Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10252


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Full Text
AMO XXXIX ATIERO 272.
Por tns mezes adan-lados 55000
Pr tres mezes vencidos 6|O00
QUINTA FEIRA 26 DE RO^HBRO DE 1863.

Por anno adiantado. ..... 9JO00
Porte para o sBbscriptor. 3||00(J
DIARIO DE PERNAMBUCO.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o
Sr. A. de Lomos Braga; Cear. o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinhero d C; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SUL
Alagas, o Sr. Claudino Falcao Dias; Baha, o
Sr. Jos Marlins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reir Martins & Gasparino. |
ai- ., n fARTn>A DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassu, Goyanna e Parahyba as segundas
sextas-feiras.
Sa"t0. Antao, Gravat, Bczerros, Bonito, Caruaru',
V", e Garanhuns as tercas feiras.
Pao d Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob,
Boa _\ isla, Ouricurv e Exu' as quartas feiras.
berinhaem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
rs. Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Una de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao '/, dia.
EPHEMERJDES DO MEZ DE NOVEMBRO.
3 Quarto ming. aos 8 m. e 26 s. da t.
11 La nova as 4 h., 34 m. e 14 s. da ni.
18 Quarto cresc. aos 12 s. da m
2o La cheia as 5 h., 16 m. e 20 s. da ni.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 1 horas e 18 minutos da tarde.
Segunda as 1 horas e 42 minutos da manha.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sul at Alagas a 5 e 25; para o nortete'
a Granja a 7 e 22 de cada me; j para Fernando nos
das 14 dos mezes dejan, marc., maio. jui, set enov.
PARTIDA DOS MNIBUS. *
Para o Recife : do Apipucos, s 6 '/& 7, 7 'A, 8 e
8 y da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatao as 6 da m.; de Bonifica sB dam.
^i /Rerei i para APPww as 3 'A. V 4'/,, 4/
AUDD3N
Tribunal do'
cudo;
o^wnme
PAUTE QFFICIAL.
dOVERM) DA PROVINCIA.
Eipedienle do dia 23 de norembro de 1863.
Ofllcio ao brigadeiro commandante das armas.
Coin este ofllcio ser entregue V. Exc. como so-
licitou em seu orflcion. 1,947 de 17 de outubro ul-
timo, o jogo de pistolas que se achou no espolio do
major Joo Francisco do Livramento.
Dito ao mesmo.Queira V. Exc. informar sobre
o que pedem nos 4 requerimentos inclasos, os sen-
tenciados militares Manoel Antonio do Nascimen-
to, Jos Theodoro da Silva, e Feliciano Pereira da
Costa.
Ditoao mesmo.Communico V. Exc. para seu
oonhecimenlo, que deixaram de ser contratadas as
passagcns para Fernando de Noronha, no hiate
Sergipano, do cadete Jos Leoncio de Araujo e Cos-
ta, cabo de esquadra Lauriano Francisco, e solda-
do Manoel da Assumpco Mangabeira, pelas razoes
expostas no ofllcio do director do arsenal de guer-
ra, de 21 do correnle, junto por copia.
Dito ao mesmo.Pode V. Exc. mandar dispen-
sar do emprego de enfermeiro-mr do hospiulmi-
litar, o Io sargento do 4 batalhao de artilharia a
p, Henrique Flix de Dacia, e nomear para o subs-
tituir o 1 sargento do mesmo batalhao Francisco
Martinianoda Costa Lima, visto que assim convm
ao servico, como V. Exc. declarou em seu ofllcio
n. 2,180, de 21 docorrente a que respondo.
Dito ao Dr. chefe de polica.Remeti V. S. 6
laminas de puz vaccinieo para serem enviadas ao
delegado de Olinda, onde reina a varila, segundo
V. S. declarou em seu ofllcio n. 1,548, de 17 do cr-
reme.
Dito ao mesmo.Remeti incluso por copia, o
ofllcio que em 21 do corrente e sob n. 2,183, me
-dirigi o brigadeiro commandante das armas, para
que (cando V. S. inteirado do motivo porque nao
foram prestadas as 3 pracas requisitadas para con-
dueco de presos at a capital da Parahvba, d as
providencias necessarias para que o mesmo briga-
deiro, tenha sciencia do dia da sabida dos vapores
que devem conduzir presos escoltados por forcade
Ia linha, alim de que ellas sejam apresentadasnes-
sa reparticao, a lempo de poderem desempenhar se-
melhante servico.
Dito a* desembargador provedor da Santa Casa
de Misericordia do Recife.De conformidade com
a sua informaco de 21 do corrente, mande V. S.
inscrever no respectivo quadro, afim de ser oppor-
tunamente admittdo no collegio dos orphos, o fi-
Jho de Gertrudes Lourenca de Araujo, de nome Lau-
rindo.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Ao oflicio n. 835 que V. S. me dirigi em 5 do cor-
rente respondo, declarando-Ihe que lica approvada
provisoriamente a tabella constante da copia inclu-
sa, do arbitramento a que procedeu essa thesoura-
ria da etape para os corjios do excrcito existentes
nesta provincia, do pao alvo para os doeutes das
enfermaras militar de forragem para a feava-
Jhada da compar ivallaria calculado o 1
.desses vencime > rs., o 2o em 60 rs., e o
3* em 700 rs. d U)nmuncou-se ao briga-
deiro commandante das armas.
Dito ao mesmo.Autonso V. S. a mandar pagar
ao engenheiro civil Joaquim Pires Carneiro Mon-
lero, a quantia de 905322. a que tera dreito, pro-
veniente de scus vencimentos a contar de 1 a 14 de
outubro ultimo, como engenheiro encarregado das
obras do ministerio da agricultura nesta provincia,
segundo consta do parecer da conladoria dessa the-
souraria, escripto no verso do requerimento que)
devolvo e a que se refere a sua informaco de 19)
do corrente, sob n. 871. /
Dita ao mesmo.Com copias dos ofBcios do d/.
chefe de polica, datado de 16 e do brigadeiro com-
mandante das armas de 21, tudo do mez corrente,
remello V. S. em duplicata os prets na importan-
cia de 100-3960 das diarias abonadas de 7 de maio
at 15 de outubro ultimo, aos recrutas Manoel Fran-
cisco dos Santos e Jos Francisco dos Santos, alim
de que mande pagar com urgencia aquella quantia
ao alteres Felisberto da Costa Correa, como re-
qnisitou o delegado de Ouricurv capito Antonio
Cabral de Mello Leoncio, visto que foram os refe-
ridos recrutas entregues ao mesmo brigadeiro para
o servico do exercito.
Kilo ao inspector da thesouraria provincial.
Mande V. S. vender em hasta publica, urna porcao
de madeira apodrecida que foi tirada da ponte ve-
lha de Molocolomb servindo de base a essa venda
a quantia de 82,3*00 em que fo avahada a referi-
da madeira segundo consta de ofllcio do director
das obras publicas, de 21 do corrente, sob n. 231.
Communicou-se ao director das obras publi-
cas.
Dito ao vice-consul de Hespanha.Respondo ao
oflicio que em 5 do corrente me dirigi o Sr. Ga-
millo de Andradc, vice-consul de Hespanha nesta
provincia, remettcndo-lue inclusas, por copia, as
informacoes ministradas ipea reparticao da polica
das quaes consta acliarcrtj.se pronunciados e reeo-
Ihidos a casa de detencao *omo autores do espan-
camento feito em Jos JeroHvmo Garca, subdito
5 5V.4, 8'/i e 6 da urde; para Olinda s 7 d.
mannaa e 4 '/da tarde; para Jaboatao s 4 da tar-
de ; para Lacnanga e Vanea s 4 /i da tarde; para
Bemfica as *d tf"de. (
DOS TRIBUNAES DA CAPITAL,
tercio: segundas e quintas.
Relaco > tercas e sabbados s 10 boras.
Fazenda: quinta s 10 horas,.- .
Juizo do cominercio: scgunSH^l horas.
Dito de orphos: tercas e sexflWro horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meio
; dia.
Segunda vara do *el: quartas sabbados a 1 horal^. 71 J ^S^^^^t^SSSX
da Urde. | Paria 4 Filho.
. -, DIAS DA SEMANA.
W. Segunda. S. Clemente p. m,* 5. Cezimom.
24. Terca. S. Joo da Cruz c.; S. Chrysogono m.
25. Quarta. Ss. Erasmo4 Mercurio sold. mm.
26. Quinta. S. Pedro Alejandrino bm.
27. Sexta. Ss. Acacio e Facundo presb. mm.
|28. Sabbado. S. Jacob da Marca f.
29. Domingo. S. Saturnino ni.; S. IHuminaU v.
ASSIGNA-SE
no Recife, em a livraria da praca da Independencia
ca de que traU a ord. do I. 1' explicada pelos avi-
sos de 4 de fevereiro de 1839, e 8 de marco de
1.)0, a que se refere a circular desta presidencia,
de 30 de setembro ultimo, em observancia do aviso
circular expedido pelo ministerio da justica de 17
do mesmo mez.
Entreunto, informe Vmc. qual a razao da vaga
desse ofllcio, se esUva vitaliciamente prvido, por
quem c em que dau, qual a lei, decreto ou provi-
so que o creou e se era exercido isolada ou cu-
mulativamente com outros, e quaes, devendo Vmc.
dar a respeito destes, no caso aflirmativo os mes-
mos esclarecimentos exigidos acerca daquelle.
Portara.O presidente da provincia, attendendo
ao que requereu o promotor publico da comarca
de Pao d'Alho, bacharel Bartholomeu Torquato de
Souza e Silva, resolve conceder-lhe 3 mezes de li-
cenca sem vencimentos, na forma da lei para tra-
Ur de sua sade nesta cidade.
DitaO presidente da provincia, attendendo ao
que requereu o bacharel Jos da Costa Dourado,
promotor publico da comarca de Garanhuns, re-
solve conceder-lhe 30 das de licenca com venci-
mentos na forma da lei para vir a esta capital.
DitaO presidente da provincia, resolve nomear
a Alvaro Ueha Cavalcante Campello para o lugar
vago de porteiro da reparticao das obras publicas.
muito tempo para que se desenvolvesse essa hu-
milde sement do futuro ; o poder central consu-
mi tres seculos em readquirir o terreno que
havia perdido em alguns annos.
Durante esse longo lapsa do tempo nenhum dos
homens que na Franca leve o titulo de rei, pode
fazer reviver a inslituico da posta, aUrbuto de
um poder territorial que de facto elles nao exer-
cia. Se ento alguns grandes vassallos eram de-
signados as carus com o antigo nome de vereda-
rii, nao indica isso mas do que urna funecao ac-
cidental, seno um titulo puramente honoriflco. O
restabelecimento definitivo da posU foi devido,
como se sabe, a Luiz XI. Esse mo homem de ge-
nio installou essa poderosa machina de governo
taxa offieial publicada em Franca.
Nos limites de cada parlamento o porte de urna
carta e sua resposta era coUdo em tres dinheiros
tornezes; 15 era o porte de um pacote de mssi-
vas que pezasse menos de urna onca, e 20 o do
umente op^rmudas por nossos raandUrios.
pe certa, debaixo do ponto degista do interesse ma-
terial tena sido preferir! que a universdade, co-
mo fez um seculo mais tarde, tivesse procurado
converter em eneflcio dessa instituicao os provei-
tos que ella dava. Mas nao se pode deixar de ad-
mirar essl manfestacao enrgica do antigo espi-
rito de desihteresse e de caridade, essa preoecupa-
cao exclusiva da dignidade mora!, que sempre as-
senta perfeiUmente nos directores de urna grande
.. ----------- t...... ruUviuoa menina uo finnu M.-111.1 "'iit'iiaiueme nos directores re iimi cranrli-
cava vigorosamente.
Entreunto mais de duzentos annos antes, cir-
cunstancias em que a autoridade civil naoteve
parte, seno secundaria e indirecta, tinham esta-
blecido em Franca um meio de circulacao e
communicacao mais modesto, menos rpido, po-
rm de um uso geral e popular. Referimo-nos
ver, segundo a bem cabida expressao de um es-
crqitor moderno: t um desses restos do passado
que permanecem dignos de contemplacao.
Esse curioso documento apenas alguns annos
posterior ao pnmeiro estabolecimento da posta em
Franca. Luiz XI nao tinha as intenc5es desinteres-
sadas dos dignitarios da universdade ; mas nao
instituicao dos carros pblicos ftnessagerieis), de parece ter cogitado nunca nue a transmisso da
ongem parisiense, que merece tanto mais ser aqui correspondencia particular seMdeu^WMMr
tT? nrinc\rr,n,mi'lqUif *eca]o1 vico que estabelecra m fiffioto SSoSdaTo
.-__ ----------i""v "" utas nuunua.-..; loi o principal instrumento da correspondencia plenoexercicio da snherinia
-(jommumcou.se ao inspector da thesouraria pro- privada A' universdade de Pars cabo a honra O prembulo, e os princfpaes artigos da famosa
n,JLn^cM a desse estabelccimento que prestou tao grandes ser- ordenanca que promulrtra Ao coniadodnVtev
Dita-0 presidente da provincia tendo em v sU ricos a nossos pais. c A alta renuucao uue havia tos romano* nV2TrrS. '.?? aP a -a-?
o que requereu Joao Vicente Ferreira Passos, re- adquirido desde os pr.mcirS teuiWattrania para os senhuSTd ?2 coKlho1 muiSmoortanta
!&???* 'f f6 de 7 de abril de ella de todas as provincias, um nVmero prod.gio-; e convenientea?SSs7XM raoVKi^So
183 aposenla-lo no lugar de porteiro das obras so de estudantes.... como entao nao havia m- obter acilin^e uoK
publicas cora o ordenado correspondente ao tem- modidades publicas para a correspondencia, a I mittr quando,bem ihc niSrsS w s^ i SS*
^men^V'?0 V C0?' e- i8?M,e ntormidade universdade leve perraisso de eslabelecer raen- j ciso teVmSEi a?SC^tf^aSaK
IZZ KeLdarC0D,^0,'ia da -therraria pr- Sageir0s P? ir e vir de Paris as Provincias, levar em quaesquer lugare, ue se OzesL sen ir es
InZtl^u^f^.1^0^0 ^respectivo as cartas dos estudantes, e trazer as respstas, o sa necessidade, u,n, cero numero de cavaCsde
inspecor datado de 31 de outubro ultimo sob n. d.nhe.ro, a roupa e os pacotes que seus pais Ins distancia emrdistanri ^Sr S dm nni w
.?U.-Lommunicou-se ao director das obras pu- quizessem rcmetter (Lamare, tratado da policia, --
iCvS' n a IV'608^- Havia 9r<*ndes e pequeos mensageiros
nau presidente da provincia attendendo ao da universdade : os primeiros eram no principio
que requereu Joao Bernardo Neivas de Fgueiredo, burguezes de Paris que serviam do corresponden
guarda da alfandega desta capital, e bem assim o tes dos mocos que pertenciams provincias com as
que a este respeito informaram as repartieses quaes aquelles tinham relacoes. Nao s se encar-
competentes, resolve conceder-lhe dous mezes de regavam de fazer chegar as cartasVe retpostas e
iicenca com o respectivo sold, para tratar de sua de proporcionar aos estudantes meios de traas-
sauae. porte, mas adiantavam-lhes.-o dinheiro de que
Expediente do seereUrio do governo. precsavam, quando interrompidas as communica-
Ofljcio ao commandante da canboneira tjala/. ^s em consequencia de perturbacoes civis. Esses
-OExm Sr. presidente da provincia, manda ac- grandes mensageiros eram aggregados un ver-
crliiln 'K'ii.-t.Liii m -f--**- J_ '
IV, b8). Havia grandes e peqttenos mensageiros e elle nodesse receher nnic a ni,n rm nf.v>npne5n' .J^ "?">.'".a _a
que tivesse maior peso
Essa tarifa, estabelecida em base flxa, fosse
qual fosse em cada circumscripcao territorial a
diirerenca das disuncias, aprsenla, como se v,
muita analoga com o svstema hoje em vigor em
toda a Franca.
Bepois de'urna serie de ensaios acabou-se por
voltar ao ponto de partida, e o interesse publico,
bem como o particular, com isso fleam satisfetos.
Seguindo o exemplo dos inglezes, nos nao temos
feito em realidade mais do que abracar as tradi-
coes de nossos antepassados.
A execucao dessa medida encontrou grandes dif-
ficuldades durante os primeiros annos. Como at
entao as tnessageries, denominadas regias, eram
exercidas por commisso, a quem o parlamento, o
tribunal das aides, e mesmo os juizes ordinarios
haviam encarregado disso, achando-se elles assim
com sufllcientes poderes no exercicio de suas func-
coes, nao se encontrava muito quem quizesse
supportar esses botos encargos (Lamare, 611.)
Isto nao agradara a Henrique III : em 1582 pu-
blicou elle urna declaraco confirmativa e explica-
tiva do precedente edito. Querendo que esses
mensageiros anteriormente prvidos nao tives-
sem motivo de queixa, declarava que elles, assim
como os novos, nao poderiam continuar no exer-
cusar recebido o ofHcio de 20 do errrente, em que
\. S. participou ter chegado ao porto desta cidade
com destino ao Maranhao a canhoneira a vapor
Iijuatimy.
Despachos do dia 23 de novembro de 1863.,
Requerimentos.
Alvaro Ucha Cavalcante Campello. -Passa por- lor.n*ado ma,s regulares,
taria nomeanda o supplicante. geiros tenderam a tornar-so puramente
Bacharel Bartholomeu Torqiato de Souza e Sil- ?* Mas os ver^adeiros creadores das message-
va.Passe portara coucedendo a licenca pedida rte\ modernas> Que duraram at o estabeleciraen-
sein venciraento. \ ,0. s vias 'erreas foram os pequeos mensa-
Felizardo Antonio Ferreira. Nao pode ser at- <"e'ros *' ou mensageiros ordinarios, designados
tendido em visu da informaco do brigadeiro com- nos an,l8s registros da universdade pelo nome
mandante das armas. mecnico pretencioso de nuncii volantes, t O ob-
ielden Brothers.-Informe o Sr. insnector Ba J^ft de snas funcc>es primitivamente era o ser-
vigo (subalterno) dos professores e dos estudantes ;
mais urde, porm, e sem opposico, chegaram a
levar as cartas dos particulares, e tudo o mais de
e elle podesse receber noticias de seus vismhos
quando Ihe aprouresse.
Era redado, sob pena de morte, aos mestres cor-
redores csUbelectoos de quatro em quatro le-
guas as estradas do dito reino, dar em aluguel c-
vanos, fossoa quem fosse, sem ordem do rei, e do
chefe supremo dos corredores.
A forma dessas ordens ou passaportes era indi-
cada em um artigo especial; deviam ser redigidas
peles chefe supremo dos corredores, ou por seus
prepostos, e conterem a declaraco expressa de
terem sido vistas, e nao conter em cousa al-
Suma contra o rei as cartas de que se fazia porta-
or aquelle que obtivesse o passaporte.
1}
tbTsouraria de fazenda
O mesmo.-Informe o Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda.
GertrudesLourenga do Araujo. Mandou-se ins-
crerer o fllho da supplicante para ser opportuna-
mente adiniltido.
Dr. Joao Antonio Corueiro.- Remettido ao Sr.
director geral da instrueco publica
nar e dar o seu pa
as aulas publicas,
sidade, assistam as procissoes do reitor, e j em
li78 formavara urna confraria nos Mathurinos.
Havia apenas um por diocese, tanto dentro como
fra do reino, e nao podiam fazer viagem seno
para a diocese de que eram mensageiros. Depois,
e a medida que as relacSes com Pars se foram cia particular, parece que equivala a negar a esta
as runecoes dos mensa- o auxiliada posta. Mas, confrontando os termos
i- dessa ordenanca com a poca e circumstancias de
sua publieacao, v-se que esse luxo de precauces
nao se refera seno oligarchia feudal, cujos l-
timos campeoes eram ento objecto de urna des-
conanca perfeiUmente justificada, pois que n'esse
mesmo anno declarou-se a guerra denominada do
bem publico. Essa ordenanca de Luiz XI, acto me-
mora vel,_e a que at hoje se nao tem presUdo mul-
ta attengao em nossa historia, revelava a reaqui-
sicao da posse immediaU do territorio francez pe-
la autoridade suzerana. Era de facto um largo pas-
so no caminho do progresso, da centralisaco e da
unidade administrativa.
A insttuicao postal desenvolveu-se considera-
velmente no seculo XVI, mas foi no XVII que sof-
freu urna modifleaco cssencial, addicionando-se-
rcm nova proviso, e pagarem o imposto >, que
era a grande questo, sob pena de 100 escudos de
multa ; que era vedado aos juizes moderar, ncor-
rendo por isso na obrigaco de pagar o resto por
seus bens. Alm disso, os ofllcios desses conces-
ionarios recalcitrantes eram reputados vagos, e
como taes postos em leilo, em proveito do rei.
Essas medidas enrgicas provam que o producto
das messageries altrahia cada vez mais ; porm as
cousas nao andavam tao depressa como os de-e-
jos, e as prescripcoes da declaraco flearam longe
de ser execuUdas ao p da lettra, principalmente
a disposicao, entao verdaderamente exorbiunte,
que sujeiuva os mensageiros especiaes da univer-
gens e para sirgas que o preco de cadacarallo
por da, sena, alm da despeza ordinaria, de 20
sidos tornezes, e de 25 para os de sirga. Pres-
creveu que se esUbelecessem em todos os lugares
onde conviesse acommodidade publica, mestres de
muda obngados a ter um nuaiero de cavallos pro-
pnos para os differentes servicos, que seria flxado
conforme as localidades, por delegados regios. Es-
sas commissoes de mestres de rauda eram conferi-
das por adjudicacao publica. A preoecupaco do
re era .que os cavallos de muda fossem conser-
vados e que a preleneo que elle tinha de favore-
cer e beneficiar o publico nao fosse ilidida tw
esbulhos e estragos.
Por isso quiz que todos esses cavallos fessem
'avocados, para si, isto repuUdos seus. e por-
lanto marcado na anca com a inicialH-e com
urna flor de lvno, e que todos aquelles que se
apossassem desses cavallos, fossem processados e
punidos como ladroes e salteadores de estrada.
U zelo pelo bem publico levava muito longe o bom
re, quando assim se constitua o nico alugador de
cavallos em toda a extenso de seu reino, prohi-
binuo sob pena de multa e de confisco quer que se mvolvesse, sob qualquer pretexto, no
fornecimcnto e aluguel de cavallos, nao tendo com-
misso parapossuir as ditas mudas. Henrique
IV e seu digno ministro Sully, porque se mostra
inspirado nessa solicitado pelos interesses agrco-
las, loram alem do lira, por excesso de boas nten-
coes.
... -- --v |....-....,...i n.. -]-~ -jv... a iti<.i?at:uv$ uspeciaes ua univer
Bisa rormaiidade que exclua absolutamente, sidade a tirar,como os outros, nova proviso da au
perante a autoridade, o segredo da corresponden- '
que estes os querim encarregar, como embru-
lhos, dinheiro, sacos de processos....
Depois anda emprehenderam transportar pes-
ssoas, e mesmo fornecer-lhes cavallos e alimen-
to. Assim formaram-se no reino as primeiras
i...- .liiui jiiiLiiica>. : ..pi w, wui t uo uiiiuiiciiu t|ue me pcriciiceii
Bacharel Jos da Costa Dourado. Passe porta- originariamente.
a concedendo a licenca requerida. ?eria fazer injustica aos famosos patachos, que
Jno Vic'hIi' l'.'rr..i"o i)-..-.-,..- n .-__.._:. existiaiii. nao ha anda miiim ipmi n iiimm
bespanhol, Manoel FranciseoTpereira, Jos Ferreira
H:i ^ilvn p fnrnnvmn I-'..ri-<>i*. .i c...i... n^n..n
da Silva e Jeronymo Ferrei
ao mesmo Sr. vc-consul os
tima e consideraco.
Dito ao commandante supe
nal de Santo nfor-xpeca
para que o batalhao n.
nacional sob seu commando
da Cunba.Renov
leus protestos de es-
ir da guarda naci-
f. S. as suas ordens
antaria da guarda
- superior, preste urna
guarda de honra para assistr a festa derNrS. da
(.onceicao na igreja matriz da freguezia de Santo
Anlao, no dia 8 de dezembro proximo^vindouro
Dito ao director do arsenal de guerVa.Mande
\. S. fazer nesse arsenal com a possiveh brevidade
12 cornetas de cobre para o servico do corpo de
polica, remeltendo-me a conu da respectiva des-
pza para ser indemnisada pela thesouraria provin-
cial.
Dito ao mesmoDevolvendo V. S. a conUque
veio annexa ao seu oflicio de 6 do corrente, sob n
l'i."i da despeza feta com o enterramento do cada-
ver do ex-aponUdor desse arsenal, Francisco de
Resende, tenho a dizer que a importancia de se-
melhante despeza nao pode ser satsfeita com os
vencimentos deixados pelo tinado, relativos ao mez
de outubro do anno passado, pelas raz5es exnosus
pela contadoria de fazenda no parecer junto por
copia, rom que concorda a informaco do inspec-
tor da thesouraria de fazenda, daUda de 21 do cor-
rente, sob n. 881.
Dito ao mesmo.Mande V. S. admittir na com-
panhia deaprendizes desse arsenal, se estiver as
condicoes legaes, o menor Joaquim, que Ihe ser
apresentado rom este ofllcio.
Dito ao jola municipal de Ingazeira.Respondo
ao seu ofllcio de 24 de outubro ultimo, dizendo-lhe
que o eaerivao de orphos desso termo, pelo facto
de ser interino, nao est iserapto de prestar a flan-
na concedendo a licenca requerida
Joo Vicente Ferreira Passos. Passe porUria
aposentando o supplicante com o ordenado cor-
respondente ao tempo que servio as reparticoes
provinciaes.
Jos Marques Bacalho. Passe porUria nome-
andoo supplicante.
Joaquim Milito Alves Lima.Informo o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Manoel de Almeida Lopes. Satisfaca a exigen-
cia consume do parecer fiscal.
Raymundo Jos de Santa Anna. Informo o Sr.
Dr. juiz de dreito da comarca de Nazareth.
EXTERIOR.
A admlniscrafo dos crrelos
SUA HISTORIA E SITl'ACAO ACTUAL.
Primeira paule.
(Concluso.)
II
Entre os Romanos, como entre os Persas,
existiam, nao ha anda muito tempo, em agns
cantes pouco adiantados, o compara-los a essas
messageries primitivas,que em nada correspoudiam
s ideas modernas que esse nome despena, por-
que ainda nao havia nem panidas determinadas,
nem modo continuo de locomoco. Emprega-
vam-se vehculos quando o estado dos caminhos o
permittia, e nunca por muito tempo seguidamente.
O resto da viagem fazia-se ora embarcado, ora em
cavallos ou machos de aluguel, ou simplesraente
a p, conforme as localidades e circumsUncias, e
cada um chegava como podia.
Os mais amigos documentos sobre as message-
ries, jndcados pelos historiadores da universda-
de, sao carUs dos res Pbilippe o Bello f!296) e
Luiz X (1315.) '
As primeiras refercm-se principalmente s k's-
sageries da provincia de Flandres ; s quaes con-
cedia-se livre transito para ida e volta. O carc-
ter das segundas mais geral : Luiz X conllrma
os privilegios concedidos universdade por scus
predecessores, concede aos estudantes e aos seus
mensageiros plena e inteira liberdade de transito
--------, ,-----ca para exami- "" ". "-*> ijh" pi uncirs ireu urna mooiucacao cssencial, addicionando-se-
naredaroseu parecer sobre a adopeo da obra meiSa0^, de que a faculdade das artes dspoz Ihe a correspondencia particular cuio servico ha-
sempre, como de um dreito que Ihe pertencera via sido feito at entao a principio pelos nuncii vo-
> PaQCA iwwta. lantes da universidado, depois, e em concurrencia
com elles, pelos mensageiros denominados re-
gios, t jurados o recebldos no palacio do parla-
mento.
O estabelecimento desses novos mensageiros
deye remontar pelo menos a Luiz XI, porque sua
existencia ofllcialmente revelada pela primeira
yez em urna deciso de 1484 e a volumosa col-
leccao manuscrpta denominada Toisy, relativa
posta c mensageries, que se acha actualmente na
bibhotheca imperial, contm nquertos e outras
pecas de processos anteriores concernentes a con-
tenacdes ja suscitadas por esta concurrencia uas-
cente.
Essas qnestoes continuaram em todo o seculo
seguiote com urna vvacidade que naturalmente
augmenta va medida que os interesses que nellas
se achavam invoividos tornavam-se mais impor-
tantes, em consequencia do progresso incessante
da circulacao e da correspondencia.
Desde o principio os mensageiros regios, que de-
pendam direcumente da junsdiccao do poder so-
berano, obtiveram a proteceo oeste. Essa pro-
teceo se manifesU de um modo notavel no edito
de 1573, que Ihes concede o monopolio do trans-
porte de todas as malas de processos criminaes,
civis, o de informacoes, inqueritos, e outras cousas
semelhantes, e fixa em dous sidos o porte des-
ses autos, que era antes de doze dinheiros. A
insttuicao dos mensageiros regios foi reputada e
amplificada pouco tempo depois pelo edito de 1576,
um dos mais imporunies documentos histricos
sobre a materia. Apezar das guerras religiosas
e dos grandes males que ellas derramavam em
todo o reino, o progresso na sciencia do governo
attestado por esse edito.
A rcgularisaco do servico publico prendia-se
a urna combinaco financeira perfeiUmente defi-
nida. Itor esse edito, perpetuo o irrevogavel,
o re crclva em cada sede de baliado, senescala
e eleiees... um ou dous mensageiros ordinarios,
para serem providas nesses lugares pessoas ca-
pazes e de necessaria poricia, prestando urna cau-
ca de 500 libras por urna s vez, e pagando pelo
provimento o que fosse laxado a cada um
del les.
Urna disposico transitoria muito curiosa des-
tinara os dinheiros que proviessem desses ofB-
cios, pela primeira vez, as despezas da artilha-
ria. O privilegio do porte das malas de proces-
sos era confirmado e garantido a esses mensageiros
a prohibico expressa a todas as outras
_ e ..
e de transmisso para as carUs e bagagens.
As funecoes de nuncii volantes foram a princi-
geralmente era todos os imperios da antigudade, po conferidas a titulo gratuito ; era, no ponto de
a transmisso da correspondencia tinha sido um vista dos digntarios primitivos da universdade
uos ramos da insttuicao postal, especialmente um modo de fazer vi ver a gente pobre, mas ho-
destraada ao uso do soberano. Esse servico pu- nesta, o aproveitar seus servicos. Mas, desde o
Mico nao foi esquecido na restaurado grandiosa, tempo de Luiz XI, como fossem essas funccSes se
mas epnemera, do poder romano, realisado por tornando mais insensivelmenle lucrativas eram
po7i7g..i i .. i cada vez mais procuradas, posto que diversos pro-
i elle communicacSes re- curadores da nacao, de Franca, que era onde ha
guiares e frequentes entre estas tres grandes frac-
coes de seu imperio, a Germania, a Gallia e a
Hespanha ; mas poucos annos Ihe sobreviveu essa
orgamsacao. A partilha de seu espolio, as inva-
soes do barbaros, e o esUbeleeimcnto do feuda-
lismo, fizeram desapparecer todas as rclacSes in-
timase habilua?-entre os diflorentes territorios,
um momento estreitad0spor jm prodigioso es-
forco de genio. As communicaedes tornaram-se
cada vez mais raras e accidentaes, e em mutos
casos impossiveis, mesmo entre estados ainda li-
gados pelo laco nominal da suzerania. O feuda-
lismo que teve sua razo de existencia e de gran-
deza em urna poca de cataclisma social, tenda
via maior numero de mensageiros, lembraram-se
de multiplicar e vender caro esses ofllcios a pes-
soas ricas, porm pouco escrupulosas, que acha-
vam meios, ainda assim, de jogar com elles. Em
1172 os altos funecionarios da universdade senti-
rara-se vivamente impressionados visu desse
abuso, que eonsideravam prejudicial dignidade
do ensino. Por esse motivo, em novembro desse
mesmo anno, foi convocada a reunio de urna as-
sembla por Joo Rauln, professor de philosophia
no collegio de Navarra. O antigo licro dos estatu-
tos e dos procuradores da nacao em Franca, con-
servou-nos o texto das revolucoes notaveis, por
mais de um motivo que se tomaram n'essa assem-
toridade rea..
Essa igualdade, pelo menos prematura, era tanto
mais difticil de estabelecer, quanto certo que nao
obstante as medidas liberaes tomadas pela univer-
sdade, 100 annos antes, em prol do seus mensa-
geiros, os procuradores nao sentam constrangi-
mentoem exigir delles elevadas quantias. Espe-
cialmente depois do edito de 1576 procediam deste
modo, julgando que fra simplicidade nao seguir o
exemplo do rei, que dispunha as cousas de modo a
tirar tanto proveito das proprias messageries. Para
que a similitude fosse perfeita, seria necessario
que o lucro oblido por esse meiopassasse das mos
dos procuradores para os cofres da universdade,
mas elles nao levavam a imitaeao at esse ponto.
Por outro lado, nao havia a menor injustica em su-
jeitar essa catliegoria especial de messageries a duas
imposices, que demais importava urna violacao
dos direitos c immunidades universitarias. Hen-
rique IV deu-se pressa em abolir essa disposico
de seu predecessor por urna declaraco de 9 de
agsl0,de 1597, em que dizia que as messageries ju-
radas da universdade nao seriam perturbadas no
gozo de seu oflicio, nem obrigadas a pagar ao re
qualquer tributo em virtude do precedente edito
geral, que Ihes nao era applicavel. Ordenou mes-
mo, e t muito expressamente, que o tributo que
qualquer dos ditos mensageiros houvesse sido
compelhdo a pagar-lhe fosse restituido. Essas
equidosas restituicoes sao raras na historia finan-
ceira dos novos mas civilisados. O senso e o co-
racao bearnez revelam-se nesse facto.
A insttuicao da posta de cavallos, toraou por sua
parte largo desenvolvimento durante o seculo XVI.
>o principio nao se fazia nenhumadistineco entre
os inestres corredores ou mestres da posta, que re-,
sidiam em posUs Dxas, e aquelles que seguiam o
re para fazer as viagens que os negocios deste ex-
giam que fossem rpidas, tanto dentro, como fra
do reino (i). Uns e outros eram repuUdos mes-1
tres de posta da estribara, e como taes ofllciaes
Nao tardou muito que nao reconhecessem que
entre essas disposces novas, havia algumas in-
exequiveis e pergosas. Ura dos maiores inconve-
nientes era o prejuizo que devia inevitavelmente
soflrer a posta ordinaria. Debalde o rei declarara
que tde nenhum modo tinha em visu prejudicar
esse estabelecimento, e seus direitos, privilegios, e
immunidades; ou prohibir aos mestres demuda
fornecer cavallos para correr a posta, e impedir
todas as pessoas que viajavam de fazer galopar
seus cavallos de aluguel. Ainda assim creara de
tacto urna concurrencia desastrosa para a antiga
insttuicao. Os cmestres de mudas, instituidos
pelo edito de 1597, nao eram na realidade seno
novos inestres da posta, investidos pouco mais ou
menos das mesmas isempeoes e privilegios, e com
facilidades de beneficios de facto muito maiores.
Deram-se-lhes al inspectores geraes cuja posico
era egual do fiscal geral da posta. Esta ultima
funecao era ento exercida por um senhor Mas,
tiomcm activo e intelligente, que muito havia tra-
balliado por conservar alguns restos da posta nos
precedentes reinados.
Dirigir elle ao conselho do rei memorias sobre
memorias para demonstrar que essa nova organi-
saoao acabava de arruinar a verdadeira posta.
Provou que a interrupcao ineviuvel e prxima de
communicacoes rpidas occasionaria grande de-
mora na expedifo das cartas e despachos do rei,
e. que esse facto faciliUria o accesso ao territorio
francez a estrangeiros mal intencionados que, em
lugar de tomar a posU, nao deixariam de servirse
das mudas estabelecidas nos atalhos, e assim se
sublrahiriam s vistas dos ofllciaes do rei.
A estas consideraces addicienava elle urna of-
ferU que nao podia deixar de ser eloquente na s-
tuacao em que se achavam as financas reaes, e vi-
nha a ser, entrar como urna grande quantia para
os cofres, afim de ser subrogado na direceo das
mudas.
Tudo sto commoveu o rei, e decidio-o a revo-
gar o que havia feito, e a supprimr as mudas ao
menos como inslituico dislincta (edito do mez de
agosto de 1602.)
Mas, para nao privar o publico da commodidade
que elle tinha de viajar por dia, unioe incorporou
o estabelecimento das mudas posta, e encarregou
os mestres da posu de fornec-los ao publico pelo
preco de mia posta smente por cavallo.
Em consequencia disso, ordenou pelo mesmo
edito que o fiscal geral eslabelecesse postas nos
atalhos onde ainda as nao havia, com a faculdade
de abrir em cada cidade capital estaces para for-
necimento de cvallos, aluguel por dia, e prohi-
bi a outros quaesquer aluga-los sem sua permis-
sao.
Este novo regulamento exerceu grande influen-
cia no destino da posU franceza, influencia benefi-
tres ae posta da estribara, e como taes ofllciaes Icia no desuno da posU franceza, influencia benefi-
e fmulos do rei, e isentos de pagamento de quaes- ca debaixo de certas pontos de visu, e prejudicial
quer tributos, auxilios ou subsidios. Em breve,! debaixo de outros.
porm, e por forgadas cousas, esUbeleceu-se entre Em primeiro lugar
os mestres de posta do sequilo e os das provin- dous in" e seiscentos
cas urna notavel differenca de jerarchia, toda em eal> rei lirmava pai
beneficio dos primeiros. nopolio, cujo exercci
essencialmenle para a formacao de grupos solados, bla. t Quando apparecern novas" eiiferraidades,
e nao poda garantir-lhes tranquillidade, seno cumpre preparar novos medicamentos.....Ha al-
multiplicando em torno delles obsueolos cbarrei- gum tempo nos chegam aos ouvidos vivas e fre- s
ras. t Nao se poda estar tranquillo, repete em quentes queixas a respeito dos abusos e excessos i com
cada pagina um dos jaros historiadores desses que se commettem diariamente a proposito da I pessoas,'fosse qual fosse seu estado, condcoc
tempos dosditosos senaonas localidades mais re- creacao e investidura dos ofllcios de mensageiros quahdade de conduzir essas malas e aos escri-
C05d"\S ^de,mha,S d.'mp'1 aCCeSS0'* noss? na5ao ( de Fran?a > A,*uns tosiossos I ves de recebe-las, sob penTde urna multa
Nessa estranha situacao em que a guerra se ha-' procuradores, sem que previamente nos tenham me para esses lempos isto 500 libra" ornezas
va tornado o estado normal, e de certo modo, consultado, nem conrocado, tem efectuado promo- i parte para o flTpaSSnM SK
permanente, as reg.Ses menos abrigadas eram na- c5es por dinheiro, convertendo assim em materia sados por taes mfraecoes men.ageiros e
turalmente as mais pergosas, sendo que as gran- i vonal urna concesso essencialmenle gratuiu e de V-se Umbem fieurar rea nrimeira vez nesse
des estradas nao eram ma* do que largos espa-'caridade pietatis intuitu. D'ahi rcsulum nesse edito urna id" queVn orSw-se mufm
eos abertosa desiruicao. Anda assim, porm, o servico urna concurrencia e contuso muito preju- isto ^r^pi^o^i^T^S^eZlZ'
insiincto de sociab idade nolenUmenle rechaoado dicial, nao s aos interesses, seno umbem pro-' dos mensageiro em das fixos I fin de aue ca
pela barbaria, man.festou-so por frequentes rea- pria reputaco da universidado, que temos por de- da um tTOSMrKWoJd
Ces durante a media .dade ; a religio, o com-, ver conservar pura de qualquer mancha.... Por quizesse remeei- q ^
memo, e a propria sciencia, tiveram seus argo- essas razoes, determinamos : l." que de hojo em Essa regularidade de servico era imnosta -m*
nauta*. A modesta industria de alagar cavallos diante nenhuma promoCo possa ter lugarlenao mensageiros T,p?Xr^\i^
dc.lanciaPara &3W,!lWr^..t CUrto ^ "^ 2* s<>,Mnnemenle.' 2\f",e nos" e a obrgaeo efa tao confoX a'tens nSS^
(I Manca, e a subida e desoda das ribeiras, nun- sos procuradores nunca possam exigir de nossos como aos do publico que assim naturalmente era
c-'a foram totalmente interrumpidas mesmo as mensageiros debaixo do qualquer pretexto, qur levado a conflar-lhe, de preferencia a todos os m-
da media idade. Era necessario de promocao. quer de sell de cartas, qur de al- tros, nao s as mercaduras e o numerario que
peiores pocas
beneficio dos primeiros
Tornaram-se estes especialmente expressos, ou
correos de gabinete, Picando os outros apenas mes-
tres da posta. A primeira idea de Luiz XI era em-
pregar Ivabtualmente os t mestres coiredores a
transiuitlir de eslaco era estacao os despachos da
corte at seus deslinos, e mas tardo voltou-se a
um systema derivado desse, quando a annexaco
posta da correspondencia particular determinou o
esUbelecimento das mala-postas.
Mas o emprego dos expressos para transmisso
dos despachos foi preferido, como mais rpido e
seguro, pelos successores de Luiz XI, e os mestres
da postayiram-se reduzidosa funecoes subalternas
em retaco a esses correos.
Por outro lado, porm, ganharam em lucros, o
que perderam em posico. Em consequencia de
se liaver dado, conforme as necessdades do tempo,
maior extenso ao titulo original, o uso da posta a
cavallo tornou-se de certo modo publico no seculo
XVI, salva, est claro, a obrigaco do passaporte,
e o preco elevado desse modo de transporte, que
ento, como mais tarde, tornava muito restricto o
seu emprego. Havia nessa poca em Franca gen-
te basunte rica para viajar pelo preco da Urifa
posul, isto pagando t dez sidos por cavallo pelo
espaeo de quatro leguas Um dos maiores pro-
veitos dos mestres da posU, nascia do privilegio de
transportar os estrangeiros. Esso privilegio, ins-
cripto em seu titulo fundamental, nada tinha entao
de illogico, nem vexatoro, porque no tempo de
Luiz Xl os estrangeiros que podiam satisfazer o
gosto pelas viagens, eram bastante ricos.
No remado de Henrique IV, augmentou-se o nu-
mero dos mestres da posta, e sua inslituico foi
democratisada, em consequencia de urna compli-
cacao que merece reparo. As guerras religiosas
tinham arrumado, na maior parte da Franca, a an- ,.
liga industria de alugar cavallos. Henrique IV ser tido como ponto de partida de urna nova era,
quiz faze-la reviver e regula-la de tal maneira que "
os viajantes e os habitantes do campo, nao ficassem
expostos j aridez, j penuria dos ahigadores.
Para esse Dm resolvou estabelecer judas desses
(1) Ordenanca de Francisco I de 3 de setembro
de 1543,
Era primeiro lugar, com a aceitaco de trinU e
e seiscentos escudos oflerecidos pelo fis-
' "nava para o oflicio da posU um mo-
,. exercicio durante mais de dous secu-
los occasionou innmeros processos, e deu mais
proveito a mutas geracoes de gentes do foro, do
que commodidade aos viajantes.
Em segundo lugar, urna longa experiencia de-
monstrou que na maior parte dos casos era inte-
ramente impossvel, ou pelo menos muito difticil,
aos mestres de posUs accumular servicos de gran-
de e pequea marcha; e que elles com menos tra-
balho e mais proveito, recebiam dos alugadores o
respectiuo aluguel, sem cousa alguma fazer por
si. Depois este monopolio foi consolidado pelo ce-
lebre regulamento de 1670, que explicou e confir-
mou o de 1602.
Dsse regulamento inspirado por Louvois, sujei-
tou definitivamente os alugadores de cavallos por
dia ao pagamento da indemnisacao annual de seis
libras por cavallo, o que a maior parte recusava
pagar, pretendendo que o edito de 1602 nao Ihes
dizia respeito.
Sabe-se quanto os progressos ulteriores da via-
bilidade e coleridade das communicacoes, foram
proveitosos durante mais de dous seculos a esse
monopolio, quando os emprehondedores de messa-
gerie adoplaram o systema das mudas.
Se, porm, esse monopolio secular teve eus in-
convenientes, tere Umbem suas vanUgens. Os
meios que elle fornecia a administraco central,
collocaram esU em condicoes de multiplicar os es-
ta belecimentas de posta de cavallo, em todas as
communicacoes directas ou transversaes em toda
a extenso do reino, accelerar assim a transmisso
da correspondencia relativa aos negocios do Ma-
do, e annexar a isto o principio facultativo e de-
pois ohrigatoramente, o servico da corresponden-
cia particular. O edito de 25 de maio de 1630,
que consagrou ofllcial mente essa annexaco, dere-
ser tido como ponto de partida de urna nova era,
como o embryo dessa poderosa organisacao da
posta de carus, cujo destino se prende indissolu-
velmente ao progresso social em todas as suas for
mas, que prospera e eresce com a propria civilisa-
rao, o que hoje estende at as extremidades do
mundo sua innmeras e vivazes ramiflcacSes.
% (Diario Offiiat.)
>
.ir



M
Diarlo de Pernanibnco Quinta ieira O de Xovcmliro de 183.

. PEBIUElBUCf
REVISTA DIARIA.
Hoje funoi-iona o Instituto ArcJteokgic e Geo-
grapco Pe mmbueano *oi sessao ordinaria.
rie at para Orapwema oni Mamanprapiv a
iwtros 'a o Pilar, scrcm meltuir dirigidos pelos
Ti, filha leiiima
aimnma c Rom Maria dos
uialriz, sol)"o patrocinio d ossa.3enhora do Pi- Prazm
lar. Florentina, branca, com 3 semanas de nascida, u-
s terreos tkqucllas duas aldeiaj(|>osto que Iha natural de Francisco. Xavier de Meodonca.
'cncravadfc no Triunicipio do Campia-Grande, Marcionila, parda, 9 mezes de nascida, filha natu-
ffrtencem ainda liojgaHio patrimonio das cmaras ral de Nicolao Arres Das Josephina
filha Ic-
ina Augusta de iio 6, ronsicos 2, negociantes do diferentes ge- Consulado provincial.
ros 430, peixoteiras 368, pillos 36, procurad*- Readimento do dia 1 a 24......... 35:427*627 !
res 2, recovaros II, sangradores 7, tabellies 9.
vedor de agua i, vendedores ambulantes 6, ven-
delhdes a retalho 330, veterinario 1.
COMMUNICADQS.
1N t ic dezembro lera fWtencem ainJa bofjpao patrimonio das cmaras ral de tetrao *wcs uias josepnraa Manado
lugarmnnt a directora feral da instrueco pu- do Pilar Mainanguap* as quaes os fazen arreu-1 &feiH?EiK? re tksbl .. .,. o ~ r *ftfta: & se-.*.
.nTroceler-sc-ha leual oame uara o cnsino era dizer com rtlacao ao Araripe, e outros pon-, Mana da Conceicao. ____
gmntc procuier sc na a iguai txaint, para o uismu ._ nara f llar do uue de- Maria branca, nascida ein l de setembro deste
do sexo masculino, ios cenirae>uo>ia provincia para tauai uu t|uu w "i "" > Annnr-irirc i oin.iir p ** "', auicmuc em ijuc uma uura hihuoo-
- Adiando- vagas as cadeirats de nstruccao via saber por si o Uiedonarw aojo, dlha teg.t ma de Antonio Carlos Lcim.g e ea do mui(s annog Je tra|)a||)o ^ fonsumma 0u.
elementar do seso masculino das froguezias da Onde estilo no-bairro da Boa-Msta 06 templos e Annai-iow na u ""' j ve-se ora grande alarido em toda a parte deste vas-
l'etrolina c de Aguas-bellas, cm cousequeticia de sumptuosos e as ac4Pteauctol que concorrej a tor- Jos, pa o. <-V.anno jle nasudo, niho natuiai (Q mpfTw e uma ^ .^^ Re&a^ ^ ^^ ^
remocao dos.respectivos proessores foi marcado o \ na-lo magnifico Y :> .' n,!a,T r^r^m1 mere-! de nascida filha natu- eras rcmotas> e eus ainda castiga os homons de
praso de tanta das pa ainscripto e o proeesso .0 acqueducto que existe subterrneo, esta_ra- Raehel. pajdajo.n Um de nasc.da, filha n i-~mtm*i.** --------m
A llberdade no Brasil.
SB NASCIMENT0, VIDA, SIORTE E SEPULTl HA.
I
E' nesta hora solemne em que uma obra immen-
Idem do da 2o.
Tribunal da relacao.
Por ordem do Exm. Sr. desembargador presid n-
38:0515336
do hahtJflUfip dos concurrentes ao provi ment
dolas.
A companhia de Beheribe paga o sen trigoaj-
mo priineiro divideinro, a ra/aode^|XHKI por
apolfce.
milicado ptjr toda cidade e teni o seu priucipiu na
lo duas leguas dos-
rTniliP.lleTamnnto t
ral de Joaquina, escrava.
MOVIMEMTO DQ POETO.
Navios entrados no dia 23.
AntuerpiaU (lias, patacho oldeiaburguez Alba-
tross, de 210 toneladas, capitao E. I. Seetzen,
equipagem 8, carga differentes gneros ; a Ro-
the Bidoulac.
Baltimorc 39 dias, barca americana Moudamin,
de 390 toneladas, capitao G. W. Crowell, equi-
pagem 12, carga 3,500 barricas com farinha de
trigo; a Phipps Brothers & C.; seguid'para o
Rio de Janeiro.
repreza do Prata a pouco rnais do duas leguas dos- Thereza, branca, etn
gilima de Joao Fidel'
seus vicios conundindo-lhes a linguagcm. Cada;
.'i'a iinos de nascida filha le- unfalla dc ll,n niodo e e"es nao so entendem. E Lisba-33 dias, brigue portugnez Constante, de
is Gavalcanti e Vicncia Ri- i0"08 tem um scnlir commum : 6 o de nutrir-se 258 toneladas, capitao Augusto Carlos dos Res,
do suor do povo ; e um pensamento igual para me-
ta capital.
E'pois uma bella desroberta, TOiibellezamonto queti lenoria. i recerem tal premio e erem os ohreiros'nuc no-
,.do ba rro da Boa-Vista, pelo acqueducM,ue nao Tenor, p.gj, com me de naseda, filha na- Q ^ffigtf bre,r0S ^ P^
- A fundacao de establecimenos assciados e se ve ,m,c rinA a(wna ^ltt>rt.. braneo' nascido em II de maio deste an-l 0uve;se choro e o riso, a gargalbada o a la
fe gneros dier*os as nas desta cidade, de | Entre 03 s.unptuosos tmplo go ador^ mentacao, o triompho e o desespero; v-sc os em-
utilidade puntea, porque coi i sao obviados os aquel le bairroJj|am : a Unce,'^^Daf- Luizf ^u.inerm. c M.uu pa|Tfic8 e og abiaos> c os ^^ ^ sc aprox.
inconvenientes das grandes oiatanci^ que teriam ros, o "< mr* *S^ R^ariiZ tc Selnstno braneo nascido era 14 de outubro do "'am, ora se repellem, ora se congregan), ora se
defazer os compradores >o encontr do que se aculares m idos AfDicu,,B l^5A"C:,"^!f0uJ^hV JT n apartara praguejando. E nlnguera se e .tende ; e
Ihes fizer neeessario.
Assim, dando conta do-estabelccimcnto
uiolliados
fto:
e seus
OJUe
la
Sr.
per
dade
rei-ommenda-lo -currencia.d. ^, "^ ai,ueIle povoaJoe o doApipu
nacao
para
gridam
cer aos concuiTentes" inelhor genero e por mais
r'a deseiar que estabecimentos de tal ordem pro- agua* tiradas por uma levada1 de pouc
ridan ein su'is operaCoes, de modo poder forne- serviam a mover o antigo engenho qui.
daquella ra, pelo asseio e sw
doassucTr que ne.le se vende ,e. ^Ijf^rttS^^a^-ffjJ %,$$
deu nomo
a povoacao. Essas aguas assim canalisadas divi-
dem-n'a em duas partes, e vao sahir dejwis em
uma camba que vai ter ao Capibaribe. Ser esso
o riadio ?
Em Obnda ha elegantes chafarizes d'agua do
(Ul< lili", ;/! \A\Sj un -' *-.w~w^ v--------------------
uatural de Florencia Maria da Onceicao.
ftt&AMEirroa.
Jos Pedro do Espirito Santos coro Eugenia Justa
do Espirito Santo, pardos.
queriam consummar a sua obra at este ponto ; e
porque Ih'a tiraram se lamentara e entristecer.
E nao se lembram que neste mundo cada um
tem a sua missao; que nao sao os verdugos que
barato preco quaf que a porta dos consumi-
dores.
Pela presidencia da provincia foram appro-
vados os seguimos artigos de posturas, sobre pro-
posta da cmara municipal, e audiencia da repar-
ticao das obras publicas:
Ari !. Os passei'5*que em virttide do dispos-
lo no art. 18 tit 1 das posturas de 30 de junho de
1849, tiverem de. ser construidos, em (reate das
asas terao a largura proporcional a da ra res-
pectiva observaodo-se a seguirtte tabella.
Largura das ras. Largura dos passeios.
De 15 23 palmos... 3 palmos
De 26 33.......... V da largura da ra.
(3. 1 p. a 4, 1 p.)
V: da largura da ra.
(3,0 a 6, 4.)
De 46 33.......... '/e da largura da ra.
(7,3 a 9,1)
De 56 palmos para
cima............. 10 palmos.
Art. 20. Em caso algum os propietarios sero
obligados a construir passeios de mais de 10 pal-
mos de largura nem menos ie 3.
1. Nos beccos e travessas de largura infe-
Prata, que corre por encanamentos de ferro .'
esse um falso teslemuobo, que s Dous o
De 30 a 43..........
dos Santos, brancos.
Emigdio Cellecino de Moraes com Quilhermina
Lepoldina Fcrreira Pinto, brancos.
Joao Jos da Cunha com Joauna Francisca de Bar-
ros, brancos.
Sebastiao Eustaquio Gomes com Catliarina de Je-
per- sus, pretos libertos,
doar. Domingos da Silva Fcrreira com Maria da Concei-
Nesta mesma cidade tera-sc achado por varias cao Vianna, brancos.
vezesna superficie da trrabarras de ouro Tiberio Al ves Brrelo com rsula Mana das *ir-
Quemasachou? gens, brancos. -,-
Maria Farinba est a uma legua de Olinda, quan- Justino Garneiro de Alraeida com Ignacia uaptiMa
do se conta uma ao rio Doce, outra ao Jang, da Silveira, brancos.
oulra a Pu Aroarello e outra aquelie lugar 1 Passageiros do bngue portuguez Constante,
A provincia produz com abundancia toiks os entrado de Lisboa : Antonio de Freitas Panaso, u.
rerenes da zona tropical, como : Maria das Dores Raymanda Dugue e 2 filbos me-
Crista de galo, carrapiebo, cordo de frade, bar- ores, Pedro Alvares, Francisco Correa, Antonio
batimao, e outros despropsitos desta ordem, que Jacintho Pacheco, Manoel Caetano yieira.
nao partiram de informacoes, mas do proprio J5ic- Passageiros dopalhabote nacional Sural[n^-
anuario, que mostra nao'saber o que cereal. sabido para o Acarac : Joo Frauklim de AJen-
Ora, compadre, se acerca destas cousas bao car Lima, Joao Thom da Silva Jnior, Jase mo-
que acabo de apontarcom a brevidade dessa car- m da Silva, Jos Trezelos Rodrigues Lima, fora-
ta, o que nao haver com relaco s diversas loca- pilio Numa Pessoa, Tranquillo Jos Das ternao-
lidades da provincia ? des, Luiz da Penha e sua familia, Jos Antomo de
Pois assim que se escreve em assumpto de Barros,
tanta monta ?
Que pressa havia na publicaco desse livro, que
a 7pfprina sepultam as victimas, que sao os amigos que lan-
Manoel Jos Soares Jnior com E na, q panhado de ^ aQ cadaw d* am^0 flna.
rior a 13 palmos poder deixar de ha ver passeios, poda servir de alguma cousa, se fosse antes cor-
s na ocensiao da construccao do calcamento assim! rgido por pessoas competentes ?
o jnlgar neeessario a reparticao das obras publicas, g- ,|Uti 0 seu autor quera ser o primeiro nesse ;
para maior facilidade do servigo e escoamento das I genero por uma vaidade, em que pode entrar
aguas. i muia cousa, menos o amor da sua provincia, Q-
Art. 3* Os infractores dos artigos antecedentes | can(j0 em divida para com ella pelos aleives qae
serao multados na quantia de 1000, e no duplo )|ie |eVantou.
na reincidencia, e olirigados alm disto a constru- j gasta p0r agora de Diccinnario ltimamente en-
rem os passeios de conformidade com a tabella! cadernado as japonas do Jnsley.
mencionada no art. 1
Art 4. Fica revogado o art. 18 do tit. 7o das
postoras de 30 de junho de 1849.
REPABTigAO 0A POLICA
(Extracto da parte do dia 25 de novembro).
Foram recolbido, casa de detencao no dia 23 do
Deve entrar boje em julgamento perante o COrrente :
jury, qoe est funecionar, o summario que no 1 A- ordem do subdelegado do Recite, Joao Rodri-
anno de 1839 fora instaurado pelo chefe de polica, | gUCS pnt0j pardo, por embriaguez; Andr Borges
que era esse lempo o Exm. Dr. T. de Alcncar ,je rjliveira, crioulo, por infraccao de posturas.
Araripe, contra Manoel do Nasrimento de Seqqei-, A- onjem do de Santo Antonio, os pardos Clau-
ra Barbosa Cavbante, pronunciado por crime de ,jn0 Miguel Francisco, por ferimentos, Januario
furto de um escravo s penas do art. 269 do cod. percra dos Anjos, e Theodoro Vaz de Jess, cri-
crmiual combinado com o decreto de 15 de outu- 00|0j ambos por embriaguez.
bro de 1837. i x ordem do de Sao Jos, Maria, africana, escra-
No houve hontem julgamento por falta de va de os Fcrreira, por embriaguez,
numero legal. ... A' ordem do do Peres, Lourenco, crioulo, Fran-
Em falta de indicios que autorisassem a pro- cSCOi africano, cscravos o primeiro de Antonio
nuncia de Joaquim Colho da Costa ou da Silva, yieir'a da Cunha, e o ultimo de Peregrino Leite,
auibos por fgidos.
O chefe da 2* seccao,
/. C. de Mesquita.
Movimento da casa de detencao do dia 24 de
novembro de 1863 :
denunciado subdelegada de S. Jos pelo Dr. pro
motor publico como autor de offensas perpetradas
na pessoa de Rozendo das Nev.-, opinou hontcm^o
mcsino promotor que era conforme justica a nao
pronuncia do querellado.
Agitou-se neste summario a importante questo
de saber se o orgao da justica deve proseguir na
aecusaco intentada cm nome do misera ve!, inda
iiiesnio que este faga desistencia de seu direi-
lo. Rcsolveii-se no sentido afflrmalivo.
Remette-nos o nosso collaborador a sua carta :
Compadre. = Appareceu no Jornal do Recife de
23 do corrente, um estrangeiro de nome Jnsley, de
mangas arrrgaeadas e punhos fechados cata do
vosso compadre com o sinistro intento de Ihe dar
cabo do canastro pelo desacato, segundo disse, de
haver tirado da sacla do Sr. Manoel da Costa um
pedaco de Parahyba, com que o dito senhor se ti-
nha posto ao fre:co.
Anda bale-me o coracao, o confesso-vos : se
soubesse que o autor do Diccionario tinha relacoes
com estrangeiros da ordem do tal Jnsley, minha
boca seria um botao. Nao quero grabas com gen-
te que faz consistir todo o prazer "flsta vida em! joa"0' Lopes de Souza, cephalalgia.
passar dias inteiros a observar os astros, e ver es- Domingos Francisco, peneumonia.
trullas ao meio-dia.
Aborrego a todos esses homc-ns que querem fa-
zer do seu semelhante gato sapato.
Se nao fosse a distineco da critica em lm-
ate e ridicula, aquella : quando sc c o animo de
corrigir os defeitos de uma obra, e esta quando se
re o animo de depreciar a obra do Sr. Manoel da
Costa, requera termo de seguranca individual.
Felizmente o hornera satisfez-se com obras,
e at chegou a dizer que o vosso compadre de mis-
tura cora o ridiculo foi verdadeiro as linhas que
vos escreveu.
Antes assim
Ol POUCO OE TUDO.
O Sr. Y. Jnior enva-nos o seguate :
A1....
Nao pude vr-tesem sentir-me preso,
Nos lustrosos anneis c tcns cabelles I
Nao pude vr-te sem morrer H'amores,
N'um volver, donzella, de teus olhos bellos

A' UMA PASTORA.
Se minha, pastora bella,
Anda, vem, anjo do ru I
Ser teu o men rebanho,
Teu rebanho ser meo ;
T sers minha pastora,
Eu sorei o pastor teo.
H*
A'UM NARIZ
Oh 1 formidavel nariz I
Escapaste por om triz
De ser tromba d'elephante I
Bem mereces- por bizarro
Andar puxado n'um carro
Em procisso triumphante !
Existiam 339 presos. Entraram. 8 Sahiram 15
Existem .... 331 A saber : Nacionaes. 230 presos. Estrangeiros. 27 1 Mulhercs... 6 > Estrangeiras 3 > Escravos ... 59 Escravas... 7
332 Alimentados custa dos cofres pblicos 125 Movimento da enfermarado dia 23 de novembro
corrente : Tiveram baixa:
Lista dos baptisados e casamentos havidos no
raez de outubro do corrente anno.
Maria, parda, cora 2 annos de nascida, filha legiti-
ma de Jos Francisco Leandro Machado e Anna
Maria dos Santos.
Guilhermina, parda, com 4 mezes de nascida, filha
natural de Auna Mara da Conceicao.
Manoel, pardo, com 3 mezes e meio de nascido, fl-
Iho natural de Catliarina, esrrava.
Joao, braneo, com 3 annos de nascido, filho natu-
ral de Joo Marlins Ribeiro e Antonia Bazili do
Espirito Santo.
Sobre o Evangelho de S. Lucas cap. VII na ru-
bricaMe chores, desserta a Cruz :
Nao chores, nao pranteis, porquero Senhor esta
coflinoseo : esta a eonsolagao, irmaos meus, que
Jess Chrislo d viuva de Naim, quando banha-
da em lagrimas seguia o fretro de seu filho.
Nao chores, porque teus solueos vao ser modifi-
cados, tuas dores vao ser curadas, e a alegra do
cu cercar teu espirito.
E que indisivel prazer nao sentira essa mac ca-
rinhosa, que ja n5o tinha mais esperanca de ver
seu filho, que o acorapanhava para deposu-lo na
campa, quando o v erguer-se forte, sao, e cheio
de vida I
Acaso seria aceonvttido de algum ataque ?
Nao, irmos meus, foi o prodigio de um grande
prophuta que se levan ton enlre e povo que tinha
o remedio da vida, o balsamo da consolago, e fi-
nalmente todos os bens para consolar os afilelos,
.a-' porqne era o proprio Deus.
A resurreigao desse tilho, nos mostra a imageni
da vida eterna, a gloria que o peccador alcanca
depois de ter consumido seus das no meiodoc vi-
ciosquando entao s via um claro que nao
comprehendia apontando-lhe todos os seus des-
mandes, e agora sent um fogo ardenlc crestar-lhe
a alma at puritlca-Ja, como ao ouro e ao crisol
! laucados na fornalha.
do -, qoe sao os filhos da liberdade os mais proprio*
a lancarem suas cinzas ao mar.
E sao os restos dessa uoica divindade terrestre
o que ah vai nesse esquife monstruoso, os restos
dessa divindade pela qual um povo se exalta em
dar o seu sanguc, em soffrer o martyrio.
Sao as cinzas da liberdade que se conduzem ao
som de risadas e gritos, entre empurros e raaos
dadas.
E o prestito immenso, e se apertam para ser-
vir nesse servico; e tomou o lugar do recolh-
mento solemne, do respeito e do luto devido nos
passos da morte, toda essa estrepitosa descordante
e revivada alegra, porque est o banquete no
fim da jornada.
E nesse banquete se gnardam os raelhores assen-
tos para os que mais deperto souberem cuspir nes-
sas cinzas que levam ao mar.....
E eu, querida liberdade de meus dias de espe-
ranca, de minha infancia, e at hontem raen pri-
meiro amor, minha primeira amada eu contem-
plo teus lilhos fazerem tao irreverente c sacrilego
cortejo tua memoria.
E lamentando e chorando a tua perda, neste mo-
mento era que vejo que teus filbos, orphSos, no fim
desse fnebre e bachanal banquete, vb cah'ir sob
a tutella dos senhores, bem cmeis e velhacos ver-
dugos, que podere eu fazer em honra a tua me-
moria tao torpemente escarnecida por to ingratos
filbos?
Vou escrever para os vindouros o que t foste
nesta tena da Santa Cruz -, vou escrever, como te
geraste no peito de teus filhos, como nasceste;
como de ten sangue derramado pela mo de teus
inimigos, nasftram os filhos teus ; como corrom-
pidos elles vi veste cada da mais faada e abatida;
como esqueeida delles, ingratos, morreste manida
sem combate nem defeza; como elles te fazem fes-
tivo e estrepitoso funeral; como fazem de teu no-
me irrisao e escarneo; como cospem a tua me-
moria.
Von escrever a tna historia neste momento de
teu triste funeral, antes que a lei de teus inimigos
triumphantes de uma vez a vontade dos senho-
res sem embaraco em accaoextingua de todos os
peitos os ltimos sentimentos de amor tua me-
moria, de saudade por teus bellos dias de espe-
ranca.
E quero que esta historia seja publicada na hora
do banquete, para que os traidores a oucam ao
acompanbamento de gargalhadas e sarcasmos e os
cegos, as docuras de passageiros prazeres, se riam
de compaixao on de desprezo.
Ser o meu ultimo obulo ao amor que consagre-
te, e que consagro tua memoria, o punhado de
trra que vou tancar tua sepultura, o meu
adeus liberdade, queridas liberdades.
A. A. Mello.
equipagem 14, carga vinho, ceblas c outros
gneros ; a Manoel Ignacio de Oliveira & Filho.
Barcelona32 dias, galera bespanliela Angelito,
de 410 toneladas, capitao Joslzern, equipagem
18, era lastro; a Theodoro Christiansen.
Calho de Lima(10 das, barca ingleza Drogaun,
de 480 toneladas, capitao Beaglehole, equipagem
lo, carga guano : a Johnston Pater & C ; veio
refrescar.
Liverpool42 dias, barca ingleza Ij>ok (hit, de
216 toneladas, capitao J. F. Cheraler, equipa-
gem 11, carga fazendas e outros gneros ; a
Mills Latham & C.
Barcelona37 dias, sumaca hespanhola Mame lia,
de 13o toneladas, capitao Gabriel Ramentol.
equipagem 11, em lastro : a ordem.
Navios saludos nn mesmo dia.
Acarac Palbabote naioual SobraUnse, capitao
Antonio Gomes Perera, carga differentes gene-
ros.
N'ew-YorkBrigue inglez Billn, capitao Davis,
carga assuear.
BaltimorcPatacho americano tedieiny. capitao
Samuel C. Lennon, carga assuear.
fcaanMQlo.
Suspenden do laraarao para o Rio de Janeiro a
barca nacional Hio de Janeiro capitao Manoel An-
tonio da Costa, com a mesma carga que troux do
Ass.
DECLARARES.
2:62379 j te da Relacao, fai-se saber que Leopoldino Antonio
da Fonseca, da provincia das Alaeoas, o Justino
Francisco Xavier, do Cear, nao tiveram novapro-
viso para advogar.
Secretaria da Relacao 25 de novembro de B63
Domingos Aflbnso Fcrreira.
Secretario.
Ratificacao da sescao de 24 de novembro
de 1863.
O Sr. desembargador l'choa Cavalcanti partic-
pou que nao tem comparecido as sessdes do tribu-
nal por estar doonte, e na sesso de hontem nao
houveram mais julgamentos per haverem faltado
os dous senhores desembargadores j na acta de-
clarados.
Recife 25 de novembro de 1863.
Domingos Alfonso Fcrreira.
Secretario.
Consulado de Portugal.
Sao convidados os credores da massa do falleci-
do subdito portuguez Manoel Martins Carneiro
com taberna na ra Nova n. 53, para apresentarem
seus ttulos no consulado de Portugal, afim de se-
ren verificados.
vice consulado de Espaa.
De orden del Exm. Seor ministro residente y
por disposicin del gobierno de S. M. se han
abierto en esle vice-consulado dos suscripciones :
Una para erigir en Madrid una estatua a Cris-
tbal Colon y otra para remediar en le posible las
disgracias ocasionad s por el reciente terremoto
de Manila.
Convido, pues, a todos los espaoles residentes
en este districto consular para que contribuyan de
su parte tan laudables objetos.
El vce-consul interino de S. M.
Camilo de Andrade.
Inspecco do arsenal de marinlia.
Fago publico, de ordem do lllin. Sr inspector,
que esta nspecgao contrata no da 27 do corrente
mezo reboque para fra do porto, on lugar onde
se csteja entulhando, dos bateloes de areia extra-
bida pela barca de escavacao b. 2, e que para i sso-
recebe propostas nesse mesmo da at as 11 horas
da manba.
Inspecco do arsenal de marinba de Pernaudju-
co 23 de novembro de 1863.
Alexandre Rodrigues dos Anjos
Secretario.
No dia 27 do corrente depois da audiencia
do Illin. Sr. Dr. juiz municipal da 1* vara se ba
de arrematar o escravo Gregorio, cabra, de idade
de 40 annos pouco mais ou menos, vai praca
Sor execueo de Gabriel Antonio contra Manuel
ezerra Cavalcanti.
Orrfi feral.
Pela adranistracao do correio desta cidade se
faz nnblico para fis convenientes, que em virtude
do disposto no art 138 do regula ment geral dos
Nao live em mente menosprezar o autor do Dic- Sabino, braneo, nascido em 19 de agosto do presen- cu.
E' a magem do homem que tem a alma morta
pelas paixoes, que cegou-a de encontr aos seus
desejos criminosos, e logo a sent animada, depois
que ouvu a voz da regio chama-lo meu filho *,
a expressao do quanto somos, quando abandona-
mos as verdades da f, mas levantamo-nos firmes,
resuscitamos gloriosos, quando attendemos aos avi-
sos do Senhor
Assim, irmaos meus, nao choremos pelas cou-
sas do mundo, porque ellas sao moras para e
cionario, a quem alias nao conheco, e nem tao pou-
co criticar da sua obra. Nao quiz e nem quero ter
es^e Irabalho, postoque rae sentisse com animo de
conduzir essa pesada cruz ao seu calvario, sem
embargo de quanla granada briannie.i quizessem
os Josleys atirar-me ; apenas acudi ao seu convite
te anno, filho legtimo de Estanislao Aires de
Asme Bulhdes e Clarinda Augusta de Albuquer-
que.
Francisca, branca, nascida em 22 de maio deste
anno, filha legitima de Antonio Joaquim de An-
drade e Paulina do Espirito Santo.
para rectificar a monstruosa inexactidao que se d Joanna, branca, com 3 mezes de nascida, filha le-
sobre o limite norle da provincia.
Pense que o Sr. Manoel da Costa fallava serio,
enganei-me.
Entretanto sahe-se o tal estrangeiro a dizer que
nao podendo o autor drigir-se pessoalmento a to-
dos os locaes da provincia, dirigio-se por informa-
coes, c d'ahi resultaran) inexactidoes,_ que podem
ser es*
dade
Nem aceito o conselho, e nem a desculpa ad-
inissivel.
Nao aceito o conselho porque, as nexactides
sao taes que loe tirara todo o merecimento, e a uti-
lidade que della poderla provir ; e nao admissi-
vel a desculpa porque, ainda naquillo que est de-
baixo dos olhos, e que portanto poda ser exami-
Cheremos sim pela bemaventuranca, pr(Iue
nella est o sol da felicidade, a luz da esperanca, e
o nico fim para que fomos creados que vermos
Deas face face.
Quo bello nao quando conseguimos aquillo
que nos ambicionamos 1
E se nisto est o nosso desejo, applquemos os
gilima de Manoel Goncalves de Barros e Fran- meios para consegnirmos os Iras, porque o Eterno
cisca Cavalcanti de Barros. nos dirfge, nos alimenta, e nos d a vida
Guilherme, braneo, nascido em 7 de julho deste Nao ehoreraos, porque o Senhor nos enxugara
anno, filho legitimo de Theodoro Adolpho Rosa o pronto, e para que merecamos esta graea con-
e Amelia de Miranda. ; vm prevenirmo-nos, e nao perderme* a espe-
Joao, braneo, nascido em H de julho do corrente ranea,
anno, filho legitimo de Joo Lelly e Maria Lelly.
squecidas e desculpadas para se fallar da bon- Heurique, braneo, com 3 semanas do nascido, filho O Jornal do Commercio de Lisboa, na a-segum-
e utilidade da obra legitimo de Joo Francisco da Costa Fialho e te eunosidade estatistica : .
Francelina Reg Fialho. Empregam-se em differentes industrias, nos on-
Umbelina, parda, com 15 mezes de nascida filha ze conselhos do districto de Leiria, os segrales In-
legitima de Joo Romode Souza e Petrolina Ri- dividnos : .,,.,.,
beiro de Sonza Albardeiros 20, alcatroeiros 10, atraales 314,
Theotonio, braneo, nascido em 28 de maio deste alveitares 6, amolador ambulante 1, barbeiros 18,
anno, filho legitimo de Jos dos Santos Ramos de barbeiros sangradores 130, cabouqueiros 19, cala-
PUBLICKQES A PEDIDO.
A salsa Barr I lia de lirislol.
Os climas dos paizes trpicos sao o laboratorio
de todas as enfermedades cutneas e ulcerosas.
esta, pois, a razo por que esta prepararan que as
subjuga com urna seguridade proverbial, literal-
mente indispensavel tanto no Brasil como no resto
da America Hespanhola. As escrfulas em todas
as suas terriveis formas, promptamente suecum-
betn medanlo a applicacao deste poderoso agente
detersivo. As chagas se curam, as erupcoes des-
apparecem, as coojuncturas contrabidas recobram
sua elaslicidade, u infiammagoes e tumores se
desvanecem, os cancros se atalham, os aliseessos
sc seccam e o rheumatismo se allivia por meio da
salutfera operagao deste grande wjrificadob b cu-
rativo vegetal, nao su ppr i ni indo mas sim extin-
guindo completamente.
Acha-se venda em todas as lojas de drogas.
COMMERCIO.
Oliveira o Calecina Coelho de Oliveira.
nado, foi sacrificada a verdade pela novidade de Jos, braneo, nascido em 12 de setembro deste au-
sc publicar um livro, nico no seu genero I no, filho legtimo de Jos Epiphanio de Almeida
Nao quero j fallar desses indios Carirys, feios, e Rosa Maria de Almeida.
rolhos, de cabellos negros e bastos, que eioiam as Clementina, branca, nascida em 21 de Janeiro do
sen as que reunem a provincia da Parahyba de corrente anno, tilha legitima de Marcos Jos da
Pernambuco, e da sua aldeia Carry, que depois Silva e Maria Celestina Guedes da Silva,
tomou o titulo de villa do Pilar, porque isso bis- Tranquilino, braneo, nascido em 22 de maio deste
loria de Moira-torta anno, filho legtimo de Tranquilino Mafaldo de
Esses indios (que nao se se erara tao feios) vi-. Souza Magalliaes e Maria Cesar Magalhes.
fates 8, calceteiros 4, caldeireiros 9, caldeireiros
ambulantes 4, canaslreiros 6, conteiros 32, cardal-
dores 441, carpinteiros 707, cortadores 10, ceriei-
ros 8, chapelleiros 5, cordoeiro 1, corrieiros 2, Cur-
tidores 15, esteireros 5, faniqueiros 1,833, ferra-
dores 62, ferreiros 285, fogncteiros 32, forneiros 4,
funileiros 8, marcineiros 6, mestres de obras 3,
odreiro 1, ourives 4, pedreiros 479, pencireiros 2,
pintores 6, pregueiro 1, relojociros 2, sapateiros
669, serradores 373, serralheiros 38, tmanqueiro
ra,a 12 leuas da<|uella capital, no immenso vale
do Parahyba, e onde nao existem serras que unam
as duas provincias.
Ainda hoje tenho duvidas se os indios deram o
nome ao lugar Cariry, ou se foi o lugar qnc Ihes
den esle nome. Ha razdes para crer que Sebaslo
de Obv
ainda
me do lugar.
Em Campia-Grande (baixo Cariry) havia duai Maria, branca, nascida. em 23 de abril do corrente cortadores de acougue 8, emprezanos de ban ios,
aldelas de indios domesticados, que foram transfe- anno, filha legitima do Dr. Braz Florentino lien- diligencias e carruageos 5, escreventes de tabel-
Felismlna, parda, rom 6 mezes de nascida, filha
natural de Maria, escrava.
Clementina, branca, com 4 mezes de nascida, filha
legitima de Antonio Lupes Rodrigues e Clemen-
tina Ramos Rodrigues.
ras 50, linheiras 5, modistas de chapos 2, partei-
ra* 3, tecedeiras 622, Irabaihadoras de enchada
3,321, operarios da Marinha Grande 184, ad yoga-
dos 23, agento do faneraes 1, almocreve 1, aluga-
dores de carruagens 2, apontadores de obras 2,
arrenos 25, barqneiros do rio 3, bufarinheiros
iveiraLdo que all passou a enchota-los Mara, branca, nascida em 13 de setembro do cor- 264, bufarinheras 32 caixeiros 31, capitaes de
mais para o interior, dsse aos indios o no- rente anno, filha legitima do Dr. Manoel Coe- navios 22, carvoeiros3, cirurgioes, mdicos, e
j |UKar. i iho Cintra e Dulce Elisa Coelho Cintra. cirurgioes-medicos 27, constructor de navio 1,
NOVO BANCO
DE
PERMMBIJCO
O novo banco de Pernambuco convida os
credores das massas fallidas de Mesquita & Dulra,
c Francisco Antonio Correia Cardoso a apresenta-
rem seus ttulos no banco para se proceder a res-
pectiva verificago.
MOYO BANCO
DE
PERNAMBUCO
EM 24 DE NOVEMBRO DE 1863.
0 banco descoma na presente semana a oito por
eento ao anno at o praso de quatro mezes, e a dez
por ccnlo at o de seis mezes
O banco toma saques sobre as pragas de Rio de
Janeiro e Babia.
Alfandega
Rendmento do dia 1 a 24........ 322:6575115
dem do dia 23................. 21:833*086
C0MP4NHI4
oo
BEBEKIBE
0 taita desla companhia cemiuen*
dadwoMd'AqaB.Fo.8i^M^^
i'lltoi'isado a Da^ar ao SOM CSCriutariO roconsumo das cartas existentes nesta adminis-
rua do ligara a. 19 das 10 horas cm
iliinla o :il" dividendo na proporco
de 3$ por cada apolice, adverte-se
aos St's. accionislas que este pagamen-
to deve ser em moerfa de cobre qoe
na espec c que o mesmo Sr. caixa tea
recibido dos arrematantes das chafa-
rizes esta companhia.
Kscriptoria da Companhia do Bchc-
ribe 24 de novembro de 1863.
0 escripturario,
arcolino Jos Pupc.
Consolado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz pnbli-1
co que os 30 im teis marcados para a arrecada- is de largura e 26 a 28 palmos de comprimento
cao bocea do cofre do 1" semestre do anno finan- duzias 20, ferro inglez em barra de 1 c meia pol-
ceiro corrente de 1863 1864 dos impostes da de- legada de largura e 3 oitavas de grossura 14 quin-
cma nrbana das freguezas desta cidade e da dos taes e meio.
Afogados, e de 5 0|0 sobre a renda dos bens de Qaem quizer Tender taes objectOS, apre-
trafao pertencentes ao mez de novembro de 18ti2,
no dia 3 de dezembro prximo, as 11 horas do dia,
na porta do mesmo correio, e a respectiva lista sc
acha desde j exposta aos interessados.
Administracao do correio de Pernambuco 20 de
novembro de 1863.O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
Conselho administrativo.
0 conseibo administrativo para forneci-
mento do arsenal de guerra, tem de com-
prar os objeclos seguintes:
Para'e arsenal de guerra.
Penas de ganc 1000, penas de ac calygraphi-
cascaixas 20, caetas 10, sola de lustro meios 20,
tabeas de pinho americano duzias 10, carvo de
pedra toneladas inglezas 20, livro em braneo de
150 folhas papel pantado 1, livro em braneo de 200
folhas papel pautado um, zarcao arroba 5, gaz ga-
ISes 6.
Tabeas de lonro de assoalho de 10 a 13 pollega-
raiz pertencentes i corporacoes de mao morta se nrnnKtii m /arta feixailn
principiara a contar do dia 1- de dezembro vin-
douro.
na secretaria do conselho, sr 10 horas da
manhaa do dia 30 do corente mez.
Sala das sesses do conselho administrati-
vo para fornecimenlo do arsenal de guerra,
23 e novembro de 1863.
Antonio f d S Barreto,
Car Miente.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco
25 de novembro de 1863.
Antonio Carneiro Machado Hios.
Administrador.
0 fiscal da freguezia de S. Jos avisa aos se-
n lores proprietarios das casas que se' acbam c/>m
as calcadas desconcertadas, que quanto ante as
manden reparar, sob pena de Ibes ser importa a
multa estabelecda no art. 18 da tit. 7 das posferas
munieipaes de 30 de junho de 1849, e para ue nao No dia 27 do corrente, depeis da audiencia
se valham da ignorancia, mandou publicar o pre- do Illm. Sr. Dr. ju'iz de orphaos, vai praca de
sent. venda a casa terrea n. 23 do pateo de Santa Tbcre-
Fisealisacao da freguezia de S. Jos 23 de no- za, avahada em 800 ; vai praca requerimento
verabro de 1863.O fiscal, de Joaquim Antonio Pereira, por execueo que mo-
Joao Xavier da Fonseca Capibaribe. ve contra o tutor de Jos Pereira de Moraes.
Seba.sth
y Voga. Cetario,
corre
t
do Reg Barros
(RAMIE BULE PARTICULAR
NOS
344:4905201
Movimento da alfandega
Volumes entrados com fazendas... 66
c t com gneros... 241
Volumes sahidos com fazendas... 76
i t com gneros... 859
307
933
Oescarregam no dia 26 de novembro.
Patacho oldemburguezAlbalross mercadorias.
Patacho inglez -Dodgegneros de estiva.
Barca inglezaRecife sal.
Barca franceza Bwft=mercadorias.
Patacho inglezJames Hull=iem.
Recebedorla de rendas Internas
geraes de Pernambuco.
Rendmento do da 1 a 24........ 18:066*034
dem do dia 25................. 767*400
NO
1.' DE DEZEMBRO DO CORRENTE ANNO
Aimiversaria da memoravel reslauracao da independencia portngneza.
0 proprietario dos saldes do caes de Apollo, Joao das Neves, nao querendo que por mais lem-
po passe desapercebido em Pernambuco o memoravel dia 1 de dezembro de 1640, em que teve lugar
a reslauracao da independencia de Portugal, at entao subjugado pelas armas de Castella, resolveu
festejar o seu anniversario no corrente anno, com om sumptuoso baile nos soberbos saldes do caes de
Apollo, visto ser particular o mesmo baile. /
ricot.it t 'MI %
Ao romper da aurorado dia cima mencionado haver uma salva de 21 tiros, oulra a nma
horada tarde, e outra finalmente ao romper do baile que ser precedido do hymno poituguez, execu-
ladopor uma banda militar que trajar grande uniforme.
Os saldes eslaro adornados o mais decentemente possivel c com riqusimos cortinados com as
cores portuguezas, sendo que porta principal que d entrada para os saldes haver ama rampa de
madeira ricamente construida pai a tornar a entrada mais mageslosa. llavera tambem um grande
arco allegorico com os trophos das armas portuguezas, leudo um dstico onde se verao as seguintes
palavras1 de dezembro de 1640e aos lados do mesmo arco havero dous bustos demonstrando a
figura de caradores n. o, por cima desse arco ver-se-ha o anjo da liberdade calcando aos ps o demo-
nio do despotismo.
No fundo do salo principal estaro escripias em letlras de rogo as palavrasvivam os restau-
radores do dia Io de dezembro de 1860, achando-se no centro Iluminada a gaz a odroa portugueza, a
esquerda da edroa aehar-se-ha tambem Iluminada a gaz a torre de porcelana na China e a direita as
ruinas de Palmira, tremulando era volta do salaeas banderas das naedes amigas.
No salao pei|ueno haver uma grande illumimcao a gaz de setenta ps de comprimento re-
presentando a cidade de Lisboa com o palacio dos conjurados, e o palacio da duqueza de Mantua, e a
esquerda no Tejo c fazendo-se a mudancadas bandeiras hespanholas pelas portuguezas, na frente do
salao ver-se-ho quatro estatuas a saber : Europa, Aza, frica e America, e todos os escudos de to-
das as villas e cidades do reito e ultramar. ,.'.' .'j
\ entrada dos saldes estarlo collocadas duas estatuas imitando os archeiros da casa real de
Portugal, a esquerda da croa portugueza se levantar urna columna oitavada de gosto mozaico de
bronze sobre a qual pousar a estrella da liberdade, leudo quatrocentos bicos de gaz representando a
figura de Portugal. .
Emlim flores naturaes perfuraarao os salees e todo o esmero sera empregado para que seja no
todo satisfeita a espectacao publica.
Nesta occasiao o proprietario dos saldes appellando para o patriotismo dos bons portuguezes so-
licita a sua coadjuvacao para que oajudem. A causa portugueza e pois todos devem concorrer,
auxiliando assim os esforcos do proprietario dos mencionados saldes.
Koga-sc as pessoas que concorrerem neste dia de se apresentarem decentemente vestidas, e as


i
18:833*434 senhoras vestidas de braneo para maior brilhantismo.
i
i-----JL
rgniLDpi
-**


1
Diario de Pernainbuco Quinfa reir G de "Voveuibro de 2883.
C':!iti!ilii-t de sciini';>s maritim >s litili-
ailc-l'lilii-a.
A dirccyao desla cempanhia convida aos senho-
rcsacciunislas a coniparecereui no da 30 do cr-
reme no uni da, em seu eseriptorio na ra da
Cadeia n. 42, para o flm descripto em nossos es-
tatutos, art. 41. Recife 2* te novembro de 1863-
s directores
Feliciano Jos Gomes.
Domugos Rodrigues de Andrade.
Crrelo ge ral
Para a Babia vai sabir coni mnila brevidade
a sumaca liurtenciu, capilo Autonio Fi'ancisco
Monteiro, por ter a maior parte da carga engajada:
para o resto que Ihe falta, trata-se com os consig-
natarios Palmeira & Beltro, largo do Corpo Santo
n. 4, primeiro andar.
Porto.
Vai sabir com brevidade a rauito veleira barca
portugueza Lina I, capilo Jos Francisco da Cu-
nta, por ter parte de seu carregamento prompto,
1 para o resto e passageiros trata-se com os consig-
Pela adminsirarao do colreio desta cidade se Ete*LrTa,ho. ySaeira.'na rua do AP" "
faz publico que cm virtude daeonvcnco posta! ce- W| com o capitao na praca.
lebrada pelos governos brasileiro e francez, serao
ex|edtdas malas para a Europa no dia 30 de no-
vembro corrente. As cartas serao receladas at
duas horas antes da que for marcada para a salu-
da do vapor, e os jornaes at 4 horas antes.
Adininistracao docorreio de Pernambuco 20 de
novembro de 1863. O administrador,
Domingos dos Passos Miranda
SB
THEATRO
DE
Para o Rio Grande do Sul segu nesta sema-
na com a carga que tiver o patacho brasileiro Bra-
siliense ; recebe alguma carga a frete : para tra-
tar, no eseriptorio de Amorim Irmaos, rua da Cruz
numero 3.
Para o Rio de Janeiro pretende seguir com
muitt brevidade o brigue nacional Almirante :
tem parte de seu carregamento prompto, e para o
resto que Ihe falta, trata-se com os setis consigna-
tarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, no seu
eseriptorio rua da Cruz n. I.
Lotera extraurd nuria M^^^Mmmmm
ATTENC40.
EHPREZA
DE
A. J. MARTE C6I1BRA.
iLTl.no in:\i:rn lo
FAVOR DA ACTIUZ
Leopoldina Eadocia Baptista.
EDO
Sallmd, 24 de novembro de 186*.
Reprcsentar-se-ha o semprc applaudido drama
em cinco actos, do Exm. Sr. Mendcs Leal Jnior,
PEDRO.
Para a Baha vai sahir com rauita brevidade
o veleiro patacho Jequitaia, por ter a maior parte
da carga engajada, para o resto que Ihe falta tra-
ta-se com os consignatarios Palmeira & Beltrao.
largo do Corpo Santo n. i, primeiro andar.
LEILOES.
LEILAO
M
Fazend's inglesase f'rancezas.
m
falli-
Por ordem dos administradores da massa
da de Seve Filhos & C. o por despacho do Illm.
Sr. Dr. julz especial do commercio haver leilao
por inlervcnco do agente Pestaa de todas as fa-
zendas inglezas e francezas existentes no arma-
zem perlencentes a mesma massa todas as mais
deste mercado consistindo em chitas largas e es-
; trcitas, madapoloes, algodozinhos e entraados,
cassas pintadas, organdys, chales etc., muitos ou-
tros arligos tndo de lei que se acham patentes as
I quaes serao vendidas quinta feira 26 do corrente,
O papel de Pedro sera desempenhado pelas 10 horas da manbaa, no armazem da rua da
pelo Sr. Germano Francisco de Oliveira. I Cruz n... ondeo agente espera a concurrencia de
Dar Gm ao espectculo com
arto,
Vos 10:000500 e 2:000000.
Sabbado 5 de dezembro prximo se ex-,
trahir pelo exceliente plano das loterias ex- 'g
traordraariasa quarta parte da segunda lote-;
ria da irmandade do Senhor Bom Jess das ,-.
Dores, do consistorio da igreja deN- S. do f
Rosario da freguezia de Santo Antonio. 9
Os bilhetes e meios acham-se venda na S&
respectiva thesowaria rua do Crespo n. 15 $$
e as casas comassionadas rua da Impera- tifi
triz n. 44, toja do Sr. Pimentel; rua Direita; w
n. 3, botica do Sr. Chagas; rua estreita dop Sg
Rosario n. 12, typographia do Sr. Mira e rua j
da Cadeia n. 45, loja do Sr. Porto.
Os premios de 10:0000000 at 205000
serao pagos orna hora depois da extraccSo
e os outros no dia seguinte depois da distri-
buigao das listas.
O thesonreiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souaa.
Aricnda-se o sitio denominad > dos
4 lees na Soledaile, com urna grande
casa de sobrado, coxeiras de estriba-
ras, tanques ara ImiiIid e aceitante
agua, a tratar no mesmo stio das 4
luirs da tarde em liante..
IfctfliH
o sitio da senhor i viuva Torres, com boa casa de
morada, na Capuoga Vclha : para tratar, na rua
da Cruz n. 38._____________________________
Lm ntachinstaehegado da Europa pre- :fr,
vine aos Srs. de engenho que concerta g
machinas a vapor ou alambiques, como *$
tambera contratase em qualqner onge- M
nbo, pode ser procurado na rua dos a
Quarteis n. 1, primeiro andar.
I'ma senliora estrangeira chegada ha
poueo da Europa, encarrega-se de lavar
e engommar com toda perfeico por
preijo nrais cemm ido do que em outra
qualquer parte: na raa dos Quarteis n.
I, primeiro andar.
mmmwmm mmwM^-
Encauamento d'agua.
A pesooa qnr annunetou.oeeu-
par-se de encaar asna para ca-
sas particulares dlrlja-se a esta
AO PUBLICO
O abaixo assignado faz scienle ao publico, que
as mciacoes das duas casas terreas sitas na rua de
Santa Thereza n. 58 ena rua das Ciaco Pontas n.
84, estao livres a deseralaraeadas de todo e qual-
quer debito ou oniis, e porteucem ao abaixo assig-
nado, que nao quer nem trata de venda-las; e
Manias mciaeoes pertencentes Sr Umbelina
ana dos Pnweres de Figueiredo Castro, estao by-
pothecadas, e de mais sujuicas imemnisaco,
que a dita atan deve ao abaixo assignado, pelo
pagamento que por si e pela mesma senliora, como
consenhores do sobrado de tres andares n. 2 na
rua do Quemado, fez integralmente da importan
ca do onus do valor de 4305,
I O Dr. Carolioo Francisco de Lima Sai-
I tos continua a residir na rua do Iro|ie- ,.,
m rador n. 17, 2- andar, onde pode ser pro- M
13 curado a qualquer hora do dia e da noite (i
liara o exercicio de sua profissao de me-
dico ; sendo que os chamados, depois de
meio da ale 4 horas da tarde, devem ser
deiuoof pnr escripto. O referido Dr.
nao abandonando nunca o estudo das
molestias do interior, prosegue, com o
maior affluco, no das mais diftieeis e di-li-
cadas operaeoes. como sejam dos orgos
ourinarios, dos olhos, partos, etc.
Aluga-se a loja do sobrado n. 193 da rua Im-
perial, e o armazem n. 4 da rua de Apollo : na rna
da Aurora n. 36.
Costnhelros
Alngam-sedous pretos muito bous cosinheiros :
a tratar no armazem de louca n. fcl na rua do Im-
perador.
BANflOS PBLICOS.
Pateo do Carino.
A abertura d,este estabelecimento das
horas da manha at as 10 da noite, o
publico encontrar banbos fros, momos
e medicinaes, vontide das pessoas cmii
todo o asseio possivel.
Aluga-se urna casa em Debiribe ; a
tratar com J. I. de M. Reg, na rua do
Trapiche, n 3i.
Precisase de una ama escrava paraengom-
mar e para todos os dentis servicos de urna casa
de familia, a cxeep$ao de cozinha : na rua estrei-
ta do Rosario n. 31, terceiro andar.
,.~..'>ro(,isa"sc (1'' m rapaz portugue?, de idade
Me lo anuos, que entenda de negocios de nimba-
dos, tend* boa conducta, para ir para oCcar : a
tratar na rua da Anrora n 46. segundo andar.
rc-A.lu?a"/e.. si,i" da seniora vruva Carvalho,
em b. Jos do Mangmnho, com boa casa de sobra-
fr!;.fS- ,a' ,|,iarU)S 'iara crkidos, esribaria,
iruueiras bam de capim : oo mesmo sitio se di-
ra qnein trata do alugucl.
Ainda est por alugar-fe o segundo an
dar do sobrado n. 44, em a rua da Auro
ra : quera o quizer diriia-se esta mes
ma rua casa n. 10.
Wociedade de seguros mutuos
de vida Installada pelo Banco
l'ulo na cidade do Porto.
Os agentes nesta cidade e provincia Antonio
Luiz de Oliveira Acvedo & C eseriptorio na rua
da Cruz do Recife n. 1, estao autorizados dtsde j
a tomar assignaturas e prestar todos os esclareci-
mentos que forem neeessarios, as pessoas que de-
sejarem concorrer para tao mil e benfica empre-
ta, segurando um futoro lisongeiro aos Msoeiados.
Tinge-se
cor, e o mais barato
-------------------- e 450$, que pesava sobre ,, -
esse sobrado, e dos respectivos juros decorridos do "ngel n. d8, segundo andar.
Io de novembro de 1854 ao 1" d corrente mez
- -iluga-se dorante a festa mna caSTno Poco
da Panella, com bons commodos e nniito perlo do
banho : Ha rua do Queimado, botica n. 15
TINTURARA ~~ hedeiros do finado cirurgio Maiioel Joa-
enm nprfpien 'mr. ,nin, quim pfr*'ra annunciam ao respeiuvwi publico,
-rreicao para qualquer que os bens de beranca do tinado Jos Francisco
possivel : na rua do "elein, que lcaram em posse da fallecida D. Ma-
riana Dorothea Joaquina berdeira e inventarame
do. e que boje se acham em poder
a comedia em um
PARA OBSEQUIAR ME AMIGO
Comecar s 8 horas.
Os beneficiados cordeal mente agradecem ao
Illm. Sr. Autouio Jos uarte Coimbra, digno em-
prezario deste theatro, aespontaueidade e benevo-
lencia com
em seu bene
que tem desenvolvido
brillnitisrii'). quer de aiguma" forma |M>ss corres-
ponder ao cavalieirisnio e favor do brioso publico
periiamliucano.
Ena abundancia do concito offerecemos seus
mais sinceros votos de gratid ao distincto caval-
leiro o Illm. Sr. Germano Francisco de Oliveira,
esta gloria e honra do theatro brasileiro, pula bon-
dada com que se digna tomar parte neste especia- !
culo, beneliciando-os tambera por este modo, e of- !
ferocer.do aos seus iniolligentes espectadores, que
tanto o admirara.
siaamo e prazer.
seus amigos.
LKHiAO
DE
Movis e outros objectos.
IIOJE
O agente Olimpio cm seu armazem rua do Inv
que Ihes proporciona este espectculo Perador n- 16, far leilao de diversos trastes no-
ticio, e bem assim o esforco e cuidado ',vos c velnos- obras de ouro e outros muitosartigos
para que nello' baja todo o
As pessoas que anda nao compraran, os ns. 1 e drITRoYr'f. !*"? ^ ^ UWU5 Ped,' AleXa
da Don, Uga, podem procura-Ios, poisse acham 5*?? ^ Vlslu 1"
essos na rua do Imperador n. &7.
O abaixo assignado declara ao Sr. Joao Pran-
nno, coaio consta da eseripbira pobfea prxima6 FQ HINHAS PARA IRRA tj">,l."'.,'1,,l',I'> d,;s,;i> |,sta0 sugeit'os ao pagamento
. f ,,,,', IO*t, de dividas do mesmo tinado para com o casal do
marido da mes-' a Pra^a da ""lependencia livraiia ns. 6 tallecido Manoel Joaqoim.c mesmo o espolio ainda
ida as Segtlinies folhi- nao **acna todo Pari'lbado, assim em qualquer
i"i re^ife1^^ inventariis do e o. acnanw a ven_.
hnado padre Rento, por cuja beranca houveram o nhas para 180i impressas DesUl Ivneffrapllia
UltO Sobrado li'll, \n ni i.-irlill.-i q^,.1JI k.^. ___ ...... "'.'['"o1"!"1"
e 8, acham-se
LEILAO
DE
VIDAS
uodi:
QuinU-feira 2G do corrate s 11 horas.
O agente Olimpio acha-se autorisado a vender
mais algumas horas de eutliu- fm.,eilao as dividas perlencentes a viuva do fal-
lecido Francisco Mathias l'ereira da Costa na im-
. I portancia de 4:974*140 rs.
Os documentos acham-se em mao do referido
agente para serem examinados.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA BRASILEIEA
DE
PAQUETES A VAPOR.
E esperado dos partos do sul
o vapor Apa, commandante o
primeiro lente Alcanforado, o
qual depois da demora do costu-
me seguir para os porlos do
norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder condiizir, a qual dever
-; embarcada no dia do sua chegada, encommen-
das o dinheiro a frete at o dia da sabida as 2 ho-
1 as, agencia rua da Cruz h. 1, eseriptorio de An-
toiiio Luiz de Oliveira Azevedo A C.
COMPANHIA BEASILEIRA
DE
S fLQUETES A VAPOR
. Dos portos do norte esperado
" - Ji^- Cr"-l'"' (' ^"'> commandante o
''-"'jSS^mI^ Mancebo, o qual depois da demo-
ra do costuine seguir para os portos do sul.
Desde J recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada: encom-
inendas e dinheiro a frete at o dia da sabida s 2
horas, agencia rua da Cruz n. 1, eseriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
iOIIPAIHIl
MESSAGERIEriMPERIALES
VE
100 barris cm banha de porco re-
li adn.
ttexta-feira a do corrente.
O agente Pestaa vender por conta de quem
pertencer 100 barris com banha de porco refinada
ingleza milito a I va, desembarcada ltimamente, a
qual sera vendida em um ou mais lotes a vontade
dos concurrentes: sexta-feira 27 do corrente pelas
10 horas da manha no armazem dcxSr. Annes de-
rrame da alfandega. '
LEILAO
Ii'iuaudaie de \ossa *tkan da
ccic dos rttlitartrs.
Em virtude do art. 18 tit. V dos estatutos que
regem esta veneravel irmandade, convido a
os cbarissimos irmaos para eompareeerem no pro-
Pran- dito sobrado, tendo na part I ha recebido bens para em expelanle i vnn p lm na no l
cisco Lopes que a venda que com o seu mano Joa-; pagar os juros vencidos deixou de paca-Ios e pos- p i i n 7pel*
quim Ignacio fez a Smc do engenlio Leat, nao se teriormentc tendo o abaixo assignado e a Sr" L'm- l,,mlia ae l,or'a contendo as raale-
pde desfazer pelo annuncio por Srac. publicado belina vendido o sobrado, nao declararain que es- rias do costume. rs. .......
nos Dimioe de 21 e22 do corrente que as letras java elle snjeitoao onus. Portante as meiacoes da Dita de al-'ibeira, sob a enicranlie
que Smc deu por essa compra ja foram dadas em Sr" Umbelina nao podem ser vendidas; e ela pre- relici^a contendo ffim rl niri
pagamento a outra pessoa, e que o meio legal e tendendo vende las cm leilao por conta c meo de Z k C0IUtllU0i alL,n Uas, mateiias
a disfazer sujeitar-se Smc. ao que no contrato se quem pertcncer, segundo consta do respectivo an- ^siuine os sete passos da Paixao
estinulou contra oque se arrependesse. Jos Ca- nuncio para ter lugar o leilao quarta-feira 2o do ^e Nosso Senhor Jess Christo ; eaDl^
mello I'essoa de Siqueira Cavalcanti Jnior. | corrente, sem que tenha pago a importancia da eos do me/. Mariano ;
Precisa-se de
de administrar os
quatro compositores
queiram contratar.
pital de Sergipe) : quem estiver nestas codicoes
appareca na rua Nova n. 58, das 3 s 6 horas da
tarde, que achara com quem contratar, facilitn-
dose os meios precisos para o respectivo trans-
porte.
Na rua Direita n. 124 ha urna exceliente ama
para cozinhar.
Precisa-se de um caixeiro de 12 14 annos.
portuguez, que tenha pratica de taberna: no terse
do^Terco n. 23.___________________________________
Holeqne oh ama.
Precisa-se de um moleque on de urna ama forra
para o servico de pequea familia, e que compre
na rua: na rua larga do Hosario n. 30, loja de
charutos.
Arrenda-se um sitio na rua de S. Miguel dos
Afogados, com boa casa, estribara c quartos para
pretos, muitos arvoredos de fructo e baixa de ca-
pim : a tratar na mesma rua com Manoel Jos da
Silva Grillo.___________________
HA PARA ALUGAR
Um andar com sotao na rua da Cruz, um ter-
ceiro dito com soto na rua do Encantamento, um
pequeo armazem na rua do Amorim, um arma-
zem proprio para offleina ou estabelecimento na
rua das traes : a tratar com Joao Kibeiro Lopes.
rua da Cadeia n. 33, loja.
os meios para rehaver os bens
quer que elles se aehem.
empregar
da batanea,
onde
____: pao de Mara; oracfio para visitar as
Coa- 'oreas no dia da Porciuncula ; onifio
para escolha dos esladosda vida ; dita
a Senliora da Conceifiio ; e meditames
s sobre a reforma da consciencia, rs. .
Di la de di la, sob a epigrapheVa-
ias do
sari.is
aos diversos mysterios da vida; physi-
ca e recreativa ao alcance de todos:
pillieriase ralices; poesas; charadas;
mximas e pensimentos colligidos por
um curioso.
320
ximo domingo, 29 do crreme mez, s 8 horas da riedade, contendo alm dns materi
manbaa,no consistorio de nossa igreja, allm de costume receitis ilek a necp
eleger-se o novo presidente para a mesa que tem !ne '-^"as. uiei e necerf
Una
^
DE
rica mobilia de Jacaranda, 2 jarras para
agua, 1 commoda, 2 amarras grandes, 1 appa-
rador, 1 secretaria. 1 estante, 1 consolo peque-
no, l banquinba, 12 cadeiras, 1 mesinha de
cha rao francez, 1 pratileira de charao inglez, 3
can.as de vento, 1 banheiro de folha, 2 mesas
grandes de pinho, 1 par de casticaes com lan
ternas, 1 palmatoria, relogio de viagem com
caixa, louca de porcelana para mesa e toillet,
copos, garrafcis, trem de cosmha e utencilios d
casa, alguns livros, esleirs etc.
Sexla-feira 27 do corrwite:
O agento Pinto rara leilao por ordem de urna
pessoa que se relira para fra desta provincia de
todos os movis e objectos cima mencionados
existentes no sobrado da rua do Trapiche n. 14
onde se efTectuar o leilao s 10 horas do dia su-
pradito.
Antonio Jos Rodrigues de Souza aluga a sua
casa e sitio do Monteiro, em frente ao oitao da
igreja de S. Pantaleo, com bastantes commodos :
a tratar na thesouraria das loterias, rua do Cres-
po n. 18,
Aluga-sc urna escrava, a qual sabe cozinhar,
lavar e engommar, tudo com perfeico, alianza-s
a mesma.
Jos Botellio, subdito portuguez, retira-se pa-
ra o Rio de Janeiro.
_ para a mesa q_
de reger a irmandade no futuro anuo de 18G*.
Consistorio da irmandade 23 de novembro de
183.O secretario,
Manoel da Costa Honorato.
jg O Ur. Sarment Filho, medico operador 'j
fg do hospital Pedro II, para maior com- ^
'2 modidade das pessoas que o honrara com |H
^ a sua confian;a, participa que ser en- B
contradi) tmlos os (lias no referido hos- C^J
SR pital das 7s 10 da manhaa e dessa hora l.
H| em van,,! aa rua do Queimado n. 44, se- *
"V gundo andar, onde ha estabelecldo o seu
Cgil consultorio, ou em casa de seu paiCam-
7T< |io das Princeza-s.D consullas gratuitas
^ todos os dias no dito hospital, onde pra-
fc) tica toda e qualquer operaeao de que os
v.* pobres preclsem para o s>m restabeleci-
'3% memo, lnrumbe-se espectatinentB da
M cura das mobstias do dominio da medi-
't ('ina operatoria, que se ha dedicado,
SU das affeefoes do alero e da uretra.
m m r< mm *. m m m m mm wat.
Aluga-se o segundo andar do sobrado da rua
estreita do Rosario n. 22 : a fallar rua da Pe-
nha n. o. ------r~~----------------------------------^------;----------
------7T---------------r--------r--------- Aluga-se a casa terrea n. 6, do prt-
ifoSSiTSftl SObradda ^beci-o da Camboa: altar rua' da
Cadeia n. 6-2, segundo andar.
Maques sobre Portugal.
O abaixo assignado, agente do banco
mercantil Portuense nesta cidade, saca ef-
fectivamente por todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Portee Lisboa, por
qualquer somma, visla e a prazo, po-
dendo logo os saques a prazo serem des-
contados no mesmo banco, na razao de 4
por cerno ao armo aos portadores que as-
sim Ihe eonvier : as roas do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51.
Joaqun) da Silva Castro.
mm
ai:
CASA DE SALDE
Hu Sanio Amaro
o r. Wllva Ranos.
nico estabelecimento desta natureza
que existe entre nos, montado do modo
que pode com iodo o commodo e zelo tra-
tar qualquer doente, que nella seja rae
Iludo.
O edificio magestoso e conserva-se
em perfeito estado de limpeza e conve-
nientemente mobiliado.
Os doentes sao separados, segundo os
sexos, natureza das molestias e condiefes
sociaes.
Ha quartos fortificados para os aliena-
dos, e una eufermaria para as par
rentcs.
O proprietario encarrega-se de qual-
qner o]ieraeao.
O estabelecimento franqueado qual-
quer pessoa que o queira visitar.
Primeira classe 3-3(XK) diarios.
Segunda dita.... assoo
Terceira ilita.... 23000
Para que qualquer doente sejaali rere-
bido, basta que se mande onome do doen-
te e da pessoa que o remelle, com a de-
claracao da morada.
O proprietario aceita contratos annuaes
com qualqner que queira ter um ou mais
Rj leitos sua disposc,o. Hj
Quem precisar de una mulber para ama de
casi de pouca ramilla, para lavar, cozinhar e en-
gommar, dirjase rua de Aguas-Verdes n. 100.
Arrendase
na Vanea, margein do rio, 4
~-----.__ casas de lijlo acabadas de pouco : quem m nre-
AlUga-se o primeiro andar do sobrado tender, dirija-se ao sitio que foi do Dr. Ibiapina.
proprio
da rua do Amorim n. 58,
criptorio.a tratar rua la
segundo andar.
para es-
Cadeia u. 6.
nm\i) di
u APOLLO
^ocictlade mMelpoene Pernam-
bncana.
A directora desta sociedade convida a alguns
dos seus socios que anda nao satislizeram suas
joas, para satsfaze-las at o dia 30 deste mez;
assim como convida a quem quizer se inscrever
como socio para comparecer no eseriptorio do thea-
tro, das 3 s 6 horas da larde.
A mesma directora participa aos senhores so- j Quera precisar de cozinhar almoco, janlar e
cos que solemnsara o anniversario do natalicio ceia por mdico preco, e juntamente lavare
de S. M. 1. no dia 1. da dezembro com
mmmwmmmmm
ttt Joao da Silva Ramos, medico pela uiii-
C, versidade de Coimbra d consultas em
/! sua casa na rua Nova n. ;'0, Das 8 s 10
. horas da manbaa e das 4 s 6 da tarde e
\ recebe igualmente convites para dentro
:,**$ ou fora da cidade com o lira de se en-
jm carregar de qualquer serrino de sua pro-
S Os chamados devero vir por escripto.
mmmm mmm^
.' .\ *% *
I:.](>I;i gratuita nocturna.
Na escola central do methodo Castilho, na rua
das Flores, est aborta a matricula para homens
narionaes eestrangeirnsque qiiizerem aprender
lr, escrever e contar, e doutrina christa ; este
ensino sera das 7 s 9 da noite gratuitamente. Te-
r principio na noite de segunda-feira U de Janei-
ro de 1864, nesse dia fecba-se a matricula desse
anno. A abertura da escola nocturna de Lisboa no
lugar de Marvll.i, pelo Illm. Sr. Luiz Felippe Lete
de qne trata o Diario de Pernambiwo de 21 de no-
vembro no artigo-Portugalfoi o nico incentivo
Precisase de urna ama para cozinhar para
bomem solteiro : na rua do Queimado n. 32, loja.
Precisa-se alugar um preto que sirva para o
servico de padaria: a tratar na rua da Concordia,
padaria do gaz.
Precisa-se de um menino de 12 para Han-
nos para eafxeiro de urna taberna, prefere-sc Por
lu.iuez, e que tenha vindo ha pouco: a tratar uo
becco do Campello n. 4.
Aluga-se o terceiro andar da rasa sita na rua
Nova n. 21 : a tratar na mesma rua n. 19, segun-
do andar.
Precisa-se de urna ama que atiba cozinhar e
lavar para o servico de urna casa de familia : na
rua larga do Rosario, loja de louca n. 32.
'.na as condices de seguros, fretes o passa
gens trata-se na agencia rua do Trapiche n. 9.
gada a bordo do navio francez Sphere, na sua re-
- cente viagem do Havre para este porto.
COMPANJIIA KRNAJI1UCANA
M
.'Varegaco eostelra a vapor.
Mae-fi e escalas
No dia o de dezembro prximo
s o horas da tarde seguir um
vapor para os portos cima indi-
AVISOS DIVERSOS.
instituto Archeologlco c eo-
graphico Pernaiubucauo.
veri sesso ordinariaqninla-feira
em tres actos do Sr. J. d'Aboin. As noi
gue, para o qual os bilhetes podem ser procurados
do da 29 em dianle a qualquer hora.
Aluga-se o sobrado de um andar e sotao na
rua do Calabouco velho n. 17 : a tratar na rua da
Concordia n. 17.________________
Precisa-se alugar um preto para o servico
de um sitio : na rua da Trompe n. 2.
Precisa-se alugar um escravo de *8 2." an'-
nos que tina para o servido de padaria : no pa-
teo do Terco n. 40.
|H Kusino de preparatorios,
>S O bacharel A. R. de Torres Bandeira,
^ professor de geograplna e historia no 31
ggj gvmnasio desta provincia, tem resolvido |
B abrir cursos particulares para o ensino 1
R destas disciplinas, e bem assim para o *
" de rhetorica e philosophia.
m o drama goommar, dirija-se ao becco da Bomba n. 5, onde vei! o:
loas de san- mora Firmo Antonio de Figueredo. ferios,
Figue
Lourenco Serval, subdito
para fra da provincia.
Estao para alugar-se o primeiro e segundo
andares do sobrado da rua das Aguas-Verdes :
quem pretender, falle na rua das Cruzes, obrado
cn_ que nos moveua dar este curso nocturno, em pro-' n- 9> lado direilo quem vai da rua do Queimado
nde vei los "ossos concidadaos de ambos os hemis- Para. s- Francisco. No mesmo sobrado ha para
-Francisco de Fre tas Gamboa.
francez, retira-se
Est para se augar a sala da frente do pri-
meiro andar do sobrado da rua do Queimado n. 15,
propria para qualquer eseriptorio : a tratar na
mesma rua n. 15.
.\'avegacao eostelra a vapor.
I'aiahvlia, Salal, Mario, Aracatj, Cear c Acarac.
Secretario perpetuo.
- A assigiiatura desie iarioit nao
brigatoria,e quem e'la nao convein
paga e rtispede-se, c n o demora o paga-
lento, f izenilo n otoetft ir dez e mais
segar u^ va, ^re^ro? M**.i^1' f ^'.f.
cima indicados, s 5 horas da
tarde. Receber carga at o dia
5. Encommendas, passageiros e
aiAR.
me
-----Pm o Rio le Janeiro. **2S*1 V*> *" ^
O patacho nacional Capuam, pretende seguir
com milita brevidade, tem parte de seu carrega-
mento engajado, para o resto que Ihe falta e es-
t.ivos frete para os quaes tem bons commodos
paizesconhe* edw es ia imreosa,c sem-
pe pago em principio do trimestre que
comeca A'vsla dissoesoeamos aun esperamos que os
trata se com os seus consignatarios Antonio Luiz HOSSOS aSSgtiantes, qne eS'oem atraso de 1863.
d. ;^-^evedo & C, no seu eseriptorio rua 1110 HfMmai.t rai,HJem ^hhur ^ k
- assignaturas, pira evitarem qne a im-
presa empre^ue os nr i -s que juljiar
Nos abaixo assignado declaramos era lempo
que tica de nenhum effeito a procuraco que uas-
samos ao Sr. Antonio Jos Nunes do "Valles para
vender a nossa casa sita na cidade de Caruar ao
Sr. Antonio do liego Barros, visto que o referido
negocio foi feito sobre informaedes menos exactas
s com o fim de se comprar a referida casa por
menos de melado de seu valor, e por isso fazemos
a presente declaracao, podendo o mesmo senhor
vir ou mandar receber a uuanlia de 2503, na rua
Direita n. 62, por quanto" avaliou o mesmo com-
prador a referida casa. Recife 21 de novembro
- Manoel Ferreira Diniz. Mara F. F.
Fugo no dia 16 do corrente da ciade da
Arria da provincia da Parahiba do Norte, o es-
cravo de nome Hemeterio, conduzindo um cavallo
e um cachorro, sendo o cavallo castanho, tres ps
calcados de branco. o escravo criedlo, cor preta.
bastante barrigudo, ps cambados, sendo um mais
grosso que outra, tem urna cicatriz as costas
proveniente de chicote, representa 20 amos pou-
co mais ou menos, bonita figura, eos dentes todos
completos e bem alvos, tendo o cabello carapinho
porm um tanto solt, nariz afilado : quem o pegar
podeenlregi-lo no Brejo d'Areia ao Sr. Francisco
Marcos de Oliveira e nesta cidade do Recife ao Sr.
Tbiago Jos dos Santos rua larga do Rosario n. 21.
que se recompensar generosamente.
llerciilano Jos de Almeda ltimamente
chegado nesta cidade, propoe-se a dar licoes de
cauto, piano e outro qualquer instrumento," assim Precisa-se de um caixeiro com bastante pra-
como atina piano pelo memado de Raphael Cocido tica de taberna : no estabelecimento de moldados
Macdado. tanto dentro desta cidade como nos seus da aurora brilhante, largo da Santa Cruz.
mTw 'Jfr; ffTLSSLES COm .S 'i'*" ~ Amonio Manoel Ferreira das Neves, subdito
nudos dirija*) a Boa-Vista sobrado junto a caixa portuguez, rclira-sc para fra do imperio.
-----srr .--------------------- Aluga-se a padaria da na dos Pescadores n.
Precisa-se de um caixeiro para taberna: na 13
rua larga do Rosario n. 18.
Deuiisia americano
(De Itew-York, rua do Im-M
rador n. i>:j.
I)r. \V. II. Me. Grath, olTerece ao res-
petavel publico de Pernambuco os ser-
f vk-os de sua profisso, todas as opera-
1 ces da bocea e dentes serao executadas
com o ultimo e muito niel horado princi-
pios de cirurgia denta'
Caixeiro
a tratar na rua do Ranuel n. 9.
J
vender-se una rabeca que serve para bracos cur-
tos^___________________________
A'tencao
Na rua estreita do Resana n. 19 trabalha-se com
toda a perfeico em bordados e llores de todas as
qualidades.apromptara-se ricas grinaldas e boqoeb
I para casamentos e bailes, d-sc tambera licoes de
, flores s familias que quizerem aprender.
DEffffTlEpffsl
19Rua Nova-19
Frederico Gautier, cirurgiao dentista, fSi
faz todas as operaeoes de sua arte, e col- ffij
loca dentes artificiaes, tudo com superio- 35
ridade e perfeico, que as pessoas ente- jgg
didas Ihe recomieren). ,gp
Tem agua e pos dentificio. M
- Precisa-se fallar com o Se Ignaci
Vieira de Mello, ccrvoem \azaielh,
sobre negocio que o mesmo senhor na
iguor<; na rua do Oesp > luja de fa-
zendas n. 7.
Para o Hio de Janeiro
Pretende seguir cora muita brevidade o pata
Batfeial Beberibe, tem parte de seu carrega- ne_CfS ment prompto para o resto que Ihe falta e escra-
v isa frete jara os quaes tem excelentes commo-
d s tratase com os seus r.onsignatarios Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo ( C, n seu eseriptorio
rna da Cruz n. 1.
O Sr. Jos Francisco Pinto Guimares, cirur-
giao pela escola real de cirurgia de Lisboa, trans-
ferio a sua residencia para a rua Nova, n. 60, pri-
meiro andar, onde pode ser consulado todos os
/i fe cao
Na rua Direita n. 11 se dir quem d 800 a 900*
sotre hypotheca de urna casa.
Precisase de urna ama para casa de um
estrangeiro sollejro: a tratar na rua da Cadeia do
Recife n. 40, loja de relojoeiro.
Pergunta que nao offende.
dias ufis, das 7 s 10 doras da noL acerca di' ^T0 T^ "f d a PresideDCa de "ma so-
doencas denominadas cirurgicas ou extemas es CAMo dPloma do soco d.st.ncu, ao tkesoureiro
. Manoel II que Peeialmente daquellas, era cujo tratamento mais ?^^l?^^ *&
amento;para frequentemente intervem a medicina operatoria. a m o diploma il ocio distmc-
bellos
Para o Porto
pegue brevemente a veleira barca S.
t ,u engajado metade do seu carregamento ; para '".....""-" -y'-u. ^ .,..,,w, ueraioria. t0 ao 2. secretario, noreste ter dado cao
o restante e passageiros, a quem olTerece bellos Aldoa-su iva boa casa, frbsca, f. em opti- agulhas e linlias, e pregos ; porttntoser bom aue
c ...u.imIos. dinjam-se aos consignatario M J. Ra- ma rosigAo p.uu se p.ssar a pesia, i tomar ba- a mesma presidencia d o diploma ao rewcctivn
ni is c Silva & Genros, rua do > igano n. 10, pri- nhos salgados : a tratar na ba dos Coklhos thesourero da mesma. '
meiro andar.
n. 5.
Vintc socios da mesma.
' Aluga-se urna canoa grande que pega de
1.500 ljelos de alvenaria grossa para cima, assim
como precisa-se de um canoeiro para outra de
l.'OO : na rua larga do Rosario n. 18.___________
Jos Antonio Alves e Manoel Esposto, subdi-
tos portngupzes, rptiram-so para fra da provincia.
-- Jos Azevedo de Amlr.ide faz
sciente a co-pu do commercio desla
pr translerio a scu rst b -lecimento de l'a-
zendassilo ruado Oespo loja n. 2
A para a de u. 18 da mesma rua.
Precisa-se de urna ama
rua das Larangeiras n. 12.
para cosinhar : na
Aluga-se o armazem n. 4 da rua do Apollo, e
o terceiro andar da eaa n. 88 da rua da Impera-
triz ; na rua da Aurora n. 36.
BUCO I VIAO
ESTABELECIDO NA CIDADE DO PORTO
Agentes em Pernambuco
Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo k C.
Sacara por todos os paquetes sobre o
mesmo banco prazo ou vista, sobre a
caixa filial em Lisboa, e agencias em Fi-
guera, Coimbra, Aveiro, Vizeu, Villa-
Real, Regoa, Vianna de Castello, Guima-
res, Barcellos, Laniego, Covilhaa, Braga,
Penaliei, Braganca, Amarante, Angra,
liba da Terceira, liba de Faias, Illm da
Madeira, Villa do Conde, Valenca, Bastos,
Oliveira de Azemeis, Chaves e Fafe, a
oito dias vista ou ao praio que se conven-
conar, no seu eseriptorio rua da Cruz
n. 1.
Criado
Precisa-se de nm, que entenda de trrico de si-
tio tambem, dndose 1203 por anno e comida :
na rua Nova, sobrado n. 2.1, primeiro andar, das 9
horas da manha ateo meio dia.
Na botica do pateo do Carmo precisa-se de
quitandeiras para vender pelas ras, alugadas.
Para dar cumprimento ao disposto no artigo
2 do capitulo Io do reculamente interno deverao Perdeu-so no domingo 22 do cojrente, desde
os correctores geraes da praca reunirem-se no dia a rua do Imperador at a fu nova de Santa Rita
30 do corrente mez, As Jf horas da tarde, no lugar urna pulseira de. ouro esmaltada de azul, tendo a
designado pelo mesmo regulamento Recife 25 de figura de urna cobra : quem a tiver adiado, e li-
novembro de 1563. O secretario da junta ver consciencia, a poder entregar na rua nova de
Jorg Retobett. Santa Rita, serrara de Vicente Alves Machado, que
Contina a haver pao de sciileio novo nos dias
quartas e sabbados de cada semana, na padaria
etn Santo Amaro ae p da fundicao, na rua da Im-
peratriz n. 22, e rua do Brum, confronte o ehafa-
riz n. 47, rua das Cruzes, deposito n. 39, na Pas-
sagera, taberna da esquina do Sr. Bento, que vira
para o Remedio, e no armazem progresso, largo
da Penha n. 10.______________________________
Alnga-se a casa terrea na rua Augusta n.
47 : a tratar na rua de Santo Amaro n. 28.
Precisa-se de urna ama para o servico de recompensar generosamente.
urna casa de pouca familia: na rua da Gloria nu- Aluga-se una boa casa terrea
mero n. 36. rua dos Coelhos n. S.
a tratar na
Precisa-so de urna ama
Gloria n. 41.
de lei le : na rua da
Cherubino di Pietro Bandieri e Federigo Pie-
r. subditos italianos, retiram-se para a Babia.
Aluga-se a casa terrea n. 33 na rua da Pal-
ma, com bons commodos, quintal o carimba : a
entender se na rua da Cruz n. 34, das 10 huras s
3 da tarde.
Narciso Ferreira da Veiga, subdito portuguez.
retira-se para fra da provincia.
,
!
i

A
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*t*


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larloiteVeraanbuco Qimlt* Uhm de Xovetbf 4* ai
18.
Ao o. 29.
Ttawloja dos barateiros na ra do Quemadc
VoHudo de cores fazenda muito boa o covado*
3JWO0, baloes de panno 3*200, ditos de arcos
3*000, 44OOO e 5*000, las de duas largaras
Pede-sc toda alinelo.
Custodio Jos Alves Guimaros, dono da leja in-
titulada Gallo Vigilante, ra do Crespo n. 7, avisa
aos seus numerosos freguexes e ao respeitavel pu-
blico, que tendo de reformar no &n deste anno sea
estabelecimento, equerendo liquidar grande quan-
dc duas
para vestido o covado a 500 rs., cmtas rrancezas o de ,jvcrsos objectos, est rosolvldo a vender
ovado 360 rs., metim branco para forro de baratsimos, como sejam :
vestido o covado 120 rs., tarlatanas de todas as p 7om k^\,iriS de franjas de linho a 3*.
i CONSULTORIO para^aloja ^marrnorj c6res a vara 720 r, ^ ^ ^Sm?$$l,!i'*-
Nm loia dos barateiros na ra do Queimado. Froco de cores sonidos, peca a 160 rs.
Sa ffi Si de ovo a peca a 7*500 cambraia 9SgfM^SfStl .^O*, ,
urania pteaue i*j '"7_'______ .,__, niun ttmot de metal nronno nara rueiiim
Golinhas de bonitos gostos a 400,500_e 1*.
cada Vr^inVdo.a peca de 22 yaras^lO*^00, ^^
Ditas com copos de metal proprio para meninos a
NOVO ESTABELECIMENTO DE MEDICINA HOMEOPATHICA
RIJA WOVA ff. 4.
n nr Sabino O. L. Pinho mudou o seu CONSULTORIO 1
ra Nova n. onde connua a dar consultas todos os dias utets desde o meto da at
2 ^"enfermos, que o procuraren* logo na invasao ^ 1SIlffi dS^eS
mado qualquer remedio, era allopathico, nem ^^^^^^^^^
estipulados Esta concesso tera por fim facilitar a cura de molestas que PJtonton
se complicadas pelos emprego intempestivo da iherapeut.a e ao mesmo terapo adquirir
para a homeopathia maior numero de adeptos pela bateza da cura.
1 Em atiendo as pessoas pobres, que nao podem sjh'r de d'a'p Dr; J^1 res01
veudardussconsultaVpor semanas as tercas e sextas-feiras das sets assete horas o
sultono desde 8 horas do daate 8 dai none, V** j fl de ^^ duzas ^_________ Camisinhas bordadas para senhora
de sua precedencia, salva a circunstancia de eminente pengu.
ADVERTENCIA.
"^ovo consultorio est prvido dos melhores medicamentos, desde
AURORA
un
LARGO DA
BRILHANTE,
1,84
SANTAGRZ.
mcias'flnas para senhoras a duzia 4*000, chales
de laa ponta redonda 32*500.
Ao o. 29.
Nova loja dos barateiros na ra do Queimado.
Bicos pretos de linho a vara 120, 160,240, 320
rs., franjas de seda a vara 80 e 160 rs., gales
de soda de algodao e de lia para enfeites de vesti-
Facas e garios para sobre-mesa a 4* a doria.
Ditas e ditos dita com cabo de niarlim a 6*.
Bandejas de todos os taannos muito finas a 1*,
1*200, 1J400, 1*600, 2*500, 3*500 e 5*.
Ditas redondas para copo de 500 rs. para 2*800.
Tesouras em carteiras, a duria a 500 rs., 640 e
800 rs.
a primeira
effi-
3t 3 T^oST^n^ e allemaes nao cessara de certi^r ap raajor
cacia da? ultissimas dynaminisaces do tratamento das molestia ehrome^, o Dr. &tono
oceupa agora de elevar os seus medicamentos s potenciasmas altas ( por or,
afim de verificar por si mesmo a forca dynamica, que se 11
(por
podero dirigir ao
J

I
I
Os mdicos, que quizerem experimentar taes dynanunu^ pode,
consultorio suas receitas, que ser5o aviadas gratuitamente1 para1 ojpobres.
No mesmo consultorio se vende a novtssima edicao do
ou Vademcum do homeopatha, obra indispensavel a dos que
P3th Tudo o que diz respeito nova medicina se acha abundantemente neste novo estabe-
aecimento.
Thesouro homeopatkico
querem usar da horneo-
-NaruadoLivramcnton.31temumacarto ME^,^3*
a 1*500 e 2*.
O dono do grande armazem de molhados denominado AURORA BRILHANTE tem a
honra de avisar ao respeitavel publico e com especialidade aos seus freguezes, que o seu j
muito conhecido estabelecimento acha-se de novo sonido de bons gneros tanto do estran-
geiro como nacionaes e por precos muito commodos: ^^^
Manleiga ingleza flor primeira qualidade a libra 1*120, segunda a 1*000 e 800,
e tera ira a 640 e............. *>
Dita franceza muito nova a libra 640 e em barril e meios a 580 e oCO
Queijos do reino do ultimo vapor os mais novos possiveis a 2*400 c do passado
! a2*000e...............1*800
1 Ditos de manteiga inteiros a libra a 600 e a rctalho a.......w*
I Bolachinha de soda a 640 e de araruta a libra a......'.A
i Latas com ditas de soda com 4 libras a 2* e ditas com biscoutos inglezes a 1*400
1*600 e......... .. S*000
Cha hyson uiuito fino a 2*560,2*880 e 3*200, dito uxim a 2*880, dito preto muito
lino a 2*, 2*500 e.............3*000
vinda do Porto para o Sr. Joaquim Rodrigues da
Costa Santos.
PRESTEM TODA ATTENCAO
PROTEJAM TODOS.

N
mmim sajoqpui sop sb5jojsb sepot ap W2jWj2g5
II optAoo o -sjoos S9J0D ap stuu sbsseo soraopuaA
opcato o -SJ oovsen ajo3 p mnwwa!? 55
opuAoa o Si 05 sbssbo
SBiiuoq oimu SBiiqo
somiBd o 3P aiuBmeja
oqu ap BquBiaja
oqui| op sooin8sa
eaBjq Bpos op
sopbaoo os o sejuBn 'B|iad
sopBpjoq
sojuBjq sopnsaA ap sauoo
OS so\u& soiaiaiuBW
-BjndjB| Biun ap soBpo3iv
sopBisaju soepo^iv
B5ad b 8 a tf
'tf9 '#S '' 8P saoiodepfK
souiis
sonaq oiinu sbbj ap sajioo
SBpBpjoq sbibs
OB(Bq SBIBS
sanbJBquiaiiBS
SBjajd sBdo
bu
-Bii ap wued ap SBUijadEqo
oiso9 ojmiu ap soadBqo
VfMHi
'BquBiuauv a
Bssms 'suBd'BJJate|3ui ap Bjnu.aiip ma sbPuia sBpuarej ap ou0W!"J0^,oP'JnBAr3D,n,ll3qiUn
ocJBJjuoua saxa "aa !M 'ojuamiaaiaqBjsa ouaq ossa b sEJoquas sBiuxa tuBfaioJa
-sinn sazaauBJj sae|odBpBw|-BO 'opuoiq op sopijsa.v sooia
socpodiv 1 soqon seyi
avniAS3W0D asor
Ditas para menina a 2*.
Chapeozinho para meninas de escola ou passeio a
2* e 3*.
Flores francezas, caixos grandes, a 600 rs.
Luvas de seda com pequeo toque de mofo a 300
Touras de lia para meninos a 500 rs., fil a 500 e
600 rs., de seda a 800 rs.
Sapatinhos de merino a 800 rs., e de laa a 500 rs.
Bolsinhas de missauga para meninas de escola a
800 rs.
Botoes dourados para panno a 200 rs. o par.
Tinteiros de metal a 320 rs.
Trancelins para relogio a 100 rs.
Ditos de fita chamalote a 200 rs.
Escrivaninhas de metal a 3*500.
Colheres de metal para cha a 200 rs. a duza.
Ditas de dito para sopa a 2* aduzia.
r, i- h..ImI j,, 11 Botoes de duraque pretos a 400 rs. a groza.
.. Luiz Paulino Cavalcanti deAl-^^ hespan|{0|a para j0gos a 1*200 a duza.
bnquerque, tem urna carta nesta typographia. 1 caSt5aes brancos e amarellos de metal a 1*.
pessoaque achou urna.puiseira.contenuo |grteir.para algibeira a m 0^800. 1^
Fivelas para calca a 300 rs. a duzia.
Botoes de ac para caiga a 320 a groza.
Caixinhas com alfinetes, grampos e clcheles a JU,,
Fius de borracha preUs e de cor a 120 e 160 rs. j
Latas com dous massos de agulhas por 800 rs.
Brincos de aljofares a balo a 320 o par.
Alfinetes pretos e de cores compedrinnas a too rs.
e 320. ,
Camisas para homem fetas em Lisboa a.
Fitas de velludo lisas e lavradas a 800, 1*, i#ouu,
2* c 3* a pega. .
Ditas para sinteiro a 300 e 400 rs. a vara.
Ciixinhas para costura de senhora a l*oou, 2*.
3,*, 5 e6*. .o
Compoteiras de vidro com pratos de metal a 3* e
4*000. .
Franja de laa para debrunhar topetes a 2* a peca-
Palitos de fogo, prova d'agua, a 1* a groza ou 12U
rs. a duzia. ._
Assim como tem grande sortimcnto de muitos
majs objectos que se tornara enfadonho menc^
na-los, que tudo se vender muito barato para li-
quidar : na ruado Crespo n. 7, e ra do Impera-
policia ____________ dorn. 59, junto ao passo, ecasa da liquidagao.
C oiiipauhia fldclldade
seguros martimos e ter-
restres estabeleclda no
Rio de anelro.
AGENTES EM PF.PNAMBUCO
Antonio Lnii de Olive ira Azevedo & C,
competentemente autorisados pela direc-
tora da companhia de seguros Fidelida-
de, tomam seguros de navios, mercadu-
ras e predios no seu escriptorio ra da
n .1.
OSr.
iquer
__A
4oitavasde"ouro, do Carmo at a ra de Hortas,
as 8 horas da noitc do da de terca-feira, queira ter
a bondade de levar ra de S. Jos n. 34, que se-
r recompensada. _______
Arrendase na ra da Aurora n.
26 a excellenle propriedade denomina-
da Barra de Serinhem, com grande
numero decoqueiros para desructar e
muilos foros a perceber animalmente.
30
COMPRAS.
Compra-se um terreno as immediacoes da
Boa-Visto : a tratar na taberna da ra da Matriz
da Boa-Visto n. 27.________________________
_ Na estrada do Manguinho, casa n. 21, com-
pra-se urna escrava de boa couducto, que entenda
de costura c engommado, paga-se bem.__________
Compra-se cobre e latao velho : no arma-
zem da bola amarella no oitao da secretoria de
Ameixas francezas em latas de 3 e 6 libras e meia a libra a 4*500,2*400, 1*500 c
Latos com marmelada da safra nova a libra 720 e........
Ditas com figos de comadre8 libras 2*500 4 ditos 1*500 e libra ....
Pastas novas em caixa de arroba a 6**00. quarto a 2*500 e libra ....
Caixoesdedocede goiaba da casca a 400,500, 640, 880 e......
Frascos com conservas franceza e ingleza a 800 e 900 e de mustorda a
Amendoas novas arroba a 6* e a libra a 240 e........
I Sevada nova arroba a 2*500 e libra 120, sevadinha e sag novo a
Vinhos genninos dos melhores autores do Porto duzia a 14*, 18* e 20* e garrafa a
1*280, 1*600 e......
Dito em pipa do Porto, Figueira e Lisboa a caada 5*, 4*500, 4*, 3*500 e 3* e
garrafa a400, 480, 560 e............
) Dito branco proprio para missa do Porto, Figueira e Lisboa, Carcavelos, termo xe-
rez a 1*, 800, 610 e..........
Espermacete verdadeiro a libra 800, 720, 640 e 600 rs., velas de composico e car-
nauba arroba 10* e libra a........
Farelo saceos grandes, farinha, milho e arroz de casca a 4*. 4*500 e 5* c mais
pequeos a ............
Lingucas do sertao a 320, costelas e cavecas e mais fato de porco secco proprio
para feijoada a............
Macarrao, talharim, aletria, pevide, estrelinhas e rodinhas a libra
Latas com peixe em posta muito bem preparado em molho a
Charutos finos da Bahia dos melhores fabricantes a 2& 2*500,3*, 3*500, 4* e .
Genebra de Hollanda verdadeira o frasco a 640 e 1* e do laranja a .
Verdadeira farinha de matarana ou araruta em caixinha de I libras a 640 e a re-
talho a........ .....
Gomma muito alva arroba 2*500 e libra 100 rs., dito mais antiga arroba 1*280 e
libra............
; Caf de moca a libra 360, dito do Rio a libra 320 e 280, e do Ceara a 320 e arroba
a 10*, 9*500 e............
1 Toucinho de Lisboa arroba 12* e a libra 400 rs., chouri^as novas a libra
l Presuntos para fiambre a libra 800 rs. e ditos de Lamego para panella a 400 rs. a
libra e inteiros a libra..........
1 Alpista novo arroba 5* e libra 160, grao de bico a 160 e ervilhas novas em latos a
libra 640 e........ ; m
Servcja das melhores marcas branca e preta interas e meias garrafas duzia o*,
I 6*,e.............
i Resteas com grandes sebolas o cento a........
1*000 <
800 '
320
480 l
1*000
500
320
280
2*000
640
560
360
3*800
200
480
1400
5*000
1*000
800
60
8*500
640
640
NOVA LIQUIDACAO
l\ -n odo.i3 op boj b sRpuazBj op omompoioqeiso ojueModrai o\f
son 1, Mvraxourf
S0HI3DNVHIS3 3 SOMVDiaWVMHad-^
Compra-se urna casa terrea a moderna : na
ruada Concordia, n. 71^_________________________
Comprase urna armacao envernisada que
esteja em bom estado : na ra da Sanzalla-velfia,
n. 94. ______________________
^W^i%
DE
DE
J. VIGNES-
X. 55. RA IMPERADOR M. 55.
Os pianos desto antiga fabrica sao hojo assaz conhecidos para ^f fp necessaric.insistir sobrea
sua superioridade, vantogens e garantas que offerecem aos comPradores-^^Ha f Xa re-
veis qu e elles tem definitivamente conquistado sobre todos os que tem apparec do nestai praca pos
StaS um teclado e machinismo que obedecem todas as vontodes e caPri^^s pian.sla sem
nunca falhar por serem fabricados de proposito, e ter-se fe.to ltimamente melhoramentos mportan-
Sos para odima deste paz \ quanto L vozes sao melodiosas e flautadas, e por isto muito agrada-
COHPit.VH SK
dous molecotes de 15 a 20 annos que sejam bonitos
e fortes : na ra do Amorim n. 35, segundo andar
Compra-se nm cabriolet americano de 4 ro-
das que esteja em bom estado : na ra de Apollo
numero 28.______________________
Compra-se cffeclivamente euro e prata em
obras velhas : na praca da Independencia n. 22,
loa de bilhetes. ______^^___
Compra-se cobre e lato velho
na rna da Cadcia do Kecifc n. 36, pri-
meiro andar.
- Compra-se um escravo de 35 a 40 annos, que
entenda do servico de sitio : na ra do Queimado
n. 13, primeiro andar._________________________
Garraf5es.
Compram-se garrafoes de todos os tamanhos a
320 rs.: no armazem d i aurora brilhante, largo
da Santa Cruz n. 84.___________________________
Compra-se um escaler pequeo : a tratar na
ra N'ova n. 7, loja.
ptima acqulslco para os pol-
ticos da poca.
Vende-se por 800* (dinheiro visto) urna typo-
craphia montada de lodo o necessano para se en-
trar em renhido combate, sendooprelo de ferro,
e tendo tvpos bastantes para se trabalhar desem-
baracadamente, podendo-se pelas suas proporcues
escrever em formato pequeo ou grande, como me-
lhor convier aos interessados. ?ao percam os po-
lticos esto pechincha, corram ra dos Prazeres
dobairro da Boa-Vista n. 24, e l encontrarao a
dita tvpographia, que podo mais de pressa tozer a
fortuna de um poltico, do que o maior premio da
lotera de Hespanha._____________________
Vende-se urna casa com commodos para fa-
milia, e urna taberna com poucos fundos, e casa de
rancho, no melhor lugar do Barro, logo passando a
entrada do Ucha : quem quizer,dirija-se ao mes-
mo lugar, a tratar com Joaquim de Almeida Quei-
roz._______________________________________,
Vendem-se duas carrocas e dous bois, sendo
urna para agua, e outra de caxao : a tratar na ra
Imperial n. 219.______________________
de fazendas inglezas, francezas, allemaas e suissas,
que se pretendem liquidar antes da festa do na-
tal, por precos baratissimos, afim de apurar di-
nheiro, sendo a maior parte destas fazendas m-
teiramente novas, chegadas pelos ltimos vapo-
res ; de todas se do amostras, deixando penhor :
na loja e armazem do pavao, ra da Imperatriz
n. 60, de Gama i Silva.
As laazinlias do pato.
Vendem-se as modernissimas lazinhas com 9
palmos de largura, sendo lisas e de quadnnhos,
propnas para vestidos, capas soutara baques pelo
barato preco de 1*200 o covado, ditas com 4 na -,
mos, lisas e de quadrinhos a 500 rs., ditas garibal-
dinas a 400 rs., ditos enfeitadas de quadrinhos a
360 rs, bareges matsados muito finos aoOOrs^,
lazinhas transparentes com palmas de seda a aOU i
rs., ditos matisadas a 320 rs. o covado : so na loja
do pavao, ra da Imperatriz n. 60.
Os cortes de cambraia que vende o pavo
0 patio vende rasemiras a 1:600.
Vendem-se rasemiras francezas enfestodas, pro-
prias para calcas, cohetes, palitos e capas para se-
nhoras, por ser de urna s cor, sendo fazenda que
sempre se vendeu a 3*0002^ liquda-se a 1*600 o
covado : s na loja do pavao.
0 organdy do pavao a 300 rs.
Vende-se finissimo organdy matisado, branco,
para vestidos, pelo baratissimo preco de 500 rs. a
vara ou 300 rs. o covado, cassas francezas finissi-
mas a 240 e 280 rs. o covado, ditos com paln.
grandes, fazenda intoiramente moderna a 440 rs. ^
covado : s na loja do pavao, ra da Imperatriz n.
60, de Gama & Silva.
0 pavao vende os retalhos.
Vendem-se por precos baratissimos, porcao de
retalhos de chitos, cassas e lazinhas : na loja do
, ra da Imperatriz n. 60.
As chitas do pavao.
I Vendem-se chitas francezas, escuras, a 280 rs.,
ditas a 320 rs., ditas a 360 rs., ditos matisadas mui-
400 rs., ditas pretos largas e cstreitas.
YENDAS.
No mesmo estabelecimento se acha sempre um explendido
melhores compositores da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos,
por precos muito razoaveis.
sendo tudo vendido
9--RITA DO QUEIMADO--!
Custodio, Ca'valho & C.
Vende-se um bol de carroca manso, acostu-
mado a trabalho de carro da alfandega, preco com-
modo : na ra da Roda, cocheira n, 58.
luvas de pellica.
Vendem-se luvas de pellica Jouvin para senho-
ra o hornera, chegadas no ultimo vapor .do cor-
rente mez, para o baile do club comniernal de M
do crreme mez : na ra do Queimado n. M, loja
do beija flor.______________________|____________
l\ada mais barato.
Queijo prato muito fresco a 480 rs. a libra, e in-
teiro a 400 rs., bolachinha ingleza '
200 rs. a libra e 2* a barrica
to finas a 400 rs., ditos pretos
Vendem-se cortes de cambraia branca comba- ditas matisadas com fioroes propnas para cobcrlas:
bJo"a 2*500 dSfos a 3oo. utos a 4*000, d.tos na loja do pavao, ra da Imperatriz n. 60.
chinezes a 4*000, pecas de caom,broa!^rna"sP*r^ o pavao vende os cortinados.
de cores a( Vendem-se.ricos cortinados adamascados pro-
e meia a 3*000, ditos lisas brancas e
Sutuft pNA eras def cambraia deca- prios para janellas, c camas para noivos pelo ua-
^S^^^^n^of^ !aMdd0%9a5vTPar: naFUa da,mP
cas e de cores a 3*500, ditos a 2*500, pegas de n. 60, loja do pavao.^
muito nova a
ll lll\C II V
PELO PRE^O.
um
covado ou
<;lt\M>i:
Finissimas organdvs matisadas pelo baratissimo preco de 300 rs. cada
500 rs. a vara, esta grande pechincha est se acabando.
Os modernos baloes
de finos arcos e de lindas cores e brancos de todos os tamanhos e muito bem armados pelo
barato prego de 3* cada um, ditos para meninas a 2*500.
Lencos de panno de linho fino a 2*.
i Panno de linho do Porto com 9 palmos de largo a 2* a vara.
Atoalhado adamascado para mesa a preco de 1*600 e 2* a vara.
[ Guardanapos adamascados a 2* a duzia.
Cambraia de linho fina a preco de 3* e 4* a vara.
C>
SEGUROS DE VIDA EM MUTUALIDADE.
Adirecco do BANCO UNlAO tendo obtido do governo de S. M. F. a autorisacao para estable-
cer o seguro de vidas em mutualidades, faz publico que desde j toma subscripetes annuaes por urna
< vez, debaixo das seguintes condedes :
Com perda de captol e lucros;
Dito capital smente;
Dito lucros smente;
devendo a primeira liquidaco ter lugar no Io de Janeiro de 1859.
As vantogens do emprego de capitocs em mutualidade, sao obvias, porque nao smente se co-
in o juro de quantias diminutas, de que avulsas se nao poderla tirar nenhum resultado; mas alm
di^so este rendmento augmentado pelo capital ou lucros, ou ambas as cousas, conforme as condigoes
Ja subsenpeo, dos que falleeem. Tambem partido pelos socios sobreviventes tudo aquillo que os so-
cios morosos nos seus pagamentos, sao por este motivo obrigados a pagar, bem como caducidades que
occorrerem pela falto de cumprimento do compromisso social.
LIQUIDACAO
Chitos largas hamburguezas muito finas, cores
escuras e fixas a 280 o covado, por terem um pe-
queo toque de mofo, que com facilidade lavando
larga, e da mesma d-se amostras : na ra da Ma-
dre de Dos n. 16, loja defronte da alfaddcga.
Vende-se no hotel da Europa ra do Trapi
che n. 12, urna mulata de 20 annos, sabendo cesi-
nhar, coser e engommar soflrivelmente, por preco
commodo._______________________
FARINHA FONTANA.
Farinha Fontana desembarcada hoje, vende-se
por preco mais commodo do que em
qualquer outra parte : na ra da Cruz
n. 4 casa de N. 0. Bickr C succes-
sores.
Cal de Lisboa
a mais nova do mercado : na ra do Vigario n.
19, primeiro andar.______________
Vende-se urna excellente caixa grande de
amarello que serve para deposito de assucar ou
deposito de oleo, se forrando de folha : na ra No-
va n. 51. .________.
MLiPa UTA
A1$00Uocfnto-
Na taberna do Campos, na ra do Imperador n.
28, vende-se o cento dos charutos suissos a 1*.
Vende-se um fardamento para guarda do es-
quadrao : na ra da Gloria n. 27.______________
Na fabrica da travessa do Carioca n. 2 ven-
de-se por preco muito commodo oleo de ricino
muito novo, em latos de diversos tamanhos, pro-
prias para os fazendeiros, senhores de engenhos e
casas de familia ; assim como tambem se vende
azeite de mamona purificado para luzes, o qual
tem a propriedade de dar urna excellente luz, sem
fumaca e muito econmica, sendo muito propria
para usar-se em lamparinas de quarto, candieiros
do sala, lampadas de igreja, etc., e o seu preco
muito menos do que o azeite doce, geralmcnte usa-
do para o mesmo fim.___________________________
Vende-se urna balanra decimal em bom es-
tado : no armazem do finado Joaquim de Paula
Lopes, defronte da escadinha.___________________
Machinas para descantear algodao
Vendem-se machinas para descarocar algodao,
asquaes descaroj.im com presteza e perfoicao,
As liquidaces sao pelo systema das companhias hespanholas, Tutelar e outras ; e para se poder | scn(j0 seu processo muito simples: para ver e tra-
fazer urna idea do que pode produzir urna entrada annual de 10*, publica-se a seguinte tabella basea-; tar, na fabrica da travessa do Carioca n. 2.
da sobre a experiencia de muitos annos de companhias desto natureza :
Em S annos Em 10 annos Em lo annos Em 20 annos Em 2o annos
Na ra do Queimado n. 43, esquina que
volta para a Congregacio.
i:* pechincha.
Paletots de casemira a 5, 6, 7, 8, 12 e 14*, ditos .
de panno preto e azul a 9, 10, 12, 16 e 18*, ditos | casemira, e garante-se que nao desbola,
sohrecasacos de panno muito fino por 24* e 28*,
ditos de alpaca preto e de cordo a 4, o, 6 e /*,
calcas de casemiras de cores a o, 6, 7 c 8*, ditas
pretos a 6*500, 8, 9 e 10*, paletots de fustao e
ganga a 2*, 2*800.3 c 4*. calcas e colletes de to-
das as qual id a des e por preco muito barato, len-
ces de puro linho a preco de 2*800 e 3*, cober-
tas de chita a 2*240, collarinhos de linho puro a
600 rs. cada um, e outros muitos objectos que so
vista ; e para sso se pede a attenco dos fre-
guezes.
, ditas a
cambraia para cortinados, sendo topadas e trans
parentes/om 20 varas cada peca a 9*000, isto tu-
do parafipurar dinheiro : na loja do pavao, ra da
lmperawiz n. 60, de Gama & Silva.
Os chales do pavao de Moeambique a t-000.
Vendem-se os mais modernos chales de Mozam-
bique, sendo de urna s cor, com barra e muito
grandes, pelo baratissimo prego de 4*000, afilan-
cando-sc serem os mais modernos do mercado, di-
tos de merino estampados a 2*000, ditos a .1*000,
ditos muito finos de crepen com 4 pontas e ponta
redonda a 6*000, 7*000, 8*000 c 9*000 : so na
loja do pavao, ra da Imperatriz n. 60, de bama &
Silva.
Grosdenaples a 1:500, na loja do pavao.
Fazenda a l*o00, 1*600, 1*800 e 2*000 : so na
oja do pavao, ra da Imperatriz n. 60.
0 pavo vende chapeos de sol para senhoras a
1:000.
Vendem-se chancos de sol, a ingleza, sendo co
bertos de linho e forrados de verde, proprios para
senhoras que forem passar a festa, ou para meninas
levarcm para a escola pelo barato preco de 15^h.
ditos marquerinhos de seda rom franjas e cabo de
dobrar a 25500, ditos de seda para homens, sendo
rom armacao de baleia a 65000 e 75000, isto para
apurar dinheiro : s na loja do pavao, ra da Im-
peratriz n. 60.
0 pavo vende cachemiras da Imada, corte
2:210, covado 610 rs.
Vendem-se cortes de cachemiras da Escossia,
para calcas, pelo barato preco de 2*240, tendo da
mesma fazenda para vender em covado a 640 rs.,
sendo esta fazenda muito encorpada, a imitacao de
casemira, e garante-se que nao desbola. Tambem
se vendem cortes de casemira ingleza, de cores es-
curas para calca pelo barato preco de 1*800 cada
corte, ou a 500 rs. o covado : s na loja do pavao,
ra da Imperatriz n. 60.
Vende-se um sitio de trras com 400 bracas
quadradas, contendo urna officina de azeite bom
montada, na ribeira de Tiuma, freguezia de Cru:
angi, da comarca de Goianna, cujas trras sao mu
productivas de algodaoctoda lavoura : quempre-
tender dirjase a dito ribeira, a *
vo Alves de Araujo PereinL__
tratar com Este-
0 pavio vende os vestidos brancos bordados.
Vendem-se os mais ricos vestidos de cambraia
brancos, bordados croch, sendo os mais moder-
nos que tem vindo ao mercado, tendo as saias 4
palmos, e vendem-se pelos baratos precos de 10*,
12* e 16*000 : s na loja do pavo, ra da Impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
As pechinchas do pavo, antes que seacabem.
Bicos corles de cambraia branca com babados e
duas saias bordadas croch, tendo bastante fa-
zenda para vestido, pelo baratissimo preco de J5
cada um, ditos de cambraia de seda com barra e
babados a 2*500, para acabar, cortes de vestidos
Maria Pa, sendo fazenda de bonito gosto a 3*oW,
Fusto do pavao.
Vende-se fusto branco para vestido e roupa do
meninas a 500 rs. o covado, dito de palminhas a
320 rs., tarlatana de palminhas a 320 rs., filo bran-
co liso, c tarlatana branca e de cores a 800 rs. a
vara : na ra da Imperatriz n. 60, loja de Gama &
Silva.
0 pavo vende corles de calta.
Vendem-se cortos de calcas de casemira de co-
res a 2*400, ditos de cachemira da Escossia a
2*240, ditos de ganga a 1*600, ditos de bnm da
urna s cor a 2*240, ditos de castor a 15280, ditos
de casemira preto a 45000 e 5*000, ditos de case-
mira fina de cor a 55500 : s na loja do pavao,
ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
os ricos vestidos soutambar-
que, que chegaram para a loja
do pavo.
Chegaram pelo ultimo vapor francez os mais
ricos vestidos soutambarque, sendo com as saias
j feitas c ricamente enfeitadas c guarnecidas,
tendo a precisa fazenda para fazer o corpo; com
seus competentes soutambarques primorosamente
enteitadns, vindo tudo em um s carlo, assim co-
mo as mais modernas camisinhas com manguitos e
punhos a balo ricamente enfeilados, c vendem-se
por preco favoravel : na loja c armazem do pavao
na ra da Imperatriz n. 60, de Gama & StTW.
Os modernlssimos vestidos do
pavo.
Vcaba de chegar um variado sortimento dos
mais modernos cortes de lazinhas, proprias para
vellidos, tendo as barras primorosamente matiza-
das, trazendo bada um corte seu figurina para
amostra; e vende-se na loja do pavao, ruada Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
As bretanhas do pavao.
Vende-se brclanha de algodao em pechinas de
rolo, cada peca com 10 varas, pelo diminuto preco
d 35200 cada peca, assim como lencos brancos
muito superiores a 25 a duzia : na loja do pavao,
ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
0 pavo vende para lulo.
Vende-se finissimo setim da China, fazenda sem
lustro, proprio para vestidos de senhora, para ca-
pas e roupa para homem, tendo esta fazenda seis
palmos de largura e sendo muito leve, vende-se
pelo baratissimo preco de 2*200 o covado, garan-
lindo-se que nao se torna ruca, e vende-se nica-
mente na ra da Imperatriz n. 60, loja do pavao.
Vende-se, permula-sc, e tambem se aluga a
um pequeo siuo no lugar da Capunga, defronte cortes ,je cambraia brancos com babadinhos a z#;
dos sitios dos Srs. Dr. Ferreira e Paulo Jos Go-1 enfeitos para caneca/ sendo GanbaWi e a turca a
mes com casa de sufflcientes commodos, circula-. yooo, ditos com Utos e flores a 2*000, camizinhas
da "de copiares, tendo o sitio boa cerca de limoei-1 bordadas para senhoras a 1*000, manguitos de va-
ros em roda, diversos arvoredos, cacimba de agua I rios modelos a 40D, 500 e 640 rs., calcinhas para
de beber, e um telheiro que serve para estribara: mennas a 500 e 640 rs., gollinhas bordadas a 320
nr uro menino de 1 dia a 1 anno 110* 400*
t de 1 anno a 2 > 90* 300*
> > de 2 > a 3 > 86* 290*
> de 3 > a 4 > 86* 280*
| > de 4 > a 15 > 86* 270*
or urna pessoa de 15 20 86* 270*
de 20 > a 30 > 86* 270*
> de 30 > a 40 > 86* 270*
> de 40 i a 50 > 90* 300*
900* 2:000*
750* 1:700*
720* 1:600*
710* 1:560*
700* 1:550*
700* - 1:540*
710* 1.560*
720* 1:6000
750* 1:800*
4:700*
3:700*
3:500*
3:400*
3:350*
3:330*
FAZENDAS
baratas para acabar.
Sedas de quadros e de lislras a 320 rs. o cova-
do, lindas las de quadrinhos a 360 o covado, su-
periores cassas de cores a 200 rs. o covado, ditos
muito finas a 240 o covado : na loja das colnmnas,
3:400* na ra do Crespo n. 13, de Antonio Correia de Vas-
3:700* concollos & C. _______________________.
5:000* -----------
As entradas por urna s vez do resultados muito superiores as annuaes.
Porto, 10 de agosto de 1863.Os directores do Banco Unio, Jos da Silva Machado.-'r. a. van
ier Niepoort.
Agentes em Pernambuco : Antonio Luiz de Oliveira Azevedo A C, ra da Cruz n. i.
a tratar o segundo andar do sobrado n. 36 da ra
do Rangel__________________________________
Na ra do Imperador n. 28, armazem de mo-
lhados, do Campos, vendem-se velas stearinas para
carros, rap de Lisiioa em libras, assucar da fabri-
ca do Monteiro em libras o arrobas, ameixas rat-
ona Claudia em doce, latas com figos de 4 e 8 li-
bras, barricas com cal de Lisboa para fabrico de
assucar, e mais objectos por preco commodo.
SAL
A bordo da barca ingleza Recife vende-se sal de
superior qualidade : a tratar com Jos Joaquim
Alves, na ra Nova n. 69.______________________
Farinha e milho.
Milho novo e farinha muilo superior e semgost-
Meias do Porto.
algodao, por preco muto_commodo. I ra brilhante. largo da Santa Cruz n. 84.
500 rs., sedas de quadrinhos a 640, ditos de listas
a 400 rs. o covado, fusto para vestidos e roupinhas
de meninos a 320 rs. o covado, alpakim ou gorgu-
ro de linho a 260 rs, ganguelin de urna so cor a
320 rs o covado, toalhas de linho adamascadas,
nara rosto a 1*000. vestuarios para meninos e me-
ninas a 1*600 e 2*000, tiras bordadas c ntremelos
mais barato que em outra qualquer parte, ludo isto
pechincha e vende-se para liquidar : na na da
Imperatriz n. 60, loja e armazem do pavao, de Ga-
ma & Silva.
Sedas do pavo a 500 rs.
Vendem-se sedas de quadrinhos com pequeo
toque de mofo, pelo baratissimo preco de 500 rs. o
covado, ditas em perfeito estado a 800 rs ditas
com listos, para acabar a 400 rs, gorgurao de seda
para vestidos e roupa de meninos a 1*000 o cova-
do : na loja do pavo, ra da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
A carnauba do pavio.
Vende-se cera de carnauba em saceos, por prec,o
muito em conto, ou mais barato do que em outra
qualquer parte : a tratar na ra da Imperatriz n.
60, loja de Gama & Silva._______________________
t
Barricas com breu : na ra da Cadeia do Reci-
fe, loja de ferragens de Bastos._________________
Vende-se urna escrava com urna cria, a qual
cozinha perfeitamente e lava de sabo : na ra da
Mangueira n. 3.__________ .
Fo>o do ar
Recebem-sc encomniendas de fogo do are (te
vistos : no armazem da bola amarella no oitao da
secretaria de polica._____________
IIKPOfllTO
O deposito de verniz ou alcatrao do K e ar"
maxem da hola amarella no oitao da secretaria da
polica; vende-se por grossoe a retolhonelo proco
da fabrica.
1
-
i


Diarlo de Pernambuco Quinta felra 36 de Xovenibio de 18G3.
A AGUIA BRANCA,
Labyi inlhos e tucos,
tao baratos que o comprador admira.
Esses labyrinthos e bicos se applicam a
diversas obras e ftns, e sempre com provei-
to por suas fortidoes e duracao, boje mais
do que nunca, convem a todas as familias
compra-Ios para aproveitarem-se da occa-
siao em que elles sao vendidos 13o baratos
que na verdade o comprador admira, e bcm
se pode dizer que por taes procos nunca
mais haverl Os labyrinthos sao de novos
e bonitos desenhos das larguras de quatro
dedos at mais de um palmo (ou tres a dez
pollegadas) e os limitados precos s3o de 10
a 34 a peca de dez varas, variando estes em
relaciio a largura. A ser em varas haver
mui pequeas differencas, os bicos porm
principiara por mais estreitos at a maior
largura dos labyrinthos, e os precos sao
igualmente proporcionados. Isso pois, as-
sim simplesmente dito talvez pouca conside-
rac5o mereca, porm para desengaar e fa-
eer o comprador reconhecer a verdade e a-
preciar o extremo da barateza, necessario
que se dirijam com dinheiro; a ra do
Queimado loja d'Aguia Branca n. 8.
Graia econmica.
A agaia branca acaba de receber essa acredita-
la graxa econmica, cuja superioridade est ge-
almente reconhecida ; essa boa graxa se torna
recommendada, taito porque o calcado lustrado
;omella deixa perfeitamente lustroso ao menos
Tes dias sera necessidade de novo unto, .orno
mesmo porque sna preparacao appropriada para
amaciar e conservar o couro ; ella vem em caixi-
ahas e barririnhos, e acha-se venda na ra do
Queimado a. 8, loja d'aguia branca, aos rezumidos
oreos de 100, 500 e 6i0 rs.
Pentes de concha.
Com as novas e diversas gnarnices de
pentes que a Aguia Branca acaba de rece-
ber, veio tambem urna pequea qualidade
tadamente servem para o moderno atado dos
cabellos. Elles sao de bonitos e agradaveis
moldes, e de tarnanho pequenino como con-
vem para o fim que s3o. E' esta a primei-
ra vez que d'elles aqui chegam. por isso
que a moda novissima, pelo que ganha-
ro a palma aquellas senhoras que primei-
ro se apresentarem com elles, para o que
os mandar3o comprar na loja d'Aguia Bran-
ca, ra do Queimado, n. 8.
Capel las, llores e I uvas enfcita-
das para uoivas.
Pelo ultimo paquete a Aguia-branca rece-
beu os arligos cima sempre necessarios s
noivas, os quaes, segundo suas recommen-
dacoes. vieram de maito gosto, e perfeita-
mente delicados.
As capellas sao de mui moderno e agra-
davel molde, de finas flores, e acabadas com
todo o esmero: as flores solas sao extre-
mamente delicadas e proprias para enfeites
de vestidos e mesmo ornatos de ca'beca, sen-
do delgadas vergonteas de jasmin, cachos de
resedas, e outras estimadas flores.
As luvas, porm, apreciada obra de Jou-
vin, parece que foram enfeiladas pelas mes-
mas fabricantes das mimosas flores, pois que
em gosto e perfeiclo nada deixam a desejar.
Sao essas, pois, as capellas, flores e luvas
que correspondem riqueza do vestido, for-
mam o completo asseio e perfeico, e ele-
vam a galhardia da candida noiva. Resta
somente que os pretendentes munidos de
dinheiro dirijam-se alegre e espacosa lo-
ja d'Aguia-branca, ra do Queimado n. 8
(alendarlos seuanaes : pelo
preco todos compraro.
Sao de summa utilidade esses kalendarios
semanaes, porque mostram acertadamente
a data e dias da semana, sem o continuo tra-
balho de bolir nelles diariamente, pelo que
e tornam necessarios e preferiveis a todos
os outros; tanto para casas de familias, co-
mo mesmo pan qualquer oulra parte, e
principalmente por 500 rs. cada um: na
ra do Queimado, loja d'Aguia-branca, n. 8.
Phosphoros de eera.
Vendera-se a 24o rs. a duzia de caixinhas
,ie pliosplioros de cera : na ra do Queima-
do, loja d'Aguia-branca n. 8.
Inglezas: Opiata e agua da
Colonia.
A Aguia-branea da ra do Queimado n. 8
acaba de receber a apreciada opiata ingleza,
assim como mui ba agua da Colonia tam-
bem ngleza.
Garrafas com agua da Colonia.
Chegaram novas garrafas com agua da Co-
lonia para a loja d'Aguia-branca, ra do
Queimado n. 8.
Maravilh i das bellas, uovos e
delicados enfeites para ves-
tidos.
aprasivel a aguia branca o ter de avisar a
ua boa freguezia, que acaba de reeeber pelo pa-
anete francez um bello sortimento de enfeites de
seda denominado maravilha das bellas, os quacs
servem tanto para vestido de senhora eomo para
roupinuasde criancas. Seus novissimos e delica-
dos desenhos, suas cscolhidas e bem acertadas co-
res fazem um todo agradavel aosolhos de qualquer
vvente que saiba apreciar o bom. Assim, pois, a
duvida est era haver dinheiro, havendo-o, diri-
jam-se sem susto ao espacoso e alegre ninho de
aguia branca, ra do Queimado n. 8, que acharo
as verdades cima ditas.
A AGUIA BRANCA.
lia roa do Queimado n. 8, retebit.
Tnico oriental de Kemp.
Agua florida Murray 4 Lanman.
Dita de flor de laranja Condray.
Dita de rosasdito.
Dolsas para vlagens.
Vendem-se na ra do Queimado, loja d'Aguia
Rranca n. 8.
\ olas pretas
MARA PA.
A Aguia Branca receben as desejadas voltas
prutas, mui compridas e gradas.
Venda de urna hypotheca.
Os liqudatenos da niassa fallida de
Jos Antonio Basto vendem a hypothe-
ca que tem nos engenhos MaUo Grosso
e Cajabnss no termo de Serinhem no
valor de 31:8358911 rs.; tratar as
casas a roa do Trapichen. 34._______
RA DA CRUZ N. 7
AllWAXI'MI FRAMCEK
Vinho deBordoaxem barril, de qualidade muito
suprior, e em garrafas 60000 a duzia ; batatas
rauTto novas, licores francezes, e cognac o melhor
que existe no mercado.
GRANDE LIQIDACAO
DK
Fatendas franceug e iogloias todas de superior
qualidade : se vende muito barato para liqui-
dar tontas, na loja e arraazem do Arara, ra
da Imperalriz n. 06 de Loureaco Pereira Gui-
maries.
i rande pcchlnehaLa de 9
palmos a 10* 80.
Vende-se las transparentes de cores lisas
e quadros com 9 palmos de largura, pro-
prias para capas e vestidos para senhora a
1)5280 o covado ; I5azinhas muito finas de
quadrinhos a 280 e 320 rs. o covado ; di-
tas transparentes muito finas a 400 e 500
rs o covado ; gorguro de cordo, fazenda
fina e nova para vestidos por ser padrao de
seda por 500 rs. o covado. So na Arara
ha este grande sortimento de laazinhas e
outras muitas fazendas, que trouxe o ultimo
vapor vindo da Europa: ra da Imperatriz
n. 56, loja do Arara de Mendes Guimares.
A Arara vende reos vestidos bordados braoeos
a 125000 rs.
Vendem-se ricos e finos vestidos brancos
bordados a 120 ; ditos mais singelos a 50 ;
ditos de barras de tarlatana de cores a 30 ;
ditos de barras a 30 e muito baratos : ra
da Imperatriz n. 56, loja da Arara.
Hais pechineha na AraraCassas a 200 rs. o ca-
vado.
Vendem-se cassas organdys de quadros
cor de cafe e mais claros a 200 rs. o cova-
do ; ditas francezas finas a 240, 280 e 320
rs. o covado; cortes de chitas de cores a
2)5 ; ditas francezas com pequeo toque de
mofo a 24500 ; cortes de riscados famosissi-
mos com 14 covados a 3)5 (s na Arara,
ra da Imperatriz n. 56); cortes de casimi-
ra entestada para calca a 10, 1)5600 e 2)5,
! tendo cada corte 4 vara e 3 quartas, cousa
muito barata ; casimiras finas a 2)5500 e 3i5
o corte; casimiras lisas para capas de se-
nhora com 6 palmos de largura a 3i5 o cova-
do : ra da Imperatriz n. 56.
A Arara ved tiritas a 210 rs. o cavad*. Sio
largas.
Vendem-se chitas francezas com toque de
mofo, que se extinguir logo que forem la-
ivadas, e as cores sao fixas a 210 e 280 rs.
: o covado; ditas limpas e finas a 320, 360
i e 400 rs. o covado ; lencos brancos com
barra de cores finas a 160 rs, cada um ; di
tos brancos todos a 200 rs.; ditos muito fi-
nos a 320 rs ; meias para homem a 200 e
210 rs. o par ; ditas para senhora a 320 e
400 rs.: na loja da Arara, ra da Impera-
triz n. 56, de Mendes Guimares.
Sedintas da Arara a oCO rs. o covado.
Vendem-se sedinhas i>ara vestidos de se-
nhora a 560 rs. o covado ; cassa-seda -com
palmas soltas a 500 rs. o covado ; chalim
i de cores para vestidos de senhoras a 500
; rs. o covado; sarja de cores para vestidos a
j 400 rs. o covado: ra da Imperatriz, loja do
! Arara n, 56, & Mendes Guimares.
Madapolo francez enfestado a 4000 rs.
Vendem-se pecas de madapolo francez
enfestado a 4)5 e 3500 ; pecas de algodo
S encorpado a 40, 40600 e 5,5500 ; madapo-
lo inglez com 24 jardas marca Rainha a 70};
, dito Elephanle a 70500; dito n. 6 fino a
85 ; dito n. 7 a 9 ; dito de cora dourada
a 100, todos estes madapoles sao muito fi-
nos : ra da Imperatriz, loja da Arara de
Mendes Guimares.
flt>up feita da Arara.
Vendem-se uniformes completos, como
sejam : paletots, calcas, coletes de casimira
ingleza a 10 e 120; calcas de brim e
meia casimira a 2 ; paletots brim de
cores a 20000, e 3 ; ditos brancas a 30 ;
ditos de meia casimira a 30500 <*40 ; se-
roulas de bramante francezas a 1*600 ; ditas
de linho a 20 ; camisas francezas a 10600 ;
ditas muito finas a 20 e 20500 ; ditas de li-
nho inglezas 3#; camisas de meia para ho-
mem a 500, 800 rs. e 10 ; collerinhos de
linho a 500 rs:; na da Imperatriz n. 56.
Halos da Arara a 3-51000 rs.
Vendem-se bales de arcos americanos de
20, 25, 30 o 40 arcos a 3, 30500, 40 e
450O ; ditos de brilhantna a 40 ; ditos de
dita muito grandes a 3561 0 : ra da Impe-
ratriz, loja da Arara n. 56.
Lencos de seda a 800 rs.
Vendem-se lencos de seda de urna s cor
muito linos a 800 rs.; ditos estampados a
10, ditos com franjas a 10500 : ra da
Imperatriz no6.
A Arara vende ricas colchas avelludadas a 80000.
Vendem-se ricas colchas avelludadas para
cama a 80 ; ditas de fusto a 50 ; ditas de
damasco a 40; ditas de chita 20: ra da
Imperatriz n. 56.
45--RUA DIREITA-45
Eia, rapasiada, coragemt parece queja
entregastes os vossos joanetes aos duros sei-
xos do pessimo calcamento da nossa cidade!
S se observa em vossos ps botinas acalca-
nhadas e gastas at ultima sola; sapatoes
rasgados e quasi sem saltos nem tanto !
a quebradeira nao deve chegar at este pon-
to Vinde ra Direita munir-vos de excel-
lente calcado com 40 e at 60 por cento
menos do seu valor___attendei:
Borzeguins, Nantes, bezerro e va-
queta 2 e meia solas .... 80500
Borzeguins, Nantes, bezerro, va-
queta e lustre 2 solas. 80000
Borzeguins, francez e hamburguez,
bezerro, lustre e couro de por-
co 70 e........60000
Sapatoes, Nantes, bezerro e vaque-
ta 2 e meia solas.....50500
Sapatoes, Nantes, vaqueta, lustre e
bezerro 2 solas......50000
Sapatoes, Nantes, sola e vira. 40000
Ditos para menina, com laco. 30500
Ditos de ditas, de cores. 2<5800
Sapatos para senhora e homem,
tapete......... 800
Sapatos de borracha para senhora. 10400
dem idem para meninas. 10000
Sapatos de lustre para senhora. 10000
dem de lustre s avessas 500
SALSAFARRILHA
Votassa da Hussia
Vende-se em casadcN.O. Bie-
bep 4 C, sncccssorcs, ra da
Cruz n. 4.
Assucar do Monteiro
Ra do Imperador n. 28 e caes de Apollo n.
67, a 200 rs. a libra, e de 8 libras para cima
a 50600 aarroba.
Pee hincha.
Baloes de 30, 35 e 40 arcos a 3 : na ra do
Queimado n. 44._______________________
Farlnha do mandioca.
Vende-se farinha 0^ mandioca da melhor e
mais nova que ha neste mercado : no escriptorio
de Manoel Ignacio de Olivcira & Filho largo do
Corpo Santo n. 10, ou a bordo do palhabote Via-
nulo e brigue Minerva, ancorados no caes do baro
do Livramento.
laT
A-eitaplagniai ruperfino.
Chegou pelo ultimo vapor francez desta
afamada marca de azeite fino para mesa :
venda no hotel da Europa ra do Trapiche
n. 12.______________________
Lelte no Recite.
Do da 17 em diante haver lcite liquido a J20
rs. a garrafa : nooitao do predio da ra da Cadcia
do Recife em frente do passadico_____________
Kua da Senzalla n. 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston C.,
sellins e silhes inglezes, candieiros e casti-
caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
chicotes para carros e montara, arreios para
carros de um e dous cavallos, e relogios de
ouro patente inglez.
DE BRISTOL.
As curas milagrosas de
JESCROJFULaS,
ULCERAS,
CHAUAS A\TI;lS,
ENFERMIMDES STPHILITICAS,
Erysipelas, Rheumalxsmo,
Nevralgias, Escorbuto,
ele, ele, etc.,
que ten grangeado e dado o alto re-
lime
Salsaparrilha de Bristol
por todas partos do universo, sao to
gmente devidas &
TJnica Legitima e Original
SALSAPARRILHA DE BRISTOL,
PKEI'AKADA EXCU'SIVAMBNTE POR
LAJHfM A KEMP lE NOVA YORK,
Mediante a rect'da do Di: C. Bristol.
JA venda as botieas de Caors A Barboza,
ra da Cruz, e Joo da (L Bravo 4C, ra
da Madre de Dos.
Kl\ no oiumuio > 63
Loja do belja-Uor.
Facas para meninos.
Veadem-se faquinhas para meninos a 240 rs.,
ditas de ualanco de um botao a 280 rs. o talber.
Grvalas para senhora.
Vendem-se grvalas para senhora a 300, 640.
800 e 1*200.
Fitas para debrum de vestido.
Vendem-se fitas para debrum, de linho, a 240 a
peca com !0 varas, dita de laa a 800 e \f>, dita de
-ca a 1*200.
Pennas de ac de lanra.
Vendem-se caixinhas de pennas de aro de 200
rs.a i*.
La para bordar.
Vende-se la para bordar, de cores claras, a
6*800 a libra.
Bonrcas de [choro.
Vendem-se bonecas de cera a 800 rs. e Ifl, ditas
com mascara de tirar e botar a 640 e 800 rs., ditas
sem mascara a 200, 400, 500 e 800 rs.
Collieres de metal principe.
Vendem-se colhes de metal principe muito finas
a i* e 2*500 para cha, ditas para sopa a 2*000 e
4*800, concha para assucar a 640.
Facas e garios.
' Vendem-se facas e garfos a 2*800 a duzia, ditas
I cravadas a 3*, ditas de cabos pretos a 3*200, ditas
' do cabos de balanco com 2 bot5es a 6*800, ditas
para doce a 5*600, ditas de um botao a 6*, ditas
para doce a 5*.
Chicote para mallo.
Vende-se chicote para cavallo, para os amantes
que passam festa a 640 c i*.
Meias para senhora.
Vendem-se meias para senhora muito finas a
2*400 a duzia, ditas para meninas a 2*.
Papel de diiersas qnalidades.
Vende-se papel de beira dourada a 1*200, dito
amizade a 640 e 800 rs., dito pautado a 1*, dito
adamascado a 900 rs.
Anvelopes de diversas qnalidades.
Vendem-se avelopes brancos a 800 rs., ditos de
cores a 640, ditos para cartao de visita a 500 rs.
ditos pretos a 800 rs. ;
Tendo recebido ricos apparelhos para senhora,
de mousacos e camapheos verdadeiros, vendera-se,
de mousaco a 6*500, dito de camapheo a 13*.
Domius e visporas.
Vendem-se dminos muito finos a 1*100 e 1*400
c visporas a 800 e 1*.
Enfeites.
Vendem-se enfeites de redes para senhora de di-
versas cores, a 1*000, ditos pretos a 900 rs., sendo
de fitas e contas de ac, peca de fita de coz com 10
varas a 360 rs.
Extractes ingleiea.
Vendem-se extractos inglezes muito barato, por
que foi comprado em leilao, e nao se quer conti-
nuar, a 320 e 400 rs. o frasco.
^>Riia do Crespn. 5.
Na loja de Marcelino & C, vende-se
barree de laa do cores muito finos a 320
rs. o~covado, ditos lisos com 8 palmos de
largura, ricos soutembarques de cam-
braia bordado c outras muitas fazendas
de gosto proprias para o tempo de festa
chegadas neste ultimo vapor, precos mui-
to em conta.
HIMI i:<.t MHK
Q HpILIIARlAS.
Ruado QuOTnlao, ns. 49^ 55, lojas de
Jos Bigomho, queipero ver ver as fazendas
que abaixo annuncio, pois todas eu garanto
que sao muito novas e baratissimas.
Pecas de trancas de algodJo de to-
das as cores a....... 80
: Duzias de linhas com 200 jardas, A-
I lexandre, a..... iU00
Carrilel de qualquer numero 100
Varas de aspas para balSo .... 80
Caixas com superior obreias a 40
Ditas de culta....... 80
1 libra de 15a sortida.....4)5(000
i libra de 19a muito superior em co-
res e qualidade......70000
Pares de bolSes de punho a 120
Pares de sapatos de tranca .1,0280
Ditos muito superiores, a lGOO
Caixas e pacotes de papel amisade de
cores a. ....... 600
Duzia de meias muito finas para se-
nhora a........3)5500
Duzia de ditas cruas para homem a 2*400
Baralhos muito finos para voltarete a 300
Carriteis de linha com 100 jardas a 30
Cartoes de linha branca e de cores a 20
Novellos de linha com 400 jardas a 60
Ditos muito grandes com 800 jar-
das a .......120
Cartoes de linha com 200 jardas (est
se acabando a...... 60
Vara de fita prela com colxeles para
i vestido, e tem um resto parda a 100
NEM NECl \mu
Objectos de tintura e msica.
Na ra do Queimado, ns. 49 e 55, est
queimando tudo pelos precos abaixo decla-
rados, e prestem toda a atlencao para ver
o que bom e barato.
Duzia de facas e garfos muito finos a 2#300
Dita dita dita de cabo preto muito
finas a.........30200
Dita dita dita de balanco, melhor, a 50500
Tesouras para costura, muito fi-
nas a .........400
Ditas ditas para unhas, muito finas a 400
Cartas de alfineles de ferro a 80
Ditas ditos de lati muito finos a 40
Ditas de dito grandes.....120
Caixas de phopboros de pao ... 10
Grosa de ditos do gaz a 20200
Duzia de dito dito. a 200
Massos de palitos para dentes a 160
Abotoaduras para coletes a ... 160
Escovas para roupa,muito finas a 400,
500 e .'........800
^/Wanaet
ARMAZEM DE MOLHADOS
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SEM KE<* l Y1IO.
PECHINCHA.
Perfumara de superior qualidade.
O rival sem segundo, ra do Queimado,
ns. 49 e 55, est disposto a vender mais ba-
rato que nunca vendeu, para o que queiram
ver :
Duzia de saboneles finos a 720
Sabonete inglez, o melhor, a 160
Frascos com agua de Culuula multo
tina a......., 400
Ditos de dita grande a 500
f Ditofe de Lavande ambreado, o me-
l lhor, a........500
Ditos de macaca oleo muito boma 100
Ditos perola muito superior a 200
Ditos de oleo de babosa a 240, 320.
400 e.........500
Ditos de banha branca a 320
Dito de cheiro muito bonitos a 500
Ditos de banha, pequeo, muito fina
........... 200
Ditos de opiata a 200 rs., e boa a 900
i Ditos de banha japoneza a 800
Ditos de banha transparente a 720
Ditos de oleo filoconne a 800
! RIVAL
SEM SEGUNDO.
Objeetos diversos.
Ra do Queimado, ns 49 e 55, vende os
objeetos abaixo declarados, pois para aca-
bar; estes precos nao sao para continuar,
mas as nesessidades assim o permitte.
I Pares de luvas de algodo finas a 80
Caivetes de aparar penas, de 1 fo-
I Iba a ,........ 80
Ditos de2 ditasa......160
Caixas de colxetes francezes a. 40
Duzia de dito francez a 360
Massos com grampos lisos e de cara-
col a ......... 40
Duzia de dedaes de metal em caixi-
nha de vidro.......320
Tinteiro de vidro com tinta superior
a..........160
Ditos de barro que serve para tin-
teiro a........100
Grosasde botoes de louca prateado a 160
Pecas de tranca lisa encarnada a 20
Varas de bicos e rendas, para aca-
bar a ......... 60
Varas de labyrinto de 3 dedos de
largura a .....100
Ditas de pos para dentesa 100
Pentes de tartaruga a 30000 e 30500
Resmas de papel de cores a 20000
Kna da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
ferro coado libra a 110 rs., idem de Low
Moor libra a 120 rs.
Potassa da Russia.
Acaba de chegar para o antigo c acreditado de-
posito da ra da Cadeia do Recite n. 26, proceden-
te de Hamburg em 7 do corrente pela escuna
Maria.
Lencos de cambrala de linho
bordados.
Vendem-se lencos de cambraia de linho borda-
dos muito finos sendo para acabar a 640, l&,
1500, s quem vende por estes precos na ra
do Queimado loja do beija flor n. 63.__________
l !Vossa Senhora da Concelco
Contina a estar venda na ra do Imperador
n. 15 a novena de N. S. da Conceicao, conforme
usam os reverendos carmelitas da Reforma do Re-
cife, e tudo o mais conforme os annuncios feitos
por este Diario.
0 proprietario do grande armazeni do Baliza, considerando que apro-
xima-se a festa, e que de algum modo deve mimosear aos seus freguezes, com alguina cou-
sa que revele o seu contentamento e gratido, resolveu ex por a venda quasi pelo costo da
entrada o seu grande sortimento de gneros, que como todos sabem, sao sempre capricho-
samentetescolbido entre os da melhor qualidade do nosso mercado.
Sujeito a um severo regulamento, o Baliza esta firme em seu posto de honra, e j
mais circunstancia alguma o far arribar do magestoso quartel em que se acha abrigado
esperando o inimigo sempre de frente.
Nascido em trras de Portugal, o Baliza teve a fortuna de ver bem cedo esta bella
provincia. Foi na infancia que aportou em nosas plagas. entre nos frequentou a escola
primaria,seus hbitos foro aqui adquiridos,suas afleicoes existem no meio deste po\o,
t3o generoso quanto hospitaleiro.
A preferencia pois que Ihe tem dado os Pernambucanos, um favor, verdade;
mas um favor que o Baliza tem merecido, e continuar a merecer sempre, a despeito da
guerra surda que Ihe fazem os homens das libras de tres quartas, e vinhos falsificados.....
Para se ganhar dinheiro nao de mistar Iludir o povo. As fortunas adquiridas
por meios pouco lcitos degradao a quem as possue.
Venham, pois, aquelles que ainda n5o abastecern! as suas despensas nesla casa ve-
rificar por si mesmos quanto ha de verdadeiro nestas palavras.
O Baliza est a testa do estabelecimento e nada escapar s suas vistas que passa
cahir no desagrado dos seus benvolos freguezes.
Azeite doce refinado, francez e portuguez a
800 rs. a garrafa.
Dito em barril, a 4,800 a caada e 640 rs. a
garrafa.
Arroz da India edoMaranho a 120,100 e 80
rs. a libra.
Amendoas de casca mole a 280 rs. a libra.
Ameixas em diversos vazos a 10, 10500,
20500 e 800 rs. a libra.
Azeitonas novas a 10200 o barril.
Alpiste a 160 rs. a libra, e 40800 a arroba.
Aletria a 480 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 480 rs. a libra.
Biscoitos e bolachinhas inglezas recentemente
chegadas a 10500 a lata com qualidades es-
peciaes.
Dito mais antigos no mercado a 10300.
Dito lunch ou nrln milito nova a 20iO ata.
ta com 5 libras.
Dito d Lisboa muito proprio para doente,
visto ?erem preparados para esse mistar,
em latas grandes e pequeas de 3,->000 e
10500 a lata.
Bolachinhas americanas, em barricas a 30000,
e a libra 200 rs.
Banha de porco refinada a 480 rs. a libra,
e em barril 440 rs.
Batatas novas a 10000 o gigo, o a 60 rs. a
libra.
Cha perola qualidade especial a 30 a libra.
Dito hysson qualidade especial a 2$800 a
a libra.
Dito uxim a 20600 a libra.
Dito hysson a 20400 a libra.
Dito dito a 20 a libra.
Dito nacional a 1/600 a libra.
Dito preto, muito superior a 20 rs. a libra.
Dito dito menos superior a 10600 a libra.
Chourcas novas a 480 rs. a libra.
Champagne (marca aguia) do Conde de To-
r a 100 o gigo ou 10 rs. a garrafa.
Charutos dos melhores fabricantes do Rio e
Bahia a 800, 10400, 20, 20500, 30,
30500, 40 40500, e 50 a caixa com 100
charutos.
Chocolate francez, de canella la Romain.
Caf a 280 e 320 rs. a libra e a 80, 8/500 e
90 a arroba.
Cognac de muito boa qualidade a 10 a gar-
rafa.
Dito soffrivel a 800 rs. a garrafa.
Cerveija da marca tenente era botija, (en-
manhos a 500 e 10 a garrafa e 40 o par
de garrafas grandes, que depois de vasias,
valem o que.se deu por ellas cheias.
Linguasiamericanas d'1 um tamanho admi-
ra vel a 10 cada urna.
Manteiga, neste genero ha capricho da parte
do proprietario do Baliza ter sempre o
numero de 6 a 10 barris de manteiga a-
bertos, afim de satisfazer os seus amigos
e freguezes, sendo que o preco da man-
teiga verdaderamente flor de 900 rs. a
libra, e as demais qualidades a 800, OOO
e 400 rs. a libra.
dem franceza a 560 rs. a libra, muito nova
e de excellente gosto.
Moi iin.ija imparta! dos melhores fabrican-
tes de Lisboa a 640 rs. a libra.
Massa de tomate a Oto ra. o Ubre.
Mostarda ingleza em potes grandes a evo
ris o pote.
Marrasquino de zara a 64o rs. o frasco.
goras
Peixe em latas grandes, savel e
10300 a lata.
Papel greve pautado e liso a 30300 a res-
ma.
Passas a 80500 a caixa c 480 rs. a libra,
muito novas.
Palitos para dentes a 160 rs. o maco.
Dito dito de flor a 240 rs. o maco.
Prezunto para fiambre viudo todos os vapo-
res a 900 rs. a libra.
Dito do Porto em barril a 480 rs. a libra.
Queijos londrinos chegados no ultimo vapor
a 800 rs. a libra.
Dito flamengos do ultimo vapor a 2/200 c
20000.
Dito prato superior a 640 rs. a libra.
Dito dito menos superior a 480 rs. a libra.
Sardinha de Lisboa muito bem preparadas
em latas grande a 640 rs.
Dita de Nantes a 320 rs. a lata.
Sag novo a 240 rs. a libra.
Sabao massa a 120, 160, 200 e240rs. a
libra.
Sevadinha de Franca a 200 rs. a libra.
Sevada a 120 rs. a libra.
Toucinho de Lisboa, de Santos, a 320 e 300
rs. a libra.
commenda feita pelo proprietario do Baliza) Tijolopara limpar facas a 140 rs. cada um.
qualidade esta que nao pode continuar, Vinhos, nette-geneno o armazem Baliza tem
a vir em consequencia de ficar por preco
muito alto a 60500 a duzia de grandes bo-
tijas e 80 por vinte quatro mi ias, e de ou- j
tras marcas a 30, 40, 50 e 50500 a du-
zia de garrafas.
Conservas inglezas, a 800 rs. o frasco e 90
a duzia.
o melhor sortimento possivel, Lagrimas
do Douro, Maria Pia, Camoes, Bocage, D.
Pedro II, D. Pedro V, e Baliza, que se
vende muito barato em vista de sua espe-
cial qualidade a 100000,120000 e 150000
a duzia.
dem esquesitos como sejam Cherry, e Madei-
Doces (francezes) em frascos lindamente enfei- i ra, Velmute, etc., de 150000 a 200000 a
tados em calda de assucar e em alcool a duzia.
10 e 500 rs. o frasco. I dem de Figueira, Lisboa e Porto a 30000,
Dito de goiaba em latas e em caixoes de di-1 40ooo e 40500 rs. a caada
versos tamanhos e objeetos pelo qual se dem de Lisboa de minha propria marca em
nao engeita dinheiro avista do grande de-1
psito que ha.
Ervilhas francezas e portugueza a 700 e a 500
rs. a lata.
Dita secca a 200 rs. a libra.
Figos novos a 320 rs. a libra e a 60 o barrili-
nho.
Fruta em calda de assucar em latas a 500
rs. a lata.
Farinha do Maranho, muito superior, a
16o rs. a libra.
Dita de trigo, a 120,140 e 160 rs. a libra.
Frasqueiras com genebra de laranja, de
Hollanda, e de Hamburg, de diversos
precos conforme os tamanhos.
Garrames vazios, de 5oo a 102oo.
Gomma do Aracaly a 100 rs. a libra.
Dita menos superior a 60 rs. a libra.
Graixa a 120 rs. a lata e 10300 a duzia.
Licores francezes das melhores fiructas da Eu-
ropa em garrafas lindas e de diversos ta-J
ancora de 8 't a 9 caadas por 280000
a ancora, e da Figueira de 8 'j a 9 ca-
adas a 280000 rs.
Vinagre de Lisboa em caada a 10600,108oo
e 20000 rs.
dem mais baixo a 10280 rs. a caada.
Idtm de Lisboa em garrames com o garrafas
por 10200 rs. com o garrafo.
Vellas de espermacete superiores a 600 rs.
o maco.
dem de carnauba de 320 a 360 rs. a libra,
em arroba de 90000 a lO0ooo rs.
Vassouras do Porto com arcos de ferro a 4oo
rs, cada urna.
Vinhos de Bordeaux neste genero temos as
melhores qualidades que se fabricam em
Bordeaux, tanto branco como tinto, e espe-
ramos por todos os vapores francezes, uns
pequeos barris contendo cada um de 85
a 90 garrafas, e qne sero vendidas o mais
barato possivel.



Diarlo de l'ernainhnco --- Quinfa fefra de !\t>fc>iiJ>ro de 1S63.
UNIO
s
COMMERCIO.
Defronte do Pregnlca.
HITARTE AliMEIDA
acaba de abrir o seu grande e sortido armazem de molbados denominado Unido e Com-
vipicio. Este grande armazem um dos mais liemjmontados que temos emnossa praca,
nao s em limpeza e aceto, como as qualidades especiaes de seus gneros. O proprie-
lario do Unido e Commercio offerece todos os senhores da praca, senhores de engenho i
e aviadores a seguinte tabella, por onde vero a grande economa que lhe resulta em
eomprarcm em Ufo til estabeleciment, afiancando o mesmo todo e qualquer genero
s;:hido de seu armazem.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, mandada Milho alpista a 16o re. a libra,
vir de conta propria, a 7oo a 800 rs, a
libra.
Painco a 2oo rs. a libra.
Mem ta risplo ul.imo navio a ^Z1^^X?!!
56o rs. a libra, c em barra tera abatnen-
te.
dem ingleza em potes de 4 a 16 libras a
800 rs, a libra e o pote separado,
Cha uxim o inelbor neste genero, mandado
vir de coala propria a 2,8oo rs, a libra.
80 rs
aba ti ment
.ya sgR,.^* '*
ESTABELECIMENTO COMMERCIAL
DE ,
!CALDERARI\ E FUMIGO DE JIETAES,
Mito na ma do Kriiiu u. 40 Jimio
a fnndic Villaca irnio A C.
Neste estabelecimento encontraro os freguezes um completo sortimento
de tudo que diz respeito as artes de caldereiro, funileiro, latoeiro, ferreiro e
fundico, e os abaixo asssignados que o dirigem, promettem servir a todas as
pessas que se dignarem de os procurar, com promptidao, sinceridade e pre- 'TRi
eos muito rasoaveis. O dito estabelecimento estando montado em ponto ^
grande, tanto no que diz respeito a pessoal, como em materia prima, e tendo M
habis oficiaos, pode executar com toda a perfeiejo e seguranca qualquer sT
obra tendente as artes cima mencionadas e affoitamente pdem os abaixo as- rk
signados assegurar ao publico que nenhum outro estabelecimento lbe pode
fornecer mais barato e mais perfeito do que elles, viste que recebem de sua
propria encommenda todas as materias empregadas em ditas obras.
Alambiques simples e continuos de to- Sinos de 16 libras 8 arrobas.
Parafuzos de bronze e ferro para ro-
das d'agua.
Torneiras de bronze e bronzes para
engenho.
Encanamentos de cobre e chumbo de
todas as grossuras.
aspirantes e
a libra, e em arroba se far
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
Sabo verdadeiro hespanhol, que raras vezes
vem ao nosso mercado a 28o rs. a libra.
Id 111 hysson, grande, muito bom a 2,6oo rs.
a libra.
dem prelo muito fino, a 2,600 rs, a libra.
dem prcto, mais baixo, a 2,ooo rs, a libra.
dem, verde, miudinho, mais proprio para
negocio, a l,5oo rs, a libra.
Banha de porco refinada muito alva a 46o
rs, a libra, e em barril se far abatimento.
Biscoitos ingleses das seguintes marcas;
GrakneJ, Soda, Geede, Captain, Travellies.
Lunch. Cabin, e outras muitas marcas, a
1 ioo re, a lata.
Bolachinha de sdo, especial encommenda, a
2,200 rs, a lata.
Biscoito inglez Craknel em latas de 5, 7 e 15
I liras a 5;ooo c 6,000 rs, e de l,2oo a
800 rs, a libra.
Queijos do reino pelo baratissimo proco de
1 jii.o, i So e 2,000 rs os do ultimo
vapor.
Id im prato muito fresco a 6io re, a libra.
dem iondrino muito fresco a 800 rs, a libra.
des os tamaitos e dimencoes.
Machinas de cobre para destilar e res-
tilar espirito at 40 graos pelos sys-
temas de Logier e Derosne.
Carapucas e serpenfinas de cobre, e
estanlio, avulsas.
Taixas e tachos de cobre para engenho Bombas para cacimbas,
e refinaco. de repudio.
Paroes de cobre e todos os cobres ne- Bombas para destrlaces.
cessarios para o fabrico do assucar. Dras para regar jardins, hortas e
Cobres para rodas de moer mandioca. capim.
Machinas econmicas para lavar roupa Ditas para navios e barracas de varias
o melhor possivel. I qualidades e dimencSes.
Cobre em lenco! e arrodellas, estanto em barrinha, chumbo em barra,
lenco! e canos de todas as grossuras.
Villaca Irmao & C.
38RA DO IMPERADOR38
Sabao massa de superior qualidade a 18o,
2oo, e 22o rs. a libra do melhor que ha.
Graixa em latas muita nova a 12o rs. a lati-
nha, e l,3oo rs. a duzia.
Peixe em latas muito novo: savel, pescada,
curvin, salmao e outras muitas qualidades
preparados de escabexe, segundo a arte de
cozinha, de l,2ooa 2,000 rs. a lata.
dem do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado e escollado pessoalmente por um
dos socios que se acha em Portugal, das
f>(niint0 m-uvae rtim.ia Panul Va.'muit0 recommendada as affecyoes do tubo gastrointestinal, nos dos rins, e bexica ourinaria, polas
lho secco especial, Lagrimas
1819, vinho especial D. Pedro
Agua natnral de Condllae.
velho. Nctar superior de 1833, Duque do
Porto de 1834, vinho do Porto velho su-
perior, Madeira Secca de superior quali-
dade, vinho do Porto superior D. Lhz .
de 1847, Lagrimas do Douro, especial vi-
nho do Porto, de l.ooo a 1.2oo rs. a gar-
rafa e de lo,ooo a 12,ooo rs. a (tafea com
urna duzia.
-demBordeaux de differentes marcas, garn-
tase a qualidade, a 8.000 rs. a caixa com
urna duzia, e a 7oo rs. a garrafa.
tlgumas caixas de instrumentos cirurgicos para operaedes de Matieu e Charriere.
Y;i los em tiipa: Porto. Figueira e Lisboa, a! r, *- 1 1 3 r.
. 5o e (34o rs, a garrafa, e de 3,ooo a ^'"^f m 5 *t9S de vinhn do *rU>
4,5ors, a caada! do Alto Douro a 2,2oo rs. com o garrafo.
Marmetada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa em latas de I e mais libras
700 rs, a libra.
Frats em caldas .las Beguintes qualidades: Illcmm ? 8"* vinr
ameea, ranina Claudia, peras, cerejas, e**>
dem com 5 garrafas de vinho Figueira, mais
proprio para a nossa estacao por ser mais
fresco a 2,4oo rs. com o garrafo.
a l,2oo rs.
;'ija. pecegos e alpercb a 000 rs, a lata.
Figos em cafcilnnas de 1 /* arroba e de 8 li-
i" 18 a 8,000,4,000, e 2,ooo rs, o a 3oo rs,
a libra.
Km ndoas de casca mole a 28o re, a libra, e
om arroba tera abatimento.
Sa dianas de Nantee a 32o rs, a latinha.
i nlio de Lisboa a 36o rs, a libra e em
arroba lera abatimento.
1 de tomates a 6o rs, a libra.
Piaenla do reino a 34o rs. a libra,
Farinha do Maranho a 14o rs,a libra,
Celiolas a ioo rs. a restea.
Tijollo para limpar facas a 16o rs,
C
>. reja das mais acreditadas marcas de 5,ooo
a 7..'ioo a duzia, e de 5oo a 600 rs, a gar-
rafa,
Prezimto pira fiambre muito fresco e novo
" > rs. a libra,
Genebra de laranja a 9oo rs, o frasco,
Chotiricaa as mais frescas do mercado a 800
. a libra,
tac verdadeiro inglez a Ooors. agarrafa.
e lo,5oo rs. a caixa rom urna duzia.
Licores france/.es das seguintes marcas: Ani-
zete de Bordeaux, Plaisir des danics. e de
outras militas nw <.>.< n lo.'ioo rs. a fhr/ia,
e a l.ooo a garrafa.
Passas muito novas a 5oo M. a libra e a 8,Son I
r.^.. a caixa. Ha caixaet, nietas e ojaartos.
batatas a l,ooors. o gigo com 38 libras.
Iiinba ingleza a 4oo rs. a libra,
A oite francez e portagaez refinado a 800 rs.
1 garrafa, e9,ooo rs. a caixa com urna du-
zia.
Cinservas inglesas das seguintes marcas:
Mixed, Pckes, e ceblas simples a 800
i" O frasco.
Vinho bronco o melhor neste genero a 600 rs,
a garrafa e 4,000 rs. a caada.
Vassouras americanas a8oors. cada urna.
Velas de spermaeete as melhores que ha no
mercado a 860 e 61o rs. o niasso, e em
caixa se far um grande abatimento,
dem de carnauba e composicao, de 4oo a
32o rs. a libra, e de 10,000 rs, a ll,5oo
rs. a arroba,
Caf de 1 e 21 sorte de 8.3oo a 8,600 rs. a
arroba, e de 28o a 32o rs. a libra do me-
lhor,
Arroz da India, Maranhfto e Carolina a 3,ooo,
2.800 e 2,400 rs. a arroba e a loo rs. a
libra.
Frasqueira de genebra a o,8oo rs. e a 5oo
rs. o frasco.
FCJjVIII^AO DO BOWMAI-RIA HO
BRCII 3r. 38.
Este muito acreditado estabelecimento est prvido de um completo sortimento de
machinismos proprios do fabrico.de assucar, a saber:
Machinas de vapores as mais modernas e mais acreditadas.
Rodas d'agua de ferro cora seus pertences.
Moendas e meias moendas de todos os tamanhos.
Rodas dentadas, angulares e de espora.
Taixas de ferro batido e coado.
Boceas de fornalha pelo novo systema Wetson.
Alambiques de ferro fundido.
Fornos para cozer farinha.
Moinhos para moer mandioca.
Arados americanos, etc. etc.
PHOSPHATO de FERRO
DE LERAS, DODTOR EM SCIENC1A3, INSPECTOR DA ACADEMIA DE PARIZ, etc., etc.
Este novo ferruginoso, apprnvado por todas as Academias da Medicina do mundo inleiro, rene a
composicSo dos ossos e do sangue, e contem o ferro em estado liquido. Segundo asobservuefies feitas nos
hoafitM de Pariz e consignadas no Prospecto elle superior s rllula* rerruKlnMaa, o lurtat*
de ferro, no ferro reduaid* pela hydrageneo, ao eltralo de ferro, 6 rilulaa e Xarope de'
I od nre de ferro : elle cura rpidamente a ictericia branca, cor paluda. dSresd'estmago.digpstoes peno-
sas, affeccoes nervosas, escrophulas, mingoa de sangue, perda de foroa e appetile, irregularidades,
faltas menstruaes, e flores brancas. E o mellior adjuvante do oleo de flgado de baealho.
Depsito geral : em Pars, en casa do MM. Grlmaoll e C>, pharmaceuticos, 1, ra de la Feuilkule
em Lisboa, en casa de nodrlgo da coata-Cr*alho no Porro, en casa de Miguel fu de 8ou*.a-
Ferrelra; em o Rio-de -Janeiro, vluva reiioto e Dala, ra do Sabao, II em Baha, en casa de
Joae-Caetaae Ferrelra-Eaptahrlra; em Ato-Grande, en casa de Joaqun de Cortoj; em Maran-
hdo, en casa de Ferrelra e C, em Pernambtuo, shoum e O, roa da Cruz, 32; Sema, e as prlncipaes
pharmacias do Brazil.
M511D3 MiM331Lt
'LH
Largo do C'aimo 9.
Grande sortimento para a festa por menos
10 a 20 por cento do que em outra qualquer
parte.
Duarte A C.1 scientificam aos seos freguezes e ao publico>mgeral, que acaba de che-
gar da Europa um socio que faz parte da firma, com um grande e bello sortimento de
molhados por elle escolhidos, os quaes se vendem por menos de lo a 2o por o/, do que ou-
tro qualquer annunciante, garantindo a boa qualidade e peso de qualquer genero vendido
neste j muito acreditado armazem, e por isso, firmados em que cumprem fielmente o
que promettem, pedem todos os Srs. da praca, deengenhos elavradores, o favor de
mandarem suas encommendas ou relacoes ao armazem Progressivo, certos de nao terem
em tempo algum occasiSo de se arrependerem.
Aviso.
Todos os Srs., que comprarem para tornarem a vender, tero, alm da differenca
j publicada, mais 5 por % de abatimento. Os propietarios tambera garantera o bom
acondicionamento anda mesmo dos mesmos para o mais alto sertao.
Gomma muito alva para engommar a 80 rs.
a libra, e em arroba se far abatimento.
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
Sab5o verdadeiro hespanhol que raras vezes
vem ao nosso mercado a 28o rs. a Uhra.
Sabao massa de superior qualidade a 180
200, e 220 rs. a libra do melhor que h;'.
Graixa em latas muito nova a 120 rs a lati-
nha, e 1,300 rs. a duzia.
Peixe em latas muito novo : savel, pescada,
curvin, salmao e outras mnitas qualidades
preparados de escabexe, segundo a arte de
cozinha, de 1,400 a 2,ooo rs. a lata
Manteiga ingleza perfeitamente flor, mandada
vir de conta propria, a 8oo rs. a fibra.
dem franceza chegada pelo ultimo navio a
56o rs. a libra, e em barril ter abatimen-
to.
dem ingleza em potes de 4 a 16 libras a
8oo rs. a libra e o pote separado.
Cha uxim o melhor neste genero, mandado
vir de conta propria, a 2,8oo rs. a libra
dem hysson, grande, muito bom a 2,6oo rs,
a libra.
dem preto, muito fino, a 2,6oo rs. a libra.
dem preto, mais baixo, a 2,ooo rs. a libra.!
dem, verde, miudinho, mais proprio para ne- dem do Alto Douro vindo do Porto enear
gocio, a l,5oo rs. a libra. rafado e escolhido pessoalmente por um
Banha de porco refinada muito alva a 48o dos socios que se acha em Portugal, das
rs. a libra, e em barril se far abatimen- seguintes marcas: Duque, Genuino, Ve-
t0'-, !no se**0 especial, Lagrimas Doces de
Biscoitos inglezes das seguintes marcas:
Azeite doce em barril muito fino, a 64o rs.
a garrafa, e em caada ter abatimento.
Papel greve pautado e liso a 3,5oo
resma.
Deposito geral em Pernambuco ra da Cruz n. 22 em casa de Caros A Barboza
\o armazem tic fazendas bara-
tas de Mantos Coellio
RA DO Ql'EIMADO N. 11YENDE-SE O SE-
GUINTE :
Eslfira da Imlia
para forro de sala, de 4, 5 e 6 palmos de largura,
Chcgado pelo vapor:
su para o vigilante, na do Cres-
po u. %.
At que chegaram as muito desojadas casrarri-
Ihas de todas as cores com una tilinlia de velludo
no centro, cousa muito elegante para enfeite, assim
rs.
Genebra de Hollanda em botija de conta a
44o rs. a botija.
Champagne das mais a creditadas marcas a
l.ooo rs. a garrafa, e a lo,ooo rs. a duzia
ou pgo.
Baealho a 14,.*>oo a barrica.
Ervilhas france/a e portagaeza a 640 rs a
lata de urna libra.
por menor preco do u,uc em outra qualquer parte, como de outras qualidades, e preces muito razoa-
vels : s no vigilante, ra do Crespo, n. 7.
Para dar de mimo.
Chegaram as riquissimas bonecas de lodos os
tamanhos, vestidinhos ricamenh enfeitados, cada
um cmsua caixinha, propiamente para um deli-
cado mimo, por baratissimo preco : s no vigilan-
te, ra do Crespo n. 7.
Para es senhores hachareis.
Chegou tempo a riquissima tita de chamalote
para cartas dos senhores hachareis, assim como
branca, lisa, propria para abrir letras, ou para
sintos : s no vigilante, ra do Crespo n. 7.
Peulea de marrafa.
lambcrn chegaram os riquissimos penles de
marrafa com pedrinhas,os lindos pentes de regano
para meninas, meias de seda c sapatinhos proprios
para baptisados, meias de seda para senhora, fitas
de laa para debrum, fita de linhfl, trancas de laa,
pelo baratissimo preco de 680 rs a vara. I de |niio e de seda, luvas de seda e pellica, e fio d
r. -w, a L Braman le de linno Escocia e camurca. altinetes de cabeca chata, car-
unocoiaie irancez, hespanhol, smsso e por- fino romdcz palmos de largura pelo barato preco teiriuhas com todas as agulhas precisas para cos-
fOgUeZ a l.ooo rs a libra, e a 28o rs. ca- de 2*30t a vara- itura, fivelas de madreperola esmaltadas de ac
da pao de uma l\. Toalhas aleochoadas para sintos, llores de lodasas qualida les, raixinhas
para mao pelo baratissimo preco de 5000 a du- com pastllhas de perfumara, abafadores de laa
Garrafoes vasios de 5 garrafas at 3 caadas zia- para s.en.nora- toucas e sapatinhos de Oa, pniseiri-
Leiifos
j de panno de linbo pelo barato preco de 2,JO0O.
Lrnres
a de bramante de linho fino pelo barato preco de
35000.
Coberlas de chita da India
pelo barato prego de 25000.
Li'ii ;ns de cassa
brancos, finissimos, proprios para algibeira pelo
baratissimo preco de 25000 e 2i00 a duzia.
Cambraia adamascada
para cortinado, pelo baratissimo preco de 105000
a peca.
Pecas do cambraia
de salpicos. fina, com 8 1/2 varas, pelo baratissimo
preco do 45-
Kilo liso lino
Mostarda ingleza preparada em potes a 4oo
i s. o pote-
dr biro a 16o rs a libra, e em arroba
ter abatimento.
de Sooat l,3oo rs. cada um.
Ameixas francezas em caixinhas elegante-
mente enfeitadas, com diversas estampas
no exterior da caixa de 1,500 a 3,ooo rs.
cada uma; tambem ha frascos e latas de
differentes tamanhos que se vendem por
mdico preco.
Massas para sopa: macarro, talharim e ale-
tria a 48o rs. a libra, e em caixa se far
abatimento.
Petas de brelanha
de rolo com 10 varas propria para saia, pelo liara- g*gJLig!S!r* ** *
to preco de 35000. chamados de familia, pomadas de to
: nhas de borracha para segurar manguintos, fitas
- redondos, ditos
todas
r^w ->^..
LOJADOPltEGU!(]\
Vasos inglezes vasios de 4 a 16 libras, muito r.iri..lf-A, ,, ,
nrooros ..ara demsito de mante.ii/a. doce. ^rrARe com 14 garrafas de genebra de
proprios para deposito de. manteiga, doce.
e outro qualquer liquido, de l,ooo a 3,ooo
rs. cada um,
Palitos de gaz a 2,3oo rs. a groza e o rs. a
caixinba.
as quali
dades e dos fabricantes mais afamadas, colclicle
pratiados muito finos, retroz de todasas qualidades,
i retroz em carretel e em novel lo, e de meada, de
i todas as cores, escovas para denles, dilas para rou-
! pa, ditas para chapeo c ditas para unha, de todos
os preeos, e oulros mais objectos, que se tornara
U <1o Oucimndo n. 2. cnfadonhoannunnar.c vista dos freguezes pro-
Vendem-se pecas de madapoln fino entestado melt,p"se fazer, '"do o negocio: s no vigilante, ra
com 12 jardas por 55, cambraia preta a 500 rs. a ; tesP '__________________________
vara, meias de seda de peso para meninas de 1 a
10 annos a 25 o par, lindas e finissimas eambraias i
de cores a 360 rs. o covado, palelols de alpaca de
todos os tamanhos para meninos, ditos, para ho-j
4 e 55,
Hollanda a 5,5oo cada um.
Charutos de todas as marcas c dos melho-
res fabricantes da Babia de 3,ooo a 4,eoo
rs. a caixa.
Cal de Lisboa e potassa da
Rnssla.
Vende-se na ra daCadeia do Recifc n. 26, para
mem a ,i&, 4 e 55, chitas francezas "de bons pa- onde se mudou o antigo e acreditado deposito da
dr5es e cores flxas a 320 e 360 o covado, ditas es- niesma ra n. 12, ambos os gneros sao novos e
treitas a 210 o covado, baldes de arcos a 35500 e legtimos, c se vendem a pre^o mais barato do que
45, ganga de quadrinhos a 320 o covado, coberto- outra qualquer parte,
res de algodao a 15200 cada um, lencos de cassa a
ATTEI^AO
Todos os senhores que comprarem para negocio ou casa particular de 100$ para
rima tetUo mais 8 a 10 por / de abatimento; o proprietario scientilica mais que todos
m is ;?,;,.ids sao recibidos de sua propria encommenda, razo estapara poder ven-
der por muito menos do que em entro qualquer estabelecimento.
80 rs., 100, 120, 160 e 20 rs., e outras mulas fa-
zendas que se vende por barato preco, e de tudo
se dar amostras : na ma do Qaeimado,
Pregnca n. 2.
A i# a groza.
Na taberna do Campos na rua do Imperador n.
toja do 28- vende-se a 15 a groza de caixinhas de phos-
I phoros.
WA'WSM'S-B lg:.'S"^',^''r",>'t"1
mi0."/'!!1 t!e?fa d0.romnrar caixas com duas ar- Em casa de Mills Latham & C. na rua d-
rohas de batatas, pelo barato preco de 25, tanta- Cnu n. HR. vende-se Trro galvanisado de um doa
ua da Madre de Dos melhores fabricantes inglezes, proprio para cobers
ns. 5 e 9.
tas de casas.
Craknel, Soda, Ceede, Captain, Travellies
Lunch, Cabin, e outras muitas marcas a
l,4oo rs. a lata.
Bolachinha de soda, especial encommenda, a
2,2oo rs. a lata.
Biscoito inglez Craknel em latas de 5, 7 e 15
libras a 5,ooo e 6,000 rs. e de l,2oo a
800 rs. a libra.
Batatas muito novas a 5o rs.
Queijos flamengos chegados neste ultimo
vapor a 2,2oo rs.
dem do vapor passado a 2,000 e 1,80o,
dem prato negado neste ultimo vapor,
muito fresco a a 4oo rs. a libra e intei-
ro se far abatimento.
dem Iondrino muito fresco a 800 rs. a libra.
Vinhos em pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
48o, 56o, e 64o rs. a garafa, e de 3,ooo a
4,5oo rs, a caada.
Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa em latas de 1 e mais libras
a Too rs. a libra.
Fructas em caldas das seguintes qualidades:
ameixa rainha Claudia, peras, cerejas,
ginja, (pecegos e alperch a 5oo rs. a lata.
Figos en. caixinhas de 1 */i arroba e de 8 li-
bras a 8,000, 4,000 e 2,ooo rs, e a 3oo rs.
a libra.
Amendoas de casca mole a 28o rs. a libra, e
em arroba ter abatimento.
Sardinha de Nantes a 32o rs. a latVha.
Toucinho de Lisboa a 36o rs. a libra, eem ar-
roba ter abatimento.
Massa de tomates a 64o rs. a libras.
Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
Farinha do Maranhao a 14o rs. a libra.
Tijollo para limpar facas a 16o rs.
Ceblas a l,2oo rs. o mlho, e a l.ooo rs.
o cento.
Ceneja das mais acreditadas marcas de
5,ooo a 7,5oo a duzia, e de 5oo a 600 rs.
a garrafa.
Prezimto para fiambre muito fresco e novo
a 800 rs. a libra.
Genebra de laranja a 9oo rs. a frasco.
Chouricas as mais frescas do mercado a
800 rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa,
e lo,5oo rs. a caixa com uma duzia.
Licores francezes das seguintes marcas: A-
nizete de Bordeaux, Plaisir des dames, e
de outras muitas marcas a 10,000 rs. a
duzia, e a l,ooo rs. a garrafa.
Passas muito novas a 5oo rs. a libra e a
8,5oo rs. a caixa. Ha caixas, meias e
quartos.
Garrafoes com 14 garrafas de genebra de
Hollanda a 5#5oo.
Bolachinha ingleza a 4oo rs. a libra.
Azeite francez eportuguez refinado a 800 rs.
a garrafa, e 9,ooo rs. a caixa com nma
duzia.
Grao de bico a 16o rs. a libra, e em arroba
ter abatimento.
Conservas inglezas das seguintes marcas:
Mixed, Pickes, e ceblas simples a 800 rs.
o frasco."
Mostarda ingleza preparada em potes a 4oo
rs. o pote.
Vasos inglezes vasios de 4 a 16 librmuitos, a
1819, vinho especial D. Pedro V, vinho
velho, Nctar superior de 1833, Duque do
Porto de 1834, vinho do Porto veto su-
perior, Madeira Secca de superior quali-
dade, vinho do Porto superior D. Luiz I
de 1847, Lagrimas do Douro, especial \i-
nho do Porto, de l.ooo a 1.800 rs. a gar-
rafa e de lo,oooa 12.000 rs. a caixa com
umaduzia.
dem Bordeaux de differentes marcas, garnte-
se a qualidade, a 8,000 rs. acaixa com tima
dnzia, e a 7oo rs. a garrafa.
Garrafoes com 5 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 2,2oo rs. com o garrafa...
dem com 5 garrafas de vinho Figueira, mais
proprio para a nossa estaco por ser mais
fresco a 2,ooo rs. com o garrafa...
dem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.
o garrafo.
Vinho branco o melhor neste genero a 600 rs.
a garrafa, e 4,000 rs. a caada.
Alhos a 80 rs. o masso.
Velas de spermaeete as melhores que ha no
mercado a 600 e 64o rs. o masso. e em
caixa se far um grande abatimento.
Frasqueiras de genebra a 5,8oo rs., e a .'ioo
rs. o frasco.
dem de carnauba e composicao, de 4oo a
32o rs a libra, e de lo,ooo rs. a 11,5oo rs.
a arroba.
Caf de l1 e 2a sorte de 8,3oo a 8,fioo rs. a
arroba, e de 28o a 32o rs. a libra do me-
lhor.
Arroz da India, Maranhao e Carolina a 3.ooo.
2,8oo e 24oo rs. a arroba e de loo rs. a
80 rs. a libra.
Azeite doce em barril, muito fino a 64o rs.
a garrafa.
Papel grve pautado e liso a 3,5oo rs. a
resma.
Genebra de Hollanda em botija de conta a
44o rs. a botija.
Champagne das mais a creditadas marcas a
l.ooo rs. a garrafa, e a lo.ooo rs.a dnzia
ou gigo.
Sal refinado a 7o rs. a libra.
Ervilhas francezas e portuguezas a 64o rs.
a lata de uma libra.
Chocolate francez, hespanhol, suisso, e portu-
guez a l,ooo rs. a libra, e a 28o rs. cada
pao de uma '/*
Garrafoes vasios de 5 garrafas at 3 capadas
de 5oo at l,3oo rs. cada nm.
Ameixas francezas em caixinhas elegantemen-
te enfeitadas, com diversas estampas
no exterior da caixa, de l,5oo a 3,ooors.
cada uma; tambem ha fia icos e latas de
differentes tamanhos que se vendem por
mdico preco.
Massas para sopa: macarro, talharim, e
aletria a 48o rs. a bra, e em caixa se
far abatimento.
, .. -.Ti rara anaumenio.
proprios para deposito de manteiga, doce, | ^^ de iaba de 4oo ^
e outroqualquerbquido.de l,oooa 3,ooo e
rs. cadaum. !.jg '
Palitos do gaz a 2,3oo rs. a groza e 2o rs. a "em a 2-? X* grande",
gajjip^a. Charutos de todas as marcas e dos melhore*
Milho alpista a 160 rs. a libra.
Painco a 2oo rs. a libra.
fabricintes^la Bahia de 3,ooo a 4.000 rs.
a caixa.
ATTENCAO!
'. ^

Alera dos gneros cima annunciados ha ura completo sortimento de cominhos, er-
va doce, alfazema e outros muitos gneros, que tudo se vende por baratisssimo preco.
I


Mario de Pcmamhnco Quinta felra rlc \ovfmbio de 13,


GRANDE ARMAZEM
AB
N. 36, RA DAS CREKS N. 36
M
balrro de Santo Antonio.
0 proprietario do muito acreditado armazem denominado Progresstsa tendo
empre em vista fazer tudo o que for possivel para bera servir aos seus freguezes, tem
deliberado vender os seus j bem conhecidos gneros de primeira qualidade pelos precos
abaixo mencionados, e aflianca s pessoas que mandarem comprar por seus criados ou
escravos, serem Uto bem servidas como vindopessoalmente; encarrega-se de aviar qualquer
encommenda, ainda mesmo contendo objectos nao proprios deste estabelecimento. 0
mesmo pede aos senhores que maudarem comprar neste armazem o favor de mandarem
devolver qualquer objecto que nao agradar, devendo os mesmos senhores ter toda atten-
cao com os seus portadores, fazendo-lhes ver que s no armazem Progressista da ra das
Cruzes n. 36, que se vendem os memores gneros por mais barato preco, porque estes
mu i tas vezes olvidam-se e vo outra parte onde os servem de maneira a desagradar este
estabelecimento.
Uvas muito novas a l,ooo a libra.
Clastanhas a 2oo rs. a libra,
Figos a 320 rs, a libra,
Vinao superior da Figueira e Lisboa, a 400,
UO, 480 e 500 rs. a garrafa, e a 2,500,
2,700, 3,000 e 3,40* rs. a caada.
dem engarrafado, das seguintes marcas du-
que do Porto, Feitoria, Nctar, velho secco,
Chamisso, e Madeira superior a 8,500 rs. a
duia e 800 rs. a garrafa.
dem Bordeaux de diversas marcas a 640 rs.
a garrafa e7,5O0 rs. a caixa com 12 garrafas.
PARA A FESTA
Vende-ee por menos 10 por cento do que outro Qualquer
aununciaiite
iBivoifiri uu & rntn
KO
ARMAZEM
dem Muscatol de Setubala 1,700 rs. a gar-
rafa, e 18,000 rs. a duzia.
Garrafoes cora 5 garrafas de vinho do Porto,
Lisboa e Figueira a 2,100, 2,200 e 2,300
rs. com o garrafao.
dem branca muito superior a 500 rs. a garra-
fa o 3,500 rs. a caada.
(arrafes com 5 garrafas de vinagre a 1,1 oo rs.
Vinagre superior de Lisboa a 1,400 rs. a ca-
ada e 200 rs. a garrafa.
Velas de spermacete superiores a 580 e 640
rs. o maco.
Manteiga ingleza de l.1 qualidade, a 800 rs.
a libra,
dem de 2.* dita, a 700 rs. a libra.
dem de 3. dita a 600 rs. a libra.
Mustarda preparada, muito nova a 360 rs. o
pote.
Palitos do gaz a 200 rs. a duzia de caixinhas
e 2,100 rs. a grosa.
Ditas hygienicas e de seguranca a 240 rs. a
duzia.
Alpista muito limpo a 160 rs. a libra,
Gomma de engommar a 80 rs. a libra, e
2,200 rs. a arroba.
Sag muile novo e alvo a 240 rs. a libra.
Sabao hespanhol, a 280 rs. a libra,
tem massa a 180, 200 e 220 rs. a libra.
Peixe em latas, savel, pescada, e corvina a
1,000 rs. a lata.
Genebra de Hollanda em bulijas de cunta a
400 rs.
Papel greve pautado e liso a 3,400 rs. a
resma.
Azeite doce de Lisboa a 600 rs. a garrafa.
Ghampanhe das mais a crediladas marcas
a 10,000 rs. ogigo e l,OuO a garrafa.
Doce de goiaba de 400 a 800 rs. a caixa.
Chocolate portuguez, francez, hespenhol e
suisso de 800 a 1,200 rs. a libra.
Velas de carnauba e de composicSo a 320 e
3e0 rs. a libra e 9,500 e 10,000 rs. a ar-
roba.
dem franrcza, a melhor do mercado a 54Qrs. Massas para sopa macarlo etalharima
e em barril a 500 rs. a libra. I 400 rs. a libra.
dem em latas com 2 '/* libras a 1,400 rs. a lata. Charutos dos melhores fabricantes da Ba-
_ c KAA ... hia 3,800 3,400 3,000 e 2,400 rs. a
Banha de porco refinada a 500 rs. a libra. I ^^
Queijos flamengos chegados ltimamente a
2,000 rs. Cerreja das melhores marcas de 5,000 a
dem prato o melhor que ha neste genero a 6,000 rs. a duzia.
700 rs. a libra. .
dem do Alantejo muito snpenor a 8oo rs. a iscoitos mglezes de todas as marcas a 1,200
libra. rs- a ba-
rcas
ides
Arroz Carolino e do MaranhSo a 2,800 rs. ar- Bolaixinhas de soda em latas grandes a 2,000
roba e 100 rs. a libra.
Amendoas de casca mole a 280 rs. a libra.
Caixinhas com ameixas francezas, de diversos
tamanhos al, 200,1,400,1,800e 2,100rs.
cada urna.
Frutas em calda, ameixas, rainha Oladia, pe-
Ctfgos e alpech a 480 rs.
Marmelada de todos os conservemos de Lisboa
a 600 rs. a libra.
Ameixas em latas de 1 '/i e 3 libras a 1,200
e 2,400 rs. a lata e 900 rs. a libra.
Cha huxim o melhor que possivel encontrar
neste genero a 2,700 rs. a libra.
litan hysson muito superior a 2,5oo rs. a
libra.
I
e 1,800 rs. cada lata.
Massa de tomates em latas de 1 libra a 560
e640 rs.
Sardinhas de Nantes muito novas a 340
rs. a lata.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tijollo para areiar facas a 140 rs. cada um.
Farinha de MaranhSo a 140 rs. a libra.
Pimenta da India a 340 rs. a libra.
Erva-doce a 320 rs. a libra.
Palitos para meza a 160 rs. o maco.
Verdadeira farinha de araruta a 500 rs. a
libra.
dem mais inferior a 1,500 rs. a libra.
(onebra de laranja aflOOrs. o frasco c500
rs. os frascos pequeos.
Gliouricose paios'os mais novos que ha no
mercado a 500 rs. a libra.
Cognac inglez a 9oo rs. a garrafa.
Marrasquino de Zara a 7oo rs. o frasco e
8,ooo rs. a duzia.
Licores francezes, annizete, plaisir des da-
mos, etc., etc. a 8oo rs. a garrafa e8,5oo
rs. a duzia.
Passas as melhores que se encontram a 360
rs. a libra.
Bolachas inglezas muito novas a 24o rs.
a libra, e 3,5oo rs. a barrica.
Azeite refinado a 8oo rs. a garrafa.
Conservas inglezas de todas as qualidades a
750 rs. o frasco.
cada um.
Prezuntos do Porto a 5eo rs. a libra.
Batatas muito novas em gigos com 38 libras
por l,5oo rs.
Canella da India a i,loo rs. a libra.
Cominho a 64o rs. a libra.
Azeitonas de Lisboa muito novas a t,6oo rs.
a ancoreta.
Estrelinha e rodinha para sopa a 6oo rs. a
libra.
Legumes seceos para sopa a 4oo rs. o maco.
Breu louro a 3oo rs. a libra e 8,ooo rs. a
arroba.
Papel pautado e liso almaco e de peso de
3,000, a 4,ooo rs. a resma.
Ervilhas seccas chegadas no ultimo vapor a
1 2oo rs. a libra.
oiu8rapo[oqejs8 ajsa jcp
ufcHD B BJIOUBra 3P U13AJ8S SO OpUO OVIWI MIDO B OA 9 3S-tIIBp!M0 wzoa SBiinra SOJSO
anbjod 'o5ajd owJBq sibui Jod S9J9U88 swoqpai so opooA os 9nb o ge -u soznjQ sep
en i en eisiss;a8oJd uiazeuue ou os anb joa s9qi-opu9ZBj 'sajopejjod snas so raoo og
-liailB r> rao inpuBUi 9p JOabj o 19ZBUUB 9JS9U jBjdraoo raojepueui 9nb sajoquos sob 9D9d oms9ra o
oju,)uinoi9qe|S9 9|sop soudoad ogu sojoafqo opngjuoo orasara upute 'epuouiuioouo jgub
-IHUb JBIVB 3P 9S-B89JJB3U9 9iU9UJ[e0SS9d OpUlA OmOO S0piAJ9S UI9q Ojft m9J9S 'S0ABJ9S9
uo sopbjd snas jod JBjdraoo tuojepaeui 9nb SB0SS9d sb BOuep 9 'sopeuoiouara oxteqe soo
-ajd soid opeptnmb turaraud 9p S0J9U98 sopi39quo3 uraq tf snas so jopuo.v opejoqnap
uioi 's3'/9n3ajj snas sob jiajos moq BJBd OAissod joj onb o opm J9zbj bjsia ra9 gjduws
oooot 'ms!ss9j8oJd opBuaaouap uwzeiaie bpBjipgjOB ounra op oueiaudaid o
8 *a oiuonv on*s ap o.mi1 op zJ3 p na es *M
Kffl
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30
?JL?[8MSUIR'I
DE
SU
NOS
CONSERVATIVO
E CONSERVADOR
DE
IO li 1I5CO DA PEIHA IO
Os proprietarios deste acreditado armazem de molhados, tendo em vista as mil e
urna vantagens offerecidas por este Diario ao respeitavel publico, pelos seus competido-
res, e desejando dar provas de que pessoa alguma pode vender gneros de primeira qua-
idade pelo preco que vendemos, tanto pelo diminuto lucro a que nos reduzimos, como
pela vantagem de serem vindas de conta propria. Deliberamos vender, (nao offenden-
do os nossos collegas e amigos) por menos 10 por cento, garantindo-se comosemprea
boa qualidade.
Manteiga ingleza perfeitamente flor chegada
no ultimo vapor a 8oo rs. a libra.
dem de 2.1 qualidade a 76o rs. a libra.
dem de 3.a dita a 64o rs. a libra.
dem para tempero a 32o e 4oo rs, a libra.
Manteiga franceza a mais nova que ha no mer-
cado a 58o rs. a libra, e em barril ter aba-
timento.
Banha de porco refinada a 520 rs. a libra.
Farinha de Maranh5o muito alva e cheiroza
a 16o rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 32o rs. a libra ea9,ooo
rs. arroba.
Sardinhas de Nantes a 36o rs. a lata.
Azeite doce de Lisboa a 64o rs. agrrala e a
4,800 rs. a caada.
Vinagre de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e a
l,2oo rs. a caada.
Garrafoes com 5 garrafas de vinagre de Lis-
boa a l.loo rs.
Champanhe das marcas mais acreditadas a
Vinho em pipa Porto Figueira e Lisboa a 4oo,' 8 e a 10,000 rs, o gigo, e a 800 rs. e a
48o, Soo, 56o rs. a garrafa, em caada 1,000 rs. a garrafa.
Serveja preta marca T XXX a 6,5oo e
7,ooo rs. a duzia, t a 600 rs. a garrafa,
tambem temos das mesmas marcas para 4,
N. 21 e 23LARGO DO TERQO -N. 21 e 23
E.EIA.H.
Manteiga ingleza perfeitamente superior a 880 e 900 rs. a libra.
dem franceza, a 500 rs. em barris, ha abalimento.
Caf do Bio da l1 qualidade a 280 rs. a libra, e a arroba a 8,00 e 8,700 rs.
Arroz pilado, 100 a libra, c a arroba 2,800 em sano ,700.
Cha de primeira, segunda e terceira sorte a 2,8oo, 2,joo e 2,000 rs. e 1,800 do preto
a libra.
Palitos do gaz mandados vir por corita a 2,3oo rs. a groza.
Vinho Figueira e Lisboa, a 48o e 4oo, rs. a garrafa e a caada a 2,8oo, 3.
4,000 rs.
Goma de engommar, 100 rs. a I bra e a arroba a 2,700 ou sacco.
Milho alpista o mais limpo que ha a 160 rs. a libra a 5,000 rs,, a arroba.
Tijolo francez de grande tamanho a 14o rs. cada um.
Toucinho de Lisboa muito novo, a 32o rs. a libra.
Queijos do reino do ultimo vapor, a 2,ooo rs.
Velas de espermacete, e carnauba a 600 e 3oo rs. a libra.
Azeite doce de Lisboa a 64o rs. a garrafa, e de carrapato a 28o.
Banha de porco retinada, a 48o e 44o rs. a libra.
Serveja de todas as marcas a 500 rs. a garrafa.
Sovada nova, a loO rs. a libra a a 2,80o a arroba.
Passas nov s, a 480 rs. a libra e em caixa ha abatimento.
Sab5o amarello de 200 a 240 rs. a libra.
Batatas a 4o rs. a libra.
S nos armazens do largo do Terco.
RUA DO OlEHADO LOJA N. M.
i:TEllt AS PARA SAJLAS.
Loja de fazenda de Angosto Frcderico dos Saut A esle estabelecimento chegou um ptimo sortimento de esleirs para sala, com diversas largaras
e da mais superior qualidade que se vendem por preros mais mdicos do que em outra qaal ; .
parte.
EDfeites para bailes.
2,800 3,ooo 3,5oo e 4,000 rs.
dem em barril o mais superior que tem vin-
ao mercado a 600 rs. a garrafa.
Lagrimas do Douro especial vinho do Porto a
1,000 a garrafa e a 4 0,000 a caixa, o preco
nao indica a qualidade d'este precioso vi-
nho, porm venhamao Progresso que a vis-
ta faz f, a este genero constantemente man-
damos vir de conta propria e por isso po-
demos vender por menos que outro qual-
quer annunciante.
Vinho do Alto Douro das marcas mais acre-
ditadas e especialmente escolhido por um
de nossos socios, como sejam: Camoes, Du-
que, do Porto, D.Luiz, Carcavellos, Cha-
misso Filho, Madeira secco, e Feitoria a
9oo rs. a garrafa e 9,ooo rs. a caixa com
12 garrafas.
Garrafoes com especial vinho do Porto con-
tendo 5 garrafas a 2,5oo rs.
dem com 5 garrafas de superior vinho Fi-
gueira a2,4oors.
dem com 5 garrafas de vinho Lisboa a
2,loo rs.
Vinho branco de Lisboa proprio para missa | dem de laranja em frascos grandes verda-
vindo j engarrafado de Lisboa a 64o rs.' deira italiana a l,ooo rs. o frasco.
a garrafa. I Marrasquino de zara a 72o rs.
dem em barril muito superior a 000 rs. a Lcor francez de todas as qualidades em,
e 4,5oo rs. a duzia, e a 4oo rs. a garrafa.
dem branca Te cobrinha a5,5oo e 6,000 rs,
a duzia e 5oo rs. a garrafa, tambem ha
para 4,000 rs. a duzia.
Graxa em latas grandes a l,3oo rs. a duzia
e 12o rs. a lata.
Vassouras do Porto arqueadas de ferro obra
de muita duracao a 4oo rs. cada urna.
Palitos de dentes massos grandes a 2oo rs.'
e 28o rs.
Paltos do gaz a 20 rs. a caixinha e 2,3oo rs.
a groza.
Gela de Alperche chegada no ultimo vapor
latas de 2 libras a 800 rs. pechincha.
Genebra de Hollanda garrafoes com 16 gar-
rafas por 6.5oo rs.
dem em frasqueiras a6,3oo rs. e 6,5oo rs. ea
56o rs. o frosco affianca-se ser verdadeira.
dem de botija em barricas com quatro du-
zias a 44o rs. cada botija.
Os mais delicados enfeites para baile se encontram neste estabelecimento : assim como:
LVAS DE PELUCA DE JOVIN para homens c senhoras.
CHAPEOS DE PALMA DA ITALIA para senhoras, enfeitados com finissimas flores.
CHAPEOS DE PALHA para meninas, enfeitados com tinos veos de seda, fitas c flores Boas.
CHAPEOS DE PALHA DE COR para homens a 1200, 35300 e 45000.
CHAPEOS DE SEDA PRETOS para homens, de superior qualidade a 95000 e 105000.
CAMISAS INGLEZAS com colarinhos, peitos e punhos, de linho, a 425000 a duzia.
CAPAS DE SEDA PRETA para senhoras, enfeitadas, e bordadas de diversos gostos de 225 305000.
CAPAS ESCOCEZAS DE CASEMPRA para senhoras, enfeiladas com ricas franjas, a 225 e 155000.
Tem este estabelecimento sortimento de fazendas de seda, laa, linho e algodao, como sejam >ci!:u
pretas e de cores, laas para vestidos, panos finos, casemiras pretas e de cores, toalhas para mesa e
guardanapos de linho, bramante largo para lences, platilhns, baloes de reos e de musselinn, e.g
damascos, chitas e outras omitas fazendas que se vendem por mdicos presos ; na ra do Qncitasado
n- *'
AGENCIA
DA
FUNDICAO DE LOW-MOOfi.
Ruada Srnzalla nova n. 42.
Neste estabelecimento contina a baver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos os
tamanhos para ditos.__________^___^__
Arados americanos e machinas para
lavarTOupa: em casa de S. P. Johnston C,
ra da Senzalla Nova n. 42.
O GALLO CANTA
J sabido que, quando chega o vapor da Eu-
ropa, o gallo canta annunciando aos seus numero-
sos freguezes as galanteras de maisgosto e da ul-
tima moda que por elle recebe, como sejam :
Camsinhas para senhoras.
Riquissimas camisinhas com mauguitos e gra-
vatinhas para senhoras : s no Vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Ctrigolinhas.
Riquissimas cirigolinhas ou gravatinhas, sendo
cousa de muitogosto, e a primeira vez que appa-
rece para as senhoras de bom gosto : s no vigi-
lante ra do Crespo n. 7
garrafa e a 4,ooo e 3,8oo a caada garrafas de vidro brancos a"72o e 800 rs. i Ha ^ chegariquisiSIs gaarateSM de pen-
/' 'tes de lindo gosto, tanto para atar, como para mar-
rafas, por preces razoaveis : s no Vigilante, ra
do Crespo n. 7.
Ameixas francezas em caixinhas de 1 '/*, 2
e 3 libras elegantemente enfeitadas com ri- Vinho Bordeaux das melhores qualidades
cas estampas na caixa exterior a l,3oo
l,6oo 2,ooe e 2,5oors.
dem em latas de, 1 / e 3 libras a l,4oo e
2,6oo rs, cada urna.
Figos de comadre em bauzinhos de folha
muito proprios para mimo a l,6oo.
dem em caixinhas a l,4oo rs.
dem em caixinhas emticamente lacradas
e muito bem enfeitadas a 1,80o rs.
dem a 2oo rs. a libra.
Passas de carnadas as mais novas que ha no |
mercado a 4oo rs. a libra e a 6,000 rs. a
caa.
Salmo em latas ermelicamente lacradas a
800 rs.
Lagostim em latas grandes a l,4oo.
Savel, corvina, cherne, vezugo, peixe espada.,
preparados pela primeira arte de cozinha a
a l,3oors.
Queijos flamengos chegados no ultimo va-
por a 2,4oo rs.
dem do vapor passado a 2,2oo 2,ooo e
l,8oo, rs.
dem prato do ultimo vapor a 64o rs. alibra.
Doce da casca da goiaba caixoes grandes a
600 e9oo rs.
Chouricas as mais novas que ha no mercado
a 48ors. alibra.
Chouricas mouras encommenda especial nos-
sa a 5oo rs. a libra.
Prezunto verdadeiro de lamego em calda
de azeite 5oo rs. a libra
Bolaxinha ingleza a mais novas que ha no
mercado a 2,ooo rs. a barnquraha com
I arroba, e a 24o rs. a libra,
dem de soda de diversas qualidades a 1,400
res. ,
dem em latas grandes, propnas para lunche,
com 5 a 6 libras per 2,4oo rs.
Marmelada imperial do fabricante Abreu e
outros conserveiros de Lisboa a 600 rs. a
libra.
Frutas em calda de todas as qualidades a
5oo rs.
Ervilhas francezas a 5oo rs. a lata,
dem portuguesas a 64o rs. a lata.
Massa de tomate a 64o rs. a libra.
que tem vindo ao mercado a 72o e 800
rs., eem caixa a 7,5oo, 8, e 8,2oo rs.
Azeite doce refinado do fabricante Pelanol e
outros a 800 rs. a garrafa.
Conservas inglezas sortidas e de urna s qua-
lidade a 800 rs. o frasco.
Araruta verdadeira a 32o rs. a libra.
Gomma de engommar muito alva a 80 rs.
a libra e 2,2oo rs. a arroba.
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
Sevadinha de Franca a 16o rs. a libra.
Sevada muito nova a 12o rs. a libra e 3,2oo
s. a arroba.
Macarro a 32o rs. a libra.
dem e talharim o mais novo que ha no mer-
cado a 48o rs. a libra.
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Amendoas confeitadas a 7oo rs. a libra,
dem de casca molo a 28o rs. a libra,
Avelans a 2oo rs. a libra.
Aletria a 5oo rs. a libra.
Arroz carolino a loo rs. a libra e a 2,8oo rs.
a arroba.
dem do Maranho a 12o rs. a libra, e a
3,000 a arroba.
Caf do Rio o mais superior que se pode de-
sejar a 32o rs. a libra.
dem a 28o e 3oo rs. a libra e a 8,2oo, 8,4oo
e 8,7oo rs.
Velas de carnauba refinada a 32o rs. a libra,
e a lo,ooo rs. a arroba,
dem de spermacete a 64o rs, a Ubra.
Chocolate hespanhol e francez a 9oo e l.ooo
rs. a libra.
Estrellinha e pevide muito nova a 4oo rs. a
libra, e a 2,000 rs. a caixinha com oito
libras.
Cha perola muito especial chegado neste ul-
timo vapor de encommenda particular
nossa a 2,8oo rs. a libra.
dem huxim muito superior a 2,7oo rs. a
libra.
dem hysson a 2,56o rs. a libra.
dem hysson a 2,000 e 2,2oo rs. a libra.
dem preto homeopathico e muito superior a
2,ooo rs. a libra.
dem nacional a l,6oo rs. a libra.
Batatas muito novas a 80 rs. a libra.
Charutos dos melhores fabricantes da Bahia
e de todas as marcas, como sejam: sus-
piros, havaneiros, messecipes, regala im-
perial, flor das mattas, primores a 4,ooo;
3,5oo, 3,2oo, 3,000, e 2,8oo, 2,5oo,
2,ooo e l,6oo rs. a caixa.
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8
I
NOVO RIVAL
Loja de miude/as.
Ra Ho Qu1 mudo n. 16.
Pe^as de tranca de laa preta lisa .
1 Ditas de tranca branca de earaeol .
Ditas de tranca de earaeol mesclada .
Ditas de fita preta de velludo 15 c .
Ditas de dita dita lavrada 800 rs. c
Ditas de franjas para cortinados .
Ditas de franjas brancas estreitinhas
; Ditas de fita de seda de cores
' Ditas de ditas dita larga 800 e .
Ditas com 22 varas de galio branco. .
Ditas com 40 raras de galao de cor
Varas de fita para cintos ....
Fivelas de ac e de pedrinhas para cinto
Gravalinhas'para senhora ....
Ditas para homem e para senhora .
Ditas com passadores 1-3 <
Carlas de alfinetes......
Pacotes de papel de cores pequeos .
Caixinhas de papel Amizade superior
Caixinhas de envelope 800 rs. e
Ditas de pennas 800 rs. e .
Lapes encarnado ou asul.....
1 Frascos de tinta encarnada ou asul
1 Ditos com extractos 400* 600, 800 rs. c
; Ditos de banha franceza 300, 400. 300 e
I Ditos de agua de Colonia 400,500, i -> e
1 Ditos de legitime oleo de babosa 300 c
1 Duzias de canudos de pomada da trra
Massos de superiores palitos de (lentes
Caixinhas vasias que servem para guar-
dar joias, ouro 300, 400 rs. e .
Passadores para grvalas ._ .
i Conservadores de continhas e'frocos .
! Colares de perolas com cruz 1$ c
JVoltas pretas muito grandes .
Grampas a balao.......
Ricos cintos com fivelas de pedrinhas
Gollinhas esmaltadas de continhas .
Luvas de pellica branca ....
Ditas de Escossia brancas e de cor
Pentes de atar cabello 80 rs. e .
Ditos de massa em caixinhas 400, 640 e
Ditos virados imitando tartaruga -
Ditos pretos finos com marrafas .
Ditos dourados com marrafas .
Ditos esmaltados com marrafas. .
Ditos de tartaruga 4$ e .
Fitas o cuidos para entiar cspartilhos
Enfiadores para borzeguins .
Oitavas de reros preto e de cores .
Escovas para dentes 160, 3S0 e .
Tejouras diversas 60 rs. e .
Ditas finissimas 500 rs. c .
Oculos de armacao prateada 500 e .
Ditas de armacao de ac 800 rs. e .
Caixinhas com 100 agulhas francezas
Ditas com 100 ditas da Victoria .
(HL DE USIHK
Vendem-se barris com cal des-
tfl procedencia, empedra, chega-
da hoje, e nica nova, que ka no
mercado, na rna do Trapiche n.
13, armazem de Manoel Tclxoi-
ra Basto.
YEMR-SE
Direlto internacional privado e a applicacao de seus
principios com preferencia s leis principaes do
Brasil, em 1 volume.por Dr. Jos Pimenta Bueno,
85000 : no escriptorio de Antonio LuizdeOliveira
Azevedo & C, ruada Cruz n. i._______________
Vende-se um jumento e urna jumenta chega-
dos ltimamente de Lisboa : para ver, na cochei-
ra defrontc do arsenal, e para tratar, na ra da
Cruz n. i.__________________________________
No armazem n. 38 ra da Madre de
Dos, vende-se por preco mais commodo
do que em outra qualquer parte os seguin-
tes gneros vindos do Aracaty:
Gomma nova,
Cera de carnauba.
Dita em velas de differentes qualidades.
Pelles de cabra
Sola
60
fcO
100
1*400
13*10
35000
800
::co
13-iPO
1-Vino
ti ^ o
14000
1528
13000
l-.S!
ItH'l
700
00
1
13200
120
320
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15000
1,-' I;'
600
240
no
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900
300
25000
800
34000
1,5000
000
240
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35500
54OOO
80
400
100
io
000
800
14000
S o
3*0
Cal de Lisboa
a raais nova do mercado : na ra do Vigar o.
19, prieirmo andar.
ESCRAVOS FGIDOS.
Desde o dia 31 de outubro do corrente anno
est fgida a escrava Felippa, a qual c muito rn-
nhecida nels signaes seguintes : foi cin lnim
tempo do Sr. Antonio Jos Rodrigues de Sons,
magra, estatura regular.bicuda, anda seniprc inui-
to apressada, cabra escura, falta-lhe um denle na
frente, est com leite nos peilos, pois deixou una
enanca sualilha de cinco inezes, lewni ve>lilo m.i
roupo de cassa j velho, e um chale de merir.
cor de rosa, costuma dizer que forra ; julpa-se
estar criando em alguma casa, ou aromarla fin :il-
gum calugi, foi vista duas vezes na Passagem da
Magdalena, ilha do Retiro, etc. O proprietario ru-
ga a todas as autoridades policiaes, rapilaes Ir*
campo e mais gente do povo a pegm in e a condu-
zam a seu senhor.na ra do Principe n. 3, hairro
da Boa-Vista, ou rna Nova n 38. luja. Outro
sim, o proprietario protesta desde j process
receber o importe dos dias que ella llie falta, desde
que sanio de casa, a quem a tiver recoraid, ou
aonde for achada, e gratiflca-se bem a quem a
pegar.
Acha-sc fgido desde 7 denovi-mhro o mula-
to Thomaz, que representa ter 35 a 40 annos, baixo,
magro, barbado e com alguns cabellos brantos,
dando as vezes de paletot e chapeo preto, 6 muito
conhecido por ter sidoboleeiro doSr. Antonio I tiiz
dos Santos, c perteccu a Francisco Rufino Corrcia
de Mello. sse escravo pedreiro. por isso t m
sido visto em obras nos arrabaldes detfa ridade, c
no Manguinhoquasi defronte da estrada da Esl
cia, em um sobrado antipo de portadas amai ellas,
tem elle mie irmos. Protestase nao so pn
sar a quem o tivfr acoutado, como receber desto
os dias que elle anda fgido, e gratiflca-se pe
smente a quem o pegar e levar ra do Impera-
dor n. 15, terceiro andar.



-*dL
Diarlo de rernamhnco Quinta felra te de \ocmbr< de I 9*3.

litteratra:
Discurso sagrado tentado pelo pregador imperial
padre Lino do Monte Carmelo luBa, no Te-Denm,
mandado celebrar no convento do Carmo 30
do correte, pelos alumnos do 5o auno da Fa-
culdade do Recite, aps o acto da collaro do
gru de barliarel em direito. (*).
Bueinate tuba in insigni die
solemnilatis restrar.
(Do Psalm. 80.)
(Coticlusao.)
Nao fallo dos sabios da mais alta escola da ebria*
tandade, es quaes graduados na trra para as ca-
doiras do empjrio, sempre cooperando com Deus
jia propria ou na alhcia predcstinaco, dirigem
srioncia com theologia moral; acnsolam ver-
dades com Iheologia escolstica; confunden: here-
sias com theologa polmica; purificam doutrinas
com tlieologia dogmtica ; enterpretam mysterio
com teologia svmbolica, e expe as Escripturas
com theologia exegitica.
Direj ainda, senhores, que na mesma medicina,
que so trata da conveniencia do corpo descobre o
Jiomem sabio admirareis documentos para a alma
contemplar o poder, que a Divina Omnipotencia
conceden as tiervas e aos mineraes, aos-simple e
aos mixtos para remediar os desconcert da vida
temporal.
Senhores, dos estudos do bomem douto e scien-
tfico, todos aprendem, todos colhem c todos apttH
veitam.
No livro da predestinacao quantas folhas ficariam1
em branco se as nao enchesse a zelosa beneficen-
cia de suas lettras i Quantas portas fechramos
santos doutores aos ros, qne lam lavrando e in-
feccionando o imperio catholico I
Que detrimento nao sotfreram a egreja oriental
c occidental, se aos impos dogmas de Ario, Juve-
niano, lelagio, Ncstario e outros tantos mons tros
oa neresia, se nao encontrasse fortes barreirak' e
oppo.sic.oes de um Athanasio, Irineu, Jeronvmo, o\e
i*m Agostmho Cerelo d'Alexandria e de' outros
acrrimos e exb-enuos defensores da doutrina evan-
glica !
Quantas almas cbristas estariam hoje com Cal-
vino, Luther, Melancton, Abailar e outros muilos
seus discpulos, se nao confundissem a sua igno-
rancia, o santo abbade de Claraval, o anjo das es-
colas o Dr. Serapbico. os Bolarminos e outros tan-
tos donloros o padres da egreja, cujas pennas nos
livros c linguas nos palpitos, sustentaram a auto-
ridade dos sagrados concilios, e seguraram as
mitos dos pontfices as chaves do Vaticano I
Senhores, o saber um bem solido, urna fortu-
na benfica, que nao est sugeita nem as vicisi-
tudes dos tempos, e nem aos caprichos humanos ,
um bem verdadeiro de que emanam lodos os
outros bens. E no mundo, qual o lugar por mais
recndito, que se considere, em que a sciencia nao
possua um assento superior e eminente, e se Ihe
tenlia prestado cultos respeitosos ?
as academias se applaude a sua erudico; nos
fmlpitos se veneram a addiccaoe o estylo; nos tri-
imiaes se rcspeitam as suas sentcncas; no parla-
mento se admira o rigor da lgica, a torca da dis-
cussao ; nos gabinetes dos principes se coroam os
seus dictamos, e as bibliothecas publicas todos
vao render preitos sinceros tantas pennas subli-
mes, tantos genios esclarecidos, os quaes eslao
em sua mudez derramando pelas suas importantes
ohras luminosos conheeimentos aos aspirantes da
sciencia.
A sciencia, csse rato derivado da luz eterna,
essa luz refulgente dissipadora da ignorancia, a
sciencia, digo, c inrontcstavelmente mais preciosa,
tem um valor mais subido e inestimavel, do que
todas as rique7.es de mundo : assim nos afiancam
as paginas sagradas: Melior estenim sapientiam
cuneta 'irliosissimis (o). Ella orna a cabera da-
quelle que a possue com urna grinalda de honra, e
para elle urna cora mmarcessivel de gloria, na
phrasc de um Ilustrado escriptor (6).
A sabedoria niio tem mster dos soccorros da
fortuna, porque ella dos proprios cabedaes de que
dispoes ve una riqueza colossal.
O homem sabio ainda quando veja por elle es-
treitar-se a esphera da ventura; quando mesmo
haja de tocar ao degru da indigencia sempre
rico, porque nao perdeu o cabcdal scientifico, que
possuia : cabedal que em momentos bem amargos
algumas vezes Ihe na servido de santelmo: ia-
mentia autem nos que se obsenant a dorioribus li-
beral-t. (7)
compulsemos a historia, ella nos attesta e nos
confirma esta verdade. Ella nos aprsenla Melga-
renze, este grande phlosopho, que vendo a com-
pleta ruina de sua patria, longe de eslranhar as
hostilidades dos inimigos tranquillisa-se, quando
lembra-SO quenada pernera porque conservava in-
tacta a sciencia que possuia.
Ella nos mostra um Bias Perenco, que vendo os
thesouros de sua casa as raaos de seus adversa-
rios retira-se, deixando os scus despojos, c cami-
nlia alegre, porque levava comsigo o maior cabc-
dal, a sciencia, que prezava.
Ella emfim nos apona um Job, que no scu esta-
do de ulcerarao rcduzido a um cadver, antes de
ser cadver, sabe conservar^ a paciencia: a_man-
suelude presidu o seu coracao, e a resignaeao do-
ininou o seu espirito; porque o amor e a applca-
cao lettras Ihe deram a impcrlurbabilidade e a
consolaco.
Job era na Idomea um priucpe douto, o maior
phlosopho. o mais bello poeta do Oriente: como
phlosopho celebrou as glorias do Omnipotente, as
obras da nalureza; como poeta compoz versos to
piedosos, que cantou na|lyra suas lagrimas, e poz em
rbimas seus infortunios.
Com a elegancia da penna alliviou as penas, hs-
toriou seus lamentos e deu lenitivo dr intensa a palavra ensina, exhorta, sustenta os dogmas da
que ralava o seu coracao. roliglo contra os ataques e blasphemias dos im-
u grande sabio Thales de Mileto, nos diz, que a pos: vos, pelo dever desta mesma religiao, que
reiicidade do corpo consiste na saude, cada espirito professastes; pelos votos, que ha pouco acabasles
no saner; e oi justamente na louvavel ambicao de prestar no santuario das sciencias. contrahstes
a a un6 so romano Cat5o> se dispoz na a obrigaco indeclinavel de deffendercom a penna
eaaae de 8U annos aprender a lingua grega. os direitos do estado, e as porrogativas dessa reli-
Plutarco quando se Ihe branqueavam os cabel-I giao sacrosanta do Calvario, que a religiao do
os vae comecar a latmidade. Jos Gallida, de Va- Estada, dessa divina religiao que o verdadeiro
enea de 40 annos, entrega-sc aos estudos das bel-' vinculo social, de unidade e seguranca, sustentad-
las leltras. Henrique Spelman renova o estudo das lo poderoso de mais benficas instituicoes, solido
sciencias e alcanza grande aproveitamento quando esteio de paz e de garantas publicas, norma ver-
ja contava 10 lustros. Galbert quasi sexagenario'->--'-
entrega-se novamenle ao estudo do direito.
urna verdade incontestavel que o homem ad-
quire sempre novos conheeimentos, aperfeieda-se
na moral e torna-se melhor membro da sociedado,
a proporcao que vae cultivando suas ideas, e con-
sagrando amor a litteratra, quando, em summa,
procura em fonte pura os poros sentimentos, que
devera cada vez mais arraigar-se em seu cora-
gao.
E pois, firmes neste principios verdadeiros, com-
penetrados dcstas verdades puras, vidos de apro-
fundar, e de adquerir aquella cora, que constitue
as riquezas do sabio Corona sapientium de ritia
dadeira dos de veres mais sagrados dos homens.
Sem ella, (podemos dizer sem receio de errar,)
nao ha justiea, nao ha ordem, nao ha bem estar
pessoal.
Deveis dar copia ao mundo, de que sois disc-
pulos ; que sabis aproveitar do talento, que os
cus vos confiaran), dispondo delle quando urgir a
necessidade; j advocando a causa do tlirono e
do altar, e j sustentando os direitos da humani-
dade, fazendo apparecer e brilhar a verdade, em-
pregando todos os esforcos possiveis para propug-
nar pela innocencia opprimida, pela honra ultraja-
da ; sustentando os direitos dos traces e dos des-
validos, contra as iniquas oppressoos da trra,
tornou-se urna superfectacao intil, e opprobrio da, Que confian exprimera estas palavras Se- trfl-_inift ser a
,a,l,0,rK ^'renenbum vestigio de virlude nhor, filho de Svid, tende piedade de mim.-Po- T -m^n ^l&'T^T a?mPanha Pr
restava na humanidade. dem ser traduzdas do segrate modo diz Oriee- ?a Iempo,0 Salvador, fazendo echoar aos seus
O que fez, pois, o Hedomptor do hornera, para' nes : guile moao, aiz unge OUyldos 0 gnl0 da gua dor
ca. ce > o^j seguir o
egreja dos
1 h firo em
seu corpo mortal, mas que depois de haver elle
0 subido ao cu, segue-o chamando, e ora contnua-
cipagao de tantos seculos por seu propheta, elle es-! flanea em vossa bndade. Tremara .
parg.u absolutamente na verdadera casa de David cu perante o Eterno; que e 2 mu ler n"o 8ub,f ao.?U' SegUe^ chama^. e. ora continua-
a-egreja, e sobre os habiantes da verdadera Je- i receio approxi mar-rae o Deus Homem FnreT me,nte' V Jue ,,ede' e,qKUel.deseja M? ^""J ?
rusalem os tas, o esuirito da graca e orago ; smente! para que o homem possa fT
tanto que os pnmeiros fleis, tornndose verdadei- a um egual, que vos fizestes hornera
ros cnristaos, tornaramse grandes santos pela pra- pois necessidade de ura mediador ';
tica de todas as virtudes. I =,.m rer.ein 9 v< n mZ a',.
------__ ..w*... .v *v*.v-- |'|'i smente, para que o homem possa fallar-vos como
Nao tenho
. apresento-me
, sem receio a vos como ao nlho do homem nara
Ora, este esp.nto admiravelmente chamado es-' pedir-vos misericordia que nao podis recusar ao
pinto de graQa e oragao. De feto, sempre vivo e hornera, pois que vos fizestes hornera
fc^,^0?50 D0 cl'ns,,an,sm?. ^sde a morte Oh admiravel confianca, meas irmaos I assim
do Salvador, leva a eutregar-se orarao e obtem que a f, base da orca, deve-se juntar a co i a. -
a grara ; suggere as suppliras, e faz com que se-' ca, que a sua columna. preciso
a!lle,n,CmdcaSlSUven'aan.ossafra,luezae2ltrahe d'z S. Thiago, sera hesitis sobre o resultado:
.1 divina miseriennlia r>Ti>ili n nnic< ..,>..!\nnn c -_____:- i___ r.L_- u'"'
Pede, diz Beda, por sua filha bem amada, por*to-
dos os povos que gerou para o Evangelho, para
que sejam livres do erro e dos vicios, que os fazem
ecravos do demonio. Esta terna me nao se cala
de da nem de noule : ora tira dos livros do Ami-
go Testamento o thema de seus cantos e orac5es ;
ora, filha dos apostlos, toma emprestada a sua
linguagera, para fallar aoSenhor de todos ; ora fi-
Luuiiaii- jiaJmeiiti; leinbrando-se que a harpa divina tara-
co.m t' bem Ihe foi confiada, saca dclla sons narmonioso
eoTum [Vi) ro que estes esperanzosos acadmicos como se fura causa propria, segundo o conselho do
(5) Proverb. cap. 811.
(6) Flechier, confer.
(7) Sabedor, cap. 109.
FOLHETIM.
A CONDESSA DIANA
POR
MR. MARIO 1CHAK1).
xxm
f'Confi'nuifao do n. 271.)
pressurosos correram.e sealistaram na milicia das
lettras. Trocaram repouso por vigilias, commodos
por fadigas. Encontrarara na Faculdade de Direi-
to do Recife, venerandos mesfres, que professam
a sciencia, c cuitivam com gosto e assidudade :
delles receberaro liberalidades grandiosas, e favores
inapreciaves; provas nao equivocas natural de sua
benevolencia ; porqfsc da somma dos conheeimen-
tos adaueridos por longa pratica na sede magistral
beberam elles icoes lominosas e proficuas, rece-
beram doutrinas solida e verdadeiras.
Semefhantes ao sol, que rom pendo a ailada es-
phera1 esparge seus esplendidos fulgores sobre a
trra*, e no ponto vertical de" seu zenlth serve e
guia aos nautas para conhecerem e regularem a
altura da viagem, assim os conspicuos lentes da
Faculdade de Direito, sao esses astros fulgurantes
que derramara da eadeira do ensirtB; scentelha de
brilhante 1m sobre a mocidade esperangosa, e ra-
jos raios virificam o espirito, vao fecundar e polrr
i intelligencia, reunir e depositar em seascoracSes
o .thesouro precioso1 dos conheeimentos jurdicos.
inorara elles, sim, os seu* guias no meio desse
cata.'^lismo de systeraas, que multiplicara m erros
em fa ce da verdade; o que afgumas vezes rwnam
sobre i nodo dificil sua aoquisiv'ao.
Foran i elles, que forneceranv ao espirito o me-
lhor alim en'o, implantaran) no coracao sentimentos
puros, preceitos e d'utras expurgadas que sio
como o correctivo as doutrinas subversivas da or-
dem e da just'i?a.
Foram elle*'> que nesse-incessante-febor de edu-
cacao intellectt 'al fortiflearam as instituijoes pa-
trias ; ensinarai n as relacies de dependencia e do
dever do cidadc', para a autoridad; mnrearam o
limite do poder,. o campo d seu legtimo desen-
volvimento.
Foram elles, qne, explican* com soa reconheci-
daerud^ao, e anal) sando devidamente ar legisla-
?ao, descooriram, e mostraraat' oque asleis offe-
recem de contrario no direito,-e o que eRas teem
de justo e de conveniente: mostraran! aindh-como
se concliam a liberdade e o pod^r; distinguiram
o |K)der civil do direito eccIesiasHeo; desertmina^-
ra ni o que era devido ao estado e e egreja; o que era do Cesar, e o que era de Dens.
Feram elles, em summa, que petoiromple>-de'
variados conheeimentos pela vasta erudicao, que
possuem, se raostraram mestres abai'sados que en
sinam as verdades da sciencia; exemplares qu&as
praticam; apologistas, que as deffenem deffen-
sores que as protegem; protectores me aspa bit-
cam; cathedraticos insignes, que as pxsnadem.
Esta reumao de disciplinas e materias, qae fo-
ram magistralmente explicadas por e^cs respep-
taveis lentes, materias que consttuem o acervo das
sciencas sociacs e jurdicas, justameni* a rique-
za colossal, que adquirram os novos hachareis do-
rante cinco annos de seu estado academice*.'
E' em verdade urna riqueza solida, inaWenavel,
perduravel, e inexhaurivel; riqueza, que exceda o
sobrepuja ao mesmo ouro.
E com razao podem os Ilustrados preceptores
da Faculdade dzer para elles, a imitaco di Sa^
bedoria Eterna convidando os homens a receberem
suas insirturoes e conselhos : recebei minhas--ins-
truce5es com maior gosto, do que se recebesseis
dinheiro; escolhe antes a doutrina do que o oaro:
Arripete disciplinam meamet nom peecuniam; dte-
trinam magis, (9) quam aurum elgete.
Illustres e venturosos hachareis, estao hoje coh*
cluidos os vossos labores acadmicos porque attin-
gstes ao vosso maior desidertum, recebendoo
gru de vossa formaturaem sciencias sociaes e ju'J.
ridicas; este padro verdadeiro de gloria immon-
redoura, que falla em favor de vossa aecurada ap--
plicacao; este titulo de subida consideraco e mag'
nitude que importa, equivale a urna immarcessivol
cora, cora brilhante dos estudos na phrase do
eximio jurisconsulto Dupin; este pergaminho s-
brenla ncira honroso, que vos abre urna senda de
venturas, um porvir risonho e prospero; porm
deveis saber, e humildemente confessar, que se ho-
je vossos coracoes se expandem, e se dilatara de
prazer, se hoje recebestes esse laureado pergami-
nho o deveis primeiramente Suprema Sabedoria
que vos dotou de talentos e cuja mo poderosa vos
guiou, como estrella polar, na espinhosa carreira,
que percorrestes no espaeo de cinco annos do vos-
sas lides acadmicas.
Sois eifectivamente hachareis, sois portanto- os
sacerdotes do tempo das sciencas, como o padre
o do templo da religiao. Ambos teem deveres,
e deveres importantsimos a cumprir. Elle com,
a palavra, e vos cora a penna, deve cada um eon-
correr grandemente para o explendor ua religiao
divina.
Elle, pela (brea de scu ministerio sagrado, com
Proverb. cap.
Proverb. cap.
8e9.
8 ver. 10.
grande Quintiliano: mas ludo isto deveis praticar
sem attenfao a quaesquer respeito e consideracoes
humanos.
Quando o cu, (sao expressoes de um dos
vossos Ilustrados lentes.) (10) quando o cu con-
cede om talento, elle impde o dever de consgralo
causa da verdade, e da justiea, causa da feli-
cidade dos outros homens; e todo aquello que nao
comprehende 60 sagrado dever, ou que se esquiva
ao seu comprimento ; todo aquelle que, annun-
ciando-se homens de letras, nao faz proflssao de
esclarecer e servir aos seus semclhantes, esse nao
pode ser senao nm ftlho degenerado das sciencias,
e um verdadeiro ffageflo do cu.
Convngo-me, de que em vos concorrem as mais
bellas disposces, qae Bufrs os melhores dejejos
de serdes uteis causa da patria c da humanidade,
cansa de Deus e da relgi5o, porque acabaos de
dar urna prova irrefragavel, solemne testemunl
de vossos sentimentos orrtiedosos, Salando do
templo da sriencia laureado com o pin acadmi-
co, o grao de bacharel, foi o vosso pf metro cuida-
do dingirjTOs ao templo sagrado da religiao, para,
corvados 'anfe Magestade Supremo, que vos
goiou o vos esetereceu durante- o vosso frroeinio
escolar, confessar-lhe vossa acrisolada gratido,
eterno reconhecimento, e render-lhe gra^s infi-
nitas, pelos infinitos beneficios qae acabastes de
receber de sua divina munificencia.
E' cert, senhores, qne ha transportes qilr do-
mi nam o coracao humano, e que a aatureza So
permitte qae se resista.
E" tambem certo, qne o indiferentismo n3o tem
a forja precsapara apagar essa lava, f&e trans-
borda do coracao, quancr che de agradec ment.
A Itagua de um mortal ao pode exprimir cabal-
mene a elTusaa do jubilo de que se acha possilida,
mas arexpanscs do espirfto'supprem essa deficien-
cia accidental, 00 silencio o mais eloquerrte dis-
curso :' Silentiun verbis facundins.
Conclu, pois, estudiosos hachareis este ac de
tanto alcance, e magnitude. Imftae nesu occasiao
solemne ao apostla- que, depois- de conseguir o
triumpho sobre seus- persegudbres. dra grrwasl
ao Eterno por o haver considerado- fiel collocandi-o
em to alto ministerio.
Prostae-vos diant da sabedoria' summa do Sa-
premo Soberano dbs Orbes : sejanr nestas palavras
que prorompam os labios de todos: rendamos-J
grabas a Aquelle, que'nos despensor Dntos favo-
res c por nossa f fez^nos- dignos-do ministerio,
qne tanto aspiravamos: Grafas coe- qui me
rovfortavit; q*iafidelim me existimmt!, ponens in
ministerio.
preciso orar
.. u 11 a.jut-.ae amane uiz a. miago, sera ticsitaces sobre o resi
a divina misericordia ; excita a nossa confianca ; E o proprio Jess Christo estabeleceu como con- e 8uave*Jf CT <,ue acon,Panha Io can,,c0 de
eleva o homem at Deus, e faz com que Deus bai- dico cssencial, para obtr os favores celestes araor e ^e d,or' qPe a sua COBd'yao de esposa, o
xe at o homem estabelece urna communcacao confianca de que elles ser-nos-hao concedidos I su esf?do-de -exill' t \S1,uaca0 Pingosa de seus
ontre o cu e a trra, o homem e Deus. Nada eguala, todava, o humilde senilmente one ?II,S lhe msl"ra"\ J: deso"o S9CU,M ^o Passa-
Jesus Christo nao contentou-se com fallar-nos a a Canana tem de si mesma Posto ana nrofnnda-: dos' que saa voz mlod'osa e queixosa, que sua pa-
cada pagina de seu Evangelho, d'esse espirito de mente afflicta, reconhece que nao tera uor si me-: la^ra se.mre rliara e Para sempre efflcaz eleva-se
graca e oracao, mostrando-nos a necessidade, Im-! remenlo algum para obtr um mlagre; mas es-
portancia e caracteres delle ? quiz de mais fazer- pera-o nicamente da grandeza da divina miseri-
nos conhece-lo na historia da Canana, de um mo-; corda do Senlior, e diz, Senhor, tende piedade
do insensivel, era sua natureza e em sua acejio-! de mim, H"=uauc
Considerarao-lo, pois, nesta admiravel historia, | E dentro em pouco vela-hemos estender sua
at os cus, retumba aos ouvidosde seu divino es-
poso, implora e faz deseerem suas misericordias
sobre seus dilectos filhos. E nos, padre* desta
egreja, somos os orgos, qne Ihe emprestamos a
voz ; porquanto ministros do sacrificio do corpo de
onde v-se o grande e precioso efleito da viada do humildade at comparar-se a um vil animal e or'Jesus Cnri9i' 90mos tambem ministros do saertft-
Redemplor, um prodigio de sua bondade. | esta sincera conflssao de sua baixeza violentar J.' c, da ora-cao d,nglda a Je-Sus- c,iri:io, o mais sao-
Consideremos os sentimentos, que este espirito C. c arrancar-He, por assim dzer, .
suggere a l.nguagei que falla, os actopelos auaes de; e assim nos ensina, que semelhante ao passa-
se manifest, tanto no homem com relajo a Deus, ro o qual nao pode voar sem as duas azas, a ora-
como em Deus defronte do homem, alim de apren- *5n n a.i ,'..-----^ r.....
dermos nesta escola como Deus deve o qur ser
supplicado pelo homem, e como homem que bem
ora, deve todo esperar de Deus.
Primeva parte.
Os Escribas e os Phariseus linham, na verdade,
aecusado os discpulos e calumiado seu Divino
te e agradavel sacrificio, diz S. Gemente
'" xandria, depois do de seu precioso
?ao nao pode eevar-se Deus sem a humildade
unida confianca e que preciso apresentar a
Deus, orando, um coracao cheio de firme esperan-
ca, e um espirito profundamente humilhado. sem
preiencao alguma, julgando-se indigno de lud i e doloroso' senti[T e"eder por ella tal
ludo esperando de sua pura bondade I mesm0 I-. epfll,da P*! P,v,,no Mes,re' e,'a
pura
Por quanto, assim como a humildade sem coro-
de Ale-
sangue. Mil
vezes felzes nos, se offerecmos um destes sacri-
ficios com puro coradlo, e o oulro com um cora-
ran humilde.
Mas, rollemos a Canana. Os aposte**, vendo-
a a seguir Jess Christo, com um ar to* humilde
talvez
se
Ihouvesse dirigido aos discpulos, recommeSdan-
Meslre entretanto; se Jess Christo neste da de> I fianza --'^ "*'- -"/T llllil H un lili II i II lilil **"*"* ^ bBdade- ,p P*9 "lels> chefando-se
x a Juda, e vae para territorio de Tyro e Sido- seria presumpcao ao salvador, disseram-lhe : c Senbor, nao vades
povo. mas para j Ora, a presumpcao orgulhosa- nenhuma graca! f00^ f.lla seue-nos, aturdindo-nos com seus gi-
i tos T Concedei-lhe a graca que pede, reenviae-a
empaz, e livrae-nos de sua importnnac^o. En>
na, nao para abandonar seu povo, mas
oonverle-lo ; nao sfo urna punigao de sua justi- lera a esperar do'Deus, que resiste aos aoberbos *e
{3, mas urna amorosa invencaa de sua miseri- concede os seas thesouros e favores aos hurail-
cordia.
Quanto o amor
paterno- tem de ternura e indus-
des-.
HlMnll'las robre o principar ni i
lign*/* de- .1 cmis- Chrlaoi pelo
ir. V. Vemliu-a.
OITAYA.
A Caoania.
(MattiXV, Mar ir. VIH)
E derranurci sobre- *easa. d
David e solire os habiUnle de
Jerusalom ura espirito de graca
a-de preces.
(Zucch. XII.)
L'm dos mais funestos delirios da. philosophia
paga era crer, que-o homem. nao tinha necessi-
dade alguma de Deus, nem para conhecer a ver-
dade,.nem para praticar a virtode ; e quo-oio de-
via conseguintemente solicitat soccorro algum de
Deus.
Ii'aqu esta insolente hlaspiremia diw stokos :
que era-nada se devem aitrihair Deu* as ac-
edes virtuosas ; d'aqui ainda essa divisao-saorile
ga dos epicurstas : que Deus-da a vida o as ri-
quezas; e quanto :unm coracao recto e pisto cada
um. basta a si proprio.
Quaes foram, porm, os effietlos destas abomina-
veis doutrinas r O propheta no-Ios pintn, quando
Callando do tempo.presente, bllava taraboin do fu-
turo.
Desde que o homem, diz elle nao contprehendeu
mais a si proprio, nem sua miseria, nao-procurou
mais em Deus o seu soccoicr, desiiourse doscami-
nhos da justiea e da. virtue-; e tendo-se profun-
damente corrompido desceu abaixo,do bruto pela
aliominacao dos sous vicios, elle -me- havia em seu<
orgulho ousado cr-se superior a Deas E assim
(10) O Dr. Braz Florentino Henraues de Souza,
no discurso que profer na Faculdade de Dirsrto
do Recife, z3 de junho.de 1861, por occasiao, da
collacao dogru de Lat. ao, bacharel Antonio de
VasconceUos Menezcode Drummond, hoje lente
substituto- na mesma Faculdade.
O sangue coagulava-se-me as veias em quanto
represeniava essa horrivel comedia. Pensei em
Diana, trahida e denunciada por mim mesmo, en-
tregue sem defesa crueldade do seu mplacavel
esposo.
O conde observava-me com impassbilidade. De
sbito um sorriso irnico conirahiu-lhe os labios.
Eno j confessa que est louco ? pergun-
tou-mc.
Distingamos, ropliquei: para o Sr. conde e
os seus sou um louco. Isto porm nao me aflli-
ge, porque aquella a quem amo sabe apreciar o
meu hora senso.
Neste nterira entrou Granger acompanhado do
Dr. Delatre. Nao pode deixar do envergenhar-
nie. 0 conde soltou urna exclamacao de alegra,
e disse:
Chega muito a proposito, Sr. Granger : eis
alo o seu cliente pleitear em favor de sua lou-
cura. Parece-mc que tem o intento de reclamar
o favor de asslgnar o processo-verbal da sesso
que tanto o affligiu, meu caro taoellio.
Comprehendi que eslava perdido, e desanime:
porm mais que nunca convinha salvar Diana.
Eslou prompto a assignar, respond com
exaltacao, se o meu tutor me der em troca o seu
consent ment para casar-me com a ranha.
Granger fez um gesto de admiracSo.
Os senhores anda nao sabem ludo, replicou
o conde O meu pupillo est enamorado de urna
ranha de Thuringe, que lhe trouxe esta noute o
seu vu dourado.
Falle mais baixo, disse eu apontando para o
leito : ella est ali.. .c dorme...
Bem, bem, est tudo convencionado. O meu
pupillo desposar a sua ranha, e porque nao?
se j a comprometteu tanto Ande, Sr. Granger,
traga-nos o processo-verbal.
Sentido, Sr. conde I respondeu gravemente
o meu velho amigo. Em tudo isto descubro um
trama horrivel.
Valha-me Deus I O Sr. Granger zeloso de
mais. ..Pois avenha-se l com elle, e com o seu
bora juizo. Quanto a mim, lavo as mos.
O medico examnava-me com alleocao : pediu
que o deixassem s commigo. Penetrei o seu Den-
samente, e live medo.
Nao, nao I exclaraei. Os senhores j me
julgaram.. .Vo-se, vo-se d'aqui I
Senhores, acudiu o meu tutor, sejamos dis-
cretos. Nao despertemos a rainha, que dorme :
retiremo-nos. Tenho alm diste um ultimo nego-
cio a regular.
Granger quiz insistir; fingi-me encolerisado, e
carreguei-o de injurias.
O Sr. do Maulen ria-se. Emfim sahiram todos.
Ficando s esqueci a desgraca propria para lem-
brar-ine de Diana, do seu desespero, e do seu fu-
turo. Se o meu tutor deixasse de dar crdito
minha fingida I -uenra depois quo so despertaran!
as suas suspeitas Se sobre a condossa exercesse
alguma vinganca tenebrosa I
E fui eu quem a perdeu! Procura va algum meio
de ir em sou soccorro: nao atinava com um s.
Diana achava-sc solada, sem familia, sem outro
defensor que nao eu.. ,e de todos os lados se me
antolhavain impossiveis. Restava-rae nicamente
o crime: raorto o conde, ella (Icaria salva t
Era quasi noute. Immovel, abatido ao peso do
Bora, senhor, eslarei prompto.
O conde fez-mo ama mesura e sahiu.
Tive mmensa alegra: a sua provomeao livra-
va-me de um chine. Elle mesmo se vioha offere-
cer aos mens golpes, lamos encontrar-nos face a
face com a espada na mo, e poda ento maia-lo,
sem remorsos...Cah de joelhos, agradec jushr
ca divina I
Era preciso tambem cuidar de Diana. O ronde
sem duvida eslava em caminho do castello mas
montando no meu cavallo Ralph e por atalhos ser-
mc-hia fcil ganhar a diantera ao seu carro, obri-
gado a fazer um grande ladeio para passar na
ponte do Semoy, que alias eu atravessaria a vu.
Corr a cstribaria; em poucos minutes selle! o
cavallo sem dar allenfos exclamares de Gran-
ger, a quem assusiava a rainha agilacao.
Meu amigo, Iho disse, olhe bem para mira.
Compentrese de que me acho no uso perfeila da
minha razao. Porm depois das palavras impru-
dentes que me escaparam n'uma desastrosa exal-
tacao, provavel que ello lente assassina-la I
O' meu ftlho f exolamou o labeiao. Deus o
guie!
Parti a galope pelo moo das ras cora o risco
de pisar alguem. Emfim cheguei na estrada, e
soltei as redeas ao meu valento Ralph, a oujo ins-
tracto me entreguei. Via de vez em quando algu-
mas luzos brilharem na eseurido, e urna ou ou-
tra car roca que me esbarrava no caminho.
N'uma dessas occasies foi um homem derriba-
do pelo meu cavallo : saltei pelo seu corpo; ouvi
que lhe sao devidas, finge querer deisar a eslra-
nlios a sua beramca, para que assim intimidando
seus lilhos, os attraia ao seu amor, ao menos pelo
interesse.
E' precisamente por esta razao, que hoje o- Sal-
vador tra-neode os^ limites da Juda, e entra no- ibr-
rito de Typo-e Sidonki. cidade dos Gentos. Otr-
bo pae quir por este meio attrahir o coracao dos
Judeus, fazeado-lhes entrever que la^, para pun'
los de sua inaratido, transferir aos Gentos a gr>-
ea-desua viuda, queaiueNes pareciam*despresar.
Que mulher, porm, essa, de rosto paludo, ca-
bellos fluctuantos, e dcsalmbada em sua> pessoa,
qne, desolada e chorosa, wm-ao encontr do Salva-
dor, gritando : Senhor, fllnv de David, tende pie-
dade* de mim !
K' urna matrona- distincta db Canaan, cuja filha
est possessa de um menle a-atormenta ella pedeao Salvador eara
de sua lHha, e firmemente espera- obte-la.
E-como-'sonbeessa mulher, qneo Salvadop o
Senhor, O'fMho de DavM ?
O Evangelista no-lo ensnaj quando diz que eHa
abandonara o seu paiz natal.
Aht deixando sua patria idolatro, diz S. Jero-
nvmo, ella-baria abandonado a superslicao e seu
erros, e mudando de lujar passra- de una falsa
wligio verdadera.
Ella foi desde ento a figura da-egreja dos Gen-
tos, da egreja romana, qe havendo-abandonad
a amiga-haDitaro, onde se acha va sepultada entre
lodos os erres- e todos os; vicies, apresenlou-se a l era palavra aJguna Oh t'dwcc
Jesos Christo,.que na pessoa de Pc-dro-vinha amo-
rosamente praeura-la.
Da mesma serle hoje s je vae ao encontr de
Jess Christo abandonando-es uses profanos, as
superstiedes-eprazeres do awRdo. E'preciso sa-
hir do tumulto-de Babylonia para-ira Jeeo Chris-
to -w solido, iste, no reco!anenlo ei silencio,
pan orar a Deus com success.
Nm pois, da admirar, qu a Canana-sao fal-
le ao-Senhor, mas levante a voz e-grite. Tndo
abjurado seus erros,e renunciado seus vioas, ella raer. o'passoqic elle parece desprezaresta -
jareeeeu esseespinlo de ciacao, que reeidindo Iher supplicanie, qur que aeonheeam, admireot.
era ntw ensina-no a orar clamando-ao Senhor.; &nVitcm < qur proporcc*ar-fle occasil dema-
pon{ue elle, con diz S. Pau, quera ora era nos ni feriar em plena -luz*a extraordinaria sabedor e
por meto de gritos e gemidos tnveneraveisc Pois o. precioso thesoaro de toda as virtudes qae sla-
bem : foi esse mesmo espirito,.que fez da Ginana va oceultas enseu -corayaoi
o medelo e a-mestrafda naco, para os ebrWttc de So pois o Swfcor faz esperar a sua resposta to
todo6-os tempose logares. j c-jiie o medifc eandoso dMfPBM as eiacoesdos
Quanto a lingaagem desta. humilde e piedosa ojeados (por.,uanto mm^n^o^y^ to
m. Z~~im. nh i A\^vi-la a6m Propheo, que os seus vidos estad N
tambem para dar lugar a esto media^o dos dis-
cpulos, que o Salvador nao responden a principio,
para apremennos, que as- oracfcs- e intercesso
dos santos nos sao necesarias a obtenco das gra- -
A Canana nao ora com as extremidades dos la-
tria-! Quando um bom pae nao acha mais em bos; do fundo do seu coracao, que arranca o
sen filhos a veneracao, a obediencia e a aTeicao grito de sua oracao.
Nao- pede piedade para sua filha, mas para si; !?'?ru J!S"n
porque- as penas que sua filha sotfre em seu corno coinprehearter e praticar tsle dogma consolador de
imprime-se,porumretrocesso de amor, mais do- n*saAc'_:?"nd'! a l'nguagem de* Fulgencio,
torosamente ainda
cas, que pedimos a Deus > e para podermos assim
no-coracao da me. E, para
excitar mais a piedade do Salvador, acrsscenta
piutura hcr-rivel que fa, em duas palavras-, das pe-
nas de sua filha, a historia de sua propria dr.
Aprendamos n'isto, iSc lida,que a perseveranca
na oracao -smenle efBcaa, quando o coracao
quem suggere" as palavpas que a bocea profere.
:Quanlos presntesele corpo no templo doSeahor,
permanecera em espirito no mundo, articulando
com a bocea oraeoes, nasquacs o espirito e o-oo*
raconao tomanr-parte alguma; e que conseguin-
temente sao sem frueto algum1! Pois como pes*
sivel qne Deus onca oracoesyqne nao sao ouvidas
pele proprio que m profere?
Ewqne faz Jes Christo* O-que responde
Urna oracao to chem de f, confianca, humildade c
fervor, a nma oracao conseguintemente lao bella
e to perfeila ? Nem< mesmo se digna lancar um
olhar sobre aquella, ru Ih'a dirige. Finge nao
on vi-I a, nem pensar p.Vlla ; nao lhe dirige sequr
urna palavra.
Pofs qnef diz Orgenes; urna nre'afhVta ora,
conjura, o enche o ar com seus gritos e laroenta-
ces; o poro lestemanla d'csta scena enternece-
dra, flea commovido; eo-proprios apostte* eom-
movem-se vfeivelmenlc, o Jess Christo, este doce
Jeras Sartadsr, este Don todo amor para todos,
ao se commove, nem so-enternece, nem pronon-
Jesuo, aimgo lao
rno, comc-semudou o v>09so- cora^c-, como tor-
aoo-se to dorol Eu nao o> reconIu-eeria! Vos qne
ssies procurar, para Ihes- faaer bem, os qu nao
109 procurayary como pedis desprezar esta mae
rmcta, que por toda a paite-procurou-voe, qaoto-
uniha-se perante vos e voe-adora f
O' qne disseetes 1 responde Sr Joo Ohrysoeto-
ino. Esta iWfirenca, este silencio JbSalvador,
c-sfiie longe do-ser indicio ou effeite da dureza do
sou- coracao, e autes sao ama industria, do seu a-
virtude. e n por- uraaalma apenas sainado p:uz eM6na mlse,"* lbe **!!Z2?22
idolatra: Ella^hama o Salvad : Smtor, Filho ^.TZ^^^ ^^^ K ^ ^^
de rm.
B verdadeiramente admieavel 1 exclama Ful-
gencio depois de Beda : Gharaando-o FiMtdea-
r/-'eJla.reconheee-o como homem eRedemptor;
daodo-lhe onome de Senhoa, cenfessou que elle
Deus. E defeitoy como veremos, ella adorou-o como
Deus.
Gomecando.sua oracao por um acto- depura e
perfeila f, a Canana ensiua-nos, qu% conforme-
a doutrina doapostolo S. Tfciago,.' prruicra condL-
oao para bem,orar bera crer.
Notae, d z. Orgenes, que una mulher e urna
paga, quem, ora ; que por conseguate ella par
urna dupla razao pred L-po.-ta s i -raucas supans-
ticiosas. Entretanto, prudente quanto fiel, nio.re-
corrre aos. impostores aem aos mgicos para, ex-
pellir de-sua filha o demonio; dirige-se a, Jess o
Senhor o o Salvador de todos. Recorreu ao Se-
nhor, ctteia de esperaaca e segura de-que pedera
elle com um simples, signa! cury sua filha.
Itara-descer aDosra ptwsoveranea do- espirito- de
era-cao ; que (odas as oottas eondcfospreparam a
rnq:\, mas s- -alcanca-a a oracao pereeveratate. O
Senhor, coia-seu silencio e vagar en. exalcaresta
mulher, fez-nos ver omilagre de paciencia, resig-
naeao e perseveranca, qm to admiravel, a torna
ora sua oracao.
Com cffeiio,- vondo-seacolhida com tanta tndif-
fer-nea e despreso, sem mesmo merecer urna res-
posta, ellanao perde a oorageni uwu- a.coufianca,
nao pra,.nem volt;. contina a insistir, repetin-
do o mesmo grito, e batendo a mesma porta, como
se tivesse, diz Santo.Agoslinho, ouvidocsta grande
lico, qne o Senhor havia dado sobre a, oracao :
Vedi e mo vos caneets de pedir e a/raufarm ; ba-
tei e tirnae a bala' e abrir-ios-hw.
pois em vao, qne o divino Salvador, mostran-
do nao occupar-edella, continuou a^eaminhar ; a
Carana nao parou, pelo centrarlo entrou a segui-
lo, e, segundo, as palavras dos. apostates a seu mes-
Cathaeina, explique-me tudo. Sei que voc
tado- pela correntes Animei-a com, a yoz no meio
desse- tumulto; dk-se-hia que elle comprehendla! lera muita affeicao i saa ama. Itoceio que lhe ic-
os, meus terrores^ Sustente! com mo firme as. nha acontecido alguma desgraca.
suas ventas fra d'agua mas as vagas irritadas o. Pofm Sr. baro, eu nao sei mais do quo. isto,
eegavam : vi-opor vezes. quasi a abater-se, com' replicou a criada commovida. Ali por cinco.horas
risco de Acarraos ambos abysmados as lrevas.de Maniato voltou do Montherm- com urna cana para
um naufragio. | a Sra, condessa, eoujiia pata o Sr. PlacidOiaam de
acompanha-la. A Sra. condessa achou
Duaranto dez minutes que pareceram um secuto.
luamos as garras da morte. A final vi ergue-
rem-se ameas olnosas arvores da ribanceira op-
posta. Mas Ralph enfraquecia... De repente a
sua cabera sumio-se dehaixo d'agua ; j niio res-
lava esperanca. Soltei ura grito de angustia, ati-
rei-me n'agua para aguenta-lo : elle respirou. Os
meus vestaos porm impedam-me de lova-lo as-
sim at a margen; quando por milagro os meus
ps encontraran! o chao. Estavaraos tora de pe-
rigo.
Urna vea em torra firme deixei resfolgar o meu
pobre Ralph, que mal se tinha as pernas, e pare-
ca incapaz de levar-me at Mauferl. Abandna-
lo era deixa-lo entregue a urna morte certa. Ar-
rastei-o pela brida como pode por um bom espaco.
Pouco a pouco o seu nobre c generoso ardor so
reanimou ; saltei no sellim, e parti.
Por felicidade tinha comgo a chave da porta do
parque, o que me poupava ainda um rodeio. Fui,
apressado estribara, entreguei Ralph aos cuida-
dos de um dos lacaios ; e por entre a noute escara
dirigi-me ao castello. Tudo ali era lgubre e som-
x destino, procurava aiuda convencer-me de do pelo meu cavallo : saltei pelo seu corpo; ouvi i?!' 0mvaraa lu,? ai15'. 1}emMuma ,uzn.
e as minhas fingidas divagaces teriam arreda-! os gritos dos carroceros, nao parci. | ". de D,an; ,udo s,le,nc,, ^enhum rui-
,o as suspeitas do Sr. de Mauferl, quando sinto a | Ctesciam os meus lgubres Dresentimentos. Um do ma,s 'I"6 ^P do nordest> .ue amontoava
mo do alguem pesar-me no hombro. Ao oontac-1 minuto mais larde, que chegasse, poderia Diana H"8 ares Brossas nuvens, e gomia por entre a lo-
to dessa mo advnhei que era elle. i estar perdida I Era forcoso decid-la a fugir, e oc- j ,naKem-
Voltei-me como assustado. | cultar-se, at que com a minha espada a livrasse Cheguei ao vestibolo; estava deserto. Chamci,
Dtregoas sua demencia, senhor, disse o do seu algoz. Talvez que elle premeditasse algum ninguem respondeu. Com o coracao opprimdo
conde framente; agora estamos sos, e j nao te- tormento horrivel para prolongar o seu supplfco I corr ao corpo principal do edificio. Achavam-so
nho raais motivos para ouvir as suas romnticas Cheguei a Thilay por atalhos : passando o rio ahi reunidos alguns criados, que ao ver-me nao po-
divagacocs. Espere quo lhe venha algum novo Semoy acbar-me-ha a um quarto de legua de Mau- deram conter ura movimento de sorpresa,
accesso; far melhor o papel de louco. Entretan- fert. J rao aproxmava da rbanceira, eis que Calharna, criada particular de Diana, estava
to vamos tratar de um outro negocio concernento parci gelado de terror. 0 rio, tendo engrossado entre elles, e dirigiu-se logo a mim.
minha mulher, a quem nao me apraz que ose- com as cliuvas rcenles, havia transbordado. | Minha madrnha? porgunlei-he.
nhor ame. Era inexprimivel o meu desespero. Voltar so-, Partiu, respondeu ella admirada.
Eslou s suas ordens. Sr. conde, respond bre meus passos, tornar a ganhar a estrada, era
suppondo que rae vinha elle exigir urna repara- compronietter a nossa ultima probabilidade de sal-;
cao. va?ao. Convinha chegar anda mesmo custa da
Contava com isto mesmo. Amanha partir- minha vida. Recommendei minha alma Deus,
mos para a Allemanba. Prcvino-lhe de que nao e impelli o cavallo ao precipicio, resolvido a pas-
dore tornar ao raeu castello. O Sr. Granger offe-. sa-lo nado. Ralph procurava defender-se, tre-
rece-lhc hospitalidade; espere-me aqu mesmo s mendo de susto. Cravei-lhe as esporas. Logo aos
oito horas da manliaa. pnmeiros passos o animal perdeu p, e foi arros-
que recapitula as interpretasoes de San Agosli-
nho e de Beda.
Todava, a oracao dos discpulos nao-foi mais
exalfada do qua a da Cananai; porquanto o- Sal
vador, revestindese de ura ar grave, respondeu-
Ihes : Nao ha gracas para os ffananas, porque
sao Gentos, eeus fui mandado para salvaros Ju-
dew que estavam perdidos. & que, Senhor !
repea Orgenes. Que escusa esta, que fulmi-
nando esta desgranada mulher, nes-faz extreme-
cer de horror ? Deseestea dos cus, e vos reves-
tiste? de urna carne humana, s para salvar al-
guns Homens de ura-canto do mundo, e abando-
nareis o resto sua desgraca ? Pois c os Jodeus
terao parte em vossos beneficios, c nos pobres
Gento, nada terenaos nos thesouros infinitos de
ivssas bondades ? S. Agostino accrereemi, qor
estas palavras do Senhor podetn dar lujear a urna
grande difflculdade : se -'verdade, aue M nao foi
tmiadtmio para vivificar a* otellias de Israel,
ptehattam perecido, como- podbmos esperar; m's
qoe descendemos dos Sentios, pertencer ao redil
dVJesus Cfcristo ?
QAal. pois, o segsedi deste-profundemvste-
rio^' E,- responde este padre, conforme S. aflrio,
quo-Jesus Christo entenda fallarde sua presenta
realted seus roilagres,. e qneria duer que, relati-
vamente abeneficio destes dous favores, elt-ha-
via rid mandado para es Jadeas somonte ; e,-com
effeito,- s os Judeus tiveram a felicidade de v^1o
nascer) morrer, resusoitar e operar prodigios.
Mas, ijuanfo aos Gentics; se elle ao receheo a
raissiio-de- fazer-se ver e oavir peosoalmente por
elles, ttnha entretanto a-de fazer-se-reconheceno
adorar pelee mesmos Gentos, assim-eomo de sa^
va-los, envnndo-lhes sea apostlo;e por m-M---
medio destes seu Kvaagelho, sua doutrina, o a..
graja d-seus mysterios- e sacramente.
ffant-, pois, verdade, ooutinda este padre, que
o povo genlio devia forneeer urna paeie do re-*--
nho de Jess Christo, o qual havia d te com reu-
co a esse povo :
< Te nho ainda outras on>lhas que nao sao deste-
redil, iste-, que nao sao deste povojoxlen, e pae-
ciso que eu junte essas-ovelhas eslnuabas s ovo-
Ibas domeslicas, para fazer de todas un s reba
nho, ou-uroa s egreja seb a direccao de um mes-
mo pastor. >
Quando o Salvador prounneou algumas pala-
vras era-tem firme e resoluto, os apostlos, d-
gindo-se Canana, bseram-lhe :
Vas- mesmo acalaes de ouvi-lo;: v-se Iji
que elle est decidido a nada fazer; > pois,- intil
a vossa.obstnaco. Ide-vos em paz o-aei-xae-aos
tambem em repousa.
\'ios conselhos I A -Canana replica.:
Ir-me sem terrefcbido a gracayqiie peco.? !
Nunoi. Se nao operis, ou nao pooMs-mais-lttar
por mim, fallare mi propria.
Entretanto o Sftnhor se havia siiktraliuu-aos
-libares da Canana. e entrando em nma casa, vsi-
nhft.ordenra, q*j de tal a ninguem dessem eonhe-
cimento. Tudo.foi baldado. 0 amor: como-o de-
sgjo, advinha. Posto qne ninguem indique > Cana-
na onde est Jess, seo coraejio o.drz ;: sHa ad-
vinha, descobre-o, acha-o.
Elle eserpourme, dizia ella, o perd-* de vis-
ta : deve ter-seocculiado nesta casa*
(Contmtawie-it.)
Cvcoupe ja
preparado pelo dito, Placido, que dspet$ou o co-
oheiro, e foi ello mesma boleando. Partir ara assim :
quando Vmc. aqu enirou estavamos. todos in-
quietos.
E o Placido nada disse ?
Somonte Marlinho deu a erjendor que nin-
guem voltaria hojo, e talvez neta mesmo ama-
nha.
Diana, sahindo de Maufert s. cinco horas, de-vera
chegar s sol Montherm ; o erara j novo ho-
ras quando sahi de casa de Granger. Tudo pois re-
velava que ella era victima de urna traicao. A'
penetrante perfidia do Sr. de Maufert nada esca-
para.
No paroxismo da minha dr urna s idea nao me
acuda. Catharina olhava-me lao assuslada como
cu proprio.
Onde est Bastio ? lhe perguntei.
Talvez estoja em casa, balbuciou ella co-
rando.
Minha boa Catharina, corra j a procura-lo ;
que venha ter comigo em quanto mudo a roupa, e
me preparo para voltar.
Porm, Sr. baro, se me virem na povoao3o a
baler em sua porta de noute___
Juro-lhe que assim preciso para salvar a
sua ama. Cada minuto de demora compromette-
Ihe a vida.
Oh t senhor. J nao hesito. Vou.
E a criada sahiu correado. Sub apressado ao
meu aposento. O suor corria-me em bagas pela
testa abaixo. Fritz estava deitado, deixei-o dor-
mir.
Em poucos mnalos mudei do roupa. Metti as
algiberas todo o dinheiro que possuia, tomei as pis-
tolas, e voltei estribara.
Partiu ? Quando ? Para on le foi f 0 meu pobre Ralph jazia no chao cabido de fadi
Foi reunir-se Vmc. Pois o Sr. barao nao
vu t
Reunir-se a mim I
Sim, senhor; porque partiu apenas recebeu
ga : mi nha voz ergueu a pesada cabeca, que aba-
leu-so logo. Acordei um dos lacaios, e ordenei-
lhe que preparasse o mou tilbury, e fui eu mesmo
a mangedoura buscar um dos meus melhores ra-
Com grande pasmo meu vi ojie tuba os olho>
abertos.
Naoouviu o que lhe disse -r- perguntei...
Ouvi, sim, senhor: mas que... nos foi.
recommendado que nao detxassemos o Sr. bacp
levar um.cavallo d'aqui.
Insolente exclamei Obedeca, seno...
E impossivel. O Se. conde despedir-rae-Iiiik
per isso.
Nao me achava era situacio de tagarellar :: le-,
vaniei a cabo do chicotinho, e disse trmulo, de
raiva s
Vamos, levante-se.
O lacaio nao ousoa resistir; levaateu-se bra-
dando para outro companheiro deitado. na extre-
niidado da estribara.
Pedro I Nao, estas ouvndo ?
Sim, j 1 vou.
Acabei de ajaezar o cavallos ; mas no momento
de puxa-lo os. dous lacaios collocaran-se na minha
frente com um toreado na mo.
Senbor, disse o priraeiro, com quem fallei,
nao posso. deixar sabir o ca vallo.
Este pertence-me, ropliquei, e por isto o.
levo.
Poco-lhe, Sr. bario, acudiu Pedro, que h.i-,
nos obligue a faltar-Iho ao respeito. Recebemos
ordens, e bera v que somos dous contra um.
Engana-se bradou urna voz por delraz- del-
les. Sao dous contra dous.
Recouheci Bastio que, encontrando a porta abor-
ta, entrara ao ruido da altercacao.
Abaixo, abaixo o toreado I proseguiu o con-
trabandista, cujo vigor e carcter resoluto eram
pera conneeidos no paiz.
Da minha parte aprsentei urna pistola. Os la-
caios recuaram.
Bastio, voc causa de perderraos os nossos
lugares, observou um delles.
E urna calamdade, que rao causa muito po-
sar. .. mas que remedio t Os negocios do Sr. ba-
ro eslao em primero lugar.
Bastio tomou a lanterna, e conduziu o cavallo
pela brida.
Sou eu quom leva o animal, disse elle; se o
Sr. conde se enfadar, envem-no para mim. E ago-
ra, meus amigos, cuidado I Ai daquelle que atra-
hir curiosos sobre os nossos passos I
a carta do Sr. conde, dizendo que havia occorrido vallos, que puz-mo a apparelhar. Notei que o la-
Vmc. um gravo accidente. caio nao so mova, suppuz que tivesse adormecido
Presenil em tudo isto urna traeo odiosa. outra vez, e approximei-me para desperta-lo.
i


'



(Continuar-te-ha.)
PERNAMBUCO- l'VP. VE M. F. F. 4 FILHO.

ILEGVEL


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