Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10241


This item is only available as the following downloads:


Full Text
a
T>
AMO XXXIX HOMERO 261.
P*r tres nezes adianUdos 5000
Per tres mezes yencios 6$uOU
11
DIARIO
"* *.-m
SEXTA FEIRA 13 DE MEMO DE 1863.
Por anno adiantado. .... 1>S00O
Porte para o subscriptor. 3$00l)
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPfAO NO NORTE
Parahyba. o Sr. Antonio Alexandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marines da Silva; Aracaty, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Otivoira; Maranhao, o Sr. Joa<|uim Marques Ro-
drigues ; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SUL
Alagos, o Sr. Clandino Falcao Dias; Bahia. o
Sr. Jos Martins Alvos; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martins <_ Gasparino.
PARTmA DOS ESTAFETAS.
Ohnda, Cabo e Estada todos os dias.
Iguarassu'. iJoyanna e Parahyba as segundas e
sexta. _.ias.
Santo Antao, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruarn',
Alfmho e Garanhuns as tercas reirs. (
Pao d'Alho, Na7.areth. Limoeiro", Brejo, Pesqueira, 25 La cheia as 5 h., 16 m. e 20 s. da m.
Ingazoira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob,
Boa Vista, Ouricury e Exu' as quartas feiras.
Sennhem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteras as quintas feiras.
Ma de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
dia.
Todos os estafetas partem ao '/
EPHEMERrDES DO MEZ DE NOVEMBRO.
3 Quarto ming. aos 8 m. e 26 s. da t
11 Lna nova as 4 h., 34 m. e 14 s. da m.
18 Quarto cresa aos 12 s, da m.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 2 horas e o minutos da tarde.
Segunda as 3 horas e 18 minutos da manha.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o solI at Alagas a S e 25; para o Borte at
a Granja a 7 e 22 de cada mez; para Fernando nos
dias 14 dos mezes dejan, maro., maio, jul, set enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recife : do Apipucos as 6 '/j, 7, V, 8 e
8 Vj da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatao as 6 '/ da m.; do Caxang e Varzea s 7
da m.; de Bemfica s 8 da m.
Do Becife : para o Apipucos s 3'/,, 4, 4/,, 4/?,
5, 5>/, 5'/, e 6 da tarde; para Olinda s 7 da
manhia e 4 V, da tarde; para Jaboatao s 4 da tar-
de ; para Cachang e Varzea s 4 /i da (arde; para
Bemfica as 4 da Urde.
AUDIENCIA DOS TRIBCNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relacao: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda : quinta s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphaos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DIAS DA SEMANA
9. Segunda. Ss. l'rsissino e Agripino bb.
10. Terca. S. ^ndr Aveliuo t.; S. Nympha v.
11. Quarta. S. Marlinho b.; S. Verano b.
12. Quinta. S. Martinho p. m.; S. Livmo b. ni.
13. Sexta. Ss. Arradio, PautilloeZehina v. mm.
14. Sabbado. S. Abiho diac. ;S. Goriasm.
lo. Domingo. S. Clenientinoni.; S. Filomeno ai.
ASSIGNA-SE
no Recife, em a livraria da prara da Independencia
ns. 6 e 8, dos proprietaos Manoel Figueiroa d*
Faria & Filho.
PARTE QFFICIAL.
governo da provincia.
CoBtimiaeo do expediente do dia 9 de note mbro
de 1863.
OlBeio ao inspector da thesonraria provincial.
Mande V. J5. por em hasta publica os reparos de
conse-vacao de que necessita a ponte do Anjo so- '.
bre o rio Serinhaem, servindo de base essa ar- I
rematacao o orcamento e clausulas juntas por co-
pia, qie nesta data approvei e me foram rcraetli-
dos con officio do director da reparticao das obras
publicas de 6 do correnle.Communicou-se ao di- I
rector das obras publicas.
10
Officio ao Dr. chefe de polica.Respondo ao of-'
ficio de V. S. de 9 do corrente, com referencia
outrc do delegado de polica do termo do Bom-
Cons^lho, dizendo que por ter recebido deste igual
participaco offlciel hontem ao Exm. e Rvm. bispo I
diocesano, pedindo-lhe a expedieo de ordens para
que nao continu a fazer-se enterramentos as |
igrejas.
Dito ae inspector da thesouraria de fazenda.'
\isto (pie. segundo consta do seu officio de hoje
sob n. 851, anda existe crdito nessa thesouraria ;
para as desperas com soccorros pblicos, mande '
V. S por conta desse crdito entregar ao juiz mu-
nicipal do termo de Nazareth os 1005 de que trata
o m.;u officio desta data.
D,to ao mesmo.Annuindo ao que solicitou o
com mandante dacanhoneira Hajahy, em officio de
hoje, recommendo V. S. que se nao houver in-
conveniente, mande abonar ao eommissario da-
quelle navio a quantia de 2005, para occorrer as
des|>ezas com a compra de carne verde e pao, e
com os pagamentos de capturas de desertores, vis-
to ter de retirar-se deste porto o brigue-barca Ilu-
minar por onde se faziam taes despezas.Com-
municou-se ao cornmandante da canhoneira Ita-
jahy.
Dito ao niesmo.Como pede no incluso reque-
rimento o escriturario do arsenal de guerra Fran-
cisco Seraphico de Assis Carvalho, mande V. S.
pagar-lhe os seus vencimentos relativos ao mez de
seterabro ultimo, considerando assim abonadas as
faltas que por doente deu aquelle empregado du-
rarte o predito mez.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Transmuto V. S. os inclusos documentos, alim
de que nao havendo inconveniente, mande pagar
a Joao Carlos Augusto da Silva, procurador de
Chrisanto Dario Nobre de Almeida a quantia de
1:20|S324, despendida no mez de outubro ultimo
com a alimentacao e dietas dos presos pobres da casa
di: deteneo, como se v dos referidos documentos
qus me foram remettidos pelo chefe de polica, com
oOicio de hontem sob n. 1528.Communicou-se ao
Dr. chefe de polica.
Dito ao mesmo.Estando ausente desta capital
o cornmandante do corpo de polica, mande V. S.
pjgar os veHcimentos das pracas c officiaes daquel-
le corpo. em vista dos documentos que Ihe forem
apresen dos, assignados pelo'respectivo "fiscal, o
capilao Jos Pereira Teixeira.Communicou-se ao
capito fiscal do corpo de polica.
Dito ao mesmo. Recommendo V. S. que niio
havendo inconveniente, mande pagar a Paulino
Jjs Celestino a quantia de 325, proveniente de
rielado do aluguel de 8 mezes vencidos de marco
i outubro deste anno. de urna sua casa que no ter-
mo de Ipojuca serve de quartel ao res|>e('tivo des-
tacamento e bem assim de cadeia, fazendo proces-
ar para ser satisfeita quando houver crdito a
parte relativa ao exercicio j encerrado de 1862
1863, certo de que o restante tem de ser pago pela
thesouraria de fazonda cujo inspector acabo de I
ofhciar neste sentido.
Dilo ao inspector do arsenal de marinha.De
conformidade com o que expoz a contadoria de
fazenda na informaran annexa aos inclusos papis,
3ue me sero devolvidos, cffeetue V. S. a compra
a canoa de que trata o scu officio n. 408 de 31 de
outubro ultimo, providenciando logo para que se-
jam feilos nesse arsenal os pequeos concertos de
por conta do ministerio da guerra.
Dito cmara municipal da Escada.Declaro
cmara municipal da villa da Escada, em resposta
ao seu officio de 28 de outubro ultimo, que appro-
vo as arrematacoes dos impostos do scu municipio
mencionados no citado officio pola quantia de ris
"14200, devendo essa cambra remetter-me por
lia os tormos dos respectivos contratos.
Dito ao delegado do Bonito.Pelo seu officio de
9 do corrento, fique! inteirado de se terem foito as
eleicoes das fregiiezias do Bonito, Bezerros e Gra-
vat' com toda a regularidado o calma.
Dito ao engenheiro fiscal da estrada de ferro.
Em vista do que pondera Vine, em seu officio de
30 de imtubro prximo lindo, tica approvado pro-
visoriamente at ulterior deliberaco do govorno
imperial o projecto de tarifas com urna elassiflea-
fio de meroadorias organisado por Vmc. para o
servico da estrada le forro desta provincia.
Portara.O presidente da provincia, attendendo
aoque requereu o director geral da inslruccao pu-
blica Dr. Silvino Cavalcanti de Alhuquerque, re-
solve conceder-lhe 30 das de licenca com venci-
mentos, para tratar de sua saudc.
Dita.O presidente da provincia, attendendo ao
que requereu o juiz municipal e de orphaos do ter-
mo de Serinhaem, bacharol Guilhorme Cordeiro
Cintra, resolve prorogar por 15 dias a licenca com
vencimentos, que lhe foi concedida em 23*de se-
temhro ultimo.
Dita. O presidente da provincia tendo em vista
a proposta do director geral da inslruccao publi-
ca, datada de 9 do crrente, sob n. 191, resolve no-
mear o I)r. Emydio Marques Santiago, delegado
litterario do dislricto do Pao d'Alho, licando exo-
nerado desse lugar, por assim o haver pedido, o
Dr. Detono Augusto Cavalcanti de Albuqnerque.
Communicou-se ao director geral da inslruccao
publica.
Dita.Os Srs. agentes da companhia Brasileira
de paquetes a vapor mandem dar transporte para j
as Alagoas, por conta do ministerio da guerra, no
vapor que se espera do norte, ao individuo de no-
me Aleixo Jos de Araujo, que d'alli veio c^lo
desertor do 4 batallio de arlilharia a p. (ue
nao foi reconherido como tal nos coros exer-
rito em guarnico nosta provincia.- .municou-
se ao brigadeiro cornmandante' *. .. .as.
Despachos da dia 10 de noveabro de 1863.
RequeAmentos.
Epiphania Caelana Guerra.Em vista da infor-
macao nao pode a*ppplcantc por ora ser atten-
Florentina Mara/ da Conceicao.Em vista da
informacio nao pode ter ter lugar o que reqnor a
SUIfiKMMe.
Irmaodade de Nossa Sonhora do Bombarlo da
cidade de Olinda.Em vista da informacao a sup-
plicante ser attendida opporiunameiite.
Joaquira Francisco Borgos l'cha.Informe o
Sr. director geral da instruecuo publica.
Capitao Manoel Jacome Bezerra de Carvalho.
Dirija-so thesouraria de fazenda.
Nao sendo possivel estarmos scientes das anti-
guidados das irmandades, que por lei sao ebriga-
das a acompanhar a solemnissima procisso do
Sanlissimo Sacramento, no dia 22 do correnle, para
cujo Din j estao competentemente convidadas; e
desojando evitar quaesquer dissensSes (inteiramen-
te alheias deste respeitavel acto) pelo que perlence
precedencia das mesmas irmandades : havemos
por conveniente determinar que as irmandades do
Sanlissimo Sacramento das matrizes desta capital
conduzam revesadamente o uallio, junto do qual
deye o Rvm. clero acompanhar a procisso, se-
guindo inmediatamente a corporaeao religiosa de
S. Francisco, do hospicio da Penha'e de Nossa Se-
nhora do Carmo; a ordem 3* de S. Francisco e de
Nossa Senhora do Carmo ; as irmandades do San-
lissimo Sacramento; as irmandades e contraras
do Sr. Bom Jess; as que sao de diilerentes invo-
cacoes de Nossa Senhora ; as dos Santos e Santas
estbelecidas em differentes grojas desta capital;
a irmandade das almas e a do Divino Espirito
Sanio.
O Rvm. clero, as corporacoes religiosas e as ir-
mandades, devem cada urna oceupar os dous la-
dos da procisso, fazendo conduzir suas respecti-
vas mizos, e Rvds. capelles, nos lugares compe-
tentes eada nma das irmandades.
Palacio da Soledade, 12 de novembro de 1863.
Joo, bispo diocesano.
Estando por nos assignalado o da 22 do corren-
te para a solemnissima procisso do Santissimo Sa-
cramento, que deve sahir da igreja do Collegio, |
pelas 4 horas, e pelas ras do Imperador, do Cres- j
po, praca da Unio. Cabug, principio da ra No-
va, Camba do Carmo, paleo do Carmo, principio i
da de Horlas, travessa de S. Pedro, pateo de S. |
Pedro, travessa da ra Direita, Livramento, Quei-1
mado, travessa do pateo do Collegio para se reco- \
Iher na igreja de onde sahio; solicitamos e espera-
mos que os moradores das indicadas ras, ornem
as janellas de suas habitacoes e mandem limpar as
testadas das casas de suas residencias, nao devendo
consentir homens as ditas janellas cmquanto a
procisso transitar, como a constitucao diocesana
prescreve.
Palacio da Soledade, 12 de novembro de 1863.
Joao, bispo diocesano.
BISPAD0 DE PER\ VMBUO.
D. Joao da Purificaijao Marques PerdigSo, conego
regrantu de Santo Agoslinho. por graca de Dens
e da Santa S Apostlica, bispo de Pernambuco,
do conselho de S. M. o Iraierador, etc.
A' todos os nosso diocesanos sade, paz e ben-
rao em nnme de Jesu* Chrsto, Pastor Eterno.
C Oltltl Sl'OI>\ K\| I V DO mi
RIO DE PERIAMBIJCO
PORTO.
26 de outubro de 1863.
Os jornaes portuenses teem-se ltimamente oc-
cupado com bstanle interesse de um regulamen-
to que se diz ser brevemente publicado sobre ins-
lruccao publica, e que supprime algumas cadeiras
de ensino na academia polytechnica do Porto. Re-
gistrando, por agora, simpesmente a noticia, vol-
laremos ao assumpto com maior conhecimento de
causa.
Coiuecaram os comioins para a eacqlha dos ea-
vallefros quo Hrm edmpor a futura vereacao.
Como na eloi^o passada, os eloitores acham-se
divididos em doo> campos. Os que pretenden) a
reeleicao da aetnal cmara, e os que desejam no-
vos camaristas. Parece que a pugna desta vez nao
ser tao renhida. Os traualhos osto em principio.
Por em quanlo arriscada qualquer opinio sobre
o resultado provavel da eleicao.
A deputaco camararia que foi Lisboa deposi-
tar as mos do Sr. D. Luiz I a felicitacao, que lhe
dirigi a cmara municipal do Porto, por motivo
do nascmento do principe real o Sr. D. Carlos
Fernando, assistio, por convite especial, solemni-
ilade do baptisado de Sua Alteza. Foi muito elo-
giada esta lembranca do Sr. ministro do reino.
Alm da consideraco que se deu ans membros da
dopulaco porluense. a segunda cidade do reino
conseguio, sem o esperar, ser representada pelo
seu municipio naquclla augusta festividade.
O annivorsario natalicio da rainha a "Ta. D. Ma-
ra Pa, que completou 16 annos no dia 16 do cor-
renle, festejou-se com as demonstracoes officiaes
j muito sabidas.
O dia 19, em que teve lugar o baptisado do prin-
cipe real, foi considerado de grande gala. Salvou a
fortaleza da Serra do Pilar e Castello da Foz ; em-
bao leirarara-se todos os edificios pblicos e al-
gumas casas particulares, e todas as embareacoes
surtas no Douro. Houve parada.s 5 horas da tar-
de no campo da Regeneracao. noute estiveram
Iluminados todos os estabelccimentos publicse
inuitos predios particulares, e as musirs tocaram
porta do quartel-general, e seguiram tocando
pelas ras, para os seus respeclivos quarteis. O
paco municipal, em cuja frente tocou a banda de
msica do regiment 5, eslava profusamente Ilu-
minado a gaz. Como a aoite convidava, foi grande
a concorrencia das pessoas que passeavam pelas
ras.
n cmara deu jantar aos asylos de Mendicidade,
das Raparigas abandonadas, das Meninos e Meni-
nas desamparados e dos Entrevados e Entrevadas.
A subscriped aliona no Porto para o empresti-
mo de 2.500:000 libras, contratado pelo governo
com a casa ingleza Slern Brothers, tendo sido
aberta pelo Sr. Joaquim Pinto da Fonceca no dia
21 ao meio dia, fechou-se no dia 23 raesma hora
na quantia de 700:000 libras. Foram 52 os sub-
scriptores, entre os quaes se contam o banco Com-
mercial com 105:000 libras, o banco Morcanti com
igual somma, o banco L'niao com 80:000 libras, e
e companhia Utilidade Publica com 25:080. Sendo
a quantia destinada a Portugal s de 245 mil li-
bras, e achando-se j distrtibuidas 145 mil, quan-
do foi aberta a subscripcao n'esla cidade, e em Lis-
boa estavam apenas para subscro.ver 105 mil.
Tendo sido a subscripcao em Lisboa de 2.861:500
libras e no Borlo de 700:000, vemos que ella se
elevou as duas cidades a 3.561:500 libras, quan-
tia superior era 1.061:500 libras da totalidade
do einpreslimo.
Este resultado grandemente satisfactorio prova
alm (Ja abundancia de capitaes no reino, a boa
f que os capitalislas teem nos governos, e a con-
t.v-\ nos melhoramentos econmicos, a cujo em-
preslimo destinado. Cremos que de futuro, quan-
do haja de reeorrer-se a emprwtimos, se exercitar
o s\ sioma de subscripcao nacional.
Os subscriptores do banco Hypothecario de Por
tugal, promovido pela Associco Industrial Por-
luense, reuniram-se em asseinbla geral no da 19,
para tomaren! conhecimento dos trabalhos at este
dia, cifectuados para a realisaijo deste estabele-
cimenlo hancario.
A somma subscripta de 10.435:3005000, pe-
rora na lisia dos subscriptores encontram-se no-
mes de militas senhoras, e de individuos pouco co-
ndecidos. Attribuu-se este fado ao compromisso,
quo verdadeiro quanlo exquisito, em que esto os
suliscriptores do banco Allianca, de nao serem ac-
cionistas de qualquer outro estabeleciment han-
cario, que se planise n'esla cidade, em quanlo nao
esliver definitivamente organisado aquelle banco.
D'ahi proveio que muilos subscriptores do Al-
I anca assignaram em noinenie suas mulheres, fi-
Ihas, caixeiros, etc., e cremos quo tambem com os
nomes de pessoas que nao exstem.
Em vista deste embaraco foi approvada a pro-
posta segrate : .
c Que a direceo da Associco Industrial seja
aulorisada a accordar com a mesa do banco Al-
itranca sobre a inlelligencia, \ae se deve dar ba-
se do tratado de fusao em que se estipula que os
seus subscriptores nao podessera subscrever para
outro banco, e que se publique o seu resaltado P8-
os peridicos. Que, feilo o accordo, se trate da
rectlicaco da subscripcao, e que em seguida se
convoque a assembla para seren entregues os
trabalhos feilos, e se proceder nomeacao da me-
sa provisoria. >
Para coadjuvarem a direceo da Associco In-
dustrial Porluense, formando com ella urna com-
misso gue deve continuar cora os trabalhos de or-
gani.-acao do referido banco hypothecario, foram
Horneados os Srs. visconde da Trindade, Antonio
Bernardo Ferreira, Francisco Cardoso da Cunha,
Jos Luiz Gomes de S, Jos Pinto de Araujo, An-
tonio Rodrigues Veiga e Antonio Telles de Vascon-
pellos.
Como ja dssemos em anteriores missivas, a cora-1
panhia Utilidade publica pretende tambem const- i
tuir-se em banco hypothecario.
Tanto esta companhia como a Associco Indos-
trial tora era Lisboa cavalleiros encarregados de
alcaocar-lhes do governo a concesso do monopo- i
lio de um banco hypothecario ao norle do reino.
O que parece fra de duvida que a le hypo-1
thecaria nao ser tao cedo posta em execucao, por!
falta do indispensavel regulamento, o qual, nao
obstante estar j confeccionado e entregue pelo
seu autor, o Sr. Ferro, na reparticao competente,
tem de passar pelo exame de urna commisso, mas
exame que ser demorado, porque, segundo se diz, i
muilos dos artigos do regulamento esto em com-
pela contradicao com a lei.
Nao admira. E' o resultado do monopolio que se
estabeleceu na lei I
J voltaram para Lisboa os estatutos do projec-
tado banco Allianca, completamente alterados em
vista das exigencias feitas pelo ministerio respec-
tivo.
A commisso, que havia sido autorizada para
tal lim pelos subscriptores deste banco, divdio-se I
na apreciacao de alguns dos pontos questionados. >
Lra oestes, e de certo o mais importante, o que'
determina que a subscripcao deve entrar em cofre
no prazo de dous annos. A minora da commisso
nao sejulgou competente para acceitar este artigo,
sem recorrer assembla geral, porm a maioria
tomou sobre si a responsabilidade, econveio n'es-
U _e em todas as outras alleracoes feitas na repar- j
ticao coropelenle, que, a serem rejeiladas, o gover- ]
no negrria a sua approvaco ao esubelecimento
do banco em queste.
Hontem, 25, s 12 horas do dia, inaugurou-se |
na cidade de Braga, a exposicao agrcola, para cuja i
solemnidade se havia primitivamente destinado o !
dia 16, mas que, pelo mu tempo fra adiada para
aquelle dia.
Sao concordes as noticias em asseverar que esta
fesla do trabalho ostenta todas as galas de u na rica
e varadissima exposicao do seu genero. Ha mesmo
quem afBrme que ella nao inferior s que tem
havido nesta cidade. Duvidamos. O que certo
que a capital do Minho, a antiga primaz das Hos-
panhas, soguindo o exemplo do Porto, se adanlou
por este faci a todas as outras povoacoes impor-
tantes do reino.
Presidio solemnidade da abertura da exposicao
o Exm. e Rvm. Sr. D. Jos Joaquim de Azevedo e
Moura, arcebispo primaz, acompanhado do deio e
reverendo cabido.
Assistiram a este acto a cmara municipal, o
general cornmandante da 4* diviso militar, o seu
estado maior e officialidade do regiment n. 8, os
Srs. governadores cvis do Porto, Vianna, e Beja,
todas as autoridades administrativas e judiciaes, e
muitas outras pessoas consideradas.
A commisso directora da exposicao, acompa-
nhada pelas pessoas cima mencionadas, recebeu
o Sr. arcebispo entrada da exposicao, e seguindo
o prestito para a grande barraca destinada para a
ceremonia da inaugura?o, ah, o Sr. Januario Cor-
rea d'Almeida, governador civil do dislricto de
Braga, recilou o discurso inaugural.
Seguio-se a risita aos diversos pavilho
estavam os objectos expostos.
Duas msicas tocaram alternativamente os hyra-
nos expressamente compostos para esto grande
fesla. un composto pelo professor Manoel Joao de
Paiva, e offerecido commisso da exposigo; e o
outro, pelo mestre da banda de infamara n. 8, que i
o dedicou ao Sr. governador civil do districto.
O Commercio do Porto, publica no seu numero
de hoje, sob o tituloVisitas exposicao agrcola
de Bragao priraero artigo do Sr. Sebastio Jos
Ribeiro de S, o consumado e fostejado historiador
de todas as exposicoes portuguezas. Deste arligo
copiamos a parte propriamente descriptiva do local
e arranjo da exposicao : ;
O campo de Sant'Anna est dividido, na maxi-
ma parte da sua extenso, em dous trapezios. O
prmeiro, a contar do lado occidental, ajardinado
e tem era volta urna elegante gradara de ferro,
que assenta sobre pedestal de pedfa; mede 170
de comprido, 75- de largura do lado occidental e
60 do oriental.
Neste prmeiro trapezio se armaram 14 barracas
de campanha de diversas dmensoes, contendo
cada urna dolas em aparadores e prateleiras de
forma apropriada e artstica variados e abundantes
productos das 12 seccfcs, em que se divide a
exposicao.
Na frente de todas as barracas, sobre a entrada,
est o escudo das armas portuguezas supportado
por um ramo de louro e carvalho. Em todas fluc-
tuara estandartes de differentes nacoes especial-
mente o nacional e o de Italia. Na barraca da 2*
seceo est, em um tropheu, o retrato de S. M.
el-rei o Sr. D. Luiz I.
As qualro entradas que se abrem no trapezio,
duas nos extremos e duas aos lados, levantam-se
sobre duas elevadas bastos os pendiles de Portu-
gal e Italia, estando presos ao meio das mesmas
hasles os escudos das duas nacoes.
O crelo para a msica pintado com as cores i
nacionaos e tendo por adorno diversas bandeiras, |
fica ao centro do terreno em que assentam as bar-'
raras, que se servem para a exposicao dos pro-
ductos da trra e do trabalho, havendo apenas |
urna situada no meio, do lado occidental, que foi j
destinada para a solemnidade da inaugurarao e
que nao contera productos expostos. E' quasi to-
mada na parte central por urna extensa mesa for-
rada de damasco vermeiho. Em um estrado junto
mesa e fronteira entrada da barraca, assenla-
va urna cadeira antiga, de pao santo, em parles
dourado, e a qual se destinava para o arcebispo
primaz da diocese. Aos lados viam-se duas cadei-
ras do mesmo estylo, mas em gosto mais simples,
sendo a da direita do venerando prelado para o
governador civil do districto, e da esmierda para
o seu secretario geral.
Do lado opposto a estas cadeiras havia urna para
o secretorio da grande commisso promotora da
exposicao de Braga, e sobre a mesa perto deste
lugar vimos urna grande esphera de prata sobre
um p do mesmo metal, a qual continha o tintei-
ro. A barraca tinha em volta cadeiras, que anda
em linha seguiam para fra dola e as quaes de-
vlam tomar assento as diversas autoridades e
pessoas, que presenciaran! tao festiva solemni-
dade.
O segundo trapezio separado do prmeiro por
urna larga ra media de comprimento 170", de
largura do lado occidental 60" e do oriental
12". Em vez da gradara de ferro que resguarda
o primeiro, este e cercado por arvores ainda no-
veis porque deve servir de alameda. Logo depois
da entrada do lado occidental est direita o pa-
vilhao circular para aves, e esquerda um outro
igual para gado langero. A pouca distancia levan-
ta-se um coreto para musiea.
Em seguida, tomando giande extonso desta
parte do campo, fiea um estabulo elfptioo para o
gado cavallar e vaceum. O estabulo apenas co-1
berto na parte em que fleam os animaes. A man-
godoura corre em maior altura para o gado caval-
lar e em menor para o gado vaceum. A cobertura
sustida por divisoes de madeira, que nao emba-
baraeam os visitantes para verem os gados tanto
?K.rmn.da p;,rt(! central do estabulo. Um
pavilhio tambem circular, como os dous primeiros
em que 'aliamos, e guarnecido como elles, por
urna bem tecida rede de cordoame, serve para a
exposicao do gado suino.
Sao muitos e de di lo ron tos na$5es os estandar-
tes que ttuctuam sobre este segundo trapezio, os
quaes com os que vimos no primeiro talvez exce-
dam a 700.
O Sr. J. I. Ferreira Lapa, publicou no Archivo
Rural, cxcellente folha quinzenal de Lisboa, dedi-
cada oxelusivamente agricultura, artes e scien-
cias correlativas, um interessante artigo sobre a
forca alcoolica dos vinhos.
Nesse artigo diz o Sr. Ferreira Lapa, que a acci-
dentacao de nossos solos, a sua variada composi-
?3o e tambera a diversidade dos nossos climas re-
gionaes do-nos a vantagem de produzir vinhos de
todos os typos e de todos os quilates de torca al-
coolica, desde a mnima de 6 por c. corresponden-
te a alguns vinhos de Rhena, at 23 e 2i, que a
graduaco dos vinhos de Marsalla.
Que sem encarecimento se pode dizer que a Eu-
ropa vincola est fielmente copiada no nosso
Portugal.
O Algrave por situacao geographica, e o dislric-
to vinhateiro do Douro por condicoes geolgicas e
orographicas, representara a costa* mediterrnea.
Os nossos districtos do norte e algumas alturas
da Boira corresponden! Allemanha.
O centro do paz reproduz a Franca e o cenlro
da Hespanha.
E' lacil demonstrar que esta assemelhaco nao
toreada, a vista do parallelo das torgas alcoolicas
dos vinhos da Europa e de Portugal, regio por
regio.
Para demonstrar que esta assemelhaco nao tor-
eada, forma o autor do artigo urna tabella compa-
ran va, da torca alcoolica dos vinhos da Europa
cora os de Portugal, cuja tabella organisada com
as porcentagens de alcool que o autor encontrou
nos tratados de onologia respectivas a diversos
vinhos da Europa e com as dosagens de alcool nos
vinhos portuguezes feitas do ordem da reparticao
da agricultura no Instituto Agrcola de Lisboa.
Na referida tabella considera-so a torca acoolica,
media, por especies e por regides, dos vinhos da
Europa vincola pela seguinte maneira:
Nomes dos vinhos.
Norte.
mes da universidade e do lyceu seno com batina, ; Entrou a barca Furia, do Rio de Janeiro, por
sapatos e meia preta que e o vestido talar. Lisboa com 43 dias
ALiberdade, jornal de Coimbra, d conla de mais Saliiram : -em 20 o hrgue S. Jorge de Areiro.
queimar um bicho.
mSt'iES&SSfSS mkS i,M,.ocen!.e*ll"!' Os dous navios cima mencionados sabidos do
poda dar-lhe dou-lho campliora em po. I) am a Douro para IVri.amiiueo. manifestaran.:
um instante vollou o hornera, dizendo que quena
agua forte.
PERFAMBGO.
REVISTA DIARIA.
O S. Jorge de Areiro 4 milhoirus do sal, e o Bar-
. rier 13 '/2 millieiros de dito.
u boticario pediu-lhe a receila, e, sem ella, nao: ^_______________
lhe satisfez o pedido.
O hoinem ni tor com um cirurgiao, e sabem o
que lhe pedio 1 lima cousa inacretlitavel : reme- j
dio para cegar um olho de um lillio que d'outro ',
modo nao poda livrar de ser soldado!
Nao sabemos o que mais se pastea, sendo que
nao havena duvida om quo qualquer boticario, que .
nao estivesse prevenido com antecedencias, lhe dos-1 "' l):ua seis IDez,'s V arraslava esla
seu movimenln
arecer ahi um
odo ou de ge-
naquella cidade, o Mf | ""2J"""w* i mu em ooa hora encheram
tinha estado encapelladssimo nos ltimos das. !Sl! 50Bto" as 5" animaes carregados de as-
No s no Furadouro que elle tero invadido e suca,yl,as,''('l'ndo o morcado legagaaiente cora
feito desabar palheiros, causando consideraveis I ,ua'.s de soiscenUx< saceos dosle producto,
perdas e desarranjos ; ltimamente tem acontecido f1 I*""0* safra e.a KjeM vea que isto v>
o mesmo na Torrera iuota' e li"111"'11* a ammacao irradiava de ludo.
Ha tres ou quatro dias subia j a seis o numero ; 'm99^ as ,0as Ue 'rendas e os rmaseos em
dos
ra, consegu nao todava seus donos aprove.....^... ~ ..
maior parle dos matoriaes, e os obejetos n'aquelles "errea-
comidos. Alguns outros ameacavam ser igualmen- As n,lcias ie nelliora dos precos nos merca-
te levados polas ondas, se estas'avancassera um pou-!dos car^>^ '"> |wr corto acelerado c.-le unpul-
co mais. i so, e o diminuto deprtto all faz crer que essa
na ires ou quatro das suba ja a sets o numero t .-- ~> '"j ^ .- .=. 'wu-- o-
as palheiros que o mar all havia lanado por ter- j a10 Pela superveniencia de Ireguezes.
, conseguindo lodavia seus donos aproveitarem a', ytu e ""' eslu movimento peto lado da va
as duas mencionadas costas ornar tem alargado
consideralmonte o seu lei.
Na Torreira de um para outro dia adiantou-se tres '
metros !
Batiaui de encontr areia mmensos vagalhes,
que a tem pouco a pouco cortado a prumo na altura
d'um andar d'uma casa regular, e arrastando para
longe a que iam escavando.
Na Costa do Prado as ondas tem aberto grandes
regeiroes, chegando a agua a urna grandissimadis-
tancia do leito ordinario do mar.
Em todas as costas do nosso litoral os pescadores
teem-se visto obrigados a arrastarem os barcos pa-
ra grande distancia do mar.
Dizem elles que se nao recordam de verem nun-
melliora leuda a rmar-se, seno a desenvul-
ver-se.
Suudamos, pois, a expauso quo vai tomando a
nosso coiniiiercio, o fazomos votos para que BSM
aninaco prosiga era seus oH-itos.
i Reunio-sc hontem o nstttiUo Archeologko
Geograpliico frrnambticano em sessao ordinaria com
assistencia do Exm. raonsenJior Muniz Tavares, e
dos Srs. Drs. Joaquini l'orlella, Souxes d'Azevedo,
Nascmento Feitoza, Wilruvio Pinto Bandeira, Ru-
driguos Carapello, Figueiroa, Jos Liberato, Amaro
d'Albuquerque, padre mestre Lino e niajor Salva-
i dor ilenrique.
Aborta a sesso, o Exm. presidente convida ao
Sr. Dr. Wilruvio Pinto Bandeira para oceupar a
por especie. por regioes.
pavilhes em que
Vinhos de Nechar.. 6
> Palatinado.. 9
> da Saxonia. 9
> da Hungra. 9
do Rheno.. 10
Cenlro.
Vinhos do meio-dia
de Franca....... 13
Hespanha......... 16
Meio-dia.
Lacryma-christi___ i%
Vinhos da Grecia... 18
Xeret............ 16
Lissa.............. 4
Mansala..>......... 24
Norte de Portugal.
Vinhos de Braga... 8
de Coimbra. 9
Centro.
Vinhos de Santarm. 16
de Lisboa... 14
> deAveiro... 12
Meio-dia.
Vinhosdacompanha 24
> de Lisboa... 20
do Algrave.. 21
8,8
14,5
20
8,5
l\
21,6
Para cabal do.monsiracao do parallelo escreve o
Sr. Ferreira da Lapa :
Os_vinhos mais alcoolicos do meio-dia da Euro-
pa, sao comparados, nao aos vinhos genuinos, mas
aos vinhos commerciaes da companhia do Douro,
aos de Ljsboa e do Algarve, porque tanto uns como
outros sao mais ou menos aguardentados, a fim de
serem expedidas sem risco de se estragarern aos
lugares do consumo.
Os vinhos do norte e do centro da Europa, aon-;
de a aguardentaco artificial pouco usada, foram
comparados aos nossos vinhos genuinos das regioes i
correspondentes.
Era vista desta confrontaran podemos afona-
monte dizer que, pelo menos em relacao torga
alcoolica, possuimos dentro do paiz vinhos varia- i
dissimos capazes de apparecerem em todos os)
mercados, e em tal sonimento de graduaco que i
nonlium paladar poder deixar de ser satisfeito.
Melhor se comprehender esta verdade, obser-
vando as (oreas alcoolicas medias dos vinhos de 14
dos nossos districtos, que em numero de 77 espe-
cies foram estudados no Institu.) Agrcola por urna
commisso tcchnica.
Vinhos genuinos, isto sem aguardentaco :
Districtos.
Parea alcoolica
media.
Braga......... 8
Coimbra....... 9
Aveiro......... 12
Guarda........ 13
Braganca...... 14
Evora.......... 14
Vizeu......... 14
Lisboa......... 14
Portugal....... 15
Villa Real...... 15
Faro........... 15
Castello-Branco. 16
Beja........... 16
Santarm...... 16
Nestes 77 vinhos a torca alcoolica mxima foi de
19 n'um vinho do Peso da Regoa, e a forra al-
coolica minora de ft, dada por um dos vinhos ver-
des de Braga.
Vana portanto esta torga alcoolica nalural do
simples ao tripla
Se porm tomarmos a mxima torca alcoolica dos
vinhos da companhia que de 26, a* variacao tor-
na-se mais extensa, porque passa alm do qua-
druplo.
Comparando a torca alcoolica dos vinhos genui-
nos de Villa Real e de Vizeu, que 145 parte dos
quaes tor mam quasi totalmente o districto vinha-
teiro do Alto Douro, com a (orea alcoolica media
dos vinhos commerciaes da companhia quo de
24, acha-so um excesso de 9,* p. c. de alcool.
Fazendo a mesma comparacao relativamente
aos vinhos de Lisboa, vem a toreados vinhos com-
merciaes que de 20 a ser 6 p. c. maior que a dos
vinhos genuinos do mesmo districto, a qual de 16.
Em Coimbra reuniram-se ultimanente os estu-
dantes da universidade, no edificio do theatro aca-
dmico, e nomearam d'eptre si urna commisso pa-
ra comprimenlar o Sr. Ferrer, como reitor da uni-
versidade, e pedir-lhe que represente ao governo
sobre os seguimos objectos : reforma do progresso
acadmico, abrogaco das nformacoes de costti-
mes, reforma do traje acadmico; e bem assim
para providenciar sobre a hora inconveniente em
3iio costuma estar aberta a livraria da univorsi-
ade.
O uniforme acadmico soffreu urna pequea mo-
diflcaco, permitinduo Sr. reitor que os lentes, Drs.
professores e estucantes da universidade o do ly-
ceu usem com a batina em vez de sapato e meia
preta, de calca preta e botins pretos. Os estudan-
tes, porm, nao sero admitidos aos actos e exa-
ca to alterosas ondas. N'estos dias quebravam girado segundo secretario peto ausencia do Si.
ellas a tanta distancia, quanlo a vista pode alean- niajor Salvador llonr.quo.
car. Que imponente espectculo : uvbr; "** l'erpeluo declara nao haver e\-
Dizem-nos que algumas das familias, que se' Pednle, e o segundo que nao existe sobre a mesa
achara a banhos na Torreira, teem n'estes dias es-1 aJ
lado era continuo sobresalto, recelando que o mar
inesperadamente Ihes invada as habitacoes.
Era Guimaresconstituiu-se a commisso dos ca-
minhos de ferro do Minho, nomeando para presi-
dente o Sr. conde de Arochella ; vice-presdentos
os Srs. visconde de Pindella e baro de Pombeiro.
e secretarios os Srs. Francisco Martins da Costa
Ribeiro e Luiz Cardoso Martins da Costa Macedo.
Segundo diz o Vimnranenst alm dos objectos
que liaban! sido remettidos para Braga, para faze-
rem parte da exposicao, teem ido estes ltimos dias
muilos outros que restavam.
Parece que o conselho de Guimarcs vai ser all
^SSS^^SSTft ,UlTr0 d-S ,,je,C" I mo reauTda' r^ilmksao"^ lnd'o
nenhuifreitido qimheat0*> na0 M0*) a W *> um parecer dessa
Era gados,
nos consta que hade ser besa represen lado.
Em Braga a exposicao agrcola o grande acon-
tocimento do dia, e com razo absorve ella todas as
atlengdes dos bracarenses.
Para se concluirem os arranjos para esta grande
festa, que havian sido interrompidos pelo mu
tempo, executaram-se muitos trabalhos, no Campo
de Sant'Anna, luz dos ardiles, as tres ultimas
noites quo anlecoderam a abertura da exposicao.
As hospedaras acham-se todas tomadas por visi-
tantes. Muitas casas particulares teem tambem
alugado qartos.
O cunho das medallas que devem ser conferidas
as expositores que as merecerem foi aborto pe-
to Sr. Jos Arnaldo Nogueira Molannho, hbil e
aprimorado artista porluense neste genero de tra-
balho.
O Sr. Dr. Wilruvio Pinto Bandeira, como rela-
tor da commisso do adraisso de socios, l tro
pareceres da raesma commisso no sentido de quo
sojam approvados socios honorarios os Srs.: con-
selheiros Antonio Feliciano de Castlho e Jos Fe-
liciano de Castilho Barreto o Noronha, e o Sr. Dr.
Joaquira Saldanha Mariuho ; socio elfeclivo o Sr.
Dr. Francisco do Paula Sales; e socios correspon-
dentes os Srs.: coronel Joao Guilherme Bruce e
Drs. Joo Chinaco Lobato e Jos Raymundo da
Coste.
Poslos a votos cssos pareceres, sao todos os pro-
poslos approvados.
O mesmo Sr. Dr. Wilruvio Pinto Bandeira co-
e orcamento,
parecer dessa commisso o-
. bre itnpressdes Utas para o Instituto polos Sr.-.
tanto bovino como cavallar, tambem | Flt,ueir;i 4 FlUu>. ,. ^^ 0 ExiI1 ^Mt
resol vido
Na face principal da medalha veem-se as armas
de Portugal e do Braga dominadas por urna eslivl
adalo para ser discutido na prxima
sosso, requer o mosiuo relator urgeucia para so-
lo logo.
Pasuda a urgencia, votado o parecer man-
dando-so pagar aquellos senhores, dopois de algu-
mas considoracoos do Sr. Dr. Wilruvio Piulo Ban-
deira.
Vem mesa e sao lidas duas propostas para ad-
missao do socios: una do Sr. Joaquim Portella,
propondo para socio honorario o Sr. Fletclier. o
autor do Brasil e os Brasiloiros; e outra do padre
mestre Lino propoudo para socios de igual lalego-
ria os Exnis. conselhoiros viaomde de Sapueahy e
Dr. Jos Bernardo de Figuoirdo. Sao mandada.-
cmnmissao do admissao de socios.
Chegando o Sr. segundo secretario ao recinto,
oceupa a sua cadeira, fazendo a leilura da acia da
sesso anterior.
Agitando o Sr. major Salvador Honrique a ovos-
la cercada de raios, que svmbolis a estrella do Iao relativa aos diplomas dos socios, que foram os
progresso. Noreverso.no centro de urna cora. tem ioslalladores, propo urna idea que nao aceita,
a legenda Ao Mrito. Em volt. da cora l-se vind :| ,nesa as tl"il!i soguintos pnipostas dos Sr.-.
Exposicao agrcola de Braga -. Tem no exer- i Drs- Soares de Azevedo e Nascmento Feitoza; as-
go a era1863. 'luaes depois de lidas entra em discusso.
Consoguiram esle anno seren matriculados al-1 i'roponho que os diplomas dos socios installa-
guns estudanles no seminario archiepiscopal de !dores seJam *? copias iinprossas da acu de insial-
Braga comcertidoos de exaraos dos lyceus da dita
cidade. Porto e Vianna que depois se reconheceram
serem falsas.
Foram j riscados onze estudantes que estavam
neste caso.
A ordem terceira de Nossa Senhora do Carmo
da cidade de Vienna obteve do Sr. visconde de
Porto Corvo, por e.mprezamento, parte do edificio
do extincto convento dos carmelitas para ahi fun-
dar um hospital para a mesma ordem. Trata de
abrir-se urna subscripcao para se obter os fundos
nocessarios para a dolaco de to til estabeieci-
raento.
A ordem terceira de S. Francisco tambem trata
laco, convenientemente autlienlicaas polas assig-
natu as do presidente o secretarios; os quaes *>
devem ser conferidos aos que depois da inslallacao
nao deixaram de fazer parte do Instituto.Dr. Fei-
toza. >
Proponho que no verso dos diplomas que so
dorem aos socios installadoros do Instituto, >e es-
crova a verba ou doclaraco di: que elles o torauu
e lizeram parte da primeira rounio deste corpo.
Sala das sendos do Instituto, 12 do novembro de
1863. Soares d'Azevedo.
O Sr. Dr. Wilruvio Pinto Bandeira tomando a
palavra, diz que na concurrencia das duas propos-
tas, apesar do muito que lhe merece a do seu il-
de fundar um hospital, para cujo fim conta com a j lustrado collega Dr. Feitoza, dar o seu voto pela
coadjuvacjlodos raos, alera de alguns fundos de do seu igualmente Ilustrado collega Dr. Soares
que a orlera pode dispon I d'Azevedo, visto ,que ella remove o poni, sobre
De Valonea, segundo refero a Foc da Minho, sa- j (ue versa as hesitacx,s, alm de pro(K>r um ar-
hio no dia 13 urna torca do cacadores n. 7, a recia-1 crescimo de despeza o que era tanto mais do
macao da autoridade fiscal, em eooseuuencia do ter ponderaco quanlo os. estatutos nao con sagra vara a
havido togo no sitio do Carvalho do Padro estra- distineco alludida.
da de Coura, entre os empregado^ llscaes, em nu-
mero de 16, eos contrabandistas, que sendo emnu- Sr D/- nascmento Feitoza, segmndo-se na
mero maior poderam evadir-se. A forca de caca-: Pa'avra, desenvolve o pensameuto da sua proposta,
dores recolheu na noite de 14 trazendo'aprehon'di- e demonstra que a outra nao satisfaz aoque se
das 14 arrobas de assucar e urna poreo do chai- "...o era consagra a verdade dos factos, com
les e mais objectos. retofao as pessoas i|ue deraui existencia ao Jn*t<-
; tuto pela concepeo e realisaco posterior dessa
Conta o nwsmo jornal que Jos Goncalves Leilao, idea. Que da sua proposta n resulta nem aug-
da freguezia de Gandra, foi, havera seis mezes, ment de direitos e deveres, nem dinvinuico d'el-
preso era sua casa, segundo dizem, por seus sobri- les; que nao. se crea urna outra categora de so-
nhos, e preso peto modo mais atroz, pois o mette- dos, desconhecidos pelos estatutos; mas apenas
rara na eosinha da sua vt venda, langando-lhe urna marca-se luna dislincco natural e existente, nao
cadeia de ferro a um p, e para o terem seguro devendo influir a consideraco de accrescimo de
furaram o soalho da eosinha para prender a outra despeza, visto dever esla ser muito pequea
extrewidade da cadeia a urna trave, e ahi o ti ve- O Sr. major Salvador Honrique taz em seguida
ram por espaco de seis mezes, e isto talvez com o varias consideracoes, abundando nos argumentos,
fim de verem se mais de prompto tomavam conta do precedente orador, que com a sua medida ca-
de seus bous, pois um bom lavradifr, abreviando- sava-se com as suas eas.
lhe os dias da vida. / Encerrada a discusso, e sendo postas votos
O infeliz foi ha poucos dias conduzido em um as propostas, apyrovada a da Sr. Dr. Nascimea-
carro para Valenca, por nao poq>r vir a p, eITcito to Feitoza. sendo prejudicada a do Sr. Dr. Soares
do tempo que este ve preso e acha-se no hospital da d'Azevedo.
Misericordia afira de se conhecer e verificar se es- Levanta-se a sesso.
t doudo, pois os taes parentes, para so escaparen Foi designado o Sr. Dr. Jos Soares de Aze-
accao da justica, tratam de o classificar como vedo, para ejercer interinamente o lugar de direc-
tal; mas anda quando se verificasse quo o eslava, tor geral da inslruccao publica, durante o impe-
as leis nao auiorisam, em taes casos, a priso era dimeniodo Sr. Dr. Silvino Cavalcanti de Albu-
carcere privado. querque.
Diz a victima qoe um tal Joao do Barreiro, co- Acha-se nomeado o Sr. Dr. Antonio Lopes da
nhecido pelo l'-lovo. do lugar de Mondim, da sua Silva Barros, promotor publico da comarca de Ca-
freguezia, e ura'outro do lugar de Goudim, foram brob.
os que o prendern). No ultimo de outubro prximo findo encer-
Abriram termo de carga :em 10 a barca Afora raram-sc os trabalhos lectivos do Gymoasio pro-
Cintra, jiara o Para; om 20o brigue inglez Har- vincial, principiando os exames a 3"do correnle ;
r/r, para Pernambuco, a barca S. Joao, para a e no dia seguinte ao em que terminaran) esles, to-
Bahia, o o patacho GarWat para o Rio-Grande, ve lugar o processo dejulgamento delles pelo
por Setubal;em 22 a galera Adamastor, e a bar- respectivo conselho, roraiwsto dos Srs. regedor e
ca tfbro Tentador, para o Rio "de Janeiro;era 23 professores doutores Jos Soares de Azevedo e An-
a galera Joaquina, tambem para o Rio de Ja- tonio Rangel de Torres "Bandeira,
ne,ro- No l* anno do estadio, que consta de latim o
i IM



a
l ...... j "' *'"" ; -' .
t>Ua*l de Peroambuco Ht\in felr 13 de Xovemfero de i8S.

.-.
L '--
-.
franca, houveram os seguintes grus de appro-
varo.
Allpfo Zacaras de Carvalho, Interno; approvado
com distlncco. ..
Julio Cesar de Castro Jess, dem; dem, dem.
Guilherraino Paos Brrelo, idem; approvado ple-
namente. ... j.m
Joio Feliciano da Matta e Albuquerque, dem .
idem, idem; s Tez do lalim.
No 2 anno do estadio, que consta de latim, fran-
cs inglez e arithmctica, os seguintes :
Joaquim Francisco de Moraes, interno approva-
do simplesmento.
Alfredo Abdon de Loyola, mel pensionista;
approvado com distinccao.
Livino Augusto de Hollanda Chacn, idem \ ap-
provado plenamente.
Francisco Zacaras de Moraes, externo ; idem,
idem, s fez exame de francez.
Alfredo Lopes Guimares, idem; approvado com
distincce, so fez exame de inglez.
No .'t- anno do estadio, que consta de latim, in-
glez, geegraphia antiga, arithmctica e algebra, os
seguintes :
Francisco de Paula Cavalcanti Lacerda de Almei-
da. interno; approvado com distincco.
Herculano Cavalcanti Bandeira de Mello, idem
approvado plenamente.
Antonio Alexandrino Ribeiro Lima, idem-. ap-
provado siniplestnente.
Francisco de Barros M'anderley Lins, dem
idem.
Os alumnos que frequentaram o 4 e 5" anno de
eAdo, segundo o praliram sompre, nao se quize-
ram engatar aos exanies, porgue os vo fazer no
(Jollegio das Artes, onde os daquelle estabeleeimen-
to nao sao accitos. cora sensicel prejuio scu.
Pessoa fidedigna chegada do terir.o de Flores
d as seguales noticias :
Ha poneos dias fura aquellc termo apunhaiade
mortalmenie un pobre hornera, morador no Sacco
los Bois, por um guarda-rosta do Silverio Pereira,
lilho do Uado Jos Antonio Pereira.
te, ponrne no mel daquella rapaziada folgazaa sur-
dio um desertor Lo bein tallante, que poz ein pra-
tos limpos a historia das latoneras, beni apezar dos
seus dignos companheiros.
Foi um importante servido prestado por aquella
auloridade aos moradores de Olinda, e embora, fa-
zendo-o, cumprisse sua obrigncao, manda a justica
que louve scu zelo e actividade, mostrando em oc-
casiao de tao minguados recursos, para quanto se-
ria capaz se outros fossem elles.
E' assim que a autoridade se recommenda es-
tima dos sous concidados, e jamis deixando de
cumprir com os seus deveres. E o cumprimento
do dever neste caso importa a paz das familias, ti.
radas de sustos e assegurar todos tranquillidade.
Tome agora a justica o penoso trabalho de ajus-
tar contas esses melros, fazendo que d'aqui por
diante se empreguem ern melhor vida, deixando
essa de sustos que tinham adoptado.
Podem ainda regenerar-se, e justica devorad calar,
um dia essa importante transformacao em seu pro-
prio beneficio, e da sociedade.
Agita-se agora aqu urna importante queslao
de direito, que vai pondo os milos dos nossos fu-
varruvias em caldo de macarrao.
Pcrgita-se :
O presidente do tribunal do commercio pode no-
mcar solicitadores especiaes para o foro commer-
cial -
Uns dizem sim, outros nao, estes fun-
damentam sua negativa em argumentos de combi-
narlo de disposicoes legislativas : aquelles tiram a
De varios idelogos francezes traduzimos Ja
guiutes pensaiiK-ntos :
A pieade christa aniquila o en human, e a
civilidade humana oceulta-o e supprime-o. '
Quando se corre aps o espirito, apanha-se a es*
tulticia.
A zombaria um discurso em favor do espirito
o contra o bom natural de quetn a pratira.
O amor proprio lisongea-se com as homenagens,
o orgullio dispensa-as, a vaidade as publica.
A solido para o espirito o que a dieta para
o COTfO.
Os grandes pensamentos nascem do corarlo.
A iombaria de ordinario a indigencia do espi-
rito.
O bom sonso mais urna qualidade do carcter
do que do espirito.
E' urna grande miseria nao ter-se bastanto es-
pirito para bem fallar, era sufflciente jaizo para
para eompai v.it no dia i de julho, ou ptsoalmeu-; dafreguezia do Recife, r.idado Jos Duarte Ce- mina de Mesquita Leite, Jeronvmo Francisco Fer-
Da Esperan** do Poco, de Nantes, traduzimos a
que segu :
Chego agora de Vicovaro, e escrevo sob a viva
impressd que esta peregrinaco produzio em
mi m.
J sabis da existencia do milagro de Vieo-
varo.
Viu-so a Madona fechar e abrir os olhos, mudar
de cor de expressao.
Muos observaram que o movimento dos olhos
era borisontal, acreditando por isso que a Maduna
rao da afflrmativa da igualdade de cathegoria do os olhava.
prosidento da relacao, e do do tribunal do com- O quadro e urna magnifica pintura, que pertcn-
ercio. I ce desde tempo
u por stu procurador, no eseriptorio do tabel-
lio para receber o legado.
N davain mesno S. Magestade o tempo le-
gal, em proporcao cora as distancias ; assim, no
dia 1 de jntnoy lavrou-se auto de nao corapareci-
mento.
Em presehra dcstas dilflculdades, que olfendiara
os direitos dos embaixadore em geral, de qualqner
nacao que elles fossem, foram coosultaitos os lio-
mens de lei em Franca e Inglaterra, e todos enten-
dern) que, sendo o legado deixado soberana, a
rainha, na sua qualidade particular, nao poda in-
tervir neste negocio.
Lord John Russell, em virtude desta consulta,
deu ordena a Cowley para intentar nos tribunaes
francezes a competente accjto, para que se flzesse
drim, communicando'ler.oExm. Rresidentfe oa pro- reri) J,,^ Antunes Cuimaraes) Pedro Manrer & C.r
vincia Ihe enderecado un> exemplar do decreto n. pedivde Alcantaraj e viuva de Manoel GoncaFve-
3,069 de 17 de abriide? anno, 'regulando' ote- da Silva, lvantou-se a
gistro dos casamentos, nascimentos e bitos das, eo) Francisco Canuto da Boaviagem. secretario
pessoas que professam religiao differente da do es- 0 subscrevi. Barros Reg, presidente.__Reg Al-
t't:Ii"i n ilil.LiiminiiPilA enn ,iij ,1.1 imn, > n" i\iLplll (lili1 1 .. -- llana \f> lado, e determinando sua execueao na parte que
Ihe toca, houvesse acamara de Ihe lornecer os res-
pectivos livros, como determina o citado decreto.
Que se expedisse orden ao procurador, e se aecu-
sasse o recebimento do dito offlcio, meninonando
aquella circumstancia.
Outro do engenheiro cordeador, informando so-
bre o requerimento, no qnal Prxedes da Silva
Gusmao, pede o pagamento da importancia da obra
do cemiterio da freguezia do Poco da Panella, por
elle feita, visto ter concluido o emboco da sapata
pagamento do legado as maos do embaixador, de- i do muro; dectera ser vcrdadtro que ttega o peti-
cionario como veriflcou, indo examinar a obra em
questio Mandou-se pagar.
Outro do mesmo, informando o requerimento, em
que Antonio Jos Bittencourt, pede lice nara le-
vantar um andar de sobrado obre a casa terrea
que est edificando no seu terreno da esquina da
ra da Ponte Vclhn, lado do sul; diz que nada tem
a oppor a prctencao do peticionario, por quanto
examinando os alicerces feitos, achou-os com capa-
vendo esta accao ser intentada em nome da sobe-
rana da Graa-Bretanha.
Mr. Treitt, adYogado, tratou de provar, em prin-
cipio geral, que o logado fra deixado soberana,
que o embaixador recebe do seu carcter offlcial
o poder necessanopara o receber; e acrescentaque
o mesmo acontecera amda quando o legado ti-
vesse sido deixado rainha, como pessoa par-
ticular.
immemorial familia Bologneti
O tribunal, depois de ter ouvido Mr. Treitt, ad-' cidade precisa para sustentarem a obra em ques-
vogado dos testamenteiros, proferio a sua senten- tao, mas entende que de conformidade com as pos-
Sdecidindo que o conde de Cowley, embaixador turas deve ser o peticionario obrigado a collocar
rainha junto corte de Franca, estava, nesta varandas de sacadas tanto na frente, que d para
qualidade, investido dos poderes necessanos para a ra da Ponte Velha, como na outra que d para
recebe! em nome da soberana o legado sobre que a ra do caes de Capibaribe. Ueferio-se no sentido
se litigaya; que era principio de direito publico da informaeao.
que o ministro da 1* classe nao representa uniea- Outro do mesmo, informando taiubem o requeri-
os u i timos dizem que o aviso de 11 de junho de Ceuci. Em 1796, produzio-se o prodigio verifcado mente o soberano nos actos oflieiaes do sea gover- ment, no qual Bernardino Jos Monteiro, pede Ihe
155 nca a este fiinccinnario a concessao daquel- a de julho, o nesto mesmo mez recomecou, no para aquelle onde est acreditado, mas que est seja concedido fazer na frente de seu terreno na
. v A 1 i i"'i 1 n <-.. f 1(1,1 !,, mn-J->- .t-al ;*lw>itanl.i n <* ,\l\ titil
les provimentos de competencia dos presidentes de era 186.}.
noso, que alias Uto procura va ocnultar-sc
Diz tambem o BOSSo inforinanle, que naquelles
mesmos mas ao 4ugar do Kstreito. acompanhado d seu
ordenanca, ao chogar a casa de Theobaldo de tal,
um lilltc. dest, pensando que i* ser recrutado, dea-
ton acorrer: o subdelegado segnio-o imneedia
rela.oes em vista do decreto n. 398 de 11 de de-1 Da primeira vez sao se produzio senao por a]-
zembro de 1844. Suas dias; desta va tem sido sem nterrupcao
Os primeiros respondem, que o aviso citado nao at agora. ,
esta pliilosopkafo, ios quem pode decidir aggra- U bispo de TevaJ*, que esta incumbido de nlor-
vos, e tem voto de desempate as questoes com- mar sobro o facto, disso, que nao tmha a menor
Xenhtma diligencia se havia feito ainda por par- merciaes, pode cem maioria de raziio nomear soK- duvida, e <|ue as numerosas curas, todosqi as
te da pofteta no sentido de ser capturado o cr*mi- citadores 1 obtodas^jrovam a authent.c.dade doi gd
Se en lora pesson de prwars acceitava, aperar Un caderoo cbeio de assignaturas, abona as e-
daquelles aalMiluvianos protestes necessarios que claracoes dos fpje viran e acreditan,
tanto arredondara os papis forenses, o convite que AlBuem os peregrinos de todos os lados.
(uem os qne opinare inda negativa para ajuda-los Collocando-me a alguns passos do quadro, que
a destriacbar csse dente de colho, cuja conolusao contemptova cota urna viva emocao, perguni_a
nao parece favoravel aos adversarios. um caniponoz, que estava ae raen lado, se nao va
Com tudo, podendo lr o cdigo comracroial, o o milagre : elle abanou a cabera, olhou mais xa-
mente, e depois de um longo trajecto consta que! qual por nao ser patrimonio de ninguem vnde-o mente anda, dizendo-me :
mandara fazer fogo no rapaz, de qne nao se sabe ahi o Antoninho Papular por uns esfrangalhados Quando a Madona taz o seu nulagre, e sem-
se Ihe sesultou a niorte, por cue o caso se conser- dez tostes, encontrei o seguinte no art. 70ido re- pro completo.
vava na sombra de mvterio i gulaaiento n. 737 de 23 de novembro de 18S0 : l1.?'" pobre ceg beijar o chao na egreja desde
Nn garantimos a veracidade dcstes ftrtos, mas I t Alm de advogados nomearao sempi*5 as par-
em todo o caso norecem as averiguacoes da auto- tes procurador judicial, que ser sempne
ridade superior, que deve velar na seguranca dos sollktadores do ;'u'zo, etc.
; investido de mandato geral inherente a seu titn- ra da Caixa d'Agua, lado do sul, urna frente de
lo de embaixador para 09 transaccSes de direito casa, e 140 palmos de muro, obrigando-se por ter-
rn dos
cidados. Mas ana jvizo ser esse I perguntar-me-beis.
Os conservadores de Vida Bella e Ftres, subs- j Resjiondo : que o geral, ende lia numero limitado
istindo as mesillas causas que os fizeram bando- (de solhcitaderes nomeados pelo presidente da re-
nar as eMtflM de agosto, se abstiveram de tomar la^o, precedendo exame de sufflerencia.
parte na d senador. Ora, se assim e parece estar confirmado por
Na freguezia de Ingazeira, porvm, se aprsenla- aquelle artiga do regulamente, pois que ao tempo
ram con grande esforco os conservadores, e l fi- da sua publicacao n.o existiam outros sollii
a porta al ao altar.
Nao se pode fazer idea dos lamentos, suspirse
rogos de toda esta gente.
ouasi lodo o baiaiho de zuavos (ez esta pere-
grinacao, qne est IA ou 15' leguas de Fras-
cati.
Mnitos viran o milagre, outros nao tiveram a
niesiua felieidade. porm todos foram lestemunhas
de curas miraculosas.
Pelo que me respeita a inim. nm posso dizer se
commum.
O tribunal mandn, portanto, que se entregasse
o legado Sua Magestade, representada por seu
emtoaixador.
A Sueo publica o seguinte
O Sanio Padre Ho IX mandou dar, por inter-
verejao do seo nuncio na curte de Madrid, a avul-
mo, a dar passagem, sem indemnisacao alguma, a
todo o tempo que a ra que por hi ten de 3er
aberta, for levada a cffeito ; diz que nada tem que
oppor a pretencao do peticionario, visto que a ra
em questao ainda est em projecto.Perniittio-se
conforme a ioformaQao, mandando-se dar a cordea-
ca necessaria.
Outro do solicitador, trazendo ao conhecimento
tada somma de *),B00 reales para soccorrer os' da cmara, que o proresso de infraeco contra Joo
Donclly foi afinai julgado improcedente pelo fun-
damento de ter a cmara recoohecido nao ter o reo
infringido as posturas, e sendo condemnada as
cusas, as qnaes contadas mportam era ll^GOO.
dsse ella ordem para Ihe ser entregue dita quan-
tia.O Sr. Barata pede a palavra, e requer ca-
niara que mande recontmendar aos fiscaes que se-
jam mais escrnpnlosos no desempenho de seus de-
veres, afim de que se nao reproduzam factos desta
ordem, fazendo-se termos de infraccao a smo para
ter a cmara de pagar costas que so podtam evi-
tar.Foi approvado, ordenando-se por Rm ao pro-
curador para satlsfazer a importancia pedida
habitantes de Manilha.
A sabscriocao em favor dairoelles infelizes sobe
pro entrnente a l,WW,34f reales *3 cents.
**
O typo-tetegrapno do cavalleiro BonelH vae sef
experimentado entre Paris e Lean'.
O systema desto mteH'rgente engeiweiro permu-
te que se etpenam impressos muito mais despa-
chos em muito menos tempo que com os appare-
lhos ordraarwd*telepaphia.
O apparolh fnncclbna entre Matictiester e Li-
verpool ha j um anno, e acaba de ser estabelecrdo
entre estas dnas cidades e Londres.
buqtwr^oe.mttRMetto.Gaiieiro.
CII10NICA JIWCIAR1A.
TRIBl VAL nO C6M9IERCIO.
SESSAO ADMCnSTRATTV'A EM 12 DE NOVEM-
BRO DE 1863.
PREWDKCIA DO EX. SR. CONSlLHEIRO F. A.
DE BOCEA.
As 10 horas da manba, retmtdos os Sis. reputa-
dos Reg, Lemos, Malveira, e Ros;, oSr. pre-
sidente declarou aborta a sessao, sendo lida e ap-
provada a acta da ultima.
DESPACHOS.
Um requerimento de Alfredo & Matheus, peuin-
do o registro de urna escriptura do bypotbeca que
aprsenla.Registre-se.
Outro de Rabe Schamettau & C, pedindo o re-
gistro de urna procuraeao que apresentain. O
mesmo despacho.
Ontro de Rczcnde & C, pedindo o registro Ja
nonieacao de ailininistrador do armazera alfande-
gado no caes do Forte do Mattos, passada por Jo
Jacome Tasso.Ajuntem procuraeao dos proprie-
tarios e requeiram o titulo.
Outro de Rabo & Seltamettau, depositario da
massa de Jos Antonio Moreira Dias, reclamando
da tabella que marca a porivntagein dos corailo-
res, depositarios o administradores de massas fal-
lidas. Estando organisada a tabella nao ha que
deferir.
Sendo coaclusos os amos de rehabilitacao de
Campos & Lima O tribunal maudou juntar cci-
tidio da lista dos credore, extrahida dos autos da
fallencia.
Outro de Francisco Ferreira Borges. gerente da
companMa Pernambucana, pedindo o registro da
carta imperial que ajnnta approvando os novos es-
tatutos da companhia. Vista ao Sr. desembargu-
dor fiscal.
Nada mais honve.
res senao es de numero, prvidos pelos presiden- nao urna cous*, e que nao Vi o milagre dos
is de Flores 27 pracas de tes das relajees; claro que, alm desses. nao se! olhos ; mas o que eu e mais ctmpanheires de via-
doalferes Julio, que tem j>od!radBitlir outros de dilTerente nemeaco, non gen podemos assegurar, a mudanca de expressao
na physionomia
Nao fallo na
essa
camn disputando vigorosamente a efcicao.
HavJam sido mandadas ''
linba, sob o commando do
ndo naouclla comarca procedimente moderado e se ampliar o seu numero, cuja mullipllcacao nao
prudente c permiuida. Na fallo na mudanca de cor, porque
Lista dos cMteres da fregeezia de Santo Esta argumentado ainda auxiliada pelas dis- pode at certo ponto exphear-se por um effeito de
\rnaro de Jaboatn. posices dos arls. .> e 56|do decreto n. 696 de 1 de luz.
I>r Domingos de Soura Leao. setembro de 1860, que dizem : Porem, rcmto, a mudanca de expressao ex-
Tenem>wironpl Francisco Antonio Pereira da Silva Em cada um dos tribunaes do commercio pa- traordinaria, sendo s roes totriste que faz cho-
alm dos
de Bastes.
Majar Jos Francisco de Souza Lelo.
Major Antonio Franoisro Paes de Mello Barreto.
i'.apilan Manoel Pires Ferreira.
fommendador Joao*Coelho da SiKa.
Commendador Antonio de SonzaLeo.
lrino Coellio da Suva.
Dr. Joo Augusto de Souza Lobo.
Dr. Fernando de Sr Albuquerque.
Dr. Felippe de Souza l.eao.
Dr. Miguel Felippe de Souza Leao.
Capi.o Antonio Pereira da Cmara Lima.
Tenente-coronel Jcao Manoel Caineiro de Lacerda.
Commendador Jos Francisco Pereira da Silva.
Vigario Manoel Etperidi.o Muniz.
Dr. Jos Ladislao Pereira da Suva.
Coronal Jos Bornee dos Santos Pereira
Tenante Jovino Coelho da Silva
CapiLo Joaqun Pereira Vianna.
CapiLn Jos Maximino Pereira Vianna.
Capito Felippe Benicio Cavalcanti de Albuquer-
que.
Tenente Jos Fernandes Monteiro.
Manoel Floduardo Mcndes Lins.
Vicente de Araujo Pinhciro.
Manoel Mendes Carneiro l.eu.
Tertuliano Carneiro da Cunta Albuquerque.
Lista dos eleitnrcs da fpeguezia de l na:
Coronel Manoel Navier Paes Rarreto
Tciienie-coronel Jos Luiz de Caldas Lins
Major Paulo de Amoriin Salgado Jnnior
Engenhi.'iro Fem-i(]U(' Augusto Milet.
rroprielario Dtmingos M. Pereira Monteiro
CapiLo Jos Felippe de Barres Cavalcanti
ra o exercicio da respectiva jurisdieco,
inpregados existentes, que serio communs na
parte jiiilk-iaria c administrativa, haver :
Dos escrivaes de appellacoes e aggravos.
Dous continuos.
o Dous oflieiaes de justiga.
Os continuos e oflieiaes de jnstiea terao as
rar ; porm o rosto da Virgen oflerece sempre a
expressao de negativa a mais fervente.
O quadro muito bello
Nao se conhece o autor, mas de certo obra de
grande mestre.
Anida mais urna vea o repito, qualqner que seja
o mrito do quadro, o que se sent vendo-a nao se
44
841
838
s:5
83
29
824
821
812
809
Padre JodCaiios Cavnlcnnte de Albuquerque 827
Capiio Manoel Vicente de H. Cavalcanti
Capitao Manotd da Costa (luiraares
Proprietario Leandro C. da Silva Guimares
Propretario Luiz Bandeira de Mello
Agricultor Jouquini do Nasciinento C. de Al-
buquerque
Padre Jacintho Alfonso de Mello
Major Ignacio Alve< da Silva Santos
Proprietario Antonio Velloso de Albuquerque
Proprietario Joo Vieira r'ialho
\gi iciiltnr Itrnaeio Caraleaoti de Mello
Agricultor Francisco Luiz Gomes de Almeida
Agricultor Antonio Francisco de lint
Negociante Joao deOliveira Tch-a
Agricultor Herculano T. da Silva Guimares
Proprietario Rabaundo de Froitas Padilha
TypngrapbCelestinoD. Paes de Albuquerque
Agricultor Antonio Pedro Cavalcanti de Albu-
querque
Agricultor Francisco de Paula Cavalcanti
Agricultor Antonio Luiz de Oliveira
Agricultor Bmigidio Camillo Pessoa de Mello
Negociante Constantino (1. da Silva
Agricultor Manoel Ralbino da Silva
Negociante Bernardino Alves Mximo
Agricultor Joao Avelino da Silva
Agricultor Manoel Antonio da Silva
Kmpregado Jos Florencio Cavalcanti
Noticiam-nos o seguinte :
Domingo festea-se com toda a solemnidade,
em sua igreja, em Olinda, a Senhora do Guade-
lupe.
Ora no Eotmgelha o Rvd. Jos Esteres Vianna,
804
799
797
796
79:i
789
785'
783
780
778
774
769
mesmas funecoes, que aos das relc.oes incumbe assemelha era nada ao que urna pintura ordinaria
o regulament respectivo, e serio nomeados lelos pode fazer sentir.
presidentes. Est enllocado n um pequeo altar, por dlante
D'aqui se v iiuanto verdadeira a mentacao, pois a ser admissivel um mabr nume- lado.
ro de sollicitadores, alm dos do juizo, e com es- Monsenhor TaHjot, camarista de Sua Santdade,
pecialidade para o commercial, era esta a seceo assegura que viu correr lagrimas dos olhos da Ma-
propria para o legislador rommetter aos presiden- dona de Vicovaro.
tes dos tribunaes do commercio a attribuicao de ------
os poder nomear, como o fez con outros emprega- Notician carras de Londres, que os carmelitas
dos, quem Ihos quiz dar esse poder. Portanto do padre Hermn celebraram o primeiro annirer-
nao se Bies permittindo taes nomeacSes, e ao con- sario do seu regresso Londres no dia da festa de
trarioend ellas da competencia dos presidentes S;nta Theruza, tomando posse de urna carta muito
das remeto em virtude daquelle decreto n. 398 do maior e muito bem situada
21 de dzembro de 184-4, segue-se que o seu nu- No dia 8 de setembro um joven sacerdote da
1 mero a-ao pode ser ampliado por acto dos presi- diocese de Besancon tomou o habito neste institu-
dentes dos tribunaes do commercio, como anda to, abandonando o seu paiz para dedicar-se res-
; fui explicado pelo aviso de 41 de junho de 1830. tauraco da orden dos Carmelitas em Ingla-
Parece-ne, pois, competente, que os que negam trra,
tem mais razad do que os que atflrmam. No en- O padre Hermn estebefeceu em Londres a
inatento fiara, conselheiro presidente do tribu- funecao da adoracao nocturna ao Santissimo Ba-
nal do commercio desta capital nao s entende que rramento, funec esta de que fora fundador de-
Ihe cabe a attribuicao de nomear solicitadores, pois da sua converso e antes de se fazer religio-
como a de negar que os provisionados pelo Exm. so ; a qual prospera all consideravelmcnte.
eonselbeiro presidente do tribunal da relacae sol-1
licitem con o titulo de sua sufficiencia idepen-
deiite de novo exame.
Mas elle que assim o entende, sendo Lo versa-
do na legslacd do paiz, e possuindo grande som-
ma de conhecimentos de direito, jh>i que o pode
fazer. No entretanto oucamos tambera o que di-1
zem os advogados a tal respeilo, os quaes por suas
luzes podem concorrer poderosamente para a dis-
Ourro do mesmo, communJeando que a execueao
Ha todos os anno* em Franca exposicoes reglo- que Bazilio Alvares de Miranda Varejo, move
naee de animaos gordos para" tamo, applieando o' cmara, pedindo costas vencidas, foi alinal julgada
governo em premios urna avnltada quanria. a favor do mesmo Varejo, de cuja decisao elle so-
Estavam votados para o anno de 1864, em 7 ex- icitador appellou para a relacao, e j se acha ex-
posicoes, uns 141, 810 francos ou ris *3:525fi8 '0, pedida e asslgoados os trinta das para a apresen-
que se bao de distribuir em premios, sendo fran-! tacad no tribunal, assim, pois, necessano, ou ti-
cos 114,425 francos para reres botinas, 18,375 rar traslado, para subirem os o ginaes para a re-
para ovinas, e 8,*f0 francos para es suinos. acao, ou pagr-se as mesmas custas, e subirem
* independente de rraslado.Que se respondesse ao
Na uarta-tera : do Mez Ando, das onte ho-1 solicitador, que podendo a execueao continuar in-
ras para a meia noite, fti extrahido no hospital | de|iendentc de traslado pague elle as custas devi-
desla cidade (Lerria) peio habilissimo cirurgiSo- ^ ,. conrine com a mesma execueao, entenden-
medpode servioo, o Sr. Joaquim Jos Vlcira da do-so com o procurador, quem nesta data se ex-
Itos. nina crianza do termo, porm d dimensoes pede ordem para entrcgar-lhe a quantia necessaria
mais pequeas do que o ordinariij, apresentando
tambera duas caberas destacadas de um tronco
nico.
A8 catoecas tinhamas dimensoes e eonflgnracao
Neste sentido ofiiriou-se ao procurador.
Outro do fiscal supplente do Recifu, dizendo que,
cercada como aquella freguezia de caes, e sendo
os lugares marcados para deposito do lixo, c im-
apropriadas ao tronco a qne estad anidas, linhara mundlces muito distamos do centro da mesma
todos os orgos que costumam ter em estado or
mal, tanto nma como outra, a saber, nariz, olhos
bocea, orelhas, pellos, etc.
Sao mteinimente separadas e distlnctas urna *a
outra, e apresentavam pmsionomias e fei^oes mtri-
to sememanres ou qoasi igaaes, se este estado refn
lugar no cadver.
O parto foi de alguma difficuldade, devido ao
feto trazer as duas cabecas, difficuldade que foi
vencida smente per applicacoes mannaes, sem
intervencd de instrumento afgam cinrrgico, de
maneira'qne sahio tal qual como foi creado pela
natureza.
(Sr. Rosa quando comecou a extraern, j o
feto estava merto, porm a rai nio soffreu incom-
modo algum alm dos inherentes a urna par-
freguezia, nada se pode conseguir com o diminuto
re*rs*de dous srvenles, e com quanto reconhe-
ca perfeitamente (jue a cmara nao pode fazer a
impeza das reas cerno |iara desejar; todava
pede que o autorisc a admittir mais um serven-
te.Assim se resolveu.
uW do mesmo, informando a petieo de Pedro
Dias dos Santos, em que pede hceoca para esta-
belecer urna olltcina de culileiro e espingardeiro,
na casa n. 33 do caes do Apollo; declara que com
quanto o estabeleciment nao precise de grande
fogo, com todo o lugar nao dos marcados para
taes estabeteeimentos.Coneedeu-se.
Ontro do fiscal de Santo Antonio, informando a
petieo, era que Domingos Jos Ferreira Gui-
mares, tendo eomprado o eslabeleciniento ii. W
turico difficil, e se acha boje em plena convales- da ra do Hangel, deseja construir no quintal deste
que em nosso pulpito j tem urna reMiUeao firma- pardo, por hriga.
sipac.o de duvidas, que vo produzindo conflictos
em pura perda dos interesses pblicos e particu-
lares.
Repartiqao da poucia :
(Extracto da parle do dia 12 de novembro).
Foram recolhidos casa de detenco no dia 11
docorrente :
ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica, Anto-
nio Fraiicisc/i (ornes, pardo, vindo de Nazareth,
como suspeito de ser desertor do exercito.
A orden do subdelegado do Recife, Manoel Mar-
: tins da Silva, portuguez, por desobediencia; Anto-
763 nio Francisco, branco, Damiao (on^alves Pacheco,
761 pardo, ambos para averiguacoes | &! ordem do de Santo Antonio, Joaquim Antonio
752 da Silv'eira, semi-branco, Luiz Antonio do Nasci-
747 ment, pardo, ambos tambem para averiguacoes
743 policiaes; Pedro, pardo, escravo de Albino da Sil-
1 va Leal, Camarina, africana, escrava de Joao Anto-
nio Macedo, requerimento do respectivo se-
nhor.
A ordem do da Boa-Vista, David Gomes da Sil-
va, pardo, por jogos prohibidos; os crioulos Sabi-
no Joao Climaco da Silva, |>or suspeito em crimede
morte, Pedro de Almeida Pinto, para averigua-
cao.
A ordem do da Capunga, Leonardo Jos Gomes,
Pede-se-nos a seguinte publicacao :
o OJOB um poeta ?
E' um hornera que vive de perfumes,
Desenliando o festil da coziriheira,
Namorando o luar e as estrellas...
as calcadas chorando a quebradera.
40
739
730
717
A ordem do da Varzea, Joao Virginio, pardo, sem
declaraco do motivo.
O chefe da 2* seceo,
/. G. tle Mezquita.
Mevimento da casa de detenco do dia H de
novembro dp 1863 :
A saber :
Existiam Entraram. Sahiram . 351 presos. 13 > 6 >

Nacionaes. Estrangeiros Mulhere*. Estrangeiras Escravos Escravas. . 255 preses. 25 10 t 3 60 > 5 >
358
Alimentados custa dos cofres pblicos .
Movimento da enfermariado dia 12 de aoverabro! lou rainba
da, come por vezes o temos declarado ; no Te-
Ueuin, o Rvd. Joao Francisco de S, o qual nao
tem licado aquem do juizo favoravel, que delle
temos feito nas diversas vezesque o temos ouvido.
Continuando honteu o concurso da thesou-
raria, foi dada a prova escripia de escripluracao
mercantil por partidas simples e dobradas e suas
tiieorascom applicaco aothesouro.
Examina o Sr. Dr. A. Witruvio Pinto Bandeira
e Accioli de Vasconcellos.
Remettem-nos o seguate :
Sr. redactor da Revista Diaria,Dignando-se
sempre Vmc. aceitar as reclamacoes quedeseja-
mos fazer por seu intermedio ; rogamos que lem-
bre aos Srs. liscaes, a necessidade que ha de aca-
bar-se com a inconveniencia da immcnsidade de
caes, que audant pelas mas da cidade, quando
Jiojeo sol to intenso, de modo que com facili-
dade se tornam hydrophobicos, como tem aconte-
cido nestes ltimos dias na freguezia dos Afogados.
t Assim, pois, ser conveniente que os Srs. fis-
caes que devem prezar mais a vida de urna pes-
soa do que a de mil caes, nao permttam que re-' corrente
hamos oceasiio de lamentarmos algum caso fu-1 Teve baixa :
resto que s ser evitado diminuindo-se esta raca Antonio Xisto Gogominho ; panarisso.
todesnccessariaaqui dentro da cidade. Tiveram alta :
De Pao d'Alho dizeoi-nos o seguinte em data Jos CaeLino dos Santos,
de hontem : Dionizio Severino Gomes.
. Nada de novo. Manoel ou Andr Ferreira da Silva.
Ainda rrvemos domingoc segunda feira folguedo Simao Ferreira Martyr.
de boi, qne estere bom, segundo se dlssc, e foi mullo Manoel Pereira da Silva,
concorrido, viodo at os etassteos topadores da Manoel Roberto da Pa.xao.
Casa-Forte. Dos quelra que ainda a polica nao Hermehnda Mara da Concecao.
se arrependa de permitlir ese brbaro itertt- Jos
vento.
Nao sei nada mais de importante, andam ci-
ma e abaixo as yroeuradores de votos, ou candida-
tos prorinriaL
O verio ten sido fresco, roa ha dias temos
tido sol de tvictor.
Dantos a carta do nosso eollaborador :
Compadre.Disse-vos, ainda nao ha muito
tempo, oe os industriosos tinham
seu p de caatello; que descocida va por certas coin-
cidencias existir entre elles gente de gola em p, o
que nio era para levar a mal depois que appareceu
a dtsgracada tetnferanca de se mandar jurar ban-
deira a quanto engate avalto cania nos aleapSea u
polica.
Pois bem, o digno subdelegado daquella cidade,
tomando em boa cuota o que vos refer, poz-se-lhcs
no encalco at que atina! come guio manda-Ios re-
frescar cada.
As nimbas desebWiancas se realisaram em par-
Si nas horas do tedio gordo frade
Por enfad deseja ouvr-lhe a rima,
Vale um sold o pott nesse dia,
Orgulhoso de si, visita a prima.
Neste Inundo doirado, positivo,
Um poeta nao vale urna fumara,
Seboso taberneiro endinheirado
Nem sequero atiende quando passa !
E' um pobre dlabo que vagueia
Sem norte, e rumo descobrir um dia :
Imitando ogorgeio dos canarios,
Pobre alma nao tem urna alegra.
Se gordueha aldeia atolelmada
Do paludo dta se enamora.
As moclas j gastas da cidade
Lhe atlrmam que a paxo nao vale u'hora.
Vive assim o porta, sem um seio
Ondeas horas da noite passe vario;
Se at p'ro complemento de si mesmo,
O dinheiro Ihe falla pro vigario.
Os homens do poder, os grandes homens
Nem Ihe desdenham compassivo olhar,
E se a alvura Ihes mancha das escadas,
Lhe respondem ufanosv sonhar!
Eis que vale, o que um pobre bardo,
Que passeia aoluar pela calcada,
Mil castellos de cartas consfruindo.
Ancioso esperando a namorada.
Nao nada um poeta, meus senhores,
Mas horaem que diz s o qne sent ;
A cabeca de um re nao vale o crneo
Em que luz a faisca omnipotente.
L-se no Correio Mercantil, da corte :
Madama de Silly, natural da Inglaterra e falleci-
da tan Franca, deliaou no seu testamento a clausu-
la seguinte :
a Lego u rainha de Inglaterra, para ser applica-
da aos pobres de Londres, lugar do nieu nasci-
mento,a somma de lOOjOO frs.
Lord Cowley, embaixador de Inglaterra em Fran-
ca, recebendo de Mr. Marcq, tabelliao ern Pars,
partiripaco deste legado, deu elle conhecimento
1391 ao ministro dos negocios estrangeiros que apresen-
todos os documentos relativos a este
cenca.
A autopsia, segundo nos consta, nao fei feita,.
pelo 8r. delegad de sadde resolver que este phe-1
noineno se conservasse inteiro.
Tem-se conservado estes dias exposto na bo-
tira do hospital, aonde se acha immergido em
alcool.
*
Houve em Dusseldorffnm curioso congresso dos
jogadores de xadrez.
A partida mais interessante foi jogada por Mr,
Luiz Panlsen, de 30 annos de idade, e natural de
Blomberg, na Westphalla, contra dez jogadores ao
mesmo tempo, sem ver os taboleiros.
A partida doreu desde as duas horas e meia da
tarde at as 5 e 1(4 da manhaa seguinte.
Durante estas quinze horas, Mr. Paulsen, s to-
mou urna chicara de cha e cinco ou seis copos
d'agua.
Os jogadores estavam por ordem roda de urna
mesa, para a qual Mr. Paulsen, sentado n'uma ca-
deira, tinha as costas voltadas.
Seu irmo mais velho designava alto a peca jo-
gada.
Mr. Paulsen perden tres partidas e ganhou dnas.
Cinco nao valeram.
G4H4R4 fllMIPAL
SESSO EXTRAORDINARIA AOS 22 DE OUTU-
BRO DE 1863.
Presidencia do Sr. Henritfues da Silva.
Presentes os Srs. Barata de Almeida, Gustavo do
Reg, Maia e Carneiro, faltando cora causa partici-
pada o Sr. Mello, e sem ella os mais senhores, bre-
se a sesso, e lida e approvada a acta da antece-
dente.
L-se o seguinte
EXPEDIENTE:
l'm offlcio do Exm. presidente da provincia, re-
metiendo, conforme a cmara solicitou em olTicio
de 20 de julho ultime, a planta que foi organisada
para o passeio publico que se pretenda fazer junto
ao edificio do Cymnaslo.Inteirada.
Outro do secretario da presidencia, declarando
haver o Exm. presidente da proviucia mandado de-
clarar cmara que recebeu com o offlcio n. 50, de
8 do corrente, a copia da acta da apuracao geral de
votos que a mesma cmara ltimamente procedeu
para tres deputados assembla geral legislativa
pelo primeiro districto eleitoral desta provincia.
Inteirada.
Outro do inspector da sade publica, dizendo,
que tendo de apresenlar ao Exm. presidente da
provincia um relatorio do estado sanitario da mes-
ma, pede cmara lhe remeta um mappa numri-
co da mortalidade havida nesta capital, pelo chole-
ra-morbus.Que se officias>e ao administrador do
cemiterio pualico desta ridado para forneccr.
Outro do juiz de pac do terceiro anno do primei-
ro districto da freguezia dos Afogados, Antonio
(encalves de Moraes,communicandater no da 26
do mez passado, recebido participaro offlcial do
segundo juiz de paz do mesmo districto, em que
lhe declarava que por incommodos de sade dei-
xava de continuar no exercicio da mesmo juizado,
e inhabilitado por consegrante de fazer a convoca-
jci-i- ri i iin.i i ni.".
Joronimo Ferreira deMlbuquerque.
Verediano (escravo) sentenciado.
Manoel (escravo) de Frederico de Almeida.
UM POUCO DE TUDO.
Traduzimos de um jornal francez os seguintes
feito de Olinda emblemas e svmbolos religiosos : \
A agolaemblema de S. Joao Evangelista.
A barcaemblema da igreja.
O boiemblema de S. Lucas.
A bolsaattributo de S. Joao de Dos e de San-
ta Isabel da Hungra.
A garrafaattributo de Santos Cosme e Da-
miao, mediros. \
O corderoattributo do bom Pastor.
O cadeiadosymbolo do. segredo da conssa.
attrJbuto de S. Jbao Nepomnceno.
negocio. cao dos eleitoresque teein de formar a mesa para
Depois de conferenciar com o ministro do reino, \ a eleico do 1 de novembro prximo vindouro, e
a quem pertenee a administrarn da dntacao real, i achando-se tambem elle doente, havia passado no
S. M. deu ordem ao embaixador para proceder' mesmo da o exercicio ao quarto votado ; e que
i comojulgasse conveniente, afim de receber a som- preenehendo assim as formalidades da lei, parece-
ma legada. | lhe nao dever recahir sobre elle responsabilidade
Lord Cowley fez saber ao tabelliao que estava alguna ; entretanto que hoje recebe (Io do corren-
prorapto a receber o legado ; mas Mr. Marcq exi- te) um offlcio da cmara, acompanbado de outro,
giu procuraeao authentica, asignada pela rainha por copia, da presidencia, para que o mais breve
e com reconhecimento legal. | possivel convoque os oledores, em vista da que, de
Bnsponderam-lbe que a asignatura dos soliera- novo ailirma cmara que nao pode facen sme-
nos nao precisa ser reconhecda ; que a referenda Ihante convocacao, por isso qne es seus incomrao-
do ministro nao era um reconheeiment, mas urna dos de sade ainda continuara.Inteirada, por j
garanta constitucional; que um embaixador, mi- se ter providenciado.
nistro de 1* classe, tinha nesta qualidade lodos i Outro do segundo snpplente dos juizes de paz do
os poderes do soberano respectivo, por isso que mesmo districto, Jos Buarque Lisboa, communi-
o representa va sem necessidade de procuraeao espe- cando nao poder comparecer no dia 2 de oulubro
al. {para prestar juramento, como foi chamado por offl-
0 tabelliao informou de tudo os legatarios um- ci do Io do mesmo, em consequencia de incomme-
una pequea fornalba, e collocar um taixo para
oelle refinar smente o assucar necessano ao fa-
brn'o das mansas que pretende expr venda era
dito estabeleeimento; diz que examinando o quii-
tal de que trata o peticionario, observou ter ejlo
trinta e um palmos de eoinpriraento, e ninta e oito
de largura, parccendo-lhe que smente para a col-
loca?) de urna pequea fomalha o espaco suffi-
cienle; todava a cmara que delibere como melhor
entender.Mandou-se reraetter commisso de
sade (Barata de Almeida e Gustavo do Reg.)
Gatas do mesmo, informando o requerimento,
no qnal Joao Francisco de Azevedo lama, pede li-
cenca para estabelecer na ra da Palma da dita
freguezia de Santo Antonio, um jogo da bolla;
declara que na prohibicao dos jogos, eslabelecida
no art. 3." das posturas' addicionaes de 31 de maio
de 1854, nao esta comprehendida, o de que se
irata, por nao ser de parada ; e assim o tem a c-
mara entendido, em vista do que nao ha inconve-
niente na pertnissao pedida, todava a cmara delira
conforme entender mais jnsto.Concedeu-se a li-
ce nca.
Outro do mesmo, informando o requerimento
em que Genuino Luiz Nunes, odteial de espingar-
deiro e d'outras obras pertencentes ao oflb'io de
ferreiro, pede licenca para assenlar um folies em
um terreno ja murado do raes do Ramos; decla-
ra que esse terreno espacoso, nao havendo
por isso inconveniente era se" conceder a licenca
pedida.Detirio-$e.
Outro do fiscal de S. Jos, declarando nao lhe
ser possivel informar a petieo, que devolve, de
Antonio Joaquim Salgado, seo que o supplicante
indique qual a casa onde pretende estabelecer a
padaria qne requer.Defirio-se no sentido da in-
formaeao.
Outro do fiscal da Boa-Vista, informando a peti-
eo de Domingos Francisco Beges, na qual pede
licenca para estabelecer na casa n. 29 da ra da
Imperatriz e jogo da bolla; declara nao haver em-
barazo que possa obstar a pretencao do peticio-
nario.Concedeu-se.
Outros dous do administrador do cemiterio publi-
co da"7reguezla do Poco da Panella, remetiendo os
mappas dos enterramentos feitos naquelle esta-
beleeimento, desde 12 de setembro ultimo, at 15
do corrente.Ao procurador.
Outro do administrador do cemiterio publico da
freguezia de S. Lourenco da Malta, remetiendo os
mappas dos enterramentos, tambem feitos.Man-
dou-se remetter ao procurador, e olieiar ao admi-
nistrador qne lizesse a remessa dos mappas sema-
nalraenre, ou quando muito de quinze em quinze
dias, visto como a demora translornava a escri-
turario.
O Sr. Barata fez o seguinte roquerimenlo que foi
approvado.
Requeiro que nenhum termo, de achada
por infraeco de posturas sobre edifleacoes. te-
nha execueao no juizo municipal sem qne previa-
mente seja a cmara sciente deHe, afim de que se
nao repitan os inconvenientes, que se deram cora
a ediOcacao de Joao Donelly.-Barato.
Autorison-se a commisso de edincaroes, para
que com o engenheiro enrdeador examinasseds ter-
renos que a cmara posne, e a resuelto delles deVte
o sen parecer, declarando qnaes os necessarios p:
ra logradouros pblicos, e qnaes os desnecessaros
para esse lini;
Autorisou-se tambem ao procurador para que
nao s entendendo-se rom Manoel Custodio Pei-
xoto Soares, e Joaquim da Silva Castro, ira-
tasaa com elles do ajuste por venda do terreno na
ra do Imperador pertencente cmara, que Ihes
ceden, e onde com licenca da mesma, edificaran!
dous arraazens, e bem assim rom es proprietarios
de dous sobrados na ra dos Martyrios, junto a
Igreja do mesmo nome, entre os quaes atraves-
sa um becco que se acha tapado, com licenca da
cmara, o qual d sahida para a ra do Calde-
reiro. e com ditos proprietarios tratasse o arrea-
damente, ou venda desse becco, trazendo ao co-
nhecimento da mesma cmara todo o occorrido.
O Sr. Reg Mara declarou ter autorisado ao
administrador do cemiterio desta cidade para nun-
SESSAO JUDICfAKIA EM 12 DE NOVEMBRO DE
1863.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. COSSELHEIItil F. A.
DE SOUZA.
Secretario, Julio Gmmaraes.
A jneia hora da tarde, o Sr. presidente abri
sessao, estando reunidos os Srs. desembargadore
Villares, Gitirana e Silva Guimares, e os senho-
res deputados Reg, Lemos, Malveira e Rosa.
Lida, foi approvada a acta da sesso antece-
dente.
Leu-se e foi assignado o accordao proferido na
sessao de 9 do corrente, na appel lacio entre [(ar-
tes :
Appellante, Joao Pinto de Lemos Jnior ; appel-
da, D. AonadeSouza e Silva.
Jl'LG AMENTOS.
Appellante, Victorino Teixeira Leite; appeila-
do, Jos Dias da Silva-
Pendente de embargos
Desprezaram-se os embargos.
Apellantes, Guimares 4 Oliveira ; appelhidos,
o presidente e directores da caixa filial do liauco-
do Brasil nesta cidade.
Sorteado o Sr. deputado Lemos, que jurou sus-
peico ; foram sorteados os Srs. deputados Reg e
Rosa.
Relatado o fito pelo Sr. desembargador Silva
Guimares.
Foi confirmada a sentenca appollada.com voto do-
Sr. presidente.
Appellante, Vicente Alves Machado ; appelladosT
Barroca & Medeiros.
Sorteados os Srs. deputados Reg, Rosa Mal-
veira, juraram todos suspeico; eoffleiou-se a dous
supplentes.
Appellantes, Santos Camnha & Irmos, liiiutda-
tarios da massa fallida de Caminha& Filbos : ap
petlado, Francisco da Rocha Passos Lins.
Sorteados os Si s. deputados Lemos e Malveira.
Relatado o feito pelo Sr. desembargador Silva
Guimares.
Foi confirmada a sentenca appellada.
Appellantes, os curadores liscaes da massa falli-
da da viuva Amorim & Filhos e outros ; appella-
do, David William Bowman.
Sorteados os Sis. deputados Lemos e Rosa.
Relatado o feito pelo Sr. desembargador Silva
Guimares.
Confinuou-sc a sentenca appellada
, Appellante. Lpurcugo Puggi ; appellados/Scha-
nieillm & C.
Sorteados ns Srs. deputados Lemos e Malveira.
Foi adiado o julgaiiienlo a pedido do Sr. Mal-
veira.
Appellante, Antonio Gomes Pereira; appellado,
Antonio Duarte Carneiro Vianna.
Sorteados os Srs. deputados Rosa e Malveira.
Relatado o feito pelo Sr. desembargador Silva
Guimares.
Reforinou-se a sentenca appellada.
IU.-i,.\ M \i i DE DIA.
Appellantes, Rabbe Schametteau & C.; appella-
da, D. Maria tila da Cruz Neves.
Appellanle, D. Mana Francisca de Souza Ra-
mos ; appellados, os administradores da massa fal-
lida de Jos Antonio da Silva Araujo.
Appellante, Henriquc Ehrick ; appellados, os cu-
radores do mesmo.
Designado o primeiro dia til.
PASSAOKNS.
Apellante, Joao Francisco Ferreira da Silva
Braga : appellado, Alipo Annes da Silva Freir .
Do Sr. desembargador Villares ao Sr. desembar-
gador Gitirana.
Asperjantes, os curadores de Aiiiorini, Fiago-,
Santos t C; appeilado, Jos Francisco Bar-
rote.
Appellante, Antonio Jos de Siqueira ; appella-
dos, os administradores da massa fallida de Joao-
Jos de Figueredo.
Do Sr. desembargador Villares ao Sr. desembar-
gador Silva Guimares.
Appellantes, N. O. Bieber & C.; appellados. o
presidente e directores da caixa filial do banco do-
Brasil nesta cidade.
Appellantes, Francisco de Salles de Andrade Lu-
na e outros herdeiros oo Jos Mara da Costa Car-
valho o o Dr. curador geral; appellado, Jos Ma-
ria Goncalves Guimares.
Do Sr. desembargador Silva Guimares ao Sr.
desembargador Villares.
AfiORAVOS.
Aggravo de instrumento interposto do juizo mum-
nicipal e commercio de Ipojuca.
Aggravante, Shino Gunherme de Barros ; ag-
gravado, Francisco Antonio de Oliveira
O Exm. Sr. conselheiro presidente negou provi-
ment.
Aggravo interposto do juizo especial.
Aggravante, D. Maria Venancia de Abren Lima
Bastos ; aggravado, Jos Guilherme Guimares.
Deu provimento.
Nada mais se pode tratar c encerrou-se a sessao
3 horas da tarde.
versaos e testamenteiros. Estes persistiram na sua dos de sade que a isso o impede.Inteirada, por dar pintar nao s a oapella do estabeleeimento,
primeira idea : queran nao s procuraeao da ra- quanto j se acha providenciado. como as casas dos empernados e o grdame sobre
nha, mas tambem a do magistrado competente Duas cartas de participacio, remettidas pelo Dr. o muro. Approvou-se essa deliberaco, e man-
uara receber era Londres as doacoes feilas aos po- juiz de dimito da primeira vara criminal, Joo An- dou-se communicar ao procurador,
nres da cidade. tonio de Araujo Kreilas Heariques, fazendo sciente Despacharam-se as petiedes de Antonio Pereir
Exigiam alm disto a citacao das disposiedes le- cmara de haver absqivido a Manoel Carneiro de Faria, Antonio Joa<|uim Salgado, (1> Antonio
gislativas que deram a este magistrado a indieada Leao da quantia de 300009, e a Jos Goncalves Moreira de Mendonca. Ageslinho Jos dos l>raieres.
competenea. | da Porcuncutaj de outra igual, importancia de Dionisio Ferreira (ivaloante, Domingos Rodrigue
A interveneao do magistrado neste negocio ten- multas em que ineorreram per falta de-eorapareci- de Andrade, Franosco Botelho de Andrade, o
dia a menoscabar o direito da augusta legataria e ment s sessoes do jury, visto que aquellas mulla- Iher.ne Augusto de Atliayde, Jos Gaspar
i^S
a dar-lbe um tutor no que tocava ao uso que ella dos provaraot faua impedimento.Que ee partici-
farla do donativo qne lhe tinha sido confiado. passe aacrocurador.
Detott de muir rontestacao, foi a rainha citada I Um ofei do juiz de paz do segundo districto
tana, a junto administrativa da Saato CM o Mi-
serieerdia Joaquim Rapteel de Lima* Joaquim ba-
rateante de Albuquerque Lins, D. Josepha Guilher-
CQBBESPONIlEWeUS.
Srs. redactores.\oa pela tereeira vez nerante-
o respeitavel publico desta cidade encemmeda-lo-
cora estas quatro linhas para levar ao conhecimen-
to de tao respeitavel publico, para que fique ver-
daderamente sciente que ninguem podera fazer
..'ot-o algum com propriedades ou escravos per-
tencWes ao Sr. Antonio Carpiateiro da Silva, por
se ai^eja estas propriedades e cinco escravos,
judcia.^^'e embargados e aresiados em deposito
geral por i., ^fc-nto Antonio Carpintetro da Silva
e estou espe J no mesmo Joao Carpinteiro,
que venha da Europupara lhe intentar outra nova
accao alm da que est em iuizo, por tanto o pu-
blico fique sciente do que %ma tica relaccionado,
e peco me desculpe os iratnlpsos erros abi,scrin-
tes, at outra vez se a occasfs\ exfh
Sou de Vme. etc. .
Recife, 11 de novembro j|1*SSL a, e-,
Bento Antonio CarpmteSto i Stlva. I
PtJBUClfOES 1 PEWW.
Ao piiWico.
Para que o meu silencio n5o seja tomado como-
acquiescencia historia ltimamente contada pelo
Sr. Dr. Fetosa no seu Progressista, quanto a parte
em que es* envolvido o meo nomo, dtwlro que
nada respondo por nao me parecer anda convenid*-
te fazer o histrico da parte que ti w na formacu
da liga em Pernambuce.
Aproveito o enseiapara declarar ao meu Ilustre
colhga aos comraunicados do Jornal de Redft, que
tenho recebido tranquilio todo o ridiculo, cau
ha querido fulminar-me; e se o deixo em paz por

>%
IMUTIILADO
i r^
"


marlo de rerMBriiiirf **ttateffti 13' 9
VJ
agen, tambora por' nio *lifler ^feogada a op-
jiortaui.. cpnj qne procura iu-
c hrr-ie, erabara eja para mim muito transpa-
cente qnnlijuor veo, deque use o sabio apologista
tflas glorias do grande Xapoleao.
12 novembro1863.
Or. Aprigio 4haniarae*.
EDI TAES. i
Sia de 41bras 2i vjfiros crvilaes de bocea ^seguida o Sr. Penaute representara aseena-
, larga de2 libras 24, .vidros de bocea estrei- COIUlca dt sua P^,
la dtjjieia oncj 24, vidros de bocea estreitlj
Mr nitores eteltores do primeara
A Sica que promeileu ser de salvamento e roge-
orapw disto trra desgracada, n'um momoBlo be
d.sconjitatn e se some.
U puvo que acodio em tropel a libertarse da
olygarchia passada, d as costos aos fementidos o
os deixa sos.
sessao ordinaria do jury desta anno, queaob a mi- .sentla as suas propostas em carta fexad
nha presencia teve ult.mamente I m 5ecretaria do conse|ho, as 10 horas da
manbaa do dia 18 do crrante mez.
Saladas sessoes do consellio administrati-
mo, foram assiduos os senhores juizes de fac se-
gu ntes :
i Jos Figueira Curado.
Francisco das Chagas Pacheco.
Francisco das ('.hagas Salgueiro.
Candido Eustaquio Cesar de Mello.
Dr. Jos Cardoso de Queiroz Fonseca.
Miguel Joaquim Barbosa Fonseca da Carvalho,
Joo Francisco da Lapa.
Miguel Carlos de Faria.
Cantaram-se hosanas, sera ter havido triumpho,, Mat|ljas J()S^a u
keram-se Testas a liberdade futura. E a lbenla- A|BXandre j&c uornellas.
Me Ibi a mposicao dos preceitos dos senhores a Bm Maohado Kmata\.
obediencia passiva, erigida em doutrina pelos no- Marcolino Dias de Araujo.
mens que vinham restaurar a liberdade ; a corrup-1 JoSo rwt^a da Silva Manguiuho.
*ae, o emprego de todos os meios immoraes foram j0?|-, g|jas c Vasconcellos
orno nunca sem rebuco nem pudor. Jaeintho Sares Botelho.
Constituiram-vos eleitores para restaurar a h- (Tll(,olollio Jesuino de Oliveira Roselles.
fcerdade, e curar pelos vossos escolhidos de tontas. Antol,io de Allemao Cvsneiro.
vo para fornecimento do arsenal de guerra
H xle 'novembro de 1863
Antonio Pedro de S barreta.
Coronel presidente.
Sebastiao Antonio do Reg Barros,
Vogal secretario.
A rremaUico
s
Segunda-Teira 16 do corrente me/, de no-
Pedro Simiao da Silva Braga.
Joao Xavier de Mello.
Hemetero Jos Velloso da Silwira.
Manoel Victor da Luna Freir.
Theodoro Ferrcira de Andrade.
Carlos Martina de Almeida.
Melquades Antunes de Almeida.
Joao Nones da Silva.
Manoel Antonio de Torres.
miserias que nos affligem, ja quizeram fazer de vos
instrumentos de suas voulades, caprieltos a ain-
Liedes.
Nao iiodia a obra nefanda durar muito : vieste
om todou povo em nome da iiuerdado, nao po-
dieis sustentar por otis lempo a mais impdica
olygarchia.
nlb foram os livres que triumpharam : nao hou-
-vera combate nem victoria : foram os senhores
que brigaram por ciames de precedencia, e os mais ] p^"^^ XavierCareiro da Cunha.
racos chamaram o povo a sustento-Ios em seus ^ Trajano Fe|,pne Xereo de Barcellos.
postes, a eleva-lossraaiores altaras a que visavam yicente Jos de Carvalho.
m sna ambicio. Manoel Dionizo Gomes do Reg.
Um partido livre sobe sement por si. porscues-
forco e herosmo. Nao quartoze annos de soffri-
iin'iiiii N'um povo de senlimentos livres nao ha partido
martyno dio forea, o a forra da o triumpho.
Os'sonhores vieram ao poro utaldrzendo o domi-
nio dos seuhores mais altos a palavra liberdade
parecen o baptismo com que se regeneravam os
Jos Joaquim de Carvalho Cerqueira.
Manoel Antonio dos Passos e Silva.
Manool Clemente de Almeida.
Evaristo Yieira Cavalcanti de Albuquerque Lins.
Jeronvmo Carneiro Borges da Fonseca.
Vicente Ferrar da Silva Braga.
Antonio Joaquim de Almeida Guedes AlcOforado.
' i Joaquim Kabollo Pessoa.
s I Dr. Vicente Cvrillo Marinho.
seus maiores inimigos e perseguidores para abra- i Manot't Nones' de Mello.
a-Ios. Manoel Zacaras da Silva Braga.
Foi palavra mentirosa, que ellesnao vieram abra- pe|ppe Manoel de Christo Leal.
^ar o povo como irruiros, vieram desde o principio j01UIU, ,|a Motta e Silva,
j.r.i-.s,'a suadianteiri, edirigi-lo. I Antonio Ferreira Lobo.
Se IV.ra sincera a revolto contra o predominio, pu- Tendo si(lo (nu|ta(lo na quantia de 1004 o juiz
deram ligar-se como irmaos. eacompanhar os li- d(, fac(0 Jos Joaquim de Lima Jnior, e na de
vres em seus sentimontos e ideas ; mas montados jja 0 juz do fa(t0 pe|x Alves de Oliveira, por
logo ilisseram que nos davam a mao, nos vinham nai| (|.t,,n con,parecido e nem mandado escusa le-
clvar como favor, que o povo por si s nada po- cjinia.
da fazer. E para constar mandei lavrar o presente, que
E entilo seglram ao povo, nem seus scntnnen- se|.a aU",xa(j0 Uos lugares do costume c publicado
los, o iii ideas ; vieram dirigi-lo e manda-lo. ^ ni|H-onsa na forma da lei.
Trouxeiam a escola dosantigos senhores de que, y.^,, e |iassaj0 n(.sta ciJarte de Olinda, sob meu
foram mi balenlos, e o praticaram com o mais im- ; sjjna|,St||0 do juizo. ou vallia sein elle, excausa,
pdico descarameiito e excesso. | aos 3 <|e novembro de 186-1.
Ninguem sabe anda em que consisti a restan- Eu> pranCjseo (]as Chagas Cavalcanti Pessoa, es-
nm da liberdade, por que em tildo se v o man- C1jvrl0 merino do jurv o subscrevi
do. e onde nao se pode mandar : o emprego dos j0S(-, xirolo Reguera Costa, valba sem sello ex-
iliis inauditos muios de corrupcao. causa.Renueira Costa.
A eliMcSo li urna chapa, nao havendo inimigos q i)r>'Manoel Jos da Silva Neiva, cominendador
a eunahalar, o directorio um instrumento dosanti- da imperial orden) da Rosa, cavalheiro da de
tros senhores ijue nos vieram dar, nao a mao, mas j|; Qhnsto, juiz de direito da segunda vara rri-
s illuilirain, e disseram que era preciso subniet- r;l(|or fJr10 Deo< Kar(je ete.
actos,
novis, escraros, mludeza, ier*
geos e perfumarla.
Terea-feira 17 do crreme.
O agente Pestaa legal mente autorisado vcnittfn'
em laitao por conta e risco de quem pertoncer una
rica BMbim de Jacaranda tarnpos de pedra de',
apurado costo e qualidade, espelhos, cama de ja-
caranda, lavatorios, guarda roana, guarda louca,l
candelabros, louca de jantar e de almoco, crystaes!
no sarao a Danua ue msica uo etc. tudo de gostos modernos, alguns esclavos,
menores do arsenal de guerra, a qual tocara bellas dlvorsa3 miU(iSaS) ferragens e perfumarias aflan-|
pevSh!ih,.,V .- a a ~i^ cando o agente que tudo ser vendido pelo maior
, r, a Sl^ neStam ?"*? de9S,,a D0 eSCnP" S5 ofrecido sem reserva na ra
tono do theatro a dispos.Cao do publico. g& 6 d aQlla as ,0
l.nm>i"jra na H nnrti<.
0 DOUTOR GRAMMA.
Para mais brilhantsmo do espectculo achar-
sc-ha collocada no salao a banda de msica dos
Comecar s 8 horas.
to sem falta.
da Cadeia do
horas om pon
A mesa regedora da irmandade de Nossa:
SeDhora do Ten;o, desde j agradece a todas
vembro, depois da audiencia do lllm. Sr.! as pessoas que se 'dignaram aceitar bilhetes
Dr. juiz especial do commerejo se ha 'de ar- para 0 espectacnlo do dia sabbado 14 do |
LEILAO
DE
Predios e ace-des.
O agente Almeida far leilao a requerimento
700:5000
AVISOS MARTIMOS.
dios : urna casa torrea sita ra dos Pires
com 2 salas, 2 quartos, cosinha fra, quintal mu-
rado ;uma ditana mesma ran. 27 com os mes-
Cruzes n.
om
ar
. 80, com 2 salas, 3 quartos. cosinha fora, quin-
tal e cacimba; urna dita na mesma ra n. i.
com 2 salas, 3 quartos, quintal e cacimba ; uina
dita naniesmarua n. 3, com 2 salas, 2 quartos,
'quintal ecacimba ; a quarta parte de urna casa
'terrea na mesma ra com 2 solas, 2 quartos, quin-
! tal e cosinha fra ; uina ineia agua na ra dos
Guurarapes n. 39, com urna sala e 1 quarto; um
, sobrado de 1 andar e soto na ra do Sebo n. 37,
com 40 palmos de frente, 100 de fundo, tendo o
pertencentes a heranca do tinado Jos Fer- ^Q e sua pobre igreja.
nando da Cruz.: tima commissao acompanhada de doas
Abrahao pardo de 14 wmos liado por........... 800,5000 camarotes recebar o bolo que cada um' ,4>. C,T 2 ?,,BS- 2 ('uart:,- ,;osinha f5 2!
Jos cabr de 1 por................... 7003000 ___________________________
Ivo cabra de 40 annos avaliado
por.....................
Jou crioulo de 9 aoaos avaliadu
por..................... 7JWWO COMPANHIA BRASILEIEA
Ignacio Fabiao crioulo de 15 ao- oe
nos avaliado por.......... 800#0OO n* ATT|?T1?C \ VlPiP
Endraz crioulo de 17 annos ira- Jr .IIj1-XI2i3 xIl 1 \.i \JM\
li,,. iAAtnnn i E' esperado dos portos do or- soto urna sala e 3 quartos, o pnmeiro andar 2 sa-, t
tiduo poi............... i,iuupuw ^wl-^ te at o da 18 do corrente o va- las e 3 quartos e o andar terreo 2 salas, 1 quartos, |
Geraldino cribulo de 12 annos ^vhCjT^. 'lor Tocantinit, commandante o cacimba com bomba, e junto a cosinha uma sen-
avaliado por.............. DOOOO gtfaftg; primoiro tenonte Pedro Hypo- '-ala composta de (i quartos, estribara e outros
Vicente crioulo de I-* annos ava- ^smSMsP lito Buarte, o qual depois da de- muitos commodos; um sitie de Ierras denomina- j
liado nr>r RflfKftOO mora do costume seguir para os portas do sul. do Landim do Boqucirao na Ibura freguezia dos:
ISSWD pur................. oui/tfuuv i IKijde j recci)em.3c passageiros e eifgaja-se a Afogados, com casa de vi venda, contendo 2 salas,
Sevenno CriOUlO de 15 annos carga que o vapor poder conduzir, a qual dever 4 quartos. cosinha fora com urna saleta erase-
avaliado por............ 800^000 ser embarcada no dia de sua chegada, encommen- guida e um quarto, coxeirn, estribara e mais um j
Escolstica crioula de 10 annos : das e dinheiro a frete at o dia da sahida as 2 ho- quarto, diversos arvoredos de fructo, baixa para
ii-j- KSAfinnn' ras, agencia ra da Crut n. 1, escriptorio deAn- capim, viveiro e uma pequea casa de palha. 20
vanada por. ..... Oov^uuu tomo jU7 d(, myin Arcvedo & C. acedes da estrada de ferro, 20 ditas do novo banco
Hennquela criOUla de la annos ____ j de Purnambuco, 67 ditas da companhia vigilante,
avahada por ............ 1,000,-5000 Dos portos do sul esperado M ditas da caixa filial do banco do Brasil e 50
Salusliana crioula de 15 annos fiPMsi.YT. at o dia 44 do corrente um dos ditas da Companhia Pernambueana, tudo perten-
' |; nnr ROOSOOO ^^3^v vapores da companhia o qual de- centea dita massa.
avanaaa por.............. ouu..>uw. *^w^i^. ];i d,,m(ir,, do (.0Slum, se
Ignario Justino crioulo (le 15 ^HSHB^ ruir para os portos do non.-.
annos avaliado por........ 850A00Q Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
RA DO IMPERADOI
N. 22.
Grande armwm de lilas.
Este armazem cond/m tudo quanlo
preciso para queaiudustriadf pintura, de
mialuer genero que seja, dafevpenlK
seu Ihn. isto embeJIezar, conservar e
reproduzir.
Montado em grande escala e supprido
directa-mente |nr grandes fabrica de Pa-
rs. Iymdivs e llamburgo, jiode offerecer
producl)* de coidbnya, e satisfazer iiual-
quer oneMiintenda graso trato e a re-
talho.
Os Srs. artistas pintores, e os donos de
oltras poderac escolher a vontade, pois
que tudo estar vista, as diferente co-
res de que tiveitin nccessklnile.
Ha tintas em massa e em p impafpa-
v.'l. e como as obras a envermzar s m
dev.- empregar tiula* muidas, e nao me-
nrendo eonliancaasqueveni de fra para
ciiniiTiereio. por velhas, e talvez falska-
i la-, ueste armazem sr as inoer avis-
ta do consumidor, ijue s- assim ter tin-
tas frescas e verdadeiras.
Ha tambetn ouro verdadeiro, verde em
p eemfolha, prata em folha, p debron-
zear de varias ama, diamantes para cor-
| tar vidros. burnukires, ncarsirjH;rlina en-
carnada, amarella e verde, lafat vaae-
taes. azul, ma, verde c amarella, inolen-
sivas, nica que se devera empregar as
confeilarias, eoileccoes de pinceis para
fingir raadeira, wnpropricdikde, e outros
de varias qualidades, vernizes, copal,
gnixa, branco ou escun para o interior
.' BSttenor, para etiquetas c quadros, tin-
tas llnits em lub.i. em craryftes ou pasiH.
tellas para ipiadros, caixasde tintas tin;is
.'iiapel |iara desenlio.
Essencias aromticas verdadeiras. fras-
>j eos e vidros para vidraea de lodos os ta-
| manilos, e muitos oidms objiflos. cuja
utilidade e emprego s com vista pode-
rao ser mostrados.
Joao Pedro das Neves,
(iiTente.
1
ter-sea sua vontade para salvacao da liberdade.
A liberdade consista na obediencia, e nao no
livre arbitrio dos eleitores.
Ostra li -jerdade nao nos podiam dar os mais ou-
^a.los e ambiciosos senhores, que nao vieram mo-
dilii-ados segoir os livres, mas por manhas e sila-
das dirigi-los
Tendo lomado boa parte como j o disse, nessa
mino .los senhores aos livres, nao quizera que
aquellos nos viessem dominar. Fiz esforeos o
.Nimio prico
mando o seu
Tendo m alinelo o offleio que sob dala de 26
de outubro do corrente anno, me foi enderecado
pelo Exm. Sr. conselheiro presidente do tribunal
da relaeao, recommendo aos escrivaes e tabelbes
da comarca, que por actos do exercicio de suas
ftincees nao exijam nem por modo algm rece-
bam ".las parles salarios indevidos, devendo os re-
feridos serventuarios tomar como exacto regula- j liada por
dor o regiment que baixou com o decreto de 5 de I rjelina crioula de S annos avalia-
marco de 1855. A inobservancia deste preceito, || .
(| ii i ti la-f eir 1!) do correntr.
A' porta da associai^ao commcrcial s 11 horas.
8005000
4505000
Ignacia Flora crioula de lo an-
nos avaliada por....... 80(>j$000
Duvina crioula de 11 annos ava-
liada por...........
Rosalina crioula de 7 annos ava-
liada por...........
Severiano crioulo de 12 annos
avahado por.............
Jucundiana crioula de 7 annos
avaliada por..............
Vetaliano crioulo de 8 annos
avaliado por..............
Joanna crioula de 6 annos ava-
liada por......... .....
Btffga que o vapor jioder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sna chegada: cncora-
mendas e dinheiro a frele al o dia da sahida s 2
horas, agencia jua da Cruz n. 1, escriptorio de j
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
AVISOS DIVERSOS.
Patucho Resillo.
-\ modicithilc do preco "la assisni-
Segue para o Rio de Janeiro no dia 15 do cor
rente, s recebe carga miada e escravos a frete :
800-OOO Hata-se com os seus consgnalarios Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo Je C, no seu escriptorio ra
da Cruz n. 1.
Hura dest- UliKlO pance que
5003000
5505000
Expedida crioulade 5 annos ava-
Para o Aracay
sabe
passageire:
~Porto
Vai sabir com brevidade a muito veleira barca
portuguesa Urna I, capitao Jos Francisco da Cu-
4005000 nha. por ter parte de seu carregamento prompto.
A Tiara Rosa Jane, aebandn-se de volta sua
deven 'resi,lcnria- na a deSanta Rila n. 61. e j no to-
na i a d restabelecida dos seus eneommodos do saiid*
Ser oni razan para a pontlialldae O avisa ao respeitavel publico que contina no ex.-r
respectivo pazaraeu;o,escusantlo assim ciefa> *sna artc dc d,;ntisla-_______-____
.!. --"" -------tx. I D-se effeclivamente dinheiro a premio sob
a esta empreza o traliallio arcrex-ido r,,nll0n,s ^ om,, e prala. na rin Al,.ta 4ri
da soliritaro reiterada disto a'suiis|sedr quem da.___________________
Precisa-sc de um caixeiro de. 12 a t annos
na Passagem da Magdalena, ra do
1005000
i at o dia 22 o hiate Nicolao J : para carga e ,|os subscriptores. No CUlrCtantl) tem I Precisa
iageiras, trata se com Prenle Vianna & C. ,, ,_ ,. .___._, 'de idade : ns
-^r^ ella este trab illu, a que se seguem i,omfim n {
igualmente despezas cora os iucumlii-
igne im-
para o resto e passageiros trala-se com os consig-
^ nalarios Carvalho 4 Soguerra na ra do Apollo n.
em mim caba, para que elles, to- % d(, esuerar ^ religiosamente obede-! "dUd ? ''........ ojviwv 2() ou cQm Q ca|ji|.lo Qa ^^
lugar, recebessem o sanio e nos se-IJ^ C|asse ^ qiiem s0 rrtfere Segur-sc-ha Lourenca crioula de o annos ava-
pnissem, ou ao menos seguissemos de commum, re?lrca resiwnsabilidade que farei efTectiva.
ncrordo. g para (|U(. ehegoe ao conhecimento dos intc-
\'-nceu a incida e asilada : os setflwres Bca- L^gijos mandei passar o presente qne ser affl-
ram setnpre senhores, e desde os pnmeiros das da | xado na ,a ,)a casa Ja< audiencias e publicado
liga, relrei-me della e combali-a, prevendo o re- ; |a jniMrt,nSa.
sollado que agora .. Recife,:! de novembro de 1851 Eu Joaquim
os que agora conhecem a armadilha, qnasi todo Fralic^.0 j pau[a Esleves Clemente, esenvo o
o povo, me justifican) do que me aecusaram. subscrevi.
K agora ha quem me pergunlc o que eu sou, que |
pafltin sigo, ou ideas, agora quando peco os vossos'
solragios'pm una cadeira na provincial.
Son o que SMOpre lenno sido; eslou no lugar que
tenliD sempreoerapado; esiou na opposieSo, eon> j
>ia!.-'l.> no quanlo em mim dabe, ii lodos os vicios,
i todo o arbitrio, a toda a mentira, a toda a cor- \
rancio do poder. i
Sou o mesmo que j vos mereccu e a todo o povo
taas sympalhlas naquelles das, em que me ti v-
ram a honra de ouvir com allencao na assembla
provincial.
Sou anda o mesmo.
Recife lt de novembro de lSfirt.
Afronto de Albuquerque Mello.
Manoel Jss da Silva Neiva.
DECLMCOES.
Aiiiia tlorid t de ilarrav k Lanman.
ap
l Exlrahido do Daily Times, i
A verdadera prova da genuidade e pureza de i
4|ualqocr um perfume exlrahido das llores, onsts-
le na sna doradoora existencia quando exposto
inlbieuiia do .ir. O aroma derivado de leos chi-
inicos d.'svan.-ee om breve e deixa pz de si um
Companhia do Beberibe.
Devendo reunr-se a assembla ge-
ral dos accionistas para deliberar so-
bre as contas do semestre lindo c a al-
t racao queronvem fazer-se nos neves
estatutos re tivaincnte ao fondo de
reserva, con ida-se aos mesms Sis.
| accionistas a conipirccrrcm no dia 16
do novembio de 1803.
O secreiario,
Pa Ir Antera da Cunha eFigaeiree.
^urreio
Pela administracao do correio desta cidade se
(Metro, por cerlo mu i-onco agniflavel. wrean,||B">We,iie~4 virtud.- da convencao posta
aqu-lle que e obtnlo mediante a distillaeaode fres- ,.,,1^,,..,,^ |)e|os gover
pelos governos brasileiro e francez, se-
cas e odorferas llores, se apura e aperfeicoa pelo ran cxuedias ll)a|as para a Europa n0 dia 15 do
contacto do ar e por conseguinte a sua duracao e C0|.renU. p(.|() vapor in,,cz 0nehltt, As cartas se-
or espaco de lempo his por isso que a ^ ^^ ., horas anI(S a qU for ,n,,ira.
agua Honda de Murrav Lanman. formando uma da s.|)lida ()o va e 05 jornaes a, 4 horas
r e.ceiitrada, produccao das mais raras flores do ^ Administraco do correio de Pernambuco
s .1, apanhadas durante o zemlh da sua tlorescen- ,0 de nftvoniliro ^186:1.-O administrador,
na e maior fragrancia, nao s possne a fresquidao
de um fresco naalhete, mas tambera indestruc-
livele ineslingoivel, a nao seraexcepcao da la-
vigem do lenco anteriormente humedecido na
mesan.
a venda em todas ai bobease lojas dc perfu-
11 arias.
Odmingos dos Passos Miranda.
- Pela capitana do porto se faz pubbco que as
liada por
Gerlrudes crioula de 7 anuos
avaliada por............
Augusto crioulo de ''< anuos ava-
liado por...............
Ponciana crioula de 2 annos ava-
3900008
Para o Porto
segu brevemente a veleira barca S. Manoel //,
que tem engajado melado do seu carregamento :
oSOpOQu para o restante e passageiros, a quem offerece bel-
los commodos, dirijam-se aos consignatarios M. J.
-0.5000 Ramos e Silva & Genros, ra do Vigario n. 10. da aSSl!Haturl, M paite d aqiiellesqtlC
primeiro andar._____________________ 0 Ilotcnliam frtO.
005000 ** o Poro.
dos da rceepcao, sem qu se
portam'ia taes esforcus pitra po-ici*
bem servir e coric^poniler aos sous
compiomissos. Mas esta Mafreza con-
ta, que se altendemlo a que ah ob-
serva, cessar a imponlualidade de que
faz menea*) p'lo paplalle proinpio
liada por..
lo-mci-i erirnih le \'\ annas ava- briSuc Prtuguez Mercurio, segu prestes pa-
Ignaca tnoula de lo annos a\a- r;ialli) ainda recebe alguma carga e passageiros a
liada por............... I.IHIUWIJU fT,,u.t pan 0 que tem excellentes commodos]: a
Con.solho administrativo. tratar com Marques Barros A '... largo do Corpo
O conselho adminislralivo pira forneci- S;i.io n. c. segundq andar, ou cota o capillo Joa
ment do arsenal de guerra tem de comprar l
os objectos seguintes:
Para o presidio de Fernando.
1 garrafao com 2 caadas de Accol, 1 ar-
roba de agua raz, meia barrica de alvaiade,
alvaiade lino 2 arrobas, amarello francez 8
libras, rame de ferro sorlido 1 arrobas,
azeile doce para o servico da igreja 1 bar-
ril de b., brozas de caiar 3 duzias, pennas
de am .'1 duzias de caixas. carviio de pedia
lotera extraord na a
Aos 10:000500 c 2:0005000.
O abaixo assigoado vista do bom aco-
* i Ihiiueiito que tem litio o plano das loteras
extraordinariase a pedido de quasi lodosos
bilhotes, tem exposto
escriptorio ra da Cruz n. 1.
para o resto que llie falta, trata-se com os consig
nalarios Palmeira \ tonellada, 3 caivetes de aparar pennas, n. 4, primeiro andar.
COm Cin VCllaS de \\ libra 4 arrobas, COlla i____,_________ da Baha 2 arrobas, colla franceza 1|2 arro-
ba, cordas de embira branca para arulaime
600, folhas de (landres dobradas I caixa,
1 dita de dita fina, lio de vela i arroba,
cobre em folha para cobrir rodas da casa de
familia 4 arrobas, Amadas porlugue/as 200.
lences de ferro sonido 6, oculo de alcance
Para o Rio de Janeiro pretende seguir com
milita brevidade o brgue nacional Almirante : comp aflores ae
tem pane de seu carresamenio prompto, e para o venda para ser extraliida por esse plano, no
resto que Ihe falla, trata-se com os seus consigna- ,jia 21 do corrente mez. os bilhetes da sex-
larios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, no seu ta ptrte da primeira lotera a beneficio da
i igreja de s. Bom Jess da Via-Sacra, o que
lera taearno consistorio da igreja de N. S.
a sumaca nui ivw.tti. < .iium" animiiu naiiwotu ',r.jr c Bln
Monteiro, portera maior parte da carga engajada: > Jo Rosario da Iregtiezia de Santo Antonio.
Os bilhetes e meios acham-se venda na
respectiva thesouraria ra do Crespo n. 15
e as casas commissionadas ra da Impera-
Para a Babia vai sabir com milita brevidade
a sumaca Hortencin. capitao Antonio Francisco
LEILOES.
Transfcreneia
DE
Agencia dr, eiles.
Francisco 1. Pinto agente de leildes desta praea
2. papel almaco greve 4 resma, dito dito mudou o seu escriptorio da ra da Cadeia n. i\
dito pautado 8 resmas, pinceis ssrtidos 24, para a ra da Cruz n. 38._____________
pennas lapis 4 duzias, lapis de cor para liEl !L %to
marcar (5, poitas de embira branca .*i0 pe- DI.. *
(jas, pedras de amolar (5, ditas de aliar fer-1 Oneiios Hainensos
triz n. 44, loja do Sr. Pimentel; ra Direila
n. 3, botica do Sr. Cbagas; ra estreita do
Rosario n. 12. t\pugiaphia do Sr. Mira era
da Cadeia n. 4.*i, loja do Sr. Porto.
Os premios do 10:0005000 at 295000
sero pagos unta hora depois da extracc/io
e os outros no dia segunde depois'da distri-
buirfio das listas.
Servindo de thesoureiro,
Jos Rodrigues de Souza.
COMMEBCIO.
.Vlfandcga
11. ndiment do dia 1 a 11........
l.lem do da 12.................
138:977*889
23:6935001
162:6703890
llovituento da alfandesa
Volumes entrados
com fazendas.
com gneros.
Volumes sabidos
com
com
fazendas.
gneros..
li
SI
80
729
bo
809
nescarregam no dia 13 dc novembro.
1'afaeho americanollid Wing farinha.
li igue iuglezVictoriafarinha.
ImportarSo.
lanterna. Us que transgredirem essa ordera, e as-
sim perturbaren) os trabalhos da obra da nova
! ponte, serao punidos com a multa comminada no
art. 114 do regulamento das capitanas. E para
que conste, az-se publico pela mpronsa.
Capitana do porto de Pernambuco 4 de novem-
bro de 1863. O secretario,
J. P. B. de Mello Reg.
Pela subdelegada da freguezia de S. Jos se
faz publico que se acha recolhido casa dc de-
, tencao a preta Xarcisa, a qual diz ser escras-a de
: Joaquim Lopes da Cimba, sendo dila preta apre-
' hendida no engento Sena, da freguezia do'Cato ;
quem fr seu senhor, provando, Ihe ser entre-
gue.
O subdelegado
Brnz Antonio da Cunta Albuquerque.
Conselho administrativo.
O conselho
O Sr. Jos Francisco Pinto Guimaraes, cirur-
giao pela escola real de crurgia de, Lisboa, trans-
ferio a sua residencia para a ra Nova, n. 60, pri-
mero andar, onde pode, ser consultado todos os
K90>! K das uleis, das 7 s 10 horas da manlia, acerca de
O agente Pestaa vender por conla e risco de enfermidades denominadas eirurgicas ou externas,
perlencer 2ocaxas com excellentes queijo.- especialmente daquellas, em cojo IratomentOjnaiS
ramenta 2, dilas de fuzi para granadeira:
embarcaeo.'s que navegm do Forte do Mattos para! 500, pennas de ganco das de secretaria 200,
alem da ponte do "Recife, deven) passar somente pregOS caibraes 10 mil, ditos cai.xaes 10 mil, I
^!^S!if^9iaS, e? nol-uma ditos ripaesiO mil, ditos de guarnido 2 mil, I|an;n^7o7mai7no"vo"e mlVores qm? lia nesle frequentemento intervem a medicina operatoria.
ditos de meia guarnigo 2 mil, ditos lian- mercads,asqnaes.seiio vendidas em lotes a von- j aT^ S4W i Ifcrt
! 1 e 1|2 pollegada l libras, ditos ta.le dos compradores : sexta-reir 13 do corrente \ &\ JL.m lf' Wm
I i pollegada 16 libras, ditos ditos as 10 horas da maiiha, no armazem do Sr. Annes,
. ,' ,.b ,,-. defronte da alfandega.
I|2 poilegada Ib libras, laxas de co- --------------------------------r;---------------------
JLEIIiAO
cezes de
ditos de
dita de
bre 16
po..we..
ibras, taboas de louro 8 duzias,
trincal 8 libras, secante 16 libras, tinla ver-1
ikmi:.
Precisa-se de um, que entenda de servico de si-
tio tambera, dande-se 1205 por anno e comida. Na
ra Nova, sobrado n. 23, primeiro andar, das 9
horas da amanhaa at o meio dia.
de em mar 2 arrobas, verrumas caibraes Sexla-fcra i 3 lio correte na ma da zinhar em casa de homem solteiro ou de pouca fa-
2 duzias, ditas caixaes 2 duzias, ditas de r u.
guarnifo 2 duzias, ditas de meia dila l CeM "<>*' *r*** s H horas.
duzia, vermelhaoS libras, vidros pan cai- Oe urna carrosa c bol.
xi.hos meia caixa, di.os para lampean ,le J* ^ do^'?pe.o^^o
ra meta caixa, vinho branco engarrafado que se adiar, umboi e uma carroca, proprios para
10 medidas, zarco 16 libras, 1 sineta para carretos de gneros da alfandega.___________
o servico das respectivas oicinas.
Olferece-se nina ama para engoinmar ou co-
m casa de homem solteiro i
i mila : na ra d'Aguas-Verdes n. 3
os objectos segnintes:
Para o arsenal de guerra.
Patacho americano Red W ou,, entrado de Balti- Lato em lengol de 16 18 libras cha-
ire, consignado a Phipps Brothers & C, maai-1 pas G> Cbre em dil0 de 7 dtas _C|,apas 6,
1370 baTrics' e 200 raeias ditas com farinha de : cobee vellio, arrobas 20, ferro sueco em bar-
trigo, 100 barris banha dc porco. 83 saceos farelo. ra de 3 pollegadas qumtaes 10, dito de 4
sos oiesmos. V| pollegadas quintaes 10, ferro em ien^ol de 3
fl.mihmento do dia la 11..... .n.oAo M.
QupuVqiiizer vender taes objectos, apre-
a ment do arsenal de guerra tem de comprar na secretaria do conselho adminislralivo s!
10 horas da manhaa do dia 18 do corren-;
dem do dia 12-
10:80 t86t
1:392*281
12:197*1*5
Consulado provincial
indimeirtodo dia la H........
Ucm do da 12...............
DK
8 cavallo*.
O agente Simoes tari leilio requerimento dos
Sala das sessoes do conselho adminstrati- {gf l?^TftT&'
vo para fornecimento do arsenal de guerra, cial decommercro, dos cavados cima mcneiooa-
dos, sexta-feira 13 do corrente s 10 l|21ioras da
mama na coclieira do Sr. Malveira, ra do Impe-
rador "n. 25._____________
Aluga-se uma toa eserava, cozinheira do or-
dinario de uma casa, r compra na ra : no becco
das Barreiras na Hoa-Vsta n. 2.
PharmacH.
Precisa-se de um caixeiro que tenha pratica do
botica : .Jirija-sea ra Nova n. 18, casa de P. Mau-
rer \ C._______________________________
U Sr. thesoureiro da irmandade de N. S. do
Rosario da freguezia de Santo Antonio vente rece-
jer do abaixoassgnado. na qualidade de testamen-
teiro dos bens do fallecido Manoel do vramento
Silva Mello, as alfaias perlencenles a S. Domingos
de (iusmao, que estarn) extraviadas, do contrario
serao ellas recolhidas ao leposito publico.
Precisa-se de urna ama para engoinmar : a
ra estreita do Rosario n. 31, lerceiro andar.
O Sr. Jos Lopes das Neves deixou de ser
caixeiro dos abaixo aswgnados desde o dia 11 do
corrente. Recife 12 de novembro de 1863.
__________________Silva Pastos A C._______
Const. Noppel vai para a Rabia.
AMA ~
Precisa-se de uma ama : na ra da Roda n. ai.
Esl cliegaii-lo a safra do caj, ensina-se a
fazer o vinho de caj, um proresso muito fcil,
pelo mdico preco de 53 : no becco da Bomba nu-
mero 5._____________________
Mara Candida Bandeira de Hagalhles tem a
honra de participar ao respeitavel publico desta
capital e com especialidade s pessoas que se dig-
narem confiar-lhe o ensino de suas BIhas, que mu-
dou o seu estabclecimenlo de edaoaeio que func-
cionava na ra larga do Rosario 11. 16, para a ru.i
do Cabug n. o, segundo andar, com entrada pala
ra das Larangeiras, aonde contina a recetor
alumnas externas, pensionistas e meio pensionis-
tas. Nesle estabelecunento eiisinam-se as seguin-
tes materias : primeiras letra.-, grammatica por-
tuu'iieza, arilhmelica at as operacoes decimaes.
msica, desenlio, costura cha, labyrintho, bordjk-
dos de branco, marca a m.iiiz.ouroe IVires de laa.
Precisa-se de dous amassadores, um que se
sujeile a veader pao na ra: a tratar na ra lar-
ga do Rosario n. 16,' nadarla do Sr. Manoel A. de
Jesu^_____
Roga-se ao Sr. acadmico atoara Magalliaes
queira aniitinciar sua morada, que se prensa tal-
lar-lhe. antes de se retirar para a Babia.________
ompanhia de, segurosraaritiniis lltili-
daile-l'uldca.
A direc?o desta companhia. em virtude do ai 1.
41 de seus estatutos convida aos senhores acojo-
Distas para se reunirem om assembla geral segnn-
da-reira 16 do corrente. ao meio dia, neste escrip-
torio. ra da Cadeia 11. 42. Recife II de novem-
bro de 1863. -Os directores,
Feliciano Jos Gomes.
Domingos Rodrigues de Andrade.
Manta Cecilia.
A actual mesa regedora da irmandade- da Vir-
gen) e Martvr Santa Cecilia, erecta na reja do Li-
vramenlo desta cidade, pelo presente convoca a
todos os irmaos para eacapareeerea no da 16 do
corrente mez. pelas 10 horas do da, afun de proce-
der-sc a eleico da nova mesa que I
anno de 1863 a 186* na forma do compromisso.
Jos Coelho da Si1 va e Araujo.
Escrivo.
II de novembro de 1863.
Antonio Pedro de S Brrelo,
Coronel presidente.
Sebastiao Antonio do Reg Barros,
\7<^a>akJ axMrjftfalatf Vi
T TW;tl i*ra?rTmriv<
IEIIAO
Bonets de panno verde 5, enxerges 10,
manas de laa 5.
Quem quizer vender taes objectos apr-
sente as suas proposlas em carta feixada na
1*3 "884t9l2 secretaria do conselho as 10 horas da aa- i
883S209 nhaa do dia 10 do corrente mez.
Sala das sessoes do conselho adminstrati1
THEATRO
DE

mmmmmmm.
MOTIMENTO DO POETO.
iS'iiiot entrados no dia 12.
TViTa-Nora-38 dias, brigue imtlez Henrietta^e
175 fondadas, capitao 1. K. Hartar), equi|iagem | Q
10. carg* \616fcarrioascom bacalho ; aiohns- meilio
'.onPater&C. ,
H-mp iawtm37*as, tingue oriental Protegido, Vl<"
-de 227 toieWias, e.tprto Joao da Silva Moraes^r-
.-^Unipacen) 9, farga 9,H ntaadieea a Almeida Gomes.
Attrio saAido no mesmo ttn.
farahybibrigne inglez Hrtty Rilen, capilao Da-
vis .' em lastro.
14:3724181 v0 para fornecimento do arsenal de guerra,
9 de novembro de 1893.
Antonio Pedro de S Brrelo.
Coronel presideMe.
Sebastiao Antonio do Reg Barros,
1 secretario.
t'rnisHho administrativa.
hn admitiisirativo para ferReei-
arsenal de guerra, tem de com-
bjectos segoinles:
Para o liospiUi! militar,
crysiaes de booca larga de id li-
bras th, vidros crystaes de bocea larga de
8 libras 24. vidros crystaes de bocea larga
de 6 libras 24, vidros crystaes de bocea lar-
KflPKEZA
DR
A. 4. MARTECOniBRA.
Recita extraordinaria
EM BENEFICIO
DAS
f)brrs da igreja fh1 ^cwsa Senbora do
Tm*.
Sabbado 14 e awembro de 1S6S.
Logo que os senhores profssores da orchestra
tocarem a ouvertura do costume. subir scena o
drama em tres artos, original fioilupacz, intitu-
lado,
Yidf
w.
I m obrado de 9 andares e otilo
*xa rna da Menzalla n. #f>.
S^1)tw Porerdndosa(taHnk.-|radores da massa falli-
da de Manoel de Azevedo Puntes, ira a leilao por
mlervencao do agento Pestaa, o sobrado de 2
andares setao, sito na roa da Senzala Ve I ha n.
40, pertencente a mesma massa. os Srs. preten-
dcirtes qaeiram e*aiHim>-la eqnalqner informacao
o ajmnte est prompto a dar.
(l leilao era loynr salihado \h do corrente pe-
tas *t'horas M ittaMhSa em ponto na pdrta da as-
So commercial.
sociaca
UHtt
! barrie.
de
DE
eoan toutinho
MKboa.
Segunda-feira 16 lio correntr.
O ageMe desertan pertencer 10 terris com exeellente ton-
MI10 de Lisboa receniemente chapado em um ou
anais letes i ronta*;: sepunda-feira 16 do cor-
rente pelas 10 horas da manhaa no omaun do
Annes defronte da alfandega.
tiscrava fgida
Fugio no dia 4 do corrente a negra Vieencia,
crioula, com os si,'nacs seguintes : estatura e cor-
s stszss: sasfiSB-ag s
falla grossa, levon vestido de chita roxa com llores anno ai.
encarnadas, panno da Costa com listras encarna- "mo o.
das e verdes, costuma andar nos arrabaldes desta
cidade, e consta ter ido encontrada em Olinda :
quem a pegar, leve-i ra do Livramento n. 42,
loja, que ser bem recompensado.____________
Monte Pi Popular Periiambmano.
Tendo esta Assoeiacao de mandar no domingo lo
do corrente (stimo anniversario de sua installa-
lo) celebrar uma missa em honra da Santissima
rihdade, sua padroeira, convid.i aos senhores so-
cios para as 9 horas da manhaa do referido dia
comparecerem na igreja de N. S. do_ Livramento
alim de assistirem este acto de religio, depois do
qual comparecer na casa das sessoes, onde tera
lugar a sessao magna. ,
Secretaria do Monte Pi Popular Pernambucano
11 de novembro de 1863.
Bernardino Falco de Sooza.
4. secretario.
A casa assobradada n. 36, na rna da Alegra,
ocenpada por illuslres acailcitf 00, breve sera des-
oceupada ; o seu alugucl tem sido o de 40$ men-
saes,-propna para os mosmos senhores ou familia:
a tratar na ra do Mondego, otaria n. 36.______
Offerece-se um caixeiro que tem a [gunea pra-
tica de deposito de padario. mas serve para qnal-
quer servico e arrumado, tem 18 annos. e e muito
fiel : quem o pretender, v rua Pireita ns. 94 e
95, que achara o proprio.
O Dr. Cosme de S Pervira conti- j
na a residir na ra da Cruz n. 53,
Io e 2 andar, onde pode ser procu-
rado para o exercicio de sua profis-
so medica, e com especiaiidade
sobre o seguinte
Io molestias deolhos:
2o de peit :
3o dos orgaos geniti
urinarios.
Em seu escriptorio os doentes se-
rao examinados na ordem de suas
entradas comecando o trabalho pelos
doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias d s j
6 as 10 a manhaa, menos nos te-
mingos.
Praticar toda e quaiqaeT opera-
580 qne julgar conveniente para o
prompto restabeleeimerto dos seos
doentes.
Aluga-se
um primeiro andar em boa ra, oom tanto que na
- Sr. I)r. 5o*Joade'bira ta-
galhaesipieira vir eftta lypgapfca,
une mnito se Ifce deseja fallar_______
------r------:--------# 11 ta :. L*n..>;_ sala de janlar baja um lorraeo nue fique inleira-
- PreWiWl-SC.lallar ron O ar. Ignacio mftnle cl)i|Wado ao norte : no armazem da ruada
Yieira de Vflo, etttrYM em Xaiarell, c.;uieia do Hece n. ao.________________
ttfere netecr neo rsno sentar na imm cnlada Coock*o.
irnnf, ni i-na da Crn.i lua n> ta- Ricas estampas exondas* tomaeaiada Con-
ZeDdaS 0. 7. mazem da ra da Cadeia do Recife n. 00.

ta


Diarlo de Pernantbuco Sexta elra 18 de \oveuibro de 1S3.

LOTERA
CASA 1)A
los Uk,OQ08*00.
0 abaixo asignado faz sciente ao respeitavel
publico que vendeu nos seus arortenados bilhetes
garands a sorte de 2^003 e outras muitas de
OOi, 405 c 20* da joteria que se acabou de ex-
Um boro sitio.
.S. A. Prez arreuda pelo tempo que se conven-
cional*, o seu sitio com boa casa de morada, w
cheira, baixa de capim, boa agua, muilos arvore-
dos de fruclo, e alem de oulras commodidades lem
a expeliente visinhanea de pessoas estimaveis. As
condicocs do arrendamento seo favoraveis, e tra-
ta-se na praca da Independencia ns. 13 e 13, ou no
pateo do Paraizo n. 24.
Aluga-se na ra Nova n. 32, segundo andar,
trahireinbeneUcwc^Santa Casa da Misericordia,'umescravo dirija-se raesma
e convida aos possuworcs de ditos bilhetes a vi- ptsa
rem reccber seus respectivos premios sem discon-
to algum em seu estabelecimento Casa da Fortuna
ra do Crespo n. 23.
O mesmo tem existo venda em sua dita casa
a as outras do.costume, os novos e felizes bilhe-
tes garantidos da sexta parte da primeira lotera
a beneficio da irmandade do Senhor Bom Jess
casa.
Precisase de uin caixeiro para taberna, de
12 a 16 anuos : na ra da Moeda defrontc do nu- [
mero 1.
Offerece-se urna ama limpa com todas as ha-
bilidades de cozinha, para casa de homem sollei-
ro : quem precisar, dirija-se ra da Penha nu-
da Via Sacra, que se estrbica a 21 do corrente' mero 9.
mez, e as sortes que elles obtiverem serao pela
mesma forma pagas.
Preeos.
Bilhetes inteiros..... 'HS
Mcios bilhetes...... 6->0W
Para as pessoas que comprarem
de 1005 para cima.
Bilhetes........ ^
Meios....... -H00
.Vmmw Marlins Fiuza.
Xa ra da Cniio n. 50 precisa-se de urna ama
que tenba bastante leite eseja limpa e sadia, nao
tendo lilho, foiTa ou captiva : quem estiver nestas
eircumstancias dirija-se mencionada casa.
Aluga-se urna casa
tratar com J. I. de H.
Trapiche, n 3i. ______
em Bebiribe ; a
Reg, na ra do
II i\CO t \i\o
ESTABELECIDO NAODADE DO PORTO
Agent en Pcrnanibuco
Antonio Luiz de Oliveira
Izevedo & C.
Sacam por todos os paquetes sobre o
mesmo banco prazo ou vista, sobre a
caixa filial em Lisboa, e agencias em Fi-
gueira, Coimbra, Aveiro, Vizeu, Villa-
Real, Rcgoa, Vianda de Castello, Guima-
raes, Barcellos, Lamego, Cevilhaa, Braga,
Penaliel, Braganca, Amarante, Angra,
Ilha da Terceira, Ilha de Faias, lina da
Madeira, Villa do Conde, Valenc, Bastos,
Oliveira de Azcmeis, Chaves e Fafe, a
oito dias vista ou ao prazo que se conven-
i'ioiKir. no seu escriptorio ra da Cruz
n. 1.
PfIMElHA E AI\TIG4 CASI FELIZ
Os Srs. Joao Neponiuceno Alves Maciel, An-
tonio Antero AJves Monteiro, Manoel de Mendonca
Guimares e Barnab Elias da Rosa Callieiros
team cartas vindas da provincia de Alagoas, no
escriptorio do Dr. J. Campos, praca de Pedro II
numero 32._________________________________
Ao amanbecer do dia quitita-feira 29 de ou-
tubro ultim furtaram-me dous cavallos do cerca-
do reveso do engenbo Aldea do termo do Rio For-
moso, e para o conseguirem arrombaram a cerca
do dito reveso, onde sao recolhidos noite os ca- j a tomar assignaturas e prestar todos os esclareci-
vallos do pasto do mesmo engenho, mesmo para se : mentos que forera necessarios, as pessoas que de-
eferidos cavallos sao do seiarem concorrer para tilo til e benfica em
PORTUGAL
PORTO.
Roa dns Flores, i e 3 (jautoa igreja da Misericordia.)
GRANDE LOTERA DE HESPANHA.
Cuja extracto agr ffeita a 83 dcdezeuibro dp y03.
Wociedade de seguros mutuos
de vida installada pelo Banco
Unio na cidade do Porto.
Os agentes nesla cidade e provincia Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C escriptorio na ra
da Cruz do Recite n. 1, estao autorisados desde j
Aluga-se a loja do sobrado n. 193 da ra Im-
perial, e o armazcm a. i da ra de Apollo : na ra
da Auroran. 36._____________________________
Aluga-se o primeiro andar da ra do Crespo
n. 23 ; a tratar na Itya._______________________
Ka ra do Qneimado n. 1
deseja-se fallar aosSrs. Gabriel Germano de Apilar %SZu bM^
Montarroyos e Joaquim Riboiro de Aguiar Mon- y al(.ados de brauco> tem e
tarrovos.
Regulador de eacriilaraea commer-
cial por partidas tibiadas.
Organisdo na cidade de Porto e conforme o c-
digo do commercio que nos rege, obra beiri dcs-
crpta e resumida para chegar ao alcance de
qualquer inteligencia, contendo alm disso i ta-
bellas comparativas des antigos pesos, para com
os do novosystema mtrico decimal e vicc-versa
edo anligo systema de medidas, ella muilo
precisa e necessarta e mu principalmente agora
que potMOS se acbam ao par das medidas que
actualmente se tem adoptado e por isso muito til
ao commercio, pelas quaes explieaces podem fa-
zer de prompto qualquer redcelo, e custa a in-
-signilicante quantia de 15200 cada exemplara ra
da Cruz n. 18, escriptorio de Jos Joaquim Lima
Bairao.
__ Aluga-se o sitio da senliora viuva Carvalho,
m S. Jos do Manguinlio, com boa casa de sobra-
do, esteiada, quartos para criados, es ribara,
fructeiras, baixa de capim : no mesmo sitio se di-
r quem trata do aluguel.
A'ti'iicao
N'a ra cstreita do Rosario n. 19 trabalha-se com
toda a perfeicao em liordados e flores de todas as
qualidades. apromptam-se viras grinaldas e boqueta
para casamentos e bailes, d-se tambera lices de
flores as familias que quizerem aprender.________
evitarem os furtos. s referidos
sei vico da mesma fazenda, sao crias do mesmo
pasto,' muito novos e j castrados, e ainda nao fo-
ram marcados com o ferro do engenho, e por con-
seguinte nenliuma marca de ferro tem. Um del-
les ruco pombo com a clina e cauda da mesma
cor. d tamaito regular, um pouco galgo por
IllMa nao estar refeito por ser muito novo, tem o
pescoco fino, e a cabeca alguma cousa acarnera-
da, tem os dous cascos dos pos e de urna das maos
pretos, e o da outra rnao branco, estando este ra-
xado, e quanto a andares, prineipiava a andar bai-
xo, sendo bem vivo esporas. O outro cavallo
castanho amarello de tamanbo regular, chinas e
tem os dous pes
pouco alcauos barriga un caroco resultado da mordedura de
cobra, e tem urna pequea belide ainda nova em
um olho, e tem passo curto : rogo s autoridades
pohciaes que recommendem seus agentes a ap-
prehenso dos ditos cavallos onde forem encontra-
dos a captura dos ladres para serem procesa-
dos na forma proscripta no decreto n. 1090 do 1."
de seteuibro de I80, tanto mais quanto se deu
arrombamento do reveso, onde estavam recolhi-
dos, o qual qualifica o (rime de roubo. Devendo
qualquer resultado ser conununicado ao adminis-
trador daquelle engenbo Cosme Jos de Mello Mas-
carenhas, ou ao proprietario do mesmo engenho o
desembargados Caetano Jos da Silva Santiago, na
ra do Hospicio n. 50.
Caetano Jos da Silva Santiago.
Apromptaiu-so.bandejas com bolinlios e ar-
macao noivados, e (ai-s pao-de-l, pudiin, tortas,
pastis de nata, bom boceado o outros boles, e s-
quitos conforme a encommenda, com promptidao
e perfeigo, e d-se por vendagem 100 rs. por pa-
taca : na trawssa do Falco, mei-agua n. 1, que
lica pelo (m do da casa terrea da ra de Santa
Thereza n. 38.
benfica empre-
za, segurando um futuro lisongeiro aos associados.
Armazem para cstabelcciniento.
Aluga-se na ra da Praia o armazem da casa
n. 57, com fundos para o caes do Ramos : trata-
se no Campo Verde n. 20, sobrado do Dr. Miranda
Aluga-se urna casa com commodos para fa-
milia, a margem do rio Capibaribe, na ilha do Re-
tiro, na Passagrm da Magdalena, por 1505 : a en-
tenderse com Joaquim Antonio Pereira, najoja de
louca da ra larga do Rosario.
Alupa-seo segundo andar do sobrado n. 17,
na ra do I.ivramcnto, com excedentes conimodns:
a tratar na ra do Qneimado n. 53.
Na travessa dos Expostos, sobrado n. 16, pri-
meiro andar, apromptam-se bandejas de bolinhos
para bailes e casomentos, muilo em conta, cora
soas armacoes, e boqueta de cravos e rosa- ; na
mesma casa tem para vender flores para festas de
grojas,ditas linas para senhoras e meninas; tam-
bem tem velas de carnauba muito boas de 6e li
em libras : quem quizer, dirija-se dita casa, que
ludo mais barato do que em outra qualquer
parte._____________________________________
>'a botica do pateo do Carino precisa-se de
quitandeiras para vender pelas ras, alagadas.
Precisa-se de una ama para cosinhar, comprar
! engominar pouua cousa, em urna casa de ponen
lamilla : a tratar na ra do Fugo, viudo do largo
ile S. Pedro, no primeiro sobrado do lado direito.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da ra
do Amoriin n. 58 : a tratar na ra da Cadeia n.
l segundo andar.
Di4.
W. H M. G
Reiiisla americano
' ni do Impera ti, r n
Offerec ao respeitavl publico de P
AIH
Precisa-se alugar urna cscrava que saiba co-
zinhar, engommar e lavar, para o servico de duas
pessoas : na ra Direita n, 43, primeiro andar.
As pessoas que precisaren) de roupa lavada
de rorrea e sabio,om promptidao e aceio, din-
ja-se travessa d i rua das C.ruzes n, 4. que se di-
r quem manda promptifiVar, prefenndo-se pecas
grandes._______________________________^_
Precisa-se de una ama para comprar e co-
linhar, preferindo-ee cscrava : na rua do Queima-
do n. a, loja._______________________________
I'recisa-se de alugar urna escrava,
pata casa de pouca familia; naruadaCon-
cordia n. 7.__________________________
Precisa-se de urna ama forra ou cap-
tiva, que cosinlie com limpeza o diario de
urna casa de rapazes solteiros; na rua
Crespn. 21.________________________
Precisa-se alugar um moleque de 12 a 16
anuos para fazer compras em casa de pouca fami-
lia : na travessa da Madre de Dos n. 57._______
Contina a haver pao de senteio novo nos das
qnartas e sabbados de rada semana, na padaria
em Santo Amaro ao p da fundicao, na rua da lm-
peratrii n. 22, e rua do Brum, confronte o chafa-
ra n. 17, rua das Cruzcs, deposito n. 39, na Pas-
sagem, taberna da esquina do Sr. liento, que vira
para o Remedio, e no armazem progreso, largo
da Penha n. 10.__________ ________________
Aluga-se nina casa em Fura de Portas, rua
do Pilar : quem a pretender, dirija-se mesma
rua a fallar com Manoel da Silva Nevcs.
Pesos fortes. Mofda porlngueza.
1 de
i de
1 de
2 de
10 de
15 de
30 de
100 de
2816 de
9 de
PREMIOS.
Coinpankia fldelldd de
seguros martimo* e ter-
restres estabelecida no
Kio de Janeiro.
AGENTES KM PEl'NAMBUCO
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo k C,
competentemente autorisados pela direc-
tora da companhia de seguros Fidelida-
de, tomam seguros de navios, inercado-
rias e predios no seu escriptorio rua da
Cruz n .1.
Na rua da Praia n. 59 deseja-se fallar ao Sr.
Egas Sancho Riheiro para negocio de seu intresse.
Precisa-sede um bom cozinheiro forro ou
captivo, e que d conhecimento de sua conducta : I
na rua do Crespo, loja n. 21.
de 20,000 pesos fortes...... .
10,000 ditos.........
5,000 ditos.........
2,000 ditos.........
1,000 ditos.........
500 ditos.........
1,000 ditos cada um para os 9 nmeros
da dezena que obtiver o premio de 300,000
pesos...........
9 de 400 ditos para os 9 ditos dita do de 1,000
pesos............
2 approximaces de 1,000 pesos cada urna para
os nmeros anteriores e posterior ao premiado
com 300,000 pesos........
2 ditas de 700 pesos para os ditos do de l.OOOps.
2 ditas de 500 pesos para os ditos do de 50,000 ps
300,0001 ours.
100,000 i
50,000
iO.OOO
10" ,000
75,000
00,000
100,00
1,108,000
'3000 premios em 30,000 bilhetes.
9,000
3,600
2,000
1,100
1,000
,250,000
270:000,5000
90:0000000
45:00O,5OO()
36:000,5000
90:000,500 !
67:5001000
54:000*000
93:0005000
,267:200,5000
8:100*000
3:240*000
1:8000000
1:260/00
900*000
2,025:000*000
CASA DE SAUDE
Em Sanie Amaro
Do Dr. Mil va Ranos.
nico estabelecimento desta natureza
que existe entre nos, montado do modo
que pode com todo o commode e zelo tra-
tar qualquer doeo te, que nel la seja rece-
ihido.
O edificio magestoso e conserva-se
em perfeito estado de limpeza e conve-
nientemente mobiliado.
Os doentes sao separados, segundo os
sexos, natureza das molestias e condiees
sociaes.
Ha quartos fortificados para os aliena-
dos, e urna enfermara para as partu-
rientes.
O proprietario encarrega-se de qual-
quer operaeao.
O estabelecimento franqueado qual-
quer pessoa que o queira visitar.
Primeira classe 35000 diarios.
Segunda dita.... 25500 >
Terceira dita.... 2*000
Para que qualquer doente seja ali rece-
bido, basta que se mande onome do doen-
te e da pessoa que o remette, com a de-
claracao da morada.
O proprietario aceita contratos annuaes
com qualquer que queira ter um ou mais
leitos sua disposiejio.
Precisase de 2005 ao premio que se conven-
emnar e pelo tempo de tres mezes, dando-se hypo-
tbeca em urna escrava : quem quizer fazer este
negocio, annuncie.___________________________
Tendo-se arrematado em praga do jaizo com-
mercial urna casa terrea n. 43, na rua das Calca-
das, com a frente para o largo da fortaleza, preci-
sa-se saber se 6 o solo foreiro e por isso quem
se achar com esse direito, dirija-se ao caes do Ra-
mos n. 6.
Bilhetes inteiros a
Meios bilhetes a
Preeos em moeda forte.
, 120*000 | Quintos de bilhetes a
60*000 Decimos a ,
245000
12*000
Jos Ignacio Ferr ra Horiz,
COM LOJA DE CAMBIO E BILHETES DE LOTEBIAS
Afianzado no governo civil do Porto, em conformidade do edital
de ZH de jnnho de I8GO.
Satisfaz com promptidao todas as encomraendas que Ihesejam feitas, mesmo em
grande quantidade c pelos preeos cima indicados, vindo acompanhadas do seu importe ;
| e no fim da extraeco remette as listas dos premios. N. B. Sendo a encommenda de
A o d. 29.
Nova loja dos barateiros na na do Qurimado.
Velludo de cores fazenda muito boa o covado
3-5000 baloes de panno 35200, ditos de arcos cinco bilhetes para cima, faz-se o abatimento de 5 por cento.
35000, 45000 e 55000, laas de duas larguras! Parainformacoes no escripiorio da rua da Cruz n. 19. onde so se rccrtiem pedaos
para vestido o covado 500 rs., chitas francezas o | at(- 13 do corrente.
covado 360 rs., metim branco para forro de I
vestido o covado 120 rs., tarlatanas de todas as!
cores a vara 720 rs.
n. 29.
Nova loja dos barateiros na rua do Qurimailo.
Cassa lisa pelle de ovo a peca 75500, cambraia
lisa muito fina a peca de 17* varas 105,
Precisa-se de urna ama muito capaz para tomar
conta da casa de um estrangeiro solteiro e morar
nuin sitio, fazendo todo o servico da casa : na rua
Nova n. 19, primeiro andar.
- Aluga-se para passar a fesla, ou mesmo por
anno, e at se vende, um sitio no lugar da Torre,
margem do rio, com todas as commodidades pre-
cisas, c. alm de fructeiras de diversas qualidades,
tem urna baixa de capim que sustenta at dous
cavallos : a tratar com o proprietario do mesmo
Jos Marianno de Albuquerque, rua do Impera-
dor n. 12.
at ioao da Silva fiarnos, medico pela uni- W(
3 versidade de Coimbra d consultas em ^
]H sua casa na rua Nova n. 50, das 8 s 10 Jfg
-.>.' horas da innime das4 s 6 da tarde e >d
recebe igualmente convites para dentro B
_ ou fora da cidade com o fim de se en- B
Sf rar[eIar de qualquer servico de sua pro- >j
B Os chamados doverao vir por escripto. gR
Aluga-se um bom cozinheiro : a tratar na
S
a 105, cam- Ricos vestidos de fil de seda bordados e ditos de seda o que tem vindo de mellior e mais mo-; rua da Aurora, passando a fundicao, taberna,
braieta peca de 12 jardas 75000, cambraia "*- demos para bailes, vender barato : no armazem da rua da Cadeia do Recife n. 60. Aluga-se a casa terrea na rua da Matri
ernambuco
osservieee de sua proflssao ; todas asoperaeoes tira-se para o Kio de Janeiro,
da bocea e denles serao exeeuiadas com o ultimo
e muito raelhorado principio de cirurgia dental.
I'reiinc-sc ao respeilavcl publico que oses
cravos Benedicto e Martinho, pertencentes ao Sr-
commendader Francisco Antonio Pereira da Silva'
ainda esto sujeitos penhora feita reijierinien-
to de Antonio Gonealves Pereira I.im?, e conse-
gniotemenle nao podem ser alienados em quanto
o mesmo Antonio Goneal ves nao se adiar integral-
mente pago e aatiafeito do resto (ue Hie deve
aquello eomawndador. Paco o presente aunan-
do por ter sido informado pelo Sr. Dr. Jos Joa-
quim de Souza, que o mesmo commendador linha
Ihe mandado o eacravo Martinho para o mesmo
Dr. Souza embarcar para o Rio de Janeiro jara ser
vendido para pagamento do dito Dr., deixando o
dito Dr. ile assiiu fazer por saber da penhora que
oiietia sobre oaeraros Benedicto e Martinho.
Antonio Goncalves Pereira Lima.
;:SijSl}
DENTISTA DE PARS
19na 3iova 19
Frederico Galier, cirurgio dentista,
fai. todas as operacous de sua arte, e col-
loca dentes artificiaos, tudo com sii|erio-
ridiJe e perfeicao. que as pessou enten-
dida; Ihe reconlieeein.
Tem agua e pos dentificio.
Ainda est por alugar-se a casa terrea n. 20
da rua da Florentina, com commodos para urna
gcande familia, tem duas boas sales, 6 quarlos,
cozinha fra, -un bello terraco. e mais 2 quartos
lora, ptima agua de gasto que serve para lavar
roupa, tem ura grande quintal murado, onde ha
iim-exccllente parreiral, e lem proporcoes para
*>nlreter a quem gostar de plantacoes: quem a
quizer ver, pode procurar ao 8r. Gurjiio, dono da
tabricade carro* na rna da Florentina n. 16, onde
'sioas chaves, e.a tratar com o proprietario na
rua do -Hospicio n. ">0, em qualquer dia at as 9
horas da manha, e das 3 s 6 da .arde.
- Ija urna carta para o Sr. Joao Alves de Uli-
\eira, jia rua do Crespo n. 20 B.
Ureeisa-se de urna ama que co/inhe
ngomme e compre, para urna casa que tem
iluas pessoas; quem qui/.er apareca na rua
do Padre Floriano, sobrado n. 40.
Jos Ferreira da Silva, subdito portuguez, re-
Arrenda-se e sitio na Passagem, direita do
do Dr. Firmo, e vendem-se lotes do mesmo para
edificar : na rua do Imperador n. 14.
1 BANHOT PBUCOS" ^
Pateo do Ctrnio.
|gi| A abertura deste estabelecimento das gg
H 6 nona da manha at s 10 da noile, o B
1% publico encontrar banhos fi ios, momos ~
|ioi| e medicinaes, vontade das pessoas com |^(
lodo o asseio possivel.
MUDNCA
TIIIs l.ith ii & C.
i- iii o seu aiiiia/.ci de fazeudas
tadei para a ra* da Cruz
111 uil
da ruad*
ii. 38.___________________________
Casa para alugar.
Aluga-se urna pequea casa na Capunga Nova
rua da Amizade n. 24, com 2 salas, 2 quartos, co-
sinha fra e pequeo quintal murado por 125 a
tratar na rua das Trinchciras n. 1._____________
Precisa-se alugar una escrava para
pouca familia : na rua da Concordia n. 7.
casa de
cada para cortinado a peca de 22 varas 105000,
mcias finas para senhoras a duzia 45000, chales
de la ponta redonda 325500.
Ao b. 2.
Nova loja dos barateiros na rua do Queimado.
Bicos pretos de linho a vara 120, 160, 240, 320
rs., franjas de seda a vara 80 e 160 rs., galoes
de seda de algodo e de laa para enfeites de vesti-
do a peca de 10 e 15 varas 400, botoes de seda
de velludee de fuslao duzias 120.
8 Maques sobre Portugal, {gij.
i3 0 abaixo assignado, asente do banco mo I
mercantil Portuense nesta cidade, saca ef- j~j!
fectivamente por ledos os paquetes sobre p|
o mi'smo banco para o Porto e Lisboa, por r
qualquer somma, vista e a prazo, po- {g5
dendo logo os saques a prazo serem dej- S3 |
contados no mesmo banco, na razo de 4 B
por cento ao anno aos portadores que as- {sj
8 sim Ihe convier : as nas do Crespo n. 5gj|
rao 8 ou do Imperador n. 51.
lis* Joaquim da Silva Castro.
laboato.
Aluga-se por preco commodo para passar a fes-
ta, em Santo Amar de Jaboatao, urna casa grande ;
com bous commodos para familia, com os fundos i
para o mesmo rio Jaboatao, a qual tem um encl-
lente banho de sombra : quem esta pretender, di-
rija-se ao Recif, na rua do Brum n. 78, que acha-
ra com quem tratar. _________^________.
Arma em para a'ugar-se.
Aluga-se o armazem n. 40 da rua do Apollo, cora
:10 palmos de frente e 150 de fundo, com a frente j
para a rua do Apollo, e por preeu commodo, pro-
prio para qualquer estabelecimento : tratase com
Antonio Alves Barbosa, rua dos (iuararapes nume-
ro 28.
W bail do aiiBivcivario do
I clHli-commercial ter lugar n|
Boitedi di 22 dororrrniemt-z. |
Aluga-so a casa terrea na rua da Matriz da
Boa-Vista n. :J6, por barato preco : a tratar na rua
Direita n. 9.
PRESTE! TODA ATTENCAO
PROTEJAM TODOS
saiUEJijqBj sjjoq|oiu sop sn.Yioj se sepoj op oiukj o oueul sjed sbjisiih
; opeAOD o -sjoos sojoo op seuij sesseo souiapujA
'ope.voa o -sj oo c sepi sojod ap wpnasea op sedeo
opuAOJ o sj 0V5 sesse'j souoq oimu scb| op sojjo'J
seimoq oimiu svipi'j -SBpcpjoq sen:s
somp:d o nl> ajBwneag
oquq op cqueiajy
oquq ap soonisy
BJUCiq ipOD op
sopc.\oo os o seiuinu 'e||;td
opuoiq op sopnsoa soatu
WISO.
SOpvpJOq
soouejq sopiisoA op soijo^
ffuj c s"oi,ud gaia|9|DS||
-b.iu3.ici biuu op soBpoiv
'sopeisoju; soepo|v
B5od b g*8 ff
"?9 'ffS '?'/ nP soo|odBpeui
soiuis
-S1UIJ SaZ8DUBJJ_S0B|0dBpBlV -E0
-mi
oejEq wreg .:?:
-senbjvqmaiteg
sejojd sedeo
op eiflBd op sBuqoleqo
oiso8 otinm op sondeirj)
pan
'equeiuonv o
Bssing 'sub,i bjjoib|Sui op BJUiiaiip mo separi SRpuozcj op oiuouni.ios opeucA o o||.iq mn
oiMBJinoDua soxa '.\.v qe 'oiuoiupoioqBiso o||oq 8889 b sBJoquos SBiuxg nrefejOJd
socpoSiv
soijiui SV.V'I
9
O proprietario do engenho Fernandes, da fregue-
zia de Ipojuca, faz ver ao publico, que nao costa-
mando vender e nem trocar cavallos e burros de
sna propriedade, os lem Herido boje em cima da
anca com o nome de seu engenho Fernandes: por-
tanto, o cavallo ou burro que apparecer coma dita
marca em poder de alguma pessoa que nao seja
portador seu, est aera duvida furtado, e por isso
pode ser tomado, e ser avisado o dito proprietario
Lourenco Bezerra de Sequeira Cavalcanti. que pa-
gar qualquer despea, e ficar agradecido a quem
o fizer.___________________________
O bacharl Francisco Gomes Velloso
de Albuquerque Lins tem o seu escripiorio
de advogacia; na rua do Queimado n. 41,
l. andar, frente para a pnga de Pedro II-
COMPRAS.
"mu S3W09 3sor
30
SE\Si\0 IIF PiKPUtATOK OnJ
Ceographia e hktoria
Arithmetiea e goooietria
Franccz.
A' rua do Queimado n. 30, primeiro
andar, de 1 boraem diante.
ALMNAK
EstaBdo a coBfeccio ar-se o a'manak
desta provincia, quecontioia sei-im-
presso nesla typoj^raplii% convida se a
todas as pessoas paeoelle fazem pa le,
para que remellara livraria ns. o <' 8
la [iraca da independencia, seus nom>s
e qualidade de estabe'etimcnto, e aos
penhores uc eiijcnlios que. sedgnein
remetter alm dos nomes de schs en-
Para se passar a fesla aluga-se urna das melho-] gentlOS, 0 da l'l-ejliezia e ('omarra a que
res casas da povoaco por ser bem nofaaata grtmt^MiM
igreja, com 2 salas, 6' quartos, cocheira para guar-: 3ri lCU^,', <-,u-
dar carro, estribara para cavallos: a tratar coro.JSf-SSS
Jos Pacheco da Fonseca no mesmo lugar.
allj
Alaga-se o primeiro andar da rua estreita do
Rosario n. 22 : a fallar na rua da Penha n. 5.
^ Aluga-se para passar a festa urna casa no
i "achanga por commodo preco: a tratar na rua do
Hospicio d. 17.
Coorad Girsberger, suiseo, vai para Europa.
Alague!.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da rua
Velha n. 20: a tratar na na do Sebo n. t.
Jos Duarte Coutinho faz .cente aos seus de-
vedores, tanto da praca como do mato, que elle a
bem de sua saude precisa retirar-se da provincia
e que d o praso do 15 dias para que renham li-
quidar suas eontas, do contrario entreear a eeu
procurador para fazer Mectiv a cbranos.
>te-se
notas das eaixas filiaes do Banco do Brasil, bilhe-
tes premiados das loteras do imperio e estrangei-
ras. com tanto que nao tenhaia cabido em pres-
cripcao : no armazem da bola amarella, oitao da
secretaria da polica.
Ao publico.
Est aberta a subscripeao na praca da Indepen-
dencia ns. 6 e 8, para a imprcsso de um peridi-
co poltico, que ter por Ululo o Nacional. O seu
programma j foi manifestado nos Diarios de Per-
lumbuco do mez de setembro prximo passado.
Subscreve-se a 35 por trimestre, pagos adiantado.
Logo .que se obtenha sufflciente numero de assig-
nantes sahir o primeiro numero. O Nacional ser
publicado em grande formato, duas vezes por se-
mana.
Ainda est por alugar-se o segundo an"
dar do sobrado n. 4, em a rua da Auro"
ra : quem o quizer dirija-se esta mes-
ma rua casa n. 10.

1
ea=s
R>

os
l\ u odsdi[) op nu b sipuazuj ap 0)nora|.iO|aqfii*o ajuiM-iotlmi oy
SOCIOS 14IV*AOM[cT
71D(DS3 15 mi
S0HI39NVHIS3 3 SOiWDliaWVMaad^
ssaa-sa
SEGUROS DE VIDA EM MUTUALIDADE.
A direccao do BANCO UXlAO tendo obtido do governo de S. M. F. a autorisaco para estable-
cer o seguro de vidas em mutualidades, faz publico que desde j toma subscripcqes nnuaes por urna
s vez, debaixo das seguintes condieoes :
Cbtn perda de capital e lucros;
Dito capital smente;
Dito lucros smente;
devendo a primeira liqudacao ter lugar no 1 de Janeiro de 1869.
_ Compra-se ama preta de 20 a 2"i anuos, que
, n.ao tenba vicios, e que saiba engommar e cozi-
j nhar : a tallar na rua larga do Rosario n. Ji, bo-
tica.
Compra-se una escrava moca que seta boa
costureira e engommadeira : na rua do Crespo
1111 mero i". ___________________
- Compra-se para montara de um offlrial de
cavallaria da guarda nacional os pertences de um
sellim, inclusive coldres, manta, caJiecadas, ete.,
etc. : na praca da Independencia, loja ns.37o39.
Compra-se efectivamente ouro e praia era
obras vclhas : na praca da Independencia n. 22 lo-
ade bilhetes.
Compra-se cobre lalo velho
na rua da Cadeia do Kecifc n. 3(i, pri-
mer o andar.
Compra-se um esclavo de 35 i 4anuo?,que
enlenda do servico de sitio : na rua do Qneimado
n. i'i, primeiro andar.
VENDAS.
Xovidadc.
No armazem da aurora brilhante, no largo da
Sania Cruz n. 84, chegou um grande sortimento
de linguicas do serto. costlas e mais falo do por-
j co, linguas e eabecas, tudo secco, a .'120 e 240 rs. a
' ira.
^SM^M
da subsenpeao, dos que fallecem. Tambtim partido pelos socios sobrevventcs tudo aquillo que os so
cios morosos nos seus pagamentos, sao por este motivo obrigados a pagar, bem como caducidades que
occorrerem pela falta de cumplimento do compromsso social.
As liquidacoes sao pelo systema das companhias hespanholas, Tutelar e outras; e para se poder j" perfeitamente no\-as : n
fazer urna idea do que pude produzir urna entrada annual de 105, publica-se a seguinte tabella basea- ns-
da sobre a experiencia de muitos annos deconipanhias desta natureza :
Em '.i annos Em 10 annos Em I o annns Em 20 anuos Em 2' annos
Quem deixar de comprar caixas com duas ar-
rollas de batatas, pelo barato preco de 25, baratas
de Dos
Por um
uina
menino de I dia a 1
> de i anno a 2
> de t a 3
> de 3 a 4
> de 4 > a 15
pessoa de 15 1 20
> de 20 1 a 30
de 30 a 40
de 40 a 50
anno
1
1103
90*
8.i
865
865
865
865
865
905
4005
3005
2905
2805
2705
2705
2705
2705
3005
9005
7505
7205
7105
7005
7003
7103
7205
7505
3-
1:7005
1:6005
1:5605
1:5505
1.5405
1.5605
1:6000
1:8005
urna s vez dan resultados muito superiores as annuaes. ,
sto de 1863.Os directores do Banco Unio, Jos da Silia MachadoF...(
As entradas por urna :
Porto, 10 de agosto 1"
der Xiepeort.
Agentes em Pernambuco : Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, rua da Cruz n. 1.
Vende-se urna casa terrea nos Alogados, na
rua deS. Miguel 11. 22, cora 17 palmos de treme,
4:7005 Prla e janella na frente, e da parte de detraz
3:70051 quartos, cozinha fra, quintal murado, grande, com
3:50051 porto, cacimba em bom estado : quem a preten-
3:4005
3:3505
3:3305
3:4005
3:7005
5:0005
va
o
Aiaguel.
Aluga-se por festa ou por anno o sitio da Pitom-
beira, no lugar da Casa Forte, com boa casa, com
muitos commodos, com cocheira, estnVa e quar-
tos para criado e feitor, cacimba com muito boa
agua de beber, tanque, e todo murado, com militas
arvores de fructo : a tratar na rua do Sebo 0^24.
i?recisa-se de urna ama deleite : no pateo do
Carmo o. 15.
3--WJA ESTREITA DO R0SARI0--3
Francisco Pinto Ozorio contina a col-
locar dentes artiticiaes tanto por meio de
molas como pela pressao do ar, nao re-
cebe paga alguma sem que as obras nao
fiquem a vontade de seus donos, tem ps
e outras preparacoes as mais acreditadas
para conservacao da bocea.
i*rfjrisa-se de ubi ama:
estrtKak Kosario i. 3!.
na na
Aluga-se urna boa casa com todas as commo-
didades para grande familia em um sitio para pas-
sear, perla do banho, boa agua, s so alaga pela
festa por pouco dinheiro : na Torre, e no mesmo
lugar, a fallar na padaria._______
Est justa e contratada a taberaa sita na rua
do Bom Costo em Santo Amaro, pertencente O,
Jeronyma Mara de Oliveira : quem tiver alguma
reciamacSo presente po prazo de tres 4s na
mesma taberna.
DE
DE
J.'VIGNES.
W 5S. RUA DO IflPERADOR X. 55.
Os pianos desta antiga fabrica sao hoje assaz cenhecidos ,para que sejajiecessario insistir sobre a
sua superioridade, vantagens e garantas que offerecem aos compradores, qualidades estas incontesU-
veis qu e .elles tem definitivamente conquistado sobre todos os que tem apparecido nesta prac* ; pos-
suindo um teclado e machinismo que obedecem todas as vontades e caprichos das pianistas, sem
nunca 'alhar, por serem fabricados de proposito, e ter-se feito ltimamente melhoramentos bnportan-
tssimos para o clima deste paiz; quanto s vozes sao melodiosas e flautadas, e por sto mui agraaa-
veis aos ouvidos dos apreciadores. >-_. _
Pazem-se conforme as encomroendas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Blondel, de Paris, soctoi
correspondente de J. Vignes, era cuja capital foram sempre premiados em todas as exposiedes.
No mesmo estabelecimento se acha sempre um explendido e variado sortimento de msicas dos
mejborts cotnpositeres da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sendo tudo vendido
pwf reces omite raanveis.
der, dirija-se ao escriptorio do Dr. Alcoforado, que
achara com quem tratar.
Vendem-se duas cabras com crias, boas lei-
teiras : no pateo do Paraizo n. 10.________ _
O ricos vestidos soutambar-
qiic, que chegaram para a loja
do pavo.
"j|. Chegaram pelo ultimo vapor francez os mais
* vestidos soutambarque, sendo com as saias
c ricamente enfeiudas e guarnecidas,
tendo a phrisa fazenda para fazer o corpo; com
seus compeSMJes soutarabarques primorosamente-
enleilados, \^V 'odo em um s cartao, assim co-
mo as mais mdbeniVoamisinhas com manguitos e
puhos a balo ricamente enfeitados, e vendem-se
por preco favoravel : na loja c armazem do pavao
na rua da Imperatrz n. 60, de Gama & Silva.
fc^Rnado crespo n. 5.
Na loja de Marcelino C, vende-se
bareee de 15a do cores muito linos a 320
rs o covado, ditos lisos cora 8 palmos de
largura, ricos soutembarques de cam-
braia bordado e outras muitas fazendas
de gosto proprias para o tempo de festa
chegadas neste ultimo vapor, preco*mui-
to em conta.
21
1
Na cocheira do Sr. majorQuinteiro est para
vender-se um cabriolet em muito bom estado, raa-
nciro e barato : a tratar na rua Nova n. 56.
Castaabas de Lisboa
Vendem-sp casunhas cliegadas no vapor francez
amare a 160 rs. a libra, e canastras de 40 a 80
limas a 65500 ; na rua da Cadeia do Recife nu-
mero 18,
>

I
_


*^
Marta de Pernaubiieo ***** Mr 13 de Xntembro de 1G3.

mgfk 1IQUIDAC0
,.*e faiedae iajtfeiafi, rrancezas, allemaas e suissas,
que se pretendere liquidar antes da Testa do na-
tal, por preoos baratsimos, aflm de apurar di-
nheiro, seada a maior parte destas fazendas n-
. teiramente novas, chegadas pelos ltimos vano-
res ; de todas se dio amostras, deixando penhor :
-na loja e aroaie do pavo, ra da Imperatriz
.ji.-60, de Gama & Silva.
45--RTTA DIREITA--45
SEJU *KC1 \1H.
WQUILHAMAB. ---------^ABSi
Ruado Queitnado, os. 49 e 53, tojas de Vl-31 VMMR
Jos Bigodinho, queiram ver ver as fazendas rapasiada, coragem! parece qu
que abaixo anncio, pofeXodis eu garanto i*gastes os vossos jometeaos duros se.- j ^S* Su!2 deffi?a?!ta!"
que sao muito novas e baratissimas. | ** d0 Pess>mo calcamento da nossa ctdaae i so as senhoras poderlo apreciar:
das as cores a
| 0 GALLO CANTA.
Nao possivel que o gallo, vendo entrar em seo
I ninho- objeetos de elegante gosto, defxe de dar o
! seu canto, annunciaodo aos seus freguezes, para
| que mamlem ou venham ver para querer, a saber:
Eafeites
Chegaram os riquissimos enfeitcs e grinaldas de
'- muito gosto, pois
s no vigilante,
tt Jarinbas da pavo.
v Vendem-se a odernissimas laanhascom 9 ifiuzas d ,: cm 200 jardas A.
palmos de largura, sendo lisas e de quadrinhos, .
Iwffias para vestidos, capas soutarabaques pelo Ie*aiare, a ....
Turato preco de-1*200 o eovado, ditas com 4 pal- .Larrile Ue
80
3li0 rs., bareges masados muito linos aoOOrs.,
lazinhas transparentes com palmas de seda a 500
rs., ditas matisadas* 320 rs. o eovado: s na loja
de-patio, ra da Imperatriz n. 60.
rasgados e quasi sern saltos___era tanto I
5100 quebradeira nao deve chegar at este pon-
100 Vinde ra Direito munir-vos de excel-
80 lente calcado com 40 e at 60 por cento
4,q menos do seu valor attendei:
Bitas de'
J libra de la sorda.....40000
S se observa em vossos ps botinas acalca-1 ra do Crespo n. 7.
nadas e gastas at ultima sola; sapates, Flores
Tambem chegaram os delicados ramos de flores
qualquer numero
balo. .
obreias a
bvos lisas de quadrinhos a 500 rs., ditas garibal- ATaras de aspas para balao
dinas a 400 rs., ditas enhiladas de quadrinhos a Ctoascom superior obre <. .
colla 80 rzeguins, Nautes, bezerro e va-
1 libra de laa muito superior em co-
res e qualidade......
Pares de botoes de punho a .
As corles de cantaraia que vende o pavo.
Vendem-se corles de camhraia branca com ba-,
bajse 25500, ditos a 3*000. ditos a 4*000, ditos Pares de sapatos de tranca
hmwesa 4*000, pecas de cambraia transparentes 0tos multo superiores, a .
adasmacadas proprias para vestidos, tendo 8 varas CajHg e nacoles de papel amisade de
e meia a 3*000, ditas lisas brancas e decores a ^r '
2^00r.15,35o00,4e55,pecasde cambraiadeca- c?r^ a- .?. L i...- -.'. '
raekihos tendo avaras emeia cada urna, sendo bran- Dur,ia de meias muito Mas parase-
cas e de cores a 3*500, ditas a 2*500, pecas de j aora a........
canibraia para cortinados, sendo tapadas e trans- Duzja (je ditas cruas para homem a 2*400
TjJOOi
15280
I 600
600
35G0
8500
8*000
prenles com 20 varas cada peca a 9*000, isto tu-1 R ., vnltirpip a
do para apurar dinheiro : na loja do pavao, ra da! \
Imperalrii n. 60, de Gama & Silva.
Os diales do pavio de Mocambique a 1:000.
Vendem-se os mais modernos chales de Mozam-
bique, sendo de urna ser, com barra e amito
grandes, pelo baratissimo prego de 4*000, affian-
cando-se*ercm os mais modernos do mercado, cu-
tos de merino estampados a 2*000, ditos a 3*008,
ditos muito linos de crepen com 4 ponas' e ponta
redonda a 6*000, 7*000, 8*000 e 9*000 : s na
loja do pato, ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
0 pevio vende caseniras a 1:600.
Vendem-se casemiras franrezas enfestadas, pro-
prias para calcas, colletes, palitos e capas para se-
nhoras, por sur de urna s cor, sendo fazemla que
seinpre se venden a 3*000, liquida-se a 1*600 o
eovado : s na loja do pavao.
Carriteis de linlia com 100 jardas a
Carloes de linha branca e de cores a
Novellos de linha com 400 jardas a
Ditos muito grandes com 800 jar-
das a .......
Car toes de linha com 200 jardas (est
se acabando a......
Vara de lila prela com colxetes para
vestido, e tem um resto parda a
:m
30
20
60
120
60
100
W^b
0 na15o vende chapeos de
1:000.
Vendem-se chaDos de sol, a ingleza, sendo co-
bertos de linho e jorrados de verde, proprios para
senhoras que forem passar a festa, ou para meninas
levacem para a escola pelo barato preco de 1*000,
ditos marque.rinhos de seda com franjas e cabo de
dohrar a 2*500, ditos de seda para homens, sendo
com armacao de baleia a 65000 e 7*000, isto para
apurar dinheiro : s na loja do pavo, ra da Im-
peratriz n. 60.
0 pavo vende cachemiras da Escessia, corte
2:240, eovado CIO rs.
Vendem-se cortes de cachemiras da Escossia,
para calcas, pelo barato prego de 2*240, tendo da
mesma fatenda para vender em eovado a 640 rs.,
sendo esta tfazenda muito eneorpada, a unitario de
Tambem
sejji secitudo.
Objeetos de tintura c msica.
Na ra do Queimado, ns. 49 e 55, est
sol para senhoras a queimando ludo pelos precos abaixo decla-
rados, e prestem toda a altenco para vi
o que bom e barato.
Duzia ile facas e garfos muito finos a 2#00
Dita dita dila de cabo preto muilo
finas a.........3520
Dita dita dila de balanco, melhor,a 50500
Tesouras para costura, muito fi-
nasa.........400
Ditas ditas para unhas, muito finas a 400
Carlas de allinetes de ferro a 80
Ditas ditos de lati muito finos a 40
Ditas de dilo grandes.....120
Caixasde phophoros de pao
Grosa de ditos do gaz a
Duzia de dito dito a
casemira, egarante-se que nao desbota.
se vetidom cortes de casemira ingleza, de cores es-! Massos de palitos para dentes a
curas para caiga pelo barato prego de 1*800 cada j Abotoaduras para co|eles a .
corte, ou a 500 rs. o eovado : s na loja do pavao, |
ra da Imperatriz n. 60.
0 pavo \ ende os vestidos branros bordados.
Veodejn-se os mais ricos vestidos de cambraia
brancos, bordados croch, sendo os mais moder-
nos que tem vindo ao mercado, tendo as saias i!
palmos, e vendem-6e pelos baratos precos de 10*,!
12* e 16*000 : s ua loja do pavio, ra da Impe- \
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
Escovas para roupa.muito finas a 400,
500 e.........
10
2(5200
200
160
160
800
NEJ1 SEGUNDO.
PECII1NCHA.
Perfumara de superior qualidade.
.Vs perhiachas do savio, antes que se aeabem. q rm\ sem se{rUndo, ra do Queima.lo,
Ricos cortes de1 cambraia branca eoni nababos e iQ g5 t disposto a vender mais ba.
titas saias bordadas a roche, tendo bastante la- .1
tesda para vestido, pelo baratissimo precede 3*000 ra} Que nunca vendeu, para o que queiram
cada um, ditos de cambraia de suda com barra e ver :
baados a 2*500, para acabar, cortes de vestidos Duzia de sabonetes finos a 720
Mara I'ia, sendo fazenda de bonito gosto a 3*;0, Sabonete inglez, 0 melhor, a 16o
:ortes de cambraia brancosi-om babadinhos a 2*, -._________f .',_ .->.. ...
enfeites para cabera, sendo Garil.ald. e turcaa trasc0s com a8ua de Colonia multo
45000. ditos com das e llores a 2*000, camizinhas fina a......., 400
bordadas para senhoras a 1*000, manguitos de Ditos de dita grande a 300
ros modelos a 400,500e 640 rs., calejahas para Dilos (ie Lavande ambreado, o mo-
queta 2 e meia solas
Borzeguins, Nautes, bezerro, va-
queta e lustre 2 solas. .
Borzeguins, francez e hamburguez,
bezerro, lustre e couro de por-
co 7i5e........
Sapates, Nantes, bezerro e vaque-
ta 2 e meia solas.....
Sapates, Nantes, vaqueta, lustre e
bezerro 2 solas......5*000
60000
5,$5 Sapates, Nantes, sola e vira-. .
Ditos para menina, com laco. .
Ditos de ditas, de cores. .
Sapatos para senhora e homem,
tapete.........
Sapatos de borracha para senhora.
dem dem para meninas. .
Sapatos de lustre para senhora. .
dem de lustre as avessas .
i Pcifusiie da Moda.
4*000
35300
matizados de lindas cores, que servem para qual
quer enfeite : s no vigilante, ra do Crespo n. 7.
Cintos
Tambem chegaram os novos e delicados cintos
com Ovella, guarnecida de pedrinhas e duas borlo-
tinhas no centro, cousa de muito gosto : s no vi-
gilante, ra do Crespo n. 7.
Uandeijas
AURORA
LARGO DA
ymm
BRILHANTE.
L U
svmciuz.
Francisco Jos Fernandes Pires, dono do grande estabelecimenlo de mo-
lhados denominado AURORA BRILHANTE, avisa ao respeitavel publico lano
da praca como de fra, e com especialidade aos seus freguezes, que o seu estibe-
lecimento acha-se prvido de novo soi timento de bons gneros tanto do paiz co- ^
mo do estrangeiro e promette vender muito em conta tanto a retalho como em *
grosst:
Manteiga ingleza flor a libra 800,900 e 1*000 Amendoas novas a libra 240. e 320
Dila franceza nova em barril a 560 Massas sortidas para sopa a libra 480
Riquissimas bandeijas de charlo e outras finali-
dades de lindos desenhos, que se vendem por pre-
cos baratissimos para acabar : s no vigilante,
ra do Crespo, n. 7. \
Pomada real
Tambem chegaram o? bonitos copos de porcel-
lana lina com banha e com lindos retratos, sendo
privilegiada pela rainlra de Hespanha : s no vigi-
lante, ra do Crespo n. 7.
Sabonetes de familia
Grande sortimento de sabonetes para todos os
precos, de superiores qualidades, a 160, 200, 240,
; 280, 320, 400 e 300 rs.; assim como estojes com
2*/"" i todos os preparas para limpar dentes pelo barato
prego de 3*000 : s no Vigilante, ra do Crespo
800 7. ^
{1400 Delicadas tesouriuhas
lOOO Grande sortimento de tesouriuhas. tanto para
.fwy nnbas, como para costura; assim como amitos
10UUU outros objeetos degoslo, que nao possivel annun-
500 c-iar pela grande variedad* de sortimentos, cojos
____, pregos serio menos do que em outra qualquer
parte : s no vigilante, roa do Crespo n. 7.
50V)
AGUA FLORIDA
De. Murniv t' Lanman.
Esto raro qtiSo delicado perfume
quai qne inextingnivel c lio cheio du
mimosa fragrancia c fresenra como o
delicado cbeirO das proprias verdecen-
tes flores. Dorante o mezes caloren-
toa 1" vero o sen \izo torna-se iininen-
tcmento aprazivel e desejavel em con-
sequencia da influencia refrieirante e
suave quo (illa produz sobre a pello:
em qnanto (po nzada no bauho ella
imparte m corpo lnguido e caneado
urna certa elaetioidade de vigor e lbrg;i.
Ella imparte transpon neta ai fldgi,
e rnnaC'' pannos, ardan e hertoejos h
ilrr a ji, lie.
e a libra......
Presuntos de Lamego a libra
Cognac a garrafa a 1* e .
Azeite refinado a garrafa.
Espermacete muilo alvo a 600, 700 e
Arroba de velas do Aracaty a 105 c
libra 320, 360 e .
Caixinhascom ameixas francezas a
Latas de 2 3 e 6 libras a 1*400,
2*400e
Caixinhas com 8 libras de passas no-
vas a ......3*000
Ditos com figos a 1*400 2*400
Latas de 4 libras de bolacha de soda
muilo nova a 2*000
Ditas com biscoulos nglezes, cracrenel
victoria, mi&ides e ovos, pequi-
niq e outras qualidades novas a
Ditas com marmelada nova a libra
720 e......
Ditas com frucias em calda a .
Ditas com ervithas francezas
Ditas com massa de tomates a 640 c .
Ditas com peixe om posta muito bein
preparado......
Dita de Lisboa savel, salmonete, caxu-
xo, paigo e outros a
Ditas om ostras americanas a .
Charutos Unos ha grande qaautidade
de caixas e meias.
ICO
400
600 Ervilhas verdes para sopa a libra
400 Grao de bico arroba 4*300 e libra .
1*280 Toucinho de Lisboa arroba 12* e li-
1*000 bra .
800 Queijos do vapor a 2*500 c do passado 2*000 f*
Dito prato a libra a 640 e .. 720
400 Caf primeira qualidade do Rio e Cea-
1*800 r a 320 c segunda a .280
Arroba de arroz a :t* e libra 100
[larris com azeitonas a ., 1*300 tj
Vasos com sal refinado a 50 ?
Alpina arroba 5* e libra. 160
Serveja de differentes marcas superio-
res ......*
, Vinhos especiaes em caixas de urna
! duzia de garrafas a 14*, 16* e .18*000
Ditos de Lisboa, Figueira e Porto a
garrafa a 400, 480, 360, 640, 800 e 1*000
. Dito branco de Figueira, Lisboa e Por-
1*600
800
500
"20
720
1*300
1*200
800
to a 640, 720 e
Espirito de vinho de 38 graos a
Frascos com genebra de Hollanda
laranja a 640 e .
Ditos com conservas a 400 e .
Saceos grandes cm farelo marca
a 4*500 ....
i)itas com farinha muito lina a .
Ditas com milho e arroz de casca.
Ditas com farinha para aaimaes
Caixas com 100 charutos com furo
800
280
armazem de fazendas bara-
tas de Mantos Coelho
RA DO QUEIMADO H. 10 VEXDE-SE OSE-
GULNIE :
('.libertas de caita da India
pelo barato prego de 2*000. *
Leos
de panno de linbo a 2*000.
Lentes
de bramante de linho fino pelo barato prego de
3*000.
Lencos de cassa
brancos, finos proprios para algibeira pelo barato
prego de 2*000 e 2*400 a duzia.
Fil liso fino
pelo baratissimo prego de 680 rs. a vara.
Madapolo fino i........ ,...,
peras de madapolao largo superior pelo baias9i-;??,,0_rec0!,,?lldad1a n.as affecgoes^do tubo gastro-intest.nal, nos dos rins, e bexica <
mo* prego de 8*000.
1*000^}
800 $
'. mmoS
. 4*500 *?
2*-i00 >*<
a 640;
vxyvv.'Vtf
38RA DO IMPERADOR38
Agua natural de Condlfae.
SU'JIV
calejahas
meninas a 500 e 640 rs., gollinhas bordadas a"320
.WOrs., si'das de qnadrii^os .llfc.ditas de listas lllor' a
a 400 rs. o eovado, fusiao para vestidos e roupinhas. Ditos de macaga oleo muito bom a .
de meninos a 320 rs. o eovado, alpakim ou gorgn- Uitosperola milito superior a .
rao de linho a 260 rs. ganguelin de una s cor a Dlos ,je 0eo de bab M a 24Q 32q
320 rs. o eovado, toalhas de linho adamascadas, nf( '
para rosto a 13000, vestuarios para meninos eme- ,uu ,,',',' '
ninas a 1*600 e 2*0fK), tiras bordadas e entremeios Ditos (le banha nranca a .
mais barato que em oulra qualquer parte, tudo isto Dito de cheiro milito bonitos a .
.chincha e vende-se para liquidar : na ra da Ditos de banha, pequeo, muito fina
lm|v:ralriz n. 60, loja e armazem do pavao, de Ga-1 'T '.
na A Silva. _.d :
Ditos de opiata a <>0 rs., e boa a .
(rosdcuaplesal:_:MM), na loja do pavio. Dilosde lianha japoneza a .
; Ditos de banha transparente a
Ditos de oleo filoconne a .
900
100
200
."00
320
50(1
200
900
800
720
800
8 tomj ammi m kemp
PBA OS CABELLOS,
una preparago admiravel para lm-
par, aformosear, couservar e reatabele-
cer os cabellos.
venda as boticas de Caors & Barboza,
Iticas saias
de fusto a o*o00.
Pegas de hretanha
de rolo com 10 varas propria para saia a 3*200.
Pegas do cambraia
adamascada para cortinado com 20 varas pelo ba-
rato prego de 10*000.
Bramante de linho
fino com dez palmos de largura pelo barato prego
de 2*300 a vara.
Toalhas alcodioadas
para mao pelo baratissimo prego de 3*000 a du-
zia.
Atoalhado de linho adamascado
proprio para toalha de mesa a2*.'i00 vara.
Algodo monslro
com 8 palmos de largura pelo baratissimo preco
de 1*000 a vara.
Cortes de caiga
de ganga amarella de lista e de quadro fazenda su-
perior pelo baratissimo prego de 1*200 o corte.
Laaziuha de quadro
de gosto inteiramente novo pelo baratissimo prego
de 480rs. o covade.
Pegas de cambraia de salpicos
linacom 81/2 varas pelo baratissimo prego de 4*.
Pegas de cambraia de forro
pelo baratissimo prego de 2*200.
- Esleir da India
para forro de sala de 4. o e 6 palmos de largura.
suas propriedades alcalinas, e o acido carbnico que naturalmente contm em su mais commodo que a agua de Vichi/, e de propriedades lalvez superiores pela grande qua'idade de
acido carbnico, njecrao llrou, agua d<- le Cheelen, cupahiba de Mege, injecco Finias de Uinuto
de zinoo, muito recommendada as gouorrheas. Le noy francez verdadeiro ;' na mesma casa tem
algumas caisas de instrumentos cirurgicos para operacoes do Matieu e Charriere.
Che^ado pelo \apor:
^o parao vigilante, ra do Cres-
po n. 9.
At que chegaram as muito desojadas casearri-
lhas de todas as cores com urna fitinha de velludo
da Cruz, e Joao da C. Bravo & C, ra no centro, cousa muito elegante para enfeite, assim
ra
da Madre de Dos.
RIVAL
SEM SEGUNDO.
Objeetos diversos.
Fazenda a 1*300. 1-5600, 1*800 e 2*000 : sna
loja do pavao, ra da Imperatriz n. 60.
0 pavo vende para lulo.
Vende-se linissimo setim da China, fazenda sem
lustro, proprio para vestidos de senhora, para ca-
pas e ronpa para homem, tendo esta fazenda seis .
palmos de largura e sendo muito leve, vende-se.
pelo baratissimo prego de 2*200 o eovado, garan-!
tindo-se que nao so torna ruca, c vende-se nica-
mente na ra da Imperatriz n. 60, loja do pavao.
A carnauba do pavo. bar; estes pregos nao sao para continuar,
Vende-se cera de carnauba em saceos, por prego mas as nesessidades assim o permilte.
muito em conta, ou mais barato do que em outra pares (|e |uvas de algodao finas a .
^^ue'SmkrsiS" da,mpera,rizn-,Caivetes de aparar penas, de 1 fo-
Iba a ,...... .
Sidas do pavao a 300 rs. Dilos de 2 ditas a......
Vendem-se sedas de quadrinhos com pequeo Caixas de colxetes francezes a. .
toquo de mofo, pelo baratissimo preco de 500 rs. o i,liy9 ,ip ft:tn frnnrP7 9
,maJo, ditas emperfeito estado a 800 rs, ditas !J.ll/ia ue ai[OI,ancez1a *
com listas, para acabar a 400 rs, gorpurao de seda Massos Com grampos IlSOS e de cara-
para vestidos e rotipa de meninos a 1*000 o cova- j col a.........
do : na loja do pavao, ra da Imperatriz n. 60, de Duzia de dedaes de metal em caixi-
lili no QHIIID6 H. 63
roja do ln i ja-flor.
Facas para meninos,
faquinhas para meninos a 240 rs.
como de outras qualidades, e procos muito razoa-
, veis : s no vigilante, ra do Crespo, n. 7.
Para dar de minio.
Chegaram as riquissinias boneras de todos oe
tamaitos, vestidinhos ricamenu enfeitados, cada
. um em sua caixinha, propriamente para um deli-
'eado mimo, por baratissimo prego : s no vigilan-
te, ra do Crespo n. 7.
Para os senhores hachareis.
Chegou tempo a riquissima fita de chamalote
Vendem-se
ditas de balango de um botao a 280 rs. o talher.
(iravalas para senhora.
Vendem-sc grava tas para senhora a 300, 640, Par;l Cartta dos senhores hachareis, assim como
800 e 1*00. branca, lisa, propria para abrir letras, ou para
Filas para debrum de vestido. sintos: s no v'S'lanllN rLI;l l!" ^rcsP n- 7-
Vendem-se fitas para debrum, de linho, a 240 a' ,,cll,ea (le ""*
nua ilo (Jueimado, ns 49 e oo, vende OS pega com 10 varas, dita de la a 800 c 1*, dita de! Tambem chegaram os riquissimos pentes de
objeetos abaixo declarados, pois para ac- *"'''' a 4-**m
*YKUA MO HOBIMADOY
Custodio, Ca-vulho & C.
SuiM-riores cambraiasorgaudys asmis finas que tem vindo a esta cidade eoetein-
significante prego de 300 rs. cada um eovado ou 300 rs. a vara, vende-se por este iiaixo
prego em virlude da grande quantidade que compramos.
Vendem mais.
Fino fil de linho para vestido a -'DO rs. a vara.
Baldes de arcos e madapolo a 3*200.
Entrcmeios bordados fazenda lina pega por 1*300.
Finas tiras bordadas urna pega 2*400.
Vestuarios.
Completos para meninos e pelo prego do 3*300.
Cortes
de casemira de cores pelo barato prego de 2*300.
Superiores lazinhas modernas para vestido a 440 rs. o eovado.
Chales.
Chales de merino de 2*300 8* cadaum.
< Guardanapos para mesa duzia 2*.
Lenges de panno de linho fino a 2*.
Coberlas de chita indiana a 2*.
g aj ss = o o
2 a a S. g, X, a>
2 B

a
J2 S =J %
S S a. =-
o a. S
s

I-5.^S
-
> a Z 2. a a
O O 3 C ^3 CO
^ O "^ "^ n '
ra
|s3
9 '
-??= v>
/.
Or?
fis yi _
0/1 i" 5T
m C .-5 '
a B1
> a
3 =
<
a I o 2 c
Vj -i

a* K
Et2?
y.
|B
a. o o o
80
80
100
40
3G0
40
Gama & Silva.
nha de vidro.......
Tinteiro de vidro com tinta superior
a..........
Ditos de barro que serve para tin-
teiro a ........
0 organdj do pavo a 300 rs.
VenderM Dnisaino organdy matisado, branco,
para vestidos, pelo baratissimo" prego de 500 rs. a
vara ou 300 rs. o eovado, cassas fraucezas finissi-
mas a 240 e 280 rs. o eovado, ditas com palmas
grandes, fazenda inteiramente moderna a 440 rs. o Orosasde botoes de louca prateado a
eovsdo : s na loja do pavo, ra da Imperatriz n. Pe<;as de Iranra lisa encarnada a ,
60, de Gama cj Silva. Yaras de bicos e rendas, para aca-
0 pavo vende ronpa feila barata. bar a ........
Vendem-se palitots de casemira de cores debru- Varas de labyrinto de 3 dedos de
nhalos, pelo baratissimo prego de6*000, ditos sem largura a .....
debrum a 3*000, calcas das mesmas casemiras a Ditas de pos para dentesa
3*500 e 4*000, dkas'de cachemira de Escossia a ppnies a* inrlnriiffn a 'lAOnn a
3*000, ditas de ganga e brim a 2*000, palitots de '
alpaca preta, saceos e sobrecasacos a 4*500 e 5*,
ditos de panno preto fino,saceos, a 7*000, ditos so-
brecasacos a 12*000, ditos muito finos a 16*, 20*
e 23*000, coletes pretos de casemira e de cores,
camisas, ceroulas, e outros muitos artigos mais ba-
ratos que em outra qualquer parte : tudo isto na
loja do pavo, ra da Imperatriz n. 60.
Resmas de papel de cores a
32<-
160
100
100
20
60
100
100
UoOO
2*000
seda a 1*200.
marrara com pedrinhas.os lindos pentes de regago
Pennas de aro de langa.
para meninas, meias de seda e sapatinhos proprios
Vendem-se caixinhas de pennas de ac de 200 P^a baptisados meias de seda para senhora litas
, tx de laa para debrum, lita de linho, trancas de laa,
rs. a 1*.
La para bordar.
Vende-se la para bordar, de cores claras,
6*800 a libra.
Roneras de |ehro.
1 de linho e de seda, luvas de seda e pellica, e fio de
Escocia e camurga, allinetes de cabeca chata, car-
a teirinhas com todas as agolhas precisas para cos-
tura, fivelas de madreperola esmaltadas de ac
para sintos, flores de todas as qualidades, caixinhas
Vendem-se nonecas de cera a 800 rs. e 1, ditas i com pastilhas de perfumara,' abafadores de la
com mascara de tirar e botar a 640 e 800 rs, ditas para senhora, toucas e sapatinhos de laa, pulseiri-
sem mascara a 200, 400,500 e 800 rs. ; nhas de borracha para segurar mangnintos, fitas e
Colheres de metal principe. I cordes de borracha, sabonetes redondos, ditos
Vendem-se colhes de metal principe muito finas; chamados de familia, pomadas de todas as quali
a 1* e 2*300 parach, ditas para sopa a 2*000 e dados e dos fabricantes mais afamadts, clcheles
Martille!
S =5.
M ir"
iS'aa
a
3 3 3.
0 2.S
11
-
S
-3
3
05
c
S
3 r>
-
-

-i
->
O
2

o
"5 t: O
2 3 =
= sr?
a 8
O 3
"> 3"
= -
As chitas do pavio.
Vendem-se chitas francezas, escuras, a 280 rs_
ditas a 320 rs, ditas a 360 rs, ditas matisada&flfui-
38
Na ra do Queimado n. 43, esquina que
volta para a Congregogao ; perhinchn.
Paletots de casemira a 5, 6, 7, 8, 12 e 14*e0
ditos de panno preto e azul a 9, 10, 12, 16 e 18*
to finas a 400 rs, ditas prets largas ex dilas matisadas com fiordes proprias par oertas : 28*, ditos de alpaca preta e de cordao a 4, 6 e
na loja do pavo, ra da Imperatriz j 7*, caigas de casemiras de cores a 5,6, 7 e 8*000,
| ditas pretas a 6*500, 8, 9 e 10*, paletots de fusto
0 pavo vende'* jos e FamJa a *& 2*800, 3 e 4*, caigas e colletes de
Vendem-se ricos coartados adamascados pro- t.das l^idades e por prego muito barato, len-
nrios nara ianellas, e cimas para noivos, pelo ba- ^J0furo ''""" pre? deu2i8OJ0 ,e **>cober-
ralToPeco de 95000 o par: na ra da imperatriz ^s de ch.u a 2*240, collar.nhos de linho puro a
miado pavo 600 rs. cada nm,e outros muitos objec.^ que so
0 pavio vende os retalbos.
Vendem-se por pregos baratissimos, porgao de
retalhos de chitas, cassas e lazinhas : na loja do
pavao, ra da Imperatriz n. 60.
Fnstio do pavio.
Vende-se fnstao branco para vestido e roupa de
aeninas a 500 rs. o eovado, dito de palmnhas a
a vista
| guez.es.
Al $000 o cento.
Na taberna do Campos, na ra do Imperador n.
28, vende-se o cento de charutos suissos a 1*000.
Chegnem ao barato.
Chitas verdadeiras francezas muito finas, escuras
e cores fixas a 280 rs. o eovado, por ter um pe-
4*800, concha para assucar a 640.
Facas t garfos.
Vendem-se facas e garfos a 2*800 a dnzia, ditas
pratiados muilo finos, retroz de todas as qualidades,
retroz em carretel e cm novello, e de meada, de
todas as cores, escovas para dentes, ditas para mu-
era vadas a 3*, ditas de cabos pretos a 3*200, ditas Pa>dltas Para cnaP(' e dlts l>ara unha de ,odn:
decabos de balango com 2 botoes a 6*800, das os pregos, e outros mais objeetos, que se tornara
para doce a 35600, ditas de um botao a 6*, dilas: enfadonho annunciar,e a vista dos frepnezes pro-
nara lncp a ^A m#llP- Chicote para cavallo.
Vende-se chicote para cavallo, para os amantes
que passam festa a 640 c i*.
Meias para senhora.
Vendem-se meias para senhora muito finas a
2*400 a duzia, ditas para meninas a 2*.
Papel de diversas qualidades.
Vende-se papel de beira dourada a 1*200, dito
amizade a 640 e 800 rs, dito pautado a i*, dito
adamascado a 900 rs.
Anvelopes de diversas qualidades.
Vendem-se avelopes brancos a 800 rs, dilos de
cores a 640, ditos para cartao de visita a 500 rs.,
ditos pretos a 800 rs.
mette-se fazer todo o negocio: s no vigilante, na
do Crespo n. 7.
Cofre ioglez.
Vende-se por prego commodo um cofre inglez,
prova de fogo, e muito seguro, com pouco uso :
na ra Direita, padaria n. 84.
Chegu rap de Lisboa novo, que se vende
em libras : na ra do Imperador n. 28.
Tiras e lencos bordados.
A nova loja da aurora, ra larga do Rosario n.
.'8,rac.)bcu tiras e lengos de cambraia bordados,
muito proprios para qualquer senhora e menina,
assim como tambem recebeu ricas fitas lisas largas
de chamalote brancas, muilo proprias para sintos
Tendo recebido ricos apparelhos para senhora,! d hora, boas luvas de pefiica brancas muito
mousacos e camapheos verdadeiros, vendem-se, ^s, Unto para homem como>Para senhora,
de
de mousaco a 6*500, dito de camapheo a 13*.
Dminos e visporas.
Vendem-se dminos muito finos a 1*100 e 1*400
e visporas a 800 e 1*.
Enfeites.
Vendem-se enfeitcs de redes para senhora de di-
versas cores, a 1*000, ditos pretos a 900 rs, sendo
de fitas e contas de ago, pega de fita de coz com 10
varas a 360 rs.
Extractes iuglezes.
Vendem-se extractos inglczes muito barato, por
que foi comprado em leilno, e nao se quer conti-
nuar, a 320 e 400 rs. o frasco.
390 rs, tarlatana de palminhas a 320 rs, fil bran- queno principio de mofo, que com facildade lavan-
co liso, e tarlatana branca e de cores a 800 rs. a ,j0 |arg!,| e d.se amostras : n ra da Madre de
?ara: na roa da Imperatriz n. 60, loja de Gama & Dos n. 16, loja defronte da alfandega.
Silva.
0 parle vende* corte de calca.
Vendem-se cortes de calcas de casemira de co-
re* a 2*400, ditos de cachemira da Escossia \- a0Z
2*240, ditos de *anga a 1*600. dito* de brim d JS^/v,
nrna*rra?*m^decW *\Vf.*~ fflg&flo^ffijfc florVSS"
de casemira preta a 4*000 e 3*000, ditos de case-. "z-.-----------i---------i--------------r- _
mira fina de cor a 5JW: s na loja do pato,; Vendem-se gigos com batatas a 1*
nu da Imperatriz n. 90, de Gama & Suva. mazem do Aunes defronte da alfandega.
de linho
Lenco de cambraia
bordados.
Vendem-se lencos de cambraia de linho borda-
muito finos sendo para acabar a 500, 640, 1*,
na ra
noar-
U 200 rs o covadol
fragas muita honit-s e finas
na ra do Crespo n. 17, loja de;
Jos Gomes Vinar.
mantas de fil de seda bordadas, obra de muito
gusto para casamento, assim como tambem boas
capellas brancas para o mcsino, muito boas linhas
de seda blanca para bordar,tauto de meada grande
como de meada pequea, muito bons bicos do seda
brancas e pretos, grande sortimento du lenles dou-
rados para inarral'a e para atar cabello, finalmen-
te temos grande sorlimeuto de um tudo, o qual se
vende barato, pois a vista faz f.
Potassa da Hussia.
Acaba de chegar para o antigo c acreditado de-
posito da ra da Cadeia do Kecile n. 26, proceden-
te de Hamburg em 7 do crreme pela escuna
Mario. __
Vende-se urna escrava de meia idade que faz
o serv ordinario de urna casa : na ra Imperial
numero 139.
5
a
S3
a
rs
g
ai
s
>'
9

9
~
urna boa tina c nova, propria para deposito de
agua em jardim, ou para tomar banhos, por bara-
to preco : na Capunga Nova em casa do Aniaral
Jnior.
Cal de Lisboa e potassa da
Russla.
Vende-se na ra da Cadeia do Recife n. 26, para
onde se mudou o antigo o acreditado deposito da
mesma ra n. 12, ambos os gneros sao novos e
legtimos, e se vendem a prego mais barato do que
outra qualquer parte. ________
riL iieusboi
Vendem-se barrisconi cal des-
la procedencia, cm pedra. ehega-
da hoje. e nica nova, que ha no
mercado, na ra do Trapichen.
13, armazem de llaoocl Te i :ei-
raJCaslo.
Jveos de moral.
Kxame de confessores.
Cunlite.
Larraga.
Obra do Monte.
Xa ra do Imperador n. 15.
No deposito da ra da Lingoeta n. 6 rer-'
dem-se ervilhas e centilhas de diversas marcas
A 1,500
A 1*500 a lata de verniz ou alcatrio do ga*
com mais de tres caadas e meia : no ajumen
da bola amarella, no ot.io da secretaria de po-
lica.
A' venda.
Vende-se urna casa terrea de pedra c cal em
Olinda, com commodos para grande familia, na ra
da Boa llora, coiu bom terrago no qito ao p d i
estrada nova e confronte a casa do l)r. Estevao '--
valcanli de Albuquerque : (ualquer pretendenle
pode dingir-se casa de Joaquim da Silva Casiro,
amado Crespo desta capital c com elle tratara
do ajuste que para isso est autorisado pelo mu
proprietario por morar distante desta capital seis
leguas, e em Olinda com o Dr. Vicente Cyrillo Ma-
rinho.
P:m casa de Mills Latham Cruz n. 38, vende-se ferro galvanisado de um des
mellmres fabricantes inglezes, proprio para robe-
tas de casas.
Cha hysson
da India, da primeira qualidade; vende-se em ca-1 r
xas de 60 libras cada caixa, por prego commodo j
dinheiro : para tratar, na ra do Pilar n. 143, pri-
meira andar, de manha at 10 horas, de tarde das
3 at as 6.
Vende- *- a taberna da ra Direita n. 25, soi-
tida e tem areguezada : a tratar na mesma.
Vende-se urna machina para descarocar al-
godao, a qual prepara 6 saccas, com 36 arrobas de
algodao limpo de primeira sorte por dia, e tambem
se vende um motor para cavallo, obra muito tem
feita, a qual foi feila especialmente para mover a
mesma machina, sendo que tanto a machina como
o motor podem ser transportados com facildade
para o centro : para ver e tratar, na fabrica da
travessa do Carioca n. 2.
Sal do AssA
Vende-se sal do Assd de muito boa qualidade :
a tratar na roa da Madre de Dos n. 2, ou no caes
do Ramos, a bordo da barcaga Nova Esixranca.
Farelloe milito
r Na praca da Boa-Vista n. 14, taberna das estrel-
HUd Ud Senzalia O. Hl. ^ Tendem-se saccas com farello a 4*000, dita
Vende-se, em casa de S. P. Johnston A C, com milho a 3*, peixes de diversas qualidades em
sellins e silhes inglezes, candieiros e casti- j lftsjJ^Pj__._________________________
caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela, Fo*"a de Flandres Charcoal de, muito boa
chicotes para carros e montana, arreios para J^S^^:aS g&^fiL
carros de um e dou cavallos, e relogws de prin,ero andar, paratraiar, de manhaa at as id
ouro patente inglez. I boras, de tarde das 3 at as 6.
A 900$00
se vendem as outras casinhas novas da ra da So-
ledade, cuja renda de 24* mensaes ; sao em ter-
reno proprio, bem edificadas e do lado da sombra:
trata-se na ra dos Prazeres da Boa-Vista com
Jos Carneiro da Cunha. *"
Vende-se urna commenda de Christo e cruz
pendente : na ra do Imperador n. 16, a entender-
se com o agente de leiles.
Senhbra da Conctelo
estapa venda na roa do Imperador
IVossa Sien
Contina a e
n. 15 a novena d N. S. da Conceigo, conforme
usam os reverendos carmelitas da Reforma do Re-
cife, e tudo o mais conforme os annuncios fetos
por este Diario. ____ '________
Vende-se um bom cavallo para cabriole! sem
defeito algufe. : a tratar com Jos Pedro das Ne-
ves, ra do Imperador n. 22.________________
Farinha de mandioca.
Vende-se farinha de mandioca da melhor e r
mais nova que ha neste mercado : no escriptorio Ulla em veias ae nnercnte> quaiiaaaes.
de Mannel Ignacio de Oliwira 4 Filho largo do Pelles de cabra
Corpo Santo n. 1#, ou a bordo do palhabote Via-
mao e brigue Minerva, ancorados no caes do bario
do Livramenlo.
oe Lisboa
Vende-se um sellim para montara ra : quem pretender, dirija-se Capunga Velha.
junto do sitio ao Sr. Feliciano Jos Gomes, para
tratar._____________________________________
Vende se urna taberna com poneos fundos :
na Estrada Nova, passando o sobrado grande, e
passando a primeira taberna.
yenda deuma hypothr.cn.
Os liquidalarios da massa a'l'da de
Jos Antonio Hasto vendem a bypotlre-
d que tem nos engeahos Jbtlo tii-i-sso
e Cajabuss no termo de Serinhcm no
valor de 31:83S$9H rs.; Halar as
casas a ra do trapiche n. 34.
FARINHA PONTANA.
Farinha da muito acre 'it i a marca
Fontana desembarcada hoje, vende-se
por preco mais commort do que cm
qualquer outra parte : na ra da Cruz
n. 4 rasa de N. 0. Bieuer k C. succe*-
ore*.
No armazem n. 38 ra da Madre de
Dos, vende-se por pre?o mais conmodo
do que em outra qualquer parto os soguls-
tes gneros viudos do Aracaty :
Gumma nova.
Cera de carnauba.
i Sote
Cal
a mate nova do mercado
19, prieirmo andar.
--------- Toalhas.
I Na ra do Apollo n. SO, widem-se toalhas *
na ra do Vigario n. i linbo do Porto, com labyrintho e Wce as ponta,
i pelo barato prego de J a duzia
A
mu


^
Mario dr PrrMnbnr* *4r\n feflra tft-tfc'ftfeTetfil' 9 fl^ss.
'
A 1GUIABBANCA.
Recebeu por esse ultima paquete:
Nova carteiras fom escolenles agulbas
inglezas.
Agulhas parisienses umbem de excellen-
te qualidade.
Trancelins Qnos de borracha para en-
fiar.
BotOes pretos de velludo, maiores e me-
Boros para vestido.
Transinlias brancas estreiliuhas d'algodo,
para enfeites de vestido.
Escovas cabos deraadeira, osso e raadre-
perola para limpar pentes.
Pincs para p de arroz.
As lindas li ve I las com pedras para cintos.
, Oulras de fino dourado e esmaltadas.
O u ti as de madreperola.
Bonitos leques de madreperola com bou-
fuel.
Outros leques d'osso com bouquet.
Giros de plumas, com cabos d'osso e
madreperola, e outros Qnalraente de snda-
lo e pretos.
Pentes de borracha, recortados, dourados
e com pedras para meninas e outros de tar-
taruga.
Meias de seda para baptisados.
Lindas touquinhas do fil de linho. cam-
braia esotim, mu bemenfeitadas paracrian-
cas/. ., *-, seda por 500 rs. o covadb. S na Arara
Ligas de $da para senbora, e ditas para ha este de sortimento de gazinhas e|
manguitos, ou meninas. QUtras muitas fazendas> que trouxe o ultimo
Livrmhos para notas Vm{Q da E rua rta ln,p(,tcw
Novos tercos de cornalina, e coral lapida- n>'86 l& Q Acara d A AGUIA BRANCA.
Da rua do Queimado n. 8, reeebpu.
Tnico orientalde Kemp.
Agua florida Murray 4 Lanman.
Dita de flor de laranja Condray.
Dita de rososdito.
Bolsa para viagens.
Vendem-sc na rua do Queimado, loja d'Aguia
Branca n. 8.
VoUas pretas
MARA PA.
A Aguia Branca recebeu as desejadas voltas
pretas, mili compndas <; grvidas.
GRANDE LIQUIDACAO
DE
Faundas fraseen* e inijloras todas de superior
qualidade: se vende muito barato para liqui-
dar contas, na loja e arniaiem do Arara, rua'
da Imperatm n. 56 de Uorenra Pereira 6ui-
maries.
Grande peehlncha La de 11
paliaos a I#SSO.
Vende-se las transparentes de cores lisas
e quadros com 9 palmos de largura, pro-
prias para capas e vestidos para senhora a
10280 o covado ; lazinhas muito finas de
quadrinhos a 280 e 320 rs. o covado ; di-
tas transparentes muito finas a 400 e 500
rs o covado ; gorgurao de cordo, fazenda
lina e nova para vestidos por ser padrao de
rcw**
ROCPA FEITA
NO
ARMA KW
MI
*W%&% i '^W*
t
4*
do com cruz de prala etc.
Bonitas pulseiras brancas de perolas fal-
sas, e outros de chapa de crysUl o paco,
com listas douradas.
Tudo na loja d'Aguia Branca, rua do Quei-
mado a. 8.
Labviintliose bicos,
trio baratos que o comprador admira.
Ksses labyrmlhos e bicos se applicam a
diversas obras e fins, e sempre com provei-
to por suas fortidoes e duraco, boje mais
do que nunca, convem a todas as familias
compra-Ios para aproveitarem-se da occa-
sio em que clles sao vendidos to baratos
q;ie na verdade o comprador admira, e bem
se bMb dizer que por laes precos nunca
mais havei. Os labyrinlhos sao de novos
e bonitos desenhos das larguras de quatro
ded-'S at mais de um palmo (ou tres a dez
poilegadas) e os limitados precos sao de 10
a 30 a peca de dez varas, variando estes em
rolaco a largura. A ser em varas ha ver
mui pequeas differencas, os bicos porm
principale por mais estreitos at a maior
largura dos labyrinthos, e os precos sao
igualmente proporcionados. Isso pois. as-
sun simolesmente dito talvez pouca conside-
radlo mereca, porm para desengaar e fa-
ter o comprador reconhecer a verdade e a-
preeiar o extremo da barate/a, necessario
que se dirijan) com dinheiro; a rua do
Queimado loja d'Aguia Branca n. 8.
&ra&a econmica.
A gata liranca acaba do reeeber essa acredita-
la grtxa econmica, cuja superioridade est ge-
l monte reconhecida ; essa boa praxa se torna
reconunendada, tanto porque o calcado lustrado
mm illa doixa perfeitamente lustroso. ao menos
tres dias seni aecessidade de novo unto, tomo
estira porque soa preparaeie appropriada para
maciar e conservar oeooro; ella vem em eaixi-
a'iis e l'irrizinbos, e acha-se ;i venda na rua do
Queimado n. 8, loja d'apuia branca, aos rezumidos
pr.'c >s re 400. 500 e 640 rs.
Pentes de concha.
Com as novas < diversas nuarnicoes de
puntes que a Aguia Branca acaba de rece-
tor, veio tambem urna peqoena qualidade
de pentes de concha que com graca c acer-
t.! rente serven! para o moderno atado dos
alwllos Kes sao de bonitos e agradareis
moldes, edetamanho pequenino como con-
vera para o im que sao. E' esta a primei-
r: que a moda novissima. pelo que ganha-
rao a palma aquellas senhoras que primei-
ro m anresentarem com elles. para o que
tan Lino comprar na loja d'Aguia Bran-
ca, rua do Queimado, n. 8.
Capailas, flores e Invas enfelta-
das para nolvas.
Peto ultimo paquete a Aguia-branca rece-
ii es arligos cima sempre necessarins s
BOivas, os quaes, segundo suas recommen-
dn "vs. rieran de muito gosto, e perfeita-
m "He delicados.
As capellas sao de mu moderno e agra-
rtavel molde, de linas flores, encabadas com
!>il i o esmero: as flores solas sao exire-
mamente delicadas e propriaa para enfeites
de .,'s;i!os e mesmo ornatos de cabera, sen-
do delga las vergonteasde jasmin, cachos de
resctfes, e oulras estimadas flores.
As luvas, porm. apreciada obra de Jou-
vin, parece que farro -ifeitadas pelas mes-
mas fabricantes das niiimwas flores, pois que
em gosto e perfei; n ida dfixam a ilesejar.
Sao essas, pois as ; >'i!;is. flores e luvas
que correspond1 :i i ri pen ite vestido, for-
mam ocompl-"' <><-i<* perWflo, e ele-
van a galhardia da candida noiva. Resta
somante que os pretendentes munidos de
dinheiro dirijam-se alegre e espagosa lo-
ja d'Aguia-branca, rua do Queimado n. 8
calendarlos sesmanaes : pelo
pecco lodos compraro.
So d suORRM utilidade esses kalendarios
semanaes, porque mostram acertadamente
3 data e dias da semana, sem o continuo tra-
hiliio de bolir nelles diariamente, pelo que
se lornam nec.essarios e preferiris a todos
os oulros ; tanto para casas de familias, co-
mo raesmo para qualqner outra parte, e
principalmente por 500 rs. cada um: na
rua do Queimado, loja d'Aguia-branca, n. 8.
Phosphoros de cera.
Vendem-se a io rs. a duzia de caixinhas
de phosphoros de cera : na rua do Queima-
do. loja d'Aguia-branca n 8.
Inglezas : Opiata e agua da
Colonia.
A Aguia-branca da rua do Queimado n. 8
acaba de reeeber a apreciada opiala ingleza,
assim como mu boa agua da Colonia tam-
hom ingle/.a.
CUrrafas com agua da Colonia.
Ghegaram novas garrafas com agua da o-
b na para a loja d'Aguia-branca, rua do
Oueimado n. 8.
M.iravlllia das bellas, novos e
delicados enfeites para ves-
tidos.
K aprasive a ajmia branca o ter de avisar a
soa boa frefnesia, que acaba de reeeber pelo pa-
IikHc (ranct7. um bello sorlimento de enfeites de
H."ln denominado maravilha das bellas, os quaes
uTTom tanto para vestido de senhora coreo pan
roupinhas de crianzas. Seos novissimos e delira-
das descnbos, suas escothidas e bem acertadaso-
ces azem um iodo agradavel aos oaos de qnalquer
vn'.-nte que saiba apreciar bott. Assim, pois, a Direitointernacional privado e a applicaco it
li'Kiia esta en) haver dinheiro, harende-o, diri-1 principios com pre/enencia as teis' principaes de
hra-SQ sem suslo ae espacoso e alepre ninho fle BnWt, em 1 votnme, perr I>r. los lrfoenia Buen,
l'-ra branca, roa do Quoinudo 8, queacharao! 8JM0 : no eserlrrtorio e tstotoo Urlz de Oliver,
ts verdad^ cima ditas. Aze.ved & a, rua da Cruz n. t.
A Arara vende ricos vestidos bordados brnoos
a I2000 rs.
Vendom-se ricos e finos vestidos brancos
bordados a 124 ; ditos mais singelos a H ;
ditos de barras de tarlatana de cores a -3*5;
ditos de barras a 30 e maito baratos : rua
dalmperatriz n. 56, loja da Arara.
Mais pechineha na AraraCassas a 200 rs. o co-
vado.
Vendem-sc cassas organdys de quadros
cor de caf e mais claros a 200 rs. o cova-
do ; ditas francezas finas a 240, 280 e 320
rs. o covado: cortes de chitas de cores a
25 : ditas francezas com pequeo toque de
mofo a 2-5500 ; cortes de riscados famosissi-
mos com 14 covados a 35 (s na Arara,
rua da Imperatriz n. 50); cortes de casimi-
ra enfestada para calca a 10, 1(5600 e 25,
tendo cada corte 1 vara e 3 quartas, cousa
muito barata : casimiras tinas a 20500 e 30
o corte; casimiras lisas para capas de se-
nhora com 6 palmos de largara a 30 o cova-
do : rua da Imperatriz n. 56.
k Arara vende cliiUs a 210 ra. o covado. Sao
largas.
Vendem-se chitas francezas com toque de
mofo, que se extinguir logo que forem la-
vadas, e as cores sao fixas a 240 e 280 rs.
o covado ; ditas limpas e linas a 320, 360
e 400 rs. o covado ; lencos brancos com
barra de cores linas a 160 rs, cada um : di
tos brancos todos a 200 rs.; ditos muito fi-
nos a 3O rs : meias para homem a 200 e
240 rs. o par ; ditas para senhora a 320 e
400 rs. : na loja da Arara, rua da Impera-
triz n. 56, ile Mendos Guimares.
Sinliiilus da Arara a 300 rs. o covado.
Wndcm-se sedinhas para vestidos dese-
nlila a 560 rs. o covado : cassa-seda com
palmas solas a 500 rs. o covado ; clialim
de cores para vestidos de senhoras a 500
rs. o covado ; sarja de coros para vestidos a
400 rs. o covado rua da Imperatriz. loja do
Arara n, 56, & Mendes Guimares.
Mailapolao francez entestado a 000 rs.
Vendem-se pecas de martapolao francs
enfestdo a 4-5 e* 3800 ; pegas de algodo
encorpado a 40, 40609 o 50500 ; madapo-
ln inglez com 24 jardas marca Rainha a 70 ;
dito Elephante a 75500 : dito n. 6 fino a
85 : dito n 7 a 9 : Sito de cora dourada
a 100, todos esto.-- madapoles sao muito li-
nos : rua da Imperatriz, loja da Arara de
Mendes GuimarJes
!! fcila da Arara.
Vendem-se uniformes completos, como
sejam : paletots, calcas, coleles de casimira
ingleza a 105 e 125; calis de brim e
meia casimira a -2 ; paletots do brim de
cores a 25001), o 35 : ditos brancos a 30 ;
ditos de meia casimira a 35500 e 40 : se-
millas d bramante francezas a 1*000 ; ditas
de linho a 20 : camisas francezas a 10600 :
ditas muito linas a 2-3 e 80500 : ditas de li-
nho inglezas 33 : camisas de meia para ho-
mem a 500, 800 rs. e 15 : collerinhos de
linho a 500 rs:: rua da Imperatriz n. 56.
Halos da Arara a 35000 rs.
Vendem-se baldes de arcos americanos de
20, 25. 30 e 40 arcos a 33, 30500, 45 o
4500 : ditos de brilhanlina a 40 ; ditos de
dita milito grandes a 336 0 : rua da Impe-
ratriz. loja da Arara n. 56.
Lencos de soda a 800 rs.
Vendem-se lencos de seda de urna s cor
muito linos a 800 rs. ; ditos estampados a
I), ditos com franjas a 10500: ruada
Imperatriz 0/36.
A Arara vende ricas colchas avclludadas a 80000.
Vendom-se ricas colchas avclludadas para
cama a 80 ; ditas de fusto a 50 : ditas de
damasco a 40: ditas de chita 20: rua da
Imperatriz n. 56.
Corles de la a 3.G00. 1,000 e 5,000 rs.
Vendem-se cortes de 15a para senhora
a 35600, 40 e 50 : ditos de organdys finos
a 60 e 70: caraismlias muito finas paro, se-
nhora a 40500 com grvala e tambem gol-
linbas muito finas para senhora com botao-
zinbos a 320 rs.; ditos de golla e punho a
10 : rua da Imperatriz n. 56, loja da Arara
de Mendes Guimares.
Tarlataaa da Arara a 800 rs.
Vende-se tarlatana muito fina a 800 rs. a
vara; fil de linho liso c fino a 800 rs.:
ditos de salpicos a 10 ; fil de linho de co-
res a 160 rs. o covado ; cortes de cambraia
com 1 vara de largura com palmas soltas
90 ; pecas de cambraia de salpicos a 30500:
rua da Imperatriz n. 56, loja da Arara de
Mondes Guimares.
LETBEXRO VERO*.
'Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de ronpa feita de
todas as quididades, tambem se manda faier por medida, vontade dos concor- ^
rentes, para o que tem um dosmelbores professores, assim como tambem tem um 3
grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras,
rameas e meninos.
Casacas de panno preto, 350 e 300006 Golletes de fusto e brim bran-
Sobrecasacas Wem, 360 e 250000, co, 3*SO0, 30 e .
Paletos idem e de cores, 260, | Seroulas de brim de linho,
20460 e ......
re 1 0. 1 E
a i
CJ c 0 e
a c
o. w
otf co
LU 1 N c
H- L s
ce ~.
T a
">
O i
ai u --ta i
S3

Ls n ADub
i.argo do Carne .
Grande sortimento para a festa por menos
10 a 20 por cento do que em outra qualqner
parte.
" I
7S" %
20500
30500
34500
30000
40000
t'otassa da nnssia
Yrnde-sc en casa^eN.O. Bi-
btr C, saccessores, rua da
Ouz d. 4.
200, 150 e.......100009
Ditos de casemira, 260, 150,
120, 400 e...... 70060
Ditos de alpaca, 50 e. .
Ditos ditos pretos, 90, 70,
50e........
Ditos de brim e ganga de co-
res, 40500, 40, 30900 e. .
Ditos branco de linho, 60, S0 e
Ditos de merino prete de cor-
do, 100, 70e. 50000
Calcas de casemira preta, 120,
160, 80e. .' 70000
Ditas de cores, 90, 80 e. 70000
Ditas de meia casemira de co-
res, 505O#e.....40000
Ditas de princeza e merino pre-
to de cordao, 50, 40500 e 40000
Ditas de brim branco e de co-
res, 50, 40500, 40 e 20500
Ditas de ganga de cores,
30500, 30 e..... 20500
Colletes de velludo preto e de
cores, 90 e......70600
Ditos de casemira preta, 50 e 40000
Ditos de ditas de cores 50
40 e........30500
Ditos de setim preto. 50000
Ditos de ditos e seda branco,
60 e.......50OOO
Ditos de gorgure de seda
pretos e de cores, 60, 50 e 40000
20000
10400
20500
Ditas de algodo, 10600 e. .
Camisas de peitos de linho,
50, 40, 30 e......
Ditas de madapolo, 30,
20500, 20 e.....10600
Chapeos de massa, pretos fran-
cezes, 160, 90 e. 80500
Ditos de fltro, 50, 40,30500 e 20000
Ditos de sol, de seda, 120,
110, 70 e......40500
Collarinhos de linho fino, ulti-
ma moda.......
Sortimento completo de grava-
tas.
Toalhas para rosto, duzia, 110,
90 e........
Atoalhado adamascado de li-
nho vara......10280
Chapeos deso, de alpaca, pre-
tos e de cores.....40000
Lences de linho.....30000
Cobrtas de chita chineza.. 20000
Pennasd'aco, as mais superio-
res, a grosa...... 600
Relogios de ouro orizontaes,
900,800 e......700000
Ditos de prata, galvanizado,
patentes e orisontaes, 400 e
Obras de ouro, adercos, meios
aderecos, pulceiras, rozetas,
aneis e cruzes.
640
0
60000
Duarte & C.1 scientificam aos seus freguezeseao publico emgeral, que acaba de che-
gar da Europa um socio que faz parte da firma, com um grande e bello sortimento de
molhados por elle escolaidos, os quaes se vendem por menos de lo a 2o por o/0 do (ae ou-
! tro qualquer annunciante, garantindo a boa qualidade c peso de qualquer genero vendido
j: neste j muito acreditado armazem, e por isso, firmados em qnc cumprem fielmente o
que promettem, pedem todos os Srs. dapraca, de engenhos e lavradores, o favor de
I mandarem saas encommendas ou relacSes ao armazem Progressivo, certos de nao terem
II em tempo algura occasio de se arrependerem.
Aviso.
Todos os Srs., que comprarem para tornarem a vender, tero, alm da differnca
I j publicada, mais 5 por % de abatimento. Os propietarios tambem garanten o bom
! i acondicionamento anda mesmo dos mesmos para o mais alto serto.
300000
Manteiga ingleza perfeitamente flr, mandada
vir de conta propria, a 800 rs. a libra.
I dem franceza chegada pelo ultimo navio a
56o rs. a libra, e em barril ter abatimen-
to.
Idcm ingleza em potes de 4 a 16 libras a
800 rs. a libra e o pote separado.
Cha uxim o melhor neste genero, mandado
vir de conta propria, a 2,8oo rs. a libra
I dem hysson, grande, muito bom a 2,6oo rs,
a libra.
f
FUUDI^AO I> BOWMAI-RIJA DO
Este muito acreditado estabelecimento est prvido de um completo sortimento
machinismos proprios do fabrico de assucar, a saber:
Machinas de vapores as mais modernas e mais acreditadas.
Rodas d'agua de ferro com seus perlences.
Moendas e meias moendas de todos os tamanbos.
Rodas dentadas, angulares e de espora.
Taixas de ferro batido e coado.
Boceas de fornalha polo novo systema Wtson.
Alambiques de ferro fundido.
Fornos para cozer farinh.
Moinhos para moer mandioca.
Arados americanos, etc. etc.
de

;QSSU

ifS&v^SSS caga, f^^g^

Asmcar do Mon tetro
Rua do Imperador n. 28 e caes de ApoT
67. a 300 rs. a libra, e de 8 libras para
a #600 arroba.
lEUHv-Sfi
ESTABELECIMENTO COMMERCIAL
DE ,
CALDERAitlVEFlliiUICAO M METAESv
Mito i!a rua do Brtim n. 40 junto
a fnndiro do Mr. Bovmant, pertencente a
villana Irmo A C.
Neste estabelecimento encontraro os freguezes um completo sortimento Mf
de todo que diz respeito as artes de cahlerciro, ftinileiro, latoeiro, ferrara e xr
fundirn, e os abaixo asssignados que o dirigem, promettem servir a todas as
pessas que se dignarem de os procurar, com promptido, sinceridade e pre- -^
eos muito rasoaveis. 0 dito estabelecimento estando montado em ponto ^g
grande, tanto no que diz respeito a pessoal, como em materia prima, e temi ^>K
habis officiaes, pode executar com toda a perfeico e seguranca qualquer t^t
obra tendente as artes cima mencionadas e aloitamente pdem os abaixo as- A<
signados assegurar ao publico que nenhum outro estabelecimento lhe pude
fornecer mais barato e mais perfeito do que elles, visto que recebem de sua -
propria encommenda todas as materias empregadas em ditas obras. y3
Alambiques simples e continuos de to- Sinos de 16 libras 8 arrobas. JL
dos os tamanhos e dimences. Parafuzos de bronze e ferro para ro- Hjn
Machinas de cobre para destilar e res- < das d'agua. ^
tilar espirito at 40 graos pelos sys- Torneiras de bronze e bronzes para i
temas do Logier e Derosne. engenho. ^P
Carapucas c serpenfinas de cobre, e Encanamentos de cobre e chumbo de
estando, avulsas. i todas as grossuras. (w
Taixas e tachos de cobre para engenho Bombas para cacimbas, aspirantes e 3c
e refinac-o. de repucho. Sfe
Paros de cobre e todos os cobres ne- Bombas para destilacoes. %f
cessanos para o fabrico do assucar. Ditas para regar jardins, hortas e ?>
Cobres para rodas de moer mandioca. capim. vp?
Machinas econmicas para lavar roupa Ditas para navios e barcacas de varias 4tr'
o mellKir possivel. i qualidades e dimences. ^
Cobre em lencol e arrodellas. estanlio em barrinha, chumbo em barra,
lencol e canos de todas as grossuras.
Villara Irmo & C.
dem preto, muito fino, a 2,6oo rs. a libra,
dem preto, mais baixo, a 2,ooo rs. a libra.
dem, verde, miudinho, mais proprio para ne-
gocio, a l,5oo rs. a libra.
Banha de porco refinada muito alva a 46o
rs. a libra, e em barril se far abatimen-
to.
Biscoitos inglezes das seguintes marcas:
Craknel, Soda, Ceede, Captain, Travellies
Lunch, Cabin, e oulras muitas marcas a
l,4eo rs. a lata.
Bolachinha de soda, especial encommenda, a
2,2oo rs. a lata.
Biscoito inglez Craknel om latas de 5, 7 e 15
Palitos do gaz a 2,3oo rs. a groza e 2o rs. a
caixinba.
Milho alpista a 160 rs. a libra.
Painco a 2oo rs. a libra.
Gomma muito alva para engommar a 80 rs.
a libra, e em arroba se far abatimento.
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
Sabo verdadeiro hespanhol que raras vezes
vem ao nosso mercado a 28o rs. a libra.
Sabo massa de superior qualidade a 180,
200, e 220 rs. a libra do melhor que ha.
libras a 5,ooo e
800 rs. a libra.
6,000 rs. o de l,2oo a
pelo baratissimo preco de
e 2,ooo es., os do ultimo
DE
21 LARGO 66 TERCO -N.
N.
21
0 proprielario deste bem sortido armazem de molhados vende os seus gneros j
bem conhecidos de j>rimeira qualidade, e por isso caprichou de oscolher, para bem servir
aos seus freguezes, mandando vir a maior parte do seu sortimento, para o que tem pessdas
encarregadas para este im, e os pode vender por menos de 10 a 20 % do que em outra
qualquer parte.
Verdadeira genebra de HoHanda em botijas de conta certa a 400 rs.
dem de laranja em frascos grandes a 1,000 rs. e de Hollanda a 800 rs.
Caixinhas com 8 libras de oassas de carnada a 2,400 rs. e a libra a 480 rs.
Velas de espermacete, carnauba e composico a 63o, 44o e 36o rs. a libra e a arroba a
10,000 rs.
Palitos do gaz sem avaria a 2,3oo rs. groza c 2oo rs. o maco.
Serveja das melhores marcas a 500 rs. a garrafa e a dnzia a 3,5oo rs.
Vinho das melhores marcas F. L. P. a 4oo, 5oo e 56o rs. a garrai e a caada a 2,8oo e
4 ooo rs.
Batatas desembarcadas ltimamente a 5o rs. a libra, e a arroba a 2,8oors.
Bolacbinhas americanas a 2,ooo rs. e 3,5oo rs. a barrica e 2oo rs. a libra.
Azeite doce de Lisboa a 3,ooo rs. o galo, e a 64o rs. a garrafa.
Qooijos do reino os mais novos do mercado a 1,8oo e 2,ooo rs.
M Hiio alpista o mais limpo que ha a 6,000 rs., a arroba a 1B rs. a libra,
[lanteiga ingleza perfeitamente flor a 800 e a 720 rs. a libra.
n franceza, muito superior, a560 rs. a libra e em barris a 640 rs. a libra.
. >, do Rio da 1 e 2. sorte 280 e 320 rs. a Jibr.. e a arroba a 8,800 e ,0OO.
CUi de prineira-e segunda orte a 83o 2,5oo o 2,ooo rs. a ora.
Tijoto francez de grande tamanuoa 44o es. cada om. e a lm-de* mero anunciados
ha outros minios que enfadonho seria menciona-los: vende-se dialreiro vista.
Graixa em latas muito nova a 120 rs. a lati-
nha, e 1,300 rs. a duzia.
Peixe em latas muito novo : savel, pescada,
curvin, salmo e oulras muitas qualidades
preparados de escabexe, segundo a arte de
cozinha, de 1,400 a 2,ooo rs. a lata.
dem do Alto Dnuro vindo do Porto engar-
rafado e escolhido pessoalmentc por um
dos socios que se acha em Portugal, das
seguintes marcas: Duque, Genuino. Ve-
lho secco especial. Lagrimas Doces de
1819, vinho especial I). Pedro V, vinho
velho, Nctar superior de 1833, Duque du
Porto de 1834, vinho do Porto velho su-
perior, Madeira Secca de superior quali-
dade, vinho do Porto superior D. Luiz I
de 1847, Lagrimas do Dour, especial vi-
nho do Porto, de l,ooo a 1.2oors. agar-
rafa e de lo,oooa 12,ooo rs. a, caixa com
umaduzia.
IdemBordeaux de difieren tes marcas, garnte-
se a quali'1'1'!*;, a8,ooo rs. acaixa com >
dnzia, e a 7oo rs. a garrafa.
Garrafn com 5 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 2,2oo rs. com o garrao.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira. mais
proprio para a nossa estaco por ser mais
fresco a 2, loo rs. com o garrafao.
dem com 5 garrafas de vinagre a 1,2oo rs.
o garrafao.
Vinho branco o melhor neste genero a 6oo rs.
a garrafa e 4,ooo rs. a caada.
Velas de spermarete as melhores que ha no
mercado a 6oo e 4o rs. o masso. e em
caixa se far um grande abatimento.
dem de carnauba e composico, de -loo a
32o rs. a libra, e de lo.ooo rs. a 11,5oo rs.
a arroba.
Caf de Ia e 2a sorte de 8,3oo a 8.600 rs. a
arroba, e de 28o a 32o rs. a libra do me-
lhor.
Arroz da India. Maranho e Carolina a 3.000,
2,8oo e 24oo rs. a arroba e de loo rs. a
80 rs. a libra.
Frasqueiras de genebra a 5,8oo rs., e a 5oo
rs. o frasco.
Azeite doce em barril, muito fino a 64o rs.
a garrafa.
Papel grve pautado e liso a 3,5oo rs. a
resma.
Genebra de Hollanda em botija de conta a
44o rs. a botija.
Champagne das mais a creditadas marcas a
l.ooo rs. a garrafa, e a lo.ooo rs.a duzia
oh gigo.
Albos a 80 rs. o masso.
Sal refinado a 7o rs. a libra.
Ervilhas francezas e portuguezas a 64o rs.
a lata de urna libra.
Chocolate francez, hespanhol. suisso, e nortu-
guez a 1,000 rs. a libra, e a 28o rs. cada
pao de urna */
Garrames vastos de 5 garrafas at 3 caadas
"^de 5oo at l,3oo rs. cada um.
Amei.x^^ancezas em caixinhas elegantemen-
te t^jtedas, com diversas estampas
no extei^Ni| caixa.'de l,5oo a 3,ooors.
cada uma:v>L.^|Lba frajcos latas de
differentes tamanhos\que se vendem por
mdico preco. >|
o frasco. iMassaspara sopa: macarrlo. talharim, e
Mostarda ingleza preparada em potes a 4oo aletria a 48o rs. a har- ^era caaA
rs. o pote. far abatimento.
Grao de bico a 46o rs. a libra, e em arroba Doce de goiaba de 4oo a 800 rs. o caixa
ter abatimento. grande.
Vasos ingleaes vasios de 4 a 16 likrrauitos, a j dem a 2,ooo o caixSo grande,
proprios para deposito de manteiga. doce. Charutos de todas as marcas e dos melboras
e outro qualquer liquido, de 4,00o a 3,ooo[ Wwntes da Baha de 3,ooo a 4,ooo ra.
rs. cada um. aeaixa.
Queijos do reino
4,6oo, 4,8oo
vapor,
dem prato muito fresco a 64o rs. a libra,
dem londrino muito fresco a 800 rs. a libra.
Vinhos em pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
48o, 56o, e 64o rs. a garata, e de 3,ooo a,
4,5oo rs. a caada.
Marmelada imperial dos melhores consenti-
ros de Lisboa em latas4e 4 e mais libras
a 7oo rs. a libra.
Eructas em caldas das seguintes qualidades:
ameixa, rainha Claudia, peras, cerejas,
ginja, pecegos e alperch a 5oo rs. a lata.
Figos em caixinhas de 4 !/s arroba e de 8 li-
bras a 8,000, 4,000 e 2.000 rs, e a 3oo rs.
a libra.
Amendoas de casca mole a 28o rs. a libra, e
em arroba ter abatimento.
Sardinha de Nantes a 32o rs. a latinha.
Toucinho de Lisboa a 36o rs. a libra eem ar-
roba ter abatimento.
Massa de tomates a 64o rs. a libras.
Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
Farinha do Maranho a 44o rs. a libra.
Ceblas a 4,2oo rs. o mlho, e a 4,000 rs.
o cento.
Tijollo para limpar facas a 46o rs.
'Cerveja das mais acreditadas marcas de
5,ooo a 7,5oo a duzia, e de 5oo a 600 rs.
a garrafa.
Prezunto para fiambre muito fresco e novo
a 800 rs. a libra.
Genebra de laranja a 9oo rs. a frasco.
Chouricas as mais frescas do mercado a
800 rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa,
e 4o,5oo rs. a caixa com urna duzia.
Licores francezes das seguintes marcas: A-
nizetc de Bordeaux, Plaisir des dames, e
de outras muitas marcas a 40,000 rs. a
duzia, e a l.ooo rs. a garrafa.
o rs. a libra e
caixas, meias
Passas muito novas a 5t
8,5oo rs. a caixa. Ha
quartos.
Peras seccas a 3,ooo rs. a caixa e 800 rp.
a libra.
Bolachinha ingleza a 4oo rs. a libra.
Azeite francez eportuguez refinado a 800 rs.
a garrafa, e 9,ooo rs. a caixa com urna
duzia.
Conservas inglezas das seguintes marcas: 1
Mixed, Pickes, e ceblas simples a 800 rs.
va
Alem de* gneros cima anaunciados ha um compilo *ortiii*lM4
doce, aiBrtaaaa e ontros moiw gwaraa,--qne tudo se vende ff
r-
JlLEGVE
1


DUriode
Sexta feira 13 de \o>fml)n> de !.
fwm
I
GRANDE ARMAZEM
AE
EE
GRANDE ARMAZEM DE MOLHADOS
>
N. 36, REA DAS CRUMS N 36
DO
balrro de Santo Antonio.
0 proprietario do muito acreditado armazem denominado Progresista tendo i
Bempre em vista fazer tado o que for possivel para bem servir aos seus freguezes, tem |
deliberado vender os seas j bem conhecidos gneros de primeira qualidade pelos precos
abaixo mencionados, e affianca as pessoas que mandarem comprar por seus criados ou; *^'
escravos, serem to bem servidas como vindopessoalmente; encarrega-se de aviar qualquer
encommenda, anda mesmo contendo objectos nao proprios deste estabelecimento. 0
mesmo pede aos senhores que mandarem comprar neste armazem o favor de mandarem
devolver qualquer objecto que no agradar, devendo os mesmos senhores ter toda atten-
co com os seos portadores, fazendo-lhes ver que so no armazem Progressista da ra das
Oruzes n. 36, qne se vendem os melhores gneros por mais barato preco, porque estes
muitas vezes olvidam-se e v5o outra parte onde os servem de maneira a desagradar este j
estabelecimento.
RA DO QUEMADO N. 46
?08 COMPLETO
VAPOItlIS SOIUIVEMO DE MOLHADOS.
O'
-
se recebem gneros de conta
propria e dos melhores esta-
belecimentos da Europa, ga-
rante-se todo e qualquer ge-
nero comprado neste
EST.4BHECIMEM0.
vende-se em porcao e a reta-
lho, aprompta-se com toda a
presteza e exactidao qualquer
encommenda dirigida a este
ESTABELECIMENTO.
Ivas muito novas a i,ooo a libra.
Casfanhas a 2oo rs. a libra,
l'igos a 30 rs, a libra,
Vinko snperior da Figueira eLisboa, a 400,
iiO, 480 e 500 rs. a garrafa, e a 2,500,
2,700, 3,000 c 3,400 rs. a caada.
Mustarda preparada, muito nova a 360 rs. o
pote.
Palitos do gaz a 200 rs. a duzia de caixinhas
e 2,100 rs. a grosa.
Ditas hygienicas e de seguranca a 240 rs. a
duzia.
Os proprietarios do maito acreditado armazem Progresso fazem sciente ao respeita-
vel publico e com especialidade aos seus amigos e freguezes qoe tem resolvido resumir os
precos dos seus acreditados gneros, como abaixo verao nao obstante os precos menciona-
| dos a vista da qualidade dos gneros que se prova quanto se deseja servir satisfatoria-
mente aos nossos freguezes, advertiado-lbes que mandem seus portadores, que sero to
bem servidos como se viessem pessoalmente, isto s no Progresso i
Alpista muito limpo a 160 rs. a libra,
80 rs. a libra, e
dem engarrafado, das seguintes marcas du-
que do Porto, Feitoria, Nctar, velho secco,
Chamisso, e Madeira superior a 8,500 rs. a 0 .
dna e 800 rs. a garrafa. i Goffl de efSommu
2,200 rs. a arroba.
ldn Itordeaox de diversas marcas a 640 rs.
agarrafa e 7,500rs. a caixa com 12 garrafas.
'ilem Moscatel deSetubala 1,700 rs. a gar-
rafa, e 18,000 rs. a duzia.
Sag muite novo e alvo a 240 rs. a libra.
Sabao hespanhol, a 280 rs. a libra,
tem massa a 180, 200 e 220 rs. a libra.
t'.arrafcs com 5 garrafas de vinho do Porto, jPeixeem latas, savel, pescada, e corvina a
Lisboa e Figueira a 2,100, 2,200 e 2,3001 1,000 rs. a lata,
rs. com o garrafa. I
I Genebra de Flolfanda em butijas de conta a
dem toaact muito superior a 500 rs. a garra- i 400 rs.
fae 3.500 rs. a caada. L
Papel greve pautado e liso a 3,400 rs. a
.arrafes com 5 garrafas de vinagre a 1.1 oo rs.. resma.
Vinagre superior de Lisboa a 1,400 rs. a ca- Azeite doce de Lisboa a 600 rs. a garrafa,
nada c 200 rs. a garrafa. I_. ,. ,
: Champanhe das mais a creditadas marcas
Velas de spermacete superiores a 580 e 640 a 10,000 rs. ogigo e l.OwO a garrafa,
rs. o maco. I
; Doce de goiaba de 400 a 800 rs. a caixa.
Manteiga ingleza de I. qualidade, a 800 rs. .
Cliocolatc portuguez. francez, hespenhol e
suissode 800 a 1,200 rs. a libra.
a libra.
dem de 2.a dita, a 700 rs. a libra.
Mein do 3*. dita a 600 rs. a libra.
dem francesa, a melhor do mercado a 540 rs.
em barril a 590 rs. a libra.
dem em latas com 2 '/* libras a 1,400 rs.alata.
Harina de porro refinada a 500 rs. a libra.
Julios fiamengos rhogutoi i eatea
2.000 rs.
dem prato o melhor que ha neste genero a
700 rs. a libra.
dem do Alantejo muito snpenor a 8oors. a
libra.
ArrozCarolino e do Maranhao a 2.800 rs. ar-
roba e 100 rs. a libra.
Velas de carnauba e de composico a 320 e
3C8 rs. a libra e 9,500 e 10,000 rs. a ar-
roba.
Massas para sopa
400 rs. a libra.
macarrao e talharim a
Charutos dos melhores fabricantes da Ba-
bia 3,800 3,400 3,000 e 2,400 rs. a
caixa.
Cerveja das melhores marcas de 5,000 a
6,000 rs. a duzia.
Biscoitos inglezes de todas as marcas a 1,200
rs. a lata.
Bolaixinhas de soda em latas grandes a 2,000
e 1,800 rs. cada lata.
Amendoas de casca mole a 280 rs. a libra.
llaixinhas rom amt'ixas francezas, de diversos
Hannos al, 200,1,400,1,800e 2,100rs.'
cada urna. Sardinhas de
Frutas em calda, ameixas, rainha Oladia, pe- rs. a |aia_
cagos e alpech a 480 rs.
Massa de tomates em latas de 1 libra a 560
e 640 rs.
N'antes muito novas a 340
M.irmelada de todos os conserveiros de Lisboa;
a 600 rs. a libra.
Ameixas em latas del '
e 2.100 rs. a lata e 000 rs. a libra.
I3ia luixim o melhor que possivel encontrar
neste genero a 2,700 rs. a libra..
superior a 2,3oo rs. a
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tijollo para areiar facas a 140 rs. cada um.
i e 3 libras a 1,200 Farinba de Maranhao a 140 rs. a libra.
I
m hysson muito
libra.
Mein irmtdinlio a 2,700 rs. a
libra
dem preto de qualidade muito fina a 1,800rs.
il.-m mais inferiora 1,500 rs. a libra.
Onelua de laranja a900 rs. o frasco e 500
rs. os Irascos pequeos.
Choiirieose paiosos mais novos que ha no
mercado a 500 rs. a libra.
Cognac inglez a 9oo rs. a garrafa.
Marrasrpiino de Zara a 7oo rs. o frasco e
8,000 rS. a duzia.
Licores francezes, annizete, plaisir des da-
mes, etc., ele. a8oo rs. a garrafa e8,5oo
rs. a duzia.
Passas at> melhores que se encontram a 360
rs. a libra.
Bolachas inglezas muito novas a 2io rs.
a libra, e 3,5oors. a barrica.
Azeite refinado a8oors. agarrafa.
Conservas inglezas de todas as qualidades a
7:0 rs. o frasco.
Pimenta da India a 340 rs. a libra.
Erva-doce a 320 rs. a libra.
Palitos para meza a 160 rs. o maco.
Verdadeira farinha de aramia a 500 rs. a
libra.
Frascos com ameixas francezas a 1,400 rs.
cada um.
Prezuntos do Porto a 5o rs. a libra.
Batatas muito novas em gigos com 38 libras
por l,5oo rs.
Canella da India a l,loo rs. a libra.
Commho a 64o rs. a libra.
Azeitonas de Lisboa muito novas a l,6oo rs.
a ancoreta.
Estrelinha e rodinha para sopa a 6oo rs. a
libra.
Legumes seceos para sopa a ico rs. o maco.
Breo louro a 3oo rs. a libra e 8,ooo rs. a
arroba.
Papel pautado e liso almaco e de peso de
3,ooo, a 4,ooo rs. a resma.
Manteiga ingleza perfeitamente flor chegada
no ultimo vapor a 8oo rs. a libra.
dem de 2. qualidade a 76o rs. a libra.
dem de 3,1 dita a 64o rs. a libra.
dem para tempero a 32o e 4oo rs, a libra.
Manteiga franceza a mais nova que ha no mer-
cado a 38o rs. a libra, e em barril ter aba-
timento.
Banha de porco refinada a 520 rs. a libra.
Vinho em pipa Porto Figueira e Lisboa a 4oo,
48o, 5oe, 56o rs. a garrafa, em caada
2,8oo 3,ooo 3,5oo e 4,ooo rs.
dem em barril o mais superior que tem vin-
ao mercado a 6oo rs. a garrafa.
Lagrimas do Douro especial vinho do Porto a
1 .ooo a garrafa e a lo,ooo a caixa, o preco
nao indica a qualidade d'est precioso vi-
nho, porm venhamao Progresso que a vis-
ta faz f, a este genero constantemente man-
damos vir de conta propria e por isso po-
demos vender por menos que outro qual-
quer aimunciante.
Vinho do Alto Douro das marcas mais acre-
ditadas e especialmente escolhido por um
de nossos socios, como sejam: Camoes, Du-
que, do Porto, D.Luiz, Carcavellos, Cha-
misso & Filho, Madfta secco, e Feitoria a
9oo rs. a garrafa e 9,ooo
12 garrafas.
Farinha de Maranhao muito alva e cheiroza
a 16o rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 32o rs. a libra e a 9,ooo
rs. arreba.
Sardinhas de Nantes a 36o rs. a lata;
Azeite doce de Lisboa a 64o rs. agarrafa e a
4,8oo rs, a caada.
Vinagre de Lisboa a 2oo rs. a garrafa ea
l,2oors. a caada.
Garrafes com 5 garrafas de vinagre de Lis-
boa a l.loo rs.
Champanhe das marcas mais acreditadas a
8 e a lo.ooo rs, o gigo; e a 8oo rs. e a
l.ooo rs. a garrafa.
Srveja preta marca T e XXX a 6,5oo e
7,ooo rs. a duzia, e a 6oo rs. a garrafa,
tambem temos das mesmas marcas para 4,
e 4,5oo rs. a duzia, e a 4oo rs. a garrafa.
dem branca Te cobrinha a5,5oo e 6,ooo rs,
a duzia e 5oo rs. a garrafa, tambm ha'
para 4,ooo rs. a duzia.
a l,3oo rs. a duzia
DE
FAZENDAS E ROUPAS FE 1 TAS.
Sortimento completo de sobrecasacos de panno a 25,?, 285 ZOS e Vi rafe*
mutobemfeitasa25i5, 28, 30*6 35,5, paletots acasacados de panno nreto de SS
! W .ditos de casemira de cor a 150, 180 e 200, paletots sacaosTdeP pannof c
mira de 85 at 140, ditos saceos de alpaca, merino e lita de 45 at H, sobre de abac e
merino de 75 at 105, calcas pretas de casemira de 85 at 145, ditas de cor de 75 at
155, roupas para menino de todos os tamanhos, grande sortimento de roupas de brim'
como sejamcalcas, paletots e colletes, sortimento de colletes pelos de metim, wemira
; e velludo de 45 a 95, ditos para casamento a 55 e 60, paletots brancos de bramante a i-5
e 55, calcas brancas muito finas a 55, e um grande sortimento de fazendas finas e moder-
nas, completo sortimento de casemiras inglezas para homem, menino e senhora, cemita
de linho e algodo, chapeos de sol de seda, luvas de seda e de Jouvin para bmm e <-
i nhora. Temos urna grande fabrica de alfaiate, onde recebemos encommendas de gnu. s
I obras, que para uso esta sendo administrada por um hbil mestre de senlelhante arte e
pessoal de mais de cincoenta obreiros escolhidos, por tanto executamos qualquer obra .vm
promptidao e mais barata do que em outra qualquer casa.
AOS SENHORES LOGISTAS
Desta capital, arra/m/des e provincias
a dj a cenes.
MAMJEIi ds .
N. 23 RA NOVA N. 28.
Tem a satisfaeco de participar particularmente aos seus amibos e freguezes, e em
geral a todos os senhores logistas desta e de outas provincias, que em consequencia rte
suas relaces com as principaes pracas manufactureiras da Europa, tem conseguido
montar a sua fabrica da chapeos de sol sobre urna escala importante, a ponto de peder
offerecer vantagensaos pretendentes, tanto na qualidade e bem acabado dos seus produc-
tos, como pela reduccao dos precos; verdade incontestavel, de que se poderSo conven-
cer a vista da fezenda e pelos precos que v3o abaixo :
Chapos de sol de seda para homem 28, a 725 a duzia.
Ditos 26, a 66000.
Ditos 24, a 600.
Ditos para senhora 18 e 20, a 485.
A' duz tem descont de 12 por cento.
Ditos de panninho preto e de cor, armacao de balia 20, 24 u 26 Bortidos, liQuido
a 265a duzia.
Ditos de junco 20, 24, 26 e 28, a 180 a duzia.
Venham ver para convencer-se da verdae.
Encarregam-se de encommendas para da Europa.
GR ANGELAS antiblennorrhagicas de .
INT. no HOSP. oos VENREOS PARS^# PRI
Sup*"0" a todas as preparafOt conhecida at hoj contra as Oonorrbaa ? Ble?.norrbag1aa n\ niii intna^e rtJ.eidc11
fHntcr'segaro eprompto, sem nauseas, nem clicas, nem tremor. Pacis a tomar em MertHld Min Itaana.
Injecgo curativa e preservativa
^htt*,'Cork coi rapidez i* dtrh 6s'MC'orrimentoi' eonHgiosos At amho< Htt riarej brancas. MMrfciMRM c
tlsiiiiict iri cawiicidaie, orlifica os tegumentos e os preserva d qualquer alteraclo. PARS, j, rur i/ Van i+St-Bnm*.
Deposito geral em Pernambuco ra da Cruz n. 22 em casa de Caros & Uarboza
Graxa em latas grandes
e 12o rs. a lata.
Vassouras do Porto arqueadas de ferro obra
de muita duracao a ioo rs. cada urna.
Palitos de dentes massos grandes a 2oo rs.
e28ors.
AGENCIA
DA
. a caixa com .faltos do gaz a 20 rs. a caixinha e 2,3oo rs.
i I a groza.
^Ss^s8??! jtosdo *m "*;e,a de A|perche cheada nuuimo vapr
lenao a erraras a 2,5oo rs. latas de 2 ,bras a g^ ^ pechiai
,de,l^mAgla!?!8 de s,iperi0r vinh0 F- Genebra de HoHanda garrafes cora 16 gar-
rafas por 6.5oo rs.
de vinho Lisboa a
gueira a2,4oors.
dem com 5 garrafas
2,loo rs.
Vinho branco de Lisboa proprio para missa
vindo j engarrafado de Lisboa a 64o rs.
a garrafa.
dem em barril muito superior a 3oo rs. a -
garrafa e a 4,ooo e 3,8oo a caada.
Ameixas francezas em caixinhas de 1 .'/i, 2
e 3 libras elegantemente enfeitadas com ri-
cas estampas na caixa exterior a l,3oo
l,6oo 2,ooo e 2,5oors.
dem em latas de, 1 '/ e 3 libras a l,4oo e
2,6oo rs, cada urna.
Figos de comadre em bauzinhos de folha
muito proprios para mimo a l,6oo.
dem em caixinhas a l,4oo rs.
dem em caixinhas emticamente lacradas
e muito bem enfeitadas a 1,8oo rs.
dem a 2oo rs. a libra.
FNDICAO DE LOW-MQOR.
Roa da Senzalla ora n. 12.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos os
tamanhos para ditos.
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston & C,
ra da Senzalla Nova n. 42.
O GALLO CANTA
J sabido que, guando cliega o vapor da Eu-
rojj, o gallo cania annunciando aos seus numero-
sos freguezes as galanteras de maisgosto e da ul-
tima moda que por elle recebe, como sejam :
Camsinhas para senhoras.
Riquissimas camisinhas com mauguitos e gra-
il
Gomma de engommar muito
Passas de carnadas as mais novas que ha no i a ''bra e 2,2oo rs. a arroba,
mercado a 4oo rs. a libra ea6,ooors. a Sag muito novo a 2io rs. a libra.
dem em frasqueiras a 6,3oo rs. e 6,500 rs. ea
56o rs. o frosco affianca-se ser verdadeira.
dem de botija em barricas com quatro du-
zias a 44o rs. cada botija.
dem de laranja em frascos grandes verda-
deira italiana a 1 ,ooo rs. o frasco.
Marrasquino de zara a 72o rs.
Licor francez de todas as qualidades em
garrafas de vidro brancos a 72o e 8oo rs.
Vinho Bordeaux das melhores qualidades
que tem vindo ao mercado a 72o e 8oo
rs., e em caixa a 7,ooo, 8, e 8,2oo rs.
,..,.,,.,. I preco de IfioOO; assim como os novos enfeites pa
Azeite doce refinado do fabricante Pelanol e ra cabera a 3*000, 4 e 5*000 : s no Vigilante,
outros a 8oo rs. a garrafa.
Conservas inglezas sortidas e de urna s lidade a 8oo rs. o frasco.
Araruta verdadeira a 32o rs. a libra.
alva a 8o rs.
Ra da Senzalla Nova ii. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
ferro coado libra a 110 rs., idem de Low
Moor libra a 120 rs.
ESCRAVOS FGIDOS.
Fugio no dia 8 do crrante o preto da CesM
de nomo Joaquim, idade de lo a 50 annos, levou
vestido camisa e calca de algodao azul, falta rtf
cabello na coroa da cabeca. barbado, osa de sfe-
la, bastante branca, pequeos tal los de sua nacao,
bastante alto, rosto um ponco coinprido. falla mui-
to atravessado : quera o pegar, dirija-Re i ua ta
Guian, lail, ou na da (^deia do ltecife n. l*i,
que ser bem recompensado.
fmido.
idades
campo
a -'ll se-
LsiTato
No dia 5 do corrente fugio desta cid.vle o escla-
vo Patricio, mulato alaranjado, de 18 asnos de ida-
de, baixo, um ponco chcio do corpo, sobrancclliaf
bem grossas, olhos grande.-, com sardas ie!o ros-
gtinbas para senboras : s ^IfkM^ ~*|S-SS S^S^S^S.SUC^
Ciriaoliiiru '" mm, I1"1'110 ft esperto : roga-se as autori
Riquissimas cirigolinLs ou' gravatinhas, sendo i f^i^^A^'dime'scra^ e S'
cousa de muitogosto, c a primeira vez que appa-1 iSSS^Mf&TSSSt^tmk cas
lante i ua do U*J ^ ^^ ma f|e A|miqumiue. R,toinpens:i.se geilerosa-
Ha para chegar riquissimas guarnicOes de pen- r
tes-de lindo gosto, tanto para atar, como para mar-
rafas, por precos razoaveis : s no Vigilante, na
do Crespo n. 7.'
Redes com laciiios de fita.
Lindas redes pretas e de cores com nm lindo la-
cmho de lita para conserrar o cabello, pelo barato
caixa.
Salrao em latas
8oors.
ermeticamente lacradas a
Sevadinha de Franca a 16o rs. a libra.
Ervilhas seccas chegadas no ultimo vapor a
2oo rs. a libra.
01UOUip|3l|inS) 9188 JCp
-i*j8v^P Q BJI8UBIH ap UVU.IS so opno 'aiiad',BJjno b oba a as-ureptAio saz9.\ sBitnra saisa
^tihjod oioid oiojBq sibui jod sojauaS- saaoqiara so apuaA as anb ? ge -u saznj[) ssp
i.iu i'p cjsissajSoJd raozemjB oa o?,,nb ja\ saqi-opuazej 'sajopeyod snas so uioo o5
-uaiie Bpet J&\ sajoqaas souisauj: ^pua.vap '.repejSe obii anb ojoafqo janb|enb jaA|o.\ap
HiiBptiBUi ap joa} o mazer- sau jBjdwoa maJEpacra anb sajoqnos sob apad omsatn
ojii.icBi.ioiaqBTsa aisap v."t...a, osusmaafqo opuajuoa orasaui epure 'Bpuanmioaua jaab
-luiib jbiab p as-e2auBDua aiuataipossad opui.\ ouioo sopi.uas raaq obi majas 'soAejasa
lio sopVhi) snas jod aejtkuoa uiajepueui anb sssadsB BuerjB a 'sopeuoiauara oxieqe so.
-rij.l -wiad apBpqBnb ejjauiJd ap sojauag soppaquoa maq b snas so japua.v opjaqnap
mai -sazanSajj snas sob jr.\jas uq eaed |a.\issod joj anb o bpnj jazBj bjsia jia ajdias
opiwi 'BtsissajfloJd opunnouap raazcuire opBiipajoe ojmra op oueiaudojd o
'# -a 0|B1V P MJfBq op xmo v.p ciiji 9c 'K
a
3a
lil/VliUV HIVVH->
Lagostim em latas grandes a l,4oo.
Savel. corvina, cherne, vezugo, peixe espada,
preparados pela primeira arto de cozinha a
a l,3oo rs.
Queijos fiamengos chegados no ultimo va-
por a 2,4oo rs.
dem do vapor passado a 2,2eo 2,ooo e
1,800, rs.
dem prato do ultimo vapor a 64o rs. alibra.
Doce da casca da goiaba caixes grandes a
600 e9oo rs.
Cbouricas as mais novas que ha no mercado
a 48o rs. a libra.
Chouricas mourasencomBienda especial nos-
sa a 5oo rs. aHbra.
Prezunto verdadeiro de lamego em calda
de azeite 5oo rs. a libra
Bolaxinha ingleza a mais novas que ha no
mercado a 2,000 rs. a barriqoinha com
1 arroba, c a 24o rs. a libra.
dem de soda de diversas qualidades a 1,400
reis.
dem em tatas grandes, preprias para lunche,
com 5 a 6 libras per %4oo rs.
Marmelada imperial do fabricante Abreu e
outros conserveiros de Lisboa a6eors. a
libra.
Sevada muito nova a 12o rs. a libra e 3,2oo
ss. a arroba.
Macarrao a 32o rs. a libra.
dem e talharim o mais novo que ha no mer-
cado a 48o rs. a libra.
Aletria a 5oo rs. a libra.
Arroz carolino a loo rs. a libra e a 2,8oo rs.
a arroba.
dem do Maranhao a 12o rs. alibra, e a
$,'000 a arroba.
Caf do Rio o mais superior que se pode de-
sejara32o rs. a libra,
dem a 28o e 3oo rs. a libra e a 8,2oo, 8,4oo
e 8,7oo rs.
Velas de carnauba refinada a 32o rs. a libra,
e a lo.ooo' rs. a arroba.
dem de spermacete a 64o rs, a libra.
Chocolate hespanhol e francez a 9oo e l,ooo
rs. a libra.
ra do Crespo n. 7.
Ligas.
IWi|tis>imas ligas de seda de bonitas cores a
1*500; assim como fita propria para o mesmo ef-
feito a 500 rs. a vara : s no Vigilante, ra do
Crespo n. 7.
iMCtU ilp Jmrin.
Tambem ebegou e chegan por todos os vapores
grande sortimento de luvas de Jouvin, onde os fre-
guezes podem escolher: s no Vigilante, ra do
Crespo n. 37.
ntremelos e babadinhos.
Tambera chegou grande sortimento de entre-
meta e babadinhos, que se vendem pelo baratis-
sima preco de 1*500 a pecinha : s no Vigilante,
ra de Crespo n. 7.
Firrlas para cinto.
Tambem cliegou grande sortimento de lindas fi-
vellas de ac e de metal com pedrinhase sem el-
las, pelo barato preco de 8* e 3*800, dando-se a
tita para as mesmas : s no Vigilaste, ra do
Crespo n. 7.
O GALLO CANTA.
J sabido que o gallo nao podia deiiar de can-
tai, anuunciando a seus numerosos freguezes 09
riqulssimos pentes, que acaba de receber por este
ultimo vapor.
Fitas econmicas.
A loja do vigilante acaba de receber urna encom-
menda de fitas esperiaes para barras de vestidos/
assim como para debrum, cousa muito bonita^e
precos baratissimos: na loja do vigilante, ru ao
Crespo n. 7. y
NM,
Tambem acaba de receber os bonets ib linho,
proprios para pausar a festa, torna-se muito econ-
mico por ser multo leve, podendo-se lavar e engom-
mar ; precos de 1*500 cada um : na loja do vigi-
lante, ra do Crespo n. 7. .
Snsnensnrios. '
Ohegaram os superiores susfonsorios de seda e
de linho, e que se vende por precos baraussimos :
na loja do vigilante, ra do Crespo n. 7.
Frutas em
5oo rs.
calda de todas as qualidades a
imu
Ervilhas francezas a foo rs. a lata,
dem portagtrnas a 64o rs. a lata.
Massa de tomate a 64o rs. a libra.
Amendoas confeitadas a Too rs. a libra.
dem de casca mole a 28o rs. a libra,
Avelans a 2oo rs. a libra.
Estrellinha e pe\ide muito uova a 4oo rs. a
libra, e a 2,ooo rs. a caixinha com oito
libras.
Cha perola muito especial chegado neste ul-
timo vapor de encommenda particular
nossa a 2,800 rs. a libra.
dem huxira muito superior a 2,7oo rs. a 1
libra.
dem hysson a 2,56o rs. a libra.
dem hysson a 2,000 e 2,2oo rs. a libra.
dem preto hemeopathico e muito superior a
2,ooo rs. a libra.
dem nacional a 4,6o rs. a libra-.
Batatas muito novas a 80 rs. a libra.
Charetos dos memores fabricantes da Baha treiUs a aiOorovade, baldes de arcos
1 e de todas as marcas, como sejam: sns- j 4*, ganga de quadrinhos a 320 o covado, coberto-
pires, havaneiros, messecipes, regala im* res e *Jod*oa ,'S'i00 ada um. lencos de eassa a
perial, flor das mattas, primore* a 4,ooo, lft-rs-'e omras ranilas fa-
LWA tlIfililfiA
NA
Ra do Queiiuadn n. 1
Vndoro-se pofas de madapoln fino esfestds
cora 12 jardas por 5*. camliraia preta a 500 rs. a
vara, meias1 de 9eda peso para mentiras de 1 a
10 annos a 9* o par, urdas e tkmsknas cacnbraias
de cores a 360 rs. o covado, paletots de alpaca de
lodosos tamanlios para meninos, ditos para ho-
mem a 3*, 4 e 5*, chitas francezas de boos par
dres ecores fuas a*WOe 360 o covado, ditas es-
3,5oo, 3,aoo, 3,000, e
2,000 e l,6oo rs. a caixa.
2,8oo, 2,5oo,
zondas que se vende por barata preco, e da tado
se dar amostras : na ra do Qiieimado, loja do
Preguica n. 2.
Frailesco,
pardo, com 20 annos de idade, cor acabocolada,
rosto redondo, olhos pequeos, cabellos meio cara-
pinhados, dentes ehcios de iodo, estatura regular,
sabe ler, esrrever e contar, com ofhYio d" alfaiate,
trabalhou em casa c Jorge Rodrigues Machado,'
no pateo da matriz de Santo Antonio, dsnal jnnv
a Conceicao dos Militares, em casa de Basto* $
Reg, e ltimamente no pateo da matriz de Santo
Antonio, em casa de Olegario ; anda calcado do
botins de lustro, poe chapeo liamh. saino "ves!ido
com calca de casemira verde atonto, palotol (! ai-
paca preta, camisa branca, cspq de nalhinht
com quadios pretos e brant os, e consta o ter tro-
cado por outro de palhintu toda branca; .tam-
bem de suppr que trocara; roupa, eostuma divr
que tillin de um major de guarda nacional, Mr
tula-se forro, e assigna-se :im:is vezes Franciscs
RernardH Quinteiro, e oulr.is vezes Francisco Xa-
vier Nones Quinteiro. Ha quasi seis mezes qw
so ausontou de casa : qualquer pessoa que o en-
contrar, pegue-o e o leve na Nova, em casa do
Sr. Quinteiro, que ser generosamente recompen-
sado.
Fugio no dia 8do cnente, pela manha, um
escravo de mime (iregorio, de idade de l 13 an-
nos, pouco mais ou menos, com os signaes seguin-
tes : cor preta, rosto redondo, nariz achatado, com
alguns pannos e urna cicatriz na testa dn lado cs-
querdo e um pequeo taino no rosto por baixo do
olho direito, levando vestido caifa de algudau eom
listras largas e camisa da mesma fazenda com lis-
tras miudas, c chapeo de palha : por isso roga-se
as autoridades competentes a sua captura, e den
levar ra da Senzali Velha n. 68, ou ra do
Trapiche n. 7, que se gratificara.
Fugio no dia 8 do correle da nadara das
Cinco-Pontas, defronte da estacan, n. 146, o preto
Amonio, crionlo, de 24 annos, baixo, cheio to cor-
no, cara larga, nariz chato, oltios pequeos e anx-
macados, pescoco curto, tendo dobaixo do qijeiso
do lado direito um caroco, parecendo urna fstula ;
a oretha do lado direito trn em cima um pedan
tirado, e a perna do mesmo lado urna cicatriz, k-
wou vestido camisa branca d'atgodao, cale de cor,
paletot velho de casemira de cor, chapeo de cou-
ro. Este preto foid'uma senhora de engenho pare
as partes de Goianna, e fti tendido n esta praca
pelo Sr. Leal Reis, de suppiir que o preta mmas-
se para as bandas do dito engenho : gratitica-sc
generosamente a ajuem levar dito escravo, na mes-
mesma padaria, Cesar Menezes.___________
Fugio no domingos do corrente, do engenho
"fcipncagi, um escravo de nonie Sancho, de Angola,
alto, secco, beicos grossos falla nn-aTOssada e fk-
to tomado, sahto vestido com paletot velho de cas-
lor, camisa de chita, calca atol e chapeo de bata:
quem o apprehender leve-o i ra da Senaala No-
va n. 38, ou ao dito engenho ao Sr. tenente-coro-
w.l Jtsi4 francisco fe Paria Sities.
Fngto no dia 9 do crreme a negra Cathari-
na, de naci Roblo, de 40 e tamos annos de ida-
jde, alta, cheia de corlo, mas en un tanto niara.
cor fula, olhos pequeos a eot ovados,, nariz nbato,
dentes podres na frente, tem uosuUhs as costas,
marcas de sua trra, que parece tal los (Je ventosa,
levou vestido 6> chita cor avermellrada cora lis-
ta*, panno da Cs*a branc cflrtWstr-as'ewearnadas
e franja as ponas, camisa de m'dapciaat letn nss
pomas voiat levantadas ott saoguo olto, lia ja.
jtem estado oro engeulio para as partas do, Csbp ou
Escada.e tara um lili j* homeui .^iihii para
useslados.. por isso ueooa quera yaaswror d^a
trazer ma do Uvrasssslo s. 3,,J4t AW *ra
gratificado.
MUTILADOL


Diario de Pernnmbiico Hexta fclra i8 de Sr*Mbro de l H03,
LITTERATRA.
0 bfm f mal.
(Continuado.)
XI
A w 3o entrn de. noute. e suraia-sc de dia nos
qtiartos escores da casa. Os fre quemadores dos
jaattrea de D. Alexandre guaravara delicada re.
serva acerca da oesgraca do mez anterior. 0
amphitriio quem, urna vez por outra. dizia :
Tenho sede de sangue ?
Ou, bebendo at ealiir, exclamava :
- A' sade do assassino, que hade vingar a'
honra de vinte geraces de fidalgos de solar co-
nliecido!
. Defronte de D. Alexandre morare o estudante rW>1 (*
de direito (lloerme Lira.
Lira foi o raais esforeado e turbulento aradeini
CO dos seis
L vae para balso.
E os outros seguem-no.
Ja nao seguem.
- Elle* ah voliam, outra vez para a sombra
- Oot empnrrao porta da oseada Imar-
niorou Christina alvoroeada e tremnla.
Entao o negorio nao de hurta! Teremos
hospedes assim nial criados! Ver-me-hei forjado
a receb-tos com egual delicadeza!
A anua nica de Casimiro Beltancourt era nma me parece un sonho
enerrtijada espada de seu pan. Tirou-a debaixo
do leito, e disse esposa :
Dcixa-nic aescada livre, e no temas.
A" escada nao vaes: pode vir un tiro !
Nao vein tiro nenhum : apaga todas a s lu
es.
Dous cstrondosos encontres metteram dentro a
Chrislina soltou um ai, e involunta-
riamente correu ao leito onde a menina chorava
acordada pela rija pancada.
Ah !disse o alferesest em casa ?
Estou em easa. Nio quer mais nada ?
Nao,Sr. Foi parasabermos... dizia-se que
nao eslava l ninguem... Pcrdoar o incommodo.
Boas noutesresponden Casimiro. Baixou
res com D. Alexandre cendemnam-no. Pode ser para mim nem com os ferimentos de D. Alexa^'re_A rt ^ uateo subiu
que V. S. matasse em just defeza : se assim foi, ,K- Houve um hornera- que me quiz salvar do
convra attenuar a eulpa com essa circunstancia.
Esse sea systenw de responder com o silencio, so
bre ser excntrico, confirmativo da imputarao-
Casimiro eslava no tj da escada. e viu do Ja-
annos subsequeutes a restauracao da do da rua un> ,lomem ^ ha|jna araderoca apa-
hb.-rdade. Pres.du famigerada Sociedade da nhar de hombro a homhre COm um pu as costas.
Manta. (2). Era o pu nais valente du riba-Tejo, do que 0,|c afflrmara scr R aIcUBdre. o* dous
o o mais ligadal inimgo de |>ollroes. .gg^sgoms saharara a0 ^ da ruai e (^^
o lidalgo de Miranda tinha elle nojo, nojo fa- ia na colla delles. quando Christina, com a meni-
voravel ao covarde; se fosse odio, t-lo-ia des- na nos bracos, Ihe estorvoo o passo, exclamando:
uivil.ado. Casimiro, Casimiro'. pela tu filhhiha te
Oiiservou Guilherme Lira que em casa do visi. "^ -_._
, ,. ., .. A catastrophe, tao almeja* de Gutlherme Lira,
n:i.i 1). Alexandre eslava um liomem de cara si-, '. J ^a"
reniatava assim na rua.
uistra, o qual se .esconda no escuro da casa as-
i.:u que as janollas fronteiras assomava gente.
Lira espreiteu. e viu-o, a vontade. accendendo o
Ayro, logo que o amo levoa a primeira panca-
da, correu de faca sobre feuilherme, e recebeu
cachimbo no charuto do amo, e gesticulando com cm-eheio peito uina choupada, e segunda no ven-
aquclle especial geito das fras humanas, vesa- t re. J carabaleava moribundo, quando reesbeu
das ao trato da taverna, da feira, e da eneruzi- a tereeira, e bateu nolages eom a faee-morta.
.'!*da. D Alexandre ia fngindo, eom-a mxima veln
Guilherme sympathisava d'alma com Casimiro dade de sua prudencia, quando urna segunda bor-
Bettaocoort Depois do facto da ponte, estando doada oapanhou petooctiput. Bugiu e afocinhoa,
olie com o seu bando de bravos na Calcada, viu forcadopor urn doloooso rapar de ferro-na-orelna
Casimiro, que vinha com sua esposa. Lira sahiu direita.
da roda, foi frente do furriel, disse. com os olhos
MB Chrislina".
- D-me V. Exc. liecnea qne eu abrace meu
!i:.i:ido.
i: pefOB ffelh ao alto soffregamente excla-
in.iude :
Que pena que tu sejas casado, homem de
Qgados, Ojae le quena entregar o mcete da minha
toja !
Casimiro sorr'ra, agradeceu, c apertou-lhe af-
fBctUOM e modestamente a mo.
tito explica a espionagem de Lira, e o aventar
desramlo que o ignobil visinho tacare a morte
it Casimiro.
tfoi logo d'ali em procura do estudioso mathe-
matico, e disse-lhe :
- Olha que o covarde tem urna besta fra em
casa K-tuda soregado, que eu te guardare i, por-
que nao esludo, nem tenho que fazer.
- Agradeeo disse Casimiro mas, em ver-
dade te juro que nao temo a hesta-fra.
- Beitei, rapaz, bcra sei ; mas o que eu te
fonho dizer que nao penses mesmo no modo de
a mandar ao diabo. Isso c se arranja. Adeus -,
nao te quero rouhar lempo.
Observen C.uilherme que D. Alexandre sabia de
DOUte, e com elle outro acadmico sobre quem a
capa nial ageitada ia delatando a eontrafaccao.
Fez-so Lira encontrado com elles, metteu-lhes a
cara, e reconheccu o assassino,
estudante.
K traca do homicidio en desesperada. Como
Guilberme volveu a sondar a respiraeao do de-
sertor, e responsou- ao diabo.
D'ali correu estada de C6imiro, eehamou-o.
Quem ? rajf oodeu Casimiro cen a espa-
da apontada.
-j O Lura. Creio> que estao-ambos morios; um
de certo. Agora, aeaulellarte-...J est-genteaas
janellas. Posso sabir pela porta defraz? A^ui
reconhecem-me.
Sabedisse Casimiro.Vem rur aqu...
Quem mataste?
Ba pergunta! A bestoMra nao- se levaala
mais: o oulro desconfi, que est virn Deixa-lo
viver...Por aqu?... .bem. ...Adcus Segrcdo de
sepultura, ouviste?
A recommendacao indigna ti mira.
Guilherme Lira entrou no- becco das Floots, e
sumiu-se de travessa era tra-vssa, reappareeendo-
vestido futrica, na courafa dos apostlos.
Quando chegou oecupavam a rua centenares de
pessoas. Em redor do cadver de Ayrao estavam
inuitus esludauKsde envolla con a polica. Ne-
nhum acadmico reconheeia o morto, que trajava
balina. bem que tivesse tHeso o rosto. En qyan-
to a este, esperou-se o dia para lavrar-sc auto.
D. Alexandre j tinha sido tcansporta.40 em bra
(os e moribundo, segundo diziam os que Ihe viaiu
o ro.-to ensanguentados e outiram o- archejar es-
tertoroso do pello comprimido pelo derreamento
das coslM,
a vidraca, e disse ChrislinaA rua est vistosa! Dou-lhe este conseho, movido pela sympathia, due
As armas rcfiangem a la, e dao a lembrar urna me causa a sua abnegacao e como despreso da vi-
illuminura da edade media! Apaga a luz da saleta da. Sei que tem familia, e avaho as angustias de
que eu gosto de ver eMe arraial de batalha, que sna consorte; por isso Ihe peco que se abstenha
desse sloyeismo intil, epeior aindaprejudi-
O' Casimiro Ibalbuctou ella -como t po- cial. Se pode, decline > si a responsabilidade
des rir, e eu sinto-me aqui inorrer! j de um homicidio, que sempre e em todos os ca-
s fraca. Nunca te tinha contiendo esse alei- sos deshonra. Se matn, Buroe, negu sempre !
jao Parecias-mc urna natureza perfeita em amor,' aerescentoii o administrador, collando-lhe no
em bros c em l'orca. A forca (me te falla, minha ouvido os labios.
ilel.il ii i ha! Casimiro agradeceu a sympatuia e -o conseho
Engaas-te, Casimiro! replicou ella que eom um sorriso, e sahiu direita do ofliriaide
jusliea.
A' porta da autoridade, quando Casimiro sahiu,
agjflomerava-se um cento de pessoas, gento bai-
xo, regateiras da pra^a do Sansao, serventes,
gaiatos, e algans cidadaos honestos, someada-
eu era tao feliz!...
E amanhaa que impede qne o sejas?
Amanhaa... estars preso '....
E. ento? A luz do leu amor teme de rempej
as grades da cadeia?! A nossa filhkiha hesita en-
trar l comtigo ? Nao vae comigo a hnpcrturtavel merte 0 oracufo da couraca de*apostlos. A cus-
cousolacao da conciencia? t0 ron)ppU 0 agimi| a mu|t(a0, que. se premi;l
Mas eu tambem vou... I em redor de Casimiro, e Ihe roca va as faros com
Pois isas, filha. Quem te veda de estar rom 0 na|it0 acre da agurdente.
'eu marido preso-?! ,, ..-..
Conversaran! nest* sentido longo lempo pe,* ._ Umuo S0'da<0S ,-bradoa onicia> J Jus'
flhalv Christina eslava, conformada mr a idea, da ll^
pr*o. e logo cuidou em- enfardelar os fatiuhos da | Nto preciso^disse unv acadmico, que es-
til otaba* einquanto o marido escrevia a seguhtc l tanceava mais distante n*um grupo de estudiantes.
E, tinindo a carfcira das mos de um lavrador,
cresceu sobre a multidao, e apanhou (juatro cabe-
gas da primeira paulada. A rua, momentos de-
aconteri- P's estava deserta, como se passasse odia a ira
ca*ta:
sb odisfaree de
Casimiropsssava as noutes cstudando, Ayro lem-
brara i-lo matar em casa. O rancor applaudiu o
alvitre, c aecelerou a execucio. O Sueiro espo-
iva de l os brios do mano, e pasmava da de-
mora.
Descubri Lira que os visinhos por volta de
dez horas, paravam sombra do Arco, que faz a
. tirn da Cottraca oh Ajwtoto, onde morava
Casimiro, e depois subiam dislanceados a calcada,
Cj q mais corpolento, que era o disfarcado. conlra-
punba de leve o hombro a urna porta de quintal,
qq remirava a jauella alumiada pelo elaro do
candieiro, ao qual casimiro estudava ate duas ho-
ra.-, da manha.
As portas apalpadas nao davam de si: arrom"
Aia-las com estrondo seria derranear o plano.
Accudiu nova idea ao homicida : chamar Casi-
miro a janeila, e desfechar-lhe um tiro.
ieflexioiwuD. Alexandre, epreviu que a opi-
Biao publica havia de reprovar o covardissimo
, feito.
. OegciWu, por Unto, a idea, e reforcou-se na do
ssaitu.
Caslnuo B'-ttancourt ignorava oque ia c fra
cni sete noutes successivas. Guilherme achou
-vx.iA avi^a-io, e inconveniente inesmo ao seu he-
roico designio. Quera elle egoistamente para si
. cabal salisfacao de castigar os miseravels. sem
--.<-'..inmoJo do estudante. A milito custo se re-
vocara, durante as sote noutes, espera de les
conipr'-heiider o intento, c eahir sobre elles no
momento de o praticarem.
Guilherme Lira desvellava-se e preoecupava-se
desta catastrophe, como se vida de pae, irmao, ou
amada coires-em perigo!
Sublime doudo! Sympathic loucura!
XII
,\s dez horas de urna noute de Janeiro de 1840,
CJiristina, convidada pela limpidez da la, to
lu ilhante ^'aquellas noutes, se o cu est desan-
nuvado, chegou janeila, sem correr as vidra-
ctis. Do exterior uo poda ser vista, que era com-
pleta a escuridade dentro; viu, porin Christina,
ous homens parados, na rua, com as cabis
mito conchegadas, era agitada c naudivel con-
vf.rsaco. Teve medo, e correu ao gabinete do
mando a chama-lo. Casimiro, p ante-p, segun-
do a esposa luc recommendava, e>i)reitou, e, sem
iKisitaeo, diss :
Um D. Alexandre; o outro nao conheco.
Vejamos o que fazera.
V!disse Christinaolharam para a ja-
neila do tea quarto.
E urna contemplacao estpida !redarguiu
Casimiro.
Agora csconderam-se debaixo das janellas.
Qnererao escallar a casa!! tornon elle em
ar de mofa.
Quem sabe?! 01ha...l deram um encon-
tro porta do quintal I
que sao ratoneiros de coaves. Que podem
elles querer do quintal senao as tuas couves gal-
legas ?
Tu brincas, meu Casimiro I.. .Olba que isto
6- serio I... E nao passa patrulla nenhuma I...
Calla-te, ereanqa Se te ouvem, perdemos
te espectculo gratuito. Deixa ver no que isto
dispara. I j vera outro estudante, rente pela pa-
rede 'alm I Como elle se embuca!...
l'arou I-disse Christina agitada.
Ser da malta ? I As couves nao chegam pa-
ra todos.
A visinhanca di/.ia que vira entrar um hooiem
de baliua e capa aas escadas de Casimiro Bettao-
court. A opinia geral deeidiu que fora Casimiro
o assas>ino, visto que o^ujeito entrado nao sahira.
Christina chorava, e dizia, ouvindo as vozes da
rua :
Que ser de nos? Prendem-te, Casimiro. Fu-
jamos ... vamos para Villa Cova.
Socega, filha. Se me prenderen, bao de sol-
tar-me Attende-me, Christina : Nunca dirs urna
s palavra com referencia a esle aeontecimento.
Nunca proferirs o nomc de Guilherme Lira. Nun-
ca dirs que eu eslou innocente. Juras-m'o ?
E tu... perdido, meu infeliz amigo.. perdi-
do atalliou ella, arquejante de gemidosdesgra-
nado por minha causa I...
Casimiro apertou-a ao seio, e disse-lhe :
Crs em Deus?
Se creio em Deus...
Crs qne a justica divina me faga padecer
innocentemente ?...
Mas a justica humana... interrompeu ella.
Mulher de pouca fe !!.. Se vistes a sereni-
dad? do mou espirito, vias em mira a intuirao de
Deus.
As autoridades superiores, avisadas do aconle-
cimento e do aulor indigilado do crime, manda-
ram guardar |>or soldados as avenidas da casa de
Casimiro, para o prenderem de dia.
O acadmico deitou-se sua hora regular, e
obrigou a alvoroeada esposa a deitar-se com a f-
Ihinha inquieta.
As tres horas c mela da manhaa rebentou de s-
bito um ruido eslriduroso na rua, depois dealguns
repetido* brados da sentinellas.
Chcgava a tSociedade de Manta araudilhada
por Guilherme Lira, em numero de vinte c tantos
bravos, armados de refes e davinas.
Os soldados outros tantos seriam. primeira
carga inesperada, a tropa titubeou entre fugir ou
defenderse, e nosta perplexidade,soffreu o desai-
re de ser desarmada e contundida com as proprias
armas.
Libertas as portas, Guilherme chamon Casimiro,
subiu e disse imperiosamente :
Foje!
Nao fujo.
Como nao foges?
Nao : salva-te t, que eu me livrarei da jus-
tica.
Nao livras : diz toda a gente que tu matas-te
o homem. Alexandre est vivo, e diz que foste t
quem mataste o seu criado, e Ihe tiraste a elle a
Meu carc-compadre.
D*. Alexandre de Aguilar foi gravmente feri
do, e o seu creado est morto
ment deu-se port da minha casa, ha cinro
i hocas. O povo, a academia e as autsridades ii>-
t digitam-me como antor do successo. Espera
que nasca o sol para me prenderem.
EScrevo-lbe agora, 4 Horas da manliaa. re-
t ceiando que es interrogatorios me tirem o tem-
po no correr do da.
Minha mulher tem cstndo attribntula, mas, co-
mo appellei do seu coracao para a sua ooragem,
t veje-a reanimada e esperancosa da minha absol-
t vicio om despeito do- poro, da academia e das
< autoridades.
ftico aos raeus amige* que nao se afflijam, e
me- creiam forte bastan para lular com o mal
t do mundo. Befugiu-me na vossa. sstima, e sao
< o vusso irmio agradecido.
t C. Btttunrourt.
Ao-apontar o sol, a- autoridade administrativa
auxiliada pela militar. Ixiteu posta de Casimiro,
e esperou rasantes. O proprio acadmico des-
ceu a abrir, offereceo ceremoniosamente a sua
casa-.
Est o Se. presodisse o administrador.
J o sabiarespondeu Casimiro.
Bem. V. S. acorapanha-me. Ir comnosco o
Ss. alferes da companhia.
Como queiram : vou so, vou- cora \. S.. vou
com a escolta: para mim de todo o ponto indilTe-
rente. ,
Dispenso a forca, Sr. alferes, disse o-admi-
nistrador : pode V. Sv mandar-la recolher- eom o
sargento; o Sr. alferes tem de flcar para solemni-
sar a prisao deste academci\ que furriek
Se querem suliir...disse o preso.
Ni), seuhor : v c volle, que nes espera-
mos. ,.
O administrador, em qeanto Casirmrn subiu a
dar as ultimas palavras d* conforto a sua mulher,
disse *> commandante da forca :
Este homem ou est innocente, ou excede t>
do que eu tenlw visto em coragem !
Ser cvn'suno ? replicou o militar.
cyni'sino, nao pJe deixar de ser eynismo
optou o cidstdo iiue propozera o arrombamento
das portas. .
No entanlo, Casimiro dizia a Christina, oepois
de beijar Mafalda
a- ponto ralminante
dous nimigos, que me speravam, e raa^ S'^Sf^ t^^SZ^SS^l ^S'
nmZBan,, T """ m;arrombavani as portas, de pode chear a ferocia hu,i -'C1MWS- hD~
O nome deste homem ira- comigo e com minha. o Sr Km- iverdoou-me f i.a-*- r _
mulher sepultura: nunca nYopergun.e. A^'n.Jt^^SS!y^Uum'
ciedade prclama-me assassino-, embra
_ que expanstve.
So isto nao perdoar. A minvnio me en-
me deenderae salvara. A03-merTo?ftonosnada t.arregoude Ihe notificar o perdaoi mas Sra"f)
respon.lo que me absolya ou condemne \ eremos Cbristina manda dcr, que est porreada Anu
se o jury me v provado assassino. Agora, meu ttiem 0 dinbeiro, quee ouro, e-rasmme a aluibei
aimgo, tem o senhor a sua honra de sentmella a ra da sota i na
sua lingua. Tomemos caf. Sao s duas as dia-
do Senhor.
Foga que o-Llra Idizwn muitas vozes,
convulsas de terror,, menos o eidado da aouraca
dos apostlos, que levou a sna-cabeca ao-visinho
boticario.
Era, com efleito, Guilherme- Lira, cujo sangue
refervia em phrenesi, e sedes d beber o sangue
da humanidade. Infurecia-o o-remorso deter dei-
xado vivo-D. Alexandre Saber elle que o vil de- carecer no-becco de Siseuand,' encontrouum.
venas; mas tambera ha dous-pires : as chavenas'
para os hospedes; os pires para nos, Christina.
Arranja l isso.
Ladislu (itava nos olhos Casimiro, o murmu-
ra va :
Que homem! que desgraoado to digno (Ton-
ta serte!
Vjala o que sao as cousas! eu-ouidenjue
meu compadre me estava invejando esta paz de
coracao!.disse Casimiro.
Horas depois, sabina as duas senhoras a trans-
ferireiii.a bagagem da estalageiu para a casada
courafa dos ajtostolos. Concordram em viver
juntas, as lloras em que era vedado o ngresso
no eanere.
O prosesso proseguiu seus termos, com desvan-
tagent de Casimiro, sem embargo de ser vigiado
pelo priineiroadvogado de Coiuibra, que alcanza-
ra procuracao do ru, depois de militas instancias
suas e de Giritberme Lira.
D. Sueiro de Aguilar tinha descido a Coimbra,
com-comitiva de dous lacaios. o- dlnheiro grosso
para, consoante a sua phrase, erguer, sendo preci-
so, nma forca de ouro, onde perneaste o assassino
de seu irmao.
D. Alexandre crgura-se ao cabo de vinte dias,
e composera as melenas de modo, que o lugar da
extincta orella licasse coberlo de lustrosas espi-
raes. A orelha cancerara,, e cahira, deixando um
orificio hediondo e pustuloso. Guilherme Lira,
quando acertar de o encontrar, dizia-lhe sempre:
Cuidado com a outra.
A outra que ?animou-se a pergunlar D.
Alexandre.
A outra orelha, patife t
O epitheto- gelou de nev a6 cavernas daquelle
vil peito, que se esvasiava o puz pelo esqualor do
ouvido.
D. Sueiro-accelerava aprocesso. e descia de sna
prosapia regirando do advogado para o escrivo,
do procurador para o delegado, do juiz para os in-
fluentes do. jury.
N'uma dessas suadas correras, passando ao es-
clarava ter sido assallado por Casimiro, espioacou-
lhe o odio e a ancia de ir estrangula-h em casa.
Dejiois, va Casimiro preso, sabia j as suas res-
ucademico, que Ihe cingiu ao pescoco urnas maos,
que. pareriam golilha de ferro, o th jogou a cata-
pulta da cabeca, tres vezes, contra a hombreira do.
floreado granito da porta do palacio, onde morreu
postas autoridade, pungLw> o arrependimento, apunhalada a irma da rainha Leonor Telles. De-
de o perder, quando cuidava salva-lo de inimigos i pois, largando-o atordoado. disse-lhe :
Primeira admseslaaao !
zendo-te omeu destino ; naturalmente iref
para a i-adda; e t, como boa gerente o casa
eontinuou elle juvialinenle -irs la ter. depois de
ter dado as ordens para o jamar. Olha que a ins-
taurarlo de um processo por crime de marte nao
obng a jejum, minha filha. Lemhra-te que as.
consciencias puras concorrem milito para o l>om
appetite, c sao ptimas auxiliares do estomago. E
adeus, at logo.
Christina ajoelhou com a filha nos bragos, e oroo,
E, orando, ouvia dizer fra :
Mas como elle vae direito e senhor seu!
Elle se entortar quando Ihe pezarem as
costas os caibros de Portagom!
Ter pena ultima ?perguntava urna rapa-
riga de m vida, e accrescentava : e coiladinho
infames, e nao poder salvado, sem se declarar
elle mesmo o aggressor !
O governador civil, o reitor, as autoridades
subalternas, receiosa* de sublevara acadmica,
instigada por Guilherme tira, preveniram a tro-
pa, e assignaram ordens de prisao dos raais cels-
bres desordeiros, no caso de motim.
A este tempo, estava na cadia (asimiro Betcan-
courl, contrastando, cora, sua quretacao, o reUli-
co, que ia c tira. Christina seguira-lhe os pas-
sos, e entrara apoz d le. Ma falda ia muito riso-
nha e fagueira. Nao allava, mas gesticulaba as
suas caricias, e pendurava-se do cllo do pae, bei-
jando-lhe os olhos.
E Christina observava em redor de si a nudez
a sombra, a iininundicie da salla. Quera cho-
rar -. mas pejava-se do esi>oso, e retinha-t-e para o
nio allligw.
Vollas casa, nunlia filha ?disse-Casimiro.
Olba que sao dei horas, e nos costianamos ai-
mocar s nove. Basta de sacrificio justica hu-
mana. Chrislina Urna lava de mais?
Tu nao eslaes muito triste, pois nao meu
Casimiro?esdamou ella, cingindo-lhe o ptsco-
co, com quanto carinho podem exprimir as angus-
tias supremas.
Se estou triste!.. .Quando me viste mais ri-
sonho, Christina !.. .Alegre, minha esposa, ale-
gre como esta creanca que te sorri! A minha
consciencia est serena como a desla menina:
por isso nos vs to contentes ambo ',
XIII
A carta, recebida em Villa-Cova, foi a primei-
- Eu Merevo-te de easa do administrador, di-1
de I Va grande angustia que alanceou o intimo coracao
de Ladislu.
Correu egreja, e d'ali a urna aldea da sorra,
onde estava o vigario sacramentando um enfermo.
Lamn a carta, e amhos inferiram que o matador
era Casimiro: just inferencia dos termos dola.
Malar disse o vigario consternado Ma-
tar !.. .Eu nao cuidava isto de Casimiro. Nem
ao menos diz que matou defendendo sua vida, a
vida de sua mulher, e de sua filha !.. .Repara tu
na serenidade com que elle diz : l). Alenmdre de
Aijuilur foi grareuente (trido, e o sen criado est
tnortu. Este aeontecimento deu-se porta de mi-
nha casa ha cine horas. O poro, as autoridades,
e a academia, mdigitatn-me como autor do succes-
so. .Se nao fosse elle o autor, diria : imligitam-
(2) A Socicdade da Manta, era ama congre-
eaco de mancebos destemidos que tiveram Coim-
bra atlerrada, e reagiara ao exercito. quando nao
chavara fulrkoi que escadeirar.
orelha.
Ar Dcixaste sem orelha o homem ?
Javte disse, Guilherme : vae na certeza de
que o teu nome nunca ser envolvido na rainha
justificacao.
l'ma voz de fra, disse:
Olha que tocam as cornetas na Sophia, Li-
ra! Vem, que nao temos partido contra o regi-
ment.
Ihinha!...
Detxa-loter atalhava urna velha que m-
nha da missa d'aka c ia a segunda, para depois ir
lerceira. Deixa-lo Quem mata morra! As for-
cas nao se inventaran) para os que moncm, e pa-
ra os que matam. ....
O axioma foi applaudido pe cidadao prudente
c outros snkatOS honestos, cuja garganta zumbara
militas vezes da corda de esparto do hvro \ das
Ordenaces. __* .
E Christina callava a oracSo para escutar, e
or iva para nao ouvir. _
Perguntou a autoridade a Casimiro Betlancourt
o nome, a naluralidade, os annos, o estado, a pro-
lisso, etc. E proseguiu : .
A voz publica e as apparencias dam-no ao
senhor como homicida de um hornera amda des-
conhecido, c tambera espancador de I). Alexamire
de Aguilar, cuja vida est ainda duvidosa. O Sr.
Betlancourt ru destes crimes?
Nao; rcsiiondeu Casimiro.
Ouviu a pergunta que Ihe fiz ? -tomn a au-
toridade suspeitando a surdez do preso.
Ouvi, sim, senhor.
Que responde?
Nada.
Nada?! boa essa !... Malou ou nao ma-
Se ha provas de que fui eu, porque m'as pe-
dem ? Se as nao ha. porque me prendem?
A lei manda interrogar os reus.
Pode ser mas n5o obriga os reas a respon-
. O silencio urna conftssao -redarguiu o ad-
ministrador. -n
o annexim quem calla consente. arvora
do era axioma jurdico. Boa hermenutica I
Modere as suas ironas que a occasiao e mop-
portuna, Sr. Betlancourt. D. Alexandre de Aguilar
Vito de Alarcao Parma d'Eca diz que fra atacado
pido Sr. Casimiro, quaudo passava a sua por.
Se o diz, elle o provar.
A visinhanca depoe que V. S. entrara em
sua easa depois de ter deixado morto um homem
e o outro cabido.
J sei: eu ouvi o parecer de meus visinhos
antes de V. S. os interrogar.
E que diz a isto o senhor ?
Nada.
Diz que est innocente ?
J tive a honra de dizer V. S. que Bao di-
go nada. As provas responderao por mira, e a lei
Adeus!concluiu GuilhermeOxal que le me julgar.
nao arrependas I
Fujamoslexclames? Christina.
Port|iie me oap atiendes, filha?disse raavio-
samente Casimiro, e deseen a fechar a porta.
Poucos segundos depois, estava a rua cogulada
novo e de nais a mais casado, e tem urna fi- me falsamente!.. E raais abaixo : .Vinha mulher
tem estado atlribnlada ; mas como appellei do sen
carneda para a sua coragem. rejo-a reanimada e
espci ancosa de minha ahsoh'icao em despeito do po-
to, da academia e das autoridades.'.. .De que fia
elle a sua absolvieao, so as provas o condemnam
a tal ponto que tudo Ihe contra !.. .0' meu Deus.
meu Deus que conta havemos de dar nossa
consciencia de termos traoalhado para o casamen-
to de Christina eom este malfadado!
Ladislu ouviu a mais larga exclamacao do at-
ribulado sacerdote, e disse com pausa : _
Eu estou em crr que Casimiro nao matou.
O' homem, tu nao entoneles esta carta ?
Pens que entend. Onde diz elle que ma-
lou?
E onde diz elle que nao matou ?retorquiu
o padre.
verdade nao confessa nem nega. Diz
que o apontam como matador. Isto difireme.
Eu leio no Evangelho que Jess Chnsto, quando o
arguiam...
Calla-te, meu irmao! esses confrontos sao
sacrilegos !atalhou o sacerdote, inllammado era
zelo santo.
A minha ntenco era boa. Deus o sabe.
?eja o que fr, eu creio que o meu compadre est
innocente. Um homem, que mata, nao escreve
assim com este socego. Aqu ha mysterio, e con-
tinuar a have-lo. As cartas demorara se ; e, qur
demorem qur nao, amanhaa vou para Coimbra e
Peregrina vae comigo. Desgranada Christina I...
E que ter ella penado? que far sosinha a pobre
menina com sua filha ?...
Vae a Coimbra, Ladislu, vae!disse o vi-
gario.Se criminoso, amparemo-lo se nao ,
ajudemo-lo a vencer as iniquidades do mundo,
querendo Deus que nos sejaraos instrumentos de
sua divina justica. Eu tambera ira, se podesse :
escrever- Ihe-hei as consolaces da religio.
No da prximo, sahiran de Villa-Cova Ladis-
lu, Peregrina, e o menino, a grandes jornadas
para Coimbra. O lavrador levava todo o seu pe-
culio, o ouro de sua mulher, e alfaias de antiga
prat, que havia em rasa. Apearam na estalagem,
e foram d'ali cada. Encontraram Casimiro
sentado mesa de jantar com a filha no cllo, e
Christina a um canto da saleta aquecendo caf
n'um fogareiro.
Nao t'o disse eu?!exclamou Christina,
quando o chaveiro abriu a porta, e deu entrada
aos visitantes.Nao vein carta, vieram elles I
As duas senhoras abracadas fallavam em solu-
cos. Ladislu rompeu tambem em pranto desfei-
to. Casimiro, porm, sereno e com os bracos aber-
ras, dizia :
O meu compadre tambem dama ? I Nao
rivalisemos com as nossas raulheres no seu privi-
legio de chorar!.. .Conversemos como homens.
Est innocente, meu amigo ?perguntou de
sobresalto Ladislu.
Est claro. Vae V. S. recolher-se cadia,
e esperar l a nota da culpa.
Posso ser visitado por rainha mulher o mi-
nha filha ?
Sira, senhor, em quanto a justica julgar isso
de soldados, e muitas vozes diziam que o assassino indilTerentc ao processo
tinha fgido com os acadmicas.
0 melhor arrombarem as portas, cmara-
das dizia um cidadaoQue fazem toces ahi, se
elle fugiu ? arrumbar que nao ha outro modo
de saber se elle est.
Arrombar!contrariou um alferesa carta
constitucional prohibe arrombar; mas bate-se a
ver se falla alguem.
Ou issodisse o cidadao prudente.
O alferes bateu urbanamente. Casimiro abriu
de prorapto a janeila do seu quarto, e perguntou '
Quem ?
E quando pode impecer ao processo que eu
veja minha familia?
Ha casos...
Bom. Becebo as suas ordens.
Vae acorapanha-lo um ofliriai do juizo. O
Sr. Betlancourt inspira-me confianca, e por isso o
alhvio do vexame de ir com soldados.
Agradeeo a confianca mas os soldados nao mo
vexam : cumpra V. S. o seu dever de autoridade.
V, e pense seriamente na sua situacao, que
grave, Sr. Betlancourt. Pode ser que o senhor
esteja innocente; mas as suas desavencas anterio-
E andou.
D. Sueiro, ao outro dia, escreveu a todo;; os go-
vernadores possive* de Coiohra. A polica, fin-
giu que se mecida, e D. Sueiro nao sahiu da cama.
O leitor j sabe que s Guilherme Lira podia
tentar a destruico da melhor podra monumental
de Coimbra com a caneo* e D. Sueiro. de Agui-
lar Vito, etc.
Um homem sisudo da poUoia disse ao rioo-ho-
mem de Miranda :
O meu parecer que V. Exc. v para sna
casa. A meu ver, o lidalgo traz perna a soeie-
dade da Manta, D louvures a Deus em o nao te-
rem matado como izerai a um lentes lia dous ine-
zos ; o perdoara o atrevuenlo do seu servo em o
aeonselhar. Em quanto a mim qnem quebroua
cabera de V. Exc. foi o Guilherme Lira Mas vo
l prende-loy c de mais. a mais, sem provas Bem
aviado estava eu Ec bate-se con um regimen-
t, e capaz de arrazar Coimbra, e mais os seus
trinta corapanheiros.
Entao isto aqui um serlfo de selvagens !
bradou SueiroAs leis...
As lds estudam-se aqu -disse o cadimo
aguazile o Guilherme Lira sabe-as bem, que
quintantsta de direito; mas o malvado despreza
as les de papel, e tem l urnas de pu para seu
uso... para seu uso, nao digo bem: para u.o
daquelles que as levam impret-sasnas costas Fjn-
fini...
O homem da justica cncclheu os hombros, e des-
ped u-se.
No da seguinte, D. Sueiro foi para Miranda, e
levava anda uns parches de alvaiade na testa, e
uns pontos nos tegumentos sobrejacentes aos ossos
parictaes.
D. Alexandre flcou ; porm, assim que o sd in-
clinava ao poente, reeolhia-se. Guilherme Lira
entrava em casa todas as noutes. e espreitava-o da
janeila. Cada noute, ao vor-lhe a luz no quarto,
ou a sombra nos transparentes de cassa. arrepda-
va-se. Dizia com piltoresro chiste o feroz acad-
mico a Casimiro : a vida daquelle homem psa-
me como um burro sobre o peito
E Betlancourt pedia-lhe encarecidamente que
o deixasse, por ser um estorvo millo sua liber-
dade.
Ruy doNellas, conscio do successo, mandou cha-
mar vigario de S. Juliao da Serra, o informou-
se. Padre Joao Porreta relatou de cor o conthe-
do da primeira carta de Casimiro, e mostrou duas
linhas d'outra de Ladislu, que dizia : Casimiro
est innocente. Casimiro victima da ana honra.
Nada mais te digo, porque s isto me e permittido
dizer, e a ti smente, me irmao.
E tu crs na innocencia de Casimiro ?
perguntou Buy.
Creio meu padrinho, como creio que
vivo.
E elle deixa-se ir revelia ?
Nao |.osso, nem sei responder V. Exc.
E' preciso que eu o proteja. E' preciso, que
elle marido de minha filha Os de Miranda nao
liao de levar a melhor.
Que qur V. Exc. que se faca.
Que vas a Coimbra, e leves dinheiro para
elles, e para a justica..
desnecessaro dinheiro. Meucunhado foi
prevenido.
Deixa-to ir. O dinheiro, que eu mando,
meu ; quero que minha filha o receba. Eu vou
mandar o meu capelln substituir-te na egreja, e
tu partes j para Coimbra.
Recebo as ordens de V. Exc.
Vamos ver quem vence!eontinuou ofidal-
go, apertando os alvolos, onde os (lentes ausentes
nao podiam rengir.Os de Miranda tem muita
proa ? Deixa que eu vou abater-lha Vae,
Joao. que l iro urnas cartas. Se Casimiro ficar
condemnado, tu ou leu cunhado vo para Lisboa,
e entreguem as cartas, onde cu mandar. L est
minha irma, a condessa de Asinhoso. Ha vinte e
tres annos que nao Ihe escrevo ; mas sei que ella
est morta por fazer as pazes commigo.
Bom seria que estivessem feitasdisse res-
petosamente o padre.
verdade ; mas que queres ? orgulho de
parte a parte .. E sabes tu porque eu despresei
rainha irma ?
Nunca V. Exc. me deu a honra de m'o re-
velar.
Pois eu t'o dirci, quando voltares. Foi um
caso de honra, que os de Miranda nao costumam
castigar.
L tem em casa urna irma do pae, que fugiu do
mosteiro de l.orvo, e deu escndalo. L a tem..
e nao pdem crep as pedras dar mas.... E vi-
nha c D. Sueiro vituperar-me porque eu nao man-
dava matar Casimiro I .. Olha quem !.. Se eu
tivesse tantos santos a pedir por mim, como d ve-
zes mo tenho arrependido de Ihe dar a mibha
morgada I... Forte brutalidad.- !... Cegatim-
me as vaidades de reatar as duas casas dos mais
antigos ricos homens da Beira e Trazos Montes !
Emfim... o que eu nao consinto que da casa de
Miranda vo matadores professos assassinar o ma-
rido de minha filha... Sao horas... Aqu tens
um cont de ri's em ouro. Parte, Joao ; c escre-
ve a dizer o que se passar. D muios beijos na
minha afilhada, e diz a minha filha ... que Ihe
perdo !
O vigario ajoelhou diante de Bnv de Nella e
claraou :
Deixe correr as minhas lagrimas de ale-
- Que pressa I.. .responden em ar de graca gria sobre as suas mos, mea nobre, meu virluoso
o preso.Parece que o meu compadre sahiu de
casa com essa pergunta flor dos beifos. Ora,
diga-rae : se eu Ihe responder que matei o deser-
tor, e feri de morte o lidalgo, o meu amigo retra-
me a sua man pura e generosa T
Nao. Casimiro s matarla um homem de-
lendendo-se. Foi em defeza que o matou ?
Vou resnonder-lhe; porm, requeiro sua
nobre alma um juramento antes de me ouvir. Nao
Ihe digo que me jure por seu pae, pela vida de
sua esposa ou filho : jure por sua honra.
Jurei.
Agora saiba que eu nao matei, nem mandei
matar.
Oh meu amigo!claraou com agitada vehe-
mencia Ladislu.
Nao falle mais alto que eu, meu compadre.
padrinho
Nao fiques agora ahi a chorar, homem !Disse
o velbo erguendo-oAqui estou eu tambem
Christina fez um gesto, significando ao padre
ye enlregasse o dinheiro ao marido ; Casimiro
fez outro gesto, indicando Ladidu:.
Entao que resol vem ? disse o padre.
Besolve minha mulher, disse Casimiro
que esse dinheiro passo ao peder dh- nosso raor-
doino. o Sr. Ladislu Tiberio Mito db Villa-Cova,
em cujo cargo hemos por ben r.omea-t* para Ihe
fazermos honm. Assim de ve formular as suas no-
meacoes que tem, como eu, guarda o* oflkial a.
peala.
Ladislu, soriindo. respondsu :
A nao-servir de mais, di'ixanvm ser mor-
domo. Eu guardo o dinheiro, edarsi cuntas.
Bclatou o padre a sua chamada a Pinhel, e o
sentir do lidalgo. com a pronwssa dat ranas para
l.isba, casoo xito do proeesso fosse funesto em
primeira instancia. Acrosc-ntou que- Ruy de Sel-
las tinha mnita confianca no vaiimen de sua it>
ma, na capital, a senhora coatk-sa de Asi-
nhoso.
E' a primeira vez que ouco (aliar n'essa jrr
ma do Sr Rny disse Casimiro Nunca me
fallaste em tua ta, Christina.
Porque- a tinha esquecido re^pondeu as-
nhora Eu e minhas inai mais novas aindaJia-
poucos annos soubemos qu; trahamoi em Lisnc*
urna lia. Ignoro as desinttlligeucias que s4-
ram entre ella e o pap muito ans de en-MS-
cor. O certo que em nossa casa nunca se. fil-
lou em taJ lia, e diante do pap sena perigeso fal-
lar.. Muito me espanta agora que elle queiu ns-
erever-lhe Vejo que meu pae est mudado -
Sabe que desavenra de, familia foi essa, ptr
dre Joao ? perguntou Reitancourl.
Nio, senhor. Ning;uem o sabe, era,.PiabL
Apenas sei que em Lisboa viven desde menina, a
irma doSr. Ruy de Sellas, en companhia. de om
grande Iklalgo seu tio, e maisus dous irn ostUU
segundos. Tambera sei quo estes irmacoJmor-
reram, e que a senhora ea:ou com o coade de-A-
sinlioso. E'oque euseide un clrigo vindo de
Pinhel, que a viu em menina, e me disse ser ella
vmto annos mais nova que o morgado. lleve hoje
ter, por tanto, a senhora condessa -vjar.eaia o
seis.
Sobre este incidente exhaurin-se aqui. a pratica,
em que! Betlancourt, de condifo schaaadora em
cousas mysteriosas, mostrava estar muito entre-
tido.
0 sollicto patrono de Casimiro, sabendo. que o
sogro do seu cliente o protega em Lisboa, e quasi
seguro da condamnaco do ru no tribunal conim-
bricense, enredouoiroeessode mod. .que. no caso-
de se provar '.crime cmjury, houvessc direito a.
pedir um recurso por nullidades, sem ser ouvido
o tribunal do segunda instancia. A lei orgamsa-
dora dos procesaos em Portugal, raz de raais leis
que tem o universo, urna corea- bamba quo se
prest a salios maravilhosos sb o.pede um hbil
volatim. Vae o processo para Lisboa, dizia o ju-
risconsulto, e l, se o braco fr (orle, os autos
vem arremessados cara do juiz, e o juiz d abar
de soltuaa ao preso.
Este salvador miento do cacsidico foi revelado-
a Casimiro, cora grande alegra, pelo vigaric* Eo.
preso jesiwndBtt :
Naoquero! Diga-lhe aue]nioquerc. Hade-
ser a lei, sem eoacco, sem rorcedura, sem vea-
me de podorssos, que me hade abrir a exponen -
ca ; nao im|wrta. Quero experimentar, at que
ponto um ru innocente pode ser torturado. Hfcir
de ir de condemnaeo em oonderanafo, at poder
dtoev : < Acuda-me* a justica divina, que a dos ho-
mens infame I
Mas atalhou o padro- se as- provas- sao
taes que a lei o hade fenrosamente r*conhe*er cri-
minoso ?
Nao sao tal As provas pernittem fue as
deslrna o ardil de urn. babil jurisconsulto. E' isto
eer^l
Pois bem : en quero que a tei as anniquile.
o nao a tra|wca ; que este acto se curopra luz
da sul. luz de todas as consciencias,que me con-
demnam. Que taz que as influencias poderosas
me librtelo, so o mundo hade dizer : isalvaram-
no as influencias! o ferrete de homicida l o tem
na test > Nao quero, Sr. padre Joao Agradem
ao compadecido patrono ; mas avise-o de que eu
ser, no tribuna! o interprete mais severo d,\.
contra mim.
O advogado. quando tal ouviu, pasmou. e diss .
E' um doudo inaior da marca esle homem I
Creio que ir da cr.da para a enfermara dos
alienados !
E proseguiu :
E' vergonha azer-lhc cu urna pergUBa. Sr.
padre Joao : Casimiro Betlancourt malou un ho-
rnera e espancou o outro ?
O padre nao respondeu. E o advogado re-
pet u :
Matou ou nao?... Pois o Sr. cala-se a esta
pergunta '
Calo, sim, senhor doutor. Nao posso respon-
der.
Est claro Outro doudo ... Que esquisi-
la familia esta J fiz a mesma pergunta mu-
lher do preso: silencio! Interroguei Ladislu.
Tiberio: silencio.....O senhor padre Joao Fer-
reira ..
Silencio! atalhou o vigario.
Nem a mira, que sou seu advogado tornou
com zedume o doutor ha urna pessoa que me
diga malou ou nao ?
Hadisse um acadmico que entrava.
Es tu? perguntou o advogado a Guilherme
Lira.
Sou eu. Casimiro Betlancourt nao matn
Tu vaes advogar a causa do homem mais honrado
e innocente do mundo !
Posso dar-te como testemunha. Lira I
Da sua honra e innocencia podes : mas
nao me cites, que eu.....ouve-me.....eu hei-de
tirar Casimiro da forca.
Santo Deus exclamou o vigario. lavado
de sbito suor Da forca! Pois caso de senten-
ca ultima ?!
Se a sentenca ultima inapplicavel neste
caso, disse o advogado nao sei onde est no
cdigo penal o crime condigno Mas nao se falla
aqui em forca... Pensemos...
Nao pensemos...interrompeu LiraDeixa
correr o tempo, que pensa por nos.
Padre Joao foi contar a Casimiro o qujouvira
em casa do lettrado, citando o nome de Lira.
O acadmico recolheu-se, voltou a face, e o
sentido apparentemenle,- sobre outro assumpto. e
disse em sua mente :
Que intenta fazer aquelle desgranado ?
Pergunta que o leitor se dizna fazer-me ees-
pera resposta.
XIV
0 padre Joo Ferreira escrevia miudamente ao
lidalgo de Pinhel, e o mesmo D. Christina, bem
que Ruy de Nellas to smente respondesse ao pa-
dre, aecusando a recepcao das cartas da filha, com
a incumbencia de dizer a Christina qne Ihe eram
agradareis as suas lettras. De Casimiro Betlan-
court s dizia o necessario, attinente ao processo.
Entre o velho e D. Sueiro corra declarada ini-
misade. J o de Miranda sabia que seu sogro pro-
tega Casimir.-. Escrevera-lhe altivo reprovando
amargamente a incongruencia lo seu proceder. O
j]e Pinhel respondeu que o marido de Christina pa-
decajnnoceiite. e D. Alexandre menta iniputan-
do-lhe^ynorte do faccinoroso, de que elle, villa
inenle^fcroinpanhava. Replicn raivoso D. Suei-
ro, docsia^^ft sogro, e .-jaculando phrases de la-
caio a propos^^Justre de sua nica, sujaoa por
um, posto i|ii ^^jlf^-jiifii de seu tronco. Ai pa-
lavras subhnhadas amontsram agrmente llar de
Nellas I Este repto, quinientos annos antes, daa
de si guerra a ferro e fogo entro os dons ricos ho-
mens. \ .
Mas agora, n'este tempo do calman podre, em
que as injurias se casligam na pqlicia correccional
com multa de dex tustes e rustas do processo, Rny
de Nellas rebaleu a provocacao com outras naome-
1 nos pungentes que certeiras injurias. 5 foi caso
proseguiu enchugando os olhos-Vae. que sao! ^ur-lhc c-velho se a madre Nazaretb, ugi-
,s- ., da do mosteiro de Lono, em 1810, e agarrada
A appancao do vigario na saleta da cada foi por ordem regia as encruzilhadas do inferno, e
saudada com um hrado de alegra. Cercaram-no neuida no tronco para se depurar dos virios, seria
todos, e beijaram-no todos. i am arf0 meritorio do tronco dos Parmas d'Eca.
Eu so dou beijos em creancasdisse elle em a0 qua| elle Ruy de Nellas se glorificare de ser es-
tremores de exaltacao Sra. D. Christina deixe-me tranho ? Chegdas a tai extremo as insolenrias
dar a sua filha os beijos do av. / a reconciliado era impossirel, anexar mesmo das
Fallou com o meu pap Iexclamou ella. fras tentativas de D. Guiomar, que nunca fra
Esta muito zangado contra o raen pobre Casi- amorosa filha era irma.
miro?
roz
Isso est, minha senhora! zangadissimo, fe-^
Cuida que foi elle quem...E reteve-se,
I

i fc
J
(Continur-sf-ha.)
que pode ser ouvido. Nao matei nem mandei ma-, relanceando os olhos ao marido, que a observava.-------------- ------ .-,
tar, nem folguei com a morte do assassino traziao I Nao sei o que elle cuida.. .-volreu o pa- PERNAMBUCO. TYP. tS M- F F. 4 FILHO
MUTILADO!.

'


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EAMH143NU_ZBWG1D INGEST_TIME 2013-08-28T03:36:28Z PACKAGE AA00011611_10241
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES