Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10238


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Full Text
^^^

ifflO HX1X miMEBO 258.
Por tres nezes adiantados 5SQ00
Per tres nezes vencidos jfuOO
DIARIO
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'twtsH jb Hfslrt
TERCA FEIRA 10 DE 0VEMBR0 DE 1863.
Por anno- adiantadv. .... 19S00O
Porte pana o subscriptor. 3$Q0U
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPgO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Margues da Silva; Aracatv,
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranbo. o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SOL
Alagas, o Sr. Claudino Falco Dias; Bahia, o
Sr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martins di Gasparino.
ni. PARTIDA DOS ESTAFETAS. I EPHEMERIDES DO MEZ DE NOYEMBRO.
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
I**5*ssu,,'.Gyanna e Parahyba as segundas e 3 Qu^ ming. aos 8 m. e 26 s. da t
sexias-reiras. I ,. ~,
Santo Antao, Grvala, Bczerros. Bonito, Caruaro\ Lna nova as 4 3i m- e 14 s. da m.
Altinho e Garanhuns as tercas feiras. *8 Quarto cresc. aos 12 s. da m.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqneira, 25 Lna cheia as 5 h., 16-m. e 20 s. da m.
Ingazera, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob,
Boa Vista, Ouricury e Exu' as quartas feiras.
Sennhera, Bio Form'oso, Taraandar, Una, Barrei- PREAMAR DE HOJE.
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.l
Ilha de Fernando todas as vezes que para a sahir _. .
navio. I Primeira as O horas e 30 minutos da tarde.
Todos os estafetas partem ao /, da. I Segunda as O horas e 54 mralos da manhaa.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o su! at Alagas a S e 25; para o norte at
a Granja 7 e 22 de cada mez; para Fernando nos
dias l dos meses dejan, marc., maio, jul, set. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recife : do Apipucos s 6 '/>. 7, 7 '/?, 8 e
8 V? da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatao s 6 >/2 da m.; do Caxang e Vanea s 7
da m.; de Bemftca s 8 da m.
Do Recife : para o Apipucos s 3 >/s 4, 4 V, 4 A,
5, 5 A, 5 1/2 e da tarde; para Olinda s 7 da
manhaa e 4 '/da tarde; para Jaboatao s 4 da tar-
de ; para Cachang e Vanea s 4 "/z da tarde; para
Bemfica as 4 da tarde.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do corameroio: segundas e quintas.
Relaco: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda : quinta s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s M horas.
Dito de orphaos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao me
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DIAS DA SEMANA
(t. Segunda. Ss. l'rsissino e Agripino bb.
10. Terca. S. r.dp Avelino I.; S. Nvmpha v.
11. Quarta. S. Marlinho b.; S. Verano h.
12. Quinta. S. Martinho p. m.: S. Livino b. m.
13. Sexta. Ss. Anadio, Pautillo e Zebina v. mro.
14. Sabbado. S. A!who diac.; S. Gorias m.
15. Domingo. S. Clenienlinom.; S. Filomp.no ni.
ASSIGNA-SE
no Recife, em a livraria da praca da Independencia,
ns.' 6 e 8, dos proprietarios Manoel Figieiroa de
Faria & Filho.
PARTE OFFICIAL.
Dito ao mesmo. Annuindo ao que solieitou o
l'igadeiro coinmandante das armas, em offlcio n.
2,055 de 4 do corrente, com referencia ao do de-
legado do cirurgio-mr do exercito, constante da
copia inclusa, recommendo V. S. que na confec-
co do plano para a execucao da obra do cano de
esgoto, aulorisado por aviso do ministerio da guer-
ra de 14 de ootubro ultimo, se entenda V. S. com
o mesmo delegado, nao s acerca dos lugares em
que se icm df fazer as latrinas de communicaco
para o mesmo cano, mas tambem a respeilo das
medidas que convm tomar para que neste e na-
qtaellas se possam observar as regras hygienicas.
Communicou-se ao brigadeiro coinmandante das
armas.
Dito ao director das obras publicas. Tomando
em considerado o que Vine, expoz em sen offlcio de
hontem, sob n. 219, o autoriso a contratar com o
empreiteiro do caes por detraz do thealro de Santa
Isabel a construccao da rontinuacau at sahir no
mesmo caes do cano de esgoto de elasse, que exis-
te na travessa de Santo Amaro, aflm de que tenha
fcil esgoto as aguas pluviaes da ra Nova e de
lodas as que lhe sao adjacentes, devendo, porm,
esse contrato antes de ter execujo ser submettido
approvacao desta presidencia.
Dito ao juiz de paz presidente da mesa parochial
da freguezia de S. Jos.Fiquei inteirado pelo seu
offlcio de hontem, de seterem finalisado nessa data
com toda a regularidade e ordem publica os traba-
dlos da eleico de eleitores a que se procedeu nes-
sa freguezia no dia 1 do correnJe. Accusou-se a
recepeo de igual participado feita pelo subdele-
gado da freguezia de S. Jos.
Dito ao juiz de paz presidente da mesa parochial
da freguezia da Boa-Vista Accuso recebido o of-
flcio de 5 do corrente, em que Vmc. me communi-
ca terem-se terminado nessa data, na mais perfei-
ta paz e regularidade, os trabalhos da eleico de
eleitores a que se procedeu nessa freguezia no dia
1" do corrente.
Dito ao conselho administrativo. Becommendo
ao conselho administrativo que compre para o ser-
vico do arsenal de guerra os objectos mencionados
no incluso pedido. Communicou-se ao inspector
da thesouraria de fazenda.
Dito a mesa parochial da freguezia de Pc-d'A-
Iho. -Pelo offlcio que em 4 do corrente me dirigi
a mesa parochial da villa de Po-d'Alho, fiquei in-
teirado de se ter concluido naquella data com toda
calma e regularidvde a eleico a que se procedeu
nessa freguezia no dia este mez.
Despachos do dia 6 de novembro de 1863.
Requerimenlos.
Antonio Jos Henriques Cardira.Nao lia em-
prego vago.
Carlos de Souto Gondlm.=A menor de que tra-
ta o supplicante, ser opportunamente admittida
no eollegio das orphas quando houver vaga.
Padre Joo Bautista Soares. Dirija-se the-
souraria provincial.
Jacintho Antonio Ferreira.Informe o Sr. direc-
tor das obras publicas.
Jos Marques Bacalho.Informe o Sr. direc-
tor geral da instruccao publica.
Luiz Bezerra de Vascooceltos. Informe o Sr.
roniinandante superior da guarda nacional do mu-
nicipio do Bonito e Caruar.
Manoel Perigrino de Almeida e Albuquerque.
Informe o Sr. chefe de polica.
PERNAMBUGO.
GOYERMI DA PROVINCIA.
Conlinuaro do expediente do da 5 de novembro
de 1863.
Offlcio ao inspector da thesouraria de fazenda,
Remeti V. S. junsto por copia os ofncios de 16
e 24 de outubro ultimo, que dirigiu-me o juiz
municipal supplenle em exercicio no termo de
Villa-Bella, sobre o espolio do sargento Vicente
Ferreira Lopes, que, como declarou V. S. em seu
offlcio de 19 do 19 de setembro prximo findo, sb
n. 722, ficou atrancado para com a fazenda na
quantia de 339S38.
Dia 6
Offlcio ao Exm. preeidente da prouincia do Rio
Grande do Norte.Informando o brigadeiro com-
mandante das armas como V. Exc. melhor ver
do offlcio por copia incluso que pertence a compa-
nhia de cavallaria desta provincia o desertor Jos
Fernandes de Lucena de que trata seu offlcio de 28
de oututiro ultimo a que respondo, rogo V. Exc.
qne se digne de providenciar convenientemente
para que seja satisfeito quanto selicita o mesmo
brigadeiro acerca desse desertor.
Dito ao brigadeiro commandante das armas.
Determinando o Exm. Sr. ministro da guerra
em avisos de 9, 12 e 10 de outubro ultimo que o
tenente-coronel Manoel Ignacio Bricio. capito
Francisco Raphael de Mello Reg e tenente Anto-
nio Vllela de Castro Tavares, prestem juramento
de seos postos, enviando-se respectiva secreta-
ria de estado os termos por elles assignados, afim
de serem transmitidos ao commandante do cor-
ito do estado maior de primeira elasse a que per-
tencem, assim o communico V. Exc. am de
que exija delles o cumprimento das disposices
constantes dos citados avisos.
Dito ao mesmo. Recebi o seu offlcio n. 2051 de
4 do corrente. e tico scienle de haver V. Exc.
mandado por em execucao por lhe parecerem ra-
soaveis as medidas propostas em offlcio de 3 des-
te mez, relativamente a enfermara militar de
Santo Amaro. 1
Dito ao mesmo.Queira V. Exc. expedir ordem
para serem receidos e examinados no hospital
militar os medicamentos e mais objectos compra
dos pelo conselho administrativo para aquelle esta
belecimento, a Joaquim Ignacio Ribeiro Jnior, e
Sira a enfermara do presidio de Fernando a Jos
aulo da Fonceca. Communicou-se ao presiden-
te do conselho administrativo.
Dito ao director geral da instruccao publica.
Mande V. S. admittir como alumno interno gra-
tuito do gymnasio provincial, havendo vaga, o
menor Antonio, tillio de D. Anna Espinla Ca-
valcante, a que se refere os papis inclusos so-
bre que versa a sua informaco de houtem datado
sb n. 187.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Ao engenheiro Wiiliam James Lindsey, contratado
para ajudante dos engenheiros flscaes'das obras a
cargo dos ministerios da marinha e agricultura
nesta provincia, mande V. S. pagar as gratificares
3ue ipneeu por aqueiles ministerios durante o mez
e outubro, e somente pelo do imperio no de se-
tembro prximo nudo como pede no incluso re-
querimenlo visto haver cumprido com as suas
obrgaces.
Dito ao mesmo. Transmitto V. S., coberta
om o parecer do delegado do cirurgiao mor do
exercito, a conta junta em duplicata, a fim de
que mande pagar Rufino Manoel da Cruz Cous-
seiro, conforme solicitou o director das obras mi-
litares em offlcio de hontem sb n. 241 a quan-
tia de 4:)Ji440 rs. por que impreitou collocar dous
ventiladores nos paioes da plvora na fortaleza do
liiiim, os quaesj seacham concluidos.Commu-
nicou-se ao director das obras militares.
Dito ao mesmo. Inteirado de quanto V. S. me
participou em offlcio de hontem, sb n. 833, tenho
a dizer que acabo de designar o professor Anto-
nio Jos de Moraes Sarment, para examinar em
inglez e francez no concurso a que so rpfere o seu
citado offlcio em substituicao do Dr. Francisco
Pinto Pessoa que se acha impedido. Communi-
cou-se ao director geral da instruccao publb-a.
Dito ao mesmoCom o parecer ministrado pelo
pharmaceutico do hospital militar, e que vai co-
brindo as contas, que devolvo, dos medicamentos
fornecidos pelo pliarmaceulico Luiz Pedro das
Neves para o tratamonto dos indigentes acomniet-
tidos do cholera-morbus na freguezia de S. Frei
Pedro Gonealves dj Recife, satisface a requisifo
de V. S. canuda em seu offlcio n." 822 de 30 de
outubro ultimo a que respoudo.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Annuindo ao que solicitou o chefe de polica em of-
ico de 4 do corrente, sb n. 1506, recommendo
V. S. que nao havendo inconveniente, mande pa-
gar ao capito Jos Pereira Teixeira, a quantia de
4-5280 despendida pelo delegado do termo do Bui-
que com urna porta que inandei collocar em um
quarto da respectiva cadeia para servir de prisao
as mulheres. Communicou-se ao Dr. chefe de
polica.
Dito ao mesmo. Em vista da inclusa conta,
mande V. S. pagar ao capito Jos Pereira Teixei-
ra a quantia de 25000, proveniente de 3 pares de
algemas e duas gargalheiras que comprou o de-
legado do termo do Buique para o servico d'aquel-
Ja delegacia segundo consta de offlcio do chefe de
polica de 4 do corrente, sb n. 1507.Commnni-
cou-se ao Dr. chefe de polica.
Dito ao mesmo.Mande V. S. pagar ao profes-
sor publico de instruccao primaria da cidade de
Nazareth, Marlinho da Costa, como pede no inclu-
so requerimeuto sobre que versa a informaco do
director geral da instruccao publica datada de
hontem, e sh n. 188 a importancia de seus ven-
cimentos, relativos aos mezes de setembro e mi-
mbro ultimo. Communicou-se ao director geral
da instruccao publica.
Dito ao mesmo.Autoriso V. S. de conformi-
dade com a sua informaco de 30 de setembro
nltimo, sb n. 495 a mandar entregar ao vigario
da freguezia de S. Miguel de Barreiros Joo Bap-
tista Soares, em duas prestaces, e mediante fl-
anea idnea os 2:0005 votados pelo 8 do artigo1!/
13 da lei do ornamento vigente para as obra*a
matriz d'aquella freguezia. *
Dito ao mesmo. Estando satisfeita a*".qnesi-
5ao de V. S. contida em offlcio dr agosto]
nltimo, sb n. 422, devolvo-lhe ,m convc- j
niente a conta a que se refer tado offlcio:
das despesas, na importancia. ->44400 fetas I
pelo fallecido major Joo Francisco do Livramen- I
to na qualidade de delegado do termo de Tacara-1
t com o sustento dos presos pobres da respectiva
cadeia durante os mezes de maio outubro do
anno passado.
Dito ao director do arsenal de guerra Mande
V. S. ferropear com corrente delgada o sentencia-
do militar do 7 batalho de infantaria Francisco
Luiz de Siqueira que lhe ser apresentado por No domingo ultimo a associacao Monte Po
parte do respectivo coinmandante. Communicou-, Popular Permmbucano elTectuou a posse do res-
se ao brigadeiro commandante das armas. pectivo conselho administrativo, que tem de rege-la
Dito ao inspector do arsenal de marinha.Man- at novembro de 1864.
dtrV. S. admittir na companhia de aprendizes des-1 O acto esteve Scente, tendo navido alguns dis-
se arsenal se houver vaga o menor Evaristo, que cursos recitados com applauso e_ animacao dos so-
com este offlcio lhe ser apresentado.-Communi- cios. A' noite houve illuminacao na casa em que
eoa-se ao Dr. chefe de polica. I funeciona esta antjga e prestante associacao de n-
Dto ao director das obras militares.Mande V. Ihas do povo, que to til ha sido aos seus mem-
S. fazer com urgencia os concertos de que necessl. bros enfermos e a suas viuvas e orphaos desva-
ta o fogo do quartel do 2 batalho de infantaria lidos. _. ...
como solicitou o brlpdeiro commandante das ar- ] Fizeram acto na Facnldade de Direitto, no
mas em offlcio n. 2,062 de 8 do corrente.Com- dia 9 de corrente, os estndantes seguintes
municoa- ao brigadeiro commandante das ar-1 anno.
wa*. I Octavian Xavier Gotrin, plenamente.
REVISTA DIARIA.
Acaba de ser dada estampa um volume de poe-
sas do Sr. Joo Antonio de Barros Jnior, gradua-
do ha pouco em direito pela nossa Faculdade.
Esse volume vem luz da publicidade com o no-
me de Sensitivas, e sob esta modesta denominacao
se abriga m |ensamenlos elevados e imagens que
encantam ao espirito, principalmente por serem ex-
pressados em phrases adaptadas narraco, em
que se reflectem admiraveis a cadencia e a fluidez
descriptivas que embellecen) a forma.
Nao podemos anda lancar seno urna rpida
vista d'olhos sobre a produeco do Sr. Dr. Barros
Jnior; mas ainda assim podemo-la recommendar
a leitura, porque disto ella credora.
as diflerentes poesas que compem esse volu-
me, com efleito, nota-se nesta a riqueza do pensa-
mento, naquella o fogo da imaginaco a scintillar ;
nesta a melancola que impregna a alma de ternu-
ra, naquella a dr que a enche de desalent ; e
concluiremos estas linhas com urnas das palavras
finaes da carta Iliteraria, que precede s mesmas
poesas.
Ah ou se nota a viveza e harmona das cores,
o colorido e elegancia das formas, a delicadeza c
finura, emfim, com que o poeta traduz seus pensa-
mentos, ou descreve a natureza ; ou se senlem os
primeiros bafejos dos ventos recumados de espe-
ranzas que passaram, beijando-a, por sobre, a fron-
te do mancebo, onde fundo borbulha o talento da
poesa; ou Analmente se desvenda a pureza da mo-
destia com que o poeta pretende baratear seus
cantos, sem se lembrar que os vai dourando som-
bra dessa virtudc evanglica. >
Ao terminar esta noticia bibliographica, entende-
mos dever addicionar-lhe a seguinte poesa, que,
sob o pseudonymo de Magnolia, nos foi remedida
por urna senhora pernambucana em saudaco ao
autor das Sensitivas com solicitafao para drmos-
Ihe cabida em nossas paginas.
Nasceste: a natureza alvorocada
Hymnos eleva ao Creador do mundo,
Criancinha innocente adormecida
As harmonas santas d'alvorada!
Em leu olns luzia o fogo santo,
Esse cunho do genio que nao morre,
Em tua fronte o fulgor divino
Da va s tuas feiges um novo encanto.
Crescestes-, deslisaram-se teus annos,
Qual batel azotado em mar de rosas,
Em las notes inda jovens, vas
Em Deus, no homem, s mysteno, arcanos.
i
No sul e norte do Brasil ten brilho
Era lettras d'ouro j dcxaste, amigo ;
Em tuas Sensitivas perfumadas,
Ufana lhe das em ser seu fllho.
Sensitivas, amor, luzes, meloda
Resumiste em teu livro divinal,
Volvendo as paginas seu perfume aspiro
Lendo os versos de eolica harmona.
Surgiste forte, empenhando a lyra,
Mil torrentes de luz lancaste ao mundo
Nao s s um |>oeta, s quasi um deus,
Quando teu estro paludo delira.
Joaquim Antonio de Magalhes Castro Jnior,
idem.
Marcolino de Moura e Albuquerque, idem.
Candido Pinto Lobo, idem.
2. anno.
Euclides Deocleciano de Albuquerque, simples-
mente.
Alfredo Montesuma de Oliveira, plenamente.
Ernesto de Paiva Leile, idem.
Demetrio Jos Teixeira, simplesmente.
3. anno.
Julio Cesar Gomes de Castro, plenamente.
Joaquim Pereira da Silva Guimarcs, idem.
Mathias Nunes Bandeir de Mello, idem.
Pedro Ulysscs Porto, idem.
Thomaz Lourenco da Silva Pinto, simplesmente.
Jos dos Santos Pacheco Lima, plenamente.
4.* anno.
Joo Alves Mergulho, plenamente.
Goncalo de Aguiar Btto de Menezes, idem.
Manoel de Siqueira Cavalcanti, idem.
Barnab Elias da Rosa Calheiros, idem.
5. anno.
Francisco Antonio Filgueiras Sobrinho, plena-
mente.
Joaquim Moreira Lima, idem.
Bernardo Dias de Castro Sobrinho, idem.
Joo Antonio de Barros Jnior, idem.
No lugar Marca^o, do termo de Buique, foi
brbaramente assassinado o indio Pedro Honorato,
por outros de nomes Manoel Mara e Antonio Nar-
cizo Cavalcanti, que lograran) fugir perseguico
da polica.
Pelo delegado de Buique foi presa Mara Cus-
todia da Conceico, por estar pronunciada no art.
192 do cod. penal, pelo tiro dado em 1849 em Joa-
quim Jos.
Recolheram-se cada dessa villa Eugenio
Velloso de Mello e Emigdio Balbino de Mello, que
se acham processados pelo espancamento de Jos
Pedro Nolasco.
A estrada de ferro rendeu, durante o mez
passado 20:3325297, sendo : 10:3415550 depassa-
gens, 6435555 de bagagens, 4495250 de cavallose
8:8975942 de mercadorias.
O vapor Camaragtbe, entrado hontem de Ala-
gas e Sergipe, nao foi portador de noticias que
merecam menco.
Um senhor advogado donosso foro envia-nos
o seguinte :
Srs._ redactores da Revista Diaria.Chamamos
a attenco do digno juiz do commercio para a in-
fracta, que se commette no foro commercial, ao
disposto no art. 703 do reg. n. 737 ; pois ahi appa-
recem petiedes imciaes assignadas por solicitado-
res, como se deu na que se publicou no Diario de
sabbado prximo passado para urna citacao edita!,
quando devein ser por advogados, conforme deter-
mina aquelle artigo ; ter-se-ha dado pelo tribunal
provso solicitadores com meias prebendas de
advogado ? >
De Pao d'Alho escrevem-nos em 7 do cor-
rente :
Nada ha de novo. Foi convocada para 9 de
dezembro a segunda sessao judiciaria desle termo.
Diz-se que, pelo juizo de direilo, foi condem-
nado a ^ous annos, cinco mezes e cinco dias de
prisSo, malla e inhamTMa fe para exercer o lugar,
o escrivo da subdelegacia da Luz, Jos Bernardo
de Lima, por haver extraviado uus autos pe di-
nheiro.
t Vamos bem de gneros alimenticios; a fari- ]
Inha desceu a 260 e 240 rs. a cuia ; o mlho e fei-
IjSo estao tambem por preco regular; a mesma
i carne fresca nao cusa caro. S do dinheiro eonti-
I na a haver ckoradeira e muita.
Accedendo ao pedido do Sr. Manoel Mara
i Rodrigues do Nascimento, damos a seguinte rati-
j ficacao :
Srs. Redactores da Revista Diaria. Nao ten-
do noticiado V. S. que tambem foram interroga-
\ dos, e qualifleados os meus dignos collegas Motta,
Cunha, Bandeira, e escrevente juramentado Adol-
pho, processados no mesmo imaginario crime, c
j despronunciados, agradeco a distineco ; certo
V. S. que em tempo competente oceuparei a alten- |
o publica cora a fiel exposico das causas destes
pfWMQM
A insereno destas linhas na mesma Revista!
Diaria muito obrigar ao seu constante leitor e
assignante. Manoel Mara R. do Nasrmento.
. O Hospital Portuguez de Beneficencia, situado
margem do rio Capbanbe, no lugar denomina-
do Sitio do Cajueiro pouco distante do Re-
cife, offerece as m'elhores commodidades nao s
durante a cura das molestias como durante a con-
valescencia dos doenles, por ter enfermaras assea-
das, banhos salgados e de agua.doce, botica, gran-
de espaco para passeio, e onde se observa com todo
0 esmero as prescripeoes do medico, e sobretudo
tendo um oratorio decentemente decorado, e onde
os doentes acham todos os soccorros espintuaes em
suas attribulacoes.
Este hospital, pois, que tem sido e contina a
ser sustentado por urna associacao e por csmolas
de diversas pessas caridosas, acaba de ampliar
suas accommodacocs com tres novas enfermaras
decentes e convenientemente preparadas a poder
receber deentes de todas as classes e condces,'
tendo ainda a maior vantagem de flearem taes en-
fermidades segregadas do corpo principal do edi-
I ticio.
Com este melhoramento, que a junta adminis-!
trativa actual acaba de fazer ao estabelecimento i
de esperar que a concurrencia dos que precisare)'
de taes soccorros para o restabelecimento de sua!
. stide, seja de ora avante tanto maior quanto sao \
! hoje vautajosas s condicoes que o mesmo hospital
eflerecc.
Repartiqao da polica :
(Extracto das partes dos dias'S e 9 de novembro).
Foram recolhidos casa de detenco no dia 7
do corrente :
A' ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica, Ga-
briel Matheus Evangelista, pardo, sem declaracao
do motivo.
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio, Ro-
mao Jos da Silva Marques, portuguez, por distur-
bios; os pardos Agostinho Antonio de Oliveira, por
suspeito de ser desertor, Manoel Joaquim Flores,
por briga, e Joao, crioulo, escravo do Dr. Joaquim
Pires Machado Portella, por fgido.
A' ordem do de S. Jos, Manoel Joaquim Lima do
Espirito, pardo, e Florencio Jos Quaresma, ambos
pdr embriaguez e disturbios.
Da 8.
A' ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica, Jos
Henrque de Santa Anna, pardo, vindo do termo da
Escada como criminoso no de Bonito.
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio, Ig-
nacio, crioulo, escravo de Domingos Alves de Si-
queira, por uso de armas defezas.
A' ordem do de S. Jos, os pardos Francisco Go-
mes da Silva, por se achar no trilito da estrada de
ferro, quando passava o vapor, e Joo Jos Rodri-
gues, por desordem.
A' ordem do da Boa-Vista, Leandro Pereira de
Lima, pardo, por briga ; Julio, Africano, escravo
do barao do Livramento, por crime de furto -, Clau-
1 dio, tam'sem Africano, escravo de Gervasio Gon-
ealves da Silva, por infraccao de posturas.
I A' ordem do da Capunga, Anna Joaquina Maria
do Carmo, parda, para correccao.
A' ordem do do Peres, Alexandre Jos da Silva,
pardo, os crioulos Manoel Vicente, ambos como
suspeitos de serem escravos, e Tertuliano Jos de
i Santa Anna, para averiguares em crine iuaffian-
cavel.
O chefe da 2 seccao,
/. G. d Mesquita.
Lista dos baptisados no mez de outubro fin-
do, celebrados na matriz de Santo Antonio do Re-
cife :
Hereulano, pardo, filho de Isabel, escrava de Ma-
noel Ribeiro de Carvalho.
Anna, branca, fifha legitima de Melquades Manoel
dos Santos Lima e Maria Francisca Correa dos
Santos.
Marti, cnoula, ftlha legitima de Martiniano Gomes
Anastacio e Emiliana Cruz dos Santos.
Rosa, parda, filha natural de Umbelina Maria das
Dores.
Servula, parda, filha legitima de Anisio Venusti-
niano Ferreira e Romana Maria do Bomllm.
Ceriliana, parda, filha legitima de Camillo Joo
Ramos o Maria d'Assumpcao dos Prazcres.
Feliciano, branco, filho nalural de Joanna Maria
Baptista.
Maria, branca, filha legitima de Manoel Joaquim
Ribefro e Francisca Mara de Mello Ribeiro.
Luiz, branco. filho natural de Guilhermina Ale-
xandrina Lima.
Joanna, branca, filha legitima de Domingos Nunes
Ferreira e Joanna Dellina Nunes Ferreira.
Floriano, crioulo, filho natural de Luiza Maria da
Conceifio.
Amelia, branca, filha legitima de Antonio Ignacio
Hctor e Anna Romana Marques da Cruz.
Aureliano, filho natural de Antonia Bernarda de '
Souza.
speridSSo, fllho de Egydia, escrava de Melquiados '
Manoel dos Santos Lima.
Alvaro, branco, filho legitimo de tieonizio An-'
tonio de Oliveira Moura e Amelia Erotides
Grego. .
Anna, branca, filha legitima de Hermino Ferrei-
ra da Silva e Maria Rosa Ferreira Costa e
Silva.
Constancia, branca, filha legitima de Antonio Bor-'
ges da Silveira Lobo e Feliciana Adelaide da Sil-!
veira Lobo.
Rodolfo, branco, filho natural de Mara das Virgens
dos Prazeres.
Eduvrges, parda, filha natural de Joanna Mara da
Conceico.
Henriques, eroulo, filho de Maria, escrava de Jos
Ignacio Coelho.
Ernesto, pardo, filho legtimo de Francisco Alves
Ribeiro e Anna Joaquina Cardoso.
Amelia, parda, filha legitima de Caetano da Ro-
cha Pereira e Maria Donata dos Prazeres Pe-
reira.
Um filho de Innocencio Rodrigues de Miranda;
licenca para o Rv> Fr. Manoel do Amor Di-
vino.
Ernestina, filha legitima de Joao Alves Ferreira;
licenca.
Joo Quinlino Alves com 18 annos, Santos leos ;
licenca.
Casamentes:
Antonio Joaquim da Gloria, com Joaquina Maria de
Santa Anna Ferreira.
Joo Salustiano Colho, com Francisca Aguida
Colho.
de Souza Azevedo, D. Mara Hermelinda, Joaquim
de Azewdo Maia, Kpphanio P. Domngues da Sil-
va, Jos Thedoro Alvim, urna cunliada, um filhoe
urna escrava, Joao Jos de Faria, Balthazar Jos
Magalhes Bastos.
. Passageiro do hiate. nacional 3anta Anna,
vindo do Aracaty :Manoel de Lemos Ferreira.
E
f
l
i
>
M ti, 1 00 -J 1- Masculino. M 3! > m v. O ex e
1 1 O G O 1 ""-I Fe mi nio. = 1 a
1 1 * Masculino. R -33 a E E
m \ * . Feminino. 1 C
1 - m * 1 1 * Masculino. c > c ai
M * Feminino. fi9 e a. 5'
- c* Masculino. S m > w I "" 2 5 > oc s
1-'- m M Feminino. 0
SI - O Masculino ir. C 1 K I > e a.
m m m 0 Feminino. 00
O m * TOTAL.
ADVERTENCIA.
Na totalidade dos doentes existera 164, sendo
alienados 9 homens e 26 mulheres.
Foram visitadas as enfermaras estes dias :
Pelo Dr. Dornellas, s 11 1/2, 7 1/2, 8 10, 8
1/4, 8, 111/2, 7 40.
Pelo Dr. Sarment s 8, 8, 8 1/4, 8 1/2, 8, 8.
7 40.
O SV. Dr. Pereira do Carmo sempre prompto
para as visitas da tarde.
Fallecern) :
Joaquim Gomes de Saot'Anna; tubrculos pul-
monares.
Josepha Mara da Conceico ; idem.
Joo Jos de Figueirdo ; idem.
Mavimento da casa de detenco do dia 7 de
novembro de 1863 :
.Existan) ... 350 presos.
Bptraram. 7 >
Sahiram 8
A saber :
Existera 349
Nacionaes. . 250 presos.
Estrangeros . 24
Mulheres . 8
Estraugeiras. 3
Escravos . 58
Escravas. . 6 >
349
Alimentados custa dos cofres pblicos 140
Movimento da enfermariado dia 8 de novembro
corrente :
Teve baixa : .
Manoel, escravo do padre Frederico de Mendonca,
diarrha.
Dia 8 de novembro.
Existan. ... 349 presos
Entraran)... 11
Sahiram. ... 5
Existem.
A saber :. .
Nacionaes. .
Estrangeros .
Mulheres .
Estraugeiras .
Escravos .
Escravas .
355
254
24
8
3
60
6
355
Alimentados custa dos cofres pblicos.. 141
Passageiros da vapor nacional Camaragibe,
entrado de Maeei Francisco Melchiades de Si-
queira, Nicolao Fenar, Miguel Charal, Giacome
Antonio Charell, Guiseppe Viotor, Vicente Polet,
A, X. Btirraert, Joo de AUjuquerque Mello, Joao
UM POUCO DE TUCO.
D& Fgaro traduzimos o que segne, c que nelle
vem sob o titulo d'algumas palavras inuteis:
Paciencia t um rredor.
T nao me engaas? urna amante.
Adientai-me mil escudos! um buscavida.

E as pretences de amisade !
E os compromissos nao escriptos em papel sel-
lado !
E os juramentos!

Dez phrases por dia bastaran) sufflcentemente'
s neressidades do homem.
E sob esta retacan, quanto nao ganharia o pen-.
smenlo em profundeza!
Traduzimos o seguinte da Chionique de COuest:
B* urna simplicidade allema.
Um soldado receben urna carta da familia, e nao |
sabendo lr, foi ter com o sargento para este
fim.
Este principia a leitura era voz alta, mas chega
logo detalhcs to ntimos que o soldado,arrepen-
dido de sua imprudente confianen, entendeu dever
tapar os ouvidos do sargento, afim de qne elle nao
ouvisse o que lia!

Foi ha pouco julgado e condemnado morte um
homem por crime de assassinio.
O defensor nao sabia como desenvolver a defeza
do seu cliente, cujo crime estava patente, provado
e rpnfessado mesmo.
falta de argumentos, levado pelo impulso do
cordco, o advogado exclama :
Reflecti bem nisto, senhores jurados. O meu
desgranado cliente est ist uto de qualquer prece-
dente : a primeira vez que elle comparece peran-
tc vos. Elle commetteu um crime, verdade;
matou um homem, verdade; mas ser justo que
lhe appliqucis a mesma pena que applicastes a
Dumollard, o matador de vinte amas pelo menos,
e que nao foi condemnado seno pena de morte
pura e simplesmente!
Da Yritc, de Tournai, traduzimos a seguinte no-
ticia :
Acaba-se de fundar nesta cidade, urna sociedade
de novo genero, sob o titulo de sociedade dos gas-
trnomos.
Este club-pantagruelico, que desenvolver enr-
gicamente o consumo, tem de fazer a sua inaugu-
rado por um piqueniqve monstro, que remunerar
os altos feitos de Gargantu.
Hontem passou pelo arrabalde de S. Marli-
nho um boi, que depois de preparado de df-
ferentes modos, pretendem os societarios devorar
no dia 12 em duas sessSes.
O Commercio ib Porto conta o seguinte:
Ha muito que os mais ardentes socialistas e
apostlos do progresso claman) e proclaman) que o
lvo carece de luzes e tem direito a ser Ilumi-
nado.
Um offlcial de sapateiro, cujo nome a estas horas
figura nos registros da polica, lomou a cousa mui-
to ao p da leltra. e entendeu l de si para si qne
devia tomar luzes por sua conta e risco, j quelh'as
nao davam.
Porm o peior foi que. para se Iluminar a si,
procurava desilluminar as igrejas, roubando as ve-
as dos altares!
Comecou pela igreja dos Congregados e ia se-
gurado pela daGraca. quando a polica da regedo-
ria da Victoria lhe foi mo, capturando-o e en-
tregando-o ao juizo criminal para que lhe tome con-
tas do facto.
E' provavel que nao tenha muito que sentir.
Da Revista Mensal, do Instituto Scienfico de S.
Paulo, extrahimos o que segu :
O descrido.
fu caminho perdido em senda escura,
Sem um astro a fulgir, sem companheiro:
Tem o inundo alegras, eumartyrios,
Oh a desventuraeis o meu norte!
Infeliz I da esperanca as aves santas
Calarain as canees me me alentavam!
A doce estrella dalva de meus dias
Entre nuvens perdeu-se entristecida!
Eu fui orar a Deuspreces ardentes
Nos templos elevei-lhe eutre gemidos!
Mas era vo I Deus foi mudosem consolo
Job maldito estorci-me n'agonia!
Da sorte nao serei o vil escarneo,
Tenho a fronte febril, mas ei-la erguida!
Se os ps me rasgan) frvidos espinos,
Ador eu piso impvido, sorrindo!
Sou no meio de horrivel tempestade
A estatua fra, calma, c indiflerente!
Da clera divina atfronta os ratos,
Nao temerei jamis o seu importo '
Mnh'alma nao tem crencaspobres flores
Que as vagas do infortunio arrebataran)!
Ai I meus sonhos d'amor, de gloria infioda
To cedo anniquillou-os- mo t y raima I
Oh! negro pavilho erguido ovante
Das minhas illuses sobre as ruinas!
Embora ondees ao passar da brisa,
Eu te filo sera dr, sem odie mesmo!
Que me importa o por vi r? acaso um dia
De luzes se ornar o meu caminho?
E rasgareis oh I Deus, do livro escuro
De nu 11 lia vida as paginas medonbas?
Quando eu morrer nao hc de em seio amigo
A fronte repousar fra, abatida!
Meu tmulo ser o chao da estrada,
Sem lagrimas d'amor, sem cruz sombra I
Da sorte nao serei o vil escarneo!
Tenho a fronte febril, mas ei-la erguida !
Feri, oh I Deus, mas pallido e convulso
Eu nao vos beijarei a mo tyrauna!
Na Cruz, l-se o seguinte:
Lzaro, o leproso.
I
Quera o Christo ensinar ao mundo que a can-
dado que elle trouxera trra, como a escada
mysteriosa do Jacob, que conduz ao co.
Quera que aprendessem os homens que nao faz
distineco o co entre os ricos e pobres; que o ho-
mem irmo do homem, porque ofjternoopai
de todos.
Quera que a bolsa do rico se abrisse para soc-
correr o pobre; que se estendesse diligente e com-
passiva a mo para erguer o infeliz atirado pelo
infortunio beira da estrada.
E esta doutrina sublime e consoladora, ensina-
va-a elle era parbolas admiraveis s turbas que
vidas e sorprendidas lhe apanhavara as vozes des-
prendidas dos labios.
H
Era um dia, ensnava o Christo, ecm urna
mesma cidade dous homens vivan).
Rico, bem rico era um delles. Soprara-lhe, ao
nascer, a aura da felrcidadc, mas oorgulh lhe en
tumescera o coracab.
Nem urna vez, se qur, o tnfo da desgraca
lhe rugara a fronte; nem um s instante a venta-
na que cresta lhe passra por alli.
Sorria-lhe doce e serena a vida, como um dia
de primavera, e sempre claro e sempre lmpido se
lhe antolhava o horisonte.
Cerrava, porm, o coraco compaixo, ria-se
ao ver as rugas da face alheia, ao ouvir os gritos
do desalent, o gemido da dr, e ao sentir cahirem
quentes e amargas as lagrimas que o soffrimento
provoca ;e nem lembrava-se de mitigar essas
dores, de derramar o balsan-odaconsolaco nesses
coraces ulcerados.
Nao conliecia- essa alegra d'alma, essa satis-
facao intima do ceraco que acaba de praticar um
acto de humanidade, de enxugar urna lagrima, de
consolar um infortunio; nao, era feliz no egosmo,
ou antes era egosta na felicidade.
Pobre era ooutro.
Ah I o misero eonhecia esse apartar da mao
da fatalidade queesmaga o coraco : essa tortura
da fome, esse anetar d'alma, esse desalent do es-
pirito, essa prostraco moral, esse lutor com a mi-
seria, esse suecumbir na lula, esse agonisar de to-
da a hora, esse inferno da vida.
Pobre e bem pobre... tinha apenas o co de Dos
por tecto : a re va dos campos por morada, e
sombra das arvores que o mesqumho ia descan-
car da prostraco do corpo.
1 E alera de pobre, e alm da miseria dos an-
drajos, pertencia o desgracado ao numero desses
de cujo contacto foge com "asco a sociedade. A le-
pra cobrira-lhe o corpo, como se fra urna se
chaga.
Infeliz nem eonhecia as doeuras da familia,
que tanto consola as alflieces da vida, ncm-a pa-
lavra doce e animadora de um amigo lhe vinha
suavisar esse atormentar doloroso da existencia.
S, quasi s viva Lzaro, o-leproso.
Como deve de ser horrivel esse viver de so-
lamento, essa miseria para que ninguem olna e que
nada suavisa !
Tinha o mesquinho smenie um ente, um ami-
go em que concentrara toda a sua efleico, a quem
amava como a um irmo e qje lhe prodigalisava
tamaem as caricias e o aflecte- que nao encontrava
no mundo.
Era uro cao !...
E pareca comprehender o pobre animal o iso-
lamento em que vivia o mesquinho, e pareca com-
prehender o devorar intenso de sua alma, o repu-
dio a que se va condemnado.
E quando via-o assentado na podra da estrada
com a mo a pousar na fronte, com os olhos em-
baciados pelas lagrimas, a scismar tristezas e do-
res ; e quando o va assim. vinha o pobre animal
triste tambem, affagar-lhe os ps, como procurando-
consolar-lhe a dor.
E em quanto que nao tinha o pobre una s-
mifallia para matar-lhe a lome, um sfarrapo para
cobrir-lhe a nudez do corpo e resistir ao fro da-
noite e calma do dia ;em quanto qtie para com-
panhia s um cao nossma, em meio dos amigos, ao
tinir das tacas, ao espumar do vinl, febricitante
de alegra, banqueteava-se o rico..
Era feliz essa vida assim vivida na verft'gem
dos prazeres, embalad') ao som dos cantores de-
songeiros, baloucada pela brisa, sem cuidados, sem
pezares.
Era terrivel aquella outra, em meio de um
curtir de dores, as agonas do inferno, en* um
padecer desabrido, sem refrigerio, sem tregoas !'
E porta do rico fra bater Lzaro,, o. le-
proso.
Estendera a mo descarnada e cora es- otts
turvados pelas lagrimas, esmolara do rice-as -
galhas cahidas de sua mesa.
Dai-me urna fome da pao, deixai que apa-
nhe as migalhas cahidas, se nao mata-me a- fome
que tortura-me; deixai. em. nome de Dos.!'
E repellie-o com o p o rico, desdenno apon-
tou-lhe para a porta, e f-lo despedir pejoaservos.
como ohjecto immundo, que lhe fora h'.ieetwsar a
salla do festim.
t Urna lagrima silenciosa e amarga deslison-se
pelas faces cavadas do leproso... apanharam-a os
anjos de Deus e a forara,lev.ir ao regaoo do Eterno.
E em meio dos amigos, ao tinir de tacas, ao
espumar do vinho, febricitante de prazer, banque-
teava-se o rico, que repellira o pobro.
III
E ambos morreram, o rico e o pobre, que a
ninguem a morte poupa.
Para o pobre foi ella o descansar do trabalho
a cessaco das penas, o termo do- raartyrio, o co*-
meco d felicdade.
Fora, porm. arrancado o rico do meio des
prazeres, do ruido- das festas, r- ali! o misero qu-
se julgava Immortal, o infeliz que se esquecera de
Deus, que se embriagava na laca da fortuna, es-
torcia-se no leito, e lutavaeru balde com o estrellar
da morte.
Fora o pobre para o seio de Abraho- gozar
d'essa felicdade que nao termina, d'essa paz que
nada pode perturbar.
Era justo que sentisse o bafejo da felicdade
aquelle a quem tanto torturara a dor; que se sen-
tisse repcelo aquelle a quem tantas vezes pungir
a fome ; que gozasse da bemaventuranca dos jus-
tos quem tora purificado n'este purgatorio da vida.
Fora, pois, para o seio de Abraho, para esse
lugar de eternas venturas, aspirar aroma d'cssas
llores que os archanjos colhem, libar esse nctar
suave e divino, que enche a alma de ineflavel ale-
gra.
Ah bem felizes os que deiramam lagrimas
n'este mundo, por que sero consolados no entro !
Bem felizes os que sofTrem na trra, per que
augmentar-se-ha cora o soffrimento sua gloria no
co I
< Nao fora o rico para o seto de Abraho; nao
podra entrar alli quem tc> entumecido tinha o
coraeao ; quem repellira da salla do festim o pobre
que com lagrimas nos olhos. lhe ped as migalhas
cahidas da mesa. ,
t Repellira-o de l a justica d'aquelle que lude-
v, e o infeliz foi gemer torturas R'esse lugar di
eterna maldico de dores.
Do fundo do seu abysmo lancava elle os olhos
para cima, e via no seio de Abraho a doce felic-
dade de que gosava Lzaro.
Via-a e mais se lhe torturava o coraco e mais
intenso era o soffrimento que o punga.
1 Pai Abraho, gritava o misero, nao vs.
como tenho abrazadas as fauces t Devora-me esse
fogo que nao se apaga ; so (Tro torturas como as nao
podera imaginar tamantias. Manda que Lzaro
raolhe a pona do dedo, para me refrescar um pou-
co ah I urna sede d'agna, ama gota s !
< E Abraho responda :
E por que nao consentiste que- te apanhasse
Lzaro as migalhas da mesa ? E por que a repel-
liste com o p e o enxotaste da salla ao festim ?
Soltre, pois, agora, qne j soflrera, tambem eUe.
CHURA Il'MCIPAL.
SESSAO EXTRAORDINARIA AOS 8 DE OUTU-
, BRODE1863.
Presidencia do Sr. Henriques ia Silva.
Presentes os Srs. Barata de Almeida, Gustavo do
Reg, Seve, Maia e Gameir, abre-so a sessao, e
lida e approvada a aetaa antecedente.
Um offlcio do Exm. presidente da provincia, d-
zendo em resposta a consulta que lhe fez a cmara.



n
*
MUTILADO I
fUfc


o h/t ft^MBBBHrnB ^**
Diario de Pernambiico Ter?a felra i O de xovemliro de t SS.
_____
Nada inais houve.
em offlch) de 28 de setembro prximo Ando, que j.
^IS^S^t^o^^^^^ SESSAO JUDIC6ARIA EM 9DEN0VEMBB0 DE
iri- 1863.
PRESIDBNOA DO EXM. SR. CONSELHEIRO F. A.
SOUZA.
Secretario, Julio Gtumaraes.
A meia non, da tarde, o Sr. presidente abri a
legalmeote impedidos lodosos juiaes de paz do prt
meiro districto da freguezia dos Afegados, deverao
ser etles substituidos pelo que houver_ juramenta-
do, ou que a cmara para esse fim podera com a
n '80 de 1851, ou peloiuit de paz do lis-' sessao, estando reunidos os Srs. desembarnadores
i miis \fsinho,como preceitua o artigo Vo das Villares, Caetano Santiago, Silva Guimaraes^Lou-
devida antecedencia juramentar,
aviso
laatraceoes aon"exas o aviso n. 168 de 28~ de junta renco Santiago e Beis eSIva, e os senhores depu-
de 1849 o artigo 17 das que baixaram com o decre- tados Lemos, Malveira e Rosa.
to n. 1812 de 23 de agosto de 1856, devendo em Lid*, lbi approvada a acta da sessao antere-
todo o case a convocacao dos eleitores para a re- dente.
ferida eleicao ser feita sem perda de lempo e so- lgambntos.
bre responsabildade, pelo juiz de pax que presen- Appellante, Antonio Goncalves da Silva; appel-
temente estiver em exercicio no primeiro districto lados, Mello tobo A C.
da mesma fregueiia.Inteirada quanto a primeira Sorteados os Srs. deputados Rosa e Lemos.
Relatado o feito peto Sr. desembargador Mi-
lares.
Confirmou-se a sentenea appellada
Appellante, o Hvd. Francisco Coelho de Lemos e
Silva ; appellados, Guimares Desprezaram-se os embargos.
Appellante, Joo Pinto de Lemos Jnior appel-
da. D. AnnadeSouza e Silva.
Hercberam-se os embargos : c entrndose no
mrito da questo, foi confirmada a senlenca ap-
pellada.
Appettante, o Dr. Manoel Buarque de Macedo;
appellada, J. F. G. Kladt.
Sorteados os Srs. deputados Lomos e Malveira.
Relatado o feito pelo Sr. desembargador Vil-
lares.
Foi'confirmada a sentenea appellada.
Aupellantes, os curadores de Amonm, Fragoso,
Sanios ck C.; appeUado, Jos Francisco de Axe-
vedo.
Saneados os Srs. deputados Lemos e Rosa.
RelaUdo o feito pele Sr. desembargador Silva
Guimaros.
Honfiruiou-se a sentencji appelbtda.
DESIGNARA0 DE DA.
Appellante, Antonio Gomes Pereira appellada,
Antonio Duarte Caraoiro Yianna.
Designado o primeiro dia tri.
J_SSAGEMS.
Appellante1 Jos Fortunato dos Santos Porto;
appellado, JoaodaSirva Faria.
Appellantes, os -oradores fiscaes de Amonm,
Fragoso, Saalos *.; appellados, Daniel* Gui-
mares, lquedatarios da liraia Ramos Duprat G:
e outro.
Apiiellante, Joao Flix de Mello ; appellado,
Francisco de tems Velloso da Silveira (terceiro
embrgame.)
de
parte, -e quanto a segunda se respondesse a S. Exc.
que acamara juranientou o terceiro supplente vis-
to ceaio o primeiro e segundo se achara impedidos,
e quando coevtdou aquello para juramentar-se de*
clarou-lhe logo que leoba de fazer a eouvocace
conforme determina alei.
Outro do mesmo, Tespondendo ao que Ihe drrt-
?lo cmara em 28 de seterabro ultimo, so n.
i; declara ter approvado nao s a altcraci) pro-
posta pela mesma cmara planta da cidade,
afim de ser supprimido, por cenveniencia e^ uWi-
dade pul'lt-ca, o boceo denominado do Falcad, que
da ra de Santa Tticreza vai sahir na da Praia do
Caldereiro, mas terobem concede autortsagao pedida
para desapropriar a pequea casa de que Irata o
citado oflloio. -4nteirada juanto a segunda parte,
e quanto a primeira, (me se eommuoicasse-ao en-
genheiro paraazer a aHeracao na planta da ci-
dade.
Outro do raesmo, transmittindo por copia, a c-
mara para sua sciencia, o aviso do ministerio do
imperio de* de agosto prximo lindo, declarando
queforam approvados pelogovernoiraperialas de-
cisoes quedeu a presidencia desta provincia, con-
siderando ku-ompairveis os emprego"- de juiz de
pac com ode prfessor publico de latim do Gynj-
utsio Pcrnambueaoo, que exereia Porfirio Morcira
' daCunha Alves, ebem assiot de serom validos os
rabalhos da junta de qualificaco presidida por
aquelle (irofessor, como juii de paz da freguezia da
Boa-Vista.Interada, e quesedzessem as de vidas
communicacoes. .
Otre do raesmo, duendo oonstor-lhc que amo
nao fui feita a eonvocaeo de eleitores e supplenlcs
dafregneia do Poro da Paoella, e nem altlxado-se
os necessarios editaes para a eler5ao que se tera
de proceder no 1 de novewbro.proximo viadouro:
convm que a cmara flie informe o motivo por
que o juiz de paz primeira volado daquella fre-
guezia deixou de cumprir as crdens que para a re-
ferida con\"oca(;ao Iheexpcdioa cmara, ebem as-
*bi quaes as providencias que a mesma totnou
para seren ellas obsonada,-EO caso em qne*- lida deAmorim & Filhos
nha sido apresentada per aqaele juiz, razio -alten- Augusto Millet
-divel na forma da k, ^zue justifique o seu preoedi-
mento.
Acabada a leituradsste'ofiicio, e apresentado
outro que estava sobre a mesa, do juiz de paz pri-
meiro volado da mesnfrageezia do Poco, datado
de 2 de outubro, e recobido a o do inesmo, com-
municando em resipesu ac que Ihe foi dirigio em
21 do-agosto des*e jamo pela cmara mnDK-ipal,
relativamente asJeieao de um senador, que se
tein de proceder nesta provincia, no dta Io de no-
vembro prximo vmdouro, significa, a mesma c-
mara que, sendo iwcompatvel o exeroicio de juiz
de paz com o de empreado de fazenda, cojiKt se v
dos avisos do inaerio da fazenda u Ai, de a de
margo, e n. 89 de i de junho, ambos do anno de
8i7', e estando He na-olasse dos empreados de
fazenda como lanzador que na reoobedoria de
rendas internas, m eoasequencia do q*s soffreu
d(!sconto em seas venoinientos durante o tempo
que como juiz de paz-servio na ulisma eleigao ;
communica que renuncia do lugar de jak de paz,
podendo a cmara dir-igir-se ao inuuediat para en-
trar em e.iercnie.
0 Sr. Barata pede a palavra, e censura o juiz de
paz pelo fado de ter,- oomo confessa, reoebido em
entpo o oincioacamara para a elijao, e sem ao
menos ter feito a convocagao coma ihe-iacumbe a
lei sement agora, depois de passado o prazo para
ter lugar a convocaba, que allega a' incompati-
bilidade, pelo que Tequer o mesno vereador se
leve todo o oceerrido ao conhocimentoda presiden-
cia, em resposU ao officio citado, rola-ivo a esta
questiio.Assn se resolveu.
Outros (2) qae estavam fechados sobre a mesa,
ura do secretario de-collegio eleitecal desta cidade.
e outro d mesa do col legio eleitoral do Pao d'Alho
remetiendo arobosas copias autheutioas das actas
da eleicao procedida nos mesmos oollegios, para
tres deputados geraes, que deve dar o priuu;iro dis-
tricto.
Era seguida i>asjeu a cmara lugo a apurar, o
Todos exnltaram, applaudiram e festejaran, con i vestlmenl que rwelam luxo e vaidade : nSo p- nem ainda quando procurava salrar-se da* chaor
uma fortuna providencial, que a fioderosa otear- dea cojiarecer diante da Magestade Suprema, mas do incendio desta desgracada cldade.
chia tivesse achado adversario tao brioso e i
que reside as igrejas catholicas, cobertas de cha-
te, para ibcrUr a provincia, ligando o ojosa* ae pplHnfci, mas sim com um veo. O pudor, a de-
* rv% 1 i______^____ ___l-^__ _____ ^ & j*Hh Al A A nAIVIIfl IflA fin *1 f\ t.^ n% r* n t* #\ w^ r^ Inri** A*-t*>ntt
futuro. Todos aceitaram o seu valioso concurso e
apoio, assim como elle aceitou a leal estima e
adhesao de todos, sem tambem perguntar pelos
Outros muitos padres, e especialmente S. Jlo
Chrisostomo, TheophilMO, Theodoreto, Santo An-
selmo, e S. Thomaz, expondo o citado capitulo da
carta de S. Paulo, sao uniformes nestes ponto de
doutrina.
Tal pois a regra fundada na escriptnra e tradi-
(ao, e formulada no canon ou decreto attribuido
ao papa S. Lino immediato suceessor de S. Pe-
dro ne qua mulier nisi Delato capite m eccleuam
cenca e honestidade devem ser o melhor ornato
dolas.
Islo mesmo de outra vez pro vamos exhuberante-
seus antecedentes'politicos.Dessa mesma elda- mente, j com aautorldade das paginas sagradas,
de estamos certos que o dia 6 de dezembro ha de e j com a canon ou decreto do papa S. Lino, im-
dar mais urna explendida demonstrara. A can- mediato suceessor de S. Pedro, o qual, conforman-
didatura do Ilustre ooaselheiro de toilas a mais do-se com o preceito do apostlo, prohibi u mu-
fatal o odiosa para o partido vermelbo, e o motivo Iheres entraren! as igrejas sem terem um veo na introiret.
fcil de comprehender : o seu tnumpho signifi- cabeca ubi velao captte, in eedesiam introinet. Dous motivos principalmente raoveram o apostu-
ra o proprio triumpho da nova polilica ; a con-'
sagraco solemne e perduravel da derrota dos ver*
raelhos de Peroambuco.
O Sr. Paes Barrera, pela sua carreira poltica e
merecidamente pessoal, digno dos suffragios dos
seus comprovincianos.
Como d'efe de polica do Piauliy e das Alagas,
bem como na posicao de presidente da provincia da
Parahyba, eUe assignalou-se pela mais infaligavel
e severa repressao do crime, que se pode imaginar.
Os criminosos de mais elevada gorarchia excita-
ran! particularmente a sua attencao, e foram all
pela primeira vez povoar as cadeias, para cxmplo
moral, e como documento da rectido e austerida-
de do Jistincto administrador. O seu nome per-
manece honrado e estimado naquellas provincias,
sendo na Parahyba desde 1854 especialmente cha-
ro-ao partido liberaL
as presidencias do Cear, do Maranhao e da
Babia, o Sr. Paes Barrera disvelloa-se por diversos
momoramentos, por varios trabalhos de nteresse
publico, pela pratica sincera da polilica de conci-
liagioentre o partido liberal e o conservador ; Jai
*empre infense aos exclusivismos, s oppressBes
de potentados, a todas as olygarchias -, denonslrou
sempre rare tino e inlelligencia, que o flzeram
sabir-se bem das oircumstaacias difficeis em que
governou aslres provincias que por ultima en-
donamos. No Cear foi prejudicial aos conserva-
PUBLICARES 1 PEDIDO.
Recorro a imprensa para significar mrnha in-
dignacao pela deslealdade e cobarda, com que o
correspondente desta provincia para o Correio
MercamUl da crte que oralmente sabido ser o
redactor de um peridico desta cidade, nao se atre-
vendo a fazer-me a menor arrusae.au contra mcu
carcter de empregado publico, aqu, onde por
merc de Dos todos fazom justicf meu proced-
mente, como Inspector interino a'alfandega, insi-
nuou calumniosamente em sua missiva publicada
em o numero daquelle jornal de 10 do mez passa-
Esta dounina foi sempre sustentada e recebida lo, quando em termos to enrgicos determinou,
por mullos padres respeitaveis da igrej, como S. que as mulheres tivessem as cabeca cobertas na S"'" .'"-jrinreMntado can7idatV"d7nu^ao''w-
Joo Chriaostomo, Santo Ambrosio, S. Thomaz, S. .'greja : o o pudor c o recato tao proprio da- o: ^ ^cunTcircl pelo commec" desa^T-
Anselmo, e todos erara uniformes neste ponto de quellesexo; e o > a reverencia e veneracao devi- g F"f" nIC[TC umbrale Te^a'o 40 u 60
disciPlina;.sendoque S.Clemente de Alexandria en- 3a aos anjos, que estao presentes as assemblas; g* quded;%s rmffi e|!?ao ein womSnS
sinava, que, quando os homens e mulheres se diri- christaas, e sao testemunhas da modestia qae ah montos de res emi m.nna e'?^^ "^mfnsJ
uniente, tendo um puso grave, guardando silen- copit propfer An^ra. feitos ao me commercio
era e dispostos para bem_ orar ; que as mulheres Nem se diga, que o apostlo impondo s% | DesaltendTao rorrespondente, que deve ter na
possam informar do que
ual o negociante des-
de mira o menor fa-
vor em detrimento da fazenda, o desafio igual-
mente para que indique qual o negociante desta
Appellantes, os administradores da massa fallida
: Novaes &-C. appeltedo, Manoel da Sirva Pas-
sos, do R de 'Janeiro.
Appellantes, os curaderes fiscaes da massa fal-
appellado, Benrique
quell cidade, ainda assim descobrira seu rosto, modo; por quanto sendo o vc geralmente consi
(3o tvro do seu Pedagogo), e Tertuliano, aviste do derado, segundo ha pouco mostrei, como o orna
preceito do apostlo, reprovava como um abuso n-
toieravel, apnarecerom no templo a mu
veo, qur solleiras, quer casadas, a de
o de qualquer cotume em contrario. (Liber de na greja em signal de pudor e de respeito.
velandis virgiwhtt.) E' este a obvia inlelligencia, que olferece a na-
Nao pode servir de prova opiniao sustentada tural signi (cacao das palavras vealo cavile e que ,
pelo bom catholtee, o costume da Europa, das se- a cada passo se encontra nos escriptos dos padres ma0s%aa2,ae Kto a da cidade de T.hturW foi
nhoras usarem de chapeos as igrejas, quando ve- e expositores, que as entenderam do mesmo modo,, mC,3 Dr^ Uoso amico o Sr Lmz Riheiro da'r
mos que Ul use d.ametralmenle opposto a dou- ou recommendando o uso do vB, ou estranhando mc u g^m ^am|^^- Lmi Ru^w da Cu
trina da igreja, e nao passa de urna tolerancia, ou que elle fosse tao raro e transparente, que mais, "P3'. "SU? e Te
niador.
E' aqui feralmente sabido que a pessoa que to-
antes um abuso manifest, abuso que desappare- servia de incentivo humana "curiosidade libide-1
cera logo que se dr execu^ao le. nosa, que de recato e caulella.
Se na Europa, por qualquer circumstancia ou ..............................................
conveniencia, que nos e desconhecida, se ha admit- Parece por Unto inqueslionavel que a doutrina
tido, ou tolerado aquelle costume, pode qualquer do apostlo como sempre foi entendida pela igreja
Ao passo que aquells uelesUram-se c tremo
com o sen procedimento nos celebres negocios da
villa da Iraperatrize em varios ostros, os liberaes
nao lembrava, visto que no interesse, que tenho
minha provincia, desejava que esta honra
coubesse outros, que raais habilitados do que eu,
advojrassem os interesses del la e do paiz em geral,
mas porque sendo muito relacionado all por seu
consUnte negocio com pessoas daquella loralidade,
precurava que a eleicao se tizesse em paz, do cjue
1S2KSZX2*m Pratica tao religio- 3*ETJtt& ^* ^
dores obstinados a perfefue incontesuvel impar-' bispo, em sua dioeese, quando julgar neeessario, exclue qualquer outra cobertura da cabeca na
cialidade ora que presidio s eleicoes de 1856- inhibir o referido uso ou costume, por ser abusivo, igreja. que nao seja o vu
e contrari ao preceito do apostle, e disciplina Ter-se-ha acaso alterad!
da igreja smente observada em todos os tempos'
Do mesmo modo que deparamos o abuso as Assim se diz. e ailiima-.se, que entre as mate
Uraiu o aealaram anpeciado os igrejas do Europa,conceruoales ao chapellinhos das cultas nacoes cothoticas da Europa, sem exceptuar
resultados do seu animo justiceiro' Cada discurso' mulheres dentro do Santuario, vemos outro abuso ( a Italia, a mesma capitel do mundo christao so
ssa? ^^x^xzffi- a-je 5S5Bsas*jfjs SSaSs* i.fr*s vusassa R,be,ro da & em ~
chamar as duas parcialidades un aecrdo, ae*
que urna deltas, (que j estava ligada aos libertes),
nao quiz annnir. s o fazendo depois de vir a CO-
nhecer que sua derrota era inovitavel diante do
multidao de vountes da outra parte, aceiur.du-o
l vidos dos fiis com petas, que s podiam ser exe
culadas nos theatros ; costumes estes que vao de
encontr doutrina dos santos padres da igreja,
entre elles especialmente Santo Ambrozio, que re-
zade da verdade.
Cerno ministro da raarinha, tornou-se noUvel
pela severa fiscalisaco dos dinhoiros pblicos,
pea iustica, pouca -vezes imitada, queguardou as : entre elles especialmente santo Ambrozio, que re-
preinoeoes d armada. Esses predicados trouxe: guloQ um canto proprio para a siia mcesele a de-
ram-lh'e, como natural, a desaffeicao dos que all'.
Appdtente, D. Mana Francisca de-Souza Ra-
mos ; appellados, os administradores da massa fal-
lida de Jos Antonio da Silva Araujo.
AppeJIairte, Henrique Ehrick ; appellados, os cu-
radores do mesmo.
Aupellantes, Rabbe-Schametteau Si C; appella-
da, D. Maa Hita da Cruz Nevos.
Do Sr. desembargador Silva Guimares ao Sr.
desembargador Villares.
Appeltentcs, Almeida & Cai appellado, Joa-
! quim Antonio da Silva.
Appellante, Ignacio Barroso de Mtilo -, appeBa-
do, Antonio de Azcvedo Villarouco.
Do^j-. desembargador Villares ao Sr. desembar-
gador Louren^o Saotiago.
Recrreme, GuiUiernie Berg 5 recorrida, a oom-
janliia de seguros Seguridade.
Do Sr. desembargador Villares ao Sr. desembar-
gador Reis e SIwl
Appellantes, osjcuradorcs fiscaes da viuva Ame-
ran A Filhos ; appellados, Henrique Ochoa Rijo A
CoEjp.
Do Sr. desembargador Villares ao Sr. deserflbar-
pador Silva Guatraes.
DISTIUBL'igoES.
Appellante, Lniz Antonio Goacalves Ferreira ;
apjiellados, Fraga & Cabral.
Ao Sr. desenibargador Silva Gniiiiares._
Appellante, Antonio Vicente de Magalhes; ap-
pellado, Joao Paulo de Oliveira
Ao Sr. desembargador Villares.
Appellante, lD. Slana RU da Cruz Neves; ap-
pellados, os- curadores fiscaes da massa fallida de
C. J. Astley.
Ao Sr. desembargador Villares.
Appellantes, os curadores fiscaes de Amonm,
fragoso, Santos & C e Thomaz de Faria appella-
da, Antonio Rodrigues Fernandos Vieira.
Ao Sr. desembargador Silva Guimares.
ACI1RAV0S.
Aggravante, o vsconde de Suassuna aggrava-
estavamacosluuiados a favorecer abusos, e a exer-
oor patronatos. Entreunto a ofiicialidade de ma-
rinha cada vez tez mais justica ciroumspeccao,
selo e rectido da gerencia do Sr. Paes Brrelo.
Agora mesmo este Pernarobucano vai exhibindo
qnalidades pouco vulgares na inspeccao da alfan-
dega da corte, que Ihe foi confiada em circuras-
terminago do papa S. Gregorio, que formulou o
canto ecclesiastico e mandou-o observar as igre-
jas de Roma
Entreunto, ao passo que as igrejas da Europa
Hateo uso em suas festividades desse cntico ma-
de seus amigos usos que tem por si tao veneraveis I
titules, spelo goato de adoptar o que vera de^ASSS. gi-^^g^j?*!.1?111!^-*
oulros Daiies 1 Bll,eiro. nenhuma relajo IMWM com a minha
J somos quasi eslrangeiros na mesa, nos vest-; gj*1 Pr J "r dto que eu enlo nao era ean-
tidos, e na linguagem, quercremos tambera abdi- ^;f"s0Ad.!CJ?rar3ue Wan? ???.eV*2*
car nossos costuraos religiosos porque os dos Frau- WMW*m, medo algum pod.a refenr-
cezes e Italianos dilferentes ? I g fnf*,Ti^ prestados na alfandega ao
Se continuarmos neste progresso. em breve Sj-^';,B'b1 l^iueocoraraerciodeste senhor
sendo todo com homens do interior o com as casas
importadoras desta praca, elle Denhuma|depemlcn-
progresso.
perderemos a phisionomia propria, se assim posso
dizer, e o carcter de nacionaldade, que nos deve
gestoso e grave, repeliera a orchestra, e sobretudo' destinguir, e nao saberenios raais a que na*ao
a msica marcial; nos tempos, porm de Pernam-I portencemos................................
buco nao se adopta as festes o canto gregoriano
'Uncas anormaes. Comparara j a sua adminis- acompanhado pelo onao, e conseguinteinente abu-
tracao do conselheiro Sampaio Vianna, a quem ^"ie_di;J,re!Prii*?? '?:P?lrtl.^_^m ?*1 ^1"
sahiram leitos por maioria os Sis. conselbero das, Patn Xatii Si C
Francisco Xavier Faes Brrelo, Dr, Antonio Vicen-1 Aggravante, o tcnentc-coronel Gaspar Cavban-
te do Xasciment Foitoza e Dr. Urbauc Sabijio Pes-i ti de Albuquerque Ucha ; aggravado, Joaquim
soa de Mello, o primeiro com 328 votos, o segunde Goncalves Ferreira.
com 322, e o tereeiw com 319. Aggravantes, Mello, I-obo & C.; aggravados, Joao
Continuaoex|iediente : Pereira RabeJ'.o Braga e Antonio Gonijalves da
l'm officio do juiz de paz segundo volado da fre- Silva,
guezia do P(*?o, Francisco Duarte -Coemo, irorarau- Aggravante, Pedro Cavalcanti de Albuquerque
uicaedo que, em virtude de ordem do Exm. presi- TJchoa ; aggravado, Joaquim G. Ferreira.
dente da provincia por officio de o" do eorrente, e O Exm. Sr. eonselheiro presiilente negou provi-
por forca do disnosto no 8o das instruc<;6e-s de 28 |a*ento.
de junho de 18,49. |irocedeu em 8 do -corrirate, a Aggravantrs, os administradores da massa fall
convocacao dos eleitores, suppenles, e votantes da da de Guimares & Irmo ; aggravado, o bacharel
nnguem tinba igualado em actividade e nergia
A do Sr. Paes Brrelo ha de ainda primar pelo
lado da rectido de que j tem dado pravas.
Tendo discretamente, no principio de sua carrei-
ra, tomado parte as discussoes do parlamento,
o Sr. Paes Barrera, quando os deveres de sua po-
sicao o impeiliram aos combates mais importantes,
mostrou-se por vezes um dos melhores e mais con-
cludentes oradores polticos da nossa cmara dos
deputedos.
commettimentos e hilador
turnes de um povo nao se argumenta, o sim com
doutrinas sas o verdadeiras, com preceilos e
leis.
Nao sao os abusos os que servem de pravas
qualquer discussao, que se provoque. Os magis-
trados julgam e firmara suas sentenea* e decisocs
vista das les, decretos e documentos authenticos.
Vamos ao segundo ponto.
0 Io bom catholteo nao considera que o Sr. bispe
apezar da recommendacad do apostlo, e da pro-
hibir positiva do pontfice, podesse transmit!r aos
mulheres entra-
Capaz de grandes commettimentos e -------,
esforzado, tendo de organisar nesta provincia um ; garios a ordem, que rah.be as mull
partido em JuU com um podero de 15 anuos de retnde chapeos nos templos sagrados; nos porym,
existencia, o conselheiro Paes Brrelo desenvol- todos os hmeos de bom n vertadcira-
veu qualdades de um verdadeiro chefe. mente orlhodoxos pensara que o pastor sagrado
A sua devorad aos amigos, o zelo, actividade e dev.a assim de pral.car.
cuidado com que a elles sededica, teera-se torna* L Ps^bispos successores dos apostlos collocados
Quantos usos nao tem a Franca (outro paiz
modelo, que se nos inculca para todas as cousas)
que nos revoltariam, se alguem tenUsse introu-
zi-los em nossa trra ?
Quem se nao escandalisara, por exemplo, de
ver ura baUlho, ou corpo militar, entrar por urna
igreja e assistr missa cora as barretinas na ca-
bera, ou assim coberlos fazer s continencias ao
SS. Sacramento ?
Pois islo usado em Franca, nao sei se em vir-
tude. de seus anligos regulamentos, se das mudan-
cas que neste parte come em tudo o mais, produ-
sio a revoluco.
Deixemos pois, os uotros povos com os seus cos-
tumes, e conservemos os que herdamos de nossos
pas, urna vez que nada tenham de contrario nem
aos preceitos da religio de Jess Christo, nem as
leis que regem o paiz........................
Eis aqui o que muito a pressa lenho de respon-
der Vmc. concluido que fez o seu dever em
que for conveniente e til ao sem esp
' O seu conceito, em vez de decahir e perder-se,'' prohibir e cortar aquells abusos que firara as les
como acontece quelles que s teera por base o ,e disc.plraa na igreja
patronato, tem-se sempro mantido e elevado pelo
merecmienlo as novas e diversas posicoes que 1' sagrada o julgar, quer por s,, quer reunidos
elle tem oceupado.
A elles perience como principaes chefes da rai-
r reunidos
em concilio, das materias de f da disciplina e
speitevel diocesano que
o uso de chapos, j muito antes o traba feito o
metropolitano do Brasil.
Se com as proras irrefragaveis, que exhebmos,
tiradas da escriptura sanU, se com o preceito do
suceessor de S. Pedro, e autoridade dos santos pa-
A propria calumnia, perseguidora consternados costumes, quando qualquer hornera a presentar o dres,; era summa, se cora a uminosa dec.sao do
n7kcos!lZeaSS era sua vidasiqur veneno de urna doutr.na impa e licenciosa para sempre lerabrado D. Romualdo, arceb.sp da Ra-
para difiamacoes que o pedessem os tesis. hia, o primeiro bora catholico, anda "
homens
um pretexto
"amando na vida nublica se raanifc^Um caracte- s*0 cllus os ,,!US ministros; noobram senao como discussao, o que faremos, porque vemos o caprixo,
M-iedade seus delegados. Jess Christo pois, quem nos a pertinacia, o desejo de se querer sustentar urna
Embaixadores de Jess Christo junto aos povos, vencer, desnecessaria
nao se con-
torna-se a continuidade da
res d'essa tempera, do interesse da sortee
acolher e gatardoar os seus services, sugeilando-os
a novese importantes encargos. Na prOvibciade
Pomambuco, que produzio tantos homens que ene-
garam a posiees elevadas no Brasil, cidadaos
como o Sr. Paes Brrelo, que j tem um t
mesma freguezia, designando o dia 8 de novembro
prximo vindouro para a eleicao dos eleitores que
deve votar em um esador para preenober a vaga
deixadano senado pulo vsconde de Albuquerque; S,' horas da larde,
conclue pedindo que a cmara Me reraetu urna
copia aoabeaiica do alistamento dos votantes, visto
como ojuizdepaz.premeiro votado o nao fez, e
bein a*smi que Ihe Usesse sciete das OFdens expe-
didas ao iiK'smojuizde paz |iara \; lim iudicada
Que se satisfizesse.
Outro do Or. juiz de direto da segunda vara cri-
me desU cidade remiendo uuu -cortla* de cus-
as de procseos em que cahioa Justina .publica, na
importancia diu certido de 33^0, iiede a cma-
ra (pie expedirse suas ordens para Ihe -fier paga
diu quautia.Mandov-se passar mandado.
Foram a|ipRvadosdous pareoeres da vommisso
de polica, um no sentido de ioiormar-so a presi-
dencia sobre a propoU do baro 00 Livramento,
Dr. Jos Bernardo Catvo Alcoorado e Antonio
Luiz dos Santos, sobre a construfoao de urna va
frrea ou trillios urbanos desU cidade para a po-
voacao de Apipucos : ostro no sentido de se deli-
1.1 a peticao de Luiz Fonceca de Maoedo, na qual
pede para ser oollectada a padaria n.58 da ra das
Cinco-pontas ora seu nome.
O Sr. Seve requereu, o foi approvado, que se
chamasse a attencao dos fiscaes desU <|iMias compaonias dogai, agua, e Cambronne se-
jaiu obrigadas a nepor no mesmo estado as naas,
sempre que Irauverciii de analisar, o ao fiscal de
S. JosJ que deitesuss jatee paraa iinrauadiciecjue
existe na travesea 4a Ribeira, a sabir no caes do
Hamos.
requerimento do Sr. BaraU de Almeida, maa-
dou-secharaar parae juramenur c segundo sup-
pl-nti' Li'juz de paz do primeiro districto da fre-
'ue.:ia do l'ix'o da Paaella.
. E-steve em praca, e foi arrematado por Francisco
.Botelho de Andrade, a obra da esUcada e atierro a
fazer-se ao lado do cano de .et>gosto do matedouro
j>ela quanlia de 18S5U0.
i) ^paeharain-se as peti<;esde Antonio Aufusto
Mac el, Antonio Moreira Ruis, Antonio Carlos Lu-
meg, bacharel Antonio Jos da Coste Ribeiro, An-
lonio Joaqumi Pereira de Oliveira, Domingos Fran-
s'v) Beges, Domingos Jos Ferreira Guimares,
Feltppe das Cnagas Ferreira, Francisco Antonio
Alw Mascarenhas, Francisco de Barros Correa^)
Francisco Vieira da Silva, Guilhemne Augusto de.
Athayde, bacharel Heimogeaos Scrates Tavares
de \'a*concello6, Joaquim GoncalwesjJalgado, padre
Jos Antonio dos Santos I^cssa, Jos Antonio Tei-
xeira da Silva, Joao Soares da Foaeeca Vellozo,
Joo Cyniano Rangel, Jos Francisco de Menezes
Amorim, Joo Francisco de Paula Esleves Clemen-
te, Joo Marlins Saldanlia, Joo Donnelly, Luiz
Francisco de Macedo, Luiz Cakors Si C., Manoel
Jos Uanus, Mano.il de Souza Tavaros, Redro Das
dos Sanios, e Vicente Herculano de Lemos Duarte
o levantou-se a sessao,
Eu Francisco Canuto da Boavagem, seeretario
a wibscrevLBarros Reg, presidente.-Befo Al-
buquerque.Gameiro.llenriques da SilvaBa-
rate de Almeida-Mello.Reg.Leal Seve.
Jcao Francisco Teixeira.
Deu proviraento.
Nada mais se pode tratar e encerrou-se a sessao
tiIRO.MC.4 JID1CIABIA.
TniHrttinoronnfnrio.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM 9 DE NOVEMBRO
DBH63.
PBBSIDBMOA DO BXM. SB. COMSeUlElBO F. A.
SOWTA.
As 10 horas da manha, reunidos os Srs. deputa-
dos Lemos, Malveira, llnni 11 iTsiifti iiln.
sidente doelaron aborta assalo, KHiolfa p ap-
provada a acta da sMniaVv
LiMJMAllli.'
Po presente a cota^lo onUeWr1 o* precos cor-
renres da praca na semana fnnte.Archrve'-se.
COMMUNICADOS.
A candldal ara do Dr. ftaldanha
Harinho.
. sempre salemne para os povos a escu-
lla dos seus representantes.
Quando porm trala-se dos representantes
vitalicios d'aquelles, a respeito dos quaes nao
lia arrependiraento nem correctivo possivel,
o assumpto iJoJua de solemnidade e impor-
tancia.
Trata-se de impossibilitar no futuro o pre-
dominio da olygarchia no senado e o i)r.
Saldanha Marwlio por todos os seu6 prece-
dentes de amigo da liberdade, tranquitsa
quanlo possivel os amigos do futuro oceu-
pando urna cadeirano senado.
Sciencia e probidade, e servicos sao pre-
dicados que se nao contestara ao Dr. Salda-
nha Marinho.
Ura dos mais iliuslree lilhos da nossa pro-
vincia tendo exuberantes provas de um ca-
rcter verdaderamente patritico. Saldanha Marinho tem tkulos que bazeam-
se em faclos, que sao do conhecimento de
lodos; e pois nao nos canearemos em repe-
tir esses Cactos.
Diremos apenas era conclusao que espe-
ramos com toda a seguranza que o patriti-
co corpo eleitoral de Pernambuco querendo
.como querer garantir-eos contra os restos
da olygarchia, que contra nos preponderara
no senado saber enllocar na lista trplice ao
lada do nome Ilustre do Dr. Urbano Sabi-
no Pessa de Melle, o nome tambera Ilustre
do Dr. Joaquina Saldanha Marinho, carcter
cuiuu u ai. raes uanciu, >(uu j *." ------- Trii-in*
importante no nosso paiz, nao podem ser despreza- ir:ltlus '
dos e postos margem. Os seus proprios fetos, '?""?"*
o seu nobre nrocedimento, o seu mrito real, os u"i,'**"-.
talla, nos instrue, admoesu, exhorta e governa por
ineio deltes. Mererem ellas a Bossa obediencia c
suliniissao, diz o apostlo, porque sao os encarre-
gados de vigiar sobre a nossa salvacao. Obede-
cei, faltava Santo Ignacio bispo de Anlhoqua. aos
obebtcci ao bispo ; sde-lhe obediente em
cousas como se fosse elle o proprio Jess
me'rito real os t-ariso.
. stontuions da Entretanto, longo de se obedecer e observar as
indicara ^,* d'^.e|i^,^ SKSdTiS ortens e prescri^oes manadas do chefe da igreja
mpurtaneu do Pernambuco nos desnos do un- porfiainbcana> gS-M de endagar, de saber a
peno.________... ....-. ,, c_ a,Pc razao e fundamento, que teve elle para prohibir as
tt3SS55*ttpJK SS!" ",rarera Cberus
um dos princmaes fundadores e nao se,a justa de
reconipeBsa de qualdades te WJ ^ CT^ aviso ainda que sejam contrarios aos costu-
ligada a bonra e aos alio* interesses de nossa pro- ^ nvcterados. quandoJ ^ exemp,0 appareceu
N incia- _____ a lei ou decreto, que roandava proceder as eleicoes
dentro do santuario, todos viara que este mandato
Quando procuramos as columnas deste bem era contrario, ia ferir santidade do lugar desli-
conceituado jornal para dar os funda metilos e nad(i smente oracao, mas nnguem ousou pedir
razoes am que se. Armara a ordem prohibitiva do explicacoes.
Sr. bispo respeito das mulheres entrarem as Se por ventura a primeira autoridade da provin-
igrejas coberus deehapellinhos,pareceu-nos que o cia dexa de sanecionar urna lei pouco confecco-
Io bom cathalico, que com Unto ardor, soncitava nada pela assembla, nnguem se apresenU exi-
saber a causa, se conven'esse da verdade, visto gindo a razo porque aquella autoridade deixou
como provaraos cora a anleridade das escripuras, de fazer; tudo se cumpre, tudo so observa; porm
sanus, e do inmediato suceessor de S. Pedro, nao apenas a primeira autoridade ecclesiastica, o chefe
poderem as senhoras entrar nos templos cobertas' da igreja presero ve qualquer regra, prohibe qual-
de chapeos, mas sim com um veo; enganama-nos, I quer abuso, exhorU cmo pai espiritual aos liis a
porque de novo apparece elle com seu communi-: observancia de ura preceito das paginas sagradas,
qiieslo com argumentos fteis, apoiada em abuso,
e costuraos de povos, alta mente roprovados pela,
doutrina dos santos padres, disciplina, e leis da
igreja.
Concluindo o nosso escripto, nao podemos dei-
xar de render um preiio de louvor ao procedimen-
to orlhodoxo de muitas familias, cujas senhoras,
nao obsUnte a opiniao contraria do primeiro bom
catholico, c seus argumentos infundados, se ho
dirigido ao templo santo tirando logo ao chegar da
porta (como temos presenciado) seus chapelinhos,
porque lembram-se que all vao smente para
adorar Deus seu Crerdor, a quem se deve o
maior respeito, eprofunda veneracao : desta sorte
teem ellas religiosamente ouvido a voz do pastor
sagrado, e observado os seus mandatos.
Jess Christo disse aos seus discpulos, de quem
sao os bispos successores, quando mandou-os pe-
las cidades pregar e instruir o povo : aqualle que
vos ouvir me ouver; e aquelle porm, que vos
despresar a mim dispresa: (Jai ros audit me
audit, et qui vos speittit, me spernit.
Imita,
cad era que longe de exhibir provas, que de*
truissem a nossa asserrao, longe de trazer em seu
favor um s texto do cdigo sagrado, urna s opi-
niao de autoridade ecclesiastica, oceupa-se apenas
de analisar perodos, paraphrasear trechos e pala-
vras de nosso escripto, d'onde com razo conclui-
ogo surgera, como agora, chrisds zeiosos, oppon-
do-se. e querendo saber o fundamento que este
pastor teve para praticar o acto II
O respcuvcl e piedoso bispo diocesano deva
prohibir o abuso, que ia tomando vulto as igrejas,
das senhoras ahi, corapareccrera para assistr ao
mos que de sua parte ha bastadles desejos, vonu- j acto religiaso cobertas com chapeos e nao cora vu
de pronunciada de largas discussoes, ao que nd' relato capite; deva fazer cumprir o preceito, a
nos presUmos. doutrina do apostelo; cumpria-lhe mandar obser-
Dos argumentos, razoes e palavras com que o: var a deterranacao de S. Lino inmediato succes-
bom catlwlico fundamentou e enriqueceu o seu' sor de S. Pedro, embora qualquer razo ou neces-
comraunicado, s se colhe futilidades e sophysmas. sdade assisu a que outros paizes e dioceses adop-
Duas cousas, porm, nos moveram a attencao ; teru ou tolcrem o uso de chapelinhos das mulheres
primeira, foi o ridiculo que elle lancra ao man- dentro do templo sagrad,
dato do respeiuvel diocesano, quando diz : nao; Cada hispo em sua diocese, por um direto, que
concederamos que S. Exc. IU111., firmado qur na Ihe inaufervcl, pode, o deve, sempre que julgar
prescripeo de S. Paulo, ao bispo de Epheso, qur de absoluu conveniencia, prohibir abusos,prescre-
na sua recommendacao aos corinlhios, ou na ex-1 ver regras conccrnenlos disciplina, e ao bem
pressa prohibiese de S. Lino, devesse transmittir espiritual dos fiis.
rteSquf IrSuTS^u^ *2 ^
mur in illis, c que assim a ordem poda ser enlao
muito justa, e bem aceiu, mas hoje M merecedo-
ra de spera censura se a quizessera sustentar,
apezar da modificaeao que a civilisacio tem em-
primido em nossos costumes._ Um bom christao
nao avanza, por certo proposicao deste jaez I
Dizer-se que merece spera censura essa ou
aauella parte, ou capitulo das epstolas dos apost-
los, porque os tempos mudam, e a civilisaro tera
introduzido novos costura es, contrarios aquella dou-
trina, lanzar o escarnio sobro os escriptos mais
, k- ;^j"^jt puros e santos, dicudos pelo espirito de Deus ; e
nobre e indepesdeate, que por certo muito SSfa a injuria mais atroz aol'vro sagrado, este
honra a provincia, sua trra natal e que por 1 cdigo supremo, que contera as regras e preeeitos
eJIe nunca foi esquecida. da ebrisuadade, eos mysteriosda religio da cruz;
_______ l, em summa, postergar ignominiosamente a dou-
.. 11 a ^' trina de Jess Christo cnsinadapor elle, e trans-
.* caiMIlCiarara to COBS*IHtrnimitli(ia(seus discpulos aos povos regenerados
Paes liar roto. as aguas do baptisrao.
Sol cita o lugar vago de senador por esu pro-1 Os tempos mudam, e a civilisaro modifica,
vincia, e merece ser incluido na lista tripliee, o verdade, mas smente naqullo que puramente
conselheiro Francisco Xavier Paes Barrete. ; humano, no que material; porm nunca no que
0 Sr. Paes Brrelo foi eomo deputedo por Per- concerne religio* doutrina da igreja Nunca
nambttro o primeiro campead as lulas da assem- os tempos podem mudar o que est escripto no
[bla geral, que prepararam e Irouxcram a dissolu- grande llvro, inspirado por Deus ; nunca a civili-
zo da cmara dos deputados. Elle a viva per- acao pode modificar ae regras e preceitos exara-
1sonificaQd do partido que seorganisou e elevou- dos no cdigo sagrado, regras e preceitos que fo-
,se sobre as ruinas di decahida olygarchia um rain observados e compridos desde seu coraeeo at
'dos representantes naturaes e genuinos da nova nos; hoje, porm, ha infelizmente quem se arroge
situacao, sob eujos auspicios foi possivel a forma- a dizer que merece spera censura alguma parte
gao do corpo eleitoral que agora tem de apresentar da doutriaa dos apostlos Oh I tmpora 1 ol I
.tres nomes ao poder moderador. mores!
.Nesse corpo eleitoral, que, exceptuando-se um Quando no peno catholico nio domina o espirito
pequeo numero de vermelhos, qnasi todo fllho da religioso, ou quando sehaja arrefeeido esse sent-
liga inaugurada pelo Sr. Paes Barreto e seus allia- ment puro de veneracw com que se deve tratar
idos, o seu nome nao pode ser suspeito a nenhum as cousas santas, a conspquencia necessaria o
dos matizes que por ventura o distinguem. Quan- censurar-se, escarnecer, ridicularisar-se tudo quan-
do se creoa o partido progressis, ningnem inda- to diz respeito religio e igreja I I
:gou se o passado remoto daquelle cavalheiro, pas- As mulheres, continuamos a sustenur, nao pe-
inado perreiumente conhecido por todos, offendia ou dem assistr no templo de Deus vivo, aos actos sa-
affagava, as suas susceptibilidades retrospectivas, -grados, ornadas de joias preciosas, e ataviadas de
Luc. cap. 1016.
Nao esU a primeira que infelizmente se ques^-
tlona sobre o abuso de chapelinhos as igrejas; j
em 1845 na matriz da freguezia do Pilar do arcebis-
pado da Baha, se deram factos desagradaveis oc-
corridos por occasio de assistirera duas raulberes
missa coberus com chapeos, ao que deu lugar
o respectivo parocho Jos Joaquim da Fonseca Li-
ma, dirigir-so ao Exm. Sr. arcebispo D. Bomual-
do, de sempre saudosa memoria, e elle com a sa-
bedoria c Ulento que nossuia, respondeu susten-
undo, demaneira a nada de desejar, a doutrina da
igreja
t Creio (diz elle em uro dos trexos de seu lumi-
noso escripto) nao ser neeessario mostrar, e que
todos roncordam que, segundo as mximas da re-
liao catholica, devera as mulheres ester na greja
cora as canecas cobertas.
Assim o prescreve claramente o apostlo na
primeira carta aos corinthos cap. H, declarando
que a mulher deshonra a cabeca quando orando
na igreja a tem deseoberU; da mesma sorte que o
homem se deshonrara lendo-a coberta.
EsU doutrina do apostlo connuou a ser enti-
nada e praticada em toda a groja christa desde
os tempos apostlicos al os nossos das.
Tertuliano em ura livro que intitulou de velan-
da tirgenibosinsiste sobre este preceito do apos-
telo, e reprova como um abuso reprehensivel o
apparecerem sem vu nos templos as mulheres
assim solleiras, como casadas, nd obstante qual-
quer costume em contrario.
O- mesmo ensina S. Clemente de Alexandria no
terceiro livro do seu Pedagogo, dfzendo que, quan-
do os homens e a* mulheres vao a igreja, devem ir
vestidos modestamente rom um passe grave, guar-
dando silencio, e dispostos para bem orar.
As mulheres, cerescenu elle, devem ir cobertas,
minando a pudor da mulher de Eneas, que nao
descobrie seu rosto durante a temada de troya e
CORRESPONDENCIAS.
Srs. Redactores.fi bello o especuculo da nossa
amada trra, manifesUndo-se clieia de animacao e
interesse na presente conjunctura eleitoral de mein-
bros da assembla legislativa della. Cada um apre-
senU e gaba o seu candidato, o seu amigo, o seu
patriota por excellencia ; e nada ha mais licilo e
conveniente, porque s desU geral intorvenco
e exame, que pode resultar o desejado effeto da
melhor escolha possivel. O povo deixado em sua
plena liberdade de voto nunca se engaa, e tem
ura tino admiravel para semelhantes escolhas. Nes-
U convieco seguramento o directorio progressisla
lembra para a eleicao do nove membros por este
primeiro crculo vinte cidadaos benemritos ; alera
da geral liberdade de escolha de nove entre vinte.
teem os eleitores sobretudo a liberdade de se cin-
girem, ou nao, totalmente aos nomes da chapa :
porque esU nao urna imposicao desptica de fer-
ro, mas apenas urna lembranca, um conselho, urna
coadjuvaco social empreza ; deve ser consulU-
da e asss pesada, sim ; mas que as centenas de
tantas consciencias eletoraes, esclarecidas e res-
ponsaveis para cora Dos e os homens, |>odem sub-
screver sem alteraco, ou com as mudancas e sub-
slituicoes, que o dver o a honra Ihes aconselhem.
Liberdade, sim ; deixai inteira liberdade ao vo-
to, e veris quanto a eleicao vos sai te'ia c satisfac-
toria
Isto posto, eu tambera tenho o mcu candidato,
amigo do meu peilo, veterano de ijm severo carc-
ter justiceiro, independente, i nao manchado de
ambicoes baixas e inmundas, o Sr. commeodador
Antonio Joaquim de Mello, o qual nao se acna in-
cluido em nenhuma das cinco chapas, que o di-
rectorio apresentou, duplicadas, e mais que dupli-
cadas em numero do pessoas, para todos os it*o
crculos da provincia. Por que seria semelliaPte
deslembranca ou desprezo ?...
Ora eu vejo ainda que entre a brillante niocida-
de, de que o directorio compoz as chapas, s appa-
rece a ancianidado do Sr. Dr. Lourenco Trigo de
Lourciro, mui bem incluido. Mas um s vete-
rano entre tantos jovens ? Mui dignos sem duvida
sao todos estes, mas, como mocos, ardentes, c al-
giras, posto que peritos e consummados em outras
materias, alheios inteiramente das que ulvez mais
exijam as tarefas do nosso parlamento provincial.
V, pois, mais um veterano. Dous aneos pra-
ticos, possuidores de tradicoes, entro tantos ado-
lescentes, nao s nao podem-n'o ser ao respeito
e brilhoda assembla, mas n'elles achara ella tai-
vez, em algum ponto ou ensejo, os esclarecmentos
e lio abreviador e desejado, que mais tendam
realisacao, e possivel perfetcao do seas graves tra-
balhos.
Urna idea, una amiga e leal advertencia oceor-
re-roeaimte, e que os partidos polticos, no afn
de se darem por todos os modos extremosas e into-
lerantes seguranzas, e cedorem fcilmente a novos
adeetos cabem no odienlo/exclusivismo, wounot-
tem muitas injusticas, suscitam-se oppeefltes e mi-
mieos, e por esse modo suie.dam-se. Os' exemplos
estao era casa e bem frescos. I___
Votemos, portento, Srs. collegas eleitef es do 1
circulo, no Sr. commendador Antonio Joaquim am
Mello, e nao nos engaaremos.
l'm cleitor do i* rente.
cia tem da alfandega, com a qual quasi nunca se
entende.
Entretanto depois da eleicao primaria, sendo
convidado por algn- amigas do segundo circulo
para apresenlar-me candidato por all, visto que
pelo lado conservador s haviam dous candidatos
conhecidos, os meus amigos Dr. Justino Domin-
gues, e Pinto Braga, em razo de suppr-se geral-
mente que aquells dous candidatos, filhos da loca-
lidad.-, e nella residentes e muito relacionados
chegariam um aecrdo com algum candidato li-
beral (aecrdo que os liberaes recusaram), li-
quei summanicnto penhorado aos que me acaba*
vam de dar esta prova do apreco, mas meu amor
proprio me nao eegou, e parecendo-me que a
candidatura do meu amigo o Sr. Dr. Jaguan
pelo primeiro districto corra risco por leretn os
hberaes obtido nelle tima pequea maioria, com-
mumquei-lhe o offerecimcnlo que me acabavara de
fazer, persuadindo-o que natural, como era a sua
candidatura pelo segundo circulo, por onde elle
j tinha sido eleito duas vezes, c onde rontinuava
a ter amigos muito prestrnosos, deva transfer-la
para l, declarando-lhe que ceda em seu favor os
offerecraicntos a mim feilos.
Mas o Sr. Dr. Jaguaribe recusou-se ao meu pe-
dido declarando-me que tendo-se apresentado can-
didato pelo primeiro districto, julgava nao licai-
Ihe bem mudar de circulo, depois que os amigos
com quem con te va, se achavam era minora, o
nao quera imitar certo candidato liberal, que pre-
tendendo ser eleito pelo segundo circulo, depois que
foi eonhocida a victoria dos conservadores all,
transferio sua candidatura para o terceiro circulo.
Foi em consequencia desta formal recusa do Sr.
Dr. Jaguaribe, que rosolvi-me a aceitar o offereri-
mento de meus amigos do segundo circulo, a cuja
dedicacao devo minha eleicao e meu eterno reco-
nhecimento.
Eis, em resumo, a historia de minha eleicao, era
viste da qual sendo eviden:t% que o cargo que Pi-
cudo na alfandega nao pode de modo algum ter
contribuido para ella, concilio dizendo que ha ho-
mens, que tendo consciencia do que sao, sto pie
Sara obterem dinheiro, ou posii-o, nao recuam
iante de meio algum, e procuram por todos os
meiosdesconceittiarem as reputaces dos homens
honestos que os nao imitara no intuito de nivela-los
a si : foi sem duvida este o pensamento do eor-
respondeute do Crrelo Mercantil : sua alma, sua
palma.
Cear 10 de outubro de 1863.
Joao Antonio Hachado.
Comarca de Pao d'Alho.
Verifica-se pelas deligencias, a que proced, e
pela declaraco comida no ofllcio lollias, que
Sergio Jos da Silva, recolhido eadeia desta villa
desde 2 do setetnbro ordem la subdelegara do
districto da floria, soffre priso Ilegal por nao lia-
ver justo motivo para ella, pois nao a pode aulo-
risar o faci de Ihe sercm encontradas armas de-
fezas; visto como esse crime, depois do decreto
numero 1090 do Io de setembro de 1860, que rc-
vogou a le de 26 de outubro, passou para o nu-
mero d'aquelles, era quo os rs se livram sollos.
Nao aproveiu a declaraco daquella sulMlelega.ia
(dito ofllcio) de que o paciente este pronunciado
no artigo 297 do cdigo penalnao s por que en
tal processo, que tem forma especial, nao se d
sentenea, quero dizer, nao se d pronuncia, c sim
sentenea condemnando ou absolvendo, como poi-
que, quando o paciente se achasse definitivamente
condemnado, esteva no caso do ser posto em li-
berdade para tratar de seu livramento fra da ea-
deia, una vez que anda Ihe era perraittido recor-
rer de sciiielliante senteDca, que nao poda sanar
os effeilos da Ilegalidad da priso.Passe por
tanto o escrivao al vara de soltura a favor do pa-
ciente referido Sergio Jos da Silva, a quem con-
demno as custas.Recorro para o tribunal da
ratafia, a quem o dito escrivao remetu estes au-
tos.Pao d'Alho, 17 de outubro de 1863. Dcl/no
Augusto Caialcunli de Albuquerque.Publicada
em mo do escrivao.Eral ut supra.Cavalcanti.
Vistos estes autos etc. ele. etc. Pede o Dr. pro-
motor publico urna ordem de habeas-corpus am
favor de Joaquim Carlos de Figueirdo Miranda,
preso desde 14 do corren te pelo subdelegado sup-
plente Jos Januaro Alvares Ferreira E verifi-
cando pelas deligencias a que se proceden, isto-
, interrogatorios do caroereiro, e paciente, que
este soffre priso Ilegal; nao s por nao haver
justo motivo para ella, mas ainda por nao se II10
ter dado a nota constitucional, e nem se Ihe haver
formado ainda a culpa contra a expressa deterrai-
na;o do artigo 8 lo cdigo do processo crimi-
nal, mando que em favor do referido paciente se
passe alvar de soltura.
O subdelegado nao poda pretexto algum exi-
mir-so de dar os esclarecimentes, que Ibe foram
ludidos, era mesmo pela rasad de seu officio a
A.fe 11J0 poder o promotor interino requer-
mSscousa alguma, urna re; que desde honUiu m
acltcrtmexercicio o promotor efectivo.Por quan-
to and." je se podesse lxar as horas, em que as-
sumo o iado as suas func?oes, e as deixa o-
que o so-, ^isse impossivel, e repugnante
que yare* um da actos praticados por
dous Itinccionai. ^bespesso mesmo dia se suc-
cederam no mesmo cargo> nao era isto da eonu
ilo subdelegado srpplente/que, autoridade subal-
terna e de coUieiforia inferior, at sugata a rale
juizo, nada tem que ver com os actos deste raes-
mo juizo. que s podera ser apreciados e julgados
pelo tribunal da relacSo. E por que o menctoaa-
do subdelegadoordenando a priso do paciente
antes de culpa formada, em um oaso, que a lei a
nao permute.
Deixando do Ihe dar a nota da culpa, e nio llio
instaurando o respectivo processo no praso da le,
o nem infelizmente ate hontem.
E negando-si', como se negou, dar eonU eir-
cumstancada dos motivos da priso do pctente
commetteu os crimes provistos na ultima parte lo
artigo 181 do cdigo criminal, e 18S e 183 doows-
mo cdigo.Extraa o escrivao copia dos interro-
gatorios de folhas e rateas, o offlcio de ralbaso
finalmente desU sentenea, para qae sejam tees
pecas remettidas ao promotor publico da comarca,
afim de dar a competente denunciaO meu des-
pacho na peticao a Os., e os autos de perguntas de
lis. se acham cora data de hoje 28, quando deviara


u
Mi
.
Mario de Pernanibuc Ter?* filfa O le Vnvftiilirn de 18.
_^_
l-la de hontem t", romo nntei na hrterlocotoria
de ti,-., o declarou o escrivao ua certidoa l.,
com que resalvoa esse engao, que bem clara-
ment se v do proprio offleio do subdelegado sup-
liente, quando diz era um trechoem sea offleio
oe hoje datado e hontem recibidoe consta tam-
fcem dos termos fie declaracao, que dbaixo de
juramento tomei ao carrereiro, ao bacharel Per-
KtM Saraiva de Araujo GalvSo. e secreurlo da
cmara municipal Benedicto Manoel Carneiro da
Cuntaque assignaram rogo, e como testemu-
nhas no interrogatorio do preso-o paciente Joa-
anim Carlos de Figuein'do Miranda, a qaem con-
emno as cus tas. -Recorro para o tribunal da
relacao, a quem o escrivao remeta estes autos,
jtintando-lhes as referidas deelaraces, e deixando
copia no seu carlorio para em todo tempo eonsla-
rem. Pao d'/Oho, 28 de outubro de 1863. -Detfi-
no Augusto Cavalcanti de Albuquerque.
Lendo no Constitucional Prrnambucano n. 42 de
31 do mez Ando em noticias diversas d'aquelle
jornal, que o Dr. Marro Tulo dos Reis Lima, juiz
municipal e d'orphaos da comarca do Limoeiro,
havia demitlido ao contador e destribuidor da mes-
ma comarca, Jos Antonio Pestaa, e que dera lu-
gar esse acto o estar o mesnio Dr. Marco Tulo,_ a
Andar o quatrienio, e pretender elle reconduceao,
peto que era nrcessario fazer certas agrados e con-
Dtttks aos ligneiros ou liberaes da trra: e como
eonheca bom de perto ao mesmo Sr. Dr. Marco
Tulio, e o conhefo como um moco de carcter fir-
me e honesto; milito duvido 'aquella noticia ; e
quando mesmo isso se desse, estava o Dr. "Marco
Tulio, em jseu direito, Tisto, que os liberaes da
tena nunca o perseguiram, (nesse tempo de per-
seguieao passra o Dr. Marco Tulio, por verme-
lho, e quem o perseguio, foram os taes verme-
Ihos) porm os sentimentos do Sr. Dr. Marco Tulio,
sao ouiros: portanto venho por moio desta, pedir
ao publica, e aos Immens sensatos, que suspen-
dum o seu juizo, at, que aquelle meu amigo, es-
efareca o publico a tal respeito.
Recite, 6 de novembro de 1863.
L'w amigo.
As Diluas V|6litt8 a-su rnulas de
Kemp. nunca dobilitam o systema, conforme
acontece com esses outros purgantes drsticos
mineraes. Funccionam como um alterativo bran-
do e rfhVax, purificando todos os maleriaes acres
regularizando os oreaos desarranjados sem
nsar a menor ddr ou incommodn. Obram coin
speciatidade sabr o ligado, porra nao violen-
tamente : o ineviiavel effeito produzdo um
fluxo natural de um estado saudavel e perfeto da
Lilis :
Como remedio raseiro sao ellas ineslimaveis
em todos os climas e neste paiz nao prudente
o estar-se sem ellas. A capa de assucar que as
cobre as tornam summamente agradaveis ao pa-
ladar e impede que as mesmas se dissolvnm. San
as unirs pilulas que se acham acondicionadas
dentro de frasquinhos de crystal.
A' venda em todas as lojas de drogas c boticas
-do imperio do Brasil.
Hordeiro Vieira e sua malher, e vio pra--
$a porexecuefo qne contra os mesmos 6n-
caminha Andrade & Rosa
E na falta de licitantes ser a arrematarlo
feita pelo precoda adjudicaQo com oabati-
mento respectivo da lei.
E para que chegue ao conhecimento de
todos mandei fazer o presente edita! que se-
r affixado nos lugares do costume, e publi-
do pela imprensa.
Dado e pas.sa.lo tiesta cidade do Recife de
Pernambuce, aos 7 de setembro de 1863.
Eu Manoel de Carvalho Paes de Andrade,
escrivSo o subscrevi.
* Tristo de Alencar Araripe.
DECLARACOES.
COMMERCIO.
NOVO BANCO
DE
PER\A9IBU0
O banco toma saques sobre as pracas de Rio de
Janeiro e Bahia.
Alfandega
Rendimento do dia 1 a 7 ........ 90:000580o
dem do dia 9................. 15:748*207
114:749*012
Movlmento da alfandega
Voluntes entrados com fazendas...
t com gneros...
'Volumes sahidos com fazendas... 34
t com gneros... 273
-----309
riescarregam no dia 10 de novembro.
Brigne agtez -Anua -carrito.
Brigtra inglez Victoria -farinha.
Emum dinamnrqueza IVs/tes-mercadorias.
^lecc?>edora\ de rendas Internas
geraes de Peroambueo.
Rendimento do dia 1 a 7 ........ 7:0385183
Mem do dia 9 ................. 1*46*8*6
8:9895709
Cnsul ido provincial.
Rendimento do dia 1 a 7 ......... 7:7623711
dem doMiafl ................. 87l*0:;:i
8:6335764
~movimento do poeto.""
Navios entrados no dia 9.
Marei 34 boras, vapor nacional Cam-iragibe, de
O toneladas, commandante Antonio Bodrigues
de Oliveira.
Arae.it>'9 dias. liiate nacional Sania Anna, de 48
toneladas, i-apito Antonio Joaquim Altes, eqtii-
papeni 0, carga gomnia e outros gneros; a
lieinvindo Gurgei do Amaral.
Ass1| dias, hiato nacional.de 37 toneladas, ca-
pitn Trajano Theodomirode Moura. eqnipagem
ti. carga sal e algodao ; a Prenle Vianna & C.
Natos sahidos no mesmo din.
MaraloEscuna hollandeza Tom Sylsr. rapito
J. Croon, carga parte da que trouxe de Trieste.
Pela capitana do porto se faz publico que as
embarcafocs que navegara do Forte do Maltos paa
alern da ponte do Recite, devem passar somente
pelo canal marcado pela bota, em que durante o
dia tem urna bandeirola encarnada, e a noite urna
lanterna. Os que transgredirem essa ordem, e as-
sini perturbaren! os trabamos da obra da nova
ponte, serlo punidos com a multa comminada no
art. 114 do regulamento das capitanas. E para
que conste, faz-se publico pela imprensa.
Capitana do porto de I'ernambuco 4 de novem-
bro de 1863!-O secretario^
J. P. B. de Mello Reo.
Pela subdelegacia da freguezia de S. Jos se
faz publico que se acha reeolhido casa de de-
tenc.ao a preta Narcisa, a qual diz ser escrava do
Joaquim Lopes da Cunta, sendo dita preta apre-
hendida no engehho Serra, da freguezia do Cabo ;
quem fOr seu senhor, provando, Ihe ser entre-
gue.
O subdelegado
Bra: Antonio da Cunha Albuqiterque.
Pela subdelegacia do Peres foram recolhdos
deposito dous cavados, sendo um preto ruco com
ps brancos, e outro castanho, castrado : quem se
julgar com dlrelto aos mesmos, compareca, que
provando seu dominio Ihe serao entregues.
Subdelegacia do Peres 9 de novembro de 1863.
O subdelegado,
Alexandrino Martins Correia Barros.
Hoje (inda a audiencia do Sr. Dr. juiz muni-
cipal da 1." vara, tem de ir praca por venda urna
escrava moca com algumas habilidades, e um es-
cravo ja de idade, pertenecntes a Manoel do as-
cimento Leitao e sua mai, por execujao contra elles
encaminhada. Escrivao Saraiva.
OKrtKlO tiKKAI.
Rrlaro das cartas seguras viudas do snl pelo va-
por Caraaragihc, t das existentes na admlnis-
trarao do correio desta cidade para os senhores
abaixo declarados :
Barao de Guararapos.
D. Eufrazia Maria de Jess.
Francisco Moreira da Costa.
Joaquim Jos de Oliveira Mesquita.
D. Joanna Francisca Paes Brrelo.
Jos Joaquim Alves de Amorim (2).
Jos Mana da Costa Pinto.
Miguel da Silva Pereira.
Manoel Ignacio Pras.
Tenente Manoel Joaquim de Souza.
Tobas Brrelo de Menezes.
Viuva de Ventura Pereira l'enna.
Consellio administrativo.
0 conselho administrativo para forneci-
mento do arsenal de guerra tem de comprar
es objectos segnintes:
Para o arsenal de guerra.
Lato em lencol de 16 \$ librascha-
pas 6, cobre em dito de 7 ditas chapas 6,
cobre velho, arrobas 20, ferro sueco em bar-
ra de 3pollegadas quintaes 10, dito de 4
pollegadas quintaes 10, ferro em lencol de 3
3 l\i arroba cada um 4.
Para o 10 batalho de infantera addido ao
2* da mesma arma,
Bonets de panno verde 5, enxergOes 10,
mantas de la 5.
Quem quizer vender taes objectos apr-
senles aS suas propostas em carta feixada na
secretaria do conselho as 10 da manhaa do
do correte mez.
Sala das sesses do conselho administrati-
vo para fornecimento do arsenal de guerra,
9 de novembro de 1893.
Antonio Pedro de S Brrelo.
Coronel presidente.
Scbastto Antonio do Reg Barros,
i" secretario.
COMEANHIA BBASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
E' esperado dos portos do nor-
te at o da 18 o crtente o va-
por Tocantins, commandante o
rmeiro lente Pedro Hypo-
____ lito Duarte, o qual depoi da de-
mora do coslume seguir para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga nae o vapor poder conduzir. a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada, enoommen-
j das e dinheiro a f re te at o dia da sahida as 2 lio-
ras, agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo 4 C. ^^__^
Para n Porto.
O briguc portuguez Mercurio, segu prestes pa-
ra alli, anda recebealgnma carga e pa?sageiros a
I frete, para o que tem excedentes commodos : a
j tratar com Marques Barros & C, largo do Corpo
Santo n. 6, segnndo andar, ou com o capitao Joa-
! quim Gomes da Cruz. ^^^
Para o Rio de Janeiro pretende seguir com a
mnita brevidade o brigue nacional 'Almirante : =
tem'parto de seu carregamento prempio, e part o
resto que Ihe falta, trata-se com os seus consigna-
, laries Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, no sen
escriptorio ra da Cruz n. 1.____________
Para o Rio de Janeiro
pretende seguir com muita brevidade o patache
nacional Regulo, tem parte de seu carregamento j
prompto : para o testo que Ihe falta e escravos a
frete, trata-se com os seus consignatarios Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C, no seu escriptorio,
ra da Cruz n. ^.
O primelro
COMPTABILIOADE COMffiERCIAL
PELO
DR. WITRUVIO PINTO BAffDERA
l'rofessar da shunta eadeira du Cwso Ceinuereia? PeruBiracaiM.
BOL'S BELLOS V0L11F.S KH 8. FK.4MT7.
COMfltKBBrBCTDO
Prelec^es theorico-pratleas de serlptu-
ra^o mercantil.
O segundoMo merclal, adaptadas pratlca das opera^5es eem-
merelaes e elementos do systema
mtrico com mu a* applicacdes
ao commereio.
PRECO DE CADA VOLUME U.
c un no.
Precsa-se de um, que entenda de servco de s-
Para a Bahia vai sahir com muita brevidade ,ie *>eni, dando-se lPor auno e comida Na
ra .Nova, sobrado n. %i, primeiro andar, das 9
lloras da amanliaa at e meio dia.
bneos pblicos.
Pateod Citrino.
A abertura deste estabeleeimento das |w
6 horas da manhaa at s 10 da noite, o ogo
publico encontrar banhos frios, momos gg
e medicinaes, vontade das pessoas com |
todo o asseio possivel.
a sumaca Hortencia, capitao Antonio Francisco
Monteiro, portera maior parte da carga engajada:
para o reste que Ihe falta, trata-se com os consig-
natarios Palmeira & Beltrao, largo do Corpo Santo
n. 4, primeiro andar.
LEILGES.
IiEILAO
DE
Fazendas, movis e iioncHlo*.
HOJE.
Daniel Guimaraes & C. tendo de liquidar os ne-
gocios de sua casa farao leilao por intervenco do
agente Pestaa de todas as fazendas, movis e
utencilios existentes em seuarmazem ra da Cruz
n. 45, terca-feira 10 do corrente s 11 horas do
dia.
DE
Escravos. movis.erystaes. Jolas
de otiro e ontros multos ar-
tlgos.
Sem limites
Para fechar contas de vendas.
Qulnta-felra 19 do corrente s
II horas.
O agente Olimpio em seu armazem roa do
Imperador n. 16, vender em leilao diversos ob-
jectos de marcineiria, erystaes e outros muitos
objectos que se torna enfadonho mencionar.
(irande leilao o> miurle/as
Qnarta-feira II do correte
Na ra do Imperador n. 39 (junto ;w pace) para
liquidar s 12 horas em ponto.
O agente Pestaa tara leilao por conta e risco de
quem pertencer de um completo
Correspondencia e Portugal.
Snccedendo todas as vezes que ehega os paque-
tes da Europa e que se faz a distribuico desta fo-
Iha quexarem-se alguns Sr. asignantes qne nao
receberam folha, e reconhewndo- esta agencia que
continuando a mandar destribuir in>pronca.i
qualquer medida tendente aevitar este abuso, re-
sol ve suspender a distribuico, fcando os Srs. as-
signantes na intelligenca de mandar buscar sous
numeres na ra do Amorim n. 35, segando andar.
O baile do anniversark) do elub-com-
mercial ter lugar na noite dV> da ti do
corrente mez.
Estaobra, apezar de elementar, vem preenrtier unta lacuna. que era sentida entre o*
onde fallecem escripto de certas especialidades com accesso a todas as inlelligencias ; e as-
sim o editor pensa fazer am servico dando-lhe publicidade, tanto mais qnanto hoje. que a -.
transaccecs commerciae e iiidnsfriaes vo entre nos tomando notavel desenvolvimeBto, deve W;
entrar na educacao daquelles que se querem appticar a taes ramos da vida o conhecimento
dos principios da comptabilidade administrativa e cenmercial.
Com este intuito, sob ama forma esencialmente classica, reuniu o Sr. Dr. Witruvio os
principios da comptabilidaoV eommercial no que tem etles de mais elementar, e coordenon-
os de modo a facilitar o mab possivel o sen estimo s pessoas qne se destinar s proflssftes
commerciaes, sendo taes a coneisao e a clareza postas no desenvolvimento respectivo, que po-
de-se aprender a materia, chegando-se a esrripturar os Hvros por partidas dobradas e appli-
car o calculo s operaces do eommercio, sei carecer da intervenco de um mestre.
O primeir volnme, frmiado sobre a obra de Bertrand. nerapa-se mais especialmente
da escripturafo mercantil por partidas dobradas, cujos principio sao desenvolvidos em har-
mona com a legMacb brasleirav contend) aMm disto hi imporiantcssiino appcmlitv sobre
as sociedades commerciaes em todos os seus movimentos, qner pelo lado da escriproraro,
quer pelo da formarae, existencia e- exlinccao cWlas em fa^ da le. Neste appendire> dnpli-
cadamente recomraendavel por sua originalidad e pelo cnnho de espen'alismo, tem rom-
taereianle urna guia-para sua direccao, qualquer queseja a frma da. seeiedade que contraa.
Completa este volunte o specimenoo resumo de unta escripturacao, SmVia verdade, mu em
tad semelhante de-orna casa de commereio ordinario, offerfeendo unta serie de operaeoes
sucressivamente mais difBceis, que assiin inicia gradualment- a maaeira de escriptura-tas
neo diflerentes 1\tos de urna casa de eommercio.
O segundo, egualatente formulado sobre a obra de Kottinfer, oeenpa-se particularmente
da arirhmetica conimercial rom exenieios e problenms pelo me ma simptes. fcil e breve
da pegra conjuncta, acerca de todas as eperaces prailcas usuaes no eommercio, envelvendo
clculos de cambios de praca praca e-per pracas intermedias, bem conwnejswios de bancos
com arbitragens de cambios, alm do dcsenvolvimentcdo systema metrro em suas relacoes-
com ocotnaierrio, Ilustrado por meio de-tabellas de conversao.
O'editor nada mais accrescentar estas breves palavras, ^ne asss demfstram a im-
portancia real desta obra, devkla a intelligenciae a appKracao acinrada di seo antor, senao
que ella de ntilidade geral, e que a nenhnrn commerciaate e mesmo a hmhem algum de let-
tras lcito deixar de possuKIa em sua estante ; pois o eommercio- em soas variadas evohi-
ces, eatende actualmente com rodo que se liga a vida.
A assigrotura toma-se as lvrarias des Srs. Gnimaraes A OPveira. Noguerra de Son-
za, Juliab &- Pervini e Geraldo H. de Mira, ser.ib realsada 951a importancia pela quota de cada
volume ao' sabir do prelo, para o qual ora entra o primeiro.
EDITO.
fflDAWCA
Mills Lat!iam'fc C
muil pam o sen InnaZm ile fazendas
da rad fadeia paran tm di Cruz
n.38.___________________________
Casa para a lugar.
Alnga-se urna pequea casa na Caponga Nova
ra da Amizade n. 21, com 2 salas, 2 quartos, co-
sinha fra. pequeo quintal murado e cocheira
por 12 : a tratar na na das Trincheiras n. i.
PRUIIIM E ANTIfi.4 CAS\ FELIZ
POKTI WJkEi
PORTO.
Ra das Flores, 1 c Z (junto a igreja da liMrictffik )
11 horas em ponto do mencionado dia.
de um completo sortimento! rraOC SCO,
de miudezas e quinquilharias e muitos objectos ; pardo, com 20 annos de idade, cor acaboeolada,
pertencentes a luja de fazendas e ferragens todo j rosto redondo, olhos pequeos, cabellos meio cara-
proprio do mercado que ser vendido sem. pinhados, dentes chcios de lodo, estatura regular,,
reserva de preco: quarta-feira 11 do corrente s sabe ler, escrever e contar, com ofhYio de alfaiatc
i trabalhuu em casa de Jorge Bodrigues Machado,
i no paleo da matriz de Santo Antonio, depois junto
a Coneeieao dos Militares, em casa de Bastos &
Bego, e ltimamente no pateo da matriz de Santo
Antonio, em casa de Olegario : anda calcado da
bolins de lustro, poe chapeo banda, sanio vestido
eoin calca de caseinira verde escuro, paletot de al-
paca preta, camisa branca, chapeo de palhinha
/l crtn rjuadros pretos c brancos, c consta o ter tro-
cailo por oulro de palhinha toda branca ; tam-
ben de suppor que trocara a rou|ia, costuma dizer
que filho de um major Me guarda nacional, inti-
tula-sc forro, e assigna-se urnas vezes Francisco
Bernarda Quintero, e outras vezes Francisco Xa-
vier Nonas Quioteiro. Ha quasi seis mozos que
sa ausentou de casa : qualquer pessoa que o en-
contrar, pegue-o e o leve ra Nova, em casa do
Sr. Quinteiro, que sera generosamente recompen-
sado.
PAKA A
GRANDE LOTERA DE HESPANHA.
Cuja extraern ser felta a 23 de dezembro de
EDITIS.
Pirante a cmara municipal desta cidade es-
tarn em hasta publica nos diasP, 12 e 19 do cr-
rante mez para seren arrematados por quem mais
ler, por tempo de um anno, os segnintes impostos
que vo calculados com o abate da quinta parle :
eoqueiros por WOJ, casinhas da ribeira I33, gado
jvrolhido no curral 485400, repeso do acougue
105, carne de farinha e legumes 14574i! gado
-ovclhum 25048 : os pretendenles podem compare-
ii'i no paco das sesses da mesma cmara nos re-
fi-riilns dias. com seus fiadores habilitados na for-
ma da lei, para poderem lancar. sem o que deixa-
rao de o fazer. Paco da cmara municipal da ci-
dade de Olinda o de novembro de 1863.Manoel
Antonio dos Pasaos e Silva, presidente.Marcelino
Dias de Araujo, secretario.
O Dr. Tristo de Aleocar Araripe, official da
imperial ordem da Rusa, juiz de direito
especial do eommercio. da cidade do Re-
cife e seu termo, capital da provincia de
I'ernambuco, por Sua Magestade Impe-
.tiel e constitucional o Sr. D. Pedro II,
a quem Deus guarde etc.
Faco saber pelo presente que no dia 30
tiade arrematar por venda a quem mais der
em praca deste juizo depois da aadencia '
respectiva os bens seguintes: ^^
Urna casa terrea sita na*-- dda do Ar-!
nual da freguezia do P" anella, tendo
ditas portas, doas ja frente, e vinte
6 oito palmos de Jarg.,. uuas salas, um quar-
to ecozinJia fora, cacimba, tanque e terreno
cercado de madeira cmn bastantes arvoredos
rutas, terreno arrendado aos herdeiros!
do Monteiro. sendo a mesma casa de taipa e
e tijollo, avaliada em 7003000.
Urna casa de taipa no mesmo lugar, com
duas portas na frente e urna no fundo, duas
sallas, um quarto em mo estado, avaliada
em 50000.
Urna dita no mesmo lugar, com dtuas nor-
ias na frente e urna no fundo, duas sallas,
tira quarta, em mo estado. avaliaJa em
SOjMfc
Um grande sitio no mesmo lugar, com
rentos palmos de frente, e os fundos at
o cerailerio publico da mesma fregneria,'
trras rendeira6 aos fcerdeiros do Monteiro,
p irte cercado de arvoredos e parte de esia-
cit com bastantes arvoredos de frutas, ava-
iiado en kOty 00.
Cujos bens sao pertencentes Manoel
THEATRO
DE
E9IPRKZA
DE
4. J. DUARTE C0IHBR4.
Reelta extraordinaria
EM BENEFICIO DOS ARTISTAS
Jestima e Lessa
Quarta-feira II de novembro de 1863.
Depois da orchestra tocar a simphonia do costu-
me, subir scena o drama em tres actos,
OS TRES LTIMOS DAS
DE
M SENTENCIADO.
PERSONAGEXS.
Leandro Vieira, sentenciado Sr. Coimbra.
Laura da Silva, sua mulher. Sr.* D. Camilla.
Um padre............... Sr. Flavio.
Desembargador........... Penante.
Escrivao................. Gil-Braz.
Jos Maria Truz...........Tliomaz.
Careerero............... Porto.
O carrasco, guardas da cadeia, etc.
A scena passa-se no Limoeiro, cm Lisboa, em
Pind o drama a companliia representar a mui-
to applaudida comeda em dous actos, do Exm. Sr.
Mendes Leal Jnior.
4F1LH4IIA 1)0 BARIO.
Os artistas Jesuina e Lessa conscios de que o pu-
blico pernambucano nao protege s aos grandes
artistas, pediram ao emprezario esta recita para
seu beneficio, o qual desde j est sob a proteccao
de tao cavalheiroso publico.
Os brinetes estao desde j venda no escriptorio
do tlieatro.
Comccara s 8 horas.
"IyisoTmabitimos.
(OUIMVIIIi
DAS
MESSAGERIES IMPERIALES
Att' o da 14 do corrente espe-
rn-se da Europa o vapor francez
Natarre, commandante VedeL o
qual depois da demora do costu-
. me seguir para o Rio de Janei-
ro tocando na Bahia, para passajrcns etc., trata-se
na agencia ra do Trapiche n. 9.
C0MPANH1A BRASTJLEIBA
DE
Dos portos do sol esperado
at o da 14 do corrente um dos
vapores da companhia o qual de-
pois da demora do costume se-
guir para os portos do norte.
. j recebem-se passagerros e engn-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual derer
ser Morcada o diade w chegada: ncm-
mendss dinheiro a frete ate o dia da shida s 2
horas, tea ra a Grnr n. 1, escriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo C.
ATISeS MVEBSOS.
-A modicidad!' do precoda assit i-
lura dest*1 DIAK10 parece que devern
ser um i razao para a pontualidade do
respectivo pagamciro,escusando ssiui
a esta empreza o Iralialho arcrescido
da solii-itacan reilernda dislo alguns
dos subscriptores. No entretanto tem
ella este trablh, a que se seguem
igualmente despezas com os incumbi-
dos da recepeo, sem qu- se ligue im-
portancia taes esforcus para poHcr
bem servir e corresponder aos seus
compromissos. las esta empreza con-
t;i,(|iiesenHe.udendo m qne ahi oh
serva, cessar a imponiualidadede que
faz menco pele pagamento prompio
da assignatura, da parte d'aquelles que
o nao 11'uliam feilo.
Lotera extraord naria
Aos 10:060500 e 2:0005000.
O abaixo assignado vista do bom aeo-
Ihimento que tem tido o plano das loteras
extraordinarias e a pedido de quasi lodos os
i compradores de bilhetes, tem exposto
venda para ser extrahid por esse plano, no
dia 21 do corrente mez. os bilhetes da sex-
| ta parte da primeira lotera a beneficio da
igreja de S. Bom Jess da Va-Sacra, o qne
ter lugar no consistorio da igreja de N. S.
do Rosario da freguezia de Santo Antonio.
Os bithetes e meios acham-se venda na
respectiva thesouraria ra do Crespo n. 15
e as casas commissionadas na da Impera-
triz n. 44, loja do Sr. Pimentel; ra Direita
n. 3, botica do Sr. Chagas; ra eslreita do
Rosario n. 12, typographia-do Sr. Mira e ra
da Cadeia n. 45, loja do Sr. Porto.
Os premios de 10:0005000 at 28000
serao pagos tima hora depois da extraccao
e os outros no dia segointe depois da distri-
buico das listas.
Servtndo de thesoureiro.
Jos Rodrigues de Souza.
Fugio no da 8 do corrente, pela manhaa, um '
escravo de nome Gregorio, de idade de 12 13 an-
nos ponco mais ou menos, com os signaes seguin-
tes : cor preta, rosto redondo, nariz achatado, com
alguns pannos e urna cicatriz na testa do lado es-
querdo e um pequeo talho no roslo por baixo do
olho direito, levando vestido calca de algodao com
listras largas e camisa da mesma fazenda com lis-
tras muidas, e chapeo de palha : por isso roga-se
captura, e de o
PREMIOS.
de..........
de..........
de.........,
de 20.000 pesos fortes. ...
de 10,000 ditos......
5,000 ditos-. ......
2,000 ditos.......
1,000 ditos.......
500 ditosv......
1,000 ditos cada um para os 9
da dezena que obtiver o premio de
pesos....... .
ft de 400 ditos para- o's 9 ditos dita do de 1,000]
pesos............
2 approximacoes de 1,000 pesos cada urna para
os nmeros anteriores e posterior ao premiado
com 300.000 pesos.........
2. ditas de 700 pesos para os ditos do de 1.000 ps.
2 ditas de500 pesos-para os ditos do de 50,000 ps
Pesos frtes. Hoed portugnru.
t
i
l
2
10
15 de
30 de
100 de
2810 de
9 de
nmeros
300.000
s autoridades competentes a sua captiua, w <* n| *to 000 Ihotps
levar a ra da Senzal i Yelha n. 08, ou a ra do 000 prem OS em .50,000 Dlinetes.
trapiche n. 7, que se gratificara._____________ ,-------
300,000
100.000
50,000
40;000
10i'.000
75,000
60,000
100.000
1.408.000
9,000
3,6*0
2.000
1.400
1,000
2,250.000
ou rs. 270:0005000
90:0005000
45:000*000
36:0005000
90:000*000
67:500*000
54:000*000
99:000*000
1,267:200*000
8:100*000
3:240*000
1:800*000
1:260/000
9000000
2J5:000*800
O Rayo, continua-se a vender nos lugares ja
annunciados.____________________________
O Sr. Jos Francisco Pinto Guimaraes, cirur-
giao pela escola real de cirurga de Lisboa, trans-
lerio a sua residencia para a ra Nova, n. 60, pri-
meiro andar, onde pode ser consultado todos os
dias uteis, das 7 s 10 horas da manliS. acerca de
enfermidades denominadas cirnrgiras ou externas,
especialmente daquellas, em cujo tratamento mai-,
frequentemente intervem a medicina operatoria.
t'Aiupauhia da Beberibc.
Devendn reunir-se a assembla ge-
ral dos accionistas para deliberar so-
bre as cuntas do semestre lindo e a al-
t-iMcao que ronn cui fa/.er-si; nos noves
esiatatos relativamente a > fondo de
reserva, con ida-se aos mesms Sis.
arciMiistas a camp^recemn o dia 46
do corrente ao meio dia. Recite 9 de
novembro de 1863.
0 secreairo,
Padre A a ton o da Cnoha e Fi^neiif do.
if mw
O abaixo assgnado recommenda s autoridades
policiaes e aos capitaes de campo a captura de seu
escravo Jos, crioulo, fgido desde o dia 23 de se-
tembro do corrente anuo, levando calej de algodao
azul e camisa de chita ; o referido escravo tem os :
signaes seguintes : bailo, cara um tanto larga,:
pottca barba, falla muto mancinho, e representa
ter 30 annos de idade, ponco mais ou menos. O ;
referido escravo veio do engenho Mongibura da
comarca do Porto Calvo, e te'm mai e irmos no
engenho Muitas Cabras do termo de Barreiros;
consta ao abaixo assignado que alguem o tem
acontado, ou para usufruir os seos servicos, ou no
intuito de eompra-lo por menos do seu valor, mas
oaaaixo assignado protesta proceder na forma da
le contra quem o tiver acontado, ipialquer que se-
ja a sua individualidade moral ou physca.
Antonio Jos da Rocha.
Fugio no dia 8 do corrente da padaria das
Cinco-Pontas, defronte da cstaciio, n. 146, o preto
Antonio, crioulo, de Si annos. baixo, cheio do cor-
po, cara larga, nariz chato, olhos pequeos e ara-'
macados, pescoce curio, tendo dehaixo do queixoj
do lado direito nm caroco, parecendo urna fstula :
a
Bilhetes inteirosa
Meios bilhetes a
Presos em inoeda forte.
, 120*000 | Quintos de bilhetes a
. 60*000 Decimos a ,
|
245000
12*000
Jos Ignacio Febrera koriz,
COM LOJA DE CAMBIO E BILHETES DE LOTERIAi
\Qtmcatlo no enverno civil do Porto, em eonformidade do edttal
de A de j mili o de WHHO.
Satisfaz com promptido todas as ertcommendas que Ihe sejam feita^. mesmo em
grande quantidade e pelos precos cima indicados, vindo acompanhadas do- seu importe ;
e no fim da extraccao remette as listas dos premios. N. B. Sendo a eacommenda de
cinco bilhetes para cima, fz-se o abatimento de 5 por cento.
Para informacoes no escriptetto da ra da Cruz n. 19
c>
SEGUROS DE VIDA EM MUTUALIDADE.
A direccao do BANCO UNlAO tendo obtide de-governo de S. M. F. a autorisacao para estaiwle-
. orXte ?$^*ASX*& eer o seguro de vidas em munulidades, faz publico qtfe desdeja toma- subsenpeos annuaes por una
tirado, 8 a pema do mesmo lado urna cicatriz, le- s vez, debaixo das seguintes coodgsrda de ^^ ,ucros.
Dito capital smeste;
Dito lucros smente;
vou vestido camisa branca d'algodao, calca de edr,
paleoi velho de casemira de cor, chapeo de cou-
ro Rute preto foi d'oma senhora de engenho para
as partes de Goianna, t foi vendido nesta praca devendo a primeira liqwdacao ter lugar no 1 dejaneiro de 18o_9.
neto Sr leal Reis, de suppor que o preto tomas- As vantagens do emprego de capitaes em mutual.dade, sao- obvias, porque nao somente se co-
se nara as bandas do dito engenho : gratiica-se Ihe o joro de quantias diminutas, de que avulsas se nao poderia arar nenhura wsnltado; mas alern
irenerosamente a quem levar dito escravo, na raes- disso, este rendimento augmentado pelo capital ou lucros, ou aabas as cousas, eonforme as eondicoes
mesma pablara Cesar Menores. ; da subsenpeao, dos qne fallecem. Tambem partido pelos socios sobre vi ventes-todo aquith) ^--------------------------------------------' eios morosos nos seos pagamentos, sao por este motivo obligado* a pagar, bem como caducidades que
Casa partt aiUgar loooorrerem pela falla.de cunprimento do compremisso social.
Aluga-se urna h<*ia casa e nova em Santo Amaro, i As liquidares sao peio systema das companhias hespanhotas. Tutelar e ontras; e parase poder
na estrada de Olinda, confronte ao Sr. Antonio fazer unta idea do qne pode producir urna entrada annual de Mf, publica-se a segointe tabella basea-
Gomes de Gonva, prepria para ama pequea Ai-: da sobre- a experiencia de muitos annos de companhias desta natureza :
milia, tendo 3 quartos, 2 salas cozinha fra, quin-
tal grande : a tratar naiia casa.
F.m S ames En IdamesEalS aanosEm SO annes R annns
Por u menino de 1 dia a 1 anno llfif 408*
% de 1 anno a i 90J mi
> de 2 a 3 864 290*
i de > de S 4 l a 15 86* 2B04 2704
Por nina pessea de 15 i 20 86 270*
de 20 > a 30 > 86* 270*
de. : > a 40 86* a 50 90* 270*
? de 40 > 300*
*r
Woeiedadr le seguro* BMatuos
1 vid intaltAd;i pelo Kinco
l'nISo oa etdade do Porte.
Os agentes nesta idade e provincia Antoaio
Luiz de Oliveira Asevedo A; ,, escriptorio na rea
da Cruz do Recite n. 1, estao aulorisadoe desde ja
a tomar assigitaturas e pre*tar todos os esclarec-
mentos qne TorojB n^eessaTws, as pessoas que to-
sejaren! concorrer para tao til e baaeHca empre-
za, segurando um futuro lisongeiro aos associados.
Em resposta ao annoncio inserto no Diario de
Pamambuco de 9 do corronle declara-ee, que o
pret para pagamento das pracas de artilharia da
guarda nacional, que desaquartelaram no dia 22
de ouWbro, foi recebiflo no da 7 destemez, pou-1
eos momentos depois em qne tambera, o foi oda
guarda nacional, que ainda se acha aqOartelada,
sendo que logo n'esso mesmo da foi. paga grande
parte da* referidas pracas.
l'm guarda de artilharia.
Existe nesta subdelegacia dous quartaos.
sendo um rao, vetho, e eutro rodado, que foram i
anDreliendidos em Santo Amaro tt Jalioato:
miera se migar cora direito a eHes, dirija-se a este oomm.ssao enearregaaa aas
S que dando as pravas predsas Ihes Cee*, ewta na igreja do Livra
serC> eWKJtuos. aos s*5 compaoheiros e irmaos a
Subdelegacia do i." districto de Jaboatao 4 de
novea*rode 486;i.O subdelegado,
Antonia Francisco Paet de Mello Barrcto.
Alaga-se urna casa no pateo de S.Pedro Mar-
tyr emOlMa, proxinto aos hanlms. ntoito fresca
e boas ammedas : quem pretender, dira-se ao
capto Viraes, em Uimda, ou na EsacaUade, das %
oras ao meto dia. __________,_________
Precisa-se alugar urna escrava para casa da
pouca familia : na ra da Concordia n. 7.
900* 2:600* 4:700*
7o0* 1:700* 3:700*
720* 1:600* 3:5005
710* 1:560* 3:400*
700* 1:550* 3:3504
700* 710* 1:540* 3:330*
1.560* 3:400*
720* 1:6000 3:7005
7* 1:800* 5:000*
As entradas por urna s vez dau resultados muitosuperiores santutaes.
Porto, 10 de agosto de 1863.Os directores do Banco nilo, Jos da Suva MacbacF. M.
NiepOor.
Agentes cm Pernamhnco : Antn Lniz e OBrera Azeredo &C, roa da Cruz b. 1.
ta
Novena de Santa reettia. Preesa-se
A commissao encarregada das novenas de Sania ahijar um bom preto para carregar tima caixa
Ltvrameuto, convida com miudezas com oulra pessoa, paga-se bem, cas
panheiros e irmaos a lomarem parte sirva : na roa Nova a. 52. Na mesma precisa-se
as ditos novenas, o que ter lugar quinta-feini 12 deum preta para toda o servieo.______________
do corrente, setido o levanumento da bandera as __ p^oj^se de orna ama torra eu capirre que
6 horas da tarde, logo depois prioc.pur* a do- ^^ ^ limpm 0 ditrio de wttk chst & ra.
veoa-____________,______________________ pac y^rra do Crespo n. 21.
Precisa-se de urna ama de leite : no paleo do \
Carmo n. 15.
Armaiem para estabelerlnteato.
Aln-ra-se na na da Praia o arnuxem da Casa
n. 57, com fundos para o caes do Ramos : trato-
ama preta de idade para
urna pequea familia, e
__a 16* : a tratar no b-
taroeira de S. Frinitoajk
ise comprar um preto com adada
se no Campo Verde n. 20, sobrado do Sr. Miranda.: 30 a 40 annos : na ra Direita n. 17.






JL
DUrlo te PeriaabHM Terca felra 1 e *ovemfcr* de I H3.

Rebate-se
MUs-fiM caixas filiaes do Banco de Brasil.bilhe-
tes premiados >'^*tt^dfcin Sra- 'publico que veudeunos seus afortunados bilhetes
cnpcao no ^ma"; DS 1005,405 c 205 da lotcria que so acabou de ex-
IOTERIV.
CASA 1)4 FOIITIM
Ao IO.OOO#OOQ.
O abaixo assignado faz seiente ao respeitavel
secretaria dapol'f^-
JSO^fi IB8I9RB bbbB 8i9
CowpanliU adeudarte de
seguros martimo* e ter-
restres estabelecida no
Ro de Janeiro.
AGESTB BMPIPNAMBCCO
Antonio Luiz de Olivcira xzevedo k C,
competentemente auturis toria da companhia de seguros Fidelida-
de, tomam seguros de navios, mercado- j
rias e predios o sea escriptorio ra da |
Cruz n .1.
NOVO ESTABELECIMENTO DE MEDICINA HOHE0PATHIG1
RA NOVA M* 4.
los Srs. administradores da
inassa fallida do Mr. los
Antonio Basto.
Pede-se que gara guamo pretn-
delo f credoi'rs il'-sa inassa.
--Precisa-se fa'lar cora urgencia ao
>6r. Dr. Clemente Jos Ferrcira daCos
ta, a negoci to seu rtcresse: roa
da wadrcdei'eosi. i 6.___________
Precisa-se para casa de .familia alagar ama.
ama que saiba cozinhar, lavar e engommar : a sejiara Portugal,
tratar na rna do Caes 22 de novembro, n. 30, osea-
da junto ao bilhar dos arcos, segundo andar, en-
trada a esquerda.______________________
Precisa-se dc uin feitor ou de um preto que
entenda do service de sitio ; na Praca da Roa-
Vsta, n. 26, se dir quem precisa
0 Br. Sabino O. L. Knho mudou o seu CONSULTORIO para a loja de marmor*
lrainrem3KKSS; ra Nova n. 43, onde cotUhroa a dar consultas todos os dias uteis desde o meloda aU
e convida aos possuidores de ditos bilhetes a vi-
' rem receber seus respectivos premies sem discon-
to algum era seu estabelecimento Casa da Fortuna
ra do Crespo n. 23.
O mesmo tem exposto venda em sua dita casa
e as outras do costume, os noves e felizes bilhe-
tes garantidos da sexta parte da primeira lotera
a beneficio da irmandade do Senhor Bom Jess
da Via Sacra, que se extrahir a 21 do correntc
ptet, e as sortes que el les obtivorem serao pela
niesma forma pagas.
Precos.
Bilhetes inteiros..... 1?^9
Meios bilhetes. 65000
Para as pessoas que oomprarem
de 1005 para cima.
Bilhetes........ 1*^
Meios......... *b00
Manoel Marlins Ftuza.
O 6r. Francisco Jos da Costa Guimares
queira du*igir-se a travessa da Madre de Dos n.
H. que rauito se Ihe precisa fallar.____________
Domingos Garca Lins, subdito hespankol, re-
tira-se para o Rio de Janeiro, levando em sua com-
panhia o sou sohrinho Cypri.ino Villarinho.
Aluga-se um sitio na Capunga nova, com
casa grande, cocheira e estri baria : quem preten-
der, dirija-se ra do Mondego n. 16.__________
Antonio Cactano Pacheco, Portuguez, retira-
2 horas.
Os enfermos, que o procurarem logo aa invasio da molestia, sem que kajam to
mado qualquer remedio, era allopathico, nem homeopathico, pagarao metade dos preco:
estipulados. Esta concesslo tem por fim facilitar a cura de molestias, que podera tornar
se complicadas pelos emprego intempestivo da therapeutica e ao mesmo tempo adquirir
para a homeopathia maior numero de adeptos pela bateza da cura.
Em attenco as pessoas pobres, que nao podem sahir de dia, o Dr. Sabino resol-
ven dar duss consultas por semanas as tercas e sextas-feiras das seis as sete horas da
noite.
Os chamados para visites e conferencias devem ser dirjgidos por escripto ao con-
sultorio desde 8 horas do dia. at 8 da noite, na certeza de que serio attendidos na orden,
de sua precedencia, salva acircumstancia de eminente perigo.
ADVERTENCIA.
O novo consultorio est prvido dos melhores medicamentos, desde a primeira
at a trigsima dyaaminjsatao.
& como os mdicos hespanhes e allemes nao cessam de certificar a raajor efi-
cacia das ultissimas dynaminisacoes do tratamento das molestias chronicas, o Dr. Sabino se
oceupa agora de elevar os seus medicamentos s potencias mais altas (por ora at 200.a).
afina de verificar por si mesmo a forca dynamica, que se the attribue.
Os mdicos, que quizerem experimentar taes dynaminisacoes podero dirigir ao
consultorio suas receitas, que sero aviadas gratuitamente para os pobres.
No mesmo consultorio se vende a novissima edicao do Thesouro homeopathia
ou Vademcum do homeopata, obra indispensavel a dos que querem usar da homeo-
pathia.
Tudo o que-diz respeito nova medicina se acha abundantemente neste novo estabe-
aeciraento.
Alnga-se o primeiro andar do sobrado n. 33
,4a ra da Praia, acabado ha pouco : quem o pre i
i tender dirija-se ao segundo andar do mesmo, alu-
ga-se barato e tem commodo para familia.
BANCO CUTllO
ESTABELEC1DO NA CIDADE DO PORTO
Agentes em Pernambuco
Antonio i,uiz de Olivelra
Azevedo 4 C.
Sacam por todos os paquetes sobre o
mesmo banco prazo ou vista, sobre a
eaixa filial em Lisboa, e agencias era Fi-
gueira, Coimbra, Aveiro, Vizeu, Villa-
Real, Regoa, Vianna de Castello, Guima-,
raes, Barcellos, Lamego, Covilha, Braca,
Penafiel, Braganca, Amarante, Angla,
Una da Terceira, llha de Faias, liba da
Madeira, Villa do Conde, Valenca, Bastos,
Oliveira de Azemeis, Chaves e Fafe, a
oito dias vista ou ao prazo que se conven-
cional*, no seu escriptorio ra da Cruz
n. 1.
ALMAINAK
Estando a confeccio ar-se o a 'na nak
desta provimia, que contina scrim-
-^Aluga-se unu<*asa para grande amilia, com MQgff nesta typographi*, COHVda Se a'
sato, estribara, coebeira, casa para pretoseA- [ nPSSOas DUP Ir lie faZftlU DU tC
tor urna outra mais pequea no lugar de San-, UMld& as ptssuds uue ,, i
EJSIM HE PnKP4RAT0K Geographia e historia
Arithmetica e geometra
Franccz.
A' ra do Queimado n. 30, primeiro
andar, de 1 horaem diante.
medico pela uoi- s
ilii rarwultac Qfj) *
?ss-ssaai
PRESTEM TODA ATTENCO
PROTEJAM TODOS.
t'Anna de dentro
nancio Machado de
Na ra do Rangel
: MU ver e fallar.com Joo Ve- j pa|.;, qU t* 1114 llalli liVraria US.
ej^es^e na loja do Passeon. 7 Independencia, SPUS
ngel, loja n., W, hM fcl I .f.,, .,' nU
6e8
nonus
n .rapSSESEngToSho^K c qnalidade de cst^be-erimenlo, e aos
peasoa inensalmente 12$ pagos adiantados. ____ pcilllOPes UC CllgenllOS qUC Se dignem
--Prccisa-se deurn ama de leitc : rcmeller alm dos nomes deseusen-
na ra rstreita do Kosario n. 3i, ter- gentos, oda fregueziae comarca a que
cero andar.____________________' serlencercm.___________________
Machinas para desearocar al | Previne-sc ao respeiuvel publico que os es-
sodo. ravos Benedicto e Martinho, pertencentes ao Sr.
rt .i ,_. i r' tn^An ,-*..nh\An' coramendador Francisco Antonio Pereira da Silva,
Saunders rothere A C, tendo leiebido ainda (JS|So sujei[os penhorafeta requerimen-
peto ultimo navio machinas para descarocar to de Antonio Goncalves Pereira Lima, e conse-
algodo tanto para ser movida por mito 00- guintemente nao podem ser alienados em quanto
mo or animaes, convidaro aos senhores r|ue o mesmo Antonio Goncal ves nao se achar Integral-
mu pui nui ...j____ ,. .,l1- raenle pago e salisfeito do resto que lhe deve
tem relacoes com OS plantadores (le algodao a(|Ue||/cSamendador. Fago o presente annun-1
.jue as venham ver na praca do t,orpo banto c0 por tcr a0 informado pelo Sr. Dr. Jos Joa-
I ', quim de Souza, que o mesmo comraendador tinha
-'-----'----------------------------------:------------------- lhe mandado o escravo Martinho pa**a o mesmo
%rl,rl1 K "^ / \4^ "r- s"uza embarcar para o Rio de Janeiro tara ser
m^--"-"^ T vendido para pagamento do dilo Dr., deixando o
Aluga-sc um bom sitio no Manguinho, com has- djt0 rjr. e uein fazer por saber da penhora que i
Untes arvoredos de fructo, boa casa de vivenda, exista sobre os escravos Benedicto e Martinho.
i-asa fra com quartos para pretos, estribara, ca- Antonia Goncalves Pereira Lima.
cimba eom ^J,I." "fft* Offerece-se una ama para engommar e cozi-
nhos:quem o pretender, d.tija-se a ra Nov a,, ^ ^ de pouca farni|ia : na travessa do
lojade calcados n. 7.________________________Marisco n. 20. ______________
- Alagase o^rimeiroantor do sobraj^^^^^ Precisa-se ds um caixriro que tenhapratica
do Amonm n. : a tratar na ra da Cadea n. de nm depiIiil0 e quc M ,ador a'sua condu'ctai de
s3jaE3uqBj saiouiaui sop scJjoj se sepoi ap ojuea a oucid ued sBoisnK
I lopeAOO o sjooS c sojoo op stun sessra somapnoA
opBAoa o *sj oo b sc*n 'sajoa ap witnasD op sedeo
opuAOD o *sj O? B sesseo
setmoq ojmu sei;i|3
soui|d O 8P atuBuiejH
oqui( ap equuiaja
oquj| ap saginSsg
eaBjq spas op
SOpBAOO OS 8 SB1UBU1 *B||Od
SOpBpjoq
soaaBjq sopitS3A ap sajioo
fi"0S e soi.ud s.i].i|Jiuciv
biii3jb| Biun ap soBpoiv
sopeisoju soBpo3v
B3od b s^ r <$i
'9 'tfS 'ff? 8P soo|odEp>*K
somis
sofiaq oiinu sbb| ap saiiog
sBpBpioq SB|BS
OBpjq sbbs
sanbaBquiaiiBS
SBjaJtl SBdBQ
bu
BVI Op WUBd Op SBUipdBIIO
oso oiuiui op so.}dBq:)
sepas
'BqnBUioiiv o
essms 'suBd 'bjjoib|8ui op Bjnjiajip rao sepui.v SBpnazsj op ojnoraiiios opcuea a o||oq uin
oejBJiuono *sox3 -a^ iqB 'ojuauipaioqBtso o||oq ossa b sBJoquas SBiuxa uiBtajoJd
-smij sazaouBJj sao|odBpBp,-Ba 'opuoiq op sopiisoA sodih
soepo3|%' 1 soi|n|| sv.\yi
Ama de leie.
Precisa-se de urna ama que tenha bom leite,
prefere-se escrava : na ra da Senzala, Velha n.
22, segundo andar.___________________________
Na ra da Uniao n. 30 precisase de urna ama
que tenha bastante leitc c seja linipa e sadia, nao
tendo fllho, forra ou captiva *. quem estiver nestas
circumstancias dirija-se mencionada casa.
Joao Viera, subdito Portuguez, retira-se para
o Rio de Janeiro.____________________________
Aula particular.
O padre Flix Brrelo le Vasconcelos, na ra
do Imperador n. 33, segundo andar, contina a ter
abortas, durante as ferias, as suas aulas de latim,
e francez, tambera d explicacoes de philosophia e
rhetorica em sua casa, e por casas de familia li-
cocs de grammalica portugueza, latina e franceza,
e de arilhmelca : quem do prustuuo do annun-
ciante quizer utilisar-se, procure-o na sobredla
casa.______________________________________
EXTIMGUEJtl-SE
AS FORMIGAS.
Com o emprego das velas mixtas compostas de
ingredientes taes que, estes daninhos insectos aspi-
rando urna s vez a fumara deste lethal mixto,
morrera inevilavelmentc o que nao acontece com
as velas mixtas communs, as quaes longe de mata
rem pela fumaca, obram pelo excessivo calor, o
que as torna crissimas, attento exigir duzias para
o elleito de urna s, das do systenia do fallecido
pyrothechinico Rufino. Para amostras c encomraen-
das no oitao da secretaria dc polica, armazem da
bola amarella.
mmiAS3W09 asor
a
62, segundo andar.
idade de 12 U annos : na ra Imperial n. 179.
Precisa-so de um caixeiro de idade de 12 a
14 annos : na padaria do Campo Verde, ra do So-
cego n. 48. ^^________.
Precisa-se de una escrava para o servico de
duas Mineras francezas : na ra dc Apollo n. 19,
primeiro andar.__________________________
Os sitios de Manoel Cordeiro Viera, face
da estrada do Arraial na freguezia do Poco da Pa-
nella, c que forain penhorados, pagam por arren-i Jos Feliciano Xazarcth vende assucar de com-
damenio aanual a quantia de 40,5, e estao por pa- missao tirando i porcento, sera adiantar dinheiro :
garem de.-de o Io de junho de 852._________ quem quizer o pode procura-lo na ra da Praia,
Aos ttrs. de engenho.
Aluga-se um sitio de coqueiros no Rio Doce,
sem casa : quera o pretender, dirija-se i ra dos
Pires n. 23.________________________________
Precisa-ee de urna escrava para o servico de
urna casa estrangeira : na ra de Apollo n. 19, pri-
.raciro andar._______________________________
Jos Doarte Coutinho faz Miente aos seus de-
sodores, tanto da praca como do mato, que elle a
bein de sua saude precisa retirar-se da provincia
e queda o prase do 15 dias para que vonhain li-
quidar suas coalas, do contrario entrenar a seu
procurador para fazer effectiva a cobranca.
Jos Doarte Coutinho faz ver a quem tem po-
nhores em seu poder, que os venham tirar no pra-
so do 8 dias, do contrario sero vendidos para seu
pagamento de principal e juros, po'S que tem de
n'tirar-se.
scjundo andar, n. 33.
*:mji**s sobre
assignado, agente
\ -n odsa.i3 op buj p. sepuazej ap oiuampaiaqosa 9iue|.iodun oy
oaoi MPaioad
soHiaoNvaisa a soMVDiawvNHad^
Francisco Ignacio Pinto mudou o- seu escrip-
torio de agencia de leiloes da ra da Cadeia n. 24
para o primeiro andar do sobrado da ra da Cruz
n. 38, onde poder ser encontrado das 9 horas da
raanba s 4 horas da tarde.
mm mww:*
'S Joao da Silva Ramos,
B versidade de Coimbra d consultas
jg5! sua casa na ra Nova n. 30, das 8 s 10
g horas da manha e das 4 s 6 da tarde e
C5 recebe igualmente convites para dentro
|S! ou fora da cidade com o fim de se en-
^ carregar de qualquer servico de sua pro-
^ fisso.
Os chamados deverao vir por escripto.
Carlos Leonidio do Reg Barros, morador no
povoado de Gameleira, visto o annuncio por ello
publicado no Diario de 28 de outubro prximo pas-
sado, declara que a ninguem areitou letras de
quantia alguma, a excepeo de urna da quantia de
23000 ao Sr. Hermillo Aureliano Chaves de Sou-
za; cuja lelra j est paga como se v do docu-
mento abaixo; equalquer outra queapparecacom
a sua firma falsa, e contra ella protesta, e previ-
ne ao respeitavcl publico.
Carlos Leonido do Reg Barros.
Pelo presente declaro, que dei em paga ao Sr.
Carlos Leonidio do.Rego Barros dous cavallos, sen-
do um rugo e o outro preto, por despezas que fize-
ramos mesmos cavallos era sua cocheira, receben-
do eu por volta urna letra que me aceitou o mesmo-
Sr. Carlos Leonidio, de cuja quantia me aeho pago
e satisfeito, e responsabliso-me pela entrega da di-
ta letra, que de presente nao est em meu poder,
lornando-se ella denenhum effeito por estar de seu
valor enibolcado. Estacao de Agua Preta 2 de no-
vembro de 1863.Hermillo Aureliano Chaves de
Souza.
9 ,
Contina a haver pao de senleio novo nos das
quartas e sabbados de cada semana, na padaria
em Santo Amaro ao p da fundicao, na ra da Im-
peratriz n. 22, e ra do Brum, confronte o chafa-
riz n. 47, ra das Cruzes, deposito n. 39, na Pas-
sagem, taberna da esquina do Sr. Bento, que vira
para o Remedio, eno armazem progresso, largo
da Penha n. 10._____________________________
Ainda est por alugar-se o segundo an-
dar do sobrado n. 44, em a ra da Auro-
ra : quem o quizer dirija-se esta mes-
ma ra casa n. 10.
Aluga-se a loja do sobrado n. 193 da ra Im-
perial, e o armazem n. 4 da ra de Apollo : na ra
da Aurora n. 3G.
Portugal.
O abaixo assignado, agente do banco
mercantil Portuense nesta cidade, saca ef-
feetivamente por todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
qualquer sornma, vista e a prazo, po-
dendo logo os saques a prazo serem des-
contados no mesmo banco, na razao de 4
porcentoaoanno aos portadores que as-
sim lhe cunvier : as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 31.
Joaquina da Silva Castro.
V ...
DE
J. VIGNES.
RA nO IVER1DOR
\. .,.,.
Os pianos desta amiga fabrica sao hojo assaz cenhecidos.para que seja necessano insistir sobre a S
' ide vantacens e garantas que offerecem aos compradores, qualidades estos incontesta- *g
tem definitivamente conquistado sobre todos os pie tem apparecido nesta praca ; pos-
ndo ti i teclado e machinismo que obedecem todas as vontades e caprichos das pianistas, sem
Aluga-se um segundo andar e sotiio, e um
terceiro andar c sotiio, ambos clles .em commodos
__Jos Duarte Coutinho, precisando de tratar para grande familia : a tratar com Jos H\ gino de |
de sua saude tem determinado dar sociedade a al- Miranda.___________________________________
guma.pessoa que se ache habilitada alomar conta Precisa.se aUlgar uma prcla de meia idadc
de seu estabelecunento de taberna na ra no .\ra- COzinhar e comprar liara uma pequea fami-;
gao n.*8, rauito proprio para um principiante gil m e e Q a, n-0 exceda a l^m) a |r:l. I
que ponha e disponha com acert : quem preten- tar no b|har ao da ordem tercera de g. Fran- 5
der, dirja-M mesma.____________________
1 sua superioridade
veis querelles
[ guindo, ul.
nunca falhar, por serem fabricados de proposito, e ter-se feto ltimamente melhoramentos importan-
tissimos para o clima deste paiz ; quanto s vozes sao melodiosas e flautadas, e por isto multo agrada-
veis aos ouvdos dos apreciadores. ,*.,,
Fazem-se conforme as cncommendas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Blondel, de Pars, socio
correspondente de J. Vignes, em cuja captol foram sempre premiados era todas as exposcoes.
No mesmo estobelecimento se acha sempre um explendido e variado sortimento de msicas dos
melhores compositores da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sendo tudo vendido
por precos muito razoaveis.
Aluga-se o primeiro andar da ra do Crespo
n. 23 ; a tratar na loja.________________________
Na rna do Queimado n. 1
deseja-se fallar aosSrs. Gabriel Germano de Aguiar
Montorroyos e Joaquim Ribeiro de Aguiar Mon-
tarroyos.
W{ fiigij. vfi'jfit ijllMI WbWb. W W,
O Dr. Cosme de S Pereira conti-
na a residir na ra da Cruz n. 53,
Io e 2o andar, onde pode ser procu-
rado para o exercicio de sua prois-
so medica, e com espetaHdade
sobre o seguinte
Io molestias
"i"
3o
Nana de Apollo, armazem n. 12, eumpram-
seou alupm-se dous pretos : (mera os tiver, pode
dirigr-.e ao mesmo armazem para tratar._______f
Rogare s pessoas que tem penhores na ra
Velha n. 8i, j vencidos, o favor d$ virem tirar
seus ebjeetos at o dia 12 do correte mez, que
desta data era diante serio vendidos para paga-
mento. ;
TINTURARA.
Tinge-se com perfeico para qualquer i
cor, e o mais barato possivel: na ra do
'Rangel n. 38, segun'Jo ailar. ________
Aluga-se urna casa para passar a festa as
barreiras do Caxang, junto a casa da plvora e;
estacao dos mnibus, tendo de commodos tres j
quartas, duas salas, e cozinha eom os seus neces-
arios, muito bella esra os pretendentes, por ser
lugar de mais liuerdade e ser sitio, reedificada de
novo e por preco barato : a tratar oo mesmo lugar
com o Sr. Lino Pereira da Fonceea, ou na ra da
Imporatric, loja da B6& F, n. 74.____________
Na ra da Praia n. 39 deseja-se fallar ao Sr.
Egas Sancho Ribeiro para negocio de seu intresse.
Precisa-se de um preto escravo : na rna no-
va de Santa Rita, refinacab n 53._______________
Precisa-se de um bom cozinheiro forro ou
captivo, e que d conhecimeoto de sua conducta :
na ra do Crespo, loja n. 21.________________
Offerece-se uma ama para engommar e ce-
zinharemeasa de pouca familia : na iravetfa do
Marisco n. 20.
cisco.
rrrc-----T'W (..-yr-^z:

-s-s=>: ;<
laboato.
Aluga-sc por preco commodo para passar a fes-
u, em Santo Amaro de Jaboato, una casa grande
com bons commodos para familia, om os fundos
para o mesmo rio Jaboalao, a qual tem um excel-
lente banho de sombra : quem esta pretender, di-
rija-se ao Recife, na ra do Brum n. 78, que acha-
ra com quem tratar.
Precisa-se de uma ama para cozinhar e com-
prar para casa de piuca familia : na rna da Con-
cordia n. .34, sobrado do armazem do soL________
Aluga-se uma ama para easa de pouea fami-
lia : quem pretender, dirija-se ra da Senzala
Velba n. 34, primeiro andar.
Arma cm para a Aluga-se o armazem n. 40 da ra do Apollo, com
,30 palmos de frente e 150 de fundo, eom a frente
para a ra do Apollo, e por preco commodo, pro-
prio para qualquer estabelecimento : trata-so com
Antonio Alves Barbosa, ra dos Guararapes nunie-
ro 88.______________________________________
Pedro Alfonso Rigueira, mudou sua encader-
naco para a ra das Larangeiras, ultima loja do
sobrado nertenecnte ao patrimonio da matriz de
Santo Antonio.________________________
Precisa-se de dons canoen*os,que sejam forros
ou captivos : a tratar na ra torga do Rosario n.
19, m padaria do Sr. Manoel Antonio de Jess.
RA DO IMPERADOR
N. 22.
Grande armazem de tintas.
Este armazem contm tudo quanto
{preciso para que a industria de pintura, de
qualuer genero que seja, desempenhe
seu lim, isto enibellezar. conservar e
reproduzir.
Montado era grande escala c supprido
directamente por grandes fabricas le Pa-
rs, Londres e Hamburgo, pode offerecer
productos de con Cianea, e satisfazer qual-
quer encommenda grosso trato e a re-
talho.
Os Sis. artistas pintores, e os donos de
obras podero escolher vontade, pois
que tudo estar vista, as difTcrentcs co-
res de que tiverem necessidade.
Ha tintas cm massa c em p impalpa-
vel, e como as obras a envernizar s se
|[' deve empregar tintas muidas, e nao me-
recendo conjiancaasquevem de fra para
coramercio, por reinas, e talrez falsifica-
das, neste armazem se as moer vis-
ta do consumidor, qne s assim ter tin-
tas frescas e verdadeiras.
Ha tambem ouro verdadeiro, verde em
p eemfolha, prata em folha, p debron-
zcar de varias cores, diamantes para cor-
tar vidros, burnidores, ncar superfina en-
carnada, amarella e verde, tinto vege-
taes, azul, roa, verde e amarella, inoffen-
sivas, nicas que-se devem empregar as
confeitarias, eolleceoes de pinceis para j
fingir madeira, com propriedade, e outros ~
de varias qualidades, vernizes, copal,
Kraixa, branco ou escuro para o interior
e exterior, para etiquetas e quadros, tin-
tas finas em tulios, em crayoes ou pastel,
tellas para quadros, calas de tintas finas
e papel para desenho.
Essencias aromticas verdadeiras, fras-
eos e vidros para vidraca de todos os l-
mannos, e umitas outros obyectos, cuja
utilidade e emprego s com a visto pode-
ro ser nw*trados._
Joao Pedro das Noves,
Gerente.
*
AURORA
N, 8
LARGO DA
mm$
BRILHANTE.
I, u
sm.uiuz.
Francisco Jos Fernandes Pires, dono do grande estabelecimento de mo- I
lhados denominado AURORA BRILHANTE, avisa ao respeitavel publico tanto j
da pra^a como de fra, e com especialidade aos seus freguezes, que o seu estabe- jj
lecimento acha-se prvido de novo sortimento de bons gneros tanto do paiz co- |
mo do estrangeiro e promette vender muito em conta tanto a retalho como em *i
grossa
Riscoutos ingle/es em latinhas
muito enfeitadas de varias
qualidades de I#61)0 a.... 2<>000
Latas com mar melada nova a li-
bra 720 e ............ 800
Ditas com ameixas......... 15'00
Ditas com ervilhas francezas. 800
Ditas com fructas em calda,
5(>0 e.............. 640
Ditas com figos de comadre a li-
bra 30 e............ 400
Caixas com passas novas de 8 li-
bras a 3f?000, a libra 480 560
Ditas com figos com 8 e 16 li-
bras a 25000, 2500 e... 4500
Chocolate portuguez e hespa-
nhol e francez a libra..... I #000
Queijos do reino do vapor a
640
560
garrafa a 560 e ...
Dito de Lisboa a U, 30500" e
4-5000, e a garrafa a 400,
480 e............
Genebra de laranja, o frasco a
900e................ 1*5000
Dita de Hollanda a 640 e...... 1400t)
Spermacete a libra a 640, 720 e 1(5000
Caixo de doce de goiaba, a
500,640e........... 800
Charutos finos, caixas e meias,
deSimas, regala, parisien-
ses, delicias, trovadores,
suspires, varetas, flor de
S. Flix, Traviata.guana-
bara e militas outras qua-
lidades, a 2,5800,35000.
35500, 450"0, 45500 e.
2/ e............. 2^240 Vinhos finos engarrafados
55000
Ditos de prato novos, a libra a
640 e...........
Ditos de manteiga muito fres-
caes a...............
Vinho do Porto muito fino, ca-
ada a 55600 e 75, e a
garrafa a 640, 800 e ....
Dito da Figueira de marcas supe-
riores, caada a 45 e 55, e a
Finalmente tudo que consta tendente a molhados encontrar sempre o res-
peitavel publico um grande sortimento de boa qnalidade e por precos commodos.
720
560
19000
em
caixa a 135, 1^5 e 205 e
a garrafa a 1/e....... 15500
Copos lapidados para agua e vi-
nho, a duzia a 65500 e 45000
Caf lavado e de Moca, a 280,
320 c 36' rs a libra, ea
arroba 85500, 95000 e.. 95500
Cha hison superior, a 25560,
25800, 35000 e........ 35200
de olhos;
de peito :
dos orgos geniti ]
urinarios.
Km seu escriptorio os doentes se- j
rao examinados na ordem de suas
entradas comeeandu o traballio pelos
doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias d s
6 as 10 da manlia, menos nos do- j
mingos.
Praticar toda e qualquer opera-
co que julgar conveniente para o'
prompto restabelecimento dos seus 1
doentes. '
iSliiM* O iBiiiM liEil
S Regulador de cscripturat-ao cominer-
cial por partidas d-biarias.
Organisado na cidade do Porto e conforme o c-
digo do coramercio que nos rege, obra bom des-
: cripta e resumida para chegar ao alcance de
! qualquer intelligencia,contendo alm disso 4 ta-
i bellas comparativas dos amigos pesos, para com
| os do novo systema mtrico decimal e vicc-versa
e do antigo systema de medidas, ella muito
1 precisa e necessaria c mui principalmente agora
que poucos se acham ao par das medidas que
[ actualmente se tem adoptado e por isso muito til
j aocommercio, pelas quaes explicacoes podem fa-
zer de prompto qualquer redcelo, e custa a in-
significante quantia de 13200 cada exemplar ra
da Cruz n. 18, escriptorio de Jos Joaquim Lima
Bairo.
Mills Letkam & C. mudaram-se da ra da Ca-
deia para a ra da Cruz n. 'M.
Aluga-se o sitio da senhora viuva Carvalho,
em S. Jos do Manguinho, com boa casa de sobra-
do, esteitada, quartos para criados, es.ribaria,
fructeiras, baixa de capim : no mesmo sitio se di-
r quem trato do aluguel.
Armazem para alugar.
Aluga-se o armazem n. 40 da ra de Apollo,
com maisde300 palmos de comprimento, todo co-
berto e proprio para qualquer estabelecimento por
ter cxcellente porto de embarque: trata-se na ra
dos Guararapes n. 78.________________________
A'tfnco
Na ra estreito do Rosario n. 19 trabalha-se com
toda a perfeico em bordados e flores de todas as
qualidades,apromptam-se ricas grinaldas e boquets
para casamentos e bailes, d-se tambem lices de
flores s familias que quizerem aprender.
Aluga-se urna casa com commodos para fa-
milia, a inargem do rio Capibaribe, na ilha do Re-
tiro, na Passagcm da Magdalena, por la0 : a en-
tenderse com Joaquim Antonio Pereira, na loja de
louca da ra larga do Rosario. ________
Aluga-se uma casa na ra do Gazomctro,
com 2 salas, quarto, cozinha fra, quintal murado:
a tratar no sobrado ao norte do mesmo Gazomctro,
a beira do rio, preco de 125.
3--RIA ESTRBITA DO ROSARIO-3
Francisco Pinto Ozorio contina a col-
locar dentes artificiaos tanto por meio de
molas como pela pressao do ar, nao re-
cebe paga alguma sera que as obras nao
fiquem a vontade de seus donos, tem pos
e oulras preparaces as mais acreditadas
para conservac da bocea.
Ao n. 29.
uta loja dos barateiros na ra do Queimado.
Velludo de cores fazenda muito boa o covado
.13000, baloes de panno :i200, ditos de arcos
33000, 45000 e 030OO, las de duas larguras
para vestido o covado 500 rs., chitas francezas o
covado 360 rs., melim branco para forro de
vestido o covado 120 rs., tarlatanas de todas as
cores a vara 720 rs.
Ao n. 29.
\ova loja dos liaraleiros na ra do Queimado.
Cassa lisa pelle de ovo a peca "5o00, cambraia
lisa muito fina a peca de l! varas 103, cam-
braieta peca de ti jardas 73000, cambraia adamas-
cada para cortinado a poca de 22 varas 103000,
recias finas para senhoras' a duzia 45000, chales
de la ponto redonda 325500-
Ao 11. 29.
Nova loja dos liaraleiros na ra do Queimado.
Ricos pretos de linho a vara 120, 160, 840, MO
rs., franjas de seda a vara 80 c 100 rs., gales
de seda de algodao e de laa para enfeites de vesti-
do a peca de 10 c l'J varas a 400. botdes de seda
de velludoe de fuslo duzias a 120.
Dft W. H M. G vAiH
Dentista americano
ifU'i do Imperad rn 63.
Offereec ao respeitavel publico dc Pernambuco-
os serviros de sua proflsso todas as operaces
da bocea e dentes serio executadas com o ultimo
e muito raelhorado principio de cirurgia dental.
CASA DE SALDE
Em Santo Amaro
Do Dr. Silva Ramos.
W
AO publico Aluga-se um sitio na Capunga com excellen .
Est aberta a subscripeo na praca da Indepen- e casa de morada, a qual se acha pintada e for- mero 4, loja.
dunria nTo e 8 nara a nnuresso de um neriodi- rada, tendo excellente agua potavel, cocheira e es- -
- Desappareceudo primeiro andar do sobrado co poltico, que ter por titSloo NaconaL J seu S^^^XTSSSt^SSS
defronte do becco Largo aonde mora ocabelleirei- programmaj foi manifestado nos Diarios de Per- ^"^JJlict'S^oS^frocto e SS d
ro francez, um relogio de ouro de v.dro patente nambuco do mez de setembro proxtmo passado. ^^.^^^^^^J^SbS
uisso; a caixa lavrada, e represento um monu- Subscreve-se a 35 por trimestre, pagos adiantodo. c
ment, o mostrador radiado : quem delle souber Logo que se obtenha sufficiente numero de assig-
notea avise ao abaixo assignado, qne ser reeom- nantes sahiro primeiro numero. O Nacional ser
pensado. Gustave HerbeltiL__________________ publicado era grando formato, duas vezes por se-
mana.
Aluga-se nm preto bom cozinheiro e para to-
do servico de casa : a tratar na ra do Crespo nu-
capir
Roberto 4 Filho.
Arrenda-se e sitio na Passagem, a direita do
do Dr. Firmo, e vendem-se lotes do mesmo para
edificar : na ra do Imperador n. 14.___________
Aiogi-el.
Aluga-se por festa ou por anno o sitio da Pitom-
PHECIS4-SE
de 3005 a juro, dndose por aluguel uma escrava
que ganha mensalmente 205, pelo tempo que se
convencionar : a tratar na ra do Mondego n. 5,
que dir o pretndeme, ou annuncie.
Aluga-se uma casa
tratar com J. I. de M.
Ainda est por alugar a sobrado de um andar Trapiche, O 34.
em Bebiribe ; a
Na travessa dos Expostos, sobrado n. 16, pri-
belra, no lugar da Casa Forte, com boa casa, com meiro andar, apromptam-se bandejas de bolinhos
nico estabelecimento desta natureza
que existe entre nos, montado do modo
que pode com todo o commodo e zelo tra-
tar qualquer doeute, que nella leja reeo-
Ibido.
O edificio c magestOM e conserva-se
cm perfeito estado de lirapeza e conve-
nientemente mobiliado.
Os doentes sao separados, segundo os
sexos, natureza das molestias e condicoes
sociaes.
Ha quartos fortificados para os aliena-
dos, e uma enfermara para as partu-
rientes.
O proprietario encarrega-se de qual-
quer operacao.
O estobelecimento franqueado qual-
quer pessoa que o queira visitar.
Primeira classe 35000 diarios.
Segunda dita.... 25o00
Terceira dito.... 25000
Para que qualquer doeute seja al i rece-
bido, basta que se mande o nome do doen-
te e da pessoa que o remette, com a de-
claraco da morada.
O proprietario aceito contratos annuaes
com qualquer que queira ter um ou mais
leitos sua disposicao.
Ainda est por alugar-se o sitio da rna de S.
Miguel dos A rogadas, junto a fabrica de sabio,
cvii boa casa, estribara e quartos para pretos,
nu;tos afvoredos de fructo e baixa de capim : a
tratarla mesraa ra, sitio de 2 portos de ferro de
Manoel j&s da Silva Grillo.
DEN1.
19
Frederico GautSerT
E PARS
m-19
irulVlio dentista,
faz todas as operaces de site arte, e col-
loca dentes artificiaes, tudo cWm superio-
ridade e perfeico, que as jwsstos enten-
didas lhe reconhecem. v
Tem agua e pos dentificio.
O bacharel Francisco Gomes Vellosa de Al-
buquerque Lins tem o seu escriptorio de advoca-
cianaruado Queimado n. 41, primeiro andar,
frente par a Praca do Pedr0 "
Na padaria da rna das Cinco Pontos n. 40
precisa** alugar um mnleque de 14 16 annos.
da rna de Aguas-Verdes n. 55, assim como a casa
p;------------------------:--------------------- terrea da na do Destino a 4, que so alugam por
" **"" l^OT^6 T*T "odiaos precos: na ra do Queimado n. 46, ou
a irmandade acadmica de S. S. do Bom Conseiho
manda celebrar nos domingos dias santificados
na igreja do convento de S. Praft-ijsco desta cida-
de, ter lugar d'ora em diante, ate" Jteriordelibe-
racao, Daqnelles mecros dias }p hdnn e meia
(Ja manhia,
precos
na do Hospicio n. 26.
Criado.
Quem precisar de um perita criado, appareca na
ra de S. FraneMco, sobrado n. 8. que e dir
quem 4
Precisa-se de uma escrava ou escravo para alu-
gar. para andar com fazendas na ra com outra
pessoa, paga-st) bern : a tratar na ra do Queima |
tkn, U. -*
muiros commodos, com cocheira, estribara e quar- para balese casomentos, muito em conta, com v
KegO, na ra ao tos para criado e feitor, cacimba com muito boa suas armacoes, e boquets de cravos e rosa? vfv* o servico interno e externo de casa : quem o
I agua de beber, tanque, etodo murado, com mnitas mesma casa tem para vender flores para festas 4b tiver, sendo de boa conducta, dirija-se mesma
arvores de fructo : a tratar na ra do Sebo n. 24. grejas, ditas finas para senhoras e meninas; ta*- padaria, que ah achara com quera tratar.
- Alnga-se uma casa para passar o verao, com bera lem ve,as ** carnauba muito beas de 6 e l
commodos para familia, confronte ao Caldeireiro, ,
margem do rio : a tratar na ra da Cadeia do i
Recife n. 29.
Tlujs Rud, subdito britannico, retira-se para
fadpunwip,
era libras .* quem quizer, dirija-se- dita casa, qu*
mais barato do que em outra qualquef
parte.
.Na botica do pateo do Garrao precisa-se de
quitanejras para vender fUs roas, alufadas.
COMPRAS.
Compra-se um carro dos d'alawlega ; na
praca da Boa-Vista, n. 26, se dir

MOTILAD




Diario de Peruaualmco Terca felra tO de ttovcmbro de 183.
__Si taberna do Sr. Campos, no ftm da ra
estraita do Rosario, ao vollar para o pateo do Car-
ino, compra-se um braco de balanca com os seus
pesos do 10 arrob
Compra-so um o*
do 12 14 annos de io
to, toja n. 4.
dous moloques ou pardos,
le : na roa do Livramen-
Comprase um esdravo de 35 a 40 annos, que
calenda do servico de s^tio : na ra do Queimado
n. 13, primeiro andar.
Compra-se para montara de um oficial de
cavallaria da guarda nacional os pertences de um
sellim, inclusive coldrcsA manta, cabezadas, etc.,
etc. : na praca da Independencia, loja ns. 37 e 39.
Compra-se effeetivajnente ouro e prata em
obras velbas: na praca da Independencia n. 22 lo-
ade bilhetes.
Compram-se duas negras perfeitas cozinhei-
ras e engommadeiras: na ra de Apollo n. 84,
segundo andar.
Compra-se cobre e lalo velho
na roa da Cadcia do Hecife 11. 36, pri-
meiro audar.
YENDAS.
NOVA LIQUIMCO
de fazendas inglezas, francezas, allemas e suissas,
que se pretendcm liquidar antes da Testa do na-
tal, por procos baratissimos, allm de apurar di-
nheiro, sendo a maior parte destas fazendas in-
teiramente novas, rllegadas pelos ltimos vapo-
res ; de todas se dao amostras, deixando penhor :
na loja e armazem do pavo, ra da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
As laiiulias do pa o.
Vendem-se as modernissimas laazinhas com 9
palmos de largura, sendo lisas e de quadrinhos,
proprias para vestidos, capas soutan baques pelo
barato pre?o de 15200 o covado, ditas com 4 pal-
mos, lisas e de quadrinhos a 500 rs., ditas (carbal
45--RUA DIREITA-45
Eia, rapasiada, corageml parece queja
entregastes os vossos joanetes aos duros sei-
xos do pessimo calcamento da nossa cidade I
So se observa em vossos ps botinas acalca-
nhadas e gastas at ultima sola; sapates
rasgados e quasi sem saltos nem tauto I
a quebradeira no deve chegar at este pon-
to f Vinde ra Direita muir-vos de excel-
lazinhas transparentes com palmas de seda a 500
rs., ditas matisadas a 320 rs. o covado: s na loja
do pavo, ra da Imperatriz n. 60.
A 900$000
se vendem as oulras casinhas novas da ra da So-
ledade, cuja renda c de 245 mensaes ; sao em ter-
reno proprio, bom edificadas e do lado da sombra:
trata-se na ra dos Prazeres da Boa-Vista com
Jos Carneiro da Cunha.
Vende-se urna commenda de Christo e cruz
pendente : na ruado Imperador n. 16, a entender-
se com o agente de leiles. '
Vende-se a casa terrea da ra do Jasmim n.
9 : a tratar na ra dos Pires n. 64.
\sv. senhora da Conccico
Contina a estar venda na ra do Imperador
n. 15 a novena de N. S. da Conccico, conforme
usam os reverendos carmelitas da Reforma do Rc-
cife, e tudo o mais conforme os annuncios fetos
por este Diario.
Vende-se um sitio perto da praca no lugar
da Capunga Velha, com casa de pedra" e cal para
familia, por menos do seu valor, tanque para ba-
ndo, dito para lavar roupa, rio, viveiro, e muitas
arvores de fructo : quem pretender, dirja-se
Capunga Velha, junto ao sitio do Sr. Feliciano Jos
(ornes para tratar.
Vende-se urna casa terrea no bairro da Boa-
Vista, ra da Mangueira n. 18, com 2 salas, 4 quar-
tos, cozinlia fra, quintal murado e cacimba :
quem pretender, dirija-se Capunga Velha, junto
ao sitio do Sr. Feliciano Jos Gomes, para tratar.
Vinlio de Lisboa a 2:>.'0O s caada,
garrafa a 320 rs., de Porto fino a 700 rs., duzia
800 rs., canna a 800 rs. a caada, garrafa a 120
rs., pmenta do reino e hervadoce a 240 a libra,
cominho a 400 rs., espermacete a 360, cha muilo
bom a 2>400, caf a 260 rs., arroz a 80 rs., touci-
nho a 360, manteiga ingleza a 800 rs., franceza
a 560, lalas de sardinhas a 340, sag a 280, azeite
doce a 600 rs. a garrafa, vinagre a 200 rs., o oti-
tros muitos gneros todos baratos para liquidar :
na ra larga do Rosario n. 35, debaixo do sobrado
de um andar junio a esquina.
i'enda de urna hypotheca.
Os liquidalarios da massa fallida de
Jos Antonio Basto vendem a hypothe-
lente calcado com 40 e at 60 por cento
dinas a 400 rs., ditas enfeitadas de quadrinhos a menos do seu valor____attendei:
360 ts] treges maisados milito finos a 500 rs^, Borzeguins, Nantes, bezerro e va-
queta 2 e meia solas .... 8)5500
Borzeguins, Nantes, bezerro, va-
queta e lustre 2 solas. 8*9000
Os cortes de cambraia que vende o pavao. Borzeguins, francez e hamburguez,
Vendem-se cortes de cambraia branca com ba- hP7(,1Tn isrp p rniirn 1p nnr-
bados a 2*500, ditos a 35000. ditos a 45000, ditos "' 1USlre e COUr0 de P0r
chinezesa45000, pecas de cambraia transparentes co_/ e........
adasmacadas proprias para vestidos, tendo 8 varas Sapates, Nantes, bezerro e vaque-
e meia a 35000, ditas lisas brancas e de cores a ta 2 e meia solas. .' 5OO
25500,35,35500, 45e55, pecas de cambraiadeca- canatp. NantP* vamiPta lnstrP a
rocinhos tendo 8 varas e meia cada urna, sendo bran-, ^J**' INaanteS' quPta> lustre 6
cas e de cores a 35500, ditas a 25500, pecas de bezerro 2 solas......oflOl
6#0O0
80
1)9100
iOO
80
40
80
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os chales do pavo de Mocambique a 1:000.
Sapatos de lustre para senhora.
dem de lustre s avessas .
PARA TODAS 48 MOLESTIAS M
isiiffi o n i s mm.
cambraia para cortinados, sendo Upadas e trans- SapatSes, Nantes, SOlae vira. .
prenles com 20 varas cada peca a 95000, isto tu- ptos para menina, com laco. .
do para apurar dinheiro : najoja do pavao, ra da Dfc)S de ^^ de ^^ (
Sapatos para senhora e homem,
tapete.........
Vendem-se os mais modernos chales de Mocan-! Sapatos de borracha para senhora.
bique, sendo de urna s cor, com barra e muito mpninas
grandes, pelo baratissimo proco de 45000, afilan-
cando-se serem os mais modernos do mercado, di-
tos de merino estampados a 25000, ditos a 35000,
ditos muilo linos de orepen com 4 pontas e poma
redonda a 65000, 75000, 85000 e 95000 : s na
loja do pavao, ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
0 pavo vende casemiras a 1:600.
Vendem-se casemiras francezas enfestadas, pro-
prias para calcas, Mitotes, palitos e capas para se-
nhoras, por ser-de urna s cor, sendo fazenda que
sempre se venden a 35000, liquida-se a 15600 o
covado : s na loja do pavao.
0 pavo vende chapeos de sol para senhoras a
1:000.
Vendem-se chaos de sol, a ingleza, sendo co-
bertos do linho e forrados de verde, proprios para
senhoras que forcm passar a festa, ou para meninas
levarem para a escola pelo barato preco de 15000,
ditos marquerinhos de seda com franjas e cabo de
dobrar a 25500, ditos de seda para homens, sendo
com armaco de baleia a 65000 e 75000, isto para
apurar dinheiro : s na loja do pavo, ra da Im-
peratriz n. 60.
0 pavo vende cachemiras da Eseossia, corte
2:240, covado 610 rs.
Vendem-se corles de cachemiras da Eseossia,
para calcas, pelo barato prego de 25240, tendo da
mesma fazenda para vender em covado a 640 rs.,
sendo esta fazenda muilo encorpada, a imitacao de
casemira, e garante-se que nao desbola. Tambem
se vendem cortes de casemira ingleza, de cores es-
curas para calca pelo barato preco de 15800 cada
corte, ou a 500 rs. o covado : s na loja do pavao,
ra da Imperatriz n. 60.
44O0Q
35500
20800
800
i1400
10000
10000
500
AS
SEjml segundo.
QUINQUILHAKIAS.
Ra do Queimado, ns. 49 e 55, tojas de
Jos Bigodinbo, queiram ver ver as fazendas
que abaixo annuncio, pois todas eu garanto
que sao muito novas e baratissimas.
Pecas de trancas de aigod5o de to-
das as cores a.......
Duzias de linhas com 200 jardas, A-
lexandre, a..... .
Carritel de qualquer numero ,
Varas de aspas para bal3o ,
Caixas com superior obreias a .
Ditas de colla.......
1 libra de la sortida.....40000
1 libra de la muito superior em co-
res e qualidade......70000
Pares de boloes de punho a 120
Pares de sapatos de tranca .10280
Ditos muito superiores, a 10600
Caixas e pacotes de papel amisade de
cores a. ...,'... 600
Duzia de meias muito linas para se-
nhora a........30500
Duzia de ditas cruas para homem a 2400
Baralhos muilo finos para voltarete a 300
Carriteis de linha com 100 jardas a
Carlees de linha branca e de cores a
Novellos de linha com 400 jardas a
Ditos muito grandes com 800 jar-
das a .......
Caribes de linha com 200 jardas (est
se aeabando a......
Vara de fila preta com colxetes para
vestido, e lera um resto parda a
30
20
60
120
60!
100
38RA DO IMPERADOR38
b
Agua natural de Condllae,
muito recommendada as afeccoes do tobo gastrointestinal, nos dosrins, e bexica ominara, pelas
suas propriedades alcalinas, e o acido rarbonico que naturalmente contm em suspens'to, de preco
mais commodo que a agua de Vichy, e de propriedades talvez superiores pela grande quantrdade de
acido carbnico. Injusto llrou, agua d t Ckeeleu, cupahiba de Mege, iujecco Fugas de tanntu,
de zimo, muito recommendada as gonorrhea*. /y noy francez verdadeuo ; na mesma casa tem
algumas caixas de instrumentos cirurgicos para operarnos de Matieu e Charriere.
*91UTA DO QUEMADO9
Custodio, Ca> valho & C.
Superiores cambraias organdys as mais finas que tem vindo a esta cidade e pelo in-
significante preco de :100 rs. cada um covado ou 500 rs. a vara, vende-se por este baixo
prego era virtud'e da grande quantidade que compramos.
Vendem mais.
Fino fil de linho para vestido a 500 rs. a vara.
Baldes de arcos e madapolo a 35200.
Entremeios bordados fazenda fina peca por 15300.
Finas tiras bordadas urna peca 25400.
Vestuarios.
Completos para meninos e pelo preco do 35500.
Cortes
de casemira de cores pelo barato preco de 25500.
Superiores laazinhas modernas para vestido a 440 rs. o covado.
Chales.
Chales de merino de 25500 85 cada um.
Guardanapos para mesa duzia 25.
I.ences de paDno de linho lino a 25-
Cobertas de chita indiana a 25-
W^A,
SEJti si:i.i \ no.
Objectos de tintara e mnslea.
Na ra do Queimado, ns. 49 e 55, est
0 GALLO CANTA
J sabido que, quandochega o vapor da Eu-
ropa, o gallo canta annunciando aos seus nnmero-
sosfreguezes as galanteras de maisgosto e da ul-
tima moda que por elle recebe, como sejam :
Camsinlias para senhoras.
Riquissimas camisinbas com mauguitos e gra-
queimando tudo pelos precos abaixo deca-: Seio'. ^ara senhoras: s noVig 'n,e'ruad0
0 pavo vende os vestidos brancos bordados.
Ycndem-se os mais ricos vestidos de cambraia
brancos, bordados croch, sendo os mais moder-
en qUC tC 111 IIOS CngCnllOS liattO ul'i'SSO nosque tem viudo ao mercado, tendo as saias 4
e Cajabuss no termo le Serinliacm no i?2linoi!,J",leni:se Pf1?8^'?'?,-pr^fiei^f'
i j -ti oof*ni l-'5e 1G5000 : so na loja do pavao, ra da Impe-
valor de M :83o$911 rs.; a tralar as ratnz n. oo, de Gnu & silva.
casas a ra do Irapichcn. 34._______ 4>g pechincnas do pav0 antes qne Se acaten.
_ .7..I .-. Ricos cortes de cambraia branca com babados e '
fi\ IPllHlEF IkMf^ /A 'Ti duas saias bordadas croch, lendo bstanle fa-;
/ V |C*^ I J \l| /*\ \ \.ij zenda para vestido, pelo baratissimo precode 35000
1 cada um, ditos de cambraia de seda com barra e
de vestidos
sto a 35500,
_ babadinhos a 25,
geilS bem fcitlS e lodo ObjeclO pei'ten- enfeites para caneca, sendo Garibaldi e turca a
ceulc mesmo : no palco do Paraizo 1 m camizinhas
n
SI Si ^rX)
Vemle-se Ulll presepe de -i pa'mosde babados 'a 25500, para acabar, cortea
cnmni-impntn fmln m-nmnlA oam ini'i Maria I'ia, sendo fazenda de bonito gosl
(ompiimcnio tono piompio com una- cortes de ,.amuraia brailC0S Com babadi
ludo obj
no pateo
3, obarateiro.
oogtooo
bordadas para senhoras a 15000, manguitos de va-
rios modelos a 400, 500 e OiO rs., caldudas para
! meninas a 500 e 640 rs., gollinlias bordadas a 320
500 rs., sedas de quadrinhos a lO, ditas de listas
a 400 rs. o covado, fustao para vestidos e roupinhas
de meninos a 320 rs. o covado, alpakim ou gqrsu-
riio de linho a 2G0 rs., ganguelin de urna s cor a
320 rs. o covado, toalhas do linho adamascadas,
para rosto a 15000, vestuarios para meninos e me-
ninas a 15600 c 25000, tiras bordadas e entremeios
mais barato que em oulra qualquer parte, tudo islo
pechincba e vende-se para liquidar : na rua da
Imperatriz n. 60, loja e armazem do pavao, de Ga-
ma & Silva.
Punas Vegetas Assuearadas
De Kemp
i
Compostas dos dois novos resinoides chama-
dos PonopiiiLiNA e Leptanorina, e inteira-
mente livres de Mercurio ou outros venenos
niineracs ou metallicos, sao de grande utili-
dade nos paizes clidos em cazos de
DISPEPSIA, EKCHAQUECA,
Con.-tipacao ou Prizo do Ventre,
PADECMENTOS DO FIGADO,
Affec^oes Biliosas,
HEMOREHOffiAS, COUCA,
Ictericia,
FEBRE GASTRO-HEPATICA,
E oulras fiiffrmidadrs anlogas.
ll:_s o rpidamente substituindo os ant",gos
purgantes drsticos.
venda as boticas de Caors & Barboza,
rados, e prestem toda a atlenc5o para ver
o que bom e barato.
Duzia de facas e garfos muito 0nos a 2#50Q
Dita dita dita de cabo preto muito
finas a.........
Dita dita dita de balanco, melhor,a
Tesouras para costura, muito fi-
nas a .........
Ditas ditas para unhas, muito finas a
Cartas de alfinetes de ferro a .
Ditas ditos de lalao muito fios a .
Ditas de dito grandes.....
Caixas de phophoros de pao .
Grosa de ditos do gaz a .
Duzia de dito dito a .
Massos de palitos para dentes a .
Abotoaduras para coletes a .
Escovas para roupa,muito finas a 400,
50Oe.........
3,5200
541500
400
400
80
40
120
10
20200
200
160
160
800
I&IWlIL
SEJH SEGUNDO.
PECHINCHA.
Perfumara de superior qualidade.
0 rival sem secundo, rua do Queimado,
ns. 49 e 5o, est disposto a vender mais ba-
rato que nunca vendeu, para o que queiram
ver:
Duzia de saboneles Gnos a 720
Sabonete inglez, o melhor, a 160
Frascos com agua de Colonia muito
fina a......., 400
Ditos de dita grande a 500
(rosdenaples a 1 :.'i 10, na loja do pavao.
Fazenda a 15500, 15600, 15(K) e 25000 : s na
loja do pavao, rua da Imperatriz n. 60.
l'S.
Vende-se urna rarroca com um cavallo, tudo
bom : na rua do Rangel, n. 9.
Vende-se um boi muilo bom : quem o pre-
tender, dirija-se Capunga no sitio do Sr. capitao
Albuqucrque.
Vende-se una casa terrea de chaos proprios
que tem salas de frente e de detraz, 2 quartos, co-
zinha fra, quintal o cacimb, de porta e janella :
quem a qnizer comprar, dirij-se i rua de S. Fran-
cisco, sobrado n. 8, que se dir quem vende.
Vende-se um bom cavallo para cabriolet sem
defeito algum : a tratar com Jos Pedro das .No-
ves, rua do Imperador n. 22.
Vende-se urna ba anca grande com pesos,
propria para padaria, relinacao ou armazem de
carne : na rua larga do Rosario n. :-".
Vendem-se 150 caibros de superior qualidade,
j descascados : a tratar na rua da Cruz n. 32.
Folha de Flandres Charcoal de muito boa
qualidade; vende-se por atacado ou por caixas tindo-se que nao se torna ruca, e
avulso, a dinheiro vista : na rua do Pilar n. 143,
primeiro andar, para tratar, de manhaa at as 10
horas, de larde das 3 at as 6.
Esleirs para forro de sala.
Vendem-se linas estoiras da India para forro de
sala, mais barato que em outra qualquer parte :
na loja do Alvaro, rna do Crespo n. 20 B._______
Cofre inglez.
Vende-se por preco commodo um cofre inglez,
prova de fogo, e muito seguro, com pouco uso : na
rua Direita n. 81, padaria.
Vende-se
urna commenda para oflicial da Rosa : na rua do
Imperador n. 16, armazem, a entender-se com
Olympio leiloeiro.
VENDE W-NE
12 telhas grandes dezinco, el carrinhodc mao :
na rna do Mondego n. 5.
Vende-se I sof, oV'adei
los de amarello, tudo em bom
de folha de Flandres com
de Joao de Barros n. 3.
rua da Cruz, eJoo da C. Bravo C, rua Ditos de Lavande ambreado, orne-
il:> M'iilro .ln llano .1
da Madre de Dos.
noup.4
ya rua do Quemada n. 43, esquina que
nilt'i para a Congregago : Paletotsdc casemira a i. 6, 7,^8,12 eMjMio Ditos de banha, pequeo, muilofina
..........
llior, a
Ditos de macaca oleo muito bom a .
Ditosperola muilo superior a .
Ditos de oleo de babosa a 240, 320.
400 e.........
Ditos de banha branca a .
Dito de cheiro muilo bonitos a .'
ditos de panno preto e azul a 9, 10, 12, 16 e 185
ditos sobrecasacos de panno muito fino por 245 e
285, ditos de alpaca preta e de rordao a 1,5, 6 e
"5, calcas de casemiras de cores a 5, 6, 7 e 85000,
(lilas pretasa 65500, 8, 9 e 105, paletots de fustao
c ganga a 25, 25800, 3 e 45, calcas c cohetes de
0 pavao vende para lulo. todas as qualidades e por preco mito barato, len-
Vendc-se Bnissimo setim da China, fazenda sem ces de puro linho a preco de 25800 e 35, cober-
lustro, proprio para vestidos de senhora, para ca- tos de chita a 25240, collarnhos de linho puro a
pas e roupa para homem, tendo esta fazenda seis 600 rs. cada um, e outros muitos objectos que s
palmos de largura e sendo muito leve, vende-se vsta ; c para isso se pede a attenco dos fre-1
pelo baratissimo pceo de 25200 o covado, garan- guezes._________________________________
tindo-se que nao se torna ruga, e vende-se nica-
mente na rua da Imperatriz n. 60, loja do pavao.
A carnauba do pavo.
Vende-se cera de carnauba em saceos, por preco
muito em ronta, ou mais barato do que em ontra
qualquer parte : a tratar na rna da Imperatriz n. i
60, loja de Cama & Silva.
500
100
200
500
320
500
200
900
800
720
800
Cirigolinhas.
Riquissimas cirigolinhas ou gravatinhas, sendo
cousa de muitogosto, e a primeira vez que appa-
rece para as senhoras de bom gosto : s no Vigi-
lante rua do Crespo n. 7.
Pentes de concha.
Ha para chegar riquissimas guarnicoes de pen-
tes de lindo gosto, tanto para alar, como para mar-
rafas, por precos razoaves : s no Vigilante, rua
do Crespo n. 7.
Redes com lacinhos de fila.
Lindas redes prelas c de cores com um lindo la-
cinho de fita para conservar o cabello, pelo barato
prego de 15500; assim como os novos enfeites pa-
ra cabera a 35000, 45 e 55000 : s no Vigilante,
rua do Crespo n. 7.
Ligas.
Riquissimas ligas de seda de bonitas cores a
15500; assim como fita propria para o mesmo ef-
feito a 500 rs. a vara : s no Vigilante, rua do
Crespo n. 7.
cas de Jouvin.
Tambem chegou e chegan? por todos os vapores
grande sortlmento de lnvas de Jouvin, oude os fre-
guezes podem escolher: s no Vigilante, rua do
Crespo n. 37.
Entremeios e babadinhos.
Tambem chegou grande sorlimento de. entre-
meios e babadinhos, que se vendem pelo baratis-
sima preco de 15500 a pecinha : s no Vigilante,
rua do Crespo n. 7.
Firclas para cinto.
Tambem chegou grande sortimento de lindas fi-
vellas de ac e de melal com pedrinhase sem el-
las, pelo barato preco de 25 e 25500, dando-se a
fila para as mesms : s no Vigilante, rua do
Crespo n. 7.
0 GALLO CAMA.
J sabido que o gallo nao podia dei.ar de can-
tar, annunciando a seus
riquissimos pentes, que
ultimo vapor.
Fitas ecoiKimicas.
A loja do vigilante acaba de receber nma enenm
nienda de fitas especiaes para barras de vestidos,
cousa
Una da Se nza I la n 42.
Vende-se, em casa de S. P. JobfiSton C,
sellins e silhoes inglezes, candieirus e casti-
caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
chicotes para carros e montara, arreios para
carros de um e dous cavallos. e elogios de
ouro patente inglez.
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o cnradohi
Cassas muito bonitas e linas
us numerosos freguezes os! S< na I Ua do CrCSDO \ 7, loja dft ;
e acaba de receber por este m Jj|g Gmm ym^ -
Vende-se ou hypotheca-se por prrriso om
sitio com differentes qualidades d frucleiras, Loa
A 15500 a lata de verniz ou alcatrao do gaz,
rom mais de tres caadas e meia : no armazem
Ditos de opiata a 200 rs., e boa a
Ditos de banha japoneza a .
Ditos de banha transparente a .
Ditos de oleo filoconne a .
RIVAL
SEM SEGUNDO.
Objeeios diversos.
Rua do Queimado, ns 49 e 55, vende os
objectos abaixo declarados, pois para ac-1
assim como para debrum, cousa muito bonita, e 1 rasa ,|e vivenda, e urna grande baixa de c
precos baratissimos : na loja do vigilante, rua do Pome de choaou Cruz de Almas : a tratar ron
Joaquim Demetrio de Almeida Cvale anti Jnior,
na rua de S. (onralo n. 34.
Knnels. "f
Tambem acaba de receber os bonets de linho.
proprios para passar a festa, torna-se muito econo- ~~ >n mdZ( mn-Jf,a raa .,la Wre 00
mico por ser muilo leve, porlendo-se lavar eengnm- Di'OS. vonilc-st' por prego DUUS COHimodO
mar ; precos de 15500 cada um : na loja do vigi- do i|Ut' t'Ill outra qiia(|inv parte OS SeKOn-
lante, rua do Crespo 11.7.
Suspensorios.
Chegaram os superiores suspensorios de seda c
de linho. e que se vende por pre^s baratissimos :
na loja do vigilante, rua do Crespo n. 7.
\o arniazeiu de fazeudas bara-
tas de Mantos Coelho
RUA DO QUEIMADO N. 19 VENDE-SE O SE-
GOINTE :
Cobertas de chita da India
pelo barato preco de 250OO.
Lencos
bar; estes pregos nao sao para continuar, |de pannode linho a 25000.^
mas as nesessidades assim o permitte.
Pares de luvas dealgodo finas a
80
Sedas do pavao a 500 rs.
Vendem-se sedas de quadrinhos com pequeo
loque de mofo, pelo baratissimo preco de 500 rs. o
eovado, ditas em perfeito estado a" 800 rs., ditas,
rom listas, para acabar a 400 rs., gorguro de seda i
para vestidos e roupa de meninos a 15000 o rova- j
do : na loja do pavao, rua da Imperatriz n. 60, de!
Gama & Silva.
da bola amarella, no oitao da secretaria de po- Caivetes de aparar penas, de I fo-
lha a ,........
Ditos de2 ditasa......
Caixas de colxetes francezes a. .
Duzia de dito francez a .
Massos com grampos lisos e de cara-
XAROPE
deLABELONYE
l'hai'tiiaceulico da primeira casse
Km Paris.
Esle medicamento empregado ha mais de
Vendem-se dous bois e duas carroras,
0 organdy do pato a 300 rs.
Vende-se finissimo organdy matisado, branco,
para vestidos, pelo baratissimo preco de 500 rs. a .
vara ou 300 rs. o covado, cassas francezas finissi- 20 annos, com SUCCessos constantes, pelos
i mas a 240 e 280 rs. o covado, ditas com palmas melliores mdicos em todos OS paizes, COll-
leiras, 1 par de conso- grandes, fazenda inteiramente moderna a 440 rs. o ra as molestias do corarao, as hudropisias
m estado, e um bah covado : so,na loja do pavao, rua da Imperatriz n. e flS a//-m.-es ( pe<7o;acaha de rebeber
dura : na "* I um novo suffragio por nao ter por ora ap-
parecido ootro igual para curar infallivel-
0 pavo vende roupa frita barata.
em bom estado, os bois sao sem iguaes e por preco nhados^Krissirao preco deb^?diios em !n!e [0dai aS doenc^ locoracao organi-
commodo : a tratar na rua da Senzala Nova n. 9. debrum a 55000, calcas das^mesmas casemiras a as ou ^orgnicas, palpitacoes, hydropisias
Xova pechincha. 3-5500 e W1000- tl'tas'de cachemira de Eseossia a geraes ou parciaes. hydrolhorax, asthmas
Na loja do Arantes tem borzeguins de couro de 35000, ditas de ganga ebrim a 25000, palitots de chronicas, bronchites nervosas, e fluxos
lustro para homem a 55 o par. alpaca preta, saceos e sobrecasacos a 45o00 e 05, chronicos, aplionia (extineco da voz ), etc.
---------r------------------------------------------. ditos de panno pre o ino,saceos,a 75000, d tos so-: v ,, .
Parlaba de mandioca. brecasacos a 125000, ditos muit lineTa 165, 205 AsL Bielas medicas fallara calorosamente
Vende-se farinha de mandioca da melhor e e 255000, coletes pretos de casemira e de cores, sobre OS effeitos preciosos do Xarope de
mais nova que haneste mercado : no escriptorio camisas, ceroulas, e outros muitos artigos mais ba- i Labelonye, rnr^l^iQ^^'h^ ^''I'kJ3^0,^0 "os Corpo Santo n. 19, ou a bordo do palhabo e Via- 01a do pavao, rua da Imperatriz n. bO. Lni, m? rmnAk. a* iKn^ni;M
mao e brigue Mineroa, ancorados no caes do barao \ menlos os mais afamados e da therapeutica
do Livramento. 1 As chitas do pavo. universal, como o declaram os celebres me-
'igos com batatas 1 IA iw.^7' Vendem-se chitas francezas, escuras, a 280 rs., dicos francezes: Andral pai e filho, Bouil-
'defronte da lfande-a %#ar' ditas a 320 rs., ditasa 360rs.,ditas matisadas mui- iauj Cottereau, Desruelles, Fouquier, Le-
X^- i to tinas a 400 rs., ditas prelas largas e estrenas, Mar:(li:n p,snilPr Rocian hoi1s.
! ditas matisadas com floroes proprias paracobertas :, maire, Marjoiin. Fasquier, Oblan, hous-
na loja do pavo, rua da Imperatriz n. 60. seau, Delaberge, Parmantier, Puche, Ther-
(rim, Vidat (de Poiliers), etc., e outros fa-
0 pavo vende os cortinados. cu Itlicos dos mais celebres,
f endem-se ricos cortinados adamascados pro-1 Vende-se em garralinhas de vidro verde,
laproceaiDti empeora, ehega- pnos parajanellas. e camas para noivos, pelo ba-1,r7Pn.i0 Iim r0,..|n flin.in r-,r dp vinipia
da boje, e ll*lca nova, que ha no rato preco de 950OO o par : na rua da Imperatriz l m P l0' ,u.nS or. c
Lcnccs
de bramante de linho fino pelo barato preco de
35000.
Lencos de eassa
80 brancos, finos proprios para algibeira pelo barato
160 preco de 25000 e 25400 a duzia.
40 i Fil liso fino
360 P,!' baratissimo preco de 680 rs. a vara.
Madapoln lino
I?,w"* 6"i" w *"" "- I perasde madapolo largo superior pelo baratissi-
' moprero de 85000.
Ricas saias
de fustao a 55500.
Peras de brelanlia
de rolo com 10 varas propria para saia a 35200.
Peras do cambraia
adamascada para cortinado com 20 varas pelo ba-
rato preco de 105000.
Ilraniaiile de lillbo
*" fino com dez palmos de largura pelo barato preco
de 25300 a vara.
Duzia de dedaes de metal em caixi-
nha de vidro.......
Tinteiro de vidro com tinta superior
a..........
Ditos de barro que serve para tin-
teiro a........
Grosasdeboles de louca prateado a
Pecas de tranca lisa encarnada a ,
Varas de bicos e rendas, para aca-
bar a ........
Varas de labyrinto de 3 dedos de
largura a........
Ditas de pos para dentesa .
Pentes de tartaruga a 3(5000 e .
Resmas de papel de cores a .
320'
1
160
100
160,
60
100
100
30500
23000
' arrocas
Vendem-se gigos com
mazem do Annes
(HLIIB>"i(K
Vendem-se b 1., -om eal des-
mereado, na rna do Trapiche n. n- W. loJa lo pavo.
3, armazem de Manoel Telxei-
ra Basto.
0 pavo vende os retalhos.
Vendem-se por precos baratissimos,
retalhos de chitas, cassas e laazinhas :
pavo, rua da Imperatriz n. 60.
porco de
> na loja do
Toda attenco.
Vendem-se os pertences da fabrica de velas do
pateo do Terco n. 29, contendo caldeiroes de ferro, I Fustio do pavo.
formas para vellas, bancos, cortideiras para sebo, Vende-se fustao branco para vestido e roupa de
batanea, chapas e portes de forno, tudo em bom meninas a 500 rs. o covado, dito de palminhas a
estado ; assim como urna grade envernizada para 320 rs., tarlalana de palminhas a 320 rs., fil bran- Vllleneuve, 19.
guarnecer escriptorio, tudo em bom estado e por co liso, e tarlatena branca e de cores a 800 rs. a
diminuto preco, pois que os donos esto dispostos a vara : na rua da Imperatriz n 60 loja de Gama
acabar, em consequencia de nao continuarem com Silva,
o estebetecimento de vellas : a tratar por cima da
mesma fabrica, primeiro andar. | 0 pavio vende cortes de calca.
vendem-se cortes de calcas de casemira de co-
res a15400, ditos de cachemira da Eseossia a
clara, jaspeado, no qual sobresane o nome
Labelonye, o gargalo da garrafa traz urna
tira azul jaspeada, com a lirma de Labe-
; lomje, e a rolha cubera com urna capsula
de metal branco com a inscripto Sirop
de Digililale de Labelonye, pharmacien,
Paris.
Deposito geral: em Paris, rua Bourbon-
Lencos de cambraia
bordados.
Em Pernambuco.na casa de Caors Bar-
bosa na rua da Cruz n. 22.
* res a 15400, ditos de cachemira da Eseossia a os seguinleslivrosecclesiasticos: diccionario theo-
25240, ditos de ganga a 15600, ditos de brim de lgico, 3 volumen, os casos de consciencia de Be-
Vendem-se lencos de cambraia de linho borda- urna s cor a 5240, ditos de castor a 15280, ditos nedicto XIV, S vols, inslituices litrgicas, sermoes
Vendem-se tres carreteas novas para boi, muito
bem construidas, tanto de madeira como de ferra-
gem, e urna dita para cavallo, com algum uso,
tudo por prego commodo: a tratar na rua do Sebo de gosto inteiramente novo pelo baratissimo preco
Toalhas alcochoadas
para mo pelo baratissimo prero de 55000 a du-
zia.
Atoalhado de linho adamascarlo
proprio paratoalha de mesa a 25500 vara.
Algodo monstro
com 8 palmos de largura pelo baratissimo preco
de 15000 a vara.
Cortes de calca
de ganga amarella de lisia e de quadro fazenda su-
perior pelo baratissimo preco de 15200 o corte.
Lazinlia de qnadro
n. 54, taberna.
i.ivros de moral.
Exame de confessores.
Cuntate.
Larraga.
Obra do Monte.
Na rua do Imperador n. 15.
A1 $000 o cento.
Na taberna do Campos, na roa do Imperador n.
28, vende-se o cento de charutos suissos a 15000.
Cal de Usboa e potassa da
Rnssla.
Vende-se na rua da Cadeia do Recife n. 26, para
onde se mudou o amigo e acreditado deposito da
mesma rua n. 12, ambos os gneros sao novos e
legtimos, e se vendem a preco mais barato do que
oulra qualquer parte.________________________
Sapalinhos para meninos de um cinco
anuos.
Chegaram no ultimo navio francez os mais bel-
los sapalinhos abotinados, enfeitados de marro-
quim, lustre e cordavo a 5000 : na loja do Va-
por, da rna Nova n. 7.
Prelo e farinha
Continua-se a vender saceos grandes com farelo
.L?UI a para ar a I '** ca^mira Preu 4*00 e 55000, ditos de case- de varios autores, breviarios romanos, e muitos ou- de Lisboa, farinha do Santa Camarina, arn de
15500, so floera_vende por estes precos na rua mira fina de edr a 55500 : s na loja do pavo, [ tros livros importantes : na loja de encadernaco casca e milho : no armazem da aurora brante,
do Quaimado loja d beua flor n, bj. rua da Imperatria n, 60, de Gama & Silva, i *} livros jante a igreja da Congregacao. Ilarg^ da Santa Cita u 84.
de 480rs. o covado.
Pecas de cambraia de salpiros
fina com 81/2 varas pelo baratissimo preco de 45-
Pecas de cambraia de forro
pelo baratissimo preco de 25200.
Esleir da India
para forro de sala de 4. 5 e 6 palmos de lareura.
LOJA D0PREGIJIC4
NA
Rua do Queimado n. 2.
Vendem-se pecas de madapoln fino entestado
com 12 jardas por 55, cambraia preta a 500 rs. a
vara, meias de seda de peso para meninas de 1 a
10 annos a 25 o par, lindas e tinissimas cambraias
de cores a 360 rs. o covado, paletots de alpaca de
todos os tamanhos para meninos, ditos para ho-
mem a 35, 4 e 55, chitas francezas de bons pa-
dres e cores fixasa 320 e 360 o covado, ditas es-
trellas a 240 o covade, baldes de arcos a 35500 e
45, ganga de quadrinhos a 320 o covado, coberto-
res de algodo a 15200 cada um, lencos de cassa a
80 rs., 100,120,160 e 200 rs., e outsas muitas fa-
zendas que se vende por barato preco, e de tudo
se dar amostras: na rua do Queimado, loja do
Preguca n. 8.
tes genero8vindort do Aracaty,:
Conima nova.
Cera de carnauba.
Ditafm velas de differentes qualidad .-.
Pettes de cabra
Sola
Cal de Lisboa
a uiais nova do mercado : na rua do Vigario n.
10, prieirmo andar.
Cliegado pelo vapor: .
S para o vigilante, rita do Cres-
po n. S.
Al que chegaram as muito desojadas eascarn-
Ihas de todas as cores com urna linha <; vellodo
no centro, cousa muito elegante para enfeite, asslra
como de oulras qualidades, e pircos muilo rada-
veis : s no vigilante, rua do Crespo, n. 7.
Para dar de minio.
Chegaram as riquissimas bonecas de todos oa
lmannos, vesiidinhos ricamenti enfeitados, eafla
um emsua caixinha, propiamente para um defi-
rado mimo, por baratissimo preco : s M Vigilan-
te, rua do Crespo n. 7.
Para os senhores bacharois.
Chegou tempo a riquissima fita de chmatele
para cartas dos senhores barbareis, assim como
branca, lisa, propria para abrir letras, ou para
sintos : s no vigilante, rua do Crespo n. 7.
Peulea de marrafa.
Tambem chegaram os riquissimos pentes do
marrafa com pcdrinhas,os lindos pentes to rrgaco
para meninas, meias de seda c sapalinhos proprios
para baptisados, meias de seda para senhora, Ota!
de la para debrum, fita de linho, trancas de la,
de linho e de seda, luvas de seda e pellica, e fio de
Escocia e ramurca, alfinetes de cabrea chata, car-
teirinhas com todas as agulhas precisas para res-
tura, relas de madreperola esmaltadas de ac
para sintos, flores de todasas qualidades, caixinha*
com pastilhas de perfumara, abandona de la
para senhora, toueas e sapatinhos de la, pulseTrt-
nhas de borracha para segurar inanguintos, filas e
cordes de borracha, sabonetes redondos, ditos
chamados de familia, pomadas de todas as quali-
dades e dos fabricantes mais afamados, colrhetes
pratiados muito finos, retroz de todasas qualidades,
retroz em carretel e em novello, e do meada, de
todas as cores, escovas para dentes, ditas para rou-
pa, ditas para chapeo e ditas para unba, de todo
os precos, e outros mais objectos, que se tornara
enfadonho annunciar, e vista dos freguezes poo-
mette-se fazer todo o negocio: s no vigilante, rua
do Crespo n. 7.
Cha hysson
da India, da primeira qualidade; vende-se em eai-
xas de 60 libras cada caixa, por preco cominod? a
dinheiro : para tratar, na rua do Pilar n. 143, pTf-
mero andar, de manhaa at 10 horas, de tarde das
3 at s 6._________________________________
- Vende-se urna escrava de 28 a 30 annos, por
preco commodo, perfeita cozinhera e soffrivel en-
gommadeira, bastante ladina, muito propria para
casa de familia que precisa de urna boa escrava :
na rua Nova n. 20.
Vende-se urna parte do sobrado de dous an-
dares silo no largo do Amparo, em Olinda, no va-
lor de 953A, pela metade dessa quantia : trata-so
na praca da Independencia ns. 19 e 21.
VENfllt-SE
ama boa tina e nova, propria para deposite tfn
agua era jardim, ou para temar banhos, por bara
to preco : na Capun.ea Nova era casa do Amafal
Jnior.
Farinha de nandiora
em saceos grandes./e dV superior qualida-
de ; do armazem de1 Tasso Irmios, rua do
Amorim, n. 35.



Alarlo de Peraiabneo Trca tetra O de IVorembro de t 863.

A AGUIA BBAICA.
Recebeu por esse ultimo paquete:
Navas carteiras com as excellentes agulbas
inglezas.
Agulhas parisienses tambem de exeellen-
te qualidade.
Trancelins finos de borracha para en-
flar.
Botos prelos do velludo, maiores e me-
nores para vestido.
Transinhas brancas estreitinhas d'algodo,
para enfeites de vestido.
Escovas cabos demadeira, osso e raadre-
perola para limpar pentes.
Piucos para p de arroz.
As lindas liveilas com pedras para cintos.
Outras de fino dourado e esmaltadas.
Oulras de raadreperola.
Bonitos leques de madreperola com bou-
ajuet.
0;itros leques d'osso com bouquet.
Outros de plumas, cora cabos d'osso e
madreperola, e outros finalmente de snda-
lo o prelos.
Pentes de borracha, recortados, donrados
e com pedras para meninas e outros de tar-
taruga.
Meias de seda para baptisados.
Lindas touquinlias de fil de linho. cam-
braia esetim, mui bemenfeitadas para man-
cas.
A GUIA BRANCA.
Da roa do Queimado n. 8, receben.
Tnico oriental de Kemp.
Agua florida Marray Laaman.
Dita de flor de laranja Condray.
Dita de rosas-dito.
Bolsas para Tlagens.
Vcndcm-se na ra do Queimado, loja d'Aguia
Branca n. 8.
Voltas pretas
MARA PA.
A Agnia Branca recebeu as desejadas voltas
pretas. mui compndas o gradas.
GRANDE LIQUIDACO
HOIPA FEITA
NO
ABHAZSH
DE
Fazeadaa francezas e ing lozas todas de superior
qualidade : se vende inuito barato para lkpri-
dar coalas, na loja e armazem do Arara, na
da laperalriz n. 56 de Lonreaco Pereira fid-
maries.
irande peeklochaI.a de 9
palmos a l#980.
Vende-se laas transparentes de cores lisas
e quadros com 9 palmos de largura, pro-
prias para capas e vestidos para senhora a
10280 o covado ; I3azinhas muito finas de
quadrinhos a 280 e 320 rs. o covado ; di-
tas transparentes muito finas a 400 e 500
rs o covado ; gorguro de cordao, fazenda
fina e nova para vestidos por ser padro de
seda por 500 rs. o covado. S na Arara
Ligas m soda para senhora, e ditas para h| ^ de sortimento de Raziabas e
TrSSwU^S6^ ** muitas fazendas, que trouxe o ultimo
NovoTScsde cornalina e coral Unida-' vaPr vindo da EuroPa; rua da ,mPeralriz
n. 56, loja do Arara de Mendos Guimarfes.
vende rieos vestidos bordados braneos
JLETKEIRO VERDE.
Neste estabelecimento ba sempre um sortimento completo de roupa feita de
todas as qualidades, tambem se maida fazer por medida, vontade dos concur-
rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim como tambem tem um
grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras,
homens e meninos.
do com cruz de piala etc.
Bonitas pulseiras brancas de perolas fal-
sas, e outros de chapa de crystal o paco,
com listas douradas.
Tudona loja d'Aguia Branca, ruado Quei-
mado n. 8.
Labyriothos e bicos,
to baratos que o comprador admira.
Esses labyrinlhos e bicos se applicam a
diversas obras e lins, e sempre com provei-
t por suas forlidoes e duraco, hoje mais
dj que nunca, convem a todas as familias
compra-Ios para aproveilarem-se da occa-
sT3o em que elles sao vendidos to baratos
que na verdade o comprador admira, e bem
sa pode dizer que por taes precos nunca
DMis liavei. Os labyrinlhos sao de novos
e b mitos desenhos das larguras de quatro
d loa at mais de nm palmo (ou tres a dez
pollegadas) e os limitados precos sao de 1)5
a 3$ a pera de dez varas, variando estes em
relaco a "largura. A ser em varas liaver
mui pequeas differencas, os bicos porin
arinci piafo por mais estreilos at a raaior
largura dos labyrinlhos, e os precos sao
igualmente proporcionados. Isso pois, as-
sim simplesmente dito talvez pouca conside-
raco moreca, porm para desengaar e fa-
zer o comprador reconhecer a verdade ea-
preciar o extremo da barateza, necessario
que so dirijam com dinheiro; a rua do
Queimado loja d'Aguia Branca n. 8.
Cira\a econmica.
A agnia branca acaba de receber essa acredita-
da |ra econmica, cuja suporioridade est ge-
ralnenle reconhecida; essa boa graxa so torna
recommendada, tanto porque o calcado lustrado
com ella deixa perfoilamente lustroso ao monos
tres das sena necessidafie de novo unto, <.omo
ai isnw porque sua preparaeo 6 appropriada para
amanare conservar ocouro ; ella vem em caixi-
u!as e barritinhos, e acha-se venda na rua do
Qoeinado n. 8, loja d'aguia branca, aos rezumidos
procos de i^. MOe fiio rs.
Bcnte.* de concha.
Com as novas e diversas guarnigoes de
pontos que a Aguia Branca acaba de rece-
bar, vuio tambem urna pequea qualidade
de pontos de concha que com graca e acer-
a laoaente serrn) para o moderno atado dos
ealteitos Elles sao de bonitos e a>radaveis
moldes, edetauanhe pequenino como con-
vem para o lim que sao. E' esta a primei-
ra va: que d'elles aqui chegam. por isso
Ti'! a moda nnvissima. pelo que gnnha-
rfi'i a palma aquellas senhoras que primei-
ro se apreaentarem com elles, para o que
os mandarn comprar na loja d'Aguia Bran-
o.i, roa d Queimado, n. 8
Capelln, flores c I uvas enfeita-
!:* para noiras.
Pelo ultimo paquete a Aguia-hranca rece-
ben os arligos cima sempre necessarios s
noivas, os quaes, segundo suas recomtnen-
da.'.r, s, v Mam de muito gosto, e perfeita-
n; nte delicados.
As capelln sao de mui moderno e agra-
due! molde.de finas flores, e acabadas com
todo o esmero: as flores solas sao extre-
mamente delicadas e proprias para enfeiles
de vestidos e mesmo ornatos de cabera, sen-
do delga las rerjpataaa de jasmin, cachos de
resedas, e oulras estimadas flores.
As luvas, porm, apreciada obra de Jou-
:i. parec! qii foram enfeitadas pelas mes-
vi-; l'alni-antis 'las untuosas flores, pois que
! :i gosto e |i -i :' ,' nada dcixam a desojar.
*n essas. pois. as carolas, flores e luvas
>.; correspiB lem mquecn do vestido, for-
.11111 o (Mtnplein ass.-!) t; perfeigo, e ele-
am a galbardia da candida noiva. Resta
s ina inte qoe os pretendentes munidos de
di'iliHiro dirjam-se alegre e espacosa lo-
ja d'Aguia-branca, roa do Queimado n. 8
Calendarios semanaes: pelo
preco todos compraro.
Sao de summa utilidade esses kalcndarios
;. uanaes, porque moslram acerUidameole
a i lia c. dias da semana, sem o continuo tra-
l'iiii.i da bolir nelles diariamente, pelo que.
se [rnam necessarios c preferiveis a todos
os outros ; tanto para casas de familias, co-
mo mesmo para qualquer outra parte, e
principalmente por 500 rs. cada um: na
ton do Queimado, loja d'Aguia-branca, n. 8.
Phosphoros de cera.
Yendem-se a io rs. a duzia de caixinhas
de phosphoros de cera : na rea do Queima-
do, loja d'Aguia-branca n 8.
Inglezas : Opiata e agna da
C olonla.
A Aguia-hranca da rua da Queimado n. 8
acaba de receber a apreciada opiata ingleza,
a >im como mu boa agua da Colonia tam-
bem ingle/a.
arralas com agua da Colonia.
Obegaram novas garrafas com agoa da Co-
ftrnia para a loja d'Aguia-branca, rua do
Queimado n. 8.
ilaravllha das bellas, novos e
delicados enfeites para ves-
tidos.
t. apTasivel a agnia branca o ter de avisar a
.a boa freguezia, que acaba de receber pelo pa-
pii'ti* fram-iv. um bello sortimento de enfeites de
)Ja denominado maravillia das bellas, os quaes
servetn tanto para veetirto de senhora como para
ivapinlias de criaoeas. Seas novissimos e delira-
dos dsp-olios, suas escoltadas e bem acertadas co-
res farcm um todo ngnim aos oten A; qualquer
viveuti; que saibaapreciar B^m. Assim, pois, a
Aiviila est em haver diriheiro, havende-o, diri-
{n-se sem susto ao espaejaao e aforra tarto de
aguia bran-a, rua do Queimado n. 8, que achanto
as verdades cima ditas.
A Arara
a 125000 rs.
Vendem-se ricos e finos vestidos braneos
bordados a 12l; ditos mais singelos a BA ;
ditos de barras de tarlatana de cores a 30 ;
ditos de barras a 30 e muito baratos : rua
da Imperatriz n. 56, loja da Arara.
Mais pechineha na AraraCassas a 200 rs. o co
vado.
Vendem-se cassas organdys de quadros
cor de caf e mais claros a 200 rs. o cova-
do ; ditas francezas finas a 240, 280 e 320
rs. o covado; cortes de chitas de cores a
2 ; ditas francezas com pequeo toque de
mofo a 2*500; cortes de riscados famosissi-
mos com 14 covados a 35 (s na Arara,
rua da Imperatriz n. 56); cortes de casimi-
ra enfestada para calca a 10, 10600 e 20,
tendo cada corte 1 vara e 3 quartas, cousa
muito barata ; casimiras finas a 20500 e 30
o corte; casimiras lisas para capas de se-
nhora com 6 palmos de largura a 30 o cova-
do : rua da Imperatriz n. 56.
A Arara vende caitas a 210 rs. o covado. Sao
largas.
Vendem-se chitas francezas com toque de
mofo, que se extinguir logo que forem la-
vadas, e as cores sao fixas a 210 e 280 rs.
o covado ; ditas limpas e finas a 3:20, 360
e 400 rs. o covado ; lencos braneos com
barra de cores finas a 160 rs, cada um ; di
tos braneos todos a 200 rs.; ditos muito fi-
nos a 320 re ; meias para homem a 200 e
2'O rs. o par ; ditas para senhora a 320 e
400 rs. : na loja da Arara, rua da Impera-
triz n. 56, de Mondes Guimares.
Sedinbas da Arara a 360 rs. o covado.
Vendem-se sedinhas para vestidos de se-
nhora a 560 rs. o covado ; cassa-seda rom
palmas solas a 500 rs. o covado ; chalim
de cores para vestidos de senhoras a 500
rs. o covado ; sarja de cores para vestidos a
400 rs. o covado rua da Imperatriz, loja do
Arara n, 56, de Mendos Guimar5es.
Madapoln francez eufeslado a 4000 rs.
Vendem-se pecas de madapolo francez
enfestdo a 4:5 e 3500 : pecas de algodo
encorpado a 10, 40609 e 50500 ; madapo-
lo inglez com 24 jardas marca Bainha a 70 ;
dito Elephante a 70500: dito n. 6 fino a
8-5 : dito n 7 a 9 ; dito de .cora dourada
a 100, todos estes madapoles sao muito fi-
nos : rua da Imperatriz, loja da Arara de
Mondes Guimares
Itoup feita da Arara.
Vendem-se uniformes completos, como
sejam : paletots, raleas, coleies de casimira
fngleza a 10JP e 120; calcas de brim B
mr-ia casimira a 2 : paletots de brim de
cores a 25000, e 3 : ditos braneos a 30 ;
ditos de meia casimira a 33500 e 40 ; se-
roulas de bramante francezas a 1'600 ; ditas
de linho a ^0 : camisas francezas a 10600;
ditas muito linas a 20 e 203O>; ditas de li-
nho inglezas 3 ; camisas de meia para ho-
mem a 500, 800 rs. e 10 ; collerinhos de
linho a 500 rs:; rua da Imperatriz n. 56.
ftaloes da Arara a 30000 rs.
Vendem-se baloes de arcos americanos de
20. 25, 30 e 40 arcos a 3, 30500, 40 e
49500 ; ditos de brilhanlina a 40 ; ditos de
dita muito grandes a 356 O : rua da Impe-
ratriz. loja da Arara n. 56.
Lencos de seda a 800 rs.
Vendem-se lencos de seda de urna s cor
muito linos a S00 rs.; ditos estampados a
t, ditos cora franjas a 10500 : rua da
Imperalri/. ir56.
A Arara veude ricas colchas avellodadas a 80000.
Vendem-se ricas colchas avelludadas para
cama a 80 ; ditas de fusto a 50 ; ditas de
damasco a 40; ditas de chita 20: rua da
Imperatriz n. 56.
Corles de la a 3,600,1,000 e 5,000 rs.
Vendem-se cortes de la para senhora
a 30600, 40 e 50 : ditos de organdys finos
a 60 e 70: camisinhas muito linas parn se-
nhora a 40500 com gravata e tambem gol-
linhas muito finas para senhora com boto-
zinhos a 320 rs. ; ditos de golla e punho a
10: rua da Imperatriz n. 56, loja da Arara
de Mondes Guimares.
Tarlatana da Arara a 800 rs.
Vende-se tarlatana muito fina a 800 rs. a
vara ; lil de linho liso e fino a 800 rs.;
ditos de salpicos a 10 ; lil de linho de co-
res a 160 rs. o covado ; cortes de cambraia
com 1 vara de largura com palmas soltas
90 ; pegas do cambraia de salpicos a 30500:
rua da Imperatriz a. 56, loja d Arara de
Mondes Guimares.
250000
30500
30500
30000
40000
50000
Casacas de panno preto, 350 e
i "Sobrecasacas idem, 300 e .
Paletos idem e de cores, 250,
200, 150 o......100000
Ditos de casemira, 200, 150,
120, 100 e...... 70000
Ditos de alpaca, 50 e. .
Ditos ditos pretos, 90, 70,
50e........
Ditos de brim e ganga de co-
res, 40500, 40, 30500 e. .
Ditos branco de linho, 60,50 e
Ditos de merino preto de cor-
dao, 100, 70 e.....
Calcas de casemira preta, 120,
lO0,80e......70000
Ditas de cores, 90, 80 e. 70000
Ditas de meia casemira de co-
res, 50500 e. .... 40000
Ditas de princeza e merino pre-
to de cordao, 50, 40500 e
Ditas de brim branco e de co-
res, 50, 40500, 40 e .
Ditas de ganga de cores,
30500, 30 e.....
Cohetes de velludo preto e de
cores, 90 e......
Ditos de casemira preta, 50 e
Ditos de ditas de cores 50
40 e........
Ditos de setim preto. .
Ditos de ditos e seda branco,
60 e.......
Ditos de gorgure de seda
pretos e de cores, 60, 50 e
300000 Cohetes de fust3o e brim bran-
20500
40000
20500
20500
70000
40000
30500
50000
50000
40000
20000
10400
co, 30500, 30 e
Seroulas de brim de linho.
20400 e ......
Ditas de algodao, 10600 e. .
Camisas de peitos de linho,
50, 40, 30 e.....20500
Ditas de madapoHo, 30,
20500, 20 e.....10600
Chapeos de raassa, pretos fran-
cezes, 100, 90 e. 80500
Ditos de fltro, 50, 40,30500 e 20000
Ditos de sol, de seda, 120,
H0,70e......40500
Collarinhos de linho fino, ulti-
ma moda....... 640
Sortimento completo de grava-
tas. 0
Toalhas para rosto, duzia, 110,
90 e........60000
Atoalhado adamascado de li-
nho vara......10280
Chapeos deso, de alpaca, pre-
tos e de cores.....40000
Lences de linho.....30000
Cobertas de chita chineza.. 20000
Pennasd'aco, as mais superio-
res, a grosa...... 600
Relogios de ouro orizontaes,
900,800 c......700000
Ditos de prata, galvanizado,
patentes e orisontaes, 400 e
Obras de ouro, adercos, meios
aderecos, pulceiras, rozetas,
aneis e cruzes.
300000
Fl Y1>H O DO BOWTtlAN-RlTA DO
Este muito acreditado estabelecimento est prvido de um completo sortimento
machinismos proprios do fabrico de assucar, a saber:
Machinas de vapores as mais modernas e mais acreditadas.
Rodas d'agua de ferro com seus pertences.
Moendas e meias moendas de todos os tamanhos.
Rodas dentadas, angulares e de espora.
Taixas de ferro batido e coado.
Boceas de fornalha pelo novo systema Wetson.
Alambiques de ferro fundido.
Fornos para cozer farinha.
Moinhos para moer mandioca.
Arados americanos, etc. etc.
de

"3SC
:?&
3?^

mm%>
&&
ESTABELECIMENTO GOMMERGIAL
DE
ClLDERARIl E FiM)lj\l> DE IHETAES,
Mito na roa do Bruna n. 40 Jnnto
a fnndl^So do Mr. Bownaana. pertencente a
Villana l rnaio A. C.
Neste estabelecimento encontraro os freguezes um completo sortimento Mj^
de tudo que diz respeito as artes de caldereiro, funileiro, latoeiro, ferrero e t|P
fundiro, e os abaixo asssignados que o dirigem, promettem servir a todas as ;f^j
pessas que se dignarem de os procurar, com promptido, sinceridade e pre- jfe
eos muito rasoaveis. O dito estabelecimento estando montado em ponto
grande, tanto no que diz respeito a pessoal, como em materia prima, e tendo
habis ofliciaes, pode executar com toda a perfoico e seguranca qualquer
obra tendente as artes cima mencionadas e afToitamente podemos abaixo as-
signados assegurar ao publico que nenhum outro estabelecimento Ihe pode
fornecer mais barato e mais perfeito do que elles, visto que recebem de sua
propria encommenda todas as materias empregadas em ditas obras.
Alambiques simples e continuos de to- Sinos de 16 libras 8 arrobas.
dos os tamanhos e dimencoes. I Parafuzos de bronze e ferro para ro-
Machinas de cobre para destilar e res-! das d'agua.
tilar espirito at 40 graos pelos sys- j Torneiras de bronze e bronzes para
temas de Logier e Derosne. engenho.
Carapucas e serpenfinas de cobre, e Encanamentos de cobre e chumbo de
estanho, avulsas. j todas as grossnras.
Taixas e tachos de cobre para engenho Bombas para cacimbas, aspirantes e
e refinaco. de repucho.
Paroes de cobre e todos os cobres ne- Bombas para destlacoes.
cessanos para o fabrico do assucar. Ditas para regar jardins, hortas e
Cobres para rodas de moer mandioca. I capim.
Machinas econmicas para lavar roupa Ditas para navios e barcacas de varias
o melhor possivel. I qualidades e dimencoes.
Cobre em lencol e arrodellas, estanho em barrinha, chumbo em barra,
lencol e canos de todas as grossnras.
Villana Irmo & C.
DE
roia.ssa da ftussia
Y.'iiuV-se em casadeN.O. Bie-
brT A ., sncceswres, roa da
<>uz d. 4.
.4 afincar do lortteiro
Roa do imperador n. 28 e caes de ApeHo n.
7, a 209 rs. a libra, e de 8 libras para cima
a 50600 aarroba.
T \EMH-SK
Diri internacional privado e a appliracao de seus
principias com preferencia as lea principies da
Brw*. era i volnme, por Or. Jos Pimenta Buena,]
8JU0 : no escriptorio de Antonio Luiz de Olive-ira
Azevedo & C, rua da Cruz n. 1.
(DA$Vam fio IDOS SlfDS
N. 21 LARO DO TERCO-N. 21
0 proprietario deste bem sorlido armazem de molbados vende os seus gneros j
bem conhecidos de primeira qualidade, e por isso caprichou de escolher, para bem servir
aos seus freguezes, mandando vir a maior parte do seu sortimento. para o que tem pessas
encarregadas para este fim, e os pode vender por menos de 10 a 20 % do que em outra
qualquer parte.
Verdadeira genebra de Hollanda em botijas de conta certa a 400 rs.
dem de laranja em frascos grandes a 1,600 rs. e de Hollanda a 500 rs.
Caixinhas com 8 libras de passas de carnada a 2,400 rs. e a libra a 480 rs.
Velas de espermacete, carnaaba e compoaicSo a 63o, 44o e 36o rs. a libra e a arroba a
10,000 rs.
Palitos do gaz sem avaria a 2,3oo rs. a groza e 2oo re. o maco.
Serveja das melhores marcas a 500 rs. a garrafa e a duzia a 5,5oo rs.
Vinho das melhores marcas F. L. P. a 4oo, 5oo e 56o rs. a garrafa e a caada a 2,8oo e
4,ooo rs.
Batatas desembarcadas ltimamente a 5o rs. a libra, e a arroba a 2,8oo rs.
Bolachinhas americanas a 2,ooo rs. e 3,5oo rs. a barrica e 2oo rs. a bra.
Azeite doce de Lisboa a 3,ooo rs. o galio, e a 6io rs. a garrafa.
Queijos do reino os mais novos do mercado a 1,8oo e 2,ooo re.
Milho alpisU o mai6 hmpo qoe ba a 5,000 rs., a arroba a IfOrs. alibra.
lanteiga ingleza perfeitamente flor a 800 e a 720 rs. a libra.
dem franceza, maito superior, a 560 rs. a libra e em barris a 510 rs. a fibra.
Caflo Rio da 1.* e 2. wrte 280 e 320 rs. a libra, e a arroba a 8,K) e.OOO re.
Cha de arimeira e segunda tnrte a 2,Hoe 8,uto o 2,ooo rs. a libra.
Tajte francez de grande tamnriho a i4o n. cada mu, e a le dos gneros anounoados
ha outros muitos qrae wtfadonbo seria menciona-los t vente-se k drnhwro vista.
ftMBIDS MUHASIia
l* BE
MOLHADOSB
o,
O o
9 Largo do (armo 9.
Grande lortimento para a festa por menos
10 a 20 por cento do que em outra qualquer
parte.
mmp
Duarte 4 C* scientificam aos seus freguezese ao publico emgeral, que acaba de che-
gar da Europa um socio que faz parte da firma, com um grande e bello sortimento de
molbados por elle escolhfdos, os quaes se vendempor menos de lo a2o por o/0 do que ou-
tro qualquer annunciante, garantindo a boa qualidade e peso de qualquer genero vendido
neste j muito acreditado armazem, e por isso, firmados em que cumprem fielmente o
que promettem, pedem todos os Srs. dapraca, de engenhos e lavradores, o favor de
mandarem suas encommendas ou relacoes ao armazem Progresivo, certos de nao terem
jem tempo algum occasiao de se arrependerem.
Aviso.
Todos os Srs., que comprarem para tornarem a vender, terao, atm dadifferenca
j publicada, mais 5 por % de abatimento. Os proprietarios tambem garantem o bom
acondicionamento anda mesmo dos mesmos para o mais alto sertao.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, mandada
vir de conta propria, a 8oo rs. a libra.
dem franceza chegada pelo ultimo navio a
56o rs. a libra, e em barril ter abatimen-
to.
Palitos do gaz a 2,3oo rs. a groza e 2o rs. a
earxinha.
Milho alpista a 160 rs. a libra.
Painco a 2oo rs. a libra.
Gomroa muito alva para engommar a 80 rs.
a libra, e em arroba se far abatimento.
dem ingleza em potes de 4 a 16 libras a
8oo rs. a libra e o pote separado.
Cha uxim o melhor neste genero, mandado I Sag muito novo a 28o rs. a libra
vir de conta propria, a 2,8oo rs. a libra
dem hyssoh, grande, muito bom a 2,6oo rs,
a libra.
dem preto, muito fino, a 2,6oo rs. a libra.
dem preto, mais baixo, a 2,ooo rs. a libra.
Idem, verde, miudinho, mais propriopara ne-
gocio, a l,5oors. alibra.
Sabo verdadeiro hespanhol que raras vezes
vem ao nosso mercado a 28o rs. a libra.
Sabo massa de superior qualidade a 180,
200, e 220 rs. a libra do melhor que ha.
Graixa em latas muito nova a 120 rs. a lati-
nha, e 1,300 rs. a duzia.
Peixe em latas muito novo : savel, pescada,
curvin, salmo e outras muitas qualidades
preparados de escabexe, segundo a arte de
cozinha, de 1,400 a 2,eoo rs. a lata.
dem do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado e escolhido pessoalmente por nm
dos socios que seacha em Portugal, das
seguintes marcas: Duque, Genuino, Ve-
lho secco especial, Lagrimas Doces de
1819, vinho especial D.Pedro V, vinho
velho, Nctar superior de 1833, Duque do
Porto de 1834, vinho do Porto velho su-
perior, Madeira Secea de superior quali-
dade, vinho do Porto superior D. Luiz I
de 1847, Lagrimas do Douro, especial vi-
nho do Porto, de l,ooo a 1.2oo rs. a gar-
rafa e de lo,oooa 12,ooo rs. a caixa com
umaduzia.
IdemBordeaux de difierentes marcas, garnte-
se a qualidade, a8,oo rs. acaixa com orna
duzia, e a 7oo rs. a garrafa.
Garrafoes com 5 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 2,2oo rs. com o garrafo.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira. mais
proprio para a nossa estaco por ser mais
fresco a 2,4oo rs. com o garrafo.
dem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.
o garrafo.
Vinho branco o melhor neste genero a 6oo rs.
a garrafa e 4,ooo rs. a caada.
Velas de spermacete as melhores que ha no
mercado a 6oo e 64o rs. o masso. e era
caixa se far um grande abatimento.
dem de carnauba e composico, de 4oo a
32o rs. a libra, edelo.ooors. a ll,5oors.
a arroba.
Caf de Ia e 2* sorte de 8,3oo a 8,6oo rs. a
arroba, e de 28o a 32o rs. a libra do me-
lhor.
Arroz da India, Maranho e Carolina a 3,ooo.
2,8oo e 24oo rs. a arroba e de loo rs. a
8o rs. a libra.
Frasqueiras de genebra a 5,8oo rs., e a 5oo
rs. o frasco.
Azeite doce em barril, muito fino a 64o rs.
a garrafa.
Papel grve pautado e liso a 3,5ou rs. a
resma.
Genebra de Hollanda em botija de conta a
44o rs. a botija.
Champagne das mais a creditadas marcas a
l,ooo rs. a garrafa, e a lo.ooo rs.a duzia
ou Kgo.
Alhos a 8o rs. o masso.
Sal refinado a 7o rs. a libra.
Ervilhas francezas e portuguezas a 64o rs.
a lata de urna libra.
Chocolate francez, hespanhol, suisso, e portn-
guez a l,ooo rs. a libra, e a 28o rs. cada
pao de urna %
GarrafiVs vasios do 5 garrafas at 3 caadas
dt'^oo at l,3oo rs. cada nm.
Ameixas fran^zas em caixinhas elegantemen-
te enfeitadaS ayn diversas estampan
no exterior da ^, de l,5co a 3,ooors.
cada urna; tan..* ..%fra*cos tatas 4o
differeates tamanhos q^p ae vendeaa por
mdico prepo.
Massaspara sopa: macarro, Ufharim, e
alerria a 48o rs. a libra, e em raixa so
far abatimento.
Doce de goiaba de 4oo a 8oo rs. o caixa
grande.
_ dem a 2,ooo o caixo grande,
proprios para deposito de manteiga, doce, l Charutos de todas as marcas e dos Minoras
e outro qualquer liquido, de 1 ,oooa 3,oot>! fabricantes da Bahia de 3,ooo a 4,wts.
rs. cada um. caixa.
Banha de porco refinada muito alva a 46o
rs. a libra, e em barril se far abatimen-
to.
Biscoitos inglezes das seguintes marcas:
Craknel, Soda, Ceede, Captain, Travellies
Lunch, Cabin, e outras muitas marcas a
i,4eo rs. a lata.
Bolachinha de soda, especial encommenda, a
2,2oo rs. a lata.
Biscoito inglez Craknel em latas de 5, 7 e 15
libras a 5,000 e 6,ooo rs. e de l,2oo a
8oo rs. a libra.
Queijos do reino pelo baratissimo preco de
l,6oo, l,8oo e 2,ooo es., os do ultimo
vapor,
dem prato muito fresco a 64o rs. a libra,
dem londrino muito fresco a 8oo rs. a libra.
Vinhos em pipa: Porto, Figueira Lisboa, a
48o, 56o, e 64o rs. a garafa, c de 3,ooo a
4,5oo rs, a caada.
Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa em latas de 1 e mais libras
a 7oo rs. a libra.
Fructas em caldas das seguintes qualidades:
ameixa, rainha Claudia, peras, cerejas,
ginja, pecegos e alperch a 5oo rs. a lata.
Figos em caixinhas de 1 l/t arroba e de 8 li-
bras a 8,ooo, 4,ooo e 2,ooo rs, e a 3oo rs.
a libra.
Amendoas de casca mole a 28o rs. a libra, e
em arroba ter abatimento.
Sardinha de Nantes a 32o rs. a latinha.
Toucinho de Lisboa a 36o rs. alibra eem ar-
roba ter abatimento.
Massa de tomates a 64o rs. a libras.
Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
Farinha do Maranho a 14o rs. a libra.
Ceblas a l,2oo rs. o mlho, e a l,ooo rs.
o cento.
Tijollo para limpar facas a 16o rs.
Cerveja das mais acreditadas marcas de
5,ooo a 7,5oo a duzia, e de 5oo a 6oo rs.
a garrafa.
Prezunto para fiambre muito fresco e novo
a 8oo rs. a libra.
Genebra de laranja a 9oo rs. a frasco.
Chouricas as mais frescas do mercado a
8oo rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa,
e lo,5oo rs. a caixa com urna duzia.
Licores francezes das seguintes marcas: A-
nizete de Bordeaux. Plaisir des dames, e
de outras muitas marcas a lo.ooo rs. a
dtzia, e a l,ooo rs. a garrafa.
Passas muito novas a 5oo rs. a libra e a
8,5oo rs. a caixa. Ha caixas, meias e
quartos.
Peras seccas a 3,eoo rs. a caixa e 8oo rs.
a libra.
Bolachinha ingleza a 4oo rs. a libra.
Azeite francez eportuguez refinado a 8oo rs.
a garrafa, e 9,ooo rs. a caixa com urna
duzia.

Conservas inglezas das seguintes marcas :
Mixed, Pickes, e ceblas simples a 8oo rs.
o frasco.
Mostarda ingleza preparada era potes a 4oo
re. o pote.
Grao de bico a 16o rs. a libra, e em arroba
ter abatimento.
Vasos inglezes vasios de 4 a 16 librmuitos, a
ATTNCAO!
Alera des gneros cima anounciada? ha un completo sorfaaento de
Ta doce, ajfcwma otros rautos gneros, qne tudo se vende por
1
ILEGIVEL.
'


Diario d
fortn felra 1 df ^oYemfovo de I SS.
mm
GRANDE ARMAZEM
EE
N. 36, REA DAS CRDH5S N. 36
DO v
balrro de Sanio Antonio.
0 proprieterie do muito acreditado armazem denominado Progressista tendo
empre em vista fazer todo o que for possivel, para bem servir aos seus fregaezes, tem
deliberado vender os seus j bem conhecidos gneros de primeira qualidade pelos precos.
baixo mencionados, e affianca s pessoas que mandarem comprar por seus criados ou
escravos, serem to bem servidas como vindopessoalmente; eocarrega-se de aviar qualquer
er.commenda, aiada mesmo contendo objectos nao proprios deste estabelecimento. 0
mesmo pode aos senhores que mandarem comprar neste armazem o favor de mandarem
devolver qualquer objecto que nao agradar, devendo os raesmos senbores ter toda atten-
cSo com os seus portadores, faaendo-lhes ver que so no armazem Progressista da ra das
Crozes n, 3fi, que se veadwn os melhores gneros por mais barato preco, porque estes
mitas vezes olvidam-se e vio outra parte onde os servem de maneira a desagradar este
esiabeleciraento.
Mustarda preparada, muito nova a 360 rs. o
pote.
GRANDE ARMAZEM DE M0LHAD0S
RUA DO QUEMADO N.
mnn
DE
TODOS
os
9
VAPOR*
se recebem gneros de conta
propria e dos melhores esta-
belecimentos da Europa, ga-
rante-se todo e qualquer ge-
nere comprado neste
ESTABELECIiENTO.
COMPLETO
S0RTIH8OT0 ItE jWLHABOS.
vende-se em porcao e a reta-
mo, aprompta-se com toda a
presteza e exactidlo qualquer
encommenda dirigida a este
ESTAIEl.ECIMEiNTO.
I1ZE\1S E ROUPAS I I IT \S.
Sortimento completo de sobrecasacos de panno a 250, 28, 30)9 e 35(5, cisneas
muito bem fetas a 253, 283, 303 e 353, paletots acasacados de panno preto de !t) ate
1253, ditos de casemira de cor a 153, 183 e 203, paletots saceos de panno e ase-
I mira de 83 at 143, ditos saceos de alpaca, merino e 13a de 43 at 63, sobre de alpaca e
i merino de 73 at 103, calcas pretas de casemira de 83 at 143, ditas de cor de 73 at
^ 153, roupas para menino de todos os tamanhos, grande sortimento de roupas de bru,
^ como sejamcalcas, paletots e colletes, sortimento de coltetes pretos de metim, casemira
J* e velludo de 43 a 93, ditos para casamento a 53 e 63, paletots brancos de bramante a 43
I e 53, calcas brancas muito finas a 53, e um grande sortimento de fazendas finas e moder-
nas, completo sortimento de casemiras inglezas para horaem, menino e senhora, ceroulas
de linho e algodao, chapeos de sol de seda, luvas de seda e de Jouvin para homeni e se-
nhora. Temos urna grande fbrica de alfaiate, onde recebemos encommendas de grandes
obras, que para uso est sendo administrada por um hbil mestre de scmelhantc arte e mu
pessoal de mais de'cincoenta obreiros escomidos, por tanto executamos qualquer obra con
promptido e mais barata do que em outra qualquer casa.
Uvas muito novas a l,ooo a libra.
c.a itaabas a 2oo rs. a libra,
Figos a 320 rs, a libra,
\ indo superior da Figuetra e Lisboa, a 400,
440; 480 e 500 rs. a garrafa, e a 2,500,
2,700, 3,000 e 3,400 rs. a casada.
dem engarrafado, das seguintes marcas du-
que do Porto, Feitoria, Nctar, velho secco,
Ghawsso, r. Madeira superior a 8,500 rs. a
duzia e 800 rs. a garrafa.
dem Bitrdeaux de diversas marcas a 640 rs.
agarrafa e 7,500 rs. a caixa com 12 garrafas.
dem Muscatel de Setubal a 1,700 rs. a gar-
rafa, c 18,000 rs. a duzia.
Garrafoes com 5 garrafa* (le vinho do Porto,
Lisboa eFigaeira a 2,100, 2,200 e 2,300
rs. com o garrafa.
dem branca muito superior a 500 rs. a garra-
fa e 3,580 rs. a caada.
Garrafoes com 5 garrafas de vinagre a 1,1 oo rs.
Palitos do gaz a 200 rs. a duzia de caixinhas
e.2,100rs. agrosa.
Ditas hygienicas e de seguranca a 240 rs. a
duzia.
Alpiste muito limpo a 160 rs. a libra,
Gorama de engommar a 80 rs. a libra, e
2,200 rs. a-arruba.
Sag mu te novo e aire a 240 rs. a libra.
Sabao hespanhol, a 280 rs. a libra.
tem massa a 180, 200 e 220 rs. a libra.
Peixe em latas, savel, pescada, e corvina a
1.000 rs. a lata.
Genebra de Hollanda em butijas de conta a
400 rs.
Papel greve pautado e liso a 3,400 rs. a
resma.
Os propietarios do muito acreditado armazem Progresso fazem sciente ao respeita-
vet publico e com especialidade aos seus amigos e freguezes que tem resoJvido resumir os.
precos dos seos acreditados gneros, como abaixo verao nao obstante os precos menciona-
dos a vista da qualidade dos gneros que se prova quanto se deseja servir satisfatoria-1
AOS SENHORES LOGISTAS
Desta capital, arrabaldes e provincias
adjacentes.
MANUEL Co
N. 23 RA NOVA N. 23.
Vinagre superior de Lisboa a 1,400 rs. a ca- Azeite doce de Lisboa a 600 rs. a garrafa.
" Champanhe das mais a creditadas marcas
Velas de spermacete superiores a 580 e 640 a 10,000 rs. ogigo e 1,000 a garrafa.
rs' mac" Doce de goiaba de 400 a 800 rs. a caixa.
Mante^ingleza de 1. qualidade, a 800 rs. Choco,ate portuguez> francez> ^^ e
dem de 2. dita, a 700 rs. a libra.
dem de 3*. dita a 600 rs. a libra.
dem franceza, a melhor do mercado a 540 rs.
e em barril a 500 rs. a libra.
dem em latascom 2 */ libras a 1,400 rs. a lata.
Banha de porro refinada a 500 rs. a libra.
Queijos Samengos chegados ltimamente a
2.000 rs. .
dem prato o melhor que ha neste genero a
suisso de 800 a 1,200 rs. a libra.
Velas de carnauba e de composico a 320 e
3C0 rs. a libra e 9,500 e 10,000 rs. a ar-
roba.
Massas para sopa macarrao etalharima
400 rs. a libra.
Charutos dos melhores fabricantes da Ba-
ha 3,800 3,400 3,000 e 2,400 rs. a
caixa.
Cerveja das melhores marcas de 5.000 a
6,000 rs. a duzia.
"700 f*? \ iHm
dem do Alantejo muito snpenor a 8oo rs. a Biscoitos inglezes de todas as marcas a 1,200
libra. rs- a lala-
Arroz Carolino e do Maranho a 2,800 rs. ar- Bolaixinhas de soda em latas grandes a 2,000
roba e 100 rs. a libra. e i^oo rs. cada lata.
Amendoas de casca mole a 280 rs. a libra.: Massa de lomates 0m latas de 1 libra a 560
Caixinhas com ameixas francezas, de diversos e gyj rs
tamanhos al, 200,1,400,1,800 e 2,100rs.
rada urna.
Frutas em calda, ameixas, rainha Oladia.pe-
cogos e alpech a 480 rs.
Marmelada de todos os conserveiros de Lisboa
a 600 rs. a libra.
Tem a satisfaeco de participar particularmente aos seus amigos e freguezes, e em
geral a todos os senhores legistas desta ede o utas provincias, que em consequertcia de
mente aos nossos freguezes, advertindo-lhes que maidem seus portadores, que sero o suas relacoes com as principaes piacas manufactureiras da Europa, tem conseguido-
1 montar a sua fabrica da chapeos de sol sobre urna escala importante, a ponto du poder
| oflerecer vantagens aos prelendentes, tanto na qualidade e bem acabado dus seus produo
1 tos, como pela redueco dos precos; verdade ncpntestavel, de que se podero conven-
bem servidos como se viessem pessoalmente, isto s no Progresso.
Manteiga ingleza perfeitamente flor chegada
no ultimo vapor a 8oo rs. a libra.
dem de 2. qualidade a 76o rs. a libra,
dem de 3,a dita a 64o rs. a libra.
dem para tempero a 32o e 4oo rs, a libra.
Manteiga francezaa mais nova que ha no mer-
cado a 58o rs. a libra, e era barril ter ab*-
timeoto.
Banha de poreo refinada a 520 rs. a libra.
Vinho em pipa Porto Figueira e Lisboa a 4oo,
48o, 5oe, 56o rs. a garrafa, em caada
2,8oo 3,ooo 3,5oo e 4,ooo rs.
dem em barril o mais superior que temvv
ao mercado a 6oo rs. a garrafa.
Lagrimas do Douro especial vinho do Porto a
l,ooo a garrafa e a lo.ooo a caixa, o preco
nao indica a qualidade d'este precioso vi-
nho, porm.venhamao Progresso que a vis-
ta faz f, a este genero constantemente man-
damos vir de conta propria e por isso po-
demos vender por menos que outro qual-
quer annunciante.
Farinha de Maranhe muito alva e cheiroza
a 16o rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 32o rs. a libra ea9,ooo
ra. arriba.
Sardinhas de Nantes a 36o rs. a lata.
Azeite doce de Lisboa a 64o rs. agarrafa e a
4,8oo rs. a caada.
Vinagre de Lisboa a 2oo rs. a garrafa ea
l,2oo rs. a caada.
Garrafoes com 5 garrafas de vinagre de Lis-
boa a l,loo rs.
Champanhe das marcas mais acreditadas a
8 e a lo.ooo rs,. o gigo, e a 8oo rs. e a
l,ooo rs. a garrafa.
Serveja preta marca T e XXX a 6,5oo e>
7,ooo rs. a duzia, e a 6oo rs. a garrafa,;
tambera temos das mesmas marcas para 4, |
e 4,Sbo rs. a duzia, e a 4oo rs. a garrafa.
dem branca.Te cobrinha a5,5oo e 6,ooo rs,
a duzia e 5oo rs. a garrafa, tambera ha
para 4,ooo rs. a duzia.
Graxa era latas grandes a 1.3oo rs. a duzia
e 42o rs. a lata.
cer vista da fezenda e pelos precos que van abaixo
Chapeos de sol de seda para homem 28, a 723 a duzia.
Ditos 26, a 66000.
Ditos 24, a 603.
Ditos para senhora 18 e 20, a 483-
A< duzia tem descont de 12 por cento.
Ditos de panninho preto e de cor, armaco de balia 20, 24 e 26 sortidos, liquido
a 263 a duzia.
Ditos de junco 20, 24, 26 e 28, a 183 a duzja.
Venham ver para convencer-se da verdae.
EBcarregam-se de encommendas para da Europa.
Vassouras do Porto arqueadas de ferro obra
de muita duracao a 4oo rs. cada. urna.
Palitos de dentes massos grandes a 2oo rs.
e28ors.
Vinho do Alto Douro das marcas mais acre-
ditadas e especialmente escolhido por um
de nossos socios, como sejam: Cambes, Du-
que, do Porto, D.Luiz, Carcavellos, Cha-
misso & Filho, Madeira secco, e Feitoria a
9oo rs. a garrafa e 9,ooo rs. a caixa com Paltos do gaz a 20 rs. a caixinha e 2,3oo rs.
12 garrafas. a groza.
GT2k TJ^aJ h d0 Port0 C0D*! Gela de Atperche chegada no ultimo vapor
lata de 2 libras a 8o rs. pechincba.
tendf 5 garrafas a 2,5oo rs.
dem com 5 garrafas de superior
gueira a 2,4oo rs
dem com 5 garrafas de vinho
2,loo rs.
vinho Fi-
Lisba a
Genebra de Hollanda garrafoes com 16 gar-
rafas por 6.5oo rs.
dem em frasqueiras a6,3oo rs. e 6,5oo rs. ea
56o rs. o frosco affianca-se ser verdadeira.
Vinho branco de Lisboa proprio para missa.j .. >...,.__.. ,
vind i engarrafado <\o. UttoJ fiAn Z iIdem de ffJa em J5 m V*m du-
zias a 44o rs. cada botija.
Ameixas em latas de 1 Vi e 3 libras a 1,200
c 2,400 rs. a lata e 900 rs. a libra.
("Jia huxim o melhor que possivel encontrar
neste genero a 2,700 rs. a libra,
dem hysson muito superior a 2,5oo rs. a
libra,
dem miudinho a 2,700 rs. a libra
dem preto de qualidade muito fina a 1,800rs.
khfll mais inferior a 1,500 rs. a libra.
Genebra de laranja a 900 rs. o frasco e 500
rs. os frascos pequeos.
CboucoM pains os mais novos que ha no
mercado a 500 rs. a libra.
Cognac inglez a 9oo rs. a garrafa.
Marrasquino de Zara a 7oo rs. o frasco e
s.noors. a duzia.
Licores francezes, annizete, plaisir des da-
mes, etc., etc. a8oo rs. a garrafa e8,5oo
rs. a duzia.
Passas as melhores que se encontram a 360
rs. a libra.
lie iUcLas inglezas muito novas a 24o rs.
a libra, e 3,5oo rs. a barrica.
Azeite refinado afloors. agarrafa.
Ginsen as inglezas de todas as quafidades a
750 rs. o frasco.
Sardinhas de Nantes muito novas a 340
rs. a lata.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
;Tijollo para areiar facas a 140 rs. cada um.
Farinha de MaranhSo a 140rs. a libra.
Pimenta da India a 340 rs. a libra.
Erva-doce a 320 rs. a libra.
Palitos para meza a 160 rs. o mago.
Verdadeira farinha de araruta a 500 rs. a
libra.
Frascos cora ameixas francezas a 1,400 rs.
cada um.
Prezuntos do Porto a Seo rs. a libra.
Batatas muito novas em gigos cora 38 libras
por l,5oo rs.
Canella da India a l,loo rs. a libra.
Cominho a 64o rs. a libra.
Azeitonas de Lisboa muito novas a l,6oo rs.
a ancoreta.
Estrelinha e rodinha para sopa a 6oo rs. a
libra.
Legumes seceos para sopa a 4oo rs. o maco.
Breu louro a 3oo rs. a libra e 8,ooo rs. a
arroba.
Papel pautado e liso almaco e de peso de
3,ooo, a 4,000 rs. a resma.
vindo j engarrafado de Lisboa a 64o rs.
a garrafa.
dem em barril muito superior a 5oo rs. a
garrafa e a 4,ooo e 3,8oo a caada.
Ameixas francezas em caixinhas de 1 '/, 2
dem de laranja em frascos grandes verda-
deira italiana a 1,000 rs. o frasco.
Marrasquino de zara a 72o rs.
SMJtiifEEOuBFrGAD0.j.RBA.CALH U>
XAROPE DE RBANO IODDO
Segundo os alienados dos mdicos dos hospitaes de Para, ci.nslgndoe no Prospecto, e a tpuiuVMia
dcrart'of Acadmicos, este Xarope emprega-se com omaior succesM), em lugar do OLEO DE F1GAD0 DE
BACALHAO, HH(Urealmente tuperlor. Cura as molestias de peito, as escrfulas, o l^mpliasmoj a
pallidei e molleza das carnes, as perdis d' appelte, e regenera a constituieAo purificando o sangue. Km
lumma e mais poderoso depurativo conhecido. Elle nunca canea o estmago ou os intestinos como o
odurtt de potassium eo ioduro de ferro; e administra-se com a maior eOlcacidade aos mrniii' aos humores ou ao entupimento das glndulas. O D*ar Cueitn, do hospital de San' Lu* de Pars,
o recommenda d'um modo inteiramente particular as molestias da pelle, conjunctamenle com as pilulas
que teem seu nonie.
Depsito geral: em Parit, en casa de MM. Grlaoanlt e C, pharmaceutlcos, 7, roa de la Feuillade;
en Lisboa, en casa de Rodrigo da Caala-Carvalb*; no Porto, en casa de Migad Jos de Sausa-
recrclra; em o Rio-de-Janeiro, lava Pclsata Dlnla, roa do Sabio, II; era Baha, en casa de
Jaa-Cactaaa Ferrclra-Baalahelra; em kio-Grande, en casa de Jaaaala de Goda? em Maran-
ho, en casa de FerrelraeCs; em Pernombuco, Shanai e O, ra da Crus, JS; Saaaa, e as principaes
pharmacias do Bratil.
Deposito geral em Pernambuco ra da Cruz n. 22 em casa de Caros & Barboza
un o mam i. 63
i.oja do beija-flor.
O GALLO CANTA*
Nao possivel que o gallo, vendo entrar ein seu
, ninho objectos da elegante gosto, deixe de dar o
Facas para meninos. i seu canto, aununciando aos seus fregoexes, pnra
Vendem-se faquinhas para meninos a 240 rs., que mandem ou venham ver para querer, a saber '
ditas de balanco de um botao a 280 rs. o talher. I Eofeites
(iravala para senhora. Chegaram os riquissimos eofeites e grioaldas de
Vendem-se grvalas para senhora a 500, 640, flores, cousa muito delicada e de maito gusto, pois
800 e 1200. ; s as senhoras podero apreciar : s no vigilante,
Fitas para debrum de vestido. ra do Crespo u. 7.
Vendem-se fitas para debrum, de linho, a 240 a Flores
pega com 10 varas, dita de 15a a 800 e 15, dita de Tambem chegaram os delicados ramos de (lores
seda a i900. matizados de lindas cores, que servem para qual-
Penaas de aeo de lanca. quer enfeite : s no vigilante, ra do Crespo n. 7.
Vendem-se oaixinhas de pennas de ac de 200; Cintos
rs. a i&. Tambem chegaram os novos e delicados cintos
La para bordar. ', com livella, guarnecida de pedrinhas e duas borlo-
Vende-se laa para bordar, de cores claras, a: tata no cenro, cousa de muito gosto : s no vt-
65800 a libra. 8llanlc. rua do CresP n-1:
Bonecas de .choro. Bandeijas
Vendem-se bonecas de cera a 800 rs el* ditas Riquissimas bandeijas de enano c nutras nuait-
e 3 libras elegantemente enredadas coran- Licor francez de todas as mandados em eoni mascara de tirar e botar a 640 e 800 rs,; ditas dades cas estampas na aixa exterior a l,3oo garrafas de vidro blancos a 72o e 8oo rs. s mascara a 200, 400,500 e 800rs. eos barajamos para acabar: so no vigilante,
Cnlhoroi ,l.> in,>lil nriiwilie rua ao Wespo, U. /.
Pomada real
Tambem chegaram os bonitos copos de porcel
4^800, concha para assucar a 640.
i,6oo 2,ooo e 2,5oors.
dem era latas de, 1 '/e3 libras a i ,4oo e
2,6oo rs, cada urna.
Figos de comadre em bauzinhos de folha
muito proprios para mimo a i,6oo.
dem em caixinhas a l,4oo rs.
dem era caixinhas ermeticamente lacradas
e muito bem enfeitadas a l,8oo rs.
dem a 2oo rs. a libra. Gomma de engommar muito alva a 8o rs.
Passas de carnadas as mais novas que ha no | a libra e 2'2o a arroba.
1 Sag muito novo a 24o rs. a libra.
Sevadinha de Franca a 16o rs. a libra.
Vinho Bordeaux das melhores qualidades
que tom vindo ao mercado a 72o e 8oo
rs., e em caixa a 7,5oo, 8, e 8,2oo rs.
Azeite doce refinado do fabricante Pelanol e
outros a Soo rs. a garrafa.
' Conservas inglezas sortidas e de urna s qua-
lidade a 8oo rs. o frasco.
Araruta verdadeira a 32o rs. a libra.
Colberes de metal principe
Vendem-se colhes de metal principe muito finas!
mercado a 4oo rs.
caixa.
Salmo em latas
8oo rs.
Lagostim em latas grandes a l,4oo.
Savel, corvina, cherne, vezngo, peixe espada.
ermeticamente lacradas a
Sevada muito nova a 12o rs. a libra e 3,2oo
;s. a arroba.
Macarr5o.a 32o rs. a libra,
preparados pela primeira arte de cozinha a | ,dem e ^^ Q ^ jmQ que ^ Q0 mer.
cado a 48o rs. a libra,
ultimo va- Aletria a Soo rs. a libra.
Arroz carolino a loo rs. a libra e a 2,8oo rs.
a 1 e 2fi00 para cha, ditas para sopa a 2f000 e lamiiem
*Rhn moh* uona a AU) lana tina com banha e com lindos relrato*, sendo
Ervilhas seccas chegadas no ultimo vapor a
2oo rs. a libra.
oiuorapaigqmsa oso jep
-ujusap e eataueui op mun so opno '8|JBd wmo b ora 9 as-mepiAjo szo.\ seiinm saisa
nbiod oijjd ojojeq sirui jod sjauaS s^jm^diu so 9puoA os onb ? gg -u saznjo sep
i:ii ep ejsissajSoJd vaazeuije ou os atuV joa sam-opuazej 'saiopeyod snas so uioo og5
-uajp! cp<'i Jat sajoquas sorasam soopua.sap 'jepeie oeu anb opafqo janbienb J8A|0Aap
uiausputu ap Joaej o toazBuxi o^p^^iejduioa raaiepaeo anb saaoquas sob apad orasara o
ujuataioaiaqeVM ajsap wJ usopafqo opuajuoa oinsaui epuie 'epuaonnoaua jaub
.jBiib jwab ap as-ewjr jmpjossad opuA ouioa sopi.vids uiaq o?i raaaas 'soabjosb
no Hopea snas iod jbju uiaaBpueui anb sassad se eauBtje a 'sopBuoiouan oxveqe soo
-aj4 soid apBpiBtr Bjiauujd ap sojaua8 sopioaquoa raaq b snas so japuav opBjaqqap
iu.)i 'sazan^aj snas sob ji.uas uiaq BJBd aAissod joj anb o bpni oazBj bjsja na aadoias
opua 'Bisissajojj opBunnouap raazBuuB bpBjipajoB oiinm op ouejaudbjd o
-* a o|aonv o>n*. ap uj|cq op zdjj cp biu 9S 'AI
30
30
11 I^VUUV IIIVVUMi
fissai"80'-
Queijos flamengos chegados no
por a 2,4oo rs.
dem do vapor passado a 2,2eo 2,ooo e
4,8oo, rs.
dem prato do ultimo vapor a 64o rs. alibra.
Doce da casca da goiaba caaSes grandes a
6oo 9oo rs.
Chouricas as mais novas que ha no mercado
a 48o rs. a libra.
Chouricas mouras encommenda especial nosr
sa a 5oo rs. a libra.
Prezunto verdadeiro de lamego em calda
de azeite Soo rs. a libra
Bolaxinha ingiera a mais novas que ha no
mercado a 2,ooo rs. a barriquinha com
1 arroba, e a 24o rs. a libra.
dem de soda de diversas qualidades a 1,400
reis.
dem em latas grandes, propras para hinche,
com 5 a 6 libras por 2,4oo rs.
Marmelada imperial do fabricante Abreu e
outros conserveiros de Lisboa a 6oo rs. a
libra.
Frutas era calda de todas as qualidades a
Soo rs.
Ervilhas francezas a 5oo rs. a lata,
dem portuguesas a 64o rs. a lata.
Massa de tomate a 64o rs. a libra.
Amendoas confutadas a 7oo rs. alibra.
dem de casca mole a 28o rs. a libra,
Avelans a 2oo rs. a libra.
a arroba.
dem do Maranho a 12o rs. a libra, e a
3,000 a arroba.
Cafe da Rio o mais superior que se pode de-
sejara32o rs. a libra,
dem a 28o e 3oo rs. a libra e a 8,2oo, 8,4oo
e 8,7oo rs.
Velas de carnauba refinada a 32o rs, a libra,
ea lo, ooo rs. a arroba.
dem de spermacete a 64o rs, alibra.
Chocolate hespanhol e francez a 9oo e 1 ,ooo
rs. a libra.
Estrellinha e peude muito nova a 4oo rs. a
libra, e a 2,ooo rs. a cabnha com oito
libras.
Cha perola muito especial chegado neste ul-
timo vapor de encommenda particular
nossa a 2,8oo rs. a libra.
dem huxim multo superior a 2,7oo rs. a
libra.
dem hysson a 2,56o rs. a libra.
dem hysson a 2,ooo e 2,2oo rs. a libra.
dem preto homeopathico e muito superior a
2,ooo rs. a libra.
dem nacional a l',6oo rs. a libra.
Batatas muito novas a8o rs. alibra.
Charutos dos melhores fabricantes da Bahia
e de todas as marcas, como sejam: sus*
Facas e (jarlos.
Vendem-se facas e garfos a 2800 a duzia, ditas
cravadas a 3, ditas de cabos pretos a 3200, ditas
docabos de balanco com2botoes a 6800, dhas
para doce a 5^600, ditas de um botao a 6, dilas
para doce a 5.
Chicote para caalio.
Vende-se chicote para cavallo, para os amantes
que passam festa a 640 e 1-3.
Meias para senhora.
Vendem-se meias para senhora muito finas a
2#400 a duzia, ditas para meninas a 25.
Papel de dixersas qualidades.
Vende-se papel de beira dourada a 15200, dito
amizade a 640 c 800 rs., dito pautado a 15, dito
adamascado a 900 rs.
Anvelopes de diversas qualidades.
Vendem-se avelopes brancos a 800 rs., ditos de
cores a 640, ditos para carto de visita a 500 rs.,
ditos pretos a 800 rs.
Tendo recebido ricos apparelhos para senhora,
de mousacos e camapheos verdadeiros, vendem-se,
de mousaco a 65500, dito de camapbeo a 135-
Domins e visporas.
Vendem-se dminos muito finos a 15100 e 15400
e visporas a 800 e 15-
Enfeites.
Vendem-se enfeites de redes para senhora de di-
versas cores, a 15000, ditos pretos a 900 rs., sendo
de Otas e nontas de acp, pega de fita do coz com 10
varas a 360 rs.
Extractes inglezes.
Vendem-se extractos inglezes muito barato, por
que foi comprado em loilao, e nao se quer conti-
nuar, a 320 e 400 rs. o frasco._______________
AGENCIA
DA
FUNDICAO DE LOW-MOOR.
Rua da Senialls era n. 42.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas-e meias
moendas pSra engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos os
tamanhos para ditos.
privilegiada pela rainha de Hespanha : s no vigi-
lante, rua do Crespo n. 7.
Sabonetes de familia
Grande sortimento de sabonetes para torfos os
precos, de superiores qualidades, a 160, 0. J),
280, 320, 400 e 500 rs.; assim cuino estojes com
; todos os preparos para limpar denles pelo barato
touos os preparos para iiiupai uemo uva uaraw
preco de 35000 : s no vigilante, rua do Crespo'
n. 1.
Delicadas tesourinhas
Grande sortimento de tesourinhas. tanto par\
unhas, como para costura ; assim como muto
outros objectos de gosto, que nio possivel aonon-
ciar pela grande variedade de sortimento*, rujo?
preces serao menos do que em nutra akuief
parte : s no vigilante, rua do Crespo u. 7.
hua (la Seozalla \o\a n. J
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de-
ferro coado libra a 110 rs., idem de Low
Moor libra a!20rs.
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston A C,
rua da Senzalla Nova n. 42.
Chcgiaeni ao barato.
Chitas verdadeiras francezas muito finas, escuras
e cores fixas a 280 rs. o covado, por ter nm pe-
queo principio de mofo, que com facilidade layan-
do larga, e d-se amostras: na rua da Madre de
Deosn. 16, loja defronte da alfandega.______
FARINHA FONTANA.
Farinha FBianoesembarcaa boje, vende-se
. nar preco uiais couimodu do que em
piros, havaneiros, messecipes, regala un- 1 ,u|tra Ba,u na -*,, 2. cr.
penal, flor das mttas, prnor a 4,ooo, f*^' fV T ?.', ^i ,a l rn
3,5oo, 3,aoo, 3,000, e 2,8oo, 2,soo,|n- -* casa de K. 0. Bieber i C. sueces-
2,000 e 1,6oo rs. a caiu. sores.
ESCBAYOS FGIDOS.
Lourenco.
Fitgio o preto Lourenco no dia 28 de outubro
prximo passado, com os signaes seguintes : Loa
altura, bem cheio do corpo, pouca barba, rara lar-
ga, com urna queimadura fresca no braco direito,
levou vestido camisa de bala azul, acouipan!i;;da
por dentro de una camisa de algodoziulio ieita a
moda de palito, caiga de estopa bem grossa e muito
larga de uernas em urna das' quaes tem urna cr-
reme com que andava em casa, e isto talvez j te*
nha mudado, tem bastantes cicatrizes as costas
3ue diz ser proveniente de boba; co.-tuma andar
e caxapuca de panno na cabeca : qiiem o pega*
sirva-se lvalo a rua Real do Manguind, taberna
e padaria de Jos .-intonio Carpiuteiro da Silva,
que ser bem recompensado.
.;ratificado de SOJJ.
Fugio do abaixo assignado, no dia 20 de Janeiro
docorrente anno o seu escravo Firuiino, cabra os-
curo, idade 20 anuos, estatura regular, olhos'par
dos, orelbaspequeas, cabellos carapiulm.-, pese
mos pequeos, e imberbe, muito ladino e incm-
case por forro, e se suppe achar-se na cidade do
Recife, onde jesteve muitos annos, ou em seus
suburbios : queiu o pegar pode levar ao abaixo
assignado, ou o entregar ao Sr. Jos Portella da
Costa, no Rccife.Pedro Cavalcanti de Albuquer-
qoe Maranho._________________________I
Escravo fngido.
No dia a do corrente fugio desta cidade o escra-
vo Patricio, mulato alaranjado, de 18 annos do ida-
de, baixo, m- pouco cheio do corpo, sobrancelhn*
bem grossas, olhos grandes, com sardas pelo ros-
ta, natural da cidade de Mamanguap<% provincia
,da Parahiba, levou vestido calca e r-amisa bnncs,
muito ladino e esperto : rogarse s atitoridarfts
de polica, a qualquer pessoa, A caiiiUi > de eampo
a apprehenso de dito escravo, c leva-lo a seu */-
nhor na rua de Santo Amaro n. 6, ou capital da
Parahiba entregar ao tenente-coronei Joao (Caval-
canti de Albuquerque, RVompcnsa-se gnerosa-
mente, \
\


mf Mfc-T^t

Dlnrlo de Pero.imbnco Terfa ffelra lO de -\ovcmbro de I H*%.

LITTEMTRA.
A esse respcito, porm, observa Moser, que as i 0 segrale auP um carioso exemplo do lino
princezas nao podiara ser comparadas aos ordina- diP'0,"a"c de Ki^"*, M .
rios enviados diplomticos nois em vez da leva-1, Em i460> su,,So *,ahoDlet' a ffn,.eJ dc """.P0"
nm rnmcn "V ^ ,' i deroso exercito, marchava contra David, o ultimo
mu comsigo credenciaes, quasi serapre iam mu- dos Commnes do imperio de Trbizonda, que ti-
niaas e plenos poderes para tratar de negocios. I nha por alliado Ursua, ehefe dos Tarcomanos. Re-
Os escriptores modernos estabeleceram o direito w'*611 comecar atacando Ursun, porra a mae des-
' das senhoras ao cargo de embaxador, fundando-se ^f^SSaS^JTSlaTSSi
va muitas vezes as senhoras para consegu, o bom m dUS ^^ Q d& ^ ^^ ^, ^"^^K 0Xtat S
xito dos seus designios poltico., iez '" '" de Kcningsmark, que o rei Augusto enviou em de- duziu Mahomet por mvsteriosos caminhos ateo
observaefio : As mnlheres sao dignas dc reger pm^0 a Car,os X[| da ^ ^ ^ ^ en)baixa_ I coragao do Hnperio.de David, ahi, sendo este pHha-
um reino. < triz de Luiz XIV, a Sra. de Gubriant.
Com enVMto, lia mulhercs que, como os homens. '
AS MILHERES D1PL0HATAS.
EmbaUatrizcs e esposas de embajadores
0 cardeal Mazarinque, como se sabe, emprega-
isto os fllhos, os secretarios, os addidos e o ca-
pello de servigo.
Quanto questo de etiqueta, foi na crte de
Franga, no reinado de Luiz XIV, que as cmbaixatri-
zes viram augmentar as suas prerogativas. Na
corte da Allemanh.i, pelo contrario, o carcter ofi-
cial dellas era apenas reconhecido. Com elleito,
ta-nos um entre a condessa
embaixador da Suecia. c .
deu lugar a urna troca de notas moi acerbas entre
esse enviado e os estados geraes.
Nao havia regras bem precisas sobre o lugar
que competa aos embaixadores e suas esposas,
apezar dos esforcos que faziam todas as potencias
LconXS' Ho^ae SlJH*B? ?olavel na *Pl<"acia : Mme. de Suel
a condessa Horn, que Mme. de Lievern ,er
do de improviso, nao pode oppor a menor resis-
tencia ao inimigo que se apoderou da capital. Alera
Mana Aurora de Koeningsmark, nascida em dos thesouros que ah foram encontrados, Sara
truido pela perfidia e ardis diplomticos dessa prin-
ceza.
Vem a proposilo fallar aqui do cavalheiro d'Eon
I esse mysterioso personagem que excitou a cuno-
nomeada abbadessadeQuedlimhourg.fundagao im- sidade universal no fim do secuto passado.
Todo
entre-
como mi-
litar, como na diplomacia.
Bem joven ainda, entrou para o exercito e des-
K em 1CG6, gozava de Chatun recebeu, em recompensa da sua traicao,
dDovcrno- a historia nao podena, sem Tallar a crandfb n,nil,-r.3,. nlml ._ 'JL mfl! grande quantidade de ouro e de ioias. Assim o
josiiea, negar-lhes o mrito das grandes aeges. ^'ja ^a boMe^ Pel ^ eSpint' Cra amigo c glorioso impeno de Trbizonda foi des
Assim. os reinados de Isabel, de Maria Thereza e ~. .
t Camarina II, figurara ntreos ma.s brilhamW mDuranle '" en.reteve relacoes inli-
anna-s das suas nagdcs. Todava nao passam dc > c Augusto da Polonia, e depois foi
rastres cxccpcocs i T?*1 abbadfessadeQ^dlirahourg,fundac5o i
Fm tr.'ral convm confessar a mulher nao fei- qU.e confenat,tulo de princeza. Emquanto; o mundo julgava que era urna mulher, e
Km g.ral, convcm conie.sar, a auar nao e tei vim retirada claustro Augusto atacado e! anto elle servir com distraerlo, tanto ce
Vi para governar ; sua natureza nao quadra bem viv.imnll> ,,, *-'au"u; Augusio, awcauu e ------------_,._,------:_
com as estrictas exigencias de urna juslica impar- Z^tSIl SUeC'a' *""
en!, eos reinados femninos sao de ordinario as- gjJj? ** -sesem recursos, e mesmo
jalados por u cunho de irreflexo, de tenden- Z^ot^"' ^^ ""*
m arbitraria e sobretodo de ardor bellicos*. O D0lcja doext
coracao envolve-se na poltica com todos os seus .,.__, __. al. H ,uuut,"u "
i .-,., i nraemque ella anda amava, a condessa de Koe-
arrebataraenlus, todas as susceptibilidades e o cal- ,,.,....i, .. ^ -.-.
piili c do n hiPir i naiTan nin^smark correu a Dresde, esperando mover o' ihe as boasgracas do re, e recebeu a cruz de S
cuoctacoiuDarapaixao. corafao do rei, lembrando-lhe os de veres da sua IJjU'z com diploma de secretario de Iegacao em
l'or sso vemos esses favoritos elevados aos pn- c;3 ., i Londres
meta cargos do estado, mas pela fraqueza de EJiS! ^T*,"? V* ^ CXCCS" Foi nessa 'wca 1ue se esPaIhou *** de ^
suas soberanas do que pelos seus propr.os mereci- Tf, ',* T ''erpcllou-o em nome elle era mulher e a nobreza comecoa afezercon-
da sua amiga gloria, com essa santa exaltarlo que sideraveis apostas sobre o seu sexo; mas o ca-
inspira s mullieres um amor dedicado ; mas o in-
feliz principe tinha j perdido toda a energa : nao
liouve nada que o fizesse tomar urna resolofo vi-
ril e generosa.
havia graves dissidencias, as diversas chancella- para entenderem-se a esse respeito por isso a
ras da Europa, sobre o ceremonial que Ihes era situado das embaixatrizes, perante os ministros
devido. que entretanto esta va bem decidido, era de eslrangeiros e suas senhoras, era urna constan-
que urna emhaixatnz a sua chegada e sua parti- te origem de difficuldades.
da, tinha direilo, assim como seu mando, a audieu
cia solemne cora pompa egual dclle.
A corte de Franca collocava-os em um p de
perfeita egualdade ; entretanto, nos nossos das,
Diziam alguns que desde teinpos immemoriaes quasi que em toda a parte os ministros tm toma-
era permittido a essas senhoras senlarem-se nos do o primeiro lugar antes dos embaixadores.
circuios dos imperadores e das rainhas; porm Na Inglaterra o lugar das embaixatrizes est
essa assergao nao inuito exacta, porque esse pri- muito claramente determinado; vo sempre ao la-
vi legio foi formalmente contestado pelo imperador do das viscondessas, comquanlo tenhara a prefe-
da Austria, e pela rainha de Inglaterra. Mosr nos rencia sobre os ministros que nao pertencem no-
d noticia por miudo da ctiqueda adoptada as dif-. breza.
ferentes cortes da Europa. Na corte de Franca, a Recordaremos certos privilegios.de etiq-ieta que
embaixatriz era conduzida pelo conductor dos era-! se attribuein s embaixatrizes. -lhesJacultado
baixadores, e em um coche da casa real, audien- irem corte em equipagem de seis cavallos, prece-
da da rainha, eahi ella encontrava o rei que lite didas por picadores, e receberem o trafamentode
dava um beijo na testa. Quando 1a palacio, os. excellencia.
guardas apresentavam armas, e depois levavam-na
a sala das embaixadores, onde urna dama de honor
envolveu grande coragem em diversos combates, vinha busca-la, e acompanhava-a, dando-lho sem-
depois abragoua carreira diplomtica, e foi logo | pre a direita, at os aposentos da rainha. Quando
addido Iegacao franceza na corte de S. Peters-
burgo. Algum tempo depois, sendo enviado a Lon-
dres, em misso particular, o talento, que empre-
gou, para desempenhar um difflcil encargo, valeu-
iiiiiitos. E nesso escolhoque vio naufragar todos
os ruinados de mullieres, sera excepgo ora mes-
urados mais gloriosos.
Qualquer que seja o seu brillio a principio, bem
depressa vem as calamidades obumbra-lo. Taes
oram os de Isabel da Hespanba, de Margarida da ** ^aJT0U partid de fCT co.m
r::r- z rse de AQ;a rwmm' t ==: ^=- *s
tmperatriz Mana Thereza e das mpera rizes da __ ,inror i
u,,-*;, a, a i i a *ou aencarregar-ne de urna missao secreta para o
Bussia. Apezar do seu epbemero esplendor, em rei da Suecia, mas esse monarcha recnsou rLbe-
* la. Sabe-seque elle nao gostava de raulheres, e
era justamente s suas mais bellas e amaveis con-
reinados, ao menos pela maior parte, um desses
ae!os, urna dessas institui;5es que a posteridade re-
gistra como ttulos de honra.
Nao acontece assim em urna repblica aristocr-
tica,tal a denominado que mui justamente se
6i. nos nossos dias, Inglaterra. Ahi p6do-se
temporneas que gostava de manifestar essa aver-
sao. Depois de umitas difficuldades, a condessa
conseguiu sorpreheuder o rei no meio do seu cam-
po que elle andava inspeccionando a cava*). Ella
apeou-se da carruagem, e dirigiu-lhe palabras de
sem pengo collocar a coroa na caneca de mulher, comprmeDto, mas o rei nao respondeu, sado-a
ijorque a pessoa soberana nao mtervem directa- .,_ ..,._.,... .
11 ^ ., ..... com rada a gravidade, e segura seu caramba. Fi-
niente nu gotera* O exomplo da rainha \.clona nalraen.e,o conde Pi^r, primeiro ministro, ron-
demonstra que a. nulher presla-se ma.s fcilmente >eguiu fazer com que se I he envase um cowite
a identificar os seus deveres de realeza com os de- para um janlar de Aw>_
veros da farailU do que o hornera, cuja natural ten- ra de Koeningsmark reclamado, como princeza im-
delicia o leva a fazer prevalecer a sua influencia perial, um lugar privilegiado mesa do rei, Car-
no, negocios pblicos ; porm esse remado, alias |0S decidiu que ella ficaria enllocada ahaixo des
glorioso por mui justos mulos, uada prova em a- outras seD|,0ras; e quando o conde Piper muio
v^r daaptidiio da mulher para governar. visto que SOrprehendido, Ihe pergnntoo o motivo de urna tai
a nica obrigaeao de urna soberana ingleza, na ac- afTronta; c|,e resp0Ddeu queesse lugar m mu,ft
tualorganisagao dos deveres polticos, abster-sc SUBkiento para urna ex-(avorica,
/le governar. | Foram baldadas todas as representacoes do mi-
Longe de nos o pensamento de offender o bello mstr0( e Aurora nao apparecei, no banquete. Ten-
sexo com estas observares pouco lisongeiras de- do ass,m abortado a sua missaa, recolbeu-se ella
ajamos sinceramente as damas, para compensar ao convento, e depois vingou-se do rei com urna
t> que por ventura ihes falte de fculdades gover- satyra rauito mordaz, da qual provavelmente o mo-
namones, toda a influencia poss.vel nos negocios narc|ia nunca leve conliecimento.
domsticos, perante um marido em trajas caseiros. A uueslao agora saber M essa mB|her ^ De,.
Ellas sabero sempre provar ao sexo forte, desti- lae favorecda de tantos dotes, deve sev eonside-
uado a reger as uar.oes que elle nao mais do que r
humilde estrave d'e seus bellos olhos, e como tal. "da^corao urna emba.xatr.z, na estricta accepcao
olingado a obedecer a todas s suas vontades, raes- *|
.no alem dos limites tragados pelo circulo da fa- j Ora, o ponto capital que determina o carcter
tilia. embaixador a carta que o accredMae urna
'seas mullieres fossem adraittidas a tomaras- ^ strangeira, e a condessa Aurora nao levava
sent com seus mandos nos conselhos do e>tado, se ial car,a- Real> na sua sc,encia do *>"*">> > ol-
* abrisse sua iulluencia um campo demasiada- 5*J"" "5" k Carlos XI1' '>"especial
Beato vasio, ellas nao tardariam a desertar do in- E
tenor da familia, e ento que a orde.n social, ;i
&im como a ordem poltica, f.caria ameacada de
males irreparaveis.
Quando o re Ladislau IV da Polonia perdeu a
B urna licao que a severa voz da historia nao nos ?Ua primeira esposa, Cecilia Renata da Austria,
Boapoa, o da qual a Franca nos oflerece bem vivos fallecida no mez de margo de 1844, pediu em se-
cxcmplos. Por isso as mullieres sensatas e religio- gunda nupcias a filha do defunto duque de Man-
sas reeoabeceram sempre que nao Ihes convinba tua, Maria de Gonzaga, duqueza de Neves.
tunar parte activa nos negocios polticos. Lord O contrato do casamento foi assignado por Luiz
Kacaulay, na sua historia, elogia, entre outras, a XIV em Pontainebleau, a 26 de setembro de IfliS,
prioeeta Maria, lilha de Jaime II, que, sendo cha- e a ceremonia nupcial, na qual o rei da Polonia foi
tnada a surcessao do throno da Inglaterra, primei- representado pelo seu embaixador, teve lugar no
ro fez com que o principe d'Orange rosse adraittido palais Roya!, no dia C de novembro seguinte. Quan-
k partilua nomina! do governo, e mais tarde, fiel do a joven rainha teve de partir para a Polonia, c
sua promessa, dexou-lh o inteiramenle. re designou para acnpanha-la aSra.de Gu-
Porm caso rauito differente quando se trata briant, a quem nomeou expressamente sua ei-
dessa carreira poltica que, como dizcm quasi to- baixatriz perante o rei Ladislu.
dos os publicistas, as mullieres tera o direito de se-
guir : fallo das einbaixadas. Nao ha ainda muito
tempo que a escolha dc um enviado diplomtico
era completamente udependente do seu sexo. Mo-
ser, na sua obra intitulada .4 einbaixalriz e os
seviireitos.reprova a idea de seren smenle os
luraens empregados as missoes diplomticas,
quando' a historia nos mostra negocios polticos
em que intervierain senhoras que, com extrema
I 'lidade, conseguram chegar a seus fins. Nao
t esse o nico respeitavel autor que se tem arvo-
lado em campeao das prerogativas do bello sexo.
l.'m dos primeiros exemplo que nos oflerece a
historia de umasenhora revestida do carcter de
embaixador, o da princeza Margarida de Franga,
viuva do duque de Alencon, que em 1325 foi en-
viada a Madrid, para negociar perante o imperador
C;ilos V a liberdade de seu irmo Francisco I. A
rainha mae, que exerca a regencia durante o seu
captivero, dei a realmente sua filha expressas
mente Wiquefort, quando declara que nunca hou-
ve seno urna verdadeira embaixatrtz, a Sra. de
Gubriant.
valleiro guardou sempre a mais escrupulosa re-
serva.
Por esse tempopublicou elle as suas Memorias;
o governo francez aecusou-o de ter alterado os
fados, e de ter divulgado outros com criminosa
indiscripcao. Em eonsequencia disso foi demitti-
do do seu eargo. Entretanto, em consideraco aos
seus antigos servicos, Luiz XIV concedeu-lhe urna
penso de dof.e mil libras, com a expressa cendi-
cao de que nunca se apresentaria era publico, se-
nao em trajos dc mulher. O cavalleiro voltou en-
to a Paris, onde se apresentou assim vestido, com
a cruz de S. Leiz ao peito, e quando depois regres-
sou a Londres foi com o mesmo trajo. Morreu em
Londres em 8I65 e parece que a sua morte resol-
entrava, a rainha levantava-se, a embaixatriz fazia
o gesto de quem qurajoelhar-se, mas a rainha nao
consentia.e beijava-a na testa. Davam-lhe ento um
escabello, onde ella se sentara entre as duquezas
que se achavam presentes. Havia as mesinas ce-
remonias as audiencias de despedida, que or-
dinariamente erara seguidas de um banquete. Os
embaixadores tambem eram obrigados a fazeren
visitas ofllciaes s princezas reaes, e omitas vezes
tambem ao ministro dos negocios estrangeiros.
O mesmo ceremonial se observava na corte de
Hespanha, onde Luiz XIV fizera introduzir a reci-
procidade da etiqueta. Era mesma eousa na corte
da Inglaterra, com a nica differenga que a embai-
xatriz nao tinha a permissao de sentar-se. Em
compensaeao, a um yacht real busca-la, desde
que ella ehegava distancia de ser avistada das
costas da Graa-Bretanha. Na corte da Russia, pa-
rece que as embaixatrizes nunca tiveram audien-
cias ofllciaes antes de 176*. Mas todos os seus pri-
vilegios eram escrupulosamente respeitados b cor-
te do papa. Quando um embaixador estrangeiro
se apresentava na audiencia' da sua chegada, pa-
pa enviava esposa desse diplmala os seus com-
primentos e a sua benco-, e d'ahi a pouco tem-
veu as duvidas qe anda liavm a respeito do seu | P concedia-lhe una audiencia solemne. Tresal-
sexo, pois um neme de hornera que se- lia e que | mofadas eram collocadas urna sobre outra, para Ihe
ainda sel no seu tmulo, cuj epitaphis este : 'servirem de assento, e as menores particulanda-
Carlos Genovevo Luiz Augusto Timotheo des do ceremonial erara cuidadosamente previstas,
d'Eon de Beaumont, nascido en* 16 dn outobro de pois e Vaticano erapretava o mais minucioso esme*-
ro- em tbdas essas ceremonias de apparato, que
Pelas creoenciaes que ella recebeu nessa occa-
sio,foi-lbe conferido o titulo de cmbmxatriz extraoi-
diara e superintendente do proceder d'i rainha.
Essa senhora que se chamava em soltcira Renata
de eck, era viuva do mareclial de Gubriant,
raorto em Kotweil em 1843. Todos os escriptores
siio unanimesem elogiar-lhe os mritos e maravi-
lhosa habilidadc para as negociagoes diploma-
ticas.
I A sua misso forneceu-lho occasio de dar dis-
; so as provas mais decisivas. A princeza a quem
1 acompanbava, e que passava por urna das mulhe-
rcs mais seductoras do seu tempo, nem sempre
soubera preservarse dos perigos do galanteio -
certas aventuras foram referidas ao rei com muiir
exagerago, e as calumnias de toda a surte o exas:
peravam a tal ponto, que quando a princeza chea
gou ao territorio polaco, recusou-se a consumma-
0 matrimonio com ella, sob pretexto de que a sua
sade se achava cada vez mais enfraquecida, e
instruyes para obter o resultado que desejava, .^ com a princeza para que vollasse a Franga.
m conitudo revest.-la de carcter verdadera-, Nessa conjecturaj a Sra. de Gubriant ,a vou
^tt^SA^^SS^ moderados os recursos do seu talento di ploma-
rida, filha do imperador Maximiliano I, que, no > I hbil era superar todas as d.fficuhlades que
. t-,\o a AnAr.a nhiiuhorindf se erguiam diante della na corte da Polonia, con-
anno de I0O8, sendo viuva do duque Philisoenoue .__ .-.-, n
' .' seguiu inspirar ao re tao plena confianca na vir-
Saboia, consegu u conc uir o tratado conhecido pe- v j .
ad tude da sua futura esposa, que elle deixou de
la deiiom.nagao de Liga de_ Cambrai. | n|ar obje 5es co,ra a valda(k5 do Mu ca.
Ella dirigiu as negociagoes nao so em nome do ^^ dos esforcos das pessoas que o
imperador, seu pae, como tambem em nome do re cerca queriam conserva-lo firme na sua
ornando de Hespanha, era quanto, o cardeal de meira resolucao.
Amboise negociava por conta do re de Franga e do,r
Ao mesmo tempo a embaixatriz soube insrauar-
'''' ., ... ,r'se lanto as boas gragas do rei da Polonia, que
Foi Margarida que tao hbilmente dictou as e||e ordenou que M llH f,zessem todas as honras
clausulas desse trado to prejudicial Veneza. qUe outr'ora recebera a archiduqueza da Austria,
D'ahi a alguns annos, em 15i9, assignou-se em irma do principe de Toscana, quando esta acom-
Cambrai a paz que conhecida na historia pelo Pnhou corte da Polonia sua filha a primeira es-
WMM de Paz das Damas, porque della foram me- I* ^ Gubram ,eve caidado de ^
dianeiras duas mulheres a mae de Francisco I,; nuar sempre a exigir ocumprimento dossa ordem,
e a tia de Carlos V. : e chegou at reclamar a supremaca sobro o prin-
ga negociacao, cujos resultados foram tao fu- cipe1 Carlos, irmo do rei. D'ahi se onginou um
t'" "'-"'-"-"' __. conflicto de eaqueta que foi decidido pelo re a
nestos a Francisco l, apresenta pormenores mu favor da embaixatriz.
Na sua viagem atravs da Polonia, exigiu sem
1727, e fallecido a *T de maio de-1*810.
De todos estes factos se conclue que a Sra. de
Gubnan foi realmente a nica embaixatriz cujo
titulo-passamos a confirmar ; quanto s outras da-
mas diplomticas de que temos fallado (nen* en-
tendido, pondo de parte aquellas que tem urna in-
fluencia md i recta nos negocios polticos), dsempe-
nharam apenas o papel de um envalo, sem|terera
o carcter official. E'verdade que Real falla em
urna embaixatriz da Persia._mas as suas indica-
ges, muito pouco exactas, nao nos permittem julgar
se a pessoa deque elle trata tinha com effeito di-
reito a esse titulo ; e domis, a condicao das une-
Iheres, taDqnal a faz 3' islanismo, infunde-nos
grande duvida a esse respeito. De sarte que o
principio adraittido pelos doutores do direito das
gentes vista do qual a escolha de urna pessoa para-
ser enviada-em embaxada, seria independente do
seu sexo, funda-se, como se v, em untbase bem
fraca, se nos lembrarmos deste antigo rio. Urna
andorinha s nao faz veron
A misso da Sra. de Gucbriant nao deve ser con-
siderada mais do que ella fot : urna curiosidade
Histrica e nao urna autoriddc ; urna encpelo, e
nao urna rerra.
Somos, pois, toreados, com grande pezar, a con-
testar s nossas leitoras o direito de serenn embai-
xatrizes, pelo menos, no sentido em que at hoje
tem sido empregada essa palana. Em compensa-
eao, desejamos de todo o- coracao que algumas
aellas venhara:a ser embaixatrizes na outraaccep-
<;o da palavra, isto esposas de embaucadores.
; para nao llues deixar duvidas sobre as preroga-
tivas Inherenles-a essa pesicaa, vamos definir com
todoocuidadoos legtimos direilos da esposa de
um enviado diplomtico
Esses prevuegios deram lugar a calorosas dis-
cussoes entre os publicistas-do seculo XVIII. Mo-
ser, o verdadeiro fundador da sciencia do direito
das gentes (pois Grolius ia antes buscar elementos
nos costumes dos Gregos e-dos Romanos, do que
na pratica contempornea)^. Moser, publieoo urna
obra muito notavel, intituladaA embaixatriz e os
seus direitos.Diversos outros escriptores tem
tambem consagrado os seus-cstudos s dama dos
eorpos diplomticos. ]
Os autores do secuto- seguinte mosrraram-se
menos amaveis. Nos seus esoriptos apenas fallara
una ou outra vez dos previlegios concedidos es-
posa de um embaixador. Essa negligencia em
grande parte devida diminuigo de importan-
cia que tem tido as relagoes diplomticas. Outr'ora
at o congresso de Aix-la-Chapelle, todas as gran-
des potencias, excepto a Russia, enviavam-se mu-
luaraente embaixadores de primeira classe : ora,
as esposas desses altos funecionarios so.as nicas
que tem direito s eminentes dignidades e prero-
gativas.
Mas, desde congresso at estes ltimos tem-
pos, as chancellara*, europeas tem adoptado o cos-
tume de nao erapregar seno ministros de segun-
da ordem, cujas esposas nao podem fazer valer se-
no ttulos muito inferiores. O actual imperador
dos Francezes foi o primeiro a restabelecer as
embaixadas de primeira classe, e esse exemplo
foi seguido pelas outras potencias, salvo, a Hespa-
nha e a Porta Ottomana. Depois dessa mudaaga
tornou-se a discutir os direilos das esposas do em-
baixadores ; ba poucos mezes c* jornaes russos
publicaram urna ordem dodia daministro da guer-
ra austraco, determinando a Bodos os soldados,
tanto na capital como as provincias, que apresen-
tassem armas s esposas dos embaixadores estran-
seiros, quando ellas passam para a corte da Aus-
tria. Dizem que foi pedido do duque de Gram-
mont, embaixador da Franga, que se expediu
essa ordem, da qual Pars j tinha tomado a ini-
ciativa.
Antes da instituigao das embaixadas permanen-
es, as esposas dos embaixadores nao tinham tanta
importancia. Essa permanencia so comegou a e*-
tabelecer-se no decurso do dcimo sexto seculo,
ao mesmo tempo que o systema de equilibrio po-
ltico, que approximou uns dos outros todos os
principes e todas as nacSes da Europa. Hte magnfi-
cos descobrimentos dessa poca, o impulso que te-
ve o commercio, e diversas outras circumstancias,
contribuiram para fundar esse systema, que nao
poda ser sustentado seno estabelecendo-se em-
baixadas fixa. Foi ento que os enviados diplo-
mticos adoptaram o costume de levaren saas la-
milias para acorte onde iam residir. Nada disso
aconteca no tempo das embaixadas extraordina-
rias. Os antigos, segundo diz Tacita nos seus An-
naes, olhavam com raus olhos os embaixadores
herdara da corte de Byzancio-. tao- afamada pela
suas pompas grandiosos mesmo no- meio da sua se-
veridade.
Ne-congresso de Westphalia que foram defini-
tivamente decididas 3S prelengdes- das embaixatri-
zes env materias de etiqueta. Eis, o que Mosr es-
creve sobre isso : cAs embaixatrises ostentaran)
todo o seu bnlho nessa imponente reunio, e apre-
sentaramcertas pretencoes que fomm depois con-
vertidas em.regras. Essas pretendes referiaoi-
se ao ceremonial que as embaixatrizes desejavam
vr adoptado as sua mutuas relacoes; e, gra-
cas extenso desse congresso, os debates sobre a
questo d etiqueta vieram muito a proposito para
preencher o vacuo causado pela falla de distrac-
coes nessa bemaventuradas cidades de Munsler e
d'Osnabrnok. Foi ento que se introduziu o uso,
adoptado depois por diversas cortes, de observar-
se, chegada de urna embaixatriz, absolutamente
o mesmo ceremonial que se pratica com o embai-
xador. Este espera va que os seus collegas Ihe fi-
zessem a primeira visita, qur pessoalmenlc qur
por urna carta, e cada qual cumpria es3e dever o
iiiiii.- cedo pessivel, sem ueiihuma ordem deterrai-
ada.
A questae- de |superioridade nao estava ainda
eompletainente definida entre os diflerentes-sobera-
nos da Europa, por isso aconteca muitas vezes que
quando um embaixador )ulgava ter razo-de quei-
' xa por uraa visita feila a outro, com offensa do seu
direito, as pertinazes questoes que se suscitavam
a tal respeito,. onginavam. urna guerra entre os
paizes cujos representantes estavam era lua. E
bastante consaltarraos Wiinietort, ou a obra de Cal-
lire Da nwamra de negociar com os soberanos ,
para fazermos- uraa idea dessas interminaveis dis-
putas, que muitas vezes davam lugar as set-nas as
mais cmicas.
Os papas, e especialmente Julio II, tentaram por
cobro a esse escndalo na sua origem, organisan-
do um quadrode preferencias entre os isonarchas
da christaudade, mas nenhuin delles quizsubmet-
ter-se.
O primeiro lugar foi dado sem contestarlo ao
embaixador do imperador da Allemanba, mas a
Franga, a Hespanha, a Inglaterra, e ltimamente a
propria Suecia, disputasam entre si o segundo
lugar.
Essas questoes dos erabaixadores foram de novo
apresentadas- por suas esposas no congresso de
Weslphalia, com muito mais resentimento e colera.
O que fazia reproduzirem-se os motivos de rixa,
era que cada embaixatriz recentement chegada ti-
uba de retribuir estrictamente as visitas das suas
collegas, pela mesma ordem porque as recebera.
Alm disso*. como cada enviado diplomtico tinha.
levado para munster sua esposa a questo de su-
peroridade torneca mil occasioes de disputa nessa
pequea eulade, onde- estiveram tanta.tempo reclu-
sos. Mosr d-nos urna tonga lista das queixas
dessas senhoras, entre as quaes a esposa de-Sor-
vien, ministro da Franca, distnguio-se, ao quepa-
rece, peto seu geniorixso. J, na sua viagem, ella
Ira vara em Haya urna forte contendacom a prince-
za de Orange, "a proposito da primeira visita, e
chegou a Westplialia com iguaesdisposigoes. De
surte que teve urna violenta briga com a condessa
Saunazar, embaixatriz de Mantua, porque esta fez
a sua primeira visita a Mme. Brun, esposa do em-
baixador de Hespanha. Seu marido teve urna al-
tercago seinelliante com o representante das cida-
des Anseticas, que comegara por visitar ao hes-
panhol. Depois dessas disputas, os banquetes ter-
minavam muitas vezes por sanguinolentos conflic-
tos entre aenadagem. No congresso de- Nimgue,
deram-se lutas bem anlogas a essas, Mosr cita
urna scena que teve lugar entre os embaixadores
da Franga e da Hespanha, porque este recebera a
primeira visita da esposa do ministro da Suecia
depois que essa senhora se restabeleceu de um
parta
Os proprios embaixadores nem sempre tinham a
delu'-aideza necessaria para commodirem-se, quan-
do alguma senhora queria que se Ihe cedesse o pas-
sa Mme. de Brenue refere um fado desse genero,
que occorreu entre e embaixador da Franga e a
embaixatriz da Inglaterra, por occasio do casa-
mento de Carlos I, cora a princeza Henriqueta. O
francez nao queria conceller esposa do seu colle-
ga um lugar muito cobtoado por ella no coche do
rei. Appellaram para o monarcha que nao Ihe
deu razao e s assim elledeu-se por saliseito. No
seculo passade> um embaixador proeedeu cora
muito menos delicadeza ainda para cora urna em-
baixatriz da Dinamarca. Como ella reclamava a
teriam ahi um lugar distincto.
fTrad. do Saint-James' e lagazine).
Desde o tempo de Henrique IV, ellas tiveram
sempre o direito de entrar dentro do pateo do Lou-
vre na ra carruagem. A embaixatriz de Veneza
em Franga, gozava do privilegio especial, se dava
luz, de ter o rei por padrinho do seu filho; e re-
cebia magnficos presentes de baptismo. Em geral,
os soberanos faziam sempre essas senhoras pre-
sentes de grande valor.
Na corte do papa, ordinariamente eram reliquias,
ou um Agnus Dei, dadivas essas que, nesse tempo
tinham a seus olhos muito mais valor do que te-
riam hoje.
Est visto que as altas prerogativas do que fal-
lamos nao eram concedidas s esposas dos envia-
dos de classe inferior; todava, ellas eram trata-
das com rautas attengoes, at mesmo s esposas
dos secretarios que tambera tinham entrada na
corte.
E' verdade que esse privilegio foi algumas ve-
zes recusado mesmo embaixatrizes, ou por mu
procediraento da parte dellas, ou por conflictos de
etiqueta.
Foi o que aconteccu em 1782 embaixatriz da
Austria em Stocohno. Essa senhora, na audiencia
da sua recepcao, nao quiz beixar a mao da rainha,
a menee que esta nao consentisse era dar-lhe um
bejo na face. Em censequencia disso nao foi apre-
sentada na corte.
Pouco tempo depois, estando- a embaixatriz em
um baile a que devia assistir a familia real, o
mestre de ceremonias pediu-lhe que se retirasse
pois, dizia elle, urna pessoa que nao foi apresentada
nao pode achar-se na corapanhia do rei e da sua
familia
A curte imperial ressentiu-se muito dessa inju-
ria ; o embaixador pediu os seus passaportes, e
lugar consecvou-se vago- at 1788.
Muitas vezes se tera apresentado a duvida se as
embaixatrizes, quando professam urna crenea dif-
ferente da de seus mandos tem direito ao excrcicio
particular do> seu culto. Essa questo nodeixa
de ter certa importancia pratica as nagoes taes
somo a Hespanha, a Turqua, etc.
Ora, esse privilegio* quasi geralmente gem-
nente concedido s embaixatrizes pelos publicistas
que tem tratado dessa materia, em considerago
ao seu carcter rcprcsCTi/oliro, aa passu que o re-
cusam unnimemente s esposas dos outros en-
viados.
Eis a razo dessa differenga : as senhoras dos
diplmalas de segunda classe, fundam smente as
saas prelengoes no principio que as classifica como
sequilo do enviado,- seu marido ; e que-este, se-
gundo o direito das gentes, o nico pessoalmente
autorisado a professar o sea culto particular, nos
paizes em que esse culto interdicto aos seos cor-
religionarios.
A pessoas dos enviados de qualquer classe par-
tilham com as embaixatrizes-o direito de- nao es-
tarem sujeitas especial legislago dos paizes, on-
de seus maridos se acham residndo. Com ludo
tem havido exemplos de infraego desse privi-
legio.
Assim, no seclo passado, a senhora do enviado
da Hespanha na corle de Saboya foi presa por di-
vidas. Mas, logo que o duque teve conhecimento
desse facto, mandn p-la em berdade, e escre-
veu-de seu proprio punho urna carta ao rei de
Hespanha, dandc-lhe muitas satisfaegoes.
Assim, tambem, em 1737", no cerco da praga de
Norlhausen, a esposa do conde Plettemberg, envia-
do do imperio, foi insultada pelas tropas do arce-
bispo da Colonia*
O'imperador tomou muito. a peito esse negocio,
dirigiu ao arcebispo e aos seus alliados, os eleito-
res de Brandebourg e do Palatinado, missivas mui-
to severas, lembrando-Ihes que deviam observar o
direito das gentes.
Ja fallamos de passagem nasquestes de prefe-
rencia entre a condessa Lilienroth, embaixatriz da
Suecia, o a condessa Horn. No meio desses deba-
tes, aicondessa Lilienroth considerou-se gravemen-
te insultada por urna outra senhora me Ihe dsse
oom toda a fnanqueza : A senhora i muito atre-
vida. > E s.ui marido dirigiu 1 inmediatamente
ama queixa aos estados geraes.
Outra vez, essa mesma condessa Lilienroth, o-
fendeu-se da ousadia de um joven que tomou a li-
berdade de dirigir-lhe a palavra, una noute em
que ella estava sua janella ; mas, como elle nao
empregra nenhuma expresso inconveniente, os
estados gesaes nao achram mativos sufficieates
para darem ao embaixador a satisfaeco que elle
exiga.
A' vista disso, este pediu os seus passaportes, e
voltou ao seu paiz. Feliz o embaixador que nao
tem urna esposa to ciosa dos seus privilegicsvcomo
essa terrivel condessa, causa incessante distur-
bios e de desgostos para seu mando !
l'm aoonteciraento, que poda ter bem. graves
consequencas, Coi o que se deu em Vienna, em
1730, com a senhora de um embaixador da Prus-
sia, Mr. de Brandt. Estava ella com umafilha den-
tro da sua carruagem, vendo pasear urna procisso
religiosa; o.po-vo, instigado por um padre, quiz
obngar essas senhoras a apcarem-se, e como ellas
re- u-.arara, dous horaens as agarrarain torga e as
arcancaram da carruagem.
O governo austraco fez logo prender esses dous
homens, e mandou-se, amarrado* de ps e mos,
pedirom perdo de joelhos ao- embaixador dai
Prussia.
Quanto ao padre, safou-se rauito bem, porque o
0 be e e mal.
(Conlinuagao.)
VIH
Ruy de Nellas esereveu esta carta :
t Sr. Ladislu. Sei que almiem intenu malar
em Coimbra o marido de Christina. Ha tres dias
que para ali partiu o assassino ou assassmos. Avi-
se-o como seu amigo,- para que se acautele, ou se
retire. Eu aborrego os infames e as visgangas
covardes : por isso me apresso a participar-Uic es-
te plano, que oxal nao esteja executado, quando
chegar a sua carta. Epero em Deus que nao. Do
seu amigoRuy de Nellas.
O criado partiu a toda a brida.
Ladislu leu a carta em suores frios. Esereveu
duas linhas de agradecimento a Ruy e preparou-se
para ir a Coimbra- Acaso entrara o vigario, t,
lendo a carta, impediu-o de ir allegando que o cor-
reio chegava primeiro.
Padre Joo e seu eunhado sabiam os successos
de Coimbra, e, sem se consultaren, nonicaram D.
Alexandrcv
Casimiro est vivodisse com firmeza o pa-
dre.
que ditosas
que levavam as esposas emjraa corapanhia. Mesmo: nonra de passar adante, elle sem cerimona em-
em 1638 esse uso anda nao era geral, porque purrou.a para Uin lado, e passou para a frente,
lemos que o ministro de Franga ora Haya, vendo 0 congl.esso de vtonna evitou s embaixatrizes
chegar oembaixador de Hespanha com sua rabo- 'lodos osprc^tos de coutendas. qur entre si, qur
ra,exclamou, rindo, que aiiuilto era urna embaixa- com ^ embaixadores. Ficou terminado, por um
da hermaphrodila. Entretanto o faeto relnonta a apt0 de i9 de margo de 18l5 que as embaixatr-
uma data muito mais atrazada : elle tem por base Z(!S ^^ diferentes C6rteS) tomariam lugar segundo
o carcter official concedido a esposa de um em- a daw em que tora offlcialmente annunciada a sua
" '
por tu vez
baixador.
Luiz XIV costumava empregar senhoras nos ne
gocios que diziam respeito sua poltica exterior ;
foi por esse meio que elle conseguiu exercer urna
nolavel influenciado rei Carlos II da Inglaterra.
Para faze-lo rahir nos lagos que Ihe arraavam as
intrigas de Franga, enviou-lhe urna creatura anu-
losa e de raus costumes, a celebre Luiza de Ke-
renailles, ou madama Carwell, como a chamavam
na linguagem popu'ar daquella poca. (1) Luiz
XIV, porem, nao a revestin de carcter official
ninosos.
As duas princezas, Luiza de Saboia.e Margari- pre, e recebeu em toda a parte por onde passou,
as mus i iui... ___ as honrase priviegios a que pode aspirar um em-
da de Borgonha, moravam era duas casas conti-
guas, secretamente reunidas por urna porta de
cominunicago que Ihes facilitava visitarem-se a
qualquer hora. Luiza possuia a inteira confianga
de seu lilho, assim como Margarida a de seu sobri-
ho e por muito tempo dirigiram ambas os nego-
cios dos dous estados em nome dos seus pupillos.
Seria difueil comprehender a combinagodasduas
princczas era ura tratado como o de Cambrai, se
nc se soubesse que Francisco I estava prompto a
fazer todos os sacrificios para resgatar a berdade
de seus filhos,detidos em Madrid por Carlos V.
Poderiamoos ainda citar ojttros exemplos de car-
gos diplomticos desempenhados nessa poca por
princezas. Wicquefort, na sua celebre obra, o Em-
baixador t suas (uncces, faz alluso s missOos de
Eleonora, rainha de Franca, e de Maria, rainha da
Hungra, que, em 1537, concluiram era Bonnecy
ara armisticio de tres mezes, em nome de Carlos
governo declarou-se incompeteulc para puni-lo. Ja ^^
se v que o privilegio de nao estarera as embai*a- ^ Suei'ro
trizes sujeitas s les do paiz em que residem. nao *,,nn '
Quemno-lo assevera?! perguntarara Pe-
regrina e Ladislu.
o raciocinio. Alejandre incapaz de ma-
tar de rosto ou a traigc. Precisamente leva um
sicario assalariado, que eu eonhego ha dez annos.
Os faccinoras por estipendio sao muito covardes,
porque amam tanto a vida que, para sustenta-la,
se expoe a perde-li Se D. Alexandre effendido
vergonhosaraente carece de mim para se desaflron-
tar, nevemos crer que ao carnife alugado falte a
coragem para accommetter o hornera que o nao of-
fendeu. Alm de-que, eu votr jurar que Casimiro
se prepara contra as insidias de seu inimig, e te-
la so de pelejar com- um homenv Sobre todas-es-
tas conjecturas, reguemos a Deus pela vida do nos-
so amigo, e escrev8-lhe a chama-lo em termo?,
que nao assustem Christina.
Esereveu Ladislu, a carta, copiada no anterior
capitulo; e, no dia seguinte, .-ah ram de Villa-Oo-
va, e, segunda jornada, pernoutaram em Gou-
va. Dous dias depois chegaram Casimiro e Cliris-
tina.
A esposa de Ladislu, para abracar sua comadre
pousou sobre o leilo a criancinha, que Ihe adorme-
cer no seo.
Christina, porm, como se oao viese o fervor da
amiga, ajoelhou beira do leito, e beijou soffrega-
mente-o menino, que sorna aos aflatos de algum
aojo.
Era-bello de verem-se todos cinc, em redor da
creaoga, como se para outro fim se nao reunissem!
Parece que ella Ihes estava dzendo: Distrahi vos-
so espirito de dores, que eu estou petado a Deus
que vos delfnda.
Peregrina pode furtar as caricias de Christina,
tomando-a para si com torga.
Eswva a invejar-te, minha comadre!disse
a espesa de Casimiro-mas olba, nao devo invejar-
te, nao I-----
E disse-se-lhe ao envido breves palavras, expli-
cadas pela exclamagode Peregrina:
Sim ? e nao m'o tinha dito I
seremos com os nosses filhinhos!
O vigario sorriu-se eraurmurou:
Nao ha creangas mais creangas que as maes t
Estas alegras raras vezes Ih'as recomettam depois
os filhos!...
Casimiro concentr3u-se tristemente, e Christina
disse:
Nao fallem entimae diante de meo marido,
por quem sao!
Fallem, fallem^-dissc Casimiroque cu te-
nho de encontra-la no e/-u pelo muito que a dse-
ei nsste mundo.
E, tomando o braco de Ladislu, chegou a uraa
janea e perguntou:
Que isto? Que. significa esta chamada ?
Nao m'o pergunte diante de sua senhora.
Porque BOV ella forte. Se un dame
fraquearem os esteos da honra, minha mulher ha
de tortalecer-m'os. Diga, men compadre.
Ladislu mostrou a carta de Ruy de Nellas; e
Christiana onvindo-a lr, exolamou:
Nao te disso eu ?... Era o desertor ou nao'''
Era e desertorrespondeu o vigario.
Pois sabia?-Acudiu Christina.
Disse-m'o a razao e a pratica dos valerosos
baroes de Miranda V. Exo. viu-o?
Vi: mostrou-m'o o nosso anjo da guarda I.
E meu pae que te avisa, Casimiro i Quem me
dra poder be;jar-lhe a mo!
Temos de voltar a Pinhel.
D.Sueiro de Aguilar pefliu instantemente que se
mandasse buscar Guarda sua prima Christi-
na. Tergiverson, em quanto pode, Ruy de Nellas;
porm, quando o fidalgo de Miranda annunciou
que iria pessoalmente busca-la, ovelho, entre
lagrimas e_gemidos, declarou tuda
E nao est anda morto o vulo ?pergun-
tou D. Sueiro, concluida a narrativa.
Morto, nao : nem sei onde est.
E pude meu lio Ruy de Nellas Ganbea de
Rarbedo consentir que viva o cae- immundo.i- Um
Gamboa deixar vivsr o raptor de sua lilha.! re-
plicou Dc Sueiro.
Q*e hei de eu fazer-lhe agora! marido
della I......
Antes viuva, antes perdida, antes morta!...
Que ouvi eu! Christina. amada por AWundre de
Aguilar, recuestada c pedida, acha-se ca#ada com
um sobrinho de carpinteiro! O' tio 1 esta vergo-
nha -insanavel t... Quem dir que-minha bisa-
r toi casada oom o primo carnal de ara. avo de V.
Exc.!?..... Sinto, sinto amargamente dizer-lhe
que nao posso- ser eunhado do sobriaho do carpin-
teiso!
Racinela.....mnrmurou BiwDeus me
leve depressa. Estou fart das affrontas dos nebres
e dos plebeus. Elle roubou-me a filha, e tu Suei
ro, injurias a minha dr! Que hei de eu fa-
zer?'
Esraagar o verme !
Valha-te Deus I nao se esmagam assim ho-
mens Os lempos sao oraros, men sobrinhov. A,
plebe agora tem a foroa, ens temos o direito.
E a torga! VA l,um ptebeu requestar moi*
minha!.. Nao ver mais sol nem la f Juno-HTo
com as antigs disputas de preferencias, e as era
baixatrizes nao tm remedio seno sujeitar-se a es-
ta nova ordem de cousas.
Outr'ora as prelengoes dos embaixadores e suas
senhoras, a respeito das pessoas eslranhas ao corpa
diplomtico, iam muito longe, e mais de urna vez
Ibes aconteceu reclamarem a preferencia sobre os
principes e princezas da propria curte, onde exer-
ciam as suas funcgdes.
Os enviados dc imperadores e reis julgavam-se
muitas vezes superiores aos principes e aos eleito-
baixador, a quem isso forneceu mu preciosas pre- ^afa. Essa deciso tao simples, e adoptada hoj
rogativas. Esse facto deu-se em Roma, no pOtUtfl- ^ ludas as chancellarlas, acabou de urna ve
cado de Xisto V.
O conde de Olivares era ento embaixador da
Hespanha era Roma. Sua esposa, que o acompa-
nhara, viveu a principio muito retirada, e d'ahi a
algum tempo deu luz ura menino. Ento o em-
baixador solicitou do papa que concedesse con-
cedessa a sua benco e a graga de beijar-lhe o p
(previlegio exclusivamente reservado s senhoras
de sangue real, depois que tinham os seus filhos).
Xisto v consenliu por excepgo, porque queria
agradar ao ombaixador de Hespanha ; e, na au-
diencia solemno era que foi recebida a condessa, ...
elle deu-lhe o tratamento de signara ambassadri- resC|ue os reci-Diain- _____lnn .
re; acontecimento inaudito at ento, e que produ- Chegavam ate a querer ter o primeiro lugar an-
ziu grande sensago em toda a nobre soctodade tes dos cardeaes, e Moser reeremos urna disputa
romana. O effeito foi instantneo, e em toda a 1ue houve Pr esse mot,vo .ein.17",' emre car"
parte a condessa foi comprimentada pelo seu novo deal Grmani e a embaixatriz de Hespanna, c que
ututo. Esse uso generaliwu se lco ; e essa a deu lugar a urna terrivel luta entre os cnados das
origem de se dar o titulo official de embaixatrizes duas casas, as ras do Roma,
s'a misso era loda confidencial, to conflden- s esposas dos embaixadores de todas as cortes da Mas, em 1750, urna bulla do papa reivindicou o
cial que d'ahi a bem pouco tempo, ella era aman- Europa. Depois do titulo veiu o carcter official ; direilo de preferencia aos cardeaes. Porm, isto
te do rei, nosigao da qual soube aproveitar-se para assim como os embaixadores de primeira classe re- sao apenas factos solados, e em geral as embaixa
estabelec'er o seu imperio, a ponto de fazer com presentara a pessoa do seu soberano, os publicistas trizes nao reclamavam seno o lugar que Ihes com-
que fossem banidas todas as suas rivaes, cujo nu- admittiram as embaixatrizes partilha desse ca- petia logo depeis das princezas de sangue..
mero nao era pequeo. Acabou por oblernoes- racter representan vo. Assim se explica a extensao Era Roma, durante alguns annos, ellas disputa-
das altas prerogativas das esposas dos embaxado- ram o primeiro lugar s princezas das casas Co-
res, ao passo que as senhoras dos enviados de se- lonna e Ursini.
gunda terceira e quarta classe (que nao represen- Esra contenda que data va do tempo da primeira
tam a pessoa, mas to smente os interesses do so- embaixatriz. a condessa Olivares, renovou-seem
berano), sao consideradas como fazendo parte da diversas pocas. Essa nago foi theatro de mais
casa de seu marido, e como taes, nao gozara seno de um conflicto dessa ordem entre as embaixatn-
os previlegios inherentes s pessoas dessa casa, zes e as senhoras da alta nobreza, e Wiquefort ci-
tado urna preponderancia que realisou completa-
mente as esperangas que o rei de Franca fundara
na sua belleza e habilidadc.
(1) Carwell a pronuncia ingleza de Karonail-
les, e para dar um sentido palavra assim pro-
nunciada, escreviam s vezes Care-Will,
ujeitas as les do paiz em que
menos incontestavel do que o- seu carcter de- in-
violabdidade, e esse privilegio, assim como rauitos
outros, contina a subsistir em todo o vigor, mes-
mo depois da morte do marido.
E' um uso respeitado em todos os tempos e em
todas as cortes, com quanto alguns escriptores se
tenham abalaagado a dizer que, vndo a morrer o
embaixador, a sua viuva volta vida privada.
Essa falsa opinio origina-se de uraa estranha
confusao das funecoes do embaixador com os seus
privilegios.
E' fura de duvida que as funecoes cessam com a
vida, mas os privilegios, nao. Se acontece serem
el les suspensos antes de regressar o embaixador
ao seu paiz, nao pude ser seno depois de um
certo prazo, marcado pela lei, ou por um formal
decreto do soberano estrangeiro. Estes principios
tera applcago s esposas de todos os enviados, e
particularmente s embaixatrizes, que, como esl
demonstrando, gosam de prerogativas todas pes-
soaes, independentes dos privilegios inherentes
casa do enviado. Moser faz ura especial exame
dessa questo :
t Por quanto tempo a viuva de um embai-
xador gosa dos privilegios do sen fallecido ma-
rido?
Entre outros, ello cita um caso bem curioso.
A viuva de um embaixador eslrangeiro junto
corte de Vienna, viveu muito tempo nessa curte
depois que enviuvou ; nao se Ihe marcou prazo
para voltar sua prtra, nem para despojar-se dos
seus direitos honorficos, e voltar vida privada.
Morreu d'ahi a alguns annos, na plena posse de
suas prorogativas, que ninguom se lembrou nunca
de retirar-lhe. Suscitou-se ento a questo de sa-
ber se os privilegios que ella conservava deviam
ou nao applicar.se ao seu testamento, e o impe-
rial tribunal do Erario deu umadeciso negativa.
Moser reprova essa sentenga, o declara que o
tribunal era incompetente para decidir a questo.
visto que, durante a vida da embaixatriz, esta nao
estava sujeita sua iurisdiego. Em muitas na-
coes a regra conceder-se a viuva de nm enviado
diplomtico um prazo para a prolongago dos seus
privilegios. Ordinariamente esse prazo deum
anno. O mesmo caso seda, se a embaixatriz con-
tinua a residir na capital do soberano eslrangeiro,
depois de se ter retirado son marido, ou mesmo
I cande cora elle. Expirado esse prazo a esposa
do embaixador torna-se urna pessoa particular,
absolutamente como se tivesso voltado a sua pa-
tria com seu marido.
Se dessemos a continuago deste artigo, repara-
riarnos a omisso dos nonies de algumas senhoras
que nos nossos das, representarara ura papel raais
como nao visse a mao sobre que ju-
rar, calou-se, e expediu um granhido. como.usm,
os bravos, que parecen tirar a valenta da. gar-
ganta. E prosguiu:
J estar casados?
De certo esto ha tres dias
V. Exc. deu o consentimento ?
Nem dea, hemdeixei de dar... CaHei-mc, farto
de ouvir as lastimas de um bom mogo, que aqui
vem.....
E houve sacerdote indigno que os recebesse
sem brenca legal e cannicamente escripia ?
O sacerdote meu afilhado, ordenado mi-
nha custa, noraeado por minha. intervengo na
egrejaonde se receberam.
Pasmo t....... pois......... sacrilegio da
anusade! crirae inaudito! Padro Joo, aquellc-
sarrafagal de padre, ousou santificar e legalisar o.
opprobrioda familia que Ihe deu o pao, sotaina.
e a ecreja! Qual vingaaga ha ah de tamazdio
crime t
Andava D. Sueiro de um lado outro da sala,
sacudindo os bragos, etn mental soliloquio. Buy
amparava a cabega entre as mos, pozera os coU
vellos no pcitoril (Va janella, e olhava, sen, o ver.
para um macisso de murtas do jardim. As apos-
trophes irrisorias do sobrinho callaram-lhe no
animo, a ponto de o irarem contra o vigario de S.
iui(a Monologando comsigo, dizia:
^Sueiro tera razo. O padre, devendo ser
o prim?^ a ombaragar o casamento, nao s m'o
mandou -daselbar como necessaria mas anda
por cima ^y^e instou liceuca para ca-
sa-Ios. A ii (flagranteI O villao ban-
denu-sc cora o 1. j^B sua estufa. Sao uns pelos
outros estes filhos ioTiadaN! Se elle me fosse gra-
to, restituia-me a rainha filha, e afnigentava o rap-
tor. Longe disso, agasalhou-o> sustentou-o, e rece-
beu-o como se eu Ih'o reoommondasse Tem
razo D. Sueiro O padre merece castigo I Nu
basta expulsa-lo eu para sempre de minha casa;
hei de reduzi-lo a viver da esmola da missa se nao
poder cacar-lhe o exerekio das ordens.
E contrauou em voz alta
Dizes bem, meu sobnnho: o padre um
refalsado ingrato I Ha de ser punido.
-Eo trooa-tintas ?
Casimiro?
Sim, o perro, o sobrinho do carpinteiro ?
J le disse que tarde para o mandar cas-
Deixe-m o por minha conta, tio Ruy. V. Exc.
nao tem filho que Ihe vingue as cans; mas aqui est
braco indomnavel de seu sobrinho.
(Ctnttnnar-teJm.)
PERNAMBUCa TYP. uE M. F. F. & FILHO
i


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