Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10240


This item is only available as the following downloads:


Full Text

------------
V
AMO XXXIX HOMERO 260.
Por tres mezes adiantados 5SOOO
Por Iras Mezes vencidos 6SO00 '

QUINTA FEIRA 12 DE N0VEMBRO DE 1863.
Por anno adiantado. .
Porte para o subscriptor.
19*000
3$00
DIARIO DE PERNAMBUCO.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO NORTE
Parahyba. o Sr. Antonio Alexandrino de Lima'
Natal, o'Sr. Antonio Marques da Silva; Ararat v, o
Sr. A. de Lemos Braga; Ccar, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranhae. o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro dt C: A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SfBSCRIPCAO NO SUL
Alagas, o Sr. Claudino Falco Dias; Rahia, o
Sr. Jos Marlms Al ves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martius A Gaspariuo.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassu*, Goyair^ e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Santo Anto, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru',
Altinho e Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazaretb. Linioeiro, Brejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu", Cabrob,
Boa Vista, Ouricury e Exu' as quartas feiras.
Serinhem, Rio Fornioso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Ilha de Fernando todas as vezes que para ali sabir
navio.
Todos os estafetas partem ao */, dia.
EPHEMERIDES DO MEZ DE NOVEMBRO.
3 Quarto ming. aos 8 m. e 26 s. da t.
11 La nova as 4 h., 34 m. e 14 s. da m.
18 Quarto cresc. aos 12 s. da m.
2o La ebeia as 5 h., 16 m. e 20 s. da m.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 2 horas e 6 minutos da tarde.
Segunda as 2 horas e 30 minutos da manhaa.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sol at Alagas a 5 e 25; para o norte at
a Granja a 7 e 22 de cada mez; para Fernando nos
dias 14 dos mezes dejan, mare., mato, jul, set. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Reeife : do Api puros s 6 A, 7,'7 '/j, 8 e
8 Vi da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatxo as 6 /j da m.; do Caxang e Vanea s 7
da m.; de Bemfica s 8 da m.
r ^ ,ReKfe,,: para APiP<,<* 3 'A. 4, 4 A, 4 >/2.
' J-' t* e 6 da tarde'' Para 01inda as 7da
manhaa e 4 /j da tarde; para Jaboato s 4 da tar-
de ; para Caehang e Varzea s 4 Va da tarde; para
Bemfica as 4 da tarde.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relarao: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphaos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao meto
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde. .
DIAS DA SEMANA.
0. Segunda. Ss. Urslssin e Agripino bb.
10. Terca. S. ndr Avelino f.; S. Nympha v.
11. Quarta. S. Martinho b. ;S. Verano b.
12. Quint. S. Martinho p. m.; S. Livino b. m.
13. Sexta. Ss. Arcadio, PaurHIoeZebina v. mm.
14. Sabbado. S. Abilio diac.; S. (lorias m.
15. Domingo. S. Clenientino m.; S. Filomeno m.
ASSIGNA-SE
no Reeife, em a livraria da praea da Independencia
ns. 6 e 8, dos proprietarios Manoel Figueiroa da
Faria h Filho.
PARTE 0FFICIAL.
GMBM DA PROVINCIA.
Etpeiliente do dia 9 de novemhro de 18G3.
Offlcio ao brigadeiro commandante das armas.
"Expera V. Exc. suas ordens para que se apresen-
te ao Dr. chefe de polica como solicitou, urna for-
ra do 10 praras commandada por oficial para es-
coltar criminosos at o termo de Villa Bella. Com-
municou-se ao Dr. chefe de polica.
Dito ao mesmo.Em vista do que V. S. me de-
clara em sua informacao de 7 do eorrente, sob n.
843 recommendo-lhe a expedio das convenientes
ordens afim de que pela collectoria da villa do Li-
moeiro sejam pagos os vencimento do destacamen-
to all existente, composto de um inferior, um ca-
bo, dous anspecadas e oito soldados do 2o balalho
de infantaria. eerto V. S. de que as referidas pra-
ras foram sorcorridas desold at 15e de etapa at
:il tudo de outubro prximo passado, conforme de-
rlarbu-me ohrigadeirocommandante das armas em
ofllcio de 4 do Torrente, sob n. 2054.Communi-
cou-so ao brigadeiro commandante das armas.
Dito ao mesmo.Em vista da conta junta em du-
plcala coberta com o parecer do delegado do ci-
rurgiao-mr do exercito e que me fui remettida
pelo director das obras militares com o fllcio de
de hoje sob n. 240 mande V. S. pagar Joo dos
Santos Ferreira Barros urna vez que nao haja incon-
veniente a quanlia de 1805878 porque contractou
fazer no quartel da companhia lixa de cavallaria
os rncenos indicados na referida conta.Commu-
nieou-sc ao director das obras militares.
Dilo ao mesma.Transmiti V. S. paraos fins
convenientes a inclusa copia da acta do conselho
administrativo para fornecimento do arsenal de
guerra datada de 30 do outubro ultimo.
Dito ao mesmo. -PJe V. S. conforme indica em
sua intormarao de 6 do eorrente sob n. 839, man-
dar pagar ao 3* escripturario dessa thesouraria
Joaquim de Lima o Castro sob minha responsabili-
dade nos termos do 'decreto n. 2884 do 1 de fe-
vereirode 1862 a quantiade 300$,aque tem direilo
pira 1 estabelecimento visto haver sido removido
da ilo Piauhy, com a condceo porm de Ihe ser
descontada a de 2423 que rcebeu naquella pro-
vincia para preparos da viagem dusuamulher e de
um criado, caso nao sejam essas pessoas transpor-
tadas da capital do Maranbao onde se achara para
aqoi dentro de 3 mezes.
Dito ao mesmo.Nao havendo crdito para pa-
mento da vaga de 3 escriptnrario da mesmathe- qual a Dinamarca manifestarla de novo e expres-
sourana.Fizeram-se as necessarias communica- smente a sua resolucao de considerar o compri-
mes, ment da exe-raco como a abertura da guerra de
Dita.O presidente da provincia, tendo em vis- parte da Allemanha.
ta o que requereu o 3 escripturario da thesoura-
i ra de fazenda Manoel da Costa Ribeiro, e bem as-
sim o que a esse respeito informou o respectivo
inspector em ofllcio de 6 do eorrente sob n. 838,
A respeito da questo poloneza pouco temos de
dizer.
Entro Pars, Londres e Vienna continuam com
muita viveza as negociacoes acerca do futuro pro
da emissao fo
vendo a descontar
resolve conceder-lbe 3 mezes de licenca com ven- cedimento commum para com a Russia. Quanto
rimemos, na forma da lei, para tratar de sua sa-1 aos resultados suppostos, as noticias sao muito di-
de onde lite convier. vergentes.
Dita.O presidente da provincia, attendendo a | ltimamente se dizia qne se havia realisado um
que o Africano livre JooBaptista ha prestado ser-
vicos por espaco 14 annos, e tendo em vista a in-
formacao do respectivo curador de 27 de outubro
prximo lindo, resolve que, de conformidadade com
o disposto no aviso do ministerio da justica de 4
accordo, a saber, que agora seriam dirigidas pelas
tres potencias novas notas idnticas Russia, con-
vidando a mesma a cumpriro eonheeido program-
ma dos seis pontos, lembrando os perigos no caso
de recusa. Se isso se confirmar, pensamos que o
de fevereiro de 1862, ao referido Africano sepasse principe de Gortscliakof nao ter de assustar-se
carta de emancipaco com a clausnla de tomar oc-! da demasa de anime e audacia dos seus adversa-
cupaco e residir nesta cidade, nos termos do de-; ros.
creto n. 1303 de 28 de dezembro de 1853.Fize-! _Em todo o caso urna semelhante nova declara-
ram-se as necessarias eommunicaedes. i cao sobre o papel nada mudar no estado das cou-
Dita.O presidente da provincia, attendendo ao j sas. Entretanto a insurreicao na Polonia, ver-
que requereu o tabellio do publico, judicial e no- i dade, nao se acha anda concluida, mas as suas
tas e esrrvo de orphaos, capellas e residuos do torcas tornam-se visivelmente mais fracas. Tem
termo de Ipojura, Antonio dos Santos Pinheiro, re-: anda lugar combater, de vez em quando, mas em
sol ve conceder-lbe 15 dias de licenca para ir ao maior parte vence a supremaca da Russia, e on-
termo de Barreiros. de tem lugar o contrario, as victorias dos insur-
-------- gentes nao tem resultado duradburo. Apezar dis-
Drspachos do dia 9 de novembre de 1863. so tudo conOrma-se, que o governo nacional occul-
Heqttcrhnentos. i t' 1ue. a'nda bravatea s espreitas da polica rus-
Antonio Guimaraes de Almclda Pocas.Espere M' ,!Sla resolvido decontinuar a luta tambera du-
que baja crdito. i rante invern, em quanto que os Russos se pre-
Francisco Alves Veiga.Informe o Sr. inspector' Pam para a mesma, mandando tropas sobre tro-
; do arsenal de marinha. P*s Para a Polonia, alim dse acharem hahilitdos
Dr. Francisco Carlos Brando Dirija-so the- de oceupar mesmo a mais pequea cidade com
1 souraria de fazenda. uma guarnico, bastante forte para dominar a
Joaquim de Lima e Castro.Dirija-so thesou- ma's Prxima vizinbanca.
raria de fazenda. x;a Transylvania a dieta finalmente resolveu as
Jos Lourenco da Silva.-Remettdo ao Sr. ns- "R'nws semanas a sua adheso conslitucao ge- ...
peetor da thesouraria de fazenda para mandar pas-, ral da Auslria de 26 de fevereiro de 1861, no-1 ojo garantidos 101 y{.
sar titulo de contormidade com a sua intormarao meando entre os seus membros, deputados para o As nossas rompanhias frreas arham na* ron-
de 7 do rorrente. parlamento central em Vienna (Reichsrath.) Hoje dicoes seguintes :
JooBaptista, Africano livre.Passe portara,' esses devem ter entrada no mesmo, eespera-.se Acedes da estrada de ferro do Reeife 17 1|2 a
concedendo a emancipaco requerida. i uma demonstracao particular para celebrar esse & [g i(2, havendo baixado de 1 na ultima quin-
D. Josephina Benvmda da Cunta Souto Maior.' acJ- A Izena.
O ministro das flnancas apresentou ao Reichs-! Arrors de S. Paulo 9 de entrada tendo 1 {
rato a proposta de autorisarao para um novo em- ,ie pri-mio; e as da Bahia rom entradas pagas a
, presumo de noventa e seis milhoes, e o barao de 19 1|2 e 20
o Sr. di-1Sina um 8[ande banqueiro de Vienna j se en-1 Na reaao que ltimamente lioiive na rompa-
romo j dlsse do 88 0)0; mas ha-
lar a rommissao d.js banqueiros e
aespezas rom impressao de apolices, etc., pderal-
86 lizM)S'"' gov,'rno iml)t'rial recebera liquih
Portugal araba de contratar igualmente nesta
prara um emprestmo publico com a rasa Stern A
Brothers para o completo aeabamento dos seus ca-
minos de Wm ,. da Ttarfc publica.
A somma pedida de ai 2.500,000:000, sendo o
prero da emissao 48 0|0 e o juro de 3 0|0. Uma
liarte dessa quantia foi resrvada para os capitalis-
tas portnguezes, de modo que para esta (iraca ha
um milhao c meio eslerlino a subscrever e que j
esta subscripto.
As apolices arham-se rom o premio de S 3|8 a
X 1|2 havendo apenas sido realisado o depo-
sito.
O pagamento ser feito em quatro prestaces
rom intervallos |Kmro mais ou menos de um mez,
Ijodeudo ser porm feito promptamente com um
descont rasoavel.
o segundo emprestimo que rerentemente tem
aqu feito aquelle paiz, cujas (naneas parecem ha-
ver memorado atiento o progresso que vai fazendo
em suas rondir.oes materiaes. -
Entretanto o publico nglez olha anda rom uma
rerla desrontlanra para o thesouro portuguez, qQe
ja |x)r vezes tem Iludido a boa f dos capitalistas
inglezes.
Os fundos brasileiros de 5 0|0 ficam a 99 1|2, a
100. e a dividendo; e os de 4 1|2 0|0 a91 1|2, ten-
do i-stes a nivellarem-se com os do recente empres-
timo.
Os uortuguezes de 3 0|0 estiio a 49 0|0.
Consolidados inglezes 3 0|0 fleam a 92 7|8, c 93.
Fundos chilenos 6 0|0,101 1|2; ditos dmamarque-
zes 85; e ditos 4 0|0 88 1|2; gregos 5 0|0 30 0|0 e
31; xkaaos 3 0|0 42 1|2; russos 5 0(0 93 1|2 ;
hespamioes 3 0|0 55 ; sardos 5 0(0 89 ; turros 4
Em vista da informacao do agente fiscal da il-
luminarfio, a supplicante nao pode por ora ser at-
tendida.
N'arciza Ferreira da Veiga. Informe
rector do arsenal de guerra.
EXTERIOR.
carregou da negociado do mesmo, o quai ser col-1 nhia do Reeife, a assembla geral manifeMou a vi-
locado principalmente no exterior. I Va ronflanfa que tem no governo imperial, o qual
P. S.-I\esle instante recebemos as pnmeiras ao deixara de acceder as justas reclamacoes da
- paga
inento sob minha responsabilidade nos termos do
decreto n. 2884 do 1 de fevereiro do anno prux-
mo passado.
Dito ao inspector da thesouraria.De conformi-!
dade com a sua informaTfUr de 7 do eorrente sob '
n. 553, mande V. S. pagar Romao do Reg Bar-
ros somente a quantia de 105 proveniente do alu-
gucl de ummez vencido em 17 de outubro ultimo, I
la rasa ouc serve defquarlel ao destacamento exis-
tente nXfrcguezia da Varsea e-para esse (im resti-
tt'io o recibo reilo em duplcala e na Importancia de
205, que me foi remettido com offlcio do chefe de
polica n. 1476 de 26 do citado mez de outubro.!
ttommunicon-sc aoDr. chefe de polica.
Ditoao mesmaAccusando rccebidooofcio de
7 do eorrente, sob n. 555, em que V. S. me parti-
cipoo haver Jos Antonio de Araujo dando por lia-'
dor Antonio da Silva Gusmao arrematado com o
abate de um por cento nos respectivos oreamentos
as obras dos reparos da cadea da villa de Seri-
nhaem e da ponte sobre o ro Mamurablnha na es-
trada provisoria de Tamandor, tenho a dizer em
resposta que approvo taes arreraatacoes.
Dito ao mesmo.Em additam.mto ao mcu oflcio
do Io de outubro ultimo, transmiti V. S. para o
fim conveniente e j authenticadas com os vistos :
contas que vieram annexas ao seu de 16 de setem-
bro deste anno, sob n 461, relativamente as des-
pezas feitas na importancia de 1755200 res, com o
sustento dos presos pobrts da cadeia de Tacaral
t. contar de 11 de abril at 31 de junho do mesmo
r.nno, as quaes para torera esse destino me foram
rejnettidas pelo chefe de polica com offlcio n.
1523 de 7 do eorrente.
Dito ao commandante superior da guarda na-
cional de CabrobRemeti .i V. S. e.n resposta
ao seu offlcio de 26 de setembro ultimo, copias das
notas dos direilos, sello, e emolumentos que tem
de pagar os offlciaes da guarda nacional dessa co-
marca notmados por decreto de 18 de mato deste
anno. e mencionados na relarao junta ao meu offl-
cio de 22 de junho. aecrescendo que nessa mesma
data enve cada um dos nomeados copia da nota
que Ihe dizia respeito.
Dito ao commandante do presidio de Fernando.
Recebi com o seu oflicio n. 97 de 14 de outubro
ultimo, a planta do edificio destinado as offirinas
desse presidio e tenho a dizcr-lhe em resposta que'
approvo a deliberarao que V. S. tomou de mandar
ve maior concorrencia dos eleitores primitivos as de agradecimento da assembla geral.
eleiroes, do que as duas ultimas vezes, e o resul- Os asaos meros a venda nos divers
tado 6 uma victoria bnlhante,sem exemplo do par- dos da Graa-Hretanha
tido liberal. Dealgumas noventa cidades.dos quaes fll,
se conh.ee al agora o resultado, foi s a pequea ; Em Liverpool o algodao de Pernambueo de pri-
cidade da Porumerania Slolp, na qual o partido ( mi.jra ,,ua|idade obtove na ultima semana a to-
rsos merca-
pelos seguintes pre-
i oii5ii:sioi\s;\ a io ii.%
RIO li: PERXAMB1JCO
IIAMBIRUO.
21 de outubro de 18C3.
0 da 18 de outubro foi um grande dia de festa conservador pode conseguir "urna pequea' maio rao"*' 29 d. a 30 d. per libra variando enlre 25 d
lo quinqua- na de eleitores. Muito mais brilhante do que a ,'. t; d. ci
para toda a Allemanha, a celebracao do
gesimo anni
romper
bre a Allemauba
centro de todas as festas, foi a celebracao na cida- e,c- Faltam anda noticias completas do resulta-
de de Leipzig. \ do das etoicoes no campo, mas o que at agora se
As municipalidades de Berlin e Leipzig se en- sai>e>e na0 menos favoravel pela causa liberal,
contravam na idea de tornar o anniversaro da -----------
>mo termo mnimo ; e o do Maranbao es-
inniversario da batalha de Leipzig, a qual vez passada foi a victoria eleitoral da opposico i ^ rotado a 24 d. 1|2 por libra
o jugo do governo francez, que pesavaso- Jumeadamente em Berlin, Breslau, Danzig Magde-1 Eti> genero arha-se muito eeeasi
lemanita durante cinco feraves annos. O burgo, Menel. Elberfeld.Slettin, Colonia, Bonn, ele, raikisurredendo que a primeira
grande batalha, o motivo de uma grande festa na-
cional, reunindo os representantes de toda a na
cao em Leipzig, e em consequencia dirigram a to-
das as cdades de Allemanha o convite de manda-
I.OMUtKS.
Londres, 23 de outubro dr 1863.
A mala do Brasil com a correspondencia da til-
re n delegados para a mesma festa. Mais de du- tima quinzena do mez do setemhro chegou a Bor-
srasso naquelle mer-
que a primeira qualidade est
quas) esgotada na actualidade.
Cacao do Brasil 46 s,59 s. per cwt.
Caf do Brasil de primeira qualidade 74 s.--84 s.
per cwt; segunda dita 69 s. 6 d;73 s. 6d.; e or-
dinario 62 s.69 s.
Pao Brasil de 70s 75 s. por tonelada.
Assurar brinco de Pernambueo e da Parahyba
23 s.26 s. 6 d. per cwt.
Couros salgados 4 d. 1|2 a 6 d. ir libra; see-
e seceos salgados 4
untas cidades, entre as quaes alm das duas con- dos no dia 19 do eorrente, e foi aqu racebida no I eos 6 d. a 6 d. 1|2 jn.r libra
vidantes, notaremos Vienna, Brunn, Olmeitz, Bres- dia 21 por via de Paris. id. 1|2 a 6 d. M.
lau, Koenigsbcrg, Danzig, Stettim, Magdeburgo, As folhas ingieras, referindo-se tentativa que i Seguirn d inulaterra para diversos poatos do
Dresde, Halle, Cassel, Hanover, Augsburgo, Brun- fizera a corveta federal Mnhiran. na barra do Rio Brasil os seguintes navios: de Liverpool Man
swik. I.ubcck, Bremen, Hambnrgo, Coburgo, Jena, de Janeiro, paraapresar a barca ingleza Giireque I Adelia (9) para a Babia; de CardifT Lillinn (9)
Gotba Stutigart, Carlsrube, Weinsar aceitaram o sob outro nome pertencera aos confederados, menci- para Pernambueo : de Londres Mrlodv (11) para
convite c acharam-sc representadas em Leipzig onaram que o governo imperial cassara os papis a Babia ; de CarduT Xora (13) para Bahia ; e
por cerca de selecentos deputados. Tambera se daquelle navio mercante afim de que impedindo-' de Liverpool Berbir.c (20) para a Bahia.
Albtrture
de Macei
(13) a Fal-
Enra (17) a
acbavam convidados, custa das cidades que to- Ihe a sahida do porto brasleiro "lograsse evitar i Do Brasil chegaram :
mavam parte, todos os veteranos allemaes, que ha aquelle desacato por parte da corveta federal. A mouth do Rio-Grande, e
cincoenta annos tinham combalido perto de Lei|>- barca Cruce, bem como outros navios inglezes as Liverpool.
zig, dos quaes compareceram nao menos de 1,063, mesmas circunstancias daquella, ficaria sob a iNo deixarei de mrnriomr mi n verrin' ,,,,.
pela maior parte ancioes debilitados mas entre el- proteccao da nossa fortaleza de Vilegagnon e dos couS o Ir s pSou^dffoXriwiS Z
es tambera alguns de apparenc.a robusta e .rapos- vasos de guerra inglezes estacionados no Rio de S plSo do n^so^\-m^Z eZ ,
v-* a j .u Janeiro; de modo que o publico nglez aqm espera folha, em que lord Palmerston tem toda a inlluen-
10o e aqu o lugar de entrar no detalhe de to- que desse neiden.e nao resultar conflicto algum ca, havia ja po^ vc^es veltivado o povern" ra-!
das as festividades, e por isso diremos em resumo,: entre o governo brtannico e o federal. A corveta ei:iil em con^eoiienrii
que em quanto em todos os outros lugares as fes- Mohiran (cava entretanto cruzando na barra da
equenria do conflicto anglo-brasi-
que
accreseenta-lo alim de proporcionar commodos
para as officinas de sapateiros e funileiros.
Dito ao_ director das obras publicas. Ten-
do o barao do Livramento, Dr. Jos Bernardo
tado a direcrao indicada por Vmc. em seu offlcio
de 1-1 de agosto ultimo, sob n. 159, para o assen-
lamento dos trilhos urbanos no espaco entre a ra
Formoza a sabir na estrada do Manguinho, decla-
rando porm que nao devia correr por conta del-
les. por serem avultadas as despezas a fazer-se
cora as desapropriaces indespensaveis dos terre-
nos particulares, por onde passa a linba tracada
por Vmc. recommendo-lhe que me informe' so-
bre o custo provavel daquellas desapropriaces, e
caso de ser elle com effeitoavultado declare' se nao
possirel adoptarse uma outra direcrao que sen-
do menos despendiosa oTereca entre tanto as mes-
mas vantagens.
Dito ao eonselbo administrativo.-Recommendo
ao conselho administrativo que compre para pro-
vimenlo do almoxarifado do presidio de Fernando
os objertos mencionados no incluso pedido, bem
como orna sineta para o servro das respectivas of-
ficinas.
Dito ao vigario interino da freguezia
cara.Informe Vmc. acerca do que rep
presidente da cmara municipal dessa
{icio incluso por copia datado de r torrente,
com relaco ao bensimento do < ^ publico d
misma villa, e declaro-lhe qo& na., convem por ser :
prejudicial a saude publica que os enterramentos '
das pessoas fallecidas nefsa freguezia continuem a
ser feitos as igrejas. ,
IMtoaojuiz municipal da primeira vara desta;
cidade.Transmittopor copia Vmc. para ter a
pelo qual sna magestade o imperador houve por
bem perdoar Jos Miguel Rodrigues o resto da
pena de 20 annos de prsao com trabalho, que Ihe
foi imposta pelo jury da villa Virosa da provincia
do Cara e quo est cumprindo no presidio de Fer-
nando. Fizeram-sc as necessarias communica-
c5es. ;
Dito ao delegado de polica do termo do Rom
Cnnselho.Ao Exra. e Rvm. bispo diocesano soli-
cito a expedico de ordens para que nao se conti-
nu a fazer enterramentos na igreja matriz dessa
villa como consta do seu offlcio de 2 deste mez aque
respondo.Offlciou-se aoExm. bispo diocesano.
Portara,O presidente da provincia resolve no-
mear a Carlos Adolpho Alckorns para examinar em
francez e inglet. no concurso a que se tem de pro-
redor na thesouraria de fazenda para o preenchi- i
que S. M. o Imperador recusara rom altivez a of-
terla de mediaraode el-rei de Portugal, derlarando
que nao se rontentaria senao com uma a|K)logia do
governo nglez.
Contra esse jornal e em nosso favor, escreveram
q Daihj Ntncs, o Standard, e o Morning Herald,
vir m niipsio Ha rof.irm r. l)l,,a rum es,e governo, menos ltimamente quan-
\ar na questao da rerorma. Mr. Adams, ministro dos Estados-Lnidos nesta j0 forcada a faze-lo nela enercra e sabia noHiiea
Os oilocentos membros presentes dessa socieda- corte, reclamava desde muito temix. contra os ar- rd kUs<,.|| Roalnti^SSto^imS
de, espalhaua sobre toda a Allemanha em nume-; mmenlos que os confederados faziam nos portos
ro de cerca de trinta mil individuos, aceitaram da Gra-Bretanha construindo e armando corsa-
quasi unnimemente uma resolucao dacommissao ros; e a sahida dos |>ortos deste Reino-Unido dos
permanente, condemnando.'o projecto de reforma vapores Alabama i Florida cora destino a corso
apresentado no rongresso dos prncipes em Franc- contra a marinha mercante da Unio ia sendo a
fort, e toda e qualquer combinacao, que nao to-; causa de graves coraplcacoes entre o gabinete de
Sde So05 PrnrP'S CSSenCaCS da rnSl": SttSS ? dt; U,DdrS- F0i S2S Pe',r d^fa^do'todas ^'a^iacoe; "traridasf deraon"s-
iincao at ini.i. ceio de novos emharacos que o ronde Russell to- traiulo me o presente trinnmlio llninreim .to n-
Entretanto a rontenda entre os gabinetes, nova- mou a medida cima alludida, mandando erabar- 7a prora ev d-rate 2^ coniolidarTi iu
una caaa\iznimensoesmaiores. vam ao corso contra a Lniao; eera laes cirmins- te pecando motivamente nne < M o tmnendor
A carta de el-re. da I'russ.a em resposta a acta tancias o governo britannico manifest,, mais uma Uve^" re K
de reformas que Ihe tora eommunieada pelos prin-1 vez o seu firme Anejo de manter a neutralidades Su Xinui Hf.le Ski m(H,ia'lrulaPor
cipes reunidos em Francfort ja conhecida dos conlenda americana, pelo que deve estar nmito no W,lunu "-"' ut inugai.
nos forcando-se para realisar uma resposta collectiva i Como nao seria, pois, desagradavel para este go- supposto autor daquelle artigo contra o Brasil ?
dos gabinetes allemaes dita carta, para cujo fim I verno que um incidente por causa da tentativa da Esse individuo que hoje est aqui completamente
j dirigi duas notas circulares aos governos que! corveta federal Mohican viesse agora transtornar desmoralisado nao tendo podido conseguir nem so
comella foram de accordo em Francfort. Mas; aquella harmona? O ministerio inglez deseja quer a pensao que deseja para aposentar-se, busca
nao toilos parecem inclinados a seguir a Austria j manter a paz com os Estados-Unidos, e |>or tai mo- por todos os meios, anda os mais loucos, prejudi
nos seus demais passos, e a alargar anda mais o! tivo ha de em qualquer emergenciaempregar toda car o nome do Brasil, alim de que possa de algunt
rompimenlo com a Prussia. Smente n'uma par- a prudencia para conseguir semelhante resultado, modo justificar a conducta que all te ve e que too
te da maiora do congresso de principes de Franc- Lord Palmerston que ha alguns mezes leve a veil- prejudicial Ihe tem sido na opinio do seu pai; e
fort os despachos austracos acharara terreno fer- ledade de querer reconhecer a ronfederaoo do sul lord Palmerston deixa-o assim proceder,porque em
til, c essa parte deve reunir-se hoje em Murem- aehou-se em minora perante a opini.io publica e case de um triumpho qualquer isso aproveitaria
bffg para uma conferencia, convocada pela Aus-1 em completa divergencia com o seu collega o con- "
tria, e presidida pelo seu ministro dos negoeos es-! de Russell; pelo que teve demudar do poltica,
trangeiros, conde de Rechberg, afim de conven-! eerto de que insistindo tera sacrilirado a adminis-
cionarem os passos a tomar perto da Prussia na; tracao que preside.
questo da reforma federal. Ao resto, nao se sa-; Ha portanto aqui uma tal vontade > ser agra-
be ainda com certeza quaes sao os estados, que davel jio governo federal pelo receto da guerra com
tomarao parte nessa conferencia. a Unio, que dado mesmo um conflicto de menor mediarn tem ltimamente tuto seguime'nto algum.
Da questao allemaa para a allemaa dinamar- consequencia enlre os dous governos o gabinete da Supponho entretanto quo lord RusseH buscara re-1
queza ha s um Vasso. Os nossos leitores j sa- rainha buscar seraprc compor a difflruldade sera solver esta difflculdade antes da abertura do par-
recorrer aos meios extremos. I lamento pelo receto das arcusaodes que ter de
Nos estados da Unio ha de por corto fazer im-' soffrer novamente por causa da sua poltica con-1
pressao favoravel o embargo executado |wr lord tra o imperio. Nao quero todavia com issosignifi-
Russell nos navios confederados. 1 car que para esse lempo estarlo j restabelecidas ;
O cambio do Rio de Janeiro sobre 1 ondres, pelo as nossas reiacoes polilicas com este governo ; to
paquele francez, foi aqui colado a 27 d. 1|2. | somente que lord Palmerston e o conde Russell
A subscri[irp para o nosso emprestimo, di? que buscaram entrar em negociaews seguidas afim de
dei conta na minha ultima missiva, foi encerrada poderem afflancar que aquelle conflicto est em via
no dia 12 do eorrente com o mais feliz resol- de aceommodacao. Isso servira de amainar lal vez a
tado. I tempestado que contra ellas se ha de levantar; e
Houve pedido para mais do dobro, sendo agora que o ministerio so acha ainda mais fraro,
ora p;eral os applicantes contemplados rom uma havendo perdido algumas eleiedes que foram ven-
todo o era-
o quo
da nossa
E' geralmente considerado este emprestimo como questao, sim que esta accmulada com eutras
uma operaco vantajosa para o governo imperial causas torna.se materia nociva existencia da ac-
attendendo as circumstaneias actuaes em que o tual admistraeo j cansada por mnitos mo^
mercado monetario de landres se acha alTrontado tivo.
com offertas de emprezas importontos oom inters- O ministerio Palmerston-Russell ter de apre-
ses superiores aos juros que o Brasil pagar pelo sentar na prxima reunio das cmaras, como im-
dinheiro que acaba de pedir a esta pr?,ra O preco, portante servico prestado ao paiz. o repente booj-
politca deste gabinete que foi a causa dos extravos
daquelle diplmala, se bem que estes ti vera m ain-
da maior alcance por virtude do caractei unpres-
tavel desse agente diplomtico do governo ingle*.
Nada ha de novo relativj nossa questo diplo-
mtica cora a Gra-Bretanha; e nem a proposta da'
bem que a dieta germnica resolveu a execufo
no Holsiein, apezar da nota da Inglaterra que ue-
saconselha desse passo, assim como quo os termos
que a constituidlo federal pjescreve at a verda-
deira realisaco da execucao, sao cxccssivamenle
largos, e mesmo se tudo andar sem demoras im-
previstas, nao poder ella ser cumprida antes de
dezembro. Esse prazo aproveitado pela diplo-
macia como todo o zelo, afim de obler ao menos
uma aceommodacao provisoria entre a Dinamarca
c a Allemanha e assim impedir a execucao.
A Inglaterra sobre modo activa a esse respei-
to, e faz grande empenlib. Nesse sentido lord Rus-
sell dirigi ltimamente uma segunda nota Con-
federarn Allemaa e aos governos allemaes, re-
commendando a dilacao da execucao, e dandr, es-
perancas em troco de passos condescendeotes de
parte da Dinamarca. Com que razo nc, se pode
romprehender, porque as noticias de Copenhagne
nao sao nada menos do que conciliadoras, e segun-
do se qur saber o ministro Hall teneiona mandar
notificar dieta allemaa uma declaraco, pela
1111 K.erai os appiicames coniempiauos rom uma havendo peraioo algumas eieicoes que ion
qi\arta parte das soramas porque subscreveram. cidas pelos lories, busca elle remover tod
As apolices acham-se rom o premio'de S 3|8 a S baracu capaz de tolher-lhe a marcha. Nao
X, havendo j tido o de S 1 y%. o ministerio viesse a cahir por causa 6
bardeamento de Kagosima, um dos portos fortifica-
dos do Japo.
No dia 15 de agosto ultimo, havendo o almirante
inglez reclamado em vo a execucao do ultimtum
que intimara ao principe governa'dor daquella ci-
dade, abri o togo contra a fortaleza e contra os
navios de guerra japonezes destruindo tudo era
poueas horas.
No dia segrate a ridade era um monto de rui-
nas, e os vasos de guerra japonezes tinham sido
completamente destruidos!
As torcas imperiaes de mar e trra responderam
ao fogo daesqnadra ingleza,'fazendo onze mortose
trinta e cinco feridos ao iniraigo. O capito Willmot
entra no numero dos primeiros.
E>te successo tora provocado pela denegaeao de
justica por parte do Japo s reclamac5es inglezas,
que consistiam na execucao do tratado que a Ingla-
terra tem com aquelle imperio, na concesso de
varias indemnisacSes s familias de diversos sub-
ditos inglezes all assassnados, c finalmente no
melhor desempenho da polica do paiz era favor
das vidas dos residentes inglezes naquelle imperio.
S. M. a rainha que contina a residir em Balmo-
ral, dever regressar a Wradsor no dia 27 do cor-
rente. Ha dias apresentou-se aquella augusta se-
nhora em publico, na cidade de Aberdeen, para as-
sistr inauguracao de uma estatua erigida a oprin-
cipe Alberto, de saudosa memoria.
Foi a primeira vez que S. M. mostrou-s offlcial-
mente desde o falleciraento daquelle principe, que
ella tanto amava e por quem tanto chora sem con-
solarn possirel.
Depois de alguma demora no castello de Wind-
sor, onde se reunir toda a familia real, a rainha
seguir para Osborne, sua residencia habitual na
ilhadeWiglit.
A Gra-Bretanha acaba de perder na pessoa de
lord Lyndhwst um dos seus mais habis juriscon-
sultos. Sir John Copley, lord Lyndhwst, falleceu
em Londres no dia 13 do eorrente na idade de 92
annos, havendo por tres vezes oceupado o alto pos-
to de lord chanceller da Gra-Bretanha.
Era filho do celebre retratista Copley, e s a seus
talentos e virtudes deveu a eminente posiro a que
chegou.
A questo polaca em que a Inglaterra tem toma-
do, como sabido, to importante parte, nao tem
progredido na ultima quinzena.
As tolhas continuara a sustentar, porm, que lord
Russell negocia com a Franca e a Austria, alim de
que os governos deslas tres potencias intimem ao
gabinete de S. Petersburgo a eessaco dos artigos
do tratado de Vienna relativos a o'rganisaco poli-
tica da Polonia.
Esta hypothese tem sido aqui vivamente debati-
da pela imprensa, que em geral a tem reprovado,
allegando que por esse meio a Inglaterra se suici-
dar em relaco a essa pendencia poltica que tan-
to tem interessado o publico inglez.
Com que direito, dizem varias folhas, vira o ga-
binete de Londres a reclamar no futuro contra os
massacres que na Polonia est executando o impe-
rador Alexandre? Desde que a Gra-Bretanha an-
nullar o nico fundamento legal que Ihe d o di-
reito de insistir com o governo russo em favor da-
quelle infeliz povo, o gabinete do imperador mos-
covita ha de declinar com arrogancia qualquer in-
terferencia Ilegitima por parte d um governo es-
trangeiro naquella questo.
Assim, pois, essa poltica de lord Russell vira a
ser absurda em todas as suas consequencias, peto
que o paiz deve regeita-la atim de que os interes-
ses brilannicosno venhamaser prejudicados. Tal
em geral a desapprovaeao qne aqui tem mereci-
do esse projecto de recalcitraro de lord Russell
contra a ultima nota do principe de Gortscha-
kofT.
A Austria parece oppor-se a este expediente, que
a levara tarrea a compromisos mais serios com a
Franca e a Inglaterra na questao polaca. Ella tem
interesses a defender na Gallina, e por conseguin-
te nao deseja ir alm daquillo que rasoavelmente
pode conceder sua populaco polaca sem compro-
metimiento proprio.
Restas circumstaneias, portanto, nada resolve
em relaco situaco em que se acha para com a
Russia posteriormente aquella nota do ministro dos
negocios estrangeiros do czar.
A Franca quem mais do que ninguem deseja
simplificar a posiro actual das cousas, porque se
no paiz crescer o enthusiasmo pela guerra contra
a Russia, quer estar Habilitada para faze-la na pr-
xima primavera.
Tudo depende, porm, do concurso da Inglaterra I
e da Austria, e por em quanto o imperador apo-1
leo nao parece poder contar com isso.
No dia 5 do prximo mez ter lugar a abertura
do corpo legislativo francez, epata, cntaose espera;
que o imperador dei xe perceberum pouco, na falla 1
do throno, qual a sua futura poltica em relaco 1
Polonia ; sou, porm, de opinio que nessa poca!
nao ter elle ainda podido arranjar M difflculdades
presentes, e que por consegrante nada dir allusivo
a uma situaco quo talvez elle nao possa vir a rea-
lisar.
Em Franca a opinio publica toma sempre ura
vivo rateresse peta sorte da Polonia, e a guerra em
favor desta seria eminentemente popular, apezar
das dillieuldades financeiras que esse estado havia
de causar.
A deputaco mexicana que foi a Miramar oflere-
cer o throno imperial do Mexiroao archiduque Ma-
ximiliano, acaba de ser receida em S. C.loud pelo
imperador Napoleo, que congratulou-a pelo feliz
successo dessa misso. Quer isto acaso dizer ijuc j
o imperador conta j como resotvidas as condi^oes
de que o principe austraco fez dependente a> accei-'
tacao do throno?
Essa linguagem explicada com efTeito eomo fa-
voravel ao estabelecimento dessa monarchia.
As noticias dos Estados-Unidos, vindas pefc Bo-
hemia, chegam at *t do eorrente, por via de
Nova-York. Rosencrauz sustentava ainda a sua
posiro era Chattanoogn, conservando abertas as
comiBunicacoes entre este ponto e Nashville. Cor-
ra como eerto que urna torca de cavallaria con-
federada tora derrotada as proximidades de- Shcl-
byville, cora una penla de cera, morios. Se este
boato verdadeiro, servir de destruir a noticia
anteriormente aqui receida de- que os eonJedera-
dos so haviam apoderado de Shelbyvllle fazendo
quinze rail pristoneiros.
Os confederados a vanearan no Kan sas, havendo
capturado o estado-maior do general Rlun; e so
dizia que os federaos haviam sido batidos junto de
Port-Hudson com uma perda de mil e^juinhentos
pristoneiros.
O exercito confederado na Virginia exeentava na
data cima indicada movimentos que mostraram a
intenco de novamente eomeear e*erac8es ofen-
sivas.
O cerco e bloqueio de Cha#leston nao offerecia
notavel moili&cncao. A esquadra confederada ata-
cara com algum successo os navios encouracados
federaes. Os foderaes premedilavam um ataque
por mar e- trra contra a cidade no dia 11 do cor*
rente.
O euro subir em Nova-York a 51 e 1'4 de pre-
mio. r
nal, a princeza D. Mara Clotilde Tbereza Luiza,
representada pela senhora duqueza da Terceira.
Nos coches que forinavam o prestito real, no dia
19, em que se baplisou solemnemente o principe
real, excepeo do coche de respeito, iam as pes-
soas seguintes :
No primeiro quatro mogos da real cmara.
Nos segundo, terceiro e quarto, as pessoas da
comitiva dos principes italianos.
No quinto, dous ajudantes de ordens de sua ma-
gestade.
No sexto, dous ajudantes de campa
No stimo, o Sr. marquez de Flcalho. servindo
de mordomo-mr, e o Sr. conde da Ponte, veador
da rasa real.
No oitavo, a senhora duijueza da Terceira, ca-
mareira-mr; e o Sr, duque de Loui estribeiro-
mr.
No nono, suas altezas os principes de Carignan
e Amadeu, duque de Aoste.
No dcimo, o coche de respeito-
| No dcimo primeiro, iam suas raagestades el-rei
, D. Luiz e D. Fernando e sua alteza o Sr. infante
! D. Augusto.
O baptisado foi celebrado com toda a pompa.
Pelas 9 horas da manhaa, j o povo percorria as
j ras do transito do cortejo, e as janellas comeca-
| vara a povoar-se de senhoras; a tropa dividida em
! tres brigadas, uma de cacadores e duas de infan-
. taria, do mesmo modo porque se apresentra na
I parada do dezoito, formou em linba desde o largo
de S. Domingos, seguindo pelo lado occidental da
praca de D. Pedro, ra do Ouro, ra do Arsenal,
etc.
as II horas e cinco minutos urna salva real da-
da no castello de S. Jorge, e correspondida pelos
navios de guerra surtos no Tejo, e pela brigada de
artilharia que se achava no terreiro do Paco, an-
nunciou que suas raagestades el-rei IX Luiz e el-
rei D. Fernando, aconipanhados do seu squito, ha-
viam sahido do paco d'Ajuda.
O povo estendia-se em alas pela calcada d'Aju-
da, ra de Belem, Junqueira, at s ras da cida-
de baixa, as quaes milliares de pessoas enchiam
os passeios e difflcultavara o transito pelo cen-
tre.
O prestito compunba-se dos onze coches mais
ricos da casa real, e era atierro por um piquete de
lanceiros n. 2, servindo de batedores, ao qual se
seguiam seis criados a cavallo, os reis d'armas e
passavantes, e os porteiros da casa. Nos coches
iam as personagens que cima Ihe refer.
Ao lado do coche d'el-rei, que era o mais es-
plendido, iam do ladoesquerdo junto portinhola
o conde de ?'anta Mara, commandante da primeira
divisan militar, com o seu bastu do marechal do
exercito; e do lado direito o duque de Palmella
(Antonio), servindo de commandante da guarda
real dos archeiros.
Aps o mesmo coche segua o estado maior, e
teda a torca de cavallaria, excepeo da munici-
Seriara duas horas quando novas salvas de arti-
Iharia e girndolas de foguetes aonunciavain que
suas raagestades e altezas acaba vara de entrar no
templo de S. Domingos. Suas raagestades e alte-
zas erara esperados no atrio do templo pelo minis-
terio, conselheiros de estado, grandes do reino, of-
flciaes mores da casa real e do reino, gentis ho-
mens e ajudantes de campo, e acompanhados por
todos estes dignatarios ai capella mor, onde
suas magestades e alteza o infante D. Augusto 10-
maram lugar no throno.
Pouco depois sahiodo palacio d'Ajuda o prestito
do prncipe real, tendo previamente o marquez
mordomo mor de sm magestade a rainha vestido
a opa que Ihe apresentou o guarda tapecarias, to-
mando depois sua alteza nos bracos e conduzido a
carruagem, entregando- senhora duqueza oa-
mareira mor.
Era o prestito de sua alteza o principe reesm-
nascido, composto de duas ricas carruagens, urna
das quaes conduzia a marquezia, o marque de
Fronteira mordomo-mr, o conde de Valle de-Res,
e outra a senhora coodessa de Villa Real, levando
nos bracos o principe, sendo acompanhada. pela
ama de leite de sua alteza As carrnagens. erara
precedidas e seguidas de esquadroes de cavilara
municipal.
O cortejo do principe chegou s 3 horas ao tem-
plo de S. Domingos.
Foi reeebidosua alteza o principe recea-nasc-
do pelos titulares encarregados de pegar as varas
do palito e o acompanharara debaixo desio at ao
leito que estava armado entrada do templo. Os
titulares largarain. all o pallio aos mocos-da cma-
ra e se conservaram juntos do leito de sua alteza
real; c logo que o pnneipc recem-nasaido reoou-
sou um pouco de lempo, toma rain novamente o.
pallio e debaixo dTetle conduziram sua alteza real
at ao lugar do baptismo, onde entregaran) o palito
aos mocos da cmara, tendo ido encornorar-se ca,
corte.
Os titulares nomeados para as iusigaias, tendor
as recebido junio do camarina onde estavara sobce
urna credencia, toram com ellas reaobw sua altsza
real ao atrio da igreja, d'onde aroaapanharas o
mesmo serenissuo principe at a.eamarim, ten-
do col locado a mesmas insignias,, sobre a masraa
credencia, e ah esperarara que sua alteza real, tos-
so conduzido ao lugar do bapi t>mo.
Seg.uiram a sua alteza real at capella, mor,
onde collocaram as insignias u a toalha que leva-
vana ao. hombro, na credencia, que se achava, junto
ao altar do lado da epistolv Depois voltaram a
encorporar-se na corle.
Logo adiante do pallio ii o, titular que leva va o
cirio sobre uma bandeja; seguio-se logp.Q que le-
vava a veste candida laubem sobre uma bandeja,
e adiante deste o que levara o prato com o massa
pao; levando todos toalbas ao homaro, esquerdo.
Ao lado de cada insignia, iam dous mocos tidal ge*,
designados pelo mordomo-mr para esto fim.
O mordomo-mr aonieou tambera, dous mocos
lidalgos para na igreja acompanhacem. o marquez
mordomo-mor de sua magestade a rainha, emquan-
lo esto tivesse nos bracos o principe real. O mes-
tre-sala, bem como> os mestres de ceremonias, ca-
da um na parte que Ihe toeom ordenaram o. corte-
jo, que se diriga, pelo corpo da igreja at capel-
la mor, e fizeran observar todo o mais ceremonial
que cosiurae seguir-se, tanto na funccao.do bap
lisado, eomo aa celebracao do Tt-Deum ouadepobx
se cantou em, aeco de graeas.
Acabados os actos religiosos, foram snas mages-
tades e su* alteza o infante D. Augusto acompa-
nhados at- porta da igreja pelos meemos digna-
tarios que-all esperavam estes augustos, persona-
gens, na. occasio da sua chegada, sendo, enlo o
principe- real receido novamente dbajxp do pallio
e conduzido ao atrio do templo, regressando ao pa-
co d'Ajuda.
Concluida a ceremonia do bapiisado, e depois de
sabir o principo para o paco d Arada, cantou-se
enlo o solemne Te-Deum de Julin Travassos,
com entradas de Marcos de Portugal, ambos afa-
mados maestros nortuguezos que noresceram no
principio d'este secuto. A rchealra era exceden-
te, e as vozes, eram dos priocipaes cantores da
companhia lyrica.
O inagostoso templo acharare decorado com ri,-
I IMBOA.
18 de outubro.
Ba alteza o serenissimo principe real, recebeu
os nomes de Carlos Fernando Luii Maria Vctor
Miguel Raphael Gabriel Gonzaga X,avier Francisco
de Assis Jos SimSo de Bragattta Sabova. Rourbon
Saxe Cohorge-Gotha.
Foi padrinho de sua aheza real Sua Magcslade
el-rei D. Fernando TJ 5 madrinha sua altera impe-
queza
tas "
bre
pen*
A
sissima
Quante^
chava para
do herdero
Findas |S
sto. Alera das luzes das banque-
ro throno, havia 38 tochciros.so~
e mais 10 candelabros
|80 luines.
tambem nujnero-
cirtp all se a-
do baptisado
o cortejo real






"
^^^^^^^
Quinta letra 1* de ttovemliro de i 8S.
<*gnio peta ra Augusta, Terrero do Payvete-4 .A lempo estova ricamente armado com os
tendo previamente a tropa topuado ueste novojlhores ranmcDlos da irntandado, e com muilo
itiuerario. Eram cinco h^as da l*de suando os Fcm armado sob a dirocfl* dos distmctos pinto-
res scenographos Hambeis e Ciunatti.
-No aliar mor do lado da epstola eslava armada
cida-
corpos recolheram-sc aos eu* quarteis. A
de Flluminou-se toda, c offeeci um aspecto Tes-
tivo.
me-; ti?s finanreiros e o zulo destes dous vultos potticos
da nossa trra.
O que mais importa, porm, na actaalidade
eonhecer-se oficialmente qoaes fortr as coodi-
coes do eniprestimo, e examinar-se a justiea da
concesso mui respeitavel casa Stern-Brofhers.
urna tribuna, em que os principes Amadcu e de
Muitas philarmonfcas percorriam as ras, tocan- urna
do os hvmnos da Italia e naciones, o acompanha- Cangnan assistiram a ceremonia rom o squito,
das de numeroso novo, que davam vivas rainha, Urna guarda de 50 barsaglieri de roarinha, arrna-
ao rei o a familia real. Bandas de rausfca re-1 dos com charanga na frente, e em grande unifor-
mental toca va m no Passeio Publico e na praca de me, com chapeo na caneca, e a arma no braco,
D Pedro, a que se achata vistosamente illumina- formava duas ;,as desde a porta at ao cru7..'iro.
da a paz c embanderada. O pedestal do monu- Na fachada do templo tremulavaoi os estandartes
mofli estava orlado de luas e allumiado por dous de Braganca Saboya.
grandes flores onde se liam as iniciaes V. P. R.; O Te-Deim eiecutado, era do fallecido maes-
sobre as almofadns latentes liatia dous vasos en- tro Santos Pinto. Foi executado por parte da com-
canastrados donde sabiam alteres, eujos ramos! panbiadeS. Carise neta orchestra de mesrao
eram de luz. theatro, regida pelo maestro Copela.
Osandieiros da illuniinac,o ordinaria foram! Cantara uns solos o um lercetlo o tenor Caponi,
substituidos por candelabros domados magnficos, e bartono Beneventune e a dama Lausa Bante.
de sote lumes: entre as columnas da fachada do A mesa da irmandade convidou a msica de S. S.
theatro normal, briftavam cincw rrculos de fogo, mensenhor Fcrrieri para officiar ou assistir no sou
dentrodos quaes se liam as mesmas iniciaes que lugar de honra, solemnidade. Sua Rvm." reou-
se adunan no centro da praoa. -sou-se, dizendo qu estava snffrcndo os cffcitos de
Repetirara-sc as illuminacees a gaz e de lanter- Tima constiparlo pertinaz. Estava por conseguin-
nas que houve per occasiao do nasci ment do prin
ipe real, agora augmentadas em grande parte, e
cuja nova disoripcao seria astidiosa.
Foi tao grande a concurrencia de povo no pas-
seio publico, na praca de O. Pedro e nos lagares
das irincpacs illuminaoees foi lie grande como
de da. O enfihusiasiiKi dio povo foi expontanco.
Houve t dia 17, no paco d'Aluda, um jantar
dado oflirialidade da armada real e da esquadra
te a sua cadeira desoecupada.
Ao lado da cadeira gestatoria do nuncio, toma-
ran parte ospiincipes, que assistiram de pao le-
Dcwn. No ernzoiro tomaram parte o raarquez Car-
na importancia de 1:6714500, saque de Klinge- daceo da nota rollectiva em que as tres potencias
llioefez 4 ti, sobre Ferreira limaos, agentes do eslabelecem ofcialmente que o czar perdeu os di-
banco Mercantil Portuense em Lisboa, producto li- reitos de soberana sobre a Polonia, e que o con-
quido do espectculo dado pelo mesmo artista no gresso de Vienna reeonhecra.
tneatro lyrico da mesma cidade do Rio de Janeiro Sobre o estado da insurreieao, I-sc no Times
em a nette de 21 de agosto ultimo, para beneficiar que a commissao nacional polaca exerec de corto
os operarios da cidade do Porto, victimas da crise funecoes governamentaes de urna maneira I
algodoeira : manda S. M. el-rei que o governador autorisada como os estados confederados,
civil do dislricto do Porto teca receber a impor- Exerce um perfeto exame sobre os Polacos, tan-
tancia da dita letra, que se Ihe enva, comptente- to no paiz como no estrangeiro. Possue tribunaes
ment endossada, na poca do seu venclmento, dis- regulares, e parece que executa as suas decisoes.
tribuindo a mesma importancia por forma que seja Ordena ao seus subditos que paguem oudeixem de
fielmente cumprida a vontade do offerente. pagar os tributos. Convoca-os para formar o excr-
t Paco d'Ajuda, em 33 de outubro de 1863. cito nacional, ou da-Ibes baixa quando a julga ne-
Anselmo Jos Brancamp. cessario. Dirige a marcha da insurreieao quasi da
Os empregados da secretara dos negocios es- mesma maneira que o governo de um estado esta-
trangeiro e membros do corpo diplomtico porto- belecido dirige o movimento dos seus exercitos.
guez actualmente em Lisboa, offereceram ha dias Tem agentes diplomticos autorisados, os seus
ao Sr. conselheiro Emilio A. Monteverdc, un jan- despachos sao apreseutados a Europa pula mesma
via que as das potencias regularmente consti-
tuidas.
Helo menos, diz o Times, a publicado no Mo-
V-se, entretanto, do lisongeiro estado da subs-, os operarios da cidade do Porto, victimas da crise funecoes governamentaes de urna maneira
eripeo, que a conflanca no roturo de Portugal "'
gerai. porquanto nesta conjunclura as manifesta-
coes nacionaes se associaram as demonstrarles
rocebidas do estrangeiro em favor do nosso cr-
dito.
N5a acho fra de proposito transcrevcr-He
aqu o artigo com que o Taes apreciando nasec-
cao de Money tnarket, a nossa situacao econmica,
dispensa tantas e tao lisongeiras expressoes acer-
ca de Portugal.
A questo nao poltica, puramente (inancei-
ra ; e quando no primeiro mercado da Europa, e
no mais esclarecido e competente, por tal forma tar, que foi servido no Restaurant la curte.
Eram trinta e tantos os convivas, entre os quacs
se contavam o Sr. visconde de Seixal, Joaquim An-
apreciado o nosso estado nanceiro, muito bem vai
ao paiz que merece tal conceilo.
Em toda a Europa sao tidqs na maior conside- tonio Goncalves Macieira, Fausto Guedes, etc. niteur do despacho do governo nacional polaco ao
raeao os arligos daquella seccao. Nao se represen-
taiii illi interesses de corrilho; avalia-se peran-
te os principios da sciencia econmica, que re-
vcllam ou antes proclamam o estado financeiro das
nacoes, o estado da sua prosperidade presentee
futura, e a regularidade e acert com que sao
O jantar comecou s 6, c terminou s 9 horas da principe Czartoryski, da este aspecto s cousas
noite. Houve varios brindes, sendo o primeiro ao O despacho oceupa o mesmo lugar dos docu-
Sr. duque de Loul, ministro dos negocios estran- mentos diplomticos sobre a questo polaca,
geiros. | Satisfaz-nos que a maioria intelligente da na-
A corveta S da Bandeira, sahio no domingo cao polaca sustenta a insurreieao, e estamos cer-
25 do correte, para Angola, cora escala pelo Rio tos de que as barbaridades selvagens do governo
russo excedem os actos de severidade, que as crois
visitou na vespera a corveta, penalidades da sua posirao tem imposto aos Po-
de urna hora. lacos.
nasclmento de S. A. R. o Era, pois, absolutamente intil que o despacho
Acabado o Te Deum os principes sabiram acom-1 Srs. Stem-Brothers. O capital nominal de......j principe D. Carlos, el-rei o Sr. D. Luiz resolveu polaco se desenvolvesse tanto a este respeito.
a.IsJnTco^lwmiisW'deltaaTJu-p de 2.500,000 libras; porm 1,000,000 de libras fundar na tapada de Mafra urna colonra peniten- Mashaoutro ponto sobre o qual esperamos
\ charang da fragatatocou um hynino naci- foi subscripta por aquella casa, e 250,000 iicaram ciara para rapazes. explicacoes da parte do governo provisorio,que-
nal do mesmo modo que o (zura na entrada de reservadas para Portugal, dexando smente..... S. M. nao so funda, mas costeia a colonia, sup- reriamos saber se estao dispostos a aceitar os bons
1,250,000 libras para Londres. primindo o que for necessario alm do que produ- offlcios das potencias uccidentaes, que nao sujam
As prestagoes pdem ser pagas at junlio proxi- zir o trabalho dos colonos. j intervencao armada,
mo futuro, com o descont de 4 por cenlo pe0 8eu i ^ r*?*2"* condemnados em }uizo reclusao Sabamos perfeitamente que nao considerava-
pagamento adian-ado. O juro corre desde o i de i correccional, scrao recolhidos na colonia peniten- mos satisfactorias as propostas que flzemos e que
julho ultimo ; e attendendo esta circumstancia e ciara, e ahi trabalharao e sero instruidos. O pro- desejavam obter mais do cjue podamos razoavel-
ao lempo concedido para os pagamentos, o proco ducto do seu trabalho vendido em proveito delles. mente pedir Russia.
dos honds tem a ficar pouco mais ou menos a 6 e E' urna accao de rei, que se nobihta creando insti- A sjmpathias da Europa esfriou, e as maos
um quarto. Ha um anno ou dous que o crdito de j tticoes civilisadoras. El-rei imbem se engrande- das tres potencias estao ligadas pelo conbuciinoiito
se tem fortalecido e tomado estabili-
suas alteras.
0 largo das Duas Igrejas, estava apinhado de
8e,t- ... ,
Os [inncipes vieram n urna sege da casa real.
Vcrlicou-se no dia 18 a revista militar que se
nascimento do
tras pessoas dislinctas.
No da 18 honve mitro jantar no paco aos gene-
raes poitugnuzes. Na dia do bsptisad (19) houve
jantar i corte. Eram duas as ir.esas a que se sen-
tatam 428 convivas.Tncluinde a familia real.
Presidio a tima dessas mesas S. M. ei*cei o Sr.
. Luiz, tundo sw direta o principe de Carignau
e a Sra. duque de Palmeta. Em frente de el-rei resolver fazer para solemnisar o
tintia lugar seu augusto paiel-rei o Sr. 1). Fernn- prtuoiiie real.
do, sentando-se iw lados do mesmo sonhor as es- Os corpos de infantaria e cacadores ipie assisti-
posas dos ministros plenipotenciarios da Hespanha ram a esta revista frmaram tres brigadas, senuo, ro mgai
< Franca urna liceira e duas de infantaria. ... ... j i,
Pre"dia a etrunda mesa o Sr infente D. Au- A ligeira sob o comroaudo do brigadeiro Horta Antigamente esse crdito era prejud.cado pula
J^^m^T^inS^^eoiide da. { Joo*) era compotas do. baUlhoes da arma de pratica erradai de.governo, o qual quandoprecisa-
freir e^S3^a d;< Ffcnte c i esquerda o Sr.' aradores 2, i, 5V4 c 8. ev:,nta'- fundosJ Para a mstruccao de mhas
nfaruim S^FrSra c^ Sra hSK Sabu- primeirade infantaria, sordens do marecbal. frreas ou outras despezas, emiUia tantos botris,
"osa'EnfrinoS.i^ regimentos quantos eram autorisados pelo parlamento nao
da casa reaT^c Sr Conde da Ponte, tendo sua da mesma arma ns. 1, 2, 7, W, o li. pelo meio usnal e ma.s acertado d um emprestinK.
usquerda a Sra. D:*ria Anwta de Mendoza e A segunda de inantaria, commandada pelo bri- abertamente conlrahido com urna casa commer:
eoide de Kto-air -nior e direta. a Sra. con- gadeiro Horta <. Francisco ), compHnba-se do reg- cial, mas por vendas parciacs fetas de tempes a
ment deste n. 16, e do corpo da guarda munici- lempos no mercado de Londres, que causavam
ce, quando emprega o seu tempo e o seu linlieiro (pie tem, de que nao lia limites aos pedidos dos
na praiiua de acedes distinotas e generosas. Polacos.
El-rei o Sr. B'. Luiz segu os exemplos do seu Se liouvesse a probabilidade delles se conten-
chorado e augusto trmao, o Sr. D. Pedro V, de boa tarem com concessoes razoaveis e moderadas, as
memoria, e por isso tarobem conquista as sympa- representacoes dos diplmalas da Europa occiden-
tnias do povo. tal venderiam o seu carcter vago, e estes conhe-
Abrio-se no dia 17 do corrente pelas 7 horas cenam o campo em que marchara,
c meia da noite, na escola normal de Lisboa um Mas ao ponto a que chegaram as cousas,
curso nocturno e gratuito para operarios. O direc- sufflciente para responder todas as propostas me
tor da escola, Luiz Felippe Leite, pronunciou um houvermos de fazer Russia, que os Polacos nao
discurso, para coja leitura tomo a liberdae de estao salisfeitos. Mesmo quando a Franca ou qual-
chamar a attencao dos seus leitores.
quer outra potencia estivesse disposta a intervir
csttdo1" slSm?4n^flcnw ^suaTesSa? S' PaOdbate\aoa'de caradores n. i, chegara a Lisboa que ellos davam num dia poderla diminuir no se- Acham-se matriculados" porto "de 200 operarios com as armas na mi, seria obrigdo a sus^nder
mmisirofrtSSMrinis amfflSos en. Lisboa e suas' s 2 horas da madrugada do mesmo dia da parada gmnle pela accao do governo. Tendo sido abando- no curso nocturno da escola ; as preleccSes sao pela certeza de que os Polacos nao hav.am de a-
e desembarcara as 7 da manba. nado este systema, conseguio-se alcancar a estab-1 feitas pelos alumnos-mestres; de modo que prat- ] aer uso do que tivessem ganho com o seu auxilio,
A Vavailaria formava ama bridada sob o com- lidade, resultando assim que o governo pode con- jcam de dia, teccionando as 140 enancas que fre-' senao como meio de obter mais. procurando assim
mando do coronel Jos Cesar de Yasconcellos i'm {trahir o presente emprestimo 5 ir cento cima i qaentara a escola annexa elementar ; e noite, os i collocar-se n'um terreno mais solido para a insur-
reieao.
E' esta obstinacao dos Polacos em considerar
qualqucr concessfio s como preludio de outros
esposas, os llieiaes mores em servico effectwo,
commaudacte da guarda muuipal, os ajudantes
de campoonrservict effectivo, tic, etc.
Entre as damas eontavam-se as Sras. duquecas
daTcrcewa edeMmella, ar Sras. condessas da
Ponte, de Valle de Reis, de Hio-Maior, de Villa-
Real e de-Ticalho; as Sras. roarquezas de Sbu-
goza, de Snbserrat! de Souaa ; as Sras. visoendes-
sas d'Asseca c da'Luz ; espesas dos Sis. Antonio
Jos d'Atilla, Ignacio Thomaz Lobo d'Avila, Jos
da Silva Mendes Leal, D. Laii Mascareplms.-e dos
ministros de-Hespanha e de Franca; as Sras. D.
Maria Amalia de Mendosa e D. Maria de Vascon-
celos.
Entre-os cavafheiros oontsjvam-se os Srs. duques
de Lou e de Palmclia (Antonio); nwrqucz de
Fronteira, de Vianna, d"Ahito, de Pombai, de Val-
lada, da Ribeira, de PicaMo, de Subsenae deSa-
bugosa, e condes de Santa Maria, de Rio-Maior,
pw e ttlho) de Parati, de Mesquitella, das Alcaoo-
vas, de Lumiares, da Pont; e de Valle de 'Reis.
O jantar comecou s H horas menos tft minutos,
sendo 10 '/2 quando setoaiou o caf.
O principe real tem duas amas. A primeira e
uifectiva, ra Sra. D. Adclaide Mar, casada com
um marrineiro da Pampulha. Tem 30 annos de
idade : urna rapagafformosa e robosta. Vence
205 mensaes, alm das, propinas que sao avultadas.
Esta a que aconipantiou o principe 'ao dia do
baptisado solemne.
A segonda ama &*Sra. D. Adeteidt da Conce-
<;ao Baldono, casada cim Nicolao Felis, morador
a calcada da Boathopp. na Ajuda. Tem 22 annos i eeberaui a continencia da tropa da quarta
de idade e i tambem cma bonita rapariga. Vence sul do paco.
rea, e compunlva-se dos regimentos d'esta arma do preco pelo qual o ultimo foi conirahdo, A nova pas e irmos mais velhos dos pequenitos. A pra-
ns. 1 2 3 4 5, e 8 dacavallaria da guarda mu- emissao destinada despezas com as linhas fer-1 tica, em todas as cousas, todo. Alm, pois, das
cipai'd Lisboa.' (reas e outros trabalhos pblicos que devem ficar | licoes theoricas reeebidas pelos alumnos mestres
'Tres bateras de artilbaria com 16 pecas, com- promptos no prximo vero, e se uma grande
pletavam a forca reunida em revista. O marechal parte da sua imporUncia (perto de 1,200.000 libras
do exercito conde da Ponte de Santa Maria com- sterlinas] fr destinada a compras feitas em Ingla-
mandava a divisao. terrai n:.10 havera sensivel alteraijo no mercado
As dfferentes brigadas reuniram-se em varios monetario,
pontos da capital pelo meio dia, e seguidamente j n ronoimento de Portugal j tem augmentado
mareharam a poster-se em Imha na ra Direta muit0) em COnsequencia da constraccao das linhas
de Bclem, e as que Ihe servem de prolongamen-. ferreas, e como parle da somraa agora levantada,
to at a Junqueira. I de*-e sor applicada construccao de estradas ordi-
Pouco depois sna magestadeelre D. Luiz a ca- Mras no interior> a|im de ser'virem de auxiliares
vallo, acompanhado de suas altezas o principe Eu-
genio de Carignan, do principe Amadeu, duque de
Aoste, e do infame D. Auguto, e seguido de um
numeroso e brilhante estado maior, em que se con-
lava o visconde de S da Bandeira, e formando ao
todo 30 officiaes superiores, dos quaes 11 eram ita-
lianos, passou revista a toda a buha.
As pessoas rcaes eram seguidas pelos ordenan-
cas e 16 criados. Finda a revista, dirgio-se sua
e de allluentes aos camnhos de ferro, o desenvol-
nieuio daquelle paiz receber assim um novo esti-
mulo. Cma parte consideravel do ultimo empres-
mo tem sido quasi absorvda por compradores
portuguezes, e pela procura produzida pela lei da
desamortisacao e da venda dos bens prtencentes
s corporacoes religiosas ; e se o governo se ani-
mar a modificar a pauta das alfandegas e n proce-
der outras reformas liscaes, nao haver talvez
as aulas da escola normal de Lisboa, teem estes
exercicios praticos de pedagoga experimental, em
que muitos delles, fazem j uma figura brilhante.
Estes cursos nocturnos a adultos as escolas nor-
maos, sao uma innovaco utilissima. A escola,
sob a direecode L. F. Leite e poderosamente coad-
juvada pelo irmao do mesmo director, o Sr. Pedro
Euzebio Leite, official militar com a carta de enge-
nhuiro, pulo capello o padre Pedro Maria d'Agui-
lar, pregador distincto, e pelos professores Serra,
Caldas e Seixas, prospera a olhos vistos, ganhando
cada vez maior crdito.
L
magestade el-rei D Luiz, acompanhado pelo mesmo p^ a|gum em eondi^oes mais propras para um
Ilustre squito ao largo da Ajuda, e indo collocar- rai,d0 desenvolvimento material,
se no lado sul do palacio real, em frente dasjanel-1 Acabo de saber por noticias do Porto, chega-1
las dos aposentos occu|dos por sua magestade a, ^ ltimamente pelo caminho de ferro, os nomos .
rainha, comecou o deSfilamento das tropas, pela ^ nossos benemritos compatriotas, que foram I
frente de paco, o que durou mais de uma hora. I escolhidos pela commissao central dos camnhos \
Suas agestados a rainha c o Sr. D. Fernando re- ae ferro 0 Minho para auxiliarcm em algnmas,
janeHa cidaa(!S 0 Brasil a empreza que ha de dar incre-
mento aos mesmos camnhos de ferro, pelo plano,
135 mensaes. A segunda ama vai todos os dias ao | No dia U s 8 horas da manhaa, a fragata con-, ue qUe ja os seus numerosos leitores teem conhe-
pa<;o amaraenUir o pnneipe, uma veztw dia, para | duzindo os [irincpes de Carignan e Amadeu^ de I cimento. E' de esperar, segundo as noticias ulti-
que o rea! menino nao estrauhe o leite, quando Italia, seguida de toda a esquadra italiana, levantou
suceeda achar-se raupossibilitada a primeira .^ma. i ferroe sahio do Tejo etn direccao a aples. He
A commissao municipal do couselhe de Belm tarde no-mesmo da sahiram a barra a fragata Ga-
esmeroa-se em comrrer devidamente para as ribuld e Expfaratore que fazam parte da esqua-
festividades do herdeiro presumpttvo-da cora. Na da italiana vinda ao Tejo para assistir as fes-
calcada iTAjuda ski ao nalacic, ceMocaram-se tas do baplismo do principe lierdeiro. Todas as
rnas de 300 postes com os pathoes portuguezes fortalezas, ncluindo o castello de S. Jorge, sarva-
e italianos. A praca de l). Fentando foi vistosa-
mente illuminada. Cesde que aBoituc-io at s 11
horas,.queimou-se grande qjuaaiedade fogo artifl-
cial. s' horas, depois de subinem ao ar tres gy-
randoias de foguete;, o de uma salva de 21 tiros
ram na occasno da sabida de suas altezas.
mmente reeebidas pela mala transatlntica que,
recolhidas as subscripedes dos nossos concldndos
residentes naquelie paiz, a companhia preencher
se nao exceder a totalidade do fundo de que care-
DIARIO DE PERNAMBUCO
Hentem amanheceu fundeado em nosso porto o
vapor fracez Nawrre, procedente da Europa, com
datas : de Hamburgo 20, de Pars e Londres 23,
do Porto e de Lisboa 28 do passado.
Falleceu no da 14 de outubro na sua casa de
Grecllire, Mr. Billau ministro de estado. Toda
a imprensa franceza manifestou o seu sentimento
pela perda do homem iue sempre professara ideas
liberaes, e que na tribuna soubera mostrar com
voz eloqoente os rccur'os de que dispunha.
Um decrete publicado no Monitew de 15, dis-
poz que as despezas com o fnneral e enterramento
do Ilustre ministro, fossem feitos custa do es-
tado.
O corpo de Mr. Billaut chegou em comboyo cx-
ce com as provaveis do reino, devendo entrar em PTes? ua sua ra8* de Grecllire ao palacio do
buba do conta que o governo garantir w juros! ministerio do estado, onde esteve exposto em capol-
aos capitaes. E' sob essa clausula, e tambem sob''
a outra da directriz marcada no :.
Pulo vapor de St. Suzaire chegou o cavalbeiro' ti-projecto, que a subseripeose realisa.
Roveda, ajudapte s ordens inimedatas do rei \ ic- Ha todas as probabilidades de que o governo
artigo do an- '< -*u 'a '7 ro' sahimento fnebre. Durante o
transito at Pars era grande o concurso de povo a
acompanhar o prestito fnebre.
tor Enimanuel e.ptssoa de sua intima cimlianca, o oeRcedft a primeira e adopte a segunda. ,)esue as 7 noras da "nha at partida do
qual-fai portador de ricos presentes do rei de Italia Os Srs. commendadores Joiio Jos dos Reis e cortejo, o hotel dos Invlidos deu um tiro de hora
de mortmro com alcores italianas, appereceu illu-! parasua augusta filha, no valor, segundo consta de : Rodrigo Perora Felicio inscreveram-se, este por. c"|L',ora- .
minado-oom as mesmas cores um,/HW.ye/formado loiteota mil franros. iOO aoces e aquelle por 160. O Sr. Manocl da Duas salvas de qmnze tiros cada nma foram
d'um n:.zado d'armas que se .elovava S metros e Aclra-se i concluida a bandeira que sua magos- silva Santos, por 50 acede*. tarabuiu dadas nos Invlidos ; a primeira, quando
coRtiuhn na parte superior das palmas, dcbaixo Ude a rainha estava bordando para os lanceiros de Eis os nomes dos cvalleiros que compoem as o prestito parti ; c a segunda, por occasiao do en-
Acba-so i concluida a bandeira que sua magos- silva Santos, por 50 acedos,
ide a rainha estava bordando para os lanceiros de gis ^ nomes dos evaller
Vklor Eiumanuol < que assim se denomina o nosso comoiissoes liliaes : em
regiment de lanceiros n. 1. ) Era breves dias: Pernambuco.
ir sua magestade entrega-la por suas propras; jjanoel Joaquim Ramos e Silva,
maos-ao commandante do esquadrao. I j^ Antonio de Carvalho.
"No bello ampltheatro da escola pdlytechnica p^ncisco Joode Barros,
de Lisboa se eelobrou no dia 24 do corrente, a sus- pranejsco Kerreira Balibar.
sao solemne da tlestribuicao dos premios aos alum- Manoel da Silva Santos,
nos mais distinetos. Presidia sua magestade el-rei Baha.
o Sr. B. Luiz, que proferio um sngello discurso, | joaquim Perera Marinho.
em resposta ao rebtorio do director, o vsoonde de j0S( perreira Espinheira.
Villa Maior. Assistiram os ministros, grande uu-
da cora as iniciativas Y. P. Ji, e' terminou por
grande quanlidadi de foguetese por outra salva de
niortems e granadas.
As philannonkas de Belem, -e do 'Calhariz de
Bemftca tocavaimna praca. st3 horas reuniram-
se e foram tocando a mancha iuiana ate ao pai;o
d'Ajuda. Ahi toca ram o byanio d S. A. R. o principe de Saboya Carignau visi-
tou mjii;.vinsam:ite a impreosaiuacional. Eram 10
horas da manhaa quando S. A. R. acompanhado
de S.'Ekc. o marquez Eroole -Revero de Costanze,
seu ajudtnte de campo, e de&'-Exc -ogeneral mero de pessoas distinctas, deputaeies da escoLa
Caula, cbegot ao edificio de stalielecimonto, pas-1 medioe-cirurgica, instituto iudusial, instituto
ando lcr'o a examinar suas diversas crestas ofli- agrcola, escola normal primaria de 'Lisboa, e de
cias, f quaes se encontraviin todas na eostumada' outros -corpos scioutilcos e litterarios.
ordein -e asseio, merecendo-ibe mu: particular at-1 Os premiados-receheraui os seus diplomas da
tene,ao e-elogio na fimdiro -de ty|ies,. asonachinas mi ae sua magestade.
de fundir os caiECteres'quenelatfunccionam, osi Na Indejieailancia Belga, recelada enrLisboa
Botos puucfoes -cmaeo que se-esGo .gravando, e I no dia23 do corrente, enuontra-se una noticia ex-
muitos dos curiotos productes j-obtidos:polos ap-'trahida do Momithj-Post, a qual de certo modo
faremos galvnicos, como rqproduacoes de meta t dooe lisongcar o amor proprio nacional. Diz.assim
has. e 7c. e laminas pira impressae natural. 'Samas convidados a declarar que a noticia rc-
Na litlio^raphia, as soberbaS'gravuras em pedra, ceotemente propalada de que sua magestade o
do capitn Cahral Calheiros, e oirotrato de S. M. i imperador do Brasil recusara o offerecimento de
el-rei Vtetor Emmanuel 11 omchromolithognphia;! el-rei de Portugal pu a terminar a sua divergen-
e na offiVtBa typeicraphira a lexcelloete disposicao cia com a Inglaterra, e de que sua magestade in-
do seu re-;, material e aiguosdes-specimens.de m-1 pcu^l iScaria-salUfeito se o governo inglcz Ihe
pressoes de luxo e a cores e ouw, que mereceram a|resentasse as suas desculpas, inexacta a to-
imprensa nacional de Lislwaa raedalba de pro- \ dos os respeitos.
mo na extieskao-cniversal de iLundres.
S. A. B. extrema afelHIidade, teve ainda occasiao de ver,
na sala da Wkiiheca alguns priniosasos traba-
Ibos que alfi se achavam cdlocsdos-em exposicTio;
> inscrevendoo-Mi nome no livro dos visitantes,
Pouco ou quasi nada tem variado a nofsa
iwlitica interna ; alia-se cada vez menos em-i-e-
construcco ministerial ; as ferias parlamentis
deixam vagar ao govnrno para execntar medidas
uteis e arrefecem a opposi^o, rujo fogo sagrado
se vai entretendo. conWido, nos peridicos diarios
Conimendador Maaoel Joaquim Altes.
Antonio da Silva Moreira.
Manoei Joaquim Portella.
Maruuiao. _
Dr. Claudino de Araujo Guiniares (cnsul.)
Antonio Joaquim de Lima.
Joaquim Marques Rodrigues.
Joo Rodrigues de Oliveira Santos.
Antonio Lopes Ferreira.
Agostinho Coelho Fragoso.
Jos Francisco Arlhur.
Manoei Antonio de Pinho.
Antonio Xavier da Silva Leite.
Joo Manpjes da Silva.
Jofio Vicente Ribeiro.
Antonio Goncalves Ribeiro.
Jos Francisco Lopes.
Dellim da Silva Guimares.
Joo Gualberto da Costa.
Luiz da Serra Pinto.
Dr. Antonio Marques Rodrigues.
Para.
Dr. Joaqun Baptista Moreira.
Jos Pereira Dias.
Joaquim Francisco Fernaades.
Joo Pinio de Araujo.
Bruno Al ves Lobo.
Francisco Joaquim Pereira.
Domingos Jos Ferreira.
Manoei Francisco de Oliveira.
Miguel Jos Rau & C.
Domingos Francisco Moreira.
Jnao Luiz de la Boque.
pelo cnnselheiro ."dministrador geral. de alguns j gslativos novamente peanime as faemies quealt
spoejecos detnabalhos typograpliicos a lithogra- se nianiestam com mais significativa intensi-
phicos, declarandc o mesmo conselbciro que nao dade.
imaginava encontrar em Portugal um lio comple- jj0 pono formou-se Uabem um cenlfoconserva-
lo estabelecimento typographico como ara a im- dor, cujo orgSo se diz que vai ser um grande jor-
prunsa nacional dejsboa, e disiiensaudo por esto j ,,a|, tpie se denominar A Ordem.
occasiaa lisongeiras cumprimentos, tanto ao zelo e, Parece que na capital ser ergio do mosmo Manoei .ntonio dos Santos Leal.
t da administra cao sufierior, com9 hab- centre a GazAa de Portugal, cujas conmeiws ma- Custodio Jos dos Santos.
seria* vea augmentar .consideravelmente pela
acquisico de pelos meclumicos etc. ete. ele.
s jornaes de .-sboa de 21 deste mex apressa-
vara-se a anuuue.ur que \>.- pera um wJegcamma de Londres, coBimuni-
cando-lhe que a sui>scripco para o emprestimo
trro.
Mr. Billaut anda nao tinha completado 58 an-
nos. Nascra a 12 de novembro de 1805. Com-
pletara a sua formatura em direito em Rennes,
indo depois estabelecer-se em Vannes, sua natura-
iidado, onde adquiri grande reputaco. Foi no-
meado nieiiibro do conselho municipal .ios 25 an-
nos, e em 1834 foi feito membro do conselho geral
; do departamento.
Eleito deputado em 1837, entrn enlao na vida
poltica. Quando em 1840, Mr. Thiers foi chamado
ae ministerio, Mr. Billaut foi Horneado sub-secreta-
rio de eslado.
Supprimido este lugar com a queda do gabinete,
continuou Mr. Billaut a adquirir, como orador,
uma posico importante na cmara, onde foi o mais
ardente adversario de Mr. Guizot.
Por occasiao das eleicoes de 1846, foi Mr. Bil-
laut nomeado deputado pelo terceiro districto de
Pars, mas optou por Anennos por onde fura ree-
leito.
Depois da revolucao de 1848, eleito representan-
te eonstituinte |>elo JLoure inferior, Mr. Billaut,
tomn lugar as lileiras do partido democrtico
moderado: pronunciou-se ento pelo destino da
familia Orleans, mas em todas as outras questes
votou sempre com a direta.
Depois do decreto de 1848, aproximava-se um
pouco das ideas da esquerda, principalmente as
questes de polticas estraageiras. A attitude li-
beral que tomou uos ltimos debates da eonstituin-
te impedio a sua reeleicao ; voltou, pois, a vida da
advocada nos ti ibuuaes de Paris, conservando-se
sempre fiel a causa da democracia.
Eleito deputado em 1850, foi nomeado presiden-
te do novo corpo legislativo ; neste elevado cargo
contribuio quauto pode para o restabelecimeuio do
imperio.
Em 23 de julho de 1854, succedeu a Mr. de Per-
sguy, como ministro do interior ; foi chamado ao
senado em dezembro desse anno. Era grande offi-
cial da iegio de honra.
J se indica successor Mr. Billaut.
O Si. Boulier presidente do conselho de estado,
lidadc.e dedcaro-das diversos ompregado e ar-
tistas.
S- M. el-rei o.Sr. D. Luiz 1 o*MancipesAma-
deu e (rignan, rorau no dia 17 pejas duas Loras
da tarde visilar os tocios da esquadra .italiana, e
os da nossa esquadra.
Erubarcaeara no arsenal de maciaua em duas [estava coberta,e que linhbavido grande'numero
galeotas e dous escalores com o seu seguito e diri-; de ofertas <|ue nao puderam ser reeebidas por se
giram-se a corveta S da Bandeira. tur gotado raiiidamoate a sufcserpcao. As-cau-
A passagem de sua magestade e aiteaas todas a tollasuessa data tiahara j um premio de I 11& por
embarcayus embandeu-aram era arco, c as nossas cento, e a imprenta da primuira praca commer-
tres duram salvas de 11 .-tiros.
Da M da Bandeira passaram Ettgpjutma, e
d'ahi fraga la .mirante Viltorio EmnuuMd*. A
-esquadea italiana /ez enfao^xercicio de fogo, que
.os reaes visitantes, observaram do tombadilba da
fragata. Foi nulavel a precao de fogo, dos tra-
oalbos da fai>ca e da abordagem. Amaroiagem
-nbida de ma magestade e altezas subi s vergas
deu os -vivas do cogume em quanto os cauLoes
salvaram.
Antes das 4 doras desembarearam os augustos
visitantes no arsenal.
No dia 16 foiannvemrio natalicio de sua ma-
gestade a raudia; houve recepeo m grande gala
no paco da Ajuda, estando este acta muito concor-
rido, Suas magostados el-rei o Sr. D. Luiz, e el-rei
e Sr. D. Fernando, suas altetas o principe de Cari-
uan e o principe Amadeu, duque de Aoste, e o se-
nlior infante D. Augusto assistiram ao espectculo
tirndo-
la
na tribuna real do theatro de 8. Can
se desos do segundo acto da
Veray,
Pelo fausto motivo de annij_
el-rei, a cidade lluminou-se a oi
as brilhantes llluminaces que ho
do nascimento do principe real.
Na groja, de ^^H ^^Hbiioret, c.ele-
brou no da 17 a colonia itali t grande Te-Deum
era a'cao de gracas pelo nanwnto do principo
real.
cial da Europa elogiava, em termos nao equmo-
eos, e governo porwguez pelo acorto das suas
medidas, pela prosperidade de nosso crdito, -e
pelo I utuiro auspicioso deste paiz.
EffectUamente a subseripcSo do .emprestimo e-
clwu-se em Lisboa com somma msito superior a
necessaria, e consta que no Porto j no dia 22 ita-
via subscriptas 600 mil libras.
A importancia das quaatias representa a ae-
cessidade de pedir um meesse para neceber rata
parcimonia, mas o numero dos emjcurrentes in-
qucstionavelmeiite uma |>rova decontiauea no es-
tado do paiz e no seu futuro pnovavel.
A imprensa o paiz tem conmudo o- debates
sobre o emurestimo Stersn Brothers; mar a gover-
no anda nd publkou o contrato. A folha seuii-
ollicial todava, afllnuou j que todos os documen-
tos do emprestimo sero dentro em pouco do do-
minio da publicidade. ,
A discusso conserva anda o mesmo carcter
seria nomeado ministro. A presidencia do consc-
poa mesma va que para o Rio-; Iho do conselho de estado seria dada a Mr. Vlntoy.
Grande du Sul e anda outras trras do Imperio -
beasleiro. esto orneada-; tambem iguaes commis-
ses, s quaes se desejam annexar nomes de patri-;
eios que se esperara indicados no prximo pa-
quete.
lio Diario de Usbca teio ha das a seguinte por-
tara :
t Tendo sido presente S. M. -rei a represen-
taceque, en data de 21 de seteintro ultimo, Ihe
a Mr. Rouland, ou a Mr. Parieee. O imperador pa-
rece hesitar entre estes tres homens de estado.
Fallava-se tambera muito de Mr. Baroche. Mr.
Dupin, senador, e procurador geral junto ao tribu-
nal de Cassacao, foi chamado corte por um des-
pacho telegraphico.
O senado e o eorpo legislativo francezes foram
convocados para o dia 5 de novembro.
A linguagem dos jornaes democrticos em Fran
A Dinamarca, contina a preparar-se para a
guerra. Ai revistas militares, succedem-se uma
as outras, e nos banquetes os brindes bellicosos
attestam a attitude geral.
Tem-se fallado-de um tratado do allianca offeu-
siva e deffensiva entre a Suecia e a Dinamarca,
mas nao se pode assegurar que semelhante conve-
nio tenha sido assignado entre as duas cortes.
Aflirma-se que a Franca interviera junto do re '
de Dinamarca para Ibe aconselhar que nao dcixe-
de considerar como um easiu belli, aexecuco
federal, se a levar a effeito.
Em Glackstadt, teve lugar um banquete official,
e all o principe Chrisliniano, levantando um brin-
de ao rei, falln da situacao poltica do paiz e
disse:
Julgo poder expor a ntima conviccao de que
todos, como eu, estao promptos a dar o seu sangtte
e a sua vida pela honra, independencia e diieit>
da Dinamarca.
Foi a estas palavras que el-rei respondeu, mos-
trando que as expressoes de S. A. eram sabidas
do intimo do coraco, que tinham umcho geral;
mas que sua magestade desejava a paz, no entre-
tanto se nao fosse possivel manter-se, que sua
magestade conta va com o apoio e fidelidade do seu
povo
El-re concluio o discurso levantando nm brin-
de patria querida; foi entilo muito rnthusiasti-
camente applaudido.
O parlamento italiano ser convocado para o>
dia 15 de novembro.
Alllrma-se que a condessa de Monlebello esposa
do general ajudante de campo do im|>erador e
commandante docor|iode oeeupacoem Boma est
mui gravemente doente. Diz-se ser este o motivo
real da ida do general a Franca com licenca. Este
general foi recebido pelo imperador, e regressara
brevemente a Roma.
Assegura-se que algnmas familias prtencentes
aristocracia, que, dei>ois dos acontecimentos de
1860 em aples se relugiaram em Paris, resolve-
rn! regressar Italia. Entre outras eontam-se
I dos principes de Angn, de Eboli, de Connigliano,
e da duqueza de (^asauello.
Kste acontecimento vai dar um golpe profundo-
na rea<*ao napolitina.
Noticias de Atbenas de 8 de outubro, dizcm que
o telegramma annunciando o voto da annexaco
das ilhas Jnicas Grecia provocara universal n-
thusiasmo. Todos os membros da asscmbla na-
cional assistiram ao Te Deum. O rei deve-se diri-
gir primeiro a Alhenas, visitando seguidamente/
Corf.
Contina a crise ministerial.
A assombla nacional tinha ordenado que a
correspondencia particular do rei Ihe fosse entre-
gue se m ser aborta; que a correspondencia diplo-
mtica fosse entregue ao novo rei, mas que a
correspondencia interna fosse publicada.
Os enviados de Dinamarca e de Inglaterra
apresentavam fortes objeccoes a esta deciso.
O representante inglez raeacava oceupar Alhe-
nas, de aeeordo com a Franca c a Russia se appare-
cessem naquella capital s tropas que tinham
figurado na insurreieao de junho.
Gaitas de Constantinopla annunciam que o
encarregado dos negocios da Russia Mr. Navikoff,
declarara que o reconbeciment dos Polacos como
belligerantes, por parte da Porta, produziria um
rompimento entre a Turqua e a Russia.
Esta noticia reprodnzida em todas as folhas lera
dado motivo a conjecturas sobre a attitude que o
gabinete de S. Petersburgo pretende tomar.
Parece que uma igual notifleacao tem sido Caita
s outras potencias, princi|ialmente aquellas a
quera neste sentido foram apresentadas propos-
tas por parte dos Polacos.
O governo russo nao se mostra satisfeito da at-
titude que toma o governo turco.
0 desembarque de armas e municoes de guerra
noCaucaso, sera que se conheca a origem da ope-
raeo: os boatos sobre a proposla de uma allianca
offensiva entre os Polacos e a Turqua;a partida
do general russo Totleben para inspeccionar as
fortilicacoes de Bessarabia, e para preparar a de-
feza do sul do imperio^todas estas noticias reu-
nidas e comparadas fazem talvez com que o gover-
no russo tema que a questo polaca promova o seu
desenvolvimento apoiada no Oriente, visto que as
negociacoes do occidente nada tem produzido.
Nao sao s os navios da armada franceza
que no Japao estao sujeitos ao rigor das autorida-
des. Cma corveta a rapor hollandeza que atra-
tessou o estrato de Caslembroot, soffreu o mes-
mo traiamento hostil applicado aos navios france-
zes.
O commandante da corveta sustentou por algnin
terapo a lula, mas allnal cedeu. O cnsul dos Pai-
zes-Baixos no Japao, que estava a bordo daqiieliu
navio, dirigi ao se,u governo um relatory indi-
cando todas as circumslancias do facto.
Apenas na Haya houve noticia deste aconteci-
mento, el-rei dos Paizes-Baixos, concedeuao com-
mandante do vapor o gru de cavalleiro da ordem
militar de Guilherme, como recompensa da ma-
neira por ipie proceder naquella conjunclura.
O negocios da America e do Mxico preoc-
cupan muito os polticos e industriaos francezes.
Nao sera receio que se v aproximar o dia em
que ser necessario ajusfar cuntas com os Estados-
('nidos, cujas iras amontoadas contra a Franca
ameae. ni rebentar a cada instante.
O commercio francs to embarazado desde a
guerra civil da grande repblica mexicana, desoja
ardenlemento sabir desta situacao, que nem a paz.
nem a guerra com os Estados-Unidos. At parece
que se trata de dirigir uma representaco ao im-
perador para Ihe pedir a evacuacao do Mxico, e
nina declaracad de que os separatistas nunca se-
ro reconhecidos pela Franca.
Um deputado francez, ministerial, Mr. de Baile)'-
me, acaba de publicar uma broxura acerca do M-
xico, em que declara que do maior nteresse pa-
ra a Franca, depois da nstallacao do archiduque
Maximiliano, o retirar as tropas francezas daquel-
le paiz.
consideravel a sensago produzida por esto
broxura em Paris, e em toda a Franca. Os argu-
mentos deste escripto tem muito peso por seren
feitos por um deputado que tem grande nomeada
e que um dos amigos leaes do governo.
O Daily-Xftis assegura que se a Inglaterra re-
geitar formalmente a garanta solicitada ha multo.
dnvido que o principe Maximiliano vi ao Mxico.
O imperador Napoleao recebeu a deputaco ine-
xicana, qual felicitou pelo xito da sua uiissao.
manifestando a sua sympathia pela regenuraco
do Mxico.
Jurez e os membros do seu gabinte estao con-
cordes no comportamentojiue tem de observar pa-
ra se opporem ntervencao.
O general Dia, foi nomeado commandante em
chefe, e tinha estabclccido o seu quartel gema 1
em S. Luiz, onde conseguir reunir 8,000 homens.
O general Doblado estava em Leao, tendo dez rail
homens son as suas ordens.
Dizia-se que o general Oranox sabira do Mxico
com um corpo de tropas para atacar Negrete, mas
os soldados abandonaram-no, incorporndose a
Negrete
Diz-se que ha desmtelligencias entre os France-
zes e os Americanos residentes no Mxico.
O general Forey nomeou Miramon chefe das tro-
pas mexicanas.
O triumvirato notifcou aos representantes dos
governos estraMeiros que no Mxico se hava
constituido um governo legal, c recommendava-lbes
que o reconhecessem como governo constituido.
Os ministros americanos e da America central
responderam que em quanto nao recebessem ins-
truccSes dos seus governos nao devam. reconbu-
cer outro que nao fosse o de Jurez.
Commonfort e Doblado publicaran) u manifes-
t recommendando aos Mexicanos que respeitem
dirigi o actor do iheatre normal portuguex, Au- ca manifesta-se cada vez mais pela guerra. A sua
gilo-Cesar de Lacerda, dando parte de haver feito maneira de expor a situac;io causa senas inquie- com a apreciacao do ga
um beneficio no theatro do Rio de Janeiro, logo que tacoes, porque fallam em nome dos interesses do nhura dos governos podena r
maiores, que tem levado as cousas ao ponto a que
lera chegado.
A publicacao do despacho uma nova prova
de que a situacao est paralysada. Nem os Pola-
cos, nem os Russos querem ceder uma nica pol-
legada do terreno, nem o menor privilegio.
t Como se ha de sahir daqui ? que nos nao
arriscamos a avancar. Mas temos a certeza de
que allnal os Polacos e os Russos bao de ser torea-
dos a fazer concessoes mutuas ; a ultima manei-
ra de resolver as questOes desta natureza.
Os Russos nunca estabolecerao o respeito pa-
ra a sua autondade desptica, nem os Polacos re-
construirlo a Polonia sua vontade.
As tres potencias esperavam poder engajaras
duas partes a ebegar a um aeeordo sem se deslrui-
rem unta outra.
Nao conseguiram como havamos previsto em
consequencia da paixao, e da obstinaeao das duas
partes, e agora necessario deixa-los pelo menos
por algum tempo fatigarem-se a si proprios na
lucta.
t Os Polacos todava tem a perder nesta pro-
longacao da guerra, e a obstinaeao de sua parte,
tanto mais inexequivel quanto um suicidio.
Em Londres e Paris produzo grave scnsac,o se-
gundo diz a Independencia Belga a proposta que
se attribue ao principe Czartorysk.
A opino publica em qualquerdas duas corles
comprebeudeu que nem a Inglaterra, nem a Fran-
ca podiam reconhecur como belligerante um poder
oceulto, accescentando-se que, antes de se tratar
com a Polonia insurreccionada, admttndo que
ella chegasse a dar-se um governo publico, era
preciso declarar que a Russia perder a sua auto-
ridade, e que se achara annullados os arligos do
tratado de 1818. '
O Pui/s sustenta quenenhnnspassosse teem da-
do por ora a este respeito, e a Fivmce apresenta
uma declaracao no mesmo sentido.
Nos circuios de Vienna dava-se grande impor-
tancia chegada all do embaixador austraco jun-
to da ciirte de Londres.
A Presse que se publica naquella cidade preten-
de que o conde de Anpony tinha sido encarregado
de dar verbalmcnte xplicacoes sobre a resoluco
em que estava o gabinete de S. James relativa-
mente a annullacao dos tratados de 1815.
Um despacho'de Berln porm assegura que a
recusa da Austria em se assoejar a esta declara-
cao nao seria objecto de questo.
O governo austraco qur manter os tratados,
continuando a protestar contra a sua violaoao, e
contra a violaco dos compromisos contratiidos
pela Russia, por occasiao da primeira divisao da
Polonia em 1772.
Esta noticia deixa prever que a Austria se con-
servava na inaeco, c contra esta que temos vis-
to protestar algns jornaes austracos.
O movimento no Caucaso toma um carcter se-
rio. Os partidarios da Russia aflirman que sus-
tentado pela Turqua.
O governo de S. Petersburgo foi obrigado a re-
tirar das fronteiras de Jalitriz da Ukrana e de
Bessarabia, a sua decima divisao, porque em gran-
de parte era composta de Polacos.
A misso de que est encarregado Mouravrieff,
as provincias polacas annexas Russia, (Lithua-
nia, Volhynia Podolia e Ukrana) consiste na des-
truico do elemento polaco, principalmente aos
ebefes elevados. 6s seus meios sao : a forca, o
degredo para a Sitiera, a ux-propriaco em mas-
sa, segundo o alvitre proposto pelo conselheiro de
estado Pogodine. At hoje esta poltica nao tem
sido confessada. Chegou porm o momento do
desapparecimento do poder; a Gnzeta de Moscoir,
orgao official, diz que, necessrio reforcar o ele-
mento russo entre as elasses superiores as pro-
vincias do oeste (oulr'ora polacas). Sem isto o
elemento russo nunca ser igual ao polaco : nao
podendo por consequencia sabir da inforioridade
em que se acha.
A cooperacao do governo na tai efa da transmis-
sao das grandes propriedades polacas para as
mds dos proprietarios russianos, apresenta-se ho-
je como inevitavel necessidade.
Entre outros meios o honesto peridico propoe
a instituir.) de bancos territoriaes, que s em-
prestem aos Russos, e a outhorga do ttulos de
nobreza aos meehauieos moscovitas que adquiram
bens das provincias occidentaes.
Acrescenta-se a isio a coafiscacao que muitos
proprietarios tem soffndo, em consequencia dos
ltimos acontecimentos e ter-se-ha idea aproxima-
da do modo paternal como a Russia affaga a Po-
lonia.
O Botschafter diz que se receberlm em
Vienna respostas da maior parte dos governos al-
ternaos a ultima circular austraca, que ^onlm
uma apreciacao da respostadoreida Prussia car-
ta collectiva'dos soberanos reunidos em Kranolm Francezes.
fort Estas respostas concordam perfeitamente ^Os representantes das repblicas da America do<
gabinete de Ticnna.
all chegou, a favor das-operarios da-eidade do Por-1 mundo e dos principios e querem a
to, vctimas da crise algodoeira ; -e oem assim o honra da Franca.
offioio que por este oAcio fes subir con igual data,
o eonsul geral de Portugal a referida cidade do
Rio de Janeiro, remetiendo urna letra de cambio
guorra para plicacoes da Prussia uma disposicao a empenhar-
| se na obra de reforma, e todos se mostram dese-
Afurma-s que os gabinetes de Londres Pa-' josos de expressar esta apreciacao commum em
lis e Vienna, depois do ultimo despacho do princi-1 um documento com carcter collectivo.
pe de Gortschakoff, nao abandonaram as negocia- 0 Bostchaftea presume que a Austria vai propr
ideVwiSoo^'fortesT'a nwenta dias""ista, saque | coes para chegarem a um novo aeeordo na questo a remessa de uma explcacao Russia.
de limgemoefjz & C, do Rio de Janeiro, sobre polaca. Confirma-sc que a dieta de Francfort nao
Ferreira Irmos, agentes d* basteo Mercantil Por- i Tratara de combinar a replica qne deve ser ex- acccitara a proposta do gabinete de s. James para
luanse em Lisfxw importancia equivalente a..... pedida Russia para por termo ao debate por par- ser submettida arbitragem de uma terceira po-
33W000 raoeda fraca, liquide prodoeo do es-1 te das tees poteoeias, visto o gabinete de S. Pelers- tener a questo quo dura_ha tonto tempo entre a
peutaculo dado pola secretaria de estado des neg-1 burgo ter declarado lindo na sua resposia. Dinamarca e a Confedera^ao Germnica,
cios do reino, declarar ao mesmo cnsul geral, O discurso que lord Russell proferio no banmie-' 0 governo francez insiste tambem, em sentido
para que assim o faca conator ao mencionado Au- to que houve em Blairgouwine toca n'um ponto im- conciliador junto dos gabinetes de Copenhague e de
gusto Cesar de Lacerda qne digno de especial'portante, que nao deixar de ser consignado na Fancfort. Mas esta intervencao cstrangeira por
louvor o facto que praticou, promowndo eom o' replica das tres potencias. mais amigavel que seja em uma questo quo os
sen nome de artista, um valioso beaeficio para aeu-1 Lord Hussell mostrou aos convivas que b atten- Allemiles consideram, como exclusivamente nacio-
dir aos infelices operarios da cidade invieta do Par- diam que a posse da Polonia tinha sido conciJfda nal o germaaica, parece dever produzir effeito
to, que bastante tem soffrido com a erise algo-1 Hu.ssia seto certas condlefte, aerescentando C contrario aquello que se esperava emLondres e Pa-
pessoal, costume este qne de eerto modo anda en- doeira. minist^ro dos negocios estrangeiros, que, nma ve' "*i; e segundo as ultimas nrormacqes a oceupa-
feudado ha muito lempo na musa imprensa, como Pago d'Ajuda, em ti de outubro de 1863.| que a ilussia faltara aos seus compromissos, ostra- at, do Holstein verillear-se-ha logo (que expire o
na de muitos outros paizea. Os peridicos miois- .iutelmo Jote Brancamp. > : todos de> 1815 tinham-sc Ando no que foca posso raso de tres semanas concedido Ma dieta ger-
teriaes affirmara qpe o ministro da fazenda, o Sr. Depois deste documento vem o seguate ames-1 legal da Polonia. manica E' possivel que ultima hora se recon-
xilw d'Avila superior todos quanto o prece- ma folha official : Lord Kussoli mostroo claramente que est era a sldcre por causa da situacao chela de melindres,*
deram na diffleil-gerencia daquella pasto. c Tendo o artista portuguez Augusto Cesarde'suaopiniao pessoal.mas nos deVemos tembrar-nos perigos era ijue se encontra toda a Europa.
As folhas da opposicao reclamam igual honra Lacerda.remanido este ministerio, por interne-, que elle faliava publicamente, e que. era Um dos O gabinete de Coppnhague mandou a resposto
para o Sn Casal Ribeiro. dio do eousul de Portugal no Rio do Janeiro, a in-
Ouvindo uns e eutros, o paiz imparcialraente clusa letra de cambio a noventa dias vista, or-
reconhece a superior intclligencia dos dous litis- detn do respectivo ministro e secrctono de estado,
ministros da Gria-Bretaima regeitahdo as pretendes Ua Aleta germnica dc-
bm todo o caso a-s negociap^g qne se diz exist- clarando que considera, n execuco federal como
rem nao tem .->utro fin mais, d0 ^ tratar da re um acto de hostildade.
Ne- Sul> alguns Mexicanos da opposcd acenselba-
rara 'Residente Jurez e ar seu gabinete, que
forme -fcianca conlinental com as repblicas
do Chile, r, ^fUotnbia, S. Salvador, Honduras
Costa Rica,.. .^ Wl Guatemala, e a Confedera-
cao Argentina, para s8 opporem s usurpacoes eu-
ropeas no Mxico ou n>s repblicas da America.
doSal- V, A I
as municipalidades continuaran) votando em la-
vor do archiduque Maximiliano, e ja era contien-
do o voto de mais de melado daquella populacao.
Espcra-se que para flns de novembro o paiz se
haja inleiramente pronunciado em favor do no\T
imperador, e que no comeco de Janeiro possam ser
entregues ao archiduque as notas offleiaes da vo-
tocao. .
As tribus indias por va dos chefes que se Ibes
nomearam na forma costumada, declararam-se mn.
favor do archiduque.
As noticias de New-York akanpai a w- to;
setembro.
Mesma situacao; pequeos combates. As com-
municacoes entre Chalbourg e Newilles estao
cortodas,
A canhoneira federal Senino foi apresada pelo
vapor inglez RberAPtd as aguas de Matearas.
Suppoe-se que o navio ingle est armado em
corsa ^v
O general Mead mandara um reforc de 12,00
a 15,000 homens a Roucrans, a que eofraqueceu
ILEGIVEL



^
Piarlo de Pernainbnco -- tilinta rr 1 de Ynveuibro de I
2=
cM-riio fWral do i\Hiit^r, eonjunctaraenie
en :is foYcas i)uc a'alli foram ex
Filho, Antonio Joa j;iim de Souza Panizo, Jos>
xpedidas para Alfredo de Oliveira, Francisco da Costa Ramos,
ew-Yorfc, poraceasiao do recrulamonto. Pelioio Francisco de Garvalho Robre e 1 criado,
O general confederado Lee vigia todos os mov- Antonio Vieira Caraefd da Rocha, Jos Cardoso
melos do seus adversarios, mas como tambem da Cunlia, Augusto de Araujo Santo* e 1 criado,
reforcou a divso de Bragg com 25,000 ou 30,000 Augusto Alves Guimaraes, Angelo Abblate, Ocla-
inrincns n3o julga dever tomar a offensiva. Neste viano Xavier C. Marcelino de Moura Albuquer-
jionto uns e oulros conservam as suas posicSes, e
vi^iaodo-se reciprocamente nao teniam movimenlo
alguui de que possa resultar urna balalha, cujo
xito nenlium dos dous generaos qur arriscar. i
A situara.) de Brgg e de Roucranz nao mais
vantaiosa. Roucranz espera mais reforcos em
ChaKaroga, e *prucura tirar o melhor partido da
sua posicao que parece nao ser muito vahtajosa ;
Bragg pela sua parte tatnbem nao pode tomar a j
oeusl va, porque nao centa com forjas suflkientes
para alcancar superioridade ao seu adversario
O boato de que este ultimo conseguir cortar as
c ommunicacoe* entre o exercito de Roucranz e o
ponto onde tein os sous mantimentos, as munieoes
de guerra nao se confirma. Ao forjas eonservam-
L se na mesma sita rao.
As torcas que Burnside commandava, e que de-
, \iaia ir auxiliar Roucranz. aeharam-se de tal ma-
ii.iri disseminadas pelas ordens expedidas por
Burnside ; mas este general, depois da celebre
derrota de Frederiksbnrgo nao tem sido mais feliz
nos seus planos de canpanba. Este fado, censu-
rado pelo govemo de Washington, o o revez dos
ederaea em Chii-kamoiiga obrigaram Burnside a
pedir a suademisso.
Km Charlestown, depois de algutnas semanas de
inaoci, rompeu o fogo contra o forteSumpter,
mas tan resullado visivel. Os jornaes do sul que-
remto tirar partido de poucas, ou nenhumas van-
agens alcancadas lelos foderaes neste ponto, di-
eem que a destruirn do forte Sumpter ja Ihe tem
cust.-uto mais projects do que vato a fortaleza.
Diz-sc que esta empreza ser abandonada. O ge-
leral Reatiregard, apruveita lodo o lempo a tornar
ineximguavel ; os seus trabamos activos, e a des-
inMIigencia qne existe entre o chefes federaes,
que romuiandam naqnelle ponto fazem suppor que
o s.lio soja abandonado.
A expedi;sx> Texas nao tem sido mais feliz.
Falla-sena niorte do general Weittol no campo de
batalha na l.uiziana, onde foi derrotado pelo ge-
neral confederado Oick. A iuorte daquelle gene-
ral uuia per.la importante para os federaes,que
que, Dr. Jos de Alineida A) res Lima Bastos.
Mevimento da casa de detencao do dia 10 de
novembro de 1863 :
A saber :
desta forma c para oMer dlnlielgo soquearon o pox
em hasta publica os bens do clero que no seu
principio aseendiam a porto de 20 mimdes de
piastras.
Existiam Entraram. Sahiram . 332 presos. 7 8
Existem. . 331
Nacionaes. Estrangeiros Mulheres . 249 presos. 24 > 10 >
Estrangeiras Escravos Eseravas. . 3 61 4 >
331
Alimentados cnsta dos cofres pblicos 139
Mu vi ment da enfermara do dia 11 de novembro
corrente :
Tevo baixa:
Jos Goncalves Martins, otite.
OBfTI'AntO DO DA 10 DK NOVEMBRO NO CKJOTB-
H10 PUBLICO :
Joo, Pernambuco, 14 mezes, Boa-Vista, varilas.
Maria Rosa, frica, 90 annos, solteira, Boa-Vista,
veltiice.
Miguel Vieira de Mello, Alagoas, 48 annos, soltei-
ro, Poco da Panella. gastro-bepatite.
14
Lucinda, Pernambuco, 1 anno, S. Jos, vermes.
Balbina Maria da Conccieo, Pernainbuco, 25' an-
nos. Boa-Vista, diarrba.
Francisco Caetano de Souza, Portugal, 40 aunos,
solteiro, Boa-Vista, phlysiea pulmonar.
asafu veem maliograda aexpedieo mandada paral
sustentar o principio de nniao americana naquelia
parte da America.
Os revezes soffridos nao desaniman) os comba-
tentes que procuran) vencer as vicisitudes dos
seos [nulos do norte.
lu telegraimna de .Nova-York datado_dc 18
annuncia ollieialinente que o general Lee nao pas-
sar o Potoinac.
O presidente Lincoln chamara s armas 300
mil voluntarios.
Lina das condicoes da paz que os confedera-
dos bao de fazer a guerra ao Mxico.
UI POUCO DE TUOO.
Traducimos do Nain Jaune oseguinte :
Urna nova anedocta est em voga nos passeios.
Denomiuam-n'a Historia da mulher que tem urna
grande horca. >
Esta mulher a joven S.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
Mojo funeciona o Instituto Archenlogico e Geo-
'jriiiliirii Permmlwruno em sesso ordinaria.
A Mondada thiatral Mpoinen* Pcrnambitca-
O Sr. de B. .'. que nao era insensivel aos attrac-
tivos delta, conseguio a permissao de acompauha-la
at a porta de um hotel... a porta interna.
Tem cuidado, disseram ao Sr. de B. todos
os seus amigos ; se tu ests fazendo-lhe a corte,
a|ierta-llie a mao, beija-lhe a fronte, amima-lhe as
faces; mas nao te approximes do queixo, pois pe-
deras cahir-lhe na bocea !
0 Sr. de B nao se importou com a obser-
vado.
Quiz dar-lhe um beijo um pouco abaixo do
nariz.
A joven S. abri a bocea, e o Sr. de B___cahio
nella de cabeca para baixo.
Tudo passou.
Hombros, bracos e botas.
O Sr. de B... perdido naobscuridade, procurava
o caminbo s apalpadelas.
De relente vislumbrou no fundo do patato como
que um clarao.
Apro\iinou-se, e vio nni capilo de dragues,
sem barretina e com ar mui embaracado.
Que fazeis ahi 1 perguntou-lhe o Sr. de B
Procuro, senhor, respondou o capitao, a mi
na inaiKura a sua existencia por um espectculo nha |)arrelin;i que a joven s. engulio Uonlem
do da 23 do crrente mez. \ (arij,.
- O Sr. Veriato de Maftos, habilitado pelo Cur- \ _____
o CommTc.tal desta provincia, e oppositor s ca-
precisos para a matricula, isto grammatica na-
cional e aritlunetira, com a competente autorisa-
eso da directoria geral da instruccan publ'ca.
Da Chromque de U)uest traduzimos o qne se-
gu :
O genio que segu os caprichos da popularidade,
a aguia que se abaixa ao papel de borboleta.
Elle nucen para affrontar a tempestade, e nao
rendo os omins awsw preparatorios de come-1 a emba|ar suas azas a()Su|ir,) di primavera.
car em janeiro prximo, tempo dos matriculan-;
dos tratarem dse, habilitar com o respectivo; As mulheres trazem boje
estado, visto que nao concedida a dispensa del- tlazjam anquinhas as suas
baloes, como outr'ora
avs, para os trans-
formar em redes. Alguns cstorninhos deixam ahi
as pennas, mas os canarios nelles fazem os seus
uinhos.

Deve-se sempre estar direilo. para poupar o
trabalho e a diilieuldade de se endireitar.
Solicila-se-nos a seguinte publicaco :
samo.
rain na sua visinnanea nu uansiiam ne>se uigar. :. t j>- ---
- Do porto doHavresahio 7 do passado. para ^ '-....lia umthrono s
PernambuTo. abarca franreza S A: ^5* 3^Snaal2
Marselha, a t, a barca ingleza Rn-if,: .u inJ'nllu a ,crr-1 se rao>H
les para a matricula com a condicao de faz-los
antes do acto.
A pontezinha do Chora-menino acha-se com
una ou nato travs do lastro apodrecidas, exis-
linao ja um buraco, no qual alguma almacaridosa
eltotoi una podra.
preciso que se ordeno a substituirn da ma-
deira podre, para evitar algiini divsastre.
Mamlam-nos a seguinte noticia :
t Tudo se v nesla trra falta de polica !
t Pede-e a auc desalmado nimigo do asseio e; Innundada de luz, sonhei-le virgen)
salubridade publica, da travassi das Crntes, qne Eatrc Murena de incens, vaporosa :
- atetenha de fazer ou autorisar o despejo deesa Na araffem aspirava o teu perfume.
imm^pdicla ojie tudas as nites atira ia mesma No perfome que exbala a fresen rost.
travesa, cem nianife.-to incommodo dos que mo- v, ,, .,
ram na sua visinl.anea ou traasitam nesse lugar. N a<"* aureola protegida
uual raiuba n umthrono se ostentava,
l'envolta, juntos,
tstrava.
- Arhavam-se carga no Havre : para Per-
namhnco, a barca fraaeen lierthf. para o Cear,
dita Usmijrit : o para o Maranbao e Para, a dita
Mmii' Melas.
11 vapor inglez, que devia sabir de Soutliamp-
ton a !> do corrente, o Rutan.
i:iiiiuniando.honbiaiiq concurso da thesnu-
raria de fazemla, coBoli4je a prova de arilhme- Sentir-te per, aspirar teu hlito.
Mea, !iem cun, a de traducrao derancez e:n am-
bas as partes.
E\aininou nesta materia o Sr. Carlos Alchorne- De um peridico hespanhol
Melhor informados quanto ao desastre oc- guintc:
corrido esruna Bmettiaa, declaramos que ne-; Como se nao bastasse a crise algodoeira, que tao
idioma atara soffreu o casen, como dissemos hon- duramente se tem feito sentir nos centros indos-
tdffl, o que demonstrou o exame a que se proce- (triosos, apresenta-se agora urna nova crise para a
I 'i! durante o tempo qoe esleve fumleada no por-: industriado linho.
to, depois que safou-se da areia. As ultimas noticias dos grandes mercados deste
' Xd dia 9 do corrente foi encontrado, mar- genero na Escocia apresentam urna enorme alta
sem do rio CaaMnrihe em SanfAana, o cadver nos presos e retranem os dadores e os teceloes de
do soldado do 5 b.-.lallo de infanlaria. que falle- commetter vendas,
ceii de submers Pelo delegado do Rio Formoso foi preso An- e parece-nos que os especuladores, que com tudo
tonto Manocl dos Santos, |>or sii-peitas de ser cri- exi(loraiii, sao os i|ue jogam neste negocio.
ninoso de norte, no termo de Igoarass. certo, todava, que de dous annos a esta parte
O vapor franeez Nmmre conduzio seu bor-' ha augmentado em mais de 5l) por cento a fiacao
de da Europa 171 passamiros, sendo: 23 para do lin'lio, conforme temo-lo ouvido lguns fabr-
Purnambaeo, 13 para a Babia, 107 para o Rio de \ cantes daquelle genero: e portanto indispensa-
Eram pon tas de luz seus olhos bellos.
As nuvens azuladas eram flores,
Suave apparicaode virgem santa !
Ser impalpavl inspirando amores !
Se eterno tora meu sonliar profundo.
L'm somno eterno desojara ter :
Sentir-te porto, aspirar teu hal
Chamar-te mi nha, no accordar, morrer
extrahimos o se-
PDBLKTArrdES A PEDIDO.
\o\e aunos de afona.
Charles Muniagtie, lilho do Senlior Jo3o
Montague, de Nova-York, depois de ter sof-
frido pelo espago de nwe annos consecuti-
vos, tormento e dores sem fin de escrfu-
las malignas, foi radicalmente curado dentro
de poucos mezes cum aqnelle elixir da vida
rresistivel antidolo contra veneno na mas-
sa do Singue, x salsaparrilbade Uristol. A
molestia tendo comecado as juntas do3 tor-
nozclos, chegou subir at aos olhos. Os
mdicos diziam que era ridiculo a idea de
quererem se persuadir, rjue ipialquer urna
medicina, fosse ella qual fosse, jamis po-
derla servir do mais leve beneficio em sal-
var o dovnte. Nao obstante tudo, este hor-
rendo e terrivel caso de escrfulas heredita-
rias. Coi completamente subjugado mediante
a applicagao deste grande especifico ve-
getal.
A carta do pai deste joven senhor diri-
gida ao doutor Bristol, um dos docu-
mentos o mais notavel que jamis foi pu-
blicado. No entanto nao mais do que
urna entre mimares de teslemurdios e proras,
em que claramente nao mostrem que, ne-
nhuma molestia externa d'uma natureza ma-
ligiu, qur seja que exista na pelle. gln-
dulas, na carne ou nos msculos; possa ja-
! rua risistir as propriedades e virtudes by-
m\mm juduiaiia.
TRIHIWL IA HF,l,tr\.
SESSAO EM 10 DE NO^MBRO DE 1863.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. CONSE1.HE1I10
SiLVailA.
As 10 horas da manba. aclumdo-se presen-
tes os Srs. desembargadores Caetano Sautiago,
Gitirana, Res e Silva, Motta, Peretti, Accin",
Lcboa Cayalcanti, Assis, e Doria, faltando com
participaeao o Sr. desomhargador Lourenco Santia-
go, abrio-se a sessao.
O Sr. desembargador Goerra, procurador da co-
ra, nao comparecen.
Passados os citos e eutregues o* distribuidos,
deram-se os seguintes
JULG.UKKJTOS.
flaheax-corpus
Negou-se a soltura pedido em babeas-corpus por
Antonio Goncalves.
Ceucceram ordem de habeas-corpus a Manoel
Barbosa Camello, para o dia t! do corrente, s 10
horas da mandila.
Afgravo dr peUriin.
Aggravante, Luiz Antonio Annes Jacome ; ag-
gravado, o juiza
Relator oSr. desembargailorUcha Cavalcanti.
Sorteados os sennores desembargadores Motta,
e Assis.
Negaram provinento.
Aggravante, Antonio Pinto de Azevedo aggra-
vado, o juizo.
Relator o Sr. desembargado!" Assis.
Sorteados os sennores desembargadores Motta, gicnios desta preparaco, a qual encerra em
e Ucha Cavalcanti. ,i em alto grao a irapagavel e inapreciavel
Negaram prov^rnerrto.^^^^ !quaidade de roslaurara saude e salvar a
Appellante, o promotor ; appellado, Amanitio ''da.
Borges dos Santos. Acliar-se-ha sempre venda as princi-
A' novo jury. paes tojas e estabelecituentos de drogas.
Appellante, o juizo ; appellado, Martmho de
Borges Lyra. j gg^^ggge
Appelbtnte, Casemro Barbosa de Luna Cama-, L U Xu Al i H L 1 U.
rao ; appellada, a jnstica.---------------------------------------------------------------
Procedente para impor a pena no grao medio. .. .
,tistazer a percuta. Vendcram-se 37 fardos de
algodau do Cear a sctulUngs. e pelo que desta
; qunlidade resta j se e1*^ $9 ^hlllings. 71 far-
dos de algodo de PeanamHco,. k hegar foram)
: vendidos tarabem 2K schilitg.
Couros. Conlinuam em muito boa accitarao. i
porm sem transaccoes importantes nos ullunos'
das.
Car ao. Venden-se urna partida de carao de Ca-
raecas a presos um pouco mais baixos; as outras'
qualidades temos somonte de notar vendas para o
consumo sem mudanca do procos.
Purtiram pura o Brasil os navios.
Eleouore e Etthtr j Sophit para Santos.
Hnleiuh para Santa Catbarina com colonos.
Albin para o lii o Grande do Sul, dito dito.
Amia & Ltzzij para o Rio de Janeiro.
Estiio car regando para o Brasil.
Para o Rio de Janeiro : Schon e Falke.
Para a Bahia: Alfred.
Para Pernambuco: Coucier.
Para o Rio Grande do Sul: anilina. Jolianna, He-
lene, Mana c Tlinrlircke.
Caminos.
Sobre Londres, 3 mezes data, W marcos 2 scb.
banco por .
prazo curto, l-'l marcos 4 sch.
banco por.
SobreParis, 3 mezes data, 192 l| francos por
100 marcos banco.
> prazo curto, 1901|2
100 marcos banco.
SobreLisboa, 3 mezes data, 46 scbillings por
mil rh>.
Descont 4 'to ?,.
*rr^
Da Bahi.'t, branco. O/Oa S6/0-
Da dita, mascaVaito, IS/0 a 2S/a M
Par* o Me4iiTrane.
De Pernambur, bfanco, 4S/ft a 86/6.
De dito, macavado, 19/6 a ti/O.
Da Babia, branco, 25/0 a 26/0.
Da dita, masca vado. !9/() a 22/0.
As vendas em Liverpool foram imito avoKadas,
incluindo Babia, mnseavado mediano, dw W/Oa
23/0; e Maranbao, de 2/0 a 2.3/ft.
Tamben) venderam-se
435 eaixas e 300 barricas de Gm|K)8, pelo Orion.
do Bio de Janeiro, a 31/6, pesos da descarga, para
o Reino-Lnido.
317 eaixas de Campos pelo WiHkm Edward, a
ebegar a 21/9 ao caes.
Caf.-Coutinuon a apathia mencionada na nos-
sa ultima revista, forcando-se vendas das qualida-
des das possessdes inglezas por precos reduzido^;
a procura para as qualidades do Brasil foi s- em
retalbo, montando as vendas apenas a un 700
saceos do Rio a 69/6 por bom ordinario e 7i,0 a
74/0 por ordinario lino at superfino.
Para as cargas no mar zeram-se tamben* ofer-
tas muito rcduzidas, e a nica venda que nos cons-
ta i'.-taliel.ve urna baixa importante, a saber :
Pelo Freya, 3,400 saceos do Rio, Suprior a Good
First, urna linda carga, a 68/9 para Trieste, segu-
ras livre de avaria particular.
Em presonca desta venda, o Good First, soffri-
vel do Rio paraHimtmente nao pode cotar-se ci-
ma de 66/0 a 66/6.
Venderam-se em Liverpool 160 saceos do Rio de
68/0 a 70/0.
Cacao.As qualidades das possessoes inglezas
continuaran emapatltia, epara o da Bahia conti-
na a ha ver quasi inteira falta de procura.
Em Liverpool veuderam-se i'M) saceos da Bahia
a 44/0.
Jacaranda. Vendcram-sc96 toneladas doRioao
preco medio de 19 10/0 jior tonelada, sendo 70
PRECOS CORRENTES.
Londres, Sidr outubro
Fundos inglezes.
Do bauco, 234 a 236 por 100
Consolidados 3 / 93 a 93 1/8 por & 100
Rednzidos 3/fc 91 3/8 a 91 1/2 por 100
HT8 3 %, 91 3/8 a 91 1/2 por tOO
Excnequer bilis, mareo. Is. desc. 2s. pnn. por 5? 100' toneladas para exportar. N'ao bou ve entradas ; o
Appellante, o juizo; appellado, Joao
Mreira j Rendimento do dia 1 a 10... .T... 12:898XXi
Anoullaram o processo pea Incompetencia da ^m do dia H................. 12:079*007
aceo.
juuIm), ls.desc. 2s. pnn. por J 100
Fluidos estrangeiros.
Belgas 4 >/j %. 98 a 100 por S 100
Brasileiros 5 /, 100 a 101 iior 100 ex div.
4 '/ "/, 91 a 92 por 100 ex div.
i 4 1/2 %,3/4a 1 prem. cautelas
. Confederados 7 Y., 65 a 67
Eg\ pcios 7 %, 100 a 101 por 100
Gregos 5 /., 36 3/4 a 31 |wr 100
Hespanhoes 3 /0. 54 3/4 a 58 1/4 por S 100
ulereado fica muito frouxo.
Pao Brasil.Sem novidade.
Couros.Dos salgados do Rio Grande nao ha em
ser, mas continuam as vendas a ehegar a 5 3/8 d.
liara os de boi e i 1/2 d. para os de vacca. Dos
seceos do Bio Grande tambem ha falta, e os de 30
Ib. para cima sao procurados.
As cotaeoes de couros das mais procedencias sao
nominaos."
Appellante, Flix Jos da Costa : appellados, Ma-
noel Jos de Amorim e ontros.
Improcedente a appellacito quanto ao crimede.
ameacas, e quanto ao de falsidade millo o pro-
cesso.
Appellacoes rireis.
Appellante, Joo Jos'de Mello ; appellado. Flix
Pereira de Squza.
Confirmada a sontenca.
Appellante. Antonio Climaco Horolra Temporal;
appellado, o Dr. Manoel Gentil da Costa Alves.
Confirmada a sentcnca.
Appellante, Francisco'Antonio Pereira da Silva ;
appellado, Francisco Tavares da Silva.
Confirmada a sentenca.
Appellante, Rita Joaquina de Moura ; appellado,
Vicente Antonio do Espirito Santo.
Confirmada a sentcnca.
Appellante, Antonio Semeiio de Paria Mattos .
appellado, Bernardo Jos Goncalves de Lyra.
Desprezaram-se os embargos.
DESIGNACAO DE DIA.
Assignou-se dia para julgamcnto dos seguintes
feitos :
Appellares crimes.
Appellante, o juizo ;" appellado, Antonio Fran-
cisco de Carvalbo.
Appellante, Rufino escravo ; appellada. a jus-
tica.
Appellaro cicel.
Appellante, a parda Cordilla :
Vicente Ferreira de Fretas.
PASS.VC.KNS.
138:977588!!
.Hovimcato da alfandega
Cambios.Sobre o Rio do Janeiro efTectuou-se
duTeridos 3 i 48 3/4 a 491/4 por 0 1001 urna pequea somma a 26 1/8 d. Os cambios so-
divida interna 3 % 51 a 52 por j bre Lisboa c Porto estao firmes, aquelle a 52 7/8 d.
100 I e este a 53 d.
Hollaiidra-s. 4 /, 100 1 '2 a 101 1/2 por S 100 ex d. | Metaes preciosos.A prata om barra foi bastan-
Si Vt % 64 '/ a 65 i/2 por S 100 te procurada; para as patacas mexicanas tambem
Voluntes entrados com fazendas.
com gneros.
Volumes saludos
com
com
fazendas...
geueros...
174
233
27
23
m
50
O Sr. desembargador Caetano Santiago passou ^ Azevedo.
ao Sr. desembargaiiorCtirana
A iippi'lliiro cicel.
Appellante, Vicente Ferreira Padilha Calumby ;
appellado, Martinho de Mello Albuquerque.
O Sr. desembargador Gitirana passou ao Sr. des-
embargador Lourenco Santiago
A anpelliirrw aime.
Appellante, o juizo ; appellado, Antonio da Bo-
cha Vieira.
U Sr. desembargador Reis e Silva passou ao Sr.
desembargador Motta
A appellaco crime.
Appellante, o promotor'; appellado, Autouio Ama-
ro de Pinho.
A appellacau cicel.
Appellante, Pedro Jos da Costa ; appellado,
Antonio Joo Ferreira Damasceno.
O Sr. desembargador Motta passou ao Sr. des-
embargador Peretti
A appeacao cirel.
Appellante, o juizo ; appellada, D. Luiza Tboina-
zia Correia.
Ao Sr. desembargador Assis
.4 appelUieaii cirel.
Appellante, a fazenda nacional ; appellado, Jos
Hygino Miranda.
O Sr. desembargador Peretti passou ao Sr. des-
embargador Accioli
.4 apprUncaa cicel.
Appellante, Jos Gomes' dos Santos Pereira Ras- guntosT
tos ; appellado, Francisco Elias do Rogo Dantas. ,'' j c^jxn
Descarregam no da 12 de novembro.
Brigueinglez-.t/wj -carvo.
Brigue inglezVictoria-farinha.
Escuna dinamarqueza YerUus mercadorias.
luiportafio.
Brigue inglez Victoria, eHtrado de New-York
em 7 do corrente, consignado Johnston Palor
& ('.., manifestou o seguinte :
2,400 harneas farinha de trigo; aos mesmos.
Vapor franeez Nacarre, entrado de Bordeaux
com escalla, consignado a Tisset freres, manifes-
tou o seguinte :
1 barril viano : ao Dr. Sarniento.
1 dito ilito ; Sleuron i C,
1 dito azeite ; a L. Pueeb.
21 eaixas anieixas; a T. Bastos.
21 ditas, 2 ditas objeclos do armarinbo ; Al-
ves Mamburger & C.
2 eaixas calcado, 1 dita objeetos de armarinho,
; 4 ditas ditos diversos ; Linden Wild 4 C.
2 eaixas calcado, 1 dita fazenda de linho, 1 dita
appellado. Jos 11, fe mn| i^ita dita mixta Dammayer.
1 caixa calcado. 3 ditas roupa fetta, 1 dita por-
ccllana, 2 ditas fazenda de algodo ; Henrique
1 caixa calcado ; S. Vianna A; C.
1 dita conservas, 1 dita roupa feita L. A.
Siqueira.
lt eaixas queijos ; Vicente Ferreira da Costa.
20 eaixas queijos ; Palmeira & Beltro
2 eaixas chapeos de palba, 3 ditas objeetos di-
versos : (Miristiani & Irino.
eaixas chapeos, 2 ditas objeetos de armari-
nho ; ManoellA C. .
10 barricas castanbas ; M. Barros & C.
22 eaixas fructas, 15 volumes castanbas ;
Aqnino Fonseca Jnior.
60gigos batatas, 6 eaixas e 1 barril cognac, 1
caixa conservas, 2 ditas fructas em conserva, 20
ditas queijos, 8 barris vinho, 1 volume rolhas, 16
eaixas licores. 1 dita roupa feita ; ordem.
1 caixa objeetos diversos, 1 barril ameixas :
irma Sezat.
2 ditas dita seda, 2 ditas objeetos de armari-
nho ; Joo Keller \ C.
1 caixa fazenda mixta ; L. ShalTbeitlim &C.
1 caixa fazenda mixta. 25 ditas queijos : a Las-
serre & C.
1 caixa livros ; Barliusa de Mello.
1 caixa objeclos de aruiarinho, 2 ditas sangue-
suga ; a Mello Lobo & C.
1 caixa quinquilharia ; J. Bonnefond.
i caixa roupa feita ; a A. C. de Abreu.
1 caixa objeclos de ariiiaiiulio; A. L. dos
Rbanos 5 % 7 i ;j/8 72 5/8 por & 100
Mexicanos 3 %. 42 1/2 a 42 3/4 por a> 100
1 Peruanos 4 >/i %,
Portugiiezos. 1883, 3 %, 49 a 49 / lr & 100
. Dos 1856 1862. 3 "/,,. 48 3/1 m 49 1/4 por S 100
I Dos. 1863. 3 /. 1 3/8 a 1 5/8 pr. caut.
Russos 5 %. 93 1/2 a 94 1/2 |K>r 100
novos 5 %. 92 3/4 a 93 1/4 por S 100
4 /, /o, 90 a 91 por & 100
. 3%. 58 a 59 pora* 100
Sardos 5 %, 89 a 90 por S 100
Turcos. 1854 6 %. 92 a 93 por *? 100
1858 6 % 70 1/2 a 71 por S 100
1862 6 % 71 1/4 a 713/4 por 100
Internos, 53 3/4 a 54 por ai 100
. 181 6 /< 2 1/2 a 1 1 "1 das, cautellas
Yeiieznelanos 6 "/,, 61 a 62 por S 100
Bancos.
j Banco Brasileo e Portuguoz, 3 1/8 a 33/8 premio.
i Baaco de landres o do Brasil, 14 1/2 a 15 1/2
Bauco do Lon. Buenos-A>res e Rio da Piala. 12 a
13 premio.
Cambios.
Lisboa 3 111 'd 52 7/8 por 3t
Porto 3 m/ii, 53 |>or S
Rio do Janeiro 60 d/v. 261/8 por a?
Amsterdain 3 m/d, 11 19 I '4 a II 19 1/2 por S est.
Hainburgo 3 mAl. 13 8 1/2 a 13 9 por S
Paris 3 m/d, 25 52 1/1 a 25 57 1/2 por S
3 d/v. 35 20 a 25 30 por
Manelha 3 m/d. 25 52 1/2 a 25 57 1/2 por S
Genova 3 m/d. 25 68 a 25 70 por
Trieste 3 m/d. 11 45 a H 50 por S
Vienna 3 m/d. 11 45 a II 50 por S
Madrid 3 m/d: 48 3/4 a -485/8 peso
Cdiz 3 m/d, 48 7/8 a 48 3/4 peso
Molaos preciosos.
Ouro. em barra, de lei 77 s. B d. |>or onca de |ieso.
Moedas brasileir;is novas 77 s. 7 d. den.
Oncas bespanholas 70 s. 3 d. a76s. 9d. idein
patrias 74 s. 9 d. dem
: Prata em barra, de le 5 s. 1 3/8 d. idoin.
Patacas mexicanas.) s. 3 1/4 d. ideni
Coluiiinares. Carolos 5 s. 3 d.
Crusados novos 4 s. 11 7/8 d. dem
Pecas de 5 francos 4 s. 11 }t d. a 4 s. 11 5/8 d.
lleneros de imporlaeo.
Algodo de Pernambuco, 28 1/2 d. a 31 d. por Ib.
nominal.
do Maranbao, roda. 29 d. a 31 por Ib. no-
minal.
maquina. 29 d. a 31 d. Ib.
nominal.
da Babia. 27 V2 d. a 30 d. por ib.
1 Assurar do Brasil, branco. 23 s. 6 d. a 27 s. 6 d.
por 112 Ib.
Cautivo de ilreitos. maseavado, 19 s. 0 d. a 23 s. 6
i d. por 112 Ib
Arroz do Brasil, 10 s. 0 d. a 21 s. 0 d. por 112 Ib
Nao ha.
houve soffrivel procura.
P. S.Assucar.O mercado fecha um tanto me-
nos firme.
Algodo.O mercado fecha sem animaco : as,
vendas montam a 7,000 saccas. incluindo 80 laceas
do Maranbao a 30 d. e 150 saccas de Macelo a
29 d.
BOLETIM COMMERC1AL.
Licerpool, 25 de outubro de 1863.
(Presos livros de diroitos para o vendedor).
Algodo do Pernambuco por H
Rom......
Mediano......
Ordinario....
dem da Babia :
Bom.......
Mediano.....
Ordinario ....
dem do Maranho, por 3 :
(Fibra tonga).
Alcntara ....
ltapicur ....
Casias.....
(Maquina) :
Bom......
Mediano.....
Ordinario ....
Assucar do Rio. por 112 3 :
Branco.........
Louro..........
Maseavado........
dem do Peinaninuco :
Branca .........
Lomo..........
Maseavado........
dem da Bahia e Macci :
Bramo.........
Louro..........
Maseavado........
Melara..........
Agurdente cachaca, por gal :
Balsamo do copaliiba, por tf :
Claro..........)
30 V* d
29 d a 29 '/z d
28 d
30 d
28 d a 28 '/i d
31 d
30 d
V,d
30d
29 i/2 d
28 da 28'Ad
19/6 a 22/0
22/6 a 26/6
22/6 a 23/0
19/6 a 22/6
22/6 a 26/6
22/6
19/3 a 22/6
9/6 a H/6
1/6 a 5/0
1/3 '/ a 1/4
(Nominal) 1/11'/i a 2/0
Tuno ...
Borracha, por 3
Fina ....
Mediana. .
Ordinaria ...
Cabeca de negro .
Do Cear, pellos .
Sernamln .
Cacao, por 112 > :
Para, bom.......54/0 a 55/0
1/4 a 1/6
1/2 a 1/2 i/,
1/4
Janeiro. 20 para Montevideo e 58 para Buenos
Ayre-
' \ bordo desse mesmo vapor veio o Sr. almi-
raata da armada peruana Ignacio Marialyny.
Fizeram acto na Faculdade de Diroitto, no
dia II de corrente, osestudantes seguintes :
1 anno.
Elvsto da Cuaba Monos Pinbeiro, plenamente.
los Nicolao Tolentino de Carvalho. idem.
J-'iniiino Gomes da Silvcira, idem,
Ingrato Alves Guimaraes, idem.
3o anno.
liento Jos Alves Vianna Filho, plenamente.
Beoto Borges da Fonseca. idem.
Miguel Gomes de Figueiredo, simplesmente.
Ivo Magno Borges da Fonseca, plenamente.
Paulino Nogueira Borges da Fonseca, idem.
lou Capistrano de Abneida. idem.
loo Franklin de Alencar Lima, idem.
4" anno.
i )-> Avelino Gurgel do Amaral, plenamente.
Manoel Kolin e Alencar, idem.
..loo Baptista da Costa CarvalliO, idem.
Beato Minervino da Silva, idea).
5o anno.
Manoel Leocadio de Lima, plenamente.
J-'rancelino Bernardo Quinteiro, idem.
Manoel de Lemos Souza Machado, dem.
Joaquim Panleta Bastos de Oliveira, idem.
REPABTICAO DA POLICIA :
(Extracto da parte do dia 11 de novembro).
Foram recolhidos *asa de detencao no dia i
do corrente
A' ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de policiMAnt
tiio Manoel dos Santos, branco^, vindo dar mo do
Rio Formoso, como suspeito ^'e sor .noso no
de Iguarass. ^
A ordem do subdelegado ,fe, Jos Gon-
calves Martins, portugr ^ desobediencia
liaNL
Atr-
vel a alt no prora das obras fabricadas com aquel-
la materia.
A Opiniaa Xucional escreve que o capitao inglez
Wbite-Natville, que soffreu alguns mos tratos da
parle dos Peruvianos, avalia da segninte forma a
iudemnisaco que reclama :
Por tres pancadas na cabeca 55,000 francos.
Por u ponta-p n'uma peina 25,000 francos.
Por cinco dias de mao alimento 125,000 francos.
Por aJteracto de saude 500,000 francos.
Total 705,000 francos.
Juntamente com esta iudemnisaco do ponas e
dainos o total da reclamaco eleva-se a francos
7.304,350 !
L-se na Nacao:
Na Italia apresentava-se, na primeira quinzena
de julho. o advogado Rafagbelo peranteojuiz de
CasteUeto d'Orbo.
Traba pedir Justina contra um cliente, que Ihe
nao quera pagar a sua cunta.
O juiz, antes de alteuder a sua petico, disseque
desejava ver primeiro a sua carta de dvocacia.
O advogado contestou que se nao tinlia all a car-
ta, podia apresentar papis que equivaliam a ella,
porque provavam a sua proflsso.
O juiz insisti em ver a carta. E Rafaghelo, ar-
rebatado pola clera por se nao fiar o juiz as suas
palavras, tirn um sapato, e batea com elle e a to-
da ..* torca ne rosto do juiz, dizendo-lhe : isto ago-
ra sempre ser sufflciente!
Tres annos de priso foi quanto valen ao advo-
gado este transporte de clera, por sentenca do 1
de selembro.

0*Mexico um paiz de grandes recursos : o sen
territorio vasto, mas |ieuco povoado, nao eon-
tendo seno 8:000:000 de habitantes, sendo mais
O Sr. desembargador l'clioa Cavalcanti passon
i ao Sr. desembargador Assis
A appellaco aime.
Appcllautes, o juizo e'Antonio da Motta Caval-
\ canil ; appellados, o juizo e Manoel Tliemotheo
i Bociro.
O Sr. desembargador Assis passou ao Sr. desem-
; bargador Doria
A appellaco cicel.
Appellante, Manoel Patricio dos Santos ; appel-
lado, Fabricio Gomes Pedrosa.
A l/i hora da tarde encerrou-se a sessao.
CORRESPONDENCIAS.
Sr. Herlactor da Revista Diaria. Dese-
jamos, qne mereram ser insiridas na He- L'^om.te:
vista Diaria, as seguintes linhas em res-
posta as que foram publicadas na do dia 7
do andante, com relaco ao foro.
Inslalando-se em 1806 o meritissimo tri-
bunal e juizo especial do commercio, en-
j tendeu-se, sem conlesiafo alguma, que os
I solicitadores, ioda que
livros ; E. J. L. Mariuho.
I caixa joias ; Lebainn \C.
6 ditas fructas ; a J. J. R. da Cuuha.
i dita rou[ia feita : A. de Moura Gomes Fer-
reira.
1 caixa ferragem ; F. Dubarry.
4 eaixas objeetos diversos, I dita fazenda mix-
ta ; a Monhard & C.
2 eaixas doces, 5 ditas fructas ; V de Car-
valho.
1 caixa fazenda de lia, 4 ditas roupa feita. 1
dita joias falsas; 1 barril vinho 5 Vaz t Leal.
i caixa fazenda de la, 1 dita modas. 1 dita ob-
jeetos de armarinbo; E. A. Burle & C.
i caixa arreios; a Isidoro Netto & C.
1 caixa objeetos diversos ; G. Izarie.
1 dita ditos dito ; B. Francisco do Souza.
i dita ditos dito ; Irma Maguin.
1 dilo ditos dito e 1 dita perfumara ; aviuva
3 ditos sanguesugas
I presidente da relacao, nao podiam requerer
no foro commercial sem proviso do presi-
dente do meritissimo tribunal ; sem que
este assim o tivesse declarado, ordenado, ou
I imposto, no entanto pasados seis annos,
ento, que o nobre advogado, velbo no foro,
' cria e annuncia o conflicto; encherga irre-
gularidades, e nullidades; descobre o crime,
; apontando o criminoso 11! sois que tanto |
1 o leva o desejo de completar urna vin-:
ganca.
Recife H de novembro de |8R3.
O habitante da ierra.
Ramos e Silva & Genro.
1 caixa roupa feita : Buessard Millochau.
90 ditas queijos; Tasso 140 ditas ditas; Brander Bramiis.
1 dita objeetos de barro ; F. Dubarry.
1 dita fazenda de algodo, 1 dita dita de seda, 2
ditas objeetos de armarinho, 20 barris vinho;
T. Sauvage A C.
1 dita fazenda de algodo, 1 dita dita do la, 1
provistonados pelo d,, modas Ferreira 4 Araujo.
1 dita objeetos diversos, 2 ditas fazenda de laa,
1 ditas dita de seda, 1 dita dita mixta; a C. <
Nogoeira.
Recebedorla de renda Internas
geraes de Pernambneo.
Bendment do dia 1 a 10........ 10:3205113
dem do dia U................. 4845751
10:804J864
Conanladn provincia I.
Bondimeato do dia 1 a 10......... 11:8334663
ldm do da 11................. 1:6554249
13:4885912
Melquades, pardo, escravo de Rufino Antonio de ; de metade Indios de raca pura.
Mello, requerimento deste. N'este paiz o estrangeiro encontra clima quente.
A" ordem do de Santo Antonio, Algerairo Eleu- clima fri e clima Jemparado : os Hespanhoes, que
terie da Silva, pardo, por disturbios; Agostinho,! foram por muito tempo dominadores, dividirn)
fricano, escravo do commendador Vianna, por pereitamonio esta nacao, com relacao ao clima :
< inbriaguet. em Ierra caliente, Ierra fra e trra temperada.
.V ordem do de S. Jos, Marcelina Maria dos \ O estado inanceiro do Mxico, em 80B, era tio
J'i azeres, crioula, por disturbios. prospero, que. tendo a receita de 20:000:000 pias-
tras, as despezas noexcediamli 10:500:000.
O tabaco dava nm producto bruto de 8:000:000
piastras, e um producto lquido de quatro milhe
e meio.
As Onancas actualmnte, porm, apresentam um
dficit om razo das revotoces, que em varios an-
nos leem tyrannisado aquelle paiz.
Em 1857 a receita de estado .hegou a ml-
Ihoes dopiajtras (urna piastra equivale a 900 r.)
o a despoza a 17:405:000 das quaes 6:739:000
eram absorvidas pelo ministerio da guerra. Em
[4057 a divida publica ascendeu a 120:000:000
B'aslrasjdos quaes 52 mbdes eram consolidados,
m 1841 o governo venden por 15 milhoos a Ca-
Utoroia o o novo Mxico, e por 10 milUSes o terri-
torio do Mesilla.
A rowlncio multiplicou a divida publica, des-
truio niuitos recursos, augmentando as despezas ;
X ordem do da Capnnga, Franrelina Maria das
aliagas Garreth, crioula, por insultos.
O chefe da 2* seceo,
i. G. Aidesquita.
Passageiros do vapor trancar Xavarre, vin-
ilu de Bordcaux e porlos iutermedios :Domenico
Jettoia, Micliael Angelo Jettola, Guiscppe Cerui-
'liiarn, Augusto Caors, sua senbora e 1 filho me-
nor, Pauto Ttitset, Jean Ulric (rxf, Ignacio Maria-
t\ny, Cesar Deitov. Pedro (areia, Nicols Bayon-
110. KranciKo Aookaarie Leal, Grou'l Marie/fla-
'-ido EmM, Antonio Bernardo Vaz Carvalbo, Fran-
cisca Alaria dos Santos Mata e 1 uibo menor, Jos
Poraira de Azevedo e i flUtas.
Passageiros do vapor franeez Sacarre, tahi-
lo para oe aeriMaaaat .Luiz Margaras Cewan*
tes, sua senbora, 1 sobnnho menor e 1 escravo,
Seliastio G. P. Bandeira, Caetano Muniz Brrelo
I Srs. Redactores. Canstaado-nos que o
Rv. .Manoel Gomes de Brito, pretente ser
vigario d'esta freguezia de Bezerros, no
caso que o nosso digno vigario Rvd Trajano
de Figueiredo Lima, preflra outra freguezia,
pedimos encarecidamente S. Exc. Rvm.
que por tudo quantu lia sagrado, nao nos
bote por vigario semelhante padre, avisto
dos seus prtcedirflentos na freguezia de Gr-
vala, que slo pnalioaa
tal este padre que em tempo de epedo-
mia nao se presta nos accommettidos com os
goccorros esplrituaes, e se tivermos a infe-
liz sorle que seja iraso vigirio, podemos
pedir eos miseritonlia, e lamentooios
os habitantes qtie o tiverwn por parocho.
Quetram Srs redactores dar publictdade a
estas toscas linhas.
Bezerros 29 de outubro de 1883.
0 Bezerrense.
Hambnrgo, 21 de ontubro dr 1863.
lelatorio cotnmercM.
Na posieo do mercado nao houve mudanca no-
! tavol durante a ultima quin/.ena, o as vendas rea-
! usadas foram nicamente para o consumo.
Caf.O mercado conservou-se em posicao flr-
i mee as vendas foram mais importantes do (ne se
podia esperar em consideraeo da situaran tran-
' quiln do genero. As qualidades linas do Rio s&o
procuradas sobre tudo para o norte da Europa,
1 mas nao se ooderam effectuar todas as ordens,
sendo a escoma mnlto limitada. As vendas foram
de cerca U,00l) saceos de tute do Rio e de Santos
a ti "', H schillings. Os sopprimentos recebidos de
! caf do Brasil foram de 7,050 saceos. Colamos
o caf do Rio, reel ordinario 7 '/a 7 J schillings.
Assucar.fita eonsequenoia. de noticias mais
favoraveis do exterior, o mereade estove mais ani-
mado, e oa procos snUram de 7 schHliugs. Ven-
deram-se 7w eaixas e 800 saceos de assucar da Ba-
bia, e 2,600 saceos do Cear.
Tabaco.A tendencia: aulhorou, e aas proco*
diminuidos mostreu-se mai ventado para com-
arar. De tabaco brasileiro veiidenun-se cerca
e3;i00 bailas em 1.a man, e om leilo 188 bailas
a> S. FHh 14,8 Vi schilKncs.
Algodo.Por bita de genero nao se pode sa-
llabia. bom
(^af, jior 112 :
Rio. 1" sorte. .
2- .
Escolhido .
Babia, 1* sorte .
2" .
Escolhido .
Cear
Gaf do Ro. lavado, 74 s. 0 d. a 8i s. 0 d. por 112
Ib.
Cacao do l'ar. 57 s. 0 d. a j'9 s. 0 d. por 112 Ib. Castanba, iior 112 S :
dem da Babia, iij s. 0 d. a 48 s. 0 d. por 112 Ib. Do Para nova. .
Sobo do Rio Gratule, por 112
Bom e duro.....
Mediano.......
Kscuro.......
Cera de carnauba, por 112 .
44/0
70/0 a 7'n
66/0 a 70/0
7a/o a B3/8
68 d
f.:i/0 a 65/0
70/0 a 75,-0
68/0 a 72/0
17/0 a 18/0
Tapioca do Rio. 1 :t/4 d. a 5 d. por Ib.
do Para l '/j d. a 2 por Ib. idem. Bom e duro.....42/6
Couros do Brasil : Mediano.......42/0
Seceos salgados, de 24 a :16 lbs., 'i % d. a 6 d. por Escuro.......40/ti
Ib. nominal. 1 Cera de carnauba, por 112 *3. M "
Seceos, de 8 a ii lbs., 6 >/2 d. a 7 por Ib. nominal. Chifres, por 123 :
Verdes, de 38a M lbs.. 4d. a 4 1/2 d. por Ib. idem.! Do vacca........12/0 a 15/0
Do Rio do Janeiro : De boi.........25/0 a :M>0
Verdes, de 48 a 72 Iba,3 3/4 d. por Ib. idem. 1 Cinza de ossos, por toneladada, 70 ,,/ :
Do Bio Grande : Branca.........So 0/ a Sfi S
Verdes, de R5 a 70 lbs.. o 3/8 d. por IIl idem. preta..........4 15/ a 4 17'ti
de 44 a 50 lbs., 4 >/i d. a 5 d. )ior Ib. I dina, |M>r :
dem. De cavallo......
Seceos, de 28 a 34 lbs., 8'/d. aOd. por Ib. dem. De vacca. ......
de 20a 24 lbs.. 7 V2 4 a 8 1/2 '! lr Ib. id. Gomos, por :
Cbifres de 9 a 16 oncas. 10 s. 0 d. a 15 s. 0 d. por i\0, seceos de 30 a 35 3. .
123 frouxo. 20 a 24 .
de 22 a 24 oncas. 35 s. 0 d. a 40 s. 0 d. por de touros, 35 a 40 .
123/frouxo.' Rio Grande, por S, salgados
Ipecacuaaba 8 s. Od. a 8 s. 6 d. por lo. nominal d,. 65 a 70 .....
Jacaranda do Rio, Sf 10 a 16 \m tonelada no- Ditos do 45 a 50 <8. .
ninal. Salgados de vacca, 40 a 48 s
da Baha, 2 9 a & 13 por tonelada no-
minal.
Mercado monetario.O descont do baoco de
Inglaterra fica sem alteraco a 4 p. c. ; a taxa que
regula na praca de 3 7/8 p. c.
Igodo.No periodo desta revista o mercado,
com excewao de dous das de menor auimaeo,
esleve muito drme, manifttstando-se em alguns dias
a mesma exaltago previamente noticiada. Sobem
as vendas a unas 190,000 saocas. Devido a escs- dem do Cear. Parabyba o
sez do algodo de Pernambuco, da Parahyba e do Macei. por 4 :
Maranho, as nossas cotaeei sao inteiramentc no-' Soceos salgados,:) a 32 rf 1
minaos. Molhados 45 a 50 t :
Assucar.Poneo depois da data da nossa nltima I Cumar, por <$ :
de cavallo seceos, 10 a 13
salgados, 18 a 37 't
16 a 20 t
dem de Pernambuco, Bahia,
Maranho o Para jior t :
Soceos salgados. 26 a 30 t
espichados, 16 a 20 t
Curtidos, 7 a 9 t. .
Molhados salgados,40 a 46 t
revista, em cuja occasio o mercado eslava um
pouco animado, hoqve pausa; e por alguns poucos
dias este genero ficou efti apathia, sem porm que
houvessc qualqner reaeco sensivel. Depois tor-
nou a animar-sc a procura, e tendo esta melhora
tomado incremento nos oito dias passados, realisa-'
ram-so transaccoes de vulto por precos progressi-'
vos, regulando estes actualmente de 2/0 a 2/6 mais '
alto do que as nossas ultimas cotaeoes. As vendas '
que constam desde o dia 8 montam a urnas 35,000 :
toneladas, alm de que fizeram-se transaccoes'
avultadas, cujos pormenores nao transpiraram. '
as qualidades do Brasil pjvem o negocio nao
foi Imjiortante, em presenca a actividade geral,
ra#immdo-se as transaredos em ser a 3,700 saceos
do maseavado do Macei a 20/4, 1,700 scense 100
eaixas do maseavado da Babia, ordinario, a 2S/4,' Ipoeacuanha, por '9 .
e 5,500 saceos do maseavado da Bahia, a 22/10,' Jacaranda, por tonelada
sendo muito recentes/as dua* ultimas vendas. Rio .
Bom.....Nominal
Ordinario. ...
Farinha do mandioca :
Boa, por 112 t. ... ,
Gomma ou bucho de poixo, por t :
Gurujuba 1' qualidade
2*
3
Pescada i'
3-
Pirahvba.
* >
3'
Bagro. 1*
i
Venderam-se as samiintes cargas no mar:
I
Bahia
Pelo Jcnny JonefYSO eaixas e 230 saceos bran-. Piassava, por 2.240 t :
eo da Babia, a 25/8 para e Havre seguras livre de Para. Netninal
varia particular. Bahia.....
Pelo Lnea 326 eaixas e 370 saceos branco bai- Pixuxiav por &, bom .
xo da Bahia, a 25/0 para o Reino-Unido, peso da Salsa^parnlha. por 9 :
descarga. ......\ M.........)
10 d a 14 d 9 d a 12 d
7 d a 7 /, d 6 >/: d a 7 d 6 d'a 6 V, d
5 V 1 a 5 /a '' 4 Vi d a 4 % d" 4 >/ d a 4 V d 6/0 a 7/0 6/6 a 10/0 4/0 a 5/6
5 V, d a 5 Vi d 5 d 8 / d a 9 d 9 d a 9 '/i d
6 Vda6 1/4d 4 d a 4 '/, d
t/7 i/3
18/6 rt: 3/3 a 3/6 2/9 a 3/0 2/3 a 2/4 3/8 a 3/ 3/2 a 3^ 2/6 2/tOa 3/0 2/6 a 2/7 2/0
1/4 a 4/0
T/6
^10 a 18. ?8 a 10
16 1)5/
MoHoppet 2,040 sancos maseavado de Macei, i lairrior........> ^'h.m!'
a 20/6 para o Rebio-Unido, pesos da descarga Tapioca, por 112 t :
Pelo buriel Bobino (revendan 400 caitas e 300 Rio, superior......34'03tyO.
saceos braneo da Bahia, a 6^> para Franca. ordinaria ..... 20/0 a 25./0
As cargas no mar sa\> bastante procuraos, mas! l'ruc. por t, Para bom 3 d a 6 d
poucas on nimhnmas sin offerocidas; temos que, Fundos e cambios.
elevar as nossas cotaeoes geraes como segu ?
Para o Continente.
De Pernambuco, branco, 25/6 a 18/&. '
Dito,-maseavado, 19/6 a 21/6.


a
laterTaTTccoesTt M
Banco de InglaterraTAceoesyi 133 a
Consolidados.....3 93 a
Redolidos......3 WViW'/i





^npflBpM^n
t>
Diarlo de rernantbuco QuiaU fclra f de Xoveiubro de 18G3,
FttDaW rroVOS .
Belgas. -
Brasileiros .
3 91 Vi w "2
. a
.4 V
. :i
. 3
99 a 101
100 101
91 a 9*
"A
V.
V*
E mais seno continha era dito despacho
aqu copiado: em virtudedomeu despacho
fra a mesma pelillo destribuida ao escri-
vo deste juizo .Manoel Mara Rodrigues do
! Nascimento; depois se via e mostrava outra
, peliQo do theor seguinte :
j lllm- Sr. Dr. juiz do commercio. Diz
Bernardino Francisco de Azevedo Campos,
que para provar a ausencia de Antonio
Joaquim Vinhas requer V. S. se sirva de
designar dia e hora.
Pede V. S. assira llie delira E. R. M.
como procurador Flix Francisco de Souza
-Magalluies.
E mais sean continha em dita petic3o
aqu copiada, na qual dei o uespacho do
theor seguinte :
Hoje s 2 horas da tarde. Recite 0 de
novembro de 1863.Alencar Araripe.
E mais seno continha em dito despacho
aqui copiado; depois tendo o supplicante
produzido suas testemunhas, sellados e pre-
parados os autos subiram a minha conclusas
a Vil I le i por justificada a ausencia de Antonio
Joaquim Vinhas, que se provou estar em lu-
4/tl v* a o/3 V gai" incerto: assim mando, que seja citado
4/u Vi a V11 !/* Por e^'los de trila das para o fim reque-
Dinamarquezes .
Hespanhoes. .
. Diflendos 3
, passivas 3
Hollandeze. *
.....*
Mexicanos J
PortUguezes. lobz .1
DifTerkto 3
. 1853 3
Russos......o
.......4
Banco de Franca (Accoes) frs.
Fundos franceses! 4 /
, 3
Melaes preciosos.
Ouro em barra. .Por onca 77/
> portuguez em inoeda
> do Brasil
Oncus hespanholas
americanas.
Pi ata em barra ...
Patacas brasileiras >
Pesos columnarios hes-
panhoes......*
Garolus.......
Ferdinand.....
Ditos das repblicas hes-
panholas e mexicanas
Mocdas de S francos.
Cruzados novos. ...
Cambios.
Lisboa........90d.d
Porto.....
Riodc Janeiro (.Nominal) 60 d.v
Bahia e Pernambuco.
Amsterdam......3 m.d
Ilamburgo......
Paris.........
..-.........3 d.v.
34 V. a 55
48 V* a 49
36 Vi a 36
64 a 64 Vi
100 V a 101 Vi
43 Vi a 43 /
48 Vi a 48 Vi
48 V a 49 /*
03 a 94
89 i/a a 90 V
3360
96
67.40
77/5
77/7
76/0 a 76/6
74/6 a 75/0
5/1 /
4/11
Vi a 4/U
A rremataeo
Segunda-feira 16 do corrente mez de no-
vembro, depois da audiencia do lllm. Sr.
Dr. juiz especial do commercio se ha de ar-
bras 24, vidros crystaes de bocea larga de
8 libras 24. vidros crystaes de bocea larga
de 6 libras 24, vidros crystaes de bocea lar-
ga de 4 libras 24, vidros crystaes de bocea
larga de 2 libras 24, vidros de bocea estrei-
remalar por execucSo de Antonio Luiz dos (ta de meia onca 24, vidros de bocea estreita
Santos, cessionario do Dr. Gabriel Soares; de 2 oilavas 24; todos estes vidros devem
Rapozo da Cmara, os escravos seguintes ter rolhas de vidro.
4/u
4/11 Vt a 4/11 Vi rido.
52 Vi a 53
52 JA a 83
25 Vi a 2 Recife 7 de novembro de 1863. Tristao
I de Alencar Araripe.
E mais senao continha era dita sentenca
pertencentes a heranfa do finado Jos Fer-
nando da Cruz :
Abrahao pardo de 14 annos ava-
hado por ............ 8000000
Jos cabra de lo annos avahado
por ................... 700^000
Ivo cabra de 10 annos avahado
por..................... 7000000
Joo crioulo de 9 annos avahado
por..................... 7000000
Ignacio Fabio crioulo de 15 an-
nos avahado por.......... 8000000
Endraz crioulo de 17 annos ava-
hado por ...............1,1000000
Geraldino crioulo de 12 annos
avahado por............... 9000000
Vicente crioulo de 12 annos ava-
hado por................. 8000000
Severino crioulo de 15 annos
avahado por ............ 8000000
Escolstica crioula de 10 annos
avahada por.............. 5500000
Henriqueta crioula de 15 annos
avahada por............ 1,0000000
11.19 a 11.19 Vi
13.8 Vi a 13.8 ViV
25,22'/i a 25.27
25.32 Vi a 25.37
NAVIOS CAMA P.VIA O NORTE DO BRASIL.
MaranhoTWmim/i/10 de novembro.
PernambucoStamboul26 de outubro.
dem -BU.OW Crest26.
dem Juanita26.
dem Ariislic31.
dem Queen ofllie Dart6 de novemBro.
ideraMichii'f5.
Mero Margard6.
demPropontis9. ,
Xamcrario.A laxa do juro conserva-se al/.
Manehester.Precos subindo de dia para dia.
muito de crer que continen! a subir.
'aqui copiada. Por torca da qual o referido i Salustiana crioula de 15 annos
escrivo fez passar o presente edital, com o! ava||ada por.............. 8000000
prasode trinta dias, pelo qual chamo, cilolIBnac, ,ort?*. crioul de 13
e hei por citado o referido suppiicado, para
que comparega oeste juizo am de allegar o
que for de justica. Portanlo qualquer pes-
soa o poder fazer sciente de tudo que lica
dito.
E para que chegue ao conhecimento de
todos mandei passar o presente, que ser
publicado pela imprensa e aflixado nos lu-
gares docostume. Recife 10 de novembro
e 1863.
Eu, Manoel Mara Rodrigues do Nascimen-
to, escriv5o, o subscrevi.
Trislo de Alencar Araripe.
annos avahado por........ 8500000
Ignacia Flora crioula de 15 an-
nos avahada por....... 8000000
Duvina crioula de II annos ava-
hada por........... 8000000
Rosalina crioula de 7 annos ava-
llada por........... 4500000
Severiano crioulo de 12 annos
avahado por............. 8000000
Jucundiana crioula de 7 annos
avahada por.............. 5000000
Vetaliano crioulo de 8 annos
avadado por.............. 5500000
Joanna crioula de 6 annos
Quem quizer vender taes objectos, apre-
sentem as suas propostas em carta feixada
na secretaria do conselho, as 10 horas da
manhaa do dia 18 do corrente mez.
Sala das sessoes do conselho administrati-
vo para fornecimento do arsenal de guerra,
11 de novembro de 1863.
Antonio Pedro de S Brrelo,
Coronel presidente.
Sebustio Antonio do Reqo Barros,
Vogal secretario.
THEATRO
DE
a isa
EMPREZA
N
A. J. DUARTE COIMBRA.
ReeMa extraordinaria
EM BENEFICIO
DAS
Obras da igreja de Nossa Scnhora do
Terco.
Sabbado 11 de novembro de 18C3.
Logo que os senhores professores da orchestra
locaran a ouvertura do costme, subir scena o
drama em tres actos, original portuguez, intitu-
lado,
Em seguida o Sr. Penante representar a scena-
comica de sua produeco,
Algodao.Desde a data da nossa ultima o nier- O Dr. Tristao de Alencar Araripe, official daim- Joannacnouia ae O annos ava-
cado tem-se conservado lirme, e os precos subiram | pcrial ordem da Rosa, c juiz de direilo especial liada por................ 4000000
Id no americano e 2'/i a 2 '/a no do Brasil. 0( do eonimercio. desta cidade do Recife.capital da Expedida crioula de 5 annosava-
total do algodao em ser de todas as qualidades do < provincia de Pernambuco c scu termo, por Sua i i n. lAAJUVMi
388,400 fardos, contra 609,300 no mesmo periodo Magestade Imperial e constitucional o Sr. D. Pe- J1'. d H"' ;' V''.......A 1UWUUU
de I862. As vendas esta semana montam a 101,480 d.io II, a quem Dos guarde, etc. DCIIma Crioula de 5 annos avaha-
fardos, inclusive 86,880 por especulaco ; 14,660 Paco saber aos que o presente edital virem e hada por................ 350/000
para consumo, e 16,231 para exportacao. Com as delle noticia tiverem que por parte de Joo Carlos Lourenca crioula de 5 annos ava-
noticias da America e o estado do "mercado de Bastos de liveira me loi dirigida apetito do theor 1 i:.j. nnP iKn'nfiO
Manehester muito de crer que os precos conti- seguinte : | v"\ :'""..... dou>uuu
nuem a subir. lllm. Sr. Dr. juiz especial do commercio. Diz uertruues crioula ae 7 annos
Assucar.E' bastante procurado, e temos a no- Joo Carlos Bastos de Oliveira, que Ihe tendo sido! avahada por............ 6500000
tar urna subida nos precos de /6 a 3/, desde a intimado um mandado deste juizo passado re-; Augusto crioulo de 3 annos ava-
dala da nossa ultima. As venda montam a 97,384 querimento de Antonio Joo Vidal, para entregar, i:.. n_ ^OAnon
saceos e 4,3il raixas aos seguintes precos de 23/0 este, ou seu basttnte procurador, a quantia de' ''',' '\"a........ -oupuuu
a 2:t/6 pelo do Maranho, fl/4 '/V a 22/6 pt^lo da 2:0005000, proveniente de letras ou notas promis- Ponciana crioula de 2 annos ava-
Parahiba, 21/6 a 22/6 pelo do Maeei, c 21/3 a serias vencidas e vencer, de que era devedor liada por................ 2000000
23/6 pelo da Bahia. Antonio Joaquim Vidal, hoje finado, pela compra lanacia Clioula de 1S annos ava-
Borracha.O mercado contina mu firme e as que fez o supplicante ao mesmo do capital e inte- D i:,. nfir 1 nVAfinri
vendas montam a 100 toneladas aos precos de resses que tinha na extincta sociedade que gyrou ..,. ,,-; '".''. "," ,'uut'V"u
1/11 1/, a 2 Vj P'la lina velha ; 1/8 diana 1/2 a 1/i '/ pela cabeca de negro. Em ser letras ou notas promissorias passada a seis mezes : a deposito dous cavallos sendo um prcto ruco com
lieam 44o tonelada'ss. |e vencida em 21 de novembro de 1862, outra a !'e,s bancos, e outro castanho, castrado : quem se
Caf. -O mercado froiren, e as vendas sao mui nove mezes vencida em 21 de fevereiro de 1863, Ju'gar com d.reito aos meamos, compareca, que
limitadas aos precos cima colados. : outra a doze mezes vencida em 21 de maio do Piando seu dominio Ihe srao entregues.
Cacao. Scm nudanca, e a nica venda que te-' mesmo anno de 1863, outra a quinte mezes ven-! ^"delegacia do 1 eres 9 de novembro de 1863.
mos a notar 6 60 saceos do de Guavquil a 59/ por rida em 21 de agosto do dito anno de 1863, e outra ,. u subdelegado,
112 libras. d.-zoito mezes que se ha de vencer em 21 do cor-1 Alexandriiio Martins Corroa Barros.
O conselho administrativo para forneci-
Couros.(!onlinuam com bastante procura e os; rente mez, sendo cada urna dellas passada a 21 de !
precos subiram '/ d por Ib. Salgados do Ilio Gran-1 maio de 1862 da quantia de 5705000, montando |
de lia smente 700 couros em ser.
Gommade peixe.Ha mui pouca em ser e os
precos inantem-se armes.
"^OYmnTO BO P0RT07
Natu mirados to din II.
Bordotsx epollos intermedios 16 dias, vapor
francez Nanarre, de 1.270 toneladas, conunan-
dante Flix Vedel, equipagem lio.
lialtimore 30 dias, patacho americano Ralwimj,
de 225 toneladas, capito Samuel C. Lennau,
eqoipagcm 8, carga 1.770 barricas com familia
de trigo; Philipps Brothers 4 C.
Xnvios suliiilos no mesmo dia.
Portos do sulVapor francez tkmeure, comman-
.lanie Flix Vedel.
Canal pela ParahibaBarca iogleza Aun, capito
Richard Redmoro ; em lastro.
EDITAES.
O Dr. Tristao de Alencar Araripe official
dn imperial ordem da Rosa, e juiz de di-
reilo esepecial do commercio desta ci-
dade do Recife o seu termo, capital da
provincia de PernarabuBO, por Sua Ma-
gestade ImiK'iial e Constitucional, o Se-
nhor D. Pedro II, quem Dos guar-
de, ect.
Fa$ saber pelo presente, de do/.embro deste anno, sella de arrema-
lar em praca publica, por venda a quem
mais iJer, depois da audiencia respectiva,
casa terrea sita na ra do Senhor Bom
Jess das Oioulas n. 23, de duas janellas e
urna porta na frente, duas salas, quitro
puntos, e pequea cosinha fra, quintal
.;imbom pequeo, avahada em um cont e
quinhentos mil ris, a qual perlencente
ib. Joanna de Mene/.es Gisneirot, e vai a
praca por execuro que contra a m'csma
encaminham Antonio Joaquini de Mello
dc.C, e na falta de licitantes ser arremata-
da polo preco da adjudicaco com o abali-
.mento respactivo da lei.
E.para que chegue ao conhecimento de
lodos mandei passar editaos que serao affl-
xadb$4 publicados nos lugares do costume.
Dado e passado nesla cidade do Recife
le Percambuco, aos 10 de novembro de
M88,
fio, Msnoel de Carvallio Paes de Andrade
escrivo, o subscrevi.
Tristao de Alentar Araripe.
O Di. Trislo de Alencar Araripe official
da imperial ordem da Rosa, e juiz de di-
reito especial do commercio desta ci-
dade do Recife e seu termo, capital da
profincia de Pernambuco, por Sua Ma-
gestade Imperial e Constitucional o Se-
nhor D. Pedro II, quera lieos guar-
de, ect.
Faro saber aos .que o presente edital virem
ESTIMANTE EM QOEBMDEIBA.
Dar fim o espectculo com a comedia em dous
actos,
ODOUTORGRAMMA.
Para mais brilhantismo do espectculo achar-
sc-ha enllocada no salan a banda de msica dos
menores do arsenal de guerra, a qual tocar bellas
pe^asnos intervallos.
Os bilhetes que restam estao desde j no escrip-
torio do theatro disposico do publico.
Comecar s 8 horas.
AVISOS MARTIMOS.
todas Ha quantia de i:8S0f00ft, cujas letras on no- mento do arsenal de guerra tem de comprar
tas promissorias foram penhoradas em maodo n nhwln supplicante requerimenio de Vicente Alvesda os Ojecios segninies.
Costa e Silva.ua ececufio que Antonio Emydio Ri- ara arsenal de guerra.
beiro moveu por este jui/.n, escrivo Manoel Maria, Lalo em lencol de 10 18 librascha- u
..ntonio Joaqalm Vidal, dito Vicente Alvos da pas 6, cobre em dito de 7 ditas -chapas 0, j ras, amncb'ra Tcrasa.T cri
l'que^Sras ^^JSifiri ZS velho arrobas 20, ferro sueco em bar- Ionio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
E' esperado des portos do nor-
te at o da 18 do corrente o va-
por Tocantins, conimandante o
primeiro tenente Pedro Hypo-
ito Duarte, o qual depois da de-
mora do coslume seguir para os portos do sul.
Desde j recebem-so passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder condnzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada, encommen-
das e dinheiro a fretc at o dia da sahida as 2 ho-
escriptorio deAn-
em puder de Joo Antonio Vidal que alias acha-se ra ,le 3 pollegadas quinlaes 10, dito de 4
bastante enfermo no hospital portuguez, sendo mui pollegadas qilintaes 10, feTO em lencol de 3
natural que pareen as cinco sobreditas letras ou 3 l| arroba cada um 4.
Para o 10 batalhiio de infantera addido 10
notas promissorias em poder de terceiro, que seja
seu legitimo portador, quero supplicante recolher
ao deposito publico a sobredita importancia das
ditas cinco letras ou notas promissorias, abatcn-
do-se della a quantia de 817330, paga por conta
ao sobredito Antonio Joaquim Vidal e da qual tem
receido em seu poder, com citaeao dos ditos An-
Dos portos do sul esperado
at o dia 14 do corrente um dos
vapores da companhia o qual de-
pois da demora do costume se
guir para os portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua ehegada: encom-
mendas e dinheiro a frete at o dia da sahida s 2
horas, agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de
Antonio Pedro de S Brrelo.
Coronel presidente.
SebastiSo Antonio do Reg Barros,
Io secretario.
Couselho administrativo.
0 conselho administrativo para forneci-
Para o Porto
segu brevemente a veleira barca S. Manoel I,
que tem engajado metade do scu carregamento :
para o restante e passageiros, a quem offerecc bel-
los commodos, dirijam-se aos consignatarios M. J.
Ramos e Silva & Genros, ra do Vigario n. 10.
primeiro andar.
2* da mesma arma,
Boncts de panno verde 5, enxergoes 10,
mantas de laa 5.
Quem quizer vender taes objectos apre-
,:u,uUu,tulu,tUu,,4!, uin uuu> .111- nrnnrKl-K pm fiarla fmvaih m nra;- agencia ra da Cruz n. I, esi
tomo Joao \ idal e dos credo.es mcerlos que por frite WSOas propalas em ca ta Iti.xada na Azpvedo
ventura tenbam direilo s ditas letras ou notas pro- secretaria do conselho as 10 horas dama- ------------=-----r^-
missorias; pelo que requer V. S. se sirva de nlila do dia 16 do corrente mez.
'!;l;n!a,r r,^ariJr'!!-n0"l!'!a",Ilild0,d'" t?-it0 da^ Sala das sessoes do conselho administrati-
quantia de 2:032^/0, saldo da sobredita unpor- ,
unca das predius cinco letras ou notas pronusso- vo Para fornecimento do arsenal de guerra,
rias, o que jeito atjajn citados os interessados pas- 9 de novembro de 1893.
sando-se carta de ditos na forma da lei c do esty-1
lo, quanto aos credores ineertos, sendo aquella
earta de editos passada com o prazo de 10 dias. i
Pede V. S. digne-se de lhe deferirE. EL M.-
Martins Ri beiro.
E mais se nao continha em dita petico aqui co-
piada, na qual dei o despacho do theor e forma se- \
guinte -
Sim. Recife, S de novembro de 18C3.Alencar menlo do arsenal de guerra tem de comprar
Araripa. os objectos seguintes:
E mais se nao continha em dito despacho aqui Pirinnrasiilinrlo Forninln
copiado : e pelo theor do presente intimo e hei por aI? Pre!,',jl0 de1 femando,
intimado o expendido todos os interessados in- g31"^ com 2 caadas de Accol, 1 ar-
dicada quantia depositada, para que no referido roba de agua raz, meia barrica de alvaiade,, resto que lhe falta, trata-sc com os seus consigna
prazo de 10 dias comparecara ante este juizo mu- alvaiade lino 2 arrobas, amarello francez 8 tarios Antonio. Luiz de Oliveira Azevedo, no seu
nidos de seus documentos e impugnem por seus |inras arame de ferr0 sorlido 2 arrobas,
direitos, sol nena de reveha. .. ,. ,
E para qu chegue ao conhecimento de todos azei e doce Para serv'C da 'SreJa ba1'-
mamlei passar o prsenle que ser publicado pela ni de i).", broxas de caiar 3 duzias, pennas
imprensa e adlxado nos lugares do eostume. de 3fO 3 duzias de caixas, carvao de pedra
Recife, 10 de novembro de 1863. | \
Para o l*orto.
O brigue portuguez Mercurio, segu prestes pa-
ra all, ainda recebe algama carga e passageiros a
hete, para o que tem medientes commodos]: a
tratar com Marques Barros & C, largo do Corpo
Santo n. 6, segundo andar, ou com o capito Joa-
quim Gomes da Cruz.
Para o Rio de Janeiro pretende seguir com
muita brevidade o brigue nacional Almirante :
tem parte de seu carregamento prompto, e para o
escriptorio ra da Cruz n. 1.
Eu Manoel Maria Rodrigues do Nascimento, es- -----,', \ V "V 'v"u,'
ivao o subscrevi. cera em vellas de 1|2 libra i arrobas, colla
Para a Babia vai sahir com muita brevidade
a sumaca llortencia, capito Antonio Francisco
Monteiro, por ter a maior parte da carga engajada:
para o resto que lhe falta, trata-se com os consig-
tonellada, 3 caivetes de aparar pennas, inatarios Palmeira & Beltro, largo do Corpo Santo
envao
Tristao de Alencar Araripe.
DECLARACOES.
da Bahia 2 arrobas, colla franceza 1|2 arro-
ba, cordas de embira branca para andaime
, 600, folhas de llandres dobradas 1 caixa,
11 dita de dita fina, fio de vela 1 arroba,
-------------------------------- cobre em folha para cobrir rodas da casa de
Companhia do Beberibe. ; familia 4 arrobas, enxadas portuguezas 200,
Devendtt rcuni-se a assembla ge-> 'engesde ferro sonido 6, oculo de alcance
ral dos accionistas para deliberar so- 2' l'apel almac reve 4 resma* dit0 dit0
bre as contas do semestre Gndo c a al-
dito pautado 8 resmas, pinceis ssrtidos 24,
pennas lapis 4 duzias, lapis de cor para
t^racao quecoinem fazer-SC nos novos marcar 6, poitas de embira branca 00 pe-
CStatutOS re! ti va mente an fundo dekas. pedras de amolar 6, ditas de aliar fer-
reserva, coa ida-se aos mfsms Srs.! ementa 2, ditas de fuzi para granadeira
accionistas a eomparecerem no dia 16 500' P^nas de gango das de secretaria 200,
do orienteao mrio dia. Recife 9 de
ovembro de 1863.
0 secrelario,
FaJre Antonio da Luuba eFigueiredo.
Crrelo
; pregos caibraes 10 mil, ditos caixaes tO mil.
ditos ripaes 10 mil, ditos de guarnigao 2 mil,
ditos de meia guarnigao 2 mil, ditos fran-
cezes de 1 e 1|2 pollegada 16 libras, ditos
ditos de 1 pollegada 16 libras, ditos ditos
dita de 1|2 pollegada 16 libras, taxas de co-
bre 16 libras, taboas de louro 8 duzias,
trincal 8 libras, secante 16 libras, tinta ver-
n. i, primeiro andar.
LEILOES.
Transferencia
DK
Agencia de leudes.
Francisco I. Pinto agente de leiloes desta praca
mudou o seu escriptorio da ra da Cadeia n. ih,
para a ra da Cruz n. 38.
Pela .adrainistraco do correio desta cidade se
faz publico que em virtude da convenci postal, ae em maCa 2 arrobas, verrumas Caibraes
r celebrada pelos governos brasiteiro e francez, se- 2 duzias, ditas caixaes 2 duzias, ditas de
delle noticia ttverem, que por parte de ra0 expedidas malas para a Europa no dia 15 do
Bernardino Franca de Azevedo Campos, S^^WkS^^t^^S^
me foi dirigida i petigo do Iheor se- da para a sabida\do vapor, eos jornaes at 4 horas
guinte* antes. Admsistrayao do correio de Pernambuco
lllm. Sr. Or. juiz do commercioDiz ^^^'^^ctl^^^t^lr.A,
n ,. r. j i j f jOonvngos dos Passos Miranda.
Bernardino Franeisco de Azevedo Campos, Peja capital i, porto se faz publico que as
que quer fazer eitar Antonio Joaquim Vi- embareafciesque eavegam do Forte do Mallos paraj
ohas para na priraeira audiencia deste juizo, aleni da ponte do ttecife, devera passar onen
ver ataianar os 10 dias da h> a sua latir P'o canaJ marcado pela boia, em que durante o
ver asignar os iu oas ta tei a sua leura dia tem na bandeiwla encamada, e a noite ama
da quantia de um cont e noventa mil res, |a,ema. Os que transgredir essa ordem,e as-
e como o suppiicado se acha ausente, em sim perturttarcra os trabalbos da obra da nova
lugar incerto quer justificar dita ausencia, ponte, serao punidos com a multa comminada no
e julgada por enten(a aOm de ser citado "} ',4 ^regulamento das capaamas. e para
por edictos con, a pena de reveha, sendo ^S^iViTtS^^^no^
afmal condemnado no principal, juros esti- brode 1863.-0 secretario,
pulados e as cusas. 1. P. B. de Helio Reg.
Pede V. S. assimlhe delira,R. R. M. ~ Pela subdelegada da freguezia de !>. Jos e
Ppnna Inniir ad.nn.a faz publico que se acha recomido acosa de de-
p!,' S advogado, ^^ a Narci g ^ dii ser etann de
b mais seno continha m djla peticao Joaquim Lopes da Cunha, ^endo dka preU apre-
aqui copiada : oa qual dei o* despacio do hendida no eogaoho Serra, da freguezia do Cabo ;
theor seguinte : quem fr seu seabor, provando, lhe ser ettitre-
Cit-se.Recife i de nor*mt*o de 1863, *"* '
guarnigao 2 duzias, ditas de meia dita 1
duzia, vermelho 8 libras, vidros para cai-
xilhos meia caixa, ditos para lampeo de
ra meia caixa, vinho branco engarrafado
10 medidas, zarco 16 libras, 1 sineta para
o servico das respectivas officinas.
Quem quizer vender taes objectos, apre-
IIIVIIIS.
HOJE
O agente Pinto levar novamente leilao as di-
vidas activas da massa fallida de Antonio Cesario
Moreira Dias, servindo de base a maior offerta ob-
tida no leilao do dia 9 do corrente, isto s 11 horas
do dia cima dito, em seu escriptorio da ra da
Cruz n. 38.
lisera vos. movis, crystaes, jolas
de ouro e ontros muaos ar-
tigo*.
Sem limites
Para fechar tontas de vendas.
OJK
tfcuinta-felra 19 do eorrente s
11 horas.
O agente Olimpio em seu armazem ra do
Lotera extraordinaria.
Aos 10:000500 e !:000o000.
O abaixo assignado vista do bom aco-
Ihimento que tem tido o plano das loteras
extraordinariase a pedido de quasi lodosos ,
compradores de bilhetes, tem exposto
venda para ser extrahid por esse plano, no
dia 21 do corrente mez. os bilhetes da sex-
ta parte da priraeira lotera a beneficio da
igreja de S. Bom Jess da Via-Sacra, o que
! ter lugar no consistorio da igreja de N. S.
u agente uumpio em seu armazem a ra ao i>nfi;,rn ,1, fWnpyii c Imperador n. 16, vender em leilao diversos ob-, 0 "0f?" jectos de marcineiria, crystaes e oulros muitos | Os bilhetes e meiOS acham-se a venda na
objectos que se toma enfadonho mencionar. : respectiva thesohraria ra do Crespo n. 15
e as casas commissionadas ra da Impera-
triz n. U, toja do Sr. Pimentel; ra Direita
n. 3, botica do Sr. Chagas; ra estreita do
Rosario n. 12, tvpographia do Sr. Mira erua
da Cadeia n. 45, loja do Sr. Porto.
Os premios de 10:0005000 at 205000
IEIIAO
DE
Queijos flamencos.
Sexta-feira 13 do corrente.
O agente Pestaa vender por conta e risco de
auem pertencer 23caxas com excellentes queijos
amengos os mais novos e melhores que ha neste serao Pa?os unw hora depois da extraccao
marcaos,ai quaes serao vendidas em lotes a von- e os outros no dia seguinte de[XJS da distri-
exta-feira 13 do corrente, buico das listas.
tade dos compradores : sexta
s 10 horas da inanh, no armazem do Sr. Annes!
defronte da alfandega.
JLEIIjAO
Sexla-fcira 13 do corrente, na ra da
Servindo de thesoureiro,
Jos Rodrigues de Souza.
O Sr. Jos Francisco Pinto uimares, eirur-
giao pela escola real de cirurgia de Lisboa, traas-
ferio a sua residencia para a ra Nova, n. tiO, pri-
liltiea 11.,.?, armazem, as 1 I horas, meiroandar, onde pode ser consultado todos os
De una carroca e lio i. carretes de gneros da alfandega.
DE
8 cavaHos.
Wociedade de seguros mutuos
de vida installada pelo Banco
Uuio na cidade do Porto.
Os agentes nesla cidade e provincia Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C,, escriptorio na ra
da Cruz do Hecife n. 1, estao autorisados desde j
a tomar assignaturas e prestar todos os esclareci-
dos, sexta-feira 13 do corrente s 10 1|2 horas da
manhaa na cocheira do Sr. Malveira, ra do Impe-
rador n. 25.
liEIIaAO
DE
i 111 sobrado do 'i andares e sota o
na rua da ttenzalla n. 40.
Sabbado 14 do coi rente.
Por ordem dos administradores da massa falli-
da de Manoel de Azevedo Pontea, ir a leilao por
intervenco do agento Pestaa, o sobrado de
andares e sot.o, sito na rua da Senzala Velha n.
40, pertencente a mesma massa, os Srs. preten- com miudezas com outra pessoa, paga
dentes queiram examina-la e qualquer iuformaco s,"'va : na rua .\ovan. 81 Na mesi
o agente est prompto a dar.
O leilao ter lugar sabbado II do corrente pe- Precisa-se de urna ama de leile
las 12_horas da manhaa em ponto na porta da as- Carmo n. lo.
sociacao commercial.
ios Hvs. de engenho.
Jos Feliciano Nazareth vende assucar de com-
misso tirando 2 por cento, sem adianlar dinheiro :
quem quizer o pode procura-lo na rua da Praia,
segundo andar, n. 33.___________
Jos Duarte Coutinho faz sciente aos seus de-
vedores, tanto da pra?a como do mato, que elle a
bem de sua saude precisa retirarse da provincia
e que d o praso de 13 dias para que venham li-
quidar suas contas, do contrario entreear a seu
procurador para fazer effectiva a cobranca.
Precisa-se
alugar um bom preto para rarregar urna caixa
-se bem, caso
mesma precisa-se
de um preta para todo o servico.
no pateo do
LEILAO
DE
Predios e accoes.
0 agente Almeida far leilao a requerimento
dos admininistradores da masa fallida de Aino-
rim, Fragozo, Santos & C, e mandado do lllm. Sr.
Arinazeiu para estabelcciuieuto..
Aluga-se na rua da Praia o armazem da casa
n. 37, com fundos para o caes do Hamos : trala-
1 se no Campo Verde n. 20, sobrado do Dr. Miranda,
Precisa-se comprar um preto com idade de
30 a 10 annos: na rua Direita n. 17.
Aluga-se una casa com commodos para fa-
Dr.'juiz especial do commercio, dos seguintes pre- milia. a margem do rio Capibaribe, na (Iba do Me-
dios : una casa terrea sita rua dos Pires n. 25, tiro, na Passagrm da Magdalena, por 1305 : a en-
com 2 salas, 2 quartos, cosinha fra, quintal mu- tenderse com Joaquim Amonio Pereira, na loja de
rado ; una dita na mesma rua n. 27 com os mes- louca da rua larga do Rosario._______________
mos commodos; urna dita na rua das Cruzes n. | \a rua ja Praia n. N deseja-se fallarjao Sr.
14, com 2 salas, 2 quartos, cosinha fora, com ggas Sancho Rineiro para negocio de seu intresse.
quintal e soto ; una casa terrea na rua do Pilar ------j;:-------. ^ ,__u^:^ t.n
n. 80, com 2 salas, 3 quartos, cosinha fora, quin- Prec.sa-se de um lx,m coz.nhe.ro ^roou
tal e cacimba; urna dita na mesma rua .1 2i, capt.voequc de conhecimento de sua conducta .
com 2 salas, 3 quartos. quintal e cacimba; nina na rua do CrcsP loJa 2>^________________
dita na mesma rua n. 3, com 2 salas, 2 quartos, laboato.
quintal e cacimba ; a quarla parte de urna casa Aluga-se por preco eommodo para passar a fes-
terrea na mesma rua com 2 salas, 2 quartos,.quin- ta, em Santo Amaro de Jaboatao, urna casa grande
tal e cosinha fra ; urna meia agua na rua dos Com bons commodos para familia, com os fundos
Guararapcs n. 39, com urna sala e 1 quarto um para o mesmo rio Jaboatao, a qual tem um excel-
sobrado de 1 andar e soto na rua do Sebo n. 37, lente banho de sombra : quem esta pretender, ili-
com 40 palmos de frente, 100 de fundo, tendo o rija-se ao Recife, na rua do Itrum n. 78, que acha-
sotiouma sala c 3 quartos, o primeiro andar 2 sa- ra com quem tratar,
las c 3 quartos e o andar terreo 2 salas, 4 quartos,
cacimba com bombare junto a cosinha urna sen-
zala cumposta de (piarlos, estribara e outros
muitos cummodos; um sitio de trras denomina-
do Landini do Boqueiro na Ibnra freguezia dos
Afogados, com casa de vivenda, coutendo 2 salas,
4 quartos, cosinha fora com una saleta em se-
guida e um quarlo, coxeira, estribara e mais 11111
quarto, diversos arvoredos de frusto, baixa para
eapim, viveiroe una pequea casa de palha, 20
accoes da estrada de ferro, 20 ditas do novo banco
de Pernambuco, 7 ditas da companhia vigilante,
54 ditas da caixa filial do banco do Brasil e 50
ditas da Companhia Pernambocana, tudo perten-
cente a dita massa.
Quinta-feira 19 do corrente.
A'porta da associaco commercial s II horas.
AYISQS DIVERSOS.
Instituto .treheologieo e C-eo-
graphico Pcrnambiicano.
llavera sesso ordinaria uiala^fei- baiiiosda reedifleac
ra 12 do corrate, s 11 horas da ma- KSA'St'S
nhaa.
Secretaria do Instituto, ) de novem-
bro de 1863.
.1. Soares de Azevedo,
Secrelario perpetuo.
Precisarse de una ama para cozinhar i'*)in-
prar para rasa de pouca familia : na rua AaJCon-
cordia n. 34, sobrado do armazem do sol.________
Precisa-se urna ama para casa de pouca fami-
lia : quem pretender, dirija-se rua da Senzala
Velha n. 34, primeiro andar.
Anua em p;na aiiftr-sr.
Aluga-se o armazem n. 40 da rua do Apollo, con
30 palmos de frente e 130 de fundo, com a frente
para a rua do Apollo, e por preco eommodo, pro-
prio para qualquer establecimento : tratase com
Antonio Alvos Barbosa, rua dos Uuararapes nume-
ro 28.
:q: -1
M lia i I". do aiinivcr.-ario do |
|cluli-comuieicial ter logar m
I noitedi dia 22 docomnie mez. 3
A actual mesa regedora da rmamlaile de
Nossa Senhora do Terco, desejandosecundar os tra-
.iio de sua igreja. e acbando-se
ra a continuaco de to ajando
orreu ao Sr. Coimlna, digno
emprezano do theatro de Santa Isabel, para lhe
conceder um benelicio em favor de lio necessaria
reednlcaeao, ao que de bom grado annuio, esco-
llieudo um variado e divertido espci'taculo para
sabbado 14 do corrente, quesera annunciado. Es-
pera, portanlo, a mesa que seus irmos e o raspei-
tavel publico, nao deixaro de concorrer a esse es-
pectculo, o qual ser applicado obra da reedili-
caco da igreja de sua excelsa padroeira. que como
Mai Misericordiosa remunerar a todos os seus
lilhos que eoadjuvarem com seu bolo para o com-
- modicidade do preco tura serum razoparaa pontnalid^de Ho plexo dcsuasiu inorada.
respectivo pagamcn'o,cscusando assim
a esta empreza o tralialho accrestido
da solicitaco reitrala disto alp;uns
dos subscriptores. No entretanto tem
ella este trabalho, a que se seguem
AM
Precisa-se de urna ama muito capaz para tomar
conta da casa de um estrangeiro solleiro e morar
n um sitio, fazendo todo o servico da casa : na rua
Igualmente despezas COm OS incumb- Nova n. 19, primeiro andar.
dos da rcccpco, scm qu<> se ligue im-
portancia taes rsforens para poder
bem servir e corresponder aos seus
compromisos. Mas esta empreza con-
ta, que se attendendo a que ahi ob-
serva, cessar a impontualidadcdc que
faz menco pele pagamento pmmpio
da assignatnra, da parte d'aqucllcs que
o notcnham feiio.
LEI 40
O agente Pinto levara novamente leilao as di-
vidas activas da massa fallida de Francisco Morei-
ra Dias, servindo de base a maior oflerta obtida no
Alencar Ararip.
DIVIDAS
HOJE
O agento Pinto levar novamente leilao as di-
vidas activas da massa fallida de Travassos Jnior
& C, servindo de base a maior oflerta obtida no
leilao do dia 9 do corrente, isto s 11 horas do dia
u subdelegado f*" "Y"" cima dito em scu escriptorio da rna da Cruz nn>
Braz Antonio dn Cunha Atouquerqnt, \ Viaroi crystae de bocea larga do 10 li mero 38.
mero 38
DE
sentem as suas propostas em carta feixada el da 9 ^io correTte? isto l Ti ^resdoX
na secretaria do conselho administrativo s cima dito, emseu escriptorio rua da Cruz nu-
10 horas da manhaa do dia 18 do corren-
te mez.
Sala das sessoes do conselho administrati-
vo para fornecimento do arsenal de guerra,
11 de novembro de 1863.
Antonio Pedro de S Barreto,
Coronel presidente.
SebastiSo Antonio do Bego Barros,
Vogal secretarlo.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo para forneci-
mento do arsenal de guerra, ten de com-
prar os objectoc seguintes:
Para o hospital militar.
Muita alinelo.
Precisa-se de 7305 sobre hypotheca em 1 oscrar
va e 4 crias a taber: I molcque de 9 annos, ou-
tro de 7, outro de 4 annos, e 1 maleque de 8, sen-
do os serviros da escrava em compensado ao ju-
ros. O mesmo precisa de 200$ pelos servicos de
urna escrava boa lavadeira e quitandeira : quem
precisar annuncie para ser procurado.
Aluga-se para passar a festa, ou mesmo |wr
anno, e at se vende, um sitio no bigarda Torre,
margen do rio, com todas as commodidades pre-
cisas, e. alm de fructeiras de diversas qualidades,
tem una baixa de eapim que sustenta al dous
cavallos : a tratar com o proprietario do mesmo
Jos Marianno de Albuquerquc, rua do Impera-
dor n. 12.
Precisa-se de urtia ama de leite : na rua es-
trella do Rosario, sobrado n. 8, segundo andar.
- Est justa e contratada a taberna sita na rua
do Bom Gosto em Santo Amaro, pertencente D.
Jeronyma Maria de Oliveira : quem tiver alguma
freelaiiiaeo aprsente no prazo de tres dias na
mesma taberna._________________________
- Ainda est por alugar sobrado de um andar
da uu ife Aguas-Verdes n. 55, assim como a casa
terrea d. -a do Destino n 4, que se alugam por
mdicos i y: na rua do Queimado n. 4(J, ou
na do Hospii tt
- Ainda est por alugar-se a casa terrea n. 20
da rua da Florentina, com commodos para urna
grande familia, tem duas boas salas, 6 quartos,
cozinha fra, um bello terraco, e mais 2 quartos
fra, ptima agua de gasto que serve para lavar
roupa, tem um grande quintal murado, onde ha
um excellente parreiral, e tem proporcoes para
entretera quem gostar de plantacoes : quem a
quizer vr, pode procupr ao Sr. Gurjiio, dono da
fabrica de carros na na da Florentina n. 16, onde
esto as chaves, e a tratar com o proprietario na
rua do Hospicio n. 50, era qualquer dia at as 9
horas da manhaa, e das 3 s 6 da .arde.
Ha urna carta para o Sr. Joo Alves de Oli-
veira, na rua do Crespo n. 20 B.
Precisa-se de urna ama que lave, en-
gomte e compre, para urna casa que tem
duas pessoas; quem quizer apareca na rua
do Padre Floriano, sobrado n. 40.
O bacliarel Francisco Gomes Velloso
de Albuquerque Lins tem o seu escriptorio
V#
com tod3S as commo-
ura sitio para pas-
s se aluga pela
'orre, e no mesmo
Aluga-se um
didades para grande^*,
sear, perto do banho, boa
festa por pouco dinheiro :
lugar, a fallar na padaria.
Aluga-se um bom cozinlieirb,: a tratar
rua da Aurora, passando a fundicao, taberna.
Aluga-se a casa terrea na rua da Matriz da
Boa-Vista n. 36, por barato preco : a tratar na rua
Direita n. 9.
na
4VIS0.
O proprietario do engenbo Fernandes, da fregue-
zia de Ipojuca, faz ver ao publico, que nao costo-
mando vender c nem trocar cavados e burros do
sna propriedade, os tem ferido hoje em cima da
anca com o nome de seu engenho Fernandes: por-
tante, ft ca val lo ou burro que apparecer com a dita
m?rca em poder de alguma pessoa que nao seja
portador seu, est sem duvida furtado, e por Uso
ple ser tomado, e ser avisado o dito proprietario
uc A.uu lle advogacia; na rua do Queimado n. 41, gr qualquer despea, o icar agradecido a quera
I, andar, frente para a praca de Pedio 1- | o fizer.





-
ferio de Peraambuc* **4*+**Uto* de So\tvtl*ro t drtW*.
PRIH1IK4 E A1MTI6A CASA FELIZ
I< IRTlC. Vli B'"_ P O O .
Roa das Flores, 1 c 3 (junto a igreja da Misericordia.)

GRANDE LOTERA DE HESPANHn.
Cala extraeco sera felta a S de deaenubro de l H:i.
LOTERA.
C4S4 U FORTUNA
.lo IO.OOO0OO.
llffl boin sitio.
S. A. Prez arrenda pelo lempo que se conven'
clonar, o seo sitio cohi boa casa de morada, co-
cheira, baixa de eapim, lioa agua, mnitos arvore-
dos de fruclo, e alem de outras commodidades lem
a excel lente visinhanca de pessoas estima veis. As
O abaxo assignado faz scicnte ao respeitavel condados do arrendamento serio favoraveis, e ira-
publico que vendeu nos seus afortunados bilhetes ta-se na praca da Independencia ns. 13 c 13, ou no
garantidos a sorte de *0005 e outras muitos de
1005,405 o 205 da lotera que se acabou de ex-
trahir em benecio da Santa Casa da Misericordia,
e convida aos possuidores da ditos bilhetes a vi-
rem receber seus respectivos premios sem discon-
to algum em seu eslabelecimento Casa da Fortuna
ra do Crespo n. 23.
O nesmo lem expot-to venda em sua dila casa
praca da Independ
pateo do Paraizo n. 24.
Aluga-se na ra
um escravo : quera o
casa.
A' venda.
Venle-se urna casa lerfrea de pedra e cal em
Olinda, com commodos para grande familia, na ra
da Ba Hora, coin tom terraco no oito ao pe da
estrada nova c confronte a ca*a do Dr. Estevo Ga-
valcanti de Albuqnerque : qualqucr pretndeme
pode dirigir-se casa de Joaqnim da Silva Castro,
na rua do Crespo desta capital e cora elle tratara
do ajuste que para isso esta autorisado pelo sen
GRAGEAS
DEGELIS CONT
'"----------s----------------5 i nronrictano por morar distante desta capital seis; "c 'ar,s; ,__.
Nova a. .12, segundo andar, F *" era'o|in(iacom 0 Dr. Vicente Cvrillo Ma- Segundo 0 relator io folio na academia ein
quizer: dirjase a meanai^;- _____ j de fevereir0 jg 1840 pelos SlS. profes-
* Precisa-se de um caixeiro para taberna, de
12 a 16 annos: na rua da Moeda defronle do nu-
mero i.
Pesos fortes.
loria
porlugaeza.
I
I
I
i
ritamos
de..........
de..........
de..........
de 20,000 pesos fortes.....
10 de 10,000 ditos.......
15 de 5,000 ditos.......
30 de 2,000 ditos.......
100 de 1,000 ditos.......
2816 de 500 ditos.......
9 de 1,000 ditos cada um para os 9
da dezena que obtiver o premio de
pesos.......
9 de 400 ditos para os 9 ditos dita do de 1,000
pesos............
2 approximapoes de 1,000 pesos cada ama para
os nmeros anteriores e posterior ao premiado
com 300,000 pesos........
2 ditas de 700 pesos para os ditos do de 1,000 ps.
2 ditas de 500 pesos para os ditos do de 50,000 ps
nmeros
300,000
300,000
100,000,
50,000
40,000
100,000
75,000;
60,000:
100,000!
1,408,000
9,000
3,600
3000 premios em 30,000 bilhetes.
2,000
1,400
1,000
2,250,000
ours. 270:0005000
90:000,5000
4&OOO50OO
36:000^000
90:000000'
67:500,5000
54:0005080
3:0005000
1,267:2005000
8:100(5080
3:2405000
1:8005000
1:2(50/00"
9005000
2/025:0005000
Bilhetes inteiros a
Meios bilhetes a
Frenos ei
, 1205000
. 605000
loeda forte.
"Quintos de bilhetes a
Decimos a ,
. 245000
, '125000
Jos Ignacio Ferre COM LOJ.V DE CAMBIO E B1M1ETES DE LOTERAS
luicado no soveran civil do Porto, em rtHiformidade do eOHal
de H de junho de *.
Satisfaz com promjtido todas as encorhmendas que Ihesejam feitas, mesmo em
grande qtiantidade e pelos precos cima indicados, vindo acompanhadas do 6eu importe ;
e no fim da extracto remeMe "as listas dos premios. N. B. Sendo a encommenda de
cinco .bilhetes para cima, faz-se o abatimento de 5 por ceiflo.
Para inforanacoes no escripterio da rua da Cruz n. 9,
Para iHformacoe no escripiorio da rua da Cira n. 19, onde s se recobran pedidos te
13 do corrente.
38-BA DO IMPERADOR38
Agna natural de Condilae,
muito reccmmendada aas affeccGes do tubo gastrointestinal, nos dos rin?, e hexica ourmaria, pelas
suas propiedades alcalinas, c o acido carbnico que naturalmente contem em suspensao, de preco
mais commodo que a agua de Vieiu/, e de propriedades talvez superiores pela grande quantidade de
acido cariioaico. Injea-o lirn, sgua d le Cheelen, cupahiba de Mcgc, tnjeccao Fugas de tanaio
de zinoo, rauito recominendada na* gonorrheas. Lerroy francez verdadeiro na mesma casa lera
abrumas cartas de instrumentos cinurgicos paca operacee de Matieu (.barriere.
.....-.........._____ .. .. ............ -
e as outras do costme, os novos e felizes bilhe-1 Offerece-se urna ama limpa cora lodas as ha-
tes garantidos da sexta parte da primeira lotera bibdades de cozinha, para casa de homem soltei-
a benecio da rmandade do Senhor Bom Jess ro : quem precisar, dirija-se rua da Penha nu-
da Vi Sacra, que se extrablr* a 21 do corrente mero 9.
mez, e as sortes que elles obtiverem serao pela
mesma forma pagas.
Precos.
Bilhetes inteiros..... lJ5?
Meios bilhetes...... Para as pessoas que comprarem
de 100* para cima. .fl .
Bilhetes........ M
Meios........ *>*co0
Manoel Martins Fiuza.___
Os. Srs. Joao Nepomuceno Alves Maciel, An-
I tnio Antcro Alves Monteiro, Manoel de Mendonra
Guimaraes e BarniliO fifias da Rosa Calheiros
teem cartas viadas da provincia de Alagoas, no
escriptorio do Dr. J. Camiws, praca de Pedro II
numero :14.
Na ma da Unio a. 30 precisa-se de umaama
que tenha bstanle leltc e seja limpa e sadia, nao
tendo filho, forra ou-captiva : quem estrver %
circumstoBicias dirija-se mencionada casa.
Aluga-se urna casa m Bbirtbe ; a
tratar oom J. L de M. Reg, na roa do
Trapiche, n 8i. _
ATn^a-se a lo>-i do sobraflo n. 193 da rua Im-
Seril, e arnmem n. 4 da ra de Apollo': na roa
i. Aurora n. 36. ._______
Jfluga-seo primeiro anflar da ruaMo Crespo! preto5, e"o da outra mao branco, estando este ra
n. 23 ;a tratar naloja.
Na rua do Queimado 1
deseja-se fallar aos Srs. Gabriel Germano de Agnitr
Montarroyos e Joaquini Rlbeiro de Aguiar Mob-
tarrovos.
Iloasuiador de cscripiuiaco coDincr-
cial por partidas dbrabas.
Organisado nacidade do Porto e coaforme c-
digo do comnercio que nes rege, obra bem -Oes-
cripte e resumida para chegar ao alcance de
qualfluer inlellrgencia.cofltendo alera disso i ta-
bellas compaiativas dos amigos pesos, para oom
os d novo systema mtrico decimal e vice-versa
edo antigo "sistema de medidas, ella imiito
preoisa e necessaria e mui principalmente agoca
que poucos se acham ao par das medidas que
actualmente se tem adoptado e por isso muito til
aooommercio, pelas quae explicaes poden fa-
zerde prompte qualquer reduccau, e costa a in-
significante quantia de 1*200 cada exemplar a rua
da Cruz n.:i,scriptonode Joj 3oaquim :Lima
Bairao.
Vendem-se travs de icupirra emacarandu-
ba de 48 30 palmos : na eslacao da estrada de
ferro e a tratar na rua Augusta n. 114.________
Era casa de Mills Latham & C, na rua a
Cruz n. 38, vende-se ferro galvanisado de um dos
melhorcs fabricantes lgiezcS, proprio para cober-
tas de casas._____________________________
Vende-se a taberna da rua Direila n. 23, sor-
tida e bem afreguezadn : a tratar na mesma.
Aoamanlieoerdo dia qiiinta-feira 29deou-
tubro ultim furtaram-me dous cavallos do cerca-
do reveso do engenho Aldeia do termo do Rio For-
mse, para o coaseguirem an'ombaram a cerca
do dito reveso, onte sao recolliidos neile os ca-
vaWos do pasto do mesmo engenho, mesmo para se
evrtarem os furtos. Os referidos cavallos :
servico da mesma fazenda, sao crias do mesmo
pasto, muito novos e j castrados, e aida nao fo-
fam marcados com o ferro do engenho, por con*-
seguinte nenliuma marca de ierro tere. Um del-
4es ruco pombo com a clina e cauda da mesma
cor, de tamanho regular, nm pouco galgo por
anda nao c>tar refei por ser muito novo, tem o
pescoco uno, e a caneca alguaia cousa acarneira-
da, tem os dous cascos dos ps e de ma das maos
Vende-se um sellim para montara de senho-
ra : qnem pretender, 01rija-se Capunga Tena,
junto do sitio ao Sr. Feliciano Jos Gomes, para
tratar.__________________________________
Vende se urna Uilieraa cora poucos fundos :
na Estrada Nova, passando o sobrado grande, e
passando a primeira taberna.
Toda ailteuco.
Vendem-se os pertcnces da fabrica de velas do
< v-,.V a* ateo do Terco n. 29, contendo caldeircs de ferro,
mZml' *as para vellas, fcaneo, corlidciras para stbo,
balanca, chapas o portas de forno, tudo em bom
estado'; assim como urna grade envernizada par;i
guarnecer escriptorio, tudo em boinestado e por
diminuto oreoo, pois que os donos estao dlspostos a
acabar, em cnsequencia tic naocontinuarem com
o eslabelecimento de vellas ; a tratar por cima da
mesna fabrica, primeira andar. ___
xado, e quanto a andares, principiaba a andar bai-
xo, sendo bem vivo esporas. O eulro cavallo
castanhoamarello de tamanho regular, chinas e
cauda de cabellos bem pretos, tem os doas ps
pouco aleados de branco, tem eranim dos lados da
barriga um caroco resultado da mordedura de
cobra, e tem urna pequea belide anda nova em
um olho, e tem passo curto : rogo as autoridades
policiaes que reoommendem -seus agestes a ap- -onde se udou o antigo e acreditado deposito
prehensao dos ditos cavallos onde foremencontra- mesma rua n. 12, ambos os gneros sao novos e
dos:-,* captura dos ladroes para seren erocessa- legitima, e se vendem a preco mais barato do que
dos na forma prescripta no decreto n. 1090 do !. outra qaalguer parte.______________________
de setembro de 1860, tanto mais quanto se deu Cha Iijsnou
lahdade; v
caixa, por preco
urna boa tina e nova, propria para deposito de
agua em jardim, o para tomar banhos, por bara-
to preco : a Capunga Nova em casa do Amaral
Jrmior.________________________
Cal de Lisboa e potassa da
Rnssia.
Vcnde-se na rua daCadeia do Recife n. 26, para
da
Ao lclate de ferro
Approudas da aeatkmia imperial de medieina
de Paris.
nv
pelos
sores Uouillaud, Fouquier o Bally. este fer-
ruginoso recnliecido superior a todos os-
oulras para curar : a clilorosis (pales con-
leurs), e leucori ba (pertes blanche^^, a.
anemia (flaquezade temperamento nostloas
sexos), dillicu'dade de menslruaco sobro
ludo as mocas, incontinencia de uri-
nas, etc.
E' o mais agradavel de tomar pop sua
forma de pilulas assucaradas, e essencial-
menle mais efficaz do que as outras prepa-
rares ele, por ser muito soluvel no sueco
gstrico, como consta do relaturio lido re-
centemenie na academia de .medicina de
Pars pelo Sr. Flix Boudet, em nome Je
urna commisso composla dos Sis. Velpeau,
Depeau, Bouchardat, Trousseau, etc., to-
cando as experiencias feitas sobre os princi-
pis seres ferruginosos com um sueco gs-
trico fresco uo laboratorio do Sr. Boudaol. -
pelos Srs. Drs. Corvizart e Barreswil, que
o lacUto de ferro o mais soluvel e por
consequencia o mais eflicaz.
Deposito eral: em Parts, rua Bourbon-
Villeneuve, 19.
Em Pernambuco, na casa de Caors & Bar-
bsoa, rua da Cruz n. _.
desembargador Cafltano Jos-da Silva Santiago, na
ruado Hospicio n.,t0. m
Caelano Jos-tla Silva Santiago.
arrombamento do reveso, onde es-tavam recemi- da ,ndia da prhneir_ qoa|idade; vende-se em cai-
dos,oqual qualifica o enmederoubo. Devendo xas ^4^ libras^fl, caixa, por proco commodo
qualquer resultado ^ser comiiwnicauo ao adrarais- L^jnheuie para tratar na rua do Pilar 143, pri- avnlso, a dinheiro fe vista : na ma (!n Pilar n. 1 V,
trador daquelleengenho Cosme Jos de Mello Mas- meiro;]ar fl< _ia_haa at 10 horas, de tarde das primeiro andar, para tratar, do manhaa at as 10
earermas, ou ao proprietano do mesmo engenho o 3 ale ^ g horas, de tarde Jas I) at as 6.
^L HE LISB04
Vendem-se barrlscom cal ta procedencia, em pedra, chega-
da hoje. e un lea nova, qaic lia no
mercado, na rua do Trapichen.
13, armazem de Manoel Tef\ei-
ra Basto.
Folha de Flandres Charcoalde muito boa
qnalidade-, vende-se por atacado ou por caixas

Vende-sc urna machina para dcscarocar al- ^
godao.a qual prepara 6 saccas, com 36 arrobas de ^i1^"^'!
Ictdwo limpo de primeira -orle por dia, e timbera fx .1 9|)l }* .e-',
*5
Fugio no domingo 8 do corrente, do engenho- ^ TCBe um moto-.-para cavallo, obra muito bem
Sapoeagi, um escravo de norae Sancho, de Angola, feiU( ft ( foi f,.itl cspi!Cx|mente para mover a
aJto,secco, beioos grossos, falla atravossada e fos- mem& macnin, genao (|ue tanto a machina como
- Aluga-se o sitio da senhora *uva Carvalho,; Jo ttlhado, sahio vestido com paletot J^0 ^ cas- Q imm d(!(_ ^ lransportados com farilidade
em S. Jos do Manguinho, cora boa casa de *ra- tor.^misa de chita, calc^azul o chlapoc, de. ba8. cen(ro ver \ ^^ na faorica da
es-ribaria, 1* o apprehender leve-o a ruada benzalaSo- gj^^nt. Caneca o. 2.
vaa.^8,ouaodilo engenho ao Sr. tenente-coro- ---------------------. ,.^ ----------------
nolJw Francisco de Faria Salles. A '900$(WI
do, esleiada, quartos ipara criados,
frucieiras, baiita de capia : no mesmo sitio se di
r quem tratado aluguel.
A'encao
Xa rua estroita do-Rosario n. Ifl-trabalha-se-com
toda a perfeicao em bordados e llores de todas as
ipiaUades.apromptam-se ricas grinaldas e boquets
para-casamentos e bailes, d-sc tardbem lices de
flores s familias que quiaerem apre.uler._______
99HIJA HO QCEIMAIIO--19
Custodio, Cd'valko A C.
Superiores cambraiasorgan-Jvs asmis finas qne signdkante preco de 300 rs. cada m covado ou 500 es. a vara, *eude-se par este ba\o
preco era virtude da glande quantidade que compramos. ___,-
* Vendem mais. "*^
Fino fil de linho para vestido a 500 rs. a vara.
Baldos de arcos cjnadapolao a :i200.
ntremelos bordados fazenda una pe^a por 1300.
Finas :liras liordadas urna peca 25400.
testuarios.
Completos para meninos e pelo preco de 39900.
Cortes
.do casemira d"cores peloiarato preco de 25'iCO.
Superiores l.iazinhas modernas para vestido a 440 rs. o covado.
Chales. *
Chales de;_ierin de 25o00 ;i 85 esdaum.
Guardanapo para mesa duzia 25-
l.riices de panno de linho lino a 25.
i Cobertas de chita indiana a 25-
Aluga-se o segundo.andar do sobrado n. 17,
na rea doT,ivramento, com excelleni?s comoiodos:
a tratar na rua do Queimado n. .">:!.
>Ta travessa dos Expostos, sobrado n. 16, pri-
meiro andar, aoromptam-se bandejas de bolithos
para bailes c casomentos, muito era conta, com
suas armares, e boquets de era vos e rosa?; na
mesma-casa tem.para vender flores para festas de
grojas,ditas finas para ge-horas e meninas; tam-
' bem tem velas de carnauba muito boas de 6 e 14
ern libra*;: quem quizer, dirija-se dita casa, que
tudo mais barato do que em outra qualquer
parle.___________________________
Na botica do pateo do Carmo precisa-se d;
quitandeitas ara vender pela* ras, alwgadas.
- Preeisa-se do una ama |ra cuantiar era
casa de iiouca familia : na rua Nova, l"ja n. 7.
ApromplaansoJbandejas com belinhos e ir" i se vendem as oulras casinhas novas da roa da So-
macao noivados, e faz-se pae-de-l, pudim, tortas,! ledade, cuja renda do 245 mensacs ; sao em ter-
pasteis de nat, bem boceado e outros boles, ese- reno proprio, bem Meadas c do lado da sombra:
quitos conforme a encommenda, cora promplidao tratt-se na rua dos Prazeres da Boa-Vista com
e porhicao, e d-se por vendagem 160 rs. por pa- JosCarneiro da Cunta.____________________
taca : na travessa do Falca, mei-agua n. 1, que | 1-^^.^ u_,a commenda de Christo e cruz
fica pelo fim do da casa terrea da rua de Santa | pendeme na rua de Imperador n. lli, a entender-
Thereza n. 38. ; ^ com agente deleiloes.____________"
Precisa-se alugar urna escrava ue saiba-oe-1 ^ende-se a zinhar, engommar c lavar, para o servico de duas. 9 a_-atar na rua des Pires n. G4.
pessoas : na rua Direita n, 43, primeiro andar. | ----------------------- _.^-
------:-------------------:-----1---------7-ra! Xossa Henhora da Couceicao
- As pessoas que Preci^rem de roupa 'avada ; da fUa do Im ,or
devacfae sabio, com promplidao c ace o, ji- ,g d x S. da Coneeieao, informe
ja-se a travessa di-rua das Cruxos n t que sedi- feVerendos carmelitas da Reforma do Ite-
ra quera manda prompt.bcar, pre.fcrindo-.se pecas ^ ( tudoo mais ^atorme os annuncios fe.tos
--------------------------------- jwr este i&iario.
- Precisa-se de urna ama para comprar e co-
indo-se escr;
do il 2, :loja.
zinhar, preierindo-se escrava : na rua do Queima- \^$^ om E&SR "a. 'para
:-----------------: familia, por menos do 6eu valor, tanque para ba-
caxeiro de menor :.nlw, dito tara lavar ronpa, rio, vivero, o muitas
Precisa-se s um
iflade: na nadara da Soledade, defronte do arvores de fruclo : quera pretender, dirija-se a
jchafarir.,,prefere-sePorUigue7..
l'recisa-se de
Gomes para-tratar.
urna escrava,1
Vende-se urna casa terrea no bairro Ua loa-
jm mm \ *( para casa de pouca familia ; na rua da Con- vista, rua da Mangueira n. 18, eom 2 salas, t qnar-
imJWIMo xordia n. 7. tos, cozinha ra. quintal murado e cacimba :
Precisa-se de urna ama para oosinhar, comprar I --------,_.;,- _a a ,,,. nmn fnrro nn c-in.' 'luem Prolend&r, dirija-se Cajiunga Velha, unto
e engommar Jouca coua, em urna casa de pouca Freci&a-Sb ae urna ama luna uiiuip ^ s10 (lo Sr Fe|lcjano j0SB Gomes, para tratar.
ramilla : a tratar na raa do Fogc, vindo do largo Uva, qoe COSinlie COIH limpeza 0 diario de ( Vende-se um bom cavallo para cabriolet sem
de S. Pedro, uo primeiro sobrado do lado dtreito. 8a1a casa e rapazes solteiros ; na rua do defet0 ^am a lralar com Jos Pedro das Ne-
tos Srs. administradores da Crespn. 21.
massa fallida do Sr. ase
Antonio Basto.
Pcdc-sc qite nigam quanto prclrn-
doni^zer o segomlo dividendo peles ?g!g ~~
credores di- ss massa. COMPRAS.
! ves, rua do Imperador n. 22.
Precisa-se alugar um inoleque de 12 a 10
annes para fazer compras eru casa de pouca fami-
lia : na travessa da Madre de Dos n. 57.
t
Farinha de mandioca.
Vende-se farinha de mandioca da melhor e
mais nova que baReste marcado : no escriptorio
de Manoel Ignacio de Oliveira & FiJho largo do
Corpo Santo n. 19, ou a bortta do pal ha bote Via-
mo e brigue Minerva, ouoiados no caes do barao
do Livramcnto.
mW jf% #"k W "% % J S^^:4 1 a L ; -*-^^--' m ^-* lem Santo Amaro ao peda fundicao, na rua da lin-
| peratriz n. -22, e rua do Brum, confronte o chafa-
notas cas caitas filiaes do Banco do Brasil, bilhe-; ri n. 47, rua das Cruzes, deposito n. 39, na Pas-
tes premiados das lotorias do imperio e estranp.^/- sagem, taberna da esquina do Sr. Rento, que vira
ras, cora taa que nao tentiaia cabido geni pres-; para o Remedio, e no armazem progresso, largo
cripcad : no armazem da bola amarella, oito da j da Penha n. W.
. Aliaga-s o prieaeiro andar do sobrado da rua
do Amorm n. 38 : a atar na rua da Cadeia n. 1 Compra-se urna escrava moca que seja boa;
62, segundo andar. costureira c engoramadeira : na rua do Crespo
' numero 17.
DR.
LATH
W. H M. Gs
Den lisia americana
Hwi do Imperad r n 63.
secretaria da polica.
.4o publico.
Est abertaa*ubscripcao na praca da Indepen-
.ei'i.i ns. 6eti,:para a impressio do um porodi-
ce poltico, que teca por titulo o Nacional. O seu
pngrammaj foi manifestado nos Diarios de Per-
ttfWbuco do mez de setembro prximo passado.
SuUcreve-se a 35 per trimestre, pagos adiantado.
Logu que se obtenha -siiflicientc numero deassig-
naottwaahiro primoro numero, Naaonal se r
fwlilicadoem grande formato, duas vezes por se-
iana.
Ainda est poi alugar-se o segundo an-
dar do sobrado n. 44, em a rua da Auro-
ra : quem o quizar dirija-se esta mes-
illa rua casa n. 10.
Precisa-se de urna escrava ou eseravo para alu-
gar, para andar com fazendas na rua com outra
pessoa, paga-se bem : a tratar na rua do Queima-
do n. 11._______________________________
Aluga-se um sitio na Capunga com excellen-
te casa de morada, a qual se acha pintada e for-
rada, tendo excellente agua potavcl, cocheira e es-,
tribaria, quartos para pretos, galinheiro, excellen-
te banho por se adiar a margem do rio Capibaribe,
grande numero de arvores de fruclo, e baixa de
capim ; a tratar na rua Nova n. 13 com Antonio
Roberto & Filho. _
Alogeel.
Aluga-se por festa ou por anno o sitio d>PSdm-
beira, no lugar da Casa Forte, com boar*asa, com
muitos commodos, com cocheira, esg^riac quar-
tos para criado e feilor, cacimba muito boa
agua de beber, tanque, e tod- .uo.com muitas
arvores de fructo : a trrt- aia do Sebo n. 24.
Auli, particular.
O padre Flix Brrelo Je Vasconcellos, na rua
do Imperador n. 3JJ, segundo andar, continan ter
abertas, durante as ferias, as suas aulas de latira,
e francez, tambera d explicacoes de philosophia
rhetorica em sua casa, e por casas de familia li-
coes de grammatica portugueza, latina e rraneeza,
e de arlthmetica : quem do presumo do annun-
ciante quizer utilisar-fe, procure-o na sobredita
casa.
EXTIileUKM-SE
AS FORMIGAS.
Com o emprego das velas mixtas compostas de
ingredientes taes que, estes daninhos insectos aspi-
rando urna s vez a fumaca deste letlial rnixto,
morrem inevitavelmente ; o que nao aconten com
as velas mixtas communs, as quaes longe m mata
rem pela fumaca, obram pelo eaeetsivo calor, o
que as torna carissimas, ltenlo exigir dunas para
o efli'ito de urna s, das do systema do rillecdo
pyrothechinico Rufino. Para amostras e encommen-
Correspondenca de Portugal.
Saccedendo todas as vezes que chega os paque-
tes da Europa e que se faz a distribuicao desta fo-
lha queixarem-se alguns Srs. assignantes que nao
receberam folha, e reconhecendo esta ajreneia qne
continuando a mandar deslrbuir improflrua
qualquer medida tendente a evitar este abuso, re-
^solve suspender a distribuicao, fcando os Srs. as-
signantes na intelligencia efe mandar buscar seus
numeres na rua do Amorm n. 3o, segundo andar.
Para se plisar a festa aluga-se urna das melho-
res asas d povoaclo por ser bem confronte a
igreja, coa 2 salas, 6 quartos, cocheira para guar-
^u^^inmTe^e^ciir^ai^'A* dar rro, estribarla para cavaltoa: a tratar cora
boU amarella. I ** H**o i* Fonsec no mesrn lugar.
Aluga-se urna casa em Fra de Portas, rua
do Pilar : quera a pretender, dirija-se mesma
rua a fallar com Manoel da Silva Neves.
Jos Ferreira da Silva, subdito portuguez, re-
tira-'se para o Rio de Janeiro.________________
Arrenda-se o sitio na Passagein, direila do
do Dr. Firmo, o vendem-se lotes do mesmo para
edilicar : na rua do Imperador n. 14.
emulo.
Precisa-se de um, que entenda de servico de si-
tio tambem, dando-se 120-3 por anno e comida. Na
na Nova, sobrado n. 23, primeiro andar, das 9
horas da amanha at o meio dia.
SBANHOS PBLICOS. I
Pateo do Carmo.
A abertura de*te eslabelecimento das
6 horas da manha at s 10 da imite, o
publico encontrar banhos frios, momos
| e medicnaes, vontade das pessoas com
a todo o asseio possivel.
Na taberna do Sr. Campos, no fim da rua'
eslreita do Rosario, ao voltar para o pateo do Car- i
; mo, compra-se um braco de balanca com os seus j
Offerece ao respeitavel publico de Pernambuco pesos de 1 a 10 arrobas.________________^ j
os serviros de sua protlsso todas asoperaces; Compra-se para montara de um offlcial de!
da bocea c denles serao executadas com o ultimo cavallaria da guarda nacional os pertcnces de um '
e muito melhorado principio de cirurga dental. sellim, inclusive coldres, manta, eabecadas, etc.,
- Previne-seao respeitavel publico que os es" etc. : na praca da Independencia, loja ns. 37 e 39.1
eravos Benedicto e Martinho, pertencentes ao Sr" i -- Compra-se effctivamente ouro e prata em
commendador Fraacisco Antonio Pereira da Silva' obras ve I has : na praca da Independencia n. 22 lo-
ainda estao sujeitos penhnra feita requerimen- a de bilhetes.
lo de Antonio Goncalves Pereira Lima, e conse---------------------------------------jr------fc-----
guinteracnle nao |dem ser alienados em quanto lOJJipra-SC CObl'C B UtlHO VClllO '
o mesmo Antonio Gordal ves nao se adiar integral- na ru da Calida (lo HCCfe 0. 36, If-
mente pago e satisfeito do resto que Ihe deve ( r
aquelle commendador. Faco o presente annun-1 md'0 andar.
ci por ter sido informado pelo Sr. Dr Jos Joa- ^p^ um escravo de 3S a 40 anos, que
quim de Souza, que o mesmo commendador unha 1 da doKS(,rviPO de sitio na rua do Qllejinado
Ihe mandado o escravo Martinho para o mesmo ... Iirim.,rft Vndar
i Dr. Souza embarcar para o Rio de Janeiro oara ser "' w'"
i vendido para pagamento do dito Dr., deixando o
dito Dr. de assira fazer por saber da penhora que
exista sobre os escravos Benedicto e Martinho.
Antonia Goncalves Pereira Lima.
Hiia Neste eslabelecimento vendem-se: lachas de
ferro coado libra a 110 rs., idemde Low
Moor libra a 120 rs.
SAL
Mi
^ C-issas limito honits q linas
B na roa do Crespo n. i 7, loja ,|
|| Jos Gomes Villar. >^
No armazem n. 38 rua da Madre do
Dos, vende-se por preco mais commodo
do que em outra qualquer parle os seguid-
les ^eneros vindos do Aracatv :
Gomma nova,
Ci a de carnauba.
Dita em velas de differentes qoalidades.
Pelles de cabra
Sola
Vendem-se gigos com batatas a 1 : no or-
mazem do Annes defronte da alfandega.
t.arrocas
Vendem-se tres rarrocas novas para bol, mi M
bem construidas, tanto de madeira como de ferra-
gem, e urna dita para cavallo, com algnm nso,
tudo por preco commodo: a tratar na rua do Sebo
n. '4, taberna.
*$>&
s
Sa rua do Quairufdo n. 43, esquina que
coln para a Congregagao : pechincha.
Palefots de casemira a 3, G, 7. 87 12 o 140^^0
rlitus de panno preme azul ai, 10. 12. 1(1 e l*-3
ditos sobrecasacos de panno muito lino por 21-3 '
285, ditos de alpaca prcta e de rordao a 4,5, (i o
75, calcas de casemiras de cores a o, 6, 7 e Kfl(,0,
dins prctas a'6J300, 8, 9 e 105, paletots de fu
e ganga a 25. -'.s'no. 3 e 45, calcas e foleles de
todas as qualidades e por prero mullo barato, len*
coes do i'tiro linho a pnco de 25800 e 35, rol n -
las de/lula a lJ-10, collarinhus Jo linho puro a
600 rs. cada um. e mitres muitos objectos que s
avista; e para isso se pede a attenco dos fi.-
guezes.
I^fc7;
LOJA DO PKEGUIC;
YENDAS.

DENTISTA DE PARS
19Rua Nova-19
Frederco Gautier, cirurgio dentista,
faz todas as operaeoes de sua arte, e col-
loca denles artificiaes, tudo com superio-
ridade e perfeicao, que as pessoas enten-
didas Ihe reconhecem.
Tem agua e pos dentificio.
Cofre inglez.
Vende-se por pre^o commodo um cofre inglez,
prova de fogo, e muito seguro, com pouco uso :
na rua Direita, padaria u. 84.
Chegu rap de Lisboa novo, que se vende
em libras : na rua do Imperador n. 28.
Pedro Alfonso Rigueira, mudou sua encader-
naco para a rua das Larangeiras, ultima loja do
sobrado pertenecnte ao patrimonio da matriz de
Santo Antonio.
MUDABA
Mills l.illiim (jt ..
mudMMin o seu armazeni de fazendas
da roa da f adeia para a rua da Cruz
n.38. _____________
Casa para alugar.
Aluga-se urna pequea casa na Capunga Nova
rua da Amizade n. 24, com 2 salas, 2 quartos, co-
sinha fra e pequeo quintal, murado por 125 : a
tratar na rua das Trinrheirn n. I.
!E.\SiM IIE PRRPmTOR
f.eographia e historia
Arithmetica e geometra
Francez.
rua do Queimado n. 30, primeiro
de 1 hora em diantc.
Tiras e lencas bordados.
A nova loja da aurora, roa larga do Rosario n.
38, recaben tiras e lencos de' cambraia bordados,
muito proprios para qualquer senhora e menina,
assim como tambem receben ricas titas lisas largas
de chamalotc brancas, muito proprias para sintos
de senhora, boas luvas de pellica brancas muito
frescas, tanto para homem como para senhora, i
mantas de lil de seda bordadas, obra de muito
gosto para casamento, assim como tambem boas I
capellas brancas para o mesmo, muito boas linhas
de seda branca para bordar,tanto de meada grande
como de meada pequea, muito bons bicos de seda
brancos e pretos, grande sortimento de penles (Mu-
rados para marrafa e para atar cabello, finalmen-
te temos grande sortimento de um tudo, o qual se
vende barato, pois a vista faz fe.
Potassa da Kussla.
Acaba de chegar para o antigo e acreditado de-
posito da rua da Cadeia do Recite n. 26, proceden-
te de Hauburg em 7 do corrate pela escuna
Mafia.
Vende-se una escrava de inea idade que faz
DE BRIST0L.
As curas milagrosas de
CHAVAS A\TIGA,
EFEMDDE5 STPHILITICAS,
Erysipelas, Rheumatismo,
Nevralgias, Escorbuto,
etc., eir., etc.,
que tem grangeado e dado o alto re-
nomc
Salsaparrilha de Bristol
por todas partes do universo, sao to
somonte devidas i
nica Legitima e Original
SALSAPARRILHA DE BRISTOL,
fltKI'AKAU.V KXCLl'SIV^
fENTE ro;
Aluga-se o primeiro andar da rua estreita do
Rosario n. 22 : a fallar na rua da Penha n. S.
Aluga-se para passar a festa urna casa no 0 servico ordinario de urna casa : na rua Imperial
Cachang por commodo preco: a tratar na rua do numer 139._______________________
Hospicio n. 17. i H\\ do Vssu
suisso, vai para Europa.
Conrad Girsberger,
Aluga-se urna casa no pateo de S. Pedro Mar-'
tyr eaiOlind, prxima aos banhos, muito fresca,
e bons commodos : quem pretender, diriia-se ao
capito Viraes, em olinda, ou na Faculdade, das 8 ,
horas ao meio dia.
Aluguel.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da rua
Velha n. tO: a tratar na rua do Sebo n. 2i.
i
Vende-se sal *o Ass de muito boa qualidade
a tratar na rua da Madre de Dos a. 2, ou no caes
do Ramos, a bordo da barraca Sota Esperanca.
Vende-se ou aloga-se s pela festa ou an-
oualmente urna casa no Poco da Panella na rua do
Precisa-se alugar urna escrava para casa de
pouca familia : na rua da Concordia n. 7.
TV
i
a^hanj.
- eixamosde retorqmr ^J^ dld,|" rj0 n. 16, com 2 salas e 3 quartos, ixizinha fra e
advogado, quehouvera fe.to *fo*jT* quintal murado : quera quizer compraron alugar,
ao mu digno juiz do commerco, porque poder-s- j ^ ft
ha enchegar nisso mesquintio interesse de classes; aJyd C"IOT ^---------_^----------------
masaflrmamos ao respndeme, que o advogado que rai'Cll C lllilho
tal fizera, entende do dirello at para ensma-lo, jj da Ba-Vista n. li, taberna das cstrel-
nao ao instrumento da respota quo e mcapezdo ^n^je saccas com farello a 000, dita
enano mas sho ao proprio inspirador della que m mHlM>a ^ pjXe8 ^ diwjrMS ^m^ ^
este carece de um tal ensino, prova o theor da res- ;.,., ,_**
ora o do aviso! e at revela nao latas_aj*wu^_-------------------------
No deposito da roa da Lingueta n. 6 ven-
d^n-seervilMs^oa-lillias, de diversas marcas.
posta comparado com
ter o decernimento preciso para distinguir o faci
do direile.
LANMA*' Si KEMP.
Mediante a recciiasl
V0VAY0P.K,
Dr. C. O. RristU.
A venda as boticas de Caors & Barbosa,
rua da Cruz, e Joao da C. Bravo & C, rua
da Madre de Dos.
A 1,500
*A 1300 a lata de vernz ou alcatrao do
com mais de tres caadas
da bola amarella,
licia_
e meia : no armazem
no oito da secretaria de po-
----------------------------1---------------------------------------
Litros de moral.
Exame de confessores.
Cunlite.
tarraga.
Obra do Monte.
Nr rua do Imperador n. lo.
NA
Rua do Queiniadii n. 2.
Vendem-se pecas de madapoln fino entestado
com ljarda* por .*5, cambraia prcta a BOO i*, a
vara, meias de seda de peso para meninas de I a
10 annos a 25 o par, lindas e linissimas cambraias
de cores a 360 rs. o covado, paletots de alpaca de
lodosos tamanhos para meninos, ditos para h -
mera a 35, 4 e 55, chitas franeczas de bous | a-
,dres e cores fixasa 320 e 360 o covado, ditas i -
treilas a 240 o covado, balSes de arcos a :t,5o00 e
i$, ganga de ijiiailrinhos a 3-20 o covado, coberto-
res de algodo a 15200 cada um, lencos de cnssa a
80 rs., 100, 120. 16(1 e 200 rs., e outras muitas fa-
zendas fljue se vende por barato preco, e de ludo
se dar amostras: na rua do Queimado, loja !
Pregnica n. 2.
Cal de Lisboa
a mais nova do mercad : na rua do Vigario u.
19, ffrieirmo andar.
i tuda de urna hyp9th*CtiL
Os liqHidalarios da massa fallida *
Jo$fcAntoii Hasto veadem a fcwaHie-
c;i que tem nos engcuhos M.-itlo Brnsso
e Cajabuss no termo de Serinhem no
valor de 31:83o$911 rs.; -lralar Das
casas a rua do Trapichea. 34.
FARINHA FONTANA.
Farinha da muito acredita a marca
Fontana fesejbarcada hoje, vende-so
por preco mais commodo do que em
qualquer outra parte: na rua da Cruz
a. 4 casa de N. U. Bictier & C. succes-
sores.
T. ...-.-.--.. f -- -'
Hua da Seuzaila n 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston A- C.
selliDS e silhes nglezes, candieiros e cas-
faes bronceados, lonas inglezas, lio de vela,
chicotes para carros e montaa, arreios para
carros de um e dous cavallos, e relogios de
ouro patente inglez.
---------!"
At$()0ocento.
N'a taberna do Campos, na rua do Imperador n.
28, vende-so e eento de charutos suissos a 15000.
'
}
"
i
O I.IVUO UO POVO.
Segunda edicao mais correcta, ornada com
27 estampas, e augmentada com 48 paginas
de texto, contendo: a vida de Nosso Seiiur
Jess Christo, fbulas, o vigario. o hom ho-
mem Ricardo, quadrupedes otis, profes-
sor primario, moral pi auca, Simo de Nao-
tua, mximas e sentencas, hygiene, receitas
necessarias, o Brasil: vende-se oa livraa de
Mqnoel Fiplf taa A Filbo, praca (ra
ldepen
piar em broenura, e a acwiooauu.
IvITfLOQ
m


Mfttflto de P*raanal*ie*
'MMinbn fe tMt.
*
ceboa por esse ultimo paquete:
Novas cartairas eo as eStcHenJesagullias
toglezas.
" Agoms parisienses'tambero de excellen-
te qualidade.
Tranclins finos de borracha para en-
flar.
Bot5es pretos de refiado, maiores e me-
nores para vestido.
Traosinhas brancas eslreitinhas d'algodo,
para enfeites de vestido.
Escovas cabos demadcira, osso e madre-
perla para I impar pentes.
Pincs para p de arroz.
As lindas fivellas com pedraspara cintos.
Outras de lino dourado e esmaltadas.
Outrasde madreperola.
Bonitos leques de madreperola com bou-
quet.
Olitros leques d'osso com booquet.
Outros de plomas, com cabos d'osso e
madreperola, e outros finalmente de snda-
lo e pretos.
Penles de borracha, recortados, dourados
e com pedras para meninas e outros de tar-
turuRa.
.Meias de seda para baptisados.
Lindas tooquinhas de fil de linho. cam-
braia eselim, raui bemenfeitadss para crian-
cas.
A GUtft BRANCA.
Da ra #> Qaeiaado n. 8, reeebeu.
Tnico oriental ~ de Kemp.
Agua florida Murray 4 Lanraan.
Dita de flor de laranja Condray.
Dita de rosasdito.
Bolsas para vlngcns.
Vendem-se na ra do Queimad, loja d'Aguia
Branca n. 8.
Voleas pretas
A MAItlA PA.
A Aguia Branca reciben as desejadas voltas
pretas, mui compndas e gradas.___________
GRANDE LIQUDACib
DE
Fazendas franeeias r ingloms (odas de saperior
qualidade: se rcude milito barato para liqui-
dar caitas, na loja e arraazrm dt Arara, roa
da Imperalriz a. 56 de Loweic* Pereira Gui-
arles.
Grande pechlnehaE-a de >
palmos a iJft no.
Vende-se las transparentes de cores lisas
e quadros com 9 palmos de largara, pro-
pinas para capas e vestidos para senhora a
15280 o corado ; lazinhas muito finas de
quadrinbos a 280 e 320 rs. o corado ; di-
tas transparentes muito finas a 400 e 500
rs o corado ; gorguro de cordo, faeenda
fina e nova para vestidos por ser padro de
500 rs. o corado. So na Arara
*y
ROUPA FEITA
NO
A1IAE1
DE
%Vlft % ^W^
fe
X.ETBSIRO VEKOE.
Neste estabelecimento ba sempre um sortimento completo de roupa feita de
todas as qualidades, tambero, se manda fazer por medida, vontade dos concur-
rentes, para o que tem um dos memores professores, assim como tambero tem um
grande e variado sortimanto de fazendas de todas as qualidades, para senhoras
bomens e meninos.
m:Sto9ouisr,,ora*editaspara ^E^^"r&z
S nh L?t ouins muitas fazendas, que trouxe o ultimo
A Arara vende ricos vestidos bordados brancas
a 13(1000 ra.
do com cruz de prata etc.
Bonitas pulseiras brancas de perolas fal-
sas, e outros de chapa de crystal o paco,
com listas douradas.
Tudo na loja d'Aguia Branca, ra do Queii-
mado n. 8.
Labyrinthos c hipos,
to baratos que o comprador admira.
Csses labyrinthos e bicos se applicam a
diversas obras e fins, e sempre com prove
to por suas fortides e duraco, boje mais
dj que nunca, convem a todas as familias
compra-Ios para aproveitarem-se da occa-
siao em que elles sao vendidos tSo baratos
que na verdade o comprador admira, e bem
se p:le dizer que por taes precos nunca
mais liaver. Os labyrinthos sao de novos
e bonitos desenhos das larguras de quatro
dedos at mais de um palmo (ou tres a dez
po!logadas) e os limitados precos sao de 1<5
a o;5 a peen de dez varas, variando estes em
relacaa a largura. A ser em raras ha ver
nii ptqecnas differencas, os bicos porm
principiam por mais estreitos at a maior
largura dos labyrinthos, e os precos sao
igualmente proporcionados. Isso pois. as-
sim simplesmentc dito talvez pouca conside-
racao mereca, porm para desengaar e fa-
zer o comprador reconhecer a verdade ea-
preciar o extremo da barateza, necessario
que se dirijm com dinheiro; a ra do
Queimad loja d'Aguia Branca n. 8.
Graxa econmica.
A agola branca acaba de receber essa acredita-
da graxa ei'-onomiea. cuja su|>erioridade est ge-
ralmento reconbeakkk; essa boa graxa se torna
recommeodada, tanto porque o calcado lustrado
foinclia deixa perfeitarnente lustroso ao menos
Bros dias aam necessidade de novo unto, .orno
mesan porque sua preparacao appropriada j>ara
anudare conservar o coar; ella vem em caixi-
nhas e uarrizinlios, e acha-se venda na rna do
Queimad n. 8. toja d"agtiia branca, aos rezumidos
precos 0*400, 500 e 640 rs. "
Peales de concha.
Com as novas e diversas guarnices de
oi'iilesqiie a Aguia Branca acaba de rece-
ber, veio tambem urna pequea qualidade
de penles di; concha que com graca o acer-
ta lmente sorvem para o moderno atado dos
cabellos Kilos sao de bonitos e agradareis
moldes, edelatnanho pequen i no como con-
vem para o fun que sao. E' esla a primei-
ra voz que d'elles aqu chegam, por isso
que a moda novissima, pelo que ganlia-
rlo a palma aquellas senhoras que primei-
ro se apreseotarem com elles*. para o que
o-; mandaran comprar na lo;a d'Aguia Bran-
ca, ra do Queimad, n. 8.
Cape! I as. flores e lnras enf cita-
das para noiva.s.
Pelo ultimo paquete a Agula-branca rece-
hen os artigos cima sempre necessarios as
noivts, ns ipiaes, segundo suas recommen-
5es, rierara de muito gosto, e perfeila-
mente delicados.
As cnpellas sao de mui moderno c agra-
divel molde, de finas flores, e acabadas com
i o esmero: as flores solas so extre-
mamente delicadas e proprias para enfeites
de vestidos e mesmo ornatos de cabeca, sen-
do delgadas vergonteas de jasmin, cachos de
resedas, e ontras eslimadas flores.
As lavas, porm, apreciada obra de Jou-
uftfftCS qo" fmm enfeitadns pelas mes-
'.'< i ilivi'Mn!"-; r|:rs mimosas fluros, pois que
> ; -fifei 'Vi nata doixam a desojar.
Vi PSSa<. mis. as ipellas, dures e luvas
!! iMrr'Sh ii Ii'i ;i iMpioza ilo vestido, fur-
i un m r'Miilpi" rf-i-i ( porfeicao, e elo-
:ui a galliardB da cdida noiva. UeaUi
>nenle que os pretendentes munidos de
dinheiro dirijam-se alegre e espncosa lo-
ja cL'Aguia-branca, roa do Queimad n. 8
Calendarios semanaes: pelo
preco todos comprar.
Sao de siinirna ulilidade esses kalendarios
nmaes, porque mostram acertadamente
data e. dias da semana, sem o continuo tra-
ba lio de bolir nelles diariamente, pelo que
su lornain necessarios e preferiveis a todos
os outros ; tanto para casas de familias, co-
mo mesmo para quslquer oulra parte, t
principalmente por 500 rs. cada um: na
rui do Queimad, loja d'Aguia-branca, n. 8,
PnosphoroB de cera.
Vendem-se a io rs. a duzia de caixiahas
de phosphoros de cera : na ra do Queima-
.1o, loja d'.Aguia-branca n 8.
Inglesas : Opiata e agna da
colonia.
A Agnia-branca da ra do Queimad n. 8
acaba de receber a apreciada opiata ingleza,
assim como mui boa agua da Colonia tam-
bem ingleza.
Garrafas com agna da Colonia.
Chegaram novas garrafas com agua da Co-
lonia para a loja d'Aguia-branca, ra do
Queimad n. 8.
if ira vil ha das bellas, noves e
delicados enfcUcs para ves-
tidos.
Y. aprasivel a aguia branca o ter de avisar a
soa boa freguezia, Que acaba de receber pelo pa-
Vendem-se ricos e linos vestidos brancos
bordados a 120 ; ditos mais singelos a 50 ;
ditos de barras de tarlatana de cores a 3(5 ;
ditos de barras a 30 e muito baratos : ra
da Imperatriz n. 56, loja da Arara.
Mais pechlneha na lraraCassas a 200 rs. o ca-
vado.
Vendem-se cassas organdys de quadros
cor de caf e mais claros a 200 rs. o cova-
do ; ditas francezas finas a 240. 280 e 320
rs. o covado; cortes de chitas de cores a
20 : ditas francezas com pequeo toque de
moto a 2A+S00 cortes de riscados famosissi-
mos com i 4 covados a 30 (s na Arara,
ra da Imperalriz n. 56); cortes de casimi-
ra enfestada para calca a 10, 10600 e 20,
tendo cada corte 1 vara e 3 quartas, cousa
muito barata ; casimiras finas a 20500 e 30
o corte; casimiras lisas para capas de se-
nhora com 6 palmos de largura a 30 o cova-
do : ra da Imperatriz n. 56.
I Arara vende chitas a 240 rs. o covado. Sao
largas.
Vendem-se chitas francezas com toque de
mofo, que se extinguir logo que forem la-
vadas, c as cores sao fixas a 240 e 280 rs.
o covado ; ditas limpas e finas a 320, 360
e 400 re. o covado ; lencos brancos com
barra de cores finas a 160 rs, cada um ; di
tos brancos todos a 200 rs.; ditos muito fi-
nos a 320 rs ; meias para homem a 200 e
240 rs. o par ; ditas para senhora a 320 e
400 rs.: na loja da Arara, rita da Impera-
triz n. 56, de Mendes Guimares.
Sedinhas da Arara a 360 rs. o covado.
Vendem-se sedinhas para vestidos de se-
nhora a 560 rs. o covado ; cassa-seda com
palmas soltas a 500 rs. o covado : chalim
de cores para vestidos de senhoras a 500
rs. o covado ; sarja de cores para vestidos a
400 re. o invado ra da Imperatriz, loja do
Arara n, 56, de Mendes Guimaraes.
Madapoln francez entestado a 1000 rs.
Vendem-se pecas de madapolo fiancez
entestado a 4-5 e 3500 : pecas de atgodo
enrorpado a 10, tWOd e 50500 ; madapo-
lo ingles com 24 jardas marca Bamba a 70 :
dito Elephante a 70500 : dito n. 6 fino a
85 : dito n. 7 a 9 ; dito de cora dourada
a 100. todos estes madapolues sao muito fi-
nos : ra da Imperatriz, loja da Arara de
Mendes Guimaraes
Roup> feita da Arara.
Vendem-se uniformes completos, como
sejam : paletots, calcas, coletes de casimira
ingleza a 1035 e 12T:-calcas de brim e
meia casimira a 2: paletots de brim de
cores a 20000, e 39 : ditos brancos a 30 :
ditos de meia casimira a 30500 e 40 : se-
millas de bramante francezas a i?600 : ditas
de linho a 20 : camisas francozas a 10600 :
ditas muito linas a 20 e 2500 ; ditas de li-
nho inglesas 3 ; camisas de meia para ho-
mem a 500, 800 rs. e 10 ; collerinhos de
linho a 500 rs:; ra da Imperalriz n. 56.
Rales da Arara a 30000 rs.
Vendem- bales de arcos americanos de
20, 23, 30 e 40 arcos a 3, 30500, 40 c
4300 : ditos de brillantina a 40 ; ditos de
dita muito grandes a 356 0 : ra da Impe-
ratriz. loja da Arara n. 56.
Lencos de seda a 800 rs.
Vendem-se lenros de-seda de uma so cor
muito linos a 800 rs. : ditos estampados a
h>. ditos om franjas a 10500 : ra da
Imperalii/. ir.'i('>.
A Arara veude ricas colchas avclludadas a 80000.
Vendem-se ricas colchas avelludadas para
camama 80 ; ditas de fusto a 50 : ditas de
damasco a 40; ditas de chita 20: ra da
Imperatriz n. 56.
Cortes de 15a a 3,600, 1,000 e 3,000 rs.
Vendem-se cortes de la para senhora
a 35600, 40 e 30 ; ditos de organdys finos
a 60 e 70: camisinhas muito finas parn se-
nhora a 40500 com gravata e tambem gol-
linhas muito finas para senhora com boto-
zinlios a320rs. ; ditos de golla e punbo a
10 : ra da Imperatriz ti. 56, loja da Arara
de Mendes Guimaraes.
Tarlaiaia da Arara 800 rs.
Vende-se tarlatana muito fina a 800 rs. a
vara ; tilo de linho liso e fino a 800 rs.;
ditos de salpicos a 10 ; lil de linho de co-
res a 160 rs. o covado ;-cortes de cambraia
com 1 vara de largura com palmas soltas
90 ; pecas de cambraia de salpicos a 30500:
ra da imperatriz. n. 56, luja da Arara de
Mondes Guimares.
250000
30500
30500
30000
40000
Casacas de panno preto, 350 e
[ Sobrecasacas idem, 360 e .
Paletos idem e de cores, 250,
2O0,150e......1O0OO*
Ditos de casemira, 200, 150,
120, 100 e...... 70060
Ditos de alpaca, 50 e. .
Ditos ditos pretos, 90, 70,
50 e........
Ditos de brim e ganga de co-
res, 40300, 40, 30500 e. .
Ditos branco de linho, 60, 0 e
Ditos de merino preto de cor-
dio, 100, 70 e..... 0OOO
Calcas de casemira preta, 120,
1*0. 80 e......70060
Ditas de cores, 90, 80 e. 70000
Ditas de meia casemira de co-
res, 50500 e.....40000
Ditas de princeza e merino pre-
to de cordo, 50, 40500 e
Ditas de brim branco e de co-
res, 50, 40506, 40 e .
Ditas de ganga de cores,
30500, 30 e......
Cohetes de velludo preto ede
cores, 90 e......70OOO
Ditos de casemira preta, 50 e 40000
Ditos de ditas de cores 50
40 e........
Ditos de setim preto. .
Ditos de ditos e seda branco,
60 e.......
Ditos de gorguro de seda
pretos e de cores, 60, 50 e
a a 9
= V. _
a> c #
i a ^^ji
c/- *0 J
om
SI- i
:
c S \
I
300000 Cohetes de fastao e brim bran-
co, 30500, 30 e
Sereulas de brim de linho,
20400 e ......
Ditas de algodo, 10600 e, .
Camisas de peitos de linho,
20500
20000
10400
40000
20500
20500
30500
50000
50000
40000
50, 40, 30 e.....20500
Ditas de madapolo, 30,
20500,206.....10600
Chapeos de massa, pretos fran-
cezes, 100, 90 e. 80500
Ditos de fltro, 50, 40,30500 e 20000
Ditos de sol, de seda, 120,
0.70e......40500
Collarinhos de Linho fino, ulti-
ma moda....... 640
Sortimento completo de grava-
tas. 0
Toalhas parroslo, duzia, 110,
90e........60000
A toa I liado adamascado de ti-
nao vara......40280
Chapeos deso, de alpaca, pre-
tos e de cores.....40000
Lences de linho. -. 30000
Cuberas de chita chineza.. 20000
Pennasd'aco, as mais superio-
res, a grosa...... 600
Belogios de ouro orizontaes,
900,800 e. 700000
Ditos de prata, galvanizado,
patentes e orisontaes, 400 e 300000
Obras de ouro, adercos, meios
adereces, pulceiras, rozetas,
aneis e cruzes. 0
MOLHADOS
Largo do (armo .
Grande sortimento para a festa por menos
10 a 20 por cento do que em outra qualquer
parte.
Ruarte 4 C* scieottficam aos seus freguezes e ao publico emgeral, que acaba de che-
gar da Europa um socio que faz parte da firma, com um grande e bello sortimento de
: molhados por elle escolhidos, os quaes se vendem por menos de lo a 2p por o/0 do que ou-
tro qualquer annunciante, garantindo a boa qualidade e peso de qualquer genero vendido
neste j muito acreditado armazem, e por isso, firmados em que cumprem fielmente o
que promettem, pedem todos os Srs. da praca, de engeuiws e lavradores, o favor de
mandarem suas encommendas ou relacoes ao armazem Progressivo, certos de nao terem
em tempo algum occasio de se arrependerem.
Aviso.
Todos os Srs., que comprarem para tornarem a vender, torio, alm dadifferenca
j publicada, mais 5 por % de abatimento. Os proprietarios tambem garantem o bom
acondicionamento anda mesmo dos mesmos para o mais alto serto.
F1V1IH AO IIO BOWMAM-RITA DO
BROI >. 38*
Este muito acreditado estabelecimento est prvido de um completo sortimento dt
machinismos proprios do fabrico de assucar, a saber:
Machinas de vapores as mais modernas e mais acreditadas.
Bodas d'agua de ferro com seus pertences.
Moendas e meias moendas de todos os tamanhos.
Rodas dentadas, angulares e de espora.
Taixas de ferro batido e coado.
Boceas de fornalha pelo novo systema Wetson.
Alambiques de ferro fundido.
Fornos para cozer farinha.
Moinhos para moer mandioca.
Arados americanos, etc. etc.
ESTABELECIMENTO COMMERCIAL %
DE
CALMfURK E FUNfH(M DE METAESr
s\io na na do Brmn n. 40 junto
a fiiinliro do Sr. Bowmam. pertencente a
villana Irma A C
Neste estabelecimento encontrarlo os freguezes um completo sortimento M
de tudo que diz respeito as artes de caldereiro, fttnileiro, laloeiro, ferreiro e ^?
ftwdiro, e os abaixo asssignados que o dirigem, promettem servir a todas as -i,
pessoas que se dignarem de os procurar, com promptido, sinceridade e pre-
cos muito rasoaveis. O dito estabelecimento estando montado em ponto rt,
grande, tanto no que diz respeito a pessoal, como em materia prima, e tendo reas
habis officiaes, pode executar com toda a perfeico e seguranza qualquer y
obra tendente as artes cima mencionadas e affoitamente pdem os abaixo as- ^'?k
signados assegurar ao publico que nenhum outro estabelecimento Ihe pode \
fornecer mais barato e mais perfeito do que elles, visto que recebem de sua
propria encommenda todas as materias empregadas em ditas obras.
Alambiques simples e continuos de to- Sinos de 16 libras 8 arrobas.
dos os tamanhos e dimencoes. Pararazos de bronze e ferro para ro-
Machinas de cobre para destilar e res- das d'agua.
tilar espirito at 40 graos pelos sys-' Torneiras de bronze e bronzes para
. temas de Logier e Derosne. engenho.
Carapucas e serpentinas de cobre, e Encanamentos de cobre e chumbo de
estanto, avulsas. todas as grossuras.
Taixas e tachos de cobre para engenho Bombas para cacimbas, aspirantes c
e refinaco. de repucho.
Paroes de cobre e todos os cobres ne- Bombas para destilarles.
cessanos para o fabrico do assucar. Ditas para regar jardins, hortas e
Cobres para rodas de moer mandioca, capim.
Machinas econmicas para lavar roupa Ditas para navios e barcacas de varias
o raelhor possivel. I qualidades e dimencoes.
Cobre em lencol e arrodellas, estanho em barrinha, chumbo em barra,
lencol e canos de todas as grossuras.
Villaca Irmao & C.
o concvEF
DE
X. 21LARGO DO TERfJO-\. 21
Pota&sa m Hussi
Vciide-sc em casadeN.O. Bie-
ber C, sticcessores, roa
Cruz n. 4.
da
.4 ssucwdo Monteiro
Rui do Imperador "h. 28 e Ses de Apollo j.
(juetatirMCtiz una bello sortimento de enfeites de R7 ->(> i>_. ab a lhi-ao nia crina
da dMorainado awravha da* bellas, m qtam %-ijSX ^ "Bra e dC 8 HDraS paTa Cm*
rrem tanto para vestido de senhora cmoo para a 5w l^arrooa.
rtvi|>iiitiasde criancas. Sus novissimos e dolica-
os desenos, uas esclhidas e fcem acertadas co-
res faaem um todo afadavel aosolbos do qaal wixrMHe tfao saibRaf reciar bom. Assim, pois, a
-tip. i !ani-e sem susto ao fl8p(joso e *ler ainbo de
jcuia'hmnca, rna do Qoeimado n. 8, ijoc acnarao
a verdades acia utas.'
Mrtito internacional priwdo c aappcacM > so
prrtcipic* com preferencia s leus principad
Bmil, em 1 volurae, por Dr. Jos Pimenta But,
4000 : no escriptorio de Antonio LnaieWiwira
Aiei-edo dt C, ra da Cria i. t.
O proprietario deste bem sortido armazem de molhados vende os seus gneros j
bem eonhecidos de primeira qualidade, e por isso caprichou de escolher, para bem servir
aos seus freguezes, mandando vir a nMtor parte do seu sortimento, para o que tem pessoas
encarregadas para este fim, eos pode vender por menos de 10 a 20 % do que em outra
qualquer parte.
Verdadeira genebra de Holkmda em botijas de conta certa a 400 rs.
dem de laranja em frascos grandes a 1,000 rs. e de Ilollanda a 500 rs.
Caixinhas com 8 libras de cassas de carnada a 2,400 rs. e a libra a 480 rs.
Velas de espermacete, carnauba e composic3o a 63o, 44o e 36o rs. a libra e a arroba a
10,000 rs.
'Palitos do gaz sera avaria a 2,3oo rs. a groza e 2oo rs. o maco.
Serveja das melbores marcas a 500 rs. a garrafa e a duzia 15,5oo rs.
Vinho das mejores marcas F. L. P. a 4oo, 5oo e 56o rs. a garrafa e a caada a 2,8oo e
4,ooo rs.
Batatas desembarcadas ltimamente a to rs. a libra, e a arroba a 2,8oo rs.
Bolaehinbasamericanas a 2,ooors. 8,8oo rs. a barrica e 2oors. a libra.
Azette doce de Lisboa a 3,ooo rs. o galio, e a 84o rs. a garrafa.
fyieijos do reino os mais novos do mercado a 1,8oo e 2,000 rs.
Milhotrlpista o mais hmpo que ha a 5,000 rs., a arroba a 160 rs. a libra.
Manteiga ingleza perfectamente flbt a 800 e a 720 rs. a libra,
dem franceza. e muito superior, a 560 rs. a libra e em barris a 540 rs. a libra,
Caf do Fio da I.4 e i* norte 280* 320 rs. a libra, e a arroba a 8,800 e 9,060rs.
Cha de primeira e segunda sorte a 2,0 2,5oo e 2,ooo rs. a libra,
fijlo francez de grande tamanho a 44o ra. cadaura. e a lea dos gneros annunciados.
ha outros muitos que enfadonbo seria menciona-tos: vende-se dinheiro vista.
11 Manteiga ingleza perfectamente flr, mandada
vir de conta propria, a 8oo rs. a libra.
dem franceza chegada pelo ultimo navio a
56o rs. a libra, e era barril ter abatimen-
to.
dem ingleza em potes de 4 a 16 libras a
Soo rs. a libra e o pote separado.
Cha uxim o melhor neste genero, mandado
vir de conta propria, a 2,8oo rs. a libra
dem hysson, grande, muito bom a 2,6oo rs,
a libra.
dem preto, muito fino, a 2,6oo rs. a libra.
dem preto, mais baixo, a 2,ooo rs. a libra.
dem, verde, miudinho, mais propriopara ne-
gocio, a l,5oors. a libra.
Banha de perco refinada muito al va a 46o
rs. a libra, e em barril se far abatimen-
to.
Biscoitos inglezes das seguintes marcas:
Craknel, Soda, Ceede, Captain, Travellies
Lunch, Cabin, e outras militas marcas a
1. 4i.iii rs. a lata.
Bolachinha de soda, especial encommenda, a
2,2oo rs. a lata.
Biscoitoinglez Craknel em latas de 5, 7 e 15
libras a5,ooo e 6,ooo rs. ede l,2oo a
8oo rs. a libra.
Queijos do reino pelo baratissimo preco de
l,6oo, 1.8oo e 2,ooo es., os do ultimo
vapor,
dem prato muito fresco a 64o rs. a libra,
dem londrino muito fresco a 8oo rs. a libra.
Vinhos em pipa: Porto. Fjffueira e Lisboa, a
48o, 56o, e 64o rs. a* garafa, e. de 3,ooo a
4,5oo rs. a caada.
Marmelada imperial dos raelhores consenti-
ros de Lisboa em latas de 1 e mais libras
a 7oo rs. a libra.
Fructas em caldas das seguintes qualidades:
ameixa, rainha Claudia, peras, cerejas,
ginja, pecegos e alperch a 5oo rs. a lata.
Figos em caixinhas de 1 / arroba e de 8 li-
bras a 8,ooo, 4,ooo e 2,ooo rs, e a 3oo rs.
a libra.
Amendoas de casca mole a 28o rs. a libra, e
em arroba ter abatimento.
Sardinha de Nantes a 32o rs. a latinha.
Toucinho de Lisboa a 36o rs. a libra eem ar-
roba ter abatimento.
Massa de tomates a 64o rs. a libras.
Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
Farinha do Maranho a 14o rs. a libra.
Ceblas a l,2oo rs. o mlho, e a l.ooo rs.
o cento.
TijoIIo para limpar facas a 16o rs.
Cerveja das mais acreditadas marcas de
5,ooo a 7.5oo a duzia, e de 5oo a 6oo rs.
a garrafa.
Prezunto para fiambre muito fresco e novo
a 8oo rs. a libra,
Genebra de laranja a 9oo rs. a frasco.
Chouricas as mais frescas do mercado a
8oo rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa,
e lo,5oo rs. a caixa com uma duzia.
Licores francezes das seguintes marcas: A-
nizete de Bordeaux, Plaisir des dames, e
de outras muitas marcas a lo,ooo rs. a
dazia, e a l.ooo rs. a garrafa.
Passas muito novas a Soo rs. a libra e a
8,5oo rs. a caria. Ha caixas, meias e
quartos.
Peras seccas a 3,oo rs. a caixa e 8oo rs.
a libra.
Bolachinha ingleza a 4oo rs. a libra.
Azeite francez eportuguez refluado a8oo rs.
a garrafa, e fl,ooo rs. a caixa com uma
duzia. l .
Ameixas
. te enfeitau
no exterior da j
cada uma: tamb
Conservas ingtoaas das seguintes mancas diferentes tamanl
Mixed, Pickes, e ceblas simples a 8oo rs. mdco preco.
o frasco. iMassaspara sopa: macarrao. talharim, e
Mostarda ingleza preparada etn pMfe a 4oo j aletria a 48o rs. a libra, e em caixa se
Palitos do gaz a 2,3oors. a groza e 2o rs. a
eaixinha.
Milho alpista a 160 rs. a libra.
Painco a 2oo rs. a libra.
Gomma muito al va para engommar a 80 rs.
a libra r e em arroba se far abatimento.
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
Sabo verdadeiro hespanhol que raras vezes
vem ao nosso mercado a 28o rs. a fibra.
Sabo massa de superior qualidade a 180,
200, e 220 rs. a libra do melhor que ha.
Graixa em latas muito nova a 120 rs. a lati-
nha, e 1,300 rs. a duzia.
Peixe em latas muito novo : savel, pescada,
curvin, salmao e outras muitas qualidades
preparados de escabexe, segundo a arte de
cozinha, de 1,400 a 2,ooo rs. a lata.
dem do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado e escolhido pessoalmente por um
dos socios que se acha em Portugal, das
seguintes marcas: Duque, Genuino, \e-
lho secco especial, Lagrimas Doces de
1819, vinho especial D. Pedro V, vinho
velho, Nctar superior de 1833, Duque do
Porto de 1834, vinho do Porto velho su-
perior, Madeira Secca de superior quali-
dade, vinho do Porto superior I). Lote I
de 1847, Lagrimas do Douro, especial vi-
nho do Porto, de 1 .ooo a 1.2oo rs. a gar-
rafa e de lo,oooa 12.ooo rs. a caixa com
umaduzia.
dem Bordeaux de difieren tes marcas, garanta
se a qualidade, a 8,ooo rs. acaixa com u*-7
duzia, e a 7oo rs. a garrafa. '
Garrafocs com 5 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 2,2oo rs. com o garrafo.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira. mais
proprio para a nossa estaco por ser mais
fresco a 2,4oo rs. com o garrafo.
dem com 5 garrafas de vinagre a 1,2oo rs.
o garrafo.
Vinho branco o melhor neste genero a 600 rs.
a garrafa e 4,ooo rs. a caada.
Velas de spermacete as melhores que ha no
mercado a 600 e 64o rs. o masso, e em
caixa se far um grande abatimento.
dem de carnauba e romposico, de 4oo a
32o rs. a libra, e de 10.000 rs. a 11,80o rs.
a arroba.
Caf de 1* e 2* sorte de 8,3oo a 8,600 rs. a
arroba, e de 28o a 32o rs. a libra do me-
lhor.
Arroz da India, Maranho e Carolina a 3,000.
2,8oo e 24oo rs. a arroba e de loo rs. a
80 rs. a libra.
Frasqueiras de genebra a 0,800 rs., e a 5oo
rs. o frasco.
Azeite doce em barril, muito fino a 64o rs.
a garrafa.
Papel grve pautado ; liso a 3,5oo rs. a
resma.
Genebra de Ilollanda em botija de conta a
44o rs. a botija.
Champagne das mais a creditadas marcas a
l,ooo rs. a garrafa, e a 10.000 rs.a duzia
ou gigo.
Alhos a 80 rs. o masso.
Sal refinado a 7o rs. a libra.
Krvilhas francezas e portuguezas a 64u rs.
a lata de uma libra.
Chocolate francez. hespanhol, suisso, e pori-
guez a l,ooo rs. a libra, e a 28o rs. cada
pao de uma [\.
Garrafes vastos de 5 garrafas at 3 caadas
de Somat l,3oo rs. cada um.
s em caixinhaselegantemen-
diversas estampas
l,5ooa 3,ooors.
seos f latas de
quevse vendem por
rs. o pote.
Grao de bfco a 'Hto rs 5 libra, e em arroba
ter abatimento.
far abatimento.
Doce de goiaba de 4oo a 800 rs. o caixSo
grande.
Vasos inglezes vastos de 4 a 16 librnwritos, a 'dem a %ooo o calsSo grande,
proprios para deposito de manteiga, doce,' CbarltOs de todas as marcas e dos meJhores
e outro qualquer liquido, de l,oooa3,oooj fabricantes d* Miw de 3,oooa 4,ooo rs.
rs. cada ora. a caiira.

va
Atan dos ger<* acioa aaiHuwWh oplsto sortimento de coautfuo. er-
doce, alfa* outro ritotaulOi, q*todo se vende por bararisssimo
ILEGVE



1
IrtaHo de rmaubac* *nlnta felra 1* de *OTvmJro de 1SS.
GRANDE ARMAZEM
i

AE
EE
N. 36, RA HAS CRUES N. 36
DO
balrro de Santo Antonio.
0 proprietario do muito acreditado armazem denominado Piogressista tendo
8empre em vista fazer todo o que for possivel para bcm servir aos seus freguezes, tem
deliberado vender os seus ja bem conhecidos gneros de primeira qualidade pelos precos
abaixo mencionados, e amanea s pessoas que mandarem comprar por seus criados ou
escravos, seremtao bera servidas como vindopessoalmente; encarrega-se de aviar qualquer
encommenda, aiHda mesmo contendo objectos n5o proprios deste estabelecimento. 0
mesmo pede aos senhores que mandarem comprar neste armazem o favor de mandarem
devolver qualquer objecto que nao agradar, devendo os mesmos senbores ter toda atteo-
co com os seus portadores, fazendo-lhes ver que s no armazem Progressista da rea das
Cmzes n. 36, que se vendem os melhores gneros por mais barato preco, porque estes
murtas vezes olvidam-se e vao a outra parte onde os servem de maneira a desagradar este
estabelecimento.

GRANDE ARMAZEM DE MOLHADOS
DE
3MmmmxM$MmmteL
RA DO QUEMADO N. 46
DTMT
DE
0H
I
^
O'
TODOS
o
COMPLETO
VAPORIIS S SORTIMEMO DK MOUDOS.
Ivas muito novas a l,ooo a libra.
Castanhas a 2oo rs. a libra,
Figos a 320 rs, a libra,
Vinho superior da Figueira e Lisboa, a 400,
440, 480 e 500 rs. a garrafa, e a 2,500,
2,700, 3,000 e 3,400 rs. a caada.
dem engarrafado, das seguintes marcas du-
que do Porto, Feitoria, Nctar, velho secco,
Mustarda preparada, muito nova a 300 rs. o
pote.
Palitos do gaz a 200 rs. a duzia de caixinhas
e 2,100 rs. agrosa.
Ditas bygienicas e de seguranza a 240 rs. a
duzia.
Alpista muito limpo a 160 rs. a libra.
FAZEMDAS E KOIJ'PAS FEITAS.
Sortimento completo de sobrecasacos de panno a 250, 280, 300 e 350, casacas
muito beca fertas a 250, 280, 300 e 350, paletots acasacados de panno prcto de 1(5:5 at
250, ditos de casemira de cor a 150, 180 e 200, paletots saceos de panno e me*
mira de 80 at 140, ditos saceos de alpaca, merino e la de 40 at 60, sobre de alinea e
merm de 70 at 100, caicas pretas de casemira de 80 at *40, ditas de cor de'7 at
^ 150, roupas para menino de todos qs tamanhos, grande sortimento de roupas de brim.
hr como sejamcalcas, paletots e colletes, sortimento de colletes pretos de metim, casemira
jJ~ e velludo de 40 a 90, ditos para casamento a 50 e 60, paletots brucos de bramante a 40
g e 50, calcas brancas muito finas a 50, e um grande sortimento de fazendas finas e moder-
^i as, completo sortimento de casemiras inglezas para homem, menino e senhora, ceroulas
O de Unho e algodflo, chapeos de sol de seda, luvas de seda e de Jouvin para bomem e s*-
5 u_ nnora- Temos urna grande fibrica de alfaiate, onde recebemos encommendas de grandes
y I obras, que para uso est sendo administrada por um hbil mestre de semelhante arte e mu
pessoal de mais de cincoenta obreiros escolhidos, por tanto executamos qualquer obra com
promptid5o e mais barata do que em outra qualquer casa.
AOS SENHORES LOGISTAS
Desa capital, arrabaldex epmmnoim
adyacentes.
Jl.-% I' tilj s
H. 3 RA NOVA V. 23.
Tem a salisfaeco de participar particularmente aos seus amigos e freguezes. e em
dos a vista da qualidade dos gneros que se prova quaato se deseja servir satisfatoria- 8eral a todos os senhores legistas desta e de outas provincias, que em conseqoencia de
. ..... suas relacoes com as principaes pracas manufactureiras da Europa, tem conseguido
mente aos nossos freguezes, advertmdo-lbes que mandem seus portadores, que serio tao montar a sua fabrica da qhapos de sol sobre urna escala importante, a ponto de peder
se recebem gneros de conta
propria e dos melhores esta-
belecimentos da Europa, ga-
rante-se todo e qualquer ge-
nero comprado neste
ESTABELECMENT4.
O
I
vende-se em porfo e a reta-
lho, aprompta-se com toda a
presteza e exactido qualquer
encommenda dirigida a este
ESTAIELECIMEMO.
Os proprietarios do muito acreditado armazem Progresso fazem sciente ao respeita-
vel publico e com especialidade aos seus amigos e freguezes qoe tem resolvido resumir os
precos dos seus acreditados gneros, como abaixo verao nao obstante os precos menciona-
Chamisso, e Madeira superior a 8,500 rs. a oft ...
.luii e 800 rs. a garrafa. Gfl?SSide eaoinmar a ]n- *
B 2,200 rs. a arroba.
dem Boreaux de diversas marcas a 640 rs. .. atn ...
ngarrafae7,3O0rs.a<:aixacoml2garrafas.|Sa*u mu.tooovoe alvoa 240 rs.a libra.
Llcm Moscatel de Setubala 1,700 rs. a gar- ***> ***** a a ,ibra-
bem servidos como se viessem pessoalmente, isto so no Progresso.
rafa, e 18,000 rs. a duzia.
tem massa a 180, 200 e 220 rs, libra.
Garrnfoes com 5 garrafas de vinlio do Porto, Peixe em latas, savel, pescada, e corvina a
Lisboa e Figueira a 2,100, 2,200 e 2,3001 1,000 rs. a lata.
rs. cora o garrafio. f ., ....
| Genebra de Hollanda em butijas de conta a
dem branc* muito superior a 500 rs. a garra- 400 rs.
fa e 3,500 rs. a amada. |
Papel greve paulado e liso a 3,406 rs. a
Vinagre superior de Lisboa a 1,400 rs. a ca- Azeite doce de Lisboa a 600 rs. a garrafa,
nada e 200 rs. a garrafa. I _. ...
Champarme das mais a creditadas marcas
Velas de spermacete superiores a 580 e 640 a 10,000 rs. ogigo e 1,0' i0 a garrafa,
rs. o maco.
Manteiga ingleza de I." qualidade, a 800 rs.
a libra.
dem de 2.1 dita, a 700 rs. a libra.
dem de 3\ dita a 600 rs. a libra.
dem franceza. a melhor do mercado a 540 rs.
e em barril a 500 rs. a libra.
dem em latas com 2 '/ libras a 1,400 rs. a lata.
Banha de porco refinada a 500 rs. a libra.
chegadns ltimamente a
toeijos flamengos cheg
1,000 rs.
Doce de goiaba de 400 a 800 rs. a caixa.
Chocolate portuguez, francez, hespenhol e
suisso de 800 a 1,200 rs. a libra.
Velas de carnauba e de composicao a 320 e
aee rs. a libra e 9,500 e 10,000 rs. a ar-
I rol.
Massas para sopa macarrao e talharim a
400 rs. a libra.
Charutos dos melhores fabricantes da Ba-
ha 3,800 3,400 3,000 e 2,400 rs. a
caixa.
Cerveja das melhores marcas de 5,000 a
6,000 rs. a duzia.
dem prato o melhor que ha neste genero a
700 rs. a libra,
dem do Alanteio muito snpenor a 8oors. a Biseoitos mglezes de todas as marcas a 1,200
libra. rs- a Iala-
Arroz Carotina e do Maranhao a 2,800 rs. ar- Rolaixinhas de soda em latas grandes a 2,000
roba c 100 rs. a libra. ^ e j 80o rs. cada lata.
Amendoas de casca mole a 280 rs. a libra. MaJsa de tomates em ,alas de ,ibr> 5G0
CaiMiihas com ameixas francezas, de diversos. iq rs
tamanhos al, 200,1,400,1,800e2,100rs.
cada urna. Sardinhas de Nantes muito novas a 340
Frutas em calda, ameixas, ramha Oladia, pe- \ rs> a |aia<
Gagos e alpech a 480 rs.
1 Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Marmeladadetodososconserveirosde Lisboa,
a 600 r* a libra 'Tijollo para areiar facas a 140 rs. cada um.
Manteiga ingleza perfeitamente flor ebegada
no ultimo vapor a 8oo rs. a fibra.
dem de 2.a qualidade a 76 rs. a libra.
dem de 3,' dita a 64o rs. a libra.
dem para tempero a 32o e 4oo rs, a libra.
Manteiga franceza a mais nova que ha no mer-
cado a 58o rs. a libra, e em barril ter aba-
timento.
Banha de porco refinada a 520 rs. a libra.
Vinho em pipa Porto Figueira e Lisboa a 4oo,
48o, aoo, 56o rs. a garrafa, em caada
2,8oo 3,ooo 3,5oo e 4,ooo rs.
dem em barril o mais superior que tem vin-
ao mercado a 6oo rs. a garrafa.
Lagrimas do Douro especial vinho do Porto a
1 ,ooo a garrafa e a lo.ooo a caixa, o preco
nao indica a qualidade deste precioso vi-
nho, porm venhamao Progresso que a vis-
ta faz f, a este genero constantemente man-
damos vir de conta propria e por isso po-
demos vender por menos que ouiro qual-
quer annunciante.
Farioha de Maranhi* muito alva e cheiroza
a 16o rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 32o rs. a libra e a 9,ooo
rs. arroba.
Sardinhas de Nantes a 36o rs. a lata.
Azeite doce de Lisboa a 64o rs. agarrafa e a
4,8oo rs. a caada.
Vinagre de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e a
l,2oors. a caada.
Garrafes com 5 garrafas de vinagr de Lis-
boa a l,loo rs.
Champanhe das marcas mais acreditadas
8 e a lo,ooo rs, o gigo, e a8oo rs. ea!
l.ooo rs. a garrafa.
Serveja preta marca T e XXX a 6,5oo
7,ooo rs. a duzia, e a 6oo rs. a gar nafa,
tambem temos das raesmas marcas para 4, |
e 4,56o rs. a duzia, e a 4oo rs. a garrafa.
dem branca Te cobrinba a5,5oo e 6,ooo rs,
a duzia e 5oo rs. a garrafe, tambem ha!
para 4,ooo rs. a duzia.
I offerecer vantagens aos pretendentes, tanto na qualidade e bem acabado dos seus produ.
: tos, como pela redcelo dos precos; verdade incontestavel, de que se poderlo conven-
cer vista da fezenda e pelos precos que vio abaixo :
Chapeos de sol de seda para homem 28, a 720 a duzia.
Ditos 26, a 66t000.
Ditos 24, a 600.
Ditos para senhora 18 e 20, a 480.
A duzia tem descont de 12 por ceato.
Ditos de panninho preto e de cor, armaco de balia 20, 24 e 26 sonidos, liquido
a 260 a duzia.
Ditos de junco 20, 24, 26 e 28, a 180 a duzia.
Venbam ver para convencer-se da verdae.
Encarregam-se de encommendas para da Europa.
Graxa em latas graodes
e 12o rs. a lata.
l,3oo rs. a duzia
Vassouras do Porto arqueadas de ferro obra
de muita duraran a 4oo rs. cada urna.
Palitos de dentes massos grandes a 2oo rs.
e 28o rs.
Vinho do Alto Douro das marcas mais acre-
ditadas e especialmente escolhido por um
de nossos socios, como sejam: Cames, Du-
que, do Porto, D.Luiz, Carcavellos, Cha-
misso & Filho, Madeira secco, e Feitoria a
9oo rs. a garrafa e 9,ooo rs. a caixa com Paltos do gaz a 20 rs. a caixinha e 2,3oo rs.
12 garrafas. a groza.
Garrafoes com especial vinho do Porto coo,- G,a de Alperche flhegada no ^^ vapor
latas de 2 libras a 8oo rs. pechincha.
Ameixas em latas de 1 "t e 3 libras a 1,200
e 2.400 rs. a lata c900 rs. a libra.
Cha huxim o melhor que possivel encontrar
esti genero a 2,700 rs. a libra.
dem hysson muito superior a 2,5oo rs. a
libra,
dem iniudinho a 2,700 rs. a libra
dem prato de qualidade muito fina a 1,800rs.
*dem mais inferiora 1,500 rs. a libra.
Ginebra de laranja a900 rs. o frasco e OO
rs. os frascos pequeos.
Choiuieose paios os mais novos que ha no
mercado a 500 rs. a libra.
Cognac ngfez a 9oo rs. a garrafa.
.Marrasi|uino de Zara a 7oo rs. o frasco e
8,o(i() rs. a duzia.
Licores francezes, annizete, plaisir des da-
mes, ele,, etc. a 8oo rs. a garrafa e 8,5oo
rs. a duzia.
Passis as melhores que se encontram a 360
rs. a libra.
Bolachas inglezas muito novas a 24o rs.
a libra, e 3,5oo rs. a barrica.
Azeito refinado a 8oo rs. a garrafa.
Cnnse.-vas inglezas de todas as qualidades a
750 rs. o frasco.
Farinha de Maranhlo a 140 rs. a libra.
Pimenta da India a 340 rs. a libra.
Erva-doce a 320 rs. a libra.
Palitos para meza a 160 rs. o maco.
Verdadeira farinha de ararola a 500 rs. a
libra.
Frascos com ameixas francezas a 1,400 rs.
cada um.
Prezuntos do Porto a 5oo rs. a libra.
Batatas muito novas em gigos com 38 libras
por l,5oo rs.
Caimlla da India a I,loo rs. a libra.
CoiiiHiho a 64o rs. a libra.
Azeitonas de Lisboa muito novas a l,6oo rs.
a ancoreta.
Estrelinha e rodinha para sopa a 6oo rs. a
libra.
Legumes seceos para sopa a 4oo rs. o maco.
Breu louro a 3oo rs. a libra e 8,ooo rs. a
arroba.
Papel pautado e liso almaco e de peso de
3,ooo, a 4,ooo rs. a resma.
Ervilhas seccas chegadas no ultimo vapor a
2oo rs. a libra.
oTOoaipaioqejsa ^sa jep
-i:j8gs.p e bjioubih ap ma.uas so apno 'jyBd ejjno b on\ o as-mBpi.\jo saza.v SBimm saiso
snbjod 'oi^jd ojoieq sibui jod sajau^C saJoqiara so opuo\ 9S anb a rjg -u saznjg ssp
en i Bp eisissajHojj uiazBHiJB oo>^ anb ja.\ soq|-opuazBj 'saaopBiJod snas so uioo ob5
-uajiB spot iai sajoquas soraso' j opaa.\ap 'jbpbj8b obu anb opafqo janb|enD j3ajoap
uiajBpuBUi -tp JOabj o tasv-- ^sau JBjduloo majBpuBiu anb sejoquas sob aped orasara n
oiuaranaiaqejsa aisa*) oid o?u sojDalqo opoavroD orasotn BpuiB 'epuarntaosua jaab
-ibiiI jbiab .p as-Brjju a i eiaauneossad opuiv ouroo sopi.uos raaq obi majas 'soabj3S9
no sopeijo snas -id jejdtooo mawpuemanb seossadse efcieuB a 'sopeuoiouauioxicqB so
-ajd sojad apEp^Bub eaiamud ap soaaoeS sopiaaquoa maq k snas so japuav opBjaqtjap
uiaj 'sazanSaJj snas sob jpuat raaq e.red lanresod joj anb o bpni jazcj bjsia na ojdraas
opuai 'ejsissajSoJi opBupaouap mazeuiJE openpajae ojinu op oijejaudojd o
'S o|00|nv iinni jp ojjfrq op zim.> up khj c X
30
WI/VHHV IUVVUO
tendo 5 garrafas a 2,5oo rs.
dem com 5 garrafas de superior vinho Fi-
gueira a 2,4oo rs.
dem cora 5 garrafas de vinho Lisboa a
2,loo rs.
Vinho branco de Lisboa proprio para missa
vindo ja engarrafado de Lisboa a 64o rs.
a garrafa.
dem em barril muito superior a 5oo rs. a
garrafa e a 4,ooo e 3,8oo a caada.
Ameixas francezas era caixinhas de 1 */, 2
e 3 libras elegantemente enfeitadas com ri- Licor francez de todas as qualidades em
cas estampas na caixa exterior a l,3oo garrafas de vdro brancos a 72o e 8oo rs.
l,6oo 2,ooo e 2,5oors.
dem era latas de, 1 */j e 3 libras
2,6oo rs, cada urna.
Genebra de Hollanda garrafoes com 16 gar-
rafas por 6.5oo rs.
dem em frasqueiras a6,3oors.e6,5oo rs. ea
5*6o rs. o frosco affianca-se ser verdadeira.
dem de botija em barricas com quatro du-
I zias a 44o rs. cada botija.
dem de laranja em frascos grandes verda-
deira italiana a l,ooo rs. o frasco.
I
Marrasquino de zara a 7o rs.
INJECCO E CAPSULAS
GRIMALT EC'-PHARMACEICOS EM PARS
Novo Iratamenl preparado com as tetin tic MalIco.rvoi-ednPrra.para a cura mpitla-t inlailivrl
da Gonorrhea sem recelo algum da contraccao do canal ou da inflammaeio des rnletUno. 0 clcle
dMilor iilrord, de Ptrii,lartenonciado, dwde sua apnarlcio, aoemprao 4e qualquer outru Irulartwulo.
F.inprega-se injarfio do coiikch do fluxo. as capsulas em todos o caso*.ulrronicbs e inveterados, qo j
resistirao as preparacoes do copahu, cubeba e s ln]ec<6cs mu base netaDioa.
Depsito geral i em Pars, era asa de MM. rinuuii e c, pharmaceuUcos, 7, na de la Fenitlade
em Lislmn, Jaa-AgMtlnh* da Co(a-CarTulbo jnior; no rorro, MI sur I Jone d> Som Ft-r-
rrlr; em o Rio-de-Janeiro, Gealaa, 102, ra S. Pedro; em Baha, Jnar-Carlam rerrelr-Epln.
hrlra-, em Ht'o-Crande, J**^uln dr Goo> em ifaranho, Frrrrlra e O; em >ernamimco,
Shoun e C, ra da Crui, 22; n....., e as priocipaea pliarmaclaa do Uraiil.
Deposito geral em Pernambuco ra da Cruz n. 22 em casa de Caros 4 Barboza
AGENCIA
DA
FMDICO DE LOW-MOOB.
Una da Son zalla nova n. 42.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas d ferro batido e coado, de todos os
tamanhos para ditos.
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S, P. Johnstoo & C,
ruada Senzalla Nova n. 42.___________
Chejgiieni a barata.
Chitas verdadeiras francezas muito fioas, escuras
e cores Aras a 280 rs. o covado, por ter um pc-
qaeno principio de mofo, que com facilidad'; lavan-
do larga, e d-se amostras : na rna da Madre de
Uros ii. 16, loja defronte da alfandega.
Lencos de camhraia de Ilnho
bordados.
Vendem-se lencos de cambraia de linho borda-
dos muito linos sendo para acabar a 500, 640, 13.
15.'00, s quem vende por estes precos na ra
a 1
i ie>fli, mi ijuuui veiiuc jmi catea \n <-<_
Vinho Bordeaux das melhores qualidades,doQaeimado loja do beija flor n. 83.
,ioo e que tem vindo ao mercado a 72o e 8oo! '
Figos de comadre em bauzinhos de folha
muito proprios para mimo a 1,6oo.
dem em caixinhas a l.ioo rs.
rs., e em caixa a 7,5oo, 8, e 8,2oo rs.
Azeite doce refinado do fabricante Pelanol e
outros a 8oo rs. a garrafa.
i Conservas inglezas sortidas e de urna s qtu-
Idem em caixinhas emticamente lacradas: hdade a 8oo rs. o frasco.
e muito bem enfeitadas a l,8oo rs. | Araruta verdadeira a 32o rs. a libra,
dem a 2oo rs.a libra.
a libra e 2,2oo rs. a arroba.
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
\ Gomma de engommar muito alva a 8o rs.
Passas de carnadas as mais novas que ha no
mercado a 4oo rs. a libra e a 6,ooo rs. a
caixa.
Salmo em latas
8oo rs.
ermeticamente lacradas a
Sevadinha de Franca a 16o rs. a libra.
Sevada muito nova a 12o rs. a libra e 3,2oo
fs. a arroba.
Macarrao a 32o rs. a libra.
Queijos flamengos chegados no ultimo va-
por a 2,4oo rs.
dem do vapor passado a 2,2eo 2,ooo e
1,8oo, rs.
dem prato do ultimo vapor a 64o rs. alibra.
Doce da casca da goiaba caixoes grandes a
6oo e9oo rs.
Chmiricas as mais novas que ha no mercado
a 48o rs. a Libra'.
Ghouricas mouras encommenda especial nos-
sa 5oe rs. a libra.
Prezunto verdadeiro de lamego em calda
de azeite 5oo rs. a libra
Bolaxlnha ingiera a mais novas que ha no
mercado a 2,ooo rs. a barriquinha com
1 arroba, e a 24o rs. a libra.
dem de soda de diversas qualidades a 1,400
reis.
(dem em latas grandes, proprias para lunche.
com 5 a 6 libras per 2,4oo rs.
Marmelada imperial do fabricante Abreu e
outros conserveiros de Lisboa a 6eo rs. a
libra.
Frutas era calda de todas as qualidades a
5oo rs.
Enditas francesas a ooo rs. a lata,
dem portuguesas a 64o rs. a lata.
Massa de tomate a 64o rs. a libra.
Amendoas coafeitadas a Too rs.a libra-
Idea de casca mote a 28o rs. a libra,
Avelans a oo rs. a libra.
Lagostim em latas grandes a l,4oo.
Savel, corvina, cherne, vezugo, peixe espada,
preparados pela primeira arte de cozinha a ,am (0ik m; nM.n hn
1 i <,, P, dem e talharim o mais novo que ha no mer-
cado a 48o rs. a libra.
Alctria a 5oo rs. a libra.
Arroz carolino a loo rs. a libra e a 2,8oo rs.
a arroba.
dem do Maranhao a 42o rs. a fibra, e a
' 3,ooo a arroba.
Caf do Rio o mais superior que se pode de-
sejara32o rs. alibra.
dem a 28o e 3oo rs. a libra e a 8,2oo, 8, ioo
e 8,7oo rs.
Velas de carnauba refinada a 32o rs. a libra,
e a fo,ooo rs. a arroba.
dem de spermacete a 64o rs, a libra.
Chocolate hespanhol e francez a 9oo e l.ooo
rs. a libra.
Estrellinba e pevide muito nova a 4oo rs. a
libra, e a 2,ooo rs. a caixinha com oito
libras.
Cha perola muito especial chegado neste ul-
timo vapor de encommenda particular
nossa a 2,8oo rs. a libra.
dem huxim muito superior a 2,7oo rs. a
libra.
dem- byss a 2,56o rs. a libra.
dem hysson a .ooo e 2,2oo rs. a libn.
O abaixo assignado recommenria as autoridades
policiaes e aos capitaes de campo a captura i su
eseravo Jost;, criuulo, fgido desde o dia 23 do :*.-
tembro do correte anuo, levando calca de algodao
azul e camisa de chita -, o referido eseravo tem al
ignaes'seguintes : baixo, cara uiu lano lai.;:,
ponca barba, falla muito uiaucinlio. e represen:.-!
ter 30 annes de idade, pomn) mais ou menes. O
referido eseravo veio do engenho Mougihura da
comarca do Porto Calvo, e tein mai e irniaos r.o
engenho Muitas Cabras do termo de Barretnw;
consta ao abaixo assignado que alguno) o lesj
acontado, ou para usufrnir os^ seus servicos, oh ii
intuito de compra-lo por menos do ton valor, mas
' o aoaixo assignado protesta proceder na forma da
lei contra quem o tiver acoutado, qualquer que so-
ja a sua individuahdade oral ou phystca.
Antonio Jos da Rocha.
.---------, ----------------------- *
rTancsco,
pardo, com 20 aunos de idade, cor acabocolath
rosto redondo, olhos pequeos, cabellos meio cara-
pinhados, dentes clieios de lodo, estatura remirar,
sabe 1er, escrever e contar, com oflicio d" alfaiate,
trabalnou em casa ne Jorge Rodrigues Macliaifc,
no paleo da matriz de Santo Antonio, depois junio
a Conceieao dos Militares, em casa de Bastos \-
Reg, e ltimamente no pateo da matriz de Santo
Antonio, era casa de Olegario ; anda calcado do
Lotins de lustro, poe chapeo banda, sabio Tftsimo
com caira de casemira verde escuro, palctot de al-
paca prett, camisa branca, chapeo de palhinha
com quadros pretos e blancos, e consta o ter tri-
cado por outro de palhinha toda branca; tam-
bem de suppor que trocara a roupa, costana dizt r
que tilbo de um major de guarda nacional, imi-
tula-sc forro, e assigna-sc nmas veWs FrancisK
Bernardo Quinteiro, e outras vezes Francisco Xa-
vier Nunes Quinteiro. Ha quasi seis m0!
so ausenten de casa : qualquer pessoa que o en-
contrar, pegue-o e o teve ra Nova, em rasa id
Sr. Quinteiro, que ser generosamente recwi
sado.__________________
Fogio no dia Hdo correute, pala uianh ia. i.i
eseravo de nome Gregorio, de idaoV de 12 ,.
ESCRAVOS FGIDOS.
Kugio no dia 8 do correte o preto da Costa
de nome Joaquim, idade de 43 a 50 annos, levou
vestido camisa e calca de algodao azul, falta de
cabello na coroa da cabera,.1 barbado; usa de suis-
sa, bastante branca, pequeos tamos de sua naci,
bastante alto, rosto um uouco comprido, falla mui-
to atravessado : quem o pegar, dirija-se a ra di
Guia n. 159, on na da Cadeia do Recife n. lti,
que ser bem recompensado.
;l|.5iy
O abaixo assignado roga encarecidamente as au- Ms' ^aco ma,s w menos, com os signan *egujn-
toridades policiaes, urbanos, aos empregados das te : cor pre^ rosto redondo, nariz aclaia.
barcas de vicias, e das estacSes da estrada de fer- ala"s P"8005 e unia "* na ^** lo-fv
ro, e mais pessoas, de mandarem apprehender o ruerdoenm pe(wono talho ne rosto PorbHio.do
meu escravlTErnesto, com os signaes aha.xo de- J're.to, levando vestido calca de algodao com
ctattdos, que fazendo-me um crime, lugiodemi- listras lanas e ramiM*a inesroa fazenda com fcs-,
nba olar a no dia 9 de novembro de 1863. Ernes- trasiolndas, e chapeo de p-M ; por isso ron-s
to, 20 annos de idade, crioulo, muito prcto, fe.Coes fL^TrX^ht\L ^ ,i'rn?,fa
bo'nius, baixo, secco, tijo.eiro, tem ma. de nome tevar a^rua da le^a^ 8, ou a ra do
Felicia, minha escrava; vestido de calca nova de irapicne n. 7, qne se gwwn._____________
brim liso branco, anda com a marca de tinta ei- Fugio no dia 8do corrente da padaria das
carnada, camisa nova de algodozinho, chapeo usa- Cjnco-Ptnlas, defronte da estacao, n. 146, e preto
do de feltro, usa de paletot sacco de pstopa per Antonio, crieulo, de 24 annos, baixo, cheiodocor-
cima da roupa. Este morque j csteve no erige- po,cara larga, nariz chato, olhos pequeos e alu-
nho d'agua de Iguarass, que pertenceu ao ina4o macados, pescoco curto, tendo debaixo do queixo
Henrique Pope Girao, e hoje ao Sr. Dr. Franciseo do lado direito om caroco, parecendo urna fstula ;
Joao Carneiro da Cunba. Protesto proceder contra: a orelha do lado direito tem em cima um peare
quem o tiver asilado : quem o pegar, peder le- tirado, e a perna do mesmo lado urna cicatriz, l-
va-lo minha otaria n, 13 na ra do Mondego, fre-, vou vestido camisa branca d'algodao, calca de cor,
guezia da Boa-Vista da cidad do Recife, que na- paletot velho de casemira de cor, chapeo de cou-
garei o trabalho e despeza ro. Este preto Ibi rTuma senhora de engenho para
Marcelino Jos Lopes. I as partes de Goianna, e fbi vendido n esta praca
, pelo Sr. Leal Res, de suppor que o preto tomas-
Escravo fgido. se para as bandas do dito engenho: gralifica-se
Nodia o do corrente fugio desta cidade o eicra- generosamente a quem levar dito eseravo, na mes-
vo Patricio, mulato alaranjado, de 18 annos de ida- j mesma padaria, Cesar Menezes.
de, baixo, um pouco ctaeio do corpo, sobrancefhas ^ .w
bem grossas, olhos grandes, com sardas pelo res-1
ta, natural da cidade de Hamanguape, provincia
de AO0.
Fugio do abaixo assignado, no dia 20 de Janeiro
da Parabiba, levou vestido calca e camisa brancas,; do corrente anne o seu eseravo Firmino, cabra. es-
ierte roM-se s autoridades ean> id?de w *mo$' tara regular, oraos nar
e muito ladino e esperto : roa-se s autoridades
de 'polica, a qualquer pessoa, ou capltao de campo
a apprehenso de dito escrafv*, e leva-lo seu se-
nhor na ra de Santo A jiro n. 6, ou capital da
Parahiba entregar ao tmente-coronel Joao Caval-
canti de Albu^uerque.^Recompensa-se'generosa-
m5te- ____________i__________
LoureRee.
Fugio o preto Loureneo no dia 28 de outubro
prximo passado, com os signaes seguintes : boa

dem preto rromeopathico e muilo superior a ^wa, bem ebeio do corpo, oouca barba, cara iv-
2^000 rs. a libra. a om uoa queimadura fresca no braco dtreito,
dem nacional a l,6oo rs. a libra.
Batatas muito novas a 8o rs. a libra.
Charutos dos melhores fabricantes da Bahia
e de todas as marcas, como sejam: sus-
piros, hawmeiros, aeasecipes, regala im-
erial, flor das mattas, primorea a 4,oqo,
,5oo, 3,2oo, 3,ooo, e 2,8qo, ,5oo,
2,ooo e l.Qoo rs, a caixa,
dos, brelhas pequeas, cabellos rrapmlios, pis o
mos pequeos, e imberbe, muito ladino o inful-
ca-sc por forre, e se suppSe achar-se na cidade do
Recife, ortde j estere mohos aflno$, on em seus
suburbios : quem o pegar pode levar ao abaixo
assignado, on o entregar ao Sr. Jos Porlella da
Costa no Recite.Pedro Cavalcant de Albiiqher-
que Maranhao.
i n i n,i i i ii i i i ,......... ............
Fugio no dia 9 do corrente a negra Camari-
na, de nacO Roblo, de 40 e untos annos de ida-
de, alta, ebria do corpo, mas est um tanto magra,
cor tula, oibos pequeos e encovados, nariz chato,
Jou vestido'camisa de baeta azul, acorpanhada dente podres na trente, ten unstalhosnas coalas,
por dentro de urna camisa de ajgodoxinbo f*ita
RMdAde palito, calode estopa bem grosea e muito
larga de perras m urna das oiiqjs tem una fir-
rente com que aadava em casa, d isto- tal vez ja le-
alia mudado, tem bulantes cicatrizes as costas
rdu ser provoniean de bobas; costuma andar
tarapuca de panno na eabeca : quem o pegar
sirva-se lea-lo a fu Real o Manguinbo, taberna
e nadara de Jos ntonio Carpiateiro da Silva,
que ser bera recompensado.
marcas de sua trra, que parece talaos de ventosa,
levou vestido do chita cor awermelhada cose, lis-
tras, panno da Costa branco com listra* encarnada*
e franja as ponas, camisa de madapoln, tem as
penas veas levantadas op saugo? soltu. rila ja
tem estado em engenho para as partas, do Cabo ou
Jscada, o tem un lilbo j borne Mahen para
osses lados: por isso pe^q a quem a capturar de a
traier ra do Livranaento o. 3C, loja, que sera
gratificado.
ILE6VEL
1

/



\ %

Diaria de Fernn bateo unala Ir Ir a lt de Yovembro de lftS.
LITTERATDRA^
\ eentrallsaco en Franca.
(ContltfwTo)
de seu dominio, porque nao pretende comprehen-
der melhor os interesses do iodividuo do que elle
roesino,_ mas iotervera smenle para impedir, pela
rcprssio, um abuso da forca, e a violarn de um
direito. *
0 bera f o mal.
(Continuacao.)
Esereveu Ladslu a carta, copiada no anterior
capitulo; e, no dia seguinte, sahiram de Villa Co-
va, e, segunda jornada, pernoitaram em Gouvea
O radyimento da democracia propaga cada ve*
!!.:!> -idades novas, e torna-as prore?s-
varaente sensiveis quelles que menos malos teom
de salisfaz-las.
0 senliincnlo da egualdade impelle naturaimen-
te para buscar e consentir queuma intervengo ^^SSnSSS^S^T6SS^
b nefica repare, tanto quanto for possivel. o que se A es^sa de^disl^ra abracar ana coma-
rJiainam as injoslicasdo acaso dri, po^ou ^ .P creancinha, quelite
Fax gozar o inaior numero de homens daquillo adormecer ao seio
que alguns lera adiado bom, em muitos casos a I christina, porm,' como se nao visse o fervor da
obra necessana do governo. Alias o espirito hu- migi ajoe|,/ou j bejra do ,ejt e ^ mn ^
mano em seus progressos torna-se difflril. menle 0 menino que s0rrja aos a(Ie a)gum
Nao se submette mais asomissoes, disparates, i anjo Era beHo ^e verem.se ,0(ios c"inc0 cm re_
inconvenientes tanto lempo tolerados; apaixona-se dor da creanca como se p,ra outro fim se n5o reu.
pelo methodo, pela symetna, pela unitormidade. nissem Parece e)|a lhes estava dizendo.
Sao estes os seus gostos naturaes, do mesmo modo Distrahi vosso espirito de dores, que eu estou
em Coimbra, tudo induzia a crr a atoarda
lesta a reputada intrepidez do militar.
cuo sea quinhao de felicidade, do qual todos
riieiparaBL
A Vedeta^a Libtidade, jornal portuense, pub Quera o'-pae que Ladislao e Peregrina fossem
cou urna t orrespoodonra de Coimbra, em que s#j padrinhos ; mas o vigario, coosoante as velhas
dizia em grypho: me un utudmU militar, ap.I praxes de fllhos casados contra vontade paternal
pellulndo Bettancourt, furnia com a miher para j ., ^ .. n
Tenaobater com D. Ale.tmdre de Almila,-, acude- Pedl.n "le mase convidado o avo, por carta de D
mico brioso, a quem, to anno anterior, insultara Christina.
E accrescenlava : 0 tal militar avezado a {mas: v .._._. m. __i.__hj.j.___i ______
urna vez fugiu com a filha de um nob.UmLTa- EsCreveu e,,f.com hnmildade sem ba.xeza urna
tallteiro; onde sen lio carpinteirava ; agora fugiu e3"3- onde ^ lia este periodo
com as costcllas inclumes, por que o tio carpn-
teiro nao sabe endireilar costillas qnebiadas.
que o procedimento natural do poder publico.
O estado tem telegraphos : por que razao
nao gozara todo o mundo desse meio de trans-
uiissao ?
Ao mesmo lempo urna descoberla scientifica o
torna mais seguro e fcil : preciso por a tele-
graphia elctrica ao alcance de todos.
Quem o pode melhor fazer e mais econmica-
mente do que o estado ?
Quem sohretudu pode fazer a sociedade gozar
disso com mais egualdade, estendendo esse servico
s localidades que delle suflkientemente nao usa-
mm para pagar as desposas ?
Se ajuntaes urna poltica desconfiada, que teme
sempre que se. abuse contra ella de toda forja no-
va, eis ah o estado cncarregado da telegraphia
particular. Quem se queixa disso ? Ninguem,
creio. E" disseram-me, para Pars smente mil e
quinhentos empregados de mais.
Nada censuro ; apresento, porm. aos adversa-
rios da centralisae.ao as diffleuldades que tem a
vencer, e as roncesses a fazer.
O exemplo da Inglaterra, em qne elles se apoiam,
niir> deve ser citado senao com precauco.
F' verdade que na Inglaterra nao se leva o pra-
aer do governar at mana, e que a sociedade,
islo 6. os individuos, rom isso fica onerada de mais
de um serviro qne queremos prestado pelo es-
tado.
E* a inda verdade que ordenada menos sistem-
ticamente, a adminislracao ngleza maissimrles:
tea pessoal menos numeroso, suas formalidades
meaos lentas e menos fastidiosas; ella nao procu-
ra fazer senao o indispensavel. Nao acreditis,
.entretanto, que o movimento centralisador seja
esconhecidn na Inglaterra.
Pelo contrario alt vsivel e rpido. E' o paiz
d?s reformas, sabe-se, e qual a reforma que nao
seja urna regularisacao methodica, e cuja conrlu-
si) ou inspecijao nao imponha ao governo um no-
vo dever ?
Piucas sessoes do parlamento se passam sem
pfodozirea bilis para levarem a ordem e a unifor-
midade aonde reinavam a confusao e o entretaca-
l'-nto. .. .
Esaa polica dos lugares pblicos, essa polica
clebre por que todos os viajantes se apaixonam,
nma obra de centralisacao, de centralisacao so-
bre todos os pontos de vista, porque olla bem longe
est de ser em toda a parte municipal. Em Londres,
por exemplo, eHa nao senao na Cit.
Ha do tudo nesse paiz. E a trra dos contrastes.
Sabc-se qne os nglees nao se presam de lgicos
coi ailministraao. .Nao seriam elles que procura-
ra :n urna soluco absoloU para as questoes de que
no; orcupamos. Vede como em materias diversas
difiere sua maneira de proceder.
esM modo nao entendem que o estado deve a
todo o reino, a viabilidade. Cumpre a quelles que
ae servem das estradas paga-las. Ha mais de 30
anima, viajando, no norte do paiz de Galles, encon-
trei sobre o tejadilhoda diligencia um desses com-
pinheiros de viagem commiinicalivos, que nada
09 deixam ignorar. Extasiava-se sobre a bel-
leza da estrada. faendo-me notar bem que ella era
una varliamentiiry rond. Eu j imagnava urna
atlusao a algnma recordac.Se histrica sobre nm
ra-ninho Mostrado |>or alguma campanha do exer-
ci'o parlamentar sob Fairfax ou Comwell. Trata-
va-se simplesmente de um caminho que o parla-
mento, querendo, por vistas polticas, melhorar, fa-
cilitar, abreviar as commnnicacfes com a Irlanda,
linea feito construir custa do estado para por
Londret menor distancia de Dublin pelo estrello
de Menai e a ponta de Holy Head. As barreiras o
ss portagens estao pois bm longe de terem des-
?ip;iarecido do solo britanniro, e nclle se viaja pou-
co mais ou menos as condicoes em que o faremos
em Praiea nos caminhos de ferro, em que a tarifa
calculada para pagar a construejao, a manuten-
f rio e a polica da estrada. Se o preco do trans-
porte nao se confundisse com o rusto do caminho.
en nao sei se, mesmo para o caminho de ferro, se-
melhante excepeao seria por muito tempo supp>r-
tada entre ns. O ser gratuita a passagem das
pontes e calcada* de uso entre ns. Resulta ser
tima obrigneo para o estado o estender a todas as
parta do territorio o beneficio de urna viabilidade
quasi egnal, quelles dos departamentos que, du-
rante eerto tempo tem sido privados de vias de
communicarao sufflcientes, ver-sc-hiam como que
Ic-ados em seus direitos e espoliados de sua parte
da cummum heranca.
Em compensajao a Inglaterra segundo pare-
ce-me. o primeiro paiz onde se oceuparam do tra-
Lalho das crianzas as manufacturas. Por diver-
sas vcr.es tenho'tentado instituir sobre esta materia
urna Irgislacao efflcaz. Nao se tem receiado assu-
mir um direito de visita, que parecera talvez ve-
jatorio a rnuitos de nossos chefes de fabricas, e
una inspeccaogeral e central, organisada em gran-
de parte pa'ra esse fim, de nenhum modo firou em
projecto sobre o papel. Ora qnerem bem reflectir
sobre o alcance de urna lei, que regula o trabalho
das mancas ?
Ella intervm na conclusao e exeeucao de um
contrato particular entre os mestres e os paes.
S:i|ipoe que aantoridade publica termais huma-
nidade do qne uns, mais solicitudes do que outros,
e encarrega a administracao de velar, em vez de
um mostr, um pae, nma mie, no bem-estar. na
erincacan, no d>'scnvnlvmento phyico e moral, na
saile, na vida de urna crianca. Que medida, per-
ajunto, traz mais o carcter" de tutora dos indivi-
duos em seu proprio beneficio sob a guarda do es-
tado? Que medida parece mais notavcl pelo eunho
dos principios do socialismo?
incerto entretanto que os mais escrupnlosos
partidarios da liberilade se escandalisem com essa
di-roacao do direito commum: e, se preciso fosse
discutir, acredito qne noder-se-hia demonstrar que
nessa cirenmstancia a lei nao sahe precisamente
pedindo Deus que vos defenda.
Peregrina pode furtar as caricias de Christina,
tomandc-a para si com forca.
Estava a invejar-te minha comadre l-nlis-
se a esposa de Casimiromas olha, nao deve inve-
jartc, nao I..
E disse-lheaoouvido breves palavras, explicadas
pela exclamacao de Peregrina :
Sim? e nao m'o tinha dito!., que ditosas
seremos com os nossos ttlhinhos 1
Quem no'-Io assevera ? I perguntaram Pe-
regrina e Ladislu.
E' o racciocinio. Alexandre incapaz de
matar de rosto ou traieao. Precisamente leva
um sicario assalariado, que eu conheco ba dez an-
nos. Os faccinoras por estipendio sao muito to-
va rdes, por que amano tanto a vida, que para sus-
tenta-la, se expe a perde-la. Se D. Alejandre o-
fendido vergonhosamente carece de animo para se
desaffrontar, devemos crer que ao earnifiee aluga-
do falte a coralera para accomraetter o homem
que o nao offenoVu. Alm de que, eu vow jurar
que Casimiro se prepara contra as insidias do seu
inimigo.e ter s#e pelejar com un homem. So-
bre todas estas conjecturas, roguemos Deus pela
vida do nosso amigo, e esereve-lhe- a chama-kt em
termos, que nao assustcm Christina.
O vigario sorriu-se, e marmurou :
Nao ha creancas mais creaogas que as raaes!
Estas alegras raras vezes Ib'as recoroecam depois
os fimos I..
Casimiro eoneenlrou-se trutemeate, e Chrisrina.
disse :
Nao fallera em mae dante de meu marido, por
quem sao I
Pallem, lallemdisse Casimiroque eo te-
nho de encontra-la no ceu pelo muito que deseji
neste mundo.
E, tomando o braco de Ladislu, chegmi a urna
janella e Dergnnlou':
Que ista ? Que significa esta ctomada T
Nao m'o pergunta diaute de sua sanhora.
Por que nao ? Elfci forte. Se um dia nao
fraquearem os estelos da honra, minha mulher na
de fortalecer-m'os. Hija, mea compadro
Ladislu mostrou a carta de Huy de-Neltas; e
tlhristina, ouvindb-a ler, exelamou:
Nao te disse eu ?- Era o desertor ou na?
Era o desertor resiiondeu o vigario.
Pois saba?acod*Christina.
Disse-m'o a razia a. pratica dos-valoroaos
bares de Miranda. V. Kxe. viu-o?
Vi: mostroa-m'o o nosso anjo da guarda t..
E mea pae que te avisa, Casimiro r Quem me
dra poder beijar-lhe a mo!
Seu pae ura homem de bem s direites'
minha senhora^isse o vigario Seria nm modflo
de virtuosos, se os preconceitos de raca o nao mo-
lestassera.
Porque nao hade V. Exc. anda- beijar-lfto
O jornal appareceu em Villa-Cova subscriplado a '
Casimiro de Betlancourt.
Casimiro leu a correspondencia em voz alta.
E Ladisiu perguntou :
Que isso ?
E' um jornaldisse o vigario.
Urna gazeta ? reperguntou Ladislu.
Sim.
Ma9(desculpem a minha ignorancia___)
como se faz isso----
Isso que, meu irmao ?
Como se estampam esses insultos .'
Estampam-se.
Enlo.. .estou confuso, o vejo que me nao
percebem...as gazetas servem de insultar*
E' a ternura filial que rae anima a escrever a
meu pae: nao a necessidade que me obriga. Se
sou pobre, anda nao tive occasio de sentir de-
sejos de ser rica. O perdao de racu pae que eu
f desejo e peco, se foi delicto o acto que est seu-
f do a minha felicidade. Quizra um dia beijar as
t maos de meu pae o dizer-lhe que tenho tanta
t vaidade em ser filha de V. Exc. como esposa de
c Casimiro. >
Foi lula a carta, e discutida. O vigario acbou
duras algumas palavras daquelle relanco, e pediu
a illusao das palavras : >se foi delicto o acto tme
est sendo a minha felicidade;- bem como : < tenho
tanta vaidade em ser filha de Y. Exc. como esposa
de Casimiro.' As primeiras palavrfc foram substi-
tuidas : as ultimas nao. Christina nem ao marido
obedeceu.
Ruy de Nelias recebeu a carta, e leu-a sem ran-
quem qor infamar alguem vae a casa do homem,' cor at s expressoes rebeldes censura do viga-
que tem esse modo de vida, e diz-lhe : 'imprima, rio; mas, neste ponto, rasgou o papel e disse ao
l esse insulto isto ? portador :
- E' isso-illucidou o padre-com o aceres-1 A resposla es,a: diz ^l eu V nao tenho
cento de que o dono do jornal recebe Unto por li-!Ta,dade n>I>uma em ser padrinho de um filho do
nha do insulto publieado. ISr- Cas,mn'01
t A. ,. ,., ,____,A Talresposta magoou mediatamente a familia
Ladislu ergueu-se com nunca visto impelo de & ^Hia Cora.
furia, e exelamou :
Enlao isso infame I ea civilisacao- que isso
coasente a barbaria, o escarneo de Deus e das
le de nosso paiz
Casimiro sorriu, e disse :
A indignaeao de meu compadre ten gra-
ca !... A que distancia este bom rapaz vive do
mundo culto I Qur elle, talvez, que a civilisacao
este>a em Villa-Cova, e a barbaria em casa do jor-
nalista I ... A gazeta, meu querido amigo, tem
outra. face, que o Sr. vigario- lhe nao mostrou e
que, se eu quizor insultar d'qui D. Alexandre
de Aguilar, o mesmo dono da gazeta me vende o
esparcido-seu papel, e imprime o meu insulto; e,
no dia seguinte, vende o .mesmo espaco para o
louvor de D. Alexandre e mem O dono deste pa-
pel como- a estatua em que Aretino fixava as
suas vaiasaos rais-eaos papas,, n'um lemoo-em
que papas e reis eram cousas sacratissimas e n-
violaveis. Agora, que nao ha nada defsoy com
que direito me hei de eu queixar ? Nao me aliste
euno exerclo que defende as.imtfitui<;oes IWres I
Seria paradoxo gritar eu contra urna alavaoca do
progres, chamada nem mais nem menos que
Ycdetiu da Liberdade Os homens livres passam
deante da estatua de Pasquino) e descobrem-se.
Assim. como a diseussao racional e Ilustrada a-
clara as oscuridades e aplana os empeces da idea
til, por igual razo as injurias pessoa, es ata-
ques ao'moral deoada individuo servem de abrir,
luz da. analyse; e ver tudV o que elle l tem
dentro- do coraro e conscieocia. A licenfa da
imprensa uina ioquisicao em lugar de ogueiras
tom atuleiros de lama. Das ebammas do auto de
f saham alma* purificadas, no crr de alguns
theotegos; e d lama da imprensa desbragada de-
vem. sahir as consciencias lavadas, no eotender de
alguns legisladores. Scjaaws do nosso tempo,
meu compadre.
Pois, si, disse Ladislu mas deixe-me
render louvocs a Deus por me ter dado o nasci-
mento nestas serras Eu nao cudei que era as-
sn o mundo. Neste ultimo anno, quantas pai-
xoes ms que eu nao eonheca Meu mestre de
certo as ignora va ; senao, ter-m'a*-ia dito. Os
meus livro6 tambem mas nao disseram...
E" por que os seus livros sao bonsatalhou
Casimiro Betlancourt A corrompida sociedade
da Roma imperial nao tinha gazetas; mas tinha
historiadores e poetas. Se meu compadre os lr-
Ladislu fez signal de agradecimento.
Finda a rnissa, a menina foi levada casa do
av. Asquatro tas deram inquietacSes ama,
temerosa de que lhe abafassem a creanca oota
beijos.
Entretanto, Ladslu contava a Ruy de Nelias os
successos de Coimbra e os aleives da correspon-
dencia da Vodeta da Liberdade.
O velho ouviu-o em silencio; mas com arde
satisfaco, em quanto aos bros de seu genro no
justo castigo de Alexandre : porm, quando soube
que as gazetas traziam o seu nome aparelhado
com o do carpnteiro, rritou-se, e clamou :
Quando pensei eu de andar pelas gaze-
tas I... E' o que minha filha me arranjou I...
Este accesso durou alguns segundos.
Continuaran! a conversar serenamente. Eram
horas de partir para Villa Cova. Offdalgo man/ou
entrar a afilhada, e deu-lhe um beijo, e duas^W^ls
ama.
Ecaso nico! aperlou a mo do lavrador de
Villa Cova, e disse-lhe por ultimo :
O tempo far o resto. E' cedo por ora a
ferida sangra anda!
O balsamo do Evangelho, Sr Ruy de Nelias,
respondeu Ladislu, sahindo.
XI
Seria ocioso, bem que alegre trabalho, contar os
jbilos de Christina, retomando ao seio a Olha, que
seu pae e irmaas tinham beijado. Casimiro, ho-
Sede o meu mundo. Aos leus olhoa soo quera
*ou, minha amiga. Infaraem-me l fura ; mas diz-
me tu, fllha, que eu sou digno de ti.
N'um sabbado, ao cahir da tarde, pasaaram
Ponte, vmdos da Quinta das Lagrimas, Casimiro, o
sua mulher.
D. Alexandre de Aguilar estava sentado com nu-
merosos cstudantes as guardas da poste Ao per-
nassar Casimiro o ldalgo de Miranda lossiu aquel-
lo grunhido peculiar do insulto. Os acadmicos de
sua particlidade,;em respeito dama, abstiveram-
se de acompanhar o amigo na trossa.
D. Aloxandre, desenfreado como costumam os
covardesno momento |um que persuadeoi-se nao
seren, disse :
Nao se envergonha aquella dama Que os-
tentadlo de balxeza d'alma I
Christina ouviu. O que o amor nobre faz d'uma
mulher tmida Voltou-se contra o prenle, e res-
pondeu :
muito infame I
Silencio t disse Casimiro, apertando-lhe
convulsivamente o braco.
D. Alexandre espediu urna cascalhada; e os
acadmicos, indilTerentes ao conflicto, disseram-se
Com effeito'. muito covarde o Bettancoort,
que deixa assim insultar a mulher Comprehen-
dam l a decantada historia do botequim !
Na extreinidade da ponte, estava o acadmico-,
j conhecido por seus dilogos com Casimiro. O
marido de Cliristiaa aproximou-se d'elle, e dis-
se-lhe :
Conserva-te aqui um instante aop de miaba
mulher, que eu volto j.
Nao.' exelamou Christina.
Christina I disse elle com amaspecto, que
raem nao estranho a vanglorias, que parecem ser (a esposa nunca lhe vira.
mao? Esperemos.
E agora ? disse Casimiro que quersm de
mim? Ser airoso que eu me vesvonder a Villa-
Cova das iras de D. Alexandre ?
E' dever de marido e pae fugir o perigo
disse LadisluSabemos que lhe sobra animo :
porm agora, quer-se e requer-se que o eoraco
seja maior que o animo. Sua senhora manda ; o
vigario acooselha ; e minha mulher e eu rogamos.
Falta-lhe paciencia para viver alguns mezes na
tnstonha casa da serra ? E' assim ingrato aquella
trra agreste onde desabrocharan! todas as Dores
da sua felicidade, meu compadre ? f
O' meu amigo, meu generoso irmo ex-
elamou Casimiro, nos bracos de LadisluVamos,
vamos para Villa-Cova. L sei eu qne tenho se-
gura a vida, a alegra, e sempre vicosa as flores j imagina que mus inventores o querem deleitar
de felicidade, que se abriram no seu nobre cora-; com fbulas hediondas. O homem foi semprejnu.
cao e para mim I Nao covardia fugir. Corar, ser mu at ao fim. A sociedade parece meihor
des sao os que nao tem urna esposa, e fogem ; co-, $0 qUe foi, olhada conectivamente : parte nisto
vardes sao os que nao tem amigos como vos, e
fogem !
E' soberboldisse Ladislao.
i Preconceitos de racaacerescentou o viga-
rio.Nao tem. outra falha a excellente alnaa do Sr.
Ruy.
Pois ha de ser padrinho da neta ?tornou
Ladislu.
Que capricho esse, meu compadre f per-
guotou Casimiro.
Nao eapricho: batalha dada contra
soberna: havemos de amolga-la, com a bran-
duca.
Na segunda dominga, posterior ao naseimento
da menina, sahiu ante-manhaa, de Villa Cova, La-
dislu, urna ama de leite, e a creancnha. Chega-
ram a Pinhel s 9 horas, e elle entrou egreja pa-
rochial, onde, por nformacoes de mestre Antonio
carpnteiro. Ladislu soubra que o ldalgo ia ouvir
missa. A ama sentou-se no adro, e esperen, rodea-
da de meninos, que se acotovellavam para ver o
rosado rosto da baptisanda.
Ladislu apresentou-se ao abbade, com urna
carta do padre Joao Ferreira, e conversaran).
A& 10 horas taogeu a sineta missa, e chegou o
fidaigo com suas filhas, e foraox ajoelhar na alcati-
fa d3 sua capelb privativa. Antes do terceiro to-
que; o abbade aproximou-se de Ruy de Nelias, e
diise-lhe :
Iraz V. Exc. a esraola de fazer christa ama
creancnha ? -
Sim, abbade, pois nor
E de escolher a madrinha ?
Ser minha lilha Mafalda.
Chamou elle a menina, e acorcaram-se do
baptisterio..
A ama entrou com a ereanca, chamada pelo
sachristao.
A um lado-, estava Ladislu com urna toalha,
escondendo-se ao lance de olhos de Ruy de
Nelias.
a le, e grande parte o calculo. Cada individuo se
constrange e infrea no pacto social para auferir
as vantagens de o nao remper ; porm, o ius-
tincto de cada hornera, em communidade de ho-
mens, est de continno repudiando para a desor.
ganisacao. Eu acceito, come puros, os coracoes
formados na solidao, a nao se dar a segunda by-
pothese do proverbio, que disse : homem sosi-
nho, das duas urna : ou Deus ou bruto. (1) Me-
lhor seria dizer ou anjo ou demonio. Ladislu
formou-se aqui, rescende virtudes extraordina-
rias ; mas, se for s cidades, feira dos vicios
sentir coar-lhe um veneno corrosivo as entra-
nhas; e, meia volta, perder de vista a benigna
estrella destas suas montanhas. O' meu amigo,
nao sealongue do seu paraizo nao queira saber
E oo filhinho nao fallas ? disse Christina
sorrindo-lhc com encantadora meiguice.
Nao o disse eu I acudiu o vigario Ago-
ra, qur S. Exc. que todo o eoraco de seu mari-
do esteja embebido do futuro filhinho I Valha-nos
Deus, mes loucas do amor de vossos filhos, que
sois capazes de ceder do corceo dos maridos em
beneficio dos pequerruchos, anjos purissimos a
quem basta o bafeju do Senhor !
Nestas doces pralicas, que eu, a mdo, submet-
ti a benevolencia do leitor, se passaram as horas
do descanco, at ao repontar da al va. em que
proseguiram sua jornada. f vo os felizes, es-
collados por suas mesmas virtudes. qU(J nome ^ a te |eguas da sua aldeaj 0 que
Entretanto, recebeu D. Alexandre de Aguilar a meu compadre chama devr, civilisaco, amor,
nova de ter sahido de Coimbra Casimiro Bettan- caridade, e Deus.
cout, e o mesmo foi assoalhar, mediante alguns j
necessitados de sua recheada bolea, que o furriel
se evadir, sabendo que ia ser desafiado a duello
de morte. Correu o boato, justiocado por circums-
tancias: a precipitacao da sabida, o estarem abor-
tas as aulas, o ignorar-se o intento da retirada, o
ter dito Casimiro, na vespora, que procurava casa (i) Aut Deus, aut bestia.
FOLHETIM.
A CONDESSA DIANA
POR
MR. MARIO l'CUARU.
Os gososda vida domestica aligeiravam os me-,
zes de inaclividade de Casimiro. Ao quinto de
residencia, em Villa-Cova realisou-se a ventura
saudada por Peregrina na eslalagem de Gouvea :
Christina foi mae de urna menina, quetrouxe do
Ao descobrimento da menina, Mafalda exela-
mou:
Ai l tao lindaque!........Veja, pap! O'
manas, venham ver que perfeicao!......
Quem sacos paes?disse o fidalgo.
O abbade, como tivesse comerado as ceremonias
do sacramento, nao respondeu; e. pouco depois,
perguntou:
Qual o nome ?
E' o meudisse Mafalda.
Findo o acto, foram sacrista lavrar no livro o
asseato baptismal.
O abbade esereveu vista dos apontarentos, e leu
depois para conhecimento dos padrinho-:
i Mafalda, natural de Villa Cova, termo de
Pinhel, filha legitima de Casimiro Bettancourt,
natural de Santarera, e da llluia. e Exma. Sra.
D. Christina Elisiaria de Nelias Gamboa de Bar-
bedo >........
Como?!exelamou o fidalgoComo se en-
tende islo ?
Que abuso foi este, senhor abbade ?!
Ladslu sahiu do escuro da sacrista, e disse:
O abuso meu, Sr. Ruy de Nelias. V. Exc.
nao me castiga, porque eu vou por em seus bracos
a creancinha a implorar o meu perdao e o de sua
mae.
E, dizendo, tomou a menina aos bracos da ama,
e depositou-a nos da madrinha, dizendo-lhe :
Seja V. Exc. a intercessora de sua irma
D-lhc um beijo, pap!rogou maviosa-
mente D. Mafalda.
O velho poz a mo na face da creanca, e disse :
Nao tcns culpa tu, pobre innocente I...
E o abbade continuou a leitura do assento bap-
tismal, sorrindo, e olhando por cima dos oculos,
para ver Ruy de Nelias, que deixava chuparltie a
cranla no dedo mendinho.
Ao sahirem da sacrista, o fidalgo disse a ama
da cranla :
V l a casa, depois de missa, mulher, e o
senhor tambem se quizer.
condicao das ndoles arremessadas s glorias uteis,
foigavade ver sua filha acariciada pelo fidalgo, cu-
ja prosapia, o moco, as verduras dos dezoito an-
nos, sinceramente invejava. O' barro humano !
Disse Ladislu que Ruy approvara a sabida de
Coimbra, e esperava que o auno decorrido asfrias-
se a vnganca de D. Alexandre, estando elle de
mais a raais como vingado, fazendo crer que lhe
fugia Casimiro. Era tambera este o parecer do vi-
gario e de Ladislu. Casimiro, anda assim, dizia
contrariando :
Nao, meus amigos : o odio dos fracos inex-
tinguivcl; a umea forca, a energa tenebrosa,
que lhes dea a natureza.
No seguinte anno lectivo, voitou a Coimbra, com
maior familia, o pobre grangeador do futuro. Doia-
Ihe ter de augmentar suas despezas, sabidas todas
dos celleiros de Villa Cova. Era grande mgoa
para o abarlo coracao de Ladislu entender em pa-
cificar o espirito do seu amigo, fazendo-lhe sentir
que escassamente lhe emprestava urna parte das
sobras de suas colheitas. E santamente menta La-
dislu A sua lavoura, coraquanto grande, era
toda de cereaes, vendidos por baixo preco, e ur-
gentes ao consummo e vestir de sua tamilia. O
que elle estava despendende- era dinherro antigo,
que encontrara, ouro do seclo-XVI, peculio anula-
do ao caoto do armario de pau santo, em que seus
tos padres iam arniumerando algumas moedas,
muilas menos que as derramadas pela pobreza.
Lembrava^se Clirstina de escrever ao pae, a pe-
dir-lhe sua legitima materna. Casimiro, antes que
ella expendesse o seu pensatnento, atalhou-a n'es-
tes termos :
Sendo preciso, iria primeiro pedir a meu tio
carpnteiro metade do seu estipendio de cada dia.
Peregrina, sabedora do-intento, revelara-o ao
maridov
Ladislu, a sos cora a filha de Ruy de Nelias,
queixou-se, observando-lhe que era cruetade
obriga-lo a faltar sua palavra, tendo elle dito a
Ruy de Nelias que sua filha o marido nunca lhe
pediriam meios de vida.
Os raros amigos de Bettancourt, assim que o vi
rara em Coimbra, repetiram-lhe as calumnias di-
vulgadas, fingindo nao acredita-las. O mais since-
ro e rude ousou dizer-lhe :.
Dste um mu passo em fugir.
Nao fugi. O amigo, a quem devo a minha
subsistencia cm Coimbra, chamou-me, e eo fui.
Nao devlas ir, tendo sido desafiado por D. Ale-
xandre.
Nunca fui desafiado.
Como nao fosle ?
Nunca fui desafiado ; e,no caso de o ter sido
regeitaria a proposta. Nao jogo framente a vida,
que de minha mulher o de minha filha, contra a
vida de D. Alexandre, que um homem abjecto,
Bem contra a vida do mais estremado em probida-
de. Nunca para mim alyuem provar sua honra,
batendo-se cora victoria, nem o vencido terei em
coota deshonrado. O duello pode significar algu-
mas vezes coragem ; mas sealuuca absolutoria de
um infame, nunca.
Mas decididamente nao fugiste ao duello ?
Oifende-me a renitencia respondeu Beltan-
court molestado.
Desculpa, que a renitencia de um amigo ze-
loso de tua dignidade. A academia acreditou em
D. Alexandre e nos propagadores do boato. Appa-
receram homens a dizercra que tinham sido agen-
tes do desafilo.
Meotiram.
Mas a mentira vingou.
Estou resignado : j a vi impressa n'um jor-
nal, e achei-me forte na minha consclencia.
Mas a opinid publica... voitou o acad-
mico, espicaeaudo, em nome da opinio publica, o
animo impenetravel de marido e pae.
Que queros tu que eu diga opinio pu-
blica ?
Que a desminlas : escreve urna correspon-
dencia.
Nao desea.
Descer pois descer acudir por tua
honra ?
Se a consciencia me nao aecusa, que logro eu
em constituir a academia meu juiz ? Alm de que,
meu ami^o, eu venho estudar. Falta-me o tempo
para o til : como hei-de eu ir despende-lo a en-
treter a curiosdade publica ? Diz aos teus ami-
gos que eu sou calumniado, e elles julguem-rae a
sou sabor.
Faz o que quizeres : dou por cumprida a mi-
nha misso de amigo.
Christina viva tranquilla. Ladislu, que lnga-
ra espias em Miranda, soubera que D. Alexandre
sahira para Coimbra, e o desertor ficra. A nova
agradou a Casimiro, receioso dos sustos da se-
nhora.
Recoraccou o acadmico os estudos do segundo
anno, com fervor. Sabia que seus mesmos condis-
cpulos o detrahiam, lamentando, como usam la-
mentar inimigos, a podoa da farda de um militar.
Ofacto estrodoso do botequim da ra Larga tinha
esquecido, ou era interpretado de varios modos, to-
dos estupidos; que a malquerenca faz timbre em
ser estpida quando nao pude ser feroz Todava, a
frechada nao lhe vasa va o coracao. O pae extrem-
os abroquellava-se cora a lilhinha.e dma esposa :
E carainhou ao longo da ponte, sem denotar arre-
batamento na serendade do passo.
Os acadmicos do bando de D. Alexandre, dis-
seram :
elle que vem l
O fidalgo desceu-se da guarda como quem se pre-
para a receber o aggressor. Nao era isso. O m-
do pesa como chumbo na regio abdominal. Foi
(' grvame do mdo que mecnicamente o desceu.
Casimiro lancou-lhe a mo esquerda a garganta,
e cora a direita levou-lhe a cabera aresta da
guarda. Depois, comeo alordeado fidalgo escou-
ceasse os couces instinctivos da defeza, o aggressor
abarcou-o pela cintura, no proposito de o despejar
ao Mondego. Acudiraio-lhe muitos, sem,com tudo,
arremetterem contra o furriel. Casimiuo sentu as
barbas mo estranha. Olhou com impetuosa fu-
ria, e vu Christina, que punha as mos supplican-
tes. Descurvou os dedas da garganta do estudante,
e deu o luraco a sua mulher. Pelo ar quieto, com
que elle sahiu ao fim da ponte, haviam de imagi-
nar que o sujeito acabava de abracar um amigo !
Grande parte da academia pareca andar en-
vergonzada depois deste successo. Os detraido-
res, chamados por algum amigo de Bettancourt, a
dizerem acerca do tacto, eornam-se, e gargareja-
vara o desmentido, que os suppliciava.
O acadmico, mais dorido do descrdito de Ca-
simiro, seguu-lhe os passos a casa, abracou-o
com transporte, e exelamou :
Tu s um grande homem !
Vem ver minha filhiuha como dorme doce-
mente respondeu Casimiro.
Que diro agora os calumniadores ? tornou
o acadmico.
Qoe eu sou um assassino.
l'm bravo um modelo de dignidade.
Como quizerem. Vem ver minia (lila, se
gostas de creancinhas.
Foram. A me, que, urna hora antes, sentir
denodo viril para aggredir o insultador, estava
agora chorando sobre as faixas da lUliinlia. Ca-
simiro aconchegou-a de si, e murmurou :
Enlo ? que isso, filha ?
- Tremo pela tua vida, Casimiro !
Convence-te, Christina: eu nao posso ser
mortu por D. Alexandre, nem por assassinos de
sua paga
O fidalgo dos Vitos Alarcoes tratou da cabera
na cama, uns quinze dias : parece que o granito
lhe entrou dentro obra de meia pol legada, sendo
que era tal caneca nunca tinha penetrado cousa
alguma outra. Fechada a brecha, metteram-se fe-
rias de Natal, e o convalescente foi para casa.
O meu tutor me examlnava com os olhos arre- Mas deve saber qne se acha tambem dcbalxo
caladas, como se cu lhe estivesse fallando grego. da minha autoridade; e nao pcrmittire que ence-
Que diabo quer dizer esta embrulhada! ex te um debate, no qual o meu nome sera envolvido
clamou elle afinal. Nao posso admittir que o im- em negocio tao ridiculo.
becil do Guillot o tenha tomado tanto a peito, a pon- Semelhante desprezo exasperou-me.
to de introduzir-lhe no espirito receios tao extra- Ridiculo exclamei. Ridiculo, quando su
vagantes. Realmente transtornaram-lhe a caneca, trata da minha dignidade, da minha vida talvez I
Permita que lhe assegure, Sr. conde, que Mas que interesse tem o Sr. conde em ver pttwr
tenho juizo sufflciente para comprehender por mim como certo, o boato de que a minha razao se acta
mesmo as injurias con ti las n'esse libello ; e admi- alterada ?
Ladislu, sempre atiento aos passos do deser-
tor, soube que chegara a Miranda D. Alexandre
de Aguilar, de cujo infortunio na ponte j estava
informado por carta de Christina, que incessan-
temente lhe pedia toda a vigilancia sobre o sccle-
rado.
D. Sueiro deu logo tent da cicatriz da eabeca
fraterna, e disse :
Levaste ou cahiste, mano ?
Cahi do cavallo. ,
Rom tomho ias ficando sem um olho i s-
ts um limpo cavalleiro, nao tem duvida !
E ficaram nisto ; mas a familias d'outros aca-
dmicos de Miranda, de bocea em bocea, fizeran
chegars orelhasde D. Suiro de Aguilar a rija
sova, qne levara o irmao.
O senhor dos Coutos de Travanea e CacareHias,
Esteves e Villarica disse ao irmao :
Como assim ?
Assim que ? perguntou D. Alexandre.
Corre que essa cicatriz foi bordoada que le-
vaste Foi ou nao ?
Foi desordem : dei e levei.
E Araste mal ?
Fiquei ferdo ; mas sem deshonra. O adver-
sario era valente como as armas.
Quem ?
O marido de tua cunhada.
O vllo ? E vive !...
Por emquanto... vive.
De que serve aqui o Ayro ?
Ayro era a graca do desertor.
D.' Sueiro acrescentou :
Leva-o, e mostra-lh'o. Acabemos com isto
de urna vez... Estou a ver quando o tie Ruy de
Nelias recebe o genro em casa. J lhe baplisou o
filho. e, escrevendo a Guiomar, fallou-ihe de Chris-
tina com piedade. O tio Ruy degenerou. Se vi-
ver muito, hade envergonhar-nos.
Foi para Coimbra D. Alexandre.
Ladislu recebeu a ponto a informaco : o des-
ertor ficra. Avsou-o de Villa-Cova. Christina
exultou: mas, seis dias depois, recebeu novo avi-
so : o sicario partir aforrado, e em disfarce. A
pontualidade destas nformacoes deviam-se a am
jornaleiro de Villa-Cova, o qual, industriado por
Ladislu, fura a Miranda pedir trabalho casa dos
Alarcoes, e l Picara servo de lavoura.
D. Alexandre concertara o plano do homicidio,
com estupido ardil : j se lhe nao dava que se lhe
imputasse a morte de Casimiro ; e, para desviar
suspeitas de brac_o estranho, esconda o matador
em casa.
(Continuar-se-ka.)
(Continvarao don. 239.)
XV
O Sr. de Mauferl nao pode reprimir um gesto
de espanto ouvindo-me evocar essas terriveis lem-
Lrancas.
Nao se assuste, Sr. conde ; bem v que es-
tou tranquillo, repliquei-lhe n'um lora em que ha-
via alguma irona a meu pesar.
O conde enearou-me flxaincnte : sorprendi-lhe
nos labios um sorrso maligno.
Continu, disse elle.
TenhoJbastante juizo anda para comprehen-
der a situaco deploravel, em que me colloca essa
dupla infelicidade que sollii. Se o declarassem
loueo, senhor, nraguem o acreditara ; todos cha-
mariam a isto una invencao malvola. Mas conti-
go o caso muda : semelbaute declaracao torna-se
de muita gravidade.
Meu caro, at onde quer chegar ? perguntou
meu tutor aleando os hombros. O senhor tem ideas
tao-sombras I
Onde quero chegar ? A este resultado, se-
nhor : quando nn fr mais protegido pela sua tu-
tora, pode aeontecer qne algum prente cobicoso
enmvba a mI, mais sombra de certo do qne o
cito as minhas.de me dar por alienado : as mitihas
Siinhentas mil libras de renda sao para tentar I
ra, o -r. conde tem espirito bastante para com-
prt'hvnder, qne n'este raso um documento judicia-
rio. alicatando a minha alienarlo notoria, ser
nma arma terrivel contra mim, se desde j nao
tratar de defenderme. Eis-ahi a razao por que
lite venho pedir em primeiro lugar qne despeca o
pb intendente ; ao depois euidarei de ver se tom
luenr_oma r^paracao legal para firmar a minha
posico na saeiedide, e garanth- o meo futnro.
ra-me bastante a sua indifferenca.
E' que eu nada vejo ah de serio. A melhor
resposta que devemos dar a essas parvoices o
desprezo. Quanto a mim, nao posso, somente para
satisfazer as suas susceptibilidades pueris, privar-
mo de um intendente que me til, e muito me-
nos prestar-me s chicanas que s.terao por fim
divertir ociosos.
E' esta a sua ultima deciso, senhor ? per-
guntei-lhe com tom decidido.
Placido lhe pedir perdao; j lhe prometti,
e quanto posso fazer.
N'este csso nao se admire quando souber,
que recorr a mihi mesmo par?, defender-me.
O que pretenjle fazer ?
O conde fez um gesto terrivel; passeou pelo ga-
binete entregue a um accesso de elera. Depois di-
rigiu-se a mim deixando cahir a mascara.
Creia-me, disse elle com os dentes cerrados*
nao procure rehellar-se : bem sane que soo pouco
paciente. Nao tente provocar um escndalo, por-
que isto declarar-se contra mim.
Ignoro se ser preciso provocar om escnda-
lo para que o senhor nao roe deixe ftcar avltado,
repliquei com altivez : afflrmo, porm, que me hei
de rebellar contra o seu podero, se preciso Mr...
O senhor causa-me d, respondeu elle Nao
me forc a dizer tambem que esta louco...
Esta palavra peaetrou-me no cerebro como um
ferro em brasa.
Nao sei. A offensa, porm, tao grande, que
talvez nao hesit ernapresentar por minha vez tara-' Se o disser, mente I exclamei.
bem urna queixa porjrime de injuria.
Nao ha de fazer k(, meu caro ?
E por que ? *
Porque eu nao consinto.
Terei o dissabor de obrar n'este ponto sem e
seu consentimeuto. x
N'esse bello projecto, prosnfruia elle em tom
zombador, ha orna pequea difffruldade que o se-
nhor nao previu, e vem a ser que far urna figura
ridicu a, pois nao pode intentar aeco alguma,
nem reclamar contra quem quer qne seja sem per-
misso do seu tutor.
Ainda' mesmo quaado o meu tntor se mostra
pouco zeloso em defender-me ? disse eu com
amargura que nao pude dissimnlar.
Oh o senhor adianM-M muito I exelamou
o ronde levantando-se. squece por ventura com
quem est fallando ?
*- Tanto nlo me esqntjo que me vim collocar
sob sua proleecao.
Meu tutor respondeu com urna risada. Sent va-
rillar o meu entendimento, cegou-me urna nuvem
de sangue, e fugi d'ali para nao commetter om
crime.
Fura de mim, e indignado corra pelo parque
cm busca de Placido, e t-lo-hia mono, se por fe-
licidade na volta de urna alea nao me encontrasse
face face com Diana.
Andr, disse ella commovida, para onde cor-
re assim ?
Deixe-me, respond, corro a vingar-me I
Assustada com a minha exallaco, a condessa
procurou deter-me ; resist.
ndr Andr I murmurou ella desolada.
Oh Diga-me que elles mentiram! Diga-me
que no estou louco I
O que acontecen, meo Deas I Teve alguma
altercacao com o conde ? .
A' vista de sua coramoco comprehendi que cau-
sar-lhe-hia um pesar profundo, se lha conlasse as
perfidias de que eu era victima. Disse-lhe, pois,
que acabava de ter efleetivamente urna diseussao
bastante calorosa com o Sr. de Maufert, mas occul-
tei-lhe o motivo.
Era-me penoso revelar a Diana a indigna con-
ducta do homem, quo lhe dera o seo nome
Dentis, nao podia resistir ao imperio que ella
exep'ia sobre a minha alma, e debaixo dessa doce
influencia desvaneceu-se a minha colera. Conven-
cionamos que eu evitara encontrar-me naquelle
dia com o meu tutor, afim de que alguma palavra
imprudente nao despertasse entre mim e elle urna
irritaco mal applacada.
Ficando s entregue s minhas reflexoes, come-
cei a pensar de sangue fro na conducta inexpli-
cavel do conde.
Devo confessar que nao acreditara as aecusa-
fdes do pae Abraham, se bera que nenhuraa aflei-
cao tivesse ao meu fingido protector.
O Sr. de Maufert era rico, e sua srdida avareza
enchergava urna fortuna de rei as cem mil libras
de renda que possuia, das quaes apenas despenda
um quario durante o anno.
Nao podia acreditar que o amor do ouro exer-
cesse tanto imperio no seu coracao, que nelle aba-
fasse o orgulbo do seu nome, e o levasse ao ponto
de commetter um crime'to infame de lesa-humani-
dade ,, i
Alm disto, revoltava-se o meu orgulho de rara
ao pensamento de que um prente meu, anda
que affastado. se tornava espoliador e ladro I...
Porm nessa hora decisiva, em que mo va por elle
abandonado, nao me era mais possivel lutar contra
as presumpeoes de um trama. As revelacocs de
Guillot provavam bem que a voz publica attribuia
jaoSr. de Maufert culposos jtrojectos. No se-
guinte dia mandei chamar Basliao.
Bastiao, disse-lhe eu, preciso de om amigo
sincero, que nao recue ante o receio de tornar-se
inimigo do Sr. de Maufert, e que mo estime bas-
tante para dizer-me a verdade, por mais dolorosa
que ella seja. Pensei ero li.
Sr. Andr, seria muito atrevmento da minha
parte confessar-me seu amigo : mas se s se trata
de arriscar a nimba pelle no sen servico, sabe que
nanea recuo. Tenho o punho tao firme e tao so-
lido como o coracao : dispona de ambos do modo
que entender.
Obrigado; sempre contei com a tua firmeza:
porm no caso presente a franqueza o essencial.
Juras responder-me ao que te perguntar sem oc-
cnltar a menor crcumslancia pelo receio de me
affligir ?
Apre, Sr. Andr! disse Bastiao embaracado ;
isto depende----
Da roa franqueza, Bastiao, dependem o meu
futuro, a minha fortuna, a minha vida !
Neste caso interrogue : estou prompto.
Confesso que no momento de levantar o vn, le-
sitei; porm, revesti-me logo de coragem.
O que dizem por ahi respeito de minhas re-
laces com o meu tutor ? *K
Dizem que elle um homem altivo, brutal, e i
avaro sobretodo, com quem nao se pude viver bem,
e todos sabem que nao tem muita afleco a
Vmc.
E do mim... o que dizem ?
Nao ha quem nao lhe estime, Sr. Andr;
Vmc. tao generoso para com todos, quanto vil
o Sr. conde.
Nao te pergunto isto... Falla-se de alguma
desgraca frequente na minha familia ?
Bastiao perlurbou-se : fingiu nao comprehen-
der-me.
Sr. Andr, por bom que se seja, sempre se
tem inimigos... Mas Vmc. vae bem depressa tor-
nar-se senhor da su* fortuna !... Ella to
grande I...
Tambem nao fallo dos meus bens. Tu bem
me comprehendeste : vamos, trata-me como ho-
mem, bem vs que estou tranquillo. Pergunto-te
se nao dizem que estou aineacado de flear louco
como minha mae 7
Nao ha remedio, devo confessar a verdade.
Ha gente que nao sabe raciocinar... por isto cor-
rem por ahi uns boatos...
Ah Corrcm boatos meu respeito ?
Ainda no domrogotive orna qaesllozinha em
Maufert com esse .Placido miseravel, que repeta a
tres ou qualro palermas que Vmc. oostumav ter
acrpisos, nos quaes descoqhecia tudo.
- EntibMjdcllc que veetp estas cjlpmrtias
E de quem mais poderia ser ? Todos o viam
to alegre e folgasao : s a malvadeza desse Nor-
mando seria capaz de idear semelhante cousa !
Aquellos que, como eu, lhe conhecem, nao acredi-
tara, e o defendem... Assim, nao se embarace
com isto...
Obrigado, meu Bastiao, era o que eu desejava
saber.
XVI
Escrevo-t estas poucas hnhas pressa, meu
querido Wilhelm, para que te nao aflijas por nao
te haver ese ripio dosde a semana passada. O esta-
do do dontor Schultz a nica causa da interrup-
co do meu romance j que assim queres ap-
pellidar a suave e cruel narraeo que de mim exi-
.Tiste.
F.'Vme preciso abandonar a penna durante dous
das cdosecutivos, afim de soccorrer o meu pobre
doutor. ^r^
Como >*jieu costume. combat ainda esses
dous accessv. *4f liando para a sua vonlade, e
sobre tudo para
obra prodigios qi
, que, devo confessar,
em seu auxilio.
Sinlo que o salvarei, pois'iaimperio, qne cierro
sobre a sua razao, augmenta \Je dia em da. m
no seu interior una fonte de Vnsibilidadc que
exploro com feliz resultado; e estero consolidar o
cerebro pelo coracao. }. _. .-
Um exemplo te bastar Oulro da pela manhaa,
vendo-oum pouco rebelde a persuasao, apresen-
te.-lbe de re>nie um dos seus fllhos qne brincan
no salo visinho. Logo que se vm em preseoca do
menino o doator commoveu-se.
Schultz, lhe disse eu com vehemencia, nao
vs a Providencia no olhar deste ser innocente ?
O pobre louco tomou seu filho nos bracos, e es-
IMidea-moa mao sorrindo-se. Triumphara o amor
paternal. Urna s coosa me admirou : foi nao ver
urna lagrima nos seus olhos ; quando eu proprio.
nao as pode conter.
Retirando-seo enino, desappareceua mono-
mana. .-,
(C(ttt*ur-te-ha.)
PERNAMBl'CO,- TTP. t>8 M. K F FILHO
t


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EB42DR1GO_HFB2QO INGEST_TIME 2013-08-28T03:08:40Z PACKAGE AA00011611_10240
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES