Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10237


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Full Text
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AMO XXXII NUMERO 257.
Por tres nezes adiaotados $$000
Por tres nezes vencidos .
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V.
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SEGWDA FEIRA 9 DE IfOVEMBRO DEB63.
Por anno adiantado.....19$00O
Porte para o subscriptor. 3J}QQU
DIARIO DE PERNAMBUGO.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPgO NO NORTE
f
Parahyba, o Sr. Antonio Al exandrino de Lima'
Natal, o'Sr. Antonio Marques da Silva; Araratv, o
Sr.A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Olveira; Maranhae, o Sr. Joaqnim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SUL
Magdas, o Sr. Claudino Falcad Dias; Baha, o
Sr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martins & Gasparino.
PABTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e
sextes-feiras.
Santo Anuo, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru',
Altinho e Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob,
Boa Vista, Ouricury e Exu' as quartas feiras.
Sennhem, Rio Formoso, Tamandar, Una. Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Ilha de Fernando todas as veres que para ali sabir
navio.
Todos os estafetas partem ao >/2 dia.
EPHEMERrDES DO MEZ DE NOVEMBRO.
3 Quarto ming. aos 8 m. e 26 s. da t.
11 La nova as 4 h., 34 m. e 14 s. da m.
18 Quarto cresc. aos 12 s. da m.
25 La cheia as 5 h., 16 m. e 20 s. da ra.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 10 horas e 6 minutos da manha.
Segunda as 10 horas e 30 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sul at Alagas a 5 e 25; para o norte at
a Granja a 7 e 22 de cada mez; para Fernando nos
dias 14 dos mezes de jan. maro., maio, jul. set. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recite : do Apipucos as 6 '/., 7, ^ V* 8 e
8 V2 oa n.; do Olinda s 8 da ni. e 6 da tarde; de
Jaboatao as i/, da m.; do Caxang e Varzea s 7
da m.; de Bemfica s 8 da m
Do Recite: parap Apiparos s 3 % 4, 4 A, 4/,,
" V-1' 8. '* e 6 da ^rde; Para Olinda s 7 da
mannaa e 4 '/, da tarde; para Jaboatao s 4 da tar-
de ; para Lachang e Varzea s 4 >/i da tarde; para
Bemfica as 4 da tarde.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relacao: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphaos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : terc,as e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DIAS DA SEMANA.
9. Segunda. Ss. Ursissino e Agripino bb.
10. Terfa. S. 11. Quarta. S. Martinho b.; S. Verano ti.
12. QuintH. S. Martinho p. m. 5 S. Livino b. m.
13. Sexta. Ss. Arcadio, Pautillo e Zebina v. mm.
14. Sabbado. S. Abilio diac.;S. Goriasm.
lo. Domingo. S. Clementinom.; S. Filomeno m.
ASSIGNA-SE
no Recife, em a livraria da praca da Independencia
ns. 6 e 8, dos proprietarios Manoe. Figueiroa d*
Faria & Filho.
PARTE OFFIGIAL.
G0YERM DA PROVINCIA.
Expediente da dia o de novembro de 1863.
Offlcio ao inspector da thesouraria de fazenda.
Anuuindo ao que no incluso requerimento cxpoz
o promotor publico da comarca de Goianna, hacha-
re! Jos Antonio Correa da Silva, recomtnondo a
V. S. que mande pagar-lhe os vencimentos relati-
vos aos dias 14 25 de outubro ultimo, em que por Ao
doente deixou de exercor as fuuccoes do seu em-:,
prego, considerando assitn abonadas as faltas que i Ao juiz municipal da primeira vara
Ao t
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do Rio Formoso.
de Santo Anto. .
de Palmares. .
do Bonito. .
de Goianna. .
de Limoeiro.. .
do Brejo. .
de Tacaratu. .
de Cabrob. .
presidente do tri-
bunal do ju-
ry.....
especial do com-
mercio.
1 commercio Manoel Mara Rodrigues do Nascimen- I Manoel Pereira Guimaraes idem
1 to, processado em crime de responsahilidade, por Reparti da polica
denuncia 80 promotor Dllhlicn da enmarea (Extracto das n-,n.. j 31'
da 2' dita,
de Olinda. .
de Ipojuca .
do Rio Formoso.
do Cabo. .
de Serinhem. .
de Barreiros. .
de Goianna. .
de Limoeiro. .
de Santo Anto. .
de Porto Calvo. .
da 2' vara do Ma-
ranho. .
deu o mencionado hachare!. i Ao
Dito ao mesrao.O bacliarel Jos Antonio Cor-' Ao
rea da Silva participou que por terem cessado os Ao
seus incommodos reassumio o exercicio do cargo Ao
de promotor publico da comarca de Goianna no Ao
da 26 de outubro prximo Ando : o que Y. S.' Ao
communico para seu conhecimento. Ao
Dito ao mesmo.D V. S. suas ordens para que Ao
antes das duas horas da tarde do dia 7 do corrente Ao
ejam jagos os vencimentos do mez prximo lindo Ao
do com mandante e offlciaes da canhoneira vapor Ao
Parnahiba, que tem de seguir para a corte naque!- Ao
le dia ; providenciando V. S., outrosira, para que
na iiiesma occasio seja entregue ao commissario Ao promotor publico do Becife .
do briguc-barca Itamarac a quantia de 200,5000, Ao cnsul dos Estados-Unidos.. .
a que alindo o meu ofllcio de 2 do corrente, para Ao presidente da caixa filial. .
compra de alguns vi vores e pagamento de gratili- Ao capitao do porto.......
cacoes de desertores da armada. Ao commandante da estaco nava! do
Dito ao vice-consul da Hespanha.Em vista do segundo districto.......
vce-consul da Hespanha, em offlcio desta data, re- nando ,.......
Sativamente ao facto criminoso do espancamenlo Ao commandante do brigue //(mui-
do subdito de sua nacao Jos Jeronymo Garcas, rac...........
c de que veio este a fallecer no lugar de Aratangil, Ao commandante da companhia flxa
acabo do recommendar ao Dr. chefe de polica que de cavallara........
d as necessarias providencias para a captura do Ao commandante do vapor Jaguaribe.
autor ou autores de semelhante attentado, afun de Ao inspector da thesouraria de fa-
proceder-se contra elles como for de le. zenda...........
Benovo ao Sr. vice-consul os meus protestos de Ao inspector da thesouraria provin-
stima e consideraco.Officiou-se neste sentido ao cial...........
Dr. chefe de polica. 1 Ao inspector do arsenal de marinlia .
Dito ao director das obras publicas.Com a in- Ao director do arsenal de guerra. .
lusa copia do orcamento e clausulas para o cal- Ao major Alexandre Augusto de Frias
cameoto desta cdade, flca satisfeiu a requisico Villar..........
contida em seu offlcio datado de 28 de sctemb'ro, Ao vigario da freguezia de Santo An-
sob n. 191. to...........
Dito ao juiz municipal da segunda vara.Enve- Ao agente da companhia brasileira de
me Vmc. o resultado do exame a que mandei pro- vapores.........
eder com urgencia as duas listas originaes de Ao olcal do registro do porto.. .
votantes da freguezia de S. Pedro Martyr de Olin- Ao escrivao do jury de Olinda. .
da, a que se refere o meu offlcio de 16 de agosto Ao capitao Francisco Jos de Oliveira.
*ilfimo. 1 Ao thesoureiro das loteras.....
Dito ao juiz municipal do termo da Boa-Vista. Ao Sr. Antonio Gomes de Miranda
Pelo seu offlcio de 5 do mez passado, fiquei intel- Leal. ........
Tarto de ter Vmc, a requisico da cmara munici- Ao Sr. Lourenco Justiniano G. Alcofo-
pal e do delegado de polica dessa villa, fornecido rado...........
ao padre Jos Viera Sampaio, para tratamenio das Ao administrador do correio. .
tebres perniciosas e outras enfermdades, que ahi Ao administrador da casa de dten-
se bao manifestado, alguns dos remedios da ambu- cao...........
lancia existente em seu poder : e approvo e seu' Ao fornecedor dos presos pobres da
procedimento. casa de detenco.......
Dito ao thesoureiro das loteras.Em vista do! Aos delegados da provincia. .
que expoz Vmc. em seu offlcio desta data, concedo Aos subdelegados da provincia.
a permisso que pede^gu fazer extrahir de con-' Partes dianas,
ormidaoj- com o plan
extraordinarias as que
^VJ^0 dJ?Partes ""o dia 7 de novembro).
casa de detenco no dia 6
promotor publico da comarca.
Hoje a primeira praca, perante cmara! Foram recolhdos
municipal, para a arrematacao de diversos impos-' do corrente:
t0S' CT,h,abate da parte dos Pre5s orSad?sw I AJ "''?. do Illm- Sr. Dr. chefe de polica, os
rti-,7 X,^a Cm c<"icurso> c?m PT*80 de 601 P?dos> Fe,'PPe Jos de SanfAnna, vindo de Seri-
ir de escrivao privativo do jury e exe- nhaem, como desertor do exercito Joao escravo
cu^Ses do termo do Santo Antao.
Temos de Caruar a seguinte noticia:
Sendo a maior parte das cousas deste mundo
falsas, caducas e mudaveis, s a virtude est plan-
tada com profundas raizes, as quaes nenhumas
torcas sao capazes de extirpa-la, nem mesmo mo-
v-la de firme lugar, que oceupam.
O que fica dito refere-se ao que lhe disse lti-
mamente em relacao ao incansavel zelo do Sr. Dr.
M. B. Vieira de Amorim, em regularisar os ne-
gocios forenses, deste termo, cujas qualidades
alguem pretenden offuscar.
Superior s invectivas c calumnias, reputou-as
sempre como fogos fatuos que s podem atemori-
sar a nimos feminis.
Com effeito, aqui estevo o nosso juiz de direito
Dr. Julio B. de V. e conseguindo desthronisar a
calumnia que se achava em seu auge com o flm
smente de satisfazer caprichos, ou mesquinhas
vingancas.
F01 S. S. acompanhado por sessenta e tantos
cavalleiros at a distancia de duas legoas a convi-
te do Sr. Dr. Vieira de Amorim, o qual quiz dar
2 mais urna prova da consideraco, respeito e estima,
para com aquelje senhor.
1 Temes a lamentar a perda de mais urna vida
na pessoa de um menor (8 annos) que suicidou-se
2 disparando urna arma de fogo I To creanca, e j
I tao aborrecido desta vida!
O contrario succede a outros, como a este seu
de Laurentino Cordeiro, vindo de Barreiros, por
crime de defloramento.
A'ordem do subdelegado do Becife, Este vito Jos
dos Santos, pardo, para averiguaces em crime de
furto.
A' ordem do de Santo Antonio, Marcolino Fran-
cisco de Lima, pardo, por disturbios.
A ordem do de S. Jos, Francisco .ntonio de
Oliveira, pardo, Mathias Benedicto do Reg, cri-
oulo, ambos por disturbios; Narcisa, crioula, es-
cravas de Joaquim Lopes da Cunha, por fgida.
O chefe da 2* seccao,
J. G. deUesqutta.
I assagciro do hiate nacional Inrensivel,
entrado do Aracaty: Jos Maria Cesar do Ama-
ral.
Passageiros do hiate nacional Dous Irmaos,
saludo para o Aracaty : Joao Fernandes Prente
\ianna Jos" do Amaral Valente, Miguel Joaquim
Carlos Cardoso.
Passageiros do palhabote nacional Garibaldi,
saludo para o (.ear : Jos Candido da Silva e Joao
Firmino de Hollanda Cavalcante.
Passageiro do brigue nacional Amelia, sahido
para o Rio de Janeiro: Francisco Domingos Soria-
no da Silva.
Passageiros do vapor nacional Mamanguape:
sahido para os portes do sul: J. C. Fletcher, Fran-
cisco Candido das Chagas, Dr. Antonio Pinto No-
gueira Accioli e 2 escravos, Jos Ravmundo Bap-
! criado, que quanto mais vive, mais vontade tem de tista, Manoel Quintiliano da Silva Anecio Torres
1; viver; os 64 janeiros porm, que j cont tiram-me Bandeira, Antonio Correa Cabral Jnior caniio
l todas as illusdes. de f raala Rodritro Jos Ferr^ira Samnp! v o s
3
2
i
1
1
ragataRodngo Jos Ferreira, Samuel F. deS.
t iivemos tambem as nossas eleifoes acompa- Uchoa, Joao Antonio Coelho, capitao Apolonio Pi-
nhadas dos lgubres sons dos campanarios. Mao j res Campello Jacome da Gama, Joao V. Gomes
gWBJ I Carneiro, Manoe! Jos de Siqueira Pitanga, Ascen-
Tudo correu mansa e pacificamente. co F. de P. Cavalcante, Antonio Thomaz Carneiro
t por ca se tem espalhado a noticia de que da Cunha e 1 escravo, Vicente Frederico Francis-
brevemente teremos na delegada urna limrira, cu- co Frederico, Manoel Apollinario da Cruz, Manwl
jos Mirtos se bem que agradaveis, o seu tronco de Azevedo Pontes, Manoel Jos Rodrigues Lima,
mais amargoso, e picante que a malagueta que c Marcos Jos da Silva. Joao Agostinho de S Perei-
temos, sobre dita limeira. Ira e 1 criado, Antonio Jos de Castro Guimaraes,
A ser exacta tal noticia fquod Deiis arertal) Francisco de Castro Guimaraes, padre Inacio
na verdade, urna bella acquisijao I E se se lem- Iblapina da Silva Sobral e 1 criado, Joaquim Jos
brarem de alguns outros fosseis que por aqui te- 'Rodrigues da Cunha, e Firmino Dias Machado,
mos, ohl Entao volveremos a idade d'ouro I Passageiro do hiate nacional Sobratense vin-
Temos noticias de Panellas, Quipap etc., as do do Assii : Luiz Manoel Filgueiras.
quaes por serem dadas por pessoas de pouco ou Mevimento da casa de detenco do dia 5 de
1 criterio nao merecem que lhe faca men- novembro de 863
owpi
e dove
ero correr at o flm des-
naes.
criminosos captu-
te anno, inclusive a que vai ser hoje exposla Lancamentos no livro dos culpados,
venda. I ndice dos mesmos.......
Portaria.O presidente da provincia atlendendo Assentamentos de
ao que requereu Henrique Jos Vieira da Silva, re- rados. .
sol ve conceder-lhe licenca para transportar ao pre- Assentamentos de crimes e factos no-
sidio de Fernando no hiate nacional Scrgtpano, os taveis..........
gneros constantes da relacao junta, assignada Assentamentos de desertores. .
jielo secretario do governo, nao podendo effecluar o Officios registrados.......
desembarque dos ditos gneros sem que por parte Mappas de crimes e factos notareis. .
do commandante do mesmo presidio se proceda a Mappas de suppletorios.....
exame atira de se verificarse ha agurdente ouou- Borros dos mesmos.......
ta qualquer bebida esperluosa, sendo alm disto Notas de emolumentos......
obrigado a presentar ao predito commandante a Officios reservados.......
factura dos referidos gneros, attestada quanto aos Passaportes..........
preeos pelo prndente dos correctores. I Vistos nos mesmos.......
Dita.O presidente da provincia attendendo ao Registro dos passaportes..
que reqnereu Henrique Jos Vieira da Silva, mes- Lcgitimacoes........'.'!
tre e dono do hiate nacional Seryipano, resolve Registros de legitimacoes..
conceder-lhe licenca para fazer seguir o referido "
hiate ao presidio de Fernando, ficando porm obri-
gado a mandar transportar gratuitamente at 3
passageiros designados pelo governo e bem assim
os objeelos e gneros do estado, que nao excedan)
ao peso de urna tonelada, o que ser verificado
pelo director do arsenal de guerra. Outro sim,
ftcar igualmente obrigado nao s a mandar
transportar no mesmo hiate para aquelle presidio,
aosempregados, pracas. sentenciados militares e
de jastica, mediante indemnisacao e de conformi-
1
1
63
31
81
470
470
26
cao.
Dizem que por all est tudo pegando fogo.
A salubridade publica satisfactoria.
Au rrroir.
A respeito de nossa Revista de 17 do passado,
remetteram-nos o seguinte :
Sr. Reductor da Revista Diaria. Li com mui-!
ta satisfacao as judiciosas observacoes, que V. S.;
1 fez, no Diario de 17 de outubro, a cerca das aber-!
441, turas de fallencia a commerciantes honrados e
59 completamente solvaveis, que, por eircumstancias
1 imprevistas e justificaveis, dcixam de effectuar
em dia os seus pagamentos ; entretanto que a cer-
tos industriosos, evidentemente insolvaveis, se fa-
zem largas e vantajosas concessoes. E muito a
proposito citou V. S. o facto muito rtecnte de se
abrir fallencia urna casa commercial estableci-
da na ra do Crespo n. tenrto ella, para fazer
Existiam.
Entraram
Sahiram.
A saber :
Existem.
Nacionaes. .
Estrangeiros .
Mulheres .
Estrangeiras .
Escravos .
Escravas ,
347 presos
8 >
350
248
25
8
3
60
6
350
Alimentados costa dos colres pblicos. 140
Movimento da enfermara do dia 7 de novembro
corrente :
Tiveram alta :
l'i
II
face a um passlvo de cerca de 60 contos, mais de j Antonio, escravo de Maranho.
Portaras em favor de partes. .
Termos de lianca.......
Certides. .'.......
Matriculas de vehculos.....
Busca...........
Portaria de nomeacao.....
Editae*......., .
Copias de diversas pecas offlciaes .
Passes da va frrea......
Registro de ttulos de delegados. .
Registros de ttulos de subdelegados
darte com a tabella de 27 de outubro do anno pro- Partes do registro do port
xiino passado, mas tambem a nao consentir que Registros de nomeacoes.
para all se transporte sem permissao da presiden
ca, gneros e quaesquer outros oujectos perten-
centes particulares, nao podendo effectuar o des-
embarque do carregamento que levar, sem que
por parte do commandante do mesmo presidio
se proceda exame, afim de se verificar se ha
agurdenle ououlra qualquer bebida espirituosa.
EDITAL.
Termos de juramentos.
Lancamentos de contas. .
Despachos de requerinionlos.
Registros dos mesmos. .
Minutas de ollcios.....
Somma.
90 contos de ris em fazendas e dividas realisaveis
em sua quasi iotali lade; e isto sem fallar nos bens
549 particulares de um dos socios, que montam a 30
1 contos de res, sendo esta somma em predios ava-
3 liados por mu baixos preeos, e letras.
41 Pde-se ter como cousa certa e averiguada,|
21 vista disto, que os credores dessa casa lhe tivessem
29 aberto a fallencia com receio de que houvesse pre-
99 juizo em urna pequea e razoavel espera, sabendo,
156 como sabiam, que seus crditos estavam garanti-
99; dos com um activo de mais de 100 contos ? Nin-
91 guem acreditar em tal, e entao foreoso crer
); que foram levados a dar esse passo por estmulos
pouco generosos, talvez por suggestoes de pessoas
[ empenhadas em ver desbaratada una grande for-
tuna, que Ihes escapou das maos.
Este acontecimento, Sr. redactor, deploravel
por mais de urna circunstancia. Urna dellas
que, seguindo o processo de fallencia os turnos de Anna, Pernambuco, 3 annos, S. Jos, cholera,
tantas outras, de que temos sido testemunhas ocu-
lares ha de succeder que o activo da casa fallida,
58 i vendido em almoeda, Acara reduzido menos da
61 quinta parte do seu valor effectivo, especialmente
20 os 60 contos de ris de dividas activas, que sao
99 alias realisaveis em sua quasi todalidade, em rano
2 de serem os devedores pessoas capazes, muito co-
5 nhecidos n'esta praca, e todos mais ou menos sol-' c ~ 0ra>fez provinciano. Por quem me tens 1
82 vaveis. Desse prmiro resultado ha de provir, co-: be f?*?eleu a'faiate, tu passarias pela frente de
349 : mo consequencia, a necessidade de subjeitar ao's
349 pagamento das dividas da sociedade os bens par-
616 ; tieulares, de que cima fallei.
------1 A outra circumstancia deploravel, que esta
4599 desgranada fallencia ou ir reduzir miseria um
4
4
1
1
1
1
6
72
Ignacio, escravo de Antonio.
OBITCAniO DO DA 6 DE KOVEMURO NO CK.MITE-
nio publico :
Carmelinda dos Anjos Miranda, Parahvba, 27 an-
nos, casada, Recife, pthvsca.
Felppe Antonio da Silva tenorio, Pernambuco,83
annos, viuvo, S. Jos, congesto cerebral.
Catharna,escrava, Pernambuco, 70annos, solteira,
Boa-Vista, d\arrha chromca.
Luiz de tal, Rio-Grande do Norte, 35 annos, soltci-
ro, B-Vista, marasmo.
Da 7.
Maria, Pernambuco, 6 annos, Boa-Vista, febre
maligna.
Joao Jos de Figueredo, Pernambsco, 22 annos,
solteiro, Ba-Vista, tubrculos pulmonar.
Josepha Maria da Conceicao,Pemamhuco, 22 annos,
solteira, Boa-Vista, tubrculos pulmonar.
UMPOUCe DE TUDO.
Traduzimos de Nain Jaune o que segu :
Um individuo passa com um amigo provinciano
pela porta do armazem Dusantoy, e diz-lhe :
Olha, amigo ; eis o meu afaiate.
,respeitavel anciao, de mais de oitenta annos de
^c_ret?rio?, >erno de Pernambuco, 5 de no- Emolumentos bbbcadaoos no mesmo mez : I idade, ou o obrigar a urna reunida demanda para
198^000 haver a s urna grande somma, que se pretende
85280 involver n'essa massa fallida. Eis o caso :
350001 Por morte do Sr. Xisto Vieira Coelho, ficou seu
vembro de 1863. ; rje passaportes .
Pela secretaria do governo se faz publico, para De legitimacoes......
conhecimento de quem interessar possa. que o offi- Portaras em favor das partes!
ci de escrivao privativo do jury e execucoes cri- Termos de flanea......
mnaos do termo de Santo Anto creado pelo art. De cenides. ......
108 da lei de 3 de dezombro de 1811, nao tendo De matriculas de vehculos. '.
sido vitaliciamente prvido, acha-se de novo em De buscas........
concurso. Os pretendentes devem apresentar seus
requerimentos no prazo de 60 dias contados desta Somma.......
data, e instruidos na forma dodecreto n.8I7 de 30
de agosto de 1851, e do aviso n. 252 de 30 de de-
zembro de 1854.
Despachos de dia 5 dr novembro de 1863.
Rei/iierimentos.
Anna Joaquina da Conceicao.Indeferido.
Francisco Antonio da Silva Cavalcante. Nao
tem lugar em vista da informacao.
1). Guilhermina Basilissa de Oliveira c Silva.
Requeira pof intermedio do director geral da ins-
truefo publica.
Irmandarte de N. S. do Bom-parto da igreja de
S. Sebastio da cidade de Olinda. Informe o Sr.
Cbftsoureiro das loteras.
Jofio Hypollo de
ins|Mirtor da thesouraria
Jos Maria dos Anjos. uiueierido emar.sta da
0?r2ia. int* Fnnrken ,, f .. do que se intenta, que
r.,p,a.1Lu.z Francisco Indeferido h^\m, com exclusao ,
cm vista da inlormacao
45000 j pai, octogenario, herdeiro de urna fortuna de mais
25000 de cem contos de ris. Este senhor, que era pai do
15120 Sr. Joaquim Vieira Coelho, fez a este doace de
15000 toda a heranca de seu irmao Xisto. O Sr. Joaquim
Vieira Coelho apurn daquella heranca 68 contos
Secretaria de polica de Pernambuco, 4 de novem-
bro de 1863.
O secretario,
Eduardo de l)arros\Falcao de Laetrda.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
lnformam-nos que na Passagera da Magdalena
de todo o luxo no trajo e
no servido, nao ser pesada a sua realisacao aos
respectivos socios, ao passo que proporcionar um
: entretenimento hebdomadario s familias daquel-
les contornos, onde ha completa ausencia de dis-
Rksimo do expediente reno PKi.A SEcnETAniA traccao que nao seja a da pro|tria casa.
de polica, amura o mez de oitibro PiioxiMO Hoje tem lugar a insptecao de sade dos
vindo. offlciaes da suarda nacional que o requereram.
Offirios dirigidos. .\'nmeros de officios^ Comeca a funcionar a junta as 11 horas da
21754001 de ris somente, em virtude de grandes abates foi-
tos na venda do estabelecimento do fallecido Xis-
to, de despezas judiciaes, alforrias de escravos,
etc.; e esta somma eslava completamente fra da
6oeiedade, de que o mesmo Sr. Joaquim Vieira
Coelho fazia parte, e cuja fallencia acaba de ser
aberta.
Com o fallecimento recente do Sr. Joaquim Viei-
ra Coelho, a doacao que lhe fura feita condicio-
nalmente por seu pai, e que nao se acha insinua-
da, deve voltar precipua a este. Entretanto, pelo
caminho que levam as cousas, parece que os ere-
dores da sociedade fallida so crem com direito,
nao s massa social, mas aos bens que consti-
tuem esta doacao.
izeram arto na Faculdade de Diretto, no
corrente, os estudanles seguintes :
A irta por crto aproveitavel, e nao passando | Io anno.
' urna reunio puramente i Antonio dos Passos Miranda, plenamente.
Eduardo Augusto de Aguiar Bello, simplesmente.
Jos Joaquim de Almeida Nobre, plenamente.
Me'ra Lima.-Inlorme o S^^^^Sttf S^"^ fUS*^ d,a i v
aria provincial ^^ cacao do um Club Familiar para entretenimento I ni
ajos.- Indeferido e.n*r da das. 'T'1'3* qm ^J alli res.idem- I dia 7 de
REPARTICAO DA.POLICIA.
Ao presidente da provincia
Ao < da relacao.....
Ao comuandantc das armas. .
Ao commandante do corpo de poli-
ca............
Ao chefe de polica da Parahyba. .
do Cear! .
do Piauliv .
das Alag"-. .
da Baha. .
do Espirito Santo
da corte. .
de Matto Grosso.
do Cabo. .
Ao < c
Ao f t
Ao < c
Ao < c
Ao < 1
Ao f
Ao f
Ao ji 1Z ( e dir
118 manhaa, na residencia d'o Exm. commandante
3 superior.
25 Por sentenca do Dr. juiz especial do commer-
i ci foi julgada casual a fallencia da (Irma social
14 Machado & Santos, estabelecida com toja de fazen-
8 (las ra do Queimado desta cidade.
2 Verificou-se pelo competente exame judicial que
2 os fallidos chegaram estado de cessacao de paga-
7 mentes por falta do recebmentos e outras causas
2 accidentaes e independentes do suas vontades.
1 Entretanto, nao o passivo muito superior ao
1 activo.
1 i Em audiencia do juiz de direito da 1/ vara,
3 foi qualifleado e interrogado o escrivao do juizo do
Lino Cassiano Lima, idem.
2." anno.
Pelino Francisco de Carvalho Nobre, plenamente.
Manoel Pedro Cardoso Vieira, idem.
Antonio Rodrigues de Souza Martins, idem.
Antonio Saboia de S Lei to. idem.
3." anno.
Antonio Martiniano Lapemberg, plenamentej
Manoel Leite Cesar Loureiro. idem.
Joao Othon do Amaral Henrique, idem
Tobas de. Souza Lima, idem.
Antonio Lourenco do Carvalho Serra, idem.
Frederico Marinho de Araujo, idem.
4. anno.
Felippe Franco de S, plenamente.
Paulino Rodrigues Fernandas Chaves, idem.
Pedro Jansem Ferreira, id#n.
Agostinho Julio de Cquta Belmont, idem.
5> anna
Francisco Antenj Correa de &, plenamente,
joao Jos de Maura Magalhaes, idem.
Do Tintamarre traduzimos o que segu :
Um medico do meu conhecimento, homem de es-
pirito e de saber, a quem se encontra frequente-
mente pelos arredores do theatro Dejazet, tinha de
tratar umasenhora de urna inflamacao intestinal.
Prescreveu-lhe a applicacao de 25 sanguesugas
no epigastrio.
A doente d grandes gritos, resiste, assoma-se e
por fin declara que nao se submetter ao tratamento.
Sanguesugas... safa!
O medico insiste, emprega a persuasao, invoca
a autoridade de sua profissao, chega mesmo a amea-
5a, e cansado acaba emfim por se nao mportarcom
a cliente.
Venha c, doutor, disse ella abrandando-se.
Nao pode substituir as sanguesugas por outra qual-
quer cousa.
Oh, pois nao, senhora redargue o medico
impacientado. ^*
Ah I eu logo vi...
Eis ahi... em lugar de 25 sanguesugas, dei-
te dez mil pulgas.
E depois, tomando o chapeo, deixao quarto.
Mas elle tinha-a quebrado.
E no dia seguinte pode notar no estado da enfer-
ma urna melhora, de vida ao salular trabalhortos i.'i
animaesinhos.
Pedem-nos a seguinte publicacao :
CANTO E CHORO.
Ao som de tua voz to sublimada.
0.ue as azas da brisa se evapora,
Das sereias, por certo, a mais sonora
Deixra de cantar envergonhada.
O som de tua voz accentuada,
Quando triste tu cantas, me namora,
O doce tempo faz lembrar que nest'ora
Minh'alma chora triste c amargurada.
Tu cantas, mas eu choro sem cessar.
A cruel sina que nos deu a sorte.
Tu cantas p'ra teus males olvidar...
P'ra ver se ador que sentes nao to forte;
Eu choro nao |>odendo mais te amar,
Nao podendo seno cuidar na caorte. .
Extrahimos o seguinte :
Existe em nos una linguageni especial que folla
sem produzir som; urna linguagom muda que se
dirige ao coraco, o que nasco da alma.
Esta linguagem o olhar.
Nao estivestes nunca no meio da vastido dos
mares quando as ondas removidas (tela tempestare
ameacavam espedacar Q navio 1
Pois bem.
Nesse momento solemne o olhar dos marinheiros
vos dara a conhecer toda a importancia do pe-
rigo.
Vivis enamorados de urna mulher ?
Queris saber se sois correspondidos ?
Fallae-lhe do vosso amor, e comlemplac ao mes-
mo tempo seus olhos.
A vista o espelho da alma.
a alma das creancas ataca da innocencia.
A vista de um menino, como diz Chateaubriand,
faz-nos sempre lembrar do um anjo ou advinhar
um co.
Urna menina de quinze annos deixa lr nos olhos
a historia do coraco.
O seu olhar u livro onde se lem a modestia
urnas vezes ; o coquetisino outras,a ternura rauitas,
e o amor quasi sempre.
O brilho dos olhos o fogo da juventude.
Uns olhos apagados revelam o padecimento
d'alma.
Todava, o olhar do moribundo um olhar lm-
pido e sereno; mas aquella seronidade deve ser
porque o arrependido contempla o co quando ju-
ra, e ninguem pode morrer sera arrepender-se.
O senhor ? pede-nos a seguinte publicacao :
E TU SOFFKIAS !
Montera eu te vi, macilenta e triste,
Em saudosa hora em que sol j pende...
D'amor ferido, nterroguoi teus olhos,
O que li n'elles s niiuh'aliiia entende.
E tu soffrias reclinavas paluda
A face anglica na mimoza mo !
Quando teus labios exhalavam am-ai,
A dor punga o meu coraco!
E quando triste tu volveste terna
Teus meigos olhos segredando os meus,
Dos mil amores que fallaramelles,
Jurei guarda-Ios para mira e Dos!
Disseram tanto... que fiquei enlevado
Soffn com tig, partilhei a dr I
Murmurei teu nome com as vozes d'alma,
E no jieito o echo repeli amor !
Durante o cerco de Stralsund o re Carlos XII
estava um dia era seu gabinete oceupado em dictar
una carta a um de seus secretarios.
Urna bomba cabio sobre a casa, arruinou o te-
lhado, e fez-sc em mil pedacos no quarto contigou
ao gabinete do re.
O secretario deixou caliir a penna, e voltou-se at-
terrado para a porta do gabinete.
O re nomostrou a menor inquietaco e diri-
gindo-sc ao secretario disse-lhe :
Que tendes ? Porque deixais cahir a penna ?
Ah I Sre, respondeu elle, a bomba.......
O pobre homem nao poude continuar, seus joe-
Ihos tremiam.
Mas que relacao disse o rei, tem abomba
com a carta que estou dictando ?
E continuou a dictar cora o maior sangue-fno.
A Cruz publica o que segu sob o ttuloA posi-
rao do clero brasileiro.
O Brasil, que caminha rpidamente para o pro-
gresso e civilisaco ; o Brasil, que j dispoe de
urna magistratura illustrada ; o Brasil finalmente
que professa a religio do Martyr do Golgotha, se
tem um clere, parece vver mergulhado as tre vas,
esquecido de sua alta missao; se vive nao conhe-
c-ido, se cnhecido, atravs de escuro veo, nao
preenche, ou nao desempenba cora dgnidade e in-
dependencia as sagradas fuuccoes de seu augusto
ministerio!
urna verdade triste, porm preciso confessar :
o clero brasileiro, nao sabemos por que fatalidade,
se vai como que desanimando e succumbindo aos
golpes da censura, da crtica do indifferentisnio, da
irreltgiosidade do seculo !
Mas, a ruina do clero, o abandono, o desprezo
que se acha infelizmente votado sem duvida de-
vido ao desanimo, afriesa da propra classe, que se
aprsenla sera estimulo, e decidida disposicao para
se expor aos mais peniveis trabalhos da vida, para
arrastar as injurias e alfrontas desses degenerados
ou pretendidos philosopltos, que peregrinos na ro-
magem da vida, vagabundos na sociedade, parecem'
querer ensinar aos raestres, penetrar os segredos
da sccncia, dar lices do moral, e religio.
Sim, hoje entre nos nao lia urna classe mais es-
quecda, menos respetada, seno desprezada, como
a do clero !...
Examinera-se os principios de moral edereli-
giosidade ; observe-se o respeito aos ministros da
religio, aos principes daegreja, s cousas santas, j ..^'.^'""Tjlna MrikTas Dure*
casa do senhor, ao proprio Deus, e fcilmente *V&9
appeliado, Antonio Gomes
ap-
ar-
tada para a instrueco do clero, dos soldados d.v
Jess Christo, dos executeres da lei divina e ecele-
sastca, dos julzes, dos ministros, dos principes d:>
egreja ?
CHROMCA JUMARA.
TRIBUNAL DA RELAf lO.
SESSOfjEM 7 DE NOVEMBRO DE 1863.
presidencia do exm. sr. conselheiro
sil veira.
As 10 horas da manha, achando-se presen-
tes os Srs. desembargadores Caetano Santiago.
Gitrana, Lourenco Santiago, Res e Silva, Motta.
Peretti, Acciol, Ucha Cavalcant, Assis, e Doria,
abrio-se a sesso.
O Sr. desembargador Guerra, procurador da co-
ra, nao comparecen.
Passados os fetos e entregues os distribuidos,
deram-se os seguintes
JULGAMENTOS.
Appeltares crimes.
Appellante, o juizo ; appeliado, Ignacio Rodri-
gues de Brito.
Improcedente.
Appellante, Jos Coelho Lopes; appeliado-, Pedro
Alcxandrino Braga.
Improcedente.
Appellante, o promotor ; appeliado, Jos Antonio
do Uarmo Jnior.
A' novo jury.
Appellante, o juizo
da Silva Xebinga.
A' novo jury.
Appellante,' o juizo ; appeliado, Francisco das
Chagas Decio.
Improcedente.
AppellacSes citis.
Appellante, Aleixo Jos da Luz ; appeliado, Joa-
quim Antonio de Andrade Lima.
Receberam-se os embargos do appellante, e an-
nullaram o processo.
Appellante, Gustavo Gurgolino de Souza ;
pellado, Guilberme Augusto de Miranda.
Concederam a vista pedida.
Appellante, Manoel Patro do Nascimento ;
pellada, Margarida Maria da Paixo.
Receberam-se os embargos da appellada.
Habeas-corpus
Negarara soltura a Gabriel Matheus Evangelista,
pedida em habeas-corpus, e mandaram prestar
fianca para livrar-se solt.
No habeas-corpus pedido por Antonio Goncalves,
mandaram ouvir o juiz municipal da segunda vara
desta cidade.
designacao de da.
Assignou-se dia para julgamento dos seguintes
feitos :
Appellares crimes.
Appellante, Joao Francisco de Lacerda -y appella-
da, a justica.
Appellante, o promotor ; appeliado, Amanilio
Borges dos Santos.
Appellante, Jos Paschoal de Queiroz; appella-
da, ajuslica.
Appellante, o juizo ; appeliado, Francisco Alves
do Nascimento.
Appellafie* civeis.
Appellante, Rita Joaquina de Moura ; appeliado.
Vicente Antonio do Espirito Santo.
Appellante, Domingos Jos da Costa Guimaraes:
appellada, D. Isabel Maria das Chagas Guimaraes.
Appellante, Manoel Pereira Caldas ; appeliado.
Fraucsco Jos Regalo Braga.
pas&agens.
O Sr. desembargador Gitirana passou ao Sr. des-
embargador Motta
A appellacao civel.
Appellante, a fazenda nacional ; appeliado, Jos
Hygino Mirauda.
Sr. desembargador Res e Silva passou ao Sf.
desembargador Motta
A appellacfio civel:
Appellantes, D. Felicidade Maria de Vasconcel-
os c filhos; appeliado, o Dr. Antonio de Carvalho
Rajioso.
A appellaro erimi.
Appellante, o Juizo ; appeliado, Antonio Eran-
cisco de Carvalho.
O Sr. desembargador Peretti passou ao Sr. des-
embargador Acoioli
A appellaco crime.
Appellante, o juizo ; appeUado, Jeroaymo. Jas>
Barbosa.
As appellares civeis.
Appellante, Pedro Cavalcant de Albuquerrjue.
Uchua ; appeliado, Joao de S Albuquerque.
Appellante; Dr. Francisco de Paula Baptista
pellada, D. Joanna Maria das Dores.
O Sr. desembargador Acciol passau ao.Sc. des-
cicel.
da Conceicao Bln-
Candida do CoraoaD.de
'm \ ,\i HIM IUMMB 1.11 m / iiuvia- 1
ra urna edncacao^'S^pS SJft ^Sr. desembargador; Assis pass. ao Sr. desem-
da sociedade I uargauor uona
Hoje, porni, j nao possivel que o clero bras- As PP^afc' *"*; --------^--
leiro, iudo e quedo, solTra a ultima expresso de p Appellante, ojuizo; appellada, Luiz Bolammo
abandono e menoscabo, sera que levante a voz e ;, _.._; >hi
d um eco, que retumbe de um a outro ponto do i Aullante, o escravo Antonio.; appelada, ajus-
Brasil, e v responder as regioes do orbe catho-1 "v^.. _.__.^... +__* -----...-
lico, para que o mundo conhega a falta de relg5o I. appellante, Francisco Jos Btoeira appellada,
no Brasil, devida surda perseguigo feita aos AaarUac-ao c#el
ministros do altar, que condomnados aura circu- Appci|anl(> saSo 'Marques, do.Nascknento ;
lo mie.ramente limitado e.n scieiic.as tlieolog.cas, AP,^^ n Cesar Pnto.^
ou.paramelhordizer wtados a^iorancia, vee.ii-j H0 Sr. desembargador Ucha Cav^Joanti passon
se como que impossibitados de chegar a consecaj
e impossibitados de enegar a consecu- or desemli-i-irador Assis
Cao do seu lim Grande e pequeo, sabio e igno- ao e*m^^Zllncs critne*
Appellante,^TvSSSS^ii Joaquina-,
rante, qualquer se julga voiuprtenteinente
tado para notar as faltas do sacerdote, obsetMar
os seus erros #
Como exigir da clero brasileiro conhecimesios,
illustraco, sciencia ? Como querer encontrar um
clero delicado, de petfeUa educaco, honestae no-
bre, quando os nossos /dataos, os nossos sabios, os
nossos grandes estadistas, sao os primgiros em
afastar da igreja os seus filhos na mais tenra eda-
de, tratando os ministros da religio com indiffe-
renca, como cousa abjecta e intil, cuja classe
se nao pode com nobreza pertencer ? Qual a im-
portancia que ao estado ecclesiastico liga a nossa
aristocracia f
Como respeita ella as cousas santas, a religio,
os seus ministros f Qual a potestade brasileira
que, como catholica e fllba da egreja de Deus,
comeca a educaco dos seus ftlhos pelo temor e
amor de Deus, pelo respeito religio e aos seus
ministros, mostrando-Ibes os innumeraveis benefi-
cios que d'ahi resultam, ensinando-lhes a grande-
za e santidade do magisterio, alimeatando-os,
creando-os n'esses principios to suaves, to con-
soladores, de tanta esperanca. do tanta vida ?
Ah
de Souza Bolim.
Appellante, Rufino eseravo ; appetlada. a jjs*
tira.
As appeHrSes- ckeis.
Appellnntv, Antonio- Veriato de Medeiros ; ap-
pellada, Rosa Mara de Albuquerque.
Appellantes. os hesdeiros de Christovao Dianiio-
Barros ; appeliado, Dr. Pedro. Btaerra Pereira-de
Araujo Beltro.
A k hora da tarde encerrott-se a sess*.
C0MMUNIC1D0S.
( nundo mareta : para ende ?Par, iraSr.
rVHelaa!
Emquante os Udadwes do progressor-uns him-
pando de victorias, outros de derrotasr-se perden
no vago das denorainaces, cada quaj disputando
a proeminencia nos comicios do monte sacro, e ca-
I da qual querendo se avantajar no ardik pela liher-
jmas essa alta e diplomtica mocidade dade, monopolio exclusivo de cestos gremios, la-
ouviu dos labios maternos urna linguagem to pu- mentamos nos a tristissma reali=*cao dest vaaxi-
ra, to viva, que despertasse vocacoes ainda ador- ma de Napoleo I: a liberdade poltica bem
mecidas pelo soinno dos primeiros dias da vida analysada, fura urna fbula de- convenco, imagi-
E, pois, se assim que vae crescendo o Brasil, nada pelos governantes, para adormecer os po-
sustentondo-se apenas era um culto artificial, e se vos. Citando estas palavras.fatdicas, oocorrem-
esta rica parte do mundo goveroada por esses; nos est'outras de Segur, qpe anda aos parecem
homens, que so guiados por um mu exomplo em mais applcaveis a presente-suiaco : a lbenla-
materia de religio, desde os primeiros instantes de mais tem a temer as paixes de seus inculcados
de sua educaco, ensnados na desobediencia aos servidores, que as de sous inimigos ; dizendo ain-
sacerdotes do Senhor, no desprezo de suas (une- da em outra parte: onde comeca o governn
coes, 0 na detestaco da classe ; como que o de- ostensivamente liben!, acaba a liberdade.
ro brasileiro poder ser attendido e respeitado, co- bom mestre Rousseau terabem havia dito : a li-
mo conheeedor de sua missao; homens de posicao' berdade alimente, de bom sucoo, mas de difflcil
quando tado se Ihes recusa, e em ludo votada a digesta, principalmente para os que a trazara
completa ohscuridadc ; quando em todo o imperio sempre na bocea. >
se nao encontra urna faculdade perfectamente man- [ Tudo isto I


\
afV


-____________ *-.. -^.~..^...
Mario de Peroambneo Segunda felra de Xovembro de i 3.
de sonhadore* de perolas chimeneas, hoje para; carpo ; mas certo pretencioso, que se qaer cercar
nos uin farto de historia palria, um proverbio de maior considerado, do que aquella que real-
que passou a ser aresto trane partido liberal-; nienie mere, pana qucat tenho o maior radif-
progressista 1 Sim: aquetles .ue mais quebravam ereatomo e despreo.
as unhas em correr pelas estraas da regenerado, | xssm, pois, dominado pelo mais vivo reconheci-
em se apreaoar os predistinados iniciativa de to-. ment, e guiado pela maior gratido, peco ao dis-
dos os methoramentos sodaes, tao esquecidos petos tracto cavalleiro, o Illm. Sr. Rodolfo Joao Barato
egostas conservadores, fue umantelaram este doAlmeida, digno lente-coronel, qe*ra acceitar
Brasil ei-tos ah os argonautas do vellocino con- rainlias palavras em prova de meus sentimentos.
\ettidos em Lutheros da liberdade, que nao s ne- j Ao Illm. Sr. major Joao Bernardino de Vasconcol-
gam o mrito das boas obras, como esto a quei- los, verdadeiro militar, e eonhecedor dos deveres
nar piiHicamente as bultos do pontifleado popo- de hornera, que hern combina a disciplina e huina-
fgf | nidade, espero creia na realidade de minhas ex-
isto que 66 chama partido yrogressisla ? Xio' pressoea, que taco oxteasivas aos Srs. offlciaes to-
basta chamar-se progressisla pira merecer as ver- dos, e cada um dos qnaes pode conttr e dispr do
dadiras honras desto trame. Nao basto jorar a presiimo deste que, grato e reconhecido, so espera
todo instante o nome popular para estar exempto una occawao para mostrar que de Vt Ss. amigo
de peccados e at de crimes contra os foros e, e collega
prerogarivas da liberdade civil. Nao basta pregar
contra a oigurchia, fazeodo deste nome, tomado
n'uma significacao nebulosa, o appellido de guer-
ra, e a isca pueril com que se procura ilkidir os
incautos.
Pois essas fabulosas genealogas, com qne por
ahi onieja o partido da sraacao Ihe podem dar os
foros de amante sincero da liberdade ? Pois o uro-
capitao Joaquim Francisco Franco.
Illm. e Exm. Sr. Mrquez de linda.
Tho a honra de comprimentor V. Exc.
?So sendo possivel que me conserve por mais
tempo no silencio respeito da clamorosa injusti-
ca que hei soffridodo governejdo mez paiz, durante
gresso, que a ascencao gradual de um povo nos alguns annos, na minha vida publica, eu peco U-
aminbos da nerfeico moral, e poltica, jamis cenca a V. Exc, para expor a razao, que me asis-
cnsinou que n'um rgimen de liberdade constilu- te quando mequeixo da falta de justica dogoyer-
cional a eleicao feitnra do governo, e nao do po-
___a t_ _>.____________ ~ .<.- -* y\i\c< aMMa_
no, a meo respeito, e para isso tenho necessidade
de fazer expecial mensiio, anda que suscintomca-
vo Pois o nosso povo est tao atrasado as pra-
icas do nosso systema, que nao saiba que ne- te, da mmna pessoa, alim de que possa V. Kxc.
nliuma paite leve elle nesses erodios eleitoraes ajujzar, que nao sem runda ment quo eu tomei a
que duas veres no eorrente anno tm profanado o deliberar de dingir-me V. Exc na qualidade
lugar sanie ?
Que qwir dizer esse silencio
de tmulos, que
de chele doactual gabinete, e de filho desto pro-
vincia, em que nasci, para reclamar o meu direito
UU& UTST7I UlftVI *-0>V JHWM.ro \a\. iuinui".> f.- ~ --------1-------------------r # ,
ahi re nou as matrtees. agora Tiesto cowa cliama- ha tontos asnos esquecido, e pedir repararao da
da detrae de senador ? Quando se vio isto*m Per-' injnstica, de qne cima fallei.
nambuc ? XJue significa eteirao ? Signca MW-1 Si'". Em. Sr. marquez, formado ha 21 annos em
Potante, vos todos que vos .teis entregues
aos bracos dos soffrimentos, coumal e gravai
isto bcm'na vossa memoria, como na das mais
puras e religiosas de todas as verdades.
Encontrar-se-ha venda em toda a parte e en
todos os estabelecimentos de drogas.
GQMMERCIO.
25700 a 25800, o mascavado
purgado a 25300 e o bruto do
15900 a 25200.
gurMt.....Vendeu-se a 605000 a pipa.
Cauros.........Os seceos salgados venderam-se
a 160 rs. por libra.
Arroz..........Opilado da India vendeu-se a
25100 por arrota.
Azeite ddee.....O de Lisboa veaieu-so a Imw
Sim, marcado o da 28 do crreme as lloras
da manhaa para a juntiliracao.
Para o Porto.
O btigttt portaguez Mercurio, segu prestes pa-
NOVO BANCO
Bacamao.......
K>r clao,
etall
DE
PERMA9IBUCO
O banco toma saqoes sobre as pracas de Rio de
Janeiro e Baha.
Batatas.........
Bolachinha......
Carne secca.....
Alfandega
Rendimento do dia 1 a 6........
dem do dia 7.................
87:7625461
11:938534*
99:000580,1
novimeno da alfaodega
Volumes entrados cora fazendas...
cora gneros...
Volumes sahidos
com
com
fazendas...
gneros...
93
104
199
Descarregam no dia 9 de novembro.
Brigue ingloz Almacarvao.
Brigue inglezKictoria-farinha.
lmportaeo.
Iliate nacional Invencivtl, viado do Aracaty,
cousignado Jos Joaqaim da Silva, maaifestou o
ka. Mas quem escolheu ? O' povo 1 mentira, direito, iwm o melhor conceito possivel dos meus I segUinte
o pove nao foi as matrizes. A urna ahi jazeu soli-: preceptores, na qualidade de estudante, cu inde- i>400 poMes de a^ i24 MCC0S 69 ,ueires
toria, o aislo orno a mutior peccadwa no tem- pendentemente de pedidos e empenhos, conclu^ ^ ponimtt> 8 53a moius da soto ? Prente Vian-
plo! -Quem pois conferio mandato aos botos eloi- ""ntia vida escolstica com dutinecap. No Jim do
tores? As mesas paAdaes? Mas kaiftem dissos- awnode 1842 dediquei-me a proflssao de advoga-
tes'vo Proaressa, que as mesas ion eram solie- raiias como iiodem eUas hoje expoUr diplomas algnns lugares, que senao retiro, pe a razao de
de eleitores? oao'tornar-me nimiamente extenso, alem do que
Que pensaes -vos. ru derrotasles o partido con- 4evo ser, mas que constam dos jornaes, os quaes
servador? JJo, fizestes mais, saatostes o sysle-: por ultimo peco ai\. Exc. se digne tr.
na constitucional, e se este anda vive na forma,! anno de 1845 nomeoo-me e governo prov.n-
na escocia foi convertido em dictadura bomwL ,oial promotor publico de urna das cidades da pro-
em consulado perpetuo de vilanias. e de escanda- .*m, m jnoiras conunissoes me foram con-
os nunca vistos ne Cuidaes (pie o rea da prosperidade vos sopra que fica dito at 1838. Tenho enviceao de liaver
as antenas da vossa nao argos Enganai-vos i Es- cumplido o meu dever com geral considerac.w dos
^* *^ t 1 >^^ PUM .. .~. VA ^ *#Jh .2 i. Jb* jv *. n iknft iia ** n .* *m i t\ I. filil1 1 t\ |A_
taes perdidos |>ara sempre na conscia, e ros
desengaos do povo. Por sobre vossa cabeca mur-
mura a voz implaoaveJ da opiniao, que se nao me-
t e. porque immensa; ella vos tirada : euclwi
a medida de vossas iniquidades. A vossa mortc
vira do excesso de vida qn vos deu o governe.
Morreis de repiecco; engolistes o que nao podnis
digerir. Sois o lobo da fakula; estaes com o osso
atravessado na garganta: quera vo-lotirar?
Marchai. o caminlio largo, e cheio de Gores...
apressa'vos.. -fio capitolie a rocha torpeci dista
pouro.
MirioourL
PBLCACOES PEDIDO.
'tneusconridadaos, e abnegacao de qualquer inte-
resse, que nunca em mim teve poder para arredar
da minha humilde pessoa, o cenceo que sempre
merec de homem honrado e empregado probo e
intetrameiite desintercssado.
ET prova da minia asserjao o testemunho de
urna comarca inteira, e as actas do collegio eleito-
ral da cidadc de Natareth, na qual exerci por 13
annos as funegoes da promotoria referida, nao
obstante a divisad dos partidos polticos, mxime
nos annos de 1848 e 18*9, de triste recordacao.
Entretanto, Exm. Sr., quando nunca havia recla-
mado do governo imperial a recompensa dos meus
servicos, prestados em mais de nma crise, pela qual
I tem passado esta provincia, porque sempre os pres-
| tei sem vistos de tateresse, foi quando um dos seus
I administradores entendeu exoaerar-me da com-
misso, que por tontos annos exerci, a despeilo do
! conceto de muitos administradores e estadistas.
nadt C
4lti unos de sola, 10 molhos com 100 peles de
cabra; Domingus Rodrigues de Andrade.
337 iiwios de sola, 67 saceos com 4d alqueires
de gomina ; Josc de SLeitao. A
128 saceos com 76 alqueires de gomma; a
Francisco ames de Mallos Jnior.
I
ALFANDEGA BE PEBNAMBUCO.
PACTA DOS PRECO DOS GRNKROS SL'JEITOS K DinElTO DE
EXrORTAQO. SEMANA DE 9 A 14 DO MEZ DE NO- |
VEMBRO DE 1863.
Mcrcadorias. Unidades.
Abanos.........cento
Agurdente de cana. .... caada
dem restilada un do reino >
dem caxaca........ >
dem genebra....... .
dem alcoo! ou espirito de agua- -
ardentc....., >
Algodao em caroco.....arroba
Id-m em rama ou em 15a. c
Arroz com casca.......
dem descascado ou pilado
Assucar mascavado.....
dem braneo.........
dem retinado........
Azeite de aiucndoim ou mendo-
bim.........caada
dem de coco....... >
'dem de mamona.....
arroba
ilhou-se de 145000 a 145900
por barrica? ncando em defwsi-
to 4,000 barricas.
Venderam-se de 15000 a 15900
por arroba.
dem a 35600 a barriquinha.
Reulhoa-N de 95400 a 35100
por arroba; fleando em deposito
83,000 arrobas da do Rio-Gran-
de do Sul.
Caf........... Vendeu-se de 85000a85300 por
arroba.
Cha-........... dem de 15900 a 95150 por li-
_ bra.
Ccrveja.........dem de 45800 a 65000 a duzia
___ de garrafas.
*>ijao..........Vendeu-se de "45000 a 65000 a
saeca.
Ginebra........Hem a 320 rs. a botija e 55300
por frasqueira-
^C3..........A ingleza ordinaria obteve 300
por cont de premio sobre a fae-
tura.
Manteiga.......A franceza vendeu-se a 500 rs.
a libra, e a ingleza a 800 rs.; fi-
caudo em ser 1,600 barris do
ambas.
^^ssas.........Voaderam-se a 75080 a caixa.
Oleo de Unuaca.. Vendeu-se de 25000 a 25100 o
Passas.......... dem a 75000 a caixa.
Presuntos....... Continuou a vender-se a 145000
,_ a arroba.
Queijos........Os flamengos venderam-se de
15500 a 15800 cada un.
Sabio..........O amarello vendeu-se a 150 rs.
a libra, e o do Mediterraaeo a
240r8-
Toucinho.......O de Lisboa veodeu-sc a 15*X>
por arroba.
Vinagre........O de Portugal vendeu-sc de 1105
a 1205 a pipa.
Vinhos.......... Os de Lisboa regularan! de 2005
a 2305000 a pipa, e os de ou-
tros paizoa de 1805 a 2005-
Valores. Velas.......... As de composicio vendoram-se
15400! a 530 rs. o pacote de seis velas.
600 Descontos....... O rebate de letras regulou do 8
600 a 10 por cento ao aaao.
Recife, 26 de ootabro de 1863. Alencar Ara- ra Mi aiada recfibe a|'guma ca^ga | passageiros a
"R*" ,. -_ fr** P1* 1e tem exccllentes commodos : a
Nada mais se contmha em tal despacho aqu tratar com Marques Barros & C. largo do Corpo
transcripto, e sendo feta a destribnicSo ao esenvao gaato n. 6, segundo andar, ou cm o capitao Joa-
deste juizo especial do commercio Manoel de ur- qun Gomeada Cruz.
valho Paes de Andrade, produzio o sapplicante ------- "---------------^------------------
Manoel Jos Machado sua iustifiracao, apresentan- K3 e,ro Prctende seSu,r com
do testemunhas que depozeram convonieateasente m',?arbtprel17' "Zl"?010"1 Almirante :
acerca da ausencia do justificado Antonio Ignacio JI Par f de sen e*S*mto prompto, e para o
Godoy, e sendo devidamente sollados e preparados ^L^J^tf'J^^S^ \ ^us consigna-
os autos, foram-me conclusos, e nos roesmoT ei e taJlsnl^"," lJen,feira ^vedo, no seu
profer sentenca do ibeor^oe se segae : escnptorlo roa da Cm n. 1. ____________
Hei por justificada a ausencia de Antonio Igna- Para O Hk ole Janeiro
ci de Godoy, que se mostrou estar em lugar incer- pretende seguir com muita brevidade o patacho
to ; assim mando, que se cito por edilos de trinla nacional Bfgulo, tem parte de seu carregamento
dias para o tim requerido. E pague o justificante prompto : para o resto qoe Ihe falta e escravos a
as costas. freie trata-se com os seus consignatarios Antonio
Recie, 31 de outubrodo 1863.Tristao de Alen- n,^ de oiiveira Azevedo & C, no sen escriptorio,
car Araripo. raa da Cruz n. 1,
E mais se nao continha e nem outra alguma coa--------------------. _____
sa se declarava em dita sentenca, que .aqui est' Pra a Baha val sabir com mu.to brevidade
muibemelielmente transcripta copad por for- a sumaca Hortencta, capilao AnU.nm Iramusco
5a da qual o escrivao respectivo, que este subscre- Monteiro, por ter a maior parte da carga engajada:
ven, fez pa:
trintadias)
theor chamo,
ausente Antonio Ignacio de Godoy, para que dentro
do mencionado prazo comparega nesto juizo, alie-
ando o que for a bem de seu direito e justica, sob
pena de proseguir a causa seus ulteriores termos a i
sua revelia ; portanto, toda e qualquer pessoa, p-
rente, amigo ou conhecido do referido justilicado
poder-lhe-ha fazer sciente de todo o expendido.
E para que cheguea todos a noticia, mandeipas-
sar editaos qne scrao afflxados nos lugares do cos-
tumee publicados pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife, aos 3 de
novembro do 1863, 49" da independencia e do im-
perio do Brasil.
Eu Manoel be Carvalho Paes de Audrade escri-
vao o subscrevi.
Tristao de .Jenoar Atante.
mal o escrivao respectivo, que este subscre- onteiro, por ter a maior pane aa carga engajana:
z passar o presente edital com o prazo de Para? resto que H falta,_ trata-se cora os cons.g-
lias para a citacao requerida, pelo qual e seu natonos Palmeira & Bcltrao, largo do Corpo Santo
hamo, cito e liei por citado ao justificado,n- 4, pnmeiro andar.
LEILQES.
LEILAO
320 Frotes.........Da Paraliyba para o Canal a 47
5 por cento de prna-
600
700
65700
965800
I5OOO
95000
l
6 com
geni.
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no da 7.
200 Aracaty8 dias, litote nacional Inceucivet, de 35
um
arroba
urna
libra
AXSSSSS^l TJL^t ~~y^~^o^^^*:~*^* Batatas alimenticias.
nem de dar puMmdlde as columnas do sobr(jta, agsumpl0) |n,,tando-me apenas, em abo-! Bolacha 01 diara, propna para
seu cenGetluado jornal Circular, que di rijo no da minha vida honrosa, qne aprecio mais que I emban|ue.......
aoseleitores da provincia, apresentando-me todas as riquezas, a pedir V. Ew. a Ititura do; Mera fina........
candidato a um dos lugares da lista trplice] "** }I dn?aJJ0 _.____. ,a;i___.___j_ nambiirano de io de julho de 1858, publicados dem escoma 011 restme
na prxima eleicSe para senador. nesta provincia. Nos referidos jornaes encontrar dem torrado....... libra
Sou/etc. V. Exc. a explicacao desse fecto, cuja analysc dei- Calbros......... ura
F. X. Paes Barrete xarei apreciacaoe criterio de V. Exc, acrescen- Cal...........
Rin 99 Hf (iiinl.rn il^ tMi\ lando smente que isso succedeu, quando contova dem branca.......
illm Cr tZMmTTT 1 .^!f; ,taaM Aa5aA de direito,um d'entre elles lime secca (xarque) ....
Illm. Sr.-Appesentando-me candidato ao ^ mjm exa^a^ naacadp^juridica dc0tin. &im,iros........
lugar de senador, que ncoo vago pela morte da, com mais de 12annos deexercicio na respec- Carvao vegetal......
do vtsconde de Albuquerque, nao posso dei- tiva vara, alem de outros muitos, que gozara de Cavernas de sicupira ....
xar de diri ,.;, -7---- m ..> ,i ;i. deveria ser o move dos actos do governo, e nao o dem dem cm vetos ....
apuio ecoadjuvaraoem favor de aiutha can-,palronat0) qoe ID/eiizmente dominar sl-mpre,a Cha..........
didatura. j despeito do verdadeiro mrito, e zombar daquel- Charutos........
Meu notne nao inleiramento desconlieci-'les, <|ne nao aoompanbarcm as conveniencias, como! Cevados (p)rcos)......
do no paiz, e e V. S. entender que a sua tem acontecido cormgo. I Cocos (seceos).......
incl.isn ni Iwia trinlir n,n rilnnn Tal e, Exm. Sr. marquez, o estado do progresso Colla. .........
inciusao na usta trplice nao a ueMioura, do nosso ()ah ,, | coUros c ^ salgados .
confio que mo se recusar a prestar-me O Podia dizer hoje V. Exc. que em lugar de re-, dem idem seceos espichados. .
apoio e coadjuraco, que solicit, com O que clamar justica, eu nao precisara della, se nao en- j dem idea verdes.....
meencherdo mais sincero e profundo re- ndesse que a minba conscicncia devena ser^o Hem idem cabra curtidos. .
mnhurimontn movel das minhas accoes e a justica distribuida1 Wem dem de onca.....
MHiiitOiiiittiiiu. I sem distinecao entre G'regos e Trvanos. Mas Exm. Doces seceos.......
Assegiiro a V. S. que procurare! sempre, | Sr., nao era possivel que com o pesamento de que dem em gela ou massa. .
como tenho Tei to at aqui, pautar o meu me dotou a Providencia, eu flzesse a minha feliel-1 dem em calda......
piocedimento.pelos principios da^lionra e da dadei Pr1uc meu principio foi sempre opposto Broanadorea grandes ....
honesudade, e promover com verdadeiro in- ^".'S, ser trnsfuga em poltica, e' SS^S" forro de estivas
teresse a prosperidade de nossa patria. especulador em lugar de poltico. Respeito a virtude: de navio........
Tenho a honra de ser Com a maior COnsi-,e a ntelligeacia. Censuro o abuso, enao me humilho Estopa nacional ......
deracio e estima ao arbitrio e ao set^ilismo para ser grande. Nao Farinha de de mandioca. .
j^ v c sei lisonjear a quem nao merece. Abomino o pa- dem de araruta ......
f tronato, e por -sg a presente cada nao chegar as Feijao de qualquer qudlidade. .
MuitO atiento venerador e amigo Obngado, maos de V. Exc, com outra de recommenda?ao. Frechaes........
Framkco Xnrier Paes Banrvlo. Son conliecido nesta provincia, e mesmo nersa t Fumo cm tolha, bom ....
corte um estadista existe, de quem conservo a mais dem ordinario ou restolho .
significativa prova de apreco.em que teve a minha .dem era rolo bom......
A candidatura do eoaaelheiro individualidade, sabendo crresponder-lhe, o qual dem ordinario ou restolho .
45160
25000
15600
800
15200
35000
75000
85500
755OO
440
360
toneladas, capitao Joaquim Alves da Silva, equi-
pagem 6, carga sulla e outros gneros.
Hamburgo60 dias, eicuna dtnaaiarqueza Ver Has,
de 80 toneladas, capitao M. Groth, equipagem 5,
carga fazendas c ouu~os gneros; a Rabe Sc.li-
mettou & C.
Navios sahidos no mesmo dia.
AracatyHiato nacional Dous Irmios, capitao
Joaquim Jo* da Silveira, carga diuerentes g-
neros.
Rio de JaneiroCanboneira nacional Pamahyba,
commandante primeiro lente Aurelio Garcin
do Fernandes de Si.
arroba 980 Cear-Palnaboto nacional Gaiibaldi, capitao Cus-
1 500 todio Jos Vianna, carga farinha de trigo e ou-
> 25500 tros gneros. J
35OOO' Rio de JaneiroBrigue nacional Amelia, capitao
15600 Joao Antonio do Soccorro, carga sal.
85OOO' Portos do Norte Vapor nacional Mamanqmp',
DECLARARES.
Commando ataperior 4a suarda
narlonal do itoelfc.
Os Srs. ofliciaes da guarda nacional que reque-
reram nspecyo d saudc, comparecam no quartel
da residencia do Exm. Sr. commandante superior
no dia 9 do correBle as II horas da manhaa Se-
cretara do commando superior da guarda nacio-
nal do Recife 6 de novembro de. 1863.
O secretario,
Firmino Jos de Oliveira.
ORHfaRM.fcrtAL
BE
ASSUCAR.
ihkji:.
0 agente Pinto far leilao requerfmento dos
depositarios e curadores Ihcaes da massa fallida
de Joaquim Vieira Coelho & C. e por mandado do
Illm. Sr. Dr. jniz especial do commercio, de urna
porcao de assncar pertencente mesraa massa e
existente no armazem da ra do Apollo n.22 onde
se effectuar o leilo s 10 horas do dia cima
dito.
LE 10
A
iioji-:
RelacA das nrias seguras
cento
um
cento
Ubra
um
cento
libra
uia
2T0
360
15500
25500
155000
35500
300
160
220
090
350
1051KX)
15000
320
500
15000
5000
cento
arroba
ajqasire
arroba

ura
arroba
>
*aa?s Barrete.
sendo por mais de urna vez ministro de estado,
nunca Ihe fiz iiedido algnm, e por isso, nao admira
A cousolidacao, e o desenvolv monto de uraa si- qui. justica m n3o fo#se fcita '
luacao poltica reante encontram es mais seguros j Agora,'poi-m, por diversas circumstancias, nao
:s que para a dcv0 proceder da mesma forma, quando a situacao
'' exige que nao continu
e acrrimos defeBKjrcs entre
sua existencia com maior afflnco e em maior es-
cala contribuirn}. 1 Sld condemnado pelo governo do meu
Na cacara dos depiitadns, entre-s*us_numcrosos quein Ianto tenho servido sem a tneiior
amigos da eurte, e curante a organhacao do-ptirt-1 ensa,
0 ostracismo, a que tenho
paiz, a
recom-
do progressisla cm Fernambuco, oconsellieiroPaes
Darreto contnbuio poderosamente para a reuniao
sincera dos hottiens moderados e bem intenciona-
dos dos amigos parti.los.
Sua dedicaco ao partido progressisla, sua leal
dade paralados quantos a elle adheriram, sao tac-
tos que a**,iitam na consciencia publica, e que por
nem urna malquerenea, por nem um excesso de
ambicio pan ser. invalidados.
Os progresistas que desejam sinceramente a re-
generacio da paiz pelos esforcos communs da par-
te sensata das antigos partidos, hao de necessaria-
mente encontrar na onsciencia o que deremo6
ao eonselbeiro Paes Barreto, na razio-o que elle
ha de continuar a fazer a bem do partido, e no co-
raeao sentimentos affeeluosos de merecida gra-
tido.
Quem ha ah que isnoro as habilitacees do con-
selbuiro Paes Barreto pare ser incluido na lista tri-
plico Ohho juiz ostentou-se sempre distribuidor
integerrimo da justica, como presidente que foi de
variasprovineiasdeuexuberantttsprovas.de aptidao
administrativa, eomoministroainda boje Raudosa-
inenlc lembrado, edesejadopeladistinctooflicialida-
de da nossa esquadr.i, como Iwmcm de estado prepa-
rou dtsveladajtienttt a transkao do dominio ol
Nao pense V. Exc que eu aspiro algum lugar de
juiz de direito. Nao. J nao sou moco, que depois
de 21 annos de servicos, com mais de 40 annos de
idade v principiar urna carreira, na qual j sao
velhos alguns, que, se nao foram meus discpulos,
foram por mim examinados.
Gallnltos........ urna
Gomma.......... arroba
I|Keac.uanlia (raz)......
Lenha em achas...... cento
Toros..........
Liulias e csteios....... um
Mel ou melaco....... caada
Milho.......... arroba
Papagaios......... um
Pin Brasil........ quintal
dem de jangada...... um
Pedias de amolar..... una
dem de filtrar......
dem de relilo.......
Piassav......... molho
commandante Manoel Rodrigues dos Santos
Moura.
Obircarao.
Fundiou no Lunario uin patacho inglez, mas no
teve communicaco com a trra.
Navios entrados no dia 6.
Ass9 dias, hiate nacional Sobralmse, de 97 to-
neladas, capitao Antonio Gomes Pcreira,equipa-
gem 9, carga sal e outros gneros; a C C. da C.
Moreira.
Terra-Nova40 dias, patacho inglez Harriet, de
189 toneladas, capitao George Gilbert, oquipa-
5era 10, carga 2,500 barricas com baealho e 60
ita pfm f'irinln di> triirrt Q [nlm*l..ii Pafpr V*
ditas com farinlu de trigo ; a Jolinston Pater A"
C. Seguio para os |>ortos do sul.
Nanos sahidos no mesmo dia.
Para pelo Maranhao Hiate nacional Santa Rita,
capitao Joaquim Antonio de Figueiredo, carga
155000 carne secca e outros generes.
15600 CearEscuna ingleza Sarah Ellen, capitao Hick,
15509 em lastro.
.'i5<100 CearEscuna dinamarqueza Maria, capitao H.
15800 Meycr, em lastro.
55OOO CearBrigue dinaniarquez iiargaiitta, capitao J.
145000 R. Oestmann, em lastro.
85500 ParaEscuna nacional Ernestina, capitao Manoel
85000 Jos Perera Marinbo, carga assucar e carne
55000 secca. Passageira a senhora do capitao.
000 Rio Grande do Norte Lancha nacional F7or do
15700 Rio Grande, capitao Vicente Ferreira da Costa,
255000 em lastro.
25OO9 Qbsercacao.
II5OOO Suspcndeu do lamarao para o Havre a galera
85000 franceza Tonkin, capitao Dupont, com a raesma
200' carga que trouxe de Mexilliones, na Bolivia.
150001 .
25500
55000
55OOO
840
45000
EDITAES.
Se nao tenho ido, Exm. Sr., explcito como de- Ponas, ou cbifres de vacca ou
sejava, receioso de nao abusar da bondade de V.
Exc, a quem ainda peco que se digne lw os Dia-
rios de Pernumbuco de 19 de maio, o e 25 de agos-
to do eorrente anno.
_Delles ver V. Exc. que a minha nica preten-
cao tem sido manifestada ao cor|w eleitoral de um
dos districtos da provincia; porm, mallograda, Sal
porque infelizmente a eleicao ser sempre do go- Salsa parrilha.
verno, como me expliquei m um dos communica-1 Sebo em rama
dos inserto nos referidos Diarios, d'onde se mani-
esta o meu modo de pensar. Nao posso agradar,
Exm. Sr., senao a liomens conscienciosos e amigos
da justica, que presam o bom nome, mais que as
posicoes. Senao indico V. Exc. o lugar que nes-
ta eidade me serve, perqu nao sei, se a presente
ser por V. Exc aceita e attendda de ba vonta-
de, como presumo, dignndose responder-mc
A minha prctencio tem sido motivada, dizera as
novilhos........cento
Pranehoos de amarello de dous
costada*........um
dem de louro.......
Rap..........libra
Sabao...........
alqueire
arroba
dem em velas.......
Sola em vaqueta...... urna
Taboas de amarello..... dnzia
dem diversas........
Tapiocas......... arroba
Tatojuba......... quintal
Travs......... urna
Datas de bol....... Cento
Vassouixs de piassav. ...
sistas questao de interesse commum, questao de
honra, de gratido e dever.
possoas qne me conhecem e teem communicado, I dem de timb.
2Lcl?P l- ^ poUtT ae?a,>1le s2?or ,cul*! pela razo de nao ter feitoem tempo algum ver ,dem de carnauba......
nossa detxara de aer fecunda em beneficios para o| ao governo a justica que me assiste, e ao mesmo' Vinagre........ caada
**i 1 tempo a injnstica, cuja reclamaeao faco agora, di- i Alfandega de Pernambuco, 7 de novembro de
A inclnsao donomedo consolheiro Paes Barre- rigindo-me V. Exc Verei o resultaao, do qual 1863.
to na Hato trplice e, pois, para todos nos progres- n5o g^ga^ \ (Assignados):
Coneluindo, permita V. Exc que a presntese-1 o 1." conferente, Francisco de Paula Gonraires
ja pubkcada pelo Diario de Pernambuco, urna voz da Silva.
que gosto da publicidate, mxime oceupando-me | O 2." eonferente, Jos MaiiitCfzar do Atnaral.
por necessidade da minha pessoa, que alem do I Approvo. Alfandega de PeTnambuco, 7 de
conceto que sempre merecen, nao pode temer novembro de 1863.Carvalho Beu.
pela conciencia dos seus actos, qualquer discus- j Conforme. 0 4.* escriturario, Joao dos San-
dio ou dunda sobre a veracidade de suas alie- tes Porto.
sou com amis distincta consderaco. De v. Bccbedorla de rendas interaas
Bac. reverente patricio c criado, geraes de Peraaoifcneo.
ieronijmo Salgado de Castro koeio. Rendimento do dia 1 a6 ....----- 4:5185389
RM-ife 2 de novembro de 1863. dem do dia 7 ................. MMPH
Illm. Sr. juiz municipal.Pacifico Ferreira Cuv-
maraes preiisa qu.- V. S.mande ao escrivao que
certifique : Io se o padre Renovato Pereira Tejo
foi processado neste juizo por crime de calumnia ;
3 se foi ooademnade a quatro mozos de prisao : e
3f finalmente se j foi absotvido desia peana.
Restes teraios pede V. S. que Ibe delira.E.
R. M.
Pacifti Ferreira GuimarSes.
Certifique. Villa de Cabaceiras, li de outubro
de 186.1.Catta de Araitjo.
Quanto ao priotero quesito eertifleo que loi pro-
cessado no juizo municipal.
Quanto ao segundo certifico que foi por sentenca
'leste mesmo juizo condemnado a quatro mezes de
prisao.
Quanto ao terceiro finalmente foi pelo mesmo
reo appellado para o juizo de direito, e at o pre-
sente ainda nao appareren o processo no cartorio.
Disto mesmo dou f. Villa de Cabaceiras, 14 de
otubro de 63.
O escrivSo,
Rufino Pereira de Araujo Lima.
Hoje qne me aeho completamente desligado, e
separado do 2a hatalhSo de infantera da guarda
nacional do municipio do Recife, jasto que do
aKo da imprensa manifest meu reconhocimento e
gratido aos n. offlciaes daqnelle batalhSo.
Assegnro, qoe jamis esqueeerei as maneiras
delicada, eom qoe me trataram ; os obsequios a
mim prestados, e porque nio me possivel por ou-
tra forma mostrar meo reconheclmento e gratidio;
por isso uso do presento esperando da bondade
delles descnlpa, se por ventara o offendo nesto
minha manifestac3o.
JVonca me passou pela idea retirarme daqnelle
Marte no sangae.
Nao ha duvida, que 6 na massa do sangue, que
as sementes de loda a casto de enfermidades e Kendimeoto do dia 1 a 6
morte se criam e geram. Applicai e attacai as ^cm d0\iia 7
mesmas promptaraente com o mais poderoso de
todos os meios purificativos. A salsa parrilha de
Bristole a vossa salvaco certa.
NSo importo qual seja'a natureza da molestia
qur sejam escrophiHas, erysipelas, caucros, to-
tano, fenres e sez5es, molesnas do flgndo, as fe-
bres biliosas intermitentes; mas sim 6 tao smen-
le atravs e por meio da massa do sangne, que a
dispertante cansa pode ser alcanrada e prompta-
mente removida.
Este grande antidoto ou contra veneno, neutra-
lisa a materia infectada e acre, contida dentro
das as, da qual resulto e prevern quasi todas
as molestias de um carcter o mais terrivel, me-
diante a qual, ellas sSo nutridas e aggravadas.
Ella em parte descarrega nm golpe fatal essa
hydra que se aeha emmaranhada e enroscada por
toda a exteneao e comprimento do sysiema vene-
noso e extermina l3o segura e promptamente as-
sim como Hercules destruio e anniquillou aqnelle
momtro de eem eabecas, imitacio do qne as
altlie^es e enfermidaes dos motaes, formam o
mais perfeito e exacto antitypo.
Consulado provincial.
...... 6:1815693
...... 1:5815078
PBAQA DO RECITE
1 BE ^aVKWBHO HK 1663.
As 3 hars da tarde.
Revista aenanaJ.
Cambios........Os saques da semana elcvaram-
se a 36 83,000, regulando sobre
Londres saccou-se a 28 ,4, 28
', e 28 d. por 15000; sobre Pa-
rs 340 rs. por fr., e sobre Lis-
boa de 96 a 100 por cento de
premio.
AlgodSo........O desto provincia vendeu-se de
275000 a 275200 por arroba; o
de Macelo, posto a bordo, a 285|;
e 9 da Parahvba de 285000 a
185750.
Assucar........O" braneo venden-se de 35200 a
35600 por arroba, o wmenos de
Perante a cmara municipal desta cidade es-
toro em hasta publica nos dias 9, 12 e 19 do cor-
120' rente mez para seren arrematados por quem mais
! der, por tempo de um anno, os segrales impostes
55000 que vo calculados com o abate da quinta parte :
coqueiios por 4805, casinbas daribeira 1335, gado
205000 recolhido no curral 485*00, repeso do acougue
1050001105, cargas de farinha e legumes 145744, gado
150OO I ovelhum 25048 : os pretendentes podem compare-
120 cer no pago das sessoes da mesma cmara nos re-
400 feridos dias, com seus fiadores habilitados na fr-
235000 ma da lei, para poderem lancar, sem o que deixa-
55000 rao de o fazer. Pago da cmara municipal da ci-
750OO dade de Olinda 5 de novembro de 1863.Manoel
25^00 Antonio dos Passos e Silva, presidente.Marcelino
1105000 Dias de Araujo, secretario.
735OOO 0 Dr. Tristao de Alencar Araripe, offkial da im-
25800 perial ordem da Rosa e juiz especial do com-
25000 mercio desto cidade do Recife, por Sua Mages-
65000 tade Imperial, etc.
25000 Fago saber que no da 9 de novembro do eor-
105000 rente anno se ha de arrematar em praca publica
850OOI deste juizo, o se^uinte : i casa terrea na ra das
65000 Calcadas h. 43, freguezia de S. Jos, com duas ja-
5001 nellas e urna porto no meio com rotulas, duas sa-
las e cinco quartos, cozinha em um lado da sala
de detraz, quintal murado, cacimba meeira entu-
Ibada, e um corredor coberio de telhas que deita
para a ra da Praia de S. Jos dos Pescadores,
avahada em 1:5005, a qual foi penhorada porexe-
cuco de Paulo Jos Gomes, contra Jos Virssimo
dos Anjos.
E nao havendo lancador, ser a arrematacao
fcita pelo valor da adjdicvo com o abatimento
da lei.
O presente ser publicado na forma do estylo.
Recife,'7 de novembro de 1863.
Eu Manoel Mara Rodrigues do Nascimento, es-
crivao o subscrevi.
Tristao de Alencar Araripe.
O Dr. Tristao de Alencar Araripe, offical da im-
7:0385183 oerial ordem da Rosa, e juiz de direito especial
do commercio. desta cidade do Recife.capital da
provincia de Pernambuco e seu termo, por Sua
Magestade Imperial e constitucional o Sr. D. Pe-
djo II, a quem Dos guarde, etc.
Faco saber pelo presente que Manoel Jos Ma-
7:7625771 chado, por seu procurador, me dirigi a peticao do
theor segrate:
Illm. Sr. Dr. juiz do commercio.Diz Manoel
Jos Machado, commerciante nesta cidade, que de-
vendo-lhe Antonio Ignacio de Godoy a quantia de
4:9245704, proveniente de duas letras vencidas,
urna em 30 de abril de 1859, e outra om 30 de ju-
nho do mesmo anno, c como o supplicado at o
presente nao tenha pago, por se achar ausente em
lugar nao sabido, quer o supplicante justificar a
ausencia do supplicado, aflm de que justificado
quanto baste o iulguo por sentenca, mandando
passar carta edital por trilito dias, para ser-lhe in-
timado o protesto que o snpplicante faz para inter-
romper a prescripeiio da referida letra, designando
V. S. dia e hora para a justincago.
Nestes termos pede V. S. defermento.E. R.
M.O procurador, Manoel Raymundo Penaforte.
E mais se nao continha e nem ootra alguma
eousa se declarava em dita peticao, que aqui est
verbo ad verbum transcripta e copiada, na qual dei
o seguinte despacho :
existentes
na adnoinislracao -< carreia lesln
cidade para 98 sen nares analta de-
claradas.
Bario de Guararapes.
E. Eufrazia Mara do Jess.
Francisco Moreira da Costo.
D. Joanna Baptista dos Santos.
D. Joanna Francisca Paes Barreto.
Joao Azedias Machado.
Joao Mitao Henriqucs de Souza.
Manoel Kelemon Fernandes.
Manoel Ignacio Pras.
Tenente Manoel Joaquim de Souza.
Viuva de Ventura Pereira Penna.
Pela delegacia de Ipojuca foram approhend-
dos tres cavaUos, sendo um rato, ura castonho e
outro rozilho, como furtados por Tobas Manoel do
Nascimento e Gabriel Mathias Evangelista: quem
se julgar com direito a ditos cavallos, justificando
Ihe serio entregues na mesma delegacia. Ipojuca
2 de novembro de 1863.O delegado U supplenle
em exercicio,
A. Peregrino Cavalcanti de AJbuqaerque.
Pela capitana do porto se faz publico que as
embarcacoes que navegam do Forte to Mattos para
alem da ponte do Recife, devem passar somente
pelo canal marcado pela boia, em que durante o
dia tem urna bandeirola encarnada, e a noite urna
lanterna. Os (|ue transgredirem essa ordem, c as-
sim perturbaren) os trabalhos da obra da nova
ponte, sero punidos com a multo comminada no
art. 114 do rogulamento das capitanas. E para
que conste, faz-so publico pela imprensa.
Capitana do porto de Pernambuco 4 de novem-
bro de 1863.O secretorio,
J. P. B. de Mello Reg.
Inspecfo do arsenal de marinha.
Faz-se publico que a commisso de peritos exa-
minando na f,'.rma determ .da no regulamento
annexo ao decreto n. 1314 de 5 de fevereiro de
1854, o casco, machina, caldeiras, apparelho, mas-
treacao, veame, amarras e ancoras do vapor M-
mnn'guape da companhia Pernambucana de nave-
gapio costeira, achoa todos esses objectos em re-
gular estado.
inspeccao do arsenal de marinha de Pernambuco
7 de novembro de 1863.
O inspector,
H. A. Barbosa de Almeida.
Pela subdelegacia da freguezia de S. Jos se
faz publico que se acha recolhido casa de de-
tenco a preta Narcisa, a qual diz ser escrava de
Joaquim Lopes da Cunha, sendo dita preta apre-
hendida no engenho Serra, da freguezia do ("alio ;
quem fr seu senhor, provando, lhc ser entre-
gue.
O subdelegado
Braz Antonio da Cunha Albttqaerque.
O agente Pinte far leilao requerimente dos*
( administradores da massa fallida de Travasso Ju-
! nior 4 C. e por despacho do Illm. Sr. Dr. juiz es-
pecial do commercio das dividas activas da raes-
ma massa, s 11 horas do dia cima dito em sea
escriptorio ra da Cruz n. 38 onde, encontraro
os pretendentes anoto das referidas dividas.
THEATRO
DE

?a <
ini'Kizv
M
A. J. DIARTE COIMERA.
Recita extraordinaria
KM BK.NKFICIO DOS ARTISTAS
Jes nina e Lessa
Quarta-fcira H de novenibrade 1863.
Depois da orebestra tocar a simphonia do costu-
me, subir scena o drama em tres actos, <
POSTRES LTIMOS DIAS
DE
UM SENTENCIADO.
PERSONAGENS.
Leandro Vieira, sentenciado Sr. Coimbra.
Laura da Silva, sua mulher. Sr.* D. Camilla.
Um padre............... Sr. Flavio.
Desembargador........... Penante.
Escrivao..................Gil-Braz.
Jos Maria Truz.......... Thomaz.
Carcerciro............... Porto.
O carrasco, guardas da cadeia, etc.
A sceaa passa-se no Limoeiro, em Lisboa, em
Pind o drama a companhia representar a mili-
to anplaudida comedia em dous actos, do Exm. Sr.
Mendes Leal Jnior.
se
DIVIDA.
A' 9 de navemnrn.
O agente Pinto antorrsado por despacho do Illm.
Sr. Dr. jote especial do commercio, em virtado do
que roqereram os administradores da massa fal-
lida de Antonio Moreira Dias, levar leilao as
dividas activas da mesma, isto s U horas do dia
cima dito no escriptorio da rita da Cruz n. 38,
onde se encontrar a lista das referidas dividas,
exposta examc dos concurrentes.
Principiar as 11 horas.
DE
DIVIDAS.
O agente Pinto om cumplimento ao despacho-
do Illm. Sr. Dr. juiz especial do commercio esara-
do na peticao dos administradores da massa fal-
lida de Francisco Moreira Dias, far leilao s 11
horas do dia segunda-feira 9 do eorrente das di-
vidas activas da referida massa.
Os pretendentes das referidas dividas poderc-
desde j examina-las no escriptorio da ra da
Cruz n. 38, onde so efioctoar o leilo. ,
LEILAO
DE
Velas de navio e agnlhaa.
Scgnnda-feira 9 do corrate ao meto
O agente Pestaa veguera por coma c risco de
q.iem pertencer diversas velas de navio em lotes :
segunda-feira 9 do eorrente pelas 12 horas da ma-
nhaa no largo da alfandega junto ao armazem do-
Sr. Aunes.
LEIIiAO
48 barris com toucinho de Lisboa
HOJE
O agente Pestaa por conta e risco de quera
pertencer vender em leilo cm lotes a vontade
ou em um s 48 barris com toucinho de Lisboa
ebegado ltimamente : segunda-feira 9 do corren-
te pelas 10 horas da manhaa no armazem do Anne*.
C
Hoje. na na da Cadeia arma-
zem n. 53
DE
I ni Imi e carro para carretes da alfandega.
Pelo agente Euzebio se vender em leilo
porta de seu armazem um boi e carro dos que sao
apropriados aos carretos da alfandega, era seguida
alguns objectos de ouro e prato e obra de marci-
neiria.
IEIIAO
DE
Fazendas. movis e ntenclllos.
Terra-feira 10 do eorrente.
Daniel Guunaraes 4 C tendo de liquidar os ne-
gocios de sua casa fariio leilo |>or ntervencao do
agente Pestaa de todas as fazendas, movis e
utencilios existentes om seu armazem ra da Cruz
n. 4o, terca-feira 10 do eorrente s 11 horas do
dia.
AFILHAHA DO BAR\..
Os artistas Jesuina e Lessa conscios de que o pu-
blico pernambucano nao protege s aos grandes
artistas, pediram ao eraprezario esto recita para
seu beneficio, o qual desde j esta sob a proteceo
de to cavalheiroso publico.
Os bilhetes esto desde j venda no escriptorio
do theatro.
Comecar s 8 horas.

AVISOS MARTIMOS.
01fIPAiHIA
DAS
MESSAGERIES IMPERIALES
At o dia 14 do eorrente espe-
ra-se da Europa o vapor franeez
Nararre, commandante VexH, o
qual depois da demora do costu-
me seguir para o Rio de
hia, para passage
na agencia ra do Trapiche n. 9.
Janei-
ro tocando na Bahia, para passagens etc., trata-se
AVISOS DIVERSOS.
-.4 modicidad!1 do preco ila assiiiii-
tura deste IM.MIO parece qne devera
ser ti ni i razo para a pontualidade d
respectiva paramen?,escasando ssin
a esta empreza a l rabal lio ai crescido
da solicilaco reileratla disto alguns
dos subscriptores. No entretanto tem
ella este trabalho, a que se segnem
igual mente despezas com os incumbi-
dos da recepeo, sem qoe se ligue im-
portancia taes esforcns para poder
bem servir e corresponder aas set*
mupromissos. liase>ta cmpreza coa-
;MNIt m' attendenda ao que ahi ob-
serva, :,%B imponlualdadedeqne
faz me, o pajiamenlo araajfio
da assinnatM", da parte d'aqoellesqne
o nao tenham eila._______*______
0 Sr. Jos Francisco Pinto Guiraares, cirur-
giao pela escola real de cirurgia de Lisboa, trans-
ferio a sua residoncia para a ra Nova, n. 60, pri-
meiro andar, onde pode ser consultado todos os.
dias uteis, das 7 s 10 horas da manh, acerca de
enfermidades denominadas cirurgicas ou externas,
especialmente daquellas, em cujo tratomento mais
frequentemente intervem a medicina operatoria.
Aluga-se urna casa para passar a feta as
barreirasdoCaxang, jante a casa da plvora o
estacao dos mnibus, tendo de commodos m-s
quartos, duas salas, e eozma com os seus nece-
saros, muito bella para os pretendentes, por ser
lugar de mais liberdade e ser sitio, reedificada de
novo e por preco barato : a tratar no mesmo logar
com o Sr. Lino Pereira da Fonceca, ou na ra da
Iraperatriz, toja da Bda Pe, n. 7*.
.tTS


nidrio de Vtrntmbaco aguada lWr de *o.bm de ISftS.

Lotera extraord naria
Aos 10:000500 e 2:0005000.
<) alaixo assignado ;i vista do bom aoo-
UiiKkMto que tem tido o plano das loteras
extraordinarias e a pedido de qaasi todos os
compradores de bilheles, ton exposto
venda para ser extrahid por esse plano, no
dia 21 do corrente mez, os bilhetes da sex-
ta parte da primeira lotera a benefici da
igreja de S. Bmu Jess da Via-Sacra, o que
ter kigarno censistorfo da igreja de N. S.
do Rosario da fregnezia de Santo Antonio.
Os bilhetes e meios acham-se venda na
respectiva thesowaria ra do Crespo n. 45
e as casas comuissionadas na da tapera-
triz n. i. loja do Sr. Pimentel; ra Direita
n. 3, botica do Sr. Chagas; ra estreita do
Rosario n. 12, typographia do Sr. Mira e ra
da Cadeia n. 45, loja do Sr. Porto.
Os premios de 10:0005006 at 20)5000
sero pagos urna hora depos da extracco
e os nutros no da seguinte depois da distri-
buirlo das listas.
Servindo de thesoureiro,
Jos Rodrigues de Souza.
Precisase de un ama de leile :
a ra estreita do Kosario n. 31, ter-
eeiro andar.
Madama
Mills, Laihaiu k C. mudaran! o sea
ai-mazemdefazeiidasda ruada Caeia
para a ra da Cruz n. 38.
*
*
Emi i
><
A innandade das almas do Corpo Santo distri-
bueesmnlas aos pobre* que asssiirem ao oflieio
ijne tem lugar segunda-[eir 9 do corrente.______
~HM.-tkl>.tilia
DAS
Almas do Corpo Santo.
Convido a todos os nossos raaos para assistir
ao aflato eral pelas aunas, que deve ter lugar se-
gunda-fera 9 do corrente, na conformidade do nos-
so eomproioisso. Consistorio da irmandade 5 de
novembro 4e 1863. O escrivio,
Francisco Jos dos Passos Guimariie*.
IteiMte-st*
noias das caixas filiaos do Banco do Brasil, bilhe-
tes premiados das loteras do imperio e eslraagei-
rns, com tanto que nao tenham cahido Jem pres-
cripcao : no armnzem da bola amarella, oitio il.i
secretaria da polica.
5_j oiupaahhi utlciidade de
seguros utaritlnios e ter-
restres estabcleeida no
Rio de Janeiro.
UWIH KM PEI'NAMBIC.O
rt Antonio l.niz de Ottfira Azrvrdo k C,
Sj competentenate autorisados pela tftrec-
H loria da companhia de seguros Fidelida-
S! de, tomam seguros de navios, mercado-
ras e predios no seu escriptorlo ra da
Cruz n .1.

l'm amigodo finado Patricio Jos Borges
de Freitas manda celebrar urna mesa pelo
eterno repouso de sua alma, amanhaa 10 do
correte pelas 7 horas da rnanhia na ma-
triz da Boa-Vista, primeiro anniversario de
seu fallecimento: ronvida-sc a todos os seus
prenles e amigos a assistirera a esto acto
de caridade e religiao.
Ao.s Srs. administradores da
mavsa fallida do Mr. Jos
Antonio Basta.
Pede-se que (tigam qnamo pretei-j
(lem nter o segunlo dividendo pelos
crerfores Osa massa.______________
--Precisase fallar eom urgencia ao
Sr. Ilr. Clemente Jos rerreira da Ce ,
ta, a nrgoui da adre de tota 16.
Alugam-se os >tios. com excellentes naftas
para capim, espacosas casas para moradia, perten-
ce i tes aos herdeiros dr flenry Gybson, os quaes
nc.ibam de ser desoecupados peos Srs. Antonio
Mb dado Pereira da Silva, p Manoel Bento da Sil-
va Mayalhaes, situados no lugar da Torre mar-
geni ilo rio Capiberbe, derronte do palacete de
campo do finado barao de Beberibe, na estrada da
ponte dTcha, e contiguos ao sitio e casa de Fran-
chco Gomes de Oliveira (agente de leloes] com
quem os pretendentes podem entender-se, assim
. i sobre o alaguel da casa grande de sobrado
cor etnzenta, com sitio, na indicada estrada e de-
fronte do diln palacete, tamben) pertencente aos
mesmot proprietarios._0[scusado escrever-se a
situadlo cima dos re^rid >s sitios. ,1 a salubrida-
de do' ai'eni distancia .o prxima a praca, mais
recomracndavel quelles qo tenham de w coito
;li SUAS oceiipaeoes diarias.
Pergimta-se ao tutor das fillias da fallecida
Catharina de Seuna, morador em Santo Andr, se
certo, como diiem, que S. S. arrendara ora dos
sitios dos referidos orphos por 504000 annuaes,
sendo a sua renda de 1005, bem como se acto
que o arrendatario s satisfez a qnantia de 2o000,
licando o resto para descont dos concertos, que
fez e pode ir fazendo o dito arrendatario. A ser
certo isto, que se diz, tem mostrado ser S. S. um
tutor zeloso pelo iateresse de seus tutelados. Por-
que nao curapriu S. S. o preceit da le, fazendo a
arrematacao em hasta publica ? sao segredos dos
que s S. S. poder explicar. E sero com effe-
to reaes estes concertos ? E* o que muitas pessoas
poem em duvida._____________________________
Precisa-se para casa de familia alugar urna
ama que .-.'iba coziuhar, lavar e engommar : a
tratar na ra do Caes 22 de novembro, n. 30, esca-
da junto ao buhar dos arcos, segundo andar, en-
trada a esquerda. _____________
Precisa-se de um feitorou de um preloque
entenda do servico de sitio ; na Praca da Boa-
Vista, n. 26, se dir quem precisa. ________
~Alnga-se urna casa para grande familia, com
soto, estribara, cochera, casa para pretos e fei-
tor ; urna outra mas pequea no lugar de San-
l'Anna de dentro : para ver e fallar, com Joio Ve-
nancio Machado de Paes, e na loja do Passeio n. 7t
Xa ra do Rangel, loja n., 38, faz-so comida
com limpeza, sendo almoco e jantar, pagando cada
pessoa mensalmente 123 pagos abantados.
HOYO ESTABELECIMENTO BE MEDICINA HOMEOPATHIGA
RA NOTA !% 43.
0 Dr. Sabino O. L PinUo madou o seu CONSULTORIO para a toja de mormore
cua Nova n. 43, onde contiuua a dar consultas todos os dias uteis desde o meio dia atf
i horas.
Os enfermos, que o procuraren! logo na uvasao da molestia, sem que najan to-
mado qualquer remedio, nem altopathieo, nem bomeopathico, pagarao metade dos precoi
estipulados. EsU concess3o tem por fim facilitar a cura de molestias, que podem tornar
se complicadas pelos emprego intempestivo da therapeutica e ao mesmo tempo adquirir
para a homeopathia maior numero de adeptos pela bateza da cura.
Era atteuco as pessoas pobres, que nao podem sahir de dia, o Dr. Sabino resol-
veu dar duss consultas por semanas as torras e sextas-feiras das seis as sete horas di
noite.
Os chamados para visites e conferencias devem ser dirjgidos por escripto ao con-
sultorio desde 8 horas do dia at 8 da noite, na certeza de que sero attendidos na orden.
de sua precedencia, salva a circumstaneia de eminente perigo.
AVKRTEWCIA.
0 novo consultorio est prvido dos' melhores medicamentos, desde a primen-a
at a trigsima dynaminjsaco.
E como os mdicos hespanhes e allemes nao cessam de certificar a naajor efi-
cacia das ultissimas dynaminisacoes do tratamento das molestias chronicas, o Dr. Sabino se
oceupa agora de elevar os seus medicamentos as potencias mais altas ( por ora at 200.*).
afim de verificar por si mesmo a forca dynamica, que se llie attribue.
Os mdicos, que qukterem experimentar taes dynaminisacoes podero dirigir ao
consultorio soas receitas, que sero aviadas gratuitamente para os pobres.
No mesmo consultorio se vende a novissima edico do Thesouro homeopathicc
ou Vademcum do homeopata, obra ndispensavel a dos que querem usar da homeo-
pathia. ____
Tudo o que diz respeito nova medicina se acha abundantemente ueste novo estabe-
aecimento.
COMPTflBILIDADECOMWERCIAL
PELO
DR. WITRTJVIO PINTO BANDEIEA
frefrssor da segunda cadetra de Cursa Comercial PrrnafeiKmr
UOUS ISUUIS \ OllMES El 8. FK1V.E/
COMPRKnENDEnDO
O priiisrii-o Preleef 5e theori^n-nrallca Ir carrlnfU'
ravffto mereantll.
O segnndoMenees de arfthmetflea eom-
nterclal, adaptadas a prallca das operaees ran-
aerelaes e elemento dosjsteam
mtrico eom satas applleaee
ao commereto.
PREQO DE CADA VOLUME 5*.
enir-ir a eduracrw daquelles me se (juerem applii'ar a taes n>mos da vhLi eonheeiment
?"" ripios d; comptabilidade administrativa e commefcial.
Com ?*te intuito, sob urna forma essenrialmente rtasira, rranin o Sr. Dr. XV'itruvie os
nrineiiios da comptabilidade commercia no me tem eltes de mak* dementar, t coordeiwt
' ,)(jo a facilitar o mais posivel- o si estado as pessoas n se desnamis profissw
ALMANAK
MISSAS GERAES
Convido aos reverendos sacerdotes celebrar
missa pelas almas na matriz do Corno Santo com I
Estando a COnfeCCtO -ar-SC 0 a!manaJi a esmolade 34, segunda-reira 9 do corrente.
dcsla provincia, que COUtiUa Ser im- j Anda est por ahogar sobrado de um andar
nri'SsO nesla tTMXmtfa COn vid 1 SP a d* ruadt A8uas-Verdes n. 53, assim como a casa
itmo nesin vr-r-r-". oou>iu.i s,e a unn da nk do ^.^ ^ 4 que S(! alugam ^
MtS US pessoas anedlie lazem pa le, mdicos presos : na ra do Queimado n.46, ou
para que reutcUam aliviara as. 6 e S."ad" Hipido" _______________.___|
ila praca da Independencia, sais nonti s
e qaalidude de eshbeiecinieuto, c aos
peuhores oe eng;enhns que se dignem
remetter alm dns noraes de seus en-
genhos, o da freguezia e enmarca a que
serlenceiem.
IOTjERIA.
C4SA D\ F0HTUN4
Muila atteneo.
PraeisarW fallar com quem for correspondente I
encarrettadB los negocios, ou prente do Sr. Jos
G imes Pessoa de Albaqnerqae, que se soppOe ser
011 ter sido senlior ou rendeiro do engenlio Taba-
tinga na provincia da Parahiba. sobre negocio que
Ihe interena : na ra estreita do Kosario n. 4,
primeiro andar. _______________^^^^^
Alii'.'a-se um bom sitio no Manguinho. com bas-
l.-.nles arvoredos de fructo, boa casa de vivi'iida,
c k:i fra com quartos para pretos, estribara, ca-
Cimba com boa agua, e tanque com casa para ba-
11 nos : quem o pretender, dirija-se ra Nova,
I ija de calcados n. 7. ________
Alagase o primeiro andar do sobrado da rita
dfl Anioiiiii n. SB: a tratar na ra da Cadeia n.
ti, segundo andar.___________________________
Precisa-se de urna escrava para o servico de
:I.ms siMilioras franeezas : na ra de Apollo a. 19,
primeiro andar. _____________________
Us sitios de Manoel Cordeiro Vu-ira, face
li estrada do Arrai.il u fregmaa do Poco da Pa-
nclla, c que forana penhorados, pagam por arren-
damento annnal a quantia de 405, e estao |>or pa-
g.irem desde o 1" de junbo de 1852.___________
- Aluga-se um sitio de co.|tieros no Rio Doce,
m casa : quem o pretender, dirija-se ra dos
Piros n. %>.__________________________________
Precisa-su du urna escrava para o servico de
n m casa estrangeira : na ra de Apollo n. 19| pri-
meiro amlar.____________________________.
Jos Doarte Coolinho faz sciente aos seus de-
Tudans, tanto ila praca como do mato, que elle a
Ip.'oi de sua mude precisa retirar-se da provincia
o que d o praso de 15 dias para ana venham li-
qnraar ama coalas, do contrario entreaar a seu
procurad ir pan har oir.Mrtiva a cobranca.
Jos uarte Coutinho faz ver a quem tem pe-
nliores em sen poder, que os venham tirar no pra-
so de 8 dias. do contrario serao vendidos para seu
pagamento de principal e juros, pois que tem de
renrar-se._____________________
Jos Duarle Coutinho, precisando de tratar
guma pessoa que se ache habilitada a tomar conta
de seu estabelecimento de taberna na ra do Ara-
gao n. 8, muito proprio para um principiante gil
der, dirija-se mesma.
Na ra de Apollo, armazcm a. 12, compram-
se ou alugam-se dous pretos : quera os tiver, pode
dirigir-se ao mesmo anuazem para tratar.
Corlado.
ajuera precisar de um perito criado, appareca na
rita de S. Francisco, sobrado n. 8, que se du
qiwm __________________________v_
- Koga-se s pessoas que tem penhor ra
Velna n. 84, j vencidos, o favor d" tirar
seus ebjectos at odia 12doc- a, que
desta data em diante serao vei. ira paga-
mento. __i r
0 Dr. Cosme de S Pereira conti-
na a residir na ra da Cruz n. 53, j
i" e f andar, onde pode ser proni-
rado para o exercicio de sna prona-
aSo medica, e com especialidade
sobre o seguinte
Io molestias de olhos;
2o de peito :
3o dos orgos geniti :
urinarios.
Em seu escriptorio os doentes se-
rio examinados na ordem de suas
entradas romecando o trahalho pelos
doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias d s'
0 as 10 da manha, menos nos do-
mingos, i
l'raluar toda e quaU_uiT opera-
gao que julgar conveniente para o
prompto* restabeleciment dos seus
doentes.
Aluga-se um segundo andar e soto. e um
terceiro andar e sotao, ambos atlas em commodos
para grande familia : a tratar com Jos Hygno de
Miranda.
SSENCIAS DEPURATIVAS.
Vnli-s_ |ihil(ira e anti-rbcumatica
Approrada pela Imperial
academia de medicina.
COMl'osi(;.vo f. PHEPABAClO DO
lp. Ernrsto Fre 'enco u\s Sanos,j
Pliarmaceutico tela escola ile mediana
do Rio de Janeiro.
Estas cssencias cuja formula j foi ap-
provada pela academia imperial de medi-
cina do Rio de Janeiro, e pelas quaes seu
autor foi premiado na exposicao nacional
de 1861 e com duas medalhas na expo-
sicao de Londres, sao sem contestaco o j
mais elHcaz de lodos os medicamentos at
hoje conhecdos para o curativo de todas i
as molestias syphilicas on que dependam
de urna alteraco do sangue.
Dstinguem-se estas cssencias pelos ns. :
lea, cujas formulas variam considera- :
velmente, a de n. 1 emprenda com o
mais feliz resultado as molestias vene-
reas ou que dependan de alteraco do
sangue, como, cancros venreos, chagas
syphiliticas, boubas, affeecoes herpeticas
e" dartrozas. as blenno'rrhas, leucor-
rbeas, vwetaedes svpbititieas, escrophu-
las, escorbuto,eryapena >tc A de n. 2
tem sido empraead i exclusivamente pa-
ra debellar os rbelunatismos syphiliticos
e gotosos e as esostoses ou tumores
osseos.
Acha-se a venda este precioso medica-
mento na ra do Rangel n. 62, pharma-
cia de Medronho i Martins.
los KlOOO.tOOO
O abaixo assignado faz sciente ao respeitavel
publico que vendeunes sens afortunados bilhetes
i garantidos a sorte de 2:0005 e outras niuilas de
00, 405 e 205 da lotera que se acabou de ex-
; trahir em beneficio da Santa Casa da Misericordia,
e convida aos possitidores de ditos bilhetes a v-
. rem receber seus respectivos premios sem dscon-
. to algum em seu estabelecimento Casa da Fortuna
ra do Crespo n. 23.
O mesmo tem exposto a venda em sua dita casa
e as outras do costume.os novos e felzes bilhe-
tes garantidos da sexta parte da primeira lotera
a beneffeie da irmandade do Senhor Bom Jess
da Via Sacra, que se extrahir a 21 do corrale -Mm^nnni;Tri a nj
! mez, e as sortes que elles oUiverem serao pela |*|f |% J; \j bJLli
; mesma forma pagas.
Precos.
Bilhetes nteiros..... 125000
Meios bilhetes...... 65000
Para as pessoas que coinprarem
de 1005 para cima.
Bilhetes........ H5X>
Meios......... 5560
Manoel Martins Fitiza.
O Sr. Francisco Jos da Costa Guimares
queira drigir-se a travessa da Madre de Dos n.
| H. que muito se Ihe precisa fallar.__________
! Precisa-se de um caixeiro para taberna, de
12 16 ttMMK de idade : na ra da Moeda detron-
te do n. 1.
da pvrintiirar mercantil por partidas dobradas, rujos priacipios sao desenvolvida em bar-
_______ ', Wfensio brasileira, contendo aun disto um inptNt'tntfHsiow appen*ee sobre
as soriedaSes ctnmrciaes em todos os- seus nevimeutus. qner pelo lado da escr*ptura<-a,
uiprnelo d fi>nnaco, existencia e eatmceS drilas em face da le. Jlesfe appendie*, dupli-
cadamente recommndavel por sua oripinalidade e pelo ronito de e^)eraJismo. tem o com-
meninte urna enia para sua drercie,qtia!qir queseja a forma da seciedade que mmtraia.
('o ieta {^tc voinme o specinien ou redimo arana escnpturaMo. Ilcteia verdade. wasem
tudo semelnnte a de urna casa de comraercio-ordinario, olTerecsmlo uaw serie de operacoes
succe^ivam'ente mais ditllceis. qae assir* inicia tradnalmente a manonra de esrripitira-las
nos differentes Ii\-ros de urna casa de coramereiov
O geanndo egualmente formulado sobre a obra de Kottmge, oeenpa^se particnlar-imie W-
di ariimetiea commercial com exercicios e -problemas pelo meio mais simples, fcil e breve jgl
da nxa coniuncta acerca de todas as operacSee pran-as usuaes no-comaaen-io, envoivt-ndo __|
ctenlos de cambia de praca praca e parpraaaa intermedias, bem como aegocos de bneos _
_______ ,e cambios, alm do desonvolvimeno do systema mtrico em suas relifoes f9
como.rrio, letrado por meio de tabellas de converso.
O editor nada mais accrescentara a estas breves palavras, que aaaaa demonstram a-im-
_M__ r\ -lesta obra, devida a intelligencia e a appliracao aecurada- do sen autor, senao
nn ella de iitilidade geral. e que a nralinm eommerriante e mesmo a hammi algum de let-
trasli''todexiide possu-laem sua estante; pois o commercio em sua variadas evota-
cees, entende actualmente com tudo que se lig. a vida.
- wi.'intra tom.vse as livraras dos Srs, Cuirr^res Oliveira, ffefnieira de
ti InlBo ^Pe'reiri e Geraldo H. de Mira, sendo reahsada sua im|tortancmpe)a quota de
vVlume ao sahir do prelo, para o qual ora entra e prnwiro.
Scn-
cada
?
amWat
O EDITOR.
..-Tt,'*",l
PKlKBItt.4 E AWItt CASI FELIZ
PORTO
Ra das Flores, \ e 3 (junto a ign-ja da lUercwii )
PARA
GRANDE LOTERA DE HESPANHfi
Cala s_____W_ig __* __!__ a:> de dezembro de 1 .3.
Piso fortes. Moni. portngiiea.
Precisa-se alugar urna preta de meia idade
para cozinhar e comprar para urna pequea fami-
ma, e qne o aluguel nao exceda a 165000 : a tra-
tar no bilhar ao ]> da ordem terceira de S. Fran-
cisco.
de
ou no
'\ :.?ym'*^
-;<_i-te
-?.:. .->s ---
Pergunta inofensiva.
Pergunta-se a quem soufier responder, qual a
-azao por que tendo sidMlesaquartelado no dia 22
nacional at hoje nao foi pago de seu sold, ja o
eiido sido a guarda nacional aquartelada depois
disso? Pergunta-sc tambem se ha alguma disposi-
j.iii de lei que obriguea guarda nacional a prestar
enrieos deaquartelamento gratuitamente?
Jst deseja saberfm guarda._______________
alta attenco.
pde-se cucarecidamoote ao Sr. F...... que por
autor a ai proprio, nodeponhada repntaco e cre-
ditndo san pawiHeS.... Este envidar todo o pos-
si vl par ata sabir do circulo que me presero ve
_ modestia, e san este principio nao tem rompida
com* raesnioSr.F......, o que por certo j o deve-
ri i ter leito. Seo S. f.....perswade-se, que Hado
no seu tino dipianakm totee munido do algum
ixiiar, far o aasi parante i perder a tnwmon-
tana, eagaaB-seem tota a expressio da palavra.
rntrh t simeridjne serie es meios, petoa
qu.it dew-se-ha aeabar eom os negocios que ora
e_i#otn entre si.
Outro prente J. o.
RA DO IMPERADOR
N. 22.
raoilc ;u in.i/.eiii de tintas.
Bate armazn! conten tudo quanto
preciso para que a industria de pintura, de
qtialuiT genero aoa seja, desempeohe
seu lim. isto embellezar, conservar e
reprodu/.ir.
Montado em grande escala e supprido
directamente por glandes fabricas de Pa-
rs. Londres e Hamburgo. pode aflerocer
prodaetos de confiauca. e satisfazer qual-
quer encoininenila grosso trato e a re-
ta Iho.
Os Srs. artistas pintores, e os donos de
obras poderao escolher vontade, pois
que tudo estar vista, as differentes co-
res de que tiverem necessidade.
Ha tintas em massa e em p impalpa-
vel. e romo as obras a envemzar_ s se
deve emjiregar tintas muidas, e niio me-
reeendo coul'iancaasqueveni de fra para
coininercii), por'velhas, e talvez falsiliea-
das. oeste armazem se as mor-r vis-
la do consumidor, que s assim ter tin-
tas frescas e verdadeiras.
Ha tambem ouro verdadero, venir m
p eemfolha. prata em follia. p dehrou-
tear de varas cores, diamantes para cor-
tar vdros, burnidores, ncar superlina en-
carnada, amarella e verde, tintas vege-
taes, azul, rota, verde e amarella, inoffen-
sivas. nicas que se devem empregar as
i-oiifeitarias, eolleccoes de pinces para
fingir madeira, conprojiriedade, e outros
de varias qualidades, vernizes, copal,
graixa, branco ou escuro para o interior
e exterior, para etiqu-las e quadros, tin-
tas linas em tubos, em rrayes on pastel.
relias para quadros, caixas'de tintas lant
e papel para desenlio.
Bsaenciaa aroiAaticas verdadeiras, fras-
cos e vidros para vidraca de todos os ta-
annos, e mnitos outros objectos, cuja
utilidade e emprego s com a vista pode-
rlo ser mostrados.
Joo Pedro das INcves,
Gerente.
Desappareceu do primeiro andar do sobrado
defronte do boceo Largo, aonde mora o cabelleirei-
ro francez, um relogio de euro de vidro patente
suisso -, a caixa lavrada, e representa um monu-
mooto, o mostrador e radiado : quem delle souler
noticia avise ao abaixo assignado, que ser recom-
pensado. -Gustave Herbelin.
As publico.
F.-t aberta a subscrpcao na praca da Indepen-
dencia is. t e 8, para a ihipresso de um peridi-
co polico, que ter por titulo o Nacional. O seu
progrdmmaj foi manifestado nos Diarios dr Par-
nambuco do mez de setembro prximo passado.
Subscreve-se a 35 por trimestre, pagos adiantado.
Logo que se ohlenha sufQcienle numero de assig-
naiites sahira o primeiro numero. O Xactonal sera
publicado em grande formato, duas vezes por se-
mana. ___________________________
Antonio Caetano Pacheco, Portuguez, retira-
se para Portugal. ____________________
Domingos Garca Lins, subdito hespanhol. re-
tira-se para o Rio de Janeiro, levando em sua com-
panhia o SOB sobrinho Cypriano Villarinho.
Precisa-se de um caixeiro com pratica de ta-
berna : na ra Imperial n. 139. ___________
Anda est por alugar-se o sitio da ra de_S.
Migue! dos Afogadns, junto a fabrica de sabao,
eon laa casa, estribara e quartos pata pretos.
o mesmo Antonio Gonealves nao se adiar integral-1 nuitos arvoredos de fructo a baixa de capim : a
mente pago e satsttflto do resto que Ihe deve tratar na mesma ra. sitio de 2 portes de ferro de
aquelle coinmendador. Faeo o presente annun-
cio por ter sido informado pelo Sr. Dr. Jos Joa-
quim de Souza, que o mesmo commendador tinha
Ihe mandado o eneravo Martinho para o mesmo
Dr. Souza embarcar para o Rio de Janeiro oara ser
vendido para pagamento do dito Dr., dexando o
dito Dr. de assim fazer por saber da penhora qae
exista sobre os escravos Benedicto e Martinho.
Antonio Gonealves Pereira Lima.
"asa para alagar
Aluga-se a primeira casa na estrada de Joio
Barros n. 13 : a tratar na taberna junto,
largo da Santa Cruz n. 84.____________________
Previne-se ao respeitavel publico que os es-
cravos Benedicto e Mirtinlio. perti-ncentes ao Sr.
commendador Francisco Antonio Pereira da Silva,
ainda estao sujeitos penhora feita :i reijieriinen-
to de Antonio Gonealves Pereira Lima, e conse-
gHnlemenle nao |iodi m ser alienados ein quanto
Plll-MIIOK.
i de..........
i de..........
1 de..........
2 de 20,000 pesos fortes.....
10 de 10,000 ditos.......
15 de 5,000 ditos.......
30 de 2,000 ditos.......
i 00 de 1.000 tutos. .....
2810 de 500 ditos.......
9 de 1,000 ditos cada um para os )
da dezena que obtiver o premio de
pesos....... .
0 de 400 ditos para os 0 ditos dita do de
pesos.............
2 approximaooes de 1,000 pesos cada urna para
os nmeros anteriores e posterior ao premiado
com 300,000 pesos......
2 ditas de Ti K peses para os ditos do de 1.000 ps.
2 ditas de 500 pesos para os ditos do de 50,000 ps
nmeros
3-i0,000
1,000
300,000'
100,000
50,000
40,000
I0",000
75,000
GO.OOO
100,00"
1,408.000
9,000
ou rs. 270:0005000
90:0006000
45:000*000
:i(;:00o-woo
90:00>$00>
67:5005000
54:0005000
9,0:0005000
1.207:2005000
I
Manoel Jos da Silva Grillo.
:-'_3|-1_|_^
DENTIStA DE PARS
19Ra Nova-19
Frederico Gauter, crurgo dentista,
faz todas as operacoes de sua arte, e col-
loca dantos artificiaos, tudo com anperio-
ridade e perfeicao, que as pessoas enten-
didas Um reconnecem.
Tem agua e pos denuncio.
3000 premios em 30,000 bilhetes.
3.660
2.000
1.400
1.000
2.250.000
8:1005000
3:2405000
1:8000000
1:260/OOO
9005000
Bilhetes intetros a
Meios billtetos a
Precos em. moeda forte.
, 1205000 | Quintos de bilhetes a
605000 Decimos a .. ,
2,S25:OOi>5000
245000
125000
Itegiilador de escripluraco coiumor-
cial por partidas timbradas.
Organsado na cidade do Porto e conforme o c-
digo do commercio que, nos rege, obra bem des-
cripta e resumida para ahogar ao alcance de
qualquer ntelligencia, contendo alm disso 4 ta-
bellas comparativas dos antigos pesos, para com
os do novo systema mtrico decimal e viceversa
e do antigo'systema de medidas, ella muito frente para a pnea do Pedro II.
' precisa e neeessaru e mu principalmente agora
que poucos se acham ao par das medidas que
actualmente se tem adoptado c por isso muito til
ao commercio, pelas quaes expliracoes podem fa-
zer de prompto qualquer reduecao, e rusta a in-
significante quantia de 15300 cada exemplar ra
da Cruz n. 18, escriptorio de Jo Joaquim Lima
Bairao.
O hachare! Francisco Gomes Velloso de Al-
buquerque Lins tem o seu escriptorio de advoca-
da na ra do Queimado n. 41, primeiro andar,
droll.
Prevne-sc a quem convier, que a missa que
a irmandade acadmica de N. S. do Bom Conselho
manda celebrar nos domingos e dias santicados
na igreja do convento de S. Francisco desta Oda-
de, lera lugar dora em diante, at ulterior delibe-
raran, naqnelles mesmos dias s 10 horas e mea
da' manha.__________________________________
-------------------------------------- Na travs dos E\postos, sobrado n. 16. pri-
Mills Letkam 4 C. mudaram-se da ra da ("a- |,_iro andar, aproinptam-sc bandejas de bolinlio*
deia para a ra da Cruz n. 38.__________________ pai_ bailes e casomonU, muito em conta, com
Aluga-se o sitio da senhora vuva Carvalho, suas armaciJes, c boquetsde era vos e rosas; na
em S. Jos do Mangainho, com boa casa de sobra- mesma casa tem para vender flores para rs
do, esteirada. quartos para criados, esribaria, ^^.^^^J^Si^S^afkVn
frcteiras, baixa de capim : no mesmo sitio se di- bem tem velas de carnauba. m *L_ e_"
r nnem trata do alnmiel em libras : quem qnner, dirija-se a dita casa qm
ra quem trata oaiuguei._____________________ ^ ^i barato do qQe m ^^ qaaUpier
Jos Ignacio Ferr ra Koriz,
COm'lOJA DE CAMBIO E BILHKTKS BE LOTE1UAS .1. .
tQancatlo no overno civil do Forto. em coulormidade lo edltal
de *8 deinnho de 1S0.
Satisfaz com promptidao todas ai encommendas que Ihe sejam fettas, mesmo em.
erande nuantitlade e pelos precos cima indicados, vindo acompanhadas do seu importe :
e no fimIda extracrao remelle as listas dos premios. N. B. Sfndo a encommenda de
cinco bilhetes para cima, faj-se o abatimento de 5 por cento.
Para inbrmacoes no escripterii^ da ra da Cebz n. 19, ___________
-
ar>
SEGUROS DE VIDA EM MUTUALIDADE.
Aluga-se por festa ou por anno o sitio da Pitom- -_ d ^^ ^ ^ precisare- de
beira, no lugar da Casa Forte, com boa casa, com ^^S'^ veX SaTruas, alagadas,
muitos commodos. com cochera, estribara e quar- quMaaawi P-<* '"^i ^'~
tos para criado e fdtor. cacimba com muito boa
agua de beber, tanque, e todo murado, com muitas
arvores de fructo : a tratar na ra do Sebo n. 24.
Aluga-se urna casa para passar o verao, cora
commodos para familia, confronte ao Caldeireiro,
margem do rio : a tratar na ra da Cadeia do
. Recife n. 29.
Aos Srs. de engentan.
Jos Feliciano Nazaretli vende assucar de cora-
ndAo tirando S por cento, sem adiantar dinheiro :
quem qirizer o pode procura-lo na ra da Praia,
segundo andar, n. 33.
Escrava fagido.
No da o do corrente ugin desta cidade o escra-
vo Patrieto, mulat alaranjado, de 18 annos de ida-
de, barso, nm pouco cheio do corpo, sobrancelhas
bem grossas, olhos grandes, com sardas pelo ros-
ta, natural da cidade de Mamanguape, provincia
da Parahiba, levou vestido calca e camisa brancas,
muito ladino e esperto : roga-e s autoridad es
de policia, a qualquer pessoa, ou capltao de campo
a appreheneib de dito eacravo, e tewa-h) i sou se-
nhor na ra de Santo Amaro n. 6, ou capital da
Parahiba entregar ao tenente-conmel Joao Caval-
canti de Alnuquerque. Recompensa-se generosa-
menOf.
Na paitara da ra das Cinco Pootaa n. 40,
Btoetoaoo alugar um moieque de 44 tu anuos,
para o servico interno e externo de casa : quem o
tfver, sendo de boa conducta, dirija-se mesma
padaria, qae ah achara com quem tratar.
Naques sobre Portugal
O abaixo assignado, agente do banco
mercantil Ptirtuense nesta cidade, saca ef-
fectivamente por todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Portee Lisboa, por
Jualquer somma, vista e a prazo, po-
endo logo os saqnes a prazo serein des-
contados no mesmo banco, na razio de 4
por cento ao anno aos portadores que as-
sim Ihe convier : as ras do Crespo n.
8 on do Imperador n. 91.
Joaquim da Silva Castro.
Ao 29.
Jfeta leja dos baraleros na ra do Quenada.
Velludo de edres (azenda muito boa o corado
.tfiOOO, baldes de pumo 3**, ditos de arcos
3,8000, 43000 e 55000, las de duas larguras
para vestido o covado 500 rs., chitas traneezas o
covado 360 rs., m*tm branco pa*a forro de
vestido o covado 120 rs.. tarlatanas de todas as
coros a vara 720 rs.
A 29.
Nova laja dos barateiros na ra eQofioadt.
Cassa lisa potle de ovo a peca a 72300, cambraia
lisa muito- Sua a peca de 17 varas 105, cam-
braieta pera da M jardas 75000, cambraia adamas-
cada par eorttnado a peca de vaiwt 105000,
nona ina para senhoras a duzia 45W0, hales
de 15a ponta redonda a 9*5**.
Ao n. S.
Nova loja das banttrim na roa oV Qarimado.
Bicos pretos de linho a vara 120, 1130,240, 320
' rs., franjas de sia a vara 80 e 160 rs., gales
do seda de algodao c de 15a para enfulles de vesti-
do a pena de 10 e 15 varas a 400, botoes de seda
de veUudoe de fuslao dazias ISO.
a Hireee-Tftdo BANCO UNIO tendoobtido dogowroo de S. M-*. a autorisaeao para estabele-
\9^&^^^^^v^^m^^^^ subsenpcees-annuaespor urna.
; s mCIsbatoda. seguin.es condiges^^ ^ ^ & ^ _
i Dito capital smente;
Dito liK-nis smente;
itevendo a orimeira liquidacao ter lugar no Io de Janeiro de 1859. _
, As Sgens do emprego de capitaes em mutualidade, sao obvias, porque- nao somente jejo-
Ihe o juro de quantias diminutas, de que a valsas se nao poderia tirar nenhum pesnBado \ Un>_Uo
oSsso, este rsndimento augmentado polo capital ou lucros, ou ambas-as cousas, .forme *jaal_So_
aub ripcao. dos que failecem. Tambem patido pelos socios sobreviventestudo aqu lio que os- so-
cts morocos seus pagamentos, sao por ostemotivu obligados a pagar, ben eomo caduelades qu*
occorrerera. pela falta cumplimento do compromisso social. --------- ._ : ^
As liquidaeoes sao pelo systema das companhias hespanhobs, Tutelar e-ourras e ppaasepeaer
! fazer ufi_ idea S qm pdVproduz urna entrada annual de 105, publtca-so a segnnti- nJtella basca-
da sobre a experiencia do muitos anuos decoaapanhias desta naturea _.._..__.j
En !i aunas En 10 annos Es 15 anaas En 20 annos En > nwo_
Por um. menino de 1 dia a
i de i anno a
> de 2 a
de 3 a
> > de 4 a
Por tuna pessoa de 15 20
. de 20 a 30
de 30 a 40
de 40 a 50
1 ann 1105
905
865
805
865
865
865
865
905
2
a
4
15
4005
3005
290*
2805
2705
2705
2705
2705-
3005
9005
7505
7205
7*05
7005
7005
7t05
7205
7505
2:6005
1:7005
1:6005
1:5605
1:5505
1:3405
1.3*05
1:6000
1:8005
4:7005.
3:7005.
3:5005.
3:4005
3:3505.
3:390
3:4005
3:70*
3:0005.
As entradas por urna sV ve, dao resultados muito _"*" ^"SL
Porto, 10 de agosto de 63.-OS directores do Banco LniXo, *ard Stlta jn****v F. n. .a
**" ^So'teoem Penundnou: Atounl- de Olivotr Aaevedo C.im d. Cruz a.1.
Maehlnas
al
Aluga-se utoa casa
tratar coa J. I. de M.
Tiiipieiie. n S4.
ra Kebtribe ; a'
Reg, aa ra do |
DR. W. H M. GaaTH
mJbb annirma
Ra do Imperad r n 63.
OBbroce ao respeitavel publico de Pernambuco
Aldga-se um sitio na Capuoga non, com I os servidos de ana prpfisslo.; todas as operaefies
casa grande, cochera e estribara : euem proteo- ida boceae dentes serlo exacutadas com o utun
der, dirija-se ra do Mondego n. t. "e moito melhorado principio de cirargia dental.
para desearoenr
jodio.
Swnders Brothers A G., tendo recbalo
pelo ullimo oavwataciinaspara clescarocar
aigodo tanto para ser movida por mao co-
mo por animaes, convidan aos senhores oue
tem relaooes cora os plantadores de algodao
que as venham ver na praca do Corpu Santo
^ H.____________________
Arrenda-se o sitio na Passagtn, trehado
doHr. Plrmo, e vendem-se lotes do tnesmo para
edificar: na ra do Imperador n. 14.
Offereee-se urna ama para ongommaT e coit-
uhar em casa do poiica familia : na travessa do
Marisco n. 20.___________ i
Precisa-se da um caixeiro que tenna praca
de nm deposito o que d dador a suawnduna, de
idade de 12 14 annos : na ra Imperial n. 179,
"Precisa-se do nm caixeiro de idade de 12 a
14 annos : na padaria do Cajppo Verde, rna do 8o-
cego, o, 48.
i Campo'
Alaga-
_*- urna senhora que -
qtarto de ujna casa na ra dp Destno,
ta^rnajnuto a casa deaortaX__d_.
I ra a tratar na mesma,w_-u oras en
UBI
Sna-
-~- -----------~
MOTIL ADiObr-m^?.
*
-

L_


Diaria de rernambuco eguwla fclra 9 de Xovembro de i S3.
Mi" i s
que
FAZENDAS DE BOM COSTO.
PASA 73STIDCS.
Superiores cortes de gorgurao de seda com flores raatisadas os mais modernos que tem vindo a Pernambuco.
Ditos de moreantiquc de cores, de listas, de flores, e achamalotadbs, cre6 mol lindas.
Ditos de moreantique pretos d palmas com barra.
Lindos cortes de grenadine de seda com barra e chale igual. ^ .
Ditos de la com barra matisada e damesma cOr, a imperatriz pelo barato preco de 10,3, 12*, 18* e w caua corte.
Ricos vestidos de blondo par* noiva com lindas mantas de tilo de seda, de blond e com capella.
Ditos de cambraia branoos bordados a 12*, 15*, 25* e 35* cada corte.
Lindas laas lisas finas a 300 rs. o covado.
Ditas de quadrinhos e de flores a 400, oOO e 600 rs. o covado.
Superiores organdys com listas de seda, os mais modernos que tem vindoa Pernambuco.
Lindas cassas de cores de superior qualidade a 400,500 e 040 rs. a v.ara; assim mi. fj.
Como um variado sortimento de percales, chitas francesas a 280, 320, 400,500 e 640 rs. o covado, e outras multas fazendas
aria nfadonho mencionar.
PARA HOMBROS DE SEWHORAS.
Manteletes de seda pretos a 18.
Capas pretas de grs a 25*, 30* e 35*.
Ditas milito superiores a 40*, 45* e 50*.
Superiores santiembarques de casemira.
Ditos ditos de lindas laazinhas lisas e de quadros.
Ditos de seda pretos e de cores.
Ditos de musselina de seda chineza.
Superiores manteletes de torcal pretos.
Lindos chalcsde musselina e"de challymatisados cem listas de seda.
Novos chales de torcal e outros muitos artigos modernos.
PARA CABERA RE SBIHORA E MECIMOS.
Superiores enfeites de flores, gostos os mais modernos em Paris, chegados pelo ultimo vapor francez.
Lindos chapeos de palha da Italia enfeitados com muito gasto, a Imperatriz e a > aleroy.
Ditos de palha para meninos e meninas.
ntremelos bordados "argos e estreitos, tiras bordadas largas e estrella,, tiras de fusto bordadas para calcas de meninas saias
bordadas e outros muitos artigos de gosto por precos mais commodos do que cm outra qualquer parte : na ra do Crespo n. 13, loja
das eolumnas de Antonio Correia de Vasconcellos & C.
e\sim m nmmW^i
Geographia e historia
Arithmetic e geometra
Francez.
A' ra do Queimado n. 30,
andar, de 1 hora era diante.
Francisco Ignacio Pinto mudou o seu escrip-
torio de agencia de leudes da ra da Cadeia n. 24
para o primeiro andar do sobrado da ra da Cruz
n. 38, onde poder ser encontrado das 9 horas da
maiihaa s i horas da tarde.
38RA DO IMPERADOR38
Agua natnral de ronililae.
muito recommendada as affecccs do tubo gastro-intestinal, nos dos rin?, e bexica ominara, pelas
suas propriedades alcalinas, e o acido rarlionico que naturalmente contm em suspensao, de preco
mais commodo que a agua de Vklty, e de propriedades talvez superiores pela grande quantidade ao
acido carbnico, njecrao Broa, agua d. le Cheeleu, cupahiba de Mege, tnjecgo Fugas de talo
de zimo, muito recommendada as gonorrheas. Le noy francez verdadeiro ; na mesma casa tem
algumas'caixas de instrumentos cirurgicos para operacoes de Matieu e Charriere.
Joao da Silva Ramos, medico pela uni-
versidade de Coimbra d consultas em
sua casa na ra Nova n. 50, das 8 s 10
horas da manhiia e das 4 s 6 da tarde e
recebe igualmente convites para dentro
ou fora da cidade com o fim de se en-
carregar de qualquer servico d sua pro-
fisso.
Os chamados devero vir por escripto.
Carlos Leonidio do Reg Barros, morador no
povoado de Gameleira, visto o annuncio por elle
publicado no Diario de 28 de outubro prximo pas-
sado, declara que a ninguem aceitou letras de
quantia alguma, a excepcao de urna da quantia de
255000 ao Sr. Hermillo Aureliano Chaves de Sou-
za; cuja letra j est paga como se v do docu-
mento abaixo; e qualquer eutra que appareca com
a sua firma falsa, e contra ella protesta, e previ- j
ne ao respeitavcl publico.
Carlos Leonidio do Reg Barros. I
Pelo presente declaro, que dei em paga ao Sr.
\ Carlos Leonidio do;Rego Barros dous cavallos, sen-
> do um ruco e o outro preto, por despezas que fize-
ram os mesmos cavallos em sua cocheira, receben-
! do eu por volla urna letra que me accitou o mesmo
Sr. Carlos Leonidio, de cuja quantia me acho pago
1 e satisfeito, e responsabiliso-me pela entrega da di- i
' ta letra, que de presento nao est em meu poder, |
1 tornando-se ella denenhum effeito por estar de seu I
valor embolsado. Estacao do Agua Preta 2 de no- na ra do Crespo n. 17, loja.
vembro de 1863.Hermillo Aureliano Chaves de
Souza.
-K'
M--R1/A RO QI'KLn.illO--9
Custodio, Cd'Valho A C.
Superiores cambraasorgandjs asmis finas que tem vindo
sigmlicante preco de 300 rs. cada um covado ou 500 rs. a vara,
preco em virtude da grande quantidade que compramos.
Vendem mais.
Fino fil de linho para vestido a 500 rs. a vara.
Baldes de arcos e madapolo a 3*200.
Entremeios bordados fazenda lina pera por 1*300.
Finas tiras bordadas urna peca 2*400.
Vestuarios.
Completos para meninos e pelo preco de 3*500.
Cortes
de casemira decores pelo barato preco de 2*500.
Superiores laazinhas modernas para vestido a 440 rs.
Chales.
Chales de merino de 2*500 8* cada um.
Guardanapos para mesa duzia 2*.
Lences de panno de linho fino a 2*.
Cobertas de chita indiana a 2*.
PRESTEM TODA ATTENCAO
PROTEJAM TODOS.
dineouqj sajoqiaui sop scJjoj se sepoj ap oinea a ouuid caed seoisnpj
I J OpBAOO 0 -SJ005 S8J3 8P SU SESSBO S0U18pU8A
OpEAOO O -SJ OOy C SBB/I SOJ03 8p BJKU3SB3 9p SBdBQ
npBAOO O SJ OTg V SBSSBQ
SBtiuoq oimiu sbipcj
-diii|i:ii 01 ,ip ,)jui:mu.ij|
oquij op BquBiojg
ouiii| ap saotnSsg
Bocjq epas op
OpBAOO 05 0 SB1UBIU lC|19d
SOpupJOq
soaUBjq sopus.u ap sauo^
05 sbjajd so|a|3iueK
BJnSiK| Biun op soepo3|v
sopuisaju sotjpojy
ciad b ff8 ff
?9 '!?S '5?v P snQiodepenr
soiuis
souaq oimm sbb| op sai-ioj
SBpipJoq sejbs
OBJEq seibs
sanbJBqmauBS
sejajd SBdBQ
bu
-B1I op Bi||Bd ap SBniadeqn
ojso.1 oimu ap soadBqy
sepas
'BqUEUJOIlV a
ttnog 'suc,! 'BJiajBiSuj np tunjiajip too scpuiA sBpuazej ap oiuaunjios opcuea D 0||aq mn
oiMCJiuojuj s-ixg a_v !'|c 'oiuoiupoioqHisa 0||aq ossa b scioquas sciuxa uiufaiojj
-siuij sazaouBJj saeodBpepj -bo 'opuo|q ap sopiisoA soai
soepoSiv i soqa|| svv-f
Um preto.
Compra-se um preto de 35 a 45 annos de idade
UV11IA S3UI09 3S0f
est por alugar, parapassar a festa, a grande casa
terrea sita na povoaco do Monteiro, com grandes
salas, 4 quartos, cozinha fra, quintal murado, com
sabida para o rio, quartos para escravos e cacim-
ba : quem pretender, dirija-se ra do Hospicio
1 numero 58.
Precisa-se fallar ao Sr. Pedro Ha-
ra do Abrcu, c como se ignora a mora-
da pede-se llie que annuncie.
Precisa-se de urna criada portuguesa |ue
saiba engommar e fazeros servicos de urna casa :
na ra da Imperatriz n. 30. _____________
Precisa-se de um cai.vuiro de idade de 12
14 annos : na padaria do Campo Verde, ra do
Socegon. 48.
Na ra do Corredor do Bispo n. 18 fazem-se
comidas para fra com toda a perfeicao, tambem
lava-se e engomma-se por menos preco que em
outra qualquer parte.
Aluga-se urna escrava cozinbeira : no becco
I das Barreiras n. 2.
aa
/i. "u odsarj op nj k sBpuazuj ap oiuoni;.oi3jR]\> jium-ioiIuii oy
^orojl iiTvr:fAOtfd
soHia^Mvaisa a soiW3ieittv\[uad^
B-BSM
DE
'.SU EdttJ^i
X. 55.
DE
J. VIGNES.
RA DO IMPERADOR X. 55.
Os pianos desta antiga fabrica sao hoje assaz cunheeidoSjpara que seja necessario insistir sobre a
a isiiperioridode, vantagens e garantas que offereccm aos compradores, (]ualidades estas incontesta-
veis qu e.elles tem definitivamente conquistado sobre todos os que tem apparecido nesla praca ; pos-
-uindo.un teclado e machinismo que obedecen todas as vontades e caprichos das pianistas, sem
nunca 'alhar, por seren fabricados de proposito, e U>r-se feito ltimamente melhoramentos importan
lissimos para o clima deste paiz ; quanto s vozes sao melodiosas e flautadas, e por isto muito agrada
vi.is ao ouvidos dos apreciadores.
Faa:m-sc conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Blondel, de Paris, socio
correspondente de J. Vigncs, em cuja capital foram sempre premiados em todas as exposicoes.
No mesmo estabelecimento se acha sempre um explendido e variado sortimento de msicas dos
tnelhores compositwes da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sendo tudo vendido
por precen muito razoaveis.
Offerece-se urna criada para coser, tratar de
crianras, vestir e pentear urna senhera, e limpar
' salas : na ra das Trincheiras n. 13.
Aluga-se oprimeiroandar do sobrado da ra
do Rangel n. 18 : a tratar na loja da ra do Quei-,
mado n. 31.
Aula particular.
O padre Flix Barrete le Vasconoells, na ra
do Imperadorn. 35,segundo andar, continala ter
abertas, durante as ferias, as suas aulas de kuim,
e francez, tambem d explicacoes de philosophia e
rhetorica em sua casa, e por" casas de familia li-
coes de grammatica portugueza, latina e franceza,
de arithmetica : quem do presumo do annun-
ciante quizer utilisar-e, procure-o na sobredita
casa.
Eduardo Mei relield, subdito britnico, ret-
ra-se para Europa.________________________
Wm. P. Hughes, subdito inglez, retira-se pa-
ra fra do imperio.
EXTATWEJtl-SE~
AS FORMIGAS.
Com o emprego das velas mixtas compostas de
ingredientes taes que, estes daninhos insectos aspi-
rando urna s vez a fumaca deste lethal mixto,
morrem inevilavelmente ;oque nao acontece com
as velas mixtas communs, as quaes longe de mata-
rem pela fumaca, obram pelo excessivo calor, o
que as torna canssimas, atiento exigir duzias para
o effeito de urna s, das do systema do fallecido
pyrothechinico Bulino. Para amostras e encommen-
das no oitao da secretaria de polica, armazem da
bola amarella.
AURORA
1*84
LARGO DA
RRILHANTE.
SAMACKtZ.
/
Francisco Jx Fernandes Pires, dono do grande estabelecimento de mo-
! Ihados denominado AURORA BRILHANTE, avisa ao respeilavel publico tanto
da praca como de .fra, e cora especialidade aos seus fregueses, que o seu estabe-
lecimento acha-se provido de noto sortimento d bons gneros lano do paiz co-
mo do estrangeiro e promette vender muito emconla tanto a retalho como em
fjrosso :
Biscoutos ingJezes em latinhas garrafa a 560 e ... 640
muito enfeitadas de varias Dito de Lisboa a 3?, 3^1500 e
qualidades de i60f) a ... 2^000 4,$000, e a garrafa a 400,
Latas com marmelada nova a li- 480 e............ 560
bra 720 e............ 800 Genebra de laranja, o frasco a
Ditas.com ameixas......... I-Hiiu 900 e..............
Ditas.com ervilhas francezas. .
Ditas com fructas em calda,
5(10 e..............
.Bitas com figos de comadre a li-
bra .320 e............
Gaixas com passas novas de 8 li-
bras a 3(5000, a libra 480
Ditas com figos com 8 e 46 li-
bras a 2<>000, 2^500 e...
Chocolate portuguez e hespa-
nhol e francez a libra.....
QueJjos do rokio do vapor a
2/e.............
Ditog de prato nwos, a libra a
640 e...........
Ditos de uanteiga muito fres-
caes a................
Vinho do Porto muito Tino, ca-
ada a 5600 e 7&, e a
garrafa a 640, 800 e....
! #tto da Figueir de marcas ope-
riores, caada a45 e 5\J, e a
800
.... 4000
800 Dita de Hollanda a 640 e...... 15000
;8permacete a libra a 640, 720 e 40000
640 Caixao de doce de goiaba, a
500, 640 e...........
4001 Charutos finos, caisas e meias,
deSimas, regala, parisien-
ses, delicias, trovadores,
suspires, varetas, flor de
S. Flix, Traviata.guana-
barae muitas outras qua-
iidades. a 2,5800, 3^000.
3,J^00. 4,j(X'0, 45500 e.
Vinhos nos engarrafados em
caixaa43,5, 155e 205 e
a garrafa a 1/ e.....
Copos lapidados para agua e vi-
nho, a duzia a 65500 e .
Caf lavado e de Moca, a 280,
320 e 360 rs a libra, ea
arroba 85500, 95000 e..
560
45500
15000
25240
720
560
l00O
5500O
15500
45000
3--RIA ESTREITA
Francisco Pinto Ozorio contina a col-
lorar dentes artificiaes tanto por meio de
molas como fela pressao do ar. nao re-
cebe paga alguma sem que as obras nao
fiquem a vontade de seus donos, tem pos
c outras preparacoes as mais acreditadas
para conservaca da bocea.
Traspassa-se a chave de urna casa terrea, si-
ta no bairro de Santo Antonio com tres quartos,
duas salas, cozinha fra e quintal todo plantado
com gosto, forrada de papel, oquarto da frente e a
sala de. detraz assoalhada : o aluguel de 25,5000
por mez : quem a pretender dirija-se a ra do Im
perador n. 16, armazem.____________________
liitiea.
Henrique & Azevedo mudaram o seu armazem
de fazendas da ra da Cruz n. o7, para a ra da
Cadeia n. ti.
urna escrava que nao seja velha e nem tenha acha-
ques e urna negrinha de 12 li annos : no largo
do Paraizo n. 26.____________________^^^
Compra-se urna casa terrea nesta cidade at
9005, ou d-se esta quantia com hypotheca em
igual predio : quem tiver annuncie.
Compra-se efectivamente ouro e prata em
obras velhas : na praca da Independencia n. 22 lo-
a de bilhetes.
No hotel da Europa
compra-se um escravo de 20 a .10 annos para o
servico dos quartos do mesmo hotel : quem o tiver
nestas circunstancias, trate na ra do Trapiche
Novo n. 12.______________________________
Compram-se duas negras perfeitas cozinhei-
ras e engommadeiras: na ra de Apollo n. 8i,
segundo andar.
Compra-se cobre latao velho
na ra da Cadeia do Hecife o. 36, pri-
I mei ro andar.
Compra-se um carro dos d'alfandega; na
pra^a da Boa-Vista, n. 20, se dir quem compra.
VENDE S-SE
os seguinles livros ecclesiasticos: diccionario theo-
logico. .* volumes, os casos de consciencia de Be-
nedicto XIV, a vols, instituiedes litrgicas, serm de varios autores, breviarios romanos, e muitos ou-
tros livros importantes : na loja de encadernacao-
de livros junto a i?reja da Congregacao.
FARINHA FONTANA.
Farinha da muilo acre lili ia marca
I-o n la n a use ni ha rea'i a hoje, vende-se
por preco mais commodo do que em
qualquer oulra parte : na ra da Cruz
n. 4 casa de N. 0. Bicber k C. succes-
sorei.
VENDAS.
Venda de urna hypotheca.
Os liquidatariosda massa fallida de
Jos Antonio Hasto vendem a liypolhc-
ca que tem nos engcuhos llatto Grosso
e Cajabuss no ermo de Serinhem no
valor de H:835$911 rs.; tratar as
casas a na do Trapiche n. 34.
Contina a fiaver pao de seniei nov os dis
imanas e sabbados de cada semana, na padaria
em Santo Amaro ao p da fundicao, na ra da Im-
peratriz n. 22, e ra do Brum, confronte o chafa-
rte n. 47, ra das Cruzes, deposito n. 39, na Pas-
sagem, taberna da esquina do Sr. Bento, que vira
para o Bemedio, e no armazem progresso, largo
da Penha n. 10.__________^_____^^_
Ainda est por alugar-se o segundo an-
dar do sobrado n. 44, em a ra da Auro-
ra : quem o quizer dirija-se esta mes-
ma ra casa n. 10.
Aluga-se a loja do sobrado n. 193 da ra Im-
perial, e o armazem n. 4 da na de Apollo : na ra
da Aurora n. 36.
Aluga-se o primeiro andar da ra do Crespo
n. 23 ; a tratar na loja.
CASA DE SAUDE
Em Santo Amaro
Do Dr. Silva Ramos.
nico estabelecimento desta natureza
que existe entre nos, montado do modo
que pode com todo o commodo e zelo tra-
tar qualquer doente, que nel la seja reco-
lhido.
O edificio magestoso e conserva-se
em perfeito estado de limpeza c conve-
nientemente mobiliado.
Os doentes sao separados, segundo os
sexos, natureza das molestias e condices
sociacs.
Ha quartos fortificados para os aliena-
dos, e urna enfermarla para as partu-
rientes.
O proprietario encarrega-se de qual-
quer operaco.
O estabelecimento franqueado qual-
quer pesGoa que o queira visitar.
Primeira classe 35000 diarios.
Segunda dita.... 25300
Terceira dita.... 25000
Para que qualquer doente seja ali rece-
bido, basta que se mande onomedo doen-
te e da pessoa que o remelle, com a de-
claraeao da morada.
O proprietario aceita contra tos annuaes
com qualquer que queira ter un ou m '
jeitos sua disposicao.
Vende-sc um presepe de 4 taloste
comprimento todo prompto com inia-
gens bem feitas e tdo tjenla perten-
cenlcanmesmo: no paleo do Par*iza
n. 3, tbarateirt.
" M menda de
|w' assim con
HE
i\a ra do Queimado n. 1
deseja-se fallar aosSrs. Gabriel Germano do Aguiar
Monlarroyos e Joaquim Bibeiro de Aguiar Mon-
tarmyos._______________________________
Armazem para alugar. j
Aluga-se o armazem n. 40 da roa de Apollo,
com mais de 300 palmos de comprimento, todo co-
berto e proprio para qualquer estabelecimento por i
ter excellente porto de embarque: trata-se na ra
dos Guararapes n. 78.______________________
Casas para slmjar.
Aluga-se a casa terrea na ra da Gloria n. 104,
reedificada de novo e o primeiro and ir do so ara-
do da ra da Cruz n. 26, com bastantes commo-
dos para familia : a tratar na roa da Cruz, arma-
zem n. 26.
i\a batel da Europa
precisa-se de urna ama branca para tratar de en-
ancas, prefi-rindo-set'.-tranreira.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado n. 33
da roa* da Praia, acabado ha pouco : quem o pre
tender dirija-se ao segundo andar do mesmo, alu-
ga-se barato e tem commodo para familia.
ta\< o iramo
ESTABELECIDO NA CIDADE DO POBTO
Agentes em Pernamliuco
Antonio i.iiiz de Oliveira
Azevedo & C.
Sacam por todos os paquetes sobre o
mesmo banco prazo ou vista, sobre a
caixa tiiial em Lisboa, e agencias em Fi-
gueira, Coimbra, Aveiro, Vizeu, Villa-
Beal, Begoa, Vianna de Castello, Guima-
raes, Barcellos, Lamego, Covilhaa, Braga,
Penafiel, Braganca, Amarante, Angra,
Ilha da Terceira,"llha de Faias, Ilha da
Madeira, Villa do Conde, Valenca, Bastos,
Oliveira de Azemeis, Chaves e Fafe, a
oito dias vista ou ao prazo que se conven-
conar, no seu esenptorio na da Cruz
n. 1.
l'.ii'inli:i de mandioca.
Vendo-se farinha de mandioca da melhor e-
mais nova que ha neste mercado : no escriptori
de Manoel Ignacio de Oliveira & Filho largo do
Corpo Sanio n. 1'.), ou a bordo do palhabote I'iVi-
mo e brigue Minerva, ancorados no caes do barao
do Livramenlo.
A' venda.
Um cavallo e um cabriole! completo c arreios
sohrecel lentes, dinheiro, por 2005-
l'm apparelho de pliotograpbia do melhor fabri-
cante da Inglaterra, urna cmara com duas lentes,
sendo urna para tirar retratos, e a outra para pai-
zagens, tirando vistas do tamanho de cartes de
visita at 10 e 8 polegadas, tudo pelo preco de rs.
2005OOO, sendo isto a metade do seu cusi na In-
glaterra.
l'm igual apparelho para cartees de visitas e
stereoscopos, urna cmara e duas lentes por 005.
l'ma grande quantidade e variedade de substan-
cias chimicas, caixas, vidros, etc. etc., serao vendi-
dos pela metade de seu valor na Inglaterra : a tra-
tar com Wm. Hughes at o dia 9 do corrente, na
roa da Cadeia n. 02.______________________
Veiideui-st: gigos com batatas a 15 no ar-
mazem do Annes defronte da alfandega.________
\o armazem de fazendas bara-
tas de Mantos Cor I lio
BA DO QUEIMADO ?> 19 VENDE-SE O SE-
GUINiS :
1 Colierlas de Ma da India
pelo barato preco de 25000.
Lencos
de panno de linho a 25000.
Lences
de bramante de linho fino pelo barato pn.ro de
35000.
I.i'in ik de cassa
branens, finos proprios para algibeira pelo barato
preco de 25000 e 25400 a duzia.
Fil liso lino
8 pelo baratsimo preco de 080 rs. a vara.
Uadapolo lino
pecas de madapolo largo superior pelo baralissi-
mo preco de85000.
Ilicas saias
de fustao a o5o00.
Peras de brelanha
de rolo com 10 varas propria para saia a 35200.
Peras do ramliraia
adamascada para cortinado com 20 varas pelo ba-
rato preco de 105000.
Bramante de linho
fino com dez palmos de largura pelo barato prece-
de 25300 a vara.
Toalhas alrorhoadas
para mao pelo baratissimo preco de 35000 a du-
zia.
Atoalliado de linho adamascado
proprio paratoalha de mesa a 25300 vara.
Algodo monstio
com 8 palmos de largura pelo baratissimo preco
de I5OOO a vara.
Corles de calca
de ganga amarella de lista e de qnadro fazenda su-
perior pelo baratissimo preco de 15200 o corle.
Lazinha de qnadro
.^^j^^m,,^^?^^ fssgssrnovo pe,baralissini0 pr"
tudo
lOOjSOOO rs.
Vcndc-sc urna carroca com um cavallo,
bom : na ra doBangel.'n. 9.
Vende-se cerca de 200 couros
bezerro. bode e ovellia, 7 manas para selim, de
bode cabelludo, por preco commodo; os preten-
dentes podem dirigir-s ra do Queimado, 11.
18 A.__________________________________
Vende-se um boi muito bom : quem o pre-
tender, dirija-se Capunga no sitio do Sr. capitao
Albuquerque.______________^^^^
Vende-sc nina ra que tem salas de frente e de detraz. 2 quartos, co-
zinha fra, quintal e cacimb 1, de porta e janella :
quem a quizer comprar, diri|-se ra de S. Fran-
cisco, sobrado n. 8, que se dir quem vende.
Vende-se um bom cavallo para cahriolet sem
defeito algum : a tratar com Jos Pedro das Ne-
ves, ra do Imperador n. 22.
Vende-se urna ba'anca grande com pesos,
propria para padaria. rclinaco ou armazem de
carne : na ra larga do Hosario n. 38.
Filas econmicas.
A loja do vigilante acaba de recebar urna encom-
fitas especiaes para barras de vestidos,
como para debrum, cousa muito bonita, e
precos baratsimos : na loja do vigilante, ra do',
Crespo n. 7.
Bonels.
mico por ser muito leve, podendo-se lavar e engom-
mar ; precos de 15300 cada urn : na loja do vigi-
lante, ra do Crespo 11.7.
Suspensorios.
Chegaram os superiores suspensorios de seda e
de linho, e que so vende por precos baratissimos :
na loja do vigilante, ra do Crespo n. 7. _____
Pecas de cambraia de salpicos
fina com 81/2 varas pelo baratissimo preco de 45.
Pecas de cambraia de forro
pelo baratissimo preco de 25200.
Rsleira da India
: para forro de sala de 4. 3 e 6 palmos de largura.
Vondem-se 130 caibros de superior qualidade, I \ov:i peehineha.
j descascados: a tratar na rna da Cruz n. 32. | ^a loja do Arantes tem borzeguins de como
lustro para homem a 35 o par.
de
Chegado pelo vapor:
s para o vigilante, na do Cres-
po n. 9.
At que chegaram as muito desejadas cascarri-
muito hoa lhas de todas as cores com urna fitinba de velludo
' no centro, cousa muito elegante para enfeite, assim
muito razoa-
^ 'avin.v-
Vendcm-se em segunda mo quatro methodos
de msicas para piano, de diversos autores : quem
pretender, dirija-se ra do Gabug n. 6, loja.
Folha de Flandres Charcoal de
qualidade; vende-se por atacado ou por Caixas
avulso, a dinheiro vista : na ra do Pilar n. 143,; como de outras quahdades, e precos 1
aa at as 101 veis : s no vigilante, ra do Crespo,
Ama de leile.
Precisa-se de urna ama que tenha bom leite,
prefere-se escrava : na. ra da Senzala Velha n.
' 22, segundo andar.
95500
Cha liion superior, a 20360,
2800, 30000 6........ 30200
Finalmente todo que consta tendente a molhads encontrar sempre o res-
peitatel publico um grande sortimento de boa qualidade e por precos commodos. ffi
-r Thus Rad, tabdito britannico, retira-se para! Aluga-se um sitio na Capunga com excellen-
fra do imperio. te casa de morada, a jual se acha pintada e for-
~---------------- '. t---------------' '----- rada, tendo exeellente agua potave), cocheira e es-
Precisa-se de urna ama de leite que se queira tnbaria, quartos para pretos, galinheiro, excellen-
cncarregar de ama enanca que ra para outra tebanho porseachar amargem do noCapibaribe,
provincia, a nao se duvida pagar bem, e dar trans- grande numero do arvores de fructo, e baixa de
porte aaraaqu, caso queira ella voltar: a tratar, capim ; a tratar na ra Nova n. 13 con Amonio
se na nu Imperial, casa n, 7*. Roberto & Filho.
A'tencat
Na ra estreitado Rosario n. 19 trabalha-se com
toda a perfeicao em bordados e flores de todas as
qualidades,apromptam-se ricas grinaldas e boquete 1 tendo fl|ho forra ou captiva : quemestiver nestas
para casamentes e bailes, da-se tambem heoes de Cjrcumstancas dirija-se mencionada casa,
flores as familias que quizerem aprender.
Na ra da Unio n. 30 precisa-se de urna ama
que tenha bastante leite e seja limpa e sadia, nao
tendo filho, forra ou captiva
Aluga-se urna casa cora commodos para fa-
milia, a inargem do rio Capibaribe, na ilha do Re-
tiro, na Passagcm da Magdalena, por 1505 a cn-
tender-se com Joaquim Antonio Pereira, na loja de
louga da ra larga do Rosario._____________
Aluga-se urna casa na ra do Gazometro,
com 3 salas, quarto, cozinha fra, quintal murado:
a tratar no sobrado ao norte do mesmo Gazometro,
a beira do rio, preco de 125-
Joio Vieira, subdito Portuguez, retira-se para
o Rio de Janeiro.
COMPRAS.
primeiro andar, para tratar, de manha
horas, de tarde das 3 at as 6.
Esleirs para forro desala. j,
Vendem-se. finas estairas da India para forro de ],
sala, mais barato que em outra qualquer parte :
na loja do Alvaro, rna do Crespo n. 20 B.
Cofre inglez.
Vende-se por preco commodo nm cofre inglez,
prova de fogo, e muito seguro, cem pouco uso : na
< ra Direita n. 84, padaria.
Vende-sc
urna commenda para ofHci.il da Rosa : na ra do
Imperador n. 16, armazem, a entender-se com
Olympio leiloeiro.____________________
12 tenas grandes de zinco, e 1 carrinho de mo
na ra do Mondego n. 3.
n. 7.
Aluga-se um preto bom cozlnheiro e para to-
do servico de casa: a tratar na na do Crespo nu*
mero 4, loja.
PECIS4-SE

de 3005 a juro; dando-ae por aluguel urna escrava
que ganba mensalmente 205, pelo tempo que se
Compra-se um escravo de ,35 a 40 annos, que
entenda d servico de sitio : na ra do Queimado
n. 13, primeiro andar.______________________
Compra-se para montara de um ofllcial de
cavallaria da guarda nacional os pertences de um
sellim, inclusive coldres, manta, cahecadas, etc.,
etc.': na praca da Independencia, loja ns. 37 e 39.
Vende-se 1 sof, 6 cadeiras, 1 par de conso-
los de araarello, tudo em bom estado, e um bah
de folha de Flandres com lecbadura: na estrada
de Joo de llanos n. 3.
Vendem-se dous bois e duas carrosas, tudo
em bom estado, os bois sao sem iguaes por preco
commodo: a tratar na ra da Senzala Novan. 9.
tarraines pequeos
No armazem de molhads da aurora brilhante
ATTEW^AO.
Na padaria da ra da Senzala Velha n. 84, ven-
dem-se muito boas bolachas, proprias para escra-
2*800 a arroba.
compram-se garrafoes pequeos a 320 rs., sendo
tirapos : no largoda Santa Cruz II. 84. N mesma'
convencionar : a tratar na ra do Mondg H 3,1 casa precisa-se de uo) caixero com pralica e que 13 : a tratar com aeu proprietario na ra do Li-
que dir o pretndeme, ou annuncie. abone sua conducta. | vramento n. ti-
vos, a
Vende-se i taberna do pateo da Binaira~. enfadonh annunciar, e nata do Axgnezes pro-
Para dar de Bino.
Chegaram as riquissimas nonecas de todos os
fanhos, vestidinhos ricamenti enfeitados, cada
ljiia caixinha, propriamente para um deli-
cado ii^ni por baratissimo prego: s ne vigHa-
te, ra ^isjjp n. 7.
*pt uhores barbareis.
Chegou a riquissima ftu de chamalote
para cartas -albores hachareis, assim como
branca, lisa, proprfajiara abrir letras, 00 para
sintes : s no vigilante\rna do Crespo n. ~
Penlea d^arrafa.
Tambem chegaram os rlquissimos pentes de
marrafa com pedrinhas,os lindos pentes de regado
para meninas, meias de seda e sapalinhos proprios
para baptisados, meias do seda para senhora, fitas
de laa para debrum, fita de linho, trancas de la,
de linho e de seda, luvas de seda e pellica, e fio do
Escocia e camurca, alflnetes de cabera chata, car-
teirinhas com todas as agulhas precisas para cos-
tura, (velas de madrepcrola esmaltadas de ac
para sintos, llores de todas as qualidades, caixinbas
rom pastilhas de perfumara, abafadores e lia
para senhora, toucas e sapalinhos de lia, pulseiri-
ohas de borracha para segurar manguiotos, litas e
cordes de borracha, sahonetct redondo.s ditos
chamados de familia, pomadas de todas as quali-
dades e dos fabricantes mais afamados, ootchetea
pratiados muito unos, reiroide todas as qualidades,
retroz em carretel e em novello, e de mea4a, de
todas as cores, escovas para deales, ditaa para ma-
pa, ditas para chapeo e ditas para unha, de todos
os precos, e outros-mais objeelos, que se tornara
InMBe-se razar todo o negocio: s no vigilante, ra
i do Crespo n. T.

, MOTEADO U


.
Diario de Peraaiubuco Secunda letra O de .\avciubro de 18*.
.
NOVA LIQUIDACO
que so pretenden! liquidar antes da festa do na-
tal, por presos baratissimos, aflm de apurar di-
nheiro, sendo a maior parte destas fazendas in-
teiramente novas, chegadas pelos ltimos yapo-
res ; de todas se dio amostras, deixando nenlior :
na loja e armazem do pavao, ra da Imperatnz
n. 60, de Gama & Silva.
As liaiinhas do patio.
Vendem-se as modemissimas laazinhas com 9
Dalmos de largura, sendo lisas e de quadrinhos,
proprias para vestidos, capas soutambaques pelo
barato preco de I500 o covado, ditas com 4 pa-
raos lisas de quadrinhos a 500 rs., ditas ganbal-
dinas a 400 rs., ditas enfeitadas de quadrinhos a
360 rs., bareges matisados mnito unos f/Wrs
laazinhas transparentes com palmas de sdda a oOO
rs., ditas matisadas a 320 rs. o ovado : so na loja
do pavao, ra da Imperatnz n. 60.
Os corles de cambraia que vende o pavio.
Vendem-se cortes de cambraia brancarom to-
bados a 25500, ditos a 35000, ditos a 4*000, dito
chinezesa 4*000, pecas de cambraia "nsparenl.s
adasmacadas proprias para vestidos, tendo vara*
emeiaa3V)00, ditas lisas brancas e tetos a
25500,35,-5500, 4* e o*, pegas de cambra a d ca-
rorinhos tendo 8 varas e meia cada "tobnn-
cas e de coros a 3*500, ditas a JJW, pecas d,
cambraia para cortinados, sendo ai?*, e trans-
parentes com 20 varas cada peca a9*000, is o.lu-
do para apurar dinheiro : na loja do pa\ao, ra da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os chales do pavio de Jiocambique a 1:000.
Vendem-se os mais modernos chales de Mozam-
bique, sendo de urna s cor, com barra e muito
grandes, pelo baratissimo prego de 4*000, aman-
.audo-se sercmos mais modernos do mercado di-
tos de merino estampados a 2*000, ditos a 3*000,
ditos muito linos de erepen com 4 ponas e ponta
redonda a 6*000, 7*000, 8*000 e 9*000 : so na
loja do pavao, ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
0 pavo vende cascniiras a 1:600.
Vendem-se casemiras franeezas enfestadas, pro-
prias para calcas, cohetes, palitos e capas para sc-
nhoras, por ser de urna s cor, sendo fazenda chic
senipr se vendeu a 3*000, liquida-se a 1*600 o
covado : s na loja do pavo.
0 pavio vende chapeos de sol para senuoras a
1:000.
Vendem-se chancos de sol, a inglezn, sendo co-
bertos de linlio e forrados de verde, proprios para
senhoras .pie forem passar a festa, ou para meninas
levarem para a escola pelo barato preco de 15000.
ditos marquerinhos de seda com franjas e cabo de
dobrar a 2*500, ditos de seda para homens, sendo
com armacao de baleia a 6*000 e 7*000, isto para
apurar dinheiro : s na loja do pavao, ra da im-
peratriz n. 60.
0 pavio vende cachemiras da Escossia, corte
2:210, covado 650 rs.
Vendem-se cortes de cachemiras da Escossia,
para calcas, pelo barato preco de 2*240, tendo da
mesma fazenda para vender em covado a 640 rs.,
sendo esta fazenda muito encorpada, a mitacao de
casemira, e garante-sc que nao desbota. Tambem
se vendem cortes de casemira ingleza, de cores es-
curas para calca pelo barato preco de 1*800 cada
corte, ou a 500* rs. o covado : s na loja do pavao,
ra da Imperatriz n. 60.
0 pavao vende os vestidos bramos bordados.
Vendem-se os mais ricos vestidos de cambraia
brancos, bordados croch, sendo os mais moder-
nos que tcm vindo ao mercado, tendo as saias 4
palmos, e vendem-se pelos baratos precos de 10*,
12* c 16*000 : s na loja do pavao, ra da Impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
As pe-hinchas do pavio, antes que se acaben).
Ricos cortes de cambraia branca com babados e
duas saias bordadas croch, tendo bastante fa-
zenda para vestido, pelo baratissimo prego de 3*000
cada um, ditos de cambraia de seda com barra e
babados a 2*500, para acabar, cortes de vestidos
Harte Ha,sendo fazenda de bonito gosto a 3*500.
cortes de cambraia brancos com babadinhos a 25,
eiifeitcs para cabeca, sendo Garilialdi e turca a
1*000, ditos com litas e flores a 2*000, camizinhas
bordadas, parafe dioras a 15000, manguitos de rs,-
rios laodelos'S. U, 500 c 640 rs., calcinitas para
meninas a 500eto4O rs., gollinhas bordadas a 320
500 rs.. sedas de qnadrinhos a 640, ditas de listas
a 400 rs. o covado. fusto para vestidos e roupinhas
de meninos a 320 rs. o covado, alpakim ou gorgu-
ro de linho a 260 rs, gangiielin de una so cor a
320 rs. o covado, toalhas de linho adamascadas,
liara rosto a 15000, vestuarios para meninos e me-
ninas a 1*600 e 2*000, tiras bordadas e entremetes
rnais barato que em outraqualquer parte, ludo islo
pechincha e vende-se para liquidar : na na da
Imperatriz n. 60, loja e armazem do pavao, de Ga- ^
ma & Silva.
Crosdenaples a 1:500, na loja do pavio.
Fazenda a 11000, 1*600, 1*800 e 2*000 : s na
loja do pavao, ra da Imperatriz n. 60.
0 pavio vende para lulo.
Vende-se linissimo setim da China, fazenda sem
lustro, proprio para vestidos de senhora, para ca-
pas e roupa pan borneo, tendo esta fazenda seis
.almos de largara e sendo muito leve, vende-se
pelo baratissimo prego de 2*200 o covado, garan-
ndo-seque nao se torna ruga, e vende-se nica-
mente na ra da imperatriz n. 60, loja do pavao.
1 carnauba do navan.
Vende-se cera de carnauba em saceos, por prego
muito em conta, ou mais barato do que em entra
qtialquer parto : a tratar na ra da Imperatriz n.
til), loja de Gama & Silva.
Sedas do pavo a 500 rs.
Vendem-se sedas de quadrinhos com pequeo
to |oe de mofo, pelo baratissimo prego de 500 rs. o
covado, ditas em perfeilo estado a' 800 rs., ditas;
eoni lisias, para acabar a 400 rs., gorptirfo de seda
para vestidos e roupa de meninos a 1*000 o cova-
00 : na loja do pavo, ra da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
0 organd do pao a 300 rs.
Vende-se linissimo orgaudy matisado, branco,
para vestidos, pelo baratissimo prego de 500 rs. a
vara ou 300 rs. o covado, cassas franeezas finissi-,
mas a 240 e 280 rs. o covado, ditas com palmas
grandes, fazenda imeiramente moderna a 440 rs. o
covado : s na loja do pavo, ra da Imperatriz n.'
60, de Gama e Silva.
0 pavo vende roupa frita barata.
Vendem-se palilots de casemira de cores delira-1
nhados, pelo baratissimo prego de 6*000, ditos sem
debrnm a 5*000, calcas das mesmas casemiras a
3*500 e 4*000, ditas*de cachemira de Escossia a
3*000, ditas de ganga e brim a 2*000, palitots de
alpaca preta, saceos e sobrecasacos a 4*500 e 5*,
ditos de panno preto fino, saceos, a 7*000, ditos so-
brecasacos a 12*000, ditos muito Unes a 16*, 20*
e 25*000, coleles prelos de casemira e de cores,
camisas, ceroulas, e outros muitos artigos mais ba-
ratos que em ouira qualquer parte: ludo isto na
loja do pavo, ra- da Imperatriz n. 60.
As chitas do pavio. *
Vendem-se chitas franeezas, es/ ^ a 280 rs.,
ditas a 320 rs., ditas a 360 rw* matisadas mili-
to tinas a 400 rs., ditas .._ largas e cstreitas,
ditas matisadas com-" proprias paracobertas :
na loja do pavo, ru nperatriz n. 60.
0 pavita vende es cortinados.
Vendem-se rios cortinados adamascados pro-
prios para jane/fas, e camas para noivos, pelo ba-
rato prejo e 9*000 o par : na ra da Imperatnz
n. 60, loja do pavo.
0 pavio vende os relalhos.
Vendem-se por pregos baratissimos, porcao de
relalhos de chitas, cassas e laazinhas : na loja do
pavo, ra da Imperatriz n.'GO.
Fusto do pavio.
Vende-se fusto branco para vestido e rqnpa de
meninas a 500 rs. o covado, dito de palminhas a
320 rs., tarlatana de palminhas a 320 rs., fil bran-
co liso, e tarlatana branca e de cores a 800 rs. a
vara: na ra da Imperatriz n. 60, loja de Gama &
Silva.
0 pavio vende corles de calca.
Vendem-se cortes de calcas de casemira de co-
res a 2*400, ditos de cachemira da Escossia a
2*240, ditos de ganga a 1*600, dito de brim de
urna s cor a 2*240, ditos de castor a 1*280, ditos
de caaeraira preta a 4*000 e 5*000, ditos de case-
mira fina de cor a 5*500: s na loja do pavao,
rna da fmperairte % 0, de Gama & Silva.
45--RUA DIREITA-45
JkHIIa
Eia, rapasiada, coragem! parece queja
entregastes os vossos oanetes aos duros sei-
xos do pessimo calcamento da nossa cidade!
S se observa em vossos ps botinas acalca-
nhadas e gastas at ultima sola; sapatoes
rasgados e quasi sem saltos nem tanto!
a quebradeira nao deve chegar at este pon-
to I^Vinde ra Direita munir-vos de excel-
ftfent calcado com 40 e at 60 por cento
menos do seu valor attendei:
Borzeguins, Nantes, bezerro e va-
queta" 2 e meia solas .... 8#o00
Borzeguins, Nantes, bezerro, va-
queta e lustre 2 solas. ... 80000
Borzeguins, francez e hamburguez,
bezerro, lustre e couro de por-
! co 74 e........6,5000
SapatSes, Nantes, bezerro e vaque-
ta 2 e meia solas.....55loOO
SapatSes, Nantes, vaqueta, lustre e
bezerro 2 solas......50000
Sapatoes, Nantes, sola e vira. 4-3000
Ditos para menina, comlaco. 3"500
Ditos de ditas, de cores. 20800
Sapatos para senhora e homem,
tapete......... 800
Sapatos de borracha para senhora. 10400
dem idem para meninas. ... 10000
Sapatos de lustre para senhora. 10000
dem de lustre s avessas 500
Os Hunos
OS MAIS AGRAVANTES
E
IIanina |HTtinaz i'i:
fvtffe
*"J i": r*
ESCRFULAS,
00 ERPOOES ESCROFULOSAS,
Ulceras do toda a especio.
SYPHILIS, OU MAL VENREO.
TUMORES,
Ebulli^cs,
BERTOEJAS,
OPHTHLMA,
Hyilropisia,
Empigrens,
HERPES,
Darlros,
ERVSIPEL1S
BScS^BUTO,
Tfaha,
GHAGAS ANTIGS,
Rheam;qsmo Chrorjco,.
MBBIMDAM GERL,
Neivoskladc. N#r*leia,
PALTA BE IPPETFFE, HSHO,
SUPPRESSO DAS REGRAS, cu
AMEHORRHEA,
ReteBcia ias urinas,
KAIACIArAO,
(i'i i minfigfi '.>! nto (ftraldo corpo,prove-
nii "i', ti" 'lili,, vicioso to sajiffue.
SE.U NEGIIWDO.
QUINQUILHARIAS.
Ra do Queimado, ns. 49 e 55, lojas de
Jos Bigodinbo, queiram ver ver as fazenda?
que abaixo annuncio, pois todas eu garant
que sao muito novas e baralissimas.
Pecas de trancas de algodo de to-
das as cores a....... 80
Duzias de linhas com 200 jardas, A-
lexandre, a..... 10'O"
Carritel de qualquer numero 100
Varas de aspas para balito 80
Caixas com superior obrejas a 40
Ditas de colla....... 80
i libra de la sortida.....40000
1 libra de laa muito superior em co-
jes e qualidade......70000
Pares de botes de punho a 120
Pares de sapatos de tranca 10280
Ditos muito superiores, a 10600
Caixas e pacotes de papel amisade de
cores a. ....... 600
Duzia de raeias muito finas para se-
nhora a........30500
Duzia de ditas cruas para homem a 2*400
Uaralhos muito finos para vollarete a 300
Garriteis de linha cora 100 jardas a 30
Carles de linha branca e de cores a 20
Nove I los de linha com 400 jardas a 60
Ditos muito grandes com 800 jar-
das a .......420
Car toes de linha com 200 jardas (est
se acabando a...... 60
Vara de fita preta com colxetes parajg
vestido, e tem um resto parda a 100
Objectos de tintara e miislca.
Na ra do Queimado, ns. 49 e 55, est
queimando ludo pelos precos abaixo decla-
rados, e prestem toda a atlenco para ver
o que bom e barato.
Duzia de facas e garfos muito finos a 20500
Dita dita dita de cabo preto muito
finasa.........30200
Dita dita dita de balanco, melhor,a 50500
Tesouras para costura, muito fi-
nasa .........400
Ditas ditas para unhas, muito finas a 400
Cartas de alfinetes de ferro a 80
Ditas ditos de lalo muito finos a 40
Ditas de dito grandes.....120
Caixasde phophoros de pao 10
Grosa de ditos do gaz a 20200
Duzia de dito dito a 200
Massos de palitos para denles a 160
Abotoaduras para coletes a ... 160
Escovas para roupa.muito finas a 400,
500 e.........800
PECHINCHA.
Perfumara de superior qualidade.
O rival sem segundo, ra do Queimado.
ns. 49 e 55, est disposto a vender mais ba-
rato que nunca vendeu, para o que queiram
ver:
Duzia de sabonetes finos a 720
Sabonete inglez, o melhor, a 160
Frascos com agua de Colonia muito
fina a......., .
Ditos de dita grande a .
Ditos do Lavande ambreado, o nlfe-
lhor, a........"100
Ditos de macaca oleo muito bom a 100
Dilosperola muito superior a 200
' Ditos de oleo de babosa a 240, 320.
400 e .......500
Ditos de banha branca a 328
; Dito de cheiro muito bonitos i 500
Ditos de banha, pequeo, muito fina
..........200
Ditos de opiata a 200 rs., e boa a 900
Ditos de banha japnneza a 800
Ditos de banha transparente a 720
Ditos de oleo filoconne a 800

AttencSo!
Posto que domine no cora-
Co do BALIZA a mais bem en-
tendida ambicio de tirar de
seu negocio as melhores van-
tagens, com tudo elle nao pro-
cura fazer fortuna vendendo
gato por lebre;
Quando nao se negocia aca-
nhadamente.est bem ao alcan-
ce de todos a facilidade de fa-
zer-se boas compras, para ven-
der-se barato.
I^elana todos.
Ao armazem do BALIZA po-
dem ser devolvidos quaesquer
gneros qne por ventura nao
sejam do contento dos senho-
res compradores. N5o fica
resentimento algum em se tro-
cas por oirtro, ou restituir-se
o dinheiro recebido,
Mantcr a todo o custo o seu
crdito, e agradar aos scus a-
migos e freguezes, 6 todo o
desejo do proprietario doste
estabelecimeiito,
LKDE! LEDE! LE DE!
Siempre a frente do progresso,
C'onstante marcha o BALIZA.
Tem por norte o bem comnium,
A verdade por divisa.
400
DE
AffecipeB Chronicas co Figado,
ASSIM COMO 70IKVS 18 MAIS SIMILHAXTBS MO-
LESTIAS, PRISCIPALMENTR ijIANDO SAO
C M SAD '.-, OV PRODI KID \S PBLO Mil
i.iviu; oso no MRCVRlO ou
Qi-ucrao,
AiMttt .'c:iia Ir ;iili.-ni M'Io fn'llllrilto llfcO (lo A K-
SBNICO e (miru* itrcpitrir _!*?. .rhicrnr i
Todas estas Bnfomldadea jprompta e efficai
menta cedem a beiielic.i. poderoza e
pmicantes c;ia!iclads3 da mili
justamente afamada
uumm*\ m mmi
venda as boticas de Caors A Barboza,
ra da Cruz, e Joao da C. Bravo A C., ra
da Madre de Dos.
etoip*
Xa ra do Queimado n. 43, esquina que
\ volta para a Congregagao ; pechincha.
Paletots de casemira a 5, 6, 7, 8, 12 e 14*000
ditos de panno preto e azul a 9, 10, 12, 16 e 18
ditos sobrecasacos de panno muito fino por 243 e
285, ditos de alpaca preta e de cordao a 4, o, 6 e
75, caifas de casemiras de cores a 5, 6, 7 e 85000,
ditas pretas a 5500, 8, 9 e 105, paletots de fusto
e ganga a 25, 25800, 3 e 45, calcas e colletes de
todas as qualidades e por preco muito barato, ten-
: ces de puro linho a preco de 25800 e 35, cober-
tas de chita a 25240, collarinhos de linho puro a
, 600 rs. cada um, e outros muitos objectos que s
vista ; e para isso se pede a attencao dos fre-
guezes. _________.^___________
C*L DE LISBOA
Vendem-se barra com cal des-
ta procedencia, em pedra, carga-
da hoje, e tnica nova, que ha no
mercado, na rna do Trapiche n.
13, armazem de Manoel Te I x ei-
r Basto.
A 1,500
A 15300 a lata de verniz on alcatrSo do gaz,
com mais de tres caadas e meia : no armazem
da bola amarella, no oitao da secretaria de po-
lica. _______
Cha hysson
da India, da primeira qualidade; vende-se em cai-
xas de 60 libras cada caixa, por preco commodo
dioheiro : para tratar, na roa do Pilar n. 143, pn-
tnelro andar, de manhaa at 10 horas, de tarde das
3ats6.
Veado-se urna escrava de 28 a 30 annos, por
precoeommodo, perfeita cozinheira e soffrivel en-
goramadeira, basunte ladina, muito propria para
casa de familia que precisa *5 nm boa escrava :
na ru Jowt n. K.
I^argo do Livramcnto ns. 88'e 3H A
Defronle da grade da igreja
AO RESPEITAVEL PUBLICO
Senhores e senhoras
0 incansavel proprietario do grande armazem do Baliza toma a liberdade de mandar
declarar do alto da imprensa pernambucana, que elle perfeitamente liberal em ofierecor aos seus
benvolos freguezes as melhores qualidades dos mais bem c-scolhidos gneros, nao s do paiz como do
estrangeiro a procos de contentar e satisfazer a todos.
Fazendo to publico e espontaneo manifest, o referido BALIZA julga de seu rigoroso dever
declarar mui seria e pusitivamente nesta oportunidade, que 6 tambem o mais firme e dedicado conser-
vador de sua numerosa freguezia.
Da boa qualidade e barateza dos gneros offerecidos aos seus freguezes, junta ao pequeo la-
nho que tira para si, tem sabido fazer o BALIZA a mais perfeita liga de interesses recprocos, que ago-
das as consciencias deve por forca e necessariamente agradar.
Tendo por conveniente tambem a publicacao do seguintc aviso, o BALIZA faz saber rticamente
aquellas pessoas que sempre esto promptas a comprarem tudo, com tanto que se lhes permita paga-
ran logo, que elle
NAO VENDE FIADO.
Os amigos da economa, aquelles que s compram os objectos de que careccm, c que gostam fi-
nalmente de empregar bem o seu dinheiro venham a este estabelccimento.
LEI1M TODOS.
Do preco de qualquer genero annunciado a venda em outros estabelecimentos, podem os sonho-
res freguezes diminuir cinco por cento, e vir compra-lo ao Baliza, que sendo, como todos sahetn, o ho-
mem do movimiento prefere ganhar muito pouco, com tanto que seja por muitas vezes repetido.
RIVAL
SEM SEGUNDO.
Objeetos diversos.
Ra do Queimado, ns 49 e 55, vende os
objectos abaixo declarados, pois para aca-
bar; estes precos nao sao para continuar,
mas as nesessidades assim o permitte.
Pares de luvas de algodao finas a 80
Caivetes de aparar penas, de 1 ro-
ma a ,........ 80,
Ditos de 2 ditas a...... i60|
Caixas de colxetes francezes a. 40
Duzia de dito francez a 360
Massos com grampos lisos e de cara-
col a ......... 40
Duzia de dedaes de metal em caixi-
nha de vidro....... 320
Tinteiro de vidro com tinta superior
a.......... 160
Ditos de barro que serve para tin-
teiro a........ 100
Grosasde botoes de louca prateado a 160
Pecas de tranca lisa encarnada a 20
Varas de bicos e rendas, para aca-
bar a .......... 60
Varas de labyrinto de 3 dedos de
largura a....... 100
Ditas de pos para den tesa ... 100
Pentes de tartaruga a 3(5000 e 3(5500
Resmas de papel de cores a 2(5000
( arrogas
Vendem-se tres carracas novas para boi, muito
bem construidas, tanto de madeira como de ferra-
gem, e urna dita para cavallo, com algnm uso,
tudo por preco commodo: a tratar na ra do Sebo
n. 54, taberna.___________________________
Livros de moral.
Exame de confessores.
Cunlite.
Larraga.
Obra do Monte.
Xa ra do Imperador n. 15.
A1$00Uoccnto.
Na taberna do Campos, na ra do Imperador n.
28, vende-se o cento de charutos suissos a 15000.
Cal de Lisboa e potassa da
Rnssia.
Vende-se na ra da Cadeia do Recife n. 26, para
onde se mudou o antigo e acreditado deposito da
mesma ra n. 12, ambos os gneros sao novos e
legtimos, e se vendem a pre^o mais barato do que
ontra qualquer parte.____________________
Sapatiutios para meninos denm cinco
* annos.
Chegaram no ultimo navio francez os mais bel-
los sapatinhos abotinados, enfeitados de marro-
quim, lustre e cordavao a 25000 : na loja do Va-
por, da roa Nova n. 7._____________________
. Prelo t farinha
Continna-se a vender saceos grandes com farelo
de Lisboa, farinha de Santa Camarina, arree de
casca e milho : no annawm da auror briihante,
laj-g da Santa Cruz n. *.
0 GALLO CANTA
J sabido que, quando chega o vapor da Eu-
ropa, o gallo canta annunciando aos seus numero-
sos freguezes as galanteras de mais gosto e da ul-
tima moda que por elle recebe, como sejam :
Cmnsinhas pura senhoras.
Riquissinias camisinhas com manguitos e gra-
vatinhas para senhoras : s no Vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Ciriyolinhas.
Riquissimas cirigolinhas ou gravatinhas. sendo
cousa de muito gosto, e a primeira vez que appa-
rece para as senhoras de bom gosto : s no Vigi-
lante Tua do Crespo n. 7.
Pentes de concha.
Ha para chegar riquissimas guarnieoes de pen-
tes de lindo gosto, tanto para atar, como para mar-
rafas, por precos razoaveis : s no Vigilante, ra
do Crespo n. 7.
Redes com lacinhos de fita.
Lindas redes pretas e de cores com um lindo la-
cinho de fita para conservar o cabello, pelo barato
preco de 15500; assim como os novos enfeites pa-
ra cabeca a 35000, 45 e 55000 : s no Vigilante,
ra do Crespo n. 7.
Ligas.
Riquissimas ligas de seda de bonitas cores a
15500; assim como lita propria para o mesmo ef-
feito a 500 rs. a vara : s no Vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Lucas de Jourin.
Tambera chegou e chegan? por todos os vapores
grande sortimento de luvas de Jouvin, oude os fre-
guezes podem escolher: s no Vigilante, ra do
Crespo n. 37.
ntremelos e babadinhos.
Tambem chegou grande sortimento de ntre-
melos e babadinhos, que se vendem pelo baratis-
sima preco de 15300 a pecinba : s no Vigilante,
rude Crespo n. 7.
Fcelas vara cinto.
Tambem chegou grande sortimento de lindas fl-
vellas de ac e de metal com pedrinhase sem el-
las, pelo barato preco de 25 e 25500, dando-se a
fita para as mesmas : s no Vigilante, ra do
Crespo n. 7. _. _.
0 GALLO CANTA.
J sabido que o gallo nao podia deiiar de can-
ter, annunciando a seus numerosos freguezes os
riquissimos pentes, que acaba de receber por este
ultimo vapor.
Kua da Scnzalla n 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston A C,
sellins e silhoes inglezes, candieiros e casti-
caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
chicotes para carros e montara, arreios para
carros de um e dous cavallos. e relogios de
ouro patente inglez.
B'itattts
Caixas com duas arrobas de batatos desembar-
cadas do patacho Maria da Gloria, hoje, pelo bara-
to prego de 25500 a caixa : na ra do Amorini n,
43, ou na ra da Madre de Dos n. 5.
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LOJ4DOPREGIJIC4
NA
Ra do Queimado n. 2.
Vandem-se pecas de madapoln fino enfestado
com 12 jardas por oi, cambraia preta a 500 rs. a
vara meias de seda de peso para meninas de 1 a
10 annos a 25 o par, lindas e finissimas cambraias
de cores a 360 rs. o covado, paletots de alpaca de.
todos 0$ umanhos para meninos, ditos para ho-
mem a 35, 4 e 55, chitas franeezas de bons pa-
droes e cores Dxas a 320 e 360 o covado, ditas es-
trellas a 240 o covado, bales de arcos a 35500 e
45 ganga de quadrinhos a 320 o covado, coberto-
res de algodao a 15200 cada um, lencos de cassa a
80 rs. 100, 120, 160 e 208 rs., e outras muitas fa-
zendas que' se vende por barato preeo, e de tudo
se dar amostras : na ra do Queimado, loja do
Preguica n. 2.
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JSA 200 rs o covado
^ Cassas muito bonitas c finas : a
S na ra do Crespo n. 17, loja de
ks Jos Gomes Villar.
J4J
Na praca da Independencia ns. 22, 34e32, ven-
dem-se chapeos con abas de lustro a 15000 ca-
da um.
Vende-se ou hypotheca-se por precisao nm
sitio com diflerentes qualidades de frucleiras, boa
casa de vivenda, e urna grande baixa de capim, na
Ponte de choa on Cruz de Almas : a tratar com
Joaquim Demetrio de Almeida Cavalcanti Jnior,
na ra de S. Goncalo n. 34.
No armazem n. 38 ra da Madre de
Dos, vende-se por preco mais commodo
do que em outra qualquer parte os segoin-
tes gneros viudos do Aracaty:
Corama nova,
Cera de carnauba.
Dita em velas de diflerentes qualidades.
Mies de cabra >
Sola______________t .________
Cal de LUboa
a maie nova do mercado : na. ra do Vi gario n
19, prieirmo andar.
Lja de miudezas
16Ra lo Queimado16
Pei;as de tranca de laa preta e de cores. Usa
e de "caracol a 60 n.
Pecasde tranca de caracol branca e meselada
! bonitos gostos a 80 rs.
Pecas com 40 varas de galo de cores a i>C0O.
Pecas com 22 varas de galio branco 15600.
Pecas cun 15 varas de franja branca 81 0 n
Pe^as com 15 varas de franja de cortinado 55.
Pecas com 13 varas de velludo lavrado estrei-
toeargoaOOOe 15200.
Pecas com 10 varas de bico preto 15200.
Pecas com 20 varas de bico adamascado -250O.
Peas do fita.de seda de todas as cores 320 rs.
Fitas e cordoes paraenfiarespartittwa80rs.
Enliadores pretos para borze Ricos sintos com tivclas de pedrinhas a 35-
Kiv.'las de iieilrinlias para sintos a 15G00 rs.
Passadores de cornaliira para grvala a 500 rs.
Luvas brancas de Jouvin a 15900.
Luvas de Escossia e de montara a 6W rs.
Brincos pretos e de cor a balo a 500 rs.
Brincse rosetas pretas a 100 e NO rs.
Pires de grampos a balo a 800 rs.
Carlas de alfinetes a 100 rs.
Caixinhas com 100 agulhas franeezas a 2l0.
Caixinhascom 100 agulhas de Victoria a 320 rs.
Caixinhas e eartoes de colchetes a 40. 60 e Mi
ris.
Oilavas de rctroz preto c de cores a 160 rs,
(iollinhas com pedrinhas esmaltadas a 500 rs.
Macos de superiores palitos usados a 210 rs.
Magos com 100 cropem de pedra a 320 rs.
Duzias de caixas de phosphoros a 160 rs.
Lindas abotuaduras para punho a 160 rs.
Tesouras diversas a 40,80 e 120 rs.
Ditas finas para unhas e carteiras a 640 rs.
Escovas para dentes a 160, 320 e 480 rs.
Ditas para cabello e roupa a 720 rs.
Duzias de colheres de metal principe para cha a
15600 e 25.
Duzias de dita para sopa a 35300 e 55.
Duzias de canudos de pomada a 240 rs.
Pacotes com papel pequeo de coros a 700 rs.
Resmas de papel al maco liso a 25500, 25900 e
350OO.
Caixinhas de pennas a 800 e 15200.
Caixinhas de lacre a 200 e 400 rs.
Grozas de botoes de louca pintados a 120 rs.
Caivetes finos de 1 e 2 folhas a 240 e 'i00 rs.
Toucadores com p a 15 e 35500.
Grvalas de seda a 160, 400 e 800 rs.
Dnzias de bonitos botoes de vidro de todas as
cores para casaveques e colletes a 320 rs.
Duzias de lapis de pao a 80 e 120 rs.
Pares de suspensorios a 160 e 480 rs.
Varas de franja de seda preta e de cores a 500 rs.
Fitas de velludo de seda de todas as larguras e
cores diflerentes.
Caixinhas vazias para guardar luvas.
Jogos etc., etc., a 240, 360 e 480.
Farinha de mandioca
em saceos grandes, e de superior qualida-
de ; no armazem de Tasso Intuios, ra do
Amorim, n. 35.
Vende-se tima parte do sobrado de dous an-
dares sito no largo do Amparo, em CHinda. no va-
lor de 9539, pela metade dessa quantia : trata-se
na praca da Independencia ns. 19 e 21.
urna, boa tina e nova, propria para deposito do
agua em jardim, ou para tomar banhos, por bara-
to preco ; na Capunga Nova em casa do Amoral
Jnior!



Mari de Pramaaeace rgnnda fir* 9 de >ovrnibro de tses.
i AGUI1 BRANCA.
Recelen por esse ultimo paquete:
Niros carteiras com as escolenles agulhas
iDglezas.
Agulhas parisienses tambera de exceden-
te qualidade.
Trancelins finos de borracha para en-
fiar.
Botiies pretos de velludo, maiores e me- [ Branca n. 8
ores para vestido.
Transinhas brancas estreitinhas d'algodo,
para enfeites de vestido.
Escovas cabos demadeira, osso e madre-
perola para limpar pentes.
Pincis para p de arroz.
As lindas ivellas com podras para cintos.
Outras de fino dourado e esmaltadas.
Outras de madreperola.
Bonitos leques de madreperola com bou-
quct.
Oiitros leques d'ossocom bouqueL
Outros de plumas, com cabos d'osso e
madreperola, e outros finalmente de snda-
lo e pretos.
Pentes de borracha, recortados, dourados
e com pedras para meninas e outros de tar-
turuga.
Meias de seda para baptisados.
Lindas touquinhas de fil do linho. cara-
braia esetim, mu i bemenfeitadas para crian-
cas.
A GUIA BRANCA.
Da ra de Qucinado n. g, recebei.
Tnico oriental de Kemp.
Agua florida Murray 4 Lanman.
Dita de flor de laranja Cendra).
Dita de rosasdito.
Bolsas para vlacens.
Vendem-se na ra do Queimado, loja d'Aguia
Voltas pretas
MARA PA.
A Apuia Branca recebcu as desejadas voltas
pretas, mni compndas e gradas.____________ |
GRANDE LIQIDACAO
M
Fazemas francezas t iagloxas todas de superior >
qualidade : se vende muito tralo pira liqui- j
dar runas, na loja e rmatem do Arara, rna'
da Imperatrit n. 56 de Loureiro Pereira Cui-:
maraes.
Grande pechtnehaLa de 9
palmos a 10*80.
Vende-se las transparentes de cores lisas
e quadros com 9 palmos de largura, pro-
prias para capas e vestidos para senhora a
4)5280 o covado ; lazinhas muito finas de
quadrinhos a 280 e 320 rs. o covado ; di-
tas transparentes muito finas a 400 e 500
rs o covado ; gorgurio de cordo, fazenda
fina e nova para vestidos por ser padro de
ROtPA FEITA
NO
AIHAZE9
UTOBUMRO VTEKDX.
Neste estabeleciioento ha sempre um sortimento completo de roupa feita de
todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vontade dos concur-
rentes, para o que tem um dos memores professores, assim como tambem tem um
grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras,
homens e meninos.
lapida-
seda por 500 rs. o covado. S na Arara
Ligas de seda para senhora. e dita para ha ^ de sortimeoto de raazinhas e
outras militas fazendas, que trouxe o ultimo
vapor vindo da Europa: ra da Imperatriz
n. 56, loja do Arara de Meodes Guimares.
A Arara vende reos vestidos bordados brancos
a 120000 rs.
Vendem-se ricos e finos vestidos brancos
bordados a 12* : ditos mais singetos a H ;
ditos de barras de tarlatana de cores a 3$ ;
ditos de barras a 30 e muito baratos : ra
da imperatriz n. 56, loja da Arara.
Mais pechineba na AraraCassas a 200 rs. o co-
vado.
Vendem-se cassas organdys de quadros
manguitos, ou meninas.
Livrinhos para notas
Novos tercos de cornalina, e coral
do com cruz de prata etc.
Bonitas pulseiras brancas de perolas fal-
sas, e outros de chapa de crystal o pago,
com lisias douradas.
Tudo na loja d'Aguia Branca, ra do Quei-
mado n. 8.
L.iIm i inllio> e bicos,
ta.) baratos que o comprador admira.
Esses labyrintlios e bicos se applicam a
diversas obras e lins, e sempre com provei-
lo por suas fortidoes e durado, boje mais cr de (.af e mais c,ar a joo rs. o cova-
i\ > que nunca, convem a todas as familias
compra-Ios para aproveitarem-se da occa-
si3 um que tilles sao vendidos to baratos
que na verdade o comprador admira, e bem
se pode di/.er que por taes precos nunca
mais liaver. Os labyrintlios sao de novos
e bo'tos desenhos das larguras de quatro
dedos at mais de um palmo (ou tres a dez
pollegadas) e os limitados precos sao de 1$
a -i-S j pei;a de dez varas, variando estes em
relacSoa largura. A ser em varas liaver
mni paquea dilTerencas, os bicos porm
principiara por mais estreitos at a maior
largura dus laliyrinthos, e os precos sao
igualmente proporcionados. Isso pois, as-
sim simplesmente ili.to tal vez pouca conside-
racSo mereca, porm para desengaar e fa-
ier o comprador reconhecer a verdade e a-
preciar o extremo da barateza, necessario
que se dirijan) cora dinheiro; a ra do
tueimadc loja d'Aguia Branca n. 8.
Grasa econmica.
A aguia liranca acaba de receber essa acredita-
da grava econmica, cuja superioridade esl ge-
ralmenta raconhacida; essa Lia graxa se turna
iimcndada, tanto porque o calcado lustrado
amella deixa perfeitamente lustroso no menos
.. das sein aecesaidade de novo unto. .omo
Ortstnu porque sua prepararan appropriada para
acuciar e conservar oconro; ella vera em cabo-
anas e harrizinhos, e acba-se venda na ra do
Queimado n. 8, loja d'apuia branca, aos rezumidos
de 108, 500 e 640 rs.
Pentes de concha.
Cora as novas e diversas guarnieses de
pentes que a Aguia Branca acaba de recc-
> veto tambem urna pequea qualidade
!' pentes Je concha que com graca e acer-
ii lama ite secvem para o moderno atado dos
los Biessio moides, cdelainanho pequenino como con-
rim para o fim que sao. E' esta a primei-
ra vez que d'elles aqui chegam. por isso
que a moda novissima, pelo que ganha-
rao a palma aquellas senhoras que primei-
ro se apresentarem com elles, para o que
os mandarlo comprar na lo;a d'Aguia Bran-
ca, ra doQtieimado, n. 8
ipellas, Clores e Invas enfeila-
das para nolvas.
Pelo ultimo paquete a Aguia-branca rece-
ben os artigos cima sempre necessarios s
asirs, iis-mes, segundo suas recommen-
daces, ri r.im de muito gosto, e perfeita-
mmite delicados.
As capeUaa sao de mui moderno e agra-
da vel molde, de linas flores, e acabadas com
lodo o esmero : as flores soltas sao extre-
mamente delicadas e proprias para enfeites
de vestidos e mesmo ornatos de cabeca, sen-
du delgadas vergonteasde jasmin, cachos de
las, e outras estimadas flores.
As lavas, porm. apreciada obra de Jou-
';'i. oarece orna tanta enfeiladad pelas mes-
fabricantes das mimosas nares, pois-pie
:. rosto e perfeico nada detxam a desej ir.
5o i'ssis. pms. as :-.iiielias, (lores e luvas
.' corruspiNi km rifiteta do vestido, fer-
o ; n o-com'pteln ass>-iii e iieifeicao, e ele-
am a galliardia da candida noiva. Resta
o tnieule que os pretendentes munidos de
dinfieiro dirijam-se alegre e espacosa lo-
ja d'Aguia-branca, ra do Queimado n. 8
Salendarlos senianaes : pelo
preco todos compraro.
Slo de summa utilidade esses kalendarios
semanaes, porque mostram acei Indamente
a dala e das da semana, sera o continuo tra-
tnllio de bolir nelles diariamente, pelo que
se lornam necessarios e preferiveis a todos
os oulros ; tanto para casas de familias, co-
mo mesmo para qualquer oulra parle, e
principalmente por 500 rs. cada um: na
ra do Queimado, loja d'Aguia-branca, n. 8.
Piosphoros de eera.
Vendem-se a ti rs. a duzia de caixinhas
de piosphoros de cera : na ra do Queima-
do, loja d'Aguia-branca o 8.
i jlezas : Opiata e agua da
Colonia.
A Aguia-branca da ra do Queimado n. 8
acaba de receber a apreciada opiata ingleza,
assim como mui boa agua da Colonia tam-
bera ingleza.
Garrafas com agua da Colonia.
Chegaram novas garrafas com agua da Co-
lonia para a loja o'Agoia-hrauca, ra do
Queimado n. 8.
Haravllha das bellas, novos e
delicados enfeites para ves-
tidos.
aprasivel a aguia branca o ter de avisar a
sua boa fregueiia, qe araba de receber pelo pa-
fnt'te (raoeez um belio soriaeiilo de enteles de
seda denominado maravilua da bellas, os qaaeo
aervem tanto para vestido de senbora cerno para
rouprnha*dc_ enancas. Seos novrssHnon e Mica-
r desenhos, suas Malhidas e bem aceitadas co-
tes fazem um todo agradavel aos olhos de qualquer
vvente qne saiba apreciar o bota. Assim, pols, a
dfavida esta cm traver dinheiro, havendo-n. diri-
jam- a?nw branca, ra do Queimado n. 8, que achanto
m verdades cima ditas.
do ; ditas francezas finas a 240, 280 e 320
rs. o covado: cortes de chitas de cores a
25 : ditas francezas com pequeo toque de
mofo a 24500 : cortes de riscados famosissi-
mos com i i covados a 35 (s na Arara,
ra da Imperatriz n. 56); cortes de casimi-
ra enfestada para calca a 15, 10600 e 25,
tendo cada corte 1 vara e 3 quartas, cousa
muito barata : casimiras linas a 25500 e 35
o corte: casimiras lisas para capas de se-
nhora cora 0 palmos de largura a 35 o cova-
do : ra da Imperatriz n. 56.
A Arara vende chitas a 210 rs. o covado. Sao
largas.
Vendem-se chitas francezas com toque de
mofo, que se extinguir logo que forera la-
vadas, e as cores sao fixas a 2M) e 280 rs.
o covado ; ditas I i ipas e finas a 320, 360
o 400 rs. o covado ; lencos brancos com
barra de cores finas a 160 rs, cada um : di
tos brancos todos a 200 rs.; ditos muito fi-
nos a 320 rs : mcias para hornera a 200 e
240 rs. o par : ditas para senhora a 320 e
400 rs. : na loja da Arara, ra da Impera-
triz n. 56, de Mendes Guimares.
Srdinbas da Arara a lilil rs. o covado.
Vendem-se sedinhas pnra vestidos de se-
nhora a 560 rs. o covado cassa-seda cora
palmas soltas a 500 rs. o covado ; chalim
de cores para vestidos de senhoras a 500
rs. o aondD ; sarja de cores para vestidos a
400 rs. o covado ra da Imperatriz. loja do
Arara n, 56. Mendes (iiiimares.
Madajiolo francez enfestado a 1000 rs.
Vendem-se pecas de madapolo francez
enlestdo a 4-> e 3300 : pecas de algodao
encorpado a 45. 4560 e 55500 ; madapo-
lo inglez com -1\ jardas marca Rainha a 75 :
dito Elephante a "5500 : dito n. 6 fino a
8i : dito n 7 a 9 ; dito de cora dourada
a 105. todos estes madapoles sao muito fi-
nos : ra da Imperatriz, loja da Arara de
Mendos Guimares
lluun frita da Arara.
Vendem-se uniformes completos, como
sejam : paletots, calcas, coleles de casimira
ingleza a 105? e 125: calcas de briin o
meia casimira a -2 ; paleits de brim de
i ores a 25000, e 3-5 ; ditos brancos a 35 ;
ditos de meia casimira a 35500 e 45 ; se-
roulas de bramante francezas a 1*600 : ditas
de linho a 5 ; camisas francezas a 15600 ;
ditas muito linas a 25 e 25500 ; ditas de li-
nho inglezas 38 ; camisas de meia para ho-
mem a 500, 800 rs. e 15 : collerinhos de
linho a 500 rs:: ra da Imperatriz n. 56.
Balites da Arara a 35000 rs.
Vendem-se bales de arcos americanos de
20, 25, 30 e 40 arcos a 35?, 35500, 45 e
18500 ; ditos de brilhantina a 45 : ditos de
dita rauito grandes a 35?6 0: ra da Impe-
ratriz. loja da Arara n. *>6.
Lciifos de seda a 800 rs.
Vendem-se lenepa de seda de urna s cr
muito linos a 800 rs.: ditos estampados a
Id. ditos aera franjas a 15500: ruada
Imperalri/ n ."(i.
A Arara vende ricas colchas avelludadas a 85000.
Vendem-se ricas colchas avelludadas para
cama a 85 ; ditas de fuslo a 55 ; ditas de
damasco a 45; ditas de chita 25: ra da
Imperatriz n. 56.
Corles de la a 3,000, 1,000 e 5,000 rs.
Vendem-se cortes de la para senhora
a 35600, 45 e 35 ; ditos de organdys Anos
a 65 e 75 : camisiuhas rauito linas parn se-
nhora a 45500 com gravata e tambem gol-
liuhas muito finas para senhora com boto-
/.inhos a 320 rs. ; ditos de golla e punho a
15 : ra da Imperatriz n. 56, loja da Arara
de Mendes Guimares.
Tarlatana da Arara a 800 rs.
Vende-se tarlatana muito fina a 800 rs. a
vara; fil de linho liso e fino a 800 rs.:
ditos de salpicos a 15 ; fil de linho de co-
res a 160 rs. o covado ; cortes de eaaibraia
com -1 vara de largura com palmas soltas
95 ; pecas de> cambraia de salpicos a 35500:
ra da Imi>eratr/. n. 56, loja d Arara de
Mendes Guimares.
Casacas de panno preto, 35)5 e
Sebrecasacas idem, 300 e .
Paletos idem e de cores, 255,
205, 155 e......105000
Ditos de casemira, 205, 155,
125, 105 e...... 74000
Ditos de alpaca, 55 e. .
Ditos ditos pretos, 95, 75,
55 e........
Ditos de brim e ganga de co-
res, 45500, 45, 355O0e. .
Ditos braneo de linho, 64,54 e
Ditos de merino preto de cor-
da, 404, 74 e. ..... -54000
Calcas de casemira preta, 124,
W, 85e......
Ditas de cores, 95, 85 e. .
Ditas de meia casemira de co-
res, 55500 e.....
Ditas de princeza e merino pre-
to de cordao, 55, 45500 e
Ditas de brim braneo e de co-
res, 55, 45506, 45 e .
Ditas de ganga de cores,
35500, 35 e.....25500
Colletes de velludo preto e de
cores, 95 e......
Ditos de casemira preta. 55 e
Ditos de ditas de cores 54
45 e........
Ditos de setim preto. .
Ditos de ditos e seda braneo,
65 e.......
Ditos de gorguro de seda
pretos e de cores, 65, 55 e
305000 Colletes de fusto e brim hran-
(
854000
34500
34500
34000
44000
74000
74600
44000
44600
24500
75000
45000
35500
55000
25500
54000
44000
co, 34500, 34 e
Seroulas de brim de linho,
25490 e......
Ditos de algodo, 15600 e. .
Camisas de peitos de linho,
54, 44, 34 e.....
Ditas de madapolo, 34,
25500, 24e.....
Chapeos demassa, pretos fran-
cezes, 404, 94 e. .
Ditos de fltro, 54,44,34500 e
Ditos" de sol, de seda, 424,
*15, 75 e......44500
Collarinhos de linho fino, ulti-
ma moda.......
Sortimento completo de grava-
tas.
Toalhas parroste, duzia, 115,
9# e........
Atoalhado adamascado da li-
nho vara......44280
Chapeos de sol, dealpaca, pre-
tos e de cores.....44000
Lences de linho.....35000
Cqbertas de chita chineza.. 24000
Pennasd'aco, as mais superio-
res, a grosa...... 600
Hetogios de ouro orizontaes,
905,804 e......705060
Ditos de prata, galvanizado,
patentes e orisontaes, 405 e
Obras de ouro, adercos, meios
aderecos, pulceiras, rozetas,
aneis e cruzes.
25000
15400
24500
14600
84500
2^000
640
5
65000
PKOGBESSNO

OLHADOS
9 I.ar^o de (armo 9.
Grande sortimento para a festo por menos
10 a 20 por cento do que em outra qualquer
parte.
Duarte & C* scientificara aos seus freguezese ao publico emgeral, que acaba de clie-
gar da Europa um socio que faz parte da firma, com um grande e bello sortimento de
j molhados por elle escolhidos, os qoaes se vendem por menos de lo a 2o por o/0 do que ou-
tro qualquer annunciante, garantindo a boa qualidade e peso de qualquer genero vendido
neste j muito acreditado armazem, e por isso, firmados em que cumprem fielmente o
que promettom, pedem todos os Srs. dapraca, de engenhos e lavradores, o favor de
mandarem suas encommendas ou relaroes ao armazem Progressivo, certos de nlo terem
era tempo algum occasio de se arrependerem.
Aviso.
Todos os Srs., que comprarem para tornarem a vender, tero, alm da differeiwa
I j publicada, mais 5 por % de abatimento. Os proprietarios tambem garantem o bom
acondicionamento ainda mesmo dos mesmos para o mais alto serto.
Palitos do gaz a 2,3oo rs. a groza e 2o rs. a
caixinha.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, mandada
vir de conta propria, a 8oo rs. a libra.
dem franceza chegada pelo ultimo navio a Milho alpisto a 460 rs. a libra.
56o rs. a libra, e em barril ter abatimen-1
to.
Painco a 2oo rs. a libra.
Gomma muito alva para engommar a 80 rs.
a libra, e em arroba se tara abatimento.
305000
dem ingleza em potes de 4 a 16 libras a
8oo rs. a libra e o pote separado.
Cha uximomelhor neste genero, mandado Sag muito novo a 28o rs. a libra,
vir de conta propria, a 2,8oo rs. a libra
Sabo verdadeiro hespanhol que raras vezes
vem ao nosso mercado a 28o rs. a libra.
Sabo raassa de superior qualidade a 480,
200, e 220 rs. a libra do melhor que ha.
FUMDI^AO 1IO BOWMAN-RITA I><>
BRUJff \. 38.
Este muito acreditado estabelecimento est prvido de um completo sortimento
machinismos proprios do fabrico de assucar, a saber:
Machinas de vapores as mais modernas e mais acreditadas.
Rodas d'agu* de ferro com seus pertences.
Moendas e meias moendas de todos os tamanhos.
, Rodas dentadas, angulares e de espora.
Taixas de ferro batido e coado.
Boceas de fornalha pelo novo systema Wetson.
Alambiques de ferro fundido.
Fornos para cozer farinha.
Moinhos para moer mandioca.
Arados americanos, etc. etc.

ESTABELECIMENTO COMMERCIAL
de
DE
CUHEKUlh E Fl
II
DE METAES,
f'ofa.ssa da kussui
Vead-se em casadeN.O. Bie-
ber a C., snecessores, ra da
i>U7. D. 4.
A asnear do M(m teiro I
Ra do Imperador n. 28 e caes deApott n.
67, a 200 rs. a libra, e de 8 libras para cima
a 95600 aarroba.
Eslo na rna do llrum n. 40 junto
a tundizno do %r. Bowmam. pertencente a di
Vi liav Irmo *V < VV>5
Neste estabelecimento encontraro os freguezes um completo sortimento S&
de tudo que diz respeito as artes de caldereiro, fu/iileiro, latoeiro, ferreiro e ^P
fundicao, e os abaixo asssignados que o dirigem, promettem servir a todas as ;-i-.
pessas que se dignarem de os procurar, com promptido, sinceridade e pre-
cos rauito rasoaveis. 0 dito estabelecimento estando montado em ponto Ij^
grande, tanto no que diz respeito a pessoal, como em materia prima, e tendo WjL
habis olficiaes, pode executar com toda a perfeico e seguranca qualquer *?
jfe. obra tendente as artes cima mencionadas e all'oitamente pdem os abaixo as-
w signados assegurar ao publico que nenhum outro estabelecimento Ihe pode ffi
fornecer mais barato e mais perfeito do que elles, visto que recebem de sua
propria encommenda todas as materias empregadas em ditas obras.
Alambiques simples e continuos de to- Sinos de 16 libras 8 arrobas.
dfts os tamanhos e dimences. j Parafuzos de bronze e ferro para ro-
Machinas de cobre para destilar e res- das d'agua.
tilar espirito at 40 graos pelos sys-, Torneiras de bronze e bronzes para
temas de Logier e Derosne. engenho.
Carapucas e serpentinas de cobre, e' Encanamentos de cobre e chumbo de
estanho, avulsas. todas as grossuras.
Taixas e tochos de cobre para engenho Bombas para cacimbas, aspirantes e
e refinaco. de repucho.
Paroes de cobre e todos os cobres ne- Bombas para destilaces.
cessanos para o fabrico do assucar. Ditas para regar jardins, hortos e
Cobres para rodas de moer mandioca. capim.
Machinas econmicas para lavar roupa Ditos para navios e barcacas de varias
o melhor possivel. I qualidades e dimences.
Cobre em lencol e arrodellas, estanho em barrinha, chumbo em barra,
lenool e canos de todas as grossuras.
Villaca Irmo A C.
0 COCERVADO
DE
BL 21LAR60 DO TIRyO -N. 24
dem hysson, grande, muito bom a 2,6oo rs,
a libra.
dem preto, muito fino, a 2,6oo rs. a libra.;
dem preto, mais baixo, a 2,ooo rs. a libra. _. ., ,- ,
Graixa em latos muito nova a 120 rs. a lati-
Idem, verde, miudraho. maisproprioparane- nha, e 4,300 rs. a duzia.
gocio, a 4,5oors. a libra. in. .,
| Peixe em latas muito novo : savel, pescada.
Banha de porco refinada muito alva a 46o, curvin, salmo e outras muitos qualidades
rs, a libra, e em barril se far abatimen- preparados de escabexe, segundo a arte de
to. cozinha, de 4,400 a 2,ooo rs. a lata.
Biscoitos inglezes das seguintes marcas:
Craknel, Soda, Ceede, Captain, Travellies
0 proprietario deste bem sortido armazem de molhados vende os seus gneros j
bem conhecidos de primeira qualidade, e por isso caprichou de escolher, para bem servir
aos seus fregueses, mandando vir amarar parte doseusortimento, para o que tem pessas
eocarregadas para este fim, e os pode vender por menos de 40 a 20 % do que em outra
qualquer parte.
Vardadeira genebra de Hollanda em botijas de conta certa a 400 rs.
dem de laranja era frascos grandes a 4,000 rs. e de Hollanda a 500 rs.
Caixinhas com 8 libras de wssas de carnada a 2,400 rs. e a libra a 480 rs.
Velas de espermacete, carnauba e composic5o a 63o, 44o e 3fio rs. a libra e a arroba a
40,000 rs.
Palitos do gaz sem avaria a 2,3oo rs. a groza e 2oo rs. o ma$o.
Serveja das memores marcas a. 500 rs. a garrafa e a dazia a 5,5oo rs.
Vraho das memores marcas F. L. P. a 4oo, 5oo o 56o r. a garraa e a caada a 2,8oo e
4,000 rs.
Batatas desembarcadas ltimamente a 5o rs. a libra, e a arroba a 2,800 rs.
Bolachinhas americanas a 2,ooo rs. e 3,5oo rs. a barrica e 2oo rs. a libra.
Azeite doce de Lisboa a 3,ooo rs. o galSe, e a 64o rs. a garrafa,
yueijos do reino os mais novos do mercado a l,8oo e 2.ooo.rs.
Milho alpista o mais limpo que ha a 5,000 rs.^ a arroba a 160 rs. a libra.
Jtaiteiga ingleza perfeitamente ftor a 800 o a 720 rs. a libra.
IdemTranceza, aaiit superior, 560 rs. a libra e em barris a 540 rs. a libra.
VEMH-SK
Kreito internarrona I privado e a appHi^rao d seos
principios com preferenei teis ihdcimos te i ca*-de primeira e segtmda sorte a 2,6oo 2,5oo e 2,000 rs. a libra.
^^S&^^^^ tamanhoa44ors.cadaom.e tita te pmm.innajarte
Azemlo A C, ra da Cruz i. ha outros muitos que enfadonno serta menciona-los: vende-se awranetro a rtsta.
Lunch, Cabin, e outras muitos marcas
4,4oo rs. a lata.
Bolachinha de soda, especial encommenda, a
2,2oo rs. a lato.
Biscoitoinglez Craknel em latas de 5, 7 e 45
libras a 5,ooo c 6,ooo rs. e de 4,2oo a
8oo rs. a libra.
Queijos do reino pelo baratissimo preco de
4,6oo, 4,8oo e 2,ooo es., os do ultimo
vapor,
dem prato multo fresco a 64o rs. a libra,
dem londrino muito fresco a 8oo rs. a libra.
Vinhos cm pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
48o, 56o, e 64o rs. a garafa, e de 3,ooo a
4,5oo rs, a caada.
Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa em latas de 1 e mais libras
a 7oo rs. a libra.
Fructas em caldas das seguintes qualidades:
ameixa, rainha Claudia, peras, cerejas,
ginja, pecegos e alperch a 5oo rs. a lato.
Figos em caixinhas de 4 l/i arroba e de 8 li-
bras a 8,ooo, 4,ooo e 2,ooo rs, e a 3oors.
a libra.
Amendoas de casca mole a 28o rs. a libra, e
em arroba ter abatimento.
Sardinha de Nantes a 32o rs. a latinha.
Toucinho de Lisboa a 36o rs. a libra eem ar-
roba ter abatimento.
Massa de tomates a 64o rs. a libras.
Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
Farinha do Maranho a 14o rs. a libra.
Ceblas a 4,2oo rs. o mlho, e a 1 ,ooo rs.
o cento.
Tijollo para limpar facas a 16o rs.
Cerveja das mais acreditadas marcas de
5,ooo a 7,5oo a duzia, e de 5oo a 6oo rs.
a garrafa.
Prezunto para fiambre muito fresco e novo
a 8oo rs. a libra.
Genebra de laranja a 9oo rs. a frasco.
Chouricas as mais frescas do mercado a
8oo rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa,
e lo,5oo rs. a caixa com urna duzia.
Licores francezes das seguintes marcas: A-
nizete de Bordeaux, Plaisir des dames, e
de outras muitos marcas a 4o,ooo rs. a
dazia, e a l,ooo rs. a garrafa.
Passas muito novas a 5oo rs. a libra e a
8,5oo rs. a caixa. Ha caixas, meias e
quartos.
Peras seccas a 3,ooo rs. a caixa e 8oo rs.
a libra.
Bolachinha ingleza a 4oo rs. a libra.
Azeite francez e portuguez refinado a 8oo rs.
a garrafa, e 9,oo rs. a caixa com na
dazia.
Conservas inglezas das seguintes marcas:
Mixed, Pickes, e ceblas simples a 8oo rs.
o frasco.
Mostorda infleca preparada em potes a 4oo'
rs. o pota.
dem do Alto r>ouro vindo do Porto engar-
rafado e escomido pessoalmente por un
dos socios que se acha em Portugal, das
seguintes marcas: Duque, Genuino. Ye-
lho secco especial, Lagrimas Doces de
1819, vinho especial D. Pedro V, violto
velho, Nctar superior de 1833, Duque do
Porto de 1834, vinho do Porto velliu su-
perior, Madeira Sea-a de superior quali-
dade, vinho do Porto superior I). Lui/1
de 1847, Lagrimas do Douro, especial vi-
nho do Porto, de l,ooo a 1.2oors. a gar-
rafa e de 4o,oooa 12,ooo rs. a caixa com
umaduzia.
dem Bordeaux de dilcrentesma ..?, fraratvte-
se a qualidade. a 8.000 rs. acdxa cohi una
duzia, e a 7oo rs. a garrafa.
Garrafoes com 5 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 2,2oo rs. com o garralao.
dem cora 5 garrafas de vinho Figueira. mais
proprio para a nossa estar por ser mais
fresco a 2,4oo rs. com o garralao.
dem com 5 garrafas de vinagre a 1,2oo rs.
o garralao.,
Vinho braneo o melhor neste genero a 600 rs.
a garrafa e 4,000 rs. a caada.
Velas de spermacete as melhores que ha no
mercado a 600 e 64o rs. o masso. e em
caixa se far um grande abatimento.
dem de carnauba e eomposico, de ion a
32o rs. a libra, e de lo,ooo rs. a ll,5oo rs.
a arroba.
Caf de Ia e 21 sorte de 8,3oo a 8,600 rs. a
arroba, e de 28o a 32o rs. a libra do me-
lhor.
Arroz da India, Maranho e Carolina a 3,ooo,
2,8oo e 24oo rs. a arroba e de 4oo rs. a
80 rs. a libra.
Frasqueiras de genebra a 5,8oo rs., e a Soo
rs. o frasco.
Azeite doce em barril, muito fino a 64o rs.
a garrafa.
Papel grve pautado e liso a 3,5oo rs. a
resma.
Genebra de Hollanda em botija de conta a
44o rs. a botija.
Champagne das mais a creditadas mareas a
4,ooo rs. agarrafa, e a 4o,ooo rs.a duzia
oh gigo.
Albos a 80 rs. o masso.
Sal refinado a 7o rs. a libra.
Ervilhas francezas e portuguezas a 64o rs.
a lato de urna libra.
Chocolate francez, hespanhol, suisso, e portu-
\ guez a l,ooo rs. a libra, e a28o rs. cada
pao >uma '/*
Garrafoes va^N de 5 garrafas ate 3 caadas
de 5oo ate i^^U^. cada um.
ciegan teme/i-
is estom]M&
ioo a 3,000 rs.
is e latas de
Ameixas francezas em u
te enfcitadas, com
no exterior da caixa, de*
cada urna; tamben ba Ira-
dillerentes tamanhos que se tendem por
mdico prego.
Massas para sopa: macarro, tatbarim, e
aletria a 48e rs. a libra, e em aixa se
far abatimento.
GrSo de bica a 16o rs. a libra, e em arroba Doce de goiaba de 4oo a 800 rs, o caixa
ter abatimento.
grande.
Vasos inglezes vasios de 4 a 16 librmoitos, a Idem a 2,ooo o eaix3o grande,
proprios para deposito de manteiga, doce, i Charutos de todas as marcas e dos melhores
e outro qualquer Uqnido, de 1,00o a S.ooo i iabrtawtes da Babia de 3,ooo a 4,000 rs,
rs. cada um. a caixa.
Alea das gaeres acema nmnciadeebaemcempleta aortimeniode comiahas, ar-
doce, alfazema e outros muHoageneres, qee tudo sa fsnde per *
MfrrTODQL-'


Mn-lo
-- rgnuda felfa 9 de XftTtmfcro le !*
i

GRANDE ARMAZEM
AE
GRANDE ARMAZEM DE MOLHADOS
N. 36, RA DAS CRCHES N. 3fi
DO
bairro de Saatfo Antonio.
0 proprieurio do muito acreditado armazem denominado Progmmta tendo
empre em vista fuer todo o (rae or possitel para bem servir aos seas fregaezes, tem
deliberado vender os seus j bem conhecidos gneros de primeira qualidade pelos preces
abae mencionados, e affiancas pessoas que mandarem comprar por seas criados ou
escravos, serem lio bem servidas como vindopessoalmente; eocarrega-se de aviar qualquer
encommenda, anda mesmo contendo objectos nao proprios deste estabelecimento. 0
mesmo pede aos seahores que mandarem comprar neste armazem o favor de mandarem
devolver qualquer objecto que nSo agradar, devendo os mesmos senhores ter toda atten-
co com os seas portadores, fando-lhes ver que s no rmatelo Progressista da ra das
Cruzes n. 36, que se veodem os melhores gneros por mais barato preco, porque estos
omitas vezes olvidam-se e vio i outra parte onde os servem de maneira a desagradar este
estabelecimeoto.
Mustorda preparada, muito nova a 360 rs. o
pote.
DS
^ammm&mmmmx&te
RA DO QUEMADO N. 46
ufaran
DE
TODOS
oe
e 2,100 rs. a grosa.
Dis bygieuicas e de seguranca a 240 rs. a
Ivas muito novas a l,ooo a libra.
i'.asteabas a 2oo rs. a abra,
Figos a 320 rs, a libra,
Vinho superior da Figueira e Lisboa, a 400,
440, 480 e 500 rs. a garrafa, e a 2,300,
2,700, 3,000 e 3,400 rs. a caada.
M'-m engarrafado, das segointes marcas du-
que do Porto, FeHorra, Nctar, vwlho secco,
Chamico eMadeira superiora 8,500 .i-^ de momaiT
duna e 800 rs. a garrafa. ^m rs |rroba
dem ftirdeaux de diversas marcas a 640 rs.
agarrafae7,500rs. a caixacom 12 garrafas, i
Sabao hespaobol, a 280 rs. a libra
VAPORDS
se recebem gneros de conta
propina e dos memores esta-
belecimentos da Europa, ga-
rante-se todo e qualquer ge-
nero comprado neste
ESTABELECIMENTO.
COMPLETO
SORTIHNTO DE MOLHADOS.
vende-se em por$o e a reta-
llio, aprompta-se com toda a
presteza e exactidSo qualquer
encommenda dirigida a este
ESTABELECIMENTO.
FAZEMDAS E ROUPAS FEITAS.
Sortimento completo de sobrecasacos de panno a 2o#, 280, 305 e 35)5, casacas
muito bem feitas a 250, 280, 300 e 350, paletots acasacados de panno preto de 160 at
250, ditos de casemira de cor a 150, 180 e 200, paletots saceos de panno e case-
mira de 80 at 440, ditos saceos de alpaca, merino e 13a de 40 at 60, sobre de alpaca e
merino de 70 at 400, calcas pretas de casemira de 80 at 440, ditas de cor de 70 at
450, roupas para menino de todos os tamanhos, grande sortimento de roupas de brim.
como sejamcalcas, paletots e rolletes, sortimento de rolletes pretos de metim, casemira
e velludo de 40 a 90, ditos para casamento a 50 e 60, paletots brancos de bramante a 40
e 50, calcas brancas muito tinas a 50, e um grande sortimento de fazendas finas e moder-
Cft as, completo sortimento de casemiras inglezas para homem, menino e senhora, reroulas
O ; de linho e algodo, chapeos de sol de seda, luvas de seda e de Jouvin para homem e ie-
2 nhora. Temos urna grande fabrica de alfaiate, onde recebemos encommendas de grandes
f^ M obras, que para uso est sendo administrada por um hbil mestre de semelhante arte c m
pessoal de mais de cinroenta obreiros escollados, por tanto executamos qualquer obra com
Z| i promptido e mais barata do que em outra qualquer casa.
Os proprietarios do muito acreditado armazem Progresso fazem scienie ao respeitt-
vel publico e com espeoialidade aos seus amigos e freguezes que tem resolvido resumir os
precos dos seus acreditados gneros, con abaixo verSo n5o obstante os precos menciona-
dos a vista da qualidade dos gneros que se prova quanto se deseja sen ir satisfatoria-
AOS SENHORES LOGISTAS
Desta capital, arrabaldes e provincias
adjacentes.
WUkSMJtOL N. 23 B,\JA NOVA N. 23.
Tem a satisfcelo de participar particularmente aos seus amigos e fivguezes, e em
geral a todos os senhores logistos desta c de outas provincias, que em consecuencia de
suas relaces com as principaes pracas manufacturaras da Europa, tem consegnkk.
Palitos do paz a 200 rs a duzia de caixinhas I mente aos nossos freguezes, advertindo-lhes que mandem seus portadores, que serao tao suas relaoes com as principaes pracas
montar a sua fabrica da chapos de sol sobre urna escala importante, a ponto da poder
i offereoer vantagens aos pretendemos, tanto na qualidade e bem acabado dos seus prudur-
! tos, como pela reduccao dos precos ; verdade incontestavel, de que se poderfw conven-
Farinha de Maranho n uito alva e cheirota cera vista da fezenda e pelos precos que vio abaixo
bem servidos como se viessem pessoalment, isto s no Progresso.
duzia.
Alpiste muito limpo a 460 rs. a libra,
a 80 rs. a libra, e
Sag muito novo e alvo a 240 rs, a libra.
dem Muscatcl de Setubal a 1,700 rs. a gar-
rafa, e i,000 rs. a daa. tem massa a 180, 200 e 220 rs. a libra.
arrafoes com 5 garrafas de vinho do Porto, Peixe em latas, savel, pescada, e corvina a
Lisboa e Figueira a 2,400, 2,200 e2,300 i 4.000 rs. a lata.
rs. rom o garrafa. Geoebra de Hollanda em butijas de conta a
dem branca muito superior a 500rs. a garra-1 400 rs.
fa 3,500 rs. a caada. Ipap<5l gfVe pautado e ,JS0 3tO0 rs a
Vinagre superior de Lisboa a 1,400 rs. ac- Aaeitedoce de Lisboa a600ts. a garrafa.
nada e 200 rs. a garrafa. 'champanhe das mais a creditadas marcas
Vdas de spermacete superiores a 580 e 640 a 10,000 rs. ogtgo e 1,0"0 a garrafa.
rs. o maro.
Manteiga ingleza *e l.1 qualidade, a 800 rs.
a tibra. ,
fdem de 2.4 dita, a 700 rs. a libra,
dem de 3*. dita a 600 rs. a libra.
dem francesa, amelnordo mercado a 540 rs.
6 em barril a 500 rs. a libra.
Idemem lates rom 2 '/i libras a 1,400 rs. a late.
Batiha de porro refinada a 500 rs. a libra.
diurnamente a
Doce de goiaba de 400 a 800 rs. a caixa.
Chocolate portuguez, francez, hespenbol e
suisso de 800 a 4,200 rs. a libra.
Velas de carnauba e de composicao a 320 e
3C0 rs. a libra 9,300 e 10,000 rs. a ar-
roba.
Massas para sopa
400 rs. a libra.
macarro e telharim a
QtMMS Hawiewgos chegados
1000 rs.
Charutos dos melhores fabricantes da Ba-
bia 3,808 3,400 3,000 e 2,400 rs. a
caixa.
Manteiga ingleza perfeitemente flor chegada
no ultimo vapor a 8oo rs. a libra.
dem de 2. qualidade a 76o. a libra.
dem de 3,' dita a 64o rs. libra.
dem para tempero a 32o e 4oo rs, a libra.
Manteiga franceza a mais nova que ba no mer-
cado a 58o rs. a libra, e em barril tera aba-
timetfto.
Banha de porro refinada a 520 rs. a Hbn.
Vinho era pipa fcrte Figueira Lisboa a 4oo,
48o, 5oe, 56o rs. a garrafa, em caada
2,8eo 3,ooo 3,5oo e 4,ooo rs.
dem em barril o mais superior que tem vin-
ao mercado a 6oo rs. a garrafa.
Lagrimas do Douro especial vinho do Porto a
l,ooo a garrafa c a lo,ooo a caixa, o preco
nao indica a qualidade d'este precioso vi-
nho, porm venhamao Progresso que a vis-
ta faz (e, a este genero constantemente man-
damos vir de conta propria e por isso po-
damos vender por menos que outro qual-
quer annunciante.
Viuho do Alto Douro das marcas mais acre-
ditadas e especialmente esooihido por um
de nossos socios, como sejam: Cames, Du-
que, do Porto, D.Lniz, Carcavellos, Cha-
misso A Filho, Madeira secco, e Feitoria a
too rs. a garrafa e 9,ooo rs. a caixa cera
12 garrafas.
Cerveja das melhores
,000 rs. a duzia.
marcas de 5,000 a
Biscoitos inglezes de todas as marcas a 4,200
rs. a late.
Idea prato # Jhor qne ha neste genero a
700 rs. i,X\>n.
llera do Atertejo muito snperor a 8oe rs. a
(libra.
Arroz CaroVmo e do Maranhao a 2,800 rs. ar- iixmhas de soda em latas grandes a 2,000
reba e 100rs. a libra. e ^^00 rs. cada late.
km ndoai de casca mole a 2M rs. a libra.! Massa de tomates em latas de 1 libra a 590
Caixinhas cora ameixas francezas, de diversos ^ q^q ^
temanhosal, 200,,400,4.,800e2,00rs.!
cada urna. Sardinhas de Nantes maito novas a 340
Frutas em cada, ameixas. rainha Oladia, pe-1 rs. a late.
,m,os e alpech a 480 rs. ^^ ^ ^ | m ^ a ^
Maruieladadetodososconsenwiros de Lisboa
a 60 rs. a libra.
Chapeos de sol de seda para homem 28, a 720 a duzia.
Ditos 26, a66O0O.
Ditos 24, a 600.
Ditos para senhora 48 e 20, a 480.
A duzia tem descont de 42 por cento.
Ditos de panninho preto e de cor, armacao de balia 20, 24 e 26 sortidos, liquido
Azeite doce de Lisboa a 6 4o rs. a garrafa e a a 260 a duzia.
Ditos de junco 20, 24, 26 e 28, a 480 a duzia.
Venham ver para convencer-seda verdae.
Encarregam-se de encommendas para da Europa.
a 46o rs. a Hora.
Toociobo de Lisboa a 32o rs. a libra e a9,ooo
rs. arroba.
Sardinhas de Nanles a 36o rs. a late.
4,8oo rs. a caada.
Vinagre de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e>a;j
l,2oo rs. a caada.
Garrafes com 5 garrafas de vinagre de Lis-
boa a 4,loo rs.
Chanmanhe das marcas mais acreditadas a
8 e a lo,ooo rs, o ^igo, e a 8oo rs. e a!
4,ooo rs. a garrafa.
Serveja proia marca T e XXX a 6,5o e
7,ooo rs. a duzia, e a^oo rs. a garrafa, j
tambem temos das mesmas marcas para 4, i
e 4,5oors. a duzia, e a 4oo rs. a garrafa.'
dem branca Te cobrinha a5,5oo e 6,ooo rs,!
a duzia e 5oo rs. a garrafa, tambem ha
para 4,ooo rs. a duzia.
Graxa em latas grandes a 4,3oo rs. a duzia
e 12o rs. late.
Vassouras do Porto arqueadas de ferro obra |
de uuiita duraco a 4oo rs. cada urna.
Patitos de dentes massos grandes a 2oo rs.
e -28o rs.
Paltos do gaz a 20 rs. a caixioha e 2,3oo rs.
a groza.
XAROPE TNICO REGENERADOR
DE QUINA E DE FERRO
Preparado por RIM.4I.XT e C, pharmaceuticos deS. A. I. o Principe Napoleo, laureados
da Escola de pharmacia de Paris, ra de la Feuillade, 7.
Estaara comWrmcao rene debalxo de um pequeo volume urna forma agradavel eum gosto delicioso.
Ha muito que os mdicos desejavfto ardentemente a reuniao destesdous medlcamento, e todava, apeiar
dos'malom esforeo, nem a aciencla medica, nem m qumicos os mais dislinctos o podrr3o cr.nsecnr
at aqui; gracas porm perseveranca humana acbao-se boje associadas esta duas poderosas auhsian-
cias, a ^iiinit, o tnico, restaurador por cxcellencla, o ferr*, a bate de nosao sangue, e conseguinte-
mente o reparador dos torcas e da saude alterada ou perdida.
As molestias contra as quaes o Xarope tnico regenerador se trm mostrado multo effica sao as ame-
norrlieias, faltas de mrnstniacao, dores d'estomago, fostio, digotes penosas e tardias, H6res brancas,
menstriiacoes dlllcels, o lymphatismo, o empobreclmenlo do sangue, as escrfulas, os estragos produiidoa
pelas molestias svphiliticas.
Ha apenas um anno que o Xarope de quina e de ferro fol applicado nos hospltaes de Pars, e elle
boje medicamento mais em voga, substitulndo, por assim diier, os medicamentos ferruginosos ennhecidos.
0 prospecto encerra numerosos certiOcados de muiios membros da hrnldade que attcstao que este precioso medicam''nio o conservador da saude por excelkncia, e
o reconstitnlnte da economa animal, Indispensavel s pessoas que habito os paires quentcs, como
preservativo das epidemias.
Acba-sc venda no deposito geral, em Paris, na pharmacia Grlmault t c, roa de la rem lade,
em Lisboa, em rara do Mir Rodrico do Coata-Cartalk*. Barral e C? no Porto, na pharmacia do
SfirMIgurl-Jonr de Souui Ferretra; no /tio-de-Janeiro, em casa da vluva rciioto e Itliilz, ra do
'Salan, li; na Baha, em casa do Sin Joe-CaanoFerrrlra-Elnhelra no Rio-Grande, em tasa do
Sfll Jonqnln dr Goday; no ifaraw/ido, em casa dos Srs Frrrelra fC;fHl Pernamlmco, em can
rio Sin iiiirlholoniru-Franrinra de smii em casa dos Srs shoum e C, e bem MtO lias prin-
cipaes pharmacias do Brazil e de Portugal.
Parrafees com especial vinho do Porto con- Geleade Alperche chegada no ultimo vapor
tendo 5 garrafas a 2,5oo rs. latas fe 2 libras a 8oo rs. pechincha.
dem com 5 garrafas de superior vinho Fi- ^ebra de Hollanda garrafes com 16 gar- i
gueiraa2,4oore. ; rafas por 6.5oo rs.
dem com o garrafas de vinho Lisboa
Deposito geral em Pernambnco ra da Cruz n. 22 em casa de Caros A- Barboza
2,loo rs.
dem era frasqueiras a6,3oors.e6,3oo rs. ea
56o rs. o frosco affianca-se ser verdadeira.
Vwh> ***** deiu^boa ppapno pan lussa Memdebetija em barricas com quatrodu.
vmdoja engarrafado de L.sboa a 64o rs. za. kio\ ^ ^
a garrafa. *^
dem de laranja em frascos grandes verda-
deira italiana a !,ooo rs. o frasco.
dem em barril muito superior a 5oo rs. a
garrafa e a 4,ooo e 3,8oo a caada.
Ameixas francezas em caixinhas de t */%, 2
e 3 libras elegantemente enfeitedas cora ri- ucor francez de todas as qua dados
Marrasquino de zara a 72o rs.
Ameixas em latas de 1 '*. e 3 libras a
e ^,406 rs. a lato e900 rs. a libra.
Tijollo para areiar facas a 140 rs, cada um.
f.200 'farinha de Maranh&o a 140 rs. a libra.
P-imenta da India a 340 rs. a libra.
Erra-doce a 320 rs. a libra.
Pfelos para meza a 460 rs. o maco.
Verdadeira farioha de ararute a 500 rs. a
libra.
Ffascos com ameixas francezas a 1,400 rs.
cada um.
Prezuntos do Porto a Seo rs. a libra.
Batatas muito nevas em gigos com 38 libras
por l,5oo rs.
Canella da India a l,loo rs. a libra,
Cominbo a 64o rs. a libra.
Azeitonas de Urina muito novas a 1,600 rs.
a ancorte.
Estrelinba e rodina para sopa a 6oo rs. a
libra.
Legumes seceos para sopa a 4oo rs. o maco.
Breu louro a 3oo rs. a libra e 8,ooo rs. a
arroba.
Papel pautado e liso almaeo e de peso de
3,000, a 4,ooo rs. a resma.
Ervilhas seccas chegadas no ultimo vapora
2oo rs. a libra.
oiu.iuiiiioioqcjsa 9}S3 jep
ulmp b cjiouew ap raa.uas so apno 'awed eainoe og.i a Mmnuie sozoa sejiora sajsa
^iilu.d 'oaWd ojojeq sibui Jod sajauog isaioqjaui so paa.i as anb M -u saznjg sep
kuj cp uj^issaJojj mazeraju oa os anaWiMauj-opuazBj 'saiopcijod snas so raoo o?5
-lilil: epo}Al so.ioquas sotusaui -Opuavap 'Jepejge ogu anb opafqo oanb|enb ja^o.wp
tuucpia'ui ap joabjo mazBuiJBit&ju jBjduioD nwjBpuBnanbsajoquossoe apod omsorao
dniauji.wi^isa aisap souBuoi^ soioafqo opuojuoa ouisara paic 'epuouimoana Jaub
-tenh j:i\r ap as-elajjp^ ; amauijeossod* opaiA omoo sopi.uas araq orjj majos 'soabj3S8
no soptua snas jov* ^^ majepuem aob sessad se bubijb a 'sopsuoiauaui oxreqe soa
-ajd so|d apepir .lamud ap sojauaa sopiaaquoa uiaq ?f snos so japua.i opBjaqqap
in9| sazanajj was* sob jias maq ued |a.ussod joj anb o opnj jbzbj isia ma ajdraas
optiai 'Bisiss^fitoJdi opBraouap raazeuuc opeimajae ojmu op ouBjapdojd o
'96 "u ~ oinofnv opnu* ap tuj|i:<| op zh.i. vp biw 98 *.V
3
Cha buxim onaellior que poesivel encontrar
nete f6MN a 2,700 rs. a libra.
Mea hyssnn muito superior a 2,3o rs. a
t lira",
ldoniiiindinho a 2,700 rs. a libra
dem preto de qualidade muito fina a \ ,800 rs.
dem reais inferior a 1,500 rs. a libra.
GcwriHM de laranja aOOOrs. o frasco eaOO,
rs. m frascos pequeos.
ChoiiiiM-sepaiosos mais novos que ha no
mercado a 500 rs. a libra.
Cognac iaglez a 9oo rs. a garrafa.
MMVMfriM de Zara a 7oo rs. o frasco e
8,oea rs. a duzia.
Licores francezes, annizete, plaisir des da-
mes, etc., etc. a 8oo rs. a garrafa e 8,\jo
pg. a dutt.
Passas as melhores que se encontrara a 360
rs. a lihra.
Bwriua inglezas muito novas a 24o rs.
a libra, e 3,5oo rs. a barrica.
A/.eiv refinado a8oors. agarrafa.
tiotMrvas inglezas de todas as quafidadesa
750 rs. o fraseo.
M
IaWIHW HIVV->
cas estampas aa caixa exterior a l,3oo.
l,6oo 2,ooo e 2,5oors.
dem era lates de, 1 '/ e i libras a 1,4oo e
2,6oo rs, cada urna.
Figos de comadre em bauzinhos de folha
rnurto proprios para mimo a !,6oo.
dem em caixinhas a i,4oo rs.
dem em caixinhas emticamente lacradas
e muito bem enfeitedas a f,8oo rs.
dem a 2o rs. a libra.
Rt'A !!0 QlFJHlDO V 05
l.oja do beija-flor.
Facas para Hieoinos.
Veudera-se faquinhas para moninos a 40 rs.,
litas de liUiicii de um botao a 80 rs. o talher.
Grvalas para senhora.
Yendem-se grvalas para senhora a .'00, 640,
800 e 1&200.
Filas para debrum de vestido.
Vendem-se litas para debrum, de linho, a 240 a
pe^a com 10 vara?, dita de laa a 800 e 15, dita de
em seda a ^SiO0.
garrafas de vidro brancos a 72o e 8oo rs.
Vinho Bardeaux das melhores qualidades! rs. a l$.
que tem vindo ao mercado a 72o e 8oo
rs., e em caixa a 7,3oo, 8, e 8,2oo rs.
I'i'iim.is de aro de laura.
Vendem-se caixinhas de pennas de aeo de 200
Azeite doce refinado do fabricante Peianol e
outros a 8oo rs. a garrafa.
Lia para bordar.
Vende-se laa para bordar, de cores claras, a
6*800 a libra.
lioneras de |chro.
Vendem-se boneeas de cera a 800 rs. e 1#, ditas
com mascara de tirar e botar a 640 e 800 rs., ditas
Conservas inglezas sortidas e de urna s qua- ^m m***ra a 20' 300 e 800 re.
lidade a 8oo rs. o frasco. Celb"ps A; ""' l,r!,ir,Pe- m ,,n .
Vendem-se <>olhes de metal principe muito linas
Ararute verdadeira a 32o rs. a libra. i* Wf 2*50J) parach, ditas mn sopa a 2ooo e
44800, concha para assucar a 8*0.
Passas de carnadas as mais aovas que ha no
mercado^ 4oo rs. a libra e a 6,ooo rs. a
caixa.
ermetiearaente lacradas a
Salmo em lates
8oors.
Lagostim em lates grandes a !,4oo.
Savel, ronina, cherne, vezugo, peixe espada,
preparados pela primeira arte de cozmha a
a l,3oo rs.
Qaeijos flameogos chegados no ultimo va-
por a 2.4oo rs.
dem do vapor passado a 2,2oo 2,ooo e
l,8oo, rs.
dem prato do ultimo vapor a 64o rs. alibra.
Doce da casca da goiaba eaixbes grandes a
6oo e Uoo rs.
Chouricas as mais novas qne ha no mercado
a 48ors. alibra.
Chouricas mouras encommenda especial nos-
sa a 5oo rs. a libra.
Prezunto verdadeiro de lamego em ealda
de azeite 5oo rs. a libra
Bolaxinha ingleza a mais novas que ha no
mercado a 2,ooo rs. a barriquinha com
1 arroba, e a 24o rs. a libra.
dem de soda de diversas qualidades a i ,400
reis.
dem em latas grandes, proprias para lunche,
com 5 a 6 libras par 2,4oo rs.
Marmelada imperial do fabricante Abreu e
outros conserveiros de Lisboa a 6eo rs. a
libra.
Frutes em calda de todas as qualidades
Soors.
Ervilhas francezas a 5oo rs. a lata,
dem portaguazas a 64o rs. a lata.
Massa de tomate a 64o rs. a libra.
Amendoas confeitadas a 7oo rs. a libra.
dem de casca mole a 28o rs. a li. ri,
Avelans a 2oo rs. a libra.
Gomma de engommar muito aba a 8o rs.
a libra e ,2oo rs. a arroba.
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
Sevadinha de Franca a 16o rs. a libra.
Sevada muito nova a 42o rs. a libra e 3,2oo
s. a arroba.
Maearro a 32o rs. a libra.
dem e telharim o mais novo que ha no mer-
cado a 48o rs. a libra.
Aletria a 5oo rs. a libra.
Arroz carolino a loo rs. a libra e a 2,8oo rs.
a arroba.
Faras t garfas.
Vendem-se facas e garlos a 25800 a duzia, ditas
cravadas a :I5, dilas de cabos pretos a :i200, ditas
de cabos de balanco com 2 botes a (5800, dias
para doce a 55600, ditas de um bolao a 65, dilas
para doce a 55-
Ckicote para cavado.
Vea4e-se chicote para eavallo, para os amantes
que passaui fesla a 640 e 15.
Metas para senhora.
Vendem-se raeias para senhora muito finas a
25400 a duzia, ditas para mininas a 25-
Papel de diversas qualidades.
Vende-se papel de beira dourada a 15200, dito
amiade a 640 e 800 rs., dito paulado a 15, dito
adamascado a 900 rs.
Anvelopcs de diversas qualidades.
Vendem-se avelopes brancos a 800 rs., ditos de
cores a 640, ditos para cartao de visita a 500 rs.,
ditos pretos a 800 rs.
Tendo receido ricos apparelhos para senhora,
demousacos e camapheos verdadeiros, veodem-se,
dem do Maranho a 12o rs. a libra, e a
3,000 a arroba.
Caf do Rk) O mais superior que se pode de- i de mousaco a 655OO, dito de camapheo a !35-
'eiaraSSo rs. alihra. Dminos e vsperas,
dem a 28o e 3oo rs. a libra e a 8,2oo, 8,4oo i ?**"***;Bluit0 flno a 15100 e l*m
Enfeites.
O GALLO CANTAo
Nao possivel (|ue o gallo, vendo entrar en seo
ninbo objeclos de elegante gosto, dexe de dar o
seu canto, annunciando aos seus freguezes, para
que mandem ou venham ver para querer, a saber:
Enfeites
Chegaram os nquissimos enfeites e prinaldas da
fluri's, cousa mnito delicada e de muito gosto, khs
s as senhoras poderao apreciar : s 00 vigilante,
na do Crespo 11. 7.
Flores
Tambem chegaram os delicados ramos de flores
matizados de lindas cores, que servem para qual-
quer enfeite : s no vigilante, ra do Crespo n. 7.
Cintos
Tambem chegaram os novos e delicados eintos
com fivella, guarnecida de patriabas e duas borlo-
tinbas no centro, cousa de muito gosto : s no vi-
gilante, ra do Crespo n. 7.
Ilandeijas
Riqnissimas bandeijas de citarlo e outras quali
dades de lindos desenhos, que se venden por pre-
cos baralissimos para acabar : s no vigilante,
ra do Crespo, n. 7.
Pomada real
Tambem chegaram os bonitos copos rio porce-
lana fina com banha c com lindos retratos, sendo
privilegiada pela rainha de Hespanha : s no figf-
lante, ra do Crespo n. 7.
Saboneles de familia
Grande sortimento de saboneles para ledos
precos, de superiores qualidades, a 100, 200. -il
280, 320, 400 e 500 rs.; assim como esl
todos os preparos para limpar denles pelo hrati
preco de 15000 : s no vigilante, ra do Cr 1-
n. 7".
Delicadas tesourinhas
Grande sortimento de tesourinhas, tanto para
unhas, como para costura; assim como muiros
outros objeclos de gosto, que nao possivel annun-
ciar pela grande variedade de sorlimenlos, cojos
pregos serao menos do que em outra qualquer
parte : s no vigilante, ra do Crespo n. 7.
tilia da Scnzalla Aova n. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: taclias de
ferro coado libra a HO rs., idem de Low
Moor libra a 120 rs.
e 8,7oo rs.
Velas de carnauba refinada a 32o rs. a libra,
e a lo,ooo rs. a arroba.
dem de spermcete a 64o rs, a libra.
Chocolate hespanhol e francez a 9oo e l.ooo
rs. a libra.
Estrellinha e pevide muito nova a 4oo rs. a
libra, e a'2,ooo rs. a caixinha com oito
libras.
Cha perola muito especial chegado neste ni-'
timo vapor de encomiDenda particular
nossa a 2,800 rs. a libra,
dem huxim muito superior a 2,7oo rs. a
libra,
dem hysson a 2,56o rs. a libra.
dem hysson a 2,ooo e 2,2oo rs. a libra.
dem preto homeopathico e muito superior a
2,000 rs. a libra.
dem nacional a 1,600 rs. a libra.
Batatas muito novas a 80 rs. a libra.
Charutos dos melhores fabricantes da Bahia
e de todas as marcas, como sejam: sus-
piros, havaneiros, messecipes, regala im-
perial, flor das mattas, primores a 4,ooo,
,5oo, 3,2oo, 3,000, o 2,8oo, i\ooo,
2,000 e l,6oo rs. a caixa.
Vendem-se enfeites de redes para senhora de di-
versas cores, a 15000, ditos pretos a 900 rs., sendo
de Atas e contas de ac, peca de fila de coz com W
varas a 360 rs.
Extractes iajlezes.
Vendem-se extractos inglezes mnito barato, por
que foi comprado em leillo, e nao se qner conti-
nuar, a 320 e 400 rs. o frasco.
AGENCIA
DA
FNDICO DE LOW-MOOR.
Rna da SeruaUa aova n. 42.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engeriho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos os
tamanhos para ditos.
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston dr C,
ra da Senzalla Nova n. 42.
Cheguem ao barato.
Chitas verdadeiras francezas muito finas, escuras
e cores fixas a 280 rs. o covado. por ter mn pe-
queo principio de mofo, que com facilidarte ratan-
do larga, e da-se amostras: na rna da Madre de
Deosn. 16,loja defronte da alfandega.
ESCRAVOS nJGIBOS.
LOUTCRCO.
Fugio o preto Loureneo no da 28 deontubro
prximo passado, com os signaes sepuinles : boa
altura, bem cheio do corpo, pouca barba, rara lar-
ga, com urna queimadura fresca no braco direito,
levon vestido camisa de baila azul, arompanhada
por dentro de nina camisa de algodozinho Ma
moda de palito, calcha de estopa bem frasea e muilo
larga de pernas em urna das quaes tem urna cr-
reme com que andava em casa, e isto talvez ja te-
nha mudado, tem bastantes cicalrizes as costas
ri diz ser proveniente de bobas ; eostnma asilar
carapu^a de panno na caneca : quem o pegar
sirva-sc lvalo a ra Real do Manguinho, taberna
e padaria de Jos rtntonio Carpinteiro da Silva,
que ser bem recompensado. __________
No da 31 de outubro ausentou-se a preta fula,
de nome Kelippa, a qual foi algum lempo do Sr.
Antonio Jos Rodrigues de Souza, muito coahe-
cida e costuma andar bebada, julga-se andar pela
Pedra Mole c Apipucos : quem a pegar, leve-a a
roa Novan. 38, que ser bem recompensado
trnlOcaco de AO$.
Fogio do ahixo sssignado. no dia 20 de Janeiro
docorrente anno o seu escravo Firmino, cabra es-
caro, idade 20 annos, estatura regular, olhos par
dos, oreThas pequeas, cabellos rarapinhos, pes e
m.ios pequeos, e imberbe, muito ladino e incul-
ca-se por forro, e se supp*e achar-se na cidade do
Recife, onde jesteve maitos annos, ou em seus
suburbios : quem o pegar pode levar ao aliaixo
assignado, ou o entregar ao Sr. Jos Portclla da
Costa no Rmfo.~Pedro Cavalcami de Albuquer-
que Maranho,





9
Mario e rernanabiieo segunda felra 8 de *ovemfcro de 1**3.
nando electivos os conselhos. dos departamentos e
das communas.
Essa reforma lio natural, que casta-se compre-
hender como pnder tardar tanto tempo. nao po-
dr'deixar de ser bem succedida nenhuma reac-
ro anda arrebatou-a. Tom-se podido enfraque-
Ei lio asperarse-hia infundir na, novas crea- r.uao supprimir nesse genero o que exilia.
nnicipaesi depadamantaw, indinaras, a vi- !" ,?/',,fi rcpularaento das atlribuicoes,
,: i a in.lr-priideneia wm principio da eleiro. ^1^^,uCra un espirito lileralejudicioso?
A
LITTERATRA.
A centralisneao rm FrafJ
(Continuarlo.)
cidadella da centralisacao, extender ao longe o ~ *-* a "ussao lica aberta. Ao
terror da sna irresistivel vontade. Longe de ter ** *J* experiencia tem provado que a
c.'ncebido adiversidade como una liberdade per- Ml5nc' ms deliberares loraes nao diminne o
mitlida, ducrctou a unidade ou a morte ; longe de n,umero dos negocios do poder publico e das ques-
,'r admittido a possibilidade ou a legitimidadedas uos',nos , sistencias parcia, fez do federalismo o amor nav,a ura aumento nessa especie, e esse aug-
dos crines, e lanrousua entlrosa imputaro a "^TT V'aio procesa mean da ei-
todos Muelles, ruja nerda quiz ella. O federalis- MI* eterna representativo nao obsta a
nu foi para a centralisaro o cri.ne de lesa mages- sso' P0'0 ntrano, 6 elle por inclinaran centra-
tade do imperio romano. O que a unidade bavia ''>ador- a,nda que assim crie para si embaraces.
t.:.......ia.j. .(^I,i n ne neu\i>rp<.. mw OI,sracuios. pneos. Tambcm se nos tem cxnro-
feilo, a unidade s pude mudar, c os poderes, que
brado havermo-nos abandonado
con-
no
paesaraqw para a communa de Pars ou para o ^T^Zl "nado com mu.t
-comit-de segaran publica so tiveram a f3"^ por esse dechve. Sem duvida alguma
transraittir de n.ao en. mi, para diversos T.ns. a |'emos de.xado o poder central desarmado e des-
alavanea que levanta, a mola que impclle a naro. nM -
K mil anuos, de distancia, Napoleo pode mos- Ass.m, talvez nao fosse mais forte; seria menos
trar pela unifonnidade o gosto de Carlos-Magno, "j. seguramente. Como qur qne soja, a repu-
lse rosto que ganha mesmo os grande espiritos. jWica> romo se sabe, nao rejeitou a heranca. Nao
Nao imaginan um momento que pelo menos a li- j em fral a Propensio da dcmocrac.a desdenbar
berdade administrativa devia ser a compensacao "n,dadc> "quinhar a forra que ella possue, o
da liberdade poltica.
E' um facto notavel seguramente, e que deve-se
ler em conta, o da durado sexagenaria da organi-
sacao. qne traz o seu nomc atravez de tantes revo-
liicocs to differentes de origem, de tendencias e
de envites.
A restaurarn podia infelicitar a centralisacao,
repudiar essa sobrevi vente do antigo rgimen,
desde que ella retomara crescimento e forca sob
as libres da revolucao do imperio.
0 partido realista era um partido essencialmente
provincial. Mais inlependente do que liberal,
podia, s-mi inconsequencia, e sem esforco. se le-
notar contra um absolutismo administrativo, que
o era MU obra, c sustentar que devia a legitimi-
dade, no numero das usurparles, que aboba, com-
prehender a dos direitos das localidades. Susten-
lou-o com elfeito pela boba de alguns de seus me-
ntores oradores, pela penna de alguns de seus
memores esenptores. Incrdulo ou pelo menos
desconfiado relativamente s virtudes do systema
representativo, acreditara naturalmente dista, com
onviccao, que a mais verdadeira liberdade era
aquella que tinbam, segundo elle, conbecido e prati-
cado seus avs. O vu engaador, com que orna-
vam o antigo regimeui, nao bavia sido enlao com-
pletamente despedazado, para que nao podessem
de muito boa fe pretender que o passado sabia me-
nor se defender contra o arbitrario em nome do
testado, do que nao o soulicra o presente contra o
absolutismo em nome do povo ou da victoria.
1 ambem a cmara de 1815 e as seguintes nao
pooparamasdeelamacSs enrgicas, aslisongeiras
promecas.
Aopposicao realista liaba bom jogo para cx-
probar ao despotismo ministerial o apoiar-se sobre
a omnipotencia das secretarias, e sem artificio.
sem tctica, muitos dos seus horneas de estado fal-
lavam de nao subir ao poder seno para renovar a
obra de Lata o Gordo, e illuslrarem-se, como elle,
para libertarlo das communas.
O oiTerecimento, posto que sincero, nao foi viva-
mente arolhdo; essa preferencia dada liberdade
local sobre a liberdade poltica, s reminiscencias
da edade media sobre as creacoes de 1780, nao
exorcia nos espiritos urna attractiva seduccao. 06
ministros nao se emharacavam em responder que
3 vigiimeto esclarecida do estado valia mais do
que o dominio das influencias particulares, e o par-
tido realista era, como todo partido vencedor de-
pois da una revolucao. mas tmido em provincia
do que o governo de Paris. A realesa de Lata
XVIII tornava-se a achar, como a de seus paes,
recommeodada ro urna imparcialidade relativa,
por urna necessidade de regra e de etiqueta, em
vista daspretcn$5es caprichosas, egostas, c algu-
mas vena violentas desordens privilegiadas. As-
sia a centralisacao pode aproveitar um favor de
opiniao que protega todas 'as comquistas da revo-
lucio.
Do mesmo modo, quandej os realistas puzeram a
mao sobre 0 peder, encontraram poneos obstcu-
los em adiar qualquer reforma administrativa.
Nao se tratou mais de desatar urna so malba da
solida rede, na qual lastimava-se a Franca de es-
tar enlacada.
Durante seis annos de ministerio o Sr. Villelc
n.o uxaminou, que cu saiba, um s dos parafusos
da machina.
Era elle da escola da liberdade municipal; sna
provincia tinba preteneSes nesse genero; os estados
doLaoguedoc baviam derxado boa nomeada.Quanto
a alie, tinba comecado por preferir muito essas ve-
Ihae formas de independencia s garantas de fres
ca dala, suspeitas de serem heresias philosopbicas
e abstraccocs revolucionarias.
A experiencia s, e sem duvida tambem urna
honrosa ambico, o tinba reconciliado com o jogo
do antigo rgimen representativo, e pode gozar
durante seis annos de urna preponderancia qual
em materia administrativa nao se teria resistido
sem entretanto abandonar as armas legadas pela
dictadura imperial ao poder executivo da monar-
cbia constitucional.
Bastante diflieil com effeitoque o poder melhor
intencionado renuncie voluntariamente aos meios
de aceo de una organisacao perfeitamente regu-
lar que tein seus bons lados e seus approvadores,
que pode obstar muitos males, e, hbilmente diri-
gida, fazer muito bem. Alm de que, devemos re-
cordar, a opiniao murmurav.i, os partidos se mos-
travam animados e ameacadores.
A liberdade da imprensa, posto que combatida
penetrava por toda a parte. Ella faz bastante bu-
lha aos ouvidos do poder, para que sinla-se elle
liouco tentado de applacar-se perante ella. Nin-
guem se enfraquece sem motivo, e o Sr. de Villle
entrevia bem todas as forcas que minavam sob
seus ps, a mnarchia legitima para imaginar
qualquer renuncia voluntaria a urna s prerogati-
va como urna imprudencia, e repugnar, desman-
telar por suas maos a praca que tnha de defender.
Entretanto, no espirito verdaderamente liberal
que animava entao a Franca, comecava a sobrepu-
jar as razes de partido ou de circumstancia que t-
nham conservado at enlao intacta a organisacao
imperial, e a descentralcelo era um dos artigos
do symbolo que triumphou era 1830. Esse artigo
entretanto nao era concebido com urna perfeita
clareza, nem redgdo por todos sob urna forma
idntica.
Elle appareceu quando foi posto em execugao-
Nao que ca tenha vontade de dcsconhecer tudo o
que fez, para modificar a centralisacao, a nica re-
volucao, o nico governo que alguma cousa tenha
feilo. Ha muitas maneiras de criticar a centrali-
sacao. Nao ella tao absoluta que nao admita
autoridade iocaes, pelo menos pela residencia.
Descentralisa-se tocando-se qur sua origem, qur
suas atlribuicoes. dando-lhe ou mais independen-
ca ou mais poder, a primeira cousa, e a mais
importante, a que a mnarchia de 1830, fez. tor-
pde quasi ser exercido senao pelo estado. Nao
existisse esse pffef.e ver*te em um governador
parlamentar as cmaras totna-lo, e crear seus ins-
trumentos.
O parlamenta na Inglaterra tem, pela refi
das prisoes, u mesmo pelas praticas da penal
toda intuir, iaveslido o ministro do interi
urna autoridade que nos sorprendera, e que
no arbitrario.
persuasiva quanto nobre e verdadeira, nao ser
sMIe das communas que ella proclamar a li-
bettacio.
e tanto em qualquer bypothose ha lugar para
,'ar que o systema administrativo em Franca
nao ser* radicalmente transformado. Reconside-
remos pois. Ha tres especies de orcamentos ( bud-
gets. ) e a simples classificacio dos cntimos ajun-
tados ao principal do imposto directo basta para
[ciplo da ceatralisacSo. absoluta, i*io da uni-
dade ?
hesitar em dar ao poder um volume, que cresce
rom a massa, que elle representa. Para que em
1848 nos conservassemos centralisadores, bavia
boas o ms razOes. A principio o amor da ordem,
uqe entao se desenvolveu em Franca com urna
energia admiravel, nao podia annuir fcilmente
ao abandono de nm s dos meios de aceao, que
pareciam aleta contra a anarchia. e a assemhla
constituinte teria temido dar aos .clubs tudo oque
bouvesse tomado ao governo.
Depois o elemento especial e novo, que a crise
de fevereiro esclareceu, o socialismo, to rendoso
entao, foi precisamente urna doutrina ultra-con-
servadora ; o que caracterisa tender a transpor-
tar a vida privada para vida civil, e a ordem ci-
vil para a poltica.
Essa multidao de interesses individuaes, que
quera-elevar a ordem de interesses geraes, pro-
mettia outras tantas attrlbuices novas ao go-
verno.
Assim o espirito conservador e o espirito socia-
lista vigiavam porfa a centralisacao que sabia
completa das deliberares de 1848.
O presidente da repubhca ficou investido de
mais poderes e funecoes de que mais de um rei
da Europa. Escusado dizer que a revolucao que
seguiu-se nao leve por objecto diminuir os direi-
tos do estado.
A unidade toraou una nova forma, fez novos
progressos, ganhon um novo terreno. Um s po-
der, o mais concentrado de todos, ampliou-se, e a
vontade de um s oceupa mais lugar do que a dc-
lberaco de muitos. Distinguem-se em philoso-
phia dous principios, a autoridade e o exame ; el-
los tem seus equivalentes na poltica. Parece que
os novos systemas electivos nao tem tido como ef-
feito fortificar o exame.
E certo que as novas formas dos corpos delibe-
rantes tem tido como resultado fortificar a auto-
ridade.
Ora, o que se chama por exccllencia autoridade
no nosso paiz, a centralisacao, e eis-aqui por-
que este assumpto mais que nunca est na ordem
do dia.
Cumpre repeti-lo, o qur que saja de pondero-
so a persistencia desse facto eslavel no meio das
revnlucoes.
A centralisacao, no processo que se lhe intenta,
apresenla-se com um possessorio dos mais res-
peitaveia. O que a historia explica, o que as leis
sanccionaram.oque partidos mui diversos poupa-
raui, o que o uso fez passar para os costumes p-
blicos, Dio pode ser tratado como um accidente
precario ; e, assim como nisso nao se deve tocar
senaocom reflexao, deve-se julga-lo sem preven-
cao. O faci est mesmo inteiramente julgado,
real, importante, vivaz. Resta julgar sobre o di-
reito e a utilidide.
Passemos a centralisacao considerada sob o se-
gundo ponto de vista, e tomada no verdadeira sen-
tido da palavra. Aqui se offerecem difflculdades de
urna outra ordem que o Sr. Dupont-White fez per-
letainente valer. Tudo nao foi dito, por se ter
repetido que ha tres especies de negocios pblicos,
os geraes ou govemamentaes, os departamentos e
os communaes, sera contar as de um interesse col-
lectivo, as dos syndicantes, as das grandes socie-
dades anonymas.
Em primeiro lugar, a divisao nao se faz por si
mesma entre as tres principaes cathegorias. Os
interesses a que sao relativas confinam-se, pene-
trara-se mutuamente, e as autoridades, entre as
quaes se quereria dstribu-los em jerarchia, nao
poderiam semprc ficar impunemente independentes
unas das outras. Ora desde que ellas cessem de
s-lo, ha centralisacao.
Voltemos aos exemplos. Certas prisoes sao pos-
tas pelo cdigo de instruccao criminal sob a auto-
ridade dos prefeitos, e na pratica urna distnecao
assaz difBcl de justificar, contrariad letra dalei.e
que nao observada com todo o rigor, reserva pa-
ra os estabelecimentos do estado, para as casas
centraes, os condemnados a mais de um anno de
prisao. Para todos aquelles, cuja pena menos
longa, para lodos os reos, para todos os aecusados,
detencao considerada como um negocio depar-
tamental.
Supponde que se generalisassc mais, e que se
allivasse o estado da guarda dos presos, de que
contina encarregado at agora. Seria, se o que-
rem, urna conquista sobre a centralisacao departa-
mental, ou outra qualquer que nao a do estado, es-
tvesse entregue a seu livre arbitrio em tudo o que
concerne detencao? A materia diflieil de re-
gular : toda innovacao nesse genero delicada; as
vantagens sao problemticas, os systemas discor-
dantes : outros interesses, emfim, podem attrahir
de preferencia a attencao ou os recursos da auto-
ridade local.
Ora creio que nao estarao dispostos a esquecer
que a unidado de legislaco penal est na primeira
ordem das dividas de justica do estado para com
os cidadaos de um mesmo paiz. A egualdade das
penas nos mesmos casos, sobre lodos os pontos do
territorio, um principio inviolavel. Ter-.>e-ha
observado se as coodiccoes da detencao, variam
segundo as localidades 1 Prisoes doentias, prses
salubres, em que reina a desordem ou prevalece a
disciplina, onde o trabalho desconhecido onde
todos os grus de culpabilidade, de corrupcao, de
tenacidade, esto confundidos ou separados, onde
o rgimen cellular ou nao admittido, podem bem
ter o mesmo nome ; com taes disparates, porm, o
condemnado a um anno de priso nao o mesma
pena se fr julgado em Dunkerque ou Bayonna,
em Quimper ou Anlibes. Apezar de todos os cui-
dados da administracao, existe j entre casas su-
jeitas aos mesmos regulamentes indeleveis diffe-
rencas. Que acontecera, pois, se se abandonasse
toda a pratica de priso diversidade de opinies,
usos, recursos e solicitudes das diversas localida-
des ? A uniformidade pois, necessaria, a jasti-
ca a recommenda.
E preciso que a lei a prescreva ; e, para que a
lei seja executada, cumpre submetter todos os es-
tabelecimentos a um poder de inspeccao que nao
A instruccao publica tem raras vezes sido o%a- estabelecer as bases de urna descentralisaco j
da como um negocio de locahdade. Quando nao comecada.
instituida pelo estado, pertcnce pela maior parte Os cntimos departamentos, tanto addicionaes
do tempo a corporales que nao sao associacocs como especiaes e extraordinarios, os cntimos cora-
particulares, e (pie parocem-se antes a poderes es- muoaes, divididos era cathegorias anlogas, ali es-
peciaes. tao para nos mostrar tres grus de taxaco, e em
As universidades inglesas, apezar da sua pre-, toda a parte em qne se oncontra o direito de taxa-
tencao de exislrem por si mesmas, acabaran) re- cao, o germen da liberdade subsiste : nada resta a
coniecendo a competencia da lei, ou pelo menos fazer se nao desenvolve-lo. A lei o depoz no seto
apressaram-se, por meio de reformas internas, era de duas institiiiees, o conselho gcral e o conselho
ir alera dos v.rtos do parlamento, com modo de que' municipal. Fallemos dessasduas instituicoes.
Ihes ordenasse aquilloque do bora grado nao te | Unnimemente confessado, a primeira excel-
riam feto. Em Franca, nenhuma dfflculdade so- lente. Desde trinta annos nao tem sido ella o ob-
bre este ponto. Tem-se chegado at a dizer entre jerto de alguma das crticas prodigalsadas s ins-
ns que o estado ensina pela universdade, cmo titucoes electivas e deliberantes. Esta, de hoje em
julga pelos tribunaes. diante, nao tem necessidade do testemunbo de
Entretanto nada de exorbitante havena em cas-' ninguem. Perrattir-se-me-ha, entre tante, dizer
.idear a instrucfSo primaria como um negocio que, tendo tido a honra de ser, durante dezo'ito an-
conimunal. (sso est escripto por metade na lei. nos, secretario ou presidente do conselho geral de
Sob o pretexto da liberdade dos paes de familia,; um importante departamento, nunca vi essa insti-
nao se tem querido tornar obrigatoria a frequen-, tuicao em falta; nao lhe conheco nina attribuicao
cia da escola. i0 ma|S) nem uma funca0, que nao fosse til, e
Nao se tem, pois, sob razao alguma, centralisado utilmente desempenbada.
desmedidamente. Entretanto eis-aqui um racio- Creio nao ser suspeito, quando se trata do meri-
cino de um certo valor. Todo governo, e mais' to das assemblas polticas : pois bem A discu-
qiie alguin otitro, todo governo livre, tem a pre- i tir tudo com rigor, eu podera achar na organisa-
lencao de ordenar pela lei, e governar a homens. cao e exercicio de nossas antigs cmaras mais a'
A ignorancia da le, diz-se em direito, nao se pre- censurar, mais lados fracos a notar, do que na
sume. j constluicao e no jogo de nossas assemblas de de-
Ora, pergunta-se, como aquello que nao tem parlamentos,
qualquer instruccao primaria, pode ler uma idea, verdade que o singular regulamento das pr-
no digo completa, mas grosseiramente suffleiente meiras, e algumas tradieces desgranadas do pas-
do que lei, justica, governo, patria? Se querem sado, cram as principaes causas dos defeitos de
que es homens sejam cidadaos. que participem de nosso mechanismo parlamentar,
quaesquer eleicoes, por uma consequencia neces- Nos conselhos geraes nada de semelhante, e nao
sana o estado deve o ensino primario a todo o devemos acreditar que a perfeicao da instituicao
homem de qunm exige a obediencia e o concurso, dependa da insignificancia de sua categora. Para
E para mim diflieil comprehender os escrpulos, continuar a comparacao,tinhamem seu crculo um
que recusam torna-lo obrigatorio para todas as fa-: poder tao real, e a alguns repeitos menos limita-
mi has francezas. do que o da cmara dos deputados. Como voto c
E por isso que, em muitos dos Estados-Unidos, como censura, o conselho gcral poderoso. Per-
qu nao sao uma trra de centralisacao, e educa-' dem alguns de seus direitos ; o modo porque elei-
rao popular uma despeza do estado ; por isso to nao parece augmentar sua autoridade, e na pra-
que o parlamento britannco se honrou pela rcor- tica dz-se : a deliberarlo menos viva do que no
ganisajao das national schools; por isso que em passado. Eu o ignoro ; se, porm, assim seria
Franca o estalielecimento das escol as communaes o caso de repetir essa observacao : nao faremos
est proscripto pela lei geral, vigiado c regulado uso do que possuimos de liberdade.
pela autoridade publica, sustentado em fim, pelo O Sr. Guizot disse-o ; eu poderia a essa autor-
concurso das communas, dos departamentos c do dade accrescentar uma outra. nao maior, mas que
estado. i por ser mais inesperada, nao seria menos signili-
E quanto basta para mostrar quanto podem ne- \ cativa,
gocios ser Iocaes, sem o serem exclusivamente, e: Deixando a poltica de circumstancia, considere-
quo arrriscado seria disseminar pela superficie mos em si mesmo esse conselho geral, o herdeiro
da Franca uma infinidade de centros solados que aos estados provinciaes do antigo rgimen, e o
nao conheceriam regras nem censura. Mas em- equivalente, a alguns respeitos, das quarter ses-
lira, nao ha negocios exclusivamente Iocaes? Sem siuns da Graa-Bretanha.
duvida os ha, e basta abrir um orcamento depar- j Nao pode ser objecto de duvida erigi-lo em cor-
tamcntal ou municipal para couhec-lo. Nada, po permanente, nem mesmo tirar de sen seio uma
pois, parecera primeira vista mais simples do commisso intermediara qne admnstrasse em
as exprobraces que se lhe drigem, a nica que |
parece toca-lo seriamente que ella facilita as re-
voluces. Onde impera efia na reSlidade? Em seu mesmo centro, a unidade nao a forma
. ascapitaes. E a existencia das capitaes, sua Becessaria de sua constituirlo, nem de sua accao.
importancia quem favorece e motiva a centralisa- a divisao do poder encarada com a garanta de
cao. Em Franca, Pars Unto sua causa como a toda a liberdade poltica. Fra mesmo das ideas
sede. Centralisa a Franca por sua cont; ao mes-, conslitucionaes, ura poder rigorosamente unitario
mo tempo que o poder se centralisa por si. Satis- j nao seria supportado, c o apostlo o mais intole-
fazer Paris contra Faris. nisso frequentemente tem rante do absolutismo, o conde de Maistre, exige
estado toda a difficuldade poltica. (-que, polo menos, o poder judiciaro fique sepa-
A influencia do espirito, das luzes. das lettras,' rado.
nasce e prevalece sobretodo em Paris. Pars o! Reclama sua completa independencia, sacrifican-
lugar das revolucoes. Augmente e legalisae seu 0 por esta vez alguma cousa de seus svstenias
que entregar sem restriccao os negocios loraes s
autoridades Iocaes. Todava, se estas se conser-
van! independentes em sua gestao, o estado por sua
parte, tendo negocios as localidades, ter em to-
da a parte, at no menor lugarejo, delegados missi
nome collectivo, ou somente servisse de conselho
obrigado administracao em chefe.
Nao examinarei tambem uma proposicao sus-
tentada sob a restauracao por publicistas, que tai-
vez a esqueceram. a de circurascrever a escoma
dominki, qne se acharao em concurrencia e tal vez desse administrador no seio do conselho geral. Os
em colliso cora os agentes da municpalidade. prefeitos seram entao nomeados como o eram os
Nao c mais natural ter funecionarios instituidos matres de 1830 1848.
com dous ttulos, empregados com daus fins? Notamos somente essa idea como um indicio do
assim que os prefeitos, representando o estado nos partido que se poderia tirar das instituicoes exis-
deparlamentos, tornam-sc os homens dos departa- lentes para augmentar a independencia local. Se-
raentos junto ao poder central, o que as communas jamos, portanto, mais affirmativos sobre o pensa-
temprestado seus mues ao governo para a exe- ment de confiar commisses tiradas do seio do
cuelo de um bom numero de operaedes que o in- conselho geral a vigilancia e a direccao de certas
teressam. partes do servico, taes. por exemplo.'como o exa-
Todo o mundo condece esses serviros mixtos, me e a approvaco de cerlos relatnos commu-
julgados ha longo tempo preferives a uma separa- naes.
cao absoluta, que as cousas talvez nao comportas- O exemplo das deputacoes permanentes dos con-
sem mais do que as- pessoas. sclhos provinciaes da Blgica deveria ser estuda-
Nao se pode contestar aos partidarios da centra- do, e os conselhos de prefeitura poderiam ceder
lis.icao, e especialmente ao seu mais recente de- alguma cousa de suas atlribuicoes commisses
fensor, que as luzes administrativas, os conheci- anlogas. Quando a autoridade perfetural foi s-
menlos econmicos, o espirito de justica mesmo, e saz esclarecida para buscar o apoio, e nao temer a
o respeito dos direitos, nao seiam mais communs resistencia, formou commisses de membros du
em uma capital do que em uma aldea. conselho geral para a inspeccao dos trabalbos das
Se sealtender para uma certa egualdade na ges- estradas e outros objectos, e essas creacoes facul-
tao dos interesses colleclivos, nao ser possvel tatvas poderam ser regularisadas. Lm ramo da
abandonar quasi sem critica, as innumeraves au- administrarlo tomou, ha alguns annos, uma nova
poder, e tereis levantado o mais forte obstacule ao
arbitrario de um governo centralisado. Tereis
creado e armado a verdadeira aristocracia da Fran-
ca. Tereis dispensado Paris de fazer revolucoes,
porque ser elle o senhor. Supponde que Pars ti-
vesse quarenta e cinco deputados em 1848, nao ha-
ra 24 de fevereiro.
Tal o remedio um pouco homeopathicoque nos
proposto. Pouco socegar aos que murmuram
por ver os departamentos arrastados a r>b9iue
pida capital, e ha grande apparenea de que elles
nao de ver uma nova amostra desse genero de libe-
ralismo, que prefere o progresso a liberdade. Uma
escola poderosa em Franca poderia na verdade ser
caracterisada por essas ultimas palavras, e eu nao
sei se o escriptor que tanto temos citado nao um
dos mais temiveis representantes, tanto mais temi-
vel que se defende com uma louvavel energa dos
arrastamentos aos quaes algumas vezes tem ce-
dido.
Estimamos mais dedicarmo-nos e esse vclho sys-
tema de garantas que alias est longe de tornar a
brotar, e que nao poder ser julgado nsufficiente
senao depois de uma experiencia franca e decisiva.
Considerando como concedido que haver sempre
muita centralisacao em Franca, e que a tendencia
de todo governo, mesmo livre, centrahsadra, per-
sistimos em acreditar que os moderadores desse
movimento em seus excessos e seus desvos sao a
censura pela discussao publica e universal das c-
maras, a censura egualmcnte universal pela im-
prensa, o concurso do elemento electivo ou repre-
sentativo.em todos os grus, estado, departamento,
communa.
O jury participa alguma cousa do mesmo papel
junto do poder judiciaro, e a guarda nacional jun-
to da torga publica.
A isso ajumaremos a responsabilidade elfectiva
do poder em toda a jerarchia e a livre concurren-
cia da acelo privada ou da associacao particular em
toda a parte em que seja possvel, por exemplo, na
instruccao publica, nos soccorros pblicos, no ser-
vico da viabilidadee dos transportes, em certas me-
didas de polica municipal, que interessara sani-
dade, salubrdade, seguranca, etc. Nao sao
grandes novidades, assim como algumas nao te-
nham tido entre nos de ordinario seno uma exis-
tencia nominal.
Nenhuma, entretanto, pode ser efflcaz seno pela
vontade de usa-la. Os orgos nao valem seno
pela alma que os dispoe. Jamis, em resultado,
nao sao as armas legaes que lera faltado, qur ao
lioder, qur sociedade. para se defender. E' ao
espirito que o anima, mais anda do que s suas
instituicoes, que um povo deve tudo o que e tudo
o que vale. As instituicoes do s naees a liber-
dade, mas nao a vontade ; pertence s nacoes
querer.
toridades a quem se toreado entrega-la.
Ha, creio, una excessiva severidade no quadro
que se nos apresenta das iniquidades e dos pre-
juizos que engendra o contacto mutuo dos mem-
bros de uma sociedade limitada. Seria triste que
os homens conseguissem nao se aborrecerem, nao
se perseguirem, se nao com a nica condico de
nao se conltecerem. O hobbismo, se falso na so-
importancia ; a dos soccorros pblicos.
A abundancia de seus recursos, o numero de
seus estabelecimentos, nao permittem mais discu-
tir o mrito em si de um todo de cousas, que nao
podem mais desapparecer. Nao cumpre cuidar se-
no era fazer disso bom uso. Sera para isso in-
dispensavel deixar rentralisaelo toda a parte
que possue nos soccorros pblicos ? Ninguem me-
cedade poltica, nao tomase rigorosamente verija- lhor do que nos sabe que, de todos os serviros in-
deiro em uma cidade e em uma aldea. A hislo- Gerentes ao ministerio do interior, nenhum podo
fTerecera um administrador melhores occasioes
e se honrar por algumas reformas ou tentativas
felizes; mas nem por isso deixa de ser uma mate-
ria essencialmente governamental, o que ha peri-
gos a offerecer a deciso do estado.
de grande consequencia autorisar as popu-
laces a opiniao de que o governo deve, com sua
imparcialidade um pouco niveladora, com sua
aceao universal, com seus recursos, que de boa
ra, tao cheia do elogio das municipalidades inde-
pendentes, parece depr contra seus censores re-
centes. Interesses legtimos sera duvida |H>dem
ser desconhecidos pela sabedoria communal. Pon-
de sua discripro o ensino primario : como a
sua necessidade tanto menos sentida quanto
maior entre aquelles a quem interessa, a escola
licar em risco de ser fechada por aquelles a quem
mais necessaria.
Sejam todas as communas senhoras de estabele- mente se acreditara inexgotaveis, tomar na empre
cer mu imposto ; os mais claros principios da eco- za o esforco de auxiliar cgualmentc, e, sendo ne-
nomia poltica podero surcumbir sob uma aper- cessario, sem excepeo, indigencia, enfermida-
tada c caprichosa liscalisaco. de, infancia.
Em fim, i liberdade do commercio e a liberdade J que nao se podem attribuir todos esses cm-
religiosa nao podem sempre contar com a impar- dados aos particulares e s assocaces livres, nao
cialidade judiciosa de um magistrado municipal, poder-se-hia desembarazar o estado e deixar regu-
Cumpre era primeiro lugar concluir d'ahi que so- lar departamentalmente tudo o que neste genero
bre todas essas qnestoes o poder local nao pode ser nao exclusivamente da aleada das communas ?
seu proprio legislador. Ao conselho geral, que j subvenciona mais de um
preciso que a lei geral tenha estabelecido re- cstabelecimento de beneficencia, e que legalmenle
gras, cuja infrarro posea abrir um recurso para tem a seu cargo certas despezas dos hospicios de
annullaco. Poder-se-ha satisfazer muitas vezes alienados^1 poderia ser attribuido'um poder de vi-
com essas duas garantas a lei e o recursc, sem gilancia, e mesmo de regulamentaco, que tirara
que uma formalidade de reviso e de autorisaco ao governo atea apparenea, para com os fracos e
se consigne entre ambas ?
Eu o creio, e uma das primeiras concessoes a
fazer em certos casos s communas. Nao basta,
todava, dar remedio aos abusos possiveis. Nao
poder ser necessario providenciar sobre a inac-
co, o estimular a negligencia ? Todo mundo tem
a legislaco de 1836 sobre os caminbos vninaes
por uma das melhores cousas desses ltimos trinta
annos. Ella obteve um successo prompto e uni-
versal.
desgranados, dessa misso providencial que lhe
conferem simultneamente seus aduladores e ni-
migos. Em uma palavra, as adrainislracoes dos
hospicios, qur ficando, como o sao, municipaes,
qur tornando-se, por uma innovacao mais ousa-
da, departamentaes, poderiam adquirir mais auto-
noma, mais liberdade, elevando-se mais ou me-
nos directamente de eleico pelos lacos que as li-
garam aos conselhos representativos.
Nao occasio de insistir sobre outras preroga-
Ora estatua ella sobre interesses inteiramente tvas que realcariara ainda na opiniao a represen-
materiaes, cuja importancia nao pode escapar aos taco departamental.
mais simples habitantes do campo, e por tanto A constituicao de 1848, na qual pouco se cuida,
teve, para obter bons effeitos, nao somente de im- e que nao ser lida talvez uma vez em dez annos,
por de cima a uniformidade, e mante-la pela aeco nao fra mal inspirada fazendo contribuir os con-
da inspecelo ministerial, mas armar a autoridade seibos geraes para a formaco do jury do superior
quasi governamental do prefeito com poderes asss tribunal nacional; e, se discutirmos a ordem cons-
novos em rclaco s communas, e mesmo aos con- titucional, acharemos sem duvida que o conselho
seibos geraes. geral teria um papel a desempenhar no dia em
Tem-se ainda, ha vintc quatro annos, restring- que acetasse o pensamento, muito divulgado, de
do gradualmente a parte que os maires tinbam na fazer contribuir em parle a eleiro para a forma-
direccao dos trabalhos de vabilidade vicinal, e ?o da cmara dos pares ou do senado. Um mem-
pouco falta hoje para que delles sejam excluidos, bro por departamento, escolhido vitalicio no sena-
Citar nao approvar: nao se nao indicar uma do ou pelo conselho geral, seria um elemento mui-
circumstancia em que o zelo e a diligencia do po- to conveniente de uma especie de assembla, cuja
der e do publico local nao parecero sufficientes origem conviria diversificar. Tocando assim pelo
para as operacoes que parecerem inteiramente de cume a poltica, o conselho geral nao viria a ser
sua competencia. uma assembla poltica, mas os departamentos se
Essas consideracoes, sobre as quaes insiste o sentiriam menos estranhos ao governo.
Sr. Dupont-White, nao contem seus adversarios. | Os conselhos municipaes nao tem uma tao boa
Ellas apenas impressionaram o escriptor engpohoso nomeada como os conselhos geraes, e comprehen-
que, em uma rollecco j ritada (4) resolutamente se que trinta ou quarenta mil administracoes nao
propoz restabelecer administracoes conectivas na podem todas passar por modelos. Tem-se, portan-
communa, no departamento, a provincia. Nao
sou daquelles que taes propostas escandalisem,
ellas, porm pouca probabilidade tem de serem ac-
ceitas, e, uma vez acceitas, de serem submettidas
a uma experiencia asss prolongada para resistir s
dilficuldades e aos inconvenientes da cstra. Nen-
to, exagerado muito as queixas; e, quando em
1830 o principio da eleiro penetrou na municpa-
lidade, o melnoramento foi sensivel em relaro
actividade e resoluro.
A iniciativa local se mostrou. Uma grande dif-
ficuldade nao deixa por isso de subsistir, a de res-
hum povo mais prompto em achar a desordem peitar a espontaneidade, a liberdade das commu-
intoleravel do que o francez, algumas vezes tao fa- as, as mais reaes, as mais histricas dssas pes-
cilmente revolucionario, e as incertezas, as escolas soas civis, que a lei reconhece, e de regularsar ou
os abusos mseparaves de toda .innovacao pouco mesmo estimular sua acroque nem sempre es-
tempo levam a desgosta-lo. j clarecida e prompta.
Dae-lhc o espectculo de uma multidao do as-' Ora sua prodigalidade. ora sua parcmonia, de-
scmblas inexperientes, mcertas, alternativamente ve-se temer. Emflm as discusses Iocaes, posto
tmidas e temerarias, inactivas e agitadas : ura que menos speras e desagradaveis do que se prc-
clamor geral se (levar logo, e o mal tanto appa- tende, podem ora desviar, ora paralysaro ardor
rente, como real, levantar a opiniao publica, que de um maire apaixonado ou tmido. Que querem ?
se dar pela opiniao dos sabios. i Toda liberdade custa, e, seo cu nao a tivesse da-
No ha anda espiritos cxcellentes que esto con- do ao homem, o peccado nao existira,
vencidos de que, durante os dezoito annos do go-' O ponto preciso a tomar o em que abusos tole-
verno de 1830, a administracao communal fra de- raveis nao sao mais compensados por vantagens
ploravel ? Nao sei o que se possa responder ; reaes. Em suas relacoes com a administracao mu-
cumprehaver em tudo um tvrocino. Nenhuma ncipal, o governo poderia lunitar-se a duascou-
experienca boa quando nao tem custado. Se, sas, tudo saber, algumas vezes impedir ; nao se
para dar a uma sociedade qualquer cousa a fazer, Pde porem, dissimular que a tendencia da civib-
preciso esperar que mostr saber fazc-la, jamis sarao moderna nao e muito favoiavel a liberdade
ellaofar. Os inconvenientes da inaccao sao peio- communal. hm resumo, ali como em outra par-
res do que o perigo de obrar, antes vale arriscar-se te, a cenirabsacao, o importante da centralisacao,
do que anniquillar-se. subsistir. ....
Emendo essa linguagem e a prezo, invejando a- Importa, pois. menos snppnml-la do que modifi-
quelles que hoje conseguirem faze-la ouvr. a ca-la por meto de outras garantas que e preciso
linguagem de toda aquelle que aspira a liberdade estabelecer, e o Sr. Dupont-White nisso nos ajuda-
politica, e, se emalgum tempo tornar-se ella tao ra- Sorprender-se-hao talvez com q remedio qao
(4) Virio, Nancy-1860.
XI
Parece que, antes de pronuncia-la, uma questo
geral deveria estar resolvida. Qual o dominio
legitimo do poder publico ? Conhece-se a distinecao
ingleza do systema coercitivo e do systema volun-
tario. Em que caso um ou outro deve ser appli-
cado? A distineco nao fcil de fazer. A theo-
ra pode conceber uma sociedade abandonada a si
mesma por sua ordem interna. Ella reger-se-hia
como uma familia bem regrada. Seria isso algu-
ma cousa anloga ao rgimen patriarchal, no qual
alias bavia uma certa autoridade ; mas tudo isto
o ideal para as sociedades actuaes. Desde tempo
inmemorial tem ellas necessdades de les e pode
res.
Todava essa necessidade varia com os lugares
e os lempos. O que necessario a uma, pode nao
s-lo outra. Em uma a torca publica supera-
bunda, em outra falta. Difiere na forma e nogru,
e nao eslabelecer-se-hia cora preciso o limite in-
variavel em que deve parar a intervenco gover-
namental. Somente pde-sc indicar a que condi-
ces geraes est sujeila. Cumpre em primeiro lu-
gar que seja praticavel, que seja necessaria ou
pelo menos til, que tenha mais vantagens do que
inconvenientes ; ainda todas essas condirdes sao
como nao occorridas se ella injusta.
E' uma mxima da Escriptura e do bom senso
que nem lodos os expedientes sao lcitos. Quando
tal ou tal coaeco, tal ou tal emprego da autorida-
de fosse til e praticavel sem violar a justica, nem
por isso seria prudente e desejavel, nao sendo ne-
cessario, pois que, a menos de haver vantagens
bem im|Mrtanles e magnificas, tudoo qne o homem
faz, porque o acredita bom, vale mais do que o que
faz porque constrangido.
E aqui que tornamos a achar o principio recla-
mado no comeco, o bem moral do individuo sobre-
pujando tudo. E' sobre este ponto que a disi-
dencia torna-se flagrante entre o socialismo e
nos.
Ser alfouteza minba dizer que ella resulta de
collocar o socialismo, o bem-estar na mesma linha
do direito ? Por um sentimento de fraternidade, por
um nepotismo democrtico ou pelo effeito de uma
moral toda fundada sobre a sympathia, est-se per-
suadido nestes ltimos lempos de que o estado de-
via evitar aos homens todos os trabalhos evitaves,
reparar todos os males reparaveis c substituir sua
lutella pelo seu livre arbitrio.
A revolucao franceza esteve a ponto de substituir
a declaradlo dos direitos por uma declmelo dos
interesses. Por ser a liberdade dos homens mais
sagrada do que sua felicidadc, que resistimos
conselhos, que enterneceriam talvez os governan-
tes, mas enevoaram os governados.
Todas as vezes que a questo duvidosa, todas
as vezes que antecedentes imperiosos, ou uma ne-
cessidade geral e sentida nao vos tiram a faculdade
de escolher entre o systema coercitivo e o systema
voluntario, entre a aeco publica e a acelo indivi-
dual, nao hesitis, recusae o poder e conliae na .li-
berdade.
Tudo isto, concordo, nao seno um limite va-
gamente indicado. Achar uma formula geral para
se decidir em todos os casos, seria bem hbil. Guie-
mo-nos por alguns exemplos.
Eis aqui um que nao presta para debate algum,
a guerra. S o governo deve decidi-la o faz-la,
porque s elle o pode. Na situaco do mundo, o
contrario seria loucura. O direito de cunhar moe-
da quasi que nao mais contestado. Seria mais
susceptivel de s-lo.
Em sua origem este privilegio poderia bem ter
sido declarado regala em vista de razes medio-
cremente decentes. O exemplo do commercio das
barras de ouro c a garanta dos objectos de ouro e
de prata permittiriam em rigor deixar o fabrico
das moedas tao livre como o das joias e baxellas;
essa innovacao, porm, teria inconvenientes sem
nenhuma vntagem, e nao poderia ser reclamada
seno pela orthodoxia supersticiosa do abandono
econmico.
A ordem publica manifestamente da aleada do
poder publico. Nisso prov pela legislaro, pela
execuro das leis: a polica, tomando esta pala-
vra no seu mais ampio sentido.
A polica, logo que reprime, toma um nome par-
ticular. O poder publico intervindo entao em uma
especie de conflicto, para estabelecer direito, cha-
ma-se a justica.
Ninguem duvida de que, as sociedades por nos
conhecidas, as les de ordem publica nao devem
vir do estado, o que romprehende quasi todas as
leis, a polica, a justica. Nao se difiere seno sobre
os meios de salvar essa divida da sociedade para
comsigo mesma. "v^
O estado deve da mesma srte ter entre >ul
mos a religio, a instruccao publica ? Evidente-
mente a necessidade nao 'egual. Em certos pai-
zes elle nao ingere-se na primeira, e nao obra se-
no nos casos raros em que a ordem externa seria
interessada pelas rousas religiosas.
o ponto mesmo em que menos disrreto, em
que trata da religio como instituicao publica, a
soccorre, protege, viga ou a conten; a impe ra-
ramente como uma lei; nao faz della uma parte
de seu proprio poder.
Todava, entre a maior parte dos povos da Euro-
pa, nao permanece ella como uma cousa puramen-
te moral; oceupa um lugar no reino deste mundo :
a egreja chama-se uma potencia.
A religio assim considerada nao pode mais ser
encarada como uma simples liberdade do indivi-
duo, posto que a libordade religiosa seja a mais
sagrada de todas, e por si mesma esteja sb a guar-
da das leis e de seus ministros. Vae-se alm, sup-
ponho-o. das observaces anlogas que sugger'iria a
instruccao publica.
Nao conpletaremos essa enuraeraco. O que ara-
ba de ser dito basta para mostrar que independen.-
temente de toda centralisaro, a jurisdirro do po-
der publiro nao invariavel': nao em toda a |r-
te onerada com as mesmas cousas, do mesmo mo-
do. Presentemente no circulo de suas attri-
pohticos, idea suprema da justica. Em mais de
iini estado constituido o centro a propria divi-
sao.
Km nenhuma parte existe um poder nico. A
presenca das assemblas deliberativas, uma certa
publicdade dos debates, a liberdade da imprensa,
e a responsabilidade, nao sao admiltdas em certos
daizes seno como outros tantos signaes de descon-
fianza, dados ao systema da unidade, outros tantos
obstculos levantados contra a aeco rpida, irre-
sistivel, incontestada da autoridade central. Eis
quanto ao governo poltico, quanto ao governo pro-
piamente dito.
Vamos mais longe, sgamo-lo em sua aeco do
centro s extremidades, e vejamo-lo localisar-se
at no systema o mais opposto ao individualismo.
Tomemos das maos do Sr. Dupout-White o exem-
plo, que mui hbilmente desenvolveu, o da jus-
tica.
Faz observar era primeiro lugar que a justica
em Franca applica uma mesma legislaco em todo
o imperio. E ella per si mesma enca'ixilhada em
uma organisacao em tudo similar.
Emana do ri, dizia-se outr'ora; o que qur di-
zer que descende do pice base da pyramide so-
cial. por si mesma constituida em uma herar-
chia, cujos ramos todos os membros sao invest-
dos do direito de julgar pelo poder supremo, c a
medida que ella se approxima da circumferencia
do circulo, decresce em autoridade moral e legal,
como approximando-se do centro segu uma mar-
cha inversa, e parece remontar para a luz. Pelo
menos a pluralidade dos graus de jurisdicro, o di-
reito de appellaro, o recurso para superior ins-
tancia, sao outras tantas disposices concebidas na
hypotbese de uma justica tanto mais perfeita quan-
to menos social.
Ella eleva-se afastando-se dos interesses sobre
3ue estate, c esse pensamento do legislador o
o publico.
A magistratura pois, o systema o mais comple-
to de centralisacao; com esse titulo obtem o cr-
dito e a considerarlo de que goza.
O Sr. Dupont-White apoia-se nesse exemplo rom
eonfanca. Evidentemente o argumento qne delle
pode tirar nao tem tanto valor quanto o attribue a
nossa organisacao judiciara. Evidentemente an-
da acba elle essa organisacao muito ba, mas nao
d suas razes, e a fallar francamente eu necessi-
taria que elle as dsse.
Supponhamo-las dadas e aceitas. Nem por isso
segue-se que a aptido da ordem judiciara em sua
funceo social repouse sobre um grande numero
de outras garantas. Niaguem juiz sem condi-
ces; um noviciado exigido.
O adiantamento de ordinario tao graduado co-
mo a jerarchia. Os magistrados pouro trabalham
isoladamente, e o trabalho em coinmum ura ex-
cellente tirocinio.
A inamovibldade de seu titulo passa por uma
salvaguarda indispensavel: contra quem* contra
o estado. Se o estado julgasse pela voz dos ma-
gistrados, tudo estara perdido, at o nome da jus-
tica.
A elevacao no centro nao pois, uma garanta
absoluta de luz e de equidade. Eis ah juizes bem
acolhdos, instruidos, experimentados, indepen-
dentes.
Basta isso Tem-se em vista sua probidade e
sua sagacidade ? De nenhum modo. Inventaram-
se as regras nrtexiveis do processo civil, e da ins-
truccao criminal, como methodos necessanos para
a descoberta da verdade. Nao se d ao juiz meios
de busca-la, qur-se que elle a encontr as for-
mulas : suppe-se entretanto que acoditicacotem
por effeito tornar lei de tal modo clara, que'sua in-
terpretaco seja acil e segura; mas a publicdade
dos debates, as regras da recusaco nem por isso
deixam de ali estar, afim de servirem para a veri-
Hcaco do erro ou da paixao.
tudo ? Nao. A sociedade livre ntervm em
casos graves, sb a forma do jury, para dar ao ci-
dado uma garanta contra a propria magistra-
tura. E' a justica particular fazendo invasao na
justica publica.
Nao este o nico caso em que uma especie de
concurrencia dos particulares vera modificar, par-
tlliar o privilegio judiciaro do estado.
Fallaremos dos juizes consulares e peritos ?
Fallaremos da faculdade de recorrer a ar-
bitros ? .
Emfim, depois da magistr; .ofllcial. ha ho-l
mens de esluo, (Kirin livres* e hvrementc cha-
mados, que escrevem, consultam, failam, esclare-
cen! a jurisprudencia, preparara e algumas vezes
dictara ou corrgem as sentencas de sea superior
legal.
A obra da justira, em seu todo, uma obra
commum em que concorrem a liberdade e o po-
der, o particular e o publico, o individuo e a socie-
dade.
Quem quereria ser julgado por um s, o mais
poderoso e o mais affastado, sb pretexto de ser o
mais esclarecido e o mais imparcial, embora csti-
vesse sentado sb o carvalho de Vincennes ?
Emfim o centro mesmo do circulo judiciaro
desempenhado pelo concurso das extremidades.
E' a magistratura local que se eleva ao tribunal
de superior instancia. Nao se apreude a julgar as
questes em distancia, seno tocando-as de perto.
Esse systema to complicado, nao pois um
systema de centralisacao pura e simples. Garan-
tas bem diversas nelle se combinam e se equili-
brau.
E emfim tal qual existe, qual a opiniao dos
grandes jurisconsultos seu respeito ?
Deve-se ter notado que a palavra centralisacao
tem dous sentidos. Quando a centralisacao exa-
gera o numero das aitribuices, que tira a activi-
dade livre da sociedade ou dos individuos, antes
o socialismo ; quando, porm, ella rctm as maos
do governo propriamente dito todas essas atlri-
buicoes, quaesquer que sejam, e que accumula
todos os negocios no tribunal do imperio, rae no
abuso, a que se tem dado o nome bureaucratu.
Sb o primeiro ponto de vista, indicamos que
a centralisacao tinba por limites o que devido
liberdade pessoal.
O direito-do individuo est cima de sua felici-
dade ; uma tutella que o tornasse feliz custa de
sua responsabilidade, nao seria em essenca mais
do que uma oppresso seductora.
O interesse da propria autoridade nao permitte
que, com uma intenro protectora, e por amor de
uma regularidade toda externa, a regulamentaco
so torne minuciosa e vexatoria, em risco de aca-
brunhar o |ioder com o peso de mil prejuizos gra-
tuitamente merecidos. Alias a admmislraco n&
deve ser sobrecarregada, senao com o que ella s
possa fazer, ou pelo menos com o que faca melbor
do queoutrem. Sua actividade nem sempre as-
saz estimulada por um interesse directo de tudo
prover.
Tem seus prejuizos c sua rotina ; seu privilegio
pode tornar-se um obstculo s innovaeves e
aperfeicoamento que sao antes feitura dos indivi-
duos do que do estado.
Emfim, sejam embora to bem feitas as eousas
por elle do uue por aquelles, sejam-no anula me-
lhor, se o sao, pela sociedade livre. Poupae tam-
bum as forcas do governo.
O publico, que inulto espera delle, pode tornar-
se um publico diflieil. Elle ludo impe e exprobra,
aogoverno : nao o auxilia em cousa alguma, ja-
i-ais o suppre em suas faltas. Dcil por pregui-
ca ajusto por ignorancia, exigente por habito,
dilfamaiorpor ociusidade, simultneamente ser-
vil e descortente ; aftVito pouco a pouco respon-
der por si m.TSHft a ser indifforente em seus ne-
gocios, abandonbala quera os quer, e vinga-so
maldizendo. E um a^~1fato inimigo.
Assim desouerado Sto a obrigaco puWica,
alm de uma passiva Juncia, dobra-se eguai-
mente ante o despotismo Fas .revolucoes,
E' preciso, para que uma naco seja livre, que
faca parte do governe ; cumpr\ Para .ue seJ' ''"
vre com intelligencia, que faca parte da adminis-
tracao.
Poder-se-ha comparar um governo, que de tudo
se qur encarregar, a um professor que flzesse to-
dos os themas de seus discpulos, aflm de que fos-
sem mais bem feitos Poderia ser-Ibes muito agra-
davel, e nao Ihes rnsinaria nada.
Um despotismo universal especula tambem com
a pretuica do povo. Os pretextos, mesmo as razes
nao lhe faltam.
O movimento da cmlisaco multiplica as neees-
sidades e o meio de satisfar-las.
1 elle vae buscar para a centralisaro na propria
| ccntrfllisaeao ) cumpre, porm, saber que de todas' buires. deve ella ser"cosiltuTda" 5ptrre"o pri
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(Contin.m>te-ka
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