho pessoal nao pode pouco os-
    rillar sem que influa grandemente sobre os desti-
    nos da Europa. Eu descubro os movmentos in-
    teriores do temor lutarem contra o orgulbo em um
    espirito ardente, emprohendeder e tumultuoso.
    Eu descubro toda a deseonfianoa sombra de urna
    usurpagao consagrada, que temida, detestada e
    obedecida, a vettigem a a embriaguez de um suc-
    cesso maravilhoso, mas immerecido ; a arrogancia,
    a presumpgo de um poder Ilimitado e idolatrado
    e o que ha para mais receiar na plenitude da a-
    toridade, actividade incessante e infatigavcl de
    urna ambigo culpavel, que nunca se sacia. Su-
    blinhei o successo maravilhoso, porm immerectdo
    como a passagem, onde a inveja impriman o seu
    signal.
    u odio v defeitos onde ha qualidades, vicios
    onde ha virtude; o furor do ceg ; a inveja s
    nao acceita os successos, elle qur ver nelles o
    maravilhoso; palavra que encobre a do acaso.
    Pitt procurava duvidar dos talentos de Napoleao;
    elle tinha a mesma doenga que um de seus rivaes
    polticos que recusa va a elle mesmo o dom da elo-
    quencia.
    O autor de William Pitt e seu tempo, lord Sta-
    nhope, tem o bom gosto de explicar este retrato
    pelo tempo em que elle foi escripto; foi, com effei-
    to, durante os preparativos do campo de Bolonha,
    c sob o temor de urna invasao mminente. A des-
    culpa seria boa para um d'esses espiritos violentos
    e vulgares como aquelles que entre nos compa
    ravam Pitt a < um volcao vomitando todos os cri-
    mes. Ella nada vale para o grande ministro ia-
    glez. Elle nlo era homem para ter a loucura do
    mdo, ainda menos para dissimula-lo sob a affec-
    tagao do odio. S a inveja que Ihe poderia rou-
    bar o que elle tirava si proprio de sua gloria
    humilhando seu inimigo.
    Sua prevengao injuriosa contra o primeiro cn-
    sul trasborda de urna carta escripia a seu irmaoem
    i de marco de 1803: < A linguagem do cnsul,
    diz elle, tao incoherente e inconciliavel, que da
    lugar a perguntar-se se sao ellas smente palavras
    bombsticas----Sou levado a crer que a extrava-
    gancia e a violencia, que se moslram em sua con-
    versagao, governaram asna conducta.! Nos ve-
    mos muito bem onde estao as palavras bombsti-
    cas. Nao na bocea daquelle, que reclamava com
    urna vivacidade apaiionada a execurao de um tra-
    tado ; no bico da penna daquelle, que ia aconse-
    lhar a sua violaco. Elle com effeito aconse-
    Ihou.
    Elle havia a principio aconselhado fazer a paz
    mesmo cusa da entrega de Malta. Eu desejo
    mais fazer a paz, dizia elle, com o inimigo mesmo
    em condiges inferiores s justas pretenges de
    mcu paiz, e salva sua honra como sua segranos,
    do que continuara lula para tal ou tal posigao par-
    ticular. Que haja nessas palavras urna prova
    que Pilt se achava satisfeito com a paz de Amiens,
    Mr. Guizot o er, a_ssim como eu, nao porque me
    queira privar de urna contestacSo com tal juiz.
    Mas que dizer do pezar quo acompanha esta decla-
    racao c que arrasta aps olla um pensamento re-
    trospectivo amargo da perda de um ponto tao im-
    portante como a ilha de Malta ? Eu me vexo com
    um tal pezar em quanto Malta estiver as condi-
    ges de ser entregue.
    Inquieto-me muito mais ainda aps o que acabo
    de ver do pensamento secreto de Pitt sobre o ho-
    mem a quem convin entrega-la.
    Nao ha palavras que expriman! urna tal resig-
    nagao.
    O fraco Addington carregou com a responsabili-
    dad.- legal da ruptura da paz de Amiens, cabendo
    a responsabtidade moral a Pitt, que logoo substi-
    tua e poz a execugao as mesmas maos que o con-
    solho. Mas nem o que elle quera de bem para o
    sen paiz e de mal para a Franca, nem sen amor do
    poder justificado por todos os talentos administra-
    tivos nao o.teram levado a aconselhar ao seu paiz
    e a executar pessoalmentc a violago de um trata-
    do : para isse* seria mster um mu sentimenlo.
    Pitt prestou- relevantsimos servigos a seu paiz
    contentando sua paixo pessoal contra Napo-
    leao.
    Eu sei quo este juzo niio acceito por todos os
    seus compariatas, e que eHes preferem com lord
    Macanlay, langar a culpa do rompimento sobre a
    tarrogancia do primeiro ronsul. MasaosoFhos
    da historia, que torna-so de- mais a mais penetran-
    te medida que os acontecimientos recuam nopas-
    sado, e que se renovam as gerages de juwcs, om
    tratado violado um tratado violado e eu tenho f
    Sa consciencia do genero humano est muito Club dos Excntricos, que entao era situado em
    te para aebar urna escita, oiente as pa- Sainl-Martin's Sane, os aafes das vismbaneas do
    s mais ou menos vivas daquelle quo reclama templo a do Strand, e passava as noules nos thea-
    sua execugao. tros. Escreveu diversas obns dramticas, que fo-
    Tambem j se ignora mais porqulonganimida-1 ram representadas em 1792, o Ihe deram mirada
    da aos ultimo* passos do primeiro cnsul esta-vi-' no Drury-Sane e no Convent-Garden. M. Frankln
    vacldade foi nao smente corrlgida mas anda re- nao rae pareca possur grande instrucoo nem um
    parada. talento muito elevado, mas era um homem de tra-
    Como eu j tenho notado a clera de Bonaparto toamenoe que tinha o dom de fazer com que sei
    era menos a de um victorioso, do qual niio se qur procurasse senipre a sua companhia em um salo
    soffrer as condiges, que a de um reorgansador do' e em um club. Era inexhaurivel quando conlava
    imperio, que va arrancar de suas mos a paz, da anedoclas dos homens pblicos tanto da Inglaterra
    qual ello tinha necessidade para a realisagao do tomo da Irlanda. Quando eslava empregado na c-
    todos os seus planos de restauragao publica. | la de lord Townscnd, assistiu algnmas vezes s ses-
    0 que resultara da entrega pura e simples de ses do parlamento irlandez, desde 1775 at 1777,
    Malta pela Inglaterra? E'mu fcil dzer que o' e lembra-meque elle imitava perfectamente osora-
    primeiro cnsul nao teria visto nislo senao um vo-' dores Gradan, Henry Flood. Duquery e Provost-
    [o de fraqueza, e que seria um incentivo para que Hutchinson. Na sua opiniao Flood era o homem
    ello com mais ardor prosoguis.se em seus projectos que mais brilhava na discussao, comquanto conce-
    de conquista. A verdade que a Inglaterra Ihe desse a Grattan mais eloquencia, mais talento c
    apresentou um grande obstculo firmada nesle mais originalidade.
    grande exemplo de f aos tratados, e no brilhan- M. Frankln dizia que na Irlanda s vezes de-
    tisino de um dosinteresse, ao qual a historia da corriam dous ou tres dias entre as sesses do par-
    Gra-Brotanha:nao havia ainda acostumado o mun- lamento e a publicagao dellas nos jornaes. Nao ha
    do. Em todp o caso comerando de novo a lula nada que se possa comparar ignorancia dos es-
    ella leve de seu lado o bom direite e nossas victo- criptores encarregados de dar conta desses deba-
    rias de 1804 1806 nao tiveram para ella a cor e a tes, dizia elle. Um dos jurisconsultos da cora oi-
    moralidade de um castigo. tara em um dos seus discursos, em 1777, as dou-
    Estas victorias resumiram a vida de M. Pitt. A trinas do Serjeante Maynard, e, d'ahi a dous dias,
    capitulagao de Ulm, quo elle principio tachou de um dos principass jornaes de Dublin, dando conta
    fraca, e da>qual nao o consolou Trafalgar, Ihe ha- dessasessao imprima estas palavras : Paraapoiar
    va dado os primeiros golpes; Austerlitz poz termo a sua opiniao, o honrado e sabio orador invocou a
    a elles. I do celebre sargento-mr (2) .
    i Elle estava entao as aguas de Bath, escreve o E diflicil enconlrar-se hoje essas relages dos de
    pae de lord Stanhope, quando recebeu os despa-: bates do parlamento irlandez : as dos annos de
    ehos, exigiu que Ihe entregassem orna carta e ao 1781 1791 foram publicadas em Dublin einonze
    mesmo tempo que todos se retrassem. Suas re- volumes, mas nao se deram esse trabalho com os
    lexes foram tao dolorosas que produziram um debates que tiveram lugar sob a administrago de
    grave incommodo sobre um dos orgaos vitaes. lord Townscnd, e necessario procurar o quadro
    Quem sabe se entre essas reflexoes a mais dolo- das discussoes legislativas desse lempo nos jornaes
    rosa, a ultima talvez, nao foi o pezar de ter soc- aos quaes, quando um orador queria vero seu
    corrido pela violaco da paz de Amiens o extra- ] discurso correctamente reproducido, era elle pro-
    vagsnte de 2 de margo de 1803 a elevar-se ao prio quem fornecia urna copia.
    fastigio de todas as grandezas humanas?
    (Nrard, da Academia franceza.)
    (Stoniteur.Trad. de Castro.)
    O vice-reinado de Townsend foi urna poca de
    vivas emogoes para a Irlanda. Tres vezes foram
    ft> bilis de impostes apresenlados votago do par-
    mfcento, e tres vezes Henry Flood os fez regeilar
    ignominosamenle.
    Os commissarios das financas nao podiam entao
    tomar assento no parlamento de Inglaterra, mas per-
    tenciam ao parlamento da Irlanda. Lord Townsend
    elevou o seu numero de sete 12, e, depois de ca-
    lorosas discussoes, essa medida acarretou-lhe um
    voto censura, sendo que a preponderante voz do pre-
    sidente decidu a maioria contra o vice-rei. A his-
    toria da administrago de lord Townsend acha-se
    em urna obra satyrica intitulada Baratariana :
    escrpta por diversos autores ; as paginas assgna-
    das Syndercombe sao da penna de Flood, e as que
    sao ssignadas Pertinax perlencem a Gratlon.
    Flood que se fizera notavel na opposigo, foi no-
    Osveteranos da imprens militante ni
    Inglaterra.
    BIOf.RAl'IIHS ANCEDOTICAS Do.- J0RNALISTAS E
    l'IBLICISTAS INGLBZBS.
    I
    FrankiiH.P. Tinnerty.J. Taylor.Godwin.
    D. Siuart.
    No Om do secuto passado, os editores (directo-
    res) e os redactores dos jornaes eram os homens
    que mas davam as vistas : o publico ainda tem
    curiosidade de conhecer-lhes historia e os costu-
    mes. A minha memoria me ajudar a esbogar o meado funecionario por lord Harcourt' successor
    perfil de alguns desses veteranos da imprensa mili- de lord Townsend.
    tante. No tempo em que era mogo, e estudava di-1 O segundo campeo da imprensa com quem me
    reito, ha pelo menos 3/ annos, duas ou tres vezes relacionei gosou no seu lempo de urna incontesta-
    por semana ia passar a noute na tribuna ou em | vel reputago. Urna noute, depois de tonga sesso
    baixo della na cmara dos communs, eahi lve oc- do parlamento, entre na {averna do hotel Pendall,
    casio de conhecer diversos oscriptores que, nessa' e sentei-me a urna mesa defronte de um slenogra-
    | poca, publicavam jornaes dos qOaes redigiam os pho baxo e reforgado que relava una salada
    i arligos polticos e onde inseriam os debales dasca- de lagosta, e que d'ahi a lempos derxou-se malar
    I niaras : a maior parte desses veteranos tem neje em um duello. cEst acabada a sesso ? Pergun-
    I desapparecido, e apenas se conta ainda um peque-' tou-me com um accento irlandez muflo pronuncia-
    I no numero delles que se acham empregades, mis do. A minha resposta foi afflrmativa.
    na magistratura, outros na advocada, e oatros em \ E entao, prosegua elle que tal acbou o discur-
    posiges ainda mais humildes. Nao minha inten- so de Hutchinson?
    gao fallar desses que sobreviveram geracao pas-1 Pareceu-me urna va declaraago, nwito baru-
    sada : isso urna taref por demais delicada l mas Iho sem senfido algum.
    dos morios pde-sc fallar sem receio de ser inore- j Senhor, a sua opinio filha de prejurzos, e nao
    pado de lisonja ou de maledicencia. O tmulo de- fago caso della.
    ve impr silencio a todos os sentimentos mesqui-
    nhos ; e demais, eu posso protestar a minha impar-
    cialidade para com aquelles de quem tenho de fal-
    lar, porque erara muito mais velhos do que eu, se-
    guiam urna carrera muito diferente da minha, e
    portanto nao poda existir entre nos rtenhuraa ri-
    validade pessoal ou profissional.
    Na minha mocidade, os editores (directores) cos-
    tuinam. durante os debates das cmaras apparecer
    umitas vezes na tribuna onde se sentam os steno-
    graphos, entrando por urna porta que s se abra
    para elles. Eu ra penetrar assim nesse santua- cao para elle, Uve de decidir a seu favor,
    ro um homem de setenta annos pouco ais oume-! i ;> Quando elle acabava de dirgr-me com om mo-
    do brusco essas palavras pouco delicadas, vi entrar
    um homem de 5T> a 60 annos que poz-se a conver-
    sar com a pessoa euja grosseria eu supportra. O
    recemchegado era tambem irlandez, e, por algu-
    mas palavras do se interlocutor que o chamava
    seu charo Pedro, condec que tinha era minha pre-
    senca o celebre ivrfro Pmnerly. Era com elfeito
    elle. ttoule, esquentou o dialogo entro .os dous
    irlandezes, e Pedro ebamou-me para servir de ar-
    bitro em tima discussao que, cora grande satisfa-
    MR. MARIO UCHARI).
    XXIV
    (Continuarao do n. 273.)
    Esse conlratempo me desanimou : como o agen-
    .te de Baslio poderia seguir os nossos passos? Tai-
    ve/ me tvesse otivido fallar no hotel de Inglaterra,
    c l fosse abololar-se em todo o caso ; roas esta es-
    peranga era bem incerta.
    Por cuimijo de infelicidade havia meia hora que
    nos aflaslavainos rpidamente da cidade; e sop-
    pondo hundo que o homem descobrisse a nossa
    dirocgo e corresse aps, era ponco provavel que
    conseguase alcangar-nos.
    O cuide cunvrrsava com o Sr. de Jouval sobre
    assotnptus iidifforentes. Detoda essa conversago
    poretbi apenas que um expresso tinha sido man-
    dado adianto de nos. O coronel nao profenu o no-
    mo de Diana, sua sobrinha.
    Finalmente o vcboaw parou em frente de urna
    casa de bella apparencia: em quanto abriam o
    . poado porlo, algumas pancadinhas por detraz do
    mesmo vedirulu compassadamente atlrahiram a
    minha attenoo. Nesse interim dando os cavallos
    urna voita vi um homem por entre a escurido,
    3ue passava assobiando. Reconhecl o signal qup
    era Baslio na noute precedente para que Ihe fos-
    se abolla a porta da taverna em Montherm. O
    nosso contrabandista nos havia seguido agachado
    sera duvida na trazeira do carro.
    Livre doste cuidado, respirei. Apeamo-nos jun-
    to a una escadaria ornada do columnatas ; seguios
    passos do meu hospede, que nos conduziu ao apo-
    d'IIeidelherg. Fui logo distrahdo pela chegada
    inesperada do urna joven, cuja vaga semelhanca
    com Diana me impressionou.
    Hermenegilda de Jouval, disse o coronel apr-
    senla ndo-m'a.
    E voltando-se para ella accrescentou :
    O Sr. barae Andr d'Orbach.
    Creio que correspond desastradamente gra-
    ciosa mesura que me fez a moga com timidez. Nao
    pode deixar de corar ao ouvir pronunciar o seu
    nome, lembrando-me da brutal conveniencia com
    que recusei a sna mo.
    A coia foquasi silenciosa; todos pareeiam eons-
    trangidos. Madamoselle de Jouval acbava-se sen-
    tada ao p de mira,, e por duas ou tres vezes sor-
    prend o seu olhai* fixo no meu rosto com certa ex-
    pressao de tristeza. Pensei que ella nao ignorava
    os projectos formados por sua tia, e o raeu eroba-
    rago cresceu mais arada depois que pareceur-me
    notar urna especio de constrangimeuto da sua
    parte.
    Passamos ao salo, em cuja chanain arda um
    bom fogo. O meu tutor e o coronel sentaram-se a
    um divn, e comecaram a conversar em voz baixa.
    Madamoselle de Jouval pegou if um bordado, e foi
    sentar-se ao p delles. Quanto a mm, entend
    que devera moslrar-mo discreto, o conservoi-me
    retirado, junto a urna mesa cheia de atbuns, que
    fui machinalmente folheando, ao mesmo tempo que
    examina va occullas a minha noiva de urna hora,
    que tao mal havia julgado.
    Reparando melhor as suas feigoes, j nao achei
    essa semelhanca com minha madrinha, que pri-
    meira vista me impressionra. Entretanto mada-
    moselle de Jouval era encantadora, e a sua phy-
    sionomia denolava um complexo de hondada: eom-
    tudo, apezar dos seus dezoito annos, pareca menos
    moca que Diana ; c em vo bnsqiiei descokrir em
    sua fronte essas aspirages ao mesmo lempo, castas
    e ardemos, essa aureola do poesa, cajo rolexo
    guardava intacto no meu corago.
    Trouxeram o cha. Ella o servia. Q Sr. de Mau-
    fert e o sen amigo levantaram-se. A minha reser-
    nos, porm de sade vigorosa, de genio alegre, e
    de excellentes maneiras, por diversas vezes tive
    accasio de dirigirme a elle, para perguncar-lhe o
    nome de alguns oradores, e a delicadeza com que
    me dava as informagoes que eu Ihe pedias preve-
    niu-me muito Cavoravelmente a seu respeitoi Tro-
    vamos conservaco e elle disse-me que fra mui-
    to tempo editor do Morning-Herald, e diriga
    agora um pequeo jornal muito bem aceito-na Ci-
    t, eujo titulo era (se nao me engao) o>PtiM Adcntiser ou o Ledger. A typographa dessa fo-
    Iba era perto de Ludgate HU.
    0 meu interlocutor tinha um acento irlandez que
    cheirava muito ao terreno da cidade de Cork, e- me
    fazia vontadr de rir. iPdeser, disse-me elle, une
    eu tenha ainda um pouco do acento patrio, som-
    quanto esteja fra da Irlanda ha nioio secuto, o nun-
    ca mais l voltasse. Mesmo na minha juvenkide
    nao viv entre puros irlandezes-: logo que cheguci
    edade de doze annos, nomearam-me pagem do
    visconde Jorge Townsed. Conservei-me a seu ser^
    vico at que elle deixou a Irlanda tm 1772, e em
    1777 vm para a Inglaterra onde tenho sempre re-
    sidido.
    Esse ancio chamava-se Frankln : usava o aa-
    bello empoado e rabixo, e era um dos freguezesdo-
    Cider Cett (adega do Cidra), (1) frequentava o-
    (i) O Cider-Celler, oulr'ora testemunha das a le-
    grias de Sherdan e de sens- companbeiros, ainda
    exista no lempo, a que me refiro, e comi ah mui-
    lo boas ceias que, a pezar do-nome do estabeleci'-
    ment, eram aconipanhadas de uta vmho do que
    cidra. Depois do espectculo, ia-se para o Cider-
    1 Celier, onde se saboreavam-guisados de ostras mu*
    , to apreciadosvelos gastrnomos, e canta varase can-
    i tigas que fa/.iam abrir o appetlte.
    Ha algunaannos encontrei em Boutogne-sur-raer
    , o antigo proprietario dessa casa; pareceu-me
    A vista da sua facilidode de etocuco. disse-me
    elle, presumo que esluda direito eque' aspira a car-
    re ira de advogado.
    Convidou-me a ir sua casa, e prometteu mos-
    trar-me urna carta de lordEllemboargh a um mo-
    go que pedia o seu parecer sobre a marcha que
    devia seguir no curso dos- estudos de direto.
    Fui a casa de Finnerty, que me; reeebeu da me-
    lhor mancha possivel, e togo na miwha primeira
    visita, offereceu-me bilhete d entrSda gratis no
    Convent-Garden e no Drury-Lane para os das em
    que livesse tempo de l ir.
    Pedro Finnerty era um homem-que se fez por si
    mesmo. Naeeido em 1768 era. Longhrea, no con-
    dado de Galveay, de pas pobres, devia a sua ns-
    trueco primaria a um infelizmeslre d escola am-
    bulante. Muito menino vcio para Dublin, e ah
    aprendeu o oDcio de typographo.' Em 6790 traba-
    lliava na imprensa de um jornal popula* de Du-
    blin. onde soube distinguir-se-e grangeou a ami-
    zade de Arthur OConnor. De 1791 at- 1795 ga-
    iihou a vida eoerevendo nos jornaes. e assocoo-se
    com Rogerio OXiMraor (irmo de Arthur); para pu-
    blicaren! em Dnblin urna revista hebdomadaria
    (jue elle nao fizera muita fortuna com a sua in
    dustria.
    (Nota ib traductor.}
    (2) Sabe-se (\Dt> na Inglaterra os jurisconsultos
    ahumados sargento de lei nada- tem de commum
    com o sargento-mr nem comm cabo de-esuuadra.
    Haviam d'ante em Franga, offlciaes jadiciarios
    chamados sergenls, e seria eBgrngadoso-verso de
    Reme :
    Dawla craituYDieu, monssrttr, et dit trffBN
    podesse ser interpretado como urna altoso ao te-
    mor que devoro inspirar os gales de um sargonto-
    pfr.
    (Nata da redaocb).
    que nao leve muito tonga existencia. Em 1797,
    Finnerty tomn conta da direceo da Imprensa,
    jornal cujo capital fra fornecido por Arthur O'
    Connor. No numero dos seus redactores conta-
    Vam-se os dons O'Connors, Thomaz Emmell, os ir-
    maos Sdears (que foram ambos executados por
    crimo de all traigo), a Thomaz Moore que enlao
    era estudante dauniversldade de Dublin. Um vio-
    lento artigo desse jornal, devido penna de Mr.
    Deane Swif, sobre o julgamento e execugao de
    William Orr, deu lugar a um processo contra Fin-
    nerty ; e apezar da hbil defoza do Curran, foi
    condemnado a dous annos de priso, e a ser expos-
    to no pelourinho durante duas horas. Era desse
    modo que se puniam os crimes polticos na Irlanda
    ha sessenta e quatro annos. Finnerty suba, pos.
    ao pelourinho em Dublin, c urna immensa multidao
    concorreu a esse espectculo, mas em vez de lan-
    garem lama ao editor da Imprensa, o povo ap-
    plaudiu-o e Finnerty exclamou do assento destina-
    do a ignominia :
    Meus amigos, bem veem que supporto o cas-
    tigo com cara alegro. Tudo soffrerei, comanlo que
    os meus soffrimentos sirvam para a lberdade do
    meu paiz.
    Quando sahiu da priso em 1799, Finnerty. ten-
    do-se visto obrigado a supprimir o seu jornal, par-
    tu para Londres levando cartas de recommenda-
    cao para Curran, e, d'ahi a pouco tempo, estava
    empregado na redaccao do Morning-Chronide. Na
    qualidade de correspondente oflicial desse jornal,
    rfoi enviado a W'alcheren com a cipedicao ingleza
    em 1809 e ah leve occasiao de combater a polti-
    ca de lord Castlereagh, contra quem nutria ama
    odiosa e implapvel animosidado. Lord Castle-
    reagd, era, o ministro encarroado de negocios da
    Irlanda na poca cm que Finnerty soffreu a priso.
    e ninguem poda deixar de suppr que essa cir-
    cumstancia nao era alheia ao ado que votava esse
    poderoso escriptor ao homem que elle denomnava
    algoz da sua patria. >
    Nao seria difficil provar qae lord Casllereagh
    nao tinha a menor culpa nos Iristes resultados da
    expedicao de W'alcheren. Como ministro da guer-
    ra, dora excellentes instrueges, porm houve
    grande demora no embarque ; e, alem disso. foram
    mal dirigidas por lord Chatam, o chefe, que consi-
    derava a morosidadeprudencia, e a quem fal-
    lava a necessaria energa. Nao se deviam imputar
    a lord Castlereagh nem os defeitos do general com-
    mandante da expedlco, nnm'a febre que assoton
    o exercito inglez, mas, apezar do cuidado com que
    elle preparara tildo, como a expedgo foi mal suc-
    codida e os soldados inglezes morriam aos mil nos
    hospitaes de Flessingue e de Middlebourg, a ndig-
    nago publica voltou-se contra lord Castlereagh :
    as cartas de Finnerty inseridas no Morning Chro-
    nicle, nao contribuirm pouco para excitar e ali-
    mentar esse sentimenlo.
    Quando Pedro Finnerty regressou Inglaterra,
    os chefes da opposigo, taes como Broogham, Aber-
    crombry, lord Eorington e oulros, acolneram-o
    cora o maiorenlhusiasino: chamavam om particular
    o sen Pedro, e essa inlimidade durou emqaanto el-
    le vveu. Muilas vezes vi, na tribuna publica e nos
    geraes da cmara dos communs, esse ancic parar,
    e sem ceremonia, segurar pelo boto da casaca os
    homens mais consideraveis do partido whgs. Mais
    de urna vez foi chamado aos trbunaes, emqaanto
    lord Ellenborough esteve testa da magistratura,
    e defendeu-se a si mesmo com muito espirito e
    desembaraco. Em 1812, ao sahr da priso de Lm-
    col, onde estvera algum tempo por causa de un
    dos seus pamphletos, fez um passeio Irlanda, e os-
    calholicos, de quem eHe era correligionario (peto
    menos de nome), Ihe Ifaeram a mais cordeal recep-
    go. Em urna das retinres (meeting) que ento se
    organisavam para deliberar sobre a questao de sa-
    ber se os calholicos deviam reclamar os seus di-
    rei to- por meio de urna pe ti gao, ou eonservarem-se
    cm silencioso descontentamente ; a maioria a pro-
    nunciarse por esla ultima opinio, mando Pedro
    Finnerty levanlou-se; o seus argumentos a favor
    do systema das petige foram tao poderosos, as
    suas palavras to persuasivas, mi todos os cir-
    cunstantes abragarara o seu parecer. Cada parte
    do sen discurso terminava por estas palavra :
    Pl-tico! petgao assignae petiewe, rinde,
    correi todos, assignae petifes 1
    Produziu um effeito eletrico: 0' Coonell, que
    assistiu a esse meeting e nclle tomou a patarra
    sseverava que esse discursa- foi um do melhores
    que jamis ouviu.
    Finnerty era o que se chama um honwm d bou
    xciedade : comquanto Ihe faltasse instrwgao, fat-
    lava com facillidade, raciocina va bem e sabia urna
    grande quantidade de ancdotas polticas. Asesar
    do odio que votava ao lord Castlereagh, Dizia jus-
    tica 'sua energa, firmeza do seu bom senso; s-
    suas- maneiras distinctas, sua' polidez e a- sua co-
    ragem pessoal.
    Este manko, dizia elle, muito civil'para
    eoraigo. Sabe que escrevi contra elle eiwDbblin
    eeraiWalcheren, as prises d Vewgate- e de
    Lincoln, e-entretanto, quando- me encontra nao
    dei db cnniprimentar-ine. Detesto a sua-pes-
    soa e sua poltica mas nao posso deixar do-reco-
    nheeer que um dos homens niais bem criados da
    oamarados xwnuns.
    Na*reinado (te Jorge IV, em t&t\ ou 1825, urna
    senlnm de afc rtasse convidava-nie algumas ve-
    zes para jantar em sua casa e ah me errontrei
    com Ibao Tylor, editor proprietario do jornal o-
    Sol (The Sun, eGulherme Godroin, autor de Ca-
    le! \fllinsin,ijpc redigia um dos jornaes da tarde.
    Taylar ora daigmdavel conversago c anulo con-
    tador Jehistonas. Filho do coiebre oculisla-o ca-
    va I heiro Tylor, qne publcou as soas memorias
    em I7.ilI, abracara a principio- a i>n>ti>ao d seu
    pae, seu nema- figura na lista dos oculistas de
    Jorge 111; mas- consagrando-se ao trabalho t abrir
    os otbos ao |Hitilico (esse cco qnasi inooravol i,
    fez-sa odilor de um jornal e alem disso, tornava-se
    noavelcomo um papa-jamtme de primeira farca
    Euiei arligixla Rmstade Etiraborgo.llaziltr.diia
    a respeito do jornal de Taylwr : O Sol (19 Sun)
    apparece toili* os dias, ms- nao brilha.
    que madamoselle Hermenegilda poz un dedo na
    bocea recommendando-me silencio.
    Nesse interira voltava o-Sr. de Maufert.
    Perdoe-me, minha cara Hermenegilda. disse
    elle, o t-la incommodado at to tarde Eicomo
    provavel que nao nos vejamos amanha muito
    cedo, desde-j fago-lhe as-minhas despedidas-.
    Inclinei-mc era silencio agradecendo com om
    olhar significativo minha linda protectora o seu
    conselho. Ella responden-me com um gesto quasi I
    imperceplivel que mais pareca urna snpplica.
    Segui o-meu tutor, a quem preceda o.Sr. de-Jen-
    val : perla do aposento deixou-nos o nosso bos-'
    pede.
    Julguet til certifktar-me dos designios do
    conde.
    O coronel sem duvida Ihe ser vina-de testemu-
    nha, nao assim, Sr. conde ? Ihe pergiuiteL Devo
    escrever a dous amigos, que tenho na c'dadc-, aflra ro alguem para urna conferencia, a que a
    de quo me assistam, e-me Iragam armas ? < que o senhor assisia.
    O.conde levanlon a cabega, e ficou calado por ] Mordios labios fortemeote para nao responder,
    alguns momentos. Dir-se-hia que a minha calma No mesmo instante entrou um criado, a dissaal-
    o espanta va. I guinas palavras a seu amo em voz bausa.
    Mas eu niio poda, nao devia debrar-me : a vi-
    da de Diana estava as minhas raaos ; forgoso pois
    era descarnogar o golpe, implacavel como o des-
    tino.
    Sent, minha-porta um ligeiro ruido : fui abr-
    la. Era o-9h de Jouval. Tinha ido informarle
    obsequiosamente se precisava delle, ou de algum.
    dos seus criados. Agradeci-lhe, e vi o raeu tulor,
    que acabava de preparar-se.
    Oh f J se levantou ( bradou elle. Era. piu-
    cos momentos eslarei s soas ordens.
    Vein-me o pensamento do- sabir aflm de xr- so
    o Alsaciano estava no sen postoi
    Onde vae ? perguaiou o conde n'um tora
    qae me offendeu.
    Orai esta, senhor f Vou sahr. Tem.modo
    que filia ?'
    Talvez, replicou eMe. Km todo o caso espe
    preciso
    sonto que n<.s estava reservado. Notei qne para va j estava a ponto de parecer um estpido aca-
    edegaraoquarto, que me deslinaram, era preciso nhamento. Aproxiinei-me de madamoselle Her-
    panr t>elo do meu tutor, e que nenhuma outra sa- menegilda, dingi-lhe algumas palavras, a que ros-
    ln,la davia. Indea com urna alegra que me pareceu toreada.
    Nao i^de deixar de sorrir-me vista dessa affec- Houve nm momento, pornv em que seu pac e o
    tuosa precaucaol conde deixaram-nos ficar soznhos. Entao o
    A ceia est prompta, disse o coronel; espero- semblante tomou de repente urna expressao aam-
    os l em baixo. movida, e dos seus labios partiram ess breves
    Um Harto da hora depois entramos n'nma ele- palavras : hi-
    pante sala de jantar,em qne a simplicidade allema A janella do seu qnarto deita sobre o jaraim.
    so aceommodava com gosto ao luxo parisiense. As a chave flcar na grade que d saluda., para o aoi-
    eguarias qna enrhiam a mesa despertaram em mim que. Fuja durante a noute.
    a melanclica reeordacac dos meus de^cuidosos dias Fique! to sorprendido com seraelhante aviso,
    Durma socegado, responden finalmente: en
    carrego-rae de Indo.
    A qua, horas devo estar pseparado?
    s seto horas, se quizer.
    Aeqaiesci cera um signal de cabega, e entre no
    meu quarto; aviltar-me-hia se dsse a entender
    que ola va asestranhas precaugdes de que era ob-
    jecto.
    A vista da janella lembrei-me do singular conse-
    lho de madamoiselle de Jouval. Suppuz que hou-
    vesse ella sorprendido algumas palavras relativas
    ao duello ; e com quanto interiormente agrad-
    celas o seu interesse por mim, comtudo reveltou-
    rae o amor proprio a idea que ueste caso fazia da
    minha bravura.
    Entretanto me dstrahiam outros pensamentes :
    ludo corra medida dos meus dosejos; estava
    prestes a hora decisiva. Em poucas horas dcsaav
    penharia o meu papal de libertador, e, suppondo
    mesmo que o conde escapasse aos golpes da minha
    espada, o Alsaciano ah eslava, e eu tinha certeza
    ento do doscobrir o retiro do Diana.
    Faga esperar no salo, responden o coronel.
    Nao,acudiu o Sr. de Maufert-, esse senhor que
    venha at c. Conversaremos mais- vonlade.
    Veta-s ?
    Nao, scnbor, tornou o criado. Veiu com dous
    homens.
    Vou pedr-lha-que suba, disse o Sr. deJon-
    val a um signal do-conde.
    B sahiu.
    Pensei que fossem as nossas u-stomunlias. As-
    sentei-mc nimia cadeira, e t>mei urna posigo
    descuidosa, que dennneiava hem o proposito em
    que me achava de deixar o negocia regularse sem
    minha intervengao.
    Quasi logo voltou o coronel seguido de um per-
    sonagem, cujas maneiras pacificas pouco condi-
    ziam lesiomunha de un! duello de morte.
    0 conde fbi ao seu encontr, f-lo sentar-se, e
    disse em allemo :
    O aieu amigo coronel de Jouval Ihe iaformou
    sobre a estado das cousas, segundo pens.
    Sim, Sr. conde, respondeu o personagem que
    O sol do da segninte ergueu-se radioso no hori- o)hava pa'ra mim com curiosidade.
    sonie, a trra estava enchuta, o ar um pouco vtvo.
    Fortificado pelo descanso da noute, puz-me a me-: Resta agora justlflrar-me para com o senhor,
    ditar As excitaces da vespera finbam cedido o apresentando-lhe os motivos que mo levaram a to-
    seu lugar ao grae rcolhunento quoinvade a alma na mar esta medida rigorosa, e os direitos em virtu-
    m>- proximida/:lo da respUices supremas, la matar de dos quaes procedo. Kis-aqui os documentos
    - sem cmupmxSo 6 homem, qno mon pae escomer traduzidos, e eom o visto da nossa legagao.
    para sitlslitui-lo jnnto a mim; e bem que esse no- O Sr. d Maufert apresentou dous ou tres pa-
    raem se bouvesse^ degradado a meus olhos pela peis sellados, que o desconhecido leu com minu-
    mais infame traicao, todava bradava-me. no fundo ciosa aUengao. Snppnz lllndir-raa sobre o carac-
    d alma essa graqde voz da bumanldade, qne nao ter dessa conferencia, e que o eondo, postuiado
    emmudece ato mesmo n alma dos algozes, bens na Allemanha. mandara chamar nm tabel-

    Ikm> para confiar-Ibe algumas disposicSes-testamen-
    tanas; o que era justificado-pelo nosso-duetto.
    fci a rctiran-me.
    Fique, disse o Sr. de- Maufert, ramos oeces
    sidade da snapresenca. Em primeiro lugar apre-
    sento-oao Sr. Dr. Schultz.
    . Espero, senhor, disse-me o doulor. fue ler-
    me-ha na conta de um amigo ; e que niio desgos-
    tar da minha hospitalidad*'.
    O que- significa islo.? balbucan
    Significa, meu charo, replicn., o conde, que
    o senbor vae entrar em tr.ttamento.na casa de sau-
    de deste hbil medico, qpe se oncarrega de torna-
    jo rasoaveL.
    No-eomprehendo, senhor.
    Julgavarnie o ludibrio de alguma aberrago.
    Entretanto muito claro. O senhor est
    doudo ; e a sua pessoa interessa-me^astante, sen-
    do por wso que procuro os meios da cura-lo.
    E pretender o-Sr. condo encertar-me n'uma
    casa de-dondos contra a minba watade ? pergun-
    tei indignado.
    Nesto ponto nao tenho necessidade de con-
    sulta-lo. Acabo de entregar a Sr. doulor ama
    ordeiu legal, adquirida em virtude da deliberago
    tomada pelo seu conselho de tutella.
    Espera por ventura que me submetta > esta
    infamia 1
    Tanho tomaito-as medidas necessarias abn. de
    assegurar a execugao da minba vontade. A sua
    resistencia ser intil. Nao se irrite para nao dar
    una ni idea de si a este bom doutor, quo veiu
    Lusc-lo. AjRompanha-to-het at a sua pona.
    Oh Juro que- nao me bao de coaduzir
    vivo !
    E affastando-me sbitamente, pois me via j
    rodeado, ganhei a extremidade do quarto, decidi-
    do a defender a imada lberdade. cusa mesmo
    da profria vida.
    Vamos, vamos, senhor, disso o doutor no
    toni em que se Palla aos dundos, soja rasoavcl.
    Basta, issH o conde. O Sr. doator trouxe a
    sua gente. Acabemos cora esta scena ridicula.
    O coronel ebaraou, e dous homens se apresenta-
    r.-;m no lindar da porta. A urna palavra do dou-
    tor avancaram para agarrarme : defendi-mc com
    tal extorco que um delles redou no chao a seis pas-
    sos de distancia. Deseoracoadoa com essa primei-
    ra tentativa, elles hosilaram. A outro signal do-
    Sr. de Maufert voltaram carga : porm a deses-
    perago centuplicara as minhas torgas; duas vezes
    os repelli. Acuadoa um ranlo nao poda ser ro-
    deado ; n'um momento de descango pieclpltei-me
    para a chamin, e voltei ao meu canto armado de
    um candelabro de bronze, o tnn\ braodei em at-
    titude lo nrneacadora que um, dP. meus iggrea-
    sores largou a fglr.
    (Cuthntar-se-has) i
    Oscriade*. acodiram ao barolho : o sanguo me
    cegava. Yondo-os indecisos, exelamei:.
    Oh t PvnsaVara que me haviam da agarrar !'
    Desgragado- daquelle que-se aproximar "Smidou
    do posso matar impunemente. Ai daquelle-que
    oneontrar na minha passagem '.
    E .forraava j a minha partida para atravessar
    palo meiodeltos e ganhara ra, quaado. subita-
    lacnte a porta a que me-havia oncosuido abriese
    por detraade mim. O homem que liaba desappa-
    recido langou por sobre- minha cabeaa um patino
    que impediu-me de ver. o me envolvau.at os-as.
    iNx'ttm aaomento fui derribado c amarrado.
    Esteadido no chao, estava quasi suocado. Ras
    garanto panno no lugar do ro;to.
    Misera veis assassiaos ? vocifeieii delirante.
    Os autros se approaimaram. Assin mesa pro-
    cure! ainda defender-me, arrastando-me, e que-
    rendo morde-los. Ellos tiveram mdo: mas a final
    suceumbi ao niimaro. Tornaram a cobnr-me o
    rosto, e comprirfkindo-me os gritag, conduziram-
    nu> assim envolvido urna carreagem qae espe-
    ra va no pateo.
    O Dr. SoliiiHa. e-men tutor snbiram para junto
    de mim.
    Se ficar socegado, disse o-conde, deixa-lo--
    hemos respirar oar livre.
    E descobriu-me o rosto da aovo. Fiquei iui-
    niovol. Restava-me urna ultima, esnaj-anga. O VI
    sacia no devera conservar-se no swpoMo : cor-
    rera ao meu appelto, e me liviana amotinando.;
    populaga.
    A carruagom parta -, mas em vez de passar no
    porlo, deu urna volta.e encamnhou-sc por bai-
    xo do > aivoredos do jardiro. Abriram urna grade,
    e sahimos para o bosque. Meia hora depois arda-
    va-me encerrado n'uma ceMa de doudo.
    Niio. me record do que se passou nos tres dias
    que so seguiram. Algumas vezes, por entre um
    vu sombro, pareceu-me ver confusamente na
    fundo de um cubculo de janellas da grade nm
    desgranado mettido n'uma camisola ae.d/wd*,
    que s peda a morie I Dous homens o *ft|i'y*m-
    noute e dia para impedi-lo de arrebentar a cabega
    de encontr parede.
    Esse desgragado tinha as miabas foirues,a mi-
    nha apparencia, e a minha voz : chamavam-ao, o
    baro Andr d'Orbach.
    Mas no era eu provavelmento porquo duraa-
    te esse tempo havia deixado a trra, e viajava no,
    cn em busca de Diana, que jnhjava morta !
    (Cantinuar-se-ka.)
    '.
    PERNAMBUCO.-- TTP. UE VL F. F. RtLHO


  • Full Text
    xml version 1.0 encoding UTF-8
    REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
    INGEST IEID E7FPKU44O_85RCA2 INGEST_TIME 2013-08-27T23:39:37Z PACKAGE AA00011611_10254
    AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
    FILES