Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10248


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Full Text
XXXIX

r
./
Por (res mezes adiantados 5)000
Por tres mezes ten cid os 6O0
ifflffiO
Por anno adiantado.....t9$00O
Porte para o subscritor. 3JJ00U
DIARIO DE PERNAMBUCO.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o
Sr. A. de Lentos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SUL
Alagoas, o Sr. Claudino Falcao Das; Bahia, o
Sr. Jos Marlins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martins A Gasparino.
EPHEMERIDES DO MEZ DE NOVEMBRO.
PARTIDA DOS ESTAFETAS. I
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
,g^,ScU^?yanna e Parahyba nas segundas e 3 Quarto ming. aos 8 m. e 26 s. da t.
sexas-ieir3S. lu *
Santo Antao, Gravat, Bezerros, Bonito, Carnartf, fl Lua nova as n> 34 m. e 14 s. da m.
Altinho e Garanhuns nas tercas feiras. 18 Quarto cresc. aos 12 s. da m.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira, 25 Lua cheia as 5 h., 16 m. e 20 s. da m.
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob,
Boa Vista, Ouriciiry e Exu' nas quartas feiras.
Sennhaem, Rio Formbso, Tamandar, Una, Barrei- PRFAMAR T)R nniir
ros, Agua Preta e Pimenteiras nas quintas feiras. rntAMAK uk huje.
Ilha de Fernando todas as vezes que para ali sabir __.
navio. Primeira as 9 horas e 18 minutos da manhaa.
Todos os estafetas partem ao / dia. I Segunda as 9 horas e 42 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o salI at Alagas a 5 e 25; para o norte at
j i'i'ja e22 decadamcz> ParaFernando nos
das 14 aos mezes dejan, marg., maio, jul, seL enov.
PARTIDA DOS MNIBUS,
o ., ja Recife : do Apipucos as 6 /*, 7, 7 '/*, 8 e
8 y Jaboatao as 6 V2 da m.; do Caxang e Varzea s 7
da m.; de Bemfica s 8 da m.
* ^, Rec'fe : Para o Apipuros s 3'/,, 4, 4 A, 4 >/,
5, 'A, o Vi e 6 da tarde; para Olinda s 7da
manhaa e 4 '/2 da tarde; para Jaboatao s 4 da tar-
de ; para Cachang e Varzea s 4 >/2 da larde; para
Bemfica as 4 da Urde.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relagao: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quinta s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DAS DA SEMANA.
16. Segunda. Si Gonzalo de Lagos -r S. Emiliano m
17. Terca. S. GregorioThaumaturgo b.
18. Quarta. S. bdon ab.; S. Bareella m.
19. Quinta. S. Isabel viuv. r. de Hungra.
20. Sexta. S. Flix de Valois f. dos trinos.
21. Sabbado. Ss. Honorio e Heliodoro mm.
22. Domingo. S. Cecilia v. m.; S. Fitomon m.
ASSIGNA-SE
no Recife, em a livraria da praca da Independencia
ns. 6 e 8, dos proprietarios Manoel Figueiroa da
Faria & Filho.
PARTE OFFICIAL.
G0TO0 DA PROVINCIA.
Coatinuac do expedieite do dia 16 de noTcrobro
de 1863.
Offlcio aos agentes da companhia Brasileira de
paquetes vapor.Pdem Vmrs. fazer seguir para
os portos do sul, o vapor Tocantins, amanhaa,
.hora indicada em sen offlcio de hoje.
18 -
^ Offlcio ao brigadeiro commandante das armas.
Expeca V. Exc. as ordens necessarias para que
neja embarcado, sem demora, no vapor Tocantins,
o alienado Joaquim Antonio Seve, capilo da guar-
da nacional, vislo que, segundo o termo annexoao
seu offlcio n. 2,156, desla data, foi considerado em
inspeccao de sade, curavel da molestia que
soffre.
Dito ao mesmo. Expeca V. Exc. suas ordens
para que urna guarda de honra assista ao Te-Deum
que os hachareis formados este anno,' mandam
cantar no convento do Carmo, s 12 horas da ma-
nhaa do dia 20 do corrente.
Dito ao mesmo.-Para ter o conveniente desti-
no transmuto V. Exc. a guia dos desertores do
4* batalhao de artilharia a p Henrique Goncalves
Aleixo e Jos Francisco Borges, que vieram para
eatt provincia no vapor Tocantins, como partici-
jiou-me o Exm. presidente do Cear, em offlcio de
14 do corrente.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de mandar
apresentar ao Dr. chefe de polica, commandadas
por um offlral subalterno as pracas que forem ne-
cessarias para escoltar seis criminosos at o termo
de Cimbres, onde vo responder ao jury.-Com-
inunicou-se ao Dr. chefe de polica.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Participando o juiz de direito da comarca de Ca-
brob, em data de 10 de outubro ultimo, que o ci-
dadao por elle nomeado para exercer interinamen-
te all o cargo de promotor publico, Washington
Ildefonso de Novaes Calumhy, nao havia anda en-
trado em exerciclo, nem prestado juramento : as-
sim o communico V. S. para seu conhecmento.
Dito ao mesmo. Em vista do que ponderou o
brigadeiro commandante das armas, no offlcio que
por copia vai cobrndo os documentos que devol-
vo, e a que se refere o de V. S. de 11 do corrente,
sob n. 853, recommendo-lhe que mande indenin-
sar o corno de guarnido desta provincia, como se
ordenou em 3 deste mcz, da quantia de 105000,
proveniente de despezas feitas com a conducho de
varios objectos do arsenal de guerra para o quar-
tel da Soledade, e deste para o porto de embarque,
.segundo consta dos mencionados documentos.
Communcou-se ao brigadeiro commandante das
armas.
Dito ao mesmo.Transmilto V. S. para o fim
conveniente o incluso aviso de lettra na importan-
cia de 81,5137, saccada pela thesouraria de rendas
da provincia do Rio Grande do Norte sobre essa e
a favor da ijesouraria provincial desta capital.
CommunicoG-se atfExm. presidente do Rio Grande
do Norte.
Dito ao commandante do corpo de polica.
Mande V. S. apresentar no tribunal do jury desta
cidade, de amanhaa em diante, e diariamente era
quanto durarem as sessoes do mesmo tribunal,
a guarda do cstylo.Communicou-se ao juiz de di-1
reito presidente do tribunal do jury.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.Man-
k V. S. transportar com urgencia para bordo do
va|M>r Tocantins, em urna lancha, tres caixdes com
objectos destinados ao museu nacional, os quaes!
existem na secretaria do governo.
Dito ao juiz municipal de Cimbres.Para resol-
ver a dunda constante de seus officos de 23 de
junho e 11 de setembro ltimos, faz-se preciso que
Vine, procedendo as averiguacoes necessarias, e I
em vista do Ululo ou ttulos de nomeacao do falle-
cido tabelliao e escrivao desse termo, Leonardo
Bezerra Cavalcanti da Silveira, me informe com
toda a exactidSo e especificadamente quaes os offl-
cios que elle ahi exercia, com declaragao da lei,
decreto, ou provsao que os creou, bem como a da-
ta do provimento de cada un dos referidos offlcios
se nao tveremsido simultneamente prvidos, co-
mo exige o aviso circular de 25 de outubro de 1861
do qual se enviou copia a esse juizo em 28 de no-
vembro do mesmo anno.
Dito ao juiz municipal de Cabrob. Ao offlcio
de 7 de outubro prximo findo, em que Vmc. com-
mnnicou-me ter fallecido o tabelliao e escrivao
desse termo Luiz Francisco de Oliveira, respondo
dizendo-lhe que deve Vmc. nomear interinamente
<|uem o substitua, e por aquelles offleius em con-
curso de conformidade com o disposto no decreto
n. 817 de 30 de agosto de 1851 e do aviso n. 232
de 30 de dezembro de 1854, remetiendo para ser
aqui reproduzido copia do ediial que ahi for afflxa-
do, no qual dever declarar-se a razo da vaga, e
espeeifleadamente os offlcios que exercia aquelle
serventuario. a le, decreto, ou provsao que os
creou, como determina o aviso circular de 25 de
outubro de 1861, do qual se remetteu copia a esse
juizo em 28 de novembro do mesmo anno.
Dito ao juiz municipal do Cabrob. Em addi-
tamento ao meu offlcio desta data, sobre a vaga
dos offlcios de tabelliao e escrivao desse termo, re-
commendo-lhe que procedendo as averiguacoes
necessarias e em vista do titulo ou ttulos de pro-
viiiiento do fallecido Luiz Francisco de Oliveira,
me informe com toda a exactido e especificada-
mente quaes os offlcios que exercia esse serven-
tuario, declarando a data do provimento de cada
nm delles, se nao foram simultneamente pr-
vidos.
Ditoao director das obras publicas. Respon-
dendo ao seu offlcio de 16 do corrente, sob n. 228.
tenlio dzcr que pode Vmc. effectuar com o ba-1
rao do Livrampnto, empreiteiro do caes por detraz
do theatro de Santa Isabel, o ajuste para incum-
bir-M elle da obra do prolongamento-at o alinha- '
ment do mesmo caes de um cano de espoto que
exnts na ra do Sol, medante a quantia de 576
em que foi avahada essa obra, segundo consto de
seu citado offlcio Communicou-se ao inspector da
thesouraria provincial.
Dito ao commissario vaccinador. Remetta-me
Vmc. algum puz vaccinieo para ser enviado ao de-
legado de Olinda que o solicita.
Portara.O Sr. gerente da companhia Pernam-
bucana de navegacao costeira mande dar transpor-
te para a capital do Rio Grande do Norte, em lugar
de r destinado passageiro de estado, no primei-
ro vapor que para all seguir Alfonso Peres de
Albnquerque Maranhao, guaMa-mr nomeado para
a alfandega daquella provincia.
Dita.Os senhores agentes da companhia brasi-
leira de paquetes vapor facam transportar para
a corte no vapor Tocantins, rorrendo a despeza
por conta do ministerio do imperio, o alienado'
Joaquim Antonio Seve, capitn da guarda nacional,
o qual vai ser recolhdo ao hospital Pedro II.
Dita.Os senhores agentes da companhia Bra-|
sleira de paquetes vapor mandem dar transpor-
te para a corte, no vapor Tocantins, em os dous |
limares de proa que existem vagos, segundo o seu
offlcio de hontem, a Joaquim Rodrigues de Albu-
querque e sua mulher.
Dito.O presidente da provincia, atlendendo ao
que reqnereu Maria Bonifacia da Conceicao, re-
solv conceer-Ihe llcenea para ir ao presidio de
Fernando onde tem alli seu pai.
Despacios do dia 18 de uvembro de 1863,
Rtqwrintento.
Major Antonio Jos Duarte.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria provincial,
congiatulo com a presenca dos
Eustaquio Zeferino da Silva Braga. Bequeira com que todas as classes sociaes, desde o alto do 1 pertenco, me
a0Mrn>nJPAeC!0rda,hcS0Uran> ?e fazena- throno at ao gremio popular da mais singella as- benemritos cid^d^.s'Tue^Vrlntendem"e tem
Manoel Antonio de Souza.-Informe o Sr. inspec- sociacao obreira, procuramos, abracados n'um sen-! creado eseolas-asylos para a infancia do sexo f"
^rovincial. timento commum de patriotismo, assemelhar e minino, e com o concurso das autoridades locaps
- melhorar o que os outros paizes niciaram, esfor- ] que justamente entenderam que a solemnidade
tor da thesotirari
Tenente Pedro
se portara concedendo a licenca pedida.
EXTERIOR.
PORTl'UAl,.
DISCL'RSO PROFERIDO, PELO SR. LUIZ FELIPPE LEITE, NA
SOLEMNIDADE DA ABERTURA DO CURSO NOCTURNO
EM MARVILLA.
Senhores.No lempo em que vivemos, o abuso
da palavra vai cedendo o lugar accao. J se nao
perde o lempo a demonstrar que o bom bom.
Se possivel, faz-se.
Ergue-te e caminha I
I o brado do povo ao povo, dos governantes aos
governados, do concilio universal das nafes a ge-
! raco que nos ha de sobreviven
Ergue te e caminha, e o grito da guerra incruen-
ta que a civilisacao de hoje est fazendo aos pre-
j conceitos de hontem, e as incompatibilidades de
outr'ora. Obreiros do porvir, em todas as classes
se recrutam; prepara-os o tepidoninho da familia,
no sorriso earinhoso do primeiro beijo maternal.
; A todos os recurso? da sociablidade pede auxi-
lio a obra imorredoura do melhoramento moral
dos povos.
Pede-o ao trabalho e o trabalho organisado cen-
tuplica as torcas, que a sciencia llie descobno. Pe-
de-o escola primara, a escola, redinida j de
sevicias absurdas, patenteia-se ridente puericia
cubicosa de saber.
Beconhecida a ignorancia como obstculo, a
I philosophia social procurou ataca-la directamente,
com o mesmo arrojo, a mesma perseveransa com
que a seus psse desfizeram montanhas para abrir
praca locomotiva, que vai semeando prosperida-
des e estrellando os indissoluveis lacos de univer-
sal amor.
O mote das bandeiras da cruzada em que tedos
nos alistamos a accio. Cumpria equilibrar a so-
cedade actual com as torcas intellectuaes da ge-
racao nova, para que esta nao a desconhecesse ;
para que, unidos os esforcos de urna e outra, mais
I segura fosse a conquisto moral da cidade de ama-
nhaa.
A boa escola para a infancia garante o futuro e
adoca agruras do presente pela bemaventuran?a,
que espalha com maos largas no seio das familias.
A philosophia christaa foi mais longe ; compen-
diando em seu pensamento pratico as necessidades
mais instantes do nosso mundo moral, foi chamar
os centros fabrs o oporano, cuja intelligencia se
lhe ia adormecendo ao revolutear montono da ma-
china, e disse-lhe : Limpa o suor, e vem comigo;
acharas mesa franca para a tua alma. O autho-
mato poderoso, a que ests adestricto, representa
urna victoria grandiosa deste secuto ; desentra-
nhara-se as profundezas da trra para alimentar o
motor, que por ti se fatiga ; j se nao decepam oa
bracos do artfice na rudeza de esquecidas ferra-
mentas. Hontem arquejavas de cancaso com o
peso de instrumentos imperfeitos; hoje vigas o
movimento inalteravel dos teus servos de metal
fundido. Mas nao basta o que inlelligencas pri-
vilegiadas conseguiram para te libertar da escra-
vido material de tantas ldas em vao, de tantis-
simo desbaratar de torcas physicas. Quando se
alargara os horisontes da vida material, cumpre
que se ampliem simultneamente os recursos da
intellectualidade.
cando-nos tambera por lhes ganhar a precedencia! d'ests actos, tanto mais necessaria, quanto
tompativel com os elementos de que es osso mais evidente provir d'ella tambem o convenci-
a,sP"- .. Pien, P3^ o povo de que importante o seu ob-
Gracas a providencia tutellar das na|bes, que jecto. ^
estamos j agora convencidos, como emjwnto de Por ultimo, agradecer!, mas com um reconhe-
fe poltica e social, que esses elementos nao sao tao cimento nao menos justificado a todas as senhuras
escassos, como a inveja ou a injusta leviandade de e a todos os cidados presentes, que possu.dos do
quiz inculcar um da, para humi- mesmo pensamento se dignaram concorrer a esta
estranhos nos quiz inculcar
,ban!?,ee, di Und conl5ml)ora0 !. festa .d .civilisaclo," que a dignissima sociedade
Se outros valera porque sao muitos, nos vale- recreio cmhsador se prestou tao graciosamente
mos porque somos poucos e bons. abrilhantar. : "
Bons, porque o povo portuguez coilduz-se para o Festo, sim, com toda a conviccao o digo; por-
w 1 ?\to^ sem ,mPituras neraprearabu- que num concelho j tao importante por sua
L C,a^,nera eff0c; ac"v,,da<,e rural, e fabril, por sua riquezVe no-
F&JTFt instinfto o bem gira nas veas meadamenle pela proximidade em que est da
dos fllhos da nossa gente. Basta acenar-lhe com estrada frrea que nos liga Europa e do breve
urna idea generosa, se o povo primeiro a nao en- caminho que nos prende capital, seria s por si
2S2i Aventuroso por direito de nascimento, verdadeira festa o av.starmo-nos, o conviveVmos
aeuhe-a sem hesitar: persuadido urna vez, ne- n este benvolo trato, a que se recusara, por sua
nnumas torcas humanas o dissuadem jamis dos sevendade, as oceupacoes da vida, quando faltara
"ygygP*. ... I ra(tosdos mais neCessarios elementos locaes de
a rea intellectual da escola primaria popular sociablidade.
difTuudira-se l fra com a aben^oada amplificacao Acredito que o concelho dos Olivaes o
das escolas nocturnas e dominicaes, para adultos. como realmente merece. A escola normal tem a
,r-TL a -T"1?* ^"v3,.nas aulasantes de consciencia tranquilla de que nao ser, nem tem
transpor, imberbe anda, o limiar da oficina, ou' sido a ultima a cemprehcnde-los e prepara-los,
>rJZ* 2 gra1ja ra0Urejai ^ Ses de- es" Ja. aguaceros de outono, recorda-lh o ao serao, ou neste concelho, onde tem encontrado synpathias.
nZ meS Ttres' sem axcePaodc d.fi nossa existencia,tem-sc augmentado progres-
um so Depow, orgao de vossa escolha para ad- svamente at hoje; e j novas finezas ameacam
sega,raahfaHUSa dS dlsc,Pu'os' ma di5ao ^bre mira, I elevar anda seu algarisL contra no?sT Se
devIan?SSH manhdat' ,,n?'rar aa'?T Jainos' amenos, tonto a nossos pas, come*o^neTo-
de voso remorso de me haver eleito: a sociedade cante honrado, que, declarado era allenria oelas
me estampe na fronte o Inste nome de ingrato, se |eis do hornera quef amortar di"daemcff
|a, nos longmquos lempos de meu futuro, nobei- p,imento das leis de sua conscienc a E a?de nL
jar sempre vossas maos em teslemunho do reconhe- ^enao fizermos tal Tp^rque^S a sociedade em
crSdTe'nnfn^-f^f ^"T0"'6 ** P ^ laucar so&s'o feio anathS 5aT-
SSSi d- C?0nne d,V,da' que acab0 de contramr K^^o, como a base de todos os crimes peraote
. P! A. nac on.^.- Am-t ^ l)CUS 6 Peran,e 0S h0mens P01'*' mo diz bella-
E, pois, neste eclectisrao, difflcil como todos os mentc o grande consclheiro Bastos nincuem esnere
Sffi2?'?,K Sea!inj alV0da grf ac,,ar o herosmo de outrasTrSesn^
concliacao dos direitos e deveres, a quaf venha desconhece a virtud do amor filial
benfica presar ao seu amplexo nos umbracs ce- Aproveitando tambem a impressao de vossa
lestesdo divino templo da amizade, de cujo ftstim consciencia em relacao aojuramento prestodo, dei-
xai-me fallar com ella n'uma linguagem contrita,
propria destes momentos solemnes, em que se falla
a dous numesDeus e patria.
Quando vos nascestes, foi no slo brasileiro,
risonho sejam para sempre repellidos os pomos
envenenados da prevencao e do recenti ment.
No entretanto a di'fflculdade faz a minha des-
culpa.
de se
e
accrescenta-lh'o, nos dis santificados, a class de
adultos.
.------------sympathu....
^ara o nm reservei urna especial mencao do agra-
, mo, decimento de que credra a Ilustrada cmara
felizmente, ja em Lisboa, ja mesmo nas provn- municipal dos Olivaes, pela espontanea e generosa
cas, se propaga e se multiplica cora ardor notayel offerta de cincoenta mil ris annuaes, que votou
esta especie de escolas, gracas aozelo de honrados, como subsidio para as despezas do expediente do
professores, que ao seu trabalho quotdiano e diur- curso nocturno. w>ouk u
no vao juntar esse accrescirao de lavor, pela | Oxal que todos os corpos municipaes dssem
testemunhos de to desassombrado animo 1
Nao veramos ser tratada a escola primara
como peregrina, sem pousada.
Afastando os olhos do quadro immoral e incom-
maior parle,
esse
sem outra
recompensa mais que o
applauso intimo da consciencia propria e o galar-
do da estima publica.
Gracas tambem aos depositarios do poder, que
nunca regalearam louvor dedicaco, permitla-se- prehensivel que anda ein""pleno 'sequo*XliT'se
me o termo, heroica, de tao patriticos institu- observa em alguns concelhosVeste reino, em re-
%f- .n .. ... ,a^ ao desamparo municipal pelas cousas do
jjT ?. iP. r,a a modest!a de muitos- de to- ens,n. concluirei fazendo votos para que se
do, elles, deste mesino que no instituto normal oc- realsem quanto antes o pensamento que, a meu
cupa com tanta digntdade e pericia a cadeira da ver, mais tende a regenerar o ensino primario
escola primaria annexa (), o citar-vos os sacrfi- a saber: priuidiiu,
cos que elle, que todos emflra leem feito para du- Dotacao rasoavel para escolas que possam,
plicar os beneficios intellectuaes e raoraes do en- como a nossa de Marvilla, alargar a esphera da
S"n-^lriarL 1 1 *. a a sua ac?ao didactica attrahindo, de dia as creancas
Os operarios, a populacao laboriosa das grandes com a educacao phvsica, moral e int.-llec.tual ali-
e pequeas manufacturas, nos burgos ruraes, o mentando-as por lgumas horas, para qu nao
poyo dos campos, aqu, era toda aparte, tem acu- percam o tempo em digressoes inutes. e po-
dido de boa vontode ao chamamento. I dendo noute, com auxiliares docentes, tao
O hvro da matricula da nossa escola nocturna apropriados, como os alumnos mestres, propor-
v.,E! mu a 1 I c!0Dar w '"eficios da instrueco s classes
Numerosos candidatos a alumnos destas aulas obreiras. >
populares esperam ainda o momento de inscrever- Urna escola assim, pode supprir tres ou quatro
se com a alaendade de quem paga a si mesmo, e \ nas rondicoes afflictivas, em que se encontra a
patria, a quem devemtudo, urna divida de tonga grande maioria das que figurara nas estatisticas da
ustrucao publica.
Coniprova o que deixo dito a experiencia do
que se tem passado no concelho dos Olivaes, desde
data, que seus pais nao poderam deixa-los sojver
nas ferias grandes da menintco.
A escola normal primaria de Lisboa conta ape-
nas anno e meio de existencia definitiva. Ha pou-
cos mezes que passou do estado embrionario de
letra morta em que jazia, para a vida activa de
um instituto proveitoso.
E breve a sua historia; mas ja hoje aponta com
ufana para dignissimos professores ( ainda hon-
| tem aluinnos-raestres ) na capital e por esse paz
alm.
] Palavras de conforto e aniraacao do augusto
i chefe do estado marcaram a esta escola, na priraa-
A vida do coracao atrofia-se, e morre se ha des- vera de 1862, um horscopo feliz -agora, que a
boudade infinita d'Aquelle," que
harmona nesses dous elementos.
O operario, ao principio, duvidou da philosophia,
mas estimulava-o a curiosidade. Aprender a nao
se aprender depois da infancia. A sabedoria de
outros tempos dispunlia escolas de primeiras let-
tras, que suppunham as segundas e as ultimas.
Era a escola um degro para udaciosas ascencoes
no campo das investigaces humanas; quem alli
pozesse o p, devia ter folego para chegar aos pi-
nculos mais alpestres da sciencia desse tempo.
O obreiro, pois, nao comprehendia que os pen-
sadores tivessem dado as maos para collocarem a
escola, nao j de primeiras lettras.mas a escola po-
pular propriamente dita, ao nivel das suas neces-
sidades.
Duvidando, acempanhou a philosophia e sen-
tou-se noite nos bancos das aulas, onde achou
conforto s lides diurnas. Comparou a sizudez
convidativa da escola com os desafogos, nem sem-
pre innocentes, de urna dissipacao fatdica e como
que inslictiva a que outr'ora se entregava, e vio
que a escola tinha mais luz, dava mais calor, di-
verta o animo sem a triste
dispoe de res e
povos, se compraz de dispensar alegras indiziveis
i nos regios pagos, celebramos por este modo, insti-
i tuindo mais um elemento de civilisacao em Portu-
gal, o fausto aconteciinento que uni no mesmo
l jubilo a real familia cora a naco inteira.
E nao se limitara a isto as aspirares da escola
normal.
Assim como o governo de sua magestade ap-
plaudio e autorisou a fnndaco dos cursos popula-
res, para bem das classes operaras, de um conce-
lho tae digno de consideragao, espero, esperamos
todos os que temos a honra de fazer parte destai
escola, que em breve sera tambem autorisada a
inauguraco de urna bibliotheca popular, no gre-
mio deste instituto, onde os homens laboriosos que
vem cursar as aulas nocturnas, ou quaesquer ou-
tros, encontrem nos dias santificados pasto para a
applicaco do espirito, adiando entre os alumnos
mestres desta escola quem se preste de bom grado
a dissipar-lhes quaesquer duvidas ou a dar-lhes os
esclarecimentos de que precisaren).
A bibliotheca popular, como sabis, o comple-
mento da escola de adultos. A escola dominical
que se abru a escola annexa normal primaria
de Lisboa, depois de concluida esta edifleacao em
que o governo, pondo por obra os desejos do Sr.
. Pedro V, de saudosa memoria, se houve cora a
indispensayel largueza para colloca-la nas melho-
res condicoes hygienicas, e pedaggicas.
Relevai-me a diffuso, que a superabundan-
cia, e o sympalhico do assumpto me nao deixou
evitar.
Em nome de sua magestade el-rei. est insta-
lado o curso nocturno na escola normal primaria
de Lisboa.
(Jornal do Commercio, de Lisbda.)
PERNAMBUCO.
Felizmente, senhores os hachareis de 1863, e oto gS^TlSSTC o so btTanto e a taE
^rhS^fSpaaVraS^rh0nran0S-5V monia da ^tureza ; quando jovens infantfs foi
mne^hifal 1863 "2faZem Uma corP?ra?ai>de regaco, que tiv Jes os gozos que a Providen!
mogos rebeldes, que olhem para a posicao de um ca derraraou sobre vossos das ; quando bebestes
222 f,ma aU,ludeHse.mpre hStl' ^{ De- neclar da diligencia, ** destaTe va quTore-
ETh\Sir h"1 ?K)dCSt,a' .7 "S SOrT T Cr" ,aram Para vos os fructos da educacao, cuja co^
L^7,t "S d0CelS 1 appe" P"? a '"l!Slre COn" lhe,ta Bzareis de h0Je em diante ; quando sonha*-
gregagao, nos somos hoje o que tomos hontem, e tes e admirastes o esplendor da gloria foi miran-
amanhaa seremos o que
pois, encarregadi
as quaes, hontem
Jlerflade,PL0posi,-' e amanhaa .contrarias ao effusoes da infancia ; em nome destos preadas da
,ZZ fra,lta?; sao- Pr consegurateemtcdo o inteligencia ; em nome destas bellas tradiges da
ampo reprovaveis ... 8loria P^sai a trra que vos vio nascer! I Sa-
hm F ?r' COm '"d0 Um 5*JSS e s,mples a te,s vos 1ue am Pergaminho? E' o remate da
2SafJ222f^S T J .fort,f,cfnestaoc- Provsao das lettras, que a patria comega hojea
cf. n rta^n .^ ?' S'rK HqUa?d l0nf e.XT sacai: sobre vos E^signal cobrador dos benefi-
v La- **, ^st0'achardes fraco o producto de cos immensos, que ella pode e deve esperar de
vo>so d.sc.pulo nao que.raes medir essa fraqueza V0SSa dignidade ste juramento a conferencia
pelo erterw de vossa robustez ; porque, entao, divina que vs-Moyss catholicos-tendes rece-
toda sevendade sena pouca para o castigo ; pro- hido do co com a ordem de levar o povo trra
curai medir esse producto pelas torcas desse disc- da promisso !
puloj e conhecendo-as de perto, vos tereis a con- Nao sao smeMe Catilinas e Coriolanos os
viegaodeque asupposta negligencia de hontem traidores que feren o coracao da patria Nao.se-
nao e mais do que o esforgo esgotade na ausencia nhores, o magistrado corrupto, que converte o ce-
da patria, nas pnvagoes do abandono, e murtas ve- nio da lei n'uma machina compressra do interesse
zes nasaude alterada I Acrescentai a isto o desan- ou da cabala; o legislador ignobl que avillando
mo produzdo pelo temor do rigorismo exeissvo, e a grandeza de seo mandato, vai a tribuna defender
vos tereis corado a obra de uma inutlidade com- o interesse das facroes, esquecendo a causa da ta-
pela, quando era vosso dever extirpar do ensino o tria; o diplmala servil, que, embebido nas ideas
30 torpe, dobra aos ps do estrangei-
glorioso pavilhao brasileiro ; o ad-
------, que passa por uma provincia,
esses juizes brandos, tao credores da grata venera- como por um degro de seu machiavelismo o es-
gao da inocidade que estaes dirigindo. tadista ambicioso, que, apenas grimpado nas altu-
h vos, discpulos, quando caogar vossa docih- ras do poder, quer converter a patria inteira n'um.
dade, um pequeo assomo de severidade traduztdo instrumento passivo das explorages do egosmo
em qualquer especie de castigo, dizei-me, com a ojornalista impudente, que, desfigurando a nobre-
mao na consciencia, o que seriis vos, se um da ti- za de sua missao, deixa no silencio, a larga e alta
vesseis de tomar nos hombros a cruz pesada do discussao dos grandes principios salvadores do bem
magisterio ? Cuidado, pois, que nao se realise era publico, para h amontoar nos prlos e derramar
vos a profunda verdade tragada por Fenelon : lal no seto do povo as estreitas e pequeninas quesles
censura hoje o poder, quem amanhaa seria um po- da vida privada e dos negocios domsticos; o iu-
uer mil vezes maisinsupportavel risconsulto manhoso. que, suffocando im^at
Doyo agora pisar n'outros.iarrenos ; porque saoccau moral une deve nratWer fl
supponho ter neste resumo implorado a indulgen- vai profanando asantidade da tei e torrendo-a "para
gencia dos Irestres e fortificado a paciencia dos fazer dellaum combustivel que alimente a chamma
discpulos, ou, a fallar como devo, ter sollicitado a infernal de sua cubiga : o mestre emfim que fe-
brandura dos pas e recommendado a obediencia chando os olhos ao grande exemplo dest Ilustre
dos lilhos. E, justo conhecedor de meus collegas, corporago, vai alimentando o espirito innocente da
testemunha constante de sua mansidao proverbial, imberbe moeidade brasileira com o venenoso leile
tenhoa honra de, sob minha responsabilidade, dar- das doutrinas da impiedade, da Ivrannia e das re-
lies os meus sinceros paiabens, por ter feito, nes- volugoes; todos estes, senhores, sao igualmente sa-
to longo tirocinio, o bnlhante papel do discpulo crilegos inimigos do torrao natal T Eu disse
que presa e comprehenJe sua fcsig.ao. igualmeiMe mas disse mal; os reos de lesa-pa-
Isto posto, ecumpnndo a missao de queestou tria, que surgem armados contra esta, se fazem
encarregado, saudo a illustre congregacao desta annunciar, e, pelo ruid* precursor, deixam quasi
faculdade, bnlhante cortejo de astros luminosos, sempre a victima os meios de se defender ; e de
que honra o Brasil, por sua morahdade, vasta scicn- mais, elles nao sao encarregados da deb'za e edu-
ca, e sua indulgencia verdaderamente paternal, cago do slo que os vio nascer : mas os prfidos
Pelo que, senhores doutores, recebei. em nome dos renegados, que, de posse da alta missao de oual-
bachareis de "
constituntes me encarregaram de manifestar-vos nanos : estessao'osVigres, que devorara talvez era
fe vos Sun, Srs. doutores. quanto buscam sacian a tome, aquelles sao as ser-
a triste compensago do re-
morso. A escola de adultos era a caixa economi-
calaVaSttIr4oP,aflZ2tja P^f6*"*10 na c?" serve a arabas e alarga a esphera dos conhecimen-
caia aa mstruegao, tornava-se-lhe o futuro cor de, ^ religiosos
^vae^nTa^te^L'Tnn3',.6"1 q ^7m!i i Ha de vr tambem- se 'empo, como desejamos,
se esvae com a sade, a troco de sensagoes que coroar esta nova tentativa
A;teT,i.negdero,er,Tab0,am M^"^ teSZ?Soncos da escola normal,
mais ton'!^Sefiniwl rtfnrPJ-^T- H"* Propriamente dito, solidificam-se com estas insti-
mais tonge, ndelimvel de primeiro, mais distrae- inices accesserias nois enmnre nne n fninm nrn
?!?ZZSSfc S"nLT'S';fV*\ piaiMiU a*r cursos noemr-
lie motivos de contentainenlo igual, seno maior,
as existencias que ajiiao de Deus lhe dra neste
nitrado para protege-la^ri ampara-las. Nos esfor.
gos do trabalho, senta mais vida ; nas legitimas
aspiragoes do pensamento, mais amor.
Resgatara-se o obreiro da condemnagao perpetua
de uma gal sem livramento. D'antes, era-lhe pe-
sado o existir ; ingreme e alcantilada a senda em
que a fortuna o collocira, para caminhar sempre
na mesma estrada escabrosa, sem mais refugio
que tres palmos de cva na villa commum.
A instruegao enflorara-I he os espinhos do lidar
cumpria que para
se preparasse o ensino que apelecein ou
esto nas circunstancias de frecuentar com
dos
que
fructo.
Partindo d'este principio, a escola nocturna de
Marvilla, dar o simples lr, escrever e contar
aos adultos que por ora, podem receber outras
doutrinas; para amenisar estas lgdes nao tero os
discpulos, como se pratica ha muito n'esta escola
elementar annexa a diurna, uma infinidade de
nogoes uteis, peto systema de Pestalozzi, nao omit-
tindo que j os rudimentos do lr e escrever sao
amenissimos pelo methodo denominado portngnez.
!. fJZ'^-.v* d ,raba ll. em qo,ano com- : do mea sabio mestre, o Sr. Antonio Feliciano de
prava com a diligencia o justo direito do salario, i Castilho
sentia em si uma como reaeco de aperfeigoamen- | Seria omissao imperdoavel, se nao aproveitasse
to ; sorna-lhe a esperanga de passar de simples ; mais esU occasio para proclamar bem alto, e re-
art.ficea consideragao de art.su ; com o saber petir 0 qtle tenho dit0 cem vezes offlcialmente,
instrumental e cora as noges de economa que a que> do svsloma adoplad0 na escola normal oblemos
escola lhe prodigal.^ava, nutria a justificada espe- aqu como se obtei em toda a ,., timos re.
ranea de oceupar um da lugar distmcto nas filei- ; sultados. '"
ras da ndustr*,. ... Appello para o sincero depoimento dos pas de
E assim que a Europa illustrada tem salvado as faJta, qile rae ouvem.
classes trabajadoras do funesto dilemma, era que A religa9 considerada como base de todo o en-
as primeiras tentativas de regeneragao malenal a sin0( tem aqui 0 lugar que ih^compete. iS-
nn,3?Uvnhl'n embrU,W,mento daS "*" i clui"la do curs0 de >^Z fra muito mais!do
n h,Z ,t, mmaiQ,m Que uma incoherencia. De historia patria, de
& JLSJ* k^k"1^' *. I geomeiria e corographia po/tugueza, do systema
E desle modo que otrabalhador se ennobrece .V,! de Desos e medidas de tr-m nitiei dese-
de o ser; se contento com as. sorte, e prepara X&?i pSSff'^JSSSt^
L^ex "os^0 mer nCS,e mU-nd SCm ,;edr S""* ar^:"^eberao "TmaT^
^tin^Tsco.aVpXC^e^^^^^^^ par^rudimentol, as lices que be foreo neces-
perspectiva de naufragios, ou da explaragao he- j^ clase de linaua franceza habilitar a
dionda de inat disfargados senhores, sem o crep muitos a poderem (den8,ro de um pras0 rasoavel)
das epidemias a esvoagar-lhc. Analmente nos so- uti,isar omuitssirao que ha esrripto n'essa liu-
nhos da noite ou nos tristes devnelos da sobresal- gUa> ja hoje reconhecdamente universal,
toda ante-manbaa. Mais trde e b ,
Senhores -Sabe.s que nao inven o, nem dou lar- mentar curse de economa social servir de remate
gas a fantasa p,nt abusar da attencao benvola ao curs0 ^uW e gratuito da escola nonnal pr
quemee>taesconcedenda maria de Lisboa,
Portugal, em sua adolescencia, foi na vanguarda Agradeceqdo-vos a bondad con que me tendes
dos.descobr..nentos ; alcangou ugar eminente na attoifipanhado n'esta expcglo TmT nome dS
aa.guernda dos povos conq.ustadores; a transt- causaPs"anla doL(raxXSto7roS?ev2 da,
cao em que hoje o acompanhamos todos para outra ci.sSe, iahoriosaV o or narie da ni
poca mais florescente por ventura, mas de cojh p'*^ BMnMM ,.a ^ **? da escla
quistas pacilVas, tradut^se n corajosa persisteuci. () 0 Sr. Jos Joaquim Serra.
que
REVISTA DIARIA.
Hontem leve lugar o acto solemne da conferen-
cia do grao de hachare! em sciencias jurdicas o
sociaes aos estudantes da nossa Faculdade, que ne
presente anno lectivo concluiram o estadio scien-
ifico.
Foi uma festa de verdadeiro regosijo, e a ani-
mago que resumbrava de todos os semblantes.
deixava ver o contenlamento que ia era todas
aquellas almas, que se expandiam urnas visao do
futuro, outras a realisagao de seus melhores so-
nos com o complemento de suas aspiragoes de ha
mnilo.
A funegao propriamente acadmica revstio-se
de toda a dignidade; quanto ao acto em si, quanto
affluencia de pessoas gradas da nossa sociedade,
cujo numero foi nolavel. O Sr. Clao Guerreiro
de Castro, encarregado pelos seus companheros
de fazer a orago gratulatoria, recitou o seguinte
discurso :
< Senhores. Quando embalado nas doces
crencas da amzade, eu via em dourados sonhos a
gloriosa conquista do posto de honra presente, dei-
xei-me fascinar peloespendorda gloria at ao pon-
to de esquecer-me da custosa farefa inherente a es-
te lugar e, senhores, vaidoso admirava esta altu-
ra, sem me lemhrar que para subir seus degros
eram necessarios valores e mereeimenlos para sem-
pre inaccessiveis meus esforcos, ainda que, para
obte-los, me transformasse n'um prodigio de tortu-
ra c medi(ago.
c Entretanto a extrema bondade, com que jul-
gastes meu sonho, animou a minha temeridade : e
a grande muliido dos suffragios vossos vein que-
brar no grao dos hachareis deste anno a I si-
lbante cadeia de illustragoes, que tem annualmente
oceupado este lugar. *
Eis-me, pois, tocando a realidado que sonhei
nos quadros de meus triumphos I Eis-me sofiren-
do agora o justo e severo castigo de haver exage-
rado meu merecimento meus proprios olhos, de-
pois do ralado continuamente pelas acres reprehen-
soes da consciencia ; e era inevitavel, porque o
primeiro castigo das paixdes do hornera- coraeca
com os seus primeiro effeitos, e o peccado, depois
de coinmettido, nao goza mais um so. momento da
impunidade.
Porm, senhores. torga resigaar-vos; e vos
devek igualmente pagar bem car*a graade parte mos, teriamos as lis da chimica chocando-se mons- hantes productos de vossa. sciencia, balsamo
que tendes na obra culpada de intima eievacao ex-! truosamente, e produzindo depois as manchas ne- santo da religio; porque a religio o aooma que
cessiva ; eu lve o crune da vaidade, e vos o cri-! gras dainaptdao e da desgrana aqui, Srs., da impede a sciencia
qualidades fundametaes de benemritos da pa- vai, com a rapidez do raio, levar a mrte ab cofa-
ina, estes homens sois vos, Srs. doutores; vos dais cao que tinha escapado aos golpes da violencia e da
a moeidade a sciencia, essa credencial que vem do espada I!
co para ensinar ae homem vigiar sobre aterra Senhores hachareis de 1863, mimosas flores
nestavida! Vos realisaes ao p da letra para com alentadas ao temo beijo da brisa da esperanga!
nosco todo o grande ideal de mestres dignos deste [ Preciosos archivos onde est moldado o destino da
nome sagrado I Recebei hoje o obulo de nossa gra- (nossa Ierra Deixai-rae repetir o que o anno pas-
tidao, que venho trazer-vos por conta de nossa di-| sado vos disse um grande oridor sagrado que hon-
vida que extremamente grande Quem ionios ra minha provincia : o Brasil ser o que vos
nos ? y endados olhos brilhante estrella da scien-1 fordes, ou antes o que vos quizerdes !Escrevei l,
ca, vaidosos mogosdormindo o somno da ignoran- nas vossas ronsciencas esto verdade torrivel se
ca e da inexperiencia, seriamos, sem os mestres, vos langardes a nodoa do perjurio sobne vosso per
verdadeiros ludibrios da sociedade que nos cerca I gaminho, se fordes indiffercntes aos grandes recla-
U que somos nos? Ardentes apostlos da esperan-; mos que vos,dirige a patria na occasio de subir aa.
ga, vamos hoje entrar na arena em favor da patria, throno, que lhe talhou a Providencia.; vos seris o.
e as armas foram dos mestres! O que seremos germen da sua perdigao, vos seris, as lettras m-
nos T Futuros esteras do Brasil futuro, teremos gras tragadas para escrever-se necrologo-do.
por base ocapital tao productivo, que filhosgra- Brasil.
tos ti vemos em dote destes segundos pas !! Porm,. senhores, eu vos pego mil perdes por
J que fallamos em pas.................... esta supjiesico inadnissivel vosso respailo
Ah! meus collegas, ainda eu nao tinha be ra mesino hjpotheticamente.Squaafear oquadr
soramado a enorme cifra do quanto. devemos aos para vo* ajudar lugirdelle! Que vos seris o>
nossos mestres, quando uma divida nao menor veio propugpadores do porvir brilhaate da nossa,Ierra,
se fazer lembrar neste momento, que symbolisa para mira uma verdade, que eu tanto cieioquan-
a reuniode nossos credores. Se aos mestres de- to desojo ardentementc Feliz de mim, se la. desse
vemos a polidez da intelligennia, devemos aos pais alguces para onde a sorte me arrojar, oiuir alegre-
a polidez do coracao I Devemos muito I Divida mente os clarins da fama proclamando-mc, cora a
sobre divida A sement preciosa dasciencia, que cara terabranca de vos, o ruido glorioso.de vossos
os mestres derramarara sobre n*, produzo, sera su&cessos e d vossos triiunpbos pela, causa do
duvida, bem feriis coiaeilas, tanto quanto se po- Bvasil t!
da esperar de nossas torgas ; peFr, senhores, c Senhores, trata-se de nada renos do que
quem fertilisou e preparou o campo para esta pro- da grande queslao da salvaeao da patria !
dueyao preciosa ? Foram nossospais Foram elles1 i Quem salvar o Brasil ? Vos, senhores, vos,
quem, nos embebendo as ideas da religio, nos fa- com a vossa sciencia de direito, essa. aUnos'phera
ciliiaram a bella acquisigao da sciencia dos deve- divina, qjie circunda e penetra era-todos os poros.
res I Foram elles, quem, tirando nossos caracto- do orgawsmo brasiloto! Vos, com. esse laureado,
res a aspereza natural, nos deram e doce prsenle pergamiaoo, que a Providencia vo concede hojev
da docilidade, to iodispensavet na coexislencia.so- e muito de proposito^ para que elle seia ora vos~
cial e anda mais no tirocinio do aprendizado! Fo- sas maos o mesmo, que outr'o. a espada de fogp
ram elles, que, pela educacao da vontade, prepara- nas roaos do anjo, qae guardara, o panizo! t
ram a tella de nosso espirio para receber aseres Como salvareis o Brasil r Fazendo parlir.de
bnlhantes e uicis que o sabios artistas da intelli- vos. a frtil pratica e o salut.v exemplo de toda*as
gencia ti ve ram a bondad de derramar soJito nos vistudes moraes. e sociaes a porque, na prjspria
Sem a desvelada preparacao da tella, emvezdo phrase do insuspeito. Voltavo, um espirito corrom-
painel sublime, que hoje admiramos eia nos mes- pido nao sublime Fazeado transpirar, nos bri-
de se corrmpela Faaendosa-
cirao de nossa gloria, profiramos com a alma intev hir o bem geral, de lodosos mo vi ment*, polticos t
ra um brado solemne de eterna gratidao nossos porque de nada serve um movimento, que s um.
pas, esses aojos celestes, que peranto nos repre- movimento. Fazendo proscrever, no eaercirio dos
sentara a diviiidade Um beijo de contricoao so- postes que estaes piedestinados, fazendo proscre-.
preferistes um coracao c-hoio de amizade a tantos bre as maos callosas desses sanios vclhos, que, nes- ver o interesse e sutotttai-to pelo grandioso pensa-
atletas robustos, qu esmaltara o vosso gremio ? I ] lo momento solemne talvez derramem uma lagri- ment do patriotismo, o interesse, que, no diaer de
Pois bem : crime por crirae, castigo por castigo : ma de saudade e de alegra por nos I Balras, a principio, o dolo do, egosta e depois
seremos solidarios sempre : eu soffrerei o castigo E aquelles, -que, vollando,ao seio natal, nao Uve- elle mesmo a victima : verdade medonha escrip-
de lutar contra o impossivel, e vos o da decepedo, rem a grata consolago de abracar estes seros la em caracteres de sangue por todas as paginas
bemditos, Que, por ventora, j desca'ocem no turan- da historia 1 ne podera ser oa outra sorte; Dos
lo; estos, alm da acquisigao de um nome honroso, nao deixou suas leis desarmadas ; e se a torpeza
para, que a honra dsse nome, radiando sobre a do cynismo. vence os sentiruenlos grandes na ba-
estreta collisao daquelle, que est condemnado ousa, esmalte aquella memoria, urna prece aumil- langa da vida, por alguns tempos, em breve a con-
ser juiz entre dous amigos, ou a erguer a voz na de nos altares da Mt de Deus, enviando-Ibes por cha nobre tomar seu ponto; porque a Providen-
grande questo da liberdade em frente da autora intermedio delta ota voto de saudade eterna. Pos cia se eocarfegar do centrapeso I Fazonde, em-
dade, queslao sempre melindrosa e sempre difflail, sa,7pois, cada una de nos, de agora em diante, quan- fim, refkottr o Evangelbo em todas as vossasobras;
qualquer que soja o aspecto sob que ella se apre- dq* comega nossa torga e ao mesmo tempo a fra- porque este a chave da resoluco de todos os
sent. qieza de nossos progenitores, possa, digo, derramar problemas. Guiai vossos passos con* este fio, e nao
Ah! senhores, que peso me opprime aqui I p perfumse incens da gratidao ero honra e glo- tenhaes mdade peider-vos; porque, quando uma
Approvado felizmente em doze tentativas escolares por esta veneravel corporacao de sabios, que mis' tantos cuidados e tantos sacrificios na pesada em- gelieo, podis diat-lo, revelia de exame, a obra
fizeram a dadiva de seas tnesouros, eu seria um preza de nossa edueacao I Possa cada um de nos solida. Para mira, senhores cada uraa'lei suici-
monstro de ingralidao, se na lista adorada de meus pagar agora nm seitil ao menos desta grande divida dada pe* sen propri tyrannicidia 0 mais um bra-
l berafbitores nao eoHocassc em letras de ouro'os de. amor, que, comegando nos primeiros momentos do, que proclama a aecessidade, mesmo inters-
mo da condescendencia, que a paixo da amizade
levou s alturas do excesso.
a Porque nao nzestes surgir aqui nm vulto bri-
lhante que honrasse vosso mandato ? I Porque
isto f, de ouvir-me.
t Escolhido d'entre v6s para representar o dis-
cpulo diante do mestre, eu me vejo aperlado na
- m ~ .

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uFttiIi An
I
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seira, de fazer tas? A le *b ftoinem pefo prtsm
da le de Deus 1 Se na vida pratica o toco fratorn
la moral o da polilica eaconlra obstculos eternos
as paxdos dos homens e as ms disposices dos
governos; nem por isso meaos certo, como diz
om proprio mestre do protesUntismo, que a verda-
Ueira poltica nao pode dar um passo sem ter pre-
viamente rendido um bolo de homenagem ver-
dadeira moral; nem por isso menos corto, como
diz Paulo Janot, que a opposicao radical entre as
-......- -
francisco de Paula Cavatcanff tfc Arbnqnerqne, na-
tural de Pernamlmco.
. Manoel do Vallado Piraenlel Jnior, natural do
Rio de Janeiro.
Alfredo Sergio Teixeira de Macedo, natural de Ro-
ma.
Carlos Augusto Naylor, natural do Rio de Janeiro.
Manoel Joaquim dos Santos Patury, natural de A1a-
gas.
Antonio Jos Marques, natural do Maranno.
Diario de Pernambnco ahitado ti de Xorembro de 193.

duas dasses de preceitos s pode ser innoculada Ignacio Accioli de Almeida, natural da Baha,
no espirito daquelles que nao reeonhecem nenhu-, Jod Franklin da Silveira Tavora, natural do Ceara.
ma especie de moral I Segu e JMto, e nao temaes Antonio Raulino de Souza Ucha, natural do Ceara.
Senhores, o calculo de Affonso Xavier Fortes de Bustamante, natural do
que o til vos abandone.
Bentham nao est muito longe da rigidez de Kant,
seus camnhos nao se choeam, s ha nelles esta dif-
ferenes, que o caminhodo primeiro difflcil echeio
de labyrinthos, porque as paixes do en tendem
oscurece-lo ; e o do segundo simples e definido,
porque a razad e a consoiencia tendem a illumi-
na-lo!
Rio de Janeiro
Francisco Antonio Correa de S, natural da Para-
hyba.
Joao Jos de Moura Magalhaes, natural da Babia.
Manoel Pereira Guimares, natural de Sergipe.
Joao Fernandes Cliaves Juaior, natural da Para-
hyba.
< Quando salvareis e Brasil ? Quando do ger- Francisco Antonio Filgueiras Sobrinho, natural da
men de vosso talento se traduzirem na pratica essa! Babia. ,,,,1.1.
cadeia de peosamentos nobresque ornara o vosso Joaquim Morara Lima, natural da Parahyba.
spirito! Quande no seiode nosso torrad brotarem Bernardo Das de Castro Sobrinho, natural do Kio
milhares de instituicSes scientiticas animadas por I Grande do Sul. _' ._>.. H
vosso impulso! Quando as leis tyraniiicas da es-, Joao Antonio de Barros Jnior, natural do kio ae
cravidao, da pena de morte, e do mo regrmen da | Janeiro. orim
prisoes, vei dadeiros cancros que nos devoram, fo- Antonio Lopes da Silva Barros, natural de Fernara-
rem riscadas de nossos cdigos Quando o vosso | buco. mmtmmai a P*r
corpo de leis, gratas ao vosso espirito bemfazejo, Levino Lopes de Barros e Silva, natural ae t er-
fr todoesoripte e*em aquello sangue, que se verteuj nanibuce. -----.....
Quando a pliilantropia e o patriotismo Candido Martms de Almeida, natural ae 1 ernam-
buco.
Vicente Candido Fcrreira Touri|.ho, natural da
Rahia.
Manoel Leocadio de Lima, natural da Parahyba.
Francelino Bernardo Quinteiro, natural de Per-
nambuco. k
Manoel de Lemos Souza Machado, natural de Ma-
guas.
Jos Baptisto Gitirana, natural de Pernambuco.
Joaquim Paulte Bastos de Oiiveira, natural 1
Cear.
Bacalho, natural de Per-
na cruz
vosso, amadurecidos pela experiencia, hierem bro-1
lar entre nos eternos focos de grandeza material e
moral, por moio dee;tabelecimentos de agricultura,:
de commercio, de industria, e, sobre tudo, de bene-
ficencia ; porque os jardins suspensos das babylo-
nias catholicas sao os estobeleciraentos pios, csses I
verdadeiros sacrarios do pensaraento de Deus! 11 j
Quando, de mais, os ferteis fructes de vossos traba-
Ihos moraes e materiaes sahirem de nossas plagas,
e, voaBdo as azas de fogo dos navios modernos,'
levaren alravz dos mares o grande contingente I
de vossos esforcos em prol da verdadeira civilisa-! Lourenco Bezerra Cavalcanli de Albuquerque, na
cao por ledos os continentes I tura! de Pernambuco.
" Eis aqui, senhores, o por quem, o como, o o { Custodio Jos Leite de Salles, natural de Minas ue-
nuando se ha de felicitar o Brasil- | J***- .,
1 Ah Senhores, nao vos assnste o sacrificio I Joao Silveira Marques
Nao lancis ao vento dos prazeres esses thesouros | nambuco.
brilhairtes, que Deus, os pais, e os mestres corabi- Magno Bruno Marques Bacalho, natural de Per-
narara para cora elles vos enriquecer! Lembrai- nambuco. ,i Ar.
vos de que as existencias fecundas s existen a pre- Francisco Aramias da Costa Barros, natural do
co das grandes virtudes e dos esforcos generosos! Cear. ,,,,
Firmai nos vossos coraedes a gloriosa arabico de Jeronymo Cabral Rodrigues Chaves, natural da Fa-
marcar vosso lugar na sociedade contempornea e de rahyba. _._._,
tomar urna grande parte nos combates do futuro, Flix Jos de Souza Jnior, natural do uara.
deixando sobre a trra um traco benfico e um ves- Jos Joaquim DominguesCarneiro, WW doeara
tigio luminoso de vossa passag'em! Traiano Viriato de Medeiros, natural do Leara.
Religio, familia e patria; eis aqui a Trin- Vctor Isaac de Araujo, natural da Baha,
dade bendita, que faz a predieccd dos ho- Affonso Jos de Oiiveira, natural de Pernambuco.
inens, que estio, como vos, predestinados para as Francisco Antonio de Freilas Barros, natural da
grandes obras da Providencia! Eu sei que vos nao Baha. A_ _.
stees sufflcentemente prvidos, porque infeliz- Antonio Pereira Camello, natural de Aiagoas.
mente, apezar do pessoal honroso que possumos, Jos Fiel de Jess Leite, natural de Sergipe.
a ciencia do direito, em seus reglamentos e leis Manoel da Costa Honorato, natural de I
para o ensino, anda se resente de vicios, que a buco. .. ...
desviara muito de sen ideal Sei tambera que um Felippe Daltro e Castro, natural da Baha,
bacliarel formado to mal recompensado, que nao! Que significacao pode ter essa cruz que se ve
tem um animador poderoso para proseguir na sua j levantada no cimo da capellmlia do Lbora Menino,
1 ... > .. .________ 3~~ 1 .... ..lio nluxlmantd 'i tinln C HTMvta ITIt'IlfK
za de sua propria pessna ou de sens direitM; por les, deixa-los por ajgum tempo em agua muito en- dando de ludo conla assembl* geral dos aceto-
ente* dous artigo* ado o reo estar as circums- vinagrada, para os lavar depols era agua pura. nistas em sua reunio, que levo lugar era das de
tncias de poder ser absolvido. O escrivo faca Em caso de envenenanento, o renedio fazer novenbro do mesmo anno, a qual approvou todo o
remessa destes autos ao Dr. juiz municipal do ter- vomitar o doente coro emtico, ministrado por co- procedimento da directora; o que tudo consta
mo para seguirem seus termos. lherada de dez em dez minutos at apparecer effei dos livros da companhia.
D... 12 desetembro de 1881. to;ese o nao houver mao, fazer beber uml Contentamo-nos pois em fazer a publcacao do
** cope d'agua tepda, e titilar o gorgomilo com o facto, e das opinioes dos Ilustrados advogados a
No povoado de S. Sebastio do Rio Grande do dedo ou com a rama de peona, e deuois ministrar quem consultamos i respeito do3quesito das
Norte encontrou-se certo curioso ou antes rioto com um homem que soffria dos olhos, e re- agua fra,
ceitou-o pela maneira segnlnte : i
Doe-llie o globo do olho ? Sim. Doe-llie a pal-
pebra inferior ? Slm.
Tome um purgante de sal de Epcon, e ao depois
consulte ao padre para elle Ihe dar um colirio pa-
ra tirar est carnosidade. Tome de quando en
vez porgantes refrigerantes como bem sublmate
correeiwl, nma dse por da, tome tambem refres-
cos sem serem espirituosos, como bem serveja
branca, oleo de linhaca e mustarda em p, e con-
serve sempre uns oculos verdes ou azues para con-
servar o cristalino.
I testa maneira findou a receita o tal chariato
CHR0MC4 JUDIGIAMA.
I voto de qualidade as quaes vo abaixo tranacrip
j tas; e deixanos a sua aprecacao aos senhores
{accionistas visto cono este negocio tem de ser de-
cido pela assembla geral em sua prxima reu-
nio ; sendo para desejar, que a sua deciso seja
clara e terminante para que as direccoes que suc-
cederera a actual saibam quaes suas aitrbuicix-s
quando tenham de deliberar em casos idnticos
TBIRCAL DO J lili.
6* SESSAO.
DA 20 DE NOVEMBRO DE 18t>3.
Presidencia do Sr. Dr. Manoel Jos da Suva Neiva, vistoVue oTresto"de"838'o foi' levado m conla
juiz de direito da v vara criminal. nara o casn v.-ricnip
Promotor o Sr. Dr. Francisco Leopoldno de Gus-
mo Lobo.
Escrivo o Sr. Joaquim Francisco de Paula Este-
ves Clemente.
(que chama Feliz Supertalivo) dizendo que dizia; Av?8^. Sr-Dr. Amejico NeUo de Mendon.a.
aquillo nao era porque fosse vasto na materia, mas! As 10 n da manhaa torta a chamada dos ju-
porque tinha alguns conh;cmentos de pharmaco- **&_*>&* peia. E findou mandando o padceme levanter-se 1 toram dispensados da sessao os Srs. :
de umaesteira em que iazia de barriga para cima Pr- B.raf Florentino Hennques de Souza.
h,.,-. n s ,iC^n e v Geraldo Hennques de Mira.
Antonio Ignacio do Reg Medeiros.
durante a operacao indicada.

Na cidade do Ass houve um curandeiro, que
para fazer suar tuna doente pd-!a n'um girau,
nua, a guisa de carne !
Da Crtica transcrevemos o seguinte :
HISTOHIA DE UMA PEBPETUA.
(Fragmentos).
Foram multados em 20$ cada um dos Srs. mul-
tados nos dias anteriores, e que nao compareceram
hoje.
O Sr. Dr. juiz de direito declaroa aberta a
sessao.
Entra em julgamento o reo Jos Pedro de Santa
para o caso vertente.
Consulta.
Roga-se ao Hlm. Sr. Dr. F......., que em vista
dos estatutos da companhia do Beberibe, se digne
dar sua Ilustrada opinio acerca dos seguales
questos:
1.Se cabe na attribucao da directora crear
lugares e marcar vencimentos fixos, ou se esta
attribucao pertence smenle assembla geral;
3."-Se o senhor director tem ao mesmo tempo
voto deliberativo, e voto de desempate; e se Ihe
nao conferiado os estatutos um desses votos elle o
pode exercer a excmplo do outras corpora^des;
Respondo nos seguntes termos :
Ao Io quesito.
A vista do art. 23, %% 2o e 6o dos estatutos da
attribucao da directora crear lugares e marcar
vencimentos lixos : pelo que dar contas assem-
debilidade ou irritacao dos pulmes, para anginas,
catarrho, rouquido, tosse, resfriamento, affeccSes
catarrhaes, escarros de sangue c todas as innme-
ra veis molestias que affectam os orgos da respi-
raco.
Os droguistas principaes que perfeitamente m-
nhecem a eflkacia e a grande popularidade desse
balsmico renedio, o tem constantemente em ser
e venda.
gggjgg-g gg-ggg,,.
COMMERCIO.
Anna, acensado por crime de ferimentos graves fe- bla geral nos termos do art. 19 i 3
O baile estava aniado, e inneuso era o con-
curso de damas e cavalleiros.
tos na pessoa de Anna Thereza de Jess, no dia
23 de julho do correte anno.
Procedendo-se ao sorteio do jury de sentenca,
foram recusados pela defeza os Srs. :
" Nao ser capaz, Sr. Affooso, afllrno-the eu I Joaquim Bernardo dos Res.
dizia una moca ao seu cavalieiro, que apostava Dr- taw Moscoso da Veiga Pessoa.
con ella, que naquella nesna norte seria possai- *""im;l J."0" l*rcX
dor de urna perpetua, que se achava 110 peito de MaJ1"eL*doro,d OI'ira Lobo.
urna das jovens, que nesse baile eslava. r0 Alc?ntl? ** Gu.maraes Peixoto.
Mas porque diz isso D. Josepha ? pergunta o Dr- Antoni'Jos^ CosU Ribelro.
moco
Faustino Jos dos Santos.
Pela promotoria foram recasados os Srs. :
Antonio Francisco Paes de Mello Brrelo.
Dr. Caetano Xavier Pereira de Brito.
Domingos dos Passos Miranda.
O jury de sentenca flcou composto dos Srs. se-
guntes :
Porque conheco bastante D. A...., para saber
que ella nao acceder ao seu pedido.
Veremos !....
Eis a orchestra que d signal para nma qua-
drilha.... nao danca, Sr. Affonso 1
Dancarei, nnha senhora, porn con D. A..., ^
a quem quero pedir aquella perpetua, to decanta- Francelino Augusto de Hollanda Chacn,
da I... At ja miiiha senhora !.... 11** F& Sat?-
At Sr. Affonso ; porm antes que se v, Claudino do Reg Lima.
ouga-me: se o senhor nao obtiver a perpetua, se- Jaoaario_(^nsiancio Monteiro de Andrade.
r, aqui no baile de hoje, bastante disfructado.
E... se a obliver ?
NOVO BANCO
DE
PERNAMBUCO
O novo banco de Pernambnco convida os
credores dasmassas fallidas do Mesquita & Dutra,
c Francisco Antonio Correia Cardoso a apresenta-
rem seus ttulos no banco para se proceder a res-
pectiva verificar ao.
Convoco os Srs. accionistas do novo banco de
Pernambuco para urna sessao extraordinaria no
da 20 do corrente ao meio da, as casas do ban-
co, alim de se tratar de objeclo que muito interes-
sa aos mesmos Srs. accionistas. Recife, 9 de no-
verabro de 1863.Visconde de Camaragibe.
Rendinento do
dem do dia 20
Alfaudega
da 1 a 19....... 243:3905530
................ l3ilNf364
visto que ella actualmente a tudo se presta menos
ao lira da respectiva instituicao?
Nao ser isto fazer alardo da profanaco da casa
de Dos, oude ha bem pouco lia-se em una das
portas o relabulo com a inscripcao de podara 1
Convm que se olhe para isto, que alguma at- m trazer essa flor era seu peito I
tenco merece; bem como que se repare para este [ Porque ?.. ..
Pois nao ser assm ? Urna perpetua roxa
a edr mais sentimental, qne ha !----
gloriosa misso. Mas para correctivo das lacunas
que encontrantes na scenca tereis o vosso traba-
lho, e como paga de vosso trabalho, senhores, em
vez da recompensa material, tereis os encomios da
historia e as heneaos da posterijade Que mais
podereis ambicionar ?!
Sustcniai o Brasil no grande posto do primei- .
ra naci das duas Americas. Aproveu a licao dos cruz que se v depois da pontezinha do Chora Me-
paizes'do ultraPanam, e guarda a nossa trra nio, assenteda em urna base toda estragada, e ten-
das lavas dos vulcoes d'alli! Brlhantes escoJhas 1 do era seu centro urna caixa para esmolas.
da Providencia em favor da causa da Imperio da As ras desta cidade e seus contornos andam
Santa Cruz, sublimes aguias do Synay moderno, pejados de animaes de differentes especies, que por
voai aos thronos de Dos, e pairando firmes era; ahi vagam discripeo e com incommodo geral,
vossas azas por sobre o universo inteiro, fazei a 1 causando at damnos, como as cabras e os ca-
loria do novo, que um dia ser confiados a vossos 1 chorros,
desvelos I f 1 Ora, com isto ha urna infraccao de posturas mu-
Fafta-me anda vibrar urna tecula, senho- ncipacs; e pois, se os respectivos donos se nao
res, e, qnalquer que seja o perigo de raolestar-vos, dao de infling-las, deixando assira tees animaes,
nao dispenso analysar comvosco a docedor, que os Srs. fiscaes que cumpram os seus deveres fazen-
disperta este nao sei que chamado saudade, do effecliva a competente comminaco.
Ah, senhores, que mistura indefinvel encerra para Do deleixo de alguns nao devem soffrer os de-
nos o dia de hoje? Ao lado da cora de gloria mais a consequencia. .
que se nos confere, ao lado do prazer intenso de Hoje se extrahir a 6* parte da 1* lotera em
voltar aos patrios lares, eis a dr da separacao, que beneficio da rmandade do Sr. Bom Jess da Va-
se faz sentir no intimo de nossas alnas I Se dous Sacra, pelo plano das loteras extraordinarias, sen-
estranhos, viajando juntos no convz da mesma do o maor premio 10:0004.
nao por alguns dias, sentem-se afiual saudosos no Hoje no Santa Isabel vai scena o drama A
momento de separar-se ; quanto mais ns, que va- Justica de um Rei, seguido da comedia Pilatos no
jamos por tantos annos no procelloso mar do Cteilo.
aprendizado! Ns,que vimos tantas vezes annuviar- 0 drama j conhecdo do nosso publico, que o
se a estrella da esperanca, e Untes vezes appare- tem applaudido devidameute sempre oue ha sido
cer mais bella f Cinco annos juntos, senhores, e representado, mas a cemedia e nova de bello elfei-
nestes cinco annos a coramunho dos porigos, a to scenico.
solidaredade da gloria, a troca das finezas, tudo, Este espectculo beneficio do actor Santa
tudo apertava nossos lagos fraternaes Tudo pa- Rosa, que ludo ha envidado para corresponder a
recia identificar-nos Agora, senhores, quem de proteccao que Ihe prestam os seus affeicoados.
nos nao derramar pungido urna lagrima de sau- Hepartiqao da polica :
dade, ao ver-nos disseminados pelas remotes pro-; (Extracto da parte do dia 20 de noyembro).
vincos que pertencemos ?! Juremos hoje no Foram recolhidos casa de detencao no da lo
altar da amizade que teremos a doce consolacao do corrente :
de viver presentes na memoria recproca! E quan- A' ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica, os
to mira, por tudo que me mais caro neste mo- crioulos Joao Donzo e Antonio Francisco de Sou-
mento solemne eu vos protesto que nao haver na za, ambos como sentenciados, vindos do termo da
ininha vida futura um s momento, em que nao vos Escada.
tenha gravados na lembranca, ou antes no centro do A'ordem do subdelegado do Recife, Antonio,
oracao africano, escravo de Justino Boa-Viste, por suspei-
' to de andar fgido.
Que mais me reste, senhores, senao pedir- A- ordem do de S. Jos. Antonio Jos Vidal, por-
vos deeculpa de minha infausta temeridade ?! Sei
Antonio Ferreira d'Anminciacad.
Thomaz Carneiro da Cunha.
Jos Pedro Velloso da Silveira Jnior.
Jos Affonso Ferreira.
Antonio Nobre de Almeida.
Jos Felippe Nery da Silva.
Flix Francisco de Souza Magalhaes.
Dr. Antonio Jos Alves Ferreira.
E prestaran o juranento dos Santos Evange-
lios.
Foi interrogado o reo e procedeu-se a leitura do
A conspiracao esteva conbinada : a pobre vic- processo. ....
tina della sorrla-se plcidamente, porque nao pen- 9 Sr- promotor pedm a conderanacao do reo no
sava que sob as vestes luxuosas do seu par, esti- grao mximo do art 20o do cod. crim.
vesse un reptil venenoso, que a queria norder. OSr. advogado deduzmdo a defeza pedio a ab-
Oh ininha senhora, diz Affonso a A...., solvicao do reo.
perdoe-ne V. Exc, as leve um pessimo gosto,
. se a obti ver
Se a obtiver... responde a moga abaixandq
os olhos com coqnetterie, proclama-lo-hemos o rei
dos conquistadores.... de salo I
Obrigado, minha senhora ; fique porm
V. Exc. certa de que serei eu, quem ganhar a
aposta I
tempo. At J...
Sr. Affonso I...
COMMMCDOS.
Prados os debates e preenchidas as solemnidades
da lei, o Sr. juiz de direito propoz ao jury de sen-
tenca os quesitos respectivos.
Reeelhido o jury de sentenca sala secreta das
conferencias 1 hora da tarde, voltou s 2 1/2 ho-
Acredite, Sr. Affonso, que se a trouxe foi, ras con sus respostes que foram lidas pelo Sr.
sem intenco alguma. Urna r, por mais feia que Dr Antonio Joso Alves Ferreira presidente do con-
seja, serve sempre de enfeite. sdho. o Sr. juiz de direito publicou sua sentenca
Porn, ninha senhora, sabe o que signi- absolvendo o reo e condennando a nunicipahdade
flca.ou por outra, a decifraco, que dio a essa as costas. __
dor j Levantoa a sanio adiando-a para o da segrate
Juro-lhe que nao I.... : as l0 noras da manhaa.
Permita V. Exc, que Ihe diga que nao acre-' .
dito V. Exc. porassim dizer, urna senhora de
salo ; ef no verdor dos annos, e indubitevel-
mente ha de ter um circulo numeroso e luzido de
cavalleiros, que de V. Exc, facam om idolo de
8U*S adoracoes----nao assim ?...
Eu sei l I
Admitamos que seja. Esses cavalleiros hio
de ter urna divisa, urna flor por exemplo Pedi-la-
ho a V. Exc, e eu tenho a certeza de que V. Exc.
nao dar a flor, sem que primeiro veja a decifra-
cd, que tem. Praticando assim, ha de saber o
significado dessa----perpetua roxa.
Ja Ihe disse que nao ; e se tivesse a bondade
m'o dizer...... \
teca D. A___, apezar de estar bem conVicto
de que V. Exc. sabe, vou comtudo dizer-lhe o que
significa essa flor----
Eu o estou ou viudo.
Significa constancia eterna Agora que
sabe o significado della, d-m'a, D. A '
Sr. Affonso I diz a joven corando.
Oh I minha senhora, continuou Affenso em
um tora apaixonado, V. Exc. nao sabe oque urna divisao flcou perlencendo ao segundo dl^tr,c'0'' Beborilx*, o tratarse de voto dfi desempate ou de
flor quando nos dada por alguem que nos ca- "ma para este e outra para o novo naneado que j qua|i(lade_g0 ^ que oufras corporacoeso tem
ro I Eu a considerare! como um santuario, onde y*weW no. .rfime'^desetembrojln-( Quan(]o Q di^jt0'de vo|ar lem pur -base
encernirei todos os meus suspiros,
grinas, dores e alegras.... oh
pode arrogar un voto, allegando para elle c
A directora da companhia do Beberibe, atten-
dendo que a linha do enea menlo j nao poda ser
servida convenientemente con os dons adminis-
tradores existentes por se ter augmentado consi-
deravelnente a mesna linha con os ranaes de
Santo Anaro, e Magdalena, e o novo encananen-
to dos Afogados, dehberou en sessao de 7 de agos-
to do correte anno a divisad do distinto das obras
e linha do encanamento de fra dos limites da ci-
dade em dons, annexando ao segundo districto
o ramal da Magdalena, e ao terceiro que compre-
hende os chafarizes da cidade, o encanamento dos
Afogados, cujos districtos continaariam a ser ad-
ministrados pelos administradores acluaes, no-
meando adninislrador para o prineiro districto.
Ao 2 quesito.
Nao conferindo os estatutos ao presidente voto
de qualidade nao o ten este.
Assin pens sob censura aos 29 de selenbro
de 1863.
Dr. Antonio Vicente do Nascanento Feitosa.
1.En vista do art. 19 e seus e do art. 2o 2
dos estatutos, tenho como lquido que o direito de
nomear, demittir, suspender e responsabilisar os
empregados da companhia pertence exclusivamen-
te a adminislracio composta nos termos do art. 20
dos mesmos estatutos, entrando nesse direito a fa-
culdade de designar os respectivos ordenados, quer
fixos, quer variaves por porcentagem, visto como
a mesma adminislraco tem de dar contas de sua
gerencia assembla geral (art 19 3o)
2.*Parece-me que, nao autorisando explcita-
mente os estatutos o voto de qualidade ao director,
nao pude legtimamente usar delle. O voto de
qualidade implica nma grande prerogatva, e este
at nao se deduz do silencio da le. Em todos os
corpos collectivos em que esse voto concedido
aos presidentes, essa concessio sempre clara e
formal, pois em ausencia de declaracao tal voto
desapparece. Sob censura.
Recife, 30 de setembro de 18C3.
Dr. Joao Jos Ferreira de Agttiar.
Roga-se aolllm. Sr. Dr. Braz Florentino Henri-
ques de Sonza, que em vista dos estatutos da com-
panhia do Beberibe, se digne dar sua Ilustrada
opiniao acerca dos seguntes quesitos :
1*Se cabe na atlrihuicd da directora crear
lugares e marcar vencimentos lixos, ou se este at-
tribucao pertence s assembla geral:
2*Se o senhor director tem ao mesmo tempo
voto deliberativo, e voto de desempate ; e se Ihe
nao conferindo os estatutos um desses votoselle o
pode exercer a exemplo de outras corporacoes.
Resposta.
Emendo que cabe as altribuicoes da directora
da companhia de Beberibe, e nao assembla ge-
ral dos acionislas, o crear lugares o marcar-Ibes
vencimentos fixos.
Conforme o 4* do art. 28 dos respectivos este-
tutos compete ao director : contratar os empre-
gados iwlisfieitsaceis; e nos termos do 5 jdo ar-
tiga 25 compete administraco confirmar os
contratos feitos cora os empregados as obras
da companhia. >
Ora, contratar empregados nao mais nem me-
nos, na nsalidade, do que crear lugares. Logo
evidente que a directora compete o crear lugares,
cora tanto que essa creacao fique dependente da
approvacio da administraco.
Como porm quem ter direito ao fim, deve ter di-
reito aos meios, e a lixacio dos vencimentos pode
ser urna das condcoes do contrato con o novo no-
meado, d'ahi se segu que tambem se deve reco-
nhecer na directora o direito de marcar venci-
mentos fixos dos empregados qae contratar, mas
anda aqu sob a condirao de ulterior approvacio
da administraco, a qaein, como dissemos, compe-
te approvar os contratos de empregados feitos pela
directora, e alm disto ordenar as despezas ne-
cessarias e o que fura a bem da economa da com-
panhia, como dispoe o % 6 do citado art. 2o.
Quanto ao voto de desempate, enlendo que nao
pode t-lo o director, a quem o art. 2t dos estatu-
256:5495N!'i
Hoviiiicuto da alfandega
320
Volumes entrados com fazendas.
< com gneros
Volumes saludos
com
com
fazendas.
gneros..
------- .j'O
34
422
----- 296
V ".-'. p* V ""T'X tos nao d nais do que o voto deliberativo assim
JF*?\ Ss^Jf !LC l',E n X como a qualquer outro membro da administraco.
nado de 1:2005 que perceb.a annualmente o ad-, m mesmo absono e repu;rnante natureza,
ministrador das obras do campo, que pela citada K35 d(! capila(.s mo a companhade
d-m'a D. A.... !....
Nao... espere um pouco.
dansemos I
Pois dansemos !----
O primeiro golpe j estava dado Resta va o
observam-nos...
ul-
tuguez, por disturbios Maria dos Prazeres, criou-
que nada disse que podesse abrillantar a nossa |a p,jr andar passando nos trilhos da estrada de' timo ; esse deveria ser curto o decisivo !
fe>ta Mas nutro, ao menos, a doce llusio de pen- [eno. A pobre flor j tnha passado do peito para a
sar que disse, quanto pude, para chamar vossa at-1 0 chefe ifc 2* seccaa, mi da moca; ella lobrigava urna occasiio para
tencio e reclamar vossos cuidados pela causa de J. G. de Mesquita. entrega-la a" quem a desejava.
Dos, da familia c da patria, ou, antes, pela causa __Passageros sahidos para os portes do norte, i Infelizmente essa occasiio chegou.
de Dos em tudo ; porque segundo o grande pen- ,0 vapor nacional Juquaribe: A flor passaria rpida da mi da joven para a
sanente de Martinet, na suaSeiencia Social, I Manoel Caetano de Abren, Dr. Jos Avelino Gur-' do moi, se este, fingiudo nio ter percebido que
metaphysica, moral, e mesmo phjsicamente ira-iged0ijniara| e 2 escravos,Goncalo de Laces Fer-| Ih'adavam, nao a deixasse cahir.
possisel que nos estejamos em desacord com o nandes Bastos e 1 criado, 'Paulino Nogueira Bor- A... corou.
Centro Eterno dos seres, sem que decorra d'ahi: ,, da Fonseca, Alfonso Peres de A. Maranho,
rbacao fatal em nossas rclai^oes com a j prancisco Goncalves da Justa, Adelino A. de Luna
Freir e 1 escravo, Francisco Jos Gomes, Rufiro
universidade dos seres
rai-
me
theologia era tudo : o nal que teo, senhores,
outroa esterilidade I
E, terminando o meu trabalbo, exclamare!
como Lafontaine ao filho de Luiz IV : se nao tive
a palma de eontentar-vos. terei, ao menos, a hon-
ra d o haver emprehendido.
Possa minha dbil voz despertar em vosso es-
pirito urna constante veneracio pelo vosso jura-
mento, e nm respeito sublime pela posicio, que
hoje leudes : e eu baterei palmas innlaobra ;
porque foi smenlo este o alvo, que me propuz.
Tenho concluido.
Km seguida-se dirigirn todos ao convento do
(irno, onde foi entoado un Te-Deum em accio de
gracas ao Todo Poderoso pelo complemento de sua
educar ao superior, e pela iniciaro nos espacos da
vida pratica.
A frente do templo achava-se urna guarda de
honra, que fez as continencias do estylo, assira
como no sali da Faculdade estivera urna banda
marcial enchendo o espaco de brandas notes de
harmona, que mak solemnidade coraraunicavra
ao acto.
noverabro de 1863 :
Exstiam .
Entraran.
Sahiram
A saber
Existen). .
Nacionaes. .
Estrangeiros
Mulheres .
Estrangeiras
Escravos .
Escravas .
329 presos.
5
i
333
237 presos.
25 .
7
3 >
5o
6
Alimentados
333
casta dos cofres pblicos
130
s nVlSasta- dou, afn de nio augmentar dPfa amm?a-;ca^';"n^u^
d-me essa flor, nma eom a nova divisao. que tinha por flra umea-, f J determinado manifest que ninguem se
mente melhorar o servicoda linha. A esta sessao A.,.....______, ..,,, 'Mmm n nlrn
assistiram os Srs. director, vice-dircctor, caixa,
secretario, e membros adjuntos Jos Joao de Amo-
rim, Jos Joaquim da Silva, Bernardino Jos
Monteiro, e Jos Brandad da Rocha, os quaes todos
votaram pela divisioe nomeacaocima menciona-
da. Nao obstante essa deliberaco unnime da di-
rectora, o Sr. director nio expedo as ordens ne-
cessarias e conseguinteraente nio tomou posse o
administrador noraeado ,.,n : voto de desempate do director A nica "modifi-
Na sessao de 18 de setenbro o Sr. director dan-, ^ se enconIra ao princpio consagrado no
do asrazoes pelas guaes nao cunprio a delibera- ap- Jj J a Jo art n segnndo 0 qual as decisoes
da adninistracio sero tomadas por maioria abso-
luta, na rozno de um coto por cada membro. Se
fundamento differente do admittdo e consagrado
pela assocacio.
Ora, segundo o art. 14 dos estatutos da companhia
s tem direito de votar o accionista que possuir 5
ou mais acedes etc. e conforme o art. 20 s
pdern ser letos para os lugares da administra-
co os accionistas que tem votos activos, nos termos
do art. 14. Que base se poder logo assignar ao
cao da administraco na parte em que dividi o
districto das oliras do campd em dous, e nomcou
Affonso ao contrario, cora o eynlsmo proprio de adninislrador para o primeiro districto expende ^j' art- 34, modificando o principio do art. 14
um... conquistador de saldo, abaixou-se, apanhan- o seg inte
do a flor, que collocou em seu peito.
0 que faz, Sr. Affonso ? !...
O que v, minha senhora ; colloco a flor, que
V. Exc. deu-me, em mcu peito.
Porra veja que reparan) e...
E o que tem isso ? Pois crime dar-se urna
flor, principalmente urna lior sem perfume ?
Nao crino, as....
Nada ten a receiar, minha senhora. Oh I
mas eis ahi que se acaba a quadrilha, que na ver-
dade foi rpida I Consinte que a leve ao seu lugar.
Muito agradecido pelo favor, que concedeu-me. |
tes, com obrigacoes separadas, ou
bordinado ao outro ;
2* Se nao havendo augmento de despezas, como
foi deliberado, deve-se comtudo augmentar o nu-
mero de serventes para o servico de cada um dos
referidos lugares;
3 Se cabe na attribuicio da directora crear
lugares, e marcar vencimentos fixos, ou se esta
attribuicio pertence smente assembla geral.
Decidio-se quanto ao Io que ficasse as funecods
Com licenca, minha senhora..., de cada um dos administradores separadas einde-
Era o seductor, que abandonava a sua victima, pendentes um do outro, votando contra os Srs. se-
atirando-airrisao publica I jereterio, e membro adjunto Dr. Jed Jos Pinto
A...., sentada em urna cadoira, servia de alvo, Jnior; e quanlo ao t, que nao houvesse augmen-
para onde so dirigiam os olbares de todas as mocas, \ to de despeza salvo em casos extraordinarios aulo-
qoe conversando baixinho, riam da pobre louca, I risadas pelo Sr. director.
i.-n j _> ....... nada diz sobre voto do desenpate, a censequencia
1 Por entrar en duvida se dividido o logar e nSo p5de deixar de ser, que tal voto nao exis-
por duas pessoas, flcan estes lugares independen-, 5 "l^ competir ao director.
se un fica su- '---
este o meu parecer, salvo melhor juizo.
Recife, 19 de ontubro de 1863.
Dr. Braz Florentino Henriques de Souza.
CORRESPONDENCIAS.
que acreditara as palavras de um....
de salo ; Affonso no entretanto, era
nhores
u,^rFerT' na,Ura- d Maran,l5a Goncalves do Rosario, Pernambuco, 70
Bemvenuto Emygdio Pereira Guimares, natural i ^da, Boa-Viste
corrente :
Tiverara baixa:
Sebastio Baptista Teixcira; bronebite.
Xarcisa, escrava de Joao Marinlio ; parto.
OBITI A.HIO DO DIA 19 DE .NOVEMBRO NO CEMITE-
b pois baeharelados os segnintes se- AUred'pernanbuco, 4 annos, S. Jos ; infla.nma-
cae de intestinae.
annos, ca
.., phtysica pulmonar,
i* Severina Maria da Conceicd, Pernambuco, 22 an-
llermimo Francisco Geroncio do Espirito Santo, j nos, solteira, Boa-Viste ; ascite.
natural de Pernambuco. I Mara, Pernambuco, 1 raez, Santo Antonio; plity-
Mileno de Torres Bandeara, natural da Parahyba. I sica.
Manoel Barbosa de Araujo, natural de Sergipe. | Anna, Pernambuco, 6 mezes, S. Jos ; espasmo,
.f.'lympip Euzebio de Arroaellas Galvd, natural de Bonifacio, Pernambuco, 22 annos, solteiro, escravo,
Aiagoas. S. Jos ; interite chronica.
Francisco Antonio Je Carvalhal Jnior, natural da' Deolinda Alexandrina Moroira de Jesns, Pernam-
Bahia. buco, 24 annos, casada, Boa-Viste: dvarrha.
Pernambuco.
Daro Gomes da Silveira, natural da Parahyba.
Horacio Walfrede Peregrino da Silva, natural de
Pernambuco.
Manoel do Reg Barros Souza Leo, natural de Per-
nambueo.
Francisco Leonardo de Souza Miranda Couto, natu- l de uraa autoridade en certa capital a segnin-
ral de Pernambuco. i j^ ordem de primo, que apesar de nao estar com as
Manoel Jos Goncalves Fraga, natural de Portugal formalidades do cdigo foi curaprida.
SjSiSMSSSMSr
cumprimen-
Morimemo"'da"enteraartedo'dia 20 de'overabro! lado pelos conjurados daquella conspiracao, que
Ihe rendiam cultos o proclamavam-n o o r os
conquistadores....
Acabou-se o baile; Affonso prometted a A...
Sr. redactores.O presidente do tribunal do
commercio nio tem ampliado o numero dos soli-
citadores; [rquanto aquellesque Ihe tem reque-
rido provisio, aconpanhan seus requerimentos
da que obtiveram do presidente da relacio, e
quando assim o nao fazem, por ter expirado o pra-
zo ou tempo, tem feito exame, nio excedendo o
numero destes de quatro, os que nunca traba Iha-
ram no foro rommercial, como sabido, e os po-
OSr.
Un POUCO DE TUDO.
D. A. fornece-nos o seguinte :
ORDEM DE PRI8AO ESQTISITA.
Catad Guprreiro de Castro, natural da Bahia.
Ernesto Pinto Lobo Cedro, natural de Sergipe.
Antonio de Souza Bayma, natural do Maranho.
Raymundo Theodorico de Castro e Silva, natural
do Cear.
Jos Alves da Silva, natural do Rio Grande do
Norte.
Jos Austregesilio Bodrignes Lina, natural do
Cear.
Ernesto Julio Bandeira de Mello, natural do Per-
nanbnco.
Jos Mananno Ribeiro, natural do Maranho.
Jos Rodrigues Pereira Jnior, natural de Pernam-
buco.
Eduardo Leger Lobo, natural do Maranho.
Jos Maria Carneiro de Albuquerque Lacerda, na-
tiir.il de Pernambuco.
Anigo e senhor nande-ne prender a F. na
ra dos___A portadora a olfendida, Ibe dar
o nome. v
Seu criadoF. \
A pessoa a quen a ordem era dirigida>tinlui tor-
ca sua disposicao. \
Nao digo o nome da ra porque pode-seVaeil-
nente saber. S Ihe affirmo que nio oeste pro-
vincia.

l'ROM'MCI.V CELEBRE DE UM SUBDELEGADO, Ol'E PAS-
SOU A MUITO PARA O NUMERO DOS EX.
A vista dos ditos das testemunhas ser crirae
justiftcavel e nao tera lugar a punico dellepri-
meiro quando for feito pelo delinqueatc para evi-
tar mal maiorsegundo quando for feito em defe-
guardar a flor comsigo.
No dia seguinte ao baile, a flor que tinha salu-
do do peito de uraa virgen), murchava de vergo-
nha por servir de enfeite a urna mulher perdida I
A Xacao publica :
Narra'm alguns jornaes estrangeiros alguns en-
vennamenos acontecidos por se nd saber diffe-
rencar a especie venenosa da que o nd e assin
julganos de utilidade a seguinte noticia.
E' no neio dos bosques, que os eogunellos, cau-
sa deste desastre, o amanite laranja falsa e o ag-
rico annullar, crescemera abundancia,e sao muito
perigosos.
O amanite laranja verdadeira apreseuta-se dc-
baixo da forma de um ovo ; o seu volvo, cobre-o
totalmente, quando comer a desponter. Mais tar-
de separa-se em muitos lbulos na parte superior.
O chapeo convexo, de urna cor vermelha alaran-
jada, estriada ; o p cylindrico e amarello, e os
folhetos, desiguaes, amarellos, c espessos.
O amanite laranja falsa, muito venenosa, tem a
maior seraeihanca com o verdadeira.
O eu volvo nunca completo. O chapeo ten
placas amarelladas, como de limo, e irregulares.
O pednculo e as laminas, sao brancos, nunca ama-
rellos.
O agrico ordinario, muito perigo'i, aeha-se
abundantemente, e em grupos, sobre velhos tron-
cos. D'uma cor ruiva, o chapeo convexo, esca-
moso, namilonad no centro, com laminas leve-
mente azuladas e irregulares, desagradaveis ao
gosto.
O agrico cilercoa tem peto contrario un sabor
e un gosto nuilo agradaveis : ten una cor ama-
reliada, um pednculo delgado e fusiform ; a pol-
pa rija ; cresca de preferencia nos prados seceos
e oxiremidades dos bosques.
rao o vinagre dissolve o principio venenoso
destks vogetacs, se nd se souber bem a sua na-
tnrerii, nao ha mais que, antes de fazer uso del-
Discutindo-se o art. 3", propoz o Sr. Dr. Pinto
Juuior, que antes da votacd delle se discutisse so I dermos"'oresentar'
o Sr. director tinha voto deliberativo alm do voto Q d ^ (,e 2, d dezembro de 1844 nao pode
de desempate como Ihe pareca ser de justica, vis- app|caQri0 a qucslao, ^r ser anleri0r, ao que
to que os estatutos Ih d nao prohiba, e segundo crc0^'0 lrjj^na, do commercio de segunda instan*
era de praxe emoutras corporacoes ; o que en-1 divid0 M jnri8dlccio; como bem so depre-
trando en discussao por ja se achar a hora nuilo h do ^ d n de'm;lio de l857
adianteda flcou adiado con o art. 3 das duvidas, 0 aviso de u de junho de 1855 nio prohibe pa-
apresentadas pelo Sr director narcando-so para i zer entender imparcialmente, acon-
outra sessao extraordinaria o da 24 de setembro. geIh'a
v. este sessd comparecern) tambera oito mem- Ql]ant0 perceprnn do emolumentos questao
bros como na anterior, cora a diflerenca porem ^ mcsqunha e ,mpropria,que della nonos oceu-
que em lugar do Sr. Jos Brandao da Rocha, que m e mpnos do argumcnt0 dos bispos nao po-
se achava fra da comarca, compareceu o Sr. Dr. derem provisonar solicitadores, por ser una das
Pinto Jnior. 'muitas pilherias, e nos nao sonos engracados :
Na sessao de 24 de setenbro comparecern admiramos porm qUe o levantador da lebre re-
os mesmos oito membros que foram presentes a c,. dnsfa7endo-sc en satisfacoes; quando espe-
sessio do da 18, e explicando o Sr. commendador ravam0, que tendo deseoberto o crino, e conhe-
Thomaz de Aquino Fonseca, o voto que dera em fcndo 0 crjmin0SOi apresentasse a denuncia,
favor da divisao dos districtos na sessao de 7 de. R jf ^ de noVembro de 1863.
agosto, Ihe rei lembrado a incompetencia, e deca-
rando em seguida o senhor director, que tinha o
voto de desempate, que esteva disso bem informa-
do, deu lugar a retirarem-se da casa os Srs. mem-1
bros adjunctos Amorin, Silva, e Monteiro, deca- j
rando que nao esta van dispostos a sancionar a sua'
condennacao; llcando o senhor vice-director con
os denais nenbros as con declaracao, que nao
faria parte da sessao para se tratar do objeclo em
Descarregan no dia 21 de novenbro.
Barca inglezaStella- farinha.
Barca inglezaRecifesal.
Barca portuguezaConfian-a diversos gneros.
Patacho inglezLapwing- generas de estiva.
Barca francezaSpAerr-mercadorias.
Lugre inglezZezine ferro.
Importaco.
Brigue portugaez Con/tanca, entrado de Lisboa,
consignado a Carvalho &*Nogueira, manifestou
o seguinte:
119 ancorctas e Scaixas figos, 35 ditos, 70 meias
e 150 quartos de dita passas, 20 caixes cera em
velas, 20 barricas p de carvio animal -, T. de
Aquino Fonceca.
300 saceos farello, 400 barris cal em pedra, 81
ditos azeite doce, 176 ditos toucjnho, 3 ditos carne
ensacada, 25 ancoretas chouricas, 30 ditos massa
de tomates, 6 saceos romas, lo caixas cha, 300
ditas batatas, 300 ditas ceblas ; Euzebio Ra-
phael Rabello.
30 saceos grao de bico : Rabello 4 Branco.
50 barris toucinho, 10 ditos alpiste, 10 ditos ca-
vada, 1 encapado esleirs ; Tasso rnds.
100 barris cal em pedra; Palmeira & Bul-
trd.
6 caixas licores, I ditas bolaxa, 10 ancoretas
nassa de tonales, 10 barris anendoa, 10 ditos
azeite doce, 100 ancoretas figos, 130 barris cal em
pedra, 10 ditos toucinho ; a T. de A. Fonceca J-
nior.
80 barris cal era pedra; a Jod M. do Ana-
ral.
7 pedras do cantarla; ao baro do Livra-
mento.
1 caixa Le-Boy, 1 fardo (ios; Joaquim Ignacio
/.ibeiro Jnior.
1 barril mel, 2 caixas pmceis, 1 fardo drogas
mediciuaes, 2 barris cremortertaro, 1 dito rezina
de gnaiaco, I fardo peneiras, 1 caixa roxo-rei; a
Caws & Barbo/a.
1 fardo drogas medicinaes; B. Francisco de
Souza.
1 vacca tourioa e nma cria ; BaltarA Oii-
veira.
1 caixa chapas de chumbos com emblema da
companhia de segaros Fidelidade, e appolices da
nesna companhia ; Feliciano Jos Goncs &
Doningos Rodrigues de Andrade.
1 volune cextos de vine ; Doningos Alves
Matheus.
1 caixa limalha de farro, 1 dita mercurio-doce, I
dita carbonato de amoniaco, i dita macella edro-
gas, 1 dita agua ingleza ; Joao da Silva Faria.
50 barris cal em pedra ; Jos Joaqun da Cu-
nha.
0 barricas cevada ; a Cunha Irmios & C.
2 caixas inarmelada; Antonio Alves Vilella.
1 caixa chinellas ; S. S. da Silva.
i caixa nurcurio doce, 1 dita ervilhas, 16
meias pipas e 5 barris vinho ; Marques Bar-
ros & C.
4 caixas marnelada, 2 ditas ervilhas, 2 ditas
peras, 2 ditas massa de tomate ; Joo da Cola
Lima Jnior & C.
2caixas drogas, 2 barricas linhaca, 1 fardo ma-
cella ; a orden.
5 barris linhaca. 5 ditos nostarda, i fardo ma-
cella, 3 ditos peneiras de seda e de cabello, 1 bar-
rica rosas rubras ; Denker & Barroso.
Barca ingleza flcci/>,entrada de Marseillo consig-
nada a Saunders Brothers 4 C. manifestou o se-
guinte :
404,714 kilos de sal ; aos mesmos.
Patacho nacional Salsiptiedes, vindo do Rio Gran-
de do Sul, consignado a Maia & Espinto Santo, ma-
nifestou o seguinte .
13,i00 arrobas de carne secca de charque, o bar-
ris toucinho. 160 arrobas de graxa em 1,064 bexi-
gas, 48 ditas de sebo em rama ; a ordem.
Vapor nacional Mamanguape, vindo dos portes
do norte, consignado a Companhia Pernambucana.
manifestou o seguinte :
De Macan.
4 saccas lia 20 arrobas e 22 libras, e 14 netos
de sola ; a orden.
Do Rio Grande do Norte.
12 saccas con 74 arrobas de algodd ; a Joaquim
da Silva Castro.
2 ditas com 10 arrobas e ,'*' de dito; a Justina
Jos do Souza Campos.
Do Aracaty.
101 saccas com 460 arrobas de algodao ; a P-
rente Vianna& C. J _
98 ditos com 405 arrobas e 19 libras de algodao j
a ordem.
Do Cear.
31 saccas com 225 arrobas e 29 libras de algo-
dao ; a ordem.
Itecebedorla de rendas Interna*
geraes de Pernambnco.
Rendimento do dia 1 a 19........ 16:^?!'
dem do dia 20................. o*6*2'"'
17:0564197
c 'instilado provincial.
Rendimento do dia 1 a 19.........
dem do da 20.................
28:368*471
2:741*504
31:109*97->
O habitante da tena.
PUBLICARES A PEDIDO.
mu* pane ua m. imm se uow. uu ""!<>" torcs que o honraram cora o seu voto
discussao, em viste do que o senhor director Jevan- A ^rroU acabo de soffrvT n5fl
tou a sessao sera se tT tomado delilieracao al- nanar ',_,,,. _... trahuiharam
deliberaco
gnma.
Do que fica exposto ennelue-se que parte da
directora actual que se julgou competente para
dividir o districto das obras do campo na sessao
de 7 de agosto, se julgou incompetente na sessao
de 18 de setembro, accrescendo alm da incompe-
tencia e pretendido voto de qualidade que se quer
dar ao senhor director nao obstante os estatutos
nao Ihe conferir esse voto em ncnhuin dos seus
artigos.
Nao nossa intenco apreciar o procedimento
da directora actaal na questao de competencia, ou
incompetencia; todava nao podemos deiiar^Je
fazer mencao de um caso iulgado praticado pela
direced, que servio em 1858 a qual era sessd de
6 de agosto daqelle anno creou o lugar de admi-
nistrador do encanamento de fra dos limites da
cidade, e narcou-lho ordenado fixo e gratificarse,
O abalxxi assgnado vem porante o corpo eleito-
ral do primeiro districto agradecer aquelles etei-
e proteecio.
nao me far es-
quecer os amigos que trabalharam pela minha
candidatura, receban) pois todos os que me foram
dedicados meus protestos de estima e gralidd, e
em particular os amigos e collegas eleitores dos
Afogados.
Recife, 20 de novembro de 1863.
Antonio Justino de Souza.
A asthma anbjugada.
Este enfermidade atormentadora que alerta-
mente zomba do medico, que confia nos antigo? e
caducos paliativos da parmacopeia seguramente
curada mediante o uso da composico anacahuila
peitoral de Ktnvp, preparaco esta extrahida da fa-
osa arvore deste mesmo nono, e que nao conten
nenhura adstringente venenoso on morialmento nar- meros,
cotico, B remedio mais poderSM effica para a
MOYIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 20.
Ass13 dias, barca nacional Batreto, de 320 to-
neladas, capild Jos Marques da Silva Vianna.
equipagera 12, carga sal; a Palmeira & Bel-
trao.
Porto28 das, brigue inglez Harrier, de 164 to-
neladas, captd V. A. Sinpson, equipagem II,
carga sal; a Johnston Pater & C
Hamos sahidos no mesmo dia.
Portes do nortg^-vapor nacional Jaguaribe, con-
mandfeManoeHoaquim Lobato.
EDITAES.
A pessoa qne acbou urna pulseira, contend
4 oitavas de ouro, do Carao ate a ra de Hurtas,
as 8 horas da nolte do dia de terea-felra, qoeira ter
a bondade de levar ra de S. Jos n. 34, qne se-
r recompensada.
Tribunal da relacio.
Por orden do Exm. Sr. conselhero presidontc
da Relacio, faz-se novaraente publicar o aviso do
1. de marco de 1830, chamando assim toda a at-
tencd dos escrves, e tambera dos senhores mi-
les e advogados para a necessidade de declaracao
bem fiel e clara das fofhas dos attos.
Aviso do 1* do mar$o de (530.
Tendo mostrado a experiencia que as allegaeSes-
vagas de que ora osan) os litigantes qdando se're-
lereni folhas dos auto, sem declararen) seus n-
meros, um manifest estorvo prompte adnv
traco da justica; pois que toes lacunas soWedsr-
MUTILAD
i ja r
:f
X.
1
1




*
-
M
Diario de Perita** bur -- **abbad o de Viveuibio te IMS.
3
F
f
/

0 IHm. Sr. tenente coronel director do lios-
pital nitlitar, inanda fazer publico que flca trans-
ferida para o dia 23 do corrente, a arremataco
dos gneros annunciada para hoje.
Hospital militar de Pernambuco, 20 de oovem-
bro de 1863 Servindo de escrivio, Joao Tiburclo
da Silva Goimares.
THEATRO
DE
So SSASISI^
A.
EJIPRKZA
J. MIARTE C(HNBR4.
HOJE
Sabbadu, 21 de Bovembro de 1863.
irrita extraordinaria
EM
rugara os joizes de un novo trabalho que Ibes nao
compete, qual o de as supinir (para nao diier o de
adviohar o sentido das partes) e isso muitas vetes
era grossos processos de 2,000 paginas ou mais: e
sendo esta (alta anda mais preuidicial,porque,alem
de ser tuna omissao de de ver dos advogados, acon-
tece ter ella occasionado trocas e engaos de cba-
mar-se para a questao urna peca mui diversa da-
quella a que os mesmos advogados pretendiam re-
wnr-se, e que s com a sua deelaraco poderia
ser Hendida pelos jui7.es: por tudo isto e por evi-
larera se outros mui tos inconvenientes que resul-
tan de seintilhaules abusos, (lea de hoje em diante
prohibida a reeepcao de papis que conliverem se-
taemantes lacunas, ou sejam de pelicfies de aggra-
vos ou artigos de processos, razes, cotas e allega-
c,5es de qualquer natureza que sejam, urna vez que
nao declareui os nmeros das folhas que se re-
lerem as suas citacoes, qualquer que seja a quali-
dade da causa, a formula e o volume dos seus pro-
cessos ; e para que assim se observe, ser esta in-
timada nao so aos advogados para a sua intelligen-
cia, mas tarabea aos escrives, aos quaes ficar
competindo o cuidado de registrar os ditos papis
que Ibes forera apresontados desta sorte incomple-
tos, e de exigir das partes o preehchimento das
predictas lacunas, sem o que nao faro concluso
processo algura, pena de suspensio de seus_ offl-
cras. O guarda-mr me apresenlar certido de
e haverem feito as sobreditas intimac.5es pelos
omes de cada ura dos interessados com a solem-
nidade do costume. Rio de Janeiro i." de marco
de 1830. -Como regedorGama.
Recife 20 de noverabro de 1863.-0 secretario
Domingos Affonso Ferreira.
O Dr. Tristao de Alencar Araripe, offlcial da im-
perial ordem da Rosa, e luiz de direito especial
do commcrcio, desta cidade do Recife,capital da
provincia de Pernambuco e seu termo, por Sua
Magestade Imperial e constitucional o Sr. D. Pe-
d.io II, a quem Dos guarde, etc.
Paco saber pelo presente que no dia 7 do mez
de dezembro do torrente anno, se ha de arrematar
por venda quem mais dor em praca deste juizo
depois da audiencia respectiva os escravos e mo-
vis seguintes.
Jan ua rio, crioulo, de trinta e tantos annos potico
mais ou menos, avallado era 600*000, Felicidade,
de trinta annos pouco mais ou menos, avaliada em
005000, Manoel, cabra, filho de Felicidade, ava-
liado em 2905000, Mara, crioula, de 40 e tantos
annos, avaliada em 300*000, Romana crioula, com
deleito era urna perna e com 14 annos, avaliada
em 2005000, Luiza, mulata, de 5 annos, avaliada
em 2005000, Alejandrina, mulata maior de 50 an-
nos, avaliada em 2005000, Libina, mulata alejada
de urna |>erna, 14 annos, avaliada em 4005000.
Movis os seguintes : Os bilhetes estao desde ja
Ura piano de Jacaranda usado, avaliado era 3005 blico em casa do beneficiado, na ra de Santa Isa-
rs.. 1 sof, avaliado em 30*000, 2 radeiras de bra- Bel n. 13, e no dia do espectculo no escriptorio do
BENEFICIO DO ACTOR
SANTA-ROSA.
Com o bem aceito e applaudido drama de gran-
de apparato, em cinco actos,
A JUSTICA D M RE
OU A
QUEDAD II MINISTRO.
Em seguida representar-se-ha a nova e muito
linda comedia em um acto, do Sr. Alfredo Hogan,
intitulada.
PILATOS NO CREDO.
O beneficiado convida aos seus amigos e mais
pessoas prestiraosas, com quem conta todos os an-
nos urna vez, a dignarem-se honra-lo com suas
presencas, proraeltendo-lhes o seu agradecimento,
nica offerta que pode fazer o seu coraco sempre
reconherido.
disposicao do pu-
Si>, avalladas cada una a 65000 125000, 2 ditas
e balanco, a 8*000 cada urna, 165000, 18 cadei-
ras, temi algumas em mo estado, cada urna a
45000, 725000. 2 consolos com tampo de pedra,
cada um a 205000, 40*000, 1 mesa redonda em
mo estado, avaliada em 8*000,4 guardas roupa
em mo estado, avaliado em 25*000. 1 commoda
de Jacaranda, urna dita de amarello, avalladas em
404000, 4banquinhas ordinarias, sendo urna de
Jacaranda, avahadas por 10*000, 1 sof antigo em
mo oslado e duas marquezas, sendo urna quebra-
da, avahadas era 15*000, 2 armarios avahados era
10*000, 1 mesa ordinaria, avaliada em 5*000, 1
guarda louea de amarello, avaliado em 405000, 4
ariiiaeoes de cama de vento, um cabido quebrado,
un lavatorio ordinario, urna cadeira de balanco
sem palha e quebrada, una cama de armacao an-
tiga e quebrada, um bereo, todos estes objectos a-
vahados em 1250OO. 2 mangas de vidro, cada una
por 15000, 250OO, 2 jarros a 500 rs., I*, 2 redo-
mas, a 15000. 25000, 10 cadeiras ordinarias em
mo estado, cada una a 500, 55000, 1 bacia de la-
ti por 3*000, 1 canoa de earreira, avaliada era
15*000.
Cujos escravos e movis sao pertencentes Can-
dido Thomaz Pereira Dutra & C, e ao mesmo pe-
nliorados por execucu de Jos Joaquim Pereira de
Mendnnea.
E na falta de licitantes, ser aarremataco feita
pelo proco da adjudicaeo com o abatimento res-
pi'divo da lei.
E para que ehegue ao conhecimento de todos
mandei fazer o presente edital que ser aflxado nos
logares do costume e publicado pela imprensa.
Dado e passadn nesta cidade do Recife, aos 20 de
novembro do 1863, 42 da independencia edo im-
perio do Itrasil.
a Manoel de Carvallio Paes de Andradc escri-
vao o subscrevi.
rf Tiitio it tJm&mr Araripe.
a ^n
theatro.
Comecar as 8 horas
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
E* esperado dos partos do sul
o vapor Apa, coraraandante o
primeiro lente Alcanforado, '
qual depois da demora do costu-
me seguir para os portos do
norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada, encommen-
das e dinheiro a frete at o dia da sahida as 2 ho-
ras, agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
nedoe Aracaj.
DECLAEACOES.
COTOIHA
DO _____
BEBEKIBE
au se leudo reunido numen) legal
iissembla geral annunciada para o
lia 16, sao novameulc con dados os
r.ii'sm 's senliores a se reunirem no da
23 do frrente ao ineio di no escrip-
torio da iue>iua cmprnliia aflu de
e\;unin do e o que conven por em execuco re-
l -Uvamente a* fundo de rescrva,prevc-
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Vavcsaco costeara a vapor.
Alagoas e Srrqipp.
O vapor Mnmanguape, com-
mandante Moura, segu no dia
23 do crreme as 10 horas da
noile para as provincias supra,
tocando em Macei e escalas, Pe-
Recebe carga at o dia 21, en-
commendas, passageiros e dinheiro a Irete at o
dia da sahida s 3 horas da tarde : escriptorio no
Forte do Mallos n. 1.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR
Dos portos do norte esperado
at o dia 30 do crreme o vapor
Cruzeiro do Sul, commandante o
capito de mar e guerra Gervasio
Mancebo, o qual depois da demo-
ra do costume seguir para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada: encom-
mendas e dinheiro a frote at o dia da sahida s 2
horas, agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
LEILOES.
LE AO
Seguada-feira 23 de novemliro s 11
horas.
O agenta Pinto levar a leilo pela terceira e
ultima vez as dividas activas da massa fallida de
Francisco Moreira Das, na importancia de......
5:058*098 rs^ servindo de base a maior offerta
obtida ne segundo leilo, s 11 horas do dia cima
dito em seu escriptorio ra da Cruz n. 38.
1,1:1 i\AO
DE
88 saceos cos assncar.
Segunda-feira 23 it novembro s 10 htras em
ponto (no trapiche do Gunha.)
O agente Pinto far leilo requerimento de
Manoel Alves Ferreiraepor despacho do IHm. Sr.
Dr.juiz especial do commercio de 88 saceos com
assucar existentes no trapiche do Cunha ra da
Moeda n. 1 e penhorados Francisco Santiago
Ramos, s 11 horas em ponto do da cima no
mesmo trapiche do Cunha.____________ .
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
.\avcs;iv3< costeira a vapor.
! Parabvba, Natal. Harn. Araeatv, Ceara e Granja.
O vapor Jaguaribe, comman-
dante Lobato, seguir aos portos
indicados no dia 20 do corrente
s 5 horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia 19 ; encommendas,
, passageiros e dinheiro a frete at o dia da sahida
tUlldo-SC desdeja que na COnformidadC | s 2 horas: escriptorio no Forte do Mattos n. 1.
do artigo 16 dos estatutos a reuna*
ter litar com o numero de accionis
lagar com o numero
lasque cmp iriptorio da ompantiia do Beberibe
10 de novembro d. 1803.
Oescriptnrario,
MarcoliBO Jos Pope.
Iuspeccao do arsenal de mariuha.
Fazse publico que a commissao de peritos exa-
minando, na forma determinada no regu'amento
> mexo ao decreto n. 1321 de 5 de fevereiro de
1854, o casco, machina, caldeiras, apparelho, mas-
treaco, veame, amarras o ancoras do vapor Ja-
ijuaribe da companhia Pernamlmcana de navegaco
.osteira, achou todos esses objectos em regular
sudo.
inspeceao do arsenal de marinhade Pernambuco
19 de novembro de 1865.
0 ins|iector,
H. A. Barbosa de Almeida.
Pcrante o Sr. Dr. juiz de orphaos, terca-feira,
vo praca differentes objectos de ouro e prata,
qnem em taes objectos qulzer lancar compareca
s 11 horas do dia no lugar e hora 'do costume.
Cumio irral.
Pela administracao do correio' desta cidade se
faz publico para fls convenientes, que em virtude
nrreios de 21 de dezembro de 1844, e art. 9 do
r o consumo das cartas existentes nesta adminis-
iracao pertencentes ao mez de novembro de 1862,
no dia 3 de dezembro prximo, as 11 horas do dia,
na porta do mesmo correio, e a respectiva lista se
irha desde j exposta aos interessados.
Administracao do correio de Pernambuco 20 de(
novembro de 1863.O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
Crrelo geral. *
Pela administrac-o do correio desta cidade se
Para o Rio de Janeiro.
O patacho nacional Capuam, pretende seguir
com muita brevidade, tem parte de seu carrega-
raento engajado, para o resto que Ihe falta e es-
cravos frete para os quaes tem bons com modos
trala-se com os seus consignatarios Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo & C, no seu escriptorio ra
da Cruz n. 1.
Para o Kio de, Janeiro
Pretende seguir com muita brevidade o pata-
cho nacional Beberibe, tem parte de seu carrega-
mento prompto para o resto que Ihe falta e escra-
vos a frete oara os quaes tem excellentes commo-
dos trata-se com os seus consignatarios Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C, ne seu escriptorio
ra da Cruz n. 1.
Para a Babia vai sahir com muita brevidade
o veleiro patacho Jequilaia, por ter a maior parte
da carga engajada, para o resto que Ihe falta tra-
ta-se com os consignatarios Palmeira & Beltrao.
largo do Corpo Santo n. i, primeiro andar.
Acarac.
No dia 22 do mez corrente com a carga qne ti-
ver a bordo segu o hiate Sobralenre, capito Pe-
reira : quem quizer carregar para o mencionado
porto dirijam-se a Caetano Cyriaco da C. Moreira
& Irmao ou ao capito.
PorioT"
Vai sahir com brevidade a muito veleira barca
portugneza Urna I, capito Jos Francisco da Cu-
nha, por ter parte de sen carregamento prompto,
para o resto e passageiros trata-se com os consig-
natarios Carvalho & Nogueirana ra do Apollo n.
20, ou cora o capito na praca.
Para o Porto
segu brevemente a veleira barca Manoel I,
que tem engajado metade do seu carregamento :
para o restante e passageiros, a quem offerece bel-
los commodos, dirijam-se aos consignatarios M. J.
faz"publicoinue"cnVrrtude daconvenci posta! ce- Bamos e Silva A Genros, ra do Vigario n. 10.
lebrada pelos govrnos brasileiro e francez, sero primeiro andar.
expedidas malas para a Europa no dia 30 de bo-j
wmbro corrente. As rartas serao recebidas at1
duas horas antes da que for marcada para a sam-
Para o Porto.
O brigue portuguez Mercurio, segu prestes pa-
ra alli, ainda recebe alguma carga e passageiros a
frete, para o que tem excellentes commodos : a
tratar com Marques Barros & C, largo do Corpo
Santo n. 6, segundo andar, ou com o eapto Joa-
quim Gomes da Cruz._________________
Administracao do correio de Pernambuco 20 fle
novembro de 863.-O adminwrador. |
Domingos dos Passos Mirwda {
Est* em praca, peraate a cmara mumci-
|ial desta Me, nos dias 21, 23 e US do corrente,
.-1 obra dof oncenos de que precisa a poolezinha
Innominada do Laca, arcada em 2l8* : es que
l>ri'tenderem arrematar, comparecam nos mencio-
iiailos dias, munidos de fiador i iorteo que se rs-
jMiiisabrfhdpelo cumprimeuto da arrematafSo. O
.ircaraento da obra se acha na secretaria da mesma \ _
amara,ond*(lite*rmsoftidopor aaellesiiu(y -- PW* bia vai ( muifa breridade
u ijuizerem snmact Hortmc, capito Antonio Frantisco
Meo da amara niaboinal do Recife em sessie Sonteiro, por ter maior parte da carga engajada:
lo t&de Bovembro de 4863. Luiz Francisco de para o resto <\at Ihe falta, trau-se ora os consig-
is Reg, presideale. Fraacisoo Canal i* naurias Palmeira A Beltrao, largo do Corpa Santo
lloaviajjem, secretario. f- primeiro andar.
Para o Rio de Janeiro pretende segslr com
muita brevidade o brigue nacional Almirante :
tem parte de seu carregamento prompto, e para o
reo une Ihe falta, trata-st com os seos consigna-
tarios Antonio Luiz dr Oliveira Azevedo, no seu
escriptorio rna 4a Cruz I.
-- PaTa a Babia vai sahir cn muita
I IDILIO
DE
Differentes obras de
ouro
Seguada-feira 23 de uoieuibro.
O agento Pinto far leilo por conta depuem
pertencer de ricos aderecos de ouro, ,4-iceiras
avulsas, boldes para punho, cordoes, dedaes, cha-
ves para relogios e muilos outros objectos de ouro
de 18 quilates, s 11 horas do dia cima dito em
seu escriptorio ra da Cruz n. 38.____________
CONSULADO DE PORTUCiAL.
No dia 23 do corrente pelas 11 horas da ma
nha, se tera de arrematar em hasta publica a ta-
berna que foi do finado sabdito portuguez Manoel
Martins Carneiro, ra Nova n. 53, cora ura ex-
cellente sortimento de molhados, propria para
principiante.
Nessa mesma occasio e no mesmo lugar se
arremataro tambem alguns objectos de mobilia e
um lindo meleque de 10 12 annos, proprio para
boleeiro ou copciro, pertencentes ao mesmo es-
polio.
Os pretendentes podem desde j dirigirse ao
consulado portuguez para qualquer informaco ou
com o agente Almeida.
LEILO
DE
Fazead.is franeeiase miudnzas.
Megunda-felra t3 do corrente.
Cals Irmos farao leilo por intervenco do
agente Pestaa de diversas fazendas francezas ul
tintamente despachadas como sejam : Clisas or-
gandys, casemiras, chapeos de fetro finse de laa.
ditos de massa, luvas, chapeos para senhora e va-
rias miudezas como raarroquins, caixas para rap
de diversas qualidades, pentes para alisar, ditos
para cabeca, de massa e de tartarugas muilos ou-
tros artigos tudo para fechar facturas e por isso
sem limites : segunda-feira 23 do corrente pelas
11 horas da m a nha em seu armazem ra da
Cruz n. 51.
ti juiz e tkwuureiro da ir-
mandaiie de Nossa Senhora do
Bom Conslho, convidam a to-
dos os irmus da me*ma ir-
mandarn para que domingo 22
do corrente, pelas 3 horas da
tarde, se sirvam de compare-
cer na, igreja dn S. Francisco,
afim de sahirem d'alh reuni
dos para acompanhar a pro-
cUsdo de Corpo de Dos, segn
d o convite do Exm. Sr bisvo
d ocesano. E' d- esperar que
os ditos irmos, pelo espirito
religioso que os distingan e pela
importancia da dita procisso,
nao deixaro de comparecer
esse acto
PILLAS PAULISTANAS
A facilidade com que estas maravilhosa plalas
effectuam prodigiosos curativos em quasi toda a es-
pecie de eufennidades, as faz recommendaveis e
preferiris a todas e quaesquer outras ; pode-se
viajar exposto s inclemencias do lempo, pode-se
trabalhar e comer o que appetecer sem que por Isso
se sinta seus efficazes effeitos. Eu poda recom-!
mendar como fazem lodos os mdicos -dieta, abs-!
tinencia e todas as cautelas que s servem para de-
bilitar o corpo, mas como nao entendo que auxilio
a vida debilitando o corpo, visto que a experiencia
rae tem mostrado que tal dieta em vez de apressar
os curativos retardara, por isso prescrevo tal sys-
tenia; domis, em minhas composiedes nao entra
o mercurio que faz a base de todos os outros re-
medios afamados, e assim nao exijo dieta, porque
o meu systema composto de puros vegelaes. To- i
das ascomposicoes em que entra sempre o mercu-1
rio estao muito quem clestas pilulas como depu-
radoras do sangue. Rogo aos senliores mdicos'
que a bem da humanidade e da sciencia eraprc-
guem estas pilulas em todos os casos em que o j
sangue se achar affectado, e mesmo em todas as I
febres era que a sangra recommendada, e vero
curas maravillosas sem outro qualquer remedio.
as quaes sao do autor Carlos Pedco Etchecoin.
AGENCIA PRINCIPAL
U9 Ra do Parlo 9
RIO DE JANKIllo.
E em Pernambuco, deposito na pharmacia do
os Aloxandre Bibeiro, ra do Queiniado n. 15.
Precisa-sede 100a 2tHJ4, dando-so urna boa
escrava em aluguel pelo tempo que se convencio-
nar : annuncie. __________________
Antonio Jos Gomes do Correio vende sua
propnedade em Santo Amaro; constando de um
ptimo sitio com cinco viveiros e cento e tantos
ps de coqueiros; e todos os predios edificados no
mesmo. Tambem vende em separado conforme a
vontade dos compradores.
1 ATTE^IO.
I in machinistachegado da Europa pre-
vine aos Srs. de engenho que coneerta
machinas a vapor ou alambiques, como
tambem contratase em qualquer enge-
nho, pode ser procurado na ra dos
Quarteis n. 1, primeiro andar.
Urna senhora estrangeira chegada ha
pouco da Enro>a, enoarrega-se de lavar 3
e engommar com toda perfeicao por "
proco mais eninmodo do q_ em outra
qualquer parto : na ra dos Quarteis n.
1. primeiro andar.
A
*-!
A mesa regedora da irniandaV do Senhor Bom
Jesns das Passos, erecta na igrefa *> Corpo Santo
da fregoezia de S, Fr. Pedro Goncalves do Bt-cife.
pede a todos os sens irmaos que se renan na mes-
ma igreja domingo 22" do corrente, s 3 horas da
tarde, para oncorporados, arorapanharem a pro-
cisso de Corpus Christi. para o que oram rouvi-
dados por S. Exc. Rvnv.
Antn Gomes Miranda Leal.
____________________Escrivao.__________
Alupa-so o segundo andar do sobrado n. 18
da ra das Larangeiras, e a casa terrea n. 152 da
ra Imperial : a tratar na ra do Crespo, loja de
Margues Gomes 6c C.
D-se dinheiro a juros
n. 12, taberna.
Perdeu-se da ra do Hospicio at a ra da
Cruz urna pulceira de ouro esmaltada, na noite
do dia 14 do corrente: quem a tiver achado po-
den leva-la ra do Imperador n. 83, que ser
recompensado.___________________________
A viuva Gibson e herdeiros do mewno, ven-
do annunciado no Diario de hoje por Theodoro do
Lago, que este se propde a vender 30 a 32 pal-
mos de frente do sitio de Beberibe outr'ora per-
tencente ao casal do finado Jos Manoel de Ser-
queira, da parte d'aquelle sitio i|ue Ihe pertence,
para o que convida os demais cousenhoi es a de-
clarrera se o querem tanto por tanto ; e sendo
corto que o mesmo sitio se achava avaliado em
globo, tendo em partilhas cabido um tanto a rada
herdeiro no valor do referido sitio, sem que ainda
al hoje se tenha precedido divisa alguma : as-
sim se faz publico para que ninguem se chame a
ignorancia e visto que se escolheu o meio da im-
prensa para fazer aquella notificaco, tambera
por esta se protesta contra qualquer venda de eer-
to e determinado terreno pertencente aquelle si-
tio. Recife, 17 de novembro de 1863.
Aluga-se urna grande casa terrea com soto,
na travessa de Sant'Anna (Ponte de Ucha) : a
tratar na ra do Amorim n. 54.
Sobrado de um andar
Aluga-se ra ireita n. 45, com 4
ijuartos, 2 salas, grande cosinha, botando o
fundo para a torre da Penha; a fallar na
loja do mesmo. ____________
O abaixo assignado faz sciente ao publico em
geral, que nao se responsabilisa de hoje por diante
por qualquer debito que possa apparecer, contra-
hido por cartas suas ou bilhetes, por quanto nao
sabe lrnem escrever. Recife 18 de novembro de
1863.A rogo de Jos Jaciutho de Medeiros,
Thiago Jos dos Santos.
DE
U ESClUYi.
O agente Almeida far leilo requerimento do
depositario e curadores liscaes da massa fallida de
Joaquim Vieira Coelho & C, e mandado do Illm.
Sr. Dr. juiz especial do commercio de ura escravo
de nome Flix e de bonita ligura pertencente a
mesma massa.
Na mesma occasio ser vendida por conta e
risco de quem pertencer urna escrava lavadeira e
cosiubeira.
Terca-feira 24 do corrente.
Na ruada'Cruz armazem n. 62 s 11 horas.
LEILO
Terca-feira 2C do corrente s 11 horas.
O agente Olimpio acha-se autorisado a vender
em leilo as dividas perlencentes a viuva do fal-
lecido Francisco Mathias Pereira da Costa na im-
portancia de 4:!71:'ii) rs.
Os documentos acham-se em mo do referido
agente para serem examinados.
AVISOS DIVERSOS.
Arrendasesilio denominad dos
4 lees na Soledade, com nina grande
casa de sobrado, roxeias de ertffta-
rias, tanques para bauho e encllente
agua, a lrUr bo mesmo stio das 4
horas da tai de em diante. ______
Lotera extram d na ra
Corre hoje.
Aos 10:000500 e 2KKM)>000.
O abaixo assignado vista do bom aco-
lhimento que tem tido o plano das loteras
extraordinarias e a pedido de quasi lodosos
compradores de bilhetes, tem exposto a
vcRda para sor extrahid por esse plano, bo
dia 21 do corrente mez, os bilhetes da sex-
ta parte da primeira lotera a beneficio da
igreja de S. Bom Jess da Via-Sacra, o que
ter lugar no consistorio da igreja de Pf. S.
do Rosario da freguezia de Santo Antonio.
Os bilhetes e meos acham-se venda na
respectiva thesouraria ra do Crespo n. 15
e as casas commissionadas ra da Impera-
triz n. 44, loja do Sr. Pimentel; ra Direita
n. 3, botica do Sr. Chagas; na estreita do
Rosario n. 11. typographia do Sr. Mira e ra
da Cadeia n. 45, loja do Sr. Porto.
Os premios de 10:000*1000 at 200000
sero pagos nma hora depois da extraccao
e os outros no dia seguinte depois da distri-
buico das listas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigoes de Souza.
O Sr. Jos Francisco Pinto Guimares, cirur-
!;io pela escola real de cirurgia de Lisboa, trans-
arlo a sua residencia para a ra Nova, n. 60, pri-
meiro andar, onde pode ser consultado todos os
dias uteis, das 7 s 10 horas da manh, acerca de
doencas denominadas cirurgicas ou externas, es-
pecialmente daquollas. em cujo tratamente mais
fraanentemente inerveni a medicina operatoria.
Os herdeiros do finado cirurgio Manoel Joa-
quim Pereira, annunciam ao respeitavel publico,
que os bens de heranca do finado Jos Francisco
Belm, que flearata em posse da fallecida D. Ma-
ra Dorothea Joaquina herdeira e Inventartante do
raesmo finado, e que hoje ~se acham em poder dos
herdeiros desta, csto. sugeftos ao pagamento de
dividas do mesmo finado para com 0 casal do fal-
lecido Manoel Joaquim, e mesmo o espolio ainda
nao se acha todo partilhado, assim em qualquer
oceurreneia os herdeiros deste ernpreparo todos
os meios para rehaver os bens da heranca. onde
quer que ellos se adei.
Preoisa-.?c alugar escravas quitandeiras : na
ra do Nogueira n. 39,______________________
- Precisa-se do urna ama para cozinhar: na
ra da Imperatriz n. 50, padaria franceza.______
Manoel Jos da Silva, actualmente caixeiro
! do Sr. Antonio Francisco Martins de Miranda, faz
publico que de hoje em diante se assignar Ma-
noel Jos da Silva Araujo, por haver um outro com
igual nome.
lo eontractors :in Ilhe british barque Marg jord captain John G.
Moore requires the undonneiitioned anieles, to
eualdeher lo proceed ou her voyage to Liverpool.
Tenders must specify the price each article will be
supHlied at, separatey; such as Sails, Ropes. Spars
& C. with carpenter ad Blacksmiths work, said
Tenders tobe addressed to Ihe captain at the Bri-
?i-'i consulate, and Hiere to be opened in the pre-
1 sence of A. B. M. cnsul and of those concerned,
at noon on Monda) next the 23 rd. Just.
Foro top and Cross trees, Fore Yard, Fore Iopinast
Fore Iopgnt & Royal mast, Fore topgnt yard.
Main Iopgnt & Boyal mast
Fore Iop mast Rigging, Fore Iopgnt Back Stays.
Fore Boyal Back Stays.
Lanyans of Fore lopmt Back Stays.
All running Bigging connected to Fore lopse.
Fore & Iopgnt Sail and Roval.
Fore lopmt Slay sail, Standivg i Flying Jib.
One Iop mast studding Sail Boom.
too sots of studding Sail Gear.
. Main Iopgnt and Royal Gear.
: Fore Lifts.
1 One Iop Sail, One Mizen, One maih Iopgnt. Stay sail.
| One main Roval Stay sail, One Iopgnt Sail.
One Roval, One Fore lopmt Slaysail.
I One Fore Sail, One main Sail.
! 24 fiet of Iopgnt Bail.
i A quantiiN of Stocks.
Jron work. to man lopse sard and Fore (p.
Fore mast to be fished with two hard wood Slabs.
4 Bienes flck and 10, fut long each. With Jron
Hops.
Pernambuco, 21 th novr. 1863.
John G. Moore.
A mesa regedora da irmandade do Sanlissi-
rao Sacramento da freguezia de S. Frei Pedro Gon-
calves, convidada por S. Exc. Rvm." para acompa-
nhar a procisso de Corpus Christi, que tem de
sahir da igreja do Espirito Santo no dia 22 do
corrente, raga a todos os seus irmos que se reu-
nara na igreja do Corpo Santo no referido dia s
3 horas da Urde para dito fim.
O escrivao,
_ ______Manoel da Silva Nogueira._
Fuga-se por 20-5 a casa da ra do Jasuiim
n. 16 : a tratar na ra Velha n. 92, sobrado.
Precisa-se de um menino portuguez cora
pratica de taberna : na ra das Aguas-Verdes nu-
mero 48.
Confrarla de s. Jos d'Agonia.
O secretario da mesma, por dcliberacao da mesa
regedora convida a todos os seus irmaos compa-
recerem domingo 22 do corrente pelas 3 horas da
tarde, no respectivo consistorio, alim de encorpo-
rados acompanhar a procisso de Corpus Christi.
Joan Felippc da Costa Cordeiro.
Secretario._________
Antonio Joaquim de Brito, subdito portuguez,
retira-se para fra da provincia.
A viuva Bosa Jane, achando-se de vofta a sua
residencia, na ra de Santa Rila n. 61, e j no to-
do rcstabolecida dos sens incomniodo de sande.
avisa ao respeitavel publico que continua no exer-
cicio de sua arte de donttsfa.
TINTURARA.
Tinge-se com perfeifo para qualquer
c6r, e o mais barato possivel: na ra do
Rangel n. 38, segundo andar.
Casa grande.
Aluga-se o terceiro andar o soto da casa n. 51,
da ra da Cadeia do Becife com 5 janellas de
frente e muilos commodos para numerosa famifra.
tanto no andar romo no soto que o corrido en
toda a casa, ende tera quartos pata dormida e um
mirante em quinto andar para recreio, fresco e
bella vista ; a fallar com Jos Mana Seve ua liba
do Rato, ra do Seve n. 16. visinio a [tonte de
ferro que vai da mesma ilha para o theatro de
S'anta Isabel.
4VIS0.
Precisase de um Portuguez pequeo, com
pouca pratica, para urna taberna : a tratar na ta-
berna do Giriquity.
AMla
Na ra de Hortas n. 21. primeiro andar, preci-
sa-se de urna ama que saiba cozinhar e engommar.
Sociedade recreativa Nova liniu.
Por deliberaco tomada em sessao de 12 do
corrente e em virtude do art. 21 cap. 12 dos esta-
tutos da sociedade Nova L'niao, convido aos Srs.
socios a se reunirem as 10 horas da manliaa de
domingo 22 deste mez, para em assombla geral se
proceder a eleico da nova directoria. Sala da so-
ciedade Nova l'niao em 18 de novembro de 1863.
Miranda, soorotario._____________________
- Precisa-se de una preta escrava para cozi-
nhar e fazer compras, que seu aluguel nao exceda
de 14 : na ra do Queimado n. 16, loja de miu-
dezas.
Aluga-se a casa terrea n. 72 na ra Imperial,
com muitos comraados para grande familia : a
tratar na ra do Imperador, sobrado n. 2, entrada
pela ra de S. Francisco.
Maternus Lenz faz sciente ao respeitavel pu-
blico que o Sr. Joo Maria Bitanoourt deixou de
ser catxeiro de sua casa desde 18 deste mez.
Na loja do sobrado n. 7, da ra da Penha,
existe urna pessoa que se propde lavar e engom-
mar roupa, com toea a perfeioo,c por preoo com-
modos
Aluga-se una casa terrea nova na estrada
de Olinda no lugar de Santo Amaro das Salina-;,
confronte as casas do Sr. Antonio Jos Gomes do
Correio. com 2 salas, 3 quartos e cosinha fra : a
tratar na praca da Indcpend-moia n. ii, loja.
Desapparoeen das senarias do caes do Ra-
mos urna canoa grande que tinha cnnduzido carne
seora. tinha dentro urnas taboas de pinho que ser-
viam de lastro; desronfia-sc que fosse por agua
cima por nao ter tatoxa : portante quem a encon-
trar ou souber aonde existe, d partea bordo do
brigue Mara Isabel tundeado ao p da escadinha
do Collegio, ou ra do Trapiche n. 4, que ser
gratificado._____________________________________
Sitia para alugar-s*.
Aluga-se um grande sitio na estrada de Joao de
Barros, esquina da oncruzilhada de Bellem e estra-
da de Santo Amaro, com muito commoda e espa-
cpsa casa de vivenda e arvores fructferas de todas
as qualidades : quem o pretender, dirija-se ar
mesmo sitio, ou ra estreita do Rosario n. 32,
primeiro andar.
Precisa-sa de una ama para casa de pouca
familia : na ra da Senzala Velha n. 104._______
Precisa-se tomar a premio a quantia de rs.
5:0003000 dndo-sc por hypotheca um predio de
grande valor : a quem convier procure na praca
da Boa-Vista, primeiro andar n. 32.___________
O arrematante do imposto provincial de 2500
| por cabeca de gado vaceum que se matar para con-
I sumo deste municipio, previne pelo presente aos
senhores marchantes, que de hoje em diante nao
i permittir que estoja exposta carne venda sem
ser acompanhada de urna guia dada pelo recebedor
de dito imposto, no dia em que for mora a rez no
maladouro publico, cuja guia que prova que pa-
gou-se o respectivo imposto: sob pena de ser ap-
prehendida.
Irmandade das Almas da matriz
da Boa-Vista.
Por deliberaco da mesa regedora convido a to-
dos nossos irmaos. alim de comparecerem no con-
sistorio da mesma matriz domingo 22 do corrente
pelas 3 horas da tarde alim deem corporacao acom-
panharera a procisso de Corpus Christi para qual
fomos convidado pelo Exra. e Rvm. hispo dio-
cesano.
Consistorio da irmandade das Almas, 20 de no-
vembro de 1863.
O escrivao,
Manoel Domingues da Silva Jnior.
CRIADO.
Precisa-se de um criado que tambem entenda do
servieo de sitio, dando-se 1205 annuaes com co-
mida': na roa Nova n. 23, primeiro andar.
AVISO
Tendo a irmandade do SS. Sacramento da fre-
guezia de S. Jos de acompanhar a procisso de
Corpus Christi, para que foi convidada porS. Exc.
Rvm*, roga o juiz da mesma irmandade a todos os
seus irmos, para que se dignem comparecer na
igroja de N. S. do Terco, que serve de matriz, do-
mingo 22 do corrente,"pelas 3 horas da tarde.
Precisa-se alugar urna preta para cozinhar e
comprar para urna casa de pouca familia, prefe-
re-se escrava : a tratar na ra da Cruz n. 14, se-
gundo andar.
AMIGA-***:
urna casa moi agua, sita na ra do Padre Floriano
n. 4 : a tratar na ra da Praia n. 44.
rumio
Rogase ao Sr. Pompilio Nunes Pessoa, que an-
tes de retirar-se para o norte, dirija-se ra da
Praia n. 35 alim de liquidar o negocio que nao ig-
nora, e nao o fazendo se lancara mo dos meios
permittidos por lei.
Furtaram na madrugada de hontem 20 do
corrente, da Torre sitio da viuva do Sr. Gibson,
um cavallo preto, calcado dos 4 ps, com estrella
na testa e ceg do olho esquerdo : roga-se a quem
o pegar leva-To ao encentra Forno da Cal ou na
Ponte de l'choa sitio da mesma viuva que se re-
compensar bem o seu trabalho.
UMUUIO.
<2
Aluga-se urna exccllente ama escrava de boa
conducta, a qual sabe fazer todo servicp de casa
tanto externo como interno : na ra dos Pires nu-
mero 54.
Festa de anta Cecilia.
A mesa regedora da irmandade de Santa Cecilia,
erecta na igroja do Livramento desta cidade. faz
saber ao respeitavel publico, qBS tem de festejar
sua padrooira no dia 22 do corrente com vespera,
festa. sextas o Te-Deum, sendo oradores: da testa
o reverendo Sr. Antonio Manoel da Assuinpco, o
do Te-Deura o reverendo Sr. Leonardo Joo Grogo.
O professor Joao Jos de Paiva tocar no seu novo
instrumento Saxfonodiversas pecas de msicas
escolhidas. Findo o Te-Deum seguir-se-ba a tira-
da da bandeira, e depois queimar-se-ha um lindo
fogo de vista. A mesa regedora pede aos morado-
ros das ras do Livramento, Penha c Direita. o ob-
sequio de illuminarem as frentes de suas casas as
noilos dos dias 21 e 22 para melhor bnlhaBtismo
dos actos, de que ficaro sumamente gratos.
Inn ii aded-liMn- Espirito Santo
erecta no convento de S. Francisco.
Por ordem da mesa regedora convido a todos os
nossos irmos para comparecerem no dia 22 do
corrente, pelas 3 horas da tarde, para acompanliai -
mos a procisso de Corpus Christi.
Recite, 19 de novembro de 1863.
Manoel Cardoso de Souza.
_________Escrivao.___________
Ainda est por alugar a casa da ilha do Re-
tiro, de preeo de 150J, com commodos para fami-
lia, muito boa visinhanca, muito fresca, e cora ex-
cellente banho na porta", por ficar margem do Ca-
pibaribe, junto a ponte da Passagem da Magdale-
na : a tratar com Joaquim Antonio Pereira. ra
larga do Rosario, ou cora o tutor L. M. B. Valonea.
O abaixo assignado tendo contratado com os
Srs. Joaquim Ignacio Pessoa de Siqneirae Jos Ca-
raelloPessoa de Siqucira Cavalcanti Jnior a com-
pra do engenho Leo na freguezia da Eseada.c
nao se chegando a logalisar esse negocio por es-
criptura publica, declara que ficam projudicadas as
letras que passou aos mesmos senhore-, na m|H>r-
tancia de 36:0004000, visto que sao ellas prove-
nientes desse negocio.
Joo Pranctseo Lopes.
Periedico critico e jaca .
Segunda-feira 23 do corrente sahir luz esse
interessante peridico que continuar a ser publi-
cado as segundas e quints-feiras. Vende-se pe-
lo crescido preeo de 40 rs. cada numero na typo-
graphia da ra da Imperatriz n. 31, e as ras do
Imperador n.67, Nova n. 11, e da Praia n. 32.
Maria Manoela do Naseimento, que oiltr ora
festejava na ra do Senhor Bom lesas das Creoo-
las a veneranda imagem desta dettomfoiacno, avisa
s pessoas devotas do mesmo Senlior da ra do
Senhor Bam Jesits dns Creoulns. que mudou-se
para o Caminata Nwve n. 40, onde, continuando no
mesmo servieo, par mete d* solemnisaco dalia,
espera qne ser jalada pelo referidos devotas ce-
rno d'antes.
. Ama de leite.
Precisa-se de urna ama de leite. paga-se bera :
na rna do Vigario n. 3, taberna, se dir quera
precisa.
AMA
Na rna da Cadeia do Recife n. 13, terceiro andar,
precisase de ama ama para corinhar preferindo-
se captiva.__________________________
Quem precisar de urna ama de leite era
abundancia, a qual livre, procure na ra do Pi-
lar n. 93. ____________________________
ESPANADORES.
Na ra da Soledade n. 23, defronte do sitio ou-
tr'ora denominado jardim publico, apromptam-se
quaesquer encommendas de espanadores com a
maior presteza e perfeicao, e por preeps mais ra-
zoaveis do que em outra qualquer parte, em razo
de haver prompta grande liarte delles._________
Perden-se
na quarta-feira 18 do corrente mez um bilhote in-
teiro da lotera desta provincia de n. 853, caja lo-
tera se extrahir sabhado ti do corrente, perten-
cente ao abaixo assignado : roga-se, pois, ao Sr.
thesonreire das loterias nao pagar a outrem o pre-
mio que por serie possa sabir era dito bilhete, sen
oue o abaixo assignado possa justificar.
Gailherme Antonio de Siqueira.
SEGUROS DE VIDA EM MTUAUDADE.
A direccio do BANCO UNLlO tendo obtide de governo de S. M. F. a autorisacao para estable-
cer o seguro de vidas em mutualidades, faz publico que desde j toma subscrip?6es annuaes por nma
s vezTdebaixo das seguintes condicSes :
Com perda de capital e lucros;
Dito capital somonte;
Dito lucros sement;
devendo a primeira liquidacJo ter lugar no 1 de Janeiro de 1859.
As vantagens do emprego de capitaes em mutualidade, sao obvias, poRpe nao someMe se co-
in o juro de quantias diminutas, de que avulsas se nio poderia tirar nenhnm resultado; asas alora
disso este rendimento augmentado pelo capital ou lucros, ou ambas as cousas, conforme as ooadicoes
da subscripco, dos que fallecem. Tambem partido pelos socios sobreviventes tudo .aillo que os so-
cios morosos nos seus pagamentos, sao por este motivo bbrigados a pagar, bem como cadueidades que
occorrerem pela falta de cumplimento do compromisso social.
As liquidacoes sao polo systema dascompanhias hespanhoUs, Tutelar e outras ; e parase poder
fazer urna idea do que pode produzir urna entrada annual de 104, publica-se a seguinto tabella basta-
da sobre a experiencia de muitos annos de companhias desta natureza :
En S annos Em 10 aunes E_ 1 anaes F.m 20 aanes 3 anos
Per um menino de 1 dia a 1 anno 1104 4004 M04
. de 1 amo a 1 004 3004 7504
, i de a i M4 2904 7204
> de 3 a 4 864 2804 7104
t de 4 a 15 Por urna pessoa de 15 SO 884 864 2704 2704 7004
* de 20 > a 30 i 864 2704 7104
. de 39 40 . 864 2704 7204
> de 40 > a SO 904 3004 7304
2:J04 4:7064
1:7004 3:7004
1.6004 3:5004
1.5604 3:4004
1:5504 1:840* 3:3604 3:5304
1.5104 3:4004
1:6000 3:7004
1.8004 5:0004
As entradas por ura* s vez do resultados muito superiores s annuaes.
Porto, 10 de agosto de 1863.Os directores do Saneo Uaiao, Jt*a Sih* MaekmU.~F. M. Ma
__M* fV ianfl,r\t*t i i
Agentes en Pernamlmco Antonio4ia de Oliveira XzeVeivaV&'Tua'Qb Crox n. 1.
DATA INCORRETA
?-
i.


-


1


Diario de rernambuco sabbado 91 de \ovr rubro de 183.
NOY ESTABELECIMEffTO DE MEDICINA H0ME0PATHK1
IOTA \OVi N. 43.

O Dr. Sabino O. L. Piano mudou o seu CONSULTORIO para a loja de marmor*
na Novan. 43, onde continua a dar consultas tod06-esdiasuteis desde o meio dia at
2 horas.
Os enfermos, que o preGur-em logo na invasSo da molestia, sem que hajam to-
mado qualqoer remedio, nena aUopathico, nem homeopathico, pagarlo metade dosprecoi
estipulados. Esta concess3o ten por fim facilitar a cura de molestias, que podem tornar-
se complicadas pelos emprego intempestivo da therapeutica e ao mesmo tempo adquirir
para a homeopathia maior numero de adeptos peta toateza da cura.
Em attenco as pessoas pobres, que nao podem sahir de dia, o Dr. Sabino resol-
veu dar dues consultas por emanas as tercas e 6extas-feiras das seis as sete horas da
noite.
Os chamados para visitos e conferencias devem ser dirjgidos por escripto ao con-
sultorio desde 8 horas do dia t 8 da noite, na certeza de que sero attendidos aa orden
de sua preeedencia, salva a circumstancia de eminente perigo.
ADVERTENCIA.
O novo consultorio esta (prvido dos melhores medicamentos, desde a primeiri
at a trigsima dynaminjsaco.
E como os mdicos hespanhes e allemes nao cessam de certificar a major effi-
cacia das ultissimas dynaminisaees do tratamento das molestias chronicas, o Dr. Sabino se
occupa agora de elevar os seus'medicamentos s potencias mais altas ( por ora at 200.a),
afim de verificar por si mesmo a forca dynamica, que se Ihe attribue.
Os mdicos, que quizerem experimentar taes dynaminiscSes podero dirigir ao
consultorio suas receitas, que serao aviadas gratuitamente para os pobres.
No mesmo consultorio se vende a novissima edico do Thesouro homeopathico
ou Vademtoum do homeopata, obra indispensavel a dos que querem usar da homeo-
pathia.
Tudo o que diz respeito .nova medicina se acha abundantemente neste novo estabe-
aecimento. I
..... ~--------------------------- i i.
Ao n. 29.
Nova loja dos iaratciros na ra do Queimado.
Velludo de ores fazenda muito boa o covado
3000, baRes de panno 3*200, tos de arcos
3*000, 4*000 e 5*000, Lias de duas larguras
para vestido o covado 500 rs., chitos francezas o
covado 868 rs., metim brinco para forro de
vestido o covado 120 rs., tarlatanas de todas as
cores a vara 720 rs.
Ao i. 29.
Nava loja dos barateires na ra 4o Queimado.
Vw~.u. ruuino wuipm uus bous iuui itjnzes
ram- ,hets 8arantidos, lembra-lhe a vantagem que ha
b'rlietoTca de 12ajarTasd7*J0SIniStaSS- Sera utrVS10ffi5l,iP?r "T
cada Para<*rtina(>o a peca de 22 varas 410*000. EKEiS^
CASA DA FORTUNA
Bilhetes garantidos
A' ra do Crespo n. 23 e casas da costume
Ao lO.OOOJfOOO.
HOJE
se extrabir a sexta parte da primeira lotera pelo
plano das loteras extraordinarias, beneficio da
innandade do Senhor Bom Jess da Via-Sacra.
Oabaixo assignado, recommendando ao res-
Cassa lisa_pe..e de 6vo a peca 7*500, l brala EE.5SS Sr!te\Tn^^ S
- Hernn 19 do crreme das 6 horas da lar I .- Vndese, permutase e tambero se aluea um
:asni.nn1t,inarmpm,i de s 9 da uoite,do armazem do Sr. Loyo, indo pelo
caes at o trapiche da companhia, perdeu-se urna
earteiracontendo o seguinte, pertencente Eva-
risto Teixeira Pinto Gomes : una letra da quantia
de 210*000, sacada era 16 de outubro do correntc
anuo, a vencer-se em 16 de dezembro
aceita por Antonio P. Das; urna dita
400*, em vlrtude dos
|ue Ihe fai
l que ven
, que pag;. _
Nova loja dosbarateiros na ra do Queimado. ^iifn*dojmJ,ortancia de ditos descontos," aconte" tabofetto con
de 150*, sacada em 16 do correntc, a vencer em j doRangel.
31 de Janeiro de 1864, aceita por Manoel Eduvir-
ges da Silva e Andr B. Soares; um recibo de
174* passado por Jos Maria de Castro, e diversos
recibos pequeos e juntamente cartas e contas, in-
clusivamente raeio bilhete n. 726 da lotera que
amanilla corre na matriz do Rosario de Santo An-
tonio nesta capital, que desde esta data tenho avi-
sado ao Sr. thesoureiro das ditas loteras nao
sitios dos Srs. Dr. Perreira e Paul Jos Gont,
com casa de sufflnentes coramodus, circulada de
copiares, tendo o sitio boa cerca de limoeiros em
roda, diversos arvoredos, cacimba de agua de be-
do mesmo, ber, e um tefheiro que serve para estribarla a
da quantia tratar no segundo andar do sobrado n. 36 da ra
Vende-se urna mua propria
Ao n. 29.
molas finas jura senhoras a duzia 4*000, chales, Z "Z.'^rk IlV' i T uwe sado "
de laa ponto redonda 32*500. ^^' JlS ts mas K n^i^n'lf31'^ em V? *r bilhete D 1 "he poder sahir por sor
nuantto m,isT 2 \X?nT "J "* ld-'to te nio ao Pr<>Prio. achar asignado
quantia emais a de 1.600* que pagara oabaixo no dito bilhete e ser snciedide ahnim
, assignado, importancia de ditos descop --
Bicos pretos de linho a vara 120, 160 240, 32 cend0 mesmo com as outras sortes.
rs., franjas de seda a vara 80 e 160 rs., galdes
de seda de algodo e de laa para enfeites de vesti-
do a peca de 10 e 15 varas a 400, botdes de seda
de velludo-e de fusto duzias 120.
AURORA
LARGO HA
RRILHAJVTE.
K* U
SANTA CRUZ.
francisco Jos Farnandes Pires, dono o grande estabelecimento de mo-
Ihados denominado AUBORA BRILHANTE, avisa ao respeitavel publico tanto j|
da praca cwmo de fra, e com especialidade aosseus freguezes, que o seu estabe-
lecimento acha-se prvido denovo sortimento debons gneros tanto do paizco^
mo do estnngeiro e proaiette vender muito em^onta tanto a retalhocomo em
grosso:
Manteigaiogleza flor a libra l800,900 e 1*000 Amendoas novas a libra 240 e .
u baile do auniversario do
clah^omiaeicial tcr logar na
M noite d<> da 22 do corenle mez.
Os bilhetes garantidos pelo abaixo assignado, le-
varao a sua assignatura de chancella atravessada
na frente do bilhete.
Os premio maiores de 20* sero pagos urna
hora aepois da extraccao.
Presos.
Bilhetes inteiros..... 12*000
Heios bilhetes...... 6*000
Para as pessoas que comprarem
de 100* para cima.
Bilhetes........ 11*200
Meios......... 5*600
__________________Manoel Martins Fiuza.
Aluga-se a loja do sobrado n. 193 da ra Im-
perial, e o armazem n. 4 da ra de Apollo : na ra
da Aurora n. 36.____________
Aluga-se o primeiro andar da ra do Crespo
n. 23 ; a tratar na loja. __________
Aluga-se o sitio da senhora viuva Carvalho,
em S. Jos do Manguind, com boa casa de sobra-
o mesmo
de i ni u das letras :
a dito carteira restitui-
peco a pessoa que achou
la a seu dono com os papis que tem, e com toda' de algodo, boje tao apreciado*^ no nosso mercado
para viagena :
quem pretender, dinja-se a cavallance do Sr. Tho-
maz, no largo do Caplm, ou ra Formosan. 17.
Vendem-se duas grades de ierre por preco
commodo : na ra Direito n. 46.
Vende-se urna rica parelha de burros rauita
novos e mancos : na ra do Sol, cocheira do Cosa
numero 23._____________________________
Trras de algod.
Vendem-se dous sitios prximos villa do Li-
moelro, cora bastantes trras proprias de plantocao
a generesidade recompensarei. Recife 20 de no
verabro de 1863.
Evaristo Pereira Pinto Gomes.
Socledade de seguros mutuos
de vida installada pelo Banco
l'nio na cldade do Porto.
Os agentes nesta cidade e provincia Antonio
Luiz de Ofiveira Azevede & C escriptorip na ra
da Cruz do Recite n. 1, esto autorisados desde ja
a tomar asignaturas e prestar todos os esclarec
mentos que forem necessarios, as pessoas que de
... n v*mu -j. Tv-ys \m\* .mili* UUIIIU, \yUIXJ UIM LIUO UU WIJI fl"
sejarem concorrer para too ut e benfica erapre- do,%esteiiada, qurtos para criados, estribarla.
za, segurando um futuro lisongeiro aos associados.
Tende-se arrematado em praca do juizo com-
raercial urna casa terrea n. 43, na ra das Calca-
das, com a rente para o largo da fortaleza, preci-
sa-se saber o o solo foreiro ; se achar com esse direito, dirija-se ao caes do Ra-
mos n. 6.
O bacharel Francisco Gomes Velloso
de Albuquerque Lins tem o seu escriptorio
de advogacia; na ra do Queimado n. 41,
1. andar, frente para a praca de Pedro II*
fp* Viras, baixa'de capim
r qu.-m trato do alugnel.
no mesmo sitio se di-
Dito francoza nova em barril a '60
e a libra......600
Presuntos de Lainego a libra 400
Cognac a garrafa a 1* e i&iSO
Azeite refiuado a garrafa. 1*000
Espermacele.muito alvo a 600, 700 e 800
Arroba de velas do Aracaty a 10* e
libra 320, .850 c.....400
95 Caixlnhas com ameixas francezas a 1*800
jg Latas de 2 2 e 6 libras a 1*400,
33 *400e......A*60
^ Caixinhas eom>3 libras de passas no-
W vasa.......3000
9 Ditas com figos.a 1*400 2*400
!!R Latas de 4 libras de bolacha de soda
u muito nova a 2*000
w 1 Ditas com bscoatos inglczes, eraereoel
xK victoria, misides e ovos, pequi-
'fo niq e outras qualidadcs novas a 1*600
j^S'iMtas com maruielada nova a libra
3g 720 e......800
w Pitas com fructoseci calda a 500
\* Ditas com ervilnas francezas 720
^ Ditos com maesa de tomates a 640 e 720
4- &tos com pa'xe em posto muito bem
^r preparado. ... 1*300
3 Dita de Lisboa savel, salmonete, caxu-
*fe r.o, pargo e sutros a 1*200
^j Dhas com ostra* americanas a .800
j Chcrutos finos ba grande quantidade
do caixas e raeias.
320
480
240
160
Massas surtidas para sopa a bra
Ervilhas verdes para sopa a libra
Grao de bico arroba 4*500 e libra .
Toucinho de Lisboa arroba 12* e li-
bra ... .400
Queijos do vapor a 2*500 c do passado 2*000
Dito prato a libra a 640 e .. .720
Caf primeira qualidade do Rio e Cea-
r a 320 c segunda a .280
Arroba de arroz a 3* e libra 100
Mariis com azeitonas a 1*300 ;
Vasos com sal refinado a 50 >
Alpisto arroba 5* e libra. 160
Scrvi'ja de differentes marcas superio-
,..rcs......*
vinhos especiaes em caixas de urna l
duza de garrafas a 14*, 16* e .18*000 >M
a 9
BANHOS PBLICOS.
Pateo do Carino.
A abertura deste estabelecimento das
6 horas da manhaa at s 10 da noile, o
publico encontrar banhos fros, momos
e medicinaes, vontode das pessoas com
todo o asseio possivel.
1 &mmmxmmmm
Continua a haver pao de senteio novo nos das
1 quartas e sabbados de cada semana, na padaria
em Santo Amaro ae p da fundicao, na ra'da Im-
peratriz n. 22, e ra do Brum, confronte o chafa-
riz n. 47, ra das Cruzes, deposito n. 39, na Pas-
sagem, taberna da esquina do Sr. Bento, que vira
para o Remedio, e no armazem progresso, largo
da Penha n. 10.
Aitencao
Na ra estreitodo Rosario n. 19 trabalha-se com
toda a perfeiQo em bordados e flores de todas as
qualidadcs, apromptam-se ricas grinaldas e boquets
para casamentes e bailes, d-se tamben 1 ligues de
flores s familias que quizerem aprender.
Anda est por alugar-se o segundo an
dar do sobrado n. 44, em a ra da Anro
ra : quem o quizer dirija-se esto mes
ma ra easa n. 10.
Ditos de Lisboa, Figueira e Porto a
garrafa a 400, 480, 560, 640, 800 e 1*000
Dito branco de Figueira, Lisboa e Por-
to a 640, 720 e .800
Espirito de vinho de 38 graos a 280
Frascos com genebra de Hollanda e
laranja a 640 e 1*000
Ditos com conservas a 400 e 800
Saceos grandes com farelo marca N
a 4*500.....SSflOO
Ditas com farinha muito fina a 4*500
Ditos com milhoe arroz de casca. 4*000
Ditas com farinha para animaes 2*500
Caixas com 100 charutos com furo a 640
.Weia-agna de 6 rs.
Na ra do Gazometro ha para alugar urna meia-
agua propria para homem solteiro, tendo porta e
janella com vidraca, e quintal na frente com por-
lao : a tratar no sobrado ao norte da fabrica
mantera do rio ; onde existe outra de prego de
12*000 com mais commodos.
DENTISTA DE PARS
19Ra Nova-19
Frederico Gutier, cirurgiao dentista,
faz todas as operacoes de sua arte, e col-
loca dentes artificiaos, tudo com superio-
ridade e perfeicao, que as pessoas enten-
didas Ihe reconhecem.
Tem agua e pos dentificio.
@j\MS
PARA AliUCAR
Aluga-se urna boa casa terrea com grande sotao
e coeinha fra, um pequeo quintal e eacimba, na
ra da Concordia n. 63, urna mei-agua cora com-
modos para pequea familia, na ra da Palma n.
96, por procos commodos : a tratar na ra 4o
Queimado, loja de fazendas n. 41.
Precisa-se de umaama para engommar : na
ra estreito do Rosario n. 31, terceiro andar.
- Precisa-se fallar com o Sr. Ignacio
Vicira de Mello, escrvo em Xazarelh,
sobre negocio qne o mesmo senhor nao
iis.mii' 1; na ra do Crespo luja de fa-
zendas 11. 7.
E\Sit\0 K PRIPARATOR Kl
Geographia e historia
Arithmetica e geometra
Franccz.
A' ra do Queimado n. 30, primeiro
i andar, de 1 horaem diante.
PRE8TEM TODA ATTENCO
PROTEJAM TODOS.
'sojae-Hiqei saiomoui sop sbjjoj se sepoj op oiubj o oueid wed seoisujij
j ipcMu o 'sjoog '' -' 'Je.) op scuy sesseo somopuo^
"OpBAOO 0 -SJ 005 B SBBT SOJOO op BJIU19SB3 3p SBdBJ[)
so|oq ojiaiu shb| p sojjon
SBpi'pjOq SBjBS
0B|cq scieg
sonbJBquioiiBS
SBtoad sedey
B||
[-eji op Bqjed op SBUi|odeqn
oiso8 ojjaui op sbodeqo
sepas
'equEinOHV o
Bssiag sue- pjj3je|gui op ejnuojip tao sepau espuazej op otuomijjos opeueA o ouoq-um
CBjeJiuoju* xa :\\ iqe 'oiuatuu-i|oqB|so o|[aq osss e sejoqaas -SBUixa ujBtojoJd
soptpjoq
soouBjq ;opiiso.\ ap soijog
tf88-e sojojd sdjafoiuBK
bju3j Biun op soepo^iv
i:o|ii:is.ijiii sopoiv
BJad b ffs 3 j<
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SEjiuoq iiiimu sbiiuj
som|Bd of ep ojuBiujy
oqu| op BiiUBiojg
oqui| p sooinsg
BSUBJq spas op
soptAoa os o eiuem Je]\a
'apuo|q op
soqn||
sopijso* SO0JH
SVK'i
UV111A S3HI09 3S0T
HI
fi 11 mUdi-} op enj t; sepuazvj ap oiuaiuijjj ji|k)si d)ae|Jodmi oy
T5IDIS3 IS (01
S0UM9NVHIS3 3 SONVDiaWVMHad^
f^5-SS^
^^^W^
DE
DE
i. VIGNES.
*. &&. RA BO IMPERADOR X. 55.
Os panos deeta antiga abrica sao hoje assac conhecidos para que seja necessario insistir sobre a
se* supenondade, vantogens* garantas qu* ofTouecem aos compradores, qualidades estos ineontesto-
v^squ ediles tem definitivamente conquistado -sobre todos os que tem apparecido nesta praea ; pos-
SUOSO um teclado e machinismo que obedecom todas as vonades e.caprichos das pianistos,sem
nunca Jalnar, por seeem fabricados de proposito, e ter-se feito ltimamente melhoraraentos impertan-
tissimos para o clitna deste paiz; quanto s votes sao melodiosas e flautadas, e por isto muito amada-
veis aos ouvidos dos apreciadore*.
Pazem-e conforme as encomtBendas, tonto nesta abrica como nado Sr. Hondel, de Paris socio
correspondente de J. Vigaes, em cuja capital foram sempre premiados em todas as exposicoes.
Xo mesmo estabelecimento se acha sempre um esplendido e variado sortimento de msicas dos
melhores compositores da Europa, assvn como harmnicos e pianos nanDonicos, aendo todo vendido
por precos muito razoaveis.
CASA DE SAUDE
Em Sanio Acian
De Dr. MI!va Ramos.
nico estabelecimento desto natureza
que existe entre nos, montado do modo
que pode com todo o commodo e zelo tra-
tar qualquer doente, que nella soja reco-
Ihido.
O edificio magestoso e conserva-se
em perfeito estado de lmpeza e conve-
nientemente mobiliado.
Os doentes sao separados, segundo os
sexos, natureza das molestias e condicoes
sociaes.
Ha quartos fortificados para os aliena-
dos, e urna enfermara para as partu-
rientes.
O proprietorio encarrega-se de qual-
quer operaran.
O estobefecimenlo franqueado qual-
quer pessoa que o queira visitar.
Primeira classe 35000diarios.
Segunda dita.... 2500
Terceira dito.... 2*000
Para que qualquer doente sejaali rece-
bido, basto que se mande onome do doen-
te e da pessoa que o remette, com a de-
claraeao da morada.
O proprietorio aceito contratos annuaes
com qualquer que queira ter um ou mais
leitos sua disposicao.
Urna mulher portugueza,chegada ha 3 dias a
esta cidade, deseja accommodar-se como ama era
caa de alguma familia, a qual sabe engommar e
fallar o inglez : na ra do Brum n. 41.
Ao publico.
Est aberta a subscripcao na praca da Indepen-
dencia ns. 6 e 8, para a impressao de um periodi-
|co poltico, que ter por titulo o Nacional. O seu
programma j foi manifestado nos Diarios de Per-
uambuco do mez de setembro prximo passado.
, Subscreve-se a 3 por trimestre, pagos adiantodo.
Logo que se obtenba sufflciente numero de assg-
; nantes sahir o primeiro numero. O Nacional ser
pulihcadcyem grande formato, duas vezes por se-
! mana
PREITO AVERDADE
Pelo presente atiesto, e juro se preciso for, que
soffrendo longo tempo de urna Dflamma{o de fl-
gado, nao pude obter melhoras em quanto nao re-
corr as chapas medicinaes do Sr. Ricardo Kirk,
com escriptorio na ra do Parto n. 119, com o uso
das quaes fiquei completamente restablecido em
28 das.
Rendendo este preito verdade, e annuindo ao
pedido de escrever tal declaracao, creio tombem
fazer um servico aos que por desventura sofrerem I
da molestia que eu soffria.
Pedro Bernardino de Moura, redactor do jornal
Echo do Sul.
Rio Grande do Sul 12 de agosto de 1863.
Reconheco verdadeira a assignatura supra. Rio
Grande do Sul 17 de agosto de 1863.
Em testemunho da verdadeO tabelio,
Manoel dos Santos do Nascimento.
(Extrahido dos jomaos do Commercio, Mercantil
e Diario, Rio de Janeiro em 30 de agosto de 1863).
sendo um denominado daDelphina e outro
Tres Lagas- : trato-se no Recife eom Francisco
de Miranda Leal Seve, ou Jos Mana Seve, ambos
moradores na ilha dos Ratos, ra do Seve ns. le
16, visinho ponte de ferro que vai da mesma ilha
para o theatro de Santo Isabel.
Vende-se a taberna da ra Direito n. 25, sor-
tida e bem afreguezada : a tratar na mesma.
ptima paragem.
Vende-se a taberna da ra da Concordia n. 12 :
a tratar na mesma. _______________________
- Vende-se um palanquim novo de cortinas
douradas, com um pequeo defeito embaixo das
cortinas, por prego commodo : a tratar na ra do
Hospicio n. 22.
Ventura, Les femmes de l'Evangile, Mere de Dieu,.
Ecole des miracles, H. Pinto, Imagem da Vida
Christoa, V. de Abrantes, Missao especial, Maga-
lhes, Tamoios, Le Bretn, Pompea, Diabo Cxo,
Du Chalelet, Prostitu ion, Guisot, Revolution, O.
Mendes, Eneida, V. Hugo, Contemplations: na ra
estrella do Rosario n. 12, loja.
Na ra da Cruz n. 34 precisase fallar ao Sr.
Antonio Augusto de Amorim, escriptorio de Abreu
& Veras.
COMPRAS.
Compra-se urna carroca e pipa para vender
agua : na ra estreito do Rosario n. 29, loja de
funileiro e lampista.
Su I.
Compra-se urna balanca grande
pegar at 20 arrobas: na ra Nova de
n. 6o ou 70.
que possa
Santo Rito
f.arral'o.s pequeos.
No armazem da aurora brilhante largo da Santo
Cruz n. 84, compra-se garrames pequeos a 320.
Compra-se urna escrava moca que seja boa
costureira e engomraadeira : na ra do Crespo
numero 17.
Compra-se effectivamente ouro e prata em
obras velhas: na praca da Independencia n. 22,
loa de bilhetes.
Compra-se cobre e lato velho
na ra da Cadeia do Kecife n. 36, pri-
meiro andar.
Compra-se um escravo de 38 a 40 annos, que
entenda do servico de sitio : na ra do Queimado
n. 13, primeiro andar.
VENDAS.
Vendem-se quatro casas, duas grandes e duas
pequeas, na ra Imperial, por preco commodo : a
tratar na mesma ra Imperial n. 284.
Vende-se papel para embrulho, sendo do jor-
naes e peridicos : na ra do Imperador n. 13.
CiarrafSes.
Compram-se garrafoes de todos os tamanhos a
320 rs.: no armazem di aurora brilhante, largo
da Santo Cruz n. 84.
Aluga-se por preco commodo o segundo an-
' dar da ra da Senzala Velha nj 48 : a tratar na
loja do mesmo.
Farinha e niilho.
Milho novo e farinha muilo superior e semgost
ruima 45 e 45300 o sacco: no armazem da auro-
ra brilhante. largo da Santa Cruz n. 84.
A bordo da barca ingleza Recife vende-se sal do
superior qualidade : a tratar com Jos Joaquim
Alves, na ra Nova n. 69.
Toalhas.
Na ra do Apollo n. 20, vendem-se toalhas do
linho do Porto, com labyrintho e bico as pontas,
pelo barato prc^o de 25j a duzia.
Farinha de mandioca,
Vende-se superior farinha de mandioca da pro-
vincia de Santo Camarina, a fiordo do brgne ori-
ental Protegido, fundeado defronte dos navios atra-
cados ao trapiche Baro do Livramento; para me-
Ihor se distinguir o navio tem i?ad urna bandeira
com o nome em letras azues. Vende-se a farinha
a bordo, ou na ra da Cruz n. 23, primeiro andarr
escriptorio de Antonio de Almeida Gomes.
% i# o cento.
Na taberna do Campos ra do Imperador n. 28
vende-se o cento dos charutos suissos a 1-3.
Leite no Recife.
Do dia 17 em diante haver leite liquido a 320
rs. a garrafa : no oitao do predio da ra da Cadeia
do Recife em frente do passadico
Cal de Lisboa
a mais nova do mercado : na ra do Vigario n.
19, prieirmo andar.________________________
Botinas para noivas.
Chegaram no ultimo vapor francez as mais in-
teressantes bolinas para casamentes, bailes, etc.,
etc. : na loja dos vapores, ra Nova n. 7.
Baloes de 30,
Queimado n. 44.
'ec hincha.
35 e 40 arcos a 35 : na ra do
Piano para aprender.
Vende-se um piano em muito bom estado, que
apenas falto ser aliado, proprio para quem quer
aprender, pois vende-se por um prcQO que at o
comprador se ha de admirar visto : trato-se na
taberna nova da ra do Principe junte Soledade.
Vende-se no hotel da Europa ra do Trapi
che n. 12, urna mulata de 20 annos, sabendo cosi-
nhar, coser e engommar soflrivelmente, por preco
commodo.
Kass e tennent.
Mello Lobo C. vendem cerveja das verdadei-
ras marcas cima, no seu armazem da ra da Cruz
n. 63.
Aluga-se una casa
tratar com J. I. de M.
Trapiche, n 31.
em Bebiribe ; a
Reg, na ra do
O Dr. Carolino Francisco de Lima Sao-
tos, continua a residir na ra do Impe-
rador n. 17, 2. andar, onde pode ser pro-
curado a qualquer hora do dia e da noite
para o exercieio de sua profisso de me-
dico ; sendo que os chamados, depois de
meio dia at 4 horas da tarde, devem ser
deixados por escripia O referido Dr.
nfw abandonando nunca o estudo das
molestias do interior, prosegue, eom o
maior afflnco, iv das mais difflceis e deli-
ciidas.operacoes, como sejam dos oreaos
| Aunoarws, dos olhos, partos, etc.
Aluga-se urna casa e sitio na tcavessa da Ca-
punga para a Baixa Verde, defronte do portao do
sitio do Araaxes : trato-se por anno ou por festo,
uo mesmo sitio, ou na ra da Cadeia da Recife n.
25, sobrado.
fc
O 8r. Lu Paulino Cavalcanti de Al-
buquerque, tem ama carta nesta typographa.
Precisa-se da um caixeiro para taberna de
12 a 14 annos de idade : para tratar na roa Di-
iUdosAfogado$n. 36, nwfei^se^Dortofoex.
Joao da Silva Ramos, medico pela un-
versidade do Coimora d consultos em
sua easa na ra Nova n. 50, das 8 s 10
horas da manhaa e das 4 s 6 da tarde e
recebe igualmente convites para dentro
ou fora da cidade com o fim de se en-
carregar de qualquer servieo de sua pro-
fisso.
Os chamados devero vir por escripto.
Ordem terceira do (armo do
Recife.
A mesa regedora da veneravel ordem terceira do
Carino convida a todos os seusrhari6simosirmos
para comparecerem na igreja da mesma paramen-
tados com seus habites, no dia 22 do corrente, pe-
las 3 lloras da tarde, para acompanhar a procisso
de Corpus Cristi.
Secretaria da ordem terceira do Carmo do Reci-
fe 18 de flovembro de 1863.O secretorio,
Francisco Jos dos Santos Jnior.
R0SARI0-3
Francisco Pinto Ozorio contina a col-
locar dentes artificiaos tonto por meio de
molas como pela presso do ar, nao re-
cebe paga alguma sem que as obras nao
fiquem a vontode de seus donos, tem ps
e outras preparacoes as mais acreditadas
para conservacao da bocea.
Irmandade do Divino Espirito
Manto.
De ordem da mesa regedora convido a todos os
nossos charissiaios irmos comparecerem em
nossa igreja domingo 22 do corrente. s 3 horas da
tarde, afim de eneorporados, acorapanharmos a
procisso de Corpus Christi que tem de sahir de nos-
a igreja, e para a qual fomos convidados pelo
Exm. e Rvm. Sr. Bispo Diocesano. Consistorio da
irmandade do Divino Espirito Santo 18 de novem-
brode 1863.O escrivo,
Antonio Augusto dos Santos Porto.
A 1$ a groza.
Na taberna do Campos na ra do Imperador n.
28. vende-se a 15 a groza de caixinhas de phos-
phoros.
I.'ntfilho.
D-se poreao de entulho de cauca, metralha e
mesmo algumas pedras a quem o queira conduzir
da ra da Cruz no bairro do Recite : a fallar no-
armazem n. 33.
FARINHA FONTANA. ~
Farinha da muito acrlHa la marca
Fontana desembarcada boje, vende-se
por preco mais commodo do que em
qualquer outra parte : na roa da Cruz
n. 4 asa de \. 0. Bielier k C. succes-
sore>.
i'-ua da Scnzalla n. 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston C,
sellins e silhes inglezcs, candieiros e casti-
caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
chicotes para carros e montara, arreios para
carros de um e dous cavallos, e relogios de
ouro patente inglez.
Em casa de Mills Lathara <5 C, na ra d-
Cruz n. 38, vende-se ferro galvanisado de um doa
melhores fabricantes inglezes, proprio para cobers
tas de casas.
SDftflfffl?U HU & FSfi
Companhia fldelh
seguro martimos e ter-
restres estabeleelda no
Rio de Janeiro.
AGENTES KM PfPNAMBDCO
AiWmio Luiz de Olireira Aievedo & C.,
competentemente autorisados pela direc-
tora da companhia de seguros Fidelida-
de, tomam seguros de navios, mercado-
ras e predios no seu escriptorio ra da
Cruz n .1.
O gr. Jos Ignacio de Mendonca tem tuna
carta vinda do Rio de Janeiro, na livraria ns. 6>fl
da praca da Independencia.
Naque* sobre Portugal.
Oabaixo assignado, agente do banco
mercantil Portuense nesta cidade, saca ef-
fectivamente por todos os paquetes sobre
o mesmo bance para o Porto e Lisboa, por
Jualquer somma, visto e a prazo, po-
endo logo os saques a prazo serem des-
contodos no mesmo banco, na razao de 4
por cento ao anno aos portadores que as-
sim Ihe convier : as mas do Crespo n.
8 ou do Imperador n. SI.
Joaquim da Silva Castro
Na botica do pateo do Carmo precisa-se de
qukandeiras para vender pelas ras, alugadas.
Oabaixo assignado faz sciente. ao respeitavel
publico e especialmente ao corpo do commercio,
que o Sr. Antonio Bento de Campos deixou de ter
gerencia nos seus negocios desde o dia 12 do cor-
rente mez. Recife 14 de novembro de 1863.
Jos de Castro Redondo.
~- Precisa-se de um moco de 16 O annos de
idade, que tenha muito praica de taberna c d fia-
dor a sua conducto, servlndo d-se bom ordenado:
atratar na praca da Independencia n. M.'
Precisa-se de um menino para caixeiro de
loja de calcados, para a cidade da Victoria : a tra-
tar na ra larga do Rosario n. SI, loja.
Madama Buessard Mllochaa, avisa aos seus
numerosos freguezes, que reeebeu pelo ultimo va-
por um variado sortimento de largas fitas de seda
de todas as cores, mu proprias e especialmente
para bailes, como tombem capellas, enfeites, e flo-
res do mais rico gosto ; acharo tombem fita de
seda propria para vestido de baile, bico de blonde
de todas as larguras, trancas de todas as cores
para toda sorte de guarnieses; reeebeu tombem
um grande sortimento de luvasde pellica de cores
e brancas, leques riquissimos por barato preco,
f spartlhoi, e por fim encontrarao na sua loja todos
os artigos que costumam procurar n'ella, tudo por
mdicos precos.
O capitao John G Moore da barca ingleza
Mary Ijtrd, precisa contratar o reparo da referida
barca, consistindo em vergas, velas, cabos, mas-
toreos etc., etc., e bem assim a obra de carpina e
ferreiro : os prettndentes queirara dirigir suas pro
postas, que sero feitas por cada artigo separada-
mente, no consulado inglez at segunda-felra 23 do
corrente ao meio dia, onde sero abertos em pre-
senca dos concurrentes.
Recife, l de novembro de 1863.
____ John G. Movre.
SO
NOS ARHAZKYN
CONSERVATIVO E CONSERVADOR
DE
V. 21 e 23LARGO DO TERCO-N. 21 e 23
LEIAM.
Manteiga ingleza perfeitamente superior a 880 e 900 rs. a libra.
dem franceza, a 560 rs. em bar is, ba abalimento.
Caf do Rio da 1' qualidade a 280 rs. a libra, e a arroba a 8,500 e 8,70Ors.
Arroz pilado, 100 a libra, e a arroba a 2,800 em sacco 2,700.
Cha de primeira, segunda e terceira sorte a 2,8oo, 2,5oo e 2,ooo rs. e 1,800 do preto.
a libra.
Palitos do gaz mandados vir por conta a 2,3oo rs. a groza.
Vinho Figueira e Lisboa, a i8o e 4oo, rs. a garrafa e a eanada
4,ooo rs.
Goma de engommar, 100 rs. a 1 bra e a arroba a 2,700 ou sacco.
Milho alpista o mais limpo que ha a 160 rs. a libra a 5,000 rs a arroba.
Tijok) francez de grande tamanho a lio rs. cada um.
Toucinho de Lisboa muito novo, a 32o rs. a libra.
Queijos do reino do ultimo vapor, a 2,ooo rs. i
Velas de espermacete, e carnauba a 6oo e 3oo rs. a libra.
Azeite doce de Lisboa a 6 lo rs. a garrafa, e de carrapato a 28o,
Banha de porco relinada, a 48o e 44o rs. a libra.
Serveja de todas as marcas a 500 rs. a garrafa.
Sevada nova, a loO rs. a libra a a 2,80o a arroba.
Passas novas, a 480 rs. a libra e emcaixa haabatimento.
Sabao amarello de 200 a 240 rs. a libra.
Batatas a 4o rs. a libra.
So nos armazens do largo do Terco.
a 2,8oo, 3,500 e

i
Kespelto propriedade.
Havendo-se~sgueirado ao bolso do legitimo pos-
suidor o bilhete n. 1297 1315, cujo producto deve
ser entregue hoje a quem tocar, previne-se pes-
soa que tem de fazer a entrega do adereco adorna-
do de perolas, no valor de 400i. que faca muito
reparo no verso do bilhete afim de verificar a ideo-
tidads do verdadeiro possuidor ; porque so assim
evitar ruinosas duvidas ullerionyente._________
Afoga-se o segundo andar na ra estreito do
Rosario n, ; a Wlar na na da P>nh n, 9,

B A- l LOES
de papel fino de seda todo variado de cores de diversos tamanhos, proprios para as festas de igrojas
etc. ; ricas lanternas de papel para illuminacSes e velas de spermacete, tudo muito barato : n. 60
ra da Cadeia do Recife no grande armazem da exposicao de Londres.
PARA 0 B4ILE DO Dlik i DE DEZEMBRO.
Ricos vestidos bordados, grinaWas de flores finas e perfumaras Unas iiffiens e francetas:
vende-se barato no grande armazem da exposicao de Londres, ra da Cadeia do Recite a. SO.

)
TILADO


Diitrio de Peruambueo Sabbado ti de Xovembro de JL8H3.
*
..
r
i
y
\
A GUIA BRANCA.
Da roa do Qoeimado n. 8, receben.
Todco oriental de Kemp.
Agua floridaMurray & Lanman.
Dita de flor de laranjaCondray.
Dila de rosas-^dito.
Bolsas para viagens.
as desejadas voltas
prctas, mui compridas c gradas.__________
GRANDE LIQIDACO
DE
1 AGUIA BHANCi.
Reoebeu por esse ultimo paquete:
Novas carteiras com as excellentes agulhas
inglezas.
Agslh parisienses tambem de excellen-
tHtdidt4e.
Trancelins finos de borracha para en-
fiar.
BotSes pretos de velludo, maiores e me-.
aeres para vestido. ;
Transinhas brancas estreitinhas d'algodao,
para enfeites de vestido.
Escovas cabos deraadeira, osso e madre-
perola para limpar pentes.
Pincs para p de arroz.
As lindas flvellas com pedras para cintos.
Oulras de fino dourado e esmaltadas.
Outrasde madreperola.
Bonitos leques de madreperola com bou-
quet.
Outros leques d'osso com bouquet.
Outros de plumas, com cabos d'osso e
madreperola, e outros finalmente de snda-
lo e pretos.
Pentes Je borracha, recortados, dourados
e com pedras para meninas e outros de tar-
turuga.
Meias de seda para baptisados.
Lindas touquinhas de fil do linho. cam-
braia eselim, mui bemenfeitadas para crian-
zas.
Ligas de seda para senhora, e ditas para
manguitos, ou meninas-
Livrinhos para notas
Novos tercos de cornalina, e coral lapida-
do com cruz do prata etc.
Bonitas pulseiras brancas de perolas fal-
sas, e outros de chapa de crystal pago,
com listas douradas.
Tudona loja d'Aguia Branca, ruado Quei-
mado n. 8.
Labyrinthos e bicos,
tSo baratos que o comprador admira.
Esses labyrinthos e bicos se applicam a
diversas obras e fins, e sempre com provei-
to por suas fortidoes e duracSo, hoje mais
do que nunca, convem a todas as familias
compra-Ios para aproveilarem-se da occa-
siiio em que elles sao vendidos to baratos
que na verdade o comprador admira, e bem
se pode dizer que por taes precos nunca
mais haver. Os labyrinthos sao de novos
e bonitos desenhos das larguras de qualro
dedos at mais de um palmo (ou tres a dez
poilegadas) e os limitados precos sao de l?>
a 35 a pe?a de dez varas, variando estes em
relacSo a largura. A ser em varas haver
mui pequeas differencas, os bicos porm
principiam por mais estreitos al a maior
largura dos labyrinthos, e os precos sao
igualmente proporcionados. Isso pois. as-
simsimplesmentedito talvezpouca conside-
rado mereca, porm para desengaar e fa-
zer o comprador reconhecer a verdade e a-
preciar o extremo da barateza, necessario
que se dirijam com dinheiro; a ra do
Queimado loja d'Aguia Branca n. 8.
Graxa econmica.
A aguia branca acaba de receber essa acredita-
da grasa econmica, cuja superioridade est ge-
ralmente reconhecida ; essa boa graxa se torna
recoramendada, tanto porque o calcado lustrado
tora ella deixa pcrfeitamcnte lustroso ao menos
tres dias sem necessidade de novo unto, .orno
mesmo porque sua preparacao appropriada para
amaciar e conservar o couro ; ella vem em caixi-
ahas e barrizinhos, e acha-se venda na ra do
Queimado n. 8, loja d'aguia branca, aos rezumidos
precos de 400, 500 e 640 rs.
Pentes de coocha.
Com as novas e diversas guarnicoes de
pentes que#a Aguia Branca acaba de rece-
ber, veio tambem urna pequea qualidade
de pentes de concha que com graca e acer-
tadamente servem para o moderno atado dos
cabellos-
moldes, edetatnanho pequenino como con-
vem para o im que sao. E' esta a primei-
ra vez que d'elles aqu chegam, por isso
que a moda nnvissima, pelo que ganha-
ro a palma aquellas senhoras que primei-
ro se apresentarem com elles, para o que
os mandaro comprar na loja d'Aguia Bran-
ca, ra do Queimado, n. 8.
'apellas, flores e luvas eufeita-
das para noivas.
Pelo ultimo paquete a Aguia-branca rece-
beu os artigos cima sempre necessarios s
noivas, os quaes, segundo suas recommen-
dacoes. vieram de muito gosto, e perfeita-
mente delicados.
As capellas sao de mui moderno e agra-
Javel molde, de finas flores, e acabadas com
todo o esmero: as flores solas sao extre-
mamente delicadas e proprias para enfeites
de vestidos e mesmo ornatos de cabeca, sen-
do delgadas vergonteas de jasmin, cachos de
resedas, e outras estimadas flores.
As I uvas, porm, apreciada obra de Jou-
vin, parece que foram enfeitadas pelas mes-
mas fabricantes das mimosas flores, pois que
em gosto e perfeico nada deixam a desejar.
Sao essas, pois, as capellas, flores e luvas
que corresponden! riqueza do vestido, for-
mara o eompleto asseio e perfeico, e ele-
vam a galhardia da candida noiva. Resta
somenle que os pretendentes munidos de
dinheiro dirijam-se alegre e espacosa lo-
ja d'Aguia-branea, ra do Queimado n. 8
alendarlos semanaes : pelo
preco todos comprarn.
Slo desumma titilidade esses kalendarios
semanaes, porque mostram acertadamente
a data e dias da semana, sem o continuo tra-
balho de bolir nelles diariamente, pelo que
se tornam necessarios e preferiveis a todos
os outros; tanto para casas de familias, co-
mo mesmo para qualquer oulra parte, e
principalmente por 500 rs. cada um: na
ra do Queimado, loja d'Aguia-branea, n. 8.
Pbosphoros de cera.
Vendem-se a 24 rs. a duzia de caixinhas
de pbosphoros de cera : na ra do Queima-
do, loja d'Aguia-branea n. 8.
Inglezas : Opiata e agua da
Colonia.
A Aguia-branca da ra do Queimado n. 8
acaba de receber 3 apreciada opiata ingleza,
assim como'mui boa agua d' '- : tam-
bem ingleza. t fcn^^^J
Carrafas com agua da Colonia.
Chegaram novas garrafas com agoa da Co-
lonia para a loja d'Aguia-branea, ra do
Queimado n. 8.
aravllha das bellas, nevos e
delicados enfeites para ves-
tidos.
aprasivel a agota branca o ter de avisar a
sua boa freguezia, que acaba de receber pelo pa-
quete fraacez um bello sortimento de enfeites de
seda denominado maravilha das bellas, os quaes
servem tanto para vestido de senhora como para
roopinhas de crlaneas. Seus novissimos e delica-
dos desenhos, suas eseolhidas e bem acertadas co- -
res faiem um todo agradavel aos olhos de qoalauer ea age tC BOS eOgCBllOS NatlO IMSSO
vrente que saibaapreci rfs, 4 cmfrabjmfi n0 termo de Serinheni no
45-RUA DEREITA-45
Eia, rapasiada, coragem! parece queja
entregantes os vossos joanetes aos duros sei-
xos do oessimo calcamento da nossa cidade!
Vendem-se na ra do Queimado, loja d'Aguia S se observa em VOSSOS ps botinas acalca-
Brancan.8. nhadas |e gastas at ultima sola; sapatoes
Voltas pretaS rasoarln
A maria pa. ,rasgadO|
A Aguia Branca recebcu
Um Descobrhiiento Espantoso!
0 Mundo Sricntifico unanimauente o apprb
a.
e quasi sem saltos___nem tanto
a quebradero nao deve chegar at este pon-
to I Viriide ra Direita munir-vos de excel-
lente calcado com 40 e at 60 por cento
menos do seu valor attendei:
Borzeguins, Nantes, bezerro e va-
Fazcudas fraocetas e inglozas todas de superior quefa 2 e meia solas .... 80500
qualidade: ge vende muito barato para liqui- Borzeguins, Nantes, bezerro, va-
dar tontas, na loja e armazem do Arara, ra | queta e lustre 2 solas. 8i5000
da Imperatriz n. 56 de Lourcaco Pereira Gui- Borzeguins, francez e hamburguez,
marie8- bezerro, lustre e couro de por-
Grande pechinchai,a de O co 70 e........64000
palmos a l980. Sapatoes, Nantes, bezerro e vaque-
Vende-se Ias transparentes de cores lisas ta 2 e meia solas. .... 50500
e quadros com 9 palmos de largura, pro- Sapatoes, Nantes, vaqueta, lustre e
prias para capas e vestidos para senhora a bezerro 2 solas......50000
10280 o covado ; lazinhas muito finas de< Sapatoes, Nantes, sola e vira. 40000
quadrinhos a 280 e 320 rs. o covado ; di- Ditos para menina, com laco. 30500
tas transparentes muito finas a 400 e 500: Ditos de ditas, de cores. 20800
rs o covado; gorguro de cordo, fazenda Sapatos para senhora e homem,
fina e nova para vestidos por ser padro de | tapete......... 800
seda por 500 rs. o covado. So na Arara Sapatos de borracha para senhora. 40400
ha este grande sortimento de lazinhas e j dem idem para meninas. 10000
outras muitas fazendas, que trouxe o ultimo Sapatos de lustre para senhora. 10000
vapor vindo da Europa: ra da Imperatriz dem de lustre s avessas 500
n. 56, loja do Arara de Mendes Guimares.
A Arara vende ricos vestidos bordados blancos
a 120000 rs.
Vendem-se ricos e finos vestidos brancos
bordados a 120 ; ditos mais singelos a 50 ;
ditos de barras de tarlatana de cores a 30 ;
ditos de barras a 30 e muito baratos: ra
da Imperatriz n. 56, loja da Arara.
Mais ped i iic ha na AraraCassas a 200 rs. o co-
vado.
Vendem-se cassas organdys de quadros
cor de caf e mais claros a 200 rs. o cova-
do ; ditas francezas finas a 240, 280 e 320
rs. o covado; cortes de chitas de cores a
20 ; ditas francezas com pequeo toque de
mofo a 26500 ; cortes de riscados famosissi-
mos com 14 covados a 30 (s na Arara,
ra da Imperatriz n. 56); cortes de casimi-
ra enfestada para calca a 10, 10600 e 20,
tendo cada corte 1 vara e 3 quartas, cousa
muito barata ; casimiras finas a 20500 e 30
o corte; casimiras lisas para capas de se-
nhora com 6 palmos de largura a 30 o cova-
do : ra da Imperatriz n. 56.
A Arara vende chitas a 210 rs. o covado. Sao
largas.
Vendem-se chitas francezas com toque de
mofo, que se extinguir logo que forem la-
vadas, e as cores sao fixas a 240 e 280 rs.
o covado ; ditas limpas e finas a 320, 3G0
e 400 rs. o covado ; lencos brancos com
barra de cores finas a 160 rs, cada um ; di
tos brancos todos a 200 rs.; ditos muito fi-
nos a 320 rs ; meias para homem a 200 e
240 rs. o par ; ditas para senhora a 320 e
400 rs.: na loja da Arara, ra da Impera-
triz n. 56, de Mendes Guimares.
Scdinhas da Arara a 5G0 rs. o covado.
Vendem-se scdinhas para vestidos de se-
nhora a 560 rs. o covado ; cassa-seda com
palmas soltas a 500 rs. o covado ; chalim
de cores para vestidos de senhoras a 500
rs. o covado ; sarja de cores para vestidos a
400 rs. o covado ra da Imperatriz, loja do
Arara n, 56, & Mendes Guimares.
Madapoln francez enfeslado a 1000 rs.
Vendem-se pecas de madapolo francez
enfestdo a 40 e 3500 ; pecas de algodao
madapo-
BALIZA*
Atten^o ?
Posto que domine no cora-
co do BALIZA a mais bem en-
tendida ambicio de tirar de
seu negocio as melhores van-
tagens, com tudo elle nao pro-
cura fazer fortuna vendendo
gato por lebre;
Quando nao se negocia aca-
nhadamente, est bem ao alcan-
ce de todos a facilidade de fa-
zer-se boas compras, para ven-
der-se barato.
Lelam todos, i
Ao armazem do BALIZA po-
dem ser devolvidos quaesquer
gneros qne por ventura nao
sejara do contento dos senho-
res compradores. N3o fica
resentimento al?um em se tro-
car por outre, ou restituir-se
o dinheiro recebido,
Manter a todo o custo o seu
crdito, e agradar aos seus a-
migos e freguezes, todo o
desejo do propietario deste
estabelecimento,
LEDE! LEDE! LEDE*
Sempre a frente do progresso,
Constante marcha o BALIZA,
Tem por norte o bem comnium,
A verdade por divisa.
<- IC t \ I I.
encorpado a 40, 40600 e 50500
Elles sao de bonitos e agradaveis lo inglez com 24 jardas marca Bainha a70|;
dito Elephantc a 70500; dito n. 6 fino a
85 : dito n. 7 a 9 : dito de coma dnurada
A Coiuposifo Auacakuita
Peitoral de Keuip.
Por esparo de milito tempo se ha uzado ex-
tensamente em Tampico para a cura de
TSICA pulmonar,
CATABBflO, ASTHMA,
BRONCHITE, TOSSE CONVULSA,
CRPO OU GARROTILHO, a
Inflamma9oes da Garganta e do Pelto,
c isto com um resultado tilo feliz e verdade-
ramente assombroso o pao ou madeira d'unia
arvorc que chamao Anacahuita, c que s
se encontra no Mxico.
A Composico Anacahuita Peito-
ral de Kemp e' um Xarope delicioso, intei-
ramente tlifferente na sua composic.ao de
todos os mais Peitoraes c Expectorantes ma-
nufacturados de fructos astringentes, cascas
e raizes, A-c, o mesmo nao contcm nenhum
Acido Priis.iico ou outros quaesquer ingre-
dientes venenosos.
Todas as molestias e affeccocs da garganta
e dos pulmocs desappareecm como por um
mgico encanto, mediante a accio doste in
^tnparavel e irresistivel remedio.
venda as boticas de Caors A Barboza,:
DE
Largo do Llvraniento ns. 38 e 38 A
Defronte da grade da igreja
AO RESPEITAVEL PUBLICO
Senhores e senhoras
0 incansavel proprietario do grande armazem do Baliza toma a liberdade de mandar
^ declarar do alto da imprensa pernambucana, que elle e perfeitamente liberal em offerecer aos seus
benvolos freguezes as melhores qualidades dos mais bem escolhidos gneros, nao s do paiz como do
estrangeiro a precos de contentar e satisfazer a todos.
Fazendo to publico e espontaneo manifest, o referido BALIZA julga de seu rigoroso dever
declarar mui seria e pusitivamente nesta oportunidade, que tambem o mais firme e dedicado conser-
vador de sua numerosa freguezia.
Da boa qualidade e barateza dos gneros offerecidos aos seus freguezes, junta ao pequeo ta-
nho que tira para si, tem sabido fazer o BALIZA a mais perfeita liga de interesses recprocos, que ago-
das as consciencias deve por forca e necessariamente agradar.
Tendo por conveniente tambem a publicaco do seguinte aviso, o BALIZA faz saber nicamente
aquellas pessoas que sempre estao promptas a comprarem tudo, com tanto que se lhes permitta paga-
rem logo, que elle
NAO VENDE FIADO.
Os amigos da economa, aquelles que s compram os objectos de que carecen), e que gostam fi-
nalmente de empregar bem o seu dinheiro venham a este estabelecimento.
IjEIAJI todos.
Do prego de qualquer genero annunciado a venda em outros estabelecimentos, podem os senho-
res freguezes diminuir cinco por cento, e vir compra-lo ao Baliza, que sendo, como todos sabem, o ho-
mem do movimento prefere ganhar muito pouco, com tanto que seja por muitas vezes repetido.
loja
c niiua u..iiiaua d Cruz, e Joao da C. Bravo 4 C, ra'
aadapoloes s5o muito 1 da Madfe de J^
wmm mm wmmm wm
^ F> lina do Crespo n. 5. M
'_.' Xa loja de Marcelino & C, vende-se v
JS bareco de lila de cores muito linos a 320 SI
"': rs. o covado, ditos lisos com 8 palmos de
vjg. largura, ricos soutembarques de cam- ^
^ braia bordado e outras muitas fazendas H
-.' de gosto proprias para o tempo de testa 2|
'jhi chegadas neste ullimo vapor, precos mui- S
n| to em conta.
}*xm *:& ^* *^
nos : ra da Imperatriz,
Mendes Guimares.
I'hiii|i feita da Arara.
Vendem-se uniformes cumpletos, como
sejam : paletots, calcas, coletes de casimira
ingleza a 103? e 12$ ; calcas de biim e
meia casimira a 2 ; paletots de brim de
cores a 2-J000, e 3 ; ditos brancos a 3$ ;
dilos de meia casimira a .3^300 c 40 ; _se-
roulas de linho a 0 ; camisas francezas a 10600 ;
ditas muito finas a 20 e 20500 ; ditas de li-
nho inglezas 39 ; camisas de meia para ho-
mem a 500, 800 rs. e 10 ; col lerin los de
linho a 300 rs:; ra da Imperatriz n. 56.
Baldes da Arara a :i-MH)0 rs.
Vendem-se bales de arcos americanos de
20, 25, 30 e 40 arcos a 3, 30500, 40 e
i500 ; ditos de brilhantina a 40 ; ditos de 800 e 1^200.

imilla
Fl VIlIfAO DO JIOW?IA\-RHA DO
HL'A 00 01 H.MID0 > lid
Loja do belja-llor.
Facas para raeuiniis.
Este muito acrediUido estabelecimento est prvido de um completo sortimento
machinismos proprios do fabrico de assucar, a saber :
Machinas de vapores as mais modernas e mais acreditadas.
Bodas d'agua de ferro com seus pertences.
Moendas e meias moendas de todos os tamanhes.
Bodas dentadas, angulares e de espora.
de
dita muito grandes a 396' 0: ra da Impe-
ratriz, loja da Arara n. 56.
Lencos de seda a 800 rs.
Vendem-se lencos de seda de urna s cor
muito finos a 800 rs.; ditos estampados a
l, ditos com franjas a 10500 : ra da
Imperatriz d*26.
A Arara vende ricas colchas avelludadas a 80000.
.Vendem-se ricas colchasavelludadaspara
cama a 80 ; ditas de fustao a 50 ; ditas de
damasco a 40; ditas de chita 20 : ra da
Imperatriz n. 56.
i'otassa da Kiissia
Vende-se em casa de N.O. Be-
ber 4 C, successores, na
Ouz n. 4.
;Taixas de ferro batido e coado.
Vendem-se foquinhas para meninos a 240 rs., Boceas de fornalha pelo novo systema Wetson.
ditas de balango de um botao a 280 rs. e taltier. Alambiques de ferro fundido.
Grvalas para senhora. Fornos para cozer farinha.
Ye,,*SttB grvalas para senhora a 500, 640, Moinhos para moer mandioca.
Arados americanos, etc. etc.
.4 ssucar do Monteiro
Ba do Imperador n. 28 e caes de Apollo n.
67, a 200 rs. a libra, e de 8 libras para cima
a 50600 aarroba.
Cha hysson
da India, da primeira qualidade; vende-se em cai-
xas de 60 libras cada caixa, por preco eommodo
dinheiro : para tratar, na ra do Pilar n. 143, pri-
meiro andar, de manha at 10 horas, de tarde das
3 at s 6._________________________
Koa da Senzalla Nova d. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
ferro coado libra a 110 rs., idem de Low
oor libra a 120 rs.
3.
Quem deixar de comprar caixas com duas ar-
robas de batatas, pelo barato preco de 2, baratas
e perfeitamente novas : na ra da Madre de Dos
ns. S e 9._____________________________
yenda de urna hypotheca.
Os liquidalarios da massa fallida de
Jos Antonio Basto veHdem a hypothe
Fitas para debrum de vestido.
Vendem-se filas para debrum, de linho, a 240 a I
i peca com 10 varas, dita de 13a a 800 e \i, dita de
seda a 1^200.
Pennas de ajo de lauca.
Vendem-se caixinhas de pennas de ac de 200
rs. a 1J.
Lila para bordar.
Vende-se laa para bordar, de cores claras, a'
C800 a libra.
Bolleras de |chro.
Vendem-se nonecas de cera a 800 rs. e Itf, ditas <
com mascara de tirar e botar a 640 e 800 rs., ditas
sem mascara a 200, 400,500 e 800 rs.
Colheres de metal principe.
Vendem-se eolhes de metal principe muito finas'
a 15 e 25300 para cha, ditas para sopa a 25000 e; |
45800, concha para assucar a 640.
Faras e garios.
Vendem-se facas e garios a 25800 a duzia, ditas
cravadas a 35, ditas de cabos pretos a 35200, ditas
de cabos de balanco com 2 botdes a 65800, ditas
para doce a 55600, ditas de um botao a 65, ditas
para doce a 5.
Chicote para eavallo.
Vende-se chicote para cavallo, para os amantes
que passam festa a 640 e 15-
Meias para senhora.
Vendem-se meias para senhora muito finas a
25400 a duzia, ditas para meninas a 25-
Papel _e dixersas qualidades.
Vende-se papel de beira dourada a 15200, dito muito recommendada as affecedes do tubo gastro-intestinal, nosdosnn?, e bexica ourinaria, pelas
amizade a 640 e 800 rs., dito pautado a 15, dito suas propiedades alcalinas, e o acido carbnico que naturalmente contm em suspensao, de preco
adamascado a 900 rs. mais eommodo que a agua de Vichy, e de propriedades talvez superiores pela grande quantidade de
Anvelones de diversas dualidades iacido carbnico. Injeccao Brou, agua d le Cheeleu, cupahiba de Mege, injeccao Fugas de tanato
Vendem-se avelopes brancos a 800 rs., ditos de 2- muito recommendada as ^norrheas. Le noy francez verdadero ; na mesma casa tero
ttItUA DO QITEOIA1IO--29
Custodio, Ca* valho A C.
4-K \mh: pec lll\C II \ PELO prevo.
Finissimas organdys matisadas pelo baratissimo preco de 300 rs. cada um covado ou
500 rs. a vara, esta grande pechincha est se acabando.
Os modernos baldes
de finos arcos e de lindas cores e brancos de todos os tamanhos e muito bem armados pele
barato preco de 35 cada um, ditos para meninas a 25500.
Lencos de panno de linho fino a 25.
Panno de linho do Porto com 9 palmos de largo a 5 a vara.
Atoalhado adamascado para mesa a preco de 15600 e 25 a vara.
Guardanapos adamascados a 25 a duzia.
Cambraia de linho tina a preco de 35 e 45 a vara.
38 RA DO IMPERADOR38
Agua natural de C'ondllae.
*s verdad*! cima ditas.
cores a 640, ditos para cartao de visita a 500 rs..
ditos pretos a 800 rs.
Tendo recebido ricos apparelhos para senhora,
de mousacos e camapheos verdadeiros, vendem-se,
de monsaco a 65500, dito de ramapheo a 135.
Dminos e visporas.
Vendem-se dminos multo finos a 15100 e 15400
e visporas a 800 e 15-
Enfeites.
Vendem-se enfeites de redes para senhora de di-
versas cores, a 15000, ditos pretos a 900 rs., sendo
de fitas e contas de ac, peca de fita de eoz com 10.
varas a 360 rs.
Extractes ingleies.
Vendem-se extractos inglezes muito barato, por
que foi comprado em leilao, e nao se quer conti-
nuar, a 320 e 400 rs. o frasco.
algumas caixas de instrumentos cirurgicos para operaedes de Matieu e Charriere.
(mude nvi Ricos e elegantes vestidos de mocambi-
que com seus competentes corpinhos e
santembarques enfeitados a capricho,
chegaram a loja do barateiro na ra do
Crespo n. 1, junto ao arco de Santo An- a
tonio. Sg
Verdadeiros eostumes da p|
iililuii moda em Pars p
para senhoras
Lencos de camnraia de linho
bordados..
Vendem-se lencos de cambraia de linho borda-
dos muito finos sendo para acabar a 640, 15,
0 um a m do Trapiebe n. 34. 'doQueimal -
lo loja do beija flor n. 63.
A 10 a groza.
Na taberna do Campos, na ra do Imperador n.
28, vende-se a 15 a groza de caixinhas de phos-
p boros._____________________________
__Chegsu rap de Lisboa novo, que se vende
em libras ; na roa do Imperador a 28.
LOJA DOPHEGlilC*
Ra do Queimado n. 2.
Vendem-se pecas de madapoln fino entestado
com 12 jardas por 55, cambraia preta a 500 rs. a
vara, meias de seda de peso para meninas de 1 a
10 annos a 25 o par, lindas e finissimas cambraias
de cores a 360 rs. o covado, paletots de alpaca de
todos os tamanhos para meninos, ditos para ho-
mem a 35, 4 o 55, chitas francezas de bens pa-
droes e cores fixas a 320 e 360 o covado, ditas es-
treitas a 240 o covado, bal5es de arcos a 35500 e
45, ganga de quadrinhos a 320 o covado, coberto-
res Je algodao a 15200 cada um, lencas de cassa a
80 rs., 100,120,160 e 200 rs., e outras muitas fa-
zendas que se vende por barato preco, e de tudo
se dar amostras; na ra do Queimado, loja do
Pregulca n. I
Chcgado pelo vapor:
H para o vigilante, na do Cres-
po n. 9.
At que chegaram as muito desejadas casrarn-
Ihas de todas as cores com una lilinha de velludo
no centro, cousa muito elegante para enfeite, titira
como de outras qualidades, e preeos muilo razoa-
veis : s no vigilante, ra do Crespo, n. 7.
Para dar de mimo.
Chegaram as riquissimas bonecas de todos os
tamanhos, vestidinhos ricamenti enfeitados, caria
um emsua caixinha, propriamentc para um deli-
cado mimo, por baratissimo preco : s no vigilan-
te, ra do Crespo n. 7.
Para os senhores hachareis.
Chegou tempo a riquissima lita de chamalofc
para cartas dos senhores hachareis, assim como
branca, lisa, propria para abrir letras, ou para
sintos : s no vigilante, ra do Crespo n. 7.
Pentea de marrafa.
Tambem chegaram os riqoissimos pentes de
marrafa com pedrinhas,os lindos pestes de regaeo
para meninas, meias de seda e sapatinhos pro] ros
para baptisados, meias de seda para senhora, filas
de laa para debrum, fita de linho, trancas de lia,
de linho e de seda, luvas de seda e pellica, e fio de
Escocia e eamurca, alfinetes de cabeca chata, car-
teirinhas com todas as agulhas precisas pararos-
tura, tivelas de madreperola esmaltadas de ac
para sintos, flores de todas as qualidades, caixinhas
com pastilhas de perfumara, ahafadores de laa
para senhora, toucas e sapatinhos de laa, pulseiri--
nhas de borracha para segurar manguintos, filase
cordes de borracha, sabonetes redondos, ditos
chamados de familia, pomadas de todas as quali-
dades e dos fabricantes mais afamadus, midieres
pratiados muito finos, retroz de todas as qnalidades,.
relroz cm carretel e em novello, e de meada, do
todas as cores, escovas para denles, ditas pararon-
pa, ditas para chapeo e ditas para unha, do todos
os precos, e outros mais objectos, que se toraariv
enfadonho annunciar, e vista dos freguezes pro-
mette-se fazer todo o negocio: s no vigilante, rua-
do Cespo n. 7.
C4L l)E LISINU
Vendem-se barrls eom cal des-
(a procedencia, em pedra, cliega-
da hoje, e nnlca nova, que ha no
mercado, na ra do Trapichen.
13, armazem de Hanoel Teixel-
ra Basto.
Potassa da Russla.
Acaba de chegar para o amigo e acreditado de-
posito da ra da Cadeia do Recite n. 26, proceden-
te de Hamburg em 7 do corrente pela escuna
Mara,
No armazem n. 38 ra da Madre de
Dos, vende-se por preco mais eommodo
do que em outra qualquer parte os seguin-
tes gneros vindos do Aracaty :
Gomma nova.
Cera de carnauba.
Dita em velas de differentes qualidades.
Pelles de cabra
Sola > .
luvas de peilic.
Vendem-se luvas de pellica Jouvn para senho-
ra e homem, chegadas no ulmo vapor do cor-
rente mez, para o baile do club commeri ial do Xi
do correrte, mez : na ra do Queimado n. W, toja
do beija flor.


N
Y
)r-
*
Mario de PeraubMo
abbado ti e NATeabro de 1S.

UNIO
COMMERCIO
WEB>WJ
Defronte do Prgale*.
111 VllTE AI^IEIWA
a< aba de abrir o seu grande e sortido armazem de molhados denominado Unio c Com-
mercio. Este grande armazem um dos mais bemjmontados que temos em nossa praca,
nao s em hmpeza e aceto, romo as qualidades especiaes de seus gneros. O proprie-
ln;o do Lfnio e Commercio offerece todos os senhores da praca, senhores de engenho
e lavradores a seguinte tabella, por onde vero a grande economa que lhe resulta em
compraren em to til estabeleci ment, afiancando o mesmo todo e qualquer genero
saludo de seu armazem.
Mantenga inglesa perieiiauiito flor, maudada
vir de cont propria:, a 7oo a 800 rs, a
libra.
id] au france/a cbegadapelo ultimo navio a
56o rs. a libia, e em barril ter abatimen-
t.
dem ingleza em potes de 4 a 16 libras a
810 rs, a libra eo pote separado,
Cita u\im o melhor ueste genero, mandado
v:i' de conta propra a 2,800 rs, a libra.
dem hysson. grande, muito bom a 2,6oo rs.
; libra.
Id n preto muito fino, a 2,6oo rs, a libra.
dem preto, mais baixo, a 2,ooo rs, a libra.
Id mi, verde, miudinho. maisproprio para
11 igotio, a 4,5oo rs. a libra.
Bana da perco refinada muito alva a 46o
rs, a libra, c em barril se far abatnenlo.
Biscoitos inglezes das segnintes marcas:
Craknel, Soda, Ceede, Gaptain, Travellies.
Lunch, Cabin, e midas muitas marcas, a
1,4oo rs, a iala.
Boltchinha de soda, especial eucoramenda. a
.oo rs, a lata.
Biscoito raglez Craknel em latas de o, 7 c 15
libras a 5,ooo e 6,000 rs. e de I,2oo a
Se rs, a libra.
Queijos do reino pelo baratissimo preco de.
I.600, i8oe2,ooo rs os do ultimo
vapor.
Id nrprato muito fresen a 64o rs, a libra.
dem londrino muito fresco a 800 rs, a libra.
Violtos em pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
48o, 56o, e 64o rs, a garrafa, p. de 3,ooo a
'.,5oo rs, a caada.
Marmolad; imperial dos melliores ronservei-
ros do Lisboa 11 latas de I e mais libras
a Too rs, a libra.
Fintascm caldas das segnintes qualidades:
ameixa, rainba Claudia, peas, cerejas,
tinja, pecegos o alpercb a 000 rs, a lata.
Figos em catatabas de 1 '/ arroba e de 8 li-
bras a y.ooo, l,ooo, e 2,006 rs, e a 3oo rs,
;, libia.
Amendoasde casca mole a 28o rs, a libra, e
e n arroba ter abaiimento.
lionas de Nantcs a 32o s. a latinha.
TuucinbQ de Lisboa a 36o rs, a libra e em
; oba lera abatllenlo.
M insa de tomates a 84o rs, a Ijbra.
Pimenla do reino a 34o re. a libra,
Faiinha do Maranhao a 14o rs,a libra.
0 .olas a too rs. a reste*.
1 olio para luupar facas a 16o rs.
Cerreja das mais acreditadas mareas de S,oee
.a 7,000 a duzia, e de Soo a 600 rs, a gar-
rala,
PrczuntO para fiambre muito fresco e novo
a 800 rs. a libia.
iebra de laran 1 9mi r*. o fraseo,
muricas as ni < fi i,** rio naveais a 80a
rs. a libra,
t.ognac verdadeiro ingex a unw rs. a garrafa.
f lo,5oo rs. acaixa rom uma duzia,
ims francezes das segnintes marcas: Ani-
t.'te de Bordeaux, Plaisir des dames, e de
entras moitas marcas a 10,000 rs. a duzia,
e a t,ooo a garrafa.
Pateas, muito novas a Soo rs. a libra e a 8,800
rt> a caixa. Ha caixas, meias e quartos.
Batatas a l,ooo rs. o gigo com 38 libras.
B:achinha ingleza a 4oo rs. a libra,
A taita francez e, portugue./. refinado a 800 rs.
a garrafa, e O.ooo rs. a datta com urna du-
zia.
Conservas ingle/as das segulntes marcas:
Wixed, Pickes, e cbolas simples a 800
rs o frasco.
Mostarda ingleza preparada -m potes a 4oo
rs. o pote.
firode bico a 16o rs a libra, e m arroba
trr abatimento.
Ya sos inglezes vasios de 4 a 1G libras, muito
proprios para deposito de manteiga, dore.
a outro qualquer liquido, de l.ooo a 3.ooo
rs, cada um.
Palitos do gaz a 2,3oo rs a groza e 2o rs. a
ii\i'.ihi.
Milbo alpista a 16o rs. a libra.
Painco a 2oo rs. a libra.
Gomma nunto alva para engommar a 80 rs-
a libra, e em arroba se far abatimenav
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
Sabo verdadeiro bespanhol, que raras vezes
vem ao nosso mercado a 28o rs. a libra.
Sabo massa de superior qualidade a 18o,
2oo, e 22o rs. a libra do melbor que ba.
Graixa em latas muita nova a 12o rs. a lati-
nha, e l,3oo rs. a duzia.
Peixe em latas muito novo : savel, pescada,
curvin, salmo e outras muitas qualidades
preparados de escabexe, segundo a arte de
cozinha, de l,2ooa 2,000 rs. a lata.
dem do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado e escolhido pessoalmente por um
dos socios que se acha em Portugal, das
seguintes marcas : Duque, Genuino, Ve-
Ibo secco especial, Lagrimas Doces de
1819, vi nho especial D. Pedro V, vinbo
velho. Nctar superior de 1833, Duque do
Porto de 1834, vinho do Porto velho su-
perior, Madeira Secca de superior quali-
dade, vinho do Porto superior D. Luiz I
de 1847, Lagrimas do Douro, especial vi-
nho do Porto, de l.ooo a 1 2oo rs. a gar-
rafa e de lo,ooo a 12,ooo rs. a caixa com
urna duzia.
-dem Bordeaux de differentes marcas, garan-
te-se a qualidade, a 8.000 rs. a caixa com
urna duzia, e a 7oo rs. a garrafa.
Garraloes com 5 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 2,200 rs. com o garrafao.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira, mais
proprio para a nossa estaco por ser mais
fresco a 2,4oo rs. com o garrafao.
dem com 5 garrafas de vinagre a 1,2oo rs.
o garrafao,
Vinho bronco o melhor ueste genero a 600 rs,
a garrafa e 4,000 rs. a caada.
Vassonras americanas a 800 rs. cada urna.
NOTA LIQUIDASiO
de fazendas ingleas, franceza?, allemas e suissas,
qne se pretenden) liquidar antes da testa do na-
tal, por precos baratfseimos, afim de apurar di-
nheiro, sendo a maior parte destas fazendas in-
teiramente oras, chegadas pelos ltimos vapo-
res ; de todas se dao amostras, deixando penhor :
na toja e armazem do pavo, roa da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
As laazinhas do paria.
Vendem-se as mpdernissimas laarnhas com 9
palmos de largura, sendo lisas e de quadrinhos,
Eroprias para vestidos, capas soutau baques pelo
arato preco de 14200 o cavado, ditas com 4 pal-
mos, lisas e de quadrinhos a 500 rs., ditas garibal-
dioas a 400 rs., ditas enfeitadas de quadrinhos a
360 rs., bareges matisados muito finos a 500 rs.,
laazinhas transparentes com palmas de seda a 500
rs., tas matisadas a 320 rs. o covado : s na loja
do pavao, roa da Imperatriz n. 60.
Os caries de caubraia que vende o pavao.
Vendcra-se cortes de cambraia branca com ba-
bados a zM500, ditos a 34000. ditos a 44000, ditos
chinezes a 44000, pecas de cambraia transparentes
adasmacadasproprias para vestidos, tendo 8 varas
e meia a 34000, ditas lisas brancas e de cores a
4500,3$, 34500,44 e 54, pegas de cambraia deca-
rocinhos tendo 8 varas e meia cada nma, sendo bran-
cas e de cores a 34300, ditas a 24500, pecas de
cambraia para cortinados, sendo tapadas e trans-
parentes com 20 varas cada pega a 94000, isto lu-
do para apnrar dinheiro : na loja do pavao, ra da
Imperatriz a 60, de Gama & Silva.
Os chales do pavo de liocambique a 1:000.
Yendnvse os mais modernos chales de Mocam-
bique, sendo de urna s cor, com barra e muito
grandes, pelo baratissimo preco de 44000, afflan-
cando-se serem os mais modernos do mercado, di-
tos de merino estampados a 24000, ditos a 34000,
ditos muito finos de crepen com 4 ponas e ponta
redonda a 64000, 74000, 84000 e 94000 : s na
loja do pavao, ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
O pavo vende casemiras a 1:600.
Vendem-se casemiras francezas entestadas, pro-
prias para calcas, cohetes, palitos e capas para se-
ahoras, por ser de urna s cor, sendo fazenda que
sempre se venden a 34000, liquida-se a 14600 o
covado : s na loja do pavao.
O pavo vende chapeos de sol para senhoras a
1:000.
Vendem-se chapeos de sol, a ingleza, sendo co
bertos de linho e forrados de verde, proprios para
senhoras que forem passar a festa, ou para meninas
levarem para a escola pelo barato preco de 14000,
ditos marquerinhos de seda com franjas e cabo de
dobrar a 24500, ditos de seda para liomens, sendo
com armacao de baleia a 64000 e 74000, isto para
apurar dinheiro : s na loja do pavo, ra da Im-
peratriz n. 60.
0 pavo vende cachemiras da Escossii, corte
2:210, covado 640 rs.
Vendem-se cortes de cachemiras da Escossia,
para calcas, pelo barato prego de 24240, tendo da
mesma fazenda para vender em covado a 640 rs.,
sendo esta fazenda muito encorpada, a imitaran de
casemira. c garantc-se que nao desbota. Tambem
se vendem cortes de casemira ingleza, de cores es-
curas para calca pelo barato preco de 14800 cada
corte, ou a 500" rs. o covado : s na loja do pavo,
ra da Imperatriz n. 60.
0 pavo vende os vestidos bramis bordados.
Vendem-se os mais ricos vestidos de cambraia
brancos, bordados croch, sendo os mais moder-
nos que tem vindo ao mercado, tendo as saias 4
palmos, e vendem-se pelos baratos precos de 104,
Kti e 164000 : s na loja do pavao, ra da Impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
SEJH SEGUIDO.
QUINQU1LHAR1AS.
Ra do Queimado, ns. 49 e 55, tojas de
Jos Bigodinbo, queiram ver ver as fazendas
que abaixo ann unci, pois todas eu garanto
que sao muito novas e baratissimas.
Pecas de trancas de algodo de to-
dasascresa....... 80
Duzias de linhas com 200 jardas, A-
lexandre, a..... 1100
Carritel de qualquer numero 100
Varas de aspas para balo 80
Caixas com superior obreias a 40
Ditas de colla....... 80
1 libra de 12a sortida.....4000
1 libra de lia muito superior em co-
res e qualidade......70000
Pares de botoes de punho a ... 120
Pares de sapatos de tranca 1^280
Ditos muito superiores, a 10600
Gaixas e pacotes de papel .amisade de
cores a. ....... 600
Duzia de meias muito Boas para se-
niora a........30500
Duzja de ditas cruas para bomem a 2*400
Baratos muito finos para voltarete a 300
Carrileis de linlia com 100 jardas a 30
Garlijes de linha branca e de cores a 20
Novellos de linba com 400 jardas a 60
Ditos muito grandes com 800 jar-
das a .......120
Car toes de linba com 200 jardas (est
se acabando a...... 60
Vara de fita prela com colxetes para
vestido, e tem um resto parda a 100
NEJI NEUVXIIO.
Objectos de tintura e miisica.
Na ra do Queimado, ns. 49 e 55, est
queimando ludo pelos precos abaixo decla-
rados, e prestem toda a attenco para ver
o que bom e barato.
Duzia de facas e garfos muito finos a 20500
Dita dita dita de cabo preto muito
finasa.........3020o
Dita dita dita de bataneo, melhor, a 50500
Tesouras para costura, muito fi-
nasa .........400
Ditas ditas para unhas, muito finas a 400
Cartas de alfinetes de ferro a 80
Ditas ditos de lalo muito finos a 40
Ditas de dito grandes.....120
Caixas de phophoros de pao 10
Grosa de ditos do gaz a 20200
200
160
160

PKOGBESSIVO
amanan iamaaaia
DE
MOLHADOS
? Largo do (armo 9.
Grande sortimeBto para a festa por menos
10 a 20 por cento do que em outra qualquer
parte.
I marte 4 C.* scientificara aos seus freguezese ao publico emgeral, que acaba de clie-
gar da Europa um socio que faz parte da firma, com um grande e bello sortimento de
molhados por elle escolhidos, os quaes se vendem por menos de lo a 2o por o/0 do que ou-
lro qualquer annunciante, garantindo a boa qualidade e peso de qualquer genero vendido
neste j muito acreditado armazem, e por isso, firmados em que cumprem fielmente o
que promettem, pedem todos os Srs. da praca, de engenhos e lavradores, o favor de
mandarem suas encommendas ou relacoes ao armazem Progressivo, certos de nao terera
em tempo algum occasio de se arrependerem.
Aviso.
Todos os Srs., que comprarem para tornarem a vender, tero, alm da differenra
j publicada, mais 5 por % de abatimento. Os propietarios tambem garanten o bom
acondicionamento anda mesmo dos mesmos para o mais alto serto.
Duzia de dito dito a .
Massos de palitos para dentes a .
Abotoaduras para coletes a .
Escovas para roupa,muito finas a 400,
500 e.........
800
SEUI SEOUMMK
PECH1NCHA.
Perfumara de superior qualidade.
0 rival sem secundo, ra do Queimado,
X'f. pechinehas do pavo, antes que se aeabem.
Ricos cortes de cambraia branca com babados e
duas saias bordadas croch, tendo bastante fa-,
zeiidii para vestido, pelo baratissimo precode 34000 ns. 49 e oo, esta disposto a vender mais ba-
cada um, ditos de cambraia de seda com barra e! rato que nunca vendeu, para o que queiram
babados a 24500, para acabar, cortes de vestidos j vgr .
i Mara Pia, sendo fazenda debonitogostoa 34S00, n cnhnnptes finos a T*Q
cortes de cambraia brancos com babadinhos a 24,! "uLzia ae .saooneies anos a /-u
enfeites para cabeca, sendo Garibaldi e turca a! Sabonete inglez, O melhor, a 160
44000. ditos com fitas e flores a 25000, camizinhas Frascos com agua de Colonia muito
bordadas para senhoras a 14000, manguitos de va- fina a ....., 400
rios modelos a 400, ."00 c 640 rs., calcinhas para n ... j- 9 raq
meninas a 500 e 640 rs., gollinhas bordada^ 320, \>}V de dita gl ande a.....
500 rs.. sedas de quadrinhos a 040, ditas de?li-las DltOS de Lavande amt
a 400 rs. o covado. fustao para vestidos e ronpWias j Ihor, a
de meninos a 320 rs. o covado, alpakim ougorgu-
rao de linho a 260 rs.. ganguelin de urna s cor a
320 rs. o covado. loalhas de linho adamascadas,
para rosto a 14000, vestuarios para meninos e me-
ninas a 14600 e 24000, tiras bordadas e entremeios
mais barato que em outra qualquer parte, tudo isto
pechincha e vende->e para liquidar : na ra da
Imperatriz n. 60, loja e armazem do pavao, de Ga-
ma & Silva.
ambreado, orne-
Velas de sperraacete as melhores que ha no
merend a 56oe 64o rs. o masso, cera Grosdenaples a 1:300, na loja do paTo.
caixa se far um grande abatimento, Fazenda a 15*00. 14600, 15800 e 25000 : s na
: loja do pavao. ra da Imperatriz n. 60.
dem de carnauba e composiio, de 4oo a a ,
*.*. *uSTS! .500 f2t*te,d,
is. ,i airona, histro, proprio para vestidos de senbora, para ca-
t- c. i ij ai .. j o o o<. pas e ronpa para homem, tendo esta fazenda seis
Cafe de 1^ e 2a sorte de 8,3oo a 8,boo rs. a ^^ laVgur;i e sendo muito leve, vende-se
arroba, e de 28o a 32o rs. a libra do me- pelo baratissimo preco de 24200 o covade, garan-
Ihor, tindo-se que nao se torna ruca, e vende-se nica-
mente na ra da Imperatriz'n. 60, loja do pavao.
Arroz da India, Maraihao e Carolina a 3,ooo, -.i:-, ____
2 8oo e 2,4oo rs. a arroba e a loo rs. a Vende.sc C^^ZZ m a'ccos, por preco
llu,a- mnito em conta. ou mais barato do que em outra
... ~ I qualquer parte : a tratar na ra da Imperatriz n.
Frasqueira de genebra a o,8oo rs. e a 5oo eo, oja de Gama & Silva.
rs. o frasco.
Sidas do pavo a 300 rs.
Azeite doce em barril muito fino, a 64o rs.' Vendezn-se sedas de quadrinhos com pequeo
a garrafa, e em caada ter abatimento. t0{iue de llllfo> Pel i'ratissmo pre^o de ooo rs. o
covado, ditas em perfeito estado a 800 rs., ditas
Papel greve pautado e liso a 3,500 re. a com listas, para acabar a 400 rs., gorgurao de seda
resma i para vestidos e roupa de meninos a 14000 o cova-
I do : na loja do pavao, ra da Imperatriz n. 60. de
Geaehra de Hollanda em botija de conta a Gama t Silva.
44u rs. a botija. o organdv do pavo a 300 rs.
Vende-se linisMino organdv matisado, branco,
Champagne das mais a credttadas marcas a Para vesd',s' i,el ratssino preco de soo rs. a
* -. ., .r,f, n ~ j ^, j...- vara ou 300 rs. o covado, cassas francezas finissi-
1,000 rs. a garrafa, e a lo.ooo rs. a duzia mas a m e m rs. 0 cvad0j diIas com paImas
ou gigo. i grandes, fazenda inteirameute moderna a 440 rs. o
_..,,. covado : s na loja do pavao, ra da Imperatriz n.
Ra.Mlliao a 14,)0O a barrica. o, de Gama Silva.
Ervilhas franceza e portugneza a 640 rs. a. As chitas do pavo.
lata de uma libra. Vendem-se chitas francezas, escuras, a 280 rs.,
i ditas a 320 rs.. ditas a 360 rs., ditas matisadas mui-
n, e to finas a 400 rs., ( : is pretas largas e estreitas,
Chocolate francez, bespanhol, suisso e por- ditos matisadas com tloroes proprias para cobertas:
tuguez a 1 ,ooo rs. a libra, e a 28o rs. ca- na loja do pavao. ra da Imperatriz n. 60.
da pao de uma '.. ,. .
0 pavao piiiIc os cortinados.
GarrafiS vasios de 5 garrafas at 3 caadas Vendem-se ricos cortinados adamascados pro-
de 500 at l,3oo rs. cada um. i Prios para janella, e camas para noivos pelo ba-
I rato preco de 95000 par : na ra da Imperatriz
\ n. 60, loja do pavo.
Amenas francezas em caixinhas elegante-;
mente enfeitadas, com diversas estampas _. 0 pivo vende os retalhos.
no exterior da caixa Ap 1 tmnUoftrq Vendem-se por precos baratissimos, porcao de
no (xie.i lor na caixa ue i,nw a 000 rs. retarhos de chitas, cassas e laazinhas : na loja do
cada uma; tambem ha frascos e latas de pavao, ra da Imperatriz n. 60.
differenles tamanhos que se vendem por
Fustao d pavo.
Vende-se fustao branco para vestido e roupa de
meninas a 500 rs. o covado, dito de palminhas a
320 rs., taratana de palminhas a 320 rs., fil bran-
co liso, e taratana branca e de cores a 800 rs. a
vara : na ra da Imperatriz n. 60, loja de Gama A
Silva.
0 pavo vende corles de calca.
Vendem-se cortes de calcas de casemira de co-
res a 25400. ditos de cachemira da Escossia a
24240, ditos de ganga a 14600, ditos de brim de-]
uma s cor a 24240, ditos de castor a 14280, ditos
de casemira preta a 45000 e 5000, ditos de case-
mira fina de cor a 54500 : s na loja do pavo,
ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
O rico* vestido* a Honlnubar-
3ne, que r liega rana para a loja
o pari.
Chegaram pelo ultimo vapor francez os mais
SEM SEGUNDO.
ojelos diversos.
Ra do Queimado, ns 49 e 55, vende os
objectos abaixo declarados, pois para aca-
bar; estes precos nao sao para continuar,
mas as nesessidades assim o permilte-
Pares de luvas de algodSo finas a 80
Caivetes de aparar penas, de l fo-
Ihaa ,........ 80
Ditos de 2 ditas a......160
Caixas de colxetes francezes a. 40
Duzia de dito francez a 360
Massos com grampos lisos e de cara-
col a ......... 40
Duzia de dedaes de metal em caixi-
nha de vidro.......320
Tinteiro de vidro com tinta superior
a..........160
Ditos de barro que serve para tin-
teiro a........100
Grosas de botoes de louca prateado a 160
Pecas de tranca lisa encarnada a 20
Varas de bicos e rendas, para aca-
bar a ........ 60
Varas de labyrinto de 3 dedos de
largura a .....100
Ditas de pos para dentesa ... 100
Pentes de tartaruga a 34000 e 30500
Resmas de papel de cores a 2^000
\o urina/eui de fazendas bara-
tas de Santas foellio
RA DO QUEIMADO N. 19 VENDE-SE 0 SE-
GUINTE :
Cobertas de chita da India
pelo barato preco de 24000.
Lentos
de panno de linho a 24000.
Lences
de bramante de linho fino pelo barato preco de
34000.
lanos de eassa
brancos, finos proprios para algibeira pelo barato
proco de 24000 e 24*00 a duzia.
Fil liso fino
pelo baratissimo preco de 680 rs. a vara.
MadajMlo fino
pecas de madapolao largo superior pelo baratissi-
mo preco de 84000.
Ricas saias
de fustao a 54500.
Pecas de brelanha
de rolo com 10 varas propra para saia a 30200.
Pecas i cambraia
adamascada para cortinado cora 20 varas pelo ba-
rato preco de 104000.
ricos vestidos soutambarque. sendo com as saias Bramante de Ilnbo
lcitas o ricamente enfeitadas e guarnecidas, fiH0 rom dei pallDOS ^ largor pelo barato preco
Todos os senhores que ixjrnprareni para negocio ou casa particular de 1004 para, tendo a precisa fazenda para fazer o corpo com de ^^ a vara
mdico preco.
Massas para sopa: macarrao, talharim e ale-
tria a 48o rs. a libra, e em caixa se far
abatimento.
Garrafes com 14 garrafas de genebra de
Hollanda a 5,5oo cada um.
Charutos de todas as marcas c dos melho-
res fabricantes da Bahia de 3,ooo a 4,oo
rs. a caixa.
ATTEar^Ao
Ditos de macaca oleo muito bom a .
Ditos perola muito superior a .
Ditos de oleo de babosa a 240, 320.
400 e .....
Ditos de banha branca a .
Dito de cheiro muito bonitos a .
Ditos de banha, pequeo, muito fina
..........
Di tos de opiata a 200 rs., e boa a .
Ditos de banha japoneza a .
Ditos de banha transparente a .
Ditos de oleo filoconne a .
500
100
200
500
320
500
200
900
800
720
800
Manteiga ingleza perfeitamente flor, mandada
vir de conta propria, a 8oo rs. a libra.
dem franceza chegada pelo ultimo navio a
56o rs. a Ubra, e em barril ter abatimen-
to.
dem ingleza em potes de 4 a 16 libras a
8oo rs. a libra e o pote separado.
Cha uxim o melhor neste genero, mandado
vir de conta propria, a 2,8oo rs. a libra
dem hysson, grande, muito bom a 2,6oo rs,
a libra.
dem preto, muito fino, a 2,6oo rs. a Ubra.!
RIVAL
Gomma muito alva para engommar a 80 rs.
a libra, e em arroba se far abatimento.
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
Sabo verdadeiro hespanhol que raras vezes
vem ao nosso mercado a 28o rs. a libra.
Sabo massa de superior qualidade a 180,
200, e 220 rs. a libra do melhor que hz.
Graixa era latas muito nova a 120 rs. a lati-
nha, e 1,300 rs. a duzia.
Peixe em latas muito novo : savel, pescada,
curvin, salmo e outras muitas qualidades
preparados de escabexe, segundo a arte de
dem preto, mais baixo, a 2,ooo rs. a libra. I cozinha' de 4'400 a 2'000 rs- a tata.
dem, verde, miudinho, mais proprio para ne-, dem do Alto Douro vindo do Porto engar-
gocio, a l,5oo rs. a libra. rafado e escolhido pessoalmente por um
Banha de porco refinada muito alva a 48o ^ dos sois que se acha em Portugal, das
rs. a libra, e em barril se far abatimen-j seguintes marcas: Duque, Genuino, Ve-
to.
Biscoitos inglezes das seguintes marcas:
Craknel, Soda, Ceede, Captain, Travellies
Lunch, Cabin, e outras muitas marcas a
l,4oo rs. a lata.
Bolachinha de soda, especial encommenda, a
2,2oo rs. a lata.
Biscoito inglez Craknel em latas de 5, 7 e 15
libras a 5,ooo e 6,ooo rs. e de l,2oo a
8oo rs. a libra.
Batatas muito novas a 5o rs.
Queijos flamengos chegados neste ultimo
vapor a 2,2oo rs.
dem do vapor passado a 2,ooo e l,8oo.
dem prato chegado neste ultimo vapor,
muito fresco a a 4oo rs. a libra e intei-
ro se far abatimento.
dem londrino muito fresco a 8oo rs. a libra.
Vinbos em pipa: Porto, Figueira e Lisboa, \
48o, 56o, e 64o rs. a garafa, e de 3,ooo a
4,5oo rs, a caada.
Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa em latas de 1 e mais libras
a 7oo rs. a libra.
Fructas em caldas das seguintes qualidades:
ameixa, rainha Claudia, peras, cerejas,
ginja, pecegos e alperch a Soo rs. a lata.
Figos em caixinhas de 1 '/a arroba e de 8 li-
bras a 8,ooo, 4,ooo e 2,ooo rs, e a 3oo rs.
a libra.
Amendoas de casca mole a 28o rs. a libra, e
em arroba ter abatimento.
Sardinha de Nantes a 32o rs. a latinha.
Toucinho de Lisboa a 36o rs. a libra eem ar-
roba ter abatimento.
Massa de tomates a 64o rs. a libras.
I'imenta do reino a 3io rs. a libra.
Farinha do Maranhao a 14o rs. a libra.
Tijollo para 1 impar facas a 16o rs.
Ceblas a l,2oo rs. o mlho, e a l,ooo rs.
o cento.
Cerveja das mais acreditadas marcas de
5,ooo a 7.5oo a duzia, e de Soo a 6oo rs.
a garrafa.
Presunto para fiambre muito fresco e novo
a 8oo rs. a libra.
Genebra de laranja a 9oo rs. a frasco,
ehouricas as mais frescas do mercado a
8oo rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa,
e lo,Soo rs. a caixa com uma duzia.
Licores francezes das seguintes marcas: A-
nizete de Bordeaux, Plaisir des dames, e
de outras muitas marcas a lo,ooo rs. a
duzia, e a l.ooo rs. a garrafa.
Passas muito novas a Soo rs. a libra e a
8,Soo rs. a caixa. Ha caixas, meias e
quartos.
Garrames com 14 garrafas de genebra de
Hollanda a 5^5oo.
Bolachinha ingleza a 4oo rs. a libra.
Azeite francez eportuguez refinado a8oo rs.
a garrafa, e 9,ooo rs. a caixa com uma
duzia.
Grao de bico a 16o rs. a libra, e em arroba
ter abatimento.
Conservas nglezas das seguintes marcas :
Mixed, Pickes, e ceblas simples a 8oo rs.
p frasco.
Mostarda ingleza preparada em potes a 4oo
rs. o pote.
Vasos inglezes vasios de 4 a 16 ifbroiuitos, a
proprios para deposito de manteiga,doce,
e outro qualquer liquido, de 1 ,oooa 3,ooo
rs. cada um.
Palitos do gaz a 2,3oo rs. a greta e te rs. a
caixinha.
Milho alpista a 160 rs. a libra.
Painco a too rs. a libra.
i seus competente soutambarques primorosamente
eima terSo mais 5 a 10 por % de abatimento: o proprieiario scientifica mais que todos. entettadns, vindo tndo em um so cartao, assim m-
mo as mais modernas camisinhas com manguitos e
os s0tis gefteres sao recpbidos de sua propria commenda, razao esta para poder ven- puhes a balao ricamente enlekados, e vendem-se
por preco favoravel: na loja o armasen do pavao
der po'- muito menos do que em outro qdalqef estabeleSmento. | na ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Tealhas atratberta*
para raao pelo baratissimo precode 50000 a dn-
tia. _______________^____________ .i
No deposito da ra da Lingneta n. ven-
dem-se ervilhas e rentlltaas de diversas marcas.
lho secco especial, Lagrimas Doces de
1819, vinho especial D. Pedro V, vinho
velho, Nctar superior de 1833, Duque do
Porto de 1834, vinho do Porto velho su-
perior, Madeira Secca de superior quali-
dade, vinho do Porto superior D. Luiz I
de 1847, Lagrimas do Douro, especial vi-
nho do Porto, de l,ooo a 1.2oors. agar-
rafa e de lo,oooa 12,ooo rs. a caixa com
umaduzia.
dem Bordeaux de differenles marcas, garnte-
se a qualidade, a8,ooo rs. acaixa com uma
duzia, e a 7oo rs. a garrafa.
Garraloes com S garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 2,2oo rs. com> garrafao.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira, mais
- proprio para a nossa estaco por ser mais
fresco a 2,ooo rs. com o garrafao.
dem com 5 garrafas de vinagre a 1,2oo rs.
o garrafao.
Vinho branco o melhor neste genero a 6oo rs.
a garrafa e 4,ooo rs. a caada.
Alhos a 8o rs. o masso.
Velas de spermacete as melhores que ha no
mercado a 6oo e 64o rs. o masso, e era
caixa se far um grande abatimento.
Frasqueiras de genebra a 5,8oo rs., e a Soo
rs. o frasco.
dem de carnauba e composico, de 4oo a
32o rs a libra, e del o.ooo rs. a H.Soors.
a arroba.
Caf de 1 e 2 sorte de 8,3oo a 8,6oo rs. a
arroba, e de 28o a 32o rs. a libra do me-
lhor.
Arroz da ludia, Maranhao e Carolina a 3,ooo,
2,8oo e 24oo rs. a arroba e de loo rs. a
8o rs. a libra.
Azeite doce em barril, muito fino a 6io rs.
a garrafa.
Papel grve pautado e liso a 3,5oo rs. a
resina.
Genebra de Hollanda em botija de conta a
44o rs. a botija.
Champagne das mais a creditadas marcas a
l,ooo rs. a garrafa, e a lo.ooo rs. a duzia
ou gigo.
Sal refinado a 7o rs. a libra.
Ervilhas francezas e portuguezas a 64o rs.
a lata de uma libra.
Chocolate francez, hespanhol, suisso, e porttt-
guez a l,ooo rs. a libra, e a 28o rs. cada
pao de uma */*,
Garraloes vasios de 5 garrafas at 3 caadas
de 5oo at l,3oo rs. cada um.
Ameixas francezas em caixinhas elegantemen-
te enfeitadas, com diversas estampas
no exterior da caixa, de l,5oo a 3,ooors.
cada uma; tambem ha frascos a latas de
differentes tamanhos que se vende por
Mas. .. upa: macarrao, talharim.
alotria a 48o rs. a libra, e em caixa se
far" abatimeBto.
Doce de goiaba de 4oo a 8oo rs. o caixao
grande,
dem a l.oao o caixlo grande.
Charutos de todas as mareas e dos melliores
fabricantes da Bahia de 3,ooo a 4,ooo rs.
a caixa.
aTTM!
Alear generes cima annunciaosha um tomplete sortto^ted^aMjtefco^^
va doce, slfasema e wrtros rtuft*
V
/iMDTiLDOL


=
Bftarl* 4c PimwhM* feabbado S l ,L :
.r
7
'
i rmm
GRANDE ARMAZEM
Al
\. 36, REA DAS CMBB N. 36
DO
balrro de Manto Antonio.
0 proprietario do muito acreditado armazem denominado Progressitta tendo
empre em vista fazer todo o qne for possivel para bem servir aos seus fregaezes, tem
deliberado vender os seas j bem conhecidos gneros de primeira qaalidade pelos precos
abaixo mencionados, e affianca s pessoas qne mandarem comprar por seos criados ou
escravos, serem Bo bem servidas como vindopessoalmente; encarrega-se de aviar qnalqner
eDcommenda, ainda mesmo contendo objectos nao proprios deste estabelecimento. 0
mesmo pede aos senhores qne mandarem comprar neste armazem o favor de mandarem
devolver qnalqner objecto qne nao agradar, devendo os mesmos senhores ter toda atten-
cao com os seas portadores, fazendo-lhes ver qne s no armazem Progressista da roa das
Crazos n. 36, qae se vendem os memores gneros por mais barato preco, porque estes
militas vezes olvidam-se e v5o ontra parte onde os servem de maneira a desagradar este
estabelecimento.
Mustarda preparada, muito nova a 360 rs. o
pote.
Palitos do gaz a 200 rs. a dozia de caixinbas
e 2,100 rs. a grosa.
PB06RESSQ
GRANDE ARMAZEM DE MOLHADOS
DB
m&tmm&MMMmmwAK
RA DO QUEIMADO N. 46
mm S9BTIHBIEIBT
O1
a
TODOS
0
TAPORDS
se recebem gneros de conta
propria e dos melhores esta-
belecimentos da Europa, ga-
rante-se todo e qualquer ge-
nero comprado neste
ESTABELECIMENTO.
COMPLETO
SORTIMENTO DB MOLBADOS.
vende-se em porco e a reta-
lho, aprompta-se com toda a
presteza e exactido qualquer
encommenda dirigida a este
ESTABELECIMENTO.
C-1
fe
50
<
m
Uvas muito novas a l,ooo a libra.
Castanhas a 2oo rs. a libra,
Figos a 320 rs, a libra,
Vinho superior da Figueira e Lisboa, a 400,
440, 480 e 500 rs. a garrafa, e a 2,500,
2,700, 3,000 e 3,409 rs. a caada.
dem engarrafado, das seguintes marcas du-
que do Porto, Feitoria, Nctar, velho secco,
Ditas hygienicas e de seguranca a 240 rs. a
duzia.
Alpista muito limpo a 160 rs. a libra,
Os proprietarios do muito acreditado armazem Progresso fazem sciente ao respeita
vel publico e com especiadade aos seos amigos e freguezes que tem resolvido resumir os
precos dos seos acreditados gneros, como abaixo verlo nao obstante os precos menciona-
dos a vista da qaalidade dos gneros que se prova quanto se deseja servir satisfatoria-
mente aos nossos freguezes, advertindo-lhes que manden seus portadores, que serao to
bem servidos como se viessem peesoaimente, isto s no Progresso.
^T^flar'm,i8'mna Goraraa de'engommar a 80 rs. a libra, e
2,200 rs. a arroba.
duzia e 800 rs. a garrafa.
dem Bitrdeaux de diversas marcas a 640 rs.
a garrafae7,500rs. a caixa com 12 garrafas.
'dem Muscatel de Setubal a i ,700 rs. a gar-
rafa, e 18^000 rs. a duzia.
r.arrafoes com 5 garrafas de vinho do Porto,
Lisboa eFigueira a2,100, 2,20Oe2,3OO
rs. com o garrafSo.
dem branca muito superior a 500 rs. a garra-
fa e 3,500 rs. a caada.
"i a rraoes com 5 garrafas de vinagre a I, I oo rs.
Sag mu i le novo e alvo a 240 rs. a libra.
Sabio hespanhol, a 280 rs. a libra.
tem massa a 180, 200 e 220 rs. a libra.
Peixe em latas, savel, pescada, e corvina a
1,000 rs. a lata.
Genebra de Hollanda em butijas de conta a
400 rs.
Papel greve pautado e liso a 3,400 rs. a
resma.
Vinagre superior de Lisboa a 1,400 rs. a ca- Azeite doce de Lisboa a 600 rs. a garrafa.
nada e 200 rs. a garrafa. L. ....
Champanhe das mais a creditadas marcas
Velas de spermacete superiores a 580 e 640 a 10,000 rs. ogigo e 1,0'0 a garrafa.
rs. o maco. Doce dg gQJaba de m a SQQ fs a ^^
Manteiga ingleza de 1.* qaalidade, a 800 rs. ,
? H Chocolate portuguez, francez, hespenhol e
j suisso de 800 a 1,200 rs. a libra.
dem de 2.' dita, a 700 rs. a libra. Ve)as de ^^ fl de composig5o 320 ,
Mein de 3. dita a 600 rs. a libra. 360 rs. a libra e 9,500 e 10,000 rs. a ar-
Idem franccza, a melhor do mercado a 540 rs.
e em barril a 500 rs. a libra. Massas para sopa macarrao e talharim a
i i a u i u .A i 400 rs. a libra.
Mena em latas com 2 */ libras a 1,400 rs. a lata.
_ c ... Charutos dos melhores fabricantes da Ba-
Banha de porco refinada a 500 rs. a libra. >ha 3800 3 4(K) %m e2)400rs. a
Oii.'jo.-# nengqg^chegados ultimamente a caixa.
2.000 rs. Cerveja das melhores marcas de 5,000 a
6,000 rs. a duzia.
Mora prato o melhor que ha neste genero a
700 rs. a libra. ...-, j ^
Idom do Alanteio muito snpenor a 8oors. a Biscoitos inglezes de todas as marcas a 1,200
libra. rs- a lala-
Arroz Carolino e do Maranho a 2,800 rs. ar- Bolaixinhas de soda* em latas grandes a 2,000
roba e 100 rs. a libra. e l>8oo rs. cada lata.
Amendoas de casca mole a 280 rs. a libra. Massa de tomates era ]alas de i Hbra a 560
Caixinhas com ameixas francezas, de diversos e 64q
tamanhos al, 200,1,400,1,800 e 2,l00rs. I,
i la urna. Sardinhas de Nantes muito novas a 340
Frutas em calda, ameixas, rainha 01adia,pe-
Ctfgto e alpech a 480 rs.
Marmelada de todos os conserveiros de Lisboa
a (JOO rs. a libra. : Tijollo para areiar facas a 140 rs. cada um.
Ameixas em latas de 1 l't e 3 libras a 1,200! Farinha de Maranho a 140 rs. a libra,
e 2,400 rs. a lata e 900 rs. a libra. pmenta da Ifldja 340 re ,ibra.
rs. a lata.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Cha liuxim o melhor que possivel encontrar
neste genero a 2,700 rs. a libra.
Erva-doce a 320 rs. a libra.
Palitos para meza a 100 rs. o maco.
Idom hvsson muito superior a 2,5oo rs. a ,T f ____._ ..na _
II v Verdadeira farinha de araruta a uUO rs. a
Idom mindinho a 2,700 rs. a libra ""*
Ide protodcqualidademuitofinaal.SWrs. j^5^ ameixas *M8 *
Idom mais inferior a 1,500 rs. a libra. j prezuntos fc porto a ^ rg a Hbra
Genebra de laranja a 900 rs. o frasco e 500
rs. os frascos pequeos.
Chouiicose paios os mais novos que ha no
mercada a 500 rs. a libra.
Manteiga ingleza perfectamente flor chegada
no ultimo vapor a 8oo rs. a libra.
dem de 2.a qualidade a 76o rs. a libra.
dem de 3/ dita a 64o rs. a libra.
dem para tempero a 32o e 4oo rs, a libra.
Manteiga franceza a mais nova que ha no mer-
cado a 58o rs. a libra, e em barril ter aba-
timento.
Banha de porco refinada a 520 rs. a libra.
Vinho em pipa Porto Figueira e Lisboa a 4oo,
48o, 5oo, 56o rs. a garrafa, em caada
2,8o 3,ooo 3,5oo e 4,ooo rs.
dem em barril o mais superior que tem vin-
ao mercado a 6oo rs. a garrafa.
Lagrimas do Douro especial vinho do Porto a
l,ooo a garrafa e a lo.ooo a caixa, o preco
nao indica a qualidade d'este precioso vi-
nho, porm venhamao Progresso que a vis-
ta faz f, a este genero constantemente man-
damos vir de conta propria e por isso po-
demos vender por menos que,outro qual-
quer annunciante.
Farinha de Maranho muito alva e cheiroza
a 16o rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 32o rs. a libra e a 9,ooo
rs. arroba.
Sardinhas de Nantes a 36o rs. a lata.
Azeite doce de Lisboa a 64o rs. agarrafa e a
4,8oo rs. a caada.
Vinagre de Lisboa a 2oo rs. a garrafa ea
l,2oo rs. a caada.
Garrafoes com 5 garrafas de vinagre de Lis-
boa a l.loo rs.
Champanhe das marcas mais acreditadas a
8 e a lo.ooo rs, o gigo, e a 8oo rs. e a
l.ooo rs. agarrafa.
Serveja preta marca T e XXX a 6,5oo e
7,ooo rs. a duzia, e a 6oo rs. a garrafa,
tambera temos das mesmas marcas para 4,
e 4,5oo rs. a duzia, e a 4oo rs. a garrafa.
dem branca Te cobrinha a 5,5oo e 6,ooo rs,
a duzia e 5oo rs. a garrafa, tambera ha
para 4,ooo rs. a duzia.
Graxa em latas grandes a l,3oo rs. a duzia
e 12o rs. a lata.
Vassouras do Porto arqueadas de ferro obra
de muita duracao a 4oo rs. cada urna.
Palitos de dentes massos grandes a 2oo rs.
e28ors.
DI
FAZEVDAS E ROCPAS FOTTAS.
Sortimento completo de sobrecasacos de panno a 254, 285, 304 354, casaca*
muito bem feitas a 254, 284, 304 e 354, paletots acasacados de panno preto de i(4 at
254, ditos de casemira de cor a 154, 184 e 203, paletots saceos de panno e case-
mira de 84 at 144, ditos saceos de alpaca, merino e taa de 44 at 64, sobre de alpaca t
merino de 74 at 104, calcas pretas de casemira de 84 at 144, ditas de cor de 74 at
154, roupas para menino de todos os tamanhos, grande sortimento de roupas de brim,
como sejamalcas, paletots e colletes, sortimento de colletes pretos de metim, casemira
e velludo de 44 a 94, ditos para casamento a 54 e 64, paletots brancos de bramante a 44
e 54, calcas brancas muito finas a 54, e um grande sortimento de fazendas finas e moder-
nas, completo sortimento de casemiras inglezas para hornera, menino e senhora, ceronlas
de linbo e algodao, chapeos de sol de seda, luvas de seda e de Jouvin para homem e se-
nhora. Temos urna grande fbrica de alfaiate, onde recebemos encommendas de grandes
obras, que para uso est sendo administrada por um hbil mestre de semelhante arte e um
pes8eal de mais de cincoenta obreiros escollados, por tanto executamos qualquer obra com
promptidao e mais barata do que em outra qualquer casa.
ESTABELECIMENTO COMMEBCIAL
DE
;C\LDER\RIi E F!MiljM) DE METAES,
Sito na ra lo Knim n. 4 junto
a fundir da *r. Bowmam, perteneente a
Villana ir mi o A c .
Neste estabelecimento encontrarlo os freguezes um completo sortimk)
de todo que diz respeito as artes de caldereiro, funileiro, latoeiro, ferreira e
fundifo, e os abaixo asssignados que o dirigem, promettem servir a todas as
pessas que se dignare de os procurar, com promptidao, sinceridade e pre-
cos muito rasoaveis. O dito estabelecimento estando montado era ponto
grande, tanto no que diz respeito a pessoal, como em materia prima, e tendo
habis officiaes, pode execatar com toda a perfeicao e seguranca qualquer
obra tendente as artes cima mencionadas e alfoitamente podem os abaixo as-
signados assegurar ao publico que nenhum outro estabelecimento Ihe pode
fornecer mais barato e mais perleito do que elles, visto que reeebem de sua
propria encommenda todas as materias empregadas em ditas obras.
Sinos de 16 libras 8 arrobas.
Parafuzos de bronze e ferro para ro-
das d afna.
Torneiras de bronze e
engenho.
Encanamentos de cobre
todas as grossuras.
Bombas para cacimbas, aspirantes e
de repucho.
Bombas para destilacoes.
Ditas para regar jardins, hortas e
capim.
Ditas para navios e barcacas de varias
qualidades e di meneos.
bronzes para
e chumbo de
Alambiques simples e continuos de to-
dos os tamanhos e dimenedes.
Machinas de cobre para destilar e res-
tilar espirito at 40 graos pelos sys-
temas de Logier e Derosne.
Carapucas e serpenfinas de cobre, e
estanho, avulsas.
Taixas e tachos de cobre para engenho
e refinaco.
Paroes de cobre e todos os cobres ne-
cessanos para o fabrico do assucar.
Cobres para rodas de moer mandioca.
Machinas econmicas para lavar roupa
o melhor possivel.
Cobre em lencol e arrodellas, estanho em barrinha, chumbo em barrat
lenco! e canos de todas as grossuras.
Villara Irmo & C.
Vinho do Alto Douro das marcas mais acre-
ditadas e especialmente escoltado por um
de nossos socios, como sejam:Cames, Du-
que, do Porto, D.Luiz, Carcavellos, Cha-
misso 4 Filho, Madeira secco, e Feitoria a |
9oo rs. a garrafa e 9,ooo rs. a caixa com Paltos do gaz 20 rs. a caixinha e 2,3oo rs.
12 garrafas. a groza.
Garrafoes com especial vinho do Porto con- G(4a de A, he ch da no n|timo r
tendo 5 garrafas a 2,5oo rs. \^s de ^libras a ^ ^ pecninchaF
dem com 5 garrafas de superior vinho Fi-! Genebra de Hoi,anda garrafes con, 16 gar.
gueira a 2,4oo rs. rafas por 6 5oo re
dem com 5 garrafas de vinho Lisboa a M_____*- o o o *
2 loo rs Idememfrasqoeirasa6,3oors.e6,5oors.ea
56o rs. o frosco affianca-se ser verdadeira.
Vinho branco de Lisboa proprio para mtssa'.,,, An K,;- nm K. .__ .
vin zias a 44o rs. cada botija.
dem de laranja em frascos grandes verda-
deira italiana a l,ooo rs. o frasco.
vindo j engarrafado de Lisboa a 64o rs.
a garrafa.
dem em barril muito superior a 5oo rs. a
garrafa e a l.ooo e 3,8o a caada.
Ameixas francezas em caixinhas de 1 % 2 Marrasquino de zara a 72o rs.
e 3 libras elegantemente enfeitadas com ri- y^f mcez de todas as qualidades em
cas estampas na caixa exterior a l,3oo, garrafas de vidro brancos a 72o e 8oo rs.
l,6oo 2,ooo e 2,5oers.
Vinho Bordeaux das melhores qualidades
dem em latas de, 1 '/se3 libras a l,4oo e
2,6oo rs, cada urna.
Figos de comadre em bauzinhos de folha
muito proprios para mimo a l,6oo.
dem em caixinhas a l,4oo rs.
que tem vindo ao mercado a 72o e 8oo
rs., e em caixa a 7,5oo, 8, c 8,2oo rs.
Azeite doce refinado do fabricante Pelanol e
outros a 8oo rs. a garrafa.
Batatas muito novas em gigos com 38 libras
por'l,5oo rs.
Canella da India a l.loo rs. a libra.
< gnae inglez a 9oo rs. a garrafa. cominho a 64o rs. a libra.
Marrasquino de Zara a 7oo rs. o frasco e i Azeitonas de Lisboa muito novas a l,6oo rs.
8,ooo rs. a du/.ia. < a ancoreta.
Li.-ores framezes, anmzete, plaisir des da-1
aws, etc., etc. a8oo rs. a garrafa e8,5ooEstrelinha e rodmha para sopa a 6oo rs. a
rs. a duzia. l'bra.
Paisas as melhores que se encontram a 360; Legumes seceos para sopa a 4oo rs. o maco.
Breu louro a 3eo rs. a libra e 8,ooo rs. a
arroba.
rs. a libra.
Bolachas inglezas muito novas a 24o rs.
a libra, e 3,5oo rs. a barrica.
Azeite refinado a 8oo rs. a garrafa.
Gmservas inglezas de todas as qualidades a
T.iO rs. o frasco.
Papel pautado e liso almaco e de peso de
3,ooo, a 4,ooo rs. a resma.
Ervilhas seccas chegadas no ultimo vapor a
2oo rs. a libra.
ovrauioaiaqeisa ajso jep
-ujesap b BJiaaera ap ara-uas so apno '9\JK ts\xio b ora a as-mepia|o soza.v sejinra saisa
anbjod 'owad oo.ieq siera jod so.iaaa8 sajoqiara so apua.v as anb 9 9g -u saznjQ sep
eoi cp eisissaiSoJj mazeaue ou 9S anb ja\ saq(-opuazej 'sajopejjod suas so moa oJ
-oN>t Bpl *! sajoquas somsaui so opuaAap 'jepeje obu anb ojoafqo janbjBnb jaAjo.Aap
luajepucm ap joabj o mazeuiie aisau jejdmoa majepoBra anb sajoquas sob apad omsara o
oiuauiDoiaqBjsa atsap soudod 05a sojoafqo opoaiuoo omsara spure 'Bpuamuioaaa jaub
-ii'iib ui:i.\e ap as-B8aJJB0ua : aiuaraieossad opui.v omoa sopiAjas raaq ogj majas 'soABjasa
110 sopeiJ.i suas Jod aejdu uijpuui anb sessad se eueye a 'sopcuoiauara oxieqe so
-ajd soiad apBpiiBtib BJiaunjd ap sojauaS sopioaquoa raaq sf snas so japooA opjaqnap
raai 'sazanSajj soa sob jiajos maq BJBd jaAissod joj aob o opoj jazBj bjsia raa ajdras
opua'i -BjsissaJtoJd opBUHaouap oazeaue opeiipaaoB ojinm op ouejaudod o
-n oaofnv o|as 'ap o.uiq op .13 ep ana s *M
^

mm
Conservas inglezas sortidas e de ama s qua-
Idem era caixinhas emticamente lacradas i bdade a 800 rs. o frasco.
e muito bem enfeitadas a 1,80o rs. j Araruta verdadeira a 32o rs. a libra,
dem a 2oo rs. a libra. : Gomma de engommar muito alva a 80 rs.
Passas de carnadas as mais novas que ha no i a hbra e 2,2oo rs. a arroba.
mercado a 4oo rs. a libra e a 6,000 rs. a Sagu muit0 novo a 24o rs a Ubra
Sevadinha de Franca a 16o rs. a libra.
caixa.
Salmo era latas emticamente lacradas a j
800 rs.
Lagostim em latas grandes a l,4oo.
Savel, corvina, cherne, vezugo, peixe espada,
preparados pela primeira arte de cozinha a
a l,3oors.
Queijos flaraengos chegados no ultimo va-
por a 2,4oo rs.
dem do vapor passado a 2,2oo 2,ooo e
l,8oo, rs.
dem prato do ultimo vapor a 64o rs. alibra.
Doce da casca da goiaba caixes grandes a
600 e9oo rs.
Chouricas as mais novas que ha no mercado
a 48o rs. a Ubra.
Chouricas mouras encommenda especial nos-
sa a 5oo rs. a libra.
Prezunto verdadeiro de lamego em calda
de azeite 5oo rs. a libra
Bolaxinha ingleza a mais novas que ha no
mercado a 2,ooo rs. a barriquinha com
1 arroba, e a 24o rs. a libra.
dem de soda de diversas qualidades a 1,400
reis.
dem em latas grandes, proprias para lunche,
com 5 a 6 libras por 2,4oo rs.
Marmelada imperial do fabricante Abreu e
outros conserveiros de Lisboa a 600 rs. a
libra.
Frutas em calda de todas as qualidades a
800 rs.
Ervilhas francezas a 5oo rs. a lata,
dem portugue/as a 64o-rs. a lata.
Massa de tomate a 64o rs. a libra.
Amendoas confeitadas a 7oo rs. alibra.
dem de casca mole a 28o rs. a libra,
Avelans a 2oo rs. a libra.
Sevada muito nova a 12o rs. a libra e 3,2oo
ss. a arroba.
Macarrao a 32o rs. a libra.
dem e talharim o mais novo que ha no mer-
cado a 48o rs. a libra.
AIetria a 5oo rs. a Ubra.
Aitoz carolino a loo rs. a libra e a 2,8oo rs.
>,a arroba.
dem, do Maranho a 12o rs. a Ubra, e a
3,obo a arroba.
Caf do Rio o mais superior que se pode de-
sejar a 32o rs. a Ubra.
dem a 28o e 3oo rs. a libra e a 8,2oo, 8,4oo
e 8,7oo rs.
Velas de carnauba refinada a 32o rs. a libra,
e a 10,000 rs. a arroba.
dem de spermacete a G4o rs, a Ubra.
Chocolate hespanhol e francez a 9oo e l,ooo
rs. a Ubra.
Estrellinha e pevide muito nova a 4oo rs. a
libra, e a 2,ooo rs. a caixinha com oito
libras.
Cha perola muito especial chegado neste ul-
timo vapor de encommenda particular
nossa a 2,8oo rs. a Ubra.
dem huxim muito superior a 2,7oo rs. a
libra.
dem hysson a 2,56o rs. a libra.
dem hysson a 2,ooo e 2,2oo rs. a libra.
dem preto homeopathico e muito superior a
2,ooo rs. a libra.
dem nacional a l,6oo rs. a Ubra.
Batatas muito novas a 80 rs. a Ubra.
Charutos dos melhores fabricantes da Baha
e de todas as marcas, como sejam: sus-
piros, havaneiros, messecipes, regala im-
perial, flor das mattas, primores a 4,ooo,
3,5oo, 3,2oo, 3,000, e 2,8oo, 2,5oo,
2,000 e l,6oo rs. a caixa.
AGENCIA
DA
FUNDIGO BE LOW-MOOR.
Ra da Senialla nova n. 42.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos os
tamanhos para ditos.__________________
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston A C,
raa da Senzalla Nova n. 42._____________
O GALLO CANTA
J sabido que, quando chega o vapor da Eu-
ropa, o gallo canta annunciando aos seus numero-
sos freguezes as galanteras de mais gosto e da ul-
tima moda que por elle recebe, como sejam :
Camsinltas para senhoras.
Riquissimas camisinhas com manguitos e gra-
vatinbas para senhoras : s no Vigilante, ra do
Crespo n. 7.
CirigolinJias.
Riquissimas cirigolinhas ou gravatinhas, sendo
cousa de muito gosto, e a primeira vez que appa-
rece para as senhoras de bom gosto : s no Vigi-
lante ra do Crespo n. 7.
Pentes de cancha.
Ha para chegar riquissimas guarni?oes de pen-
tes de lindo gosto, tanto para atar, como para mar-
ratas, por precos razoaveis : s no Vigilante, ra
do Crespo n. 7.
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fp
^3
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.sr
3
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Folha de Flandres Charcoalde muilo boa
qualidade; vende-se por atacado ou por catxas
avulso, a dinheiro vista : na ra do Pilar n. M8,
primeiro andar, para tratar, de manhaa at as U>
horas, de tarde das 3 at as 6.
Aos 9n. InnanteN.
Nalojada liquidacao junto ao pnsso n ra uu
Imperador tem urna Grande pechincha de charu-
tos da Bahia a 15600 a caixa de 100, a elles que
se estao acabando, assim como um sortimento d*
! miudezas.
Cal de Lisboa c potassa da
Rnssla.
Vende-se na ra da Cadeia do Recifc n. 26, para
onde se mudou o antigo e acreditado deposito ua
I mesma ra n. 12, ambos os gneros sae hww
legtimos, e se vendem a proco mais barato do que
1 outra qualquer parte.
A Chegou pelo ultimo vapor francez desa
afamada marca de azeite fino para mesa : a
venda no hotel da Europa ra do Trapiche
n. 12.____________________________
Asida mais hai-stio.
Queijo prato muito fresco a 480 rs. alibra. e n-
I teiro a 400 rs., bolachinha ingleza muito nova a
200 rs. a libra e 2j> a barrica________________
VE1WK-SE
Direito internacional privado e aapplicacao de seus
principios com preferencia s leis principara do
Brasil, em 1 volume,por Dr. Jos Pimenta Bueno,
85000 : no escriptorio de Antonio Luiz de Oliveir.
Azevedo & C, ra da Cruz n. 1.
Farinha de mandioea.
Vende-se farinha de mandioca da melhor e
mais nova que ha neste mercado : no escrtptorie
de Manoel Ignacio deOliveira & Filho lartrc Corpo Santo n. 19, ou a bordo do palhabole Vm-
mao e brigue Minerva, ancorado* no caes do barao
do Livramento.
o as
O w
as -
Si
O

s
I"


Se
e
9
Botica e armazem de
drogas
Ra do Cabug n. II.
DE
Joaquim Martinho da Cruz Correia.
Vende-se o seguinte :
Salsa parrilha de Bristol.
Pastilhas assucaradas de Kemp.
Pastilbas vermfugas de Kemp.
Elixir de citro lactato de ferro do Dr. Thermes.
Rob da Lafecteur.
Xarope depurativo d'odoreto de ferro de Guy.
Xarope peitoral sedativo de Guy.
Pastilbas peitoraes balsmicas de Guy.
Pilulas da vida.
Bu re franciscano (mesclado) para imagens.
Bijeccao Brow.
Xarope de citrato de ferro de Cbable.
Pilulas contra sesdes.
Salsa parrilha de Sauds.
Extracto fluido de salsa parrilha de Bailys.
Xarope alcoolico de vel lame.
Alera destas drogas ha constantemente um com-
pleto sortimento de tintas, vemiz, ouro para dou-
rar, preparados clumicos e pbarmaoeuticas qtw se
vendem por commodos presos.
Mossa Menhora da Coneeicao
Contina a estar venda na ra do Imperador
n. 15 a novena de N. S. da Conceicao, conforme
usam os reverendos carme utas da Reforma do Re-
clfe, e tndo o mais conforme os annuncios fetos
por este Diario.
ESCRAVOS FGIDOS.
Fugiram ao amanhecer do dia 9 do corrente
dous escravos crioulos, nm de nome Manoel, <"?-
nhecido por Manoel ferreiro, por ser deste offlcio,
com os signaes seguintes : estatura regular, cor
preta, alguos cabellos brancos, tanto na cahefa
como na barba, bem barbado, corpo regular, bem
parecido, rosto descarnado, idade me represen
de 48 a50 annos, toma muito tabaco, falla um pou-
co pelo nariz por causa do tabaco, natural da
villa Constitucional de Sant'Anna do Mallo, termo
da cidade do Ass, no Rio Grande do Norte; outro
de nome Herculano, idade de 45 a *8 annos, al-
guns cabellos brancos, alto, corpo reforcado, cor
preta, ps bastantes grossos. tendo em um dos cal-
canhares urna grande cicatriz proveniente de um
talhoque levou com um po. defeituoso doquejxo
por telo hiii pouco torto por um lado, um alei-
jao muito visivel: ambos fugiram junto, levanda
camisas de algodao lisado e calcas azues, e tam-
ben] alguma roupa branca ; o Herculano natu-
ral dos sertoes do Piauhy : roga-se s autoridades
policiaes e aos capilaes de campo que os facam ap-
prehender e conduzi-los casa de scu seuhor o
major Antonio da Silva Cusmo, morador na ra
Imperial, na cidade do Recife, provincia de Per-
nambuco. que gratiOcara generosamente.
Fugio no dia 10 do corrente a catira Felici.
dade, de idade de 24 a 26 annos, baixa, bastante
nutrida, cabeca cliaU, olhos grandes, nariz afilado,
tem urna listula do lado do qtieixo. os dentes da
frente podres : quera a penar, leve-a ra do
Queimado n. 10, que ser generosamente recom
pensado._______________________________
Desde o dia 31 de outubro do corrente anuo
est fgida a escrava Felippa, a qual muito r<>-
nhecida pelos signaes seguintes : fui em algm
temno do Sr. Antonio Jos Rodrigues de Sonza,
magra, estatura regular.bicuda, anda sfrapre mth-
to apressada, cabra escura, falta-lhe um dente n*
frente, est com leite nos peitos, pois deixou una
enanca suatilha de cinco mezes, levou, vestido nm
roupao de cassa j velho, e nm chale de merini
cor de rosa, costuma dizer que forra ; jnlga-sd
estar criando em alguma casa, ou acontada em af-
rum calogi, foi vista duas vezes na Passagem la
Magdalena, lina do Retiro, etc. O proprietario to-
ga a todas as autoridades policiaes, capitaeV d
campo e mais gente do povo a ppjrocm e a rondn
zam a sen senhor.na ra do Principe n. 3, tairro*
da Boa-Vista, on rna Nova n. 38, loja. Outro
stm, o proprietario protesta desde j processar t
receber o importe dos dias qne ella llie falta, desde
que sahio de casa, a traern a tiver recolhida. ou
aonde for achada, e gratlflc-s bem a quem a
pefar.

MUTULAD



Alarlo de Pernambueo Kafcbado tf de Timbro de 1 9S.
LITTERATURA
Q QUE VAE PELO HUNDO.
Como sabido, os proprietarios ruraes de Me-
ckleour e es seas amigos deram um grande ban-
quote lord Kussell na sala da mumcipalidade
Blairgowro.
O conde Russell eslava acompanhado pela con-
dessa e pela sua familia, e escoltado por um desta-
camento de voluntarios, achando-se reunido um
grande concurso de poro. O primeiro magistrado
dacidade ajireseutou a sut mensagem.
As duas horas, cenft e cincoenta eavalleiros
estavam reunidos para jantar na sala da munici-
palidade ; o conde Airlie presidia. Depois dos
brindes do estylo, o conde Airlie levantou um
brinde lord John, ao qual o mesmo lord res-
pandeu nos seguales termos :
. SenhoresEstou profundamente reconhecido
ao convite que me haveis feito, e a maneira por
que lendes acolhido o brinde que acaba de ser pro-
posto.
t Por mais importantes que sejam os negocios
at certo ponto, no* libamos tomado parte nessa
intervengo.
Estapalavra intervencao, infelizmente, em-
pregada abusivamente, e de proposito para signi-
ficar um grande numero de cousas dfferenU*.
Ha deceno intervencao quando urna potencia pe-
de satisfacao pelos seus subditos; mas quando a
sua propriedade tera sido injustamente tomada
e confiscada, quando as anas pessoas teem sido ul-
trajadas, ofiendidas, a intervencao est justificada,
e 6 muitas vezes necessaria.
internos de que o nobre lord fallou, sustentou que
a lucia sobre esses negocios esta terminada, e que
os assuraptos extern os que boje occupam a at-
[ODg'io do paiz.
< E assim natural, porque os negocios exter-
nos sao de natureza a excitar a nossa inquetago.
O menor boato, o menor rumor tende a depreciar
a prosperidade de milhares de pesseas.
< Os receios de guerra fazem temer um aug-
Ha tambera outra especie de intervencao con-
tra a qual tenho muitas vezes protestado, porque
nao pode ser justificada senao em certas occasies
extremamente raras, e em geral encontra a sua
condemnacao as consequencias que se produ-
zem ; quero fallar da intervencao pela torca nos
negocios internos de outro paiz, para impr ao go-
verno desse paiz, esta ou aquella maneira de
obrar respeito dos seus subditos. (Applausos.)
Concorremos primeira daquellas intervengdes
no Mxico, mas logo que a segunda foi adoptada
l>or urna das grandes potencias interessadas como
nos, separmo-nos do nosso alliado, o desde ento
nao tomamos parle alguma nos negocios do M-
xico. Tal hje, senhores, a nossa situago. Sea
populago mexicana approva a intervencao que se
verificou, se ella qur o estabelecimento de ama
monarchia, se Ihe obedece voluntariamente,.ese
se pode restabelecer a ordem e a paz no Mxico,
debaixo daquellas eoudlcoes, eu digo de todo o
meu coracao, que os Mexicanos tem a sua monar-
chia, cuja conservagao desejo. (Applausos.) Mas-
se os Mexicanos nao querem, se ao contrario que-
rem sustentar a forma de governo que ha muito
beldes, fallam com o czar da Russia,'o sultao ej
Luiz XIV, a respeito do crime de rebellio. En
nossos pwprios julzes, e que reformas, assemelha-se a opiniao desse hornera,
esperar pacientemente a deciso 1ae tndo construido um caminho n'uma monta-
acabo de 1er sobre este assumpto um tongo diacurso Pois bera I com suroresa mi- nf^' 0"000" cnme uma pedra com esta ins-
de Mr. Sumner.
Houve tambem, senhores, outro assumpto i
queixa, egualmente da parte dos chamados estados
confederados.
c Disseram que, em opposicao ao tratado de Pa-
rs e a lei internacional, tinhamos permittido um
Mr. Sumner rauito pouco equitati- dos. (Riso.)
cripcao: Descancae aqu, e flcae reoonheci-
JWesentando as minhas palavras contra mm
toesmo.e para pretender que eu attaco os federaes,
e que sou hostil aos federaes.
Nao me demorara sobre este assumpto, mas
fare uma observacao sobre a tendencia geral des-
. E' assim que pensamos; nao porque hajam
outros caminhos a abrir e outras montanhas a
tender, mas o sentimento do paiz (e eu n5o posso
deixar de tomar parte nelle) que por agora roe-
Ihor tdescancar e ser reconhecido. do que abrir
novos caminhos.
bloqueio de 3000 milhas. Isto verdade, e verdade SCS d,scursos e desses escriptos. O governo ame-
tambem que esse bloque io anda que mantido per'r,cano d,scute estas juestes com eqnidade. Algu-
um sufflciente numero de navios, era comtudo es- l l-nos em err.outra9 somos nsaue
tabelecido por meio de embarcares, algumas das
quaes haviam sido equipadas pressa, e eram im-
proprias para aquelle serrino. Todava, um blo-
queio, um bloqueio que nao podemos dcixar de re-
--------------------. ., ivun.1 uiuuuji- .iui.-uoiuiii a lumia uc (UICI1IU Ijue UaiUUlIO
ni3nto de im|)osto, e lancam a desesperanza as I tempo tinham adoptado; nos nao temos que os
IJliTs; Qa rmcMiml i.n.-nj., ,>,.,, A nM>Jn. f i iaadMdlaaa a rtnr mn.o KM*.,!,). ... i__*. -m _
familias. Se possivcl ousadaraente preciso af
listar esses pnicos de guerra, mas preciso
ttoibem alTronta-los com coragem se fr necessa-
rio, porque a honra do paiz, o lugar que oceupa
entre as naces, o nome que carece conservar
para o futuro, a sua propra existencia dependem
disso. (.Applausos).
Acontecimentos importantes se teem consum-
mado no prazo relativamente curto em que eu oc-
cupo o cargo de secretario dos negocios estran-
geiros.
Quando lord Palmerston entrou em exerc"
co, a guerra da Italia continuava ainda, com
quanto tocasse o seu termo. Apresentou-se dentro
em pouco a questo de saber se os italianos ti-
nham a liberdade para derrubarem sua vonta-
de,. governos corrompidos e culminados (applau-
sos) se Ihes seria permittido ser litro e unidos,
S3 a Franga ou a Austria, ou qualquer outra po-
encia, deveria intervir na Italia. O governo de
ford Palmerston nao hesitou em dizer que o novo
]cra livre para escolher o seu governo (applausos),
e felicitme de ter feito essa declarago em Aber-
dee em nome do governo. (Applausos.)
Hoje temos outra origem de anciedade-a
.guerra civil da Polonia. Pela minha parte, estou
,prom|to a defender se fr necessario, o procedi-
muto seguido pelo governo de Sua Magestade, de
accordo coiu a Austria e Franca. Mas senhores,
declare! no parlamento e ainda a minha opiniao,
que nem as obrigacoes, nem a honra, nem os inte-
roses da Inglaterra exigem que fagamos a guerra
pela Polonia. (Applausos.) Tenho esta opiniao, e
pens quesera indigno de nos invectivara Russia
quando nao estamos dispostos resistir com a tor-
ca s suas assersoes.
Todava maravilha-me ver que depois de muitos
ni es de correspondencia, a Russia tenha adopta-
contradizer, e por mais irregular que haja sido a
forma de seu governo, ainda que o paiz tenha
sido desconsiderado por actos de violencia e de p-
Ihagem, nao julgo que tenhamos o direto de nos
oceupar da forma do seu governo. (Applausos.)
t diego, senhores, a uma qnestao, que nos in-
teressa a todos, e para a qual desejo chamar a vos-
sa atlengo, porque desejo explicar algumas cir-
cunstancias, a respeito das quaes o nosso paiz foi
calumniado.Quero fallar do que est succedendo
nesse paiz, que era ainda ha pouco Estados-Unidos.
Ha alguns annos,regosijavaroo-nos nos da prosperi-
dade daquelle paiz eramos felizes por ver um
povo, que tnha a nossa mesma origem, gosar de
instituigoes livres, viver em paz,e com o qual s ti-
nhamos uma pequea questo sobre a ilbadeS.Joo,
questo que a repblica Suissa ia cortar. De re-
pente rebentou a guerra, e certamene nao toma-
mos parte nella. Nove estados declararam que
queriam formar uma repblica independente. O
nosso procedimento fo atacado e censurado nos
termos mais severos, j pelos federaes, j pelos
confederados.
Os federaes foram os primeiros que se quei-
xaram, e disseram, no que nos diz respeito, que
nao tinhamos o direto de conceder aos confedera-
dos direitos de belligerantes. Ora esta questo
de direitos de belligerantes uma questo de facto.
Perguntarei se se pode considerar como rebellio
a declarago de cinco milhdes de homens lvres
que se proclamara independentes ? Os nossos al-
mirantes perguntaram-nos se deviam tratar como
piratas os navios que encontrassem com bandeira
confederada. Trata-Ios como piratas, seria tomar
parte na guerra. (Applausos).
Era impossivcl considerar o levantamento de
cinco milh5es de homens como uma insurreico
ordinaria, e recusar a urna reunio tao considera-
vel os direitoe que saosempre reconhecidos quel-
les que, pelo seu numero, sua Importancia, ou ex-
titulos a esses di-
econhecer. Nos mesmosj temos bloqueado algumas tica e imparcialidade. Mas ha outros homens que
procedem differentemente, por excraplo, Mr. Sum.
ner.
Todas estas materias suseitou questoes segura-
mente ; podemos pois, em alguns casos, ter raso
de nos queixar, como pela sua parte a repblica
federal da America pode ter justos motivo de
queixa. Mas dereriamos sempre lembrar-nos que
descendemos dos mesmos antepassados, que nos
tribunaes americanos se estuda constantemente
o direto inglez, que as decisoes dos nossos juizes
sao ali autoridades; que o nosso- Shakspeare e o
nosso Milton sao para os americano; assim como
para nos, autores classicos; que a maor parte das
Na Presse, lemos o seguinte:
De Londres e Vienna chegaram Importantes
correspondencias sobre as negociacSes que prose-
guem entro os tres governos. Nao deixa de inte-
- j ressar por de parte os detalhes superfluos e pouco
obscuros, para apresentar os (actos que se conteem
Prev logo as difflculdades e pesa-as com jus-'nas nossas correspondencias; este trabalho deve
o julgamos, mas nao se podem fazer quexas da
maneira porque o secretario de estado trata os ne
Socios.
vezes mais de 2000 ilhas de costa. Nos sonriamos
com isto.assim como os nossos interesses. Mas na mi-
nha opiniao, o nome da Inglaterra ficaria infamado
eternamente, se, por um motivado interesse tivesse-
mos violado a lei das narres c feito a guerra aos
estados federaes a favor dos esclavistas. Estou
convencido que estes sentmentos sao partilhados
pelo nobre povo de Lancashire, que nao quer que
uma s mancha offusque o escudo de um paiz no
interesse da industria agodoeira. (Applausos.)
t Depois seguiu-se uma nova queixa dos fede-
raes. Censuraram-nos deixar sahir de Liverpool
navios para espoliar o seu commercio. Senhores;
nao posso entrar em lodosa os detalhes da questo,
, ; nossas instituicoes, como se v da excellente obra
mas sabis que para um de.icto estar provado, ,^ M[, T \1|le ^ a Am JS
necessario que a provaseja valida perante um tn; d to nossas fe >
bunal de justiga. Ora, foi s- no propno da da sa 1__m_____.:...-
Disse-se que se nao deveriam ter reconhecido
os confederados como belligerantes, porque se tra-
tava de proprietarios de escravos. Senhores, est
certamente longe de ter diminuido o nosso horror
pelo escravido.
t Quanto a mm, declaro que a escravido um
dos mais horriveis crimes que jamis degradou a
humanidade. (Applausos).
Mas quando se traa de relaeoes que temos
com uma sociedade de homens, duvido que seja
opportuno para a humanidade proclamar que nao
queremos ter relaeoes com um povo que permitte
que a escravido exista entre si. Nao o temos fei-
to a respeito da Hespanha e do Brasil, e nao julgo
que se sirva a causa da humanidade fazendoo ac-
tualmente. Disse-se que os estados confederados
eram rebeldes em revolta contra a Unio. Mas
lembrarei que os Ingleses se revoltarara contra
Carlos I, contra Tliiago II, e a populaco da Nova
Inglaterra, nao contente com estas rebellies, revol-
tou-se contra Jorge III. Nao pretendo dizer aqui se
aquellas revoltas erara ou nao juslificaveis; tam-
bem nao sei se a revolta actual do sul uma re-
volta justificavel, ou se um grande erro ou um
grande crime ; mas digo smplesmente que o facto
da revolta, no, na minha opiniao, um crime de
tal maneira flagrante, que devamos renunciar a
quaesquer relacScs com aquelles que se teem tor-
nado culpados da rebellio. (Applausos.)
Os oradores do norte, os descendentes de re.
do a marcha que tem seguido. A partilha da Polo
nia fo o escndalo da Europa no secuto passado. Ies1ue' Pel seu num<*. sua Irr
(Appl.usos). E' uma censura para as tres poten. | te^'M do seu territ. em ti
ciasque tomaram parte nella. (Novos applausos.) reilos- (APPalusos)
Mas pelo tratado de Vienna, julgou-se til, e as
circunstancias pdem talvez justificar aquella
maneira de proceder, admitir no direto das gen-
tes a siluajao da Polonia tal como eslava ento, e
dir uma especie de sanecao retrospectiva part-
Ina de 177. Para me servir de um termo de di-
reto, as outras potencias tornaram-se cmplices
de) is do facto. (Riso.) A Austria e a Prussia sa-
tisfkeram as condicoes do tratado, mas a Russia
nao as cumpriu.
Parece que uma grande imprudencia da
parte da Russia, quando ella teve a grande vanta-
gi'in de ver a sua expolaoslo perdoada pela Euro-
pa, regiitar as condifes com que essa sanecao foi
dada, manter-se como ella faz hoje, nos ttulos que
Ihe d a conquista, regetando todas as condiges
- p-'las quaes, segundo o tratado de Vienna, esses
ttulos ioram aceitas pela Europa. (Applausos.)
Quanto s consequencias desta maneira de
proceder, e a conducta que tero as diversas po-
tencias da Europa, esta uma questo, em cuja
discussao nao posso entrar. Desejo s fazer-vos
notar que a Russia nao tem satisfeito as condicoes
pelas quaes o tratado de Vienna, Ihe concedeu o
reino da Polonia, e que uma vez nao executadas as
condicoes, deixa de ser valido aquelle ttulo. (Ap-
plausos.)
Senhores, ha outra questo relativa s nossas
relacSes externas, que causou graves apprehen-
sfle. Quero fallar da questo do Mxico. Disse-se
que tmha havido intervencao no Mxico, e que
FOLHETIM.
A CONDESSA DIANA
POR
MR. MARIO UCHARD.
XIX
(ContinuarSo do n. 267.)
Em vo quiz domar a minha fraqueza; os sinis-
tros preseniunentos voltavam cada da mais encar-
nicado em perseguir-me. A presenca do meu
tutor era mu supplcio para mim. Implacavel e
Vioz dir-se-hia que lia na minha fronte os som-
bros terrores que me invadiam.
Peto su humor aggressivo suspeitei que era in-
tencfui sua impellir-me a alguma scena deploravel
na preaenca dos seus subordinados; e por vezes
csteve a ponto de consegui-lo : por felicidade pe-
rn) eu denfrava no olhar de Diana tao pungente
sujiplica que para logocontinha-me.
Observei ento com profundo pasmo estranha
iiiudaniM na attilude de minha madrinha : essa al-
tivez digna e tranquilla com quedominava o conde
pareca lela abandonado; j nao ousava defender-
me na >ua presenca, e algumas vezes a vi estre-
riucer ao olhar desse esposo indigno del la, como se
receiasse que Ihe sorprendesse algum segredo da
alma.
Comprehendi por tanto que eu a arrastava na
minha ipieiia. De lodos os lados vamos cerrar-se
o^oiiibiiu trama : sesahiamos a passear na flores-
ta, .-t-guia-nos a pista esse miseravel guardador de
cabiiis, que j uma ver espionara o tabellio Gran-
rr, e que Bastio me designara sob o nome de
azaro. No parque aconteca vermos surgir de re-
iH'iiie a figura do intendente no meio de alguma
alea, como se nos estivesse espretando por detraz
dealicuma moita para ouvir a nossa conversaco.
A principio Uei ao desprezo essa vil espionagem;
nuis a il.'|H.is comecei a receiar negras e atrozes
Ite.i lidias. O obsequioso sorriso do intendente tra-
lla nao sei que baixa irona, para que nao achava
dim-nnca : dir-se-hia que esse monstro penetrava
O triste segred io profundamente oceulto no
iiiiiis ultimo escondrijo do meu coracao!
Viviaiuos assim no meio de terrores sem eessar
ri'tiascentes, quando n'uma maohaa recebi uma
propno
bida do Alabama, que colheraos as provas, que nos
teriam permittido- reter o navio ; ainda duvidoso
se um tribunal de justica tena condemnado com
aquellas provas, porque para Iludir a le, o navio
eslava equipado sem estar armado. As armas fo-
ram colbocadas a bordo nas aguas de um paiz es-
trangeiro, longe da jusrsdicgo da Inglaterra.
necessario que estas questoes sejam avahadas com
equidade. O principio simples, mas a sua appli-
cacao difflcil. Podis vender espingardas e bal.
las, e tambem navios, mas nao podis deixar ar-
mar um navio, Isto-da logar s mais difflceis ques-
toes. Por exemplo, milhares de homens podeniiem-
barear-se como operarios para os estados federaes
milhares de espingardas podem seguir n'outro na-
vio para armar esses homens, comquanto tenlia si'
do Ilegal armar aquella gente ne territorio brilan-
nico.
t Ha ainda outras questoes relativas a uma es-
pecie particular de navios. As embarcacoes cha-
madas balceiras nao podem assemelhar-se a navies
ordinarios sem armamento. Sao por si mesmo, e
semestarem equipadas nem armadas Instrumentos
de guerra e de hostilidad^. Permittir coro conhe-
cimento de causa, que taes navios largassem do
nosso paiz sem ser para navegarem para um porto
confederado, para um porto beHigerante,seria fazer
suspeitar da nossa boa f I
t Estou certo de que se durante as nossas guer-
ras com a Franca, o* americanos tivessem expedido
navios de guerra para torear o bloqueio de Brest>
quaesquer que feesum s razes allegadas, tera
mos considerado como um acto de guerra.
c Esta a minha linha de conducta, estou dis-
posto a fazer tudo quanto exige o direto das gen-
tes e a nossa legislacao, e mesmo se se demonstrar
que e necessario, para preservar a nossa neutrali-
dade, chegarei a pedir ao parlamento a sua sane-
cao para novas medidas. Era uma palavra, e para
resumir, o governo da rain ha est resolvido a fa-
zer tudo que o devor da neutralidade exige, tudo
quanto justo para com uma naco amiga, uma
vez que parta do principio de que devemos fazer
aos outros o que quereriamos que nos fizessem a
nos (muitos applausos). Mas nao adoptamos me-
dida alguma que julguemos m; e nao cedereotos
cousa alguma da lei nem do direto de Inglaterra
perante as ameacas de uma potencia estrangeira
qualquer (applausos prolongados.)
f Nao ser superfino fazer observar aqu at on-
de pode ir o espirito de cegueira de algumas pes-
soas na Nova Inglaterra. Tenho ouvido raembros
da cmara dos lords, queixaram-se de termos dei-
xado apprehender navios que sahem de portos neu-
tros, e cora apparencia de um destino legitimo ;
teem-nos censurado de deixar deste modo emba- ^ww da populaCaoque sympathiMcpmos
confederados, e outras massas enormes (julgo-as
carta de mestre Granger, trazida por Bastio, na
qual nos communicava que odia temido tnha sido
marcado para a prxima segunda-feira.
Fiquei tao paludo a esta noticia que Diana ap-
proximou-so de mim para suster-me.
Andr I exclamou ella. ninguemtem ape-
go neste mundo afim de desesperar assim da vida
e de si mesmo ?
Procurei dissimular a minha fraqueza, e res-
pond :
Oh I Perdoe-me, se nao pode ser forte : mas
assnsta-me o exilio a que vou rondemnar-me, e
onde nao sei oque ser da minha existencia sepa-
rada de Vmc. I
Separado I Andr nao o seu coragao quem
falla, esse coracao que, nas effusoes de irmo para
com sua inna, conceba tao bera as eternas perse-
verancas das santas affeicdes I
S o amor faz desses milagres, repliquei com
tristeza.
A esta palavra que se escapa va dos meus labios
como um protesto de desanimo. Diana fez um ges-
to de espanto : vi-a estremecer.
Pois bera, tornou ella d'ahi a pouco, salve-se
pelo amor.
O que diz, senhora ?
Ha tres mezes, proseguin Diana com a voz
pouco firme, voc ama va: eu o sei, porque ajudada
de Magdalena arranqnei-lhe a conllssao desse
amor... Ento voc soffra, e muito ; estar hoje
curado I
Nao ; mas aquella, a quem amo, nunca o sa-
berl
Seus olhos fixaram-se nos meus com uma ex-
presso indefioivel, que perturbou-me at b fundo
Palma.
Que importa que ella nao saina tornou a
condessa. Para esses amores ha reg oes mais ele-
vadas, em que os soffrimentos sao abencoados por
Deus, nico que v.
o martyrio, murmurei amargamente.
Pois seja martyr, Andr, disse ella com exal-
tacao. Se a sua mo se dissecar nas torturas da
vida, conserve ao menos presa a palma sagrada
do martyrio. Fique o seu dolo de p, e a imagem
evocada nos seus sonhos nao desvie de si os olhos
com desprezo I
Ah I exclaraei. Serei digno del la, e serei dig-
no de Vmc. I
Um grito de alegra responden a esta minha
phrase. Os meus olhos procuraran) encontrar os
seus; achei-a transfigurada. Mas de repente, cc-
monarchia constitucional como a melhor forma de
governo, emquanlo que os americanos, depois das
suas revolucoes, preferirn) uma repblica; mas
que assim ligados com o mesmo goeto-de littera-
tura, o mesmo espirito de liberdade, o mesmo es-
pirito de legaiidade, deveriamos, terminada aquel-
la infeliz lutay abracar-nos como amigos, e que
nos, noantigo mundo, eelles, no novo, devemos
ser os phares que servem para esclarecer o ca-
minho dacivilisacao de todo o mundo. (Applausos
prolongados.)
" Confesso, sonhores, que animado destes sent-
mentos, sinto a paciencia faltar-rae quando vejo ho-
mens amontoando aecusagoes sobre aecusacoes,
falsidades sobre falsidades, para levar ardentemen-
te a fazer produzir urna guerra sanguinolenta en-
tre a Inglaterra e a America, como se nao fosse j
bastante tanto sangue derramado' ha dous annos i
Esses homens nao estaro satisfeitos com dez mil
cadveres estendidos no campo de Gettysburgo ?
Querero esses homens ainda mais sangne, que se
exforcem para arrastar a Europa n'uma guerra
contra, a Ameriea, para Ihe impor novos sacrificios
de sangue humano, de interesses humanos, de fe-
licidade-humana? (Applausos.)
t Senhores, espero que isso nao ha de aconte-
cer ; sei pelo menos que todos os meas extorceos,
por mais fracos e insufficientes que sejam, nao ces-
saro de se consagrar a eonservago de paz entre
a Inglaterra e a America, e a fazer tudo quanto fr
justo e direito a respeito dos Americanos. Estou
prompto a repellir o ataque, se tormos injustamen-
te accomrnettidos, prorapto a tomar parte na lata,
se tiver de haver lula; mas persuadido de que to-
dos os meus exforcos devem tender a que todos es-
ses conflictos, a que todas essas discussoes, produ-
zan a paz, a unio e a amisade, terci em todos os
casos a consciencia de ter feito quanto poda para
conservar a paz entre as poderosas nacoes raglcza
e americana. (Applausos.)
Senhores, esta uma grande qnestao; affecta
ao mesmo tempo a nossa populaco e a da Ameri-
ca o futuro da civMisago, a felicidade dos negros
que os nossos antepassados commetteram o erro
crminso de importar na America, e que se as ceu-
sas concluissem bem, se haviam de tornar (porque
os ulgo aptos para o serem) merabros pacficos e
inteligentes de um paiz livre. (Applausos.) No. in-
teresse desses negros, temo-nos mostrado dispostos
a fazer os maiores sacrificios. Anda hoje sacrifi-
camos a ella algumas das nossas vidas. Temos pelo
bem da humanidade tao enrgicos sentmentos co-
mo nenhum povo do mundo; devemos man ter a
nossa posicao, c a minha crenca de que as po-
pulares de que se constituem os Estados-Unidos
(qur Ihes chamem federaes ou confederados) bao
de alinal fazer-nos justica, observando que no nos-
so paiz livre, onde ha tanta discussao, tantas di-
vergencias e opinides, se mostram partes muito
racar o nosso commercio. Tenho respondido que,
na conformidade do direito das gentes, se um na-
vio se annuncia para um porto, mas quo o seu
destino seja simulado, e seja na realidade fretado
para um porto inimigo com muncoes de guerra, o
bclligcrante tem o direito de apprehender esse na-
vio em alto mar.
c Disse que a lei foi formalmente precisada a es.
te respeito por lord Stowell, e por outras autori-
dades inglezas e que actualmente, que eramos neu-
tros eu nao julgava que devessemos afastar-nos de
uma lei que tinhamos respeitado quando eramos
beligerantes. (Applausos.) Accrescentae que na
America alguns tribunaes legaes nao tinham auto-
ridade de lord Stowell ou de sir Wliam Grant, jugoque este'ultimo gove'rna muito' meln7do qu
mas que havia na America um tribunal de appel-: lord Derby. (Riso.) E'esta naturalmente a mi-
laco ou um tribunal supremo, que continha e ti- nna Pmio como membro do gabinete. Mas no
nha contdo por muito tempo homens tao intelli-' ud*'S KlTdeSrAn "SjJI6 ,0dS- 22?
, I ,iaos es,ao Quasi de accordo, porque a opiniao do
gentes e de tao elevada reputacao de saber e de in- paiz, e tambem dos que teem operado grandes
numricamente superiores) que sympathisam com
os federaes; mas quasquer que sejam a este res-
peito as nossas sympathias respectivas, abracamos
todos nos nossos coragoes o sentimento da jadea.
Faremos justica aos outros, e'esperamos justica
para nosespero que interpreto aqui os vossos sen-
tmentos, proclamando que afinal a justica ha de
triumphar. (Applausos prolongados.)i
Tendo lord Airlie levantado um brinde aos mi-
nistros da rainha, fez notar que a opposicao parti-
lha qnasi completamente do opiniao do gabinete nas
questoes internacionaes. 0 conde Russell agrade-
ceu, e disse:
Nao creio, eflectivamente, que haja grande
dilTerenfa entre os principios de lord Palmerston e
os de lord Derby; mas na minha hnmilde opiniao,
e como membro do gabinete de lord Palmerston
va
mo que esmagada sob o extorco que fizera, vi-a
vacillar, e cobrindo o rosto com a mo como no
da em que fallou da minha partida na montanha,
rebentou em solucos.
Minha querida madrinha, nao chore I
No tumulto dos sentmentos que me opprimiam
nao deparei com outros termos para consolar a sua
afHrcao. Senta ver correr o seu pranto, e ao mes-
mo tempo gloriava-me por ser o objecto dessa ami-
sade tao profunda, que copiava do amor a sua se*
berba eloquencia, os seus despresos e pudor.
Senhora, disse eu ainda, esqueca se da mi-
suppor que fallavam a meu respeito. Uma timidez
pueril apossou-se de mim vendo esses semblantes
curiosos, c parei hesitando em proseguir o meu
caminho. Nao sei se perceberam o meu embaraco:
as mais velhas cochicharam entre si.
pena disse uma das raparigas, um pouco
alto.
Retroced; tive medo de que algum desarranjo
no meu andar dsse lugar a observaedes denigra-
daveis. Apenas retroced alguns passos ouvi uma
gargalhada.
Indignado pela minha pusllanimidade quiz vol-
nha fraqueza. Oh o seu pesar me consom mais ver atraz ; mas parecia-me ouvir ainda ssa voz
do que os meus proprios males. Por sua causa commovida que dizia : tE' pena I Estas palavras
supportarei as humilhagoes e insultos; por sua enchiam-me os ouvidos, e a meu pesar eu repeta
causa micro ser livre e estimado. machinalraente : tE' pena I E' pena I
Sim, por mim mesma que lh'o peco, por Pelo da adiante atormentou-me o pensamento
mim que nao lenho outra affeiccao que nao a sua I de que todos me julgavam lonco.
Diana me mplorava, e eu senta renascerem
em mim essas radiosas illusoes que me tinham um
dia accommettido.
Grande Deus! Que nome dar a esse accordo de
nossas almas ? Ser certo que existe alm das pai-
xocs terrestres uma santa ternura, um enlevo in-
explicavel, que s sentem os anjos?
Fortalecido nas fontes sagradas do amor e da f,
en era sincero naquelle momento, e julgava ter
reconquistado a minha torca. Mas, ah I Foi um re-
lmpago n'uma noute escura. No dia seguin-
te voltaram a consumir-me as obscuras vsSes que
povoayam os meus sonhos. Na desorden) das mi-
nhas insomnias perdia a pciaa energa que havia
Sanho durante o dia, e i.otava com espanto o
esanimo que me ia invadindo.
Bem sabia que s a minha vontade poderia de-
fender-me contra a heranca funesta de que estava
ameacado, e senta germinar pouco a pouco no
meu espirito este espantoso pensamento : t Tal-
vez esteja louco j I
Depois lembrava-me de numerosos casos de lou-
cura occasionades por torturas moraes e persegui-
cocs; e dizia : Elleso conseguirol
Uma febre nervosa me consuma ; nao ousava
mais sahir de casa, e tornava-me feroz. Qualquer
palavra ou sorriso fazia-me desconfiar, e como j
me acontecer em Monlherrc alguns dias antes
julgava-me o objecto de lodos os olhares e conver-
saces.
Em uma manha arrscando-me a ir at junto
fonte publica da povoaco, l encontrei algumas
raparigas que se pozeram a olhar para mm : ape
E' pena I pena I exclamei mnitas vezes.
Diana admrava-se desta expresso que me vinha
dos labios a todo o proposito. Nao ousei revclar-
Ihe o meu tormento, procurava flngir-me ale-
gre.
Andr, me disse a condessa uma vez, bem
vejo que voc soffre, e a sua alegra fiietiela mais
anda me aflige.
A'preco de minha vida desejana ponpar-lhe um
dissabor, porm a fatal mania resista ao meu amor.
A tnica de Nessu queimava-me, devorava-me.
A qualquer hora, qualquer instante, dizia :
Nao, nao estou lonco I
Esteestribilho incessante resoavano meu espirito,
mhmn nn a. 1 >
langar luz sobre a actual situago.
Todos sabeni qual foi a impresso produzida
nas tres cortes pelas respostas do principe Gorls-
chakoff. As excitacoes da opino publica, nos tres
pazes, do, debaixo de uma forma natural e pon-
co exagerada, a medida e o carcter dessas im-
presses.
Os tres governos, por meio de despachos tro-
cados activamente entre Paris, Vienna e Londres,
perguntaram-se reciprocamente o que restava fa-
zer em presenca das notas russas, e n'um debate
em que a Russia tinha tomado o partido de encer-
rar a discussao de uma maneira tao inesperada. A
intervenga nao poda eessar sem perigo para a
sua dignidade respectiva e para a Polonia, cujos
soffrimentos e herosmo se irapunham s suas
sympathias.
Era esta a verdadeira diflleuldade da situa-
cao. Que se deve fazer, nma vez que nao era
possivel discutir ?
t A Austria tomara a iniciativa de uma propos-
ta que seria submettida a adhesao do gabinete das
Tulheras da corte de Londres-. Quena que se in-
cetasse o debate; assim a intervencao ganharia um
tempo precioso; Mr. de Rechberg, o proprio impe-
rador Francisco Jos talvez, se drigiriam a S. Pe-
tersburgo fazendo antever as consequencias desas-
trosas para a paz do mundo, que se poderiam pro-
duzir do descontentamento das- potencias oeciden-
laes; c desde logo a Austria poderia tomar a posi
gao de mediadora u chegar deste modo a uma so-
lugo que garanlsse os direitos da Polonia e a
honra das potencias.
t Esta proposta nao foi aceita em Franca. O
governo infeliz tratou de se nao pronunciar expl-
citamente; mas substituiu esta proposta por outra
em que se reconheciam os Polacos como bellige-
rantes.
* At aqui tinha-se o governo francez abstdo;
mas a sua grande preocupagoe fcil v*la pe-
las communieages expedidas para Londres e
Viennaera manter o accordo das tres poten-
tea cas.
t Quando Ihe foi communieada a proposta in-
gleza, pediu tempo para responder. Este tempo,
aproveltou-o elle para sondar as disposigoes da
Austria a respeito da proposta ingleza. Bem de-
pressa percebeu que a Austria nao consentira, de
modo algum, em reconhecer os Polacos como bel-
ligerantes. Portanto, a acceitacao da proposta
ingleza, rompa o accordo; gabinete das Tulhe-
ias, que todava se prestava voluntariamente, de-
va combate-la,, e procurar pela sua parte formular
um plano de conducta que satisfizesse todas as
exigencias, e nao levantasse qualquer suscepti-
bilidade.
E em primeiro lugar aaoadmtta que as tres
potencias podessem, sem offensa da sua dignida-
de, responder directamente ao principe Gortscha-
koff. A intervengo tera desta maneira tomado
um carcter bumilhante de supplica, que nao. po-
da deixar de comprometter gravemente o resulta-
do que se pretenda. Mas, uma circular dirigida
por cadi uma das potencias aos seus agentes di-
plomticos nao offerecia os mesmos inconvenien-
tes, permitlindo a intervengo formular mais fran-
camente o seu programma.
Mas, que se poderia conseguir desta circu-
lar? A quo concluso se poderia chegar ?
A Austria e a Inglaterra reconhecem os trata-
dos de 1815 debaixo do ponto do vista dos direitos
condicionaos que esses tratados concedem Russia
sobre a Polonia; as condigoes desses direitos nao
sao acceitas pela Russia, em quanto que a Austria
c a Russia salisfazem a todas as suas obrigagdes;
nao haveria mais do que proclamar a queda da
Russia.
Esta maneira de ver da diplomacia franceza
foi de principio acolhido com interesse pela Aus-
tria e pela Inglaterra. Nao havia nenhuma objec-
go possivel contra a proposta franceza, mas esta
proposta nao se verificou : no pensamento do go-
verno das Tulheras, devia ter maor alcance. Nao
era s um artigo dos tratados de 1815 que a Franga
queria annullar; a annullago devia comprehen-
der os tratados em todos os seus artgos.
D'aqu surgiram novas difflculdades.
Dissemos prmeiramente que a Austria se
mostrara prompta a seguir a Franga at ali; assim
evita ter de pronunciar-se sobre o reconheciraen-
to dos Polacos como belligerantes; poe em questo
nas dores mmensas do amor uma delicia secreta
que nos purifica, e nos eleva" cima das regies
humanas.
O soffnment fecunda as almas que creem, e
s aos atheos estril isa.
O pobre doutor Schultz foi anda desta vez a
causa do meu silencio.
Nao sei que tristesa o acabrunha ha uma sema-
na : est como qne abatido sb a consciencia de
uma dr prxima. Nao ouso, deixa-lo so, pois
presinto um novo accesso. Elle propno compre-
hende o perigo, porque logo pela manha entra
no meu quarto, e s o vejo tranquillo quando est
certo de ter-me junto a si todo o dia. Ento pro-
pde-me uma excurso pelo campo, e saturnos para
almocar sb a sombra de alguma arvore, ou
porta de alguma cabana solada. A natureza os-
tenta em torno de nos os esplendores cadentes do
outomno : divisamos todas estas cousas, e philo-
sophamos a perder de vista.
No meio de tudo isto o doutor Schultz esquece
os seus terrores : c eu assisto com prazer res-
surreicao dessa bella inteligencia, tao solida e tao
profunda. Voltamos tarde, a hora do jantar ;
os meninos correm ao seu encontr, e vejo o meu
sublime dialctico tornar-se menino tambem entre
as caricias infantis. Realmente os Alleines pos-
suem uma simplicidado de coracao, uma sereni-
dade d'alma, que os tornam admiraveis.
Wilhelm, se visses o doutor no meio dos seus,
comprebenderias o orgulho que snto. Madama
Schultz uma dessas esposas encantadoras e ter-
aninnava-se em todos os recantos do meu cerebro, (nas, de que tratam os cnticos de Salomo ; a
como a onda do mar bate sem eessar no rochedo graga, ao mesmo tem enthusiasta e pensativa,
da praia; e a pobre imagem de Diana, que viva' espalha na casa como que um suave perfume de
em mim, chorava, chorava peto meu martyrio. I amor, que a adversidade nao pdn corromper.
XX Passe os raeus soires com a familia, pois de
a*..... ~~a i certo tempo paraca as minhas refeicoes sao
Accusas-me de esqueciraento e preguiga, meu sua mesa. Todos me estimam, porque o doutor
caro wiineim, duas palavras que mal soam na me tem amisade, e dir-se-ha a vista da delicada ef-
nnguagem da amisade, s porque nao le tenho es- fuso, de que sou objecto, que penetraram odolo-
cnpto a muitos das : mas a despeito da tua rava roso segredo to oceulto enlre mim e Schultz.
ungida descubro nas tuas expressoes irnicas os Eis-te tranquilisado
istos e receios de um coracao fraternal. Vou
a meu respeito, meu caro
-----_..... ......6U ao menos assim espero. Se outra vecAj
da minha alina^ qU chamas desercao onecer demorar a minha correspondencia, alo
n lile aaCCllScS>
rnin^fn. viril i ^ Plantas, qne, prose- Chegou finalmente a vespera do dia marcad*
Sta. L.5n"iff'V ra*lp> *. "os so- para a vestoria medica. Diana advinhava o esta-
ntos, esiao promptosa despresa-la no da em qne do da minha alma. Vi-a tas triste, perscrutanda
- Q meu semblante, que envergonhei-rae da miaba
fraquesa. Nao sei que voz interior me chamava
a
cas?
nas me aproxime! calaram-se logo, o que me fez 1 Nao, amigo, nao desespero assim; por que ha que eufugia diante de uraf sombST Klvl, ain-
a confederago germnica; aaniquilla a Prussia e
sobre um porto para a recowitrucgo do santo
imperio, que o seu velno sonho.
t Mas, as razos que dictam a adhesao da
Austria inspirara Inglaterra profanda desconfl-
anga. Comprehende-se o que os vosjos desconfia-
dos visinhos nao podem deixar de ver na annul-
lago dos tratados de 1815-esses tratados que,
aos olhos do gabinete inglez, constituem um dique
contra as-intengoes territoriaes, e cobigas tradicco-
naes da Franga. A Inglaterra admitte pois a cir-
cular; admitte a annullago dos tratados de 1815
no que diz respeito s relago da Russia e da Po-
lonia ; mas recusa ir mais alm.
Para resumirmos, diremos que a dea de uma
circular dirigida por eada uma das potencias aos
seus agentes diplomticos no eslrangeiro est irre-
vogavelmente acceita; que essa circular deve, pelo
menos, em qualquer estado de cousas proclamar
Russia a perda dos seus direitos sobre a Polonia ;
que a Franga e a Austria esto de accordo para
proclamar a annullago dos tratados de 1815 con-
tra a Inglaterra, que queria deixar prevalecer
alguns arligos.
t Abstemo-nos de apreciar esta nova situago;
entendemos qne nos devemos limitar a expo-la.
Do Ttnw.*r extrahimos o-seguinte artigo:
A commissao nacional polaca exerce de certo
funegoes govemameniaes de uma maneira to
autorisada, como os estados confederados. Exerce
um perfeito exame sobre os Polacos, lano no paiz
como no estrangeiro. Possue tribunaes regulares,
e parece que excuta as suas deeisoes. Ordena aos
seus subditos que paguem ou deixem de pagar os
impostes. Convoca-os para formar o exercito na-
cional; ou d-lhes baixa quando o julga necessa-
rio. Dirije a marcha da insurrego quasi da
mesraa maneira que o governo de um estado
estabelecdo dirige o raovimenlo dos seus exer-
citos.
t Neste momento parece quasi admittido que
tem agentesjiiplomaticos autorisados e que os seus
despachos sao apresentados Europa pela mesraa
va que os das potencias regularmente constitui-
das. Pelo menos a publicagae no Monileur do
despacho do governo nacional polaco ao principe
Czartoryski d este aspecto s cousas.
O despacho ocoupa o mesmo lugar dos docu*
mentos diplomticos sobre a questo polaca. A
notas trocadas entre as potencias tem sido anteri-
ormente publicadas, mas de apresentar-se outra
potencia, e somos obrigados a examinar os argu-
mentos do governo polaco, assiracorao os da Russia.
e os das outras trea potencias.
c Satisfaz nas que a maioria intelligente da
naco polaca sustente a insurreico e estamos cer-
tos de que as barbaridades sdvagens do governo
russo, exceden) os actos de severidade que as
amell necessidades da sua posigo tem imposto
aos Polacos. Era pois absolutamente intil que o
despacho polaco se desenvolvesse tanto a este
respeito.
Mas ha outro ponto sobre o qual espetamos
expucacoes da parte do governo provisorio. Que-
reriamos saber se esto dispostos a acceiter os
bons officios das potencias accidentaes que nao
sejam intervencao armada.
Sabamos perfeitaraente que nao considerra-
mos satisfatorias as propostas que fizemos*,. e- qae
desejavam obter mais do que podamos rasoavet-
mente pedir Russia. A sympathia da Europa
esfriou e as mos das tres potencias esto ligadas
pelo conheci ment que teem de que nao ha limite
aos pedidos dos Polacos.
< Se hoavesse a probabilidade delles se- eonten-
tarem com concesses rasoaves e moderadas, as
represenrages, dos diplmalas da Europa occiden-
tal venderiam o seu carcter vago, e estes conhe-
ceriam campo em que marcham.
< Mas, ao ponto a que chegaram as eousas,
sufflciente para responder a todas as pr is que
hoAvermos de fazer Russia, que os Polacos nao
esto saiisfeitos. Mesmo quando a Franga ou
qualquer outra potencia estivesso dsposla a inter-
vir rom as armas na mo, sera obrgado a sus-
pende pela certeza de que os Polacos nao haviam
de fazer uso do que tivesse ganho coro o seu auxi-
lio, senao como meio de obter mais, procurando
assim eollocar-se n'um terreno- mais solido para a
inssurreigo.
E* esta obstinago dos Polacos em considerar
qualquer concesso s como preludio de outras
maiores, que tem levado as cousas ao ponto a quo
tem chegado. A publicaco do despacho uma
nova prova deque a situago est parausada. Nem
os Polacos, nem os Russos querem ceder uma nica
pollegada de terreno nem o menor previlegio..
f Como se ha de sahird'aqui ? E' o que nos nao
arriscamos a avancar. Mas temos a certeza dt que
a final os Polacos e os Russos ho de ser torea-
dos a fazer concesses mutuas; a nica maneira
de resolver as questoes desta natureza.
Os Russos nunca estabeleceram o respeito
para a sua autoridade desptica, nem os Polacos
reconstruirara a Polonia sua vontade.
As tres potencias esperavam poder engajar as
duas partes a chegar a um accordo. sem se des-
truirem uma outra. Nao o conseguirn), como
haviamos previsto em consequencia da paixo e
da obstinago das duas partes, e agora necessario
deixa-los pelo menos por algum lempo, fatiga-
rem-se a si proprios na luta.
i Os Polacos todava tem muito a perder nesta
protongago da guerra, e a obstinago da sua porto
tanto mais inexequvel quanto um suicidio. *
da que tivesse de suecumbir, combater uma a urna
as puerilidades, a que me dobrara at ento.
Affrontei face a face o espectro dos meus sustos,
relendo os documentos do processo intentado.
Fiquei admirado da minha calma e prudencia ;
e para mais corrobora-las escrevi a Granger uma
comprida carta, na qual desenvolv com toda a mi-
nuciosdade de um letrado os pontos dolorosos des-
se processo importante.
Estava contente de mim mesmo -, e fui a povoa-
gao afim de encarregar Bastio da remessa dessa
carta. No momento porm de partir funesto pre-
sagio esbarrou os meus passos. A idea que iria
encontrar ainda as raparigas da fonte obscureceu-
se-me a vista. Quiz voltar ; mas havia jurado que
nao cedera, e prosegu o meu caminho.
Sahndo do castello avistei o miseravel cabrei-
ro, que me espionava conta do meu tutor. A
victoria que conseguir sobre o meu moral me
animava : nao me embaracei pois com este inci-
dente, e continuei sem mesmo voltar a cabera.
Passci pela tonto, e sem perturbado reparei que
todos os olhares se fixavara em mim: ri-medos
loucos terrores da vespera. Atravessei deaoda-
mente a ra larga : os que me viam, comprmen-
tavam-me. Encontrei o cura, parei para conver-
sar com elle ; nenhuma de suas palavras denota va
constrangimento.
A cotUjancavoJto^nie : comprehendi ento
que, enqraoo*nos meus'swiibrios peosamentos,
tmha sem o saber conjurado -fantasma, que bas-
tava agora tocar cara a pona do dedo para dissi-
pa-lo6. Seguramente as diffamacdes de Placido
nao acharam echo, e o trama indigno ia baqnear
com grande confusao dos meus iiiimigos.
Porm naquella mesma hora em que eu me jul-
gava salvo, achava-me beira do precipicio I
Kncarreguei Bastio da minha mensagem, e vol-
tava feliz por ter emOm sacudido o jugo do medo;
eis que no pateo da egreja me vi seguido de uma
turba de meninos, entre os quaes gesticulava o ca-
brerol-azaro, pessa do intendente, e a quem en
avistara ao sahir de casa.
Zangado com as suas risadas da mofa parei;
flilea pararam tambem. Mas irritado com isto flz
gesto de Unge-tos. Alguns fugiram ; mas Lzaro
poz-se azombar de mim-, doasau tres man atre-
vidos o imitaran), fazendo caretas, e bridando :
O la, Sr. idiata I Qur dansar ?
(CmUm*ar-$e-ka.)
PBRNAMBUCO. TYP.
DE M F. F, & PtlflO
MTfLADO
s
s
\
- .
-'
\
^*i
-rU,
law- *-


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